Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06974


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Full Text
ANNO XXXIV N. Wi.
Por 5 mczes adiantados 4$000.
Por 3 mczci vencido! 5$000.
SEfilXA FEIRA 2 DE AGOSTO DE .858.
Por anno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
i
E^CARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O 1)0 NORTE.
Parahiba, Sr. Jos* Bodolpho Gomes ; Natal, Senhor An-
tonio Mirquee da 8ila ; Araealy, Si. A. da Lemoe Braga;
Caer, Sr. J. J ni da Oliveira ; Maranhao, or. J" Tanaira
da Mal* ; Piauhy, o Sr. Jo* Joaquim Avallino ; Para, o Si.
Jualino I. atamos ; Amatonai, Sr. Jiroojmo da Coala.
PARTIDA DOSCORREIOS.
Olinrla torio, oi da.. aa 0 e meia horas do da.
so', Guiaaaa e Parahlba na* ,efEua>laa i aeitas-firai.
s. im.i.i, Baurroa, turnia. Caara', Alud.....Garaaaaaa: la tarea-reira.
s. L..nr.-,iV, Pi a'AIko, Itaaaretk, biaootr, lir.-,, puajMira, leaeael-
ra. Piona, Villa-Bella, HM-ViaU, Ouricury Bm', mi qurtal
Cab... I|.,.jura, SeciaUeta, Rio Furauo, Una, Barrriroa, Agua-Prea,
i'unenteiras e .Nalaf : .iiriniaa-rciraa.
(Todos us eorfefoe parlen, mt 10 Our. da Motila.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommerclo : segundea a quinlai.
Kelaco .' tercas feiras sabbadot.
Fazanda : quarua a aihba aa 10 horai;
J uno do commarcio : aeguncaa aa 10 horai quintal ae mal* da.
Dito da orphaoi: segundas a quintal aa 10 horas.
Primeira ara do Cira .- itgundn a anua ao maio da.
auunda tara da cual : quarua a labbadoi aa maio da.
EI'IIEMEMDES DO MEZ DE AGOSTO.
2 Quarto minguants a 1 minuto depois do mcio dia.
I La nova ai 2 horas e 53 minuloa da manhaa.
I'i (Ruarlo cresitine aa 9 horai a 23 minutos da m.nili ia.
4 La ehaia ai 11 horai a 62 miuulus da manhaa.
PREAHAH DE IIOJE.
Primeira ai 11 hora*Se 42 minutoa da manhaa.
Segunda as 12 borai e 6 mininos da urde.
DAS DA SEMANA.
2 Segunda. Nossa Senhora dos Anjos: S. Kstevao p. m.
3 Terca. Ss. i.aiuali.-l e Nicudenius ; S. Ilennillo m.
i .luana. S. Domingos de (jusmo fundador ; S. Agobio h. m.
"> Quinta. Nossa Senliora das Neves I S. Eutbiquio soldado m.
<"> Setia. S. Xislo p. m. : Ss. Felicissimo e Agapilo diac.
7 Sabbado. S. Caclano Thealino fundador ; S. Dnelo b. m.
S Domingo. S. Cjriacodltc : S. Emiliano b.
ENCARREGADOS DA SUBSCKIPCA'O OO SU I..
Alagse, o 8r. ClaudiooFaleao Dial; Babia, e Sr. D. Duprad
Rio d* Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PERNAMBLCO.
O Proprletaiioda DIARIO Hanoal Fiaueiroi di Iarla, ni lu
lirraria, praca da Independencia ni. e 8.
PART* QPFICIAL
Manda \ me. indemuisar o mira la Ihasouraria de
fazanda da qaanlia de GatMI n., ero que, leguodo
relaco e prel janloi, importara n os vtncimentos
abonados pela colleclona de rendas Keraei do lt mi
i lo, ai piatjai da guarda nacional destacadas naquelle
lio Pimenlel eom os prooessos a que ella se refere, i que me. querin ver, fui cdiii esta ultimo presenta
Ihe recommende que trate de reunir o conseltio.aflm'.i..... .i, _.. ___ ___u_ *
de dar principio .os .....Irabalho.. I,lc su ",c *oo-nos com a sua cos-
Para o consslho de julgamento a que devem ; 'ornada boiiilade, inforniou-se do que cstava de-
responder, pelos crimes cumiantes doi proceaios de terminado para .1 viagem Ha nossa augusta rainha.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Despacho* io da -Hde julho. i termo, dorante o mez de junho ulli.no. devendo e.sa iiiv"a.t.gaCao jontoi, o cabo da ^o^a'MhToM Ti-1MH^^^tot^m"^iX^inlM^i,
Keiquerimanlo (Je Antonio Joaquim de Mel- I quantia asr entregue ao continuo Galdino Eleularu. ares da Rocha Jnior, e os sol.ladoi Can.lid> Antu- B""" ""- 'no lempo (Io.mvo inieresse
i 'I*_____:___. 1 .. m. m 1 _. __ fltlA llltm I ,1 Mttll.l V-. aa__1 ^_ aaa____1_ _______ ^-
lo, |i" Imi tu entrnga da COnsiguarjSo volada l'eneir de llsrros, como requiiilnu o inipeclor da- nes Correa e Amao Bezerra Leile, todui do rorpo
pela le do orcaoiento vsente yara auxilio """^ 'besouraria em oflicio de 17 do coirenle. polica, nomaio
dos seus trabaldos btograpbicos.--VoUe ao ^""""^coa-ie ao inspector da lliesooraiia de fa-
Sr. inspector da thesouraria provincial para "n a'
laudar rutrogar a melado da quantia, de expediente do secretario que se trata, em COOformiJado da art. 36 da Oflicio ao mareclnl de c-mpo lommandante das
lei ort;anionto vrenlo.
I'resi lente.
O major Severino llmriquea de Caslro Pimenlel.
Inleiroganle.
O capitio Frauciioo Antonio de Sa' Brrelo.
Auditor.
armas luleriuo.S. Eic. o Sr. presidente da pro-, o promotor publico hachar! Candido Autran d
Dito de Kllippe Nuiles da Silva, peiiindo ; vmna manda eoimuuiucar a V. En que o requeii-
se enderesse ao governo imperial o requer- '"nl informado t>or e melo em quo solicita ser prvido nos olli-' 1"1 eo^,en,sob i7:'- u0 i0"1 ma)ur refor-
Malta e Albuqoerque.
Vogaes.
Alfcre Franciacn de Pona Sooza M.il.i. neta.
iiieuio em iiuu suucua ser provtao nos 01U- ., >------,', ,........ '......' ,.------ i mi-wi, m roma .-<
IMOS de contador e oarliilnr do I Mil* lie lomauor pariMOr lio Lirmo 6 S- ,,. a ,,., rt:. It.lu.i un mar !>>- 1 iv.. i-.-iii______ .....i,......
: lasein paia a provincia da IMim no vapor nl'ara-
r.nnuem Si'ja submeltldo ao governo im- na'. leve .> despacha siguinte : a Nao lein lugar.i>
penal.
Ditodn Ismael Amaral Gomes da Silva.pe-
dindo licenga para poder contratar com o
director do ar,etial de guerra a factura de
um ohjecto de marcmeina, que s al ti Ihc
ooile ser rornecido Informe o Sr. director
do arsenal de guerra.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.O
Etin. Sr. presidente da proviucia manda (ransuiittir
a V. S. as duas inclusas urdens do lliesouro naciuual
sol m. 'Ji e 97
Dito ao director interino da repirli<;flo das obras
publicas.De coufonnidade com n otlicio de V. S.
de 17 do crrenle, sol u. J2'.l, se pedio ord?m a
tnesouraria provincial paro pegar, a' vista do com-
llilo (iiiillierrniiiu Pjo* llarrclo.
Dito Francisco Biirues Leal.
expediente d frrelario do govtmo.
Oflicio ao iillir-i.il-in.iior da errtlaria de Balado dos
negocim dn marinha. S. Etc. o Sr. presidente da
provincia m*uda aecusar a rtecpc,!lo do ofllr.o, que
V. Esc Ibe dirigi, ein (i do correle, rom o* esem-
tavii lanc/i da estrada do norte : o que coinmoniro
a V. S., de ordein do Exm. Sr. piesidenta da pro-
una.
Dito ao thesoureiro das loteras. S. Ec. o Sr.
presdanle da provincia manda acrusar a recepjao
do oflicio qoe V. Ete. Ibe dirigi em 17 do correle,
participan lo haver entregue naquilla dala ao Ibe-
lili do bacliarel llermogenes Scrates da plente cirlificado, a importancia il i primeira pres-
Silva Tavares dfl VaacOOCellOS, promotor pu- lafJJIi a que lem direito o arromatanie da obra do oi-
blico da co narca do Ltmoeiro, pedindo se ''
prorogue por mais otto dias a lie-oca com
quo veio a esta capital.Passe portara pro-
rogando a licencia na forma requerida.
Dilodo hachare! Jo5o Dintz Ribero da
Cuaba, pedia lo se mande passar por certi-
il.'io i]naii lo foi nomeado 2 supplente do
jun municipal da 2- vara, e quautas vezes e
porque tempo esteve no execicto dessa vara.
--Passe.
Dilo de Jjaquim da Silra Lopes, inquili-
no da casa n. IS da travessa da Mal re de
Dos, pertenceiite ao patrimonio dos or-
i'h'ius, propondo fazer gratuitamente os re-
paros de que precisa a mesma casa, orQados
em 8109 rs.. e offerecen to aim disso ao re-
ferido patrimonio um donativo de 200a,com
con iic,8o de se Ihe arrendar por espado de
nove anuos, pelo aluguel que actualmente
paga de 9003 aunuaes Informe o consellio
administrativo do patrimonio dos orpbSos.
Oflicio do director interioo das obras pu-
blicas, communicando haver terminado o
prazo de responsab'lidade do arrematante do
.' lanrjo da estrada do norte ; achando-se o
mesmo arreoiaunte cora direito a receber a
importancia da ultima prestacao, que soli-
cita se mande pagar Kemetlido ao Sr. ins-
pector da thesouraria provincial para que a
vista do competente certificado, mande pa-
gar a importancia da prestacSo de que so
trata.
Pedido do coronel commandante do 8' b-
lalho de infantarta de liulia, para se man-
dar recolber ao arsenal de guerra, os ohjec-
to dados para consumo daquelle batalhilo,
que por terem excelido o t-mpode sua du
racao se acham inserviveis sejam recolhi-
dos ao arsenal de guerra para terem o con-
veniente destino.
Expediente .lo BU 19 dn Julho de >8S8.
Oflicio ao iii.pec'or da thesouraria de fszen la.
Cominuuico a V. S. que, como Cisusiuu-me do olliciu
do juiz dedirtito .Id comarca da Santo Antao, fui
pronouciado o c.ircereiro da radeia da cidade da Vic-
toria, Galdino Jo-e di A*.uuip(au, "" proressn que
contra elle se iii.iaorou prla luj.i ite um preso.
llii i ao me.mi .Em vista do que V. S. puii-le-
rou acerca da eccorao do despacito dista preaiden-
cia de ti do correle, pelo qusl man le pigir a im-
portancia das passagens da dos de provincia das Alagois e dai pra(as, que os rs-
aollaraui, eabe-me ouer-lbi que a daipeza com o
Irausporle dos presos de jusu;a de urnas para ojlras
provinaias, perteuce aos cofr,s Eiraes nao provio-
eiaei. como foi declarado por aviso de 29 de dezem-
bro de IK'i, ezpediJo em conformidade da resolu-
ga de consulta da ece.au de justca do Conselbo de
estado de 20 do mesmo mu e anuo, annexo ao rela-
lono do ministerio da juitica do anuo de IsVi. Man-
1e, porlanlo, V. S. satisfazaz pila verba poltc a e
eegnran;a publica,a imiurtanria das referidas pas
geos ao agente da coropauhia liraulsira de paque-
tee a vapor, cumprindo-se o meu despacho eiaralo
loa papis que a este aeompanham.
Dito ao inesin i.Respondo ao oflicio n. Ilii'l, qoe
V. S. me dirigi ero 1K do corrente, declarando que
no presente ezereicio oevem continuar a correr por
conla do ministerio da guerra as daspezae com a
guarda nacional destacada na cidade de Oliuda e
nesta capital, tenlo all a for;a de -20 pracas, e arroi
de 300.
Dte ao mesmo.Trammitto a V. S para seo cn-
nliecimaut", copias dos avisos do miuistirin da ma-
rinha de 16 de selembro e 12 de niivembro do anno
promrno paseado, a respeito da companhia de apren-
dizes do arsenal de mariuha da corte, visto que a
lies se refere o regolamento, que banou eom o de-
creto n. 21HS, qoem-nlou crear iguaes compauliiss
Mttt provincia a na da Babia. Idntico ao inspec-
tor do arsenal de marinlia.
ti.i i ao jui de d.reilo da comarca de Santo Anto.
Aromo a lecopo.lo do oflicio quo Vmc. me dirigi
em !"> do crrante, dando as iuformac/Ses eligidas
por es! > prendencia ero illicio de -2b du mez proti-
m.i lind.".
D.te ao insotetor da Iheiouraria provincial.
e as mais pessoar. que me acompanhavnm,
i'o Eun. Sr. ^"P0'8'!" hav'rmos ,i,ln ll0l,ra de ser aprcscnia-
V. s. qi'ie* ,,r,s ao imperador e imperatriz dos francezes, esi-
, i irP, J" T!' '*qu i *U a v*" da' ". S era d,^I?,r'^ < "/ g"; caplUI o santeiKiado l.uiz Barbosa de Araujo. con-
Sicra da igr.ja da Santa (ruz, a quaut.a de l.^S|Jforn,, V. S. dr-clarou e.n seus oflicios de lonlem,
re., que produ/.io o beneficio da lerceira parle da 0|, (;S:, e (is:( ""''
primeira lotera conridMa a referida irmandade.
33
Ollico ao marerlial de campo commandante das
armas interino.Pelo oflicio, me hoolem me diri-
gi V, Etc., sob n. 7M, tiquei inleira lo do modo
porque foram reluziai, na conforinidade do mau
oflicio de Ifi do crreme, as guardas de diversas re-
partieres publicas rlasla cidade e M destacamento!
dai.furlaleza de llainaiaca, e forte do Pa'o Ama-
relio.
Diloao mesmo.Sirva-se V. Etc. de derlarar-me
a data do ollicm, com que f.u apresentado nesse
quartel general o recrola Joo Soarea de Azevedo,
do qual esta presidencia i leve noticia pelo oflicio
de V. Etc. de hontean, sob n. 179.
Dito ao mesmo Com este f-.ro apresenlar a V.
Re, para ser iii.peBeionailo, o reeruta Manoel
Francisco dos Sanlui.Communicoii-e ao chele de
polica.
Dilo an ehefe de polica.Pelo sen oflicio de hon-
tem. sob n. 681, fiqoei inteirado de hiver V. S.
nomeado a Demetrio Rodrigues I.eite para um dos
lugares de goanla da casa de deteucao. por mo ter
aceitado o mesmo huir I inniu.i de Farss Barroso
e Silva.''. iininuineou-se ao mipector da tliesoa-
raria prnvinridl.
Hilo ao mismo.Etpeca V. S. orden) para qoe
os sapalos lulos pelm presos da >-aa de delni;ao
nas lussccllulas, ein quanlo all njo houver olticina
proprn para os admilnr, se|am de preferencia ven-
didos pera o aisenal de guerra, na forma ajustada
com o administrador, regnlaruando-'e desta sorte o
servido e rendando-se relayries diineeessariai e iu-
e.onvenienle, dos presos c.nn pessoa* eslranhas.
Dito ao juiz de direito da coruircs do Pao a'A-
llio.Iteceb o seu oflicio de 1J do cirrenle, e Aquel
intiirado de luver Vine, nonio I i o lnriiirel Ch.is-
vao dos Sanios Cavalcanti, para ctercer interina-
mente as fanega s j^ promotor publico rjacaa co-
m rea, ein qoaiilo n.io se apreseni u o effeclvo.
Hilo ao inipeclor da thesouraria provincial.Em
vina do ari. :ii do lei do afmenlo vigente, nAo
> too l-it-s n ifoa eontraloi de obral com irasl*efles
-m ipoliCM da divida publica, nos I rmos da le n.
354, ein asunto antro acord se nao lomar, eonti-
uue Vine, a ma.i l*r aatisfazar na forma i.....tratada
as preilaedei das obras arrematadas, que deverem
ser pagaa e.n apolieet.
A'im fica r.-pondido o seu ollic o de 19 do cor-
rele, sob u. J.
Dito an mesmo,Mande Vme. indernnisar o co-
fre da thesouraria de fazenda da qnintia de 44990 I,
era que, leguudo a relaeSo junta, imporlaram os
encmenlos abonados pela collecluiia de reudes ge-
raes do municipio de Santo Antao a 15 pracas da
guarda nacional, que escollaram presos de jnstir-,
alo esla eapital, devendn essa quaalia ser entra^ue
ao conrinuo Caldino Eliuterio Teneira de Barros,
como reqaisloun inspector i.i piel la Ihesoorana em
oflicio de honiem.Communi-ou-se ao inspector
da thesouraria de fazenda.
Dilo ao inspector do arsenal de guerra.Convm
qu< Vmc, enlendeudo-se cun o piesidenle de eon-
elho administrativo do patrimonio dos orphaos.dis-
Irihua, pira aerem feilas pelo collegio das orph.ias,
parle dai obras de aoslura, mandadas fazer pelo ar-
senal.
Dilo ao coliman 11 ule do corp.nl> polica.Teodo
havido na inlelligencia do meu oflicio de ;l do cor-
rete, a respeito dos msicos do seu corpo, o equi-
vico qoe dea lugar a duviBa da Ihesouraria no pa-
gamento dos mesinis musicos, cumpre-me delenni-
uar-llie que d baits as pravas engajadas para a
msica, salvo As que quizerem continuar como sol-
dados at complelar-se o tempo do seu eng-ija-
menlo.
Dito ao m-smo Itemettn iaetoea a nomeacjli do
aouselho do jolg-menlo, a que devem responder o
cabo di esqoadra .Mmoel Tavare da Bocha Jnior,
e o soldados AnIAo Itezerr.i l.eitc e Ion li lo Anlu-
nes ('. irn'-t, Indos do corpo de policj i, [nra qoe Vme.,
lian-miiiiii 1 ,-a ao major Severino llenrique de Cas-
Dito ao inspector da thesnoraria provincial.
Manda S. Etc. o Sr. presidente da provincia commu-
nicr a V. S. que, com o sea oflicio de hontem, sob
n. -2i:t, rerebeu as deinoulr ir oe- dos aaldoi ftisten-
lei nas iliffereutes rauas a cargo do thesooreiro dea-
sa reparlieao no da 17 do rorreule.
Dito ao mesmo O Etm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. qoe, com a Dilua do
seu ofli -ni de houlein, lub n. -J.'i, ficou nliiado de
haver o thesoureiro da repartijas dai obrai publicas
prestado a necessaris flanea ne-sa Ihesooraria.
Dito as director interino daa obras publicas.S.
Etc. o Sr. presidente da provincia manda co. mo-
mear a V. S. qua acaba de recoimnendar a' thesou-
raria provincial que, a' vala do competente certifi-
cado, pagua an arrematante do einpailrameuto do
aterro dos Afosados a importancia da aegnnd* pres-
tarlo de seu contrato, conforme V. S. reqoisilou em
seu oflicio de hoolem, loh n. -!10.
Dito ao presidente do conselbo de qualficeao da
gonrda nacional da freguezia de Miranguape."S.
Etc. o Sr. presidente da provincia leudo recebido o
oflleie que Ihe dirig. o conselbo de quilificii.-an da
guarda nacional da freguezia de Marangtiape em Hi
do correle participando haver concluido ii'nquelle
da os Irabalhos da revisilo, acsim o manda declarar
a V. S. para que fica constar ao sobredilo conse-
lbo. OfOcioO-ie no HI...III1 sentido aos presidentas
dos ronsellios de qo>lilica(3o das fiegueziai d.j .Ma-
guas de llano e do Itrejo.
de: que lano elle como sua real consone tomavam
para qua ludo fosss disposlo de modo quo se
elTectuassc rom a maior r-ommodida de possivel a
enejada a Lisboa da nossa futura soberana.
Havendo sido convidado para jamar no paco,
e dopnis de ter lirio a honra doma despedir'da
rainha Victoria e do principe Alberto, regressei a
Pars aondecheguei na noite de 15.
Tendo pois recebido do rondo do I.avradio
aquelles esclarecimenetos de que careca, entend
visiadelles, e para corresponder aos desejos ma-
nifestados por sua alteza o principe de Hohenzol-
lemo-SismariKen, mandar sem perda de lempo a
Dusseldorf o secretario desia misso, .los Ferrei-
ra Borges de Castro, que para alli sahio na noite
de 15, munido de instrnefoes a portador do urna
piares dos avisos de I ti de selembro e \> de novein- )car,a 'I118 ll'nS -"I SU.1 allBZBa
bro ltimos, a reipeilo dd companhia e apieudizes i Eu
racuore do arsenal de marinha da corto.
Hilo ao chele de polica.De ordena
presidente da provincia, eominiinir.o a
por despachos desta data aulorisoo a thesouraria pro-1 do convidados para jantar, no dia 18 com suas
sino.I a pagar nao so as deipezas fetss con, o for- magostados, partimos para Bruvelhs ni nniln de
neciroinlo de loz para o qnarlel da guarda da cadeia I nn, ,'.' p. uruxellas na noilo lt
doOuncurv, nos m.zes d-Janeiro a maio desle an- "U# nen3'"'n "O da sesiiinte aquellacapil.il.
