Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06976


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Full Text
>
ANXO XXXIV n. u.
K
V

*>
A
Por 5 mczet adiantadoi f$000.
Por 3 mczei Tencidot 5000.
Cl'ARRTA FEIRA A DE AGOSTO DE 18I8.
Por anno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O DO NORTE.
Pinhlbt, Br. Jom Bodolph Somas; Nuil, (altor An-
teo o Marque ili Sil?i ; Aracatj, 8r. A. di L*rou Braja ;
Caira, Sr. J. Jos* di 01i>aira ; Maranhao, ol. Jote Tanaira
al* Malla ; Pin h?, a Br. Joaat Joaquim Atellino : Pir, a Sr.
/Mino J. a croa Araieonat, a Br. ItrMjma da Coala.
PARTIDA DOSCOBREIOS.
Olinda lo.loa os da., '.. e tneie har, ito da.
Itruaraa.u', QojanH araaifca, na* eeRan.Le *.eites-reraa.
S. Ant.ii. Baaailua, R..nii3, Ganara*. Altinho eGeraaaan.: na terf.-ffra.
S. Lourenco, Pao d'Alho, NaiarelS, Limoeiro, Breje, Pe.qneire, Inir,,.-,-
ra, F1ar*a, Villa-Bella, liu.-Vi.ie, Ouricisrj Bal1, na. qu.rla.-u-ir...
Cabo, Ipojnea, Scriibiera, Rio hirm...... Una, Berrriroe, Asua-l'r.-ia,
Hiurnivira. .Vm; ojuifllaa-reiraa.
(Todoa oa correiua panela aa 10 lloras da asaahla
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal da eommarcla : aegunda a qulnlat.
lelacao : tercas fairn a sabbados.
Fazenda : quarlai a i ibbadoa ai 10 boraav
Juio do eommarcio: segundea ai 10 borai a quintal aa mala da.
Dito da orpbaoi: aegundaa a quintal ai 10 noria.
Primaira rara do cual .- sagundil a taitai ao maio da.
Bagunda rara da civil: quarlai a itbbadoi aa maio da.
EPHEMERIDES DO MEZ DE AGOSTO.
2 Quarto minguanla a 1 minuto depoii do meio da,
9 La ora ai 2 horaa 63 minutoi da manhaa.
IB CJuarto craacenta ai 9 horai 23 minutoa da manhaa.
M La chaia ai 11 borai a II minutoa da manhaa.
PKEAMAK UK llnii-;.
Prlmrira ai 7 horai e 42 minutoi da manba,
Kundt ai 8 horai S e minuto! da Urda.
part dpficial
das da semana.
2 Segunda. Nossa Senhora dos Anjoi; S. Estetao p. m.
3 Terca. Ss. Gamaliel e Ncodemus ; S. Ilermillo m.
Quarta. S. Domingos de Gusmo fundador ; S. Agabio ]>. m.
8 Quinta. Nossa Senhora das .\eves : S. Euthiquio soldado m.
* Sena S. Xisto p. m. ; Ss. Felicissimo e Agapilo diac.
7 Sabbi.do. S. Caetano Thentino fundador ; S. Donato b. ni.
8 Domiogo. S. Cyriaco diac.; S. Emiliano b.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O DO SLL.
Alagou, o Sr. Claudino Fileao Dial; Babia, Br. D. Dupratt
Rio da Jaoaira, o 8r. Joao Ptreir Haitini.
EM PERNAMBUCO.
O ProprlUriad DIARIO Manoil Flguairos da Paria, na tnt
llrraria, praea da Independencia u. B a 8.
I.NS1RUCCAO' PUBLICA.
s i.
Inslruerao loparior.
0 Irabalhos das faauldodes de diriilo e de medi-
cina lem continuado i marchar cora regulari-
dd.
MINISTERIO DO IMPERIO.
RELATORIO
apresentado a' assembla geral legislati- T.m aido centenada i eonvnieneia d ai
va n
latm-
, ,* "! ....-,, n lliru .c. -I t |..l it-ll Ol.l
lado 00$ ItegOClOS do imperio, Mar- ; uecestara para cumpridamenle cnheerem-te lo-
------------- -~-~-------- jj .i-tj.o. \ ...u.iuwc"uioiianrt d aunvatiiencia n aljamas
na segunda sessao da dcima leis-; <,,P"Ses doe stiimo, que ihea foram da loa por
ra r-elo ministro e Mrrptarin rl'.. occ,,ia d "a reforma ; "> sendo alias de lao r.
.la, pelo minisuoe secretario d eS-jCenl. dala, aindafalla. a mea rer, a eipmeniia
.lar'a soae, =.-, 'c a "M*"J", d facoldade, que eomprel.ei.dia o eu.iDo da. Imgu.s
alindada, e ordero. E mailo conanicul ena io.
quez de Olinda.
Augaaloi e dignm mus senlioris npreitoUnles
d nar.ia.
Cumprindo um dos devere que a lai roe tmp&e,
lenliu a honra de presentar o rela|orio doi nego-
cios eoucerne ile ao minxlerio a mea cargo.
FAMILIA IMPERIAL.
Iiraca i Dmua Providencia, nao lam oflrido
allara(;ao a precila uuda de SS. MM. II, das
aogaslas princaiai.
S. M. o Imperador houve por hm, por caria
imperial da 14 de jaldo do anuo (indo, prorogir por
rpais um anno a lieenca concedida a SS. AA. o
Sn. conde condes. d'Aquila para coiiliuu'.rem
resi lir na Europa, por mim o xigir o ealado pun-
co sesuro da nuda doa lereuisimoi principis, eos
aaguslot filhoa,
ELEICOES.
Alleudendo conven.encia de reer-se a divisao
eleiloral do imperio, feila em e\ecui;3o da le u
81:2 d. 19 de lembro de 1855, e contra qual taro
apparecido algumas relamcs, allegand-e que
poda ler aido roais bem combinada a raipeito da
il llerentei localidadu, resolva o govtrno imperial
exigir dos preeideotei das provincial informacdia,
esclrcimulo, e dados poailivos obre ste ob
jacto, efim de habilitar-ae para propor ao podar l-
gilUlive a. allerarei acoi.selhadas pela espinan-
i*.
Nem lolos ot presdante! remetteram ainda um
(rabalhae. O governo aguarda o qu fallam para
sobre alias faxer nin ealado aecardo, ujn reinlla-
do presentar i aclarecida con.ilerajao da auem-
blea geral eoiu a brevidade poeaivel.
Durante o anno necorrido dsd a data do ul-
timo relatorio, foi naeessario proceder se I > le -
Oes em algumas provincial, para se praem-he-
rem vagai no senado, e na cmara dosienhore de-
puladoa.
Por motivo dalia* ordem publica nao soffrau a
menor ptrlorbscilo em parte algorn.
COMSELHO DE ESTADO.
A riforma do eonselho de atado, rn algons pon-
loa de aua organillero, h eligida por conten en-
laa do arico publico.
Cuinpre que aa proporiionem a ala importante
iuitiiuir;ao os una, d que carece pira poder enr-
eer com lodo o deteovolvimenlo, e ragularidada as
alias funccOes, d que cha investida.
Cad
eer
feg
faxer algnma alteracio n,. compasiao das seeces
ni que so divide o eonselho : assi.n como facilitar
o axame doa n qo a encarregaem de os preparar.
ASSEMBLEAS LEGISLATIVAS PR0V1N-
CA ES.
No ulumo relatorio do mea illastrs anteossor s
acham indicadas algamas quastdes, que por vexes
se team levantado sobre a iutelligencia d* dispusi-
eres do aelo addieional relativas a csrlas allriL in-
coes destas asaemblas.
Estas queslies lem dado logar a conflicto*, cuja
repelicao nao podea deixar de prodoxir seriaa cou-
sequancioa ; por.ootro lado, tendo sido otendi-
iu decididas diversamente pelas mesross ssem-
blas, observa-.se o faclp anmalo de proeederem es-
U por modo oppnslo, e de figorarem mi collaecdti
de seui asi. a legislativos disposiroes inlaiamente
ontrariaa, em malarias eapilaei, de uinina trans-
cendencia.
He pois indiapensavel e urgente qae o poder le-
giilahvo, dando a este objeclo teda a iltenc.ln que
merece, ponl.a lermo a laes quesles, Sxando dfi
nitivamenle a iutelligencia dai disposicoes aobr
qae venao.
Mullas dis quesles a que aliado acham-se desen-
volvidas em couialias da sacjlo dos negocios do im-
perio da eonselho d'eslado, as qutes leem sido pre-
sentadas a asamblea geral legislativa.
ADMIMSTRACO'ES PROVINCIAES.
Entanlen lo o governo imperial que a actual or-
ganiaclo d.s dmlnistra(des provineiaea nao pode
satisfaxer coinpldamai.ta a todas as neeessidades do
sernco publico, por nao serem acampanl.adas de
instilabais, que nao ni o niiliam com o seu con-
elhe por occisio d lomaren. decisOes sobre inle-
rtsses gravea, e n olacao da questOei pralicas im-
portantei, como larabem ajudem a ccao da aton-
dada noi lugarea distantes d* sede dotgovernoi pro-
vineiass, resolven incumbir da elabo.acAo de so
proieclo sobre esta materia ama eommissAo eora-
posta doa Srs. sena lores Viscond* de Urogoav, Jo-
an Antonio Pimenla Bueno, BarAo de Mar.tib, e D.
Minoel d'Anis Mascarenhas, a do Sr. consalheiro
/.dianas de liei Vasconceiloa.
O Sr. viKoude da Uruguay, como relator, apra-
sentoa o luminoso parecer e projeclo, qae se neham
anoaxos ; tendo a misma c nmnn.au instituido so-
bre ollas discussao sob mioha presidencia, foram
adoptadas por seus illustrsdoi membros as ideas te-
rse-, que Di sa acham desenvolvida. Sobre lio
imponente mtteria trata o governo de organnar um
projeclo.
CMARAS MUNICIPAES.
He por lodos eoohecida a necessidade de ser re-
gulada sta inslilaicao. de modo que os povos ex-
perimenten] os beneficios qua lia prometa, corri-
gindo-s o defeitos da iegulaco acloal na parla
qae Ihe he relativa.
Heconhtco as difllouldades desle trabalho, no qual
devana ser consultados, e combinados interasaes di-
versos, respeilando-se, entretanto, e inantrn 1ue
rompridameiile e principio fon lamental desta ius-
llluirJo, os praeeiti-s da constituir.t i.
He de esperar que o poder legislativo tome em
eonsidrcao lio grave assumplo, itttndendo k alta
importancia de dar-.o no elemento municipal loda
a forja qua Ihe deve competir, e lurmonisaudo-a ao
mesmo lempo com aa demais institui;oes que nos
ranero.
Sem entrar agora no dxenvolvimento das ques-
Iftes relativas i ama boa orgaoisacao municipal, *m
qae este elemento teuhi loda espantan, compre
Hender a cun(u.io que hoja liste na delibaraco,
ei-eocSo. as quaes mutuamente le embaracam ;
eoufoilo, que mudo coneorre para o enlorpeci-
menio da ccao benfica da inililuiclo muui-
cipai.
A illuslrada eoromistao, a que ja me refer, lendo
d t oecapar com a organixeo da sdminitracao
provincial, nao podia deixir de tomar em eonside-
rcao do rgimen municipal ; pJf ,itt oecanao
rnncerdi.u ella na sepiricao das funcc,os d*libr-
livas e exeeulivas, euearregando-se estaa ullimia n
um sn funccionario eleiio pelo governo, oa pelos
presideales sobre proposta das contaras rnunieipaee -
aeoremodando-se, porm, esta nova instilaic^o s
eircamilaneias das localidades.
FQLHSTIS.
OS AMANTES DE SANTA FERINA.
1*011 C.IIAMPFLEU11Y.
lr^lnffl.!; P"a d"en' commi"So He Pe?" comp.lentes para examina- prorogadO.-FC DrorOgadO por mais
inda he insunieienle para occorr.r as r.m.edarem sea joiio sobra) as propostas, qae fo-Hj.s
servico ordinario, e proporcionar aos rem offerecidas. ; ,?., n .. _.
dez
ma. nao s nao permute
volver, mas ai
exigencias do ser* .
seos empregadas urna relribuic.1o qae esleja sin n- Das lolerias eoncodidss para esta conslruecao fa- buz.eb'0 "PO-C-'O Stqueira, of-
ram ja exlrahidss l).
Opera lyriea nacional.
Esta nascente e ui institaicao, qae a muos pa- pedagio da barreira da ponte da Tacaruna
dos os pontos em qae mlhor organisacSo das mo-
leras do ensino, a ootras razoes, exijam a sua re-
visio e alter(ao.
.Nao se pode, entretanto, deiconheeer quo dessa
reforma lem provindo vaniagini.
Todas as faeoldides remelteram auas memorias
histrico-acadmicas, as quaae se acham annexas ; 1 sajado, e cuja edicao se llnh
uellas nao s se fax a exuosicao do modo como 'o- bem dar comeen a* impressS
ram desempenhadas as funches relativas ao ensino, a qual s cha adiantad
e dos fados miis uolaveis que occorreram dorante I Anda u3o lera sido postivel,
o anuo ultimo, mas aiudo se aprsutam observac relativas aos dsfailoi qua, no seu ntenle-, cumpre manuscriptos, qae o instituto
cerrigir noi eslalutoi.
O numero dos estojantes que frequsntaram as
aulas de cada uiua das qualro facul laiea, com o re-
sallado dos eximes e qae foram sujailos, consta
dos mappas juntos.
Carndo a faeuldade de medicina do Rio de .la-
sdurante o aouo lindo, a aellas se agilaram discasioes
obre diversos pontos da seieneia.
O exiguo subsidio de '2:000yX)0 nnuaes, qae Ihe
prestam os cofres publicas, he maufeitamente insof-
licienle ; e se nao for augmentado, mil se peder laclo com as eircumslancias actuaes do paiz.
ella sustentar. I'IBLIOTIIECA PUBLICA.
INSTITUTO HISTRICO E GEOGRAPIIICO BRA EIT.cluou-ie transferencia d.ste est-b.leeimenlo
k .....a S k ... i mci, ero que se chava, para o qoe foi com- 'ecera extempornea, lem lido um deseiivulv.meulo
No anno passado e.lebrou elle tnsl.luto r.gOlar- prado p.lo governo, silo no largo da Lapa. superior s e.p.ranc.i daquelles mesmos que a iul-
mi.te suas sessnes ordinarias, seinpre honradas com lendo sido necessario preparar-se convnint- gavm pos.ivel.
a augosia presanca da S. M. o Imperador, masnani- maule este novo edificio para o im a que foi de.ti-
mo protector da asuciacao ;
balhos ralalivos i historia,
de propria lavra dos socios.
O augmento da consignaca
do o instituto, c lidi.ilitoii p
I* volume das suas ravislas,
Dito ao mesmo Pelo seu orneio de 25 de juuho
ullima, sob o. 40, fiqui ceno de haver Vmc. no-
meado o cidadao Francisco Lins dn Araujo Galdiiia
para exereer interinaroeote as fonecoas de promo-
de 4105, que offereceu Paulino de tal p-lo j^it!?iEE2i c?T '.""T*8 da
.j.n; j i > rrauctco Alves ue Uhvira Cabra aue larahem a
pedag.oda barre.ra da ponte da Tacaruna chava no ex.rcicio interino des., c.rgo
--IQtorme o Sr. inspector da tnesouraria i pilo ao inspector do arsenal de rra.inha.Com o
provincial. oflisio dirigido hoi.lara ao eonselho encarregado dai
Dito de Firmina Merenciana Carneiro, pe- j omprai dos ol.jeelos neeessanos para o consumo da
providen-
trata
A reviata Irimensal le preetimo dos dios membros
INSTITUTO COMMERCIAL DO RIO DE JA-
NEIltO.
Annexando o relatorio do illuilrado
commissano
miro dos instrumentos, e mals objeclos iuditpei. a- do guvern nesle instituto, refiro-in >' sua exposi-
veis para as demonslrari'xs pralicas das aulas de cao, nao s na pa.te em qde, informando sobre o es-
ehioMea orgnica, e de medicina legal, o governo au-! lado do estabetecimenlo, e numero de alumnos que
lonsoa a sua directora pera eomprar, na cnofortoi- o frequeniaram no anuo passado, aprsenla as ra-
dade do que Ihe fura proposlo, os laboratorios ene zoes por que estes, em garal, nao demonslraram nos
s Ihe haviam ollsrecido, sendo o preco de cada um seus asaines nolaval aproveitamuilo, mas tambem
75O;O00, arbitrado pela dita diractoria, por u na quando trata da cODveuiciicia de urna revivi nos
cummiaso de lentes que se nomeoii. Esles iusliu- j estatutos para sa alteiar o plano de esludos no puli-
mentos nao >3o inda porem sutlisienle. lo qae Ilude.
Por piopo.ia da congregacaa ds meima f icol la la, O governo nao se deicoidara'.
resolveu o governo mandar prnchar os lagares de
opposilores criados no arl. 6> doe.tatulos, suppri-
miinlo-M os logares de aubsUlatna qae forero vagan
do, logo que a classe daquelles se adiar completa ua
forma do arl. 6- dos meemos estatutos.
Ainda nao usoa o govaruo da aolorisaco que Ihe
foi dada nos 7- a 8' do art. 16 da Ici n. 939 d 26
de setembro no anno pasiado alim de mandar cor -
troir ellf.e.os para as doas lacul ladee de direilo.
Traa de habililar-se eom trabalhes preparolo-
noi.
Enlendea o governo ler conveniente Iterar, pele
modo constante do detrito... 19 1 d 8 d julho ul-
timo, ai disposicoes dos arle. -280 e 242 do regula-
meuto complementar dos aiatulos da faeuldade de
medicina, relativas s habili!ac,es doe alumnos do
4
naturezi, e
con. outros eslabelec.menlos da meuna
de compras.
Commissao scienliuca exploradora de algnmas pro-
vincias.
Ainda nao parliram para o sea destino o mem-
bros dista coinmissao, algn
na Europa.
partes, :t segundas, e 26 coristas, de
coinpanl.ia, ualro dos euro, 1 ensa
empreaadus iiliallernus, cuja foll
cede de 0:0(M);. A' essa despeza tem accrescido a
ind.spcntavel con. a acqoisicSo do repertorio, com
dos quaes se acharo, i forneeiraento da guaidi-roopa, com outros mis-
tere.
deve.n levar para seu uso.
Logo que chegarem aquellos membros, entran'
a commi.sao em exereicio.
aproveilmdo se da JARDIM BOTNICO DA I.AGO.V DE RODRIGO
experiencia, de corngtr os defulos dos ditos estala- HE FREIT\8
lo., e de os completar, dando ao instiluto o maior Este interessante eslahelccimeto n9o lomudo
desenvolvimenlo qoe for possivel. desenvolvimenlo ; entretanto minias sao as obra
IMPERIAL INSTITUTO DO MENINOS CEOS. da arle de que carece, iudispensaveis, lano para
Ensiem clu.lineule nnle estabelecimeulo 18 ernbeUcirem, como priucipalmenl* para oe dilfe-
meuinoi ; sendo 12 do sexo masculino, e do femini- rentes misleres do servido que he elle execnlado.
no. Sao uaturaet 5 do municipio da corle, 7 d pro Pooco mais permiltem que se faca, alm do que
vincia do Rio de Janeiro, 4 da Babia, 1 da S. Paulo concernen!* aos Irabalhos de simples conserva-
e 1 de Santa Camarina. C3. a eaeaasez dos maioa pecuniarios qua sao desti-
A' exeepcao de urna menina, que lie peusieDitti, "ados s despezas desle jardim, o pequeo ame-
lodos os mus sao alumnos gratuitos. | ro de bracos que sao neile empregados ; pois que
No decur-o do anno findo vagaram dous lugares, do* 6*> scravos que Ihe psrlencem, e algons Africa-
lem-se, entretanto, comprado all, preparado 1 Conctdeu a > os diversos insironienlos, livrus, e mais ubjsetos qae i assemblca provincial m lie 2 a favor da academia !
- ja 2 daquella
.rematante da 15. lango da estrada do sul,
!in!"eslre rtil !reclaiT,anio sobre um engao ou erro de
.-. men.a* Tx-! fDoJC-o eocoiurodo no orcamento daquel-
la obra, donde Ihe proveai grave prejuizo.
Informe o Sr. director da reparti(ao das
obras publicas.
Ollicio do marechal -le campo comman-
danie das armas, informando oovamente
sobre o requejimento doex-1.- cadete 2.-
Al-
por ler um luin.io passado a oceupar o cargo d re-
petidor, a bavar fallecido outro. Entrarais 4 no mis-
mo periodo.
A iostruc(ao dada no iustitalo consista as seguin-
,.,". .6.'.<",""" V-"" eo,neu"0 'l0 la*"re* .d iu" m.lenas : -lar, e escr.v.r, grammaliaa nacio-
hospuie, t0*",a nos.rv.codo. nsl. ari.hm.Uca. doulrina chris.a.. historia sagrada,
Julguu lambim r inveniente, atleodendo ao que
Ihe rpreeuloa a ougrgacao da facnldade do He
efe, dividir em doaa a aula preparatoria das meema
pela excallenaia i e sua policio, como pirque, fei-
los os reparos, e acrescenlamentos de qu uecessila,
licar oro todas as propoices necessanas.
Allendendo o governo, a' vista das cirramstancias
actuaes, a' exigui lado dos vencimrntos, qae foram
provisoriamente marcados para os diversos empre-
gados deste estaba ecimento ni tabella pprovada
provisoriamente pela decreto u. 1431 de 23 dse-
VT^Zun\^l^\^f'r.t ,tmb" < 1. '! do .olhor a. lfor.SB no-
u? ..* "!!!.._!! .' n. *V* f*rMI! cessaris.. consultando o digno inspector do e.
lecimenlo. para prover conveniente
5 *.
Inslruccaa primaria e seeondaria.
Municipio da corte.O importante telalorio (Jun-
to; do digno conselheiro de estado, inspaclor geral,
me dispensa de tratar minacioiamente duda ramo,
A sse documento ollicial me rahro, nao tu oa par-
te coiicarnenle a' evpnsicao do. factos, mas lambem
quanlo a's ideas qoe sao expendidas, e que adopto,
relativa! a melhoramentos do servido.
Do mesmo relatorio coutta :
Que sa conlam no muuicipio 33 escolas do 1' grao,
seudo 21 para o sexu masculino, e 12 para o fem-ni-
iio, lodes as quaes, a exeepcao de una, se acham
prvidas, e em exereicio. Ulliinaineule foram crea-
das mais duas, urna para meninos, e oulra para mn>
mus, ua fraga*! de Sinl'Aunj, cuja grande e>-
teiK.li> as exiga imperiosamente.
(Ja rqiient.:rain csl,n ecul., duraule o anno
passado, 2,312 alumnos, sendo 1 i s do sexu inasca-
liuo, e S29 ou feniuimi, numero poueo superior i
que apresentaraiu os mappas du auno anterior. All
5.iu mencionadas alguina. das causas, que iiilluvri
para que 1.3o seja inaiur concurrencia pira r-u-
acolas, como se devia esperar, lendo-ie allencao i
popularao do niiulcipio*
Fo. levada a elleiio a dititao do collegio de D. Pe-
dro II, coi.forme o plauo do meo illuslre antecessor
em dous eSlabaieeimeolus separados, licaudn o exter
neto no edificio onde o collegio enalia, e passaudo o
intrnalo para o predio que se
Francisco \a\ier do euginho '
leitus os necessarios acrescentameutos, e accommo-
dacoas.
Em virlnde da aalorisacao conferida no 7 do
rl. 16 da lei n. 939 de da 24 d selembro do auno
passado, o goveruo Irata de resinar compra dssle
edificio.
N eonformi Jado da l*i n. 630 da 17 de setembro
de 1851, rl. I-, diep. 7, foram extiuelae, m eon-
sequeucia da creaco do ilernalo, as aulas vulaai
de instruicao publica secaudarii, que xistiam msla
corte.
O regulimeuii. (annexo) approvado pelo decreto
n. 2,006 de 26 de oulobro do anuo paliado, altern,
em alguos pontos, o que regia o collegio, nao s a-
dapliudo-o a' uova organillo que a esle foi dada,
mas lambem melhoraodo o plano, a distribuido dos
estodoe, e dando ao nsino mais algom deseuvolvi-
inento. Foram creadas tres cadeiras, sendo urna de
historia, geu.rapliia patria, separan ic-.e estas ma-
terial de cadeira de historia moderna, e conteenpo-
ranea, ootra de gcgraphia garal, materia que eslav
unexi o euaino da historia autiga, media, e mo-
derna ; e finalmente orna especial de doutrina
clinsiaa, e de historia sagrada, a cargo do cspel-
lao.
O plano, e prngramma de eitudossao inteiramen-
te idntico, en. ambos os eslsbrleeimentos ; para
que houvesse tambero unifonoidade uo nielhodo de
ensiuo, as eadeiras, lauto de um como de outro, sao
regidas pelos mesmos professoras, obtndo-s com
esta accumalacao ainda oulra vaulngem, a de se pro-
porcionaren] aos prutessores venciinenloi duplicados,
qae os livram da necessidade de .e dedicarem ao
mesmo tstnpo a ouiras occup-.c"in, que os distraiam
do euiuprimenlo exacto de suas fuuccei.
O collegio de Pedro II foi, no anuo p.o.ilo fre-
qneutado por 293 alumnos. No currante acham-se
matriculados uo inlcrnalo li, e no extrnalo l'iti.
A experiencia indicara' os rnelhoraiocutos qae
linda convelida fazer-se no-la insliluicAo.
Ilumine o ultimo anno, foram frequeutados o< es.
labeleeiineiiloa particulares de ineiruccau primaria,
eujo numero he d 53, por 2,052 alumnos, ando
l,25i do sexo mosculiuo, e 798 do femiotuo ; e os de
inslruccao secundaria, em u, de 32, por 2.528 a-
lumnos, sendo 1,697 do sxo masculino, e 831 do
feminiuo,
Provinciss.A falla de iofo'maces, e dados po-
sitivos anda u..n permiltem qae, rispeilo do esia-
do diste ramo na provincial, posea ser aprisenlido
outro trabalho lem do roippa que se acha anuexo,
do qual consta o numero dos estabelac.mantos p-
blicos, a particulares d instrucc.io primaria, se-
cundaria, e dos alumnos que o Irequeularam duran
te o anno fiado.
ACADEMIA IMPERIAL DE MEDICINA.
^Form mais frequentes as sesses desta academia
lia.se na ina.i.r pane dae pliiiiiiiomias, a vida m
conunuin, as pequtuas paise' puntas m jogo, ma-
lignidade, a curioeidade a glotonera laziain esque-
eer ao qu e..lrav d novo a posieao quo tmlia oc-
noies de geogrsplna, historia, lineua franeeia, e
msica vocal, e instrumental. Alem disto, as meni-
nas aprenden, os misleres propnos do seu aso, e al-
gons meninos n apphcam a Irabalhos lypographicos,
iuduslriando-s .a arl de compor, e imprimir pelu
sytlema d Brale.
^o mez d dezembro verificaram-se o cismes an-
naaes. Ero geral ot alumnos mostraran, laliefaclono
proveilameuto alguns msreeeram s nota deap-
provar.lo com Inuvote medalhae de duluirr.lo,
com que foram Lomados por SS. MM. II.. que se
dign.rain assislir ao acto.
Trabalha no estabelecimeulo desde agosto do an-
no passado, urna pequea oflicina lypographica. Pa-
ra dar-ie-llie maior deienvolvimeulo, Irata-se de
mandar vir uro prclo novo e lypos.
A bibliolheca do instituto foi augmentida eom 116
volumei impres.i em pontos no insl.lulo de Paris,
e 33 em lypos ordinarios, versando todos sobre ma-
terias de ensiuo.
O goveruo. aulorisado pl lai n. 939 de 26 da se-
Ifinbro do anuo pastado, elTeclnoii a compra du pre-
dio em qua te acha o pl ihelecimenlo, desde a sua
I fui.lac.lo, com a eliaeiM que lh lie anoea, e 12
brarai de Ierren. ,ie mariulia em frente, pela qoan>
} I ta :. 50:0005.
nos livres, cujos servias Ihe foram concedidos, cer-
ca de dous tercos compe-se de indiviluos qoe de
qaasi nenhuin trabalho sao capazes, ou por sua ida-
de. ou por enfermidades.
Tem-se continuado a cultivar plaas indigioas,
e exticas, e a fornecor, m grama copia, mudas, e
semenles dallas, para [ora do paiz, ou para ertu
nele aproveitadas.
A plantar iu da hombunassa, cojas modas foram
Iraz.das, ha tres unos, da provincia do Amazouae,
acha-s em complelo desenvolvimenlo, mas nao >e
tem ainda sproveilado a palha, que se extrahe desla
pnula p>ra fabricac.lo dos chapos de Guayaquil
(mais conhecidos pela denominacao do Chile) por
nao a saber preparar o mestre que diriga a fabrica
existente no estabelecimenlo.
E como ja >e acham perfeitamenle Imbililadts na
arl de lecer a mesma palha alguna do. aprendizee
pertencentes o eslahelecimento, lomou o govetno
ltimamente a deliberar,.! de dispensar oe eerviroi
daquelle niaslre, e de loan-lar contratar, na pro-
vincia do Amazonas, um homem que lites enine o
proviso usado para exlrhi-la da plauta, e preea-
ra-la.
JARDIM BOTNICO no PASSEIO
PUBLICO.
O estalo de.te jardim he anida o mesmo qnc se
acha descripto nos relatorios ilo- anuos passado.
.Viilinin milhoraiuenlo se Ihe ha podido laier,
e as raioas leem sido repelidas nos mesmos rela-
tnos.
Tomou o governo ltimamente a deliberado de
.-se este pred.o a qu.lqoer ontro. a? so entrega-lo uro novo administrador, noineo para
para sle cargo o lente di cadeira d botnica faeuldade di medicina
eslabe-
i
. III
frori/inuflfio.)
Os pensionarios de Santa Perin, em parle por
ai mamas e seos vicios, pareciam philoiopho
eoropadeceodo-se doi coslum'i das grandes cidades
lie romo Paris. Elle* tinham achado realisaciio dn
reielire utopista lournr, inquielaiam-i apenas
com reli(As xUriorei. Familia, mulher, marido,
filhoa, n.lo iti.h-.ni grande importancia na leiubran-
;a doa velhos, cuja oceaparilo consista m vlar so-
br o seo soslenlo pessoal. O eg...mo, ao qual lodos
oa homens sn sacrifican! em dilTeronles urina, i.i lo-
raaiidii maior imperio, medida que ua velhos da
Indi luirlo progrediam em idade. Alguns pernio-
nio eiam conhecidos por estarsm separados de
suas mull.ere, alumas inulheres de seus muidos.
mente.
INSTITUTO DOS SURDOS-MUDOS.
Continua esle un ealabelecimenlo a desempenhar
salisfacloriamante o fim para qua fui instituido.
A coinuuisao inspectora, que o liscalisu, deo-lhe
um regulamento n lerno, o qual ja se acha em eie-
cucao.
Conlivi o instituto, t ooliihro do anno passado,
7 alumnos someute. Mas, Bracas a' subvencln, e
psnsdes que Ihe foram concalidas pelos poderes ge-
ral, e provincial dn Rio de Janeiro. achou-s pile
habilitado para reeollier mais 6 alumnos, sordos-
mudos pobres, em estado de .ceberem educacao,
seudo 4 naturaes d ) municipio da corte, t 2 da pro-
vincia do Rio de Janeiro.
Esle 13 alumnos, eom exeepcao de 2, tem feito
nolavel progresio. Ja clasiilicados em doas divisei,
applicam-se com aisidoidade as respectivas lici.es.
Os da primaira divisao sladam hogna nacional, e
a cslligraphia, que he a parte maii dslTieit deste en-
tno especial, medianle o qual habilila-ie o lurdo-
mudo para podr iprunir ai suai ideas, e eompre-
heuder as dos oulrt-s.
Os da segunda .sisao prendem ja a historia sa-
er i la. e a naeioual, o calhaihismo, e a arilhmatica,
e exerci(am-s na composiedo das phrases, desenp-
c.io de imagen, ele,
Nenhom faci ten. oeenrrido qae denuncie a me-
nor falla no rgimen disciplinar do instituto A in-
Ihor ordem, moralidad continuam a ser observa-
das ; e o director E. lluet prosegue na sua ardua
larefa eom aclivldsde, lelo, e Jedieacao.
O esladoeconmico do instillo (em mellmr.ido
depois qae comerou, em novemnro ultimo, a gozas
da subvenegu. O s*u dficil memal, apenas suppri-
do com recursos precarios, lem ja diminuido ; e o
equilibrio entre a sua rece.la, c dspeza aera' res-
labeleci-iu logo que sejam pagas as pre-lari.es de-
cretados lavar dos alumnos pobres
ACADEMIA DAS BELLAS-ARTES.
Consta do mappa junio quantoa alumnos se ma-
iricularam as aulas lala academia, e o resultado
dos seos exames.
Os Irabalhos acadmicos foram ditos com rezu-
larsdade.
Tendo pedido, e obtido sua xonersr.ao o diraaloi
deil* estahelicimento. foi noroeado para o mesmo
logar oSr. Dr. Thomaz liornas dos Santos, de coja
illuslracao, e zelo, aassj reconhecidos, moito te de-
ve esperar a bem do laelhoramiulo, e progresso da
academia.
O icu relatorio, qu s acha junto, e ao qual me
retiro, diipeiiia-me de dar iniudas intormcoee so-
bre o sea estado, e neeessidades.
Sao diguas de allencao as coniideacoes que apr-
senla, leu lente a mnslrar que inanifasta exigi-
dad da verba destinada e despezas desta acade-
versacao tornava-se curta, (aliada ale theini. fcsias
mulheres cuu to superior, cuja beuevulencia, era a sua base ; seu
peusameulus ja sa nao podiam commnnicar. A che-
- tem-se exlrah.do ja 2 daquellas, e urna desta. ,.|.ran,n j',''. ,_
Coro o sin producto/e da. rectas, roal podona el- fr,"u'}^ r v\ tm?Tn *1'
la lr occorridu toda a sua despeza. se n.o fura ,, Barros c,va|Cutl de l.acerda.-Re-
soccorrnl por alguns amigos desla patritica insli- meUldo ao Sr. inspector da tbeSOUTaril de
.- desta corte, o Sr. Dr. Frau-
isco Oabrial da Rocha Freir, cuja inlelligencia es-
pecial, e ule, roncorrerao poderosamente para que
o seu estado nielhore, quaulo for poetivel.
Ao novo administrador iucumbi a lormac.no de
um projeclo para organiaar-s convenientemente a
