Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07010


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Full Text

/InnvXXVI
Sexf a-fe ira
rABTIDAl DO* COBBXIOS.
Goianna e Parabiba, aegundaa eiextai felras.
Rlo-Grande-dn-Nor te, quious felra* ao me io-
dla.
Cabo, SerinhSrm, Rio-Formoso, Porto-Calvu
je Macelo, do1., a 11, e 21 decadamei.
Gafrraburu e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vil e Plore, a 13 e 28.
actorla, s quintal felra*.
inda, lodo* o dial.
Kova. a ti. ai 3 h. e0 rn. da id,
Creac. a 13, i 0 b. e I m. da in.
Chela. a2l,il0o.e2tm. da m.
Miof. a 28, i 7 h. e 33 m. da I.
mimi Bl oj.
Prlmelra al 10 liorai e 5f minutos da manhaa.
Segunda ai 11 huras e 18 minutoi da tarde.
tj Setembro de 1850.
N. *
WKTQO* da Daonipi.o.
Por tres inriel (Uta*tado$) 4/000
Por leame* 8/000
Por um anraV: 15/U00
BIAS DA IHf
9 Seg. S. Sergio. Aud. doJ.'doi orf. e m. dal.v.
10 Tere. S. Nicalo de Volenllno, Aud. do chae,
doJ.l.dav.
do clv. e do doi feitoi da hienda.
(I Quart. S. Theodoria. Aud do I, da 2. v. do civel.
12 Qulot S. Aula. Aud. do J. doi orf. e do m.
dal.r.
13 Sen. S. Fllippe. Aud. doJ. dal. t. do clv.
e do doi feiioi da fazenda.
14 Sah. S. Materno.
15 Uoni. O A'S Nome de Mara.
CAMBIOS KM 11 DI aKTE&BKO.
'sobreLondrei. 28 l.por l/9fc BOd'a.
. Parii, 346.
Llboa, 100 por cento.
0r..-Onta* haapanhoei.........29/000 a 284*00
oda. t6/400velh... 6/500 a 16709
de6/400ora. "V'OO a 161200
. de 4/000........... 9'100 VQSP
/>r*lr*.-PaUc8e. braallelro*...... -CS2 !
Peoi columnarioi....... J/wO a I#H
Ditos ineilcanoi........... s/m W
se

EXTERIOR.
casa hos communs oe Inglaterra.
Eccame da poltica ezttrna do governo.
(Cootinuacflo do n. 205.)
tord /Vfrraarifea'cnnllnusndo): ~ Pnssarei
agora a examinaros casos que tem sido aqu
presentado, e principian-i por aquella que
ao meo ver deve prmeiro ofTercccr-se no
e'pInfolTB'lrnl Itiglez, istolle, o insolto fei-
lo pela prisflo da trlpolaeAo do bote do na-
vio de guerra Fantome, pertenrente a S. M.
Em outros tenipoi, genliores, quanto um
hornero aspirivi a urna situicflo publica,
julgiva do leu dever ymgar a honra da ma-
rinlia brilannica, mas esses lempos filo j
pssados. ( A potados e ndo apoiarlot. I [lisi-
le iqui que, no oso que eslou examinando,
apena* algn* marinheiros fram lirados
de um bote por varios homens armados, e
levados a casa da guarda ; porm que sendo
logo postos em liberdade, nSo liara rasSo
para quo nos inquietassemos por isso. Por
venlura pedimos) por caula ileste insulto al-
guma cuusa exlraor linaria e desarrasoada ?
Mo, O que pedimos fol apenas urna apolo
gia Nunca me persuad, snliores, quehou-
vesae em. Inglaterra homens pblicos que
ppnsassem que pedir reparaijflo pela prisflo
arbitraria e injustificavel de um ollicial e de
marinjieiros inglezes que eslavam cumprn-
do com seus deveres, era fater exigencias
duvidosasem su* natura** e exageradas
em sua importancia a ; mas inlilizmente
engmei-mo. (Applaaius. J
Pira que o caso posa ser liem e devida.
mente apreciado, passirei a rcferi-lo cir-
cumatanciadamenle.
nibo do rice-consul tendo ido bordo
do fimome, vollou para trra em um bote
com o arraes, o qual nao contente com ter
poiio n mancebo silo e salvo sobre n caes,
acompauhou-o al casa de aeu pai. Acon-
teceu, porm, que regressando para o caes
este individuo fosse preso por urna patru-
Iha grega, a qual penetrando no bote e
adiando os marinheiros desarmados come-
cou a ballos com o couce de auas espin-
gardas at que ferio a um delles. NSo sa-
iisfeita com isso a palmilla grega pcendeu
os marinheiros e levou-os para casa da
guarda, mas depois de ilgum temoo elles
fram solt* por intervencflo do vice-con-
nul, a vollarimpara o Seu nav.o O gover.
do grego querendo deteulpar este procedi-
mentod* palrulha, disse que ella se tinbs
penuadido que o bote pertencia ao navio
Spi/ire, que fdra visto desembarcando re-
beldes, um dos quaes, rapaz djgaV anuos, se
tinhi escapada para a rasa de aeu pai 0
Tacto em que esta deaculpa se fu la tinlia
tido lugar pouco lempo antes em conse
queocia do estado desorganisido <1i Grecia,
estado intei'amente devido ios actos do go-
verno ; porquanlo em vez de punir oa sal-
teadores elle os a
do-seat queos proprios agentes policiaes
tomam parle di pilhagoni. Todava isso nflo
pasaa de urna supposicfio, mas o que he fer-
io lie que os salleaduics Sflu seinp-e perdoa-
do, atal he o acorocoamelo que isso Ihes
da que andam em liando*armailos, e algu-
na* vezes alicam e oecuem ciilades. Um
caso desta especie leve lugar a respeilo de
Paira*. Merendili, o ebefa de um bando de
salteadores, atacou Pairas o governador
linlii i la disposicAo ama fofea armada,
porm ou porque resolvis* seguir oexem-
plodado pelo gnverno de condescender com
es salleailores, ou porque julgaase que a
descripcSo lie s lucidor parle do valor, fu-
gio, e deiiou a ciJade merc dos ban
didos.
O* habitantes vendo-se desamparados por
eua prolectores intuaos, recorrern) ao
urpo consular eslraugciio, e pedir ni-I lies
que intercedesasm por elle*, etessem al-
gn) arraiijimento com o* salteadores A'
inlercessSo dus .principis habitantes de
Pairas, o cnsul inglez enlrou com elTeito
em negociaeflo coui o chefo dos bandidos,
oqual conseiilioein nu inelter a cidade a
saeco aolre a condicSo de llie ser paga certa
omina de dinherro, a de ser elle retirado da
cidade *3o e salvo por um dos navios de
guarra inglezes. ( ApoUdot e ritadat. ) O po-
vo de Pairas licou sslisfeilo com esle arran-
jamento, o deposjluu o diulieiry exigiilo pa-
lus salteados as muus do vice-consul bri-
tnico.
Merendili encaminliava-se para o caes
alioi de embarrar- se, quando o governador,
o qual lli ha fgido do perigo, avancando
enlflo corajosanienle cow subs tropas, pro-
-eurbu atacar a retaguarda do> bandidos e
prender alguns antes que podessem embar-
car. Nosso* ofliciaea lolavia disseram-lli :
NSo ; nflo ha smenle benra entre o* la-
iiOtS* ''* lambem honra para com oa la-
drda. ( /Cao. ) l'ediram-nos que liiessemos
uaMrranjmenlo coa esle hornero ; demos
Iheanotsa palavra ; portanto a cumprire-
mos { nos protegeremos esle honren) e todo
o seu bando. ( Apoiailoi t ruadas. ',
0 bandido fui coui eiTeito protegido e par-
lio com o resgale pago pelos habitantes da
Cidade, o qual peta negociado foi reduzi-
doa quasi melade da quaiilia originalmen-
te pedida. Koi este o tarto allegado, quan-
do as autoridades gregas disseram.que a
Eatrulba ae persuadir que a Inpolacfio -rio
ote por ella presa linha eelado desembar-
cando rebeldi s do Spi/fire. Gertamenle nSo
be necesurio que o govorno se defanda amr
terexigido urna aiologia por um insulto
feloi niarinha britnica. \Apoiado$.) Sou
levado s crer que os governos dos outros
palies lerlam adoptado era cnouuistancias
DciTiDiuikc, ivuiuai iiio rigOs.
Piassrei sgors so ceso dos Jonios que f-
ram roubadoi na alfandega. Ooflicial
commandante da guarda disse-lha* que en-
trassem, mais quando elles entraram fram
roubados. Os indivi I nos que os rotilnrem
stavirn vestidos como soldados, todava
disse-se que eram bandidos. 0 comman-
dante ra guarda deClarou que linha silo
balido pnlnladro>3, e queestj*brigaram-
uo a dizer eos Jonios que esiltajaeni na al-
fandega, entretanto unv ae4U*lrego que
tnstava fra da alfandega no foi roubado
Pora atrsiird> comparar um caso desti aspe
ci cot o de viajantes atacados por sillea-
dores aoalravessarem um paiz, Anda S'ip-
pon lo-se que o governo grego n3 nivente Com os.salteadores, logo que os es-
trangeiros, sendo alrahidos alfandega por
um de seos offlciaes, fram ahi espancados
e roubados, elle he responsavel por ludo
Todava dlsse-se que era csse um caso no
qual os infelizes bsrqueiros jonios devism
racorrersleis. Noam exigencia a este res
peilo foi moderada ; nos nada exigimos pe-
a ndignidade e injuria qno >>s birqueiros
soffrerarn ; exigimos simplosmento a som-
nia que Ibes foi reaibada.
Tratarei agora do caso dos dous Jonios
que mu innocentemente, com elles ima-
ginavam, omaram com bandairas as mise-
ra veis casas em quavendiam seui insigni-
canles arligos. Alguma liscussSo tem ha-
vido acerca do desacato fcito a bandeira bri-
tnica ; masposloqueaquest.il) nSo fusse
salisfactoriaiiienlotipllcila, creioque n.lo
>levnmos insistir mais sobre ella. Sa isso
fosse ludo, eu nada mais dira, po'mos
Ionios fram presos, algemados, torturados
e levados nesle estado pela cida le at a ca-
deia. Ora, perguntou-se aqu, como pode-
riam elles ir ler cadaia snlo pastando
pelss ras da cidade ? He verdade que elles
nSo podiam ir ter i cadeis seno passsndo
por eertas ras da cidade, aorAm nrlo hsvia
necessi lad* de passsrem por tota, Elles
fra n lvalos por via de insulto pelas reas
ile Pairas. Disse-se lambem queaappKta-
c i da tortura nSo linha posto perigo a vida
ilus Ionios; queseassim fosse onlflo elles
leriam direiluaumi compencaco, porm
que pela applicaclo de urna pequea torto-
ra, isso smenle durante um agradare)
passeio nocturno, nSo hava rasSo para t\
querer-se nenhuma compensaQo. (Rita.) O
governo, senhores, pansa de modq difrVren-
te, e por issujulgou nccesssrlo exigir nes4
te cas i a mdica eo
para eada um dos
Vem agora o caso dos dous homens, que
adiando suas casas Infestadas por insectos
desagradaveis, julgaram nielhor dormir
as ras; masque sendo presos pela polica
a levadosa presenca de urna autordade,es-
ta o* manJou acoutarperanteas pessoasque
leposeram sobre o facto. Que direito ti
nliain as autoridades gregas para mandar
af otilar estes lionies, u.lo (rilo elles com-
nettido iienliuin crime, nSo lendo sido pro-
mnistis e perds. suppon-CCiS,Jo* "ein cendemnados P ( Apaiadoi. )
Nesle caso lambem urna compensadlo foi
exigida.
I'assarei agorj^so caso de Mr. Fnlay.
Disse-se q-ie este sanhor, heoscoez, que
elle csi-cculava em Ierras, as quaes coin-
prava por baixo prego, para vender Jepois
o mais caro que' po lia. Sua ta^ra foi lo-
mada peto re da Greda, para seu servico
particular. Ninguem negar qui he con
veniente que o soberano ds Grecia livesss
um palacio, e que sen lo necassario para
uso tomar o Urreno pertencenta a Ur. Fn-
lay, o podia fazr r. Tudo quanto Mr. Finlav
tiiiha dfeilo4)e exigir era o pagamento de
valor do dilolerreno. Disse-se tjua essi-
onhor, linha comprado o Iotiio muitrvba-
ralo, masque tinham com isso as aulori
dades gregas ? Sua obrigacilu era pagar n
Mr. I-rulay, o que o terreno valia na lem-
po em qnTo (omaram. A conducta do go-
verno grego no caso de Mr. Finlay, fol mui
diiTereiile da de Frelarico. o grande para
com um dos seus subditos, posto qua de
humilde condicSo. Esto homem recusou
vender ao seu soberano, um pequeo terre-
no no qual tinha um mohno de vento, nflo
obstante saber que era elle neceisario pa-
ra o complemento de um plano magnifico
da urna resitencia para o mona-cha. O
caso que tere lugar na Russia, fui mui dif-
erente do que acconteceu na Grecia. O re
da Prussis, posto que vencedor no campo,
e monarcha absoluto de um grande paiii
respeitou os direilos de sau subdito, e nSo
s deixou em p o lonumento da Inde-
pendencia do mesmo no meio dos mus Ur
renos ormdos, senlo at rostumava ruus-
tra-ln com orgulho, sentindo que se elle
ara grande e po leroso, pelo menos sabia
espeitar os direilos dos mais humildes. (-4-
poiad'.i). Por espseo de 14 sonos esteve Mr.
Fio la y no desernbolco do valor de seu ter-
reno.por no ter querido acceltar o que Ibe
linha arbitrado, o qual elle consderava de-
masiadamenle biixo. Em 1813 rebentou
urna revoluto. Al es*e lempo, o governo
reg linha sido absoluto, por nflo ter que-
rido o re debaixo das pircumnlai.cias que
j menrionei oulhe*j#. una consliiuicSo
..os seus subditos. Em 1842 a paciencia dos
gregos eibauno-se. Eflfsse levantaraui em
Alhenas, e oxtorquiram pela forca aquillo
que era recusado raaSo, Quando l cous-
tiluicflo foi outborgads, istabelecer*m-*e
irrbunaes, os quies todivia nSo tinham a
independencia necessaria, porquanlo, Os
juiz-s estavam sujeiloe n3u somante a
ser deinitlidos S vottado do soberano, se-
".1o lanjjwef a ser removidos; foi s em
1843 qa rruve tribuuaes, aos quaes Mr.
I inlay jMik ter recorrido, j a* esses ti ibu-
iaes Ssji til un autoriaa.los a lomar ernhe-
.:i,c.5;>!i, .'cli ;co!'.l-'-idos.aiitesdesua
crearao. Mr. Fiilay.porlai.to no tiaha neo-
hum remedio (Apoidot.): entretanto, tenho
ouvi lo allirmar muTtriumphanle.distincta e
positivaasente que este oaso rnostra a m f
dos inglezes; pois, no temoo em que Mr. Wi-
se fez as exigpueas ao governo grego, oca-
so da Mr. Hnlav eslava jn absoluta, Qnal
e eXCliiSrMBJA*JUjta1o, ( Apniaioi. ).
mas isjp, s^iisB V?0 ( ApPlaJ'SB- >
Rata atuifio^B BNteira-a cortpu-
sivajjfltp osjrJUpjr^rtrn- lado. (' Applau-
aoi.^MHna hMn aWkplesmeiila um iccr-
do para a arbilracSo, esa ac.crdo submi-
nistra urna amostra mu curies* da manoi-
rr pela qual as cousas se l'azem na Grecia
Mr Finlsy disse a Quero submetter a qnes-
tlo arhilracao Por todos os rnams
foi a resposls. Vos noineareis um arbitro
ensoulro a Mr. Finlay tm sido descrip-
lo como um Bscocez esperto, que, olliando
para o futuro, previo que podia acontecer
qua o* dous arbitros nilo ooncordassenv,
lembrou que sera boni que um desempata-
da fosse nome ido. 0 governo grego d.s-
s-i Vstendes raslo. Nos Hornearemos es-
se desempalador, ri*.>.) porm Mr. Fin-
lay, sendo um homem desarrasoado nSo
quiz submetter sus causa a um tiibunal no
qual haveria dous para um centra elle, i
rejeilou a arhitraclo. Comoquer queogo
verno grego acliasse essa objeccSo ridicula
e extempornea, a arbitracSo foi sempre
ajustada ; arbitros respeilsveis frsm esco-
Ibdos, e um desempattdor convenienle-
menle nomesdo. Se esta arbitr*c3o tiresse
procedido, ocaso de Mr. Finlay lena sido
absoluto, final e conclusivamente regla-
lo ; porm pelas leis da Grecia um* arbitra-
clo assim nomeada deve pronunciar sua
jntenca dentro do prszo de tres inzes, e
nHo o hiendo fica sern effeito. Os commis-
sarios nflo podiam dar essa santcnca seni
eiios documentos, os quaes s podiam s r
f roecidus porum em pregado do governo
g>eg<>. Esss empragado poralgum inciden-
te infeliz nSo forneceu esses documentos,
( apoiadtti e riadnt) i> a arbitracSo licou por
asta rasSo sem effeilo. ( Apoiadwt ) Naquel-
|a lempo portanto um ajuste foi feito por
Mr. Finlay para urna arhitracilo, como se v
da sua resposla ao barSo Gros. Esle cava-
Iheiro diz Vossa reclamadlo esta regla-
la Regulada ? nSo, responleu Mr.
