Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07009


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Full Text
/I ii nv XXVI
r
Qiiinta-fer
-VABTISAS DOS 0OUI10.
Golanna e Parabiba, segundas eaexUa feiraa.
Hio-Grande-do-Norte, quintal feiraa aoaneio-
dia.
Cabo, Serinhaem, Rio-Pormoso, Porto-Calvo
e Macelo, nol., a II, e 21 decadamez.
Oaranhunt e Bonito, a 8 23. .
Boa-ViiU e Plore, a 13 e28.
Victoria, quintas feiraa.
Oltnda, todoa ot dial.
Nora. a 6. i 3 h. e 0 ni. da m.
Creic. a !3, a (ib. e I m. da m.
Chela. a21,al0h.e21m. da m.
Ming. a 28, > 7 b. e 33 m. da t.
wmtkm* ds won.
Prlmelra as 10 horas e 6 minuto da manbaa.
Segunda as 10 horas e 30 minutos da tarde.
de Setembro Ue 1850.
N. 30
V"H"
rufos p*. BBoaivio.
Por tres meea (dianfodo) 1,000
Por seUuiei.es 8/009
Por um auno .___ i^Sffi
das da muti,
9 Sea. S. Sergio. Aud. do J. dos orf.e m. da I. v.
10 Tere. S. Hlalo de Voleotlno, Aud. do chae,
doJ.l.dav.
do civ. e do dos feilos da fazenda.
11 Quari. S. Thcodorla. Aud do J. da 2. v. do civel.
12 Ouint S. Aula. Aud. do J. do orf. e do m.
13 Sext. 8. Fillppe. Aud. doJ. dal. v. do civ.
e do dos Telio da fazenda.
H Sab. S. Materno.
J5 Pom. O SS Home de Msrla
ouiiosnll XTCUiao.
obreLondre. a 28 i. por JQOOw. a 60 da.
. Par, 316.
> Lisboa, 100 por cento, aamjtn
Onro.Oncas bespanhoes......... 29/000 a *j4*~
MoedaAa/tWOOvelhae.. 16/500 a 16*09
. de &0 ora. 16/100 a 16fS0O
. deSoOO........... 9/IOOa 9/2C0
Pramu-Palaroeabraillelro....... aJWOla I)
Pe.oacolumnar.oi....... /* a 80
Bita, mexicano.......... 1/800 a 1/arl*
DIARIO
PAUTE OfFICUL.
(.ominando das armas.
Quarttl general naeidade o Reeife, tm 11 di
Mlen\l>ra de 1850.
0HHEM DO DA N. 7.
0 marecbal de campo graduado, com-
mandante das arma*, meditte a parle*)"*
llie endereQou a 9 do crrante o Sr. coro-
nel graduado, commandante do terceiro be
talhto de artilharia i pe, e o minado no irl. a.* da lei de 96 de malo de
1885, declara i senle por excesso de lcen-
Ji o Sr. capitllo do mesino balalhflo Jos Ro-
rigaes de Oveira.
-.Antonio Correa Sera.
lie orden do Sr. mareen! de campo gra-
duado, Antonio Correa Sera, commandan-
te das armas desta provincia, e com o fim
previsto no art. 1." da lei de 26de maio de
1835, se fa ber ao Sr. capilflo Jos Rodri-
gues deOliveira, do 3. btalh3o do arti-
lharia a pe, que ni fosni deterjaainada no
ari. 3 .*da roesma lei se deve presentar no
nrellso prazo de daos nejes, visto ter ex-
ceddoa liceng que oblte por aviso do
Siinialerio da guerra na data de 25 de junho
u corre u le nuio.
I raicita. Cario Buena Duokampt,
Capiaoajudante ate ordeos.
I' 10 horas da inauhaa, achando-se prsen-
os Sr. descmJaargadores Hamos, Villares,
TRIBUNAL DA RELACAO'.
SESSAO 1M 1 UE SKTEKIiBO DE 1850.
riESIDBNCI pO XI. SNHOl COH-
slreiso izevuno.
A
8ator io."-o&r tuna Freir e Tell
Tallando cooi causa os Srs. deseinbargadores
PoHie eYtabello, o Sr. presidente declara aber-
ta a lessSo.
iclo.mihtos.
Afftllafio tayl.
Anpellante. Jlo Jos, JoeaTToSo, e outroi; ap-
peNado, Luther Lili*. Despreiaram osem-
bargoi. '
AffilUtao cras.
Anr". s** Fe*"* 'toMacedo; ap-
pellado, o Jurio. Rrfarwju-au! a sentenca
alxolveado o appellanlf-
NUOKHCIa.
Appcllante, o Julio; ippeilaai, JoseAndrtde
Olireira Figueiredo. Madaram que lene
detlribuida coaao recurra.
SIGIUC.
AppeHanle, Jol" Pelr de brlto Maeedo ; ap-
'" do, o Julzo. Aulgnoii-ieoiiade boje
gada como cima fica dito.
ttVIltUf.
e fui Julga
profundo inleresse; Usin como, a honr
dignidade da Inglaterra ( Aplausoi. /. NSo
pens que o processo que tom sido segui-
do, e que teca levido s questflo ao estado
enqui presentemente seach seja vanti-
oso para aquellas que a sujeilaram a d-
cuasSo do pailamento, nem que seja,ppro-
priado i gravidade e importancia dos nego-
cios que forsm discutidos na otra casa e
estao sendo nesta. ( Apoimdot) Pens que se
un pstrldoha neate pais que ou imagine
que tem Coreas bastantes para levar de ven-
cida ogoverno e apoderar-teda cidadella do
iicn'cr, ou pense que sem medir suas Torcas
com oa seos tdverttfos, he do su lever
convidar o parlamento para solemnemente
pronunciar a sua desapprovtcSo soBre a
conducta do governo, pens que nam em
um. nem em ontro caso, esse partido deve-
ria ler-se coiilouiaiio com obier a expres-
sSo da- opinlo ila ctsa dos lords, e que era
do seo de\er ou tef remetlido essa rejplu-
5Io a eslt cas par ver s mereca a B ap-
;irovc3o, ou ter Teilo com que oa seus
correligionarios polticos daqui, tivessem
proposto i casi a'adopco dessa resolueSo.
( Aplataos ), pim qualquer que fosse a
estrada seguida, chegadns no mesno li.n, e
i casa est substancialinento considerando
se adptala a resoluco da casa dos lords,
ou a resoluco que fui proajosta pelo metjJ
nobre amigo, o representante de Sheflleld.
( Apoiadut.)
A resoIufSo da Casa dos lords, involve o
futuro e o passadjo. Eli aprsenla para o
futuro um principio de poltica nacional, o
qual considera inteiramenle incompalivel
com os interessos, direito, honra e digui
iade do paiz, o contrario pratica nao g-
mente degta como de todas as oulras na-
cOes A pessoa que o apresen^ foi ohrig
da em seu AtMtaHg V"'> APii>-
dat. ), poreiarmr rTiioliriciicOes
contid 8 nesse discurso foram inlroduzi-
ii resolucjlo tilopiada pela cata.(4poiaMfa<
A nielo h\ infoimada deque o subditos
britnicos resideules em paizes estrangei-
ros iiSd tem direito a nada maifedo que a
prolecSodat leis e liibunaes degies paize*.
(Apaiadoi.) Disse-gc que os subditos brit-
nicos residentes Tora'dos dominios da In-
glaterra nSo deviam esperar a protecSo de
su paiz ; deviam sim omtlir ness justir;!
indifferenle qoe podem por tetso receber
dogoveiooe dos Iribunaes do paiz em que
se arhareni. (Apeimioi.) A esa do lords nflo
disst que esti propoaicflo he imiddo aos
oaizea eonstitnclonteg. Ella n.lo disse que
a propoaicflo nflo se extende tos paizes ab-
soluloa detaoticos, nem metmo toa pai-
zes conaliUMDnees onde o> Iribunaes de
justir; nSosSo livres.
O paiz he informado timplesmente jue
relativamente as naroM estrangeiras a re-
gra futura do governo de Inglaterra deve
?auram do Sr. detnbargador 'flllro lodosos casos e debaixo de to-
8r. deserob^rgator, Ha.toa aa.egulnie. PPe|.| ^ ^ circumgt,nc|M geug suMJtM ,,
'^peiloTeTUona Joaquina da Silva tf.rreto ; lersimplesmente aquella proteca q le"
anpellada, Mara Joaquina do Anjoa.
latcllanW, Pouinateau appellado, F. Poivier
AMRU
Pissram dogr. deteinbargador Luna Freir
ao Sr. deiesubirgadoi Telle a seguintes ap-
pcl|acO>aemqueo:
ppellanie, Mara Helena Pessoa de Mello ; ap-
nellada, tatbarioa Francisca, do Kiplrito
Santo.
Aponante, o Dr. Jlo Fcrreira da Silva ap-
pcllsdos, Caeuno Pinto de Vera e outro.
Apnellanie, Antonio Gomea Villar; appellado,
Joro Prea Ferreira.
AniKllanie, Calharina Francisca do Espirito
3nlo; aopellado, Joao telle de Aievedo.
i Sr. desembargador Telles ao i-r.
deseinbargador Ramos a segulnle appellaco
Wque s,o;
AppeUarKa. Johmton Paier & C e.outroa; ap-
pellado, Manoel de Souza fiuinaraes.
Ao Sr. deirinblfeagar Villares a segulnteap
pellacao em quea&:
Appellaote, o Julio He auzeijfr appellado,
Manoel Jos Frauclsca e sua mulhrr.
Ao Sr. deseaibargador htio a aeguliita ap-
rpplSn^.^fco.Bentoio, d.CoaU e
Jos JoaquIm'Beierra Lavalcaaie.
israiaoicas.
Ao 8. *eaobargailor Ramos a argate ap-
ffljKK R H cldide appellado, Fillppe Me
AoSr. deiembargai
pellacHoemqae se:
da Ierra Ibes di. ( Apoiados.) Ora eu neg
esta proposicSo.e digo que be um doutrim
sobre a qual nenhum ministro nunca ohrou,
e sobre a qual o poro de Inglaterra nunca
soffrert que nenhum nUnislro obre. (4a-
plautct.) Quererei dizer acaso que os subdi-
tos bi i tnicos resideules ean paiz s ei
g. iros devem estar cima da le desses pai-
zeg,ou que devem serjyslos faadoalcince
dat rr.esmas? Nflo, nUefhe ittooque quero
diter; nagaustento um tal principio llena-
mente ni primeara instancia os subditos
brilanicoa so obrigaaos a recorrer aos
meiM que s lei do paiz llie offereci para
nianMJaneaaVJja sus diralias. Esta he opi-
iiiSoOjiaosconaellieirojT^csdacori'ia tem
dado multo,casos, esoflre ella temos
fundado noisas a|pliacJ)M"d8 aa jreaes
que loo-o* intervindo em favor dos aubditos
i n g I f zes.( Apoiaiti.)
Quaudo aenciono os cons^lhi iros legaes
da-coie. devo dizer que ouvi com doras
gravea jjhMtaacoes fcitas por urna pessoa
daqual OTa deviam ter pirlido coojra o ac-
tual conselhoiro legal da ooia britnica.
l(-lBo/ocfe.; Eu pensavt que tendo essa pes-
soa estado ja no f odr, e deveado porex-
periencia aropria ler.conhecraenlo da ias-
tiuccao.
Vlllareaaegulnieap-
Gome lUbelro;
ftitoa com dia
__!cionada4
a uiela hora depois do
de um caso, no qual diajo que o povo di In-
glaterra, nao queraria permittir que um
subdito britnico Toase timplesmente aujei-
tos leis do paiz em que resida. Apresen-
tarei o cago da Sicilia onde nSo h niuilo
lempo, se ordenou*por um decreto que lo-
dooliomem em poder do qual saeneon-
trassem armat oceulta', fosse inmediata
mentaigpngarJeatJo- -raP> or*fi>ou-se que
esse iodividaojpsi^u legado aaranle urna
commiggao oifltir e qa* ao djto do se
julgado criminoso, fosae nPMa%t4deado.
I Apoiados) 0ra,eslecsso arconteaeu. Um
estalajadeiro di Catana foi levado peranle
a commissao militar por siguas olDciaes,
os quaes declararam ter descoberto em urna
estribara collocaila no pajao da casa um
punlial, o qual consi.leraifibjaiomo arma
occulla. Ouvidasas teslenwnhas, 0 aecus
Jor dase que julgava quo.oSo tinha lugar
a condemnacno, pela ras.lo de nSose poder
provar que o punlial perlenca ao aecusado,
ou que elle sabia que o meano ,e achava
oo lugar em que foi descoberto. A vista des-
ta declaracSo do aecusador publico, o def-
fensor disse que acliava desnecessano en-
trar em nenhutiu defesa, todava a com-
missflo mil:ar declarnu o homem crimino-
so, e no oajtro da elle foi espiogardoado.
Am/tidoi) Ora, o que teria dito o povo n-
gfe?, se esse homem lvaase sido subdito
britnico, nflo obstante ter-sido ludo feito
segundo a lei, e o homeaa lar sido juIgSdo
criminoso? (Apoiadui). Digo pois, prime
facie que OS subJilos inglezes residentes em
paizes eslrangeiros, devem recorrer aos Iri-
bunaes do paiz, para nbierem a reparacSo
dos dainos que Iba liouverem sido cau-
sados ; pnrm, que na (uellea casos em que
a reptraeso nflo pudor ser assim obtda, e
estes casos sflo muilos, limitar os subditos
brilai icos a este rociirso saante, seria pri-
va-loa da prolcccflo que enes tem direito
de receber. ( Aplauuu). Antes de examinar
ie que modo essa rega deve sor applicada
as reclsmaeoes que temos feito i Grecia ;
peco a casa me permita expdr-lhe as nos-
sis relacOes com essa paiz, a bem assim, a
cundic.au em quo elle se acha, porquaoto be
esseum elemento que deve entrar na aprc-
ciacSo que estamos fazeado da conducta
djtie para com ella temos ldo'
Todos aabem que a Grecia revoliara-se
em 1820, pan sacudir o jugo da Turqu
No anuo de 1827 e no principio de 1828, a
Inglaterra, a' Franca e a fluais, resolvern!
intervir na luta e ltimamente em 1828,
Rempregaram meios coercivos paraobriga-
rem a Turpsjia a reeonhecer a independen-
cia da Grecia. A Grecia pelo protocolo de
1830, e bem assim pelo tratado de 1833 fot
elevada i cathegoria de estado separado e
iiideacndeuie ;ag doade 1820 at ao tem
io dos citado protocolos da 1830 e do tra-
do da 18S3, quaudo na independencia foi
uudada ella i'glevo debUxo de urna fdr
roa repobiicana de governo, sendo gover-
uada por urna assembla a um presidente.
As tres polencss deeidiram que dabi em
diaiilo ella fosse urna- moparchia, porw
posto que a Inglaterra aasenliste a este ar-
ranjatiientOj e cousidaaaaee que era melhor
que a Gr. cu adoplisse o governo inonar-
cliiio, todava nao o fez sen flo deba no un
condicflo de que ella seria um munarchia
coDttucional. O governo inglez nflo leve
iiuucj a iniencao de sujeitar o poyo da Gre-
cia a um governo mal arbitrario, do que
aquelle contra o qual elle se liaba levan-
tado.
Conseguinlemente quando as tres potencias
no rxercicio dcasa funecao que llie foi ^^V*
i ida pela autorliacao ff asscmbla gcraaPaa
Grecia, escolheram nm soberano para case paiz
(poia ea escolha foi felta em innsequeiicja da
autorlsacao conferida pela asseinbla geral da
Grecia e por ea auloriacn) e o principe
tliho de Baviera foi escollo Jo, sendo anda
das promesaaado rei. e todas as oulra poUO-
cla representadas enj Alheaaa eram adversas a
isso. oupelo menos nao desejavam tanto quan-
nrts o seu cumprlmento. Esta clrcumsun-
cia coMacou-nos neeeaaarlamente em una sl-
tisacao ni qual eatava* eapoaloa ao desfavor
ila parte dos agentes deisa potencia. (Apeo-
iot.) Sent multo lato, senuore i mas nao creio
que o povo dea* paiz tej de opipiao que por
amor de obter eaafra beperolencia do governo
i, gfego ieveriaiao~er aTjanabnado o principio
jKie tlnhamos esubelecido. (.lavado.) Entre-
tanto assim acontecen; quando e falla dos
antagonismos e das dlaTeramle laluenclas que
exiitiain ua corte grrgaae quando ae diz. coma
lenho ouvdo dizer, qoe nossos ministros e os
ministros dos governos estrangeiroa eativerain
diagttando eoiu oa monarcha, declaro que
urna tal assercao be inteirainenie contraria
verdade. (Apolaiuo.j O nosso mlasslro Sir Kd-
nuud f.vons desde o tempo era que foi para a
Grecia at o tempo em que a delxnu esse nais
nunca pedio nenhum favor de nenhuma espe-
cie nanas para ai oem parnaUngueiu, porunlo
nenhnma pessoa ligada com agoverno inglez
teve nunca urna conducta lao as e baila. Era
t,, independencia Je espirito e g"nli- tcu pora, w-.------------
atento de iuatici qua oaraUarri'am o indi- raraaa de unititui{ao que devia ier eataOeleci-
viduo quo oocupaolugar de adjrogao'o da Ma. OreiOlhao ebegou a uialoridade, porii.
