Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07002


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Full Text
^
JUnn YII.I

TAarvoA bou ooaxjssioa.
Dlanna c Parahlba, segundas escitas felras.
io-firande-do-Botle, quintas feira ao melo-
da.
Cabo, Serlnhaem, Rio-Formoso, Porto-Calvo
e Macet,nol.*,all,et)l decadamez.
Garaubuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Florea, a 13 e 28.
Victoria, s quinta felras.
Ollnda, todos os das.
* /Nova, a (i, allh. e9 m. da m.
__ (Crtsc. a 13, s (Sh.c I m. dam.
PsullS DI IDA. jChelt- .Jl, ,, 10 n e2, d, ,.
(atlng. a 28, s 7 h. e 33 m. .la t.
tUUit DE OJ.
Primeira as 2 hora e 54 minutos da tarde.
Segunda as 3 horae 18 minutos da manha.
de Setembro fe KftO.
!C 19*
VKEQOa DA OBSORI(JAO.
Por tres mezes fadiaafataos) VOOO
Por seis mezes 8/001]
Por uui auno 15/000
da da MtarAWA.
2 Seg. S. Estevao. Aud. doJ. dos orf. e ra. dsl.v
3 Tere. S. Eufemia. Aud. do chano., dg J. 1. da v,
do clv. e do dos feitos da fazenda.
4 Qu.irt. S.'Kbsadc Viterco. Feriado
5 Quint S. Antonio. Aud. do J. dos orf. e do m.
dsl.v.
(i Sen. S. Libania. Aud. do J. da 1. v. do clv.
e do dos feitos da fazenda.
7 Sab. S. Joio. Feriado
8 Doui. Natividade de Nossa Senhora.
OiniO) KM 3 DE SKTK&BKO.
Sobre Londres, a28 1 por 1/000rs. a 80das.
. Pars, 346.
. Lisboa, 100 por cento.
Onro.-Oncas hespanhoes.........29/000 a 29JBC0
oedas de 6/400 zelhas.. 16/500 a 16/709
. de 67400 novas.. 16/100 a lflfcoo
. de 4/000........... 9/100 a fgCO
Prals.-Pataces braaileiros...... J/MO a 1/9M
Pesos columnarlos....... ';?!* !
Dito mexicanos.......... 1/800 a 1/890
-----sasuwaw-
PABTE OFF1CUL.
MINISTERIO DO IMPERIO.
. EXTRACTO DO EXPEDIENTE DO DA 27
DE JULHO.
Ao presidenta da provincia) do Pari, de-
clarando-ge em resposta ao mu oflicio de 12
dedrzemhro do anuo paasado, s que scom-
pasdtou o da cmara municipal da villa da
Viga, que nBo pode ar juiz de paz, e por-
tantonSopd* presidir a actos eleitoraeso
cidadSo de que traillo os ditos olUcios, e que
aabe 1er nem escrever, porque nao Ihe he
possivel sem asa condigSo desempenbaras
allribulges que anda conserva de julgar
em materias civeis e as mui importantes de
du o encarregou a le de 18 de agoslo de
1846, e que puf ti deve desempenhar ; sen -
do cerlo q'.e f>ta conilicilo senilo sella 01-
presss na le de 15 de outubro de 1827, lie
porquo j havia a disDosigSn legralaafva do
alvar do 13 de novembro de 1642 na rrma
.lo qjal so podem ser juizesos que ssbem
leraescrever,
''"
MIMSTERIO DA FAZENDA.
DECRETO N. 89, DE 30 DE Jl'LlIO DE 1850
lie! por hem, em virtude da sutorisaeflo
concedida pelo art. 46 da le n. SI4 de 28 de
outubro de 1848, que aas slfandegas do im-
par ose observe o regulsmento que altera o
syslema de despacho por factura, que com
este baixa, assignado por Joaquim Jos llo-
drigues Torres do meu conselho, senador do
imperio, ministro e secretario de estado dos
negocios da faaenda presidente do tribu-
nal do thesuuro publico nacional, que as
sim o tenha entendido e faga execulsr. Pa-
lacio do Rio de Janeiro, em 30 de julio de
1850,[vigesmo-nono da independencia edo
imperio.Com a rubrica de S. M. o Impe-
rador. Joaquim Jtiii Rodrigues Torret.
hegulamenlo sobre os despechos por factura.
Artigo 1. 0despacho das mercadorias que
nSoliverem avaliaelo na pauta fazer-se-ha
por factura, isto he, pelo prego que a parte
Ibes der na sua nota, pela manelra seguinte:
i. O fuitor a quem fr distribuido a nota
para o despacho, a presenta-la ha ao inspec-
tor da alfandega com o seu parecer por es-
triplo sobre o preco dado pela parle a cada
uma dss ^nerradorias comprehendidas na
niesma npls.
$9 Se o inspector se conformar com
prego dado pela parte, mandara conseguir
no despacho.
3. Se o inspector porm n0o se coufor-
mar Com o preco dalo pela parto, anda
quando o feilor concorde rom ella, ser o
prego arbitrado por uma commisslo com-
posta de tres feilores (ou quaesquer qutltff
empregados) noincados pelo \nspe9Stf ,
4. Esta commissfio, procedendo as pre-
cisas averiguages, arbitrara dentro da 48
horas o prego porque deve ser despachada
a mercadura, tomsndo por base do arbitra-
mento o preco do mercado em grosso ou
atacado (deducidos os direitos de coapuoio),
ou de oulras mercadorias analoga, oj na
falla deateg dados, o prego do paiz exporta-
dor aagmentado com 10 por cento.
< 5. Quando o inspector ou a parle nSo
se conformar com a deciso da commisso,
poder o primeiro ordenar, o a segunda re-
uerer novo arbitramento, o qual sera feito
or outra commissfu) composta do taapeclor
da alfaudega, de dons empreados nomea
dos por elle e da dous peritos ou praticos do
commercio, escolhidos pela parte na lista
de que trata o art. 6
6. Keuuida a commitaSo, no da e hora
marcados, sOb a presidencia do Inspector,
examinara o objeoto dkq'ucstiio, e ouviJa a
parte, decidir como Imrpareoer oais acer-
tado.
7. Nflo comparecendo algum ou ambos
os patitos nomedos pela paite, sei anda
assim decidido o recurso pelos oulros Hom-
bros da commissfio.
Art. 9. Das decisoes de que trata o 6 nilo
llavera recurso; 'nia< a parlo que nSo quiz
conformar'. Cornelias podo a reexpuilar
suas mercadorias para fra do imperio, pa-
gando os respectivos direitos.
Art. U. NSo flesm sujeitsa s regras esta-
belicidas no art. 1, mas serlo despachadas
pelo preco daa facturas :
1.a As amostras de mercadorias que em-
bora tenha m a va I i aguo na tarifa, nao exce-
derem ao valor de 100,000 ria.
9.a As mercadorias que transitaren) ou
sahirem por baldeacfto ou reexporgSo.
3.* As mercadorias sujeitas a direitos de
expediente.
Art. 4. As intormagile, decisoes e moa-
tras das mercadorias, seilo archivadas para
servirem dj basis decisoes que se houve-
rem de tomar em casos idnticos.
Art. 5 Qsntoa mercadoria submittid
despacho de consumo se achar avarlada, na
forma do regulsmento n 590 dejp de feve-
reiro de 1849, e o inspector da alfandega
niio couvier em que ella seja vendida om
leildo, arbitrar-se-ha, pelo modo prescripto
no art. 1, o abalimento que em ras.to da
avaria, ge deve fazer na taxa corresspon-
denie mesma mercadoria.
nico. Oappsrelho, msgame eobjectos
usados do servieo dos navios, sero tambera
despachados pela maneira estabellecida
neste artigo, e aobre o preco do arbitra-
mento ou da venda em leilSo, serSo cobra-
dos os respectivos direitos.
Art. 6. O ministro da fszenda na corte, a
os presidentes as provincias, nomearo os
negociantes ou mercadores que Ihes riare-
cerem precisos para servirem de peritos ou
praticos do commercio ns questea de que
trata o 5 Jo art. 1. As relagOees dos aa-
colhidos serSo remltidas s respectivas al-
fandegas.
Art. 7. llavera em cada alfandega uma
commissfio da pauta, nomea Ja na corte pelo
thesouro, e as provincias pelas lliesoura-
rias, a qual vista dos despachos feitos na
forma deste regulsmento, prganisar an-
nualmente, eremetiera ao thesouro, uma
relaglo das mercadorias que devsm ser
acrescentsdas na tarifa com a quota (xs de
direitos quedevo pagar cada uma deltas.
Art. 8. Ficam revoga Jos o decreto n." 588
do 27 de fevereiro de 1849 ; os artigos 215,
216, 347, 218, 219, 220, 221 e 222 do regu-
lamento de 22 de junhode 1836 e hem as-
sim o art, 6 do decreto n. 590 de 97 de fe-
vereiro de 1849 na parle que estabelece o
meio de se fazer o despacho dss morcado-
ras avariadas.
Palacio do Rio de Janeiro, em 30 de julho
de 1850. loaquim los Rodrigues Toms.
DECRETO N. 690, DE 14 DE AGOSTO DE 1850.
/as extensivo a todas as alfandegas do impe-
rio o legulamenla n. 590, de 27 de fevereiro
de 1849.
t lle por bem que se exeouta em todas as
alfandegas do Imperio o regulsmento n.
590 de 27 de fevereiro de 1819, aobre aa
avahas dainos as mercadorias, com as
alleraces constantes do regulaoioulo n
689 de 30 de julho ultimo.
Joaquim Jos Rodrigues Toires do meu
conselho, senador do imperio, ministro e
secretario de estado dos negocios da fazen-
da, e presidente do tribunal do thesouro
publico nacional, assim o tenha entendido
i faga execular. Palacio do Rio de Janeiro,
) ii 14 de agoslo de 1850, vigesimo-nono da
in lepen tencia e di imperio.Cu n a rubri-
ca deS. M O linpeadur.-Joaouii Jos' Ro-
drigues Torres.
FOLUETUI.
i
j
.11AIS REFLEXE1* SOBRE O TIIEATRO.
::h? i">niiM# nninio renrovando a re-
ntacau da Lucrecia llorgia, a Torre de
rilo c uniros dramas igualnicnic iininoraea,
i reprovada poT alguein, que eulende poder
erarse secna ludo que faz objecto 'da liislo-
ria I Mas com a devid^ venia anda ouso insis-
tir no meu pensar, e aproveito o lauco para ser
ual' aptieito acerca delta materia
;edia lie a liultafao d'uuia aefao grave,
que por meio da compaiao e do terror acaba
Ue purgar em nos este genero de palies e to-
das as outias seuaajJhantes. D'aqul ae segu
que a protagonista ou primeira personagoin da
tragedia deve aer oio inulta virtuosa, mas sim
mediana entre a virtude e o vicio; e nem uio
pouco se devt laucar mi de uma prssoa vicio-
sa, aiuda que baja de ler nm mo tim porque
a ver receber um malvado a pena de seus della>
tos, se bem que possa eicilar algum leve ew-
tluirnlo de coiupaiin, nao excitar todava o
terror, nem aquella coinpaiio propria da tra-
gedia e capaz de purgar al paisOea ; pols como
iii'hIiuiu dos cpecladores sejulga tao uio, co-
ino csse perverso, nem teme as Infelicidades
de que ae elle lez merecedor por sena vicios t
crlinel, nao Imagina queaquillo llie diz respel-
to, ueui procura por lano cineiidar-se de suas
luiperleicAsa.
So o* iudlBerenles e d'mna bondade medio-
cre sao idneo para protagonistas as trage-
EXTRACTO DO EXPEDIENTE DO DA 30
DE JULHO.
Ao inspector da alfandega, dando-se pro-
vimenlo ao recurso interposto pelo cspiSo
da barca portugueza Oliviira. devendo re-
furmar-se a decisSo para elTeito de se Ihe
mpr a molts de 9,000 ris. porque se mos-
tra que a hcela foi comoefTeito manifesta-
da, e o fardo, constante do manifest des-
ea rrega lo e despachado com a denomina-
dlo desacco. havendo smente adilTerengs
de quatloWle de volums q*ue o sujeilava a
muda ito art. 157 do regulamenlo
lOVEHNOOA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 28 DE AGOSTO.
OlDcio.Ao Exm. commandante dss ar-
mag, communicaodo qu* S. M. o Imperador
segundo conslou de aviso do ministerio da
guerra de junho ultimo, houvera por bem,
em deferlmento ao requerimento de Anto-
nio Germano Riglieira Pinto de So'iza, man-
dar que se vereflque praga em seus lilhos
Domingos Tlteotonio Rigueira Pinto de8ou-
za eJos JuliSo Rigueira Pinto de Souza,
concedendo-se-lhes licenga de favor para
saludar na Europa.
Dito.-Ao masmo, (ransmittindo para que
tenha o conveniente destino a guia de trinta
e cinco pragas que em virtude do aviso do
ministerio da guerra de 20 de fevereiro ulti-
mo li/eram pasaagem Jo corpo (lxo do Piau
hy para o quinto halallio da fuzileiros.
I'articipou-se ao Exm. presidentido Mara-
riho.
Dito.Ao mesmo, inteirando-o de ter o
Em. presidente da Paraliib*, participado
que a bordo do vapor Imperador segu para
esta cidadfl o primeiro cadete da companliia
Uta daquella provincia Francisco Clemen-
lino JoWasconcellos Chavea para esludar os
preparatorios aflm de se matricular na aca-
demia deOlnda, para o que obteve licenga
de S. M. o Imperador.
Dito --Ao mesmo, scientifleando-o de ha-
ver S. M o Imperador, segando foi declara-
do em aviso do ministerio da guerra de 31 de
julho ultimo concedido (res mezas de licen-
ga com sold simples ao alfares do estado-
maior da primeira classe Francisco llaphael
de Mello, que se acha nesta provincia.In-
lelligenciou-se ao inspector da ptgadoria
militar.
Dito. Ao mesmo, transmitlin lo urna
guia contando os assenlamentos de 20 pra-
gas, ipie em virtu le do aviso do ministerio
la guerra de SO de fevereiro ultimo, ti vera m
passagem do corno fixo do Piauhy para a
cotnpanhia de cavallaris desta provincia.
Fef-se aconveninnto communicago.
Dto.--Ao Exm. director do curso jurdico
le Diinda, sciont Jcan lo-o de haver S. M. O
Imperador, por decreto de 26 de julho ulti-
mo.segundo foi declarado em aviso do mi-
nisterio do imperio datado do primeiro do
correnle.demittido o baciiare Jos Jeronymo
Cezar l.nureiro do lugar de bebliotecario ds
bebloleca do.mesmo curso, e nomeaiio
para o substituir a Bernardino de Sena ta
Silva GuimarScs.Intelli^'Mciou-so ao ins-
pector da thesourara de fazenda.
Dito. Ao Exm. presidenlo da relaglo,
communlcaiido queujuu municipal e de
iirphflos doterinoiioOricurjolncliarlJolo
deSauzaRels prestara juramento aflm de
entrar em exercicio do mencionado lugar.
--Neste sentido li;eram-s; as necessarias
conimunicagos.
Dito.Ao inspector da thesourara da fa-
zenda, trausmiltiudn o aviso de uma lelra
na importancia de 800,000 ris, sacada pela
thesuursria de fazonda *d) Itio-Grande du
norte sobre a desta, e a favor Paulino de Castro B'arruca.--Participou-se
ao presidenlo daquslla provincia. '
Dito.Ao mesmo, transmiltindtkps avisos
de cinco letras na importancia de 3:915,280
ris, sacadas pela thesourara de fazenda do
Itio-Crande do norte, sobre a dests, e a la
vordeJoSo Itomlo Saabra de Mello, Jos
Gomes da Silva; JoSo Chrisostomo da Oli-
veira, Thomaz Gomes de S e Francirco Jos
Gomes luttirou-se ao presidente da pro-
vincia.
Dito.Ao juz relator da junta de justlga,
traus nitlind.i para seren aprsenla Jos em
sesso di mes na junta os processos feitos
sos soldados do corpo fixo do Cear Antonio
Conga Ivs de Souza e Francisco da Roza, e
bem assim o do sol Jad Jo do primeiro bata-
IhBode raga dores Francisco Lopes -Commu-
uicou-se o Exms. presidente do Cear e
comnnn lante dss armas desta provincia.