Finlay. Como I nSo recebestes j o dinbei-
ro Eu nflo ; nem sei qie tnha de re-
ceb-lo. a Em summa o seu negocio acha-
conpeoacSo d "ao librar -* no mesmo esUdo rwn que se achava
os indrriduoi malrratados. luando a reclamarjo foi eila antea da ar-
bitracSo. Koi essa um csso no qual nSo lize-
mos ueihumi exigencia especilica. A ni-
ca exigencia que Tizamos foi que Mr. Fin-
lay fosse embolcado do valor do seu terre-
no. Nflo filamos nenhuma qusntia, nem li-
bamos darlos para isso, e a somm* que el-
le recebeu dapois lu a que Mr. Wise julgou
que deveri* ser p*ga, isto he, aquella que
os dous arbitros eitavam disposlos a lixar.
\iiu creio portanto que nesle caso a recia-
inacflo fosse infundada ou extravagante.
( Continuar-$e-h.)
INTERIOR.
IMO-DeJAlIRO.
CANMiA DOS SUS. DEPU-
TADOS.
S ESSAO EM 7 DE AGOSTO BE 1850.
riisiDKscu oo S*. caiaiRL MP.aoas nos rrros.
Crditos para o* ministerios da marinha i da
guerra.
OSr. Ptreirada Silva: Senhores, a op-
posicSo syslemalica e combinada que os
Ilustres membrosda minora leem feito n
sessSo dehonteu e na de hoje ao crdito
pedido pelo governo para despezas da re-
partirlo da marinha obrigou-me a pedir a
palavra. I'rocurarei oceupar poucos mo-
mentos da cmara, mesmo porque enlendo
qua a discussflo se acba j bastante desen-
volvida e quasi que esgotada ; limitar-me-
hei a dar algumas resposlasa proposices
que se nflo devem deixar passar sem contes-
ta cSo.
Ouas ordena de obserracos fizeram os il-
luslres mcmbrns ds npposicSo contra o cr-
dito pedido pelo governo. A primeira or-
dem de observaefles foi a respeilo das for-
rnal lacles que dever-se-hiam observar na
.laacSo marinha e no pedido do crdito ao corpo
logislalivo ; a segunda ordem de observa-
ces versou sobre o fundo da questSo sobro
a urgencia e ntcessidale das despezas fritas
palo governo...
OSr. Anido d um aparte que nSo ou-
vi mos.
U Sr. Vertir da Silva :O notare deputa-
lo pouco se orcupou cm eslas ultimas ob-
servaefles ; unas o seu collega o Sr. Soulo
tornou dallas quasi que base arineipal de
lodo eudisCUiso; o o uobre-depuludo lia
le me permillir que, Untando de respon-
der-1 he, lambem responda ao sou collega.
AYerca das formalidades pouco direi;
nflo foi meu intento fallar so'uro ellas, por
isso Iralaiei de nsspon Icr-lhe de passagem,
vendo que ja hoje u Sr. ministro cabalinen
le destruio toda lasrgumenlacflo dos hon-
rados membros, e no discurso que acaba de
prolerir o iiiu.ire depulaoo. qua me bon-
rou com seu aparte, nflorrMjlle mais do
que repetir o que avancare, ntVftdo pela pri-
.neia vez. -. ,
Masa quesillo para mus ssW imples. Os
arls. 52e58 do orcmen^o jj 1848, citados
pelos danos meinliroa,^aulorisam a go-
verno, quando nao uuiwue o corpo legis-
lativo, a sitisfazer servicos nSo sufllciente-
mente dotados no orcamento, ou nflo in-
cluidos nelles logo que de urgencia saja a
despeza, precedendo decreto lomado em
conselho de ministros, o dando conta com-
provada na prxima sessflo das cmaras
0 a, de que trata o crdito actual ?
Conlm duas parles: um bil de indemni-
darle...
Um Sr. Deputado :ApprovacSo !
OSr. Ptreirada Silva : ~ Tem raso, foi
engao meu ; approvaaflo da quanvia. de rs.
371:673,000 a despendida pelo governo ; e
crdito de 539:072,222 rs. pira despezas
necesstms da reparlicSo ain la nflo satis-
feitas.
Quinto s despezas j satisfeilas, nSo en-
contr urna rasSo s que valha.das apresen-
ladas pelos illustres membrosda minora.
Ou se entanda queosobjectos emque se
les en leu essa somma se incluiram no nu-
mero dos que eram incluidos no orcamen-
to, ainda que sem consgna,cao suflcente,
ou se ontenda que elles nflo fram inclui-
dos, discjssflo qua tem sido ampia, logo
que o governo reconheceu a urgencia das
lespezas ; que na ausencia do corpo legis-
lativo as deliberou por um decreto tomado
em cons-dlio d- miuislros ; que deltas deu
conta na sessflo de Janeiro ao corpo le-
gislativo, como ludo se realisou (apoia-
ilns |, o governo cuinprio a lei exactamriile.
Apoiailoi. i
A respeilo da quintia que ora pede por
crdito, a questSo he outra. Pens, con-
trariamente aos nobros deputados, que o
Sr. ministro nflo poda delibera-la por um
lecreto porque funecionava o corpo legis-
lativo ; e que nSo tendo sido ella satisfeita
anda, nSo commeiteu crime algum o Sr.
ministro, como aprouveao nobre deputado
pellidar seu acto, em continuar na* obras
enceladas reconhecidas urgentes, esperan-
to do corpo legislativo, a quem pedio ere-
lito par* s 'ii pagamento.
Ea quesillo, senhores, sobre formalidades
tflo simples e I9 tSu demorada, tflo acalorada, sendo traa-
la pelos nohres deputados, me paree.) nSo
ter a importancia que Ihe queremdar: e
mesmo se alguma cousa podessem dizer os
ill'jslres membros, que demonstrasse o mo
jmpreo dos dinheiros pblicos pelo Sr.
iiinisUo, que provnsse graves prejuizos na-
cionaes, crimes, emliin, co.do dizern, he da
cror que nflo lanQassem inflo de quesles
le formulas tito mosqurnhas e lo perua-
nas. I Apoiadot endo apoiailoi )
O Sr. Soma Franco :-S Ihe peco que dei-
xe sahir o seu discurso tal qual est reci-
tando.
O Sr. Pereira da Silva :Tr*nquillisa-se.
que sou conhecido : ainda nflo pronuncie!
um discurso sobre quehouvesse e mesmo
apparecesse a mais pequea reclimacSo
( minio apoiadoi ) ; ahi eslflo muitos,
mesmo em combato e luta com o nobre de-
putado que me da o lempo, eS. S. nunca
iez reclificacfles sobre elles. (Apoiadoi.) 0
nobre dnpulalo julga-se por si, tantas rec-
tihcicOes leem sido n'-sta cmara contra
veracidade da pjblicacflo dos seus dis-
'ursos..
OSr. Aprigio :--Muilo bem !
OSr. Pereira da Silva ;...e nflo tem sido
reclamaces de um ou oulro individuo, tem
si lo reclamarles de muitos orsdores da ca-
sa, que nSo he o mais competente para po-
der fallar em sementante questSo ; e aecu-
sar a quem ? ( Apoiadoi.)
Eseiiho'rs. quando mesmo urna ou ou-
tra formalidale tivesse sido preterid pelo
governo, quer para fazer as despezas de que
se trata, quer para requerer o crdito para
as qua considera urgente de fazer-sc, em
que se fundam os honrados membros, nflo
par* dirigir lev#-crnsuras ou reparos ao
iiiinstrii, mas para tarha-lo de altamente
criminoso, para exigir sua condemnacSo ?
Quem pode ouvir ios nobras deputados
to'nar-se aecusadores, elles que pelos seus
fritos quando no poler se deveriam consi-
derar antes reos, porque nflo formula.n ac-
cusaeflo alguma que nflo reverta perfeiti-
mcnle contra si proprios ( Apoiadoi. )
Dexemos, porm, de parle esta discus-
sflo ; psssemos s observaces que versa ni
sobre a neeessidade e urgencia das despe-
zas feitas, que he a verJadeira questSo.
Um nobra deputado pela Biliia declarou
honlem que nflo s nflo eram urgentes, co-
mo nem necesarias, e nem convenienl'S,
as despezas feitas pelo Sr. ministro da maa-
*.: P2f nna* nuil* r*rA.I;*5 ; per^c.
nlo estando nos a bracos com urna guerra,
e nem tendo O governo declarado ao paiz
que a guena eslava eminente, nSo devia-
u os cuidar de reorganisar, manler e elevar
a armada, nflo poJendoo paiz com tantas
despezas quanto requer o numero de na-
vios que intenta o Sr. ministro preparar e
armar.
Senhores, quando se lala de quesles
tflo graves como as que se encerram nesla
ilisciis-iin, devenios deixar de parte todas
as pailes de homens de partidos ; deve-
nios levanta-las ao ponto de vista em que
ellas justsmenta devem ser collocadas ; lle-
vemos fallar como homens polticos e serios
|ue somos, e devenios ser como represen-
tantes do paiz.
ll brasil, consideradogeographica e poli-
ticamente, tem duas naluiezas, dous desli-
iOS ; assontodo no globc com cerca da no
recentad Sfgoas de ensts, tem urna posirjSc
continental, tem urna posieflo martima ;
dizer-seque o Urasil nflo pode ter orna ar-
mada naval, que a nflo deve ter tanta quan-
11 vigi suas extensas costas, proteja seu
tscente e ja prospero commercio, siiva-
Ihe de instrumento poltico para sua influ-
encia, ne roabar-lne a melade do seo des-
tino, he roubar-lhe a metde do seu futuro.
( Apoiadoi ) Como he possirel que hsjs um
homem de senso, um partido poltico quo
acredite que nflo $So nem nocessarias e
nem convenientes, despezas feitas para con-
ferios de naviorte guerra, custeios dear-
senaes. fornecimentos deirmsse artilha-
ria, con*"*uccSo de vapores e barcos de ve-
la, para o Orn de cooseguirmos obter urna
armada naval? Talvez o nobre deputado
se persuada de quo o Brasil nflo deve per-
!er as esperarlas de possuiriunia marinha
tela historia lo seu pSSdo. Senhores, rc-
almento a historia do nosso passadoa res-
peito de marinha, apresentando continua-
das o infelizes oscillscfles, como que desa-
nima ; mas este desanimo desapparece,
lembrando-nos de que todas *s rezos qua
lam hivilo no Brasil um governo que tem
querido ler marinha, que tero senamenlo
praticado um systems para consegui-ls, al-
guma marinha so tem feito. ( Apoiadoi.)
Para crear-se e conservar-se urna marinha,
senhores, nflo basts a volitada de um mo-
mento, be preciso vontade sim, mas lam-
bem um systems, urna presstencia e lom-
potj o nobre deputsdo disse : darei o que
o governo precisar se houver guerra ; mas
a marinha prepara-se de antemSo, nflo se
improvisa no momento. ( Jpoiadui.) Vosa
so apoio' na occasiSo da guerra, durante a
.iaz, he que se p le crear eaperfeicoaruma
marmita para servir n* guerra. Sari* ca-
paz o nobre deputado, eslsn lo elle e seus
amigos no governo, no caso de se declarar
urna guerra, de crear urna marinha que
prestasse servicos ? Marinha improvisada
nada valle. Napoleflo por vezes improvisou
uina marinha, e por isso nunca pJc ella lu-
lar om frcasiguaes com a Inglaterra que
lie preparada com lampo, com um Systetru.
com urna persistencia continuada desde
Gromwall at nossos dias : a historia do
mundo ni va quo a marinha he sempre a
ultima frca que seconsegue no paiz, e he
i pi nucir que se destrn lias guerras, as
lulas polticas : vontade, persi lencia, lem-
po, e depos muilo zelo, muilo cui lado, he
o qie requer uina marinha e nenhuma des-
sas cousas temos nos tido : com os ministe-
rios, com os partidos, mudam-se, perdem-
se as tradlces, o systenia, e por vezes te-
mos conseguido urna regular marinha, mas
alta ao sopro do rento desapparece some-se
logo,
Se os nobres deputados da opposicao pro-
ourassem collocar a quastflo ueste po.'ito,
se o nobre deputado por Minas, que foi mi-
nistro ds marinha, que deve ler tanta il-
luslracSo sobre este tflo importante assump-
to, procuraase as discusses oscurecer-
nos com as suas luzes, nos viesse auxiliar,
apoiar as medidas tendentes a fundar urna
boa marinha, fariaentflo um grande servi-
co ao paiz, que de ceno nflo faz quando em
una discussflo destas procura oceupar-se
do quesles subsidiarias de tormulas...
O .SV. -ti.ido : Pois Oscalisar as despezas
ne urna ninharia ?
OSr. Pereira da Silva: ... fazer refle-
xes sobre fallas do pequenss formalida-
les...
O 5r. Anido:-0 paiz nos julgar.
(Crmlmaar-anaa.)
PE NAMBUC
CMARA MUNICIPAL DO BEClFE.
SCSS4 IXTiaOSDirlAKIl DS 26 DE I COSTO DE
1850.
Presidencia doSr. Oliveira.
Presentes os Srs. Mamede, Carneiro Mon-
leiro, Vann, Pires Ferretra e Figueredo ,
f..lian lo os mais senhores abrio-se a sessflo
fui lida e approvad* a acia da antecedente.
Foi lido o seguinle excediente.
U.n ollicio do Exm. preside te da provin-
cia, communicandn que havia ofilciado ao
inspector da thesouraia da fizenda para
conceder a esta cmara para serventa pu-
blica, o terreno de marinha devoluto, exis-
tente oas Ginco-Poolas em segumento do
oilflo da casa de Flix Soares da Carvalbo,
li ebaixa-mar, a que a cantara solicitasso
i respectivo titulo naquella reparlico.
Mandou-se ordem ao procurador parfl lirar
dito titulo.
Oulro do procurador, apresentando o ba-
lanQo da receita e despeza municipal no
mez da agosto ultimo. A' comutissflo de
polica.
Oulro do ?,!?o **n'o qt* t c:rs
mandasse depositar em seus cofres a quan-
li* de 100/r em olas, que recolheu Elias
E r.ihano Ramos, em que .foi arbitrada a
flanea que prestou pela delegacia dopii-
neiro dislriclo do Termo desla cidide, pelo
crime de meacas. -- Que os claricularKis
li>essem o recolnimeoloso cofre do dinhei-
ru depositado.
Outro do fiscal da Boa-Vista, participan-
do que as inultas do mez de agosto ultimo
importaram em 184,000 rs. Inteirada.
Oulro do mesmo, pedindo se providen-
ciasse a respeilo do esgolo de um patano
existente no lugar de Santo Amaro, ao lado
I) poenle, que lie nocivo a saude dos
habitantes visinhos : e igualmente parlici-
ava que todo o leito da estrada de Santo
Mnaro al a cidade do Olinda, se achava
cuito detreeorada, tornando-se o transito
lillcil. -- Quanto* primeira parte adiado ,
Exm. presidente da provincia, para provi-
denciar como entendesse.
Gutro do fiscal do Poco, pedindo esclare -
amentos s respeilo da disposieSo do arti-
go 15, til. .* das posturas em rigor. Man-
dou-se responder.
Oulro do secretario desta cmara Joflo


Jos Ferreira de Aguiar ao presdante d
mesma, com mullicando ler pago a quanti
do 28,000 rs. ao rifllctal-maior da secrecre-
taria do Supfooio trhunal de justica, em
que a mesma cmara se -scbava debitad
por emolumentos de revista, a remetiendo
0 competente recibo. Inteirada e que o
1 rocurador dsse igual guaotia a JoSo Fa-
cundo da Silva CuimarSes, a quem o dito
secretario autonsou i recebar.
Outro do engeoho Cordeedor, remelten-
doa planta do campo de Santa Anna, mo-
dificada com a suppressflo do passseo pu-
lilico, que tinha sido prnjeclado na planta
primitiva, em virtude da ordem que leve
.'ara fazer semelliante suppresso e com-
municandn que tinha feito na planta do
bsirro de Santo Antonio, a competente de
clarado de que no terreno que forma i pra-
ca, em que est situado o palacio da presi-
dencia, deve llcar uiti passcio, segundo in-
dicou o govorno da provincia em 13 de maio
deslc auno. Que se remotlesse o ofTicio e
planta a commissSo de edilicaeflo
Outro do fiscal de Santo-Antonio, mos-
trando o estado ruinoso em que se acham
algumas ras do mesmo bairro, e recla-
mando o seu melhorament. A/ commis-
sSo de edflcacSo,
Por despacho de 24 de agosto Ultimo con-
cedeu o-Exm. presidente da provincia a es-
ta cmara, nos termos da ioformacSo do
inspector da Ucsouraria da fazenda, o ter-
reno de marinha que a mesma cmara Ihe
pedio, para serventa publica, entre o tra-
piche novo e o de Angelo Francisco Carne-
10, determinando que, quanlo ao caes, que
em fente do mesmo terreno devo passar,
fosse dito sen despacito apreseulado ao en-
carregado da obra do melhoramento do por-
to, para allende.' conveniente e opporluna-
menle ao que Ihe repiesentou esta cmara a
respeito. Que o procurador solicitasse da
thesouraria da fazenda o titulo do terreno
concejido, Gcandoo Sr. vereadur presiden-
'
S. Exc. ao capilSo do porto.
I'restaram juramento os supplentes de
liscaes, Horneados na sessflo antecedente,
deliberando a cmara que o de S. Jos en-
trisse em excrcicio.
