Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07021


This item is only available as the following downloads:


Full Text

\nm XXVI
Quinfa-feia 26
PARTIDA* DO OOKHEIOJ,
Goianna e Parahlba, legundas escitas felras.
Blo*rande-do-Note, quinta felrai aomelo-
Gabo, Serlntaem, Rlc-Porinoao, Porto-Cairo
Macelo, no 1.a, al I, e 21 decadamei.
Garaobuna e Bonito, a 8 e 23.
Upa-Vilta e Florea, a 13 e 28.
victorja, s quintal fciras.
OInita, todoi 01 tilas.
#/ JSHajHaJ
Nora. a (i. a3h. em. da ni.
Creac. a 13, s 8 h. e 1 ra. da m.
Cbeia. al,al0h.e2lm. dan.
Miug. a 28ba 7 h. e 33 iu..la t.
mama di boj.
Primeira aa O horas e 18 mlnutoa da manhaa.
Segunda ai 9 horaa e 4'2uilnuu da* Urde.
C*
Setembro de 180.
N. 517.
>*JlXQO* DA r/JBSOB.IVpO.
Honres mezes (adiankutot) i/000
Por seis mczea -9"99
Por uui auno ____'pa?.
lUAB DA ICaKAX-A.
23 Seg. S. Lino. Aud. do J. dos orf. e ni. da 1. v.
24 Tere. N. S das Heves. Feriado.
25 Quart: S. Firinino. Aud. do J. da 2. v. do civel.
28 Quint S. Cypriano. Aud. do J. dos orf.edo w.
da I. v.
27 Seit. Ss. Cosme e Damlao. Aud. do i. da 1. v.
e do dos feltos da fazenda.
28 Sab. S. Venceslao. And. da Chae, e do J. da 2.
v. crime.
29 Dom. i. Miguel Archanjo
caamos xat J5 DE W
Sobre tondros. a 28 . Parii,346.
. Lisboa, 100 por cento.
0re.-^Oncas hespanhoes.........
Hoedas de 6/400 velhas..
. de 6/400 oras.
. de-/000..........
Prtt*.Pataces brasileiros.....
Peaos columnarios......
Ditos mexicanos.........
29/000 a
16/400 a
16/100 a
, 9/100 a
, 1/M60 a
, l/!l60 a
1/800 a
20/T)(iO
16/600
16#:!00
9/200
1/080
1/SI80
1/820

'w4aaatgBwiiiil i~m
PARTE, OFFICIJU..
Ja.
(OVERNODA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO OA 29 DE SETEMBRO
DE 1856.
Offleio.--Au inspector da pagsdoria mili-
tar, dizendo que pode concluir pe frms
declarada em Bit) officui de 1 do eorrente,
o ajuste das cuntas do delegado do termo d
Ba-Vista, Pacifico Lopes de SIqueira. vistn
acharera-se conformes os prets e relicOes de
musir, que devolve das praxis dn quinto
baialhBo di guarda nacional diquelle mu-
nicipio, que stlvenm em aervicodolOi
25 de Janeiro d 18*9.
Dito.Ao Jul de direito da comarca do tj
moeiro,ecuHndo receido o cilicio ero que
Smc. participa que abrir a segunda sessslo
do Jury daquella comsica, no dia 26 de
agosto ultimo, eque nella frsm julgidos
qustorze reos, sendo oitu de crime de ho-
mecidio, um de roubo, tres de ferimento.
ti ni de furto, e um de armas defecas, os
qmes foram absolvidos pela demasiada con-
descendencia dos jurados; e observando
qun o correctivo i eage abuso est no 1 do
artigo 79 da le de 3 de dezembro de 1841.
e que he de cir que Smc. o applicasse.
Dito.Ao mesmo, dizendo que com a co-
pia que remalle da informacBo do cooimsn-
danle do corpo de policia, responde so ofli-
cio, em que Smc. pede seja augmentado
com 10 pracas o destacamento existente
niquella comarca.
Dito.Ao delegado do termo dofiuricu-
ry, tranniillinJo em resposta so oflicip da
delegado su|>plenle daquello termo Caetano
Kstellita Cavalcinti Pessi, copia do o (Dejo
em que o com manda ule do corpo de polica
informa acerca das providencias tomadas
para seren Indemnisados todos os sidos ja
vencido* do referido destacamento, e dos
que se frem vencendo.
Dito.Ao director das obrss publicas, di-
zendo que approvara o contrato por Smc
celebrado com os negociantes R.o. Weber &
C, par acquisicin de 500 barricas de ci-
mento de Hamburgo, para as obras i csrgo
daquella reparticllo.Communicou-se so
inspector da thetouraria da fazenda proviu-
ciaf.
Dito.Ao mesmo, inteirsndr>o de haver
approvado a deliberarlo que Smc. toin
de lugar por 350,000 ris annuaes a cm
do primeiro do eorrente, o andar de um
brado da ra da Cadeia desta fregueaia,
de para elle mandar a repartido i cargo d'
Smc, vislo ser necesssrlo concertir-se a
parte do palacio da presidencia, em a qiiul
eachava estabelecida a mesma rapartirSo,
a prevenindo-o de que semelhantedelibe-
racSo teri efTeito smenle em quinto se
nao concluir o concert de que se trata.
Communicou-se ao inspector da thesotira-
ris provincial.
Dito.Ao delegado do primeiro dislricto,
pirifazerietimar a Jos da Silva Monteiro,
a fin de que recollia ao collegio dos orphflos,
o educando Antonio Gomes da Silva, que'
tende sabido d'all e:^junho do eorrente:
anno, com licenca pedida pelo mesmo Mon-
teiro, pasa tratar da sua sade, nSovoliou
at o presente ao referido collegio.
Dito.Ao coronel Agostinbo Beaerra di
Silva Civilesnti, dizendo em resposla so
olTirio ein que Smc. mmifesti os receios
que tem do sereeo sssuas trras daunilici-
il;is com a'extraccflo do barro necessario
para o calcamento do tereeiro lineo da es-
trada do sul, que segundo infunnou o direc-
tor das obras publicasesi propnedade nao,
tem at o presente sufTrido dumno algum,
por ler sido lirado de Ierras peitencenles a
Ai Ionio Mandes da Silva, o barro que se
tem empri gio no dilo culcamenlo, e qun-
elo convenha xtritii-lo de sua propriedadr
serfio concillados o inai: que fr possivel
os interesses pblicos com os de Smc.
Portara.Demitlindo do cirgu de pro-
motor publico da comarca da l.imoeiro o
bicha re Antonio Joaquim de Figueiredo
Siapr,Neste senlido fizeram-se as.coruic-1
nienlecomuiumcacOes.
------
INTERIOR.
RIO- OE .JANEIRO.
DEPU-
CAMAKA DOS Sl\S.
TALHJS.
SESSA'O KM 38 W: AGOSTO DE 1850.
Aoetrniairaia -id: f "r:**to
para 1851 185*. Hiteuno doSr. Carw-
tho Moreira.
O Sr. Carvallo Moreira : No espere a
cimera que haja eu df fa/er tiesto momen-
to um disc'urst) tuuilo alinHido ; quindo Til
lira o'nohre depuUdo que meprecedeu ,
alguna apootamentos tooiei ; mas o Ilus-
tre orador discorreu lugamente sobre tan-
tos e tilo variado lasuuiplo*, que merece-
re i desculpa te o tifio puder aconipanhar
"i toda serie de suas aigumciilacSes
S.-ii poryetUura o meu discurso un fUid
escossez.i mas tenhonecessidsde de exlei-
nar minlia opiniBu em materia que julgo de
urande impotlancia, de suruma gravidade
Nflb goslvi jamis de posi(0es equivocas;
ilguma lluSSo pareceu-iim ler >ulo leilu
hntein por um nobre deputido pela pro-
vincia de Minas, fallando cerc da emenda
jo aMitaitn nim autorisa o tioveroo a conliac-
tir eitnogeiros pira augmentar a Terca
do nosso eiarcii em circurr.iitanciss ex<-
traordimriai e, se ese nflo enganci, creib
ter comprehenddo onde alvejivi o nobre
deputado. Quero, pois, ser explcito, que-
i
-
ro declarar que voto pela emendas do se-
nado, fszndo restricefio a respailo de orna
lmente.
Se me nao houvesse precedido na tribuna
o honrado deputado pelo flio-de-Jsneiro ,
que, Com o acert de opiniSo que lodos nos
Iba reconhecetnos sempre que falls, sobre-
todo em miterias de sua profissfio espe-
d!, hnje oceupou a atlencfio da cmara no
Mame deesa emenda a que me refer, algu-
ma cousa atis talvnz disssesse a tal res-
peito mas o nobre deputado atsrez
oomiditamentea neceasidade da oame que
se mamante emenda reelamava ; e por isso
apenas diroi re nSo estou disposto a votai
neis emenda djk senado consignada no 3
do arltgo nladditivo, que aulorisa o go-
verno (t ) 4 Para fazer asdespezas neces-
8irias.coro 'Conlinacao das obras do caes
do largo do Psco, e do novo mitadouro, ce-
lebrindo a reapetto dallas os contrictos de
empresa que jjlgsr convenientes, e pondo-
os desdo logo O' execucfio.iuas sujeilando-
os a approvBC.Io d'HSSinibla geral na parte
dcpi-ndefle de medida legislativa. S una
rata poduria delernunar-me a approva-la,
o serla i conllin^i de que o governose nSo
quizesse prevalecer de urna da faculdades
que Ihed a emenda pira a couclusSo da o-
bra do aovo matadouro ; redro-me aulo-
risafSo para celebrar a respeit dessa obra
os.contractos de empresa que bem Ihe pa-
recer.
U Sr. Wanderiey : Tambem s por essa
esperarrea be que votarei por semelhaote
emenda.
O Sr, Carvalko Moflir: Nesta esperan-
za nicamente poderia eu votar por esta e-
iiienda, contando que a cmara adopte co-
mo medida complementar um projecto que
ss commissOes de ureainento e de cmaras
municipios atabam de olferecer em urna
das sesses psssadas; precisare! ss ideias
sobre esle -punto. Em 1815, se me nSo f<-
Iha a momoria, autorlsou o corpo legislati-
vo! cmara muubipal para conlrahir um
empreslimo de treientos conloa de ris,
aflm de construir-se um matadour de que
muiio precisan e precisa aiuda esta capital
A cmara conlrshlo efectivamente este em-
prestimo, masnSo bastou essa quantia pa-
ra a conciusSo da obra, e por isso desde en-
18o al boje se acha parada ; Gcou porm a
amara municipal com o encargo de des-
loder animalmente 27 ou 30:000,000 de rs.
m pagamento do juro desso empreslimo,
moriisac;o da divida. Como he pois a-
ira, senhores, que faltando-so de algum
ipdo a conlianca, a f, permitta-se-mo di-
Auio, que um sementante acto do corpo
legislativo devia necesssriameuto Inspirar
a essa corponcSu ( apotadot ) de que nSo
seriaauim sacrificada ao consumo impro-
ductivo da sua reo Ja pois tal considero es-
sa despeza i que ora se v ella forcada em
consequencia da emenda que veio do sena-
Jo.... vpoiadus.)
O Sr. Vianna : He urna verdade.
O r. Carvalho Moreira : Como he, di-
go, que agora, seto nada providenciar sobre
usse sacrificio, diz nicamente a emenda '
' NSo nada importa o que se vos mandou
fazer ; licai pagando os juros da divi ia que
vos autonsii a cuntraliir ,ogoverno que fs-
c< coutractos que bem lhe parecer para
a cuiiclusuo da obra cedendo seguramente
par* essa empresa os rendimentos do ma-
tadouro pelos unos que se ajustaren! ?
Apoiadoi) Pois leril lugar senielliante arbi-
trio sem'se desonenr a cmara municipal
do encargo om que se acha ." Islo me pare-
ce que nao fui attendiJo na discussSo des-
ta emenda do senado pelo menos, acotn-
pinhando essa discussSo, nSu me reccordo
de se haver aili ponderado o que acabo de
expor, e que De realumuie a siluacAo for-
reada eui a que vem licar a cmara municipal
de Kio-Je-iaueiro. ( Appiadoa.j Qoai seria
porm u mel de remediar o mal ? U.ue se
o.lo ai.xei Usse na emenda do senado seme-
ntante arbiuio ; que passasse como medi-
oa complementar do sysienia que liveraui
em visla as duas commissOes quando pro-
puzeram exactamente a primeira parle des-
ta mesma emenda, que aqu cabio.
U Sr. Fi'anau : -- Apoiado.
O Sr. Cariiuiho Uoreira : Ficaudo. por
esse mudo como direito da municipaJidade
tertus imposto com pplicacflo especial,
bao s para conclusJo da obra, pagamen-
to dos juros'eamur'lwac.So da divida, como
pan augmento da ret.la da cmara iiium -
cipal; e entSo nao seria lalvez preciso que
os cofres ger\es Uzesseni mais do que a-
diaular s smama precisa par isso, quanlo
mus que eu 'julgo que nSo sena um pecca-
dn niorial'ae o cutres geraes dssem a c-
mara municipal os fundos necearles oara
a cooclusUo da obra do matadouro, cuja
iieeessidaje lie por lodos reconliecida. (. A-
poiudes.) Mis nada distse fez, a tuda s
alleujeu do quo se propoz ; eassim vej-
me igura einuaragado eui adopUr a emen-
da du senado, o se volsr por ella, repito,
ser na esperance de que o goveruo n8u
Uncir mOo ij arbitrio que lliedeu o sena-
do e anda ua especlaliva de que cauita
vullando sobre seus pasaos, baja de adoptai
as medidas piuposla pelas commissOes,
que l'azem um syslema de tmpoeisS mu
incipal,
Or. Apriaio : O governo pderejeitar
essse arbitrio.
O Sr. Carvatto Moreira: Feila esta decla-
racao, Sr. prestderrte.passarei afora a oceu-
par-uie da emendas do seoada em su g<-
neralided, e bucrei capitular os argu-
iiiouiu. owuioB-ssteme-igsMdo oshon-
ladns meinbros ds opposicBo.
9'Sr ,4priat-Cucan: .'
O Si Carvalho Moflir: Dou delfeitOS
capitaes teem enxrgado os uoure meni-
brtw da opposicao as emendas do senado ;
era geral tetrr-se dito ser inconstitucional
ludo qqanto para aqOinosmmda o sena-
do com o titulo de emendas io presente or-
esmento, e especialmente cerca da auto-
ris!to pira .epgajamento de estrangelros,
variados foram os ataques fetlns pela nobre
npposicio a esto medido, sobre o que op-
portuna mente terei a honra de chamar a at-
tec9o da amara.
Quanto inconstitucionalulade argida
com Unta ocrepacSoe alarido s emendas
do sanado, toda ella se reduz a urna sup-
posta incompetencia daquella cmara para
elevar o slgirismo da despeza publica por
meio de emendas so orgamento; e com
este facto ( que outro nSo he no fundo da
questo ) tem a nobre opposicBo aparentado
urna invasSo do senado ao direito privativo
que tem esmara do deputados da inicia-
tiva sobre impostos e recrutamento. (A-
poiadot.) Ctamam os honrados metnbros da
opposioSo que todas estas emendas envol-
vis iniciativa de impostos. .Neni o direito
da iniciativa he urna concencSo metaphysi-
ca quesen8opessa difinircom toda clare-
za o ao alcince de todos, nem as emen-
das do senado sSo por til geito formuladas
queasnSo possamos esquadriohar e com-
menlieuder perfeilamcnle. Passemos em
resenha essas emendas, e ver-se-ba que
nese modo de combl-|as nSo ha,enja-
bono da verdade. miis do que nma varen-
le des meios bibltuaes da nobre opposi-
QS para desacreditar os actos approvados
por esta camar. (Apoiados.) Quaes s3o es-
sas emendas? ( U) Supprims-se o ail.
8.* das emendas. Diz o art. 8.* : Em to-
Ibs as provincias do Imperio, exceptundo-
le a corte (carao desde j pertencendo s
municipalidades os impostos sobre carros
umais vehculos de conduccSo! Ora, di-
i;a-nos a nobre opposiQSo em bos f, creou
porveutura o senado com esta emenda al-
sum imposto? ( Apoiadoi. ) Se a mesma
cmara dos deputados nesse art. 8. do
projecto de ornamento nenhum imposto
navia creado, porque nada mus havia feilo
do que dotar as municipalidades do impe-
rio com o imposto j creed por leis anle-
rorres sobre carros e vehculos de conduc-
cSo. como he que o sensato po ie ser acen-
sado de iniciar imposto s porque, emen-
dando o projecto disse cmara dos depu-
tados : NAo.esse imposto, alias j exis-
tente por anterior legisUco, mas que vos
f.i/eis passir classe das rendas das muni-
cipalidades do imperio. seudo, como
tj agora, renda geral r" {Apoiados ) Ese
np fez o senado Iniciativa algum, porque
aceusa-lo de invasor das pierogativas da
cmara ? Senbores, quando se iccusa sem
latn s se p'le esperar ser crido pela
npinilo incauta e aturdida. (Apoiadoi.)
