Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07027


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Full Text
Auno XXVI
Qunta-feira 5
PARTIDA SOS OORIIEIOI.
Goianna e Parabiba, icguada eiexlai feiras.
Rlo-Grande-dn-Norte, quintal friraaao melo-
da.
Cabo, Serlnhscm, Rlo-Fonooso, Porto-Calvo
e Macelo, no 1.', a II, e 21 de cada tnei.
Garanhun e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Florea, a 13 e 28.
Victoria, a quintal fe ira.
Ollnda, todo o diai.
PllIU Di LO.
Nova. a 5. aoi.'iti m. da l.
Creic. a 13. los 10 ni. da ni.
Cheli. a 21, aos 15 m. da m.
Ming. a 28, ai 2 h. e 40 ui. da I.
tUUU> D* aro.
Prlmelra as 2 horas e 54 minuto da tarde.
Segunda a 3 huras e 18 minuto da mauh
-? -lili ii un
lauhaa. p
*. lluLlll^A.
de Onttibro tic f 880.
fbkoob J> tvmsaAtralo.
Portres mer.es JdtflWarioi) 4/000
Ponis metes V &/)00
Por un anno 15/IKM>
7AB HA IMlf.
30 Seg. S. Jeronyino. Aud. J. dos orf. e m. da I. v.
1 Tere. Remigio. Aud. do chae, do J. da 1. V. d
civ. e do do fritos da fazendi. '
2 yuaii S. Leodegaii. Aud. doI.da2.. doclrel.
3 Quii S. Candido. Aud. do J. do orf. e do m.
dal. t.
i Sen. S. Franoitco de Assis. Aud. doJ. dat. r.
1 e do do fello da fazeuda.
6 Sab. S. Placido. And. da Chae. do J. da 2.
T. crlme,
6 Don). O SS. Rotarlo de Nossa Senhora.
^|WMJMWBBMMWllllll lllimllllll
OlMiO) IM 2 DE OUTUBiO.
Sobre Londros. a 28 y d por 1^)00 r. 60 dias
. Paria, 34.
. Liaboa, 100 por cesto, nnMia\
Ouro.Ouya hcapanhoea......... M/000 a 29A>0(
Moeda de i/400 velha.. lti/-"0 a luyGOO
de 6/41111 oovat. Hi'H'O a lb|20l>
de 4/000........... 0/100 a 9/2CH
rViU.Pataeoei brasiieiro...... I^nda i/MK)
Pesos colqmnario....... 1/1*0 a 1/980
Ditos mexicanos......... 1/8O0 a 1/820
MMMMW*-'- -
f
PASTE OFFiCUL.
Comcuando das armas.
Quartil generalnaeidadedo Keeife,mol.0de
ouevbrode 1850.
0111*11 DO DA N. 96.
Determina o Sr. marechal de campo gr-
iliiinlii, Antonio Corre Seara, cominatvlan-
le da armas, que nos das em que os bala-
lluSesde cacadures nmeros 1, 2 e 8., o 5
de fuzlleiros, o 3.' di ar litara estiverein
de fulga s-jsm instruidos( al segunda or-
(lem por ompanliits J no manej > de armas,
oxmoicio de fogo, nal marchas : cum-
prindo aos Srs, commanilantf-s ringmesmos
corpos influir regularidade destas e da-
unelles mov mentos com os cotihecimeiitos
que devem possuir.
Julga conveniente o mesmo Sr. general.
que os sobredilos batalhoea tenhatn quatrn
revistas em ordem do marcha em cada mez ;
e adverle, que nenhun olllcial ou oulra pra-
ca, que nao esteja em servido nu legtima-
mente impedida, pode ser dispensida das
formaluras que flcam indicadas.
Pranciieo Cartel Bunio ttehamps,
CapilSo ajudanle de ordena.
rn-r-g
EXTER.O
CASA DOS COMMIWS DE llaGLA.TK.tlU.
EXIME D POLTICA EXTEUOR DO O0VESKO.
Discurso dt lord Palmertlon.
((.onltiruacfio don.422.)
Lord Palmtrsto* (conclulndo ) : Atra-
vrsssrei agora ns Alpes, senborea, ( applau-
io t rito) e pnnetrarei uss risonharcampia*,
da l.ombardia para o fim de justificar-me
da acensarlo que me foi faila de ler suppri-
mido cerlo despacho do principe de Melter-
nich ao conde de Collore io. Ileferirei o
tacto talqual se pa son .para que te vej
que ii0o sou culpado dessi injuslics pira
com o governo auslriaco.
O governo austno expedio um despa-
cho, o qual de vi ge r-tios rnmmurjleado,
pedindo-nns a nossa opiniSo sobre certa
questoes ligadas com os negocios da Italia
.Nos respondemos aesse despacho e depoi- soulu rcSjO horneo) he Immem nao sude-
o apresen! laileWo. ^RlMIfCI'1 VffVMflTOnder nteiramente (orea das c
com a resposta que I lie demos,para que este
souhesse quaes as nossas opiniQes e as nos
sas Intencoes acerca de to irnportinle ne-
gocio Derrois dlsio recebemos um despa-
cho do principe de Melternieh, e disso-se
aqu que elle continha urna repulas Ul da
impuUto fela Austria de intentar int"r-
vir por forra nos negocios dog ostados ita-
lianos, que era do misso devor l-lo lam-
liem aprcsenlado 4 casa. F.ra com elleitu
urna repulsa, porm laes cousas se passi-
ram entilo, as quaes chegaram ao nbssn co-
nhecinicnio, que eremos que nflo deviamos
dar a essa repulsa lodo o valor que ella tai-
vez merecesse, ge fosse julgaJa simples-
mente com relacKr) s inlen;0es das parles.
Ilouve a occupacAo de Kerram.e comiiiiini-
ca(des foram feitas Toscana.que se quaes-
quermudanf isfossem efeituadas.ai iiila mes-
mo na guaroa nacional, a qual deveri.-i ser
regulada pela Austria, o seu territorio seria
militarmente oceupado {Apoiadot) Muitas
outras eousas se passaram na llalia que iios
levaram a nao dar grande valor as segu-
ranc,as que nos loram dadas ; porm se a
suppressSo desse despacho livesse sido cor-
sideraua pelo governo auslriaco como una
injuria 190 grande como aqu se disse que
era, e bem assim como urna injust <; feita
sos seus designios einUncOes, o tunde de
Culloredo nflo s-- conservara em lileoero
desde fevereiro at agosto. Foi em feve-
reiro que o primeiro dospacho foi escripia,
foi em agosto que se requereu a aprusen-
lacfiodo ouleo na casa dos Lorda. Se o con-
de de Culloredo domit em seu posto, o
principe de Metternich lilil os olhos abar-
los Kslo desp.cliu era bem conhrcido.
Demais, aqu seachavao mbaixailor aus-
traco, e se os designios do sen governo f-
lam como ae disse, mal representados pela
ausencia do segundo despacho, por que ra-
sflo nao veio elle dizer-me eji iienhum dia
da semana Vnc lem sido mullo injusto
para com i.osco, em seu i oder se aclis um
segundo ilespacuo, e u exijo coma um
acto deviJo ao meu governo que elleseja
presentado as duas cisis do parlamento J
( .1 potados ) portante peln que loca a nossa
poliiiva rriaiivauoniv a iiaiia, i opino com
todas as Iifas as aecusage que uoa.fo-
rm felas de seimos advogados, defedio-
r. se anima ores de revolu^es. Iiinsem-
ire sido a surte dos advogados de una re-
urnia mo lereda, e de um progresgu cons-
tlluciontl o at-reru ap'eaenudos como pro-
motuies de revoluOe ( upplautot. ) He este
o meio mal* Ucil de desacredlta-los. He
una formula receliida, urna doutrina esta-
rcida enlo aquelles queadvugam o go-
verno absoluto, dizercni niln vos 06 cui-
dado o revoruoionario declaraJo, puis nos
nos Imve uiu.s com elle ; aquella que devei.-
temer, pois ne pengostMime, lie o refor-
mador moderado, ile he um Homero plau-
sivel, e o nico meio que ha para livrai mo
nosdelle lie indisp lo com o niuudo, cha-
mando-u levulucionai iu. Ora, nesle mun-
do lia duas especies de revolucionarios.
( Apoi.' i. ) A' priuieir peilencem s-ss s
huuiens violentos, esqueuUdus e desarra-
oadu que recoirein as armas, que des-
liuem a governos eslabekcidos e que sen.
atleuderam as consequencias sem medirum
as dilliculdade, ncn compararom as tr-j
(as,'inunilam seu paiz de singue, e atra-
hem sobre seus concilladnos ss maiores ca-
lamidades.
Estes sao os revolucionarios da primeira
esnecie. (Kpoindot) Ha ootra especie de
revolucionarios, os que animados por pre-
cnneeilos sntiquados e cheios de aprahen-
soes desarrasoadas querem embaraQnr a
corrente iln progresso humano al que a
presso irresistivel do degeontentamento
acumulado rompn as harreirasque Ihe silo
oppostasedfglroeeaniquila essas mesmas
iiislitnicoes que um applicaoSo opportuna
do meios roaovalores teri feito mai for-
tes e mais durdura.<. Xpplautoi tilron-
doxos ) Revolucionariodesla especie sSo os
honens que nos chamsm revolucionarios
( AppInuBiit. ) fISo foi para Tazar revolnro>s
que lord Minio foi enviado Italia, nu que
nos a pedido dos governos da Austria e a-
ples, mediamos entre as parles contcn-
deiitea.
Quinto guerra da l.nmhardia, disse-se
que deviamos ter impedido a Sardenha de
ilacar a, Austria ; mas a leilura desees li-
tro azues mostrar que embregamos en-
1.1o os argumentos que julgmos mais va-
dosos junio do governo sardo afim de in-
duzi-lo a nao pegar em armas conira a Aus-
tria, e bem assim que foi smenle depnis
que a involuc.lo rebenlou em Milito e que
ns Austracos fram derrotados e expulsos
da Lombardit, que o rei de Ssrdenha, con
vidado pelo pnvo lumbardo, o qual nesse
Itmpo liulia ja livrado seu territorio das
l'opas austracas, se n oveu e msrchou em
occorro .lo mesmo. Nfio lie. minha inleii-
Mo dizer que a invasilo do territorio de um
Soberano vizinhopde *er justificad, qur
por tratados, qur pelo direilo ds gentes
Km punto de direilo nsda se pode dlzer em
favor do re de Sardenha ; porm frc be
reconhecer que ha sonlimentos e conside-
raefiosque poden pelo menos explicar urna
conducta que nilo ple ser luslilicada, e
b,ue deve ger condemnada. Elle fui solicita-
do por Seus vizinlios italianos, e tal era o
exaltamenlo dos seus proprios vassallos,
tiue elle chegou a dizer, e algum fundamen-
lo leve para isso, que se livesse resistido
lnipu{ap, tatvez esta resistencia livesse si-
llo suTicienU para dar cabo de seu prupriu
llirono. Esta consideracilo bem sei, nSo
devia pezar conira as consequencias de in-
idir ii territoiio ile um vizinhq, porm
cumslauciaseiii que elle p le ch verno austraco pidi que mejiassemusen-
tre elle e o povo da Lombardia e no decur-
so das comraunica^Oas finios auloi isados
propor por parte da Ausliia como base de
um amojmenlo, qu ella renunciara to-
do o direilo e titulo que liutia n Lombardia.
Ora, so a Austria desejou este resultado,
como podemos nos ser aecusados de ler
pensado que tal amojmenlo era confor-
me com o iteiesse bem entendido de am-
bas as paites? Todava, julgando pelos
serum aceito* Ciemos que sosera sceilo
o arraujamento que incluase a cess.ln de
Iguma porrDo do territorio venesiano.
Mossa opinio foi confirmada pelo que teve
lugar depois. O povo de MilSo julgando a
aua posicSo mais vanlajos do que realmen-
te era, regeitou a proposta que Ihefai fe-
l, por se limitar smenle ii Lombardia. Eis
aqu o ullrage que fizemos a nossa amiga c
liel alliada ( pplautoi. ) Em ve do partir
lo governo ioglez, a proposta emaoou mes-
mo da Austria.
O orador uisse depos que lord Minio foi
Roma por convite especial do papa, o
qual Ihe foi cuinuii.iiii'adn i do nuncio do
nesmo em l'aris, bem como por vanos
oulros causes ; que este sei.liur nenhunia
outra cousa aconselhara, nem em Turim,
oem em Florenca, oem em Roma, sen;*..,
reformas administrativas, e que senada li-
vesse u io lugar na Italia, se it3o o que elle
aeoiiselhuia, esse paiz tena lirado grande
.vanta^m de sua mi.slojqiie elle eslava em
Itoma.quando rebenlou a guena civil en-
te a Sicilia e o re du iples, o qual ex-
pressdu o desejo que tintn de que elle fos-
se a sus corle ; que elle lord Minio recebor
instrucfOes supplemeutsrias du governo in-
glozpara ira apolrs, se acaso fsse para
isso convidado ; que fra cun efTeilo
quelU corte, e que o roi Ule prdir que
lasete Sicilia ali o de interpor seus buns
ulllcids entre essa ilha e o guvernu de Na-
dles, j
I /) rf.-^e... i-s-- "uc !"4 "-C tC'S l'J*'
de bpa voniade, porem qne laudo algum co-
nlircimeiito ila Sicilia eslava cerlo que
menos que laes e laes termos fissam oll-
ricidos ao povo, su ida seria de ne-
nliu ii proveito que rile passara desdeas
5 huras da tarda al um hora depuia de
inaia-noile di.-culnidu com o rei o arianja-
menlii que devia ser propostu aos sicilianos.
Eis aqu, exclama o orador, a uussa uuo
pedida iiilervencSu na Sicilia ( /ipoiudos. -.
Mas disse-S8 ainda lurd Mtntu foi Sici-
lia n3o para prestar servicos aorci de a-
ples, poim para secreta e subslaiicid-
ii.enlu animar a i Iba a separr-se da cora
de aples. Vejamos o que aconteceu.
Lord Minio, o qual quera ser o prinirsro
que .luvassea Sicilia slennos piopostos
pelo ici ue aples, achuu quandu la cl.e-
gou. que esses lermos tiuliam sido commu-
nicados pelo rei ans sena amigos, p qq am-
bas as parles os coiideinnavam. Poucode-
pois cliegaiain a Sicilia a noticias de revo-
luf'o francez, e aquelles mismos que an-
tes quinan, pertuapecer debaixo da cunia
du aples, resolveram euluu que a Si-
cilia fosse constituid em estado indepen-
denle. Lord Milito foi informa lo de que os
sicilianos tenconavanv recbelo rom gran-
des honras como representante de urna po-
tencia que ia suslenls-liis em nina'posicSo
hdeuen lente, porm elle declarou-lhes
que i da parle do re de aples, o qio
Jiphos que Msse recbido pelos seus soli-
dos voltaria para aquella corlo. He por-
ventur esse um procedimanlo revolucio-
nario? {Apoiadoi.) Vkrms negneacO^ ti
veraui depos lugar, nas ,\ '-jiacadainente
os sicilianos n3 quixaram aceitar os bous
termos que Ibes f.ram nlTeceidns pelo re
d^ njapolcs; ates latios auiori>rinr -r
lord Napierrdlxaf em jmIIio que O governo
iuglez estafa obrando como amigo daquel
le rei. (Apoiodos )
Queixa o-se aqu de ler o governo ingle?
commuiiicado ao rei de Ssrdenha que ge o
Juque ile Genova fosse eleito rei de Sicilia
e i.uii isse posso da cora, nos o reconhecj-
riamos. Era ness.i t-tnpo opiniSo nfio da
Inglaterra smenle, porm do proprio rei
4 aples, que este nflo linba nenliuma
probabilidadode r. cobrar a posso da S cilia.
0 ministro napolitano nesle paiz ri ex-
pressou o desejo de que o governo inglez
reconbecetse prematuramente o duquo de
Genova corno roi da Sicilia. Ora, pergunlo,
leria sido prudente e justo de nossa parte
reconhecer o duque de Genova como r. da
Sicilia ? Sobreest pomo elle espera va ier
a appiova<;ao dos honrados membros da
opposifSo. Os acuntecimenios mostraram
lepois que esla opiniao era infun lad, po-
rem naquelle lempo cria'-se geralmente
que o rei de aples nilo linba nenhiima
probabilidad.!' de restablecer a sua autori-
dade na Sicilia. Oque restava pois era es-
cullier para o governo dess Ilha entre as
duas furnias, a mouaichica e a republicana.
Ora, allendendo-se meramente ao inte-
rese du rei de aples, he claro que ni,,
lio couviiilia que urna repblica fsse es-
tabelecida em sua iminediata visiiilunca,
fui por isso que oll'erecemos ao gaverno
sudo reconhecer o duque de G miiiyoiiin
ei da Sicilia todava esle offererimento
oSo lev Oenhuin resultado. Estes fados
mostram que a poltica que deseovolvemos
na Italia,iiucensisliocomoaq-ii lem sedito,
m excitar revolui;oes e abandonar depos
as victimas por nos iliulidas. (Apoiados.)