OSCOMMN9 I* I.NGI.ATEI1RA. ^
liiica emtern* discuraode lord Palmcrlon
_
cono rali* vida rouitoa aiembros
.jrfl. M^^^^^satnn soua aenlitnan-
ntissians quesillo, es-
e todos concordario
que bo de aneu dever nSo deixar paaaar a
setuula noile desle iiiiporlanle dbale, sem
inr a cita dis ideias que leuho
BaaCcis de que ae trata, a lamban
expW-tha aquella paito de n.inha con-
,sia aeodo examinada. H/aai-
,o,). uaBvodigo qua he U un quate
ironoria! aaj
rainlia, essas quslidades lorian protegido
este Individuo das accutacVs quelhef-
rtm (citas. (Apoiado.) Talvez eu lenba do
contra aa oajens restrictas da casa no que
lenho dilo/>oriu Ufo pude dclaUr de pa-
gar a um homem respelsvel a divida de
anestar ai pi inicua occaolSs q'JC s;nffere-
ce a excellencia e Alegridida de seu ca-
rcter. (Apoiados! Digo que em primeiio
logar se os aubdtos brilanicoa tiverem ra-
sOes de quoixa contra individuos ou mesmo

cao do'ianaaVt -M um oegocio que nuo aizfjmciona
l*V uuasn i u ,| nn.iaorw.. Irl*. a i
mpeio aeramente queslSo da conservaj
tono poalo de aoalquer individuo ou de?
quslquir goveruo, por urna qoetlao quemo,
volve oap.iDcipios daBoliUCa osciobiK i-
launt), "P" qustlo que iovolvit oais
Jpverfio sem duvida nenhuma recorrer ioi
iaes de juslca dess% paiz, quando seja
permilldo p.ocedar contra o governo do
mesno. porm pJe aawer casos em que
ou nao baja conliaaeailwTIribunaes ou en)
qneoatiibfnaes por ana compoaicao e ni-
iuress.'.aao tentia-, u* earacter que po3a
ittipirar-nos nenhuna Aaperaii(a ou conli-
ii Cs da nos fazerem jaa!fa.
Tem-aa^lSlo -- MW nflo aprlicamos cata
regra aos governos aUiolulo ou despo^^B
porque nelles.ls trbunaeses tflo debaixn dj
dependeuiia deasea governos a 1 juslca 030
, de ser obtda ; porin ella deve ser appli-
cada aoa govatatj nominalmenlc conosti-
ea sao corrup
ieveri ser juiz
inglez
lugar
como exemplo
nenor, aa tre potenclaa aunuociajpdo a esca- r ft j cx3ininarual era o estado dat
Ibaquc tiuhnin lelto, annunclarain ao uieaino
tempo que o re Ulhao de concert com o seu
novo Ibe darla luatituisoes conalilucionaea.
Esta escollia e esse anmaacio foram racliAca-
ire I1UQU4 UOia turiUUHa *" w.--. u.a -- -
sabido aue ni deiejavamos que a naco grega verificar os ttulos dos medlcoa, cirurgiOes.
. h .___ .1__^ __ ^____._ Inlliia!- a alm m ah .lna aaaar* UAn I m aa
tivesse inslituicSes representativas, ao passi
que oulras influencias eram adversa aeitepro-
jeclo. Jiii do males occasionados pela au-
sencia da instituiede constltudonaca foi que
o svstema de governo ae lornou chela de todo
o genero de abusos. A jnslica nao poda ser
respeitada quando oajulsesdos Iribunaes eram
osconselbelros da corda. Aa liuancaa nao pe*
diam ser tem administradas, onde*Aao havia
nenhuma repousabilidade publica da parle
daquelle que deviam arrecadar aa rendas. A
busos de toda a sorie eram poitoi em prillca.
Em iodos os lempos, como bem ae aabe, o po-
vo da Grecia tem manifestado hbitos ousados.
Naquellc paiz lera seinpre reinado o costu-
rae de ippropriar-se um daquilloque pertence
ao outro, o que he grandemente injuriosa i
condifao social, ao progresso e prosperidade
do paic. l.ui urna paiavra simo dizer que a pi
lliagewi que tioha lugar n tempo da domina
cao turca nao tem em nada diminuido boje
que a Grecia he independente. A polica do
governo grego pratica abusos os inais grossei-
roa, porm antea de o mostrar appellarei para
o nobre representante que acaba d temar-se
oqualem u opsculo que anda pelas mos
de todoa citou exemploa minucioso de barba-
ridades pralicadas por esta polica que nao po-
dem deixar de revoltar a queiu quer que os lr.
Tenho aqu o depoiinento de pessoa que fo-
ram sujeita as mais aboininaveis torturas que
podem aer imaginadas, e essas torturas eram
inlligidaa a ambos o sexos iodiallnctameote.
(ApaiadiM.) Alera dlaao o supernteudante da
polica, um Ul toa. caaluinava iulUgir a
mal diablica tortura assim obre a>jflragn,
como sbreos Judeos, Turcos e maii Istran-
geiros; (apoiatloi) mas esse individuo em vez
de ser punido como devla ter sido, ou mereca
-lo, nao s pelea leis da natureza, aeoo tam-
ben! pelas lela''da Grecia, he multo estimado
cora pelar o digo, por aquelles meamos do
quaes nao deveria ter recebido senao siguaes
de indignadlo. (SpoiaJos.)
Ora Bilido este o estado de cousaa na Gra-
cia, tem sempre havido cm todas aa cidadea
desse paiz um grande numero de pessoas a
quen somos obrigados i proteger, isto he,
Maltezes, Jonios, e tambem muilos subditos ella mandou registrar o titulo do dito Cata*
a' ___^L*. __>: ^ ^i- ai nuat nnn\n im > i sala larHl r a a- naln naa
bntinicoa. A polica grega esti acostu-
aada a no faierdistinccao etreoa Malte*
zqs, us Jonios e oa aeua proprioa concida-
dlos. Talvez se nos .diga oulra vez bem
orno ji se nos disse em oulra occasiflo que
se os naluraes do paiz consentem que ge
colb qui'in podras sobre seus peilos, e ae
dance sobre ellas ; te consentem que suas
cabecea sejam amairadas aos pos, e que
es suspensos sejam agitados como um
pndulo, levtnio ntrela dio numerosas
b.istonadis, os eslrangeiros, nflo tendo di-
reito da ser nulhor tratados do que elfet,
nao teem rsjSodequexai-se. Alguem pode-
r dzer,-nos isto. porm essa nao he a m-
nha opiiiSu npplauos, nom creio que seja
a opiinflo de nenhum homem da juizo. (ds-
plaulos .
Tomando em considerado os caos dea-
scsJon os pars qnem pedimos reparaco, a
dos pe o rei da Baviera em o nome de seu filho,
todava foi entendido que durante a minavida- oa| enl al
ile do rcl Othio a queatio da conalltulcao ncaaJK.t0 ,j0 ^
Ta suspensa, porem quando elle chegasse A ier | iialDridade culratia em eoiimiuoicaco com q
e de concert com elle regularlas
nenbuiuacoptltuicaofoioutoagada,(^potao.)
Houvaruiiia repugnancia da parle de seu con-
elheiros em onmprlrem este einpenho. (A-ofa-
varo caunae a ua opluiao ale que eaae esn-
penho de-le-sex eumpriJ, porfni opinlflcs de
um geaero dlaSerenu- chegaratu aoi reaes ou-
vidi '>".iz?2 ;s nanea. I Jaulas noinrf/u l
StWque o diO'erentes paizet aao naturalmente
aaKifaadoi as formas de governo pelas quaes
se legem, sem que por isso inerecam censura.
Cada um peina que a forma e analuresa de
toes ue quena contra i.iu...uuu. ou ........j + oro0 ne t{uo, de todaa. e deaeja v-
Contra o governo do paiz em que retidirem, u ancVaossive, adoptada perjada a pane ;
" paranlo no meaclouo sao rom inlcncaade
aicr a menor aprobracao A Rjala, niu a
l'ruisia, ueiu i Autlria. l'.slea tres governos
eram neaiC lempo dispolicoa. Elles aconse-
Iharam ao re da Grecia i|ue alo desse iuslltai-
edea cousliluciouaes ao sea povo, c nao liana-
lando-sesirafcte a aconaelSitr. aid exejtcerain
para prevenir isso a tuajjgUCDcia. (apaiadoi.;
tremo qae enconirartaaia em r raaak nao
aassaente ayui|i*ias para aao aa nossai anl-
uies poltica lenao umafi asaUteacla ato
eonselho qee.deaejaaamoa ar, porm cngina-
uto-iioa. (Apaiadoi.) O governo de FraiKtapao
desapreciando taleiraniinta aa ililiaapJc
conailtuciouaea, Julgou que nao era chtgao
anda o lempo para a Grecia ser governada por
isllaicOea. O el de gaviera liu liuou-se
[laiiibeiu para essa o|i!ii -iciaen lem-
po n que o lei Otado eacgou i maiorldade.
ata ke por espaoo de ele inaa, a gavera* a-
git-z permanec u nesla poseao na Grecia a aaa-
^^Hc Seal goveruadore. quero aitur: *a-
UaO os uuicos fue queramos) o cuiuprituculo
ousjs na Grecia ; ella deve considerar a
"tica queseseguia, e a necessidade que
La de [ Or termo a esses abusos pedindo
umacomAeiisa(io, apenas mais que uomi-
I em alfins caaos ; porque seria um pro-
que laca cousas nSo deveriam mais
r para o futuro. (Apoiaioe ) Exami-
nan lo (jases casos, gnu obrigado a dizer
que elies parecem-me ter sido discutidos
com um espirita, e um tom que pens
llo conviiihaei, lera s pessoas de quera se"
trataw, nen aquella que diseutiain, nem
aquellas aerante as quaes a discussflo tinha
lugar. ( Hpplautti.) He muitu aazes mais
conveniente meller ss couzas a noicuto do
iuc refuli-iis com raciocinios; assim iize-
ram homens gravas quando por espaco de
uina Donuo laliou aqu ua pureza um
los ofTendidos, da lubitacflo miseravel de
nutro, da nacionalidad!, *j,at da religiao
los meamos, como ge por um homem ser
cubre, podesse ser espancido e-atormenta-
do impunemente {Apoiado); como se por
miro lernaacldo na Escocia, fosse permit-
ido a qualquer apoderar-se do que Ihe
perlence; ou sa por seguir reliSo mosai-
ca, devesse ser ultrajado por lodo o mundo.
(\potadoi.
lia urna vardadade que tem sido repetida
mu tas vezes, e be que una porcuo mu pe-
quena da sibedoria humana, basli para a
direcflo dos negocios humanos; porm
ha tamben oulra verdada, e he que os bo-
rneas que aspirara a goveroaro genero hu-
mauu deven desenvolver en sua larefa
sonlimentos generosose peosamentog ul*
vaJos. AfpIaasoi.J
(Coaiuar-M-Aa.)
I
FubKca^des a edido.
Illm. e Exm. Sr.-O conselbo geral de sa-
tubridade publica, tendo examinado O ti-
tulo de offikat de saude, que apreaenta J. B.
Casanova, pastado pela escola de medicina
da Babia, e qoe V. Exc. ae dignas* de r-
metter-lhe para que. i vista delle, iofor-
maase ; e havendo consultado no s a leis
brasileiras, que regem o ensino medica e o
exercicio da arte de curar, senflo tambera
as lela francezas, que se referem a estas ma-
terias, he de opiniSo qoe o dito Gassnova
no pode erercer a medicini nu cirurgia
em territorio deste imperio, pelas r'aioaa,
que passa a expr a V. Exc.
A lei de 3 de outubro de 1832, queorgi-
oisou is escolas da medicina do Brasil,
marca is suit iltribuiefles, eno art. II in-
dica qaaea ale oa titulo, que ellas esto
autoritidis a conferir ; e nesse art. no se
encontr dispogcloafgumi, que justifique
0 prodecimento di aaeil di Bahit conee-
dendo 10 dito Gisanova um titulo da o 111 -
cial desande. He verdade que pelo art. ti
4a citada lei as escolaa esto autorsidaa a
boticarios e parteiraa, obtdos en escolia
gatrangeiras ; mas o dito Cassnova nao he
nem medico, nem cirurgido ; e seu titulo
nflo foi oblido en eacola estrangeira, pois
que he passa Jo pelo jury medico do depar-
tamento do Herault. Pela meama lei de 3
Jo outubro ninguam pode exercer a medi-
cina ou cirurgia gem ter um diploma de
doutor, exceptando-se gmente aquelles
que fram ipprovidos em vrtude de lea
anteriores ;e quando mesmo qualquer in-
dividuo tenha obtido um titulo passado poj
escola estrangeira, esti aujeito, pelo art. 14
da dita lei, i verilicacflo ; mas aa escolas
de/ Imperio, a verificarlo dessea ttulos,
sflo obrigadasa conformar-so com sadispo-
sieOes da citada lei de 3 de outubro ; e nella
uo ae encontr dis; osieflo ilgum, que is
aulorisH i verificare ttulos, que nao se-
jam de mdicos ou erurgioei, boticarios
ou parteiras.
A's cmaras municipaes compete, depois
da abolicflo do proto-meJicalo pela carta de
lei de 30 de agosto de 1828, fazerem obser-
var as disposices do slvari de 29 de Janei-
ro oe 1810, e ellas nflo poden permittir que
exercam a arte de corar aquelles, que nflo
sflo mdicos ou cirurgiOea, e para isto he
necessario que estes registrero seus diplo-
mas ; mas as posturas da cmara municipal
desta cidade, orgauisadaa de conformidad*;
com as leis em vigor, nao fallan m~offi-
ciaes deeaude-- ; e mndnJo essa cmara
registnr o titulo, que Ihe apresenlra para
este fim o dito Casanova, nflo fhedeu nen
Ihe poda dar autorisacSo para curar; por-
3uanlo para stoera da absoluta nacetsid -
a que seu titulo eglivegse conforme s
disposiQes da le de 3 de outubro de 1832,
que regula a miterii; e esti lei nflo Ihe
concede permissSo de deixar que exeres
a arle de curar aquelles qua nflo tem um
diploma passado en regra. He verdade que
nova, como mandara registrar qualquer
outro ; mas quando mesmo tivesse com-
mHlido um erro, Iludida, como foi, por
nao ter examinado esse titulo, na oecasiXo
em que Ihe fui apresentado, supponlo ser
de doulo, visto que pelas formulas Ihe pa-
rece u semelbante aos deste grio plssado
pela escola di Baha, nflo se persuadilo
que essa escola tivesse abusado, esse erro
era insignificante e sanaval desde que o re-
coohecesae ; e por estar registrado esse ti-
tulo, ere o eonselho que nSo se acha o dito
Casanova revestido do direito de exercor a
arte de curar; e bistam a posturas muni-
cipaes, orginitidas eaapravadas posterior-
mente ao registro, pSn mostnr-se que s
cmara quer queaa empra a lei, sendo in-
coniesiavel o sen direito de fase-la ob-
servar.
As leis do Brasil, qur anligis, qnr no-
lernas, nflo reconhecem a entidad*--ofi-
cial de sauJ--: nellas nsda se eoconlra,
que Ihe seja relativo ; e parece quo aos le-
gisladores nflo eram descouhecidss ss dis-
posiefles legisUlivelda Franca : leu silen-
cio he significitivo. Ha verdade que a lei
franceza de 19 ventse anno XI (10 de mir-
to Ve 1803 J, que raguli os estudios mdi-
cos, e o exerciclo da arte de curar niquelle
estado, falla no art 2 til. 1.a, em officiae
de laude ; as he nessi mesmi lei que se
Sncontram rases po lerosas para que o ti-
tilo do dito Casanova no fosse verificado
fel escola da Baha, e para que elle nflo
possa exercer no Brasil a arle de curar;
porquanto, se ae recorre ao art. 29 do tit.
