Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07025


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Full Text
Ann XXVI
Ter^a-feira I
AMIDAS 0 COlBIlOt.
Golanna e PaMbll). legup&u esexlas Mxas.
RIo-Gi-nde-dn-Norte, quipus (iras ao melo-
da.
Cabo, S^inhSem, xWo-Po'rmoso, Porto-Carve
eMa< a 11, e 21 de cada mea.
Garabhus e Dooito, a & e 23.
Boa:VIU e Florea, a 13 e 28.
Viciarla, s quintas ffra.!
Olirda, ledo* os das.
nauaa aim iMmmmma>
Pian d m.
linpnrTimini
/Ittv; a 6. aki 30 m. da t.
fCwc. a l. ao 10- >. da m.
JUtiei. il, aoi 15 ni. da' m.
(Mlng.ao, as2h.e 40m.dat.
'HU vn.won.
j Segada* a 1 s
i Minuto da Urde.
I minuto da iuanha.
de Ontnbro d> IJWO.
N. 921
-MUCprX D* B(rB.'lCIs.lrlAO.
Por tres mezes (dianiados) 4/000
Por seis mezea ; 8/000
Por ra auno I 15/000
DA da BaAIA.
30 Seg. S. Jeronymo. Aud. J. dos or. e m. da 1- v.
< Tci c. Remigio. Aud. do clianc. do J. da 1. v. do
civ. e do dos feilos da fazenda.
2 Quart. S. Lrodegario. Aud. do J. da 2. v. do clvel.
3 Quint S. Candido. Aud. do J. dos or. e do m,
dsl, V.
4 Seal. S. Francisco de Assls. Aud. doJ. dal. v.
e do dos fritos da fazenda.
5 Sao. S. Placido. And. da Chae, e do J. da 2.
v. criinc.
6 Uom. O 5S. Rosario de Nossa Senbora.
CAMBIOS ZH 3 DE SETEMBRO.
Sobre Londrot, a 28 '/ d. por 1/000 ra. a 60 di i
Parla, 316.
Lisboa, 100 por cento.
Otero.Onfas hespanhos......... 2S/000 a SM
Hoedas de rj*l)0reinas.. 16/400 a 16/
de 6/400 oras 16/100 a 16/260
. de 4/000........... 9/100 a 9/200
Frata. Palacfle brasileiro...... 1/860 a 1/980
Peso columnario....... 1/960 a 1/980
Ditos ineiicanos.......... 1/800 a 1/820
.^JHOBuniTtSaa)
PARTE 0FFEC$A
M.i
BINADO 'IN^jPfimAMftlrGQ.
D: Modada Pun arf" rtofd.jdO'
eoN90 rVrtlU.(&,W<>'1i'7s traca de leos d" Sknla .Se Aposlollc%,' poje. Pirnamiuco, db'eontfhjh.S. M. ti
A todo M habitantes da cid* Je de Mliij-
da sade, por e bencao.oin, noote daJesgfr.
Chrlsto.
MM>Mjti) ******" de su
cia Divinal tenha em lodwi.smvleqipas roso,;-,
reatado sua benigoa roimpdp sobre os pa-
vos, que podar* e suavemente raje. ..Sw'
poneos inexcrutavej designios permute a
perpetrado .dn culpa, tsnibem em toda as
epocaa (resigna arfes Apostlicos, que a
repriman), fazendo ver quaes sejam os e-
vaies de, crea tura para coni o Credor, as pe*
as que des>flV*uo*iti o desobedientes
aos divinos preceilos, a o premio (.rouict-
tiilo aos que deste se.coiistjluireB,dignos
pela pratica das proprioi devores, saftuodq
os quaea aroenle paJem 'enamurthar a
exacefio qua rtsHain aos dona fstim*ir?>
reotitos do Sacralissimo Declogo, nos
quaiea lodos os outros silo comprehendidos.
Do n\esnu> modo que a Eterna Sabedona
prneile noque rrspeit ao Espiritual, as-
sim taml>eiTr.TnJTidenca VeSpctlvametit"
UTt.
no Temporil, pfapria mente
App recei escriptrjs impressos, subver-
sivo ri' btaem,>erlurTiadi)res da putilla
tranquillidaje h promotores de effusflfi de
sngMP emittem-sebpinioBs contrarias ao
TtgoVir 'reRIfh'" la.ie sem pejo al-
gum de aa proferir logo que'indicara desli-
luilosae veMadcira inUlligenesa seus au-
torvaeteetariot; manejahi-ae cslumnis
enredo* contra es Br|>rios jwrenleg e aoii-
aoa.s^m irmor algum Divino, u humano :
l porm, ae maniresta urna brillmnte edis-
tincU pena, que refuta serrnea doul'i-
nas dos que estilo em circtimstancias de n e-
|0or fAciocinar, se o depravado ecoUmo os
dSo facinaw*, ese a aaMdsde fMle'na os
doai^nasse exactos oljuervnles do segundo
5rfflWe^#fcMytt:
c providencia sejafn um indicio maravi-
lloso de sua omnipotentnpri'Stangs, om-
nioipdamenta ohtida pela coiiliau<;a que Hel-
ia depositamos !
lie vrdado qu'o n mui riopr'e n bem appa-
rada peana, uae or referunus, compara-
tivamente a, nutras milito mql appsradfi,
que gravemente'escandalisam 6 segundo
sentido corporal, que a doutrlna 'dh?lstSa
menciona raras vezes apparece; record
mend, iiornt, que ja no leuipo em queJe-
sus-Cbrislo aiiduiiiava uEraugellio liavia
grandp sea.'e poicos ojrerarios autos para
uaultura
' NHodesanimemos,porm, einquanlo exs
tirem oc r'c'verentf pdrek'capuxinlios no fi-
tori'BraslIeiro, posto que em dlininuto nu-
mero.pois que importantes servidos presta m
a 'Imperio, cujo solo calcamos. He i o (Ha
6 do prximo futuro mez de ouiubro que u
iieVfrendissiiiio l'refeilo do Hospicio de
Nossa S.'uliora da Peidia vai principiar sua
MisbSo ni Sania' Catiiednil de 0|.ihda, e nos
espetamos que o froctoyesia Mrssfl corres-
ponda'ao zeloja carldadq corn, qu o Reveren-
do Missiufirio's'e presta a este acto, omais
jueundo e apraaivvrjaquelle Deo eSenhor,
u,uo no querendo a mortedo peccador, ro-
ga e solicita sua conversBo.
Nest inais opporujna occasiSo exhorta-
mos os .nossqs dioctsauos Oliu'derfseA, que
nSq so cppcprraift prsenlo MissSp. como
os admoestamos '( na qualidad de Precus-
spr de Jeaus:fJ);is.iO| incala ocesiflo J a que
se qjsfonliam e preparem para collier os
prjlTesular^-Ve'3 ':mii'S 4ue dei*r>e!
No9 .WJrUiJrt6 n\ oaslidjida de l'as'toi
teniporol lliessupplicmos oo nomo de Ja-
sus-phristo- Pastor Eterno,'quo n3o Wgjf-
7cm to bella opporiuudade par eoh^qlta-
rem no molhorameiito d.i sas almas.
8e a irregularidad^ dos cos^uroes at So-
ra os te.m duminado, oucam, esculeiii Oou
trina Evaritjelica, gilanlem e conserven en
sua menld esta amabliijma doutrlna, qm
Muuciada em nbrru, e pela Virlu
'iia, que |.o
>IUIHHUIIlliiliJu imHuida, anm Je qu
a nica verrjadnra religiSo floreca em tod
a sua pureza.
1"iiTto-rJw9ore JO**
iiriedidos pela feerntuW^*b&o do ne-
gneis dB.Pierrs., foT*?rf,,i,,*'i'10 ,0
jnesmo Sr. mareen! em OHlcoi da presi-
Jlancia dest brovinea dU rdos rrontem.
1'ranclK Cato aT*v pm Oetehampt,
Cpll!!oud*nt deordens.
Mam, tm 30 de utemb yiode 1850.
ordrm do da rr. 95.
0 8f. marechal d campo gradusilo, An-
6 Sera-, comma ndante da* r-
nss, (letermi" qu no da 1.* de'ootubro
)el mrrriH, o UBI do exerclto *-
OS RosrqlBjbli^i^i^BBfe pssjem
iquar-
?r. pela maneira seftiilnte :
A's 6 hriii O oitavo batalhB O, ts 1/J o
priaiei'o, lis O segundo tdo de cacado-
es. as r t/a o quinto de ftnil eiro, is 8 a
iqnirrs'ririhi de csvillaria, s8 I /2 b eompa-
iIih de artiflees, as 9 o reefuta em depr>
!itona fortalera d Brum, 'filialmente is
0 o terceirn balalliSo de artilha ria a p.
Franeieeo Carlos Bueno Deschampe,
OapitBo ajudante de ordena,
------------^___
TB,IBN4L DA I.ELAG40'.
! SES9AO DH 28 DE SF.TEMIIRO DB 1850.
tassiDENCU DO EXC. .5NI.O COR-
.SCLyK|BO AZEV|!D0.
A's 10 horas da manhia, achando-te presen-
es os Se, .desembargado Ramos, Vili.i-
ea,,Bastps,,Lefio, Sou,ta, Kahrllo, Luqa Freir
Paatarhv do Sr
Sr. dnetMbargador
appellaeAeaea que *io-r
Apiiellame, Jos Dio.
Jos Antaio Lope.
Appellaote, Antonio C
pellada. Me. (alinon
Appellant Francisco
peltsdo, ioSo Alvei
Apppllanles, Antonio
sua mulher; appell
Barreto eioa inulherj
Appellanle, o-jutio,- n
reucu de Almeida Mufli
bargador RabeHo ao
Freir as aeguintes
isla Silva appelUdo,
nano das Neve ap-
lelro da Silva; ap-
arvalhoO-z.il-.
jnio de *) endonen e
Estevio Jos Pac
fiado, Antonio Lou-
M
P-
re[le,.fr,tadp com causa n Sr. deseinbarga
lor P*juce, o Sr. presidente declara abena
ess.no
{ Len-'ie em mesa um ofgel do Esm. Sr. pre-
sidenie da provincia, <. .iinicando a rrmo-
lao do baoharel Imo t. iduusa Rea do lugar
ilejiitz. municipal Uri>liiu do Ejii para o
dos lerinoi da >pt S e Juateiro da provincia
lia i.aliu.
; Oulr remetiendo a falla com que S. M. o I
cn*ejrou no illa 11 de selembrp di correle a
rgiiudascssao da ottva legislatura da assein-
J>la geral \eglslatfva.
JCJLOSMIP1TOS.
Apptllac&et cceil.
|(Apnllane, Pouiualeau; appetlado, F. Polvier
-^Coiilirinaraui a leulenca.
Appellanle, Auna Elisabet Adflle Poerson ; ap
pell.ido. AllunaoS. Mirtiu. Refaruiaram a
sentenca.
Appetlarite, o tulzo de ausentes; appellado, An.
lonia Joaquiin GoncalvesGu.'maraes. Con-
firmaran! a remenea. __
Appelranre*, KHart.'uelasi tjissvra^*" assfaBlllifu,
Domingos Caldas Pire Ferrira. Conlir-
maraiii'a seulenca.
Appeilaoie, Jos luoinaz deCfirp(Vs.Qiiart-
a appellado, Jciaquun Varia Rioelo de
Andrade. dem.
Appellanle, M a noel do Amparo Caj ; appella-
do, Jado Krederico da Abreu llego. Des.
presara ni ui embargos.
AppeUoules, Carlos Jos Gomes de Oliveira e
oulro; apellados, Pedro Jos Rodrigues e
na nuil tu r. Ideui.
Appellante, a preta Manoela; apellado, Ma-
abel Franciscu Rabelto. Foraui receidos
asuiBargo.
Appellautrs, Anos Goncalvea Vieira e ouLroi
Appellante, Gervazir. fe.Souta Raposo ; a
patada Alano Jji do Nasciinento.
Paissrain do'Sr. dejenibarg.idor J.una Freir
ao Sr. deiembargador Teilcs as seguinlcs ap-
pellacdes em que sao :
Appellante, Francisco Carneiro Machado Risa;
appellado, Manoel Joiquim do Reg Albu-
querqoe.
Appellanle. Antonio Gomes Villar; appellado,
oniiugoFrancisco 'lavares.
Passou do Sr. desembargador Telle$ao.'-r
desembargador Ramos a seguipte appellacao
euique sao:
V|ipellanle, Joaqulin Pereira Hoinein; appel-
lado, Sergio Cleuicnliiio .Violo Maior e Albu-
duerqne eootro
Levaulon-se a sesso depois do melo-dia.
EXTEfJIQ
^s=
Jo4o, ,lpQilel'cronil)uc.
i i i ii i
QnmrMtnnalmiuUjk.dt.tcAife, em ilu
^gt^H teUmbro ele W5u.
OKWEIDO DA N. B3.
1 de. can.po graduado Alltoj-
iMniitedas armai
leeimenlod
KMJW !<, qu S M,
Imperadqr se fJiguou por sga nlinedlat
imperial resolcode Sde>le me/, tomad
., sqbr,e consulta jo cuiuelho milita i
que o .coQle o lempo deservigo u
fere* a]u los da SiK
tavi'batalb'fiod cagadurea. J
Desprelaram us embargo
Appell.mies, Juliiislun Paler & C e ontrn; ap-
pcUado.Uanoel de Soma Guiuiares. dem.
niLisixcias.
Apnellanle,, o Indios de Arronches; appella-
do, os licrdelro e Jpao da Costa e Silva.
Mandaraiu ouvir ao advogado Paiva por par-
te dos autores, e denoi ao curador geral.
Appellante, Jos Rodrigues Ferrclra appel-
lado, ujuito. Mandaraiu ouvir o curador
tuina, o curador geTale ao Sr. desembar-
gador procurador da corda.
DUlliKiCE.
Appellante, o julio ; appellado, Manoel Jos
Francisco e sua mulher,
Appellante, o Jai; appellado, Wlliam Wl-
ww.
Appellante, Manoel AlvetCuerra; appellado
i Gaspar de Mcnezes Vaseoocelles de Drn-
luond e oulro.
Appellante, [guacia Thoiraila do Sacramento
apptllado, Jos Ferrelra de Oliveira Denla. <
atviioxs.
Passaram dp Sr. deieiniargador Ramo ao
Sr. desembargador villares a seguales arajiel-
laf"0 em que sao
Appellante, o juizo; appellado, Pedro d'Alcan-
tara do Nascinienio.
Appellante, anoel Antonio Gomes Rlbeiro;
' appellado/ Jos tgiuwio de Barros Wan.
derlr.y.
AptWsTante,. Jojqulin, Pereira oMein ; apjiel-
lado, Jos Looppldo.Ua Silva.
'ainaram .do .Sr.desembargador Villares ao
Sr. desemlMrgador Itastoi as seguinlcs appel
Ivcdci em que sao :
Appellaue, Caiharlna Francisca dp Espirito
miu, piiriiav, Joao Lene ae Axrvcuo. i
Appell.iute,"joao Matheus; appellado, JUlilo
A'ppeilaule, Joa Ferrelra dos Sanios ; appella-
do, los'Josquim dt Mesquiata.
Appellaue,. Ignacio Manoel Yiegas; appella-
do, .loaquiui Viega*
Appellaue, o.juizo; apelUd>, l*fla Fra.
cisca
CASA DOS GOMMdNS DF. INGL\TEItl\.
RXAMS Dt rOLtTICA EXTERIOR 00 O0VRBS0.
Diseuno dt lord Palmtrelon.
