Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07011


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Full Text
Snbbado 14
i
rlBTIDAl DO 0OKBS10I.
Golanna e Parahlba, segundas escitas feirai.
RioGrande-dn-Norte, quintal feirai ao melo-
da.
Cabo, Serlnhietn, Rio-Pornioso, Porto-Cairo
. e Macelo, no 1.', a II, e 21 de cada mei.
Guranhuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-VilU e Plores, a 13 e 98.
Victoria, s quintal feiraa.
Ollnda, todo* o dlat.
Nova. a (i. 3 h. e 9 m. da ro.
Creic. a 13, ii G b. e 1 m. da in.
Chela. a2l.iiI0h.e2lm. da ni.
Ming. a 28, i 7 h. e 33 m. da i.
niwii m ion,
Prlmelra ai 1J horaa e 6 minuto da manha.
Segunda ai 11 horas e 42 minutos da tarde.
de Setembro de 1880.
N. S07.
raioM *. sosMoaircAo.
Portreiinees (adiaataao-j "
Por seis mezea
Por un anno 1
DA DA BBU.
9 Seg. S. Sergio. Aud. doJ.'doi orf.e m. da 1. r.
10 Tere. S. Nicalo de Volentlno, Aud. do chae,
doJ l.dav.
do civ. e do doa feltot da hienda.
11 Quart. S. Theodorla. Aud do J, da 3. f. do clrel.
12 Quiot S. Auta. Aud. do J. do orf. e do in.
tUI.V.
13 Seit. 8. Fllippe. Aud. do I. dal. v. do civ.
e do dos feiius da fazeada.
14 Sab. S. Materno.
(1 1S """* SS flo"ie **e M*,ril'i
CAMBIO na 13 %VttLMMO.
SobreLondre. a28d.porl#000t. 80dla.
. Parta, 346.
Lliboa, 100 por cento. <*,-*,,
Owrt.Oaca beapauhoes......... 2M00 a 28JJjP<
Molda d SHOOvelhai.. VUSfifTi, 16/70
. d 100 novas.. 16/100 a 16|200
. de/000.. ....... 9/100 a 9/20O
Prata.-Patacoea braiileiroi...... JggO a 1/980
Peoicolumnarioi....... 1/S60 a 1/Wii
Dlu mexicanos.......... 1/800 a 1/820
PARTE OFFIC.Al.
________.
GOVERNODA PRQy.NCIA.
EXPEDIENTE DO DA 9 OE SETEMBRO.
OlflcioAo Exm. commamlante da ar-
ms, cocriruunicaado que S. M. olmpera-
rador, scguhdo foi declarado em aviso do
ministerio jruerrn ntido de 10 de junho
ullimo, hoov por bem prorogar por maja
tres mezes liceuc concedida an slfares
do quililo batalhSo de fuzileiros Joaquim
Luiz Teixeira l.ope*Malhelrns, que se ach
na c te.tntmdo deaua sade.--lntelliien-
ciou-seao insprclor da pagadoria militar
Dito.Ao mesmo, inteirando-o de ler S
M. o Imperador, por decreto de 26 de julho
ultimo, segundo cotistou de aviso do minis-
terio da guerra com data de 31 do mesmo
mez, nomeado secretirio do lerceiro bata-
lhSo de artilhana a p o segundo-tenente
do referido batalhSo Francisco l.uiz da Trin-
dade e Souza.Communicou-se ao inspec
torda pagadoria militar,
Dito Ao mesmo, scientifiein io-o de ha-
ver S. M. o Imperador, por decreto de 22 de
Julbo do corrrAite anno, segundo foi decla-
rado es aviso do ministerio da guerra da-
tado de 16 de agosto ultimo, dignadn-se de
perdoar ao aegundo cadete Ignacio Alves de
Azevelo, que ora serve no primeiro bata-
lhSo do fuzileiroa, a nana de 4 anuos de tra-
baldo de ferlilicaefio na ilha do Fernando,
que llie Tora imposta por sentenca da junta
dejustica desta provincia.--Neste sentido
olliciou-seao juiz relator da mesma junta.
Dito.--Ao mesmo, communicando que S.
II..o Imperador, segundo constou de aviso
expedido pela secretaria de estado dos ne-
gocios da guerra dtalo de 19 de agosto
prximo lindo, houve por bem mandar dar
baixa do servico Jo exercilo an soldado Tar-
gino Jos Baptista, que leudo sido praca do
primeiio batalhSo de artillara a p, lioje so
acha servindo em uin dos corpoa existe i-
te nesta provincia.
Dilo.Ao mesmo, sotent icando-o de ba-
vit S. U o Imperador, por decreto de 26 de
julho ultimo, segundo constou de avisado
ministerio da guerra de 31 do dito roez, no-
meado qua'ti 1-meslra do quinto batalhSo
de arlilharia a p o segundoUneute do
refirido batalhSo Caelano da Silva l'ra-
udos, e concedido ao-aegondo-torrente Joa-
quim da Silva Mata passrgein dente bata-
lhSo para o primeiro da mesmi arma. In-
Iclligeiic.ou se ao inspector da. pagadoria
militar.
Dito Ao mesmo, inteirando-o de ter S.
II. o linprradiir, segundo foi declaradu em
aviso do ministerio da guerra datado de 17
importa a mencionada conta.Communi-
cou-aeao inspector do mesmo arsenal.
Dito.Ao mesmo, inteirando-o aflm de
que o faga constar ao inapeotor da alfsn-le-
ga e ao administrador da mesa do consula-
do, de haver S, M. o Imperador, segundo
foi declarado em aviso do ministerio dos
negocioseatrangeiros datado de 24 de maio
ultimo, concedido o seu imperial benepl-
cito a nomeacSo dada a F. A. Zeitz, para
exercer as funcoOea de vice-e.iiSuU i da
Austria nesta provincia, durante a usen-
cia temporaria do vice-eonsul Ferdinaii le
Bieber.NuaU sentido ofliciou-se ao capi-
tSo do porto e ao edefe de polica.
Dito.-Ao mesmo,communicando que S. M
o I npemdor.por decreto de 7 deagosto ulti-
mo, segundo fui declarado en aviso do mi-
nisterio dejuitici datado de 10 do mesmo
mez.houve p0 bem nomear o desembarga-
lor MarlynfsajK) da lloclla Itastos para presi-
dente do trjjpal dn commercio desta pro-
vincii.Fiifiam-se oeste sentido as neces-
ariis comAnieaces.
Dito.Ao4nesmo,scientiflcan lo-o de que,
segundo constou de aviso do ministerio da
justic- datado de I9deagosto prximo An-
do, coosldera-se tres mezes de licenca com
ordenado para tratar de sus ssJeaojuiz
municipal e deorphfios do termo deOoian-
na Francisco de PajA Rodrigues de Almei-
Ja. Fizeram-ss aflsMBtnuniescOes do es-
tyllo.
Dito -
nio de Oli
mande rece
importaoci
Anconi
ivfra,
eceber
mmenaMet* Francisco Anto-
trunsmiltindo, aflm deque
er de Amorim IrmSos, a sua
no devi lo lempo, urna letra
firmada por Carrulhers & C. na importan-
cia de 2:050 000 ris, resto da subscripcHo
agenciads na corle, em beneficio dos or-
pliSos e viu 'as dos defensores da constitu i
(So o da ordem publica, que pereceram
nesta provincia, e dos que por 'rmenlo fi-
caram Inutilisados. ('.oiiiui"iiicou-sa ao
Exm. Iiaiilo do Komflm.
Dito Ao mi-sima, para que entregue dos
dinlieiros que lem seu cargo, pertencMi
tes a subscripcSo agenciada na r'te, para
as viuvas e orpliSos das pessss que perec-
a n nesta provincia, roubatendo em defe-
za do throuo e independencia do impeiin,
a qo uitii de 50,00) ris ao soldado d poli -
cia JoSo l.eSo de Carvalho, que foraferido
de bala cm 2 de fevereiro do anno prximo
passado no ataque desta capital.Scienli(I-
cou-seao com mando do referido corpo.
Dito.Ao juiz relator Ja junt i de justi-
ca, transmiuindo para aer apresentado em
sessflo da mesaia junta o proesso do solda-
do do quinto batalhSo de fuzileiros Floren-
cio Jos Garrdo.->lut"lligenciou-se ao Exm.
commandanle das armas.
Dito.Ao inspector da pagadoria militar,
trsnsaiittindo par* que tenda o lim conve-
concluir a referida obra.Commoniooa-e
ao inspector da tliesouraria da fazenda
provincial. __________________
EXTERIOi.
CASA DOS G0MUU.N4 DE INGLATERRA..
exime 0A.,rQf.iTiC EXiaas no oovxaso.
(Coo*itrjrj3oTIo* n>506.)
Ditcuro de lord Palmertlon.
Lord PalMuriton rcoatioiaado): Paasarei
agora a tratar da reclajkacau de Mr. Pacttcs,
rrclaina;3o que tem sido objecto de to Indig-
nos omnenlos. (Aaeiadoi.) Varias historias
lea sido aqu referidas, as qnaei envolrem iin-
puUcoes sobre o carcter de^se Individuo, mas
declaro que pela infaha parte oenhuin conhe-
ciiuruto lenhn a este respeilo. Tildo o que sei
lie que Mr. Pacifico depois do Uinpa que ei-
sai biliarias se referen!, foi nomeado cnsul
nortuguez primeiramenle em Marrocos e de-
pois em Alhenas, e nao he provavel que o go-
verno de Portugal eicojheise para uin lugar (So
importante a um individuo, cujo carcter nao
aoubesse que era Irreprehennirel. Demals, dl-
rri com aqueHea que j lem tratado deste ob-
jecto, o carcter de Mr. Pacifico nada me im-
porta. Nao admiti nein posao admillir qae
um individuo que ourou mal em urna occasiao
llque ciposto a ser eternamente, injuriado, di
lireltos de um houeiu depeuitrn, como no ca-
so daTrusiia, to iiiereciment(tlocaao.e he um
abuso de argumento di/.er-se que nioguatn de-
ve valer a um Individuo, porqoe eite em oulra
necasiao praticou aefoes, cuja legHAmldade p
de ser posta em questao.
Puna-ie esse individuo se he criminoso, mas
uo seja perseguido toda sua'vida. O que foi
que accorlteceu? No meioda cide.de de Alhena,
em una casi que, seia-inc parmillido dlte-lo,
nao he urna uiiseravef- Cahinacomo aqu lm
deagosto ultimo, determinado que siga para iransmillmdo par* que ten
a provincia do Rio-Grande do orte aflm de menta as guias do lente Francisco Perei-
ra Bastos, e alferes Domingos Alvea Branco
Muniz Brrelo, ambos perleoeentesao pri-
aer all convenientemente empiegtdoo al-
feri do tstado-maior da aegunda classe
Francisco Jos Gomes.Communicou-se ao
inspector da pagadoria militar.
Dito.Ao mesmo, declarando que para
poder dar cumprimento o aviso do minis-
terio da guerra de 19 de agosto ultimo, faz-
e mysler que S. I.xr. informe a presidencia
acerca da stutein,-*, que se ada cumpno-
do o alferes. do segundo batalliSo de luzilei-
ros Jos Joaquiui Rodrigues Braganrja.
DitoKa mesmo, ulelligeuctaudo-o de
ter o Exnv Sr. ministro e Mcrelario de es-
tado dos negocios da guerra declaradu, de
ordem de S. M. o Imperador, em aviso de
julho ultimo, que sa nSo admita o
eugajauonlo, nos termos du decreto de 18
de noveobrode 1848, de individuos meno-
res da 18 anuos ou maiures de 45
.--Ao mesmo inteirando-o de baver
S. M o Imperador, conforme foi declarado
em aviso d o-inisurio Ja guerra de 16 de
agosto prximo lindo, dispensado de ir ser-
ir ni provincia da IMrabiba o alfares do es-
do-n>aUir da s. guuda classe do exeroito
ornes Kerreira.
o.Ao mesmo, communicando que S.
Imperador, segundo foi declarado em
ti do initiislero. da guerra datado de 31
e julho ultimo, liouve por bem delonniuir,
que seguisse paia e.-U provincia,_ lim de
aer aqu empregado no que inais cunvier ao
aervko o teueulu quailel-ineslre do sexto
batalhSo de cacadares Luiz Joronymo Igna-
cio dos Santos.
'Dito--Ao mesmo, duendo que para dar
cumpiinunlo ao aviso do ministerio da
gueira, datado de 7 de agosto ullimo, faz-
se myster que S. Exc. remeta 4 secretaria
da presidencia o processo, em que o rx-
leneule do aalinio balalhSo de cpI
ixoroerio Alve trelceoti, lora porenleo-
V du cousttluo de guerr, e cuiilirrnaco da
junta de jostiQa desla provincia, demillidu
do aervico peto crime de deseroSo.
1.--A0 inspector da Idesouraria da fa-
zenda, inleirando o de que JoSo da Silveira
Burgos Tavora, segando consta de aviso do
d fazeu, a datado .Je 24 de julhc
i a deiuitlidu do lugar de prati-
. canto da recbedoria de renJas internas
dota proviucia, e bem assiin que,por decre-
to daquella data, segundo foi declarado em
aviso de 12 de agOslo prximo lindo, lram
Siibe.ni deuiilli io3 Torqualo Delinques da
va e Jns francisco do llego,Bairos, dos
[ares de amanuense da mencionada le-
i mtsmn, transmilliudo a tonta
em "t ila da dapeza fe'ta pela enfer-
raaual do niarinha desde e pri-
iiitio de julho al 1G de,attoalo do rarrenlp
anflo, cou, u e dieTa de uui pillo e
sele prac do mariubagem da escuna Un-
dojw, alim de que mande mlemnisar a re-
ferUa epfermarta pela alfan.lega desta ci-
dade da quaotia de .a eaj que
meiro batalhSo de car/adores -Inleirou-se
ao Exm. presidente da Baha.
Dito Ao mesmo, ordenando em cumpri-
mento ao aviso do migisterio da guerra da-
tado de 19 de agSslu ultimo, que informe
com urgencia sobre p descont felu pela
mesma pagadura) no segundo batalhSo de
fuiileiros para pagamento da quantia que
devia ell i a fazenda .publica.
Dto.Ao mesmo, determinando que faca
cessar o pagamento de coosigoaeSo deixada
nesta provincia pelo capilSo do oilavo bata-
lhSo de fuzileiros JoSo Dusrt Ferreira Iten-
tes, Jos Alves Guerra, visto assim o re-
quisii.ro presidente do Rio-Grande do sul,
e remella a guia do mencionado capilSo
aflm de ser ella enviaja seu deslino.
Dilo.Ao director do arsenal de guerra,
intelligcuciaiido-o de ter o Exm. Sr. mi-
nistro e secretario de estado dos m-gocios
da guerra, em aviso datado de 5 de agosto
ullimo, determina! de ordem de S. M. o
Impera lor, que naquelle arsenal se fica a
escripluracSo da receiti e de-peza das olli
einss, em conformidade dos j t a 4 do ar-
tigo 29 do regulamenlo dos arseoaes de
inarinda.
Dito.Ao mesmo, conceden Jo a autoii-
sacSo que pedio, para depender a quaniia
de 151,800 ris, com a compra de sola de
lustro c fita do ISa, para fornecer o pedido
que devolve, assignado pelo msjor com-
nranJante da companhis lixa de cavallaria
desta provincia.--Communicou-se ao ins-
pectaPrla pagadoria militar.
Dito.Ao juiz da dircito do civel da co-
marca deSanto-AutSo, dizendo flear scen
le de haver Smc. entrado no exercicio do
careo no dia 2S il ;ge;te '-ndo. por se
achar J reslabelecido da molestia de que
fra acoommellido.
Dito.Ao admistrsdor do correio, inlei-
rainlo-o de que Dea setente de ter aquella
administrarlo feilo a conveniente conimu-
nicacSo, afim de que o padre JoSo Jos de
Araujo entre no exercicio do lugar deaju-
danto de ageste do correio na coa arca da
floa-Visl*.
Dito.-Ao inspector da Ibesouraria di fa-
zenda provincial, para mfOdir entregar ao
thesouieiro da administradlo dos esta hele-
cimento decsrilade, comerme requisita a
mesma adniinislr-cflo, as quanlias que elle
u\r p> diudo por conta da de 12 ooo.ooo ris,
que fura designad na dislribuicSo que Un
ouviou por copia, para conliiiuacSo da-obra
do hospital Pedro II.Scienlnicou-se a re-
ferida administradlo.