,"0a citioi iei de i vaauauae, oelie se ve
que as fuaeces dos ofllciaesds saude slo
umiiauas e locaes nao cmu cuca plan-
ear as grandes oporarjes cirurgicas senSo
debaxo da vigilancia e ioapeceflo de um--
doutor ; no Ihes sendo pernitlido esta-
lieleceiem-se, e por consequeocis exerce-
rem suas funeces senflo nos departamen-
tos, en que slo examinados pelos jurvt
mdicos. Por essa lei os oluciaes de saude
nflo sflo obrigidot a estudsr loJas sg mate-
rias, quefazem paile do curso medico ou
cirurgico, exigido para o grao de~VUor,
nico que he concedido tas escolas de me-
dicina de Franca, nem Iheehe imposta a
nbrigicKo de seren estmirisdos nis esco-
las. Elles so tem de fazer tres examet, e
p len ser examinados, como qutu senpra
suceede, por jurys medios eaUbeleedos
tus cabecas dos departa meo loa ( ehefs-
lieuE };. mas aquelles, que teguem M etu-
dos regulares, a se propOem ao dootora-
nento, passasa por cineo examas, defea-
Uen Ineses, e senrare aso examinado! nai
escolas de medicint por seut profesaores.
Alea diato oa diplomas dos doutores en
medicina ou em oirurgaa di harn iateira-
neate dos diOlUoiaesde aaude ; estas, que
NUMERAQO INCORRETA


.v-|

Mm
mais parecem attestados, silo assignados
smente pelos membros dos jurvs medi-
os, entretanto que aquellos, alera das for-
mulas solemnes, e porassiin dizer sacra-
mentaos, usada era lodks as academias do
mundo, sflo passados em nome da univer-
sidade de Franca, e assignados no s pelo
ministro da instruccSo publica sendo tam-
bem pelos decanos de urna das tres faculda-
'les. cmquesSo examinados os individuos.
KmIIni o lempo requerido para aue quel-
c|iier pessoajohtenha um titulo de olllcial
iln sande difiere do exigido para o doutora-
, melo, o osexanies, que tem de fazer e sfio
limitados a tres, nem versam sobre lanas
materias, nem sSo tflo rigorosos ; alem de
que as despezas fellas para o- doutnramenlo
silomuilo maiores, exigndo-sn daquelles,
i|iie so pr.n em a obter csse grao, os diplo-
mas de bacharel em lettras e em sciencias ;
i'iilretanlo que csses diplomas nfo silo exi-
t gidos daquelles, que estu iam fra das tres
escolas de Franca para obterem o titulo de"
oflipaes de saude ; e ihc.mii o, se es tuda ni
em Iguma dessas escolas, s driles se exi-
ge o de bacharel em lettras; e isto porque
entilo esses individuos tem a vantagem de
frequenlar as escolas smente durante tres
Milus, quando aquellos, que seguem Os es
tulos regulares para o dou lora ment, s
po tem fazer o terceiro exame nu lira de 16
inscripces, que equivalen a qualro annos
completos, tendo alem disto o quarto a
quinto exame*, adfaga de theses.
O conselho nilo pie dexar de estranhar
o procedimento da escola de medicina da
Rabia, e cintra elle ja leve de representar
em abril do snno passado por intermedio
dcsla presidencia ao governo imperial;
mas, qualquer que seja a dociso, parece
lue au puiler versar senfio sobre acon-
tinuacflo do abuso, que s serve de desmo-
ralisar a sociedade, e nSo sobre a autorisa-
clo de curar; porquanto a lei he clara, e se
a escola da Baha, ultrapassando suas al-
tribuitoes, conceJu um titulo para que
nao se acnava autorsada,' acamara muni-
cipal esta na restricta obrigaeflo de fazer
executar a lei na parte que i lie compele
A escola da Babia nilo poda submetter _
verificaban o titulo de ofllcial de saude, que
Mo apresentra o dito Casanova, porquan-
to a lei, que organisou as escolas de medi-
cina, do imperio, e Ibes trac.uu suas ittri-
buices, nao falla nessas entidades ; e ella
nSo podra ignorar quo um olllcial de saude
neo) be .nedico nem cirurgiSo, e que seu ti-
tulo he, como se v em Tiebuchel I juris-
prudencia de medicina. Pag. 209 j, di meta
capacidad* e por consequencia urna mein ga-
ranta ; e que por nenhuina rasilu eslava o
lito Casanova no caso de ser subineltido au
examo exigido pelo arl. 14 da supracitada
lei de 3 de nulubro de 1832 Procedendo
por sle modo, eommetleu ella um abuso
perjgoso para a sociedade; porquanto, se
continuara sujeitar a verilicacflo ttulos de
olllciaes de, saude, coucedendo aos indivi-
duos,, que sa apresentarem, outros seme-
ntantes ao Jodii Casanova, e se as cama-
ras municipaea, esquecen Jo-se de seus de-
veres, quizerem estar por esses ttulos,
i nn-entiiiilo.que aquellos, que-os obtve-
ru>, pussam exercer livremente a arte de
i urar, loiroar-se-lia intil que qualquer in-
dividuo, indoa Franca procurodouturar-se
.'m urna da Iras escolas, e mesuro que io-
iio a Europa se sujeile a estudos aturados e
exa.ri.eV rigorosos, expomlo-se as grandes
despezas, exigidas as academias; visto
i|ue basta obter do um jury medico de al-
gn} dos departamentos do 1"ranga um titu-
lo de olcial de saude, para que, verificado
pela escola da Baha, possa exercer lvre-
nieule a arle de curar, lie verdade quo o
caso, de que se trata parece.ser o nico no
r.rasil; porquanto qSo consta ao conselho
que a escola de medicina do Hio-de-Janeiro
touha verificado ttulos de ofliciacs de sau-
ilc, nem roesmo.que na da Rabia caso se-
ueliaiite se tenba dado : isto mesmo mos-
lia.ler sido uro acto de escandalosa prolec-
i;ao, p>lo qual nSo devcoi estar as autori-
dades ; mas tal he a f.\rr;a da lei, que coni-
nii-tleiidu a escola da Babia um clamoroso
:.lni>u vci ilioando um titulo de ofllcial de
saude, ofln seammou a passar-lhe um di-
plmna de doulur, unicu que ella est uto-
risada a dar ; c cencedendo ao dito Casa-
noya um titulo, nSo de'ixou da,declarar se
le ullicial desande, passado em virtud! di
nutro dado pelo Jury medico do departa-
mento du HerauU. nj ponderando, porcm,
i|iie esse titulo, quo ella por nenliuuia lei
i'stava auturisada a passar, nflo poda dar ao
dito Casanova direito algum pa exercer
a arte de curar, visto que nilo est confu--
mu as disposicea legislativas deste mu-
noveno Brasil lie descnhecida perante
as leis a eutidade--of/iciul de saude--; e vis-
to que pelas mesmas leis francezas um offi-
i-ial ile saude s pode cslabelecer-Se,' e por
rnnseqtiencia exercer auas limitadas fnne-
c,6es, no departamento, em que fui exami-
nado pelo respectivo jury medico; edei-
xamloo dito Casanova o departamento do
lleraull, em'quo fra examinado, e em que
lluvia residir para ppder exercer, perdeu
ose direito vista doart. - le franecza de 10 de margo de 1803; nao
podendo a escola da Babia dar lue, um di'-'
roilo, qu elle liavia perdido, quando mes-
mu eslivesse aulonsada para vonlicar ttu-
los, que nilo fossem os designados no art.
14 da le de 3 de outubro de ItfJ-z, por ve-
ze citada, rclinhilitundo-o por este modo.
,".,m iq cbi o nico abuso que se tem da -
du : o dito Casanova, que outio titulo nSo
aprsenla scniio o de official de saude, tem
publicado bos jurnaes desta cidade annuii-
cios, em que se inculca, ora de medico o ora
de doutor em medicina; e, como se isto
n3o fra bastante, agora apreseuta-se offe-
recendo-ae para fornecer aos doenles, que
o consultaren!, os remedios necessarios.
intil be dizer V. Kxc. que o dito Casano-
va, procedendo por esta forma, le,n infrin-
gido u leis ; que o eodtgo criminal no seu
.ir t. 301 pune aqelles que usam de ttu-
los que nao lee ni, sendo inaior a pena, que
i\stabelece o artigo 909, se coin eases titu-
lo* eoiiseguiretaaquillp, que por outro mo-
do nSu conseguiriam ; e aue, foruecemio
remedios aas doenles, que oconsultain, in-
liiugoas disposicOes do imperial aviso de
26 4? agesto de 18*, o os arlf|{os 16 e 18 do
liluloS das posturas municipaea. Csse in-
limuo, uesiie' que ciiegou a esla provincia,
too asado de rooios pouco louvaveis, e ca-
paxes de illudir acredulidade publica : ao
piincipiopresentou-SK apregoando a ton-
da de elixir, que, seguudu dizia^ cura-
v.i com rapidez as odoiitalg s ; mus nflo
aliindn-sn lien! rf e!pscii!S;So por aass
do criticas, que soffrra nos mesmos jor-
naes, passoo a usar do titulo de medico, cu-
rando molestiassypbiliticas; ltimamente,
semduvidapor se ter dado mal com esta
segunda especulato. pelo Diario Novo de-
clarou abracar a lioniu!opalliia, assignou
essi declaracSo com o titulo .de -- Dr. em
medicina ; e agora quer ter a liberdade de
fornecer aos doenles, que /orem ao seu con-
sultorio, os remedio*, que julgar que Ihes
deve dar; quando isto nflo lie permettido a
facultativo algum nem no Brasil, ou em
Franca, nem em parte alguma.
Tudo isto Exm. Sr., que acaba de expr o
conselho.alm de offensivo para a classe me-
dica, quo w v6 emparelhada cora indivi-
duos, que as mesmas leis francezas consi-
derara como perteoceodo a urna cathegoria
inferior, be i inmoral e s serve de desacre-
taro Brasil, que alada ha pouco foi criti-
cado om Franga pela gazeta medica de l'aris
de 18 e 25 de novembro do anoo passado,
por consentir-sai que prospere o charlata-
nismo; e, ralis do que isto, he urna ofTensa
as leis, que convm -acatar, porquanto
de offensas taes nasca o discredito, que
nSo pee deixar de reverter sobre o
Brasil, |Joqual zoorbim os charlatSes es-
trangeiros, logo quo- se apartam deste im-
perio, rujo pvo, a inda,Mito para lutar
com as sedueges que? ellss mpregam, le-
vado por sui nimia credulidade, os acolite
enclieo lo-os de fortuna.
O conselho, Exm Se,, desejoso de obter
urna resolugflo, que faca de urna vez sanar
nflo s os abusos que tem de mencionar,
senSo outros desta orJem, que para o fu-
turo possa ni praticar as e colas de me lici-
n ; e alem disto Ihe send o necemrio co-
nhecer se tem mal entend Jo a lei, que re-
gula o eosino, e exercicio ni edico, aproyeita
asta occasiSo para rogar a V. Exc. qua so
digne de submetter a consi deragfio do go-
verno imperialista sua expiisigflo, alimde
3e elle decid, sendo possi-'el com brevi-
ade, se as escolas de medici na estilo auto-
risadas a verificar ttulos de ol'ficialde laude,
nSo s passado pelas escolas e Fram)a, co-
mo por jurys nirdicos dos departamentos
daquelle estado; e, se por ter a escola da
Baha verificado o titulo que Ibe apresent-
ra o dito .Casanova, passado polo departa-
meato do llerault, e Ihe liaver dado outro
semelhante, pJe esae individuo exercer
livremente a arte de curar.
Dos guarde a V. Ex.Sala das seases,
14 de fevereiro de 184. -Illa, a Exm. Sr.
desembargador Manoel Vieira 'fusta, presi-
Jente da proi ocia.Dr. Joaqun d'Aquino
Foneeca, presidente do conselho.

P
Casa dos expontos.
EXPOSTOS.
Existiam ............
Entraram...........
Sahirsm.............
i as 24 li. d'cntrada
""'"""jDepois d'esta poca
Existem. /?.
Sexos.
----
124
5
0
0
ti
136
2
0
0
i
137
260
7
0
0
264
AdministracSo ge/nldos cstabelecimen-
los decaridadu, 9 do selembro de 1850No
impedimento do escrivilo, Jlo' Pinto de U-
moi Jnior. jt_
Keparti^o da polica.
PARTE DO DA 10 DE SETRMBRO DE 1850
Fram presos : ordem do subdelegado
la freguezia de S.-Auloojio, Joaquim Olega-
rio, por haver feri lo com um carro a urna
crianga ; os pretosJoSo e Domingos, escra-
vosdeJul'Jo Berangel, a requisigo de seu
senhor : ordem- lo subdelegado da fre-
guezia da Boa-Vial, ol'ortuguez Jacinlho
Jos Cabral, por Sime de ferimento: e do
subdelegado da freguezia do Poco, o preto
Bariholomou dos Hela e Mara do Carolo,
por crimede morte.
Theatro de S. Isabel.
19' RECITA DA ASSICNATUIU.
Sabbdo, 14 de selembro di 1850.
Iiepresentar-ao-ha o muitz applaudidq
drama em 5 actoa a quadros
MARA JOANNA, MULIIER DO POVO,
ou
A Pobrt Mdi.
' Terminar o espectculo com a gracioza
comedia em um acto
A Helia i Francisca.
A parte de Frtneiica sera representada
pelo actor Silvestre Fraacisco Meira.
Comegara a hora do costme.
BALANCO A KKCKITA E DESFEZA DOS ES-
TA BELECIHENTOS DE CaKIDADE, VEHI-
FICADO NO ME7. DE AGOSTO Dfc 1850.
Beceita.
Por saldo em 3! do pastado 530,081
Uecebido dos d-> I une nli-i r os da vio -
va Ramos, importancia do legado
pi instituido por 1!. Ginebra t?a-
valcanle do engeoho Salgado. Ii.ikki
Do fiscal dafregueiia deSau-Prei-Pe- '
dro Ciunoalvrs M.murl lgoacio de
Olivcra Lobo producto de corr*
daa depreos 115,580
Do reverendo regente do graode hos-
pital. Importancia do amortatha-
llirllto do 1'ui.ido I.Un l'hoiu.i/ da
Nmsetiaeuto, cajo cadver foi re-
clamado por aua mulber 2,000
Do; procurador da niliiiiiiiiiricao,
iniport un i do renditnenlo toa
predios, arrecadado ueste mea, 200,000
, '~nwm
Letras que eilatiam em 31 do panado 2:954,945
3:82.ot
Saldo a favor do thesoureiro 3:15b,0t>4
" 7:011,70
Deipeta.
Pago ao regente do graode hospital,
importancia das despezas de julllo
punilo udo
"Ao dito da cata dot cipostos, dem
Ao dilo do hospital dos lazaros ideiu
A Manuel \ omino de Jesua, linpor-
lancia do pao e bolacha que forne-
ceu aoa estabeleciuieotoa de cari-
dade de abril a junbo
Ao ieverendo capelln da casa doa
exposloa, o padre Miguel Vieira de
Pinos Marrecaseu ordenado ven-
cido em abril
A Manoel Cuelho da Silva por 18cul-
zdej
A Rila Mara do Cuino por cuatas da
sentenca c sti aenleoca que a aeu
favor obteve como herdeira de
Joaquim Jos de Souza Azevedo
Cun a obra do hospital Pedro II at
lioje, segundo consta do livro res-
pectivo ,
COMMERCIO.
Al.FAMiKi: \.
Rendimento do da 11.....8:305,616
Deicarregam Ao;' 12 de lelembro.
Barca Havre mereadoras.
Barca Jiifes dem.
Barca -- Jampo farlnha.
Brigue,-- Sociedade-Felz gneros do paiz
4 CONSULADO GEKAL.
Itcndiuionto do dia II. 172.77S
Diversas provincias ...... 3,|5
.176,091
502,860
299,420
433,805
607,816
20,000
t
88,000
147,240
l.ettras existentes
1:966,200
4:063.341
2:954.940
7.018,280
No Impedimento do eacrivao,
Juo Cino d Ltnai Jnior.
Joti Pires t'eirciiii,
Thesoureiro.
MAl'PA to* jpttapectmeHto* de
( aritlaUe, m tnex ae. a-
gonlo ile 185o.
'
Grande hospital.
DOENTES.
xistiam
Entraram
Sal i rain.
Ilorrcram
Existem.
Curados......
Mclhorados. .
Nu curados.. .
Naa 24 li. d'cntrada
Derois dessa poca
2
IH
3
1
1
0
7
30
Hospital dos lazaros.
DOENTES.
o
Curados.
KEisiiami
Estira ram
! cursaos......
Melhorados .
N3o curados.
Morreram ...... t
HilllllB ..........
21
.
0
o
o
<
94
0
II
o
o
o
II
EXPORTACAO.