I no, mas lamliam os vencimentos da escolla da guar- Alli enronlroi tuna carta do dilo secretario em
que me eommunicava o que havia passado com o
principo do llolienzollern-Sif;mari;en, e deque
tive a honra de transmitir copia a sua magestade
el-rei ; c havtndo-me posto de accordo com o vis-
conde de Seisal sobre varias dfaposirjrjes, que era
necessario tomar, continuamos a nossa viagem para
lierlin, aonde ehogamos no dia 23, temi tido
honra, segundo pareipei a V. Exe. cm tempo
compleme, de me avistar eom aquelle principe na
miaba passagem por Dusseldorf E posto livosse
mandado de aniemao lomar qnarlos em um hotel
para nos lodos, tive logo a minlia chegada aviso
do (pie sua mageslade Prussiana havia ordenado
que fossemos alojados no seu palacio, para onde
noscondiniram as rarroagensda casa real, que nos
asperavan na eslacao do caminho de ferro.
>No mesmo dia 23 fui apresentado pelo bario
le Sania Quilena bario do ManiculTel, presi-
dente do conselho de ministros, por quem muio
obsequiado, o fue nitiim concorreu para que no
curio esparo d; tempo que tullamos de residir na
corle de lierlin, fossemos apresentados nao s a
suas magostados e altezas reae, romo a lodosos
mais roembros da familia real de quem recebemos
constantemente o mais bondoso irolhimenlo.
Na noite da 26 rbegou aquella corto S. M.
rainha acompanhada de seus augustos pas o r-
maos, e na man lia seguinte litemos a honra de
Ibes sor apresentados.
No intervallo, que mediou entre o dia 27 a 20,
acuvou-sn ludo quanto era necessario para a ce-
remonia do casamento por procuracao c viagem
para Lisboa ; e na > posso tloixar de mencionar
ueste lugar o vivo interesse que lano em urna co-
mo em outra coosa mostram as cortes da Prussia,
Blgica, o Graa-ltrelanha ; e beni assim a eflicaz
cooperajao que eonsiantememe reeebi dos repre-
sentantes .11 S. M. naa mesrnas curies, dos com-
mandanies dos vapores Bartholomeu Dais e Min-
dello, e dos rcnsules portnguezes em Nantes, ()
lende, Londres a Plymoulh, para o bom desempe-
nboda minlia imporiante missao.
No da I tive luuar ni igre|a calbolic.i de San-
la lledwige a ceremonia do oafamealo da anal nn-
gestddes por procurarlo, segundo o prograinma qoe
me coobe a honra da enviar em devido lempo a V.
Etc. ; mas mo se Tazando n*lle mencio de duas
alleracdae que, 1e accordo rom o gr.io-me.slre de
ceremonial, liarlo de Stilfried, julgoei dever inlro-
dozr p^ra turnar mais solemne, se possivel era,
aquelle orto pcimiita-me V. l.tc. que eu aqu as
relira.
EXTERIOR.
ORIGINAL 00 SiARIO OE PERNAMBUCO-
4 tl^liHlk.
1' DB AGOSTO DE 1858.
f.'rM vinganra, de nona espee motivada por urna
mulher.
II i ao Brasil urna bella cidade, rujo nomahecheio
de prome-sas. Ella he dotada de um ceo quasi sam
u.-iveni, da um clima saodavel, e da urna primavera
en> lim ; as aoas nuiles de la lo lio encantado-
ras c mo os jardins das mil e ama noiles. ou os b.i-
lae de ora soberano ; a o espirito dos seus habitan-
te!, mv-'teriosos e poticos como o scinltllar de urna
ronstellarpo em noite de escuro nos paitas i ni ir tro
pica es.
Conta-se geralmente nesta cidade a stgointe hit
tona que uos fui narrada por um dos mis luhi-
loliles.
II i tu mu rico oegoci.inie qae (ii.Ii.i um filbo clu-
iii i,. Albeilo, e moa Itllia ra oome Apellide.
0 negociante, que ha algun annos sollri.i graves
nc.mmodos em sua juda, morreo quaal de repen-
te de um ataque que o acomin,ltia periodica-nenle.
An abrir-si o testamento, vio-se que loda a iua for-
loua ossaara inlegratineute para ai milos de Alberto,
porque o pai havta dethertado a filba em eeoie-
qoeneia desla se haver casado contra sua vonlade.
Entretanto, Alberto liinoo sub sua prolecen.i a ir
ml.i injus ament desenlata, a qual na occasi;1n da
n orle do pii ).' e-lava viuea, e tinha dous lilhoi,
Mana e Francisco.
Alberto, ao principio, era de um carcter benigno,
discreto, atiento, diflcil; mas depdi lornou-sa com
a Ida.le silencioso, tmido, e alinal impoisivel.
filia ni se abra com os dous lilhos de soa irma.
Ella dedicacao de Alberto laz que Adelai le conce-
beaai HeoageirM r-piranjas em favor de Mana e
1'rancisCO.
Alberto eom a na bolsa concurra para a educa-
rlo dos n'ous meninos, e a rmll se romprazia no
prnsainenlo de que i que o seus r.'ooa lilhos sa estabelecessem no mundo,
e se loruassein lieideiros da forlnna do irm i...
1 ni soceesso inesperado veio perturbar um ponen
" prisma dei |l|a*io inatcn.al.
C(*a a voz oinm.'vida, com o rubor no rosto, a
palavra embira.- ,.li, a allilude de um criminoso,
Alberto declaroii'uui dul a' irinJa que tinba om pro-
jeslo a cinnin.in:.- ,r -liie.
A leanle fioou fura da i, suppondo qoe o projec-
lo do irmSo era matar algue'n.
Entretanto, aspte de nm ei'lo dialogo entre am-
bos, Alberto daclarou a' rolla tllB preleulia r,i-
aar-ie.
Ksta noticia inchau de pasmo Adelaide, pois que
en irmio ia ter ama nova familia ; mas soffocou uo
pello tojo o seo pesar, i pergun!oo-the se Indi i o
iireito da saber sobre que inulliei elle havia lauca-
do ot ieus elboa.
Illin. e Ev.m. SrHelirindo-mo ao meu ultimo
oflicio do 1" do prximo passado mez, lenho a
honra de informar a V. Exe. do mais que se pas-
sou uo desempenho da honrosa missao que Sua
Mageslade el-rei sa dignou eonfiar-ma, recapilu-
I ind i ao mesmo lempo as particularidades qu oc-
correram desde o momento da minha unida para
Berln ; e s sinto que os meus soffrimenlos, de
que ainda nao me acho eompletamenia resla-
beteeido, mo leoham impedido de o azx-r mais
cedo.
Toiido deixado o porio de Lisboa, iintanicnle
com as mais possoas noinea.las para acoinpanha-
rera a Sua Mageslade a rainha, no dia .1 de abril
ultimo, a bordo do vapor de guerra Mindclloi>,
sobrevetn-nos umJorte temporal ao dobrar o rabo
Ftnisieira, que s cessou quando chegamosa Hel-
io Isle, ein frente de ruj ilha nos conservamos
loda urna noite bordejando, a espera que rompes-
so o dia. Foi enlao que receliemos pillo, qoe nos
condnzio ao pono do S. Mazaire, em que entra-
mos na lardQ do dia 0.
Cabc-me aqui fazer especial meneao do modo
porque tamo o commandante como os ofciaes e
marinbeirosdo vapor Hindello* fe hotiveram
durante todo o lempo que durou lio penosa pas-
sagem, e permita-me V. Exe. que e'i os recom-
mendu muito particularmente benevolencia de
Sua Mageslade.
Apenas desembarcados cm S. Nazaire partimos
immedialarocnie para Pars, aonde rhegamos na
madrugada do dia 10 ; o como no dia seguinte fos-
se domingo transfer para o rlia 12 a minha ida a
Londres, para na conformidade das minhas ins-
IruecSes, ter all urna entrevista com o conde de
I.avradio antes de pausar a' corle de Berlin.
Verificada osla, e liavendo-tiie sua alteza o prin-
cipe Alberto feilo saber, por va do dito ronde,
Dtpoii de mil difliculdadei e ratiesnelat, Alberto
disse a lisia I que quena casar-se com a meslra de
piano de ioa sobruiha Miria.
An ouvir sementante decl*ra$So, o panto de
Adelaide elevou-se ao mais alto ponto. Ella via eva-
porar-ee no borisonle a berauea sobre que tiuli i
aontado para seus filhos.
Albirtu gnorava se a pianista o amava ou n.lo. e
al ignorava se era necessario sabe-lu ; mas a ir-
mila fazendo das flaquezas (oreas, i-i he, liiigindo
que o negocio Ihc era iodifereute, dise-lhe que es-
lava protnpla a pedir para elle a mo da pianista,
amias couvinlia que, antes qoe ella detM eite passo,
sea Irmao coubccesie quaes eram os seulimenlos da
lista para eom elle ; que ella era muita astuciosa,
muito uamorada, e elle devia comeear por fszer-lhe
a corle.
Adelaide promelleu-lhe toda a tu cooperar-ilo.
L'rn da qua eslavain reunidos Alberto a irmaa e a
sobruiha, ouve-se balar a porta : era a pianista qoe
vinha dar licAo a Mara.
Adelaide deitou que a meslra comense ; mas ao
cabo de algn, minutos, e coioo se recordando de
repente de urna ososa, dissa a' fillia que liuba de
uio.lrar-llie um.is jolas que liiiluiu vinio da casa do
joialhciro para ella i.ciliar que Ihe aaradjssein,
e que o caiteiro nflo poda esperar nims lampo.
SaMram ambas, e Alberto Bcon toiiubo eom a
pianista, que era urna e Ilepois de aliiin, inoineulos de bisilacio t de si-
lencio, disse elle a' pianista :
n Miulia sanliora, lenho urna pargOBla a fazer-
Ibe...
a II i ni i i ii. Sr. Alberto I
Siin, iiiinli.i seohora.
o Diga o que qusr.
o A quanto lempo se invenlaram os pimos *
Confesio, respondeu a professorp, que nao pre-
vira, depois de tiiilis precaoees e circumloquios,
orna pirgunta tilo rbronoloeica ; aoofeaeo-lhe roen
rico seulor, que nada sei a esto respailo ; mal se
lem grande empenho em aaber islu...
o N i, mirilla seohora, de nianiii i alguma ; fit-
Ihe esla pergunta porque... porque eal' aqui asta
piano... porque a senliora be piaaiitl... e porque eu
nao o sou.
A pianista contenlou-se dilliculloimenle com a
jailJBaacJJo de Albulo, mas nao poda atinar rom a
cusa da incolurencia das suas ideas.
Uepois de um novo intervallo de lempo duplo no
trplice do pnm**iro, elle conlinaou .. fallar, apoiau-
do um braco lebra o teclado du piano :
Mnih.i aenhora, disse elle, segando as nolieias
cliegadas da Europa, eooala que a colheita das uvas
(alhoii. e por eooaeqseneia o vinho esto auno ser
muito caro, n
A pianista levanloo a caber-a : jolsava ter envido
mal.
Orno o senhor fallos em vinho '.'
o Sim, minha tenbora.
I,omo nao tuto, viiibo, respnn lau a pianista,
este Rndenle n.c me radia o menor abalo.
Entilo bebe agua !
a Naturalmente, replicou a profissnra, qaa ja ro-
ni'i. iv i a se admirar desta estrauba maneira da
conversar.
l'on culio, respondeu Alberto, nao hesito m
dizer-lhe que a senliora arruma a sua saude, beben-
lu ugus, ionio eu me interseo muito pela sua
I saude, que me be minio cara, tomo a liberdsde de
enviar-lhe ama qaarlola de bom vinho do porto.
A pianista que nio edvinhava que nesta eonver-
aeso disparatada so Iratava de um rico casamenlo
para si, respondeu com uns estrepitosa earga-
Ibada :
ir Has, Sr. Alberto, se eu s bebo agua, o que fa-
rei desse vinho ".'
o lie verdade, disse Alberto; mas enl.'io o que
poderei eu cnviar-lbe '.'
Mas por que razAo me ha de o senhor enviar
alguma cousa 1 psrguutou a pianista com um ar
anida mais irnico.
o He, porque, in'nha senliora, no inomonlo em
qoe a sua saude sollre.... em que ella ainda pode
solirer mais.... no momento ein qoe....
.i Mas eu n.lo experimento intsnoiiela alguma,
meu rico senhor... Dar-se-ha que o lenhor saja me-
dico ?
Nllo minha, senhora. Se o fosse. conlinuou
Albulo cada viz mais opprimilo pela timidez qae
o devia matar, se o fosse eomeeslia o tratar- uie a
iiiiiii mesmo; pulique insto momelo.....
e >!'......u l>eos : liradou n pianista : djr-se-ba
qae o lenhor esteja dointe 1
a Muiln doente, minha senliora, mullo doenle. o
Alberto levou a ma > a' fronte.
Balar loncoT parare que est lonco!.,, ludo
quanlo me diz... est. goln... aquellas olhos pau-
lados... Eit.i louco esla louco disse coiu-igo a
pianista, b
Alberto, como par justificar a boa opiniflo qm
ella conceba a seu raapeilo, lancoo-se bruitaineiile
a seus ps, bridando :
o Senhora senliora senliora !
o l'ois me deitam sosioha c ,m o Sr. Alberto bri-
dn a planista, assoslada de,la queda ; um lonco!...
Ella rorre espavorida para local a na upa mu,
dalida pelo hone.lo e tmido Alberto, a plaalas
arraslou, e elle pela sua vez lambeta arraslou urna
moainha sabr que eslavam vidros e ahiearaa, cal-
i'iulo ao mismo lempj a BtlO sobra ai teclas do
I.....i", quo solionin os sons mais agudos, meis fal-
sos, o mais aotipathleos que so pussain ima-
ginar.
Os gritos ra pianista, os suspiros prolngalos do
piano, o estrepito dos vidro, e das chicara, quebra-
das, lado islo rh un ao -alio Adelaide, sua lilba e
oulras multas pessoas.
(I infeliz Alberto opprimi lo por semellianle con-
fus,lo e envergonhado de ama tal soeni se letirou
parasen quarto, ou le se Irancou A sua vergonha
se couveilea uro liiiliiii-nle em dor, un dosolacSs, a
depois em desaspaio.
Uebalde a sua boa irmAa, e os seus dous mbri-
nh.is baleram durante lonjas horas a porta do seo
qoai lo....
A linal, nolerceiro dia, i noile, elle se nioslrno
n sua familia desolada, eslava magro o paludo, co-
mo dspois de uina longa enfrrmidade. I) sou moral
trabia anda as mais Instes al(erac,>s.
i.'iundo a irroiia aesinha eom Alberto fallava-lhe
sobro a iceua deplorave que sa llnha pas-ado culre
ella a a pianista, o pubre humem li-aid fura
de si.
Consiste a primeira em que no momento de ser
pedida procuracao de el-rei. para dalla se fazer
I. Hura em lingua latina, segundo a tradcelo in-
clusa, dingi-me a sua alteza o principe Leopoldo
Hohen/nllern-.Siginarigeti, seguido do secretario
deita mis.ao, o qual levava em nina pasta de veludu
aquella diploma ; e tendo-o eu entregue publica-
mente ao ditu priucipe, dignou-sa sua alleza da-lo
ao b.-ir.io de Sania Quitarla, que na conformidade
do mencionado programma, o apresenlou a la al-
teza real o principe da Prussia.
A segunda foi que, como primeira demonstrarlo
de respeito e bomenagem da nossa parle para cora
a augusta pessoa de sua roageillde a rainha eu e ai
mais pessoai da soa real comitiva a os meinbrus da
Irgacu porliigue/.a, fiuda a ceremonia religiosa, bei-
janios aabmisaameate a mao S. M., acto esie que
caiisoo auradaval iropresio em lodos os circams-
I,mies.
Como pilas parlicipaces do bario de Sania Qoi-
leria rerebeu o guveruo de S. M. urna noticia exac-
ta dos festejos que Inuveram para lolemnisar a feliz
allianca da casa de lraganea com a de Itolieiunl-
lern, limitar-me-bei a mencionar a V. Etc. que,
Entilo ,'espediram o pianista, causa innocente de
lU'in quanlo havia aeontscido, e nunca mais falla-
ram a Allierlu em semelliaiile accidente. As suas
ideal se acalmaram, mas o sen carcter tarituruo nio
receben a mais feliz modificactlo.
Concculraiido-se em ii, luruuu-se pessoal, egois-
la, e mais tarde avareuln.
Dipois de alguus das, abandnuou a casa da ir-
mla, e foi morar em una ra exquisita da mesma
cidade, esquecendo-se completamente dos seus p-
renles, e al avilando-Ibes a sua presenta.
tira, como se to no!prnicipio desla historia, Ade-
laide, irin.i i de Alberto era pobre, e que a educacAo
dos seus dous lilhos era fela cusa da fortuna do
liman ; mas Cora a retirada repentina desle, falla-
rain o meios infeliz inoi, e os dous meninos nao
poderam continuar mais ni seus esludus,
Assim os desgnstos nuil traduiilinenle allennd a
saude de Adelaide. No lim de tres anuos de crueis
soflrimenlus, a molestia ie aggrava, e ella morre, dei-
v.ti. lo seus dous lilin'- qoasi na miseria.
francisco, qua nio pode concluir os seus esludos
oceupava-se no ensuio de alguns preparatnrioi que
sabia ; a Maris, sua irm.ia, cosa para foro; poreni o
iirodui'tn dos Irabalhos Uos dous pulires orpbos mal
chegava para os alimentar.
Bmtosra estivessem mmio desanimados, com indo
Alaria e I ranci-co nao perderam de Indo a esperan-
za da um dia reduzrem o lio a melhores senli-
manisa.
Assim, renunciando lranris;o o as/Mema de man-
dar carias ao lio, por que ellas ti.-auam eternamen-
te sem rasposas, lomen a dellberacto le ir em pesma
.1 ssa prnpria c isa.
Ilipois do aleuiiias pesrjoltas deseobrio i morada
do lio, era urna tasa ds dona andan-, ni|o piinieiro
era por elleoccupado. Infelizmente eslava lora, I ai
portas istavam lechada-, Baleo a porta, nas debalde;
uin^oem Ihe fallou.
Ao descer, pergunlnu ao morador da loj quem
era a pessoa que habita va aquella casa.
O boinem ds pavimento le reo dista ao joven
francisco que n 2." andar eslava Vatio, e que o pri-
meiio era occopado onicamanle por um homem, que
so coslumava sabir \ noite e muito larde, e que Ibe
liarccia muito lico, pois dorma ein cama doiirada.
hulla tapetes precios"', carnario! foiradoi com lapes-
- inas rusio-i-, espethos de Vooeta, cadeiraa le
abano, divan^ de velodo verde, qoadroa roaRnihcoa,
einliin, um lino do principe do Oriente; mas aeres-
conloa que o !i nni'in mytler........i o fallava a oin-
gnem, e eonselbou-lhe que nao ullastt mais aquella
casa,
II solirinlio de Aliarlo voltea iininedial.iniiiitc a
referi lodo isto a jovrii Mana.
Depois de nUuns momentos de relleiSo, Francis-
co prepoi ,1 irmia o modarem-se pira o segunde in-
dar da Casa cm que morava o lio, a lim de espreita-
rem aa mytleriot que alli ia psssavam, segando Ihe'
hav o dito o morador da toja.
I'ralou pois le slUgar o an lar que se achava vatio,
o n'iiina noite em que Alberto havia saludo Francia-
co e Maria so mudarain.
entre infinitas d'ttioccsiet que eoiuinuaiiientn rece-
bemos, llignou-sn sua alteza real o principe da
Protaia enviar-nos, da parte de sua magestade el-
rei da Prussia, e por via do seu grao-meslre de ce-
remonial, barao de Stillfried, urna hora antea de
irmos para a igreja, as esftnjntea Boodocoraajdes :
A 2r*a-craz da Aguia Negra, para mim ;
A gria-ern da Aguia Vermellia, para o mar-
quez de Fiealhe ;
A Comineuda na segunda elasse, eom placa, da
Aguia Yeimelha, para omarqo-z de Sooza ;
A comineada da dila cia.se e ordem, sem placa,
para Jo Ferreira Hort-e* de Castro ; enviando
lanalmente, por via d., me-mo alio foneeiontri, a
grle-strea da Agola Verinelha. para o barao de San-
ts Quitaria. e o habito de qoarl i elasse da dita or-
deni. para Jas Emilio da Silva Cabral.
O bario deStilfried, aodesempenliar a commis-
s.io de que era encarnando, declarou-me que S.
M, el-rei da Prussia moho desejava que compare-
ressemos lodos, com as nossas respectivas insignias,
no .icio solemne que ia ter lugar. Agradecendo
ao dilo barao, nos termos mais expressivos, aalu
honra que el-rei seu amo acahava do nos fazer,
disse-lhe que era para nos um momento do grande
suisfai-ao o podermos comprazer com os d
de S. M por isso que sabia esiarmos autorisados
a aceitar qualqucr mere.: rom que se nos quizesse
roniemplar.
Havendo S. tM. a rainhs feilo as suas deepe-
didas, acompanhada das pessoas que seu augusto
esposo so dignou designar para o seu servico e
tendo-se fxado o dia 2 de maio para a .sita partida
verilirou-se esta pela volia das 8 horas, depois de
lor S. M. a lainha ouvdo missa na igreja de S.