Dito.Ao director das obras publicas,para
mandar organissra planta o orcameoto oe-
cessarios para a ediflcagfi i de uma cadeia
no termo de uncury da comarca da Ba-
Visla. Scienlificou-se ao juz municipal
Jaquelle termo.
EXTERIOR.
das. Estes n > leudo virtudes .ou vicio, em
grao rxirciuo, tainbem nao bao de ter mereci-
do as suas desgrncas por algum delicio detes-
tare!, seno por Ignorancia, erro ou falta Invo-
luntaria, como Edipo, Tliyestes, etc. Estes
principios au regras de Aristteles^ por sereisi
conloriiies ao bom seoso e a rasao, tem sidu
abracadas em todos os lempos; e por ellas se
inodlaram o fiomeineo e o B..;=""n Chylo, o Ajas e o Anllgooo de Sfocles, o Hipa
liloe o Ores d'Kuripedei. Assim forarn tain-
liem todus os protagonistas das llagedlas de
Cornellc, de (.i ebilln e de Voltaire, scni que
sobre este ponto se possam rasoaveliuente ad-
niittir as conteataces daaduas escolas, classi-
ca r romntica.
O principio de que podein entrar no drama
todas as acedes que entraiu no dominio da
'ilstoria, parece-ine, com odevido respeito um
monstruoso absurdo ; porque nem todos osca-
acterea inor.tes sao aptos para escilar o ter-
ror e a coinpaiiau; antes alguna na que su dis-
pertariam seniiuieutus de pejo, de ledio e de
liorror Qual a rasao porque anda nao hauve
. ocla que toinasse para Prolasronislas de suas
tragedlas a uiu Sardanapalla ou a uma Mesta-
1 na ? Entretanto a historia falla da vida dlssq-
luta dcstas c d'outras mullas personagens.
\Utn disto sendo a historia meramente narra-
tiva, ella quando toca em taes tactos, procura
seiuprc cobrl-los com cerlovo de boueslida-
ue, de uiaAclra jc nao offenda o pudor ile
.uem quer que os l: mas em uma peca draV
matica os fotos tecni vida, tecni cor, lem todo o
prestigio da realidade, e veui a ferir multo mals
rortemenle a imaginacao.
Que terror saudavcl ou proveltosa compal-
'
sao pode suscitar no espirito dos espectadores
o trgico lim d urna mulher tao lorpe e eitre-
iiiosamcnle devassa como Lucrecia Uorgia ?
Que mulher, a uaoserdesiaslulelrameote per-
didas, querer jamis nunca suppor-se uas
iiiesmas dreumstancias? Acedes ha, que aluda
que criminosas para Dos e para a sociedade,
;io avillasn o homein; e por Itso quando este
h! no Infortunio por erro, per imprudencia
por Orna paU".o cega sun, mas nao Indigna, es-
cita compiiso, e par esti e pelo natural ter-
ror bem nos pode arredar deseguirmos o mes-
iiio camiulio i porm acedes ha que provin
d'mna especie de gangrena .mortal, etaesac
(des degradara o hoinem a ponto de so mere-
cer o odio publico.
Quem dir, por escniplo. que o infanlcidio
possa estirar noa oaracleres uioraes d'uma tra-
gedia? G todava he um dos cilmes vergoubo-
sos de que uo faltam ejemplos na sociedade
malorganisada, como gcraliuentcsc acha. Eu
cnlendn, (estar! engaado! que as acedes ti-
ihas U'uina torpeza |irol'iiud c mals que mullo
aviltadora nunca devero transpirar alm da
albmospbea duuiestica, valo que rarissiina-
uienie nadas poder penetral a aeco da jus-
*a,
Fra deslas ruoes intrnsecas a nalureza da
tragedia, outras me occorreiu ciu rela(o aos
expectadores cque julgo noaefeni menos ai
leudivels. Aos tbeairos vao inultas veza* se-
nlioras honestas,pudibundas donzellas vlrgens-
duhas aojos de cindura de luooccBCri E
ser conforme a moral que se produiam com
todas escores, vida calma d'um drama a furio-
sa devaasido da Torre de Nesle e as nojentas
e Incestuosas trerpitudes de Lucrecia Uorgia ?
CASV DOS COMMUNS DE INGLATEItRA.
Exame da poltica externa do governo.
( Conlinuago do n. 197.)
Discurso de Str F. Thesiger.
Sir F. Thesiger principia dizendo, que
Mr. Roebuc, apresentando a sua mocAn urna
das mais extraordinarias que so p lem i-
maginar; adquirir direitoi gratidSo subs-
tancial do governo. posto que elle orador,
nlo possa comprehender como sen lo a po-
ltica de lord Palmerslon a mesmo que era
em 1813, o seu honrado amigo a approvra
agora, tendo-a ach>do naquel|e lempo in-
teiramente condennavel.
O orador faz ilenois vsriss outras consi-
loragOes, a rontin i o seu discurso da ma-
oeira seguinto :
O meu honrado amigo, cortamente nlo
si'Kuio a carreira qua pens teria gido con-
venicnt n propria. Ello nilo procurou limi-
tar a attengo da casa quesillo prega, nem
nos* convidou, comopoJia ter feito, para
revogarmos a sentenga da condemnagSo
dada pela casa dos lords, pelo contrario
elle sepuio uma cirreira muito mais pru-
dente. Elle fez a sua roogSo Iflo vasta e ex-
tensa que inrlue nocessa ra mente a ques-
19o grega e d ao mesmo lempo a quem
quizer votar pelo governo, a faciliJadede
achar semefe alguma rasSo sobre a qual
funde a npinio que ha r!e expressar por seu
voto nessa ocas3o ; porm, o que he qua o
meu honra lo amigo, pede a casa dos com-
munsque alirme? Elle diz quedeseja que
decidamos que os principios pelos quacs
lem sido regulada a poltica externa do go-
verno deS. M., silo calculados para manter
a honra e dignidade do paiz, c preservara
az entre a Inglaterra e as diversas incoes
do mundo em lempo do uma difliculdade
sem exemplo.
O a, o que entendo o meu Mhre amigo
por esta palavra principios? jreio que lo-
dos so nos concordes acerca dos principios
abstractos que regulan) a correspondencia
das nigiVis, porm pensei que o meu no-
bre amigo nunca poderia limitar a conside-
ragilo di casa a uma quesillo de genero abs-
tracto e pnrtinto, linhi concluido que era
de sua iiiteiig.lo c invl tamos para approvar,
os principios do nobre lord poslos om pra-
lici dudante a sua adminisIragSo.
I'ergu >tarni anda, o que emende o meu
honrado amigo pelas pahvras Em lem-
pos do uma difliculdade sem exemplo
Querelle applicar esla eipresslo a cst piiz
ou s n giles estrangeiras ? A respeito da-
uagasesirangeras, concedo ao meu nobre
amigo, que ellas tem encontrado difllcul Ja-
les, porem a r'speito da nossa propria na-
go, nlo sei qu tenhamos si lo enlloca los
um nenhuma difliculdade, nom que o mais
pequeo crdito posssi ser reclamado para
i nobre lord ou para o guv -mo, por torero-
nos livra l de difliculdades que teriamos
lido que encontrar. Todos nos sabemos
que tempestades de revolugo lem visitado
oulras iiagucs, derribando ilnouos e al) i-
I in lo estados em seus fundamentos, ao
passo que temos sido felizmente preserva-
dos em um estado da mais perfetta paz e
seguranga. A umea iuterpielacdo possivel
que posso considerar como appticavel ao
nobre lord, he esla, que pelo forle desejo
que lem elle invariavelmente manifestado
Je iotervir om (odas as occisiOes, como as
oulras nages tem sido para elle extrema-
mente dillicl deixar de intervir com essas
uagOes no estado perturbado jui que infe-
liz, mente foran langa Jas. ( Risadas); porm,
i meu nobre amigo foi serviJo explicarnos
i exacta siguificagflo que d palavra
principios, emprega la em a mogao que
prospera casa, e no pele haver duvida
que ello convidou-nos dislinctamenle por
sua mogio, a escolher deliberada e pruden-
teiieuli entre Juaseirruirs de poltica;
Uto he, entre o que eu creio poder denuini
nar a poltica do ordem, e a poltica de mu-
Janea ; e oque meu nobre amigo tem par-
ticularmente allegado como os fundamen-
tos do sua conllanga no nobre lor.l, h) que
tolas as vetes q postas a adoptar um systema do que elle
Sera conveniente aos bous coslumes que urna
menina dcstas vi ao espectculo saber, que ha
por esse mundo criines tao repugnante?, tao
feios, tao vergonhosos ? Que pmveito moral se
pde'colher de aetnelliantes frasearas repre-
sentadas ua secna Se se pretende revestir do
c iractei dramtico ludo absolutamente quanlo
pude entrar nosquadrais das biograpbias c uar-
r.ir;es histoiicas, loruar-sc-ha o Iheatro nao
mu i. uiii.ii ue iioucalu c., c p' lc:u-
po, sen.io urna galera de quadios da mais no-
genla lascivia e urna escola de prosjilinco.
Um dos uniores dlsvellos n. educacao Ja
inoeldade est em prolongar o mais que he
possivel o veuluroso estallo da innocencia, des-
viando do meuino, eujo priuclpal inovelhea
curiosidade, tudo quanto l'.e pode Incutir
ideias e senlimeutos de torpeas- Assim o en-
tcidiain Plutarco, assim Sneca, Cicero, Quin-
liliauo e outros mullos uiosalialas do mesmo
pagauis.no. cuja religiao sabemos quauto divi-
uisava a sensualidade. K ser crivel que um
'ponto trio importante felicidade social e do-
mestica seja inenosprezado pornsque temos
ventura de ser chrlstios e Ilustrados pelas
luzes do evaugelho, iintir" de pureaa e cas-
tidad.' ? iHL
Se,, como por variaavvezes bel dito, nao son
apologista de ludo qu Ae amigo, taiubeui nao
rslou para sercarncUo de rebanbu d'.vician-
dre Dumas, d'Kugeuio Sue, e d'oulros anar-
cliistas Iliteratas da nossa poca O uosso se-
,nl., i.- .. ;-cu!*d iioitllea : e toda vea < ca-
la predomina em as uacoes, o seu resultado
constante he o estado auarcliico da litleratura.
Estou proluudainenle confaencido que a moral
nao be urna moda, uma conveuco, uui arran-
chama governo proprio, nSodeixaram nan-
ea de ter o apoio o assistencia do nobre
lord, o qual invariavelmente tem sido
prompto, trSo so em intervir em favor da
mesmas, seno tambem em nraoiover os re-
sultados a que aspiravam. Foi-me impos-
sivel ouvir > discurso de meu nobre smi-
?os, sem concluir que havia umconstrasle
notavel entre a poltica que foi seguida pe-
lo governo cuja frente acbva-se o meu
honrado amigo o representante de Tamw-
arili, o a que fra adoptada pelo nobre
lord, actual secretario do negocios estran-
jeros; entretanto, elle convidou-nos para
ipprovarmos a ntervengSo do nobre lord,
u para justificarmos a poltica por elle a-
loptada, como sendo a melhor calculada
para manter a honra e dignilada do paiz,
e a niiiis propria para,preservar a paz do
nundo. Ora, sendo esta a esculla que nns
he apesentada ge examinamos o esforgo
feito para tragara poltica do uabre lord ci-
lio ella he desenvolvida em suss diff eren-
tes transacgOes com varios governos estran-
.,'i'iros, aventurarei dizer q:ie longo de ser
ums poltica calculada para manter a paz,
he mais que nenhnma propria para nnl-
quslar-nos com todas as nsgOrjs, ou tem
tido em resultado a mais profunda liumi-
Ihaglo
NSo nos sendo possivel considerar esta
queslSo, fra do theatro das mais recentes
proesas do nobre lord ; isto he, o reino da
Grecia, limitar-me-hsi a dons ou tres dos
i i r 111. i 11; t. s casos, sem exhaurir imeiramen-
!e o ohjecto, deixan lo aos oulros membros
lu.i hiode fallir dnpnis de mi-n. qpoortu-
uidade de suiprirem murtas defleencias que
sero sem duviJa adiadas no meu discurso.
Eu, desejo passaro mais rapidsmen'e pos-
sivel sobre este terreno, aflm de por clara-
mente a casa na posse dos fados sobre os
quaos apoio ssasssrg.les que tanho feito.
A casa ha de estar lembra la que o meu
nohre amigo, por espago de man de uma
hora, discorreu sobre a poltica dss outras
nages, isto he, sobre materias interamen-
leestranhas aquella que devia sur o nbj o
lo de nossa invesligagilo, e que foi smen-
t! quasi na ultima parle de seu discurso,
que elle se dignou de tocar no mais peque-
o grao sobre os negocios da Grecia, sendo
esla a nica parte da polilci do nobre lord,
sobre a qual elle pedio a approvagilo da
casa.
Pedindo licenga casa para lembrar-'ln
o esla lo do reino da Grecia, direi que ella
sabe muito bem que esse reino foi recente-
mente creado, ssodo sua existencia garan-
tida pela Ingli'erra, Frang e Russa. Em
oinparag.lo de uma nsgJo lio po Utos co-
mo.a nossa, elle he indubitavelmente um
estado mui humilde ofraco; e creio que,
esla mesma circumstiucia, considerando a
generosidade que temos sempro querido at-
tnbuir-nos, deveria ler induzdo o nobre
lorJ a .ili-.tur-.se em sua correspondencia
com uma nagilo fraca de usar de toda a
lingosgem altiva e imperiosa e bem assim
Je lodo o ameago que elle poderia empre-
ar com urna nagilo forte.
A respeito de um reino col locado nestas
circunstancias, havia sem duvida subJitos
britannicos que linham reclamaces em
algum grao f.indadas em jnstiga, porm,
iimas dellss eram ao mesmo tempo extra-
vagante e exorbitantemente, exargo a i.is.
Ksles individuos, linham certamenle direito
de queixar-se da demora do governo grego,
m fazer-lhes a devida justica como por
ti.ii pedissem a intervenglodo nossogover-
no, o nobre lord, julgou proprio insistir
sobre a salisfacSo de suas reclamagos com
um lom e maneira, os mais injuriosos e in-
decentes, e sustenta-las por umi enorme
esquadra ; e quando finalmente concordou
em submetter o ajustamento dessas recla-
magos aos hons olDcios do governo tran-
cez, a sua conducta fez suspeitar lano de
sua boa le,que entretanto que a Anal,elle foi
obrigado a submctier-se aos termos que
originariamente recusara, deixou umaim-
presslo sobre os ospirilos do povo francez,
que creio nao ser lio cedo apagada, e fez
ludo que p.le para alienar de nos um de
nos.os mais ntimos alijados.
A respeito do caso do M'. Finlsy, preos-
me realmente que o meu nobre amigo no
Jo dos philosophos ; porm sim urna sclen.ia
l'unilada em principios Inimutavels, absolutos,
eternos, como a fonle, d'onde ella deriva.
D'aqui n raso porque tantas vezes tenho
clamado contra esse enchurro de romances e
iinvell.is que incessanlemenle sahcni das olli-
eias da Franca, e vo alagando o mundo in-
teiro. HoconheyO e collfessoqiie aiginnas des-
sas producedes nada teem de censuraveis reta*
venenos que em vasos ds dourada porcelana se
propinan) inoeldade. Sao llvros feitos inulto
Je proposito para desarreigar do espirito do
povo as salubrrimas ideias da religiao revela-
da, prlnolpaimei'le o calbolecisino, objecto do
inaior odio desses novos Enceladlos. Sao es-
criptos para lisongear as mais ardeutes paixdcs
do eoracao humano. Sao quadros dramticos,
oude os caracteres honestos e virtuosoa aca-
balo por via de regruo despreso, na ignomi-
nia e nadesgraca, ao passo que os torpes e vi-
ciosos lograui quasi sVmpre os seus intentos,
e sao pintados com um colorido tao encantador
que melte cobica o emita-tos para obteros
meamos gostosos resultados.
NSo falta quem a isto acuda duendo, que tal
he o quadro das sociedades. Infelizmente as-
sim Ue at cerlo ponto: mas sedevemoslasti-
mar a m orgauisaco destas, peior be a uieu
ver, rgproduiir o aeu iniseravel estado por
meio dos encantos da lieco potica, oque ae-
guramenle nao servir para o inelhorar, antes
Ine aggravaro mal: porque quando um-vicio
se representa como universal, diRiciliueuic se
achara quem delle se querr corrrlgir. Tal he
a humilde opini.io do
Amtricui
I DATA INCQRRFTA


ensar~a casa qnando soubor que no tem- .la prmeras lettras para o sexo
poem que esse livro fora depositado aobre da povoacSo de Inga/aira, ci
i mesa, o goveroo ettava de posse de um
carta de Mr. Wise, datada de 18 e recibida
29 de outubro do mesmo anno, a qual do-
larava que a reclamacSo de Mr. Finlay li-
nha sido referida rbilracSo sobre termos
porfeitamente salisfatorios para ambas as
parlas, oque Mr. Finlay estara digpoloa
esperar pela dedsSo dos arbltroa ?