Despaches mmrllimos no dia ti
Rio-de-Janeiro, brigue nacional jVot'o-
Porlo, de 158 toneladas : conduz o seguin-
le: 3.500 alqueirea de sal, 2,000 aspas de
novilho e vacca, e 200 couros seceos.
Babia, ljate brasilairo San-loto, de 44 to-
neladas: conduz oseguinte: 2 quartolas,
45 barris e 1 ancoreta azeile de Garrapato,
i caixas velas de carnauba, 50 mollina de pa-
Ina de dita, 14 arrobas de reta I los de couro,
400 esleirs de palba de carnauba, II saceos
com cera de dita, 18 saceos cavada, 3 car-
retas dentadas de ferro fundido, S pedra de
filtrar agoa, 47 volumes fazeudas. 13 bar-
ris cnxadas. 47 pipas abatidas, 1 caixole
clcheles, 375 barril com chumbo, 25 bar-
ricas baca llio, 600 Hagas vi mes, ti roda
arcos de pi e ferro.
RECEBEDORIA DE RENDAS CERAES
INTERNAS.
Rendimento do diall. .... 244,498
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia ||.....44,647
Hovimento do *?orto.
Navios sahidos no dia i 1.
Ass Brigue nacional kmorim, mostr
Pedro Nolasco Vieira de Mello, em lastro.
dem -- Brigue nacional ero, raaelre Ma-
noel Jos Ribero, em lastro.
California Patacho americano OKio, ms-
tre Osear Daggett, carga niadeira de pi-
nho.
I'ortos do sul--Paquete de vapor Bahiano,
commandante o primciro-lenente Segun-
dino. Alm dos passageiroa que (rouxe
dos porto* do norte para os do sul leva a
aeu bordo ; para Macei, Jlo Jos de Mi-
randa i; Manoel Joaquim Duarfe Guima-
- raes: para a Baha, o lente Manoel Lu-
ciano da Cmara Cuarana com sua senho-
ra : para tf^lo-de-Janeiro, o alteres Da-
vid Americo, o escrivBo da armada Jos
Faustino da Gama, 54 remitas para o
uxorcilo e marinha o I escravo a entregar
n Babia.___________
i;i>it\l
NiblicagAo litierurici.
Knphnel, prtfflnas i|R Javrntuae.
Esta excellenle obra de Mr. Lamartine,
chegada recentemente do Rio-de-Janeiro,
vertida em bom portuguez, e precedida de
um interessante prologo do traductor, adia-
se i vejida pelo mdico preco de 3,000 rs.
com encadernacflo ingleza, na ra da Ca-
deia ilo Kecfe, n. 38, e ra Nova, n. 6. O
mrito da obra he attestado pelo nome do
autor : nella depara inatruccSo e deleite, o
philosopho, o romancista, o poeta, 'e geral-
mento quem quer que queira apreciar um
bello escripto.
Avisos martimos.
-- Segu viagem para o Aracaty, at o fin
da presente semana, o hiate Flor-de Curv-
ripe : para carga ou passageiros trata-se na
ra do Vigario, n. 5.
J>ara o Aracaty segas, no dia 4 do mez
prximo vindouro com a carga que tiver, o
patacho Santa-Crvs : para carga e passagei-
ros trata-seso lado do Corno-Santo, n. 25,
loja de massames.
Para o Hio-de-Janeiro sahe,
com a inaior brevidade possivel, o
patacho nacional pelente : quem
no niesmoquizercarregar ou ir de
passagem, dirija-se ao capilao na
praco do Coinmercio, ou ra do
Trapiche, n. 34, casa de Movaes
& Companhia.
Para o Cear sabe em poucos das a
sumaca nacional Flor-do-Angelim, meslre
Bernardo deSpuza, por se achar com par-
te da carga prompla ; para o resto e passa-
geiros trata-se eom Luizosde S Araujo,
na ra da Crut do Recife, n. 33.
Para o IUo-dc-Janero
val sahir com toda a brevidade a polaca na-
cional Sociedade-Felit: quem na mesroa
quizer caregar, dirija-se aos consignata-
rios, Olivera IrmSos & Companhia, ra da
Cruz, n. 9.
mnmtmmmmmmsmaBmtmammmm
Avisos diversos.
Pela inspectora da alfandega se faz pu-
blico que, no dia 13 do correte, depois d
uieiu-iiia, porta da mesina, ae hilo do arre-
matar -2 apparelhos para ponebe, tendo ca-
da um, 1 prato, 1 garrafa, 1 assucareiro e
2 copos de vidros pintados por factura ; 1,
6,009 rs. total 12,000 rs.; 2 ditos, ditos,
- para licor, tendo cada um, I prato, 2 gar-
Ad,ninlstracaoKeraldose.tabeleclni.lo,de ,2 ci|i, pIllido, faltando 2 garra-
carid.de, 9 de aeteu.br. de igjO. e ciV/'por f^t',,,,,,, ,000 rS.. to-
tal 8 000 rs.; 4 dusias de pratos de vidr .
pintados, por factura duza, 10,000 rs to-
tal 40,000 ; 8 pratos ditos, dito por factura,
I, 2,000 rs., total 16,000 rs. ; 4 vasos para
inicias, pintados, por factura, 1, 4.300 rs.,
total 17,200 is.; 10 campoleiras com pra-
tos, leudo smente daa com pratos, por
factura 1, 1,700rs., total 17,00o rs ; t gar>
rafis pioladas, por factura. I, 1,500 rs,
tolal 6,000 rs. : i duzias da. copes para
agoa, 6 clices piulados para viudo, por fac-
tura duzia 3,2,0 ra total 13,200 rs.;
duzias de copos pinlsdo, por factura, du-
da 5,000 rs., total 1,000 rs. ; 2 pratos pa-
ra queijo, pintados por factura, 1, 3,000 rs.,
total 6,000 ra. ; 1 galheteiros com 5 vidros
pintados, por factura, um 2,500 rs., total
5,000 rs. 44 frasquinhoa para cheiios, por
factura, 1, 450 rs total 19,800 rs.; impug-
nados pelo segundo escrmlurano Antonio
Francisco de Maura, nodespachon.de 10
do corrente, sen ldila arreoialarao sujeita
aos dlMlos.
Altandega de PtfCambuco, II de selem-
bro do 1850. o ppeclor leriiio, Berta-
los Fernandes llanos.
provisin
nliciros para servi
Movinc
reln na
charra Pernam-
bneana, quo se aclia na provincia do Para, e
tem de seguir para o Rlo-de-Jalleiro. Os pre-
lenslentas-apresefitertl-** eoni a maior bre-
rfaiatls ss sssms espiUe do psrts.
Pergunta-se ao Sr. Manoel da Fonseca
e Silva, aegundo eseripturario da alfandega
desta cidade, o motivo porque tem deixade
todos astea das de comparecer a sua repar-
ticfJo, visto andar pasaeando pelas ras des-
ta cidade da caaacs nova, e ae lenciona to-
rnarum saeta igual ao que dlzem tomara
nos annos de 1846 a 1848,
O inimigodos malundroi.
Alienlo.
De todos os malea que afligem a misara
humanidade, nenlium eertamente ha, que
possa comparar se a elephanteasis, vulgar-
mente oonhecida pelo nome de morphea ou
mal de San Lzaro. Esta terrivel molestia
disfigurando inteirameute o misero, que
tem a infelicidade de soffre-la, torna-se oem
lepressa objecto de repugnancia e inven-
civel, asco Aquellas meamos- que por jus-
tos ttulos nos deviam aerearos. Al hoje,
a morphea tinha tombado de tantos o tilo di-
versos inelos empregados para sua cura, e
como que, ai cada vez ostenlava mais ter-
rivel. cada flz niaisnorrenda. Aquello que
a suflria, (cava como se houveravtocado a
malJic3o de Daos, alm da perda de regu-
laridade da phisionomia.como que era cons-
trangidoa perder lambem o ser de homeui,
vendo-ae ubrigadlsftugir s vista de seus se
ino'.haiiteSspara qaMl ae lornava um objecto
le horror. Oaoaxo asaigiudo, tema for-
tuna de poder annonciar a cessafSo de lan-
os males, declarando que secotoorometle
a ourar completamente esaa enferanidaie, e
issa cura sera tanto mais rpida, quanto
fr nova a enfermidade. Muitoa resultados
felses lam assegurado ao abaixo aasignado
da ellicacia do meio que ha deacaSerlo pa-
ra essa.cura no que oerece seu presumo aa
pessoas que delle se quizerem utilisar aqui
no becco do Azeite de Peixe, n. 18,e em Ma-
c^io no lugar Jaragu. ~ Manoel Borles di
Vendonca
UB'erece-ae para eugommar e coiinhar a
um homem^oltciro, urna uiulber : na ra de
Hortas, n. 6.
Roga-se ao Sr. Cincinato Mavignier,
queira mandar pagar 20,000 rs. e os juros
vencidos, desualetlra vencida em dezem-
br prximo passado,-lia ceitexa d que,
emquanto u3o pagar, veri ser repetido este
"":::;c. par* aui icuiiauu miui iuei-
ta, n.l
Quem precisar de Urna ama de leite, di-
rija-se a ra do Rang.1, n. 20, primero
audar.
OOOOOOO O(&G?OO>O0O
liomoeopathia pura.
J. II. CasHiiuva. facultativo 2
^ horneejpalha,4s consultas lodos os %
J das uteis, desde a 7 horas da ma- Jj?
O nliaa al as dua* da larde, ra da Ca- O
'3 deia do Sauto-Antonio, n. 2i, segn- O
fcJ do andar. Os pobres serOo tratados O
i\a ra do Rangel, n. 43, fazem-se ea-
panadores e reposteiros do melliur gusto
possivel, e mais commodo do que em outra
qualquer parle.
l'ntisaportei.
Declaractto.
O capillo do porto desta .
eompeleolemeote utoriiado por S. Exc. qI tlram se passaporles para dentro e friH
Sr. presjdenli da jjovincia, engaja mar- Jo imperio, de,^
am-se esoravos, tiraai-
seliiulnsderesnleiicia para sempre : par
eaae iim procur-se na praga da Indepen-
dencia, livraria na. 6 e 8, e na ra de Quei- armazom de farinha da' ra do Rangel, n.
imnUvn. 2V, luja de miudeza, do Sr. Joi- 36 do Contrario, continuar! esta annuu.
qiiu mviieirt ua Cruz. co al que pague.
- Aluga-se o segundo andar do sobrado
n. 12 da rundo Arsgflo.com bona commo-
dos para familia, sendo muito fresco por
fioir da parte da sombra e ter janellaa dd
lado : a tratar no primero andar do mes-
mo sobrado.
-Joaqui.m Antonio Carneiro de Souza
Azevedo, com loja de barb'elro. na ra-da
Cruz, no Recife, faz sciente aos seus deve-
Jores, que no prazo de 15 dias venham -
lisfazer seus dbitos, lodos aquelles que
teemeontas atrazadas aloflm de 1349; e
o nflo fazendo, serilo seus nomes publca-
los por eilonso nesta fulha..
--Aluga-se urna sala com dous quartos,
muito propria para homem solleiro, na ra
do Lvrainciito, n. 1: a tratar no primero
andar da mesma casa.
Na ra de Hortas ha para alugir-se um
solSo corrido de frente a fundo, que torna-
se um segundo andar, com dous quartos,
cozinha, cacimba e quintal, proprio para
po'uca familia, por prego muito mdico : a
tratar na mesma roa, o. 130, sobrado de um
andar.
Jlo Pinto Regs de Souza, com venda
na esquina da Peana, desd o dia 6 do cor-
rente, que deixou de vender bebidas- espi-
rituosas de prodcelo brasileira, em coii-
consequencia de aer conectado pelo novo
arrematante em 28 caadas por trimestre.
Na ra de Agoas-Verdes," casi terrea
n. 26, lava-se e eogomma-se toda a qualida-
dede roupa, com asseioe protnplid&o, por
preco mais commodo do que em outra
qualquee parte.
Oabaito igsignado estabellecido com
venda na ra da Cruz do Recife, n. 31, faz
sciente ao respeitavel publico, e igualmen-
te ao Sr. arrematinte do consmalo das
agoas-srdentes, que desde o dia 8 de selem-
bro corrente, deixou de vender bebidas es-
pirituosas de prJjuceflo brasileira.
Luiz Freir de Andraie.
--Pereisase de um menino portugus d
12i 14 annos de idade na paitara da Passa-
gem da Magdalena queso de bom ordeiiaco.
-Nos dias 12, t6 19vai prace, pelas!
horas da tarde, i porta Sr. Dr. juizdeor-
phlos supplente, na ra de Hirtas, defron-
te do becco de S. Piro, o grande sitio do
Mondego, lugar do Chora-Menino, junto ao
Sr. Luiz Comes Ferreira, com duas frentes,
sendo urna para a Passagem da Magdalena,
com grande Casa de vivenda, baixa para
capim, e muitos arvoredos de fruetos, alm .
da casa gran le, tem mais duas ditas terreas,
que pertencem ao mesmo sitie.
-- Precisa-se de urna arela qae no beba
espiritos, para o servco interno e externo
de urna casa de urna senhora: na ra da
Senzalla-Velha, n. 134.
MareolinaConcalvesda Silva embarca
para o ido-de-Janeiro o se'u escravo pardo,
de nomo Alexandre.
- Iieseja-so fallar com milita instancia e
a negocio de inleresse, ao Sr. Melquades,
do Aracaty : na ra do Collego, n. 16, pri-
mero andar.
-Oabaixo asslgnado, tendo de retirar-so
para a provincia do MaranhOo, e nflo Ihe
sendo possivel, por falta de lempo, despe-
d r-sa de todas aquellas pessoas com quem
leve o prazer de com municar nesta provin-
cia ; pervali-ce-sedeste mel" para o fazer;
para agradecer a difTereoca con que, por
excesso de hondada o trataran*, e para offe-
recer-llios o seu limitariissimo prestimo,
para o que fr de seu servicoa. Feliciano
Antonio Falco.
--O abaixo asiignado, lando de iWirar-
se par a provincia do Maranhlo, roga a
qualquer pessoa que se julgar com dir.'ito
de reclamar delle qualquer quantia, qur
como particular, qur como commandante
do quinto batalaflo de fuzileiros, baja de
apresentar-iB para ser satisfeita.
Feliciano Antonio FalcHo.
Um brosileiro com 16 annos de idade,
se offerece para caixeiro de armazem de as-
sucar, ou mesmo de fazendas, anda qne t
algum lempo gratis: quem de seu presti-
mo se quizer utilisir, dirija-se ao caes do
Ramos, armasem de recolber sois, de lle-
meteno Maciel da Silva.
Idinli-a-se qiunn JA ae nrtuiiroii.
O maohiniata fabricante da obras de fo-
Ilia de I-landres, nflo podendo aatisfazer o
pe lidu que Ihe foi feilo de itii por;flo de
palh'a para seu amigo, Jos Castanhola, avi-
sa a quem a tiver e a quizer vender troco
do rabecOes e de versos chocos que ebeiram
a toleirflo, queira dirigir-se ao mesmo cas-
tanhola, a qualquer hora do dia e ooi te, que
o acbaram sempre proraplo,por nflo. ter que
fazer.
Jlo Francisco Maya participa aoa seus
credores que hajam de comparecer em su
casa no da 13 d corrente, as II horaa da '
mantilla, para mostrar o estado de sua casa.
Negocia-se a tavarna que f ji do falle-
cido Pedro Marciano, sita na raa da Cruz, a
qual tem poneos fundos, b qne deve con-
vir a qualquer pretendente: trata-se com
Jofio Baplista Fragozo, na ra da Cadeia
do Recife, n. 6.
Preclsa-aa de nma preta osrrava, para
cozinhar eengoiuiiiar : na ra Nova, a. 31.
_ -- Aluga-se o segundo andar e solSo cor-
rido do sobrado ainarello da ra Augusta :
a tratar na ra do AnaWm, n 15
-- Para negocio argaHite precisa o abal-
lo assignado Miar aom Rainaldo Gomes
Meira procurador do Sr. coronel Diogo lam-
pes de Araujo Sales: aanimoie para ser pro-
i* i ira n '- -.
_ -, -- %! m ,.-,mi !! >K|>.'i.i.ai
nuForU do Uuraoo. Salvador Cot A de
Drummond i AWuqutrqiu.
a-se 1:000,000 de rs. a premio da 1
e meo por canto, por lempo de um anao ,
bre hypotheca em baas de raz, psgeaps
juros mensa)mele : na ra OioaK
n. 19.
Aluga-se o segando andar e solSo da
casa da ra da Madra-de-lteos, n. 26; asaira
como urna casa terrea na travessaido Livra-
menlo, n. 13 : a tratar na ra da Cadeia do
Recife, n. 42, primero andar.