(Conlinuac^o do n. 812..
to% Palmereilon (conliiiiian lo): Pastando
agora i Hesiianha direi que he verdade que o
honrado barnnele j nao eslava no poderquao
do fnrain concluidos em 1835 os artigo* addi
clonars ao tratido de 18.11; mas que tratado
fol esse de 1834, Islo he, o tratado da Quadru-
pli Alllanca? Foi um tratado feito para ei-
rlulr da Penlntnla nosmenie D. Miguel, se-
nao tainbem a D Carlos, o qual aehava-ae nrs-
e lempa com tropas em Portugal resoluto a
voltar i Uespanha, e se 1), Miguel llvesse sido
bem auccedido no primriro deites dous e9U-
dos. nao ha duvida que D Carlas se leria apro-
veltado dacircuinslancia para fazer valer o
eus dlreiln sobre o segundo. (.I;wi,i,l< ) D
Carlos havrnd > sido expulso da Pennsula, se-
gundo o tratado de 1834, veio para Londres,
aqu esteve por algum tempo, porm depois
voltou Hespanha. As hostilidades foram
renovadas e o artigos addicionaes de 1835
foram eptdo cnnelliidns jmta o Din d,e dar so-
berana daquella naca um slccorro que a ha-
bflilalsea conservara coi da a espellirD. Car-
los do territorio hespasiho!. A'tecato he exa-
ctamente quelle que teve lo, ir einPnrtiig.il
(^paorfo.) N* uo buhamos r Jnhuin Inlerrs-
e particular rui determinar ~ I o soberano da
Hespanha deveria ser luna princesa alada In-
fante, como Isabel o era eotao, ou um princi-
pe boinem fello; a queslao abstraa entre Isa-
bel e Carlos em nada no Impon iva, e o enlio
gdVerno de Inglaterra nao julg"u proprio oein
til Intervir nella. As questOes de succes9Jo
a eora tem aldo certaiuente em Indos os lem-
pos materia com a qual as potencias eslran-
gelras se tem intromettido ; porm ellas o no
gava conveniente, a respeit dos amojmen-
lo Internos dos outrot governo. (Titto )
Todo o muado sabe quein he sir Richard
Church ; (apoiadoi) militar muillsslmodislinclo
qne combaten noblemente pela causa da Inde-
penden-ia da Grecia e que por longo tempo foi
moi respe i lado e honrado pelo goienio grego!
porm em 1843 incorreu na suspeila desympa-
thfsar com o partido que exiga do re a constl-
tuicun. Crelo que elle fez um grande servlco
ao re, .e coacorreu multo para salva-la dos pe.
rigos a que de outra aorteterla sido esposto
(ipoi'idor) porm nao obstante isso, ein 1844 foi
limitiido do sen lugar de inspector geral das
oreas gregas, sendo substituido pela general
Grlvas. pessoa coja conducta, como se" v do
despacho de qu trato, nao tinhasirio intelra-
mente llrre de imputaedes de deslealdade.
Aqu eslan aa Instrucce didas sobreest
objectu asir Edinunil Lyons pelo ministro que
ouiie.i ntiTvcio nos negocios internos dos un-
iros paizes, e especialmente nos leus negocios
puramente domsticos.
a O governo de S. M. soube com pr 1'und.-,
dor a deiniss.io de sir Richard Church, que Io
bem epor tantos aunos tem servido ao gover-
no grego. Sua dor foi anda augmentada,
qo mkIo este governo soube que a pessoa Ho-
rneada para o substituir tUlia-te ltimamente
esforcado por excitar a rebclli.o contra o re
da Grecia. O governo de S. M. nao tenciona
intervir ueste negocio, pois por uiaii injusta
que seja a dimissdo do general Church, e por
mals imprudente que seja a noineacao do seu
successor, les actos achain-se dentro da com-
petencia do governo grego.. lito he mullo bel-
lo e candido. (tprtaioe.) Porm.contina'o mi-
uistroque nao goslava de intervir, comquanto
o governo de S. M. abstenha-se de intervir, jul-
ga de seu imperioso dever, visto a posicao em
que a Gra-llretanha se acha como potencia
creadora e garantidora.expressar nos termos s
serem officialmente trocadas. ( Applaeuo*
ettrondosos: )
Com lulo, snnhorm, o honrado baro-
n'lfs. J. Crahsm) disse que PRt"s nezncnn
le llespanii iluriram longo lempo p Uve-
ra m consecuencias ilessstrnsas, nojs fo-
ram seguidas do Bcontpcimentos da maior
imnortarjcia relativamente um oulro oa7;
isto h", F-am;a Elle disse qun tiestas
irirstOM, e bem assim dos easamentns hes-
psnlies, originaram-se dilTiirencas entre o
Inis pai/es que condliziram a mo innuors
consecuencias do que a dlatrmeln da mo-
narcliia franceza. Kst oniniflo dimana da
masma paixlo de reduzirmais nequena
lsintellifencia pessoal, tima questjo grm-
de e nacional. Fol n ndio que en ti/ilm h
Mr. Cuizot, que destruio a sua alminislra
Qo, e com ella o trono da Franca, (fien.) O
que dir, sr-nhnres. a nacSo franceza, qnnn-
d i sotiher de tal? O que dir essi nacffo
spirituosii e chela do snnlimonio de sua
dignidad* e valor, quan lo souhsr que sa
aTlrmou nesta cjs quo foi.o poder do mi-
nistro britnico qui d-rnbou o seu gover-
no ? (Mullos npplauoi) He, senhores, urna
ipjuria que se fn a naca franceza. supprtr-
se qqeuodio de algum eatrangeiro, qual-
quer que elle seja,,para com o sao ministro,
po lesse produzir este effeito. Os France-
zes sSo bravos, generosos e briosos, n se ti-
vessem sabido qde um* conspirsqSo estran-
ge a tlnha sido forrnada contra um de seus
ministros.{Toetlromioeot eprnlaiegaias f-
rum os applausos dados tiesta ooasiio, que o
orador n&n pie concluir a sua f/ifaea.)-|)igr
quo so n povo fraucez tivnsse sabido que
---------o------------------ --|-.~-. "... (. I Ol.l.S
nal* fortes o seu senliinento pela injuria feila al lal bando de conspiradores estrangeiros
oppelludo, Pedro Marns de Arauju Veras. teent feito seno quando um mieressc distincio
aa inore a lsso. Ora, cid Hrspanlia e Porluga
qurs toera entre o governo absoluto e o go-
verno constilucional e parlamentar. (.Ipoindoi.j
E realivainenle a ambos estes paizes, pensa-
mos que os Interesses da Ipglalerra debalxo
de '.odos oa pontos de vista, qur eommercJ.il,
T'ir poltico, ganharatn multo com o estabe-
b-ciinento do governo constilucional.(Apnleos.)
Se alguina oousa interessa Inglaterra rea
livaniuie i Ueapanha, he que esta seja nid.--
pendente, (epoiaJei) que seja dos Hespanhes,
Seja a Hespanha da Hespanha, tal lie a mxima
segundo a qual procedemos em nossa poltica
a rcipeitodesse palz. (Apoiadoi)
Mullos Inales ho de seinpre vir Inglaterra
de se adrar a Hespanha debalxo do dicianie de
outras potencias ; lie ciniaenteinenle de nosao
interesse que quando livennos a desgraca de
achar-nos ein despula ou guerra com qualquer
OUtra potencia, nao leuhaiiios tamheiii por es-
as causa guerra com a Heipanlia, P'iucip.l-
meme Rao pendra sido por ella oft'endidos, nem
a lendo bflendido. (Apoiados.) lie de multa van-
tagem para nos que, emquauto nao tivermos
sir R. Church, que sendo um dos" mclhores,
dos UI.II5 dcsinleressados e dos mas efQcases
defensores da independencia grega, fol inespe-
rada e injuliosamente dimitido sem que sua
ib'uisjao fosse acumpauhada de aenhuioa pi-
livra de cousolafao ou rrcnnheciinento pelos
grandes serviros que prestara Grecia; este
i iveriiu cousidera-se lambem obligado a ex-
preaaar o seu senliinento pelo excessb de Im-
prudencia e de impoltica (apoiados) que se
uoinmelteu, nomeandn-se para o lugar oceu-
pado por sir It. Church. lugv da maior respou-
sabilidade, a un homein, o qual p u- sua con-
duca recente tem mostrado que he Inlmlgo do
tlirono e perturbador decidido daorriem e da
disciplina.' Tal he o ministro que nunca inler
veio nos aranjameotns Internos das outras po-
leticias. (.Ipoiadoi e riso.) Os ministros de S
M., OOttttnua obrando despacho, eonaiderain-
-e pleuaiuenle aulorisados pelos actos paten-
tes do general Grivas a ordenar a V. Exc. que
faca constar os scnlunentos que os anlmam ao
ministro grego dos negocios estrangeiros e bem
.issiui ao pioprfo re. (apoiadoi) no caso deachar
para isso urna ccasiao favoravel. V. Exc. o
advertir lambem da maneira amis seria, (a-
poiaios e rito) e inais solemne do perigo a que
elleexpur useu paiz e o aeu throno, se per-
severar em tao fatal poltica, como a que lti-
mamente tem seguido.. (Ap-iiados.)
O escriptor deste despacho censura-me pelo
meu despacho de 19 d' jnlho de 1846. dirigido
asir Henry llulvrer, {apoiadoi) despacho "que "j"" Y
nao llena ser couimunicado ao soberano ; (a-!,*,
poiados) entretanto se o honrado baronete ti-[J n<
veese lulo o ultiino paragrapho delle, bem co-
mo leu os muros, (upoiod: le ia visto que de-
pois de derla r.iriu is a sir II.. ulwer que leudo
subido de'proxiino ao poder era esssaocialque
Ihe declarasseinos as ideias que libamos rela-
tivamente posicao da Hespanha e conducta
do governo, concluamos da maneira seguinle:
Nao foi certauteiite para o flu desujellar.
a nacao bespanhola a um despotismo oppres-
or que a Graa Arelauha tomn parte n em-
penhoa da quadrupla alllanca em 18.15, e deu
em execurao das estipulacd>'s desse iraudo,
aquella activa assisteneia que conirbuio to
naturaiiiieute para a expulsao de D. Carlos da
Uespanha, porm o governo de S. M. he tao sen-
sivel a inconveniencia de intervir, inda ines-
iiio poi cooselho amigavel, nos negocios inter-
nos de estada inilependentrs, que lenho que
abster-me de dar a V. Exc. instrueces para
faxer quaesquer representaedes ao minislra
bespauuot sobre estes negocios ; porm com-
quanto V.tixc. n.io deva espresaar ein ueiihu-
ui.i occasiio sobre estes objeclus seutiuieuios
dlllereiitcs daquelles que dcale modo lhe te-
nho cxjilicado ; e comquanto deva ler o cuida-
do de nao expressar estes inesmus senllmenios
rod 1840; n lecrelt
porbempror
(fvnilo cailele segundo sargento Francia
Co Xavier Cun ila '.unceirjlio, coitfurine
Passaram do Sr. de|..bardor llattos a.
Sr. desembargador Leao a segulniesappella-
cAes em que sao :
Appellaue', AOiooibGomes, Villar ; appellado,
Joan Pires Ferrelra.
Appellante, Francisco Carueiro daSilra; as-
prliado, Jos Fiancisco Branoo.
Appellaue, Jlanael da Silva Lopes ;appel|dos,
O curador i heranca de Fr. Caetaiio, o curar
dor resal C propara dor fiscal.
AppeUanie, Bernardino de Seoa; appellado.
Joa Bkpllsta Rihelro de Faria.
Appellame^oJuJiu;, npellado, Francisca Ma-
Paasou dp Sr. seinbargador'teSo ao Sr.
eseiubargador Suilta-, a trguiuu: arxpellacaii
em que sao:
Appellanle, Harcellino Jos Lopes; appellado,
Francisco Joio Carnelfo da Caoba.
tais provavelmeiile asscgiirada por mu go-
verno inspeccionado por uiaa asscmblca re-
presentativa e nacional dd que por um gover-
no puramente absoluto e compdslo simples-
mentc dos mrmbros que formaraih a aduiinis-
tracno. (Apoiadoi.) Porlanlo,' fol sobre funda-
uirntos de estricta politica que indrpendrule-
inrnie da syiiipatliia geral que naqurlle tempo
auimava o povo bem como o governo deste
paispara com a Hespanha, julgau>os d nosao
interesse decidir-nos em favor de Isabel e con-
tra as pretenedes de D. Carlos, esta poltica ful
bem succeaioa, a causa carlista foi derrotada,
causa da cnistituicao ficou iriumphanle.
Dix-seque o general Narvaei lie ministro da
Hesnanha, pao posso ver nisso iienlium revea
para a poltica da Inglaterra ; o general Nar-
vaez he ministro da Hespanha, porem acousti-
tuicu est ein vigor, (apoiados) eesiaconsti-
tuicao leiu uUlmaueole sido inulto inais rea
triclaiuente observada du que no periodo a
3ue o honrado baronete se reftrlo. O lionra-
o baronete ceusurou umacoinniunicacao que
fizein 1846, depois da inudanca do inliiisierlo,
asir Henry Bulvver, cnto Mr nulvrer, em Ma-
drid, e disse; Els uui exemplo ao a de in-
lervenco do.nobre visconde, seuao tambcui
da maneira e lout de que elle usa. Ora, quan-
to maneira e loui dini que lia coiuiuuuica-
fOes feltaa a outros uiiuisirus por pessoasem
as quaes o honrado baronete tem confianza,
que sao cerunnente ennebidas em urt tou>
que justifica algumas dessM phraaeS que o lloa-
rado baronete me tem applieado. (Apofodos.)
Urna deesas asannasniricries, ha oerumente u
lmpaciio dirigiiia piocondec itimnu asir
Mnuinil Ltuiij, iln ;' a,fai cojs.
(Uno.) Esle despacho he uoieio'iii|>lo mu cu-
rioso da iqanelra pela qual o mala braudodis
ministros dos negocios estrangeiros. aquellc
que menos iBlerrtlo, (rtioj obrava rjuando jul-
pessoa. que tem o poder de ramediar os males
existentes que eslas ajo as opinioes culi elidas
pelo gsveruo brilaunico. (Apoiados.)
Depois de comparar estes dous despachos, a
casa decidir se o Individuo que nos ecusurou
era o mais habilitado para o Fazer. (Apoiados
eslrundoso Se increco ser assim iralado, nao
uirrce.0 ci ra.lente ae-lo pelo honrado baro-
nete, (apiiiailusj porm nao obstante isso, di-
MaMOe: .Voce uao pode ser comiuuuiense ur-
bauo ou civil, nem merino em suas reconcilia-
i* ua iiugungviu ioric u.u ccasiao a um
roiiipiuieiiLo de relacoes diplomticas, e quan-
do as dill'erencas foram reguladas, yoc distruio
a grafa e urbaoidade da recouciliaco.. (A-
poiaJos.)
Dizeiii-nie anda: Voci mcneloiiou sir Hen-
ry Bulvver no despacho que esoreveu ein res-
posta s propostas do governo liespanhol e do
puro hespaiiiiol. (Apoiadoi.) Ora em o lempos]
ein que a conducta de (ir II. Iiulwer foi pona
em discussau nesta casa, u;io houve um s ho-
mem de qualquer lado que asase, que nao ilie
liiesse jillica ; ningueiii expressou com mais
belleza justa adintracio que sent pela con-
ducta de sir H. Iiulwer do que o honrado baro-
nete, rrpesctame de Tainveorih, sir R. Peel.
Apoiados.}
* N8o he sempre convenientemente, sii-
nbor, revelar segredos diplomticos caso
dos eommuns, ^riso) com ludo sou obrigauo
a dizer, procurando justiticar-me, que essan
duas notas, isto he, a nota de apologa db
joterno iiesnannol. <;> era fSSbSta !:e
dirigimos, fOram mutuamenle eoii,uiii>ilcv
daaaCBdB governo epor efleB appruvadas
(Kvito npplamos riso ) Essas notas frai
eo iimuniCiidas coiilidencialmenle, e IdraB.i
pprOTBdas por ambos os governos, antes de
caballavam contra um de seus ministros, e
isso somanto pela ras di ler esse aumen-
tado ao seu ver a dignilade e os interesses
da l'Vnuca. e bem assim que esse bando d<*
conspira.lores estrangeiros eram apoiados
por alguna de seus proarios concidadflos,
(applausos estrondosoe) ilitfj que o povo fran-
i"/, bravo, nobre n brioso como hn, seria
les .rasa lo os caerles de um tal partido, e
taris protegido o homem contra o qual esse-
trama tivesse sido feito. (i4plaiio. ) Se n
pvu frauci"/. li'essa pensado qun eu, ou
qualquer outro ministro estrangeiro, pro-
cur.ivainos derribar a Mr. Cuizot, um lal
designio em vez de o fazer cahir do ppato
que oecupiva, o leria tornado nella nais
lorie do que nunca. (Ikpplaueos.)
O inin.S'.ro fraucez. senliures, foi derri-
bido do poder pnr si i IT. entes rasOes, (ap-
plausos) e muilos hotn-ins ha, assim|neste
, /ii melhor posicSo se livesseui Bprnvxitailo
melliiir lico dala p los acontecirpenlos
qu" entSo live am lugar. Nos tiremos uoria
lilTerenca Com o. governo da Franca por
causa dos casamantos hespanhes, e posto
que nSo seja de ranilla iuteue.lo faser revi-
ver que.sloes ja pissi lis, nem recordar a
cisa ou ao paiz os fundamentos dasqueixas
iveinns contra pessas que j nSo es-
no pulir, todava cu no essa iuVrensa
faz paneda lunga accusaQ.tu feits contra
ini.u, drei em mtnli* -l-l'e/.a qje nao foi de
ouaaa parto de neitnumi orn infuu la l.i
llevo ilizer tnmbeni quo firiuei este juizo
pelas corn:n mmices que inu.forsm feitas
pelo nobre individuo, au qual snecedi no
posto que oceupo, eommunicaces que tno
lruin l'jitas por elle di viva voz, na entra-
vtsta que sempre te n lugar entre o minis
lio dos uegoeos BSlrangeiros quesshee o
que entra. Foi do nobre ex-tninisiro q-in
eu soube que promessas linham siJoque-
bialas relativas a ossas casamentes, pro-
iies.-as i|iie imliain silo feitas, no smeiue
a um ministro, sauiin lambem enlr.i per-, i-
u.igmis mais altas, (apoiadoi protnessas por
lauto quo a historia da Europa tifio nos diz
que livessem uuiioj nido quebrajas ( Ap-
plausos eilromlosot.) Se nt.s roseiiliinos eu-
IJo desses cssamenlos, pens que o nosso
resentimenlo foi jusloe b,im fundsdo, e que
o interesse, Iwm como a honra nacional nos
autoiisavaui a expressa-lu. ( Applausos et-
Irandosos.)
