Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06984


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Full Text
ANNO XXXIV R. 181
SEXTA FEIRA 13 DE ACOST DE 1858.
Por o mezes adiantadot 4<000.
Por 3 ini'.'.cs vencido 5UG0.

1


I M.AKREGADOS DA SLBSCKIPCA'O DO NORTE.
Parahiba, Sr. Joat Rodolpho Gome; Natal, e Senbor kti-
lonio Marqaat da 8ilra ; Aracalj, o Sr. A. da Lemoa ISraga ;
Cear, Sr. J. Jote da Olivaira ; Maranho, o Si. Ju.se! Teixeira
da Malla ; Piauhj, o Sr. Joa Joaquim Apellino : Para, o Sr.
Juitiuu J. Rainu, ; Amaiona, o Sr. Jtronvmo da Coala.
PARTIDA DOSCOBRKIOS.
todo, uadias, aa < iivr.s do dr*.
' i i .11- avaluada aexiarv-reirae,
s- i tu m lera, -f.ii
S.Loa I i i tu..,,.-.
_ r, n..i,.. Xill.-I: |l.i .', ,,.,. m
Cako, l|.....< i, Seriabaem, iii.i .r ii.,.,.. li,,, n.ii i.mii., x.u.-.'i..
1 m-'i I .-i .1 > a '.j-, : ,|i,uu.,.-liar...
.Toa,., uacum-iwa partea aa ru auraa ata u..,u ,...
AUDIENCIAS DOS TKIUUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do com.nerrio : aegundae a quiuiai.
Relava. : erees feirat a Motado.
Fazenda : .piarla, a aabbadua ai \0 hora.
Juizo do couiniercio : legundaa aa 10 hura a quintal a* mala da.
Dito da urphrioe : segunda a quima a 10 horas.
Primeiri tara do civel at tunda a Mitas eo meio da.
(aguiida tara da rival : quarlaa a nbbadoa a* meiu Jia.
EPHBMBRIDES DO ME/ DE AUOSTO
2 Uuar.n m.nguamea 1 minut depoisdo mrio dia.
y l.ua ora aa 2 hora e 53 minutos da nrarrhea.
1I> Uuartn crecente a 9 borai a 23 minuto da manliaa.
U La chaia a 11 horas e 5X minuto da nianh u.
PREAMAK DE HOJE.
Primaira ai H horas e 30 minuto da mantisa,
ftgunda a 8 horas e 64 minuto da tarde.
DAS DA SEMANA.
(i Segunda. S. Romoo soldado ; Ss. Sccundiano e Veridia.no mm.
10 Teri;a. S. Loureocrj diac. ni.: S. Adeod.110 ni.
11 Ouarta. Ss. Tihur.-io c Susana mu.; S. Uigua.
12 (Jornia. S. (liara v. 1.; Ss. Aniceto e Foiilino iis. imii.
li Seiu. Ss. Ilj|i|iolito e Cassiano mm.; S. Candida T.
l Sabbado. S. Kusebio prcsb.; Ss. Demetrio c .Mercurio nim.
l-' Domingo. Assumpcao de .\. 8.; S. Alipiob.; S. Anulfo h.
ENCARREG IDOS DA SUBSCRIPCAO jo SI 1..
Alagoato&i. Claudinu Palca) Oa; Babia, a Si. 0, Uuprad
Blo de Janeiro, o Sr. Joco l'eraira Mtrtin.
El PERNAMBCCO.
l) Proprleiarlode DIARIO Manoal Kigueiroa d Furia, na iu
lirraria, praca da Inda... fideocia o. a 8.
PABTI aFFiCSIAL
QOVEKMO DA PHOV1MU1A.
Despacho do dia C de agosto.
Kequerimaulu de Baulo da Cuuce.cao Pereira.
sarvtnlt da the.ouraria provincial, p diodo sn isen-
lado de servir na guarda nacin -I. por so lomar in-
compalivel eate servido ciim o ejercicio de ni em-
p.ego.Keqmira por interiueJio do reipeclivo cuiu-
uiaudaule.
Dilo de Carlos Kornis de Fotvarad, apresentandc
tres volamea da sua obra inlnul.iJ.i li.slrlulio.ies
gr.nnuialir.u latina-, e pedindo que, examina 1.1
por pesio*, competente, se rn.m le admillir 1I1I.1
ubra nos collegios a aulas de iiulracca-r da provin-
cia.Remelllo au Sr. director geral da inalrorcfio
I iiblic.r para inrormar r un o sea psrseer, ouvido o
conselho, e precedendu euuie da obra por passoaa
doula.
Dito da Deeio de Aqnino Foneaea, (enenla da fa
conipanhia do 3 balalhlo de inf.nilana da guar.1.1
nacional, pedimlo, em virtu le de haver oblido pas-
sagem para a lisia da reserva, se mande admillir a
uin dos cnrpos deile servan. Reqaeira por inter-
iitilio du reipeclivo coiumandante superior.
Dito de Domingos de II j| lauda Csvalcanli de Al-
liuquerqua, pedindo se mande passar liloln de afo-
rameulo do terreno de mannha alagado n. 113 A,
que em parliiha cnube a la mulher. Informe o
Sr. inspector da ihesooraria de faienda.
Dilo de Feliciano do Reg Barros, propondo-se a
fater os coucerlos da ponle do. Carvallios.luform
o Sr. direelor da raparligio Dito de Franci.-co Siines da Silva Mafra, pedindo
ae Die mande pagar Ululo de afnrameiito jo terreno
de mariiilia, em parle ja beneficiado palo suppliran-
te, que lie* aos fon Ion de nina ra Diraila dos Afogados.lu- ma o Sr. inspector
da Ihesooraria de fazenda.
Dilo de Giiilhermina Basilisaa de Olivaira Silva,
profesiora de m-lrui-i;,o piuiisria da cidade dd Vic-
loiia, pedindo ires mezes de lirenca coin ordenado
para tratar de sua saude. Informe o Sr. director
geral da iiislruccan publica.
Dito de JatalaM Eustaqu o (.urnas, offereceodo-ae
para seivir no exercilu. Apreieule-se luipeccao
no quariel general.
Dilo de Oclaviano de Sooza Fraoca, commercianle
daata cid.ide, pedindo se conceda Ires mezas .le h-
ceinja ao sen c .n.iro Anlouio Climaco Moreira Tein-
pural, alfares do >< b.lalbao de infantaria da guarda
nacional, a queio delta eucarreeado a sua casa de
negocio dorante a viagem que pretende faier ao I;
de Janeiro. Pasta portara cunced.uJo a liceuca
requerida.
cilicio do commaiidiiite das armas, tolieilando a
epeiiei.> das envanenles ordens am de que le
mande fazer uo quariel da Solelade os malhora-
inenios de que precisa para melhor alojamanlo do
balalhuo qae nelle est aquarlelado.Informe coin
1 ereaiueiilo o Sr. direelor iniermo das obias mili-
taras.
Dito da directora do lliealro de Santa Isabel, in-
formando acerca do requenmento de Jos Marioan-
geli. Reraetlido ao Sr. inspeclnr da Ihasourana
provincial pra que, em vista do S 2- do arl. il) do
ronlralo de i't de Janeiro ultimo, mande entregar ao
aupplicante a quantia de 3:2003, impurtancia da
snlivenrao relativa ao crranle inez e ao da selembro
prosimo vii.douro,
Dilo do delegado interino da repartirlo da larras
publicas, apreienlaudo a cunta das dipezaa felai
coin a repartcito a seo earuo uo mei de julho fin lo.
liemettido ao Sr. inspector da llieiouraiia de f.i-
zmda pra maudar pagar.
Reqoerimeoto de Antonio Malaqaiaa de Maeedo
Lima, propon,Iu oni'.irre. ir--e da obra enaampada
do 1 i- niiien d,i i'.ir.ni 1 du sol pela qu.mlia em que
foi oreada, fazeDdo-se porein a suppressao da -e-
gunJa bomba. informe o Sr. director interino da
repartirn das obras publias.
Dito de Braz Antonio da Conha Alboquerque, es-
pillo secretario geral da exmela guarda nacional do
municipio do Cabo, pe I n lo te eucaminlie ao go-
verno imperial o requarmiento, por mel do qoal so-
licita ser reformado no .oslo de mejor. Informe o
Sr. eommandanle superior da guarda nacin il do
municipio do Cabo
Dito de Dellina Alaria do Saeramenlo, pedimlo se
m nde eliminar da eompauhia de aprendizea do ar-
aenal de guerra a seo lilbo Jote Joaquim I. 11/ Pa-
rtir, qae, sollreiiilu gravemente de sua saude, pre-
cisa entrar em serio trataiuento. Volle ao Sr. di-
rector do arsenal de goerra para mandar excluir da
cumpa nhia o menor de que ee trata. '
Dilo de Franciico Jos d'Arau)o Vianna e Al-
roelda, pedindo cerlidao da informadlo ministrada
pela capitana de porto acerca do requzrimenlo em
que o peticionario solicitava dispensa das mullas
que llie foram impostas pur aquella capitana.
I'aise.
Hito .le Paolino Rodrigues if Olive ra, utTareceudo
e quantia de jiOoOOO rs. pelo pedagio da ponte da
Tacaruna, palo qual oirerecera Eutebie Napolelo de
Siqueira a terrea parte mais sobre s de iltl rs. por
qoa arrem.iiar.i o peticionario.Concorra "a praja
que se urdeiiou.
Cilicio do Dr. chela de poiicia, apresentando a
conla das despezai feitas durante o mez de julho
lindo crin u presos pobjes da provincia da Perahi-
iia, recolliidot casa de delen;o ; e solirilamlo se
mande indemnisar o fornecedor da dila casa da
TOLHETn.
OS AMANTES DE SANTA PERIXA.'
Pob Champflkcey.
VI
tConlinuafilo.)
Madama da la Borderie, depoisdeler lido tila
suiL'ol.ir carla, fi.'ou preoecupade com numemsaa
refleies. Se madsmoiielle Mirny n.i,. livet.e sido
encontrada pela viuva em um completo desmaio, o.-
ta 0J0 se lena inquietado eom esta carla auonyma,
ridigida eom lauta arle, que com a simples leilurs
poderia ser realmente tomada como ofTerecimanlo de
servicos de urna pessoa sensivel ; mae madama de
la Borderie, leudo com alinelo cerlo poni, des-
cubri, encobarlo em um ardil apparente, urna mal-
dada que immediatamente Iransparecia. Nilo bavia
duvida, madamoiselit Miroy recaben um golpe ter-
rivel eom a leitura desta caria ; assim a vinva come-
cu u por fazer com que ella saliisse do desmaio pro-
du/.idii pelo golpe recebido, esperando que, livre
do eiicoimnodo, poda 'etqoece-lo.
Madamnisella Miroy fez om um movimento, tgi-
loo es bracos, daizou-ns rahir negligenlemenle, abri
o ollios. e as palpebras abaiaram-se immediala-
ineule. Dis.eram que ella comprelitndia o peso que
ao despenar ira pesar-lhe sobre o roraco, t que
prefera deiiar-ae entregar a esle ainiiquilhment>,
como os soldados pilo meio na derrota da Moscow,
que pediam aos esmaradas qae os deiassem adorme-
cer eobre a nev.
As mola moraes pareciam quebradas, e a pobre
amante lamia abrir os ullms, com medo da encontrar
IWtuanle em seu aposento a imagen) do eute qoa
indignamente a linlia trahido.
Madama dt la Rrderie lomou a mo da amiga ;
t ao meamo lempo as pulssce do cornean annun-
cianm-lhe que a vida rerobrava o seu imperio.
Minhe cara amiga, como te achaes '! disse-lht
madama da la Borderie, |incliuindo-se pan ella, e
fallando-lhe meia-voz.
Madamoiselle Miroy abri lentamente as palpebras
t appoiot eom torea a mSo da viuva sobre seu pulo.
Esle goslo qae mostravn a sede dos seos toffrimentos,
obrigou a madama de la Borderie fallar, t tropre-
gar as caricias malernat, qut cora bem praier aecu-
inulavf: em si, contando sampre eom despende-las
alum da com o sao ingrato filho. Eram eilas-meias
tialavras, infleies lernr.s, palavras lernas, qae e ma
her eebe adiar, t que leiiam enternecido o seduclor
nais lerrivel. Se M. Perdriitt eslivesse preienle.
tr-se-hit arrtpendido do seu reprensivel compor-
ttmento, e Iratarit de repara-lo, lanr;ndo-se aos
pea dsquella a quem tioha engaado, e pedindo-lbe
perdi ; mae o inconstante nao preienlia as loria-
ras crois .le madamoiselle Miroy ; nem se qoer po-
da eomprthender esla rdante chama que devora va-
a inlimameule, pois que n,1o emava, t por eonsegoin-
tt admirar-st-hia dt ttr causado tantos males.
Entretanto ponen a pouco madamoiielle Miroy
loinnu a si, e deu um trisle surrso de agradecimenlo
.1 viova ; mas esla erise sbita Imitaa envelheci lo
dez annoe.
Ali I esla carla .... bradoo ella onde
esta''.'
Qoeimei-a ; disse a viuva, qae menlia pela
primeira vez em sna vida.
Tem moila bondade, di.se madamoiselle Mi-
roy, apartando foriemente a m3o da viuva ; mas
Vida Diario n, l(.
quantia em que importan).Itemeltido ao Sr. ira- ,
perlnr da Ihesoararia provincial para maudar indem-
nisar na forma solicitada
Dilo do meamo, solicilindo ae rnin.le pasar a
Simplicio .los de Mello, como Me requisitou o de-
legado do tarn 1 rio Itrejo, a imporlaneia das deape-
tai fet.s pelo ine.rn r delegarlo coin os presos po-
bres ra eadeia do referirlo termo no mez da junlio
ullimo.Remanido ao Sr. inapeclnr da thesauraria
provincial para mandar ittllfaxer.
Dito do mesmo, epresentando a conla das deapc-
zac I -i.i- no mez de jtilbo ultimo com o sustento
dos preos pobres di cara de dettacto, na impor-
tancia de 1979230 res.RemelliJo ao Sr. ini-
peclnr da lliesouraria primacial para mandar pagar,
eslaudo nos termos legaes.
Dilo do mesmo, a presentando as relacoe. no mi-
na. '. e indica! vas das dispezas feitas na mez de ju
llio ullimo com o suatenlo dos prwos tiohres reco-
Ihidos casa de detenerlo e pertencentts j prtvtn-
cias ra ParaUba, Rio Grande do Noria, Cetra e
Alagoas.Remanido ao Sr. inspector da thesouraria
provincial para proceder como couvem, cerlo de
qut aoa presidentes ras provincias, a que pertenrem
os presos, solictla-se nesla dala a ndemniiarlo das
despeza de que se traa.
Expedienta do dta ,~> de agosto de 1858.
Cilicio ao mareclial de campo eommandanle das
armas interino.Sirva-se V. xc. de manjar ina-
P'Ccion.ir o recruta Stveritiu Jo-n Pereira, qoe Jbe
sera apreetitnlo com esla ulli 10.Cuiiiminunicnu-
e ao chefe de polica.
Dilo ao mesmo.Com esle faco apresenlar a V.
Bu., para ser laipeccieatda, o recruta ConslantiDo
le S 'tiza Luna, 3 quem murad) o prazu de 10 dita
para comprovar a isencao que diz ler.
Dilo au presidente da relacao.Omira V. S. dar
oseo parecer sobre a materia da olTieio meloso,
que bontem rlirinio-ma o eommandanle daa -rm.s,
sob n. 517, coin as copias a que o mesmo mli 1 u
refere.
Dito ao chefe da polica.Dos re;rulas Cinatanli-
nodeSiuza Lima, t Emiliano Rodrigue dos Ao-
jo., que V. S. fez-me apreieular com o seu offleia
de borilein, sob 11. Ti", se man lou inspeccionar o
primeiro, que allegou ser doente de apilosla, e ler
isancilu leg-1, para comprovar a qual concedi-llie
pr.zu ; e o secundo foi posto em liberdade por ser
ceg do uilm dtreito.
_ .Vi. 11b lele-i 1.1 que racrutoo ete individuo, baja
V. S. .le advertir que se abstenha de mandar recru-
ta em laes eirearaslintias, Heaoda elle nao l res
ponsavel pelo abuso, mas tambera obrigado a 111
lemuiiar a dtspetts que se fizerem com recro-
taa evideiilemeult iucapazes, ou lientos do servido
militar.
Dito ao inspeclnr da thesouraria ra fazenda.O
avi-o do ministerio da juilifa de 9 de dezembro de
IS.')i decidlo aa qoeils suscita 1,11 em urna hxpo-
tbese acerca do pagamento das despezas de trans-
porte dt preso de urna para nutra- provincias, roas
as suas decises fuinlara-.e na doutrtna geral da
roniulla, resolv la em -JO de dezembro do meamo
anuo, na qual se eslabelece que as despera, com
transportes de prtsui de urnas para nutra- provincias
o.lo perteucern ao cofres provineiaes, mas sun ao
ministerio da jost ja, t como nassas deipezas se com-
prelien le 1 de transporte e sasttnto da esrolla que
deve acompanhar os presot, qoal a provincia dt
nenbuma sorle Iu obrigada, tenlo feita por motivo
de servido geral, fura dos limites do seu territorio,
considero improcedente a duvida que a ordem com
laole do oflicio dessa presidencia de 19 de jallio me
propoz V. S. no seu de 2-2 do mesmo mez, sob n.
317. qae astim tenho respondido.
Dilo ao mesmo.Declaro a V. S., para seu co-
nhecirnento, que a guarda na nacional destacada na
villa da Eteadt, de que trata o seu ollicio de 3 do
crrenle, consta de 12 praras de prel.Igual Curo-
mnnic.ic.a'o se fez ao inspector da Uiatoararii pro-
vincial.
Dito ao eommandanle da divislo naval.Pelo of-
licio que V. S. me rtiria,io lionlem, sob n. !1S, liquei
cerlo de ae adiar de.ii.uado o dia 7 rio crreme para
a sabi ia daa cMBheneiras nacionaea cAragaaya e
nlvabx para o Rio de Janeiro com escala "pela
Btt.lt.
Dilo ao vice-cotisol do Brasil em Antoer|iia.
.\ccuaando recebida a c inmuniracjo, qut V. S. .e
servir, dirigir-mu em S da main ullimo, cabe-mi
rlizer-llia que ehegartm a esta provincia no nevo
I \11na Catliarina viole e seis operarios, que *e
apretentaram no arsenal da mariulia, e foi recibido
0 atiala a que V. S. se refere, contando vanos ut>-
jtrlos para o mesmo.
I'royaleco-ine da opporloniJa le para apreantar
a V. S. os pr.lestos de rainha estima e consideraeao.
Dilo ao eommandanle superior interino re guarda
nacional de Garaahani.Inleirado de qoauto me
participa V. S. em seu oflicio de 12 de |ull>o ollimo,
sob i). 34, tenho a recommendar-lbe que promova a
captura do recruta Jos Martille da Costa, que, ta-
lando ja apurarlo, evadio-ae da priilo.
Dito ao roosul de Francfort Ftlippe Fiirlel.Ac-
ensando recebida a ccmmunica(lo, que uesta rala
dirtgio-mt o Sr. Falippe Fedel, consol de Francfort,
tenho a deelarar-lhe qot approvo provisoriamente a
delibrenlo, qoe t itnou de enrarregar da dirercAo
do respectrvo consulado, dorante a sua ausencia, o
Sr. viscunde de l.-m m, comal de Franca, qae den-
tro dt ires mezes devera aprestnlar o e'xequaler du
governo imperial du Braail.
rendo ordenado qoe at e>pec* .a portaria solicita-
se) pelo curac.ln qoe esla' inscripta com lrac,os de fo-
go em minha cabeca.... Qut Lanera de escrever-me
semelhanies indignidades 1 E nSo obstan!, sao ver-
dades, bem verdades 1 cora elTeilo, iiuha-lhe dado
um aiiuel, e elle deu-o a uina oulra.... mooatro, lira-
dou dt rpenle. D-me ura eapelho 1 O iniliuclo
dt mulher deipirlon-se-lhe, quandu a criada obe-
deeeu :
Mu iinli.1 razio, disse madamoiselle de Miroy,
conheci.i-me feis a fazer medo... Tenho sollrido
tanto em aUumas segundas ... Se me tivessem
cravado um ferro em braza no paito t d> nio seria
mai. viva... Oh Indo esla' acabado Ja' que ella
ama a oulra. aa ala era fallo para elle... Minha ca-
ra madama da I Borderie. quanlo tr.it... 11,,. |i,e le-
nho dado Digna-e fazer-iue uro. ultimo tr-
rico .'
Mo e-loi) loria a' aoa disposiflo ?
Joanninlia, vai fechar as portas das janellas, a
tirar as cortiura daiiar-me-has aoiinha, ulu he as-
sim, eia ludo qoanlo (a peco.
Madama de la Borderie, nsialio por muito lempo
por fiear ao pe de soa amiga, mas roadainoi.elle Mi-
roy foi inllevivel. E eupplicnu pur tal furraa a viu-
va. para que rlettasse-a entregoe a suas triste refle-
aoet. qut madama de la Boiderie saino com a eea-
dirao de lomar a vir depois de meto dia baler-lbe
porta do quarlo.
VII.
Olheatro de Conrbevoie he freijuenlado assldda-
menle pelos militares do qoartel ahi simado. A gana
raros homans da borgurzia naquelle lugar a|rpare-
ctm. A maior parle da pnb >co compe-se sobre-
ludo das lavadeiras .le Newilly, dos linlureiros de
1 uleaus.e dos operarios daa dillerentaa fabricas dos
arredores. He um publico vulgar e -imple., ama
especie de publico groiseirn, ha urna legua de Pars,
um publco caja palavra de lavaudeira pode dar ama
idea aproximada. Ela mulher tlnba licado muito
eommovida com a representarlo de Anlony, e li-
oha-lhe ficado na aabeca] orna parle da phraie Gnal
que mo deiiava de repetir a's coropauheiras : 11 Re-
aislio-me, asiassinai-t a bndou tila eom um gtslo
de inirrte. Fot 110 meiu deslt publico que st lau-
coo M. l.obligeoii, cojas saludas (requemes foram ei-
ludedas por ura raembro secreto do club das mulhe-
rts doenle-. Por isiosoobe-so qoe elle coslumava
freqoenlemenle vir no omnibos da barreira da Es-
trella al a ponle de Newilly. Com eileilo, acaban-
do-ee o janlar pelai sele horas e meia, o avarento
lemia chegar muito tarde ao Ihtatro, onde punha-se
ero om cerlo lugar que pe.millia-ihe ler observado
pela bella Koiinha. No ngulo da primeira galeria,
ua actores eilavam eerlrrs de ler ebi om liel espec-
tador ua pesaoa do relho de Sania Peiina, que era
assim designado, aeguudo as iufurmat;es dadas pela
estrella da cumpanhia.
Rosinba tornava-e o primeiro objerlo gra;a a toa
bel-/, ; aisim em breve o seu nome foi eacnplo em
vivos caracteres sobre o Carlaz, juntamente 0,111 l.a-
fourcade. Os galantea Tornis do regiment, e os
grosseiros quarleie inetlres de cavallaria nao tinharu
cunlribuido pouco para a reputacAo de Rosinha.
Assenlados ante a orchestra, applaudiam o mais que
he pusHvel a sua entrada, e esle transporte militar
palos prazerea dramalic slevou-os at a atirarem-
Ihe topes de fitas, a llores em signal de enlhusiesmo.
Se Roaiiiha emir.urleces.e por este Iriumpho, M. Lo
Mlgtoli seniina u seu amur talvez magoado. Porem
quanlo unia crescia o eiilhusiaamo por ella, mus el-
la p recia-llie ainavel ; a smenle a dearonfianca que
tinha de i nfimo au^inenl ivase. En Curhevole,
aenlhida |>ur ama mollidae enlhusiasta, Rosinba ja
nilo era a tilia da guarda-chaves de Santa Patina,
era oulra erealura, uin.i molher que habitara um
pniz pelicular, um ente upaiionado cujos stuliinet.-
da na enmmni)icaril.i. a que me retiro, res(a-me re- vapor ll.drenl.e, que entregara no prendi de, 2. Alexaudrino Olxmpiu de Hallan la Chacn, li-,
novar ao Sr. o,mu de .Francfort os protestos de mi- Fuman lo r.s -JO senleneiados reeebi los em Micem, cuido tlonerado Antonio l.ecaiidu Aetioty.
nba e.tima e rounderacao.Iizerain-st as commu- cruzando dtpoii desde faz da rio re s. Fr.n-isco i 3. Miunel Franciteo dt Almtida, lica ido exonera-
nicaeoes neeessarias. at o tjabg oe >;.:iia Agotliaho, tem encontrar mo- do Alfreto Alvea da Silva Freir.
_ Dilo ao regador do Cymnasiu.Anuuindo ao que (....ra sUspila, cabe-nie ili/er-me : i- que a l!;.'ii- Franeiaeo SerapiHo Pareira, pnr ler pateado a I
\ii)c. prope em seu ollicio de houlem, antonso raria re fazenda tem orden para 111 lemniaar a re -' primeiro so^^ute o capililu Jos llezerra Cavalcanti:
I compra da alcahla preciad nira a sala prin- particaodt mannha doi medicamentos, que o com- Haciel.
o mandante daquelle vapor fuieren a' botica do prt- .">. Manoel Monleiro de Maeedo, iC30do ex.iner.t-
sidto. em virlude de r.qaisieio do roramandanle do j do o alfares Joaqutm Justino e Almei.la.
mesmo presidio : 2. que. por parte di. chefe de po- I Segando dirtrielo.
ticia, sara' recablo o senlenriado ,lote Paulino de Subdelegado Falippe Benicm Alves Perraira.fi-
Mestias, qae se acha a bordo do vapor rrlleberlbeu :
3. que pelo arsenal de marinha e maudarara fazer
os coiirerl s preaos no referido vapor. O que de-
claro a Vine, aiu raspo.la ao seu aflltio de houteiu,
ripal deise Gymntio ptin preco dt latiOO res
coviilo, devtnrto Vate, remetter a tonta para so or-
denar o reipeclivo pagamento.
Dilo ao inspector do arsenal de marinha. Faco
apresenlar a Vine., par r ilutada na companhid
de aprandizes marinbeiro, o iiais.no Antonio Joso
CaeUaM.Corainuuicou-se aa chefe de poiicia.
Dito ao meamo*Como aolx-it.i o director da Fa-
eul tale de Direilo, no ollicio junio por copie, foroe- i aob 11. !)!.
ca Vine, por sna parte 100 laropees para a illumi-
naCao dos edificios da mesina Facoldadt e do colle-
g)o das artes.Igual ao director do arsenal de guer-
ra, e comtnunicou-ie ao.direrlor di Facoldadt de
Direito.
Dito 10 director interino das obras millares.Na
forma indicada pelomsrsrhal de campo eommandan-
le das arma, no oflicio jante por copia, organne
\ me depnis dos ex.unes ronvenienles, e aprsente-
me o plano e o iinn-ih das oLras que furem preci-
are nu quariel da eompauhia de artfice..Citniuu-
uicou-se ao comman tanle ras armas.
Dilo ao consol geral do Brasil em llruxellas.Da
relajad nominal junta, sob n. I, vera' V. S. quaes
os operarios em numero de 21 engajados na Hel-
giea para o arsenal o. marinha de.la provincia, a
que ehi-garara nos nav 01 nltelm. uCharles, Ro-
gler., e riLuizao assim como que por Liverpoo lem
lugar de s vieram aumente 7 operarme.
Da relacao sob 11. 2. vera' que pelo navio u.Vona
Calharint ebegaram 2ti rrperan rs.
Finalineu'.e da rahcjlu snb n. 3 eonhecera' V. S.
a capacidade, que lera maslrada os tngajadot tagnn-
do o juizo rio ch.te do arsenal de marinha. Del
.. ... ----- f---------- ----- --------" -." '--CU-I IIC ...... Illll.l. l'l,
cito a. mesmo.leudo o mareclial de campo engajados infelitmante falecen Werbrugaheti Desir.
couini ni laui- das arma pouderadj a necesaidade
de se la/erem no quariel di cumpanhia lita de ca-
vallaria alguna reparluuentos, | ara a arrecidar-ilo dol
ob|e. los de rancho, cumple que Vmc. proceda ana
exames convenientes, e epreseule-ine o oreara inte
las obras precisas.Catnmunlcuuie aocoiuiujudi.ii-
le das armas.
Dtlu au cunselho administrativo pira foruecimen-
lo rio arsenal de guerra.Uecointnando ao conselho
admiuialralivo para foiuecimenlu du arsenal .le
auerra, que cumpre. para a botica do boapital re-
Etiineutit. at medicainenloa mencionados na relie.o
junta.Curomunicuu-se ao coinuwiidaiilt'-as armas,
e ao inspeclnr da Iheiourana ue faztuda.
Dito a cmara municipal desla ctale. Ao olli-
tiu, que dirigiu-me a cmara nninicipal deala cida-
de em dala de 7 do mez Hado, reipuudo que mo be
ra/io para sa alterara dahbera(ao appio >a 11 por es
la pie,i lena i de nao se por em pr.ea o aareuda-
meulo dos B^ougues pblicos di-: freg'ueziaa de San
Jote a li B a-visla, de que le lala no raasrao olli-
cio, quanila a experiencia ruuslrou os incuuvanieu-
te resultantes de .emelliantes irrindemenlot de lo-
dos os .,,_ iu.' .et da cunara e a nacessid.de de serem
ellts cedidos ou a litlo precario, ou con) a coudie.i,
de licar sera elTaito o alu^uel mediante aviso previo
do alguna das, uu a prazos curirrs, pelo que recora-
inen lo a' cmara muuicicipal a couveiiieucia de ser
adoptado alguin de.las arbitrios, e nao u saggerid.
ua luatettao de 3 de julho, cara razio reconsiderado
ua de 7 do me,mu mez, cuino exp.iz a cmara no seu
ctalo ollicio.
Portara.O presdeme da provincia, alienten lo
au que Ihe reqaareu o alfires di.
batalhlo n. 2 da suarda nacional deile raumeipiu
Anlouio Climaco Moreira Temporal, resolve ennee-
dtr-lht seis ra-zes de licen.a. Commnu-,.u-se ao
rommau I inte das armas e ao connnaudauta superior
da guarda nacional dssle rauuici|Mo.
lixpediente do secretario do governo.
Cilicio ao procurador fiscal t dos fetu da fazenda
nacin,I.Ne.la dala se expede or lem a' lliasoara-
ria da fazenda para mandar salisf.i7.er a quanlia de
l(5 reis, pedida pur cada um dos doui tahelliaes que
lavraraiu as aacripluras lerenda dos predios conti-
guos ao arsenal de marinha, conforma V. S. declara
em seu oflicio de Innlein, sol, u. 7, que tica aasim
respond Jo, de ordem de S. Exc. u o Sr. presidente
da provincia.
Oflicio ao mareclial de campo enmmanJaute das
armas interino.Repeliendo a V. Exc, para serem
in-petciouados, os recrul.a J laquun l.ecodrinu dos
Santo, Anlonio /rancieco Baibo.t, Vicente Ferreira
da Cooceic/io e SebaelMo Manoel de Sinliago, pre-
vino-o da que couce li ao segn lo o pra/.o de 12 dina
eao3- e i-ode 10 para provareui isone.o.Com-
municoa-te ao chefe de polica.
Dito ao mesmu.Faco apresenlar a V. Exc. cora
eile oflicio, para serem inspeccionados, os recrutas
Antonio tionealves da Silva Jalla Po dos Santos,
lieando \. Exc. ua ialelllgeocia de que a este
cuneado o praco de 10 da. para pi-ovar a i-.n-
cao, que diz ler para nlo servir uo exerctlo.C0111-
muuicuu-se ao chefe da poli.-ia.
e evadio-se na barca Belga
Fallar,
I ra 11 'a Josepll
Dilo ao mesrao.P.ite V. Exc. mandar alistar,
como voluntario, u pal.ano Je. 111 no Eustaquio Comal
que se ultereceo para servir uo exurcilo, e fui julgadu
atrio em iuspec;Ao de saude, segn do conslou do ler-
mo annexo ao seu ollicio de burilen), sob 11. 522,
providenciando V. Exc. ao mesmu lempo pare que
.e Iba pa.se o titulo, de que Irala n arlni r S- do re-
gulaineulo que baixou com o decreto 11. 2171 do !
de m.jo ullimo, e s-ja o nieiino voluntario viccina-
do, vislo qut do termo de mspecaj nlo cunta que
foase, ou que liveae lulo a vanla.
Dilo ao chele de polica.Com a oflicio de V. S.
de (i do crreme sob 11. 371, recbi o termo de exa-
roe, do qual consla que os africano! Jo3o e Joaquim
perlencem ao numero do extraviados ao palhabote
apprabaadida na baria de Senuh^em em oulubro
re 1855, e firo cerlo do que raa participa V. S. nu
filial do lan citado ollicio.
Dilo ao eommandanle da divisan naval.Picando
inleirado dt haver fundado 110 porto desla cidade o
los nada liaban de commum cora o publico, separa-
do del 1,1 apenas pelos can lieiros. He o qae faz ex-
plicar o valor das mulheres do lliealro aos olhoa de
alguna bauqueiros aluminados. Este mundo facti-
cio, mide ludo alo entalles, luzei, rebiques e rtu las,
lie para ellea urna aorta de paiz ideal, que 09 diilrahe
dos negocios inalenaes, m que se occopam todos os
das. Sem ser mahometanos enlreveero os labiados
do ilieoiro como urna especio de panizo, onde dan-
sam, o sora de msicas arrebetaloras, aa houris n
venidas de gala transparente. O sentidui embola-
do! desperlam-lhe (inmediatamente, excitado pelas
posieuee provocaJoras ; e se fallaren, sinceramente
conle-sarAoque mo desejariam oulra paraisu.
M. I.olih.eeis mo tinha estranado o rorpo em es-
pecie alguma dadevaasido : pelo coidrario, maltra-
touo ero grande parle de sua vida, iropondo-ihe pri-
vteOat exlremas. A avareza dicta a Casilda le e a
ruitalidade ; mas a nalureza nunca perde os leus di-
nitos. Nem os coslumes nem a vomadt podara op-
por-at au curso ualoral.
M. Lobligeois dovia amar com (aula mais larca,
quanlo 01 eeui seultdos esliveram a.lormecidus e'in
em um 1 parle da sua vida. As.im rerebeu aa sensn-
(;6e rio ch.rulnn) de Beaumarchais muito mais vivas,
puroro mais curia: em done anuos, paaaaa por ama
vanedade .le eenaeci.e imoToiat, que operam-.e por
Iransicis iateativtil da vinle ale cinco.ota aun ra.
Cuando, no liin da legr.uda repre.enlaelii a qual elle
as,mi.. Rosinha lanfou um olhir solare M. Lobli-
geoi., elle creu sentir os efleilos de um raio inipre
siouando-lhe a alma ; e lomou a vir poaco a pouco
Courbevoie, semelhanle a ura hornera beba lo que
sente-se impellidu para o zigzago descuuhecido pelo
mi.lorilo calor do villllO.
M. LoMigeuis no tentou sabir desle etlado, astim
como o bebado no tenia seguir o caininhu direilo.
0 caso he leraelhaule, o araantei e os bebados sa-
ben) que sao governado por poder o qual he irapoi-
sivel .esiitir : obedecen! e deixara-se livar.
Roainha, ter-rne-hae obedecido I,radon o
avarento, do mesmo modo que o bebado falla com a
soa garrara. Em outra poca, M. Lobligeois nlo c
arriscara a passar a meia uoile, sonohir, pelos cam-
1 o. Eliseot ; te tema por sua vida, purqu. lembra-
va-se de om lempo em que 01 campos Etyaena eram
urna freguezia da lloren do Bondy ; agora M. I.u-
bligioii era vlente, caraiuhava sem cuidado do pe-
nga. Pelo siiup es .1II1 ,r de Rosinha, os msculos li-
oh mi--e-ll.e fortalecido, e tomaran) novo vigor. Em
algn, momentos chegava a sallar, para nrovar a n
mesmo a nova forga que Ihe eorrll agora nos mem-
bros. Pareeia-lhe possivel andar dez leguas e enlre-
tanlu apreslava-se em vollar para Sania Perina, alim
de despir-ie depresaa, deitar-se era aeu lelu, e ah,
sera luz licar mais su cora o sea pensameato.
(lu.im longos Ihe parecern) os oilo da que sepa-
raram-no da outra repre.enlacia Via-se-o a todo
o momento uo aposento da porieira, onde no cea-
sava de fallar do maravlhoso ciento de Rosinha.
M. Lobligeois levou a soa esaltaen a ponto de com-
prar o folhelo do melodrama qoe represenlou-se em
Coorbtvoie, e aprendeu de e.ir o papel dt Rosinha,
recitando continuadamente, a esforrandi -te por dar
a ana voz trmula ai encantadoras infiernes da bella
voz dt actriz. Era ama monomana 11. eieis-iva,
que at transpiran na sala de ma lame (iilirssier, on-
da ouviram esla phrase pronunciada em altas voze
pelo avarento, que trepado sobre o mirante, decla-
mava o papel de filha lo lyranno, juLarido-se sn :
o Miseravel nAu temes 01 leus -ale'lil- com -ua-
pesltlentas m.los orcupsdas continuadauenle ero fa-
bricar negros venenos... empreuuem o ferro ou o
fogo, carregaem-me de cadrias, um ciarlo podero-
su penetrara' no futirlo de meu corarn, e sa-
liera erear funja- que desafien) os hoineiii. o plir 1-
