Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07001


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Full Text
Auno VX1X
Treca-feira 5
pabtidai Do* oomiuio*.
Goiannae Parahiba, segundas esextas feiru.
Rio-6rande-dn-Norte, quintal felras aomelo-
Cabo", Serlnhaem, RIo-FormoiO, Porto-Calvo
e Macelo, no 1 .?, a 11, e 21 de caaM mei.
Garanhuns e Bonito, a 8 e 23.
Hoa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quima feira*.
Olinda, todos os dias,
Nova. a 6. f3h.e9m. da m.
Crasc. a 18, s 6 h. e I m. da m.
Chela. a2l.isl0h.e21m. da m.
Ming. a 28, as 7 h. e 33 m. da t.
SallHlB DI BOJ.
Primeira a* 2 hora e G minutos da tarde.
Segunda as 2 hurae 30 minutos da manha.
I* Setembro Je 1880.
H. 197.
mios da austaoauroAo.
Por tres meies (dianladoi) 4,
Por seis mezea a .
Pc*uwanno i a lo/UOO
das da suiai.
2 Seg. S. Estevao. Aud. doJ. dos orf.e va. da I. v.
3 Tere. S. Eufemia, Aud. do chae, doJ. l.dav>
do civ. e do dos feilos da fazenda.
i QuJtt. S. Hosa de Viterco. Feriado
5 Quint S. Antonio. Aud. do dos orf. e do m.
dal.V.
0 Sen. S. Libania. Aud. doJ. dal. v.'do civ.
e do dos feilos da fazenda.
7 Sab. S. Joao. Feriado
8 Dona. Nalividade de Nossa Seuhora.__. ,
CAMIOS KM I DI aarrzxBito.
Sobre Londres, a 281. por l*000 ri. a 60 da.
. Parta, 346.
> Lisboa, 100 por cento.
0r#.Oncas hespanhoes......... 29aW00 a 1
Hodas de 6/100 vclhas.. lWSOO a 1
. de 8/4O0novas.- 18/100 a 1
. de 4/000........... WlOOe
Pmla.Patacoesbrasilelros...... 1/ww a
Pesos columnarloa....... 1/960 a
Dito inesloaoos......^._ji^99 *

UBICO.
e.
PAUTE OFICIAL.
MINISTERIO DO IMPERIO.
DECRETO N. 565 DE 10 DE JULHO DE 1850.
Declara qvea*eleitorea deparochia, urna
rez eleitos nt eonformidtde da le n. 387
de lt de agosto de 1816, sSo competentes
para proceder a toda* la elcicOes de se-
nadores durante a respectiva legisla-
tura.
Iloi por bem sanecionar e mandar que ae
execute, a resolueflo seguale da assembla
geral legislativa.
Art. 1.* Oa eleitoresde parochia, ama vez
pleitos em virtude do art. 80 da le n. 387
de 19 de agosta de 1816' s.lo competentes
para proceder a todaa as eleicrs de senado-
res que hajam de faier-se at o lim da legis-
latura que eotSo decorrer.
Art. 2.* Ficam revogadas as disposicOes
om rontrno.
Ovlsconde do Mont'Alegre, conselheiro de
estado, presidente do conselho do minis-
tros, ministro e secretario de estado dos ne-
ocios do Imperio, assim o tenha entend-
De faca executar. Palacio do llio-de-Ja-
neiro, em 10 de julho de 1650, vigesimo-no-
noda independencia e do imperio Com a
rubrica deSua Magestade o Imperador.
f'iteonde de Moni'Alegre.
DECRETO N. 674, DE 15 DE JULHO DE 1850
Declara de grande gala o da 29 de ju-
lho, em substituirlo ao de 19 do mesmo
*meZf
Tendo restado os motivos pelos quaes foi
declarado de grande gala o da 19 de julho :
liei por bem que; ea> lugar daqimlle dia, se-
ja de grande gala o da 29 de julho, por ser
o do anniversarlo natalicio da pnnceza im-
perial D laabei, minlia muito amada e pro-
sada Bilis.
O visconde de Honl'Alegre, conselheiro
de estado, presidente do conselhode mi-
nistros, ministro e secretario de estado dos
negocios do imperio, assim o tenha enten-
dido e fc executar. Palacio do Kio-de-Ja-
neiro, em 15 de julho de 180, vgesimo-no-
no da independencia e .40 imperio.Com a
rubrica de Sua' Magestade o Imperador.
Vitoonde de Moni'-Alegre.
entendido e expeca os despachos necessa-
rios. Palacio do Rio-de-Janeiro, em 2t do
julho de 1850, vigesimo-nonnda indepen-
dencia e do imperio.Com a rubrica de S.
M o Imperador.Manoel Feliiordo de Souza
Mello.
RelacSo doiOulciaes que por decreto desia
data passam de uns para outroa corpos
do exercito, e para ditTerenles ejerci-
cios.
Para o prmeiro batalhBo de arlilharia a
p, o segundo tenente do quarto da mes-
ma arma Joaquimda Silva Maia,e os aegun-
tos tenentes do corpo de arlilharia a caril-
lo, Antonio Paulino Lirnpo de Abrou o Alon-
so l.impode Abreu.
Para secretario da terceiro batalhlo de
arlilharia a pe, o segundo lenle do mes-
mo halalho Fraocisco Luiz da Triudade e
Souza.
Para qusrtel-mcstre do quarto batalho
de artilharia a p, o segundo lente do
mesmo batalho Caetano di Silva P-
rannos. *
Para o terceiro batalho de fuileiros, o
tenente do oitavo da mesma arma Antonio
Fernandos Borges.
Para quartel-meslre do corpo ixo de S.-
Paulo, o alfares do mesmo corpo Firmino da
Cunlia llego.
- Para o corpo flxo de cacidores de Mato-
Crosso, o alferes de infantaria do corpo li-
so de Goyaz BenjamimSeveriano da Silva,
e para a lileira no mesmo corpo o alferes
quartel-meslre Manoel Benedicto da Annun-
ciaeo
Palacio do Rio-de-Janeiro, em 26 de ju-
lho de 1850. Manoel t'elizardo de Souza e
Mello.
Por decreto de 26 do julho se concedeu
a demissflo pedida ao lenle do eslado-
maior da primeira classe l.uz Antonio La-
combe.
-- Pur decreto de 29 do mesmo mez se
concedeu pissagem ao alferes do qnarto ba-
talho de fuzileiros Joo Carlos de l.ocio e
Almeida para o corpo llxo do Coar, a desle
para aquelle batalho ao alferes Caetano da
Coila Araujo e Mello.
EXTERIOR.
MINISTERIO A GUERRA.
DECRETO N. 568, DE 2* DE JULHO DE 1850.
Saneeiona a. resolucSo da asaemblea geral
legislativa que Ota aa frcaa de trra pa-
ra o anno floanceiro que ha de correr da
IMIa 1852.
Ilei por bem sanecionar e mandar [que ae
execute a seguale resolucSo da assembla
geral legislativa :
Art. 1.* Asdispoeicfles dosarls. l.',..,
3 ', *. e 5. da lei n. 542 de 21 de maio de j
1830, que fixa as frcas do exercito para o
anuo financeiro de 1850 a 1851, continua-
rlo 00) vigor no anno financeiro de 1851 a
1852.
Art. 2 Ha permanente a disposicSo do
art 7.* da citada lei, que marcuu as etapes
doa ofliciaes do ejercito.
Art. 3." Fica desde j o governo autorj-
sado. em circumslancias ordinarias, a ele-
var, por meio do recrutameiilo e engaja-
mento, as pracas de pret a vinte mil, licen-
ciando, porin, segundo o inaior lempo de
servico, aquellas que excederem das quinze
mil que eflectivamenle devem servir em taes
clrcuinslancias. O governo regulara con-
venientemente aa copdiccOes do licencia-
ment.
Art. *. ricam sera vigoras disposices
em coolririp.
Manoel Felizardo de Souza e Mello, do
meu consellio, ministro e secretario de es-
tado dos negocios da guer/a. o.enha assim
CASA DOS COMMUMS DE INGLATERRA.
Exame da poltica externa doj/overno.
nf.JtoebucI, londo ublW a palavra pa-
justilicar a seguiote proposla que fi/e
FOLIIEIIII.
ENSAI0 D'UM ROMANCE.
DMA ROSA NO DESERTO (>
Vis aquelle quadro com as vilelas pin-
tada! el" um vaso : elle te tido grande parte
"laso: ao depois meut pobres pas, e a Dual a
iiilnha estrella. Volta-le de nolte para o norte ;
e os teusolhoi nao verao mala a uilnha estrella:
ella rocha abandonado. A li' nao lentes o meu
trerede. KSfrosina, rsse leu segredo teex-
tlnglr. Uerramsi-o no curacao do leu me-
Ihor amigo.Nao... que he um delicio I Um
delito ? He iuipossivel! Oh t deliras!
Igiiin dia nao era delicio, coutiouava Eu-
l'rnsina./ctrahindo urna sua Idela: elle nascia
puro e santo em uiru animo, como urna sup-
plica, e alava-se ao Senhor, como um Incens
de glorificaso mas o meu fado fol maior que
ni.. E travandg Aa uiao a Carlos, dit-lhe: nao
exijas saber o aegMa de quem delle vive. Fal-
ia-me de U.'CrK da ti, que es feiii.
A felicidad* n3o he planta que cresca so-
lir'esla Ierra. Ku, Eufrosina, nao mu feliz.
O' Ora I Nem elle, nem o meu Carlos he feliz?
Al! deiulin desgracada .'Esta supposlcao era a
ultima laboa de salva(io no meu naufragio.
Diae-sae, Carlos, o que be que falu tua feli-
cidad* ? O amor. Dos nao faca nunca men-
tir para coni a ana crcatura a aeuteuca do m-
mortal Alighieri que diase:
Amor, qui tunkam aado amar pardoa.a
Proponhp que esta casa (a doscom-
mnns ; declare que os principios pelos quaea
a poltica estrangeira do governo lem sido
regulada, sao calculados para maniera non-
ra"e dignidade da Inglaterra, e bem assim
para preservar a paz entre este paz e as
nacOes estrangeiras uestes lempos de urna
dilculdade sem exemplo, disse que um
governo constituido como o inglez', 1180 po-
da mais desempenhar com honra osseus
deveres, nem no interior, nem no exterior,,
desde que era condemnado por um ramo da
legislatura ; que em tal caso porlanto, era
do dever da.casa dos communs, examinar
por s mesma qual tinba sido a conduela do
governo, e expressar a sua ouiniSo sobre a
mesma.
O orador disse, que concordava com a o-
pinio enunciada por lord J. Russell de que
nenhuma odaiistracSo he obrigada a resig-
nar por causa de urna mera resoluclo da
casa dos lords, porm que como era nesces-
sariu que houvessi urna casa de lords e es-
ta tiuha exjaessado a sua opinlSo sobre
urna quesISo relativa poltica externs do
paiz, a qual reprovra a cas* dos communs,
devia declarar tambein, quaes sSoossenli-
monlos do povo inglez sobre esse mesmo
ponto.
O orador depois de fazer varas considera-
(Oes acerca .das relaces eiiatenles entre
elle e o secretario dus negocios estrangei-
ih (I r.c; cende::;nc ss tormento
mares, e nao aeres amada. Quatitn o cora-
cao de homem pode dar i mulher, baria eu da
dosM
1 lWaal_
u auior era utu culto. Cu a
(*) TU Ditrie a. 198.
aiuava, como o desterrado ama a patria, e
ella.... Oh!....
E tal angustia se piniava o semblante de
Carlos, que Eufrosina, cahindo-lhe da nio o
livro, desmaiou com urna palideaaaort.il. Ao>
gritos de Carlos acodiram os criadM. Ella en-
tre viva e morta soltara* um som lianii.uiioso a
pateiico que diaia : Ariuri Arturl Aa. depois
rompeo eiri copioso praoto, al que vencida de
cruel espasmos, lancou grande coalla de aau-
gue pela bocea, bobrevem-lhe uiu'alla febre :
chamarain-se mdicos; mas pituco aprovelta-
ram. A enferma delirava assustadora epledo-
smente ao mesmo lempo. As palavras que
diriga a Artur, eram chelas d'uma poesa que
pareca nao vlr aenlo do co : divagaf a horas
inteias. e da naturesa fazla uut'arna nara re-
petir os seus longos martirios. Carlos lorna-
va-ae mudo, peusativo e de ves em quando soin-
biio e carregado. A's vezea venca nos circuns-
tantes um religioso (enliioenlo que os forcava
a ajoelbar-se de redor do leito, e a murmurar
por entre lagrimas: he santa, he santa : ao pas-
so que nos descosidos discursos d'Eufrosina
dominava o presagio da vlainba niorle. Aca-
bado est o tormeuto'o sonho da miiilia vida
(delirava ella mullas vexes) d'aqul ha pouco se
re restituida ao ampielo de uteua pala, que
me chainaiu? Porm la? Ficare le a chorar
ueste inundo ? N.io bastara poja urna victima ?
Depois de dez dlaa acalmou o delirio, desap-
pareceu a febre ; .e o facultativos annuncia-
raina Eufrosina o restabeleoUneiito dajia aa
de. Entrou de laclo ein convaleceafi ; e os
que Me isslsliain, procuravam dar um aovo t
liis alegre urso a suas ideias. Eufrosina
ajudava esses piedoaoa disvellos i nao fallava
aaiais d'uui passado que pareca querer apagar
la memoria. Todos liravam d'atii grande sa-
lifacu, a todos pareca duas veies salva ; phr-
caetaor'jfto-U culada.
. Urna tarde eslava Eufrosina arrimada ao bra-
jfo de Carlos sabida de casa. Este la propoii-
(lo agradareis pi ojelos de vida futura para ella.
t- Siui Kufraslna, dlsia-lhe, l deves diier
icos a estes lugares i.io tristes; deva voltar
Vos, passou finalmente, i examinar a pol-
tica exlerna seguida pelo mesmo, expres-
sando-se da uianeira seguinte :
Os principios da poltica externa de qual-
quer governo, devem applicar-se duas
classes de casos ; isto be, aquellas que di-
zem respailo aos direitos e injurias particu-
lares ; equelles que se referem aos iiite-
resses geraes, A digoiJade e honra do
paiz. Quanlo is injurias e direitos ju livi-
duaes relativamente aa natjoes eslrangeiras,
creio que o alvo do nobre lord tem. sido
tender a proleccllopjj escudo da.IuajUlor-
ra' Aquelles de seus (linos que s3o levados
pel commercio, pelo prazer, ou pela neces-
sidale is diversas regiOes do globo; seu
alvo lem sido estender sobre elles, tanto
que o permiltem os regu I amonios das na-
cOes civlisades, a grande egede.da protec-
c.io inglez. para que ella os siga por toda
a parle onde frein, qur a dipoteca Itus-
sia, qur livre America, qur a ou tro paiz
embora seja grande, insigiiilicaajle, ou qua-
si desembarazado. ( Apoiadoi. ) Este creio
que he o grande principio que lem di-
rigido o nobre lord em sua conducta- relati-
vamente aos suhlilos hleles existentes
em paizeseslrangeiros. Apoladoe. )
k reapeilo dos interesses da Inglaterra
como ssafSu, creio que a sua poltica lem
sido primeiro que ludo procurar e manier
a paz do mundo. ( Apoiaiot) nSo submet-
lendo-se, ao despolisoio ( Apoiadot) ; po
rom ensinando a todas as nages eslrangei-
ras, cun as quaes temos relages, que a In-
glaterra, tanto quanto Ihe parmittirem as
regras que regulam a cominunicscSo nlor-
nacional, sempre empregar a forca moral
Jo seu noiue para manier o governo cons-
titucional; para manier niio a desordem,
a violencia, ou a anarchia da urna parte,
nem o dispolismo da outra ( Apoiados); po-
riq si.napsz, aconselhandi estas m-smss
nir;0es a fazercm por meio de seus gover-
nos promptas, justas e opportunas conces-
se-s iltuslracSo creseenle de seus povos ;
declarando ao mesmo lempo a estes que o
uosso poder phisico no ser nunca em-
pregado para coagar os seus governantes
Por esse emprego da influeocia moral do
paiz e do aeu governo, convenceremos ao
mundo de que somos amigos de lodos a-
auelles que fazem esfrc,os osra adquerir o
irolio de se governarem por si meamos.