A respeilo da l'ranc, creio que a poltica
que temos seguido, he perleiumenle con-
sistetile com os luinresses de nossa patria,
alm de ser caraclerisada pelos principios
que o honrado baronete peosa quo devera
dirigir a poltica eslrangeira deste paiz.
P'iucipios que silo emiuentemente calcula-
dos para preservar, como tem preserva lo
paz da Europa. ( Applausos. j t'.reioque o
prompto leconhecimeiilo do governo esta-
balecido oa Franca e as reNcns amigaveis
que teios mentido com os difTerente indi-
viduos uue necessariamianirt a ir.... ;c*;2do
a frente' da adrninislracfio daqual't paiz,
mostram sumcienlemenle que temos sido
animados de um sentimento amigayel para
com a narjo franceza. Em nossa opfaiao
a mairalBiicBo das relicOes amigaveis nutre
este paiz e a Franca, be n3o s consistente
cora uossos interesses a nossa dignidade,
siNiilo tambem forma um fundamento firme
para a paz da Europa. ( Applausat liron-
dos*!. )
0 honrado baronete ;Sir J. Graham) inii-
uuou quo lord Norma ni) y no periodo que
preceden immedtalamente nos arouteci-
mentos de 1848, vina em grande Intimida-
do com algumas das peesss que elle des-
creve como lando a principal parle na dls-
Iruicflo do trono de Franca. N9o sei de que
pessas o honrado baronete falla, porm Sei
qua a pesada com a qual lord Normaoby vi-
va talvez em maior Intimidada, era o conde
.Mole, s certarnsiio o lumauo baroireie uao
dir que ello crs c=psz de f:zcr na, quer
com intencSo, quer sem ella, que bodesse
concorrer para a distrulfiu da monarcbla
da Frsngs ; ( apoiados } porctn se essa insi-
nua(So foi feila sruenle para imputar a
111 ""I

I MUTILADO


?2<
lord Normenby o ter praticado alguma cou-
sa, ou ter mantido alguma relacSo inconsis-
tente coma so posicSo como emhaixador
de urna potencia amiga,entilo direi qoeessi
imputacSo lie total e inteiramente inunda-
( Continvar-se-hi.)
PEWAWBUCO
Jury do Becife.
2.' SESSAO ORDINARIO OESTE ANNO.
Presidencia do Sr. Dr. Neiva.
2. reunflo em 30 de seterobro de 1850/
A's onze e meia horas da manhSa, taita a
chamada echam-se presentes 33 Srs. ju-
rados.
O Sr. Presidente: convida ios Srs. presen-
tes n escolherem no livro das quallflceces
a 15 Srs. que faltam para completar o nu-
mero de 48 exigido por lei :
Escolhidos os Srs. que faltam.
OSr. Presidente : ospropea approvagSo
do tribunal, o qual osapprova.
OSr. Presidente : Multa na quantia de rs.
10,000 aosSrs. que faltaran lem causa le-
gal e encerra a reuniSo, convidando aos
Srs. presntese se reunirem amanhSa s 10
horas.
DIARIO )E PKBIM1BBC0
KVCirX, 3* SI SETEM BO DI 15.
O paquete inglez PeWguin, que hoe entroo
o porto (testa cidade,sabira do do Rio-de-Ja-
nero quatro das antes do vapor S.-Salva-
dor;e, pois, nada adianta, quanto corle,
s noticias que publicamos em o Diario n.
918, de 27 do corrento.
Quanto a Babia em cujo porto tocou o
paquete, nada podemos dizer, por nSo nos
baver elle trazido jornaes d'ahi.
msmmBmmmmswmmmmmmrtwi^
Com mu nica dos.
JUIZO IMPARCIAL SOBRE 0 ASSASSINA-
TO DO TENENTE-CORONEL CORDEIRO.
Apesar do muito, que ja se lem escripto
dos jnrnaes desta provincia sobre o assssi-
nato do infeliz Antonio Francisco Cordeiro
de Carvalllio oigamos conveniente olfere-
cer i consciencia publica as breves refle-
xfles, que se encerram nesta breve e impar-
cial resenta, que fazemos sobre este mes-
nido assuoipto.
He triste e bem triste, que, em objectos
tilo graves e delicados como sflo as mate-
rias criminaes, a Imprenta e Argos Per-
nambucano, nflo obstante seus recentes pro-
grammas de Justina e moralidade, nSo a-
presentem, sen o as mesmas velhas e ruins
paixOes, que sempre os dominaram !
Quaes sflo os fundamentos com que estes
dous org.1os da opos(3o sustenlaro, que o
ex-delegado do Brejo, o padre Joaquim
Pinto de Campos, fra o autor do assassina-
to do tonente-coronel Cordeiro ? A opi-
niSo publica dizem elles com urna allei-
vosia como outra igual nunca se vio -- se
lem pronunciado ueste sentido.
Ora,nao ha queni nfio veja que dos redobrs-
dos esfrcos da Imprenta e Argos Pernambu-
eano.emconcitarosodios doseu partido con-
tra um inimigo forte pela sua constancia e-
nergica.be que tem Dicido os rumrese vo-
7erias contra o ex-delegado do Brejo, ru-
mores e voserias que nSo tem passodo do
circulo de seus rancorosos inimigos. Logo,
que |homem, 19o fallo de senso, criterio e
discernimenlo, poder chamar a estes ru-
mnres opiniSo publica ? Dos nos livre de
que a Imprensa, o Argts e os seus admira-
dores possam s por si constituir a grande
torca da opiniSo ; e : elles nulrem esta
prelencSo, be ella tSo exhorbitante, que por
exhorbilante se torna dt-spresivel.
Depois disto, a mesma narraco do flelo
anas circumstancias, publicadas pela Im-
prensa de 18 do correile, revella evidente-
mente, que o assasslnato nao fra preme
ditado o a elle nflo precedern) embosca-
das, como aflirmam os dous jornaes referi-
dos ; mas, que entre o soldado Martinho eo
tenente-coronel Cordeiro, n3o houvera, se-
nio um encontr todo casual; porquanto,
eii como se exprime aquella jornal --Mar-
tinho vinha do Poco trazeodo um ofllcio, e
segua em direccSo ao rio Tabocas, a sen-
tando-se i margeai deste rio, este lempo
vinha o tenente-coronel Cordeiro, acom-
panhado de Antonio Alves Campos.
E como, pois, acreditar-se nesles novos e
araixonados fautores da opiniSo publica,
quando, cegos, elles nflo enxergam as in-
coherencias e Inverosimilhancas, quo Ihes
liram ante os olhos?
Siiliem nimias pessoas, inclusivamente
algumas, que seguem a Imprensa e Argos
J'emnmlivrano, que o fallecido tenente-co-
ronel Cordeiro linh inimigos capitaes no
seio de seus proprios prenles, alguns dos
quaes, ror causa de seus mSos feiios, ti-
rilla m sido por elle perseguidos e al mes-
nio maltratados. Eassim, quando mesmoo
assassinato livesse sidocommetlido d'em-
hoscada e com preoieditacflo, qual a lgica
grave e severa, que, couir. as mais iriviaea
regras da probabilidade, autorise a dizer,
que o ex-delegado do Brejo fra o autor do
crime f
Se, em conjeclura desta ordem os prece-
dentes valeni alguma cousa, elles silo em
favor do padre Campos ; porquanto, se bem
que a occasiflo nflo seja a mais propicia, pa-
ra se exibir todas as prvoase se desenvol-
ver todas as rases con Ira urna imputacSo,
que nflo revela, senSo paixflo e odio ; toda-
va, diremos que em vez de padre Campos,
se baver tornado perseguidor acrrimo da
familia dos Cordeiros, elle proteger a inul-
tos desta familia, como consla de cartas of-
iiciosas, em que elles se confessam gratos a
elle ; qne prestara favores ao oiesmo te-
nenle-corooel Cordeiro, como lamben*
consta de orna sua carta com expresses de
vivas atlencOes ao ex-delegado do Brejo
que, apezar de Indicios vehementes invol-
verem o leneHle-corunei Curdr.iio no crile
d tomada do* presos do poder da jusilla,
o ex-delegado do lirejo, prariunciaiidu a
outro.*,cimlra os quaes aparecern) provas e
indicios mais irris sliveis, nfio o incluir na
proci ; 3-~ fi2::-o psrs ser cerr:-
acsa do teueule-corouel Cordeiro, por sus-
pcitasde alli exlstirem criminosos, penas
o mesmo Cordeiro aparecer e asscverra
qoo nSo havia em sua casa gente suspeita,
i ox-dalegado do Brejo, sob a sua palavra,
mandara levantar o cerco, e a casa nSo
fra varejada, do que foi testemunba o
oimmandantedodeslaeamento di Juretna,
tenante Carlos Cerllo de Ctstro, preceden-
tes estes que levaram o tenente-coronol
Cordeiro, a confessar perante algumas pes-
soas que o ex delegado do Brejo, o padre
Campos, n8 era o homem que diziam seus
inimigos Diremos mais, que o ex-dele-
gado do Brejo nSo s garanti, como ale
protegeu a pessoas respeltaveis e preemi-
nentes da oposieflo, bem como o ex-com-
mandante superior do Bonito Francisco Xa-
vier de Lima ea sua familia, eaos coronis
Jos Cordeiro de Carvalbo l.eite e Francis-
co Xavier de Paula Cavalcaote, sobre os
quaes gravitando com grande peso impu-
tares de connivencia com a revolta, o me-
moex-delegudointercedou por elles aofcxti.
Sr. Honorio, e foram restituidos ao seio de
suas familias. E he este o homem maligno,
perverso, que tomara peito assolar a ra-
muja dos Cordeiros ? Nesta parle a colum-
nia est bem clara /
He verdade, que o ex-delegado do
Brejo fermar algons processos e pro-
nunciara algumas pessoas. Mas, nSo ha
quem ignore, que o Brejo era um dos luga-
res da provincia, em que vivan) acoilados
muitos ladros e assassinos ; e he com a
perversdadequea opposicflo querer tran-
sigir ?
Nflo admira quo a Imprensa e Argos rer-
nambucano, muito de proposito feixe os o-
Ihos e n5o queira saber destas e outras avo-
rguaces mparciaes e circumspectas ; pois
que o? Ilustres escriptores destes dous jor-
naes apenas descobrem um defeito no ex-
delegado do Brejo, o qual he maior e mais
horrivel, do que todos quantos possam in-
ventar e imaginar. Sim, o padre Campos
tam, com dedicaeflo sincera, militado sb
as handeiras do partido da ordem, onde so-
licito e euergico, seus servicos tem sido
imporlantissimos. Nos crimes maistern-
veis elle tem dado provas, no equivocas,
lo seu carcter activo, vigilante e soffredor
de trabalhos e faigas; sua principal im-
Dortancia elle a tem fondado nas palavras
da persuaefio com as quses lem consegul-
)o imnumeras converses e enfraquecido
as fileiras da opposicflo. Eque mais?!
Voliemos ainda ao facto em si mesmo.
Para que tantos mysterios nesta carta,
que a Imprensa affirma, que fra achada no
bonet do soldado Martinho, a qual compro-
meti o ex-delegado do Brojo? Urna ermii-
tas vezes se lem pedido que ella appareci,
pois que ja nflo pertence a alguem, mas a
justica; e se, como he evidente, a Imprensa
e seus satellites eslao Ufo sequiosus pela pri-
sflo do ex-delegado do Brejo, como aecusa-
Joresimplacaveis, nSo podem dar descul-
pas, aue, com rasflo, devam ser aceitas.
Qualquer pretexto de contemporisar;So he
falso e nflo coaduna com os odios, que tras-
bordan! de seu peito ; e qualquer pretexto
le reccio herediculu e depresivel; e em
todo o caso o que he iuegavel he, que a im-^
parciali lado nflo p le adiar ueste mysterio
senfloum embuste.
O soldado Marlmho, apenas fra preso,
livre de suggesles extranhas, contassou o
crime, epnfeuando igualmente o conflicto,
para o qual o itirara o tenonte-coronel Cor-
deiro ; o desastre foi testeinunludo por ou-
tras pessoas ; existeai por conseguinte da-
dos para se chegar ao couhecimento da ver-
dade ; e em caso tal o que a rasSo e boa
consciencia dicta, he qne, calmos e serenos,
esperemos pelas pesquizas da justica, resul-
tado das provas, e deciso das autoridades
competentes.
Sentimos o assassinato do tenente-coro-
nel Cordeiro, exprobamos a malvadeza dos
homens, o deseamos sinceramente que a
justica exerga lodo o seu dominio, mas en-
tregues a paz de espirito, nflo podemos con-
sentir, que o desejo de punico o horror
ao crime sejam. na bocea de alguem, osten-
sivos pretextos para torpes vingancus.
Uuem presa a honra condece em sua cons-
ciencia a importancia do direiio a boa fa-
ina, que tem todos os homens, e se os es-
criptores da Imprensa e Argos Fernambucmio
reconhecem estas verdades, Iflo claras ein-
concussas, por amor a reputaeflo de escrip-
tor publico, devem, quanto antes, declinar
do o ao proposito de atacaren) tilo cruel-
mente o ex-delegado do Brejo.
Notaremos finalmente a Qigrante contra-
diceflo que se rovela entre os memhros da
opposicflo acerca desse assassinato. Os prai-
elros desta cidade imputam o facto ao pa-
dre Campos; mas os praieiros do Brejo me-
ibor o-lenlados por urna_ escrupulosa ave-
nguacflo se achain boje intimamente con-
vencidos de que o soldado he o nico autor
do mal. Isto nos asseveram cartas daquella
comarca de 20 do correle, e entre ellas al-
gumas de prenles do morlo .' yuem, pois,
fornecera essas provas a opposicflo 1 Os Sis.
Cordeiros do Brejo f Essea nflo, a visia das
cartas que temos em nosso poder.
Donde virSo, pois, esses dados .' -- Do
odio e de vingancas mesquinlias contra o
ex-delegado.
BREVE RESI'OSTA AO Sil. AMERICVS
SOBRE O INCULCADO MONOPOLIO HAS
CARNES VERDES.
Ostentando erudieflo profunja, e mais
que tudo um alindado zulo pelos gosos e
commodidades das clases menos abastada
apresaiito'i-se o Sr. Americus no Diario de
25 de seleuibro, acoiiuando os contractado-
res e marchantes desta cidaae, de monopo-
lisidore insaciaveis, de usurarios desal-
mados, que associando-se, abarcaram to-
dos os tullios, compraran! OS Campias, e
linalmente empiegando esles e oulros
rucios, reduziram o povo a comprar por
12 patacas a carne, que por menos po ierra
ser vendida ; econclue, pedindo providen-
cias para que nflo continu o supposlo mo-
nopolio, visto que lendo principiado o ve-
rflo, elle se tornar nais venatorio e iruup-
porlavel.
ltespeilamos oSr. Americus, se elle sin-
ceramente inleressa-se pelo bem estar desse
povo,cuja felicidad almejamos,porque a el-
le pe* lencemos; mas, nao nos no poaaivei
guardar lienciu, quando vemos a verdade
calumniada, os lacios adulterados, e o alei-
ve procurando ainiihar-se na couscincia
publica, spadrinbado pula ensiouanleea-
gradavel idea de uliiidade ; assim. pois,
r.irrnco he, que o roule!leno'*; exibindo
rases que claramente mosirem a falsidade
de suss asserees; e isto taremos pela se-
guinte forma.
0 subidio preco das carnes, bem longe
do ter a origem, que S. S. iodica, provm
das calamidades porque temos passado de-
pois de cinco annos, cujas consequencias
inda sentimos, e talvez por muito lempo
tenhamos de evperimentar.
Em verdade, a horrivel secca que devas-
to u os nossos serios, e os das provincias
Limtrofes, que reduzio o gado talvez me-
nos da terca parte, que deu motivo a fica-
rem muias fazendas inhabitadas pelo com-
pleto destroco das familias, que nellas rasl-
liamhe a causa bem conhecida da pouca
afluencia do gados ims feiras, e consequen-
te caresta daa carnes.