Dito.Ao director dsa obras publicas, in-
ICigCiiCiirio-u de iiavr d6 uniui uuaiil
com a aus inlormacSo de SI de agosto ulti-
m, concedido ao arrematante da segunda
parte da obra do caes e da ponte em segui-
nieolo da ra da Aurora, qualro mezes de
prorogaco, para dentro deale novo praxu
ido descripta,o que foliarla pouee impuit i.pnis
qiu'r fosse uin palacio, qutlr una cabana, a-
3uelle que a habitava tinha o direito de virer
entro delta seui aer Injuriado) em urna casa,
digo, que nao he urna miaeravel cabana, por-
quanto nos primeiro das do re Olllo, fui a
residencia do conde de Areinbery, ocliefeda
regencia, inorara Mr. Pacifico 40 jardas distan-
te da ra principal, e duas jardas distante de
um corpo de guarda, mas uo obstante isso,
sus casa foi atacada pela plebe. Teineudo ser
injuriada, Mr. Pacitico manda dar parte i guar
da e bem assiin as autoiidades policiaca do
aperto em que se' achava. Elle recorre ao pro
prlo governo pedinda-lne que n proteja, porin
nido he baldado. A plebe, no meto da qual
riam-ae varios soldados assim delioba como de
polica, eoiumandada pelos lillio do miiiislr
da-sraerra ; {nunurosot -pomJoi) oio uieninos
de 8 ou 10 anuos, porm rapates de 18 ou 20,
inpregou.se por espaco de quasl duas horas
em saquear a casa de um homem inollenaivo
tu4o lol carregado ou destruido, licando t-
mente em p ai paredes. (Apodot.) Porvenlu-
ra nao he este um caao no qual um homem
tem o direito de recorrer proteccio de quem
quer que seja para obter reparaco? Pens
hiunildemeote que sim. [Applamoi.) Peusoque
nao ha nenliuiu palz civilizado no qu*l um ho-
mem que ten' a sull'rido to grande otTenia,
sem fallar dos JBsultaa e lujurias feitaa aos
membros de sua familia, nao espere reparado
de una parte oude oulra. A quem he que Mr.
Pacifico dereria recorrer em Athenaa para ob-
ter a devida reparaco? O governo grego nao
cumprio e aeu de ver, elle nao fez ueuhuiua in-
dagacao judicial, nem mstltuio o processo legal
que deverla ter instituido para o lim de descu-
brir e punir os criminosos. Uebalde os filhos
do ministro da guerra foraui aponalos, debal-
de urna casa ful denunciada, na qual estaram
trancadas parte das jola de Mr. Pacifico; en-
tretanto disse-se aqu que este Sr. dereria ter
recorrido aos Iribunaet para obter a desuda re-
Iparacao. Ora, como havia .elle de prooajer
contra 500 pessoas ? Deverla acaso proceler
contra ellas criminalmente, ou procurar obri-
ya-laa pagar-lhe o daino que tinha aotlrido,
vi vendo rile e tua familia oceultos ou fugitivos
para evitaraiu os ulirages com que eram ainea-
cadoif Km seu juramento elle disse que sua
vida lora salva por um Ingle* seu amigo. F.ra-
Ihe, poli, impossircl proceder contra os cabe-
cas do ataque anda inesino que os tiveaseds-
coberlu, e dentis que satiafaco darla a Mr.
Pacifico o proceder criminalmente contra os
cabecas deale asalto? Ter-lhe-hia iato resti-
tuido a sua propriedade? (AfvimiM.) O que elle
nueiia era reparaco, e uin processo criminal
n jo a podia dar-llie, sem fallar da inutilidade
de um tal processo debati de uin governo co-
mo o grego, no qual os tribunaes esto mer-
c dos couielheiros da cora, estando otjuizes
sujeitoi a ser removidos, e aendo-o eflecUva-
meule por uiolivoi provenientes de lentimen-
tupeasoal. Mr, Pacifico nao quera vinganea;
o que elle quera era reparacau mas esta (he
era impossivel, porquaulo na Grecia os ricos
sao sempre absolvaos, e no lendo os pobres
com que paguem suas dividas pouco impor-
ta que sejaui coudemaiados.
Trndo o governo grego deiado de dar a pYo-
leccao que era obrlgado a dar, eajendo-se lilte-
ralmeote abatido de prnvldencislnceroa da re-
;:r*;5c, lie ciaro que puu>*.>-~ c*igir clle a
iudemnisacao das perdis, quaes quer que ellas
fossem, so'ridas por Air. Pacifico. (Apuidoi j
Peina que esta reclamacao foi fundada em jus-
tlca, luoriiicute nao leudo nos filado nella ne-
nbuma souiina determinada. Se o governo gre-
go llrrssesdniittldoo principio da reclainajiu
quaudo foi recusada a arbitracao proposta
conta apreaenlada por Mr. Pacifico ; le elle ll-
vesse dito : Oh! isso be demasiado 1 eremos
que urna aoinma multo menor hesuftVicute.-
tntao haverla lugar n*ra nina discusso, e os
nossos miniltroi Air, YVise e sir E. Lvoui te-
rlaiu lomado parle nella proinptauveuie, e aem
duvida Dcubuma algum airaujaniento satiafa*
torio teria sido elTeituado cumelle; porcm u
governo grego negou o principio da reclama-
cio e foi por liso que Mi. \V ise fisou uui praso,
'24 horas, para que ella fosse satllfelta, ou pelu
menos posta em calado de o ser. Se a aoinma
reclamada por Mr. Pacifico era cxageftd, Uso
pouco iuipoi Uva, porquaulo a taigaucia que
turnios nao se refera a esta soturna particular)
ijiuios nenas que a rcclan>;-' om
ajustada. Mr. Pacifico leudo aido tratado de
atino em anno ou com resposlaa Inleiramrnle
au satisfatorlai, ou com uiua recusa positiva,
ou com um silencio pertinaz, concluo par lim
eme devia ou abandonar inleiranieutc suas re-
damacoe ou esperar que, de conformidade
com a noticia que um ou dous annos antes ti-
ohamot dado, adoplasseinos as medidas neees-
sarias para obter ajuitatnento das mesins.
(Apn.ido ) Oh disae-se aqu que procedl-
mento fallo de generosidade, empregar utna
forca tilo grande contra urna potencia tao pe-
Suena la (ApoUm.) Porvenlura a pequenhez
e um pai'/.justifica a magutude de seus mus
actos? Pode acaso alguem sustentar que lof-
frendo nossos concidadioi violencia, ullragc e
roubos em um paiz pequeo e fraco, lh.es de-
restemas dizer. quando reeorrarem a nis para
obler a derlda reparaco. O palz lie tSo pe-
queo e fraco que nio podemos exigir delle'
nenhuma iudemnisacao? u Se o fizesseinoi, a
resposta aeria que a fraquea e pequenhez de
um paiz tornam inais fcil a consecuciio da re-
paraco.
Nao, disse-se aqu, a generosidade be a re-
gra Nos deveinoi ier generosos para com
aquelles que tem sido faltas de generosidade
para com nosco. e nao deveinos cuidar em ob-
ler sallifacao, porque temos raui ampios meios
para isso. (Maitoi app/uaroi.) Porvenlura liou-
ve lignina falta de urbaaidade em mandarinos
para sustenta* nossas exigencias uina forca
que tornasse visivel a todo o inundo que a re-
sistencia era iiiiprolieiia ? Pelo contrario pare-
ce-meque Coi mal consistente com a honra e
dignidade do gorerno aoqual essas etigencias
foram feii.is, apresentar-lhe dlante dos olbos
um i forca qual elle nao podia resistir com
ucceiso, e por conseguinte cedeu sem Indig-
nidade. Se tivessimos enriado meramente utna
xalupa de guerra ou alguma forca qual Ihe
fosse possivel resistir, te-lo-liiamos co locado
io meu ver em uina posico inais liuuiiiiadora,
ei'gindo que cedesse a essa pequea forca. (A
poiadoi) Por tanto longe de pensar que a grau-
leja da forca foi uina aggraraco-do que le
tem denominado a Indlgnidade de nossa exi-
gencia, o governo grego devia antes le-la con-
siderado como diminutiva da humiliacao de
ser obrigado por lim a dar aquillo que por
tanto tempo havia recusado. (Apoiadut.) Por-
venlura no eiuprego desla liirca desviamo-nos
I) uso cstabelecido ou Siento) alguma cousa
que oppriinisse sem necessidade a innocente e
inoll'ensiv.. pnpulacao daGrecia? Digo, a in-
nocente e inoirensiva populacao, porque foi
c mira o governo e nao contra a uacao que foi
dirigida a nossa exigencia de indeinuisacao.-'A-
puidoi) De divcnoi modos pde-se proceder
nos casos em que o roverna de uin paic ofren-
de os subdito! de outro paiz. Um desses mo-
dos he o que connnomenle ie chaina represa
lias, isiohe, a apprehensao de algum objecio
Se valor e a conservaco do mesmo em deposi-
to al que as exigencias sej.im satisleitas ou
ent.io se laso nao seconsegue c nao se quer re-
correr a outros meios, a approprlacao do ob-
jeclo apprehendido como una coinpensaco
pelo ilanno lollrido.
O outro modo he a declara^So modificad
Je guerra, tal como um bloqueio, meJils
freqtientemeule adoplada pelos governos de
iodos us estados quando exige n reparar;03S
11 injurias Hi eutSo hostilidades actuaos.
\ssim tem procedido os governos dos ou-
tros paz*i>, especialmente o governo fran-
caz, sempre que len-se visto na necessi-
la le de exigir in lemnisscSo por injurias
sofTriJas por seus subditos. Quanto A on-
neira peremptoria pela qual a exigencia
foi feta e o pouco tempo que foi dado para
considerarlo, peco licenca para lembrar
casa o que fez o esquadrSo francez anda
nSo ha mullos annos, quero dizer, em 18IH
K n maio desee son, licuve uina grande
insurreicgSa em Napoles,e como a rus prin-
cipal da cidade fosse obstruida com barrica-
das, as tropss tiveram que forcar essis tren-
queiras. Para failo, ellas foram obriga-
Jas a oceupar urnas sps as oulris casas as-
sim da direita,como da eaquerda, nSo tle-
xanJo nellas nenhuma guarda quando as
evacuav iin ; entretanto, os Imzoroiu entran-
Jo nossas casas, as ssquesram. Al.;mis fran -
cezes que tinham lujas uessa ra, queixa-
ram-se ao ministro e ao almirante de sua
nacSo, este o almirante Baudin tendo sua
JisposicSo um esquadrSo, entra na Baha,
pe-se em i osicSo de fazer fogo em frente
Jojialacio eescreve urna nota dizendo que
ten Jo sido chamado por seus co ciJadSos
para protgelos, se al s 3 doras da tarde
laqu iIIj dia, 17 de maio, repare-se que sua
nota fura escripia a urna dora e meia da
tarde desse mesmo dia, nfio tivesse obtido
urna prutaesss satisfactoria ( Apltuios ) de
qne seusConcidadSos seriam (illic.zinente
protegidos, desembarcara a tripolacfio de
seu esqusdrSo e tratara de proteg-los por
si mesmo, ( Apoiodoi.)
A' vists deste procedlmento digo que Sir
W. Pai ker obrou com a tnaior moderac-lo
na sustentculo de nossas exigencias. Elle
coinecnu fazeiiJo ajpredentjOas e nSo esta
beleceii lo um bloqueio, para evitar to "
iiilenupcau desnecessaria ao commeri
os outros paizes, pur a fez as appre-
benijes por um u.odo como creio que nfio
lem si.iu uiuitis rrzes lenas, e islo i or
odviasrases Gomo o governo era a parte
olTensura, elle apresionou os navios perten-
centes ao governo, o que nio se eostums
fizer, porquaulo, sendo esses navios artns
los, piniein julgar-se abrigados a defender-
se. A captura de navios armados, da quasi
sempre lugar a derramaineul de saugue,
pur isso as apprehences sSo gerafoiente
efTeituadss nos navios mercantes, perten-
cenes so paiz, ao qual as exigencias alo
fritas, mas, como a dtsparidade da forca
era mu grande, elle comecou capturando
os jjoucos navios arma ios perleucenlea ao
estado. Eile.deu punco lempo ao governo
para rtflectir sobre essa demonslracSo, e
nSo obstante liso ler sido allendido, nfio
procedeu iiume Malamente a fazer appre-
hences sobre os navios mercantes, elle li-
oitou-se a por um embargo sobre estes
navios, e fez publico queemvirlude desla
medida neo orviam sabir de seus portos.
Foi smenle depois que vio que obrando
assim nada consegua, que se resolveu
capturar os uavios mercantes ; mas, assiin
mesmo nfio ppredeudau, sent um nume-
ro limitado delles, os quaes collocou debai-
xodaguanla dess esquadra, evitando as-
si n sueiiar o commercio em geral a um
grao tnaior de restriccSo de que er inevi-
(avelmonte necessario Dar aexecuefiode
suas instrueces (Apoto/ios).
Ten-se dito aqu, que elle at captura-
ra botes de pescara, e que nterroinpera to-
do o commercio, e Daos sabe o que uns;
mas, nfio creiro isso, pelo contrario, cre o
que o sen embargo nSo sa alenden aos bo-
tes de pescara, nem ans navios de pequea
tonellsgem, empregado no commercio do ,
cabotegem do paiz.
lCoHlinuur-ii ha )
INTERIOR.
Ojj|
reio
KI O- DE JANEIRO.
CAftLMiA DOS SRS. DISPU-
TADOS.
SKSSAO EM 7 DE AGOSTO DE 1850.
PISIDENCIX 1)0 SR. GtBSIRL KSDF.S DOS SANTOS.
Crditos para os ministerios da marmita e da
guerra.
( Conclusfio do n. 906. )
O Sr. Pereira da Silva O que he preci-
so, senhores, he mosirarmo-nns todos con-
vencidos da necessidade palpitante de sa
crear urna marinha, de se estabelecer um
systema seguro e perseverante, para sobre
elleassentarotoso futuro do ps'z, da nos
imirmos todos psra conseguirmos uma ma-
rinda sufliciente e digna do imperio.
I>i 'os que queris a paz e nSo a guerra.
Mis a marinda nSn serve s para a guerra,
s?rve psra guaid ir as costas do paiz, pfolo-
ger o seu commercio levado perto ou longe
la patria sob essa nobre BcqSo da banJei-
ra, que o ampara : serve para a paz, que nos
todos queremos a paz, e no seculo actual s
querera a guerra algum a nbicioso ou lou-
eo ; servo par* a paz principalmente porque
evita a guerra. ( Muilosopiiados.) Queris
a paz? Preparai-vos para a guerra, tenda
um lio n exercilo, leude uma boa esquadra,
luis.ra que nSo leudes medo da guerra,
que assim s evitaos. ( Apoiados. ) O grande
mal he qua passs lo o perigo esquecemo-nos
delle ,- no meio das complicsces he que
sentimos o nfio havermos reunido os meios
para conjura-las.
fiSo eram urgentes as despezss.' Que
eram convenientes, que eram necessarias,
prove eu ; que eram urgentes, demonstra-
re! apenas com pergunlar se nSo temos na
aclualiJade dimculdade coro alguma na-
efio estrangaira} Permita Ddos.qui essas
JifllculdaJes se saoem, he o meu votoe o
le todos os Bnsileiros' apoiados ). furenso,
porm, he declarar que lalvez dellas prove-
nliam hostiliJade, e cumpre esUr preveni-
do paia ellas.
Senhores, eu falle no passaJo da nossa
mi rinda; poco a cmara que me continu
a prestar essa attencSo que tanto me penho-
n, para eu Ihe fazer um rpido bosquejo
Ja historia da nosss marinda ; be uma pe-
quea li(So pira nos tolos, e nos esclareca
ella ; eu j por vezes em 1818, e nesta mes-
ma seasSo, leudo tocado alguna pontos des-
ss historia hoje desejo dar-Ido tnaior des-
envolvimento, para provar que podemos
ler uns marinha excedente, que o paix po-
lo e necessita della, e que a tamos ti Jo to-
das ss vezes que tem havido alguma perspi-
cacia, vontadezelo e cuidado por ella.
Em 1837, poca memoravrl na historia
lo paiz, em que teve lugar a organisacSo
do ministerio denominsdo de 19 de setem-
bro, era o numero de nossos navios Je guer-
ra de 37 com '276 boceas de fogo No anno
da 1838 subi a 50 com 383 boccis de fogo.
No anoo de 1839 a SS com 396 boceas de
fogo. No de 1810 a 56 com 432. No de 1811
a 67 com 533. No do 1842 a 71 com 586. No
Je 1843 a 76 com 618 boceas de fogo. Co-
nheca-se aqui a prosperidade ascendente
Ja nossa marinha de 1837 a 1843. 0 que
succedeu depois ? Nfio sei, porque nSo a-
cdo nos relatnos da marinha que numero
de navios linha-mos em 1844 e 1845 ; ms
em 1846 o numera dos no-sos navios*de
guerra eslava reduziJo a 47 coa 359 boca
de fogo ; en 1847 a 38 com 321, e em 1848
a 37 com 299 bocas de fogo .'Sfio dados ex-
trsliidos dos relatorios dos Sra. ministros
ao corpo legislativo.
O Sr. Cruz Machado : -Se nossos adversa-
rios i utiiiuassem no poder, cavamos aem
navio algum. ( Risadas )
u'r. mim*. -* i o UOOra opui,au)u DOS
eo n tou aqui essa h istor i a.