Diz o art. 16 das emendss, sdditivo (l ):
As condecorarles concedidas aos olciaes
e oais pistas do exerciio e.armada em re-
inaneracBo de servlcos militares, nSo se- Taparte, dizendo-lhe quenSo ttnha applica-
imposto com sopprimir ou dimnoir Im-
posto. ( Apoiado. ) (ira, senhores, se ss
emendas do senado nSo pdem ser alcunha-
das de inconstituconaes por invasores de
nossa inicistiva sobre impostos.se seme-
Ihante accusscBo nSo resiste a um exame
serio, para que toda essa celeuma ? Para
quo levantar clamores que nSo tem ecbo
na raso, e que pdem ser mal interpre-
tados ?
O Sr. Apriaio :Isso he eostume velno.
O Sr. Carvalho Morara : Porque a calma
da justic.a nBo preside s vossas eensuras?
H8 nSo : o toso procedifrierO da direito
neiisar-se que de proposito queris des-
acreditar os actos dests legislatura, faten-
lo crer que a camira dos doputados est a-
qui s para receber asrdeos do senado
(Apoiadoi ) Estou longe de querer attri-
buir int nc/1* sinistns sos meus collegas
OSr. Aprigio :--E eu nao, que bem os co-
nhepo. (Riladas )
OSr. Carvalho Moreira :-l!ss, qysndo es-
todo o vosso systema de accusac,3o, quaudo
pereorro e examino a serie de vossas cen-
suras ans actos desta cmara, quando (nal-
mente j aqu se leve a franquezajia dizer a
coragem...de chamar-se a cmara dos depu-
tados chancellara do governo, outra inter-
praUcSo nflo pode ter o vosso proced men-
t ; mas felizmente os que se oceupam das
c 'lisas publicas nBo sSo lito imbf cois, a opi-
niflo esclarecida nao he lao parcial, como
fazeii crer, que nao distinga jnelhor do que
vos, no amalgama de vossas censuras, a
sern-rasSo e injustic de vossa oppnsicflo,
( apoiadoi), a confusSo de ideias chimando
iniciativa do imposto a decretarlo ou sulo-
risaQflo do despezss, que suppfle impustos
creados para satisfaz-las.
( Ha vm aparli da oppoiiclo.)
He questBo diversa, o que se ha de fazer
quando nflo baste a receta; l rei de-
pois
Disse o nobre deputado a quem tive a hon-
ra de seguir na discussflo, sustentando e
amplificando o que bontem havia dito um
nobre deputado pela provincia de Minas,
que a cmara linha sido esbulhsda do seu
direito privativo de iniciar impostos, pelas
emendas do senado.
Sobre esta proposteflo discorreu larga-
mente o nobre deputado pelo Para ; mas a
cmara preseociou que, em vez de recorrer
io nosso dit eito publico constitucional, pa-
ra convancer-nos, o que lhe nBo sera dif-
fic.il vista de seus tlenlos e do t rro crasso
em que cnhio o senado, de que consenta-
mos eui seaielhanle esbulho dos direitos da
r-atnara, quiz o nobre deputado apoiar a sua
these em urna disposieflo da constituido da
Inglateira...
O Sr. Aprigio : Fssa 3o fui ma. ( Ri-
sadas.)
O Sr. Carvalho Moreira Senhores, eu ti-
ve tilvez a impertinencia, de que peco per-
dSo ao nobre deputado, de lhe dirigir um
rflo sujeilas a imposto algum, nem a emo-
lumentos de secrelaaia. Basta a simples
letura desta emenda para convencer que
13o longe estero o senado de crear ou ini-
iar um imposto, que pelo contrario o sbo-
io ( Apoiado )
Art. 17, addilvo (l): Fica o governo
anlorissdo : 1.*, para despender a quantia
de! 500.000,000 rs. na compra do edificio e
c3o os Brasileiros a constituido ingleza ;
o nobre deputado apostemou-se tanto, mos-
trou-se 13o susceptivel nessa ocensiflo, que
tive pe/ar de ler lomado a liherdade de o
i nim romi e.r com o meu aparte.
Ora, a fallar a verdade, creio que o nobre
deputado nflo linha rasflo para tsnto : elle
sabe que sempre o respeitei; e, sem alar-
dear iini procedimenlo, que deixo ao nobre
terreno do Trapiche da cldade. Nesta e- deputado o quslilicar, bem longe disso, eu
menda nBo ha senflo orna autoricSo de conduziria a sua memoria psr a sessao de
autorisa' despeza u3o he 18*8 ..Abi ( peco licenca ao nobre deputado
para i.-f.-i i-lo ) ..
OSr Souza Franco :Estou lembrsdo.
V Sr. Carvalho Moreira :Quando oii me
achava em decidida opposir,flo ao gabinete
de 31 de maio...
O Sr. Aprigio :-K muito brilhou.
O Sr. Curvulho Moreira : ....oceunaodo-
m-i frequenlPinente, como me fo possivel,
dos .lill'erenti-s ramos da administraeflo,
guardei sempre todos os respeitos de nos-
sas relcues, deixando a outrosooccupar-
se dos negocios estrangeiros a cargo do no-
bre depulado; e at fallando do conceito
que sempre me mereceu e merece-me o no-
bre deputado, o fiz por tal modo que se fez
nolavel a sin modestia.
Desculpando-me, pois, se o importunei
como roeu aparte, nSo possodeixarde fa-
zer slgumas reflexfles sobre semelhanlemo-
do de argumentar. Com efTeito, senhores,
tal l'oi o desvio do nobre deputado pira o
direito constitucional da Inglaterra, que
aqu uinguem lhe ouvio una palavr, a ci-
laQflo de um s artigo di nossa conslitui-
eflo, tendente mostnr o abuso do senado.
; Apoiadoi.) l.endo-nos aqu as prerogali
vas da cantara dos ciuiuii, drase O nobre
'eputado que eram tflo especi es essas pre-
rogaiivas a lo g.n-lcs, que ua pwu- .. :Z
niara dus lords alterar, nem innovar cousa
alauna solira materia de impostos e finan
cas, duutnna que o eostume liniia at es-
tendido certos direitos municipaes. Con-
liuuando o nobre drputado no seu propo-
sito de nos applicar a con&iiiui$fio ingleza,
pareca fazer nina oraeflo de sapiencia sobre
direito publico, quando lhe disse eu, e an-
da repito, que eram cousas nimio sabidas
( npoiadot ) ; que a cmara nflo poda igno-
rar o que qualquer estudile de direito sa-
be, e ni,i se encontra nos c.ininieuiadores,
nos Blakstones.Slephens, DeLolmeseou-
iros. Mas, quaesquer que aejam os direitos
iivativos da cmara dos eomniuns em lies
materias, quaesquer que aejam os privile-
gios da municipal! Jade de Londres, nonhu-
ma spplicacao leem essas dotrinas a regi-
m-n das nossas cmaras legislativas as
suis atiribuicOes constitucionaes. Nemain-
da o nosso syslema municipal ioui Scra-
Ibaoca ligumi com o rgimen municipal
da Inglaterra, nem temos eses privilegios
spezi; mas
crear imposto.
(Ba nm aparte da oppoiico.
Creio que poderei mostrar nobre oppo-
sicBo que, se fussem urna e a mesma cousa
levantar imposto e crear despeza, graves se-
rum as cousequencas contra a ulilidade
das duas cunaras, devendo funeelonar se-
gundo a nossa constituicflo. E com offei-
o, se aulonsar despeza he inicur imposto,
sempre que a cmara dos deputados nflo
quizesse decretar a despeza da mais urgen-
la necessidade, o senado nflo poderia decre-
ta-la, para nBoser aecusado do iniciar um
imposto ; e cuino bem intil seria muiUs
vozes o senado ; teslninunharia a urgencia
publica sem poder remedia-la, e limitara
a sua influencia no systema poltico a ap-
provar o que para la uiandasse esta cmara
( apoiados ), mas isso nflo he possivel : a
nussa conslituicao quer o contrario ; o di-
raito de decretar drspezas e reduzi-las he
um direito commum a ambas as cmara le-
gislativas; de Iniciar, potm sobre o im-
posto e o recrala ment lie privativo da c-
mara dos deputados. Eu o mostrarei de-
ppis na nossa cuustituicSo.
Mas, o que Tez o senado nessa emenda ?
Aaitori' "" iloineza, augmentou a que
se tem de fazer poresieo'camenlo, mas de
curio niiiguem poder sustentar que levan-
lou um imposto, ti mesmo se pode dizer
a respeMo do *.*, que oulonsa a continua-
cBo das obras do caes do largo do Paco e do
ijiatadouro ; a rCpetlo do 3., que manda
f zer o censo geral do imperio ; e flniltnen-
i i do 4., quepernntte ao governo elevar
a 98,000 bonicos a loica de liaba em cir-
cumstancias exlraoi dinai iis.
Nflo lerminsrei esle exame das emendas
Jo sonado seas notara cmara que he tal,
o desej que-tem a nobre opposicao de -
obar inconstltucionalidadis as emendas
do senado, que nao escapou da aecusaeflo
de um imposto iniciado a proprii emenda
ajdditivi que.revog isegunti parte do
I.* do arl. 9 da le n. 514 de 29 de outu-
kro de 1848, tsto he, s que supprime e ex-
tingu o imposto que a le do orcameuto de
(848 linha slsviJa 80 por cenlo obre rou-
ua. calcado riln ou eslrangeiro, conservan-
do smente a imposleflo da tarifa das allaa-
Uegas. qui chegou-se a confundir crear
que os inglezes conservam ao que elle
chimam city que n8o se estendem s sua
oclusiva adminstrsQBo, mas at acera
imposicBo. Ainda mesmo, pois, tomando
como urna licSo...
O Sr. Sonta Franco : NBo era urna licSo
ao nobre deputado; era urna sustenUcSo
Jss minhas ideias.
OSr. Carvalho Moreira :Toda essa eru-
i nha ao caso; que o nobre depulado devia
abrir constituieflo do imperio e mostrar
m que eommetteu o senado estas incons-
titueinnalidades.
Tororei portanto a Urcfa de que se no
iuz enesrregar o llsstre deputado, mas pa-
ra mostrar que nflo foi violada a nossa cons-
tituieflo.
Diz a constilucSo no art. 38 (l): He
privativa da camara.dos deputados a inicia-
tiva : primeiro, sobre impostos ; segundo,
sobre rocrutamentos ; isto he, nBo se pu-
le levantar um imposto. nSose pode crear
urna imposicBo, nem determinar o onusdo
servico militar forcado, sem que a proposi-
Cflo de le a qualquer destes respeitos sejs
foiU priineiramenle ni camira dos depu-
tados. Heaqui, nesta cmara que os dous
maiores encargos a que esl sujeto o povo,
3 contribuieflo do seu dinheiro e do seu
ssngue, deveo comecar a ser decretados.
Nisto teve niciativi alguma cousa de com-
mum com o que os publicistas chamam i'n-
choaliva.
O Sr. Wanderleg:Ua sSo cousas di-
versas.
O Sr. Carvalho Moreira: Sir, mas tem
este ponto de contrato. Vejamos agora o
uuediza constiluicilo no srt 52(/e): A
prouosicflo, opposicBo e aporovacj! dos
projeclos de lei compete a cada um das ca-
tnaras.a E no art 5( l) : Se porm a c-
mara dos senadores nflo adoptar inteira-
menfe o projecto, mas se o tiver alterado ou
aildicionado, o reenviar, etc. E finalmen-
te no art. 61 (l ): Se a eaman dos depu-
tados nBo spprovar as emendoi ou adiicOet
Jo senado, ou viee-viria, etc. Logo, a c-
mara dos senadores pode nppor-se, alterar,
emendar ou addicionar qu Iquer projecto
de lei, ainda mesmo sobre impostos ou re-
crutamento, pois que todas estss faculda-
les sBoaltribuidas indistinctamentea qual-
quer das duas cmaras, menos a proposi-
eflo sobre impostos e recrutamento, que j
peta art. 36 ficou privativamente prlencen-
do cmara dos deputados Ja v, pois, o
nobre deputado que nBo se pode a i nuil ir a
ipplicaciio ao Brasil do systema da Ingla-
terra, cuja constituieflo nflo permitte a c-
mara dos lords alterar e innovar em urna lei
de impostse (naneas (apiiadoi), porque
isso permita a nossa conslituicao ao sena-
do, e so le nega a iniciativa, isto be, a pro-
posicBo, que he privativa da cmara dos de-
puUdos. ( Apoiadoi. )
Passarei agora, senhores, a considerar o
que 84 tem dito contra a aulorisacSo dada
ao governo pira em circumslancias extra-
ordinarias contratar estrangeiros para o
nosso exercito.
Alm do que hontem disse contra esta au-
lorisacSo u.n illustre depulado pela provin-
cia de Minas, tachando-a de inconveniente
e impoltica, acerescenlou hoja o nobre de-
pula lo pelo Para que semelhante medida
ho intil, extempornea e dispendiosa. Per-
gunlou o honrado membro, a quem por ul-
timo me refer, se a medida envolva urna
amesca aoestraogoiro ; se envolva, conti-
nuou o nobre depulado, mal vai o governo ;
porque em sua opiniSo s verdadeira ameaca
consiste no appello franco e sincero ao pan,
que ao reclamo do governo respnnleriam
as vozes de lodos os Brasileiros: a popula-
cao em massa se reunira em torno do go-
verno, e as suas vozes seriam repercutidas
al pelo prantodos velhos e pelos hymnos
das criancas...
Ora, fallar a verdade, devamos convirem
que destes ltimos auxiliares n.lo se tem
minia preciso em lempo de guerra. ( Ri-
sadas. )
(Ha um aparte.)
Nflo estamos miis no lempo da padeira de
Aljbarrota. (Risadas,)
He ainda intil a medida, segundo o no-
bre deputado, porque a aulorisacSo para fa-
er a despeza nao importa a aulorisa para
fazer a leva ; e posqueengijarhesynony-
mo de recrutar, o senado nfio pode iniciar
sobre recrutamento.
Dous equvocos me parece baver nesta ar-
gumentadlo : u primeiro, quando soppoe o
nobre depulado que sendo o governo auto-
risido a contratir estrangeiros para o exer-
cito. haj nissn recrutamento; segundo,
que havndoo semdq concedido esta auto-
risarlln mcianse um raerulamento (Apoia-
dos.) A constituieflo em nenhum de seus ar-
ligos allou jaman de engajamento, quer
de nacionaes quer de estrangeiros, s traz a
pabivra recrulimento E uem o podia fal-
lar, senhores ; a palavra-eogajaioontohe
iiil.iramente franceza ; e os proprios clas-
sicos e philolOKOS, a que se referi o nobre
depulado, declarara que essa palavra e seus
derivados sflo gillicismos intoleraveis e es-
cusidos na nossa luigoi, porque lemos
c (uivaleutes ajaste, contracto, e s como
pira significira obrigacSo de servico mili-
tar por contracto, se encontra esta exprea-
sfloem alguna impressos modernos, e lal-
vez em alguma lei. NBo devu eu oceupar
acamara com cousis taes; mis jaqueo
nubro deputado une citou clissicos para
mostrar que engajar he synonymode recro-
tai, porque recrutar be faier levas para o
exeroito, devo tor desculpa ss nisto fallo.
rituai a CGSSU:;5e '"Wou iain.U da an-
Igjamentcf, nem podia fallar senflo do re-
IcruUmenlo. (A>-^.) A conslituicao li-

-


nlia de confiar aos representantes immedis-
to do povo, snuelles que no periodo de
o,ualro anuos sahem da massa da populacho
e voltSo para Pila, a guarda contra o abuso
do maior dos impostos, de nm granJe ve-
sanie a que osla exposta a liberdade indi-
vidual, e por isso deu cmara dos deputa-
ilos a privativa altribuicfio de iniciar sobre
.' recrutamento, qun he na verdade urna
leva par oexercito, e leva Toreada, segun-
Li.mlo o nosso syslema de formar o exer-
cito, e tflo Toreada que s nJo estilo sujeitos
a elles o que teom isencOes legaes.
Urna voz :Engajamento he urna especie
derecrutnmento.
O Sr. Carvalho Moreira :Quando ten lu-
gar o engajamento n8o se obriga alguem a
pegar em armas : ajusta-se, contrata-se, o
contrato suppOe eapontaneidade; no re-
crutamento for^a-se, coage-se a liberdade
do recrutado. (hpoidos )
E tSo deslocada he ainda a srgumeotacfio
do nobre deputado, dando o engajamento
como synonymo de recrutamento, s para
ter occasiSo de censurar o senado, que ne-
nhum governo pode ter o dlreito de recru-
tnr estrangeiros...