Hddtitvge, celebrada pelo principe bispo dellres-
lau.
Em dozo horas rhegamos cidade de Dussul-
dorf, aonde eslava preparada a mais brilhante re-
codcSo. E tendo S. .\l. passado o dia 3 no seio de
sua augusta familia, e recebido as feliciacoes das
diversas autoridades, parlio na manhaa do dia 4
para Bru\ellas, em um treni especial que S- M.
el-rei dos Belgas havc mandado por sua dispo-
sicao, e queja se achava para este fim na propria
eslacao de Dusseldorf.
Por escusado lenho repelir aqui o que a V.
F.\'c. be constante pela parliripacao oflicial do vis-
conde de Seisal de" do mez passado. Limilo-tne
porlanlo a dar conta a V. Exe. do modo por que
se vorilicou a ceremonia do acto da enirega e re-
oepQio de S. M. a rainha no porto de slenle.
Logo depois de S. AI. ter rhegado a bordo do
vapor de guerra Mindello, pela tima hura da
tarde do dia 5, acompanhada de seus augustos pais
e irmSo o principe Leopoldo, dj sua augusta av,
a gra-duquezaEslepbania de Badn, que de Paris
veio cxpressame.ntn para se despedir de sua augus-
ta nela, de Sua Alleza Real o duque de Braban, e
de lodas as possoas, tanto nacionaes como eslran-
geiras, que vinham na sua real comitiva ; e tendo
eu ohtido a previa aulorisacao de S. M. proceden
o secrelario, nomeado para assislir ao dilo acto,
leiluro, etn prmeiro lugar, do protocollo da en-
trega da mesma augusta senhora, de que iueluo 0
propino original, assgnado polo bar-iodo Stillfried,
ministro commssario por parle da corle da Prus-
sia, c en segui la do protocollo de receprao, assg-
nado por iiiiiii, o |nlo diti secretario, de que junto
a respectiva copia ; o linda est i ceremonia, rom-
pen a gnarnicio e nseircumsiantes em vivas en-
ibusiastcos rainba do Portugal.
Ilaveiido Sua llagesiada ie>ebido depaia a em-
balsada de Sua Magesia lo el-rel ^os Pai/.ei-H uos,
de que faz manejo o Visenos de Seisal na sua dita
parlieipeejaO, e lendo-ae servido o ianlar a Sua .Ma-
aestaie e as pewoas renes que se acbavam na sua
companhia, serrie-sc em seguida o de estado, el
noite hoiive illoiiiinaeio a burlo, o que ludo liuba
sido disposlo na ve-pera pelo marque/, de l-'icallio,
que nos liaba precedido para Oliendo, de cnmbiiia-
i.-mi rom ., viicoiidi' de Sei..,l. o eom a cooporae.o
de Mr. Duelos, nosso vice-cons-il naqoelle porto, o
qual mailo se distingoin nesta iceatO.
Ao enverno de Sua Mageslade j.i foram presen-
te" os ponderosos motivos que oli-i.ir.un a qoe Sua
Alagsslade pudeise embarcar all na corveta irllir-
tholoiiieu Dase, para uella se. condolida lugla-
teira. A iiiiiii sii compete de'larar que aos incau-
saveis esforr;'is o grande arrojo, tanto da parle do
Coiisellieirn francisco Soares franco, cano da do
cuuselbeirn Domingos fortnalo do Valle e de lo-
dos os mais olliriaes, lem a menor excepe.i i. e In-
polaeis dos dous vapores, se deve o ler-se evitado
alguiu grave coutraleinpn, em consequeneia de difli-
eilmenta comporiar o porlo do Oslando ombarcec,oea
do lote dos ditos vapores ; e lenho urna verdadoira
salisfaerto apresentsndo-me a indicar a lodos cm
to Denmaun, da marinha britannica, re vir offe-
racec os sem servicos a Sua Magastade a rainha.
Pela nma hor.i da tarde do mesmo dia, desem-
l.arcou Sua Maaestade em Dover, lanc.anda-se do
e.1es para o portal., do vapor irMindello ama ponte
forrada de baudeirai. Sua Mageslade era all espe-
rada pelo conde de I.avradio a lodo o passoal da
leaaeao porluguaza, e pelo duque de ttichroond,
lord Shefitld,general W'jlle, e varias outras pes-
soa da corle de Sua Mageslade llrilannica.
Sua Mageslade, depois de haver lomado am lunch
qoe o conde de I.avradio havia mandado preparar,
parti era um trem especial para l.uiir.--, sendo
recebido na eilaeao do calumbo de ferro por Sua
Alleza o principo Alberto, que conduzo e me.ina
augusta senliora, seguida da soa real comitiva, a
Hul.ingliam-I'alace, (indo Soa Magestade a ranilla
Victoria an encontr de Sua Magaslade no momento
ein que se apeava da carruagem.
para o Tina do mez do Kamazan, e o impera-
dor alini de vigiar por si mesmo todos os
preparativos da (ixpeliQao, partir para
Meknes quo confina com o territorio suble-
vado.
Meknas encerra urna guar ni ^"io de 6 a 7000
negros.
Quatro mil homens desta tropa, a malsrn-
gular do imperio e 1000 ginelo do MaWhzen,
lormaram com os contingeutes de algumas
tribus o exercito, a cuja frente marchar o
imperador para eroprehender a campanha.
I'or outra parte Sdi Mohetned, deixando
Marrocos foi acampar em frente de Itabat
com 25,000 liomens, com os quaes invadir
o paiz dos Zemonr.
0 seu prmeiro cuidado foi enviar um cor-
..,,.. .. v, etu ui nuuo u iai.ua'iu mi un, isi uul UOI-
...^s1 ^zszrssvsttz t "Mek,,as p,ra receb8r as rJens do sul-
nim uiio era novo, pois lenho sempre lido a honra l,,o seu pal.
de recebir de Sua Magislade Brit.muica inuitas dis-
lllie^e;.
O con le de i.avradio ter informado a V. Eie.
o .loe se passou durante os quatro das da estada
de sos Macetudo em Londres, l.imilar-ma-tiei
porlanlo a referir a V. Exe, que roaniei partir na
iiiuih.ia do da 10 para l'lymonth u -ecretano de-ta
mi-sao com brdeni minhas para o conselhciro fran-
cisco Sones franco, af'un de que ludo eslivssse
prompio para receber a Sua Maguaoe a bordo da
cuneta 'llarlludoineu Dia-. na larde du dia II.
foi unte ponto qoe leve lugar a separadlo de
Sua .Magestade de seu anguila pal e das mus pes-
aoaa que, alein da sua real comitiva, a haviam acom-
panbado desde Londres.
IVa madrugada cguinla deisamos Plymoulh,
vindo em nossa consirva a nao alteuown, ea
catas Diadem, Curagao e Kaconn, commanladas
pe, almirante iir lleury Ducie Oads, a quem Soa
Magisladc Itritaunica havia dad a honrosa missao
de acompanhar a Sua Magestade na aoa viagam para
Lisboa.
O tempo, qoe ao principio se havia mostrado
muilo favoravel, mudnu inliir.iii me na aliara du
Cabo Kaso, e a ventu contrario da tal forma parah-
sou o anrhnnintu da corveta, que apenas poda dal-
lar urna milha. que julgamn mais prudente, am
de se evilar niainre- incommodos a Sua Mageslade
e Itdinba, em eouieqoencia da grande a. ii-.oio do
mar, a demandar o porlo da Corunba, que nua lica-
va mais protimo.
l-.-ii 11, s all na madrugada do dia 15, a lando
sido muito obsequiados pelas autoridades bespa-
oholaa, deitamns aquelle porto na manhaa seguinte,
navegando todo o da a vista rli tetra. Mas sobre-
Vioda a noite, e apezur dos vivos desejos que linlia
de comniaiiicar com o l'urlo, s por via de tignaes,
pois que de oulio modo seria necessario perder mul-
tas horas, o que obrigaria a Sua Magestade a pas-
sar dipoie mai, uina nsite uo mar, reiponsabilulade
e-la que nao qui/ de forma alguma tomar sobre
mim, sobretodo depois do qce liavia mecedido na
b loa da ttiscaya, vi comlud > fri'slrada as innih.-i.
esperaneas por causa da urande cerrar^o que havia,
que uem ao menos nos permiltio vermes o f.rol da
Laz. Nao nos iietivemos por romegunite n ais lam-
po, e seguirnos para Liab ia corren Jo a costa, al all
enlrarntei na larde do dia 17, para nris e para todos
os l'jrliigue/e. da mais feliz ri-.-oila.;,..
Aqu linda a iniporlauta quanlo honrosa miuao
que el-rei houve por bern conliar-me.
Permilla-ine V. Etc. que, au conclni-la, eu ro-
KOa a V. Exe. que, am meu nome e no dos mais
qoe me aeompanliaram, e que lio grandes senteos
ore-lar un nesta oceai.ii, se -irv i bcij >r a inilo a
mii Mageslade pela alta merc que se dignou con-
t) exercito dn Sidi Mohamed est formado
na sua maior parle de soldados a p, recru-
tailus entre o Chelotich, e principalmente
entre as moiilan.'iasdo Snis.
Assostados os de Zemmnur ao verora t3o
eonsideravel reantSo de tropas, lizeram toda
a elasse deoftertas, acu,lindo a todos os raa-
rabutos dascidads de Fez, Meknas, Sale e
R bai sem conseguir mudar em nada a reso-
lucao do sultSo que parece resoluio a aca-
bar com elles.
F.VTADiJS-lIMDOS.
J ha tempo que um insulto fcito ban-
s fra- l,e.'ra uos f-stados-IJnidos pelas autoridades
militaies de Paragiay ea negativa do pre-
sidente desta repblica a dar satisfcelo as
reclamacCes do governo de Washington,
silo objeclos de negociac.Oes pendentes entra
estas duas potencias.
a I iiiiiii anglo-americana deferio o obter
urna BatisfacSo por meios violentos, em par-
te pelas dilliculdades d'uma guerra contra o
Paraguay, cujo territorio nSo he abordsvel
senao em urna poca determinada do anno,
e em parte peque esperava fazer causa com-
mtimcom o Brasil, que tinha tambem urna
disputa com o Paraguay.
Mas tendo conseguido entender-so estes
dout estados sem Hostilidades, s ica aos
Estados-Unidos proseguir nas suas intences
bnllicosas. ou renunciar s operar-oes pro-
jectadas.
O prmeiro partido he o que ha adoptado,
pois um despacho lelegraphico de Londres,
que resume as noticias da New-York, que
alcaocain a 3 do actual, cliega las a Liver-
pool a U, anuuiiea que a cmara dos repre-
sentantes da IJuio votou um resolucSo
qunautorisa o presidente. Mi. Buchanan, a
peiir justica do Paraguay por meio das ar-
mas.
(Jornal do Commerrio de Lisboa.)
CI1RONICA DA QLINZENA.
Paria, 1 i junlio de 1858. *
He diflicil dizer-ia que uiovimeutos preparavam-
sc para a franca, e que calaslrupbes biain amnti-
n.r s imperios por loda a Europa no anuo de I85t.
ucio, por un ni.tai,,e vencida na franca,
e4er-nos,e por o. pea do llirono oa ardenl.. votos I fS"i"^t* t" ^l"^"^ "ova b^t^lt.a que dar-
Ibe-hia a desforra ; seoieada na Alleniaiilia. ella ahi
me f./cino.- .ola ventura de Sua MagesUde, de sua
augnsta esposa, e de toda a sua nal familia.
Deas guarde a V. Eic. Lisboa, 4 de janho de
185.Illm. e Exm. Sr. marques de Late.De-
que .U Tercein .
Honrado duque da Terceira, nmi sobrinbo, do
conselbo de estado, pardo reino, manchal do ea-
ercilo, amig .. Eu el-rei vos envi muito laudar,
como aquille que mullo amo e prezn. Tendo havido
por |.,m, para vos mo.lrar a eonfianca que me me-
leceis, nomeir-vos, por carie patente de dtzoito de
mareo ultimo, meo eoiiunissario plenipotenciario
para* celebrar o firmar o acto de recepr;;lo da llai-
..iii, minha muilo amala esposa, e Miente da ma-
ne-Ira diana e honrosa por que dotsmponhaslaa Uo
imporlante missio, e dos lervicsi prestados ,1 mes-
ma augusta senhora ato a sua feliz chegada a c-ta
corle, e de que Saa M lesetade se dio por muilo sa
Infeila, aprat-me lesiimanhar-vot assim, para vomo
eonheeimanlo satisfacSo, que, approvando ludo
quanlo entend-tes dever pralicar, aprecio devida-
ininte mus eslas evidentes prova do voiso aelo
MARROCOS.
O (iMoniteiir atgeriena reproduz as seguin-
eiral como merecedores .los maiores elogios pelo l'"i noticias de Marrocos tladas pelo periodi-
bom desempenho de seus respeclivin devore*,
Tendo-se ucessivamenla retirado de bordo Sua
Alteas le.ti o loque de llrabant, Sua Alteza a gi.n-
duqueza Esiephaina de Badn, e Sua Alteas a prin-
cesa Josephlna o> Hoheaiollern-SiRmarigen, lar-
gou o vapor iMindelloa na madrugada do dia 6,
sendo aeampanhado al Dover pela corveta trBarlho-
I in-ii Di-,,, e por dona hielas reaes, qae Sua Ma-
geitade a rainha Victoria dignen man.lar para
aquelle fim, incumbindo ao mesmo lempo o capi-
ancoolrn. Todoi esles esclareciuienlos tinham -i lo
dados pelo informante de Francisco.
Passaram-ee duas semanas, sem que os dous noves
moradores obseivatsem cousa alguma no primeira
andar.
Entretanto, om dia, Miria levanla-te, riirig--se
ao quarto .lo iraiio. bata a porta, Francsco acorda,
e ella diz-lht que havia novidade no andar em que
morava o lie.
Entilo, francisco e Matia sa dirigem a um qoar-
lo que ficava por cima da sala de ianlar de Al-
berto.
Ambos se abaiiam, cellam os oavidoa ao essoalho,
percebem tinir de copos e de pralOS, ouvem o otlou-
ro co rabe o Mobecher
.i A Irib dos /cminour nstabelccida ao
sudoeste da ctdade de Meknas, tetn sido
sempre una das mais turbulentas do im-
perio.
O imperador Ab ie-el Rabmao, caneado das
suas continuas rebellioes, resolveu pplicar-
IIihs um ternvel cas ig >.
0 rom|iimanio tas hostilidades lixoti-se
Mana nao quena acre litar no casamento de Alber-
to, procuiava aliiinar u iriuao.
Botreliinlo, nu nutro dia, francisco corre ao apo-
sento da iimaa chama-a, ediz-lbeque linlia oovido
consas etlraofdinariaa na sala do do.
Com elTeilo, naa ia engaa va, Desta vez. nao
eram dona u tres copos que timam, neni duas ou
tres selas que s gilav.im ; era o estrepito oe Iriota
ropos ; eram sobra ludo vozes de mulheies que se
rruuvam, se elevavaro em ospiraei aos ares, e en-
ehiain o lal.lo de eran 'e rumor.
Os dislagos aqnccidos pelo vinho de Idiampanbs,
pararan, de repente, l-'iancisco a Maria ouviram a
i; do lio que dizia.
n NSo, minhas senhnras o mea casamenlo com D.
de duas mantaras, que allernav.un cun a de Alber- ; Cailola nSo ter.,' lugar, assim como n;l > leve o meu
lo. Eslavam eeaudn.
E eis o qae diiis o amphilri.lo n'oma voz paixona
da, que Iraspaisava o lelo da ei -1.
Com entilo, senliora D. I'beresa, a sua adora-
val liilia me agrada, me encanti ; e se pela minha
parle, eu live,se a felici.lade de agradar-lhe..,.
Sr. Alberto, responda com ama voz grave a ib-
nhora D. 1'hereia. sa Carlota eneanlt-0 a este pon-
i, diga diente delta qoe o Se. me pede a sua
maO..., olla esla' prsenle, o vr e o ouva.
f. Alberto uilearompa a tal Dona rbetea|por et-
i .> palavrat .
i no uiinlii .rubor i, antes e dirieir-lbe sama
limite podido, n.lo sera' conviniHiile que co seiba -e
son amad., pola senhora II. Carlota, sua lilba '
Enlao O. Thatsea ditas a' lilba :
- Carila, e>las ouvmdo '!
.' i'e. millo-te qne respondas.
a l'aiei Indo quanlo a iiiamai qni/ar.
" Minha lilba o aceita, Sr. Alberto, disse D. Hi-
rese.
K Alberto responden cen um arenlo capsz de a-
Iravetsar dous leeloa.
c,-amento eom a pianista ; nada de casamento D
Carlota he urna looreira ; sua mai una .-iventureira,
qoe romera loda a minha fortuna ; prefro comer o
meu diolieiro com as lenhoraa ; comamos pois, e
sbrelo lo bebamos !
a Kebanioi \ bebamos bebamos !
Vou pois beber i laade das icnhnrai 1>. Mnlliil-
dc, D. Loiza, D. Relpbina, D. Qemencin, D. Fran-
ci.,-.. H. .1 ianna,U. Antonia, D. Amelia,D. Jnaqaina,
ti Mara, D. Josefina, I. Leopoldina e H. Isabel
Qne infame libertina, que be nieto lio I bradoo
Mu 11. Man o .o *io, como o morador da Iojs nio quiz
acreditar n. hislorie, que ihe conla-nos da oulra vez,
vamos ehama-lo agora pasa elle vir convencer-te.
.. Facaroos onlra cousa, minha irmia, abramos um
llorad.....aisoalho que nao be de grande ospesser i :
lenlemet ver com oa nostot proprios olhoe, ataim
i- un j T onvimos eom o- no-sos proprios oui idus ; e
depois irei chamar o incrdulo, o
Frtnritro mellen mot a' obra com lodo o ardor,
e liatn de abrir a boraco n i astoalho, certo de qn,
o rumor que elle falta era ahitado pela roofosSo da
Irabalho foi longo, mas a ceia nflo ae ler-
(iii teiici le lonhora, Ihc peitence.
1 a voz da moca, cheia dt nse ,a :
o tilingada, senhor.
ii (iosla de cavallos '.' lera' cav los.
A voi da moca :
o Obligada, senhor.
a Cosa .le cen conloi de reis de renda '.'
A voz da menina cada vez lois ic-enad.i :
> liliiigoda, senhor.
E D. I'beresa dieta immtdiatarnenle.
i Hasta por buje, meu luturo genero.
A* vozes sa ealaram.
Francisco e Maria deixaram a soa atlilada herl-
soniai. e iiv,ini,n,im-.-e ehcios de espanto, duendo:
l.-U.IO .'
.. Bolas
o liesrobrimos n segredo !
.. Vai casar
o Ci-a-ie E da' ludo quanlo |>oisat a esla ma-
Ihir, a esla D. Carila.
proparava sua armla iara ns, e para a Inglater-
ra ; desterrada da [talla, ahi lumenlava novase mais
liinveis soblevefbaa ; abofada na Uongria pelas iro-
paa do Caara, nao esperava senao um signal dado
pela Franja para levantar-se com em eco mais po-
deroso, e mais arn-cado. Todos os estados da Eu-
ropa eslavam araeacsdot, lodos o (hrouos eslavam
vacillanles ; sabretudo a Austria, abalada ale sem
fuitamsntus, aguada por suas din, eilrem iades
pela liaba, e lluugna, poda de um momento para
outro ile-moroiiar-se om grande eitrcinln, e arras-
lar em soa qmda toda a Allmanos. Velo o dous
de .-ezembro ; e enlao os pouoi animaram-se, os
Ihronot firmarain-se. e a Europa foi anda urna ve
lalva. Um allivlo immonso derramna-ie por todos
os esplritos, e por luda a palle manifeslou se Urna
aaliafacRo que traduzi.i-se logo em aceas de graeai,
e em impulsos pro'igioso da eonfianca publica.
Apos os dous sulTragios successivos, claros leslemu-
nhos das promessss da frauca, mesmo a Inglalir-
ra, que nao rria-se, lano quanto hoje, abrigada
por sua consliloieio do contagio revolucionario, a
Inglaterra mesma n;To leve moitos de lodosos seos
oradores qoe ei.altas-.ein
sohreveio a guerra do
bio ale o diapasao do
a defera dos inlcresies
do Occidente sobre o Boaphorn, era a salva-gaarda
dos inlere.-es da lnKlalerra pelo lado da Asia, ara
pe segunda vez a salvaclo da Austria, porque os
Ro ,m Con-tantin, pia leriam lomado a Austria
vasalla da Hastia.
Nesla poca nao falliva quem accosasse o gover-
no francez por tratar os negocios da loglaiena ins-
llior que os -eus^ pal atirai mondes de tono para
a Au-lna : cvagefac.lo singular, da qaal o tempo,
a ot aeonlecimejiot lees tido o muco jaiz. Qae a
Ingltlerra e rAwtria lem eolhide hem grande*par-
le d s fracloi de nostat victorias, n.lo tolfre a me-
nor llovida, e a franca be bem generosa para nao
nega lo ; mas que a franja nada ganfcttj Beata me-
moravel Iota, lie um erro deinomlrado pela siluj-
cio em que lem esta lo nos dilfereiitee conselhos da
Europa, peta inveja mesmo que segoio-a apos seus
paet da casa, nio sabia por onde linbam entrado a-
quellai Irinla inolberes.
ir He pora leilieaiij, repela o homem, e vou j
dar parle polica o
Entretanto, ralie um pedaro de slica sobre a me-
sa .lo ftslim.... Immidi.-ftameule tod'ai as lazas sa
apagtram.. Alberto adcviuliara no mesmo instante
a ronjiiracau tramada contra si.