Foi arrematado por Joaquim Lopes Perei-
raCuimarSes, sb llanca de Francisco l'e-
reira da Silva Santos, um lauco [do muro do
cemilcrio publico de cento e vinte bracas
pora.430,000 rs. e por Mauoel do Rozario
um Inaco de 62 bracas por 1:255,509 rs
sb (unca de Simplicio Xavier da Fonseci,
deliberando a cmara que se solicitasse a
PI'roMttodogovernuda provincia deslas
''i"tnpj6es, para se puderein lavrar os res
periivts termos de contrato
Despacharan) se as peliees de Antonio
Alves da Ponseca, de Antonio Jos Teixeira
l.-i-i a, da rinandade de San-I'edro, de Anto-
nio Jos Iluarte Braga, de Antonio Uunil
l'ereira, do Antonio Jos dos Santos Henifi-
ca, de Francisco Pessoa da Gama, de Gerva-
zioGoocalves da Silva, de Joo de Souza
Santos Jnior, de Jos Mari de Mello Zu-
b3o, de Joaqun Jos de Souza, de Luiz An-
tonio de Siqueira, de Manoel Connives Ser-
vas, de Manoel dos Santos Nunes de Oli-
veira, deThereza Mara das Candeas, d
Vicente Ferreira da Costa, e levantou-se
seasfio. Eu, Manoel Ferreira Accioli, secre-
tario interino a escrevi. -- OUveira, presi-
dente. Fianua. Harnele. --Carmiro Mon
tetra Ftrreira. ligue/redo.
' le de 3 do outobro de 1832, e que por-
tadlo, nflo estilo compreheniiidos naquella
disposieflo legislativa, nem podnm habilitar
K'iiem que no seja medico ou cirurgiSo,
para queexerca a homceopalhia que alias
s pode ser exercda por mdicos ou cirurl
giOea formados as nossas escolas, ou que
tendo-o sido em escolas eslrangeiras, se
tenham sujeitadd as pravas exigidas na ci-
tada disposiefio legislativa; cumprindo, por-
lanto, que V. Exc. exnessa as mais term-
nenles ordens s autoridades policiaes, pa-
ra que procedam contra os que exercerem
a arte de curar som se acharem legalmen-
te habilitaos para faz-lo ; bem, como con-
tra os que vendem o distnbuem remedios
secreto^ contra os mdicos e cirurgies que
fornecerem aos seus doentes os remedios,
de que estes precisara contra os boticarios
que aviam receitas no issignadas por me-
dico oucirnrgiAo ; e finalmente, contra as
posso s illegilimos, qus compem e vendem
medicamentos. U que tudo se ha por mili-
to recommendado V. Exc.
Daos guarde V. Exc. Palacio do Rio de
Janeiro, em 26 de agosto de \8i6.--Jonquim
Marcelino de Drito. Sr. presidente da pro-
vincia de Pernambuco. Cumpra-se. Pa-
lacio de Pernambuco 17 de setembro de
1846 finio Chicharro. Conforme. Fran-
cite-Xavier e Sita. Uilicial maor into-
rino.
Ten lo entrado em duvida se o artigo
179 24 Ja constituirn, revogou a alvar
de 15 do noveinbro de 16-23, que prohibe,
que os mdicos erurgioes sejim botica-
rios. S. M o Imperador, houve por bem re-
solver, conforme me foi cooimunicado pelo
imperial aviso de 9 de D'iemhro do anuo
lin lo, que as dispusieres daquelle alvar
Oto foram derogadas pelo cilado artigo da
couslituieflo, noqualse garanti en gene-
ralidades liberdade do Ira ha I lio e ni I usina,
que se n.o oppdr aos custumes pblicos,
a seguranza esa le doscidadSos cumpriu-
le incumbido de apresentar o despacho de do que Vmcs. por suas posturas estabelo-
cam sobre osle objeclo as providencias,
que julgarem precisas com itlenco i* cir-
cumslaocia8 peculiares deste municipio.
Heos Gnarde a Vmcs. Palacio de Pernam-
buco, 2 de Janeiro de 1845. Thomat Xavier
Gvrcia de Almelda. Senhores presidente 9
rereaduresda cmara municipal do Recite.
I.ouva-ae em Harnero a prudente Induitria,
com que ligou e reuni a diveraidadt de da-
lectol coiu tal parclnionia, que parece tudo te.
confunde como dialecto predominante, aem q
perverler. I.ouva-sc em Virgilio Y quem Quin-
tili.ino por lato inrimo chaina bomein de deli-
cado gostoneirrtmf'Wi'cf tur) a artificiosa tem-
peradla com que ornou a aua poesa, reausci-
tando .111 o/es da amiga latlnidade. A inttma
llberdade louva Addiason no teu inilton
mcsina tomaram coii applauso alguna doa noi-
sos poetas, e os de nutras nacf s inodernaa. E
se anda nos poetas se culpa a nimia profuslo,
quinto mais repreheusivcl aera nos eacrlptores
de Interior ordem ?
A aflectaeio he a couaa mais odiosa que ha
em todas as cousas, innrinente no fallar, ou te-
ja voccal ou etcrlpto. A'i/iMaalodi'osiiii eltffie-
laeione. diz o seinpre cilado Quintlliano; e lito
nao s na repulacao dos crudiioa, aenio no jui-
co da gente do vulgo. Por muitot modos te
coininette cite vicio ; parean o principio mais
geral, a que todoa vio parar, he quando pare-
ce te dizeiii as coutas por amor das palavraa, e
nao as palavraa por amor dat censas que he
segundo o presoripto da natureza o nico fm,
para que devein servir, Je maneira aur toda a
belleza das palavraa, que nao atee da sua
unio com at coutas, he fantstica, he alfecta-
caoe presuppe gusto estragado.
Alguna Individuos alias talentosos ; mas Sem
o previo ettudo, e acertada orillea da lingoa,
Jetrjamlo escrever bem, t ouvlndo diaer que
nao ha nada melhor do ijue a ellocucao dos
nosioa classicos, fiiem aeus pecullot do ter-
mos que eiiconlrain nettet autores, e queja
nao correin ordinariamente em notaos dlat; e
alguus inait enthusiasmadot at andam calan-
do para embrechar em teut escrlptos ot voca-
liulos mais obsoleto! e enferrujados dat eraa
d'Egaa Monii ou de D. Fuat Roupinho ; e ludo
isto sem advertirem que o teu trabalho e estu-
lto dettat colleccVi de palavraa he pueril e in-
feliz, alni de ter pouca ulilidade; o quede
certo no fariam, ae refleclistera qne nao con-
siste a abundancia d'uma iingpa, nem a fertili-
dade do discurso e gravldade da cloqueucia na
estril torreule de palavraa.
Advirta-se outro siui, que no uso das pala-
llem -- Lancha N.-S.-das-Nieti, mostr
lleorique do Souza Mafra, carga varios
genero*. I'assageiros, os-Drasileiros An-
tonio Tolenlino de Mello e Jos Francisco
Msdeira.
U DITA ES.
Leiiao.
Pela inspectora da alfandega se faz
publico que no da 13 do correte, depoitdo
inelo-dia, se bao de arrematar em hasta publi -
ca, porta da metma, requerimento de teut
donoa, aa trguiutea mercadoriaa com avarla
geral: 76 groias de preparas para sapatos 24
grous de caiiiohai vazlaa para eolebetes; e
ioduiias de chalet decaasa: sendo a arrema-
taco livre de direitoa.
Alfandega de Peroambuco, 12 deagosto
dol850.- inspector interino. Denlo loii
Firnandei llarroi.
Pela inspecloria di alfandega se faz pu-
blico que no dia 14 do corrente, depoit do
meio-dla, porta da meaina te h3o de arrema-
tar em hasta publica.1,688 varas de requifet e
franjat de seda por factura una vara 340 rs..
total 567,120 rt.; 12 corles de colletes de cail-
mlra e tellm bordado! por factura um 5,00o
rs, total 60,000 rt i e 30 dzlat de perfuma-
ra! por faciura dazia 7,600 rs., total 228,000
rt. ; impugnado pelo tegnndo eteripturario
Gabriel A nonio Regurlra not detpacbos ni.
!38 c 147 de 11 e t do cornote, leudo ai re-
ma(a;So tujeita aoi direitoa.
Alfandega da Pernambuco, 12 de setembro
de 1850.O inspector interino, Benlo lote
Fernann Horro*.
O capiitao Mrcala Cuoper, fir leilfio
eit prt-senca do Sf. cnsul dos Estados-
i; i i dos, por conts e risco de quem parten-
car, e por intervenflo dncorretor Oliveira,
da biliera americana Franklim, vinda da
pescara e naufragada em Carapib, onde
se aclia enclhada o dos seguiitos arligos,
qus la suppOe estarem abordo da dita ba-
lieira ou porto della : 9 ancoras pesando
pouco mais ou menos 1,800 libres cada urna,
I ancorte de 500 ditas, 2 correotos senda
urna ilo 90 o oulra de 150 bracas de cum-
P'imento. 4 ditas da 18 a 90-bracas cada
urna para segurar bslens, 4 anzoes de 7o a
80 libras cada um, 1 caldeirlo de cobre, 3
ditos de ferro, 75 ou 80 lincas e barpoes, o
diteras* toneladas do lingoados de ferro
para lestro: terca-fsira, 24 do crranlo, as
II horas em ponto, na prar;a do Corpo
Santo
Avisos diversos.
vras antigs, bem coinoxna invencao das pala-
vraa Aovas mais tiberdade te concede ao poeta
VAlilHDAf'.','.
'ublicacdes a edido.
CLIMCA HOMEOPTICA.
O Sr. Francisco Simplicio, morador nos
AITogados, comnegocio, tendo 32annos de
idade, veio a prsea. no corrente margo, che-
gando a ra Direita, deu-llie um ataque de
apoplexia, de l foi conduzido casa de sua
mana na ra do l.ivramento, n 40, foi im-
mediatamenle chimado um facultativo allo-
pslha de grande fama, que l'.e receitou tres
Porgantes, psra tomar um todos os dase
urna saagiia oo brarjo ; tres das depois Ihe
faz applicar dous custicos as peinas, e al-
guna das depois vendo que o doeut se
achava no mesmo estado ou peior, o mso-
d v.i sacramentar, dizeado que n3o tinha
mais esperanza deosslvar.
Foi no dia 7 de abril prximo pissado,
que fui chamado para visitsr o Sr. Simpli
co, e applicar-lhe a homecopalhia.
Symploinas, perJa du conhecimeoto c
iradorna, com roquidiio, gemido e murmu-
rio, cvacuacOes involuntarias das obras e
das urinas, paralysia do olho direitoeds
bocea do mesmo lado, e da parle esquerda
se achava paralyssdu da melade do corpo,
(liemiplegia), ao mesmo dis (1 de abril} Ihe
administrei um remedio homaeopathico,
dos diss depois leve alguma melhora, po-
rm pouca, Ihe administrei outro remedio,
que produzioalgum elTeilo, no dia 13 a sua
mana me signilieou que era escusaJo con-
tinuar o tralamento, visto que lodos os p-
renles e amigos o sconselhavam de largar
a hoinrropatliia, que nilo o poda salvar, e
quetamb'm no tinha dinheiro para gas-
tar, e o pouco que tinha era melhor o guar-
dar para o seu ent rro, vi-to a incredulida-
ileda familia, no que livesse falta de di-
nheiro para continuar o tralamento, I lie
acooaalhei de guardar este dinheiro para o
prevenido enterro, que se pretenda seria
breve, po'm ped licenca de continuar o
ciiralivo. nue. nada levri. nln mu r;b-
Iho, o que me foi concedido, e issim con-
linuei o trata ment do Sr Simplicio, tanto
que 24 das depois o Sr Simplicio nfio foi
para a sepultura, mas simpara os AIToga-
dos, ti alar de seu negocio, bom e hem gor-
do. Foi desta maneira que o Sr. Francisco
Simplicio das Chagas, me deve a vida, gra-
bas a homceopstia, poreu ter queriJo con-
tinuar o seu curativo, malgrala a mi f
contra a homcejpathia, por ser desengaa-
do pela allopatha.
Ba da Cadcia de S. Antonio do Recife,
n. 10 de setembro de 850.
Caianova.
lllm. >*. Sr. Tendo-se estabelecdo
nrsta corle,um curio particular de medici-
na pelo eyslema hoinuBopaliiico, e podendo
alguem erradamente suppr, que o eilado
curso he legitiaio.senSopara constiloirdou-
ori o o medicina, ao menos psra habilitar
individuos, queexercama homcsoptthia ;e
quaieildo S M. o Imperador que em objec-
lo de Una gpavidade, se removam todas as
iluvidis ; manda declarar V. Exc. para sua
iiiicliigencia e guveruo, que os certificados
.'o referido rurao hnmnrjpt;ro, nss iss o
t'aractar dos titulo* a qus allude o artigo 14
observacks somre a llngoagku d\
maioii parte dos nossoseschiptores.
Proferto urna grave ienlen(a ofainoioBol-
leau, quando diase em su'arte potica. Sant
la tangueen un nuil antear le plus tltvin eit ton
jouri. qua qu'll falle, un mtuvail ecrivain. Por
uelhor que teja um autor, ae Ignora a liugoa
em que esereve, faca o que fizer, lie aempre
mo eacriplor. I.ouvo os bous desejos de quan-
toa aspiram a imitar a pura e formosa liugoa-
gem dos nossos classicos. -Malpara iaso he in-
diapensavel ocstudo de anuos, r ette dirigido
pilo dictadles d'uiii.i critica sovera, fundada
no gosto e no bom disccrnineiito; porque
nem tudo que vem em todos o claisicrt he
para reproduzir-se a eaiuo na clooucao dos
noaaoi lempos.
" Ut lylva foliii frontil mntanlur in annoi.
Prima cadunt; ita verborum z-flin i'ntrric la,
F.t juvenum rilu/lonnl moa\) nula eijirnlfite....
1/ula rtaiiartMlur, i/uir >,ii eteiiirt, cmenlque
Oua nanciunl in hoaora vocabula, al cobl um t,
(Jaein penei arbitrium ni el jui, el norma loquinii.t
Da o grande tucalrc Horacio.
As florestas no auno as fothas mil dtil,
As pilineiras primeiru cahem por trra,
Taes as palavraa obioletaa morrem,
K novas com vigor juvenil brllham....
Muiloa (cora'uin) leiiaseeiu, <|u'esquecidoi
K cali i i.i ni qurllet que hoje honramot, (erain
Se o costuine assim qiter; poit o cottume
lie rei, norma, e le lumina da lingoagem.*
(Alcipo.)
A elegancia e perfeieo de qualqucr lingoa
he obra do lempo e da relleao e assim quan-
do ic falla do secuto ureo dot bons cseripio-
re! ou classicos, devenios entender isio com
suai devidat i estriegues: seculo ureo ilm na
abundancia de bou! escupios, que produiio a
nacao n'aurora dos bons estudot da litteratura;
autoret clasticot tein duvida na copia, riqueza
e furea da dic(o, c anda n'aquclla gala que
natcia de certo intrinteco vigor. mas anda
nao em urna inteira correccao da phrase, nem
ii'uma absoluta perfeifo : antes aqoellet et-
criptorct sei i.iin hoje os nostot Cales e Gra-
cchoi, se llveiiemo! tido o trabalho de o es
tudar e continuar perfeifo da lingoa dead'o
termo cm que viles a ilrnii.nu. Ha muilos
bons vocabulos, e bem autorisadot, que tem
cansa, nem fundamentte deipresaram; e ci-
sca devenios nos aproveitar dos bom eicripto-
rca, c com a aua autoridade resistir ao capu-
cho ceg, ignorancia ou pedantaria que os
prescreveu.