O Sr. Maciel IHonteiro, t aulroi Srs. Depu
lacios: Apoiados
O Sr. Carvalho Morsira :-., e a emenda
antorisa contratar estrangeiros. Ha, pois,
em ludo isso, urna confusSo de ideas, de
que alias .nfio podera o nobre deputado li-
ra r partida, (potados.)
Ttisse inda o honrado rnembro que alm
de intil, ha extempornea semelhsnle me-
dida, o pi rgunta porque a tifio propzo go-
verno na li vicfiii de Torcas ; oque ha de ex-
traordinario que a posa agora reclamar; e
se ha alguma cousa, para que esses luyate-
nos ; porque o nSo declara o governo fran-
ca mente ao paiz, ele.
De primeiro, direi ao nobre deputado que
nada vejo de mysterioso nem de extempo-
rneo na emenda do senado; extempor-
nea sena se houvesse no governo imprevi-
dencia, e nisso se Ihe Taria a mais seria das
accusacOes. (Apoiaclo.) Pois, senhores, nSo
he sabido de todo o paiz o estado de nos-a*
relaces enm os vizinhos do sul ? Nfio sabe
o nobre deputado, que Toi ministro dos ne-
gocios estrangeiros em 1848. em que com-
plicacfio ja deixou essa quesillo do Rio-da-
Prala? E depois, nfio estilo ah nos relato-
nos .Ih repaiticfio dos estrangeiros as res-
pectivas pecas ofllciaes que a discripefio de
oin ministro Ilustrado fez sen perigo pu-
blicar ? E nfio devra o nobre deputado ter
lijo e estudado todas essas pecas? Quere-
rla o nobre deputado que o ministro viesse
aqu dizer que vai desde j declarar a guer-
ra a Buenos-Arres, porque slo taes e laes as
circiiiiistancias diplomticas, e que preten-
de Tazer a guerra deste e daquelle modo f
Se tanto exige o nobre depuiado, permit
que Ihe diga, um tal prncedimento d par-
te do governo seria ao mesmo lempo urna
quixotada, e urna diplomacia |de praca pu-
blica. (. /potados.)
E.senhores.qusndo em 1848 os differentes
grupos que forrsavam a cmara de entilo,
punham frequeotemente n'um leitodePro-
crustes a esse gabinete de que era membro o
i)obr<*deputado,quandosobretudo um grupo
importante, a filustre depulacfio de Pernam-
iiuco, lanas vezes investindo a esse gabi-
nete, no nnbre deputado principalmente,
porque se oppunha a urna das medidas pre-
dilectas dessa depulacfio, o imposto sobre
caixeiros, parec:a agarrar-seao ministerio
como a tnica do Centauro. ( Apoiado. ) U
que dalia nlSo o nobre ministro doa es-
trangeiros? Sois imprudente; o grande
principio de diplomacia, nos proprios go-
verno- constitiicionaes, he a reserva, a pu-
blicidade he a excepto. > Nos, porin, a
>ipposico, diziamos o contrario NSo, no
-yslejna representativo a publicidade he a
i i, e a reserva a excepefio > (apoiados);
o esta hu ainda boje a uossa doulrina.
{/Hilados) Mas, se a reserva he urna excep-
to, qoal poder ser mais rasoavelmenle o
raso de i'xcepcfio do que aquelle em que se
adiar um paiz, que para manter a sua dig-
nidade soberana, nSo para provocar a
guerra, mas para nfio ser sorprendido por
<>lla, cuida seriamente de preparar na paz ?
F. qual sera o governo sensato que em taes
riicumstancias venha publicamente dizer
qnaes sfio os seus recursos actuaes, como he
que pretende deUeoder-se, ou trabindo a
verdad > da situadlo deixe imprevidente
correr o lempo, e cahir em sorpresa ? E ser
o nobre deputado tao indifferente as nossas
relaces ex'eriores, que nSo tenba acom-
odado o curso dos acontecimentos ao sul
do imperio, para nfio ver que ja nfio sfio
hojeas circumstancias daquells questfio as
mesn:as que no principio da sessfio legisla-
tiva, quando teve lugar a ixacfiode f Cas?
Senhores, nfio serei eu, que presando o
carador, e reapeitando a posiefio do nobre
deputado nesta casa, como sempre o fiz,
llic faca boje a injustica de o suppr capaz
de provocar o ministerio com deslealdade
acerca de questCes exteriores, nfio; mas
pedirei sempre ao nobre deputado que antes
de fazer aecustces nesta materia, volte so-
bre o seu passado....
O Sr. Maciel Montelro :Apoiado.
O Sr. Carvalho Moriira :.... A cadeira de
ministro deixa gloria, o muita gloria ; e
tiein daquelles que se levantando dells, nfio
Jevamiemorsos mas, quaudo trocamos a
cadeira de miiiistro pc's de deputado, nfio
i vvemos descrer de nossas opinies. (Apoia-
do'. }
Disse ainda o nobre deputado que era
dispendiosa semelhante medida ; para isso
fez differentes clculos e comparares de
despezas.
Ealou ji fatigado, a nfio poderei lalvez
responder miudamenle a argumentarles ds
algansmos ; mas, suppoudo que realmen-
te nos veiiham llcar muito caros esses en-
gijanos, perguntarei ao nobre deputado se
alguem se leuibrou jamis Je dizer que
unta gera nfio traz despezas,e despezas ex-
traordinarias. Essa nfio he porm a queslfio:
0 qur compre saber he se no caso Je urna
guerra serfio indicliniveis essas despezas.
i. aqu appello para os proprios senluuan-
tos de patriotismo do honrado deputado,
quando no principio do seu discurso nos
iiisse q e se loase necesaaria a uiedidaeai
caso ue urna guerra eatiangeira, oalaria
urouiplo a volar por ella. Ora, ae he ssim,
e eu acredito, o nobre deputado ha de cou-
vir que a cjnsiera^So da despeza otra por
em pouco nos clculos da uecessidade.
1 Apoiados.)
H Sr. Haeicitl MonUiro: E s guerras elvis,
as reoellles nao trazemdespezase
\j or. t^uri-
umtha lr?i
0 Ssreirs: ~Sn, :taore*, >c
iioii ellVIto 13r tao dispendioso o engajainenlo
de estrangeiros. epelo incsmo custopuder rea
lis.ir'seo engajamento de nacionaea, neni o gn
verno de eerto delxara de preferroste aquel-
le mel; nem a emenda mpde urna obrigaf o
:ipenas consigna una autorisa(ao.
Perguntou ainda o nobre deputado com que
se pagar essa despeza que o senado faz aug-
mentar no pas aulortsando aelera^ao da turra
Ou ejercito ; e parece que accrescentou o no-
bre deputado que, mandando a constituidlo fl-
far annuatmente a forja publica, veda que em
outra occasio se faea com ella augmento de
despeza.
A resposta me parece simples. A autorlsa-
cao da despesa importa necessariamente ontin-
ga de crdito para faz-la e se a receita geral
nao chegar, crelo nao poderi duvidar-se que,
urna vez aberto o crdito para tal despea, o
gorerno poderhaver o recursos pecuniarios,
por qualquer dos ineios at boje admitlidos,
para supprir os dficits da renda publica.
Alm dlsso, a dcspea nao he feita desde j,
lein de ser opporluoamente liquidada, e enlo
depola de legallsada, poder ser satlsfeita por
mu crdito supplementar. Masdit-se: Fra
da occasio da hsacio de forjas nao permitte a
conslituijao augmentar-se a despeza com o ex-
ercito. A constituirn fallada liacao da for-
ja publice para os casos ordinarios, e para os
esttaordinarios, subentendido que possam oc-
correr ou ser previstos ao lempo da fuacao
annua ; mas podendo dar-se fra dessa occa-
sio, e depois dj-Ila, circumstancias taes que
fajain acreditar na possibilidade de urna guer-
ra e determinar o governo a ser cauteloso e
preinunir-se para urna eventual niade iiniiiiiien
le, cusla-iue a crer que a conitiluicau qulzes-
se deisar assiin desobrigado o pas, e em risco
a aua seguranja. (Apoiados.) Esta doutrina se-
ria pelor do que aquella que quera que pere-
cessem as colonias, mas salrasseui-se os prin-
Iplos.
Tein-se linalmente, senbores, impugnado a
medida por impoltica e oppressiva. Neste
vasto campo de arguiedes multo se esplorou ;
ferlrain-se os sentimeutos de pati-lolismo. dis-
pertaram-se suscetibllidades, provocou-se o
ciume dos bravos do nosso ezercito, e gurou-
se o governo querendo opprlmlr os nacionaea
com massas estrangeiras Mas, senhores, que
assim argumentis reparal bem que vo envol-
vis as niaiscairanbas conlradicjdes t IVeci-
sa-se de forja para lempos ordinarios, bradais
contra o recrutauciito! Sao extraordinarias as
circumstancias, quer o guverao poupar os sa-
criflcias das levas forjadas, qur diminuir o
peso que soflYe a populajo com o modo, em
verdade terrlvel, de obter soldados para a II-
nlia do exercito, qur o governo poupar bra-
vos tao neceisarlos nossa agricultura ao com-
mercio, a industria e outras profissdes pacifi-
cas, recorre ao alistainento por contracto de
nacionaea ou est'angeiros, clamis que o go-
verno vai chamar estrangeiros para comprimir
o paiz I Diz-se expressamente na aulorisajao
que Ihe d o corpo legislativo que s podero
ser empregados as Tronteiras, e pois nao sero
erupregados no servijo militar de qualquer on-
da, localidade do imperio; (opoiadoi) dizels
quem uos assegura que isso se cumprir .' Ol.'
deste modo nao ha arguineulaoo possivel, he
exa lameute a Tabulado lobo e do cordeiro
tquiJem natas non irnm (Apoiados.) Se duvidais
que o governo execule a clausula expressa da
lei que Ihe deresta autorisajo para ser cohe-
reme- deveis tambera acrediur que nenhuina
outra lei ter execujao se o goveruo a quizer
violar,- e enlo j he oulra aqueslao; sede
francos : nio he a lei he o governo. (Apoiadot.)
Senbores, nao lenho duvida em acreditar nos
sentimeotos patriticos da nobre opposijSo
rendo homenageiii aos seus sentimentos....
O Sr. Aprigio : E eu uo.
U Sr. Carvalho Morsira:.... mas hao de per-
miltir-iuc os honrados ineinbros que, murali-
sando os seus argumentos e recursos de oppo-
sijo, eu enxergue nelles o desejo de inutiiisar
a medida, desac editando o governo que a pe-
dio, e a cmara que a votou. E seno, alteudei
bem o modo porque o nobre deputado pelo Pa-
ra a coiiibateu percorrendo a serie de mluiste-
rios desde 1831 a 1837, para concluir que no
paiz -rnenle se tein laucado mo de medidas
anlogas quando est no poder a poltica ac-
tual. Nessa longa excursio, ponan nao deixou
de ser infeliz o uobre deputado; esqueceu-se
que em 1837, sendo regente do imperio o Sr.
Feij, c ministro o nosso distinelo collcga o Sr.
Moutezuma, cujos sentimentos de patriolismo
uingueiu ousara por em duvida (apoiados) j se
propoz o engajamento de estrangeiros,
Conlinuaodo nesse syslema de mera opposi-
jo de partido, proseguio o nobre deputado no
seu contraste de cores polticas applicando-as
questao, e n'um dos seus enthusiasmos, ex-
clainou, pouco mais ou menos uesla substan-
cia : Vos nao podis competir com uosco
nesse apoio decidido que o uosso partido teiu
no paiz i lomos nos que conservamos iutelro
este grande imperio c quando a monarebia
ae achava ameajada pelas faejes, nos seiu o
recurso de estrangeiros defendemos o paiz e
entregamos ao monareba o seu imperio in-
tacto.*
/ma eoz : llisum leniatU.
O Sr. Carrol/lo Moriira i Senhores, nada
he mais constante nos partidos polticos do que
lanjar em quinhao aos seus adversarios erros
exclusivos, e arrogar-se a preeminencia do
mrito e da nacional.dade ; (npoiailos) mas, des-
enganai-vos. os sentimentos de liberdade e de
patriotismo oo sao patrimonio exclusivo de
iiinguem. (Apoiados.) Nao smenle vos, purm
nos todos devenios Telicilar-nos por nao termos
precisado desde 1831 al hoje de recorrer aos
ineios de delesa contra o eslrangeiro; mas, se
a fatalidade exigase que durante esse periodo
nos armassemos contra uina potencia estran-
gelra o que fariam os horneas de esttdo que
ent.lo se .leii.is-eiu m. poder, quando, para suf-
focar rebellles, podiain apeoas mandar cinco
a seis hoiuens. como acontecen com a revolta
do Para e do Rio-Grande dosul. A gloria por.
tanto nao he vossa. he dos Brasilelros' ; l;J,.i i-
dus.) Eorain todos os brasilelros, fol o seu boin
seuso, oram as suas crenjas esua boa ndole
que nao prrmittra-ii que mrame a minurlda-
de se uo desmoronnsse este vasto imperio;
Toi a firme coovcjao em lodos de que nao be
possivel outra lrina de governo nesle paiz,
para a aua graodea e prosperidade, scuuo a
que lelixmeuie nos rege, (Aprnaaoi./
O Sr. Uncid ilunltiro: E que forja linha
enlo o governo? O governo uo poda nada.
O Sr. Carvalho Morrira: Finalmente, se-
nbores, para inipopulansar a medida, para tor-
na-la odiosa e anlipathlca aos senlluientos de
nossa naclooalidade, at se lembrou um uo-
bre deputado pela provincia de Minas de evo-
car do sepulcro um oome veueravcl....
U Sr. Aprigio: Profanar.
O Sr, Carvalho Morsira:....de conservar
ornadas expaosdespatriticas dessa gloria par-
lamentar e Iliteraria que nunca morrer no
nosso pais, (apoiados) de referir um dito de um
dos nossos palriarcnas da independencia, oSr.
Amonio Crio Ribelro de Andrade Machado,
fallando de engajamento de estrangeiros para
o nosso exercito. Disse o uobre deputado que
sempre se lembraria de baver elle dito que
se da sua bocea sabase um voto de approvajau
a uuia exigencia Idntica, cuusideraria um acto
de justija aquel e que o reduzisse a ciozas e as-
sim o allrasse ao ar.
rol justamente pela inlidelidade da cltajo
em relajau ao que hoje >e preteude, que me
passou lelos testos lomar parte na quealo
Uoeu-tne que um uome para mlm de Uto gratas
e saudosas recordajdes, que a opiuio de um
vacio lo respeltavel, que tas de peno cotilii-
ci, e cujas doutrinas e crenjas sempre acatare:,
o MVwCauM hmm CS55, C lu^ado louiu alie-
.....-......-i-2
te de partido, e talvez em allusao a um mem-
bro da maioria!
F.ni verdade, senbores, pens que a cltajao
do nobre deputado nio fol das mais feliies, por
que na applicajo emenda do senado nao fez
elle a distinejo da circunstancia pincipal e
caracterstica do engajamento de 1838 e do
que se propde na emenda. (Apoitdos.) Dlsla o
projecto deorjamento em 1838 (li): Em cir-
cumstancias extraordinarias podero as forjas
rloeierclto ser elevadas a l.OOO prajasdepret,
e para esse fim flea o governo autorisado a en-
gajar al 3,000 eatrangriros, admiltindo-os ou
emeorpos organisados com seus ofllciaes, ou
nos corpos nacionaes, etc. Em primeiro lu-
gar, entravam na decretajo das forjas, em
1838, corpos organisados de estrangeiros com
seus officiaes, e-nada disto se pede hoje, auto-
risa-se simplesmente o governo a conlractar
nacionaes ou estrangeiros ;em segundo lugar,
qdem nao sabe que o governo de ento nao fa-
zia myslerio de que esses estrangeiros que se
pcdlam eram para ser mandados a bater os re-
beldes do Rio-Grande do sul? Quetn ignora
que se tratava entao de acabar com una guer-
ra intestina? Foi s por Isso que esse Ilustre
parlamentar invocado pelo nobre deputado a
qurm leuho a honra de referir-me, tanto se
pronunciou contra essa medida, que al disse,
eis assuas patarras (/r1): Semelhante ludida
he inmoral, porque produztrd desordena no
nosso espirito; o verdadeiio patriota brasilei-
ro ver-sc-ha no terrivcl embararo de saudar
talve com prazer as desgracas da patria. O pa-
triota brasileiro, penetrado da dignidade da
sen nai/. rmando loubesse que no*sos desvai-
rados irmos do sul esinagavam as bostas es-
trangeiras, talvez dlssesse cotn contentatnento:
. I.lies sao Brasilelros : ellrasileiros noleiiicm
bayonetas estrangeiras!
Eu propendo multo para este lado; son
ootno Jaques II: quando se Ihe conlou a perda
da batalha naval de La tingue, perdida pelo
ion le de Tourville, contra a esquadra Inglesa,
derrota que Ihe fechara a porta da reilaura-
jo no throno de que foro expulso, esse nobre
prncipe, Ingles dentro docorajo, apezar da
desgraja, nao pode deizar de dizer: Bravos
Ingle7.es! como sabem bater-sc I i Talve cu
dissesse o mesmo ; se nossosdesrairados patri-
cios do sul batessem cues estrangeiros, lalvez
dissesse eu: bravo* Rlo-Graudenses! sol
Brasileiros !