I'elo contrario demos couselhus proprios
par prevenir revolujes, leconciliindo-as
opiniOes opposlas. Noss? poltica foi urna
Dolitica de progregso, e 'le paz
qualquer nccagiSn para procur.irem eolio- renda feral do estado. Kmphaticamcnle,,.
futuro nippriui'.nlo dt alooddo he urna quts-
td'i da.condicrito da Inftaterni. I'r.'cisare-
ui -js nos, i o, dar algum* outr/t deseulpa,
un tnanern extonsB com que julgmos se;
nns-io dever examina-la ?
O piizea donde a fir.i-Rretnnhi lira o aeu
suprime,un de algodSo em rama, devein acr
c1aslffcadii deluivo de cinco dieifocs : Aine-
rira do norte, hraall. F.gyptn. India e diversos
paize princlpalmenle as nnsa.1 proprias colo-
nia,. IV-, niigmento de nrndnerfin nesr.as le-
ras, e da propnr^o que for mandada este
paiz, depende o nosso poder deaccreacentar as
insta manufacturas de algodao. nu irleiif> de
uiiserva-l* fin seo prsenle nivel. Conside-
remos, polt, caa urna destns fontes deaupri-
inento por sua ve/., para que no habilitemos
a formar moa clara estima d. imnort.icrio que
de cada una podemos esperar. A' America do
norte, como a mai importante deizaremos pa-
ra O fi'tl.
O *rasil he a principal fonte d'onde tiramos
o nosieaaprimento de algodo de libra eon,-
prid.i. Temos rrcebido dete imperio as quan-
tidades sepnlnte
car-sp em tSo dislincla e honrosa posico;
applavt'it) porm sustenb), spnhores, qne
uaila temos feito em nossa poltica externa
oelo qual merecamo perder aronlianca dr,
paiz. ( \pplautot. /Sustento que, nfio obs-
tante em um questffn, ou outra podormn
ter obrado contra as opini6s de alguem,
e era impossivel qee ass'in nfio fsse, toda-
va os principio pelos quaes nossa poltica
externa lera sido dirisi la em todas as Irans-
acQO^s que temo li'lo, merecam a- appro-
Co do paiz, e sem nenhnm receio espera-
mos decisfio da c treesente-neiite orcup a sua attenco. Ella
decidir se os principios que te'm reculado
i poltica externa do governo de S M., seo
deverde dar prolecco eos nossos concilia-
rios que residem em paiz -s eslrangeros,
; ttp imita ) o qual temos considerado corno
a norma de nossa conduela, asssentam ou
nflo naquelles que sfio entarregados do go-
verno da Inglaterra, e se bem como nos
lempos tntigoa um eidadfio romano flcava
livredelolaaiudigndnde |0i?o que poda le'8,?li a3'^E ,acCM0U ,i8,'22p- a"no-
dizer Chis lomanut sum un eidadfio ',* SS" SS.'S lA '
.............i...!........___,:.i_'......----------M)er840a44 4/I.;!'26 94,24.). .
iuglez nfi i se devera considerar nos paizs
eslrangeros em que residir comn protegido
pelo nlho vigilante, e palo braco forlo do
seu governo contra lo la a lesfio e injustas,
i Lingos e eilrondosot applautot.
Ctiai -tunicados.
Temi trovado no Diario de Pernambuco
de hoje ludo quauo haviamos dito em o
uosso coinmonicado anterior, com sorpre-
sa lomos na Imprenta una correspondencia
aa*ignada pelo Sr. Casanova acompanhada
le urna caria do Sr. Francs'-o Simplicio,
na qual diz seren falsas as nossis prime ras
ass-r^O-s ; e como estamos convencidos do
"Onlrario. abaixo Iranscrevemns uro docu-
nenlo que pniva suHi"ientemente a verda-
le, e vista dello nfio so p lo deixar de
suppr, que o Sr Simplicio nfio presin
atiencao ao que cunnha o papel que se Ihe
apresentara para assignar ou entilo firnou
com o s'ii nomo o contrario di que llg,ia
dito na loja do seu cunta lo, o que lalvez
seja llovido a algiima alteraefio das farul-
dades iulellecoaes, como quisi sempre a
litece as ppssoas que snlTrnai de cpolepsi.
Que valor pois, p le ler a sua caria J*
Asseveramos com toda asincridade que
o medico que tratou antes o Sr. Simplicio
porta ni", i mo quer ter a o/orn de o hiver cu-
qeoveroonnomcr.ee cotido.i,na(<)es scna..|rado desla vet. e tal nfio dissenms ; p--
louvor. (Apotadot )
O orador, depuis de faz r varias conside-
rar;0i tendentes a justitlca o molo pelo
qual proceder na quesillo da Turqua co n
a Hu>sia e a Austria, relativamente a entre-
Ka dos rebeldes hngaros o polacos refu-
giados no territorio dtsrimcira .lestas po-
tencias, conliiii da SMnei a seguinte :
Creio ter respondido a lo los os pontos da '
-'- ,...^, ...u.,., ju,B.,u., ueius aoMsacao que nos roi reila (Apofauo.
sentimuiitos que naquelle lempo prev.le- rej0 ler mostrado que a poltica externa
ciam na llalia, eremos que estes lermos nfio do governo o-n lod.sessas iransaccoes. nss
quaes sua conducta lem si lo censurado por
esses principios, que, segundo opinifio .lo
Honrado o instruido representante, deven)
dirigir a conducta do governo de Inglaterra
na adminutracfio dos negocios eslrange-
ros ( \pplausot.) Creio pens que os prin-
cipios sobre us quaes temos obrado sfio os
mesiios que sfio enlrelidos pela grande
massa do povo do Inglaterra. ( Applautot.)
Estou convencido que esles principios gfio'poi* tres alaques do mesmo'mal ,sendo .
lo contrario altribuimos aos esfircosda
nitureza ps't restabellecimento moment-
neo, nem ha rasfio para isto desq.r, pois
leido-o ir. tido em setembro, elle nda
sofTrera at abril, e dess dala al agora ja
Ihe sobrevierto! (res ataques, nfioubstante
os maravilhosot efleitos da hornee ipathia,
Itecife 30 desotombro de 1830..4. ,4.
Eu ahtxo asignado, atiesto em como o
meu coobado Francisco Simplicio dag (ha-
gas veio i ara a minha casa no dia Io de abril
deste auno para ser curado de um ataque di
golta dos que costuma dar-lhe, e estand
sem sentidos, no lini de tres das de ir i la-
mento f.,j prugressivamentu melhuraudot:
poleconfessar.se. No da cinco, o medico
declar-iu queespera*-a a rcsnlucfio do lem-
po, e nfio continuo!! a visitar o doenle, por
que f ii chamado o Sr Cassnova para Ira
ta-lo pela homceopalhia ; assim como, al-
teslo que o mesmo senhor j solfreu de
calculados para produzir o bem e a feheida
de do j.',-lirio humano, o propresso da civi-
lisagiio, a u..iiulenc>> da paz, n degenvnl-
viment dos recursos, e prosperidad*
de lodus osoulius paizes, lano qoanto os
deste 63i que vivemos. ( Applautot, Nfio me
queno da conducta d quelles que valeram-
se desla queslfio para atacar u governo de
B. Al. O governo de um paiz grande como
este he sem duvida nenbuma um otjecto
de bella e legitima emulacfio para os lio
mens de todas as opinies. lie urna cousa
niiUre poder um homem dirigir poltica e
inlluir nos deslinos de um p.z lal como es
le, e Se is-o foi sempre um objecto de hon-
rosa ambicfio, o be ainda mais no momen-
tu em que fallo (applautot porquanlo, au
passo que temos visto, bem como disse o
honrado baruncle, luda a Europa abalada
pelo terremoto poltico, ao passo que lemos
vislo Himnos derribados e insliluifes des-
truidas | ao passo que lomos visto que em
qu.*i lodos us paizes da Europa leem havi-
do conftelos que lem.....un lado a tena Ue
sangue, desde O Atlntico at ao Mar^egro,
desdeo uatuaoatao Mediterrneo,esle paiz
lem apresenldo um espectculo honroso
para i> povo de Inglaterra, e digno de admi-
rotfio do genero humano. ( Applautot et-
trondoiai J
ultimo iiiiiitem. O conteJo afllrmo, e ju-
nirei se precisofr, tanto por ter observa
do, cuino por ler o dito meu cunhado de-
clara lo cm minha loja no dia 25 do eo le, permite diversas pegaos*.
Ilerife, iiii,!,! setembro de 1850. -- ido
de Sania Ilota Munis.
Itepo.'to-nie em ludo ao attestado su, Itecife, 30 de setembro de 1850. Anto-
nio Mtturicio Bezerra.
Temos mostrado que a liberdade he rotn-
palivel com a ordem ; que ella se pode ron -
ciliar com uledjeiici le [Apoiados )
Temo* dado u excmplo de urna naci, na
qual todas as classrs da sociedado ce:tiii
com pr'azar a condi^fio que a Pruvidonci
Ibes assigoou, e na qual ao mesmo lempo
cadjS individuo dessas Classcs esforca-.se
coDStantemenlc por elevarse na escala so-
cial ; nflo pelo meio da iujuslic, da vio-
lencia, ou da illegalid le, senlo pelo meio
de urna perseverante boa conduela, pelo
meio de urna applicacfio enrgica e susten-
tada da 'acuidades moraes e intpllectuaes
iv.m qoa 0 do'.!* CffiA f AjipItlUlol
iroudum. ) Digo, senhores, que governar um
povo (a| como este, he cerlanienle um ob-
jecto digno da ambicio do homem mais no-
bre qie pode haver no mundo ; portar,t ,
tifio crimino aquellos que julgam opporlunu
Apresentamos agora conforme promette-
mos em nosso primero artigo, o extracto
domis acreditado semanario commercial
de Londres-The HconomiilAx 5 de Janeiro
prximo passado, subre a cultura e negocio
do algndfio em rama ; dcixamlo de apresen-
lar a traduceflo do artigo lo lo inteiro, por
Ser dianas .ida nii'iito extenso, e pouco ou
nada interu-sar ao nosso paiz a parle que
h iveinos snpprimido : reservando tpara um
seguitile ai ligo algumas ret -so s muilo
breves que tennis a fazer a osle respeito.
Atptrln itrrtent* e futuro du Gria-Brelattltn_
relativamente ao supprimento e ronsumo de
algnddo.
N'iiiii tempo em que a condicQio e porvir
las classes laboriosas deste paix si fio Mil-
nifiile para crdito do seclo, da futura ge-
guranes de nossas insliluices, e da paz e
bem i star da naci, atralundo lauta alten
nilo, nfio p le deixar de t do mais alto in-
t'iesse e importancia, debnixo do ponto de
vista social, poltico ou commeicial, que
se instilua urna inquisieflo clara, arrn la e
compreliepsivn na prsenle posiefio e futu-
ras esperanzas, relativamente ao supph-
memo desla materia prima, da qual depen-
de a parle mais numtrosa da nossa grande
npiilaefio manufactureir. I.anoasliire,
Yoikshire, l.nm rkshire, etc. ronim utlil
iiipula^fio uo menor de 4:000,000 de indi-
viduos, cuja mxima pule estilo directa ou
indirecta......ite inteivssado* ou dependen-
tii deste grande ramo de IndustriaJ uestes
dislriclos limbem d|ietidero, o Rss#com-
mercio interno e externo, ea Jsjlssa prin-
cipal nivrgiffio. Elli-s execem relaliva-
iiiento sua rondicvfiu maior influencia,
du que uulros quaesquer distrielos, sobr
De r845a 40 495.8S5 99.137 .
V-se, pois, que o nosso supri-uen! annuat
daquellepilz lem diminuido 50,000 sacca pro-
atiininrnte, ou se couipirannoa na dous annos
Trinen da arrie 1930 e I84S. a dlmlnnlcan he
de 192,267 laceas para 190.244 ou9t,009 sacras.
-Egvpto. O uoao siiprinieoto de algodao do
Rgyp'to, que he tambem de libra loug, est na
ordem segujnlc :
De 1830 a 31 00.89 taccis ou 19.831 por aun',.
De 1835 a 39 173,031 34.ti (5 u -
De 1840a 44 207.913 4I..VI3
Del34Sa492'24aS?t 44.918 .
Osuprimciilo deste paii mostra ter ebrgado
a leu mximo cu, 1843, em cujo auno recebe-
mos d'alll 81,344 saccas (*): no crreme porm
nfio chegar a nulade diw sun.....
O Kgyptb por causa de peculiares eircuins-
laneias de srii governo. he de nenbuma regu-
aridade a cate reapeito ; tendn variado o su-
prioienlo de 40.290 acca em 1832, para 2,;V.l
cm 1833; e outra vex de 18,245sacc.is ..... IS4,
|iara uo.OOOeiu 1844.
De outros paites principalmente us VV'est-lo-
ilias, n fiiprfmeoto tem sido:
Da 1*30.1 34 (H.873 saccas ou 13,775 por anuo.
Iel835asrt6i.389 .. 32,274
He 1840 j44 I7.HS7 a 23.577 .. .
De 1845 4f> 44.833 8.956 -
India Oriental. O nono siippnmenrn les-
te pait varia enormemente de 90,0 saccas por anuo, por causa de que smenle
nos he ri'iur llid i, a parle da safra que nossus
piceos di.trahrin da (hia oo do consumo in-
terno do proprio pau. A nossa imporlacao
d'alll. lem sida .i seguinte :
De 1830 a 34 403 976 saceai ou 80.795p. anno.
De I8.ii a 80 723.261 144,6,'rt
De 1840 a 44 1,167,294 233.459
De ISIj a 49 899.2i3 179,852
A anmina de todos eitei palzea reunidas he :
De 1830 a 31 1,317,632 a.icca on 563.526 p. aun.
De 1836 a 39 1.701,101 > 310.220
De 1840 a 44 1.964,320 > 392,864
lie 1845 a 49 l.f(il,.!0 a 312,862 .
Eslados-Uoldos. Voltemos agora a nosia
altencao para a nossa principul fonte de supri-
fiienlo. America do norte. --Temos d'alll re*
cebidn:
De 1830 a 34 3.241.958 saccas ou 618,391 p. ann.
De 1835 a 39 4,308,610 86I.7J2
De 1840 a 44 5.802,829 1,160,566 .
De 1845 a 49 6.188,144 1,237.619
Devenios observar que nenes ultimo cinco
annos eito incluidas ai tre maiore aafras
condecidas, nina muilo eacassa e outra nfio
lano.
He factn conliccido e aduiittido entre as pea-
las versadas neta materia, que um precn de
qualro pences par libra, para oalgadaoBotlVi-
vcl de segunda aorle. posto em Liverpool, dei-
>a sufliciente Interesse ao agricultor america-
no, para o nduzir a cultivar tantu qn mi,, seus
escravos possam colher; e que pm mu i. como
0 termo medio dos precoa nunca tem estado tao
Ii ii. por iiiiiii i- semanas, oaugmcnti possi-
vel da lafra do algodao, e conservar a par do
actual augmento da populacao esrrava e nao
pude ser mais. Ora. auginenia.ido os eicravos
actualmente na rasro de tres por cenlo em ca-
da anuo, seguir ic ha que a safra do algodao
snbrc-passar a de cada precedente anuo de
igual I. vi. ..ve I i'oiidiran, (isto he, quanto ao
bom lempo da plantaco e colnrila, tarda
geadas, sem alaques de verme, inniiiidaces,
etc.) na treippr ceuto.
O conmino interno doi Eitados-Unidos tem
Ido gradualmente augmentando, e agora eres-
ce. termo medio animalmente, unas 35,000
accas. Este consumo he agora de 520,000 sac-
cas : sendo o do Continente (de algodao ameri-
cano) de 700,000 pouco mais ou menos. A A-
merica c o Continente parlan! requeren pre-
sentemente 1.200.UOO laceas; e precisarlo de
mai cm cada anuo. Alera dilto minaran em-
pre precedencia, Graa- Bieanha ; porque
sendo os seus lucros maiore, um pequeo aug-
mento e preco he de menos consequencia pa-
ra mas manufactura, do que para al nossas,
i...... SScfai: = co-.u;r. = O ime i|u-
dro lomar mais claro este negoi-m,-
1 in anuos. Safra do aIg linpurt. Rxport.
na A id erica. naG. u. daG. H.
lie IS40 a44acca 9,005.638 5,802.829 295 600
De 1845a49dita 11.349,921 6 188.144 Ou.lHO
Augmenlo. arca 1,444.283 385 315 301,040
Ncste qnadro i? musir que leudo a produc-
rao do algodao americano nos ltimos cinco
anuos excedido do cinco precedentes, pela
inaudita quaottdade dr quasi inilhrio e meio de
sacca, deste augmento rnenle 385.000 che-
garain a eitc pau, da quaes livemoi que reex-
portar mai de tres quartos, haveudo apena
(") As saccas de algodao doa diversos palies
sao calculada, termo medio, com o peso se-
guinte:
liraiil 180 libra. -Kgypto e WeitUdla S10.