O orador|lc a carla.na qual Mr.Wise decla-
rara que remettia inclusas cpiaa de cinco
cartas que mostravam que o governo grego
eMr. Finlay tinham concordado em referir
aarbitracSo a materia em questSo, eque
arbitros tinham sido escolliidos por cada
uma das partes com a condicito de que se
clles nSo podessem chegar a um convenio,
um sosera nomeado, es que este decidase
seria obrigatorio. tanto para o governo gre-
go, como para Mr. Finlay.
epoia desta leitura o orador continua o
seu discurso perguntando se a caa tinha
sido tratada pelo governo neste nogocio co-
mo devia so-lo, e se nSo era do idever do
nobre lord communicar- Ihe esta carta em
vez de induz-la a crer pelo livro asnl de re-
vereiro do corrente anno, que a reclama-
cSo de Mr. Finlay eslava anda em ciscus-
s8o, e sujaita negociacflo, e que aenhum
arranjamento tinha sido feito para seu final
ajustamento ?
Porventura, pergunta ainda o orador,
olirou como devia o nobre lord, deixindo a
casa com melos imperfeitos de formar um
juizo sobre esle objecto, aflm de que a re-
clamacSo de Mr. Finlay fosse augmenlar o
catalogo das queixas contra o governo gre-
{O, justificar a ntervenco armada que
Vpois leve lugar? Pens que lenho rasflo
para dizer que nesse lempo o djreito do go-
verno inglez para intervir era excluido pelo
accordo das partes em urca arhitracAo, e
3ue o governo de S. M. nao tinha odireito
e l.i/i r da reclamado de Mr. Finlay um
dos pretextos de aua iiitirv. in.au.
(Conlinuar-se-ha.)
Ilcparlico da polica.
PAUTE DO DA 3 DE SETEMBRO DE 1850
Nada oais occorrcu nesw cidade em o
dia de bonlem, a excepcSo de tor sido pre-
so : ordem do subdelegado da freguezia
de S.-Jos, o preto Gabriel, escravo, poras-
sim o haver requisitadoo respectivo senhor.
-pj-aaaaaaaaaaaam*mjaa*sSBi!Baaaaaaaaaaajaaaajaaa
COMWERCIO.
se informoii dos faelos do mesmo, com o
cuidado qne em laes caitos costuma ompre-
gf r O caso passnu-se da maneira segiiinle :
Em 1830 Mr. Finlay, que nSo ha duvida ,
he cidadSo inglez,coroprou a alguns turcos
um pequeo sitio de ierras, que creio nfio
tinha mas que tres quartos de geira, pa-
pando por el le urnas 10 libras. Em 1836 uma
parta dessn sitio foi injuslameute, lomada
admiti Isso, e junta quelle que estava
destinado para o jardim do palacio real.
Nesse tempo o governo grego, era viitual-
mente dispotico ; porm, ainda assim de-
li.iixo destas circumstancias desfavoraveia,
oiio se pode dizer qne elle negara o direito
que Mr. Finlay tinha de ser indemnisado
A nica differenca entre elles existentes
era relativa a somma que devia ser paga. 0
governo grego nomeou uma ommissSo pa-
ra examinar a quesillo, e essa commissflo
foi de opiniflo que a trra pertencente a Mr.
Finlay e a 100 outros proprielanos, e que
tinha sido tomada para os jardins reaes
nflo valia oais que meia draclona por jarda
quadrada. Os 100 proprietarios annuiram
a esla arbitrario, porm Mr. Finlay, usan-
do de seu direito recusou-a ; considerando
sen duvida que a sua reclamacSo de 1,500
libras por urna porcSo de trra que Ihe ti-
nha cuslado smente 10 libras, era sufici-
entemente grande para merecer ser objec-
to de uma conteslac.30 Em 1837 um go-
verno constitucional foi estabelecido na
C.recia ea posicflo de Mr Finlay foi matei-
almenle mudada ; pois com quanto atesse
tempo a le do paiz nffo 111 > fosse talvez fa-
voravel, todava he certoque desde 1843
elle admilte oulra vez que tinha um direi-
to que seria reconheciilo pelos tribunaes do
mcsmo, oas isso frflo obstante nSo doixou
de solicitar a intervengan dos bons oQlcios
do nosso governo a fim de coinpelliro go-
verno da Grecia a fazer-lbe Justina, e com
efTeito leudo sido ltimamente nomeado
um conselho, esle rccomir.endou que a rc-
clamacSo fosse referida arbitrado. O
proprio Mr. Finlay ero.,iima de suas cartas
admilte que esto era um bello e justo mo-
do de regular a sua reclmacflo, com tanlo
que fosse poslo em pratica com eqnidade.
A questSo que se Susctou entro as partes
ii.lo lu relativa aiblrac,flo, porem rela-
tivamente a pessoa que devia serescolhida
para isso; pois (Ir. Finlay quera que o ar-
bitro fosse uma pessoa indifferenle, entre
tanto que o governo grego sem ra.sSo algu-
ma insista em que elle fosse escolliido pe-
lo presidente, ficando deste modo inteira-
mente debaixo de sua influencia, u ne-
gocio achava-se neste estado, quando o pr-i-
meiro livro azul foi apresenlado casa no
mez de fevereirodo correle anno. A ca-
sa ha de permillir qne eu pire aqui por um
momento para examinar se a reclamacSo
de Mr. Finlay era tal que justificarse o go-
verno a intervir por mcio de uma aggressflo
hostil a fim de obler por frca um ajusta-
mento satisfactorio, e nSo obstante a gran-
de auloridade do meu nobre amigo ( Mr.
Anstey ) sobre a le internacional, ousarei
dizer que.nSo hava motivo para uma ag-
gressflo hostil, o governo britannico po-
da ter interposto seos bons oflicios, ou sua
mediarlo, porom nflo tinha direito de ir
com uma frca armada exlorquir do go-
verno grego a satisfcelo da reclamacSo,
quando de nenhuma oulra cousa poda
queixar-seseoSo de demora.
O meu nobre amigo negou ou antes pro-
curou diminuir a forc da opiniflo que lord
Mansfield, quando Mr. Murrey, deu sobre
este objecto. Se eu o entend bem, elle dis-
se que nflo ha systema de le internacional
presalecente. Ora eu tinha sempresuppos-
to que todas as naces civilisadaa silo pre-
sentemente concordes sobre um certo c-
digo que regula a correspondencia entre el
las, e bem assim que certos principios silo
tilo conhecidoa e tilo firmemente eslahele-
cidos como os prineii ios da le municipal
em cada paiz, mas rejamos o que diz Valtel
sobre esla quesillo.
Kis-aqui qual he a sua opiniflo :
O prncipe n.lo deve intervir as causas
de scus subditos residentes em paizes es-
rangeire, nem conceder-lhe aua. protee-
eflo, senSo nos casos de Ihes ser negada a
juslica, de Ihes ser feila palpavel e evidente
injiistiea, de volacflo manifesta de regra*
e formalidades, ou liuulmenie de deslinc-
eflo odiosa fcita em prejuizo dos meamos
ou dos eslrangeiroa em eral A coi le bri
tanniea cstabeleceu esla mxima com gran-
de forca de evidencia, por quando durante
a ultima guerra os navios prussianos fram
capturados e declarados boas prezas.
Escutemos agora a opiniflo de lord Mans-
field, a qual tem alrahidoa admiraeflo dos
phllosophos e jurisconsultos.
A le daa naces, diz o nobre lord, funda-
da sobre a juslica, equidade, conveniencia
e a rasflo daa cousas e conlrmada por um
longo uso, niio permitle represalias senflo
o caso de injurias violentas lerem sido
feiUsa um estado e os tribunaes do paiz
que pertenceo offensor, e finalmente o prin-
cipe do mesmo Ihe terem negado absoluta-
mente juslica tu re minimedvbi. Onde os
juizes sSo iiulepi mil nti s e seiileiiceam se-
gundo suas consciencias, postoque estas
sejam errneas, nflo ha lugar para represa-
lias. Sobre quesiOes duvidosas dos bomens
niio pdem'deixar de pensar e julgar dffe-
rentemente e tudo quanto um amigo pode
desojar he que a jusilla lile seja mparcal-
mento administrada, do mesmo modo que
u iiu ios auuu'iius iio principe, cu,
bunaea a queslio he examinada.
Ora no caso de Mr. Finlay nflo houve ne-
riluima denegacfln de juslica, pelo contrario
elle prosegua regularmente enagua recla-
macSo perante um dos tribunaes reconlieci-
dos do paiz
Tendo-s ja concordado em que o nego-
cio serla referido aihiiracflo, a nica
quesISo qoe resta va a dicidir-se, dizia res-
tnito ao carcter da pessoa que para esae
m devia ser escolhioa, e com Mr. Fenlay
.-linda nflo tinha exhaurido os meioa de ob- l)e orden' S.Exc: ?r' Pre8,denle d>
ter juslica, tnmbem nflo tinha anda direito Pro,!oc"'. Sr- l'reclor faz saberaquem
.adode29de.gosto.de 18*9. pormoquo ^JJLtfiffl^J^rt,^
ALFANDEGA.
Kendimento do dia 3.....13:100,948
Dcicarregam koje Je Miembro
Polaca Socitdade-Felizgneros do paiz
Sumaca Flor-de- Angelim dem.
Patacho Lofer farinlia e bolaxioha.
Escuna Amanda barricas de smenlo.
Barca lula vinlio.
Brigue-- llelen'm- farioha de trigo.
CONSULADO G Eli Al..
Kendimento do dia 3..... 655,793
Diversa* provincias...... 29,059
684,853
EXPORTACAO.
Despacho martimo no dia 8
Liverpool com escala pela Parahlba, bar-
es ingleza Carlelon, de 610 toneladas : con
duz o seguinte : 891 saccas com 4,800 arro-
bas e 3 libras de algodflo.
HECEBEDOniA DE RENDAS GERAES "
INTERNAS.
Kendimento do dia3 t 779,180
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimento do dia 3...... 895,124
vtovimeiito do orlo.
lavios entrado*, no dia 3
Rio-de-Janeiro 7 das, polaca nacional
Sociedade-Feliz, de 169 toneladas, mestre
Jos Maria Sotis de Oliveira, equpagem
12, carga varios gneros; a Oliveira Ir-
mflos k Compsnhia. Passageiros, o l'or-
luguez Antonio Joaqun) Pacheco Basto,
os Brasileiros Francisco Anlonio Pacheco
da Motta e Antonio Jos dos Santos l'er-
nambuco.
Richmond 45 dias, brigue americano He-
len, de 193 toneladas, capilSo R. Collins,
equpagem 8, carga fannlia de Irgo ; a
Foster& Companhia.
Trieste 72 dias, brigue austraco Tempio,
de 406 toneladas, capitn F. S. Sultora,
equpagem 15,carga farinha trigo; a Bie-
ber&Gompanba.
San-Matheus 7 dias, patacho nacional Li-
ma, de 95 toneladas, mestre Joaquiui do
Valle, equpagem 9, carga familia de
mandioca ; a Caelano da Gusta Moreira.
Calho-de-Lima --83 dias, galera franceza
Cina-Freves, de 289 toneladas, capilSo J.
Pilles, equpagem 13, carga Guano; ao
cai'iiflo. Veio refrescar e aegue para
Dunqurk.
HAss 19 dias. brigue nacional u/iitc, de
2381/4 toneladas, capitflo Jos Guilher-
niedoa Rain, equpagem II, carga sal e
sageiros, os Brasileiros Joilo Anilinas da
Silveira e Jos Ignacio dos Santos.
Callio-de-l.una 103 dias, brigue inglez
Wttliam-l/eiirij, de I|3 toneladas, capi-
t3o T. Seras, equpagem 10. carga Guano ;
ao capilSo. Velo refrescar.
cujo concurso
le ver a ter lugar no" dia 27 do crranle, o
Sr. director do lyceu, em virtude das ordena
do F.xm. Sr. presidente da provincia, man-
da fazer publico, que a referida cadeira es-
ta novamente a concurso com o prazo de 60
dias. contados do da 3 de setemhro prxi-
mo futuro. Secretaria do lyceu 30 de agos-
to de 1850. Januario Alexandrino a Silva
Kabello Cantea, professor de desenbo e se-
cretario.
Derendo, em virtude da ordem de S
Exo. o Sr. presidente da provincia, datada
de 31 do mez prximo passado, serem en-
viados para i provincia do Rio-Grande do
Sul um clixSo grande e um pequeo, con-
tendo cadernoae papis oertencenles ao 6."
batalhSo de catadores, os quaes se acham
no arsenal de guerra, convida em eonse-
quencia o inspector do arsenal de marinha
aos mestres das embarcares mercanlis,
que se destiera aquella provincia, e qui-
zerem transportar a frete os ditos cajxes,
a se entenderem com elle, allm de tratarem
convenientemeote.
O capilSo do porto desta provincia,
competentemente autoriaado por S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, engaja II ma-
rinheiros para servirem nos navios d'arma-
da pelo lempo de um a tres annos, como
aa convenconar, dando-se a cada um a
gratificarlo na ordem desses prszns, de 90,
30, n 40,000 rs. ; alm de um premio de
5,000, rs.;ao que fr nacional, e 4,009 rs ao
que fr estrangero, que se engajar directa-
mente, revertendo esle premio aquella
que agenciar o engajamento. Os preten-
lentes apresentem-seeom a maior brevida-
de ao mesmo capilSo do porlo.
GO.NSULADO DE PORTUGAL EM PERNAM-
IIUCO.
Joaquim Baptisla Moreira. bacharel forma-
do em direito, cavalleiro na ordem de
Christo.e cnsul de Portugal em Pernam-
buco, porS. M. Fidolissma a Sra. I), Ma-
ria II. que Dos Guarde &c
l ac saber lodos os meus compatriotas,
resideutes nesta cidade e provincia, que
por ordem superior, que me fui transmiti-
da e especialmente recommendada, para o
fim de se poder dar o conveniente cumpri-
menio as dis; osi;0es sobre estalistica, e un-
irs, se decem apresentar neste consulado
todos os subditos portuguezes, que, leu-
do aqui fixado a sua moradia, anda
se nflo houverem nelle matriculado, como
Ihe cumprc, n3o s ptra a devida regulari-
iladc, mas para que assim se possa mas
promptamenle dar a compalival prote(So
deste consulado.
Convidando, pois, os meus compatriotas,
ao cumprimento deste duver. no mais breve
espado iln lempo, Ules lembro taniaxm por
esta occasSo o dever que igualmenle lem
de se m uiiirem dos respective* ttulos de re-
sidencia, na forma dos regulndolo peii-
ciaes deste aiperio, para se lvrarem dos
o nha raijos que Ihes pode causar a falla del-
"es, e inelhor e mais perfeilamente terem o
direito 4 competente garanta das autori-
dades brasileiras, e is respectivas iaemp-
(Oes como estrangeros.
Consulado de Portugal em PernamBuco,
aoi 17 de julho de 1850. -- ioaguim Btptieta
Vjtoreira, cnsul. )
Cartas seguras, existentes na adminis-
trado do correio de Peroambuco, para os
Srs. Antonio da Cunta Figueiredo, Anto-
nio Mara tabello, Guilherme Marques de
Souza Guilherme Fredarico Souza Garva-
Ihu, JariiilUo Ferreira Ramos Joflo da Sil-
va Nazaretli, Jos MariaCardoto, J. I'ereira
Godeco, J. Ribelro I'ereira GuimarSes J-
nior, Luiz Fortnalo Mande, Manoel Luiz
da Silva Loreiro.
Theatro de & Isabel.
17.' RECITA DA ASSICNATURA.
Sabbado, 7 de selembro de 1850.
Anniversario feliz da independencia do
Brasil. Testa nacional.
Logo que o F.xm. Sr. presidente da pro-
vincia tenpa assomado tribuna, a orchei-
tra executari uma hrilhante ouvertura, de-
pois da qual abrir-se-ha a cena, e perante
a ciliie deS. M. Imperial a companhia dra-
mtica cantar
O-IIYMN0 NACIONAL.
