Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07008


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Full Text

Anm XXVI
Qfiar.-fera II
rAHTiDA do coaBzioa.
Coianoae Pirshlba, segundas e sextas fe ir".
KIo-Grande-dn-Norte, quintas feira ao melo-
da.
Cabo, *>erlnh>in, Rio-Formoao, Porto-Calvo
e Macelo, no 1., a II, e 21 de cada mez.
Garanhuut e Bonito, a 8 e S.'i.
lloa-Vlita e Plore, a 13 e 28.
Victoria, i quinta* feiran.
Ollnda, lodos o da.
Pateas w.
/Sova. a 6. i3h. eOra. da m.
Cresc. a 13, i Oh. e 1 va. da m.
[Chela. a21,aal0h. e2lm. da m.
(Mlog.a28,7h.e 33m.dat.
riiiaru de boj.
Prlmeira ai 9 hora* e 18 minuto da manbaa.
Segunda la 9 hura c 42 minutos da tarde.

d Setem^ro n tH^tO.
1?, 101
rKEpOM DA tUHHOHlTQAO.
Por tres mezo (odiantadoi) 4/uOO
Por seis mezes 8/000
Por un anno a 15/000
Saiaaaa na
lUi A *
9 Seg. S. Sergio. Aud. doJ. dos orf.
10 Terj. S. Nlcalo de Voleulino. A
doJ.l.d.v.
do clv. e do doa feltoi da hienda.
11 Quart. S. Tlieodoria. Aud do J. da 2. r. do civel.
12 Quint S. Auta. Aud. do J. do orf. e do m.
dal.T.
13 Seit. t. Pilippe. Aud. doJ. da 1. r. do clv.
e do dosfeiioada fazenda.
14 Sab. S. Malcrno.
15 Ooin. O 5S Nomc de Mara.
,-T 'iBi*rr "*r jHi n*< jitl
da 1. v..
o chae, Sobre Londres, a 28 I. por 1/000 ra. a 60 da.
Par, 346.
Lisboa, 100 por cesto.
Ourt.Oncas beipanboes......... 29/000 a '
Moeda de 6/400 velha... 16/500 a 16
de 6/400 ora.. 16/100 a 16
de 4/000........... 9/100 a 9/200
PraU.Paucoe hrasileiroi...... I/-60 a 1/1180
Pesos columnarios....... I/j a 1/W0
(Dj^ weaicanu.|.|.[...w..^l/100 >i*W
PARTE OFFICIAl.
GOVERNODA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA SI DE AGOSTO.
COIcio.Ao comofandanle dan arma,
para mandar poetar aalar 9 horas da da em
Iranio da greje da N. 8. da Penha, urna
guarda de hunra para assislir a fsla d* mes-
roa Senlmra, permanecenJo all al finali-
ar-' Ts-Jtmmm amita.
Dito.Ao mesmo, para qoe mande assen-
tar praca como voluntario no segundo ba-
lalhfln de artilhsri a p, ao paisano Jos
Perreira da Costa, que se olTerecau para ser-
vir noexercito, (cando arbitra la ao referi-
do pajuno a gratifleaelo de 150,000 ris.
parmefser paga 50,000 ri* avista, e o res-
to em prestacoes mea'saes da 10,000 ri
Commuocoa-aa so inspector da pagade-ria
militar.
Dilo.Ao mesmo,dizendo que p le accei-
tsr o olTerecnrento que- fex o soldado do se-
gundo bstalhflo de catadoras Josqnro Jos
l.ourcnco, para continuar a servir no exer-
rito, mediante a gratificc^o de 160,000 ris
que Ihoaer paga 60,000 re i s vist,eo resto
em preslacOes mensaes de 10.0)0 ris.-Intei-
rou-se ao inspector da pagadura mililar.
l)ilo.--A eommsr dente superior da guar-
da nacional do municipipi'i do liedle, re-
r-umiiieiidaiiilo a expedicSo do suas ordens
para que o batalhOea e esquiilr.lo da mea-
ma guarda nacional, que costumsm a en-
trar em parada nos dia.sdofesta nacional,
mirrbetn no dia 7 de setembro prximo an-
inverserio da independencia do imperio, e
prear-nindo-o de que posteriormente Ibe se-
ino rommuniradas as ordena consmenles
a esse servido, e liem assim que a guarni-
clio da p'ar-a no refer Jo dia 7 e no antece-
dente s-r feila pelas pravas da mencionada
guarda nacional, quo nflo esliverem promp-
tas para a parada, e pelo primeiro batalhilo
do municipio de Olinda.lnl-lligenciou-sp
a commaudante superior daquelfs cidade.
Hito.Ao inspector da ttiesoraria de fs-
zends, para que expela suas ardeos no sen-
tido de sereno de;p:cliads na alfandega
desla cidade, livres de direilos tresentas
barrios de cimento, reslo da encommend i
feita pelo director das obras publicas, jior
intermedio dos negociantes N. O Bieber, as
qifteechegaram a bordo da escuoa llaubur-
gueza Amanda.Communicou-sa ao mis-
mo director
Dito.--Ho j.uii relator da junla de juslice,,
transmittindo para ser a presentado em ses-
s.To ta rnesma junta o processo feito ao sol-
dado do primeiro batalhflo de caladores
Manoel lenoato da Cruz Intelligeneiou-
ses Exin. cotnmn lanle das armas.
Dilo -Ao inspector da pagadoria militar,
para que mande pagar ao ionente-coronel
Antonio Uaiia de Souza, commsndaate do
segundo batalh&o d caladores, visto assim
o requsitaro mareclial commandanln dlSf
armasa quinlia da ,64otais, que dispen-
deu com o interramento do oidaver do ca-
bo de esquedra do qua'rto batalhilo Ja ir-
tlbaria a iPelicisno Comes Xavier, como
coma do recibo que remelle em duplcala.
--Inteirou-t iau mesmo marecbal.
Dito.Ao inspector da lbesourri da fa-
ienda provincial, para que mande atdianlar
ao engenbeiro JoSo l.uiz Vctor l.ieutliicr
quanlia de um conlu da res, para conti-
nuacSo da obra do decimo-seguulo lauco
da estrada do Po-J'Albo, cor.-o requisita
o director das obras, publicas --Inlelligen-
cuu-seao aiesmo rector.
Dito.Ao mesmo, para mandar adianlar
ao engenbeiro Jo3o Luiz Vctor Lieulliier,
por assim o requisilar o director das obras
militar os recrutss JoSo Baptiata, Jos l.uiz
Caj, Manoal Jos do INaaelmento, Pedro
Francisco Parraz, Dsmio Jos do Nssci-
mento, JoSo Antonio da Oliveira e l.ino dos
Reis, e bero assim Jos Podro de S#, que
all se achaam detidng.
Dilo.Ao inspector da marinha ordenan-
do que mande prem lberdada osrecruUs
que se achim na enfermarla degie arserTal,
Jos Joaquim do Ssnta-Anna segundo, Jos
francisco qtisrlo. Lula Joa doa Santos e
Francisco de Salles, julgado inoipazes 'do
servleo militarOmmunicou-aa ao com-
msnilsnta da fortaleza do'bruae.
Portera.lomeando supplentes do joz,
de orphlns deste termo os cidaJilos abaixo
declarados i
I.* Baeharel Angelo Manrique* a. liirlierel Joaquina Prea flactudo Hpr-
tclla.
3.* Bichare! Joflo l.uiz Caralclnti de Al-
bu querque.
*.* Jos Pires Perreira.
5.* Jos Peres Campello. .
O Carlos Meriins de Almeide.
Fizarem-sa es convenientes communi-
cecOes.
PE NAWBUC
vi
DemoQiIrtifo fio mido existente na caixa do
exereiciu a 1850 a 1851 em 31 dt agosto
de 1850.
Jaldo em 31 de julho p. p. 22:901/340
Receta no correle mez 56.7781920
---------------79 681/466
Oeiprza no corren te me* .... 66.318/81
Maraaduo cira em paz. TntreUnto a Im-
prensa opnoaiclonlsu cada vez inais se infur-
cla contra o Sr.Azeredo Coutinho, cu jos actos
adininlstratlvoi attribue ella un a um, a motl-
ffios Inteiramente eatranhoi aos interetse do
ervico publico, apear de Ihe dcmonitrarem
documentalmente daTM0idco governlitaa
quao Injusta eaaiJtUitaJMteaii'lbante aecusa-
cao.. IUnSjB Jai:io do inspector
da theaoafl KMacJe d/ toda
a pejfl ^P dinhejjp para
obreajej HeanP* deajeff dos
rcceaaajsH |BBMMVaaMlciu, eso., ele ;
como ae efle demora em sailafaaer esta exi-
gencia, uiarcoo Iba para islo um prio: mas,
antes que se ete findaiie, o inspector attribu-
iudo ao chele da prlmeira seccao a demoraba,
vida no cumprimeato da ordein, pedio ua de-
misaao e aejandonou o empi-ego.. Em ennse-
quencia, o Sr. Aieredo '.outinho poncedea a
tal iiinccinnario a demlss."o pedida, e tratou de
providenciar de manelra a evitar que aquella
rrpartico fiscal continuasse no mao catado
que ge ramente e Ihe altribuia, dando-lhe um
chefe zelojo e activ. Pols bero ; ete acto de
S? Ec., que nada menos revela do que zelo e
iateresie pelas rendas da provincia, foi negra-
mente comnientado nela opposl^o e rendeu-
Ihe boa dsc de insultos c improperio,
f Quanto A seguranca individual, bem pouco
aliifactoria ao a noticias qoe col hemos as
gaxetas uiaranhenae! em Calla oonlinuam
ao s o cspaucainciiKw srnao laiiibem o ho-
micidios e em Codo, Roberto Antonio da Sil-
va foi brbaramente atsassinado, as Dito hora
do dia 9 de agosto, em a Pasiagem*do-Sacco,
fpor malvados asialariados por seus proprios
prenles, segundo corra no lugar.
Da 1 ald 14 de agosto o (hesouro provincial
fciaranhense arrecadra 3 f>l.'!,7l5 rs.
A^3 do passado_o cambio, ua praca de San.
lurr, r
Saldo 13:361/450
Saldo em leltras em 31 de
julho pp.....'^Sfiill
tleccita no crreme mrz l^:uqHB>Jr
14O.705J534
. I40:705|53i
se ia (ornando mais lemivel. ltimamente
invadir ella a casa da viuva de Jos da
Coste e Silva, e ronbara-llie-as joiase todos
o Iranes da valor.
De Parahiba apenas sabemos que o Re-
formista se comprometiera a desapparecer,
fizendo-se substituir por oulro peridico
W
Despeu no corrate mez.
Re 154:066/084
Km cobre .-......
Notas.........
latirs a vencer em setembro ,
em mimbro
em deaembro.
era Janeiro. ,
em marco ,
em abril,
en imilia
em lulbo
32/450
3.329/O00
3:125/250
3I:!\V*50
3il2&/250
32:168^250
. 3:125/50
I5f066/ O Ihetourelro, "Tlinmar Jor da Silva (mado
Jaiaiar. O escrivio da rrceita, Antonio Card-
lo tmijuiiroi Patueca Jnior.
'DM1I. HE PIBS.HBOC-
EoirE, 10 di iRiNiao Bat tase.
publicas, a quanlia de um cotilo de ris pira
ronnuacSo da obra da poule de Goauue.
Commuiiicou-se'ao ref (ido director,
Di'to.--Ao rr.esnia, para que mande entre-
gar ao director das obras publicas a quau-
tia de 468,000 ris que se Ihe resta, visto lar
lo um cont de res pera os re-
paros a fazer-se ne estrada da -Vicloria al a
povoacSo de S. Amaro de Jaboalo, e des-
p.'iulido segundo consta deseunllicio datado
de honteni l:(G8,000 ris.Scienlificou-se
aonieaiio enginlieiro.
Dito --Ao mesmo, Ordenando que mande
aduiitaraOonginhiMroFlorlano Diset Por-
tier, um cotilo- de "s, para a factura dos.
reparos preWsos na estrada do sul, como
requisita o director das obras publlca.
Intelligenciou-se so dilo diiccIOr.
Dilo.An mesmo,determinando que man-
de aMrrajar ao dinctur das obras publicas,
que assim i requusilu.a quanlia de 2:400,000
ruis, para pagamenio da 300 barricas de ci-
im-iilo, a resao de 1,000 liscada urna, ebe-
. a bordo (ia esculla Amanda, reato da
eeJ^BHia qua fez pdr intermedio dos

a
cura,1
obras
O. ueber para a casa da de-
r niosiiH), para mandar pagar ao
lite da obra da paule do r'.o Tapa-
do director das
754,000 ris,
em^Vie in le que trata
o artigo segundo da porta ju|ho
ullimw, os quaes fram recebidos para a
a abra com o bala da 25
do praco porque fram aireuuladus.-'
lilicou-ae ao mesmo director.
Dito.Jto-eioamo, iiiteianJo-o do liever
approvadua delibi ciqo que tomou a came-
ra municipal de Caruaru de nomear a Ma-
nuel Ferrey-a Cuaves par reger iptcrini-
uienle a cadfeiemde niinieiies letras da po-
vuagBo Uo Aliinhu.Mesa senrido li*erm-
se as convenii otes con:inunicacOes.
Dilo.Ao coiumandaiuu da fortaleza do
brum, iiileiisiido-o de que fram sollos
por -
i ua\auvo
i,|MI*UO
UV vi i ^V
0 vapor flnniaan, chegado hoje doa porto do
norte trouie-no jornae do Para at 24 e do
MarauhSo at 28 de agoito ultimo, bem como
doCear al 3 do correte a da Parahlbi at 4.
Para nodaaoft'ria quanto a iramulllidade pu-
blica, e anda cstava ab a admiuislraco eas ,:la
(rspeclivo vice-presldente, .visto conservarlo
alOda em Maranliao o Sr. fausto Augusto d
Aguiar espera do proniplo restabeleciiuento
descu velho pai, que, como os leitore j sa-
bem, alii adoecera.
Em Vi^a o religioso franciscano alathcu de
lesos Mara Jos, encontrando na igreja ma-
triz .1 aquel I villa, em a noite do primeiro do
passado, sem veo ou lenco sobre acabeca.a
Sra 11. UayuuoiafiLope Guiraarca, esposa do
S.JoslHealSrreira Gulinaries, dirigio-
enfurecdo par ella, cen altas vozea assim
falln I lie:
Katae niulherc nao leein vergonha ; he o
iucsuio que ralbar com um cachorro; hoiitem
ralliri por virem com aa cabreas descoberta ;
em lugar de coorlreiu aa cabefaa. pozeram-ae
aullar de mira : sa mesmo urnas caras de ca-
clurro.a
Iolluencia local, inembro da asieinbla pro
vlocial paraensr, e vereador da cmara muni-
cipal da mencionada villa de Viga, o Sr. Per-
reira Guiuiare, apeuae ful kanunuado deste
acontrciinrnio, foruiulod uuMJJfjIcJoaJe (lliei-
>S contra o referido religioso, jMMiiiIiiiou
a an aubdclrgado do loajar, alleieSau que a-
i|Bclle comiurltcra o crmie previsto nospara-
gtaphos 4 etl do artigo 236 de cdigo criminal,
revcatidu daaclrcuinstanciacasxravaiites epe-
tifleadas nos paragraphos W4JJ, 11 e 15 do ar-
tigo 16do laresmo cdigo, e piesVido qaeoe Ihe
iiapazsaeHno>gro m>iiino, aa penas fulmina-
das iio naragraubo 3 do artigaUTMo aleado co-
liga.
Aceita a queia e ouvlda, acerca do Tacto al-
legado, uella, al leeleuitinha oil'erecida, o sub-
delegado proferto do icipecllvo autos a te-
guinte senteoca :
Vistos oestes autos, etc.-a Prova-ae
nor nrte do autor, como consta do depoi-
ineajjpdte lostemunliss de fl. ti l fl. 8 e de
fi 10 a 11 v. (lestes auleJI, ha ver o reo fre
Jatiieus de Jess Meta Jos, per|etradoo
Sjtlria na possoa da mulhcr do
u ii Ja Clara Lones Cu i '?fie:
se a diuTSr. naigflt
villa na noilo do (Ka I.*
a agosta, cot a c oJilo reo injuria-
Hieres que se achavam na
ifireja co n" a cabeca de,scoberta, jjhemen-
ixorro, lio clero a evidente
A viste do expend-]
is-eio frei Mtheus de Jess
do arligo 8S7 5
u referencia ao
o, em um mez
i o reelade
de poli. io agosto de 1850.
^ft*a*i
. regulava^a 37 3|4 d. por 1.000 rs
Em Maranliao liavia dalas de Plauhy at 11
de julho,
A oppoeicao uo arga o procedimrntn ad-
mlniatrativo do Sr. Sirvelra da Alotla; ao con-
trario como qurae coinprajia de ua comino! i
S Eic tainbem dava mostrs de citar satlsfeito
i.-oui o comportamento da opposicao, como se
collige do seguinte trecho do rclorio que a-
presentou a asseinbla provincial em a sua ses-
so ordinaria deste anno:
a Nesla, (provincia do Piauhyj apezar dos
odio que deridein os partido, a pai publica
ae tein conservado inalterarel.