admimslrarlo deste estabelecimento, e de oolro re- o
lalivo aos melliorameiilos mais urgentes, de que o Arl. nico. As congroai dos eoadjulores das fre-
luij.lo. Esles recursos exlraordinarios, porm, nao
[.o le ao continuar por longo lempo.
No eonceito do couaelhu director, para que posja
medrar, e consolidar-se no paiz a imperial acade-
mia de mosiea, qoe j da honesta subslstnc' a va-
nas familias, que abro proveilosa carreira i mon-
dad i.redisposta art da msica, e que deve ani-
mar aos lilleralos nscionoes, he sobrelado tiece'sa-
rio que tenha ella um II entro proprio, onde puasa
tambem astabelecei as ecolas de canto e ds decla-
maran, de que tanto carecemos.
Penetrado desla necessidade, o rceimo eonselho
prope-se a adquirir lirtmo, am qoe posea cons-
Iruir um Iheatro ; e para levar a elleilo esa cd.fi-
caeao, routa elle com valiosos auxilios de particula-
res, com o favor a protaccao dos poderes do Es-
tado.
(Conlinu.ir-se-lii.)
OOVEHNO DA PROVINCIA.
LEI N. 418.
Renvenulo Augusto drs Magalhaes Taques, pre-
sidenta da provincia de Peruambuco. Faro saber a
todos os|seus habilautes que a assambla i'e. nlativa
provincial decretou e eu ssnceiouei a reolucao e-
guinla :
Art. nico. O ordenado do cirurgiao do grande
hospital Pedro II, fica elevado a 1:200? ; revogadas
as disposicM m contrarin.
Mando, portanto, a toda as autoridades, a quem
o ennhecimento e exeeucaa da prsenle reolucao
perlencer, que a comprara e facain cumprir lao in-
leir.imenie como nidia se conten. O secretario desta
provincia a fac,a imprimir, publicar, e correr.
Palacio do governo de Peruambuco aos 2 de junho
de 1838, Ingetimo-setimo da independencia a do
imperio.
L. S.
Ileiivenuto Aogulo de Magalhes Taques.
Sellada e publicada a prsenle resoluro lies a se-
cretaria do goveruo de Pernambuco o's 2 de unh-.
de I88.-Jos Benln da Cunlia Figaeiredo Jnior,
secretario do guverno.
Itogislrada a foll.allll verso do livro 6.-de leis
provinciaes. Secretaria do governo de i'eriiamboeo,
3 de junho de 1838. Francisco de Lemos Duarte,
e-rri| lur.iiio da quarta secc;ao.
LLI R.449.
Benvenoto Anguslo de Maalhas Taques, i resi-
dente da provincia de Peruambuco. Fago saber a lo-
dos os seus habitantes qu a assemblca legislativa
provincial deerdou a eu sanecionei a resolurai ie-
guint :
cilio. I-1 .li, um inundo mais bullanle. Madama de I gada d madama de laBuderie quehrava o lio elec-
ta Bordara era observada sempre con. urna impres- trico nvneusdo, que servia de conductur pan o es-
sao d trisiea. que urna inorada rt dous nnnn nao pirlo da sociedade liibnisier.
pode arahar. Em sua phisionomia estavam inscrip-
los lautos sollrimentus morai, qua impiravam a to-
dos os peneonarius urna espacie de respailo, t) sor-
riso desla mulher singular nao agradava, falla mil,
e Irazia com sigo alloma cousa de Inste, por que
percebii-se bun ser ell affeetado ob seus olhos
vim-e dasi grandes palpebraa vazias, que pare-
ciam graudes saceos, onde lu.him-se racoll.ido ou-
tr'ora inuilas lagrimas.
Madama de la Borderia nao confiava son tritlezas
>.....gero, mas cada um aa advlahiva, e compade-
c i-e da pobre mulher, eujo fill.o eccupava nina
alta pusica as embaixadas. Por esta profunda tris-
teza que madama d la Borderie proeurava axpellir
de si. era vitival que esta respeitaval mulher pro-
eurava inlrodozit-se na ociedade, nao para turnar
parle no sumptos internos, mas pelo contrario
par traquear nalla a malignidad Em sua presanca,
a conservara i lomava urna direrr lo mais elevada
cuja influencia communicava-se jos pensionarios o'
outros de seus lilhos, e raras vexes a converiacao meno inlelligntes. Urna iminausa benevolencia
vereave eobr esle entes envolvidos as ondas da ci-
vilisac,.lo : o aoso malcra, lees como o alimaulo
a digeslAo, linham importancia roais real, que os
lacos de tamil-a. He vardade q" se podia contar n
Inslituicao moii'os membros, cujas familia linham-
edaiembaracadu dellei pagando a minina exigida
para a ua d'missao ; la'vez, ao principio, algumas
nalarzai dalicada loiTressem em conseqoeneia de
lerem de repente dspdidos da societade ; mas as
aliauc.il rpidamente formada!, o contenlamenlo que
Vldo i9f5ro o. J66.
percebia-se en. rada urna .la sua* palavras, e pene-
trava lodos os conloes : livesse frequenlado as reuniOes de madama Gibas-
sier, Sania Perina seria um paraso terrestre ; mas
sla mulher de ella dislinccao, que conhecia lanto
i.iuasi sem,.re, madama de la Bordirie vivia reti-
rada em seu quarto, un porta raras ve/.es abiia aos
oeiosos ; mas se alguem liaba necessidade de iens
eonselho. lia preslava-se da melhor vonlade, e n.lo
receiava que viessem perturbar a sai solidao ; foi s-
mi que madamasella Miroy (oi em urna m inhaa
bater oa posta de rnad.nna de la Borderie, ilepois
de ler n vespera obtido aulor i.ar.io della.
Que tem, querida douzdla'.' disse-lli aiTecluo-
smeuie a viuva, sorprendida pala perturbacau que
i.ulou na recem-chega.la.
Ah snhora, nao mo interrogue pelo qus nao
saberla reeponder-lhe; tunhn vergonha de roeus pro-
pnoi piniainenlos ; e niio alrevo-me mesmo a ana-
lysa-los. A no. a receto nao ser amida ; eu sou ama-
da, a o3o amo.
.Madama d la llorderie lornon-se fria a oovindo
esta singular confidencia, eaperava parlilhar do oo-
Iros pesares, que o causados pelo amor. Alem dis-
to, 111. le* vitado mllir-se as iolngai amurosas,
qu naseiam e renasciam coi.liuuadaii.ente no esia-
l,.-lo -111111110, por que compadecia-se destas paixes
em urna oulra idade.
Ai de mim miaba chara donzella, responda
lia, vosisi enganou-te viudo ler comigo parame pe-
dir um eonselho sobra asa qoailo ; a eu soul se
man o mundo quanlo menos ella fallava, aiivinhuu i desde hontem que o amor era o objeclo sobre que
a especie de torca qua riercia sobr esle espirilos | versava o seu erobararo, apezar de todo o meo .le-
ma evolo. Q.ando .lia ppar.cia, iodos ealivam-sa lejo da ler-lhe olil, le-li-hia prevmido quanlo era
e alguns semas que madama de la Bosdiere paesou ignorante este respeilo.
nesta sociadada Ihe pareceram glaciaes como a pelle I A lanhora lem moia bondade, e nao se rien-
da urna aerpente. () veneno da sociedade das mulla- : sar a ouvir mi .. Sim, he loucura minh i amir a
rs dosntei no acliav mais despojos aoiao a con- M. Pertlret, en o repilo stmpra ; rass ao principio
jardim carece. Aguardo esles Irabalhos para tomar
a deliberaran qne parecer isait aeerlad>.
CONSERVATORIO DRAMTICO.
Continua a Irabalhar regularmenle.
Duranloo ultimo anno, axamistou 503 peras; p-
proyen completamente 225, e com emeudaa, e alte-
racues 137 ; reprovou 28 ; a detolveu sem dspa-
clio 13.
Esle conservalorio ha coadjovsdo peina cofres pn-
blicos eom o subsidio annoal da tit)0?000, insudi-
eienle para dar-lhe o Impolso, e desenvolvimenlo
de qae carece.
CONSERVATORIO DE MSICA.
balso malrtculados nesle eslobelecirnonlo 115
ilumoos, sendo 19 do sxo fimeuioo, e 68 do mji-
culino.
loi que o frequealarara o anno passado forsm al-
guns premiados.
Contam-se ja diverso! alumnos do conservatorio
exercendo a profusao, nSo s no magisterio m col-
legios, e casas particulares, mas lambem uo servic.0
da imperial capella, no Iheatro lyrico.
Um dos que foram premiados esta' matriculado no
conservatorio de Paris, como pausiouista do go-
verno.
Das quinte lolerias qoe foram concedidas a be-
neficio .e-le eildbelecimcui..,, lem sido xlrahidas
sel.
O sea patrimonio, producto deseas lolerias, con-
sisl m 3 plices da divida publica, do valor de
1:000?KK). na quantia de 32:l)iK>.>000, que se aclis
depositado no banco rural hypulecario.
A despeza animal do conservatorio he de.....
i;.ti(i^HJ0.
Nao sendo siifllrienle a imporlancia doi jnros das
referidas ipolieee, e d dita quantia, para lite fazer
face completamente, he suppridp o excedeul* pela
mesma quantia.
TIIEATROS.
I i.ealrii lyrico Fluminense.
A sociedade que.nu anno paisado.tomoit sobre si a
emprrza de sustentar urna r.mi panfila de canlu nesle
Iheatro, celebrando contrato eora o governo, e cu-
joi aatalnlM foram por eele pprovados por decreto
n. 1935 .le 6 de lunho do mesmo anuo, tem cumpri
du as ofirigares a qua se lujeltoa.
O prizu di durarlo desse cntralo, que era da
Iree annos, foi prorogado por mais um. a' vista da
repreienlacao, que ao governo fez a directora da
companhia.
Daa lolerias concedidas pela lei n. 911 de 19 de
agosio do dito auno a beneficio desta empraza, lem
ja *ido enrasadas eele.
Para levar a effeito a eonslrccao do novo edifi-
cio para esta Iheatro, o governo abri concurso, fi-
lando para .. apresen!.co dos plauo, segundo
prngramma que dau, o epaco de nove mezee nesta
Corte, e o de ouze ua Europa, a .lomeando ulna
nao pareceu-me que ese amar podesse crecer : Itnlio
me deitado levar pouco a ponco. ja eslou lOOStUB)-
da a ler urna felicidade chimen a, e tenho feito um
ni.iho, onde nossos dous ror.ire. ,levm deicanrer ;
.ijuntarei para a le um por un. os pedacintiot de her
va ecca, musgo, e peonas ; eslou ron.prouietl.da
para enm aquello que amo.
Ja o sabia, disse madama de la Borderie ; e l.a
poucoe pensionarios qoe o ma ailiam.
Nao fia ssim, senhora '.' Mr. Perdrizet n.lo
deveria eiforcar-s por abafar esses boatos importu-
nos que eorrem mea repeta em Sania Perina T
O que Ihe promelleu elle, i|uerida donzella ?
Ah nada : l.a um inconstaut*.
Pobre molher hiIjiimu madama de la II r-
derie. Nao confiere a repularilo de M. Perdrizet '.'
Pelo contrario, eu sabia quaulo era iaeonslante,
talvez que soa propria ...putar.io me lealta altrahi-
do I Mas eu dizia comigo que nao a tinham sabido
amar al enlio, que o liul.am comprehendido, que
linhain-uo honrado, e nlia-macuin haslaule ternu-
ra capaz de prai.der i. incoiistanU-, e *egra-lo jauto
a mim. Nada poim tem podido decidir a conilan-
cia da Mr. Perdrizet : elle nao he culpado, nem [ez
juraiiKi.to algom ; masaasim mesmo nio patio dei-
xar de chama-lu ingrato. So soulii'sse. senhora, o
lerrivel remedio qoe elle me propoi Tremo amia
dalla... Sabe que miaba |anlla ii para um peque-
no pavill.ao, cuto igusido an lar elle necupa, e por
cima inoran; M. a madama l)rir. Foi de minlia
janella qua recehi o golpe mortal que fars' a dses-
pcrsr-'io de mulla vida. Accuse mo, senhora, udo
tenl ire defnder-me ; allribuo min.'.a culpa a' fala-
lidade. Urna manhaa lavante, nina pona da corti-
na d minha janella para observar se a humidade da
noile nao me impelira que discesie ao jardim ; dee-
cobri enfilo janella Mr. Per.tnzel, que inlerrogava
o co com um olhar inelaneolico, tal como eu peu-
sei, m.iiiif.'-iniiilo ama especie de iroilacao oa pezar
do sui parta, l'alvez, duse eu comigo mesma, asta
gue/.ias da provincia Hcam elevadas a 2003 ; reioga-
das as leis e disposnes em aoulrario.
Mando, portauto, a todas ai aulondades, a (|aem
o eonhecimenlo a axecucao da presente resoocao
penenrer, qua a cumpram e facam rnmprir lao u-
lairamente, como nells se cuulein. O lecrelario dal-
la provincia a faca imprimir, publicar e correr.
Palacio du governo de Pernambuco aos 12 da ju-
nho de 1S5S, lri;simo-selmo da independencia
do imperio.
L. S.
Ilenvenrtlo Angosto de Magalhaes Taques,
Soltada e publicada a prsenle re-nlurao nesta
secretaria do governo de Pernambuco aos 12 dojn-
Dho da 1858.Jasa lenlo da Cuuha Figueiredo J-
nior, secretario do governo.
Registrada a folhas 131 ver-o do livrn 4.- de leis
proviuciaes.Secretaria do governo d Peni un buco,
14 de j'inliii de IS5S. Francisco de Lemos Duarte,
escripturario da quarla secedo.
Despachos do da 30 de julho de 1838.
Itequerimento de Antonio Freir de Carva-
llo, vigario da freguezia de Caruaru, podin-
do se Ihe mande entregar,para a continuarlo
das obras da respoctiva matriz, a quantia
que por ora for possivel, visto que as mes-
mas obras nilo se concluido rom menos de
dous contos de reis.--Informe o Sr. inspec-
tor da Ihesouraria provincial
Dito do J)r. Augusto Carneiro Monteiro da
Silva Santos, pedin 1o cerlidao do aviso do
ministerio da guerra, que maudou pagar ao
Dr. Jo3o Mari Seve os voncimentos que per-
celiem os- olTIciaos do corpo do saudo do
ejercito, pelos servidos prestados durante o
aqna'lclamento --Passe.
Dito de Carlos Edoardo Borl, pe.ndose
dO autorisaQ3o a Ihesouraria provincial para
pagar-lhe os ordnalos que ha vencido o
professor de historia nacional do Cymnasio
Luiz Jacques lirunet, actualmente em com-
tnissSo do governo no centro da provincia.do
qul beo supplicante procurador.Informe
o Sr. inspector da Ihesouraria provincial.
Hito de Clara Mara da Conceit;Jo, pedin-
do que, attenleudo-se a circumstancia de
se haver mandado informar o Dr. ju z do di-
reilo do Bonito, o requeriinento, por meio
qual provou a isenc.ru. legal de seu lilho Jos
Joaquimde Jess, recrutado para o exerci-
to, no que se pode esgotar o prazo que Ihe
foi concedido para esse lim ; se considere co-
mo isTio fjrreii.il o prazo, ou que alias seja
si la de silleiro Ihe peje I Ituein qne em um ce.iu
momento davida. os seductores ss-ulein um va':,*
an^mentar-se dentro de si, e nele vacio npera-ee o
ahurrerimentii. Mr. Perdrirat, da rpenle, me ins-
piruu inleresse. |)is*e eu comigo mema. qu u en-
rharia este vae.o qua o oppn.nia, .pie eu.-l.ern bem
sua vida, que lenlaria expallir para fura dalle o a-
fin.. -iiieiii j de seu intetiur, a.sin. ruino Disdami
K i vi,.i. daqual de.le muilo lempo tenho estudado as
atlenciies, ubsequio, e anida un maueir.is allecluo-
las. Abri| puis, mifth i janella, e M. Perdrizel din-
gio-me um sorrisn, l jo vivo, que eu lenho-o Bata-
servado aluda aqu, disse tnadaiuesello Miroy, punjo
a na..! sobra o corjcf.i).
Nesle momento o roslo ipandin-s-lii rom um
raio de alegra que tnudou-sa quasi lugo am un ne-
voetro de tratela.
mu, nuil nu ii ella, esle t arriso somante po-
den adorar meus pezares nesle momento, ae^on-
linuasii a luzir : mas elle esliugur-se di hora em
hura, talve amauhaa nao deiiara' mais que um
traro negro e Irisle.
Mr. 1'asdrir.el lem-s eiplic.ido (raucamente '.'
pergunlnu madama de la Borderie.
Nao, eenfiira, e eu preferir nma senleaQa
brul.il a' esla pnlidec constaale, daqual elle nunca
se separa, mas que be un. signal mu.tu carta de um
amor quasi mol.-, k alo posso agora mais va-lo
com latisfacBo, duela janella fatal, que tam causado
loda a i.iinba dasgraca.
R II prohibio-a que o vi Eis o que acinlece, senhora : no primeiro an-
dar do pavilhao, juslainente por rima da balotaran
de Mr. l'er.lii/el, mora mdanla Uesir, rujo mando
im i,.intu que eu o amava ; ven 1o-r.ie ludas as ma-
nfiaa em intnha janalla, concluio .pie eu prnrurava
nlreve-lo, e raspundeu-me oom olbaa laes. cuja ter-
nura nao pode deiconl><-cer. Amo a' Mr. Per.lri/l,
e elle nao me ama, Mr. I)sir ama-mi a eu nao o
amo. ltnagiuai, unulia siulura, om que siluarao
fazenJa para mandar pagar ao supplicante _
gratificatjao arbitrada uo aviso de 21 de maio
citado na ordem do dia n. 63.
Dito do diretor geral da iustruec5o publi-
ca, infirmando acarea do requerimenlo de
Manoel Alvos l'ereir, professor de lalira da
freguezia do l.imoeiro Informe o Sr. ins-
pector da tliesouraria provincial.
Pedido do tenente-coronel commaodante
do 10.- batalhao de infantaria, para mandar
recolher-se ao arsenal de guerra as pe?as de
I arda ment pertencentes a pravas de dile-
rentes corpos, que liverim passag.sm para o
do seu commando.Kecolham-se.
Dito do coronel commandante do8.-ba-
talho dd infantaria, para maular furnecer-
se aquello corpo 4 calcetas delgadas para 4
pracas que foram ltimamente seuleuciadas.
- Forneta-se.
31
Keqaerimento de Antonio Climaeo Moreira Tem-
poral, alteres do 2." batalhao de infantaria da guar-
da n-ir-oual, pe luid sai. mezes de licenra para tra-
tar dos negocios da cata d Oclaviano de Soaza Frao-
';a, de que ficj encarregado dorante a viagem que
este vai fazer ao Ido de Jauairo.Passe portara eoo-
cedendo a licnr,a ua forma requerid.
Dito de Jos da Croz Santos, pedindo e mande
por em prara o forneeimento de medicamento para
o colegios dos orphaos, ou que alias se aolorise a
respectiva adminUlrasao a conlralar com o aoppli-
eanle tegundo a prnposla que Ihe fez, da qoal ni,
nao lev* solucao.Iuformss o couselhoaJiuiuistiali-
vo do p itriui. r.io dos orphaos.
Dito de l). Iia Mara Fonseca de A'buqnerqoe,
profesenra publica de inslrucr.io priman da fregue-
zia de S. Pedro Mariyr da cida.le de Olinda, pedin-
do sa ordene a IhesJuraria provincial o pagamento
do que, segundo o quadro da divida publica, annexo
\ I-i do ortjamanle vigente, se Iha sla a davar.In-
forme o Sr. inspector da lfieouraria provincial.
t niiciu do Dr. rhefe de polica, apiaaaalando o r
cibo en. doplicala do aluguel da casa que serve de
quarlel ao dosUeamenfi. do lermo de (Janeiro, a
eonlar do I. de dezembro do anno passado ao Diu-
rno de junho findo.Kemelii lo ao Sr. inspector da
Ihesouraria proviucial para mandar pagar estand-. us
termos legaes.
D.lo do inspector do arsenal de niarinh, solicilan-
do ludemnisacao das despezas fallas com o Iratamen-
lo do grumete da escuna ai.indoya, Pedro Carueiro
de Mello. Kemellido ao >>r. inspector da Ihesoura-
ria de fazenda para ordena, a indeninissclo.
Eapedleute do di 23 le Julho lie 1S58.
Oflieio ao commandante superior da guarda na-
cional do municipio do Kecife.Qoeira V. Esc. es-
pedir as suas ordens para que um dos Corpus da
guarda nacional, sob seu commando superior, de a
guarda de honra para assistir a fesla de S. Vicente
Ferrar, a ao Ta-Deum, que se bao de celebrar na
igreja do Carino no dia 25 do crreme.
Dilo ao i n- pcclor da Ihesouraria de fazenda.-Trans-
miti a V. S., para os convenanles exime-, es copias
das actas do couseiho administrativo par fornaci-
menln do arseual de guerra, datadas de 12 e 17 do
correute.
Pilo ao jiiiz de diriilo interino da comarca do Li-
moeir. Pelo sea cilicio de 20 do correute, fiqaei
rerto de lerem fui lado os Irabalhos do Juty riesse
tormo, qoe r.meraram no dia 7, tendo sido sbmet-
lidos julgamcnlu nove pmcessos, eainprahei.dei.du
8 reos, os quaes foram coudemnados seis a tbsolvidos
dous.
unho
via-
oi
e o
-sa
quanlo toi dous primei-
ros, e ao juiz municipal da primeira vara quaulo
ao lerceiro.
Pito ao hachara! Jos Maris Freir Gameiro.
Pelo seu oflmo de 11 de junho proiimo pastado, -
quei i.ilerado de haver Vmc, ..'aquella data, en-
trado no axereiciu do ar comarca d.i Boa-Vista, para onde foi removido.
Communicou-se ao inspector da Ihesouraria da fa-
zenda.
Pilo ao juiz de paz presidente da jonta qualifica-
dora da freguezia de Grvala'. Alm das coplas,
qu acompanharam o ofricio dirigido a esta presi-
dencia pela junta qualificadorada fregazis de Gr-
vala', campr que, na couformidade do aviso da 15
oe marco de 1S47, seja igualmente remeltida a co-
pia da acia dus trabalhoe da mesma jnnli, que pre-
cedern) o ah.lamento dos votantes : o que declaro
a Vine, alim do qua satisfara esla exigeucia.
Pilo a cmara municipal do Bonito. lindo a
juut.iqoalificadora da frgaeiia de Grvala' conclui-
do todus os seus irabalhos no dia 9 du crrante, eon-
vem que a cmara municipal do Bonito, na conlor-
midade dos avisos do 1.a 32 da feveroiro de 1847,
e de 7 de joubo do meemo anno, d as providen-
cias oeceisurias para que se rena o onselho muni-
cipal de recono no dia 12 de selembro prximo
mu loara, sendo convocado e snnuociado por edi-
laes com antecedencia de dez dias, pela forma qoe
nos avisos citados se prescreve. Se porem algom
moviuunto imprevitlo obslar a renniao do eonse-
lho, no dia 12 de selembro, devera' ella cfTsiluar-sa
na domingo man proiima que for possivel, depola
daquelle di. Communicou-se o juiz municipal
do termo do Bonito.
Portara.U presidente da provincia, allendendo
ao que Ihe iequaru Antonio P.nieiro da Palma,
escrivo e tahelliao do termo do Rio Formo, re-
lolve conceder-lhe 30 dias de lieenca a contar do
da 7 do crrenle.Comman-.cou-seao juiz munici-
pal do Rio Formoso.
Pila.O presidente da provincia, em virlnde do
artigo Hua lei provincial n. .ii de 21 de junho
desle anuo, ordena pruvisont mente o seguinle :
Art. 1. \ cas, dos eipostos sera' regida por urna
supenora autiliada por 4 irmdas de earidade.
Arl. 2. A' sopariora eompetem as altribnicnai
mareadas no arligo 25 do regulamento d 25 da fe-
vereiro de 18i7.
Arl. 3. pj usino e edoc-ira dos xpostos seii
encarregada as inn,"as de candado, sob a direcsao
da supenora.
Arl. -i.o Fieam abolidoi os lugares de rcenles da
casa dos eipnslos c revogadas as dieposc.des do re-
golameuto em contrario.Communicou-se a' admi-
n-sircrau gra| ,|oj estabelecimenloi de ciridade, se-
commei.Jando-te que desse pesse saperiora no dia
20 do rurrinte.
Expediente do secretario do governo.
Ollicu. ao juiz di direilo da comarc. de Pajn' de
Fieras.S, Etc. o Sr. presdante da provincia man-
da acco-ar a recepto no ullicio, que am 2 do cor-
rente, Ihe dirigi V. S. conteudo as informareis
exigidas por circular de IU d abril nllimo.
Pito ao commandante do presidio de Fernando.
O Esm. Sr. presidente da provincia insuda acensar
receb.dii o olTicio, que V. S. Ihe dirigi em 28 de
iiniu ultimo com o eonhecimenlo dos gneros a
inaisobjei-los remetlidot na escaoa Eduviges para
firnecimeiilii desse presidio.
Pito an presidente da cun in mani.-ipal da Cal.ru-
bo.S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
acensar a recepto da oflicio, que V. S. Ihe dirigi
em 28 de junho ultimo, participando ter mandado
publicar no dia 1 daquelle mes o. edital convidan-
do os supplentas ..orneados do juiz municipal dessa
termo para prestaren juramento, conforme'as or-
dens de S. Esc.
Dito ao commandanle do destacamento volante da
comarca de Flores.(I Exro. Sr. presidente da pro-
vincia manda r, nimunirar n V. S.f em resposla ao
seu odieio du 1- do crranle, que Iranimillio a Ihe-
souraria provincial, para o fim conveniente, as rela-
rOee em duplcala dos* vencunantos, que no mez de
junho ultimo perceberam aa pracas dajguarda nacio-
nal destacadas nessa comar?a.
20
Officio ao marechal de campv commandanle da
armas interino.Pelo oflicio qua houtina me dirigi
V. Exc, sob ii. iUO, fiquei inteirado de que das 100
le prel. que dav.am vir DI
o recroiamenio, mas l-mbem quanto a tornia do res-
pectivo proceso.
Ann rispondo eo officio, qne n:e dirigi Vmc.
em 12 do correute pedindo eiclarecimenlos acerca
desle objeclo.
Pilo ao dilo da comarca de Tacaralu'. Picando
inleirado, pelo seu oflicio de lli di juuho prximo
lindo, de bavar Vmc. requisilado ao comnisndanle
superior da (guarda nacional da comarca de Flores
um destapenlo de treze praras para manler a or lem
durante a Matas) do jory desse lermo, e os Irabalhos
da correiro, qua devem principiar am 2 d agoslu
prximo vindouro, tenho a declarar-lhe qu approvo
esa deliberar,lo.Communicou-se ao rsferido com-
mandanle aup-nor.
Pilo ao mesmo. Accuso recebido o oflicio, que
\ me me dirigi em 1 de junho ultimo, commnni-
eai.do-me haver o bacharel Cesar Oclaviauo de Oli-
veua entrado naquella data, em exereicio do ea.go
de promotor publico dessa comarca.
Dilo ao memo.Pelos seas ofiieios da 21 o 22 de
man. ultimo, liquii cerlo de que por Vmc. fura Ho-
rneado o cidadao Francisco Cavalconli de Alboquer-
que para servir inlerinaiileute o cargo de promotor
publico desa comarca, por ter cooelado oflicuimen-
te .. rom n;.i i do elleonvo bacharel Jos Mara Krei-
re Gameiro Jo.iior para a romaica da Bia-Vi-l...
Pito ao juiz de dir.to da comarca da Boa-V.sls.
Acensando recehdo o ollicio, que Vmc. ina ditigio
rom oulro do delegado desse Itrmo, cabe-me dizer-
lue que aquella auloridade deve parlicipar ao cfiee
de polica as oceurrenriai de seu dislncto a nao a
Vate,
ii, li nu ,^-b.i sllocadi. Tofo ada sau iiitahida
pelos pastos da Mr. Pardrizel, o M. Desirme s?sue
de longe, Quando ando, ello anda ; quando piro,
elle pai... Klle n: ousa approximar-se de mim, e
agradeco islo ao t, (.loe Ihe dira, cu (.toe na
o uno, e que adoro nutro hnmem I i/er a desgra-
na di um humen, de bem. laoear a perlurhac.lo no
gremio de um i laiinlia unida, eis o qua nao me are-
lo roaolvar. I'.nlrel.inlo, senhora, o amor lurna-mo
Ornall Para curar-nos a nos meraos, nao devenios
causar mil tortura aos oulros. Tenho querido tur-
na, -me uamoradeira por um momento para desper-
tar o amor de M. Perdrizet ; tenha respondido pu-
blicamente aus requebros de M. Pesir, alim de que
Mr. Perdrizet o re. arasse, ou quando menos qne a
noticia chegasse a' seus ouvidos M. Perdriztt te
lem rooslra lo indillerenU a tato ; conserva saa im-
passibilidade ; esta' semine alegre, sempre amavel
junto das inulheret ; parece que nem apercebe-si
do ferro em bra/a que me qneima o corac.no ; elle
u.io quer mal a Mr. Pesr ; nao he zeluso, nao me
ama, nem uunra ainoit-me O que fazer, senhora '.'
Ilago-lhe que me i acoasell.e.
Madama de I.. llnnlarie ergueu os hombros em ig.
nal de iinpossibilidade.
Pilo ao mesmo.Pelo officio qae honlem me di-
rigiu V. Exc, sob n. 191, com o do lente coronel
cnun.in laule do 2' batalhao d* gaarda nacional
aquartelado, fiqoei cerlo de que a forc.a de 238 pra-
cas do referido hji.ilh.'i, sendo sufficienle para o ser-
vido, dispensa o auxilio de mais contingente.
Pilo ao mesmo.Sirva-ie V. Exc. de dispensar
do aquarlelinento o cabo do 2- I alalliao de infini-
tara da guarda nacional desle municipio, Joao da
Peos Eufrazio.Communicou-se ao commaudanle
superior da guarda nacional desle municipio.
Pilo ao commandanle superior da guarda nacio-
nal desla municipio.Em addiiameulo ao meu olli-
cio .le hontem, remello a V. Ese. o incluso reque-
rimenlo do reverendo provincial di Carino Ir. Jorge
de Sania Anna Locio, efim de qoe, nao haveudo
inconveniente, sirva-se V. Exc. dr mandar qoe o 1*
batalhao de infantaria da guarda nacional do sea
commando superior assisla a fesla da S. Vieanla
Farrer, na forma pedida.
Pilo ao memo.Peferindo o requerimenlo do al-
ferea Manoel Csncio Pereira dos Santos, auloriso V.
Exc. a in ni I ir psssar-lhe a guia, ce que traa u art.
45 do decreto n. 1130 da 13 de marro de 1853, vista
ler elle mudado a sua resideucia para a capital do
provincia do Para'.
Pilo o eonselhairo presidente da rilaran.Passo
por copia i mo da V. S., alim da que le sirva da
lomar em considerado, o oflicio qoe me dirigi o
marechal commandante das.armai, sob n. 'i'. acer-
ca Ho julgamenlo do soldado do i- batalhao da in-
u-'.j podara laze-lo, minha cara menina : poseo te.
ceb;r aqui U C01.fidinci.it d.l tita unanla para co;;,
elle, mu nao qnereria servir de auxiliar em uraa al-
li.-n i que a sociedade nao a inulto.
Quanlo ou desgranada exelamott raadame-
sella Miruy desfazendu-se em lagrimas. Abandona-
da pelo mondo, repillida par aquelle a' quem ainrs,
exposla aos maos juizos de Mr. Gibsiier ; sam pa-
reules, sem amigos, nao conlava sena eom uui.t
pestoa, a esla me repelle, a f.co su com meus pe-
zares 1
Minha chara menina, n3o se deixe vencer as-
sim pela dr.
Nao son eu s mais desgranada das mulheres ?
A mais desgranada, toruou madama de la IJor-
dri, nao crea que o seja, ollie em Ionio de si, o
ven' sullriiuenlos qaasi diversamente bem amar-
gol.
EalM palavras foram ditas com lai accento qua
madamesella Mirov ficoo surprehendida olbou pa-
ra a viuva. As lagrimal railatn brotar lagrimas ; a
confidencia na pez'es occullot daipetlam pezaree a-
donnecidus : a. mullierc- deivam-e -empre .irrasl.ir
com sigo torrente de lagrimas. Purante a narraran
la pobre abandonada, us palpcbras de madama*de
Se a menina quizeste fallar .. Mr. Perdrizel, la Borderie liuliam mudado d* forma, e d cr, in-
iiiiui.u Mad.nnaselle Miroy, eaber u que illa
penis quaes a3a saas iulenrc*. para o futuro, Al. '
se rlese ra..s-e, eu morrena.
Mr. Pardrizel nao cuija em casar-se, disso a
viuva.
Ela' cerla dislo, senhora '.'
Tal como o conhero, dissa madama de la Bor-
derie, con. sen carador impassivel, sua naturt/a io-
cl.adas pelas agilaroes interiores. Un. circulo roxo,
numen.as veas azuladas como ram.nhos d auio-
r-, iinham-ie deseuhsdo em roda dos olhos, e ap-
partMiem mais vitanieule pela pallidez geral de sua
phisionomil. Madama de la Borderia liuha lomado
asmaos de madamesella de Miroy, e esle imples
cornado revelara profundas einoces. Madamesella
Miroy lirn admirada da alternativa da calor, a fri
.Upan I-ule, Mr. Perdrizel s lomara' velho solleiro. : qua se pasaava u'eilas mSos, seudo ella substituida
Elle nao foi feito para ler os gozos de familia, ueii. por urna K-i.luia febncilai.le, e depoia por um suor
mesmo os comprehenderia. el cial, cuja variarao repentina ,luuun:iava Dmci-
Oli '. lano mjlicr I
exclamou madameselle
Mirov.
Olanlo a' interrogj-lo sobra saas iukin. et au
lado da muleitia.
Esta' iiicommotada, senhora '.'
Madama de la liordatia (* om gesl.) qua ilg