Ve, poi, a cmara que o Ilustre Aodrada
nao quera que estrangeiros virssem inlervlr
n'iima questao de familia j elle nao quera que
rasileiros desvalrados fossent chamados ao
gremio das leis, c trasidoa a ordem por mel
de bayonetas estrangeiras. Honra e gloria a
esseillustre cidado que assim peoaava !..*
O Sr. Soma franco: ceno he que nao
quera esirangeiros.
l) Sr. Carvalho Manir: Nao ha tal, e liso
v-se positivamente do seguinte trecho desse
seu mesmo dicurso prbferldo em sessao de 7
de agosto de ISIS (ir): r A disposljao de cha-
llar estrangeiros armados para as nossas desa-
venas e contisso de franqueza, a franqueza
prova o despresu, e a najo despresada nao va-
le mullo. E do mesmo modo e pela mesilla ra-
san so pronunciou oseu nobre irmfio, timbera
fallecida, oSr. Martim Francisco, quando nes-
se occasio, de urna deslas cdeiras, fallando
da iinmualidade da medida, cllou as memo-
rareis palavras do velho RoyerCollard a Car-
los X: Em urna lula entre a Franja e vossa
magestade, lembrar-me-hel primeiro que sou
Francs. Foi por esse motivo que esses Ilus-
tres parlamentares combaleram entao aquella
lei; mas, se por felicidade nossa qualquer del-
les hoje vivesse, uo posso delxar de acreditar
que to distinctos patrilas.cuja brilhanle glo-
ra se entronca as tradijoe* luetnoraveis da
nossa independencia, sendo que at utn delles,
o Sr. Antonio Carlos, fallando da desastrosa
calaslrophe da nossa guerra em 1817, tuostrau-
do o seniitnenlo e aylor que unba por ver que
a paz houvesse sid.n frita com o que elles cba-
tnavaiti desar do Brasil, citara as palanas do
anacrentico Inglez :
tO'tr tksrulns her childrrn mus sigh,...n
Nao era possivel, fajo justija aua memoria,
que (rom forca) nao se tralaudo de suSbcar re-
voltas ou esmagar liras.leiros, mas de preinu-
iiiruio-iios para susietitar a dignidade e sobe-
rana da najo, nao era possivel que seu cora-
jiio brasileiro deixasse de apoiar o governo do
paiz dando-llie todos os recursos para repelllr
a ousadia do eslrangeiro que nos aiueajasse,
votando por esta medida, como agora voto
tambein por ella. (Apoiados. MuiU 6m, milito
bem.)
tsm
I i brn, a *,000 rs., total ,000 rs. ; 1 embru-
llio com 9 1/3 libras de flor do rnica, a 800
i s., total 2,000 rs.; ma arroba do alfaze-
na por 3,200 rs. ;e 64 restis d'alhos, pe-
sando 5 arrobas, a 3,000 rs., total 10,000
rs., que existiam na alfandegt, alm do
prazo marcado no regulamento, e que f-
ram annunciados pelo edital de 7 de agos-
lo prximo passado ; sendo a arremataefio
livre do direitos.
Alfandega de Pernamhuco, 31 de setem-
hrode!850. O inspector inlorino, Denlo
Jos Fernanda Barros.
Pela inspectora da alfandega se faz pu-
blico que.no dia27do correte, se ha de
arrematar em basta publica, na porta da
mesma, depois do meio-dia, 8 duzias de car-
tairas para dinheiro, duzia 5/ra. lotal 40g
rs.; e 10 duzias de pentes de marlim de tirar
bichos, duzia 2,000 rs., total 90,000rs.; im-
pugnado ludo pelo guarda Jofio Gregorio
dos Santos, nO despacho por factura de n.
38i de 25 do corrente : sendo a arremataefio
subjeita a direitos.
Alfandega de Pernamhuco, 95 de setem-
bro de 1850.O inspector interino, liento
Joii Feraandrs Barros.
Avisos martimos.
Oeclarat^ad.
0 primeiro bitalhSo de cacadores de
iinha necessita ooniratar o frnecimUto des
gneros que compoem o rancbo do mesmo
ialallifio, sendo elles carne MaTat- Jn sdc-
ca, bacalho, arroz, f'rinha,lP,"cr. caf,
pflo de seisonfas cada um, tfBpre, azeite-
doce, toueinho, sal e lenha : (gem quizer
fornece-los por prerjo rasoavel, fltrult'
boa qualidade, dinjs-se ao quartel da ra
da Gloria, no dia SO do corrente, la 10 ho-
ras da manhSa, alio) de apresentar ao con-
reino reunido suas propost'as.
>
ai^Ecro.
ALFANDEGA.
P.endimentododia25.....14:510,844
Hetcurregam hoje 26 ds selembro
lia iva Thowsas-UsUors mercadorias.
Ilrigue ~ Hopt idem.
CONSULADO GERAL.
i; -inli-. cuto do dia 25..... 498,627
KUtUHTACAO-,
Despacho marilima no dia 25
Liverpool com escala por Macei, barca
inglesa Genevisve, de 362 toneladas : conduz
o seguinte : 95 caixas com 1.290 arrobas de
assucar, 276 saccascom 1,556 arrobas e 25
libras de algodfioe 100 toneladas do lastro
di! areia.
KECEKEDORIA DE HENDAS GERAES
INTEIINAS.
KDudimentn do dia 25.....167,980
CONSULADO PROVrNClAL.
Itendlinnulo Jo dia25......571,761
-i':-'i-:r::rr~r:r';___l" iisr'rsz^n'-
r:ovjtuento Navios entrados no dia 25.
Parahiba 2 dias. hiate nacional Espadar-
le, de 27 1/2 toneladas, tnrslre Vicloriun
Jos Pnreira. ca'ga toros da mangue. Pas-
sageiros, os Brasileros Manooi j..m- oe
Paiva e Manoel deMoura Itezeode Jnior,
Cainaragib-i -- 3 dias, hiato nacional Novo-
Uettino,de2\ toneladas, meslre Eslevfio
llibeiru, equipagem 3, carga assucar 9
ma.leu a ; a Jos Manuel Martins. Passa-
geiros, os lii-asili-iros Joaquim Pedro da
Silva, Manoel Roberto da Psixo, Antonio
Mauool da Cunha, Florencio Jos de Oli-
veira Figueiredo, Thouiaz deGusmfiu Li-
ra, Kozalino Jos Sereno, Manoel Paulino
ila Silva Guate, Vicente Ferreira, Marcel-
lino Jos de Mello, Manoel do Nascimeii-
lo Capella, Anua 'I hereza de Jess, u os
l'oriuguez* Joaquim Pereira da Silva e
Jos de Uliveiu Campos.
D1TES.
Pela inspecloria da alfandega se Taz pu-
ui:co qu, no da 6 do crrenle, se hfio de
arrematar em hasta publica, a por la da mes-
illa, depois i|o meio-dia, 1 caixa com II
frascos de liirJaco, pesando bruto 3 libras,
10 rs! iidal J1.00 n.; 3 boies com
oxiiclw ds bcadis, pesssdc bruto 1 /i
Thcairo de S. Isabel.
91." RECITA DA ASSIGNATURA.
Sabbado, 28 de selembro ds 1850.
Represen la r-ae-ba o drama em 5 actos
O MAIIIM1EIR0 DS SAN-tROPEZ,
oo
o erennomen/o,
Terminar o espectculo a graciosa farca
0 CHAPEO PARDO,
na qual representar o artista G. F. de Ol -
veira, a parle de Laponio, e cantar cotn a
actriz Joanni Januaria o
Fundango Sallo.
Comecar s 8 horas.
Os bilhetes acham-se renda no lugar do
coitume.
Theatro de S.-Francisco.
BELLAS ARTES.
Contina todos os dias, das 6 horas da
tarde s 9 da noite, as eguintes vistas do
cotmorama :
0 colosso de Apenirio.
A cldade do Porto pela Villa-Nora.
A Ierra de Pancorvo na Uespaobs.
A'cathedral de Milfio.
A ra Real de Berln.
A dvslruigfio do Caihargo pelo general Sci-
pio. 'j
A sabida de Moyss do Egyplo.
Hilas, as ruinas de Babilonia.
Bruxellas, o jardim da Bel la-Vista.
O tnel gigante na Irlanda.
0 interior das minas de sal, na Austria.
Os presos das entradas he de 500 rs. por
cada pessoa. Os meninos de 10 anuos terfio
entrada gratis, vindo com familia.
~ Segu viagem, at o dia 30 do corrente,
para o Aracaly, locando nos portos que con-
rior ao carregador, a baroaca San-oo-Bap-
itila, de lote de 30 caixas, fabricada de no-
vo, e com ptimo camarote para pasiagei-
ros : os carregadores entendam-se com o
"leslre no trapiche do algodfio, ou na ra do
Itsogel, n.8.
Para o Ceari eMaranhfio sabe, com a
maior brevidade possivel, o brigue-escuna
laura : quem no mesmo quizer carregar ou
ir de passagem, ilirijs-se ao capilfio na pra-
ca do Commercio, ou a Novaes &Compa-
nhis, na ra do Trapiche, n. 34.
- Para o Aracaty segn impreterivelmcn-
te, no dia 9 do mez prximo rindouro, o
patacho Santa-Crus, mostr Joaquim Perai-
ra : ainda recebe carga e oassageiros : tra-
anse ao la lo do Corpo-Santo, lojs de mas-
sames, n 25. ou com o meslm.
Para o llio-de-Janeiru saliu com a maior
brevidade possivel o patacho nacional fa-
ltis : para o resto da carga e escravos a fro-
te, trala-se com Novaes & GompsDhia, o a
ra do Trapiche, n. 34.
Para o Cear sali em poucos dias a
aumaca nacional Flor-do-Atigelim, mestre
Bernardo de Souza, por se achar com par-
te da carga prompta : para cesto e passa-
geiro: Irats-K corn Luiz o* da Si Arnujn,
na ra da Cruz do ftecife, n. 33.
iv.-; A escuna Europisla, sahe impreteri-
velmente no da la, o que sa avisa aos que
team escravos a remoller para o Rio Oran-
do do sul, os quses devem flear a borlo na
ve*pera, e trala-se com a viuva Gaudinod;
Fjlhos, na pracinha do Carpo Santo, n. 6G.
**JrJara/. Baha, segu com milita brevi-
dade o origue brasileiro San Jos, para car-
ga, passageiros eescravos a fret, traln so
com viuva Caudioo & Filbo: na pracinha
do Corpo Santo, n. 66 ou com o Sr. capiio
Jos Ramos de Souza a bordo,
Para o Cear, com escalla pelo Aracaty,
sabe, at o m ;do correte mez, ohiaie
Flor-ds-Curuript, forrado e pregado de co-
bre : para o resto da carga, dirija-se ra
doVgario, n. 5,
n
Avisos diversos.
.a?
PRAgA DOS TUROS,
RA DA FLORENTINA.
Domingo 29 de selembro ds 1850
si dar a primeira corrida de touros, ( seo
lempo permiltlr ) na ra da Florentina. Os
carlazes annuuciarfio o dito diverlimento ;
pois o director do dito divertimenlo nfio se
tem poupado despezas, tmto em touros,
como em fji Jmenlos, alim de se apresen-
lar trabalho e asseio pessoal, para melbor
merecer des I-i respeitavel publico de Per-
namhuco o applauso e acolhimuiiio que tem
li lo dasJe o auno de 1837 que existe as
provincias dcsle imperio, particularmente
no Rio do Janeiro
Leiles.
F. H. Lultkens far leilllo, por inter-
renefio do corretorOlireir, de um esplen-
d io s-oilmenlo de tnetsps, ferra'gcris e
miudczas, a saber : de metaes, ftlro inglerich," 1 Taqueir'o, 9 silvas, 9 pares de casli-
I fariss -I- i i a a_____. i ^ j____----- a ^_^n>,.a
Lotciin da Matriz da Boa vista.
No dia 31 de outubro andam mpreteri-
velmente as rodas desta lotera, seja qoal
for o numero de bllhetes que flearem, e
mesmo antes se se acabarem os bilhetes
como ha esperanzas. O li ni para que fui
concedida esta lotera, nfio pode ser mais
justo, o ella deve ser preferida a outra qual-
quer, porquanto temos de presenciar o em-
prego do seu interesse : o restante dos bi-
lhetes acham-se venda nos lugares js au-
nunciados.
sociedad* theatrnl Nova-Thalia.
O segundo secretario da socie la jo Nova-
Tbalia faz ciento aos respectivos socios
luo no dia 26 do corronte, pelas6 horas da
tarde haver reunifio geral na casa da mes-
ma sociedade, afim de tratar-se doa nego-
cios della para que se consiga o fim de sua
iugialac,3o. Adverle-se aos socios que fio
parecerem que deverfio declarar eai of-
u desejaoi deixsr do perteocer a dita
lado, e que a direcrjfio desta podo ser-
ie Ko art. 67 contra os que nfio sstislize-
as*sa?nieiisaliilades.
Keciediide Apolnea.
A commissfio administrativa da socieda-
de Apolnea, leudo marcado o dia' 19 do ou-
tubro prximo Tuturo para ter lugar a sua
partida, convida aos Sis. socios para remet-
ieren) as proposlas de satis convidados at o
tila 1- do referido mez, do pois do qual nfio
lera lugar concederm-se mais coaviles.
tiabaixo assignsdo faz sciente ao pu-
blico que o Sr, Caelano Delfino Mooteiro de
Carvalno ha mais de um anno que a>I-
dou suas conlas com o abano assignado,
e que nada Ihe deve al o presente.-- Do-
mingos Antonio do Silva Bsiris.
Aluga-se o primeiro andar da eaaa da
roa aollanael,confronte a botica: na ra
do l'asseio, luja n. 21.
(is abaiiti assignadosfazem acianto que
o annuncio do armazem da ra do Atnorim,
ns. 56 e 58, publicado pelo jornal poltico e
social u. 15, nfio se cnlende com elles.
Mallos & Magalhies.
Na rus estrella do Rozario, n 98, se-
gundo andar, se dir quem d dinheiro a
premio. Na mesma casa vendem-sadnus re-
Ionios de ouro patentes, urna correle para
seuhora, urna dita para relogio, cordO-s, co-
lares, brincos, annellOes, cruzes, botoas pa-
ra berluras e punhus, corazes, urna verni-
ca, 1 bandeira e resplandor para menino
Dos, rozetas, I apparelho de prala para
chato, chumbo em lencol e do 'munioa*? gies, 1 bride. 1 par de esporas, 1 assucarei-
de Terragens, Tacas e garios de muitas qu- r0 e outr,a obras de ourd e prata.
hdades, facas de pools, ditas de sapateiro
e cabo leve, limas inglezas esllemfies, ser-
rotes, navalhas, caivetes, rame fino de
I .iiflo, chsieiras, panellas, pregns de ferr
le varias qualidades e vefrihas;- de miu-
dezas, bandejas pintadas, espelhos'de ga-
veta, butOes diversos, clcheles, pennss tle
ac, el.: quinta-feira, 2 do correle, H
10 horas da manhSa, no seu armazem da
roa do Trapiche-Novo.
Jofio Keller & Companhia* Schiphei-
tlin & Tobler far fio leilo, por oidem do Sr.
tfernl ,ln ennaol.H, r,nrnT. em nraaanel
de um delegado deste' mesmo consulado,
por crin la e risco de quem pertencer, e por
intervencfio do eorretor Oliveira, aquelles
de urna caixa numero quatrocentos setenta
tres, contendo 28 duzias de chales de algo-
dflo, e estes de outra caixa n. 639, contendo
150 duzias de lencos escarlites, ludo avaha-
do o'agoa salgada, a bordo do navio /latir,
na sua recente viagem do porto deste nome,
com destino ao desta cldade, onde aportou
aos 4 deste mez : sexta-feira, 27 do corten-
reiite, ts 10 horas da nianlifis, principian-
do pelo dos Srs. Kellr & Companhia ) nos
suus ai uiazens respectivos, ra da Croz.
0 capilfio alercator Coper, far leilflo
nm prfsenca do Sr. Cnsul doa Ealadoa-
Unidos, por Cunta e risco de quem perten-
cer, epor inJ.e/vcusao docorrelor Oliveir,
dos objeclos salvados da balieira americana
Franlim, naufragada em Caraml. a li-r:
reas, vergas, cabreslaule, sino, bombada
ao, moiloes, cuvilia, mastarflos, cabos ve-
Ihos, utencilios de toziilia, rqgfio, bulieha,
Cal, oras balieira. cpui temos, u m di toa ou-
nojartgos que se pateutearfio : sabbado,
2H do'coiroule, slOhu s, uo trapiche do
iilH19ai
Domingos Jos Pereira da Cosa e Anto-
nio do Carmo de Souza declara m ao respeita-
vel publico, que o seu annuncio publicado
nesta folha nos diss 24 e 95 deste mez, rela-
tivo ao procurador de causa Jofio Piulo Xa-
vier de Sales, nfio se entende cum o SrTNu-
no Mana de Senas, porque este itenbuma
parlo lem no facto por aquelle praticado
com as. annuncianles.