" Seguindo-se a represeotacSo do drama
em 5 actos, ornado de msica
D. CEZAR DE BAZK.
rERSONAGKKS.
Carlos II, re de llespanh, A. M. da Costa.
D. Gezar de Bazan, G. F. d Oliveira.
D. Jos de Santareui, IS. F. Meira.
O marquez de Montellore, R. J. d'Araujo.
Marilana, Joanna Jauuaria.
A marqueza de Montoflore, Rita T. da
Gama.
I.' m capilSo, SehastiSo A. de Miranda.
Um alcaide, J. M. de Almeida Gabral.
Um magistrado, J. D. Coimbra.
I.'m liaiqneirii, IV B. de Sania llosa.
I.asai lili, J. J. Poreira.
Fidalgos, povo, soldados, ele., etc.
A eecSo passa-se em MadiiJ.no reinado
de Carina II.
Os bilhetes de platea achar-se-hSo i ven-
da u dia do espectculo no lugar do cos-
tuma.
1 )(<, I ;ii\h; oes.
de invocar a assistencia de seu governo pa-
ra-o fim de fazer com que o governo grego
satistizesse sua reclamacSo.
Pedirei agora que a casa preste sua atten-
cSo maneira pela qual procedeu o gover-
no de S, W. a respeito dos papis relativos i
que!5o gregs > os mena nohres amigo
jiilgaram conveniente depositar sobre a
mesa. Pelo livro asul de fevereiro do cor
rente anno a casa serla levada a crer que a
quealfi,o daa reciamac,Oes de Mr. Finan, per-
maneca no mesmo estado oni que pareca
estar segundo o despacho de Mr. Wise, da-
convier, que tendo vagado a cadeira de pri-
meras letras do sexo masculino de Fra-
de-Portas, por jubilacSo do seu proprieta-
rove o substuutfj as cadeiras de primei-
ras letras desta cidade, a quem competa o
provmento, em virtude do art. 9 cap. 1 da
lelpiovncaJ n. 43 de 10de junhode 1837,
havendo renunciado.tase *eu direito, e.u
posta a coheuro a dita cadeira, com o pra-
zo de 60 das, macrejptw do dia 29 do cor-
rente.
Secretaria do lyceu, 28 de agosto da 1850.
JiiRMsrio Alexandrino da Silva Rabillo Ca-
neca, professor de dezenho e secretario .
PubIicacao litterarit.
das leltrat
Aos amigos
Sahio i luz a preciosa lieflo acadmica
sobre a pena de inorte, ditada da cadeira de
Pist pelo eximio professor Garmignani, o
primeiro c umnalista da Europa, vertida do
italiano em porluguez, obra que interessa a
todo mundo.
Para prova do seu grande mrito basla sa-
ber-se. que adiando se em Pisa por motivo
de molestia o grande philsopho francez
Jouffroy.e landu assislido aligilo de Garmig-
nani sobre a origen) e titulo do direito de pu-
nir, mostrou-lhe summo desejo deoouvir a
respeito da. tSo debatida pena de morte : ao
queaunuioo egtegioprofessor.marcandodia
para esse desempeolio. Mas tflo anlecipado
e nmeros i foi o concurso de ouviotes, que
Joulfroy nflo pode entrar n aula 1
Vende-se em Sanio Antonio na loja de li-
vros da esquina do Collegio, e na Boa-Va-
la na botica do Sr. Cameiro. Preco 2.0C0 rs.
cada exemplar.
laaasMiaaaaaeaaajaeewajajMMaaBaeaaaj^^
.Vvsos maritiatta.
...... i il
-- Para o Rio-de-Janeiro, com muita bre-
vidade, segu a escuna Europista : para car-
gi e passageiros trala-se com a Viuva Cau-
dino [& Filho : pracinba do Corpo-Saoto,
0.66.
Para Parahiba sabe por toda esta sema-
na o li i ate nacional Eipadarte, forrado de
cobre quem no mesmo quzer cirregarou
ir de pagsagem. trate na ra do Amorim,
numero 36. 4
VendeitPafJNreg barescas, sendo uma
dellas da primeira viagem, bem constrnr-
las e boas de vellis, as quaes se acham bem
apparelhadas promptasa seguir viagem para
qualquer porto, sendo una de 35 caixas,
outrs de SO e oulra de 18, as quaes se ven-
den! por commodos precos,nBo s a dinhei-
ro, como a prazo com boas flrmis, e mes-
mo se troca a troco de escravos, ou de algu-
ma casa nesta praca, os prelendentes pode-
rSo ir ve-las no Forte-do-Mattos junto ao
trapiche do algodSo, onde ae acham fundea-
das: a tratar na ra da Cadeia do Recife,
loja n. 54.
- Para o Aracaly tem de geguir viagem
iuipre'.erivelmento a 17 do presente, o hia-
to Novo-Olinda, por ter tratado a maior par-
te do carregamenlo quem anda pretender
carregar, enleoda se com o mestre do mes-
mo, Antonio Jos Vianna, no Trapiche-d Al-
godSo.
Leiles.
-O leilSo de F. H. Lultkens, annuncado
pira lioje-4do corrente. Oca transferido pa
ra um di* desimana seguinte, que se ha de
annunciar.*
Adamson llowie & Companhia f a rilo lei-
lSo, por niterveneflo do corretor Oliveira,
de um completo sortimento de fazendas in-
gleza, todas proprias do mercado: quinta-
teira, 5 do corrente, s 10 horas, no seu ar-
mazem, rua do Trapiche-Novo.
a*J
Vvisos diversos.
..... >. i
Os abaixo ssignados veelh pelo presente,
mostrar gralidSo em queestSo para com
os JJIma. Srs. Rodrigo Theodoro de Fre-
las, caplSodo porto, e inspector do arse
nal de marinha desta cidade, e Vicente Jos
dos Sai tos Moreira Lima cornmandanle do
brigue de guerra porluguez Douro, assim
como aos Srs. offlciaes, tanto do arsenal
como do dito brigue, pela promplidSo e boa
vontade com que ae prestaran) com a sua
respectiva gente, a aoccorrer no da 2 do
corrente, o brigue francs Cesar, no perigo
de encalhar perto da fortaleza do Buraco.
Sendo impossivel aqui aosabaixo ssigna-
dos, de dar uma demonstrarlo mais paten-
te do recouhecimenlo e obrigacSo que con-
tribuirn) para com aquelles Senhores, co-
mo desejsvam, approveitam-se deste jor-
nal como umeo meio, e o mais publico
deque ae pdem ulilisar para faierem co-
nhecidos servicos ISo importante.
Avrial Irtnot.
A mesa regadora da rmandadede N.
S. do Livramenlo, annuncia aos irmflos e
levotosds mesma Sennora, que no dia sex-
ta-feira 6 do crranla aa4 horas da nianh&a
levantar-se-ha a bandeira, a qual ser cou-
duzida na forma ja aoaunciada, accrescen-
4o maia dous jovons meninos, ricamente
vestidos, e principiar a novena da mesma
Sennora, aa 6 horas e meia da tarde, assim
como em todas as nolea da no venabas Srs.
acharSo os livros de estradas e aunuaes pa-
ra aquelles que tiverem de pagar suas pen-
soe, visto nSo ser possivel os livros sahi-
rem a rua na forma do nosso comproinisso. terrea no Alerro-da-Boa-Visla com um so-
O Telegrapho.
N. 1 a 8, est a venda no pateo do Colle
Ko, loja de livros do Sr. Dourado enoAt-
terro-da-Boa-Vista, loja n. 74, do Sr. Jos
Flix de Oliveira.
0 8r. lente Graca, queira apparecef
oa rua da Cadeia de Santo-Aiilunio, n. 13, a
negocio que nflo ignora.
Aluga-se urna ama de leile captiva,
com mudo leile e sem cria : na rua Direila,
n. 4, primeiro andar.
Da-se a joros de 1 e meio por cenlo ao
mes, e com penhores de ouro ou prsta, a
quanla de 400,000 rs. : na rua dos Marty-
ros, n. 36, se dir que os d.
Desejs-se saber quem he nesta cidade
o procurador do Sr Dr. Francisco Rodrigues
Selle: na roa larga do Roza rio, n. 38, se
gundo andar, ou annunciar sua morada.
Aluga-se un* a morada de casa Ierres
na rua de S -Miguel dos Alegados, n. 86, por
preco commodu : a tratar na rua da Cadeia
do Recife, n. 43.
Pura ealxelro.
Precisa-se de um pequeo que entenda de
miudezaa, leudo,boa conduela e queira ir
para Macei. dando-se-lhe bom ordenado:
a tratar na rua do Crespo, n. 11, loja de fa-
zendas.
Fugio no dia 2 do corrente, usa canario
Jo imperio msticio coroado : quem o pegar
eve-o no Forte-do-MaU, n, 18, que ser
rccomnensa'o
Manoel Francisco Martina & IrmSo
deixaram de vender espiraos nacionaes, no
seu eslabelecimenlo de motilados ni rua da
Cruz, n. 62.
Quem liver e quzer vender, a obra in-
titulada, As Mil e Uma Noiles : dirija-so a
rua uo Cuiiegiu, 7, iilyts ...J-r, :
qualquer hora do dia, ou annuncie para ser
procurado.
Alugam-se escravos para serventes da
obra do caes do Porto-das -Canoas : na rua
do Collegio, n. 8, primeiro andar.
O Sr. que annuneiou querer uma caa
na rua da Cruz do Recife de 2 andares : v
mesma rua n. 14; que achar com quem
tratar.
Domingos Jos de Amorim e SemiSo
Pinto Victorino retiram-so para fra da nn-
Affeneln. le negocios entre o
llrAKll e l'ortwrnl.
Eurlptorio provincial em Pirnambuet. Run
cstrtita do Rozario, n ti, legando andar.
Delegado o bacharel A. R. de Torres
Bandeira.
Entre as enfbrezaa uteis figura o eatahe-
lecimento da agencia de negooios entre o
Brasil o Portugal, que se acha confiado ha
dous annos entre nos ao Sr. Dr. Jos Felicia-
no de Castflho Barrito e Noronha, residen-
te no Rio-de-Janeiro. Esta empreza liman
fim louvavel, e quo est milito em harmo-
na com os interesis das duas nacaos : o
commorcio principalmente, esse ramo po-
deroso de riqueza publica e de cvilisseSo,
pode colher graodissimas vantagens, todas
as vezeg que se Ine proporcionar a sotucSo
de questOes importantes, que, talvez, a nflo
ssr esto meio, icarUm no eaqueeimento. Na
parte de utilidade, ella se dirige tanto um
como oitlro paiz : considerada destello Jo
nlo poder encontrar embaracot na pra-
tira
A agencia promove os interesses lcitos,
tanto dos aubditoa brasileiros no reino de
Portugal, como dos subditos portugus,*
no imperio do Brasil; prosegue reclama-
rles de particulares, que hajem de set> tai
tas em embos-os paizes; lenta composieflea,
instaura e aegue procedi atentos judiciaes ;
procede a pesquizas acerca da existencia,
mudanza de domicilio ou fallecimenlos ;
sol licita o cumprimento de rogatorios, man-
da assistlr a pracaa ; agencia oompra a ven-
da de predios urbanos ou rsticos; viga
por interesses de herdeiros, faz maoifettos
e registra hypothecas ; administra casas e
propriedades ; cobre rendimentos e juros,
manda tirar folhas corridas, passaportes.e
documentos daseslac,Oes publicas; requer
quaesquer preteni;Oes justas do governo;
recebe consignacOes e faz cumprir ordena
commerCjiaes; compra e vende papis de
credlb, fazendo transacr;Oes de banco, etc.
O escriptorio central he no Rio-de-Janei-
ro, rua do Rozario, n.68; o director he o
Sr. Dr. Jos Feliciano de Csstilho Brrelo e
Noronha : sflo advogados da empreza em
Lisboa os Srs. Drs JoSo de Dos Antones
Pinto e Gaspar Joaquim Talles da Silva ; o
correspondente naquella cidade he o Sr.
Thumaz Antoniajfe l'atva, rua Ferregial de
cima, n. 1. Ao SrrDr. Castilho, como direc-
tor da agencia, cabe o direito do eslabeleoer
delegados nos pontos do imperio quaos pre-
cisarem, em eonfonnldkde con a autorisa-
cSoque Ihe be concedida peloartigo 27 do
rogulamento da mesma agencia ; e he per
isso que os dous escriptorios do Rio e de
Lisboa, bem organisados, team estabelecido
ilelogaces em todos ospbnlos mais impor-
tantes dos dous estados ; de aorte que qual-
quer requisieflo, que Ihes diga respeito, he
levada a ellicaz andamento desde o dia em
que se recebe o encargo. Pelo Sr. Csstilho,
como director, foi nomeado delegado da
agencia, nesta provincia, o t)ai'batel A. R.
de Torres Bandeira, que tratar de empre-
ar todos os esfor^os para levar a efTeito aa
condicoea (izadas no regulameoto respec-
tivo.
O delegado, desejoso de cumprir as or-
dena emansdss do escriptorio central, no
Ro-de-Janeiro, tem estabelecido um escrip-
torio provincial, na casi de sua residencia,
rua estreita do Rozario, n. 41, segn Jo an-
dar. Aa pessoas que liverem inlerraseaa tra-
tar por meio da agencia, poderSo dingir-se
aquello escriptorio, daa oito horas da ma-
nhfla ate s 10, e das -J da tarde at s 5.
No dia 5 do mez de selembro, a qua-
tro horas da tarde, na porta do Senhor Dou-
tor juiz doa orpliSos, na rua de Moras,
irlo praca os bens geguiiles, de rende aa-
nnal. perleucenles aos menores, fllhos de
JoSo Baptisla llerbster, a saber: uma casa
hradinho no fundo, avallada por 550,000
rs.; Urna dila com mirante, sita no lugar da
Gapunga, com baxa para capim, avahada
por 400,000; e um sobrado de dous andares
e sotflo, na rua Imperial, o qual tem .quin-
tal morado, e no fundo uma caga Ierres com
a fresMa) para o mar, avallado por 240,000'
Wdia 7 do crrante gahir a lux A
IMPRENSA, jornal poltico e social, desusa-
do sustentar oa principios do partido li-
beral desta provincia, l'ublica-ae aa lypo-
graphia nacional, que se acha nos segundo
e terceiro andares da casa n. 6 da rua Direi-
la, eassigna-se na mesma typographia a
3,000 rs. por trimestre, ,000 rs. por semee-
Iree 12,000 rs. aunualmeute( adiaiiladosJ.
O jornal, como se vo pela iudicacSo do
sua natureza, be tambero eommerciale no-
ticioso ; aceita graluilamente todoa oa ar-
ligos que liverem immedala ligacSo con
seug nrinclpioa, e nteressarem so publico.
Publica-se diarttafeole, e coro o meaaio
frmalo do Diaria Novo.
SW aa sal las aafvBaaBa aap wa^afc a
CONSULTORIO CENTRAL IIOMOBO-
l'ATIIIGO DE l'EKNAMBUGO.
Dirigido pele
Vr:Sabino Oleario LngrtHnk.
Rua do Trapiche, a. i5.
Todoi oa diai utcla se dario coninltaa
e remedio de grava aaa pobres, deaae
pela manhaa al aa duaa horas da larde, aa
AS ajec/apondciuiiaa lalbru.(oea K
poderio trr dirigidas verbalineuta. ou 9
por eacrlpto, devendo o doeate iadicar a
- primeiro o nome, a idade, estado, pro- tt
flaslto, e consiftulcjlo ; segundo, ai mo- S
leatiai que tem (Ido e oa rCmedioa loma* &
dos; terceiro, a poca do apparechuao- u
iu a ,;;!;:!u -'', "'Sd^^LST
nucila daa aigoaea ou sjnupleuiai que
aollre.
Vr. Sabino Olegario Ludgro Pinko, 1
-**aiaiia**a.;
Aluga-se o segundo andar e sotflo, cor-
r Jor do sobrado amarello, n. 6, da rua
Augusta : a tratar na rua do Amorim, n. 15.
-- Aluga-se quem quzer passar o ve-
rSo e a festa prxima, a muicommoda casa
terrea sila no Monteiro, contigua ao sobra-
do em que mora o Sr. Gorrca : na ruada
Aurora, u. 48.
perlo, sendo o ultimo como criado.