Um dos dito partidos que alguma raani-
faitacOes fuera de lympalhia pelas Ideias anar-
chicas dos que leotarain contra as institulcoes
do pali, tem reconhecido que com esse proce-
dimento, constitua o goveeuo na obrigacao de
impedir que ai opinides fossem manifestadas
ior facto attenUtorlos da ord publica e da
o coinportaiiiciito da o*fqi5i\'a
he coinniedldo, e nem um aaonteoimento tem
do lugar; que revele da parle della predlspo-
sicao de inauter agitaco ou inqnictacao na
provincia.
Ceargoiavade toccego; mas, quanto a boj,
casa provincia he lunadas que reclamara do
goveruo imperial o mal crio cuidado. Divi-
dido, o partido governisla como que procura
ahiestrangularle, ao passe que a opposicao
concentrando mis forcas, regularisando-aa
mesmo, vai ganhando terreno ccondlluindo-
em circunstancias por ventura mu favora-
vels
De felto faz pasmar o desab iniento com que
se Masialliam os que no Cear se proclamam
defensores e sectarios da poltica dominante:
esei (a>|ueHe quem serve de echo o JVdVo
//) moltciii iiiaaOjmprudente nosacr.irio da vi-
da privada do actual administrador da provin-
haralelaiu-lls insultos, e, para mais des
eredila-lo, apresentara-no aa mundo ioteiro
como homeiii de to ms intencOes que acceita-
ra a aejlatnlstraco com o intuito de inelhorar
sua sltuacao financeira que tornara dlicl pe-
lea avuliados dcbltos que contrahirn, taes co-
mo um porque se acha obrigadn para com os
Kernaudes Vlelra, na Importancia de Iri'na
conoi dereii: ootr. (.iquellrs que manifes-
tara suas opiniocs pelo S*eutrtma) csiosaando-
se por defender a prlmeira autorul.ide da po-
vinefa e a l proprios tic arguicoes que, como
a que refcrlraa. I c aiio quasi (li.irijinesMe foi
tas pelos que Ibes dispulpiu o pnuilrfpBgor
ua filciras govemiitas, cospera lites injurias,
c reproduzem contra elle as inesmas aecusa-
cOes que Ihe* tem feito e contina a fazer a op-
posicao, como o prova o seguate artigo do Ci-
tado Suauarema:
Pon quem he que tem protegido, o as-
seaaiuodo mejor Facundo atlo o cusi ?
Vos Quem dexou absolver-se semappella-
cjSonolp o que confesaou corajosamente
no tribunal, o seu crirae do mor te ? Vos
Quem tem sempre aviasado os sajadores
do Sitia para nflo aere ti captralos as di-
ligencies do gvernn ? Vos, Quem tem pro-
leslado que os rt-outaJos entre ellos h3o
lelueve voltar com bsixa P Vos. Quem al-
esncou ilo chefe tija polica, o Sr. Ilr Port,
ordein psra o cliete de serenos vir Jo Crato
para o leo, com o fim bem visto deevadjr-
p VA rg:g; silrsto'j inluHoij ;trs!
aente naVssomblc provincial os briosos
d honrados militares que peiegnlram, e
desporsiram esse quadnlha t-rrivel do
Crato? Vos... afi
Como j distemos urna vez, gravas e por-
ventura triassimas consequeneias pdem
resultar desla lula mesqumua, que, quanto
mi-, deve su origem so deanjO de domi-
nar exclusivamente que ah as provincias
qslentam celos individuos, cujos devaneios
cojoorgulho piirdemais lein slJoacalen-
tados e tollerados ; e, pos, curapre acabar
com ella, pondo a tests da adniinislracSu
Ja provincia utn cdsdSo enrgico, liouesl
e inlelligentc, que, estraulio s intrigas lo-
ases, disinbu* juslica toJos, com a icctt-
Uo do juiz impafcial. Peliznynle est no-
oeado presidenta de.-sa | roviucia o Sr.
Ignacl* Frencisco Silvetra da Molla, cu.
quem recotihecemos exceMcnte qualidStlei<;
i csporainus quo ene conjure luuipeslade
ri l estalla sobro es citbecat^tlo Cela-
ses
Kn <;ranja a qusdiillis de OfwiUrif, da
i|u ja temos rallado aos i que,
gqndo se er, lio composla dos gales que;
e eva.liearn da radnla de SoHaV SI
Publc;ijao a eclido.
CLNICA HOMEOPTICA.
Hoje complete justamente um anno, que
ful chamado para visitar o Sr. Joaqnim de
Santa Anna Pacheco, com 47 annos de ida-
de, cesado, e morador na ru Augusta, n.
50, o qual se achava gravemente enfermo,
havia 11 mezes. Os symptomas de sua mo-
les! i era m os srguites: palle amiralla,
vonteJn de dormir, porm n.lo po lie, nem
le die, e nem denoite, srrepiamenlo de fro
conlinni por tolo o curpo, febre htica,
shatamento moral com melancola, dores
profundas no cerebro, inappetencia para
lulo; e senta urna gran le arTronUcSo nn
estomago tomasvlo quslquer colhCr tle ci-
jo ; o ventre sempre duro e inch.'do im-
pressSo das obras lisva um mez; e emfim
outros minios sy.Tip-toinas da urna molestia
li'Slrui lora, ap, arenam, que eu actae, escu -
satlo declarar, pois que basta dizer, que o
loa ile padeca a II mn/.es,sem o menor
inlcio damil'iora. No mesmo dia 4 de se-
tembro, Iba a liniuistrei um remedio ho-
mceopalhico para lomar em tluis vezes, as
8 huras da uoile ; logo nesso mes na noite,
p le dormir 3 horas, e na mime lisia, qu in-
Jo tomou a outra porpSo, dortnio 6 horas, %
Ihe sppareceu immedialimeute um copioso
mor, tesy logo o venlre bem desenvolvido,
augme: tecS i as uriins, tniiti vonta le
Je coner ; e assim conlinue a ajininis-
trer-lhe a hotnrcopalhii, de soite quo logo
lepois do 15 tli.is a cha va-so de p o meo
niuribiinJo, e um mez depois, j se achava
completamente bom, lano que andivs vi-
sitan lo os amigos que o linham visitado
luranio a sus molests. os quaes nao po-
li tam accredttsr na sua cure.
Suio lunliii snnunciado esta cura ha
mais lempo, he porque esperare vor o Sr
Cachee i c.igo, paralitico cu hy Iropico, ae-
gunJo loli mi pigonosl'caJo osSrs. faculta-
tivos, que u 11:ili graliJSo, quesera perman lo. Muilode-
sejre, que os que soffrem reconessem ao
mesmo remedio, 'quo sem me engsnar ali
snpo ) recolirarism sus ssude. ,
Dos de V. S. muitos annos de vida, pa-
ra com seu remedio alliviar a humanidade
enferma, qoeqneira dalle usar.
Pico esperan Jo asrdeos de V. S. por ser
com respeiio e reconhecimento. Da V. S.
mutp alteiieiojo e obngadissimo criado. -
loaquim de Sania Anna Pacheco
Su> casa, 5 da Janeiro de 1850.
V J{IKI>AI>'.
aiy
ANDA A JfJSTigA.
Os liomeos, i medida que renunciaran! a vi-
da sclvagem, instare! e nmada, i medida que
ae reunirain e estabelececain, precisaran! de
ichar em milito menor espaco asproduccoet
necessarias sua subsistencia, e entregeram-sc
cultura das trras. Ao depois riles prorapta-
nirnic rrconheceram que s ofitabcleclinento
da'propriedadc poda escitar o trabalho e a
emulaeo, e urna vez admittido esse systeraa,
estendrrain-sr e aperfelcoaram-ie as rtelas (le
itistii-a. Preicreyeram-ie deveres, e foi mister
:
ze de glande padecer, e o mesmo dizem
ato he"; que quem tomar homceopalhia h
le (icar c go, ou tem do moi-rer dous anuos
lepqis ; de sorto que lendo aa jl comple-
lado 2ti mezes, que aqu chegau u Sr. Dr.
S ibino, con. dos doenles, que se lem tra-
tado lion (Bopalliicam Mil lendo. exceJido
de chico mil ( nflo inclundo ueste nume-
ro os que o mesmo Sr. Dr. Sabino lein cu-
rado depois dess nova chegada Italia pra-
(e, aletn de outros muitos que tem sido
i rala los por curiosos homrcopathicos) de-
via o numero dos morios, qttp se livesseni
cura lo rom a nova medicina, tr chegado a
5,000, ou pelo menos deviam haver 5.000
cegos lilis ras desla ci la lo, ou mesmo
nielJe, harendo succnmbiJo a oulra par-
te .' Itiutm Itnealii.
Foi no da 19 de uutubro de 1848, que o
Sr. Jo-iquim de Santa Anua Pacheco cahio
lenle, e neste mesmo da foi chamado un
dos Srs. Doutores allopathas, que Ihe re-
ceiiot logo um purgante, e, 2 das dopnis,
i fez sangrar, e rapar-lhe s esbeca ; ao ca-
bo de 3 das foi chmalo oulro Sr. I) allo-
patlm, que depois de ter receitsdo disteis,
Custicos, o luxis, foi obrigado a peJir urna
conferencia ; una vez que as suaa receitas
iuliiui produzido os niesinos cfJeitos> que
as* do sen antecessor; e en urna palivra,
nflo obsta tile
sttS'tiram Ires
de ola, e a tinal, depois de ter o doente le
vado 5 custicos, nilo sei quanlos disteis,
purguites ovarios outros remedios deste
genero, de que lie inutto abundante s medi-
cina mitigo, a que ella sempre costuras a
empregar ueste, e em outros casos idnti-
cos, o que ha verdade he que p doente sem-
ino coiitini no mesmo estado, senflo peior,
a vista do griiiido m
uta por espaco de
guiados tolos os recursos sem o menor re-
sulti lo favoravel. os seus mdicosassislon-
tes nilo tiveram remtVlio, senSo desenga-
oar o doente, dizenjo em particular a sua
senhor, qua o mal era incurarel e
que nada mais havia a rcceiUr, que poJesse
salvar o moribundo : (i poi nessa occa-
sio, em quo u fui ciiauniiu para ver o sr.
P choco, cujo estado ja cima descrev ; e
como iiinguem acredilasse, qajljfosse possi
vel o seu reslabeleciinoii o, liaixo IrSns-
crevoaane carta, que he a prova iueis evi-
conveuces e oceuparam-se "tle as garantir.
II'ah a origem d> poder legislativo, edo poder
executivo Duasaulorldadev, ambas as quaes
tem por mojigo e por primeiro titule o rate-
ante coininbui dos homena para iiiaoutencau
da onleiii social pelo que ura governo injus-
to he smelhaiite a um pai drsnaturalisado:
este obra contra o seu Instincto, aquelle con-
tra a sua,le priinittiva.
Com tjuaola verdadeexpriralo-se, como sem-
pre, adivina abedoria, quiudo disse. A Jui-
tra a nacOes, e a eniquidade he o op-
pfJHVdos povos I Todos reconhecein a ne-
tlca eleva as nacOes, e a eniquidade he o op-
proSatief'dos povos Todos reconhecein a ne-
cessidade 1*precisa Torca em os governo da
suciedades. Hu govenio fraco, tmido e irre-
soluto he vluia calaniidadc publica. Mas quan-
do se trata de dclinir em qUB consiste a verda-
deira forja do governo, nao faltara polticos
quea fajara Consistir nos ineio coercitivo, no
terror e no arbitrio do inoin.en.ln. Mas nos re-
irovainoi altamente esta optnlao, contra a
qual se pruiiiinciaiii todas a pagina da histo-
ria da sociedades humanas. Em noaso humil-
le peusar, e de accordo com a patarra do
testo sagrado na justif a est a torca principal
dos governo.
Manha antlga be dos aduladores, do poder o
laucar a conta dos povos e i eorrupjao deste
toda quemas aedicors e revolias tem cnsau-
guenlado o inundo, ligurando os governaotra
como puros, inmaculados e sempre innocen-
aultarmos t racripio's W ultra roallata a es-
pantosa revoluco francesa, por exempto, nao
tere entra cou'sa senao a Ideias i larga roo
eipalliadas pelos philosophantes e incyclope-
diatas. Mas nada ditera- da profunda corrup-
coo, das escandalosas arbifrariedades, do dea-
aotlaino faustosa dos governos de l.uiz XIV, da
regencia de l.uw. XV, da froiisidao e versati-
lidad.' do desgranado laPiz XVI, Desd'o dia
auaque o chamado grande rei proferto a abo-
oiiiiavel mxima. J.'Sla c'ail moi pdese
dlier afoitanieiiie, que se creou o raaior e mais
poderoso elemento da revoluco: por Isto cora
tanto acert dixia o eloqucnle hossuel. O in-
lerease alo estado he er regido com justicie
cqtiidjde; e o iuteresse do principe beodo
estado. Eo sempre lerabrado Henrique IV
com quanta rasan e siUgelleza profera estas pa>
lavras dignas d'uM verdadelro Monarcba!
Km que sou eu dillerente do restante de ineus
subditos, aeuao em ter a forja di juitijadele-
gada era inioli i rao ?
O proprio Uachiavelo, que nao pode ser sus-
peito aos devotos di arrucho, essa cabeja lal-
vez a mais poltica de todo o mundo, ebegou a
dier aera rebujo O principe coinejam a
perder o thrnoo desd'o Instante em qoe vio-
lara as lea ou se afaslain da constiiiiljao das
estado. Toda veque qualquer governo ol-
iendo as garantas sociacs, derroga por avisle
reglamenos as disposijes legislativas, iutro-
raette-se no poder judiclario e uutllca artigo
da lei fundamental, be elle o primeiro couspi-
ler hev J a conferencia a qu rodor. 11c elle oque ajunU e aglomera os eie-
PS mdicos allopathas de gran- raemos das reyolujdes. .,.*,
_._i .,___:. ., .".. .!..? i^ A experiencia demonstra, (di o profundo crl-
inioalista Carinignaui; que a natural tendencia
dos horaens lie para a ordein e para as lei qoe
a protegen!. > anha amiga he dos que gover-
nain e de sua clicptella o atribuir aa revoltaa
populares tos dcaaonteiites, ao prolectariot a
a can 11 ha. Masque vulto c iinparUncia pode
ter ara inoviiiiento feito por tal gente? Elle
nunca nassa de ura inoliin momentneo, de
ua"'o7vicU: """ """"" >ei^ "UC "^parece logo que
artj rio, de que ro vicu-, s(, |he conlrapoe a fur, pubiica. yuaodo po-
II mezes ; o isst.n es- r,u U1I1S ,evolujao corapreheude proprieU-
i lo, horaens de todas as ciaste, pai de fami-
fla, etc., etc., a sua causas So oatra que nao
o espirito tic iusubordinajao e de desordera. A
causa principal vem prxima ou remotamente
dos governos. Ma o governos nao quereui
corriglr-se Je suas malleilorias. prosegueiu
ousados no loiluoso caininho das lojustljas e
iirclcndeiii ar.th.ir onni a revnlnertM nor Ineio
da forja material c das cavllacdet d'aata poli-
tica tenebrosa, inconsistente e funesta.
Una najao he em pomo grande, como urna
familia, he nesta apparecera desrdeos conii-
deraveis c repetida, todo o mundo cora rasao
nao a attribue, enao A m direejao de seu
chefe. Os proleclarios, os hoinens da Intima
classe s por si nao se atiram a una revolujao
acompanliara-ua siui e aprorcium-oa para ver
edet'arle sahem do eu inlaerarel estado.
Iniagine-ie un pala onde a coaalituieao eja
religioaainente observada, onde a lela sejaui
lo luiente cuinpridas. ande al garanta sociae
nao sollraui a menor lelao, onde se d ao povo
o que legaluieute Ihe perteace, onde era suin-
raa Impere a jusllja e nao o arbitrio desU-
queui para cssa trra os mais aatucioioi revo-
lucionarlo!, unain-se estes ao descontentes
(que sempre o ha) eterexara, declaincm no
sentido de promover urna revoluco; e vejara
se a cousrgueini-fjrApoilarei que tem poneos
proaelyto farao, que o seu malvolo piojelo
aera pelo contrario repcllido pela granea mala-
ria do povo.
Mas, cm um paa onde a constitu jao he ct-
ica mora, onde as garantas sao continuamen-
te postergadas, onde as leti sao Hludida, ou
derogadas a bel prazer das governante, onde
denle, que posso apreseular da cura que Ihe
llz. Itecife 4 de sembr*de 1850. Cujo-
nova.