O Sr. I'ereira da Silva :-J disse em 1848,
seodo o nobre depulado ministro, alguma
cuusa, o o nobre depulado nfio conteslou-
me ; uesta sessfio leudo j tambero tocado
alguna ponto*,* orobresdepulados nfio
me respondern* ainJa.
OSr. Aprigiu: Nem pdom responder,
que sfiu dados elucides.
O Sr. Atdo :-E isto be objecto ds discut-
sSo docred.lo?
0 Sr. Pertira da Silva :Ueceia-se da dis-
CUSSSo ? m ;
OSr. Aido ;Isso he mesmo uma hisM-
0 Sr. Pereira da Silva:--Do 1 de selem-
bro da 4837 9 de fevereiro de 1844 tere
poilanto a marinha biasileira Qorescimen-
lo : de 9 de fevereiro de 1844 a 99 de setem-
bro de 1848 soffreu ella uma progresiva
decadencia que a reduxio almeno* da ale-
ude.
OSr Anido No di* seguinle, isto he,
no di 30 de setembro bouv logo um gran-
de numero de navios ; lado foi feilo por
onesuto!
eswme.


O Sr. Pereira da Silva :Serii essa dimi-
nugfio causad por menos crdito que au-
torisasse o corpo legislativo, ou por n3o
depender o governo a somma que despen-
d 1 Nem u.m nem outrn cousa. O corpo
legislativo continuoua dotara reparticSo
la marinha com generosidad*, e mesmo
uugmentou as conslgnsges, e o govorno,
se bem qu diminuirse a armada, foi gas-
tando mais do que os ministros de 837 a
1844. Eis-aqui um apandado odlcial do
balangos das despezas que lem sido distri-
buidos.
Convcm aqui faier notar cmara que to-
dos os annos se excedeu de Centenas de
ronlos a despeza com a reparticSo d mari-
nha, de modo quo n despeza (inda nos or-
namentos era scmpre muito menor do que
a realisida ; e como pieni aquelles que as-
sim praticavam aceusar o ministerio actual
por haver excedido alguna contos de rri
sdespezas Cucadas, emhora cnmprovasse a
necessidade desse1 excesso ? ( Muiloia vola-
dos. ) ^
OSr. Anido :\ l hoje he outra.
OSr. Pereira da Silva : .to auno flnan-
ceiro de 18131 1814 foi a despoza filada no
ore.amento para a repartidlo da marinha
ile 3,095:037,053. a despeza real foi de rs.
3.000:316,412, Ful o auno ero que a des-
peza real nflo excedeu i despeza oreada ;
pertenco administrado do Sr. senador
Joaquim Jos Hodrigues Torres, e anno em
que realmente houve maior numero de na-
vios. No anno de 18* a 1845 a despeza fl-
xada foi de 3,095:087,053 rs. e a real de rs.
3,357:427,673 rs., exresso de 26T340.620
rs.; no anno de 1815 a 1816 a despeza ll-
xada foi de 3,103:365,606 rs., e a real de rs
3,421:481,963, excesso 318:116,357 rs ; no
anno de 1816 a 1847, a despeza llxada foi
de 3,103365,606 rs.,o a real de 3,969:45,0502
res, houve um excesso do mais de rls
866:085,896.
" Ar. Aullo :--Quantss embarcagOes en-
tilo secorrfpraram nesse anno?
OSr. Pertira da Silva : De 1811 a 1818,
smente se adquirirn! seis embarcares :
eoque admira he que, diminuindn o nu-
mero de navios da armada, roduzindo-se
de 76 a 37, a despeza fosse em um progres-
so espantoso.
O Sr. Antio :- J se mostrou evidente-
mente a inexaclidlo dessa historia.
O Sr. Pereira da Silva : Anda nSo, se-
nlior;eu desejo que o nobre deputado se
de a .esse trabalho : lanco-lhe mesmo a
luva.
Continuo com a discussfio. Durante to-
do o-tempo de 1844 a 1848 nSo se fornece-
ram oavarsenaes de pegas, n3o se mandou
fabriearaffmas.
O Sr. Anido .--Est muito engaado.
O Sr. Ptrtira da Silva :--!, ultima cocom-
iii.-ihIii de pegas de arlilharin que se. tinlia
realisado, e que prestavain servigos, era a
feita pelo Sr. Rodrigues Torrea em 1813;
oanl.oes paixhans, ohuzes e pegas curtas de
80, das quaes paite guarneca a fragata
Const'Inicie, e parteo brigue-harca Bere
mee; alm dessa artilharia so havia a anti-
ga, velha ej em parte arruinada, de dif-
fcrenle* calibres. Alm disto, em 2 de fe-
vereiro de 1844 havia urna forga effectiva
martima de tres mil pragas, pouco mais ou
menos, e no da 29 de setembro de 1818,
quando os nobres deputados entregaram o
po:er a seus adversarios, haviam apenas
2,224 pragas, conforme o rejatoriu de on-
t;iu : assim, poia, os navios de 1844 se dele-
norarain, o numero de pragas diminuin, os
arsenaes nSo se forneceram dos precisos ar-
mamentos.'
perguntou ha pouco o nobre deputtdo o
que se fez de 29 de setembro de I8t8 pa
ra r*.
OSr. Antio : No di* seguidle por en-
canto appareceram grandes ooelhora me-
los.
O Sr. Pereira da Silva :--0 ministerio ac-
tual apenas tomou contado poder, tratou
de comprehender a sua missSo, o tem ja
muito melhorado a administraeflo. Teve
que fazer um concert radical, ou para me
lhor dizer, que reconstruir crvela l>ms.l
de ulko, a corveta Berlinga, a crvela Eu-
terpe, o brigue-harca Birenice, e mesmo a
trgate ComtiiuirS, que depois de lersido
concerlada na Inglaterra, onde se gastn
muilo dioheiro, teve de receber actualmen-
te maslreacSo toda nova, porque os mas-
tros que tinha schavam-se em pessimo es-
tado, e que fazer coucerlo radical na popa.
O Sr. Anido : Nos tinhamos comegado
a fazer esta obra.
O Sr. Pereira da Silva :Comegar nao he
cxecular. Assim, pois, o ministerio actual
teve de reconstruir, e reconstruir n3o me-
nos de tres crvelas, um brigue-barca
urna fragata, e alm disto tero ja feito, a pe-
zar de estar na adminislrag.lo ha viule e um
ii.e/ Minente, a acqusigo do vapor Recife,
de frga de 150 cava I los ; do vapor Pedro II,
de 40 ; do vapor lolphinlio, de IGO ; e do va
por D.-Pedro, de 20 ; que estilo ja em ser-
vigo ; da crvela Bahiana, das canhoneiras
Campista e Tbei esa ; e lem encommendado
a construcgSo de um vapor de 300 ravillo-
na lnglaterra.de ou I ro de 2-20 na Ponta-d'-
Ar, de um brigue-barca de 14 pegas o ou-
trode!2 no arsenal da corto, de nutro em
l'i ruambuco de 12 ede outro, einlim, e de
urna canhoneira na Baha : alm disto tem
mandado vir 191 cauhO secaronadas da
Europa, e lem augmentado a 3,000 o nume-
ro de pragas...
OSr. Anido -.Por encanto 1
sr .ti. ,,>i. r ...: .>.n u --....>., w nuure
dcpulado lem rasSo para dizer por encanl>,
visto que em 13o pouco lempo o ministerio
actual tem conseguido tantos inelhoramen-
tos, entretanto que os que governaram o
paiz de 1844 a 1848 nada poderam fazer.
( Muxloi apoiados.)
Podemos aiToutameote dizer que de 29
de setembro de 1848 para ca lem havido tra-
lialho, e muilo trabalho na reparligSo da
marinha, aondeniloss achou um nume-
ro diminuto de uavios de guerra, que nao
baslavam para as necessidaues do paiz, co-
mo anda do.-ses poucos navios os princi-
paes precisavam reconslrucgdes quaa que
ladicaes, onde se achou faltas oe artilha-
ria, de modo a necesMtar novaa e urgentes
encommendas.e mesmo menor numero de
frga de que a llxada, se bem que mais se
11 vesse despendido...
OSr. Sou%a Franco :As !? pneas ser-
vem para muito boas cousas 1
OSr. Pereira da Silva :Nao querem pe-
gis? Nio querem armamentos ?
0 Sr. Pereira da Silva :Se conlinussso a
l< cadencia da marinha, se nSo fosse senti-
da pela administragSo actual, conseguira-
mos osse brilhante futuro, esse bollo co
que o nobre deputado antolba, em que nSo
houvesse nem armamentos, nem navios,
n 'in artilharia para defender o paiz ( Ri-
sadas.
O Sr. Sousa Franco :-Se nSo serven) pa-
ra dar tiros ao inimigo que entra nos nos-
sos portos, nSo sei par quo srvem. _
OSr. Pereira da Silva: O nobre deputado
din agora um aparte que me ministra al-
uminas ideas ; disse o nobre deputado :
Se as pecas nfio servem para dar tiros ao ini-
migo, para que servem? Eu pergunto :
vos queris que o governo seja muito forte
contra o estrangeiro, queris que os navios
.' fortalezas srvam para resistir as suasag-
gressOes, e porque deixasles por deleixo e
incuria decahir a marinha hrasileira ? ; A-
poitadoi). Porque nfio trataste.-) de armar
bem o paiz quando estivestes no poder ?
Porque estragasles mesmo as Torgas que o
paiz podia empregar para a sua deles ( A-
poiados). E porque agora, em opposigfio,
nem queris que o governo tenhaessa forga
para sustentar a dignidade nacional e ro-
pellr o estrangeiro, porque o censuraos
por elle procurar conseguir esta forga ?
Kovcrno trata do organsar urna marinha
como a necessita o paiz ; e vos nilo ten ics
Senfio accusagOes para Ihe dirigir ? Em vez
de animar.les o governo a continuar, dei-
xando departo vossos odios particulares ,
sacrifican to-os ao bem do pal?, em ver de o
logiardcs, ousais colloca-lo no banco dos
reos, Oiisim aecusa lo ? ( I poiados. ) Por mi-
nlia parte entendo que o actual Sr. minis-
tro da marinha, com o ultimo decreto que
lirmou, lixando a forga naval do imperio, o
numero de navios disponiveis, em construc-
gSo, em emprego eltectivo durante a paz
em eire :n>l inri is extraordinarias, formu-
Undo um syatema do presente e do futuro
que a desjieito de qualquer oceurrencia
sustente a nossa marinha em continua pro-
Krsso, e nSo passemos, e obrigue os fotu-
r.is ministros a cuidar dclla para n3o rc-
gressar mais ao estado desbragado de deca
di'iic-ia em que licou no anuo de 1848, pro-
vou seus estudos, seu zelo, sua dedicagSo,
edo paiz merece louvores e nSo acustgOes.
( Muilot apoiadoi).
Senhores, quando eu vi quo os honrados
d putados pediam a palavra presurosos lo-
go que se abri o debate sobre o crdito
para a repartigSo da marinha, persua Ji-me
que el les se deixassem destas pequeas ani-
mosidaites de partido, que se lembrassem
de que eram brasileiros, equn realmente
elevassein a questSo ao ponto em que devia
ser tratada. ( Apoiados.) Isto vi eu pralica-
do pelas cmaras francezas no anno de1846,
quando o goveruo francez pedio um crdi-
to para a marinha franceza. A opposigSo
franceza, em vez de atacar o ministerio
i t-l.-i observancia de pequeas formalidades
para pedir o crodito ou para fater as des-
pezas, roireu adiante do ministerio, otTe-
reccu mais do que o ministerio pedia u-
nio-se com governo para Ihe dar torga, i
enlSo mostrou que era animada da grande
e generosa i lea de que no altar da patria
se depOem lodos os odios particulares, .-I
poiados) Mas os nobrej deputados da o,ipo
sicfio bra.iil.-ira, em vez de seguirem esse
brilhante exeniplo da opposigSo da Frar.ga,
o que flzeram? Longos discursos so-
be mesqumhas forman Jadea de que aecu-
savm o governo haver praticajo : em ca-
da passo do governo enconlrarSo um iu-
fr.iegao de lei; os navios se deleriorram,
aecusaram o guverno por faz-los coocer-
Ur, sem que a cmara dissesse primera-
mente que queriaseus concerlus ; conviuha
adquirir novos navios para augmentar a
forga naval, aecusaram o governo porque
fez a despeza sem preceder um decreto
tomado em conselhode ministros (risada;)
mandou vir arlilnaria, que se precisava,
gritaram que nao era urgente eque illegal-
mente obrara o governo, porque so para ob-
jecios urgentes tulla aulonsago ; e eis de
que se oceuparam.
Senhores, permitti-me que vos diga, he
um pssimo syatema esse. Aprsenla mo a
le continuadamente iofriugida pelo go-
verno, cada acto seu como inl'racgSo da le,
e sendo os actos do governo assim qualifl-
cados proveitosos ao paiz, vos desconcei*
tuaes peranle o paiz a nossa lei, ecommet-
len una i.iipru miicia, pO'que iodos devo-
mos esforgar-nos em persuadir ao paiz que
cima de tudo esta o cumplimento da lei ;
tolos essas sophismas, que embregis para
mostrar que a le esta infringida, descon-
ceitua a lei peraiil*/i paiz, la/, crer que J
le he continuamente violado. (Apoiadoi.;
O Sr. Anlao : -- Era nielhOr dar ulna dic-
tadura absoluta.
OSr. Pereira da Silva : Ninguem quer
que se d dictadura ; uo vem a proposito
esse aparte : lembrem-se. po.cn que, como
representantes do paiz, como memltroi da
cmara tem d- veres muito altos a cumprir,
ao tem nicamente de dar essas nianif.-s-
tagdes lillias de seu odio e ue seu rancor.
finia opposigo que assim se comporta mus-
ir que desL-uuliece a sua verdadeira mis-
So, porque nao faz mais do que rebaixar
as discussOes, ndo taz mais do que deseon-
ceituar porante o paiz as proprias iosli-
tutgOes.
O Sr. Anido : -- Isto sSo declmges.
O Sr. Pereira da Silva : Eu quena que
os nobres deputados na discussSo actual se
Ci-'!!?.icriai w" -- cs;pcrtcM w^pu-
iigo franceza em 1846; que mostrassem
que sabiain apreciar esseexeuiplu honroso ;
que nos judassem, nos auxiliassem com
sujs luzes ; que a nos se unissem sincera-
mente para o bem do pai/.; que unitassein
o exemplo da opposigilo franceza. Mas lem-
bro-me, senhores, que a opposigBo france-
za de 1846 forma va um parli Jo politice, um
partido poltico organisado, com hbitos,
principios e IradicgOes, com uuidade de ic-
gSo de peusameuio; e os nobres diputa-
dos como podiam imilar um partido polti-
co, se illes nSo forma m part Jo poltico ? -
O Sr. Aprigio : Assim o disse o Sr. Pau-
la Souza.
O Sr. Pereira da Silva : 0 Sr. Paula Sou-
za, como lembrao nobre deputado pela Ba-
ha, o Sr. Paula Souza, odele mais Ilus-
trado, o hoiuein mais preeminente que se
aprsenla no partido op oslo, a probi Jade e
' i dOS BOisua ad ver-
-____2
w
O Sr. Pereira da Silva : Estou mostran-
do, Sr. presidente, que ou me enganava
quando me persuada que a Ilustre opposi-
gilo no crdito para a ropartg3o da mari-
nluimitasse o exemplo da opposigflo fran-
ceza em 1846 ; mas a opposigSo actual nSo
sendo partido poltico, sendo antes um des-
connexo de ideias, de pessnis, que nAo po-
dem rounir-se, o seu partidario mais Ilus-
trado muila rasSo tmba para declarar que
nio cnhecia no paiz senSo um partido, que
era o que apoiava o governo. Os ojabros de-
Slitados portanto representaran va actual
iscussSo o papel que Ibes caba, e nfio o
de um partido poltico : assim fOram con-
formes com suh palavras e aeu passado.
( Muito bem Muilo bem !)
I i laiaaaMB
PE HAfBUCO
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SSS*0 EXTtAOlDINlRIt DB 26 DE OOSTO OS
1850.
Presidencia doSr. Olivurn.
Presentes os Sra. Mamede, Carneiro Mon-
leiro, Vianna, Pires Ferrelra e Figueredo ,
abro-so a sessfio e fui lida e approvada a
acta d antecedente.
Foi lido o seguiado expedante.
Ilm oflicio do Efln. presidente da provin-
cia, convidando a cmara i concorrer ao
cortejo e assistir a grande parada do dia 7
do oriente, Annivorsro da InJependecia
deste imperio. Interada.
Outro do vareador supplente Angelo Hon-
nques da Silva). par|icipn Jo que nSo po-
de continuar neste exerccio, por se ctur
no da vara de OrphSo deste termo. Inte-
ra.la e mandou-se chamar um supplente.