* No era possivel, e neo toda a lgica do
Sr. Americus poderia convencer a qualquer
homem sensato, que depois dos estragos
feitos pela scea de 1816. o preco da* car-
nes continuaste como d'antet, ao menos
nos quatro nnos segulntes; porqu, como
he sabido o gado vsecum nflo creaoe de um
dia para outro ; sflo myster tres annos pelo
menos para qne elle esteja em estado de
servir ao consumo, e assim concluimos ,
que S. S., ou por entender pouco da mate-
ria, ou por gratuita malevolencia nverteu
a causa do mal, que deplora, e que tamben)
nos deploramos, imputando-o aos mar-
chantes econlractadores, quando o devora
aitrbuir a secca transacta, e correllatlva
escacez dos gados.
I'uriim, diz o Sr. Americus que ha plano
e combnaeflo, quo os campias cstflo com-
prados, e quo com tal finura os marchan!*.
tem procedido, que conseguiram excluir
daquelle genero de negocio diversos indi
riduos que a elle pretendiam dedloar-se,
resultando de tudo isto ganancias avulta-
das, lucros consideraveis com os qutes, os
mesmos marchantes se hfio enrequeeido.
Calumnia atrocissima .'!
Nflo pode qualquer individuo abrir acou-
gue em sua casa, euelle vender carne do
gado que honver comprado, ou daquelle
com quem ajtinlar-separa esse Dm ? NSo
he licito a qualquer concorrer is feiras, e
nellas fazer compras vanlajosas, para per-
ceber esses itnporlantes lucros, que no en-
tender do Sr. /imerirus vfio leras oiflos dos
actuaes marchantes? Certamente que sim.
E porque mulivo se nSo tem desenvolvido
essa coucurreocia ? Porque rasflo, depois
que cessou o interdicto posto pela cmara
municipal nao foram abertos novos acou-
gues pelas dilTerentes ras desta cidade ?
l'uis tantos ganhos, lucros iflo pingues no
excitaran) a ambicio de alguem ? Nflo flze-
ram com que mais de trinta acongues p-
blicos que esto feixados nas Cinco-Pon-
tas e Boa-Vista, achassem alugadores? Dar-
se-h caso que os merchantes tenham im-
pedido alguem de tomar parte em negocia-
do iflo lucrativa t Parece-nos que o Sr.
Amtricus nflo podar apontar um s facto
desta ordem. E os campias.v NSo silo el-
les homens livres, que vivem do seu tra-
badlo, ecujos servicos pdern fcilmente
ier oblidos mediante um qualquesr aug-
mento de salario ? NSo he mesmo possivel
augmentar o seu numero, visto que o mys-
ter que se elles oceupam, no exige alta m-
lelligencia ? Certo que sim. Como pois,
argumenta S.S. com a supposta compra dos
Campias, quando os servicos dalles p lem
ser facilniei.te obtidos pelos meiosquefl-
cam indicados
Sr. AmericuM a verdade he outra, e mui
differeule dotque S. S. expende. Altn da
causa princiufl, que cima Oca menciona-
da, algumas mais existen), que occasinnam
o subido pieco das carnes; e vem a ser a
accumulacflo de imposto* sobre este genero
de primeira necessidade, e as especulares
dos atravessadores, que obstam a qm os
marchantes possam comprar o gado aos
proprios creadores. Sobre islo beque S. S
devia lanzar suas vistas, e implorar provi-
dencias do governo, porque em verdade he
intoleravel ver certos individuos fazerero
prolissflo de alravessar.os gadoS,de maneira
que quando chegam ao mercado j fram
comprados, e vendidos por mais de cinco
ou seis vezes, depois que sahiram dos ser-
tes. Urna familia conbecemos nos, que
compoudo-se de trila e tantos individuos,
.- se emprega neste trafico abomioavel,
que tem dado a cada um de seus mentiros
lucros avultados. O'a que os tse atraves-
sadores devem ser cohibidos, nSoba duvida
alguma, mas que os marchantes venham a
soirrer o sligma, que S a elles deve compe-
tir, ha o que certamenie nSo podemos con-
ceder ; e parece-nos, que o S-. Americus,
informando-se melliorda verdade, nflo du-
vidara do adoptara nossa opinifio.
A vista do que temos dito veja 8. 8 se he
possivel comprar gados a 18,000 e 18,000
res, como se acba declarado no seu artigo.
Veja, so he provavel, que os marchantes lu-
crem as omms, que S. S suppe. Veja
finalmente se a causa do mal he a que esla
indicada no dito seo artigo.
Os marchantes nionopolisadores 11 Oonos
de fortunas consideraveis havidas com gr-
vame do pVo!! Aleivosla! Sabe o Sr. Ame~
ricus o que aconteceu a urna sociedade,
que lbala cidade eslabeleceu-se com o
lira de marebantear, sendo a mesma cora-
posta de respeilaveis capitalistas:' Du-
rou apenas dois mezes; ese continuaste,
seos membros teriam o detgotto de ver
derrotados os ctpitae. que em diversos ra-
mo* di* rnmmureio haviam adquirido He
esta a surte dot marchantes, e elles ah es-
tilo ; seus teres sSo bem condecidos para
atestaren) a exactldfio do que lica dito.
Combatendo o monopolio particular no
falso supposlo de ser elle feito pelos mar-
chantes, o Sr. Amerieus o insina ao gover-
no, e pretende juslillcar sua opiniSo com o
exemplo dos EsUdos-Unidos a respeto dos
canaes. ConlradiccSo lastimosa '>da vez
que o governo muuopolisa, perturDaodo
livre concurrencia, o vexama apparece em
maior escalla, e o commercio solTreu. Dado
este mo exemplo da parte da auloridade.os
aartoularet te estribadlo elle, e entSo o
monopolio triumphara em lodo* o* ramos
com incalculavel detrimento das ciaste*
indigentes : portaoio entendemos, quo se
o poder publico pela prolecgo, que deve
ao* particulares, he autorisado a empregar
meio conduconLes ao *nu bem estar, nfio
nevo jnuion. i..vr mi de um eipS-Jreat*
que iny-oria a IraotgrastBo de todos os
principios da tcieoola, de todts as regras
conhecidas, nflo obstante o exemplo citado
petoSr. Americus, o qual se algurtia cousa
prova, he que os povo* embor* adiaotados
na carreira da civilsac,3o, sflo susceptivbis
porm voltando ao ponto principal, con-
cluiremos o presente^rtigo, declarando qne
te o Sr. Americus entende que monopolisa-
dor he aquello que adopta urna industria
licita, daqual urnas vezes tira pequeos Iilf|
cros, e outras, prejuzos consideraveis, ues-
te caso estfio os marchantes ; porm se mo-
nopollsador he o hornera), que sem atlender
as circumstancias dos consumidores, pro-
cura concentrar em sua pessa todos _os
meios sobre cerlo genero de industria,
afim de obrigar os compradores a receber
os seus productos por nm prego exorbian-
lante, semelhante denominado nlo cabe
aos ditos marchantes, pois que como lica
provado, bem longe de sarem elles os cau-
sadores da caresta dts carnes, sflo pelo
contrario victimaaajfe inexorabilidade dos
atravessadores : aMi o pensa o
Brasilieus.
F'ublica^oes a pedido.
Depsitos.
Em balanco no ulti-
mo de agosto. 4:198,13*
Entrados no corrento
mez.........12:101,639
---------------10:302.773
Sthidos........ 10.670,521
Existentes____5:632,249
Nas stguintes especies.
Em dinheiro..... 9:798,639
Em lettras...... 2:833,610
Alfandega de pernambucO.SO desetembro
de 1850. O escrivSo interino, Francisco
da Paula Goncalvee da Silva.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 28. 779,698
Diversas provincia* ..,. 50,58*
830,280
AO JUIZO PUBLICO.
.SnAor.--Diz o bacharel Jos Jotquim Ce-
miniano de Moraes Navarro, que sendo re-
movido de juiz do civel da comarca de Goi-
anm, provincia de Pernambuco, pira juiz
de direito de Santa-Cruz am Goiaz, tirou
carta e tomou posse a 19 de novembro de
18*3, como consta das certides existentes
na secretaria da justica e tribunal supre-
mo ; e deeorrendo de jure desta data a li-
cenca obtida do governo imperial de 9 me-j
es por molestia, findava-*e a 19 de goalol
de 18(4, he quando a 20 de junho do dito
anno fallando ainda 2 mezes p*ra ullimar-
so a reforida licenca e Ihe deu successor,
fleando avulso oa magistratura sem comar-
ca como tudo se com prova na-citada secre-
tarla. ,;IJ
A' vista do que he saliente, imperial Se-
nhor, que sendo por todos o* principios
urna injustas flagrante e terrlvel esbulho
quesofTrerao supplicante, lera o indispu-
tavel dirdito de ser reintegrado am qual-
quer comarca ; o que apezar de ttr ipslado
e requerido quas todos os ministerios, o
nflo leni podido obter, estando a 6 annos
relucido na magistratura a urna completa
nullidado e facto sera ser por culpa sua,
era puro menoscabo das leis que not regem,
que jamis autorisam a perpetraeflo e pre-
sistencla de ssmelhanti attenlado tSo sura-
mamente execravel quaodo *e d a existen-
cia de onerosa familia com parcos meios,
como acontece ao supplicanle, devendo em
comequencia ser quanto antes reparado pe-
lo poder um acto atlentalorio dos direito*
sagrados garantidos pela constituieflo do
estado ; com o que tem de attrahir as ben-
ces dos cos e eterna veneracSo do paiz.
Porlanto supplica.e pede a V. M. I. que aqui-
escendo em seu paternal coraeflo os jus-
tos motivos expendidos pelo supplicante, se
digne conferir-lhe a graca de urna comar-
ca, sendo scientifleado pe* presidencia de
Pernambuco de qualquer deferimento que
naja de oblar.E R. H.--Jos ioaguim Gmi-
niano di Moraes Navarro.
Recife, 30 de setembro de 1850.
RENDIMENTO NO MEZ DE SETEMBRO
DE 1850.
Consulado dsete por
cento 13:523,153
Dito de 1|2 por cento____25,200 ^^ ^
Ancoragem para fra ______
do Imperio. 8:26,080
Dita para dentro do .
dito 59,*8l
DireitosdeSpor cento
Expediente da eapatazia 738,6*5
Sello fixO *8O0
Emolumentos de certi-
des .*
3:525,561
115,000
KepartiQo da polica.
PARTE DO DA 30 DE SETEMBRO DE 1850.
Foram preso : a ordem do delegado do prl-
melro diitriclo deale termo Jeao Nicolao de
Paula por brlga a ordem do subdelegado da
fregueiia de San-Frel-Pedro-GOncalvea do Re-
cife ea guarda nacloAaea Joaquim Pinto do
Valle e Manoel do rnaaclmento da Crui pelo
mcsino motivo -, a ordem do anbdelegado da
freguezia deSaolo-Antolo Jos Vieira da Rn-
cha por offeoaas phyaioaa, os Allemar Joao
Frederico e Machias de Tal por briga e Florn
da Maria da Coocelfio para correceo; a or-
dem do subdelegado da frrguriia de San-Joa
prela /Tenrdicta eteravade Mara Caeuna, e
Manoel Burili para averigoacea pollciae, t
Antooio eacravo de Domingo Alfonso por an-
dar lucido; a ordem do aubdelegado da fre-
gneiia da Boa-ViCa o Ponuquex Joaquim Uap-
liila por ebrio, e Joao Francisco para averi-
goacea poiiciaet; a ordem do aubdelegado do
seeuudo diatriclo da fregueiia doa Art'ogado
Jato Baplista para correceo ; e a ordem do
mbdelegado da freeuezla da Vanea Aaconio
Alvet Ferrelra sem que tiveaae declarado o mo
livo, e Jos Pedroao de Almeida paraaverigoa
cdei pollciaea
'..QMMERCIO.
Diversas provincias.
Dizimo do algodflo do
Rio-Grande do norle 5,390
Dito dito di Parahiba 1*2,748
Dito do auc*r da*
Alagas flW.993
1:904,615
18491,519
Depsitos sabidos
Ditos existente*.
919,468
1:470,685
7*8,131

19:1*1,650

Mesa do consulado de Pernambuco, 30 de
setembro de 1850.
O tcriySo,
Jacome Gerardo Uari Luuacht de Millo.
KXPOKTACAO.
Ditpacho martimo no dia i*.
Philadelphia, brigue^scuna americano
R.-F.-Loper, de 908 toneladas t coudoz a
seguale: 6,*7 couro* Migado* coa 803,861
' RECEBEDORIA D REflaHS GERAES
INTERNAS.
Rendimento do dia 30......558,051
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do da 30......65,978
RENDIMENTO NO MEZ DE SETEMBRO
DE 1850.
Direito* de 3 %
Ditos de 5'|.
Capatazia
Decima dos predio* urbanos
Sello de heraoce a legado*
Meia iza dos escravos
5,000 por eseravos despachados
Emolumentos de passportes de
polica
Novos e velhos dlreitos
Imposto del2,800
Dito de 20 por, 0[0 d'agoardente
do consumo"
Matriculas
Meio sold e sello dos ttulos da
guarda nacional
Mullas
Juros
1:812,265
5:710.762
801.280
*:979,538
162.882
898.160
35,000
32,400
233,578
1:184,000
1:125,680
40,000
si.ao
150,081
,130
18:003,358
Meta do consulado provincial de Per-
nambuco, 30 de setembro de 1850.
O escrivSo da primeira secc&o,
Joflo Ignacio do Rigo.
iMovimento do -Porto.
ALFANDEGA.
Rnnrlimento do dia 30.....7:380.086
RENDIMENTO NO MEZ DE SETEMURO
DE 1850.
Rendimenlo total......B,7siI!,S2
Restituices........ *s-869
267:628.661
Direitos de consumo.......,2*0
Ditos de 1 por cento de reexpor-
tacflo para os portos eslran-
geiros............
Expediente de 5 por *|. dos g-
neros com carta de guia. .. .
Dito de 1/2 por cento doa gene-
ro* do paiz............
Dito de I e meio por cento do*
genero* livres..........
Armazcnagem de 1 por cenlo das
mercaduras ........ ^. >
Dia oe i poi outu jpuvo.u. .
Premio dos assignados de meio
por cento............. 3
Multas calculad** ne despachos
Ditas diversas, como do livro
respectivo a fl. ........
Patentes dos despachantes ge-
raes, como do livro a fl. II .
Feitio dos titulo* dbs mesmos,
dos caixeiros despachante* e
ajudantes ditos, como do livro
a fl. 11...............
Taxa do sello dos mesmos titu-
- los, como do livro a 0. II..
Emolumentos de certides co-
mo do livro a fl. 5.......
:88l,302
4,800
317.661
339,145
14,563
-.202,470
27? ?*?
:067,085
338.574
84,09
75,000
2,100
,160
18,366
*V. .'. 267:628,66
de commeller erros, e miniar aousos;j
Nas segulntes especies
F.m dinhelni.....111:207,038
Em atsguados-------156:421,603
RCira extraordinaria.
Novos e velhos di-
reito recebidoj
dos empregdos 50,000
Natos intrads no da 30.
Rio-de-Jttiero-20 dlat, corveta inglez
Tweed, comraandtnte Lord Fraucit Rus-
sell Fundeou no LameirSo.
dem pela Baha 20 das edo ultimo por-
to 4, paquete ingle Penguin, comman-
dante o tenante Leslle. Fundeou no Li-
merflo.
/Vaeo toAafo* %o mtssno da.
Philadelphia -Brigue escuna americano .-
F.-Lopir, cipitflo William F. Norlh, carga
couros salgados.
Rio-Grande doSul pelo Ass Brigue Inca,
CaplSoMalheusferreir* Braga, era las-
tro. Patsigelro, 0 Brasileiro ROmflo Nu-
ne* da Costa con sua familia.
bservacBo.
BordejanoLameirflo uro galeota portu-
tugueza, que dizem vir'd* Flguetra, a qul
ainda nao communicou oom lf r-
'DITAES.