Illm Sr. Dr. loilo Baplista Cssao.vs.-
Achsvs-meall mezes, gravemente enfermo
de uns ataques quo solfria provenientes de
oin suadouro que tomei ; e lendo nodvcur
so desse lempo, lomado mlinilos remedios
allopathicos receitados por diversos men-
eos, era tugar de experimentar o alli'io de-
sejaJo, acbeva-tne sempre peior dos oieus
pudeetmentos, que se coniplitTsrvam ; lauto
que, ja n.1o coulava mais com a vid, e mu
tu piiucipaliiieiile por ma lereui abandona-
doy tiiesuios uoutores, o assim estive as
nortea da sepultura sem mais recurso -.recor-
ta a non qEjiainia por V. t, applicada tu.
ullmo axtremo, o o lio ni resultado foi evi-
dente ; de dia em da experimenta va inellio-
ra ; tanto que, hoje j mu acho boro, (grabas
m allissiino )
yuera pois V. S. aoeilar oa mous since-
iU yo r.H apriJA^rinniilnd g'm S!nU! S :::!:" -i
a injoatijas pululara em cada canto, de ueces-
ildade deve ser sri creacMo o antro dos lo-
|*at?2tes -. e e


;..-

Ul populado haveri icm duvlda um germen
constante de revolucdes A ordui arbitraria
que fci perecer oa dous ('.rceos fes perecer ao
inesmo tempo a liberdade de Roma. I.ogoa
lei que 01 cnsules tinliam violado centra a-
quellea tribunos, Mario a violou contra o sena
do, Sylla contra o povo e Tiberio contra todos.
(di Pagel.)
De toda as anarchias a peior, a mais funesta,
a de mais terriveisconsequencias he a aoarchia
governamental. Onde quer que os adminis-
tradores do estado sao os primeiros que pos-
tergan) e quebrantan! as les, ludo he arbitrio,
corrtipcao, iinmoralidadc e desorden!. Nem
inc illudc oa pomposos ttulos dado a es
te ou quelle governador, ae elle manda s
seu bel praaei e nao he um fiel rxecutor das
lcis do leu pal; por que cu ein meu humilde
pensar entendo que toda a politica que ie nao
tunda nos linmutaveis c eternos principios do
justo e do honesto, he um'aruia traicoeira que
alinal vem a vollar-se contra aquelle uieimo
que della se serve.
O' governos de homens, (nao cessarei de di-
7.er) se queris cortar pela rail as revolucocs
populares, sede justos. As artimanhaa da po-
litica, s astucias d'uma cousa chamada rasao
'estado, a diviso c udio entranhavel de parti'
dos para dominar a todos sao cousas efmeras
c sao outros tantos elemeiitos de revoluces. A
forca physica tambeui be um recurso precario.
Advert, rdizia Dion a Uioniio de Syracusa)
que as cadeia que ligaiu todo um reino, nao
sao como cria voiso pai, nem o temor, nem a
forca, nem o grande numero das galeras, neiu
csse milhares de barbaros que compoe a voisa
guarda ; mas aaflelcao, o amor e interesseque
l.i/iiii nascer no coracao do poro a jusilla e a
ni tude dos principes: que estas cadeias for-
madas pelos sentiiueutos, aluda que mais do-
res e mais fi ou jas, sao todava mais fortes para
duraeo e prosperidade dos estados. I. o pro-
fundo Tcito accresceuta. aVeliu i itnur
itl nfima vincula cariui, qiia ubi remora ii,
i/ui (iiiin desimnt, ottitu incipitnl. O medo c
u terror sao os tacos uiaig fracos para couttr ou
graugeara amisade ; porque aquelles que co-
lmena a temer, jteiu cnuiccado a aborrecer.
Pode ser que esteja eau erro ; mai tal he o
Iraco pensar do
Amerirus.
ros gneros. Passajeiro, o Brasileiro Jo-
s Joaqunde Sant'Aona.

EDITA ES.
l(r.|icirlitlo da polica.
PARTE DO DA 9 DE SETEMBRO DE 1850.
Fcraoi presos : i ordem rio delegado, os
prelns, Juiquim, esrravo de Antoajo Victal
de Oliveira ; o l.uiza, escrava de T. de Til
Vianna, para correceflo : i orden) do sub-
delegado da freguzia de S.-Frei-PcdrO-Coii-
calves, Francisco de Paula Pire, pcenme
de fonmetilo ; Serafm do Tal, por ebrio; e
o Portuguez Ltiiz Vieira dos Santos, pira
averiguarles | obelaos : ordem do .'
nado da freguezia de Ssnlo-Antonio, a preta
Theresa, escrava do Dr. Tavares,-e Marels-
no do Espirito-Saoto, para o mesmo din ;
Antonio Francisco, por furto ; benedicto,
por andar fgido : a orJein do subdelegado
ila freguezia de S.-Jos, l.ourenco Justmia-
no, para correce.flo ; e Jos Sevorino dos
Prazeras, por ebrio : e do subdelegado do
segundo districto de freguezia dos AIToga-
dos, o pardo Autopio, escravo de Jos Pe-
reira da Cunha, por asaim o ter requisifsdo
oseusenhor.
Por ollicio do delegado do termo de Ga-
rantimos, com data de 31 de agosto ultimo,
fui commuaicado ao chefe de polica, que
io tlia 14 do inesmo mez, havia sido assss-
sinado Fabiano de Tal, por Joflo Francisco
na forma da laf..........'------.....
OMMERCI,
ALFANDEGA.
Rcndimento do da 10.....10:429,5(1
Deicarregam Ao/e 11 di setembro
Brigue Sociedade-Felis mercadorias e
gneros do paiz.
Ratea --Mu -- vinho e azeile.
Parca Tempio farinha.
Hatea Havre mercadorias.
Hiato Flor-d*-Cvruripe- (eneros do paiz.
CONSULADO GRKAI.
Remlimenlo do dia 10..... 520,754
KXPOBTACAO.
Despacho martimo no dia 10
Bo-de-Janeiro, brigue nacional Jpiter,
do 248 toneladas : conduz o sopunte : 5 ra-
xas gpalos e bolinsde lustro, 3 ditas papel
almaco. ^
BECEBEDORIA. DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Itoudiraeulo do di 10......319,385
CONSULADO PROVINCIAL.
P.eiidimontn .)> dia io......644,424
O lllm. Sr. inspector da thesouraria de
fazeoda provincial, etn cumprtnento d'or-
! m do Exoi. Sr. presidente da provincia da
2fido correte, inunda por a concurso o lu-
gar vago de segundo escripturario da pri-
raeiraseccSo de contas di mesma thesou-
raria, o qual tere lugar*no da 28 de setem-
bro prximo futuro, devendo os pretenden-
tes serem examinados .nos principios de
grammitica nacional, arthmetica, na theo-
ria e pratica de escripturaeflo e calculo
mercantil.
E. para que chegue so conhecimento dos
nteressados, se mandou ifliiar o presente
e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesourarit da fazenda pro-
vincial de Pernambuco,27 de agosto de 1850.
O secretario, Antonio Ferreira d'Annun-
ciacto.
O lllio. Sr. inspector da thesouraria da ra-
teada provincial en) cumplimento da resolu-
to do tribunal administrativo de 4 do corren-
te manda fazer publico que nos dias 17, 18 e 19
de setembro proilmo vlndouro Ir prafa pa-
ra ser arremstado a qiiem mais der, o Im-
posto dodlzlmo do gado cavallar nos munici-
pios seguintei:
lirejo avahado annualmente por 61,000
Cimbres 122,000
Florea e Floresta 324,000
Boa-Vista e Ei 246,000
A arreinalaco ser feita por tempo de tres
anuos a contar do prnueiro de julho de 1850 a
30deJunho de 1653.
Os licitantes que se prppojereu) a estas arre-
m inertes, c.iinparecaiii na sal dai sessdes do
ursino tribunal nos das cima indicados pelo
nielo dia, com seus fiadores competentemente
habilitados.
Secretaria da thesouraria da fazenda provin-
cial de l'er nambiico, 5 de julho de .1850.
O 2." cicriplurario servindo de secretarlo,
Ftueiuo Antonio Cavnlcanli Coiieiro.
--Olilm. Sr. inspector da Thesouraria de
rtizenda desta prsvincia, manda fazer pu-
blico que, no dia I.' de outubro prximo
vindouro, se proceder concurso porania
a tnesm*thesouraria, para prehenchimen-
lo do um logarvde tercero escripturario,
que lem de vagsr. Os pretendentes deverflo
oonvarecer na sala de suhs sessOes com
seus requerimentos instruidos de folha cor-
rida, cerlido do iluto e estado, e outros
quaesquer documentos que julgsrein a boui
da 8uas prelentoes, at as 10 horas da ma-
ullan do referido dia, afirn de se em exami-
nados as materias exigidas pela lei do 4 de
outubro de 1831.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernstnbuco, 5 de setembro de 1850. No
Impedimanto do ohTcial-maior, Antonio
Lu do Amoral Silva.
j Pela inspectora da alf-inJega so faz pu-
blico, que no dia 16 do correle, depois do
meio-Jis, a porta da mesma, se ha de arre-
malar em hasta publica urna caixa com 5
frascos ile quartilho, com Inicias em con-
servas, um 450 ris, total 2,256 ris ; appre-
hen lidos pelos escripluranos, por acressi-
mu ao manifest da galera ingleza Sword-
fith : sendo a arrematarlo li?re de direito.
Alfandega de Perninibuco, lOdeselom-
os rrmandei Barro*.
Pela inspectora da alfandega se faz
publico, que no da 16 do correle seHta
de arrematar em hasta publica, 46 latas
Bom peixe e carne em conservas de urna
e meia libra cada lata, valor mil iisf to-
tal 46,000 ris; seto garrafas de vinho
cfiampanba, por 8 400 ris ; 24 meias ditas
com dita 14,400.) ris ; unta barrica com
farinha de tripo 12,000; cuma caixa cun
pas.as, por 4,000 ris : ludo apprehendido
pelo ajudanujjjo guarda-mr Luiz Gomes
Ferreira e osenvSo da doscarga interino
Gabriel Alfonso Regueira, no tacto da vi-
sita da barca Ingleza ktther-Ann: sendo
a arrematado livie de direilos.
Alfandega de Pernambuco, 10 de setembro
de 1850O inspector interino, liento lose
Fernanda Barros.
Theatro de 8. Isabel.
18* RECITA DA ASSIGNATURA.
Hoj*, 1? dt setembro dt 1850.
heprpsentar-se-lia o excedente drama
em 5 actos, ornado de msica
D. CEZAIl DE BAZAN.
Terminar* o espectacqlo cora a graciozi
comedia era um acto
O* rmelos dat Almas.
Os bilhetes achlo-se enda no lugar do
costme.________________.
iovsmento do Porto.
Navios entrados no dia 10.
Para e por tos intermedios -15 dias e 6 lio
ras, vapor Bahiana, romnjMdatile o rri-
ineiro lente Segundino, equipagem 28.
Pasaageiros : para esta provincia, Antonio
Lomos Braga, Melquades Cusa Barros,
Manuel Jos de tloura, Joaqun) Jos Bsr-
JDeclarayes.
O capitSo do porto desta provincia
competentemente autorisado por S. Exc. o
Sr. presidenta da provincia, engaja mari-
nhoiros para servirem na charra Pernam-
bucana, que se acha na provincia do Pai,
teto do seguir para o Rio-de-Janeiro. Os pre-
tndanles a presenten!-se com a maior bre-
vidude ao mesmo capitSo do porto.
CONSULADO DE PORTUGAL EM PEKNAM-
BUCO.
Joaquim Baptista Horeira, bicharel fot toa-
do em direito, cavalleiro da ordem de
Ciiristo e cnsul de Portugal e*n Pernam-
buco por S. U Ftdelissima aSenhora D.
alaria II, que Dos guarde.
Faco saber a todos os meus compatriotas
n sidentes tiesta ridade e provincia, que por
it
qu
Carvalho, Manuel Marques CimaCho,
Frarcisco Jos de Magalhues Bustos, o Dr.
Flavio Clemenlino da SilVa I reiro com
xua senhora, 1 lillio menor e una escrava,
t.iiiur.l Poner. Arthur FabiSo do AlaieiiU
Mendoriy, um preso de Justina e urna es-
crava a entregar : para o sul, Dr. Poli-
cari o Lopes Lefio com dous eacravos, Joflo
Jorga Joaquim deAltr.eida e Silva, Jos
Rodrigues'le Lima com sua familia, um
primeiro cadete, um segundo dito e 30
pracas para o exeicito e msrinha.
Parahiba -- 1 dia, hiate nacional Fxalacao,
de 37 1/2 loneladas, nuslre Jos Duaile
deSouza, quipagem 4, caiga loros de
mangue ;a Joads Silva Mcndonca Vian-
ii. Ps*geiro, o Brssileiio Bernardino
JosBsndeiia.
Ass --10 das,.brigue nacional Leao, de 218
toneladas, o.estre Joaquim Concalves
Maia, equipagem 12, carga sal e palha ; a
Joaquim Bibeiro Ponles. Veio largaro
ana tico e reoeber ordena. ~ Segu para o
Hio-de-JaaJtro,
Macei -? 1/2 das, galera ingleza Serafina,
.! ooo linail.rt* f.'.ilBn Irvhn l>lhirii/
equipagem 17, carga algodSo; a Paler Jt
panliia. Veio receber ordena esc-
ara Liverpool.
ftavtos sahidos no mesmo dia.
Liverpool Barca ingleza William-Bussetl,
capitflo Janea Shelford, carga algodflo
J arainia jincha nacionai Tres-Trataos,
Publicares Iliterarias.
ICnplincl, iiagTnn." lii.juventmtc
Csta excellenl obra de Mr. Lamartine'
chegada rece.nleniente do Rio-de-Janeiro,
vertida em bom portuguez, e precedida de
um inleressante prologo do traductor, acha-
so venda pelo mdico preco de 3,000 rs.
com encadernaeflo ingleza, na ra da Ca-
deia do Recite, n. 38, e ra Nova, n. 6. O
mrito da obra he attestido^nelo nome do
autor : nella depara inatrrJOCJh) e deleite, o
philosopho, o romancista, o poeta, e geral-
njentoquetn quer que queira apreciar um
bello escripto.
Acaba de chogar do Lisboa o expeliente
romauce
(jhrislina de Stainville
ou
Os effeiios da boa ou m educacao:
Este romance raereceu tanta aceita(9o
naquella cidade, que cm poucosdias se ex-
tra hiram o uielliof do mil ejemplares : ven-
de-se a 2,000 rs. os dous volumes, na livra-
ria da Independencia, ns. 6 e 8.
Acaba de chgar de Lisboa o excellente
romance
LEONEL LINCOLN,
ou
O CertM de Boston.
Entre os mais romancistas modernos lem
um nome mui distinelo o do Americano
Cooper; e entre os seus bellos romanes o
Leonel Lincoln, ou O Creo di Boston, he um
los mais estimados. Esencialmente mo-
ral, o que nem sempre acontece anda as
melbores obras desle genero, est fondado
este rorrance em om grande facto, e a
maior importancia, acontecido no socalo
passado; e este grande fado he a emanci-
pado da America Ingleza, depois de urna
lula vigorosa e tenaz com a mfii-paUia a
Inglaterra. Por jaU clrcumslancia se v
quanto devo sef^Btressante esta obra
em que, no meio a|e todoe os enfelles de
urna rica imaginadlo, sedescreve o com-
bato da liberdade cora a escravidfio; o do
patriotismo com a dontinacSo estranha : e
o da independencia com o poder da frca.J
E para que nada falte neste concoituoso ro-
mance, lem ello, no meio dos assumptos os
mais graves e serios, episodios de muita
grar;a, e decente jovialidade, o quo muito
Ihe augmenta o mecimento, fazendo com
que soja agradavel e til. E para que fique
mais completo, e para raelhor intelligencia
dos leitores, a traductora o tem igualmente
enriquecido ^coit muilaa notss liisiorir
outros li'vros : vende-sena livraria da prca
Independencia, n.til, a quatro mil
um axemplar, conleudo quatro
ila
via cada
volumes.
Avisos mnritio.os.
boaa, Jos da Silva Cocino. Antonio Joa- risioentes nesta ndade e provincia, que por
quii Vidal, Antonio Bernarmo Vazde 0,uem *uP>r. W > traiisroiltida. a
os, ectaliiioule lecommaodada, para o lim
de se poder dar o i onveuiento cumplimen-
to as dispusieres iubfa eilatisliga, e oulras,
e evem presentar ueste coagulado todos
os subditos portugueses, que, leudo aqui
lixado a sua morada, ainoa ae nao liuuve-
imi nello matriculado, como Ibes cumpre,
uo su para a ajen 'a regulandade, mas pa-
ra queassim se possa mais promplameote
dar a compalivel proleccflo desta ceosu-
lado.
Convidando, pois, os meut compatriotas
ao ni tupi i ment deste dever, no mais breve
ospacn dr teiiipn, Ibes lomliro lambem por
esta uccasiJo odever que igualmente Lgoi do
se munirem dos espectivos ltufbsj|e io-
sidencia, na forma dos regula me uto poli-
ciaos deste imperio, para se livrarem dos
ombarar;o8 que Ibes pode causar a falta dol-
les, e tnelhor e m1s perfeltamenle terem o
direito competente garanta das autorida-
des lirasilciras, e s respectivas isences co-
mo cstrangelros. Consulado de Portugal em
Pernambuco, aos 17 de julho de 1850.