Outro do joiz de paz do I." distncto da
freguezla de Muribecs, o coronel Agostnho
Bizarra da Silva 0raleante, de 96 de agos-
to ultimo prticipndo afio poder conti-
nuar neste exerccio por ssachar doenle ;
e que irSo Ihe constando houvease oufro
juiz juramentado, a quero pasaasso a vara
dessa a cmara as providenciase respeito
luterada por se terem dado as providen-
cias convenientes
Outro do liso i da Boi-#sta,communicea)-
do que acacha de novphitercepUdaa estrada
que conduz da Sol Jade ao Manguinho, por
urna cerca que mandou fazer llerculano Al-
ves da Silva * Ihe foi desatvropnado, llemolido em vlr-
lude d'otUem do juiz competente.^ que
havia procedido contrajo mesmo llercula-
no, na forma do artigo 7 ,'tit. 70 das postu-
ras em vigor. Que o procurador ouvodo
ao advogado da casa"ratasse de fazer repor
lelos meios legaes a servi.lo da dita estra-
da no estado em que se achava.
Oulro do fiscal do Pogo informando a
peligSo de Jos Antonio Texeira. -- Inteira-
da e despachou-Mi a peligSo.
Foi arrematado por Manoel Antonio, sb
fiauga deCuilherme Soarea Botelho, a obra
de um cano de pedra cal na rslradada
Cruz de Alma, por a quanlia de 199,900 rs.
E mandou-se lavrar o respectivo termo de
contracto.
I>espcharm-se as peligres de Jos Viei-
ra de Figueiredo.de JofioTexeira di Barros,
de Jos Antonio Texeir de Simplicio X-
vier da Fonsec, di SebastiSo Jos Gomes
Pereira. de Julio Mari da Oonceg3o. da or
dein lerceira de San Francisco, e levanlou-
sessSo. Eu, Manoel Fe. reir Accioli, secre-
tario interino a escrevi.
Declaro em lempo, que a cmara mandou
registrar o diploma homceopalliico do Dr.
Jofio de Souza Santos Jnior, rotando con-
tra, os Srs. Carneiro Montero e Pires Fer-
reira. Acdoll. o declaro* Otivelra, presi-
dente. Vianna. Mamede. Carneiro Mon
teiro. Fer reir. Figueiredo.
COMMERCld,
Dimlngos da Souza Lefio, Bernardo Jos
Martina Pereira, JoSn Arcenio Barbosa, Jos
Domlnzues Codeceira, Jacntho de Abren
tt'gd, Franoisco Manoel da Cruz Couto, ma-
ir Anacleto Antonio de Morana, Jos Car-
los de Souza Lobo, l.uiz Jos Nunes de Cas-
tro, llerculano Alves da Silva, Thomaz de
Aquiio Fonaeca Jnior, Ignacio Francisco
Pereira da Silva, Manoel da Silva Ferreira
Jnior, Joaquim Alves diSilv, Manoel de
Almeda Lima, Jofio Francisco ParJelhas,
Manoel Dusrto Itodrigues, Francisco Jos
Vianna, Francisco Cavalcanti de Mello, Fran-
cisco Augusto da Costa Cuimaraes, Joaquim
de Souza Lefio, Manoel Antonio Ferreira
Comes, Filippe Mena Callado da Fonseca,
Antonio Cardoso de Queroz Fonseca Jnior,
Jos Francisco do llego Barros, l.uiz Comes
Ferreira, Jofio Mara de Albuquerque Oli-
veira, Manoel Francisco Cuelho, Claudino
deOliveira Cruz.Manool Jos Martina Rlbei-
ro, Bernardino de Senna Souza, Manoel Lo-
bo de Miranda llenriques, Jos Correa l.el,
Jos Alfonso Ferreira, Jofio Antonio da Silva
Crilo, Jofio Coelho da Silva, Jos Mara Ge-
raldes, Antonio Pereira de Souza, Jos Car-
los Teixer, Dr. Ignacio de Barros Brrelo
Jnior, Manoel Pereira Caldas, Francisca
Pedro Soares Brandfio e Francisco Manoel
de Almeda Catando.
Os quaes tifio de servir oa dita sessfio, pa-
ra o que sao pelo presente edilal convida-
dos, assim como a todos os nteresaados. E,
para que ch=guea noticia de todos manda i
passaro presente edilal, que er publicado
pela mprensa e llixado nos lugares mais
pblicos desse termo. Eu, Jos Affonso C.ue-
des Alcanforado, escrivfio o escrevi.
Joo Flor i pe Dios Brrelo.
Perante a cmara municipal desia cda-
de irfio a praga nos das 9, 12 e llde setem-
bro vindouro, para seren arrematados por
quem mais der, e pelo lempo qua*a)onver i
mesma cmara, os rendimentos doa segun-
les objectos, que constituem o sei patrimo-
nio, islo he : casinhas da praga da Indepen-
dencia, ribera da freguozia da Boa-Vista e
a do peixo da freguezia de San-Jos, casi-
nhas da Soledade, dita da ra Imperial, im-
posto da aferigSo, dito de medidas de fari-
nha dos dous mercados pblicos, dito dos
mscate e boceteiras, eqjtalhos dosagou-
goes pblicos. Os inlerasilosJeverao pre-
viamente habilitar seMjiejlorWrijfl forma
da le, sem o que nfio aerflo adlStidos
aaa
tendentes apreaaniem-secom a maior bre-
vidade ao mesmo captffo do porto.
CONSULADO DE PORTUGAL EM PERNAM-
BUCO.
Joaquim llaptiati Moreira, bacharel forma-
do em dreito, ctvallairo da ordem de
Christo e cnsul de Portugal em Pernam-
buco por S. M Fideliasirna aSenhora D.
Mara II, que Dos guarde.
Fago saber a todos os meus compatriotas
residentes nesta cidade e provincia, que por
ordem superior, queme foi transmitida, e
especialmente recommendadt, para o fim
de se poder dsr o conveniente cumprimen-
to as disposigOes sobre estatstica, e outras,
se devem apresentar neate consulado todos
os subditos portuguezes, que, ^endo squl
litado a sus mofada,'anda se nilo houve-
remnelle matriculado, como Ihes cumpre,
nilo so psrs a devida regularidad*, mas pa-
ra que assim se possa oais proaiptamente
dar a compativel prolecgSo deste consu-
lado
Convidando, pois, o meus compatriotas
ao cumprimento deste dever, no mais breve
espago de te upo, Ihes lembro tambero por
esta occasiSo o dever que igualmente lem de
se munrem dos respactivo titulas de re-
sidencia, na forma dos reglamenos poli-
ciaca deste imperio, para se livrarem dos
embaragos que Ihes pode causar a falta del-
lea, a mellior e mais per feita raen te ierem o
dreito i competente garanta das autorida-
des brasileiras, e s respectivas isengOes co-
mo estrangeiroi. Consulado de Portugal em
Pernambuco, *os 17 de.julho de 1850.
Joaquim Bautista Mortlra, cnsul.
ALFANDEGA.
Hondimento do di* 13.....18:192,932
Destarreqa hoje Hde setembro.
Marca -- Templo farnba.
CONSULADO GERAL.
II-'ii.lmenlo do da 1S
Diversas 'provincias.
915,846
5,136
920,982
EXPOUTAgAO.
Despacho martimo no dia II
l'ai.ilnb.i, Date nacional Espadarte.-e27
tonela 'as : conduz o seguinte 28 barr
i iislrsco uieis el
sarios, o Sr. Paula Souza declarou que nfio
havia no Brasil suuSu um partido.....
O Sr. Presidente: -- Observo ao nobre de-
O Sr. Sorna Franco :-Eu ji pedi a palavra IpuUdo que nfio poje fallar sobre a poltica
para Iba responder. 'n Be'al-
I
quaitola o2 pipas vinho, 1 barril vinagre.
I baln-1 graxi, 11 barris manllga, 12 di-
tos Cal, 5 ditos ganeh'i, 2 ditos banlia de
poico, I dito alpiste, 2 c.inastraa Mhos, 10
volumes f-.zenlas, lll barricas bacalhao, 76
Jilas lunilla de trigo, 145 caitas sabSo,
lita queijos. 2 ditas drogas, 1 dita utenci-
I ios para chapeos, 3 ditas cha, 9 ditas esper-
macete, I gigo louga, 2 barrios bolachinha,
I parole fio, tOO.euxadas do chumbo, 10
quinlaes cnumbo de muniQfio, 8 magos pa-
pelfio, 3gigos batatas, SOgarraffljs vasios,
5 caixas con 500 libras da rap, 5 barrcasj
garrafas de le.o, 150 caixas charutos, lea
cama, 6 ca leiras, 2 jacazes toucnhu e 1 sac-
ra cale. .
KbCEBEDOlUA DE RENDAS CEIIAES
langar. Outro sim, os qae arrempWem ta-
Ihos, deverfio pagar em continente a impor-
tancia das arrematagOes; do contrario, lica -
r5o estas sem efleito. E, par que chegueao
conhecimento dos interesaados, se mandou
publicar o presente. Pago da camiri muni-
cipal do Recife, em sessfio de 26 de agosto
de 1850. Francisco Antonio de Oliveira,
presidente. Manoel Ferreira Accloli, secre-
tario interino.
- Deven Jo a cmara municipal ter conhe-
cimento da divida pelaqual* est obrigado
o seu cofre, proveniente de cusas de pro-
cesaos criminaos, em que tem sido condem-
nsda, nfios para delia fazer menguo em
seus orgainenlos futuros, mas tambem para
regular o pagamento, que tem de fazer no
seguinte anuo municipal, nos termos do ar-
tigo 2. 15 da le provincial n. 270 de 5 de
julbo prximo passado ; he indispensavel
que as pessoas que se julgam credoras da
referida cmara por semelhante titulo, a-
presentem logo na contador! da mesma
aquelles ero que fundam o sou dreito para
aos meamos ella ter a devida allencfio. Pa-
go da cmara municipal do Recife, em 13 de
setembro de 1850. Francisco Antonio de
Oliveira, presidente. Manoel Ferreira Ac-
cioli, secretario interino.
Pela inspectora da Ifandega so faz
publico que no da IB do crreme, depola do
neio-dia, i parla da mciina, se ba de arrema-
tar em hasta publica, uine cala coro 41 peca
de cassaa estampadas, com 982 varal, por fac-
tura vara 200 ra., total 196,4011 rs. i impugnada
pelo amanuense Joio Canelo Goinea da Silva,
uo despacho por factura sob n. 164: sendo a ar-
i em.iUfo aujeila dirt-Uub.
Alfandega de Pernamboco,.13 de setem-
bro de 1850.O inspector interino, Benlo
losi Fernandes Barros.
Pela inspectora da alfandega se faz pu-
blico que no dia 16 do correte, depois do
mcio-dla, porta da .....una ae balo de ai rema-
tar duas e inela dutiaa de pesos para papel, por
factura um 1,900 rs., total 30,000 rs.; urna gro-
zde inedidaa para alfaiate, por factura 10,000
ra.; urna groia de loques de papel dourado,
por factura duiia 1,00o ra., total 12,000 rs.; 29
grozas de botdes deaeda para caaca, por fac-
tura, jroza 1,000 rs., total 29,000 ra ; 42 man-
teletes de seda, par factura um 9,000 rs., total
378,000 rs.; quatro duzia de canelas eofeita-
das para peanas de aro, por factuia duzla 1,000
rs., total 4.000 rs.; 15 chales de seda por laciu-
ra, um 6,000 r., total 90,00:) rs.; duas e niela
dusias de bucos de sed para grvalas, por fac-
tura duaia 18,000 ra.\ laial 45,000 ra ,- urna du-
zia de pentes de tartaruga para alisar, por fac-
tura um 1.500 ra., total 18,001) rs., 6 grozas de
calas para oculos, por factura groza400ra.,
total 2,400 rs.; e 24 dutiaa de oculos com arma-
cao de ac, por factura duzla 1,500 rs., total
36,000 rs., impugnados pelo amanuense Joao
Atanaiio Botelho tuj)J despachos na. 132 e 145
de II e 12 do corrate, seu Jo dita arrematadlo
sujeila aus direitos.
Alfandega de Pernambuco, ,3 Je setembro
Rend ment
JNTERNAS.
ui.ai
l'.endlmenlo do .lia 13.
dia 13.....
.. iilidVI.Vl'U I
618,594
744,229
.'HovimtMiio do 4*orlo.
Hoje, 13 de setembro, ufio houveraiu en-
tradas nem saluda.
tilliTAtiti.
O Or. Jodo Floripes Illas Brrelo, jul* muni-
cipal supplente da segunda vara em extrei-
cio neste termo, por S. M. I. e C. que Ueos
guarde, etc.
Fago saber, que pelo Dr. juiz de dreito in-
terino da primeira.vsra do crime da comar-
ca do Recife, u,e foi participado ter convo-
cado para o da 8 do Coi rento inez de se-
tembro a tercena sessfio ordinaria deste ter-
mo, cujusorleainento leve lugar no dia 19
do crrente mez, e para a qual sahiram sor-
teados os 48 j iizes de facto quo seseguem :
Dr. Antonio Pereira Barroso de Moraes.
Alfonso Pires de Albuquerque Maranbfio,
Lula Antonio Vieir, Manoel Jos Martina
Pereira, Florianno Crrela de Britto, Dr.
rheatro de 8. Isabel.
19" RECITA DA ASSIGNATUBA.
Mo, 14 de setembro de 1850.
hepresentar-se-ha o muilo applaudid
drama em 5actos e 6 quadros
MARA J0ANNA, MULIIER DO POVO,
oa
A Pobre MU.
Terminar o espectculo
comeda em um acto
com a gracioza
A Bella Frnneiaen-
A parte de Frsncsca ser representada
pelo actor Silvestre Francisco Meira;
Comegar* a hora do cosime.__________
Publicacoes .Iteraras.
los anillos Sabio luz a preciosa llg.io acadmica
sobre a pena de morte, ditada da cadoira de
Pisa pelo eximio professer Carmignim, o
priroeiro crijiinalista da Europa, vertid do
Italiano em portuguez, obra que interesas a
todo mundo.
Para prova do seu erando mrito basta sa-
ber se, que chndr/e em Pisa por motivo
de molestia o grande philosopho francez
Jouffrny, e tondo asist Jo ligSo de Car-
mignam sobre a origem e titulo do dreito
de punir, mostrou-llie suromo desejo de o
ouvir s respelto de 13o debatida perla do
morte : ao que annuio o egregio professor,
marcando dia para esse desempenho. Mas
t3o iniecpado e numeroso foi o concurso
deouvintes, queJouRroy nfio pode entrar
'aula !
Vende se em Santo-Antonio na toja de li-
vros da esquina do Collegio, e na Boa-Vis-
ta n i botica do Sr. Ga metro Prego 9,000 rs.
cada exemplar.
itraphael, pagina* la JuTeiiturte.
Esta excellenle ohra de Mr. Lamartine,
chegada recentemeute do Riorde-Jaueiro,
vertida em boro portuguez, e precedida de
um inleressanle prologo do traductor, cha
se a venda pelo mdico prego de 3,000 rs.
coro encadernagilo ingleza, na ra da Ce-
dis do Itoei fe, n. 38, e ra Nova, n. 6. O
mrito da obra he attestado pelo nomo do
autor : nella depara inslrucgfio e deleite, o
philosopho, o romancista, o pota, egeral-
mente que'ii quer que queira apreciar um
bollo escripto.
AVSOK .aaritlLUOS.
Segu viagem para o Araca'y, at o flio .
do coraente mez, o hiato Flor-de Curu-
ripe : para carga ou pasaageiro trata-so oa
rus do Vigarlo, a, 5 .,.,
Par o Araraty aegue, no dia 4 do mea
prximo vindouro com a carga que tver, o
patacho Santa-Cruz : pira carga o passage-i-
ros trata-so ao lado do Corpo-S Hito, Bt^Bk
loja de massames.
Para o liio-tle-Janeiro salte,
coma maior brevidade possivel, o
patacho nacional Calente : quem
no mesmo quizer carrcgdr ou ir de
passagem, dirija-se au capito na
pract do Cointnerc-io,ou rui do
Trapiche, u. 34, casa de Movaes
& Companhta.
-Para oCear sabe em poucos dias a
de 1850. o inspector interino, Benlo los sumaca nacional Flor-do-Angetim, tuestre
itei nardo de Souza, por se achar com par--
le da carga prirmpta : pra orestoH^aasa-
geiros tnta-s com Luiz Jos de Si Araujo,
na ra da Cruz do Recife, n. SS. *
Para o Kio-de-Janeiro
val a.hir ;;.;;-. ;.",>. o,VJ. jnjl.i. r.i-
cional Sociedadt'Feli*: quem na mesma
quizer c ir regar, dirija-se aos consignata-
rios, Oliveira irmSos & Compaubia, ra la
Cruz, n. 9.
Fernandes Barros.