O lllm. Sr. inspector da thetourana de
fazenda desla pravinca, manda Tazor pu-
blico que, no !" de oulubro prximo
vindouro, se proceder a concuo perante
I mesma ihesouraria, para prebeoenimen-
to de um logar deleraeiro ewripiurano ,
que tem de vagar. Oava^amidantes deverflo
comparecer oa sala de sua tessOes com
seus requerimentos instruidos de folb cor-
rida, cerlidlo de idade oslado, e outro
quaesquer documentos que julgarum a bera
de suas pretences, at as 18 hora,da ma-
ntilla do referido dia, aflm da *a>r exami-
nado* n.* materia exigidas pl >el do 4 de
oulubro de 1831. i
Secretaria da theaour.ri de fatenda di
Pern.mbuco, 5 de *trl}bro de 1850. -- No
impediraanto do ofBcUi-uvior, Antn* \
Luis do Amoral Silva. I
-A cmara municipal J"1^*?"'"
publico, que tem eufrcg:-s o ..:c:. '-"
Poco de reoebur urov-isoriameate o imposto ^
le 500 r. por cabes}* de gado vaceum, qu
ror mora o referida reguez* e nas da Ttr-
a e S. Lourencp, e ao fiscal do Afogarto*
d arrecadar o mesmo impotto nesta fr"
.M.2ia naa ilJh.)aUoe Muribaca : beffl
_Jl
II II T I


m-!%
rm
orno, que os fiscana das quatro rreguezias
desta cidade estilo incumbidos de arrecadar,
por intermedio de pessoss de aua escolha,
o imposto de200rs. por cabeca de gado
guio e 100 rs. pelo de ovalhuoi, que entrar
para ser Tendido neata mesma cidade, roe-
diante as camellas que para esto fim se Ihes
recommendou. E, para que chegue ao co-
uhecimento de todos, se mandou publicar
o preseute. Paco da cmara municipal do
Recife, emsessSode30 deSrtembrode 1850
r i i a wnni.....
Oeclarayoes.
O eecri8o de orphos roga ao Sr. Joa-
qun Fernandas Gama o favor de recolher
ao cartorio respectivo os autoa da inventa-
rio que S. S. levou ero oonfenca.
O delegado do concelho ,de salubridade
publica, no municipio de Olinda, vacciaa
aiquartas-feiras n ssbbados, pelaa 9 horas
do da, na ra daladeira da Itibeira, sobra-
do junto ao do Sr. deSo l)r. Cbagas.
Pela subdelegacia de S. Jos do Recile
foi apprehendido um preto de nome Anto-
nio, de nacSo Benguella, por andar fgido,
e declarar ser escravo de Domingos Alfonso
Ferreira, senhor do engenho Sebir-da Ser-
ra : aeu legitimo senhor comprela coro o
titulo para Ihe ser entregue.
Theatro de 8. Isabel.
98. RECITA DA ASSIGNATURA.
Quarta-feira, 9 de outubro de 1850.
Representar-se-ha o encllente drama ero
5 actos, ornado de msica
, I). CEZAR DE BAZAN.
Terminar o espectculo, a graciosa Tarea
O CHAPEO PARDO.
Na qual o artista C. F. de Oliveira far a
parte Hntapin, e cantar com a actiz Jo-
inni Januaria
0 fandango tatoio.
Comecar is 8 horss.
0 bilhetes cham-se venda no lugar do
costme
Avisos martimos.
Pira Rio-de-Janeiro sahe com a malor
brevidade possivel o patacho nacional T-
lente : para o resto da carga e escravos a fre-
te, trata-se com Novaes & Companlila, Da
ra do Trapiche, n. 31.
Para a Baha sahe i m preter vel mente o
brigue San-Jos: para algum resto da carga,
paiaageiroa a esora vos a frete, oa pretendan-
tea queiram djrigir-se sos consignatarios
Viuva Gaudino & Kilho, ou ao capitfio Jos
Ramoa deSouia.
Para a Parahiba salie com brevidade o
biala oaeonal Espadarte: quero pretender
earregar ou ir de pasaagem, trate na ra da
Cadeia do Recife, n. 93, ou com o mostr no
trapicha de algodo.
Para a Bahia sahe com brevidade o pa-
tacho, nacional Alfredo, forrado de obre e
de rnuito excedente marcha quero no aca-
mo quizar earregar on ir de psasagem, di
rija-se ra do Vigario, n. 11, primeiro an-
dar, a tratar com o consignatario, ou com
o capullo do mesmo, Candido Severino d'A-
villa. ________
Lilq.
Leilflo que faeornin'pway Janteson A
Companhia, no largo da Ifandega, d 46
barricas com rerveja branca, para fecharem
rontas, hoja, 1 de outubro, as 10 horas da
mantilla.
> l.ei Jio de milito.
Quarta-feira, 2 do corrente, as 9 horas da
manhSa, se far leilo de urna poreflo de
ptimo roilho ero saccas, ero lotes vonta-
de dos compradores: no srmazem de Caro-
pello Filho, ra da Cadeia, junto botica de
Antonio Pedro das Neves.
Crocco & Companhia ferUo leilflo, por
ordero do Sr. gerente do cuusulado frsncez,
ero presenta de um delegado deste-mesmo
consulado, por cotila e risco de quem per-
tencer e por inlerve ncffo do corretor Olivei-
ra, de 5 duziss de challes de seda, 8 duza*
de colletea de dita, 10 duzias de luvas de di-
ta e 115 leiiciuhos de dita : ludo variado
d'agoa salggda a bordo do navio Bavrt, na
sua recente viegeui do porto desle nome
com destino ao desla cidade, onde apurlou
aos deste qiez : quarta-feira, -> du outu-
bro, s 9 horas da nianhia, lo seu arma
Im, liada Cruz.
Jofio ejeller & Companhia, farSo leilflo,
por iuterveni;flo do cndor Oliveir de gran-
de aoiliineiito de fazendas de seda, lila, li-
nho e da algodso, ludas proprjas do merca-
do, e da.presente estaco : quarta-feira, S
de outubro, s 10 hora, da ruanlia, uo suu
armazem ila ra da Cruz.
-C. J. A,stley& Companhia farSo leilflo.
por utervencllo do correlor Olivelra, Oh va -
riado sorlimenlo de fazendas inxiezaa e
franceza* ; qmnta-feira, 3 do correte, s
10 horas da nianha, no seu arnuzeiu, ra
do Trapiche-Novo. ?~*"~u
Avisos diverso*.
-- Manoel Pacheco Aa Uedeiros & Compa-
nhia, socio'e administrador das venda* de
aeu tio Jos de Mcdmrna Tavar<<*. iWln uo-
dendo maiaconliuuar na adminislracfio das
ditas venda, por (alta dosade, teui noe-
ta dala entregado dita adminisltacao ao Sr.
Manoel do Itego Soarrs, para pagar o que sr
deve a pw.ee, para comprar, apara recabar
o que se deve as ditas vendas. Iiecife, 26 de
se le rubro de 1850.
esappareceu uro cavallo rodado, gran-
de, coro urna carga de sal : roga-se a qual-
quer pessoa que aechar deleva-lo a in-
co-Ponta,n. .71, que ser* recompensado.
Jds de Uedeiros Tavexaa Caz scieote
qua deixou de vender, bebidas espirituosas
de produccSo braaileira desda o da 30 de
selembro, na sua venda da ra do Rozario
eatreita, o. 11
-- Aluga-se por anno, en para paseara la-
te, urna grande casa ao sitio da Csjuero,
cos ums grande sala de fente, gabinete
ao lado, duas Icova grandes, sala de jan-
Xmi Ci/fn auaiio tjiir>u, Gm Cs.s&Sb, um
grande solBo, estribara para densa quatro
cavallos e exoel lente banlio : a tratar no
uiesmo sitio, ou coui Bernardiuo M.ia da
Silva, na ra do Crespo.
--OUwbcjs(j u-iB bsoeo brasileiro pira
caixeiro d loja de fazendas ou miudezas :
quem dolle precisar, annoneie por este
Jornal.
Roga-se a pesaos que actiou um mlho
chavea pequeas na calcada da loja do
tea I, na ra da Cadeia do Recife, de as
mandar entregar na loja n. 55, na mesm
ra, nSq se duvidsndo dar alguma gratiflea-
Co a pessoa que aa,scbou, se exigir.
Precisa-sede um caixeiro para tonar
cunta de urna venda por bataneo, e se dar
soendade entrando cora alguna fundos para
a mesroa, em Fora-de-Portas, n. 92: a tra-
Ur na mesma.
Por esta declaracflo faco sciente ao pu-
blico, que at hoje nflo devo nada a nin
guem, oern passe lettra em que roerespon-
sahilisede quantia alguma, e se appsrecer
algiima lettra proUsloaame he falsa. Ileci
fe, 30desetembro deWaO. oaquim Au-
relio Perrira de Carvalko,
--AlexandreJoaquiaftatv.ro com venda
no largo do Pilar, n IT^deixou de vender
ago^rdente de proilucrjo brasileirs desde
o dia 30 de selembro em diente.
Quem quizer comprar ou alagar urna
rasa terrea no desterro de Sania Thereza na
cidadedeOinda, n. 28, dirija-se ra de
Santa-Cecilia, n 23.
-- 0 abaixo aasignado deixa de vender
bebidas espirituosas de prodcelo brasilei-
ra, na sua taberna da ra do Codorni, nu-
mero I, Manoet Domingutt Pereira Itamot.
Joaquim Ribeiro Meirelles retira-se pa-
ra fra do imperio.
Precisa-se alugar urna escrava que sai-
na cozlnhar, ensaboar c alguma couss eu-
gsmmar: na traversa do Dique, n. 9.
fecessoa quetirou por engao do cama-
role fttlieatro de Santa-Isabel uro chapeo
e una haigala, queira por favor ir OU man-
dar entjbar na ra da Cruz, venda n. 39,
pois sa)Jae quem foi ; e se essini o nflo fl-
zer ler^fcrer o seu nome por extenso nes-
ta-folha.
.Mara Joaquina de S. Thom, professo-
ra publica de pVlaoeiras lettras do bairrodo
Recife, faz publico que acha-se com aula
aberta, na ruada Cadina, aobrado o. 32.
Precisa-sede Urna ama que tenha bs-
tanlo leite, prferiiido-se forra : na ra da
Soledad*, n. 12: da-se bom tratamento e
paga-se be:n.
O abaixo assignado faz Iciente ao Sr.
arrematante do consumo d'ago'ardente de
producfSo brasileira, que deixou de vender
dito genero em sua laveroa da ra das Cin-
co-Ponas, n. 71, desde o dia 30 de selem-
bro. los Carreiro da Silva.
O abaixo assignado faz sciente ao Sr
arrematants do consumo de sgo'srdente
de prodcelo brasileira,que deixou de ven-
der dito genero em sua lavarua da ra das
Cinco-Punas, n. 82. desde o dia 30 do se-
lembro. Uanotl do Reg Lima.
-Precisa-sede urna pessoa para traba-
lliarum um aillo no lugar do Remedio,
com preferencia solieirs e natural das ilhas,
que alba plantar larangeiras, verduras,
etp.:quem ealiver i estas circumsiancias,
dirija-se ra do Crespo, n. li, lerceiro
andar, das 6 as 7 horas da maulia, e das
? s 5 da larde, parase fazer o ajuste.
lostruccSo primaria..
Francisco de Salles de Albuquerque avisa
aorespeilavel publico,que j principiou a
funeciouar, no dia primero do mez pr-
ximo paseado, a sua aula de primeiras Ul-
tras estabelecida ua^iv. do Mondego, n. It.
QjUfiUntiuip^&nlinit a recebar alumno;
exlernd7>S)fensionista8 e maioa pensionu-
las ; e proaretto desvelar-se, pela educarlo
driles. Sobre ludo para aquelles queruo
ram fra da pra(a, a aula do anuunciante
oilerece recouhecidas vantagens, alenla a
sua localidadee dslribuicSo interior, jeui-
baraco com que lula a educa(3o primaria
drsses meninos. Aquelles que possam du-
vidar da sincendadedaa promessas do an
nuuciaiite, e Ihe supponbsm incaricimento
por proprio i ulerease, poder-se-hllo des-
engaar diri^into-se pesoslmenle a rasa
do anuunciante, e ahi vcrSo a par de urna
inteira ragwlaridade commodos domesti. os
que msia de sccordo te possam adiar con
o bem estar e saude dos meninos. O an-
uunciante espera que o respetavel publico
com penetra ndo-se da verdade, ue auas pro-
messas, liberslisar-lhe-ha proiecfio e be
uign'o acolbimeuio.
Roga-se ao Sr. Ceimanoa repilico do
drama I). Mana de Alei.caslro, fazendo a
parle da Antonio Coot o Sr. Coimbra.
-Pede-seso Sr. eonsul i>orluguez que
nflo se esqueja do Cid.dio patulea para bol
do do brigue Dvuro.
O abaixo insinuado deixou de vendei
ago'ardititee espritus de produceflo bra-
sileira, na m (averna do Ateno-da-Boa-
Viala, u, 20, desde o dia 30 de set-mbro
us t'auiino dt I-emot.
- O abaixo assignado deixou de vender
ago'ardenle de producto brasileira, desde
o dia 30 de selembro, ero seu eslabeleci-
rni-nto da ra Direita, n. 40, por ter sidu
collectado em quantidade de medidas que
Ihe 080 az cunta. Jo Lm de Drito. .
Francisco Ferreira e Silva, deixou de
vender aguar Jente de pioducu brasileira
do prioinro deuutubro em dianle, na ven-
da da ra da Santa-Cruz, ni 1.
TTlf) abaixo aaaignado deixou de vender
agurdente e inaia rs jrilo de producc-lo bra-
silcira^alajaale o lini de setembro em SUS ta-
berna da ra liireila. n. 18.
ot Gfolat Billr?t.
. r- Os aliaixo assignado ileixam do ven-
Joi ajvaiavSU S .U tct:J"de nrodufl-
<,-"m brasileira em sus ven la sita na rus do
Vigario, n. 15. Recife, 30 do selembro de
1850. -- Luis Corra da Cvnceitioh Compa-
nhia.
O abaixo assignado faz ver so Sr. arre-
matante do consumo de agoardento de pro-
dcelo braaileirs, que dosde o dia 30 de se-
lembro prximo passado, deixou de vender
taea ganaros em sua taberna na ra da Ca-
cimba, a. 2.--Jaci'a(Ae do Reg Mtirttct.
Uina moc,s soiteirs que vive ainda na
companhia de seus psis com todo o recato e
honeslidade, pio|0e-se a ensillara 1er, es-
crarer e contar, doulrina chnstJa, gramma-
tica nacional, msica, cozer, bordare mar-
car, por dlfferentes formas, fazer lavarlnlo
a Dores, recebando tamben) discipulas io-
teinas, para o que procurar casa comino-
da se houver concurrencia : as pessoas que
de seu preslimose quizerem utilisar, din-
garo-ae a ra Direita, sobrado n. 43, segun-
io andar.
=> A fabrica de caldelrriro, lainolro, fu- Romedio: quem n trouxer ou indicar o lu-
leiro e ferrarla da run do Brum que tein gyrado gnr onde esteja, sr recompensad o.
.iba tirina de M-aqnila Ir. Dmra, oulinua de
hoje em diantesob aajereucia, rrsponsabllida-
de e firma do Sr. Franciaco Anlunio Crrela
Cardoso, por contrato social em commandltu
com ditos Meaquita St Dutrn, Tirando catea
obrigadoi por lodo o pasalVo d.-si.i firma, a
ipial coutlnua na fabrica de fundido de ainos e
mala negociacdei: equanto aa dividas activa
da fabrica de caldeireiroda amiga firma, lien a
aua arrecadacao a cargo do Sr. Candido Tilo-
ma?. Pereira Dutra para proceder a sualiquida-
co; avita-ae, pois, a todos os devednres para
que no inaia curto praso pagueni leus dbitos,
porque do contrario se usar dos rucios coerci-
tivo!.
-Oabaixo assignado faz sciente ao Sr
arrematante do consumo de ago'ardenle de
producQ.ln brasileira que deixou de vender
dito genero em sua veBda, na ra do No-
gueirs, n. 1, desde o alia 30 de setembro.
Joaquim Francisco dt A tevedo
--Precisa-se alugar urna casa terrea as
seguintes ras : Velhs. ConceicRo, AragSu
e Rumio da freguezia da Boa-Vista: quem
tiver annuncie par ser procurado.
Preciss-se de um forneiro : na ra do
l.ivrameuto, venda n. 3, se dir quem pre-
cisa.
Para recrelo e instruccao.
O Recreio, jornal das familias, contando
ricos artigos de litteratura, tciencias, va-
ie ladea, misielanea, ancdotas e ditos pi-
cantes, adornado de bonitas eslampas de ci-
laile, paisgens e edificios pblicos do mun-
do, artigos de moda coro fignrinhos collori-
dos ede fumo. Este jornal, publicado em
Lisboa, he muito parecido com o Panorama.
e at escripto pelos mesmos Iliteratos. Ven-
de-se pelo diroioutissimo preco de 6,000 rs.
a colleccSo de cinco voluntes com 980 psgi-
nas cada um, trabalho de um anno cada vo-
lume, ou a 1,500 rs. ce la anuo avulso. Ven-
de-so no paleo do Cullegio, loja do livro
azul.
- Antonio Hartins Pereira, subdito por-
tuguez, retira-sepsra Mossamedes.
Manoel Antonio dos Santos Fontes dei-
xou de vender ago'ardenle do produccSo
brasileira nss suas ven las da ra do Colle-
gio, na 5 e 95, do dia 30 de setembro, por
motivos.