Jos Pereira ds Cunha embarca para fo-
ra da provnciM parda Lourenca por or-T 0 ibaixo ,Mgn,j0> rt
dem de sua sMiora D. Francisca rel.cidade peilave| pu|,iiCo> ?, ninguem fac negocio,
Perpetua Gavalcanti.
Maria Joaquina Huirle Monteiro, sub-
dits portugueza, retira-se para Mossamedes.
Est prompta hoje ao meio-dio, e ven-
de-se nos lugares j annunciadoaa Marmo-
ta n. 43, que esta de goglo, contendo um
bello artigo aobre a msica, dedicado a uma
senhora desta cidade, oulros artigos, bellas
poesas e uma nesposla decisiva ao Concilia-
dor : tambera se vende na rua do Crespo,
loja, n. II, de Antonio Domingues Ferreira-
nem transaccSo alguma com uma letrada
quanlla de 172,000 ra., acceita pelo mes-
mo abaixo asslgnado que diiem exis-
tir em poirr de Joaquim Peteira di
va, pois a nflo paga senflo ao seo legitimo
dono o padre Francisco Pereira da Silva, no-
je existente em Portugal. E para que se nflo
chamara a ignorancia, fago o presenta an
nuncio para evitar qualquer duvida que
possa apparecerao futuro,;- Joaquim Fran-
cisco de A sevedo. ^aa^"^


_,-...

-L. n*!, tundo tencoes de relrar-se
Insta provincia vende em porcflo oo reta-
jhn i madeiras de Jacaranda e de mogno, e
o haneete tarramentas de mircineria : na
ra Nora, n. 45.
-Antonio Lopes da Roa deixou de ven-
der tgVewJente na aua taberna, sita nos
qoertnirde riheira da Boa-Vista, n. 3, deade
o da 38 de agosto prximo passado.
-- Precisa-se de dous ou tres meninos pa-
ra entinar-so o offlcio de ourives, exigin-
do-eeaboa cpeoidade: no paleo da Santa-
Cruz, ao p da botica, n. 8, se dir quero
precita. .
Antonia da Trindade, Brasileira, e seus
iilboa Clara, Joo, Antonio, Angela, Cosma,
Cosme, DamiOoe Mara retiram-se para fo-
ri do imperio.
-. QBeroce-te om sacerdote pira capot-
illo de engendp = quem de aeu presumo ae
quizer utilisar, annuncie.
o abaixo aaaignado, faz vsr ao Sr. ar-
rematante d'agoardente e cspiritos de pro-
dcela brasileira, que nSo continua a ven-
der taea gneros em sua taberna, na ra do
rilar, tS1. Reoife, 31 de agosto de 1850
Jotloequim Goneatiei Caeia.
Precisa-se alugar urna easa de dous an
darea em alguma dai principaes ras do
bairrodo Recife, preterindo-se a da Cruz,
arrenda-se toda a castalios e baixos, eon-
vindo ao proprieterio, e afianca-se a boa
conaervac fio e zelo- no predio : quem tiver
annuncie.
O abaixo aaaignado com venda na ra
do Rozar da Itoa-Vist, n. 9, faz vern
8r. arremtame do imposto d'agoaa-arden-
les de producco brasileira, que desde 31
,imo passado, nSo vende mais ditas
lieihIo asaim na ordem de nflo
O lermo dellas, qoindo islo tinha
Iti Pranciico Teive.
Jote Antonio Jlirtins dos Santos, esta-
lle lecido na luadaCadeia de kanto-Anto-
nid, n. SO, com loja de palhinba, julga nada
deverneita praca, rorem ae alguem ae jul
gr tau credor, aprsente suas contaa no
praco de oito diaa da data desle, para se re ai
pagas.
Oiogo Rodrigues, faz sciente aoa se-
ohoret arrematanlet do'imposto d'agoar-
dente de producto braslejaa, que deade o
da 31 de agosto deixou de vender egoar-
deote na aua venda em Fra-de-Porlaa, nu-
mero t.' ai _
-- Precisa-se de 1:500000 rs. apremio
conforme ae poder arranjar a reapeito o
tempoeo premio; da-so boa firma : quem
este negocio quizer facer, annuncie para
aer procurad*.
OfTerece-se um homem viuvo, que tem
boa lellra e pratica mercantil pira caixeiro
dequalquer eatabelecimenlo, o qual est
isento da guarda nacionah quem preoiaar,
annuacie.
--Precisa-se de 500,000rs. a juros com
bypotheca em uro sobrado de un andar:
quem livor, annuncie, ou dirija-se i ra Di-
reita, n. 91, a qualquer hora do da.
abaixo aaaignado deiiou de vender
bebidas eapirituoaaa de |>roducc3o brasilei-
ra nis suas vendas da ra do Vigario, n 8;
rva da Cacimba, n. t ; e becco do Munleiro,
o. 6. Recife, i de telembro de 1850. Joto
Simio de Almeida.
O abaixo aaaignado faz sciente aoaSrs.
arrea**tantea d'ago'ardente e eapirilos de
(iniduecOo brasileira, qua nflo vende nem
tem vendido ha maisdeoilo tonos taea g-
neros no aeu armazem de moldados, sito na
ra do F.ncantamenlo, n. 11. r'ranceo X-
M. Btutot.
L.0ja> de modas franeezas na ra
Nova n. 32.
Matiame Tliiaid.
cabello pexam.e anda calcado, lie captivo;
nortanto, ped-se a todosot capitsea de na-
vio o mestfes de barcaca, que nao dom pas-
sagom ao dito cabra ; e toda aquella pessoa
que llie der passaporte teri nullo porque
lie captivo. --Franeica Joaquina de Macedo.
O Sr. Francisco Joaquim de Mesquili,
que annunciou retirarte para fra do im-
perio, baja de nao so retirar sem se enten-
der com o seu credor Joo Tavares Cor-
del ro. ,
-- Aluga-se um grande armazem em Fo-
ra-de-Portas, por baiiodo sobrado que fica
aosulda fundicaoingleza. JQ
Aluga-se una casa com sotflo, grande
quintal com arvoredos e tinque para ba-
ndo, no lugar da Soledade, n 42 : a tralar
na raeama cata, ou na ra da Cruz, no Re-
cife, n. 16.
Aluga-te urna grande cata ( que silo
duas) com seus quintaes todos murados, e
grando terreno na frente com sua grade de
ferro, tita no Arrombado, n. 1, em Olinda ;
e mais oulro sobrado no mesmo lugar.com
grande quintal a bom banho para a festa :
a tratar na ra da Cruz, no Recife, n. 46,
armazem.
O abaixo assignado declara que da
prsflo que soffrera no dia 2 de Fevereiro,
nada deve de obrigaces a sua soltura, se
nflo eos dignos Sre. commandanle de poli-
ca JoBo do Reg Barros FalcSo, e Antonio
Jos de Olivera, e nflo a um outro que ae
.juer a rogara ato je assim como tambem
declara que sua prisSo n jo passara do quar-
lel de polica ; e pelo presente faz certoa
ruem tanto sea roga a este direilo, que o
abaixo assignado nada Ibe deve, antes es-
t no desembolso de certa quantia, diubei-
ro ette de seu irabaldo.
Manotl Goncalvit Gamboa.
Vcndc-se rap l'aub Cor
Iciro, chegado ltimamente do
Kio-de-Janeiro : na ruada Cadeia,
loja ir. 5g, de Jos Das da Silva.
Para algum principiante.
Aluga-se urna casa terrea na ra Uireil*
da. povoagflo dos Afogados, cujo local he o
melhor para qualquer eatabelecimenlo, por
preco muito commodo : quem pretender,
dirija-te casa daa afericOea.
Engomma-se roupa com toda a perfei-
cao e aceio : na ra do Rangel, n. 55.
A cidadede Pars.
fabrica de chapeos de sol, ra do *
n.
- Desapparrcen. o 20 de agosto pr-
ximo passado, > s.'. h" s da I rl,um es-
cravo de nomo Jos, de nsciln Congo, de 25"
snnos pouco roais ou menos, altura regu-
lir, cbei'0 do corpo, ternas grossas, ralla
bem desembaracada, em barba, tendo ape-
is poucos cabellos ns faces; tendo o de-
do de um dos ps, vizinho ao mnimo, mai*
curto que este ; levo caro'sa nova dealgo-
dflozinlio e calca de algodSo azul trancado :
quem o pegar, leve-o ra da Aurora, n.
48, que ser generoaamente recompensado.
Paulo Gaigoouv, .dentista fnncez,^
Gollegio, n. 4>
J. Falque participa ao respeitavel publico
desta cidade, quu elle abri o seu novo ea-
tabelecimenlo, onde ae encontrar aempre
um grande e bonito sortimento deates. ob
jectos dos maia modernos e variadoa, como
sejam : chapeos de sol para hornees de se-
das chamaloladase lizas, de cores e pretos,
diloa de armac&o d'aco muito fortes com
seJ's de lodat tt cores, ditos para aeohoraa
de seJas lavradaa e lisas, com franjas e sem
ellas, cores muito bonitas, ditos ditos de
panno imitando seda, com franja eaem el-
la, ditot de panninbo para homem com ar-
macSo rica e ordinaria, sortimento de ben-
galas de todaa as qualidadea, baleiaa para
vestidos, colletes eeapartilhoa para sendo-
ra. Na mesnia cata concertt-te e cobre-ae
toda a qualidad de chapeo d ol benga-
las, para os quaes (em boas tedas e pannos
em pe^as :.todos estes objectos vendem-st-
em porcflo e i reltlho, por menos preco do
que em outra qualquer parte.
Ainda esta rugida, desde o dia 26 de
jiintio prximo passado, a escrava crioula,
de nome Mara, moca, altura regular, cor-
Ipo retorcido, cadeiras grossas e um tanto
^recenebegado neita capital, offerece^
Sseu prestimo ao pnblico para todos os^j
Smysteres de sua profissOo, quor extra-^
hindo, limpando e chumbando os deu-ag
Htes naturaes, quer aubalituindo-os por*
Soulros arliflcaes, parto que tem os*
?melhores apparelhoa. Pode ser procu-
?rado a qualquer bora em sua casa, naj
f*rua larga do Rozario, n. 36, segunJo^
av*ndar, HB
-. Precisa-se lugar urna preta eum pre-
lo que sirvam para vender fazendas : na
ra do Trapiche, rmazem n.44.
Atten95o.
Fazem-se ricos bolinhol francezes de lo-
dat aa qualidadea, e tambem se enfeitam
bandejas r.iuissimas coro pSo-de-l fran-
cez, no meio, ou lie outras qualquer quali-
ilade de bolos, ludo por preco commodo :
na rut da Concordia, n. 6.
___Aluga-se o primeiro andar
da casa n. 46, da ra da. Cadeia Ho
Hecile : a tratar na mestna ra, lo-
ja de ferregens, n. 44-
-. Aluga-se urna preta boa cozinheira
na rut Uireila, n. 32, primeiro andar.
9 O consultorio homos*pathico O
Oda aua da Cadeia de S.-Antonio, n. 22,0
dirigido pelo facultativo J. B. Casano-O
Ova, mudou-se para o segundo andar do>
Clmsmo sobrado. O
oooooooooo OOOOOOOO
Aluga-se ou compra-so um escravo
que enlenda do servico de padaria : na ra
Diieita, n. 82.
Precisase alugar um escravo para o
servico de casa no eicriptorio de C. Slarr
C.: na ra da Aurora.
JMBSHajBajaaaajFaaajRaaaaaaj
bem condecida netla provincia, tanto pe-laaliidas para fra, bocea regular, beicos um
lo bom goalo de seu trabalbo, como pelafltanto grossos, pea e mfios grossas ; tem
ifkaclidlo de suas entregas, tem para facil-
litaraeus fregus feherlo urna rica lja de
modas, por baixo do sobrado onde foi sem-
pro sua morada, l ter aempre a vista cha-
peos de teda e de velludo da ultima moda e
muito ricos, tanto para senhora como para
meninas ; chapeos de palha da llaliajajaber-
liso rechadoa;dilosdepilliade arfo di-
tos de clinaa c trancas ; manteletes e ca-
polinhot furla-cOres, de cliamalote, de vel-
ludo e de fil; corles de seda com lislras
furta-cre; ditos de velludo francez ; ca-
becOee e romeiros de blonde e de linho,
muito ricos ; turbattee, capellaa e eofeites
da cabrea para casamenloa a saraos; enfei-
lea de trancas, botlas e franjas de todas aa
Ores para manteletes e vestidos ricos ; es-
partilhos muito rommodos e bem feitos;
grande sortimento de blondes, bicos e ren-
das de seda e de linho ; litas de seda de to-
das aa crese larguras ; ditas de garca ;.di-
tas de velludo ; trancase fiaojas de todas as
atores; florea muito lindas; e nuitotonlros
objectos que seifio patentes. Madama
Tdeard tem em sua compaiihia urnas se-
nborae muito habis, e por isso pode encar-
regar-se de dar com muita promplidSo e
perfeico todas as encommetidts de vesti-
dos, capotinhose entalles de sen dora, tanlo
para casamentoa, como baplisadot, bailes e
sirios..
#*'#> _
# Aluga-se, por muito commodo pre-
ajr co, a excellentecasa de quatroanda- aH
J rea, ni ra da Cruz, em que esleve o tf
flt escriploriodoSr. Kduardo llolly : os
j) preleodentes podem tratar com lio-
fjt mjogos AlTonso ery Ferreira, que se
Sacha autorizado para tlfectuar dito
arrendaaaento.
??
Perdeu-se urna culder de prala con-
trastada, com o peso del! oitavaa pouco
mais ou menos; coro esta firma no cabo
I. V. O.: quem adiar annuncie ou leve i ra
da Craz do Recife, n. 46, que aer gratifi-
OSr. Ctovanni Teveni, nascidoem Dal-
macia n'Austria queira dirigir-ae a ra
da Cruz. n. 4, para ae Ida dar noticias de
sua familia.
AttencSoT
Se algum moco que nfio lema o
vco, a se quizer associar com outro, p|
um negocio que offereco grandes vinla-
gens, nSo sendo necessario entrar para dita
sociedade, com mais do que 200,000 rs. a
300,000 r. : diiija-se ao becco do Carioca,
armazem de arroz de Jos Coideiro do Re-
g Ponte.
A abaixo assignado faz aa'ner an res-
peitavel publico, que o seu mulato Joa-
quim de Olegario de Macedo, altura regu-
rla, grbsao do corpo, rara redondt nariz
meio cbtto, teta os denles quebrados,
marcas de bexlgas no rosto, peitos peque-
nos e cabidos, nariz groaso, olhoscarnudos,
orelhas na parte do enfeite grossas e vira-
das um lano para cima ; tem urna maroa
Lia forida de caustico do lado -direilo ou es-
^uer.lo dascostellus para os vasios; fevou
vestido de chita preta, panno da Coala,
un tabuleiro com milito e arroz que venda
no dia que fugio : eala preta suppe-se es
lar oceulta em casa de alguem, ou em al-
gum calugi, O que se vai escrupulosamente
indagar para ae proceder contra quem a ti-
ver oceulta : olTerece-se urna boa recoro-
8
pensa a quem delta der notieia certa, e
gn> r Ja-so inteiro aegredo, ou a pagar e le-
va-la ra de Hurtas, n. 11*, a Antonio Cal-
das da Silva.
Antonio Correia, subdito portuguez,
retira-so para Mo^samedes, levando em sua
eompanhia orna criada de nome Mara do
Sacramento.
Jeronymo Ignacio ValadOo, Poituguer,
sua niiilher Antonia da Trindade, Braailei-
ra.aeus filhos Clara, Angela. Coi-ma, Mrra,
Jollo, Antonio, Cosme, e Da millo, e seu;
sot rinhos Francisco Ignacio e.Manoel Jote
da Costa retiram-se para Mosssmedes
Antonio Ribeiro da Cosa Porto e Au-
gusto Cezar de Abren Magaidfirs, subditos
portugueUs, reliram-se para lora do im-
perio, j^
No dia de fWembro ae ha de arrema-
tar em praca rublica do Sr.. I>r. Juiz muni-
cipal da segunda vara um sobrado de tres
andares e sotSo da ra do Torres do balrro
do Recife, pelo valor d3 10 000,000 rs., cu-
jo sobrado foi do fallecido padre Domingos
Germino AfloSito Ilegueirs, e vai pra(a
requei imenin do tettanienleiro, para cum-
No dia ido correte, pelas 4 horas da
t-iide, poita do Sr. Ir. juiz docivel da se-
gunda vaca, na ra Nova, se hilo de arrema-
tar dous esrrsvos e urna negra : quem os
pretender comparece que he a ultima praca.