Attendendo ao qne requereu-me Wallere Jnris,
pruvau lo achir se dueule dos olhot, tiitorital a res-
cisio do sen conl ato, e do meamo m ida prelendo
proaader cun libarles Pluyn, e Flix Dorhuy
Aguardo a ratafia dos engajado, que V. S. devera'
remeller-me curo a respectivas contas.
Iteil.ro a V. S. os protestos da mulla subida con-
sideraeao e estima.
Dito ao inspector da (heiouraria provincial.Com
o ollicio, que Vine, me dirigi honlem. aob n. 272,
reeebi nina copia rio termo de arrematadlo das im-
prettOM dos iraballiM das rapartifOat provinoiaei.
Dilo ao curador dos africano. Iivres.Coinraoni-
co a Vmc. que foram ma presentes e se achara re-
eolhidot ao antual de marinha, a disposi(ai) desle
governo, o africanos Joo e Joaquim, que venfi-
eouse perteucerero ao numera dos extraviados ao
pilhahole appreheudiJo na barra de Seriuliaem em
oulubro de 1855.
Dito ao juiz municipal da |e vara desta citada.
I r 111-1111II 1 1 Vine., para ler o ceiiveuienle deslino,
a Rail de Jos Paulino de Messias, que regressou do
prendi de Femando no vapor de goerra nBaberi-
be. por haver tamprido a pena qUa Iht foi Impor-
ta palo jury do termo de S. Miguel das Alagte.
Ollieioo ae ao eommandanle do preiidi. aecusaudo-se
a ier-pe,o ja uia, e ao chefe de poiicia, alira de
mandar recolher a' casa de delenr,ao o referido Jos
Paolino de Messias.
Dilo ao dito do termo de Serinhlem. Com a co-
pia inclusa rio oflicio do eapilao do porto, respondo
eompauhia do ao que Vmc. rae dingro era 26' de julho ultiino.cer
ca do capataz de barra de S rinbaem.
Dito ao inspeclnr do arsenal de marinha.Mande
Vine, fazer os reparoi necastarias 1.0 vapor uliebe-
ribe, como indi a';u coramandanle da divisao na-
val do trecho incluso por copia, do oflkie que diri-
gio-me b miem. sob n. !19.
Dito ao coinm nd.nl' dt presidio de Fernamlo.
Fico certo rio que Vmc me communica em seu olli-
eio de 20 de julho ulluno, sub 11. 13, acerca dos sen-
tenciado, que ah chegarain pruce lentes da pruvm-
cia das AI a mas.
Dilo au mesmo.Pelo sau oflicio n. 46 dt 21 dt
julho, fiqoei inleirado de haver Vine, requisilado ao
c 1 .liman lame do vapor nBeberbe. difireme ine-
dicamentot, que f iran recollmlos a botica desse pre-
sidio, secundo o iii-lou do conbeciinanlo annexo ao
citado oflicio, e em resnosla tenho a dizer-lh-i que
ap rrom a sna deliberar! >.Reranieu-se a reltClo
dos inedicamentos ao coinm indanle das arma, aira
de a levar ao eanbaaimanto de dalagad do cirurgnlo
mor do exercilu, e or lenou-.e a Ihttoararit de fa-
zen la que pagaise a impjrlauaa .los me lie men-
lo.,
Dilo .n> roramandanle do corpa de polica.De
claro a Vmc. que tenho designado o canillo do cor-
pu s ,|r s-11 coin-iiau o Jut Pereira Ten-ira, para
qae, cu lugar do capitao Franciteo Anlonio .le Sa
Brrelo, sirva de vagal no cou.elliu uoroeado por
portara de 20 de julho ultimo.
Dito a administrarlo geral dos eilabelecimenlos
dactridtde,Visto o que ro prope a administra
c!j geral doi e.tabelerimtnloi de caridade, relerin-
do-13 a requisiran ra supenura da Casa dos einatlat,
.....reiihotm que Mara Tliere/a ra Silva Vianna,
cuulinae a pro-lar as seu. ervie.ui na meima casa,
ero quanlo o ru.tr.ino se nlo determinar.
Loriara.O praaidenle ra provincia, conforman-
do-se com a propo.ia do chefe de poiicia, datada de
bontem, aob n. 730. re.olve coosiile.ar vasos os car-
2ns de sub Isleo 1 lo do primeiro dittrlelo da freguezia
'le Agua Prela, e seus 1, 2, 3, i e ."> suppleiiles, bem
com o de subdelegado do serondo dislricto da mis-
ma freguezia e leus aupplentas ; e naioeia para os
referidos cargos os cidadloi abaixo declarados,
riraairo dislricto.
Subdelegado, Miguel Allomo Ferreira, lieando ex-
oner ido o torontl Xeferino da Cunha Basto.
Supplentes.
1. Ctpio, Joa llezerra Cavalcanli Maciel, fican-
do exonerado Antonio Augusto Maciel.
ses que preocrupou extraordinariamente os sucios do
club. Eneararara-a dib.iio de todas as suas faces,
an.1nsar.1m a. e u exime, anda que confiado us
raulberes espartas, aprestnlou a falta descoberla de
urna mucura que linl.a-se de repeine apoderado do
avarento. A sociedade (iibaiaier linha ra/.i 1 quanta
tu fado, mas a causa liuha-lhe escapado. Com ilci-
to o avarento tinha a loucura, mai una loucura sua-
ve e encantadora, una visan ptrp-lua que tervit dt
moldura ao perfil de Raiiaba ; uo faltava ao lerri-
vel tribunal femenino sendo aui agente activo, nm
espo dettro para seguir as pega las de M. Lobli-
sleuia, e seuui-lo ari llieatro de Courbevoie, onde
u 'v r signan, dt allenro da parle de Roiiuha aci-
barara de inflaroiiiar man o corajao do avareulo.
Conla-se q.it o relabre philotopho Iv un, cuja pa-
lavia era fcil a eloquenle, indo expliear um dia no
curso publico, dchou apenas alguinis palavras sera
temido, o que causou a Imir., 1 aus tstulaule, 1
alinal la repinte levaotou-aa de sua cadeira sem ler
pu lido precisar as soa ideas.
lodos linhara rip,.radoque o professor laucara com
inquietaran os olhos era 0111a rlirecrao cerla t fecha-
va-os logo como contristado por um trisle aruuleci-
meulo.
Detroit da lijlo, ja' livre da perturbarlo, kaut
man Jo 1 chamar o administrador e violeiildinenle 111
colerisa lo pargnnlou-lbl :
Porque ae fez desapparenar a amnreira que
sombreara a janella'.'.... Procnrei-a duraule loria a
lirilo ; esluu acuslumada a observar esla ainoretra.
Darriiiou-a ? Pois nao conlinuarei a leccionar.
Foi preciso tornar-it a planlar outra ainrreirs. Os
eominediautes dascobrein militas vezes urna araorei-
ra era cerlos eipecladores. M. Lobligeois tornou-ie
a ainrrreira de Rrsinha, pois que a actriz habiten-
se a ver o itu espectador no mesmo lagar em cada
urna re| retentaran, e o amor da arle viudo a deseo-
volvar-se inaeusivelmenle, proeorava na phyaiuuu-
ma alienta do seu ouviute saber se ella satilia algu-
ma satis'ac,iu. Mas enganou-se na nalureza do pra-
zer que M. Lobligeois de xava app.recer. Seropre
enihusia.ma Iu o avarento adrair.iva cada ura do
moviment.il da arliata, cada um dos gestos, cada om
dos olhares. M. Lobligeoii na la talladla da irle
dramtica, a avareza ele o impedir que eulrasse
ios tina ros, e era improprio para dizer se (ai ou tal
muviinei lo era jalla, se urna exclamarlo era nato-
ral, se a aelriz luspirava segn lo as regras. O que
admtrava era Rotiuha 1 Ainda illa nlo tinha come-
ea lo o papal e ja' ella aeltava-a urna actriz inaravi-
llia.a ; ludo que ella fifia ira bom : olharta, sor-
rito, choros, ino supplicanles, de joilhos, asttnta-
da, declamando, imuiovel, vestida tomo prinecza, ou
como rampoiieze.
Logt q ib apparecia, o velho emudeeia, e com pe-
lar via-a leixar a sr.ena; lainb'in pouco inleressava-
se pelo melodrama quaudo Rosinha eulrava para os
bastidores.
Do lado em que eslava enllocado podia M. Lobli-
geois ver alloma cooaa do que se ptttava 110 bas-
tidores da diraila, e invejava ainda raais qoe ura
Ihrono a |)ussic!o do aoldado iinmovel, qae com o
elmo lobm etbtft e encostado a um penal, aroin-
panhava com a vrsla deslrahi.la o dasenvolviminlo
da peri.
Cuantas pissoas n!r) lm invejarlo a tnrle .lette
soldado, para qnem o. basli lorps ulu lem mysterios!
Por momento o avareulo inquietava-ae com as enn-
vertarrra re l.rfourcrde o de Rosinba. e a Imirava-
ae Como Rosirtlra, aules re erilr.ir em it.ia, po I,;,
prestar allenr! aos iHompliH eatrtnhal a.....a pa-
pil. Oulro grande praier para M. Loblt.enis era
durante oa eulre-actns oliservar opalino a trocea
do llieatro ibaixado : ero cerlos moviinenlus anda-
latite-, cjiuprelien lia que nuil pessoa rio tlie.ilru ap-
ear. I r exonerado Domingos Lauriano de Azerelo
Silva.
Sopplenles.
1. Victorino do Naiciroeul, Acciolv l.ins, ficando
exontrado Pedro Milil.lod. Silveira Les.a.
2. loa 1 Jos Lopes, licaudo exonerado Mauocl
Machada Leal,
3. Manoel Bezerra Cavalcanli, ficando exonralo
lu/ Vieira Fialbo.
I. lanado Americo de Almeida, licanlo exonera-
do Miguel Francisco Dinit Machado.
.'i.-Jos Altas da Silva, ficandt exonerado Mi-
guel Ribeiro de Araajo l.ma.
'..'Franeiaeo Coelho de Moraes, Picando exone-
rado Jos Das Ferreira. Coinroumcou-se au chefe
de polica.
t.ia.O prndenle da provincia, lando em vista
o que exp.z u coinm andante superior da guarda 111-
cional do municipio do Recite em i da torrente, re-
solve qoe o reiperiivo S." bal.Iba 1 de infantaria te-
ir, ,1'rrra em diente, sua parada 110 largo do quar-
tel do lloipirio. t.ominunirou-se ao comm.in lauta
superior ariroa referido.
Dda o presidente da provincia, temi em vista
o utlicio qae Ihe dirigi o eommandinle superior ra
guarda nacional do municipio do llocifr, e du qual
ron.la que se arha ausente sem licene 1, ha mus mezes, o lenle da 5.a eompauhia do 1.- balalhio
la inejina ,uard.i nac.....al Anlonio de Paula Fer-
nn les Eiras, resolve prvalo do posto por arhar-se
curaprehindilo na dtspo.ii;ao di S 2.- do arl. (ij .la
lei n. btl2 de 19 de letembra re ISjO, e ordena que
oeste semillase eipar.m ai conveniente, ordena.
Comroaincou-se ao coininaudanle superior acuna re-
ferido.
Dita.O Sr. agente da eompanhia Periiambucaoa
marida dar transporte para o Oara'. na vapor da
coinpinluj, 1 rVutouio > r.oeira Barata di Fonseea,
em um dus lugar JlillOI lus para pa.-ageirus du go-
verno.
I.xpe lienli do secretario do govirno.
cilicio ao chefe de polica.S. Exc. o Sr. presi-
da provincia manda accoaar a recepelo do ollicio,
que V. S. Ihe dirigi em o I." do crrenla, sob 11
607 bis, coro o mappa exigido pelo ministerio da jus-
(ija, coraprehendeiido os delegados, que slo hacha-
reis formados.
Dito ao inspector do anenal de marinha.S. Exc.
oSr. presiden!! da provincia manda declarar a V.
S. que, pelo seo ollicio de honlem, sob n. 21 ficou
inleirado de haver fallecido Joaquim Pereira da Sil-
va, perteuceult a cumpan .1,1 de luenurcs deste ar-
1en.1l. .
Dito ao mesmo. Manda S. Exc. o Sr. .rendente
da provincia declarar a V. S. q.ie ficou luteirado de
hiver fallecido o Africano B>az, per trcente .10 nu-
mero dos que tiem aido apprebeudidos, dan lo V.
S. sernela disio ao complanle curador.
Dito 10 delegado interino .1 1 re;, ir.ie.lo especial
das Ierras publicas.S. Exc. o Sr prndenle da pro
vieta manda acruser a recepto do oflicio, que V.
S. Ihe dirigi hornero acerca das contas das despezas
feitas cura a colonia militar .le Pioaeuttirat, no me-
zes de abril, junbo e |ullio.
Dilo ao mesrao.Manda o Exm. Sr. prenden! da
provincia declarar a V. S. que, por despacho desla
dala, aolorisou o ioipector da theauurana de fazendi
a mandar pagar a deipeza Coaitaola da conla, que
V. S. Ihe reroelteu coro o seu ollicio de houlem.
Dito 10 eommandanle do eorpo .le polica. O
l-.xui. Sr. presidente da provincia manda acensar re
cebnlo o oflicio, que V. S. Ihe dirigi houlem com o
mappa do armamento, equipamento e uleuclios per-
lenceiiles aos corpo sob seu comtiiaudo.
MO DE JANEIRO.
CMARA DOSSRS. SENADORES.
SESSA'O DE s DE JULHO.
Presidencia do Sr. M. 1. Cavalcanli de Mierda.
A's II 3|i hora da uianhila.feila a chamada, o Sr.
presidente abre a sesto. achaudo-se preteutet 30
Srs. senadores.
Lida a acia da anteatdente, he approvada.
O Sr. primeiro secretario, di conla do seguintt
EXPEDIENTE .
Um aviso ilo ministerio dos negocios la
guerra, remetiendo as iiroraiaces que Ibe
loram ped tas em 9 desle mez, sobre os con-
trato* ultimamente^celubrados para a couduc
So de objeclos para a provincia da Matto-
Grosso.-A'quem fez a roquisir3o.
Um oflicio do primeiro secretario da c-
mara dos deputados acompantiando a propo-
sirjio da mesma cmara approvanrio a pensiio
de 5005000 concedida a Joatjuim Jos Morei-
ra Maia Vai a imprimir n3o estaudo ja im-
pressa.
Um requeriineuto da D. Maiia Sccuula
l'ernan lts po itinio a appivarjo da pens8o
que lie frii conce lida por decreto de 17 de
meio .le 1847.--A connmissSo de fazenda.
No decurso da segsSo comparecer O^ajftja
8 Srs. setiadores ,
O IU) E M DO DA.
1'. lino i-., parte.
. Continua a discu^sao, adiada ria sesso .111-
tecedenre7u0-t. t da proposiijao da cma-
ra dos deputados, aUiienlat'.lo os venci-
tneuius dos monsenhores e conejos da capel-
la imperial.
lie apoiado e approvado o seguinte reque-
rimouto :
Itequeiro o adiamento do projecto, at
que veitliam as iiiformacoes do governo --
1:11 .i de Quaraim.
Eulram em primeira discusso o passsm :
sem debate a segunda, e desla para a ler-
ceira, as proposit}oe( da mesma cmara : I.
approvando peusao concedida a viuva do
marecual do campo (aspar Francisco Meo-
na Harreto;e2. conce ras as parocliias de Montes-Claros o ou-
tras.
ieni logara tercaira discusso, e lia ap-
provada para subir sanetjau imperial a pro-
posita.) da mesma cmara a^pruvaudo a
peiisfto coacedidt a viuva uo vico-almirante
Pedro Amonio Nuaes.
Segue-se a primeira discusso e psssa pa-
ra a segn la, sem oppoaico, o projeclo do
senado aulonsauJoo governo a mondar ex-
Ualitr, por espado de tres anuos doze lote-
ras annuaes em benelicio da impenal aci-
demii de msica e opera nacioual.
O sr. primeiro secretario le um aviso que
acaba de receber do ministerio dos negocios
Jo Imperio, pariecipa.iJ.oquo S. M. o Impe-
rador se dtgua receber na quana-leira 14 do
crreme, p.la urna Hora da tarde, 110 parjo
ua cidade, a depulacao ao senado que teut de
apresenlar ao mesmo augusto senbor o vol
de grabas em resposta a falla do trotio.
b'ica o senado itil.:ir..Uo.
Segunda parle.
Continua a pnuieiia discusso, adiada na
ultima sesso, da proposiQdo da ca .tiara dos
depuiados sobre a administraco da jus-
ttca.
litigada discutida a materia, e posta a vo-
tos a proposito para passar a segunda dis-
cusso, lica empalada.
O Sr. presidente declara esgotaJa a mate-
ria da ordem do di, e marca para a da se-
guidle sesso :
I", parte.Primeira e segunda discasso
das proposicGes da cmara dos deputados :
I", approvando a aposenladoria concedida
ao juiz de direito Antomo Araujo fe. reir
Jacobina, e aulorisatido o governo a ueltio
rala ; 2-, coiicejenJo seis loteras para a
coustrueco das malrizes das f.eguezias de
.Nossa Senbora de Brotas do Joajeiro, e de
Nossa Salidora da Aiuda do Bom JarJim, na
provincia da Baha ; .i, app ovando a apo-
senladoria concadi ta a Manoel Anlonio .as-
ios Kaiciii, no lugar de i-arcereiro da ca.leia
da villa do Pila- com u ordenado por it.ieiro;
V, concedendo quatro loteras em beuei.cio
das obras das malrizes Je .Nossa Senmora da
: 1'nstdella, no Marauho; 5, autonsando o
b'oierno a jubilar o Dr. Joaquim francisco
ie faria,professor vitalicio aellieoljgia dog
manca uo s miliario episcopal de Ulinda ;
O', approvando as condiciujes com que foi
concedido o previlegio de l.viar mnns dt
e.rvjo do podra na provincia do Pe tro ao
baro de Uaua e oulros,
\ parlo Coaliouagao da primeira dis-
cusSo aa projosico a ;amara dos deputa-
dos sobre admiiiisirac.'io da jusiioa, empata-
da ua voJago
Levanta-se a sesso ao meio da. *
1 una, p oviiiria le Serg pe, ve innio a .seiupc.lo
do imposto de IJjSIIO de .p.c Irala o arl. 361 da
le de I". Je junlio de 1844.A' Cunuiiissao de fa-
zenda.
Orlo do mesmo ministerio, remetleuda eepiM doe
dicrelo qut approvam us eoulratoi tei os para a
ita_xeaeao eotlaira a vapor enlre i porlos rio Mara-
nti.ia. titira' e Para', e entre o portes di Moule-
fdoe^filiyaui.A' eommissilo de coiniuereio,
D (o ho'iV-111" iDiuisleriu, reiiiellandu copia do
ollicio do a.ltnililiJj,,|or (eral rio correio pediudo
auginenlo de r,rdMR!,, P'ra alguns oanles do
mesmo correio.A' eoiirriWS 11,1 lo..
Dito do mesmo ministerio, reirieti*_ reqoeri-
roeulu de varios artistas franoer.es e outruY,""rj- j*'
reprosentain contra a poslora da cmara toiiuiripal
qne mili la mudar para cerlos e determinados luga-
res as oflicinas de ferretru, ele.A' comnissao de
cmaras mumeipaes.
Dilo do Sr. ministro da ruarinha, communieando
achar-se noinaalo interinauaule ministro da guerra
dorante o impedimenta do respictivo ministro.
Inleir.ida.
Dilo. .lo secretario do senado, rommuntc.inilo que
S. li. I, conaenle as resolures que eoneedam ;
paseotldorta .1.1 conego Feliciano Jos Leal ; seis
lateras ao asiabelecimeulo de productos clnniicos da
Eiequiel Correa doi Sanios; que au! risa o goveru
a mandar matricular no lercerr i aftiio de medieiuj
da i leuidade ra errrie os esta i mtei Alfredo Candida
i. miar ie- e Adolpho O.abral Rlpotu da Cmara ; e
que o rr.esino senario adoptog t vai diriuir a' sanC-
1.11 imperial o dterelo que lila a forra naval para u
atino liiuliii-eiro de |y.VJ a IStillluleirada.
Dios dot Srs. de.malos I ardim e Bnlas, eom-
tuunicaii l-> mo cuinparecerem t,' >essao por incom-
in oiladoi.Inleirada.
Um requermiento dos continuoi do Irtb mil do
co.ninercio da liahia, pedimlo augmtnto de ordena-
do.A' eoiniiiisso de penies e ordenados.
Il Iu de I). Malhilde Kr-a C.oellio, pe lu I > o tro-
co re l:(Kiij, em olas do exmelo banco, de qoi he
possuidora.A' commissAo de farenda.
Dito de Manoel Jos i i'eixeira Barbosa, oedindo
olugtlo de s.a reqo;nmenlrr, no qual pede i paga-
mento do que ae Ihe deve.A" cuinmis-ao di fa-
zenda.
He remettido com urgencia a' commisio de po-
deres o diploma do Dr. Ca.uniro de Suma Madu-
reua, depulaJo pelo ti.- districto di provincia da
Babia.
\3oa imprimir, para entraren) na ordem dos
trabalhos, os pareceres :
Da coininissao de poderes, mandando passir car-
la di naluralnacSa a Aitouio Vieira Maciel e .re-
ros.
Da commisiSo de nslrucr-n publica, aul irisan-
do o governo a mandar almittir a exime vago de
todas aa materias do eurso de scieocias jurdicas
da i .cuida e 'dt direito, pagas todas as tanaa das
matriculas, a lini de coaftrir-lhe o grao de bacha-
rel formado, a Eslevao Jos Lope da Silveira a
Castro.
Ua segunda commisso de orcamento, converlen-
do em projecto proposta relativa a' despea do m-
oiaterio do imperto, com tmmdas olfeiecidas pela
mesma comiuisso.
I), lerceira commiisao de oreamenlo rea iva ao
minilerio da mariuha.
Da mesma commisso relativa ao mioisterio da
suerra com urna emenda da mesma co nmis-
s.lo.
Appro'ou-ai sem dibate o parecer .la comaii de poderes ipprovando o diploma do Sr. Dr. Casi-
miro dt Seona Madoreira.
Achando-ie na aole-iala o Srs. Senna Madureira
e lilippa Xavier da Kucha, surgientes pelo dls-
Irielo da provincia de S. Paulo, .au mtroduzidoi
com as formalidades do esixlo, pre.tam ) iranieulo
e tomam assen(o.
A lia se sobre a mesa e he approvaJosem debate
o saguuite requenmento :
Itequeiro que se pejs ao governo copia do pa-
re er por elle lado sobre o r.querimemo em que a
eompauhia deformadora, iucorporada en eoufirmi-
da e da lei de flSi, perita certas e iltlrmuia.las
allerari. mu eos cslaluloi orgnicos.
" S ra das seists, 12 de Julho de 1856.Alean-
dt Siqueira
prox'mava-se da vala do panno da bocea ; e uto
pequeo dedo toeava-se uesta vista, e M. Louligeos
enchia-ae de felicidade quanlo reconhecia os dedos
delicado de Kosinha. Quem a attralna para ahi ?
Oueoo observava ella 1 Se alguem poJesse dizer ao
avarento :
lie a sua pesaoa ijat ella observa ; liria janea-
do toda a sua fortuna aos pea de Rosinba. Mas a
actriz observava machinalmenle os espectadores em
mana, sem inauielar-se com algum .lestes isolada-
menle. Dizem que os grandes eomediautes, antes
de urna importante represenlaeao, no deixam de
tancar uina visla ligeira pelos eapecladures, para lau-
dar a dispoiijtlo do publico, a seenelblBfa desle do-
madores de aiiiimei, que um segundo antes de pe-
netrar a caverna dos tigres, laucn Hit orna rpida
vula por urna imperce.livel abertura, i o 11... sa-
rao boje as disposir^Oes dos animaes ? peruuntam
a si mesinos os comeilianlea, e o domadores ; por
que o actor pode ser devorado de repente pelo pu-
blico, assim corno o domador pelo tigre. .B.sla um
espirito triste que faca i.ascer na multido o desa-
grado, ou indisposica i para a p-oi, para ella Irant-
lornar-se de rpenle. Kosinha apenas ronlieceu
muito mais larde estes terrores dramticos, cuj i sen-
tirlo exacto so comprelieudeu quaudo loruou-so co-
mediante.
A esta hura era umi linda menina dando os pri-
meiros panol sobre o labiado do Iheatro, e .. regi-
ment de Ltuarnie.lu em Coorbevoie era apaixotiado
pela arte dramtica.
A' u- ite quaudo os topes de llore e litas, foram a-
(irados a' scena pelos nulitarea, Al. Lobligois mudo
ia delxar a sala quaudu a porleira veio prevem-lo de
que madamoiselle Itonnha pedu-lhe para pasaar uru
instante em sea camarote.
En f hradou o velho : n,1o he isto engao '.'
O .eiih.ir n.lo he deSinla Perina '.'
He verdade.
Madamoiielle Kosinha m'o disse, e pelo Mana-
rle o dutinguio de tal furnia que eu n3o podia en-
gauar-mt.
Nao sabe o que qoer madamesella Kornha ".'
Nao, senbor, ordeuou-mt uuicatneole que o a-
compauhasse.
M. Loblegeoii levantoa-ie lemaminle, e julgou
que as peru.is recuiassem leva-lo : paissva a i lio
pelo raros cabellos, ulhava ligeiramenle para o cha-
peo, e lemhrava-se dos vestidos de oma riquiza ad-
miravet para apresentar-se a' joven pnnceza peise-
guida por um pai brbaro, e.lando vestida dt sttim
liraiicn com Imrdaduras de prata, anda tneirrada
na torre de um caatello. Tu Jo era myslerioio neila
aventura, al urna certa porla qut a meusa^eira a-
brio de repente no corredor, cuja porta M. Lohligeoi
nao tinha notado al ahi, e que do Iheatro commuui-
cava-ae aoi camarotes, Quaudo deiceu pela osea-
da, negras, tstreila e oleosas, o avarento pule crer
que o melodrama continuava e que ia representar
CMARA DOS SRS- REPUTADOS.
SESSAO' DL 12 DE JLLIIO.
Presidencia do Sr. I conde de llacpendij.
A's II hura, feila a chamada e achaudo-se reu-
nido numero lto.ll, brese a se.sao.
Lida a acta da antecedente, he apprnvala.
O Sr, primeiro secretario da' conla do ii^uiute
t.VI'EDIENTE.
L'm oflicio rio ministerio do imperio, communi-
cando que S. M. I. recebe no paco da cidade, no
dia II do correute, pela I hora da larde, a deputa-
C3o desla eamara que lem de apresenlar o voto de
grcil.I ii larra Ja.
Uno do mesmo ministerio, remetiendo urna re-
preseulac,o da cmara municipal da cidadt da Es-
Veja quanlos topes de llore I E moslrava urna
grande vuriedade de topes de llora I.mea Jo, aobre
urna mesa do tocador ; bavi. de toda ai or 'en-, de
Indui os nmeros, de granadeiros e di caradores, de
tambores e de mosicos.
Me este o eostumt d'aqui, diist Kosinha ; to-
pe, al rain os de llores como em outra parles rama-
Ibete...... Tem-rne camado isto bastante prazar.
A mim tamben!, seuhora.
Oh! agradeco-lbe por qae ht amante.....
Oh exclamoo M. Lobligeois.
rent.o-o observa lo, continu ; nao falle a ue-
uliuini de miuhas repraseutaijes..... Ao menos po-
dera' dar noticias mtiihai a' tiiin-ii..... Ah ou
urna tagarella ; nem o mandei assentar um punco '
Esle camarote lie i i peqaeno..... Meu caro senhur,
quera pedir-lhe um servir.....
Oh diga ; respuudeu M. Lobligeois.
Era contar a tnaiiili o meu Iriumpho dest
noilt, e tnrarregar-se disio para ella, disse Kosinha
apresentando ao avaranlo os tres topes de flores
maiores. Nao serii indcela encarragando-o dista
Cainmissan J
Os coslumes da scena tinham darlo ja aos olhores
da actriz urna expressao loo laugoida, que com um
imples olhar dcsles tena abrazado a M. Lobligeois
se elle mo o eslivessa a mais tempo.
lie bem interessaote, meo earo senhor, diise-
Ibe ella sem oavir a resposta. Aqu estes tope li-
cu perdido. E quero guardar delles a i menos
Ires como lenibrauea tsmtmil os podera'guardar
em seu armario grande..... Diga-lhe que maudo-
llie um abraco.
.V'iio mmenlo a campainba chamou o actores
para o ollimo arto t o administrador em baixo da es-
cada, eii un iu :
Kosinha Kosinha a' scena !
Diga liinbrm a' nianiat que logo que estiver
desembarafadn irei ve-la.
Apertoo nutraie/. a mao de M. Lobligeois e deseen
com elle de seu camarote. Esla eommisaao encino
de prazer ao avareulo : um sun, les aperlo de mo
da alriz pagava a M. L ibligeou mais do que elle li-
gan dia ousou etperar della. Tinba-o observado ;
encarregava-o de ser intermediario para eom sua
mili ; linlia-lbe ficado vivamente agradecida ; liuha-
lhe aperlado a mao Com o sea dedo poltgar o a-
x renlo ir.terroeava stus nutres dedos compridos, por
que parieam-lhai eobertos agora de urna doce elee-
Iricidade, qae fazia correr califrios pela iua mao
direita. Ainda que lodo o seu corpo participaste do
re.olla lo do contacto das mao de Kosinha, o ava-
rento linha agora urna orle de religiao para sua mao
direita : pareeia-lhe qoa tinhi locado em om ohjec-
to sagrado, e que a mao esquerda, pilo eonlrario,
eomervava a aspereza primitiva.
Sa l ve-se n'esle momento de pegar no ouro, Mr.
I.obligeoii lar ta hit servido eertamente da mao es-
4r.
O Sr. i -x.-ir.i Jnior fandamenla e manda a me-
sa o segumie riquerimento :
Kequeiro que, em coiifurmiJeda da .elibir,u;,V>
tomada em ti da junho prximo pasa.do* por esla
lagaitacantara, se pecam ao governo imperial as
copia, do pareceres do coixellro le e.tado sbreos
projeclo de bancos penliiiles ra s.-lucau do go-
verno.
c Oulrosim as copias dos prrecere osbre os pro-
jectos ja' approvado. S. il. J. J. i'eixeira J-
nior..
Sendo apoiado, e entrando em discusso, he- el.i
sdi.dd, par pedir a p-.lavra o Sr. ministro J i fa-
zenda.
O Sr. presidente uomeia o Sr. Casimiro M nlu-
reira para substituir na deputarao qu (em de apre-
senlar a reipoita a' falla do Himno ao Sr. Ju.iii i mo
Madureira, que deixou de ler asiento na casa pela
rtiegada daquelle sen or.
ORDEM 1)0 DIA.
Primeira parle.
Proceden,Io-e t volacau Oo raqueriminto olfare-
cido pilo Sr, Augusto de Oliveira, cuja discusso
um papel na peca. Dimiii os baslidores que os mi- I Qoer(l, direita eitava purifieada pelo contacto da
cliiuislas cullocavam, o vai e vem de liomens farde- I ""zinha. Esla noite abri para o velho nooi ho-
drrs, rrs irajei dt principt misturados ou coufondi- rtoatKat, e elle considerou (rislemerrle o )solamenlo
dos enlre os operario com vistes comiets, (oda esla
coufusao, e todo eitt barolho coiilribuiram para a-
ze-lo crer qae sonhava.
Eis-aqui o camarote de madamoiselle Roainha,
diise a porleira ni stranto ao avarento uina escadi-
em que linb vevido al enl.ln, o horrivrl egosmo
nascido da soa dedica^So ao anuro ; arrepin leu-se
de nao ler procurado o< prenlas, de nao te-Ios a-
ju-i i lo, stnlio a sua mlhora rpida. O amor soman-
te foi capaz de semelh.nle (ransfonnaeao. Pela pri-
meira vez leve um somno lev, transparente por
, nic, c. use o.ii sumir ,e,., 11 .,,, -.,, .:,,,-- un,
..ha de ...lo .legraos, en. cuna da qual via-n una ,,, (1|/er fc do po.,a af0mpaohar os
porta em qoe ettava escripia com le.tras vern.elha,, io, p,Biirn,ll|lM a,4arff>s de vespera. E ar-
o ama de Koiinha. O velho r..,rou ,.,,, de rorii e ^ Mf,tl, m r,mem feliz por ochar
subir e procuren loma. Certa firmeza. ,,._ v:r ,. ,,, p,s.,r., admirar a
Meu caro senbor, quanlo be ainavel disse verdura dai trvorat, Rottr rio ar fresco. O.ilro ho-
llo-inlia aperiando a mao di M. Lobligeois. Diga- mem tttava no carpo de M. Lablifltoit.
me cuno achou-uit boje .' A iaa primeira vala fra' mai de Kosinha, a
Mmha tandera..... quem ronlou o i.nmenso Iriu.nph da lilha, e deu-
O publico lem sirio muito honi, u.lu ha ailim '.' Ihe eom.) prova os Ira topes de Mores, dos quaes
a tclriz o linha tncarrigado. A porttira com o sau
natural tulhuiiasmu. eatava toda alienta a' ouvir o
pensiau.no ; fazii'lhe repetir com todas as eir-
cuinsiaucioi os mtuoris incidtntes da vespera. At-
seutula defronle de M. Lobligeois, liuha de tal -or-
le a imaginadlo exaltada, que o velho repreienlava-
se-lhe ora coin as 1'eices de Koainh.i, ora com ai
mil caberas do pobltco, e Como livesse rtceiidn
divarsai paragens do melodrama, applaudia, e p n-
luia-se por (al forma que cria eslar no espaelaculn.
Dlpois levaitlou-se, foi a chamio, e nleava la im
chocar os topes di llores a' inaiieira dt rnalo em
Cira i rio eipe lio; mas como nao tinha prego, au o
l'i'i le fazer, e 8 tua ultima lembraura foi por di us
d'e-le-' topes no i. .rg rilo de dutis vasos de p ircel .-
na, cr de opila Ira.prenle, de.liuadoi para cou-
ler ra.nalheles de llores.
E o i-reiir.r tupe, disse M. Lobligeois, o qia
fara' d'elle ".'
Espere, Sr., eu o acharei ; po-lo-hei no meio
do forro da ehimine ; mas riL'eio qua o calor do
c no do fogo nao o estrague.
leu lo frito urna completa unpr-ccao mi.- paredes
do aposenlo, a mai da aclnz lancou a visla para una
sorle de reraulo, onde eslava enllocada a sua cami.
Lina piaziuna da lauca, grosieira conturba um ra-
mo stero.
Nlo posso vilr 'laul i po-lo na pi.i.
M. Lobligeois lori.'.u para junio da porleira :
. El.i noite, disse elle, fez-me s..ttr om gran-
de prazer, e jamis csqueeer-me-hei o'ella.
Ah quiaera l eslar rlrzra a porleira.
Si.ii, mulla seuhora, perdeu inulto, nas es
topes que nl.i cstao n vaso, sobre a chamin,
lembrar-lhe-bao sempre o triompho de Kosiuba.
E.u varita le, uo o dara nem por om impe-
rio... Ha minia tempo qae deiejo urna pollruua a'
vollane ; pois bem, Sr. Sobligiuis, aciedile-me ao
qoizir ; se alguem me disseise: nEis-aqui urna pul
trona, levo os topes de flores, nao os dara !
Oh disie o avaieutu, pretenda fa/er-lhe
ama proposta !
Qual !
Ja' na posso faze-la, por que agora conhero
as suas inteiiciifs.
Diga sempre.
Nao ttm ta.. bem os doui topes na chamine *
Vejo-lhe na mao om lerci.ro, que a embaraza.
He verdade ; .na onde pretende ct.eo.ar '.'
Huerta pedir-lhe esle para lembrar-me da re-
presentarlo da noile de honlem.... A peca tra pou-
co inleressanle tornou o avarento, temeudo p.'.r
patente os seus verdadeiros senlimeuloa.... Dar-
Ih'a-hei para ler....
A porleira lancou a vista obre o avarento que a-
baixava ta olhoa. Partceo-lhe que linha sido com-
prehiuJido, e urna vermelhidao lubila, que lalviz
li i mais de Irmta annoa nao se tivesie manifestado,
veio embaract-l anda maii. A porleira nao rei-
pon leu, e e-te silencio obrigou a M. I.obligeoii f.i-
zer um grande alforje.
O Sr. lem-.oe teilo algons lervicoi, pelos qonei
Ihe aou obrigada, dine elle, e rontava pagar prxi-
mamente essa di villa om um mimo, que agora aer-
me-ha fcil fazer, por que conhart-lhi um deie|i>.
II .je mesmo devo ir ao arrabal le Saul-A.itoint, o
quero Iraaar-lhl orna poltrona a vultairt.
Oh Sr. Lobligeois, disse a porleira com um
geslo de recusa.
Nao se inquiete : eonlieco um operario qot
trabalha muito bem, e que me celera' urna exrel-
leule poltrona, muilo mus b irato que na tojas....
Nililueni Ihe pode recusar, hoiuem generoso,
diise a mil da actriz dan lo a M. Lobligeois o bello
tope iuc.ir.iide que elle ambicionavt.
(f"i)nfinuar-. rsi n^nx


DIAHIO DE PKRNAMBUGO SEXTA FEIKA 1". DE AGOSTO DE 1858.
ficoD encerrada d aeaiao piwida, be o mnmo ap-i verdadeiramenle o can le um recrotameme f.ilo.ecrpoi de polieii. Fallo do toldado da guarda na-
provado. pllt \t\ ,, ,, ltat nacional, pot le. qoe ole m inda ''" il ei.....iirajoaa eom da buha, e repilo, qoe si
Procedentu-so a v. triodo rtqtierimenlo de alia- faier distincc,aa aatre na catados e oa .oltiirot, enlre o sol Jado de liiihi i vitse unido com pana inaior
rio que cr i pai lo o goarda na i u .1 qae 1
memo dj ditrusiio dn projeelo qae coue.de favoiei 01 mu- mocoo e oe mal velhos, tono m proceda ue
a' aompaohia Arebileeloniea, he o mesmo approvido reerotamiiilo ordinario. illeadendo-te sempre a
coin a aman la oOereeda.
O projeelo he ipprovido em i.' liuru -."io com as
emoudas ofleree
Segunda parle
Er.lra em diteoMj | prepoela do goveruo que li-
la a lotja de t.rra para o anuo lin.iueeiru de 1859
a 1860. ,
aquellos que ma.s filia filaran) as sum familia... .
11 Sr. Villela lavares :.Mas nao perde o ca iclai
de guarda nacional....
0 Sr. Cunta b'igueirede .-Se nao parda o c in -
ler de gaarda nacional, li'.i com o earaclei .1* aold 1-
do de luiha aiuquanto du ar o lempo do serve i e
Iraordinano ; aio eutiio nao lie peavel (iter-se dif-
Lm-ia, apoiam-ta entrara conjanciimtnie em ferenea do servico Mo pelo goarda nacional da
diaenaaSo as legulales emenda?
Pica tappilrnide m gairda nacional o enligo de
paucaila?, de que failam oe reculamente* de iuf.uU-
ria de 1763 e oe i le JTiii, dovendo, 00 ca-
>o de peni arbitraria, como ela' dcteim.nado no
servico feia p|o soldado da liotia ; essa diflerenea
que querein ostaluljcer os iielir.s diputad M, be que
ania absurda diaiile di lei, que claramente dispoe
que (piando a ,-ii'r:!a nacional lor orginilldl pira
fazer iervic.0 proprianienle militar, om Mam e-
lessa mi irao delicio, reeonhacerii |u a mloridi-
d do roinmand.iiilo nao Imita para com ambos a
aioeina forja imponente ; o aol lado reria qoe o pe-
cmbale nao era o mearao para amboa; que
1- vid.'* nao linham o mermo valor : hifiria urna
Sr. Caelano Silvestre, un este libellu fin.
de destruir u camelar de bond
s 11 1 !
"' """"" mi> '"'- i ln,"> gaardmdo o de?or0 devido s familias lio- qoe o deagoalel '.' Qoe mal Ihe O eo que en
de da br. lan- neiai, ido nao 10 pnpri.i liidividailida-flr.t.i eom deferencia, nrhaaidade ottoneao?
mpre o
Cgo '.' Foi
conljnoai
roo nqoellaa (no obedece..un as anas ordena: e
qooudo um ou oulro ininiigo obscuro ae irrtijoa e
a ercueu para feri-lo, a podareal dialerta e rrco-
iihect la virtuda do metropolitana do Brasil, se apie-
l ---iuiidl lade irritante i ue prodoxiria no campo mi- lenlou vi oroai por patentear a hdrllondei desee eri-
me inqaalieavel, de--., revoluiao contri freirs
3. do capitulo II, ter.Ubatltuida peluootrae enom<- ftcados o urgentes, tic aujeila iulciramaule ai> rs-
rados na meema >, i nos eeiroa doa arl got de guorri
II t 12, pela peno de | rotaipplieada no
arl. 20 de uurrra.
o l'aco da cmara dos diputados, 21 de junlio de
1858.IttBoeoncie Velloeo Pedirneiraa.J. de Li-
na e Silva Sobriobo.Jo .1 |uim Rodrigan Lo-
pes, vencida
Fie* eraadana villa Carolina, provincia do Ma-
nbalo, nina eompaahla da pe'estrs.S. U. Vi-
rato,Pica li ri'-io.o
a A pascar o addilivo, arrresrente-se a' palavrl
guara ii.icion.ile exerei te.Costa Pmto.i
Tomaran pan ni tliiinssao o Sr. Coat Pinta,
Siriivi, Ar.mju J.,r0 C.i-mnio Maduriira, e Ser-
gio de ManMcw.
A diiruu.u lira adiada pela lima.
o Sr. preaidottle da' para ardan do da
Prlraeiri pirtc.
J.' diiea wta .; i deel n lerem lire-
lo ao niuiila-p o da iinniili. .. i ooltcirai doa
ufliciaes da armada, fallecido tan dentar vluvi, li-
lliaa doiiellas, ale., anda qnando vivan seu* pas.
..' Haca ioa sacre' (_
rio. ilis racaldadea de dlraito que t3e lente -s ,nj,_
inut vaacinanUa que Idm tu naia aoertl^,^
As malerui intertecmenle d
Segonda parto
ConUnaic^a di 3. iliiep^'j, propo.il do go-
ve.no que ua a forca niri.anua l'.nau-
ceiro de IS./.I a !>
. -i^u-sa a toteSo J :. i lior.-s.
Discorto do Sr. deputado Jos Beuto <.i
Citiiha e fgueiredo, pronunciado na
to de I i- de juliio de 1S58.
O Sr. Conhl Figoeirado :Sr. prcsenle, a di
enaalo do projaclo de lixaivo daa faroaa de tena
ena-ae Uto idiintidi o uto aialaracid pelos iiiut-
tres preopinante! que me precedern, que me pa-
rece quasi intil Otar da pilavjl que V. Re.
acab:: de conceJer-n:e, porque de cario nio podarei
derramar uiait luz alguna a questru du artigo adli-
tivo.
(Juando em oulr:: cccasi.'o vola! contra a emen-
da, que supprimia os raaligoa corporaes na gnarda
MWienal, nSo Cal de mimo algan arra golameulo militar.,..
Una voi:Enlfl i d >iia .le ter geardi nacional...
t) Sr. Cu-ilia l'i^o^t-edo : lie ii.-rd.i nacional
na meami condicio do toldado de linba ; i|uando
ilndir o lanp > da aervij militar elle tica sen l" to-
mante gmrdl nacin I 'em a con lira de oda lo de
I liona ; Main como fira senil > un r la nacional O
soldado de llnba que liver baila. N'uma pnlavra,
Sr. preaideiile, quando a guara nacional ha cha-
mada para se incorporar ao Mereilo nao aclio ralle
para asi .belecer-e iliirren;a entre urna oulra mi-
licia : lie o que acontece na Franca, onde, eomoot
notires depoladoa saliem, o recrulain<'iito he feto am
man laraa escala, e d^ urna maneira mullo <1i\ei-.<
da que enlre nos se p alna. Em Franja, onde a or-
ganliacjlo da forca polilica ja lie completa C mais re-
gular, onde lia a conscripta o sorteamenlo, o alia-
lamento gernl doa que deveni lomar as armas ; all,
onda se irtibelece lodii n alelas re .--.trias e
mienlea para so ii ender i molivoa de isen-
(_oes, lli, onde so diatribae can igaaldada a tara
privilegia a conlribuiclj de sun^ae. linda isain l-
eonteee qoe fluando gairdl nacional he ch n
para fatar aer*jS niliUr, lici enjuta ialeiranenle
Iplina dj "ercilo.
(i Sr. Villela 1*'W :Maa em Fraoc; io ;.,. ,
cnibata.
O Sr. Conhi Fig^'.^ :N.o sri se hi chbala;
nen qaaatAo li" ile el ibata : a qaeslao hn ,i,.
a suarda nacional aajeiti ao r igolamento da guerra
em cmo eilraordmario, Nao Iralo de rhibsta, por-
que a l"i nao falla de rhibila, A li da guarda na-
c......! francna de 1852, cojas idai So ra i-
qneaeaehamna le .'. irde nacional, de-
itar i ni,ii- doagratada rivalidade...
tira, mam tenhoras, se um soldad i ha gaarda na-
eiunal, nal filoiria do e\ercilo, e em um combale
lancar poi evemplo o enio de ilanna diando :
tjuem pader escapar que escapedevora ser ponido
Com urna pena inferior a du toldado d linlia que
soltar o maama ;riio ? \s eoniaqaancill >^^ crlma
alo tarSo ai neamaa? Em que nos ib fundar a r-
z.io do privilegia '.' Em i i I menoa na utilidad* pu-
blica, menos mi inlere'se da disciplina. (Apoiadot.)
O Sr. Villela Tai irea : Ha ponido com a pena
de merlo como os Idado ue liuha. Nlo da difle-
reaca,
O Sr. Cru/. Hachado :tpoiado ; ne*H caio nao
lia coiliala, ha liro.
'i sr. Cunha Kigueiredo :M levera' ser puni-
do com pena diver-a, nAo lie as-im '.'...
t) Sr. C'Ut Maclialo :au ; uein se quer ialo.
U Sr. Cunha Figueiredo :Pola bem, e por uso
digo que quando o gurda nacional comineller qaal-
quer delicio militar, eslaod.....corporado ao aaercilo,
deve ser punido com ai mer :n i- pcuas que o aol la la
de l.uli.i.
U Sr. V Hela lavares : ^uanto aos culros crimes
e-la' em perfeila i.'u lad- ua pena, ineuoa a respei-
lo de castigos eorporaee.
O Sr. (jioiis Figneiredo Il nislo neano que
aclio u.ni Infraccaode loda as regrai lo irei
nal; porquanto ei i gn qoe o gnardi na-
cional lio chainndo por ama especie 113 racrul'i
para (azor parla do oxarcllo. 1 iar sujeil a
'8 i ''; d i, daqualle 1 ijeilo "
soldado Je li"ia- ga j 1 i,... '_r a repetir u que
ja dis-->.
>r. prealdeule, ha m.iiscol 11 im i-eii!ar-'c ,.
gaarda nacional do aervi>;o millar, di qi
feranc 1 enlr< lo no aervi{o de goerra,
ii" 11 ;n prop le inilili r.
(l Sr. Villela l'iv 'ir- : Pela c Ulule 1 lo loa
r -,..i obi ig -dos, (, >gai am .ir-
mii pan a ;. ura do n-
pario. quii 1.1 1 a guardarda naci 1 I.
o Sr. Cunha Figueiredo :Esta lie o principio
termina que quando 1 guarda nacional hereonidalg r '.que noconlrg naa 1 alvo doaargomm-
a' roiiui-M'.i .1. prefeil < ou tob-prefaito, fiel tojeita be oulro ; be nais lgico di-pentar oaj
a's or leus de maire ; e elilao presta o servido uro- cional do iervic.0 de guerra ou militar, do que f ./.cr
priimente di goarda nieonal ua municipio, ele. ; dillere n enlre ella > o en 1 ; i ra
mas, lodaa ai vezat qoa ha chanada para fazer ser-1 ra se esiiuguii ni rporaes ni guarda na- o nerito do Sr. CaiuaH
li lili !
O legando carcter aeeoindi : i o procesan lia ,
ao, deaempri aiariota 1 j0 pn\,
Alboquerqae S irnento.
Kilo Sr. morrea lia pnaco lempo, e nanea foi cri
mu"-: 10 contrario estove aerapre al tua morlel
lesla a viee-ptesidencia, Foi depoia daqoeila m 11
iiro.a arguirflo condecorado pelo governo com o ni
d li li l.o cavapeiro, e de oulra \ ./ com a eomnen-
dadeChrislol Sepoia era inirehisli, porque u.,
punirain-iio, durante esse longo esp jo de su vida
han 11-, ?
O lerceiro ciddSo aecusadn fo o Sr. Franeiico
Fraderiro da Rocha Vieira, Elle t perdn o com-
inandi sup rior da Al daia quando s inud.iu para
Sao Sligoal, sendo depuis U1--0 coudecurado ci m
du.is ordena.
O quarto, he o Sr. Mano I Uarle Forroira Forro
1 .da lije be o comiii,luanla superior da comarca
das Alam'111. c. uipi-lieii.ii'iido aquella a Allala de
seu precedente irnio; I 1 depon do libollo fame-
" do iuado Caotano ilveslre condecorado cuino
offioialalo da Kusa !
O q inio caracirr tceutado, he o Sr. 1. areno (',.
de A. M iranhlo, eunhado d S Ctiuau
Este propriotario lem reeebido 1 ^ ivei u 1 1 oh
deqoella invectiva a e !:; ponco u barn 1I0 da Atalai 1, -indo o primairo
titular creado ua pi ivinci .
I>ah: r.-ma a ogerisi doa archivistas da ppela
valhoa! Contliangim-M da 1 va p que nao poden
-er de os (ue illea o fo;-
tem. I'i nliam pach
Focan poi m : 1 1 llics ir is rn ios.
1. lu ni to ni- pan niei do Sr. Sininbii he i-to o qae
aa lem dado al boje. Oanlo porem ao- mor!.-, o
. I l '.-reir nudo vive o o Sr. I'arisl t.-1), 1 I
icualinente vive...Qaen nao vive paren, a.....lia
da ltenla cldadSoa, cutre os quaes.muiloa proprie-
i.ni. iiotaveia, que a oligarchia vielinou por nejo
d 1 sequilodos infames monsl E-ae foi o
-ou, e nlo a illusuria tedelo, so
axlsl me 00 cerebro ; nn.... E'a infelii qmi <-.-r
senador, r cu, Alasoin-i o preleiio. Quu anniquillar
vico nilitar, fice i'a ordena da aatoridada militar, e I cional, tanbtm ha i conceier ai
aajtita tnUiranente a'disciplina nililar: a lei diz ol tmlagem ha ipoitd rque, n.te
: a logo que ns eorpoa destacados da guarda a '"" |fa, (;'..' :. lo ma di qai fallo, cu
niini! foron orgsuitadoa, sarao submellidu- a* I n3o disliogo u a Idado i gi nacional a o 1
disciplina nililar. lomeuto -u|.roin> nao .11 tiligo-
Mai, flit o nobre dopnli lo : a guarda nacional em i "s tonao no valor, n 1 htroi no ; 111 indisciplina, na
Tranca nSo etta1 tojeita a' ehibali; tenhorea, a eobardia, an es nivelo completamente, sao ci
a [ rovmci 1
doulriua he, que des le qoe a coarda nacional entra
ervir > pro na-i ente militar, fazendo p riada
igiialniculo nfelizes
i.ulnie:ilc cu
>-
-
piritu da ferrenln auilandade. nen pala f.lla de es- ettrcito.'liea sojeita a'niesni penalidad!: nio co-
lima a orna corpuracao que, quando muilos lilu'.o*
nao tivesse de rccouimsiidacao, ba*lana lemhrar os
servidos relevantes qoe ella lem prestado i causa da
ordem em diversas areonMlanciat, como liei les-
lemuiiba 10, para qoo eu llie rende.-e, como
Ihe rendo, a maiur cousiderac,ao, c inesmo o 1:1..:-
miini 1 reconbecimanto.
Alas, dei um val negativo a medida. Si. proal-
denle, levado por urna daquellas razoes que subor-
diuam a vontade anda a mai- benfica o eobdeaean-
daote ao bem real d > paiz. (A pondos.)
Enteudi, Sr. presidenle, que urna medida de le
ordem nao devia patear de enluviada, em occasilo
qoe considero mu praoooc ; j.i porque nao temos
uina forrea publica regulariiieule oruanisada, e }a
porque nao podemos por ora prescm iir do sarvit;o
nnlilT da guarda nacional em circuinstanciaseitra-
orlin trias. Bolle eu craio que o artigo addilivo nao
pode deiiar de ser tnennveuiente.
(Jua nao temos uma forr;a rc^uiarmetite organisa-
da, cteio qae ninsuem podar negar, porque u.'.o
cliaiiHre forca publica bem ron-nlui la um eiorcllo'
tal como o nusso, apenas formado por raeio de utu
racriilamenlo accelerado, iattaotanoe, e sem o con-
curso de ludas aquellas condicoes previas c perm -
uentes qae me psrecem essenciae-, quando se traa
de um olqeeto tu grave como be a sigmaiuja publi-
ca. (Apoiados.)
Todos aabem que eonalilnir e organisar a forca pu-
blica, nao he tmenlo apanhar liomeos para for-
mar balalbes mais ou manos forles : be sabreludo
uecessario conlieaer a fundo |jd<,s as necessijad.s do
Estado p?ra calcularle bem o como, at onde, e so-
bre quam deve recibir o trbulo que se chame de
angas.
Para reronhecer o peto e valor do laas necessida
des, Sr. presdeme, he iodispensavel eslodar a civi-
lisac.;*o, os recorsos, os haliilos, a ndole, o genio
ni popularao, soa paeifao gaograpMea, o final-
mente os meios de compressao e repress 10, que por
ventura coiirciilu inanler-oe em qualquer cuujuiiC-
tura.
Ho exame ^profundado de todas estas eiroant-
laucias he que podemos colher oa dados inaispeusa-
veit para bem se poder determinar 1..10 su a allnale
da f* rea publica, como a nalureza de sua impurlau-
cia, quer em roiagSe ao seu pes^aai e diaeiplina,
quer em raiesjba ao seu Oeslino na tocitdade. (A-
poiadoi.)
I-mqoanlo nao postoirmot todos estes dados esta-
tislicos, emquanio na presenra oelles nAi eoofeceic
liarmos un cdigo militar, he inpottivel nue lenlia-
mos rima fon; 1 bem oruamsada ; e dire mesmo, be
impossivel que lenlomoa urna 10a lii de reerala-
nenio, porque essa lei tein ulna intima re.. \m cun
a corsliluii;io, ou oruan'-acao do etercilu e com o
eodmo militar. Maa porque '.' Parque o recrulameii-
lo lie apenas o meio pala preeneber as columna, do
cierrito, he anda um dos meios para a arganiaa(8u
du eiercito ; e a cmara sabe que a naturias ou ei-
tens.'o nos meiut he determinada pela nalureza ou
eilerisao dos. filis.
A--un, enlcs de saber.se qual a forra de qoe ne-
ees-na a servico publico ; aulas da deiinir-se o en-
te soldado, o ente exerciio ; aatoa de se acharan)
bem .issentidas e reguladas as ras prarogativaa, e-
suas vantagens, os seus sacrificios, o seu mudo de
existir em lim : o que s se poder cou de uto cdigo nililar, nao podemos regularineuie
saber, nein a quein llevemos chamer para as filliria
do exercitu, nem o modo por que o devemos fazer ;
bem corno nao podereiuus determinar quaes us jue
devem t'car isenlus do servico militar, sem delri-
ment > da segur?ora e tranqmllidade poltica. He
uma verdade qoe a materia rarrulavel lurua-ia mais
oa menos relucanle conforroa lie mais ou menos
alracliva, lisouseira. ou repulsiva a torle que Ihe
aguarda ; abra-sa carrea vantajot* ao soldado, que
u quadro 1I0 exercilo sera farlmente preeucluju, e
a suarda nacional nao sera chamado ao servico mi-
litar.
le-ulta pois do que tenbo dito, que a dilliroidade
de constituir e organisar bem a forre publica de-
baile dos auspicios de om cdigo militar, explica
bastante a razia per que anda uso temos urna le de
recruUmtnto, e porque nos adiamos na infancia
militar, de qoe 13o cedu nao poderemos sabir, seuao
:i cosa de muilo patriotismo.
Nem lie islo, Sr. presidenle, pura admirar, quan-
dn vemos nacocs moito miia adianlariaa do que a
nossa, lutando com as mesmas d:fiiculdades con que
luamos.
A Franca, qoe todos consideram o modelo de or-
ganis.ic.1o militar, inda em 18*0 naa tinba um c-
digo inililar ; o que prova muilo bem a dilliculdade
da materia, mesmo quando tratada por estadistas
provectos.
A e,ie espeito lembra'ei cmara o que disse om
du- ministros da tranca, u general Trezel, respon-
deiido a 0111 meinbro do parlamento que arga ao
governu pela falta, ou pela demora do projeelo de
um cdigo militar.
O Sr. Villela lavares:Na Franje nn ha caali-
got de anc das.
O Sr. Cunha Figoeirado :Ha casli^us corporaes.
que he do que trataremos mais lino....
O Sr. VillelaTavatea :I\ao ten applicarau o ar-
gumento.
OSr. Conlia Figueiredo :Ea o moslrarei.... Co.
mu ia dizendo, enlerprllado o ministro franrez poi
MN membro do pajlairienlo, respoudeu-lhe : aBon
sab>is qot- o cdigo militar lem Ido ha mullos armes
o objeclo de continua altencia da parle do ninillro
da yuerra : cada anuo tem-se etamibado un I
delle : e vos sabis que lem sido submellido mulla
vezes cmara. A cmara dot pares fz algumas
ubservaces sobre o ultimo pn jacto : elle lan li o
estudadu de novo por diferentes ministros da guer-
ra qoe se lem succadido al boje. Hepois de novea
trabalhos o projeelo foi de nevo lobmellido ao con-
sellio de altado, que nao presentan anda o seu tra-
balho para ser submellido as cmaras, sndo cerlo
que at boje linda nao se lem clugado a um accordo
final.
Islo pelo sue respaila ao cdigo militar ; pelo que
perteoee i lei do recrutamanlo,,rnenle cm Ifsili foi
qoe se apre-eularam no parlamento trance/ algui.s
prnjectos bem elaborados, nao s por commisse- Ho-
rneada pelo goveruo, como Saludas do seio do corno
legislativo. '
Ora, eo creio qoe nao querereinos ler a premmp-
c,3o de lanrarinos a barra adianle da Bacja franceza
ni meterla de orgeuisayao militar. E se, pois, au
temos,lodos os dados estatistieus para pdennos der-
ramar convenientemente n tributo de sangue ; se
nao temos uma codificarlo militar, se nao temos le
do recrulamente, se nao temos organisar;ao regular
da forra publica, se nao pdeteos anda dispensar o
servico da guarda nacional em circumstanctas ex-
traordinarias, como puderemot desde ja e sem ma-
dnro exame adoptar uma medida que vai sentar a
guarda nacional dos castigos corporaes ?
Uesde que uao podemos dispensar a guarda na-
cional do tendea militar, eutendo que a medida que
se arepa fce perigma.
O Sr. Villela lavares:Ue conseqoencia que oto
esta nos principios qae V. Exc. eslabelece.
O Sr. t-unhaMiBu.irerto : I'uit qual he o ca-o,
pergunlare ao nohre d.pul-,do que me d.i o aparte
qual he o caso em que a CUHti> nacional se ada'
aujeila a eastigoa
Iro no eiane deesa peualidade; mas se ella be a
chbala, o que se pe le eonclu r ao que u/ o aobra
dapulado ba qae 1 penalida le donotto rogalamenlo
nililar deve ter modificada: nem ne opponhoa
lato nene nenento..,,
t> Sr. Villela lavares :[alo be tnphiem,
li Sr. Cunha Figoeirado :N:1o ; be argumentar.
cn lo esta gru 1, cipictdade tez della o segundo le-
nasc lo am seu saio, e ueste acto raeonbeceu
1 sua dignid ni.-.
(Juan lu u aranitl d npretivel '-e foi publicado no
Brasil,s (i pao neo foi chanada a responetb-
li 1 de, couhecidu le sai aleivosia e i: rdoado o te-
laelor pela geutra lo Sr. Cantanjao,
coufessara o roesni, Sr, redad .( (|ue amia hoja em -
me ile criinlt-. c devem ser Igualm^nle pum loe.' le > corla, e proven os documenl .. abano trans-
Eatou paranlo nait :,.-i -t. a vola* para que a
guarda nacional fique iseuta doserviju de goerri,
c f 1;, d -hn cf o ei li 9 all a 1 forca d->
ii'dii, emquantoaseoussi rn nictren na 1
em que se achn.
uililTereiil^
eu ceja
Seubores. nao lie porqai
dr de in-i. lenolhanlae, .1
e: 11,l, ,.,"in : : is n ate i 1 "i ni 1 tu encaro aenao a
cripto I
Consulto puis o archivista o tal re tactor e elle se-
ra o prtmeiro a Cnnfesar qoo f >i tlludido. i.lue de-
potilou ple 1 no dizar de um prndenle,
que brutilmente U triliio, e que em paga, li.'ou ve-
gelando o resto de seus diat nos ba .1 relacio,
di'ir d'e um guarda na- '*no P,"i do quem ae tornira naapaz do lugar
na com o abua mas c m o principio de que quan- j ir la soi lededa iuteira, que he mais aliendivel.
do a gaarda nacional asUver unida ao exercilo fa- [ S.nhoree, no reverto do quadro onde ss piula al
zendo servico militar lave estar so|eila ao regula- | aluiccao do 1IH1 lo detcol ro llllicejlu 11 lOCiedade:
menlo militar; consagre oo na eonaagre a pena di ,1 iudiwipliua aprsenla corea mais borrn
ehlbatl ; roas o nobra deputado s-ne parfeitamenlc
que a cbiliata nSfl lia tan pena que oslejl consigno-
^.\ no regulatoiiIii militar,...
O Sr. Villela Tevarea : E V. Exc. nao 6abe' qoe
O soldado leva chibal lal .'
1' Sr. Cimba Ft oeire la Sopponhamoi que as-
sim acontece; mas o nobre depalada mj me ig-
n ir-.r qoe o castigo dat chbalas substituto ao das
pranchadas, que tem d vida alguma lie mullo n.ai
re's mais 1.1 rori
que o castigo de uiu soldado cobarde cu rebelde;
a jirna be excatiive, seja mitgala em favor
de todos ; ese nao ne, enlflo (lvenlo- atender bem
rue luios 01 Baerilicloa foiloa para oblsr-se os Iro-
phoos e ot lourot da vietoril sao uiui prefenveis a'
fromidaa qa caut tu ai calailrophea de umadei-
rola vergcuhota o anniquilladora. (Apoiadof,
Portanto, te para neniar as fileiraa do asarcito no
son p .-o de honra noeesailamoa de ledo o rrgor do
rigoroso oo que o di ch bala, vndo que ai praurha-1 rgulamento militar, nao tojuemos uell-, ao'nienot
s militas vezes uu quesi sempre prodozam a mor-1 enquanto 11.10 dornoa urna nutra organlsacjla .i" tor-
ca publica, l'or ora mi c nnparlillio as ida 11 do o-
la. Mes a que vem esta qoesia, aeuhoret, quando
nem 110 regQlinania nilitar, iiem na lei da guarda
nacional se fila de chbala? Isso de chbala na
guarda nacional foi mili jnrrepacju estratgica nos
LanpsM paiaadoi....
liSr. VlUell lavare-i Tenho o przsr lie dizer
a V. Eze. que tcnrio visto soldados rhibilidoe.
U Sr. Cunta Kigueiredo : Eu nu queru arg'j-
mcutar com ibniaa ; raprova-oa sempre, e driles nuu
ca lu leslemutdia, e lidies nunca consenurei.
O ar. Viltela lavara : lie um abuso que se lan
dado con-laulemeiite un pail.
OSr. Caoba Figeiredo:Tem-se dito que o.
eastigoa eorperaaa >!<> contrario a' conililuic,ao, por
serem peo:,, Infanaolaa...
11 Sr. Villela lavares:Apoiada.
U Sr. (.lidia Figai irado : () nobre deputado en-
gaaa-ee. A eanetil iifio nao falla da penas infmen-
les, mas ne castigos crueis e tlagellanles, como ns u-
COOlaa, as torturas, a 01 irea de ferro quenle, e outras
penas crueis.com que amigamente o eapinlo ce lyran
uia se esore;.i\.i erntoru ir a unirle mais dolto-.>-i mata
insulten. I ; foram ettas penas que a consliluicm
qoi/. qaalificar cana la llgaat de ligorarem uu turneo
cdigo criminal, encarandb-at, alo pelo lado Ja in-
famia, 1..... pete da cruoldade, pelo da barbarid
poique sabemos tolos nos que pena iulamaule he
lambem a pena de marte, o Iralialbo loicaile, a de-
portacau, o banimentu, a degradadlo, e todava alo
dniutda noi codigoa das iiaes livres. (Apoia-
dot. )
Vozee : He verdade.
O Sr. Alenndre de Siqueira : O caso he que o
cdigo crirniual qu.'.iiiio man la dar acuates nos e-cra-
vo- nao permita nue se Ibes a mais de 3(1 por du :
e entretanto loe Beldado* s,. ,j tantas chibalsda
quaolaaos comnau 1 mi ordenan. ( Apuia tus. )
OSr. Cunha Figoeirado :He uuira qaaalao ;
creio qoe as penal 10 pancadas ba lamben aaua
graoi. Ten-te allegada Sr. presidente, o privilegio
los c.dte, le luiii 1 palo dshi se deduzr o argumeu I
lo da que, li,-..,. como o. carteles da MOsClo e-la "^ -'";'"'s 9tthM
bre ministro d:t guerra inte mu quando enlende que
a medida do addilivo am nada enfraquec-ra' a dis-
ciplina, a que em lodo ocaso ugiverno podera'
neniar a Iranqallniaie publica. Creio que S. Ese.
deixou-seum punco aedoiir lelas lendencias da seu
c iracTiu ; o que sam duvi 'a sera' devido a' alnoi
phera benigna e branda em que elle subi a' cpula
do poder ; pode acootecer ip:ia an eireanslaoalaa
mais criticas S. Ele. reeonheca i'ie a medida he
perlgoaa, nlo eendo acompauliada da minias outras
que o addilivo nao t111n.11.
O que quero dizer lie, Sr. presideuto, que compre
primeiranenlaoraaninr bem a forra publica de uu.'
necessitanos, traannos ue Ihe dar consistencia p r
maiu de um coJigo militar, de uma boa lei de recru-
laineolo. 1 ui.laim, s de realringr a qualilicacau da
e 1:1 imfenii 1 da paf I 1!
soa- notaveia
i: i-l.i crame t u.n
la Vtr-I .
pavo, e de alga 1
: re- .0 revoll :r.;e fei-
l!e ben sabido, qj. eu nslada ananno depolt
oe tonel pos.e da rr.guez.ia, vlvi elli en h
, de, cono lanben a elatee a que perlenoe ; pornoan-1 porque.... pois bem, irnflo. nade Ss
iqiu usan, efecto, di Bihia H la qnara nao qaar :,s re.erv, ,,' ,- aro ,. raiva imasta co Ir. nim, eerle de n
inc.mra.ll., o gov.rao inpwi.l c.ndec Inccoe. nn Imenle inpn.Ua a qaam convive no aad......- da. lra.po.li, rtorqw "mS verd2
circulo d. h; deve semelhanlemente pro clirulio, 1 aicerdote sei aolTrer, e pard .1 ios qoe
curar morada p ira -i e-ui c "'., *n':: 1 111 eonprehen- me iuioriam, e at m--mo f./er todo o b-ui p .'.'-
-iidi'-a circulo, que lalvaz Ihe pareja de ferro ; vel a'todo, qoe me perseguem, e ealunniarn coin-
m.is qae no antretanlo pira 11 almas eacolhida he prindo detl'eite e prereilo do nono Divino Metra
replalo por modo divorao. Uil S. S. qos desde .pa lonei pone da
lie por mrr.i cur isidde.H ignorancia dos Ipoiaean 1, que um desuzodo aliii be.u orn inri...
moamo ooulra civlli.a{io d eioi di milicia naval, pergunta-no, elgo.m '
ae un .fDelal d. marinha, de guarda nirlnha para
cima, pode ampregar nn grnela en terrino que,
altiipataando t 1 lea 1 qae 13o aojeilos 01
caioar,ida-de o'licae-, ehegn a degnda-lo 1
propruM alhoa 1 bs eziatlnoe ma mnm 1 ndi-
ret de ignorancia 1 reapalta deesa naleria, conee- e paz ioalleravel ron iodo., e .
qoentenente nlo podeno. llst.zar a pergunla; prei o an enho Moatevidoa, foi qoaoSr. Jo-
quem piren e-tiver lisbilili lo pan lato c o qaeira Frineiieo, de q iem n5" r cebi o menor obsequio 11
lazer, aanuncie para ser procurado no sent t o e-- ninh 1 tinga a, e com qu m lenpre nutr r
clarecinonlo lo'lcilado por era eorloaidade. lepiron-.. de uma, e uatou de prannneiar-M p
Compunliio Pernambucana. Parti boolem lodo naa advera, oque >e eerta noilo dep|rei
para .M cei ovapuraVlgil.nl, que, eme .....- nao por ser n Sr. Jos Franci-ea, pe>ao. daa m 1-
quencia doestidu en que icha-ae o I uiraaao foi sai-mes d. lugar, om diz o Rvl., mitsm por-
(retad 1 para empeitar se na liuha do sul da cumpa- qae sempre l.-imi 1 tolre niaeir. a perd. d- quias
uhii |* rasiabocana de vaporascotloiroe, anqamto14uar relele.Maiae- ; porq anta ap e,io-as noit.
o referido lc o pr>eie!o indeclinavel, fundamrule eslud) us meios de tivor bem na loce-
tl//c/ias pAyttcau, N'uin de-sea ultimo.dial dale,
deram se para as bandas di Pasalgen da llagdalana
algana. pancadas n'um individuo que es.a > ebrio,
"que ronsequeiitemeiite devera ser desculpa to d,
alguma torta pelo seu cuiupaiiheiro. Coul.i-no
li-o a espera anda, eomo S. S. prometle, certo de
que a nada mais darei resposla, porque leobo olri-
1 canprir, e -e ur disperdicaudo o lempo
ion friv.dilades, cabirei em fallat.
Continua S. S.. lin, cuuliuue a irrogar-me MM
cal .mu e ignominias, quersesbera' pur sem du
vdade Heos e do mundo sensato o devido julia-
mentu.
l'..-la-me agora dizer a S. S. que nao o lico odi-
ando por isla, porque a quem me detesta nao deten-
to, a quen me olanle na., olfando, quem me per-
sega, u.la persigo, a lodo uto U le Dios; purq'ie cipero e quer ter pur elle pr-
luadu, fien u qae jamis o seria.
Dignem-s*, Srs. relactorer, intarir as c ilumi >
le san bem li lo aceito aUiario e-tas toscas Indi u,
peto qoe noilo Ibea agradecer' o seu eoiislanle I. -
lor o atalgnanle,
O vtgario I- irmino Jas de Figueiredo.
Ileoe le.n inimigoi, como n3o lerei eu, S. S e
nn- ton,,-, in.-eros (echadores j
He verdade lenho nimigot, todos, porm, gralui-
; purqu- a' ueiiii .. de algn qua ronaitero
que islo ticou em familia a i:.; peltoa ou dominio loe-, lenhu feito a nanof ullensa, o appellu liara o
da autoridad*. ines.no Itvd.. a quem ueio d. leve uHeiiti, como
O Punlano. S bando ilgana imanlet o bem 1 beS. S.
: efro lj rico que dev. ettrear r......- Porilanoa Ea ri vera indicar a i publico
tibia italiana, que ora asta' de posse do miso moln ; roa H ~
' ,hel ; o leudo podida liontin p r al aira mi 111 : n eom i de-de
neio-dia coiis "ni om ezeinpl.r do librello dessa cipio
petja, mandaran na 1 ..;-..-: vertido na i gua he 1 n.rsavero em initli-
vernaeala', aic npmhad do lezlo italiano, ifin de la; apezar da ..
propon: n itanii a iutelllgoneia da ope- nihil ctt occull m qool non scietnr, u
r e eonieqoentemenle apreeiafao cmplela di Ion, quod naa revelal larpor 1110 qoa logo ee
he teita na lypograplua aea- aabera*.
demica 1.. aenhore. Miranda \ Vatcoucallot, que O talo, q i na .tira e Rvd. 1* fu Sr. J
.....' .....>i o hlo uvidado lodoi es es- Fr. nei eo, e di minha freguezi una por n
torcas ameioa livei. Ueot Qcou ae la da ana 1 lamidide, qna Iba
ti vapor braiileiro iCamiragibe*, sabidos para va iranineute.e 1 qoeS. S. chimaicephalae. 1 o
tul, condono na passageiroi : Manoel qoo falsa, .malignamente figarando-me auaenle 1
Jo..(-...calves Braga Jouiai e I escr.vo, Feliz- descoidoso della, ha qo. he por sem dovida xalo
mina Uezerra de Meneiea, Amonio da Kochi Wan- ph rlaalco, e nao o zelo, qoet.nho lid' e hei de
derley. yieeMle de Paula Sanie, Fri.cieo Lino, ler,.. Oeot qouer, an fizar detappiraear de mi-
Miguel Lino, Manoel (,..me- de Pinho, tote Pareira nhi paroehia a niaaravel crroplella, qoe infeliz-
il. Silva. Flix de Amor.in l.im.i, laqu:m l.o.z mente le ilitrodozira nelli lempo, immorn
Viran., Domingo. Ribeirod. Cunha Oiiveira. Joilo i*'contri diK.plina .clasi.niea, i. contri a-Sa
LaocadioVi. I Tavare-Cordeiro, Maino.1 moral, raza porque lambem paira aobre
Antonio da silva Jnior, mijoi Lauranlino Joto de, odio naoda ludo, us meus pirochianacomoin-
Miranda. ...... I veniaS. S.. naa rada povoa-
Hotptlaldecandad (11 deag 'Ipojoea, o-.jo.hal laii igua-. aoidus
Ai-iiam -.;> Dmense 3U mulberea Halados pele habilanles da Pinlpole, wbre aqoalchavara rogo do
earidade, I.: .om.:..- a ID mnlheres qae pagaiu a ca- ce... cmo referen a- aagradaa letras,
sa, e 3 pracaa do curpu de polica.Total t.7.
MortaUiadedu da l- c agosto.
de honra que II. lora eoufiado.
Heixu le iralar .ia mora do teneole-coronel Lu-
ciano, parque atlriboiuda elle i um seu luimigo e--
pecial, c I. iveu lo esta -. lo aecuaado o apenado pelu
lory nlo .ode culpabilidad. aflecUr a pesioa. la-
bra quem a jaiticl nn. traluu, nem a. provea se re-
ler'rai.i a humeua cslranhos, uu que nao foran coo-
Vii'los nem de 1 ni i imi licidade >o mi
Sobre este decanta lo pl .110 de aaMIlinilo, a pro va
p-t.i no que dina um prelo g.nhador; o .lepo q ial
embu-le noiaapeUa-11 que o tal Kainuudo con-
munica-se con oa '.' chae.Se provas desee quilate
poden eatabelecar a certeza de una revolar o em
que leeuvolvem glandes proprietarioa, e funscl.na-
rnis ae pnmeira ordem da provincia, digd-u quem a>
.v ilia en calna.
11 que l,e c.rlu he que o lal Raimundo em vez de
matar uma das victimas projecladaa foi quem suc-
eurabio, ao sabir de un. engento, qnando ua qoali-
le major da guarda nacional das Alo- a-, m-
nlia reauir-se em dslrza >ta presidencia du Sr. Soa-
sa Franco !
testa responder ao que de novo argue o Miliario
dat Alagoa,. quando se atreve a inculcar que Sr.
-I >< Mu 1 di Cosli Maia, braneo, catado, 33 aonos;
fel.re cerebral.
Francolina, branca,:! mezei: h>,iropeia.
At'ttua, branca, i nazca; eouvulri
Joao Francisco olont.iro, pudo aoltciro, 32 auoot;
pnlilioo.
Vtceu'.e, prelo, S anuos ;|beiigat.
Al uiiHinhaa.
GHR0N1C4JG01GIABI4.
TBIBVKAI. HO COJKMSCIO.
SESSAO" CONTEN'CIOSA BU 1^ DE ACOST
UE I88.
bario de Alalaii fez conpri ttmulada do eng.nlio S. desimbiiga lor liuerra.
Presidencia do Exm. Sr.detembargador
Souza.
litcrrlarin, |)r. Aprigio 1 mimarais.)
Estivaram preseulet todos os membro. do tri-
bunal, ful aberla .. |. costuine.
Distribui
No huuve.
Diligencia.
Appellaule-, D. Francisca da Concei. ao l'es de
Mello ;
Appellado, Antonio liarnbn l'aes Uarreto.
Foi con v>ta ao Hr. ruiador geral.
Pastagem.
Appellitite, Manuel Jo-.- lionjalvet Braga ;
Appolladoa, Jote i. icisc llil-m o oulro..
Uu Sr. deaembargador Silva Guiarle! ao Sr.
te o Kvd. em fazer grande injari 1 a verdade,
quinde dit 1 liemetto qu. fo a
ala imparcial, qu. parecesae, aalirnavaa.se
'''' qg ilro u cinc 1 pr pri larl ia
' 1 dihacendo ou fazendo alo runhecerem,
relaci. ..
Porve tara, um oa oulro i| jeseronsli-
Inlri iu.u gratuita Imm bo, 1 ii| h, r.iz
.1 vistosa, e importante t Entidad
cae- com qaam lenho relacGea ?
Ora. irmin, arte de descom or, e alaaealbir re-
pat.soaa ilhoiu, he naia luhlil; len ra regraa
Hadada, en tqielles qua
a querein profesar, com S S., e nao deven .er
!: degprezi aa p recta w.\ 15o ia pn
.initc. e con c; oita o tenelbinla ; parque len de
'' o-eu -ublim- discursos que
|aiz 1 ficirSa fizend 1.- Iioneos eon.it apreciado-
res da vedad. leelari. s do josto e I.....esta ?
Os digno, parochianos da 1 .nezia.que a
refuten sppello para o seu bem aeiiio, e alta
lade : ellas, que digan, se me o lean., se me
detestan ; se eu Ib- sirvo de petado lenho, cuno
faltamente i'eiprine s. S., altes qoe digan, se
to-qmei alguna de nlnba ovolhn ; te a'aaele,
ourelard.i qualquer funrr.'io do meo ministerio
eiigeneia, lezpeclaliva de um lucro -or.lidn tai
1 en nlo, o qae se qaer du; te ja'executei
IB, por nao ma querer pagar, ou dar es-
les.es ; e finalmente se s,' tenbo recebido penbores
por falla de dtoheiro.
Olferecida ao Hlm. Sr. alferes Bcnjamin
Vir.iei Dutra.
Seis annus conlava apenas
A gentil, chara Uiobelina,
Quiz o Senlior, quo ella l'ose
Ja crealura Divina.
Nao poilem vsler esforgos
Da liuraana medicina ;
Quan lo Dos para seu arijo
Djslmara esta menina.
Tamanlia vivacidad,
r estilaos tal progresso
Ji 110 c6ro dos anjmhos
injicavam seu nresso.
Ao ve-h brad3o contentes !
Seobor, he nossa Umbehtia !
De seus pas enxogae o praiiio
A' gloria, de que ella he dina.
!1 icife \i eie agosto de 1858.
Li, tu dias, uma etijoativ algaravia,
dirig ta d'aqui para o Diario das Alagos, i
transcripta, com o peior gosto, no Jornal da
llaliia de do correnle, aa qual seu autor,
uotoriamr-tite acadmico da facuMade ded-
reiloe natural Jaqueiia provincia, pretenuo
adiar odio honesta administragao, ques-
cabou do fazer r,a Babia o Sr. Sinimbu', e
orgulho dos Bahianos na falta de convite a
para o baile do da 2 de julho o
cuchi tal presumpeo he nimiamente injus-
ta, devo declarar agora, qua passou o da du
acintoso baile dos h,-s. acadmicos Alagoa-
nos.que proposito i.noliouve nessa falla.e siui
mero esqaecimeoto causado pelas poucas
relacoes com Ss. Ss. e ^ua quasi impercepti-
bilidade entraos acadmicos da faculdade :
e nem quercro ss Ss ser os nicos capazes
le olIe-nJer o orgulho, sendo convidados,
quan 10 de tulas as mais provincias o foro.
Us termos vil e iofame. voltain intactos.
Um Babiano.
Cicla.10 ; a .eu maoo o tizo .a du engenha Orteaa,
d 1 fu a la 11. Felicia. I-:., ai 1 m retpotla ilguna
Be ni 1 .1 lace dai eieripturaa respectivas. Vejan
qualquer inlerawado calunnia or e.-sts titulut notl
carinos e por ellos te coiivencam das eiagaradae
qu iliai de- vala tontos que nn cualou, e l: a 11
Conloa de OUI10 ; sen lo que tiles mo leen) benifei-
tonas que vall:..o a menos mu emito de ruis, pela
imita**
guarda nnei.nal alim de tirar inaior uargem ao re- seral detenorajj en que ae a han; ii an.l.. os con-
crniaiiienlo ; tacao, ludo liso para ouliio poder moa P'aaoiea a....:. na obrigac.au de 111 lenninren a 00-
meltiurar a soile da guarda nacional. Ha. ante, de itroa h.rdeiro do rlelas la Mas quotaa, alen do
l.ies provideaciaa, me parece que a medida he M_ PreS, onvoncionado cuno herdeiro principal.
tempornea, e ueste pemamenlu sou obr gado a vo-
tar pala lupreieao do artigo ad.liiivu, e s nao j.as-
tar a aupprenlo, volaroi peta separa^Ao dona artigo
da lei (). rn.ac.lo de furris, poi qu< ao menos a ma-
laria poder.,' ser naia bem considerada.
O !r. C".ro7. machado :Importa a noria da dea.
O Sr. Cunta Figueiredo ;>o ba rallo 1 ara te
nlo e',erar qua o c.>rpu legislativo trate de adoptar
tjd.is aquellas medidas une considero iudilpeuaaveie "''"'"' '" Mn arago.
(I Sr. bario de Alalaia 1:1 muilo que s un reti-
rado da poltica Oa provincia, limilaudo-te a bem
eoutiderar km anigoe, a a neniar par. con lie.
relacoes particuliref, nllendendo e ennprndo o de-
ver .le migo, nlo M pan con os rieos como lain-
Ii3:n para ion a pobres ; nlo entra pois em seus
calcoioa a inten^ao depravada de periegnir os habi-
lanlea >.i por maio da arreniglo C> patri-
antes de eiiliannoa em uma vt.i de re ima 111. is
ticn 'iiQ.litada acerca da poualiuade da guarda na-
cional, e mastnu do exe'cit... Tetilla concluido.
[Moito ben.)
laanloa doa eiMigo. eorp iraes tainhetu o deven estar
.s pracaa da goarda nacional.
Sr. presdeme, este atguninlo creio que nao pana
da um S(.|.ln..nia, parque desda que nao lia
idenlidade 110- ubcelos f .> s comparados, o irgn-
meut. te nlo lem forca. (Juando M dii
queoe-edele nao e-li ujeilu a'ca.tiuus corporiet,
quer-se a I. o.. .er ,. jerareni. do eiercito, que moilo
c inven mauler em laver mesmo da dhciptina, Si-
be-se noilo bem que u cadete he um aol lado quali-
ficado, que jura biudolrii nodunte certas hiblliti-
eet que o tornan un iiedulanienie accessivel ao
poato de oCleill ; e be por isso que go7a de eorloa
pnvilecios qoe nao he oeeaiilo de rti.cutir, i'ambem
os a.imenio, e os alferes, e uolrus mo estn s. jeito,
aos c.tliaos corporaes, tozam lambem dr,e privile-
uio por amor da disciplina. .Mas no se trata ,le fa-
zer eempar.flo entra o cidele, o alfares, o argento
e o soldado simples ; niio ta trata ile comparar en-
tidades .lesiimaes, mas entidadei igu.es, i,to ne, pro
cara-se encmiuar se um toldado da cuardff nacional
deve ter ponido com pinas corporaes, tanneonoo
be o soldado o. pnmeir.i llnba, eis a qucslaV. Se se
traluaae de comparar um cadete da guarda nacional
com un caale de pnmeira lluha, entilo o limite
podara proceder ; mas nao procede o argumento de
compararlo deid. que a, anudada, sao oiveises.
O Sr. Villela 'lavares : !la soldados da guarda
nacional que eslilo juslam.nle as me>mas eoodi{ea
doa cadete, ia tro[ia d. liaba, e pela le poden dpa-
uinr do chbala.
II Sr. Cimba Figneiredo : Tamben ha tolda I is
da tropa de linha que tem lauses eoadifOea nen aea
.los cadetes, e toda vil podan apanbar. { Apoi
O Sr. Viileh Tavuei: Botao nlo rio oda ios,
o aun parlieutarae, e imillaa -'e caatigoi corporaes.
O Sr. Cunta Figneiredo : O nobr deputa'do
filia da quali 1 des paamaei ; e por iss ,ti ,jUe jlH
toldado, qo. lem as mes na> qualidad.s pettoaai que
o cadete, e lodavio su Irem penas eurperaet. Ve-
iimoa, Sr. prasidrnle, qual he a razu pliilosophica
qna repelle a dlfter.nrja que se quer eiiahelecer en-
tre u aoldodo de tu.lia e > da guarda niciooal. Ku j
di-se quando se chaina a gn irda nacin I uira faer
om servico propriimenli nililar, precede-te a um
verdi r.' r. ntaineiil.i. A guarda nari.uial neali
caau ven a ter uma par* ilitearante du aiercilu
eut.lu nlo podedetiar di tirar tujlill a' niesine pe-
uclidade, a menoa que nao quaira loiuper a uuid0q,
. rigor da dltdpliaa.
i; m que iirruin.taiifa, Sr. presidenle ? em cir-
enmata.....as as mais criticas !.... Em circumstanctas
e\(iaorjiiianat, suiumaiuente ravts, em circum-
tan 11 de gueira.
Sea iiues.eu entendo qoe em s.mellianto conjunc
tora o empeuhu para n eiercito deve ser om o nnieo
liara todos que o CompG. ; este emuenho lie sam .I11-
vida mu dlflleil, be mesmo learivel, e ao podera' ir
avante, uu pelu amor da gloria, viilulis aore, ou
p.lo temor dat pauta fonmdiiie penu-. Aquello, que
s:V. lev-dos 1.....amor da gloria orto sao eilee os que
diofA doa eanUgoa corporaea ; mas aquelles que la
lavados |ielo temor das | euas, estes deven) eer coagi-
dus com .1 mes. a forra, com a memo rigor do con-
trario lia incciiileslavelmcnie desigualdade as peuas
ha orna ia|Mliea clamorota ; porque, segundo os
principies mais saos da liidus os erimioilielat, us iu-
dividnos que commelleni oa matmos delici eum
igoal culpa devem sollrer as uirsii.es penas ; q eou-
Irario a pena aera' inefBca e odiosa, e nao coiilra-
balsncaia'e mal do delicio....
U Sr. Villela lavares Ah lia qe ea|a' 010-
plrsma 'e V. Etc., p..r..ue o soldado d,i euarrla ||a_
cional no he u mesmo individuo que o soldado lio
eiercito.
O Sr. Cunha Figneiredo : Ja' ditse que loco que
oa goatda oiciouaM ttio incurpuradus a'forca di
huta, cooperando com ela, nu se dialingoem dos
aoldadoa de liaba, porque ass.m o pedo a dlseipliul
e porlaiilo o delicio comiaellido por om soldadu de'
liaba, e lambem por um .uldado da u.irda nacional,
devo aer punido con) a mesma pena.
No moinenlo em que o sol te que o guarda nacional tuffria peto mesmo delirio
ama pana menor do que a que Ib. inflingan nai
metnininai eirennaUneiai, craiu que poaso as.ega-
Oorporiet? Ser quando preata rar que o sulJado leconleceria que a latnridailaan
servico proprlo d. guarda nacional Y Nio. pur cerlo, connandanla nao linha para inb.i. MM,tna ,
porque-abe 1 cmara qu. aeaata oeaMiioei a pena- m.ina forja imponente.
em prltlo, raprehenalo, impendo,
lidade cunsiate
parda de posto.
lio loinenle qu indo ha deficiencia de forca ele 1.
linha, he ern eireumaUocia 1 : j, 110 CH_
sus bal n qoe a gnu I ti el il I ,,ar1
lupprn ou icreneatar aa linlias lo ,,': i,t.
1) Sr. Aieiaudro de Stpieira :Se el argumen-
lo |u 1 lambein devia te,- appbr. 1.,., I0|
em qoe lia chanadl s a aervijo 01 eorpoa
licia, eujaa tricas leen inaiorea eencimentos, uio
t) .Sr. Cunha Figueiredo :Nao iralu agora du*
BAHA.
Communicadb.
Ouanloo Ein. Sr. Cenianilo de Sinimbu' adn-
nisirava a provincia di Bahil, li um artigo d.nuini-
riuli icado no jon al da mes-
11.1 ci.lale. islo Ue, (Jornal da Babia de 12 de abril
..errando mentiras que (mil.1111 por lin ver te deslus-
Iravan o lea govarno 5 entend que esie pirlu .le
...1 .e eneiminliava apenas a justificar o plano
revoltoso desset das .le ignominia en que scelera-
loa Baiannoi entindaran, de si para ai, recortar aa
le Sabino !... >a la se IIi-j respon leu. 110 in-
luitj de que, entran.o esse, dosaciaadoi especula-
dores em ai, recaaven earroira, eono ai eoaveni-
eucas publicat pedan. '.A.io grado, a etpectacilo
geral files continuaran! ; e por meio de enrrespou-
denriai ao a Diario preleiideram repereatir Meta
provincia o erbo da suas caluniiii.it. Nlo paran ahi ;
porque o Diaroa tein adoptado o plano de rer.ber
correspondencias da cidade des Alaunas que daem
vulto a reenmiuacea odiusas ; e procuren plantar
ua provincia urna slianea que leuda a deabarnonia
das Alagoanoi. Cliagaodo os nagooioi 1 este p de
coniideaajlo, sendo dito polo mesmo alNarioo, que
atirava-se a Inva, anda menino, por ee opio, a um
saldado da vlli-i guarda.., con lano que nio loss
dus alapinira.1 lenlm, cuino qualquer uulru dos o-
feudidos em coiumurn, o aver de levantar essa luva,
Iranenta afiraoa, e repellir leda as luixe/at
que daqoelle foo de innoudlciai tein partido.
Lupanares '. (I aDiarioa sabe a quein lerlence 8-
ta pala vi a. A provincia be pequea, e t lacloa alo
estn uu cunheciineulo de todos. Islo pois est por
si mesniu raspoadido.
\ unos porem ao que n.ii importa.
A provincia das Alagai, que acaba de llevar a
prineiri rapacidade, que pruduzoa calcitu le de eu
primeiru repieseutanle, a doieuador, lem pur si pro*
proi.ria respond lo a ets.1 mi voutade dus nelos d
netlre Coame Mestra Cieno o germem do alen-
te eafigeatil ,te Maeai !
U Jera.l da Ualii-11 de 1J d. abril locuu alo unde
po'ia locar a anuuasiJade !
Qae tactos, u qua contiiiaratOai pojara produr
ana evpedienle iuqualilicavel de que se prevalaceu
o arehivial 1 .'
Querer.' elle revelar io respeilavel publico terra-
dos q.10 deponhan coulra o Sr. Sinnnbo' .'
n.ierer 1' elle r.volvemlo as cinzaa dot unirlos que
roma vielinat de paiioei individoaet invocar eaii
echo funerio para que lirade muco e rnaduuliu cuulra
ns honona que nada leen cun isso 1
i.laerei.i' depoi. de i anua .qualorzeannus ) re-
vultar as paiiiei, Aaaollar us partido.
Kevolver pettlmo. etanecloi, e perpetuar de ge-
nclo en geracio, u crine, a vin e ns aeua man funestos dezastree .' !
lempo intil e perdido 1
0 E\m. .m. Cansanslu de Slninbo' au des-
cr.,' da altura om que seu ineril conheeldn ocol-
lucoo para cltafurdar-ae 110 tinacal a que procuran
irratti-lo ioinigM Ignobeii.
Ellesabe qual he mtoaco qna Ihe conven na
ociedaie. Elle lem ante si um futuro |ua atodi
o aperani bnliidiile earieir. qoe ha traaiposto.
.Nao tirara' est.i.ionai io aulu a iuerci.i ) o estimulo
de eilur: 1 que u alimenta.
Kodeadu d. numerosa inportante fanilia, dar-
Ihe-ha,eono al buje lem odo, u direejlo lotnva-
vel que a lodos ronvem.
Nao he|cerlanenle un lecidode caliurnias deipei*
tosas que ha de marear a conduela e repulacso de
tantos liomens dtatioclua !
Esse aranzel com u nomo de oflicio, que foi pu-
blicado pelo presidenta tinado desembaruador Caela-
no Silvestre he a prova a naia concia tente da im-
becili 1 ote de un l.uliiem que enlreaanilu o lame da
a.lministrc'o da provincia a urna otlgarchia enfrene
cruzoo os bracos denoo-a calcular e chrar desen-
fieadameule a' medida de aaas inseinatoi detig-
nioi !
l)e um fado inteir.miente pirticular pro'uro.1 o
presidente o ponto de partida par. inculcar ao n-
venlo qna una faceto (a testi da qual ae apreaenla-
va o vice-preaideiile da provincia) pretenda sunle-
va-le. Miaeravei escapatoria !
Ou o pr.iidenle fallava a verdade e entilo todoe
. Moa compronettidoa levian d.eahir da epinllo pu-
blica e serem punidos : uu o prendante nio fallava
verdad, e entao (o li s estes accuudo. devanan par-
manecer no eoiiceito cernid, povoe logove......
Oa fictos deciden da Mcolha. O Bim. Sr C n-
aanalo nanea fui rebinado do aeu at.u conceito ;
porque., boverno de lodoi os lempos fot m quaei
foaaan ai eotci pnlili a.douinisl rio n apreciaran
1: ora con'erindodhe comm.ndaa de orden.
M lio, or pren lenta di Rio til
do Sol, ora 1 palme. di rl ora I iunbarsalo-
na de l'-i nanibuc ., ora a protidencia da Babia 01
1 naturia do imperiu. Oo lodntetna guv
lien sido inaus, desalen.lendo o hliello famoso do
Saliec minio livna que ent p.ilriininia se rela-
II..1 en peqoeiiot sinos ue jtqueiraa]e oulraa fruetai
que nlo poden oceupar a alten$lo doa igrionltorea
de calina e lavuuras em manir escala ; pur ino teril
uma friolein se tal Sr. bailo procurosse ; e
eon.l I rn": 1 o aleiva rguido para indisoO-io, .aba
pelo fraqaezi de raciocinio em que procura fuodi-
111 MiLir-se.
A eondueti do Sr. bario de Alalaia nlo be t eo-
nhecida mis Aliadas ; elle lem relajea aa eapilal do
imperio, e por iss,, uao s.lo u< livroa do boceo do Itu-
tario que poden ferir sua, repula(lo. Acoberto, co-
no te leba, danee Iranai vis, he preeito qae os
etpeealaauret de intrigii, e desencax lore le (artos
esquec tdeopiuioe. que ja o lempo epa-
gou, 11 lembrem qua a poca li Vicenta de paula e
lo Mane., morreo para aempra uas Alagoas!...
.e ule (uereni deeu^auar-se, a eiper.enca ut
da.aogaoara'.
L'n Alagoano.
{O lempa da Baha.
sDsa toni ?
O da oiizc de agotlo.Ot escolares da fa.-ol-
dade fle direilu anle-honlem festejaran o anniversa-
rlodi in.iaii.icia loa cortos jurdicos com as forma-
lidades du ro,turne. O edificio da faculdade esleve
abertu IOS Vl.itantei, e ...ais lar Je "ral. le p n le de
escolares percorrarain difireme, ras, aeonpanha-
dos de uma banda de nOHCI marcial, e dando vivas
oalogoiao auumplo que lolennisav.in, lando na
noile antecedente havido un. bailo no hotel Frau-
(i-cu dado pelus ailuJanles alagoanoi com u neimo
lin.
/.'u/erro africana.Qoarla-f.ira fui condo-
lido ao ce iiillerio u cadver de um prelo, e o acom-
panhanenlo que conpanb.-ie de Africanos .le am-
;. i- o- ..>\ s, i.1 11'oma cantrida cajo cmico altrihil
a t idos pira as j.inellas, nliiu de verein e admiraren
o ni. '.o porque nanifest.vavam .. tea sanlinonlo do-
lorose, ee ia he quo dor eipiiniam elles e nao di-
vorso entnenlo. Lenbramo-noa que qumdo s
iiiliuiiiic. es eran fetas nas igrejia a .. aahnen-
to costomav aei a imite, os pretu. fatiam de ordi-
nario uran le al^izarra fenlre .1 ,iur qaeilOea ealra-
nlias ao si utiineii
ii.enor recordar;:
idea, coma hoj
eeiniterio,
Eaoa coalone
o pelu ilefoui ; tan au l-mus a
o da qoe eanlatiem en laei ucca-
: i/en icompaohando u cadver ao
alvagem Dio deve ser loWado ;
sin ; nao d.ve-sa fechar oa olhoa a' orna pralica 11-
dM'ulii que aneequiuhi 00 nivela a' buuooeriai o
nytlario Ja marte, ambora nelli el lea nlo vejan se-
0 io 11 m archaujo que Ibes da' o descanso, se be que
effeetivananle ligin-lhe essa idea; e d\ln lodn
c-s.s demonalrarSe* rxlarnn. A norte ja'por .mi
iniciacao da vida d'ale.n tullalo, inpersc ula-
vel a t."i:is ,, eislas mun '.::. i.' peda dcfec.Vi qoe
origina um aflicto!, 1 ser reverenciada,
e por consegualo re un lodosos institutos o
contrario disto, qaan a 1 11 lug ir.
4 ou*i 11a t ontfttouj*. lia lenhorai Jicobi,
pereque I lo de .lar essa gallada final em (alete,
quando annuciam ana entrada onaanlda .testa ci-
deda.' Mu .. podariem faier aimpleamenla como
primeirn loqo,. se.11 addteci luer-lhe mais e le borrivelneote dissun.nl que ha r..|,./ de fuer
perder a paciencia ao iioin 11 11 lis phtougnati o, .1 1
melmano mais pronunciado 1 o. rain portanto 01
enhorai Jacobs deiai de dar a lal u utada iofi rn il,
que com islo faro um Msigealado favor aos OUVitlot
de minia gintc.
torada dferro.Foi eroada mas uot>. uta- i
ca.. 11:11 ptovimiiia.les dot l'ra/errt. Te..do os trena
de pararan nana loralida le, he proporcionado aiiin
mis connodo aos paisageiros e .1 aondacejlo ooa ge-
nerot de;-as p iragent.
Ra ila l'raiu.Apezar de titirmo. en BOMI
casa e o lar domist cu ler lodaa as iiancdOI e imir.u-
nidadaa d .t antigos a-vlcs, Bao devenios" toda va
JttitHitneiit'1.
Appell.nle, Jola Xavier Carueiro da Cuulia ;
Appellado, Marcelino Jos 1
l-'oi confirmada a aentenc,a Bppella la.
Enii>ari:aule, Julo Pinto de Leos Jonior ;
Bnbargade, Joaqoira Pioheiro Jac.me eomo a.l-
niu.strador de seu lili.o.
Foram lesprezad. os emba-gos.
Eiiiharaules, Jlo Jos Manuel ;
Embirgido, Antonio otano.l ia Silva liuimaraes.
Foran despreados os embargos.
Nada niais houve a tratar.
SESSAO' ADMINISTRATIVA EM 13 DEAUOSTO
lE 1858.
Presidencia do Exm. Sr.desembargador
Sonza.
A'l Id horas da manilla, acli.ndo-se presente
osSra. depoladoa Koiio, Basto-, lanos c sopplrnle
Hamos e Silva, o ;r. presidente declarou liberta a
sessao.
Foi lida e approvadn a acta da ultima.
DESPACllAHAM-SE
" I m reqoerlmento de- l'.ulhe L\ llidonhc, pedindo
o rccillro da procurarlo denla por cites a fc. II.
Wvatt.Kegiatre-ae.
Ootro de Berlholonen Franelieo de Souza, por
aeu procoradoi Jos Caetino de Carvilho, pedindo o
leitislro da procunclo dada a este.Regielra*ie.
tl'llro do metino, pe linio por seu prucurador o
regislro da nomeaco de seu caueiro l.uiz l.opes dos
ti 111 mar,les Vuelo.Regillre-IO
Oulro de Manuel l'ere.ra J.iidim, Joao Bodriiues
da Silva Valle e B irtholmneu l.nurenco, prupriela-
ii.is o hiate crArlitla.J) por sen procurador, padindo
o regitlro do nuunu hiato.llaja villa aoSr.de-
sembargader fiscal.
Oulro de Jolo Perera da Silva, pedindo o reis-
tro da nomeac.io de Jote da Fouaeca Itarboza para
eaiaetro de M-uocl Antonio j Bocha Jnior, du
Ceara'.Regitlre-ae.
E nao bavendo mais nada a tratar encerrou-se a
aanlo.
JUIZO MUNICIPAL DA SEGUNDA VAHA.
Audiencia do da 11 ne agosto.
Conlinuaco.
'O escrivSo Alba] de
Solicita 'orea prsenles:
Flix M igalhiee, l'ernainbiico, Salle-, Fisoeire-
du, Rofino, .',!. Mmiteiro. Marques, Santiago, Coc-
ino, Peniforte, Sinm Diii.Vunni, Bilbino, V.igat
e Albuqutrque.
Feilos publicados.
Arelo ordinaria antro partea :
A. Jlo l.oil da Cla, II. Felicia, Finncelina da
Conceir;.io. Viov de Jacinto Prea Ferrelra.
Fui jutgldi improcedeuli a lejo e cundemuadu
o aolur na co.ti s.
A e.111 ordinaria.
A' 11. Amia .Maiia di Caneefcjlo contra Ma-
ra Sancha Correa l'orlira, leslaminteiri do psdre
Jola Ileuriques da Silva Freiro o o Ur. curador
geral.
Foi jaldado iii-dl.i o tcslameir.o o coudemnada a
ti uas cusas.
Arelo de denunciadlo de ojra nova de Jase Fran-
cisco I'ereira da Silva e sua mulher cuutra Manuel
Pire. Forroira e oulros.
Foi indeferid. petcao desle, ein qoe reque-
r.. 111 vis!.1 \ ra em!. 11 los : senteiica.
Idecuein da senleiiea ;
Evequeme Aol nio Pires Ftrniri e utros, e.a-
cviiada a irnaodade do Ltvranoalo de Jaboallo.
Foran doipretados os inbargos.
Acctlo iicculiva :
A cmara miiiiicipal desta cidade, R. Jose.la.l-
qaim Oonei Hilarte.
1 ur 1111 de.| reaadoa oa embargos.
Reqiierimeutut.
PRAGA DO RECITE, 12 DE AGOSTO UE 1858.
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Colacoes olliciaet.
Descont de letrasO e 12 0|0 ao anno.
Fred. Robillianl, presidente,
i' Burgas, secretario.
CAMBIOS
sobre I.onire, 2."> l| a 25 1 p2 a CO a 90 d. v.
a Paria, 385 rt. por fr. a !HJ d. v.
-toa. 108 a 112.
i> Rio ele Janeiro Ir por 0o di rebate.
'es-nniode lellras. a 9, 10 e 12 por .enlo ao anno.
De carcter, a' tlboi visloa, simulado, he SS.
que lie lino em snnul.icOes. e dubl tz, eono con do-
runenloa presara, se quizesse entrar ein lica com
S. S., que n.ii >,(. apreciar o legrado nome de a-
101/dile ; qu i ;, Qngl para clie^ar a' seus lins, co-
mo sempre tem feito e 111 lo-as i ptiaset de sua vida,
quer monstica, quet secular, e na eu que en lo-
dos os periodos de minhi vita lenho sido sempre
lirinc, iogenuo, corlo e liel nirus inEO. ; pra-
deole, e loto trance sofie dur dus mate-, e alllic-
5001, ein que me acrysulao os neoa inimigos, a'
quen t aspiru faior lodo o ben pusaivel, e no
luaehimr-thia daino ligan, e para prova desta mi-
ulia aaserslo pode S.S.liaver doegnontos da comar-
ca do Brejo na fregneili de Cimlras, onde liz mi-
nha residencia por etpaeo de ulloanaot, e onde,
duranta lodo '>, lempo, nolrl lel.-.ces amigIVlia
comes diillnclai familia. Siqoeira, Cordeiro, Ca-
v.ic-iiii, Madeiroe, torres Gallado, e cun todos
gerilnanle, e tanto mais lampo deeorria, quinto
maior eonlianfi, nlini, e doce anzademeelln
Iravam, o ate como que davam cada vez man
1 rova. tllente, dula mesmo : em lin, irnlo, sa-
cuda S. S. a minha cap lodet .,1 vezes, qu qouir;
e i""1* 1.....ca achara' poiira.a nn a arbara'aenpri
estrene de nodoas, das que qoizer imaeinar.
Cone liomem tenbo f.llas ; pu.que so lieos nlu
as tan ; falta', porem, que leliznieiiie nao tleli^u-
rara a minba repulirlo.
I>iz mai S. S. en -eu naateabundo aransel, que
iponea vija lera'qoem nlo chegar .,' ver .. ponla-
p mural e a morali.sini bofetada que I1-1 da dar
n'aqu.lles, qae por honra da tirina se relacionan!
publicamente comig o. C un rita miligm iminna-
c.ie -.>. Qlo f,./ mus rio que jutuar us uniros pur si,
(pie he quem len esse bon euttane, e louvavel
1 a. 11 o.lmenlo como fe con o m ralissiuio Dom ab-
Mde fre tialdino de Sania Helena, que sen lo seu
eu. ludo, e pur ludo bemfeilor, pin o que souhe
fiogir-ie seu inigo, e dapoii que as cou.es nula-
r^touS. S. de qoerer lava-lo a' um ereastulo,
e ale mesmo ao cadlfalso se liie f.ss poMival :
mas o seu bemfeilor sempre Iriumphou ; pur que
o bem feilnr sampre Iriompha.
Meu paito e-tala de seiilimento por ir entrar na
teguinll imlyn; mas, irin.iu, S. S. assim o quer,
as-nn u leuha, e lenbre-ti mais lio inligo vulgar
proverbioquein nu quer ser lubo, nlo Ihe vista a
pello.
Diz S. S. que u eu apoil te-i inconle'lavelmenle ;
por qu. liban eiiai a pastean, qoe oceupava pela de
.1 ,'ncullor evciusiVHiiieiil., resi luid 1 -e >. neces-aria
heen(a du govarno gira! fura do lertiio da lunilla
freaueiii.
Ueeilaina invectiva revolt.nte, o rivollaiilissi-
nia, f.lsa, e f.ltHim, por quaulo a.bo-me no meu
porto, 110 goio, e admini'lrai-itii de minha fr.eue-
zia, e so e-|,iu fura, quaudo vou algumas vezes ao
mea eiig.uhu, onda nlo me demoro mais qoe 01I0
diat pooeo naia ou menos.
Se o Rvd. nlo albo, taiba d'ura em dianle. qoe
o perucho pode estar lora d. sua fregueiil anda
me.un, sem licenca do ordinario por iipaco de um
nei, por que a le fie ouloreou esto din.lo : e como
diz essa Rvd. que o parodio nao pode sem (iceuea
lo i:,i,,r.|o seral arredar pe do territorio de ton
fregueiia, sem cummelter orna falta craviisiina '.'
que illiclo se deve liror d'esle sen laserlu '.' em que
autor leu aste arduo de le, que ne^a ao parodio o
direito al de um da ele brenca ; por que 11,10 po-
den'o elle arredar p do territorio de sua fraguezia,
esta claro, como se deve concluir de suas palavr^s,
que elle s pede ch.gir alo a eitrem d'ella, e ua.
pis-r fora um palmo '.'
S. S. trata tamben de ealignaliiar-ni con a pe
clia deavaropor usar eu da auricoliura, r.o se
lenbrando, que a sua avireil be Ue de-mesurada,
que o artasla e precipita en olivsmos inwndavaM ;
e o faz eabir an grandes 'tesadles, con.o 110 da ron-
per a paz e retacos eom quem sempre o traten com
deltcadea e muita civilidad*, e jamis u ofiendou
em cusa alguna : jnlgindo, entrenlo, que con
islo ne pnlveriaa.
Err.'u .m plano S. S. rom islo mnilo me honra,
di liliOnr;as hespauhoUs.
Ditas mexicanas....... .115000
Pecas de UgtOO. I7s200
Moedas de 9-sOOO 9#3O0
Ditas de 20o ... 2035110
l'l'.ATA.I'alacoes brasileiros. 29080
Uiloa eolumnaries. .. 2j>080
Uitoa mexicanoi ijtiljo
IStljOO"
:*ijuii
18)000
2911H)
novo saneo de pernara-
a buco.
Sao convidados os Srs. accionistas a re-a-
lisaren! atodial.* de setembro prximo
viudouro, no escriplorio do Novo lianco de
'vnui.rtiuc), asegunda prestarlo de 25 por
C ni. 1 sobre o valor de suas accGes Kecife
87 tejuino de ts.>s. Os directores, Jo5o
[ttnacta de Modeiro Reg. l.uiz Antonio
Vieira.
AI.KAM)EtiA.
Kendinei lo do da I a II. .
dem do .:ia 12. .... .
156:991*338
l6eS74746
173:665*961
Uescirrenan hoja 1.1 de agosto.
Barca iagleuVoyigerbacalhu.
Karca inglezaCruzadorfaieudat.
Barca francezaAdtllei Jen.
Barca aanericaaaDelecateviuho, azeite e paisas.
Patacho americanoAbby Jj Elisabelh mercad..-
riai.
Barea americanaCrinienilho.
Krigue hanburaoezl.indfarinha de Irigo.
lriuue inglesLord Allhurpcarvito.
Patacho nocionalEmulacaodiversos generus.
HOVIMENTO DA ALPANDEGA.
Volumes tntrados eom fazenat 1:i>
> cun gneros .... 1K't
Velumii tahidoi eom fazendit
* aon giueros
Total
Toial
I.MPt)KTA(.A)'.
Drigue inglez l.lrrvwlyne, viudo de Cardif,
consignado a Scott Wilson & C, manifestou
o segutnle :
39-2 tonellidas carvo de pedra ; aos con-
signatarios.
Patacho americano Abby Elisabetb, vindo
de Philadelpbia, consignado a Matbeus Aus-
tim A C, manifestou oseguinte ;
23 1|2 caixas cha, *0 catxas fazendas de
algodao, iOO resmas papel, 1:450 barricas
iarinha de trigo, 417 ditas bolachinbas, 15
caixas droga* ; aos consignatarios.
CONSOLADO f.EKAl.
Iteiidim.uto de da lili. .
Id.m do oia 12. ....
13:38l5(MlT
l:28oclo.:
iitecna.'ioii
DIVERSAS PRVIHCIAS.
Kenriiminl] do da la II. ...
din do di3 12. ". .
f\ 11 1 t_ ., I "..... -iiipii.io, ,.,,,, ttiiti i>m niiiru ur iiiiitig.
O aoijiei.ailor Pernambnco, por Aoni Man di e i,iba natiquinoiiu na ufauu de c agricultor,
lonceicdto, no libello que nove contra .Mana san- l,,i.(, ,|Ue frqniaiiino
cl.aCnrre.a l'oilira como te.l me.itelra do lina lo S. S. dove i.ber Utoen qae os meus trabalhos
Jalo Uenriqnoa da Silva treire, aengnou a eitai ruraaa alo admioMlr.dos por pesioa d, minha eoa-
duas audiencia- pan ver pastar im jolgido a len-
tan a contra a nieiiua proferida.
t'oi diferido :
O lollieiudor F. Uigilhiei, por Joaqnin Jote
.le Oliveira e toa mulher no enibirode obra nova,
que Ihe nove n reverenda pi iviaci-tl di convento
de .\. S, do 1.11 i.i,. : tequeieu que ronera os autut
conclusos,
E01 diferido :
O SAllicllaJor Coelho, pela cmara noniclpal des-
ta cidade, nn libellu .pie Ib* nove a irinaudade de
S. l'ed. .. ffereooa os auloi com urna cula du advo-
cad .Foi reeebido.
O solliciludor Das, por parle do llr. curador geral,
no libellu do coiiimeiida lor Uinoel .la Sera-Cruz
I., e Mello, ronda Franciscode Paula Borget Ucha,
Hlanentetro do lina to SeblitUo llimicio Xavier,
oerecea sua eonioalac,lo por mga(lo,Foi reci-
bida.
OtOlHcitadot Alhuquerqoe, par Joaqun francis-
co Franco, na acc.ii, de eiul. irao de obra nova q le
nove 11. J.ajuma da hara feixeira, por si e aeu
fllbos, oflerecea ..s auto, con sua contestadlo e re-
pri- 1 queren que siilnssein a cenrlii.au, paia defenr-.-e a
liciriClOS que ol j clivand.,-., > oirendtr a e.can- s|..rja riqoarlua.Foi deferido.
lalisai a ontroa pela inno'alididi que nelle ex.-la.
A moila nenie menos relleiiva e que temi grande
aonma J- egoi l.eni leiibam iluuma partcula delle, parece que por
estar seb as t-lhas da c licar, inda Ihe ti. vedado nos linilea den. imp.rio,
'em inporlir-lhe que dessa liberdndi pro.....la 1 la
connodo, a offenti ,u, 0 escndalo dos vi/.mli is. Em
laet cireunalanrias ba niqnella ra um inlivldoo
que heeoota do mar; o qual,aten da vid.....tnoi ro-
gular que lesa pelaa ligic,oes que entreten lin pro-
pri 1 d.....II nlo rupilll nos deniais, poupan.lo-llies
- -I -.'..aveniente da une non ledos
qoerem < nem devem s-r a-*.-;, des poli a 1x1 mploa
de lubricidade que del lea decortem ou dealillan.
Era para leiajar qua uta ntivi.luo se eonduziHe
fl h'ica am homo pi 10 de responsabi-
lidad! que ludo prova.
Ha redaecJto.
O sollicilidor Piulo, pela irinanilada de S. Pedro,
no libello qna nova a' cmara municipal desta cida-
de, requeren que visto lerem sido na .uto, epreien-
ladot con ama cola do seu advagado, fone es| lago
deferida para currerein os cinco dias no caitorio.
Foi ilefenda.
i! inlinua.l
(f^isintiticaDci.
DAS PALAVRAS EM RKSPOSTA AO COM-
MIMCAlu) INSERTO N DIABIUi DE
n; jn.nu de is:(K.
|. .r peaoa de inmlu con-
lianra, e p u issj em nada extorvan a- miaba, func-
c.ve l'aroclnae.
lentin prova tu quaet blata, q'-e a minha fragua-
zia nlo he acepliala, e quo ea nao tou apstala, co.
mo li.'ura o reverendo que lie quem na verdad*
apoalatoa do i.lido taeardal) ; porquanto nao tra-
ten.ura abarla, e nem usa das veslet talaies, islo
desde que era nanee, incorreiiJudesie 111 nlo i.a per-
da e privac|a do toro canonice, tanto assin qae se
alguem o ofleodoi phyatcanenle, unoraudo ser S.
S. eaeeraoto, deixar de iucor.er pso laclo as pe-
nas do oxcomiuuiiho inaior, como dispfle o direito,
0 que nao loceederil se S. S. utasse de seus habtoa
1 I .res, o trouxeise tonsura abarla.
Diz liual,nenie o r.verendo que anda mostrar!,
que i. deapreso, con qu sao tratados n.us frogaa-
lei, eotreguei, loa cuidados de um padre ignorm-
te, suida me lia de causar di-sabores nicalciilaveis,
e que in.s ambti estamos lora das gric.it da povo
ipo IICIII.I. u
lie isto demasiado falsa ; porqoe nem u coa tjur-
1 ir de Ipojoea he ene ignuraulu o inepto, coma se
li'. nem nos estamos fara das relacoet dos uoisos
digaoa parochianos.
(.ue o coaitj.it r da minha fragueiil no be eise
padre ignorante 1 inepto, eu pr..varia lambem rom
documento., ea pr.ten.latie aiu :, reepooder a S. S.
O ler elle lido infelizmente repruva tu no concur-
so da eadeira de instrucclo etemantar nao prova
cuus.ialKii.ua, pira ser elle lavado da Ignrame e
Inepta ; porque vin lae- Ciiujuucluras as vazes ia
hun repriv.id.is candi talos multo habilitado., e al
algana de intlracflo ulo votgar ; porque quasi aen-
pre apoJiTani-s' de paniao a al alguna caben 1111
tvncop ; islo he inconteit.vel.
oue rn.- .. o ciamos lora da grafa dos noiaoaa
dignos parachiinoi, jh' i. prove iu parte a 111 1:1 re-
e com mnoria .13 rizlo o devo dizer cm re-
75l|094
44|539
798*633
DESPACHOS DE BXPORTACAO PELA MESA
pOeONSLADO DESTA ElADE NO DA
12 DE AGOSTO DE 1858.
LiverpoolBrtgno iagle Iron-tlrev Soathall
Mellar e\ C., 210 sica. igodlo.
Canil Brigua inalez oLord-Althorp, Saaoders,
Brothers & C, 600 saocos.issucar.
Lisboa Biiiiue porluguer. Conslaole, Alfredo,
liuilherme e\ C, :lt) sacros aisucar.
RECEUEDOIUA DE RENDAS INTERNAS IJE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Henil ment,io dia I a II. ...
dem do dia 12. ..... ,
11:563*048
572*277
12:135*325
I cm ao meo eaidjolor, que em verdade nao l.-in
Su, r.diclor.s. Lendo eu oseu htm acri.lila lo con peetoa algana inenor indupoiijlo, o quo nlo
jornal ,:e 20da jolbo, llalla deparei com um eonnu- vig ro Bon pr..vas. por que a verdade ditlo est en
nicado, aja lingoagen be de nin, e de lodos bem 11 muo, poi sr lo clara como 1 tz meridiani.
... : e conprindo-ne dixer alguma coat Uii perianto, irnlo, respondido 1 mi iniolenlli-
e.n reapoau a' esse Itvd., autor du inestnu. lia prime 1 sima doscomponendl, que se diguoa dirigir-ne, pe-
luco, i CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimeiito do da I ali. .
dem do da 12.......
H 793899
882; ',17
12762*316
Navios miradoi no dia 12.
Rio Jo JaneiroIG dias, pitacho portugunz
lipstino, de 119 toneladas, capitSo Joo
Roelrig-jes dos Santos, cquipagem 8, em
lastro ; a Amorim Irinaos. Pertence a
Lisboa.
Ideni--2.!uias. brigue portuguez Incompa-
ravel. de 258 toneladas, capilao Antonio
Manoel de A-guia', equipagem 16, ein las-
tro ; a Ainonin [rm!tjs. Pertence a Lis-
boa.
Italtimore53 dias, barca ameriesna Cre-
le, de 228 toneladas, capilao C. W. Buck,
equipagem 13, carga I5C5 barricas 'oni
fartnha de trigo .? mais gneros ; a Hos-
tron l'.'iov r A C. Pertence a Biltimore.
RichmonJ--40dias, brigue americano Fai-
ry, de 165 tonclidas. captto S \y Welsb
equipagem 8, carga 1800 barricas con!
IVinha de trigo; ;. Roslron Rooker c
Pertence a Philadolydia. Seguio para o
i.:o dei Janeiro.
Navio sabiJo no mestuo dia
Portos do sul-Vapor brasileiro "famiraui-
be. rominarnlanto Antoniu ua Silveita M1-
ciel Jnior.
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DIARIO DE PERNAMBCO SEXTA FEIRA 15 DE AGOSTO DE 1858
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5 t Kptfi ireccao.
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teese- Cenlig id > <* 1
'- 3- o; e : lUautnor. c
-i i ~r -i-i cco ce. b'al.reiilieit o
-1 -1 1 B B = C! o Ih/gromctro.
K B o s oe :
fa)-ome/ro.
BAILE NAGIONiVL MASQU.
Sf.lUAHOU 1)0 CRREME.
llavera umgranJe baih nacional masqu
no grande salao do caes do poln, princi-
piarais 0 boas da noito e lindar as 3 ua
madrugada.
Os bilbetea acbam-se a disposicSo lo res-
5^ peitavel publico na rua do Collegio n. 1S
Bw primeiro andar, o no di* a porla do saiJo,
* horneas 23 y*ra sanboras gratis.
Os administradores coutinoam a em pre-
gar todos os seos e*forcos para proseguirem
a roanler a boi oidora quo tem reinado DOS
bailes antecedentes.
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i.
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^ j
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.o
5- -j
* *

*jg4fc
MaM
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JC.
O lllm. Sr. inspactor da thesouraria
provincial, em cumpnmento ila resolucSo da
juma da fazenda manda tazar publico, que
a arrematado do petagio da bar reir do
Buj-ry lu transfer la para o dia 19 do cr-
rente.
Epara constar so mandn affixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Psruambuco 12 de agosto le 1858.
o seo i ario,
A. F. Peranta a cmara municipal da cidade
di* olinda estarlo em pregad us dias 19 e
26 do correnta me, o no dia > do prximo
viodouro para serem arrematados, por quem
mais der, por lempo de um anno, os seguili-
tes impostes, que. fazem parle do patrimonio!
da mesma cmara: aafericfio porWtfOOO ; j vaporTyoe, comrnandante Sawver, o
imposto sobre caDe^a do gado vaceum | depois da demora do costume seguiri

5 -
GP5
aiya
igue com brevidade o hiate Rom Amigo.
recebe carga e passageirts : a tratar com
Caetano Cyriaco da C M. ao lado do Corpo
Santo n. "Ja, primeiro anda.-.
coiiipaohia
do Duuuetes iiilez
ao paquetes uigl z
a va pos'.
Alo o ilia 11 deste mez esi i ra-so Jo sal o
qual
para
8629300; sobro o capim de planta 71*800 ; ISontbsmptOD tocando dos portos de S Vl-
mascates e brcetelas 56ff"2t>0 ; dos 80 res ceote e Lisboa, para passagen etc. trata-se
por carga de l'arinha 36SOU0 ; repesos do a-
couguc I3?fi00 ; dos 200 res sobre o gado
suiuo I3376 ; dos lOl) reis sobe gado ove-
com os agentes A ianison, low e A C rua
do Trapiche Novo n. 42.
N. It. Os embralbns so so recebem ale 2
Ihum "b7yo ; oaluguel das eazinhae da ri-1borasantes de sefecharen) as malas o de-
beira 93/000; o aluguel do sobrado da rua
do Vigario do Recife, onda se acba a Asso-
ciacSo O.ommercial 416-jOOO.
Os pretndanles podem comparecer no
pago pas sessOes da mesma cmara nos re-
feridos dias munidos de fiadores habilitados
pois mais urna hora pagando :nt3o na pa-
tac3o alem do froto
i ur. a B iiirt.
A veleirae bem condecida su q ica nacional
llortencia, pretende seguir com milita bre
ILeilao
1 EXCELLEHTE CARRO AME-
B!C1I0 S M OPTIH*
PIHO soderro
SKMA-KEIRA 13 Di) CORREN TE
As II horas da rnanhaa
RUA l)o COLLEGIO ARMA/.BM N. V,
im .:li.u n ntu\
fara leilS do um escolente carro de i ro-
das, americano, novo, e um ptimo piano
moderno; os quaes serd sin r serva ven-
didos no supra lito armazem no dia sel -
feii 13 do correte as ti boas ja minh&i
5S:-*c>.
. ,:> .-
na forma da le para poderm i'iigar sem o vi tade, teni parte de sen carrogamento
quenlo poderao sor a Imeltidos a faze-K>. for:pto, para o res'o quo i!-o falta trata-se
> i>i\iii i aun n.\ni'iin..li r i.i l .ilnniii I 1,
l>aco da cmara municipal da ciade de : com < eu Consignatario Antonio Luiz
Olinda em sessSo ordinaria de 11 de agosto |01iveira Azevel...
de lS5S.-Joa.ioim Cvalcanti do Albuquer- ~; 'ara o Porio seguo em pnucos das o
presidenteEduardo Daniel Cava I- | veleiro pataclio p rtuguoz Duqio do l>orto, e icUntag
vellez de Guevara, secretario. recebe algama carga, o passageiros, para o
que tero eso immodos : para tratar
que,
cant
Vende-te o novo roteiro de signaet ilu
telegraplio, a 3(l rs. : na livrar n ns. (j c
S .!;i o.'.x; i da lodependencia.
i ni ;i di; de S Jos ta
Agona.
D secretario da irmanlad, or ordem da
mesa regadora convida a todos os seus ir-
mSospara comparecerem no consistorio i
mesma irmand le sabba lo, H da brrente,
pelas 3 horas da tarde, afm d lora-
dos.acompanhaivT a procissSo ae N. S. da
Boa-Morte
Precisarse de una ama : na pateo do
i.anuo ao virar para Sanl. rnereza.
.Ni rua Direita n. 27, prccisa-se do um
criado, isto neslcsSdia.
s" ile p sto *. ttec fe
Joaquim Jos Loiz do Abren, propneiario
estabed cimento, n i Forte Jo Ual os,
roa do Codorniz n. 3, avisa lodosos seus
reguezeseau lublico cm goral. queconl-
nu'a a dar almoco o jantar uensalmente,
tanto em siia cusa como para tora, por me-
nos pre<0 que cm outra qualquer parto, e
com lo la p trreigSo e limpeza.
No dia 20 do correte tem de serem ar-
adas oor arronJamento annual, depois
da i.u liencia do Dr.juiz do orphflos, -s ci-
sas da rua imperial n. 235, e I0 c;.sa torrea
sit na rua do Caldeireiro n 18, as quaes
tem daixado d^' seren arrematadas por alta
f!
Foi apprehendido pelo delegado de j
JaboatSo um escravo velho, de nnme Domin-1
gos, que diz perlencer ao Sr. Joaquim Ti-1
burcio ; seu legitimo dono comparsa mu-
llido de documentos legues, para Ihe ser en-
tregue. Delogacia do 2. disiricto do Recite
11 do agosto de 1858. Odeljgado, JoSo
Francisco Xavier Paes Barrrto.
l'oi apprehendido pela delegacia de
Jaboat5o um cavallo ; seu dono appareqa
para Ihe ser entregue, urna vez que apr-
sente legitimo dominio. DelegCia do 2.'
dislricto do Rocife 11 de agosto de 1858.O
delegado, Joo Francisco Xavier Paes liar-
reto.
A administraco geral dos estabeleci-
raentos de caridade manda fazer publico.
que no dia 19 do correute, pelas 9 \\1 boras
da rnanhaa, na casa dos espostos, pagam-se
as amas dos mesmos. AdministracSo geral
dos esbelecimentos de caridade 5 de agosto
de 188.-0 escrivao,
Antonio Jos Comes do Correio.
InspeccSo do arsenal de marinha.
Precisando esta reparti de carpiuleirns,
carapinas e pedreiros, convida o lllm-Sr.
inspector aos destes ollicios que nella quei-
riiin trabalnar a apresentarem-so-lho com a
possivel hrevidade.
InspeccSo do arsenal de marinha de Per-
nambuco em 3 de agosto de 1858.o secre-
tario, klesandre Rodrigues dos Anjos.
Inspecrao do arsenal do marinha.
Te i o esta repartirlo necessidade de ser-
ventes livres tanto para o servico do almo-
xarifado e enfermara O? marinha, como df*
obras a sau cargo, mana o lllm Sr. inspec-
tor convidar a qneai de senielhante manoi-
ra queira empregar-se, a apresentar-se-lhe
com brevidede.
Inspec^ao do arsenal de marinha de Por-
nambuco em 4 de agosto de 1858.O secre-
tario, Alexandre Rodrigues dos anjos.
A admini3traciio geral dos estabeleci-
mentos de caridade manda fazer puhlico,
que de conforraidade com quarta COndicSo
dos respectivos conlratos ir;io a prara nos
dias 12,19 e -26 de correute, pelas 11 horas
da rnanhaa, s rendas das casas abaixo de-
claradas, pelo tempe que decurrer 'odia da
arrematarlo al 30 dejuoho de 1860, visto
n5o istarem em uia os respectivos inquili-
nos: os prctendenlos dirijam se a saladas
sessOes da mesma admlnistracTio, no largo
do Para izo nos dias e hora* aprazadus,
acomi aunados de seus Fiadores, ou munidos
de cartas destes
Rua do Padre Flor ano, ns. 13, 43, 43 e 49.
Rua do Fagundes, n. 82.
Recco d carvalha n. 5.
Cinco Pontas, n. 98.
liu; do Xogueira. n. 17.
Rua dos Pescadores, o. II-
Rua de Santa Thereza, n. 4.
Travessa da ViracSo, n. 7.
Rua da Roda. ns. 3 e 9.
Rua do Calahouco, n. 2.
Rua do Senhor Bom Jess das criou-
las. n. 8.
Travessa do Carcereiro, ns. 1117,
Rua do Pilar, ns 73 e 93.
lina do Pharol, n 74.
Administrarlo geral dos estabelecimentos
de carida Je 5 de agosto de 1858. O esenvao,
Anlonio Jos Comes de Correio.
CONSULAT D FRANC
LK CO.NSL DF. FRANCE A' SES COM-
PATRIOTES, RESIDIST O DE PASSA-
GE A PERNAMRUCO.
Messieurs et cliers compatriotes.
J'ai l'lionneui- de vous prevenir, qne
dimanche prochain, 15 du courunt, un
TE DEUM, sera chant a' une lieii'c
apies-midi, en l'eglise de la Penlia, a"
l'occasion de la feete de Sa Ma este l'Em-
pereur Napolen.
Cet avi, que je tuis appel a' vons
donner pour la troisiem' luis, sera, je
n'en doule as, uccueilli par vous, avec
le mme eir.pressenient, que les annees
Erecedentea ; Tumon iais la forc, et
alnians d'tin Days (|u, quelqu' bospita-
lierrpi'il soit, n'cst cependant, pas !e n-
tre ; vou* profiterez de cette ctreonstar*-
ce, pour lui proa ver ((u"elle existe entre
noiis. Je compte, done sur vous, mes-
sieurs et chers compattiotes, et jeser^i
aussi heureu\ de votre empressemenl,
queje suis liei d'avoir te clioisi, pour
proteger, vosinlerets et vos droits, veuil-
](/. en reeevoir, l'axsuranee joiute, a'
celle de mes sentiments aussi devoue'a que
distingues.
Pernamboue le 12 aoul 1858.Le
cnsul de Franee, VteE. de Lemont.
com seu consignarlo Domingos Alvcs Ma-
theus, rua de Apollo D. ^3.
Par o Ar icaty
segu em poucos dias o bem conhecido hiate
Capibanbe : qoem no mesrao quizer carre-
gar, diriia-se a rua do Vigario n 5.
para o ro de Janeiro,
O palhabote Artista, do boa marcha, e no-
vamente forrado de cobre, receba caga : a
tratar com o crilo a bordo, ou no escrip-
iorio de Manoel Concalves da Nlv.i, rua da
Cadeia n 39.
Ccar, Mara-
nhao e Para.
0 novo o veleiro patacho Alfredo, capitSo
Antonio Travassos da Rosa, seguo >om pou-
ca uemora por ter parto da carga a prepa-
rada : para o resto trata-se com ol consig-
natarios Almeida Comes, Alves A; C ruada
Cruz n. !'.
PARA O AS8U"
Segua em poucos lias a burea nacional
MaUlilde: a tratar emeasa da Manuel Alvos
Cuerra, na rua do Trapiche n. i i
*<)i CLRIGOS.
Fazem-se capas, batinas, samarras e capas
viatoras : na rua do Apollo n. '-9.
Qoem estiver hatvlitaju a fazer urna
eseriptnrar3o de part las dobradas n'um
estabeleciment das 6 horas <> da larde eque de fiador a sua con lucia,
dirija-sea loja n S prximo ao arco do San-
to Antonio, que se dir quem procura.
--Traspa<;a-s" una casa com arinacSolpro-
.-ii para quaiquer negocio aa rua do ita
.n. tratar na mesma rua n. 15.
Leilao
DE
MOB1LAS
*ext?s tir 15 do cr-
lente
AS 10 HORAS DA MANUA.t.
uACaco/c>i0 ae voe/a
tara leilu em o seu armazem de ura esplen-
dido so'timento do obras de marcineria no-
vase usadas, e de urna iiilinidade de outros
muitos objoctos ole, que se sellara patentes
no referido armazem e que serao sem re-
serva vendidos no supradito dia gexta-feira
13 do corrente as 10 horas da manb.ia.
LEILAO
i CABRO DE
ZENDAS 12 5
"exta-feira
Dl
CONDUZIR FA-
OPUMOS DOIS.
15 do cr-
rante
Ao meio dia em ponto
EM FRENTE l)() ARMAZEM \. li, RUA
DO PASSElO PUBLIC.
MARCOLINO DE B0RJ&
fr leilao de um excellente carro Ce con-
duzir fazendas, muito novo, e tes ptimos
bois wara o mesrao : os quaes serao definiti-
vamente vendidos sem reserva de pr->co
maioroflerecido no referido dia sexta-feia
13 do crrente ao meio da em ponto.
Leilao
A 6 i correute.
Cb. Lec'ere estando prximo a retirar-se
da provincia, lar leilSopor intervencSodo
aconte Ohveira, de lodas as merca lorias o
mais pertences do sea estabeleeimanlo, con-
tistindo em ma^apolOes inglezes e Irance-
tea cortes de tapetes, borracha e outros
avia montos para sai^leiro, litas pro-.asede
coros, franjas, pellos de pellica, couro de
lustre, bellas obras de ouro, armicdo, me-
sas, lavatorio, b IcHo. guardavestidoa com
espelhos, leitos, armario grande, mesa els-
tica para janl'.r, telescaaio, eslojo matho-
tialico,lampadas o diversas porcollanis'e'e :
segunda-feira 16 do correute as o horas da
rnanhaa no seo armazem rua da Cruz.
Leilao
ESC R A VOS
SEVTA-IEIRA 13 DO CBRENTE
Ao meio dia em ponto
RLA DO COLLEGIO ARMAZEM N.
MRCCLINO M BOSJi
13
THBATSO
SANTfa ISABEL
C01MNUI.V IVllt ITAIRM.
( Manninge, direclor da coinpanhia lyrica,
participa ao renpeiuvel publico que Itnciona dar a
1.a rtrila secnuila-leira l(i do corrantr. Ao oietmu
leiupu coDTia aut seuliore^ iMinatolM para virem
ou maudaraiu butear seas carines aprestnlaiido o
racibos.
fara leilao em o seu armazn, rua do Colle-
gio n. 15, de um escravo mo;o de bonita fi-
gura, com perfeita saude,* ptimo pe Ireiro
e um bonito moleque de oito a 10 annos,
sem nenhum achaquo, osquaos ser,1o ven-
didos definitiv:mente no supradito dia e
hora.
LLILO'ES.
0 agente Oliveira fara leilao, por conta e
risco oe quem pertencer, a requerimento de
Bastos & Lemos, com despacho do F.xm. Sr.
Dr. iaiz especial do commercio, e por au-
oteria
DA
Provincia.
Corro sabbado 24 do corrente as lo horas.
L y? .
O actual eseriviio da Sania Cas da Mi-
se, cor lia la <; 11 le do Ol .da. por ordem da
mesa, manda publicar ooflici abaixo trans-
en ido ; e adverte aos devedores da mesma
Sania (asa, que o Sr. irof.;ssor Jos Irioeo
da Silva Santos oia he mais thosoureiro, e os
recibos impressos devem ser rub'icados pelo
aciuul thesoureiro, Jos Joaquim uol.ima
Jnior.
Joao Antonio da Costa Medeiros.
lllm, Sr.NSo me ho possivel boj o com-
parecer par* prestaras miubas coritas, con-
forme o cilicio de V. S de 94 do corrente,
por motivos mu valiosos, oquefareiassim
que estes bouverem cessado.
Daos guarde a V. S.- oiina.-. 23 de ulbo
do IS58lllm. Sr, professor JoSo Anl
da Cosa Medeiros.O thesoureiro da San-
ta Casa, Jos Irineo la Silva Santos
o abaixo assigoado, leudo fallecido o
Sr. j. Chardon, que era o incumbido de seus
negocios nesta cidade, scieniifica spessoas
com quem o mesmn contrt'.ou por cunta do
annuiiciante, que nao tem, por ora, encar-
regado ininguem .la conliauacSo detaes
negocios, sendo portantu o umeo competen-
te para liquidar s transaccXSea existentes,
razendo, se necessario fdr, a nUmacSo ju-
dicial aquellas pessoas, pn^a o qne ohtovo ja
actio do merilissimo sr. r. au muni-
cipal da segunda vara.
Podro Vctor Houlitreau.
A pessoa que no dia 10 do corrente a-
chou na rua Augusta una cachorrinba felpu-
da, cor branca, a qual accode pelo nonie do
Salaga, ee serve a dona em consequoncia
de estar caga: leve-a a mesma rua na casa
terrea contigua a um terreno murado de
novo, quo alem do so gratificar, so ficar o-
brigado.
Rega-se a pesso a quem Tor olFrtreci la
urna riqnssima loalha de cambraia de li-
nho bordada com bico multo rico da torra a
qual tem as letras I. I. G. L;, de a levar
casa do lenente-corouel Vilella, na rua For-
mse, que sera generosame'.tj recom jensa-
do, pois essa loalha desappareceu ha dousl
mezes incompletos de casa.
Lembirao^as aos
esqueeidos
Roga-se aos senhoros ab'.ixo assignados,
que lenhan a bondad- do, apparecer ua rua
doQuoimado n 6, a negocio que nSo devem
rar, pois os que nao lizerem no prazo
lias, terSo o dissabor Ieverem couti-
Duaaseote ueste Diario os seus nomos com
ts razoes uos motivos Bi-los Joaquim
Krancisco de AlboquarqaoSantiago, Ulissai
Jos de Oliveira, Julio Cesar de Oliveira,
Krancisco da i.osta o Silva, Domingos Su-
riano de Sonza, Manuel de Paula Pinto, Mi-
gu I Candi lo Pinto, Selevindu llodorico Pin-
to, Manoel Comes Ktbeiro, Francisco do l'au-
la Alves da Suva, Rufino Jos Fernandos de
Figueire.io Jnior,
Fugio no da 8 do corrente o mula'.o
escravo do os signaos seguales : idade do 24 a ib
annos, baixo, secco do COrpO, com fall de
lentes na frente, poura barba, oltios gran-
des, o gostava de andar limpo : quem o oo-
gar, dirija-se a ruada l'enha n. 13, quo sera
lio. m recompensado.
Kst fgida desde20 dejunho prximo
passado a negra Antonia, de nacSo Qaica-
ma, mullo conhecida oor sor multo ulica
na ru<, a qual veiiiia mel de ongenho, i )t-
jao, milho e oulras vendas, tem os denles
limados c miudos, e ja um t'nto podres,
. urna cicatriz do nina qneimadura sobre
o peilo direito, ja puxando para de baixo do
b'aco ; dosconiia-SH <]no esteja para a estra-
da nova : rccommeuda-so os capilaus de
campo o autoridades policiaes, equema ne-
gar, levetn-a a rua da Senzala Velna u. '.it,
que serao bem recompensados.
Precisa-so de um rapaz para eaixeiro
de taberna : na rua Imperial n. 41.
Roga-se as auloridades policae* que
apprehou am urna angra por nomo Mara, de
oacfio, a qual le n por costume estar oceulta
em casa de outra,la/.;n lo-lhe o servico e ma-
ullando diuheiro, divondo que paga semana
a sua soubnra ; esta negra adiase d
dumingj (8) ausente da casa de sua senliora
Publica-se para coobecimenta que urna novaestaqo acaba de ser constru -
da junto aos Prazeres, para recepQilo do
passageiros o gneros, onde os trens deve-
rao parar, do dia i d eorrente ora oanle
pela maneira segointa :
O trcn i|u riir da villa do Cabo as "
horas da manha ^ ->s .' di tai l< all d ve-
r3o parar, o primeiro as 7 horas a 55 minu-
tos da manhia, o a segando as .'! horas o 55
minutos la tur le. ; a o vm partir das Cinco
Postas n* 9 horas da mtnhSa e i g .", da tar-
de igualmente psraril > all, n primeiro as ;i
boras e 35 minutos d nu nhSa, e o segn lo
*s 5 horas o 35 n nulos da tar te.
Os s^guintes arranjossSo pronostos com
olim de facilitar a ramessa dos gneros pa-
ra o Ri-cife
Carros coberlos se acharSo, um no desvio
da illia as segundas, quartas e sexlas-lei-
ras de manha:, outro n* Pontesinha as
quartas e sabba los tambem oe ni'idiaa >
outro na estacSO dos P azores, n> mes v-
boras, as seguo i^s sexlas-fciras, e todos
seguirHo :is-k o lccifo no lr.'^. j^s I
DOS das
Do dia IG oo cure ite e i i em-
brulhos que se destinare in interior)
recebi Jos no escri it irio ebefe da compa-
, roa do Crespo n. -', das 10 horas !i
iSa as 3 da tan lotaes embro-
Ihos ser i los co
veis, sem i que nao se no recebi-
dos, o serSo conduzidos p In trem da
tardo do mesmo dia era ',i" forem entri
do iscrpiono. 11 i i d messt le taes
' brnlros, incluindo o frote para a esta-
i i i ser son rs. al una arr iba de peso pa-
"qualquer estagSo da linha ; -
porem de nma arroba <> r> le 100 reis por
legua cada arroba que ex i "'
Os fritos das mercadorias quaesqu-r se; mii podem ser pagos o in amo escripio-
rio ou na est^QHo d is Cinco Ponas.
No referido escri ptorio pode-se roe
avisos ou noticias relativamente as merca-
donas que tiverem le ser remetlidas da ci-
dade p; ra a estafSo das Cinco Poetase vico-
versa as carrosas ila com anhia.
A coupaobia est .r .Mitrar em
arraojos acerca da re luccSo dos precos do
couduccUo do gen tos da estadio,
taes g imctti los era sias d
e consigo* ios dir > algum arma-
na cidad". a cmara
mi dc -, a ai : m alteracSo
razoavel as pos uras ultimameul i publica-
das limiuo lo e |uantida le de poso que lle-
ve serconduzi losem coro'.
II de agosto de 1858.James Templeton
I, superinten'.
Prccsa-so ue um criado branco.depre-
rerenc rua Nova u. 69, se-
gundo r-n r
No engenbo Se-raria de JaboatSo veu-
boismansos: as pessoas que
quizerem compra l verSo procurar >> seu
proprietario no mesma eogenho.
"v\ lt( a DA GLORIA CASA DO II NDAO*.
Ct iNSULTORI HOMEQPATfllCO
i)()
DR-P. A-LOBO HOSCOSO
Mdico partero e operador.
0 r. I.obo Moscoso, aa consultas todos os
das e pratica qualqueroperasSo de cirurgia,
assim como,accodu com toda a promrlt o,
s pessoas n pn los stimo
par?, o servico de partos, pratica la so-
peracOes u anuaes ou in |uao-
-:o nSo possa c ,Q
ea homeopatbia que taas vezestem
rido difiieuldades, que pareciaa insupe-
daveis
_ ma senhor i ron lialnlitacr -s pre-
cisas cusma o seguinte : a I r, escrever e
contar, costura cha, labj r'mtho, marca,
bordar de susto, cacudc, bordar de
branco, de ouro, le missanga, de l'roco,
de matiz, tapete e tapeceria : quem de
seuprestimose<|uizer utilisai poder-se-ha
dirigir ruada Concordia n. !7.
Oeseja-se rallar eorn o Sr. Delphino
Ferreira de Oliveira a negocio le seu hte-
le Dortanto a qualqu
quesoube de sua residencia o ob |iiio de
miid-u narua doQueiinaio, loja n. i.
egu contra
Cas s.
Na rua Direita n. 3, di frente do beci
s. Pedro, recebem se i scravos de ambos os
sexos \:p.;:\ -. a U n m de commissSo, nSo
solevando or i*ste trabalbo mais do que
lies porcento livre de la a e qualquer des-
peza is'o toda a
ranea precisa para os ditos esersvos.
Offerece-se um homem robusto para
feilO g ;r :
na rua do Vigario .1. -., se lira.
Os re: irmelltaa, lendo de apre-
- ntar no dia 14 do corrente/mez a procis-
le \. S. da Boa M'j^io, a qual te
i rer a:--1 oas seguiotw,: Camboa do Car-
mo, rua as Flores,
ni es, Cadeia, Coll i o mi
mo, lueima lo, pateo oo I nto, Direi-
ta, aateo rio Ten; b eco do Marisco, V
tyi ios, Hort > e i colbi r. carregad e pi em m>s irmSot confrades as
suas assistencias para acompanbarem dita
procissBo, assim como ns moradores man-
daren) limpar as ras ja mencionadas.
O abaixo assignado, lendo em conside-
raQ.io seu ero oslar, resolveu dcixar de sor
embregado nos servij-s do Sr. Jo o Pinto
Regs de Sonza, o qoe eHeetvamente u tem
eitu desde o ia 2i)de julho p .iuio pas-
sado. I; cil 10 li agosto de I
I nardo los da Cunha.
-- Alug i ama com muito e bom
hon i : em Olinda, rasa da
quiua na Boa-llora.
Aluga-: um preto cozinheiro : quem o
. .,
u. _"
o aba ra q I m
insto raro deposito da m
ao Sr Manoel
.r 6o :> 'i
irij;'--:' aa mesma
cife li ue aeoslo de -
Mano.'. Ferreira '".arrejro.
No hotel inglez ruado pre-
cisa-se do urna ama quesaibaUv recn-
r, cscr iva nu forra ; aga- e b
i ;. urna grande casa : arn i com
7 quarlos, na rua lmren.il, a qual esl
bom estado para se morar com decen a :
qi em quizer, dirija-se a rua Direita n. 49,
lo u. 56.
Urna sen!. tada, de conbi
I, offerece-f ir ensinar em qual-
nbo ; n son; or di en{
quizer para educ cSo de suas filhas, dirija*
sondo ; se a rua do Rangel, sobrado do dous andaros
nados u 36.
precisa-se do nma criada para an'-r
ii em a sa e que ea ;omme .
ds rua do lo n. as, te
-- \ugusto Jos Pinto leixou a i
xeiro de Kernandes f.ucas < C. desde o dia
10 de -
CMIORIO nOH3PATlCf>
1.0
DE. | P. A. LOBO MOSGOSO.
Xn rua daOloriu casa do funda>.
Onde se achamsempre os mais acreditados medcamen'o?; tanta em tinturas
lbulos, o preparados com omaior escrpulo c por prci,os bstanle commodos
I>re Botica de tubos grandes
Dita de -> ......
de 3C ....
Dita d 48 a .....
Dita de 60 i >....
Tubos avulsos a ....
- de tinturara do meia onca.
M; uuai de medicina bomeopatbica do
Dr. Jahr com o diccionario dos ir
de me licine. .....
M licioa domestica do Dr. Henry. .
Tratamento do cholera morbua.
Rcpe'torio do Dr. Mello Moraes.
10/0110
ISt 00
1/000
'2u0
109000
ifaooo
20CO
69000
;S? SI0EEIR4 E DAiTEf^--^^-
PEUKAS PRECI 5AS
.

Ad "ocos de brilhan
ti s, llamantes pro- ?
las, pulceiras, alune-
1 s, brincos e roeta,
botOes eat le dil \
s gOStOS I
''versas pedias
lor.
!
Loja de ourives
RQD0<1\BIGV?. 7.
por
I
d;.
OjnOEPiSATA.
tpores
Eih'Oi as
Compram, vendem,
ou iroc ... ou-
ro, brilb me-, dia-
iii 's e i nas, e
oulras i'jar- .
ir, a dinheii
!
' **SO" ;i Apparelhos comple-v':
rno ir esto t- n m \os e-pr*u ?"*cha- "$
^ '- handeas. salvxs <_*>
ou por obras.
.
_
S KSO- *^
I
< e Tis!oa, s

; Adreteos completos ff
! onro.meos ditos,pul- \'.
ceiras.allinetes, brin-.sfi
f eos e rosetas.cordoes, 5|
transelins, medalhas,M
corrsntes e onfeites
para relogio e outros &
i oiuitos objectos de*
ouro.
m
preco com
eos
bandejas, salvus, cas-f^
ticaes, culberesde so-'
' : a e de cha, e muitos!
- o otros objectos de;
%k rta
como
''? R
V.4.H

?go.
IOMPANHIA northen, estabele-
ci da E:.I LONDRES.
Vren t ios di m in a idos
AGENTES
ffpy cSC'omnanhia.
<) l>r. no Antonio Cesar esta
resi lindo na roa do Bangel, | :i. i i-
ro andar do sobrado 0 18, onde .
ser procurado a qualquer hora do
dia ou da noae, para o exercicio da
med o ios-.
RUA NOVA N. 1S
Antiga loja de fazendas i roupa feita de
M. A. Caj'& C, onde sempre seos au
ezes encontraran] um completo sorti-
(nento de todo o qualquer tato tend
roupa feita, como sejam casacas, sobrecasa-
cas. palotots de panno, casimira, seda, me-
rio, alpaca, gaugas, bretanlia, brim, gn-
dolas, jaquetas de Blpaca, bretanba, brim,
vestidos de merino para motilara, casave-
ques de se la preta e de coros, ci lcs de ca-
I ira rea o do cores, de brim de lnho,
es, ditas de al) o IS ua s i
para senhoras, homens o
sexos, e idades, cha-
ssa francezes, linos, ditt s de sol
'ora. ditos de pa-
i s para e : omens,
um grande sorlimento de fazendas para fa-
zer qualqoer Ura rom presteza, camisas
--, Onas, tos linho, ditas
dedita fraocezas, itas ae cor com peilos
de fusto, pelo is razoavel do que
em outra qualq
rtidos (I i Russia, Ca- '
roelll illia.
Lonas da Russia, brim e bri-
ones.
Cobi I para orro com
IS.
lias.
Estando cm barrinhas, Bar-
rilha.

Ifffe el i
ellen,

OS6
.-:'..:
mta
vei
rSl'SS i ST-m T ''i' '' "' *" Populacho desta'ciddade os
,-,';'' "e-a annos de experiencias adquiridas nos hospitaas de Tranca,
da Blgica^ da Inglacarra, e eoj sua dioica particular, conocedor de todos
osiiovos methodos detraumento ede todos
ello tem esl i lo, e i lo ire el
,"r",.r,,Sn' ^,'i!r'\ "'"m:"\ ceria sohre qualquer caso de molestia, paran
iratamonlo da qual possa ser chamado. Ex-profcssor de anatoma descriptiva,
* l"C,,na ratona era Paris, elle sera sempre prompU, para praticar
mlrenS TZ^Tf'- ^^ ""* pelos seus honrados collegas.
por ella As circumstancias particular-----------
gado
o procassos de operaces, quo ,v';
es, com o maior cuidado, elle esta S&S
res em que se tem acbado, o tem obri-

C
mpai
Precisa-se alugar u.-ja ama para lavar
engommnrbem, forra ou captiva na rua
da Soledade, casa de 4 jaoellas, calcada a la
com porlao ao lado.
Cozioheiro,
8
-

Vinli .selle e Jo
lumoso, i de Bordeux
. m rjuartolas.
C. J. ASTLEY& C.
Precia -s ama ama vara tolo o
i de pouca familia, forra
" escrava, a^a-se bem; no aterro da Boa-
Vista, 1' ji U. 7.S.
\ officim de dagoerreotypo da rua No-
va o. 18, primeiro andar, por cima da loja do
Sr Caj', alfaiate, e dirigida pelo mesmo
artista da ex ti neta officina do daguerreolypo
do ierro da Koa-Vista n. 4, terceiro an ,::r
complot- i ifactos
i collocaijao dos re. raoidez e
ii infallibilidade nos trabal os executa-
dosnestee neuto ssegnram pouca
iacommodoa quem se retrata e a arompta
entrega dos retratos O oreen dos ret
im do J* a 12$ em caixiohas ou qua-
dros, o de 1C a Ojem o
Sde ouro inclu la a oia. Do meio dia a-
I
precisa-se i sitia com boa
de morar, ; m |
um lugar perl i a ci la I como bem !
, ote, paga-s bem, c
a ajuste por anno o i agradando
bom a moradia :
I'recisa-so do um bom co/.iuheiro apaga-
se bem : na rua das Cruzes n 33, primeiro
andar.
ESPIDAS
PUENTES
\ qualquer hora do peixe, camarSo a
gallinha, pelo costume do Blo do Janeiro a
19e 500rs. cada nma, lambem se fornecem
almocos o jantaros, comida muito bem feita;
man la-so levars casas a hora indicada, e
alngam-se salas e quartos, fornecendo a co-
modoria : aa rua das Cruzes n. ',>, primeiro
andar.
Hotel Adolpho, rua da
'euh:i i. 2 A.
O proprietario deste es abelecimento no
tem po.irjad.o a bols afiui Je apresi alar i o
itavel mil.he... urna sala iri
rn, ndo mo com muita pompa e
sim com aceic ; n iste ho .1 a la-s i
das 7 11*2 as 10 do da, jantar de I 1:
da tarde, Com aceio e uteza; na mesa es-
tarSoas p?os equaliiadesa escollier. Oa-
f, elia, chocolate I or; aos domin-
oSo de vacca, bu,-. finas, e forne-
e almoco de cha ou c l*, no a i o- i;
pratos por 259 mensaes a urna pessoa : na
mesma casa precisa-se i heiro
! bom, o paga-se I
O al) ixo --. i lo i-i:- ra ao
' especiali lad i corpo de ci nm i io
d ita pvaca, i f-j l i na ta a c
de *ob linn I I ja annun-
ciada, pin teu ass ?-
ciado, o di el s qoe '- irina ao
emprega I algn i, e Uca
por cooseguinte nu u ... rjcle
ii lo de is.j.s.
Francisco ni lio do Ko| i II i,
GOtop .n ;.i "c: il cana.
Roga-se aos S. s. ac.ioui-ias da coinpanhia
Pornambucana, que anda nao rebeceram
suas acues, hajam de sa airigir ao escrip-
tono da mesma, aiiin de receb -las razendu
os competentes recibos das prestacOes, bom
como aquellos senhore uno lizeram traspas-
so de suas acQoes o nao ...-. naram o I irmo
de secc5o,1e virem.fazer un ide-
claragoos o assiguarem o referido livro.
Antonio Marques de Amorim.
Aluga-se a luja do Passeio Publico n.
9 -. a tratar na ra do Collegio n. 0.
OSr. que annanciou por folhs para
oras vagas, appart^a na rua
da Cadeia oo Recife n. 50 /v.
Precisa so tomar de 10 a 15 contos pou-
.'.'
...alii'vWw
T*m para vender cid sana armisana da praea da
l'i.iii Nava as i Buinln farianaa oe tnyu rhagada
Dlmnaiii.-uie de Trieste
man .
Priui *'i .i i'o.
i & C.
Tamhem lando eooaprade ou uliim n ir recamen
lo. de KicbmuDd teem inegaiolea mareai daqaella
|iroci!ein ia
P. I Cbriatiany vai a Eurooa, levando
em sua companhia suas duas filhas menores
Aluga-se a loja do sobrado n. 11, sito
na rua ua i.adoia de Sanio Antonio ; a tratar
rom Antonio de Morees Gomes Ferreira.

.':


CHPABHl
BE
lIn.wTr.aQao u iraz.
A companhia de illuminacSo a
gaz desta cidade- avisa as pessoas
que precisarem illuminar os seus
ntabelecnentose casas particu-
lares por meio do gaz de virem
dar os seus nomes i-ui casa de
Rostron Rookerdt C., [naca do
Corpo Sent n. 48, notando-se
que aquellesquepruneiroseaiis-
tarem serao servidos cm primei- -
ro lugar. c,\

Gaili ...
Huxall.
il.
W.
De liennvi lm liara
| Odauee.
i C >.
G ocla.
- tratar com l'ran- -. -^^f^| flhfllilIfcllilrT JUafllJ-dHaTiaii
cisco Gomes Mattos Jnior, ua rua larga do
Rosario, loja n. 26. > "' Sr- Jose Maximiano Alves Cavalcan-
,. ,. ., i ti, pralicante da thesouraria da fazenda
-.-Francisco ..ornes de Mallos Jnior. quera dir^r-se a roa do Queim.don >'.'
on -.,].. do ouro,.arn.: larga ao Rosario primeiro aidar, conclnl-l mSo m -
o. 26, avisa ao respeitavel publico, quo ac-
ba do i-.: iga -da I tropa, trazen ,u um com-
| ment de ouro e prata de todas as
'. lo tuda por procos mui-
io (ommodos, e acontento dos compra
m lambem trouxe um sortimento de
rerros para ourives, de todas es qualiJades
procura.
Desoja-: o t'.iar com o Sr. Manoel An-
tonio Corroa de Queiroz, para se dar noti-
ium legado que Ibedoixaram : dirija-
se a rua da Praia, arnuzem ue cania secca
n.9.
" Paulo Cal Ha\ dentiila, roa da* Laran-
cetras n.15, tamagaai
lenlrilice.
.
m
sorlinieiilo i! is narras jj
raracaoi
R VI JS""11 CDW .livii-
cai M de PhiladelpliU, Nuva Orleant, Ohio Baile-
more linio exirat como saperfinai; aoi i re. os mi <
commodoa du inereado.
conhefiil.il "JJ1 e

'
2>A
He chegadoa luja -le r.ocnme, aterro
uta n. 7, exc
' rosa bram ,. in elle, tirar
annos, i espinhi io a-
cab. os; assim ( io po i-.
lyrii iore .ara I eri la-
> o avellu-
la orimorosa da vida.
v. -'
A.
?m CCEIIODO.

a i ;ia larg i
!i Pi*i\i
lo Roz iiio esquina do
fril i, no segundo andar
|.|(. ,,. ;, i'./.-s,- com todo asseio .
i e ceia, por pre-
a outra qual-
ii.1.....I
io mai eiu conta
quer i..i i,o.
.
lajao.
Kissel, relojoeiro francez, ven-e
is .10 ouro e prata. conc
.
.'
elogios, oas < msicas, ja aqu he
mbecldo ba muitos annos.habita no .
iteo do ilos tal n. 17.
Precisa-se de nma ama forra .ni captiva
para o servico de una casa de pouca fami-
lia : na rua da Uangueira n. it, Boa-Vista
Ku abaixo assignado declaro ao res-
neilavel publico e ao ,-orpo enromercial des-
la praca, que a casa pertenoenle amimJoso
Pedro da ,s:!va Mello, til.'rua na rua das
lauco Ponas n. 36, gyra a leste lata em
dianle co a firma Mello i Irra io, assira
como ambas as fir as 8o obrigadas aoa -
. las dividas ja c.oit'aludas da I
ma casa.-Jos Pedro da Silva Mello.
Servulo i' reir da Silva faz publico
que n Se. JosCoelho da silva o Aran,o i'.ei-
:ura lor, 1 enga-
ptiaes foram imporlados pelo patacho pn'- garse, e foi escrava do lllm. Sr. Jos Victo- Buenos-^yres Os pretendentes queiram di- no tu 1 >u que era
com o tatioleiro que levou clio.10 de cocos
para vender, levou r >upSo cor de laranja, de i co mata ou monos. ., risi o martimo sobre a
torisafan do lllm. Sr. inspector da alfanje-1 chita, ja usado, panno encarnado e verde carga, casco e apparelbo do brigue inglez
ga, do 100 barris cora vinagre, em nm ou com franjas brancas e verdes naa pontas, lio Chrisliania Cornal, capitSo BrokensQur arri-
mis lotes a vontade dos pretndanles, os I alta, magra, de 40 anhos, costuma embria-1 bado neste porto em vi gem dePIymouth a
tugue/ Constanza,a procedente, de Lisboa :
terca-feira 17 d corrente, as 10 horas da
maullas, porla la mesma alfandoga.
rio de Lemos, que a v.-uiou ha
quem a trouxor em Santo Amaro,
compensado.
pouco : ngif so em carta lechada 1 curador, |uan1n n u ns.
ser re- Saund ers C. atodia 16 ti 1 cor- Na rua da Florentina n. 14, prec
I rente ao nu io da, um coziiilieiro,quor seje livre ou captivu.
O .ureiro mand 1 fezei pu-
lia'm .1 venda todos os 1 11
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora 11. (i,das 9 L mh 1 as :
da noito. bilhett e meios da sexta par-
te d.i primeiru lotcria do GvmnasioPer-
nambucano cujas rodas andarfto impre-
erivi li tente no dia I V do corrente mez.
ria }.( escrivao, J. 81. da Cruz.
' Trovj il r.
O proprietario deste im leutil es-
tabcleoimenlo quando c .ncili as nte-
0 seas fn izes. determi-
nou-se a acabar com 11 luxo quo nelle con-
servavs, o que com 1 ba-se realisado,
e e em sea lugar estabelecea o quo justa-
menlo .e precisa,ac do rogularidade,promp-
1 1 em servir o piojos razoaveis; esnse-
guintemente tem a honra de declararan res-
vel publico, que d'ora em diante se en-
contrar! cm seu hotel, alai ico atoas 10 ho-
9 l|2 por 13 e
por mez ~2-,\ ensina-se gratis a cozinhar,
aluga-se l tuca e 1 para baile,
apromptam-se bandeijas 00 diversas formas,
jantares, pratos iro nos para presente, 1
outras muitascousas proprias de sua pro-
m dianle ha 1
tmente cha, caf, chocolate e mSo vac-
ca an-. [OS.
Luiz Jos da Silvcira e Jos Krancisco
Rodrigues da Costa fazem sciente ao respei-
lavel corpo do commercio, que elles com-
111 a Manoel .Morera da Costa fOTO lo
somanto a taberna da rus .Nova o (>.>, c
prehendondo a armaf.io o ge..... v, fieando
a cargo do mesmo Sr. Duro todo o activo e
passivo.
-- IVrante a cmara monicipal do Rocife
estarft om praca no dia is do corrente -. cons-
Jo, j 1 annnn da, ai irada proj
da para 1 povoacSoda Varzea Sect
n unicipal do Itecife 11 da a
1858.O secretario,
o ti Ferreira Aci
bo.--J is Esteves Vienta.
ibiuete portiguez & O
Leitura^ 5
Ten Jo da celebrar-seno da 15 do S
Trente pelas 10 horas da manha a S
sessSo solemne do stimo anniver- ^
io do gabinete era conformidade fe?
; il.art.6s dos estatutos, por ordem @
ii directora convido aos seohores (
,:^ socios accionistas e subscriptores pa- :?
comparecerem a este acto t3o res- <}'
V& peiiavel e digno do instituto que *
fft?tantos servioostem prest-do ao pro- $
::< f-'resso das setencias e da litteratura. fij
Os illustres oraaores que tiverem de X
; .' recitar as suas produc;0es litteranas
poderSo inscrever-seno gabinete e 5
.ra semeUiante fim se achara 5 di- O
lectora reunida das 6 as 9 boras da pj>
lite alo o ta 13 do corrente. rinda S
-silo solemne sera aberto o es- y*
labeleciniento as 3 boras da tarde e ^?
licara patente aos senbores visitan- fh
I tes ateas 10 da noite. .Nos dias 14, 0
l.ioi6 do crreme nao havera o S
-.- expediente .la bibltotlieca.
-J Recife io de agosto de 1858.Joao
.} Quirino de Aguilar, 1 secretario. Q

... *. < Jr
:3Q0
w
Precisa-se mugar um preto de meia
idade para os rvigo de urna oja : a tratir
narua o Cabug u 11, loja de ourives.
-- liase 700/a juros razoaveis, com hy-
potbeca ou penbores : na rua da Cadeia ii
6, se diraquem da.
O Sr, tenenie Carlos isteves de Freitas
do quarlo batalbO de artilharia, tenha a
bondado de mandar pagar os seus vales, com
os quaes snppri, e por seu pedido, as pracas
seu commauao, quaado destacadas no
l'o.to do ISrum, que para espera de impalia-
leS S i bastan} 4 annos, continuando
este annuncio em qoanto nao satisfierao
sou ere lorLino los de Oliveira Diniz.
r.o.i pra-se moeda de ouro com pre-
mio : na praca da Inlepan laneia n. 18e 20.
IrmandaJe de Mossa Seubora do
Tergo.
Tendo os religiosos do convento de N. S.
do Carmo desta cidade do Recife convidado
a-irmandade jo V S. d i Terco Dar acompa-
nbar a procissSo de N. S da Roa Morte, que
tem de exporem a visui dos liis no dia sab-
bado, 14 do corrente, pelas 3 horas da tar-
lOi o desojando a mesa regedora da mesma
irmand.ida preslar-se a acto to religioso,
e mesmo mostrar sua gralido e proco a
t3o dislinctOS religiosos, poio presente con-
vida a seus cbarissimos irmSos pira que so
dignem comparecer em no>sa igreja no da
a noa indicada, lira de encorporados, a-
compaobar-s i a mencionada prociss3o.Jo-
so Pinto de HagalhSes, juizPedro Jos da
Costa Castalio Branco, secretarlo.
No dia !'> do mez passano appareceti
um bnt no sitio do l'ubourcq, na Capunga :
qnom for seu dono, e der os signaes, pagan-
do as 'o sustento e annuucios, Uto
sera entregue.
_.. fferece se una aun para casa do pe-
quea familia : qu hso a
lo sobrado n. i'.S, no largo no Parar/o.
Preci alen-
da de i r; quem a
, dirija-sea Laberna i. esquina ao poda
. adicSo do Santo Amaro.
j *


DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIRA 15 DE AGOSTO DE 1858.
_= /
i.
lotera
DA
PROVINCIA
No escriptorjodoabaixo sssignndo na run
do Gollegio n. 21, vendem-se Billiotes da lo
leria da provincia pelos seguinles presos
sendo de lO'i para cima a dinheiro a vista.
Ki I botes garantidos 59500
Meios ditos 297,0
J. I'. La y me.
Francisco Jos: Augusto Ferreirn. na
ra da Monda n. 2, iem para vendar aerada
,in sacos de 4 arrofa s a T^ooo. assnn como
barra eom niel, tu.'o ptoprio para as co-
aheiras.
Lotera
DA
provincia.
Oabaixo assignado declara que. de hoje
em diante compra bilhetes de lotera reco-
lliidos com o descont de 20 por canto aeja
qual for a quantia : na ra do Collegio n. 21.
P. J. La y me.
g O Ur. Casa nova pode ser procura- s
Ufo do a qualquer hora para visitar doen- -
tes e praticar qualquer operagSo de "f
cirurgia; especialmente de partos <<>
em seu ;.3

o
appareceii
do porto do Sr. AraujO urna canoa meia abor-
ta, 'cargado 500 lijlos, a qual tem ura
paneiro praia e um banco de vella, ten Jo
cahldo urna chapa de ierro que tinba di
prtia, se'ij corrente na rampa, lando o lugar
da mesma ; queri a acnou de parte ao Sr.
Araujo, ou a Joaquim Lopes do Almei la,
que gratificara.
Pede-so ao Sr. Jos Antonio Alvos Nei-
vas o favor deapprtoer n rea Nova u 30,
ou declarar a su* morada por esta folha para
ser procurado

8
m
%:
t
i8 liaa das CruzesStt
No mesmo consultorio tem sempre fig
os mais acreditados medicamentos .t*
homeop W glbulos e carteiras riquissimas; ha
t lambem varias obras em francez e -*."
$g em portugaez.
t-;ttttO ttOOO.:
Casa de cofotnisso de
era vos.
Na ra larga do Rosario n. 92, rocobero-se
escravos para serem vendidos por eommis-
sSo, e por conta de seus aenborea, e (flanea-
se o bom tratamento ; assim corno a protr.p-
ta venda, alim de que seus senbores nao
sofTam impate com a venda delles.
Lnil Jas da Silveira e Jos Francisco
Rodrigues da Costa faiem sciente ao respei-
lavel corpo ,10 commerch, qoe estab-lece-
ram urna sociedade na taberna sita na ra
Nova n. 05, sol) a Arma de Silveia & Costa.
0
m
. O Dr. Ignacio Firmo Xavier, roce-
be em sua casa de saude, que tica o
norte da estrada da Passagem da
Compra-si enecuva mente bronze, lao
ISoe cobre veilio : no -"oposito la fun
l.i Aurora, na roa do Rrun, logo na ei
da u. 38,8 na mesma rundicSo,em '. imaro.
Compra-ae um cavallo capado, com
andares: no l'oucinho casi e vidracada
junto 4 eocbeira, por detraz de Santa ine-
reza.
Compra-so um escravo ?odreiro, de
maior ou menor idade : quein tiver an-
nuncie.
trrapatd em grao.
Oompra-se constantemente na Fabrica de
oleo de ricino, iua dos Cuararapos, em Fra
de Portas.
Compra-se una grammalica ila lingua
allem.la por J. O, Fres: na ra do Quoiroa-
do n. 22, loja da boa f
flIRUItcio.
Compra-n ums taberna do bairro de Saolo Ant-
alo oo Sin Jos na* leBuinles roM : l'r i-, Manuel,
lamo d Carato, l.ivraiueiilu, Direlta, pateo ,1 Tor-
ea, Cinco l'onl.. Imperial, rnm nal un menos Tun-
do ufficitul. para am principian!*, run mei.i.li'
dinheiro e melad* a pagamento ; dan.lo-*e profo-
renria a que liver coinuiutlos par familia indepen-
denle da vciula. (Juein hver aniiunrie por ele Din-
rio, ou ilinja-se a ra da Praia irmaum ile rarne
coca, de Diom/in <,.....;<,l%e~ Uaia po.i tratar,
Compra-ae una porta do lomo ou ama-
relio, que seja usada, que teoha 9 1|2 a 10
palmos Je altura e i t|2 a 5 palmos de lar-
gura : quoin tiver, dinja-se a ra do Quei-
mado n 63.
Compra ui-se naoeuus de ouro .!.
20.S a 20.S5O0 : n;i rua da Cadeia luja de
cambio n. 38.
QueijosdosertaO
ede maiitciga, ditos do reino ; he baralo
quo admira : no deposito da rua do Colle-
gio n. 13, e fructas em latas chegadas lti-
mamente iie Portugal ; a ellas fre(jue*os que
o Soares est quemando a troco de sedlas
velhas, coutros nuiitos gneros, que a vis-
ta do comprador se dir o proco,
Veddeni-so quejos multo fresenes che-
gados do Cear, saceos com fejfi mulali-
nho, meios de sola de superior qualidade,
!u lo por preco muitn commodo : na rua es-
trella do Rosario n. "JO.
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nENRIQUEftSJLVTOSv'
Msicas msi-
cas !
O Rrasil Musical, o qualquer outra pulili-
e.it; ni da casa do Pilipoonu <'. Kornaghi, ilo
Ro de Janeiro, se ach a venda, pelo mesmo
preco que na corte, na livraiia acadmica,
rua ,o Collegio n. 21.
CHAPEOS A PETROPOLES
Na loja da rua do Oueimado n. 37, re-
cebou-se ultimamenlo oe I'ranc um com-
pleto e variado si rlimento de chapeos a pe-
tropoles para senhora, os quaes se vendem
couroMiioa eacolba, e p ir preQo muilo com-
modo.
SYSTEMA MEDICO
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IILLOWAY
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Heceoiviit^ eiu lcilura ti
pars.
Ricos cortes de vestidos de sjda do
cor e brsncos
Cortes de caiiiluaia de seda borda-
dos ao lado
Grosdenaples prelo eccorpado, co-
vado 19600 a
Hilo de corea e branco, covado
Seda branca lavra.la para vestido
de noiva, covalo 19400 a
Belleza da Clima, [alenda toda de
seda, cov
Setim prelo maco para vestidos,
covado 29700
Velludo prelo o meihor possivel,
covado
Mein velludo preto e do cores, co-
vado
Velbutina preta e do cores, covado
Polar de Pars de seda com listas
maUsadas, covado
Ricas sedas de cores de novos pa-
droes, covado
Diana de seda lavrada mu linda,
covado
Se lionas de quadros e listras, co-
vado
Popelinas de seda o 13a, padroes
novos, covado
Barege de seda, padroes miudinhos,
covado
| Corgnrao de seda com flores, covado
! Fauno preto e de corea, prova ile li-
mio, covado 3/ a
1 Caaemira preta s' tim,covado 13700 a

PILUCAS IIOLLOWAY
Kslu liiesinnavel ospecilico, composto 111-
teiramentedehervaa medicinses, nao con-
ten mercurio, nem a I guia outra sulislancja
delecterea. Benigno mais tema inTanca,
ea compleij9o maia delca la be Igualoten,
te promplo e seguro p^ia desarreigar o nial
na compleijo mais robusta ; he inleira-
Milho.
No armazem de Manoel Joquim de
Oliveira 6 C. ruado Codornizn. Ib' em
lente do becco da Madre de Dos, ven-
de-se millio vindo de Lislioa, desembar-
cado nesti semana, saceos de 30 cuias a
I l.s, ditos de -20 a S, laiinlia de inan-
diocaa 8$asacca, larello de Lisboa a
4|500 a sacia e muitos mais geHeros da
trra que se vende milito mais barato
do que em outra qualquer paite.
BICHAS DE HAMBRGO
Wo entibo d-posito da rua estrena do Ro-
[>>
Magdalena, entre a ponte grande e a (S9 Principio de eoznlia e mullo
i*rS RVt-, CBS ll< 1
ti.S i. -.
Vende-si 'superior manleiga ingleza
i'i-' I9e800rs. ,1 libra, c ne do sertoa
WOa libra, queijo de co-lln a 600 rs.a li-Uudode bam gosto e progos co
bra, dito de manieiaa a 700 rs a / la in- rua de Apollo ns tleSO
da a luo rs. Kbra, batatas mullo novas i
80 rs. a libra, velas da comp isi^fi >s a 500 rs.
a libra, e oulros muitos gneros i"-r bara-
Issddo prego.
Ve ide-se umn linda cabrioha
anuos de i lade, muito esperta e eom princi-
pio de costura ; aNsini cmo um moleque
com t2 annos, muito robusto, com bom
Vende-S a loja de Calcado da rua do
Livramento n. 41, qual be toda ividtaca-
la e tem pone s fundos, a dinheiro ou a
prazo : y !r*tar n mesma, ou na rua da Ca-
deia do R> cife, loja n 64
- Ven l<*m-se toaliias lencos de labyrin-
tho di' ca br*i <' lindo, Imulias e lucos. Man
modos : na
-- Vcnde-seuma taberna em um dosme-
Ihores lugares iU Boa-Vista, e bem afregue-
zada pan. Ierra : quem a pretender, diri-
com 9 |H ^''" rj;i V('1"' *"' 'lu,! :,,'l'"a Rom
Masselina de cor e branca, covado
Chitas francesas de cor claras e es-
curas, covado aso a
Cambraias organdys,novos padroes,
vai a 1
Cassas francezasBnas, padroes no-
vos, vara 1
Ditas ditas, vara a
Manas de Rlond, pretas e brancas
uitos e golinhas boruadas
i
i
pequeua do Chora-Menino, todas as j
pessoas donntes, alianeando o me- |
ilior tratamento, o maior aelo e cui- *^
dado medico. O local em que est v?
edilicada a casa destinada para esso k*.
miste,r as regras hygienicas, sobre _
as quaes est construida, os commo- *#
dos de que dispe, o aceio, ordem, ^
e regularidade que ah se encon- .,
tram, s3o condicoes ponderosas para T?
urna breve cuia e completo resta- <>
belecimento. As pessoas que qui/.e- &
rem utilisar-se de san prest o po- y
dem dirigir-se ao paleo do Carato, Cd
propno viara
1 S| ei lo ; na
qualquer oflicio por se- mullo
[traca da Boa-Vista o 0
Ven le-se uma preta de nac'io, de .10 an-
nos da idade, sadia e robusta, propria p.ira
0 mato, cozinha o diario rua da Cadeia de Sanio Antonio n 15, lei-
ceiro andar.
Reccntemonto descachado de Psris
e Lisboa.
I'ma rica iiinbiha .ie Jacaranda a Luiz XIV,
uma dita ,10 mesmo, estufada, 1 e eli nte
Teilio, lavatorios de mogno com eedra > 1 ~-
pelo, aparadores de gasto 1 aia s*la dejan-
lar, estantes de mogno, lindiSStmas, para
i
i
t* sobrado n. 9, primeuo andar, ds K^illvros- gu*rda-vestidos de dito, 1
j*. 10 horas da manhSa as 3 da tarde, .
W e dessa hora em dianle no seu esta- W
%'} belecimento. ($f
SEGURO COHIBA 0 FOGO.
COMPAM1IA
AJLLIAWCE.
Msabtifc-i(Ia em Londres,
em nif-rt de 1^2/*
CAPITAL
CIXCO MILHO'ES DE Ll RISAS ES-
TERLINAS.
Saunders, ISrothers ,\ C. tem a honra de
informar aos senhores negociantes, propie-
tarios de casas, e a quem mais convier, quo
estilo plenamente autorisados pela dila com-
panhia para eflectuar seguros sobre edill-
ciosdetijolo e pedra, cobertos detelba, e
igualmente sobre os objectos v|Ue contive-
rem os mesmos ediiicios, quer consista em
mobilia, oo em fazendas do qualquer qua-
lidade.
.iOAu da-Silvi K -
W mos medico pela Universidade de '."
$} Coimbra mudou-se para o primeiro CjJ
& andar do sobrado ii. 52 da rua Mova, fij
quasi coulronte a casa em que esta-
va habitando. v.r
^^@-5? ?m&r.
Na rua do Trapiche n. 17, precisa-se
fallar com o Sr. SebastiSo Paes de Suuza, a
negocio de seu particular interesse.
j3 Hunder. alfaiale mudou-se para ; .
fi.i a rua da Cadeia de Santo *
quem tr^lar.
No pateo Jo Panizo becco que vai pa-
ra a Florentina, na fabrica de chapeos de
feltro casa n. 20, ha uma onca tigre, bastan-
te domestica e nuito nova que su veo le .
quem a pretender dirija-se a dita casa que
acbara com quem tratar.
Vende-so urna burra (cofre) ile ferro,
ingleza, em bom estado : na rua da Cruz n.
40 i.lenle .
Retp
ha
portantes, camas de ,1 ilo para casados, cos-
tu cir^s de dno de muilo gosto, cadeiras de
balai.co e coannuns. de mogno, modernas,
toucadores de diio c m gavetas: Irat.-se
na rua da Cadeia do II "cife n. 38, p i metro
Vend-se urna escrava moga e de bonita
figura, com principios da habilidades : na
rua de Apollo n 20, segn lo andar.
-- Ra roa da Gloria n. os b< p um negro da Costa : a tratar na niesm-i casa
a qu ^t) 'ios
No engeotio Paolista existem 8 novilbos
lo Rio Grande para vender-se.
Vende-se superoi arroz de casca por
menos preco ilo que em oulr qualquer | I -
te : no caes do Ramos, armazem da esquina
n i
- Vende-se superior oleo de ricino em
latas de 30 libras, or menos prego do que
em outra qualquer parte : no caes do Ka
mes, aruiii...... da e.-e,i,..... n 1.
ikVHh
'wmT
Antonio n.
ti K em casa do lllm. Sr. Antonio "^
4jP GuimarSes (.ornes Ferreira. .'.!
Precisa-se de urna ama que saiba co
zihar e fazer todo o serviqo de casa : na
rua do Coldeireiro, uberna u. 60.
OtFerece-se para cai&eiro do rua ou Je
qualquer eslabelecimenlo, um rapaz do 1G
annos do idade, ebegado do mallo : quem
precisa',dirija-se a rua da Guia n. 5, pri-
meiro andar, a fallar com Antonio Bandeira
do Mello.
Pricise-se aluga- uma ama forra ou
osera vi : na rua de llortas n. 10.
i:0\StLT0RI HOMEOPTICO g
S D3. LOB^MOSCOZ .
-. NA KLA DA i.i.iiUI A CASA DO l'CNDAO'"';
@ O r. Lobo Moscozo faz scienli-
@ a i[uem interessar rossa (|iie teui @
|p com modos em sua casa para re- ;
^ celter alrjuiis escravos nao s pa-
Jg ra tratar de suas entermidadi>
0 como para fazer qualquer opo gj
^i racao. Os doentes serio tratados 0
(gf pela homeopatlna ou pela alio- 5
^ pailita, conforme parecer mais g-j
$8$ conveniente para a brevidade da t'U
$f cura. Adverte que recelje gra- ^
f$ tuitamente uma ou outra pessoa >5
^ que precise lazer alguma opera- A
^ co, e que por suas circumstan- pi-,
Qg cias nao possum satis'azer as des- Q,
^ pezasde tratamento c nao quein.
^ sujeitar-se a ir para os liospitaes.
^j O preco do tratamento dos esera- j
^ vos regulara' de 2,s' a 7< diarios ^j
^ conforme a gravidade da moles- f;->
*^ tia e o tempo de curativo. j
i; &- ::-> @@
'1 raspassa-se o arreiidamenlo com as
respectiva* berafeitoras da nova eocbeira,
que ltimamente se estabeleceu no largo do
palacio do governo, prximo a casa do Sr.
Dr. Sarment, a loealidate nao pode ser me-
ihor, porque lica junto a ponte provisoria :
quem pretender, enlenda-so na rua da Ca-
deia de SantoAntonion.il, com Urbano
Mamede.
Precisa-se de dous trabalhadores de
masseira, que entenda perfeitamente do tra-
fico de padaria : na rua lar^'a do Rosario,
padaria n. 18, junto oquaitcl de polica,
na mesma, acharo com quem Irstar.
a de Muribeca,
MILI 10 NOVO
Vende-se no l-'orte do Hatos, armazem de
llemeleri i firmaos, confronte ao trapiche
le algodio.
-- Vende-so urna escrav parda, que lem
muito bonita figura, cozmba 0 diario de
uuia casa, tem principio de eniromniado ,.
coze alguma cous- : na rua l'orniosa em
eas'. do lente, coronel Vilella
Ven le-se na provincia dasAlagoas, le-
mltroplie coj a de Pernambucp, orna rica
propneda :e inculta no riacho Taquara ,
aguas de Jacuipe, capaz de luda a cullura;
eugenho decannas, Igodfio, ete coiiendo
meia legoa de frente e uma de fun o, por
uma sismara legalmenle oblida, cujo titulo
existe em mSo do vendedor; quem a pie-
tender, dirija-se nesta rae* i Jos Guedes
de .tlhuquerque, na rua das Cruzes n 21,
segundo andar, ou no armazem do Sr. ii g-
quita Jnior, rua de Apollo n 24, que eati
autonsado promover esse negocio l levar
ao conbecimenlo do proprio dono as aU-
goas.
el< gioa de otiri
teiites.
Vendem-se no eseri ^torio 'le Antonio Luiz
de dliveira Azevedo, rua da Cruz n 1.
!< ii i de poi tu
Acabam de nhegar de Lisboa,
venia na livrara acadmica, rua
gio n. 21.
m saceos
al
e estro i
ilo Odie-
icij:io
[>ret
ifi' t lides
le
Vonde-se no armazem de Antonie Luiz
Oliveira Azevedo, roa do Visarlo n. 22.
Vende-se i boi e 1 carrosa na rua
Direila n, 95,

ira novena.
Chapeos, bonetes, pale.lots, colleles, cal-
cas, camisas, jaquetas, camisas de meia, ce-
i unios, grvales, meias, lencos de nt&o, cin-
tuioes de borracha, suspensorios ditos, sa-
pi tos de lustre, botinas gaspisdas, ditas do
bezerro, lovas, chicotes, c apeos de sol
bengalas, etc. : na rua Nova n a, loja de
Nabucud <;.
-- Vendo-so a arma^So da loja da na Di-
reila a. t:i: a tratar na mesma rua n. 16,
loja.
zenda ; ') tratas.
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, es-
Madre <:o Dos,
fi ti e enli '' 'ios bordados
Pulceii as de vi'llu lo, froco e lita
Lencos de cambraia, linos, coui la-
byrinlbo
Chales ie ni! ri com franjada laa
Uitos litos le se la
Ditos ditos bor lados i seda
Hilos uitos bordsdosa velludo
lulos de seda de peso
Cunes de casemira de cor linos
Colleles de dila e de seda bordados
Chapeos pretos francezes modernos
Cravatas ae. seda compridas com
a miel
PaleoU de alpaca preta e de cor,
forrados
Goudolas de alpaca preta e lo cor
Patelots de brim pardo e brelanha
Ditos de fustao, ganga o nutras fa-
zendas
Dilos de alpaca preta
2?500
iwao
29500
13 WO
43500
5^500
15100
750
irluo
15920
1-000
900
13000
640
850
79500
31'"()
320
360
19280
500
320
a
3
5
5
1500
43800
t'ooo
6*500
HJOOO
3
jooo
3
73000
73000
59000
49OO0
9500
39800
hoiu m e senhora, arreios pratiados para j
cabriolnt, ctiicotes para carro, coleiras para '
cavallo. etc.
otassa da Russia e cal
tle Lisboa.
No bem conheci lo o acre litado deposito
da i ua da Cadeia do Recife n. 12, ha para
vender potasas da Russia e ea do Rio de Ja-
neiro, nova e desupe>ior qualidade, assim
como lambem cal virgem em pedra, ludo
por presos m-iito ratoaveis.
AO PUBLICO.
O agente Marcelino de liorja scientifica ao
respeitavel publico, que ein o seu armazem
na rua do Collegio n. 15, tem sempre um
esplendido sortimento de mobilias cosnido-
tas e mais objectos de marcineiria, cons-
truidos pelos melhores fabricantes de llam-
burgo o Pars, e que os vende por conta de
uma oaaa comireicial estrangeira nesta ci-
dade, e por preQos mais baratos do que em
outra qu' Iqucr estabeleciment.
Vende-se uma excediente carroqa para
ser puchada por dous bois, bem construida,
e por preco muito commodo : a tratar na
rua pa Cadeia de Santo Antonio n. 11, com
Urbano Mamede.
forras, depois
de haver tentado inulilmenlelodos os ou-
tros remedios.
\s mSis alllictas nao devem entregar-se a
desesperacao; facam um competente enaaio
dosellicazes effeitos desla assombrosa med
cia, e prestes recuperarfio o beuelicio da
saude.
NSo se perca tempo em tomar este reme-
dio para qualquer.las seguinles enleroiija-
des :
Accidentesopilepticos liebres intermitiente
Mpoicas. Il'ebreloda especie.
Ampolas. '(.olla.
Areias^malde). Ilemorrlioidas
Aslhnia. llydropisia.
Clicas, Ictericia.
Conyulsoes. 'Indigestoes.
ebilidade ou exte-ilnflammaQoes.
nuacao. lrregu la ri da des da
Debilidade.oufaltade
Ion-as para
quer cousa.
Oysinteria.
Dur de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza noveiare.
999&99m "
AVIsO AO PUBLICO
Na loja de Nahuco k\ c. na rua No-
-"
va u. 2, vesle-se um iiomein da ca- ^
*'* hec ateos oes por diversos procos '"'.'
999999?} -.:,.^&
Nova agua de malabar
Vende-so esta agua a meihor que ten *p-
parecido para Ungir o cabello e suissas l<
P;elo : na livraiia universal rus do Colleg:o
n. 20, da-se junio um impresso gratis ent'
nando a forma de pplicar.
menslruacilo.
qual-JLombrigas de toda
especie.
Mal de pedra.
(Manchas n. cutis.
ObstruccSo deventre
Tsica ou consump-
' c'io pulmonar
uifermidadesno ven-iReteuc3o deourina.
lle- liheiimalismo.
fc-nfermidades no liga-jsvinptomas secun-
. Ditas venreas Tumores.
Enxaqueca.
Merysipela.
Kebres biliosas
I ico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Ciiii
s i ranee-
mesmo havendo falta no mercado.
Na rua da Cadeia do Recife loja n.
l, vendem-se redes alcoolioadasproprias
para tipoia, delioa qualidade e bous gos-
tos, por preco commodo. .
Heb'rard
Rtia do Trapiche NOv nu-
mero 'i
Vende-se :,
Vinlio de llordeau\ em quartolas, meias
(juarlolas e emcaixa de uma duzia.
Chocolate do melbor possivel.
Salame francez. muito fresco.
Asiutliio suisso em caixa.
Kirsrb suisso era dita.
.Mustarda lranceza.
Conservas de pat de fore' trulfes.
Oilas de saucisses trulles.
Ditas de cepes.
Ditas de cliampigiions.
Azeile doce francez em caixa.
Anrlioiv.
Bi'tirie fraix.
Obres, variantes.
Csipre etc., etc.
Champagne em gigos.
Tabaco copor?l verdadeiro.
Papel para cigaiTot de todas as qualidades
.Moldes para fazer cigarros matul lia.
Papel para ditos ditos ditos
O aiinuuciante tera' sempre uin sorti-

Calcado francez
Na loja ile Nahuco i\ C, rus Nova n. _>,
vende-se calcado francez de todas as quali-
dades, como sejam :
liorzeguins de pellica e do duraquf,
gaspiados, de lustre, para bomem 109000
Ditos do dui-jique gaspiados, ue lus-
tre, para senhora SfoOO
Ditos ditos para meninos 44000
Ditos ditos de bolees para menino
Sauales de lustre com elstico para
bomem 83000
Ditos de dito, forma ingleza KjOOO
Sapatos de lustre rasos de urna Sela
com sallo para liomem C3OI10
Sapatos de lustm rasos da uma sola
sem sallo para bomem 5/i)00
Sapatos de lustre com elstico pa.a
menino SgOOO
Ditos de hezerro idem IfOOQ
Verdadeiro* charutos de llavana
ebegados em 27 do prximo pastado pela
polaca hespanhola Paula : em casa de
Aranaga i\ Unan rua do Trapiche .Novo
n. .
Na rua Nova u. 2, loja de WabuCO o. '..,
vendem-se toalhas dj panno le linhu do
Porte pata esa. ,lil,, do mo. ditas de ros -
lo, guardanapos grandes, dtlos pequeos in-
tremeios bordados, liras bordadas para ba-
liailos, ligas de se i" i :i senhora, lencinbos
de n iroz, luvas de se >a yrela e .'e cores para
senhora, lencos de palha para mao, fazen la
do palha mu victoria) propria para vestidos
de senbora, lindas goliinhas do cambraia
bordadas pera senhora, ricas gravalmhas do
velludo para senhora, chapeos do palha en-
f< dados p^ra menina, chapeos do sol de seda
para senhora, vello los de cores para colle-
les, mantas seda ai meninos, ele, ti, lo do meihor
I gosto possivel.
quina defronte da rua da
vendem-se cortes de cassa
zas, sendo a maior parto de cores escuras e
arroxe:>'5s, pelo diminuto pieco de tfuO a
1360-1, cortes do cambraia lisa lambem para
vestido a -JjoO, 2380o e ;i3, cassas le cores,
pela e rxa pata vestido a 200, 2t0, 280 e
3'20 o covado, niussclinas de cores verde,
a.un ella, azul, parda e rxa, propria pr ra
vestidos o casaveques a 320 o covado, chitas
escuras de cores lixas a 1*0 e 160 o covado,
lilas ,!e meihor qualidade a 200 rs ditas
francezas largas a 20, 280 e 320 o covado,
chitas p-ra cubera a -00 e 220 o covado,
cassas para baba lo a 200 e dio 3 vara, e a
peca a Io500 e I38fi. cortes de sedas largas
de quadros paia Vestido a 25s00l>, alpaca
preia de duas larguras a 480 o covado, gr-
valas tle seda de quad me a 640, peQas de
ganga franceza de cores escuras do muito
boa quali iado para calca ejaquela a 2*400,
cortes de meia casemira. IV/enda encorpa-
la, pelo barato preco 'ie 25400, corles de
casrmira a 43, 43500 e63 panno prelO 8 azul
de 2;20 a ~o o covaao, casemira preta una a
2O3U0, -21400 0 29800, selim preto macao para
collete a 23'o i 38200, velludo prelo lum a
a59ocovddo, a outras muitas fazendas de
bo iiuali lado, que a dinheiro ludo se vende
pur commouos p'e^os.
Cadeiras e tij-
losde marmore.
Vendem-se cadeiras do Italia brancas e
proles, singlas e da bracos, lijlos au mar-
more le toe 1-2 pollegailas, qu drmlos, por
precos com odos : em casa de Basto & l.e-
mos, iua do Trapiche u. 17.
Vende-se um escravo de 26 a 28 annos
le i Ude, o de boa ligura. na rua das l.aran-
geiras n. 1*, segundo andar : quem o quizar
preferir, procurara enteuder-se com a pes-
SOi eocarregad* Oe 0 vender, na casa cima
oienciona^a, das (i huas da iuaiiii.ii is 9, o
de 2 Ja tarde as 6.
I'assamloo becco da CongregacSo, do lado
direito em seguimento par o vramento a
quarta loja >;e tres portas com rtulos blan-
cos ll. *0
Casaveques m
vi ni do Crespo u. i5
vendem-se C saveques de fustfio, cambraia
e libi, assim como capas de fustao para se-
nhora e menina, tudo domis moderno gos-
to de l'aris.
Relogios
Vendem-so relogios do ouro, ingleses de
patente: no armazem de Augusto c. de A-
breu, rua da Cadeia,do Recife n. ;!
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
UNGENTO IIOLLOWAY.
Milharcs de individuos de todas as nacoes
podem testemunluir as virtudes deste reme-
dio ineomparavel o i roar em cas" necessa-
rio.que, pelo usoquedelle fizeram tem sen
corpo e meinhros inleiranienle siios depois
do haver em pregado intil mente oulros tra-
> lamentos. Cada pessoa po.ler-se-ha conven
chitad'- cores li- '. cer dessaa curas maravilliosas pela leituia
dos peridicos que Ih'as reUtam todos os
dias ha muitos anuos, ea maior parlo deis
las silo lao sorprendentes que admiramos
mdicos mais celebres Quuntas pessoas re-
cobraram coa este soberano remedio o us
de seus bracos o pernas, depois de ter ,.>er-
maneciiio longo tempo nos bospitaes, onde
deviam soffrer a ampulacSol Dolas ha emi-
tas que havendo deixado esses asylos do pa-
deca cuto, para se nao suhmellerem a essa
operacao dolorosa foram curailascompleta-
meute, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das laes pessoas na elusao
de seu reeouhecimenlodecUraram estos re
sullados benelicos dianle do lord correge-
dor. e OUtros magistrados alim de mais au-
tenticaren! sua allirmativa.
Ninguom desesperara do estado de su -
saude se tivesse baslanle conanca para en-
saiar este remedio constantemente segiun-
do alguin tempo o Irulaineulo quo necessi-
tasse a na tu reza do mal cujo resultado sena
provar incoiilusUvolmotile: Uueludo cura.
J
as..eliabeSchiiieitau &Companhia,
rua da Cadeia n. 37, veudem-sealegante
pianos do afamado fabrcala.' Traumaun
da Ilamburjto.
Vende-se na taberna da rua Nova n.
65, vinhos engarrafados muito superiores
a 13600 rs dito e l-u i rs., uto de 19200,
dito de Madeira Socca a 13500, dilo Xerez a
1500 rs.
Vende-se um preto com idade de 40
annos na rua do i.iuen. .nlu n. 31, loja.
Faiinlia de mandioca.
Noa>niazem de Ferreira Martina, tra-
vessa da Madre de Heos n. 16, ha para ven-
der familia do maniioca de superior quali-
dade, em saceos grandes, desembarcada bo-
je Jo vapor yhpock, vinda do Maianhao.
O ungento he util, mas particularmente
no teguintet canos.
inammacSo da saa-
triz.
Lepra.
.Males das pomas
I dos pe los.
i de olhos.
Mordeduras do replis
Picadura do mosqui-
tos.
I'u hnoes.
Queimadeiu
Alporcas
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de ca beca.
das costas.
- nos membros.
Knlermidades da
lis eiz geral.
Eul'ermidades doanu*
cu-
ErupcOesescorbticas Sarna.
Fstulas no abdomen.
l-'rialdade ou falla do
Supura^Oes pulrida*
'Tinba, em qualquer
calor lias oxtremi- parle que seja.
dades, 'Tremor de ervos.
Frieiras, Clcerasna bocea.
Gengivasescaldadas. do ligado,
lniliai.oes. das arliculaQies.
luDammacHodoligadolVeas torcidas ou no-
dabuxga. dadas as pernas.
Venae-se este ungento uoesiabelecimen-
to geral Oe Londres n. -244, u^traud, e n
loja de lodos os boticarios droguistas o ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda oin
toda a Aniei ica doSul, llavana e llespauha.
Vende-se a 80o rs cada boce.liuha,contetn
uma instruccao em portuguez para explicar
o modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral ho em casa doSr. Soum'
pharmaceulico, na rua da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
andin Avne.
/
iua o Trapicha n. 12.
Acaba de receber verdadeiros salames de
Lyoo, ver adeiro tabaco Caporal e Mar j la ni,
papel Job (para cigarros) chocolate Santo, e
um va' i.vlu ot ti ment de conservas alimen-
larias.
Millio
em saceos gran les a 6# rs. : no largo da As-
semblea, confronto ao Cbafariz.
Nabuco i\ C, na rua Nova u. '.', acabam
de receber pelo ultimo navio francez luvas
de camuisa ainarella, ditas do castor pro-
drios para militar.
a
HiicSBa sem
i/iua!.
Lili IBs ra vesli lo superior qua-
lidade, com inui-.a vane I de c? padroes,
pelo bai al i&sinio i m de 3 t rs cada cova-
do : na loja do sobrado amarcliu, nos qua-
tro cantos da rua do Oueimado n. 29.
zas loigusa'MO eovado
Na rua do (Jueiniado 11. 21 a. vendem-so
dulas francezBS escuras e largas, pelo bara-
Ussimo preeo de 240 o covado, e dDo-seas
amostras com uenor.
cisia
no.
NAFUND1CAO Di: EERKO 1)0 EN CE-
N! El HO' DA VID W. 150 W MAN. ma|
HIJA DO BRUM, PASSANDOOiIA-
FARIZ.
ha sempre um grande sortimento dos se-
gufntes objectos .io mecanismos proprios
p-ra eiiKPii^os, a saber : moendas o meias
moendas la mais moderna construc?io ; ta-
chas de ferro fundido o balido, de superior
qualidade e de lodos ostamanhos; rodas
dentadas para agua ou animaos, de todas as
proporeoes ; crivos e bocea de fornalha e
registros de hoeiro, aguilhOes, bronzes, a-
rafusos e cavilhes, oinhos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUNDCA'O.
se execulam todas as encommendas co > a
snperioridade ja conhecida com y derida
presteza e com odidade em preco.
eloj'iuH.
Vonie-sn em casa de Stunders Brothers
iv :.. piaca do Corpo Santo, relogios do afa-
mado fabricante Roskell, por presos eom mo-
dos e uimbem trancellns e cadeias pan os
mesmos de excelleme goslo.
Escravos .
Vendem-se 3 moleque e 1 negrmha, boni-
tas I i guras, chegados lo Cear no vapor Pa-
ran : OS let-n lentes podem dirigirse ao
seriptorio de Braga anlunes, rua la Ma-
dre de Dos 11 3, que ah achario com
quem trat, r,
Relogios de
ouro ejoas.
Vende-se um lindo sortimenlo de re-
logios de ouro para todos os precos con-
forme as qualidades e um variado sorli-
mento de joias de ouro de le : no escrip-
torio de Isaac, Curio & C, rua da Cruz n.
Vil, primeiro andar.
Vende-se superior linha de algodao
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em cass de.southall, Mellor & C, rua
do Torres n. 38:
Rap,
Chegou nova remesas de rap francez: na
rua do Crespo n. 12, loja de Campos i\ Lima
Na rua da Cadeia n. 28 taberna de I).
s\ ('ampos, vendem-se em pequeas e gran-
des porcoes bichas hamburguesas das me-
lhores que vem ao mercado, o lambem se
alugam.
Tuaiias, ^uardauapos c
cainisoltis.
Na rua da Cadeia do liecife, loja n. 00, es-
quina defronte da rui da Madre de Dos, ha
para vender toalhas de linlio adamascadas
^ara mesa de jaular de 1 1|2 vara at 5 varas
de comp imenli', pelo baralo preco de 33 a
i'.1- ca la toalha, ditas de llgodSo acoichoa-
do lambem para mesa de jaular de late 3
varas, e de 13 a 6/ c>da urna, guardanapos
brancos para misa, pelo baratissino prego
de 29u0, 2/8O0039 a duzia, toalhas de D-
nho i'ara milos e rosto a 89 a duzia, ditas de
linho lino com labyrintho e bico de linho
as ponas a 5| cada urna, camisolas de laa
bastante incorpadas pro iras para a escrava-
lura por evitarem o fro e nao penetrar f-
cilmente a chuva pelo barato prego de
I900, e outras muitas fazendas baratas ; e
d5o-se amostras.
Qneijos novos
Clienaram taberna grande da Soledade
queijos novos do serillo, randes o peque-
os, a 600 rs. a libra, e do reino a 23000 rs.
cada um.
Vende-se uma escrava crioola que sabe
muito bem cozmhar, lavar e engommar : a
tratar na la Velha 11. 81.
Vende-se una taberna com poneos fun-
dos, bem afreguezada pura a trra, no pateo
do Terco n. 12: a tratar na mesma, das l
as 10 horas da manhaa, e das*J 6 da tarde
Vendu-se um molcquo de idade de 12
annos, bem robusto: na rua do N'oguena,
sobrado n 39.
Doce de araca'
Chee.au a roa do Colleqio n. 5 o bom bm co-
ndecido dote di arar, fabricado no etisenlio do
Gaarra.
rVUen^o ao que he bom.
VDde-e una mufama rei-olliida mu linda liga-
ra .le idatle cotlureira, 3 rooUeas ptfai '1 idade de 11 a 15 an-
noi, 1 bomlo pauein de l(> annos, 1 enflenle co-
ehtra de -JO anuos, 1 esrravo de meia idade de lina
r,iu hiela, 1 f-riava peifoita qintaudeira de 30 au-
lle- na rua Jai Agaai Verdes n. 10.
nieiilo de comeativeis bous (ioi |>reeo commodo.
Hebrard
itii do Trapiche novo nu-
mero 22
A l'lionneur de prevenirles personnes
(|ui aiment le bon vin, qu'il a rern du ve-
riliiblevin de Bourgogne, qu'il vend en
caisse, el en bouteille. en gai-antissaiit,
sa superiozile sur touts les vin veudus jus-
qu'ace jour.
-- Vende-se em casa de S. P. Jonbston t
C, rua da Senzala Nova n. 42, o seguiute :
sellins inglezes e silbOes, relogios de ouro
de patente inglez, candleiros e castieaes
bronz.eados, arreios para carro, lonas ingle-
zas, lo de vela, graxa para arreios.
3
Agencia
fundicfto Low-jH*j
,OVft
rua -.i S mala
n. 42.
Mesteestabeleclmentocontina'aahaver
um completo sortimento de moendas o
meias Liouiidasparaengenho, machinas de
,'apor o taixas Je ferro batido e coado de
Para leucoes, toalhas e
Vendem-se estas minias no eslabeleimen-
lo geralde Londres n. 344. Straiul, e ua
loja do todos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda cm
toda a America do Sol, Ha vana e Hespanba.
Vendem-se as bocetinhasaSOOrs. cada
urna Jellas contm urna instruccao en por-
tuguez paraexplicar o modo desse usar
deslas pillas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharmaceatico, na ruada Cruz ti. 22, em
Pernambuco.
i^a loja
DAS
Qu tro portas
RUA DO QEIMBO N. 37.
i assMiiili o beeeo da
Oon re^aylo ,
Neste bem conhecido e acreditado esta be-
lecimento encontrara o publico um comple-
to sortimenlo de fazendas francezas e ingle-
zas, bem como sejam : ricos cortes de vesti-
dos de seda pretos com 3 babados a 80 e 909,
dilos de seda branca com listras asselinadis
a 20, ditos de barege a 79, sahidas de baile
a 259, enfeites psra cabeca de senhora a 99
e 10.*, manguitos de cambraia bordados a
2/300 e 43500, camisinhaa oe cambraia com
goliinhas e manguitos a 53000, ditos muito
superiores a 1/300, goliinhas bordadas a 1},
l-;60 o 4;500 cada uma, tiras bordadas a
800, 900 e I.-iiO) a vara, gaze de seda a 780
e 800 rs. o covado, sedas de quadrinhos miu- tobosos ti manhospara dito.
dinhos, fazen.la muito superior, a 19500 o
covado, lolar de seda a 600 rs. o covado, 13a
eseda lavrada, goslo inteiramente novo, a
IWMM o cuvado, musselioas escuras a'OO rs.
o covado, caseiniras miulinhas proprios pa-
ra caiga, cullete e pletot a 19500 o covado,
lustao miudinho a 400 rs. o covado, chitas
lia^pezas a 260, 280, 300 e 32o o covado, or-
ganiys Ue cor a 900 rs. a vara, dilos supe-
riores a 19200, fianela branca a 480 o cova-
do, oita je cores propria para coero de
criangas a 900 rs. o covado, chales de seda a
H e I63. bengalas liiias a 49, dilas a 2 e 3s,
paletots de fustSo oe cor a 53, ditos de briji
branco de linho a 69, ditos de alpaca preta a
89, utos de panno nnopieto a 20, 22, 24 e
'.'.'-, dilos de Cftsemira de cores a 18e29,
ditos de gorgunlo de seda a 259. caigas de
casemiras francezas a 99, cohetes de gorgo-
reo de seda a 73, chapeos francezes a 7 e 89,
ditos muito superiores o meihor que tem
vindo ao mercado a 99, ditos de feltro finos
a 59500 e 69, ditos pello de lebre a 6350O,
ditos do Chile sem ser enformadosa IO9. di-
tos enfermados a 123, cortes de casemira de
cores a 69 e 6900, ditos muito superiores a
99500, damasco de 13a de duas larguras pro-
prio para colxas a 29500 o covado, saceos
de tapete proprios para viajero a 5 e 69, vel-
ludo preto muito superior a 6 o 89 o covado,
camisas fraucezas peitos de linho a 49500
cada uma, ditas de algodSo a 29, 29500 e 33,
ditas do coros peitos do fustao a 29500, cha-
peos amazonas para montara de senhora a
129, chapeosde sol de seda para homem a
63500 e 119, ditos para senhora a 5 e 69, cor-
tes de colleles de velludo a8et09, ditos
amito superiores a 129, casetuiras de cores
a 29ZOO o covado, ditas entestadas a 2900,
3/500e43o covado, tapete aveludado o co-
vado 39500, tapates a 8 e 119, bombazina de
cores propria para capinhas de senhora e
mu inha de criangas a 19500 o covado, gros-
dcuaple preto a 19800, 13800, 23 e 29600 o
covado, ditos decores a 13600, seda branca
lavrad a 23500 o covado, ditas prel.is lavra-
das a 290O e 29600 o cavado, casemira preta
do 1^600 at 33500 o covado, pao lino preto
de :i-.'ii:0 ate 119 o covado, ceroulas de linho
a 2?.">oo, chales do merino lisos pretos a 49,
dilos de merm bordados a velludo a Se
129, ditos bordados em duas ponas a 109,
ditos de chly bordados a 99, cortes de cassa
de coros lixas a 29, cambraia lisa grossa para
forro a 29'iti0 a pega, guardanapos a 39 a du-
zia, meias cruas para homem a 29200 a du-
zia, o muitas outras fazendas que nao he
possivel aqu se mencionar, pelas muitas
quali lados que lem nosle esta belecimento,
e eo 1 .lo com a vista dos freguezes se mos-
trara.
TACIIASPARA ENGENBO
Da fundieao de Ierro deD- W. Bovyinan
na rua do Itimn, passando o cbafa-
riz, continua a haver umcompletosorti-
mento de tachas delerro fundido e bati-
do.de a 8 palmos de bica, as quaesse
echam a venda por preeo commodoecom
|>romptdao,embnream-se ou carregam-
se em carro sem despezas aocomprador
ceroulas
Pegas de hamburgo ou brim liso bom com
20 varas, pelo barato prego 'e 9 e es. pe-
gas pequeas de panno de linho do furto de
boa qualidade, e lino a 600, 700, 800, 900 e
19000 a vara, panno de algodao de duts lar-
guras, fazeuda muito boa, e que com 1 .?|4
ou 2 varas faz-se um bom lengol sem cos-
tura a 560 a vara, ou \ a 19120 cada lengol,
panno do lengol de linho o meihor que ha
nesta fazenda com inais de duas varas de
largura que com 1 1|2 e 1 3|4 veras faz-se
um excediente lengol, igualmente sem cos-
tura a 29400 a vara, e ontras muitas fazen-
das, asseveranlo-se que a dinheiro tudo se
vende por commodos pregos : na loja n. 50
da rua da Cadeia do Recife, esquina defronte
da rua da Madre de Dos.
9afe*3.**f ,.;-,> ;*.
Eel
.
Lfc
cobertos e descobertos, pequeos a gran-
des, de ouro patento inglez. para homem
eSenhora, -lo un dos ni Inores 'abrenntes
de Liverpool, 'indos pelo allimo paquete
inglez : em casa de Soul-.all Mellor y C.
rua ,o Torres n. 38.
Na loja de Amonio Lopes Pereira
de Mello & C. na rua da Cadeia do Reci-
fe 11. 7 tem para vender eaixas com cha-
peos de t'el tro da bem eonheeida fabrica
de Jos de Carvallio Pinto o< C. do Hio de
Janeiro, por preco commodo : a tratar
na mesma.
Vende-se muito bom doce seco do caj':
na rua do Livramento,sobrado n. 28, segun-
do andar, junto ao Dr. Nery da Fonseca.
Fugio na noite do da 10 para II do
correte o escravo de nome Benedicto,
crioulo, com os signaes seguintes estatura
alta, cor preta, barba serrada, cheio do cor-
po, parece ter 24 annos de idade, tem um
talho na testa, rosto ovado, de poucas pala-
vras, do ar alegre be natural da Pedra,
comarca do Buique, he cria de casa de Nuno
Campello de Albuquerque, vendido no dia 11
de julho do presente a Joaquim Jos do
Araujo, e fo vendido segunda vez no dia 22
do mesmo a Tinoco Barros & C. : qaom o
apprebender pode conduzi-lo a rua Direila
11. 22 que sera generosamente gratificado
Continua a estar fgida ou oceulta
desde o da 15 de julho findo, a escrava
cnoiila de nome Luiza, de 12 a 14 annos de
idade, alta, seca, algum tanto fulla, anda
n3o tem os peitos desenvolvidos, foi com-
prada a Jos Gomes de Freitas morador na
reguezu da Gloria em Pao d'Alho, que a
haviacomuraioa Antonio Gomes de Lima,
morador na freg ,ezia da Luz ; nao conbe-
cendo niuguem nesta cidade julga-sa ter
si 10 seduzi la e achar-se oceulta ou ter sido
lovrda para algum destes lugares ; protes-
ta-se contra quem a tiver em seu poder e
quem dola der noticia carta ou leva-la a
rua atraz da matriz da Boi-Vista n. 33, sera
recompnsalo.
Desappareceu na noite de 21 de abril
do crreme anno o escravo de nome Floren-
tino, com os signaes seguintes: estatura al-
ta, cor mulata, sem barba, espaduas largas,
ps grandes, rosto comprido, olhos casta-
nhos, cabellos negados, falla grossa, muito
regrista, tem falta de 3 dentes na frente, era
un dos lados do queixo tem uma fistola,
levou chapeo de couro e camisa de nscadi-
nho : quem o pegar leve-o a fundicSo da Au-
rora em Santo Amaro, que ser generosa-
mente recompensado.
~ Fugio do engenho Mupan da freguezia
do Cabo, ha tres annos, o escravo Gregorio,
crioulo, de 20 annos de idade, pouco mais
ou menos, altura recular, reforgado do cor-
po, olhos vesgos, dentes limados, rosto re-
dondo, e com uma cicatriz no pescogo ;
suspeita-se que exista no llrejo de Areia ,
para onde consta ter ido quaudo fagira :
quem o apprehender, sera generosamente
recompensado, entregando-o no dito enge-
nho Mupan a seu senhor Joao Paes Barreto
de I.cerda, e nesta cidade aos Srs Tbomaz
de Aquino Fonseca, ou Pedro Alejandrino
do barros Cavalcanti de Licerda.
Fugio de bordo do palbabote Director
ancorado junto a ponte velha do Recife, um
escravo por nome Jos com os signaes se-
guintes cor fula, estatura regular, olhos
pardos, bocea regular, alguma barba, repre-
senta ter 22 anuos, e be natural de Sergipe,
he marinheiro e anda em navegscSo para o
Hio Grande do Sal. Itecommenda-se a captu-
ra desse escravo as autoridades policlaes e a
quem quer que o encontr e queira levi-lo
ao dito navio, aonde ser bem gratificado,
ou ao escrlptorio de Rallar & Oliveira na rua
da Cadeia do Recife n. 12.
{
+
V
PERN. TVK l)K H. t. DE PARIA. I8M.
I


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