Nflo se podia ver mais nada. Os espiei do tio
doiiaram consternados o sea inalil observatorio ;
mas embora ja' nao po lessem ver cousa alguma, com
ludo podiam escutar ; e eis o qae elles ouviram :
Pateando para outra sala visinha a" da jantar com
lo los as suas bellas convivas, Alberto Ihes Herir.u
a sorpreza annonciada : am baile Al psla manhfla
uuviram-no dizer, com a alegra de um dono de ca-
sa encantado de si pn.prio e dos oulros, e ao mu de
um piano infernal: o Minhas senhnras, mais urna
contradtnsa, mais urna walsa As sanhoras sao as
ranillas do meu baile, as fadas da daesa Oh ha
feliridade de mais, deitem-me respirar om ins-
tante
Ou porqne Alberto lnnvea saboreado demasiada
dote de felicidad*, ou porque n.lo litaste respirado
batanlo, parece que cabio doenle, pois qoe a e-le
baile soccediu ein sua rasa om silencio de varios
has.
N o eslava morto, mas eslava moribundo.
I'ei.i fenaa do ledo 1-caneisco e sna irma ouvi-
ram um ola a sua voz moribunda que dlzia : Mi-
nhas car.- amigat, vos liaettet ai delirias da minha
entienda, t le as minhes herdeirat, Deito-vot lo-
dos os meus bens I a
Depois a sua voz se eitlocuio para sempre.
o Detberda tos bradaram Francisco e Maria,
quem era roubada toda a esperones da faloro.
i Mo nio sera* atsjm, acrescenloa Francisco.
Sahio e vdiou logo com o magistrado, revestido
do poder de penetrar no domicilio dos enlodaos.
O mag -I" lo manda arrancar a fe.hadura ; entra
so.ilho, Francisco a Maris ouviram Alberto dizer a Iaeompanhado de Francisco e Meria : a o que vem
iodo- a- puai coovi '
. Minhas senhoras, preparo-lhai uioa magn'fica
sorprexs ; adevinhem.
Ao pasto que islas s-nlioris, priVavelmenle im-
movais em saos logares, procoravam adttiahar,
francisco foi cbainar o morador do pavimento terreo
que nao que. ia acreditar, nem abandonar a nu tri-
tura da cama
lodos tres no aposento de Alberto '.'Arraojsdas em
torno de seu leito, sobre pnlironai, cadeirat e di-
vn-, mais de ceio bonicas bolleras de todas as
itoalidades : looiai, morenas, moc.as, giandet, pe-
quenas, milutas, praciaoas, plebeas, li.lalgas, ale-
are-, FolgatH -, melaneolicat, magras, gordas, de to-
las as eoiistituieoes e de todas ai jerarchias Elle
havil gasto toda a sua (nrlima rom tilas booecas.
A linal deeidio-se a seguir Francisco. Todos Ir- ps.....ire cllai se cDconliavam algumai de valores
sjoelli ram-sa sobro o etsoalho myslerioeamonle fu I fabulosos.
iado, e Francisco lirondo destramante o ellime nb.-
laculo, enlao virara ao larflo detlumbranle de di ui
lustres e de vario- candelabros, em torno de una
nena esplndidamente coberla de poreellanat, de
cryslaes, de pralaria o de arralas chelee de vinhoa
delicados, vinle e cioeo a irinla mulheies de id
diseas, mal tola-anula muilo mo
l'.'l s atlai mulheret eram de urna uilleiih li l ide
eiceasiva, mee.....bivol, imposiivel de bsrinuiusar
francisco e Maria nflo qnerendu acreditar no qui com o furioso alando que lindara feilo untes da a-
tinii-iii onvido,.te aehavam mere libados na mais beriora do ledo. Invisiveis, eram bacchanlat; vi-
Ora, compre notar qoe a cata tinha serventa por I prolunde iritlesa. Viam fugir-lhes as tracas espe- siveis, verdaoeirat eataioas.
loas aseadas, que Alberto s andava por tuna, e por rangas que ein la tinham de terem um dia u lio re- < > mol i lor da leja licou lomado de estopor, e al- | dos pela bella loocura das bunecas. lia alguns rae-
conssquencia os moradores do segando andar po- jdezuio a melbores eentimentos. I trbulo ludo quanto observava a pura feilicaria, uos timios que uio silo mais generosos,
diam tervir-se da uutia stm ouuca haver o menor | Como ordiuariameula acontece em lal siluai-ao, I pois tendo em seu poder a chava dtt poitai pr'iaci-i (AlidaUah-el-Kratif.)
Elle (iiibi vivido annos com ellas : Ibes lilil da-
do iolalligenria, alma, desejos, al voz, pois qua elle
fallava por ellas, neatst isnnioea e ntsaas fealas em
que havi.i imperado como soberano.
Uespresada por l.....I mulher, Alberto as avilara
lo tas de-de o pr.raeuo accidente que acontecer, para
ere.r para -i um mundo llusorio, phanlaslico, mas
um mundo l.i i simelhaule ao inuudo rea!, quanlo o
iniucquim >- esscmelha a> homem, e a boneea a'
mulher.
[alo faz lembrar Igualmente qoe ningaem se deve
un ein los, anda quando ellei lulo sejam domina-


DIAKI DK PKKNAMKL'C SEGUNDA I-LIRA 2 l)K AGOSTO DK 1858.
triumphos, -h nliilud* duvidosa, qu? intuam para
eoni ella 01 paizes tuvimos do seu puder.
Pin que rl do-cunliaiir i injQtla, c sobre o que
ella ie funda ? En) que ep ea vio-ee mu gaverao
nial = ciudades de eviur eouflielot, ni ilo cun a iliui.ii.nl de seus VUlolias, ni i corle*
I ,ii.i cun seus inunitios. m is Qe| p ira cun KOI al-
ltads, n.au dedicado a' coaciliaf la o, i- ., ei llorar,
por sua moderadlo, a paz a<> ibrig > da qnesUtes pro-
v-adoras" Sobra qu felos, sobre que Indicios
fiind.ir-se-ti.to pura justicar aa loqnietaceei da ini-
prtaM allaatia, a ai griioa de alarma inglesa? Oa pavamoa nao aatai loqeej
prcoeeapar^aa, o as homaln de Btl ida i So Ornara
de laxa-las da redimas ; mus uao se piulo dallar
de roufeisar iua existencia rm ama parla unlavel
da imprenta allema a Inglesa, a por menosrazoa-
vei* qae lejant, impotta ve/iifsa-ias, e procurar
i au.a dellai.
E moitrera porque procuraniui em v lia ve-la ns trabillas de uesse aissnaes, na activi-
dad* normal que ah faina, na vigilancia Iheortca
que preside sempre em nossas construrc/ips inariii-
in.ii, no iiitn iramenln sclceiuvo e mullo lauto anda
le nono material floeluante, na conclua de non-
sai lindas da camiulius de ferro, e i) unssos grandes
luirlos'.' Depois ilislo. nao temos tamben) o dirello,
tem dispertar o leiror enlre ni-sso viziuhoi, de
procurar sustentar a nona armada, e defender nos-
sas coilai '.' Fazeinoa DOI esforr;os Uo couiideraveii,
como faz eada da a Inglaterra para turnar-se invol-
N3o he precisa qoe a Blgica se aaste ilah : (e
execula-se u projeeto do goverHo, lie utun fortaleza
faderal quiMM i ', i na hypothe-e de urna fjuer-
ra, ella sera' obrlg da reeeber ah urna guarnirlo
cstranner. Ella eveniu.ilid.ide n.~ i n parece i.io
prejudicial aos Interesis, a a inlegridi do lo larnlo-
no, que nos eolia a compreheiitler eonio nm projec*
la seuMlItante i.> le naaeet de Mplriti s eidarecidoi e
independciile's Cante os q.ie conipe o ministerio bel-
ga. N.l Boa peiicnco erumr o veo que noe coln
e.te mYsiorla, mas nos parada mpo mv. i que tile
incimo nlu diamasie a alletieao do coverno be ga
para os pangos, e. barollbecoes que elle son) quera-
o prepara para o sen paiz.
Alo aqu buhamos alloma razao paia penilf que
se a paz vifs*a a ser perturbada al Europa, a Fran-
ca adiara na Beliica man s\ n,patinas q ie a Austria.
A- ideas libanes da Inglaterra eurvanxe facii-
menle os iconlerituenloi, e ai fluduac,oes de sius
inleresses. ilonlsni ella levanlava-se cuulra a ly-
raiinia da Auilna, e ameacava inquietar ul ;ua>
provincial da llalla ; hoja tila piepiriva-se para
restabelecer aln a ordetn, se na hailaiseiu as bato-
uatas austraca*. Quando amauha se esiahelecrr
una llllanca tnleira enlre a Inglaterra c a Austria,
ella alliam; i lira' por liase a garanlia p"la primeira
vez, alo a seguuda da iulegridade de mi: i possessdii
italianas.
Seria poia um erro crer-se que a Ingli Ierra lenlia
cuidado da nacionalidade, a da iudepeudsncia oa
Blgica. A naciunalidade, a indepeiidtncia das pro-
vincias danubianas nao tim enlre ella adiado sua
Assim, as rclaqdes i nir a Inglaterra e os
Estados-UnMospe acliavaro um punco me-
Ihoradas, tu is uontettte cordiales nSo esta-
va completattiP.-ito restalielecida A guerra
tee segundo os bolletitis qut) cliegam do
theali pi ce que c mcl isSo
, la est toii| .
A. alha r, ;,|i.lo-franc -/.. anda vai ti-
rando.
Falla-so igualmente ora al ancas entre i
I ranga c a Kussia, e entre Austria o a in-
gla rra ; mas os boatos a esto resjctio pa-
recem ser destituidos do fundamento.
A questao ii lativa organisatau dos ptin-
Juiii liranc i, com dous metes de Daieida; filln na-
tural do alferes Anli nio llaimando Lina Caldas, c
li. l'raueeliua Jexuiaa Brasilina de Amurim.
Francisca, parda, da idadi mtxts, lilha legitima He
Sabino Auoisio de Sena, e Anua Calliaiuia de
O vapor nacional tPariioanga, viudo de Ma-
caki, Iruuvsaseu burdo para esla provincia os sc-
guiiilea pa Roberl Uarlian, Cario* Berlaleil, Joi Marques
itoi, Clan,una K. da Concel(So, Anluulo Ja-
quun de Cnvailiu Blarqan, Joto Anlonia do Ca a-
llio Marques, Jusc Erapclsca Morena, Barlliulameo
J i aCarvalliv, l. M. deSoaza e I lilha, Dr. M.
C. C. Tamarindo a iua leuhora, Jas l'into Ouei-
raz, Joaquini (guaci di Silva Colar! e 1 filln, Jos
LeusMachado, ManuelG mea Pinto, Pomtogoi Ui-
cipadoa danubianos anda se acluva no beir da C. Oliveira, Manoel Tonaira Borba, eapl-
slatu qmi, poi.s as conf renc de fai l aiti- >* Candido das Nevar, Bllevlo Jus dos Santn. An-
da cootinuavam a runecioc
lio treta tuto, suppOeQ-se que a Franca o a
Kussia desistiraia da dea de fazer dos
dous principados um sestado.
Na llespanba houve urna nova revoluciio
Ion o Virtssimo da Silva, Antonio da Koelia Wau-
derlfj, l-rsiici-cu Antonio ilezerra.
A canbontira da guerra brasllaira aAragaay,
viuda de IMImoulli por Lisboa e S. Vicente, trouie o
pawageiro Manuel Jo l>. da Costa.
Iluspilal de candale (.'A de jullio.)
ministerial, que deu as pastas do galnnci.) EtUtiamSO homans a30 molhare* trladaa pela
aos liberaea moJerados. candad, 10 bomens e 20 roulneres que pasam a ea-
l'uilus os paizes transatlnticos dcaram' prajas do corpo da pulida. l'olal SI.
Bartval Taalamunbamae ISo crande recelo quan- sslva-cuard.
do vimos WpUmcIi e Pertsmealh ('reparar seui for- i uceupada como esta' ao ruesmo lempo na China,
midaveis meioi de asKresiao N< na P'pafaa-: e na India, onde leus snecessos allernain, aluda-
mos nenliuua sorte de armamentos, a por doas ve- ,eira ,,0l|,rla lie8li nimenlo caMi em uova
zss o Moniteur dsu icbre eile ponto o desmeulido n,p|caroes. Tambem aviamos eifoicar-se por
o mais lolemne a' affirmalivas conlrarias dos )or- prtvenr as desauradaveis coussquenciai que pode-
naos inglezes. i riam Irater para com os Eitados Luidos, fac is t.io
lie pois preeiso procurar esto caosa em outra par-! pr.,, qne lem VSil>0 oltimamenle no Rolpho
le. Adiar-ie-ha na pnblieir;ao dos tflicios de l- ; do Mea-iro. Us corsarios iodezei leriam Indavida-
uns cliefes de corpos, e de certas cartas, cojo ca-
rcter puramente histrico as eiclue de lies deba-
tes t .Vio ha um huroem serio que posea crer. Todos
os ds a l-'rani-a he grosseiramente insultada pelos
joroai'S eitrangciros : ea l-'ranc,a cuida em percun-
lar a razao ao paiz do qual pretenden! riles repre-
menie viiilado os navios crinmerciaes debaixo do pa-
villi.lo americano, e tiriam e.'torvado, ala um certo
ponto, as operaron distes navios exercemlo sobre
elles una viuilancia oppressiva. Paresia demons-
trado que anda que o roininercu de escravalura
fosse vedado pelas leis da ui.io, n-.ais de um navio
sentar a opiniao ? E por consegoinle ella leria di- americano eBirega-sa anda boje a este tra i o odioio.
reito de reclamar ao menos, que Bao foise senilo em S.bs-se que a polica dos necros lem sido cedida
nmada moral publica, um-pouco mais de pador aos ingletea pelas nace* da Eoropa. debaixo do no-
para aflirmar, e de boa f para dueutir. Mas qoe lna de ,iriiu ,)e sila. Mis a altiva Aairica nDo
importa nilo prejudici.m sanio a si rocinos, e a Iclu recenbecido esle direito, a quer ella niesma fa-
causa que pretenden) ajedar, estes qoe emprrs-.m 2er sua polica. V-aa him qoe difllcoldades po-
armas iguaei. Foi por ler abaiado della que a tro- ,lcm a cada momento surgir deste estado de comai.
prensa enlre no. decabiu, e perdeu tanto na estima i;m nilvj0 ,U5p,ji0 apreiema-se dibai\u do pa-
publica depois de 1848. vilhDo americano; mas iei com e0eito ameri-
loda o qoe poderla otlender a suseeplbidade das
na(,ies eitrangeirai tem sido lempre corlado eom o
inaior euidado pelo nono govenio, e quando na
suicep.ibilidade muito melintrosa para ser perfai-
lamento sincera, tem tomado para i o qoe alo de- |,jade de nutro modo que pV seu p.iulliao, o que
via de modo aluom receber, lara-ie tido o traba- rarfia os clliciaes oglezei f Bmpregarlo u 'rea para
Ibo de entrar em etpeecoea, qoe nao devam dnzar obrita-lu .' Elles o leriam feilo om allanc30 atci r-
mais apos si aluuma imp.assao desfavoravel. D'onde tes, dizem os documentos americanos, e liivena *bi
vera dtzer-se que lem sido o Contrare d'ilo, e que clll3 i0 arao do direito, e dos Iraladoa, qt.e | - eileja assim quando dcsinvolveu com a maior nina prompta retraclaao. e immediala repararan,
cholera a auiiuosidade eontra mu '.' Nao sera' islo lla tambem am avise do goveroa ingles, que pro\a
por acaso, por que a mo.lere.r;ao, e a allitude caima con, S|0 oma f j,ireia moderoro, c um deiejo iiini-
de noss.i govirno lem enervado o projiclos que lo vivo de impedir o envenen i:nnlo d.s cnilro\er-
caoo ? Para cerlilirar-se, ha preciso saber quaes
os -cus hvros de bordo, e se a navio recesa be-
decar as ordeni espressas dos corlarlos, se couli-
nua seu ramo icm dlgnar-se justificar a sai oacii na-
Clll pa/.
Os dous paquetes que durante a semana
chegaram aqu, procedentes dos portoa do
norte, deixam em paz as provincias em que
tocaram.
Do sul oSo tivemos noticias, o as que re-
cebemos do interior Jesta proviocia sio sa-
tisfactoiias.
A compauhia lyrica que o Sr. Mariosngcl-
li cscripturara na ltalm, para o nosso thea-
troeparao do MaranbSo, a segundo cora-
municacOcs positivas, satura do iiorlo de Ge-
nova uo da 6 de juilm, ato lioje ainda nao
he, chegada, o que ja causa lao pequeo cui-
dado, visto ja trazer inats ce cincuenta das
de viagem.
Eallecerain doranle a semana ."i peasoas, ^eIldo :
IU hoiueus, li) inulberes a [> prvulos, livres ; 7 lu-
meus, j muiires e i prvulos, HOravos,
MorlalUade do 'Ha 9 dcjutlu) :
no, blanco, 2 mezas lebra perniciosa.
Pedro, pardo, eseravo, i I ro, 17 aonea; isphilia.
Jos, braneo, -i bbbos ; coiivu|soesa
lili, .pa Mana Joaquina, parla, casada, il! anunos ;
b\ droptsia.
.;(, nmanhaa.
fundav pa ? Se a Austria n.la lem tirado da guerra do Uri-
eute outro proveito qoe sua se^nranca, lie por que
nos repoltimos todo o desejo de conquista ; se a lu-
elalerra nao lem-se fortificado no mar esro, he
por que nosso deiinleresse era para ella urna le, pe-
la qual, podii-se mostrar disiutere^sada ; te o es-
pirito retrogrado na Allemauha nos rigosija, be por
fias. A'i inlerpellares que Ihe tem sido dirigidas,
os membroi do cabinete n;lo lem hesitado ni res-
ponder logo que eiMo proinptos, se os tactos doran-
te como retaren) o docomcuios amertaanoe, a' casti-
gar os ofliciaes que Bltrapaasaram seus podeies, e a
fnzir orna iudinniisaeilo pelos dainos que cansaran)
por iua conducta, A Indaterra moslra ver l-deira-
mente tanto empeuli. para prevenir un ennlliclo,que
que demonitramos aluumas sympalhias h's iiaciona- j nao podei tamos dovidar um instante do xito f voravel
lidades que sabem lorti.ir-se dicuas (fellas ; se os qUe livaram os aconiecimmtoi. Mal a' DlBgoam es-
revolucionarios de lodos os paizes nos maldizein, he i capara' que a ludalerra, em todas as suai dil renles
por qoe somos hoja o grande obstculo contra as, controversias com a Joven repblica, leslemu iba um
soas invasoei. lia de ecrlo ahi raiss sulticienlis (jaslo excessivo pela paz, e loma um lom con iludor
para que incorramos na censura dos bomens a'que ella nao suanl-i sempre pira com seus alliadoa
quem a Ipaiao cega. Ha assim que mollas vezes i da Europa os mais dificeis. Sua dillerenea <' all-
v-ie os partidos inmoderados encontrar-se, e cou- I tuda he bem vi-iuel, qoando ella responde as reela-
corrar para o meimo lim, que he a nagaelo de loda | roaces impertinentes dos EsiaJos-Cuidos ou as
a libardade, e de toda a autboridade. tj lano .'
DOa, que estsmoi igoalmente separadas do syslema
tippreisor que os joroaes austracos apreirnam, e
das ideas revolucionarias, das quaes alcun joruaes
inglezes fazem-se protnoluris, uos lelicilamoi de ver
ludo o que ha de mais odioso, e de tnais per-poso
no mundo, o despotismo, e a anarchia, incitar o es-
Iraugeiro coolra o uosso governo ; e elles o conlir-
m3o oa poltica legal e moderada, da qual nao tem-
a nunca separado, e assegoratn-lbe simpre, a maii
preciosa das popularidades, e dos huintus de be-m.
He partiudo u'este ponto que se pode protestar
contra as preleucoes da Porta sobre o Montenegro.
l'odainos ver pelas partes olliciaes qual era a pre-
tendida traicao, da qual os Montenegrinos lornar-
se-liiam culpados para com os Turco. Esle ultitnoi,
rodeados de lodos os lados pelas forjas do principe
Pomelo, cujo lerrilorio elles linham luvadiilo, a-
rhavam-se un bem lerrvel posirJo, da qual tifio
poiliam labir honrosameute senao debaiio do beue-
lici.i de urna sorte de convenejao. Desejoio de im-
pedir a cliu-.oi de saogue, o principe Dmelo enviou
seu scerel rio, M. Delante, para Iratar sobre "-las
baics com o represeulanle do salteo, K-mal-ElTen-
di, que acluvase am klobuck, fortaleza (mea da
Ironteira. M. Uelarue devia lumar o caminbo man
curto, islo he atravessar o campo, munido de um
salvo-conducto do general torco llusiein-1) ;lnui-
l'dclia'. D'onde vein esle general querer, eom o
pretexto de condazir o prurarador do principe, rte-
sacampar iua nrmadi, e lira-la aisim do passo falso
que tinlia-a rullocado '.' Ela astucia seria a boa
I ', a poda ser bem auccedida '.' llusseiu nao i\ u-
Bha-ae a derrotar-e ao primeiro movimeuto rtro-
urado '! Foi com elleilo o que aeomeeeu, e os Tur-
cos nao podem dar senao elles meinios, como cousa
do desastre que elles eiperimintaram. Depois diste
n armada turca foi snfl-ienttmente reforrada para
que podessem lomar a offensiva, mas Kenial-Elten-
di receben ao meimo lempo ordem de luspen.ler
toda a hoililidade pata com os Montenegrinos. De-
pois disto as sublevar.,es de Herzegositie e da Bos-
nia conlinu. rain, e acabaram da llcar complicadas
por causa da urna insurreicao dos cbrislaos em Can-
dis.