Porque raso, v. g se havia de aposentar o
exceilciuc verbo toer, dwivadu do lallm aufrr,
e que nao pride ter cm certus casos tuprido pe-
lo verbo coslumar? CaaUliBar exprime propia-
mente a i epetieao doa iriesuiot acloi, a qual
pode ter recente; e rigurotaineuta l a di
das peaoai: soer, pori, denota conllndacao
da mesma coma, ou do ineiino modo de sern
eslar, e isto desde limito lempo. Pedro, por
ejemplo, co.iiuiiia a l'requcnlar o theatra, coa-
tuma a tomar tabaco, ele. Mas os velhoi toeiu
ser ii isies, as menino! traveso!, o mocos alc-
grei. Alm disto toer diz-ie assim dat petso.it,
como dat cousas. O padre Antonio Vieira da-
te: O iol que loa faaer o da se lia de eicu-
recer. -- O silencio que toe rncobrir ou Jissl-
innlar a Iritleza, etc. Tainbein noici o mo-
tivo por que se proscreveu o vocabu o llino-
neiro, tirado do francs limonier, dequeinul-
JJakvczet te tervio o espeilavel clnico supra
Wado, para osubsliluir pelo circuoiluqino
hoii.ein do leine. Assim decida or pregui-
ra. nrnflilnr nnr traidor, nrnnn por ineln,!
ou propenso, e uulrot muitot que por brevi-
dade omiti.
INiio reprovo, poli, a adop(So doi vocabulos
e le......s dot nossot amigos classicos ; mas pa-
a Isto he indiipeniavel seguir a regra do gran-
de meitre Quintlliano, que tratando ix\>m[tiio
deita materia diz: Opui ral modo, ul eque
crebra lint hox, niqui manifelta, nec ulique ab ut-
limiil jom uKilfriilii rtpetitn temporibui lito
he; inodcracao a respvilo da quamiade, luo-
deracao na applica^o dcttei vocabulos e altea-
fio la qualldade.
Subtliliiindo-sc a cada paiso o termos ami-
gos, por iious que tejam (da um Insigne pililo
mpho porlugucaj aot que hoje eitao reeeb-
dot, o mesmo he que fallar dust liugoas cm
una | poli que eilo no mriino paiallelo a
palavraa j desusadas que at eitrangeirat que
not laodescouhecidit. Se aao coiuludo raraa
ou repartidas com boa economa e boa esculla,
nao le detconlia dellas, e alm da cuergia que
mullas tem, lervcm d'um certo esiualle ao ei-
tvio: uiaa le te ajuniatn muilas tro ainludadas,
lurina-ie umaphrateja inliterioia, j rancua.
e ridicula, que ae nao pode tupportar; elleitos
iuteirameiile contrario! aos que as auaa obras
procuraui t eatriplores judicioao. t ae acri-
loa juttameule coudemua al o uao frequeule
Jai uietaphorai, por man brilhanles que le-
jam, quanlo mais rrprehenaivel nao tera a fre-
qcliCia dC piS V a> l|C u Uu pl vacnlc nao i c-
conhece?
menos ao historiador, menos ao orador, e me-
noa que a enes aos demsls. A necettldade jus
tilica o uto de taet expreasdei e etla Jecrrice
por degrot segundo os dillerentet griierm de
material e ratento do discurso. Poriaiona
poeaia, geralinrnte tallando, oa vocabulos an-
tigos teinaeu decoro e gravidade, outiai vezea
graca pela novidade ou rarldade, prlnelpalmeu-
te emaiiuinpto eitenso, onde nao coiivioham
ot termo* ordinarios J empregadot. Nao foi
iuconriderado Ovidio, quando dale:ater-
Irniniie iimana, ea/iidasaa* meiriri nem Virgilio
liquidovepatttinrtUelro fura oulral multas
mais anguidadea que se acham nal boas edi-
ciics deite admiravel poeu. Cirio por certa-
mente porque nao ser ainda hoje to bem re-
cebldo em a nussa porsia, como foi na do poe-
ta latino Fonil por Forsitan no livro 9.' da
Eneida. Foriit vola fcil?
Na coinedia quem duvida que o prudente
usa de taes esprrssdei con tri ba mullo J para
graciosldade, j para a pintura doa caracte-
res daa peasois que o poeta inirodu/., ae sao
penoai dol seclos anligot e principalmente
velhos ou ruslicot que socui ser to teuaiei dat
antlgualhai do fallar, que, como Piles de il di-
zem, perro velho nao toma lingoa? Atiim Irou-
ve assentSra bem na bocea de um rustico, sen-
do u m vocabulo qae se nfio tem or brbaro,
senao a respeito da sua antiguidade. lerenda
e anda mais Plaulo serlo bons liadores detla
liberdade.
Nem ella dealisaria do tora pastoril da cloga
ou Idjlio; antea oa pattore de Virgilio nal
suaa Eclogai serian) mais pattore, Uto he; te-
i iaui mala intime e fallaran! mala ao patio,
rl, te Virgilio Ihea aconimodatse um pouco da
lingoagem do velho tlalo ou doi Gracchoi, em
lugar da phraie mu grave e potada dot cida-
daol de Roma no lempo de Auguito.
(Continuur-M ka )
lteparti 1 mu
PARTE 1)0 DIA II HE SEII.MHItO |>E 1850'
Frsm presos : ordam do subdelegado
la fregueza de S.-Aulono, o Portuguez
Antonio Jos Ribeirn da Silva CumarSes,
por espancar a um seu iiiquilino ; o o preto
Antonio pus" andar fgido.
DEM DO DIA 12.
Fram presos : i ordem do delegado,
Francisco Hiendes de Mello e Itartholomeu
Je S. Francisco, para correccSu : e do
subdelegado da freguezia-de S.-Frei-Pedro-
Concalves, o Ingle Charla, a reiuisicBodo
respectivo cnsul ; e Jos Soarrs da Silva,
jor ter sido encontrado com urna faca.
Oeclaragoes.
O capilSo do rorlo dcsta proviaicn
eompeluiileuiuiite autorisaJo por S. Exc. 0
Sr. president) da provincia, engaja mar-
nhoiros para servirem na charra Pcrnam-
bucana, que se a cha lia provincia do Para, e
letn de seguir para o Rio-de-Jaaeiro. Os pre-
ieiideotes apreseiitem-89 com a niaior bre-
vidade ao mesmo capitfio do porto.
CONSULADO DE PORTUGAL EM PEBNAM-
BUCft
Josquiej Baplista Mnreira, bscharel forma-
do em direilo, cavalleiro da ordem de
Chrislo o cnsul de Portugal em Pernam-
buco por S. M Fidelissitna a Senhora D.
Mara II, que Dos guarde
Faro saber a todos os tneus compatriotas
residentes oesta cidedeo provincia, que por
ordem superior, queme foi Irsnsmitlida, e
especialmente recommendada, para o lim
de se poder dar o conveniente cumplimen-
ta as dsposicdes sobre estatislics, e oulras,
se deven apresentar ueste consulado lodos
os sub tilos portuguesas, que, leudo aqu
lixado a sua morada, anda so nSo houve-
r.-in uelle matriculado, como Ibes cumpre,
no s para a davi-'a rrgularidade, mas pa-
ra que assim se possa mais promplamente
dar a com|Slivel proletijao deste consu-
lado-
Convidando, pos, os tneus compatriotas
ao cumprimento deste dever, no mais breve
espaco de lempo, Ibes lembro timhcm por
esta occasilo o dever que igualmente tem de
as mumrem dos espectivos ttulos de re-
sidencia, na forma dos regulameotos poli-
eiaes deste imperio, para se livrarem dos
embaraces que Ibes pode causar a falta del-
es, e melhor e mais perfeilamente terem o
OMMERCIO.
ALFANDEGA^
Itendmeotodo dia ti .15:564,127
Deicurrcoam hoje 13 til setembro.
Barca luli vinhos.
Barca Havre merca dorias,
llares Templo f irinha.
lirigue Sooiedade-Felis gneros do paiz-
CONSIII.ADO CEU Al .
dendi-iieiito do da 12 .
Diversas proviucias ,
374,670
19,797
S84.467
RECEBEDORIA DE RENDAS GERAES
I.NTER1AS.
Reodmenlo do dia 1 a.....1:497,938
CONSIILAUO PROVINCIAL. i-
l'.endlment Jo dia 12.....269,127
direilo competente garantia das aulorida-l
Jes brisileiras, o Ss respectivas isencOes-co-
mo eslrangeros. Consulado de Portugal em
Pernambuco, aos 47 de julho de 1850.
Joaquim llaplmla Horcira, consol.
-

Thcalro de S. Isabel.
19- RECITA DA ASSICNATURA.
Subbaio, Hit setembro dt 1850.
hepresentar-fle-lia o muito applsudido
drama em 5 actos e 6 quadros
MARA J0ANNA, MUL1IER DO POVO,
ou
A PahrfiW.
Urna mull
de ilfa jlll
no ds%rs. Joa
Terminar o espectculo
comeds en um seto
com a gneoza
A Dell KrnuclKCa.
A parte de Frtnehea. ser representada
pelo actor Silvestre Francisco Meira.
Comecara a hora do costume.__________
I1
Ppb lien So Ii|j,cc,iria.
_2---------.---------2------------
iii|>lia< I. puglnas la Juventude.
Esta excellenl obrf de Mr. Lamartine,
eliegada recciitemenle do Rio-de-Jsneiro,
vertida em bom portuguez, e precedida de
tim Fnleressante prologo do traductor, echa-
se venda pelo mdico prec,o de 3,000 rs.
com enesdernacito ogleza, na rus da Ca-
deia do Recife, a. 38, e rus Nova, n. 6. 0
mrito da obra be sltestsdo pelo nome do
autor : nella depara nslruccfto e deleite, o
philosopho, o romancista, o po-la, e geral-
menle quem quer que queira apreciar um
bello escripto.
SlJ^PajasB!aaBaaaaaajajaar99sajra^B.aaB.
.teovsineoto ao Porto.
navios sahidoi no dia 12.
Ro-de-Janeiro Brigue nacional Novo-Por-
ta, Diestro Manoel ds Souza Gomes, carga
sal.
dem -- Brigue nacional Jpiter, Diestro Jos
Guilherme dos Hela, carga sal. I'assagei-
ros, Antonio Concalves Ferreira, Innncen-
cio Xalcr Vianna, Jlo Antonio da Sil-
va, Jos Ignacio dos Santos, Brasileiros ;
o I ranee/, f. I.snsoc e I escravo a entre.

Liverpool--Calera ingleza Serafina, capi-
lSo Jolm Coting, carga slgodBo. l'assi-
geiros, os Inglezes WiHism Southal, l.ilh
Bardgot Armstroog, Eduard Comber com
sua familia e urna tMadi.
Bnhia Hiate nacional San-loan, mestre
Joaquim Antonio de Figueiredo, Caras
varios fjaoeros. Pisssgeiros, o Brasileiro
Antonio Francisco Anastacio a a preti
forra Flurinda Mirla do Reg.
Parahiha Hiato nacional F.ipadarle, mes-
tre Victorino Jos l'ereira, carga varios
gneros. PassajpKrbs, Joaquim Marques
ra aMm'Anna Calva coS! escrVi C
Manoel Jos de Paira.
Avaos .-.riti. os.
Segu viagem para o AracaiT.st4jji.llm
do corjente me, o hisle For-dtCuru-
ripe : para carga ou passsgeiros triti-se na
rut do Vigario, n 5
I>.ra n a rara I y ;, n~ Aj. a ; jj
prximo vindouro'com a carga que tiver, o
patacho Santa-Cruz : para carga e passsgei-
ros Irala-se so lado do Corpo-Sinto, n. 25,
loja da massames.
Para o Kio-de-Janeirosahe,
com a maior bieviiiadc posi-ivel, o
patacho nacional falen te : quem
no mesmo quizer can egar ou ir de
passagem, dirij| se ao capilo na
l>caca do Ca|ggpM' i<>, ou rua do
Trapiche, if. JJ, casa de Novaes
(k Companhia.
Para o Gear sahe em poucos diss a
sumaca nacional Ftor-do-Angelim, oeslre
llerniido de Souzi, por se adiar com par-
te da carga i rompa : para o rtslo e passa-
geires Irala-se mu Luiz Josi'i >i* Si AraujO
na rua da Cruz do Recife, n. 33.
Para n lliit-ilp lo.n.P.t-,1 P
rara o mo ac-Jsjaefro onjXde o dosculparej pela brevU.de
vii sshir com toda a hrevdsde s polaca na- la partida.
ciooil Sociedade-Felit: quam na mesma Precisa saalugar una preta para van-
l.0'1" .*'. jirija-ss aos consignis- dar na rua: na rua de S -Fraucisci. o. 94,
'i nios otCumpsnhis, rus da casa oa esquina que rolla para a rus dt
Joflo Alves de Csrvslho Porto, vendeu a
Antonio da Costa Ferreira' Estrella, a casa
Je mol liados da rna da Cadeia do Racifq, n.
23, ficaudo o comprador desonarado do
passlvo e activo que a mesma casa cotitra-
liiu at esta data.
Precisa-se de um feitor para sitio perto
desta praga, que euleuda de horla e arvore-
doa: enleoda-se na rua da Cadeia velha,
lojs n.39.
-- Antonio da Costa Ferreira Estrella ,
comprou ao Sr. Joo Alves de Camino
Porto, a casa de moldados da rua da Cadeia
do Recife, n. 23, e nella c-flerrca aos seus
amigos e freguezes, gneros de toJas s
qual iades por commodo pre^o.
Alugi-se o pimeiro andar do sobrad
na rua estrellado Rozario n. 16, a fallan
segundo do mesmo. (
= Nao mcrecendo retpoita o annuncioque
contra niiui fe publicar no Diario de hontem
o tninigo dos malandrlos por ato ser
elle o compelen te para conhecer das ininhas
fala m repartirlo, onde at naje ttlih* tido a
honra de bem lervir, com lado temiire Ihe di-
r! como deiprcio que me merece, este velba-
2ocie eufaluado que por ah anda pasteando
e neulut, c peina que a casaca nova com que
me eucontruu na rua, nao foi comprada a cut-
a doa calotea que pregou na torte doRio-de-
Janeiro quando all eateve eitudando a cuita
de uiu leu prente, que vendo por ilm que a
beila para nada preitava, o uiaudoo a f ... cu-
ino mereca ene vadlo e ro de polica, que
bem deve ter eni memoria que em meu poder
esiitem documentos para a leu lempo a em
juito competente convence-lo al de urna....:!:
e que eiiiquauto o tocto de que trata noteu
inclino annuncio, que tal vea Ihe fotie enti-
nuado por um da seut paientea que tendo en-
trado pobre ha poneos annos para certo eui-
prego publico, etu hoje proprletario, dando
(irgundo diieui) dlnheiroa a juros, que melhor
seria que elle eui lugar de se oceuparem dar
infuriiiacei falsas a meu respeito, reitituite
aot teui patentes a uiurpaeo que thes fe no
inventario de teu fallecido sagro, que tendo-
Ihe dolado por um papel privado, certa quan-
ta em diversos-objectos, nao ot aniiunciou
nene inventarlo para poder Se arranjar, c uno
se arraujou, com ot credore de seu togro, co-
mo atiim se tem queisado nmdealea aeus pa-
ren tea prrjudicado, que de publico tein jura-
"o que um dia Ihe chautar ai contal.
Manoel ia Fomeea Silla.
Hitiultis por Todos os das das 8 horas da mantilla is
4 da larde : na rua da Cadeia de Saulo-An-
tonio, n. 26, terceiro andar.
Uina mulher portugueza desrja servir
orna dealgunfa casa da fami-
esls cidade : quem a pretender
rua do Torres, n. 44, escrpio-
. Joao Pinto de Lemos & Filbo.
O Tclegvapho.
O n. ttesla excellenta, traz urna carta do
siiieiro^iaA, analyse do Uieatro de Smti-
Isibel SHfeSMS prosa e poesas : vende-se, na
loj i dOvSr. Dourido, pateo do Collegio. li.
(; no Aterro-dii-Bos-Visli, n. 74, foja do
Sr. JoSo Talles de Menezes.
Ni porli du Sr. l)r. juix do civel da pri-
oieira vara, pelo cartorio do e.crivao Mol-
la, terca-feira, 17 do corrente, por execu-
co de Joilo Fortunato deSS Avedra contra
Alvaro Fortnalo JourdSo se tido de arre-
matar osescravos penhorados.
5o,ooo rs, de gratiicacSo
a quem pegar a prela Marta Joaquina, de 30 a
10 annos, que fugio ao dia II de abril, de na-
cao Congo-, baia, gorda, cor retinta,bcslgnsa,
olhot pequenoi; tem em urna daa facet um
tignal de carne; he bastante ardilo.a, por lato
he capaz de illudir qnalquar pettoa que a nao
cuiiheca ; sabe todas aa poveacoes da provin-
cia, por ler andado a vender uiiudrua pelo
mato com una crioula de nome Kelicidade, Je
quem fui ficrava ; talvcz aua fuga aoje eura>
berta com o negocio de vender iniudeua, pola
j de outra vez que fugio a qual foi pegada em
lerm do engenho S.-Anna, andava vendendo
ai,e aiiiin maii cultosa de ter pegada. Rega-
te aa autoridades policiaei e capliiei da cam-
po, que a appreneudain e levem-na a rua doa
Uuarleii, n. 22 ou na praca da ludepeodan-
cla, n. 17.
= Roga-ie ao Sr. Manoel Borget de Mendon-
ca q'ueira declarar por este Diario o neme dai
peisoas que teein curado da terrivel doeoca
uiorphea. para poder enformar-te
L'mque atuja eurar-ie.
t'erte-^
ao Sr. Germano Francisco da Oliveira, aaui-
to digno empresario do titea tro S.-Isabel, ae
digne levar em sceoa a repIlicDo da muito
aplau lida e linda l.rya o ueloltante.