Jos Correa Nunes portuguez, retin-
ta pira fra do imperio.
Malheus Ferreira Franco, Porlnguez,
retira-se para fra do imperio.
Firmino de Alcntara GuimarSes, sub-
dito poiluguoz, relira-separa Mossamedes.
-- Jos Joaquim da Costa,subdito portu-
guez, com sua mulher Francisca Alejandri-
na da Silva Costa e seis (ilhoa menores Ame-
lia, llerundina, Adelside, Nstor, Ulisaea
Mannel, Hrasileiros, relira-se para a colonia
de Mossamodes, levando cm sua eompa-
nhia urna sua anidada, parda, livrc, di
maor idade, de nome l.laudina.
--Precisa se de urna ama que lenha bom
e bstanlo leite : ua ra do i.irramenlo,
n. 35.
--OfTerece-se urna senhora casada rara
ama dequalquer casa: na ra doQueima
do, n. 37, te dir. r> /
Compras.
Compra-se effeclivamente cobre,
chumbo, zinco, estando, e toda a qualida-
ilede metal volito, nfio sendo ferro : ni ra
Nova, n. 38.
-- Comprinvse dous violOes em segunda
mfio : Ha ra Inreita, n. 3
"-
[.oteria do Rio-de-Ianelro.
Na praca da Independencia, n. 4, vnndem-
si blhetes, meios, quartos, oilavos e vi-
gsimos da 12".' loleria a beneficio do bos-
p tal da Misericordia. Na mesma loja tam-
bem se vendem blhetes e meios ditos, da
loleria a beneficio da matriz da Boa-Vista,
que est prximo a correr.
Lotera do Itio-do-jadei ro.
Aos20:000,000 de rs.
Na ra larga do Rozario, botica n. 42,
vendem-sebilhetes da lotera a beneficio
do hospital da Santa casa da Misericordia,
a prego inieiron a 22.000 rs., meios a 11/
rs. quartos a 5,700 rs. oitavos a 2,890 rs.,
vigsimos a 1,400 rs.
Cera em velas :
vende-se noescriptorio de Macha-
do & Pinheiro, na ra do Viga-
rio, n. 19, segundo andar.
Na ra do Crespo, n. 17, vende-se um
rico chapeo de pasta, eom plumas, pof pre-
-- Vendem-se bonitos pea de pxixau no-
vos, a 200 rs. o p : na Estancia, siliu do
Sr. Duburque.
Vendem-se umat vaccas comeras e
sem ellas : no Rarbalho. a fallar com M
ximaoo das Chgas e Silva.,
Vende-se a taberna de fti-
colo Rodrigues da Cuuha, no
pateo do Paraizo, n. 16, com pou-
cos fundos, e muito afregueada a
retallio : a tratar na mesma, com
Jos Pereira da Silva.
-Vendem-se dous pares de mangae de
vidro bordadas, um par de lanternas de di-
to ; meia duzia de cadeiras americanas,
urna cama de conJur com colxfio, urna
mesa de amirello para jaotar: tudo por
preco commodo : na ra das Trincheirai,
n. 46, primeiro tndar.
Vende se um methodo de Caruli para
violao, j encaderntdo: na ra Augusta,
n. 12.
Vende-se retroi preto, ferre-
te, e sorlido, da fabrica de Siquei-
ra, do Porto : na ra do Vigario,
n 19, segundo andar, escripto-
rio de Alachado & Pinheiro.
Vende-se unta boa casa terrea c3o
bastantes commodos, na ra da Misericor-
dia em Olinda : a tralar na mesma casa.
-- Vende-se cha hysson de superior qua-
li lade, em caixas e metas ditas, e em lotes
a vontado do comprador ; caixas com velas
le espermacele da melhor qualidade : na
-Na rila Augusta, venda -le Victorino Jos
Cirri deS, da para vender don carne do
sertllo, manas muito gordas.a manteiga 111-
gleza boa a 640 rs. a libra ) dita franceza,
a 360
libra
Vend.HH.
ra da Alfandegi-Velha, n. 36, escriptorio" aortas, n. 12
a 360 rs. ; cha Hysson superior a 1,920 rtva
libra; superior toucindo do Lisboa a 3.0
rs. a libra ; dito pe Santos a 200 rs. a libra ;
vinho da Figueira a 200 rs. a garnfa; dito
do Porto a 320 rs.
Ao bom e barato.
Vendem-se luvasde pellica com bololas,
a 1 280 rs.; ditas pretaa d rede, a 800 re. ;
sapatinhos de lila, oplimos para criMcat,
ayiors.; camisas de meia para homem.
f.zenda muito superior, a 1,280 rs., rran-
jit proprias pira cortinados, a 3,500,4,000,
t 500 e 5,000 rs. a peca ; tranciahis de 13a
le lodis as cores ; liona de peso, propna
para lavarinlo ; dila de carnlel de 200 jar-
las; meiaspara meninos e meninas; sus-
pensorios ; carteiras de agulbas, a 380 rs.;
litas m caixinhas ; igulhas cantoras; tus-
ensorios pin meninos, a 80 rs.; dneles
le velludo para menioos, a 40 rs.; meias
le seda preta, a 1,800 rs.; e outras mullas
ousas que se vendem barato : na roa do
Jueimado.n. 33, loja de miudezas, junto
oooooooooi>ooooooo
3 Na loja do sobrado amarello, nos O
3 quatro-cantosdarua do Queimado, O
3 n. 2, vendem se cortes de cambraia /n de seda com florea bordadas, pa- 0
\ droes muito modernos, a 7,000 rs. ; ^
i ditos muito superiores emquanda- q
% dee (fostoC que por thl intitulan Q
? dour.linas).a U.OOOe 16,000 rs. o g
2 corte; gravatinhas de seda para te- ^
5 nhora a 1,000 rs.; luv.t de pellica V
para as mesmas, a 800 re., e mmto *
O superiores, cor do eaaj. a 1,600 rs. Q
3 lencos de garca, a l,*W rt^; ditos O
3 com llores bordadas, a 9,500 rs.; o Q>
O outras fazendas por precos rasoaveis Q
aoooooGoooooooooo
Vendem-se espingardas para caca oo
qualidade fina, com espoleta, e msicas'no-
vas para pianito : na ra Nova, n. 16.
Para liquidar.
Vendem-se cortos de cambraia eom 6 va-
ras, com lislras de cOres a 3,500 ris, ditos a
,000'ris, ditos de Indianas a 2,400 rit,
corles de Victoria fazenda de muita du-
racSo e cor fixa a 3,200 res, escindas
pirn meninos s 320 res, suspencorios
le meis muito linos 900 ris a duzia,
mantas de 13a e seda a 2,500 e 3,000 rs.,
lencos dsela para grvala a 2,000, hrim
le quadros escuros de puro linho a 360 rs.
o covado, c tes de coletea de s la de 1,00o
at 2,000 ris, lenco da seda pura para al-
gibeira a 1,600 res, chapeos de castor preto
a 3,200 res : na ra do Crespo, loja de 4
aterro-itu-fooa-vi-tii, n. 26.
- Madama Quintn acaba de receber um ex-
ccllente sorlmiento dos seguintes arligos :
pulcairas finas doursdas para senhora, pa-
es de tartaruga para prender cabello, diloa
para suistas, escovas para denles, para
unliase pjra cabeca,. bullas para dinheiro,
frascos para cheiros, grvalas de seda, dita.-
de fio da Escocia, lencos para m.lo, filas de
seda, suspensorios, vestidos de ISt, ditos de
sedt.percalina crderoza, crep lito, lu-
vat para homem tenhura ; e igualmente
contina a fazer chapos da ultima moda
para senhora,
Vende-se farinha de mandioca de boa
qualidade al, 800 rs. a aacca, dita maia in-
ferior a 1,400 rs. : a tratar na ra do Viga-
rio, 11. 13, ou no trapiche da alfindega, ar-
mazem que foi do Cuimarles.
-- Venderse urna preta moca com algumas
habilidades: afianca-se a conducta : na ra
da Cadeia de Santo-Antonio, no segundo
andar da esquina doOtividor, n. 14
I 'mi iilia Tontuna c de asst*.
Vende-se a 20,500 rt. t dinheiro, bem co-
mo faiinha gallega em barricas e meias di-
tas 119,500 rs : ni roa larga do Rozario,
ptdaria 11 48.
-- Vende-ie-se urna canea aberla, muito
bem construida e nova, por preco mu lo ba -
rato : na ra larga do Rozario, n. 26, segun-
do andar.
Carnalm superior.
No deposito da ruado llangel, n 43, Ven-
de-se carnauba a relalho de duas libras para
cima, por commodo preco.
para fra ila praca.
Vende-se um moleque dedesoilo a vinle
annos, muito bom tanoeiro, que faz tudo
quanto he obra da meama oilicina, nflo tem
vicio algum e tem bonita ligura : o motivo
por que se vende se dir ao comprador : na
ra Imperial, n. 37.
Vende-se um escravo preto, de bonita
figura e sem vicio : na ra da Cadeia do
Recife, l-ijan. 51, de Joflo da Cunda Ma-
galoSes. .
Vendem-se bons cmbenos para gaz :
na dialillacBo da travessa da Concordia.
Na loja de Fernandes da Luz JilrmSo,
rus do Livramenlo, n. 10, ha um completo
sorlin enlodo chapeos Irancezes, ebegados
no dia 2 desle mez, sendo a forma a mais
moderna que se tem visto em Peroambuco,
por preco commodo.
Vende-se cera de carnauba
s piisisi'asorle ; be cen? yp-
laa da mesma, que igualam as
de espermaceti, de excellente luz,
a 8,000 a arroba : na ra Direita,
o. 5g. .
-Vende-se, ni rui do llondego, n. 19,
sal de pedra, a 960 rs. Na ra Imperial, n.
229, vende-se sal de salgar couro, a 500 rs.;
urna canoa para abrir para tijolo ; urna di-
ta em bom estado; 2 eucolamentos de ca-
noas, por preco commodo.
Vendem-se ricas estampas de diversos
svtitos e santas, coloridas e em fumo ; um
completo apparelho para jogo de vispora ;
o curso de geometra por Lacroix, traduci-
do em francez ; is Sityras de Roiletu; o
primeiro e segundo volumes do Panorama ;
tudo por preco commodo: na ra do Cres-
po, n, 11, onde ae conlinmm a trocar livros
- Ns rus 'lo Cibue, loja do Ouarte,
vendein-se trinas, volantes, galoes, espe-
goillisse rondas proprias pin armadores,
por pfeco mais commodo do que em outra
qnilquer parte.
de Malheus Auslin & Compinhi.
Na ra lo Crespo, u. lo,
loja de I). Auna Mara dos Passos Cunda
GuimarSes, veudem sa cortes de casemira
de quadros, por 3,800 rs.; ditos do cores, a
5.500 rs.; panno preto fino, a 3,500, 4,000,
4,500 e 5,000 rs. ; dito encarna lo, a 2,400
rs. ; cortes de 13a para calcas, 1 800 rs. ; los
brincos finos, a 2,500 e 3,000 rs.; pecas de
franjas brancas, a 2,500 rs. ; ditas de cores,
a 3,500 rs.; cobertores de las, a 1,300 rs. e
outras minias zendas por barato preco.
Di-la vt/. lie pi-diindi 1.
Vende-se manteiga inglez* muito supe-
rior, t 640, 400, 320 e 200 rs.; dita Trance
za, a 520 rs ; banha de porco, a 320 rs. ;
toucinho de Santos, a 120 rs.; azeile doce,
a 560 rs. a garrafa ; inildo, a 120 rs. a cuii;
feijSo mulalinho, a 400 rs ; arroz pilado e
vcrmeiho, a 320 rs. ; dito brenco, a 360 rs.
e a libra a 60 rs.; farinha do Maranh&o, 1
100 rs ; dita de araruta, a 200 rs. ; cavad i
nba, a 160 rs. ; caf em grflo, a 200 rs. ; ve-
las de espermacele as melhores, a 720 rs. e
640 rr. ; alaLria, a 280 rs. ; macarrlo, na
carrete etalharim, a 210 rs. ; velas de
earnuiln, a 280 M. a libra ; cd muito bom,
a 1,920 rs. ; queijos superiores, os miis no-
vosqu) apparecem, a 1,700 ra.: dSo-se as
amostras : na ra Nova, n. 40, dcfronle da
Couceic-lo, e ao p da ponte, n. 71.
Vendem-se 4 lindos moleques de 16 a
20annos, sem vicios, e que sSo ptimos
pira pagens, ou para qualquer servico; 5
pretos bons para todo o servico ; um dito
de meia idade, bem robusto; urna parda
muito boa costureira e engommadeira, e
que he muito hbil para o arranjo de umi
casa, e de muito boa conlucta, o que se
alinncH ; urna negriuha de 10 annos, que
cose, soffiivelmentn, e he ptima para dar-
se a qualquer menina ; duas ditas ptima
para laboloiro, por serem boas quilanJei-
raa ; urna dita de meia idade; e outros
muitos escravos : na ra da Cadeia do He-
rir.', 11. 51.
para meninos c meninas.
Mdlhodo facillmo para aprender a ler,
tanto a lellra redon la como a manuscrpla,
no mais curio espaco possivei, por Mon
leverde.
ExpoMtor portuguez, ou rudimentos de
ensillo da lingoa materna, porMidosi.
Livro deouro dos mi nios, por Roquete,
recheado de finas estampas
Thesouro de meninos com estampas co-
loridas.
Vids de I). J0S0 de Castro, por Fr. Fran-
cisco
Arle de fallar e de eacrever, ou tratado de
rhelorca geral, por Augoalo llusson.
Resumo da historia de Portugal, por
Monleverde.
Manual pneyclnna/lico para uso das es-
colas de inslrccSat piroana, por Monte-
verde.
A vida de FranfeNm.
Crammalici portugueza por Salvador;
Arthmetcas, Calhecismos, cartas, tahua-
das, peonas, papel : vende-se ludo por
preco barato : no paleo do Collegio, casa
do livro azul.
Cdigo I:jii-tolnr,
ou regras e advertencias para escrever coro
elegancia toda sorte do cartas, acempanha-
das de modelos sobre todos os assumplos,
exlrahids dos melhores escriplores anli
gos e modernos, nacionaes e eslrtngeiros,
oflerecido a mocidade brasileira, por Ro-
quete : vende-se no pateo do Collegio, ca-
sa do livro azul, um voluma groaso do 639
paginas, por 3,000 rs.
Aos sen lunes chefes de familia.
i ra do Ksngel, armazem 11. 36, ven-
dem-se s:cc;s com frnha a 1.920 a 50
mlhos de jalda por junio a 300 rs.
Vende-se um par de dragonas para od-
ela! subalterno da guarda nacional, e una
barretina : na roa Nova, o. 18.
fazendas baratas.
as lojas deGoocalves & Ribeiro, ra do
Queimado, esquina do boceo do Peixe-Fri-
to, alero das lindezas para vestidos de se-
nboras a 180 rs., ha rucados francezes a
180 rs., chitas de coberta a 200 rs., e
cintas psra vestidos a 140, 160, 180 e 200 rs.
v m lem-se tambem chitas muito finas da
padrOes mo tennis a 210 rs., setim preto de
Macio a 1,800 rs. o covado cortos de co-
lettes d setim proto com lstns de eflres a
1,600 rs., merino verde escuro desinfecta-
do mu proprio para palitos a 720 rs. o co-
vado, dito prelo infestado a 1,280 rs. hrim
branco trancado de linho coro listras a 440
rt., cortes de calca de brim trancado a
1,600 rs. ; ditos de gasineta de listras a
2,240 rs.; e outras muilas fazendas por ba-
ralissimo preco.
Na ra Nova, loja de ferragens,
le JoSo Fernandes Prente Vianna, ven-
Jem-se superio-es espidas prateadas, tan-
to de roca como sem alia, pira ofllciaes da
guarda nacional.
Vendem se escovas de patente para
cabellos, vassouras de cabellos para salas,
conservas da todas as qualidadas, presun-
tos, mustarda, sardinhas. carnes e latas de
conservas : tudo chegado recenlemente de
Liverpool : no armazem de Davis & Compa-
nhia, ra da Cruz, n. 7.
Vende-se um cavado ruco pombo, com-
todos os andares, e sem achaques : na ra
do Queimado, n. 37.