( Apuiodut. ) Se eu podesse auppr que a ca-
sas o* oornaauns, aonsarta'um* raaolucSo
em desapprovacSo desle principio, dira en
l'So que oSo somos o povo que o mundo at
Aoje te.n crido que somos, ou a nagfo da
qual lem emanado tudo quanlo ha digno de
respeilo relativamente ao governo do ho
mera por si mesmo. Ha sobro este princi-
pio que creio que o nobre lord lem obra-
do. ( Apoiadot), aos seus adversarios cum-
pre pois declarar qual he o principio anta-
gonista desse que lica exposlu. ( Apoiadot
citrondotoi). Purvenlura, nSo sera possivel,
seja-me permiltido rjergunlar Isso, haver
Oesle paiz um ministro, o qual usando das
formas do governo constitucional, empre-
gue-as directamente em apoio do despotis-
mo ? Nao sera possivel haver um ministro,
O qual allegando que nao advoga a causa
do despotismo, mas sim a da legitimidade.
apoie lano esta, que dlbaixo desle doce
nomo introduzi urna cousa na i-, dura, e as-
segure a tyrannia na Europa i1 Creio, qua
essa principio antagonista, deve ser agora
determinado. Creio, que a casa nao tem
meramente que decidir sobre sexisteucia
ministerial dos honrados mnmbros do ac-
tual gabinete; porin entra estes dous prin-
cipios, ella deve dieidir se a Inglaterra de-
ve declarar-se plenamente e sem ambigui-
dade em termos taes como estes: < Nos
apoiamos o governo proprio ; nos nSo de-
sojamos ajudar ou assialir a anarchia, no
procuramos fazer imposices a nenhuma
nai;:lo, nem compellir oa seus govemado-
res fazerem nenhumas concessdes, porm
por meio dessa influencia moral que de dia
em dia vai crescendo na Europa e tem ja
derribado varios thronos e derribar alguns
que anda exislem, procuramos eslender a
paz e a civilisacSo, dixendu s niicOeK do
mundo : Sympstbisamos com esses
esforcos que faz o homem para elevar-so
na escala das nacies, e para resistir, con-
fiado em sua propria illustracSo que o ha-
bilita para governar-se por si mesmo,
essa tyrannia que dehaixo donme de le-
gitimidade, tem sempre procurado *stna-
jrar nelle todos esses direitos que mis, como
inglez < consideramos que nos s9o dados
pela prnpria natureza. ( /ipoiadot.
Jendo exposto o principio regulador da
duela do nobre lord, passrei agora a
examinar, no cada acto individual de sen
ministerio, pois isso seria impossivel, visto
o longo lempo que se acha no poder, porm
sim, os grandes acontecimentos que tem
havi lo no mundo. Comparare! em poucas
palavras a poltica que tem sido seguida pe-
la Inglaterra, desde o anno de 1830, at o
presente lempo com a que fora seguida
por esta mesma potencia desde 1790 al
1815.
Em 1789 teve lugar um grande aconteci-
raento, a Ilustrarlo crescente da Europa,
insurgio-so contra os despotas da Europa ;
isto he, em 1789 rebenlou a primeira revo-
lucflo franceza Todo o resultado desla revo-
lucfo dependa da Inglaterra; porm,infeliz-
mente a Inglaterra sustentou os chamados
governoslegilimos que conlraa mesma se li-
garan!. "As consequencias desla poltica p
Nossa revoluco teve lugar em 1610, eem
virtude da grandn experiencia que desde
inlao tullamos adquirido, no era im-
proprio que dessemos s nacOes do mundo,
a exemplo de urna revolpcflo pacifica. O
povo de Inglaterra tirou A casa dos lords o
poder de fazer a casa dos communs, A re-
volucSo de Franca, foi. efleitneda pelas bar-
ricadas ; a nossa pelas resoluedes desla ca-
sa. A primeira fui expreasa por urna mu-
Jsnca de dignastia.a segunda por um acto
do parlamento ; mas, nSo obstante Isso,
'Ha fot completa, porauanU aio mudou
meramento a forma do governo, perm mu-
dou o proprio governo.
A primeira quesillo submetti la ao nobr
lord, foi a revoluco da Blgica. Ao meu
ver no ha na poltica do nobre lord, um
poni que mais merec* a calma considera-
cao desta casa, do que a previsto que elle
manifes'ou nesta occasiSo. Se elle livesse
seguido o conselho de muitos dos indivi-
duos qua o cercavam, teria previnido a di-
visSo entre a Itollanda e a Blgica ; porm,
creio, que a conseqaencia de urna tal pol-
tica, teria sido urna guerra universal na
Europa, Com edeto, se em 1818 a Blgica
ainda se achassse dehaixo do dominio da
llollanda, teria integramente acabado com
essa desnatural allianca, lancando-se nos
bracos da Franca a qual chamara enISo
iua amiga natural eadiada; mas as poten-
cias do orto nterviriam em favor da dol-
anla, e leriamosque ver reproduzidas as
scenas que tiveram lugar desde 1790 at
1815. Portento, se o nobre lord, nfio tlnssse
feito do poder de Inglateara o uso que fez ,
lem ser vistas, e poJem ser lilas nos mais esse poder loria sido urna fodte de desgra-
lerriveis conflictos que os annaes do genero lcas e de miseria para o genero humano,
humano nunca recordaram. Os campos da o orador passa depois a eoosiderar orna
resoluclo da casa dos lords e fazendo-o,
cont opla-se por um momento a posico
peculiar em que se acha actualmente a Fu-
ropa.
sociedade que te espera. Eu au te deiiarei,
einquanto nao allenderea eata minha rogati-
va. Cre-me, responda fiufroiua, tudo para
laim est acabado. T queres espedacar-
we as enlranhas. Os mdicos. .. Carlos, os
mdicos fall.iui. e o meu curar.au tambein falla;
o meu coracaobe profeta. Ki. pois, nao trate-
mos mais dessas cousas... Vs t aquelle ver-
gel, e aquell'arvore no funda d'aiinbaara ? Mu
lo desejo tenho de arrasirar-me esta larde, al
aquelle lugar. E quem te veda de o fazer?
Vamos at l. Mas.... ah.' eu nao '.ornare! :
nao poderei mais voltar eshausta de Torcas co-
mo estou. Pois bem : replicava Carlos, sor-
rindo ; eu te levare i. e Irarei ein nieus bracos,
como quando te chamara minha blliiiiba.
Europa foram allagadosem sangue : easri-
|iiaas foram dissipadas com urna pro liga-
lidade (A que n.io ha memoria em nenhum
lempo e em nenhuma naeoo.
Desde 1789 at 1815. esteve dissolvida to-
da a harmona entre as nacOes ; os povos
se dividiram em amigos o inlmgos! as re-
lactfe* d lo lo o genero fcaram deponien-
tes da forca, e smente aquelle que era mais
poderoso no campo, linha o direilo de ser
respeitado. O genero lium .no olhou horror-i
sado para a scena de devastado, de Iota e
coofusfio que sa seguio; e nfio foi senlo
quyido as exigencias de numerosas nacOes
induziram-nas a reunir sua energa e for-
C*s para derribarem o poderoso NapoleSo ,
que a paz foi restituida ao mundo. A legi-
timidade foi outra vez eslabelecida oa Eu-
ropa ; mas, um movimeulo constante con-
tra ella u3o deixou nunca de animar todo o
co-po do povo francoz, at que finalmenie.j
em 1830 o volc.lo rebenlou e a legitimida-
de dos Itorbes vuou em pedacos canegada
pelos ventos. He ao grande homem que se
acliava neste lempo A trente do gabinete in-
glez, que cabe a glona da ler cumecado o
novo principio que tem distinguido a po-
ltica do tempo prsenle. {Apoiadot.) O du-
|ue Wellingion, era quem >e achsva fren-
te do gabinete britnico, quando se decidi
o grande conflicto entre a legitimidade e o
povo. lile conhecia melhor que uinguem,
o grande conflicto que antes tivera lugar
e de lodos os horneas era aquelln que poi
sua posicao, capacidade e poder, eslava
mais habilitado para dizer. a Tomo sobre
mim a responsabilidade de comecar urna li-
nha nova de poltica, a D -sde esse tempo
at ao presente esla poltica lem sido sem-
pre seguida.
Como era de esperar, a revoluco de fran-
ca causou grande excitamento na Europa.
A Blgica e a Polonia, seguirn! seu exem-
plo. O governo inglez foi mudado, mas os
sentimeatos do povo inglez foram claramen-
te expressados. Diga m o quequizeremas na-
eo.'.s coulinenlaes, nos nos achavamos mui-
to mais allantados que ellos na tctica do
governo constitucional .
Sempre:
Oh I entilo nao me resta se nao o rogar ao
co por ti, rogar-lhe que le abrevie a dolorosa
prova que le turre ao supplicio.queeu ha tanto
lempo ollro. Carlos, eu tenho ainado, como
se pode amar na trra, lalvex como ae ama l
em cuna nas estrellas ; tenho amado a um ho-
neui .. : mas nao quizeram os destinos, que
in'eo acoinpanhasse com elle na peregrinac.o
terrestre, Eu vou espera-lo no co. Meus la-
bios nao tem forca para pronunciar o seu nonie;
mas t o condece i, Carlos; t Ihe fallars da
sua Eufrosina, t Ihe contars a uiiuha ultiinat
saudaco de amor. Um beijo seu, talve lives-
se a virtude de restituir-uie a vida que me foge;
mas mu beijo seu seria um delicio. Faze que
Partiram para o fundo d'.izinhaga. Eufros-I elle venl.a pousar os seos labios sobre os meus,
i iieixa-se cahir alaaigaui >. -i--z: :-~su || d'arvore que iudicra, O sol ia a por-se ; o
ar eslava tepido, o co liiiipidisslmo. Eufrosi-
na levanta os olhos ao firmamento, alenla lar-
go lempo para o norte ; e apenando a tuao de
Carlos diz descobres aquella estrella, que
apenaa se percebe ? He a minha estrella que
torna. Heiudilo aeja o nuine do Senhor : soou
a bora do meu retgate, Assenta-ie, Carlos ; eu
le lallarei de iniui.a do meu segredo. Ao uas-
-er, eu de certo trazla na frente o signal que
consagra a victima. Dos ine disse i tu vivirs
e caiiilnliars ssinba sobre aterra; adora e
soll'rc : e eli viv s, nao ful entendida de nlu-
guem sobre a tena; calei-ine, solfri e adore!.
O meu coracao eslavaebeio d'um altelo subi-
aie e imiuorlal; iiiaa-ulngunu devia compart.
Ilia-lo couunigo. ileiii o disiesle, carlos- Dos
nunca te condeinue ao tormento d'amar, e nao
ser amado. Eu lenho tragado este tormento
por longos annos, toda a minha vida, cada dia,
c.ada bora. Levantel aa uios ao Senhor, a dis-
1e: seja feila a toa santa voutade. Podia vi-
,er gor da felieiitade de oulreiu : nnr mal*
(o lempo 4cri na tua; mas tu vieatc ealinguii
Css'e ulliHio luteiro, que me descerrava as tre-
vas do aniino.
Celeste coraclo! lulerrompe Carlos,
E tii ama! sempre a tua esposa?
quauuo os meu ci*ujwa cavcrem trios ; en-
lio a inorte me sera chara, a trra leve aos
meus ossos. Faze que elle deponha um molho
do seus cabellos sobre o meu coraco ; e ser
esse o Ihesouro qne ein vio me tenho aseora-
do por tantos anuos. Aqu debalio desl'arvore
lenlio passadojjalougo romance da minha vida:
aqu tenho faltlao e vivido, aqui leudo sido fe-
li com elle.
Eufrosina tira do seio urna inedalba, eentre-
gando-a aCarlosjaaaccreacenU. Aqu acharas
o lime que nao posso dizer-te. Oa labios de
Khfrosina loniaua-se braucos, a voz se Ihe en-
fraquece, parece autes um echo : lodos os seus
meinbros se pe de uoi modo que nao sejaui
I
I DATA INCGRRFTA
abrir oa cos,
Eufrosina, dizia Carlos solucaudo, dclsa
esseapenuiuentos tio tristes....
E o que ha de mais triste que a vida ? A
niorte he e ampielo d alma para o Creador e
para a eternidade, A morte he o liui d'njaaa
prisao cscuara para aa a!in? anetas: tsaK'
soar ao louge d'arpa Ungida do vento; he o
canto do cysnc prximo a acabar.
Eufrosiua, a escurldade e o ar da nolte fa-
zein-te uul.... l ests coin febre... Eufrosi-
na, por piedade.... Vamos para caaa.

A resolucSo da cas* dos lordes, diz elle
contem tees partes, a.Crec.ia que representa
o despotismo da Europa, a Franca quero-
presenta urna necessidade particular, e o
partido prolectonit na Inglaterra, o qual
combato o actual governo por causa de sua
poltica commercial. Na Grecia acho um
mnnarcha vlndo da Baviera, educado em
urna poquena corte germnica com os sen-
t mentos creados por essa eduo.ac.1o e actu-
almente debaixo da ns >iracAoda Russia e
da Au-iiria. Alhena* tem sido com efTeilo
o toco da mais baixas e mais miseraveis
intrigas urdidas pela poltica russa. A Rus-
sia tem sempre posta a mira em um mesmo
objeclo, Conslantiaopla ; o seu designo he
hoje t3o claro quanto o fora nos dias de
Alexaodre. A mesma influencia trabalha
presentemnnto ; a Bussia he a grande os-
oiraeflo do poder desptico da Europa, a
Austria no hesenosua humilde serva o
escrava ; e mal pela Franca, a qual no obs-
tante toJas as suas gloriosas recordarles,
iujeitou-se finalmente ser vassalla da Rus-
sia dobaixo do nome de alliada. A Franca,
quo outr'ora levanlou sua fronte contra es-
se poder do norte e que pouco fallou que
no ddstruisse, o qne cortamente teria feito
sj no fura a Inglaterra, esqueceodo-se de
repente de quem fra o grande principio de
uajoropria libenlade civil, de quem ajud-
ra o favorecer suategunda revolugo, lan-
coii-se aos ps da Russia. Por que raso
olirou a Franca assim ? Porque ao momen-
to em que essa oceurrencia levo lugar, ella,
no digo bem, o seu governo {apoiados)
quera acabar com a cotutiiluiejio ultima-
mente organisada ; porque o seu presiden-
te cedendo consideradlo de suas exigen-
cias pessoaes e lisonjeado pala esperance
de poder fazer um insulto i Inglaterra, re-
cebeu urna dolaQo das mlos de um parti-
do que uo reprsenla o povo francas, que
nSo representa os sen ti montos francezes ;
das nios do um punhado de horneas reu-
Vas aquellas duas estrellas t Alli habitam
meus pais. Atnaubaa vers surgir no meio del-
tas outra estrella; volla-te pira ella que te sor-
rir piedosa.
Eufrosina, ests lio convulsa.'..... Que
suor fri o de tuas uiios I
Wao te esqueja Artur.... Elle um dia re-
colher-te-ha.
Eufrosina, que he isso ?....
-- Ah .' quem me dera poder agora apenar
estreitameme ao coracao o quadro das uiinhas
violetas! -- Vem.... e ve-lo-has....
- Qbl Miisoluugiosl Obi hroes da mo-
derna Grecia.
Eufrasina.'.... Oh! minha mal perdoa-
ine; eu aa aascer malei-te. Eufrosina!....
quasi desesperado grita Carlos.
cirios i uariosi Ca ios i la ein cima as
estrellas viviremos juntos.... E cabe nos bra-
cos de Carlos.
Aos grites desle correm os criados com fa-
clios; e achala Eufrosina mora .... Carlos aa
o.lis borrivel consternacao ebega-se a urna das
luies; olha para a inedalba... Era o seu retrac-
to ...Al! de mim ceg, estulto, iniserarell
Eu a inalci, eaclama Carlos com medonho bra-
do, e cahe por trra como morto.
A urna igrrja que a laesina Eufrosina inaa-
ilra odillcar, foi levado o seu corpo. Auna e
Carlos pegavam na fimbria do panno morlua-
rio. Antes de ser sepultada, descobrlr.iui-lhe a
maia perturbados; s oa olhos Ihe acinllllam rosto.... ocherublm dorma. Carlos imprimi
ainda com tal fogo, que parece verem-se-lhe mu beijo em seus labios, a poi urna tranca de
ilirir (IB iuh __i. 11 ..__t__- _.'______*. a a i
seus cabellos sobre o seu coracao. Morta.'