-- India Oriental, 376. Americano, Sea Is-
ln*" 330, Uplaod 380, New Oilran.i e Alba-
nla 452 libras.
E (rodo nos nal notas do nono primeiro
cuiiiintuurado calculado a laceas da America
em, 11 arroba por assim obsrrvarmoi ua Buer.
ala Com. vicuios depola ao coobfcimento de
que as laceas do algodao amcricauo afio inaio-
tes, e por Isso fazcuio esta rallQcacao.
XEMPLAR ENCONTRADO




Um nugmriuo animal para ser emprcgado nn
consumo do pair. gn, augmenta de consumo, alcm dejlas, te-
nnis estado tirando denotaos depsitos.
nostramos agora osuprimenlu total, c o con
Mimo total de todas as especies de algodao na
Craa-hrctanh, durante o ltimos 10 annoi.
Sac. impon Metidas p." Consumo
Nos anuos de todos os coiufbiuo aunual.
pnrtos.
Be 1840 a U
De 1845 a 49
7.767,149
7,852,454
8,3U5
180,880
269,895
cousuiuo d,e 1849 em 1,650.000
Augmento
Diminuidlo
Avahado o
aaccas.
Ora, pensando beiri que os algarismos dos
qu.idi os acuna sao quaai sein eicen.au alguma,
facas ver-ficados nlo esllmaJus. fechemos as
conclu.oes que elles nos tein levado ; eoneu-
ioc< suf/icientes, sen o para alarmar-nos. certamen
te jiru crear mullos rsmi'oi < ingerir grande cau-
telados interessados directa ou indirectamente
na grande manuljiura de Inglaterra,
I.'Quco nosso suprlmento de algodo dos
diversos paizes, excluindo os Estadus-Unldos,
teo desde mullos annos estado decididamente
posto que irrcularineute decrescendo.
2.* Que o nosso suprimento de algodo de
todas as partes do mundo, inclulndo os Esta-
dos-Unidos, aproveitavel para coasumo do nos-
sn paii, tein nos ltimos annos diminuido na
rasao de 1,000 saccas por semana; entretanto
que o nosso cousumn tein ido crescendo du-
rante o mcsino periodo na rasgo de 3,600 sac-
cas por semana.
> Que os Estados-Unido he o nico paii
onde a produccao do algodao est em progres-
so, e que ainda all o desciment actual nao
excede ao termo medio tres por cento, ou 80
jnil saceas aunualmeiiic. quaotidade estaque
lie siui|i|esmente suflicicnte p.ra suprira pro-
gresiva procura para seu proprio consumo e
para a do continente da Europa.
i." Que nenhum estimulo de preco pode ma-
terialmente augmentar nos Estados-Unidos es
te desciment aunual; porque os plantado-
res sempre cullivain tanto algodao quinto a
populadlo esciava pode colher.
5. Que conseqnriiicnieiite, sea manufactu-
ra de algodao daGra-ilreUnha tein absoluta-
iii' nte (le augmentar, uo seu peseme estado
a o pode faier applicando um graude estimu
lo a planiacao de algodao em outros paizes ade-
quados para esta cultura.
Grandes tnudancas tein occorrido, a respeito
dos paites d'onde nos suprimos de malor par-
te do algodao. Na infancia da manufactura o
nosso prlucipal suprimento viuda do Mediter-
rneo, especialmente de Sinvrnae Ualta. \c-
uhuiu destes lugares nosrcmellem l|ora mais
do que alguinas poueas saccas occasinna lu en-
te. No ultimo seclo as West-Indias rram a
nossa i rincipal fume. No auno de 1786 de
20,000.000 de librts importadas, 5,000.000 f ie-
"I" de Smyrna e o resto das West-Indias. bm
1848 as West ludia* non mandaraui suientc
crea de 1,300 saccas ou 2800U 17SI o Brasil principien a mandar-nos algodao
n suprimento d'ait desde entao foi crescendo,
posto que irregulariuenle al 1830; e de eulo
para catem decabido at a inelade. Em 1822
o algodao do Egypio principiou a vir em con-
sl.leravel qua ululad*; leudo sido introducida
mi i cultura no dito paix dous annos antes. A
importaco d'alli exceden de 80,000 saccas em
1S45; o termo medio dos ltimos tres annos
nao tein sido um terco daqnalla quantldade.
O algodao tein sido sempre cultivado abundan-
temente no lndusto; porin deste paiz pinico
veio para Inglaterra at 1820, pouco rala ou
menos. us cinco annos lindos eiu 1824 a im-
portaeo annual foi de 33.500 saccas. termo
un dio: em IMI ella chegou a 274,000 e pude
ser agora calculada em 200,000 saccas por au-
no.
Agora, qual he o motivo por que aquelles
paizes, depuisde terem a um teinputpioduinlo
tio abuiidaiiti'ineute e tao bem, terao ceasadu
ou encunado sua plaiitacao dentro dos rcen-
les anuos ? He evi-ieulcmrnte urna questo de
preco. Consideremos aiguus casos.
Preco mais baixt do algodillo em n-
Ao terminar qlaUrra.
dos anuos. De Pern. Do Eeyp, De Surrate.
De 1836 a Sfl 9 li d. p. I. 10 Ii4 4 5,8
De I84(i a 43 7 7 3 !;2
De 1844 a 48 5 7,8 5 7,S 23,4 >
Queilein----- ------------
precos. 36 por cento 13 40
Nesle quadro seguramente podemos vir a
expllcacaa da deploravel redueco destes nos-
sos diversos suprimentos. Desde os qualru
anuos terminados em lS.'tO, em que se den o
grande estimulo que nos trouie lo ampios su
P i nneiiios durante o segulote periodo, al ao
quinquiennio fiodo em 1-48 sdico o algodao
una baixa em precos de 40 por 0/0, termo me-
dio, i enos que, por couseeuinle, presuma
nos ou um lucro enorme no mais prximo pe-
riodo, ou uina extrema- dmiinuico nocusto
baixa em preco seria Inteiramente siilTicicnle
para dirigir o capital e Industria a outros ca-
ires, e para impedir tao importante genero
como o algodao de ser cultivado ou exportado
Tanto no Brasil como na ludia, o frete a
crralo fortnam um extraordinaria prnpor-
eso ilo prego do algodao. Km ambos os pal-
yes a > saccas sao trasida de gratules dis-
tancias sobre as casias de animal s de carga.
A deficiencia de bou estrada, convenan-
les vehculos, o ros navegaveis coin segu-
raiiee nos dislrtclos algodoeiros de ambos
os i am?s, engrossama despez da condc-
elo para os pelos >le embarque a tal poni,
que, qundo os prego sSo baxos em Ingli-
lerr. o liquido producto he i.terariiento
insuflicientc pura recompensar o cusi da
cultura, eolhtita e enfaidameiilo. Ha pou-
co annos o prego de multo alitodfio de Sur-
rate mandado a este paiz era Uo haixo, que
simiente se lemetiia um penny por libra ao
curregador em Bonilmm ; e pelo lempo em
que isto vinha a chegar as mitos do cultiva-
oor, estafa prnvavelinente j tilo reduzido
pela despez de carrelos, que nial chegava
para pagar a renda da tena su gove.roo.
tildamos que nn haver dnvida de que o
su oprimen te iiievtavelmente continuar a
il ni nuir.
,\o i'.gypto a cultura do Igodfio, tendo si-
lo introduzida quasi forgadamente pela exi-
gencia do Pacha aos seos rendeiros ou sub-
11 Los de pagarem toda ou parte da renda
ueste enero, foio a ser bem extenga r
ilmndatite a proJuccflo. Nos ltimos an-
7,i?9.4! 1,290,480 nos, porm, tendo sido permittido aos Fel-
6,859,60' 0 laiis cultivaren! OU nio este genero sua
volitada, lornou-se, pela natural indolen-
cia e falta deemprez daquelln pofo, mullo
re luiida a cultura ; sendo maior parte pre-
p irado com tilo pouco cuidado queadilTo-
lo prego entre a melhor qnalidade ea
'emular, tem sido de tres pences por libra ;
', ainda assirn, esta d Merenga e o prego pa-
rece pequeo-estimulo para induzi-los
i.nidaT-iiosqualidados superiores. Se, pois,
ti ni prego muito mais alto n.lo hn sudicien
te para induzir urna melltora em qualidade,
la tu bem no o ser para causar grande aug-
mento na quanlidadt!.
Nos, comtudo, nilo pirtilhamot as mes-
mas esperanzas, que muitos individuos on-
tretem, de que com precos mais eletados
a quaulidade e qualidade doalgodSo da In-
ria Oriental para este paiz p.le t.lo rpida-
mente progredir a ponto de nos turnar in-
lepen lenl s dos supprimentns da Ameri-
ca : em primeiro lugar, porque a falla de
boas estradas ou rios nnvegaveis nos distric-
tos em que o algo 13o he cultivado, a exteu-
go de teuipo e empregit de capiul que se
exige, antes que esta falla possa ser remo-
diatla pelo esta he. I eci ment de estradas de
ferro, e o carcter Unguidoe puuco empre-
lieude lor da populago, devem necess uiente fazer com que qualque, augmento
consideravel do supprimenlo ( ao menos pa-
ra cima do 250,0.0 saccas por auno ) seja
urna o.iiuag.in lema e dispendiosa ; e, em
segundo lugar, purgue o algo iilo produzidn
na India lie de urna qualidade especial ; par-
ticularidade esta que sempre se nota, hem
que at certo ponto modificada, at as me-
Ihores ni 'SU as sein duvila ja muito me-
moradas^ que tem fiado a este paiz lti-
mamente, seja qual 10* a localidade e se-
diente etnpregaJas para a pruducgfln; e
muito recelamos que esta particularidad'
seja ii ,i obstaculu sempre para este sup-
lir u tlgodo americano, a nao ser sen.to
at um punto mu liinihdo.
Heem direcgilo iiiui diversa que nnssas
aspci angas estao fundadas ; appellamos pa-
r as nussas colonias da India Occidental, da
xj'i ica e da Australia, couiu para os lugares
don ni, se o governo nos concedesse to la a
l'acilidade possivel ( nos nada mais pedimo*
uein desejamos), podamos dentro da pou-
co lempo tirar um tai supprimenlo de algo-
lo, que. quan id menos, lomara as Ouc-
tuagOes da collieita aiueticsna, e a vanavel
propoigo que della nos toca, l* muito me-
nor couaequeucia para a uossa prospertda-
le, do que presculiinieiite acontece.
ata/
Com devida animagSo, somos de opiniSo
mo a cultura do algodao oestes paizes po-
d'ria ir augmentando porporgflo ila nos-
si crescenie demanda. Vejamos em sum-
ios o estado em que est materia se acha.
Temos vistbqueda producgflo america-
na o nosso supprimenlo annual durante os
ltimos 5 annos tem sido de quasi 1:120,000
sacras o que o augmento annual da eolhtita
sendo equilabrado pela crescentc demanda an-
nual para os Kitadoi-Vnioi e para o conti-
nente, ha pouca probababilidade, que j
mais alcancemos mais do que isto ;ns
annos por outros. Supponhamos que um
augmento proprio nos p'ego eleva a pro-
dcelo no Brasil ao que ji chegou em
1830, e na Indis perlo do que foi em 1841 ,
e que o Egipto e is nossa colranlas nos
tornera fazer crescentes e aprociaveis re-
messas, b saber :
Os Mstados-I'ni los 1 200,000 sac. por anno.
0 Brasil 200,00o
V India 250.000 a
O Egipto 50,000 a
As nossas colonias 50,000 a
1:750.000
Isto nos dara um supprimeotode 35,500
saces por teman,consumo apparente deste
anno. Para augmentar este, he necessario
pie dependamos do augmento do supp'ri-
m.'iiin colonial, ou de que com augmento
sin la maior do pregos possamos arrancar
la In lia e do Brasil.
A conclus ni de ludo isto claramente he,
i|tie para assegurar-mos o supprimenlo das
materias primas que silo necassanai para
nc mirar o nosso consumo presente, aVw-
uioi ettar preparadoe para pagar po- ellas
precos decididamente maioret do i/ue not lti-
mos annos passaUos temos obtido; que com ef-
feito o preco medios dos ltimos 5 annos
tem pi ovado ser inteiramente inadequado,
a despeito das gran les colheitss da Ameri-
ca, para chamar a esti paii sediciente
quantida le de algodao, para conservaras
machinas que boje temos oceupadss diaria-
m-'iue pelo numero de lloras que be de
costme ira baldar.
Pregos mais sitos pois h.lo de prevalecer
no futuro, e uem devem o fabricantes de-
sejar que nutra cousa acontec; pois que
oxperiencia bem Ihea t un mostrado que
nenhum circunstancia Ihos p.lo causar
liio grande ou tilo certa perda como o sup-
primenlo inadequado da materia prima;
so a que i Je desviar esto mal supremo,
lie a alta us megos.
(TraduzidO do Economiit.)
CONSULADO GERAL.
l(e;u! i incito do di 8..... 131,018
RECEBBUORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rendimento do di 2...... 673,307
CONSULADO PROVINCIAL
RenJIraento do di 2....., 356,16
'ovimento do Porto.
Navios sahidos no da %.
Aracaty Patacho nacional Sanla-Cru* ,
mestre Joaquim Pereira, carga virios g-
neros. Pssgeiros, Jos Leite Brasil, An-
tonio de Lamo Brsgs, Manoel Jos de
Mour e Francisco d Silva Munlt.
Idem-lliatentcional Flor-de-Curuript, mes-
tre Manoel Antonio di Silva Barros, cir-
g varios gneros. Pissageiros, Joiquim
Jos Pessoa, Jo3o Jos Pereira, Jos*Re-
lirmino de Vasconcellos, Antonio l.uiz
dos Santos, Antonio de Azevedo Pereira
com sui familia, 2 ercravos e duis es-
era vas.
Oburvacdee.
Seguio o seu destino o paquete inglez
Penguin, tendo chegado este porto no di
30 de setembio prximo pastado.
O brigue-escuns nacional Olinda, cipitSo
Manoel Marciano Ferr!n.segnio pir o Rio-
de-Janeiro, tendo chegido do Ass no I."
do correte, e leva desta provincia como
passageiros, os Portuguezes Jos di Cunta
Sampaio, JosoLuiz Ferreir Nobre e 1 es-
ciavo a entregar.
mmWkm+mstWsmesmtmstsmmmsmmmsmmssmmWm
EDITA ES.
Corr 3j>oiitiei.ciu.
O nosso supprimenlo de ambos estes pai-
ics depender, pois, inteiramente dos pre-
go. No Brasil, onde nos julgamos a cultura
do assucar ser menos pmveitosi do que an-
tiganicnle, urna ordem de pregos, 50 por
cento mais artos do que os dos ultimo; an-
uos, induziriam provavelmet.ie aos cultiva-
dores a nccrescetitar suas trras de uf^odSo,
e os rccoaipensaria por fa/c-lo,
A respeito da India Oriental, onde grande
qusntidade he sempre cultivada, o nosso
siip: rmenlo d'alli depend) de duas cousas :
primeiro, a procura pira China, que he
ordinariamente suppri la antes da GrSa-Rre
(atina ; e, em segundo lugar, sobre a ques-
illo se o i reg liquido em Borr.baim ou Ma-
dras recompensara o Irabaldo e desuezas
ia colheila, alinipaineiilii, euf rdameulo e
transporte at sea partos de embarque I)--
biixo do t su mulo de altos pregos ( laes co-
mento graniiesquan-
tiiaues ueveriu, tiu duviiiamos, ser reniel-
Udas ; e o piego, que'sera necessario paia
o ISo grandes supprimenios,i1iminui-
i a pioporgao qtie i transpurte
lOrem ciescendo e barateaado. E, se pre
As Indias Occidentans, como cima vimos,
tnandavam-uos, ha cousa de 60 annos, per-
lo de 40,000 saccas, ou 3|* do nosso suppri-
menlo daquelle tem: o. Porm os enormes
lucros rcalisados na produegao do sssuc r,
em parte causa los, c muito prolongados pe-
los tiossus direilos prohibitivos Sobretodos
os tssucires est-ngeiros, deu lugar a qu
us colones diriglssm para este rame a sua
atteiicno exclusivatneiite. ("orno no caso
i.'i.'ito.-o da proteceno dalas cultura do ir-
an nesto paiz, l" la a OUtra cultura foi
almidonada giadualmente pura dar lugar
i este nico artigo, assim a cannn foi
plantada em terrenos e locaes inteiramente
improprios para ella, sonde por certo o nilo
loria sido, senSotivessa existido o System
protector, e o algo 15o foi breve abandna-
lo de todo. Muitas partes da India Occiden-
tal, e principalmente a ilh de S.-Vicente,
quo sitd as peiores para a producgiln da ca-
na, sao mais adaptadas para a cultura do iil-
godn, que se da bim em trras frouxas e
seccas, n esiieculmante porto das costas do
mar. Tendo eessado o estimulo artificial
que i nussi errada politici deo por tanto
empo a cultura do assucar, esta deve ser
almidonada em lo los of lugtres que I de
nilo provam bem, e ser substitui la pelo al-
go 'ilo. No silbemos que prego deferia o
algo liio tor para a su cultura alli ser de
vaiitagein ; poiui, considerando o pequeo
custo com que poderia ser posto bordo
em todas estas colunias, sendo osla umi
las despezai que mnis avulti na sua pro-
lucgfio, nos tiiio podemos descubrir a rasfio
porque se tifio po le produzir o algodo tSu
barato as Anlilhas como nos Estados-
Unidos, uns vez que so com os esora-
vus se pode contar para o regulare conti-
nuo iraballio durante o lempo da coldoita.