Ven lem-se 14 esenvos, sendo um offi-
cial de oieiro ; urna mulatinba de 13 a 14
tonos, que cose, engomma e rozinha per-
feitamenle; urna negrinha de 14 a 15 annos;
6 escravas mocas, de bonitas figuras, com
labilidades; 5 escravos mocos de bonitas fi-
guras : na ra Uireila, n. 3.
Vendem-se 2 cavado gordos, carrega-
lores baxo al esquipado: na cocheira
por detrs da loja de louca do Sr. Fragozo,
na ra da Cadeia do Recife.
Vende-se urna preta de meia idade, por
250,000 rs. muilo folie, e quo cozinha e
lava, ludo muito bem; dous pretot, um
de 20 annos e oulro de 30, ptimos para to-
do o trabalbo ; um dito muito bom para
um sitio, por estar acostumado a isao e en-
tender do trabadlo e tralar do iiiiniaes : na
rui do Collegio, n. 21, primeiro andar, se
dir que vende.
-- Vende-se um preto que enteude do of-
llciode alfiate, bem mogo e sidio : ni tra-
vessa do Dique, n. .
Vendem-se as verdeiraa bi-
sas de llamburgo, mais baratas do que em
outra qualquer parte, asaeveraodo-ae que
nunca fram alugadas, [e nem se ilugim :
na praca da Boa-Vista, botica doSr. Gimei-
ro, quinto maior Mr a porcSj quelomarem
mus baratas serSo.
Alpaca Kseoeeza.
Na ra do Ciespo, loja de qualro portas,
o. 12, tem pequea porcito desta delicada
fazenda para vestidos de senhora, a bOa
qualidade e o boro gusto dosquadroa espa-
cosos amoderna, tecidos com Do de seda,
devem por certo fazer um vestido, a deixar
em duvida ae sera tJa, 4H0 ris o cova-
do, he muito commodo, e a largura d ani-
mo, lem 4 palmos.
Vende-se um sitio na.Capung, i mar-
gem do intercalante a ameno Capiharibe,
com urna caaa de moradia aasobradada, com
frente para o mesmo, a qual acaba de ser
reparada de novo; tem baxa para capim,
sanzala para prelos, estribara para 4 caval-
los e muitas arvoresde fructo, particular-
mente larangeiras ; aeu rendimeuto ten ai-
do aempre 600,000 rs. Vende-se igualmente
uro soi.radinho na ra Bella, que rende an-
imalmente 380,000 rs.,e um caixfiocom ca-
pacidade para qualro moradas de caaas, na
mesma ra: a tratar na ra da Prtit, eom
Jos dtSilva!


ejasa
Oleode)inhaca
traxa-d
56 e
j8 e no armazem do Anns/no
caes da Allsndega, a tratar com
Manoel da Silva Santos.
Vnde-se, ou permuU-se por predios I
nesta praga o eneenho Un, na frcguezia di I
S.-Anio, com trras sufllcientes para plan-|cm botijas : vende-se no
tacoea.com boa casa de vivenda, e todos zem dQ rua do Amorim, ns.
os maispertences: na rua da Tez, ou do
Cano, n. 40.
Moendas snperiores.
Na fundigSode C. Starr A Companhia ,
m S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de un modelo e
construcgSo muito superior.
Arados de ferro.
Na fundigao da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
1elos,
-- Vendem-se amarras aa ferro: na rua
da Senzalla-Nova, n. 43.
--Vende-se farinha de Santa-Catharina,
muito superior, a bordo da galeota Santissi-
mu-Trindadc, tundeada junto ao caes do
Collegio.
Rape Paulo Cordelio.
viajado do Dio ao Par e do Para a Pernam-
buco : vende-se na rua da Cruz, no Itecife,
n. 49, loja.
Cal e potassa.
Vendem-se barris com cal de Lisboa, pe-
lo diminuto prego de 3,000 rs. o barril; di-
tos da mis nova e mais superior potassa do
Kio de-Janeiro, por barato prego : na rua
da Cadeia do Itecife, n. SO.
Novldade.
Novo sorlimento de panno de linlio do
Porto, em pecas de 18 varas, a 800 rs. a va-
ra : na rua doQueimado, o. 27, armazem de
Kaymundo Carlos l.eile.
Farinha de mandioca.
Na rua da Cruz, no Itecife, armazem n.
13, e na rua da Cadeia, artrazem de Cam-
pello& Filho, vende-se farinha de mandio-
ca do Cear, muita alva, gomoiosa e de ex-
rellento gosto, tanto em pequeas como
em grandes porgOes, por preco commodo.
Na rua do Calinga, luja do Duart,
vendem-se boles Pedro II ; ditos para ca-
vallara ; ditos para infanlaria ; ditos i re-
tos e amarillos para casaca; ditos de ma-
dre-perola ; ditos para gnfeiles de palitos
de meninos ; ditos (trancos e amarello para
libr de pagens;e ditos bromeados.
Na la do Cabug, luja 'do Duarte,
vendem-se quadros de santos coflr mu-
duras douradas, a 500, 600 e 800 rs.; calua-
gas*de vidro de diversas qualidades ; tran-
ca de 13a para enfeites de vertidos ; grava-
nhas deselim; e enfeites de vestidos dese-
nhorn.
Vende-se um preta de 3o
annos potico mais ou menos, que
lava perfcitamenle, engomma e
cozinha o diario de urna casa : na
rua do Vigario, n. 19, terceiro
andar.
A boa pitada.
NSo he elogio, 1 ureui sim a qualidade,
qucMi garante o i.ovo rap Princeza, chega-
do ltimamente do Rio-de-Janeiro; esle
rap, uo so naquella provincia lem mere-
cido a aceilagSo geral, como em oulras aon-
do a sua boa qualiJado tem sido experi-
mentado, nada deixando a desejar ao inc-
luir fabricante em Lisboa. O nico de osi-
to nesta cidade, he na 1 ua do Queimado, 11.
35, loja de miudezas, aonde se vende de 5
libras para cima a 1,300 rs. e a relalho 1,40o
Vende-se barato.
Na rua da Sanzalla Vellia, n, 96, vnde-
se alhos muito baratos, a vista faz T e sen-
do a dinheiro nem diga o prego, porque po-
de ser que se admirem.
A 7,000 rs. a arrolla.
Vende-se cera de carnauba de primeira
sorle, ltimamente chegada do Aracaty, a
7,000 rs. a arroba : na rua dos Tanoeirog,
n.5.
Vende-se urna lavernr, sita nos quar-
tos da nbeirada Boa-Vista, n. 3, proprio
para algun principiante, por ter muito pou-
eos fundos.
a rua da Aurora, n. 4, vende-se urna
caixa ou Irempe rom 4 1 edras de lillrar
at'or; duas caileiras para escriptorio, de
unia>6 f. ce, onde pdem escrever 3 pes-
soas em cada urna, com grades de bronze
parooslivros ; 3vSosde cu xilboa novos ;
* los usados ; -2 paresde aros para 'iS di-
tos ; um lerno de lamboies antigos com
rodetes e aguilhes, por 300,000 rs., a di-
nheiro, ou a prazo.
dMMIlMMNlll
Ir Vende-se urna parda de 90 annos, ?
a pooco mais 00 menos, perlina mu- aj
a$ cama e eicellenlenienle prendada a
9) respeilo de lodo o servico do interior (
? de urna casa ; sendo para o malte, nu a>
ja, ra da provincia : na rua do Rangel,
aj> n 11, de mandila al as 9 horas, ea
af> larde das 4em dianle.
#*##*#
Araba de chegar a rua Augusta, venda
por baixo do sobrado grande, que fui de Je-
t Mara, muito boas linguigas do serillo,
assim como chorizos, ludo cousa muito su-
perior, e por prego de 320 rs a libra.
Vende-se um excellente carro de durri
rodas, rm que se pJe usar de um ou do
cavados : na rua da Aurora, 11. 48.
Vendem se hu 1 xilinas in-
giera.-., iss zr.z'is r.cyss e su:
res que ha no mercado : tratar
no armazem de Antonio .'.nnes no
caes da slfandega.
Vendem-se 3 bonitos molcques ; 2 mo-
leeo s ; 2 prelos de 25 annos, muito forles;
1 pardo de 22 annos, ollicial de alfaale ; 1
dito de 16 annos, bom pagem e com oflicio
desapateiro ; umdilo de 30 annos, oplimo
fitor, e que tniende mudo o servico de
engenho ; duas molecas e uma mulatiiiha
de 20 anuos, queengooimam, cosem, coz-
nliam e fazeni doces com perfeigSo ; uma
dita do 22 annos, que rose, cozinba, engom-
la e faz Dolinos ; uma dilado 30 annos,
que cozinha, engomma, faz bem renda, e
he ptima lavadeira de varrella, por 380,000
rs.; uma prela de 3o anuos, por 330,000
rs. : lodos estes escravos s3o de bonitas li-
*?;s e sem niolealiaa. or preco mais c*ni-
morio do que em oulia qualquer parle: na
rua das Lartngeiras, n. 14, segundo andar
--Vende-se um fardamemo compiti
e careliana da guarda nacional, para olli-
cial, u sargento, em muito bom uso, por
prego commodo : na rua da Florentina, n.
7, confronte o ineairo novo, das 6 as 8 iw-
r> s da manliaa, e das 4 is 6 da Urde.
I
Taixata para engenlio.
Na fundigao de Ierro da rua do Brun
caba-se de receber um completo sortimen-
.ode taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
juaes acham-se a venda por prego corx-
jiodo e com promptidSo embarcam-se,
ju carregam-secm carros sem despezas ao
comprador.
? Deposito geral do superior ra-S?
p Areia-Preta da fabrica %
& deUantois Pailhetfii C.
g na tiahia.
2 Domingos AlvesMatheus, agente da~
X fabrica de rap superior Areia-Preta daX
"Babia, tem aberto um deposito na rua*-
*da Cruz, no Itecife, n. 58, primeiro an-*f
v*dar, onde se adiara sempre desto ex-'-;'
cellentee mais acreditado rap: ven-
Odc-se em botes de uma e meia libra,C>
por prego commodo.
<> O mais bello gosto.
Vendem-se riqusimas casemiras, tanto
em gesto como em qualidade : na rua do
Queimado, 11. 9.
Bellas cores.
Vendem-se luvas de seda para senhora e
liomem, de ricas cores e fina fazenda : ua
rua do (juciniado, n. 9.
O l'ara militares.
Vendem-se luvas de camurga bran-
> desirgueiro. (/
Na taberna de Domingos da Silva Can
pos, na rua das Cruzes, n. 40, ha bixas IUm
burguezas para vender e alugar, lano por
junto como a relalho.
Vendem-se unas vacca* com crias e
sem ellas: no Barbalho, a fallar com lla-
ximiano das Cliagas e Silva.
< ii^ui ni pecbliicba. Sapatoes
do Aracaty a 800 rs. o par.
vendem-se no Alen o-da-boa- Vista, defron-
te da Lunera.
Batatas novas.
Na rua do Azeite-de-Peixe, armazem n.
19, vendem-se batatas francezas novas.
Na ina do I.i\ 1 -aiKiiiii, n. 11,
vendem-se sapa tos de duraque francez para
senhora,a 1,440rs. o par; borzeguins do
fazendas de cores, com biqueira de couro
do lustio, para criangas, a 900 rs. o par.
--Vende-se um banheiro de madeira,
grande que leva 5 canecas d'agoa, para ba-
nho: na rua do Livramento, n. 11.
Ao barato.
Vendem-se, na rua do Crespo, n. 11, os
seguintes livrus : Arilhnielica, Geometra e
AlgejmdeLacroix, por 8,000 rs.; Rheto-
rica deQuintiliano encadernado, por 1,000
rs. Manual do Mineralgico, por 1,000 13. ;
Orihographia de Madureira; por 1,600 ra. ;
linda da fortuna, obra critica, moral e mui-
to divertida, por Jos Daniel Rodrigues da
Costa, 1 or 1,000 rs.; Philosophia por l'o-
nelle em portuguez, por 1,000 ra. ; Diccio-
nario ingle/, ricamente eucardenado, por
1,000 rs. ; Telemacos novos, por 1,000 rs.,
e usados, por 800 r*.; Diccionario de com-
posigSo, por 5,Q00rs. e usados, por 3,000
ra. ; Atlrs de Simeucourt, por 5,000 rs.;
methodo, para violflo, por 2,000 rs.; Vir-
gilio novos, por 4,00o rs.
(Jliarulos de llltvana,
de superior qualidade : vendem-
se na rua da Cruz, n. 10, casa de
Kalkmann lrmos.
Vende-se una boa armagSo para ven-
da, ou oulro qualquer eslabelecimenlo, nu
rua do Codorniz, n. 11, casi da esquina di
rua do Amorim : a tratar na rua do Amo-
rim, 11. 36, 'iue se garante o arrendamenlo
da casa.
Cartas porttiguezas c fui iu-cy.it>
para Jogar.
VenJem-se finissimas cartas porlugue-
zas e francezas para vollarele, adverndo-
se que das francezas ha de 3 qualidades pa-
ra 1,000 rs. 700 rs. e 400 rs.: na rua do
llueiuitdo, loja de miudezas junto de cera,
11 33
Ultima moda. 9
f Na loja do sobrado amarello, nos Q
# qualro-canloada rua do Queimado, 9
# 11. 29, vcnJe se um completo sor ti- 9
* nenio de chapeos franerzes da ulli- ff
* mu moda, por pregos rasoaveis.
*? m t> $ c
ptimos arrcios para
montara.
Aos Srs. chefes de familia.
Avisa o aovo administrador da loja, 11. 3,
defront* do hecco doPeixe-Frito, que lem
um completo sortiment de fazendas, e que
passa a designar o prego de algumas dellas :
riscadinhos francezes finos de diferente*
padrOes polo baratissimo prego de 160 ris
o covado, r6cados de algodSo de dihTeren-
tes qualides b 200 rig o covado, cam-
braias da California 320, riso covado, di-
tas parisienses do differentes dezenhos a
320 ris o covado, Imcoi de cambraia de
cures muito linas a 500 ris, grvalas bran-
cas de Bnlssima cambraia a 1,000 ris, cor-
tes de castorim para caiga de tres e me i o
covados a 1,130 ris, e oulras fazendas pelo
mais diminuto prego poasivol.
Hambargo a 26o rs. a vara-
Vehde-se novo hamburgo com listrai de
crea, proprio para lenges, colxes, tra-
vesseiros, empalmadas, etc., pelo barato
prego de 260 rs. a vara ; longos de cassa com
cercadura de cor, de bonito gosto, para se-
nhora, a 240 rs.; madapolSo de 24 jardas, a
2,000rs. ea 120 rs. a vara,ede largura de
tres palmos e meio; bem como um com-
pleto sortimeolo de fazendas Duas e ordina-
rias : na rua do Queimado, n. 27, armazem
de fazendas, de Raymundo Carlos l.eile.
Vende-se, por 2,000 rs., na casa da re-
sidencia do doulor Lourenco Trigo de l.ou-
reiro, na rua da Saudade, defronte do Hos-
picio, e na tivraria da praga da Indepen-
dencia, ns. 6 e 8, a segunda serie do ndice
Chronnlogico da legislagBo brasileira de
1850, comprehendendo o cdigo commer-
cial do imperio. Nos meamos lugares se
vende por 5,000 rs. o novo compendio de
pratica do processo, obra inleressaote por
sua brevidade e exactidSo para lodos que
procurar no foro.
O proprietnrlo do es-
labelecimenlo da rua Nova, n. 35, annuncia
que tem um grande o completo sortimeolo
de obras feitas, das quaes passa annunciar
seus pregos. que silo : casacas esobrecasa-
cas de panno lino de 8.000 e, 10,000 1*. ; co-
lotes de seda de 2.000 e 3,000 rs ; ditos de
sarja de 1,000 rs. ; jaquela de brim pardo
Je I itliii puro de 1,600 rs. ; caigas de panno
lino de 6,000 rs.; ditas de duraque a 3,000
rs.; casacas de brim e riscados a 2,000 ra.,
e oulras muitai fazendas novase de bom
gosto e por pregos muito commodos. Nenie
eslabelecimenlo lambem se apromptam
com toda a presteza e muito bem feitas toda
e qualquer obra que se receba de encor
Em casa de Adamson llowte
V C na ruado Trapiche, n. 41.
jclia-.se venda o mais luzido sor-
timento de arrcioi para mo.itaria,
muito proprios para realsarem as
prximas grande* paradas dos das
7 desetembro e de deenbro;
asfiui como os agradaveis passeios
do 1 tsonho lempo da lestj, a sa-
ber : selliui inglezes com seus
perlences, mantas de casemira
branca guarnecidas de cores, es-
tribos de 90 polido, cabecadas de
couro branco, ditas com coi 1 ente
para piisoea de anmaes, chicotes
para carro, ect.