= Pela inspectora da alfandega ae
lilleo que no dia 16 do crreme depois d
dia e na porla da mesma se ha de arrematar
em hasla publica 18 penlea dr tartaruga par
tranca, um 2,000 rs., total 36.000 ra e 40 pe-
en de Ata de veludo. mu. r, jmw ra.. total
i.uuu rs,; iinpOgnado pelo 'amanuense Coa-
falo Joa da Costa e Sa, no despacho por factu-
ra sob o. 146 de 12 do correte, acudo dita ar
reiuatacao aujeila a diieltoa.
Alfandega de Pernambuco, 13 de setembro
de 1850. O inspector interino, Benlo os Fer-
nandes Barros.
m Pela inspectora da alfaudega se faz pu-
blico que no dia 16 do corrale se han de arre-
matar em basta publica porla da mesma, de-
pois do meio-dia 48 manteletes de aeda, no
valor de 11,000 ra. cada un. total 528,000 r.:
Impugnados pelo fessbr couferente Pedro Gau-
diamiu de Ralea e Silva no despacho por fac-
tura u. 154 do correle mez, sendo a arremata
cao sujeila aos direitos.
Alfaudega de Pernambuco, 13 de setembro
de J850. O inspector interino, Henlo losi Fir-
naridt Borros.
Deularayoes.
O capillo do porlo deata proviacn
rompetentemenleeutorisado por S. Eic. o
ir. prealdent) da provinci, engaja mari-
nhirOs para bervirem na charra Pernam-
Uucana, que se acha na provincia do Pa a
tem de seguir para o Rio-de-Jnero. Os Dre-
Leilu.
O cpitlSo Mrcala Cooper, f.r leillo
em pr seng do Sr. cnsul dos- Calados-
Unidos, por conta e risco de quem perten-
eor, e por inlervengfio do corretor Ohveica,
da balieira americana Franklim, vinda da
pascara o naufragada em Carapib, onde
so acha encilhada e dos seguinte sitiaos,
que se suppOa eitarom abordo da dita ba-
liaira ou parto della : 9 ancora pesando
lioucomaisou menos 1,800 libras cada urna, .
I ancorle deSMdiU, 2 crtenlas senda
urna de 90 e outra d 1*0 bragas do cum-
plimento. 4 ditaa de 18 a 20 bragaa cada
urna para segui.r b!eis, 4 Bozoes de 7o a
80 libras cada um, 1 caldeirfiode cobre, 3
litos de ferro, 75 ou 80 langas e harpoes, a
diversas tonelada do lingoados de ferro
par lestro : terga-fera, 24 do correle, as
II horas om ponto, na praga do Corpo
Santo "*




--Kalkmann IrmSos fardo leilflo, por in-
tervengflo do corretor Oveirs, de un gran
de sorlimento le mobilias, parte nova <
parte pertenceote ao Sr. H. V. Kalkmann,
ha pooco retirado para Europa, com sejam :
eadeires de plnho e canna, mesas para meio
de ala, ditas pequeas de Jacaranda e com
pinturas, aparador, sophas, marquesas,
piano, earelhos, toucadores, commodas,
mas, ditas para meninos, um esplendido
sorlimento de phanlezas, apparellios ricos
de louga, crystses e vi Iros de cores, mos,
garrafas, copos, c inuitoa outros olijectoa ;
hem como de um elegante carro .de 4 ro-
das, onm arreioa para um e dous cavallos:
terga-fera, 17 do correte, i 40 dores da
manhfla, na ru'da Cruz.
Avisos diversos.
Na ra Velht, casa terrea n. 115, lava-
se e ongommi-se toda a qbalidade de rou
pa com asseio e promptidSo, por mais com-
modo db que em outra qualquer pirte
Os abaixo assignados declaram ao pu-
blico, que o annuncio de venda de urna es
crava que aahio no Diario n. 230, o 8o se en-
leude com elles, sini por engao da impren-
sa. Bowman & Me. Callum.
Francisco Ignacio Ferreira, subdito
pui iugaez, retira-se para Mossamedes.
Pede-fe ao Sr. Noberto Alves Covalcan-
le, ex lente do exercilo, que lenha a
boodade de comjiarecer no quartel gene
ral, para dar cerloa esclarecimentoa que
llie dizem reapeito.
Aluga-se uca casa com um pequeo
filio, na Estancia, parlo do rio, e uo s i i <
do Sr. Uuburque, com bastantes rommodr s
para fau lia : a tratar na meama casa.
Pelojuizo da prlmeira vara, escrivSo
Molla, se ha de arrematar no da 17 do cor
rente, as boras da larde, no lugar do cos-
I ii me, por aera ultima praga, uma casa ter-
rea, sita na ra Imperial, n. -- avaliada
em 1:000,000 de rs. por execugflo do pa-
dre Albino de Carvalho Lessa contra Fran-
co llibeiro l'avSo e sua mullier.
-- Precisa-se de um prelo para tolo o
servico de una padaria, inclusive o vender
pflo : na na do Pires, n. 44.
Mojesalie opiimeiro numerada Furia,
perjudico joco-critico : vende-se na ra
eslreit do Kozaro, u. 34; no Ale ro-
da-Boa -Vista, n. 74 ; na ra Wieita, u. 107.
Prego 40 ra. oada exemplar.
Oflerece-se um 1111150 brasileiro para
caixeiro de qualquer casa de negocio, e
meaoio para escridoiio, cobranzas, ou ar-
niazem de assucar, principalmente para ca-
sa estrangeira : na ra do Collegio, n. 6.
Aluga-se un sitio com bastantes ervo-
redos, e l/oe caa, no principio da estrada
nova : a tratar na ra do Trapiche-Novo,
n. |0.
O abaixo assignado faz sciente a todas
as peaaoasque te.em penhoresem seu po ler,
cjueos vilo tirar mi praio de quinze dias,
contados de boje, 14 do corrente ; do con-
trario, ficarfio vendidos ; pois basta de con-
teir.placOea : e para que se n.io chamema
ignorancia, faz o prsenle annuncio.
Francisco Vieira de Cartalho.
Precisase deum caxeiio de b,o con-
ducta, prefere-se o que tiver platica da pa-
daria : na ra Direita. n 83.
Quem precisar de uoia ama de leite,
dirija-ae i ru das Trinche i ras, o 48
Pedo-ao a Hlustre cmara municipal
que baja de prover o lugar de promo-
tor da guarda nacional, para que possaui
os guardas reclamaren! os seus direitos.
-- O annuncio inserido nestt follia de t
e 11 1I0 correle, no se entende rom. o Sr
Antonio Crrela Soares, caixeiro de Elias &
Tmrzp, e sim com d*utra pessua do mesmo
nome, natural das ilhas.
Ciuciiiato Mavignier declara que em
virlude de muilosa fazeres, e nSo se achar
na provincia, na occasiOo do paj:ame>.U> de
uuia letlra de 20,100 rs, deixou de da'
cump'rimento aos seus deveres, oque nie
rahiri mais etr semellianles fallas iuvo-
luntarlas.
Uoi rapaz brasileiro se oflerece pira
caixeiro do qualquer negocio, lora desia
praga quem de Seu prest mu se qniter uli-
lisar, dirija-B ao-aico de S -Antonio, n. 2,
loja de chapeos.
O Sr. Joaquim Cunif iro llibeiro Cam-
pos queira appan rer na ra do cabug, n
11. antes de relirar-se, que se llie desei
r.iiaKu*
-- Na roa estreita do Kozario, n 28, se
unilaandar, se dir quem da dinlifiro a
M mn Ignacio Valadar retira-g*
para Hossamdea. levando em sua conipa-
,lim seus sobrinlios, Francisco Ignacio, e
.M1,noel Jos Machado.
recisa-se alocar urna preta escrava,
que saiba eogoromar e comprar, para urna
casa d4 pouca familia: na rila do Dique,
n. 9.
iJogarse o primeiro andar da casa n
4, defronto do trapiche novo, propria para
e-crlotorio : a tratar na nlesma rea, yu ra
dosTaooeiio*. armazem o. 5.
--Aluga-se un famoso escravo :tf na ra
I) retvfl. 2'. segundo andar, ao pe da re-
linacflo
Joflo Ales de Carvalho Porto, venden a
Antonio da Costa Kerreira Estrella, a casa
de moldados dn ra da Cadeia do Iteeife, n.
'3, licando o comprador desouerado do
(masivo e activo que a mesmacsa rontra-
1110 at-e-la dula.
*jj^^Hk~SP de um feilor para sitio perto
deslaprare; que entenda de horla e arvore-
dos ***i>lends-se na ra da Cadeia velha,
1.3.
TtfinTo ds Costa Ferreira Estrella ,
romprou ao Sr. J0O0 Alves de Carvalho
Porto, a asa de moldados d* ra da Cadeia
do Reeifc, n. 23, e nell efferece ao* seus
amigas, freguezrg, gneros de todas as
qualidadr* por conimudo prego.
Alugt-ae o primeiro andar do sobrado
na ra estrella do Rozario n. 16, a fallar no
segundo do mearon.
ato* por dagnerreotypo.
"as das 8 lloras da mantilla i;
l ra da Cadeia de Santo-An-
eiro andar.
erportuguea deseja servir
1 doalguma casa de fami-
filad : (j'ueBi ; pretender
Torres, n. 14, escripto-
no dos 6rs. Joao Pinlo de l.emos t Pilho.
Na porta do Sr. Dr. Juiz do civel da pri-
meirS vara, 1 erjvflo Mol-
la, terca-feira, 17 do por exeeu-
c*> de Joflo Fortnalo de 8 Avedra' contra
A varo Fortunato JourdSo, se hSo de arre-
matar os escravos penhorados.
l'recise-se de um feilor para
oser?ico de campo, para um en-
cenho perto desla praca.- quem
esliver nestas circumstancias, di-
rija-sc ra das Cruies, n 4o
Precisa se slugar urna preta para ven-
der na ra: na ra de S.-Francisco, n. 24,
cita da esquina que volta para a ra da
Florentina.
-- Alugam'-so os segundo e terceiro an-
dares da casa do largo da Assembla, n. 8 :
a tratar com Joaquim Francisco deAlmno
Forte-do-Mattos, ou com seu proprietario,
Prxedes da Fonsec* Coutinho.
Precisa-se de um menino de
toa 12 annos, para caixeiro : na
ra do Livramento, n. 10.
Segunda-feira, 16 do corrente, vai
praca, na porta do Sr. juiz de orphSos, as
4 horas da larde, urna escrava de duas me-
nores, a requermento de seu tutor, para
pagamento das despezas que (em feito e sel-
lo nacional: he ultima praca.
Bernardo Francisco Fontes, Portuguez,
retira-se para fra do imperio.
I.ulz Jo Dias UrandSo deixou de ser
caixeiro do Sr. Jos Bibeiro Pontea, desde
Odia 11 do corrente ; e muito agradece ao
mesmo Sr. o bom tratamrnto que teve, du-
rante o lempo que esteve em sua casa,
f *
O !)r. J. S- Santos Jnior,*
Smedico homosopatha, ultima-^
f-niente chegado a esta cidade,
*d consultas todos 01 dics uteis*
Sem sua sa na ra do Crespo,9
n. lo, primeiro andar, desde*
?as 7 lioras da manliSa at s 1^
f^Ja tarde, e desla hora em dian-
*tc visitar os doentes em seus
^domicilios.
g N. B --O.jaobres scrSo Ira-
Stados e visitadofralnitamcnte.^
-- Pcnleu-te, na nottedo da II do cor-
rente, em um dos corredores do Iheatro
publico. 1 alflnete de peito de urna senhora,
um a diamantes : quemo achou, queren-
lo restituir, diririia-se i ra da Praia, o.
20, que sera gratificado.
Alinelo.
Detodos osnulesque afligem a misera
huinauidade, nenhum certamrnte ha, que
potsa romparar-se t elephanleasit, vulgar-
mente condecida pelo nome dn morpha ou
mal de San lzaro. Esta lerrivel molestia
lisligiirBin'o inteiram eiite o misero, que
tem a infelicidad!! de soVe-la, torna-se bem
depio-sa ohjeclo de repugnancia e inven-
civel, a.>co Aquelles OM>smo< que por jus
los tilulos nos deviam ser caros. Al hoje,
1 morphea (inha zombado de tantos e Uto di-
versos mcios embregados para sua cu/s, e
como que, se cada vez ostenUva nuia-ler-
rivel, ca la vez mais horrenda. Aquelle que
a soflria, ficava como se huuvera tocados
maldic,flod.e Dos, alm (penla de re^u-
laijdade da pdisii>iiomii,como que era cons-
trangido a perder tambem o ser de domem,
vemlo-se obrigado afugir vista de seus se-
melliaotes,para quem se tornava um odjeclo
de horror. O abaixo aaaignado, tem a for-
tuna de poder annunciar a cessac,Ao de tan-
tos males, declarando que se compromeltr
a curar completamente esa enfrmdade, e
essa cura ser tanto mais rpida, quanto
for nova a enfermidade. Mnitos resultados
feliz-s tem assegurado ao abaixo assignado
da efllcacia do meio que lia descoberto pa-
ra essa cura,no que (florece seu piestimoas
(essoas que delle se quizerem ulilisar aqu
no becro do Azeite de Pene, 11. 18,e em Ma
cei no logar Jargu. -- Manoel Borgetdt
t endorsa.
rissaport( s.
Tiram-se passapories pira dentro ej"ra
do imperio, despaedam-se esclavos, liraai-
se ttulos de residencia para sempreVjiar*
esse m procura-se na praca da Indepen-
dencia, livraiia ns. 6 e 8, e na ra do Uusi-
mado, n. 24, loja de miudezas, do Sr. Joat
quim Monleiro da Cruz.
--Joaquim Antonio Carneiro de Souza
Azevedo, com loja de barbeiro, na ra da
Cruz, no HeriTe, faz sciente aos seus deve
dores, que no prazo de 15 dias venliam sa-
lisfazor seus dbitos, lodos aquelles que
teem contas at'azadss al o lim de 1849; 1-
0 nSo fazendo, serflo seus nomes publica-
dos por eitenso nesla tolda.
Aluga-se uma sala com dous quarlos,
muito propria para domem solleiro, na ra
do l.ivramento, n. 1 : a tratar no primeiro
andar da mesma casa.
--Na ra de Hurtas da pura alugar-seum
sotSo corrido de frente a fuado, que torna-
se Uro aUgundo andar, com dous quarlos,
coziuba, cacimba e quintal, proprio para
pouca fmili, 1 or preco muito mdico : a
tratar na meama ra, o. 130, sobrado de um
andar.
Jlo Pinto Regs de Souza, com venda
na esquina da Penda, desdo o dia 6 do cor-
rente, que deixou de vender bebidas espi-
rituosas de produccSo brasileira, em con-
*rmj;;c:; C Bpr i-ollA^lan n**C **^*"
arrematante em 280 caadas por trimestre
Na ra de Agoas-Verdes, casa tenea
n. 96, lava-se e eogomma-se toda a qualida-
de de roupa, com asseio e promplidfio, por
proco mais commodo do que em outr
qualquer parte.
lleseja-so fallar com mulla instancia e
a negocio de interesse, ao Sr. Melquades,
do A ety : na ruado Collegio, n. 16, pri
tiro andar.
U al aixo assignado eslabellecido com
ven-'a na ra da Cruz do Recite, n. 31, faz
sciente ao respeitavel publico, e igualmen-
te au Sr. arreoiatmle do consmalo das
agoas-an'cntes, que desde o dia 8 de selem-
bro corrente, deixou de vender bebidas es-
pirituosas de producto brasileir.
Luiz Freir de .Indradt.
Percisase de um menino portuguez de
12 i 14 annos de ida.de na padaria da Passa-
gc: t sgdalcn que so da bom crUenadu.
Nos dias 16 e 19 ai a praca, pels4
doras da tarde,i porta do Sr. Dr. juiz de or-
, dSos supplenle, na rus de lloitas, defroo
te do beeco de S. Podro, o g Mondego, k no, junto ao
Sr. Lnit Gomes Ferreira, com duas frentes,! tratar na ruada Aurora, n. 4.
sendo umspara a l'as'.m.'em di Magdalena,
com grande casa de vi venda, haixa para
capim, emuitosarvnrelos de fructo, alm
la casa grande,tem mais duss dilas terreas,
ue pertencem ao mesmo sitio.
Precisa-se de urna preta que nSo beba
espirtos, para o servico interno e externo
de uma casa de uma senhora: na rus da
Senzalla-Velha, n. 134.
Um brasileiro com 16 snnos de dade,
se offerece para caixeiro de armazem de as-
sucar, ou mesmo do fazendas, anda que d
*lgun> tempe'gratis : quem de seu presu-
mo se quizer ulilisar, drija-se ao caes do
Hamos, armazem de recolber sola, de He-
meterio Maciel da Silva.
J0S0 Francisco Maya participa aos seus
credores que hajam de comparecer en sua
casa no dia 13 do corrente, as lt horas da
manha, para mostrar o estado de sua casa.