DIAKIU DE FRKNAMBUC TKKCA FEIKA o DE AGOSTO DE 1858.
Untara, Joaquim Aiiloiiio Kavier.Comraunicou- |
se ao lomrnandanie dat arma-.
hilo ao comii.andanle da ii\ i-.i.> naval.Sirva-se
v S. de dii mas ordeui para que no ltale l'ara-
hibauo sej un lercbidns cun 1 rlino ao prendi de
Fernando os sentenciado a cales per peinas, Jos
Fibrilla (jone, Joaqun lia, lela di Silva, Areeni*
Catar de Mello I! i rulo, l.udimrn Jos Carlos, JaO
Juio do ISitcnnenlo e Jlo Jote da Silva Serra.
I nnnunieou-se ao chele de polica e coriimandanle
da presidio de I .'ruando.
Oilo ao inspector da Ihesouraria provincial.
Maule Vine, adiaular ao lliesoureiro do esltheleci-
meilla de caridade, Jote Pina I-'erreira, a quautiJ de
S:Jri9u;iil n., para s despszat (altas noi rnennoi et-
labeleciiuetilot.Commtiiiieou-ee a' adiniDiilra(ao
or .i 1 fio* eslabelecimeutos de raridad?.
Hilo ao iospiclor do arsenal de marmita. Corr
*-le l.ioi apretentar a Vroc. um eaiiola coro objec-
lot, que vieram remellidos pelo cnsul oral do
Itra'il ero llruvellas com os operarios coulralados
pai i t'ise arsenal.
Hilo ao meuno.Mande Vmi\ forneeer ao bhgoe
escuna \ogii, e ao hiate P.mlubano, algumas
lorquelas de Ierro, que seo precitas para os escale-
les deesas navios, secundo me deelaroo o commau-
dale da estaclo naval.Coinmunn uu-ie a esle.
Oilo ao roitmu.Pelo seu olicioi de hoiilem, sob
n. 185, liquei lolerrada da sa acharen) eio servido
ueste arsenal rnais qualru uperarlos, contratados na
Blgica, e viudos no navio hamhurguez Anua Ca-
Ihiriua.w
Olio ao Or. Jlo Jos Pinlo Jnior.Pelo en of-
liciu da lioiilern, liquei iuliirado de haver Vine, iu-
quella dala eutrado no exercicio do Cargo da pnmei-
ro sgppleote de juiz muuicipaj da segunda vara do
termo do Uccife.
Oilo ao bacliarel Francisco de Paula dos Sanios
Alleluia.Kecebi o seu ollicio di lioutem, e liquii
eerto de haver Vmc, na quatidade de primeiro
supplenle, entrado no evercicio da vara de orphaos
do lerino do Kecile.
D.lo ao director interino das obras militares.
\ islo o qoe Vmc. declarou-me ein seu ollicio de
hoDtem, sob numero :3i, lenho a dizer-lht qoe
mande fazer a obia precisa na fortaleza do Brum,
de conformidade com o aviso do ministerio da guer-
ra de l'.l de juuho ultimo, llvenlo ser-roe eominu-
nicada a conclusdo da mesma ubra.Commuuicuu-
*e ao commandante das armas.
Dito ao encarroado da gerencia da companhia
Pernainbucana.Pode Vine, fazer seguir amanhaa
para os porlos do sul, o vapor Persiuonga,). a' hora
indicada em o seu ollicio de honlem.
Oilo ao couiellio administran., para fornecimen-
menlo do arsenal de guerra.Kccommttido ao cou-
selho administrativo para foruecimeulo do arsenal
de guerra, que nos termos do regulniiieulo de 1 i de
dezembro de 1852, compre os ohjeotos mencionados
uos tre< pedidos juntoi.Conununicou-sa ao inspec-
tor da Ihesouraria de hienda.
Portarla.O Sr. agente ra enmpaiiltia brasileira
dos paquetes a vapor mande dar pa*iagem para a
rorle, em um doa vapores da companhia, a Joo
Kapnsla Paes Brrelo, haveudo lugar Vago para pas-
sageiro de estado.
OitO Sr. agenle da companhia brasileira de
paquetes a vapor mande dar passagem, para a pro-
vincia da llallis, por conla do ministerio da guerra,
no vapor que se spera do norte, ao soldado do no-
no balalhao de iufaniiria Antonio dos Sanios Fer-
reira.Kemelleu-se eila portara ao commandante
das irmas.
DilaO Sr. gerente da companhia Pernimhaca-
m expela as suas ordens p.ira qoe, no vapor oPer-
sinongao sejam transportados para a piovincia das
Alagoas, por parle do chefe de polica, Joaquim
Franciico Nunes, indiciado em erime de morte na-
quella provincia, e doas prac,ae do corpo de polica
que o vlo escoltando.Communicou se ao chele de
polica e ordenou-sa ao commandante do corpo de
polica qoe mandaste aprestnlar riuas pravas.
lletermina que o Sr. capelln que oalivor de se- | nao pnde-se em Goiuona repousar sem sobresalto,
mana no hospital regiuienlal comparece diariamen- dormir com descaiieo ; poil apenas escurece, eaaie-
lo nn cslabelecimento em ncosiau que o respectivo {amos sinlos > as anciedadit, comando cada um
Se facultativo lirer a vinta dos itoeules, aliin de com ser atacado, e cerlo da qoo ni taes arerlns su
preitar os ocrorros espiritoaes a aquelles dos en- lera' os recursos que o ptopiio animo e a occasio
fermos que os reclamaren), on houver delles preci- Ihr ministraren!.
sao. Foia deia sceusllo, se ligan enfermo naeoH- Este estado do falla do securanca de pro-
lar da taes torenos, n Sr. facultativo de da olli- { priedade nilo deve passar desipercehido, a nilo pode-
ciara logo ao Sr. capelina 'le semana, que sin per- inos portadlo deixar respomabllitar a polica dalli
da de lempo ira ao hospital cuniorir com ese dever,
como se arha deleiminado nos srligm T.l e 8t) do
rrgul.imento de 17 de fevereiro de 1833- '' I1'''1
que uo luja fall, o Si. capelln deixara' no hos-
pital urna nota de sua mora.'.i.i, ronlendo a ra, o
numero da casa, ou o lugar onde deve nr procu-
rado.
(Assignado.lFrancisco Sargia .le Oliveira.
Conforme.Horacio de llu-mao i.orillo, alteres
ajudante de ordeut tnrarrrgaJo do delalhe.
PIBatAMEnCO.
PAGINA AVULS&-
Hit dat, guis cito daC. Ha por ah muila
gente e.mutua io nomiii* e em pura Iheoha.
Para eie. a caridade he un ebstraccilo qoe, cuino
pura idea abslraela, em quanln no dominio da Idea.
Ihei merece o manir reapeilo e tviiipellna. Mu em
se tratando de passar paro acrao a Iheoria, ei-lus que
ja se esquivan!, ja e uegam, lo por m se furlarem
ao cumplimento do preceito, qua cndeotavain.En-
tre luis ha inultos qoe attim procedem, lia inultos
que sao caracteres r-timevi. e generoso e ao mis-
ino lempo miseraveu e blllo* nal acce.>s co-
nheceraos um pobre 10050, oueado de familia 1111-
merosissima, que hoje, dimitilo da um intimo lu-
gar que oceupava, se ve reduzido 1' miseria mal
extrema e asi* a' braeai com as mais all ctivas 00-
cessidades. Sem prolerrDo, deiprovidc de recursos
e desprevenido de meios, o pobre rapa/, nao pode
obter onde ganhar hunrusamenla o pao : o a-stnta
por fim socrorrer-se, nSo a' caridaie publica, mas
seos ami.os, alleiruados a conhecidoa a quem in-
voi-e como seos protectores. Conipiehende-se fcil-
mente o acanhameulo com que a eile meio desal-
vai;3o se soccorreria o nos-o desifotlouado ifleljoi-
do, que seinpr se houve eteinplarmenle em mas ie-
la^Oes, honiaudo-se pela su > prohidade e Inlolroil.
Ein qoauto se Iratava eram de qu.ilqoer valor, foi-lhs bem fcil grongeai
um numero hallante crescido, cujas prealar5ei Ihe
d.'veriam bastar para remir as 111 ce.-ida les mais ur-
gentes, que n toiluravam. lodos se nioslravaiii Ir
alanosos em se insrreverein nessa lilla de homens
geueruso, e o I mam sem repugnancia, evitando alo
que le lhe derpeitasse, ao pobre infeliz, o ac.nilii-
lueuto muito natural a quem pede e inonn quem pede pela primeira ver. Bopoil mudou-se
coiiiplelamenta a scena. t) Infeliz inoro comee >u a
arrecadar o importo da luhscnpr.io, e um uu oulro
apeuai lhe atuav com aviltanie desprezo o bolo
0.1 caridade. Oe 1709000 a que monlava a subs-
erlptlo, apenas se poje apurar 169000 !..... Sao a.-
(im os ir.-,, caracteres enerosos !
Detpotltmo tenharil. Proprielarioe I1.1 que
1.1o verdadeiros senhores de seu peqoenos
leudos, e que impem aos^iohres inquilinosde
uas cesas os devaret dos anligos vassallos da meia-
idade All qoerem ier res pequeos ; a se o iu-
quiliuo se indigna, ou irlo Ibes quer reuder o tn-
buto da vaisallagem, ja se o pi pela porta afora !
\ rm aqu a pello um laclo rcenle que se deo ah
para certa rui e com cerlo primeiro andar.Primus
aluga um sobrado aSerundoipor OJOOO men-
sae, e como nao pode ollerecer fiador, da' por cau-
(So 20^tKKi, que terao o perpeloo liador em
qoaulo lor regular em seu pagamento. Oa'-se, po-
rm, quePrimal nao pasa um mez adianlado, e
em chegaudo o da 31 da'
seguido
1 13DOO oulro nfo deve ser.
ICK5OOO Ni~10 Sl! Pode Prpsum'r *'C1 nos locu-
vi"to que ha ralbado a' sua miisao toiliva dos direi-
tos do eidnlSo.aSe velando ntlls como lhe cumpria.
nein prt\ ruiiido 1,1o reiterados iilaquei dirigidos con-
tri a propriidade. .Nao lhe devendo ser eilraiihos
seroelbautes facloi importa-lita indeclinavelmeote
a respectiva aveiigoir.Ao, assim como oulrae medi-
das tendenle a' preveni-loi, 1 ao diixando de or-
denar rondas a uotras providencial eflicazes, que
desfacain a Impressilo de medo que acabronha 01 es-
piriloe da populado iiioHonsva. A indilleren;a na
auloiidade he a innrte do dirrilo dos ndad.iin ; e
quando a le lhe concedeu allribaifei e pos es ar-
mas a' sua dispoiirao nflo foi aenSo para que empre-
gaise-11 a bem da aociedade, 1 nao coDservane-ai
pelo contrario na inaeco.
'racmenlo do cadeira di frontes do collcgin
das arles.t) Sr. Or. em medicina Candido Jos Ca-
lado Lm 1 I 1 nomeado profe-or di cadeira de flan-
ea! do curso preparatorio dcta faculdade, cadeira
qoe ha 1 nuco lora poeta em coucurso neila eidarie,
* para a qual liana concurrido 0 rilerido Dr. Can-
dido.
I.olrria.lloje rorrem as rodas da segunda
parte >ia vigsima lolena em beneficio do Ihealro de
Santa Isabel.
Mortaliladrn dia .1 de agut.
Joanna Bapnsla de t)li*eira, paida, soltaira, 5'i an-
no, hxdropisia.
Semiana Estelila do Sacrainenln, parda, casada, 10
anuos, h\ iro| 1.1,1.
Antonio, prelo, soltern, e'cravo, .V> annos, chlorare.
Luihelina, branca. 6 annos, pueumonia.
Carolina, branca, 1 anuo, fehre intermitente.
Maria Antonia Leocadia Soares, branca, casada,
."tli anuos, parlo.
Joaqun), brinco, (i annos, bexisas.
Soldado Manoel da Cruz Alves, prcto, Mlleiro, 38
anuos, Vsriolas.
Padro, prelo, scravo, sellairo, i8 annos, scirrho.
Joaquim, branco, \ mezes, inllrmmaeao de inl?s-
tiuos.
Al amanhiia.
dem >. Jiisri Pinto de Magalhflees,
rata terrea, arrendada por. .
dem lili. Jo-o Itiheiro di Silva, can
lerrea, arleudada por......
dem .'>. Francisco Concalve Cabo, to-
brado com duat lojas e um indir,
arrendado por........
Mein 7. Joaquim Joi de Mello l'i-
ni'ntel. obrado com ama loj a um
andar, arrendado por......
dem 9. Ordem lerceira du Carino,
casa lerrea, arrendada por. .
dem II. rsula Maria das Virgins,
can leirn, arrendad! por. .
dem 1"). Antonio Alves di Fonieca,
casa terrea, arrendada por. .
dem 19. Francisco Jos Oas di Cada,
casa lerrea, arrendada por. .
dem SI. Mana Joaqoiua Machado
Cavalcanti, sobrado com orna loja
done, andares, arjendado por .
dem 99. Amonio Flix dos Sanios,
casa lerrea, arrendada por. .
dem 35. Firmino Moreira da (lela,
casa lerrea. arreDdada par .
dem 117. Irmandade de S. Pedro, casa
lerrea, arrendada por .....
dem 39. Viuva e berdeirns do Mr-
quez do Heeife, eaa lerrea, man-
gada por.........
Ileui 7.1. .!.,.. {iiiin Uancalves Calgido,
lata lerrea, ai leudada por .
Triveui do Serigido.
dem ?. Vinva e berdeirus de Ait, -
1110 Ignacio da Roa, cata terrea,
arrendada por........
dem 7. Mana do Amparo Borges, ca-
sa lerrea, aareiul da |inr ....
dem l Antonio Maroel de Campos,
ca-a Ierren, arrendada por.
dem II. Manuel Itiheiro da Cunlia
Olive ni, rasa lerrea, arrendada por.
Idnn |:t. Viuva e herdeiros de Anto-
nio Ignacio da Rosa, caa terrea,
arrend ida nir fu imwi *----------------*------**-u-"mn*-cics, iwji''fc.wo
Prime,., -eccao do Vomaiid; provincial dX-| *J?.-J ^"VuZ^f0 ,1'u clu" "P"liC
namboco, 3 de AgMto de IS.-*.-0 lanc.dor, JoAo Pe,0tf>.r,ir-l,,,?e.'1.e. "l hoJe-
reslrictamenle, porqun acho quo. intrpido com a dignidadee verdade que mi he pro
' pria, ainda contra miro.
F. F. F. F.
metilos antes da rubrica do director, ncm
mesmo que sejam viciados quando sio ru-
4I000 brica.los ; porque depois disso elies sSo
cximinauos por um empregado da ihesou-
raria provincial, que toma coritas monsal-
3209000 mente ao tliesoureiro.
Mfinma 0^*, dePois -IOCSJ nj lpm I1J(ja ma|( (ic fer com ^ H15OOO seaAo de "otar que essa rubrica que nelles
apparecc heum alvitre do director (\> co-
I2O9OOO mo meio de cautella e inspeccjao, pira saber
se os pagamentos andam, ou n5o, em dia,
M9000 e se s3o feitos regnlirmente, nssim como
para ter conhecimento do material que en-
'ii-Ono lra par* as obr,s e do pessoal ncllas em-
, pregado. De modo que sendo a maior par-
1929000 le lalvez, dos pagamentos feitos fora da re-
partirlo, e em lugares diversos o atristados,
150JXKKI; as propnas obras, n3o pode haver exacti-
dao do que Vmcs. dizc-m, islo he, que os
HW90O documentos s3o rubricados antes de irem a
Ihesouraria, ou antes de seren pagos Isso
I 10*000 n3 he regra Por1uc director nao pode
ordenar que nao se paguem documentos de
Oila O Sr. igcnlo da companhia brasileira dos e,m "anoo o da :il da' apenas ao douo da ca paquetes a vapor mande dar passagem para a corle, I1"* 1HI '* loando na opiniflo deete divil dar 409,
por conla do mini-lerio da guerra, no vapor que se |
espera do norle, aos cadetes segn lo sargentos Tilo
le Souza Cannsao e Augusto Fredirico de Carvalho,
bem como 10 Cabo de etquadra Mnoel de Paiva J-
nior. Kemetleu-se esta portara ao conunan lante
das armas.
/ rpediente dn serretario do gocerno.
Officio ao chelo de polica. Por despacito desta
dala, aoloriou-se a Ihesouraria provincial a pagar,
a' vista dos documentos que vierim aiinexos aos olli-
eos de V. S. datidoi de bontcm, sb os. ti'.ts e li'.i'.l,
as despezas feilas com o sustento dos presos pobres,
nao so da radeia de Po d'Allm, de julho do anuo p.
p. lie juuho ultimo, mas tamhem da de Flotes no
sendo melado do niez que ia correr. Nasce daqui
urna altercado, e be o resultado sabir no meiriio da
da casa o noiso Primos despejado pelo S-
condui sem lhe restituir entretanto os seus 209,
que eram apenas urna ciurao, um penhnr, e ao qual
neuhum dtreilu Imita Secundo.-.Pnmus e Se-
cundosquere.u dizer, como ee v oulros nonili,
que sao por agora figurados e enroherlos BMiegie-
dos da lalinidade, mas que depois .rao publicados
in externo icoilo for restabelecido o direilo.
.linda mal tltgoai He grande e immenta-
mtnle numero-a a caterva dos linguarazes. Acoi-
la-ee um COTliCO (testas abelhas vesperinas em
certa loja dobllheteidl um pateo....... e o mais be
citado mez de |onho, e bem amn com o forneri- 1"e '"' 10e ver aquello e-labelecimenlo de banhos
ment de luz pira o quarlil do de-lacaineulo do ul- 1 D*10 Carino !....
limo daquelles termos : o que cominuuico a V. S.,
da Ordem do Exm. Sr. presdanle da provincia.
Otto ao secretario do ovnij da provincia da Ba- I
hia.Com o cilicio de V. S., datado de l do corren-
CONSULADO PROVINCIAL.
Continuadlo das alteratjoe* li'ilas no lan-
ramento da decima da (forjuezia de S.
Jos que lem de servir no anno inan-
ceiro de 1858 a 18011, pelo lanrador
Joao Pedro de Jess da Malta.
Una da Atrampe*. >.
N. 2. Racolbimonto da Conceirao do
(linda, cata lerrea, arrendada por ltiS^XMI
dem 23. Fortnala Fredovinda da
Conceir,V>, cata lerrea, arrendad!
por .'.......... 1'.SIMIO
I Je 111 i. Joaquim Pereira Arantes, ca-
sa lerrea, 1-1. I : I r .... 1449000
dem (i. Irmandade das almas do le-
nle, ca>i lerre, arrendada por 1389000
dem S. Or. Fiancisoo do Souza Cime
Lima, casa terrea, arrendada por 1i,nni,ih
dem 10. I.oiz de Franca da Cruz Far-
reir, casa terrea, airendada por IH29HOO
dem 18. Vinva e herdeiroe de Jos
Oiogo da Silva, casa terrea, arren-
dada por......... 1209000
dem 20. Irmandade do Santiisimo Sa-
crameuto de Santo Antonio, caa
lerrea, arrendada por..... lbatiOO
dem 22. Mariana da Conha Teiieira,
casa lerrea, arrendada por 120JO0O
[don36. Orplulo .lodo Itodrigues Li-
ma, sobrado com lima loja e dona
udares. soblocado por..... i --......
Mnn iO. Antonio de Azivedo Vi,-
laronco. cata terrea, arrendada or 1449000
dem 42. Marcelina Franeiica da Triu-
dade Pereira, casa lerrea, arrendada
por .......... 1689000
dem 11. Manoel Joaquim da Silva
tlraiiteiro, ca-a lerrea, irrenda a
por........... 1929000
dem til. Francisco de Paula Pires Ra-
mas, cata lerrea, arrendada poi 1449000
dem s. Joi francisco de Paula Ra-
mos, cata teriea, arrendada por 1209000
Idnn 54. Or. Pedro Itezerra litlir.i 1
de Arauju Pereira, casa lerrea, ar-
rendada por
obns fora da capital, por cxomplo, sem a
sua rubrica.
Me dillicil expor por cscripto todo o
processo dos pagamentos. Se o fizasse tor-
ner-me-hia extenso de msis. assim ; o
meio melbor e mais seguro de conhecer-sc
a verdade pira quem quizer conhece-la, e
nSosevar inimisades, ho aceitar o convite
que Ibes faco po dia o hora que Vmcs qui-
1203OO0!'rem. eu Ibes darei todas as emllcacGes e
esclarecimentos, mostrando-Ibes todos os
iancamentos, lo los os baloncetes, registros
I449OOO
969000
969000
969000
Pedro di Jess da M 'lia.
Novo mno de ed.firar un ttr tarrano.-Ba um ,dem :,, lniianaade d Santisiimo Sa-
sucio tiesta cidade, que por torra entendeu dever
fa/er casa, anida mesmo nio leudo terreno para is-
lo; e ueste intuito nao duvidon apossar-se de um,
le, icceb oro etemplar do regularoento dessa secre- "u ""ra da Esperanza, onde deu comer a
taria e multo lhe agridero a boa vnulade com que *ua e,llcai;ao. lie em verdade o cymsmo levado
sedisnon satislazer a minha requisian. *ul1 rn,'s al,a dynamisarao que nm iiidivnloo qoa'
Dito ao dito da provincia dat Alagan.Accusan
do a recepcao do oflicio que V. S. me dirigi em 6
do eorrente, com um etemplar da rolleefia de leis
provinciaes, na qual te aclis o regulamenlo da se-
quer, sem ler ao menos um Ululo de oricem ou for-
ra ronleslavrl, se arroje o' nm procedimenlo de lal
qutale nena cidade Mas, cnnsta-nns que lhe sa-
hiram ja a' embargos respectivos juuiios ; e attim
cretina de>n provincia,cabe-meagiadecer a prurnp- ,fr,nl" a* v*-'n seranear a casa, para ir assenta-la
lid.lo com qoe se dignoo sati Dito ao commandante superior da goarda nacio-
nal dot municipios de Ondi e lguiirassi.S. fcic.
n Sr. [ire-i lole da provincia, manda declarar a V.
S. que auloiisou o intpector da llie-ouraru de fa-
>ea la a mandar pagar, como V. S. solicilou no seu enorei circomslanna
ein oulro lugar que esleja mais o pro deielicli .
al que ache quem sobre a a-rao tivel, lhe Intente a
criminal, de que se faz credor'o leu proce lmenlo.
Aeompanhareinos esta qnesiao em todos os seos in-
ddentei, para delles pormos o publico ao fado nos
ollicio de 19 do crrante, a importancia dos venci-
meiitoa das pravas destacadas do nono balalhao de 111-
laiitaria da guardaitacinnal dedlinda, relalivamente
ao mez de maio e junlio ltimos.
Oilo a administrarlo geral do* eslnbelecimenlos
de caridade.S. Eic. o Sr. prndente da provincia
manda accotar a recepcao do oflicio qoe lhe dirigi
a adminislrajao geral eos estaheleriuienlos de cari-
dade, cm 22 da crranle, com o halanco da receila
e despeza, verificado di abril a jando'denle auno,
hem como o mappa do moviroeuto dos ettabeleci-
inenlos no referido lempo.
Oito ao inspector iulerino de siurlc publica.Oe
ordem do K\m. Sr. presidente da provincia, com-
rnomco a V. S. que, por despacho detta dala, aulo-
ntoo a Ihesouraria de fizenla a pagar ai de feilas com o nosptiil da tlha do Pina nos seis alli-
mos dias, em qoe elle etteve aherlo, segando consta
Novo dr taba fu.Cnntim-nos que havendo na
Boa \ista, em casa de familia nm diverlimenlo
n'uin uestes ltimos dias. e para elle nao sendo con-
vidados nos vizlohoe relacionados na menina casa,
assenlaram *m dirigir iusullos por despetlo aos con-
currentes, e mais larde em iiremoanr pedras para
dentro da casa, aponto de aleiiem sabir fertdo n'uma
perm. Or, eele proceder he indigno ; nao essen-
ta por eerto ein quem se prisa, e que nao quer ser
aferido pela hilla do moleque. Relliclain os vizi-
nhos nlllo, e denem m oulros com suas folgancas ;
poique si um os nao convida, oulro llavera' "que
nao deive de considera-los.
O Sr. subdelegado desta freguezia. Iemof
eciencia de que o Si. Villar., foi pressuioto em pro-
videnciar areica da noticie, que demoi, relativa ao
cortiro qce ficu pelos fundos do quarlel de polica.
Coinpraz-nos ver que nao sao uegligeiiciadas as nos -
dat folhas e conla, que vierarn annexas ao oflicio de : "" reclama^ins, ruja jnsleza lica assiro reconheriria
V. S. datado de honlem.
Olio ao director interino das obrae publica. A'
Ihesouraria provincial se reivmmenduu que pague,
a' vista do competente certificado, a iroporlancia da
primeira presiacio da obra dn rehaiiaroento da la-
dura do eogenho Velho, confotme V. S. solicilou
em seo oflicio de lioiilem, sob n. l : o qoe com-
riiunico a V. S., de ordem do Eim. Sr. piesideute
da provincia.
Dito ao presidente do comedio de revitla da guar-
da nacional do municipio da Eicada.S. Etc. o Sr.
preeidMta da provincia, lendo receido o oflicio,
que ein 2 do eorrente lhe dirigi o rnnselho de re-
vista da guarda nacional do municipio da Eca'a,
i-ommuuicando haver concluido ot respectivos 1ra-
batho
alimonada, e que as aotuiidades como o referido
Sr. subdelega lo uao combinam com o delicioci-
raclenstico qui couslllue o teu meior elogia. O res-
peelivo inspeclor de quarleirao, qoe acabou de seus
incoinmodos, nao lem omitilo di igencia lamhein
no sentido de dar realisaro a'i noisat reclamaces.
lie islo om trbulo a verdade.
'apgalas.Sa Boa Visti ha ons ineninot
bem taludos, qui aniiarn trepados pelos muroe a en-
pinar papagaios. Se anida elles M conservassem nos
da da propna casa, poderla eise brinquedo passar ;
mas dus *eu pa-sarem para os dos oulros, e em ri-
ma nio peiderem uccan.lo de alnar gracinhas a es-
1110 e sem dillinjSodl pessoa, he iniuppertivel. Pe-
dein os viziohos que tai vielimai, ios queridos
mui coiidesceiidenies paizinhos, que nao perimllatn
Iflo culposa levlaodada, que pode dar fructos bem
assim o manda commumear a V. S. para su
nlelligenria, e doa membros do referido conselho.
Oilo ao presidente do conselho de qualtiiearn do aaaorgoi para o teu amor iao urefleclido, que che-
24" balalhao de infaularia da gaarda nacional do aa a" p""lu do fec|iar os odios a' una pralica pitiu-
municipio da Escada.Manda S. Esc. o Sr. presi-
dente da provincia declarar a V. S. qoe, pelo teu
ollicio de -JO de juuho ultimo, ficou inleirado de ha-
ver o constitu de qnalilirarao concluido os trabadlos
da reviso das listas do balalhao 11. 21 de infanlaria
di guarda nacional detse municipio.
Dito a' cantara municipal da Eecada. S. Eze. o