--'- Vcnde-se urna preta de nago, muito
boa vendedeira de rua, e ptima lavadeira
na rua largado (lozano, n. 35, loja.
Vfndf-ae graxa em bexigas,
muito superior, vinda ultimamen
le do Hio-Grsnde .- na rna da
fraia, n. 3a.
Hienda, ao ultimo" gosto, avistados ligu-
rins chi'gados prximamente.
Calcado. No Aterro da Boa
Vista, defronte da bornea,
ha chegado pelo ultimo navio francez um
novo e completo sorlimento de calgado de
todas as qualidades, lano para liomem co-
mo para senhora ; bem como sapaloes de
couro de luslro para hometn, a 5.000 rs.;
borzeguins, a 3,800 rs. ; sapaldes do Araca-
ty, os melhores que lem vindo, a 800 rs. ;
pellas de marroquimr ditas de couro de
lustro, a 3,500 ra.; ditos de bezerro fran-
cez, a 2,800 rs. ; coudegas de todos os ta-
maitos : ludo por prego mais comjqodo do
que em outra qualquer parle.
Vende-se chita frauceza com algum
mofo, pelo diminuto prego de 160 ris o co-
vado : 110 Ailerao da lia-Vista, loja n. 18.
CIic eiu pocliiiicli.i.
Vendem-se cortes de gorgu
do abrir: na rua estreita do Rozarlo, n.
28, ultimo andar, das 2 horas da tard em
diante.
Vendem-se chitasrcassas de cores llxas,
a 160 rs. o covado ; e ootras muitas fazen-
das baratas: na rua do Passeio-Puhlico,
n; 11.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de
differentes modelos : na rua do
Brum,ns. 6, 8 e 10, fabrica de
machina e lu'ndicao de ferro.
Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na rua do Bruui, na. 6, 8 e 10,
fundicao de ferro.
Nova l'eehlncba.
Na rna do (Inclinado, n. 17.
vendem-se chapeos de sol, de seda preto a
5,000 rs.; easemireta preta para caigas e
paules de homem e menino, a 1,000 re*
o covado; merino preto entrelio, a 2,400
rs. o covado ; esgullo Uno de puro linho,
a 1,440rs. a vara; e outras fazendas por
barato prego.
Deposito de potassa e eal.
Vende-se muito nova e superior potassa
ecal virgem de Lisboa, em pedra : tudo em
barris pequeos de 4 arrobas, por prego ra-
soavel: na roa da'Cadeia do Recite, n. 12,
armazem.
hiuliilia de Tapiil.
igual mente em sabor, finura e cor a de Mu-
nbect, propria para mesa : ven le-se na
rua da Cruz, no Itecife, armazem n. 13. 1
Na rua do Cabug, loja do Duarto. ven-
dem-se franjas e requifes prelos, proprios
para manteletes; loucas de ISa ; ISa para
bordar; meias pintadas para meninos e
meninas; chapos de merino branco, a 5/
rs. ; ditos deso para meninas, a 1,600 rs.,;
castigaos de vidro, a 1,400 rs. o par; sapa-
linhos de 13a para meninos ; papel doura-
doe praleado lino e ordinario.
~ Vendem-se, na rua da Mu Ja, armazem.
n. 15, meias barricas com cal virgem de
Lisboa, a mais nova que na no mercado, por
prego commodo.
Caf.
* Caf com casca, muito novo, por prego
commodo : na rua do Amorim, n. 35, arma-
zem de J. J. Tasso Jnior.
Vend-se uma escrava crioula, de 2t
annos, de bonita figura e sadia, com al-
gumas habilidades ; vende-se para fra da
provincia : na rua Augusta, casa do Pache-
co, a diante do escrivflo Alcanforado.
0000^0000 <3<30Oq
methodo o
pratico e theorico da^
llngoa francezs, por*2
L, A. Burgain, por':'-
5,000 rs. : vende-seO
na prega do Corpo-E>
Santo, n. 2, pjimeiro andar. O
00000000090000000
--Vende-se a fabrica de charutos do
Alerro-da-Boa-VIsta, n. 95, bem afreguezu-
da e prompla para o trabalho : vende-se por
seu dono querer retlrar-se para fra.
Vende-se um relogio de saneaste do
euro, novo e patente inglez: ni rua do
Queimado, n. 10, loja^ .....
Escravos Fgidos.
- Fugio, do sitio de J080 Antono Villa-
Secca, na ealrada nova adiaste da Magda-
lena, no dia 28 do prximo rindo mez du
ao sto, um preto de.nome Joo, de altara
regular, bem mogo, ollios um pouco fecha-
dos, falla grossa ; he muilo conheoido na
praga, por eilar aprendendo 1 cozinheiro
por muilo tempo em casa do Sr. Francisco :
. quem o pegar leve-o ao niesino sillo, que
seragralificado.
Fugio, do engenho Machado; da co-
marca de Iguarass, o pardo Francisco, per-
tencenle ao senhor daquelle eneenho, Joa-
quini Alvos Camello de Araujo l'ereira ; lio
um tanto alto, corpo regular, cabello ca-
cheado, bem barbado, nariz aquilino, re-
presenta ter 30 annos ponca mais oo me-
nos ; eal*-um tanto discorado j goata de
andar pinteado : este escravo foi comprado
em dias do anno prximo passado com 3
enmpanbeirosao Sr. Fonseca, na rus Di re-
la de S -Antonio desta cidade ; julga-se ter
vjllado para aqui, pois seguio nesta dlrec-
gfio al o engenho Curguya. Koga-fe as au-
toridades poliches e capites de campo,
que o apprentndam c levem-no ao diloen-
lenhn, a seu senhor, ou na rua da' Cruz, no
Kecife, n. 14, a Francisco de Paula l'ereira
de Andrade.
-- Fugio, no dia 21 do eorrente, do enge-
Fa n 11 ha de S.-Catharina
da mclhor que ha no
mercado:
vende-se pos armaiens dos Srs.
Antonio A nnes, e Dias Ferreira,
ao p do lampeao, no caes da Al-
fandega, em saccas de alqueire,
por muito ban. lo preco.
Vendem-se duas escravas, urna de 18,
annos, e a nutra de 29, de bonitas figuras
quecozinham o diario de uma casa, la va 111
de sabam e varrella e cosem I o motivo por
que se vende se dir ao comprador : na rua
da Cadeia de S.-Antonio, no primeiro andar
do obrado da. viuva unha Cuimarfies.
Vende-se a psdaria sita na iua da do-
ria, n. 45, com lodos os seus peilences : a
io,no
9, O
larga
_ ,. .," tratar na mesma padaria, ou na rua larg
r3o de algodao e seda, mullo rCOB|Jo notario, no boliquim defronte da botioa
padrSeb para colletes, a i,2oo rs.
o corte: no l'asscio-l'nblico, n. 11.
Lojas de modas, rua Nova, n. 3-t.
Madame Roas llardy, modista brasileira,
lem a honra de annunciar a seus freguezes
que, continua a ler constantemente um lin-
do e vnriadosorlimeiiteWe manteleteseca-
potinhoa de chamalote preto e gros de ris-
pies furia cores, bem como e tilo de seda
prelo, para ssnhoras e pars meninas, tem
gualmente completo sorlimento de chapeos
le seda de todas as cores, chleos de palha
de Italia abertos e tezados com ricos infei-
les para senhora e meninas, armagOes para
chapeos de seda e de crep, e seda para os
meamos, bem como todos os piepsros para
enfeita-los, veos de seda muilo ricos pa-
ra casamento, franja* prelas, litas, luvas,
meias sapslos de setim branco e de couro
Je luslro, perfumaras finas, fil liso e cre-
p de lodas as cores. Fsz igualmente pela
ultima moda vestido de casamento, man-
teletes, capotiobos, vestidos de baplisar,
toucados de crianga e loda e qualquer obra
de sua profisso de muito bom gosto, por
pregos commodos e com promplidJo.
-- Vende-se por precisSo um negro, Bo-
nita figura, bem mogo e ssdio, proprio pa-1
ra qualquer servigo, tanto do malo por en-
tender de plsntages. como para praga por
ser bt m fallante: ns roa da Mangueira, n.
9, na Boa-Vista.
-- Vende-se por muilo commodo prego,
uma rica secretaria com estantes para li-
vro*. bastante graule. propiia paia advo-
gado, sendo de amarello e anida uova ; as-
sim como, seis cadeiras e duas nicsiohas
Yin lio de Bordea ux :
vende-se na rua da Cruz, n. 10,
casa c i'm 1 iv mu ni; .rni^os
Ao hom gosto.
Vende-se um elegante candieiro de duas
luzes, propiio para qualquer cu a de ne-
gocio : na rua Nova, u. 56.
500 rs.
Vende-se ch hysson de muito boa qua-
lidade, pelo prego de 500 rs. a libra : na
rua do Crespo, n. 23.
Q (jos O seran,
de qualha, muilo frescaes; osixas com ve-
las amarellaa e brancas ; coorinhos de ca-
bra, sola ; spalos de diversas qualidades,
em porgUo ; esleirs novas; ararula em
barricas e sacca : ludo chegado do Araca-
ty no patacho S.-Crus : na rua da Cruz,
u. 24.
Na rua do Cabug, loja do
Duai te, vende-se seda frousa de
lindas cores para bordar.
Vende-se urna aspada praloada, lalim,
canana, barretina, barreiSo, banda, drago-
nas, ludo para inferior de ca vallara de
guarda nacional, eui bom estado -. no pa-
teo do Collegio, n..
Liivros c 111 branco e pautado o
nicllior possivel.
de differentes taannos el. rguras, e lam-
bem mais inferior para difiere ules pregos,
sendo estes muilo em conla : vendem-se no
paleo do Collegio, o. 6, loja de livrus d
Uourado.
Vende-se para fra da provincia, una
escrava crioula, de 19 anos, com habili-
dades e que he propria para mucama, por
ser de bonita figura : na rua estrella do ate
zario, n. 48, primeiro andar.
Cdigos do commerci
genuinos.
Yeodm-se cdigos do com-
mei-cio brasileiro,impre8sos na ty
pographia nacional por ordem do
goYcrno : estes cdigos sao os
verdadeiros, e inexactos os que ah
se vendem com o titulo de ndice
cbronologico : no pateo do Col-
legio, casa do livro azul.
Una do sol n- 9.
vende-se uma porgso de fazendas, que ei-
lavam para ir para o mallo para um eslabe-
lecimenlo, eque por motivos dessram de
ir ; estas fazendas sao das mais modernas
que lia na praga e muito finas, sendo cam-
nalas pintadas, muito finas e de multo bons
padrOes : chuts muilo linas e mais ordina-
rias; madapoloes ; algodaozinlio ; dilo lian-
gado, branco e azul; hamburgo muito fino
e mais ordinario ; brim du linho para cal-
cas ; dilos de algodJo traugado e de listras,
muito proprios para caigas ; riscadinhos pa-
ra caigas ejaqualas; caseniirts para cal-
i.n ; riara.lna monslros lodss estas fazen-
das vendem-se lano em porg&o corroa re-
lalho por muito commodo prego, s vista
da fazenda he que pdem avahar a barate-
ra, advertindo-se que neuhuma dostas fa-
zendas slo variadas; lambem se vendem
pegas de I inho do Porto o melhor que possa
liaver no mercado
Fogdes para covn ha
muito proprios para sitios e quul-
qualquer lugar aonde nSo ha cozi-
nha, por preco commodo .- ven-
dem-se na rua da Cruz, n. lo,
casa de Kalkmann IrmSoa.
Conoa.
Vende-se ou troca se por outra que tej
maior uma canoa de um s pi, quasi no-
vr : na rua da S.-Cruz, n. 36, na Boa-Vista.
Vendem-se barretes e voltas para pa
dres, muito bem feitas, por prego comino-
lo : na rua estreita do lie zario, n. 93, se-
gundo andar.
Vende-se a obra Con ti encas de
Lamartine, e reoreogoes plhlosoficas do pa-
ire Tlioodui da Almetda: oa rus Mova,
o. 16.
libo Pinto, o escravo Antonio, de nsg&o
Congo, alio bstanle, reprsenla ter 40 an-
uos, peritas linas, ps grandes e apalheta-
dos: quem o pegar leve-o ao dilo enge-
nho, ou a rua Direita, n. 121, que sera ge-
nerosamente gratificado.
Fugio, na noitedeas para 24 do eor-
rente, em uma plancha de calafate, de bor-
do do brigue Inca, um preto crioulo, do
nome Sabino, de estatura regular, rosto
comprido, cor um tanto fula, secco do cor-
po ; lem andar de capoeira ; lerou caigas
brancas largas e camisa de riscado : quem
o pegar levo-oa bordo do dilo brigue, ou
a casa da viuva Caudino & Fllho, na praci-
nlia do Corpo-Saiito, n. 66, qua se gratifi-
car.
Fugio, do engenho Guara rapes, fre-
guezia da Uuribcca, no da 94 do eorrente,
o crioulo JuliSo, cor prela, altura regular,
corpo bem feito, muito barbado, bastante
ladino, com uma marca bem vistvel de ra-
nda na mlo esquerda, e outra em urna das
peritas pouco a cima do tornozelo ; taino
montado em umcavallo rugo muilo magro;
levou em sua companhia uma parda forra,
de nome Rita, de 35 a 40 annos, baila o
muilo fea .-quem o pegar leve-o ao dito
engenho, que ser recompensado.
Fugio, no dia 23 de julho prximo pas-
sado, do sitio do douloaAelo, na (jasa-For-
te, um mulaliuho seu JMcravo, de nonio
Bonifacio, de8 anuos; he muito conheci-
do por ler duaa ordenad* denles, tanto do
lado superior como inferior: quem o pe-
gar leve-o a ma da Pecha, n. 19, casi do
J080 FranciscoHegisQuiblella, que grati-
ficar,
Fugiram de bordo do brigue
Sem-Par, vindoijlb Hio-de-Janei-
ro, dous escravat), sendo um de
nome Sabino, d cor parda, esta-
tura regular, de 20 annos pooco
mais ou menoa ; levou calcas e
camisa azue^, e bonete encarnado:
o oulro de nome Euzebio, criou-
lo, de 34 annos poucc mais ou
menos, estatura alia; levou calcad,
camisa e bonete azues. Boga-se as
autoridades policiaes e capitSes de
campo, que os apprehendam e le-
vem-nos ruado Trapiche, n. 34
casa de Novaes & Companhia, que
recompensar.
Desappareceu, no dia primeiro do cor-
rente, pelaa 4 horas da mantilla, o esc avn
Domingos, de nago Angola, reprsenla 35
annos ponco mais ou menos, de altura re-
gular, cheio do corpo : quando anda paxa
bastante por uma perna : quem o pegar ir-
ve o a Pontede-Ucha, sitio de Mano 'I Luiz
Congalves, ou na ruada Cadeia do llecife,
n 43.
Fugio, no dia 29 de agoslo de 1850, pe-
las 10 horas da manhBa, o rsoravo Luiz, du
nsgfio, de 35 annos; levou Ircs camiaas,
sendo duas de algoddo trangado, ua
e nutra de listrasnovas, outra de 4^
lio j usada, coma macea M. A. V.'
caigas novas de algodSo trancado, urna
azul eoulra de listras, um cha.o de pa-
lha pequeo muito velho e oulro de pello
j usado; he de estatura regular, rosto
comprido, nariz chalo, toesiante barbado,
iorm rapado, falla de deules na frente do
ido superior ; veio ha dez dias de Cara-
huns, do riti Palmeira, sond toi escra-
vo do Sr. Antonio Mendes da Azevedo tu-
nha, o qirtl fes doagflo a seu genro, Chris-
ovSoLirioCfe!**!!'.', noreste vendido
nesta praga-a Malhias de Azevedo Villarou-
co. Itoga-se es autoridades poBcises e c-
pilos de sampo, queo apprehendam e le-
vem-00 a rua do Cotleglo, n. I, que aoro
generosamente graUflc.dos.
Pana. : ttp. na dim. r. oa fbi*. i850
caunaai,
vVTou1


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