Urna petirao, dirigida pelos Candiotas aos conso-
les Europeos, expoe asqueizis da populacho chiis-
la contra o aclual govemador, Vely-I'acha, que as-
aagura loda a sua obediencia para com o sultao.
Segundo este documento elles seiiam victimai de
todas as sqrtei de coutribuicoei, e medidas arbitra-
rias ; reeahirta sobre ellas imposloi de urna msnei-
ra vejatoria, seos faria suppoitar todos u-rucar-
nos para comervacao das estradas ; nao ce lilis dei-
xaria mais a liberdado do ieu culto, e se os exhor-
tara para converte-los ao roahomeliimo. Deiiando
da parla o qua de exagerado pode comportar sema-
lliante documento, uao se podtra' diixir de conlis-
ar que a sorte da pnpularaj enflata, longe de mi-
Ihorar depon da guerra, parece ler pciorado lias
provincias da Turqua. O fanatismo mnsulroano ahi
esta reanimado. As boas medidas do governo eslao
por toda a parla paralviailas, e uula-se de mais a'
uals o anlagonismo das rclig>s.
0 "hall-huuiayoun, que devia infundir em soas
veas um saugae novo, nao tem servido al aqu ae
Dio de demonstrar a imcompatibilidade das duai
raca, a a diflhuldaJe de constituir os christaos, e
es mulsuinar.us debaixo da meuna igualdade peraii-
le a lei.
Interpretado pelos pachas e neis, o hatl-hunmnnn
ton,au letra mora, o que deve mulliorar a "sorte
dos Hayas : e pelo contrario lorna-se lei suprema
para lodoi ludu o quo luude a carrjalos da novas
coniribuicoes.
^ao sabemoi que nar.lo clirisiaa puderia animar
man com seu silencio actos semelhanles de esp ilia-
cio e Ce'liumnnidade ; nao sabemos tnesmo que es-
pirito liberal poderla ah aiscciar-se. Tin lmenle a
Uifliculdade parece eslir boje corlada, e una confe-
rencia, ouda o represntame du Montenegro prova-
velmeute sera a imillido, regalar urna vez para sem-
pre o limite deste lerrilorio queslionado, uiigim de
tantos coulliclos, e da lautas queixas.
O Montenegro por n someule be bem piqucna
causa; roas a quesiao que levaolou-se i seu respei-
to he grande, porque he ama quesiao de foslica.
Mais perlo de nos, esla famoso negocio do Cgliari,
que lem feilo gemer lauto as imprenta) ha mais de
lo mezes, leve emlim urna conclusao.
O governo napolitano deu razao as rcclamac,as da
Inglaterra, e os micanicos iuglezes receberom urna
iudemuisarao de 76,600 francos. A equipagem do
navio foi posta em lber Jade, o Cgliari inlrou em
genova, a a Sardenba asta sal-f.'it.i.
Seja Dos loovado nao se fallai mais nieto, l'or
qoe uao acontece o mesmo a' reipeila dos ducados de
l.auembourg, e Holslaiti i'orque nao acuntice at-
s m tambem para coro a organisarao dos priucipadoi
danubianos Os plmipoleuciarios reomram-ie por
moilas horas, e pode-se suppor qoe a Conferencia
nao acabara seus Iraballios autes do lim deste
BMC,
Nada respira i raipeilo das deliberacei, e nao he
posiivel dar crdito A contradictorias allegac,s que
a' este rtspeilo nos chegam de f-a.
Temos raz.'.es pess.ars para deieonriar das infor-
mares da impieusa eslrangeira, e particularmente
da allemai. Seus eorrespondeules em Pars, algucu
pelo menos, sAo ilutados de urna imaginase que ex-
cede muito a fidilidade dos Tactos. Balea correspon-
dentes, que atacara lyslemalicainente a Franja, sao
a maior parle refugiados, que lem aqu adiad um
ylo, e qoe pagam em invectiva, a com pequeas
perli lias a hwpitaltdade que so Ibes da. Sa tilia c
cominuoicaeei ainuaveis da l'r.sitra.
lima guerra com a I-Vanea be impossivil. A al-
lianea enlre 01 doos povoi he una iico.esndadc im-
perioia do estado actual da Europa, be ella para o
continente urna condir.lo de desenvolvimenio 4 esta-
bilidad! ; e se ella fosie seiiamenle ameajada, o que
Dos nao permita, esle meemos que boje esforcaio-
se por soltar eiscs lar;os, seriam os primeiros am de-
monstrar o perigo que hatera se os runipesse 11. As
diias naris podem lanrar una a' entra epigrainmas,
e pratic.ir asasrao enlre 11 um jog lvre de injurias ;
mas 04 govetnos com soa pru leucia divcm fa/sr lu-
do por acalmar de parte a' parte as susreptibilidadas
olendidas e conaolidnr a uuiode uleranea de aluu-
ma sorla solid.'iios. Tem sido islo, da parle c doos
uo\iriios, o objecto de um cuidado ludo particular, c
de boa vonlade lem-se descansado si bre elles no in-
leresie da conservar 1 allianra. Nao acoiiltce o
iresmo quando a Inglaterra iclia-ie vis-a-v < di
America. All v-ie a' frente um governo | arla-
inenlar, islo be o que ha d* mais cliim-rico e in-
riu-lanle as insltluirei humanas. Nevlts gover
nos, as pequeas novena loniam-se logo am leu.pes-
lades, o he pieciio as inatores precaoi;ei do m.indo
para que o menor inei.leule na degfiiere immeda-
tamanle em carui belli. Demais os ntirease doi
dous paizes nao sao n ida menos que solidarios, t nao
lia equilibrio enlre ascuas necessidales.
A Graa Bretanha nao podara passar aem a Ame-
rica, doude ella ricebeoalgo 3o, que iu-lenla sua
popular,'id operara ; a America nada perdera, e
lalvez ganharia no ronipimtnlu com a GrSa-Brela-
nba. O espirilo avenluriiro que caracterisa o Ame-
ricano do uorle preilar-sa-hia faeilmenle a gueira, e
quaucias, laucar-se-lna nella com esla cm-.l anca
absoluta que preside a todas as suas empresa-, A
n ,.n Inglaterra satie-o, e seus joruaes respailan) asta
perigoia disposie,au.
Eslas diflicul.tadn qoe o ministerio Derly .ilra-
vaaai com ama cerla deslresa, he preciso recouliecer,
PAGsHA AVULS..
Rila Helia.He inqueslionavelmenle oinal-as-
sombradau essa ra ; a vista dos faclosque Bella tem
lagar, nlogocru nos pode convencer contrario.
Depois de todas as tropelas qoe hSo feilo, lepoil
da teram dado tanto que fallir a rara daa coma-
adris, eie ahi agora as almas atiraado pedr?das a
lorio e a dirailo, ja' para o norte, ja' para o sul,quer
para o ateante, quer para o p leule, sein que no an-
tralanto aejam das vlalveis, revelando-sa apenas
as iiidras cjue cahem e permanecem. Anexar de se-
rem espirito, como ensina a philotophia, vejain sem-
[ire que aigum.i das pedral Ibes na du na raliera,
si he que a lem. As aomadre bem podiam fazer
algama reza-, que as afaslaiaa de lio treiudici.il pe-
Dllencia, para qnem soilre-liie os efleis. Senho-
1 s comadrea, por quem slo lae;atu eaaa obra de ca-
ndade.,, esa lao aooaiuie !
Cortiro.l'elus fundos lo qnartel de polica,
no soiao do caa em que culr'ora existi um billiar,
lia om coi lir,o cojas abelhas lio lao zaeabirjoraa, que
ninguein da ra t> dos arre.lores pode conservar
uoile o repouso necestano. Iteunldas aos langOis
que pairan) ao du redor, toc.im, dansam a cantan
lo deicoiopassajamenle, que produzem aquello ef-
leilu da incoo -modo, apaar las rerlamaroes que fai
0 morador do andar terreo j um du.11 Sr. que por
seus barulhos, em coiueq.....ca de amores coma
patricia, leva qoasi toda a semana preio, lembran-
do-se sempre delleN. Seulura, diz elle, de maneira
qoe 110 sabbado sempre lem a felicidade de achar-sa
olio para ajular a sua m Ha, segundo ioa de.vor 1 o.
Dizem-lhe mu sein ceremonia, que o Incommodad 1
lie que se muta Opruceder ,!!,,, poli he o paior
possivel, e o r\ numo que desea volvem deve ser ro-
iiibnlo jiela polica, cuja alinela lolicilamoi para
aquello lado, mesmo por que ni cousU estar doeu-
le o loipeclor o'allt.
. Tasra.N'esa meima rtnarao local que cima
iiidic.uios, existe timbaiu una laica que, oepou das
lloras em que se fecham lodos ass eslabelec.me-
los, na se podem cuutai as vezes que ella abre-se i
vista dos dignos esponjis, que vu absorver a p-
Iricia. I'arece-nos que illo ni hela' das cou- is
mais licitas, e altn outu proporrtoua uccasioei de
coulliclos desssradavci. c fataei ; bom seria portal -
'o preveoir 00 coarelar a coo(inaa$ao desse abow,
Jlguo de censura e represi 1 por tu ios os moliv -.
Maracalu'. lia laubraneac 19o engeuhoias que
escapam aos aapirot vulgares, ao patea que quaul
10 reanudas, uppe-aa estes espritus coto
l"irs de te-lo feilo tambem. Nada man fcil do
qu o meio |ir.iliru empregado por Alexandre para
destazar o no goraio, e poi Colombo alim de eonaer-
var o ovo em pe ; no entretanto a niuguetn ccor-
lea elle, pureiu na fallou quem se nao jolgasn
eoBaclencioaamaole muo capai de ler tallo o ma-
'l busilis esta' na concepta e na na ris.dis 1-
jao da idea, que lie f.iclo mu secundr;o. Appli-
in ... o tacto ao caso oiCiireule, dizemos, que nao
ha nada mais fcil da qun um maracalo'a ; mas
idia-lo e pratlca-lo com.. fazem uns moros da ra da
matriz, m ,iies seriam eapazes de tal. Sim, m esees
iiioe.n deiiariam de ncoiamoder o viiiohe amper-
calb mdo-lhe ale as agoaa da cacimba, e chegariam
a formar ao quinial um amaraeato's jura ioeommo-
do da lautos. Ma va' la', islo s-.mpro he mais lo-
ieravel ; aniei maracalu' quo sobre ser aballe de
coslume, 10 airela aos (\mpanoi, do <|ue ou.ras
- e eutrelenimenlot que repugnem ao odorale,
todava, bom tara'eampre havar aigutna parciroo-
nia.
Monte pi dos caixeirot.Consla-no que hon-
e.,mo longe de compromeller, lindeudo a consolidar, 'em li vera lugar a installa^ao dessa sociedade, eujo
l-ez-se om seisa.i am seu favor apiis a grai.de missi-
va do lord Ellentiorough a quem os aconlecimentos
parecen) boje dar razan. Yetu-se meimo pergeniar
le o sacrificio que elle linba feilo de soa pan 1
lim utilitario para os res^e.-tivoi roembros he ma-
uifeslo e a olbos vistos- Desejam .s que ella progri-
ila, e que de seu seio nao se elevem esias meM,ui-
jli.is queslbes, que sao como que apanagio das aaao-
para a salvarlo do gabinela era muito necessario '.' | ciares creadas qoi, afn, de que aulir. m os nsso-
Nio se pude dovidar, qoe era de cario ; huje na o
seria muil, tanto he var.lade que o governo absilu-
ta das assemblcas parlamentares na era seu.'u con -
1 r..! 1 ;,.t'~, e incousequeticias.
Fui nesla ultima quinzena nicamente, que lord
Elleuborough foi sobsliluidu na presidencia da 'c. re-
tara de exame de contal por causa doi negocios da
India. Foi o lilho de lorde Derb) qaem o succedMi.
Mas como elle fazia parle do uabiuete com o tibilo
de dlraatar dai colonias, foi lubsliluido esle por sir
E. I.yllon Bulwer, cujo Irmto, iir llenrique, fui re-
ccntemeute Humeado cmbaixador em Constautiuopl.
Sir E. Syltou Bulver lie om dos escriplore mais
dislitirtos ua Gr.la Bretanba, e nosios leilores u3o le-
r3o sem dov Ja e I.. Eleetiue, publicado por elle ha qaasi um an.10
pela llevisla Cuntemporanea. \\) Coma M. Diiraell e
mais aluda, M. Ed. Bulwer be um romancista oii-
lineto, e anda qua seja homein poltico, o autor de
Eugenio Arain oceupara' sempre um grande lugar
na liltcralura cnnlempnrauea do sau paiz.
A reorgauisar.lo da ronipanhia das indias continua
,1'oecupar es op|iuitonidades que deixam as inter-
iiellarcs cmara dos communs. O ministerio ob-
leve um pequ1-!! suecesso contra o auligo rhefe do
gabinete, M. D'sraeli projiunlia um conselbo de 15
membroi, lord Palmcrston aucria qoe foise reduzi-
a a* 12 ;co minutario venceu-o. lie verdade qoe
[ireredeiiiemenle elle linha com prudencia retirado
a sua proposiejio, tendente a ajnotur ao con-cllio tres
niembioi elellos pelos grandes ceiros industriaos.
t1os os projectos primitivos parerem hojo i.
n.ente deepreados, leva-se ponco a' i*ouco a |ro-
posires radieaea a' urna simples modificsrao do r-
gimen aclual.
l'ouco teums a dlzer heje a' respeilo dos negocios
interiores. Os senliore ministros do interior e da
usIrucQao publica, eada um denlr do e-paro Ir ri-
do, eiforeitu-'e pelos nielboram'iilos que frlizmenle
ciados todas 01 beneficios que promatlem senielhaii-
(es tn-lituiees.
i Vallada.Ha na ra direila um certo retirado
d'onde se cuiluma mimosear a quem pana com ea-
lioiidcsi cataada; um lia desses alraveisavam es-
ta ra dous mocos alias muito sisados, e tiveram de
solfear coro o insulto da pateada, alguna mieles da
canil., que eram robre elles sarco .idos ao son) de
unloi daseoaapaaaados. lie este um faci por sua na-
lureza intolaravel ; e que denonciando a pooca gra-
vida Je a prndancia de seos autores, chama sobre elles
a aliene;"io da polica,
Scni ceremonia.Ha lujeilos (,1i em ceremonia
011 antes tao desalennosos, que nao rcciiain em
praljc.ir na ra mais publica, o que a deceoeie < boa
edurarao rocoinmeiidam a reserva e isolamenlo. As
.....1 *> para ellas nem sabemos o que, porque
ni lias pon em arro lodo O que I lie sugiere o des-
rcspeilo que votam antea de ludo a si, e 'deiiois ao
outros. Ura, ruens senbores, o que peusarao e deve-
iao pensar de \ mes. 01 donm das cases que o< eo-
nbecem como autores de setnelhaiit s porcorias? O
que merecen) Vmes. senao coniir a ollera que li-
cor do b.iuli-ado 1 a
Uceneiosidaae.lia sujeiloa que daei lidamen-
le nio lev rn em eonl 1 as regraa da moraliildde pu-
blica, e quo a cada momento ai esta 1 al land 1 com
imenlo e reprehensivel e anominavel despejo.
Algoui ,:c-is famosos linguarazes teem por habito
passar parir .i nmte nes baoeo da ponte da Boa-
\ i-'.i, e ahi nao se pejain du soltar pela bocea t ra
ai palavrae mais olceoai, at phrase mais lieencio-
leSSaj qoe S laO prOpriai das orgia, e .1 11 1 1-
panaras. Estes senbores, a quera pedimos venia
por esta advertencia, que nio nos va por hi valer
nmagirand Uda phraaei injuriosas, nao uot.im
nem rriiaram, se Ihe* pasea pela frente urna fami-
lia honesta, secsl asieolado n sen lado am 1
venerando, le. Saltando pur sobre li das as consi-
r. iiliniiam. Comer a furmai-se a opiuiao sobre a | deraces, infringin lo asregras estridas da boa edo-
queiiao lao controvertida sobre a viuda dos bens dos
hospilaes, e por ter sido mal interpretada por alguns
oiu.los da imprenta, e msalo per algaBS sitos fue-
cionarios da admiuistraro, qua b.nge de lavar as
comitiisses dos boipilaei a' alicnares onereas, ve-
ra com pe'ar quo seriam contrariadas soas inten
cei. t'.oin a preoccopar^o dos inleresses moraes da
popular,o rural, o uiiuislro do interior lem agora
lanzado soas vistas para os geueros intellscluaes que
d.io se ao consumo do povu.
As vendas dos gneros qoe foi no reinado de l.uiz
l'ilippe o iustiumeiito o maii activo da propagan a
revolucionaria, da iinmoralidade e da iirrligi.io.tem
reeebido a mais de seis anuos urna organisaca rego-
lir que nao permute uiaii que os mus hvros v.io pa-
rar al na choopana. O ministro, na nova circular
qua acaba de dirigir 11- prefeilos, demontra sna al-
inelo para cora os livrus, que a propaganda protes-
tante da Londres c.nnerava a' derramar rom profu-
sas) em nossos campos, e pelo perigo que haveria dai.
lando se reviver as paixiies boje inodora 'as. ISo.) ,.
sabera'sem duvda avallar bem ella prudencia. Ma-
lla urna oulra sorte de ven tagem que Importarla 1 I
vez vigiar de mais perlo, o que nao tein-se feto at
boje be a regstice .ios mereadorei. A venda deslai
iiierradorias, de Oligsni duvidosas pela maior parle,
rio de. ma'qualidada, nao ba nimias vazaa senao um
prelexto para inlruduzir as aldeas eicriploi perigo-
fre;ain-se par setnear a dasconQanea na Enrops, I *H e correspondencias do es|raug"iro. Bslsshomeni
excitar eonlra nos a inveja das aotrai governos, be
porque a paz e a Iranqoillidada da Franja 1S0 o obs-
tculo o mais serio .1 roalisjr;ao deiuas asperanc ir*-
voluciouarias.
Ser por obedecer a' aatai daacori
que a Blgica cuida e:n aproveilar-se do ang>
almanto projeciad da eidada da Anvar* para fazer
della eonlra nos oma fortaleza iucspi
arle de EhrembraiUteln de Eseaol .' Nao podare-
mos crer : os borneo, ., srn m a i! ilgi
lem muito senso para imaginar qua ama 1
quaiquer podssse amnaracar ama armada (1
ella nio foss* soatentada por urna armada e*n,i
>el. e esla eslrangeira. Elle lem sempre minia dig-
nidada para se turnar inatremanto servil de urna po-
ltica eslrangeira, muito liberaltim 1 para unir-so as
vo/es do despoii,iuo, e d 1 eumprassao, Segn lo sen
lieiisameuio, sim duvitaas forbfnuujOas de Anvars
s om lazo de viole c eineo miln ,'., ., arabam
de conceder a orgulho nacional.
loda a queilo be saber se o urgulha nacional io
tem a' perder, antes do quo ganliar. enlregaudo-se 1
um tozo, que mais larda se lomara' uiu iiislruinento
as uaao de outrem.
Huaud na vender os eseriptes, venden as
palavras e furlam-ae sempre a vigi utori-
dade. O cdigo rural que o go\ srno prepara, lera1
o lirn iuipoilaiiia de reprimir esl
DI e peraudo que 1 lo aa ri. :n na a aliciir. o do
pjder sabr esle panto perigoso.
tonne.
UECIFE, 7>\ DE JLLIIO DE !
AS a HORAS DA TARDE.
RETRflSraCTO 8E1.VU
I) vapor da Earopa foi destituido de lote-
as ;; an lea q | te i reocupam
a attencSo publica no velno mundo, ou li-
cavam no mostito p, ou tinhatn feilo pouco
progresso.
I, ,v rja-so o lom. 30.' pjg, 433.
cacao, este bando de levlauos rapazolas zorze dia-
riamente a honra das familias, alaca-as no que ba
.te man sagrado, e levam qoai ai noites lo.'as a di-
zer mal dos oulros a a vll'ender c injuriar a to-
dos.........
De/esa de hites.Terminon no da :0 do cr-
reme a defeca de Ihcaes do Sr. bclnrel J.,.iu Cipis-
Irano Bandaira de Mullo l'ilho, sendo approvado
nmpleimenle.
Baptifdoi nafregur:ia de .s; Fr. Peiro Co-
j tices.
Dia 25 /.ulmra, naidda a 2.1 dcjunho dcsle
auno.
<< Manoel eom tris aneo de idade.
" II lefooso com mezes da dada.
2(i Idalma, uaaaida a 17 do crranla me/.
Ucenca para baptUmdot.
A prvula, lilha legitima da Francisca loaqoim
de Mello lavares, e D. Maris Ameba de M lio Ta-
vares.