-- Jos Antonio Gomes J unior remelle pa-
ra o Rio-Grande do Sul pelo Rio-de-Jjneiro
u seu escravo orioulo, de noma Theodoro.
O TOCurcr ''" **TnmZ* ^'.'"'einal faz
scienle aos Srs. arrematantes dos contratos
de nTericfio, imposto de medidas de far inda,
ribelra do peixe da freguezia de San-Jos, e
lalhos dos acongues da mesma, que' se de-
vem apresentar impreterivelmente nos diss
26 e 97 do corrente, na cntadoria ds mes-
ma cmara, acompanhados de seus fia lores,
afim de assgnareui as lettrss dos' refer los
contratos.
O Tclegroplio.
On. 12 deste peridico traz um excellen-
le artigo s mocas feas, um duiro snily-
sando o theatro de Sanla-lsabel a tradc-
elo ao drama Mario loanna, mt.rest)ulsdq no
mesmo llieatro, um carta do sinei'q di s,
e* ricas eentretidas'ppesias. Acda^so ven-
da na lujado Sr. Donhado, pstuo do Colle-
io, n. ti, Aurro-da-BoaVisla, O. 74, lojs
do Sr. Jos Flix ; o em Olin la, nos Quatro-
USntos,
-- U.u mogo se olfcrece para ensillar as
primeiras ieuras fra detla praca, etu a-
tiuin engeoho, prometteodo o adiaiitaroen-
lo de seus discpulo : o pais do familia
que desejaroui u lucar seusJillio.i.ilirijaiHr*'
a luatfo nctitaii etilo, arnuzcoi ti. 11, ou


3
visto tei
CaViarit
aolMb*
j 11 izo ro
.. Bellarroino de Arruda Cimera e I). Joa-
quina Mura dos Santos vendetn quatro par-
tes, quo por titulo de heranga possuem no
engenho denominado Massaaess, sito oa
freguczi de Santo-AntSo, moente e corren-
te, boro d'aena, com terna sulcientes para
outro engenho, adverte-se que he um dos
nielhorcs engenho. da dita fregoezla: as
pessoas que quizerem comprar, dirijam-se
ao Sr. Manoel Elias de Moura, morador na
praga da Uoa-Vista, casa n. 28, que, muni-
do dos poderes necesserios, se acha aulori-
.sado para realisar a venda.
lrugio do engenho Canto-Escuro, no da
10de setembro, o cabra Manoel, de20 a 25
annos. estatura regular, bastante grosso,
nariz chato, cabera rodonda, olboa grandes
e cabellos um pouco gfogueados: quem o
pegar, leTe-p ao dito eugenho, que ser
bem recompensado, ou nesta praga, no Hos-
picio, n. 2, em casa ilo Sr. Nanoel de Barros
Wanderley l.ins Jnior.
Oueni quizer trocar apolices da compa-
nliia de Beberibe por casas, annuncie para
ser procurado.
-Urna mulher de bonscostomes sepropoe
a fazer comida para pessoa particular, com
o maior asgeio ; assim como lava e engom-
ma : tudnpor prego commodo que agradar*
ana pratendentes: na ra Imperial, n. 8,
pefronte da matriz de S.-Jos.
--NaruadeS-Thereza, n. 21 taz-s eo-
mid com todo aamn para qualquer casa,
conformeconvier.
Roge-ge ao Sr. M. Mara de Oliveira
que tenlia a bondade de ir pagar 8.600 rs.
que dcvo na rcu do Queimado, n. 16.
Precisa-so de um ama para o servigo
de urna casa de pequea familia na roa da
Cadeia de S.-Antonio, u. 88, seguodoniiflar.
O ahaixo assignado, como teslamentei-
ro de sua finida nifi ). T.hereze Mara de
Jess, faz ver *o respeilavel publico, quo
pessoa alguma faca ngocio com os escra-
vos seguinte :Morcellino, Marcolno e Fe-
lisbina, o primeiro por nSo ter entrado em
inventario, e os dous ltimos por dita mSi
doabaixo assignsdo te-los deixados como
doacllo feita a urna sua neta de nome Eli-
zia Vaz depinho Carapeba, e como a mili do
abaixo assignado nSo poda fazer doagoes,
visto ter deixado a sua terca a su Alna D.
ina Coelho da Silva Brand.to ; por ts-
baix assignado est provando pelo
competente a anullagilo de tal doa-
giio: os tres escravos cima meiicionados
acham-se em poder da dita Ellzia. Anto-
nio Coelho da Silva.
San-Silgad dos A rogados.
(i administrador desta capel la avisa ato-
dos os Senhnres que liveram a bondade de
assignar o requerirnento para a installaglo
da irinandade, que o lllm. Sr. Dr. juiz de
canallas designou o prximo domingo, 29
do cnente, para ter lugar, no curpo da
tnesma capella, pelas 9 horas do dia, a refe-
rida installaglo com a sua assistencta ; por
isso o actual administrador pede a todos es-
scsSenbores, que olio fallen a esse acto,
alien de o tornar mais solemne,
Aloga-seo primeiro andar da casa n.
34 da ra do Trapiche, proprio para escrip-
turio : a tratar no armazem do mesmo.
-- Precisarse de urna ama que tenha bom
leite, para arnamentar ama crianza : na ra
da Cadeia do Recife, sobrado n. 59, a fa
com Jos Dias da Silva.
O escrivo da irmandade
SS. Sacramento da fre^nezia d#
S.-Jose do l.ecife convida por
meio oeste sos irmaos da mesma
irtnandde, para que comparecam
domingo, ap do corrente, pelas
g horas da manhaa, no consisto-
rio da igreja de N. j. do Terco,
lilim dse tratar Ja eleicao da no-
va mesa regedora, que tem de fun-
cionar os seus trahalhos depois da
festa do orago de sua freguezia:
para que espera o maior concur-
so de sens irms para o lim men-
cionado.
Quem annunciou precisar de um mole-
cnte para o servigo interno de urna casa in-
gleza, dirija-se ra atrs da matriz da Boa-
Vis'a, casa n. 4
-- Precisa-sede una preta captiva para
todo o servico de urna easa : na pr.fa da
Independencia, n. S, loja.
Aluga-se urna casa mulo boa, com
rommoiio* par,, grande familia, quintal,
jardim pequeo, Cacimba com bpa agoa de
beber, e estribara para 4 cavallw, no Poco
da Panfila, defronte dorio : a [ratar na rui
do Trapiche, n. 44, armazem.
-- Prccisa-se alugar urna loja ou casa ter-
rea com quintal e cacimba, para seeatabe-
leeer o contrato das aferigOes, sendo nos
bairro de Santo-Antonio ou San-Jos : pa-
ga-se bem : auem tiver dirija-se ao actual
arrematante d dito contrato.
Roga-se sos devedores do casal do fi-
nado-'-Manoel francisco Rodrigue que,
qunnto antes, venham pagar seus dbitos
quecontrahiram na loja de cera, na Praga
da Boa-Vista, n. 17. ao tutor das menores,
lilhas dn dito finado, deixando de mencio-
nar os nomes dds ditos devedores por jul-
gar ser desnccessarlo.
Engomma-se roup Com aceio e promp.
;.!*.. _- .._,.,. ,...,.../..r.-. ,l,ni1ft->i, nrl.-
--'Yi |'w> ,-.~y~ .......------. -- r-- -
dor para conduzir : na ra la Gloria, n 20.
Aluga-se urna casa terrea na Capunga,
na travessa de San-Jos do Manguind, com
dous qnartos, duas salas pequeas, cozinha
fra e boa cclm,ba com agoa de beber : tra-
ta-se na ni da Ca lela de Santo-Antonio,
n. 1*. toja de marceneiro.
RogH-s ao Sr. M. H. P. que tenha a
hnn lade de mandar pagar 20,000 rs. que
de ve i certa psa que nao Ignora ; do con-
trario, ver oseuuome por extenso ueste
Diario.
-. Jos Jeroi.ymo Monteiro mudou a sua
residencia para a asan. 40 da ra da Cruz.
Aluga-so o segundo' andar do sobrado
n. 12, da ra do Arago, com excedentes
cmihodos'psr* familia, cinco quartos, p-
tima cosirili com fogata ingtez, e furrio ,
salla, mullo fresca por ter janlla do lado:
a tratar no primeiro andar do memo.
Alugam-seos erceiiowqaario almia-
res da osa n. 40 da ra da Cruz : a tratar"
na uiesma casa.
--Na ra'de Agoss-Verdes, cas terrea
n,26, laj[-8e e engomma-se,tod,a a quallda-
de do roup, com sseio promptidao, por
prego mais commodo do que em outra
qualquer parte.
Aluga-se o segundo andar do inbrado
da ra do hangel, o. 69, com duas salas,
duas alcovas, seis quartos e cozinha no sn-
tfio: na praca da Independencia, l.vraria
na. 6 e 8.
Roga-se a todas as pessoas que estilo
devendo conts enligas na venda da ruada
Cadeia do Recife, n. 25, defronte do Becco-
Largo, o favor de irein ou mandaren pag
seus dbitos at o lim do corrente mez i
setembro, isto para vitar despezas, pois olo
o fazendo se usar deoutros meios.
Arrenda-se para qualquer estabelec
ment urna propriedade sita na ra da Flo-
rentina, sop do eslabelecimento doSr.
Baranger, oqual tem porto de embarque
por detraz : a tratar nesta typographia,
lysse Dror, relojoeiro suis-
80, de passagem por esta praga
onde tenciona demorar-se 5 ou I
mezes smente, concerla toda i
qualquer qualidade de relogios
eem qualquer estado em que se
achem ; assim como tem para ven-
der relogios de ouro e prata dos
melhores fabricantes: na ra da
Cruz, n. 4> primeiro andar.
Aluga-se na casa terrea com sotSo,
no sitio do Cordeiro, margen) do rio Ca-
pitiaribe, coal comuiodos para grande fa-
milia, cosinMfra, quarto para criado, es-
trillara, conTa para carro, etc. Urna dita
mais peques! no fundo do mesmo sitio : a
tratar no pateo d,o Cirmo, n. 17, com Ga-
briel Antonio.
Paulo Galgnour, dentista
franeez, rece nteniente che- *
- grado a esta capital, offerece *
9 mu prestinio ao publico m- #
* va todos os mlsteres de sua *
* liroflsso. qiier extrahindo, ti
) liinpnndo e chumbando o #
dentes nntnraes, qnr substl- 9
9 tuiiido-< por nitros artifl- *
4> ciaes, para o que tem os me- $
* Ihorcs apparelbos. Pode ser *
II procurado a qualqner hora, }
H em sua casa na rna larga do *
<0 Hozarlo? n. 36, segundo un- *
m dar. )
Roga-se ao Sr. segundo tenente Jos de
Cerqueira Lima, da Babia, que mande pagar
urna lettra, que se acha vencida ha oito me-
zes ; do contrario, ter de ver sempre o seu
nome nesta folba.
Deaappareceu no domingo, 82 do cor-
rente, a eacrava crioula de nome Cecilia,
de 20 a 32 annos pouco mais ou menos, al-
ta, aeio erescido, cor preta, feia de cara ;
tem falta de um dente em cima, de um lado,
e a roda dos olhos mais preta do que o ros-
to ; tem o rosto compriJo e corpo regular ;
levou vestido de cambraa de lislras aina-
rellas ja lavado, umaa argas de ouro a imi-
tc9o de estrellas e panno da Costa : roga-
se a todas as autoridadea e capilaes de cam-
po de a pegare leva-la ra do Muudego,
n.<99, ou na ra Velna, n.US, que serSo ge-
nerosamente recompensado.
i Na loja de Madama Theard,
na ra Nova, n. 32, fazem-se con,
muita presteza e perfeicSo chapeo,
vestidos, manteletes, capotinhos,
toucados e todos os mais enfeites
desenhora.
Pedro Ignacio Baptista, tutor das me-
nores, liliias do tinado Manoel Francisco lio -
drigues, autorisado pelo juizo de orphilos,
convida a quem convier permutar por algu-
mas propriedades nesta praca, um terreno
silo no lugar da Capunga, margein do rio,
com 100 palmos de frente e 500 d fundo,
com alicorees para duas casas de 25 palmos
cada urna, ou urna s grande, murado em
grande parte, cacimba com excedente agoa
de beber varios objectos para conslrucco
das ditas casas, como sejam : soleiras J>
pedra, jmilas e portas, caxilhos, e o mais
que aers presente; advertindo-se, porui.
que o dito terreno he proprio : ^uem o pre-
tender, dirija-se praca da Boa-Vista, so
brado n. 7, que abi achara dito tutor.
Homceopathia pura. g
5J J. H. C'asanovn, facultativo
Z homueopatt da consulta todos os J
^ das uteis, desde s 7 horas da ma- Jj
O iiha at as duas da tarde, ra da Ca- 5
O deia de Santo-Antonio, n. 82, segn- O
xJ do andar. Os pobres sero tratados Q
O gratuitamente. O
QQQOOQQOOQOOOOSCC
-- Precisa-s<) engajar alguns officiaes d
caldeireiro para Irahalharero em caldeiras
de vapor, sendo arrebiladorii, ( a que os In-
glezeschamam Rivelers) dando garanta
sua conducta : paga-ae o jornal de 3.5U0 pur
da, e d-se passagem gratuita para o Rio de
Janeiro, onde lidu trbalhar n ofllcina d
companhia braileira de paauetes de vapor;
advertin-to, porm, que -^depois de all
ctiegarom, com um mez ^ experiencia,
provarem ineapacidade, conducidos
para aqu igualmente nlo pittpodfl vassa-
gnm. yueni esn.c, ucats v^CU.T,t^*.i,'.
e quizar o dito engajamento, pode dirigie-
se ao agente da dita companhia, na ra do
Trapicho, n. 40.
Chapeos de sol. ,
Ra do Passeio, o 5. 2K
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sorlimento destes objectos de todas as co-
res e qualidades, tanto de seda como de
panninho, por precoa commodos ; ditos pa-
ra senhora, de bom gosto: estes chapeos
sau feitos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na mesma
casa ae acha igual sorlimento de sedas e
panninho imitando sedss, par cobrir ar-
mace servidas : todas estas lzendas ven-
dem-.se em porcBo e a retalho : tambem se
concerta qualquer chapeo deso, tanto de
basteas de ferro como de balis, assim como
umbelas de igrejas: tnflo por preco com-
iiiuiiil. "'na mesma caa i Chipc de so!,'
de msrc maior, de panno e de seda, pro-
prios para nitores de engenho, por serem
los mais ft>rtes que se paem fabricar.
vntonol'.opi"a da Rosa, subdito portu-
guez, retira-so pan fra do imperio.

Crttti5e.iC;ao.
Na noite de 22 do correle mez pe'deu-sa
una argola de ouro, que prenda osseguin-
tes objetos: um caeta de ouro. um pei-
xinlio dito, urna chave de relogio e um pou-
co de cabello encstoado em ouro : quem
liver adiado os objectos cima mencina-
los, querendo-os restituir, dirija-se ra
Jo Trapiche Novo, n. 18, primeiro andar,
^ue ser generosamente recompensado.
-Urna mulher dmalo, branca, capaz ,
muito zelosa e cuidadosa, offerece-se para
ser ama dn postas adentro de casa de al-
gn Sr solteiro ou viuvo. dando fiador a
sua conducta .- quem a quizar procure na
ra da Gloria, n. 67, junto as freirs.
Attencao.
Roga-se ao Sr. Jofio Jos de Lima, que te-
nha abonlade de ir ou mandar pagar a
quantiade 16,990 rs., proveniente de g-
neros que tnmou na venda grande da Ca-
punga ha seis mezes, eerto de que, emquan-
lonflo pagar, seu nome nao sabir* desta
folha.
Precisa-ge alugar ama preta que seja
fiel, embora nSoseja moito moca, para ven-
der na ra : a tratar na ra Nova, n. 18
-JoSoJoa da Silva, Portuguez, retira-
se para o Ro-de-Janeiro.
Precisa'-gealugar orri moleque ou ne-
gro para o servico de roa e cas, e que se-
ja fiel : na ra da Cruz, n. 48, armazem.
-'-OSr. Manoel JoaquimSoires, que an-
uoBCion pela Imprenta para se ir tirar una
penhores, quelra declarar a hora e o dia em
que o dono dos penhores o deve achar nes-
ta cidade, e em que ra, por isso que igno-
ra-sesua morada.
Precisa-se de um menino para caxeiro
de urna venda .* no Coelho, n. 13.