I'recise-se de um feitor para
o ervico e campo, para unt en-
genlio perto deala praca.- quem
estiver neslas crcumstaucias, tli
rija-se rua das Cruies, n 4o
- O Sr A F., morador uo Recife, queira
ler a hondada de ir pagar o que dove no sr
mstem de familia da rua do Rangel, n. i ;
do contrario, lera de ver eslo animado ata
que pague.
Jos Faustino da Gama, escrv.'
armada nacional, tendo de relirar-se para a
corle, suppOe nada Jerer oesls praca, e
quan Jo alguem sejulgue se crtdor, quei-
ra dingir-se ao brigua CaHiope, pnde an-
eonlrara pessua competentemente aulori
sada para defeiiitin soIuqSo do seus nego-
* .... -
ua uno pvuciiuv, vi iiiiuuvi.ii.u ua|fDuu -
se dasMssoas da seu cotilleciment, o faz
pelo presente annuncio, rogando-Ibes
.,...
Cruz, n..
Florentina.


:Vi-


~Alugam-se 01 segundo e terceiro in-
dsres ds osa rtff Isrgo da Assnmblca, n., 8 :
iralar com Joaquira Francisco do Alom nn
Forte-do-Mattos, ou cora seu proprietario,
Prxedes da Fondea Coutinho.
Precisase e uro menino de
10 a 12 annos, para caixeiro : no
ra ro Livramenlo, n. io.
Pede-se ao Sr. Bernardo de Albuquer
que Fernandos fiama, morador na Mirada
do Relem, que tenha a bondad de ir a ru
das Liraogeiras, n 3, pagar a quaolia de
15,000 rs., de-uro val que passou em 32
de msreo do .corrento nno ; do contrario,
ter de ver sempre o seu nome nesta roina
-- Segunda-feir, 16 do corrento, val a
praca, na porta do Sr. juiz de orphof, ai
horas da tarde, urna escrava de duas me-
norea, a requerimento de seu tutor, para
pagamento daa deapeas que tem feilo e sel-
lo nacional: he ultima praca.
Bernardo Francisco Fonte, Portuguez,
retira-ae para fra do imperio.
-Os nuncios publicados comas 1*1-
trasnlciaesA.A. P. C.. nllo salentendem
com o Sr. Aureliano Augualo Pereira de
Csrvalho,
I.uiz Jof Dias Brandflo deixou de ser
caixeiro do Sr. Jos Ribeiro Pontes, desde
o da 11 do crranle ; e muito agradece ao
niesrooSr. o bom tralamento que leve, du-
rante o lempo que esteve em sua casa.
Per>l rete, em uro dos corredores do theatro
publico, um alflnele preto de urna senbora,
COB 3 diamantea : quem o achou, queren-
do restituir, dlrirja-se rus da Praia, n.
90, que aera gratificado.
AllenQSo.
De todos os m>les que aflgem a misera
humanidad?, nenhum rerlamente ha, que
pnssa romparar-se a elephaaleasis, vulgar-
mente conhecida pelo nome de morpha ou
mal de San Lzaro. Kt terrivel molestia
disligurando iuteiramente o misero, quo
tem a infelicidad de soffre-la, toina-se bem
ilppressa ohjecto de repugnancia e inven-
civel, asco Aquelles meamos que por jus-
to ttulos, nos deviam ser caros. Al hoje,
a morphea tinha zombado de Untpa e tilo di-
Torsos motos eaapregados para sua cura, e
como que, se cada vez oslentiva mais ter-
rivel, cala tez mais borren Ja. Aquello que
a si'flria, ileava como se liouvera tocado a
maldifSo de Dos, alm da perd de regu-
lardade da phisionomia,como que era cons-
trangido a perder lamhem o ser de homem,
vendo-ge obrigado efugir i viata de seus se-
melhautes,para queaa ae. tornava um ohjectn
de horror. Oabaixo assignado, tem a for-
tuna de poder annunciar a cessar,io de tan-
toa males, declarando que se cooipromelte
a curar com lilamente osa enfermidade, e
essa cura ser tinto mais rpida, quanto
fr nova a enfermidade. Minios resultados
felises Um assegurado ao abaixo assignado
da cllioacia do meio que ha ilescobeilo pa-
ro esse.eura no que olttrece aeu presumo a*
tessoagquedelle se quizirem utilisar aqu
o becco do AteiledePeiie, n. 18,eemMa
cei no lugar Jaragu. Uanoel Barga de
Uendonea.
Ofl'errce-ie para engommar e coaiabir
un hoineni solteiru, urna mullirr: na ra de
Hurlas, n. 6.
Na ra do RanajaL n 3, fazem-se eg-
panadorea reposteras.# seelbor goslu
possivel, e mais commooVdoque ero outru
qualquer pino.
I'atwapoitts.
Tiram-se passaportes prr denlio e fra
do mitrio, despacham-se octavos, lirasa-
so ttulos de residencia f*tWitm\ re : par-
ease flm procuia-sc n praca da Indepen-
dencia, livraiia na. 6 e8, e na ra do Quei-
imdo, n. 24, loja de ntMgdezaa, do Sr. Joa
quim Monleiro da Cruz.
Aluga-so o segundo sndar do sobrado
ii. 12 da ra do AragRo, com bons commo-
dos para familia, sendo muito fresco por
iicar da parte ila sombra e ler janellas do
lado : a tratar no primeiro andar do it;
ao sobrado.
Joaquim Antonio t'.arneiro de Souza
Azevedo, com loja de harbeiro, na ra da
Cruz, no Recife, faz scienle aos aeus deve
dores, que no pn/ode Ii dias venham sa-
tisfaier seos dbitos, todos aquelles que
teem cuntas at'azadaa ateo lim de 1849; i
o no fazendo, serlo-aeus nomes publica-
dos por estenso nesla folha.
Aluga-se urna sala com dona quarlos,
iiuilo propria para homem s illeiro, na ra
i l.ivramrntn, n. 1 : a Iralar no primeiro
Jarda mesma cas.
l- Na ra de Dorias ha para alugar-se um
otilo corrido de frentes fundo, que torna-
i um segundo andar, com doug quarlos,
jlnha, cacimba o quintil, proprio para
ca familia, i or preco mullo mdico: a
1 na mesma ra, n. 130, sobrado de um
* JoSo Pinto Regs de Souza, com vend
na esquina da Penha, desde o dis 6 do cr-
lenlo, que deixou de vender bebidas espi-
rituosas de producido brasileira, em eon-
sequencia de ser colleclado pelo novo
arrematante em 250 caada por trimestre,
Na ra de Agoaa-Verdea, rasa terrea1
n. 2, lavase e engomma-se toda a qualida-
dede roup, com aaseioe promplid&o, por
mili commudo do que em uutra
rarie.
iiX0 assignado estabcllecido com
ven.ia na ru da Cruz oo neoiie, n. ai, az
le 10 respejUvel publico, e igualmen-
I ao Sr. arrematmlo do consuuimo das
^aMrenleaVqoT) dvsde o dia 8 de selem-
ro concille, deixou do vender bebidas os-
"lituosas de pradurcSo brasileira.
/.mis l'rtire de .Indrade.
Perrisase de uai menino portuguez de
J* anuos dr idado na pnderia da Passa-
na queso di bom ordeuaco
--Nos dias 12, te e 19 vai praca, pelis 4
prss da tarde, aporta Sr. Dr. Juiz de or-
tiSos supplnle, na ra de Hoitss, defron
i do becco de S. Pedio, o grande aillo do
.ndigo, lugar do Chora-Menino, junto ao
r. I.uiz fiomes Ferreira, com das.frentes,
'ido uma para a Pa&sagem da Migdalona,
.iiI casa de vivenda, baixa para
luiloi grvoreos de frucios, alui
la cisa grinde.tetn maisduis ditas terreas,
uue periencem au mesmo sitio.
Precisa-se de uma prela que nao beba
rspirilos, para o aervifo interno e cxteiin
de urna Caga de urna senhora : na rui d
Sen?all-Velha, n. 13.
I )eaeja-ac fallar com muita instancia'
a negocio de inteiesae, so Sr. alelquladea,
ao Arari.ty : na m (lo Coliegio, n. 16, pri-
meiro andar.
--Um brssilelrocom It ennoa de idad,
se offeree para caixeiro de armazein de aa-
ucar, ou mesmo de fazendaa, anda que d
tlguwtempo graMs: quem de seu presti-
o se quizer utilisar, dirija-se ao caes do
'tamos, armasemde recolher sola, de lle-
mterio Msciel da Silva.
-- Joflo Fcmcisco Maya participa ios seus
:relores que lisjam de comparecer ero sua
C4Sanod"ia 13 do corronte, as II horas da
menhSa, para mostrar o estado de sua casa.
-- Negocia-se s taverna que fj do falle-
ido Pedro Marciano, sita na roa da Cruz, a
I al tem poucos fundos, o que deve con-
vir a qualquer pretendente: trala-se com
JuBo Baplsta Fragozo, na ra da Cadeia
do Recife, n. 6.
-- Precisase de uma preta cscrava, para
cjiinhareengommar: na ra Nova, r. 3*.
--Para negocio urgente precisa o abai-
xo assignado filiar com Reinaldo Comes
Meir procurador do Sr. coronel Diogo Lo-
pes de AraujoSales: annuncie para ser pro-
curado, ou tenha a -hondada do apparecer
no Forte do buraco. Salvador Coellio dt
Uiumtnond i Albuqutrqut.
Da-se 1:000,000 de rs. a premio de 1
_ meio por cento, por tempo de um anno ,
sobre hypothccaem bens de raz, pagos os
os juros mensalmente : na ra Direita,
n. 59,
Aluga-se o segundo andar e aotSo da
casa da ra da Madra-de-Daos, n. 26 ; ssaim
como uma casa terrea na iravessa'da>l.ivra-
ineuto, n. 12 l tratar na ra da Cadeia do
llecife, n. 42, primeiro andar.
Uma mulher capaz propOe ge a fazer
almofose jantaras para alguns gpnhnresque
precisarem, o ediante um preco mdico ;
bem comor layar e engommar: ludo com
pe reic-loa JBrio : na rus Imperial, n. 6.
-- Aluga-ia o segn lo andar da casa n.
36, na ra Wreita desta cidade, proprio pa-
granito familia, por ler 7 quartos, 3 sa-
las, gdbinetean lado, eozinha fr, quintal
para ler estriban, cacimba combos ago.i j,
a tratar no terceiro andar da mesma cas
Bon irrulillciirao
Fugio no dia 7 do correte mez do sitio
Itozario, tenas do engenho Timb, um
moleque de nome Germano, de idadedlS
anuos, com os signaes seguintes: cor fula,
alto, srccojlo cu,rpo, Dcrnis gran les eli-
des, denles limados, bastante
no ni, luyini
freo mais
alquee n
-O aban
ra. Na mesma casa roncera se o cobre-so
toda a qualidadr de cha eos da sol e benga-
las, paraos quaes lem bo-s sedas e pannos
em pecas : todos estes objectos vendem-sr
flffl porcSo e a relalho, por menos preco do
lueemoutra qualquer parle.
Aluga-se por mdico preco o terceiro
indar da caaa, n. 20, na rus de Apollo : a
tratar com Antonio de Moraes Comes Ferrei-
ra, na dita casa.
Lotera 1* Matriz la Boa vista.
O thesoureiro desla lotera annuncia ao
respeitavel publico, qoe muito brete tem
le marcar u dia do andamento das rodas:
is pessoas que teem bilhetes apartado os
nSo buscar quanto antes, do contrario se-
rio vendidos. O restgnte dng mosmos -
cham-seavenda nos lugares j annuucia-
dos.
Krfiiac""-
Preclsa-se de uma pessoa que sa iba retinar
aasucar, e coropr-se um escravo reOnidor :
na ra da Cadeia do Recife, n. 50.
% Paulo Caignouv, dentista francez.
Srecenchegado nesta capital, offereces
Sseu prest mo o pnbhco pan todos os^j
Jmysteres de sua proflssBo, querextra-^f
Chindo, limpando e chumbando os den-a.
*les naturaes, quer sutJslItuindo-os por-
*outros artiRciaes, para o que lem os^
*melhores apparelhos. Pode ser procu-J
irado a qualquer hora em sua Casa, naj
Jrua larga do Rozario, n. 36, segundo^
pandar. 4
9 ********************9
-- Precisa-se de um (rabilhador : na ra
Direita, padaria n. 24.
..-'Alugam-se os segundo e terceiro anda-
rea por cima do ^scriptono de James Crab-
tree & Companhia, na ra da Cruz, n. 42:
tratar no diloescriptorio.
O Sr. doutor Antonio Jos de Souza
Comes, hija de ler abondade de vir pagar
o abaixo assignado, a quanlia de 150,109
>s saldo da sus letra vencida a 28 de maio
le 1839, (cando V. S. certo de qUe, em
quaulo uto embolsar dita quanlia, tera
a satisfago de vero seu nome nesla folha.
F. 1. dfit Santot.
Fabrica ile obras le folhns le
! landres, rnu Nova n. 38ji1c-
i
nas, i s grtildes, denles limados, bastinte
regrista, lavando comgigo um cavallo rus-
so vermelW^ie s< lia', de segunda muda :
roga-se as autoridades policiaca ou a qual-
quer pessoa que souber, ou tiver noticias,
le o apprehender e leva-lo a ra du l.ivra-
menlo, n. 20.
O abaixo assignado faz aciente aos Srs.
col lectores das Roas-ardenles e espritus do
prodcelo brasileira, que deixou de vender
ies gneros desde o dia II de setembrode
1850, na sui taberna, na ra do Rangel nu-
mero 81. -- os Ignacio de Arrvdn.
O general SeWa precisa de um cozi-
nheiro perfeilo : compra ou aluga.
O Sr. J. G. dos it. faca o favor de vir pa-
gar a quanlia de 6 000 rs que tomou no As
m'i ; do contrario tera de ver o sen nome por
extenso nesta folha.
Prfcisa-se alugar uma ama seres de
bons costumes, psra oservico de uma casa
de pouca familia. Iiirigir-se* ra das Trin
cheiras n. 19, sobrado.
Aluga-se, para se paasar a feata ou por
ano, uma grande casa no sitio do Cajuel-
ro, conlendo uma grande sala de fenle,
duaaalcovas, gabinete ao lado, sala airas,
com quatro. quartos, duaa cozinhas. um
grande aotSo e ralnbaria par dous caval-
los : a Iralar no mesmo sitio do Cajueiro, ou
na ra do Crespo, n. 19.
Francisco Moreir da Costa lem contra-
tado comprar aos Srs. JoSo Antonio deOli-
veira Companhia o estabelecimento de
negocio, que os mesmos possuem na ra do
Aragfio, n. 36 : sealguem se julgir com di-
reito a embarazar este negocio, annuncie
dentro.do prazo de tres dias, a contar da da-
la de.-t. Recife, II de satembro de 1850.
Aluga-se o aafjalBdo andar do sobrado,
silo no Knrle-dn-Jaaltos, n. G : a Mismo
mesmo lugar, sumado n. 12
O abaixo assignado faz scienle so Sr.
los Fortunato de Almcida, que tica sem vi-
Kor algum o papel de trato que fez ao dito
Sr. Almeida, relativo a Mossamedcs. Jos
fiof/uim du Coln
-- Latham & llihberl fazem saber a lo las
aquelles que se julgnrem seus credores se
sirvam candaa apresenlar suas coulas no
prazo de oilo diss, as quaes serfio inmedia-
tamente pagas, verificadas que sejarr, no
seu esciiplorio, na ra do Trapiche, n. 32.
Desappareceu o escravo Lzaro, criou-
lo, de 25 a 30 annos, cor preta, catalura re-
gular e secen ; lem um dedo de um dos p
(ora de seu lugar e um punco I. vantado pa-
ra cima ; he bastante ladino; levou carniza
de algodSo americano riscado e calca do
mesmo algodSo azul : quem o apprehender,
leve-o i cisa de Joo Ignacio de Mcdeiros
liego, no Chora-Menino, ou rus d'Apollo,
n.16, quesera recompensado.
Aluga-se, para se passar a festa, urna
boa rasa tarrea na povoacflo do Monleiro,
com duaa grandes galas, quatro quarlos, eo-
zinha fra, cacimba, com dous- quinlseg
murados, port.lo com sabida para.o rio,
quaajio para pretos e estriban para caval-
los quem a pretender, dinia-se a Boa-Vis-
ta, Iravessa do Veras, sobrado ii. 15. Na
mesma casa vendo so um bom crio de cvr-
regar na alfandega.
Aluga-se uma prcla para todo o serv-
jo de urna casa : a tratar na ma da Santa-
Crui, na Boa- Vista, n. 38.
- a ru do Vigario, oasa n. 7, deseja
se fallar com o Sr. Jos JacinlhoTavares de
Anuda, morador na cidade de Ulinda, a ne-
gocio de seu ioUresse.
A cidade de l'ari.s.
Fabrica de chajiqaj de sol, ra do
CollegiAM.