-- Urna mulher capas propon se a fazer
almocoso jantares para alguns senhores que
precisarem, mediante um jireoo mdico ;
bem como lavar a engoaamar: (uJoee-oi
perfeicloe asseio: na ra Imperial, n.6.
Aluga-se osegnJo andar da casa n.
36, na ra Dlrtfadstta oWade, proprio pa-
ra grande familia, por ter 7 quartos, 3 sa-
i, gabir.ct' ;g Uuu, rZiiti fura, qtata
para ler estribara, cacimba com boa agoa :
a tratar no terceiro andar da mesma Casa.
0 Sr. A F., morador no Recife, quei-
r# ler a hondada de ir pagar o que deve no


:-.
Iloa sratiflenciio.
Fuglo no di 7 docorrente mez do Sitioj
Ro7rio, trras moieque de nomo Germino, de idede de 18
annoa, com os aignaes seguintesv cor ful,
alto, secco do corpo, pernis granjea e u-
naf, I s grandes,denles limados, bsstaole
ragrista, lavando comsigo.urn cavallo rus-
so vermelho desella, de segunda muda:
roga-ie as autoridades policiaesou a qual-
quer pessoaqueaouber, ou liver noticias,
ce o apprehender e leva-lo a ra do Livra-
niento, n. 20.
O abaixu assignado faz sciente sos Srs.
collectores das agoaa-ardentes e espiritos de
produccSo braaileira, que deixou de vender
ises generoa desde o da 11 de selembro de
1850, na sus taberna, na ra do llangel nu-
mero 81. -- ot Ignacio di Arruda.
O general Sera precisa de um C02-
nbeirperfeilo : compre ou aluga.
-- O Sr. J. G. dos ii. fac o favor de vlr pa-
gar a quantia de 6 000 rs que tomou no As-
m'i ; do contrario lera de ver o seu nome por
extenso nesta folha.
Precisa-se alugar urna ama aeres de
bons costumes, para oservico de urna casa
de fft>uea familia, Dirigir-se* ra das Trin-
oheiraan. 19, sobrado.
--Avisa-seao Sr. Frederico Elster, mo-
rador no Gqu, queappareca na ruado
ltotario larga, no segundo andar da casa
por cima da loja delouc,, para receberseus
peoliurea; do contrario, serSo vendidos se
emoli diss ntoapparecer.
Para Mossamedes.
Offerece-s um artista habilitado para le -
vinlar qualquer machinismo para assucar,
ou meamo fize-lo apurga-lo, e beui assim
machinismo para alodSo : quem m elle
quizer Iratar, dfrija-su botica da esquina
da ribeirar
Aluga-ie, para se psssar as/esta ou por
anno, urna grande casa noailio do Cajuel-
ro, conloado urna grande sala de frente,
duaaalcovas, gabinete ao lado, sala atrs,
com quatro quintos, duas cozinhas. um
grande sotSo e estribara para doua caval-
los i a tratar no mesmo aillo do Cajueiro, ou
na ra ato Crespo, n. 1.
Francisco Moreira da Costs lem contra-
tado comprar aoaSra. JoSo Antonio de Oli-
voira & Companbia o eslabelecimenlo de
negocio, que os meamos possuem na ra do
Aragfio, n. 36 : se alguem ae julgar com di-
reilo aeraberacar este negocio, annuncie
dentro do praio de tres das, a contar da.da-
la deale. Itecife, 11 de selembro de 1850.
Aluga-se o segundo andar do sobra Jo,
sito no Forte-do-Mallos, n. 6 : a fallsr no
mesmolugar, sobrado n. 12.
Oabaixo assignado faz sciente ao Sr.
Jos Fortnalo de Almeida, que tica sem vi-
gor algum o papel de trato que fez ao dito
Sr. Almeida, relativo a lloasamedea. loti
Joaquim da Cot.
-- Latham & llibbert fazem saber a todaa
aquelles que se julgarem seus credorea te
airvam mandar apresenlar suas contes no
prazo de oilo das, as quaes sero inmedia-
ta mente pagas, venlicadas que sejatT-, .110
neu escrptorio, na ra do Trapiche, n. 32.
Desappareceu o escravo Lzaro, criou-
lo, de 25 a 30annos, cor prrla, estatura re-
gular e secco; leu um dado de um dos p
/ora de seu lugar e um poueo levantado pa-
ra can ; he bastante ladino; lev ou caroiat
d algodSo americano riscado e calca do
meamo algodlo azul: quem o apprehender,
)eve-o casa de Joilo Ignacio de alederos
llego, no Qhora-Meiiiiio, ou ra d'Apollo,
i. 16, que sera recompensado. ,y
Aluga-se, para ae passar a lala, urna
boa casa teirea na povoa(3o do Monleiro,
com duas grandes salas, quatro quarlo*, co-
zmlia fura, cacimba, com doua quinlaes
murados, porlSo com sabida para o rio,
quarlo para preloa e estribara para caval-
los : quem a pretender, dinja-se a Boa-Via-
la, travessa do Versa, sobrado n. 15. Na
mesma casa vende-ae um bom carro de car-
regar na alfandega.
-Aluga-se urna preta para lodo o servi-
Ci de urna Casa : a tratar na ra da Saula-
Cruz, na Roa-Vista, n. 38.
N\rua do Vigario, cata n. 7, desej
ae fallar com o Sr. Jote JacinlhoTavares de
Ai ruda, morador na cidadede Uliuda, a ne-
gocio de seu nteresse
#( *#?
* U Dr. J. S. Santos Jnior,*
^medico hornceopatha, ultima-^
"mente chegado esta cidade,*
di consultas lodos oj dina uteis*
saem ata asa na ra do Crespo,9
1. lo, primeiro andar, desde*
is 7 horas da manliaa al s 1
seaoi : chapeos de sol psra homena dse-
las chsmalotadas e lizss, de cores e pretos,
rlilos de srmsRo d'a?o moito fortes com
dns de todas ss cores, ditos psra sanhoras
de sedas lavradas e lisas.com franjas e sem
ellas, cores muito bonitas, ditos ditos de
panno imitando aeda, com franja esera el-
la, ditos de panninho para homem com ar-
maco rica e orJinaria, sorlimento de ben-
galas de todss ss qualidades, balotas psrs
vestidos, colletes e espsrtilhos par.i senho-
ra. Na mesma csaa concerta se o cobre-se
toda a qualidade de chapeos de sol e benga-
las para oa quaes tero boas sedas e pannos
W pecas : todos estes objectos vendem-se
m porr;8o o s retalho, por menos preco do
neem outra qualquer parte.
Aluga-to por mdico preco o terceiro
andar da cass, n. 80, na ra de Apollo: a
ti atar casa Antonio de Moraes Gomes Ferre-
ra, na dita casa.
Lotera da Matriz ala Boa vista.
O Ihesoureiro desta lotera annuncia ao
respeitavel publico, qoa muito breve tem
de marcar o dia do andamento das rodas :
as pessoss que teem bilhetes apartados os
nSo buscar quanto antes, do contrario se-
ro vendido,. O restante dos meamos a-
cham-se a venda nos lugares ja anouncia-
dos.
Itcflnnrao.
Precisa-se de urna peasoa que saiba retinar
sssucar, e compra-ae um eacravo refinador :
na ra da Cadeie do Reeife, n. 50.
--Precisa-sede um caixelro para pada-
ra, sendo maior de viole annoa, que abone
aauacapacTdade, equesabendo bem des-
empenhar sus obrigaco se dar bom orde-
nado na pracs da Santa-Cruz, padaria por
baixo do sobrado, n. 106.
Precisa-ie de urna ama : na ra do rogo,
a. J7, primeiro andar. *
wvvfftfvfifffwvfva
*" Paulo Gaignoav, dentista francez.j
recenchegado nesta capital, offerece^i
b menos, deesIstu-.Vo ^S!Snaa^^i^^m'l
rabaix-, refurc-dji '.. r,,rp., he muito I vendom-se pellas grsndesdecourojiejus^
regrUta ; conataii>U>'-,lM ll"rtM do fT"
ranhs : quem o psjf'r leve-o a lypographis
da viuva Homa, que ser generosamente
recompensado.
I'assapot tes e ttulos.
A antiga agencia da ra do Hangel, so-
brado n. 9, contina a tirar passaportes pa-
tro muito superior, pelo diminuto preco de
3.500 rs. ; bem como sapalos do Aracaty, a
800 rs. Ns mesma loja tsmhem se vende um
coeiro bordado, muito em conta.
Umescrave Ofllelal Ir pedrelro
Vende-se umpreto moco, de bonita ligu
ra. bom oflleial de pedreiro, de boa conduc-
ta ; urna bonita mulatinha de 10 anuos
ra dentro e fr do imperio, despachar es- proprja para gertir de compsntua a ums
cravos e requeror ttulos de residencis, I meninil na ra larga do Itozario, n.
qnr com prazo, qur aem elle : tu.io por prjmero tD(iar.
prec,o muito commodo. m*,*\.m,mmmlm*m*Sh9*&+G<
-- nlonioXte Alvea,subdito portuguez,
e residente em Itamarac, retira-se para
Mossamedes. ,
- Preciss-se engsjar alguns oITlcises de
caldeireiro para trabalharem em caldein
Vendem-se superiores cbspeos di
castor genovezos, com pello e ssm el-
le, de copa baixa e aba pequea,
por pre{0 commodo : na praca da In-
dependencis, ns. 2, 26" e 28.
rm. de oceupar mut distlncto tiigar entre 09
medicamentos quemaiore beoelloios preilam
m hornein ConsUm etles-dadlssolufao aqiio-
de eitractos de plantas medlcinaes, e vir-
tudes mu i reconbecldaae verltlcada. O longo
uso, as cootlnuadu e severas eanericncias, a
qu^ por toda a parte leero elles sido ubmelli-
dns.sfmque ama ao vex ,haiam faltado eta
seui bons ell-ellos. e deamenio aa e.perana.
Boa'Tbonai'e' proclaman, ana .051 a' seiiipre
eerta e benigna Um deslcs licore* be desti-
nado.co.nba.er a. molestia, de olbos.e ,em
or nriuclpal vlrlude lestulraosorgiosda vi-
9PSo um fnoeora reanimar e fater '"PP-
cr em ua natural perfeit5o a viaU. quando
a'estiver fraca ou aua.i extlnct. comunto
--------------r... ----- ,1 M dependencia, ns. a, ao *> _,
de vapor, sendo amhiladont, a que os ln- ^*
- ) garanta i wwTrLT..w=TTW^Tarr, rom muito bom
%ta prestimo ao onblico para todos os^
^mysteres de sua prrjfissSo, querextra-^g
a>hindo, limpando e chumbando oa dan-
? tes nsturses, quer substituindo-os por*
>outros arlinciaea, para o que lem oa*
?melhores apparelhos. Pode ser prOeu-J
Jrado a qualquer bora em sua casa. na2
*rua largado Itozario, n. J6, segunJo^
t AAAAA* AAsi****** A* #
O abaixo assignado annuncia ao res-
peitavel publico, que elle tem aherto em
sua casa, ra do Mondego n. 44, urna aula de
primeiras lettras, para a .qual recebe tanto
alumnos externos, como meios pensionistas
e pensionistas. O anouocUnte se conside-
ra com as habiliUccs neceasariaa para bem
desempenhar as obrigaqOes inherentes a-
quelle ensino, de que j em pratica, e pro-
testa disvrllar-se pelo progressoe aprovei-
tamenlo d* seus discpulos, nao poupand
esforr;os psra formar-lhes o espirito, como
exige urna acurada educago moral.e reli-
giosa. Pelo que respeita aos alumnos in-
ternos, tem a easa as melhores accommo-
daces, ja pela exlenso e lepsrlimenlos
della, j por ser um pouco retirada do maior
barulho e coofueSo da cidada. ja flnalmen
(e por terella um sitio amuradoonde os
meninos poderfio recreisr-se as horas va-
gaa.~f raaeisM da Salla de lbugutrgut.
'abrir de obra de folhasi de
landres, ra Nova n. 38, de-
fronte da Loneelcao.
Nesta bem acreditada fabrica ha conti-
nuadamente um completo sorlimento de
obras de folba, bem como bacias, hanhei-
ros, bsha de lodos os tamanhos, objectos
de sei vico domestico e para corinha, bem
como ae fazem todas ss obras por prego com
modo, e com perfeicfio.
Alugam-se serventes escravos para a
obra da igreja matriz doaAfogados: quem
pretender, dirija-se i casa das afericOes.
NoToeatabelecImertto decotllnrla
Una, na*ua Nov, n. 36.
as
da tarde, e desta hora em dian-
le visitar os doenles em seus^
(f domicilios. ay
# H. B O, pobres serio lra-#
* tadose visiUdopratuitamerite.s
?^* --wetta-se de-bti trtbalhador : na ra
DireiU, pedera n. 24.
- Alugam-se os segundo e terceiro anda-
res por cima do escriplono de James Crab-
tree tralarno dlo escrptorio.
-- O Sr. doulor Antonio Jote de Sonza
i.om*, iisj c vr a uunuauc uc vir pagar
ao abaixo assignado, a quantia de 150,109
rs saldo da sua letra vencida 28 de n sin
de 1839, ficando V. S. errto de que, em
quaato nlo embolsar a dita quantia, tera
1 de ver o seo nome nesta folha.
F. J. doi Sanios.
a-se alugar um ailio na freguezia
da Th'rffa, ou para cima do dito lugar, com
tanto que sV)a de boa morada* e tenha ca-
sa par grande ftrnilla, bom banho fru-
telrss : -na ruaTormoaa, n. 6, ou annuncie.
--Aluga-sea casa de sobrado, n. 12, da
ra do Artgo, com doni andaies de bona
commodos, quintal com aerventia para a
na do Tanibi*. boa cacimba, estribarla,
rocia|ra,para tre ou quatro Cirros : a tra-
tar na bolina da pra?a da Boa-Vista, n. 6.
A cdadedelar8.
Fabrica d chapeos de sol, ra do
Collrgio, n. 4-
J. Falque participa ao respeitavel publico'
desia cidade, qmi elle abri o seu novo es
tabelecimento, onde se encontrar senipre
um grande e bonito sorlimento destes ub-
jacios dos mais modernos e variados, en'mn
quanto no
1. 11-----------
Jos Pradinea. colileiro-armeiro, participa
ao respeilavel publico desta enlade, e prin-
cipalmente a seus fregueses, que mudou o
estabeleeimento que linha na ra do Hoza-
ro larga para a ra Nova, n. S6, confronte a
igreja da Conreicfio, ondeo acharaj promp-
to a exrcutar qualquer enrommenda de sua
arle com a caaioi- pereito possivel e preco
mais commodo do que em outra qualquer
par''. O annunciante, leudo recebido de
Franca ulrtlhamasjte umrico sorlimento de
objectos de sua arle, uSo Ihe ne possivel
inenciona-los pela grande quanlidads e va-
siedade dos mesmo; mss assevera que la-
do he o mais Uno possivel, e ser* r atente lu-
do aos compradores e por precos mol ra-
toaveis. OaViunoientepara facilitara bre-
vJade das encommendas que se Ihe fize-
rem, mandn vir um oOicial de Franca, o
qual cliegou pelo brigue Cutir, e se aclia no
exercicio de sua arte 00 eslabelecimenlo
cima.
Pradenis, culileiro, previne
ao respeitavel publico, que mudou
sua loja da ra dos Quarteis, para
fua'Nov, n. 36, defronte d
greja da ConceicSo.
Precisa-se de urna preta para carregar
um labolciao de fazendas, Indo em com-
pauhis de outra para vender : na ra do
Trapiche, n. 44, armazem.
Ilni..-.. ,mni^lw sobrado na ra da liniSo, que accommoda
duas familias, e tem vala para a barra : a
tratar na ra da Aurora, 11. 4. _
Ulysse Droz, relojoeiro suis-
80, de passagem por esta pra9a,
onde lenciona demorar-se 5 011 6
mezes suientc, concerta toda e
qualquer qualidade de relogios
eein qualquer estad* em que st
achem 5 assim como em para ven-
der relogios de ouro e pralu dw
melhores fabricantes : na ra di"
Cruz, n. 4> primeiro andar.
Aluga-se por mdico pieco urna caaa
com commodos psrs grande familia, com
cacimba, um pequeo sitio cun capim pa-
ra^iui cavado, no lugar denominado hanta-
ninlia ou Sant'Anna de Dentro : a fallar
com Luiz Comea Ferreira, oa Mondego, ou
na ra da Apollu, n. 20, com Antonio de
Moraea Crjfcl Ferrreira.