Lirenra pura 0$ fatamenlos quh3ode$er
fritos hoje :l ie Jutho.
Jos Antonio Rodr guei, cm Sancha Mara da
Conceir.lo.
Cao 1 0 .1 ,-, da Sil,a Golmara ?, crin I). M iria
las Neve i .- ,.
Ca*amcnlo$ a Ireguczia da Boa-1 isla at
~'> a :;i te ]ulho.
Jos do I r oMartul.o, com Mariad Rosario Pa-
cneci pai d
Joaquirn i ato Vive, c no D. tnni Jaoqoina da
Cisl,.
; esMoreira, toro D. Mara Joaqui-
na de Luna Freir, braneos.
VI \,u re la Silveira 1 ima Veneno, rom D. Rosa
Amelia, de I. moi (. ...
!-'.'" Cando da Silva, com D, Fracalliis C n .
Oliveira, h ancos.
Jos Am 1, ( 1 maulo, r m 0. Balaba Ale-
xaudiina naStquetra, branea.
lapli
i la la,
niho 1 lunod : ,, nei m dai t.li gas Alien
Seveiina Sl.iria da Couciicao.
Jos, pardo, nascido a I" loanno passado,
lidio natural de Mane 1 Ribeiroda Fousera Bra-
ga, e Capilulioa de Jess .s.iares.
Francisco, bronco, oaseido em :i da oululiro do auno
1 --1.1.1, lill.o natural, Harcionllla Francisca Sane
rea, Uanoel Pereira l Figueiredo.
Pa, en ula, nucida a de setembro do anuo pas-
sado, lilha natural ce Eutereucia, eicrava.
CONSULADO PHOVIXCIAL.
Gontnttac,uo das alleracfies feila. nolan-
ram; nio ti,t dcima dalreguezia de Boa
Vista que tem de servir noannolinan-
ceiro de 1858 a 1859, pelo lancador
Franci-coCarneiro Maciado Uios J-
nior.
I'.na do l'imbia'.
N. _'. Ilerdeiros do Miguel Bernardo
lluinieiro, casa terrea, arrendada
Pr...........
dem 'i. Vnvae lierdeiroadaJoi da
Mu! e ouza, casa terrea arren-
dada por.........
dem 22. Antonio da Costa liego Mon-
telro, aasa larrea, arrendada por
dem ->\. Lnit Antonio Pereira, rasa
terrea, arrendada por .....
dem 28. Uerdeiroi de Victoriano
francisco, casa Ierra, arrendada
por ....
dem M. l'edro Pinto dos Sanios, ca-
sa terreo, arrendada por ....
dem I. Joa Carlos de l.emos.easa
terrea, arrindada por.....
Mam 5. Capella de Beberibe, caa
lerna, arrendada por.....
dem 5 C. Ignacio Manoel Viegas,
i l eaemhaa dentio do quinial, ar-
reodadas por.......
dem 17. Mauoii Antonio deAzevo-
dn,casa lerrea, arrendada por. .
Ba da Malriz.
dem 2. Jos da Silva Saraiva, casa
terrea cm qoalro quartus, arrenda-
da por .........
dem i. Jos da Silva Saraiva, casa
Ierre i, neudada por.....
dem 8, Jicmlho Josej Cabral, casa
lerrea. arreddada por .....
dem -o. Vlovae lierdeiroa de Mano-
el Antonio Cardos, casa lerrea, ar-
reodada |> ir........
lem 2. Viuva e herdiiros de Ma-
noel Antonio Cardlo, caa lerrea,
arrendada por........
dem (i. Viuva e herdeiroi de Manoel
Antonio CarJoio, sobrado com anta
lija e dous andares, arrendado por .
dem 30. Francisco Antonio de Oli-
veira, casa lerrea. arrendada por .
dem :u. Francisco Antonio de Olivei-
ra, cas,i torrea, crien,I .: i por. .
dem 38. Manoel Jos Chalara, ctsa
l'rrea, arrendada por.....
dem '2. Antonio Fernaudes Velloio,
casa torrea, arrendada por. .
Idun l. Ordem lerceira do Carino,
casa t.irea, arrendada por .
dem S. Mano-I Joaqunn Biplisla,
casa lerrea, arreudade por. .
dem 50. l'edre Jos de Jess Maria
de Vaseuncellos, casa terrea, arren-
dada por.........
dem 58. Ilerdeiroi de Alriao .1
dui Santos, casa terrea, arrendada
Por...........
dem til'., erdelroi ele .Vdri.lo Jos
doi .'-.intos, casa lerrea, arrendada
por..........
dem 21. l'ranli Paula dai Virgens',
casa larrea, arrendada por. .
dem 25. Ilardeiroi da Josc l.eo de
Caslro, asa larrea, arreudada por .
dem 39. Mana liogenia de Castro,
cas, I-; i ea, arrendada por. .
dem 33. I.nizjos Kuues de Caslro,
sobrad com urna luja e 2 andares
arrendado por........
II j i da Gloria.
Travesa do Marisco.
Idcm 2. Francisco da Coarta Moreira
Alves, rasa lerrea arrendad, por- .
I lem i. P rliri da Cunta Moreira Al-
ves, rcaa lerrea arrtnda la por .
dem IU. Mauoel Jos PereiraGonral-
vt-s, casa larrea, arrendada por '. .
dem 14. Jos da Costa Dourado, aasa
terrea, arrendada por.....
dem 16. Jos Antonio de Azevedo
Santos, casa lerrea arrendada por .
dem IS. Irmandade de Noisa Setiho-
r da Soledade, casa lerrea arrenda-
da por...........
dem 20. Manoal Antonio Monleiro
de Andrade, casa lerrea arrendada
por..........
dem 22. Auna Mara de San Peiro,
casa terrea, arrendada por. .
dem Auna Maria de San Pedro,
casa terrea arrendad por. .
dem 20. Joaquina Maria dos Praze-
res, casa lerrea arrendada por .
dem 28. Marianna Darolhna Joa-
quina, casa terrea, arrendada por.
dem 38. Francisco FNloves de Abre,
caa terrea, arrendada prr .
dem i. Irmandade de Sau Pedro,
casa lerrea arrendado por .
dem (. Jos Domingoes Co-leceira,
casa terrea, arrendada por. .
dem iS. Ilerdeiros de Joao Joi da
i.ruz. can terrea arrendado por .
[dem 50. Ilerdeiros de Joao Jos da
Cru. caa larroi arrendada por .
dem 52. Manoel Pinto da Silva, casa
lerrea arrendada por.....
Id. ni 56. Antonio l'asclioa Itodrigues
Limo, e Francisca l'ulrhcria llodri-
goes Lima, casa terrea arrendada
I-or...........
66. Mauoel do Naaeimaalo da
Gesta Monleiro, casa torrea arrenda-
da por..........
dem C8. Manoel do Rascenlo da
Costa Monleiro, casa terrea arren-
dada por.......
dem 70. Manoel do Nascimeitle' Costa Monleiro, sobrado eam ama
tuja e un andar avahado por. .
dem 7J. Mauoel do Nesoiminto da
Cosa Motileiro, sobrado com urna
toja e um andar, avallado por. .
dem 76, Auna Therez i do Sacramen-
to, caa terrea arrendada por. ,
dem 82. A...... Joaquina de Oliveira,
casa tarrea arrindala por. .
dem 81. Ignacio Jos do Cont-, eisa
Ierre i arrendada por.....
Idea) 86. Antonio Pereira Mandes, aa-
sa I,-Tea arrendada por. .
Idiin 90. Joo l'edro da Bocha l'eiei-
ra, esa lerrea, arrendada per .
dem tOO. Antonio Josa Pachaco da
Silva, casa terrea, arrendada por .
dem 106. Joi Antonio de Azevedo
no. Santos, casa terrea, aneu 1 ida
por..........
Idun 112. Mara Gertrudis, casa Ier-
re, arrendada por .....
dem ll M noel Francisco llamos
Vicela Antonio do Eipirilo Sanln,
rasa lerrea, arrendada por. .
iJ.'.em 9. Viuva de /carias Lopes
Machado, rasa i.rre, arrendada par.
dem 11. VlUVl de /aranas Lope, Ma-
chad.., rasa Ierre., arrendada por
1 lem 13. -Viuva de /..icarias Lopes
Macha,lo, c^., terrea.arrendada por
IJrin 21. Viuva de Zacaras Lopes
nlaeh do, t isi lerrea, arrendada par
I lem 33. !! rdeiros de Jw Leda de
Caslro, ca dem 37. Alexandre Kodrigoes dos
A-ijo;, casa terrea, arrendad i i
I I. ni :.-.i. Antonio Jos da Ursa, c sa
tarrea, arrea la la por.....
\ >i e herdeiroi
noel Antn o Cardse, casa
, renda la por.......
I, Mai i rtosa d'Assnt
c.-.s.i lerri i, srrandada por ,
dem 63. I mandada do K. S. do Ho-
i da Boa-Vira, i
r-n lada por........
I i, ni 67, M vnlonio Gour ilve,
e larrea, erren lada por ." .
dem 7!. llocolh iiiento da GIomi, i.i-
s*a Irire,,, arrendada por ....
dem 77. Paulo Jos de Almaida, ca-
sa terrea, arrenda-la pur .
IJein 79. Joaqiii.u .! .1. :' -la I ,i.
|osa, .- ii le ea, aneudads por .
dem SI. I.oiirenco Edovigeus Soa-
res, rasa terrea, arreudada pal .
[aem 85. Jos AiiI.,un de Azevedo,
cata lenca, arrendada ....
%sooo
HCjIlOO
1929000
2IKINI00
1205000
1689000
JllOcOlO
1 i-IMl-l
36OJ0O0
1201000
696J000
192000
|rJ8j)000
2168000
lOONlOO
1:0005000
168*000
1449000
1205000
1929000
3005000
120.NHI0
1209tX>0
I2O9OOO
120900a
I2O9OOO
24O9O M
1689000
7689000
I6K3OO
IH5OOO
1925000
1449OOO
1925000
1925000
1805000
1929000
I929OOO
1689 ""l
IO25OOO
2409000
19291 00
I449OOO
115000
969000
1929000
1209000
1089000
30090OO
3009000
1689000
1689000
1929000
2IO9OOO
1689000
2I65OOO
l'rimeir.i seceflo lo consolada provincial, lio de
jollio da 1858.O taorador Frainiscu Carnciro Ma-
chado Kius Jnior.
( mlinn'a.
xi0 H tyttu 1 X0.
Tivemos fulhaa de Sergipa e de Alagoaa, alcaucan-
do as dalas dcsla a' ^'J e as daquel a a 17 do nitz p.
passado.
A provincia de Sergipa continua na Iruijfio de
Completa liapqnilidode, li.urn.iu .id encerrada lio
da M a primelra seesaoda lu legit alma da respec-
tiva asseinbla, que fura iiovameule prorogada por
mais 10 das, em rouseqoencia de nao estar conclui-
da a discussao da lei do urrameulu provincia! e das
cmaras muuiripaes.
O icio do encerramento foi urna loiemnidede pom-
posa. S. Etc., acumpanhado de todos os chefes da
riparliroei, ampregadoa poblicos e oulrai pasioas
distineai dir>giram-se ao paro da asaembla, onde
eilava urna guarda de h tira que fe-llie as .levidas
coiiliuenciai; e ahi leu um discurso imporlaiile, que
nao s roinpeodiava 01 bens que daviam provir dos
actos U-gislalivos daquella sessdo, r:on o lambetn for-
inin como que urna svuupie dui liabalhos da aa-
embla.
O presidente da cmara respoueo a S. Exc., e
lessa reiposta arham-se implcitos 01 sciiliiueulos
dos de;,litados acerca da 111. relia govnrnativa da ad-
mini-ir rao provincial.
A' noite houve baile no paco da assimblca, olere-
ctdo a S. Exc. pelos diputado!.
Por ecto presiden tal de I i leve logar a nnmear,o
dos supplentei dos juizei municipaes da provincia,
para o qualrienum de 1858 a 1862, deveodo ser este
contado de 22 de nulubro prximo futuro.
O luiente coronel Manoel Diniz Villasboas enlrou
em exercido do lugar de secrelariu do governo da
provincia no dia 15, paia o qual foi.i nomeado por
calla imperial de -s de abril, lendo dispensada por
tanto o contador da tliesouiaria provincial,Domingos
Moulim Peilaua, da commiaiio em que achava-se
ti. Ncietaria.
Tem sido secundada nolavelmenle a compauhia
orgamsada pelo Sr. Horacio L'rpia para a fabrica da
retinaba! a vapor.
>3o ha vantajosa a sitiarao do termo de Csmpos,
onde exiite um cotilo da ladreada aonnaes, favore-
cido por aliumas peisoasdo lugar, elrm da deihar-
inonia e discoidaucia em que peisnleiii ai aulonda-
loeaes, cujas msdidas s.io eilereis nos efTeitos es-
perados,
t) Dr. ebefe de polica, que fura em commissilo a
eaia Villa, alim de svndicar lobre a nnirle de Manoel .
Apollonto, que leve lugar na diligencia leali-ada j agradar a dous ou Ires dos seus alliad
acln ellenlaluriodos dire-los d ridadao, queie deu BENDIMENTO D\ ALFANDEGA
no dia 9 da ciirrento nesla rid.ide, por ordem do
DE l'ER-
Exm. Sr. Junqoeira
lrala-se dejcoucluir aqu noParnaliiba orna ram-
pa para porto da embarque e desembarque, e como
se espere at* da :!' du mez vindoaro (dejunbo)
o vapor q.e Pin de navegar nl'.irii.ihiba, ha algnma
prc-s-a na conclusao de semelhaule obra, ecomoliou-
vasae falla de Irabalhadores para cortar madeiraa, o
Bsra. Sr. nrasidanla uiiudou soldados de polica ca-
pitaneados por um seu ordeuaura. rccrular arliitia
mas bomens do povu para einprega-lo sm tal tra-
balhu 1 K, r,i (tdadloi pacihcos e os artistas empie-
g.nlus eeg obras parlicnlares, silos de comciencia, e
julgaudo-se n.lo merecedores de pria, porque para
tal na haviaui dado molivosiratavam da saber dos
sol lados qual a razao por que iam pieio-, e a rei-
poata qoe ohtiiiliam era pancadas e empurras 1 !...
Preseneiei Uta e aomige mallos hahitautcs dcsla ca-
pilal, e lodos admiramos do farlo nunca acoiilrciJo
mi Piauqy. nem me-um no reinad do viscoude da
Parnshlbal >.iu devia amei o Exin. Sr. Junqueira
m ni lar chamar csiei pobres bomens, ollerecer-lhes
augmento de salario, fallai-lhei em termos brandas,
rinivenc-los da neceiiidade que havia de sua eon-
curieuda ao trahalbo, ou mesmo dislrahir por al-
gn, das os empregados de nutras obras publicas,
laes como quarlel e matriz, cuja conclusao nao de-
manda lauta presta como a rampa, e inanda-los cor-
tar a madeira, na devia, digo, o Exm. Sr. Jun-
queira fazer antis isto do que pralicor o aelo arbi-
trario e illegr que praProu '.' E nilo devia o Pro-
pagador,n orgAo de urna sociedade qoe lem por fim
moraliiar e censurar o proceJiineulo doi funecioua-
rios publicoi, quaudo abusivo, e de garantir todas ai
aspiraei justas, e lodos os direilos, faltara Exm.
Sr. Junqueira a liuguigem da verdade e ao paiz di-
zer, que tamos um presideule que au maii aceno do
oNcrw&D (eugenlieiro iui|irovisado e hbil inoitre do
lema do escaler da presdeoca), he levado i prali-
car actos alteulaloriui dos disoltos do ci Ja lio ; tai
como esse de que Ihe linho fallado'.' que lentos am
presidente que levado por historieta! de um g liante
aiudante de ordeus, respeilo da um cavallo pro-
prio para carregar aboboras, deixa-se illudir a tal
poni, que furioso ordena aos leus astelas qoe de-
nuucieiii immedialameiile, e sein Iua Jamen! 1 de um
eidada pobre e honrado qual o Sr. major .lose de
Araujo Cosa, negociante tiesta praca, imputan lo-
se-he licii. lamente um crime 1 q-ie temos um presi-
dente que sem atteuder a Ibyiica que cuii'tanlemen-
le pereceas am cofres deata proviueia, ce 1, tem ne-
ceisidade, no e>l,.beliriinenl dos edacandos arlili-
ces, nina oflicina da eneademadnr, e assaiaria a om
menino sem as uecessarias habililac/ies para mcslre?
, que temos um presidente que simplesmante para
partidarios,
NAMBUCO DO MEZ DE JLLIIO.
412-.657989J
liiip'n'tacao.
Dircilos ile rniisiinio. ...]..,,.
Dilns ,1o 1 pnr renl de reexporlarijlo
para os pnilosuslranaeiio. ..."..
Di tus de 1 pur renlo ele reexporlar.i
para os parios do imperio......
Expediente de 5 por rento dos gneros
eslrangeiros navegados por cabota-
gem.................
Dito de l|J por ,-. ,1,,. u,. .,,,,',|,', pa*k!
Dito de 1 i|_> por r. dos gneros livres.
Armazenageiu das meKaxlorias.....
Dita d 1 plvora.............
Premio de 1(2 fJxr>dos assicnados '.
\i Interior.
-Multas.calculadas nosdespaclios. .
Ditas diversas........
Selle Bxodo papel ...'.'..'.'.'..'.
Patentes doi ajudantei dosd.spac'hanies
fetlio de ltalos dos mesmo^, e dos cai-
xeiros despachantes, ele.......
Emuliiiiiculos de letlides.......
- I
39 -i' '
5629196
5169107
79500
3:4999948
2959000
3:7819195
629221
99OOO
-_>7?ixi>
lirV)
HrjlHM
I39I2O
48l:49595l
fVaa 't/uintei especies.
Dinheu-o .... 228:4859890
Assigitados I9:t:009ofiU9
Depsitos.
Enlrailos nu correute mez.......
Sabidos................
l:56Sf825
1419670
1:1275155
Exilenles...........
Atas srqiiinlet especies.
Dinhciro..... 1329266
Letras...... 9949889
Coiiliiliaicao de c.aridade.
Rcndimenln nesle mez.........
Alfandega de Pernambuco, 31 de jutho de 1858.
O esrrivao,
Faustino Jos dos Santos.
MOVIME.NTO DA ALFANUEA.
Volme eutrados som fazcnda ....
a a com generoi ....
:09-s'I72
163
175
pelo subdelegado respectivo, fez pronunciar a Mar- lando de fazer Bornearles policiaes para o novo mu-
llidlo de Frailas de Avila Garzaz a Jos Victorino ; nicipio da ln lepeodenda, desmembiado do do l'nn-
o haveti.to -i.io lubuii Mido iua consuerarlo ama ripe luipirial, lauca 111A0 de homeos excommonga-
lii.-lilir,ir,lo em qua ledavaa morir do|dit Apollunio
como elleilo de esisteiica empregada por elle, mes-
mo doulor ebefe de policio mandou que o delgalo
procedesee a summario, i-fim de veriliear-se aquel-
la circomilaocia, e ordcuuu a captura dos crimi-
nosos.
Tem havido difTcrenles demssOei e tiomeares na
polica da provincia.
O Dr. Cuillierme Pereira Kabello foi nomeado ad-
ministrador e medico 00 lazareto dos beaiguenlos,
para o qual foi aberlo um crdito de 1:0009, aehao-
du-sedie situado tnar.em do rio Coliagoiba.
Para a conservatoria du c. mm-rcio mandada etta-
helecer all pelo decreto n. 1597, foi nomeado juiz
constrvadel o inspector da allandega, llerculano
Eugenio de Sampaio, e peritos ou pralicos o nego-
ciantes Josc Pereira de Magalbaes, Judo llapltsla
Sales, JosC Teizaira da Canba a Fernando Jos da
ltocha Piulo.
Tem sido sauccioiadas differentes retolures da
asscmldea, de oltlidade para a provincia logo que
irjam traduzdas em faeto.
A provincia de Alagoas nao aprsenla tambim
doi, pon que leus nomrs liguram como los no pro-
eease instaurado por .,ce.si,10 da morle batliar.1 do
infeliz padte Iguana iiheiro Mella, e par a pro-
m,doria aa mesma comarca, de um tal Meirelici,
homem iueplo, arraigad no lodazal dos victos?...
E sera, guardar siliticio a ludo islo, que lenho
dito, a misiSo do Propasado!'.'
Se dennos crdito as palavras dos seas redarlo-
re, e se alintennos para iuaprclissio de fpu-
blica 110 numero 1diremos que nflo ; mas o cirio
be qae ludu issu ha acontecido, a o propagador tem-
seconvenientementeesguairado, como Ihe disse,
por eutre todos esses fados !
Hi-sr-lhe na ulluna correspondencia, que lendo
a bandiiragneros 1alo lioba ainda adrar;ido
oulra; e em vista da marcha que vejo levarem 01
propagandistas, em quem a principio confiara mui-
to) embora o demonio me tetilla tentado para alii-
lar-me as fileiras delles. todava lenho repellido
semelhaule desejo, e felizmente antis de cahir-me
por casao falal arrepeudiminlo vem lamprc larda
do Kxm. Sr. Junqueira E assim puis cunli-
nuarei uo meu retiro, e Vine, eerlatnenle goitar.t
disto porque conliuuara a ler um correspondente
gran le novidadus, que devam ser tntalas epecial-
mcule ; 01 joruaes utto trazeni uccurrencias locis j imparcial,
que uto rvclamem. No principio desla Ihe fallei de um negocio de
Todava a seguranza publica nilo ten) tido aggre- urna arrematadlo sobre a uupressao dos expedientes
Total 338
Velumn i.ihidoi eom fazendas .... 192
a > om gneros .... 223
Total 415
CONSULADO r, hit Al.