-- Precisa-se alugar urna preta para ven-
la de ra : na ra de S.-Francisc, n. 84,
cass da esquina que volta para a Floren-
tina.
Compras.
Compra-se efectivamente cobre,
chumbo, zinco, eslanho, e toda a qualida-
le de metal-velho, nao sendo ferro : na ra
Nova, n. 38.
Compra-se um sobrado de um andar,
ou casa terrea, que seja nova e m boa ra:
no Passeie-Publico, n. 7, se dir quem
compra.
Compra-se, para urna encommenda.
um escravo que seja bom ofllcial de tanoei-
ro : paga-se bem, agradando : na ra da
Moda, n. 7, a tratar com Leopoldo da Costa
Araujo.
Compra-so um escravo canoeiro, que
seja de bonita figura : no Coelho, n. 13.
Na ra da Senzalla-Velha, n. 100, se-
gundo armazem aonde se vende bolacha e
pSo, compra -se efectivamente toucinho da
trra, sendo gordo e sena sal, a 5,000 rs. a
rroba, e a 160 rs. a libr .
Compra-se urna espingarda de cafar,
com seus pertences, sendo por preco com-
modo : na ra da Praia, n. 3.
Comprsm-se dous escravos, 1 com oli
co e outro seo elle, urna negrinha ou mu-
latiuba de 9 a 13 annos, sendo boas pessas
no pateo do Terco, n. 11, segundo andar.
Compra-so um guarda louca, com al-
gum uso, e que seja de preco cummodo .' na
ra llireita, n 86. i
Compra-se um violflr^pequeno em bom
uso : quem tiver annuncie.
s
Vendas.
Lotera da matriz da Roa-Vista.
Aos J >:)oSooo "liiiosnoo.
Na loja de rouilezas da praca da Inde-
pendencia, n. 4, vendem-se hllhetes, meios,
quartos, decimos e vigsimos deat lotera
que corre al o Um do mezdeoutubro.
Bilhetes 10,000
Mi-ios 5,000
Quartos 2,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Manguinhas para vestido de Se-
nhora.
Vendem-se as mais assiailas manguinhas
para vestido de senhora : na rus do Queima
lo, n. 9.
Bengalas.
Vendem-se bengalas, pelo diminuto pre-
co de 1,000 rs. cada urna : na ra do Quei-
anado, n. 9
Vende-se um sobrado de dous andares
e soto, na ra do Rangel, e outro na ra da
Piai de um andar, excepto uuia parle em
cada urna das referidas casas, pertencenle
a outra pessoa : quem pretender, dirija-se
ra do Passeio, loja u. 31, que se dir
quem vende.
Chapeos de palha para homem.
Vendem-se flnissimos chapeos de palha
de ltlia, pelo diminuto preco de 3,000 rs. :
ua ra do Queimado, loja de miudezas, jun-
to de cera, n. 33.
i'.fquiifes.
Vendem-se bonitos requilifes para enfei-
tes de vestidos de senhora, por precos que
agradan) os compradores : na ra do Quei-
niailo, loja de miudezas, junto de cera,
ii. 33
-Na casa de modas francezas de Mada-
ma Millchau, no Aterro-da-Boa-Vista, n. 1,
reci-leo-se novamente noi rico sortimento
de bordados de todas as qualidades, goli-
nuas de cambraa e lilo, rumeiius, cabe-
cees, colerinhos, camisinhas, mangas e
manguitos moda nova, lil liso e bordado,
cambraa lisa e bordada, lencos de cam-
braa de linbu bordados, babdos e ntre-
melos de cambraa bordada: ludo se ven-
de milito em cunta.
Veude-ae urna escrara do servico de
campo, he quitaodeira, lava muito bem de
varrella e sabSo ; urna dita muito boa cozi-
nheira, e que cose chao, de bonita figura,
e de 80 anuos; urna dita de nacSo, muito
boa engommadeira, que cose cbam, cozi-
nha para quem quer banquetes, he rauitu
boa docena, e de 20 a 25 anuos : na ruado
Livramento, n.,4,{se dia quem vende
-- Vende-se una crioula moca, do boni-
ta figura, que engomiiu, Cozinha, faz do-
ces e bolos: o motivo por que se vende se
dir ao comprador : no becco do Bomba,
s.:.
Vendem-se dous pretos pegas para car-
tegrem palanqun), ser vi rom a u,na casa e
anharem na ra, por darem 640 rs. por
a : na ra do Coilegio, n. 91, primeiro
idar, se dir quem vende. V
--Vende-se um preto de bonita figura,
bom ofllcial de pedreiro, e he de boa con-
ducta ; urna mulata de 18 annos, com um
filho mulatinb.o de 2 annos, a qual corta e
faz um vestido de senhora, corta e faz urna
camisa de hornero, engomma com perfeicSo,
lie muito fiel e nSo tem vicios, o que se
alianca : na ra larga do Rozario, n. 48, pri-
meiro andar.
Na rna Nova, n. 2, atrs da
matriz,
vendem-se jarros de porcellana para flores
naturaes ; mangas para castcaes com pe
dro ; ditas de p de casquinha ingleza fina;
candieiro de cora para sala; ditos de
bomba; ditos de corda; ditos para estu-
dantes ; sapatOes de couro de lustro, forma
ingleza ; bengalas finas ; charuteias, per-
fumaras ; luvas de pellica de cores ; ditas
de algodo de cores ; gapatos de setim
branco ; ditos de lustro ; ditos de marro-
quim ; ditos de duraque; botns gaspeados
para senhora e meninas ; chinelas de tape-
te e marroquim : tudo barato a dinhero
a vista e fiado nads.
Vende-se, ou arrenda-se um sitio no
Remedio, margein do rio, com mais de
mil palmos de fundo, ierras propriag, livre
e desembalado, cacimba com agoa sof-
frivel, casa com duas salas, duas alcovas
eiivdracadas, 3 quartos, urna despensa, co-
zinha fra, quarto para feitor, dito para
prclos, com janellas envidracadas, coquei-
ros, parreiras, tamarineiras, bonscajuoiros,
bananeiras prata, tudo dando fructo, man-
gueirase algumas larangeiras novas, quasi
lodocercJdo de espinhos, com embarque
a toda hora, bastante terreno devoluto,
nuito proprio para urna olaria por ter bar-
ro dentro : tambem se vende urna canoa de
carreira, de amarello e enteriass : na rus
do Rsngel, n. 54, a tratar com Victorino
francisco dos Santos.
A I simio [;) viulo.
Na loja n. 3, defronte do becco do Pei-
ne-frito, venita-ge panno azul, a cinco pa-
tacas o covado; casemira encarnada de
duas larguras, a 9,000 rs. o covado.
Mobilia.
Vende-se, por prego commodo, urna mo-
bilia, consistndoem dous pares de lanter-
nas bordadas com ps de vidro, 14 caderas,
sendo duas de bracos, 1 sof, 8 consolos, 1
mesa redunda, urna cama moderna com cu-
mula para casados : tudo de Jacaranda e mui-
to bem feito; assim como um excellente
niano verdndeiro patente de Colard & Co-
lard, com um rouchioismo de rova inven-
cSo para mudar o teclado em quatro vosea
litTerentes : tudo se vende a diobeiro ou a
prazo : na ra do Rangel, n. 11, de manhSa
ate s 9 horas, e a tarde das 4 em diante.
Vende-se, ou permuis-se por outra casa
na cidade, e no ultimo caso arrenda-se a ca-
sa de pedra e cal, sita na beira do rio do
Poco-da-Panella, com os commodos seguin-
l's : um terraco na frente, duas salas, qua-
tro quartos, cozinha fra, copiar, estribara
para dous cavallos, algrete com llores,
dito coro bortalice, cacimba Com boa agoa,
dous poilOes, sendo um para entrada de
carro e o outro menor, mangueiras, laran-
geiras, sipotiseiros, romeiras, goiabeiras,
pinlieiras, limeiras, emhuzeros, bananei-
ras, laladas do uvas e de maiacujaia eum
p de fruta-pilo, sendo dito sitio quasi todo
murado : quem sejulgar habilitado, dirija-
se ra de llorts, n. 60, de manhaa at as
9 horas, e de tarde das 3 em diaitte.
Sexta-feira, 27 do corrente, estar
venda um escravo de 19 annos, de bonita
ligura e proprio para qualquer servico ; as-
sim como um cavallo gordo e bom, no ar-
mazem do sal, na Boa-Vista : os pretenden-
Ics dirijam-se ao mencionado lugar, das 9
horas da manhSa s3 da tarde.
Ma ru i do Queimado, loja n. 19,
vendem-so cortes de riscados e chitas de
cores lixas para vestidos, a 1,700 rs. ; lon-
gos da 1 iir 1 seda e de bonitos padrdes, a
I 800 rs.
+*#?? **#
9 Na luja do sobrado amarello, nos
* qiiatro-canlos da ra do Queimado, *
9 n. 89, vende-se um grande sorti-
{$ ment de cortes de vestidos de cam-
9 liraij-seda, muito modernos e novos
9 gustos; ditos de cambraa branca ?
v com barra borbada e adamascada, *
9 tudo por prego muito em conla. ?
Vendem-se os livrosseguintes : a obra
couipb;lade sermOes quaresniaes, em 4 vo-
lumes; Retiro de dez dias, obra religiosa,
t v., por l-'.lias Avrillon ; as obras comple-
tas de Boileou ; Diccionarios portuguezes;
lito latino i Cloquencia do padre r*r. IMiguel;
Virgilio, Salustio, Phedro, Oracio, Tito Li-
vi-i ; Ch rir.a, philosophia ; Mestre franeez
e ingle; ; Grammalica portugueza, ingleza,
e franceza, por diversos autores ; Manual
dedireito publico e ecclesiastico franeez,
iorM. Dupin ; bem como outras muitas
obras de direitoede navegagilo : ludo por
prego commodo : na ra do Crespo, n' II.
--Contina-ge a vender leite puro: na
ra estrella do Rozario, esquina que volta
para o pateo do Carmo, lodos os dias as 6
horas da manhSa.
^fi| > Chapelinhos para senhora. "
- Na loja do sobrado amarello, nos 45
* quatro-canlos da ra do Queimado, ^
^ 11 29, vendos: se os mais modernos 12
^ chaiK-linhos para senhoras, cores ^
^ minio uuiUa, uiuiLu iieiu guarne- ^
_> CdoS. -48
m AAAAAAAali AAAAAA* A A A
'Vende-se cobre em folha para forro
de navios, e prego* do mesmo metal : em
casa de Me. Catmont & Companhia, na pra-
c 1 do Corpo-Santo, n. 11.
-- Vende-si chumbo de municao surtido :
em casa de Me. Calmont & Companhia, na
praga do Corpo-Santo, n. II.
Vende-se um forte piano do celebre
autor Bwadwood, o mais magnifico ins-
trumento, tanto na construroo como as
vozes, que tem vindo s esta cidade: em
casa de tic. Calmont & Companhia, na pra-
ga do Corpu-Santo, n. 11.
- Vendem-se C moleques de 10 a 18 an-
uos, sendo um ptimo barbeiro e sangra-
dor ; 6 pretos de 20 a 95 annos, sendo um
delles ofalitro sapaleiro, e outro cozinlieiro;
Xnrope do bosque.
UMAOTRA GRANDE CURADA aSTHMA.
Serla urna Irrcparavl falta de inlnh* parte
delxar em ileocio o que acaba de acontecer
cbuimigo, e que paaso a relatar para que o pu-
blico aeja sabedor.
Ho primeiro meze do anno de I84.Z em
nina noite de multo calor, dirigl-me ao mar
para tomar um banho, e com -Bello tomel-o ;
voltel para caaa enti-me conitlpado, e como
ja era tarde nao pude cuidar cm tralar-me, no
outro dia aenti-me inulto mal da garganta e
do nelto, inulta toase, dore de cabrea, fro e
febree antro incoiniiK-doa queaempre acom-
panham as comlipacdea neaaa noite tomei
um uador, 110 dia scguinte.ai"ece' a tratar-
me ed'ah i emdlante com dlnVeutes remedios
umapplicado por profeorea, outro que me
eminavam algumas proas ; de nen'-um tire
provelto conllr.ua tone que me allligia ; por
lim declarou-ae-incem atthma: quatro annos
ful victima delta terrlvel molestia que aoquem
a U-in ou teve he que al>e o otfrlmentos por-
que passa o que tem a Infelicldade de er por
ella accommettido; hoje porm com orgulb
pono diier que achel um remedio que lombou
da asthn.a ; foi o xarope do boque que se veu-
de na ra do Hospicio, n. 40 ; poi julgava-me
lncuravel, porm nao auccedeu atilin : loto
que priocpiel a tomar o obredito xarope nao
preclou mal do que pouco da para eu co-
nhecer que o mea mal com eteprecioo icme-
dio poderte ser completamente curado, e nao
me enganei, porque acho-me completamente
livre de todo o incoininodos que at o prin-
cipio do me de julho dete auno, poca em
que prlocipiei a tomar o xarope do boaque.
nao ful s em minha pessoa que este oni re-
medio prodigalUou seus benefteio, tem tam-
bem prodigalUado em ontra pessoas do mru
conhecimento, que vendo o bom etfeito que
me ia fazendo resolvrram toma-lo para outra
dillerente nolesllaa do poito, e o que expe-
riinenuram acharain o deejado cBeilo. Res-
ta-me, poruoto, a aaliafacao de dizer que es-
tou retabelecido compleumeote da astbmn,
anda digo, terriiaJ moleitia.
Rlo-de-Janeiro, em 8 de setembro de lo".
Ra da Prlnceza do Cajueiro n. 118. Victo-
rino Ignacio Camillo.
Vende-ae na ra do Quartei, o. V-
Na na ru da Cadeia do Re-
cife, n. 5, loja de miudezas, vendem-sa
trangas pretase de cores, de todas as lar-
guras, proprias para manteletes e guarni-
gOes de vestidos ; bem como aderegos pre-
los para luto, dus mais modernos que teem
chegado de Pars, por mais barato prego do
que em outra qualquer parte.
Vende-se urna excellente casa de cam-
po, sita a mirgem do rio, contando 3 galas
grandes, 3 gabinetes, duas alcovas, 3 quar-
tos ecozinha, com um terreno adjacente,
que lera cero de mil palmos, urna baixa
de capia) j plantada, que fornece mais de
30 feixas diarios no vero. podendo-se ac-
cresceotar aioda mais a planta ; tea vista
muito agradavel, ar muito sau lavel, e he
perto da praga, por ser sotes de chegar ao
Poco-da-Panella: na ra de S.-Amaro, n.
16, ou na ra da Cadeia do Recite, a fallar
com o Sr. Manoel Conqalveg da Silva.
BRESTOI. SALSA PARRILHA AMERICANA
Alillor e tnaii txlraordinaria do mundo.
Preaervatlra infalllvl contra asfebres.
A salsa parrilha original egenuia de Urea-
lol possuc todas aa virtudes para curar todas
as i-ufi-i ni id idi -i que provm de um estado de
impureza de sangue da sccrccfiea morvida do
figado e estomago, e em todos os caoa que ne-
i-.-s-.it mi remedios para purificar e robutecer
o sisiciii.i 1.111 tudo o cato de escrophulas,
erisipelas, tioba, erupede cutneas, iiiauchas,
bilia, i-iill iin.ii-.i 1 e dvbllidade nos olhos, eo-
c-b.it.io oas glandola, dores lombares, .il.-i-
edes 1 lie-nuil neis, dore uoa ossos e na juntas
hydropcsia, despepsia, asllima, dtarrhea, de-
eulena, los^e, resfriado, enflainmacSo dos
puimdes phlhisica quando provui diobstru-
cao il.i-.li no.-tiios em pestoa eicrophulutas,
. ollii.11/1, indigealo.- ictericia debilidade ge-
ral do systeina nervoso, febres agudas, calore,
enfermedades da molhere, enfermidade be-
liosas, e em todas as adeces provenientes de
uso moderado do mercurio. Esta sala parri-
lha e einprega com efilcacia em todos os so-
breditos casos, e he reconbecida como a mr-
Ihor oiiiliiio i que exitte. Os frasco de salsa
de r,i isiol teem mais de quatro tamanhos dos
de s.ils.i de Sands entretauto que os de Urislol
r. Deposito central no Rio-de-Janeiro, casa di-
Vital I..ipiipc. e em Pernambuco na botica de
Jos alaria Goncalve Ramo, na ra dos Quar-
tei pegado ao quartei de polica.
Para osSrs. alfaites.
Vende-se estopa com alguma avoria, a
so el 20 rs : na ra larga do Rozario, u.
48, primeiro andar.
Alpaca <1* laa c Meda a IIGO rs. o
covatlo.
Na loja da ra do Queimado, n. 3, de
fronte do becco do Peixe-Frito, vende-se
alpac'. de lila e seda para vestidos de senho-
ras. a 360 rs. o covado : esta fazend he
tecido de xadrezes de Ja e seda, padrOes
muito agradaveis.