Negocis-sea tavern que fji do falle-
cido Pedro Marciano, sita na roa da Crux, a
qual tem poucos fundos, o que deve con-
vir a qualquer prelendente: trala-se com
Joflo Baptista Fragozo, na ra da Cadeia
do Recife, n. 6.
Da-sel.-000,000 de rs. a premio de 1
6 meio por eento, por tempo de um anno ,
sobre hypolhcea em bena de raz, pagos os
oa juros mensalmente : na ra Direita,
n. 59.
Aluga-se o segundo andar e sotSo da
casa da ra da Madre-de-Deos, n. 26 ; assim
como uma casa terrea na travessa'do Livra-
mento, n. 12 : a tratar na ra da Cadeia do
Iteeife, n. 42, primeiro andar.
Urna mullier capaz propOe se a fazer
almocos e jantares para alguns senhores que
precisaren), ir edante um preco mdico ;
bem como lavar e engommaf: ludo com
perfeicfloe asseio: na ra Imperial, n. 6.
Aluga-se o segundo andar da'casa n.
36, na ra Direita desla cidade, proprio pa-
ra grande familia, por ter 7 quartos, 3 sa-
las, gabinete ao lado, cozinlia fra, quintal
para ter estribara, cacimba com boa agoa :
a tratar no Urcero andar da mesma easa.
A cidade de Pars.
l-'abrica de chapeos de sol, ra do
Collegio, n. 4-
J. PWque participa ao respeitavel publico
desla cidade, quo elle abri o seu novo es-
ta beleci ment, onde se encontrar sempre
um grande e bonito sorlimento (lestes ob-
jectos dos mais modernos e vanados, como
sejam : chapeos de sol para bomens de se-
das chsmalotadas e lizas, de cores e pretos,
Jilos de armaeflo d'arjo muito fortes com
icd.s de todas as crea, ditos para sendoras
de sedas lavradas e lisas, com franjas e sem
ellas, cOrcs muito bonitas, ditos ditos de
panno imitando seda, com franja esem el-
la, ditos de panninbo para domem com ar-
magao rica e orJinaria, sorlimento de ben-
galas de todas as qualldades, baleias para
vestidos, col leles eespartilhos par s-11/10-
ra. Na mesma easa conceria-se o cobre-se
toda a qualidade de chapeos deso e benga-
las, paraos quaes tem boas sedas e pannos
em pegas : todos estes objeclos vendem-se
em porc&o e a retaldo, por menos preco do
que em outra qualquer parte.
Lotera ri Alutrl/. lia Boa vita
U lliesoureiro desla lotera annuncia ao
respeitavel publico, que inulto breve tem
do marcar o dia do andamento das rodas:
as pessoas que teem bildeles apartados os
nflo buscar quanto antes, do contrario se-
rflo vendidos. O restante dos meamos a-
edam-se a venda nos lugares j annuucia-
dos.
fVfVff.f.VWWt?WfW
? Paulo JawDOUV, dentista francez,*
~recencbegaOo nesla capital, offereces
.f.sou presumo ao pnbiico pura todos os^>
{^m y stores de sua proiissAo, quer extra- ^
? liindo, liuipando e cllumbando os den-4
lcs na tu raes, quer aubstituindo-os por *oulios arliliciats, para o que tem os"*S
*dielboiea apparellms. Pode ser procu-*
**rado a qualquer hora em sua casa, na*
Ulysse Droz, relojoeiro suis-
so. de paspagem por esta praca,
onde tcnciona demorar-se.5 ou 6
mezes stnente, concerta toda e
qualquer qualidade de relogios
e em qualquer estado em que se
achem : assim como tem para ven-
der relogios de ouro e prata dos Compra-se urna banca re-
melhores fabricantes: oa ra daldonda dJacaranda, para meio de
CrW,n. 44, primeiro andar. sala, em meio uso: nesla typo-
para agradecerem aos seus numerosos ami-
go e freguezes a preferencia com que leem
sido por elles honrados, e asseguram-lhes
que nSo pouparflo esforz e diligencia.-
para continuarem a merecer a sua confi-
Compras.
-Aluga-se por mdico preco orna casa
comcommodos para grande familia, com
cacimba, um pequeo sitio com capim pa-
ra um cavallo, no lugar denominado Santa-
ninlia ou Sant'Anna de Dontro 1 a fallar
com l.uiz Gomes Ferreira, uo Mondego, 011
na rus de Apollo, 11. 20, com Antonio de
Morae.s Comes Ferrreira.
Fugio, no mez do selemdro do anno
prximo passado, o pardinho Leornado, de
20 annos pouco mais ou menos, de estatu-
ra baixa, reforcado do corpo; he muito
regrata ; consta andar pelas partes de Ga-
ranhs : quem o pegar leve-o a lypographia
da viuva Boma, que ser generosamente
recompensado.
Chapeos de sol.
Ra do Paaseio, n.
Nesla fabrica ha presentemente um rico
sorlimento destes objectos de todas as co-
res e quididades, tanto de seda como de
panninbo, por procos eommodos; ditos pa-
ra senhora, de bom gosto: estea chapeos
silo fritos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na mesma
casa se acha >gual sorlimento de sedas e
panninbo imitando sedas, para cobrir ar-
magOes servidas : todas estas fazendas ven-
dem-se em poreflo e a retalho : tambem se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto de
hasteas de ferro como de baleia, assim como
umbelas de igrejas : ludo por prego com-
modo.. Na mesma casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de seda, pro-
prios para foitores de engenho, por seren
dos mais lories que se pdem fabricar.
Precisa-se alugar uma escrava que sai-
ba bem engommar e cozinliar o diario de
urna casa : na ra do (Jueimado, n. 14.
0fcOQ< OOOOOOOOOO
<3 ri,,.i.: ___ O
^ruij larga du Ituzatio, u. 36, segundo^
?A#ikAAAA*ttA**AA
- Alugam-se os segundo e terceiro anda-
res por cima do isciiptono do James Crab-
treei Companhia, na roa da Cruz, n. 49: a
tratar no dito escriptoiio.
O Sr. doutor Antonio Jos de Souza
Gomrs, luja de ler a bondad* da vir pagar
O abaixo assignado, a quanlia de 150,109
rs saldo da sua letra vencida a 28 de maio
de 1839, licando V. S. eerlo de que, em
iiuautii n.lu embolgar dita quanlia, lera
satisfagAo d*>er o seu nome nesta Tolda.
F. J. doi Santos.
Fabrica rie obins de folln le
I InnriK s. mu \ovti n. 38, li-
tio ule da t'oneelco.
Nesla bem acreditada fabrica ha conti-
nuadamente), um completo sorlimento d<-
obras de tolda, bem como bacas, hanhei-
r'os, bahs do lodos oa tamandoa, objectos
de aeiviro domestico e para comba, bem
como se fezem todas as obras por prego com
modo, e com perfeigilo.
Novo cetnbeleclmeiito leeotllarla
fina, na roa Nova,- n. 36.
Jos Pradnns. cotilciro-armero, participa
ao respeitivl publico desla cidade, e prio-
ripalmenle a seus freguezes, que mudou o
estsbeleeimento que linda na roa do Hoza-
ro larga para a roa Nova, n. 3(>aay>nfronte a
ierreia da r^csJ^Sc, on"1" achPlln nr~p-
ti a exteular qualquer eneommende de.sua
arle com a maior perfngSo possivcl e prego
mais commodo do que em outra qualquer
parte. O annunciante, leudo receido de
Franca ltimamente um rico sorlimento de
objeclos de su arte, nlio Ido ne possivel
menciona-lo* pela grande quantdada e va-
riedade dos meamos ; mas assevere que tu-
do he o mais fino possivel, e sert patente lu-
do aos compradores e por pregos mol ra-
/.oavois. O annunciante para facilitara bre-
vdade dasencommend'S que se Ihe flxe-,
rer, inandou vir um ollcial de Frange, O
qual ebegou pel tingue Ce.ar, e se acha no
exercicio de aua arte no estabelecimento
cima.
Pradenis, culileiro, previne
ao respeitavel publico, que mudou
ua loja da ra dos Qunrteis, para
a ma Sov, n. 36, uronle da
igreja da Conceicao.
Alnga-se, annualmente uma casa de
sobrado na ra da l'udo, que accommoda
duas familias, e tem vista para a barra: a
ilomosopatbia pura.
~ J. I!. Casiiiiova, facultativo
2 don.io ipatda, da consultas todos os j
** dias uteis, desde s 7 horas da ma- 5?
v* nliiia al as duas da tarde, ra da Ca- g
G deis do Santo-Antonio, n. 22, segn- O
O do andar. Os pobres serflo tratados O
O gratuitamente. Q
Q^OOOOeO OOOO&OOOG
Precsa-se engajar alguns olciars de
caldei'eiro para trahalharem em caldeiras
de vapor, sendo arreliiiadores, ( a que os In-
glezeschamam Bivelers) dando garanta
sua conducta : paga-se o jornal de 3,500 por
dia, e d-se passagem gratuita para o Itio de
Janeiro, onde irflo Irabalhar na oflicina da
companhia brasileira de paquetes de vapur
adverlin lo, rorm, que se depois de all
cbegaiem, rom um mez de experiencia,
provarem incapacidade, serio conduziJos
para aqu igualmente niu pagando rassi-
gem. Qoem estiver nestas circumstancias,
e quizer o dito engajamento. rde dirigir-
seao agente da dita companhia, na ra do
Trapiche, n. 40.
Aluga-se uma c-.sa na povoagito do
Monteiro, fronteira ao oiISo da igreja, do
jado do norte, rom 4 sirias, 6 quaitos, solSo
e cozinha : a tratar no largo do Tergo, n.
31, sobrado de um andar.
-- Mugas o segundo andar c solo do
sobrado, atraz da Matriz da Boa-Vista, n.
26, com eommodos para grande familia : na
mesma rus, n. 22.

BOWMAN t MC. CALI.UM, engenhe-
ros giachinislas i- fundidores de ferro mu-
respeilosamenle annunciam aos Senhores
proprieanos deengenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitavel publico, quo o seu eslahelecimento
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em effeclivo exercicio, e se acha com-
pletamente montado corelanparelhos da pri-
meira qualidade para a fierfell confeccflo
das maiores pecas de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arte, Bowman & Me. Callum
desejam mais partirularmenlo chamar a
atteneflo publica para a sseguintes, por
terem deilas grande sorlimenlojprompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir rom as fabricadas em paiz es-
Irangeiro, tanto em prego como em qua-
lidade da materias primas e mflo d'obra,
a saber:
Machinas de vapor da melhor construcgflo
Moendas de canna para engenhos de lo-
dos os (amarillos, movidas a vapor por agoa
OU animaos.
Bodas d'agoa, moinhos de vento eserra-
ao. -
-mu in jw.-, muGpvuct i*ii a cavaliOS.
Bodas dentadas.
AguildOes, bronzes echumaceiras.
. CavildOcs e parafusos de lodos os lama-
nhos.
Taxas, pares, crivos e boceas de forna-
Iha.
Moinhos de mandioca, movidos a mflo ou
por animaes, e prensas para a.dila.
Chapas de fog.lo e frnos de farinha.
Canos de ferro, torneiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidos a mflo, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchos e macaros.
Prensas dydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades eportes.
Prensas de cop\ar cartas e sellar.
Camas, carros do mflo e arados de ferros,
ele le.
Alm da superioridade das suas obras, j
geralmente recondecida, Bowman & Me.
Callum garante a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezeudos remettidos
pelos senhores que se dignarem d fazer-
Ihesencommenda. provcllssdos cccsslS
graphia, ou annu.icie.
-Compra-se uma mesinha redonda ou
uadrada com lampo de pedra : na ra da
Cadeia, n. 1.
Compra-se um babu grande, em bom
uso, nao sendo caro; e um casal de gneos :
na ruada Praia, n. 2.
= (Tompram-ae Ire pare de caiilhos de
varanda : quem llver auuuncie para ser pro-
curado.
Compram-se apret mocos, de boni-
tas figuras : na ra da Cruzes, n. 30.
Compra-se effeclivamente cobre,
chumbo, zinco, estanho, e toda a qualida-
de de metal velho, nlo sendo forro : na ra
Nova, n. 38.
Compram-se escravos com habilidades:
na ra lerga do Boiario, n. 48, primeiro an-
dar.
Compra-se, para urna encommenda.
na escravo qu seja bomoOlcial de tanoei-
ro : paga-se bem, agradando : na rus da
Moda, n. 7, a tratar com Leopoldo da Costa
Araujo.
Compra-se uma corrente chata para
senhora, com passador, um relogio do ou-
ro pequeo, ou cassoleta que finja relogio,
uma pulseira, um par de brinco^ de du-
rantes : ludo de bom ouro, de bom gosto o
sem feitio : na ra do Livramento, n. 4, ou
annuncie.
Vendas.
C. J. Aatly & Companhia
venden, em seu armazem da ra
Jo Trapiche, n. 3, balan?is de-
cimaes, de 200 aGoo libras ; car-
rinlios de m3o; superior vinho
Je Bordeaux.
-- Vendc-se um carneiro manso a capa-
do : na na do Bangel, n. 51.
Vndese uma carta de pergamiakp,
mandada vir de encommenda do Kio-dj-Ja-
neiro, para bscharel do curso jurdico de
Olinda, eii muito bom papel e com a com-
petente Illa 1 na ra das Cruzes, n. 40.
Xarope do bosque.
CBANDE CUBA.
Nao podendode outra maneira faier mais pu-
blica a ininha gratidao pelo bom resultado que
olitive de em pouco lempo e debiixo aempre
de una m estarn, como a que tem sido estea
ltimos ineies, lempo em que principie! a cu-
r.ir-ine de urna eufermidade bastante gaave
que ja a uiala de nove meiea a aoffria
Urna iinpertineote tosse que fea-uie pastar
bastantes nollea sem quasi poder recoocillaro
tonino ; nao obatante que sempre eatireate em
uso dr remedios nunca pude ver-me livre de
tao ailliciiva uioleaiia. a continuado da toase
aearretou-me outra molestia, que juntaa cau-
lavam-nie lautos soH'riinenlos, tal ponto que
julguei inuitat vcies o falal termo de inluha
existencia, que era na occasiao da tosae vi-
rem-ine vmitos (le tangue ; vendo-ine neasa
triste sttuarao pouco esperanzosa, ouvi fallar,
e fui aconselbado que louiatseo xarope do bos-
que que se vende na ra do Hospicio, 11 40,
nao tive logo muito lesejo de o tomar, quit
primeiro 011 vir o consrllio de nlgum professor,
dirlgt-me a um bem acreditado netta corle,
eapui-lde o estado de minba molestia, ouvio-
nie, edisse-iiie que o meu mal ueceaaitava ter
curado com bastante cuidado, porque era mo-
lestia que de em pouco lempo ae tornara mul-
lo inaia grave, perguntei-llie o que dala do xa-
rope do bosque e serla bom, reipundeu-tne
I in1 fisesse uso delle, pois qncjulgava o inuilo
eouveoiente para ininha cura ; dirigi-me Im-
niediatamenle sobredila cata da ra do Hos-
picio, 11. 40, compre! luna garrafa do dito xa-
rope, assim que cheguei minba casa tomei
uma dze desle sempre precioso remedio, por
mesmo na casa do professor ter deitado em aua
presenta una porfo de sangue, e mullas ve-
zea live osles ataques as ras e em casas de
alguns dos meus amigos que ae aduiiravaiii
como eu anda podia viver com semclbanlc
molestia; continu! a lomar com a gra;a dr
Dos, e o bom clicito que produslo o xarope
do bosque, em ionios de olio dias JA uo dei-
tava mais sangue pela bocea, a toase j era
muito lenos, j poda dormir soflrivelinente,
continu! sempre a usar do xarope, nao preci-
se! mais do que duaa garrafas deste precioso
remedio para ver-me perfeiumente bom tem
o menor Incommodo, e reslabelecido ao meu
anligo estado de sfele do que poucat esperan-
e.is lioli.i da rccuperaco delta, o que agora
posso di/.er srin lisonja, que o xarope do bos-
que be mu insigne remedio contra as moles-
tias do'peito, pois que anlea do uso delle com
nen I111111 dos que lome! achei o menor allirio,
pin i-ni com o xarope do boaque achel o que
julgava perdido, que era luinba sade.
ala ininha declararan fui felfa de minda
muito livre vontade, e offerecida aos Sra. pot-
auldores do xarope do bosque.para ser publica-
da da maneira que lhet convier.para que todas
as pestoaa que tiverein a iufelidade de aolTre-
rom o que eu soB'ri, taberem anude bao de
acbar o allivio de seut malea assim como eu
acbei.
Bio-de-laneiro, >5deoutubro de 1848.Ra
de Mala-Cavallos, D. 164. /. J. Poeil.
Vendc-se na ra doapQuartel, n. 12.
Vende-se uma mesa e duas baooas de
Jacaranda, em bora uso: na ra Augusta,
defronte da casa n. 17.