F. os pregos dos algolOes da India Occiden-
tal regulara mais altos que os da generali-
dade ua colheila amencaua, por seren de fi
lu-.i mais comprida. He crenga nossa que, se
aallengiiodos iinssosa;riculloresfosseen'r-
gicamenle, dirigila para esle genero, den-
tro de pouco lempo podetnos-iam mandar
regularmente un sup.riuento de 104)000
suecas por auno, ocrupando nisto uin tos ter-
renos, que sen isto lerSo de ser abando-
nados.
ATTENfAO !
Srt Redactores Natural emorador di
comarca do Brejo, donde acabo de chegar,
nlo posso guardar silencio em desfivor di
verdad.
Logo que chrguei S.-Lourengo-da-Mitl
disseram -me que slguns jornies dsti cids-
deaecusavam o ex-delegado do Brejo, oSr.
padre Joaquim Pinto de Campos, como man-
dante do issassinato do infeliz tenente-co-
ronol Cordeiro, o que bastite mo sorpre-
liend 'ii ; purquanto, morando eu no lugar
do delicio, e c iiniiiunicandii continuidi-
mentecom os pareAtes do rnorto sobre lo
triste successo, 113 o' i ainda all levantir-se
rumor alguin par i 'censar o eX-delega lo
pelo contirio, os fiomens de mais criterio,
inesir.o.iquelles que nilo perderam a mais
leve circulUSlant'ia para chegar aoconbeci-
inento d ver la le, estilo boje convencidis-
simos do que um conflicto entre o morto e
o soldado Martinho fOra que otationara
aquella des-raga.
E-la he a historia contada e recontad* era
lodo aquelle centro ; porque he historia
que cnnsianiemenle repele o proprio mata-
dor e aquelles queissisliram esse desagui-
sado ; siulo bastante a morle do finado Cor-
deiro, e des-jo cordialmenle a ponicJJo do
verdadeiro criminoso mas o amor a ven-
dado, e mais que ludo a dignidida de hu-
mera, nao permille que veja a sangue fro i
calumnia armada para ufleudera quera niio
merece, murmuntc a quem tantos servigos
fea a comarca do Brejo.
No fui instado por pessoa algnm pira
lazar esla declarago, i quil vii feila com
toda a espontancidade, e prompto eatou pa-
ra reproduri-la erajuizo e fr necessa-
rio.
Recife, 3 de outubrode 1850.
Amonio Elias do Reg Dantas.
^ssmmjmmsm

.'
Iteparli^Ao da policj.
.UWH --_-.*-- VJ,
A cultura do algo ISo ji foi experimenta-
da rom feliz resultado em una das nossas
oais espera ticosas cnloni-s d'AfriCa. o Na-
tal. Ja temos recehido para mai* de 100
saccas desta colonia, a maior poreftn do
quai consiste em algodo in iigena. mu si-
melliaiite ao que embarcam em Nofa Or-
leans, limpo, lino, tenaz, portn de cor |e-
veini'titi! paid*. No todo he uro u'-'tier.i
admiravel para lii.s ordinarios, e gos hojo
no mercado quasi de 7 penge por libra. As
o ii'ns i'.irieg.ii.o s leem sido de exceilenlo
qualidade, producida de semenles ameri-
ncanis superiores- A cultura augmenta
rpidamente, e esperam-se 500 saccas no
nno qne vera, da colonia. Ja se forniuu li-
ma sociedade para promover emigragfli
para alli. e para l parti ha pnucos das
um navio Cheto de emigrados.
Da Australia ainda nao recebemos grandes
porgOes, mais mullas geira de Ierras eslSo
ja occupadacom esla cultura, e as musirs
que de I no tem vtulo silo 13c boas, que
poom alera de lo Ja a du vida quo o seu duna
o solo,silo adoptados para a prodcelo de
nina qualidade tAo boa como a que se pro-
luz na Atneric*. Neate momento temos
vial moslra d* 4j.lio produzido, das me-
ihores aemiiiie americanas, em Itulwarra
un Nova Gal's ilo Mil, pollo cousa de 80 mrlhss ao iioiia*deSxdn'y : he
CiSprid, noeuiaCiO,
PAUTE 1)0 DA 1 DEOUTUBIIODE1850.
Fdram honlem presos :' ordem do ub-
lelegado da freguezia de S -Fr -Pedro Gotl-
galves do Itecifd o l'ortuguez Joaquim da
Silva rdea, por iitlracg.lo de postura mu-
nicipal ; o KomSo, escravo de Bernardo An-
tonio le Miranda, a rei|uisig3o de aeu se-
udor: a do subdelegado da freguezia de S.
los, Mana de tal, para corre.'CUo.
O subdeleglo da freguezia do Santo-Ati-
t niio, en ollieio de doiilem, me parlicipou,
que daviam hurlo com gazna a porta da
luja dj Manoel KiitueirAi de Fari, da qual
tiran lo os la IrOe apenas s>;is clmeles,
passiram-se para urna otilra lojs contigua,
penencenle a Kuriuusloda Fonseca Pereira
tos, s d-oi iuubai.iVi uui poryM*; do ti-
co e nove mil rs em dinheiro.
I HEM DO DA 2.
Das parles hoje recebids consta terevn si-
llo presos: a ordem do subdelega lo d* fre-
guezia do Santo-Antonio o prelo Herculano
joaquim Francisco d Silva, que se verill-
cou ser escravo da viuv de Jos .Machado
Freir Pereira da Silva ; e Olimpio," escravo
de Maila Benedicta do'Sacramento, pira
correcgSo : a do subdelegado da freguezia
de San-Josc o pardo l.uiz, escravo de D.
I.uiza Csetatia, se n que o motivo houvesse
sido declarado ; Berloldu Francisco di Sil-
va, para avenguagOea policiaes ; e Migtiel
.\ello Bezerra, por crlme de roubo.
1 -- Pela insoectori da alfandega se faz pu
bliro que, no dia 3 do crranle, dapois de
m 'io-dia, a porta di mesma, se litio de arre-
matar em basta publica, 46 pegas diversa
de porcellana dourad, urna 700 rs., totil
32,200 rs.; im uignadas pelo feitor confe-
reole Manoel Ejliigenio da Silva, no despa-
cho por factura sdb n. 402 de 26 de setem-
liro ; sendo a arrematagSo subjeila a di-
reilos.
Alfandega de Pernambuco, 1 de outn-
bro de 1850.O inspector interino, Benlo
ioie1 fernandet Barros.
Pela inspectora da alfimleg se faz pu-
blico que, no dia 3 do crrante, se hn de
arrematar em hasta publica, porta da mes-
ma, depois do meio-dia, 1 caix com 108
cortes de vestidos de ISa e seda, por factura
um 5,000 ra., total 540,000 rs. ; impugna-
dos pelo a judalite de slereometr JoSo Tiieo-
doro da Cruz, no despacho n. 4 ; sendo i ar-
remilogAo subjeit a direitos.
Alfandega de Pernambuco, 1 de outu-
brode 1850. 0 inspector interino, Benlo
Jote Fernandes Barros.
Pela inspectora daalfiodeg se faz pu-
blico que, uo dia 3 do correte, depois do
meto-da, porta da mesma, se ha de arre-
ndar em hasta publica um candelsbro.de
quatro luzes, de farro bromeado e dourado
por 16,000 rs. ; e dous dito de duas luzes,
tambera de ferro, bronzeados e dourado,
um 10,000 rs., total 20,000 rs. ; impugna-
dos pelo feitor confernte Manoel Ephigenio
da Silva, no despacho por factura la. 18 do
I.* do crrenle ; sendo a arretnalaglo sub-
jeila a direitos
Alfandega de Pernambuco, I de-.oattt-
brode!850. O inspector interino, Benlo
Jos Fernandes Barros.
Pel inspectora di alfandega se fu pu-
blico que, nu dia 3 de.riorreule, depois do
meio-dia, a porli da mesma, se hSu de ar-
rematar em hasta publica 36 estojos pira
milheaiatic, por factura um 1,500 rs. to-
tal 54,000 rs.; impugnados pelo seguudo
escrioturario Gabriel Affonso Reguetrs, no
despacho o. 381 de 25 de setembro prximo
passido ; sendo a arrematagflo subjeila
ireitos.
Alfandega de Pernambuco, 9 de outubro
de 1850. O inspector interiuo, Benlo os
Fernanda Barros.
A scena pissa-se, o primeiro acto em tima
casa pobre junto aos Pyrineos, o segundo
en Parse o terceiro no cssteflo de Ron-
querolles.
llavera no lerceiro acto o romance da
myslerios companhl cntalo pelo ar-
tista Germano, e repelido pela actriz Emi-
lia, como pede comed, e com o qual ter-
mina, dmdo' um bello realce ao seu des-
f Co.
Ter-rlnir o espectculo com a graciosa
omedia em um acto
(iuem casa qner coaa.
Comeceri 8 horas.
Os bilhetes icham-se venda no lugar do
co turne.
I ubi ica cao Htt erara.
A famosa ligSosobrea pena de mor te com-
posta, e dictada na universidadede Pisa pe-
lo respeitivel Carmignani uro dos maiores
criminalistas da Europa, esti Ira iuzida do
italiano em vulgar pelo padre Lopes Gima.
Vonde-se em Santo- Antonio, n* lojs do li-
vros que foi do fallecido Dr. Coutiuho, na
esquina do Collegio ; no bairro do Recife,
na loj de lvros do Sr. padre Ignacio; na
Boa-Vista, na botica do Sr. Gameiro ; em
Olinda. ra do Amparo, botica do Sr. Ha-
poso. Prego dez tostdes.
mmmsmwsmmsmsmsasmsmmsumsmmsnmswsmwsmmm
Avisos martimos.
Para Baha salie impreterivolmente o
brigue San-Jos: pira ilgum resto da carga,
passageiros e escravo frote, os pretenden-
tes queiram dirigir-se aos consignatirios-
Viuv Gaudno & Filho, ou o capilSo Jos
llamos de Souza.
prs a Parahiba sshe com brevidade o
hiato nacional Espadarte: quem pretender
estregar ou ir de passigem, trate na ra da
Cideia do llecife, n. 23, ou com o mestre uo
trapiche do algodao.
Para o tio-de-Janetro segu viagetn,
al o di IS de outubro, o muito veleiro ber-
.Htiiiin /-Affonso, capillo Francisco d Sil-
va Aveleda : quem nu raesmo quizer carre-
gr, pino que tem excellentes commodao,
diriji-sn ao mesmo -caplto, ou a Manoel
Joaquim Hamoe Silva.
Para o Rio-de-Jneiro seguir em pou-
cos diis bem condecid escuna Galanie-
tlana : quem na mesma quizer earregar,
nu embarcir escravo a frete. dirija-se a Sil-
va & Grillo, na ru do Vigsrio, n. 4.
Leiles.
- C. J. Aslley & Companhia far.to leilio,
por iotervengUo do corretor Oliveira, de va-
riado sortimento de fazandas nglezas e
francezas, e do ilgumas eiixis d couro
la lustro : quinli-feiri, 3 do crrante, s
10 horas da manhS, no seu armizem, ra
lo Trpiche-Novo.
-- Machado & Pinheiro faiem leililo de
cem barr com manteiga francezi, em lo-
tes a vonlide do compradores : sexta-feira,
4 do corrent^, pelas 10 horas do dia, dofron-
te da porta di alfindega.
smmmmsmpmmnmmmmBmmmmBmmkwm
Avisos diversos.
Uerlaraces.
G( : MERCIO.
ALFANDEGA.
cndimentododi 2.....1:017,774
Uescurri qam hoje 3 de outubro.
Galeota -- Lusitana violto.
Kscuna (raante'Mara mercaduras.
iirna.es Carlota fumo.
Os Srs. arrematante dos rendimento
las lujas da praga da Independencia podero
comparecer com seu fiadores, o cisa da
cmara municipal, pira assgmr o re
pectivos termos de (rremalaglo.
Achando-se a barc de escsvagSo no
exercicio de seus trabalbo, convida, em
coiiseijueucia, o capiAo do porto desls pro-
vincia aos pioprielarios de canoas e donus
de sierros, que quizeretn mandar suas eoi-
barcagdes receber a bordo da mesma bar-
ca a ar, lama e lodo que ella extrahir, a
si entenderem previamente com elle, afim
de lites indicar as horas dus das uleis, em
que dever ler isso lugar.
.O arsenal de guerra compra aieile de
barra palo e fio de algo 13o : quem o rrjesmo,
gneros quizer vender comparega, t
sua projost, al o di 3 do correnl
O delegado do concelho deaalu
publica, no municipio do Olinda,
isquarlas-feiras n salibados, pelas
di da, na ra da luleira di Kibeira,
do junto ao do Sr. defio Dr. Clugas.
A quem Ihe faltar um cavado ( qusfrto*
alislo, diriji-so a subdelegacia da Inegue-
zis da Koa-Visla, que, dando ossiguaes, Ihe
aera entregue.
<> iiv.r p.l.., um par de neculos
de iros de tartaruga, procure-o em casa du
subdelegado da freguezia da Iloa-Vista, que,
dando o sigues, Ihe sei entregue.
-
zendo
Thcatro de ai. Isab I.
23- RECITA DA ASSIGSAT0RA.
Sabbado, 6 de outubro d* 1850.
RepreseuUr-se-ha, depo<* de um esco-
Ihid ouvertura, interesrante comedi em
tres aelos
AS MEMORIAS DO HUBO.
Perscnigtng.
Robn --G. F. de Olivein.
O mirquez do Losmiai A. M. Costa.
O cvaileiro Rapinire R. J. de Anujo.
O ronde de Cerny 8. F. Mein.
Juu Gauiuir A. 1. !). CfiiSb.
Valentim P. R. de Santa Roza.
A baronez de Itonquerolles Joinna Ja-
ntJarl
Amelia, sn fllha -- Emilia.
A condes de Cerny Ja ii.
TiiCilliBiin-- MU.
Lotera da Mati-lz da Boa vista.
O restante do bilhetes desta lotera, qua
corre nfalirelmdnto no flm do correte
mez, fiqunm os bilhetes que ficirem, ven-
de-ae, alm de nutro lugares, na loj de
Rernardino JosMonleiro, ra do Queimado.
0 bacharel JoSo de Barros Filcln de Al-
hiiquerque Msranh.loadfoga nos auditorios
desta cidade ; e, pra o que, pode ser procu-
rado ti ru eslreit do Rozarlo n, 20 pri-
meiro andar, d dez hora da manh t
i duas ds larde ; e, guando o nao achem
em cas, dirijatn-se por escripto botica n.
23. na meitni ra. Verdide, ajuste rasoa-
vel e o maior desvello sSo os penhures que
offerece aos seus benignos dienta.
Heitor Bar boza Xavier da Silva retira-
se para Mossimede coin sua mulher Melena
Francisca de Mello eeus lilhos Merentina
Correia Barboza, Manoel Theotonio da oli-
ve, Jofio Capistrano Rarboza (menor), e
uaaohrlnha Claudina Francisca de Sea.
o arrria?em de fama da ra da Cruz n.
37, deixoude vender bebidas espirituosas
d- producgflo brasileira, por no con-
vencionar com o Srs. colleclore, o para
constar fago i presenta declaraco. Reci-
fe 1 de outubro da laAO.-Jea* Altu d* Ult-
tteira.
~ Arttgi-ae a quem quizer piisar a ren-
ta a mui commoda ca terrea, sita uo Mon-
teiro, contigua ao (obrado em que mora o
Sr. Joquim Correia. e do ldo du rio : n
ra da Aurora, n. 48,
Precisa-se de um bom moleque. que
tenh pralica de vender na ru qualquer
venda que se Ihe entregar, e que ^j fiel: a
tratar na Cinco-Ponl*, padaria de Soare*
& Silva.
A pesso que deceja saber quem ne o
procurador de Antonio Ferreira Lima, diri-
je la do Collegio o. 12, a rallar com
SebastiSo Jos Gome Peona.