J. Falque participa ao Yispeilavel publica
desla cidade, que elle abri o seu novo es
tabelecimento. onde se encontrar sempre
um grande e bonito sorlimcnto desles ob-
eclos dos mais modernos e.variados, como
sejam : chapeos de sol para homens de se-
tas chamalotadas e lizas, de cores e pretos,
ditos de armacno dco muito lories con
ied<8 de todaas cores, ditos para aeohoraa
Je aedaa lavradas e lisas, com franjas e sea
ellas. crea'Suilo bonitas, ditos ditos de
.mino imitando seda, com franja esem el-
la, ditos de panninho para homem com ar-
mecffo rirt e ordinaria, sortimento de ben-
galas de todas as qualidades, baleias par
vestidos, colletcs eespartilhos para ambo-
Preclsa-se engajar a.guns omci.es.de ffl^%Z&,Z&. a
saldeireiro para trabalbarem em caldeiras
le vapor, sendo arrebiladoris, ( a que os. In-
glezes chamam Bivetert) dando garanta i
sia conducta : paga-se o jornal de 3,500 por
dia, e d-so passagem gratuita para o Rio de
Janeiro, onde irSo trabalhar na oCiclna da
companhia brasileira de paquetes de vapor ;
advertinlo, porm, que se depois de all
chegarem, rom um mez de experiencia,
provarem incapacidade, serSo conduzidos
para aqui igualmente nio pagando passa-
gem. Quem estiver neslas circumstanciaa,
e quizer o dito engajamento. pode dirigir-
se au agente da dita companhia, na ra do
Trapiche, n. 40. sa
-- Precisa-se de uma ama de leite, forra
tu captiva : na ra do AragSo, n. 26.
-Aluga-se uma. casa na povoacao do
Monleiro, fronteira ao oitSo da igreja, do
lado do norte, com 4 salas, 6 quartos, solflo
e eozinha : a tratar oo largo do Terco, n.
31, gobrado de um andar.
Aluga-s o segundo andar e solAo do
sobrado, alraz da Matriz da Boa-Vista, n.
26, com commodos para granJe familia : na
mesma ra, n. 22. ____^___^___
Compras.
Compra-se uro moleque de 15 a 16 a
nos : na ra Nova n. 39, primeiro andar.
Compra-se uma mesinha redonda ou
quadrada comtampo de pedra : na ra da
Cadeia, n. I.
Compra-se um bah grande, em bom
uso, nSo sendo caro; e um casal de gneos :
na rui da Praia, n 2.
= Compram-se tres pares de caillhos de
varanda : quem liver annuncie para sci pro-
curado.
-Compram-se 2 pretos mocos, de boni-
tas figuras : na ra das Cruze, n. 30.
Compra-se euectivamento cobre,
chumbo, zino, estanho, e toda a quali la-
4)000 rs.; panno de oleado de bom goslo ;
iuvas de algodSo para montara, a 200 rs. o
par ; charuteiraeftinas; e chapeos para me-
ninos. .
Na ra do Cabug, loja do
Duarte, vende-se seda rouxa de
lindas cores para bordar.
Para osSr. alfaiates.
Vende-se estoupa para inlerlelas, a 80,
120 e 160 rs.; pecas de madapolo, a 2.500
rs 'Chitas com avaria de chuva, 100 rs.
ocovodo, e alsjodSosinho muito lago, liru-
Poe muito tapado proprio para loalhis, a
180 ra. : na ra larga do Rozario, o. 48, pri-
meiro andar.
-- Vende-se um lustro con oiloluzes e i,
candeiros do gzem muito bom estado o
por preco commoo : na ra Bella, 11 18.
Vendem-se gaccas com farinha de man
dioca de 1,800 a 2,600 r ; gigos com bale-
las, caixas com charutos, saccas com mi-
luo, ditas de arroz eoiu casca e pillado,
fumo om pslha gaaxa ingle/a, barricas com
potassa, garrafes com ervilbas.rape Paulo
Cordeiro e ch4 nacional em caxlnhasde *
a 20 librsf muito superior, ludo por precus
commodos : nOarmazem da ra da Cadeia
do Recife, n. 64, ao p arao da Con-
ceico.
LIVaOSNOVOS.
A loja da ra Nova, n.6, de Maia Rainoi&
C, cbegarain recentemenie oaicguintei livros
le ae vedein por preco coinuiodo, a aaber :
O6roi uriijinnei pertuguttai.
Poellas de Alexandre Herculano, um voluine.
Obras poelicaa de Alinelda Garre!, 7 v.
A deiinorallaacSo c o leculo fragmenloa por
Sebaatiao Joa Ribeiro de Si, 1 v.
Eduardo ou oa nililerloi do Umoelro por I. ( ,
de Carvallio, 4 v.
A feilicelra do Uouro (romance) I v.
Oasete peccados mortaea, 2loinojem 1 V.
O menino perdido, romance para a liutruccao
fronte da (oncelc&o.
Nesla bem acreditada fabriea ba conti-
nuadamente um completo aarumenlo d<
obras de folha, bem como bacas, hanhei-
ros, babs de lodosos Umanhos, objectos
ile geivico domestico a par eozlnh, bem
como se fgzem todas as olira%por preco com
modo, e com perfelcflo.
TOV6 csIhIh !( I mi ato le cotila ria
fina, na 111a Nova, n. 10.
Jos Pradines, coiileiro-armeiro, participa
ao respcilavel publico desla cidade, e prin-
cipalmente a srus freguezes, que mudou o
estabelecimenlo que lnha na ruado Roza-
rio larga para a ra Nova, n. 36, confronte a
igreja da Conceicno, onde o achaiSo promp-
i a exrcutar qualquer encommeavla de sua
arle com a maior perf.iijo possivel e pceo
mais commodo do que em oulra qualquer
parle. O annuncianle, leudo recelado de
Franca ltimamente um licu aorlimento de
objectos de sua arte, n3o llie ne (ossivel
menciona-lo pela grande quantidado e va-
redade dos mesmos ; mas,assevera que lu-
do he o maia fino possivel, e aer patente lu-
do aos compradores e por precos mui ra-
zoaveis. O annuncianle para facilitar a bre-
viJade das encommendas que se Ihe Dze-
re r, mandn vir um ofllcial de Franca, o
qual chegou pelo brigue Ceiar, e se acha no
cicio de sua arte 00 estabelecimento
a.
Pradenis, culileiro, previne
ao respeildvcl publico, que mudou
aua loja da rus dos (juarleis, para
a la Nova, n. 36, defronle da
greja da ConceicSo.
Precisa-se da.uaaa preta para cairegar
um tabolriao de fzendas, indo rm com-
panhia de oulra para vender : 1 a ra do
Trapiche, 11. 44, armazem.
Alnga-se, annualmenle utra casa de
sobrado na ra da ruino, que accommoda
duas familias, e tem vista par barra: a
tratar na ra da Aurora, 0. 4. _
Ulysse Droz, relojoelTO suis-
so. de passagrm por rsta praca,
onde icnciona demrar-se 5 ou 6
mezM smente, conccrla toda e
qualqurr qualidade de relogios
eem qualquer estado em que se
acl.em ; ossm como lem para ven-
der relogios de ouro e pratd dos
melliores fabricaniea : na ra da
Cruz, n. 4'l primeiro andar.
Aluga-se por mdico preco um ras
com commodos para grande familia, com
cacimba, um pequeo sitio com capim pa-
ra um cavallo, nu lugardenominado Sanla-
ninha ou Sant'Auna da lonlio : fallar
com Luiz Gomes Ferreira, no Mondego, ou
na ra de Apollo, n. 20, com Antonio de
Moraes Coates Ferrrcira. ,
Fugio, no mez da selembro do anno
prximo passado, o pardinho Leornado, de
;c iuuospouco mais u.; ~".Oi, do esiaiu-
ra baixa; reforcado do corpo; he muito
regnsta consta andar pelar parles de Ca-
ranhs : quem o pegar leve-o a lypographia
da viuva Roma, que sera generosamente
recompensado.
CliU| eos Je sol.
Rus do Passeio, o.
Nesta fabiica ba presentemente um rico
sortimento desles objectos de lalas as co-
ros o qualidades, tanto de aeJa como de
panninho, por precos commodos; ditos pa-
ra seuhora, de bom goslo: eslea chapeos
aSo fritos pela ultima moda ; da adamas-
cada com ricas franjas de reros. Na meaua
caai se acha igual sorlioieulo de sedas e
panninho imilaudo sedas, para cobnr r-
uuces aervidas : todas estas lazeudag veu-
dem-se em porfo e a 11 lalbu : Umbeiu se
concerl qualquer chapeo de sol, lano de
basteas de Ierro como uu Laivia, sssim como
umbelas de igrejas: ludo por prec,o cum-
modo. Na mesma casa ba cbapos de sol,
de marca maior, de panno de seda, pru-
phos para fritorea de engenho, pur aerem
dos mais loiles que se podern lubricar.
-- Preciaa-aa aluffar urna e*cf*va nua sai-
ha bom engommar e co/inliar o diariu de
umacas: na ru do Queimado, n. 14.
na ru* Urga do notario, n. 48, piimairo a-
ilar.
Compra-se, para uma cncommenda.
nm escravo que seja bom official de tinoei-
ro : paga-se bem, agradando : na ra da
Monda, 11. 7, a tratar com Leopoldo da Costa
Araujo.
Compram-se dous lachos do cobje,
grandes e cm bom estado : potes vidrada
los grandes, ealguidarcs : na ru* do (uel-
mado, n. 2.
-- Compram-se lelba velbas, em grandes
e pequeas porches: nas Cinco-Poutas,
n 82. .*
de de metal velbu, n.lo sendo ferro : na ra da mocidade, oflerccido as boas man ae la-
v >,.. no inilia, I V.
wova.n. w. Ocoainheiro completo ou nova arle do con-
- Compram-seescravoscom habilidades:
Vend -;8.
$
Vende-se uma boniU crioula, de 17
annos, que faz lavarinlo, eozinha, engom-
ma, ou troca-se (or oulra que saiba vender
frzendas : na ra do Caldeireiro, n. 46, por
detrs dos M>rtyrios.
Vende-se uma laverna sita na ra Im-
Ljperiat, 11 43, com mulos conmodos para
fioilia, bem ifreguezada, e com fundos de
l:noi.oiii) de rs. pouco mais uu menos: a
tratar na mesma taverna.
-- Vendem-se queijos londriuos, e pre-
suntos para Hambre, ltimamente ebegados
de Liverpool; bem como verniz branco e-f
preto ; e diversos outros o'.ijeclos : na rui
do Trapiche, n. 34, armazem de ItaymonI
& <:omp mina.
Vende-se uma preta natural do STtflo,
moca, sem achaques, e que cose, engom-
is e faz renda : na tua da Cruz, n. 13, ar-
mazem Ailvcrte-se que hechsgada do Cea-
'i no \apor Bahiana.
Vende-se um grande sitio com casa
de taifa sollVivel, muito agradavel pela boa
loCilli I.'de eili ,|iie esta Collocado, e pelas
inunong|>lade8 de frucleiras que tem, as
quaes pela sua grande abundancia seria fas-
tidioso enumralas, ; a vista h>> que se po-
'er julgar; sssim como suas bonitas baixas
com capim de planta, podendo sustentar 2
cavallos annu: luiente, e paslo para 3 ou 4
vaccas : este silio he na povoacflo do Mon-
leiro, entrando no becco do Quiabo al a
hdena do Mudo, conlnan lo com o da D.
Calhaiina de Medciros : quem o pretender,
dirija-se ra da ConceicSo da Boa-Vista,
11. a. Na mesma casa lambeta se vendem
diveisas fenagens do engenho, muito em
couta. come sejam : aguilhOes dos lados,
p ir 200,000 rs. cada um, ditos de varar, por
5 i.OOO rs .carretas, 1 or 12,000 rs.: ludo
muito lidalo 1 ur ser resto e para se aca-
bar; uma rica estante de Jacaranda pia
muse 1, por 12,000 xa.; igualmente vaiias
msica bnitas jar piano, e o Boffl-
Tempu.
tos Si-, elirlcs de familia.
Avisf o novo adanislrador da lojn n. 3,
defronle do becco do Peixe-dilo, que lem
um com lelo sortimento de fzendas, e que
pissa a designar o preco dealgumasdellas :
riscidnhos francezes, linos e de differen-
tespadi.'S, pelo baratissimo preco de 160
rs. ocovado; nscaJosde algodSo de dffe-
reoles qualidades, a 200 rs. o covadn ; cam-
braias da California, a 320 rs o covado ;
ditas paiisiensesde differint.es desenhos, a
320rs. o covado; lencos de cambraia de
cores muito linas, a 500 rs. ; grvalas bran-
cas do liiiissima camhraia, a 1,000 r ;
co tes de castorim para caifas, com tres co-
vados e meio, i,1*0 rs. ; e outras lazen-
dis pelo o ais diminuto preco possivel.
Na ra da Cadeia do bairro do llecifj,
no primeiro andar da casa n. 24, de Manoel
Antonio da Silva Antunes, vande-se um ri-
co sortimento de chapeos de palha de lla-
lla iberios, camizclas de cambraia borda-
das, coleitubos, rumeias, manguitos, pu-
ubos, bicos linissimos, ricas litas, e outros
objectos de gosio, os quaes se vendem por
menos do que em oulra qualquer parlo :
tambemlem um soilmenlo geral defazea-
das inglezas.
-Vende-se uma escrava moca, engom-
la, eozinha e cose com perfecflo : na ru
da Cadeia de S.-Antonio, no seguudo an-
dar, espuina doUuvidor.
-- Vendem-se cem apohees da companhia
do Beberibe, todas ou em porches menores :
na loja de Ignacio Jos da Silva, junto ao
arco de Sanio-Autonio, no cscripiorio da
companhia, e no do caixa da mesma se dir
quem vende.
-- Na ru do Cabug, loja do Duarte, ven-
dem-se tesouras pera barbeiro, allnale,
de costura e par. unbas, fabricadas pelo
melbor culileiro de Cuimariles ; cauivetea
comple
nhelro e copeiro, 1 v.
O novo jardineiro ou modo de cultivar os Jar-
dios, argunda edlc{aoaugineulada, 1 v.
Pensameotos e inaaiinai pelo conselhelro Mal-
loa, 2 v. -
Medita(ei edlicunos religioso pelo meimo,
um voluine.
O Panorama cncadernado, 8 v.
O moiige de Cislcr por Ale. Herc.,2v.
O proscripto romauce por J. M. daailva Vletra,
2 lomos cin v.
Oj palelos do diabo, 1 v. de 000 paglnai.
O limles preto, romance de Augualo Aragao,
UU) volme.
A ininha vida t a doi ineusamigoi, 1
l.eiluraa populare ou livro de um iMHcrala,
1 v. poralvaro de Aievedo.
TraJurcvts de l.itboa.
Portugal piloresco com eilampai por Ferdc-
11.111 lirio/, -I V.
llistoiia da revolucao franceza por Thieri, O
voluntes.
Historia deNapoleao porNorvlnl, 4v.
Raphael paginas da joventude por Lmanme
2 volme).
A Ira por Eug Sue, 1 v. .
Mauricio ou o maucebo alucinado por hugenio
Scribe, I v. ,
As melainorphose da mulher ou a conqulil
de urna agoa furtada por Sainline, I v.
JeroDymo Paturol em procura de uuia policao
aocial por Hiplito Rol, I V.
Historia dos irea dlai de fe*relro de 1818 em
Paria por f'ug. Palelan, 1 v.
O ire moiqueleiroi por Alea. Humas, 4 v.
Mara ou ai llollaudrias, 3 V.
A roda da fortuua por Aog. Arnauld, 1Ir.
O Ante-chrlilo por Julio de Toniefoi l, 2 V.
Deui o quer, a S7." ediccSo pelo viiconda de
Alencourt, 1 v.
Phisiologia do buiueiii casado por Paulo ae
Kock, I v.
A Saamndra por Eug. Sue. 3 v.
A clgana ou a Franca de Lula XI, 2 lomoi em
I volme.
capliveiro do TrombeU Eicoffier por Amel-
lo Alby, 2 v. '. -_
Collectao doi rctracloi de lodoi o reii de Por-
tugal, e ir ira los de variai notabilidades For-
tuguezaa.
Nui'ciu.
Duai walaas e 2 polkai por Julllen, c quatro
Humeros da Revista musical.
Xaropc do bosque.
SALVACA DE MAIS UMA VIDA.