Vcnde-se, na rtsado Vigario n II, ar-
mazem de Francisco Alves da Cuoha, osse-
guinles gneros, todos de superior quali-
dade, e por menos prego do que em outra
qualquer parte : azetonas em ancoretas, vi-
nho do Porto em barris de differentes l-
mannos, cevada, cal yirgem de Lisba, ar-
cos para pipas e barra, fio porrete. retrox
deSiqueira, cha de San-Paulo, canastraa
com alhos e ditas coto rolhas.
0 Vendem-se superiores chapeos de O
0 casior branco, dos melhores venda 0
Q no mercado, por prego coa modo, a Q
q Independencia, ns. 24,26 e 28. q
Vcnde-se, na ra da praia do Fagundes,
uma porgfio de louga ngleza aortida, e da
ierra, assim como varios gneros de vanda ;
_


7,
Z.....*c<:- ?~-


Au moflernor bom.
Va rundo vendem-se ramhraiag franceaas de cores'
muitn finas e padrCes os mais modernos, a
600 rs. avara ; catnbraias de eordtozinho,
de cores muito grave epadris mludinho,
intituladas princezinas, a 800 n; lencos
"le seda de cores, de muito bom gostoV$#
rs. cada um ;. um completo sortimento de
meias milito linas para meninas de todos os
tamanhos, por pre?o commodo.
A Sun rs. o par.
Vendem-se sapatos do Aracaly, a 800 rs.
o par: no Aterro-da-Boa-Vista, n. 58, loja
ao p da de solleiro.
Vende-se farinha de man-
dioca muito superior, e em sarcos;
potassa em han 'quitinas, por pre-
co commodo : no armazem de Dias
Ferreira, no caes da Alfandrga,
ou na ra do Trapiche, n. 34, ca-
sa de Novaeack Companhia.
Moenda* superiores
Nafundicfiode C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se i yenda tnoendas
do canna, todas de ferro, de um modelo e
rnn.strucc.1o muito superior.
Vlinios lie fciTO.
Na funclic.au da Aurora em S.-Amaro ,
vcnJem-se arados de Trro de diversos mo-
lelos.
-- Veudeiri-seamarras au ferro: na ra
da Sonzalla-Nova, n. 49.
-- Vende-se farinlia de Sanla-Calharina,
muilo superior, a bordo da galeota Sanliiti-
ma-Triniaie, Tundeada junto ao caes do
Collegio.
Cnl e polu-.su.
Vendem-se barris com cal de Lisboa, pe-
lo diminuto preco de 3,000 rs. o barril; di-
tos da mus nova e mais superior potassa do
Hio de-Janeiro, por1 barato preco : na ra
da Caricia do Recife, n. 50.
Fnrlnlin Ir mandioca.
Na ra da Cruz, no Recife, armazem n.
13, o na roa da Cadeia, artr-azt?m de Com-
peli lillio, vende-se Tarinba de mandio-
ca do Cetra, Umita Iva, gomo-osa e de ex-
cedente (rosto, tanto em pequeas como
em grandes porcOes, por pre?o commodo.
-\ lioa |iilada.
N.lo he elogio, porem sim a qualidade,
Huem garante o novo rap Princeza, chegs-
do ltimamente do Rio-de-Janeiro; este
rap, oSo ao naquella provincia tem mere-
cido a aceitadlo (eral, como em nutras soli-
de'* sua boa qualiJade tem sido experi-
mentado, nada deixando a desejar ao mc-
hor fabricante em Lisboa.Os nicos di-, osi-
tos iicsta cnl Mili-, lie na iub do Queimado, n.
25, loja de miuilezas, e na ra da Cadeia-
Velha, ns. 1 e 9, lujas de miutis.
Vende-se, na ra do Mondego, n. 19,
sal de pedra, a 960 rs. Na ra Imperial, n.
i, vende-se Mil de salgar couro, a 500 rs ;
urna canoa para abrir para lijlo ; urna di-
ta em bom estado; 2 encolamentus de ca-
noas, por preco commodo.
Vende-se a taberna de Ni-
colao tiotlrigues da Cuulia, no
pateo do l'erai/o, n. 16, com pon-
eos fundos,e muilo arrguezada a
re tai ho : a tratar na inesma, com
Jote Pereira da Silva.
i.inlia- de novelo.
Vende-se liuha de nvelo de ns. 16, a
120, e do ns. 40, a 120 ; bem como
caixas com o sorlimento de ires nmeros
40, 50e 60, por preso muito commolo : na
ra do Trapiche-Novo, o. 18, primeiro an-
dar.
Vendem-se dous pretos mocos, de
muito boas figuras, o limos para o Iraba-
Uto do campo e da praca ; um dito de 2o
anuos, alto, de muilo linda figura, bom ca-
uoeiru, si'iii falla ; um cabiinha de 10 an-
uos, muito esperto (ara o servico de urna
rasa ; urna eacrava de 20 unios, a meilioi
figura que pode haver, a qnal cozinh, en-
gomo pouco e lava; urna muatiiiha de
14 anuos, imiilo linda, quo cose, engom
di, e amarra o cabello de qualquer scnbo
rn, tudo faz muito bem : na ra do Colle-
gio, ii. 21, primeiro andar, se dir quen
veude.
Um carro.
Yeden-se um carro dequatro rodas com
asseulfs para 4 pessoss, c viriracas para o
invern, o qual esta em muilo bom estado,
e di-ae por preco commodo : para ver, n
rochelrado l.ourenco, na ra de Apollo,
que dir, quem he o proprietario
Lujas de moras. mi Nova. n. 34.
Hdame Rosa Harily, modiala brasileir,
tem a honra de anuunciar a seus freguezes
que, continua a le constantemente um lin-
do e variado sorliu.eiilo de manlelelts e ca-
liolinlics de chainalote preto e gros de na-,
pies furia cores, bem como de fil de seda
itrio, para senboras e para meninas, tem
igualmente completo sortimento de cha;os
de sed* de todas at cores, chai eos de palhii
de Italia abertos e fexados com ricos infei-
les para senhora e meninas, armacOes para
crispos de seda e de crep, e seria para os
mesnnos, bem como todos os preparos para
enfeila-los, veos de seria muiio ricos pa-
ra casamento, franjas | retas, filas, luvas,
metas sapa los rie selim braneo e de couro
de lustro, perfumar ias finas, tilo liso e ci
pe de lodaa as cores. Faz igualmente pela
ultima moda vestidos de casamento, man-
teletes, capotinhos, vestidos de baplisar,
toncados de crin i ca e toda e qualquer obra
de sub prolssfio de rajltto bom gosto, por
presos commodos e con pronutidSo.
Na rus da Cadeia do bairro do llecifd,
no primeiro sudar da casa n. 24, rio Manuel
Antonio da Silva Antones, vende-se um ri-
eosnrliment de chapeos de mllia de Ita-
lia abertos, ramizetaa de cambraia borda-
das, colerinhon, ronietras, manguitos, p-
naos, bicos llnissimos, rics fitas, e outros
ohjeclos de gosto, osquaes so vendem por
inenos.ilo que em outra qualquer parte :
tamben; tuin uiu soiliuieiil geial de fazuu-
das ioglezns.
Veude-se urna eacrava. moca, engom-
ma, cozmna e cose com pcrteicao : ua ra
da Cadeia de 8.-Antonio, no segundo an-
dar, espuina doOuvidor.
Na ra do CaLug, loja do
Duarte, vende-se seda rouxa
io CurCS pata vliaV.
Vende-se a taverna da ra dp^Arago,
n. 14,propris para homem solleiro, por ter
poucos fundos, e o aluguel ser de 7,000 rs. :
a tratar ns mesma Isverna.
Tafxas para engcnbo.
Na fundicfto de ferro ds rus do Brupi,
caba-se de receber um completo sortimen-
to de tai xas de* s 8 palmos de bocea, as
juaos acham-se a venda por preso com-
nodo e com promplido embarcam-se,
u carregsm-seem carros sem despezas ao
omp/ador.
O mala bello gosto.
Vendem-se iqalisimas casemiras, tanto
em gasto como em qualidade : di rus do
Queimado, n.9.
lf lia- cores.
Vendetn-se luvss de seds pars senhora e
homem, de ricas cores e fina fazenda : pa
ra do Queimado, n. 9.
Na taberna de Domingos da Silva Cam-
pos, na rus dss Crozes, n 40, ha bixas llam-
burguezas para vender alugsr, tanto por
junio como s retslho.
Na i na do l.iM'ami rilo. u. 11,
vendem-se sapa tos de duraque franca* pira
senhora,a 1,440rs. o par; bnrzeguins de
fazendas de cores, com biqueira de couro
do lustro, para enancas, a 900 rs. o par.
-- Vende-se cha hysson de superior que-
lidsde, em caixas e meias ditas, e em lotes
a vonlade do comprador ; caixas com velas
de espermacete da mclhor qualidsde : na
ra da Alfandega-Velha, n. 36, escriptorio
de Mslheus Auslinoi Companhia.
Vende-se superior farinha
de mandioca, a mclhor que ba no
mercado, e por mais barato preco
doqueem outra qualquer parte:
a bordo do patacho Nereide, che-
gado de S -Calliarinha, on a tra-
tar com Joaodc Corva I lio l apozo,
ou com Novaes & Companhia, na
ua do Trapiche, n. 34.
Na ra do Calinga, loja do Huirte, ven-
dem-se bolOes de Pedro il ; ditos pars in-
fantina ; ditos prelos e amarellos para ca-
sacas ; ditos de madre-perola ; dilos pan
infeiles de palitos de menino; ditos brin-
cos, amarellos e bronzeados para libr;
ditos nara cavallarii.
Vende-se farinha de msndiocs, de bos
quslidsde, pelo mudico prego de 1,400 rs. s
sacca : no armazem de Ilias Ferreira, no
caes da Al.soriega.
Na ra do Cabug, loja do Duarte, ven-
dem-se franjase re)mies prelos, proprius
psra manteletes ; loucas de Ua para bordar;
meias pintadas psra meninos e meninas
chapos ile merino braneo, a 5,000 rs.
titos de sol, para meninas, a 1,600 rs. ; cas-
licaes de vidro, s 1,400 rs. o par ; sapali-
nbosde l.-i pina meninos, papel dourado e
praleado, lino e ordinario.
Il< iiinilo barato a 400 e lili) rs.
Vendem-se cassas finas francezas, cores
muilo fixss, padrOes miudinhos de muito
l.om gosto, de muilas cores a 400 rs a vara,
dito de superior qualidade,os melhores gos-
tosque lem apiarecirio, a 640 rs. a vara,
chitas muito finas de gostos muito delica-
do a 240 rs. o covario, dito de 4 palmos de
largura a 80 e 320 rs., dilos muito miudi-
nlios escuros a 200 rs. o covsdo : na ra do
Crespo, n 14, loja de Jos Francisco Das.
500 ris.
Vende-se cha hysson de muito boa quali-
dade, pelo pr< i," de 500 rs. a libra : na ra
do Crespo, n. 23.
Foges para co/inha
muito proprius psra sitios e qual-
qualquer lugar aonde ii5o ha cozi-
nlia, por preco commoJo ; ven-
dem-se na ra da Cruz, n. lo,
casa de K Ikmann IrmSoa.
No Alino-ila-Hoa-Vi-ta. n. 7 8,
vendem-se pelles grandes de couro de lus-
tro muito supiior, pelo dm.inulo pre^o de
3,500 rs. ; bem como spalos do Aracaly, a
800 rs. Na mesma loja lambem se vende un
cociro bordado, muito em conta.
Unieticrnve olllclal de pedrelro.
Vende-se um preto mogo, de bonita figu
r, bom i llieial de pedreiro, de bos conduc-
ta ; ums bonita mulalinha de 10 anuos,
prupris para servir de companhia a urna
menina : na ra larga do Ito/ario, n. 48,
primeiro andir
Na ra da Cruz, n. 10,
casa de Klkm un
Irmaos,
vende-se um grande sortimento de
instrumentos de msica, com se-
jain :
Caixas de guerra, e tambores.
Zabumbas e pandeiros.
Arcnade csmpainba, e praloa.
Baixos de harmona, trohoes.
Trompas, pistoes e clarins.
Cornetas, flautas, e planos.
Clarinetas, e requintas.
V loloes.
Y. muitos outros instrumentos.
Au'cnria de Kdwln Ala.
Ra de Apollo, n. 6, armazem de Me. Cal-
moni & Companhia, lazem ver aos Srs. de
engenlio e sos seus correspondentes nesta
piaya, que nusen cslabelecimenlo se acha
c.mslalilemente lioui aoilimeulo de moeli-
nas Indas de ferro para animaes, agoa, etc.;
meias ditas para armar em madeira ; ma-
chinas para vapor com forc/ de 4 cavallos ;
talxas de diHereules modelse de todos os
tamanhos e grossuras, tanto de ferro balido
con,o coado ; espumadeiras, cocos, etc., de
ferruuslaiihadu ; safras para ferreiros : lu-
do uiUilo bom e por barato preyo.
Vendem-se saccas com farinha de man-
liura de 1,809 a 2,600 rs. ; aigos.com bala-
tas, caixas com cliorulos,(saccas com rai-
[hO: lll**S e STre eOB Ce.a e uilladu.
fumo em palh grasa ingleza, barricas com
potassa, garrafes com ervilhas, rsp Paulo
Corriciro e cha nacional em c.nxlnhasrie4
20 libras muilo supiior, ludo por prerjos
Vaode-se por muito commodo prqco,
ums rics ecretsris com eitntes p81- ""
vros, bssUnte grsnrie. propris psra ado-
gado, sendo de iroarello e ainda nova ;s-
sim como, seis esdeirss e duss mestobss
de sbrir : ns rus estreiti do Rozno, n.
28, ultimo andar, das 2 bons di tarde em
iliante.
-- VenJc-se-uma loalhs de lavarinlo, ban-
do urna pequens parte de panno no meio,
he de bretanhs de linbo, ou de esguiflo fino,
obra muito bem feita, e o lavarinlo he de
modelo muito moderno, por PJMo commo*
do : no Becco-Largo, n. ltaaJegando andar,
de manhfil it is 9 horas, dat 3 as 5 la
tarde.
-Vende-so urna mulatinha da 16 annos,
de bonili figura, que cozinha o diario de
urna casa, engommr. liso, faz lavarinlo e
renda, maros, acose qualquer costura, pro-
piia para mucama de urna casa : o mi.tivo
por qus se vende se dir ao comprador na
rus do Quemsdo, n. 14, se dir quem
vende.
Vendem-se, na ruido Livrsmento, n.
10, cortes decasemirs azul, a 6,500 rs.; di-
las de cores, a 6,500 rs.; ditas mullo finas,
5,000 rs. ; ditas pretas, a 6,00 rs. ; eoutras
muilas fazendas por preco commodo.
Que prrlilneha :
Potes de bsnha frinceza a 100 rs.
vrndem-se potes de bsuha franceza, com
muito I om ebeiro, a 100 rs e em duzia a
1,000 rs. : no Aterro-da-Roa-Vista, n. 48,
poisbemoito pouquinho : venham fregue-
zes, que nSo chegs s todos.
Charutos de Havaiin,
de superior qualidade : vendem-
se na ra da Cruz, n. 10, casa de
Kalkmann Irmaos.
Na ra do Cabugi, loja do Duarte, ven-
dem-se trinas, volantes, gslOes, espegui-
llias e re tulas, proprias para armadores, por
preco mais commodo do que era outra qual
puer parte.
I'rc/.iilito* do porto.
de superior qualidsde, a 8,000 rs". *,Urpba :
vendem-se no armazem de Joiquim da
Silv liOpn.'ns rusdsMadre-.le-Deus.
l'ano de llnliodo porto.
mro nojfles s preca muito cummodo: ven-
de-seno armazem do A.V. da Silva Barroca,
na ra Vendem-se relogios de ou-
ro e prata, patente inglez ; na ra
da'enzalla-Nora, n. 4a.
Burras Te ferro.
de muito bos qualidade, e com segredo pe-
ra as abrir : vendem-se ns rus ds Cruz,, n.
10, cass de Kalkmann Irmaos.
Viulio de linrdr.iii.x :
vende-se na ra da (.ruz, n. to,
casa de Kalkmann Irmaos.
1ff*ftf*fffff*f**t
*Depoitoda lbrica de
lodosos Santos, na *
llaha. 1
de
do
de
9- Vende-se, em cssa de Domingos Al--*
ves Matheus, ,ns ra da Cruz, n. 52,*
s>pnmeiro audr, ajgodflo trancado da-^
*quella fabrica, muito pronrio para sac-S?
Xcos e roups de escravos ; bem como^
Jlio proprio para redes de pescare pa-^-,
*vios para velas, por pceco cossmorio.^
IA AoUiUA A AAA4 At
Vendem-se 5 spolices dotbeatro d'Apol-
lo, das primeirss s que dito Inostro se scha
hypoilacado, importando com o premio de
meio por cento em oitocenlose tsnlos mi|
rs. : dSo-se por seisceiilos mil rs : na ra
da Aurora, o. 4. .