A aluno assignal, viuva do finado
Marciinno da Espirito Santo, tanda, em con-
sequsitei* do tetmenlo do mesmo finado,
de dar pirlillia dos han do seu casal a ura
5!;g -is i lsids .T.:rd s ?r.mn un.
ne, a tendo este vendido e recibido o pro-
ducto da maiori do bens do casal em tal
forma, que ainda resta annuncantc ; cons-
t.Ihe que o mesmo herdeiro procura ven-
der ou hypothecar dua cssinhas moi'agois
qua So do casal, ja tifio podem mai perten-
cer em pirtilha a esse herdeiro, por isso
visi por meio deste a toda a* pesaos a
quem forera offereiidos o referido bens,
que nada contratem sobre elles, porque sa
esl3o inventariando pelo juizo do civel da
pnmeira var, escrivao Mulla Joanna Ha-
ra da Conceifai
Prer.is-se de um trabclnador deenxa-
d, e que nibi tirar leite em vccs : n
Magdalena, estrada nova, primeiro itio de
pori9o de ferro. No memo precisa-se da
um bolieiro.
Ptsssporle.
Tiram-se Ji:;spoti* wra dentro e fra
do imperio, corrern-se folhas, despachim-se
escravo*, e uram-sa titulo de residencia
par -sempre : prese flm se procura na
prica da Independencia, Itvnrl. ns. 6 a 8,
o na rui do Queimado, n. 25, loj de raiu-
dexas do Sr. Joaquim Monleiro da Cruz.
U II T


__ Boga-se ao Sr. alferes do
primeiro bataihSo de casadores,
Antonio Matozo de Andrade C-
mara, de mandar pagar o que de-
ve, na ruado Crespo, n 16.
-- l'reeisa-s de um menino da 10 (3
annos para caixeiro de loj, o quil tonha
familia no millo: quem o tiver annuncie.
Pede-se o autor do annuncio ioserid-
em o Diario n. 222, que declare ae se enteno
deditoannuncio com Adolpho Woleihan.
Um rapaz brasileiro ae offerece para
cobrardvldadeqoatquer loja, dando ga-
ranta a satisfacSo das pessoas que o en-
crregarem de ditas cobraocas : quem de seu
prestmo s quizer utiliaar, dirija-se a ra
larga dn Rozarlo, n 38, botica.
-D. Mara Felieiina de Oliveira quer ven-
der a sua caa d ra de S -Theresa n. 13,
soalguemsejulgarcom algum dlreito por
qualquer ooua, queira declarar por
folha.,
- Quem qiu'zer trocar a plices
da companhia de, Beberibe por
propriedades, annuncie.
Oa-se um ronto de ria a premio de 1
e meio por caato, por lempo de um anno,
pagos oa juros mensalmente, sobre hypo-
theca em bens de raiz, ou Armas a conten
to : na roa Di-eita, n 59.
O bacliarel francisco de Salles Aires
Maciel. advoga nos termos do Recife e
Olinda ante qualquer juizo : quem de aeu
prestmo se quizer utilisar, dirija-se ra
do Collegio, n. 20. primeiro andar do so-
brado da esquina, por cima da loja de li-
vros. e emOlinda, na ra do Amparo n. 36.
Preciante de urna ama par* O service
de urna casa de pouca familia,* qual aeja de
niainr ida lo : na ra da Concordia, casa no-
va de um andar.
--Precisa-se de um offici,
para um estabelecimento desl
mas perto da p'aca : na ra do Cabug, lo-
ja de cera, ae dir quem precisa.
-- JolO'Jos de l.ima, natural da ilha de
8 -Miguel, finito de Lisboa, na ultima vil-
gem da barca Ligara, enegada a este porto
no da i rirreir de agosto ultimo, vio um
annuncio pan outrb Joflo Jos de l.ima pa-
gara quantia de IC.9?0rs. .gastos de urna
venda ni Capunga.lia 6 mezes ; e como
charuleiro
no mallo,
annu ci.nte esta alqui ha dous mezes, faz
sciente ao publico que n Jo se enlearde com
elle Ul annuncio : e por este moJfo e mais
alguna que pnsuarh occorrer, de hoje em
diante ae assignari JoBo Lima.
O escrivo da i'mandade do
SS. Sacramento da freguezia de
S.-Jos do Uecile convida, por
meio desle un nuncio, a ssus cha-
ros irmos, para que domingo, 6
do correte, comparecim s g ho-
ras da munhaa, na igreja de N. S.
do Terco, em seu consistorio,
iim de se tratar de um objecto
muito interessaote a mesma ir-
mandade.* para cujo Iim espera
merecer que o sen convite seja
attendido.
No da 25 do crrante fugio um mole-
que crioulo, de 19 anuos pouco mais ou me
nos estatura baixa, olhos vivos, pernas ar-
queadas, com falla de um dente na frente,
de rime Lino ; levou calca de casemira cor
decinza com quadros e carniza de algodflo-
zmliu. Adverte-se que elle costuma a mu-
dar de traje, e at ja foi "nconlrado cum
jaquela preta e chapeo, e a andar pelas es-
tradas da l'assagem, Manguinlio, ronte-de-
liclii, hicu, Bcbeiibe eoulros arrabaldes
yuem o apprehender, podea levvlo a ra
Augusta n 3, que sera generosamente r-
aompensado
A pessoa que no dia 28 dcdezembro
proxiu.o passado foi na ra do So! n. 9, em-
penhar dms relogios de outo, sendo um pa-
tente inglez, eoulrc suisso, e com as rom-
petantes correntes, queira ir rtsgalar ditos
relogios, ou na falla vi pagar oajutos, do
contrario vam ser vendidos para pagamento
do principal e juros. '
Na ra do Sol n. 9, precisa-te falar ao
Sr. Manoel de Souza Peieia, a negocio de
seu interesse, ou annuncie a sua morada,
se he que assisle na praca.
Ju3o|Simoea Cimenta, Jos Francisco de
Azevgdo e Francisca Roza retiram-se pira
Mossafedes.
baixo assignado faz ver aos Srs. col-
ile agois-urdetites e mais espirito*
uccjao brasileira, que deixou de vell-
os rspiltos, na ra da Cruz n. 41.
lie vio Jote Kodrii/utM.
= A fabrica de raldrlreiro, laturlro, funi-
leiro e ferrar la da rus ti Kruin que |rm yjrado
aob a firma de MeaquiU fe. Dulra, contiuiia de
bojeein diante sab jerema, responsabiiiria-
de e liriaa do Sr. Francisco Auluuio Corrcia
Cardoto. por contrato social em coramauditu
com ditoi Mrsquita Si Dutra. Orando esle
obrigados por todo o pasiivo desta tirina, a
qua) continua na fabrica de fundicio de ainoa r
mais urgociacOes: equanto ai dividas aetirai
da fibiica de caldrireiro da amiga firma, fie a
aua arn-radaciio a cargo da Sr. Candido Tho-
mazPcreira Uulra para prncriuer a aua liquida-
fo; avisase, pola, todo (is devedore para
que no uiaia curto praio iiaguVni aeus dbitos,
porque do conirario se uaara doa inciot coerci-
tivos.
-- Toma-se SGO.COO rs. i/premio com hv-
poineca em um predio i utie tiver. au-
na ocie.
Auga-ie, por preco nrtico, o terceiro
andar do sobrado n. 20, i| ra do Apollo :
a tratar com Antonio deJHoracs Comes Fer-
reira, oa mesin* rasa.
Aluga-se, por mdico preco, um sitio
no lugar denominada* Sanl'Apni-de-Dcn-
tro, cum commodoa dar grande familia,
baixa de capim, boa atoa, estribarla pira
quatro civallos e cocfieira : a tratar com
Luiz Gomes Ferreira, no llondego, og com
Antonio de Momo Comea Ferreira, na ra
do Apollo II. 20.
JoAo de Medeirds Raposo deixou de
vender ago'ardenleddproJucc,flo brasilelra,
na sua taberna da ra] das Cinco-Pootas O.
152. desde 30 desetaribro de 1850.
Bernardino pereira Ramoa faz publico
que deixou de vendoAago'ardenle de pro-
ilncqao brasileira desde 30 Je selouibro
1850, na ra Auguslan. 58.
de urna casa de commercio, advertindo-se
que, alrra de entender de escriptursr.u'o,
falla perfeitimentefrancez : portanto, quem
do seu prestimo se quizer utilisar, annun-
cie por este Jornal.
O0OOO O O Dr. J. S. Santos Jnior, O
H medico homceopalha puro S
0 mudou sua residencia da ra q
Q do Crespo, n. to, para a O
J? rulNova, n. 58, primeiro
q andar, onde continuar a
> dar consultas todos os dias
^ uteis de. O manhaa at a umi hora da
9
O
O
o
o
o
9 tarde, e desta hora em dian- 9
te visitara
doentes em
os aoentes em 2
seus domicilios. o
N. B. Os pobres serSo
tratados e visitados gratuita-
mente. o
Precisa-se de urna ama que lenha bom
laite : na ra do Livramento, loja n. 36.
eseja-se saber nesta cidade quem he
procurador do Sr. Antonio Ferreira l.ima,
que foi para Portugal o anno passado isto
a uegocio que Ihe diz respailo.
Precisa-se de urna pessoa que se quei-
ra encarregar de tomar conta de urna fre-
guezia para entregar pilo : no Aterro-da-
Boa-vista, n. 4i, pida na.
Alugam-se, no sitio do Barbalho, do
fallecido Telxein Bastos, i margem do rio
Capibaribe, defronte da povoai;3o do Mon-
teiro, duaa crsas de ptimo recreio para
passar a festa, por lempo de 2 ou 3 mezes,
por prego conimodo : quem as pretender,
dirija-se ao mesmo sitio, a fallar cum o in-
quiino, a toda hora do dia.
JoSo Ignacio Correia faz aciente ao Sr.
arrematante do consumo de ago'ardenle,
qtirt do dia primeiro do corrente em diante
deixou de vender dito genero em sua ta-
vema no Ciquia.
O Sr. Joaquim Jos dos Santos Barraca,
queira ir pagar a quantia de 33,460 rs., do
quecomeu aonde nSo ignora; do contra-
rio, ter de ser sempre lembrado nesta fo-
lln.
OSr. Joflo Cypriano Ringel, queira en-
tregar o dinheiro quo receheu para entre-
gar ua rus da Cadeia, n. 13, a seu dono ;
do contrario, lera de ver sempru seu nume
nesta folha.
Quem quizer comprar urna lettra da
quantia de 56,060 rs. do Sr. Jos Brazalino
da Silva, appa'reca na ra da Cadeia de S
Autoiiio.il. 13, que todo o negocio se far.
Cari u Claudio Tresse, fabrican-
te de orgilos e realejos, na ra das
Flores, n. 19,
avisa ao respeilavel publico que roera
orgSos e realejos, pe marchas modernas
desle piiz, concert pianos, saraphinas.
caixaade mnsicas, ccordos.e qualquer
instrumento que appareca : tambein faz
obras novas, e vende um orgilo proprlo para
capella, mi altar mur, com boas vozes, por
precu commiido.
O Sr. Vulixard queira ir ra da Cadeia
de S.-Antonio, n. 13, a negocio que uflo
ignora ; do contrario, ae publicar qua) o
negocio.
Aluga-se urna ama de leite, parida ha
pnucos dias : quem a precisar, dirija-se
Irs da matriz da Boa-Vista, n. 19.
I'rocisa-se alugar 3 acravns para o
aervico da relinaria franceza da ra da Con-
cordia : paga-se hem.
Antonio de Almeida Antones, tendo de
re'iiar-se para fra da provincia, deixa de
*r caixeiro doa Srs. Schafliellio & Tobler.
Aa pessoas que se julgarem credoras do
mea 'o i presentera suas cuntas nestesqua-
tro dias, em casa dos meamos Srs. Scha-
Ibeillin ti Tobler : na ra da Cruz n. 38.
Quera quizer comprar uma lettra do Sr.
fr Honorio F. de Sigraaringa Vas Curado
da quantia de 110,280 rs.. annuncie para
ser procurado, que lodo negocio se far.
-- O Sr. acadmico Antonio de Albuquer-
qua MaranhSo Arco Verde queira vir a ra
da Cadeia de Saoto-Anlonio n. 13, a negocio
que nSo ignora ; do contrario se publicara.
Joflo Jaciutho Femandes ChSa e Mf noel
Jos Teixeirade Carvalim. subditos po.tu-
guezes, retiram-se para Mossanindcs.
O Sr. Francisco de Paula Brrelo, es-
todanlede Olinda, morador em Nazaretli,
queira apparecer oa ra da Cadeia de San-
to-Antonio n. 13, a negocio qucnilo ignora ;
do contrarise publicar qual o negocio.
- O abano assignado declara a certo Sr.
tfolicilador. qua ello recebeu d Vrente Fer-
reira de Mello aqiaulia de 32 000 rs., ,.
que em ajustada cunta I ahaixo assignado,
existente ain poder do dito Sr. solicitador,
os levou em ronla, cuja quantia foi prove-
niente dos alugueis da casa da roa da Cal-
Cada, deque elle solicitador he procurador,
o que oeste ajuste de ronla o aliaixo assig-
nado recebera dn sua conta o resto da im-
portancia de 10,000 rs. E para que nSo naja
Juvida da parle do Sr. solicitador, quanilu
hdmer de passar os recitios ao Sr. Virent,
laXce suas vistas em dita conta. Manuel
Goitfnlve Gamboa.
-- OSr, Antonio Aroza quena dirigir-se
ra da Cruz n. 49, aniel de se retiiar para
lora do imperio.
Precisa-se alugar uma ama para todo
o servico de uma casa de inuiltt pouca fa-
milia : paga-ta bera : na ra de Agoas-Ver-
desn. 86, primeiro andar.
Kernirdino ornes de Carvalho relira
se desta provincia.
O ahaixo assignado declara que, desde
3i> du setembro, d-.-ia.ou de vender ago'ar-
denle e espritus de producfflo hraiileira,
na sua venda da roa do Trapiche n 30.
Joti ioaquim da Silva.
Manoel Pacheco de Me nhia, socio administrador das vendas de
eu to Jos de Medeiros Taar.-s. n.1o pu-
dendo mais contiouar na a Iminislracfio das
ditas vendas, por falta de sade. leu. nes-
ta dala entregado dita administraran ao Sr.
Manoel do Reg Soarcs, para pagar o que s*
deve a praca, para comprar, e par .recebei
O q!?? 5P I'Vm na llaa v#nilt un.;r. o .1..
setembro de 1850.
Ilesapparecou um cavalio rodado, gran-
de de.com uma cargadaaal : roga-se a qual-
quer pessoa quo oachar deleva-lo s Cin-
(luerece-se um rapaz para ser caixeiro co-i'aola*, o. 71, que ser recompensado.
Jos de Medeiros Tavores faz sciente
qOe deixou de vender bebi i.-i.s espirituosas
de produceflo nrasileira desle odia 30 de
setembro, na sua venda da ron do Rozario
estreita, n. II.
-- Aluga-se por anno, ou para passar a fes-
la, uma grande casa no sitio do Cajueiro,
com uma grande sala de frente, gabinete
ao lado, duag alcovas grandes, sala de jan-
tircom aoitro quarlos, duascozinhas, um
grande soto, estribara para dous a quatrO
cavallos e excellente haoho : a tratar no
mesmo sitio, ou com Bernardino Maia da
Silva, na ra do Crespo.
Offerece-se um moco brasileiro pira
csixeiro de loja de fazendas ou miudezas :
quem delle precisar, annuncie por este
Jtrnal.
Precisi-sedeum caixeiro para lomar
conla de uma venda por btlanco, e se dsr
sociedade entrando com alguns fundos para
a mesma, em Fra-de-Porlas, n. 92 : a tra-
tar na mesma.
Alexandre Joaquim Satyro com venda
no largo do Pilar, u 17, deixuu de vender
ago'ardenle de producido brasileira desde
o dia 30 Je setembro em diante.
0 abaixo assignado deixa de vender
bebidas espirituosas de producc.Ho brasilei-
ra, na sua taberna da ra do Codorniz, nu-
mero 1. Manoel Domingues Vertir Hamot.
Joaquim Ribeiro Meirelles rutira-se pa-
ra fra do imperio.
Ulysse Droz, relojoeiro suis-
so, de passagem por esta praca,
onde tenciona demorar-se 5 ou 6
mezes smente, concerta toda e
qualquer qualidade de relogios
eem qualquer estado em que se
'ichem ; as.sitn como tem para ven-
der relogios de ouro e prata dos
melhores fabricanies : na ra da
Cruz, n. 4'li primeiro andar.
-- Precisa-se alugar urna escrava que sii-
ba cozinhar, ensaboar ealguma cosa en-
tommir : na traversa do Dique, n. 9.
A pessoa que tirou por engao do cama-
rote do theatro de Santa-Isabel um chapeo
a uma bengala, queira por favor rou mau-
lar entregar na ra da Cruz, venda n. 3-2.
pois sabe-se quem foi ; e se sssim o nSo |-
zer lera de ver o seu nome por extenso nes-
ta folha.