Itendimanto da dia 1 a 30. 53:92;7:'l
dem do dia 31....... 9O658S
51:83l8bu'7
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kendimento do da 1 a 30.
Idaiu du da 31. .
2:5079127
59250
2:5139377
KENDIMENTO DA MESA DO CONSULADO DU
PEltNAMRL'CO EM TODU O MEZ DE Jfl.Ho
DE 1858.
Consulado do 7 por cento. 18:3908034
Ancoragem........
Direilus de 15 por cento
das embarear.Oes eslran-
geiras que pasiam a na-
cionaes.......
Diretlos de 5 por cento na
compra a venda das em-
! ir ic.'n'......
Expediente das rapalazias.
Selln livo e prnporcioual. .
Pedio dos ttulos dos cl-
veteos despachantes.
Emolumentos de ccrlides.
2:6989-500
1:9508000
87C500
8158280
8769273
996OO
48180
43:390303!
dida ; a Irauquillidade permanece inalltravel ; e a
auda da piovincia n.10 be ma.
A adn>lniatra{lo marcha cotn apo:o da provincia,
e anda ha pouco fi brindada com um baile oflere-
cido pelos empregados publicus provinciaes.
da secretaria da goverao dos da administraran
provincial : devo agora roiitar-ltie eila historia ;
marcado o dia para arrematadla na porta da admi-
nistrarao de fazenda provincial, mandatarins (romo
disie o propagador) da rr lacr.io do aCorreio Piau-
Na cidade de Peoedo fui preso por prolygamo Ma- hyensea tulla oflietal detla pruvincia, a da rediccAo
noel Comes dos Saulus conhectJo por Lapizaba. \ do o Propagador, se apresontaram : e tralanjo-se da
O Sr. ebefe da polica urdenou ao deleg-du de j arremati.r..t S. Exc. o Sr. superintendente declaro:)
Vi.la Nova, onde deu-so o fado, que inslaurasse o 1 que o jornal e a lypcgraphia onde se fizesiem taes
respectivo processo, e procednse uoi termos ullerio- publicar^oes, fieariam sogeilai a nada mais Impri-
ma du mesmo. 1 mirem sera previa censura do secretario o gover-
Chegou all u ador Coimbra com a rimpanhia | no o mandatario da redactan do Propagador.-,
dramtica, que oigauisou ne-la cidade. um dos seus redactores, daquelles que se apregoam
No da 28 eclebruu-se ua matriz da capital urna defeusore d di'eilo do povu (nao sabemos ie em
mista solemne pelo repouso eterno do com.nendador lodo o lempo, ou si sanente ua prnximiJade das
l'rauci-co de Barros Bago, mandada di/.er pela Dr. pocas eleiloiae.) dme que nao aceitava til eoodi-
Jarinlho de Maninos, gei.ro do fallecido. | E<(e aclo fnebre fiz-se com toda a pompa, e foi gadura as columnas d sea orgSeo Propaga loro
Diversas provincias.
Dizimo do ..Igini.u) e oulrus
gneros do Rio Grande d
Norte....... -08000
Dito de differentes gneros
da Parahiba..... 53-5618
Dito do algodao, assucar e
couros da dita..... 1188572
Dito du assucar das Alagas 2:C008I87
6:4419633
51:831-5667
orador o podre Cilulio.
Pelo vapor Tocanlini Ionios obsequiados com a
remeta do pirindico o Colon da N. S. do O', : na lave maii qoe fazer sena consultar a
que be publicad no Para a pro! dos inleresses ta
colonia agrcola e industrial desse nome, a.li funla-
da pelo Sr. Jos do U' de Almeidi.
Agradecemos au cnutempuranco a sua lembranea
oniciOla.
*. PIAL'HV.
Thereziua, 22 de ma:o.
III.
II i de lembrar-se das desconflaneas qoe na minlia
ultima, de 1 de marco, Ihe muuifesiei ler poltica de conciliario e eoncor.lia deixaise de ser
sustentada a qoi pelo presidente da provincia, anda
que Ihe difies.se que se havia inilalladu orna socii-
tla le |.i p, gadoro de 1 'ras e cunliacimeuloS nteil
roticili.i.ioea e que b. Exc. bavia aceitado o titulo
de seu presidente honorario.
Paodameotei ai minhes desconrraucai. a hoje poi-
so aseverar Ihe que na errei em mullas previanafl
S. Exc. non quiz ccnlinoar na posir.lo neutra, em
que como Ihe disse ie havia collorado, parece que
esperando que se abrisse a asaembla geral, n3o a-
gora mesmo ja esla daguerreolipando-se irrperrado
ou anlemiiuslerial, ja esla bailando por se joccao e
eitrategia de quem he axrlusivista, ja est thealran-
do, comando, beben li. passeando, galhofaudo, ludo
exclusivista c emperrado !!!
O homem da propagadora (qae sao 01 conriliatlo-
re< detla Ierra) cuiladoi andain vex.ulissin.is. A-
Cabavam de ler elles om administrador, peisoa de
seus encarnizados inimigos, e que laltand p: r todas
as considerarnos do honesto e do justo Ibes tez hor-
randas peneguirrs '. Cbegou o Exm. Sr, Juiqueira
e 11.10 querendo log en principio descuncei!uai-se
para com o gvcrn.' geral, tralou de reparar dejas ou
t-es das maii palpitantes iujnsiicas, oa antes Ilegali-
dades do seu auteceisor, e islo fez com que us da
propagadora, ou os conciliadores, olhassem para >.
Exc. como un) symbol de justica.
No -iilrrtanto sobe ao poder o patritico gabinete
de i re maiu, e S. Exr. enla receloso de Iruliir ao
seu prugramma, Iraniamente manifestado pelo ve-
nerando presidente to conselbo, foi susleniaudo a
pnirio neulral em que como Ihe disse se havia col-
locado.
Os emperrados fizer.im-se amuados com a reparo-
rao das duas ou tras das mais palpitantes injailicss
que S. Exc. fea, mis conlleven.lo que nilo deViam
pard e o qaetjo ta adminlslrafjla que a t'cz aunas
parlilliam, par couss 1.10 pequea lanr-ram ao des-
praao os faltos de S. Exc.'e Qzeram-se capachos de
palacio, pratieando actos indignos de creados que e
prezam, preslando-se publica e escandalosamente ao
ntibre ufiriu de lerce-ru enlre douvolaleii ama-
dores !l publir.uneule um dos chefes dalles, dase
qoe anula que S. Exc. Ihe caspssa na faces, ellas
al'.mpari im, e lorrindo diriam, que s. Exc. Ihci ha-,
n 1 |,.iilad.) o roslo crin palh-lioulj !!
O emperr dos empirralos na pralica de se :
iu 1 -nas paea agradaren) a S. Exr., se iua razao nao j
se achasis eseraviaadn, pelos caprichos da imaginadlo
e do coi.1:1.1.. seria por cerlo moliv po leroso para |
S. Exc. .lar Ibes a devida imp, rlanriao deiprez
p.ra serein futas- seraelhantee pablieacOes sem dii-
peulio dus cofres pnbliros ; com esta olleita, qae
nao era esperada pelo Exm. Sr. Junqueira, este
om dui
seus orculos, e por c.nsollio dasle addiou a reipos-
ta para oulra eeeiao da junta de fazenda, na qual
lee: ir, 11 que a ron lir.ia impo-ta era conditio si-
no qiiauou i>que era mullo razoavel, pralica.la em
loda as provinctas to imperio, e memo nesta en)
slgoma das paseadas adminisirarOes ; o qoe Ihe a-
lianr ier ments erdade porquaulo alm di assim
me ler dilo o E luartto, porte ro da administrarla
lo fazenda provincial e Jos Flix, ebefe di gene-
rosa recehedoiia, ambos palacianos, liquei livre de
loda duvid.i a respailo, goje que li certulai pasea-
das pela atLiiiuisitara de fa/eiida pruvincial de le-
as contrato* aobre ai nnpre-s.lo de seas expe-
dientes tlesde 1819 al ella data sem que era ue
nlinin delles lesse semelhante condi;ao quando
pnri'in a ser ella pralicada om outras prav udas do-
videi, e lembrei-me pedir a Vine, que me f ira fa-
vor declarar ao p desta (em una uotinha) se seo
Daro que he folha oilicia!, e ie a lypographia
inda se elle imprime, eslo prohibidos de fazer ou-
tras quaeiqoer publiraces sem o previo consenli-
meulo da secretaria do governo, o que dundo, por-
que fajo alto cunceilo de sua dignidade, e mesmo
porque Pernamboco e icos habitantes n.lo he Piau-
hy e aem medrosos polticos !
Comla-me que o juiz municipal e orpli.io- do
termo de S. lionralo pedir demissao, nao posso
deixar de felicitar a eise magiitra :o por ter c.iuhe-
cido, ainda em lempo a soa inaplida para a magis-
tratura e aos habitantes daquella comarca par se fe-
rea livres do tal jiiiztuho I !
Em Jarominha lrala-se de processar ao capitn
Justo Itulino (iiiiinar.i,,-, altribuindo-se Iba haver
mandado queimar viva a Eulrazia de tal indigilada
por um Africano bocal como feilicetra que exor-
na ana arte de maleficio sobra a mulhcr du dito ca-
pitao !
Em diai do mez panado, neita cidade, s sete
horas da uoile, Sdvina de tal, eom urna navalba,
leniara aseasaiMf Themacia sua vistoha, dan to-
lde profundos golpes nos bra;os, rali.rt a paito.
S ilMna, ao depois ta leez das de escon.lid, veio
enteegar-se i prisa e arhase recolhida cadeia,
e Thomazia livie dos graves finmeolos que le-
vara.
O promotor publico de Jaicoi o Sr. David de
cimera Caldas, moeo hbil e de hons senlimentos
Stilleera um forte acre.s tle 1,tucura e que f.tra oc-
caHOnado pelos clamores de urna mulher, cujo ma-
rido, criminoso, fura abs iludo a elle aupellara dessa
senlenri !
Houve no tli.t 27 do pagado mez de marro a ins-
lalla^a do lliealro nacionalSanta Tttereaa, e
tisse mesmo di 1 cortejo e parada em fente de pa-
lacio. No lliealro lem havido duas represculaees
mensaes.
Os polilicns desta trra psperam ancioins a aherln-
; ra da asseinbla provincial, quo lera lugar lio dia I.
' ile jodo viiitlouro.
Ai chatres, ao depois de abundantes, leem cessa-
, .lo. Os gneros alimenlicioi sobein do pie.,' cada
I vez mais. A falla da Irocoi miadoi he exces-
:siva.
Saude Ihe desejamos, e nue Dos Ihe livre de
porcm nem lempre a razSo, eafermeira ta imagina- ; prallcar algum acta .1 qual Ihe provrnhaarrepeu-
i.ao e do coraba, qoe mo uns loucos, triumpln, e S. dimiulo porque esla ven) sempre larde.
Exc. ileiv>a-se e dcixa- 2I69OOO
I 89111)0
1419000
1209O0O
II 'oimo
I449OOO
1929000
1449000
1929000
1449000
1449000
1309000
1
1449OOO
Ill.-tliHI
I2O9OOO
que Dcos Ihe livra
I Ihe 1
empre
aonsenlir qoe a razio Ihe esclartra os erroi da ima-
^in..r;l. e da cr.rar.1o.
Todava pude ser que os desvdlados cuidadas da
enfermen a 1,1o tejara b ,dados, e enUlo, feliz ten, i,
porque S. Exc. dar o devido apreso a poisoasque
praticam acloi indignos, que vivera da lisonja e da
adulacao, sacrificios du amo rproprio, qoo se nao fa-
zem sem esperanza dt compelents relnliuirdi...
o O arrepeiiilimeiilo lempre larde,n disse S. E\r.
o Sr, 1 residente, segundo me informan!, em um ar-
tigo que fez puhltrar no Crralo Piauhyensss folha
0ffici.1l desta Ierra, traanlo de def, u.l-i-.e de gra-
ves censaras, pnrm ju.las, em noaee humilde enlan-
der, que Ihe fizara o propagador por cama de um
negocio de nina arrematar,:. .ts expedientes da se-
riel.'ina do governo, e dos da admlaislracila de fa-
zenda provincial, de que abalxo lna fallare!, a en
aceitando o pensament >, qua segundo dlzem be de
S. Exc.1 tluei que os emparradas bieve se arrenpen-
deran-,poim lardedas areoes mas que leem pra-
lieado, e qoe aa propagadores se arrepeoderaui no-
1.111 t nle de baverem criado urna sociedade, e con-
vida to 1 S. Exc. para seu presidenta honorario.
Af de chrisiao, meu charo senbor.qoe cerloi |ir-
pagao 1 stai nunca pauarara que o Exm. Sr. Jun-
qoeira II.-s ,.ie-,se o reversa da medalha, islo de. es-
per i.tni quo assim como Ibes despenda S. V.\,r.
boas palavras, dlspandez-Uies-hia lambem boas ac-
'., nassi engao ledo e ceg promotoi e
.i: 1 imprensa, um jornale taja este ,1
lu;. dulo, onda se quauna ineensa .1 S, Exc.__ cas
>.a toi'tuua n.io deizoa durar muito este engau lodo
e .- -o 11 e o que acontece, meu charo tenhor'.'... do
...1 repandtmenlo d lerem lomado parle cm tal
cm-1 : mal a srrependimeala vem sempre larde u
(di/eiii t|ue he p'itsmenlo du Sr. Jnnqaeiri escre-
1 o 11,1 aCi rreia Pi inh; ir.i \ ra poii linham
una pae dada iiarrepcn lidav, on prxima a irrepender-se,a
v.n-se 1 :u. 11.111 lo por entre os fecloi ard lian n jiro-
licados pele l-.vui. Sr. Junqueira, e isla de uin mo-
do Importante, a engrasado que faz nr.
Os redactores des>e jemal dizem : o3e dei
tallar porqae he conveniente, sonaos conciliadores e
i ni 1 :,. nao queremos roiii|iiinenlo com o preii leu-
le, Caladinhos, u rnia abriudo a hora para fellai,
m lioqiiiabcrtos nao concluindo o que comern) a
IS'.'r-OOO j Utctr Tal acouleceu noliciaudo o Propagador um

CAMBIOS
Sobre Londres, 23 t| a 2-"> 1|2 a 60 a '.10 d. v.
Paria, 383 rs. por fr. a !K)d. v.
Lisboa, 108 a 112.
Kio de Janeiru l|2 por Oto de rehile.
Deaeontede letlras, a H, 10 e 12 por cento ao auno.
309OOO
33000
I89OM
Ol UO On^as despalilllas.
Dilai mexicanas....... SljflOO
Per,as de fcjifX'. iTjilMI
Moedaa de 95IJOO 9*300
Ditas de -205 2O93O0
PP.ATA.I'alacei brasileiros. 25080
Ditos eolumnariss. 29080
Ditos mexicanm I58UO
>.:, 125377
57:33014
Depsitos.
Huno da
Em balanro no
junlio......
bulrados nu corrate mez.
Depsitos sabidos ....
Ditus existentes.....
12:5969231
3*879662
16:4839946
3:603l17
12:cs8J,-<799
Mesa do consulado de Peroam!>uco, 31 da jonho
tle 1838. O esenvao, Jcara.) Gerardo Miria
l.uiui.-bi de Mello.
DUSI'ACIIO DE tXPOKIACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CiDADK NO DIA
31 DE JL'LHO O 1858.
Porto do Kaiario Brigue hespanhol Belisarina,
Amorim Irmaos, O barricas assucar.
LisboaBrigae portuguez Coaslaiileii, Domingos
A. Malheos, lOOeouroa salgad..
BXPORTACA'O.
Aracaly, hiale nacional luvenriveln, de 37 tooe-
latlai, conduzio o seguinte : 1M volomes gne-
ros eslrangeiros, 103 ditos ditos nadonaei.
Canal, patacho ingles Knvoyi, de ll lomu-
das, ciin.lu7.io o segunde : :(,360 saceos com
1(>,S00 arrobas de anucar.
KbCBi-.llillilA DE KKN'D \S INTERNAS UE-
KAES DE PERMAMBCCO.
Randimento do dia 1 a 30.
dem do dia 31 ,
32:0208880
1:467*403
33:1889289
(lEM)IMENTO DA RECEBEDOKIaV DE UEN-
DAS INTERNAS UERAES DE PERNAVl-
BLCO DO MEZ DE JLLHO DE 1858. A
SABER :
Interior.
Renda dos proprios nacionaes. 3.190011
Foros de terrenos de mantilla. 23212
I. ni,lemos......... 75500
Siza dos bem da raiz..... 6:1339068
Decima addioonal das corporares
de niao mora....... ilojTIO
Dircilos novos e velhos e de chan-
cellara ......... 1:2389310
Pateles dos olliciaes da guarda
nacional......... f.113000
Dizniid de chancellara..... a 1 1 1 i
Mullas por iutracroes de regula-
mculo.......... 3'.'5S92
Sello do papel lizo...... 3:3>)0944O
dem proporcional...... 6:6799106
Premio dos depsitos pblicos. j'cTT.t
Imposto dus currelores..... 3:6009000
Emolumentos........ HO568O
Imposto sobre lujas e casas de dei-
conios.......... 7:7849342
Dito sobre casas de movis, milpas,
etc. fabricados em paiz eslrau-
peiro.......... 88 Dito sobre barcos do interior ... 15890O
laxa de escravos....... 11369000
Cobranza da divida activa. 9799424
InJemnisares.
Extraordinaria.
33:2479689
2409600
33:1889289
Itccebedoria de Pernamboco, 31 de julho de
1858.Servindti da esertvAo o 2/ eiciiplurarie.
Francisca Alexandrmo de Mosconeen iCallacs
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia I a
dem de dia 31 ,
30.
60:77154111
1:1575710
29100
25100
novo Banco de pernaiu-
buco.
S3 1 ronvitlaJos os Srs. accionista! a ret-
lisarem at o dial' du setembro prximo
vindouro, no escriptorio do Novo Banco de
Pernet tbuco, a segunda prestacao du '25 p ir
c ato sobre o valor de suas aecea Kecife
27 de julho de 1858.Oa directores, Jo.lo
(Koaciu do Medeiro Rcgo Luiz Antonio
Vieira.
ALFANDEUA.
Randimento do dia I a 30. .
IJem ti il 31.....
I10:867;0I8
10:62
121:49193 .'
Descarrecam hoja 20 de julho.
Polaca hespanholaPaulafarinhi de trico.
Poiac hespanholaU>ienciiadiversos gneros.
Itrisue uidez Iron Craymercad in -.
Uirca inglezaMathildenereadorias.
Barca iiileaRichard Taanlachase canto.
Barca inglezaSarahcatvao.
62:2325120
RENDIMENTO DA MESA 1)0 CONSILADO
PROVINCIAL DO MEZ DE JULHO DE
1858.
Direitos de 3 por ceuln do assucar
expoliado........
Dilo de 3 por cento do algodao ex-
portado .........
Dito de ."> % de diversos seucres .
Cap it.i/i.i de Hit) rs. por sacca da
aiitotbl.........
Decima dos predios urbanos .
Meia si/a dos escravos ,
Novos evelhos dircilos.....
Passaporles. ........
Imposto de 1 porecuto.....
Dcima da divida activa ....
Mullas......f. ;
liiipti'i,) tle jo'j de lilbar. .
dem de 20 por cenlo do consumo
20:755857
1:0309330
3:5175198
-170508!)
0:3919359
3:22196-20
3759845
85100
5909360
2:987-5879
1035662
2U-JOU
d'a juardenlf.
Bens de eveiil
laxa das aillos
bltca ....
Juros.
(usas. .
da iiistrucc.ao pu-
1250O0
193200
449360
3085790
62:2325121)
Mesa ti consulado provincial, 31 de julho de
1858.O 2. escripl orarlo,
/.ai: de Azetedo Soxixa.
PRACA DO RECIPE, 31 l'E JLLIIO DE 1838.
AS 3 HORAS DA TARDE.
lieri't'i semanal.
Cambios Mu poueos saques se fueran) na
semana, de sorte que se pode dizer
nominal os prer-oi de 251)4 S 25
1|2 d. por 15 sobre Londres, 385
obre Parts, elt5 pr cento do
premio sobre Lisboa. Sobre o Rio
de Janeiro saccuuse eom 1 por
cento de rebate a 30 dial a vina.
Alsodito--------------Enlrarain 815 saccas, qae foram
veudida da 85250 a 89150 n. por
arroba de pniaairi sotle.



I
II FkCIV/FI


DIARIO DE PKKNAMhUCO SEGUNDA FEIKA 2 DE AGUSTO DE 1858.
-
\
\
Asucar------------A emana fai pouca animada liara
ole genero, continan Jo a procu-
ra O maacavado America e Canal.
Ol prero na foram alterado* da
2)600 h 2)630 por arroba du mas-
cavados pwgadtM, ljiOO a StJ0
pfloi oulroj. Vieran) ao mercado
7.000 laceas.
Cauro*-------------Vi'iiiliram-se de 207 a 210 rs. por
libra dos sercoi saiL;nilus.
Auiiirdenle-------- Mem de 8S| I 88) r*. a pipa.
Arroz------------- A< viudas recularan) de 25000 a
3000 por arroba.