Joaquim Baptista Horeira, cnsul.
As malas que deve conduzir
o vapor sVaAtako para os purlos
do sul princtpiam-se a fechar
boje ( 11 J'a'o mio-dia, e rece-
be correspondencias com o porte duplo at
una hora da larde.
Segu viagem para o Arecatv, at ofim
da prosente semana, o hiate Flor-de Gur
ripe : para carga ou pasaageiros trata-se na
ra do Vigario, n. 5
-- Para o Aracaty segu, no dia 4 do mez
prximo vindouro com a carga que tiver, o
patacho Santa-Cruz: para carga e passagei-
ros trata-se ao lado do Corajaaisk), o 25,
loja de riiassames.
Para o Kio-de-Jpero sabe,
com a maior Lrevidadc possivcl, o
patacho nacional Valente : quein
o mesmo quizercarregar ou ir de
passageni, dirija-se ao capitao na
prac Trapiche, n. 34, casa de Movaes
& Coinpanhia.
Para .o Cear sabe em poucos dias a
sumacs> nacional Flor-do-Angelim, mostr
Bernardo de Souza, por se adiar com par-
le da carga prompla : para o resto e passa-
geiros trata-se com Luiz Jos de Si Araujo,
na ra da Cruzdu Itecife, n. 33.
Para o lUo-dc-Janeiro
vai sabir com toda a brevidade a polaca na-
cional Sociedad*-1dit: quem na mesma
quizer c.irregar, dirija-se aos consignata-
rios, Oliveira IrmSos & Companliia, ra da
Cruz, n. 9.
meslre Lstacio Mendes da iIvu, carga va-Ira a Baliii.
- ti nisio .5.-joo sano amaniiaa i im | pa-1 ugemrai soara precisa de u
Avisos diversos.
Hon giatllcncao.
Fuglo no dia 7 da corrente mez do sitio
RriZarm torrSt *'rt .no.nlin Timl, A .....
moleque de nome Cermano, de idade de 18
annos, com os signaes seuuintes: cor fula,
alto, secco do corpo, pernss gran lea e fi-
nas, i s grandes, denles limados, baatanie
regrista, levando* comsigo um cava I lo rus-
so vermelho desella, de segunda mu Ja;
roga-se as autoridades policiaesou aqual-
quar pessoa que souber, ou tiver noticias,
de o apbrehcnder e leva-to a ra do Livra-
mento, n. 20. ,
--Nflo pulverisamos como de'viamos as
asquerosas inepcias vomitadas contra nos
pelo autor do viso da bolina do Csrmo,
estampadas u Bfrlo numero duzenios e
um, por ser esas jffoducco de seu tnteres-
se vital, que s rnesece o nosso despreso;
entretanto emquanto esse interessaJo trans-
gredir a lei, oentinuaremos sempre a re-
i'omineuda-lo oUr. fiscal pela iofracc.lo
do* art:gos 1 e lAJo titulo 2. das matu-
ras munlc"9es. .
O abano assgnado faz sciente aos Srs
cullecloraa das sgoas-ardentes e espiritos de
produerjao brasileira, quo deixou de vender
tara gneros desde OM 11 de setembro de
IH5, na sua taberna, oa ruado Ranel nu-
mero 84, tose Ignacio de Arruda
-- 0 Sr. J. C. dos R. faca o favor de vlr pa-
gar a quantia de 8,000 rs. que tomou no As-
s ; do contrario lera de Ver o seu nome por
extenso nesta folha.
0 secretario actual da irmsndade de 8
Clirispim e Clirispniauo.erocti no convento
do Csrmo, convida aos Irm.los para urna
mesa geral no dia 12 do correte, pelas seis
horas da tarde, psra tratar-se de negocios
tendentesa mesma irmsndade.
Precisa-se alugar urna ama secoa de
bons cstumes, para o servico de ama casa
de pouea familia. Dirlgir-se ra das Trin-
cheras n. 19, sobrado.
-- Avisa-aeao Sr. Freerico Elster, mo-
rador no Giqui, queappare{a na ruado
Rozario larga, no segundcTandar da casa
por cima da loja de louc/, para receber seus
penhores ; do contrario, serflo vendidos ae
emoitodias nSoapparccer.
O abaixo assignado, vendo no Diario
de Pimambuoo de 7 do correle um annun-
cto do Sr. Jos Maria Palmeira ( a quem nao
tem a honra deu conhecer), dirigido a va-
rios Srs. declaradoa por iniciaos, entre ellas
as de a A P. C. para llie pagarem seus d-
bitos nb prazo de oito das, vem rogar ao
mesmo lenha a-bondade de declarar por es-
ta folha se se ntende com o abaixo assig-
nado. -- Aureliano Augusta Ptrtira de Car-
valho.
Bern- rdino Jos da Silva deixou de ven-
der espiritos de prodcelo brasileira, na
*uj yonda da ra da Aurora, n. 48, desde o
Prmioiro de setembro de 1850.
-- Moje, II 4o crrante, se ha de arrema-
tar em praca publica doSr Dr. juiz muni-
cipal da segunda vara, um sobrado de tres
anda/es e sotao, na ra do Torres do bairro
itu Recifi". pelo **lor de dez conloa de lis,
cuj sobrado foi do fallecido padre Domin-
gos Germino Alfonso, ltegueira, e vai pra-
ca a requerimealo do testamenleiro, para
cumprimento do testamento.
I'ura .Moasaiuetles.
Offereee-se um artista habilitado para le -
v.ntar qualquer macbitiismo para assucar,
Ou mesmo faz-lo e purga-lo, o bom assim
malkiaismo para alkoJao : quem com ella
quiaar tratar, dirija-se botica da esquina
da ribeira.
Aloga-ae, para ae passar a festa ou por
anno, urna grande casa no sitio do Cajuel-
ro, cabiendo urna grande sala de frente,
duas alco'vas, gabinete ao lado, sala atra,
/om quatio quartos, duas ooziohas, um
grande solfio e estribara para dous cavai-
los : s tratar no mesmo sitio do Cajueiro, ou
na ra do Crespo, n. 18.
. Pede-se ao Sr. Joflo Evangelista Este-
ves Alves, moraJoriii cidade de Maoei, o
favor de njjBdarpigar ao abaixo assigna-
do, na cidfl Pfluaaabuco, na ra do
Crespo n. aylkWIWlfttlaT; a quantia de
101,500 rs., que locou-lho em sua divida
de 406,000 rs., descripta no inventario de
sua liuada sogra D. Joaquina Francisca de
Araujo, por seu lilho (e seu primo ), inven-
tarenle bacharel Manoel Ferreira da Sil-
va, islo noaprazo de 30 diaa, contados de bo-
je 29 do correle mez de agosto de 1850 ; e
se assim o nflo Uzer o abaixo assignado usa-
r dos meios, que Ihe sao concedidos por
lei. Caetano Pinto di Pera*.
A -llarmotn.
.hin Marmota n. 45, digna do ser lida,
contendo a analyoo J. ai* r u ..(.biu
em Pernambuco, um variado e extenso ar-
tigo mostrando como entendem muitos a
palavra liberdade. um excorente commu.
nicado com o titulo A mocidado, Amor e
Dos--, alm disto diversas poesas sentare
novaa e da diverso* autores. Vende-so nos
lugsres do costuras.
- Francisco Moreira da Costa tem contra-
tado comprar aos Srs. Joflo Antonio de Oli-
veira & Companhja o estsbelecimento de
negocio, que os meamos possuem na roa do
Aragao, u. 36 : so alguem se julgar com di-
reito aembarscar este negocio, annuncie
dentro do prazo de tres dias, a contar da da-
la desta. Itecife, II de setembro de 1850.
-- Aloga-se o segundo andar do sobraJo,
sito no Forle-do-Mattos, n. 6 : a fallar no
toaarno lugar, sobrado n. 18.
- O abaixo assignado faz sciente ao Sr.
Jos Fortunato de Almeida, qua ftca sem vi-
gor algum o papel de trato que fez ao dito
Sr. Almeida, relativo a Mossamedes. Jet
loaquim da Costa,
Latbam & llibbert fazem saber a tolas
aquelles que se julgarem seus credos** se
sirvara mandar jpresentar sus* contas no
prazo de otlo dhjjT, as quaes sero inimodia-
tamete paga*, verificadas que sajarr, 'no
seu escriptorio.'na rea da Trapiche, n. 32.
O abaixo assignado faz sciente ao pu-
blico, queeslsndo no Rio-Grande do Norte
nos flus de 45 a principio de 46, passi/a urna
leitra de cera mil ris a Jos Quinliltsno da
Silva, e para pagamento de dita lettra re-
messou desta prar^a 150 saccas cora farinha
de mandioca em Janeiro de 48, do que leve
conta do mesmo de saldo a seu favor, des-
contados os ceqfcmil rs nao vndo a let-l
ira por dizer a ter perdida ; e por estar pa-,
ga dita leltee,Jazeste annuocio. -- Francis-
co Affonso do Wgo Millo.
DesapparecejLO escravo Lazara, criou-j
lo, de25a 30annosr'cr preta, estalu a re-i
xular e secco ;MpMun dedo de um dos p
fra de seu lugaMMfc pouco levantado pa-
ra cima ; ha bastante ladino ; levou camni
,(e sl^O'i*? i*****i?.o ri"'*?'iA M A*!M; *'*'
mesmo algodao azul: quem o'apprehender,
leve-o i caaa de Joflo Ignacio de Modeiros
llego, no Chora-Menino, ou i ra d'Apollo,
n-16, quesera recompensado.
Aluga-so, para ae passar a fasta, urna
boa casa tetrea na povoe^So do Monteiro,
com duas grandes salas, quatro quartos^)'
zinha fra, cacimba.' com dous quiBei
murados, portflo com sabida para o rio;
juarto para pretos eetlribaria para cav-
los : quem a pretender, dirija-se a Boa-Vis-
ia, travessa do-Veras, sobrado n. 15. Na
laatuna casa vendase u n bon tarro de car-
regar na alfandega,
--Aluga-so urna preta psra todo o saJrvi-
co de urna casa : a tratar ua ra da Santa-,
.ru, ni Boa- Vista, n. 38.
Na ra do Vigario. casa n. 7, deseja-
se fallar com o Sr. Jos JacintboTavares" de
Arruda, morador na cidade de Olioda, a ne-
gCiu eaeu iuiaresse
Precisa-se de uuu (rabalhador :
Direita, padaria o. 241
Quero precisar do urna lira leira,
|i-ae a Ponu-Velba, casa do Sr. Cali
I Hoja, 11 do correle, pelas quatro bo-
iras da Urde, porta do Sr. Dr ii,i, .i,. *i
i -ugerrarai soara precisa de um cotf-I /l da segunda vara, na ra ova'aa hi de
Inbe.ro perfeito: compra ou .luga. larrera.tar dous escr.voa T*m? SattT
quem os pretender compareja que he a ul-
tima praca.
Passaporles e ttulos.
A antga agencia'da roa do Rangel, so-
brado n. 9, contina a tirar passaporles pa-
ra dentro e fra do imperio, despachar es-
cravos e requerer ttulos di residencia,
qu.rciiin ora/o, qur sem elle: lulo por
prego muito commodo.
Antonio Jos Alvea, subdito portuguez,
e residente em Itamsrsc, relira-ae para
Mossamedes.
-- Roga-se a pessoa que apanhou duas ca-
bras { bichos), ambas pretas,- urna com dous
cabritiiilios pequeos, sendo um todo prpto
com um signsl brancp na tests, a outro cor
de cinza, desapparecidos no dia 8 do cor-
rente do largo de palacio : a pessoa que aa
apanhon, querendo-ia restituir, pde-ss
levar ra das Lsrangeiras, n. 9, que ser
recompensado ; assim como tambera se pro-
testa contra quemas tiver e no quizer en-
tregar.
Precisa-se engajar alguna ofliciaea de~
osldeiteiro para irabalbarem eln caldeiras
de vapor, sendo arrebitadaru, ( a que os lu-
glezes chamam Riveter*) dando garantia i
sua conducta : paga-se b jornal de 3,500 por
da, a d-se passagem gratuita para o Rio de
Janeiro, onde irSo trabalhar na oflicina da
companhia brasileira de paqueteada vapor ;
advertindo, porm, que se depois de all
chegarem, com um mez de experiencia,
provarem incapaeidade, serflo conduzidos
para aqui igualmente nlo pagando passa-
gem. Quem esliver nestas circunstancias,
quizer o dito engajameiito, pode dirigie-
se ao agente da dita companhia, oa ra do
Trapiche, n. 40.
-. Quem annuriciou quererComprara his-
toria de mil e urna nortes, dirija-se ra da
Senzalla-Volha, a. 94.
Diogo Jos de Oliveira e seu filbo Joo
Jos de Oliveira, subditos porluguezes, re-
liram-se para Mossamedes.
Precisa-se comprar at o numero de
10 aesoes da Companhia de Beberibe:
quem as quizer vender,tlilija-seao respec-
tivo eacrlplorio, que achara com quem tra-
tar.
Preciss-se de urna ama para fazer as
compras e o servico de urna casa : na ra
do Azeile-de-Pelxe, n. 5, primeiro andar.
-Manoel Jos Bibeiro de Figueirelo, Por-
tuguez, retira-ae para fra do imperio.
Precisa-se de urna ama de feite, forra
ou captiva : na ra do Arsgflo, n. 26.
Preciss-se alugar urna escrava que sei-
ba bem engommar e cozintiar o diario do
urna casa : na ra do Queimado, n. 14.
~ Precisa-se de um caixeiro que d fia-
dor i sua conducta : a fallar na rus da (lo-
ria, n. 114, reflnacilo.
O abaixo assignado, lendode comprar
a venda do Sr. JofloTortuozo da Silva, pe-
de aos credores do mesmo Sr. que apreaen-
lom suas contas em termo, isto no prazo
de 3 das, contados desta data. -- Recife. 10
de setembro m 1850. Manoel largue
Fernanda. ~
- Hedesgraca.
Aluga-se metade de um terceiro andar,
no bairro do Recife, com uma grande aala,
alcova, qttarlo, e at um grande sotflo com
fogflo inglqz, lem siguana vista para o mar,
nrnnrin para pequea familia, ou hornero
solleiro, por barato preco : na ra do Amo-
rim, n. 17, (averna.
O Sr. Antonio Crrala Soarea teoha
a bondade da comparecer na ra do Quei-
mado, n. 37, concluir aquelle negocio que
nSo ignora.
Jos Ramalho de Souza, e Manoel Cer-
dozo de Souza, subditos porluguezes,' re-
lram-se para a colonia de Moasamedes.
m Chapeos de sol. a
"^ Ruado Passeio, n. JXC
Nests fabrica ha presentemente um rico
sortimenlo deste* objectos de todas as c-
rese qualidades, lanto de seda como do
panninho, por procos commodos ; ditos pa-
ra senhora, de bom gosto: este* chapeos
sSofeitoi pela ultima mola ; seda adamas-
cada com ricas franjas da retroz. Na mesma
casi se acha Igual aortimento de sedas e
psnninbo imitando seda*, para cobrir ar-
mar/ues servida* : tedas estas fazendas ven-
dem-se em poreflo e a retalho : tambem ae
concerta qualquer chapeo deso, tanto de
basteas de ferro como de luais, assim como
umbelas de igrejas : ludo por preco com-
modo. Na mesan casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de aeda, pro-
orios para feitores d engenho, por serem
dos mais fortes que se pdem fabricar.
Offerece-se um Portuguez para caixei-
ro do venda, do que tem pratica, ou para
padaria : quem do seu presumo ao quizer
uliltsar, dirija-se a ra da MoJa, detronte
du armazem do Sr. Viaona. ^
O sbaixo jssignado declara que Joa-
quim Luiz Alves Viann* deixou de ser seu
caixeiro desda o dia 8 do corrente mez do
i tembi-o. Jos de af. S. af* Amera!.
Precisa-se do urna mulher livree des-
empodida para o servico interno a estenio-
d* urna casa de pouca familia : a tratar na
ra do Catino, o. J*> i, ,
- Precisa-aa de asna ama da leite, na
ia-da* Trinxoiraa.^ o, 26.
Philip Purby subdito britnico, relira
se do imrwtrio. lutm
Quem quizer comprar can par* 400
per, roca que a poda avahar em 2,00)
covas velhas.e 3,00O,ditis novas quasl de an-
uo, e queso plantam 4,000 covia, dirija-so
ao engAho Jeruza em Serinhflem, a fallar
cora lqnocencio Ernesto Adolphet^^^H.
-- Aluga-so urna c*sa na povoacH
Monteiro, frunteira ao oilflo da igreja, do
lado do norte, com 4 aalas, 6 quartoS, sotflo
e cozinlia : a tratar no largo do Terco, n.
II, sobrado de um andar.