Mora | repeta como um louoo o desgranado
Carlos, solucaudo e balendo oa testa. Slia
st mona, accrescenlava.dcafflu em praoto a
lobre Anna: e mora de amor por um Artur
iue ningucm conhece.
Chorai, o virgens, que uapiraea de anua:
bmeutai o teruissimo coraco, aspirlt* fsaat-
jico, o animo forteineote senaivet da iiisaaia
Eufrosina;
flU.



_i____
2<
M
nidos para um fltr especial, a eleyacffo do
monarclia legitimo, e de um nutro punba-
.lo que debaixo do pretexto e do nome pros-
tituido deordem, esforcim-se por manler
suapropria existencia ministerial, e apoia
o partido monarehico que quer redozir' a
Franca ao seu primitivo estado.
O orador faz diversas considera cAes cor-
ea da ignorancia obstinada do povo inglez
relativamente aos negocios eslrsngeiros ;
menciona" as exigencias insolentes feitas
. Turqua pela Russia e pela Austria para a
entrega dos refugiados hngaros,-e bem
assim a apparico daesquadra inglezs nos
Dardsnellos, para a sustentado dos direi-
tosdas nacOes independentes.
Tratando depois do caso especfico das
reclamuces feitas pela Inglaterra a Grecia,
o orador nega que houvesse nellas nada
que- fosse contrario ao direito das gentes, o
qual na pinino do mesmo no he outrn
noosa inais que um systema do moralidade
geral, cujas regras sendo um tanto vagas,
nflo pdem ser determinadas se n.1o pelos
hbitos dos diversos povos, isto he, do mun-
do civiliaedo. .
Examinando a maneira pela qual esse di-
reito tem sido entendido pelos tres povos
que elle considera frente de toda a civlli-
saefio do mundo, isto he, o frnncez, o ame-
ricano e o ioglez, o orador expressa-se da
maneira soguinte:
Km 1831 urna esquadra franceza appare-
ceu no Tejo para exigir reparadlo de urna
injuria feita a um subdito francez debaixo
do reinado de I). Miguel. Os pobres porlu-
guezes pedir ni a inediaco d> Inglaterra,
a qual foi offerecida Franca, porm esta a
recusou. A esquadra franceza entrou no
Tejo, aphsionou os navios dos Porluguezes,
amnacou bombardeara cidade, e houvesin-
gue derramado. A Franca queixava-se de
que um seu subdito tinba sido sujeilado a
urna prslo rigorosa por urna ligeira offen-
sa, e exiga nilo smente que fosse posto
em liberdade, senilo lainbem que a senten-
ca dada contri elle fosse revogada, e que o
j ni i qua o sentenciara foeisedemitlida. Nos
temos por tanto o direito de dzer Franca
Lembrai-vos que no lempo do nosso cha-
ro Aberdeen ( risadas ), quando Luiz Filip-
pe com a cabeca cercada de louros ainda
frescos, collocado entre a legilimidade e o
republicanismo, tinba a melhor opportuni-
dade de goveruar o genero humano, po-
rm sacrificou-a baixas personalidades,
vos exicistes que o juiz que condemnra
' um subdito fraocez, aecusado de crime po-
ltico, fosse demittido, que a seulenca dada
contri o mesmo fosso revogada e que esse
individuo fosse rehabilitado.
Em 1842 o governo francez imagioou que
algum i injuria linha sido feita a um seu sub-
dito residenlo em S-Salvador no valor de
1,000 dollars, immediataniente um navio de
guerra francez parti para alli.e intimou aos
pobres habitantes do lugar que pagassem os
1,000 dollars, pois do contrario bombardea-
ra a cidade, e como esta exigencia nSo
fosse sslisfeita, o cnsul francez relirou-se
para bordo do navio,bloquoou a embocadura
dorio e os pobres habitantes de S.-Salva-
dor fram obrigados a pagar 1,000 dollars
maisalm dos da primeira exigencia.
Como procedeu a Franca para com o M-
xico .' Oh exclamou ella, uossos subdi-
tos tecm sido maltratados, urna manufac-
tura a elles pertenceote foi destruida pela
canalba, be pois preciso queseja imtriedia-
tamete paga. Klla recusou todas as pro-
postas de niediaco e exigi u pagamento
immedialo, e por qua este foi recusado,
bombardeou a cidade.
A Franca diz que atacamos urna naco
fraca. ora o que fez ella oas costas occiden-
taes da frica ? Em 1844 a colonnia fran-
ceza do Senegal imagioou-se injuriada por
alguns dos Aborignes ; itnmeJialamenle o
governo fraocez euviou um uavio de guerra
aquello rio, e duas villas foram atacadas, o
seus habitantes obrigados pagar o que
dellesse exigi.
Para as grandes nscoes um bloqueio equi-
vale a urna declarni.no de guerra ; porm
para urna naco fraca, a iustiluiqitode um
bloqueio he realmeutu um procedimentu
misericordioso.
Passsrei agora ao exemplo dado pelos
Estados-Unidos da America, cujo povo he
tao commercial como o nosso, e ama por
consegunto a paz, tanto quanto nos o
amamos.
Em 181* ou 1815, [quando anda estava-
moe cin guerra com elles, o navio inglez
Carnation avistando um barco americano
fura dos Acores, perseguid o e aprisio
nou-o debaixo das balaras de Fatal. Os
Estados-Unidos uo querendo perder o geu
navip, Ineram a sua reclamaco, mas a
quem? Inglaterra P mo, porisso que ella
eslava em guerra com elles, e liaJia o direi
to de aprisionar seua navios. Elles envia-
ran) a sua reclamarlo ao governo da'Portu-
gal, o qual respondendo que nada liona
com a captura do navio, pois lora feita con-
tra a sua vontade, os Estados-Unidos retor-
quiram-lhe Sabemos que a captura foi
feita contra a vossa vontade, mas isso n3o
obstante deveis pagar-nos o sen valor. Por-
tugal nilo quiz pagar a somma exigida,
porm presentemente navios de guerra es-
tro chegan lo do oulrd lado do Ailaulico
para ob'iga-lo a isso, e la I vez que no mo-
mento em que fallo o Tejo esteja bloqueia-
do por esta causa.
cu -.-->. J~ a- -ir..J... i.. nnvi..nHt
----_,....,,-..., ............ ,. .,....
julgaram conveniente remover um navio
americano, denominado Central Rrooke de
um para outro porto, mas no transito elle
naufragoii, e logo outra reclamaco foi fei-
ta ao governo portuguez.
Mural que foi por algum lempo sai de a-
ples, com quanlo julgado usurpador pelos
legitimisias da Europa, apoderou-se de al-
guna objectos pertencenles a cidadSos ame-
ricanos, e tendo-os applicado a seus fins
particulares, |loi depois expulso do Ihrotio
e espHigardeaJo ; mas i>so nilo obstante, os
Estados Uyjdos enviarsm urna reclamacSo a
aples, ifwim quanto o governo restaura-
do desse paiz alli-gasse que era um governo
legitimo, e como tal irrespousavel peloe
actos de um usurpador que fora eipulsos
espingardeado, os americanos responde
ram-lbc que nada linham coro isso, e que-
riam ser pagos,* o que romeffeilu leve lu-
gir, porqusr.tc c.'i ieayirm viar um
esqusdrs a aples.
nara se podersr dos territorios de Marroeos.'
Soria porque nilo coheordava com suss
i lciis fazer queixas aibre estes pontos ? A
Inglaterra tem procedido do mesmo modo
que as outrss nscOes. Em 1831 quendoo
pirlamcntn ainda se achava reunido, um es-
quadr.lo ingler. foi enviado Portugal |i>rn
eligir sitisfc8o pelas injurias que alguns
subditos britnicos solTreram da D. Miguel,
lissa satisfacSo foi denegada, mas as hosti-
li lades comecaram logo, h entilo umarran-
amento satisfactorio foi concluido.
O orador passaodo a tratar das desaven-
gas entre a Inglaterra e a Grecia, menciona
as rasOes de queixas que a primeira destas
lotencias linha contra a segunda, moslra
que o procedmento do governo ingles no
lesconcordava em nadado quo tiveram os
Estados-Unidos e a Franca em circumslan-
eias anlogas, e conclue o seu discurso, fa-
/n lo um exame minuncinso das particula-
ridades dss transaceoes que tiveram lugar
ata Alhenas, entre Mr. CroseMr. Wise, e
bom asism das que tiveram lugar em Lon-
dres entre lord Palmerston e Mr. Drouyo de
l.liuys, declarando finalmente que espera
que a casa approvara a proposla por elle
feita.
(Continuar-te-ha.)
KcparliQo da polica
PAUTE 1)0 DA 2f)E SETF.MBftO DE 1850
FraOS presos : ordem do subdelegado
da freguezia de S.-Froi-Pedro-Concalves
do Recite, Manoel Jos SiraOes, Jos Fran-
cisco de Souza e Gildino do llego eS, para
cunece.ni : ordem do subdelega Jo tft
freguezia de S.-Antonio, o preto Graciaoo
escravo, por ebrio : e do subdelegado da
freguezia da lla-Vista, lio.nao Antonio de
Costa, para correccilo.
CGMMERriO.
ALFANDEGA.
Reudimento do dia 2 2:705,432
Deicarrejam hoj 3 de setembro.
Hrigue -- Amanda mercaduras
Itrigue -- loper farinba e bolaxinha.
Sumaca Flor-dt-Angelim mercadorias.
CONSULADO G Eli AL.
Rendimento do dia 2 2:474,436
Diversas provincias...... 230,967
9:705,403
RECEBEDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS. #
Rendimento do dia 2......422,516
RENDIMENTO NO Mi./. DE ACOST DE 1850
Foros de terrenos de marinlia 105,808
Laudemios 380,000
Sizadosbens de raiz 7:181,664
Novos direitos e de chancellara 473,176
Dizima da chancellara 414,776
I.cgit iiimc/ies 24,000
Sello (ixo e proporcional 3:681,820
Premios dos depsitos pblicos I9J.202
Emolumentos de cerlidOes 7,480
Multa de 3 por cenlo 7,122
Imposto de lojas e casas de des-
contos 4:880,190
Dito de modas 120,000
Dito de barcos do interior 38,400
laxas de escravos 308,000
Exc. o Sr. presidente da provincia, datada
de SI do mez prximo pausado, serem en-
riados para provincia do Rio-Grande do
Sul um calillo grandee um pequeo, con-
tando cadernose papis oerteneentes ao 6."
hatalhBodecscadorcs, os quaes se aeham
no arsenal de guerra, convida em conse-
cuencia o inspector do arsenal de marinha
nos mestres das embarcacOes mercantis,
queso destiuem aquella provincia, e qui-
erem transportar afrteos ditos caixOes,
< se ontenderem com elle, alim de trataren
conven ientemente.
CONSULADO DE-PORTUGAL EM PF.RNAM-
IIUCO.
loaquim llaptista Moreira. bacharol forma-
do em direito, cavalleiro na ordem de
Chrislo.e cnsul de Portugal em Pernatn-
buco, porS. M. Fidolissima a Sra. I), Ma-
ra II. que Dos Guarde &c.
Fago saber todos os meus compatriotas,
residentes nosta cidade o#provincia, que
por ordem superior, que me foi transmitli-
la e especialmente recominendada, para o
lini de se poder dar o conveniente cumpri-
nento as disnosices sobre estalislica, e ou-
iras, se deoem apresenlar neste consulado
lodosos subditos porluguezes, que, lan-
do aqu Miado a sua moradia, anda
sanilo hourerem nelle matriculado, como
Ihc cumprc, nSo so para a deviJa regulari-
dade, mas para que assim se possa mais
promptamente dar a compalivel prolefilo
desto consulado.
Convidando, pola, os meus compatriotas,
ho comprmanlo deste dever. no mais breve
espaco de lempo, Ihos lembrn tamban por
sata occasiSo o dever que igualmente tem
le se muir n dos respectivos ttulos de re-
sidencia, na forma dos rgulamenlos poli-
caos deste imperio, para se livrarem dos
omharscos quelites p le causar a falta del-
les, e melhor e mais perfeitamente terem o
iirelto competente garanta das autori-
la les brasilelras, e s respectivss isemp-
r;0es como estrangeiros.
Consulado de Portugal em Pernambuco,
aos 17 de julbo de 1850. ioaquim Daplitta
Moreira, cnsul.
BHITISII CONSULATE PERNAMBUCO.
Thesubjects of ller Brilanlc Majeaty re-
sidenis liere, being "duly qualided ufl der
llie act. 6 Geo: 4.*cap. 87, are invited toa
general meeling on nialters ni said act pr-
vido.I for, to beheld on Monday the 9.th
Sep'next at noon at ibis consulale. Per-
nambuco, 30 August 1850 Uy. Chritto-
phers, vice-consul.
CONSULADO BRITANNICO EM PER-
NAMBUCO
Ossubdilos deSua Magestade Britannica
aqu residentes, que se acham qualificados
debaixo do acto 6 Jorge 4 cap. 87 sSo con-
vidados para um ajnntamento geral por ne-
gocios no dito acto designados, i ter lugar
segunda-feira, 9 de setembro prximo, ao
meio-dia, neste consulado. Pernambuco, 30
le agosto de 1850. Ha, Ckrittophen, vice-
consul.
-- Para Parahiba sabe por toJa esta sema-
na o hiate nacional Eupndart, forrado de
cobre : quem no mesmo quizer carregarou
ir de passagem, trate na ra do Amorim,
numeroso.
Barcaca.
Vande-se urna barcaea nova, com lodos
os apparelhos, prompta a seguir viagrm,
P3r preco commodo : para ver, no caes do
llamos, e para tratar, na roa do Crespo,
a. 13.
Vendeis-se tres barcacas, sendo urna
d.'llas da primeira viagem, bem construi-
os e boas de vellis, as quaes se acham bem
spparelhaias promptas a seguir viagom psra
tualquer porto, sendo urna de 35 caxas,
outra de 20 e outra de 18, as quaes se von-
dem por com modos precos,nfio s s dinhe -
ro, como a prazo com boas firmas, mes-
mo se troca a troco de escravos, ou de sigu-
ana casa nesta prac", os pretendentes pode-
ro ir ve-las no Forte-do-Mattos junto ao
trapicha do algodOo, onde se acham fundea-
das : a tratar na ra da Cadeia do Recife,
laja n. 54.
Leilao.
Schafheitlin & Tobler farflo leilSo, por
nlervene.no do correlor Oliveira, de um es-
plendido sortimento de fszendas de todas
as qualidades. e as mais proprias do mer-
cado : terca-feira, 3 de setembro, s 10 ho-
ras em ponto, no son armazem, ra da Cruz.
F. II. Lultkens fariloilSo, por interven-
ello do correlor Oliveira. de um esplendido
sortimento de metaes, ferragens e miude-
zas, 4 saber : de metaes ferro inglez cha-
to, chumbo em I meo! e de aunic.to; de fer-
ragens faccas e garfosde militas quali-
ilades, faccaa de punta, ditas de sapateiro e
cabo leve, limas inglezas e allemSes, serro-
tes, navalhas, eanivetes' rame fino de la-
tfio, chaleiras, paMlas, pregos de ferro de
varias quslidldes e varrumas ; de miude-
zas bandejas pintadas, espelhos de gave-
ta, botOes diversos, rolxetes, pennssd'aco,
etc.: quarla-feira, 4 de setembro. s 10 ho-
ras da mantilla, no seu armazeib, ra do
Trapiche-Novo. ..-'
Adamson Howie & Companhia farflo lei-
Jlo, por interveneSo do correlor Oliveira,
de um completo sortimento de fazendas in-
glezas, todas proprias do mercado : qunta-
eir, 5 do correte, s;iO horas, no seu ar-
mazem, r.,a do Trapiche-Novo.
ana-
Avisos diversos.
No dia 7 do correnle sahir a
lia. 17:748,638
Recebedorla, 31 de agosto de 1850. No
impedimento do escrivOp, o primeiro es-
criturario, Joo Rodrit>i de Miranda.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 2......1.856,174
Xovimento do 4'orlo.