Vendem-se 16 escravos, sendo um bom
carreiro e mestre de purgar ; 3 ditos de to-
do oserugo; 8 mulalinhos de 16 annos ;
i ditos de lodo o servigo de campo; u-.ra
mulaliuha recolhida, de 11 annos, que co-
se e engomma ; 3 escravas mogas, de boni-
tas fguras, que cosem bem e engommam ;
5 ditas detodoo servigo: na ra Direi'.a,
o.3.
Vende-se a posse de um terreno de es-
quina, situado por detrs da fundigSo em
S.-Amaro, com 800 palmos em urna frente,
c perto deSOOem outra, com um grande
viveiro bem povoado de peixe, com 3 c-
ginhas no centro qne rendeni 82,000 rs.: a
tratar em unta das casinhasdo mesmo sitio
com seu dono que fara todo o negocio, tan-
to a dintieiro como a prazo com boas lir-
mas, visto ter de retirar-.se para a Europa
Vende-se a taberna da Soledade, n. 13,
defronte do qu-irtel, com poneos fundos : a
tratar na ra liireita, n. 16.
Attengo.
Vende-se arroz muito superior a 1,300 rs.
a arroba : no armazem da ra da Cadeia do
Recife, de Campello & Filho.
Vende-se um prelo de 80 a 82 annos,
bom cozinheiro, e com habilidades neces-
sarias para urna casa de familia, ou liomcm
solteiro : as Cinco-Pontas, padaria defron-
te da fortaleza.
Ven le-se urna gentil oscrava da Costa,
muito valente e sadia, he quilandeira, lava
desahucio varrella, n0o bebe bebida de
qualidade aigum, he muito acostumada
aog-rvigo da campo, para o que tem muita
habilidade ua Trompe, sobrado n. 1, que
tem venda por baixo.
Vende-se urna osa sita na Torre, e-li-
um pardo de 18 anno*, rom hons principios I ficada multo nprm do rio, com bastantes
le carpina ; duas pardas de 15 a 18 anuos,
um dellas com habililades ; 7 pretas de 18
a 85 annos, com habilidades, e que silo pro-
cjinmoclos pora urna familia no Aterro-da-
lioa-'. ist n. 64, loja de alfaiale.
-- Veiidem-sj s.-ineutasde cocuilro mullo
pnas para lodo o servigo : ua ra do Colla- novas, por prego muito codimodo : no Ater-
gio, n. 3. ro-da-Boa-Vista, n. 14.
J MUTILADO -


a.....I"

Vendem-se bataneas deci-
maes.dtrlOO a 600 libras, milito proprias
pnrn ppsav assucar : na ru do Trapiche,
n. 3, armnzem de C. J. Astlev & C.
Vcndetn-se riros cortes de
seda bra.ica para vestido,por preco
to barato que s a vista da lazen-
da se poder dizer.- na ra do
Crespo, n. iC, esquina da ra das
Crujes.
JVnrua da Craz, n. 10,
casa de Kalkmann
Irma os,
vende-se un grande oartimento de
instrumentos de msica, com se-
jn :
Caixasde guerra, e tambores.
ZabumbeSj e paudeiros.
Arcos de cempainha, e pratos.
Haixos de harmona, troboes.
Trompas, pisloes e clarins.
Cornetas, flautas, e planos.
Clarlnetas, e requintas.
ViolQes.
E muitos out-os instrumentos.
.Mormas superiores.
Nafuni1ig9ode C Starr & Companhia,
ein S.-Amnro acham-se a renda moendss
i'c coima, (odas de Trro, de um modelo e
uonstrucgSo muito 'superior.
Arados de ferro.
Nafuudigflo da Aurora, eni S. -Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
lelos.
Vendem-seamarras ae ferro: na mi
la Senzalla-Nova, n. 42.
-- Vende-se farinha de Sanla-Catharina,
nimio superior, a bordo da galeota Santinl-
mu-Triniuie, fundeadi junto ao caes do
Collegio.
Fnrlnlin de mandioca.
>'a ra da Cruz, no Bccife, armazem n.
13, e na ra da Cadeia, armazem de Cam-
pillo Fillio, vende-se farinha de mandio-
I ca do Cear, muita alva, gomaiosa e de en-
cllenlo goato, tanto era pequeas como
em grandes porgOes, por preco commodo.
Vende-se, por prego commodo, farinha
de mandioca, em saccas grandes; a tratar
no- armazens de Hias Ferreira, e Gouveia &
Das, no caes da A!fan & Compaas, na ra do Trapiche, n. 34.
Vinho Pita*
branco, em barris de cinco em pipas, me-
Ihore mais barato do que em oulra qual-
guer parte : no caes da alfandega, armazem
le Dias Ferreira.
Vende-se rap superior de Paulo Cor-
leiro: na ra da Cadeia do Recife, loja de
JoSo Jos de Carvalho Muraos. Na mesma
loja lambem se vende um methodo para
vioIBo, do autor l.uigi Castelacci, contendo
as afinacOes para se tocar os sous armoni-
>'(is, por barato pieco.
Travesa da .Madre-de-De o-, nr-
ua/eni. n. 5,
Acha-se eslebelecido um deposilo, oide
encontraran os freguezes um bom sorti-
nenlo de licores, espirito ue vinho. e lu-
das as mais qualkades ; superior vinho de
caj; (llmale; e hagas de vime, apregos
moderados.
(iueijo londrino.
Vende-se, no armazem de Manoel Fran-
cisco Mnitiiis jnior, na ra da Cruz, n. 62,
queijos londriuos, presuntos para Hambre,
latas com biscoulinho inglez, conservase
nioslarda, chde S.-Paulo o milhor possi-
vel, e latas com bolachiuha de ararula : lu-
do novoe barato.
A etica que sao biiiatissinios.
Vendem-se sapalos de couro de lustro, a
2,000 e 2,500 rs. he o quo valen) de feilio :
na rus da Cadeia do Recife, n. 9, loja.
A I Son o corte de calcas.
Vendem-se hrins de cores, com listra ao
lati, de bonitos padres, tendo lambem
cor de ganga, a 1,000 rs. o corte de caigas :
na ra do Queimado, n. 8, loja defronle da
botica.
Talxas para engciiho.
Na fundigSo de ferro da ra do Rrum,
acaba-so do receber um completo sortimoo-
todc taixaa de* a Kpalmos de bocea as
quaes acham-se a venda por prego com-
modo e com proniptul.lo cmharcam-se,
ou carregam-seem carros sem despezas ao
comprador.
Deposito de potassa e cal
Vende-se muito nova e superior potassa
e cal virgem de l.isha, em pedra : ludo em
barris pequeos de 4 arrobas, por prego ra-
soavel: na ra da Cadeia do Recife, u. 12,
armazem.
--.Na casa da modas francezas de Mada-
ma Millochau, no Alerro-da-Roa-Vista, n
I, alm de um lindo aortimento de chapeos
lesedae de palha. rtcebeu-so um sorli-
nenin de capotinhoa e manteletes de seda
a de (li, e chapeos de palha da ultima mo-
la, para montana, e de goslo amazona da
Paris.
Vende-se um sitio pequeo com bom
iianho e bem plantado, por prego commo-
do : no Manguiobo, o. 35.
A 10,000 rs. opir
Vendem-se castisgaes de casquinha com
manga, pelo diminuto preco de 10,000 rs. o
par: na ra Nova, n. 2, airas da matriz.
Vende-se urna porcaode ce-
vadinhade superior qualidade : na ra do
Trapiche, n. 3, armazom de C. J. Aatley &
Companhia.
Fogoes para cozinh
muito proprios para sitios e qual-
qualquer lugar aonde nao ha cozi-
nha, por preco commodo : ven-
dem-se na ra da Crux, n. lo,
casa de Kalkmann lrmaos.
ii psito da fabrica de*
Todos os Santos, na *
Baha.
3P< Vende-se, emeasa de Domingos Al-"*
ives Malheua, na ra da Cruz, n. 58,5
primeiro audar, algodilo trangado da-i
quella fabrica, muito proprio para sac-J
talcos e roupa de escravos; bem como^s
-4
Antigo deposita de cal
virgem.
Ka ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muilo commodo.
< ouro de lii>Iro, a :i$5oo a Jielle.
Vende-se couro de lustro, o melhor que
lem vindo a este mercado, a 3,500 rs. a pel-
le; ditas de bezrro francez, a 2,880 rs.;
sapalOes de couro de lustro, bem iru balita-
dos, a 4,000 rs. o par; ditos brancos do Ara*
caly, a 1,600,1,000 e 800 rs. o par ; sapa-
los de lustro para senhora, a 1,900 rs.; bo-
netes para meninos, a 240 rs. : no Aterro-
da-Boa-Vista, loja de calgadoao ;>. do sel-
leiro.
Agoa d>: Seltz
de excelleute qualidade, e por
preco minio commodo : na ra do
Trapiche-Novo, n. 16.
Vende-se estanho em ver-
viinilia. de muilo boa qnadaae :
uara do Trapjcbe-iNuvo, n. 16.
JMeiiis d linlio
llegadas ltimamente, viuda* do Torio pe-
la llahia, ps grandes e muilo linas vende-1
cose roupa de escravos.
5fio proprio para redes de pescare pa-^g
vios para velas, por prego commodo.4
iMasaa de vapor.
Acha-se a borla a padaria da ra do Bur-
gos. Forle do Mallos, na qual se achar
diariamente todas as qualidadfls de massas
linas, trabalhadas por machinismo ; lam-
bem se fabrican excellenle pao e holaxi-
nha de ararute, ditas inglezas, bolaxfies
quadrados e redondos, e outras mais mas-
sas ludo obra prima : as mesmss seacharSo
no deposito do paleo doTeigo, n. 10.
A os *e nitores de engenh o.
vendem-ajB cobertores escuros de algo-
dio, proprios para escravos, por screm de
muita durugao, pelo diminuto prego de 640
rs. cada um : na ra do Crespo, esquina
que volta pana cadeia.
osito lia fabrica de Todos os
Santos na Huilla.
de-se em casa de !V O. Bieber & C.
fu da ella fabrica, muito proprio para saceos
Je assucar, roupa de escravos e fio proprio
para redes de pescar, por prego muito com-
modo.
mnrmelada de Lisboa.
Vende-se na ra da Cruz, 11. 62, armazem
de .Manoel Francisco Martina, marmelada de
Lisboa, muilo nova, e em latas de urna e
duas libras, por prego commodo.
Tecldo de al?oriao trangado na
fabrica de. Todo* os Santos.
Na na da Cadeia n. 52.
vendem-se por ataclo duas qualidades,
proprias para soceos do nssucir e roupa de
escravo-i
Vende-se um mulato de 18 annos, com
principios de pescador e canoeiro, sem vi-
cios, muito robusto, e proerio para pagem,
tlendendo sua cor, agilidade e linda figu-
ra : na ra Direits, 11. 89.
A 5$."500 o corle de vestido.
Vendem-se as mais modernas esmbraias
aberlas brancas e de cores, psdrOes ada-
mascados, e os melhores gostus que leem
apparecido, a 5,500 rs. o corle : uilo-se as
ainestras com penhores : na ra do Quei-
ma.lo, n. 8, loja defronle da botica.
Vendeni-se oculosde aro de ago fino,
evidro branco, para lodas as idades ; dilos
devidroverdee azul para ler de noite, ou
cura de olhos, por ser de vidraga ; lonetas
de um e dous vidios, para auyinenlar os
obji'Clos, a que os francezes cbamam pen-
cener, do ultimo goslo : estas lonetas fa-
chadas serveni de microscopios par.a veiili-
car cdulas e nulros objectos que a vista
n5o alcanga ; puUeiras douradas com pe
dras, ultimo goslo de Pars; bengalas du
ultima moda ; finissimes lapis em qualida-
de ; garganlilhas pretas ; medidas demar-
roquim 1 ara alfaiate; facas e gartos de
cabo de cliifre de viado, ao uso do bom totn
ile l.ondies; ditas dehulango, cabos de mar-
lim ;fiiiissims meias para senhorts ; cai-
vetes ; machinas que de una > vez apa-
ran) perfeitamenle nina penna ; e Otilias
muilas miude7as ebegadas recentemenle
na ra larga do Rozarlo, n. 35, loja do l.ody
0 antlgo baratelrodo l'aselo-Pn-
blico, loja 11 II, de Kirmiaiio
Jos nmieia as segulntes fazendas:
pannos linos prelos muito superiores ; ditos
azues ; merinos superiorea; setia pelo
de Slaco; ditos de cores; gorgordes de se-
da para cuteles ; riscados monstros ; cas-
sa-cbta ; castores ; brins Irangados; cha-
les de 13a e seda ; ditos de tarlalana ; cam-
braiaslisas muito baratas; alpacas; prince-
LOf lias iiiioa 1 viiltaa ; IllaiiapuiOes ; e OU-
tras multes fazendas que as vender por
1 regos que agradarSo uos bons freguezes de
dinheiro a vista, por ser o lempo proprio
para taes compras.
Vende-se bonitos escravos e
escravas de 10 a 25 anuos .- na ra
das Larangeiras, n. i/(, segundo
andar.
-Vende-se a casa tarrea do becco|do
Qulabo, n. 12, bairro da Boa-Vista, cuja ca-
sa acha-se hvpothecada : no Aterro-da-Boa-
VisU,,i.74.
Faiinha de mandioca.
Vende-se farlnba de S.-Cntbu-
>ina. multo sii|ie.i'lor :a botdo do
brlgue Coueelco, fundeado de-
fronte do rajalebe do al^odao,
llivr^ro iiihU COSttS:!d! !lC SU
.m "oulra < fallar rom Manoel Alves Guerra
Jnnior.
Na ra Nov, luja de ferrageos, n. 20,
deJou Fernandos Prente Vianna, ven-
A 4aoo rs. o par.
Vendem-se sapatSes de lustro
para hornera, muito bem fcitos, a
i,ooo rs. o par : no Aterro-da-
Boa-Vista, n. 58, loja de calcado,
junto a de selleiro.
Vende-se por muilo commodo prego,
urna rica secretaria com estantea para li-
vros, bastante grande, propria para advo-
gado, sendo de amarello e ainda qova 5 as-
sim como, seis cadeiras e duas mesinbas
de abrir : na ra estreita do Rozario, n.
28, ultimo andar, das 2 horas da tarde em
diante.
Vende-se urna toallia de lavarinto, ten-
do urna pequea parte de panno no meio,
be de brelanha de linbo, ou de esguiSo lino,
obra muito bem taita, e o lavarinto be de
modelo multo moderno, por prego commo-
do : no Becco-Largo, n. 1, segundo andar,
de manliSa at as 9 horas, e das 3 s 5 da
tarde.
AGENCIA
i i ftmdicao Low-Miior,
RA O A. SE^ZALtA-I'OVA, 4i.
Npo <>atabelecimento conti-
ua a haver;um completo sorti-
nento de moendas e naeias maen-
las, para engenho-, machinas de
vapor, e tedia, de ferro batido
zoido, de todos os temanhos,
ara dito.
Sedas e velludos. #
Vendem-se ricos cortea de seda mo- #4
demos, furta-cOres, tanto lisas como 0
M de lislraa e do barra ; velludos de c- 0
9) res ; merino azul para roupinhos %
de meninos : na roa do Crespo, n. 9, #?
loja de JoSo A. G. GuimarSea. f
Arados fie farro.
Vendem-se arados de ferro de
differenles modelo* : na ra do
Urum,ns. 6, 8 e 10, fabrica de
machinas e lundicao de ferro.
Bombas de ferro.
Vendem-se bomba de repuxo,
pe adulas e picota para cacimba:
na ra do Bruta, ns. 6, 8 e 10,
fundicao de ferro.
t'aiinlia de Tapuyii-
igualmente em sabor, finura e cor a de Mu-
ribeca, propria para mesa : vende-se na
raa da Cruz, no Recife, armazem n. 13.
Vendem-se, na ra da Mnda, armazem
n, 15, meiaa barricas com cal virgem de
Lisboa, a mais nova que ha no mercado, por
prego commodo.
J o barato causa admira gao !
lstoacontece na ra do Crespo,
n. 6, loja ao p do lampeSo.
Vendem-se cassaMiitas de muito bom
gpsto, a 240 rs.; caites da ditas do melhor
goslo que leem apparecido, a 2400 rs.; chi-
tas finas de boas tintas, a 160 e 180 rs. o
covado ; riscado americano, a 140 e 160 rs ;
dito trangado, a 180 e 200 rs.; algodSo
mesclado, a 200 rs.; zuarte azul com i pal-
mos, a 2U0 rs. ; dito de cores, a 200 r.;
cassa preta para lulo, a 120 rs. o covado ;
cortes de fusiSo muito bous, a 560 rs.; cha-
les de tarlalana, a 330 e 1,280 rs.; coberto-
res de algodSo de cor, muilo encorpados e
proprios para escravos por aeren muito
lineles, a 640 rs.; alpaca prela de cordao,
com 7 palmo* de largura, a 1,280 rs.; rii-
cados de puro liubo, a 240 e 360 rs. o co-
vado.