Eu ahaiio aisignado, morador na ra da val-
la, n. 10, lendo padecido por espaco de 13 an-
noi do mal de asuana, proveniente de uma
eonslipacao que apanhei quando morcl no lu -
garcbaiuado Ponta-Negra, uo dlilricXo de Ma-
rica, durante elle lempo nunci ceisei de lo-
mar rcmedioi, un applicados por anagoi
ineua, outroi por profeiiorcs a quem coniul-
lei ; por lim deaengarain-me que o meu mal
nao lnha eor.i, por ser j mullo ..migo ; eu
neila triste aituacao, com oa ataques contlnuoi
que me perieguiam em todas ai mudanca da
la, e com o desengao de nao poder ier man
curado, eiperava a uiorte a lodoi os momenloi
em que le viuhaiu o ataquea, porque ficava
tao sutlucado.que perda a reipirafio ; e aiiim
que me pasiava a maior frca do ataque come-
cava-me ento urna toase tao forle.que ero dei-
tado, nena de maneira alguina podia locegar,
c para descamar alguinas pouca horas, paaia-
va recoatadu na cauecelra da cama. Ha sete
anuos para c, quando viin para acorte, fui
acouielbado para ir residir fra da cidade, e de
tomar de lempos eui tempoa voinitorioi de
poaia : aislui fli, porcm ludo foi Intil. Con-
tinuavain o mesmos ataques da inclina manei-
ra: j cansado de lantoi loffriinentoi voltei
para a cidade : neita occasiao dl4eram-me
que bavia um novo remedio que carava a
llana, e que ic vendia na ra do Hospicio,
n. 40. Or, eu lendo j gastado tanto dinheiro,
pouco esperav do tal remedio da ruado Hos-
picio, n. 40 porm uo fol o que eu eiperava,
foi a uiiiilia salvacao. Compre! uma garrafa do
jarope do bosque, que he o tal remedio que la
se vende ; principie! a tomar eate precloao e
iuipagavel remedio : desde odia emque prin-
cipie! a tomar a priineira ddae logo senil que o
remedio comecava a fazer-me beiu nao me
euganri, fui todoi o dial melhorar at aca-
bar uma garrafa, c ba j um mez que nao ae! o
que be ataque de aslhnia. Deo prolongue o
dlai de vida ao deicobridor deate tio precioso
mu. lo para bem da liuiuanldade lon'redora,
assim como eu ; digo, e lerapre o direi, que o
xarope do bosque be uta grande e excellenU
remedio para as molestias do pello.
Esta ininha declarajo foi feila de muita mi-
ulia livre vontade, e em recophecimente ao
bom eBeito; port oto, recommendo a to-
dos oa que soflrerem, aaalm oam en aollri,
que nao percata lempo rm ireitt rea do Hos-
picio, n. 40, comprar o ocompaiavel xarope
do bosque, psr goiaremdo que estou ajotan-
do, que he'de miaba perftltaiade.
Todo o cima referido juro aoa sanloa evan-
gelhoiquehe verdade ter eu aoffrldo.
Hlo-de Janeiro, 14 de agoilo de 1848.Jom
Antonio da SU.
Rrconheco verdadelro o lignal aupra relto
ni1qmm Jo* ii CtUn.
perante mal
-| Veude-ae naruadoiQuarteii, n. ia.
beiras de dous canos, polvaritihos e frascos Vende-se um refe com lercado: ao pateu
com seu copo ; espoletas; baudejas de 6 al Ido Ter jo, n. 23.


* .
, .1.111 I
Ai moderno e boro..
Na rnn do 0_iu imnilo. n. 17,
vcndem-se camhraias francezas de cores
Milito fl|Uy)drOs os ttwil modernos, e
fiOO rs avara; carrbraias de cordflozinhn.
da coros moito grave epadroes mludinlio.
intituladla princezinas, a 800 a vara; lencos
do ard de cores, de mniln boro Rosto, a 2#
rs. nula um ; nm completo sortitnento de
meias mnttaflnas para meninas de todos os
tamandoa,'por preco commodo.
A 800 w.opar,
Vendem-se snalos do Aracaly.a 800 rs.
opnr: no Aterro-da-Boa-Vita, n. 58, loja
ao p da deselleiro.
Vende-se farinha de man-
dioca muito superior, e em soceos;
potassa em barriquiohas, por pre-
co commodo : no armazem de Dias
Ferreira, no caes da Alanrf'ga,
ou na ra do Trapiche, n. 34, ca-
sa de Novaesck Companhia.
Moendns superiores.
N.-i fundicSode C. Starr t Companhia ,
em s.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas do ferro, de um modelo e
eonslnicc..1o milito superior,
A rudo* de ferro.
Na fundirn da Aurora, em S.-Amaro,
ven lein-se aradas de ferro de diversos mo-
lelos.
-- Vondom-scamarras au ferro: na ra
--Venda-se arinlia de Santa-Calharina.
multo superior, a bordo da galeota StMiui-
mn-Trindade, Tundeada junto ao cae? do
ColU-gio.
Cnl o potassa.
Vendem-se harris com cal de Lisboa, pe-
lo diminuto preco do 3,000 rs. o barril; di-
tos da ruis nova e niais superior potassa d*
Itio de-Janeiro, por barato preco : na rua-
da Cadeia do Recife, n. 50.
Farinha de nnndioen.
Na ra da Cruz, 110 Itecife, armazem n.
13, e na ra da Cadeia, arirazem de f im-
peli Filho, vende-se farinha de mandio-
ca do Ceaia, muita alva, gommosa e de ex-
rellento gosto, tanto em pequeas como
em grandes porefies, por preco commodo.
\ lion pituita.
NSo he elogio, porem sim a qualidade,
quem garante o novo rap l'rinceza, chega-.
do iiliimaini'iiie do Rio-de-Janeiro; este
rap, nUosc naquella provincia tem mere-
cido aaceitaclio gcral, como em outras son-
de a sua boa quali lado tem sido experi-
mentado, nada deixando a desejar ao me-
lior fabricante em l.isboi.Os nicos do; osi-
tos nesta cidade.bena tua do Queimado, 11.
25, loja de miuiezas, e na ra da Cadeia-
Vellia, ns. 4 e 9, lojas de miudezas.
Vende-se, na ra do llondego, n. 19,
sal de pedra, a 9G0 rs. Na ra Imperial, n.
222, vende-se sal de salgar couro, a 500 rs. ;
urna canoa para abrir para tijnlo ; urna di-
la em bom estado; 8 encobjenlos de ca-
noas, por preco commodo.
Vende-se a taberna de Ni-
colao lu 1 ligues da Cimba, no
paleo do l'eraizo, n. 16, com pou-
cos fundos, e muito afreguezada a
retalho : a tratar na inoiiin, com
Jos Pereira da Silva.
itapr Paulo Cordeiro, a l,(>oo
rs. a libra.
Vende-ae o verdadeiro rap Paulo Cordei-
ro em libras e meias libras : na ra do Quei-
mado, 11. 16, loja de Jos Dias Sintes.
Ilion- lita- liiiiiiilii-.
Vendem-se filas layradas de todas as lar-
guras, proprias para chapeos, ror preco
mais commodo do que em oulra qualquer
palle : na ra do Queimado, 11 16, loja de
J. 11. Sin.oes.
Vendtm-se sap.loes de cou-
ro de lustro, ditos de bezerro fran-
ecz, ditos de dito da Ierra, coni
nova, a 4<"> ra ^ etn gr' d
Rio,'a 160 rs. a libra : no pateo
'lo Carnio, n. 2, venda nova.
Vende-se a taverna da ra do Aregflo,
n 14, prpria para homem solleiro, por ter
pouens fundos, e o sluguel ser de 7,000 rs. :
a tratar na mpsma taverna.
Taixns para eiig-enrio.
Na fundido de ferro da ra do Brum,
caba-se de rneeber um completo sorlimer-
.ode taixas dc4 a 8 palmos do bocea, as
(Oaes acham-so a venda por preco com-
nodn e com promp'UdSo entbarcam-se,
u carrepam-seem carrossem despozns ao
comprador. _
O mais helio gosto.
Vendem-se riquissynas casemiras, tanto
em gasto como em qualidade : no ra do
Oueimado, n.9.
Bellas cr<.
Vendem-se luvas de seda para senhora e
homem, de ricas cores e fina fazenda : na
ra do Queimado, n. 9.
- Na taberna de Domingos da Silva Cam-
pos, na ra das Cruzes, n 40, ha bixas llam
burguezas para vender e lugar, tanto por
junto como a retalho.
Na 111a do Livi-aniento, n. 1 1,
vendem-sc sapillos de duraque franrez para
senhora, a 1,440 rs. o par; borzeguins de
fzondas de cores, com biqueira de couro
do lustro, para enancas, a 900 rs. o par.
-- Vende-se ch* hysson de superior qua-
lidade, em caixas e meias ditas, e em lotes
a ventado do comprador ; caixas com velas
,te espermacete da melhor qualidade : na
ra da Alfandcga-Velha, n. S6, escrijtorio
ile Malheus Austin & Companhia.
Vende-se superior farinha
de mandioca, o melhor que ka no
mercado, e por mais Barato preco
doqueem outra qualquer jarte:
a bordo d<> patacho Piereide, che-
leado de S-Cal harinha, 011 a* tra-
ar com Joodc Carvalho flapozoj
011 com INovaes & Companhia, na
na do Trapiche, n. 34.
-- Na ra do Cabuga, loja do Duarte, veil-
lem-se botOes de Pedro II ; ditos para in-
fanUria ; ditos pretos e amarellos para ca-
sacas; ditos do madre-perola ; ditos para
iiifeitesdepalilOsde menino; ditos hran*,
de
do
de
--Vende se um ptimo cozinheiro, tai|
to do forno como de massas, sem vicios
em molestias : vende-se poreu dono re-
tirar-te para frada provincia e precisar df
linhelro : na l'assagem, aillo do cajueiro.
Luvas de pellica e de rede para
senliorn.
Vendan-so lavas de pellica o com pal-
das, a l,*00 rs. o par ; ditas cor de canna,
irde, a 800 e 1,000 rs. : tudo fazenda mui-
lo superior: na ra do Queimado, n. 33, lo-
cos, amarellos o hr'zeados pira libr ; Ja de miudezas, juflto a de cera.
01 tilias e do Atacaty : ludo por
preco commodo : na ra da Ca-
deia'do Recite, n. o, loja.
Linha* de norclo.
Vende-se linha de novelo de ns. 16, a
120, e de ns. 40, a 120 ; bem como
caixas com o sorlimenlo de tres nmeros
40, 50e 60, por preco muito comino lo : na
ra do Tiapiche-Novo, o. 18, primeiro an-
dar.
Vende-se doce do goiaba de primeira
qualidade, em pequeas e grandes porcOi s.
as Cinco-I'onlas, 11 82, taberna.
Veude-se urna escrava ile nac.3o, sadia
sem vicios: Da Ponte-Velha, casa lerrea
n. 31, junto ao poitAodo auatlel.
Oleo doMnhaca
em botijas: vende-se no arma-
zem da tua do Amorim, ns. 56 e
58 e no aimazem do Atines, no
Mnnnel da Silva Santos.
O oitavo batalhBo de cacadores tem 20
*altn qnizer conipra-ls : dirija-so ao quateldo
Hospicio, para v-los e traier com o lenla
anele do mesuro bata Iban, das to horas t
da Urde.
Vendem-se dous prelos mocos, de
muito boas liguris, ptimos para o traba-
Iho do campo e da prac.a ; um dito de 20
annos, alto, de muito linda figura, bom ca-
noeiro, sem falta ; um cabrinha de 10 Mi-
nos, milito spe lo para o servico de urna
casa; urna esrrava de 20 aunes, a melhor
lignia que pode haver, a quai cozinlia, en-
goinma pouco e lava ; urna nmlahnlu de
14 annos, muito linda, quo cose, engom-
is, e amarra o cabello de qualquer senho
ra, ludo faz maito bem : na ra do Colle-
gio, n. 21, prirneiio andar, se dir quem
ven le.
Um carro.
Veilen-se um carro de nualro rodas cooi
assenlaa para 4 pesaoas, e vidracas para o
invern, o yuaI esl em muito bom eslado,
da-sepor preco commodo: para ver, na
corheira do l.onreneo, na ra de Apollo,
(jiio dir quem'beo preprietario
ditos para cavallaria.
-- Vendem-se 14 escravos, sendo um bom
oflicialdeoleiroT e de bonita figura ; una
mulatinha de 11 a 15 annos, que cose, en-
gomma ecozinha ; urna ne^rinha de!3a
14 annos ; 5 escravas mocas de bonitas fi-
guras, entre ellas algumascnm habilidades;
6 escravos mocos, de servido de campo, ou
outro qualquer servico: na ra Oireila,
3.
Farinha de mandioca
vio la de S.-Malheus, muito nova,oquengo
faz dilTerenca a de S -(/itharina : vende-se
por prc?o commodo a bordo do patacho
Urna e sumaca llellu-Caroliiia, tundeados
em frente do Collegio,ou a tratar ao lado
do Corpo-Santo, n. 25, loja de n asa mes. -
Vende-se farinha de mandioca, dn bo
qualidade, pelo mudico preco de 1,400 rs. a
sacca : no armazem de Dias Ferreira, no
caes da Al'andega.
Na ra do Cabuga, loja do Duarte, von-
ilem se franjase requifes prelos, propilos
para manteletes; tou.'as tic 13a para boidar;
meias piuladas para meninos o meninas ;
chapeos de normo branco, a 5,0CO is. ;
ditos de sol, para mei.inas, a 1,600 rs. ; cas-
ticaes de vidro, a 1,400 rs. o lar ; sapati-
nhos de 19a para meninos, papel dourado e
praleado, lino e ordinario.
He multo barato a 400 e Vendem-se cassaa linas franeezas, cores
muito lixas, padrOes niudinboa de muito
hom goslo, de muilascQres a 400 rs a vara,
dito de superior qualidade.os melborus gos
los que lem api rcenlo, a (10 rs. avara,
chitas muito linas de gustos muito delica-
lo a 240 rs. o covado, dito de 4 palmos de
argura a 280e 320 rs., ditos muito nirudi-
nhos escuros a 200 ra. o covado : na ra do
Crespo, n. 14, loja de Jos francisco Das.
ooooooooooooo
? Deposito geral do superior ra-
> p Areia-I'reta da fabrica $
deGantois l'ailhetck O. ,
na Babia.
tente da

o
o
2 Domingos Altes lltheus.ageiiio
^Tfabrica de rap supior Areia-Prela daj^
^Bahia, tem aberlo um deposito na ruajj;
''da Cruz, no Itecife, 11. 52, primeiro an->^
Oilnr, onde se achara sempro jjekte ex-^
cellenlee mais acreditado rap: ven-v
Ode-se em boles de urna o meia libra,
Gaor preco commodo. C
Vende-se urna escraya de 118980, de
bonita figura, boa vendedeira de ra, sem
vicios nem achaques que se conbeca, (lle-
gada ha pouco lempo de tora : na ra da
Cruz, n. 28, segundo andar.
. 1, 1.1 11/., II. Of OIKUUUU IIMSI.
caes da All*ndcga, a tratar coro | .. veude-se urna mesa para escripia e
oslante para livros, ou papis, um candiei-
ro de niein de sala; um par de lanlernas
com caslicaes de raamiinha ; um banheiro
de folha d flandres : todas eatas obras es-
Ifloemboiu uso: na ra Huella, padaria
n. 26, se dir quem vende.
500 ris.
Vende-se cha hysson de muito boa quali-
dade, pelo preco uc 500 rs. a libra : na ra
do Crespo, n. 23.
Foges par cozinhn
muito proprios para silios c qoal-
qualquer lugar aonde n8o ha cozi-
nlia, por pre^o commodo ; ven-
"lo.
menina : na ra larga do Rotario, n. 48,
primeiro nctar.
Vende-* chita franceza com algum
mofo, pelo diminuto preco de 160 ris o co-
vado : no Atierro da Boa-Vista, loja n. 18.;
Vendo-se por aioito commodo preco,
urna rica secreiaria com estantes para li-
vros, Bastante gran-le. proprla para advo-
gado, sendo de amnrello e aitlda nova ^as-
sim como, seis cadeiras e'duas meslnhas
de abrir : na ra estreita do Rozarlo, n.
28, ultimo Bndsr, das 2 borajda tarda em
diante. ^
- Vendc-se urna toalha de lavarinto, ten
do urna piquen parte de panno nn meio,
he de bretanhodelinho, ottdeesguiSo fino,
obra muito bem feil, e o lavarinto ho de
modelo muito moderno, por pre$o commo-
do : no Recco.LarRO,n. 1, segundo andar,
de manh&a al as 9 horas, a das 3 s 5 da
larde.
Vende-se urna mulatinha de 16 annos,
de bonita figura, quo cozinha o diario de
urna casa, engooima liso, faz lavarinto e
r pria para mucama de urna casa : o nu.tivo
pur que so vendo se dir ao comprador : na
rus do Queimado, n. 14, se dir quem
vende.
-Vendem-aa, na ruado I.lvramento, n.
10, coi les de casemira azul, a 6,500 rs.; di-
las de cores, a 6,500 ra.; ditas mullo fina,
5,000rs. ; ditas prelas, a 6,00 rs. ; e outras
muilas fazendas por preco commodo,
-- Vende-se urna casa nova com muito
bons commodo, a primeira entrando da
Soledade par o camiuho novo, do lado ea-
querdo, muito frasea, com muito boa agoa
de beber, com quintal de arvoredos,.ou se
Taz negocio comjum casal de escravoa : a
tratar na mesma caga.
Na ra do Livramento, n. 38, vende-se
manicio. muito superior, a 320 rs. a libra c
qOem tomar poreflo, a 280 rs.: vende-s
assim barato porque a quer acabar e nau|Vendem-s7chapeos de sol. dRaeda preta a
pr aer ordinaria. j.OOO ; ditos de panno com asteas de hlela,
Arados rJc f rro.