Navioi enlradot no dia 2.
Kio-de-laneiro 10 lias, pataclio nacional
Valenle, de 130 toneladas, meslre Fran-
cisco Nicolao de Araujo, eqnipagem 12,
carga varios gneros ; a Novaos & Com-
panhia. I'assageiros, o Brasileiro Fran-
cisco l.udgero da Paz el escravo
Ass22 das, brigue nacional leliz-Drs-
lino, de 199 toneladas, capit.lo Antonio
Martina Das, equipagem 13, carga sal e
palha ; a Pedro Dias dos Santos.
Navio taido no meimo dia.
Portos do nAte Paquete 8e vapor Per-
nambucana, commandantc Otten. Alm
dos passageros que trouie dos portos do
sul para os do norte leva a seu bordo : pa-
ra Parahiba, Francisco Jos de Magalhes
Bastos : para o MaranhSo, o despensero
d'Armada Leandro Jos Vellasco, Eduardo
Delmotte e 1 recruta : para o Para, 8 re-
crutas.
Oburvafdo.
O hrigue frahcez Cesar, que se destinou
para o Havre, na sua sabida, leudo acalma-
do o vento, veio ter prximo a fortaleza do
llrum, sendo soccorrido ple-se livrar do
manir pongo.
l)eclu-a<;es.
De ordem S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, o Sr. director faz saber a quem
convirr, que leudo vagado a cadeira de pri-
meras letras do sexo maacolino de Fra-
de-l'orlas, por jubilacSo do sou proprieta-
o; e o substituto as cadenas depnmei-
ras letraa desta cidade, a quem competa o
provinrenlo, em virtude do art. 9 ca j. 1 da
le provincial n. 43 do 10 de junlio de 1837,
havendo renunciado esse seudireito, e.-la
posta a concluso a dita cadeira, com o pra-
zo de 60 dias, marcados do dia 29 do cor-
rente.
Secretaria do lyceu, 28 destosi de 1850.
--anuario Alejandrino da Silva Rubedo Ca-
nec, professor de dezenlio e Secretario .
PornSo apparecer opposilor cadeira
lie primeiras lettras para o sexo mascolino
da povoacflu de Ingazeira, cujo concurso
devora ter lugar no dia 27 do. correnle, o
Sr. director do lyceu, em virtude das ordena
do Exm. Sr. presidente da provincia, man-
da fazar publico, que a referida cadeira ea-
IfcJWvamente a concurso com o pra;o du 60
diaa, contados So dia 3 de setembro prxi-
mo futuro. Secretara do lyceu 30 do agos-
to de 1850. Januario Alejandrino da Silva
Thcatro de 3. Isabel.
17 RECITA. DA ASSIGNATURA.
Sabbad, 7 de setembro de 1850.
Anniversario feliz da independencia do
Brasil. Fesla naeional.
Logo que o Es*>. Sr. presidente da pro-
vincia tciiba assomado tribuna, a orches-
ira execular urna linlhanteouvertura, de-
pois da qual abrir-se-ha a acea, e porania
a efugio de S. M. Imperial a companhia dra-
mtica cantar*
O IIYMNO NACIONAL.
Seguindo-se a representarlo do drama
em 5 actos, ornado de msica
D. CEZAR DE BAZAN.
priisorUGns.
Carlos II, rei dellospanba, A. M. da Costa.
I). Cezar de Bazan, G. F. deOilveira.
D. Jos de Ssntarem, |S. F. Meira.
O marquez de Monleliore, R. J. d'Araujo.
Maritaua, Josnpa Januaria.
A marqueza ale Monleliore, (lita T. da
Cama.
Um ca pililo, SebastiSo A. de Miranda.
Um alcaide,V. M. de Almeida Cabral.
Um magislrailo, J. I). Combra.
Um barqueiro, P. B. de Santa Rosa.
I.asaiilho, J. J. Pareira.
Fidalgos, povo, soldados, etc., etc.
A arrjio passi-so em Madrid, no reinado
de Carlos II.
Os bilheles de platea acbar-se-hlo i ven-
da no dia do espectculo no lugar do cos-
.urne.
rheatro de S.-Francisco.
Grande galera ptica.
BELLAS ARTES.
O director fax ver ao respeitavel publico,
que no dia 7 do correnle impreterivelmen-
te ser o dia'd'abertura desta galera, para
inlratenimeiilo das pessoss qua se quize-
ci'in divertir.

l'ublicnrao litierarii.
t^ao'nue
Aos amigos das lellras
Sabio i luz a preciosa icflo acadmica
sobre a pena de morte, ditada da cadeira de
primeiro c iminalista da Europa, vertida do
italiano em portuguez, obra queinleressa a
todo mundo.
Para prova lo seu grande maiito basta ii-
ber-se, queachsndo-se oni Pisa por motivo
de molestia o grande pb.ilosopho francez
JoulTroy,!) lando assislido i Iqo do Cariuig-
nani sobre a origeme titulo do direito de pu-
nir,mostrou-lhesummo desejo deeouvir a
respeilo la tilo debatida pena de morte : ao
(iiieannuioo egregio professor, marcan India
para esse desempenho. Mas tflo sntecipado
o numeroso foi o concurso de ouvialcs, que
Joulfroy nflo pode entrar n'aula !
Veude-se em Sanio Antonio na luja de li-
vcos da esquina do Collegio, e na Boa-Via-
ta na boRSa do Sr. Gameiro. Prego 2,000 rs.
cada exomplar.
tllOAk
kvaSic
ssaniLos.
Para o Un. de-Janeiro, com mila bre-
vidude, segu a escuna Europitta : para car-
ttabtllo Caneca, profeasor de desenlio e sa- a o passageros UU-se cun a Viuva Gau-
Porqua raso nSo clamaram oa Srs. oppo-
sicionistas, quando taes fados tiveram lu-
gar1 Porque rasflo guardaram silencio I
luando Vora-Cruz foi bombardeada, cleretario. Idino > Filho
(juando a franca onviou os seus exercitosl -- De i ando, em virtude da ordem de S. I o. 66.
praciuha do Corpo-Santo,
luz A
IMPRENSA, jornal poltico e social, destina-
do i sustentar os principios do partido li-
beral desta provincia. Psiblica-se na lypo-
graphia nacional, que ae acha nos segundo
e terceiro andares da esa n. 5 da ra Direi-
ta, a assigna-se na mesina typographia a
3,000 rs. por trimestre, 6,000 rS. por semes-
tre e 12,000 rs, annualmente (adiantados).
O jornal, como se v pela in Jicaco' de
sua natareza, be tambem commercial e no-
ticioso ; aceita gratuitamente todos os ar-
ligos que liverem immed'ala ligac.lo com
seus principios, o interessarom ao publico.
Publica-se diariamente, e com o mesmo
formato do Diario Novo.
Anna Joaquina da Ccocelfifo, vlura, que
lirn por IjllrciMenlo de aeumarido JoaoGual-
berm de Souza, vendo um nnunclo no Diario
a. 196, oqual dii Ir pra;a urna la eacrava ve-
lna de nome Joanna, que lhe locou em p.irll-
Iba por falleclrnento de aeu finado marido,
vem por mirlo deste declarar ao reapeluvel pu-
blico que protesta e tem de protestar contra
acinelbante praca, pola a julga nulla, e de ne-
nhuin rffello.poii arut bens Dito ealao sujeilos
a divida de aeu genro, hoje fallido.
<= Josi Mara de Amorim admlnlilrador de
mi filha menor Cuilherinina Uinbclina da iloa
Hora Amorim, lendo um annuncio no /Morir
h. 196, o qual dii ir praca ama eacrava de
nome Juliana, pertenernte a mesilla sua ana
por dadiva que lhe fea sua av; como consta do
papel de doacao feita. a misma declara que,
como fiel administrador da inesma sua filha.
tem de protestar sobre scmrlliantc praca, pois
a dita cscrava nan be sua e slm de sua (liba.
Jeronymo.lgnscio ValadSo, Portuguez,
sua mnlhe'r Antonia da Trindade, Brasilei-
ra, seus filhos Clara, Angela. Cosma, Mara,
JoAo, Antonio, Cosme, e DamiiTo, e seus
sobnnhos Francisco Ignacio eManoel Jos
da Costa reliram-se para Mossamedes
Aluga-se a cssa do sobrado, n. 12, da
ra do AragSo, com dous andares de boos,
commodos, quintal com serventa para a*
ra do Tambii, boa cacimba,.estribara,
cocheira para tres ou qualro carros : a tra-
tar na botica da praca da Boa-Vista, n. 6.
O abaixi assignado faz sciente ao Sr.
arrematanto do imposto de agoas-srdentes
le produccffo brasileira, que desde a data
lo presente annuncio deixou de vender.
Boa-Vista, I da salcmbro de 1850. lodo
Guithtrme Diat.
-Aluga-se por.niodico preco urna casa
cota commodoa para grande familia, com
casimba, um pequeo sitio com capin pa-
ra um cavallA, o lugar denominado Santa-
ni iiha mi Sant'Anna lie Dentro : a fallar
com Luiz Gomes Ferraira, no Mondego, ou
na ra da Apollo, n. 20, com Antonio de
Moraea Gomes Ferrreira.
A 29 do pastado deaappareceu urna pre-
ta crioula, de nome Cicillia, do 94 a 96 ali-
os, rosto liso, bem desembaragada ; levou
vestido de xil ruuxa com palmas encrna-
la liua, nn_
ticia, queira leva-la ra da Praia do San-
la-ltila, n. 25 ou 43, que ser recompen-
sado.
Da-ae dinheiro em prquenas porches
ou mesmo grandes, sobre penhores de ouro
ou prata : na ra do Queimado, n. 37, su
dir.
Offerece-se urna senhora casada para
ama de qualquer casa : na ra do Queima-
la, n. 37, sedira.
Pede-se a quem adiar um papel de
msica de urna cancllo franceza, perdida na
uoile de sabbado 31 do maz paseado, desde
lo Manguind at a ponle do Hecife : queira
ter a baudade de o entregar defronle do
Trapixtvnb.vo, primeiro andar, cssa n. 6,
onda recebera gralificacSo querendo.
Precisase da um amassador, prefer in-
do-so que venda tambem po na ra : na
padaria da rna do Rozario larga, n. 48.
Antonio ilibou ua Cusa Porto a Au-
gusto Cezar de Abran Magailifles, subditos
porluguezes, reliram-se para fra do im-
perio.
-- Para praca ou para o mallo olTerece-se
um rapaz brasileiro para ciixeiro : quem o
pretender, annuncie.
Pergunt-ee a quem nteres-
sar, em quanto importa a cITericao
de duas medidas de folhas novas,
para a venda de ozeite de carra-
pato sa ra: assim como, so se po-
de alTerir e rever ditas medidas,
tudo no mesmo continente, exigin-
Socedade Apollinea,
A comroissSo 'administrativa reune-so
boje para approvar os convidados pars n
partida de 14 do corronte, devendo as pro-
postas serem remetldss at s 6 horas da
tarde, na casa das respectivas sessOes.
(juem quizer, comprar urna machina
de lavar toupa, annuncie.
Precisa-se de um caixeiro para loja de
miudezas, o qual tenha alguma pratica : na
ra larga do Rozario, n. 35, se diri quem
precisa.
Roga-se aoSr. juiz dos feitos da fize'n-
da se o annuncio inserto no Diario n. 196,
de segunda-feira, 9 do crrante, enlande-
se com Bernardo Ferreir Loureiro, sobri-
nbo do fallecido Dr. Bernardo Luiz Ferrei-
ra, por essa pessoa nada tem, por. hora,
com a senhora fazerida e nom possue loja
de qualidade alguma.
Francisco Alves Cardozo, em qualida-
Je de administrador do sua mulher, Joanna
Joaquina Vianna, previne ao respeitavel pu-
blico que ninguem contrate com sua sogra,
I). Maris Joaquina Vianna, a respeito dos
bens que s mesma possue ; pois que o an-
nunciante protesta de fazer anullar em lem-
po com ptenlo toda e qualquer venda, ou
transaccSo que a dita aua sogra ftzer : e pa-
ra que se no allegue depois a ignorancia,
faz o annunciante a presente declaracOo
O abaixo assignalo fsz ver so Sr. arre-
matante de ago'ardentede. prodceflo brasi-
leira, que nunca vendeu e nem vende tal
genero na sua verda da ra da Cadeia do
Recife, n. 35. Manotl os do NaicimenU e
Silva.
Preciss-se slugar um sitio na freguezia
da Varzea, ou para cima do dito lugar, com
tanto que seja de boa morada, a tenba ca-
sa para grande familia, bom banho e fru-
taras : na ra Formse, o. 6, ou annuncie.
Antonio Corroa, subdito portuguez,
retirase para Mossamedes, levando em sua
companhia urna criada de nome Mara do
Sacramento.
Os Srs. A. A. de S. R,, e J. N. F. da M. ;
tcnhsm a bondade de apparecer no Aterro-
da-Hoa-Vista, 11.54, taberna, a negocio que
nSo ignoram.
Precisa-sa da um caixeiro qua tanha
bastante pratica de venda, e que d fiador a
sua conducta : d-se bom ordenado: no
Aterro- ia-Boa-Viata, n. 94.
Roga-se a todas as pessoas que aaU
devendo cuntas antigs na ra da Cadeia do
Recife, n. 95, defronle do becco largo, de
iram ou oaandarem pagar seus dbitos al
o fiando correnle mez do setembro : isto
para evitar despezas, poisonSo fazendo se
usar da outros msioa.
No dia 24 de agosto ultimo, apparece-
ram no engenho Pintos, vindos pola ostra-
da de S.-Antfl, uta quartao. uro poldro a
duasegoes: saudapo dirija-sa ao mesano
nngenho para o* reeeber, (cando, porm,
corto da qua se oo responde por. qualquer
extravio que elles possaoi ter.
Ofterece-ee um rapaz brasileiro de 16
amina, para caixeiro da loja, oa outra qual-
quer arruraaoOo : (quem da aeu prestimo se
quizer utilisar, Uirija-se a travesea'do Ro-
zario, n. 2, loja de eacaderaagfln.
O abaixo assignado faz ver ao Sr. arre-
matante do imposto de agoas-ardeot-a de
prodcelo brasileira, que desda o da 31 de
agosto prximo passado deixoa da vender
taes gneros em sua laboras, oa ra do En-
cintamento, n. 10. Manoel os de OUteirm.
A abaixo assignada, viuva do falleci-
do Joaquim Jos Tavares, declara ao respei-
tavel publico, que ninguem compre a cscra-
va Feliciana, crioula, a qual foi dada am
doacSo a sua neta Olimpia .Olindina da Mal-
los VarejSo, (liba do lenenle-coronel Igna-
cio Francisco de Mattos'Varejflo, cujo papal
de doacSo foi passado em S de abril da 183H.
Libania Mara de Soasa Toparas.
A Revist-iTheatral.
Este peridico, que foi anuunciido a sua
apparicSo nc da de sabbido passado, nSo
pode ter lugar por inconvenientes imprevis-
tos da typographia, ssfeiri porm boje, e
estar venda na praca da Independencia,
11.12, loja do encadernador.
-- Deseja-se saber lo existe nesta provin-
cia Anna Thereza das Dores, quo foi casada
com o fallecido Jos Soares de Brto, ou p-
renles da mesma, a negocio de seu interes-
se : no paleo ds Soledade, n. 8.
-Domingos Jos de Amorim e Sesillo
Pinto Victorino reliram-se psra fra do im-
perio, levando o ultimo um criado.
Bernardo Rodrigues Gramaso e Costa,
Joaquim da Costa Vieira, Manoel Gomes
Loureiro, Jos Gomes Loureiro V IrtoSo,
Jos Fernandos Ferreirs, Silva & beir.lo,
JoSo Francisco de Souia, Bernardino do
Souza PinLo e Domingos Jos da Silva Amo-
rim, moradores no ReciTe, scienlificam qua
deixaram de vender espiritos de producflo
brasileira^' desde o dia primeiro do eorrente.
Precisa-se alugar urna ama aacca da
li.n. CCStI**2 5 "'.!'.? -C* vflll,iln ^.1.
nbeira, para urna casa do pouca familia. D-
rigir-se rea da Trincheiras, o. 19
A quem lhe faltar um quarto, dirja-
se ilha do Nogueira fa.llar com o ren
ro da mesma Manuel Francisco Cantoso, ejua
dando os signaos cortos, e pagando i des-
poza que tem, felo o entregar.