** fM MWWWI t>f
ti Vendem-se superiores, rbapo de 9
castor genovezes, com pello sem el- *
le, de copa baixa e aba pequea, {#
por preco com nodo : na prs^s da In- *
dependencia, ns. 24, 2C e 28.
fJaVAtffrtfO^***^^^*
Vende-stPXma esersvacom muilo bom
cite, prupria pua criar : na rul di Aurori,
n. 50.
Batatas.
Vendem-se superior bststas : nos ar-
mazensdeOouveis & Diss, e de Diss Fer-
reira, no eses da Alfanilega.e na ra da Ca-
riuia riuKecife, aop da botica.
( linnatitft de Siui-1'elix.
i! ua alo Queimado, n. '>
Cbegaram OS lerdadeiros eharulos de S.-
Ftlix, vendem-se ds rus dp Queimsdo,
0.9
CJ^0000009d00Q.Q0000
O Na loja do sobrado amarillo, nos O
O qualro-cauloads rus do Queimado, Q
q de seda com llores borMras, !'
i-O
9
_ di Oes muilo modernos, a 7,000 rs. ; q
X ditos .luilo superiores em qualida- ,
i dee goStoC que por ahi intitulam _
X douralinas),s 14,000e 16,000 rs. o X
X curte; graaatiuhas da Seda para se- j>
5 nhora, a 1,000 rs. ; luvas de pellica
O para as mesmas, 800 rs. e multo JjJ
O superiores, cor do canna, a l;600 rs. g
O lencos de garca, s 1,440 rs. ; ditos O
9 com Dures bordadas, a 2.500 rs. ; e Q
O outrss fiendsspor piecosrssosvei*
Vende-so ums rica mobilis psra qual-
quer casa de familia, e como o dono est
para relirsr-se par lora da provincia ven-
de-! por pieco commodo, a saber ludo de
Jacaranda : quem, a preleuder, dirija-se
ra do Codorniz, a. 8, que faz esquina pa-
ra i ra da Muda.
Na la do Cabuga, loja rio Duarte, ven-
dem-se quadros de santos com moldurss
douradas, a 500, 600 e 800 rs.; calungas ds
vidro de diversa qualiriajes; trinca de
Ifii para eufeiles de vestidos ; gravatinlias
drtselnn; e eufeiles de vestidos psra se-
nhora,
-- Vende-se urna preta de 28 annos, por
prego commodo, porser para pagamento :
na ra de Moras, il- 48, sobrado, se dir
quem vende.
--Vende-se urna Uveras sita na ra Im-
perial, n 43. com muitos commodos para
familia, bem afreguezada, e com fundos do
1:000,000 de rs. pouco mais u menos ; s
tratar na mesma taverna
VcnJe-se um lindo moleque, proprio
conducta se alian-
Arados e f. rro.
Vendem-se arados de ferro
differenles modelos : na ra
Brum.ns. 6, 8 e io, fabrica
machinas e undicSo de ferro.
Bombas de ferro.
' Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba,:
na ra do Bruui, ns. 6, 8 e io,
fondco de ferro.
Deposito de patasca e cal.
Vende-se muit- nova e superior potassa
ecal virgem de Lisboa, em pedra : tudo em
birris pequeos de 4 arrobas, por preco n-
soavel: ni ra di Cadeia do Recife, n. 13,
armazem.
Farinha de Tapuy.
ig'ialmenle em sibor, flnuri e cor de Mu-
ribeca, propria para mess : vende-se na
ra ds Cruz, no Recife, irmizem n. 13.
- Vendem-se,na rus ds Mocda, armizem
n. 15, meiai birricis com esl virgem de
Lisboa, s msis novs que bs no meresdo, por
preco commodo.
I'echfucbas novas.
\u ra do QuelmodOi n. 17.
vendem-se chapeos de sol. de seds preta a
5,000 ; ditos de pumo rom asteas de balis,
a 2,000 rs. ; gangas trancadas de listras e
quadros de cures, fazenda que parece linbo,
500 rs. o covsdo ; merino preto lino de duss
largurss, s 2,400 rs ; casemireta prela e da
cOr, propria psra calcas e palitos de homem
e meninos, si, 000 rs o covsdo; cortes de
colletes de velludo lavrado de cores e de
linbo e seds, s 1,600 rs.; miotss de sotim
preto pars grvala, s 800 rs. cada ums e
outras fazendas por barato prego.
9G0QQOO9Q Q00Q00300
Novo melhodo o
prslicoe Iheorico ds*j
Mogos franceza, por**
A. Burgsin, porW
5,000 rs. : vende-seW
ns praca do Corpo-O
CSanto, n 2, primeiro indar. 0
3OOOOOO09OG
Vi'iiliaiu ver para ver.
Snperior cera de camaba em porcSo, e a
retalho, por menos ftre(o do qufl em outra
qualquer parle : no Aterro ds itoa-Vista.
jit o barato enusa admlracio !
Istoacontece na ra do Crespo,
n. 6, loja ao p do lampeSo
Vrndem-se cassa-ehitas do muito bom
oslo, s 240 rs.; cortes da ditas do melhor
costo que teem sppsrecido, s 2400 rs.; chi-
tas finas deboss tintas, s 160 e 180 n. o
covido ; riscido americano, a 140 e-160 rs.;
dito trsncsdo, i 180 e 200 rs.; ilgodSo
mesclado, s 200 rs. ; zusrle szol com 5 pal-
mos, a 200 rs. ; dito de cores, s 200 rs.;
cssss prela pan lulo, a 120 rs. o covsdo ;
cortes de fuslSo muito boas, a >M rs.; cha-
les de liria tina, a 340 e 1,280 rs.; coberto-
res de algoriSo de cor, muito encorpados
proprioft psra escravos por serem muito
quentes, s 610 rs.} alpaca preti de corrido,
com 7 palmos de largura, i 1,280 rs. ; rrs-
esdos de puro lioho, s 240 o 360 rs. o co-
vido.
Truvcssii da Madre-de-Deos, r-
iiia/.iiii. n. 5,
vende-se espirito da daiho de 37 graos ; vl-
nho de caj superior ; cha mate de Parana-
gu.;e todasss maisqualilades de espiri-
tos, por preco commodo.
Vende-se, o permuta se por escravos
robustos, pera o servido de esmpo, o sobra-
do de um andar n. 49, Silo na rus do Im-
perial, canto da Irsveisa do Lima I nesta
la typugraphia se din quem vende.
|t?*Rap Pj|fo Cordeiro -.^j
venrie-se na ra diCadea do Itecife, n. 51,
loja defazeodas/de Joo da Cunes Hsga-
Ibaes. ^|^Z
Vende-se urna preta da 26 a 30 annos,
que cozioma o diario de ums Ciss, e lava :
na rdl loperial, 0. 37.
travesss de S.-Jos, o. 1, vendem-
clilcaras modernas, pintadas e sem azas,
I 100 rs. o casal.
,-- Veude-se um excellente braco de ba-
tanea, com as competentes conchas e cor-
reles, muilo propria psrs armazem rio as-
sucar: ua rui do Trapiclie-.Novo. n. 18,
primeiro andar,
-'Vendem-se saccas com farinha de min-
dioca, a 1,800 rs. ; ditas de arroz de cases,
s 2,400 rs.: no caes ds Alfsndegi, n. t,
primeiro armazem defronte da escariinha.
*###
% Vendems" os msis superiores e ver- ;<
t> dadelros chapeos do Chile vends (ft
a> no mercado, de alia pequea e copa ?
J) baixa, por mdico preco, em porcBo %
9 e relilbo ; dilos de ilalia, de copa 8)
8 baixa eiba pccjoeua, dos msis liops %
venda no meresdo, muilo sups'rio- #
a) res e moderno.; dilos de seds, frsn-
cezes, por mdico preco : ns prata i
le srvoredos: ni Ponle-de-Uchi, sitio de
Joo Carroll.
Vende-se ums bonits criouli, de 17
annos, que faz lavarinlo, cozinha, engom-
is, ou troca-se por outra que seiba vender
razendbs: na roa do Qaldeireiro, n. 46, por
JetrsdosMartyrios.
-- Na ra do Cabug, loja do Duirte, ven-
dem-se tesouris para barbeiro, alfaiito,
de costura e pira unhas, fabricadas pelo
melhor cutileiro de Cuimirles; caivetes
8oos;espiviiadores de casquinha ; chum-
beirss de dous canos, polvarinhos o frascos
com seu copo ; espoletas;bandejas do 6 ato
24 Ipollegadas; candietros pan escadi, a
1,000 rs. ; chicotes inglezes para carro, a
4,000 rs. ; panno de oleado de bom gosto ;
luvas de algodfio para montiris, a 200 rs. o
r ; chtruteirss linas; e chipos pin me-
linos.
Para os Srs. alfaiates.
Vende-se etoupa pira inlertelas, 180,
120 e 160 rs.; pecas de midapolSo, a 2,500
rs.; chitas Com varis de chuvs, a 100 rs.
envodo, e algodesinho muito lago, lim-
poemuito tapado proprio pars toalhas, a
180 rs. : ns ra larga do Ttozario, n. 48, pri-
meiro andar.
-- Vende-se um rustro com olio luzes e 2
cndenos do gaz em muito bom estado e
por preco commodo: na ra Bella, n. 18.
Vendem-se queijos londrioos, e pre-
suntos psrs fiambre, ltimamente chegados
da Liverpool; bem como verniz Tranco e
preto ; e diversos outros objeclos : ni ra
do Trapiche, n. 34, armazem de HaymonJ
(* Cocjpanbia.
- Veadem-se cem apolicdda companhia
do Heberibe, todas ou em porcOec menores ;
na luja de Ignacio Jos ds Silva, junto ao
reo de Santo-Antonio, no eteriptorio di
companhia, e 00 do caixi da mesma 10 dir
quem vende.
Vende-se urna preta natural "do sertflo,
moca, sem achaques, e que cose, engom-
an e faz renda : na ra da Cruz, n. 13, ar-
mazem. Ailverte-se que he chegada do (loa-
r no vapor Bakiana.
.. Vende-se um grande sitio com casa
de (aips soffrivel, muito igridivel pela boa
localliriade em yueesl enllocado, e pelas
immensidades de frucleiras que tem, M
quies pela sus grande abundancia seria fas-
tidioso enumralas, a Vista he pie se po-
llera julgar; sssim como suas bonitas bsixas
comeaplmde ranla, podendo sustentar 2
cavallos annualmenle, e pasto pan 3 ou l
viccas : este sitio be ns povoacSo do Mon-
teiro, entrando no.becco do Quiabo ale a
ladeira do Mudo, coiilinanJo com o di 1).
Calharina de Medeiros : quem O pretender,
dirija-ce ra da ConceicBo di Boa-Vista,
n. 9. Na mesma casi lambem se vendem
diversas ferrsgens de engenbo, muito em
conta. come sejam : agiiilbOes dos lados,
por 200,000 rs. cada um, ditos de varar, por
50,000 rs. .carretas, 1 or 12,000 rs : ludo
muilo barato por ser resto e para so aca-
llar ; urna rica estante de jaciranri para
msica, por 12,000'is.; igualmente Tilias
msicas bonitas para piano, a o Bom-
Tempo.
f, da Indepen lencia, ns 24, 26 e 28.
Ubran socialistas.
As ideits (oculistas dehatem-se baje no
mundo inteiro; e seria vergonha Ignorar
--j;. d??l? rJla a niim v|w no
actuf I sculo. Ellas tanto inleressam ao ho-
mem de estado e so publicista, como 10
jurisconsulto, 10 commeiciinte, ao homem
di irte, e it 10 simples homem do povo.
As s-ga1ntes publicscOes deste genero es-
tilo vends, na loja de I 1. Lody, na ra
larga do Kozaila:
Ch. Fourier, obras completas, cm 4 v.
Pellarin, vida e doulrina de Ch. Fourier,
1 volume.
As nova transaccOes sociaes, religiosas e
scientifleas de Virtomnius, 1 v.
Tres grandes discuraos socialistas, pro-
nunciados na casa da municipalidade de P-
is, por UM. Main, Consideran! e D'lzeV
Kuier, I v.
Meiiny e slwald, estudo sobre estas
Juascolooiss.igricolas, por F. Csntigrel,
I vniume.
' Daiolilica geral, edopipet que a Frin-
ga iflllaiila iii .Opa, pOr V. ConSiric-
rant V I
- Vende-se um esenvo pardo, de 14 sn-i
3os.sem vicios : nos Afogidos, no pateo.'
a Paz, il 21.
{
Kscravos Fugidos.
Hllcumnio7os77i\r^^^ ......
Ido Kcoife, 11. 64. 10 p uu arco di Con-lca,: omotivopor que se venda se dir 10I 1 Vendem-se pus de limao, Israoja, fruc-
I11 n.rmal n. 5?. lfb_l!A ....nlV nulfua mnllaa aulia-iaul
ver^nu.
4 "Sg.ooo rs, de gratifiraSo
a qiK-m pegar a prela Mara Joaquina, de 30.a
40 anuo,, que fugio no da II de abril, de na-
ca Congo, baixa, gorda, cor retinta, bexlgoaa,
olhoa pequenoa ; icui em una das facca um
signa) de carne ; he bastante ardiloaa, por liso
He capai de illudir cjnalquer peaaoa que a nao
eonhrya ; ubr lodaa aa povoacoei da provin-
cia, |.or ter andada a vender miudrzaa prlu
mato com una crioula de noine 'ellcidade. de
quem fol eacrava ; talre aua faga aode enco-
be ra com o ncgi.cio de vebder iniudrua, pois
JA de outra vez que fugio a qual foi pegada no
terraa doengeoilo S.-Anoa, andava vrndendo
aa,e aaalm mala cuitosa de ser pegada. Boga-
se SI autoridades pollciaei capitea de cam-
po, que a apprehendam e leveua-aa a ra da*
Qunela, n. 29 ou na praca da Independen-
cia, n. 17.
100,000 rs. de gratiOcacSo.
No dia primeiro de agosto prximo pss-
esdo, fugio, do engenho Pirapama, o cibra
Francisco, que representa ler 18 annos, de
estatura regular, elisio do cort.o, cara re-
donda, com algumas lequanas marcas da
pannos; tem falla de denles na trente do
queixo superior: este escravo fui compra-
do ao Sr. Antonio Gomes Pereirs, morador
ao Sobral, que o vendru nesta praca no dia
22 do referido mez ; levou um surrfi om
slguma roupaerede; lo i vi
e camisa de riscado azul, e 4'
ro : quem o pegir leve-o 10 di Bio,
que ser gratificado.
Fugio. no dia 8 para f do corrala, o
escravo Msnoel, do engenho S.-l'aulo, fre-
quezia dos Afogados ; he ds esterara raga-
lar, um pouco corpolenlo, pelle bem prela,
rosto liso, e um pouco arrendado, diales
limados filli g'ossi, porm expressiva.;
foi visto neetc oidade trcjindo caltas ccacs
de slgodSo e camisa branoa sigum '*ai4Va|K
ja, echuo de rilhi deabis largas: quCO)
o pegarJee-o io dito engenho, que ser
bem recompensado.
Fugu>, o preto Antonio, cari redonda,
com passi piolho aparado, (alie muilo bam,
e he cozinheiru : quem o pagar Icve-o so
sitio cajuciro, que sari g rali irado.
100.000 rs. de gratifleaco.
Fugiram, no dia 12 do correte, O cibr
llaphael, alio, tecco, (oslo cliupido, Usa
rnuit'J "s"!:?!?? *^ m*s-vfsj*' at>b" ft?r-
dentrn, com fall dedeatos ni fronte f Ma-
ris Threza, grossa, feia de Cira, reprsenla
ler 25 innoa pouco maia eumenos, com fal-
l do denles na frente ; foi comprarla nesta
cidade ao Sr. Antonio llicarrio do Hc^Hcf
o cabra comprado so Sr. I.uiz AntonuVde
Siqueira : quem os pegsr leve-os rus da
Concordia, casa do Sr. Cera I Jo Corris Li-
is, ou no engenho l'sreira, on Jaboa-
tfto, quen cebera a graliucaco a cima.
lugio, no dia primeiro de igoalo pr-
ximo pascado, o preto Gabriel, de nacto, de
30 e tantos annos, de estatun mediana,
bem ladino, falla bem, Instante barbado ;
tem una cicatiiz junto au lurn ^^HP*r~
na direila ; lem o cosh
beca quando falla, go-
rrn ha pouco do lliu-d rea-
misa de aadapolSo, calcas de risecar lis-
oadi furtou iwm trooM eda ievivi al-
gumas caicas, COeiu uo pala mnttal
ohjeclos: quem o pegsr leve-o i roa di
Cania do Recife,o. 21,quo ser goneross-
eieule gratificado.
mmmmmmmmmmmmmm
Tve. um,r. H'na. 1850


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