(I abaixo assignado faz sciente ao Sr.
arrematante do consumo d'ago'ardeole de
prodcelo brasileira, que deixou de vender
dito genero em sua laverna da ra das Cio-
c-Pontas, n. 71, desde o dia 30 de setem-
bro. ot Carreiro da Silva.
0 abaixo assignado faz sciente ao Sr.
arrematante do consumo deago'ardente
le prodcelo brasileira, que deixou de ven-
der dito genero em sua taverna da ra das
Cinco-Ponas, n.82, desde o dia 30 de se-
tembro. lanotl d Reg Lima.
Chapeos de sol.
Ra do Passeio, n 5.
Nesta fabrica ta presentemente um rico
soriimento destes objeclos de todas as co-
res e qualidades, tanto de seda como de
panninlin, por presos commodos ; ditos pa-
ra seohora, de bom gosto: estes chapeos
sSo fritos pela ultima moda ; seda adamas
cada com ricas franjas de retroz. Na mesma
-asa se acha jgual sortirAcnlo de sedas e
paniiuiho imitando sedas, Vara cubrir ar-
mar;0ea servidas : todas estas fazendas ven-
leni-se em poreflo e a retalho : lambem se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto de
basteas de ferro como de baleia, issim como
umbelas de igrejas: ludo por prego com-
inodo. Na mesma casa ha chapeos de sul,
de marca maior, de panno e de seda, pro-
prios para feitores de engeuho, por si-rem
dos mus lories que se pdem fabricar.
Precisa-se ongajar alguns olliciaes de
caldeiieiro para irabalharem em caldeiras
de vapor, sendo arribiladoru, ( a que os In-
glezes cliamam Rivetert) dando garanta
aua conducta : paga-se o jornal de 3,500 por
dj.i, e da-se passagem gratuita para o llio de
Janeiro, ulule nao trabalhar ni ollicina da
companhia brasileira de paquetes de vapor ;
adverlindo, porm, que se depois de all
ehegarem, rom um mez de experiencii,
provirem iocapacidade, serilo cooduzidos
para aqui igualmente nflo pagando passa-
gem. Quem esliver neslas circunstancias,
e quizer o dito engajameuto. podo uirig'--
saao agente da dita companhia, na ra do
Trapiche, o. 40
tnslruccilo primaria.
Francisco de Salles de Alhuquerque avisa
ao respeavel publico, que j priucipiou a
funecionar, no dia priui.-im do mez pr-
ximo passado, a .-ua aula de primeirr.s Ul-
tras estabelecida na roa do Mondego, n. 44.
O aniiUDCiaute contina a receber alumnos
externos, pensionistas e meios pensionis-
tas ; e promette desvelar-se, pela educlo
liedles. Sobre ludo para aquellos que mo-
rara fra da pra(a, a tula do anuunciante
olterece reconhecidas vantagens, altela a
ua localidad* e distribuir,!! interior, em-
tiaraco com que lula a educacnu primaria
lesses meninos. Aquelles que possam du-
vid.ii d siiiceridade das prumessaa do an-
nunciaiite, e lliu supponhaiu iucaricimento
por proprio inleress, poder-se-haTo des-
eug.nar diri^in u-s pessoalniente a casa
d > nnuiicixnto, e ahi verao a par de urna
mteira ragulaiidade cominndos da:::8sii-o
qua maia da accordose possam achar cora
sauue us "i'? O -
nuncianle espera que o respeilivel publico,
Compenetrnndo-seda ventaje, de suas pro-
messas, liberalisar-lhe-ha protecfflo e be-
nigno acoltiimenlo.
- Anda est fugid, desdo o dia 26 de
junho. prximo passado, a escrita .crioula
ilc nome Maria, moga, de altura regular,
corpo refbreado, cadeiras grossas e um tan-
to sabidas para Tora, bocea regular, becos
i^rossos, pese mos grossas; tem marcas
le bexigas no rosto e em lodo corpo, reitos
pequeos e cabidos, nariz grosso, olhos
carnudos, orelhas na parle do enfeite grOS-
MI e viradas um tanto para cima ; tem uma
marca de ferida de caustico do lado i1irei;o
ou esqaerdo, talvez que pouco ja se devul-
guedas coatellas para os vasios ; levou ves-
tido de chita ja usado, panno da Costa, e
um taboleiro com milho e arroz que venda
ao da que fgio '. esta negra segundo o: )
pelo Sr. Antonio da Silva GusmSo ao j fal-
lecido Jos Antonio da Silva Costa, tendo
ni poder do dito fallecido 3 lillios, Candida,
Luiz e Marcolino ; pode esta negra sb pre-
texto est oceulta em casa de alguem, ou
em algum calugi, o que se vai escropulosa-
menle endagar para ge proceder contra
quem a tiver oceulta : D-se uma boa re-
compensa a quem della der noticia certa,
ou a pegare levar ra de Dorias, n. 114,
casi de Antonio Caldas da Silva.
Precisa-se de uma pessoa para traba-
lhar em um sitio no lugar do Remedio,
com preferencia aolleira e natural das ilhas,
que saiba plantar larangeiras, verduras,
etc.: quem esliver neslas circumstancias,
dirija-se ra do Crespo, n. 1. terceiro
andar, das 6 s 7 horas da manhfla, edas
4 s 5 da tarde, para se fazer o ajuste.
--O abaixo assignado deixou de vender
ago'ardenle e espiritos de prodcelo bra-
sileira, na sua taverna do Aterro-da-Boa-
Vista, n, 20, desde o dia 30 de setembro.
Jo Fautiao di I.emoi.
- Francisco Ferreira e Silva, deixou de
vender agurdente de prolueco brasileira
do primoiro deoutuhroem diante, na ven-
da da ra da Santa-Cruz, n. 1.
O abaixo asignado deixou do vender
agoardente e mais esprito de prodcelo bra-
sileira desde o Iim de setembro em sua ta-
berna di ra Direita. n. 18.
los Goncaleei Beltro.
Os abaixo assignado deixam de ven-
der agoardente e mais bebidas de produr-
co brasileira em sua venda sita na ra do
Vigario, n. 15. Itecife, 30 de setembro de
1850. Luiz Correa da Canecido i Compa-
nhia.
Uma mora soltejra que vive anda na
companhia de seus pas com todo o recato e
honeslidade, prn:0e-se a ensinar i ler, es-
crever e contar, doulfina christfla, gramma-
tica nacional, msica, r.ozer, bordare mar-
c n flores, recebendu tambem discipulas in-,
temas, para o que procurar casa commo-
da se hoover concurrencia : as pessoas que
de seu presumo se quizerem utilisar, dirt-
gam-se a ra Direita, sobrado n. 43, segun-
do andar.
***#%
'? l'iiulo l.'aii: ludir, ili-nti-l.-i 9
(* francez. recentemente che-
;adn a e ' sen pr: -i i ni no publico pa- ?
* rit torios os mistt-rt'N tic sua
9 pi-ofissao. pir extrahintlo,
* llmpniKlo c i-liiiniliniKlo os 9
W Icncs naturacs, qur stihs- *
R llliiiilo-os por oiitros ailili- "
9 cines, pa ra o |iic tem oh iiic- <)
* lliorcs appnrelliox. Pode ser *
9 proctn-ailo a qunlqucr hora, >
9 em sua casa un run larg;a do v
j} Uo/.isrl.. n. 36, Kcg-illldo nn- *
fe dar.
|TfB9s>#>*ti|a>*><>r**f
Roga-se ao Sr. segundo lenle Jos de
Cerqueire l.ima, da Baha, que mande pagar
uma lottra, que se acha vencida ha oito me-
*es; do contrario, ter de ver sempre o seu
nome nesla folha.
Nos dias 30 de setembro. 3 e 7 de ou-
tubro. pela 4 horBS da tarde, porta do
Sr. duilnr juiz de o'philos, na ra de Mor-
as, se lia de arre-nalar, por ser ultima pra-
ca, por tem o de tres annos, a renda do
sitio da Casa-Forle, denominado sitio dos
Arcos, que foi do (nado Francisco Bernar-
riino ila Cunta, hnjede seus berdeiros, pe-
lo preco de 350,000 r. por anno, cujo sitio
tem boa casa e tellieiro para rancho de ma-
tulos, bastantes arvoredos, 26 pe de ja
rpieiras. 6 jambeiros, bastantes ps ile la-
rangeiras, 20 e tantos ps de coqueiros,
e grande plantaco de caf e capira.
-- Offerece-se um sacerdote para capelln
da engenho, e mesmo para ensinar primei-
ras lettras, ou grammatica latina : quem
quizer, annuncie.
--Existe na cOrte do Rio-de-Janeiro uma
pessoa com ashabilitacOrs necessarias, que
se incumbe de agenciar pelas secretarias de
estados, ttulos honorficos, diplomas, pen-
siles, patentes militareg, cartas de natnrali-
sacfln, crtidfles e oulros ipiaesquer neg
ros que pdiderein das inesraas secretarias
de estado, e hem assim se incumbe de agen-
ciar pela nunciatura apostlica breves para
dispensas de casamentos, secularisacflo,
etc., etc. etc. ; e inrumbe-se. finalmente,
de sollirilar lodo equalquer negncio, que
lenha de correr nos tribunaes diquella cor-
le. Qualquer pessoa que se quizer utilisar
do prestimo dessa pessoa, rucarregando-a
all de seus negocias, pmler dirigir-se ao
Sr. Antonio Jos Gomes do Correio, o qual
dar as informacOes precisas, e com quem
se po :er3o entender a semclhantn respeito
e sobre a reiressa de qualquer preteufflo ou
documentos.
--Aluga-se um bom armazem proprio pa-
ra qualquer eslabelecimento. na praia de
S.-Francisco ; e bem assim um grande ca-
xo proprio para uma cxrellente cocheira.
no Mundo-Novo : a tratar na ra da Cadri.
de S.-Antonio, no primeiro andar da casa
da viuva Cimba CuimarSes
Aluga-se una casa terreado pedra e
ral.com 3 qmrlos. 2 salas, cozinha fra,
qui la! e cacimba.sita no princii-io da ra de
S.-Miguel, nos Afogados: a tratar no Ater-
ro-dn-lioa Vista. n.17.
Pessoa alguma lac,a compra wm by-
polhrque uma pequea morada de rasa
terrea na ra do jogo-da-Bulla, na cidade
deOlinda, pertei.ci-nle a Maria de Jess,
poressa dever a (.ainuimo Jos Cnncalvrs
l.egsa, urna quantia de que a vai demandar
era juizo competente : e paia que ninguem
serhamea ignorancia, faz sciente ao res-
pe lave I publico pelo prsenle annuucio.
Alugam-se e vomlrm-se, tanto por jun-
lo como a retalho, as melhores bichas ram-
burgnezas na ra das Cruzes, n. 40, ta-
verna de Domingos da Silva Campus.
Aluga-se o primeiro andar da casa n.
34 da ra do Trapiche, proprio para escri-
torio : a tratar no armazem du mesmo.
Attenco.
Roga-se ao Sr JoSoJus de Lima, que te-
oha a bondade de ir ou mandar pagar a
quantia de 16,990 rs. proveniente de ge.
noros que tumou na venda grande da Ca-
punga na seis mezes, certo de que, emquan-
to no pagar, seu nome nao ahira desta
folha
O abaixo assignado hl *c!"St o Sr.
Precisa-se alugar um preto para o snr-
vqo de uma casa : na ra da Aurora, es-
criptorio de' C. Slarr & Companhia.
aaaaaBaaaBjaaaaaaaaaaBBBBBaBaaBHaaaaMaaaaaaaaiaMn
Compras.
Compra-ae um sobrado de uro andar,
ou uma casa terrea, que seja nova e em bou
ra: oo Passeio-Publco, n. 7, ce dir quem
coupra.
Compram-M 4 escravos ou escrayas
para o servido de cimpo : na ra Direita,
n. 3, se dir quem compra.
-- Compra-ae um preto canoeiro : na roa
da Aurora, n. 44.
-- Compra-se uma duza de cadeiras usa-
das : na ra da Nova, n. 57.
-- Compra-se uma morada de casa terrea,
que sej em boa ra, cujo valor nSo exceda
de 800,000 rg. : na ra de Hurtas, n. 140.
Compra-se uma preta de nac.no de bo-
nita figura anda mesmo nflo tendo habili-
dades sendo mo^a, como tambem um mo-
leque de 10 a !I2 annos, nSo sen lo viciado
na ra do Rangel, n. 38, segundo in lar.
Na ra da Senzalla-Vetba, n. 100, se-
gundo armazem aonde ae vende bolacha e
pSo, compra -se effeclivamente toucinho da
trra, sendo gordo esem sal, a 5,00 rs. a
arroba, e a 160 rs. a libra.
-Compram-se escravos de 10 a 30 an-
nos, de bonitas figuras, para dentro e fra
da provincia : na roa larga do Rozario, n.
48, primeiro aniar, lodos os dias das 6 <
II horas da manhfla e das 2 s 5 da tarde.
___ Compra-se effectiva mente cobre,
chumbo, zinco, estanbo, e toda a quali la-
de do metal velho, nflo aando ferro : na ra
Nova, n. 38.
Vendas.
lo o nome e mesmo usar de qualquer ou- j prodcelo basileira que (JeiSOfl de vender
trodesfarce para nSo ser condecida, pois | dito genero em sua venda, na ra do N i-
consta andar dizeudo ser forra e que a que. I yucira, 0. 1, desde o da 3$ dn snlamhro
rera ciptivar : fui de Mcei e aqui vendida Joaquim Franci$co di Aievdo
Un Mllasre.
Vende-se por um tustflo, um follielinlio
contend) o milagre acontecido na Italia, e
publicado ueste Mario: Na livraria n. te
8, da prar;a da Independencia.
Loteriada matriz da ltoa-\ isla,
ios I oroooxooo c i:oooSooo.
Na loja de miudezas da praca da Inde-
pendencia, n. 4, vendem-se bilhetes, meios,
quartos, decimos e vigsimos desta lotera
que corre imprelerivelineule no dia 31 de
outubro. ou antes se se acabaran) os bilhe-
tes. A ellestnles que seacabem, para nflo
comprareni mais caro, como tem aconte-
cido em outra.s loteras.
Rilhetes 10,000
Meios 5,000
Quartos 2,600
Decimos 1,100
Vigsimos a 600
-- Na ra Nova, ns. 97 e JS, depsitos da
rab'ica de caldeireiro e serralheiro, na ra
Imperial, acha-se promplO utn'comoleio
soriimento de alambiques" serpentinas,
e entre elles uma mactiina de |t rosne para
lestilar, assim como inuito bous carros de
mlii, e os apreciaveis fogOes econmicos j
experimentados, e entre elles tem um dif-
ferentee rico que he para o lllm. Sr. Dr.
Pedro Francisco de Paula Cavalcanti, cujo
fogflo tem de sabir por estes dias ; por isso
os pretendentes que sequizereo aproveitar
da ncoasiflo de o verem antas que elle va,
dirija-se o dito deposito aomle poderflo
dar assuis encommen las, que serfl-j com-
i idas a voiitade dos freguezt-s. No oiesmo
deposito lambem se vende boa folha de
Flandres, vidros e tinta : ludo por preco
com modo.
-- VcnJem-se, na ra Direita, n. 59, ve-
ijem-se velas de carnauba, de superior qua-
iidade, a 8,000 rs. a arroba.
Vende-sii uma casa terrea em chflos
proprios, cora bous commodos para familia
sita em uma das principaes ras do huir-
de S -Antonio : ua ra da Cruz, n. 64.
.Milito e arroz coiu canea a 29t'
rs. cada sueca.
Vende-se no armazem do Braguez,
do ai cu da Conceicflo.
1 liiimbo de ninnicao.
Vrnde-se no armazem da J. J. Tasso
nior, ra do Anuir ira, n. 35. i
Farinha baratlmsima.
Na ra du Rangel, armazem n. 36,
dem-se saccas com Cariaba, a 1,600 rs.
roz de casca, superior, a 2,800 rs. ; dit.
lado, a 6,500 rs.
lina do l'ozaiio larga 11. 22.
Vende-se um preto perito ofllcial de sa-
piteiio, de hoi conducta, proprio para ser-
vir una casa, e lias horas vagas libalhar
pelo nflicio, pois faz tuda a obra de sapilei-
ro cu 1. i el leleao.
X'irope o hcique.
UMA Ot'TRA GRANDE CURA DA ASTHMA.
Sena una irreparavel falta de ininli.i parte
deixar era silencio o que acaba de acontecer
comuiigo, e que passo a relatar para que o pu-
blico seja sabedor.