Precisa-sa de 900,000 rs. pelo prazo de
18 mozos, pagando-s o premio de dous por
canto, o qual sern pago mensalmenle, sobr
bypothoca em urna fazeodi do gado, e 10
ou mais escravos, bens estes livres edesem-
bsracados, ese tnaor garanta for preciso
dar-SB-ha a iirma de um proprietario esta-
blecido tiesta praca.
-- Jos Alves da Colla' deixou de veader
espiritos da produccOo brasileira desde o
dis 31 de agosto as suas tabernas, roa das
Cruzes, n. 25, erua Velha, n. 106,
O abaixo assignado faz setenta a todas
ss pessoas que leom penhores em sau poder,
que oa deve tirar no prazo de quinza dias,
contados da data deste em distila : isi
faz para que s nflo chamen) a ignorancia ;
do contrario, Acarno como vaMtdjj^^BH
bastado oontemplacOes. Recib, 2 Jeatlem-
bro de 1850. -- Franelseo Viiln d: CdreasAo.


No dia 4 de Miembro so h de arrema-
Ur em praca publica do Sr. Dr. Juiz muni-
cipal di aegundi vara um sobrado de tres
indares e sotso di rui do Torre* do balrro
do Reoife, pelo valor da 10:000,000 ra. cu-
Jo sobrado foi-do fallecido padre Domingos
Germano Alfonso Reguein, e vai ^prica a
requerimento do lestamenleiro, par cum-
prlr o testamento.
No dia 3 de aeteoibro as horas da tar-
de, porta do Sr.doulor juiz dedjreitodo
civel da primeira vara, na ra das Flore,
ir a praca de, venda una casa Ierre em
Fon de Portas, ra do Arial de Noisa 8e-
nhora do Pilar, porexecucao de Joao fran-
cisco Teixeir, contra irmandade deSan-
No dia i do correte, pela 4 horas da
Urde, porU do Sr. Dr. juiz do civel da se-
cunda vara, na ra Nova, te hao de arrema-
tar dou eacravoa e urna negra : quem os
pretender comparec que he a ultima praca.
-. Jos CorrCa Nunes portuguez, retra-
le para Tora do imperio.
Matheus Ferreira Franco, Portuguez,
relira-se para fra do imperio.
A requerimentodo, doutor procurador
fiscal di fazenda provincial, em o
dia 3 i setembro, se arremalarSo os se-
guintes livros .
Seis ordenacoes do Reino, 12,000 rs.
72,000 rs.; 7 obras da Lis Teixeira sobre d-
reilo civil, a 12,800 r., M9.600 rs.; 5 ditas
deOrtolam legislado penal, comprada
5,000 ra. 25,000 ra ; 35 dita, segundos
cantos de Das a 2,000 rs. 70,000 ra.; 7 di-
tas, livrariss clissicas poctuguezas a 8,400
ra. 58,800 rs. ; urna dita, collecQSo de le-
gislicSo portuguez por 108,000 rs.; 4 ditas
repertorio de Fernandes Thomaz 6,800 rs
940 r.; 54 ditas de burros de Stlustio
948,600 rs-, 48,600 rs. ; 6 dita consellieirn
do povo a 3,500 rs. 21,001; 30 ditas Romin
cdigo penal a 2,000 rs, 60.000 r>.; 14 ditas
de Chauviou a 20,000 rs., 280,000 rs. 410
ditas direito natural do Autrana 1,500 rs
643,000 rs.; 200 ditas de-Orlalam a 1.000
rs 2008 rs. ;,0 J'19 pbilosopqjh de Cou-
sin em portuguerz 600 rs., 60,000 rs.; 70
diU,iicOe criu-iiiaesa 2,000 rs., 140,000
rs.; ao ditas grammatica de Salvadora 200
rs., 40,000 rs.; urna, dita de Malvina por
.Mudame Cotem por 3,8)0 rs Os quaos toca-
rSoem parlilhas, a mesina fazenda no in-
ventario dos h'ns deixados pelo finado bi-
chare! Bernardo Jes Vieira Coutinho.
Firmino de Alcntara Cuimaraes, sub-
dito portuguoz, retira-so par Mussamedi's.
Fabrica de obras de lo-
Iba de flandres, ra
iNova, 11. 58, detronte
da Conceico.
Nesta bem acreditada fabrica ha conti-
nuadamente um completo sortimento d
obra de folha, bem como hacia, banhei-
ros, bahs de lodo os tamanhos, objectos
de aeivico domestico e para cozinha, bem
como M fizem todas as obras* por proco eom
modo, e com perfeieao.
Latoeiro.
los Raplist Braga, artista latoeiro bem
conhecido pela perfeicito das obras de sua
irte, tem a honra de participar a seus fre-
guezes, e particularmente ios aenliorea de
engenho, que reside na ra Nova, n. 38, on-
de lem um completo sortimento de obras de
laido, e faz qualquer obra de concert ou
coustrucfSo de alambique, aasentamontos
para engenho, bem como oulraa muita>
obras conseroenle oseu ollicio para o
que pode ser procurado a toJa hura do dia,
em dita sua casa.
Ueisppareceu, no dia 20 de agosto pr-
ximo passa Jo, as 5 horas da larde, um e'
cravo de nomo Jos, de nacfio Congo, de 25
aonos pouco oais ou menos, altura regu-
lar, cheio do corpo, pernas grossis, falla
lino desembarazada, sem barba, tendo ape-
nas pouco j cabellos as faces; tendo o de-
do da um dos ps, viziuho ao mnimo, mais
curto que este ; levou canrsa nov do algo-
dlozinho e calca de algodao azul trancado :
quemo pegar, levu-o a ra da Aurora, n.
48, que ser generosamente recompensado.
I'ede-se a lllm. Sr. D. Antonia Florn-
da Pesaoa de Mello, mullier do fallecido te-
oente-coionel Jos do Reg Barros, .que
quaolp antes faga as subpai tilhas, pois a es-
crava IIirlara, que a inveritanante reque-
rou to Sr. Dr. juiz do orphfios para ser ava-
llada em menos preco, anda veodenJo
fazendas, opmo se pude provar, com oque
pode apandar alguma maligna,'* os toirdei-
rosperderfm-na^; por cojnseglfinle, as sub-
pirlillissquanto'anles --Vm di aerdeiro*.
Quem quizer comprar, ou alugar
c*s terrea 11. 28, no desierro de S -Tliere-
za d eid.de de linda, dinja-se ruado
S -CfctiU, ir. 23..
Xlnga-se, annualinenle urna casa de
sobrado na ra dt Uniao, que accommod
duas familias, e lem vala para a barr :
tratar na roa di Aurora, n 4.
Ulysse Oroz, relojoeiro suis-
ao. de paaiagcm por esta praca,
onde lenciona demorar-se. 5 ou 6
mezes (tmente, concerta toda e
qualquer qualidade de relogios
ecm qualcjuer estado em que se
Cuchi priiui Ciu iCITl pif VSii-
der relngios.de ouro e prata dos
melliores fabricames : na ra da
Cruz, n. 44 primeiro andar.
Auigarn-seos segundo e terceiro anda-
rea por cima do escriptorio de James Crad-
tree Companhia, na ra da Cruz, n. 42:
tratar no dito escriptono.
O Sr. doaor Antonio Joa de Sooza
Comea, baja doler a bou lade pe vir pagar
aoabaixo assignado, a quanlia de 150,109
rs. saldo di sua letra vencida a 88 de maio
de 1839, ficando V. S. certo de que, em
quaulo nao embolcar a dita quanlia, lera
1 soWiolo de vero seu nome nesta folha.
/'. J. do* Sonto*.
No dia sbalo 31 de agosto, perdeu-
s urna caita de prali ja vellia, perfumada
de ouro eom um laquinlio lirado no enca-
ittodff .na lo lialiiii/i al a ra daa.
Cruzei : quem a achar e quizee restituir,
1l1rija.se a ra do Cueimado, 11. 55, luja de
chano que sera recompensado.
Jos do Amaral Lobo,
B pagar mi letra da quintil de
rs., vencid dout a unos, e paral
enjo flm, deve-se dirigir ao becco Largo
.lo Recife, segundo andar do lohrado, n. 1,
isto antes que se retire par Mossamede
como consta, do contrario ser embaracida
auaviagem.
O abaixo assignado faz "rer ao Sr. ar-
rematante do imposto deago'ardentoe es-
piraos de producefio braiilein, que de bo-
je em diante no contina a vender taes ge
eros em su tberna, na rus do Pilar, n. 84
Recife, 2 de setembro de 1850. Ignacio
ot Rodrigue*.
--Os abaixo asaignados fazem ver ao Sr.
arrematante do imposto dasagws-ardentes
de produccao brasileira, quo desde o dia 31
de agosto prximo passado deixaram de
vender taes gneros em sua taberna, na
ra do Vigario, n. 33. Barro* & Fernandei.
O abaixo assignado faz scienle aos Sr*
irremitintes do imposto daa goas-arden-
tos de produccSo brasilelra, que desde o di
31 de agosto prximo pissido deixou de
vender taes gneros na sua taberna, na ra
de Santo-Amaro, n. 28. otiSoar** da Sil-
va Pimtntel.
Nos abaixo jssignidos participamos'ao
Sr. arrematante do consumo de agoas-ar-
dentes. que deixemos de vender estes g-
neros desde odia 31 de agosto do correle
nno, e quindo quizer poder mandar rece-
her os dous mezes que se acham vencidos
de julhoe agosto, na ra Direit dos Afo-
sados, vendes ns, 16, 20,22 e 18. -- ilanoel
oaquim Muniz BttUddo. Manocl Bunio de
IHendonea. Jod#" Chrisoslomo de Albuguer-
O abaixo assignado faz sciente 10 Sr.
arrematante do imposto de bebidas espiri-
tuosas de prodcelo brasileira, que de boje
em diante nao contina a vender taes lqui-
dos em sua taberna, na ra do Pilar, n. 141
Benlo llandtira da fonteca e Mello.
O abaixo assignado faz ver ao Sr. arre-
matante do imposto de ago'ardente e esp-
ritus de produccSo brasileira, que de bdje
em diaote nSo contina a vender taes g-
neros em sua taberna, na ra Direila, n. 8.
Recife, 31 de agosto de 1850. Manocl An-
tonio de Alcntara.
Joaquim Jos de Sanl'Anna, morador
110 engenho San-Jos, ribeira Jitituba, pro-
vincia de Alagdis, faz sciinle, que por ha
ver oulro de igual nome se assignar de bo-
je em diante Joaqun Fernandes da Costa.
-- Joji Joaquim di Cosa, subdito portu-
guez, com sua mullier Francisca Alejandri-
na da Silva Costa e seis filhos menores Ame-
lia, llerundina, Adelai.ie, Nstor, lilisses e
Manoel, llrasileiros, retirare para a colonia
de MussamoJes, levando em sui rompa-
nhia urna aua atildada, parda,' livre, de
maior idade, de nome Cliudim.
--Precisa ao ;de umi ama que lenha bom
e bastante luite; 11. ra do I.ivrimenlo,
(1.35.
U Dr. J. S. Santos Janior,*
^medico hoinoeopatha, ultima-^,
!toiente chegado a esta cidade,#
d consultas todos 01 dias "teisj
ajein sua cisaa ra do Crespo,
n. lo, primeiro andar, desdef
*a7 liorasda manhSa at s a
*d Urde, e denla hora em dian
te visitar os doentes em seus?
> *
IfdomiClllOS. mr
N. B.O pobres scro tra-1!
fiados e visitados gratuitamente >
No dia 5 do mez de setembro, s qua-
tro horas da tarde, na porta doSr. Dr. juiz
dos orphfos, ni rui estrella do Rozarlo,
rao i praca os bens seguinles, de renda an-
imal, perlecentes aos menores, filhos de
JoSo Bautista llerbster, a saber : urna casa
terrea no Alerrn-da-Koa-Visla com um so-
bradinho no fundo, avahada por 550,000
rs.; urna dita com mirante, sita no lugar da
Capunga, com ba i xa para capim, avahad
por 400,000; e um sobrado de dous andares
0 totSo, na ra Imperial, o qual lem quin-
tal mundo, o no fundo urna casa terrea com
a frente para o mar, avahado por 240,000.
* Paulo Gaignouv, dentista francez,'*
recenc.iegado uesta capital, oflerece^,
^seu preirlnio 10 pnblico para todos os^g
j>mysteres de sua profissAo, quorexlra-^
Chindo, liinpandu e chumbando os den-<
a>les nituraes, quer substiluindo-os por^
a^outros arlillciaes, para o que lem os^
jjmelbores spparelbo. Pode ser procu-'*
?rado qualquer hora em sua casa, na]
Jru larga do llozario, n. 36, segunJo]
apandar. ._
a *Aa A 4**4********4**4*
U aliaixolsignado, estabelecido nes-
ta praca com taberna no pateo de S.-Pedro,
n. 1. avisa aoa srus conhecidos da fregu
2iade N.-S.-da-Escadi, do Cabo, e S.-An-
1 lo, sendo onhores de engenho e laviadu-
ro, que estando breve a chegor as safras,
que aquolles que quizerem mandar entre-
gar oa seus assucares de commiisSo, diri-
jam-se tolo lempo que quizeret; pois ntn
s vendei assucar, como comprar o que
as suisrelicOesmandarem,poisaflanca que
ninguem meinor Ihes vender e conprari
Jo que o abaixo assignado; em lim qonn
se prouoser sabei so Rea ou nao salisfeilo.
Joti Antonio da Luana.
Precisa-sede urna prata captiva para o
servico de urna casa franceza : no Aterro-
da-Hoa-Vista, n. 1, loja.
-- Prccisa-se arrendar um sitio que tenha
hiixa de capim, estribarla, e ha.iho perto
di casa, sendo pelo Mooleiro, Cordeiro,
Torre, ou anesnio mais perto : quem o ti-
ver, dirija-se a ra do Livramento, n. 14.
Precisa-se de um moco portuguez de
14 a 16 anuos, de bous costumes, para cai-
xeiro de venda, quo lenda pralica e d da-
dora sua conducta : na ra da Cadeia do
Herife, n. 23, se dir quem precisa.
Nos abaixo assignados particiMnios ao
publico, que boje ainigavelmente oTssolve-
mos a auciedade que gyrava com a Arma de
Nascmelo r. Araorim, e qup o socio Nasci-
m.ento lica encarregado da liquidaeflo das
IransaccOas que se acharem pendentes, re-
cebando ou oseando. Recife. 31 de agosto
de 1850. Maoeldo Nutrimento Peteira.
orme Marque* de Antora.
Cypriino FenelonGueJes Alcanforado,
procurador liscal interino di Ibesouraria
provincial, lem escriptorio ni ra do Quei-
inido n. 39.
-- Prccisa-se aligar i'o preti oum pre-
to que sirvam p;ra vender l'./endas : ni
ra do Trapicde, armazi'iu n. 44.
Precisi-se ileum cont'i deris 1 pre-
mio de um e meio por cenlo, di-se urna pro-
priedide nesta prica por garante, pelopn-
zo de tre anuos, e os seus ren lmenlos pa-
ra osjurosdestednhoiro, os quses sao de
duzentos mil rs.: quem pretender ou qui-
zer dar este dinheiro, Anuncie.
Attenco.
Fazem-se ricos bolinhos francezes de to-
das as qualidades, o tambem se enfeitam
bandejas ii |uissimas com pao-de-l fnn-
cez, no meio, ou de ootras qualquer quali-
dade de bolos, ludo por pre;o commodo :
na ra da Concordia, n. 6.
Aiuga-se o primeiro andar
da casa n. 46, da ra da Cadeia do
Kecife : a tratar na mesma ra, lo-
ja de ferragens, n. 44-
Quem ti ver divida nos serjes das pro-
vincias do norte, o quizer incumbir s co-
Uranea deltas a peasoa capaz que para all se
dirige, annuncie para sor procursdo.
Aluga-se urna prota boa cozinheira :
ni rui Direiti, n. 32, primeiro andar.