V&o de vciiiliigcm.
Na ra do Rozario larga, padaria n. 48,
d-se pSo de vendagem, tanto a pretss co-
mo a qualquer vendedor de pilo, fazendo-
se melbor conveniencia do que em outras
partes, por isso que desejs>se augmentar a
freguezia.
Atlr iii,o-
uem precisar de um bom destilador de
ago'ardenle para algum engenho, do que
.em bastante pralica, dlrija-se ra Nova,
u. 33, que se dir quem he.
HOJE, 1. de outubro, pelo juizo
da pnmelra vara do civel, s 4 horas da
larde, se hfio de arrematar, por sera ultima
praca, os bens movis e simoventes, con-
sistentes em escravos e mobilia, e bemaa-
sim alguna joias, ludo pertencente aos falli-
dos Domingos Jos da Cunhs Lage & Com-
panhia : os licitantes pdem-se esclarecer
com o escripto que se schs em mSo do por-
tel ro, sendo que ludo lem de ser arremata-
do a requerimento, e oara pagamento dos
eredores dos ditos fallidos
-- Desspparereu, no dia 6 do crfrrenle.
urna canoa meia aberta, com laboa no fun-
do, curta, um pouco velha, tendo as qua-
tro cavernss duas na proa e duaa na poupa
em cada urna destas u4a cavilba de ferro,
uro pequeo peaco delcorrenla na poupa,
lando lugar para botar bancos e sapeles :
quem der noticia, ou a entregar atrs do
theatro velho, srmazem de taboas de pinbo,
ser recompensado.
-- Manoel Jos Moreira deixou de vender
ago'ardenle na sua taverna da ra do Li-
vraroento, n. 8, desde o dia 30 de setembro.
-- l.alham llibbert deixam por seus
bastantes procuradores osSra. RusellMel-
lors & Companhia, para liquidacSo de to-
das as suss lrsnsacc,oes coromerciaes desla
praca.
-- Nos diss 30 de selembro, 3 e 7 de ou-
tubro, peles 4 horas da tarde, porta do
Sr. doulorjuiz daorphSos, na ra de Hur-
tas, ae ha de arrematar, por ser ultima pra-
ca, por tem o de tres anuos, a renda lo
silio da Casa-Forti>, de.non nado sitio dos
Arcos, que foi rio liudo Francisco Bcrnar-
m> on>rice-se um sacerdote para capello
la engenho, e meaaio para ensinar primea-
ras lettras, ou gramniatica latina : quem
quizer, annuncie.
^or-ra du Matriz da Boa vista
No dia 31 de outubro andam impreteri-
velmente as rodas d.sia lotera, sejs qual
for o numero de bilhetes que flcarem, e
mesmo sntes se se scabarem os bilhetes
como hs esperances. O fim para que foi
concedida esta lotera, nio pode ser mais
justo, e ella deve ser preferida a outra qual-
quer, porquanto temos de presenciar o em-
pregodoseu inleresse : o restante dos bi
Hieles acham-se venda nos lugares ja an-
nunciados.
Ossbaixoassignados deixam de vender
ngo'ardentee espirito de produccSo brasl-
eira do dia 30 do Torrente em diante, na sua
taberna da ra da Madre-de-Deos, n. 36.
, Guerra & Irmo.
Existe os corte do Rio-de Janeiro urna
pesaos com ashabilituQOes necessarias, que
ae incumbe de agenciar pelaa secretsrlas de
eatadus, ttulos honorficos, diplomas, pen-
sfies, patentes militares, cartas de nslurali-
sat;So, certidOes e outros qusesquer nego-
cios que penderem das mesmas secretarias
de estado, e bem assim se incumbe de agen-
ciar pela nunciatura apostlica breves psra
dispensas de casamentos, secularisacflo,
etc. etc. etc. ; e ncumbo-se, finalmente,
de sollicitar todo e qualquer negocio, que
lenhs de correr nos tribunaes daquella cor-
te. Quslquer pessoa que se quizer utilisar
do presumo densa pessoa, encarregando-a
all de seus negocias, pmier dirigir-se ao
Sr. Antonio Jos Gomes do Correio, o qual
lar as informacOes precisas, e com quem
sepoierSo entender a semelhsnte respeito
e sobre a remessa de qualquer pretenrjSo ou
documentos.
= Preeisa-se de um homem habilitado
para administrar um engenho e destilado,
fora da provincia : quem se achar neslas
circumsiancias queira dirigir-se rus do
Queimado, n. 6.
-- Francisco Bosventurs Ferreira, retira-
se psra Mossamedes.
Aluga-ae uro bom armazem proprio pa-
ra qualq i'T estabelecimento, na praia de
S.-Francisco ; e bem assim um grande ca-
xSo proprio para urna excellente cocheira.
no Mundo-Novo : a tratar na ra da Cadeia
de S.-Antonio, no primeiro andar da casa
da viuva Cunha GuimarSes
Aluga-se urna casa terrea de pedra e
cal.com 3 quartos, 2 salas, cozinha fra,
quntale cacimba,sita no principio da ra de
S.-Miguel, nos Afogados: a tratar no Ater-
ro-da-Boa-Vista, n. 17.
Do quartel general at o Hospicio per-
leu-se 1 par de orillos com aros de ouro :
]uem o achou, leve-o ao Sr. general Anto-
nio Correia Sera, que gratificar coni
quantia equivalente ao valor dos mesmos
oculos.
0 abaixo assignado previne ao publi-
co, que, por Ihe nSo convir mais, deiiou de
ser empregado em casa de Madama Dalayrac
Jes je o dia 25 do corrente.
Ilanoel lote dos Sanios.
Pessoa alguma laca compra nem hy-
polhequc urna pequea morada de casa
terrea na ra do Jogo-da-Boll, na cidade
deOlinda, pertencente a M-ria da Jess,
poressa dever a Catbolino Jos Goncalv
l.essa, urna quantia de que a vai demandar
emjoizo competente : e pars que ningu* m
se chame a ignorancia, faz sciente ao res-
petavel publico pelo presente annuucio.
Alugain-se e veodem-se. tanto por jun-
to como a retalho, as melbores bichas liam-
hnrguezas ns ra das Cruzcs, n. 40, ta-
vern de Domingos da Silva Campos.
--Precisa-se de um feitor, e de um cai-
xeiro, para um engenho bom porto desla
praca : na ra das Cruzcs, n. 40.
Aluga-se o primeiro andar ds casan.
31 da ra do Trapiche, proprio para escrip-
lurio : a listar no armazem do mesmo.
Ksi',i'il>tuiai,;ii> cOlillUCl'ciul por
partidas! dobrndas.
O shaixo assignado proie-se a abrir no
dia 7 ile outubro proxirxo futuro, no bairro
do Recife, urna aula, para encinar a escrij-
turacHo de livrosem perillas dobradas, ^e-
guindo o systema que he geralmentc (rali-
compensa a quem della der noticia eerla,
ou a pegar elevar ra de llorlaa, n. 114,
casa de Antonio Caldas da Silva.
Attoiw.fio.
Roga-se ao Sr. JoRo Jos de Lima, que le-
nha a bonlade de ir ou mandar pagar a
quantia de 16,990 rs. proveniente de g-
neros que tomou na venda grande da C-
punga ha seis mezes, cerlo de que, emquan-
lo nSo pagar, seu nome nilo sahirt desla
folha.
Precisa-se alugar um moleque ou ne-
gro para o servico de ra e casa, e que se-
la fiel : na ra ds Croz, n. 48, armazem.
------nm
Compras.
Na loja do Sr. Antonio Rodrigues da
Cruz, na ra do Catinga, coinpra-se urna
caixinba para voltarete, sendo pouco usada.
Compra-se omaduxia decadeiras usa-
das : na ra da Nova, r.. 57.
Compra-se uma moradrde casa terrea,
que seja em boa roa, cujo valor uBu exceda
ile-800.000is. : na ra de Hurlas, n. 140.
-- Compra-se uma preta densco do bo-
nita figura anda mosmo no lendo habili-
dades sendo moca, como tambem uro mo-
leque de 10 a '12 aunos, no seo lo viciado :
oa ra do Itangel, n. 38, segundo andar.
Na ra da Senzslla-Velha, u. 100, se-
gundo armazem sonde se vende bolacha e
po, compra -se effectivamente loucinho da
Ierra, seodo gordo e sem sal, a 5,009 rs. a
arroba, e a 160 rs. a libra.
Compram-se escravos de 10 a 30 an-
uos, de bonitas lisuras, pira dentro e fra
da provincia : na ra la'ga do Rozario, n.
48, primeiro andar, lodos os dias das 6 s
II horas da manhSa e das 2 s 5 da larde.
Compra-se uma casa terrea at o pre-
co de 500,000 rs. : na Soledade, n. 27.
Compram-se duas liteiras para viajar :
uaruadoCollegio, n. 12, taverna.
Compra-se uma escrava boa coznhei-
ra e engomrjiadeira : na ra da Cadeia de S.
Antonio, no segundo andar do sobrado da
esquina do Ouvidor, n. 14.
Compra-se um bom braco de balanza
grande : na ra da Praia, n. 35, segundo
andar, ou annuncie.
Compra-se effectivsmenle cobre,
chumbo, lineo, estanbo, e toda a qualida-
de de metal velhu, nao sendo ferro : na ra
Nova, n. 38.
dio da Cunha, boje do sius berdeiros, pe- cadu as pnneipaescasas decommercio m-
lo preco de 350,000 rs. por anno, cujo sitio ginza*. A simplicidade, concisilo e clareza
tem boa casa e lelheiro para rancho de ma- que este systema ofTercce, faz com que o
lutos, bastantes arvoredos, 26 ps de ja-
quearas, 6 jambeiros, bastantes ps de la-
rangeiras, 20 e tantos ps de coqueros,
e grande plantacSo de caf e caplin.
Trocam-se terrenos coro alicoree, no
abaixo assiitnado se animo a a(IUn<;ar que,
com uro iiumein mui (ailado de li?o>s,
os seus alumnos (icarfio habilita los a encar-
rugar-se dus livrus de qualquer casa de
commorcio. O abaixo assignado tem de ad-
lugaf dos Coelhos, ra dos Prazeres, por vertir que, devendo as suas licOes constar
= O abaiso assignado deia de vender espi-
ritoa de produccao brasileira por nao conven-
ciuiior com o arremtame, na aua taberna, rila
de Horm, n, 31. pira 4t Lira.
materiaes, como sejam : travs, enchameis,
taboas de amarello ou louro, lijlo de alve-
naria e ladrilho : a fallar com N'iculao Ca-
dault.
-- OfTerece-seuma psrda de mela idade
para ama de um casa de pouca familia : na
ra do Fogo. n. 47.
-- OfTurece-se um cozinheiro para casa
de pasto, ou casa particular, ou mesmo ps-
ra navio que esteja para seguir viagem :
quem de seu prestimu se quizer utilisar
annuncie.
9 l'aulo Galgnour, dentista #
frunce/., rccentciuentc che- W
gado a sta capital, olTcrece #
se:: sti::<> ao publico pa- *
ra todos os uiisteres le sua #
livoflssfin. aiivr cxtrahlndo. te
dente.s natrnes, qur substi- ?-*
9 liiiiulo-os por uutros artill- A
claes, para o ijue tem os me-
a lhorex apparclhos. Pode ser ,
+ proenradu u iiualqucr hora, %
9 em sua casa na rao lar^a do *
t) Hozarlo* n. 30, segundo au- %
# dar. *
K
Roga-se aoSr. segundo tenante Jos de
Cerqueira Lima, da Babia, que mande pagar
uma lettra, qua ae acha vencida ha oito me-
zes ; do contrario, tora de ver sempre o seu
uome nesta folba.
I'ucea suhio.
Sabio do sitio do Sr. bar3o de Itamarac,
no Hospieio, sonde mora o Sr. Gorbett, no
da 26 do coi rente, uma vacoa quaai preta,
mu o be?erroj grande, de cr vermelha,
levando d rast'o uma corda compr:'-
nl)0 0 nova ;'ella he un tanto vi
armafilo grande e as ponas finas
unida al a Magdalena, e dahi aupp!
entrado ero algum dos sitios ,do Lr
le uma serie regular de lancamontos em li-
vrbs npropriados de todas as IrausacfOes
que no commercio se podem ofTerecer, he
de indispcnsavel necessi-lade, qoe as pes-
soasque quizerem aprender, o procurr-m
antes ilo dia da abertura da aula, para to-
rios poderem comecar ao mesmo lempo,
pois mais ninguem ser admittido, depois
que as licfles tiverem commecado O abaixo
assignado tambero instruir aos seus alum-
nos em tudo que diz respeito a cambios, di-
vseles das moedas das dihTerenle.s pracas da
Europa, etc., etc.; e poje ser procurado
to los os dias no escriptorio dos Srs. O Starr
& Companhia, na ruada Aurora.
Josa* da Haya
Anda est fgida, desde o dia 26 de
junho, proaimu |iassado, a escrava criuuU
lie nome Maris, mofa, de altura regular,
corpo reiuiv'", caeiras grossas e um Un-
to sabidas para fra, bocea regular, beicos
grossos, ps e inflos grossas ; lem marcas
de bexigas no rosto e em todo corpo, peitos
pequeos e cabidos, nariz grosso, olhos
carnudos, orelhas na parte du eufeite gros-
sas e viradas um tanto para cima ; tem urna
marca de ferida de caustico do -ado direiio
ou esquerdo, talvez que pouco ja se devul-
gue das cusidlas para os vasios ; levou ves-
tido de chita ja osado, panno da Costa, e
um taboleiro com milho e arroz que veiidia
no da que fgio : esta negra segundo os
seus coslumes de ardilosa, pode ter muda-
do o nome e mesmo usar de qualquer ou-
tio desfarce para ndo ser conher.ida, pois
consta andar dizendo ser forra e que a que-
rem caplivar : foi de Macei e aqu vendida
pelo Sr. Antonio da Silva Gusmfio ao ja fal-
lecido Jos Amonio da Silva Costa, leudo
no poder do dito Tallecido 3 filhos, Candida,
l.uiz eMarcolnn; pode esta negra sOu pre-
texto esla oceulta em casa de alguein, ou
em algum calugi, o que se vai escrupulosa-
mente endagar para ae proceder contra
quem a livor oceulta : Da-se uma boa re-
Vendas.
Lotera da matriz da Boa-Vista.
Aos I o:ooo#ooo e 5:ooo*>ooo.
Na loja de miurt^aas da praca da Inde-
pendencia, n. 4, vondem-se bilhetes, roeios,
guarios, decimos e vigsimos desta lotera
que corre impretervelmenle no da SI de
outubro. ou antes se se acabarem os bilhe-
tes. A elles antes que seacabem, para nSo
rumprarcm mais cero, como tem aconte-
cido em outras loteras.
Bilhetes 10,000
Meios r'.o0(t
Quartos -'(i<*
Decimos 1,100
Vigsimos 6m
-Vende-se um piano hamhurguez, com
pouco uso,nor preco commodo: no pateo do
Carmo, n. 9, primeiro andar.
Hojerstaro venda, no lugar do cor-
turne, dous quartns muilo bous.
Vende-se urna prela de 20 annos, do
muito boa figor, qut cozinha, lava e en-
Komma pouco ; urna mulatiuha de 14 an-
uos, que cose, faz lavarint". cngnmma, ves-
te e penteia uma senhura 2 pralos pecas,
ptimos para carregsrem palanquim e ga-
nharem na ra, por darem 640 rs. por da;
um mulatinho de 10 annos, muito bom pa-
ra servir a uma casa : na rus do Collegio,
n. 21, primeiro andar, se dir quem vende.
Vende-se uma boni'a escrava crioula,
sem vicios nem achaques, com duas crias,
sendo um moleque de 2 annos, e uma ne-
giihha do pouci-s dias de nascida : a escra-
va tem muilo botn Icitc : o motivo por qua
8 vende se dir ao comprador: na ra es-
treiti do Rozario, u. 19, loja.
I olera do Itio-de-Janciro'
Aos 2o:ooo!ooo
Ra da Cadeia do Recife, n. 24, loja de cam-
bio da viuva Vieira & H'iltios.
Pelo vapor San-Salvador, sabido do Rio-
de-Janeiro no dia 13 do passado, recebeu-
so grande sui tmenlo de bilhetes, meios,
quartos, oitavos e vigsimos da 11.' lotera
a beneficio do Iheatro de S.-Pedro de Al-
cantara, cujas rodas deviam correr no dia
9$ do passado mez. A ellcs, a elles.
Vendem-se dous prelos mogos, bons
canoeiros : na ra da Madre-de-Deos. n. 34,
loja.
Conteitaria Cearcnsc.
A nova confeilaria n. 43 da ra do Rosario
estreita. vende suneriores bolinhos para
cha, como igualmente carnauba a meinor
que ha presentemente no marcado, ludo por
preco commodo.