Fugio, na oiez da selembro do aqno
uroxiruo DaaHdn: n narijinlin Leornado. de
alezes chamam Kivelert) dando g
sua onducla : paga-se o jornal de 3,500 por
dia, e d-sepaaaagem gratuita para o llio de
Janeiro, oode'1180 trabalher na ofTicina da
companbia orasileirt de paquetes de vapor ;
adverlindo, porm, que ae depois de all
chegarem, com m mez de experiencia,
provsrem incapacidadB, aerSo conduzdos
psra aqui igualmente nlo pagando passs-
gem. Quem esliver neslu circumsUncias,
e quizer o dlo engajamento. pode dirigi'-
seaoagenledadlacompaohia, na ra do
Trapiche, n. 40.
Diogo Jos de Oliveira e seu hio Joao
Jos de Ofiveira, subditos portuguezes, re-
liram-ae para Mosssmedes.
--Precisa-se comprar at o numero de
10 accCe da Companhia de Beberibe:
quem aaquizer tender.dilija-aiao respec-
tivo esoriplofip, que achara coa quem tra-
tar.
Precisa-se de urna sms para fazer as
compras e servico de urna caaa: na ra
do Azeite-fle-Peixe, n. 5, primeiro andar.
-ManoelJosKibeirodeFigueiredo, Por- Q
tuguez, retirs-so para fra do imperio. q
-- i'ieciss-sa de urna ama de leite. forra
jU captiva : na roa do AragSo, n. 26.
Precisa-se alugar urna escrave que aai-
ba bem engomroar e cozinhar o diario de
urna caaa : nCrua do Queimado, n. 14.
Precisa-se de um caixeiro que d Ba-
lar sua conducta : a fallar na ra da Glo-
ria, n. 114, refinacSo.
I) abaixo assignado, tendode comprar
t vend doSr. Joflo Forluozoda Silva, pe-
de ios credorea do mesmo Sr. que aprsen-
le! suaa conUs em termo, ato no pzo
de 3 diaa, contados dests dsta. Reeife. 10
de aetembre de 1850. Jlaaoe/ Marque
Fernanda.
He desgraca.
Alugs-se melado de um terceiro andar,
nobairrodoRecire.com urna grande ssls,
alcova, quarlo, e al nm gnndesotno com
fogSo inglez, lem alguma vista para o mar,
..roprio para pequea familia, ou homem
solteiro, por barato preco: na ra do Amo-
rim, n. 17,taverna. .
Jos Ramalho de Souza, e Msnoel Car-
dozo de Souza, subditos portuguezes, re-
tirsm-se psra a colonia de Mossamedes.
Chapeos de sol.
Ra do Passeio, o.
testa fabrica ha presentemente um ric
sorlimento destes objectos ae lodas as co-
res e quulidadea, tanto de teda orno de
panninho, por procos commodos ; ditos pa-
ra senhors, de bom gosto: estes chapeos
silo fritos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Ns mesma
cass se schs igual sorlimento de sedas e
panninho imitando sedas, para cobnr ar-
marles servidas : todas estas fazendas ven-
dem-se em porefio e a retalho : lambem sa
conceita qualquer chapeo de >o\, tanto da
hasleas de ferro como de balei, assim como
umbelas de igrejas: ludo por preco com-
modo. Ns mesma casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de aeda, pro-
prios psra frtores de engenbo, por serem
dos mais fortes que se pdeni fabricar.
- O abaixo assignado declara que Joa-
quim l.uiz Alve Vianua deixou desear seu
caixeiro desde o dis 8 do correle mez de
selembro. -Jote de Jf. S. ate Amara!.
Precisa-se do urna mulher livree des-
empedida psra o servico interno a externo-
do urna casa de pouca familia : a ,tralar na
ra do Calino, n. 36.
Uuem piles, e roca que se pede avaliar em
covas velhas.e 3,000 ditas novas quasi de an-
uo, e queso panlam 4,000 covas, dirija-se
so engenho Jeruza em SernhSem, a tallar
0111 liinocaiicio Ernesto Adolphu Pinto.
Aluga-se urna csaa na povoacSo do
Monteiio, fronteira ao oitlo da igreja, do
lado do nurle, com 4 snlaa, 6 quaitoa, sotSo
e corinha : a iratar no largo do Terco, n.
31, sobrado de um andar.
.- Aluga-s o segundo andar e soUo do
sobrado, atraz da Matriz da Moa-Vista, n.
10, com commodos para grande familia : na
mesma ra, n. 22.
-- Precisa-se de um pequeo de 12 a 14
anuos para caixeiro de venda: na ra da
Guia, n. 9.
Compram-se 2 pretos mocos, de bon- I
tas liguraa : na ra daa Cruies, n. SO.
Vehde-se ums esersva com muito bom
leite, propris para criar : oa ra Nova, n. 50
-Veode-se ums prela de naCSo Nag, de
idade de 26 a 27 annos < em r'ra 4e Portas,
ru do Pilar, n. 98.
Hatatas.
VenJem-se superiores bstatss: nos ar-
mszensdeCouveia 41 Das, e de Das rer-
reira, no caea da Alfandega, e na ra da Ca-
deia do Reeife, ao p da botica.
Charutoo de. San-Felix.
It na do Q,uelmdo, 11. t.
Chegaramoa rerdadeiros charutos de S.-
Fclix, vendem-se na ra do Queimado,
n. 9.
Vende-se um refe com lercado: no- paleo
do Terco, n. 23.
joooooooooogoooooo
O Na loja do sobrado ama relio, nos O
Q quatro-cantosds ra do Queimado, Q
(A n. 2, vendem-se cortes de cambraia (j
n de seda com florea bordadas, pa- q
drOes muito modernos, a 7^000 rs. ; q
9 ditos muito superiores em qualida-
dee gosto ( que por ah iotitulam -.
^ douralioasj.a 14,000e 16,000 rs. o g
* corte ; gravatinhas de seda para se- W
V nhora, a 1,000 rs. i luvss de pellica *
O para ss mesiiiss, a 800 rs. e muito V
O superiores, cor de canna, a 1,600 rs. W
& lencos de garca, a 1,440 rs.; ditos
0 com flores bordadas, a 2,500 ra.; e
Q outras fszendss por precos rasoartis 4
$
quer caaa de familia, e como o dono esl
para relirar-se para fra da provincia ven-
de-a por preco commodo, a saber ludo de
Jacaranda : quem a pretender, drija-ae a
ra do Codorniz, n. 8, que faz esquina pa-
ra a toa da Moda.
-- Vende-se um Isixo grande, novo, ouiro
menor com menos uso e nina bacia grande
de bantio : na ra de Horlas, n. 72.
bras sociuIUtas.
As ideias aocialislss debatem-se hoje no
mundo inteiro; e seria vergonha Ignorar
asverdades desla escola a quem vive no
aclu-lsculo. Ellas tanto interesssm ao ho-
mem de eslado e ao publicista, como M
jurisconsulto, ao commeicianle, ao hornea,
da arle, e al ao simples homem do povo.
As s-Kuinles publicscOes desle genero es-
to a venda, na loja de J J. Lody, na ra
Urga do Rozaro:
Ch. Fourier, obras completas, om v.
Pellari, vida e doulrioade Cb. ouner,
1 volume.
As novas transsccoessociaes, religiosas e
acenlilicssdeViitomnius, I v.
Tres grandes discursos socialistas, pro-
nunciados pa casada municipalidadede Pa-
rs, por MM. Dan, Consideran! e Dlzal-
guer, I v. ....
Mettray e Oslwsld, esludo sobre estas
duss colonias sgricolas, por f. Cantagrel,
I volume. _
Da palics geral. e do papel que a Fran-
ca representa na Europa, por V. Coasida
tal
fj Vendemaa os mais superiores e ver- i
a* dadeiros chapeos do Chile venda 4
no mercado, de aba pequea e copa H
baixa, por mdico preco, em porgao
e a retalho ; ditos de illis, de copa
baixa eaba pequea, dos mais linos
veiida no mercado, mulo superio-
res e modernos ; dilos de seds, fran- sf
llainmaeao ou vermelhidiio
rausam dr aem estimulo na P"le- ,
Ouiro liquido reslilue a Caculdade d: ouvir
ossonsaoouvldo tocado de .urde, alada que
nveierada urna vezqueo mal nao seja de .i
cenca, aem c.u.ar em r^fi,lf
incommodo ao doente. e sean pnva-lo de cui-
lsTW^sttl'0 USO DOS REMEDIOS,
O olhos emrnaa-u do med "9"'"
O doente pela inanliaa, em Jejum, uina Hora
pouco mais ou menas depois que r(uer-ae do
..lio, tomar sobre a palma da mao pequen
porco daquella agoa e com ella >oJhar
be.ii o. ol ios, faaendo que alguiaaa gota.
caiam sobre o globo oceular : sem o. Ilmp.r,
os conservar molhadoa at que naturalmente
ensuguem: .0 deltar-se nolte !?'"
mesmo : durante o tempo que usar do reme-
, i. evitar o calor, accio de fumac. e o vento
f.r abstinencia de comidas salgadas, asedas e
adubadas com especiariaa.
UrtmediodotouMoi uri af,lieado itmtiaqu,
asgas.
0 doente pela mauhaa, urna hora pnuco
mais ou menos leple de erguer-se, anda1 em
jejum, far derramar dentro doa ouvido qua-
1ro ou cinco gottae do liquid. bsH poia oain algodao em rama ; a noite <>"[-
i repetir a me..... operacao. Durante o uso
do remedio evitar expor. os ouvidos princi-
palmente. i accao 4 calor e do **"
rvitar grande transpUaf*), ".vendo cuidado
em nao molbarosps emagoa fr.a; "'-
ledeve obster-se de comida salgadas, azeaas e
adubadas. _.__.... -
Bates remedio, eslao a venda oa botica ae
.artholomeu Francisco de Soasa, na ra Urga
do Rosarlo, n. 36, nico deposito em Pernam-
buco, pelo preco de 2,240 rs. cada vldro.
Compras.
AJ cezes.por mdico preco : na prac
rasan Bjla Independencia, ns 24, 6e28.
" Vende-se ums prela de nacflo, moca,
bonla figura o com habilidades : na ra do
llrum, futidlcSo de Bowman k Me. Calmont.
1'111 curro.
Volen-se um carro dequstro rodss com
asscnl.s para 4 pessow e vidracaa para o
inverso, o qual esli em muito bom estado,
ed*-sepor preco commodo: para ver, na
cocheirado l.ourenco, na ra de Apollo,
que dir quem he o proprielsrio.
\ende-sc manteiga inglea
nova, a 4<>0 rfl ca^ em Sra ^1
Kio, a 160 is. a lihra : no pateo
do Carino, n. 2, venda nova.
Vende-se a laverna da ra do AragSo,
n. 14, propria para boiuem solteiro, por ter
poucos fundos, e o aluguel ser de 7,000 ra. i
a tratar na mesma laverna.
A o publico
Em mu crcieldonumero contavam os mdi-
cos al agora molestias Incuraveis
cao para sofl'rer um mal de que j nao bayta
esperancas da poder libertado, e ao medico
pl.ilanlropico ador de ver 1011 i los de seu. se-
melhantea victimas de enfetiuidades, contra ar
--* Compra-ae efectivamente cobre,
chumbo, zinco, eslsnho, e toda a qualida-
,la de bwi_s! re!*:^, r.r.c scr.Jc crrs : ss r;
Nova, n. 38.
Compram-se escravos com habilidades:
na ra lerga do Rosario, 11. 48, primeiro an-
dar, j qttt se declarava impotente, psdendo apenas
Compra-s, para urna encommenda. ; lamenlar a fraquea da intelligcncia liu.uaua.
nm escravo que aeja bom oDicial de aanoei- Mas, gracas aos progresos da medicina, gra-
ro : paga-ae bem, agradando : na ra da I cas ao aelo de homeua incansaveia, que, nao
Moda, n. 7, a Iratar com Leopoldo da Costa deesperando da perrectibilidade d. icieael.,
, ,e tem dedicado a invesiagac... de remedios
:. a 1 -n. j_ k iiuenossam .llivlar hum.nid.de de alguns
-Compram-se dous tacllOS do .coaif,.^",,'i que .ligem, o numero das molestia,
grandes e em bom eslado: potes vidrada- lr(ipuWfl>, incuraveis val de dia em dia dilui-
dos grandes, ealguidares : na ra do Quei> lluiiido. Assim, achar depois de longos traba-
SBado, n. 2. I Ihos, de profunda meditacao e reiteradaa eape-
Cumprsm-se telha velhas, em grandes rieucia., medicanieutoa que nos restituain o
pequenas
82.
pureOes: nss Cnco-i'outss,
Vendas.
Vende-se urna ptima bar redonda
pira oieio de sala, ue m.ciri angic, obra
boa e quasi uova, por prego commodo : na
ra de liorlss, n. 62, casa terrea com a fren-
te toda piulada Ue azule purtadaj brancas.
Veode-se um rebuco em encllenlees-
imo loa dous mais importantes sentidos dr que
he dolado obomem, quando estes j se cha-
vam no supposto estado de incurabilidadee
inteiramente perdidos, be por cAto .1111 dos
malores servicias que se poda prestar huma-
iid.de; riso que eslava reservado a um ho-
mem pbilanlropo da cidade de Hraca, em Por-
tugal, cuja setnela, cujo amor de seus seme-
ntantes se tcea feito geraliueute conhecer. Os
remedios que ora stTercceiuos ao publico, nao
culi 1111 n.classe daquellea que o vido ousa-
do charlatanismo inculca com loucoa e des-
campassados orados, e que o crdulo vulgo
lado; por preco commodo : 1* ra de Trapi-1 pe, ignorancia recebe na boa ti t sem dlscer-
che. n (5. tuciu, vmhw>-sc cjmjis iiiudiao teas,po-
par, curar da pbtjsica em todos os seus
difTerentos graos ou motivada por consti-
paefles. tosse, ssthma, pleuriz, eacarros de
ssngue, dr de costase peitoa, palpitaco
110 coraco, coqueluche,'bronchites dOr
na garganta e lodas as molestias doa orglos
pulmonares.
De todss ss molestiss que por heranca 11-
cam ao corpo humano nenhuma ha que
mais destruitivs tenha sido, ou que tenha
zombado dos esforcos doa homens mais
eminentes em medicina, do que aquella
que he geralmente conhecida por molea-
tia no bofe. Em variaa pocaa do s-
culo passado, tendo-se offerecldo ao publi-
co difTereiites remedios com attesUdos das
extraordinarias curas que elle tem felo ;
porm quasi que em lodos os casos a ilusao
tem sido apenas pasaageira e o doente
torna a recahir em peor estado do que se
achava antesdeapplicar o remedio 18o re-
commendado ouiro tanto nao acontece
com este extraordinario
Xarope do Bosque.
Novaes & Companhia, es nicos agentes
nesta cidade e provincia. Horneados pesos
Snrs. R. C. Ysles & Companhia, agentes
geraes no Rio-de-Janeiro mudaram o de-
posito desle xsropeparaa botica do Snr.
JosMsrisC. Ramos, na ru dos Quarteis, n.
12, junto ao quartel de polica, onde aempre
acharao o nico o verdadeiro, a 5,500 ra.
cada garrafa.
oOOOOOOdO0dOr0dOC#>
f> Veadem-ae anperiorea chapeos de v
eaator branco, doa melhores venda tj
no mercado, por prec/) commodo, a f>
vista da eicellenle obra : na praca da jj
Independencia, ns. 24, 26 e 28. Q
90oeOOOQSO9OeOO9OOO
Aos amigos dos bons romanees.
A' livraria do pateo do Collegio, n. de
Jlo da Costa Dourado, acaba de receber de
Franca urna facluis de excedentes livroa
em diversos generoa de litleratura, edeau-
tnre .> mais reeomniendavebj. nota "-
u nrciio e bom goslo desenvolvidos em auaa
obras ; entre os muitos romancea que vie-
ram, sflo recommendsveis os seguintes: a
Cabana India, 00 o caf de Surati; Barba-
riski ; Emilia, ou os forsgidos dos Pirineos;
Aventuras de IrislSo da Cunha ; Cuilhcrme
Tell, ou o libertador da Suisss ; D. Joao de
Falperra; I). GusmSo de Alfarachejo Paaaaro
azul; D. Kaymundo de Aguiar, ou oa fra-
des porluguezes; Aventuras de Roboissoa;
o fiec reos de Eugenia ; Aventura de Pedri-
Iho o i'icarito ; o Renegado; Joaquitia Rosa;
Gustavo, ou a boa peca ; Lazarinho de Tor-
nea ; o l'ai ; J0S0 Boccacccioj o Bandolei-
ro dos apenamos; Cousianca, ou a filba
maldila ; Contos de fadas; Paulo Vergiaia;
Ro.dSo amoroso ; o Dole de Suiauinha ; a
nobre veueziana ; Sepulebro; Cypiiaaao;
alui de outros muilos romances que ua
fregueses adiarlo para escolher, seado os
orerns os msis commodo vossiveiS:
--Na ra do Cabuga. loja do Duarte, ven-
dem-se quadros de s'snlo com molduras
douradas, a 500, 600 e 800 rs.; csluugae de
vidro de diversas qualidades; tranca de
13a para enfeles de vestidos; gravalinaa
de selim; e epfeilW de veetidos para se-
4 ahora.