-Fugio, no primeiro do crranla, do enge-
nho Allinho, na freguizf de Agoa-Preti
marca do Rio formoso, o escravo Manoel,
crilo, natural do Par*, altura regular,
padiuio, olha um pouro por biixo dos o-
Ihos, roalo cora aigamua marcas de bengas
levou carniza da algdflo azul de listras o
alca.de algodao azul, e chapeo de couro ;
foi encontr lo OS ponte dos Carvallios :
qutmo pegar, leve-o a ra do Collegio, n.
i, no segundo an lar, a entregar ao Sr. An-
tonio Ricardo do Reg, que sara bem ree.om-
oensado, ou ao qiesm*o ongenho, ao Sr. AO-
ionio Ferreira Baatos.
Mauoel Joaquim Torres, Manoel Jos-
1 Oyeirs, Ffinciia da Caita e Jos
intonio Lopes la Silva, sub Jilos porlugue-
zes, relirara-se para fra do imperio.
_
**
_
__
II G


oja *c modas fraiicrza*, a riin
Nova, n. 32.
Ndame Tktar, bem conliecida nesta pro-
vincia, tanto pelo bom gosto do seu traba-
llio, como pela exaclid.fo de suas entregas,
tem parafaeilltirseuafreguezeaaberto umi
rica loja de modas, por bailo do sobrado
onde fot sempre sua morad, l ter sem-
pre i vista chapaos de seda edo vellido da
ultima modse. muito ricos, tinto para se-
nhora como pira meninas chapos de pa-
llia da Italia, aberts o fechados ; ditos de
palha de arroz; ditos de dinas e trancas ;
manteletes e capotinhos furia-cores, de Cha-
malote, de velludo e de fil ; cortes de seda
coro liatras furta-cres; ditos de velludo
francei; cabecees e roomiroade blond e de
linho, muito ricos; turbantes, capellas e en-
tortes de cabera para casamento! esaraos;
enfeiles de transas, borllas e franjas de to-
das as cores para manteletes e vestidos ri-
cos espartilnos muito commodosebem fei-
tos ; grande aortimento de hloudes, bicos e
rendas de seda e de linho ; Titas de seda de
todas as crese larguras ; ditas de garfa;
ditas de velludo ; trancas e franjas de todas
as cores ; flores muitos lindas ; e muilos ou-
tros objeelos que sero patentes. Madama
Ttieard tem em sua companhia urnas sa-
nhoras multo habis, e por isso pode encar
egar-so da dar com muita promptiJSo e
petfeic3o tOJas as encommendas de vesti-
dos, capotinhos e enfeiles desoohora, tan-
to para casamentos, como para bapliaados,
uaihie saraos.
d'aurora
C. Starr & Companhia teeon a honra de
avisar aos seus freguezes, e ab publico em
goral.quea sua grande fundirlo.em S barulho e coofusSo dacidade. j (lnalmen
Amaro alm do aortimento que constan-
temente tom acha-se de novo provida de
muitas moendas de canna, e de varios ta-
maitos, feitas no mesmo estabelecimonto
pelos inais peritos olTIciaes, e com maior
cuidado e per feicilo ; tanto assim be, gus
os annunciantesse ufanam em gajaai-las
pelo primoiro anno. As moendas inteiras
todas de ferro', construidas as offlcinas
dos annunciantes, silo muito superiores a
quaesquer piltras da mesan natureza que
at aRora teem sido aqu oflerecida, pois
aquellas encerram em si certose importan-
tes melhoramcntos, resultado de mais de
SO annoa de experiencia e pratica no paiz.
-- Alugam-se o segundo e terceiro anda-
rea por cima do rsciiplorio de James Crah-
tree & Companhia, na ra da Cruz, n. 42: t
(rutar no dito escriptorio.
O Sr. dou'tor Antonia Jos de Souz*
Comes, haja de ter a hondKe de vir pagar
ao abaixo assignado, a quantia da t50,109
rs. saldo da sua letra vencida a 98 de maio
de 1839, (cando V. S. certo de que, em
quauto nfio embotijar a dita quantia, tera
a satlafacSo de vero sen nome nesta folha.
F J. dos Santos.
Precsa-se alugar um sitio na freguezia
da Varfea, ou para cima do dito lugar, com
tanto qtie soja de boa morada, a tenha ca-
sa para grande familia, bom banho e fru-
teiras : na rus l'ormosa, n. C, ou annuncie.
No dia 24 de agosto ultimo, apparece-
ram no engenho Pintos, vindos rea estra-
da de S.-Ant9o, um quarto. um poldro
duas egoas : seu clono diriji-ae ao mesmo
engenho para os receher, licando, porm,
certo de que se nflo responde por qualque
extravio que elles possam ter.
Alugs-sea cosa de sobrado, n. 12, da
ra do AragSo, com dona andares de bou*
commodos, quintal com aerventia para a
ra do Timbia, boa cacimba, estribara,
eochelra para tres ou qualro carros : a tra-
tar na botica da prapa da Boa-Vista, n. 6.
-- Prcci-a-se alugar urna preta e um prc-
lo que sirvam para vender fazendas: na
tua do Trapiche, armazem n. 4*.
Precise-saatugar um homem forro, que
saiba tratar is> cavatina, para um sitio de
bumeui soltero : quem estiver. neslas cir-
cumglaneia, dirija-se i ra da Cruz, n. 18
A cidade de Pars.
Fabrica de chapaos de sol,, ra do
. ^ollegio, n. /J.
I, Fa^o>p-articipa ao respelavel publico
desla cidade, que elle abri o seu novo es-
ta belec i ment, onde se encontrar aempre
o ni grande e bonito sorl ment destes ob-
jeelos doswai* modernos e variados, como
sejam : chapeos de sol para homens de se-
das chamaloladas c lizas, d cares e pretos,
dilos de armaeflo d'aco multo fortes com
sedas de todas as cores, ditos para senhoras
de sedas lavradas e lisas, com franjas e ser
ellas, cores muito bonitas, ditos ditos de
panno imitando arda, com franja esem el-
la, ilitoa ile panuinho para homem com ir-
niacflo rica e ordinaria, aoiliuiruio de ben-
galas de tolas as qqgjidudes, baleias para
vestidos, colleles 8MJ rjallios par.i amino-
ra. Na niesma casa i anrla-se o cobre-se
toda a qualidade de chai eos de sol a benaa-
las, para o quaes lem boas sedas e pannos
em peca i'^dos estes objeelos vendeoi-st
em porcSo e a retalho, por menos preso do
que cm outra qualquer parle.
--Aluga-se por anodteo preco o terceiro
andar da caaa, SO, na ra de Apollo :
trs*Jaoni Antonio de Moraes Coces rerrei-
, na dita casa.
eeisa-se alugar urna casa do doue an
rea em.alguma das piincipaes ralas do
lrrodollecife, prrferindo-se a da Cruz,
-fcnda-M toda a casa altua e baisos, cor.'
viudo ao proprieUrio, e afianca-se a boa
Sriservacuo e zelo no predio : quem live
uuncie.
Lotera <1 Mutila da Ilua vista.
O thesoureiro desta lotera annuncia ao
reapettivel publico, que muito breve tem
de marear o da do andamento das ruJas .
as pessoas que teem biHieles apartados os
ni buscar qumiu auies, do Cvii'uario se-
r3o vendidos. .O restante dos mesmos a-'
cham-se i vaatila nos lugares j aunuucia-
dos.
Precisa-sede um caixeiro para palla-
ra, sendo maior de viole anuos, que abone
i sua capacdide, eque sabendo bom des-
empenhar sua obrigicto se dar bom orde-
nado : na praca da Santa-Cruz, padaria por
baixo do sobrado, n. 106.
Prccisa-se de uina ama : na ra do Fugo,
n. 7, prinieiro andar.
5
H
* Paulo fiaignouv, denliala francez,*
recenchegado nesta capital, offerece
Iseu prestmo ao publico para todos os^i
s>mysteres de sua proflssBo, quorextra-^f
chindo, lioipsndo e chumbando os den-49}
les nsturaes, quer substiluindo-os por-
?outra arlifleaes, para o que lem os'*
Jmelhores apparelbos. Pode ser procu-J
irado a qualquer hora em sua casa, iiaj|
*rua larga do Rozario, n. 36, segundo,^
.andar. -M
fabrica lie obran rl folbaH He
fla lid res. ra Nova n. 38, le-
fi-inilc da Loateelco.
Nesta hem acreditada fabrica ha conti-
nuadamente um completo sortimMlo de
obras de folha, bem como hacas, nanhei-
ros, bahs de lodos os tsmanhos, objeelos
le servico domestico e para corintia, ^ bem
como se fazem todas as obras por preeo com
modo, e com perfeicfio.
O abaixo assignado annuncia ao res-
pelavel publico, que elle lem aherto em
Ma casa, ra do Mondego n. 44, urna aula de
primeiras ledras, para a qual recebe Unto
alumnos externos, como relos pensionistas
e pensionistas. O annuncisnte se conside-
ra com as habilitteties necessarias para bem
desempenhar as ohrigac'S inherentes a-
Hiielle ensino, de que j tam pratica, e pro-
testa disvellar-se pelo progresso e aprovei-
tamenlo de seus discpulos, nflo poupando
nafuicos para focmar-lhes o espirito, como
>>xige urna acurada educacSo moral e reli-
giosa. Telo que respeita aos alumnos in-
ternos, tem a casa as melhores accommc-
rtaces, j pela exlensfloe reparlimentos
le la, j por saf um pouco retirada do maior
te por ter ella um sitio amuradoonde os
meninos podero recreisr-se as lloras va-
gis Francisco d* Sallts de Mbuqt^rque.
Alugam-se srrvinles escraroa para a
bra da igreja matriz dos A togado; quem
prelender, dirija-sc casa das afenefles.
Novo Ntiibrlaarimrnto flna, na rna Nova, n. 36>
Jos Pradines, rotileiro-armeiro, participa
ao respelavel publico desta cidade, e prin-
cipalmente a seus freguezes, que mudnu o
elahelecimonlo que tinha na ra do Itoza-
ro larga parea ra Nova^JJajconl'rnnte a
igreja da Cuncaf^^H |Prflo promp-
to a exrcular qHldjIlvWMRnmenda de sua
arte com a maior perfeico possivel epreco
mais commododo que em outra qualquer
parte, i) annunciaute, lendo recebido de
Franca ltimamente um rico aortimento de
objeelos de sua arte, nSo llie M pos6vel
menciona-loi pela grande qnanlidado e va-
riedade dos meamos ; mas assevera que lu-
lo he o mais lino possivel, e ser patente In-
do aos compradores e por precos inui ra-
zoaveis. O annunciaute para facilitar a |>re-
iladi' ilas encoaimeiidis que se Ihe fize-
rem, mandn vr um oflical de Franca, o
qual chegotr pelo tingue Citar, e se acha no
xercicio de sua arle no eslabelecisaenlo
cima.
-- Joseph Lalham.aubdilobrilannico, re-
tira-sedo imperio.
. Precisa-aia de 3:000,000 rs. a premio de
um por centoao mez, pagando-so o premio
lodos os mezes, e d-se por garanta um
sobrado na ra Imperial, o qual vale hoja
6 a 8 contos do ris, e est livre e dusem-
haracado : na ra do Itangel, n 54, fabrica
de licores, de Victorino Francisco doa San-
ios, ou annuncie.
" Fugio, no dia 8dejulbo prximo pas-
sado, do engt nho Po-Sauto, freguezia do
Cabo, um escravo croulo, de noxe Anto-
nio, o qual foi escravo do fallecido Carlos
Pdrera da Silva Caldas, hoje pertencente
a l.uiz Pereira de Franca Caldas, com os sig-
naos seguinles : moco, um tanto baixo, na-
riz afilado; he carreiro e de cor preta:
quemdelle der noticias certas, ou o pegar,
leve-o ao engenho Corausss de Una, ou
nests praaja, na ra do Caldeireiro, n. 14,
quesera generosamente recompensado.
Fradejs, culileiro, previne
i.
Alinela le neuoelns entre o
Hrasil rnrmajal.
Ficriptnrio provincial em l'nnambuco. Ra
es Ir tila do Hozara, n 41, segundo andar.
Delegado o baruarel A. t. de Torres
Uandeira
Entro as emprezas uteis figura o estaba- chSo no largoda Assembla, n. 18.
ecimento da agencia de negocios entre o -- Vende-se urna mes para escripia i
lee.
Brasil e Portugal, que se acha confiado ha
dous annos entre nos ao Sr. Dr. Jos Felicia-
no do Castilho Harreto e INoronha, residen-
te no Rio-de-Janeiro. JSstaempreza tem um
fim louvavel,eque est muito em harmo-
na com os interesan das duas nacOes : o
commercio principalmente, esse ramo po-
deroso de riqueza publica e de civiljsscSo,
pJecolher grandsimas vantagens, todas
as vezes que se Ine proporcionar a solucllo
de questOcs importantes, que, talvez, a nSo
e/ este rucio, ficariam no esquecmento. Na
parte de utlidade, ella,se di-lge tanto nm
enmo outro paiz: considerada desle nano
n3o po'der encontrar embaracos na pra-
tica
A agencia ;. romo ve os inlercsses lcitos,
tanto dos subditos bras'ileiros no reino de
Portugal, como doa subditos portuguezes
no imperio do Brasil; prosegue reclima-
cOes de particulares, que hajam de ser fei -
tss em emboa os pazes; Unta compos(0es,
instaura e aegue procedaienios judiciaes ;
procede a pesquzas acerca da existencia,
mudanca de domicilio ou fallecimenlos ;
sollicita o cumprimento de rogatorios, man-
da assistir a pracas ; agencia compra e ven-
da de predios urbanns on rsticos; viga
por inleresscs de herderos, faz manifestos
e registra hypolhecas ; administra casas e
propredades ; cobra rendimesups ejuro--,
manda, tirar Toldas corrida, plrasportes e
documentos dasestaefies publicas; requer
quaesquer pretenfOes jusUs do governo;
recebe consignarles e faz cumprir ordens
commerciaes; compra e vende papis de
crdito, fazendo transacroes de bsneo, etc.
O escriptorio cenfral h'n no Rio-de-janei-
ro, ra do Rozario, n. 68; o director he o
Sr. Dr. Jos Feliciano de Caslilho Brrelo e
Nornnha : eo advogados di empreza em
Lisboa os Srs. Drs Joflo de Dos Anlunes
Pinto e Gaspar Joaquim Tellea da Silva ; o
correspondente naquella cidade he o Sr
Thomaz Antonio do Paiva, roa Ferregial de
cim, n. 1. Ao Sr. Dr. Caslilho, como direc-
tor da agencia, cabo o dirito de estabelecer
delegados nos pontos do imperio que os pre-
c sarem, em conformidade co a autorisa-
cloque lhe hectincedida pelo artigo 2/ do
rgulamento da meama agencia e he por
isso que os dous escripturioa do Rio e de
I isha, bem organisados, Uem estabeleoido
delegsfOesem lodos os pontos mais impor-
tantes dos dous estados { de sor le que qual-
quer requMCflo, que lif dl'R* respeito, he
levada a eflcaz andamento desde o dia em
que se recebe o encargo! Pelo Sr. Caslilho,
como director, foi nomeado delegado da
igeneia, nesta provincia, o bai'barel A. II
de Torres Randeira, que tratar de empre-
gar todos os esforcos para levar aefleilo as
cundieses (liadas no regulamento respec-
tivo.
O delegado, desejoso de cumprir as or-
dens emanadas do escriptorio central, no
Rio-de-ianeiro, lem estabelecido um escrip-
torio provincial, na casi de sua residencia,
ru esj-ieita do Rozario, rr. 41, segundo an-
dar. Al peasoia que tlverem infresses a tra-
tar por meio da agencia, podero dingir-se
i aquello escriptorio, das orto horaada ma-
nliaaat as 10, e das 3 da larde ate s 5.
-- Aluga-s o segundo andar e sold do
sobrado, atraz da Matriz da Roa-Vista, n
26, com commodos para grande familia : na
inosnii ra, n. 22.
I --Precisa-sede um pequeo de 12a 14
s para caixeiro de venda: na ra da
anaos pa
Cuf, n.
m
Compras.
Cumpr-se efleclivamente cobre,
chumbo, zinco, estanbo, e toda a quali la-
de de nietal.fjplho, nilo sendo ferro : na ra
Nova, n. 38.
Conipram-so os Diarios de Pirnnmbucv
do 1.' de setembro a 8 aja abril de 1850: na
ra do Queimado, n. 37, primeiro andar.
Compram-se escravos com habilidades:
na ra lerga do Hozarlo, n. 48, pi iineiru an-
dar. .aW
c-impra-se, para urna encommenda,
nm escravo que saja boto oflical de latioei-
ro : paga-so bem, agradando : na ra da
MoJr, n. 7, a tratar com Leopoldo da Cosa
Araujo.
Compra-es urna cscrava moca de qpni-
ta figura, e com habilidades, e boa vende-
doira de la, sem vicios nem achaques, pre-
ferindo se com cria, nlo so olka a preco:
na ra da Cruz, ti. 35.
Compram-se dous tachos do cobje,
grsndes e em bom osudo : polea vidrada-
dos grandes, ealguidaros : na ra do Quei-
mado, n. 2.
Compra-sea Iheologia moral de Cu-
"niliale, novoou em bom uso: quem tiver
annunci.i.