0>1&0006000000
9 Q consultorio horoueopathico O
Oda roa da Ca leu de S.-Antonio, o. 22,
dirigido pelo facultativo J. B. Casano-
va, mu Jou-so para o segundo andar do
Omesmo sobrado.
s3 0
Quem gasta muito le;te diariamente,
annunrian lo ser.lo procurados para justar-
te a entrega do mesmo em flandres fecha-
dos, a preco muito commodo, a sabor: urna
cans para cima 160 rs. a garrafa, de
quatro garrafas a oito a 180 rs. e menos do
qualro a 200 rs.
Aluga-se ou compra-se um escravo
que entend do servico de psdaria : na ra
Direiti. n. 82.
Precisa-se arrumar de caixeiro do ven-
da, do que ja tem pratica, um pequeo
hraailefro, o qual dar fiador i sus conduc-
ta : quem delle precisar annuncie.
Kefliinco.
Precisa-se de urna pessoa que saiba relinar
issucar, e compra-se um escravo refinador:
na ra da Cadeia do Recife, n. 50.
I'assnportes e tilulus.
A antiga agencia da ra do Ilnngel.solira-
do n. 9, contina a tirar passspoites para
dentroe fra do imperio, despachar escra-
vos e requerer litlos do residuncia, qur
com prazd, qur sem ello : ludo por preco
muito rom mu to
Mari Filippa Lima Souto, vluva de An-
tonio Dias Souto, faz publico, para conho-
cimentode quem convier, que se acham
i.igos e salisfeilos lodos os creJores do seu
tinado marido, como se v do recibo abaixo
transcripto; e declara que Jendo feito en-
tiega de todos os bens do seu casal, nSo he
mais responsavel por qualquer debito de
seu finado marido, que por ventura possi'
apparecer, visto como os Srs. James Crab-
tree &Companhii foran o ciixi, o como
taes encarregados di quidicSo.
Nos abaixo assignidos.declaramos, por
meio deste, que asamos pagos e salisfeilos
dos nossoa dbitos com o fallecido Antonio
Dias Souto, da forma que concordamos com
a Srs. D. Mura ^Filippa Lima Souto, viuva
do mesmo Sr,, assim como igualmente es
to. os outros credoros que concordaran!
Recife, 27 de agosto de 1850. Ame* Ctab-
tree & Companhia, encarregados pelos do-
mis cradores na cooformidade da escriptu-
ra assignada e concordata.
Precisa-se alugar um escravo para o
s tvicu de casi no escritorio de C. Stirr
& C.: ni ra da Aurora.|
OlTerece-se urna criada portuguez, re-
centoinente chegada, para casa de familia :
na rita do Torres, no escriptorio do Sr. J080-I
Piuto de Lomos, Se dir.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva,
que'saba eugommar, cshiliar e engom-
mar, pan una casa estrangeira de pouca
familia : na ra Nova, n. 18
Precisa-se de um.forneiro edeuma-
macador, e que venda pilo por fra : a tra-
tar ni Roa-Vista, quatro cantos, 11. 116.
O abaixo assignado,'faz ver ao Sr. ar-
rematante do imposto de a gurdente ees-
pritus de produccSo brasileira, quede huje
nm vante nflo contina a vender taes gne-
ros em sua taberna na ra dos Tanoeiros
do Recife n. 1 Recife, 29 de agosto de
1850. George Viteh
Precisa-se de 80,000 rs. por 6 mezes, a
2 por cento, sobre lirnia. '
Compras.
Compra-seo segreilo da natureza, eos
segredos precisos i na rus Nova, n. 18.
Compra-se effectivamente cobro,
chumbo, zinco,estanto, e toda s quali ta-
le de metal velhu, no sendo ferro : na la
Nova, n. 38.
mmmsm
Vendas.
Na ra Nova, loja de ferragens,
le JoSo Fernandas Prente Vianna, ven-
lem-se superiores espadas prateadas, Un-
to do'roca como sem ella, para olliciaes da
guarda nacional.
1 Vendem' se escovas de patente para
cabellos, vassouras de cabellos pira salas,
conservas de todas as qualidadas, presun-
tos, muatird, sardinhas. carnes e litis de
conservas : ludo chegado recentemente de
Liverpool : 110 armazem de Divis & Compa-
nhia, ra di Cruz, n. 7.
Vende-se um civailo ruco pombo, com-
lodos os indares, e sem achaques : na ra
do Quelmado, n. 37
Vcndem-se 14- escravos, sendo um ofll-
cial de oieiro ; urna mulalinlia do 13 14
minos, que cose, engomma e rozinha per-
feilamente; urna negrinha de 14 a 15 annos;
6 escravas mocas,' de bonitas figuras, com
habilidades; 5 escravos mo(os de bonitas fi-
guras : na roa Dlreita, n. 3:
Vendem-se 2 cava lio gordos, carrega-
ilores baixo al esquipado: oa cocheira
per df lr d loja de louca do Sr, Frgoio
na ra da Cidria' do Recife.
-- Vende-se orna preta do meia idade, por
250,000 rs. muito forte, e que cozinha 6
lava, tudo muilo bem; dous prelos, um
de 20 annos o oulro de 30, ptimos pan to-
do o.lnbalbo; um dito muito bom para
nm sitio, por esiar acostumdo a isso o en-
tender do tribalho e tratar do animaes : na
ruidoColl'gio, n. 21, primeiro indir, se
dir que vende.
Vende-so urna carroc por preco rasoa-
vel : na ra do Sebo, n. 3, tatema.
Vende-e um vacca muito boa, par
da ha poucos-diis : no sobrado da campi-
a do Sr. llerculano, na Soledade : ou no
pateo do Paraizo, o. 20.
J.- o barato causa admi-
racao!
Isto acontece na ra do Crespo,
n. 6, loja ao p do ljmpeao.
Vendem-se cassa-chlas do muito bom
gosto, a 240 rs. o covado ; ditas do melhor
gosto que teem apparecido, a 2400 rs.; chi-
tas linas de boas tintas, a 160 e 180 rs. o
covado ; risesdo americano, a 140 e 160 rs.;
dito trancado, s 180* e 200 rs.; ilgodSo
mesclado, 200 rs. ; zurte azul com 5 ftl-
mos, a 200 rs. ; dito de cores, a -200 rs.;
cass preta para luto, a 120 rs. o covado ;
cortes de fustSo muito bons, a 560 rs.; cha-
les de tarlatana, a 310 e 1,280 rs. ; coberto-
res de algodao de cor, muilo encorpdos e
proprios para escravos por serem muito
quentes, a 640 r.; alpaca pret de cordSo,
com 7 palmo de largura, a 1,280 rs. ; ris-
cados de puro lnho, a 210 e 360 rs. o co-
**do. ,
-Vendem-se 2 escravos, um cnoulo de
18 annos. ci'roiro, e oulro pardo, de 25 an-
nos, serrador : na ra do Collegio, n. 1.
-- Vende-se 6 barriquinhascom cafe moi-
dp. propriamente para se mandar para fra,
por preco muito em conta : n prs da
Roa-Visla, n. 2, loja de calcado.
Vende-se a taverna da Lingocta, n. 2,
com os fundos a vontade dos compradores.
Vende-se um escravo de naci, de 30
annos pouco mais ou menos, robusto e sa-
dio, equoentende alguma cousa do ser-
vico de paitara : na ru larga do Rozario,
n. 48, segundo sndar.
He muito barato, a 400
e 010 rs.
. Vendem-se cassas finas francezas, cores
muilo fixas, padroes miudinhos de muito
bom gosto, de nimias cores a 400 rs a vara,
dito de superior qualidade,os melhore- gos-
tosque tem ap;recido, i 640 rs. avara,
chitas muito linas de gostos muito delica-
do a 246 rs. o cova lo, dito de 4 palmos de
largura a 280 e 320 rs., ditos muito miudi-
nhos escuros a 200 rs. o covado : na ra do
Crespo, n. 14, loja de Jos Francisco Das.
Na ra das Cruzes, n. 22, segundo an-
dar, vendem-se 2 escravas crioulas de bo-
nitas figuras de 20 a 22 anuos, que engom-
mam, cosem chao, cozinham e lavam de
sahao, urna dita de naci, de 30 annos,
quo cozinha o lava, e he optim quitan lei-
ra.'uma mulata de 26 annos, que engom-
ma, cose chao cozinha e lava de sabio, p-
tima para todoo arranjo do urna casa, por
ser muito fiel, sem defeitos efser muilo cari-
nhosa para crianQas, e um escravo da Cosa,
de elegante figura.
- Vende-se um terreno, sit) na ruado
Sebo dolado do sul, com cincuenta palmos
de frente, iruito bom para urna grande ca-
sa, o n melhor lugar da ra por ser ornis
alio no precisar de sierro : tratar na
praca da Roa-Visla, botica n. 6.
Aos Srs. esludantes.
Ven guo quasi nov 1, pelo diminuto preco de
2,600 rs. : quem quizer annuncie.
-- Vndese sement do coentro a 200 rs.
a garrafa, vinho da Figoera do melhor que
ha a 300 rs fio de algodao a 480 rs libra,
manteiga ingleza superior a 70 rs., dita
frai.ceza 560 ti., arroz vermelho a 70 rs ,
dilo Iiranro80 rs., farinha de tapioca a 160
rs., rrva-doce a 380 rs pimenta do reino s
300 rs .issucar refinado 100 rs., libra e ou-
tros muilos gneros do melhor c mais bara-
to que em outra qualquer parte : no llan-
giinho. taverna da cilcida alta.
Vendem-se vellas de carnau-
ba por preco commodo, na tua
r'ortno.sa. n. 5.
Meias de laia para pa-
dres.
Vendem-se superiores meias de laia para
padros, a melhor que tem apparecido no
mercado pelo diminuto preco de 2,000 o
par, tambem se vende fila prnpri* para vol-
tas a 320 rs. vara : na ra do Queimado ,
loja de miudezas junio a de cer. .
-- Vende-se a casa da esquina da ra do
Cano, a que esl com o oitao abaixo ; as-
sim como a visinha : na ra Augusta, n. 26.
Vende-se cera de carnauba em saceos
de 6 arrobas : quem a pretenden, dirija-se
ao Recife, ra da Cadeia, toja n. 53.
Vende-se um selmi inglez com pouco
uso. juntamente 66 panelas vidradas para
ib<<: na praca da Independencia, loja de
calcado, n. 33.
Vende-se urna preta de 23 a 25 anuos,
engomla perfeilmente, ho cosinheira e
lava de sabio : a fallar com Manoel Luiz da
Veiga, que dir quem a vende.
A venda da ra do Rozario larga, n. 29,
cha-sede novo sorli la de gneros todos
novo, ofTerecendo muita vaiMagem a quem
diarlimeiile gasta o seu cobre, tanto por
m,.lvrtrt,A ^Cr StC"0 enilrt ijoananu
sario annunciar todos os procos das merca-
dorias que se vendem naquelle estabeloci-
inenlo, asseverando-se ios bons fregueses
o menor preco possivel. Como seja ; clia hy-
son, muilo superior, de 1,300 a 1,900 rs. ,
sendo em caixa se far atguma diferenca ;
i resunto do "Porto, a 360 rs. a libra ; man-
teiga Ingleza, muito superior, a720rs. ; di-
ta oais inferior, a 300 rs.; vinagre do Por-
to ; viudos de todas is qualidides e precos,
e ludo mais em proporcio se vender mais
barato do que em outra qualquer paite.
(hilas fraiicezasa 280
ris o covado.
Chitas mu modernas de cores fixas de
gosto mui exrcllente. 28o res o covado :
na ra do Crespo, loja auiareU,**. 4, lado
do norte. .
.- V*,i(1am.a !?V**!!hOS dS'd de uSt*-
tro pontas para senhor, pelo diminuto pre-
co de 1,500 rs. : na ru d Cadeia, n. 17.
Vendc-se um oratorio grande com urna
ianagem do Senhor Crucificado, proprio
para se dizer missa ; na rui da Cadeii, loja
de miudezis, n. 17.
Vende-se um preto que enteade do of"
ficio de ilfaiate, bem moc,o e sadio : na tra-
vessi do Dique, n. 9.
__ Vendem-se as verdeiras bi-
xasdellamburgo, miisbantis do que m
outra qualquer parte, as*everando-se qi o
nunca fram alugadas, (.e nem sealugam :
na pra?i da Roa-Visla, botica doSr. Camoi-
ro, quanto maior Wr i porcio quelomarem
mais baratas serio.
Alpaca Escoceza.
Ns rus do Crespo, loja de quilro portas,
n. 12, tem pequea porcio dosta delicada
fazenda para veslos do senhora, a bol
quilidide e o bom gosto dosquadros ospi-
cosos amoderna, tecidos com fio desftJa,
devem por certo fazer um vesti lo, a deixar
em duvida sesera sola, 4H0 ris o cova-
do', he muilo commodo, o a largura di ani-
mo, tem 4 palmos.
Vende-se um sitio na Capunga, s mar-
rem do interessante e ameno Capibaribe,
eom urna can de moradia assobradad, com
fronte para o mesmo, quil icab de ser
reparada de novo; lem baixa para capim,
sanzala para prelos, eslribari para 4 cayal-
lose muitas arvoresde fruclo, oarliculr-
mente larangeiras ; seu rendimento lem si-
do sempre 600,000 rs. Vende-se iguslmentn
um sohradinho n ra Relia, que rende n-
niralinHiite 380,000 rs., e um caixiocom c-
oacidade para quatro moradas de casas, na
nesma roa : a tratar na ra d Pri, com
Jos da Silva Campo.
. A Flor,
Cambraias francezu mui finasetranspi-
renles, de goslo mui sublime, cores hxs,
600 ris a vara : na ru do Crespo, loja ama-
rolla, n. 4,' lado do norte. .
Vende-se um plnquim novoie Doni-
to, por preco commodo : n ru da (.aeia
de Santo-Antonio, no primeiro andar da ca-
sa de Viuv Cunh Cuimares.
Ao ultimo gosto."*
Vcndem-se chpeos da Italia, muito fi-
nos de copa baixa e aba pequea, para no-
mense meninos, chegados ltimamente uo
Rio-de-Janeiro, por prer;o commodo: na
praca da Independencia, ns. 24 o 26.
Loja amafell,rira do
Crespo, ii. 4.
Pegas de cambraii idamascadis, brinca
e de cores, i 3,500 ris, lencos brincos de
cissa a 120 ris, ditos com cercadura de
cores a 80 ris, duziis de suspencorios do
meii a 800 ris, cortes de colletes de gurgu-
cio e casemira de cores n 1,000 rs. e800 rs.,
meias para meninas do 6 a 9 annos a 180 rs.
o par, e nutras omitas fazendas por barato
preco : na rui do Crespo, n. 4, lido do
norte.
Vendem-se bons pslde bcxis,proprios
pan se plintirem, por preco commodo: na.
ra da Cadeii em Sanio Antonio, ierrari,
n.19.
Car.teiras de marfim
para lembrancas e marcar qaa
drilbas nos bailes:
vendem-se no paleo do Collegio, n. 6, loja
Je livros do Dourido.
Vende-se doce de goiabi. de primeira
qualidade, em camuflas de 4 libras : rus
Cinco-Pontas. n. 82, taberna.
Uilhciros de. peonas a
4, 6, 0,10 c 15,000 rs.,
de superiur qualidade e muito novas: no
pateo do Collegio, n. 6, loja de livros do
Dourido.
C^-Calcado.jes
N pnc di Independencia, loja do Aran-
tes, recebeu-se pelo ultimo navio vindo de
Fanca, chiquitos de couro de lustro para
meninos ; ditos de mirroquim ; dilu de
brim com pona de lustro; ditos bordados
proprios para baplisido; borzeguins para
senbora ; dito para meninas ; sapalos de
setim para senhors ditosde couro de lus-
tro ; ditos para meninas; sapatosde lpe-
te pin homeni e senhora ; borzeguins pa-
ra hornero ; sapifBes de lustro; dilos de
sola. Na mesma loja se vendem chpeos
francezes, a 7.000 rs. ; ditos de sol, de pan-
no, 3,000 rs. ; pelles de couro de lustro
franerz, i 3,600 rs. ; dito hsmburguec, a
3,500 rs ; mirroquins sonidos em coros,
1,920 rs. ; dilo preto, a 2,000 rs.