O
__
asa
_


..** i
--.. ..-...
- i .Tmifci
/
o rs. o par.
Venclnm- Sfatos do Aracatv, a 800 re.
o par: no Aterro-da-Boa-Vista, a. 58, loja
o p rtesolleiro.
Venck-se farioha de man-
dioca muito superior, e em saccas;
potassa em barriqunhas, por pro-
co conimodo : no armazem de Dias
Ferreira, no caes da Alfandrga,
ou na ra do Trapiche, n. 34 ca-
sa de Novaes& Gompanhia.
Moendns superiores.
NafundicSode C. Starr A Companhia,
em S.-Amaro acham-se a venda moendas
do caima, (odas de forro, de um modelo e
construcefo milito 'superior.
Araiios de ferro.
Na rundicSo da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de Trro de diversos m-
jelos.
- Vendem-so amarras ne ferro: na ra
di Sonzalla-Nova, n. 48.
--Vende-se farinha de Santa-Calharina,
muilo superior, a-bordo da galeota Sanlit$-
mn-Trindade, fuudeada junto ao caes do
Collegio.
Cnl e potassa.
Ven.lem:se liarris com cal de Lisboa, pe-
lo diminuto proco de 3,000 rs. o barril; di-
tos da nrnis nova e mais superior potassa do
Itio de-Janeiro, por barato preco: na ra
da Cadeia do flecife, n. SO.
Farinha de mandioca.
Na ra da Cruz, no liecife, armazem n.
13, e na ra da Cadeia, aro azi m de Cam-
pello Kilhn, vende-se l'arinha de mandio-
ca do Ceai, iiiuita alva, gomoioii e de ex-
rellento gosto, tanto em pequeas como
em grandes porcAes, por prego commodo.
-4 boa pitada.
NSo be elogio, porm sim qualidade,
quem garante o novo rap Princeza, chega-
do ltimamente do llio-de-janeiio ; este
rap, niln so naquella provincia tem mere-
cido a accitacilo geral, como em outras on-
de a sua boa qualidade tem sido experi-
mentado, nada deixafldo a desejar ao me-
bor fabricante em Lisboa. Os nicos deiosi-
tos nesta cidade.he na la do Queitnado, n.
95, loja da miudezas, e na ra da Cadeia-
Velha, ns. 4 e 9, lujas de miudezas.
Vend-se, na ra do Mondego, n. 19,
sal de pedra, a 960 rs. Na ra Imperial, n.
222, vende-se sal de salgar couro, a 500 rs.;
urna canoa para abrir para lijlo ; urna dj-
la em bom estado; 2 eneolamentoa de ca-
noas, por preco commodo.
V*nde-6e a tateria de Ni-
colao Rodrigue* da Ctiulia, no
pateo do l'araizo, n. 16, com pou-
c retalho : a tratar na inesma, com
Jote Fereira da Silva.
Kap Paulo t'ordelro, a 1,6oo
rs. a libra.
Vende-se o verdadeiro rap Paulo Cordei-
ro em libras e uieias libras : na ra do Quei-
mado, o. 18, loja de Jos Dias Simoes.
Itieas lilas I murtas.
Vendein-se lilas lavradas de loJas II lar-
guras, proprlas para chapeos, por preco
inais commodo do que em oulra qualquer
parte.: na ra doQueimado, n. 16, loja de
J. D. Simoes. '
Farinh de S.-Catharini.
Vende-se farinba de mandioca, muito al-
va e de superior qualidade, por prego com-
modo : a bordo do brigue Couceirdu, fun-
deado dernle do caes do Collegio, ou a
tratar com ala noel Alvos Guerra Jnior.
Vende-se um terreno j plan-
lado, com'94 palmos de frente, e 420 e tan-
tos de fundo, com alicoree para casa terrea
no sobrado, leudo a Tiente j murada, em
cblo proprio, na tnvessa fia la UVal para
a ra da Soledade, entre o sitio da Sra. I).
Antonia Francisca Cadaval Pinto, e como
sitio do fallecido lente Antonio llarcel-
lino de Mello, no bairro da iloa-Visla: a
tratar com o sangrador Jos Adelo da
Silva, to largo dos qualro-cantos do bairro
do.S.-Antonio, que dir quem vende, e a se-
gura que esta propriedade est livrj e des-
embarazada.
Vendem-se sapajes de oou-
m> de lustro, ditos de bezerro fran-
cez, dlos de dito da Ierra, com
orelbase do Aracaty : ludo por
preco commodo .- na ra da Ca-
deia do Kecife, n. ij, loja.
I.inlia- itr novelo.
Vendt-ae liolia de novelo de ns. 16, a
ISO, e de as. 40, a \u ; I,, ni-como
ra-xas com o soitiiiunto de ires numeos
40, 50 e 60. por preco muilo commolo : na
ra do Tiapicbe-iNovo, o. 18, primeiru an-f
dar.
I hilas ianfc/.ns vt rdntleiras,
le muitu lioin gosto, e de core* (has, t 280
o tu rs oeovado: na ra do Crespo, n 4,
loja aanarella, lado do norte.
Jft toju iiiiiaitlla po, II, 4, lo lado do norte,
vendern-se corles de caaeiuira de pura la,
chegadas ltimamente,de superior qualida-
de, i 6,000 ra ; crtej de colleles de sargeliu.
e sbIiii, a l,coo r*.
Vende-se doce de goiaba de. piimeice
qualidade, em pequeas e grandes portos:
na.s Cuco-Punas, n. 82, taberna.
Veude-se urna sciava de nscao, sadia
esa vicio; na Ponte-Vellia, casa terrea
n. 31, junto ao portan do.quarlel.
Ojeo dclinliaca
em botijas vende-se no arma-
zem da iui do Aiiioiim, u. 5G e
Talxns para engenho
Na fundicAo de ferro da ra do Brum,
icabi-se de receber um completo sortimen-
'.ode taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
|oaes acham-se a venda por preco com-
nodo e com prornptidlo embarcam-se,
iu carragam-seem carros sem despezas ao
comprador.
O niais bello gosto.
Vendem-se riquissimas casemiras, tanto
m gosto como em qualidade : na ra do
Uueimado, n. 9.
Bellas cores.
Vondem-so I uvas de seda para senhora e
iioiuem, de ricas cores e fina fazenda : na
ra do Queimado, n. 9.
a taberna de Domingos da Silva Cam-
pos, na ra das Cruzes, n. 40, ha bixas llam-
urguezas para vender a lugar, tanto por
junto como a retalbo.
Na i na do Llvraniento, n. 11,
vendem-se sapa tos de duraque francez para
senhora, a 1,440 rs. o par; borzeguins de
fazendas de cores, com biqueira de couro
do lustro, para enancas, a 900 rs. o par.
Vende-se ch* hysson de superior qua-
lidade, em caixas e meias ditas, e em lotes
a vonlade do comprador ; caixas com velas
.le espermacete da melhor qualidade : na
ra da Allandega-Vollia, n. 36, escriptorio
de Matheus Austin & Companhia.
Vende-se superior farinba
Je mandioca,' a melhor que ba no
mercado, e por mais barato preco
doqueem outra qualquer parte:
a bordo do patacho Nereide, che-
gado de S-Calharinba, ou a tra-
er com Joao de Carvalho Hapozo,
ou com Novaes & Companhia, na
tua do Tfapicbe, n. 34.
- -- Na ra do Cabug, loja do Ouarte, ven-
dem-se botOes de Pedro II ; ditos para In-
fantera ; ditos pretos e amarellos para ca-
sacas ; ditos de madre-perola ; dilos para
infeites de palitos de menino; ditos bran'
eos, amarellos e bronzeados para libr;
ditos pararavallaria.
Vendem-se 14 eacravos, sendo um bom
oflicial de oleiro, e de bonita figura ; urna
mulatinha de 14 a 15 anuos, que cose, en-
gomma ecozinha ; urna negrinba de13 a
14 annos ; 5 escravas inoras de bonitas fi-
guras, entre ellas algumascom habilidades,-
6 escravos mocos, de servico de campo, ou
miiio qualquer servico: na ra ireita,
n 3.
Vende-se um preto crioulo de bonita
figura, com principios de oflieio de ilfaiite,
por preco commodo, sendo para fra da
provincia, ou para o mallo : nas Cinco-Pon-
tas, n. 36, sobrado de um andar.
Facililla de mandioca
vinda de S.-Mallieus, muito nova, e que nao
faz differenca a de S.-Calharina : vende-se
por pre(0 commodo a bordo do patacho
Lima e sumaca Betta-Carolina, tundeados
em frente do Collegio, ou a tratar ao lado
do Corpo-Sanlo, n. 25, loja de n assamos.
Vende-se familia de mandioca, de boa
qualidade, pelo mdico preco de 1,400 r. a
sueca : no armazem de Dias tencua, no
caes da Alandeg.
Na ra do Cabug, loja do Duarto, ven-
deui se franjase requifes pretos, proprios
para manteletes ; touoas de ISa para bordar;
meias piuladas para meninos e meninas ;
ihapos de merino hunco, a 5,00o rs.;
ditoadesol, para meninas, a I.KOOT;; cas-
Ucees de vidro, a 1,100 rs. o tarjmiati-
nlios de ISa para meninos, p: praleadu, lino e ordinario.
He muito barato a 400 e 640 r>.
Vendem-so caaaas linas franceza, cores
muilo fitas, padiOes n.iudinbos de muito
bom gusto, de umitas cores a 400 rs a vara,
dito de supenor qualidade,o melboies gus-
tos que tem appaiecido, a 440 rs. a vara,
chitas muito linas de gustos muilo delica-
do a 240 rs. o covaJo, dito de 4 palmos de
largura a 280 e38 rs., dilos muilo miudi-
nlios esouius a 200 rs. u cuvado : na ra do
Crespo, n. 14, luja de Jus Francisco Dias.
fHrff^tt^fff^IrtWfWt
%Ut posiloda fabrica de|
Todos os Sa 11 los, na *
rodemeio de sal ; un par de linternas
cum caslica.es de cusquioha ; um banheiro
de folha de (landres : todas oslas obras es-
tilo em bom uso: ni ra Direita, padariB
n. 26, se dir quem vende.
500 rls.
Vende-so cha hysson.de muito boa quali-
dade, pelo preco de 500 rs. i libra : na ra
do Crespo, n. 23.
llambtirgo a So o rs. a vara-
Vende-se novo hamburgo com listias de
cores, proprio para lerices, colxOes, tn-
vesseiros, empalmadas, etc., pelo barato
preco de 260 rs. a vara ; lencos de cassa com
cercadura de cor, de bonito^gosto, para se-
nhora, a 240 ra.; midapolfio de 24 jardas, a
2,000 rs. e a 120 rs. a vara, e de largura de
tres palmos e meto; bom romo um com-
pleto sorlimento de fazendas (loas e ordina-
rias : na roa do Queimado, n. 27, armazem
de fazendas, de llaymundo Cirios l.oite.
Vende-se chita franceza com algum
mofo, pelo diminuto preco de 160 res o co-
vado : no Atierro da Ha-Vista, loja n. 18.
Vende-te por muilo commodo preco,
urna rica secretaria com estantes para II*
vros, bastante grande, propria pan advu-
gado, sendo de amarello e anda nova ; n-
sim como, seis cideiris e duas mesiohas
de abrir -. na ra eslreiti do Roztrio, n.
28, ullirr andar, das S horas da Urde em
diante.
Vende-se um terreno, sito na ra do
Sebo do lado do sol, com cincoenta palmos
de frente, muito bom para urna grande ca-
sa, e no melhor lugar da ru* por ser o mais
alto e nfio precisar de aterro : a tratar na
praca da lloa-Viita, botica n. 6.
-- Vende-so urna toalha de lavarinlo, ten-
do ultii pequen* parto de panno no meio,
he de bietanha delinbo, ou deesguifo fino,
obra muito hem feita, e o lavarinlo lio de
modelo muito moderno, por preco commo-
do : no Becco-Largo, n. 1, segundo andar,
de manh.ta al as fueras, e das 3 ti 5 da
Arados de f<-rro.
Vendem-se arados de ferro de
difieren I es modelos : na ra do
Brum.ns. 6, 8 e io, fabrica de
machina* e lundicao de ferro.
Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repino,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Bruta, ns. 6, 8 e io,
fundicSo de ferro.
Deposito de potassa e cal.
Vende-se muito nova e superior potassa
e cal virgem de Lisboa, em pedra : tudo em
barril pequeos de 4 arrobas, por preco ra-
aoavel: na ra da Cadeia do RecMa, n. 12,
irmizem.
Karinha de Tapuyi.
igualmente em sabor, finura e cOr a de Mu-
ribeca, propria para mesa : vende-ie ni
ra ila Cruz, no Recife, irmizcm n. 13.
Vendem-se, na ra da Moda, armazem
n. 15, meias barricas com cal virgem de
Lisboa, a mais nova que ba no mercado, por
preco commodo.
Familia de S.-Catharina
da melhor que ha no
mercado:
vende-se nos armazens dos Sra.
mados a tomar dita pitada, v3o
o deixarSo de mandar buscar ao
largo da Assembls, n. 4-
Lotera do Bio ne Janeiro.
os ao:ooo,ooo rs.
Na ra larga do Rozario, .botica n. 4a.
vendem-se bhdles da loterfa a beneficio*
lo hospital da Santa casa da Misericordia,
a proco : intejro* a 22,000 rs., meios a it#
rs. quarlosa 5,700 rs. oitavos 8 2,800rs.,
vigsimos 1,400 rs.
Vende-se urna preta de 26 a 30 innos,
que cozinhao diario de urna casa, e lava
oa ra Imperial, n. 37.
Vende-se um excellente braco de bi.
Iinc, com ii competentes conclu e cor-
renies, muito propria para armazem do ai-
sucar: na ra do Trapiche-Novo. n. 18,
primeiro andar,
Na travesa de S.-Jos, n. 1, vendam-
se chicara modernas, piuladas o aem izas,
100 rs. o casal.
Na ra dai Cruzes, n. 23, segundo an-
dar, vende-so umi parda de 26 mnot, do
bonita figura, que engomma, coie chSo, co-
zinha e lava; urna negrota de oacSo, de 18
anuos, que engommi hem, cose chSo, co-
zinha, lava, e be recolbida, para fra da pro-
vincia, ou engenho; urna dita de nacUo Cos-
ta, ptima quitindeira; urna (lita de An-
gola, que cozinha, lava, e he quitandeira ;
um preto da Coila, de elegante figura, 'pro-
prio para armazem de aasucar.
-- Vehdc-ie viunu do Porto em -turril de
s,e Dias Ferreira,^X&"ST&
O, no Caes da AI- em barricas e meias ditas ; fio crrele ; ce-
tarde.
-- Vende-se banba de porco derretida, a
400 rs a libra : mi Cinoo-Pontsi, n. IOS.
Vende-se urna mulitinhi de 16 anuos,
de bonita figura, que cozinha o diario de
urna casa, engomma liso, faz lavarinlo e
rajada, marca, e cose qualquer costura, pro-
pria para mucama de urna casa : o nn.livo
por que se vende le dir io comprador i na
ra do Queimado, n. 14, ae dir quem
vjnde.
Vendem-se, na iui do l.ivrimehto, n.
10, coi tes de caiemin azul, a 6,500 rs.; di-
tas.de cores, a (,500 rs. ; ditas muilo finas,
5,600n. ; ililas pretas, a 6,00 rs. ; e outras
mullas fazendas por prtco commodo.
Vende-se urna casi nova com muilo
bous commodos, a primeira entrando da
Soledade para o ciminho novo, do lado es-
a p do lampeao
fandega, em saccas de alqueire,
por muito baratO'preco.
l'erlilnebn* novas.
Xa ra to Qnrlmado, n. 1 7.
ltahia.
& Vende-se, em rusa de Domingos Al--*
'ves Matheus, na ra da Cruz, n. .'>_','
primeiru andar, avgudau liincalo da-*
58 e no aimazem do Anni's, no
caes d All'itdcga, a tratar com
Uanoei da Silva Sntos.
- 0 oitavo lialalliSo de cicadorai letu 30
canecas llegado, as quaes vende, o quem
juizer cuuipra-las : dnija-se ao qualel di.
Mi sj icio, na v-loa e Iralar com o lenle
agente do niesmu halalhao, das 10 boraa s
2 da larde.
dous pretos mocos, de
pan o liaba
aquella fabrica, muilo propriu para sac
.?