Compram-se tt-lha vallias, em grandes
e-pequeas porgos: as Cinco-Pontas,
n. 82.
bonita figura, Jjos vendedeira de rus, sem
vicios nem achaques que se conheca, che-
gidi ha pouco lempo de fon : na ra da
Cruz, n. 28, segundo andar.
-- Vende-se urna negrinha do 13 annos,
da bonita figura, que faz lavtrinto e cose
estante para livros, ou papis, um candiei-
ro de meio de sala ; um par de lanternas
com casticaesde casqainha ; um banheiro
de folha de flandres : todas estas obras es-
tilo em bom uso: na rus Dreita, padaria
n 26 se dir quem vende. (^^MYomensraalaTemli^teaaiBmedl-
Lnvaade pellica e de rede pnra clna J0qiie aiuella que be geralmente conl.e-
almde outros muilos romances que os
freguezes acharSo para escolber, sendo os
presos os mais commodos poasiveia.
Xarope do bosque
para cura de phlhiaica em todos o srui dirTe-
renlea grao, qur motivada por eonMlpa-
cSea, toase, ailhina. pleurii, eacarroa.de aan-
gue, ddr de.coatado e peito, palpiacao no
coraco, coqueluche, bronchlte, dar na gar-
ganta e todasaa molestias do orgaos pulo o-
narea.
De todas as molestias que por bcranca firain
ao corpo humano, nenhuma ba.que mais des-
tructiva tenha sido, ou que tcnlizomuado dos
Keilnncao.
Preciss-sa de urna pesaos que saiba refinar
laucar, e compra-so um escravo rt nadur;
na ra da Cadei do Recife, n. 50.
eilavel pub|ko, que inudou
da rui dos vfugrlefs, para
ovi, "o. SGj'dcfronto da
jreja dj Gonceicao.
Precisa-se de urna preta para carregar
um tabolelao de fazendas, indo em com-
panhia de outra para vender : na ra do
Trapiche^*. 44, armazem.
Alng-se, animalmente urna 'casa de
sobrado na ruada l'nio, que accommoda
duaa familias, e tem vista para a brrala
tratar na ra da Auro/a, n. 4.
Ulysse Droa, reloiaciro sui-
so, de pussagem por "vHla pruca,
onde lenciona demorar-.se*5 ou ff
mezes smente, concerta toda e
(jiialquer qualidade de relogios
e em qualquer estado cm que se Venic-aeS terrenos con 260 palmos
achem ; assim como lem para ven- ? trente, e o ue turnio, uu sido ao iios-
Vendis.
der relogios de ouro e piala dos
melhores fabricanles : na rus da
Cruz, n. 4, primeiro andar.
- Aluga-se por mdico preco urna casas
com couimodos pars grande familia, com
cacimba, um pequeo sitio com capim pi-
ra um cavallo, no lugar denominado Santa-
ninb ou Sanl'Anna slalponlro: a fallar
com l.uiz Comes ForrtaVio Mondego, ou
na ra do pollo, n. 20, com Antonio de
Moraes Coxis Ferrrra.
jb Fugio, no mez de aetembro do
ros i.:
anno
prximo paasedu, o patajlntiu Leornado, de
20 annos pobco maisgu menos, de estatu-
ra baix, reforjado do corpo; he muito
regrisl ; consta andar pelas psrles do Ga-
rantis : quem o pesar leve-o a lypogriphia
di viuva Homa. que ser gcnarosAmente
recompensado.
No da 11 do eortenU, s 10 horas do
lia, havera, iajlfl oiorio que
o Fumino Josc Flix di osa,- na ra di
leniall, da trastes, ouro, praia e divida*
peruncente* a t\ta do fallido Firmino Joto
re.iii.ua riuw,'cuju !c2c fe: requerid" pe-
los liqidatariosdodilo Firmino.
picio. ou permutase por urna boa casa ler-
r(a : os prettendenles se pdem dirigir na
ra dos Pires, n. 19, ou anounciem por eala
folha,
Vende-se 2 colxas, sendo urna azul
bordada, e outra deselim encarnado ; na
rui Direila, n. 69. ,
O oitavo baUlhSo de cscadores tem 20
esbecas de gado, as quaes vende, o quem
qnizer compra-lss : dnija-se ao qualel Jo
Hospicio, pira ve-lns e tratar com o lente
igeute do napamo haialhao, das 10 hora s
2 da Urde.
Veudem-so dous pretoa motos, de
multo boas ligaras, ptimos para o traba-
Ibo do campo e da praca um dito do 20
annos, alto, de muito lmd#flgura, bom ca-
noeiro, sem falta ; uni cahrinha de 10.mi-
nos, muito esperto par o servico de una
c* ; nmi escriva do '20 annoa, a mclhor
figuraqua podo liaver, a qual conha, en-
gomina pouco e lava ; una mulitinha de
t annos, muito linda, que cosa, engom-
ma, e amarra o cabello de qualquer senho
ra, ludo faz muito bem : na ru do Cnlle-
to, n. 21, primeiro andar, se dir quem
-Vende-se urna escrava do ntoSo, de
enliora.
Vendem-se luvss de pellica e com pal-
mas, a 1,600 rs. o par ; ditas cor do cann,
com botlas, s 1,280 rs.; ditas pretas de
rede, s 800 e 1,000 rs. : tudo fazonda mui-
to superior: na ra do Queimado, n. 33, lo-
ja d miudezas, junto a de cera.
Caitas francezax para Jogar.
Vendem-se cartas francezas para jogar, O
mais fino que se pode encontrar, por preco
mais commodo do que em outra qualquer
parte : na ra da Cideii do Recife, n. 49.
loja da miudezas, de Jos Carlos Ferreiaa
So j res.
Cartas para Jogar.
Vendem-se carias finas para jogar; na
ra do Cabug, n. 12, loja de miudezas de-
fi otile da ra das Larangeiras.
ttic peeblneha!
Potes de banha frsncezi a 100 rs.
vendem-se potes de banha franeeza, com
muito bom chairo, a 100 rs e em duzia a
1,000 rs. : no Alerro-Ja-Roa-Vista, n. 48,
pois he multo pouquinho : venbam fregue-
zes, que nflo cliega a todos.
Vcnde-se um moleque de 18 annos,
sadio e possante : na ra Augusta, n. 6, das
6 s 9 horrs da mantiSa, #das duss s 6 da
Urde.
Vende-se a loja de urna porta na ra
do Lvramenlo, n. 34 : a tratar na mesma
loja.
Na ra do Cabugi, loja do Duartc, ven-
dem-sa trinas, volantes, galdes, espegui
Ihaa e rendas, proprias para armadores, por
preco mais commodo do que em oulra qual
puer parte. s
-- Vendem-se h travs de louro: na pra-
ca do Corpo-Santo, n. 9.
Vende-se um selim inglez com os com-
petentes irreios, tu lo em muito bom uso,
por preco commodo : na roa da Cruz, ar-
nazem, n. 9.
--Na ru do Cabug, loja doDuarte, ven-
dem-se quadros de santos com molduras
douradas, a 500, 600 e soors.; calungasde
vidro de diversas qualidades; tranca de
13a pita enfeiles de vestidos ; gravatinhas
di selim; e enfeiles de vestidos rar 8e-
nhora.
Na ra do Cabug, loja do Duirte, ven-
dem-se t. sumas para barheiro, atraale,
de costura e para unhas, fabricadas pelo
mclhor culileiro de Cuimaries ; caivetes
finos; espivitadores de casquinlia ; chum-
beiras de dous ranos, polvarinhos e frascos
com seu copo ; espoletas ; bandejas de 6 al
24 pollegadas; candietros para escada,
1,000 rs. ; chicotes inglezes para carro,
4,000 rs. ; i auno de oleado de bom gosto ;
luvas de algodSo pira montara, 200 rs. o
par; rharuteiras linas; e cha/.eos para ne-
ii i no.
Novo mappa geographico de
Portugal-
Vende-se o novo mappa geographico de
Portugal, em grande frmalo, gravado, di-
vidido por provincias, dislrictos admiuis-
Iralivos a conoelbos, conforme a ultima le
da divisflo do territorio, e contando a de-
marcacSn dos pai/es vinbaleiros no llouro
c llairrada; as estradas militares; todas as
trras e lugares nolaveis, com designacSo
daquellas cm que ha crralo ordinario ; a
escaladas distancias das tenas principses
imtre s ; o mappa doa concelbos, a nume-
ro de fogos de que se compilo cada distric-
toadminisUalivo, correctoe memorado em
todas as suas especialidades, segundo as
alterarles que teem havido at hoje : na ra
do Collegio, o. 9, loja do livros.
Na ra do Cabug, luja do
Dnarle, vende-se seda irouxa de
lindas cores para bordar.
Vendem-se 5 apolcs do>theatro d'Apol-
I', das prin eiras a que dito Iheatro se acha
Ityrothecado, importando com o premio de
meio por cenlo em oitcenlos e tantos mi|
rs.: dSo-se por seiscentos mil rs. : na ra
.'a turnia, 0. 4.
Vende-se un optim banca redonda
para meio de sala, djj madeira angico, Otira
bs e quasi nova, por preco commodo : na
ra de Murtas, n. 62, cagatetrea com fren-
te toda pintada dea/ule prtalas brancas.
Para os Srs. alfaides.
Vender cstoupa para intettelas, a 80,
120 e 160 rs.; pecas de madapoln, i 2,500
rs.; chitas com avaria de chuva, a 100 rs.
o covodo, e algodSosuho mallo lago, lm-
l'oennmo tapado propro para toalhas, a
ISO rs. : na ra larga do Rozaalo, n. 4s, prL-
mero andr.
Vendem-se ioo acedes da
mpantiia tljjp^Derben' na loja de
Ignaciu Jos da Silva, junla ao ar-
en He Santo- \ nlnnin dir qCf!
ven Je. A
Vende-sa um lustro ca oilo luze e 2
candeiroa de gaz em muUo bom estado a
por preco commo !o : na"rua Relia, n. 18.
A oh amlgea dos ironin romanees.
A' livraria dt pateo do Collegio, n. 6, de
Jo9o da Coala Dourado, acaba de receber de
Franca urna factura de excedentes livros
em diversos gneros de litleratura, e de au-
tores oa mais recommendaveis, pela ins-
truccSo o bom gosto desenvolvido* em suas
obras ; ntreos muitos romancea que vie-
rim, silo recommendaveis os seguintes:
Cabana Indi, ou o caf de Suriti ; Itarba-
riski ; Loiilia, otros foragido* dos Pirineos;
Aventura de trisito da Cunha ; Guilherme
lell, ou o libertador da Suissa ; D. Joto de
alperra; I). CusmSo de Alfarache; o l'assaro
BI; I). Raymundo de Agujar, ou os Tra-
jes portuguezes ; ivnnlni-.i rio linliniaoon;
os Recreios de Eugenia ; Aventura de Pedri-
llio o Picaril o Renegado; Joaquina Rosa;
Gustavo, ou boa:peca ; Lazarinho de Tor-
nes ; o Pai ; Joto Boccacccio; o Bandolai-
ro dos apenainoa; Conslauoa, ou a lilhi
maldija ; Contos de fadas ; Paulo Verginia;
..d,v.-u smoroo ; o Dote de Suzuinia ;
aobre veueziana ; o Sepulcbro; Cyprianno;
clda por., molestia no bofe. Em valias pocaa
do seclo pascado tem se oflerecldo ao publico
difl'erentes remedloa com attestados das eslrl-
ordnarias cura que ellea teem feito, porin
quasi que em todo os caaoi a illusao lem sido
apenaa passageira, eo doente torna a recahir
em peior estado do que se achava ante de ap-
p'llcaro'reiiifdio lao recomniendado : oulro-
iiui tu nao acontece com eate extraordinario aa-
rofe do bosque.
O proprietarlo ao principio foi Induzido a of-
ferecer esle xarope ao publico, depoia de ter
ell'cctuado em si mesmo Ulna cura permaaenle,
e depoia de ter a opinlio dos primeiromdi-
cos da Europa e dos Es'tados-Unidos, de que
seu estado ja nao dav eaperan(as de inelhoia,
e era como segu. No auno de 1837 apanhet
una grunde constipado que me atacou o pai-
to, e todos os ayinptomaa de phlhiaica pulmo-
nar logo se seguiratn. Eu tiolia urna tosse con-
tinuada com dor no pelt, aalivava una lleu-
in.i dura e alguinas veaes misturada com sin-
gue, urna febre tica, suorea de nolte, ema-
grecl rpidamente, e eui pouco tempo flquei
reduildo estrema debilidad..-.
Os ni.-os mdicos (entre os quaes hatia al-
guos dos principara do Estados-Unidos) junta-
mente com meus amigos perdern) toda a es-
peranza de ineu melboramento, e eaperavaiu
que eu brevemente suceuiubirla.
Neste estado de molestia por casualidad.' en-
contr! Lino nina amiga recelta dos Indios, o
resolvi-me com o coascntiineuto dos meus m-
dicos a eprrimenta-la, ylslo o estado deses-
perado do meu caso.
I Qual nao seria a admlricao den meus medi-
co, e n meu contentamente vendo que desde
que principie! a tomar o xarope, conheci logo
urna mudanca no meu syslema, c pela conti-
nuafio do uso a molestia midurou, oa tumo-
rea Iforniarain cabefi e arrebentaraui lanzan-
do grande noreo de saugue e materia. Depoia
de ter cotinuado pelo espaeo de 3 mezes com
o remedio, a iiiinha molestia cessou tnletra-
.neute, c acbel-me restabelecido de perfeta
sade, o bote desde iquellc lempo tem conti-
nuado sem a menor alteeiacao de cnferinida-
de. Neslas circumstancias be que me resolv
ao principio a olterecc-lo ao publico, Arme-
inenie conveneidu de que he o nico remedio
que se tem des. uliei 1.1, no qual se pode ter
conuaiica para a cura de pbihisica pulmonar.
urou onde todos os oais remedios tinbaiii fa-
Ihado, e, se l.ir tomado e applicado segundo aa
direecoes, poucas vezes deisar de produzir
urna cura radical.
O aeu principio de operar he fcil de expli-
car : auavisa e acalma a ineinmoda loase,
ainadurecc o absceno, facilita a sallvaco, e
em pouco tempo livra os bofes da materia que
se rene nos lubos de ar. Regula- as fuuCfes
usuaes sem neerssidade d outra qualquer me-
dicina, fortifica o syslema e purifica o saugue.
Nao conten, nem mercurio, opio, ou outro
qualquer ingrediente venenoso, che feito ni-
camente de raiit < aerea. Tein-se usado ba
mais de nove annos, e beuntveraalmente con-
siderado como o grande e nico remedio para
eala horrorosa molestia. Os seus efl'eitos sao
em todos oe tugare o mesmo, admirareis e lri~
umphantes '.'.'.
Como medicamento preventivo e antidoto
contra as tendencias do clima para a phthlsica,
he de grande valor, e nao d, segundo fax qual-
quer medico ou conhecedor de drogas, porm
einquanto se est paliando com estas eso><
miiturai," doente vi rpidamente cmpcioran
do, c cada dia mais a mais colloca o aeu caso
Jura rfo alcance de esperances '. Nao anecede as-
sim com esta preciosa medicina He seinpre
salutar, e seus elleitos nunca sao dainnosos.
Nao he opitica, nao he tnica, nao he um me-
ro expectorante, nao tem por objeclo afagnr o
doente para ter uina fatal srgnranca. He m jmii-
de remedio, nina grande composicao curativa,
o grande e nico remedio que a (ciencia e o
coiiheciinciito medico teem at hoje produzldo
para o'tratainenlo desta molestia, ale boje tn-
conquistavel. *
Em urna palavra be o inelhor remedio no
mundo, e nenhuma peasoa tocada com este fia-
gelloda pHnitia amana ser justo para si epara
seus amigos, se descer sepultura sem altes-
lar suas qualidades virtuosas Urna nica gar-
rafa quasi que em todos os casos produzir
uina conslderavrl mudanca no estado de qual-
quer doenca, seja ella qual rK
Tem curado casos que ac snppunham supe-
riores ao poder medico. Tem levantado doen-
les como que da sepultura. Tam curado de-
pola que ja todos os ou> ros systcinas, medica-
mentos e inethodos de tratainento teem f.illia-
do. Em uina palavra, deseobrio-ie o eeqrio, a
phthitica cura-se.
A antlga opiniao de que phlhiaica nao po-
da curarse tem desapparecido desde a intro-
ducen.) desta milagrosa medicina. A phthisica
pela descobecta deste medicamento acha-se
despida de uietade dos horrores que causava.
Km lugar de s enlregarem ao desespero quan-
do estavam aeguros de que a phthisica Ihe li-
aba laucado as suas garras, mllhares de pes-
soaateem recorrido arate infallivrl remedio, e
conrpraicr e regosijo continiiam deafruclando
sade ueste seculo que produiio tal beneficio
i raca humana.