Sr. presidente da provincia manda arcu-ar a recep-
r jn.do ollicio, que em 1(1 da crreme lhe dirigi a
can ara municipal da Escada, declarando ler nnn-
dailo allitir edilaes, convidando os topplonles do
jui/. municipal desee termo a pretlarem juramento
di rouforroidide com as ordens do mesmo Exm. Sr.
COMMANDO DAS ARMAS.
l*a*rte.l cancral ao eomotaado d araias ai'
Pernaneboco Ha oidad* do Reclfo, em 3 ele
agosto de 1858.
ORDEM DO DIA N. 100.
I) marcchal decampo commandante das armas
interino recommeiida a fiel observancia da ordem
ds da o. ."> de 27 de marro de 1K.Y7 acerca dot
capellaet militare, nnmeados pan u destacamento
do presidio de Fernardo, ordem qoa foi olvidada
pelo Sr. capeilao lenle Fre llavid da Nalividude
de MejOM Senhora, quan In uliimameuie embarcou
para o dilo presidio.
nli-a-,::deiie-me. lenlou filiar, mas o suos
(e eaa garganta pareciam sollocadut pelos suspiros
qoe nao podum tahir. EntleliDlo os olhosde viuva
eslavam seot, porein Iriilee como 11 leito de um lio
111 lete. Mad ineeella Mirov, a'quem :n lagriroae
iinli.un aliviado, romprehendeu quaulo madama de
la Florderie den aoflrer por ata poder derramar
1 'punas. A viuva, para Piieobrir soa dolorosa emo-
c.i 1, tinlin polla as mane (liante ios olhos ; sentada
n"uin cadeira de loaros, em lugar da potirao direi-
lo que atleclava babilualnienle, era lie I de ver-se
que ella enlregava-se inteiraineule a' .11,1 emocao,
sem eperen{a de poder coiribale-la.
Matan.eteii 1 Miro] qOi no oauvi Inlerrom-
per o silencio da viuva, inquieta pela dr que li-
iiln-llie revelado, lai.r.v. .,s olhoe em roda do a-
poenlo, e proeu'iva, sem ah ichar, a rallo diele
sbito solTriinento. .Nada oeste rnoJrsto aposento
indiciva mi penal qoe se d;\ is.* entregir i' ai-
gum peiar. A mobba, e 01 rnalo, er un de um 1
deceoeii eiqotila ; os fonos de adotta elevado-
pelos pedestaes negro, indicavam unicainenie nina
rerla tendencia p.ra a limplicidado nos rnalos. (I
novel .ie icijo' era ile urna estricta doeaneii. 11-
quadrns nes psredei, e nada sobre a chamin, que
tesiemunliava o menor capricho pelas paenhdadei
da moda ; ahruns retratos, pendurados a' direita do
relogio, e um qoa lu qoiei cnrubirlo por om cre-
po, alrsvcz do qual os olhoi mili prespieaze. ape-
na podaran ver om perlii de hoinem. N'este ap-
llalo, onde nada lltribia villa, in nlamesella Mi-
roj ficou iiiaravilltald por cao-a d'eila relralo todo
dictal por lodos os principia..
A rom/ian/iia da lira
leve apenas lempo de di/er
cuadro eslavam encerrada! as tristezas de madama
I" li Borilene, quando esi.t labio de sen c-lado de
.ilialimenio, e scguio com os ollios a vista de mada-
niesella Alimy.
S na, disso ella, tcm-me cnmpnbundido. F.nlao
pira aliviar teu cora;ao Ido correado, foi Uvaulir
fin Coiauna.Essa .-e-
lelitrnina quadnlha de bandidos aeha-ie acampa-
uhada desde fevereiro do crreme asno, com tolos
os seus pelrecltos. naqoella cidade, onde vat dando
inuilo a sen salvo continuos c uolurnos asallados
tas casas de coininercio sernpre com feliz rebultado
para audacia que a earaclerisa. Em principios ti
procarava, e por lano tmente sublrahia a raoeda
cureme, de>piezandu at obres d'ooro ou prala o
que dava a Kismar ; mas como boje niuguem na-
qoella cidade he tao limpies que dene mais especie
alguina em seus estabelec.imeiilos, ja vai levando o
que pode e ach, 1 islo com lal afoute/a e dMlaca-
inenio que anda as roas mai. publicase em nuiles
do mais puro luar, nao duvida a quadrha ac-
commetler a qualquer casa, utu as viziuhauras da
cadea, a vista oa respectiva guarda mismo I
Oe eslabelecimenlos muhadoi sohem ao numero
de nove, e segando iiifurinacfies qoe temos, perlen-
cem elles aos Srs. Manuel Aleandre (iarria, liar-
Iholomen Comes de Alhuquerque. Manoel Joaquim
Alvo da Silva, Arminio Americo lavares de Mello,
Antonio Oommgues de Soma, Cliagas & Sanios, Jo-
s Nogaein Bul. s. Alilhias Comes de Souza, e Ma-
noel Joaqoim de Luna, havendo o do penoltimo
destes senhores p,ssado por duis lenlalivas. Alguiis
parlieulares dizem lainbem que lem presentido iba-
lirem-lhc's as portas rom violencia Nesta situaran
o crep que descobriu o seiiiblaule de un mofo di
mais alta aristocracia. Era um destes semblante!
rheios de disiimao, cojo lian/, puramente dese-
nliado, a buba loara, e 01 labio linos, pareciam
leslemuribar nula rara que liulia janteroenlc Mogol
fnncei inale/. Eila phManomia, por ana friera
diplun iin-a. nio poda iiispirtr impalbia : em ca-
da nm inco- eetavam Ineerilai CoavencOel do
mundo, ama evquisila pulidez, urna suprema lis
luirn calculada, por multo lempo aprendida ;
mas o pinler nao linba podi lo fazer pass.r elaom
raios de um corar;fto que puleatse n'etla figura L'la-
cial, de ama eiprestle niorlilicante, qoe eiilrelan-
tn pareca -einellunte apeiar de lo 'n sai nquidlo.
Ja'o peideu ? eiclamou madametelia Mirey,
que jolgoa logo que e-l peifil devia ter sidu pin-
tado na loocnladr de madama oe la Rorderie.
Sien, perdl-o ha multo lempo.
Rnllo rainoa o lilencio 110 aposento, pois mida*
me-ell 1 Miro] lemii ter indiscreta por siiii pergun-
tas. a ivivir iiiim a ddr dn vitai .
Nio o quero mais ver.disse madama de l.i Itor-
dene iltinado o crep sobre o relralo. E acrrei-
ri.'iil.in (aliando rom sigo inc-mo :
Poil que elle nao quer mais vir-me....
Madamesella Miroy, indecisa, levuntoo-ie como
para respailar 1 lembrancii da vinva.
Fique, 111111I11 chara ineniua.
Tem-ine can-alo grande mil iern o saber dii^e
ella loinau.lo-llio a mao, mas nao quero que ke re.
lire. IJuein sabe te a Pr.ivrleona nio chamen le-
la manhi para ao p de miui, para
lluiei
rramento de Sanio Antonio, casi
terrea, arrendada por .....
dem 5S. Francisco Jos Kegalo Bra-
ga, cata lerrea, arrendada por .
dem 60. Francisco Pedro Ferreira,
casa terrea, arrendada por. .
dem 64. Antonio Francisco de Santa
Anua, casa lerrea, arrendada por .
dem lilS. Irmaudade dosMartynos das
Creoulas, rasa lerrea, arrendada por
dem 70. Amaro Amonio de Kariae,
casa lerrea com mi.10, arrendada por
Beeco da Aarampego.
dem 3. Viuva de Antonio Atlonso
Ferreira, casa le rea, arrendado por
Itua da Calcada,
dem i. Monica Luisa Goorjalve Fran-
ca, lau teriea, arrendada por .
dem (i. Rila l.oorcuca, casa terrea,
arrendada por........
dem 10. Joc Lopes Rosa, eolirado
corn urna luja, um andar e sotau, ar-
rendado por........
dem 10. Norberlo Muniz Teiieira
Ciiiinar.le. casa terrea, arrend.ida
por...........
dem 42. Joo Pedroda Rocha Pereira,
casa terrea, arrendada por. .
dem iS. Joao Francisco Renie Colho,
cata terrea, arrendada por. .
dem 51. Joao Pedro da Rocha Perei-
ra, casa lerrea arrendada por. .
dem 1. Irmandade dn Sanlissimo Sa-
erimante de Santo Antonio, casa ler-
rea, arrendada por ......
dem 7. Irmandade do Sr. doeAlic-
los da igreja de S. Jos, casa lerrea,
arrendada por........
dem Ib. Irmandade do Sr. dos Mar-
tirios da igreja do Rosario, casa ter-
rea, arrendada por......
dem 211. Antonio Fetreira Pinlo, ca-
sa terrea, arrendada por ....
dem 2'.*. Irmandade do Sr. dos Mar-
lyiioi das Creoolas, casa terrea, ar-
rendada por........
dem :7. Antonio Moreira Reis, casa
lerrea, arrenda ia por.....
dem 39. Francisco Antonio das Ota-
ca*, casa lerrea, arrendada por .
dem 11. Antonio Moreira Reis, casa
terrea, arrendada por.....
dem 43. Joi Virissimo dos Anjos,
casa terrea, avahada por ....
Idvm i>. Joao Carneiro Machado Frei-
r, rata lerrea, arrendada por. .
dem 17. Ouinlino Soares de Carvalho
e onlroe, cata lerrea, arrendada por.
Itua do Padre Florisno.
dem 5. Loiz Francisco Barbalho, ra-
sa terrea, arrendada por ....
dem 12. Jos Etevet Vianna, caa
terrea, arrendada por ....
dem 14. Ordem lereeira do Carino,
cata lerrea arrendada por ....
dem |(i. Ordem lerceira do Carmo,
ra-a leirea, arrendada por .
Idnn IS. Manoel Itiheiro da Cantil
Oliveira, raa lerrea, arrendada por.
dem :2l. Jo-e Viiissimo dos Alijos,
eaa lerrea, arrendada por. .
Idea 26. Francisco Antonio dae Uia-
ga>, casa lerrea, arrendada por .
dem 30. Claudiua Martinha du Sacra-
mento, casa lerrea, anendada por .
dem :ti. Irmandade de S. Pedro, ci-
sa lerrea. arreudid por ....
Idnn 1 i. Marinba Joaquina Machado
Cevaleanli, casa lerrea, arrendada
por...........
dem 50. 1 ilbos de Manoel Joaqiiim
do Reg Barros, casa lerrea, arren-
dada iior .....
chara
1'. i.^VX)
1i;>000
i000
1449000
1449000
1109400
I689MM)
8184)00
1929000
2409OOO
3209000
1929000
14-18000
I2O9OOO
I449OOO
1209OOO
1249200
108O00
729000
(lOjOOO
l!'2?(HIO
I449OOO
IO29OOO
2009000
1929000
119OOO
1069000
IO69OIK)
li.vMiii
1449000
1449000
I449OOO
1925000
1689000
1569000
1449000
KIKNMtO
(Continua.)
mm\zuiwm\\.
TRIBUNAL DA RELACAO'.
SESSAO" DO OA 3 OE AUOSTODE 1858.
Presidancia interina do Eim. Sr. deiembargador
Silveira.
Mstrihuiraa.
Aaloi crimes de recorso, enlre parles :
Recorrenle, o bacliarel Joi da Cosa Doarado ;
Recorrido, Elias Emiliano li.unni.
F^scnvao leirein.
Ao Sr. desembirgador liilirana.
Julgamento.
Recurso crim enlre parles :
Recrreme, Manoel da Trindade Camello Pesioa ;
llrcorn.lo, o JUZO.
Oea-ie provimenlo ao recurso.
Nada mais houve a tratar.
JUI/O DE ORP1IAOS R AUSENTES EM AU-
DIENCIA DO DIA 3 OE ACOST OE IH58.
Fulos publicados.
Aathoamento de urna cirla precatoria citatoria
de diligenna civel, vinda do juizo de orphlos da ei-
dade da I'arahiba do norte, para ser notificado Joa-
quim Comee Pessoa.
Etcrivao linio.
Mandou-se divolver em juizo deprecante.
Inveulano da demente II. Joiepha Maria da
Ptalo.
Inventarente Joflo Dockleii da Silva Borgee.
Ksrni.io o metmo :
Foi com visla au Or. candor geral.
Aulhoimenlo de nina petirao de Antonio (lon-
talves dus Sanloe e do Dr. "joc Anlomo de Fi-
gueiredo, para procider-se 1 avallarn do engenho
S. Paolo. 6
Reerivlo o mesmo.
Mandou-se dizerem as parles aabra a evecuro.
Juslifiracaj de um crdito de Jos Joaquim Fer
reir de Souza, sobre a masa do finado Manoel Joa-
quim de Souza.
Eerrivli o mesmo.
Recebeam-se os embargo.*.
Inventario de I). Anua Maria Ho Rosario.
Inventarete Luir Comes Ferreira.
Escnvdo Facundo.
Fui com villa ao Or. curador geral.
Aothoameuio de orna |ielicfio de Antonio Bote-
Iho Piulo de Meiqota, como tulor da orpha Fran-
citca Maria da Concei^ao.
Mandou-ee proceder a arbilrameuln.
fiada mais houve 1 tratar.
&0e$*wtU>mtia.
o Se Vmcs, desprezarem esse convite,
(desconfo queassttn acunterja, pois presumo
conhecero seiilimento que, dictou % relle-
xoes que se leern no seu artigo; eutao hao
de pcrmitiir-me que r..lo lome na devtda
considerarlo todas as dentis imputarles
com que a sua habitual prevenido para co-
migo hija por bem brindar-me.
O seu constante leitor
F. Raphael de Mello Reg.
Ileciro 29 do julho de 1858. >
Srs redactores Em o numero 175 de seu
concctluado jornal appareceu o Sr. Ignacio
de Souza LeSo com urca estirada corres-
pondencia, onde se revela o desapontamenlo
do hypocrita que vendo-se desmascarado
procura a todo o transe segurar a mascara
para conseguir apanbar anda algum incau-
to, que lhe mate a fome, e o ceve no ocio
cm que vive ; mas por msis que dissesse, as
suis lriai n5o aproveitaram nem mesmo
pira aquelles que elle chama seus consti-
ttiintes, porque como ja disse a mascara ca-
hio-lhe do rosto e apezar do nome de urna
familia prestimosa, com que tem oceultado
as suas tralantices, lodoso conhecem como
o cara suja, que a n3o ser a celebre indus-
tria de que lanrou mo, para qual a pri-
meira e nica habilit8?3o ho urna certa es-
prtese e descara ment, talvez se empre-
gasse em vender fato no mercado, substi-
taindoassima sua progenitora.
Seria preciso urna paciencia de Job para
responder a celebrrima correspondencia
do tal Sr. Ignacio de Souza LeSo, porque
nella n3o ha urna s proposirjilo que n3o seja
urna mentira, que como disse, tem por lim
tlludir a mais alguns incautos; pois que
aquello senhor bem comprchende quo he
para esses que tem necessldade de dirigir-se.
Todava desprezando a grande lamuriacom
que estreou, direi apenas a esse senhor que
se quando fallou nos que tem negocios em
nornes de outros quiz-se dirigir a mim, er-
rou completamente, porque o met estabe-
lecimenloest em meu nome, e nello so-
mente ; o que se assim nilo fosse, certamen-
te nao lhe teria pago a quantia de 325 que
de mimeobrou por um titulo Ilegal, Cla-
queando a minha boa f, e sem que me pas-
ssse recibo, depois de embolsado daquella
quantia. Jiendo que mais resalta a sua m
f, quando allega quo nao era precisi o reci-
bo, porque mn havta entregado a letra, que
i-stava sera sello de qualida Je algum e ne-ji
signal de que fosse protestada ; para que
podesse dizer ao seu socio de industria o
celebre Marques, que havia recebi lo tanto,
quando eu llie entreguel quanto ; e a prova
disso esta em que o tal Marques a principio
s recebeu 3005, quando devOra receber
3-25/. como m'o asseverou o mesmo Marques
peJindo-meque n3o pagasse o vale de 259
a pessoa alguma, e sim a elle ; pois que o
Sr. Souza LeSo ja se havia ticaao com 60? al-
de -2 i :i francos o milhoir > para as ago has m.iii
sldai. Or todue os operario-, todas as custunirii
tabem quanto paguro, por um cinto. Acontece que
he juitoalgumas vizei o prero que aeanamot da
lllm. Sr.\ cmara desla cidade Interpre-! meuctouar, i he raro que elle teja min di me-
te genuina dos sentimentos de seus munici- i Ul1*-
pes, possuida do mais vivo jubilo vempre-l
sentara V. S suas sinreras congratulacfs
por haver a Divina Providencia apreservado
os prestrnosos das de V. S.,corao urna digna
recompensa do betieficio salutar que V. s.
aeaba de fazer i esle termo, dando ao foro
a devida regularidadc, mostrando i tolos
senda da jti-Qa e da lai, corngindo os func-
cionarios discolos, egarantindo principal-
mente aos pobres orpbaos e miseras viuvas
os seus bens e fortuna ; despertando assim
nos seus corarcs rccunhccidos o doce sonti-
menlo da gratidSo.
V. S., lllm. Sr., nao poda deixar desahir
inclume do damnado intento dos seus dis-
simulados e crueis inimigos ; porque Dos
nunca desampara o varSo justo, forte, e
enrgico no cumprimento de seus deveres ;
porque intiniades de votos fervorosos pela
preciosa existencia de V. 8., subiam da tr-
ra ato o throno do Altissirao ; mil anjos da
innocencia, e militares de coraces agrade-
cidos rogavam ao Eterno um sem numero
de bena pelo seu bemi'eitor, sobre o qual se-
guramente estao derramadas as bengos do
ceo.
O amor da ustica de quo V. S. ia sendo
victima, tocen o-lne a cora de suis bene-
mritas ac(oes, lhe prepara no F.mpyreo
outra mais iminorredoura, de louros mais
vrenles e tmmarcessiveis-
INs assim pamente o eremos, e mui cor-
dial mente lb'o dse jamos.
Digne-se pois V. s. aceitar este fraco tes-
temunho da lirme adhesao, sincera esti-
ma e profundo respetto que tributamos
sua mu uobre pessoa.
Dos guardo a V. S., como lodos havemos
mister.
I*ajo da cmara municipal da cidade de
Caruaru' t7 de junho de 1858.lllm. Sr. Dr
Manoel Correia Lima, digntssimo juiz dodi-
reito da comarca Jo3o Salvador dos San-
tos, presidente. Manoel Rezerra d'*pre-
senlarjao Joo Leandro do Vasconcellos
Antonio Alves da t)osta Couto.JoSo Fran-
cisco Florencio.
pCtcirctitv c artCy.
legando que os despender para dita co-ico',0'"f dual he, se estou bem informado, veuder
branra, que altas fot feita amigavelmente
Veja daqui o publico de quanla esperteza
n3o he capaz o tal cobrador de profssiio.
Serme-hia ainda fcil apresentar outns
tranquibernias do pseudo Souza Leocomo
aquella qaanlia cobrada do Sr. A. P. de Si
quo nunca foi restituida ao seu dono; mas
ludo islo he intil para quem he insensivel
e dormente, como o Sr. Souza Lean.
l.inliiii, nao desejo oceupar mais o meu
lempo com semclbante individuo, de quem iaris 6 dispen.asse o vinho, as frutis e novidides,
uunca precise!, linda para as COUSaS mais ; apenas lhe dara com que indemn'sar somroa que
Srs. redactores do Diario de Pernambu-
co.-Continuando o Liberal Pernatnbuca-
no" no proposito, em que parece estar, de
mol>'.slar-me por todos os meios.nSo obstante
declarar que me n3o vota odio pessoal ; e
dizenno no seu numero de hoje que n3o
puhlica a carta que lhe dirig em 29 do pas-
sado, em resposta a um artigo publicado
uaquelle dia, por estar concebida em termos
inconvenientes, acrescentando que, em vez
de seguir caminho direito lergtversei ; ro-
go-Ibes o obsequio de transcreverem em
sui conecituada folha essa mesma carta,
fim de que o publico avalle deviriameiile se
ha tergiversacao no meu procedimento
Detxando por or o mais que contem o
artigo do "Liberal, com o qual occuaar-
me-nei mata de espado, nao irei adianto;
e apenas direi, pelo que toca as couvenien-
cias, que se doixei de guardar para com os
redactores d'aquella folha todas quantas
me cumpre, i-lo inscientemente; porque
conbeco bem que ellas nao devem ser es-
quecidas cm negocio de naturoza 13o grave.
Sou etc., etc.
F. Raphael de M. Reg.
Recife -2 de agosto.
i Srs. redactores do Liberal Pcrnambu-
cano -No seu numero de hoje oceupam-sc
anda Vmcs. contigo, fazendo insinuacoes
oftensivas ae minha honra, a proposito de
noticiaren!, que o ex-lhesoureiro das obras
publicas interpoz recuso para o tribunal da
relar;Soda pronuncia que ti vera no juizo da
primeira vara ruine.
Nao devo deixar passar cm silencio mais
esse ponto do odio que Vmcs. mo votam-
MSo recelo a lula a que me chamara, e nem
rccuare diante de qualquer provocarlo que
me rac.-.m, soja qual for o objeeto della ;
porque, grabas a Dos, lenho a minha cons-
Ciencia tranquilla.
;.coque\mcs. querem, como dizcm,
he vor combinadas a miaba probidade, bou- s o lllm. Sr.... qoizer pode publicar nao
ra e diligencia, com a harmona, que asse- carta que lhe dirig, como tambero a um seu amigo
t;uram haver enlre as conlas do referido cx-tliesoureiro e as que tenbo apresentado 1 *" *esundo o qoe roe disse); poie qoe aluda met-
ilos uicus rclalorios ao govorno, convtdo-os nl" "'",,,i,nao. "mo nao estou, ceno das palavra
a vtrem a secretaria da reparticSo das obras ^qu'' "ella' mi'r'<"', ?'" '" n'<^" ** Pon-
a- que vinham t imasmac.lo, e nao ler hcido
me puna rerlificar, eerto de minhas
-.j nao me escapariam falsiJades e nem
pozas, pelos quacs se ve que as notas que o injurias ; e se poder (eora iiijmbea) a narraojle
director toma, o os latitainentos quo lar s3o dellas revelar no auimo de algunii uro genio meu
U'adOS dos lialancctes, remettidOS rnonsal- l"'aco ""redor ; lerei, no coiiceilo de quem me
rouhecer, a justa defeza mesmo pela limpies leiluri
da. miirois caries.
Asim pois, te o lllm. Sr... nao publicar, nenhum
iir.trr-te ou favor me lar; e se na pulilicid.de
lem por fim injoriar-me, eutao pode j elar ealit-
me tem futo em particular. A in-
me oliendo no particular como no pu
S INTERMEDIARIOS SEL' PAPEL E CA-
RESTA A QUE D.VO LUGAR.
IJaando se observa a viagem qoe ot diversos pro-
ductos da indostria fazem dat ofiicinas do productor
lie chegarem as mitos do eonsumidor, nota-te om
fado i primeira vista dillicil de explicar : he a des-
proporra i algumas vezes enorme qoe ha enlre o
prero da merca Joa em grosso e o da mercadoria a
retalho.
He deste modo que se estabelece para o observa-
dor a qutao do qoe se chama os intermediarios
do papel que represenlam, c das condirdes em
que prestam seos servidos k sociedade.
O intermediario, isto he, oe difireme comroir-
cianlet qoe ee tero enllocado entre o productor e o
contomidor, san de urna otilidade incouleiiavel. He
uro eostumo, nao direi de um modo absoluto, mas
na maiona dos casos, conforme com a divlsSo bem
entendida do trabalho, que um fabricante o3o se
deve occopar da ven la a retalho. O eommereio i
retalho enge cuidados intenatoeute particulares
ero cerlos casos urna especie de educaran iproprn-
da ; lie poilaulo urna industria que deve ser eser-
cida a parte.
A veuda a retalho de om objeeto se estende qoasi
sernpre a logara difierentea e afasladcs daqaelle em
que est situada a fabrici ; por c.ontegumle o pro-
ductor nao poderil encarregar-ie directamente della
sem desprezar o fabrico dos producto*.
Os intermediarios, debati de oulros aspectos, he
til tanto ao productor como ao consomidor. Ein
contacto continuo com o segando, pode melhor apre-
ciar os seos gostot e necessidades, esclarece-las e
provoca-las. Oeste modo elle se ache em estado de
poder manifestar inf.irniar.oes preciosas ao productor.
Niuguem ignora que em mullos arligos de moda o
mrito da iniciativa perleoce in ni sernpre aos in-
termediarios.
Nao ee deve 1.1o pooco perder de vitta que, em
cerlos arligoe, a dilltrtnra considoravel que te nota
enlre o prec.o de mercadoria em grosso a o da mer-
c.doria a retalho se motiva pela obhgar,ao em que
Mi o negociante de solTrer prejoizo na parle de seus
bastetiinenlos qoe na. forem rpidamente rooso-
midos. Oeste modo os artigas de novidade que uo
livaiain estrecho na primavera ou no cometo do
esli, silo motlo depieciados qoando se aproxima o
ouloinuo. Nao he portanto o proco de venda ni mez
de abril oo malo que, com justa ra/.in, se deve eo-
roenle ler em villa couvein, em conscieucia, to-
mar o termo medio da eilacAo.
Tambero cumpre lomar em consideraba? que,
coro razio on nio, se lem inlrodozdo nocommercio
o cu.lume oe nao se pedir ama proporcao igual de
lucros a cada um doe producloi que se lem para
vender. A esle rrspeilo observa-se as vezes desi-
gualdades multo nolaveis ; em Pars, nos grandes
nnazeiii abastecidos de produelos de aovidade, o
o panninho quasi pelo cuito ; eonsidara-sa islo como
urna especie de engodo qoe altrahe as m.te. de
familia. Enlre 01 douos de hospedaras de Paris, e
qoasi entre lo los os holeleiros da Europa oa metmo
de lodos os paizes, existe peto contrario o co-tume
hoje iuvelerado de fazer pagar o vinho extremamen-
te caro ero relacao ao prec,o por que foraro compra-
dos : o lacro do elalaja leiro ou do dono do hotel,
neile artigo, nao he menos di 1U0 a 130 por cenia ;
mas tambero he do consumo do vinho que ellei ao-
ferem a maior parte dot seus lacros. O eoneomidor
que se alimenla-se em om dos melhores botis de
tnsignantcs ; e que se se presasse antes de
publicar a sua correspondencia, devn en-
trar em saldos de conta contigo. Satisfeito
por tanlo o meu lim que foi tornar conheci-
dos os dousMarqucs e Ignacio de Souza