Aos Srs, acadmicos do qninto
anno.
Fitas de cha malote encarnadas largas pa-
ra cartas de hachareis : na ra do Crespo,
n. 5, loja de miudezas ao p do arco.
Venda-ae uma preta : em Fra de Por-
tas, ra do.Pilar, n. 104.
Para encanernacoes.
Vendem-se superiores carnelras aortidaa em
eores e bastante grandaa: na praca da Inde-
pendencia, d. 26.
Vt-u le-aVe rap Paulo Cnrdeiro, chega-
do no ultimo vapor, por preco commodo :
na ra da Cruz, escriplorio de Rodrigo da
Costa Carvalho.
Vende-ae, na ra das Cruzas, n. 22, se-
gundo andar, uma parda de 26 annos, com
habilidades ; uma preta de afio, de 18
anuos, com habilidades, para fra da pro-
vincia ; uina.aegriuna de 12 anuos, com
principios de habilidades dous prelos de
naci, seodo u n delles padeiro, e ootro de
18 annos, com principios desapateiro.
a n n



Vendem-se balancas deci-
msesde400 600 libras, muito proprias
para pesar assucar : na roa rio Trapiche,
11. 3, armazem de C. J. Astley & C.
-- Vende-se farinha de Santa-Calharina.
muito superior, a bordo da galeota Sahlisti-
ma-Trindude, Tundeada juoto ao caes do
Collegio.
Farinha de mandioca.
Na ra da Cruz, no Recife, armazem n.
13, e na ra da Cadeia, armazem de Cam-
pello Filho, vende-se farinha de mandio-
ca do Cear, muita alva, gommosa e de ex-
cellento (rosto, tinto em pequeas como
em grandes porcoes, por preco commodo.
Vende-se, por preco commodo, farinha
de mandioca, em saccas grandes ; a tratar
nos armazens de Dias Forre ira, e Gouveia &
Dias, no caesda Alfandege, ou com Nova es
& Companhia, na ra do Trapicha, n. 34.
Vende-se rap superior de Paulo Cor-
deiro : na ra da Cadeia do Recife, loja de
Jlo Jos de Carvalho Noraes. Na niesma
loja lambern se vende um methodo para
violSo, do autor l.uigi Castelacci, oonlendo
as afinacOcs para se tocar os sons armni-
cos, por barato preco.
Travesea da Madre-de-Dos, ar-
mazem. n. 5,
Achn-se estabelecido um deposito, onde
encontraro os freguezes um bom sorti-
mt'nto do licores, espirito de vinho, e to-
das as mals qualidades ; superior vinho de
caj; chmate; e Hacas de vime, a presos
moderados.
A elles que sao baratisslmos.
Vendem-se sapatOes decouro de/ lustro, a
a.000 e 2,500 rs, he o que valem do feitio :
na ra da Cadeia do Recife, n. 9, loja.
Aos navegantes.
Vendem-se diarios nuticos im-
pressos : no pateo do Collegio,
casa do livro azul.
larguras, a 800 rs.; anda restan) algumas
.>egas de panninho fino, com 12 jardas cada
ima, pelo bar.itissimo preco do 9,500 rs, .
temalgum mofo: no Aterro-da-lioa-Vista,
ii. 18, loja.
Vendem-se meiaa de 19a grandes e pe-
quenas ; e rap rollo bamburguez, od gar-
rafas: na ra da Cadeia, o. 15, loja do Bour-
gard.
A 4)000 rs. o par.
Vendem-se sapatOes de lustro
para hornera, muito bem Jeitos, a
q,coo rs. o par : no Alerro-da-
Boa-Vista, n. 58, loja decalcado,
junto a de selleiro.
Vende-se por muito commoilo preco,
urna rica secretaria com estantes para li-
vros, bastante grande, propria para advo-
cado, sendo de amarello e anda nova ; as-
sim como, seis cadeiras e duas mesinhas
de alirir : na ra estreita do Rozarlo, n.
28, ultimo andar, das 2 boras da tarde em
diante.
Prc/.iuiloK do porto.
de superior qualidade, a 8,000 rs. a arroba :
vendem-se no armazem de Joaquim da
Silva Lopes, na ra da Madre-de-Deos.
Tao de llnlio do porto.
puro nojoes a proco muito commodo: ven-
de-seno armazem do A.V. da Silva Barroca,
na ra da Madre-de-Deos, n. 26.
Vendem-se ricos manteletes de gros
de aples ; chamelote pieto e de cores ;
cassas francezas muito finas, desenhos ne-
vos e cores, fizas, a 720 rs. a vara ; chitas
francezas de cores seguras, e que nfio en-
ganam, a 320 rs. ocovado ; cortes de ves-
t Jos de cambraia com a frente bordada, a
7,000 rs.; chales, mantas e lencos de seda
com franja, de militas variedades de gostos
prceo.N que agradan] ; alpaca escuceza
tf
-- Vende-se urna toalha de lavarinto, ten
Vendem-se trancas de seda de todas as
do urna pequen parte de panno nn meio.i cores para enfeitarvestidos ; ditas de algo-
Talxas para engenho.
Na fundiclo de ferro da ra do Brum,
acaba-se de receber um completo sortimon-
to de taisas ilo* a 8 palmos de bocea as
qnaes ccham-se a venda por preco com-
modo e com proraptidlo embarcam-se,
nu carregam-seum carros sem despezas ao
comprador.
- Deposito do potassa e cal
Vende-se muitA nova e superior potassa
cal virgem de Lisboa, em pedra : ludo em
barris pequeos de arrobas, por preco ra-
soavel: na ra da Cadeia do Recife, n. 12,
armazem.
Na casa de modas francezas do Mada-
ma Millochau, no Alerro-da-Boa-Vista, n. 1,
refebeu-se novamentn nm rico soitimento
de bordados de todas as qualidades, gnii-
nhas de cambraia e fil, romeiros, cabe-
cees, colerinbes, caiuisiuhas, mangas e
manguitos moda nova, fil liso e bordado,
cambraia lisa e bordada, lencos de cam-
braia de ludio bordados, buhados e ntre-
melos de cambraia bordada
de muito em conta.
~ Vende-se um preto de bonita figura,
bom oflicial de pedreiro, e be de boa con-
ducta ; urna mulata de 18 auno, com um
filho mulatinho de 2annos, a qual corla e
faz um vestido de senhora, corla o faz una
camisa de bomeni,engomnia com perfeic&o,
be muito liel e u8o leo> vicios, o que se
afianca : na ra larga do Kozariu, n. 48, pri-
meiro andar.
Na casa de modas Irancezas de Mada-
ma Millochau, do Atrro-da-Boa-Vista, a.
1, alcm de um lindo sor ti ment de chapeos
de seda e de palba, recebeu-se um sorii-
meoio de capolinhos e manteletes de seda
e de Gl, e chapeos de palha da ultima mo-
da, para montana, c de gusto amazona de
Pars.
Vende-se urna porcode ce-
vadinha de superior qualidade : na ra do
Trapiche, n. 3, armazem de C. J. Astley e.
Compnnhia.
Vendem-se oculos de aro de ac fino,
e vidro branco', para todas as idades ; ditos
de viriro verde e azul pare 1er do noite, ou
cura de olhos, por ser de vidraca ; lonetas
de um c dous vid roa, para augmentar os
objectos, a que os francezes chaman) pen-
cener, do ultimo gosto: estas lonetas fe-
chadas servem de microscopios para verifi-
car cdulas e nutros objectos que a vista
dio alcance ; pulseiras douradas com pe-
dras, ultimo gosto de Pars; bengalas da
ultima moda ; finissimos lapis em qualida-
de ,'garganlilhas pretas ; medidas de mar-
roquim rara alfaiate; facas e garlos de
cabo de chifre deviado, ao uso do bom tom
de Londres;'dilas de bulanco, cabos de mar-
fil ;finisimas meias para senhoras ; cai-
vetes ; machinas que de urna s vez apa-
ram perfeitamente nma peona ; e oulras
murtas miudezas chegadas recentemente :
na ra larga do lozano, n. 35, loja do Lody,
O iiliifl lian teiro do l'asseio-j'u-
iilic-o, loja u 11, de l'iriuiano
Jos Rodrigues Vemln. an-
nuncla as segalntes fazenda* :
pannos linos prelos muito superiores ditos
azues; merinos superiores; selim preto
de Hacio ; ditos de cores; gorgores de se-
da para Golletes ; riscados monslros ; cas-
sa-chita ; castores; brins trancados; cna-
los de ISa e seda ; ditos de tarlalaua ,- eam-
braiss"! Rifti! bsri; Ipsci;; prBCS-
zas, lilas linas; Chitas ; nida'polOes ; e ou-
precos que agradarflo aos bons freguezes de i
dinheiro a vista, por ser o tempo proprio
para taes compras.
Farinha de mandioca.
Vende-se farinha de S.-Cntliu-
vina, multo superior ; a bordo lo
in-i^iie Conreinid, fnnrieado de-
fronte do trapiche do nlgoflao,
por preco mus romniodo do que
ein ontra qualipiei- parte, mi a
fallar com Manoel Alves Guerra
Innlor.
A l$Go oeov/do.
Na loja n. 3, defronte do becco do Pei-
xe-Krito, vende-se panno azul, a cinco pa-
tacas o covado; casemira encarnada de
duas larguras, a ,000 rs. o eovado.
Vende-se nata cabra ( biefio ) parida
de poucoa das, qne ra hacanla !e:tr, e
com dona cabrilinhos, por prego commodo:
na ra das Larangeiras, n. 9.
Bom e barato.
Vende-se prlooeza muito Una de duas
imitando seda.com 4 palmos de largura, a
400 rs.; vestidos de seda os mals moderaos,
brancos o de cores; um completo sorti-
ment de casemiras de gostos modernos, a
5,000 e 7,000 rs.; cortes de colletes de vel-
ludo, gorgurlo, seda com flores, e de sarja,
proprios para casameutos; lencos de sarj
lavrada brancos para grvalas; lencos de
cores de primoroso gosto; caca preta ; cha-
peos do pello de seda, de bonitas formas ;
ditos de merino pretos e muito finos alm
destas oulras muitas fazendasque so veu-
pem a todo preco: na ra do Crespo, n.
12, loja de Jos da Silva Campos & C,
Vende-se, na ra do Vigario n. II, ar-
mazem de Francisco Alves da Cunta, os se-
guintes gneros, todos de superior quali-
dade, e por menos preco do que em uutra
qualquer parle : azeitonas em ancorelas, vi-
nl;o do Porto em barris de diflerentes la-
manhos, cevada, cal virgem do Lisboa, ar-
cos para pipas e biiiiis, lio purrete, relroz
deSiqueira, cha de San-Paulo, canastras
com allios e ditas com rulhas.
a ra da Cadeia-Velha, primeiro an-
dar da casa n. 24, de Manoel Antonio da Sil-
va Antones, vende-se um rico sol ti ment
Jtudo",vVln"lde C,,ap0S d0 Hha de Italia, abertos, par
senhoras ; camizetas de cambraia, coleri-
nhos, romeiras, manguitos, punhos, ludo
escellentemenle bordado, bicos finissimos,
ricas fitas, e outros objectos de gosio; bem
como um completo sorlimento de fazendas .
ludo se vendo por procos muitos rasoaveis
iN a rua da Cruz, n. 10,
casa de KaJkmann
Irmaos,
vende-se um grande soitimento de
instrumentos de msica, cora se-
jam :
Ca'uusde guerra, e tambores.
Zabumhas e pandeiros.
Arcus de Cainpainha, e pratos.
Baixos de hurmonia, trobOes.
Trompas, pisl&es e clarina.
Cornetas, flautas, e pianos.
Clarinetas, e requintas.
ViolOes.
E muitos otiLos
nstruraentos.
Um MI logre.
Vende-se por un> tiistflo, um follietinho
conlendo o milagre aconterido na Italia, e
publicado neste Diario: Na linaria n. 6 e
8, da pr; en da Independencia.
--Vende-se urna linda e>crava recolhila,
com todas as habilidades precisas para urna
casa de familia : na ra do liangel, n. 57.
Bombas de ferio.
Vendem-se bombas de repuxo
pe dulas- e picota para cacimba
na roa do Brtiui, ns. 6,8 e io.
fundictt de ferro.
Arados te f rro.
Vendem-se arados de ferro
diflerentes modelos : na ra
brum,ns. 6, 8 e lo, fabrica
machinas e lundicao de ferro.
he de bretanhadeliiibo, ou de eeguiflo fino,
obra muito bem feita, e o lavarinto ho de
modelo muito moderno, por preco comino-,
do : no Itecco-Largo, n. 1, segundo andar,
do manliSa at as 9 horas, e das 3 s 5 da
tarde.
### >ilMM>|l
9 Sedas e velludos. 9
fti Vendem-se ricos cortes da seda mo- #
% demos, furta-cres, tanto lisas como #
'0 delistras e do barra ; velludos de cd- m
t res ; merino azul para rnupinbos %f
(P) de meninos : na ra do Crespo, n. 9, A
() loja de JoSn A- GuimarSes. a*
mmmmm m
Vendem-se, na ra da Noda, armazem
n. 15, meias barricas com cal virgem de
Lisboa, a mais nova que ha no marcado, por
preco commodo.
f^*Hap Paulo Cordelro :^$
vende-se na ra da Cadeia do Recife, n. 5f,
loja de fazendas, de JoSo da Cunta Haga-
lliSes.
Vendem-se cem apolices da companliia
do Beberibe, todas ou em porcOes menores :
na loja de Ignacio Jos da Silva, junto ao
arco de Santo-Antonio, no cscriptorio da
companhia, e no do caixa da niesma se dir
quera vende.
Grande pechincha.
A 4>ooo e 5,ooo rs.
Vende-se urna porclo de cassas francezas
de novos padrOes e de multas cores, a *0f>
rs. a vara, e muilo. finas, a 500 rs. ; ditas
pretas multo finas, a 480 e 500 rs. ; chitas,
largas francezas, a 3S0rs, o covado : na ra
do Crespo, n. 14. loja de Jos Francisco
Pas.
IVI ai-melada
le mimos, em caliinhas pequeas, tanto
em poreflo como a retallio ; eaf de primei-
raasegunda qualidades, feijo mulatinho,
encarnado e caboclo, chegado ltimamen-
te do Rio-de-Janeiro, por preco commodo :
na ra da Cadeia do Recife, n. 25, defron-
te do Boceo-Largo.
--Vende-se muito barato o buharda Ponte-
de Ucha com todos os seus perlences, este
Inlliar he nuvo e he dos me Inores que ha
nesta praca : roga-se a qualquer pessoa que
lile convenha rompra-lo dirigir-se a ruada
Madre-de-Deos,a tratar com Vicente Ferrei-
ra 4a Costa que prometa fazer negocio pelo
menos que llie f6r possivel.
A I .-.!><;<> o curte.
Na loja da ra do Queimsdo, n. 3, defron-
te do becco doPeixe-l-'rilo, vendem-se cor-
les de casemira du algudSo, com 3 covados
meio, pelo baratisimo preco da 1,960
rs-: esta fazeuda he de listras e zadrez, pa-
drOes muilo modernos.
099* fVP Wf f f f f f ff f O
#> Lanteruus de reverbero
a> para carros e cabriolis, de difTe- *
s> rentes tamanhos.- na ra do Crespo, -al
OAAAAAAA*AA A A AAAAAAQ
Vendem-se taboinhas para
thapeleiro, de superior qualidade:
na ma do Trapiche-Novo, n. 1G.
- Oh qne pecliinclia.
Pao verde escuro ( fiuiMioio ) pelo pre-
co de 4,000 rs. o covodo .- uo Aferr da Boa-
Vista n. 18. l
! 'ai-iniia le mandioca.
Vende-se rarlnli/deSao-Matbeus, de su-
perior qualidade, a bordv do patacho Lima
sumaca Bellu-Carolina, fondeados em
liento do Collegio, ou ao lado do Corpa-
Santo, loja dd massames, n. 25.
dio ; bicose rendas francezas de todas as
larguras ; bolOes de teda para vsstidos ; bi-
cos de blondo de todas as larguras ; fran-
fiorea e capellas para nuvas; rico:
tes de luvas para senhora ; rendas
seda e do linho ; cambraias de seda
tilhns e cordOes para os ditos e par,
guios ; filas de linho e de cassa : t
lo em conta : no Atorro-da-Boa-Vi;
m'ss
# Na loja do sobrado amarellol nos
9 quatro-cantos da ra do Queilado,
9 n. 29, vende-se um grande lorti- w
ment de cortes da vestidos de eam- a
$ brai-seda. muita) modernoso m>voa (j>
W gostos; ditos a* cambraia branea
# com barra bordada e adamascada,
tudo por preco Weito em coate.
mmQ999*m**m+mmm9~
ParaosSrs. a I faites.