Leuibrem-sc todos aquelles que se achaui lo,
cados de molestia pulmonar, qur por losse-
tonslipacOcs, asthma, bronchiles, pleuris. es-
carros de saugue, dor de costado e no peito,
palpilaco no coracSo, dr de garganta, e to-
das as mala molestias jos orgaos pulmonares,
que uuico remedio seguro be a> xarope do
ItJHniie.
. I.cuibraf-ac-ha o publico que cada garrafa
t. ni dous papis com a propria asslgnalura dos
agentes H. C. Yates e Comp., um na garrafa
com urna perfeia direceo aobre o aaethodo
de usar delle, roulro no papel involto.
Pode aer mandado com loda a seguridad.-
para qualquer parte do Imperio. Ai ordena
execulam se puntualmente.
Vende-se na ra dos Quartels. n. 12.
Cdigo do Commercio do imperio,
vende-se a 3.000 ra., oa casa da residen-
cia do doutor Lourenco Trigo de Loureiro,
na rus da Saudade defranln do Hospicio, e
na hvraria da praca da Independencia, aa.
6 e 8, a segunda serie do ndice chronolo
Kco da.legislarlo brasileua de 1850, cotn-
prehendendo o cdigo do commercio do
imperio, falsamente tachado da inexacto
pelo annuiicid da caaa do livro aaal, inserto
no n. I7 deU Diario, pan o lira de poder
vender a 5,000 rs., oa que elle chama ge-
Lti vas de pellica, a i ,ooo rs. o par.
Vondem-se luvas de pellica para senbo-
ra.de muito boa qualidade, 1,000 rs. o
par: ua ra do Queimado, n. 16, lija de
Jos Oas Smiles.
vendem-se pipas de ptima ago ariien-
le nt roa do Hospicio, a. 9.
iun


,-* ... ,lffl' .
rv *>- v***wtai -o **- r *v
A Soors.opar.
Vendem-sssipitosdoAricaly.il 800 rs.
opir: no Aterro-da-Boa-Visli, n. 58, Inji
ao p da de selfeiro.
Vende-se farinha de mandioca de boa
qualidade 1,800 rs. a sacca, dita maia in-
ferior a 1,400 ra. : a tratar na ra do Viga-
rio, n. 13, oa no trapiche da alfandega, ar-
mazem que foi do CuimirSes.
Vende-se farinha de man-
dioca muito superior, e em saccas;
potassa em barriquinhas, por pre-
co commodo .* no armazem de Dias
l'erreira, no caes da Alfandega,
ou na ra do Trapiche, n. 34, ca-
sa de Novaesck Companhia.
Mocndas superiores.
NaTundigflbde C. Starr A Companhia,
emS.-Amaro, acham-se renda moendas
do caima, todas de ferro, de um modelo e
eonstrucgo muito 'superior.
Arados de ferio.
Na fundigo da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
ldo.
Vendem-se amarras ae ferro: na roa
da Senzalla-Nova, n. 48.
Vende-sefarinha de Sanla-Calharina.
muito superior, a bordo da galeota Sanni-
ma-Trndade, Tundeada junto ao caes do
CoHegio.
Cal e potassa.
Vcndem-se liarris com cal de Lisboa, pe-
lo diminuto prego de 3,000 rs. o barril; di-
tos da maia irova e mais superior potassa do
Kio Be-Janeiro, por barato prego: r.a ru
da Cadeia do Reoife, n. SO.
Farinha de mandioca.
Na ra da Crol, no Recife, armazem n.
U.ena ruada Cadeia, armazem de Cam-
pello&Filho, vende-se ferinlu de mandio-
ca do Cear, muita alva, gonrmos' e de ex-
cellento gostd, tanto em' pequeas como
em grandes porgoes, por prego commodo. *
Abo pitada.
NSo he elogio, porm sim a qualidade,
quem garante o novo rap Princeza, chega-
do ltimamente do Rio-de-Janeiro; eate
rap, noso naquell provincia tem mere-
cido a aceitag So geral, romo em ofltraa aoo?
de a aua boa qualidade tem sido experi-
mentado, nada deixando a desejar ao mc-
hor fabricante em Lisboa.Os nicos depsi-
tos nesta cidade.bena ra do Queimado, n
25, luja de miudezas, e na ra deaQtds^y
Vellia, ns. e 9, lujas de miudezas. t
Vende-no barato.
Na ra da Sanzalla Velha, n, 96, vnde-
se alhos muito baratos a vista faz f e sen-
do a dinheiro nem diga o prego, porque po-
de ser que se admirern.
Vendem-se bolaxinhas in-
gieras, das mais novas e superio-
res que ha no mercado : tratar
no armazem de Antonio Annes no
caes da alfandega
Vendem-se bons candieiros para gaz :
na distillacSo da travessa da Concordia.
Vende-se, na ra do Mondejo, n. 19,
sal de pedra, a 960 rs. Na ra Imperial, n.
99, vende-aesal de ealgar couro, a 560 rs. ;
urna canoa para abrir para lijlo ; urna di-
ta enibom estado; 9 encolamenlos de ca-
noas, par prego commodo.
Vende-ge a tabeina de Ni-
colao Rodrigues da Cuulia, no
paleo do Paraizo, n. 16, com pou-
cos fundos, e muito afreguezada a
retalho : a tratar na mesma, com
Jos Pereira da Silva.
Itap Paulo Coi-deiro, a 1 ,Goo
rs. a libra.
Vende-se o verdadeiro rap Paulo Cordei-
ro em librase meias libras : na ra do Quei-
mado, u. 16, loja c Jos Das Simoes.
lucos Utas lavrarius.
Vendem-se fitas lavradas de todas aa lar
guras, pr.oprias para chapeos, i'or prego
maia commodo do que em oulra qualquer
paite : ua ra do Queimado, n. 18, loja de
J. D. aimoes.
Farinha de S.-CathaTina.
Vende-ae farinha de mandioca, muito al-
va o de superior qelidade, por prego com-
modo : a bordo do bngue Conear'cdo, fon-
deado defronte do caes do CoHegio, ou
tratar com Ha noel Alves Guerra Jnior.
Vende-se um terreno j plan-
tado, com 94 palmos de frente, e 420 e tan-
toa de Tundo- com alicerce para casa terrea
oa sobredorando a Trente j murada, em
chBo proprio, na travessa da ra Hea>l para
a ra da Soledade, en-e o sitio da Sra. I).
Antonia Francisca CaSaval Pinto, e com o
sitio do fallecido tenenle Antonio Marcef-
i i no de Mello, no bairro da iiua-Yi>law
tratar com o sangrador Jos Anac lo d
Silva, no largo dos quatro-canlos do hairro
de;S.-Antonio, que dir quem vende, e a se-
gura que esta propriedade est livre e des-
embarazada.
Vcudcm-sesapatoes de cou-
ro de Ifctro, ditos de bezerro Iran-
Oleodelinhaca
em botijas: vende-se no arma-
icm da iua do Amorim, ns.
56
>4!
j:.--
u aitu

ua lena
orelhasedo Atacaty : lodo por
preco comn.odo ; na ra da Ca-
deia do fcecife, n. 9, loja.
Vende-se linlia de novelo de n. 16, a
120 rs., o de n. 40, a 190 rs. ; bem como
canas com o
40, 50 60, por prego muito commo lo : na
ra do Trapiche-Novo, o. 18, primeiro an-
da.
tartasfiraneeza* vcrdndcirns,
de nvtt bom gosto) e de cores flxas, a 980
etatOrs. o corado r* na ra do Cresjo, n ,
loja amarilla do lado norte.
Na loja ama relia da ra do Cree.
po, 11. J,do lado do norte,
veasmi-se corle* de case si ira de pura Ida,
ctaegiias uilanamanUj.de auperior qualida-
de a UJOO ra. jcrtei de cotfeWsda sararlin.
e aellas, a 1,600 f
Vende-ae doce de goiaba de primeia
aatidaiie, um pequenaa grande* porgoes:
Ha Cinco-Pon***, n. 82, taberna.
Vende-s urna escrava de afio, sadia
eeeai vicios: aa Ponte-Val ha, cata terrea
a. S!,JSS!5 so peras dejarte!.
58 e no armsiem do Annes, no
caes da Alfandega, a tratar com
Manoel da Silva Santos.
Tai xas para engenho.
Na TuudigBu de farro da ra do Brum,
caba-so de receber um completo sortimeu-
odo taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
|oaes acham-se a venda por prego com-
nodo ,,e com prompUdSo embarcam-se.
iu carregam-aeem carros sera despezas ao
comprador.
O mais bello gosto.
Vendem-se riquissimascasemiras, tanto
em gesto como em qualidade : na ra do
Queimado, n. 9.
Bellas cores.
Vendem-se luvas de seda para senhora e
homem, de ricas cores e fina Uzeada : oa
ra do Queimado, n. 9.
- Na taberna de Domingos da Silva Cam-
pos", na ra das Cruzea, o. 40, ha bixaa llam-
hurgueza para vender alugar, tanto por
junto como a retalbo.
Cbegncni pechiucha. Snpates
do Aracuty a 800 rs. o par.
vendem-se no Aterro-da-Boa-Visla, defron-
te da noneca.
Batata* novas.
Na ra do Azeiteslo Peixe, armazem n.
19, vendem-se batatas francesas novas.
Na 1 un do Lirramento, 11. 11,
vendem->c sapatos de dunque francez para
senhora, a 1,440 rs. o par: borzrguins de
Tazendas de cores, com biqueira de couro
do lustro, para criangas, a 900 rs. o par.
Ultima moda. 6
Na loja 00 sobrado amarello, nos 9
quatro-cantoa da ra do Queimado, *>
*. 29, vende se um completo soiti- a
aj) o.ento de>chapos Trancezes da Jdti- af>
0) ma moda, porpregos rasoavers. *
# !
Vende-se cha hysson de superior qua-
lidade, em caixas e meias ditas, e em lotes
a vontaajt do comprador; caixaa com velas
je espermacete da melhor qualidade : na
ra da Alfandega-Velha, n. 36, escritorio
de Matheus Auslin& Companhia.
Chegrou
o mez de setembro, e com elle os gneros
baratos, aonde ? na ra das Cruz es de S.-
Antonio, primeira venda pintada de azul,
como sejam : caT de carogo de primeira
qualidade, a 180 rs. a libra; mantei&a in-
glza e Tranceza, de 390 a 610 rs.; cna, a
1,900 e 2,560 rs ; grSo de bico, a 190 rs ;
hervilhas, a 200 rs.; arroz, a 80 rs. a libra,
e em arroba a 1,600 rs. ; azeite do Porto, a
560 rs.; dito decarrapato. a 240 rs.; dito
pelxe, a 400 t. ; dito de coco, a 320 rs. ;
mel de pao a retalho e em porgSo ; vinhos
de todos ss qualidades ; latas com sardi-
nhas, grandes e pequeas ; ditas com her-
vilhas ; conservas de todas as qualidades;
marmelada ; doces de todas as qualidades,
em caixOes grandes e pequeos ; candieiros
com mangas de vidro, proprios para venda
ebotins; bragos de balanga pequeos; e
lodosos mais gneros que pertencem a es-
tas casas : quem a verdade quizer ver, ap-
Earega em dita renda, que a vista dos co-
res, far-se-lia um disconle que lia de
agradar, bem como no peso, meaida e pre-
go barato, que he para o freguez vollar.
Vende-se superior Jarinha
de mandioca, a'melhor que ha no
mercado, e por mais barato prec.o
do que em ptra qualquer parte:
^"a hordo do patacho iVr/Wife, che
gado de S.-Calliarinha, ou a tra
lar com Joiode Carvalho I'apozo,
ou com Novaes & Companhia, na
tua do Trapiche, n. 34.
Na ra do Cabuga, loja do Duarte, ven-
dem-se boloes de Pedro II; ditos para In-
fantina ; ditos prelos e amarellos para ca-
sacas ; ditos de madre-perola ; ditos para
infeites de palitos de menino; ditos tran-
cos, amarellos e bronzeados para libr
ditos para cavetlaria.
Vendem-se 14 escravos, sendo um bom
ollicial de oleiro, e de bonita figura; un
muiatinha de 14 a 15 anuos, que cose, en
gomma ecozinha ; urna negrinba de 13 a
14 en nos ; 5 escravas mogas da bonitas fi-
guras, entre ellas algumas com habilidades,
6 escravos mogo*, de servigo de*campo,. ou
outio qualquer servigo': oa ra Uireila,
a 3.
Vende-se un/preto crioulo de bonita
figura, com principios de cilicio de alfaiate,
por prego commodo, sendo para) Tora da
provincia, ou para o mal'') : as Ci.
las, n. 3, sobrado de um andar.
Farinha de mandioca
vinrla de S.-Matheus, muito nova, e'que no
faz dillerenga a de S.-Cailiarina : vende-se
por prego commodo a J>ordo do patacho
Lima e sumaca Bellwolia, Tundeados
em fenle do CoHegio, ou a trata/ ao lado
do Corpoafitplo, n. 25, loja de massaurs.
-- Vende-se farinha de mandioca, de boa
>r"v> i,w rt.
de JMas' Ferreic, no
sueca 1 no armazem
caes da Alfandega.
- Na ra do Cabuga, lojaWq Duarte, ren-
den-se Irn jas au i fes prelos, proprios
para manteletes ; louoas de ISa para bordar;
meias pintadas para menino*O meninas
11. w. a liu is, ntiri ionio "1 B.
sorlimento de tres numeres *bpeos de minnoo br.*co .5,000 rs. ;
ditos de sol, para mei.inas, a 1,600 rs.; cas
licaee de vidro, a 1,400 ra. o par ; sapali-
nbos de 13a para meninos, papel dourado e
praleado, lluo e ordinario.
O proprlctnrlo do es-
tabelerlmeato da ra Wova, n. 35, annuncia
que tem um grande e completo sortimenlo
de obras feitas, das quaes ,passa anuunciar
seus prego que sao : casacas esobrecasa-
cas de panno fino de 8,000 o 10,000 rs.; co-
letea de seda de 9,000 e 3,000 rs. ; ditos de
sarja de 1,000 rs. ; jaqueta debrlm pardal
1* Hrrtro poro de 1,600 r. : caigas de nanrtn
fino de 6,000 rs. ditas d duraque a'3,000
rs.; casacas de bnm e riscados a 2,000 rs.,
e oulra* muitaa faiendaa nova* o de bom
gosto e por pregos muito commodos. Neste
estabelecimento tambem se apromptarn|";
com toda a prealeza e muito bom feitas
menda, ao ultimo gosto, vista dos figu-
rins chegados proximamen'
500 rois.
Vende-se cha hysson de iuito boa quali-
dade, pelo preicode 500 rs. a libra : na ra
do Crespo, n. 3.
Hamburg-o a 20o rs. a vara-
Vende-se aovo hamburgo com listias de
cores, proprio para lenges, .colzoes, Ira-
vesseiros, empannadas, etc., pelo barato
preco de 260 rs. a vara ; lengosde cassa com
cercadura de cor, de bonito gosto, para se-
nhora, a 940 rs.; madapolo de 24 jardas, a
9,000 rs. e a 190 rs. o vara, e de largura de
tres palmos e meio ; bem como um com-
pleto sortimenlo de Tazendas finas e ordina-
rias : na ra doQueimido,n. 27, armazem
de Tazendas, da Raymundo Carlos l.eite.
- -- Vende-se chita Tranceza com algum
mofo, pelo diminuto prego de 160 riso co-
vado : no Atierro da lleta-Vista, loja n. 8*.
Vende-se por muito commodo prego,
urna rica secretaria com estante* para li-
nos, bstente grande, propria para advo-
gado, sendo de amarello e ainda nova ; as-
sim como, seis cadeiras a duas mesjobas
de abrir: na roa estreita do Rozarlo, n.
98, ultimo andar, das 2 boras da tarde em
diante.
Vende-se um terreno, sito na ra do
Sebo do lado do sol, com cincoenta palmos
de Trente, muito bom para urna grande ca-
sa, e no melhor logar da ra por ser o mais
alto e nlo precisar de aterro : a tratar oa
praga da Roa-Vitta, botica n. 6.
Vendem-se 88 verdeiras bi-
zas de Hamburgo, mais baratas do que em
outra qualquer parte, asseverando-se qoe
nunca Trarrl alugedas, e nem sealugam :
na praga dtloa-Viata, botica doSr. CamoU
ro, quanto maior Mr a porga o quelomarem
mais baratas serlo.
Vende-se urna preta de meia idade, por
250,000rs. muito folie, e quo cozinha e
lava, tudo muito bem; dous prelos, um
de 20 annos e outro de 30, ptimos para lo
dootrabalho; um dito muito bom para
um sitio, por esiar acostumado isso e en-
tender do trabalho e tratar do animaes : na
ra do CoHegio, o. 21, primeiro andar, se
dir que vende.
Na ra do Crespo, u. 1 o,
loja de D. Anna Mara dos Passos Cunha
Guimarfles, vendem-se cortes de casemira
de quadros, por 3,800 rs.; ditos de cores, a
5.500 r*.; panno preto fino, a 3,500, 4,000,
4,500 e 5,000 is. ; dito encarnado, a 9,400
r*. ; cortes de 19a para calcas, a 800 rs. ; los
brancos finos, a 2,500 e 3,000 rs. ; pegas d
franjas brancas, a 9,500rs. ; dita* de cores,
a 3,500 rs.; cobertores de la, a 1,800 r*. e
outr*s muilas Tazendas por barato prego.