J",eSo--para que oulros nao caiam em igual
corrila, ponho tormo a toja polmica por
jomaos, para aceita-la nos iribunaos caso o
queiram aquelles senhores.
Com a iusersSo destis Imitas mttito obri-
gado Ibes (cara, Srs redactores, seu cons-
tante ietor obriga.iissimo.
Antonio Jos Zacaras de Carvalho.
Recife :i de agosto de rgosto de 1838
(Eslava reconhecida )
Wubkacacv ptblb.
Se o lllm. Sr...
< vin-iii a secretaria na repartan las onras ~~
publicas, onde Ihesmostraic, todos os li-! r^a por onde
vios de eseripiaracSo c lam;amontos do des- ioienc,oei, ere...
ira menina, parece sollrer listo ; mas e a nir-
ratao de meoc pezaree po.lesee suavissr os sen- ,,,
nao hesitara em lhe confiar o que fe: o :dese.pero
da minha vida
Pode faiir, eenhora, ulna dlip uto a oovi-la.
Este retrato que vi robrrlo coro o crep, ole
madama de la Harderie, be o de rr.eit filhn qu vive
ti.ida...
Ella' lonco '
Esta' em Parie, nao longe d'aqn nos f'.ampos
EMiiei, e en estou m>is Mpararla delle, do que se
elle tives. traveseado o mar. Vive, p esli' menos
vivo pira mim do qoa se estivene morio... Ah s
livease morrillo anida joven. nesa id: de em qoe os
nitineloa nao esti desenvolvidos pan. a oroeldede,
anida amarla, I,fia saudades delle, e poderil pen-
sar qo de 11 te tnlerenav por mim, que me epe-
rava ; mas a verdade he qoe a de/. pae*oi daqoi elle
h -lua e m un i hotel cnnnderivel, sem nanea lera-
brar-se de sua mai.
Pobre mollitr bradon madamesella Miroy.
Algomis vezas pergunto miro mesma te be
em verdade meu Ribo, te sabio do meu venire, con-
donan a viuva. Nio ou eu a unir infeliz que ehl-
ma em vflo sen filhn '. lia oulros fillioe ingralns no
mente pelo lliesourciro pagador, sem sercm
ecompanliados dos documentos justificati-
vos das despezas, os quacs segn lo o dts-
poslo no s 3 do art. 61 da Ici por Vmcs. cita-
da, icain cm poder d'aqucllc empregado, leiii/com o'que
que com elles justifica as despezas de que juria lano me
lem de dar cotilas directamenteo (diz a le) blico ; abi lalvez me seja mais fcil a defeza, e'em
a ttiesotiraria provincial. | particular so me compre olfrer, pois que nao lomo
i O sysloma
to
repa
espirito e menos na letra d'aquella
metholo seguido a esse respetto foi esta-
beleclrjt) pelo meu antecessor, e eu tenho-o
(I) Esse alvitre foi tambera tomado
Sr Dr. Mamede.
enlre ot e'pnsos imla-ae a alionan do filhos para
eom seos paes. Lu abandonada pur meu filbo !
No metmo lempo, madama de 11 ll.ir.iene I iiicod
un. imioenso olhar eohre o quadrn encobarlo, eujo
crep amiuuriava que ella n.lo linda mais Blhn, As-
sim, pois, conservnva sua dor por meio de um em-
blema fonebre, o qoal etlaudo collocado defronle
do no lulo nao poda escapar, nem ao leu ultimo
ciliar da noile, nem au seu pjimeiro olhar da ma-
nhaa. Depois contoil a madamesella Miroy ai passi-
geiras illoses que siirgiam-lhe ainda, apezar da tris-
te mili lude, todas ai inar.ha.is
em -ua ra-a sen lh loda
vi lencia qoe derretme rsie gelo do iniiilereiifi que
liaba-I ep ra io p.ra tempre daquelle que nao po-
da don ,r de amar, p rque quasi daiqiedida da sin
casa, nio quena reapparerer em presenra desle fi-
lio, desnaturado, em qoem pareca eslarem eslinetoi
lodos m bous tcntim.'iitns. D'ahl a mn intlanli ella
ja nao iccnsava o blbo, porm a ambirao do que es-
ta.a (orado. Procarava lodos os motivos para jmli-
licar o ingrato ; eiforcava-ee por lerobrar-sa dos
inoti'.o secretos que fazem um ambicioso, para jus-
tificar a auseu.'i. dolenlimenlo filial ; mas seche-
gava momeiitaiieaineiite a absolver o filhn, ^-t cordal
do eirac.au maternal enfraqueriils em um instante,
___ vu..u, ........ ........ ITII
mondo .' Se lle se livesse unido a' una mullier qoe Ylhr"v:"n l"B" doloroiamootO do que quaulo come-
na.i me qaizesie em ten interior ea esliria resigna- r
encuberte, que revel alauma Insto lembranfl. Elle mando pa'le "nos' meu'i pezare's.Oh lem afl* '
apenas lempo de di/er rom siuo quo n este hem pesa la-, masai minhas s.in crueis !
Pila sai parte, madamesella .Miroy admirada
do arenlo, nr-tos, e pliiiionomii .i., vinva com-
prehendeu pela primeiri ve/que nm legred'o con-
lamia madama do la Durdene, a a pooco,
Fall em liliectlo nao corraspoudida, u,nha
da niais licarem redo Drvoda das
a's qnaes a iiaturezajqiiz qoe succe-
da. lie suri
leruurai filia
deisein as caricias
vive s coro o seu icouuno sem comprebender qu
golpe dosforhi em meas sentimenlus innlernos. N
paixAo mato Viva ipt arcrero avuo sicrel is que poem
o homem e a mulher em eaatella contra os transpor-
tes de sen amor. O eoiic-Su parece que recusa g\-
rar por minio lempo denlio de um mesrou circulo ;
o amanle esquece um dia a amante qoem mallo
ama, a amante abandona o amante mais apaixnnadn.
Tal parece a lei da uatureza. Mas alero da afliir.io
O qoe compre fazer para agrada-lo 1 bradoo
madama de la Bordarte, que lendo iicriueado soa
Jos lillios ; mas nilu esta' catado, i fuona por seu filbo, nao Imha mais a lhe ollericir
seolo sen amor maternal. Neele inluiln, esta mu-
lher eorajotl llnba-ee orcullado du-aute dous anuo,
pira esludar a historia du paliado ; o numero de li-
\ros ijiio ella decorou foi numenso, porqoe leve o
prceiilunenlo de que. para ndevinhar o futuro do
povo, era precita ler sondado pr. fundamente seu
pateado. Ella OOlrevil que u lilho ia ler ama iro-
ruiBia potir.ln na diplomada, e peusava ero fazer-se
la E-'eru, uro couselhu iguorado que niuguirn sa-
besia adevinhar, un destes IgenlOI misterioso deso-
lado, taes mina senao eiicruira muitos ni eocieda-
de, onde lodo aquello que serve a' algoero ama vez,
exige logo ser servid i ds soa vez A illuetre viuva
do celebre la Burder!*, qu* deiioa sui lembrtnra
tns i ia por nm iinporlanle consolido, passoa os din
e as noites a' eiluda o motivos secreloa queagilam
os povo e as necdea. Se a ve reapparecer rooinen-
taneamenle em case de algons grandes persnnagens,
oiilr'ora ligadns com seo marido, to'dos fice ro ma-
r.n libados dos pensamentos profundos que cela mu-
as esperara ver entrar | ||r uh, adquirido pelo eilodo.
II noilas pedll a Pro- Depois de algom lempo, diste ella a' madameella
Miroy, debaixo da mais viva admiraro pela intimi-
dado de um sentimenlo nalaral qoe alia nunca linhl
otpoitido sonhav em turnar a' ver meu lilho.
Meu amor pmprio nao oflender-ie-htl pms rom a
frietl rom a qual eu contava ; queiia nrpren le-lo,
mo-lrar-liie cm algamet psiavrae a rutina que elle
deve seguir, trararlh mn llienr da proceder para o
futuro, quando enro|rei-o em caso de um anlig
mililitro do l.uiz XVIII. Ello liou admirado de
me ver, e iiodoa-me Iriliado-me por minhi seuho-
rs. !;. o tralamenlo, lornon-ine (ria, creio que
deafalleci. Foi desde esta aoite qu* envolv curo cre-
p *tle relralo. porque de boje ero diaole pin miro
nuil lilho esta' morto.
IV
Os sectarios da ordem e da regularilade lancaran
u huleleiro pagon pelos vivares que elle consumi
Pondo de parle eslai circomilancias que dizem
respailo a excepr-Ges, h* um faoto qo* os intermedia-
rios tioia absorvem sororoas niui grandes ero pro-
|i.irr"io da importancia dos servirs que prestam.
Apresio-me em dizer que nem por isso fazem maio-
les fortunas ; o eommereio a retalho em pa.neniar,
que he aquelle em que os presos silo mais elevados,
nao deve ser contemplado como ama prolisso la-
crittvi : longo disio. Em geral o negociante a rela-
lho vive, ou antes vegeta, sero nada ajuular ; he
abrigado a sopportar urna lomma de detpezis ge-
nes ; elle paga, sobretudo as grandet ndades, e
principalmente as capilaes, como Paii oa Londres,
om alnguel eicetslVO. Apenas quer desenvolver
suas transacres, chamar freguezes ou metmo con-
servar os que lem, rerone as anuuncioi, cue nao
deixaro de ser minio diipen liosos.
Onla-se qoe eerto negociante de grasa, na In-
glaterra, diipendia para isso mullas centenas de mil
(raucos por auno. A divide muito exagerada da in-
dustria rommernal he urna das caosai que torna o
seu eiercicio oneroso .i tociedade, e ao metmo lem-
po muilo pooco vautajoso ao proprio uegocianle.
t'oder-se-liia citar milhares de logutas em Para,
cujo negocio, teuoudo o prero da mercadoria ataca-
da, mo reprsenla mais de vinle mil franeos por
anno.
Nilo he dillicil jontar-se urna somma igual para o
alagael, os unpostot, o ordenado, por mdico que
seja, de om caixeirn de cobranras ou de balean, e
para o tustento da familia ; e cilla temos um ne-
gociante, que para occorrer a estas despezas he obri-
gado a augmentar cenlo por cenlo o prero que pa-
gou aos negociantes de grosto trato.
Pelo contrario, nos roaioree armazens de Pars
ralcula-se qoe se pode cubrir is detpezai geraei
com um lucro de dez por cenlo, e se por acaso ven-
de-se a mercadoria por vinle ou vinle e cinco por
cont, lermo medio, sobre o qoe se pegoo na fabri-
ca, lein-se conseguido lucros mui talisfactoriot.
Procuremos com alguns exemplos fazer urna idea
do grao a que pode chegar, no estado arloal das
colisas, a exageradlo do prer,o das mercadorias, pat-
eando das mos do fabricante, que vende atacado,
as mos do consumidor, que compra a retalho.
Um exeroplo que lodos podem verificar he o da
aguinaldo eos.-r. O prejo da venda em groso, se-
gundo o logar da pro.locc/lo oo a qoalidade, varia
apresenlar um romanee completo, lirondo nos fun-
damentos regularte ; meu nico fim foi piular um
interior pouro conhecido, relraloe singulares, eottu-
mei qoe nao tinham ainda ido desmplns, e n.lo
quiz eaerificar-me a' faeil economie dos romancistas
puramente habis, que nao deixanam de fazer d.n-
sar lodos os seus pereonageoe inmundo a islo, para
em om momento casa-lot, ftze-lo* morrer em oulro,
e assim por diante. t) panorama da vida, que eu
Ditte modo, o augmento siria de 500 a 1,000 poj
Oulro exemplo be ministrado por urna industria
interetsante, a de bolts de poreellmi, a qual o ei-
pirito engenhoso di aro fabricante frincaz, M. Bap-
terosses, dea om desenvolvimento extriordinirio.
Os botte, o miis empregado para laraitu, sAo
vindidoi por M. Bapterosiet 75o. o maso' tl
diizias : he punco miit oo menos um meio cntimo
por duna. A retalho, qoando rouilo se obtnn doet
duziat por um tolde : o augmento do puro uta poii
na razio, r. qoando nada, do oro a cinco.'
M. Biplerosses, declaroa no jery da Exvosirao,
que teguudo avaliava, os producios de sui (alinea
em IS*, que forim vendidos pela sommi de 800,000
francos pouco mais oa meos, haviam defiuitiva-
mente cuslaJo ao compradur publico 10 a 11 nilhoes
de Iranios.
1 a/.em algans annos, que se finram calen o, ei-
pecnet a crea do pre;o do vinho eemmum nat ta-
bernas, comparado coro o prego da vendo em groiso
nos piizes de sua produccio, ougroeutido com o im-
porte dlt desperas do transporte.
Verifiraraiu-se dif(erenr;ii, qoe, nio sendo odavii
lio noliveii como at prwedenloe, nao deinm coro-
tudo de ter ainda mullo imporlante*. Ji moitnmos
i caresta qoe soffria eite mesmo artigo nos I.otis e
estalagens mais conslderidot.
Urna eemeihaole oburvarSo podo-fe fizer em
Franja a respsito do cha. O .ha. he um artigo, do
qoe a Franca apenas eonsumrae unu qeintidade in-
significante, e que podara mais vaulajoiaineute (ir
logar ero notsa hygiene.
Mas a cite rc, nio. ha um mo coiluroe enlre o
que ven lem etle genero ; lobrecirregim o prero a
repellen, desle modo o comprador. Vendem-se em
Paris a 25 o32 fraueos o kilogramo do cha lino,
qoe doria no eommereio una recompense do 10 a
\1 francos. Para haver um abale talvez de um fran-
co por kilogramma, os especieiros, qoe ventero a
maior parle do cha con-unii 'u pelo publico, deixam-
is forneeer da mercadoria de refugo, qoe dotagrala
ao consumidor. O fisco nao he inteiramente ettra-
nlio a este resultado : fai o cha pagir grandes direi-
tos, e desta sorte, nao obtem senao orna receila sem
importancia, urai pequea sommi de 250,000 fran-
co.. Com om direilo de 10 e por kilogramma, he de
loppor que liveise maie reudirnenio.
Ot ficto qoe acabam de sor citados, acerca dae a-
gulhas, boloes de porcicllana, vinho, qoe se bebe
uas tabernas, e o cha, ios quaes poderiamos juntar
uutrot relativos a mercearia, por exemplo, devem ser
considerado! como casos extremos : mu freqoente-
meule se encontr o augminto de 100 por 100 divido
ao intermediarios.
Esli phenomeoo da-te indislinctsmenle ero todos
os paizes. Em minia, publicefdis, se lem feilo ob-
sirvar que o augmento causado pelos inlermediirioi,
anda era maior na Inglaterra, e principalmente em
Londres, do que em I'artt. Pelo que dix reipiito a
rutel -m, temos alguma razio de crer que ello he do
IO0 por 100.
I ni augmento de prero, algdmas vezes encurne,
nao h* o nico incoovemenle lamenlavel, qoe Iraz
para o publico a organiMclo indefinitamente dividi-
da da industria commerciil hepoisivel eilar-te nioi-
los ootros, qoe nao sao menos pan deplorar. Os ne-
gociantes, ero ssui deeejoe de augmentar procos
da vinda, ou para melhor dizer, tujeilot a niceHi-
Jade, que oe obriga a exagersr esses precaii, mailai
veres ipreisim-te em iproveitir-te da inexperiencia
do comprador. I.aneanm sobre esle om rpido vol-
ver o'olhoi, o negocianles tabora quaulo devem |>e-
dir de mais por uro objeeto, e he por isso que a arto
de negociar torooQ-ie lodispensavel a lodot oe com-
pradores, sob peni de serem victimas da ambicio do
vendedor. 11* urna arle muito iacomrnoda para ser
esercid, e que ilem disso obriga a omi perd de
lempo ; mas aquello que nao a tivetse exarcido po-
deril lor a certeza de pagar, ni maior parle dot Ir-
ma zens, rouilo roait do precio, que oulro qualquir,
mais esperto oa maii paciente, conseguira du pro-
tenrfiei do negociante.
Ueve-se altribuir a' misma causa o habito, mais
criminoso ainda, qoe se lem iotroduzido ; islo he oa
fiaades commerciaes. Fora faed indicar um grande
numero de artigos, a respeilo dos quacs a Iude
tem adquirido por attim dner forra de coala julsa-
da. Os gemroi alimenticios a mesmo as drogas me-
dicinis uao teem podido escapar delta calamidad!.
Miuguem boje, que comprar certas qaalididii de
farinhi diAmerici, pode ler a certeza de que ella
nao tem milho.
Que leileirat oxitlem em Parii, das quaes si nao
possi dizer qoe aogiuenlam coro agoa o leile que ti-
ra m dat vaccas".' Ero qoe armazero das notsis graud >
cidades do norle te pode assevenr que ha|o!o de <>-
I iveira livre de mistara de qualquer oleo menos lino.'
E qoem nao sabe qoe nao he fcil achar no eommer-
eio sulphalo do quinina, que nio esleja associadi,
em urna grande prupor^ao, drogas sem virtude '.'
E-la fraudes eminentemente reprehentiveis ilio
mono mais facis no eommereio do que na indutlr a
nianol clureira : O manulaelor solfee o exime se-
vero dot eommefcianln em groeso e u retalho, qoe o
habito de comprar e examinar i meima mercadorii
torui mullo peispieizei. O fibricinle que, por >u i
propna lulondide commellesse fraudes, seria im-
medialaiaenle dmdnciado ao monde commiccial, o
perdera toda a cunt lerscao, lodo o endito, toda a
freguezil.
Pelo contrario, o oigociante tiro de tratar eom
uro publico, qoe, individualmente he irTivel, e qo*
no momento da venda, nao olba de muilo perto pira
a mercadoria, que compra.
timbera a maior parle dai frandes, qu* falsifi-
cam viciam os producto, slo cororoettidis, nao
pela iniciativa premeditadi do fabricante, mal pe i
volita ia imperiosa do inlerme nano,que manda fuer
pslo manulactoreiro o qoe loe iprtz.eque depon.de
accordo com os negociantes a retalho,ollereee-lhe un
abale. Nao he este o nico modo parque cerlos in-
larmediarioe impoim a lei aos prodocloret proprn-
meule ditos, a diepeilo da eqaidade e da probidade.
Entretanto he justo dizer qo* o proprio publico,
n.lo he absolutamente ettranho i fraudes commer-
ciaes, de qu* se queixa. A' (orea de ter sido enga-
ado, acontece umitas vizet mottrir-ii excetiiva-
roeule desconfiado ; netti siioar.lo de espirito, ille
quer ibaler, cusle o qoe euslar : he eallo que o ne-
gociante, forr-sdo, por assim direr, em seos oltirooi
intrinclieiraineiitoi recorre a umi astucia desleal
engallando quanto a nalureza oo qoilidade da mer-
cadoria. Esta esperteza foi conhectdi depois de mui-
lo lempo a ndiculiritada pilo grande escriplor bes -
panhol Crvsules, ni scena, em qoe elle representa
Sancho Panja jolgando pleitos difllcel, do alto du
seu tribunal, como govermdor di tlha Baratara.
Eulre oulrus litigantes spretenla-se aro iudividao,
que levuu uroa porcao de panno a om alfaiale, qno
lhe fez diz cipotes, he verdade, mis justamente da
tamaito, qu* t podiam cobrir coda um dos d*z de-
dos da mao. O fidalgo que, tendo ehegado i casa
do alale pergunlara-lhe luccisivaroenle, se o pan-
no dava para fazer dous capoles em vez de nm, de-
p is (re, depois qualru, e assim por dianle ale diz,
he i imagem fiel do comprador, qoe pede ao nego-
ciante abale, abale e mais abate,
Aisim fraude commercnl, qoe soflromoe, deri-
va-se da mesma caota da decepcao experimentada
pelo demandisls da ilha Birataria, qoando recebeu
os dez capoles em miniatura. O negociante, que
nos tllitde, no-lo faz por causa '"o nosso dmheiro,
assim como o alfaiale de Sancho Panra havia feilo
paia leu freguez dez capote, cujo tamanho eslava
ero proporrao eom o panno que lhe hivie sido
dado.
Mas nao insistamos muito sobre a participado in-
voluntaria, posto que ieal do proprio publico nal
fraudes de que he victima. Consideremos soroent*
os diversos inconvenientes, que provm des commer-
cianles, e se derivara da nalureza metmo do eom-
mereio. Por mais graves e multiplicados que icjam,
na ee deve dizer com islo, qoe he joslo fulminar
uroa reprovar,ao systematica e absoluta ao regimem
dae pequeas Iotas, tai romo o vemos lo redor rti
nos seus rnalos.
caoaiVO*, elle Irazia ao pelero oir grvala brinca,
ilo he, urna especie de fila imitada pilo direito que
Lnflo rondiz a ibaotolaniiot* coro nina buba am-
piada de cabellos lauros ; rujo dono nao corlava a.
mail .llralo o litas, ruja cm na copa Ja' o sol linba
decomp.islo, una sobrecaiaea preta c.nnpri II, e-
liiaiii]inra la nos colovellas, e urna cale a da mesma
familia formava o (rajo habitual do avaro. Ae mo
no.lo.a e poiiludss, pareciam ler lulo poneos encali-
llo- coro o sabao. e cabelleira tinha o mesmo hor-
ror eo peme. Em Paris, M. I.ohligeoii mina pas-
lalvez algumas pedra para o meu jardiin, motiva- I sido por um eymeo, ou uro philosopho, ou uro sabio
dat por eslas paginas, rujo nexo nao apparece com a oa maniaco. A ida lixa que o domiuava, appro-
pnmeira leitura. Obedero i leis misteriosas do en- ximavao a' estes indagadores de ty-leinat, colleccio-
cadeamenlo dos lado- sem piocurar saber se ineus nadorae o meio tolos que toda a aenle os couhece
dramas correspnn tero a' potica cnslnmada dos ro- por te-Ios visto em derredor das bibliothecas, dot
manees. Nilo eslou prmtrado aos pet do inleresn, curros pblicos, dos muos e dat lojat de quadros.
Pnmeiramenle os abosot, que se eommeltem, de-
vem ser allribuidos, por um lado a' inte, medianos
que nao sao log slas ; deoois, em cerlo numero de
circumslancias, a diviso mesma das lojas corresp.'n-
le mu neeessidade publica, lia particularmente
as grandes cida le, artigue, qoe o pobtico rico oo
aballado qoer de urna qualidad* escolhida, que re-
claman) urna conservar.,!) coidadot ; este caso d-m
coro a perfumara, por exemplo, e oulros artigos do
toilette. Ao negociante que te dedica a ter em sua
casa nm sortiroenln completo destes artigo, afim do
elar sernpre promptn A ealisfazer o comprador diffi-
cil ; devem-se pagar cuidados desta ordem. o qa*
ni.misa com phisionomia : detestase olhar para
elles, mas mohece-se que n3o po lem ser de oalrn
maneira. Elles obedecem a' fatalulade que oe tem
colioeado na ciaste doe enlee immundot, na roetroit
em qoe estao o* animaos infecloe. Coro os ten ve-
Ihoa vealidos ngordundo, M. I.obligeois obedecia
l" sui nalorez.i; nao lhe repoenava, era aseim, e d*.
via ee-|o. Pelo cnnlnirio sobrecasac nova, a gri-
vala branca amarrla la nio condiriaro ; a calca
a
- mais
.amirella que antes deeta restauraran, o a eapatoi
pertenciam a ciaste dus que o poto de Pirit tero
chamado .pinino, menle pllllusopllos.
Mr. Loblianoil de repente eqneceo-se d* mida-1 A'noite, em casa de madama Desir, de midan
rocalla .Miroy por meio de orna singular roodan;a j fnbaitiec o de madama aviar, a opiniao publica
Attim cuno inuilot homens ex- manifesliva-se com uro so parecer a' retpeito do cl-
valo, quaulo he corroso, nao ippirece de modo a lque M. I.obligeois nao tinha reformad,.,' pareca
lenlar-s* segu.-lo o man perto po-sivel ao menos | d, ain n.iseravel. c.pa do chapeo pareca mai
ama vez, isleo para gozar o retullado, ou ser delle
victima.
urna falsa idea da qual ha lampo de fogir. nlos vulgares pro-urem as evmhiiiarCes admiraveii
o meio de detperiar a raiioti tade de seos lellorit,
eu o admiti ; he preciso recorrer-te a outros meios
quando falta o esludo dos caracteres. Nao prtlendl
Se o vestido de primavera de madametella Miroy
excitoii ama immensa curiotidide em Sania Pecina,
a lohreciaaca nova e a grvala realmente branca de
M. I.obligeois sorprendern! ainda msis. Ha pes-
iis entra ai quaes a porcaria nos vestidos te liar
retp*
u parlicolar de M. I.obligeou. Ello ama. Beta
singular sociedade achava ero ludo anuir, corno ete
lat italiano, quo no principio de qualquer negocio
iriiinnil.pergunlava logo ou I* eslava a mulher. lm
di I vierarn avisa-lo de que aro ebreire lintu cali: lo
de um telhado. Onde esta' a mulher perguuloii
elle. Os agentes responderam que nio e trattva
da mulher, porque fot exercendo ea oflicio de pe-
ireiro qoe o obreiro deixoa-se rahir de cima do le-
iliidn. O juiz, nao querendo um desmentido, pro-
vno que o pe.treno prorurava inlrodozir-t* n.,t
aguas-furladas de orna donzelli, que divi-lhe bei-
jot, e que quaii ao chegar em cima faltoo-lhe o p.
Ero Santa l'euiia, qoasi lo I n peneavam cumo o
juiz ; assim pois M. I.obligeois foi bem, e devida-
inrnie convencido que amava. A opinilo publica,
que tinha razio em parle, perdeu-se as soaa con-
jecluras, e so muilo Urde foi que conheeenm
dramas que te tinham apostado do avaro ; mas o his-
toriador nao o conta com i logiei preeisa.
(Ctntinmr.ie.ha.)
'