Nos primeiros mezes do anno de 1842 em
uma noite de muito calor, dirigi-ine ao mar
para tomar um hanho, e com rlleiiu tomei-o ,
voliei para csa sriili-ine constipado, e como
j era tarde nao pude cuidar ro tralar-mt, no
oulro dia aeuti-me milito mal da garganta r
dopeito, milita toase, dores de cabrea, frioa r
febre c oulrus incoinuiodos que aeiupre acoin-
panhaiu aa constiparles uesa noitc touiei
um suador, un da acgulntr coiurcei a tratar-
me e d'alii em diante com dill'ei eiues remedioa
iin-applieados por prufessores, mili 05 que me
enainavam algumas prtioas de nentum tirei
proveilo enniir.ija tosse que ic ;!5igs ; por
iim declarou-se-meein aathma: quatro anuos
fui victima di-sia terrivel mtilesiia nupim
a lein ou teve he que sal* oa sorimeotos por-
que paiaa o que tem a infelicidade de aer por
ella accoinuiellido; hnje porm com orgulho
posao dizer que aciiei um remedio que xombou
da asthma ; foi o xaropc do bosque que se ven-
de na ra do Hospicio, n. 40 ; pola julgava-me
incuravcl, porm nao auccedeu assim : logo
que principie! a tomar o sobredto xarope nao
precfaot mais do que poucos dias para eu co-
nhecer que o meu mal com este precioso irine-
dio poderla ser completamente curado, e nao
me engunei, porque acho-tne completamente
llvre de todos oa IncoiiMftosJoa que at o prin-
cipio do mes de julho desle" nrw, poca em
que principie i a tomar o xarope do bosque,
nao fui s em minha pessoa que cale bom re-
medio prodigallsou seus beneficios, tem tam-
bem prodigalisado eiu ootras pessoas do meu
conheciairnto, que vendo o bom rrTeito que
me ia fazendo resolver) toina-lo para outras
ilillereniea molestias do palto, e os que expe-
rimentaran acharara deaejado efi'eilo. Res-
li-nie, portanto, a uttafaeio dr diier oue ea-
inu reatabelecldo completamente da asthma,
anida digo, terrivel Molestia.
Kio-de-Janelio, em 2 de setembro de 1848.
llua da 'riiiceza doa t.ajueiros n. 118. Vielo-
rino Ignacio Camilla.
Vende-ae na roa dos Quartels, n. i.
a n n


!:
Vend-se farinha de Santa-Catharlna,
muito superior. tordo da galeota Sanlii$<-
ma-Trindndi-, fundeada junto ao caes do
Collegio.
Fniinba le mandioca.
Na ra da Cruz, no Recife, armazem n.
13,na ra da Cadein, armazem de Cam-
pello Filho, vende-se fsrinha de mandio-
ca do Cear, muita alva, gommosa e de ex-
cellente posto, Unto em pequeas como
em grandes porches, por preco commodo.
Travessa da Madrc-dc-Dcos, av-
raazeni. n. 5,
Acha-se establecido un deposito, onde
.ncontrarlo os freguezes um bom sorti-
i .ruto de licores, espirito de vinho, e to-
das as mals qualidades ; superior vinho de
caj ; cha mate ; e lincas de vime, precos
moderados.
A elles que so baratsimos.
Vendem-se sapatoes de couro de lustro, a
2,000 e 2,500 rs. be o q ue valetn de eitio :
na ra da Cadeia do Recife, n. 9, loja.
I'aixas para inmuno.
Na fundicao do ferro da ra do lirum,
acaba-se de rceber um completo sortimeo-
tode taixas do 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por preco com-
modo e con protnptido embarcam-se,
ou carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
Deposito de potssa e cal
Vende-se muito nova e superior potassa
ecal virgem de Lisboa, em pedra : ludo em
liarris pequeos de 4 arrobas, por prcci" ra-
soavel: na ra armazem.
Vende-se um preto de bonila figura,
bom oflicial de pedreiro, e be de boa con-
ducta ; urna mulata de 18 annos, com um
filho mulatinho de 9 annos, a qual corta e
faz um vestido de senhofa, corta e faz una
camisa de horneen, engomma com perfeicSo,
he muito fiel e nlo tem vicios, o que se
afianca : na ra larga do Rozario, n. 48, pri-
meiro andar.
N casa de modas frajicezas de Mada-
ma Millochau, no Alerro-da-Boa-Visla, n.
1, alem de um lindo sortimenlo de chapi
de sed e de palha, recebeu-se um sorti-
menlo de capotinhos e manteletes de seda
e de fil, e chapeos de palha da ultima mo-
da, para montana, o de gosto amazona de
Paria.
A 18 Na toja n. 3, defronte do neceo.do Pei-
xe-Frilo, ven-ta-se panno azul, a cinco pa-
tacas o covado; casemira encarnada de
duas larguras, a 2,000 rs. o covado.
Bqiii c barato.
Vende-se rmieeza mu lo fin
Na ruada Cruz, n. 10,
casa de Kalkmaun
Irmos,
vende-se utn graode sortimenlo de
instrumentos de msica, com se-
jam :
Caixasde guerra,' e tambores.
Zabumbas e pandeiros.
Arcos de campainha, e pratos.
Baixos de harmona, trobes.
Trompas, nisl&es e clarins.
Cornetas, flautas, e pfanos.
Clarinetas, e requintas.
ViolSes.
muitos outros instrumentos.
Veude-se um moleque de 13 a 14 an-
nos, muito sadio, pro|ino para o servico de
nina casa, ou para o mallo : na ra do Ca-
buga, loja de miudezas, de Joaquim Joa
da Costa Fajozes.
Vendi'in-se ricos manteletes de gros
Je aples ; chamalole preto e de cores;
cassas francezas muito finas, desenos no-
vos e cores, fizas, a 720 rs. a vara ; chitas
francezas de cores seguras, e que nio en-
ganam, a liJiirs. o covado ; cortes de ves-
tidos de camhraia com a frente bordada, a
7,000 rs.; chales, mantas e lencos de seda
com franja, de muit-is variedades de gnslos
e preco.s que agradsm ; alpaca escoceza
imitando seda, com 4 palmos de largura, a
400 rs.; vestidos do seda os mals modernos,
brancos e de cures; um completo' sorti-
menlo de casemiras de goslos modernos, a
5,000 e 7,000 rs. ; corte de col leles de vel-
ludo, gorguro, seda com flores, ede sarja,
proprios para casamentas; lencos de sarja
aviada brancos para grvalas; lencos ue
cores de primoroso gosto; caga preta ; cha-
peos do pello de seda, de bonitas formas;
ditos de merino preos e muito finos alm
destas oulias muilas fazendas que se veu-
pem a todo preco i na ra do Crespo, n.
|2, loja de Jos da Silva Campos & C,
Cliupos de -sol para scnlioras.
Vendem-se chapeos de sol de seda com
frmjas, muito ricos, com cabos de marlim
e dus mais modernos. A cidade de Paria,
ra do Collegio, n> 4.
Vundem-se chpeos de sol de seda pre-
ta e de cores a 4,500, 5,000 e 5,500 rs. cada
um, com ;u murrio de baleia e muito hons.
A i'i ude de l'ai is, ra do Collegio, n. 4.
-- Grande sortimenlo de chapeos de sol
(unos, sem vicio algum, quecozlnha odia-
riodeuma casa, engomma e ensaboa : o
motivo por que se vende se dir ao compra-
dor : na ra do Hospicio, n. 34.
Vende-se Trignomelria, Geometra, Al-
iebra, e Arithmetica de Lacroix : no pateo
do Coilegio, casa do livro azul.
-- Vende-se urna toalha da lavarinto, ten-
do urna pequea parte de panno no meio,
be de hretanha de linbo, ou de esgui.to fino,
obra muito hem feita, e o lavarinto he de
modelo muito moderno, por preco comnio-
do : no Becco-Carpo, n. 1, segundo andar,
de manhSa at as 9 horas, das 3 s 5 da
tarde.
? Sedas e velludos. |
A Vendem-se ricos cortes de seda mo- ?
demos, furttncores, tanto lisas como f>
de listras e de barra ; velludos de c- #
9 res; merino azul para roupinhos fji
de meninos : na ra do Crespo, n. 9, 0t
9 loja de Jo9o A. C. Guimarfles. #
* #*# ? e
Vendem-se, na ra da Mnda, armazem
n. 15, meias barricas com cal virgem de
Lisboa, a mais nova que ha no mercado, por
preco commodo.
fc^Mtape Paulo Cordeiro :^r$
vende-se na ra da Cadeia do Recife, n. 51,
PsraosSrs.alfaites.
Vende-se estopa com alguma avaria, a
80 e 120 rs.: na ra larga do Rozario, n.
48, primeiro andar.
Alpaca de lila e seda a 360 rs. o
covado.
Na loja da ra do Queimado, n. 3, de-
fronte do becco do Peixc-Frito, vende-se
alpac de ISa e seda para vestidos de senho-
rss, a 360 rs. o covado: esta fazenda he
tecido de xadrezes de la e seda. padrees
muito agradaveis.
Vende-se urna caria para bacharel da
academia de Olinda, em muito bom perga-
minho, vinda de encommenda do Ro-de-
Janelro, e juntamente i fila para a mesma :
na ra las Cruzes, n. 40.
Vende-se urna molatinha escura, mul-
to bonita, que cose, engomma, cozinha, faz
renda e o mais servico de urna casa ; tem
15 annos: oa ra larga do Rozario, n. 35,
loja.
Kap Paulo Cordeiro.
Vende-se o verdadeiro rap Paulo Cordei-
ro, em librase meias ditas, a 1600 rs. : n,
ruado Queimado,n. 16, loja de Jos Dias
Simoes.
Vendem-se amuras ue ferro: na ra
la Senzalla-Nova. n. 42.
Vende-se um preta de naci Mina,
oja de fazendas, de JoSo da Cunt, llaga- mu'lt> m"*' v""0"' 1 zinha e faz todo o maia servico de urna ca-
sa : na ra do Amorim, n. 15.
Charutos de Uavana,
- ..na e de duas
larguras, a 800 rs ; anda restam alguroas
pecas de p*nninho fino, com 12 jardas cada
una, pelo baratsimo preco de 2,500 rs
tem algum moro: no Ale. ro-da-Boa-Vista!
n. 18,loja. '
Vendem-se meias de ISa grandes e pe-
quenas ; e rap roluo hamburguez, em gar-
rafas: na ra da Cadeia, n. 15, loja do Buur-
gard.
A 4,ooo rs. o par.
Vendem-se sapatocs de lustro
para homem, multo bem Jeitos, a
4,ooo rs. o par : no Alerro-da-
Boa-Visla, n. 58, loja de calcado,
junio a ileselleiro.
Vende-se por muito commodo preco,
urna rica secretaria com estantes para li-
vros, bastante grande, propria para advo-
cado, sendo de auiarello e anda nova ; as-
im corro,/seis cadeiras e duas mesiuhas
'le abrir : na ra estreita do Rozario, n.
', ultimo andar, das 2 horas da larde em
nte.
Vende-se um piano hamburguez, com
o uso.por preco commodo: no pateo do
10, ii. 9, primeiro andar.
Iloje estarao a venda, no lugar do cos-
o, ilous quarlaos muilo bons.
-Venderse i ap Paulo Cordeiro, cliega-
no ultimo vapor, por preco commodo:
'uadaCruz, escnplorio de Rodrigo d
a Carvalho.
Farinha de Tapuyc
mente em sabor, finura e cor a de Mu-
-eca, propria para mesa : vende-se na
ua da Cruz, no Recife, armazem n. 13.
Deposito da fabrica de Todos os
Santn na Itnhla.
Vende-se em casa teft.u. liieler & t.
aja ra da Cruz, n. 4, algodio irancadi
aquella fabrica, muito piopro para saccot-
de asaooaf, roupa de escravoo e fio proprio
para redes de pescar, por preco uiuilo com-
rnud.
marmelada de Lisboa.
Vende-sena ra da Cruz, n. 62, armazem
de Manoel Francisco Marlins, marmelada di
Lisboa, muito nova, e em latas de urna e
duas libras, por preco commodo.
Teeido de aUodo trancado na
lubrica de. Torios os santos.
Na iiia la Cadeia n. 52.
vendoin-se por atacado duas qualidades,
propriis p:irn saceos de assucar e roupa de
esertvos.
Meias (fr llnho
chegadas ultimamenle, vindas do Porto pe-
la Baha, pes grandese muito finas vnde-
se no escripluriu de Francisco AI vea da Cu-
nea, iua ao Vigsno, n. II.
Arado, de ferro.
ar-
de
lia lunaicao na Aurora em S.-Amaro dia, n. 6
I de panno truncado, muilo grandes, com
macocs de haleia das mais lurles, Cabos
lattoede pao, proprios parasenhores e fe-
tores de engenho. A cidade de Pars, ra do
Collegio, n 4.
Chapos de sol de panninho com arma-
CSo de baleia, pelo diminuto preco de 2,000
rs. cada um. A cidade de Pars, ra do Col-
legio, n. 4.
Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picola para cacimba :
ua ra do {mu, ns. 6, 8 e io,
limilicao de ferro.
Arados .e f rro.
Vendem-se arados de ferro de
liilleirules modelos : na ra do
liium, ns. G, 8 e lo, fabrica de
machinas e lundicio de ferro.
J o barato causa adinlraeao j
lsto acontece na ra do Crespo,
n. 6, loja ao p do lainpeo
Vendem-se cassa-chitas de muito boni
gosto, a 240 rs.; cortes dj ditas do melhoi
gosto que teem apparecido, a 2400 rs.; chi-
tas finas de boas tintas, a ICO e 180 rs. o
covado ; riscado americano, a 140 e 160 rs.;
dito trancado, a 180 e 200 rs. ; algodSo
mesclado, a 200 rs. ; zuarle azul com 5 pal-
mos, a 200 rs. ; dito de cores, a 200 rs.;
cassa pn-la para luto, a 120 rs. o covado;
cortes de fustSo muito boas, a 560 rs.; cha-
les de tai I.- lana, a 320 e 1,280 rs. ;cobeito-
res de algod.to de cor, multo encorpados e
proprios para escravos por seren muito
quelites, a 640 rs. ; alpaca preta de cordSo,
com 7 palmos de largura, a 1,280 rs. ; ris-
cadosde puro liuho, a 240 e 360 rs. o co-
vado.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, hs
muito superior cal virgen de Lis-
boa, por preco muito commodo.
I'aia ciicuricrnaroex.
\ i-nili in-M- superiores canuiraa aorlidas em
cores c ba&lanie grande : na piafa da inde-
pendencia, n. 20.
Vende-se urna estola rica, j usada : na
pn-c.1 da Independencia, u. 12.
Vende-se um oculo de alcance, aindu
em bom estado : na Boa-Vista, casa junto a
Mliei rAda S. -OrUZ.
-- V?ndcni-se bojoa francezes por mais
batato piecu do que em oulU qualquer par-
te : lan.liem se eiifeiUm bandejas muito
rics, por barato preco : na ra da Coucor-
yenii-tn-so arados de ferro de diversos mo
lelos.
Modulas siipci'iui-cH.
Na rumiiciio ue, C. surr 4 Companhia ,
cm .s.-Aniaio, acliam-se a venda moendas
d-'raima, loitas (lo leno, de um modelo e
-oBstrucco muito superior.
Maasa de vapor
Acha-se abena a padaria da rus do Bur-
gos. Forte doJjL-^oa, na qual se achara
liaimenle ia*s "s qual\iadea de massas
tinas, traba***"8 P">- m/*>hinismo : lam-
toem se fa/-'cam ecet,^ie S() ho|
nha. derrua, ditas inglezn XnUiOet
gfnnurados e ledondos, e oulras i,,,^ nill1.
^Tas tudoobra prima : as nicsmas sv, ehar
no deposito do paleo doTeico, n. o.
Aos seniiorcs de eng:enb<>
vendom-se cobertores escuras dea|B0H
dSo, proprios para eacravoa, por serem "j,"
niuii\ioi^.io, pelo diminuto preco de g<(,
i. Cada uni : ua ra do Crespo, esquo
bue volta para a cadeia.
Uueijos londrinos de 5 c 7 libras.
Vendem-se, no arinazem de j/anoel rran-
cisco Merlina & irmo, na ra d;i Cruz, n.
62, queijos londrinos, presuntos, para lia o-
ble ; Islas cun hiscoulinlio inglez, ditas
com atarula, cha superior de S.-Paulo, a
2,240 rs a libra : ludo novo e baralo.
Vendem-se iuehcravos. sendo um bom
di i ciro e mrslie de purgar ; 3 itos de lu-
do o servico ; 2 mulalinlios de 16 anuos ; 2
ditos de lodo o servico du c^mpo ; urna mu-
laliuha recolhida, de 14 ana, que cose o
engomma 2 escravas mocas, de bonitas
figuras, que coseni bem e engomnism ; 5
ditas de lodo o servico ; n ra Direil, n. 3.
-- Vnde-Si urna escrava de nac&o, muilo
boa engommadeira, doceira, e que cose
bem chao, cozinha para quem quizer dar
banquele.e he do muito bonita ligura;
una rio* .te imruK di, uuryi^,j ,1o .~...
boa quitandeira, l'avadena de'sabao af"
IhSes.