TDeposito geral do superior ra-
O p Areia-Prea da fabrica de Gantoia Pailhet & C. O
na Baha. g
Domingos Alves Matheus, agente da~J
~fabrica de rap superior Areia-Preta de2?
T Babia, tem aberto um deposito na ruaj-*
Ji*da Cruz, no Recife. n. 52, primeiro an-^
^dar, onde se achara sempro deste ex-v
Ocellenlee mais acreditado rap: ven-
Ode-se em bolea 4e urna e meia libra,
por prego commodo.
O
Lujas de modiiH, ra Nova, n. 34.
Hdeme llosa llardy, modiata brasileira,
tem a honra de annunciara aeus Treguezes
que, continua a (er constantemente um lin-
do e variado sortimenlo de manteletes e ca-
polinhoa de chamaiole prelo e ros de na-
ples Turte cores, bem como de fil de seda
preto, para senhora* e para meninas, tem
igualmente completo sortimenlo de chapeos
de seda de todas corea, chapeos de palha
de Italia abeilos e fexado* com ricos mfei-
le* para senhora e meninas, arcnagOes para
chapeos de aedye de crep, e seda para os
meamos, bem como lodos os pieparos para
enfeita-loa, veos do seda anj*Vj ricos pa-
ra casamento, franjas prelaa, Mas, luvas,
meias sapatos do setim branco e de couro
de lustro, perfumaras lina*, fil liso e cre-
p de toda* escores. Faz igualmente pela
ultima moda vestidos de casamento, man-
teletes, capotinbos, vestidos de- baptiter,
loucados de changa e toda e qualquer obra
de sua profissBode muito bom gosto, por
pregos commodos e com promptidSo.
Vende-se urna toalha de lavarinto, leo-
do urna pequea parle de paone no meio,
he de bretanha de liubo, ou de esguifio lino,
obra muito bem feila, e o lavarinto be de
modelo muito moderno, por prego commo-
do : no Beeco-Largo, n. 1, legando andar,
demaobaaatc aa horas, e das 3 as 5 da
larde.
Vende-ie urna mobilia em bom oso :
na ra da iloda, n. 8, primeiro andar.
Vende-se banha e porro deiretid*, a
400 rs a libra : as Cinco-Puntas, a. 109.
01" -Vende-se urna mulslinlia de 16 anuos,
. de bonita figura, que cozinba o diaiio de
ama casa, eugomma liso, faz lavarinto e
renda, marca, e cose qualquer costura, pro-
pria mucama de urna cata : o on-livo por
que se vende: ae iu* do Queimtdo, n. 14,
se dir quem vende.
Vendem-se, na ma do Livrament, n.
10, cortes de casemira azul, a 6,500 rs.; di-
tas de cores, a 6,500 rs^ ditas muilo finas,
,v00is. ; tiii )><, 0,00 r*. ; o uuiras
mullas tazendas por prego commodo.
Vende-se urna casa nova com muila)
bons commodos, a primeira entrando dk
Soledade para o camiulio: novo, do lado as-
querdo, muito fresca, com muito boa agoa
de beber, com quintal de arvoredo, uu se'
faz negocio eoBiJum casal de escravos
tratar na inosma casa.
\ Ir \uiidrlnus.
r'ezenda de muilo goalo, de littras e pal-
ai*a de seda, mui transparente, a 8,000 rs.
o corle de 15 curadas ; cimbraba de cordln-
sinho.-inliluladasShcezinas, a 500 ra. *
vara: pegas de pbraias adamascad**,
proprlas para CorlflpaO*, 3,000 rs. ; e ou
traa.muitaa TazendM de sed* e Imbo : oa
ra do Ciespo, a. 4, lado do|norte.
Arados c ferro.
Vendem-se arados de ferro de
differentes modelos : na ra do
Brum, ns. 6,8 e 10, fabrica de
machinas e lundicio de ferro.
Bombas de ferro.
Vemfm-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Bruui, ns. 6, 8 e 10,
fundigao de ferro.
Deposito de potassa e cal.
Vende-se muit'i nova e superior potassa
e cal virgem d Lisboa, em pedra : tudo em
barris pequeos de 4 arrobas, por prego ra-
soavel: na roa da Cadeia do Recite, n. 19,
armazem.
FaiioJiaude Tapuy.
igualmente en sabor, finura ecor a de Mu-
ribeca, propria para mesa : veade-se n*
ra da Cruz, no Recife, armazem n. 13.
-- Vendem-se, na ra da Moda, armazem
n. 15, meias barricas com esl virgem de
Lisboa, a mais nova qoe ha no mercado, por
prego commodo.
Farinha de S.-Cntharina
da melhor que ha no
mercado:
vende-se nos artnaxens dos Srs.
Antonio Anaes, e Dias Ferreira,
a p do lampeo, no caes di Al-
fandega, em .saccas de alqueire,
por muito barato preco.
l'echlnchaa novas.
Va ra do vendem-se chspos de s1,; de sed* preta a
5,000 ; ditos de panno com asteas de baleia,
a 2^000-rs.; gangas trancadas de listras e
loja de fazendss, do J0S0 da Cunha alaga-
ntes.
Vende-se 11 m prelo de nagfio, de 20
annos, bom cozinbeiro, e que engomma
bem toda a qualidade de roupa : lia ra de
(lorias, n. 64, se dir quem vende.
Vende-se urna escrava de'13 annos, que
faz o servigo de urna casa com alguma per-
Teigflo : no pateo do Paraizo, no sobrado
de dous andares o sotSo, a qualquor hora
dodia.
Vende-se o afamado rap de
Lisboa, em frascos, checa do agora
na barca portnguza Ligeira: os
Srs. freguezes que esto costu-
mados a tomar dita pitada, i'So
o deixario de mandar buscar ao
largo da Assembl, n. 4-
. Vendem-se pegas de chita Tranceza,
com 24 metros, pelo diminuto prego de
5.S00 rs. a peca : no Aterro-da-ioa-Vista,
n. 18, loja.
Lotera do Rio ne Janeiro.
qua'dros de cores, faxenda qqe parece linho,
500 rs. o covado ; merino prsto fino de duas


i
r
larguras, a 2,400 rs
cOr, propria para caigas e pali'fls de homem
e meninos,* 1,000 rs o covado; cortes de
clleles dovelludo lav ido de cores e de
linho e seda, a 1,600 rs.; mantas de setim
preto para grvala, a" 800 rs. cada Orna e
outras fazendas por barato prego.
Aa moderno bom.
Na ma do (ln< i inuilo. u. 17, .
vendem-se rambraia* Tranceza* de corea
muito fina* e psdre* OS Mi moderno, a
600 rs. avara ; caanbraias de cordflozinho,
de c6re* mmmatm e padioe* miudinhos,
nHitaladaa M ""* '"o <>
seda de cre*V^*Wwwl fosto, 2,000
rs.cads um ; um compteto sortimenlo de
meias muito linas para meninas de todo* os
tamaitos, por prego commodo.
90O
Rovo methodo
os ao:000,000 rs.
Na roa larga do Rozarlo,' botica n. 49,
vendem-se buhles dk lotera a beneficio
do hospital da Santa cas* da Misericordia,
a prego : inteiros a 93,000 ra., meios a 11/
, quarlos a 5,700 n. oitavos a 9,800rs.,
vigsimos 1,400 r*.
- Vende-se um burro de Horacio, a urna
geometra de Ltcroix: na praga da Inde-
(pendencia, n. 19, loja de encadernscSo.
i Vende-se urna preta de 96 a SO annos,
que cozinha o diario de urna cas, e lava:
na ra Imperial, n. 97.
Veude-se um exceilente braeo da ba-
lance, com aa competentes concha* e cor-
rente*, muito propria par armazem -de as-
sucar: na ra do Tre#iche-Novo. n. 48,
primeiro andar,
Na travessa de S.-Jos, n. t, vendem-
se chicar** moderna, pintada* e em azas,
100 r. o casal,
Na ra das Crezes, n. 22, segundo *n-
. dar, vende-se orna parda de' 26 snno, de
?Iem.!^ ffiJ!.!"1 "" ***"> I* os", ose cbo, co-
zinhae lava urna negrota de oagflo, de 48
annos, que engomma bem, tose chdd, co-
zinha, lava, ene recolhida, para fra da pro-
vincia, ou engenho; um dita de oagflo Cos-
ta, opliina qitandeira; urna dita de An-
gofa, que cozTnha, lava, e he quitandeira ;
um pelo da Costa, de elegante figura, pro-
prio para armazem deassucar.
pratico a Iheorico da
liogoa Tranceza,
I.. A. Burgain,
por
por
5.0S0 r. : vende-se
n* praga do Corpo
O.Santo, n 2, pjimeiro andar. 9
5>0
Vende-se um* preta de nagSo, muilo
boa vendedeir* de ruaf e ptima lavtdeira i
na ru larga do Rozarlo, n. SJJoja.
Vende-se um sitio na poiBgSo da Boa-
Viagem, com duas casas terreas de laipa,
32Qpps de coqueiros, mangueirs e outras
fruteiras, e com baixa par* capim : na ra
Uireila, n. 33.
Vende-se urna preta de 90 annos, de
muito boa figura, que cozinba, engomma e
,-erve muilo bem um* casa; um mole-
que de'10 annos, ptimo par* o servigo de
urna cas*: na ra do CoHegio, n. 91, pri-
meiro andar.
Verdndeira linltn de carretel de
t Jardas.
Vende-se linda de 200 jardas, do melhor
aulot possivel : oa ra do Queimado, n. 16,
loj* de Jos Olas SimOe*.
Veubam ver para crer.
Snperior cera de CMnaba em porgflo, e a
retalho, por menos paego do que em oulra
qualquer parla : no Aterro da Boa-Vista,
II. 17.
\ loja de 6 uortaR, **> largo JJfjJjkinento.. .X
continu*"* terjji>fprela, 120 rs.S/eova-
do; ganga azul, a 100 rs.; chitas/ 120,
140, ISO, 180, '900 e 240 rs. "muito finas ;
chales de sed*. 7,000 e 8,000 ra. grandes
e finos ; um completo sortimenlo de fazen-
das por prego rasoaveis, que convidam a dar
principio a prepararen) os vestuarios das
familias com que devera Ir ao* (tjjreciaveis
banhosdoCapiharihe.
J o barafo causa adnilrnro !
Isto acontece na rus do Crespo,
n. 6, loja ao p*do I nipcao.
Vendenf-s cass*-chlls de muilo bom
goalo, a 240 ir*; corte d ditas do uieibor
gosto que teem apparecido, a 2400 rs.; chi-
tas finas de boas tinta*, ICO e 180 rs. o
covado ; riscado americano, a 140 e ISO ra.;
dito trancado, a 180 e 2U0 rs. ; algodlo
mesclado, a 900 rs.-; zuarte aztteom 5 pal-
mos, a 200 ra. ; dilo de cores, a 200 ra.;
cassa prea para luto, a 120 ra. o covauu ;
corles d fusiao muito boa, 5(0 rs.; cha-
les de tarlatana, a MO e 1,280 rs.; coberto-
res de algodSo de cor, muito encurpados e
proprios p*r escrvo* por serem mullo
quelites, 640 ra.; lpica preta de cordSo,
001 7 palmo de largura, a 1,288 rs. ; na-
dados de puro linho, a 940 e S60 rs. o co*
Mrado.
s q
njcr Ov7s to 00
roveaM CSCS
-Jla ra do I ivramento, n. S4, vende-se
mawiga muito superior, 320 rg. a libra e
quem tomar uorcAdK'a 980 rs.: vende-so
ssim barato porque se quer acabar e no
porseror4iaria.
Venda'i-se un ptimo cozinbeiro, Un-
to do foroo como de missas, sem vicios
nem molestia* : vende-ae por seu dono rf-
toda [tirar-** par fra da provincia e precisar de
g.t,- idihe'ra: r p.-ssgss:, sitio ds csjci.-o.
Travessa da Mndre-dc-Deos, ur-
unxTm. n. 5.
Escravos Fgidos.
- Fogio, o* manhfia do dia 4 do corre-
te, o escravo Jos, de nagflo, baixo, repre-
senta 22 anuos; tem orna belida em um
dos olhos, e urna cicatriz no queixo do la-
do direito; tem a marca de um caustico na
nuca ; levou camisa branca, calgaa de brise
de quadrinhos e mais roupa : que* o pegar
leve-o ra da SJjaiei* do Recife, o. 1, que
ser* gratificado.
na bordo do brigue brasileiro /are,
Tugio, na noitede23 para 94 de agoat*, um
escravo fulo, crioulo, de nome Sabino, da
tripolagSo do meimo brigue; levou caigas
brancas largas, e camisa de rutado ; corn-
il que anda pela* ra* do bairro do S.-An-
tonio, Aurora, Solidado e Olinda : quem o
pegar leve-o aovscriptorio di viuva (andi-
no & Filho, na pracinha do Corpo-Santo,
n. 66. ou bordo, onde ser* gratificado.
- I'Ugio, em abril do 49, do engenha
Culigy, freguezia da Recada, comarca do
[Victoria, um casal de escravos, Joaqun),
crioulo, de 30 e tanto anuos, altura regu-
lar, grosso, um tanto vermelbo, beigos
grossos, barbado, andar banjeiro ; tem as
yezea os fi rachado* de envo* ; le muito
Eresista : liara Angola, de oagSo Congo,
di altura, bomcorpo, virmelha ; tem na
cabrea unu berroga mais preta que a carite
natural; julga-se lerem seguido para
parteada Avenca.onde foi o. prelo criado.
Itoga-se as autoridades policaca e capilfics
de campo, que o pprehendam e levem-nis
ao dito engenho, ou nesta praga ao Sr. sub-
delegado Carneiro, ou Francisco d Pan-
la 1'ereiradeAndraJe, em 8.-Amaro, ao re-
do cimiterio publico, que serlo gratifi-
cados.
Kugio, do engenho llella-Hosa, urna
parda clara, mas amaiellaca, baila, gro**,
com rrarcas de hexigas que ha pouco teve ;
tem urna cicatriz no rosto j miga, e de
chicote as costea e outras n* cbeg*, olho*
gandes,'cabellos prelo*, mas grossos, pei-
lus grandes, mflos e p pequeos, porm
grossos, de nome l'onciana ; j foi presa e
esleve na cadeia do Itecife, em margo. Ito-
ga-se as autoridades policiaca a capitea de
campo, que a apprehendam e lavem-na ao
dito engenho, ou nesla praga. na ma do Vi-
gario, tiverna do Theotetio, que serfio gra-
tificados.
~ l-'ugio, no dia primeiro da agosto pro-
imo p***ido, o prelo Gabriel, de nagflo, de
80 e lanos unos, de eitalura mediana,
bem ladino, falla bem, bastante barbado ;
tem um cicatriz junto ao lornnzcln da per-
na direila ; lem o coalumede balsar* ca-
bee* quando Talla, gafjkt de embriagr-ae ;
velo ha pouco do Uio f Janeiro ;.vou ca-
misa de madapoiiaksKy de reeemra ris-
cada ; furtou urea trSwa ende lerava *l-
gumas caigas, colhere* de prala e outro*
A''f?!t' Q"e! p^-* '*""*- rf?" z
Cadeia do HeeiTe, n. 91, que ser generosa-
mente gratificado.
- Fugio, no dia 99 de agosto de 1850, pe-
las 10 horas da o.anlifia, o escravo Luir, de
nagSo.de 35 annos; levou trea camisas,
sendo duas de algodso trangado, urna nal
e onlra de listras novas, oulra de madapo-
IBoj usada, coma marca M. A. V. dua*
caigas >
nova* de *lgodfio trancado, urna
azule outra de listras, um cbajeo de pt-
lh pequeo muilo vellio e outro .al* pello
vende-se espirito de rinhti de 37|ros; vi- 'j, u,J0. e Je niak^ regulalT .tu
olio de caj super.or; ha mate fe P.r.na- ,Joaprido, Mtu clito?b..t.nU i^rbldo"
fu ',l*'l"Iq,Un,"J,Je' de e,% Porm "Po.'" dente* i." frente do
tos, por prego commodo. JltQ iUflior vejo n, uw dM G
,Xt2L^^JJ^ l^-^ritiPal-^a, .onde foT
en

mallo
mesrn- ,
- Vende-se, ou permjds e por escravoH.pitaoj'ie campo, qu* o apprehendam e le-
robusto. para oserjigo de campo, o sobra- r;em.aottat ^CoHegio, n. ifqu* *er3o
do de um "d*r OaeW, sito rt fea do In- 'S8jiiiosmenU gi.tific.dos. H
penal, cantrj da travessa do finia
l typographia se dir quem vende.
t^*Hip l'avlo Cordeiro :^e
nesla
^
np
ioae-oe na roa aa cauea ao noCno, u. 1, rv.- i nr.
. S. ss s. r. es ?S
* SS5Q


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