nATA iMrnDDrTA


DIARIO DE PERNAMBUCO TKI.CA FIRA r, DE AGOSTO DE 1858.
juslilica alo certo poni, ira griode aogminla da
prerjo da parta dot logitla.
Se da* grinle cida'te patcimot t tillas, cncon-
Iramoi ama venda ilramamenta limitada, porqae o
lugisla lira tus lucros de urna quantidade lao pe-
quena, al que, anda minw rauuindo ero ua casa
artiga* muilo diversos, lie preciso que a porcenla-
Stro sobre cada objecto stja relalivamsule eooside-
ravel.
Alm disto, dtve-te saber qae, eom a diiricalda-
dt das communicc,oei, lats corno eram at eolito, a
multiplicidaJa dos intermediario! entre o maiiuac-
lareiro o comprador liaba ama raiao de ser.
Hoje he evidente qoe o nomero dos vehculos po-
de ser diminuido som daino alguin ao bom sunca
do publico, que a divido das Iqjss, at as gran-
des cidadea, aprestla at maia das vtits oconve-
nianlet, qoe nao compensara as vintigtns.
Era uron.a, a industria commtrcial, lomada am
seo lodo, mtrace que se Ihe faja a cantara de ser
un strvir, muito dispendiosamente constituido.
Ella i'ilcrece Orna grande superabundancia de pet-
soal, e inuilos doa seus agentea pireeem somenlt
parsitas, As fraudes nao sendo l.ic universaes, co-
rno se pretende, etldo mallo demonslradas infi-tit-
menlt, e *So o equivalente de urna causa de cares-
ta, eom algaras cousa anda de peior.
Alqomtt pessoas, admiradas dos inconvenientes
inherentes a organiterao actual da industria com-
me deveria intervir arrogando a si o tercelo mesmo
deste ramo de industria lito variado e considera-
vel Nesla sys'.ema. a venda a raialho te faria nos
losares desiiuad.it para este lim, pelot coidadot de
lunccionarios puplicos, que darlam os preros e veu-
deriain at mercadoriae a quem quiesse, meditle
l>ii;ainenlo. Ctin o lira de anotar eala idea, apre-
seutsram o arcoiueuU de qut o commercio he um
ramo de industria, em que a concurrencia ht om re-
curto sopti lio ; argumento especioso, que nao pode
deiiar de parecer errneo a lodo aquella qae o exa-
minar eom allenrau.
A idea de delegar a' aoloridade industria eommer-
cial, ou ao menos o rommercio a relalho.oada menos
he senio ama das formas, sob as quaes se manifesta
um senlimento qoe deve ter repelido eom euergia ;
quero fallar desta sorte de fraqueza,que consistira em
abdtear saccsstvamenle as roaos da autoridade nlo
tei qaaolos modos importsnles da acuvidade indi-
vidual, sob preleito de qae os inceuvementes de oa-
Ira especie Ihe seriara Inhereules.
Logo que se aprsenla qoalquer diflicaldade, al-
guma* pessots lem como regra procurar o eu re-
medio no abandono que fazero as m.Uit da adminlt-
Irar^o, he om partido tnmado|de algont dos allribu-
los de qae os particulares se achara investidos.
Parece eolio qoe ludo deve ir por si, sera abalo,
em accidente, eom applauso universal, como se os
agentes da autoridade foiiem neccssanameiile ine-
Ihores, que nt, mtis activos, mais inlelli^entei, maia
solicites. Ah nao ; tiles sao como nos mesmot : sa-
bidos dn stio da tociedadt, elles reflecte m os seus
produccao propriamenle dila ; aocmenlariam rnrn
o seu Irabalho a massa dos productos postus'a dilpo-
sirAo da ociedade, ara vez de ganliar peno a vida, tirando um lucro eiccssivo de una pequea
venda deiles mesmos producios.
A armazenagtm publica, 011 n-'iliiii.e* nn ge-
nero das docas dos porlot inglezes, de que a fran-
ca vai finalmente apropriar-sa nos grandes :cenlros
de importado, aprsenla anda om expediente ulil
para diminuir o numero dos inlerrnediariot entre
o productor ou fabricante a o comumidor. Cora ef-
feilo, concebt-se que o productor colloque sua mer-
cadura em um arinii/.em publico, ende um lugar
separado rtctberia de cada remeta as arooitias pos-
las em ordem, de orle que o uegorianie, e em cer-
toa eesos o comprador mesmo, ala ttriam mais do
qoe dirigir-te a esse lanar para fater mas compras,
era que fotse precito nutra ptstoa, e anda os cor-
redore-, intermediario! em geral pouco iipemho-
sos, fcilmente o dispensariain desta visita, levando-
Iho amo-tris.
Dissemos que, em eerlos rasos, ai fraudes eom-
marcias, deviam ser atlribnidas a' al juns interme-
diarios, que fazem violencia ao fabricantes obri-
gando-ot a serem seus cumplices. Eis-aqoi, por
exemplo, um dos casos em que ee e:.erce e-la in-
lluencia deploravel : em urna grande cidade, como
Parit, onde encontra-se entre os operarios mullas
ptstoas doladas de um espirito inventor e applica-
pessoaa, na verdade dignas de interesse, estilo mui-
las vtzts a' merco daquelle que lliei pode ftzer aI-
gunt adianlamenlos ou dar lliet dinhe ro pelos pro-
ducios, qae ellas ja Ittm fabricado. He desta silna-
rio piecaria, que abusara vergonhciainenle alguna
correctores ; dahi ntscem producios, coja ma' con-
ftcc,ao he mais ou menos eucoberla, ol na comp-
rtelo das quaei enlrain malarias da man baixa qua-
lidade. Mas aqu pode intervir intilmente o poder
da emancipadlo, qae perlence ao capital : incliloi-
{m de credil" accesstvtit am pequeos fabrican-
tes, aos operan >-, que trahallisin em -uas casas,
snhtrahiriain o> pr-idoclores desta ordem, a' Ura-
nia, que sobre elles exercein o inlermf diarios.
{Journal des Debis.)
*
Manoel Joaquim da Silva Riheiro, fiscal ila
freguezia de Santo Antonio do Recife ,
ete etc.
Fago publico para conhecimento do todos
os proprietarios de carros. Carrosas c outros
vehculos, a clara e termnente disposic.3o
do artigo seguintc :
POSTURAS DE :!0 DE JIMIO l)E 1849.
TITULO 9
Art. 17.Os carros que servirem para con-
ducgSo de qoaesquer objectos puchados por
bois ou cavados, serSo guiados pm pessoas
que ir3o a sua frente, salvo quelles. que,
puchados por cavallos, nlo poderem ser
guiados seniSo de dentro : os infractores pa-
garlo a multa de 490U0.
E por que eom a grande aluvio de car-
ros e carrocas, pareja existir da parle de al-
guem ignorancia do mencionado artigo, o
publico para conhecimento de todos, certos
os donos dos vehculos que lorem encontra-
dos oscarroceiros sentados, soffrero a mul-
ta estabelecida. FlscalisaQo da freguezia
de Santo Antonio 2 de agosto de 1858.
Manoel Jbaquim da Silva Riheiro.
:-..r
PRAGA O RECII-E, 3 DB AliOsTt. lili 1858.
AS 3 HORAS DA TARDE.
Colaces olliciaet.
Couros seceos salgados220 rt. por libra.
rred. Robilliard, presidente.
P Rorges, secretarlo.
CAMBIOS
Sobre Londret, 35 111 a 35 119 a 0 e 90 i. v.
Paris, :W5 rt. por fr. a 90 d. v.
a Lisboa, tos \\>
o Rio de Janeiro \\i por i' ii de rlbale.
Descont de ledras, a 9, 10 e \1 por eenlo ao anuo.
dettitos eomo asaaat quulidades, eom esta difloren- O ROOnras hespanholas.
Ditas
(a, entretanto, de qoe alies leem mtnot a iudutiru
privada, o movel tilo podtroso do intarette pessoal.
No ponto de vista pralieo, o projecto de confiar a
fuuccioiiarins pblicos o commtrcio a retalho nao
resiste ao exame. O negociante he cheio de alinelo
para ftzer valer soa mtreadorit ; obsequioso ruin o
publico, e ss esfurca por angaria-lo ; na veoda de
tecidoi, por exemplo, he de ama iueigotavel com-
placencia para ir procurar oa carlet, dohrar e re-
dobrar ai fazendet. O procedimento dot aaenltt da
.idmini-iraciio he inltiramenle difTerente. lie incon-
testavel que a iul>tilui^a i deslea por aqiieilei sena
desagralavel para os compradores, porque prejudi-
caria a venda cousegoioteroeule traria prejuizo
.ios proprlos producloret.
Aqu, como em oatra quslqoer parle, deve-se
procurar o remedio peloa relos perroiltidoi a ama
soeiedade livre, que itr tanto rnais prospera e satis-
feria da ti mesma, qusnlo mait houver contrahido o
uso da liberdade e fir maia exacta, em preencher
as toas conilirSt'. Pela arrio livre dos capitaes, pi-
lat applieac,oet divtrsaa ao etpirilo de associarao
obrando em sua liberdade, aera conslranairoenlo pa-
ra nraguem, ou pan outrai manifestacet esponta-
neas da aetividade livre dos particulares, os abusos e
as exagorardts que se reconhecem justamente nt in-
dustria commercial, devem diroinir e carainnar para
o sen desapareclmento.
Ni* he qoem tenha notado os vastos armazens de
uegoeo a retalho, qae depois de algant annos se
multiplicara as graudes cidadei. Alguoias lentatt-
vaa tamben) ja teem lido lunar e te reptlem para se
abrir bazares, ou outras reuoies de lujaa, que ofle-
recam aus negociantes retalho om meto de alliviar
notavelinente alsumas de suas mais pesadas despezas
geraes, como o allogoel da loja e osaiiDuneins. Estes
grandes armazens tendera cora forje a diminuir o
imposto.
Os bazares, a at rennies anlogas, setn allingir
directamente a sabdivislo do comroercio, restringen!
os mos eQeilos, o qoe vem a tr a mesilla coo*a ;
tob certas reclanio, elles oirreeem as vantagens
doa grandes arinazam. Debaixo de oulro ponto de
vitta, o numere dot inleioiidiarioa nio pode deivar
de diminuir de hoje em diante. I'nn dat caosat que
ni ni contribuan] para molliplica-los, era, como dis-
tamos, o niao e-la lo dea communica^ees, as quaes se
vio melhoraoilo todos os das de urna maueira no-
tavtl.
Tainos o eeminhot de ferro para transportar bara-
to oa productos ; timos a lelegraphia aleclriea para
transmillir, no ctso de necesudade. ordeut eom uina
preslaza, qoe parece raeravilha. O consumidor ou
pelo menos o negociante a retalho, aproveila-se dot
earainho! de ferro, da lelegraphia tlerlrica, e lara-
brn do baito prtQi do po le das carlaa, para pr-se
directamente ero relami eom o productor, sein o
soccorro dos numerosos intermediarios, dos quaes se
ttrviam nossos pas.
A organisar,*o de grandes armizem e de bazares, Velumei
reuuindu om grtude nuintro de lujas, podem dar c
garanas cootia as fraudes comrnerciats. Um gran-
de armazem teria de perder muito, se por veotura se
entregaste a titas praticas eooderanavtit; e urna
vez perdida a consideraran, nao ponera rehabilitar-
se. Ouaulo aes bazares, comprehtnde-te que m ca-
de ura dellet, seria possivel crear um especie de po-
lica, eom a cooperario dos mesmos negociante..
Alim de conservar no eslabeleciineuto ama boa fa-
ma, e por eoiitegaiole o livor publico, poder-se-hia
tambera fazer ura regulameoto, determinando que
todo o negociante de quem se hoavessem verificado
fraude qualilicada* laes, nio podeiia ser edruitlidu
no commtrcio oa deveria sabir dalle.
A tociabilidade he um dot attribotes mait admira-
veu e fecuudos de uossa nalureza, uin do que cor-
responder iiielhnr a um grande numero de uectiM-
dadet publicat e particulares. Logo que te percebe
na industria moderna desordens oo soflrinienlo, lia
probibilidade de dtaeobrir-se o remedio procuran-
do-o na suciabi|idade. Qoe ubjtc^io fariain as asso-
cia(Oe< suluulari't de negociantes, uo seio das quaes
se poderse organiar ama polica que nao fosie of-
feosiva '.' Quem te opporia a que etilo nomero de
negociantes eoncorJassera entre si submeller-se
um.i uisprcc,ao, cojas formales hoavessem regulado 1
Os propnoi fabricanlet, al aqui desaernadot cou-
Ira at exigenciae abuiivis dos inierinedi. rio, lera
adquiriao malte forja para reagir ellicazmtnte con-
tra ahuios que nio Illa sao menos prejodiciaes que
ao publico ; quero fallar da exageraeilo (Jos prerjos,
.iniiii como das fraudas. A respeito dos presos exa-
gerados, seria possivel, eiu mullos casos aus fabri-
cantes, eoniriinarem-ie para abrir na grandes culi-
des um armazem de negocio a retalho, cujos prejo*,
bem determinados e entregue! ao publico, viriam a
ter inevitavelmtnle a rtgra para todos os negocian-
tes a relalho. Um deposito deite genero fui creado
em Paria pela soeiedadeVieille-Monlague, que,
como se tabe, fabrica todas as aapecies de artigo de
/luco. JNa poca da Ki.n-.r.v. Uuiverial de Palia ou-
Irot Mineantes nolaveis mustraram-ae ,disposloi a
adoptar o mesmo espediente.
No mesmo pemamenlo de diminuir as exigencias
dos intermediarios, e a careilia moitas vetes exces-
siva, qae he a eonseqtiencia de sua int-rvt in; i >, ha-
veria lugar de examinar, ae a le de 1KU, que pro-
hibi na maior ptrle dos caaos, a veuda em leilio,
nio exctdto ramio o lira, a qae enlio se poda le-
Kitimair.enie propnr, que era previnir algunt abu-
sos, a que este meio de veuda ja linha dado co-
rnejo.
A lufluencia eleitoral do negocianle de lojas era
muito grande eiu 1851, e pode-se crer que ella fez
dar a'le da 21 dejunho desle janno um caracler
muilo resnelo.
A venda era leilio lias salas publicas conve-
nitnltmenle vigiada, he nm modo de venda, que
lem a vanlasem da presleze e a da economa ; nio
se sabe porque ae priva o publico dellt. Emtim a
respeito das fraudes, a aulori lado eslii* longe de
ser desarmada ; ha let repressivas do emano sobre
a quanlidade, ou sobre a quahdade. Para o gne-
ros alimenticio* cora especialidade, nao he dillicil
organiar uina inspecjio preventiva, que a le au-
toriti tainbem e de qoe te pode eiperar bom remi-
to dot, tem que o commercio pona dizer que tica
sQjeilo a voaacwes.
Em Parit, cuta tyslema esta' em pleno visor, nio
t para ai substancia at mais commont, como tam-
bera para outros artigoa de prlmeira necessidade,
eomo o carvio, e s ha motive para ttr applau-
dido.
Mea repitamos aioda ama vez, niio bata que o
poblico deixe a' autoridade ludo qae ha por lazer,
i he oreeiin que Ihe preste om conearto activo e ro-
ndlo. II urna dat idw mait chimeneas, e mait
perigotat, qoe comiite em crer que he poieivel a'
autoridade reformar ot ubusui, ine-mo quando esu'
redolida ai tnat unic.s forjai. Ella he impotente
para fazer o bem oo impedir o mal, te nao be au-
xiliada pela iniciativa dot cidadot. Quando o pu-
blico e*ptra mullo della, provoca-a ohrigando-a '
fazer leu, de qoe depoit nt homens inruitrioso e
lio ne, lo, os cidadioa mait oteit ou mais molleen-
vot, leem de se queixer, porque sao pira ellea un-
ir lanas cadtias. Levado alera de cerio ponto, o
tyitema regolamenlar, un qual alumas pesaoas
creem achar ara asylo contra a fiaode, he para a
aociedada orna especie de servidio, una cama de
ernpobreeimeolo.
Entre ai eautes que delirminam a divisan exces-
liva da industria commercial, pone-ee aisignalar a
'"* insufli unca da educajin proflsaioRal. Muilaa pes-
soas procoram estahelecer orna loja, por nao (erem
aprendido urna prolistio, vislo qoe o coinmercio de
lujas reclama pooca inslrucjio geral, poucos co-
nhecimeutot e*peeiais, e ele exige |>ouca aetividade
excepto nal capilaei, on le o eiteio e a garridice ne-
eesanai a' expoljio nio dtixam de occopar o ne-
gocian. Se a lu-triii,;i, publica respondiste me-
Ihor as neeeslidadei da soeiedade, sranle parle qaellt que sio negociuale, ti dirigiran! pira a
318000
179200
9f.lM
2oc:oo
2SOMO
JJ08II
1CM.II
:M)5tKM)
32JJ0IMI
1HCIKHI
2S100
25100
mexireuas.
Peras de t')910P. .
Moedas de 9gO00 .
Ditas de 20s .
PRATA.Palaces bratileiros.
Ililoa eolumnaries.
Dilot mexicanot
novo Banco de perita id-
buco.
Siio convidados os Srs. accionistas a rea-
lisarem ate o dial- de setembro oroximo
vindouro, no escriptorio do Novo t-anco de
Pernambuco, a segunda prestaeo des '2b por
cento sobre o valor de suas aceces Recife
27 de julho de 18,">8. Os directores, JoSo
Ignacio do Medeiro llego. Luiz \ntonio
Vieira.
Novo Banco de
Pcrnambuco.
EM 2 DE ACOST DE 1858.
O Raneo descorita a 10 por cento ao anuo,
na preseute semana, e toma dinheiro, em
conta correte simples ou eom juros pelo
premio e prazo que se couvencioaar.
AI.I-A.Mil-.i.A.
Raodlmenlo do dia 2 .
dem do dii 3......
16:2891624
ll:Jtil}i;12
37:551)056
carapinas e pedreiros, convida o Illm- >r.
inspector aos destes oicios que nella quei-
rnm trabalhar a apresenlarem-se-lbo coin a
possivel brevidade.
InspeccSo do arsenal de marinha do l'er-
nambuen em 3 de agosto de 1858.0 secre-
tario, lesandre Rodrigues dos Anjos.
THBATRO
DE
SANTA ISABEL
actual) laido grandeleilaodellas por in
tervenco do agente Oliveira: ciuinta-
feira 5 do corrente ai l'1 horas dama*
nliaa no seu armazem nn da Cruz.
Leilao
Descarregam hoje de agosto.
Rarca inglezaSarahmirca doria.
Barca iaglDiaMalhildemere dorias.
Rrigue inclezLord Allhorpdem.
Barca tn Je/.iRichard Tanloncarvflo e erro.
Rrigue inglezIron tirayobjectos para o aaz.
Polaca hespanholaPaoiafarinha de Ingi.
Patacho ainoiicauoDaniel Melmi.:idem.
Patacho portu^uezDuque do Portodivrrsos gc-
nerot.
Polaca hespanhola lleiencita pipas a !>arris de
vlnho.
Patacho nacionalAlfredodiversos gneros.
MOVIMK.MO DA ALH'ANDEt.A.
Volomes entrados eom fazeu ;as .
eom gneros .
Total
saludos eom faetndat
a aoin generot
Tola I
CONSULADO (ERAL
Rendimenle da dia 2.....
dem do dia 3 ..... .
DIVERSAS
Rendimonto do da 2 .
dem do da 3 ,
PROVINCIAS.
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DES'IA CIDADE NO DA
3 DE AGOSTO DE 1858.
Rio da PralaPolaca hc-panhol' oCancia, Arana-
ga & Bryan, d barricas assuear.
Rio da PralaPatacho liaraburguez oDiroi'iea Er-
nestine, Ainorim [rinlos, 350 bairicas astocar.
Sania PeBrigue hespanliol nBelisario, A ni nm
Iimios. 2j0 barricas assuear.
Buenot-AyresRciiiue bollan lt/. uEmilia, Manoel
Alves Guerra, 300 barricas asiacar.
LisboaRigue porloguea fConstante, Francisco
Jos Augusto t'erreira, Ct cascos mel.
EXPORTA<.A'n.
Ano', patacho nacional 'lioin Jetas, ile 170 to-
neladas, coiiduiin o srguiule : mi volurais diver-
so ^eneros.
RECEIIr;DORIA DE RENDAS 1MERN\S GE-
RAES DE PERBAMBICO.
Rendimenio do dia 2.....
I leu. do dia 3 .,,....
CAPITANA 1)0 PORTO.
Pela capitinia do porto se faz publico a
nuem for inleressado, e especialmente a to-
dos os individuos empreados no trslico do
porto, c ros navegaveis, que da conformi-
dade eom o arlipo 73 do regulamcnio de 19
de maiode 186, todas as velas das embar-
ca?es de que trati o mesmo artigo, devem
ser numeradas e marcadas eom urna letra
do alphabeto, n3o sendo admissivel que a
referida letra alphabetica exista smente
em urna das velas. E para que nilo se alle-
gue ruis motivo algiim de descalpa, ou de-
fezt da infraccao da lei, marcou-se o praxo
de nm mez improrogavel, contado da data
deste em dianle, para que se observe res-
trirlamente o regulamcnto, e sejam postas
as marcas designadas devondo as velas
maiures ter a letra do alphabeto do tama-
nho de quat'o palmos, eas menores de dous; I
tudo sob as penas da lei. Capitana do porto
de Pernambuco 28 de julho do 1858. Tor-
nando Vieira da Roca, capito do porto.
CONSELHU DE COMPRAS NATAES.
O conselho de compras do material preci-
so ao servico e consumo dos navios da ar-
mada, arsenal e mais estabelecimentos de
marinha, manda declarar que aceitas as
propostas apresentadas em 30 de junho pr-
ximamente lindo dos Srs. Santos, Oliveira &
C, Thomaz Kernandes da Cunha, l.un l!or-
ges de Cerqueira, Manoel Ignacio de Oli-
veira Rraga, Manoel Antonio de Jess An-
tonio da Costa e Silva Maduro, Manoel Jos
de Almcida iNunes, Jos Goncalves Malveira
e l.e3o Oiniz Machado, na parte relativa a
diversos objectos de que ja tem sciencia,
compondo o material para os ditos navios,
eti'ectuar pois, ein virtuJa de autoiisa<;ao
do Bxtn. Sr. presidente da provinria, os
respectivos contratos de compra em sessSo
de 5 de agosto prximo.
Manda declarar mais que contratara na
mesma sessao o lornesimento dos artigos
seguintcs :
Enl'ermaria de marinha.
Camisolas.
Colchos.
Cobertores.
Kronhas.
Lenfoea de hrim.
Sapatos.
Toalhas.
Travisseiros.
Pracaa do batalbo naval.
Bonets.
Capotes.
Fardas de panno.
Grvalas de couro.
Polainas.
Para cujos forneci montos pagos pela nia-
neira conhecida e em pratica, recober-sc-
hSo Dropostas ateas 11 horas da mandila,
em que serao abarlas, acompauhadas de
amostras do que couber no possivel, su-
jeites cm seguida aos respectivos exames.
Sala das sessoes do conselho referido om
26 o julho de 1858.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Pela subilelt-gacia da freguezia do San-
to Antonio foi recolhido casa de det'.'nc.o
opreloque diz chamar-se Deonizio, e ser
escravo de Antouio Cavalcanti, morador no
Poco da Panella, por desconlianr;a de m Jar
fgido ; quem for seu legitimo senhor ap-
pare^a neste juizo munido de suas provas.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
ror esta secretarla se faz publico que nes-
ta data foi inscripto no hvro da matricula
doscommerciantes o Sr. Xisto Vieira Coe-
Iho, cidadSo Portuguez, de 8 anuos df ida-
l:52lj 5 *^e domiciliado e estabelecido nesla cidade
eom su casa de commercio de fazendas em
grosso c a ratalho.
Secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco 2 de agosto de
1858.I>r. Aprigio Cuimares, ollicial maior
Por esta .secretaria se faz publico que
o contrato social celebrado em 19 de junho
do atino p. p pelos commerciantes lloslron
Kookor & C. e o Dr. I'ilippe Lopes Netto,
est dissolvido por destracle datado il SI
de julho ultimo, quo nesi dala foi inscripto
no competente livro, licando o socio Notto
obrigado pelos encargos dos socios lloslron
Kouker a, c. como sessionario desleg.
Secrstaria do tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco 2 de agosto de
1858.I).-. Aprigio Guimaracs.ollicial maior.
O Illm. Sr. iu.|ncliir da tbosouraria
provincial manda lazer publico que do da
3 por diante.se pagam os ordenados e mais
despezas do mez de julho prximo lindo.
Secretaria da ihesouraria prorincitil de
Pernambuco T de agosto de 1858 O secre-
tario, Antonio Ferreira d'AnnunciacSo.
O fiscal da feguezia de Sanio Amonio
faz sciente a todos quo interessar possa, que
GOlPAiHIA LRICA 1TAUVNA.
S3o convidados todos oa senhores que encnmmen-
daram bilhetea de camarote e cadeiras.a mandar bus-
car os seus competentes recibes de assignatura al o
DIA 0
do corrente, n meio-dia, prevenindo-te que qoal-
quer red ni n An depoit nao sera' atlendida e os hi-
Ihetisqae nao forera mandados retener al o sobre-
dilo da e hora lerao di>iriboidos aos mulle- seiihoris
qop esparam por alffima vasas.
A BMignalora aera' de !tu recita.
Ot etperlaeulot serao muilo variados 'om as me-
llinres operas dos man acredilsdos compositores, en-
tre aa quaes o Trovador. Ricoletlo, Puritanos, Mac-
helh, Treviala, Mara da Relian, \. Tasso e oiilr ifl,
PRECOS PARA CADA NOITE.
01.ll III.
Camarotes d I,
2.a
3."
Cadetraa.....
Plala geral. .
Vanndaa ....
O tenhores aisignantes lerao
.* por cento.
8S
. 103
. 1.3
. 39
. 13
. 13
nm abnliminlo de
Mi*
>
.
Gr
EX
ndc do Sl
O lindo c veleiro patacho nacional Direc-
tor, seguir breve eom a carga que houver,
alem da metade que ja tem prnmpla quem
no mencionado patacho quizer oarri-gar,
entenda-se eom os consignatarios Ral ar i\
Oliveira, em sea ascriptorio na ra da Ca-
deia Vclha n. 12.
para o ro de Janeiro.
O voleiroe bem condecido patacho nacio-
nal Ozorimbo pretende seguir eom milita
brevidade, tem a bordo parte de seu carre-
gamento ; para o resto que Ihe falta, trata-
se eom o sen consignatario Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo, ra da Cruz n. 1.
Para o lio de Janeiro.
O bem conhecido patacho nacional Valen-
te pretende seguir eom multa brevidade,
tem parte de seu carregamenlo eugajdo|:
para o resto, trata-se eom o seu ronsigna-
tario Antonio Luiz do Oliveira Azevedo, ra
da Cruz ti. 1.
A 9 do corrente.
David W. Bowman estando prestes a reti-
rar-so eom sua familia para Inglaterra fara
leilao, por interveneno do ajenie Oiiveira, de
toda a superiormobilia e mais adornos da sua
casa de residencia, consislindo em bellos
solas, consolos grandes e pequeos e mesas
redondas eom tampos de marmore, dilas
oblongas para cha, cadeiras de diversas qua-
lidades e gostos modernos, inclusive de ha-
lanco e de bracos, espelbos grandes eom ri-
cas molduras domadas, coM.ioados e laness
superiores para janellas, alcatifas e esteiras
de sala, candelabros, serpentinas c candiei-
ros de globos americanos, lantcruas, pannos
de lila de lindos desenhos para cobrir me-
sas, relogios de sala, um esplendido piano
inglez novo, autor Itroadwood, talvez sem
igual nesta cidade, e outro menos elegaute
para uso de apreodizes, quadros, urna su-
perior mesa elstica ingleza, aparador, lnu-
Qas para jantar e atronco e apnarelhos de
porcellana para cha o Caf, crystaei de todas
asqualidades para o melnor servico. obras
de prala, facas e parios, lettos para casados,
e singlos, coniraodas, guarda-veslidos,
guarda-roupas, secretaria, marquezas, la-
vatorios eom pertenecs, cabdes, estantes,
trem de cozinha, utencilios de jardim, e va-
riedade d'outros artigos valiosos e necessa-
rios como sejam urna grande burra de fer-
ro americana, prova de fogo patente, gran-
de tanqne de ferro para banho eom appare-
Iho engenhoso tambem para banho de cho-
qua, carrinho para meninos, urna vacca tu-
rina muito nova .le rac;a e quahdade supe-
rior, mappa roundi proprio par escriptorio,
dous globos armilar e terrestre de grande
tamaulio, e dous ditos pequenns etc. etc. :
seguda-feira 9 do corrente, aa 10 horas da
manli.oi, na ra da Aurora, ca-a erando do
Sr. Alves Cuerra.
Leilao
Ci:i.sijL?oiuo iioiEurimco
DO
DB. P. A. LOSO HOSCOSO.
Va roa da Gloria casa do fuudo*
Onde se acham semprc os mais acreditados medicamentos tinto em tinturas
como em glbulos, e preparados eom o maior escrpulo e por procos bastante commodos
Preco8 ixos.
*
Rotica de tubos grandcs- :
Dita de 24 i.....
Hita de 36
Dita de 48
Dita de 60
Tubos avulsos a .
Frascos de tinturara de meia onca.
Manual de medicina homoopalhica do
Dr. Jahr eom o diccionario dos termos
do medicina ....
Medicina domestica do Dr. llenry. .
Tratamcnto do cholera morbus.
Repertorio do Dr. Mello Moraes.
10^000
153000
208000
-!..-.. >r
30J>000
1/000
'->8000
20.5000
10-^000
21000
6?000
3
IJ
MS
IT
2;
nlio
e
ara-
r.
468
3 02S.;!tiO
L"Jlj77.)
i:SS0S71
11S77..
8
1157
O novoe veleiro patacho Alfredo, capilo
Antonio Travassos da Rosa, segu eom pou-
ea demora por ter parte da carga ja prepa-
rada : para o resto trata-se eom os consig-
natarios Almeida Gomes, Alves & C. ruada
Cruz n. 27.
Cear, Maranh&o e Pr.
Para os jiortos acuna indicados segu
em poneos diaso brigue escuna nacional
Carolina, por ter dous tercos de carga
a bordo, para o resto trata-se :om No-
vaes5i C. na pracaa do commercio n. G
011 como captSo e pratico Joaimim An-
tonio fionrv.lves dos Santos.
PARA LISBOA.
Sahir.'i no da 10 de agosto prximo O ve-
leiro e bem conheci io patacho portuguez
Mara Ignez ; quem nelle quizer carragar ou
rdepassagem drija-se aos seos consigna-
tarios Francisco Sevoriano Rabcllo 6; Fillos,
largo da assemhlea.
Ar^c ty.
ai
Segu na presente semana o patacho Santa
i.ruz ; para o resto da carga, Irala-se eom
Caetano Cyriaco da C. M ao lado do Corpo
Santo n. 2,'>, primeiro andar.
COMPANHIA
Per ambiicana
Nilo leudo checadn o vapor cfgearasta*" em lem-
po de resressar para os pertoa do norte, sahirA 2
horas depnis da soa chruada, n vapor (iPertinuiivan;
todava so o iilguara-su' se demorar alera do da 3,
o IViMiinii.;.!" ^k;uii,i cin i impcelerivelinpnle.
A barcada N. S. Vencedora, anda re-
cebo alguma carga para o Rio (irande do
Norte ; quem tiver re carregar. entenda-se
eom Joaquim da Silva Castro, na ra do
Crespo.
3 2825183
CONSULADO PROVINCIAl
Rendimentu do Im 2.....
dem do da :l.......
2:009*299
1 j2j)8ttj
3:3629145
W w
iAni
! "-
Navio entrado no dia :>.
Liverpool68 das, barca, fraeeeu aMiiii Luia,
de 216 toneladas, equipasen) 12, carsa carvAn de
pedra, a Wlialley Foeter ^ C. I'erlenee a Nanles.
Navios sahidos nn mearao da.
Caho-VerdiRrigue branlalra <> Despique de Beril,
capiAo l'uilino Jo3o de Carvatho, em ltiro de
niela.
Slnuapore Rarca farda Aijuilla, eapiUO Anpelo
F. I.iiiinili, coin a mesma carga qae lrou>e de Ce-
11 'Vi. Siispendru do hunarao.
tlamptom Roads Rrisue iiitilez lEdgir, rapilAo
Moukman, eom a mesma earue que trouie de
Maeeu Saipeiideu do l.imarAo.
Rio de JaneiroBacana brMUira oLindan, caplIAo
Joao l'erriira Pialo, rom a mesma carga le Irnu-
e. Suapemleu dn UmarAo.
INSPECCAO DO ARSENAL DE MARINHA.
Faz-te puhlico que a eommissAo de peritos detle
arsenal, eiarniiian lo na forma dispoata ,n re^ula-
mento aeornpanhaudn o deereio n. 1:1 ;i le ~i de fe-
vereiro de 1854, o cseo, machina, ealaelrie, apare-
Iho, iriasireai-oo, veame amarras e aneoras dn vapor
Camaranibe da enmpanhit de reboque, denomi-
na da Vigilante, echn luilo era bom estado.
InspeceSo do arteiul de manarle de Peinamhueo,
em :i de agotto de 18j8.1) inspector, Elisiario An-
tonio doi Sanio.
i 1118181
2 ITiciiiu pelas posturas aJilicionaes de 2* de julho do
' 1855, e regulsmenlo policial d 4 de agosto
do meslo auno, todos os carros, carrosas e
mais vehculos dever3o ira/.er por detraz e
pela rniite o seu respectivo numero, pelo
qual prove estar colleclada, e todo aquelle
que for encontraito sem esse preceilo, sor-
frer o seu legitimo dono a mulla de it)->,
o tres das de priso, estabelecida pelas ci-
tadas posturas. Fiscal sarjad da Freguezia de
Santo Antonio 2 de agosto de 1838 n lical
Manoel Joaquim da Silva llibeiro
Adminislracdo dos hospilaes de
caridade.
O thesourciro da administracao gera dos
eslaheleclmentos de cariuade manda lazer
publico, que 110 balando dos mesmos esla-
tielecimentos, publicaiio no Diario n 173,
em lugar de ler-sepago ate o lim de junho
os ordenados dos empreados-- loa-se aleo
lim de margo. Adininislracao geral dos es-
lahelecimenlos de candado 2 de agosto Oc
1858
s g,
> r C. W eo Q> Hora*.
0 a a n "si. 0 Atmosphera.
n M 1 = B = = p- 1 Direc5flo. 0
c -* D = 0 = B S Intenti-dac'e.
< 1- 1^ i i i. 1 g"g5g* U-ntigrado t%
e 1-lili.lCIC 1 -SI6Ba Reaumur.
c a a 1^52 x'o 1 Fahrenheil 1 0
z. = GC a -I -1 1 OK*c'-i-,o j llygromttro.
-1 0 1 | Barametr 9.
n
* H
ls
o W
C
r-
O
c
TRIBUNAL DO COMMKRCiO.
Por esta secretaria so faz publico, que
nesla dala fot competentemente registrado
o parul de dislrale da soeiedade coiiimercial
sob a firma de Fouseca, Medeiros ,\ C, a
qual entra em llquidatjSo. encarreganuo-se
desta todos os socios solidarios da firma ex-
mela.
Secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco '! de agosto de
1858.
r. Aprigio Guimar5es
Olllcaluiaior
Pela n 11111111 s t ra i;n, 1 do co'rreio se faz
publico, que o vapor coste)ro Persuiungau
receba as mala para os portos dn norte(isto
lio al o Ceanl, hoje 1 do correte as 3 llo-
ras da laido em ponto, e as corresponden-
cias que viurem desos detsa hora nao serSo
aceitas-
COMPANHI4
IJrnsih- r.i de paquetes a
vapor
o vapor Cruzeiro do Sul, commanrlante o
rapitfio dn mar e guerra Gervasio Mancebo,
espera-s^ dos porins il 1 sul, ein scguimento
aos ;lo nnrte al o dia 6 da agosto.
Recebe-se des le ja psssageijos, frote de
dinbeiro, encommendas e engaja-se a carga
que o vapor poder conduzir, sendo os volu
mes despachados con antecedencia al o
da 5 do mesmo : agencia ra do Trapiche
n. 40
Para o ftssfi eom escala pelo Rio Grande, lo-
cando lmenle no porlo de S. Jos, se^oe viagein cm
1. iien i'i-. pe ter gr.inde parir da carsa prornpla,
a barcaca Flor do Corten : quim qu^er carrogar
entenda-se na loja da ra da Cedeia do Recife nu-
mero 50.
MOVIS
Quinta-feira 5 do cor-
rente
AS 10 HORAS l)V MAMIAA.
NA IU A DOCOLLEG10N. lo.
*-AUacetc>to c/e e/foya
em o seu armazem, ra do C.ollegio n. 15,
rara leilio de um grande sortimenlo de
obras de marcineiria uovas e salas, vidros
o loucas para servico de mesa, (em appare-
Ihos e avulsos1 candelabros, lanlernas, va-
sos de porcelana e mais enfeites de sala, e
urna grande quantidade de outros muitos
artigos, que seriio entregues sem recusa al-
guroa inclusive urna porcao de calgado
franeez : no supradilo armazem no dia quin-
ta -f 'ira 5 do corrente as 10 horas da ma-
tlhaa.
t>fo$ totetec*.___
OIEM COMMIITAS PKDRAS ROLE ALOCUA
LIIE DA NA CAHECA.
I.endo urna declarar,ao que fez o honrado
taberueiro nvejoso panzudo nflo ser
elle o aulor dos annuncios qu i.em saludo
na Pagina Avulsa. contra a liberna do bec-
co do l'orto. 8ou a dizer-lhe, que ja mais
deixarei de acreditar o contrario, anda mes-
mo que elle Taca mil declmeles 1 I.- porque
a inveja o tem feito dizer o que i 3o he ver-
dade 2.-pelo interesse que tem tomado
contra a dita taberna 3-- por ir diversas
vezes reclamar justica ao Illm. Sr. subdele-
gado *. por emputar para um seu colle-
ga eom quem esta divcrgente.ate mesmo de-
clarando o portador.' Senao volt ir a cabera
para ver a enorme cau la dn palna de que he
dtalo! (Masarl pelo dssabor de a ver ar-
der para nao continuar eom osen arauz.d,
illtldin lo o Illm. Sr. redactor da Pagina A-
vulsas falsa eom declararles
Aluga-se uina lala proprja para rapaz soltei-
ro : trala-sa no eseiiplono da roa da Crol n. 2ti.
Precisa-sede dous pequeo para eaixeirn de
taberna. Unto eom pratica eomo tem ella : a peona
qoe quizer poda dirigir-ae ama AaaatUl, Liberna
de parla larga, que achara' eom quem halar.
Na r na dn Collegia n. 5, lem mulo hom doce
de araea' e de banana, boa carne do serlao, hn-
galcaj de carne de lim ,, de pnreo, miBliigl aglasi
e boa a 960 rs. a libra, dua franeeia a 720.
a, soeiedade commercial tob a liruu de Fome-
ea, .Medeiros \ Coinpanhia, linda hoje, ficando lo-
do, o socios encairegados de tua liquidadlo. Reeife
31 dejulho de 1858.
Samuel Gailick Uarlia, relira-se para a Eu-
ropa.
Aterra-so qualquer terreno a agado por
empichada razoavol: quem preteuder diri-
ja-se a ra da Palma figo no principio co-
Cbeira 'le bois e carrocas, casa do segundo
lampeSo.
Fornere-se para qnalquor obra areia,
lijlos de todas as qualt laites, telhas e car-
rosas para conduccao de Otilios objectos por
proco muito cominodi e poslos eom promp-
lido tris obras: na ra da Palm logo no
principio cocheira de bois e carrocas casa
do segundo lampeao.
fraspassa-se a hypolheca da casa da
travessa da run da Concordia n. I! dolronte
docbafariz, pertencente a Sra> !). Joaquina
Val vi na da Coaceicoa cuja h yp dheca he
por pouco lempo .0 rende um o Oteio por
cento ao mez : os pretndanles dirtjam-se
a ra do Livrament,loja decalgado n. 21.
Na ra do Cabuga n. !), terceiro andar,
precisa-se dn urna pessoa para criado, anda
mesmo sendo estrsngeiro.
Precisa-se para casa de commercio de
urna pessoa ntiancada, que escruta bem e
corrcciamenle a lingoa portugueza, que sai-
ba escripturar por partidas dobradaB, ou ao
menos que tenha pratica de to 'os os outros
trabalhos do escriptorio, preferin o-se pes-
soa de mais do 21 anuos de idade : a tratar
na ra do Crespo, loja u. 4.
Quera precisar de uina ama para cozi-
nha ou andar eom criancas de portas para
dentro, dirija-s a ra da Guia n. ".!.
ESTASELECiHERTO PH0T0GBAPHICO
AG. STAHL E OO;
Aterro da Boa-Vista n. 12.
GALERA E OFFIC1NA A REZ-DE-CHAO
Nao' confundir eom a officina o daguerreolypo na mesma ra-
Retratos tirados segundo os procesaos os mais modernos sobre crystal e papel
em fumo e eom colorido aguarella, applicacao de lindas .aizagens no campo do rclabulo,
Miniaturas para alOoetes o cacoletas imitando a pintura sobre marlim.
Retratos do pessoas fallecidas em qualquer genero c tamanho.
Ricas caixinhas, duqueza, pompadiii.r, velludo, tartaruga, marriqum ele .ate.
Retratos em tamanho natural sobre tela, desenbo da machina monstro chamada Me-
gascopo e pintura a oleo por m3o de artistas francezes.
-si'iiiollianQa e durar;ao garantidas.
Reproduccao de vistas, desenhi s e outros objectos de arte. Colleciio de vistas dos
rrabaldes eda estrada de f rroa.
N. D. POR MAIOR COMMODIDADE DAS ILLUSTBISSIMAS SENHORAS E
FAMILIAS A GALERA SERA' ASERTA E CONVENIENTEMENTE ESCLARE-
CIDA AS MUTIS l)K LAR.