C^Hap Paulo Cordeiro :g3
vende-se na ra da Cadeia do Itecife, n. 51,
loja de fazendas, de Joflo da Cunha Maga-
lhaes.
Em rasa de Me. Calmonte & Compa-
nhia, na praga do Corpo-Sanlo, 11. 11, ha
sempreum soilimenlo do panno azul de
liversas qualidades, o qual veio de propo-
Vinho de Bordeaux:
vande-se naja da Cruz, n. io,
casa de Kalkmann lrmaos.
Vendem-se cam apolicea da'eompanhi*
do Reberibe, todas ou em porgues menores i
na loja de Ignacio.Jos da Silva, junto ao
arco de Santo-Antonio, no cscripiorio da
companhia, e do do caixa da mesma se dir
quem vende.
Vende-se, por prego commodo, para fe-
char contas, palhinha para cadeiras: na
ra do Trapiche, n. 34, a tratar com Novaes
& Companhia.
Vendem-se 90 saceos de estopa e al
godSo,novse com duas varia cada um,
proprios para farinha : na roa larga' do Re-
zarlo, n. 48, primeiro andar.
Ao Srs. raeatres sapateiroa.
Vende-se couro de lustro, a
a,5oo rs. a pelle: na ra Nova,
n. 6, loja de Maya Ramos & C
Casa de modas fraiicczau*.
Buetsard Millochau.
Ra do Aterro-da-Boa-Vista, lojaa. 1.
Pelo ultimo navio chegado do Havre, re-
cebeu-seas ultimas modas de Paria para
uto das senhorts, como tejam : chapeos de
seda e < pallas, cspottnbos, rnsr.iclctcs,
cabecOes de bico, camisinhas, golinhas,
manguitos, lengos, breos. fitas, meiaa, fio- c- Aatley &C.
BHiianaaBiaBBflBanaBaBa *vaujavr3&ws>jg
Vendem-se ricoa manteletes de gro
de aples ; chama lote preto o de cores;
cassBS francezas muito finas, deaenhos no-
vo* e cores, fizas, a 720 rs. a vara ; chitas
francezas decores seguras, e que 11D0 eii-
ganam, a 320 rs. o covado ; cortes de vea-
tidos de enmbraia com a frente bordada, a
7,000 rs.; chales, mantas lengos de seda
com franja, de muitas variedades de gostos
e pregos que agradam ; alpaca escoceza
Imitando seda, com 4 palmos de largura, a
100 rs.; vestidos de seda os nata modernos,
brancos e ds cores; um completo sorti-
manto decaaemirasde gostos modernos, a
5,000 e 7,000 Ti.; cortes de colletes'de vel-
ludo, gorgurto, seda com flores, ede sarja,
proprios para casamentes ; lengos de sarja
tarrada brancos para gravitas; lengos de
corea de primoroso gosto; caga preta ; cha-
peos do pello de seda, de bonitas formas ;
ditos de merino prelos e muito Anos; alm
deslis outras muitas fazendas que ee veu-
pqm a todo prego: na ra do Crespo, n.
19, loja de Jos da Sifva Campos & C,
Vende-se vinho de Bor-
deaux, da muilo boa qualidade : na ra do
Trapiche, n. 3, armazem de C. J. Aatley &
Companhia.
Vende-se cobre de forro e
pnaffos de cobre chumbo em lencol ; esta-
an >m narra : ferro ingle? e aneen em bar-
ra : na rus do Trapiche, n. 3, armazem de
res para casameulo, chapeos de palbaa para
- Na ra do Sebo, n. 10, vende-se o livro
montaria, trangaada sedae algodSo, botoes S.|Antonio de Lisboa.
da todas as qualidades, flt llsjfc bordado. ( Verjaaai-aetrancaade seda de todas aa
cambraia lisa e bordada, e malflkitras fa- ores para entallar vertidos ; ditas de algo-
ittikM
sito para ser vendido aoi Sra. oflleiaea e
mais tropa.
Vendem-se gigos com champanha
( C & i: i a melhor qualidade que vem a es-
to mercado : em casa da Me. Calmont &
Cuuipanhia, na pracn 1I0 Corpo-Sanlo, 11.
Na ra daaCruzes, n. 22, segundo an-
dar, vende-se urna parda de 26 annos, com
habilidadea; urna negrota de nacflo, de 18
junos, com nahilida es, e para lora da pro-
vincia ; urna prela de 30 annos, quitandei-
ra ; umoulimoescravo de nago, que en-
lori.e muilo de padaria.
Vende-se um excelleute cabriolet des-
Coberto de bonito molde, arreioa fortes e
hovos, com cavallo ou sem elle, e por pre-
to commodo : ua roa do Collegio, 11. 16,
pnoieiio andar.
Doces de todas n* qnal idades.
Vendem-se superiejes doces de todas aa
anualidades, om barra, e latas com gelela,
por prego commodo. 4ai porcOes e a reta-
ho: na ra da sladr*-de-Deos, n. 36, la-
ver na Y
-- Vende-se muilo iiperior vinho da Ma-
cleira, a HOO rs a garifa ; dito do Porto, a
180 rs ; superior mal teiga iogleza, a 40
r* ; dita a 480 rs.-; farinha de ararula, a
S20 rs. a libra ; dita do Maranhfl, a 160 rs.;
banh de porco, 320 rs a libra ; toueinho
muilo novo, a200rs. a libra a verdadeira
genebra de Hollailda, a 480 rs.; e outros
mudos gneros pur prego rasoavel: no Aler-
ro-daBoa-Visla, n. 80, taberna defrote
da loja de cera.
Vende-se .um escravo crioulo, ainda
mogo, de linda figura, pruurio para lodo o
servigo, por prego commodo : lambem se
vetidem Utas com 30 libras de oleo do re-
cio puro : na ruadaOrW, n. 28, a tratar
com lima Jnior & companhia.
Vemle-sea taberna da LingoOta, n. 2,
com os fondos, ventad? do. comprador, ou
em elle.
zondas de gosto e baratas,
M Cera em velas.
Vendem-se caixas com cera em va7,J
las, fabricadas 60 Rlo-de-Janelro, J
sertida ao gosto floa freguezes, por J
mala barato preco doque em oulra
qualquer parte: na ra doVIgario, ^g
n. 19, segundo andar, a fallar com
Machado Pinheiro. 4t
,AAsM**sMM*4AA*s.*
Grande pecbincha.
A 4,000 e 5,ooo rs.
Vende-se urna porgSo de cassas francezas
dq novos padrOas e de muitas cores, a, 400
rs. a vara,e multo Anas, a 500 rs.; ditas
pretas muito Unas, a 480 e 380 rs.; chitas
largas francezas, a S20 rs. o covado : na roa
do Crespo, o. 14. loja. de Jos Francisco
Di.
Marmelada
da mimos, em caixinhas pequeaal, tanto
em porgSo como a relalho ; cafe de primei-
rae segunda qualidades, feijfio mulatlnho,
encarnado e caboclo, chegado ltimamen-
te do Rio-de-Janeiro, por prego commodo :
ua ruada Cadeia do Kecife, n. 25, defron-
le do Becco-Largo.
Manteletes e eapotinhos
iillinia moda.
Na loja do sobrado amarello nos
quatro cantos da ra do Qneimado,
11. 29, tem para vender um grande'
sortiinento de manteles e eapotinhos
de grosdenaple furia cores, gosto
muito novos e guarnicidos com lio- 9
dos bicns e por prego de agradar ao
comprador.
m d
u
Hi(|iiiflf.s.
Vendem-se riquififes e transinha de ISa
d# todas as qualidades e cores,proprias para
eafeitese por prego mais commodo do que
eai outra qualquer paite : na ra do Quei-
mado, n. 16, loja de Jos Dias SimOes.
Vende-se a dinheiro a vista superiorea
chapeos de castor brauco, pelo diminuto
prego de 10,000 ra. : ua ra Nova, loja 11. 2,
atraz da Matriz.
Vende-se muito barato o buharda Poni-
le Uclia com lodua os seua pertencea, este
bilhar he novo e he dos melhores que ha
nesta praga : roga-se a qualqusr pesaoa que
Iho convelida couipra-lo dirigir-ae a ra da
Madre-fle-l>eus,a tratar com Vicente Ferrei-
ra da Cosa que promelte fazer negocio pelo
menos que liie fr possivel.
Vende-te una negra la 16 anooa, re-
colliida, de boa figura, que cose, faz lava
rinlo e o maisservigu de urna casa, urna
mulaliuba de 14 anuos, que cose, engum-
mu, cozuiha, penleia a veste urna se aho-
ra ; urna pela de 30 unos, que cozinha,
lava, e be boa quitaiideira ; 2 muleques pe-
Ji, de 18 annos, ptimos para o trahalhn
1 campo e da praga ; um cabrinlia de 10
anuos, que serve muito bem a urna casa,
na ruado Collegio, n. 21, primeiro andar.
A l*GOo corle.
Na loja da ra do Queimado, o. 3, defron-
le do becco do Paixe-Krito, venJem-se cor-
tes de casumirs de algodilo, com 3 cuvados
9 meio, pelo baralisaimo prego de 1,960
IB': esta azeuda he de lislraa e xadrez, pa-
.IrOes muito modernos.
He novldade.
Vendem-se as figuras de l.uiz NapoleSo,
Luiz Biso, Vctor Consideran!, Barbes,
Odillon Barrot, Fierre Leroux, Ledru-ltol-
lin, Phroudon, Holl, l.afllute ; e outras Gel-
menle represeuladas, fallas de borracha e
sentadas sobre o mar inore; no, pateo do
Collegio, casa do '-vro azul.
oooo oooooe> a> '"(ni' e iiom siihiii, q
0 Capuln!.ose mtnleleles, sedas lisas Q>
& de- furia cures, corlea d blondo de <)
} cor, novo aortimento ile parisienses, q
dSo ; bicos e rendas francezas de todas aa
larguras ; botoes *)*seda para vaslidos ; bi-
cos de'blunde de todas as larguras ; fran-
jea -t ricas Atas para chapeos e cintura ; len-
Soade cambraia bordados e imprimidos,
orea e capellas para noivas; ricos enfei-
te de luvas para senhora ; rendas lisas da
aeda e de linbo ; cambraias de aeda ; eapar-
tilhos e cordOes para os ditos para borze-
l uins ; Illas de linho e de casta : ludo mui-
to em conla 1 no Aterro-da-Boa-Viala, n. 1.
Chapeos.
A. Colombier, oom loja na ra Nova, n.
2, atrs da matriz, vende chapeos de castor
brancos, linos e de bonitas formas; dii. .
da teda france'zt para horneen ; ditoa de.
lita fina ; ditos da merino preto e branciV,
ditos de palha de Manilha ; ditos de renda
branca para senhora ; dilos de palba com
tecido d cabello; ditos de pelleninos >^-
toa de aoi, de seda, para hqwem ditos pa-
ra senhora ; e ditos de panno para homem.
Escravos Futidos.

longos de camliraia do liuno borda- r
doa, ditoa lisos com barra lem cada
cartaosiniio com estampa cada car- SJ
t3o( cornos lengos ja e sabe) pelo j
diminuto prego de 3,840 rs. leugot v
de garga bonitas coros 1,280 rs. cada O
\J um ; luvas de pelica com borlas de O
Q seda, a 1,500 rt. o par; casas trance- 0
Q zes modernas, .a 500 560 e 900 rt. a <)
Deaapparereu, no da 21 do corrente, o
rrtnleque J0B0, crioulo, de 14 a 15 annos,
fulo ; tem um signal de talho na sobran-
seiba, denles limados ; he bastante ladino;
levnu caigas de brim e camisa de algodSo ;
pertence ao casal de Hita Rosa de Maceilo :
quemo pegarleve-o ra do Queimado,
o. ?, loja de Manoel Pereira Lamego, que
gratificar*.
Fugio, no da 24 do crrante, do en-
gaito i'inanduha, o pardo Amaro, de 24
annos, refoi gado'do corpo, altura regalar,
'ugode barba, ps grossos e cascu-
dos em rasSo dos ferros que a muito anda-
ellesecom que fugio; levoa toda
roupa : este esc.javo foi de Manoel Jos da
HlgalhSea Basto que o tinha comprado a
um homem do serillo, e vender a Paulo
Casiano de Albuquerqua ; ha muilo conde-
c lo nesta praga, por s.T jogador : quem O
pegar leve-o i ra Nova, n. 67, que ser gra-
tificado,
-Fugio, la diat, do sitio do Cajueiro, om
preto de nome Antonio, de estatura regu-
lar, cara reJonda a oom atgumas esoinhat,
olhos um pouco vermelhos; he cozinheiro,
ladino, e falla a maneira dos ombarcadis-
soj : quem o pegar leve-o ao dito sitio,
que aer gratificado.
Fugio, nodiaas do corrente, um ne-
gro de nome Pilipe, cheio do corpo, de es-
tatura regular, pertencente ao. casal d# D.
Anda Procopia da Cruz Muulz ; costuma a
embriBcar-se, e desconria'-se que anda pe-
la Boa-Vista, ou Cinco-Pontaa : quem o pe-
gar leve-o a fabrica da esquita di Dulra,
na ra do lirum, quesera recompensado.
Boa gratifirgSo.
Nodia 7 do corrente, fugio um negro
crioulo, de nome Germano, fulo, del8an-
nos, de altura regular, resto secco, denles
limados, pernas finas, ps grandes; he
muilo regrisla ; desappareceo do. sitio Bo-
zario, de Ierras doentfeoho Timb: quem
o pegar lev-o ra do Livramenlo, n. 20,
que sari gratilicado generosamente. Este
escravo j lem sido visto sm uma casa, e
protesta-se usar de lodo o rigor da lei con-
tra o dono della, alm de se publicar o no-
roe por esta folha, bb o no mandar entre-
gar.
No mez da malo, pela fetla do Espiri-
to-Santo, fugio, do engenho UUnga-le-
Baixo, um negro de nomq Thomaz, alto,
grossura regular, cOr bastante preta, olhoi
afumagados, cara um tatito comprida, per-
nas meias cmbalas, tanto que parece que
puxa por urna, ps meios apalhetados; he
muito ligeiro no andar; he crioulo ; re-
prsenla ter 20 a 25 annos; he muilo rbe-
torieo : esleesCravo foi comprado eos her-
deiros do fallecido Antonio Leocadio Pala
uarrcio, por eteripiura quo o .T.Sm.S !:
zeram a Joaquim da, Silva Costa, e a seu
fallecido pai, Jos Alves de Castro! quemo
pegar leve-o ao referido Costa, em dito en-
genho titta-de-Baixo, ou nesta praga, a
Manoel Ignacio de liveira, na praga uo
Commercio, n. 6, primeiro andar.
5o,ooo rs, de gratificado
'a quem pegar a prela Mara Joaquina, de 80 a ,
,40amiu, que fu(lu no da 11 de abril, de na-
ga Congo, baixu, gorda, cor reuna, DXgi>S.
I olhn pe.joenin; irm ein una daa lacea um
aia-nal de carne: he bstanle ardlloaa, por laso
- uo
O vara; filas para pescogo de Senhora. a h'capaz de illudlr qnalqroer pravosque aluo
q tas lazendas tanto para senhora co- q [Ktu,cum upl, choula de tuuue a.iioldadc, de
fc, mo para homem,: vende-se na ra }?, 'qurui foicscrava lalvez a.aafoea audeeuto-
K do Crespo, n. 9, loja amarellado la- *~ berta com o negocio de veoser iniudfXM. P1
do do tul.
O
f J.de oulra vri que fugio qual f
O cerrai do engebbo S.-a1o.t
:n 11 u escriptorio do Francisco Alves da Cu- Jdem-se supeiiures espadas prateadas; bom .
una, ra do vigano, n. 11. Icouio muilo bous eslojos malhemalicoS.
Charutos de Havann,
fe superior qualidade vendem-
frnaj'ua da (Jruz, n. 10, casa de
I ivgikmann irinos.
i. a qual foi pegada iu
, ..jioa, andava veodendo-
D>t>OOQOr>afaOf*f>, a.e >imnU cuitosa de ser pegada. Roga-
... ae ai auldrldHM tiollclaei e eapuira de oam-
--VBr,de-segrareJpg,n de parde noM, ,e"\.,.,1^8bfdiIB e mtJu ruado
utto bom re^uladur, por prego con>n) do: uuaarMla*. o. 8*o* ua praja da Indepaudea-
a ra de norias, n. 20 claTn. 17.
Vende-se um copipleto fardanient > d j _____
luar.la naciull-l, que esta todo llov hi, mgmmmmmmmaKXmmmmmm~.m-mmtmammm
r preco oom mudo : na ra cfwQueiiii do, I lSft

y 11 t 1


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ETYTE3L93_F03MHE INGEST_TIME 2013-04-24T20:26:31Z PACKAGE AA00011611_07021
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES