Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06981


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Full Text
ANNO XXXIV N. 181.
Por 5 mezei adiantados 4$000.
Por 3 mezei Tencidoi 5$0004
TEB(4 FEIIU 10 DE AGOSTO DE 1858.
Por anno adiantado 15,5000.
Porte franco para o subscriptor^
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O DO NORTE.
Prihib, 8r. Jo. Bodolph. Sooih ; Natal, Seribor An-
tonio Mirquu da Silva : Arican, Sr. A. d Lemoe Braga ,-
Caer, Sr. J. Jui* da Oliv.ira Maranhao, o Si- 'ot Taiaira
4. Mal. ; Piauhj, Br. Jo* Joaquim Atellino ; Par*, a Sr.
yuilino J. Iimoi; Amaionai, 8r. Jarearme da Coila.
parta doscorreios.
alna h.r.a Jo illa.
oa> .enuo.la. e ..st.e-r.lr.
aru\ Aliinhu a Garanhuas: na tcrca-feira.
Olinda lodo, os diaa, i!l
Iftaarassa', tiuianna a l'arahiti
S. Aalo, IUi.rro., Bo.Ua, Ca
S. Loarnco, Pao d'Allio, Kasarelb, Luai-eire, Brejo, P.qrir." ni
r.'h .'""""' V,J'*-B;!'*' ""?-*'"' U""'I asa", aa ou.;...-i>,r...
Cabo, Ipojuca. Se.nio.ini,, Ido Iorn.0,0. Una, Barreiro., Agu.-I'reu,
flmeotejra. r .\ai.o : ,,iiinta.-reiraa.
(Todoa oacorrcioa perieo. t w aura, da Hanhla,
AUDIENCIAS DOS TKIUUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commerelo : tatuada, a quioiaa.
elacio terca, fairai a uboadoa.
Paren la : quartai labbadoi ai 10 born;
Juno do commarcio : eeguoda aa 10 boraa a quintal a. mil. da.
Dito di orphaoi : leguneai a quintal aa 10 boraa.
Primeira tara do eivel.- aagunda a lena ao maio dia.
Segunda Tara da cual : quarlaa a tabbadoa a* maio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE AGOSTO.
2 Quarto minguanta a 1 minuto depoiido meio dia,
9 La nota aa 2 horai a 53 minuioa da manbaa.
II) (Juano creacenle ai 9 borai 23 minulu da manilas.
14 La cbaia aa 11 boraa e H rciouioi da uianbaa.
I'REA MAR DK III)JE.
Primaira aa 0 boraa e 0 minuto, da manba,
leguoda aa 6 boras a 30 minutoa da urda.
DAS DA SEMANA.
! Segunda. S. Homau soldado ; Ss. Serundiano e Veridiano mm.
111 Tarca. S. Lourenvo dije, ni.; S. deodato m.
11 Huerta. Si. Tiburrio e Susana mm.; S. Digna.
12 (Jrala. S. Clara v. I.; Ss. Aniceto e Fouliiiu irs. mm.
13 Seila. S. Hyppolitoe Cassiauo mm.; S. Candida t.
II Sabbado. S. Euseb.o preib.; Ss. Demetrio e Mercurio mm.
13 Doimiigo. AaauuipCdU de N. S.,- S. Alipob.; S. Auulfob.'
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O OO SUL.
Aligoai, o 8i. Claudino Faleao Din ; Babia, l. D. Dupiai
Rio da Janeiro, o Br. Joao Pareira Martina.
EM. PERNAMBUCO.
0 Propneiarioda DIARIO Haooal Figuairoa da firla, oa loa
Iltraria, praca da Independencia ni. I a 8.
|lBff lViniT habiliUtOaa do, eonlralanlM existen) boaa informa- profundidad,, para que baja lerapre
All t S UrjriulAl4 f" I-"'"""1"1" P'l 'e?acoo do Imperio no, Esla- agua na baia-ma. ?
dui Unidoi.
5 palmo, de
A sua romiriier.V) eieculada de inte ira conformi-
M1MSTEHIO 1)0 IMPERIO. |j,^.Ie!?lir,"!M,.WB v,",uu da di.posic.ao j dado com a, refar'ida, JO braca,.
RMATflRl d ''gopr.rae.ro da la, .!M-2 de 26 de agosto de Como depeud.ucia. do canal o eopreurio *
RELATORIU ISj/, a garanta do E.l.d. para letanlamenlo. por obrlgoo : mprezano ..
apresentado a assemblea geral leglSlatl- ; empre.limo fe.lo fura do paiz da tere, parte do >.u A fazer o, almo, litara., necesario, eolia a.
va na secunda sesso da decima legIS- aP'tal, "a importancia de 12,bb6:b665000, o o 80- ras do Mangue, e do Aterrado cora caraiohoi para
latura, pelo m.nistro e eecretar.o d'^-^M^^i^Xu^e """ oee'"to I P"-". ampr.g.r.m na
tado dos ..egocios do imperio, Mar- JVj- SS?S;.ec^rtu -teSW^ta'-IXtt^
nuez de olinda. Zttmttsu2SEL2?2:! JL-TLSts: w^r. s^jas. aas i"*"*' r ^'* *n
imo, de largura e 201) de eonipn- viocia de S. Pe-ru ; ds Tres Barra, ao llapoca',
iContiooacSo do o. 179.)
Colonia,, e pretidio, militare*.
O estado ni qaa ,e acliam estes ilabelecimenlo,
conala do ralatorlo eo director da repartidlo geral
dai Ierras publicas.
noticia da liavar-i. concluido aquella lran,ac;Ao, qae t.ulo Imi
lano int.reisa a cotnpauhia como ao paiz. menlo.
A, obrai sobre cujo estado tanho recabtdo iufur-
naeOaa ;lo as que pssua enumerar.
S. Pedro.Tan ii to coniniuados o, trabalhos eo-
matadoi para comlrocsao da estrada do Mundo-No-
vo, e melhorameuto da que ligua da capital delta
protiocia a'ctdada da Lasum, na deS^ula Calha-
nna.
Santa C'thariii.t.Pronsuio-se naconstrac;o das
liradas d. S. lo. a Lase., com um ramal para
Expediente di.il i iejunhn.
Urna tei principiado! o trabalhoi na ierra, e lia- I A onilrnir tambera tres poutei de pedra e firro,
vendo cirleza do qu. a companhia ter a iua diipo- 2 p.nn, e 1 ponlilhA .
suao o futid", oecesiarios para a, obra, maii pe,a- Tada a, obras deverSo rar cnncluida al o lim
da, da sesonda ,ee;o, e da rande prle da lereei- do auno de 1882. Para insp.ccion.-las e fi.calis;.-
A alfjii leija de S. Paulo. (.....iiniinico ao Sr. raemliro* nao menos di.Iiuctm pcl > coltivu da n
inspector interino da allandega que o tribunal do ; uitailigencia lupenori la le de tuai lur.ei, do qu.
I>iesoorn,:tomaiido rniiliecimento do recurso de Artur prla eiaebllldedede suas man.irai. Palo que toca ao
Meea e O, da qualilicar,.l i dadatna inenn alfandega intereise que impiram ao impirio vizioho a* liber-
aos clialy, de laa cora lislras de tila, subinetiidus a dadel das repuidteas ,|ue rolearo, nao eila' louge
despaclm, res dveii que foite a Uta fazenda compra- C.e.roi para recorJa-lo sos qoe o tentiam podido ea-
bendida no art. 143 da tanta combinado com o arl. quece lo.
I.).S do lecreto de 27 le marro oltimo : devendo \ A hberdade de qoe 13o escandalosamente abu os dtreitoi le 300 r. por tira, e inais 20 pnr Sr. Gmez para sin,levar toda as paiies da dema-
cento, na forma do d.sposlo no u. 3 da oola :ti do g"gia, a iibirdade de que uulros dufroctain, sm
citado decreto. profana-la como elle, bom he n,lo equece-lo, nos
Circularas lliesourariai. Bernardo de Souxa fot em randa parle assenurada ro 3 d. fevereiro
U. tranetsca ; e de S. Pe- Franco, pre*id.ut. do Uibuaal do lliesouro nacional, pelos soldados bras.le.ros. qoe entraran, victoriosos
Rui de J.....,n P.ir.a. a. .a declara ao, Srs. tnsperlures das lliesourarias de fa- pelas ra. desla cidade. onde uio foram r.cebtdos
wina i mlTll.,. 'oiagerancargodalzeod, de con|,ln,.iade com a d.c.au dada ne-l como ... nospede, o ; onda ra i.mpre bem
lndoitr...-Conclulo-, a p.l- dala a' alfandega da edrte robre recurso de Arlhor vin lo um diplmala com as reeaeeiMDdee.il ejaeli-
propria Euroropa. I) leu rorpo diplomtico cotila i Oulr.i abuu. In li.du.is casados do pan irgundo
pasioudo pela colonia de
dro ao Paran'.
as uoaia, .en, sacerdotes de ordeni sacras, iam pare
o eslraugeiro, la' lie-i ara alguna anuos, mudavan.
de religiam, e proteslautei vollavaiD ao par ; o ex-
sacerlola casado, o ucular tendo abandonado por
divorcio a sua eiposa, e tomado oolra. Esiai profa-
aeejiee, esses concubinatos aram c.ilo cora a maia
fila indalg.ucia por urna mo'alidade nao raoito es-
crpulos. Como porem taes facas nao se mulli-
pltaavain, nao se seulia a necessidade de clhir,
por amor delles, para a nussa legislajao raalrmo-
uial.
Correram os lempo, : o cotomercio com o acli-
voi f.traogeiros da rara leutonioa o da religiaao
pri leetaale, e api o commarcio a coloniia;ao, vie-
ram eligir que le tornaste .ffeelivi e pralica a
promessa cou.iitucional da tolerancia religio.a.
coufe..ar que .. laz mu to m.is Itvr.ra.nle d.poi. | ^^^TlSK^ZTbr.."d. u'raa" A.
h! C "" ''" aWnbaste da. accoes foi logo f.ila. ,ut-
ron.i'.S? i C" """"f'T "" vlI,M,w'-.:PlaleaoeUei.aie.pSode.Vliaiaet8e.qD.
e!E2 p:tt l,mJ: Sr r d",,n- ^*S"r:s.:r'
vnlvimenlo, por ootro, a nec.n. 1 ide da dar prol.c- ; i,mero m1Ha
cao ao< viaudanlc, reelamava imperiosaroente esias
designadas, alo a snmroa de J.UOIhUOl.
A rgameulo da ra do CanoA' vi.la da, dif- Estrada de ferro do Porto da. Caitas a l-riborgo-
Itculdadas que apparnceram e oram exposlas no re- Coraeraram.
lalorio do auno passado, nao
encarr.gou
pedidos para
.eui podido continuar
os trabalho. a que ja linh.i dado priuripio a compa-
nhia que delta obra se encarregou, limilaiido-se a'
ave a inesina ra, e o largo do Pago.
Penda de deliberado da cmara dos Sr.. depula-
e proseguem com aclivi Jado os Iraba-
Ih'S desla istrada.
Em grande parle esla' preparado o terreno
asientaoienio dos trilitos.
O governo apptovoa os estatutos da
Cjiipauliia.
Eslrada do Pre.idenle Pedr.ira. Pro.'siicm os
para
raspecliva
ereaj.i.
qoaes ja forara distribuidas.
operior ao das referida, act(......, doi ura r.querim.nlo, em que e.sa eom.plna solici- > Irabalhoi da.ta .mporlanla estrada, e de dill.rentes
coiil.irinidd.le com o aviso do raiinsl.no de marinha c"ie cosluraam os hraileiros alegr.r-se era a mor- E so dos conjuges
j ta alguus novo, favor.a, sem os quaes Iha nao ser
Por decreto n. 212.1 d. 1.1 de mirco ulltmn, o pn.iitel proseguir.
U^ll!V:l?,m^l.^flCi,,...^!:.0!,a.?,,_^,:,! .?J".- -! cha ...o. M alterada a dpsitao conli-1 E.go.o da. agua, pluviae., e l.mpeza d.s casa-
da no final da pr.mei.a paite do artigo unco cap- Dependo da appmvarao do re.peclivo contrato ce-
'~lo segundo dos Litlos da coinnauliia dela eslra- | labrado com o governo, a realisu-ao da
de e'forr^o e avullalas da.pezas, e pode deter mi-
li', algoroa popolafAo, a qu.ai impouibilidade d.
e\.rc..--se a nee.ssaria liical'si.;in lobre os actos do,
sea, director, o quaes infelizmente nem i.mpre
lem correspon lido a confianza do goterno.
Mas nem por iiso tem esie deiado de insistir no
emprego de lodos os raeios a s.u alcance para roe-
Ihorar o na estelo, e no propn.Ko de o, ir creando
nos pontos oud. a sna n.eemdade s. faz mais sentir.
V-sim, levi.u-.e e efleilo o eslabeletim.olo de
nina deisai colonial na estrada que s.goe da cidada
da Constituirn, na orovincia d. San Paulo, a' villa
de Santa Anna do Parnahyba, na de Mallo Gro-so.
O ,eu lim be nao t prestar facilidades e seguranza
ao, viandantes, mas larobem aanliar o sei vico do
corraio, para o qual se daitinou ptrte doa colonos,
formando ama elasie especial.
Na provincia do Malto-t'.rosso fot tambera creada
orna colonia, a doa Dourado., coja po.iv.ao a dave (
lomar multa impoilanle.
I lllmamente o governo aolorisoa o pre.idenle da
provincia d. S. P.dro para dar priocipio ao estabe-
da, approtados por decreto n. 181 i da !) d. junho de
183.1, etplicada a clausula quarla do artigo segun-
do da convengo approvada por decreto n. 1615 da
raesma dala, combinada enm o ait. -\'J dos ctatelos
aporovados pelo priui.iro dest.s decretos.
Do Reci'e.No da II de f*vereiro ultimo, foi a-
berla ao transito publico a primeira secv'.lo desla Irada, a qual la estando da capital a villa do Cabo,
e o terviro da linha lem. feilo com regularidad/!,
I sendo numerosa a concurrencia do publico em se s-
' prov.itar da, facilidade, desta via de coraraouici-
! 53o.
A retpeetiva directora em
Miinreza qu.
vav.au da ass.rabla geral doa accionislas, pede se Ihe
j aleuda o favor da lei de 28 do ago'to do anuo pas-
sado, a Concedido a estrada de D. Pedro II, e alien-
as circuraslancias da erapreza, o governo resol-
veu alliruialitainenle.
De Maua.lera continuado a fazer-se com regu-
i larldade o servir. nesta va via farrea, e cotiierva-
l ,. ,. 'r a"''. .fiST ','T,' ," ^r" e' I-do ..,da a Imha.
nr.ad a J..! 1 i hab'1Un"" de"" O augmento dea p.ssage.n.s tem sifi. conslanlo.
a.Tnf.. .1 depred,Cei d0' l0d,* "'t". I No anno da 1858 o numero foi de 39,057 ; no
mXSSt,, o governo approvoo MH.,.. S^^Ti"'!)^ A **
qu. lomou o p.as.denle da Beble, de re.r dea* pe- I 2lP.1r ,C "'" ^'ari,.ma,8
queno. cnetros de colono, militare, na. margan, do
no Pardo, com o fim de faeililar-s. a oavegi;ao de.-
t* rio, devendo dar-lhe. urna or^auiacao simples, e
econmica.
g IV.
Calhechase e civili.aQo dos Indios.
O governo nao tem censado de provar com
A raceito t.ial rabie a 310:2249, e as despezaa de
cosleio forara de 238:1301, licando liquida a soiiiui i
maior loliciiude, na ac-nhad, e.phera do, recursos ;' 'I-'", ou cerca de .1,. por cenlu lobre o c.pi-
tomarain lobre si J. F. Ruisell," e J. P. Viaona de
Lima para e.la obra e srrviro.
Servirjo de transpone a linha da Gavia.
Alleudendo o governo eo. motivo, que allegaran)
os eraprezarios do territjo de Irausporle porcarris de
eno desde o largo da Mal do Bi.po at o luga, de-
nominado Boa Visla no caintnho que conduz e
Gavia, prorogou-lhe, poi mata seis raezes o prazo de
ura anuo qoe Ibes linha sida concedido. ..lim da le-
varen, a edeito a orgauisar;ao da companhia qoe tem
de ealabelecer o .lili servico.
Alcm disto, foram alterad.., il-i l.> eoudirm
Londres, com apprn- aoneas ao deer.ln n. 1711 de 12 d. marr;o de 1856,
qoe autonsoo a referida empreza, tirando eslabela-
ido : 1, qu. 0 ponto ds partida da linha da que
le Irala lera, em vez do dito largo da Mu do Bispo,
o de Moura, devendo a mesma linha ,eguir pelo
ca. de Santa l.uza em direeflo ao largo da Ajoda,
e obrlgaodo-se ao tnesmo lempo os eraprezarios a
later a, obras necessarias para seguranza do referi-
do caes; 2". que o prazu litado de 20 anuos, para
u gozo do privilegio, que foi dado companhia que
se org.uiier, i.ra de .10.
Servido d. Ireii'por e na linha da Tijuca.
l'iverain ewe(o, e prugridein os trabalhos relalivos
quanlo ao transporte das | ao estabeleciuienlo da nutra linha d. idntica n .l-
ea, ga,. A renda que prodozio no anno pastado, na leza entr. a pra.a da Cousliluic,ao e o alto da sorra
importancia de 18.3:0825. aprsenla, comparada com | "la Tijuca, segundo as c. ndmie, annetas ao decreto
a do ant.no, que foi de 'J0:127;lilil), a dilltreuc,a da
crea de 1115 por cenlo para oais.
de que dispe. .obr. a orte dos Indios que anda
vaguaiam pelas nossas llore-las, e dos que ja se achara
reunidos nos al.leam.nloi en.tenias em difleienle.
provincias, lulando, p ruin, cou-tanlcmeiue com
gravea dillicuidadas, qe ninguera daia da eo-
n hecer.
lal realuado.
No auno anterior de 1836, este liquido foi apenan
de H:5t7o7)>0, oa circa da 0,7 por cenlo sobre e
dito opilal-
De Saulos a Juu l'aliv, na provincia de S. Paulo.
leudo n governo lomad.! em consideraran una
Avoltam eila. difliealdadee qoanlo ans trabalhos, "!>""'":*> <\- "Le ding.ram os emprezano. des-
da calache... sendo a primeira a falla oe pessosqu. '' ""a, nrorogou por ou, anno., pelo decreto
a tae, trabalhos se d.diqo.m. r.unindo as qualida- "' 2I-' ,,e '-1 "' m*rC'> olliino, o qual se arha an-
de, e coudic,6e., sem as quaes uenrium fruclo se pu- '!")0i: u p"1",'""f^" "a '"''J'10 '" de n. 1759
de delles l.r.r inlell.geucia especial, .evera pro- |,1? ,,e db"1 .rte 'N* P*r formar;ao da comps-
u. 1712 de 2'J de margo de 1838.
L.v.iramse a efleilo lodo, us reparos do q.....e-
c.-sitava o pago da cmara dos Srs. d.miado..
Obras a cargo da insp.cr.to garfil das obras publicas.
Continuaran! as que sj arliavam ara consliurrilo
na serra da Tijuca, leudo p..r lim nao resguar-
dar e conservar o. randes encanamentos que por
all p.ssara, nui lambeiu o de nielhurar a eslrada
da dila ierra.
Tornaudo-se urgenlc que o encauainenlo geral da,
agua, do Maracan, o qoal se acl.a ja' leu., desde
as canas .la Tijuca ale esla cidade, fosse levado da-
quelie ponto al as Macale, daeeei gees, visto co-
mo, correndo ellas em descobarto no espado referido,
e por terrenos de propriadade parlicular", e habita-
do,, nao era ponitel conservar-se a oa pureza, or-
* v 11 & i ii ai ---- lutciiitcuu.a rai j ioi) irtria |u.i" ----__-----------. ^.^ .. ,,, ,, .
bidade, zelo eilraordinano, e sobretodo abnegacao i "."" <'a, l,ni e ""'ar na ennslrorrilo, e outro deoei que essa obra se levasse a elleito, e ja' leve
do. commodos e vanlag.ns da vida social. "',,n ellerou as condiCes 7 e I6> das qu. acompa- cometo.
agens
A eiperieoeia dos scelos panados, e anda a dos
no-sos dia., f.z ua.cer no animo do mea illaslrado
antecessor, a ct uviero de qu. su o elemento reli-
gioso ha capaz da, permanentemente, desprender os
selvagens das breiha, em que vivero, internado., al-
l ahiodo-os para os ald.ara.nlos, primeiro e decisivo
paseo para a vida da eivilisarao.
Este he tambora a minha opiuiao ; mai failecam
o meio, de po la em pratica.
Nao temos in..*.onarios, nem por ora he pos.iv.l
obl'los de ootro. paize,.
Inleiiloo o meu antecessor diligenciar pira eile
lira padre fran.axe, ; ma. as ini.s'ie. em que esses
dignos padres e.lavaro eraprega-los em dilTerenle.
parles, a todos abiorvuin.
Enlr.lauto, boje, mais do qu. nanea, nos he sen-
nham o citado decreto n. 1759.
Da bahia de Nictheroy ao poolo mais conveniente
do rio Parahiba na rldade de C.nipos, da provincia
do Rio da Janeiro.Em dezembro ultimo coutratou
o dresilenle da provincia a msirurrao desla va
Ierres, gsraiiiiudo o |uro da 7 |ioj cenlo ao capital
lindo de I2.UUO:0!KI5, sendo dirigido, por enge-
nlieuiis uecionaes os Irabalhos de etplorar.lo, levan-
lamento de planta,.
Foram ja snj.ilos a approvac,3o do governo, e
pen lem de parecer da secciu dos negocios do im-
perio do conselho de estado os estatutos da compa-
nhia que se ha de orgaui.ar.
Da provincia de Pernamburo, licando o porlo de
Tainandarc a parle inferior do ilo 1,'na.Por decre-
to u. 1980 de 28 de salembro de 1837 concelau o
aivel a falta de lcerdole, que ie dediquen, a ene -n,,r". "o. termos do de o. 8V1 de 28 de junho de
maritorio lervica). ,s,-i em *'rlude da le u. 919 de 28 de lelembro
Em diversas provineisi, e principalmenle as da
Para, Maruhau, e E.piriln-Saiilo, lem ultimsmen.
le apparecido hordas de Indio, sejtagens, buscando
esponlaueamenle a p*nte-r n do* horo.us eiv ligados,
com deinon.trsris de desejarem ainaararnente es-
tabeteeer-se ent.a ellas. A lei imperiosa da nece-
sidad, os lem impellidn a abandonar a .ida nomado
a inrerla da. florestas; porque a progr.ssiva diasem i,
nar da nossa pip ilav,o. e o devassamenio das ma-
las, reduzindo os tirritonos em qu. i. abiigavam,
tera-lhea diminuido eoniider.velmante oa meioi de
auhsnt.nea.
Resta-me declarar qoe, por motjvo dula aliluen-
eia de lu 'tan salvageu. ao sato da nossa s cel-d-, e
lainlieui por se ter tratado d inelhorar a adiinlois-
tra.j.lo das ald.ia., as da.pezas com esle ramo de >er-
vir.i publico tem crescida, e faz-sc nerissano elevar
a r.spacuva v.rba.
A-mi o exigrm nao su o no.so. inlero.ie., roa
lainli mu o deter, qaa n is corre, d* nao fallar as lai.
de luiin.iii tade para rom esse. infelizes.
ivilrelaiilu avallada he ja' a deipeza que aa faz
cun e.t- rain i de sarvito, nao ni em relavn ans al-
deiaraenlo., mas tambera com os autillo, pr.ila los
*i< padres c.puehiiihus que ae dedicara a' cal-
chese.
As miliario,as e amplam informvi;"" I1" *e en-
tena no relatarlo do digno director la repnhl ca ge-
ral das tina, publica., me dt.pens.ra de locar em
oulros ponto*.
Para resolver o governo obre a revisio do reg
lamento de I8ii, relativo a' direetona dos Indioi,
aua calchele, pediram-se mi I .im.r.i.i a', presiden-
cias de p, o'aorr.iil. qoe em ura trabalho
de.la ord.m sera' necesario att.nder cir.om.lau-
na, peculiares d.i tucahdade*. Logo qoe o gov.roo
a ade habilitado procurara' sslwfazer ao iolutto da
lei.
OBRAS PUBLICAS.
S I.
Eilradas de ferro.
lie D. Pedro II.Achindo-se concluida a maior
parle da primeira s.rrAo de.la via ferea, foi abena
ao transito publico do da .10 de marco ultimo.
Comqoanto t depois de organisadoa os balanr i
no lim do .eme.tre, s. po.sa f.z.r julzo sobre o grao
de importancia que tomata por ventura o trafego
n.ssa parte, he d. erer, todavia, qa. nao s.r muilo
avallado, einquanto a linha nao chegar ao paulo de
Belcrn.
Pr..eguem os trabilhoi da dile serr.'io. dentro
em pooeo deve o Irilho ehegar ao dito ponto, coja
posu;ao ao pe da serra contribuir para aliviar a la-
uura de ama parle do, di.peti liosos transportes ac-
iones.
Vao ter cometo oa trabalho, relativos a seguola
eccAo. Ilaz., eoncorreram par. que este faci ,e
diinuraiie ele agora, e nem se pode considerar co-
mo perdido o tempo que se tem pas.edo.
Em primeiro logar, tniendeu a directora da com-
panhia qae era convenienle nao contrastar a exeru-
r.lo de.aai Irabalhos, senao depois o. ter sido .suda-
do o alinhamenlo por eogenheiro. da sua cenlianra,
..oh aua direcran.
I'areceu-lhe, alm di.so, qae seria muilo til esla-
heleear uesla cidade o concurso para a mpreilada
d^s trabalhos da serra, para qoe o re.peclivo con-
trato fo.se celebrado pela, pes.oas mais imroediala-
menle intercala, na prosperidade da empr.za, e
em presenra, nao s dos engenheiro. que esludaram
is planos, maslamhem dos directores que confiere .
o paiz, qu devem ler aprendido mallo com a ex-
periencia da primeira se. rao.
O governo ap. roten este procdimenlr), e o tarto
acaba de ju.tifica-lo.
Apr.eniotain-.o no ceBaene varias prnpo.laa pa-
ra leda a segunda >ecvao, dea quae, fui preferida a
que oflerec.u raelhore, vaulagaus.
Acha-se anneao o contrato que foi celebrado.
I.eiido-o, le conlieee que todas as conveniencia, fo-
ram dividamenle couiulladii. Accreice que lobre as
d.sl. anno, a companhia que fr urg.nisadd por
Loiz de Cirvalho Paes de Andrade, e uulros, privi-
legio exclusivo por 88 anuos para conslrucr.io desla
eslrada.
A companhia devera forin.r-se no prazo de um
anno, cometar os Irabalhos no do anno srgoinle, e
coiiclui-los no de tres, sendo estes contados da dala
de sua formarAo.
turara slabelarilai, naa cuudiriies qu. acnmpa-
.-liar un esla coucessao, todas as vsnlaceus e ^.irn-
las libadas as utas da raesma netuieza.
Obras publica, no municipio da corle.
Car, da Gloria.Tornaudo-se cada da mais ur-
gente allender ao estado de mina do anligo ee. da
Gloria, o .jo-I linha tornado p-.r vezes qua.i in-
Iran.ilavel, era consequeneia de desmoronamentos
casalos palos vilenlos embates do mar un ocea-
sie, de le-a'js, visto como nao su ess. caes fie a
nica vn de eotaunanieacdlo, que ha, entre o centro
da cidade, e os populosos e frequenl.utos balitea do
Cllele, e dahi en. diant, mas lamben estavam era
perigo os predio, situados em frente do me.ino el.-;
conlratoo ogoveino com um einpr.zano, s.gundo
if ron lirro.-. qu. aroinp.mil.in o derrelu o. 2082 de
23 de dezembro ultimo, a construcrao de um novo
r.s, leudo mais largura na ru. actual, e com urna
ra nova, dude a prata da Gloria at a travesa dos
Carmelita, no largo ca Lipa.
Obrigno-.e o dito emprezario.
A construir urna muralha no mar entre os pontos
indicados, com a necearia solidez, dev.n in ler em
sua base a larguia de iO palmos, e le minar cora a
de 15. O parapeito lera' a largura de i palmo
Proseguirn) latnbem a, obras relativas a's g-an-
des canas de uiellio, donde parlera ai diversas ramificarn e eu-
c.iiidmentos parcia.s qu. abastecem de agua grande
parle da colad*.
Conciuiraiu-se os trabalhos de eouslrnctao das
canas da Carioca, fallaado apenas diversos acces-
sorios.
No respectivo aqiiedudo, b.ra como nos da Li-
goinha da. Paiueirai, (oram felos alguus milhu-
laiiieulos reparos. .- .
ElT.eluei a compra da mais don terreno, que
-outroulain com o rio e aqueducto do Carioca, como
sra indispeiisavel para a conservatao das malas e
da ago-s, c pureza desta..
Tem-,e proseguido nos serviros de planto con-
servatao das mallas coulidas ds Paineiras e de Ti-
juca.
Coucluio-se o r u rana nenio do Andarahy Grande
para as Ire Vendas, ae Engeuhu Novo, assentan-
ramae. para a eslaraoda via farrea de D. Pedro II.
Pool, de fer.o do rio P-rahiba__Acha-se conclu
da esla ponte, em frente a' villa do meimo mime.
Ceara'.Por decrelo n. 198:1 de 3 de outubro do
MINISTERIO DA MARINHA.
Expediente ao mu is.i.- ./H/,/,o de I83S.
A' conladoria da
laacai de u substituir, arbilran-lhe urna gralilea(io como o estamos tambera de que os homeii, de lodos! O mal era de lodo, sent lo, ma, o e.pirito i-
que dera Hnw do crdito especial concedido no 5 os partido, ho de d.clarar-se a respeilu delle, na.! migo da innovaciie, de*cuidava-se de altender-lhe
I'do arl. 16 da lo! a. 810 de 15 de silembro de ; caraarae, nos termos era que o fez a impr.n.a do Rio j al qu. veio o eacaudalo do casamento Kerst inoi-
de Janeiro. trar que cumpria urgentemente altender-lhe. Desde
Se quer o Sr. Gmez couhecer os verdadeiroi com- | eniao foi o negocio sanamente estucado no conse-
plices do alternado de Quinteros, nao uecessila pro- | 'ho de e-lado : a gravidade dos dirailo, civis, a ex-
cura-loa lao lonse de si. (Jue averiguo, para sabe- lento do podar temporal, a gravidad. dos dir.loa
iiarinha.Deven lo a qae- le, quae, foram os faccioso, qu. provocaran) com o> da religiao do calado, o grande principio da anida-
da caiholica, a etlensao do poder espiritual, e o
fondamenlo da, pre ein.es da curia romana, foram
peeaada com a madurtza e a r.Qexlo daue, profun-
dos estadistas. Sabida, lo por todoi a, diflieulda-
des que achou a Prussia ; que achara r.c.nlemeote
a Sardeuha p.n conciliar as pr.leocOes philoso-
phiCM e progreisiva do calamento civil com a, exi-
geueia, ecclesiaslicas do Sacramento, especialmente
no ca.oein que nos acharaos do, casamento, mixtos.
Irequeiilomenie a esta allligin lo nada menos que em i Sabe-ie que e Kranra, para legislar o sea casameu-
feilu iiniira/d. >... i-u.a r .,...... I .-""* = scripiurano ue.sa conladoria, I o ar. raranlioi, ao deuar-nos, nao culpara a esla
^^^^z^^":^::^ i \ teattE^-,,a Ca;,,,ao inve",arMr 'uc,e"a"e ,los def,nan
lea do ian capital.
nal et.x.ntei as ditas ullicina.
, -eguudo V. S. refere em oflleio n. fil de 5 do cor- ) seu decoro e em sao, inleres.es.
te o tenin, do i companhia. doran- reme ; o co.utnouico a V. S. para ,ua inlelli-
a. i?. Pr'vll'S">. o vapor como forSa motriz genca e executo na parle que Ihe lo
das tocoraulivas, o prazo do dilo privilegio sera pro-
longado a 91) .linio,.
Os Irabalhos da construcrao da estrada tarao prin-
cipio dentro de den anuu-, coulados da dala do for-
nataodacompaohia, devendo ser aquella levada a'
cidade do Sobral no de 3 anno, cornados do cometo
do, ditos Irabalhos, e a' do Ipu' no do, 3 legoiu-
les.
O governo e-tipnloo, a fiera do serviro publico, to-
das a. veiilagena, e garanta, e.l'hel.cidas em oulros
cntralos de semelhanle n.turaza'
Adianlou-se a coitrrje(e da estrada entre a ca-
pital, e a villa de llaluril, e concluio-se a p
ra neseiiiiurquo na inesma capil '
tao na parte que Ihe loca ; camprln- i OS HUIOS DO GENERAL GLIDO.
lo que luuva .euielhaule incumbencia, concorreuln Somo. os lillios do general Guido que e.crevemoi
para a economa de 3U.0U9 por anno, que resulta a' i tae linhai. U noa.i corarao saltn de iadiataefo
lazeuda nacional da reduevao daquella porreolagem, ae p.ilo ao ler o insultos que t. Joau Cario, Go-
e lomando a rol, p.ra ser leae.de era receite aquem "lea dirigi a neo pai em urna linguag.m, que re-
eempellr, grande qoeolldede de material na im- l pognaria ao verdogo.
perl.dcii d. IO;2385-i80, que (ncunlrara na, obra- I O primeiro impul Ollas ullicinassnu eslar carreg.do a pessoa aiguma, j imooslor, a pedir-lhe pessoalmenle conlas. Ja' na
como ludo coiista do citado cilicio. roa Iriuuiphou a edacarao. Resolve.uo-noi a lomar
Corauunicou-ie a' luspecto do arsenal de mari- i outro carainho, e especulo.
Bita de corle, determinando que i forme-e, quando Cinco.uta anno. de revolutao se lem plisado, sem
a foiuecem aquc-l.s inelae, aee meslre das ollici- que eiu ludo esse i.mpo una so voz se lenli. levsn-
n-,s em (juanli-lade sullicienle para as obras a que se {lado para macular lao viliuenle, como o faz Gmez,
onte pa- -Ie-.n.....i, e resta algura, lie e... reto apolicrdo a ou- o nome do general Guido, unido a lodos os acoule-
tras obrai. ou tem ui ditos me.tres ditposto delle por menlos noiivei. desla e outras repobliras da Ame-
lara'.T.-ra-ie continua li a fazer explorarei,
alim de conlii-eer-i. qual a inelhor direefo .li.s-
Irada delineada entre esta provincia, e a do Mera-
Me,
Geyei.Prosegoio-.e na conslriiftao das estrada,
deuominsdasdo Sul, e lo Norte.
Coiiliuuar-se ha.
MINISTERIO DAJUSTICA.
Decrelo n. 2,204 deldejulho de lS'.s.
Altare o primeiro uniforme do corpo de cavaaria
da guarda uaciou.il do municipio da corle.
Alleudendo ao
que me represenlou o lenle eo- |M ,r rte p.of,.,,,, lle IMja (le,.a ,,,, nil fn,r.
de niel ,?A ,' CrPr C,"^"'\ -""" mid.de do regulaineuto qu. baixou com o decreto ...
con ,' .1! I,/ a. ",f,rrai"-', d0 "".gad.iro 2183 de |e de meio oltimo : o que ttoa.rnen.ee a V.
K. i 1 Plae da raesma guarda ; lie. por B*e. para seu conherim.nl,. eexeencao na parle que
... decretar o ,n-: | cumptl4o ,Ao privyideaeie de for-
do Carino e Souia ; e ouiraunicaodo que o loppli- valfieiro, e o- mais irdenlM senlirauilos de fiumani-
canle foi confirmlo no lugar qje inleriiiarueulo I dedo O de concordia.
exeiceda conlraniestre da ollieiua de erretroie ser- i Para que Buenos A\res ouvisse ante palavra san-
ralheiros du meimo arsenal. Rr.Dta eulra o general Guido, nao era ba.iaute que
1" de julho. I as paiies se desencadeas.ein. Ira-bordando s..br.
Ao director da escola de marinhaSendo in- repoletjfle man pura. ; nao : era preciso que eua.
dispenaavel qu. es Bipireatea a guarda.-marinha. expre-ses de ii.-uoin.iiia, para o que as pronuncia,
apr.iidama ler e liaduzr a luigua mgieza, para que paili'.em dos labios de um iracondo eetraogeiro,
p.i.sara uo anno prximo fulera ateislir ao omino "Tocado peloi remerw, de 10a propaganda de mor-
pralico li nnni llngaa ; lenlte per conveniente le, e pareegoido pelee eombraa do, eeoe deagra(adea
uoiuear, de.i. ja, o padre Marcos Neuvilie, capel- compaobeuoi. Eise hoiuein esia' agitado pela, (e-
i.io da couipanliia de apreudizes m.Bore do .usen-I nos.
de marinha da curio, para exercer interinani.nle o
Arligo umro. o corpo de cavallana da guarda ua- in, qu, ,, corrle ..
Henal da corte u.ar era primeiro uniforme de far- Msp,ranles na Litara
das azues com visla, essarlales, caree...
brancas, cora duas rasas bordadas a ouro para us of-
liciaes, e a seda e laa para os inferiores, cabo, e
guardas ; caltas azues aom duai lisias escarales,
eapecele Je metal branca com iiioiri.lu amarello,
pluma a cauda escaralos, dragonas, e.poras. corra-
me do aclual .fardamenlo e xebraques de panno a-
/.ul com listas escarale, nos arreos .los cavallos dos
infeiiores, cabos guardaado referido corpo.
I 1.1 nc i-.ro Diogo Pe-ira de Vaiooncellus, do meu
coo.elho, ministro e secretario de oslado dos negocios
da justita, asstin o t.uha euteudido e l.-.-1
lar.
pu
se abrir'
Escripias ja' e.la, linha. e remedidas pa:a a im-
preaea, recebamos respeele a urna caria particular
qoe ilirijimos.a D. Juan Cirio. Gmez.
Publicainos amboi esses documentos para que
Boenoe-Ayrea julgu. a qoe poni de .legra lorio
uni se preparcm os referidos desceu aquelle insultador poblico, alma nau.eabuu-
versao do inglez, para o que de, que au r.cinfi.ce no lilfio o dire.to de defeza
o respectivo corso ero das luiros eon- I do pal ilamente ofendido, atada qne esle seja um
' venientes, como tainbem qoe f.ra constar ao diio ancao respeilavel, como lie o nos.o. Eis-aqui asear-
padre aquella eonteafile, alim de .-licuar o conipe- las que publicamos, poii que Guinea .meara deuui).
lente titulo nesta secretaria de Estado. ciar-nos
A' presidencia da pravinea de Pernambuco. Sr. D. Juan Carlos Gmez.Bue.ioi-Ayres, II
A' vista .la informaran que, p ir copia, aroinpanba o de julho de 1858.Dirigimo-noi a V. Coalende a
ofliriu ii. 7:1 -la 19 do in.'/ prximo pretrito, lolne
o requerinienlo eru que Joao da S Iva l-'orles pedia
er uom-ado para o lug.r de palr.la-mur do porto
da me.ina provincia, que rvp.r. ordein ao inspector
do arienal ae uu>rana, anm*lo propur qaem julgsr
.lo
....
xecu- uielhor paaa exercer. o referido logar.
_Palacio do Rio de Janeiro, em 7 de jolito d. 1858;
'i' da independencia e do Imperio.Com a nibnra
----------------------,-----.-... M- v. ,.-.. .,..,,,.,.,,,,.,1 t,,,, mi ie,iUt ..un a .un I. a
Ti.t..1... ?' "" -**"* l0'"'de, de.le sitio, de S. M. o ImperadorFrancisco Diog Pereira de
inversas ..lira. .- lo.r.in ,,,.. .......... ^_____._ .*.._.. .,.
asilara da 8, alera da cubarla, que devora' ier de
cantara.
A aterrar toda aextensao desda esla muralha alo
a linha beira-mar arlaal.
A construir um paredao por delra's da ra nova
que ie formar, terminan lo com a largora d. 7 pal-
mo., tendo um parapeilo com 5 palmo, de alto a
2 de largo.
A formar e ral(ar a nova roa.
A concluir todas a, referida, obra, uo prazo de
2i mete,.
Tendo .ido eslndada a materia por pe.soa. com-
petentes, e afinal urg.nisado o plano das obras,
formado o sm ornamento p r ura muilo habd enge-
nheiro, ajuslou-as o governo pela quanlia de.......
i.>0:II003, iiicluiu-tu-.e nella n valor da, cuas, e ter-
renos qu. he u A con,iri,rrij da todas as ohras sera' iasp.eeie.
nada por nm engenheiro nomaadn pelo governo. Foi
encarregado de.lis fnncte, muito diiliocto eoge-
uheiro hydraolieo C. Neats.
E.le coolcoto e.la' tujiito a' approvac,ao do poder
legislativo.
Mas cumpre-me participar que, reconhecando o
pango que havia na demora, ordenei que ,e desse
cometo a's obras, e nara occorrer .'. suas deap.za,
abr om cr.dilo extraordinario ua importancia de
.175:000.}. A assemblea geral legisleliv, a cuja p-
provecho era' ella lubraetlido, resolver' em sua
sabedoria.
Canal no mangue da cidade nova__Tendo-secon-
eloido aa 50 bracn desle canal, que por ansaio tinlio
o governo mandado f.iar, e psierendo-lhe qoe, to- i
mando por base as despezis, em que esla paite da
Diversas ubras se fuerara par reparo e couinrva-
tlo do anligo encanaineulo do Maracan.
oram asseula ios encauameiilo' novos as mis de
|i. Mananta. S. Joaqoiip, Real Grandeza, Bella da
Priecea do Cllele, nos morro, de Paula Mallos
e Nevis, os qua.s lodos ja' .e nrliain em s-rvir. ;
diu-se cometo ao das ras de S. i-ranri.co Xavier^
e Nova do Imperador ; e diversos oulrus receberam
reparo, e foram ramificdo..
Tem sido feilo com a pos.ivel icgolaridade o ier-
vito da guarda, liuipeza e conservatlo dos differ.li-
tis aqueductos e da, lorn-lr.is publica., das qua.s
s. eleva o niiui.ro a 828, comprehendida, as do, di-
v ireei chaf.nzes.
Pro.egoio-,e na construcrao da estrada qoe lem
por lim firir eotamanicacjio entre o alio da Boa
Vi-la im Tijuca, e o Jardim Boteolco na lago, da
Rodrigo de I-'reilas, preslando-se ao transito de
Cj rros.
Esla' feila na eilensai de 1,800 brat. com a lar-
gura de 30 palmos no mnimo; a sua exleu.ao total
ht calculada em 6,230 bravas correul.s.
Na. estradas geraes du Santa Cruz, o da Paviin-
foram fetos alguus reparos, e trabalhos de conser-
vatao.
Alera das obras mencionadas, aiuda outrai da ma-
ne r importancia foram eioealada pela m.perr lo ge-
ral, as quaes seria longo enumerar.
Ob'as a cargo da illuilrima cmara raoniripal.__
Ni decurso do auno passa lo desoend.u a lllu.lrissi-
e | mi cunara a aornraa de 418:7025899 com as obras de
obras imporloo, coutratana vanlajosaraenle t cons- dsdo, e commodu publie
sea competencia.
Desla muuna coube a" part. rotativa ao cal;men-
lo da cidade a qoantia de 273:931^21.3, lando sido
appl.Cdda a de 15l:193,-890 ao riirainenln por pa-
rallalipipedo, feilo em lifrsas roas na exten.ao to-
la' de 3 0.37 brotas quadrada. ; a de .30:228-5270 ao
ral.amento pelo sy.leuia da Mac A Iam, coinpre-
hend.ndo e exiensao do 6.880 brarai quadrada, ; e a
de 72:5128273 ao que se fz segundo o sy.tema or-
diano, uaeilensao de 6.728 brat-is quadradai.
Neita, despezas se nao comprehindem ai que se
rei'erem limpies conservatao na importan:ia de
15:1385178.
Para lazar face a's dn.pezas relativas ao ealramen-
(o palo .ystema de parallelip.pedos, a' proportao que
se iam reah.ando, u.ou a illu-ln.sima cmara, rom
appiuvar.ln do governo, da,.iiil-risr;Vi qoe Ihe foi
co icedida pelo artigo 20 da lei n. 9:19 de 26 de se-
lerabro do anno lindo, conlrahindo rom o banco rli-
ra e hypolhecario o empreslimo de 5(K).00d9 nos
termos do dito ai ligo.
Em dlffercnles localidades foram construidas alga-
mi. pontes, muralha., cae-, e algamas onlras o-
bras.
Finalmente, foram iberias dois nova. roas.
Cares, aiuda esla ci lade de moitos o imporlent.s
mrlfior.tllenlos coja reali-orilo incumbe a uiunicipa-
lidnde, liiiut..ii l.i-tue a mencionar, como o. mais ur-
ge'ites,complelar-se o novo caltaraenlo da cidade,se-
cundo o. syslemas aperfeitoados, eslandendo-o a.
grinde numero de rmaque anda nio receberam
esla henelicio ; a conslrucrao d. caes em mullas pra-
iaa ; o asseio g.ral da cidade ; e a i l.mtar i o de ar-
voies na, pravas, e ou'ros lugares bem da sslubri-
tnievan Oo ateamo canal em loda a exleu.ao em que
dev. i.r aherl". a.sun pralieoa, celebrando contra
lo, segundo as condires annexas ao decrelo n. 2117
de 6 de marta dest. anuo.
Nos ollimo. relatorio, do meo .Ilustrado anteces-
lur e arha demonstrada a aeeeifidade argenta da
'-.-ii-oo, .ta-i, hra, para, exttiiecgo da inan-
guc-que naquelle populoso biirri -.conserva, for-
g 3-,
Provincial.
Para seren applicada, a obras girae., e auxiliarem
as provincias mais importante., o governo pz as
.-g miles quanlia. a' dispnsirao dos presidente das
ni iviaaiaa : de S. Pedro 20:OOt),-4; Santa Calharina
15:0009; S. Pealo '.0 ou E>p rilo Santo 2f>.000}
Balua .tOHNIOb ; Pai inmboco -jl:0U0.j ; Pir.luba
mande um groada e permanente foro deinfeccJlo. IO:000/:Rie tirando do Noi le 10:000o Coai :2:(jii05
Bale caual devera' comecar unto praca du Re- Piauhv ;:0(.u> ; Marnnbo 2(I:0iKit Para' SI:0fMS,
eio Peqoeno, findar ua ponte do Atorrado, tendo I Amazona, l0:00U5 ; Goyaz 10.000? e Malo-Grosso
,i largura di 5 p.ilmoi e meio, e cerca de 11 de' 20:0005,
Vascoucellos.
Decreto n. 2,207 e 10 de julho de 1858.
Separa o termo .le Marica d-s de ilaborahy e Santo
Anlnnio de St. na provincia do Rio de Janeiro, e
crea nell. a lu^ar de jiiiz municipal, que accorau-
Inr as fiinctOes de juiz do. orphaof.
lie. por bem decretar o seguiule :
Artigo nico. lira seplalo o termo de Marica
dos de Ilaborahy e Santo Auleuio de S, na provin-
cia do Rio de laneiru, e creado nelle o lugar de juiz
municipal, que acrumular.i as funrri-s de juiz dos
orphio, ; revogada se di.posiros em contrario.
Francltco Diego Pereira de Vaicoaeellos, do meu
conielhn, mini.lrn e secretario da estado dos nego-
cio, da jo-lira, aisira o tenha entendido o laca exe-
cuta
EXTERIOR.
BUENOS -avres.
O, insultos da Juan Carlos Gmez.
Tomamos parte na prnfuuda inlignar,io que pro-
du/io no publico 0 ataque brutal dirigido por es-e
e-cnplorao Sr. Poranlioi, ministro pleiiipoleuciario
du Rra.il, hoje da pa.sagem nesla cidade.
K-livainos ja' lublloadoi a ver insultados do modo
e maii alroz pelo Sr. G une/, os humen, m.is respoi-
lave.s e respeilados do Rio da P.-I.i ; purera ru-la-
va iios crer que rhega.se a *ua aodacia ao pealo de
e.rrevcr e-so artigo intitulado nuin mi fin-pele n
E lora dea i para o cr.dilo no no'-o pai/., qoe leme-
Ihanie eaeriplu paai.a.a sem reepoita.
0 furor d^ in.ollar he a paiale que devora o Sr.
Juan Caflo, Gmez. Nflo lia moilo que neg \ a a
no-si indlgnafjlo. .Nos Di-bales > de boje ullra|i
\ alrozuie.ite a no.so pii. lito nao se qoalilica.
D'Via V. esperar-nos. Aqui estamos, Sr, Gmez.
Como somos qoalro, dse.ando livra-lo ibnesciupu-
los qu. pedera ler de entrar em explicarnos com ca-
da utu de nos, decidir' a .orle, ambiciouaudo lodo,
u.io ebeteals ne-li caso, pela nica v. ua vida, urna
prelerencia de V.
Elgimoi una resposla lerniinanle. So nao for
ella confinle ao que lames dntilo d. ..perar, era
todo o lempo, e em qualquer parle, o faremoa ree-
poiisaeel por sua Iniqua conduca Jo: Ibemat
(.o.ln.Eduardo Guiio.Carlos Guido.Josu E.
Guido.
.i O coronel O. Rufino Goido esta' por mis eucar-
regado de entender-,, ruin \'.
o Srs. I). Josu Thom.x Gilo. C.Nao estoo
disposlo a andar per.loaudo vidas a todos os qu.
queiram pedir-nt, conlas ,:, arrusarnes que faco
aos n hoiu.us pnblicos a pur sua vida publi-
ca, n
Nao reconheto a' familia ttulos para inlerpor-
se enlre o bomein pulifiro e a optniSo publica.
Pobliearei a caria d, VV. p. rquo ja declare,
que nao reaonh ro segre.l i em politice.
n De reato, en ando 'u da da o de imite por loda
a parle, e a's leis me conceden! o dircilo de luiuha
ncfes de juiz de orphaoa.
I le por bem decretar o leguiute :
Art. nico. Pica .epara o o termo da Atibla da
de Braganta, na provincia de San Paulo, e creado
nelle e uo da N'azarelh, reun los, o lugar de juiz
municipal que ar.-uniul.ua' as funrr 1... de juiz de
Orphio,, revogadas a, di.po.ires .m contrario,
francisco Diogo Pereira de Va.eoncello.. do meu
conselho, ministro e secretario de e.tado dos nego-
cio, da jotlics, as,i ni o toaba eulendido e faa exe-
cotar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 23 de julho da 1858
trigisimo-seluno da independencia e do imperio. __
Com a rubrica do S. M. o Imperador. prancuoo
Diogo Pereira de Vasennc.llo.
Decrelo n. 2212 de 23 de julho de 1858.
Eleva a' calh.gona de MCCo d. balalhao a compa-
nhia e .erro de eompanhia avulsa da guarda na-
cional do municipio de Ubaloba, da provincia de
>au Paulo.
Alleudendo a' prono-la do presidente da provincia
da San Paulo, hei por bem decretar o seguiule :
Art. 1. pica elevada a' calhegona de servo de
balalhao d. infamara de din. eempaahlaa, e cora a
nnmerara-i de 1.3, a companhia a eaecao de compa-
nhia avulsa, da suarda nadonal do municipio I ba- "-l,, P"Iues- al""
luba, da provincia d. San Paulo.
Art. 2. A referida sectao de balalhao lera' a ua
parada no lugar que Ih. for marcado pelo prndenle
da provincia, na lamia da lei.
Francis'o Diogo Pereira de V.i.concellos, do meu
rouselho, ministro a secretario le estado dos nego-
cios da iaillcsj, assim o t.nha enten lulo e fara eve-
colar. Palacio do Rio de Janeiro, am 2:1 de julho
d. 1858, Irigesiiiio-sctiino da independencia do
imperio.Com a ruhilba do S. M. e Imperador.__
Frauciieo Diogo Pereira de Vaicmcellos.
ao. mais ardenles inimigos de Ro O huuradn e distinclo Dr. A/e.e lo, qae goza de
urna repolecSo t.lo merecida enlre mis, era chama-
do cmplice do Iragica successn de Quinteros, epor-
que guardara silencio. Oulros ciJadais. a quera o
pavo lem eoaalantemeale honrado com os seus suf-
fragios para repre.enta-lo ua. cmaras, foram lam-
bem ha pouco victimas das dialribes dei.e escriplor
desbocado, qoe iniullava o chelo do Estado por ta
ve-fin chamado a uiu coa.elho de governo.
Sero.lhanle conduela he indigna da um cavalhei'O*
revela lili de r lu 'i;.in e mas paixes uo que a pra-
lica, e he urna offensa a' conscieuria pubiica. Era
v.lo pretende o Sr. Gmez cobrir cora o veo do pa-
triotismo e de um sincero amor da liheUade driles
paizes es.a linguagem filo audaz e 1,1o desesperada.
Durante 20 anno. o, lyranuoi humi'haram oppri-
mirara a e.le. p ivoi do Rio da Prata ; e era lodo importancia que tem na nui lelo do. homeus e na
esse lampo jamis .e vio apparecar o Sr. Gom.z nem civili'ato da. lociedade, a s-nld.de do vincole
para elle ; e o cobarde foge -para euca.lellar-s. eu-
lie os lypos da sua imprensa, e nal leis do direilo na-
tural, como se se achasse em urna Ierra de bandi-
dos N.ra mesmo la' ira' i rocura-lo o nosso des-
preto.
.Nest. mominto. duas da larde, somot chamado, a
polica. Pomos denunciados.
Jornal do Commercio),
IITEKIOH. "
RIO 21 DE JULHO DE 1858.
O casamento cicil.
Acaba omfim Ce ser proposta a' cmara do, de-
poladof essa iao de.ejada lei a'cer:a dos easamenl...
Nao nos faremoa cargo de mostrar em ura
to civil, leve ueceitidade d. desmoronar primeiro o
seu edificio religioso, d. responder com a guilholina
e com o terror a quintos ulo ob.deeiam a's orden,
da u.alvatao publican. Poi depois des, drago,,
qoiudo a I-rauta quu reconstruir a sua igieja, e
aullar ao calholici.ino.quc Ihe foi dado deixar a au-
toridad, acclesia.liea qu. restaurava, d.sh.rdada da
.ufluencia predumiudule no coulralo civil do casa-
mento.
Cira ludo i,lo he sbila, comprehende-sa a di-
fldciculdade que linha d. v.ncer a eabedoria dos
uu.soa estajista, para noi dar om proj.clo de le
em que o calholicisroo o mai, meticuloso, em que
o e-crupolo o raais respeitador da, nulenres do
peder espiritual nada pudesie reprehender.
Esse piojeclo loi emlim apresentado iionta 'c-
mara pelo Sr. I-'rauci.co Diogo Pereira de Vtacon-
.-. eslabelece a sapararaos dos efleilo, civil e
religiosos do casamento.
elidas civis est a permiuaneia, a in-
idade do viucolo, a seguranrs de familia,
a cemmuiiho, a parlilna Igaal da heraota enlre os
filhoi com a exclu.ao dos adulterino., espuriuus,
etc., aduiillindo-se apenas a legilimatio dos natu-
ra.- havidos aute. do matrimonio, ex soluto el so-
luta.
Re ltra.il be ess.i a lei do casamento, quer tenha
sido rjntrahido fura do paiz p-ra aqu vigorar, quer
aqu o se|.. qualquer que lenhd de ier o tilo reli-
gioso que so aduplar.
Para o casaraeulo civil dos calholicos eoo
confusas, como ale hoj., as atlriliuirOes da
dade civil e da aujon lade eccle-iaslice. O i
Irideutino, a coria episcopal, o v gano, eis a
auloiida.ie em (al materia. Nada se innova ;
feilo, paia quera n,ij argumenlar cnu oe abuioa
los casam.nlu, clan lestiuos que a bor.homla de
ni- e a siraouis de nutro, team (antas vezes feilo
apparecer, nao ha necassidad. d. in-.. var i ..
Para o casamento civil dos nao caiholicu., como
ues.es a igrej. uada lera que ver, o polar temporal
determinara' a autor.dade que o tem de receber,
as formalidade, qu, o devem preceder o consa-
grar.
Os casamento, mixto, -,in deixado, a' comeiencia
dos contrllenle. : a le temporal os a:eila, o. pro-
tege, quer sejam celebrado! com a, formalidades o
perante a aulondada que para esse fiai liter de ser
creada, quer o conjuga calholico obleuh do oulro
o njeir.i as rooditoes severas qoe a reiigiao im-
pde a taes casamento., sempr. por el.a olh.di,
com mes nlhos, aceites de ma' voniade.
Compreheudcmos qua para a paz das familias po-
deiu resultar graudes perigos das coodir.es do ca-
S'iiientn mixto uo dia era que a intolerancia e o
fanatismo, com o auxilio do cunfi.iiona.io, qniz.-
rem a.seuhorar-.e da cinsciencia da eonjuge calhu-
lica : coinpreheudemos porem qu. a auloridad. ci-
v i ah nao pode iulervir euao cora a la eg si.irn
clin,laa philosoptuca, com a sua vigilancia con-
tra os ablo.
C imo esta' concebipo o projeclo apr;enlilo pelo
r. mioi.bro da justita saiisfoz as nece.sioades ac-
luaes, da' vardade ao principio conslitucional da
tolerancia, e remove um dos embarazos que se op-
puuhan ao eslabeleciineoto de co ooos protestanle,
em iaoa.0 paiz, e que mais se presiavam ai deca-
mar,s Jo, nossos iffamadores jurad j*.
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Fel honlem apreseutado ua cmara dos depotados
o s goioie parecer :
o As couimis'r, de con.liloitao e d. ja.tir^a cri-
min .1, llave..,i. examinado us fon l.mi.iiios da pro-
nuncia proferida pela relav.io de Pernambuco no pro-
ce.so qoe acompauhou o avi-o da secretaria dos ne-
gocios da ju-ln;. de 30 de junho passado, contra o
Sr. depulailo Mar.oel Joaqun) de Meodunra Cailello
Rranco, ua qi,alidada de joiz de direilo da comarca
de Porto Calvo, da provincia dai Alicias, apreieo
Iam a' cousideatao dalla augusta cmara o seu pa-
recer
a Por arcordao d. 4 de maio oltimo fot julgada
proced.iile urna denuucia dada centra o dito juiz de
direito, e o iiiesmo pronuuciado nos arte. 139, 159
e 16:1 do cdigo penal, por ler expeJidu a portara
camlanie d. II. 38, em que houve excimo de sua
dulondade, por ler demorado a admini.trarSc da jus-
tita, nenando licor em seu podar um proce.su que
devia ter o andamento preicripto na le, e por nao
se ler dado de su.peilo, era rumprimMito do arl. 61
lo coligo do procc.io criraiual, na formaejo da col-
pa ao denunciaule, contra quera lao deiabridamenta
se declara na sua resposla, e que decli ra ler sido om
dos qoe quizeram ouir'ora manchar si:u pai com de-
nuncia-.
como soldado, nem como eicriptor eutre os seui a '.-
aerear lee.
Esperou para acreditar o seo odio aos despotas,
ve-Ios cabidos; desde eniao nineoem Ihe tamga-ltem
nho na -oo obra pouco uivejavel de resusc.tar as an- enlre
MINISTERIO DA FAZENDA.
Rio de Janeiro. m 17 da jalhe de I83S.Illm. e
Eira. Senhor.S. M. o lmp>ra.lur, a quera lu pia-
sen!, o raqeerimente de V. Eee., rom tala de 16 do
de anarclnsar mu -mente este,
suciedades, tan necesitadas de Iranquilida le e de
paz ; e esse odio ceg contra os vencidos sobre os
quars provoca constantemente e Sr. Gmez o ran-
eares da vinganr., he sera duvida ignobil ; e sobre-
lu lo o uaquelle. que uu cninb.terain.
Taes desalalos da colera e da inveja impotentes,
nao mereciera certaineute oulra resposla que a que
i'-i.-i recebido, o despreso publico : mas e.la
resposla nao basta quando o injuriado he ura Ilus-
tre eslrangeiro, urna personagem eminente de ura
paiz a que nos lig-un a, recordav''" de urna gloria
rpcenie aleaucada no campo da balaiha. e que. d"-
eonjog .1. base legitima da familia. Ninguem ha qu.
o descoiihrta, ninguem que, meditando, nao tenha
dito eom o Apostlo: u ecce magnum sacramen-
]>. Pu.s bem, o casamento, a familia, jaziam
mis era tal eslado, que san muito e.forrj
nelle podaramos adiar unid das causas mais pode-
rosa, da auarchia moral qoe vai lavraudo por loda
parle.
Einquanto no paiz reinara a unidad, calholica,
anda o mal da nos-a l.gi,lai;.io n.i i era muilo Me-
tido : a par do eeaamaato le,al, celebrado confor-
me o rite da rellgiSo de lodos, poda ergoer-se o
concubinato mais ua menos inslenle, mais ou me-
nos loleado ; era porem lernpre o concubinato e
nunca linli.i a arrogancia com o caiameulo ; a concubiua nao preletidia ao.
foros da matrona.
lo !avia ia' enlo se davarn dous inconvenientes.
poi taqoeiie grande-ervifi prc-iado a'civili.ai;,)o ataitea roiipi.:.-. encarando nal aeaa rel.(See se-
do Novo Mendo.oto no. consta leaba fe.to nenhuiua j in-nte o la lo rlvjl, um embargo de seren calholl-
,i naa ae Estado de Beaaea-Ayrea. rSi aprennlavam-se parante o jeii de paz, como
E pon que se nos ullureoe urcasiao. aproveila-la- para ulenlari. a conciliar lo que peiH aeaaai Iris de-
1 ll. 38 do. auto, le enconlra o leor da porta-
ra pela qual o denunciado ordenou ao iubdelegado
do dislricto do Porlo de Pedra. que tnspendesie ate
igo a egonda ord.m qualquer procedunenlo criminal coo-
tra cerio individuo ; e a ll. i i def.ndase o lauou-
ciado demonstrando exuberantemente qua cora e.sa
portara ttvera por fim evitar urna pirseguitao ini-
qua, e pondera qu. dando parte do sin procedimen-
(o au presidente da provincia, esie demitlira irame-
dialam.nl. o dilo iubdelegado.
a Comqaanlo a defeza do denunciado nao joslifi-
que o leu arlo, nao segoiudii-s. delle prejuizo pu-
blico ou particular, enteudem a. commit.fies qoe era
sullicienle o disposlo no art. 339 do cdigo do pro-
ce--, i criminal, applicavel am laes caso,.
. A fl. 13 Jo, anlo, consta que lendoo denonciado
dado principio a um proces.o de ri.ponsabilidada
contra o denuncian!., e inquirido aiguma. le-teinu-
nlii-, e quereudo o denunciante juitilicar-,. do fac-
i que dera causa ao dito processo, requerera ao juiz
d. direilo interino para qu. o fize.se subir a' loa
; present, e dar-lhe an lamento, e em seguida le ve
qu. o eacnvao ceititicou ler ido o meimo proces.o
< ronclusu ao denunciado, e nao ter ainda esle o de-
vulvido ao catlorio.
sen!, o r. ,01 rmenlo do V Ese., rom lata de 16 do fiemos com praier p ra manifestar as no..a, (raras va pr reder .. luslaurata i de lo la demanda ; ah a v""
correle, pediudo demiado de cargo de ei.e-preii- vivossympiihia, pelo imperiodo Brasil. Uoepaii preleilo eempre de conciliaria, d.cidiam a sua ,.- o
denle do Banco do Brasil, deu-mo ordem para de- que. iuqiie.lionavelmeulr, esta' ;>' frente da eivili- I pirateo de thalamo e de fiulunae a enndirao de ,,5u
clarar a V. Etc. que o governo imperial na., rumie laclo ua America do Sul. All se disfruta, a' sumbra | seo lilfio., etc. Ev.es aitutea, redaxi lo. a termes de "'"
an seo p.d do d. demissilo, por motivo de divergen, d. un lhr.no, da mais ampia lbenla le.
ca eom a directora do mesmo Banco em diliberatle Osyilema parlamentar, deqoetao pooi n n:.; --
ora que o v .'u do \ Exc. be jeitilicado, u u maemo Rean
espera qoe V.Exc. eealibaere'ne esercicio daqa I e ae orna i
caiga a pre-lar 09 inaitoi valiosos servitoi que at a- I muito eenvenieala a' rpida proaperidada daquelie
gora lem prestado. p,ji. sus conselho. do gabinete como as disrussues
Deo guarde a V. ExcSr. conselheiro Jote Pe- das cmaras, figuran, verdadeiro. horaens de eila-
dto iai de Carvalho.Un nardo de Souza Franco. Ido, cujoi talentos, cujo saber lem (ido apreciado, na
u All-'ga o denunciado em sua resposla qoe, ra-
medeudo-lhe o .scrivao os autos nai veiperai de sua
ah a V|agem paia a corle, onde ia tomar a.senlo ua ca-
_ mar dos depiiladoi. por um descuido em orna occa-
" de mil oceuparoes. denou de un n lar fazer ri-
sa d s ine-ino- autos ao juiz que o linha de iubs-
ciuiciliavao, r.cebiam da ma' lulelligencia da le, tituir ; porem qoe nenham d.mno re.uliou di.lo ao
...iJera tae. Ierran; como sententas p-ssadas denunc anta, pois que a demora que houve proce-
ein julgido. u:, i .rra ahaiivo ; aquWalUam a om ''eu do ruinpnmenlo da pr.calora dirigida ao juiz
l, r ou' alia ., i uiuiit pude sar de direilo .te Maceio para a citavo do um individuo
ido pala autoridad! ecclesiaitica. que Jevia depr no procissu.
Nos lempos que le leguiram a' revolocjlo de 1811 u Tendo o denunciado exhibido preva docomenlal
eram frequenlissimo. esses udislralos maltimouiaeso; de sua asierro, desapparec.o, uo entender dai com
aiuda boje nao sao raros. miises, a aecusacao da haver demorado a adoiinn-
II
11% fl


lro'\~ij di |Quod Jii\.ii'4u licdr ni mu poder o pro*
CtM*.
DIARIO DE PKKNAMBUCO ILIUIA t'EIKA I DE AliSl DE 1858.
AoS 9 : Em lugar d. 7:!:HWiyHX), diga-se r.
!N):i:7tU9, eiio ilode jd'u aogmenlo de 10il:(Mr?
para med.cAo e dein ircacAo da Ierra, e de 1U:(KMI>
para lolroduccftu e eelibelecimr.ito da eolouo.
Ao 5 ;tl : Em liiftir da IUDOS, digi-se deide
ja' 00:0009. .
* 35: Em lugar de *10:766J80r>, da-e r.
17:102a, sendo o au.'menln de-de jo' de n:.'l:I(i> jura
Ir.nipoite do professore do Intmalo di imperial
rollemo de l'e ro II. >
Ao S : Em lunar de 13:ci0>000. diga-se rs.
Jl>:tielia, aendo desde ja' o segmento de l:Sil^ pera
sdenlo vestuario d..s eecravos da necSo a Africa-
nos liares, e ornees de Irabalhedo.M. r>
Ae SU : Em lucir de .S:S77-?, digs-SS 9:0329900,
asad* de.le ja o auioe'ito de 17>?>200 pan Ostenta
de Africanos.
Ao S 1:1 : Em logar da feOOOtl, diga-ie 4:0OOS.
Ao JJ ili : Em laxar de ^IKIilKH. dig e........
Si',:JUOS, sendo dede ja' o augmento de 7:(KK)9
pan a obra do canal do mangue da C'Jade Nota, e
:.7:000a para a obra do cues da (,loria.
Ao !: 19 : AccrMeente-se mus -J:9UU0 para aju-
daa de caalo da viag.m de un lente da (aculd.de de
luedicma da corle qno lem ele ir ,i Europa para o fim
do arl. 1:1 doa e-l.litu; que regen) a mesma la-
euldade, podeodo u governo arbitrar-lite, lm
doa seus encmenlo ordinario*, urna gralificacu
menea I de lOO dorante Ma calada.
Acereaeeoie-ae igeal quanlia para Iransporle e
gratilicacSo de um leuie ua facoidade de medicina
da Babia, qoe lem de ir K.ropa em virtode de
proposia da m.s.na lacoldade.a
> Aa 11: Aagmenle-ie idi JiOiM)/ pira que
ai leis aejam dislriouida auuualmeiila em bro-
churi.
Ao 4C> do arl. 2" da despeas geral accretcen-
fe-se : Mais 300:0009 para serem applicndos, desde
|a', ao difmenlo da* ruai da cuite palo svsleina de
parollelipipadus.>
Ao g >' accreacenle-ie : Inclusive orna eslrada
Geral qua cuininuuique a eapit.il da prnviuria da l> i-
Ina com a do l'iauliy, e ela coiu a cidade de Caxiai,
da provincia do Miranhao.
Ao S 27 accrescenie-se : Inclusiva |IU):000S.
desde ja', cora ua obrai da provincia da Biiua. pre-
feriudo-s. as estradas.
xilio as estradas obras gerats da provincia do l',i-
rana'.
Ao S'^7 accreicenle.se : Sendo 50:0003 para a
conelrurt;! de um.i ponte obre o rio llapucuni, na
cidade de Caitas.
Ao S i
arrrese.nte-se : Sendo 30:000$ para
a reparos na estrada geral entre a
I pender a qoanr.i peoisearia para melhorar a eslrada
.geral que eoromuaiea a provincia d tiovai rom a
ti factodahaver o denunciado jurado plelo cidade de S. Jola d'EI-Kai, do rujo poulo deveuau
pur uceas..! juigameiilo do oenuncanle, e de eamecar eatea rDilhorameotae, deven4o o alinha-
n.i i a huver hilo ames na forraacAo da culpa, nao { meato da iliia estrada pasa ir pelas villas de Olveua
eeaslllae crnmu didale, urna Val que alees mani-! e lurmtga.
fesla que se fundu-se en um motivo l-gal praesii- .. Boten la a > arl. 2. $ 27 : Canaei, ponles, etc., e
lente a aita, a uaiii sa pote adduzu C >BM i 11 11 paia auxilio a'a uliras provinciaes. Piea o Kavarno aulori-
lc lo eito o viiior das plirase* de que se serv > pos- sado a daspendar man a qunitia de 80M009 para a
leriormenle eiu soa re.pntia, e ru parla aaohuna I aaDliaaatav da encamnenlo das auno- do Kibalrlo
dalla u denuiicl.do deelarott ler lidu o denuncame Mullica pira a cidade de (.unba', provincia da liat-
n) dos que qeitaram manchar saa fallecido pal com lo-(iroiso.
denuncias, coma por aqalvoco ae eiarou no ac-
cordflo.
ii Em vista deeipenlido, so as commls<6ei de
aaaatUaitaa e da jslica criminal de parecer :
a Qua o proee-s ledo contra o Sr. depulado Ma-
nuel Juaquim de Meudunca C>stello Brinco n.lo de-
\e continuar, 'id de jullin oe I8>8.Autuiiio Can-
dido da Croz Maehado. i. S l'aelieco. J. I., da
Cunha Pranaga.1. Vitalia de C lavares.Jero-
nymo Jos Teiseira Jonicr.I', da Alcntara Cer-
queira Leite, vencido quinto a' conclusau. a
Em seguida approvou a cmara em segunda dls-
cossao o un; un-n > na parle relativa ao minisleriu
do Imperio, a-.un como as segointes emendas :
i Ao 5 II : Em logar de 83:8803. dlga-se n......
103:1:805, sendo o augmeulu de 20:0003 desde j
para a raimle,;! da le-islarn do imperio desie
1808 ab 1837, aegaiado se o s\stema adoptado pela
lypegraphia nacional; e para a compra de livros
para a bibliolheca da secretaria de estado, d
* Ao S II : Em lagar de 930KNsWW0, diga-se rs.
2.(0:883?, aendo a augmeulu da 7.-0009 afi as alu-
das da cusi dos presidentes ile pruvinria ; 8:0009
para a a.quieirao de mobilia para o palacio! dos di"
los presidentes ; 70:fc para a comervarau dos me<-
aaa palacios ; :l:00op pira reparos e'pinlura ; re.
1:6005 para I u/es ; jOOs para illuminac.ao dos snbre-
diles palacios nos di.a ,ie lela nacional
Ao S Ij : Em logar de 249:6000000, diga-se rs.
261:390;, sendo o augmeulu de i:l0.3 desde ja para
o aecreacimo dos venciineulos dos olliciaes da secre-
taria maia ampngados ; 5:3009 Pf a publicacao
dos Irabalbos do senado ; 880; psra despeas do es-
pedame ; e 1:0009 para as eitraorJioarias e even-
loaat.
a Ao S 18 : Em lugar de I j!>:0IHJOOO. diga-sa rs.
166:26t|f, sendo desde ji' o augmento de 3:660- para
-ratilic.icues aos lentes qoe servirem por rnais de 21
aunos ; e bsm assim de 3:600; pa-a compra de li-
vros para as bibliolhecas. a
Ao S 19 : Em lugar de 196:1503000. diga-se rs.
222:9509, sendo atade ja' o auumenlo fle 1:8005 para
gralilica^ues los lentes que servirem por mais de 25
aunos ; de 6:0009 para a argaoHajta de gabinetes
a labaralorios ; de 4:8009 para gratlBeae^es a mais
qualro cpposilares ; .ia 1:0008 para compra de li-
vroi para as hibliotheeas ; de 7:^)09 para alugoel de
easa da faculdade do Rio de Janeiro
A 20 : Em logar de 34:0839000, diga-se r-.
.Ui:'.)'.l9;, sendo o aogmenlo dea le ja' de 200> [iara
i;raiilicai;o ao secretario ; de 2005 ao porleiro ; de
200 ao goarda ; a de 1:716; aos individuos qua ser-
viren) de modelos vivos. j>
A*9B: Em logar de 2.l08:lHK)5tltMl, dica-se
desde ja' 2.728:1100;, aendo o augmeulu de 200:0009
importancia da subvenclo cuneenda o' empreca de
mveg.cau a vapor autre Montevideo e Mallo roa-
so ; e da 120:001^5 da subvenra., tambem concedida
a" outra empreza de igoal na\eiacao co-t-ira ua pro
unca do Mar .nliao.
rdeliWaaieutoi
villa de S. Filali., a provincia do Rio de Janeiro,
a a Cidade de Mariana, na provincia de Minas.
Ao 3 97 cereaeenta-aa: Senda 60:0009 pn
coadjuvar u cotre provincial da Parahiba do Norte
na couslroc^ao de una estrada ua capital respectiva
para o interior da provincia,
Eleve-.e a 12:0009 a verba do 32 do arl. 2-,
sen lo applicada .. quaulia de 10:0009 em aonli da
casados educaodos ariifices da capital oo Ama-
/on.is.
* sa verba da j7 lo arl, J-, ou em quilqoer
outr.i que a subslitua, fice cemprelreadida a qu inlia
de 30:0009000 para a compra ou coastruccAo de
uma casa que sirva para palacio da prasidecia do
nJDjasaaaa.a
i Emenda o 27 : Destinan lo-se al* a quanlia
de ii:U0I3 com a coaatroccjl, de atoa poni sobre o
rio l'iiniriroa, |qge f.cilite u tranmli e eommercio
aotre ai provincias de Uoyaia o maoicipio da villa
Jaooaria, era Miaaa Geraaa, a da doas oulraaine-
nores sohe os riachos Paragaata e ltearamhy, na
eslrada que daquelle.municipio deieepira a provin-
cia da Baha
< Ao S 27 aeerescenle-se : 100:0003 para a ber-
lina Je una estrada qua pal lindo do (ionio em i|iie
0 Kiu-U.'ce mo se prest i naveg '..lo na proviOI i
do Espirilo-Santo, ae dirija a cidade' de llebira, na
provincia .le Mina (israes.
ii A 27 aeeraaeanU-aa : 50.0009 f"i ber-
lari de uma e-Ira ia que, parliodo da villa da Boa-
Visla, na proviucia de Pertiambuco, va' terin;n,r
Da rale do Cralo, da provincia doCeaia'.
a Ao 4 27: Dastioaado-sej aqaaotiada 100:0009
para aoiiliaj a. obras publicas a estradas da pro-
vincia <1a S. I'.iulo.
Sob-cnaa la ao 5 30 : Se paasar conaigoarjAo e-
pacial ou diviso da verba de ealechese e civilisacio
dos lucios para algumas provincial, *cerescanlt-se
"20:1100- para prepar.ir a Idea de 300 lelvaKens
que peiiodicameule procuram soeenrros na comarca
de Caravella, e vcltain para as Dalas por uo leram
onde fquem aldeados.a
Ari. 2- S ili : C un a igreja matriz de S. Joo
lia '
i portiiicia.
Continua a ilr/.cr-se qui' leappareceu a
Ibexisa
tres inet-s o em jeszes de direilo llr. Aecioll de
Uriloe l)i. Andrale Pialo.
0 l)r. Scrg, jinz monieipal desse termo, lain-,
b ni aln ealeve ruin llceoca, e ja eii.i do vo la, viudo
no Imperador ; o l)r. Cidade, jola municipal da
S. Irn iscii, aqu esievo na c.ipit.l, creio qoe seil
nietea, .i espera que dalo liie viesse o ile.-reto ,ie l"s> cortaraeiitfi ti Su o podra ser tl rea-
sua recondurrao ; o llr. Vieira, juu moaiiaipal da
l.iguiia, alu e-leve tambem sois mezes, e su depola
de maiu be que volido, e arlia-se suhst tuindo o
Dr. Aeeioli de Brilo. Accre-re a ludo issu que o
termo de Ligas, talvez o maii rico, e da man proa-
peta tuluro, esta sem juiz tornado ale boje, o eoo-
1 un mullo, e por le tas al razdes, que para all ?
um juiz letrado.
Como saba, o termo de l.agei ha boje urna co-
marca da provincia, oreada aste auno pela neaaa as.
simblca provincial, e urge que o governo III i do um
j n/. de direilo, porque ae irregularidades quo all ha
i a o iiinnisirarao da ustica sao extraen!.nanas. |-'a-
ra Vine, idea de uma povoaeflo on le earecem a il-
lit-ii.it;: i e os rnais cotneziuhos coi'beclmenlos de
idmiaistraijio da jealica. onde esta he dirigida por
laigus, que euiiiura d jsejoros de acerlar, n;V pde-
nlo mollas vezes deixar de errar em prejuizn das
parles vi.lu que nao laem a quem r.i.i-nileiu ; | | ;|
Vine, idea o.e urna cimarca n-uuile 30 a O leguas
iia apHal da previacla, o de S. Jo^. que ara a le-
da da enmarca qu iiid i l.agas perieticia aquella co-
marca, 0 dls-aae se u.,.> urge ., iiiuneacrio de um
Jiii/. ie direilo, e niunic pal para all '.' Com que
iifllculdide e demoru nao lularSo .:- loluridadaa
iialh, quando necessiiem pa ua direcrao Oas con-
sullai dus se us aieperiureal
Como podein as pane- asar do aeos recursos le-
gaea, que leem um praxo piramptovlo, qaaodd teein
le alruvessar parlo da40 leuuas de caunnho, que,
'inbnra boje muilo neltiorado, eolralanlo he inailai
-/e impralicavel pelas enclienle a maii elTeilos l
Uveroo .' llenemos pi.rem de demoaiirac/l
II- 1 I |l ..!-.
N iou dos que dizei unen a todos os arlos
I pteiidancii ; mas tambem nao posso conc
: a iippouc.lo que Ule move o i(.Vrosa, cojo re-
r nada peupa para l./or oppaaioio, einliura
i.iiio por sobre todas os eobvooonciei publicis.
I'eli/ineule quasi qua posso aaagorar-lba que a
provincia inteua reprova o modo punco delicado
i mu qoe icmpra aa refale a prnideneia ; Vme.
ni r dar-ie ao Irabaluo i,u que nao Iba aeuntalhv)
oo ler um s numero do Argos, vera1 qoe nem
' o nui guarda o cavalhalriamo deudo nas dis-
1 iiiininiiiile dcclamoo co"lra a presidencia por
I'r prvido ileliiiilivai.tente nat cadeiras de la'.iui c
malhrm incas do l\r, provu.cial a doua allomSee,o
Dr, Hekere e l)r. Muller,aiuli'>s cabalmcnle habi I-
l dos. como o pruv.r..in no concurso e ezame a que
ae apreseolaram. E quer Vme. saber u funda-
ir.eniu da accu les. Fundado uessa raxBo, dn o aArgo, que foi
violada a Coaailloicjlo e leis provincias, a ii.lo sei
mallo que. E que nos diz a is '.' Que tulla e
Vi iiiajnsa i enoa nao perda a Allein.iiiia oo redac-
to: iIj uArgos para ajuda la ua sua propagan la
contra a emigrar iu !><) surto que, como V, a op-
poal(ao do sArgosa m a eil'eito contrario, jato he, a
conservaro de um presidente que apruvaila os m-
COHtestaveia merecimentos de dous horneas illuslra-
im. que a eolonisacjlo tiouxa a" asta ierra, e quade-
iiu i. provaram peina bous eiames leram ej ado, a
aaberam a liogoa do pi-iz Eacoao dizer que a coui-
[ItilicSu mo ap.ilrniha o .Viko- i, n:as. por honra
da provincia nevo a livis.
lie mallt'ir em ferro fri.Continuadamente
havemos tratado do turor que ha em certas casas de
Miguel Felino II. ie Sooaa.
I>. li. de Agoiar Moniarroyosi
Pelino Y. de C .% ,hro.
Tentativa de morte.No domingo, 8 do cor-
rete, os 9 horas da nollc, deu-se uma tenlativa con-
tra a vida do lllm. Sr. llr. I ran i-co |,lnI Calda.
O culpado apruveilando-sa da ascundao da noile p-
trouxo a baila a-imissao lo Dr. Potipiio. > A leituri que acabo de l/or do un paragrapho J. Torqualo de Araojo Barros.
II Dr, Pairo l'ereira, purem. que lio o tur- ,eu, qoe lem por UluloImpiedide, com refe-
Ceiro dos ctalos (oposicionistas, proteo- re,|cia a cerio caruiceiro, eteilou-ine o desijo de re-
tou cotil'a esse juio, Jizenio que so a pro- fefir "'" ,*cl" a,r"Iln,"le escandaloso e impo.
sliencia pudia er censurad por algut.s ac- ;\chr'""!10:,1ne '!" c"1 d'' "",'"""""' |,a',de ""'*se-
lim ,.,n,n,.ni n .j^.i i i uliora iooiIo religiosa, vi entrar um embrudio com
tos. cortamente t,a.i o poderii Ser de rea- aapaloa, qoa .a havia mandado babear ; abarlo elle.
^ pensara qualquer que o qui seivia de envoltorio
.veste sentido lallaram diversos depu- fu-ae aigum padi(i do papel decapa do fardo ou
lados da maiorla. entre elles o haliilissimo, algum papel geralmente empregalo em laes misle-
e talentoso administra lor dos crrelos da rs. Mai o que vi. Sr. redactor En urna b-lla es
provincia, o Sr tltistavo Gurgulino da Sou- lan>p'"lo^en,"'r <"',uc','CH'1u' ''" "l,u''1 l,e za. o qual pronunciou um discurso bastante: ".",'" p,1'"oa! '! ^ .n"> er." aT u'Jra '""?" .de
notavel. cheio de criterio, e raciocinio o ? *brM e*,ret d" ,r,e' "a''a,"'
un.I mQ, .i ""-'"Linio, o i,a qil< Od0 inspiraste coinpuncclu, resiiei o e de-
qual mereceu applausos gnraes em muitos vorau.
de seus tpicos. !No fago aqu um resu-no Em meo conccilo, esn que aim commetteu ia>
do tnesmo dteurso porque u3o o qnero des-. impio sacrilegio devia ler o corpo e a alma en-
corar cin uma copia, e principalmente por vo"a "" P'He do demonio; ese Vine, adiar que
no i esejar alongar esta com assumptos po- lla '""il* 'ntu P,nsar i0'14 'emeraru,, reliro a ex-
hlicos, a que serapre ligo muilo pouca m- .r*."ao c'"n,, ,e "" "as Ul*'s" ^"'''^s 'g'sla
loi contratada a il|urnn*c,aa g"x da capital
pelos Srs. Raimundo Brilo de Souza Gaioio e Julio
Ducheinin, cujas Irabalbos devem cornef,ar dentro de
Oito mezes e liualiiar em lre< IBM*.
A ruiiipaiihia de navegarSo a vapor promilte lodo
o emo. Das 5,000 arcOes que pretende emitdr a
directora, su reilam umas 400 pan ler extraerlo.
O Sr. J)r. Gentil llomem de Almei 1a Braga fui
. ,/... ... ^ .. r I c""" iiuiueill fl .lllllsi "i /opta lo,
de aproximar... do Ur. Caldas ale deiparar-lhe um : Humeado aecrelario da presidencia do Rio Grande do
Uro q.i ;si a queima roupa. Felizmente tremen a Norte.
mao assa*sina, as balas que o deviam fenr, grava-
ram-se na pande. O Dr. Cildaiqua eslava no ler-
raru de iua casa no eugenho Dous IrmSos, p le vir
o vulto do assassino que se diriga para o logar cha
ma : i l'e.Ir-. Mull, mas n.lu foi pouival reconbece-
lo. N i r.uil.i. i., do moinenlo o ciimiooso comeguio
evadir-ae, sem qoe ao menos o perseguissem. Quau-
do reuleclimos na frequencia e facilidade enm que
ie vio pralicaudo entre mis crines desls ordein, nao
nesta capital, amdi que Com pouca f-zerem das ras o logar do despejo de suas aguas
inictlsiUade. ; iiiimumlai, qoer ellas sejam sim.les. quer veabam
O Sr. commaniii lor Ricardo .los (io- ""'onda, ao panuque nem ao menos reparam se
mus .larlim, como ja I he dase, liniou a p,"a ou "As "'anein amas de serem liradas as laes
COmmiSSilO .i," examo dn pono, com que i *sa" m" lla,r T' *e furor ha reeru le.cido
aqu snacbavi. Sobre ella i.s o qtif diz o C'"n c?"*ur'1''minadas contra alie, parece mee-; demSantos oleoe
peridico Petro II.
O Dr. limar o Jos
"""i '. 1 i erigenh< in- q ie viera coinmisslo-
nado pelo govnrno imperj I para estttdar b Amaro, vio-ae uiopioadameule conerla por om
observar o .mito tiesta rilado, B informar 12.*'?'** .ta'?,s q lereeiro aadat doao-
qaaes as obras eieq.....es, dequeorecoo
Ass
' <,ut' i "" qua h luxo em oileniar-se um costume salaro
flM a revela aordidez. Atada no dia 5 do corrale,
imeS .hritm, CO- | pel... tres horas di tarde paliando uma pessoa
decinlemeiile Irajada da ra Nova para a de Santo
tnesmo porto para oite ec r aos navio an-
corailouro seguro, e um desembarque fcil,
concluio. com osmeios de que poda dispor,
as suas indagaces, e esamg, segua para
o Rio Grande do Norte no vapor IgtMras-
su'.i de regresso para a corte, u-ndo de de-
morar-se tiaquella provincia par tambem
examinar a barra da cspilal, e a (Ij Rio Cea-
ra Mirim
Segundo nos consta, o coroueUardim,
ao menos do estado'em que ora se achaca
brado da cspiina llie airarun em cima, da iiioicr.,
a r i/ -|:, a Miado da ser Iba predio madar o tra-
jo, Asst-veram-Dos que nAo be a prnn>ira usm a se- I filha natural, ascrava.
In vez que all rla-se esse fado ; o lal sobrado ; dem \>__Eleodoro, pardo, naseido a d
meio, diste auno, lilbo legitimo.
Falleceu o Sr. Rimundo Joiqaim Canlanhede,
que leudo viudo d. sua fazenda a' capital, ah iuc-
cumbio -.,' febre amaiello, deixando ama viova e un-
te lllhoe na orphandade.
No iiJnrn.,1 do C mmireio l-.e o seguinle acerca
do naulragio da um barco da navogacao interna da
provincia : *
Smieiro. Naofragou o barco Flor dos Reme-
lle posuvel que deliimu. de apellar para a energa 1 *Z'tot\orraV.."^"^0 T.nV ,,0r "*
~SUZL*Um dos baplisados havido. Tc2Z^ 0%t?V!, ag^u"
le ISafi, filho legiiimo. gjo, conieguindn assim salvir a si e a lodos E era
-m.Santos oleo, a Fortunata, pirda, oaicida a I lempo porquaolo apenas liil n I I i.a ,
23 d_e abril de 1857, Qlh. I^tlaf.. abandonadu loda .^".'dTe've, a". a. e -
Id,,,, ,.-lracel,ua, rauca, nucida em dias de I co.ilba, end.r.itando-,e mergl, o! o daiana-
janeiro rieile anuo, filha natural. racea. "' ae,ePP*
dem 9.Sanio. Olena Egydia, parda, naicida em Tal sinislro foi uma verdadein deau/rar. n.r.
duid. .etembr, da 1S,i, Ulna legitima. proprie.ario do birco, o Sr Jo'a'qolm F^n.i.eo de
ia, na.ai,, a 0 demarco Azevedo Campos, moco, no principio de ana earreim
I lem II.C llecla,
de.le auno, lilha legilima.
dem.Emilia, lula, nascida a 8 de maio de 1855,
ha usairo osase cortme; e nella ha de conti-
nuar, nao ic porque nao lia repraaele, como ain-
facil o despejo feito por lal
da porque be man
rorm.i
Anprehenian de bilheto do Rio.Com a che-
gada do nCruzeiro do Sola, sendo denunciada a
eiislencia do bilb.les da lul.riis da corle inlrodo-
lidos sem pagamento do imposto respectivo ne.ta
provincia por meio Sr. delega lo ao correio, fez abrir e-sas cartas em
oos me/e, e
. ancoradouro,
trazendo assim setnelhante obra nicamen-
te avanta-m i rovivelmente precart/ de
tacilitar o embarque e desembarque dos in-
lividuos, e igualmente o Jas mercadoiias
por bald ;;,cao.
Elle prefera, se nao l'ossem os incon-
venientes e Iranstornos, que accarretaria a
mudanca da alian lega para uiais liinge do
eommercio, e ltenla a unpossibili lade de
.. porc
Ao S 22 accre-ceule-se: Com a deaobalfueclo do pe.ra das mioaa do Tubaro, nesta p'oviucia, que
porto de llapemirnii, na providcia do Espirito San- i lev IU o engenlieiro Jolinson, encarreyado de as ea-
lu, onde existe um penedo de fcil reiiuirao, :10:(HKJ? minar, llizem-me que be de qualidade superior.
A. l'ereira Pinto. I'eimitli Uaoi que ilgumi companhia sa Inenrpora
o Ao s 22 : < governo licando aulorisado a man- para a eilrarcnu dalle, poil assim (eremos mail um
dar proceder ana estudos preQslioaiei quo forim j impulso para a riqueza delta provincia e do impe-
preeu para sa coubecer quaea os melboraroenlos rio, e os vapores que aqu pataarem alo te verao
de que leja losreplive a barra da eapilal da pro- privado* cuno agora disse combu.liv.l.
vinci de Sergipa, e outra que eitiverem no mei- (> Sr. Cabral, cuja familia, como aaba, lauto
sollreu por caos) do falal mingan, envenna-
lo, esla' presu a' ordetn do ebefe de poliaia, e
.i d fpoaifae do subdelegado, que pur urdem dn sbe-
i ,i procelendj ao processo respectivo. 1) Sr.
le
i Ao S I : Os prcvedoris da saude dos porlos do
l'ara'. Mrahg, baha, curta. Sanios e Rio Gran le
do Sol.lero o venciminto annualde 300) qoe j,i per-
cebe o de Fernambuco ; os dos ouiras perc-lier.io da meima ordam da prevloaia da Baaia
metade. c. BiamlAo.Caru.iro da Cnnha Harro
Ao 2, accrascenle-ie ai:(KKI; para coadjuvar
u cofre provincial do Amazonas na abertura e cous-
Irurr.lo de urna estrada que cominuuique a cidade
de Minaos, capital da referida proviucia, com us
campos do Rio Urauco, urna das frunieiras do impe-
rio.
Accresrcnli-se 20:000/ 01 rarba do S Ti do irt
_'. paraiuxiliero cube provincul do Amazonas na
oo.trucsao de orna ig-eja que sirva para matriz da
capil.1 da nie-ma provincia.o
AoS Ti accresceute-ie : 50:0005 parias obras
"'a denominada de Santa I bareza, na provm
na do Espirito Sanio, qaal liga esla mesma prov u-
cia com a de Mmas-Geraei.o
Ao ait. 2- no S Ti : aleve-se a cifra a 2. >(KI:000S
desde jo.n
Augmenl.-se I verba da obras publicas com
mus 60:0005 para coadjuvacao da factura da estrada
* ponles entre a cidade d. Maceio. capital da pro-
vincia das Alagai, e a povoacao de QxMbranelo,
da mesma proviucia, a enconlrar com os limites da
r .marca de Garauhuua, da proviucia da l'eiuam-
boco.a
Ao S Ti accra>c9nte-.e : 10O:O0OJ com a eiplo-
racau a abeilura de uma eslrada qu', partindu da
mu caiu, devendo pira aaao servir; conliaclar, rt.n-
Iru ou fora do paiz. os engenbeiros necess.rios.__
fobias JLeile.Athayde.Certa Piolo.Pedirnel-
roeilenevi le-.Cistell lininro.Garca de Al-
u.eila.-I.allieiros de Mellol'-uuuo de Sooia.__ Cabral he indiciado eomoautor da muriedesua
A. Per aira 1'iiHo.M. Ilinlas.tliveira Helio.S. ira D. Cielaua l'aula, e a aulori.lade proiegu
Je Macado.Jaeloin deHendonca.Araojo oea.
Barros Fiiuenlel.Pinto de Campo.__Sampaio
\ launa.Bapliila Mouteiro.Alaxaodre de Siqnei-
raCerqueira l.eitePaulo Foiisera.Barros -Je
Laerdi.Fao.....le Aguiar__j. o. Nabiae.
a Ao artigo pbarooa: Fieande o governo autori-
sa-io para mandar collocar desde ja' um pharot ua
entrada da borra de l'aranagoa', provincia do Para-
n".J. Uareoodee,
a Emenda ao S 22 : Com a eontinua^ao da obn
do caes da Sigrai.oo, na provincia ilo MJreoInln, em
ve/ de Iipikiiis oigae 20:000.Mendos d. Almai-
da.Vieira Balforl.Joio i'aulo__Lopes.Serra
Cariieiro.Viriaio.o
i' AoS II : Acciescenle-s. A verba, rara iiua-
lar-e desde ja' os veucimeiitns do ajodaota do e--
erivao do arsenal oe Pernambaeo o ,to erapregade
rraneiaeo
rros de l.a-
eerd.i.Antonio Cavalcanli.Sllviao Cavalcanti.
Aginar.o
Eiu-nda ao s 22 : Accresrent.-se 100:000.} des-i COKKESPO.MIENCIAS "" DIARIO I)E
tinados as despe/as de nuvus eximes e estudos que o
governo mandara fazer sobre o aaetboramento ma-
lanal da Larra do Riu Grande du Sul, podend eoo-
Iraclar .entro ou fora do imperio um engenheiro ba-
bililado |iara esse serviro.oliveir B-llo.Jacin-
Ibo de M-ndoura.Bario de Mau.Arauju ros-
que.liara de Poria Alegre.Lima e Silva Sobri-
iihu.l'.derneias Cunha Malloa.Tobiaa l.eile.
H. Jardim.A. da Costa Piulo Silva.Au Ir
lia-lo-.II. Pimeulel.L. Carlos.Araujo e Mallo.
A. da Oliveira.Cortea do CooloPaolino de
Sooxa.J. J. Telxeira Joiiior.H-/orra Cavalcant .
Paula Fouseca..1. C. Nebiaa.Mendei de VI-
iodagacAo da verde te. Seria um fado natural, ou
um eriine a morte dessa aenhora '.' Veremos como a
joiliea n qualilica ; nao previuamos juizus, que be
u ir -us prudente.
t DOata-IIOI que o. mlicos declar.rarn no auto do
coruo de delicio, qua ain vala da loapeocjlo di ca-
dver, do< iimptomn apresanladoa pela defnnla,
uu vala lo e\omu do reato da loauleiga, da cudier
que servnam para a priparai;So do mingo, ludo
faf crer que houve a inluvicar.io jiroduzida pelo co-
bre. Ouaoto purem a morte, tambem oot asseguram
que os inedieos daelararain om |uico qua ella nao
loi causada immedialam.nla pola loloxicae^lo, mis
apedea coadjuvada^pela ebllidada prodatida pelas
cbruiics eiiloriui l.les di iale.ida.e pela sua avan-
rada idade. Ignoro a luz que lia no proces*o, mas
--i que esta' em lermut de ser julgadono jui/.o a
Ion lata da culpa.
tarta particular;)
{Jornal di Cumiitcrcto oo Rio.)
PER-
para aquella lado, preferira, dizemus a
cotislrucco do caes da desembarque entre
a povoacao do Mucuripe e a volta da Jurema,
<>u entre esta e o Mirelles. combinadamente
com obras by traulicas, que. evilassein em
lodas as circunstancias o 'Olo domar, o
resaca; Tundeando enlao os navios, como
amigamente, no ancora Jouro do Mucuripe.
melhor e rnais extenso, que o da cidade, e
susceptivel Je melboramento, mediante des-
pica nao muilo avultada.
Hespresado porem esta idea, Itentos
principalmente os inleresses do lisco e do
comme co, e a cuninio itdade ios habitan-
tes da capital, que pareen marchar em pro-
gresso ; e pesando o coronel Jardim as con-
venienci-s e inconvenientes das solucOiS
possivois da questiio /inclusive a desobs-
IruccSo di mbocadura do rio Gear) lisou-
se no projecto de obras, que com mais al-
rjum dispendio podeui iir-lliorar o ancora-
douro ua cija ie, e peruiiltir ao mesmo
te upo a construceao de um caes de desem-
barque na praia fronteira ao hospital e a ca
dea, e a face do mesmo ancoradouro : or-
?audo a rfespezd tolal em 800 a 900 conlos
ue rus. u
Presumo quo os apontanientos parase
melbantn noticiario foram lorneciios pelo
proprio l)r. Jardim, o assim polo Vjc. pir
elle fazer nmjuizo sobre as obn a cm-
pretie.nder-se relativas ao nosso uorto
-- O alferesManoel do l'arias Lemos aca-
ba de prender o assassino Ignacio Francisco
ua Mlveia, que se havia eva lido
de CJuisaraniubim
tem-se feito
preh-nsao dos bilheles aoeonlradus. C unta-nos qu
prosegue-se no. termos ollenore. do processo da ap-
prelieiiso ; a qual em nosso coi-ceito vain a dar em
nada pela combinadlo previa de da loe ueressaria-
us cousas, nao julga que o alleamento do | P"snca dus donos, e r.alisoo eH,envanenle a ap-
recife, com a construceao de um caes de
desembarque em correspondencia ao mes-
mo. seja. como inultos entendem, a solugo
mais coiiveuieute do melboramento do por-
to ; sendo que esse arbitrio sobre nao con-
correr de maneira alguma para ab'igar me-
bor o aocoradouro, cliamado da cidade, en-
tre ti estremi ir..10 do oeste do recife, e os
baixos do Meio c do Coroal, poleria dar
lugar para o futuro diininuicSo gradual
progresstva do fundo desse
me.,le existente para iiolliflea-la, quando fe ,||a ; Idem.-Kodolpho. pardo, nucido a 6 de iunh3 de
I' ,i i' I 11 1 I 4 .1 i Pun '.ni'i i ttiii ( .il inai.l. ^ .____ u;- f.il. I. '
commercial. Calcula a. o prejoizo em ello conlos
de res ; e dizem que em grande p.rte h. ||. d.vido
ao mestre do barco, por isio qo. lez embarcar no
poro 200 loros de mangue para l.nhi, jJ6 pao. de
i raadena de 15 pollegada de cumprimenlie 26 a "10
Zo ,7H:T'nu.,r"T- ""'U ,9 "' f"e- i d.'os*u"'. "0 ".<> d. 20 a 25 p.lm,,, d. cm-
l/.... in u '""* l,,m P'rnenlo e grortbra, formando cm lod jeto uma
dem lb^ Honor. semibrai.cn. naid.lo a 2i de carga muilo pe.ada e de lal elevaran sob.e o eonvez
dezembr de 1857. tubo .mural. que de todo impeda ao marinheiro do lama ver
dem 1H.Lua, prelo, naseido a de a-oslo de senle da proa.
Ics.rte. lilha natural. PKAC-V :ll
dem 10.Sevarino, pardo, naseido a 23 de feverei-
ro de 1857, filho natoral.
dem.Santos Oleosa Izidoro, pardo, nas-ijo I 11
de .eteinbro de IfsjT, lillm natural.
I I in 21. Sub conduione a Innocencia, pela, nas-
ci II lia Ili anuo, lilha legitima,
dem 2-t.Juliana, parda, nascida a l'.l de janho di
l!S.",7, 11i'.i iialuial.
NAMBliCO.
Uaranhao 2 da aguato de 1s",s.
K ii I Igares e lesiijo, curreu entre una o dia 2S
de julho, auuivinario da adltMio delta provincia
.i ni lepeudaucib do imperio.
f*) quorlil buuv. uiua virtoia lllominatio feita
i -iinla nacional e tropa da buba, a ae Club -,--
Uaranhanse um b-ile axpleodido. Alom destes dministr-rjao da polica.
oleron.i ertejot, oiganiano-aa ama leciedade do-
nommada Viole e u.to de Julho, a qual leu. p
lili, lomar esse dia sompre timbrado entre uMa-
ranlieii.es, inspirar Da mocidada o amor da palrn,
.pensar as boas accaies ci.ic.s, poeeorrer e coli-
lla cadeia
em 1856. Afora esta,
outras prisOes sigoilicativas,
que cada uma attestam mais a acti,ilade e
proretto, com que vat sendo aqui dirigida a
ellectuada. I^-la cons.d.ra^ao lem cabimento no caso
de lerem os bilhtles inlroduzdos como roulrabaii-
lo e para venda, o qua nos dizemB9o dar-se__
com us apprrliendidos, qoe perlencem amante, do
jono, que em toda as loteras mandara vir do Rio
quantias avulladas para si.
Os douos reqoereram ao Sr. llr. cbefi de pulida
a entiesa dos mesmoi bilbetes, me allecando socie-
dades, uutro diversa origen) assiiiiiadu a'recepto, e
um liiialmenle que os bilbeles appnhendidos em
sua caria eram para ser remedidos a" consol porlu-
10.1 no Par.,, |)r. Joaquim Bapllila More.ra, e oes-
te Ki.lido requera que. ci.o houvrssem ii'peilas
contrt a veracidade disto, fossempela policia mes-
illa lechados em calla com endereso qoelli Dr.
ISapliiii Moreira. Conita-nos que foram iudeferi-
doa, e ti ultimo menos dlgoameale ; ape/ar da plaa-
-ibi'.i lude de .ua alleuagflo e pedidu ; o que leva-os
a re-nrierein para o EllD. presidente,
Chicotes para ettalo.lia na Bta-Vista uma
taberna em que se vemlein eiss cliicatinho, com
que o ouvi los silo agr lavelin.nta IHoO(Oada> II-
fresuezee lem concurrido, e sem dovida hAo de con-
linuar ; poique para us muleques lia aero de pri-
meira uaceuidida um desses mar iv lliosos chicotes.
A merca loria nao lie prohib la, mas ha meios de
evitar que a sent Brteja a cada palio sendo incom-
raudada com loe. estalas.
Andaro.Tem-se nes volvido ua popularlo desta cidade ama diarrhea,
que be acompa.ihaia de alguma febre en. algoni, a
li oiilroe vem eem elle. ssa leve incommodo ha
levido sem luvida a inllueiiciai atmnspberioas. As
nuiles frescas que havemos lid, simio contrstalas
pelos dios de grande calor, como lem sido etses ul-
timas, iiavia pur certo da influir na economa ani-
mal da popularan.
Abuso.Tudo he ausceplivel de abuso, mor-
m.ute eulre nos ; e vejun. Uo m .jo da corla or-
lem e educarlo, lindo lido algumai razOei eom um
mano de certo cap.tilo da guarda nacional, fui logo
lio dia seguinle avisado para servir ; e, egundo
dizem-nos, lem hoja de ser recolhido a' prisao, poii
o capua dea orlein para lal. N.lo faremos comen-
to sobra islo, mas espiramos a resillarlo da referida
urdem, para apreciarmos eolio o procler rio Sr. ea-
pito, como havemos foitu eom vanlage.n acerca do
da certo in lividuo que Ihe nilo heoilranhe.
imigne tocador de harpa.De orna car-
la escripia da Baha por pessoa Impaicial e enten-
dida Iratiscrevemus o seguinle :
lem de parlir daqoi para issa irovin-i i no va-
l r inglez o Sr. V. I'ionroni, insigne professor de
harpa, que tem sido aro.ludo pelo povo babiano com
demomiratoM do mais vivo inleroaae, daudn um
pruneiro concillo no Ihealro de S. Pedro de Alen-
lar.', e lando de dar egundo no Ihealro de S. Joao,
c m a conioanhia lyrlea, alem de nm baile que Ihe
"e destinado na calcada d Bomfim por amadoras e
p..oai distinclas, que o deseiam ouvir nessa oeca-
sio, proporrionaiido-lhe a vaulagom de Irezentos
bilheles a 1t).> cada um.
t) Sr. Troncn., posto qoe anda mnito joven, he
ara artilla eonaummado.diieiprila do conservatorio de
iples, e qua eahio deb com um norae fallo, di-
1857, lillm legitimo.
Ago.lo 1Marcelina, parda, nascida a 2') de miio
de 1857, lidia natural,
dem Clementioo, prelo, naseido a l de novem-
bro de IS">7, lilho natural, escrav.
dem.Valeria, prela, naictda a 28 de abril deile
anno, lilha legilirua.
dem.Jos, blanco, naseido a 2li d. dezembro de
iH 1, lilho legitimo,
dem.Jorge, pardo, naseido 23 d. abril de 1857,
lilho legitimo,
dem Amelia, parda, nascida a 19 de Janeiro des-
ie anuo, filha legitima.
dem.Francisco, bronco, naseido a 19 de raiio
deste anno, lilho leg.l.mo.
dem.Joai, pardo, naseido a 28 de marco de 186,
lilho natural, escravo.
dem 2 Ixidra, parda, nascida In 1 mezes, lilha
legiliina.
dem 5.Antonio, p,rd, naseido \ 2 di fevereiro
desta anuo, lilho natural.
DE JULHO DE 1858.
Cambios.
Sobre Londres 2) por 1$ rs. 90 din.
a Portugal 112 a 11.5 0|fi.
Franja 100 por franco.
>' Kta.ios l'iudoi 2.000 poi peni.
Kio de Janeiro 2 0(0.
Babia 2 Ouj.
l'ernamboco 2 0n.
-MllCADO DO MARAXHAO.
I'rara 31 de julho de 1858.
Prero. do. melase.
Ol.C.19 brapanl. las :|u; a 313).
Dilna mexicana! 28S 1 20c
l'er n de I300 163.500 a 1"c000
Moedasde I9 93200.
Il las de 20; 208500.
Dilis de 105 10>250.
Soberanns 8J9O0 a %.
I'esus braiilnrns 230.50 a 28060.
Ditos hespanhoes 18960 a 23.
Ditos americanos 18850 a I8a00.
Talla. Sao procurados.
. Cobre em mondas a 5 a 10 por cilo de premio.
Ceara.
Nena provincia continua a issembla piovinclal
em saus trabalhos legislalivus.
Taudo-ee propalado pela pop0lac,3o que bavia
gran ie numero de paaioai accon>mel|t lai Ha bexi-
gas, o Sr. Dr. Caslro e Silva, commissario vaceini-
dor, acaba da
meid,.r. A. Alli.yde.F11-1 \ascuiicellos.Sil- 1m liuinaiiloude desvalida. Us Srs. jlo !( r-
va da Uiraada.Atevodo Paiva.Cerqueira L.iie.
Monieiro de Barros.Cvrillo.I", de l'aula San-
I01.Chigai d- Aadrade.Alcautara Machado.
S Iviii Cavalcauli.Meodouca C-stello Hrnnr.,*_ a-la boa pioviocll. Fallo du
Barroade l.aeerda.Siqoeira Cavalcanli. Loii I 1- miuajao a gazna eapilal. cuja
lippe.A. J. I-. 111. ios._Sampaio Viaona.Tava-
'ei de Mello.J. J. Ktdnguei Lopes.__Agolar.
Aolanes de Campos.Diego Velbo. lose
ardiuo Jorge, Tibaria Ceaii de Lem. s, Silornnio
Bell, foram us autora des^.i ulu lusiluiro.
.Mais um grande melboramento e/eio enriquecer
contrato para a Ulu
contrato f u
coro Maria
ru,, ieiiu ua declarar pela imprensa, que he mi-
lZ2rZ^SS!'M de J0n" d",'n
Caainentot :
Julho 17.Targln. Franci.co de Mello, com Theo-
dolma Hara d Espirita Santo,
Idern 19.Jle Cerdoso da Silva com Alexandrina
Mara do Bim-Pail.
IJmu 26.Manuel Aleixo do Car-no
I neieza de Jess,
dem 26Petm Jo' da Fonseca Lira com Auna
Mario ,|,i CoOMiflo,
dem 31.Juse Jooquim Lucas Jnior eom Francis-
ca Boarqua da Silva,
dem.Manuel Antonio ('.amargo a Silva com Ma-
na Kosa d. Onveiira L'ma.
dem.Manoel Florimlo Birge com Antonia Ber-
nardina de Barros Wan terley.
dem.Baruardioo da Silva i'eriira com Areelio.
Mana da Conceirao.
Id-mI homaz d Carvalho Paes de Andrade com
Carolina Clan de .Meudunca Mon.z Tavares.
dem. Joaqom Jo-e de Jesui com Mana Theodora
dus saaiiioi Cruz.
Agosto 2 Joic Joaquim Hilario da Silva com V.c-
tnrina Ilenriqna d'Alvarenga.
O vapor uOyapocku vindo dos porlos do noria,
Irouxe a en bordo na aguintes pa-sugeiros :
Dr. Ahilio Jos Tavares da Silva e 1 escravo,
onralo Jo.c Aff 1110 a 1 esrravo. Antonio Alve. de
iva, Jao Cardoio de Mesqoita, Antonio Teixeira
de C.stro, Iraneisco M-rlins Bolelho, Juo Antonio
da Silva, Antonio Francisco Correa, sua siuhora 1
esrrava, I-irminn Jos I.eao, Jos Francisco de Oli-
ve.ri, Arg.miro Eogeniano Penlo de Albuquer-
que, Adolplio Aslulf da Vasconcellos, Thaudoro Er-
nesto de Castro, Bernardo Nora!, Ilsriomendv, An-
tonio rraucuco Orla, Manoel Jos Teixeira a Al-
rneida. Joflo Franci.co Carneiro Mnntelro, Antonio
Jos da Silva Leite, 1 preso e 2 policial que o es-
coltan! e 9 escr-vos.
Segu, para o eul.
I). Gracia Suf.uy, Pedro di Rodil Liao e sua se-
nhora, Antonio Ignacio de Oliveira, sua senhora e 3
hlhos, Mana da Gloria, Antonio Jos Pereira Mais,
1 pe Exro. Sr. Dr. Dlaa Vil.. .
zarioi Julio Dorliiiiiim e Ua.monJo
de Sou
aasigua*
pelos eiiijiri.-
Bntto Cuines
a Emeoda para; ser collocada em lugar compe-
c Com a abertura do rio Ceara' Mirim, ni provine
ca do Kio l,r.nde do .Norte, e canaliiaSa no refer
M-ms d m"mo "ome a qu,"lia da '**|C*adolH>,
a Para s.r enllocada onda convier :
o Com a abertura do
1 tis veiirun-iilos do pairo-ir.nr do arsenal de i tualar a' provincia i
liiariulis da Babia licain igualados os do da curte.
J. J. Fernandos .;a Cooha.a
Emenda ao S 16 : Incluuidn-s.1 a quanlia de rs.
: 30:0001 para Bonalrucelo de un. pharol na barra du
na D8 Cabo ll'.inc,., da proviacil d.i l'a-
jrahlba do Norte, desde ja'.Hanrlquia.Toicauu
1 Brrelo.
canal do Varadooro, qoe ; a lie o governo aulorisado a ronrervar no curtn,
nc. < provine,,, de S. P0| e P,raa., \ ne Mad. ,, eirurgilo da ..Hermana de Porn-irabce
Joaquim Jos* \les de Albuqoeiqoe.Aguiar.
25:0003.
" Io,\,r',?,?d* da co""ni"i'0 5 W ieerescenle.se
mais .)00:U03 desda j', para melhoramento da ei-
Iradi g.r.l de Sania Cruz, da outras qo. com-
mumcaea etla cidade eem as fregu.xias do estertor
no monicipio da e.'.rte. e para ap.rfeicoamont e
i'oucloilo das ruis uovamenla abenas nos suburbios
di meema cidade.
a Mais :10:(KKI, par. Mirad qae communica a
fabrica de Ierro de JoSo de Ipanema, na idade
de Surocaba, provincia de S. I'aulu, com a cidade de
I guapa, ua meima provnola..
Ao art. 2- g 27. accrescenle-e : sendo .50:000.*
pira se dar comeco a cou.lrucc.io de um acude u
110 Jagaa.ib., da cidade do Ceara' 110 lugar passa-
gem dai Pedral.
o Ao S 27 : aecrMcanle->e a quanlia da 80:000
pin canalisar entre si os res Betume e Japaraluba
111 provincia de S.rgipe fic.ndo assim eommouica-
VL'VLTT'a" *" **' S"*,l,e Pr "> d
orna boba da navegacSo interior.
- -' S 27, qae "" : eana"'' p<""e' e 0I"' obras
publica,. aecc-eenle-.i : sen d.lllaada a quanlia
r-aTrliif0005 "V* '"*"'&' empacHho,
que ac ualmenle obstara a livre navagacHo do rio Je-
.|uilinhunh,, ua provincia de Mims-l./rae..
s.,grs"^da d"Su7 : "'sl".....Iu ale 1"-"' de
8.11003 con) o m.lliaram.ulu da. e-tradas na comar-
ca da t,. Irranei.ro ,ln M,,,,, (,,,,,
- Emenda ao j a ,.,. .,. |(tt>M taoai,3_
p:uCraKbV",a9i,'asr',':,r,'!,,M,,a',tt,<
MHuSk^S"* "rba d !" d" "" I-e! de
."^?' 1 H***0 dfl '" ""-'Jeepecialmen-
U empregado na calhechese a civilisacao dos Indine
na provincia do Amazonas.,.
c Emenda 30 g 27 do arl. 2- acce.cenle-.a Com
a consignado de um auxilio do ;(i:ii:i. ,Mf, ..
obras punlicas .,., provincia de l.ovaz sendo 2ll:!in,l*
para ponles e e.lra a. que toro r.-m meaos diflic.i'
as aommunteicOai eolre a. povoacOea do norte da
provincia., e desde. c,m a capital di mesma pr -
Ao g 28 do meifflo a-I. 2- accreseenle-s. : Com
o augmento indi-pensavet da del ,eza com o mallio-
ramenlo de lervieo dos crrelos da curte para o ciot-
uri .Jo provincia de Goyax, e desla para o norte da
provin-ia, aogmealandO-M o numero das viagan.
m.rsaeidos roeimos eorreos de S. Julo da El-Itei
em diante
' Ae SO arcrcscenle-se : com a eleva
da v.iba em anleriorea anuos coniignada a' provin-
cia de Ijoyaz para ralbechaie.
, ,'., S '? Sm!> e,"ena* a commissSn qu. da' mais
_.IIU03 au. lentes qoe tara de ir a' Europa, ale. Ac-
rre-cenle-sedesde ja'.
a Ao S 18 accreicenl-se percebeodo os lenle
catbe.lralieos os immoi vencimenlos qoe actualmen-
te v.neem o desembargadore.. n. termos da lei de
8. <-om effailo nunca o Ceara foi melhor po-
or 'Ca 10. nunca foram 13o freqnentes c 13o
oriiniit(.s os trinmphos da autoridade na
repressao, e mesmo na prevenijao dos de-
lii't"s He qua tambem a sociedade se lem
uiodilicado e a cmlisat-o vai penetrando
celo interior mais rpidamente do quo se
imagina. M
--Ha dias encalhou na praia do Mucnri um
barril conendo dentro urna lata de (landres.
ni que vinlia urna porfo de cartas cujo
conteudo anda ignoro. Dizem entretanto
_ qoe todas ellas s9o escripias e^i inglez, e
1 conciui-lni 1ue 'orani lanijadas ao mar por algutts pas-
1 cadeia, ju- j jiaS,"ros do Ct.nway, que lam para a Austra-
- lia. Consta tambem quo ellas nenhuma im-
1 iiriimci eneer-am, o que lulavia nlio Ihe
posso allinnar pelo motivo cima expendido
A tnorte do [)r. Mendos Azevedo foi
qut g. ramente sentida entre as pessoas
que sabem apreciar o moreeiraento, eren
Jet- a devida homeiiagern t illustracao e sa-
be loria adquiridas em acturados estudos.
Ouco dizer que o presidente trata d
inaugurar uma casi para o lyceti desta ci-
dade, com propones pata ser no futuro
convertida etn intrnalo.
zendo delle o grande Mercadanli, d,redor em chele I Mana da Gloria, RiMraTirt.WoVcaWaih.Toae
no dito conservatorio, segando um aile.tado que vi- Martin Marques, Antonio Emiliano de Almaida
nosque podia comu professor ronceriisla ser ad- "
milltlo em qualquer parle.N.lo silo todoi 01 dii-
cipulus do conservalorio, qae consrguem no lim de
ete aunos de esludo uma recomm.-mlaivi.. lao va-
ho
Braga, Jo.e Haail Teiielra de Mello, Jaaquim de
haras I.emoi. Bril, t'.uilherme Ce-ar da Kocha t
puis qua
sen pesioai leuham sido accomindlidas dtlht.
os pontos cenlraei da provincia nada eucuntra-
mos que reclame inenc.au especial, apenas am Gran-
ja tiira pronunciado por crime de peculito o ex-
procurador da caraira Cuilodiu d'Araojo Kocha.
Kemetlimo-noe nodemaii a carta d domo cor-
reipun jeme, qae vai inserida uo logar prop'to.
Parahiba
Eisa provincia na lem pasillo por pliase nota-
veis.
0 governo acha-se animado de mai boa vonlade
pira cun o desenvulvimenlo dos mel lorameiiloi ma-
lenaes da provincia, e nis forjas da receiti provin-
cial vai fazendo alguma causa tenderte 1 ri.ilisacdo
daqualle lim.
1 i.'d ,r..u o flagello dis bexigai om Uimaogoi-
pe, .-n.i.i que o mismo mal jpre-jula-se agora
ua If lina-da- l'rii;.io.
A imprensa tem alrjaio gran 'e clamor contra os
marchantes pela ra-i de eiporem a venda mu
a..enea las, cuja carue he poitaolo a p.ior possival
para a abmeuiac,o publica.
Tem havido algum movimenlo odemiuorio a
onoroeaturio na policia, no qual foram incluido!
dous amiiiuenses da secretaria da respectiva r.par-
11510.
Prepinvam-ie lodw pira a fula di Senhora dai
.\eves. que se aununciata como dcvenlo ur esplen-
dida. K
0ttt$pMbtnd*&.
escravo, I.011 Xavi.r Torres, 2:1 escravo. a entregar,
N r.erlas do exeicito, 2 ditos de marinha.
Sanio para o Kio de Janeiro, ante-botitem, a
>a corte tim sido o Sr. lroneom oovido e admi- uarca brasileira Kecife. com o passageiro l'rancii-
rado, e cunta um grande numero de discipula, de- | eo Anniano de Soasa Araujo.
Senliores r.daclorei. A mesa rege Jora da ir-
mand.d. do Livraraeulo, suppotto o3o quera dei-
cer da tai digmdade para apanhar n lova anlameada
e denegrida que om ente ahj-clo, sb o p-eu Junimo
de Cipungunro, se Ihe aprouva alirar na porgonta
insirta no Uiirio. d. houlem "ib n. 180. li; toda-
va forroda a roobir algon. mumenlos preclnoi 1
eeus numerosos afax.res, para oceupar a iniprius
com um breve e solemne deimeul do, nao as lorpis
invectives desse enti rmseravel que proeuroa aisim
nodoar a reputlo da orna corporaflo reepeitavel
ie ni o,., 1, pr.bilade, o a cojos pea |aman tocara
essa energmeno com a cabesa, mis om ame ate pa-
ra restabilecer a verdade do fado qua servio de ll.a-
roa a essa uu-rimiua.;,lo desair.ua que aa ihe fex
a dolieran i., para uso ,1o foimalmenta a verdade
A irmmda ie do Ltvraminto mo vem, pois, oceu-
par-se era apanhar as torpezas do Capungeiro e
.1 tona, e os animan dome.ticoa sejam neidos
alimentado, presos, haviudo por eomeqoeoeia pra-
dos naluraeie irlificiaea.
I 111 do. jnruaes deila ciddde di a milicia de Irr
reao era di.l mi a de doa. legn da cidade de
ixiai o eri 1 ia no Severino da Silva Joroovmo, que
ha d.uis anno. le ova lira da cadeia daquelfa cidade,
Eeae criminoso era o ternir daqaollel lugaee, e por
muilu lempo zumbn das autoridades, ,\ prlejo foi
a Sub-imenda du Sr. Tobas l.cil :
l-ara-ie extensiva a autori-ai.ii, da emenda a(H
rios Mamaiigoape c l'airbiba ,lj .Norli.Araailo e
Mello, a
o Com 01 reparoi da fortaleza di Ilaiiarica. n,
provincia da Italna, 4:000.l'eruandes da Cunha.
A orden) do da da buje b- ;
Pnmeira porte.Aa materia, anteriormente desig-
nadas, actresrendu a |a d.scus,1o do prnjerlo n. | Js
deile aaao, qoe approv a panda concedida au ex-
capillo do everciio Pedro .lose Baplirta.
Segouda parle. Volaran du requerimeuto de
addiamenlo da discussau o ore/amento da marlaha
e se nao for approvado, continuacao da mesma riis-
cossAo.
SANTA GATUAMNA.
Desterro, 21 de julbn da 1K"i8.
Prometi d'ora avena dar Ihe 11 iliei
aDealerroa ; desejo que tenhemoi tambem 11 re-
preaenlinle naicolamsu do tea iornal, em-
quanlo oulro nilo o faz melhor lenba a paciencia de
auppoilsr-me. S.in mais exordio, entro em nia-
leria.
O vapir iilmnerador, que dabi aahio para e*la a
10 do crranle, Mgois para o Kio Grande ; uno
leni|i porm que ralnon jiara o ,u| o te/, arribar a
este pollo, dunda su sabio d. nos a IS.
Ja ubi deve estar o aM Ig, que Ij caiperu M na f,il. I"-'10 r;',,n r>' balslllis de infaillafia, Jlo
iua ilagem. Aqoiarrlboo duas vem, e da segunda SaSouia, o qual fui drvidamiule gralifiead
ando me dlaseram, o omman.i mi,- ;-,i. \"<- l viims-i deligxneia,
daM virara-de lodo perdido.. (Tma penoa de ber- *"'' '""'" fl ertasBei leem ildo mnUo inr.-
do do navio taz i mais alera los elogio, do valor 1- "' ai ra, que he o lempo do verao e dos van
pericia do rominnndanle e nffldacs, e asp.rialmeule loi 'rapa, lem chavido a .inions 3| umi ve
,l t- lenle Alvaro de Carvalho, qoe no mei
le,I pertgo la ie fui masir a runa a lir:;ar o Ira-
quite. < Sr. Alvaro provoa 111:1 uma vez a ju-tic.i
1,. tavoraveii juizos que a seu respailo temas ouvi-
do de seu collegai.
i) oMage foi darjui *em carvilo, porque infeliz-
mente nenhuiu hoM 1 j -11. iiuor di governo, qoer
a eompaohia de paquetes I Ja alo tulla da buha
intermediaria, porque ....i paree, qu. a gasta
lllllia.
O o imperador, foi pira O eol tambero s-ni car- ,
vao, ao menos daqoi. IJ-m v Vme. que es-,1 falla
de carviio he bsm limiotivel, poique um pon
mo esle de cotitiiiua paiiagom da vapore nicn
,1 Iraogeiroa, deve eilar provida delle para cara
ordlnartoi, e para oa nrgenlee, Nilo sei o que mo-
tiva lal falta.
O vapor de guerra a Pedro lio aqui apireo lia
dias, mas so hoja he que fumleou
aplale Puls ai mares bal, at I.....u>m nao
permit.rain que HlilMS du labuleiro qua existe na
entrada.
A en bordo veio o Dr. Aeeioli de Brilo, jiz de
direilo da comarca da Legn., onde S. S. goza da
nesmo que a oulro
cus na seodo illumin ..lo capital eom n dobro
do laui|iees, ou cuoibustores. Emiin. o contrato
honra muilo .1 lilil. Sr. Dlis Vieira, e a esse res-
pailo dit o uPoblicador Maranlunse qoe, depoil de
podaroso impvlio da.lo a' naveglo pur vapor, he
mata utn serviro re.d, qu
presta a' provincia, do que he natural, ou mus nm
serviro, pur onde lera de ser aquilatada a sua illus-
Irada e amprehendedora a iraioiilraeao,
No oliiiiu vapor do
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