Vendem-ae arados de ferro
differentes modelos : na ra
Brum, na. 6, 8 e 10, fabrica
machinas e lundicSo de ferro.
Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ruado Bruiu, ns. 6, 8 e 10,
fundicSo de ferro.
Deposito de potassa e cal.
Vende-se muito nova e superior potassa
ecal virgem de Lisboa, em pedra : tudo em
barrls pequeos de 4 arrobas, por preco ra-
soavel: na ra da Cadeia do Recife, n. 12,
armazem.
Farlnlia de Tnpuyii.
igoalmento em sabor, finura e cor a de Mu-
ribeca, propria para' mesa : vtnde-se na
ra da Cruz, no Reci'e, armazem n. 13.
Vendem-se, na ra da Moda, armazem
n. 15, meia barricas com cal virgem de
Lisboa, a mais nova que ha no mercado, por
preco commodo.
Farinha de S.-Catharina
da melhor que ha no
mercelo:
vende-se nos armatens dos Srs.
Antonio Aunes, e Dias Ferreira,
ao p do Umpeao, no ctes di Al-
fandega, em sccas alquire,
por muito barato preco.
Pichinchas nofas.
ama do Qnclmadn. 17.
-- Vende-ae um taixo grande, novo, ouiro
menor con menos uso e urna baca grande
de banho : na ra de Horias, n. 72.
*
9 Vendem-se os mais suparloras e ver- 1%
dadeiros chapeos do Chile a venda
no mercado, de aba pequea e copa
baixa, por'modlco preco, eorporefio
e a retalho ; dilosde Italia, de copa
baixa eaba pequea, dos mais finos
venda no mercado, muito superio-
res e modernoj ; ditos de seda, fran-
na
^Cartasi francaats para Jogar.
Vendem-se cartas frahcezas para joga, o
maislino quesefde encontrar, por preco
mais commodo do'que em oulra qualquer
parte: na rus da Cadeia do Recife, n. 49
loja de miudezas, de Jo: Carlos Ferreiaa
So 1 res.
Ca tas parajogar.
Vendem-se carlea finas para jogar: na
ra do Cabuga, n. 12, loja de miudezas de-
fronle da ra das Larangeiras.
(Itic pichincha!
Potes de nanita franceza a 100 rs.
vendem-se potes de bauha franceza, com
muito bom chelro, a 100 rs. e em duzia a
1,000 rs. : no Aterro-da-Boa-Vista, n. 48,
pois he muito Vouquiolio : venliam fregue-
ses, que nfio erwga lodos.
Charutos de Havana,
de superior qualidade : vendem-
se na ra da Cruz, n. 10, casa de
Kalkmann Irmaos.
Na ra do Cabug, loja do Duarte," ven-
dem-se trinas, volantes, galoes, espe|ui-
Ihas e rendas, proprias para armadores, por
pretil maii commodo do que um oulra qual
puer i ale.
-- Vende-ae um selim inglez com os com-
petentes arreios, ludo em muito bom uso,
por preco com .nodo : na ra da Cruz, ar-
mazem, n 9.
Vendem-se 5 apoliors do thcatro d'Apol-
lo, das primei'ras a que dito theatrosc acba
liypolhecado, importando com o premio de
meio por cenlo em oilocentose tantos nn|
rs. : dfio-se por seisceuloa mil rs.: na ra
da Autora, n. 4.
tf V'asidem-se superiores chapeos de 1
ti castorgenovezes.com pello e sem el- I
lo, de *tt* baixa e aba pequea, (#
(F por pieQO Commodo : na prsca da In- 0
#> dependencia, ns. 24, JO e 21, OJ
Vende-se unta escrava com multo bom
cite, pro, ria para criar : na ra da Aurora,
n. 50.
Batatas.
Vendem-se superiores batalla: nos ar-
mazens de Couveia & Das, e de Dias Fer-
reira, no caea da Alfandega, e na ra da Ca-
deia do Recito, ao p da botica.
CharntOH de. Snn-Felix.
Kuo do queimado, 11. t.
Chegaram os reidadeiro* charutos deS.-
Felix, vendem-sc na ra du Queimado,
n. 9
O ola loja do sobrado amarello, nos O
Q quatro-cantoada ra du Queimado, ^
e corles de cambraia Q
de seda cem flores
dem-se na ra da Cruz, n
ca>a de V-lkinanti irmats
No Ate,rio-da-Hoa-VUta, n. 78,
vendom-ee palles grandes de couro de lus-
tro muilo superior, pelo diminuto preco ie
3,500 rs. ; bem cuino sapalos do Aracaly, a
8'j0 rs. Ka misma leja Umboni se vendo IM)
coeno beldado, muiio em coala.
Uincurnive olllcial de pedrelro.
Vende-se um preto moc.0, de bonita figu-
ra, bom oflieial de pedreiro, de boa con lo-
la ; urna bonita mulatinha de fO anuos,
__ Vende -se manteiga inglezalnrnpris par: swfia de companhia a um
n 29, vi mil ni se c
com
di Os oiuitO tro^terno^
bordadas, pa- a
7,000 rs. ; ^
n ditos i.iuilo superiores em qualida- ,
J di nnmint aun or h inlitulam _
dourainas i', a UJOOO e tC.COO ra. o %
^J corte ; gravalinhaa de seda para se- JJ
3* nhora, a 1,000 ra. ; luvas de pellica
O paraasmesmaa, a 800 ra., e muito O
O superiores, cor do canna, a 1,600 rs. O
Q lencos de garca, a 1,440 rs.; ditos O
O rom flores bordadas, a 2,500 is. ; e O
(} outras fazendas por piejos rasoaveis 0
30IJKO3OOOO 0
-- Vende-se urna rica mobilia para qual-
quer casa do familia, ecomo o dono esl
para relirar-se para fra da provincia ven-
de-a por pieco commodo, a saber tudo de
Jacaranda : quem a pretender, dirij-se
ra do Codorniz, o. 8, que faz esquina pa-
ra a ra da Moda.
-Na tua no Cabuga, loja do Ruarte, ven-
dem-aa quadros de santos com molduras
douradas, a 500, 600 e 800 rs.; calungas de
vidro de diversas quaiidades; tranca de
illa pn
de selim ; o
ohora.
:,*s
es de vestidos para se-
Vende-se uirra preta de 28 annos, por
preco commodo; por ser para pagamento :
na ra de llortas, 11. 48, sobrado, se dir
iroem vende. .
a 2,000rs.; gangas trancadas de listras e
quadros de cOres, fazenda que parece linho,
500 rs. covado ; merino preto fino de duaa
larguras, a 2,400 rs ; caaemirela preta e de
eflr, propria para calcas e pali's de homem
e meninos, a 1.000 r. O covado ; cortes de
colletes de velludo lavradO df- cores e de
linho e seda, a 1.600 rs.; mws de sctim
preto para gravan;--800 t|#tli urna e
outras fazendas pobarato preco.
QGOQOO*? O0OOO0
Novo melh<>do
pratico e Iheorico dai
lingos franceza, por^r
L. A. Burgain, porjjj
5,000 rs. : vende-seV
na praca do Corpo-fl*
CSanlo, n 2, primeirojandar. __.l,m
?^.^
Vende-se urna preta de nacBo. muito
boa vendedeira de ra, e ptima lavadeira :
na ra largado Itozano, n. 35, loja.
Vende-se urna preta de 20 annos, de
nuito boa figura, qua cozinha, engomma e
. erve muito bem a urna casa ; um mole-
que de 10 annos, ptimo para o servico de
urna casa: na ra do Collagio, n. 21, pri-
meiro andar.
Verdadeira linha de carretel de
2ooJardae.
Vonde-ae linha de200 jardaa, do melhor
autor possivel: na ra do Queimado, n. 16,
loja de Jos Dias SimOes.
Venliniii ver par erer.
Snperior cera de carnauba em pon,So, e a
retalho, por meno* preco do que em outra
qualquer parle : no Aterro da Bot-Vista,
n. 17. ,
JA o barato cansa adnilrncao !
Isio acontece na ra do Crespo,
n. 6, loja ao p do lampeSo.
Vendem-sn cassa-cliitas de mijito bom
goslo, a 240 rs ; cortes da ditas do melhor
gosto que leem appaieeido, a 2400 rs ; chi-
tas linas de boas flfK a ICO e 180 ra. o
covado ; rtscado ameriesnora 140 e 160 rs.;
dito trancado, a 180 e 200 rs.; algodSo
mesclado. a 200 rs. ; zuarle azul com 5 pal-
mos, a 200 rs. ; dito da cores, a 200 r.;
cansa preta para luto, a 120 rs. o covado;
cortes do fusiSo muito boas, a 560 rs.; cha-
les de tailatana, a 320 e 1,280 rs. /coberto-
res dn alo'lo de cor, muilo encorpados e
proprios para escravoa por serem muito
quentes, a 640 rs.; alpaca prela de cordo,
com 7 palmo* dn largura, a 1,280 rs.; ris-
cados de puro linho, a 240 e 360 rs. o co-
va Jo.
Travessa da Madre-de-Dos, ar-
mazem.. 11. 5,
vende-se eapirito de vinho de 37 graos; vl-
nho de caj superior ; cha mate de Parana-
gu ; e todas aa mais quali Jadea de espri-
tus, por prei;o commodo.
Vende-se urna padaria no lugar de S.-
Amaro, bastante afreguezada, que disman-
cha por dia 4 arrobas para cimr : o motivo
por que ae vende, he pelo dono ir para o
mallo cuidar na agricultura : a tratar ua
mesma padaria.
Venda-se, ou permuta so por eaeraaos
robustos, para o servico de campo,ampara-
do de um andar n. 49, silo na rual p Im-
perial, canto da Iraveasa do limaT nesta
la lypographia ae dir quem vende
f^Hap Paf io Cordelio :^r$
vende-se ua ra da Cadeia do Itecife, n. SI,
aja de azenuaa, ao jou Cuuib K-
llifles.
Vcnde-ae urna preta de 26 a SO annoa,
que cozinha o diario de urna casa, e lava:
na ra Imperial, n. 37.
Na travessa deS.-Jos, n. I, vnden-
se chicaras modernaa, pintadas a sea azas,
a 100 rs. o casal.
Vende-se um excelente braco de ba-
lanca, com is competentes conchas e cor-
rentea. n uito projrri para armazem do as-
sucar : na Hia*Jp> Trapiche-Novo. n. 18,
primeiro ahear^'
Na ra das Cruzs, n 22, segundo ao-
dar, vende-se urna parda de 26 annos, de
bonita figura, que engomma, cose chao, co-
zinha e lava junta negrota de oacflo, de 18
annos, que engomma bem, tose chao, co-
zinha, lava, o he recolbida, para fra du pro-
vincia, ou engenbo; urna dita de nacSo Coa-
la, ptima quiUndeira ; urjia dita de Ana
gola,'quecoziuli, iava, e lio quilandeira ;
um preto da Costa, de elefante figura, pto-
prio para armazem deassuear.
Venderu-si! saccas com farinha de man-
dioca, a 1,800 rs.; dita da arroz de csea,
2,400 rs.: no caes da Alfandega, n. 1,
Tc:rG arcs2*ni defroct da eacadinlie.
1

0 cezes, por mdico proco : na praca
Sda Independencia, na 24, 26 e 28 |
tMttniwftttJtfe
Obras social latas.
As ideias socialistas debatem-se hoja no
mundo inleiro; e seria vergonlia Ignorar
aa verdades desta (acola a quem vive no
actual sculo. Ellas tanto interaaaam so ho-
mem deeatado e ao publicista, como ao
jurisconsulto, ao commorciante, ao homem
Ja arle, e ate ao simples homem do povo.
As seguintes publicecea deste genero es-
to venda, na loja de J I. Lofly, na ra
largado Itozario:
Ch. Fourier, obras completse, em 4 v.
. I'ellarin, vida e doulrina de Ch. Fourier,
1 volume.
As novas transaccoea sociaas, religiosas e
acientlficas de Virtomnius. 1 -
Tres grandes discorsos socialistas, pro-
nunciados na casa da municipalidadedo Pa-
ria, por mu. Dain, Consideran! e D'lzal-
guler, 1 v.
, Metlray a Oslwald, estudo sobre astas
'duaa colonias agrcolas, por F. Cantagrcl,
1 volume.
Da poltica geral, a do papel que a Fran-
ca representa na Europa, por V. Conside-
ran! v ,1 .
- Vende-se um escravo pardo, de 14 an-
nos, sem vicios : nos A fugados, nb pateo
da Paz, II-21.
-- Vendem-se psde limito, Israoja, fruc-
ti-p.to sapnty e oulras muilas quaiidades
de arvoredos: oa Ponta-de-Uchoa, sitio de
Jolo Carroll
mm
Escravos Mugidos.
*'
100,000 rs. de gratilleaceo.
No dia primeirode agosto prximo pas-
sado, fufiio, do engnho J/irapama, o cabra
Francisco, que reprsenla ter 18 annos, de
estatura regular, cheio do corpo, cara re-
donda, com algumas pequeas marcas de
pannos; tem falta da denles na frente do
queixo superior : este escravo foi Minora-
do ao Sr. Antonio Comea Pereira, morador
no Sobral, que o vendru nesta praca no dia
22 do referido mez ; levou um surr.lo com
alguma roupa e reda ; foi visto com calcas
e camisa de riscado azul, e chapeo de cou-
ro : quem o pegar leve-o ao dito engenho,
que ser gratificado.
- Fugio, na manbfia do dia 4 do corren-
te, o escravo Jos, de nacOo, baixo, repr-
senla 22 anuos ; (tm urna belida em um
doa cilios, e urna cicatriz no queixo do Ja-
do direito; tem a marca de um caustico na
nuca ; levou camisa branca, calcaa de brim
de quadrinhoa a meia roupa : quem o pegar
leve-o ra da Cadeia do Recife, n. I, que
ser gratificado.
Da bordo do brigue braslleiro Inri.
fugio, na noiiedess para 94 de agosta, um
escravo fulo, crioulo, de oome Sabino, da
tripolacSo do mesmo brigue ; levou caifas
brancas largas, e camisa de riscado ; cons-
ta que anda pelas roas do bairro da S.-An-
tonio, Aurora, Solidada e Olinda : quemo
pegar leve-o ao eacriptorio da viuva Oaudi-
no & Filho, na pracinha do Corpo-Santo,
n. 66, ou a bordo, onde aera gratificado.
Fugio, no dia 8 do correle, o preto
Mi noel, de iiaefm Rebollo, de 35 annos, cor-
vo regular, bem parecido; levou jaqueta
prela de alpaca com pouco uso, calcaa de
linho j luja, camisa de riscado azul de
listras nova, bonete preto j velho ; o me-
lhor aignal que tem he as orolhas acabaa-
das para a frente, couza em que em outro
nSo se encentra : eale preto levou em pa-
nacum pequeo com pfio em saqulnhoa que
1 a entregar os Ireguetes, e nCo menos de
oitomilsa. em obre que reeebeu de al-
guna ; foi encentrado no dia 10 j pastando
o engenho Fiagozo, qoasi chegando a Igua-
rass : quem opegrr leve-o ra do Co-
tovello, padaria nova, que aera gratificado.
Fugio, no da 5 do corrale, urna pre-
ta de nome Nicacia, de 20 annos; levou
um roopflo de chita roa lislrado j debo-
lodo, panno da Coala nevo de listras azues
e brancas, com matantes as ponas, um par
de estrellas em argolas de ouro nertrellas;
lem os ps um tanto grossose bastante ra-
diados de andar : quem a eegsr leve-a a
ra do Padre-Floriano. n. 27, qua a a re-
compensado.
Fugio, no dia primeiro de agosta pr-
ximo passado, o preto Gabriel, da nac.Ho, de
30 e tantos annos, de estatura mediana,
bem ladino, falla bem, bastante barbado ;
tem urna cicatriz junio au tornozelo da ler-
na direita ; tem ti eoalume de abaixar a ca-
beca quando falla, gosla de tn.briagar-r ;
veio ha pouco do Itio-de-Jaueiro ; levou ca-
misa de madapoln, calcas de casemirs ris-
cada ; furfesti urna Irouxa onde levava al-
gumas cales*, colheres de prata e oulrus
objectos: quemo pegar leve-o i loa da
Cadeia do Itecife, n. 21, que ser geccroja
mente gratificado.
Fugiran de bordo do brigue
Sem-Par, vindo do Hio-de-Janei-
ro, dous escravos, sendo um de
nome Sabino, de cor parda, esta-
tura regular, de ao annos pouco
mais ou menos ; levou caifa camisa axues, e bonete encarnado:
o outro de itome Euzebic, ci
lo, de 24 annos poucc mais ou
menos, estatura alia', levou caltas.,
camisa e bonete azues. Iloga-se as
autoridades policiacs e-espilles de
campo, que osapprehendam e le-
ve;;; r.cs ra do Trapiche, n. 34
'cssi de Novaea & Companhia, que
recompensara.
Paau. : TT?. i P ? T.
9*r
1800


Full Text
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