Vende-se estopa com alguma avaria,
80el20rs..- na ra larga do Rozarlo,
48, primeiro andar.
Alpaca de laa e seda a
covado.
Na loja da ra do Quem
fronte do becco do Pei*e
alpaca de lAa e seda para vesi
ras, a 360 rs. o corado :
tecido de xadrezes de lila
muilo agradaveis.
Vuude-se una carta pira bacharel
academia de Oliod, em muito bom
minbo, viuda de encomnienda do lti(0-de-
Janelro, e juntamente a tila para a ma/sma :
na ra las Lruzei, n. 40.
Vende-se urna mulalinha escurai mui-
ta bonita, que cose, engpmma, roiinini faz
renda e o mais servigo de urna casa ,- lem
15 annos : na ra larga do Rozarlo, u. 35,
loja. y"'
Vendem-se orles de cWta t riscados
para veslido._de coresStffi bons pannos
a 1,700 el. 920 rs.: j. ra do Queiroado,
n. 19, loj.
tos, duasoxcellentesbaixas com capim de
planta que sustenta dous cavallbs annual-
,meptc, e pasto muito vasto para 3 ou 4 vac-
cas, estribarla perto da caja, em fim outros
muilos commodos que s a vista ea ven-'
jaa ; ricas fitas para chapeos e cintura ; leo* tade do comprador poler influir: na ra
Cus de cambraia bordados e imprimidos, da ConcelcBo da Boa-Vista, n. 9.
..I
3|o r
a, 3, dt.
J,o, venderse
0 da senh.o-
esta fazendahe
a seda, padrOes
Lotera do>(tlo-de-Janelro.
Aos 2o!oooooo.
Na loja de mludezas da praca da Inde-
pendencia, n. 4, vendem-se bilhetes, ineios,
quartos, oitavos e vigsimos da 11.' loteria
a beneficio do theatro de S.-Pedro de Alean-
tara, quefoi extrahida no da 27 de setem-
bro. Na meamn loja se moslram as listas
chegadas ltimamente.
Vendem-se ISO saceos novos de esto-
pa, coai duas varas cada um : na ra larca
do Rozarlo, n. 48, primeiro andar.
- Contina-se a Vender manteiga incle-
za oova, a 400 rs.; caf em grBo, a 160rs
ditomoidfl.aieors.; chi hysson, aj,92
asors.fWrsda.'aw rs. ; .letria. a 24o
rs. ; arroz, k 0 rs a libra ; feijao novo pre-
to, branco e mulatinho, a 4C0 rs. a cois
uo pateo do Carmo; n. 2, venda nova.
Lotera do Hlo-de-Jauelro.
Aos !o;ooo$ooo.
Na praca da Independencia, loja n. 3,coa
fundo para du Queimado,vendem-se bilhe-
tes, n.eios. quartos, oitavos e vigsimos da
decima primeira lotera a beneficio dotliei-
tro de S.-Pedro de Aloantara.vindos pelo ul-
I timo vapor. Na mesma loja mostram-se as
II istaa das loteras passadas. i
V -Vende-sea tatemado fim da ra Au-
gusta, n. 94, juoto ao viveiru : a tratar u.
mesma (averna. .
- Vendaje um escravo bnti postante,
bom para o servicode engeoho, de nwao
Cabundi: na trwessa do Veras, n. 15,' na
Boa-Vista, at s 8 horas do dia,
--Vende-se urna, vacca muilo boa de leile
n^ Passagem, entre as duas pn|es, primei-
ro sbradodo ladb dlreilo, porlo de ferro.
t'ott"d9t Wo- otoootooo.
Na ra MPJIta do Rosario, trivessa do
il de .ajtot. muilo Sl'iZ -- a>
VfVVtfVfVVffffffVVf
jDeposilou labriCa de;
i utios os Santos, na
Hahia.
de
do
de
Jfi o barato cansa adnihacao !
.'iiiciniiit.ee na ra du'Crcaiio,
n. 6. loia ao n Ho I limeo
Vendem-se cassa-chitas de muito bom
gosto, a 240 rs ; corles dedilasdo melhor
gosto que lern apparecido, a 2400 rs.; chi-
tas finas de boas tintas, a 160 e 180 rs. o
Covado ; riscado americano, a 140 e 160 rs.;
dito trancado, a 180 e 200 rs.; algodSo
mesclado, a 200 rs. ; zuarte azul com 5 pal-
mos, a 200 rs. ; dito de cores, a 200 rs.;
eassa preta para lulo, a 120 rs. o covado;
cortes de fusOo muito bous, a 560 rs.; cha-
les de tarlataua, a 320 e 1,280 rs.,- coberto-
res de algoddo de eflr, muito encorpados e
pfoprios para escravos por serem muito
quentes, a 640 r>.; alpaca preta de corrillo,
com 7 palmos de largura, a 1,280 rs. ; ris-
cados de puro liuhu, a 240 e 360 rs. o co-
vado.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ru do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muilo commodo. |c?
>
>

*
-> Vende-se, em casa de Domingos AI- I
ii>ves Malheus, na ra da Cruz, n. 52," >
^priineiru uudar, algodo trancado da-J'
aquella fabrica, muilo proprio para aao-" |
^.cos e roupa de escravos; bem cumoj [
j^lio proprio para redes de pescare pa-I
^.vios para velas, por preco commodo.S
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAC
Vendem-se 6 burros entre elles alguna
mancos ja de servico: ni ra du Queimado,
11.14.
Vende-se um escravo bom trabalha-
dor de enxada, e para qualquer serviso, por
ser muco e diligente esetn vicio alguoi: na
ra do Queimadu, n. 14.
Vende-se urna preta de 15 anuos, de
bonita figura e com algumas habilidades:
na ra da Cadeia de Sacio-Antonio, nu se-
gundo andar do sobrado da esquina do Ou-
vidor, n. 14.
Na ra larga do Itozario, n. 2'4,
vende-se um uiolequede 14 annoa, de ua-
eflo, muilo lindo; urna mulalinha e dous
uiulalinhos de 9 a 10 anuos ; una negra de
20 aunos, de linda figura, que cozulia e
vende na ra ; um prelu de uacBo, de meia
Idade, por 300,u00is ; um mulatiuho de
13anuos, proprio para pagem, por ser mui-
lo bonito.
O Moderno e bom gusto. 0
O Capolinhos e manteletes, sedas lisas
Q de furia cores, Cortes de blonde de
jj cor, novo soi Huanlo de parisienses, m
0 longos de cambras de liuPo borda- q
j. un, uilua nsus'cya ana o em caua 1
^ carlflosiulio coiu IsUmpa cada car- J*
to( cornos leiic.*J se sabe; pelo
W diminuto prego de 3,840 rs. lencos <*
W de garga bonius cOres 1,280 rs. cada O
O um ; luvas de pelica com borlas de O
O seds, a 1,500 rs. o par; casas Trance- 0
<: yes moiiurnHu son r>t>ta a unn,. bonitos, por preco commodo : no patele
S.-Cruz, n. 6, padaria.
Na 111a larga ilo yo/aiio. n. 22,
vende-se um preto de 30 annos, perito ofli-
cial de sapateiro.
Jtup l'aulo Cordelro. '
Vende-so o verdadeiro rapa Paulo Cordei.
ro, em libras e meias ditas, a 1600 is. : n,
rea do Queimsdo, o. 10, loja de Jos Dias
SimOes.
= Vendem-se, vinho do Porto, dito Sberry,
conserv.11, inuslarda.ilcaparras salinSo, carne
etn conserva, sal rrfloado, corriolat paia po-
dios franca branca da melhor qualidade, dita
eicura, genebra de Hollanda, tljoloi psrs n,n.
par facaa, licores linos, luiicinbo de fumeiro,
cb preto superior qualidade, phoiphoroa em1
grozasea relalho.cliainnagQhe da itielhorqua-
lidadequeha 110 mercado, vrrnli prelu e bran-
co ; inappai iiiaritiiiioj de Macri, dito da coi-
la do Uratll, dito do golfo de Venea, eacovas
para tapaloi, ditds de etfrrgar, vasirai de ca-
bello para varrrr talas, azrlle-doce refinarlbV
almanaks mal ilinioi para 1860: na ra rh> Tra-
piche, 0.34, armazem de Haymund C.
*fff*V*fs*J#fffi>
Ctiapelinhos para senhora. 48
Na loja do sobrado amarello, nos *
quatro-cantos da ra do Queimado, **
n 29, vendem-se os mals modernos s
ciMHutlinho* psra senbocj*.' cores 2
muito bonitas, e muito bem ^arne-r"2
crdns ^
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA9
'-Vende-se um escravo de 25 annos, Del,
perito oflleial de pedreiio, bom oanoeiro e
apto para todo o servico de casa, por 700,009
rs. : na ra do Queimado, n. S, segundo
an Jar.
Vende-se um sobrado de um andar
coir bns commodos: em Fra-de-Por-
tas, n. 13.
Vendem-se amarras ae ferro: na ra
a Senzalla-Nova, n. 42.
Vende-se ama alaria na Iba dos Coe-
Ihos, com terreno proprio. e lem bons com-
modos, por preco rssoavel: tambero se hy-
potbeca por 600,000 rs. por 9 annos, (lean-
do a renda pelo premio; cuja renda, anda
por 200,000 rs. por anno : quem quizer,
dirija-se a ra da Concordia, casa do Sr.
Geraldo Corris Lima, quoahi achara o seu
proprietario.
Verrde-se urna preta da Costa, moca,
vendedeira de ra, lava e cozinha o diario
de ama casa : o motivo por que se vende
se dir ao comprador: na ra Nova, n. 28,
loja de Selleiro.
Vende-se um preta de naco Mina,
muilo moca e vistosa, que engomas, co-
zinha e faz todo o mais servico de urna ca-
sa : na rus do Amorim, n. 15.
Chapeos de sol para aenliras.
Vendem-se chapeos de sol d'e seda com
franjas, muito ricos, com esbos de marflej
e dos mais modernos. A cidsde de Pars,
rna do Collegio, n. 4.
Vendem-se chpeos de sol de seda pre-
ta e de cores a 4,500, 5,000 e 5,500 rs. catfr
um, com armario de balis e muito bons.
A cidade de Pars, rus do Collegio, n. 4.
Grande sorlimento dechapeok.de sal
acreditadosJljihBtPs os muitos _
II.' loterl> do theatro de San-Pedro de Al!
cantara do Cordas e bordOes psrs violo e rsbpc,
n.a ra estrella do Rosario, travesa do Quei-
msdo, loja de miodezas u. 2, A. Venilem,-e
muito supteriores bordas e bordOes para
viblao e'raqeca, por preoo mais commodo
do que ero outra qualquer parle,
A t:oo rs. e 1 ,oa.
Carteiras de marroquin um chaves,
para commercio, dvm ua n,ezs do anno, a
4,000 rs. cada una, edita do -tartaruga pa-
ra aliheira forrada ie seiim muilo ricas,
a 1,500 rs. ; no Atierro da Uoa-Viata, luja,
(i. 48.
Vendem-ae 3 venesiana para janellss
de sacesda muilo bem feitas e oom poueo
uso : na rus do Aragu, n. 8.
- Vende-so urna canoa nov'a de S a 6
caixas appareltiada de tudo e primita a se-
guir viagem, quem a pretender I dirija-sei
roa larga do llosano, 11. 29. \
Vende-se urna sroia^So probara pasa
sapateiro por ser fejta para a mesma\ oflici-
na, por commodo preco : a tratar no rVjirie-
do-Matioa, ra do burgos, n. 34, padarisV y
Vende-se urna escrava de nafAo, que
en o rom a per felamenle, lava de sebeo, eo-
zinba, 4 hi aa\uilu boa qnitandeira : na
ra do AiatEiio,!!. 8.
Veude-se um uiolequo dnscOo, de 20
anuos, que sabe cozuhar o diaria de unja
casa -. no cees do Ramos.
Vinlio de Iktrdenux :
vende-se na ra da Cruz, n. 10,
casa de Kalkinann Irmaos
Vendem-se os seguinles livros : Ne't-
tre da vida ; Lobo, segundas nabas, 3 v. ;
OrdenacHo do reino; Nagnuro Lexicn ;
Vaiker, diccionario de pronouucjg ; Diccio-
nario francez por Constahcio, 2 v. ;. peo-
metria de l.acrofx ; Burro de Q. Horatii ;
Ceographia universal, por A. Balb! na
praca da Independencia, 11. 12.
>Ca
at-
-i -au_u
Escravos Fu^itl
os.
.
-
Fugio, na noiie de 29 para 30 de selem-
bro do corrente anno, do sitio do llorogy,
um mulatinho de nome Francisco, de bom
cabello, cor desenreda, de 13 para 14 annos,
secco docorpo, falla fina ; tem uma*marca
de ferida eih cima de um olho proveniente
de uma queda ; o melhor signe I por onde
pode ser contiecitlo he ser vesto de um
olbo; levou camisa de algodSo riscado,
calcas de elfwdflo trancado azul ; quando
fnge diz que he forro, e oulras vezes que
sen senhor mora muilo longe, e que nSo sa-
be o nome da trra : quem o pegar leve-o
ra Direila, n. 61, venda de JoSo Jos de
Miranda, que gratificar, ou no dito sitio
do Bomgy, que foi do fallecido JoSo rie
Barres.
-- Desappareeeu, no dia 21 do corrente, o
molequejon, rrioulo, de 14 a 15 snnos,
fulo; tem um signal de tnllio na sobran-
t) vata ; lilas pata pescUQu du Seubora,
q a 1,000 rs. cada uma : e oulras tuui-
q las iazeiidas laulu pata seonoraco-
,. um para iioinein, : vende-se ua ra
w uo Crespo, u. 9, loja auiarella dola-
do uo sul.
Vende-se vinho de Bor
deaux, de mullo boa qualidade : oa roa do
Trapiche, u. 8, armazem do 0. J. Astley
Cumpaobia.
ctSuC-se cuc de ierro ]c
de cobre ; chumbo em lencol; esla-
barra ; fero inglez esuecu em bar-
ua do Trapiche, u. 3, armazem tie
Wy & C.
de panno trancado, muito grandea.ffjm ar^* **"'* lentes limados ; be bastante ladino;
maces de baleia das mais lorles,i'*,i,os lalo e de pSo, preprios para aaajs]^, e fel- l'e^nce ao casal delj
lores deengenho. AcidaoedasBt^is'.-VrfL ouetp o pegar leve-o _
Colegio, n* ^ 7- >J" de Manoel Pereira tamlrfq, ^e
- Chapeos de sol de pannftko cam txmi- Br,,,,"M*v ....
efln rie halis, belo diminu*nre^-daVaae ^r^'.0'.n.0_a.'i co.rl*n,e> uma Pre
toaa d
e Macedo :
madti,
laeuuoia. lie nome owim'Jioia, quu ., H,a-
senta ler SO annos pouro mais ou menoit ;
hRalta, cara comprida; tedi debaixo do
qoaixo esquerdo uma marca proveniente
de um dente, a orna vei impolad em uma
B*rna, os detites da frente
, cusa de betn ,- levou vestido de chita ama/ella, o
um panno da Coga osado: que* pegar
leve-a a Fra-de-Porlas, rus do Pilar, 11.
1*5, que sera ratificado.
rs. cada um. A cidade de Parts, ra do Col-
legio, n. ?.
( hitrulos de llavana,
de superior qualidade : vendem-
se ua ra da Cruz, ti. 10
Kalkmann Irmos.
foges para co'/nhu
qualquer lugar aonde nao ha cozi-
nha, por preco commodo .- ven-
dem-se na ra da Cruz, a. lo,
casia de'Kalkmann Irmaos.
Vende-se um grande sitio com casa de I
taipa soffrivel, na poVotcSo do Monteiro,
indo pelo becco do Qulabo at a ladeir do
Mudo, confinando com a da u. caihariua e
Medeiros, muito ogradavel pela sua boa
nostcilo, r livree sdto, com immensos psi
de Iruteiras.Cada qual a mais apreciavol,
I pelas suas boas qualidades e Tariadosgo-
Csjabuss, freguezia do 'bqj^H^aan
Jactnttio, de 30 annos, cabellos vermaWfos,
bstanle alio bem parecido ; tem multas
cieatrizes pelas costas e no asiento ; he bem
fallante, e natural do sertSo uto o
tarlro da provincia ; desennfia-se ter Ido
ana U ; leveu lodi a roupa que tinha, ma
ledeeum faeno no quarto: quem o pegar
lve-o ao mesmo tw^eBlM, ou no H'efe, no
tHaardanUoa-Vuta. n. 43, on na freattelia
nWCianiirea,iataseiaieianinha. otl Ctt-
vali que ser* eresamente gratificado
.-n.,., r- i,"
Paa)S!. : HA Jfr. MI. /. UltU. 1850
y 11 t


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