Vendem-se duas pedras de resfriar
agoa, rom sua armacio : em Olinda, n. 18,
logo ao p do porto de desembarque,
Vende se um preto de nacfio, moco,
cozinheiro, e que he proprio pira todo o
servico : da-se em conla ; iini dito de na-
ci Costa, de bonita l'uura : ni rus do Itan-
gel, n. 38, segn lo sndar, se dir quam
vende.
Na rus do Cibug, loja do Doarte,
vendem-se trinss, volantes, galoes, espe-
guilhas o rendas proprias pin armadores,
por preco mais commodo do que em outra
qualquer parle.
Na ra do Cabug, loja do Huirle,
vendem-se teaouras para birbeiro, ilfiitei
para costura e unhas, fabricadas pelo me-
lhor eulileiro de Cuimarfles ; caivetes ti-
nos, espevitadores d casquinha, chuindei-
ras de 2 canos, polvarinhos e frasco com
seu copo, espoletas, bandejas de 6 at 94
pollegadas, ciiidieiro para oseada,a 1,000
ri ehirntes inelezea nava carrn' a nno
rs. pannos de oleado de bom gosto, luvas
dealgodSo para montarla, a200 rs. o par,
cdarutelras finas, e chapeos pan meninos.
A loj (e 6 portas, no
largo do Livramento,
continua i ler cissa preta, 120 rs. o covi-
do ; ganga azul, a 100 rs.; chitas, a 190,
I4l), 160, 180, 200 6 210 rs. muito linas ;
chales de seda, a 7,001 e 8,000 rs. grandes
e finos; um completo sortimento de fazen-
das por preco rasoaveis, queaonvTdam adir
Crincipio a prepararen] os. vestuario das
irtiilias com que devem ir,ios aprecia veis
banhos do Capibaribe.
Sapaloes de bezerr a 1,6oo rs.
No Aterro-da-Boa-Vista, n. 58, loja de
JoSo Tiburcio da Silva GuimirBei, vendem-
se sapaloes de bezerro da larri, i 1600 rs.;
dltCS de ArsC-.y, CS Gidiuda qa leal
vin.lo a esta praca, 1,120 rs. e miis or-
dinarios a 800 rs ; snalos da lustro para
saahora, a 1,900 rs. o par; ditos par ano-
ninas ; couro de lustro, a 3,500 rs. a pello;
bezerro francez, a 2,800 rs. a palle,- feos,
tes para meninos, a 390rs.


_ *..,.....-.._W-,*V- ..-.<-. .
.-*.-- *^j
i--cv -*--*-
EVati
k
Vende-se, ou permuta-se or predios
nesta praga o ensciiho Un, o freguezia de
S.-AntSo, com trras sufflcientes para plan
UcOes.com boi cas de vivenda, e todos
i s mais pertences: na ra da Paz, ou do
lao, n. 40.
Moendas superiores.
Na fundiese-de C. Starr A Companhia,
emS.-Amiro, acham-se a venda moendas
de canna, (odas de ferro, de' um modelo e
conslruccSo muito 'superior.
4 rados de ferro.
Na fundicSo da Aurora eni S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos m-
jelos.
Vendem-se amarras ae ferro : na ra
da Senzalla-Nova, n. 42.
Vende-se farinha de Snta-Catharina,
muito superior, a bordo da galeota Santi$$i-
ma-Trindde, Tundeada junto ao ces do
Collegio.
Kap Palo Cordefro,
viajado do Kio oPara e do Para a Pernam-
buco : vende-se na ra da Cruz, no Recife,
n. 49, loja.
Presuntos do Porto,
de superior qualidade, a 8,000 rs. a arroba :
vendem-so no armazem de Jnaquim da
Silva Lopes, na ra da Madre-de-Ueos.
Cal e potassa.
Vendem-se barris com cal de Lisboa, pe-
lo diminuto preco de 3,000 rs. o bar 11 ; di-
tos da mais nova e mais superior potassa do
Rio-.de-Janeiro, por barato preco : na ra
da Cadeia do Recife, n. SO.
Movida de.
Novo sortiment de panno de linho do
Porto, em pecas de 18 varas, a 800 rs. a va-
ra : na ra doQueimado, n. 27, armazem de
Itaymuodo Carlos l.eile.
Farinha de mandioca.
Na ra da Cruz, no Recife, armazem n.
13, e na ra da Cadeia, armazem de Cam-
pello& Filho, vende-se farinha de mandio-
ca do Cear, muita alva, gommosa e de ex-
cellenlo gosto, tanto em pequeas como
em grandes porcOes, por preco commodo.
Na ra do Cabug, loja do Duarte,
vendem-se botes Pedro II; ditos para ca-
vallaria ; ditos para infantaria ;" ditos pre-
tos e amarillos para casaca; ditos de ma-
dre-perola ; ditos para enfeiles de palitos
de meninos ; ditos brancos e amarello para
libr de pagens;e ditos bronzeadcs.
Na ra do Cabug, loja do Duarte,
vendem-se quadros de santos com mul-
duras douradas, a 500, 600e 800 rs. ; calun-
gas de vidro de diversas qualidades ; Iran-
ia de lia para enfeitesde venidos ; grava-
linlias destitu; e enfeitesde vestidos dese-
nbora.
Vende-se um preta de 3o
annos pouco mais ou menos, que
lava perfcitamenle, engomma e
cozinha o diario de urna casa : na
ra do Vigario, n. Iq, lerceiro
andar.
A boa pitada.
NSo he elogio, porm sim a qualidade,
quem garante o novo rap l'rinceza, cliega-
do Dlliinauente do Rio-de-Janelro; este
rap, nSoso naquella provincia tcm mere-
cido a aceitac.no geral, como em oulras aon-
d a sua boa qualidade tem sido experi-
mentado, nada deixando a desejar ao mo-
llar fabricante em Lisboa. O nico de; osi-
to nesta cidade, he na la do Queimado, n
25, loja de miudezas, sonde se vendo de 5
libras para cima a 1,300 is. e a relalho 1,400
Pao de linlio do Porto,
puro nojOes a pieco muilo commodo: ven-
de-seno armazem do A.V. da Silva Barroca,
na ra da Madre-de-lieos, n. 26.
Vndese barato.
Na ra da Sanzalla Velha, n, 96, vende-
se albos muito baratos a vista faz f e sen-
do a dinheiro nem diga o preco, porque po-
da ser que se admirem.
A 7,000 rs. a arroba.
Vende-se cera de carnauba de piimeira
serte, ltimamente chegada do Aiacsly, a
7,000 rs. a arroba : na ra dos Tanoeirns,
n. 5.
Vende-se urna laverna, sita nos quar-
tos da ribeira da Boa-Vista, n. 3,' proprio
para algum principiante, pur ter muito pou-
cos fundos.
Vende-se ucra excellenle correntc
grossa, pregada em seu competente sapo,
proprio para se premier escravos malandri-
nos, por preco commodo: no sobrado de-
fronte do becco do Padre, n. 18, segundo
andar.
Na ra da Aurora, n. 4, vende-se urna
caixa ou Iremre com 4. pedras de filtrar
ugor; duas caiteira para escriptorio, de
urna s fce, oude pdem escrever 3 pes-
soas em cada urna, com grades de brome
para os livroa ; 3 vSos de ca xilbos novos ,
4 o ilos usa dos; 2 paras de aros para -is di-
tos ; um lerno de tambores antigos com
rodete e aguilhes, por 300,000 rs., a di-
Miriro, ou a |i *
# Vendc-se urna parda de 20 annos, #>
*B pouco mais ou menos, perfeita mu- #>
cama e calientemente prendada a
9) reapeilo de todo o servico do interior
fde urna casa ; sendo | ara o malte, ou
fra da provincia : na ra do Haugcl,
11 11.de manira at as 9 hora, es
# tarde das fe m diante.
Acaba de cliegar a ra Augusta, venda
por baixo do sobrado grande, que foi de Jo-
s Mari*, muilo boas lingOicas do sertSo,
assitn como choricos, ludo cousa muito su-
perior, e por p*eco de 320 rs a libra.
Vende-se un excellenle carro de deis
rodas, em que se pode usar de um ou doos
cavalios : na ra da Aurora, n. 48.
Vendem-se bolaxinhas. in-
g!c re* que ha no mercado : tratar
no armazem de Antonio Antes do
caes da alfandega.
Vendem-se 3 bonitos moleques ; 2 mo-
le e&fs; 2 pr*tosde25 annos, multo fortes;
I pardo do 82annos, officiil de alfaiate ; 1
litoTde'16 annos, bom psgem e com oflicio
le sapateiro ; um dito de 30 annos, ptimo
'eitor, e que enlende muito do servico de
Migenlio ; duas molecas, e urna mulatinln
le 20 annos, que engommam, cosem, cozi-
nhain e fazem doces com perfeicflo ; urna
dita de 22 annos, que cose, cozinlia, engom-
ma e faz bolinhos ; urna dita do 30 annos,
que cozinha, engomma, faz bem renda
lie ptima lavadeira de varrella, por 380.000
rs.; urna prela de 3o annos, por 330,000
'S.: todos estes escravos sfio de bonitas fi-
nuras esem molestias, por preco mais com-
modo do.que em outra qualquer parte: na
ra das l.araiigeiras, n. 14, segundo andar.
Oleo de linhaca
em botijas: vende-se no arma-
zem da 111a do Amorim, n. 56 e
58 e no armazem do Aunes, no
caes da AlfcndegN, a tratar com
iHanoel da Silva Santos.
Vendem-se relogios de ou"
ro e prata, patente inglez ; na ra
da Senealla-Nova, n. 4a.
Taixas para engenho.
Na fundicSo de ferro da ra do Brum,
.caba-se de reeeber um completo sortimen-
ode taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
juaes acham-se a venda por preco com-
nodo e com promptidlo embarcam-se,
u carregam-seom carros sem despezas ao
comprador.
^Depositada fabrica dej
2 lodosos Santos, na %
lahia.
P
S> Vendc-se, em casa de Domingos Al-
ves Matheus, na ra da Cruz, n. 42,*
*pruneiro andar, algodflo trancado da-^
aquella fabrica, muilo proprio para sac- ~
JTcos e roupa de escravos; bem como^
^.lo proprio para redes do pescare pa-^
^.viiis para velas, por preco commodo.^
J4AAAaAMAAAAAAAMA<9
O mais bello j^osto.
Vendem-se riquissimas casemiras, tanlo
em gasto como em qualidade : na ra do
Queimado, o. 9.
Bellas cores.
Vendein-so luvas de seda para senhora e
homem, de ricas cores e fina fazenda : oa
ra doQueimado, u. 9.
Q Para militares. >
V Vendem-se luvas de esmurca bran- V
V ca : ua ra do Queimado, n. 19, casa V
0 desirgueiro. &
Fai inha fontana e de
. SSSF:
vende-se na ra larga do Rozario, padaria
n. 48, a 20,500 rs., dinheiro a vista; bem
como superior farinha gallega, em barricas
e ineas ditas.
Na taberna de Domingos da Silva Cam-
pos, na ra das Cruzes, n 40, ha bixas llam-
burguezas para vender alugar, tanto por
junto como a relalbo.
Vendem-se unas vaccas com crias e
sem ellas: no Barbalbo, a fallar com Ma-
ximiano das Chagas e Silva.
Agencia de Edwin Maw.
Ra de Apollo, n. 6, armazem de tic. Cal-
mont & Companhia, fazem ver aos Srs. de
engenho e aos seu correspondentes nesta
praca, que no seu estabelecimenlo se acha
constantemente buin soitimeolo de moen-
uas ludas de ferro para animaes, agoa, etc.;
meias ditas para armar em madeia ; ma-
chinas para vapor com forca de 4 cavalios ;
taixas de differentes modelos e de lodos os
1 a inanhos e grossuras, tanto de'ferro batido
como coado ; espumadeiras, cocos, etc., de
-rro esAnhado ; sufras para ferreiros : lu-
lo muito bom e por barato prego.
Cbeg em pecbincha.
S.p.ilocs doAiacaty
a 800 rs. o par ;
veodem-se no Aterro-da-boa-Viata, defron-
te da boueca.
Batatas novas.
Naiuado Azoile-dc-Peixe, armazem 11.
19, vendem-se batatas fraucezas novas.
Ka ra do l.ivramento,
n. ti,
vendem-fc sapalos de duraque francez para
senhora, a 1,440 rs. o par; borzeguins de
la/.'inlas de cures, com biqueira de couro
do lustro, para enancas, a 900 rs. o par.
Veude-se um bsiiheiro de n.iaduiru,
grande que leva 5 canecas d'agoa, para ba-
nlio : na ra do Livramento, n. 11.
Na lojr de Fe mandes a
Luz & Jrmao, na ra
do Livramento, n IO,
vendem-se eassas francez?, as mais mo-
dernas que lia, a 600 rs. a vara; riscados
moftslros, fazenda mullo fina, a 280 is. o
covado ; cortes de calcas a imitacSo de ca-
semir, a 1,600 rs ; chitas francezas, a 260
rs. o corado ; dilM 240, 220, 200, 180 e 160
rs ; pee*8 de algodSo, a 2,600 rs. ; e oulras
m.uitas fazendas por preco commodo.
Ao barato.
Vendem-se, na ra do Crespo, n. 11, 08
seguintes livros : Aritbnielica, Geometra e
Algebra de Lacrois, por 8,000 rs. ; boto-
nes de Quintilla no eucadernado, por 1,000
rs.; Manual do Mineralgico, por 1,000 rs. ;
Orlliographia dfljdureira; por 1,600 rs.;
loda Ua fortuna, (Ara critica, moral e mui-
to dlverli, por Jos* Daniel Rodrigues da
Costa, for.1,000 rs. ; Philosophia por Po-
nelle emponuguez, por l.ouurs. ; Diccio-
nario inglez rjcameute oi.cardenido, poi
1,0*0 rs. TelMbacoa novos, por 1,000rs.,
e usados, por 800 rs.; Diccionario de com-
posicBo, por 5,000 r., e usados, por 3,000
rs. ; Atlrs de Simencouit, por 5,000 rs.;
melhodo, par vioino, por S,000 rs.; Vir-
glHo novos, por 4,000 ra.
Aos
Srs. chfs de fa-
milia.
Avisa o novo administrador da loja, n. 3,
defronto do becco do Pelxe-Frito. que tem,
um completo sort'mento de fazendas, e que
passa a designar o preco de algumas dellas :
riscadinbos franceses finos (Je differentes
padrfjes" pelo baratissimo preco del60ris
o covado, riscados de algodSo de differen-
tes qualidades a 200 rlso covado, cam-
braias da California a 320 ris o covado, di-
tas parisienses de differentes dezenhos a
320 ris o covado, lencos de cambraia de
cores muito finas a 500 ris, grvalas bran-
cas de flnissim cambraia a 1,000 ris, cor-
tes de castorim para calca ie tres e meio
covados a 1,190 ris, e oulras fazendas pelo
mais diminuto preco possivol.
Ha mburgo a 260 rs. a
vara.
Vende-se iy>vo hamburg* com listias de
cores, proprio para lencei, colxes, tra-
vessoiros, empannadas, etc., pelo barato
preco de 860 rs. a vara ; lencos de cassa com
cercadura de cor, de bonito gosto, para e-
nhora, a 940 rs.; madapolSo da 94 jardas, a
2,000 rs. e a r90 rs. a vara, e de largura de
tres palmse meio; bem como um com-
pleto sortimento de fazendas finas e ordina-
rias : na ra do Queimado, n. 97, armazem
de laiendas, de Raymundo Carlos l.eile.
Vende-se, por 9,000 rs., na casa da re-
sidencia do doutor Lourenco Trigo de Lou-
reiro, na ra da Saudade, defronte do Hos-
picio, e na livrana da praca da Indepen-
dencia, ns. 6 e 8, a segunda serie do ndice
Chrouologico da legislacao brasilcira de
1850, comprehendeudo o cdigo commer-
cial do imperio. Noa meamos lugares se
vende por 5,000 rs. o novo compendio de
pralicado processo, obra interessante por
sua brevidade e exactidilo para todos que
se propOem o oflicio de julgir, advocar, e
procurar no foro.
. Vende-se um lindo avallo roJado,
muito gordo, novo, bom andador baixo
at meio, e he de muito bonita figura e bem
feilo : na ra Kormosa da' Boa-Vista, ter-
ceira casa terrea, viudo pela ra da Aurora.