'I'KDUAS l'KECIOSAS

Aderecos de brilhan-
iifflOKEIRi E DAtTES^ *-
OURO i: l'RATA. fg
Loja de ourives 9 __
t les.diamantes e pero- ni nmninra, US *(,ere's complete-s ,j
; las, pulcoiras. allne- -i? \\\ \ DQBU \ N. 7. fg ?^?ifr*to,l1- S
tes, brincos e rosetas, 7 r< ceiras.allineles, brm-
: boii.seaneis de dif- h Rfaphm r.nr S fOS e rosetas,cord,-, .,
\t Lt-eUI por |5 transelins, medalltaa,' ,

.. lerenles gostos e de rf
i-
inversas pedras de va- ;.h tOOOS OS VaDOreS!5
Ior- i? r M
lili rona asi
enfeites
-
Compram, vendem,
ou trocam prata, ou- 5??
ta ii ropa
obrosdo mais mo
outros '$
i ro. brilhantcs, dia-
*"" mants e perolas, e
nutras quaesquerjoias
; de valor, a dinheiros
SX ou por obras.

correnles e
para relogio e <>
muitos objectos de
ouro. !
.;
Apparelhns compl-
ffTUO ""osto tan. } los de prata Psract.a,.;:
rT 35bandejas, salvas. c:i-
tO OO rrailira, 'O P ''C*68- ulheresdev
n,. t-a ede eh, e muilosiif
l".() (le ISUOa, S t*S outros ohjeclos
'; praU.
Q& i. quaes vendem por Wtm preco commodo como
costumam.
Aluga-se um sino na Lapunga, di.Sr
Rartbolomeu : quem o pretender, .iirija-se
a ra larga do Rosario n. 36, botica, para
O
asa iie

1!} 0 Dr. Ignacio li'-nio X.-ivicr, roce
ft be em sua rasa de saude, que lica ao Mk
.. norte da estrada da l'assagem da 7
W Magdalena, ente a ponte grande e a fl
($) pequea do Chora-Menino, todas as *J|
pessoasdoenles, afianzando o ine- ^\
Ihor trat.inienlo, o maior zelo e cui- ''?
ra
d

9
i
8
i
i

i
Alt-ncin.
Ao deposito da ra das Cruzes n. 21. ebe-
gon nova remessa de queijos do ser13o, li-
aocando-se aos freguezes a superior qoali-
dade : quem comprar a primeira vez conti-
nuar.
Precisa-se de um pequeo pan caixei-
ro : na ra da Concordia n. s
Callos SOflulos ila RiiSbia '
dado medico. O local em que est
edificada a casa destinada para esse
miste,r as regras hygieoicas, sobre
as quaes est construida, os commo-
dos de que dispoe, o aceio, ordem,
e rcgulandadc que ah se encen-
tran), sao coadicOes ponderosas para
nma breve cura e completo resta-
bcleeimenlo. As pessoas quequizo-
rem utilisar-se de seu prestid o po-
dem dirigir-so n" pateo do Carino,
sobrado n 9, primeiro andar, das
1(1 huras da manhSa as S da lar.te. ,
e dessa hora em dimite uo seu esta- W
beleci ment. mk
Seboro coni
fogo
C.MPANMIA NORTUEN, ESTABELE-
CIDA EM LONDKES.
Prrw ios dim in udos
A''.ENTES
C. .1 *\stley .yC'-) ^panhia.
>A U A l>.\ GLORIA CASA 1)1) FUBOAO'
CONSULTORIO IIOMEOPATHIC*
DR-P- A. LOBO HOSCOSO
Medico partct.ro e operador.
O Dr. Lobo Moscoso, da consultas todos os
lias e pratica qnalqueropcrac.a'o de cirurgia,
ssim como,aceode eom toda a prompttdSo,
as pessoas ,u precisgrem do seu prestimo
para o sorvgo de partos, praticando aso-
reraertes manuaes oti inslrumeutaes, qnan-
o nao possa consegir resultado por eieio
ir. homeopalhia, que Untas vezestem vn-
c io diiliculdades, qui pareriaat insupe-
raveis
Olera
o
i*-
:.3
Oo da Silv-i li<-
mos medico pela Universidade de
.'



.
coi u pan fra
Brasileira de paquetes ;
vapor.
O vapor Oyapock, commandanteF. F. Ror-
ges, espera-se dos portos do norte em segui-
mento aos do sul al o dia s de agosto.
Recebe-se -lesde ja passageiros, frele de
dinheiro, encommendas e engaia-se a car-
ga que o vayor poder conduzir, sendo os vo-
luntes despachados eom antecedencia al o
dia 7 do mesmo agencia ra do Trapiche
n.40
'S Coimb-a mudou-sc para o prirrero i'-
anda dosobradon 52da ra IS'ova, di
i qtiasi coulronte a casa em que esta-
''i- v? habitando. .';
Cai-
ro 0 .Manillia.
Lonas du Russia, brins c bnn-
zoes.
Cobree metal para forro coin
prego.
Oleo de linhaca c Velas steari-
lias.
Estanto cm barrinhas, Bar-
nllii.
Vinhos linos de Moselle c oan-
nisberg espumoso, e de Bordeux .
-
DA
No escriptorio do abaixo assignado na rua
do Collegio n 31, vendi'i-.i-se hilhctes da lo-
teria da proncia ros seguintcs presos
sendo de lOOg p:> a ci na e a dinheiro a vista.
Rllhetes garandos 500
Meios Hitos 89750
P. J. I.ayme.
-- Precistsse alugar im ungro que tenha
pratica de andar eom carrosa : na rua dos
Pescadores n. 3, padaria.
-- No du, 3 i do mez prximo passado de-
sappareceu am cachorro chegado pro&ima-
da Burnpa, uinlhr.do de preto e ver-
melho ; rog -se quem o tiver, ou do mes-
r noticia, dg dirigtr-tM a rua da Auro-
ra, casa de Jnaj Piolo di Lemos Jnior, ou
no escriptorio do mesmo, na rua do Torres,
qu ser recompensado
AiiiaidiSa, 4 de aiMSto. depois da au-
diencia lo S". Dr. juiz municipal da segun-
da vara, lera lugar a arremalacSo da parto
ibrado i run larga do Rosario n. 42,
iada por 4:22$$95, a requerimeoto do
3
'- em quartolas.
C. .1. ASTLEY & C.
I'rcct.s.t-s- de olDciaes le sapateiro para
a rua lar_'' do Rosari i n lt, junto a botica
do -r. Pinto: qualquer pessoa que queira I testamento dativo do tinado cpitSo Antonio
vtr lera no lim do mez urna g-atifi'aijno con- Gomes Pereira de >a.

Oflieio.
Pela superintendencia da rnmpanhia da
estrada de ferro do Recife a S. Francisco se
convida aos Srs. accionistas a receberem
juros de 7 i as quan-
lias entradas por cont8 de suas respectivas
acees e relativo ao quinto semestre lindo
em 31 de julho.
InspecrSo do arsenal de marinha.
Precisando esta repartirlo de carpiatoiros,
Ml I
Precisa-se do 2 meninos escravos ou for-
ros para aprender a fazer charutos : quem
pretender, dirija se a rua da Cru/ n. 59, ter-
ceiro andar.
-- James Hallidav ,\ C. fa/em sciente ao
commercio que do I." de julho em di.-iote
sua firma commercial sor le i/idoro, lilii-
dny & C a qual lica responsavel por todas
as lransnrr;es da firma exllncta.
Associaeao Commercial Benelicente de
Pernambuco.
tls senhores socios eHeCtivos s.'o conviila-
dos a se reunirem em assemhlea (eral no dia
5 de agosto, as lt horas, afim le se proceder
a eleicSo de nova direccSo conforme o artigo
J9 dos estatuios. -- o secretario da direi-cHo,
A. de A. Rodrigues Isaac.
llclojoarias
SUPERIORES
Em casa de Loufr
< lie. ru i Rova
Ar-aba de receber mais de
forme o trato que lizer eom o dono do esta-
beleci ment.
ti Sr. Jos Uaximiano Alvos Cavalcan-
ti, praticante da tlu souraria da fa/.emla,
I queira dirigtr-se n rua do Queimadu n. -2'i,
L^'J. I primeiro an.iar, concluir o negocio que sa-
be.Jos Estoves Vianna.
Na rua Nova n. 18, primeiro andar,
por cima da loja do Sr. C'j, /Ifaiate, das 11
noras da maiibia as t j,i tarde, tiram-sc
retratos pelo novo systexa norie-america-
iio. 0 artista que dirige este estabelecimen-
t he o mesmo que trabalbra i.a exmela
oflcina de daguerreotypo do aterro da Roa-
vista o. *, lerreiru indar. Nesse eatabt l ici-
ineulo Re en.'o,ira um grande p variado sor-
tiroentode caixinhas e quadros de todos os
lamanbos para a coltocac3o JOS retratos.
Allc < a<>
Deslea rua da Rita Ja c.isa do Dr. Joao
Jos Pinto Jnior atoa casa das audiencias,
viudo pr|o pairo do Para IZO, pila ru de S.
Francisco, rua das Crujes 0 becco do Ouvi-
dor, perden-se um embrulho de papis]
amarrado eom um barbete, em forma de
Luiz Jos da Silveira e !i- Francisco
l'.ndrigues da Costa fazem Miente ao respei-
tavl corpo dn eom inercia, que elles com-
im a Manoel Uoreira da Costa Duro tSo
smente a taberna da rua Nova n 6, com-
prenendenioa armacSo o gneros, licando
a cargo do mesmo Sr. Duro lodo o activo e
passivo.
A tabriea de sab"o da rua Imperial
orecist alugar | escravos para o servico da
mi-smo, p?;;a a 30)000 e sustenta ; tambem
precisa de um homem forro que s< queira
encarregar de cozinhar : a tratar na uicsuia
fabrica.
Aluga-se nm terceiro andar eom mui-
tos comblos, e fresco, na rua do Apallo
n. O ; a tratar no ar i-szom do raesmo
Roga-se ao Illm. Sr. mijor Joaquim
Ignacio Carvalbo de Mendonea tenha a hon-
da Je de ir ao pateo do'iVnjo n. 19, a nego-
cio de seu inferai -
I ni homem solteiro precisa de urna
ama qun COZohe e engorme : na ru do
Queimado, botici n i5. sedir quem he.
Alugi-se o primero anlar casa da
rua do Crespo n. ,', p-onrio para paraos-
rolo, as 10 hori.-, do da 2 d" Corrente agoa- criptorlo, ou morada dn pessoa de commer-
I!.
Le loes
A > do corrente.
Arkwiijlii, Tuckniss \ '.. tendo ic*
miniar sen estabelecimento de lazendas
inglesas para novo armazem e para nao
tei de conduzir as minias existentes n"i Wyak, oem 2.- o Sr. 0.PlessmatiQ
eioti-
300 relogios,
bonitos corren toes Meados de miro, n?va-
Ihas das melhores que he possivel encon-
tiar-se, e muitos outros objectos.
--- F,m. Rtdoulac faz nina viagem para a
F.uropa, o deixa duranti' sua ausencia como
seus procuradores em I.' mear o Sr. E. II.
to : quem tiver acha lo ditos papi is tenna a
bondade le os o itregar ao escrivfio AlQay le
que recompensara e muilo d 'cera,
Atl. n<;*o.
Kissel, relojoeiro franc *.
'';' relogios I ouro e pral c n
'.: relogios, jolas e msicas, ja aqui he -
';- conhecido ha muitos aunos.habila no .; ;.
.j pateo do Hospital n. 17
' ::: :- 8 '-: i
-- Precisa-se Tillar eom o Sr. Jos lei-
xeira Lope* negocio de importancia ; na
iravessa da ala tre de Dos, armazem n. 18,
ouannunciar a sua morada, para ser pro-
curado.

co : trata-se na loja >'.a m-sma (<*
Quem tiver cn>i-- enai o Sr. E. Bidon-
lac, queira apresenlar nesles tres oas para
s,' pagar
MU.lia BU SACCOS GRANDES.
Hoje desembarc ram sicoos eom superior
milno ch gado do Porto: no caes daAlfan-
dega, a ral i- c im J 'S i l'.nto R
CARTEIR iS, Al.miNS, P\STaS ETC
N,i livrarra n. 56, da rua da Cruzacha-se
11 "i liniovariadissimo sortimento decar-
leias da algibeira, carteiriu le viagem, de
guarilar lettras e sr- lula.de past=s douradas
para simliotas, de pastas de escriptorio. de
libaos, etc.. ele : lu,io fabricado eom mui-
{.' perfeir^ao e cigalo ltimamente de Pa-
rs v*endem-se po- diversos pretjos, segun-
do o merecimento de cada objecto.
r\ATA IMrADDrTA
ll irriiv/cri


DIARIO DE PERNAMBUCO TERCA FEIRA 3 DE AGOSTO DE 1858.
Precisa-se de urna ama pira casa de
pouca familia ; na ra do Hosp.cio n. 34, a
tratar rom a dona da casa.
Escravo fgido
200,9000 a quem o
pegar.
Fugio do dit 28 do mez de maio do cor-
rete anno un mulato acaboclado de nome
Manuel, com idade de 30 annos, pouco roais
ou menos, baixo, rosto descirnado, sem
dentes na frente da parte do cima, cabellos
cortados, falla muito descansaba, Icvou cal-
ta branca, camisa azul, chapeo de couro
preto e gibSo do mesmo couro este mulato
foi comprado ao Sr. JoSo Izi tro Porlella,
morador na villa da barra do Jardim. pro-
vincia do Ceara, o qual mulato tomou o ca-
minho de Cariris Novos : por isso pode-se as
autoridades policiaes ou capitSes de campo
que o levem polica ou casa dos Sis.
Monleiro & Soares, ra Wrga do Rosario n.
8, que receberSo a gratificaQiio cima.
A.o publico.
Acha-se Instituida a sociedadc Alarainen-
se na cidade de Larangeiras da provincia de
Sergipe, para flus inleirausni.e virtuosos c
instructivos, em prol da religi.ioeda patria.
Ilomens livres, que possuam virtudes e ta-
lento, podero ser nella admitti los : os
siembros de tilo til, quanto vantajosa so-
ciedade, pedem o|apoio e protocco de todos
os caraces religiosos, patriticos, amantes
da unio e da instruccilo.
~ Luiz Jos da Silveira e Jos Francisco
Rodrigues da Costa fazcm sciimle ao respei-
tavel corpo do commercio, que estabelece-
ram urna sociedade na taberna sita na ra
Nova n. 65. sob a firma de Silveira & Costa.
Joaquim Salvador Pessoa de Siqueira
Cavalcanti, mudou-separa a ra da l'raia,
sobrado de Jos Ifygino de Miranda.
- Da-se 205 de aluguel por urna preta,
captiva, que saiba bom cozmhar : na ra
estreita do Rosario n. 30, segundo andar.
Maria Filippa de Jess faz sciente ao
respeilavel publico, que Antonio Pinto de
MagalhSes j ha muito que nao he seu pro-
curador e nem lein arrogado procurado em
outra qualquor pessoa, que o nico bom que
tura tem o seu veucimenlo daquella dala a 21 possue lie urna casa nos Afogados, a qual
Para o /fssu5
segu em poucos das a barca Mathilde :
quem nella quizer carregar ovi ir de passa-
gom, dirija-se a ra do Trapiche n. 14, para
tratar com Manoel Alves Guerra.
Deseja-se Tallar a algum dos senhores
herdeiros ou successores do finado capilSo-
mor do Recife Jos de Souza Rangel, sobre
seus direilos hereditarios na ra do Colle-
gio ii. 17, primeiro andar.
Os abaixo assiguados, administradores
da massa fallida de Deane Vnule .V C, parti-
cipan aos credores da mesma, que se acna
ella liquidada, e os convidan! para se reu-
nirem no dia 9 do corrente mez, alim de que
sejam tomadas as contas e se lhes de as res-
pectivas quitaces ; e como umdosadmi-
nistradores se tem de retirar brevemente
para a Europ*. esperara que os seuhores ere-
dores n3o deixem de comparecer no dia in-
dicado, ao meio dia, na casa de RotOe & Bi-
douirc, rua do Trapiche Novo n 12, escrip-
tono, primeiro andar Recife 2 de agosto de
1858.Mauoel Joaquim Ramos e Silva, Edu-
ardo Fenton, Luiz Antonio Siqueira, fcnr.
Bidoulac.
Est justa e contratada a compra da ca-
sa e otaria na ra do Mondego n. 135, per-
teucente a Joaquim Jos de Olivetra e sua
inulher D. Antonia Maria Magdalena, her-
deira de Jos Antonio Crrela Jnior ; se
alguem julgar-so com direito a mesma pro-
priedade por qualquer titula, annuucie ou
dirija-sea mesma olaria.
ADVERTENCIA.
O pagamento da subscripto deste Diario
a 4301)0 por quartel s he permittido dentro
de 15 dias do coracco,lindos os quaes smen-
te se recebe a 59000 : pnrtanto os senbores
que nSo satisiizerem do 1.' modo, iieam
iiicursos no 2.'
O abaixo assignado, morador no enge-
nho Mauricca, freguezia de Una, termo do
Rio-Formoso, avisa ao rcspeitavel publico,
que em dala de 23 do correte Tertuliano
Cavalcanti da Silva Guimaracs lhe passou
urna escriptura de debito, obrigacSo de hy-
potbeca, pelo cartorin do tabelliao Casado
Lima, na villa de Rarreiros, dos escravos
l'arcacio, Camillo c Honorato, crioulus, Qui-
tea, Isabel e Maria. Angola, para garanta
da quautia de 4:0005000, que o abaixo as-
signado lhe cmpreslou em dita dala em
moeiia corrente, sendo que a roesma escp-
annos, e na falta de pagamento corre o pre-
mio de um por cont ao mez ale linal em-
bolso : o abaixo assignado faz o presente
annuncio para que mugnem contrate nego-
cio algum acerca dos mencionados escravos,
visto como eslao los sujeitus predicla es-
rriptura. Engenho Maorie* 25 de julho de
I858.Felix Pereira de Araujo.
Atienco.
lima pessoa que esleve muitos annos na
Prussia, se propoe a dar lices da lingu al-
loma ou por casas particulares ou -m sua
propria casa : quem se quizer utilisar de
seu prestimo, pie, a qualquer hora do dia,
dirigirse a ra do Amonen, casa n. 5.
GABIIETE PORTDGDEZ
DE
Porordem da directora f senhores associados, qne em virtude do ar-
tigo 4 i dos estatutos lica marcado seraanal-
menle o dia de seguada-leira para as sesses
ordinarias da administraQilo. Recife 2 de
agosto de 1858 1 secretario,
Jo5o Onirinn iin Aeuilar.
uSo a vende e nem a hypotheca.
-- O Sr. Domingos dos Passos PavSo ve-
nha quanlo antes receber o dinheiro de
sua hypotheca, com quanto anda falte 12
mezes para sen vencimento.
(i Sr. Antonio Ferreira Marques, natu-
ral da ilha de Funchal, quo tem residido no
bairrodo Recife, ou alias os seus herdeiros
e successores queiram apparocer na ruado
Collego n. 17, primeiro andar, para se lhes
noticiar sobre alguns bens seus existentes
na mesma Ilh, que ora so procura dar des-
lino em prejuizo deltes.
Francisco Jos Augusto Ferreira, na
ra da Moeda n. 2, tem par vender cevada
em.saceos de 4 arrobas a TsOOO. assnn como
torna com mel, ludo proprio para as co-
oheiras.
ATTENCAO
Ven le-se um excedente piaao moderno
patente inglcz de Jacaranda : na roa da Glo-
ria n. 75.
Na rua da Cadeia do Recife loja n.
\~y, vendem-se rede*,alcorhoadasproprias
para tipoia, de boa (pialidade e bons jos-
tos, por precio commodo.
Vende-se urna bonita mulata de
10 anuos, com todas as habilidades, sen-
do para engenlio ou embarque : na ra
do Cabuga' n. !), no segundo andar.
Na loja de Antonio Lopes Pereira
de .Mello & C. na ra da Cadeia do Reci-
fe n. 7 tem para vender caixas com cha-
peos del'eltro da bem conhecida fabrica
de Jos de Carvalho Pinto & C. do Rio de
Janeiro, por prero commodo : a tratar
na mesma.
Fazendas baratas.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50, es-
quina defronte da ra da Madre de Dos,
vendem-se cortes de cassa chita de cores li-
sas, sendo a maior parte de cores escuras e
arroxeadas, pelo diminuto preco de 11500 a
1?600, cortes de carobraia lisa tambem para
vestido a 25600, 25800 e 35, cassas de cores,
preta e rxa para vestido a 200, 210, 80 e
320 o covado, musselinas ce cores verde,
amarella, azul, parda e rxa, prupria para
vestidos e casaveques a 320 o covado, chitas
escuras de cores tixas a 140 e 160 o covado,
ditas de melhor qualidade a 200 rs ditas
francezas largas a 260, 280 e 320 O covado,
chitas para coberta a 200 o 220 o covado,
cassas para baba lo a 200 e 2-O 9 vara, e a
peca a 15500 e 15806. cortes do sedas largas
de quadros para vestido a 255000, alpaca
preta de duas larguras a 480 o covado, gr-
valas de seda de quadnnho a 640, pecas de
ganga franceza de cores escuras do muilo
boa qualidade para calca ejaqueta a 25400,
cortes de i-neia casemira. fazenda encorpa-
da, polo barato preco de 25400, cortes de
casemira a 45, 49500 e 65 panno preto e azul
de 25200 a 75 o covado, casemira preta lina a
25300, 25400 e 25800, setim preto maco para
collete a 25500 e 33200, velludo preto bom a
a 55 o covado, e mitras mullas fazendas de
boa qualidade, que a diohoiro tudo se vende
por comino Jos precos.
Vende-se um excellente cavallo de ca-
briole!, muito manso o gordo : na ra dos
Guararapes n. 32, ao p do marcineiro.
Vendem se saceos com farinha, ditos
com milho. 50 milheiros de charutos, em
macos de 50, muito bons : na ra da Sensata
Nova n. 22.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY
PILULAS HOLLOWAY
EsteInestimavel especitico, composto nl-
teiramentedehervas medicinaes, nSo con-
ten mercurio,nemalguma outrasubstanca
delecterea. Benigno maistenra infancia,
e a complec3o mais delicada he igualmen'
te promplo e seguro para dcsarreigar o mal
na compleijao mas robusta ; he inlcira-
mente innocente em suas operares e efJei-
tos ; pois busca e remove as doencas de
qualquer especie e grao por mais antigs e
tenazesque sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com
esto remedio,muitas queja estavam spor-
tas morte, preservando em seu uso ; con-
seguiram recobrar a saude e Torcas, depois
de haver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais alllictasnSo devementregar-sea
desesperacao; facam um competente enaaio
dosellicazcs effeitosdestaassombrosa medi
cia, e prestes recuperarfio o beneficio da
saudo.
NSo se perca tempo em tomroste reme-
dio para qualquerdas seguintes enfermid-
des :
Acciden tese p i lep ticos
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou exte-
nuadlo.
Debilidadcoufaltadc
foreas para
quercousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ven-
tre.
Entermidadcsnofiga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Heryspela.
Febres biliosas
$omp? $.
Oatheneu Pornambucauo, lendo de
celebrar no dia 5 do correule pelas 10
horas da manha, no saldo de honra
da Faculdade de Direito, urna swaSo
fnebre, preceden 10 a ella urna missa
que sera dita na matriz da Boa-Vista,
em memoria do seu fallecido presiden-
te honorario o Dr. Joaqun, Vilella de
C. Tavares, couvida por meio deste aos
amigos do illustre tinado e a lodos os
estudantes desta cidade para assistircui
a esse acto po e religioso.
Joaquim Moreira de Castro.
1- secretario.
Sao convidados todos os coristas da
opera italina com os quaes ja se tem tra-
tado a vir ao theatro de Santa Isabel ate
o meio dia.
Tasso Irmaos.
Tem para veoder ein mu arrimaos da prar;a da
Pon* Nova as leEuinles fjnulias da trigo ehagadaa
ullimamele de Trieste
SSSF
Fontana.
Priineir.s qnalidade.
R&C.
I 'iiilipin ipihIo comprado o ltimos carre^amen
loi de Kictimood lee) as leguiules marcas daquella
procedencia
Gallego.
Huxall.
Mlllloj).
CrensQOW.
dance.
Colambia.
Gabocla.
/oseneath.
De (ienovs tem limn sorllmento das carcas ja
conhecida MM e H\\. ssim como diversas mar*
cal M de l'lul,!il.'l|JiM, Nova llrieans. Otilo Balli-
mnre lano eilrus como supeilinds ; aus piejos nais
conunodos do mercado.
He chegado a loja ae Lecontc, aterro
da Roa-Vista n. 7, excellente lcite virginal
de rosa branca, para refrescara pclle, tirar
f'annos, sardas o espionas, igualmente o a-
amado oleo babosa para limpar efazer cres-
cer os cabellos ; assim como p imperial de
Ivrio de Floronca para broloejas e asperida-
des da pelle, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa da vida.
Na fundiro da Auror? n^ci'.a-se
de serventes forros ou escravos, pa
stiviro dcbaixo decolierta.
Precisa-so de um caixeiro ; na poda-
ra da ra Direita n. 24.
Riquissimos cortes de seda de cor com
tres babados, que por estaris com pequeo
toque de mofo se veuderao por todo prego ;
na ra do Quoiraado n. 44.
Precisase de urna ama para o servco
uterno de urna casa de pouca familia : no
pateo do Carmo n. 20, sobrado.
QOCOOc::<;-r.:-:;v-r-?'v5-:QSI
fgg O Dr. Casanova pode ser procura- 5
gx do a qualquer hora para visitar doen- J*
^ ^se pralicar qualquer operacao de *
li. cirurgia. especialmente de partos ''.''
3 em seu v $>
fCONSUJOKIOIIOMEOmiIlCOl
i 'i8RudasCrii2 No mesmo consultorio tem sembr t\\
! os mais acreditados medicamentos %.
^ homeopatbicos em tinturas ien|
-.' glbulos e carteiras nquissimas; ha <&
(5 tambem varias obras em francez e f.1}
1 m porluguez. ;'.
3-;:g::-::; ::::;::: :::::;COSO
Lotera
Compra-se efectivamente bronze, lao
t3o e cobre velho : no deposito da fundic?.-
da Aurora, na ra do Hrum, logo na entra-
da n. 28,e na mesma fundico.em S.Amaro.
- Compra-se effectivamenle 111 ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, a:ces das com-
paubias, e da-se dinboiro a juros em gran-
des e ueauenas quanlias sojre penhores.
Comora-se um caval'o capado, com
andares: 110 l'oucinho, casa cuvidracala
junto cocheira, por detrs, de Santa Tlie-
reza.
~ Compra-sc borra de vinho : na ra da
senzala Velha u. lio.
Compra-se urna casa terrea que esteja
em bom estado e que seja na freguezia de
Santo Antonio, no valor de 1:00o/ : quem a
tiver dirija-se a ra do Kangel n. 58, casa
torrea ou annuncie por este Diario
Compra-se travs de lonro ce qoarenla palmos
m rauda porreo : na ra da oria o. :i, caa do
lundo.
BMIQtta-SITO
fltia do Qorjnada,
GRAIDt S0RTIR(*Ttr