Vendem-se cem apolices da companhia
do Beberibe, todas ou em porcOes menores :
na loja de Ignacio Jos da Silva, junto ao
arco do Santo-Antonio, no cscriptorio da
companhia, e no do caiza da mesma se dir
quem vende.
Grande pechincha.
A 4i<>oo e 5,ooo rs.
Vende-se urna porcSo do cassas francezas
de novos padrOes e de muilas cores, a 400
rs. a vara,e muilo lina.-, a 500 rs. ; ditas
pretas muito linas, a 480 e 5SO rs. ; chitas
largas franceas, a 320 rs. o covado : na ra
do Crespo, n. 14. loja de Jos Francisco
Dias.
A ISiMiOoci'te.
Na loja da ra do Queimado, o. 3, defron-
te do becco do Peize-Frito, endem-sn cor-
les de casemira de algodto.com 3 corados
e meio, pelo baralissimo preco de 1,960
rs*: esta fazenda he de listras e xadrez, pa-
drOes muito modernos.
jfff-y? ? *>#/ ? fffffg
> l.anit i uas de reverbero *
.* para carros e cabriolis, de difle- <
l> rentes tamaitos : na ra do Crespo, *
OiiA&A 6 A*AA AA*
Yendem-se laboinhas para
chapeleiro, de superior qualidade:
na na d Trapiche-Novo, n. IC.
Oh : que pechincha.
Pao verde escuro limssimo ) pelo pre-
go de 4,000 rs. o covodo: no Aferr da Boa-
Vista u. 18.
l arinlia de iiiaiiriioca.
Vende-se farinha de Sau-Matbeus, de su-
perior qualidade, a bord-j do patacho Limn
e somaca Bella-Carolina, Tundeados em
frente do Collegio, ou ao lado do Corpo-
Santo, hija de oassames, n. 25.
Vendem-se 6 burros entre elles alguns
mancos ja de servico : na ra do Queimado
ii. 14.
Na ra larga to Kozario, n. 22,
ven le-e um mi/lequede 14 annos, de na-
CSo, muito lindo ; urna mulalioha e dous
uiuiatiiihus de 9 a to anuos; una negra de
20 annos, de linda ligura, que cozinha e
vende na ra ; um preto de nar,fio, de nieia
ldadt, por 300,000 rs ; um mulatinho de
13 annos, piopno para pagem, por ser mul-
lo bonito.
Vende-se, na ra do Vigario n. 11, ar-
mazem de Francisco Alves da Cunta, os se-
guintes generas, lodos de superior quali-
dade, e por menos preco do que em outra
qualquer parle : azeilonas em ancoretas, vi-
nho do Porto em bairls de diflerentes ta-
annos, cevada, cal virgem de Lisboa, ar-
cos para pipas e liarris, lio purrete, relroz
de Siqneira, cha de San-Paulo, canastras
com alhus e ditas com rolhas.
*fmfWYW*f*?f -#
^Depositoa labrica de*
% lodosos Sanios, n *
lahia. |
Vendem-se duas lanxos velhai r
prias para qual aterro, as quaes se .oh.
em bom estado; quarenta pipas viz
proprias para agoardente; duas aroarr...'
viradores de linho para navio ; un hk"
entre a ponte dos AfTogado e o nemrt!,*
a qual lem duas encllenles casas novas i
pedra ecal, dois grandes viveiros cercadZ
de rio, tem cenlo e tantos ps de coqueiro,
bastante capim para dous cavados- vr,
dem-semais dois chapeos armado'de r"
tor muito ricos, para ofllcial superior doU
pares de sdragnas, sendo um par il!
te-coronel e ouiro para capltao de Ru.r,i."
nacional, obra muito rica, tudosevWu
Becifero54COinm0d0 '' M '** d" G,deit"o'
- Vende-se, ns roa das Cruzes, n. 22, se-
gundo andar, urna parda de 26 annos, coro
habilidades ; urna preta de nacBo, de ia
annos, com habilidades, para fra da oro
v:ncia ; urna negn/n, de 12 annos, coo
prlncpiosdehab/dades; dous prelos de
nacSo, sendo uro Alies padeiro, e outro de
I8annos,comprcipiosdesapateiro..
Aos Sif. ac/idcmicos do quinto
a nao.
Fitas de charalote encarnadas largas pa-
ra cartas de hachareis : na ra do Crespo
n. 5, loja de miudezas ao p do arco. '
Veude-se jum grande sitio no lugar do
Manguind, que lica defronle doasitios dos
Srs. Canieiro*, com grande casa de viven-1
da.dequatro agoas, grande senzalla, co-'
cheira, estribara, baiza de capim que sus
Tendem- le,,t* 3 cavellos, grande cacimba com
de superior qualidade .
i/' j (bomba e tanque coberto para banbfo. ha.
se na ra da Cruz, n. io, casa dc'unie.ar.oredoad^VutttfiwTurtio.
9- Vende-se, em casa de Domingos Al-*
ves Malheus, na ra da Cruz, n. 52,*
pnmtiro sudar, algodSo trancado da*
aquella fabrica, mullo proprio para sac-*
^cos e roupa de escravos ; bem como*
^lio proprio para redes de pescare pa-!
^vius para velas, por preco commodo.
= Vendem-se, vinliu do Porto, dilo Sberry,
conservas, iiiuitarda.ilcaparra. salinao, can.e-
em conserva, aal rvlluad, corriulat paia po-
dio, franca branca da inelhor qualidade, dila
eteura, geoebra de Hollanda, Ujolo para liiu-
pai laca, licores lino, toucioho de fumeiro,
cha prelo superior qualidade, phoaphoroa em
grutas e a iilalliu.clianipagulie da melliur qua-
i. aile que lia uu uieicado, vrrnu prelo e liuu-
co; inappa iiioiiiiinoide Macelo, dito da cos-
a do l.raiil, dilo do golfo de Yei..-,a, escovaa
para tpalo, dila de efregr, vaaiora de ca-
bello para vairer alas, aieile-doee retinado e
almaiiaki maiiiiinoa para 1850: na ra do Tra-
piche, u. .11. ai-iiia/eni de Kayuuind Ai C,
-Veude-se uin refe rom leicadu eui bom
estado ; na iub da Senzalla-Vellia. u Ha.
Cal e puiassa.
Cunta t Aiiiorim, ua ra da Cadeia do
lenle, o. 50, cunliiiuaui x vender cal vir-
gem de Lisboa, o polassa superiur, por pre-
Couiais barato do que em outra pualquer
parle.
-- Vendem-ae os seguintes livros : alas-
tre da vida ; l.ubflo, segundtsliuhas, 3 v. j
Ordenacao du reino; Maguum Lexicn;
Valker, diccionario de pionouiicig ; Diccio-
nario fraiicez por Constancio, 2 v.; geo-
metra de Lacroix; Burro de Q. lloraUi i
Ceograplua universal, por A. Balbi: na
pii,a da Independencia, D. 12.
M uito barato.
Na ra daSolajlada, n. 38, vendam.se as
seguintes pecas, de boje al amanilla, por
Kalkmaun Irmaos.
Fogoes para cozinha
muito proprios para sitios e qoal-
qualquer lugar aonde n3o ha cozi-
nha, por preco commodo : ven-
dem-se na ra da Cruz, n. lo,
casa de Kalkmann irmSos.
Vendem-se 130 saceos novos de esto/
ps, com duas varas cada um : na ra larga
do Rozario, n. 48, primeiro andar.
Lotera do Klo-de-Janeiro.
A o 2o:ooo#ooo.
Na praca da Independencia, loja n. 3,ca\m
fundo para i do Queimado.vendemse baile-
tes, n.eios, quartos, oitavos e vigsimos da
decima primeira loteras beneOcio do Dies-
tro de S -Pedro de Alcntara,vindos pelo ul-
timo vapor. Na mesma loja mostram-se as
listas das loteiias psssadas.
Vende-se um escravo bem possante,
bom para o servico de engenho, de oacSo
Cabund: na invessa do Veras, n. 15, na
Boa-Vista, al s 8 horas do dia.
Lotera do Uio-ile-.lani ii..
Aon 2ii:iioi)S(kiii.
Na ra estreita do Rosario, travessa do
Queimado, loj de rtiiudezas, n. 2, A. Ven-
dam-so os muitos acreditados bilheles da
11.a lotera do thealro de San-Pedro de Al-
cantara do Hi-de-Janoiro.
Cordas e bordOes para violSo e rabeca,
na ra estreita do Rosario, travessa do Quei-
mado, loja d< miudezas n. 2, A. Vendem-se
muito supreriores curdas e bordOes para
violSo e rabeca, por preco mais commodo
do que em outra qualquer parte.
A lio i". 6 l.iio.
Carteiras de marroquim com chaves,
para commercio, com os mezes do auno, a
4,000 rs. cada urna, edita de tartaruga pa-
ra alinden a forradas le setim muilo rica
a 1,800 rs. .' no Atierro da Boa-Vists, loj
n 48.
Vende-se superior palha de cama h
chegada recenlemente doAss : na ra d
Cadeia do Recife, n. 36.
Vinlio de Bordeaux:
vende-se na ru da Cruz, n. lo,
casa de Kalkmann Irmaos
AGENCIA
la fundico Low-Moor,
HU DA SKNZAI.T.A-NOVA, N. f\1.
Neste estabelecimento conti-
na a haver um completo serti-
mento de moendas c meias moen-
lus, para engenho \ machinas de
vapor, e tachas de ferro batido c
coa do, de todos os lmannos,
jara dilo.
-Vende-se una preta de 20 annos, de
muilo boa figura, que cozinha, lava e en-
gomma pouco ; urna molatinha de 14 an-
nos, que eos, faz lavarinto, engomma, ves-
te e pi uleia urna senhora ; 2 prelos pecas,
ptimos para carregarem pslanquim e ga-
uharem na ra, por dar ni 640 rs. por da;
um mulatinho de 10 anuos, muito bo-n pa-
ra servir a urna casa : ua ra do Co o,
n. 21, primeiro andar, se dir quem ve. 'e,
-- Veude-se urna bonita escrava criou.v
cm vicios nem achaques, com duas criss,
sendo un moleque de 2 annos, e urna na-,
grinha de pouct a dias de nascida : a escr
v> tem muito ho.ti leite : o motivo por qpe
se vende se dir aocompialor: oa ruaf
ireit i do Rozario, n. 19, loj
Ve\n
mais de s
sentando
all'diidega
a cidade
5nang,
da Cruz o
bem como el
Pernambuco:
io. casa de K
Agoa
eorai, ;>rimeiroXobrdo novo de um innai.
m-se colleecSes com
ts lindas vistas, repre-
ponle do leciie com a
a ponle da boa-Vista,
Olinda, a ponte do Ca-
|Co-da-Panella, e ra
o arco do Botn-Jesus-,
grandes vistas de
a ra da Crui, n.
manos Jrinao.
Sellz
. u
d.
r
a
te
bl
z(
di
i
ca
re.
cu
ei
Jo
Be
se
Ca
da
cii
mi
" .31 -------- I un
Je excellente quallJade, e por pre-J i*f
90 nsito commotfp : na ra dol^
Trapiclea-^ovo, n. |i6.- lao
Vendevse estam'tu #m verJC*
uitoboa (]ua
rrapiche-Novo, n)
dade
guinha, de
na ra d
Vendeja um sitio que ndo he
oo priucip#> da estrada que, yai da cam-
pia de -Amaro para Belem, com ba
casa de vA^oda com solio e cinco jsnellss,
copiar, muT*a commodos, cozinha fra,
cacimba, eslrilbaria, lugar para bezertos,5
viveiros, um Vm numero de cajueiros,
muitos coqueirosVmangueiras, jaqueiras,
sapotieiros, larangVras, etc., multo ler-
luno ilcvoloio, que poda dar pasto para 8
ou 10 vaccaa de leile, com desembarque
para a camboa da Tacaruna para a manir
canoa carregids : na ra larga do Rozario,
n. 35, loja.
- Vende-se una 111 ulula de 20 annos, seo
vicios nem achaques, que engomma cuoi
ik ifeieao, cose e cozinha : o motivo /or
que se ven.la se dir ao comprador : di ra
do Hospicio, casa terrea com sol&o, delruo-
te do n. 17, das 6 s 9 horas da maulla,
das 3 da larde em diante.
Vendem-se pcnlesde tartaruga da mo-
da, a de 1 los e lisos, e de na 1 rala : laindem
sa faz qualquer obra deste genero, tanto no-
va como de concert : no pateo du Carino,
loja de larlaruRueiro, oa esquina que volt
para a ra das Tiincheiras, n. 3.
Vende-so um bom carro de duas roda
por pnco commodo : na ra 4a Autora,
11 48.
Escravos rugidos.
-Fuglo.no da 12 de setemhro prozimo
passado, o escravo crioulo, de nome Jorge;
be alto e'secco do corpo, cor bom preta ;|
lem falta de dente na frente, porm be
moco : quem o pegar leve-o ao Alerro-dos-
Afogados.s Antonio da Silva Gusmfio, que
gratificar,
-- Fugio, na nolte do dia 29 de setemhro,
do silio de Joaquim Ferreira de Azeve'o, u
de 32 an-
onda
fu
ei
me
I
pai
bal
coi
prc
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Jo
vil
ra
a 11
n
orpl
negro Trajino, de naco Congo,
nos, de estatura regular, cara re
tem os beicos grossos e virados pa.
falla bstanle descantado e atra,.
I oteriii lo Klo-ile-.Inneh'o.
Aos 20:0008000
Rus da Cadeia do Recife, n. 24, loja de cam-
bio da viuva Vieira & Filhos.
Pelo vapor Sun-Snlvadur, sahido do Rio-
de-Janeiro no dia 13 do passado, receheu-
so grande sortimenlo de bilheles, meios.
IIIKflot mi- H.k.i aBat ata '______I .'
a,
lo J
est alguma cousa amarello de ter 1 ,-
co se restabelecdo de urna friald. ;\e-
vop calcas de merino prelo, cmis.Jl, 1-
coiao trancado com listras ajuef, e*u
leibaeta azul, urna cubera lainhem da
la azul; eonsta ir junio com ulio, qe
o na mesma nccasiao. pertencei. a
,,.. I) Francisca Tbomazi da Couc eflo
(nha, de nome Pedro ; he basbwU iu>,
tresenta ter 38 a 40 annos ; tem uns ea-
imbods pools do nariz al so neio na
test; he bastante molerlo e desdentado
na frente. Iloga-se a lodas as atiloridadus
policiacaecapilSea de campo, que w P
prehendam eslevem-nos ra do Crespo,
loj 11. 10, queV10 gialificados. .
*..., no da 9 do prozmo
avo de eme Pedro, mu-
rnrpo grosso, cara rc-
cidos; tem um ueniii"- 1
vou calcs de aba '
ndo novjuern
qriijsjf, qu
passado, um es,
!!.._ .1 ,,,
iliin la, elididlos
dio ua fente ;
azule camisa de
o pegar leve-o
ser recompensa
-- FugiQ, 110 d
correle anno, 0 e
l'eleciano, de 37
cflfs roiudas. na
lenla direila qU
Jlozi
riz
primeiro de outuhro do
ravo crioulo de nonm|
hos, estatura baiza, '
beicos linos ; tero >|
da cmais curta que l
re!
Sino
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se ni
l'c
I recr
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Iftiol
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,D1
I cons
"nege
to ul
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deU
rae
dade
auto
tad;
aoc
toda
duali
liceo
ti
Qnart
sen dono relirar-se para Uosaaiuedes : um
supla de Jacaranda, em meio uso; uma,|qu"rlii. oitavos evigesimos"d'a'Cll' RtlerTa'
mes.de meio de sala ;.las bancas, duasla beneficio do thealro de S.-Pedro de Al-
v-aiss, .uddo j.e.r.ndiu ou> maiu uso ; jcaniara, cujas roda* deviaoi Correr no dia
,. "". P' de redomas com jarros de llores em 128 do pausado mez. A ellos, a elles
relia, na ra do Livramcnto, 11. 4, se dir meio uso : ludo por 120,000 rs. Vendeiii-se dous i,ri,.. l'. k
i-iuein vende v,... r^ r .. *tuueiu-ae uous prelos mocos, bous
I" V.orse um. preU de n.cHo. de 20 \XfS2 T "" """ k^*" "*' "*--* f%
esquerda ; lem JipFotiinlio na uet'
cima da nuca, luma muit-, tabaco ; leW
chapeo de palda de carnauba novo, canil
de inad.[ioiaousaila,;calcas de bnm brin-
co trancado ; fdi encontrado na estrada no-
va, indo para o matld) "m o pegar le*
a ruada Prsia de-S.lRlla-Ptuva, n. 7, qui
ra
sera grjililicadi
Eli RATAS,
tw ugar v diz'-ie Kss sri rx>e ".
trerrivei, laia-se nas crises mais lar"'
Mis.
Pal
: MTTP. DIM.
(aau.i1
I
B
Ionio
1,
juare
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riod
* qui
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IKIat
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ulro
vil
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MELHOR EXEMPL


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