Jcus e ruupa de "escravos; hem como '
9lio proprio para redes de pescare |'i-
gVvius para velas, por preco commodo.^
Agencia de lOilvtin Alaw.
Rui de Apollo, n. 6, irmazein de Me. Cal-
munt & Companhia, fazem ver aos Srs. de
engenho e aps seus correspondente nesta
piaca, que noseu FSlabeleciinenlo se acha
consta lilemente buril aoitimtnlu de uiuen-
uas todas de ferro para animaos, agoa, etc.;
nielas ditas para armar em madeiia ; ma-
chinas para vapor com (ore* de 4 cavados ;
taixas du difidentes modelos e de lodos 08
tamaitos e grussuMH, lano de ten o balidu
(Mino cuado ; espunildoiris, cocos, etc., de !.CA"."1-
de beber, com quintal de arvoredos, ou
faz negocio com|um casal de escravos
tratar na mesma casi.
A Ir \ainli'ilias.
Kizendi de muilo goito, de liatras e pal-
mas de seda, mu transparente,a 8,000 rs.
o carie de 15 covados ; cambraia de cordfln-
sinho. Intituladas princezinas, a 500 ra. a
vara ; pecas de camhraiai adamascadas,
propriss para cortinados, a 3,000 rs. ; e ou-
iras.muilas fazendas de seda e Imho : na
ra do Crespojn. 4, lado dojnorte.
Na ra do Livramenlo, n. 38, vende-se
manteiga muilo superior, a 320 rs. a libra q
quem tomar porcuo, a 280 rs.: vende-so
assim barato porque se quer acbar e nSu
por sor ordiHana.
Vende se um ptimo cozinheiru, tan-
to do torno coma de masas, sem vicios
ueui molestias : vende-se por seu dono rf-
lirir-se pira fura da provincia e precisar de
diuheiru : na l'assagem, sitio do cajueiro.
1.ii va-ilc pellica e de rede para
senhora.
Vendem-se luvas de pellica e com pal-
mas, a 1,600 rs. o par ; ditas cor de caima,
com bolotii, a 1,280 rs.; ditai pretal de
rede, a 800 e 1,000 ra. : todo faienda mui-*
lo superior: na ra do Queimado, n. 33, lo-
ja de miudezis, junto a de cera.
Cartas franrrzs para logar.
Vendem-se cartas francezas para jog>r, o
mais fino que se pode encontrar, por preco
mais commodo do que em outra qualquer'
parte : na ra da Cadeia do Recife, n. 49 t
loja de miudezas, de Jos Cirios Ferreiaa
vendem-se chpeos de sol. de leda preta a
5,000 ; ditos de panno com asleas de halda,
a 2,000 rs. ; gangas trancadas de listras e
qnadrosde coros, faznda que parece linho,
500 rs. d envido ; merino preto fino de duas
larguras, a 3,400 n ; caiemireta preta e de
cor, propria para calcas e pali os de homem
e meninos, a 1,000 rs o cuvado; cortes de
colleleide velludo lavrado de cores e de
linho e seda, i 1,600 r..; mantas de setim
preto para gravati, r 800 n. cidi una e
outras fazendis por barato preco.
A a moderno c bom*
Na ra do (taelnmdo, n. 17,
vendem-se eambraias francezas de corea
muilo fian e padroea oa mais moderaos, a
600 rs. avara ; .eambraias de cordozinbo,
decores muilo grave epadioei miudinhos,
intilulada princezinas, a 800 a vara; lencos
vada; probos de todas as qualidades.em bar-
ricas ; enxadas do Porto ; coeiros de algo-
dSu ; relroz fino do Porto : tud por preco
commodo : a ra do Vigario, n. II, arma-
zem de Francisco Alve da Cuhbi.
- Vende-se urna prela de 25 innos, de
muilo boa figuri, que cozinha, engomma,
e aerve muito bem urna casi: m ra do
Caes da Alfandega, n. 5.
m
Escravos Fugidos.
querdo, muito fresca, com muilo boi agoa ,ie e(ja ue tore, e ujio r0m gosto. a 21"
il. L..I...P nnm noiofnl Aa avunvn.ln.i na. .J ....."
cada um ; um completo aurlnnenlo de
ias muito finas para meninas de lodos os
(imanboi, por preco commodo.
O
Novo me th o do
pratico e theorico da>?
liogoa franceza, por
9eres.
Ca la- para jasar.
Vendem-se cirln ilnai para jugar: na
ra do Cabug, n. 12, loja de miudezas de-1
frente da ra das l^nngeir>s.
Potes de banha franceza a 100 n.
vendem-so potes de hanha franceza, com
muito bom cheiro, 1 100 n e em duzii a
,1,000 rs. : no Aterro-da-Roa-Vista, n. 48,
pois he muilo pouquioho : renham fregue-
ses, que nilo chega a todoi.
-- Vende-se um moleque de 18 annos.
lidio e poiunte : na rui Augusta, n. 6, d-s
das duiss 6 di
L. A. Burgain, por^
5,000 ra. : vende-seV
na praca do Corpo-O
Santo, n 9, primeiro andar. 9
OOOOO0OOOOOOOOOOO
--Vende-se urna preta de nacJIo, muitu
hoa vendedeira de ra, e ptima lavideira :
na rui larga do Rozario, n. 35, loja.
Vende-se urna preta de 20 annos. de
muito boa figura, que cozinha, engomma e
serve muito bem a urna casa ; um mole-
que de 10 annos, ptimo para o servico de
orna can : na rui do Collegio, a. 21, pri-
meiro andar.
Verdadelra llnlia de carretel de
2oo Ja rilas.
Vende-se Iinha de 200 jardas, do melhor
autor pnssivel: na ra doQueimado, n. 16,
loja de Jos Dial Simoea.
V iiiliaui ver para erer.
Snpenor cera de ca fnaba em porcSo, e a
retalho, por menos preco do que em outra
qualquer parle : no Aterro da Boi-Visti,
n. 17.
.Id o.Intrato canga admlrarao l
lato acontece na-ra do Crespo,
n. 6, loja ao p do lampeao.
6 s 9 horra da miiihi. e
larde.
Vende-se 1 toja de umi porta ni roa
do Livramenlo, n. 34 : a tratar na metan
loja.
Na ra do Gabug, loja do Duirto, ven-
derh-sc trinas, volantes, galoes, espegui-
llias e rendas, propriis pira armadores, por
preco mais commodo do queem outra qual
-- Vendem-ae
Jho do
""-' ;-e
cl vy*
ierro eslannaiiu ; auras para lerreiros : tu-
do iiiuiiu bom e por barato preco.
Vende-se 3 terrenos com 260 palmos
de frente, e 3o de fundo, no sitio do Hos-
picio, uu porinuU-so por una ba casa ter-
rea 1 os prettendenles se podem dirigir na
ra dos Pires, 11. I'J, ou aiinuncieni pur eiti
lollM, -
Vende-se 2 culxas, sendo urna azul
burilada, e outra do aelim encarnado ; na
ra Uireila, n. 69.
annos, alto, de muilo linda figura, bom ca
noeiro, sem falla ; um cahrinha de 10 pa-
nos, muito espe te pira o servico de urna
casa ; urna escrava de 20 annos, a melhor
ligu'a que pude baver, a qual cuzinha, en-
gomma puulo e lava ; urna mulaliuba de
14 anuos, muilo luida, que cose, engm-
ala, e amarra o caballo de qualquer senho-
ra, ludo Taz muito bem : na ra do Colle-
gio, i> 21, primeiro andar^tie din quem
vende.
Vende-se umi escrava de nacao, de
bouila liguro, boa vendedeira de ra, sem
vicios neai achaques que se conheci, che-
gida ha punco lempo de fra : na ra da
Cruz, 11. 28, segundo andar.
-- teii.de-se urna mesa para eBcrrpre
-- Vende-se um selim inglez com 01 com-
petentes arreios, ludo em muito bom uso,
por preco eommodo : na ra da Cruz, ar-
mazem, 11. 9.
Novo mappa gegraphico de
l'ortugal.
VeMe-se o novo mappa geographico de
Portugal, em grande frmalo, gravado, di-
vididupor provincias, districtos adminis-
trativos e ronoelhos, conforme a ultima lei.
da divisSo do territorio, e conleodo a de-
marcacSo dos piizei vinhaleiros no liouro
e Uairrada; aa estradas militares; (odn as
Ierras e lugares nolaveii, cum designaco
daquellas em que ha rorreio ordinario; aj>
escala das distanciadas tenas piincipaes
ontre si ; u mappa dos concelhos, a nume-
ro de rogos de qu*e compfJe cada distric^
tu adm 111 islralivo,correctoe melllorado em
indas as sua especidades, altera cea que leem havido ale boje: oa ra
do Collegio, n. 9, luja de livroi.
Vendem-se 5 apolices do Ibeatro d'Apol-
lo, da prineiri a quu dilo llieatro ie leba
liypolhecadu, iiii; orlando com o premio do.
meiu por cenlo em 01 lcenlos e tantoa miil
Vendem-ie cusa-chitas do muito bom
goito, a 240 rs ; cortes edilairMo melhor
goito que teem ipparecido, a 2400 ra.; chi-
tas linas de boa* tintas, 160 e 180 ri. o
covido ; riscado amerieano, a 140e 160 rs ;
dilo trancado, a 180 e 200 ra.; ilgodflo
meselido, 1 200 rs. ; zuarte azuj com 5 pal-
mos, a 200 ra. ; dilo de eOreafa 200 n.;
casia preta para luto, a 120 rs.' o covado;
corlea de fuaiSo muito bous, a 560 n.; cha-
les de taritana, a 3(0 e 1,280 ra.; coberto-
rea de algodSo de cor, muito encorpadoi e
proprios pin escravos por serem muito
quentei, 1 640 n. ; alpaca preta de cordfio,
com 7 palmoa de largura,a 1,280 rs.; ris-
cidosde puro linho, a 340 e 360 rs. o ce-
va Jo.
Traversa da AIarire-deDeos, ar-
nia/rin. 11. 5.
vende-se espirito devinho de 37 graos; vl-
nho de caj superior ; xh* mate de Parana-
gu ; e tudaaaa miii qualidadea de esairl-
los. i.or preco commodo.
Vende-se urna padaria no lugar de S.-
Amaro, bastante afreguezada, que desmin-
cli por da ( arrobas para eiaif : o motivo
por que se vende, he pelo dono ir para o
mallo cuidar na agricultura : a tratar na
meiiDi pidiria.
Vende-ae, ou permutase por escravos
robuitos, para o servico decampo, o sobra-
do de umiudir o. 49, lito ni rui do Im-
perial, canto da travesa do Lima! nesta
la lypographla le dir quem vende
^Rap Pirto Cordeiro :^-|
vende-se na rudiCdeia do Itecife, n. 51,
loj de rizendar, Ve Joao di Cunhi Miei-
Itiles.
Vende-se rrm preto de ncSo, de 80
innos, bom cozinheiro, e que engommi
Fuglo, ni mantilla do dli 4 do corren-
te, o escravo Jos, de nacSo, baixo, repre-
senta 22 IIHI03; tem urna belida em um
dos olhus, e urna cicatriz no qnelxo do la-
do direilo ; tem a marea de um caustico ni
men; levou camisa branca, calca* de brim
de qoadrinhos e mais roupa : quem o {legar
leven ra da Cadeia do liecife, -n. 1, que
ser gratificado.
De bordo do brigue braiilefro Inea,
fagio, mnoitedeSS pin 84 de igosta, um
escravo fulo, crioulo, de nome Sabino, da
tripolacSo do mesmo brigue ; levou cilcn
brancas largas, e camisa Je riscado; cons-
ta que anda pelas ron do bairro de S.-An-
tonio, Aurora, Solidado e Olindi : quem o
pegir leve-o ao escriptorio da viuv Ciudi-
no r Kilho, ni pracinha do Corpo-Sanlo,
n. 66, ou 1 bordo, onde ser gratificado.
:- Fugio, em abril de 49, do engenho
Cutigy, fregueria da Kscada, remarca da
Victoria, um oaial de escravos, Joiquim,
crioulo, de 30 e tinto innos, iltura repu-
lir, groiso, um tanto vermelbo, beicos
grouoi, barbado, andar bamelro ; tem' a*
vezei os p radiados de envoi; be multo
prosista : Meria Angola, de eacBo Conga,
boa altura, bom corpo, vermelha ; tem na
cabrea urna, berruga mal prela que cima
nitural; julga-ae terem seguido pin 11
partea da Avonca.ondo foi o preto criado.
Iloga-ie as autoridades polieiaei e cipitfles
de campo, que os apprehendam e levem-noi
ao dilo engenho, ou neita praca ao Sr. sub-
delegado Carneiro, ou 1 Franciice de Pan-
la Pereira de Andradaj, em S.-Amaro, ao r
do cimiterio publico,,que aerto gratifi-
cado!.
Fugio, no dia 8 do correte, o preto
Manoel, de nacAo Rebollo, de 35 annos, cor-
po regula-, bem parecido; levou jaqueta
preta de alpaca com poueo use. calcas de
linho j iuji, camisa de riscado azul do
listras nova, bonete preto j velho ; O me-
lhor aignal pe tem he as orelhit acabaa-
das para a frente, couza em que em oulr
i>3o se encentra : eite prelo levou um pi-
nacum pequeo com pSo em ssqninhoi qu
ia entregar aos Ireguezes.e nSo menos de
oito mil rs. em cobre que receheu da li-
gues ; foi encontrado no da 10 j pastando
o engenho' Frigozo, quasi chegindo 1 Igui-
rass : quem o pegar leve-o I ra do Co-
tovello. padaria nova, que ser gratifieado.
-'-Fugio, Do da 5 do correte, urna pre-
la de nome Nicacia, de 80 annos; levou
um roupilo de chita rOxa lislradoj deibo-
lodo, panno da Coala novo de lialria ama
e brincas, com milimei Mi pontaa, um par
de eslrellis em irgolii de ouro en orelhas;
tem os pea um tanto grossos e bastante ra-
cha dos de andar : quem a pesar leve-a
ra do Padre-Floriano, n. 97, que aera re-
compensado.
^- Fugio, no dli primeiro de agosto pr-
ximo pasudo, o preto Gabriel, de naci, de
30 e tanto annoi, de estaturi atediana,
bem ladino, filia bem, bstanle barbado ;
tem urna ciealriz junio ao lornozelo dx per-
na direita ; tem o eoalume de abanar a ca-
neca quando falla, gosta de mbriagar-ie ;
veio ha puuco do lliu-de-Janeiro ; levou ca-
misa de madapolSo. calca de caiemira ru-
cada ; furlou urna trouxa onde levava al-
gumas calcas, colhere de prati e outras
objeclos: quem o pegar leve-o ra da
Cadeia do Recife, n. 21, qui ser generou
mente gratificado.
- Fugio, no dia 8 deigoito de 1850, pe-
lea 10 horas di niinhfii, o eacravo Luiz. de
nacflu, de.35 annos; levou IreaMaaysai,
sendo duas de algodSo trancado, JU azul
e unir de liatras novas, outra deVadapo-
13o j usada, cum a marca M. A. V., duas
calcas novar de algodSo trapeado, urna
azule oulra de listras, um chapeo de pi-
Ihi pequeo muito velho e outro de pello
j usado; he de estatura regatar, rosto
comprido, nariz chato, baituilenbarbado,
porm rapado, falla de denle na frente do
do'eiipoedi pnc; um dito de. ao'esUule para livros, ou papoii, um ciudiei-'da Aurora, a. 4.
e 1. :uau-iepor sewoeuioi mil ra.: oa rujr;" UBrttt F"H{ow Utgetra : O
l
bem toda a qualidade de roupa : na ra de '"o superio ; veio ha dez din de C*i
dorias, 11. 64, se dir quem vende. : nhuns, do riti Palmeira," aondefoi riera-
Vende-se urna escrava de 13 annos, que v<> do Sr. Antonio alendes de Azevedo tu-
faz o servico de uina casa com algnm. r.er. nh. n nnalAa Wlnaiiui gnnrn. Chns-
feiQflo : no pateo do Paraizo, no sobrado lov'o Lino Cavalcanli, e por eate vendido
de dous andares e sotflo, a qualquer hura "esl frece 1 Malinas de Azevedo ViUarou-
do dii. co. Rogi-ie ae autoridades policiaes e *-
Yende-se 0 afamado rap de'p,lc' '' fimP>,ueo ppreheadiaa e T
r vem-no 1 rui do Collegio, 11. 1, que er*>
Lisboa, em Iraaoa, chejpuJo agora generosamente gniificdoa.
rs. fregezes que esto acostu-, P,im. -.rrr.Ka Hi.r. oaraBu.


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