-- Vende-se urna escrava de 20 annos, de
bonita figura, que cose solfivelmente, e he
perita lavadeira, rendeira e cozinh'eira : ua
ra das Lsrangeiras, n. 16, se dir quem
vende.
o propriet. rio do es
labelecimenlo da ra Nova, n. 35, annuncia
que tem um grande e completo soilimeoto
de obras felas, das quaes passa annunciar
seus precos que sSo : casacas e sobrecasa-
cas de panno lino de 8,000 10,000 rs. ; co-
letea de seda de 2,000 e 3,000 rs. ; ditos de
sarja de 1,000 rs. ; jaquela de brlai pardo
de linho puro de 1,000 rs. ; caigas de panno
lino de 6,000 rs.; ditas de duraque a 3,000
rs.; casacas de brim e riscados a 9,000 rs.,
e outras muilas-fazendas novase de bom
gosto e por precos muilo commudos. Neste
estabelecimento tambem se apromptain
com toda a presteza e muito" bem leitas toda
e qualquer obra que se receba de encom-
menda, ao ultimo gosto, i vista dos ligu-
rins chegados prximamente.
(Vlc-ado.
No Aterro-da-Boa-Vista,
dcfronte da boueca,
ha chegado pelo ultmio navio francez um
novo e completo sortimento de calcado de
todas as qualidades, tanto para homem co-
mo para senhora ; bem como sspatOes de
couro de lustro para homem, a 5.000 rs.;
borzeguins, a 3,800 rs. ; sapates do Araca-
os melliores que lem vindo, a 800 rs. ;
les de marroquini; ditas de couro de
iustro, a 3,500 rs.; ditos de bezerro fran-
cez, a 2,800 rs. ; condecas de todos os la-
man lio* i tu Jo por preco mais com modo do
que em oulra qualquer parlo.
Vende-se chita franceza com slgjjm
mofo, pelo diminuto preco de 160 ris o co-
vado : no Alieno da Ua-Visla, loja n. 18.
Clu'n em pechinclia.
Vendem-se cortes de gorgu
rao de algodSo e seda, muito ricos
padrSea pera colle.tes, a i,2oo rs.
o corle: no Pssseio-Pnblico, n. 11.
Na loja de Fernandes Ja Luz & IrmSu,
na ra do Livramento, n. 10, vendem-se
cortes de casemira, omaia lino que se lem
visto, e por monos preco do que em oulra
qualquer parle. A elle ante* que se ac-
beos. .
(le modas, na No-
do abrir: na ra estreila do Rozsrlo, n.
*, ultimo andar, das 9 horas da tarde em
Jiante.
Vendem-se cbitas-cassas de cores lizas,
a 160 rs. o covado ;e outras moitas fazen-
das baratas: na ra do Passeio-Publico,
a, ll.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de
differentes modelos : na ra do
Bruoi,of&.8 e io, fabrica do
machinas^viundieSo de ferro.
Bombas de ft-rro.
Vendem-se bombas de repnx,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum, ns. 6, 8 c io,
fundicSo de ferro.
Nova Pechincha.
Na ra do Queimado, n 17,
vendem-se chapeos de sol, de seda cor de
caf, a 4,000 rt., e preto 5,000 rs. ; case-
mireta preta para calcase palitos de homem
e menino, a 1,000 rs. o covado; merino pre-
to entrefino, a 9,400 rs. o covado ; esguiSo
fino de puro linho, a 1,4(0 rs. a vara ; e ou-
tras fazendas por barato preco.
Interesa;
Negocio ventajoso para quem quizer em- ,a
patar pouco dinheiro, ou mesmo alguma (d0frOnte da cas 11. 17.
Vende-se urna boa armac.no pa vrn-
da.ououtro qualquer estabeleciment, na
ru do Codorniz, n. 11, cas da esquina da
ra do Amorim : a tratar na ra do Amo-
rim, n. 36, '|ue se garante o arrendamento
da casa.
-Vende-se, na ra do Mondego, n. 1,
sal de pedra, a 60 rs. Na ra Imperial, n.
222, vende-se sal de salgar couro, a 500* rs. ;
urna canoa para abrir para lijlo ; urna di-
la em bom.estado; 2 encolamentos de ca-
noas, por preco commodo.
Vendem-se ricas estampas de diversos
santos o santas, coloridas e em fumo ; um
completo apparelho para jog de vispora
o curso de geometra por Lacroix, traduzi-
do em francez; as Styras de Boleau; o
primeiro e segundo volumes do Panorama :
ludo por preco commodo: na ra do ..Cres-
po, n, 11, onde se conlinnama trocar livros.
OOQQOOQOQOOOOOOOOo
o Novo methodo o
Q f~-gf* pratico e thoorico da x
O y-\ lingoa rrancezs, porV
atkaBBBax L- A. Burgain, pon?
QjaSmS^B* 5>00u rs- : vende-seV
^ jm wera^i* ni priCa do Corpo-O
gSanto, n. 9, pjimeiro andar. O
Vende-ae a fabrica de charutos do
Alerro-ds-Boa-VIsta, n. 95, bem aregueza-
da e prompla para o trabalbo : vende-se por
seu dono querer retirar-se para fra,
Vende-ae urna mea e duas bancas de
acarand, em bom uso : na ra Augusta,
Loja
modas, na
va, n.34.
Hdame Rosa llardy, modiata braaileira,
tem a honra de annunciar a seus freguezes
que, continua a ter constantemente um lin
do e variado sortimento de maolelettseca-
pntinhos de ehmalote preto e pros de na-
ples flirt cores, bem como de fil de .seda
preto, para senhora* e para meninas, lem
igualmente completo sorlimenlo de chapeos
de seda de todas as cores, ch| eos de palh
de Italia abeitus e fexados com ricos infei
les para senhora e meninas, arotacOes pan
Ana nara ai
KaA.'. J- .J. .1- -.-Ana
meamos, bem como lodos os preparo para
enfeita-los, veos de seda muito ricoa pa-
ra casamento, franjas prelas, fila*, luvas,
meias sapalos de selim Inane e de couro
Je lustro, perfumarlas finar, fil liso e er
pe de lodas as cores. Faz igualmente pela
ultima moda vestidos de casamenta, man-
teletes, rapolinhos, vestidos de baptiaar,
loucados de crianca toda e qualquer obra
de sua profissfio de muilo bom gosto, por
precos commodos e com promplidBo.
Anda ha par vender um reato de mu
lo boa eaiiella e nova : oa ra de Sjnlo
Amaro, 11 16.
Vende-se por preciso -um negro, bo-
nita figura, bem moco e sadio, proprio pa-
ra qualquer servico,. lano do malo por en-
lender de planlacoe* como pan praca .por
aer b m fallante : na ra da Maugueira, 11.
9, na lioa-V^U.
Vcnds-seuni cu!:tir.!:o dt> lOsr.ncs,
sem vicios nem achaques : as Cinco-pon
tas, n. 71.
Vende-so por muito commodo preco,
urna rica secretaria com asanlos para li-
vroa, bastante gran'le. propra para advo
gado, sendo de amarello e anda nova;as-
|aim como, seis cadeiras e duas mesinbas
casa para trocar por um terreno na ra d
Aurora, que tem de frenle 107 palmos, e
fundos at a ra do Hospicio; como se pre-
cisa de dinheiro, ou cousa que o renda, faz-
se negocio ventajoso : para tratar, na praca
da Independencia, n. 17.
Deposito de potassa ecal.
Vende-se mut nova e superior potassa
ecal virgem de LisbOa, em pedra : ludo em
barris pequeos de 4 arrobas, por preco ra-
soavel: na ra da Cadeia do Recife, n. 12,
armazem.
Farinha de Tapuy
igualmenle em sabor, finura e cOr a de Mu-
ribeca, propria para mesa : vtnJe-se na
ra -Na ra do Cabug. loja do Duarte-, ven-
dem-se franjase requifes prelos, propiioa
Sara manteletes; toucas de ISa; la* para
ordar; meias pintadas para meninos e
meninas ; chapos de merino branco, a 5/
rs. ; ditos de sol para meninas, a 1,600 rs.;
esslicaes de vidro, a 1,400 rs. o par ; sapa-
tinhos'de 19a para meninos ; papel doura-
do e prateado fino e ordinario.
Vendem-se, na tua da Hod, armazem
0. 15, meias .barricas com cal virgem de
Lisboa, a mais nova que ha no mercado, por
preco commodo.
Caf.
Caf com casca, muilo novo, por preco
commodo : na ra do Amorim, n. 35, arma-
zem de J. J. Tasso Jnior.
Farinha de S.-'Ga(harina
da melhor que ha no
mercado:
vende-se nos armazens dos Srs.
Antonio. Anoes, e Dias Ferreira,
o p do lampeo, no caes da Al-
fandega, em saccas de alqueire,
por muito barato preco.
Vendem-se duas escravas, urna de 18,
annos, e a nutra de 99, de bonita i figuras
ue cozinham o diario de una casa, lavarn
Je ssbam e varrella e cosem : o motivo por
que se vende se dir ao comprador : na ra
da Cadeia de S.-Antonio, no primeiro andar
do sobrado da viuva Cunta CuimarSes.
Vende-se urna escrava crioula, de 17
annos, de bonita figura : na prensa de Jo-
s Ribeiro de Brilo, 11. 18.
Vende-se a padaria sita na rut da Glo-
ria, n. 45, com todos os seus peitences : a
tratar ns mesrna padaria, ou na ra larga
do Rozario, no boliquim defronle da botica.
Livros em branco e pau-
tado o melhor possivel,
de differentes tmanhos e l'rguras, e tam-
bem mais inferior para differentes precos,
sendo estes muito em conta : vendem-se no
pateo do Collegio, o. 6, loja de livros do
JJourado.
Vende-se para fra Ja provincia, una
escrava crioula, de 19 annos. com habili-
dades e que he propria para mucama, por
Ser de bonita figura : na ra estreila do Ro-
zario, n. 48, primeiro andar.
A casa do livro azul aca-
ba de receber de Pars
as seguintes obras importantes :
Carnier l'agcs.diclionnaire potitique.
Samuel Clarke, tenvres philpgophiques.
Itogron, analyse da conslilujco franceza,
obra minio importante para os primeiro e
segundo annos da academia, porque pro-
16e e desenvolve quasi todas as quesloea
do direito poltico.
V. Baslial, sophismes *conomiques.
Cousin, fragmenta m |iiniunO|.~.c csr
lesienne.
i Uoreau de Jonns, elementa de statisti-
que, ou principios desta sciencia com 1 his-
toria e seus piogiessoa ediclion de 1847
. Ueatlie, acience inrale.
padre Antonio Vieira, cartas selectas.
Cortunberl, atlaa modernissiaiosde1847,
com 40 carlea e todo o systema planetario
lem estampas coloridas.
ictionnaire universel d'hisloiro nalurel-
lo, em ricas estampas.
vico, la acience uouvelle.
bodigos do commerci
genuitios
Veodem-se cdigos do com-
mercio brasileiro,impressos na ty*
nographia nacional por ordem do
coverno : estes cdigos sSo os
verddileiros, e inexactos os que alai
se vendem com o titulo de ndice
chronologico : no pateo do Col*
iegio, casa do livro azul.
Vende-se um relogio de aabooete
ouro, novo e patente inglez: na ra
Queimado.j^jO, loja.
de
do
Escravos Fgidos.
- Fugio, do sitio de J0S0 Anlono Villa-
Secca, na estrada nova adianto da Magda-
lena, no dia 98 do prximo lindo mez de
oslo, usa preto de nome Joflo, de sltura
regular, be* moco, olhos um pouco fecha-
dos, falla grossa ; be muito conhecido na
praja, por estar aprendndo a cozinheiro
por muito lempo em casa doSr. Francisco :
quem o pegar leve-o ao mesmo litio, que
sersgratificado.
Fugio, do engenho Machados, da co-
marca de Iguarass, o pardo Francisco, S*r-
tencenle ao senhor daquelle engenho, Joa-
quim Alvcs Camello de Araujo Pereira
um tanto alto, corpo 'regular, cabello ca-
cheado, bem barbado, nariz-aquilino, re-
presenta ter 30 annos ponco mais ou me-
nos ; esti um tanto discorado ; gosla de
andar pinteado : eale escravo foi comprado
em dias do inno prximo passado com 3
companbeirosao Sr. Fonseea, na rus Direi-
la do S.-Antonio desta cidade ; jolga-se ler
vollado para aqu, pois se guio nesta drrec-
Clo at o engenho Gurguy. Hoga-se aa au-
toridades policiaes e capitSes de campo,
que o apprehendam e levem-no o dito en-
genho, a seu senhor, ou na tua da Cruz, no
Recife, n. 1, a Francisco de Paula pereira
de Andrade.
Fugio, no dia 29 de agosto, o preto
Luiz, de Angola, de 35 annos.; levou cami-
sa de algodSo azul, calcas de dito de listras,
de estatura regular, secro do corpo, nariz
achatao, bastante barbado, porm rapado,
com falta de denles do lado superior da
frente, com chapeo de palh pequeo e bas-
tante velho: este preto velo ba pouco do
sealflo de Garanhuns : quemo pegar leve-o
ra do Collegio, n. 1, que sera genero-
samente recompensado.
Fugio, no dia 21 do correnle, do enge-
nho Pinto, o escravo Antonio, de ncSo
Gongo, alto bastarte, representa ler 40 an-
nos, peritas finas, ps grandes e painel-
dos: quem o pegar leve-o ao dito enge-
nho, oua ra Direila, n. 191, que ser ge-
nerosamente gratificado.
Fugio, nos primeiros dias de OlSrco
prximo passado. do engenho Pally, fro-
priedade de Jos Solero de Si, em Colin-
guiha, urna escrava crioula de nome Ger-
trudes, que tal vez lenha mudado de no-
me, de altura e corpo regulares, cor mo
muito prela, um pouco fula ; lem falla de
um. dente na frente, de 40 annos pouco mala
ou menos, cose, engomma bom e cozinha
soffrivelmente: quem a pegar leve-a ao
dilo engenho, que ser gratificado.
-Fugio, na itotede23 par 94 do cor-
renle, en 11*11 p'anchi de calafate, de bor-
1I0 do lirlgatAfn, um preto crioulo, de
nome'lalML di> estatura regular, rosto
compr4*T,*nrlB"rn tajtlo fula., lecco do cor-
Eo ; lem andar de capoeira ; lerou calcs
raneas largase camisa de riscado: quem
o pegar leve-o a bordo do dito brigue, ou
a casa da viuva Gaudtno & Filho, na praci-
nha do Corpo-Saulo, n. 6, que ae gratifi-
car.
Fugio, do engenho Cuararape, fre-
guezia da Muribeca, no da 24 do crreme,
o crioulo Julio, cor prela, altura regular,
corpo bem feilo, muito barbado, batante
ladino, com urna marca bem, viaivel de ff-
rida na milo esquerda, e oulra em urna das
pernaa pqugo a cima do loraozolo ; aabio
monladoumeava!lo ruco muilo magro;
levou em sol companhia urna parda forra,
de nome Rila, de 35 a 40 annos, baixa o
muito feia :quem o pegar, leve-o a dito
1-iiueniwi one ser recom ensado.
Fugio', no dia 23 de jumo prximo pas-
sado, do atlio do doulor Neto, na Casa-For-
te, um roulatinho seu escravo, de nome
Bonifacio, de 8 anuos; he muilo conheci-
do por ler duis ordens de denles, tanto do
lado superior como inferior: quem o pe-
gar leve-o a la da Pcnha, 11. 19, casa de
Joao Francisco Regs Quinlella, que grati-
fica rt.
Cralilica-se a quem pegar o eso/evo
Manpel, crioulo, de30 unos ponco mais ou
menos ; com algn denles quebrados, cor
retinta, baixu, clicio do corpo, bstanla
iclinlo, andar aparalt'ado ; be bem rallante:
quem o prgtr leve-o a .rus do Trapiche,
11. 7, armazem do asauear, de Reg 44e-
deiros.
Dsappareceu, no di 8 do correte,
um molecote catrafiiro, de nome Antonio
da Costa, espigado, nao tem sigues 11.
lo, lalw T.UKJ pequeo; |vnu cale
algodSo cinzeiitu com aasento azul lia
digas, camisa de dula, e bonete azul v>
quem o pegar leve-o ao dilo porto, ao se"
dono, que gratificar* com lo
PtHS,
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