DA
n-
ti abaixo assignado declara que de boje
em 'liante compra bilhetes de lotera reco-
llndos com o descont de 20 por cenia seja
qual fnr a quantia : na ra do Collegio 11. 21.
P. }. Layme.
Da-se dinheiro a premio sob hypothe-
ca em bens de raz dent'o da cidade, e com-
pra-se urna ou duas casas terreas no barro
de .Santo Antonio ; na mesma aluga-se um
preto de meia idade para o servido interno
de esa : a tratar tudo isto, na ra Velha do
barro da Boa-Vista n. 3, segundo andar.
Na loja de fazendas da
eunoinia domestica na
ra do Queimado
n. 49,
vendem-seas seguintes fazendas por precos
os mais baratos possiveis : alpaca de seda,
padrdes modernos e lindos a 700 rs. o cova-
do, dita preta lavrada com ricos lavoures a
800 rs. o covado, dita lisa e de diversas co-
res, bretanhas tiaissimas com 10 varas e 4
1|2 palmos de largura a 6s, riscados franre-
zes, padrOes modernos a 20, 260, 280, 3o0
o320, musselina muilo linca de diversos
precos, chitas do gaz as mus bonitas que
he possivel imaginar-se.pampulinasde se la,
que de bonitas ebegam a rir-se com os fre-
guezes, casemiras muito lindase linas, brins
de puro linho branco e de cores de diversos
precos, meias de 13a de carneiro, compridas
e curtas a 18 o par, velludilho de cores, cor-
les de seda para vestidos, cassas pintadas,
organdys de muito lindos padroes a C40 a
vara musselina branca asselinada cam-
b-aias de todas as cores c de salpicos, pali-
tos e sobro tudo de panno, alpaca, brim,
bretanba e riscado de linho, calcas de cse-
mira e de brim de linho, colleles de selim
Je todas as cores, fusles para calcas, colle-
les e palitos, meia casemira de bom gusto a
800 rs. o cavado, tapetes de tolas as cores.
Para nao ser tilo massante a leitura concluo
dizendo, que alem de tudo isto. existo um
completo sortimento de fazendas suissas,
allemSas, hamburguezas, francezas e ingle-
/as, e com a vista melhor se poder mostrar
aos freguezes, quo na vordade nao di.ixaro
de comprar.
Anoz do Maranhao.
Vendo-sc arroz do MaranhSo a 2? a arro-
ba, a 400 rs. a cuja, e 80 rs. a libra, mantei-
ga ingleza a 700 rs. a libra : na ra de nor-
ias n. 18.
NO. ANTIGO E BEI CONHE-
cido deposito de Bichas
de Hambur^o
da ra estreita do Rosario n. II, acaba de
chegar pelo ultimo vapor precedente da Eu-
ropa urna factura dos seguales gneros, que
por certo sao os melhores do mercado, a
saber : queijos londrinos de 4 a 6 libras, bo-
lachinchas mixed, ditas de soda redondas e
quadradas, presuntos inglezes mu frescaes,
uiantoiga ingleza em boiesJde libras, com
ocheiro propiamente da coalhada. frascos
com amm loas coofeitadas, primeira sorte,
ditos com pastilhas aromticas e peitoraes,
um completo o variado sortimeato de sequl-
Ihos para cha, quer da Europa, quer da pro-
vincia, ameixas nicas vistas 110 mercado ;
os gneros supra indicados s3o de reconhe-
cido mrito, o por isso sau'veudidos a di-
nheiro de contado.
BICHAS DE HAMBRGO
Ito anillo deposito da roa estrella do Ito-
sario n. 11, vendem-so bichas de llambur-
go, o cento a 205, sendo as raestnas chegn-
ds pelo ultimo vapor inglez, assim como
lugam-se por menos do que em outra qual-
quer parte, o fornecem-se bichas para os
nospitaes e araeoaes do guerra o marinlia,
pelo preco de 25?000 constantemente, anda
mesmo navendo falta no merca lo.
~ Vende-se urna escrava erioula, de meia
idade, boa cozinheira e doceira, por preco
razoavel : a tratar na ra de Apollo n. 19,
primeiro andar.
Vende-se no pateo do Carmo, taberna
n, 1, una erioula de bonita figura, e que co.
se, engomma e cozinha o diaiio de urna
casa.
-- Vende-se urna excellente carroca para
ser puxada por dous bois, bem construida,
o por preco mui commodo : a tratar na ra
daCadeiadeSantoAntonion.il, com Ur-
bano Mame Je.
Recebidas em direitura d
pan*.
Ricos cortes do vestidos de ssda de
cor e brancos
Corles de cambraia de seda borda-
dos ao lado
Grosdenaples preto encorpado, co-
vado I36OO a
Dito de cores e branco, covado
Seda branca lavrada para vestido
de noiva, covado Isioo a
Belleza da China, fazenda toda de
seda, covado
Setim preto maco para vestidos,
covado 2-5700
Velludo preto o melhor possivel,
covado
Meio velludo preto o de cores, co-
vado
Velbutina preta e de cores, covado
l-'olar de Taris de seda com listas
maUsadas, covado
Ricas sedas de cores de novos pa-
drees, covado
Diana de seda lavrada mui linda,
covado
Se liabas de quadros e listras, co-
vado
Popelinas do seda e 13a, padroes
novos, covado
Baregode seda, padroes miudinbos,
covado
CorgurSo de soda com llores, covado
Panno preto e de cores, prova de li-
m.10, covado 3/ a
Casemira preta setim, ov.do 1>700 a
Musselina de cor e branca, cavado
Chitas francezas de cor claras o es-
curas, covado 280 a
Cambraias orgaudys.novos padroes,
vara a
Cassas francezas finas, padroes no-
vos, vara a
Ditas ditas, vara a
Mantas de Blund, prctas e brancas
Manguitos e golinhas bordadas
Tiras e entremoios bordados
l'ulceirasde velludo, frocoe fita
Lencos de cambraia, linos, com la-
byrintho
Chales de merino com franja de 13a
Ditos ditos de seda
Ditos ditos bordados a seda
Ditos ditos bordados a velludo
Ditos de seda de peso
Cortes de casemira ce cor finos
Colleles de dita e de seda bordadas
Chapeos prelos francezes modernos
Grvalas de seda compridas cora
antiel
Peletots de alpaca preta c de cor,
forrados
Coudolas de alpaca preta o de cor
Paletols de brim pardo e bretanha
Ditos de fustSo, ganga eoutras fa-
zendas
Ditos de alpaca preta
Passandoo becco da CongrcgacSo, do lado
diroito em scguimenlo para o Livramonto a
quarta loja de tres portas com rtulos bran-
cos n. 40.
25500
1C920
25500
15 U0
CirO
55500
15400
750
15100
15920
15000
900
15000
40
850
7?")(H)
30200
32"
360
500
320
IM00
4O80
6r000
6*500
IIJOOO
63OOO
5
7^000
71000
55000
4*000
45500
.5800
Farinha de
mandioca.
Desembarcada boje de bordo do hiato Al-
fredo, procedente do Maranhao, em saceos
(jrandes ; vende-so no armazem do ferreira
a Martina, travesea da Madre de Dos n. 16
por preco commolo.
Vende-se urna negra de idade 40 annos.
propria para qualquer servico de casa ou de
ra : quem a pretender, dirija-se a ra da
Cadeia do Recie, orimeiro andar n. 5<, que
achara com quem tratar.
-- Vende-seno aterro da Roa-Vist, junto
a loja de (landres n. 2, em casa de Parias &
Marlins, presunto de superijr qualidade a
560 rs. a libra, ameixas novas, queijo suisso
a 15 a libra, canclla da nova a 800 rs a libra,
conservas sortidas a 900 rs. o frasco, ervi-
Ihas em lata a 500 rs molhos inglezes para
carne e para peixo a 900 rs. o frasco de bom
gosto, bolachinhas sortidas Tinas em latas
ile todas as qualidades, cha superior a 25400,
manteiga ingleza superior a UM20, vinho
Madeira Secca superior a 25 a garrafa,choco-
late trancez de superior qualidade.
Casaveques %
Na ra do Crespo n. 'i 3
vendem-se casaveques de fustSo. cambraia
e fil, assim como capas de fustSo para se-
nhora e menina, i.udo do mais moderno gos-
to de Pars.
Vende-se una escrava recolhida de ele
gante ligura, perita ongommadeira e cozi-
nheira, e cose bem ch3o, e d-se para con-
tonto por dous dias: na ra estreita do Ro-
sario n. 25.
Febres intermitiente
Kebreto da especie.
Gotta.
Hcmorrhoidas
llydropisia.
Ictericia.
Indigestos.
InflammacOes.
Irregu la ridados da
menstruac3o.
qual- Lombrigas de toda
especie.
Mal de pedra.
Manchas n cutis.
ObstruccHo deventre
Tsica ou consump-
Cao pulmonar
Kclengilo de ourina.
Itheiimatismo.
Symptomas secun-
darios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Na loj
DAS
a
.fazenda muito superior, a lj>500 o saude etivesse bastante contianca para en-
, folar de seda a 600 rs. o covado, 13a *"'ar esle "emedio constantemente segiun-
lavrada, gosto inteiramente novo, a do algum tempo o tratamento que necessi-
i covado. musselinas piir.s i/ion rs tsss a naturezs do mal cuio resultado seria
Vendem-se estas pilulas no estabeleimen-
to geralde Londres n. 244. oStrand, e na
loja de todos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoas cncarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Havana e Hespanha.
vendem-se as bocetiuhas a 800 rs. cada
urna del las conii'ni urna inslrucc3oem por-
tuguez paraexplicar o modo desse usar
destas Dilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
Agencia
da finid cao Low-iVIj
ra da Snxala i.o\s.
n. 42.
Hetteestabeleclmentocontlnn'aahaver
um completo sortimento domoendase
meias moondasparaengcnho, machinas do
vapore taixas de ferro batido e coado de
lodosostamaiihosDara dito.
~ Vende-se em casa de S. P. Jonhston &
C, ra da Senzala Sova n. 42, o seguinte :
sellins inglezes e silbfs, relogios de ouro
de patente inglez, caudiotros o castigaos
brouzeadus, arreios para carro, lonas mgle-
zas. lio du vela, graxa para arreios.
Relogios
Vendem-so relogios do ouro, inglezes de
patente no armazem de Augusto C. de A-
breu, ra da Cadeia|do Recite n. 36.
Fazendas.
vende-se no aterro da Uoa-Vista, loja n-
18, do Duarte Rorges da Silva, urna grando
quantidade de relalhos de cacas pintadas de
excellentes desenhos e muito finas, por me-
tade do seu valor.
Attenco
i
Aos senhores edificadores c
mestres de obras.
Ha no caes do Ramos n. 24 um novo ar-
mazem, aonde eocoutrar3o madeiras de to-
da a qualidade, tamanhos e grossuras, e no
caso de n3o encontraren! na occasiSo oque
procurarem, encontrarao com quem tratar
para bula-la aonde quer que seja com toda
promptdSo por ter a pessoa suas matas mui-
to perto desta cidade c com toda propor-
C3o ; alirma-se vender por menos do que
quplquer outra pessoa.
Charutos linos.
Na rua da Cruz n. 59, tereeiro andar, ha
para vender superiores charutos linos a
15500 e 15600, tanto om porcHo como em
caixa : quem comprar nao pode deixar de
continuar pela ba qualilide.
Quatro portas
EDA DO QUEIMADO N. 37.
I'assando o becco da
Congregac&o.
Neste bem couhecido e acreditado estabe-
lecmento encontrar o publica um comple-
to sortimento de fazendas francezas e ingle-
zas, bem como sejam : ricos cortes de vesti-
dos de seda pretos com 3 hallados a 80 e 909,
ditos de seda branca com listras asselinadas
a 20#, ditos de barege a 75, sabidas de baile
a 259, enfeites para cabeca do senbora a 9$
e ioc, manguitos de cambraia bordados a
9|3O0 e 49500, camisinhas de cambraia com
gnllinhas e manguitos a 5; )00, ditos minio
superiores a 1/300, gollmh.s bordadas a 19,
1;600 e 49500 cada urna, tiras bordadas a
800, 900 e IcOOO a vara, gaze de seda a 780
o 800 rs. o covado, sedas de quadnnbos miu-
dinbos, fazenda muito superior, a 19500
covdo, '
eseda |_.
15000 o covado, musselinas escuras a 00 rs.
o covado, casemiras miudinhas proprias pa-
ra calca, collete e paletot a I95OO o covado,
fustSo miudinho a 400 rs. o covado, chitas
francezas a 260, 280, 300 e 320 o covado, or-
gandys de cor a 900 rs. avara, ditos supe-
riores a 19200, flanela branca a 480 o cova-
do, dita de cores propria para coeiro de
crtaocas a 000 rs. o covado. chales de seda a
11 e 169, bengalas linas a 49, ditas a 2 e 39,
paletols do fustSo de cor a j, di los de brim
branco de linho a 69, dilos de alpaca preta a
8;, ditos de panno fino preto a 20, 22, 24 e
259 ditos de casemira de cores a 18 e 259,
ditos de gorgur3o de seda a 259. calcas de
casemiras francezas a 99, rolletes de gorgu-
r3o de seda a 73, chapeos francezes a 7 e 85,
ditos muito superiores o melhor que tem
viudo ao mercado a 95, ditos de feltro finos
a 55500 e 69, ditos pelle de lebre a 65500,
ditos do Chile sem ser enfermadas a 10?, di-
tos euformados a 120, cortos de casemira de
cores a 69 e 65500, ditos muito superiores a
95500, damasco de 13a de duas larguras pro-
prio para colxas a 2s500 o cavado, saceos
do tapeta proprios para via,;em a 5 e 69, vel-
ludo preto muito superior .16 e 85 o covado,
camisas francezas peitos ce linbu a 49500
cada urna, ditas de algodSo a 29, 25500 e 39,
ditas de cores peitos de fustSo a 25500, cha-
peos amazonas para montara de senhora a
l29,chapeosde sol de seda para bomem
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacoes
podem testemunhar as virtudes deste reme-
dio incomparavel e provar em caso necessa-
rio.que, pelo uso que delle lizeram tem seu
corpo e membros inteiramente sSos depois
de haverempregadointilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ba conven-
cer dessas curas maravilbosas pela leitura
dos peridicos que lb'as relatara, todos os
dias ha muitos annos; e a maior parte deis
las siio tSo sorprendentes que admiram os
mdicos mais celobres. nanlas pessoas re-
cobraram com este soberano remedio o us
de seus bracos e peinas, depois de ter .per-
manecido longo tempo nos hospitacs, onde
deviam soffrer a amputacSol Dellas ha mui-
tas que havendo deixado esses asylos do pa-
decimento, para se nSo submettercm a essa
operacao dolorosa foram curadas completa-
mente, mediante o uso dosse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas na efusSo
de seu reconhecimento declararam estes re
saltados benficos diante du lord correge-
dor, e outros magistrados afim de mais au-
tenticaren? sua allirmativa.
Niuguom desesperara do estado de su-
saude ae tivesse bstanle contianca para en-
rn casa de RabeSctuneltau ru da Cadeia n. 37, veudom-seoleganto
pianos do afamadofabricante Traumann
do lian,bu ro
Na loja de Antonio Lopes Pereira
de Mello i.V C. na rua da Cadeia do Reci-
te n. 7, vendem-se saccas com muito
boa {jomma, viuda ltimamente da capi-
tal do Ceara', por prero commodo: a lia-
lar na mesma.
Oleado barato.
Sporsercm mais antigos na loja, ven-
dem-se no aterro da Roa-Vista n. 14, borze-
gutns de cufiar de duraque de cores com
salto para senhora a 19500, ditos elsticos e
de enfiar do duraque preto sem salto a 29500
e 35, sapalosde lustre rasos do sola e vira
para homem do 3500 e 59, ditos de urna
sola com salto de a/500 e 33, ditos de fcllro
para homem e senhora a 15, ditos para me-
nino a 320, chinelas do marroquim forradas
do seda para senbnra a lUO.
Ve.idem-se saceos grandes com farinha
de mandioca de superior qualidade, saceos
com milho, ditos com gamma do Aracaty,
sapatoa dito, e palha, saceos com farello de
Lisboa, tudo por preco commodo : no ar-
mazem da rua estreita do Rosario n. 29.
para bailes theatro
Na loja da rua do Crespo n. 10, de Jos
C.oncalves Malvcira, vendem-se cortes de
vestidos de pliantasia da ultima moda, com
3 babados, gosto moderno, ricas sabidas de
baile de gurgorSo e setim, as mais ricas que
ate o presente se lem visto, superiores !e-
ques de madreperola, ultimo gasto do Paris.
Vcodo-se im loucadnr, um jogo de
bancas, nm grando banbeiro de cobre, e
mais alguns trastes de casa : na rua de Au-
rora, loja que foi do fallecida llenrique,
e boje he do Sr. Mscqado, para se ver os
trastes.
Cadeiras e fij-
los de marmore.
Vendem-se cadeiras le Italia brancas e
pretas, smgelas e de bracos, lijlos de mar-
more de 10 e 12 pollegadas, qu.drados, por
precos commodo < : em casa de Basto & Lo-
mos, rua do Trapiche n. 17.
tassn a natureza do mal enjo resultado seria
provar incontestavelmente: Que tudo cura
O ungento he ulxl.maiparticularmente
noi leguintet ewio$-
Alporcas.
Cai robras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cu-
tis em geral.
Enfermidades doanus
KrupcOesescorbuticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Gengivasescaldadas.
InchacOes.
lnflammacaodotigado
da bexiga.
lnflammacSo da ma-
triz.
Lepra.
Males daspernas
dos peitos.
de olbos.
Mordeduras de reptis
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna.
parte que seja,
Tremor de ervos.
I leers.na bocea,
a* do ligado.
. das articulaces.
Veas torcidas ou no -
dadas as pernas.
Vendo-sc esto ungento no eslabelecimen-
t geral de Londres n. 244, Strand, e na
loja de todos os boticarios droguistas e ou-
tra8 pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocetinha.contm
urna instrucc3o em portuguez para explicar
, mn.ln A .. r.._._____3__a_________.. < ~
Veode-se ou troca-se por um preto mo-
Cotuma mulatinba peca, propria para rece-
ber a educacSo de mucama, para urna se-
nhora de tralamento: na restilacao do moi-
nbo de vento na praia de Santa Rita.
Vendem-se biebas de IIsmburgo ebe-
"-das no vapor Tyne, pelo preco de 259 o
rua do Vigario n. 1,
cento : na travessa da
loja de barbeiro.
Aviso.
fto arnazem de Adamson ilowie A C. rua
du Trapiche n. 42, vendem-se sellins'para
homem e senhora, arreios pratiados para
cabriolet, chicotes pira carro, coleiras nara
cavtllo. etc. v
Rua Nova
n. 54.
Madama Rosa Hardy acaba de receber de
Pars um rico sortimento de fazendas de
moda, chapeos de palha amazona enfeitados
para senbora e meninas de 16 e (29000 ri-
cos chapeozmbos de. seda para baptiadoa
12J, para bailes e theatro, enfeites de cabe-
ca riquissimos de flores e filas a 13/, ditos
de flores s com caixo a loo, ditos de froco
a 7, os mais modernos chapeos de seda pa-
ra senbora a 15 e lf cada nm, ricas capai-
las de noivas a 7, 9 e 19 cada ama, veos
para cabeca de noiva, corte de seda brancos
de 35 a 40/, muito boa fazenda, grosdena-
ple amarello a roxo, encorpado e largo para
vestidos a 28500 e 29800 o covado, fl'u de
velludo preta, liso e lavrado, espartiibos,
pentes de tartaruga, toucas para menino,
etc. ; todas estas fazendas podem-se vender
em conta, sendo recebidas directamente.
3CW3'H*fiil3*&i>*/
sarna. rjTi '""""" ""', ij a 1* annos
Supurares ptridas 'd, Tinha, em qualquer nao.tem ,os Pfl,ts desenvolvidos, foi coi
parte que seja. ?" .lose Gomes de Frailas, morador
*ft ~-K.-w -j ova a*v ,-><.** paita uuuioiu a ------------ x-^"'-' O" puilUgUCL paia "'* J.
6^500 e 115, ditos para senOora a 5 e 60, cor- modo de fazer uso deste ungento.
I n.: 11 n ci [ l..i .. <- .. ..n1 1 .. 4 a aa i II ,{uiin.il,t ,.^...1 l .________.._ J.. 0_ c*
tes de colletes de velludo a 8 e 109, dilos
muito superiores a 19, casemiras de cores
a 2c200 o covado, ditas enfestadas a 290OO,
3/500 o 4c o covado, tapete aveludado o co-
vado 39500, tapates a 8 e 119, bombazina de
cores propria para capinhas de senhora e
roupinha de criancas a 19500 o covado, gros-
denaple preto a Ij600, 198OO, 29 e 296OO o
covado, ditos decores a I96OO, seda branca
lavrad' a 29OO o covado, ditas pretas lavra-
das a 2900 e 296OO o cavado, casemira preta
de I56O0 at 39500 o covado, pao lino preto
de 35OO at 119 o covado, cerontas de linho
a 2-500, chales de merino lisos pretos a 45,
dilos de merino bordados a velludo a 8e
129, ditos bordados em duas puntas a lOg,
ditos de chaly bordados a 99, corles de cassa
de cores lixas a 29, cambraia lisa grossa para
forro a 2ci0O a peca, guardanapos a 39 a du-
zia, meias cruas para homem a "29200 a du-
zia, e muitas oulras fazendas que nSo he
possivel aqu se mencionar, pelas muitas
qualidades que tem neste estabelecimenlo,
e entao com a vista dos freguezes se mos-
trar.
Farinha superior em saceos grandes ;
vonde-se nn armazem de Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo, rua do Vigario n. 1.
-- Na loja de ferragens de MagalhSes A:
Maia, na rua do Queimado n 4, vendem-se
riquissimos appaielhos de metal lisos e la-
vrados para cha, pelo baratissimo preco de
20 a 259OOO, assim como superiores facas de
cabo de marfim e osso, bandejas finas, Inuc*
de porcelana e estanhada, tudo por menps
do que em outra qualquor parte.
Na loja
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMENTO.
Pecas de cassas francezas com 32 covados
a 65, e o covado a 200 rs., ISasinha para ves-
tidos com 5 palmos de largura, fazenda no-
va a 320 o covado, be para acabar ; dam-se
amostras, e a loja est aberta at as 9 horas
da noite.
Verdadciios charutos de Havana
chegados em 27 do p. p. pela polaca
liespanhola Paula, em casa de Aranajja
Brvan rua do Trapiche .Novo n. 6.
ATTENCAO.
A 2S^ o cont (las bichas.
,Na rua da Cruz n. 51 primeiro andar,
veudm-se bichas de Hamburgo pelo dimi-
nuto preco de 255 o cento, e vende-se a re-
lalho o aluga-se mais barato do que em ou-
tra parte : em casa de Antonio Barbosa de
Ilarros
TACIIASPARA ENGENHO
O deposito geral be em casa doSr. Soum,
pharmaceutico, na rua da Cruz n.22, em
Pernambuco.
--- Na rua da Cadeia n. 28 taberna de D.
':ampos, vendem-se em pequeas e gran-
des porces bichas hamburgueaas das me-
lhores que vem ao mercado, e Umbem se
lugam.
Rap.
Chegou nova remessa de rap francez : na
rua do Crespo n. 12, loja de Campos & Lima
Relogios de
ouro ejoias.
Vende-se um lindo sortimento de re-
logios de ouro para todos os prreos con-
forme as qualidades e um variado sorti-
mento de jolas de ouro de lei : no escrip- 'd,.T 1856 a0 "'m- "f "cisco Jo
tr,,;o.iai;.. r..... a r j <- v Costa no engenho>ovo do Cabo, onde
toi 10 de Isaac. Curo & C. rua da (.1-117. n. h.n,,.. j. ..j..:.. _._____._.'..
CO
No da 15 de julho fugio a escrava cri-
Lniza, de 12 a 14 annos de
anda
com-
.-_, x.v.fc^a, ujvfiauor na
freguezia da Gloria de Pao d'Albo, que a ha-
via comprado a Antonio Gomes de Lima,
morador na rreguezia da Lux. NSo conbe-
cendo ninguem nesta cidade, julga-se ter
sido seduzda e achar-se oceulta aqu, ou
ter sido levada para algum destes lugares*
ProtesU-se contra quem ativer em seu po-
der; e quem della dar noticia certa, ou le-
va-la a rua atraz da matriz da Boa-Vista n.
33, ser recom nensado
Fugio do engenbo Guararapes no dia
30 de juibo o escravo Job, da Costa, altura
regular, moco, mos denles,falla muito mal,
a tem o segundo dedo de um dos ps corta-
do na primeira junta e unido ao outro, tem
tambem as eos,ellas urna marca vermelba
quasi redonda, do tamanho de urna moeda de
cobre. Esle escravo ba fgido por vezes, de
urna vez foi preso om Pao d'Albo e de outras
no Recife : quem o pegar leve-o a travessa
do Queimado n. 3, ou ao engenho Guarara-
pes que ser generosamente recompensado.
Na noite do dia 31 do mez prximo pss-
sado, pelas 8 horas da noite, desappareceu
a preta erioula de nome Auna, ye idade,
pouco mais 00 menos, de 16 annos, falla
descansada, baixa e com marca de pannos
no rosto ; roga-se a quem pega-la, levar *
rua do Sebo n 17, que ser recompensado.
509000 de gratificacSo a quem pegar o
negro de nacSo, Amaro, idade de 3:i annos,
pedreiro, boa altura, cara fechada, ralla bai-
lo, comprado ao Sr. Tiburcio Aotnnes de
Oliveira em 16 de setembro do 1857 pelo
ibaixo iss'gnado. Este negro j esteve arti-
gado em 1856 ao illm. Sr. Francisco Jos da
torio de Isaac, Curio & C, rua da Cruz n.
-9, primeiro andar.
Vende-se urna loja de calcado toda en-
vidracada e com poucos fundos, a dinheiro
ou a prazo com boas firmas, sita na rua do
Livramento : quema quizer, dlrija-sea rua
da Cadeia do Becie n. 64, loja.
Vende-se superior linha de algodSo
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em casa de Southall, Mcllor & C., rua
do Torres n. 38:
CIGARROS DO ROTA-FOGO E S. DOMINGOS.
Na loja da roa do Crespo n (0, vendem-
se os cigarros cima mencionados, chegados
pelo prximo vapor do sul.
Escravos
Vendem-se 3 molequee 1 nogrinba, boni-
tas figuras, chegados do Cear no vapor Pa-
ran : os pretendentes podem dirigir-se ao
esenptorio de Braga & Antunes, rua da Ma-
dre de Dos n. 3, que ahi acharSo com
quem tratar.
IF.C1IISH0 FUI 1IH-
IHO.
NA FUNDIQAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOVVMAN, .NA
RUA DO BRUM, PASSANDOOOHA-
FARIZ.
ha sempre nm grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
para engenbos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna conslruccSo ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e de todos os tamanhos; roda* M.noel o^al f/J?. h T'0 .Cr,0,-
dentadas para agua ou animaes. de todas as ZSSSSSS ?*!' r. d"POlSo do
dentadaspara agua ou animaes, de todas as
proporces; crivos e bocea de fornalba e
registros de boeiro, aguilhes, bromes, pa-
rafusos e cavilbOes, noinhos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUNDICA'O,
ua iundicSo de ferrodoD.W.Bowman seexecutam toaas asencommenda's roa a
....^Ar. i--*-,_ superioridade ja conhecida com a devida
. presteza e com odidade em preco.
na rua do Biurn, passando chala
riz, continan haver um completosorti
ment de tachas deferro fundido e ha ti
do.de3 a S pilmos de bica, as quaesse
echara a venda por prero commodoecom & G
>roinpiulo,embarcam-se ou carregam-
se em carro em despezal aocomprador
Vende-so nma grande morada de cas
com sotSo, cozinha fr, cacimba, portSo
ao lado, quintal murado edificado do oovo
no melhor local da povoaco dos Afogados
lado da sombra no pateo da Paz, por prec
rezoavi.1 fallar com o capitSo Moraes
tambem troca-se por predio? nesta praca.
Vende-se um terreno para se edificar
um grande predio ao p da estrada que vai
ao entrar para a do femeJio com frente para
a rua de S. Miguel e pateo da Paz, o propor-
CSo para se fazer um grande sitio : a fallar
com o CapitSo Moraes.
- Voltandu do becco do Cerigado, para
a rua do Padre Floriano, lerceira casa do
lado direito, en lcm-se2 pavoes : a tratar
na dita csa. Na mesma vende-se urna car-
roe* e 1 boi.
Vendem-se dous escravos, sendo um
mualo de 2i annos, boa figura, proprio para
criad,), e urna mulaiinha do 10 annos, boni-
ta e de bons costiuues, Um bom principio
de costura, muito habilidosa ote, etc. : em
casa de Caminha ,v Pilbos, rna da Cadeia do
Recife n. 60, primeiro andar.
Vndese um preto cozinheiro, o urna
preta perfeita cozinheira e ongommadeira :
no paleo de S. Pedro n 6
Vende-se na taberna da rua Nova o.
65, vinhos engarrafados muito supe-iores
a 1,7600 rs dito de 1510 rs -lito de 15200,
dito de Madeira Secca a 15500, dito Xcrez a
I #500 rs.
--- Vende so urna escrava moca, de boa
figura, que faz o servico diario de urna casa :
na rua Diieita n 2*,padana.
ftelog-ios.
Vende-se em casa de Saunders Brothers
cohertos e dcscobortos, pequeos gran-
des, ae aura patento inglez, para hooiera
esenhora, de um dos molhorcs fabricantes
do Liverpool, vin tos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Soutnall Mellor A C
rua po Torres n. 38.
- Vcude-se um sitio na povoacSo da
Varzea, com casa ,1o vivenda, bstanles ar-
voredos do frucio, casa de fanuba com avia-
iiii'h'iii, baixa para capim, o pJe-se ter vac-
cas de lcite ; tambem faz-sc hypotheca 110
mesmo sitio : quem pretender, dirija-se aos
Remedios, para tratar com Caelano Baptista
do Mello.
11 1-- j -^ ~ f ^'uf^ixro *** ma
_ mado fabricante Roskell. por precos commo-
dos c tambem trancellins e cadeias para os
mesmos de excellente gosto.
Nova ;sua de malabar.
Vende-se esta agua a melhor que tea ap-
parecido para Ungir o cabello e suissas de
pretu : na livraria universal rua do Colleg'o
n. 20, d-se junto um impresso gratis ce-
nando a forma de applicar.
AO PUBLICO.
O agente Marcolino de Borja scientifica ao
respeilavel publico, que em o seu armazem
na rua do collegio n. 15, tem sempre um
esplendido sortimento do mobilias comple-
tas e mais objectos de marcineiria, cons-
truidos pelos melhores fabricantes de Ham-
burgo e Paris, e que os vende por conta de
urna casa comtnercial estrangeira nesta ci-
dade, e por precos mais baratos do que em
outro qualquer estabeleciment.
rannhade mandioca.
Gomma Vaquetas do Acaracuu.
Milho e arroz em casca.
Feijao mulatinlio e de oulros.
Atanados grandes e pequeos : vende-se
na rua do Apollo n. .">.
(]IltaS france-
zas lrirpts a 40 o covado
Na rua do Queimado n. 2| a, vendem-so
chitas francezas escuras e largas, pelo bara-
tissimo preco de 2*0 o covado, e dao-seas
amostras com peubor.
Sellins e nglegios.
SEI.LINSe RELOGIOS de paitle
mulo/ : a veoda 00 arruazam da
KostronRooker o Cempinliia es-
qalna lo largo do Corpo Sauto Da-
mero 48.
balhra de pedreiro, de mestre de atsucar,
etc. : levem-o rua das Flores n. 37. pri-
meiro andar, 00 no engenbo S. JoSo do
Cabo.
Fugio no dia 12 do corrente urna preta
escrava de nome Maria, de nacSo Nag, de
idade 40 annos, com os signaes seguinttes :
estatura regular, o cabello j piulando, os
pes malfeitos e um riouco cinzentos e os de-
dos dos mesmos um tanto abarlos, eom fal-
ta de dentes na frente, e uns pequeos sig-
naes da Costa na face; levou comsigo um
vestido de algodSo de listras, um panno da
Costa com listras encarnadas e urna argola
do latao e volta de contas no braco, he de
suppor que tenha mudado de roupa, e inti-
lula-se por forra : quem a apprehender oa
dclla der noticia, e leva-la em Fra de Por-
tas, na rua dos Guararapes n. 53, ser gene-
rosamente grtificado.
-- desappareceu na noite de 21 de abril
do crrante anno o escravo donme Floren-
tino, com os signaes seguintes: estatura al-
ta, cor mulata, sem barba, espaduas largas
ps grandes, rosto compndo, olbos casta-
nhos, cabellos pegados, falla grossa, muito
regrista, tem falta de 3 dentes na frente, em
um dos lados do queixo tem urna fstula
levou chapeo de couro e camisa de nscadi-
nho : quem o pegar leve-o a fundido da Au-
rora em tanto Amaro, que ser generosa-
mente recompensado.
Premio de
500#000.
No dia 23 de jonho de 1856 fagio de bor-
do do brigue Mana Lnzia o preto crloulo,
mesmo brigue, de idade 24 a 25 annos, pou-
co mais ou menos, e tam os signaes seguin-
tes : rosto comprido e descarnado, cor fula
cabello cercilbado, olbos um pouco grandes
e amortecidos, beicos grossos, sendo o de
cima mais grosso. que encobje a falta quo
tem de dentes em cima, falla nm pouco
atrapalhado, devidoa falta de dentes, pouca
barba e rala, e bigodes, tem na roSo es-
querda Junto ao dedo minimo urna especie
de ervo sabido, as nadegas um pouco em-
pinadas, no andar tem um geito para nm
--------_ -------,<, uivnuc K" -ui", uu niuir iem um ge lio para um
praca do Corpo Santo, relogios do afa- ldo, cadeiras largas, cintura fina oes ana-
f*lu icante Roskell. or mumi nmmn- lhpiml< ,im nn,,,., 1...., __' F-
Milho a 6^ e 6,500 por
sacco.
Milho em saceos de superior qualidade,
recentemento chegado: no armazem do
(.tierra, confronte ao trapiche do algodSo,
eem frente da rua da Madre de Dos
Na rua Direita n
um cavallo de celia
bom e gordo.
36, vande-se
muilo novo.
------------------o-~, -...*... iiiia, yira upa-
Ihetados e um pouco largos, tem officio de
cozinheiro, e costnma embriagar-.se ; foi
escravo do Sr. Dr. Jeronymo Vilella e do Sr
Dr. promotor de Olinda Queiroz Fonseci, e
ltimamente do Sr Albert Forster Damon,
e consta estar no lugar do Colt : o abaixo
assiguadQ, senhor do dito preto, gratifica
generosamente a quem o apprebender e le-
va-lo em sua casa, na rua do Trapiche n. 16.
a Antonio de Almeida Gomes ; como tam-
bera protesta contra qualquer pessoa que o
oceultar em seu poder ; assim como grati-
fica e paga todas as despezas.
Joaquim Lopes de Almeida.
Fugio no dia 25 do corrente do eng -
nho Maragi prximo da cidade do Rio For-
moso, o escravo de nome Francisco, nacJo
Congo, com os seguintes signaes : idade 30
annos pouco mais ou menos, estatura rega-
lar, olhos muilo vermelhos, e em cima do
dedo minimo de um dos pos, tem um caro-
cinho, levou chapeo de couro e malot da
pello de ovelb, he do sertSo lugar deno-
minado liuique ; supP0e-se ter seguido para
o Recife, por ser visto at a ponte dos Carva-
llos : quera o apprehender leve-o a rua
da Cadeia n. ;5, ou ao engenbo cima men-
cionado, que ser bem recompensado
Fugio do engenho Caita, comarc de
Nazaretb, um escravo de nome Luiza criou-
lo, Idade 22 annos. estatura regular bas-
tante preto, grosso, oihos grandes e brancos
pernas grossas, ten um dedo do p esquer-
do tirado e encostado ao minimo, tem da
parte direita um pedaco da orelha tirado,
pes grandes, rosto redondo, levou nma ar-
gola no pescoco : quem o pegar, pode levar
ao dito engenbo, e nosta praca ao Sr. Le-
mosJunior Leal Res, rua do Torres n. 14,
que ser bem recompensado.
Fugio de bordo do briguc nacional
Firma, o escravo Benedicto, de idade de
22 anuos, cor preta, estatura regular,
rosto comprido, pouca barba e he natu-
ral do Maranhao, supe-se que se inculca
por forro e talvez ande com roupa nova
visto ter levado algum dinheiro no acto
da liiga : quem o aprehender pode con-
du/.i-lo a casa deNovaes & C. na praca
do Commercion. (i, quesera' generosa-
mente gratificado.
/
'

PERN. TYP. DE M. F- DE FARIA..- 1858
hata iNirr^DD


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