Btalas---------------Vcnderam-se de 13 a 19380 re.
por arroln.
liacalh.io------------lteialliua->e de 14)400 i 166000,
a barrica, lie nJo em ser 7,001)
dilaa.
Cama serca---------luda eelamoi sein rharqne do
Rio da Traa, e do Ido (irande
vendeu-te de sNOO a (latino r.
por arroba, licandu Imie em >er
22.1100 arrobas.
Cafe- ----- A escolha vendea-se a ll>200, o
recular de 19500 a 4)600 r. por
arroba.
1-arinha de Irigo-Vendeu-se nm earregaminlo de
1,910 barricas de diverso! marcea
a I I-Vki rs. por barrica, e reta-
lliou-se de IOS 218300 por bar-
riaa, licando em er cerca de.....
110,000 barne.s.
Dila de maiidioea-Keguloa de 7? a 9) 'i. a saeca.
(ienebia------------Vendea-ia de 300 a 320 re. a bo-
tija.
I.ouca -------------As vendas da ingleza ordinaria lem
regulado por 280 por ceuto de
premio sobre a laclara.
Maulera------------Temos em er 1,300 barri da
fraoceza 600 da ingleza. Ven-
dea-se de 340 a 360 a primen i, e
a legooda (em sido retalharia pe-
Itii importadores de 360 a 800.
Qejaijoi---------------Tambero tein sido retalbados pilos
iinpurladores de 1500 a1.;sni.
Tuunnho---------Vendeq-se a lUjOO rs. por ar-
roba.
Vinhos---------------Negociou-ce nm campamento de
210 pipas de llsspauha a 300; rs.
ipa.
Carnes ensacedlas Mein de 17a a I83OOO rs. por ar-
roba.
A plices------------ Negociiram-si alguna da divida
publica com 10 por cenio de re-
l-Ue.
Descont*-----------O rebates do lollras foram muito
variados, de 0, 10, 11, 12 e 13 por
canto ao anuo.
Exislem Tundeados nos diversos auccradoros do
iioseo porto iii navios sendo 26 brasileiros. 6 ingle-
Mi, hespanhes, 3 portuguezes, 3 hellandeiee, 2
bamburguazee, 1 americano e 1 uoruecuensc.
liniraratn durante a semana 13 navios, sendo 1 do
Ido de Janeiro, I da Bahij, 1 di Buenos-Ayrce, 1 de
Barcelona, 1 de Liverpool, 1 de Chauleston, 2 da
I'arehiba, 1 do M ir.minio, e I do Assu' ; deeles, Ii
brasileiros, liispauhiies, 1 hollaudez, 1 bambur-
cguez, e I nslez.
Sriiiram 10 navios, sendo : 2 para o Havre, 1 para
ienova, 1 pera llainburgo, 1 para Jersey, 1 para o
*Rio de Janaijo, 2 para a Parabiba, 1 para o Acara-
cu' e 1 para Cainjragibe. Oestes 3 brasileiros, 2
francezes, 1 liamburguez, I inclez e 1 sardo.
Saliiram duranti a lemana os eegoiutes volu-
roes : para os borlos estrangairos, 6,060 saceos com
36,360 arrobae de assucar, 10 ditas carnauba, 2,300
poolas de boi, 8,000 uuhas de dito ; para os do im-
perio, 1,03!> volumes assucar, 60 pipis agurdenlo,
20 saecas de algodo, 11 barra vinagre, 1,010 miioe
de sola, 719 volumis diversos gneros, 103 ditos di-
versas incrcadorias.
Enlraram : doe portos estrangeiroe, 4,116 barris
e 400 saceos farinha di trigo, 230 barris manleiga,
30 caitas queijos, 700 sacces arroz, 80 ditos piinen-
1,1-, 50 barris banha, 31 nieiae caiaa cha, 630 bar-
ias di Ierro 30 toneladas carvao di pedra, S tur-
ne pedra hume, 266 caisas e 226 fardo leridus de
algndao, 96 gigoe e 6 barricas loor;a, 1 caixa e
33,000 charutos, 161 Volumes diurnos gneros, ll- 1
pipas 300 barris VUM, 33 caias peiies : dos do
imperio, 311 saceos e 7 barricas farinha da mandio-
ca, 300 barricas farinha de trigo, 100 barril bsnha,
30 barris cebo, 20 pipas agurdente, 469 eeoroe I-
Ridoe, 3 700 cuoriiilius. 218 meioi de sola, 1,860 es-
Jiirae, 280 vassooras, 10 molhos palha de carnauba,
300 alqunres e 10 barrica' sal, 33 caitas rap. saceos e 2 barricas cefl, 812 caias salan. 80 latas
bola, linilia-, 1 callao e 1S caitinhae cha, 30 caitas
marrasquino, 300 caitas logo 1a china, 16 pedias de
cotaria, 1,303 sacroe arroz, 1 canas cera de car-
nauba, 00 latas e 11 rollos fumo, 11 raiies ti sur-
roes e 1 caita chapos, i votumi diversos gneros.
Acliam-se a earga 10 navios, sendo 1 para Lisboa
3 para o /fio de Janeiro. 1 para o Kio (irn le do
Sul, e 3 para o Marftnh.lo, Ccara' e Tora : desle 1
porluguez 0 brasileiros.
PALTA
canhoeira do guerra brasileira Araguav,
commandante o primeiro tonenle Fran-
cisco Jos C olho iNetto,
demomboeira I*ay, commandante o rri-
meiro lente Guilherme Pereira dos San-
toa.
Pbiladelphia55 das, palliboto americano
Black Fish, da S4S toneladas, capitSo J.
P. Mtounls, equipagem 8, carga 3,500 bar-
ricas rom familia de trigo; a Johustou
Pater & C. I'crtcncc a New-York,
l'arahilia-4 das, ltate brasileiro CamGea,
de 2s toneladas, capitSo Antonio Francis-
co da Costa, equipagem 3, carga toros do
mangue ; a Justini> da Silva Boa-Vista.
Fertence a Parabiba
Liverpool44 diaa briguo inglez Larde-Al-
ihorp, de 233 toneladas. capitSo wm.
itownalds, equipagerr. 13, caria fazendas ;
a Saundres Brotbres o. c. Pertence a i.-
verpool.
MAITA demonttraiUn d'agna que leve o banco da
burra dese ,,orlo na semana ltimamente
linda.
O N
Lili
27
28
29
30
31
Nominacao
dosdias.
Domingo
2. feira.
3.a faira.
. faira.
5.' feira,
6." fe;,. ,
S.lill.K ,
l'reamar.
17 pos i 11 glezu
I61i2
llil|2 a
16 a
lli
151(2 ,
13
ilaita-mar.
'.) I|2 peingl.
91,2
10
101(2
11 i>
II 1(2
II 1(2 "
()bservai;lo.
Noadifferenlee aneeradouroa .lo porto ueriiiou a
baua-mar de 12 e 20 a le -12 pe ioglezea, e a
(reamar de -J:! a 29 a 23 e 31. Em 31 de julho de
I8.)S. josa Faustino l'orio.
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Ol-C O & IC as 1 Ilurat 1
! Almos/ilitra.
ws| 1 | Oirpc^aj. 0
Inicai-..., a.
i 1^. t-i u ii ;l':/-l^: i 1 ! Cenligrada -a <^ *5 5 c
l l IC 1; 1 :i--i:V" j Kraumur.*
3T 3T yi X --I 1 l'ahrenlieil
? X X -1 ^l i llyyromctro.
-1-I-l-l_ 1 | llaromelr 1 0.

" C

dos prerns enrrentes do assucar, argodn, mais
gneros e prodceles naeionaes que se dVespa-
cAan va mesa do consulado de l'crnambuco
va semana de 2 a 6 de aqo Assucar branco.......
b roasravado.........
relinailii........
Algodao em pluma de i.a surte
I) o b 2.a
lt B bu 3." B
cm raroeo........
Aguas ardentcs,alcool, ou espirita
d'aguardcnte. .
b de cacliaea......
B de carina.......
dislilada 'do reino.
Cenebra.............
Licor ...............
b................
Arroz pilado.............
b em casca..........,
Azeilc de mamona........
b iiK'udcl"" e de coco. .
b b de pcite .... ...
I
caada
caada
botija
caada
garrafa
arroba
:i~_> 0
25O0
59120
9400
7*600
2100
I .- i: I I
9470
9700
800
JelOO
9280
J960
Mo
3-MKIO
ali|ucirc 1-sOOO
caada 19920
b 29000
urna
um


B
B
B
B
rento
B
)>
ccnlo
1 *
Uro
B
. um
. B
Ulna
I
Aves araras
papagaios.......
Periquitos............
Bolachas............
Biscoilos............
Cacau .............
Cachimbos.......1
Caf bom '..........
em urao rcstullio ....
rom casca.........
o muido...........
Ca no secca..........
Cera de carnauba em pao. .
b em velas.........
Charutos bons.........
b ordinarios ......
b regala e primor .
Coros seceos............
Couros de beiaalgadM.....
b seceos ou espitados. .
verdes.........,
de once........
B b cabra cortidos .
b b carueiro......,
Doce de ealdi..........
fl fl guiaba........
seceo ..........
jalea .....
BspaJMdores grandes.....
b pequeos.....
Ealeiraa de preperi......
Estopa nacional.......
b estraogeira, mo d'obra
l'ariuha de arail;........
b b mandioca......
i u millio.......
l'l'ijai..............
Tumo em rolo boiu .'.'. '.
b ordinario ........
em folln bom.....,
a ordinario.....
b restotno.....
liengibre...........
I.omina............
Ipecacoanba..........
Leuha de achas grandes ....
b b pequeas..... n
b b b loros.......
Tranclies de amarellode 2eoslados mn
b louro......... 11
Costado de amarellode33a 10b
c. e 2 X a 3 de I. .
de dilo usuaes .....
Cosladinho de dito.....,
isoalho de dito.........
Forro de dito.........
Costado de louro.......
Costailinliu de dilo.....
Soalho de dilo.........
Forro de dilo........
b cedro........
loros de laiajuba......,
Varia de pereira.......
" > agojlhadas.....
b quiris.......
sicupira pan:
29200
12-3000
,'toooo
IC'HKI
98O0
89000
B 59500
millieiro 19000
arroba 59000
.
3rj00
-NIIIO
99600
69000
IO9000
12^)00
29000
C800
29500
39OOO
9220
9130
l&MOOO
9400
9 00
S'iO
94O0
9600
29500
19000
300
19600
19000
'Olllm. Sr. inspector oa thesouraria
provincial cm cui'.primctilo do despacho do
bxni. Sr. presijcille da provincia de 24 do
correle, man la fazer publico, que no dia 11
de egosto prximo vindouro, vai novamente
a praga para ser arrematado a quem mais
der, o pedagio da barreira do Bujary, ser-
vindo dn base ;i ar. cmatar;5o o brfsrecimen-
to f.tito pelo licitante Antonio Joai|uim de
Mello da quantia de 375i rs por anuo.
A, arrematacSo ser* fcita por tempo de 3
annos a contar do !. de julho de 1838 a 30
de juiho de 1861, lican.i obrigado o arre-
matante pela reo la total do trienio, entre-
gan ;o-se-lhe o queja hnuver cobrado a tlie-
sO'iraria. deduziJas '.s despezas leitas.
E para constar se mandou alsar o pre-
sente e puMicar pelo Diario.
Secret.-.ria da thesouraria provincial de
Pernambuco 28 de julho de 1838.
o secretario,
A. I". d'Annuiiciacao.
O lllm. Sr. inspector >la tbesottraria
provincial, em curapriciento da ordemdo
Bxm. Sr. presidente da provincia de 22 o
crrante, manda fa/cr publico, que no da
19 de agosto prximo vindouro, pernote a
unta da b-zenda da meso thesonraria, se
ha de arrematar, a quem por menos fizer,
o concert geral de que precisa o empedra-
mento da estrada da Victoria, avalia,10 cm
17:6059500.
AarrcniBtaciio ser feita na forma da lei
provincial n. :3 de 15 d iaio de I85 e
sob as clausulas especiaos atiaixo copiadas.
Aspessoas que se propozere:n a esta ar-
rematarlo comparec.8m 113 sala das sessOes
da mesma junta no uia cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
Epera constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 27 de julho do 1858.O secre-
tario,
A V. da Annunciac,3o.
Clausulas especiacs para a arrematadlo.
1. As 1067 bragas de empedrameuto dis-
tribuidas por diversos pontos da estrada da
Victoria ateo marco 7000 bracas, serSo lej-
as de conformidad): com o respectivo orca-
mento approvado pela directora em conse-
Iho, e apresentado a approvac^So do Kxm.
ar. presidente da provincia importando em
17:695/500.
.AJqueire I
29500
69400
IO30OO
690OO
l-.-i>i
89000
291100
@ 4-rooo
32,-HJOO
295OO
1-.0U
I29OOO
:;, DO
209000
a
alqaeire
. >
B
Blq. 2
i
cenlo
de
quinlal
lu/ia
Em obras rudas de
o b eixos
Al el..........
Miliio........
l'edra de amolar .
b b filtrar .
b b rebolos .
l'i.i>-ava cm molhos.
Ponas de lui ....
sa bao........
balsa parrilba .
Sebo m lama .
Sola 011 vaqueta .
1 apioca.......
I nbas de boi .
Vinagre .......
c.
B
par
caada
em
cenlo
11
@>
<
. nielo
- '
. cenlo
. pipa
I59OOO
209000
I69000
123000
69000
1:49000
K19OIKI
69OOO
49000
4sOOO
13280
I96OO
19920
19280
3o:i kio
10:000
9300
2. as obras serSo comcc,adas no prazo de
um mez e conclu as no do um armo, am-
bos contados em vista da lei 11. 286.
3. Oppgamento da importancia da arre-
mataQ.'io ser feilo por prestacoas corres-
pondentes aos pequeos arreos parciacs,
designa los no art I.'do orea ment.
4. u arrematarte s poder receber essas
prestagOes depois de satisfazer as exigen-
cias do engenbeiro, c em vista do onja-
mento.
5. o recebiment do ultimo lango, im-
portar o recebimenlo el. unitivo da ub a
sem mais responsabilidade,
6. para ludo o mais que no est especi-
Ocado as presentes clausulas, se utr-se-ha
o disposto na lei n. 286.Conforme.-u se-
cretario,
A. !'. dx AnniirirncTo.
- .'cmara muniripal do Iteclfe faz pu-
blico, em cumprimento do art. 13 cb lei
provincial n. 129, de _> de maio de 1844, e
iitru conhecimenlo dos interessados, que
nesla lata dirigi urna proposla ao Exm. pre-
sidente :a provincia para <. Kse. verificar a
utilidado da desapropriarjSo do terreno d)^
marinba n 103, silo entre a ra do caes de
Apollo, 1: a do Brum, no bairro doRecife,
do qual he Dosseiro Flix da Cunha Teixei-
ra, afim dse tornar maiore mais regular a
praga publica projectads entre as iluas re-
feridas ras, na qual esta o mesmo le reto
encravado .
i'ai^o da esmera municipal do Recite em
sessio de 28 do julho de 1858.Joaquim
Lucio Monteiro da Franca, pro-presid ote.
Manoai Ferreira Accioli,|secretario.


92vru.
Navios emradoa no da 31.
Alacei e portos intermedios31 horas, va-
cm'iamv ni) mitro
Pela capitana do porto se r.iz publico a
auem for interessado, e esppcielnifnle lo-
dos os individuos er.iprcg tos no trafico do
porto, e rios nvegav>s, que da eonformi-
dade com o artigo 73 do regulamento de 19
le maio de 1816, todas as velas das embar-
ca ces ile oue '.re. o rrrsn.o arligo, devem
ser numeradas e marcadas com urna letra
do Iphabeto, n9o sendo admissivel que a
referida letra Iphabelica exista smente
em urna ;as velas E (.ara que i o se alie-
,'l"eire 22 8e "'a|S ",ollvo a,8um ue descoli a, ou de-
111 Hit tyVlU r P m 1 t
> ti*m '"za intr-cciio da le, marcou-se o prazo
s 19600 de nm Diez improrogavel, contado da data
s^oo Oeste dianle, para que m obse res-
trictamente o regulamento, e :- '*j. : 21 postas
as marcas designadas, devendo velas
maii res ter a letra lo i
1,111 de quat o palmle s rn noresdedous;
ludo sob as penas da I 1 Ca itania alo porto
de Pernambuco 28 de julbo ii 1858 Fer-
nando Vieira da Roe 3a, capitSo do orto.
CM'lls.MV DO PORTO.
Pala capitana do porto se faz publico a
quem for nteressa o, e especialrnei te a to-
dos os mli-iiuos em pregados no tralico do
doalphabeto, Sosendo admissivel que ai
referida lettra alphabetica exista som nte
em tura das velas E para que no se allegue
notivo algum do desculpa, ou defeza
da infracc/ni da lei, marcou-seo prazo do
um mez improrogavel, contado da data des-
te em diante, para que se observe restric-
tamente o rcsiilamerito, o sejnin postas as
marcas designadas, 1 aven lo as velas raaio-
res bra lettra do alphabelo do tatuando de
quatro palmos, e as menores do dous ; tudo
sob as penas il* lei Capitana rio porto de
Pernambuco 28 de julho de 1858.Fernando
Tieira da lincha, capitSo do porte.
No Paco da cmara municipal do Pic-
cife estarSo cm piarla nos diaa 30 do corren-
te, 2 e de agosto prosima fulero, a obra
da estrada projectada para a freguezia da
Varzea, oreada cm 3'5209 rs. Os pretenden-
tes podern comparecer no paco da mesma
camar;i munidos de flanea para poderem
lanzar, pudendo antes consultar a respecti-
va planta e ornamento, que Ibes serSo fran-
queados.
Par;o da cmara municioal do Iteclfe, em
sessSo do 28 do julho ile 1858. Joaquim Lu-
cio Monteiro d Frarca, pro-presidenle.
Manuel Ferrcira Accioli, secretario.
CONSELHO DE COMPRAS MAVAES.
O conseibo de compras rio material preci-
so ao servido e consumo dos navios da ar-
mada, arsenal e mais estabelccimentos de
marmita, muida declarar que aceitas as
propostas apreseutadas em 30 de junho pr-
ximamente findo dos Srs. .Santos, Uliveira &
C, Tiomaz Kernanries da Cunha, l.uix Hor-
ges ile Cerqueira, Manuel Ignacio do Ol
V. ira Braga, .Manuel Antonio de Jess, An-
tonio da (.osla o Silva Maduro, Manoel Jos
da Almcida Nunes, Jos Goncalvea Malveira
e l.eflo Diniz Machado, na parto relativa a
diversos objectos de que ja tem sciencia,
comuonio o material para os ditos navios,
eifectuari pois, em virtud de autorisaejSo
lo Exm. Sr. presidente da provincia, os
respecti/os contratos ile compra em sessSo
do 5 de ago.-to prximo.
Manda oeclarar mnis que contratara na
me.sina sessSo o lornesimento dos artigos
segointes :
Enfermara de marinha.
Camisolas.
Colches.
Cobertores.
Fronbas.
I.er.n'i-s rio britu.
Saprlos.
Toallias.
Travisseiros.
Pravas do balalliSo naval.
Bonets.
Capotea.
rudas rie panno,
t.ravalns de couio.
Polainas
Para cujos fornecimentos pagos pida ma-
neira condecida e em pralica, receber-se-
bSo iropostas at as 11 horas da manhSa,
em que serSo abortas, acompanhadas de
amostras do que couher 110 possivel, su-
jeiies em seguida aos respectivos exames.
Sala das sessOes do conselho referido eni
26 de julho de 1858.
O secretario,
Alexanrire Rodrigues jos Anjos.
TRIBI NAL lio COMMERCIO. "
Por esta secretaria .-.o faz publico, que
ne.sta data oi inscripto no registro das com-
panhias o socieda es commerciaes, o con-
trato celebrado em 3 do uovembrn rio anuo
prximo passado, por Maria Meuiles Teophi-
lo, Manoel Teophilo Alvcs Ribeiro e Porfirio
T.'otdulo Alvos Ribeiro, domiciliados e e.-ti-
belecidos na cida ie do Aracaly, provincia
do cear sob a firmavjuva Teopbilo, Fi-
Ibo > Ribeiro, a qual .sera usada pelos dous
ltimos, que sao os gerenti s da socie la le,
e esta durara por espado de 8 a 10 annos,
contados de 2 de oulubro rie 1834, temo o
capital de 100.0009000.
Secretaria do tribunal do eommcrcio da
provincia de Pernambuco 31 le julho de
1858.Dr. Aprigio GuimarSes, oflicul maior
O administrador da reerbedoria .;e
rendas inte as, cm cump mi it.o da circu-
lar n: 18 do tribunal o llie.souro de 10 de
maio do Correle a mu, faz publicar, afib
deque os interesados possam iolerpot os
recusos legaes, o resulado da demarca^So, 1
naiio transcripto, a qoeo proceden, com-
prehendendo os limites da cidade, deu.ro
dos quaes Gcam sujettosa matricula os es-
cr, v.is nelles residentes, assim como os do-
nos e administradores obligados ao paga-
mento da respectiva laxa : outro sim, de-
clara, que o prazo de 30 dias, durante os
quaes, os donse administradores deveai a-
presenlaras relac/les dos esersvos de 12 an-
nos tiara cuna, comeca da dala de
lindar no da 20 deago.-lo prximo futuro,
e os que dentro do referido prazo uo rou-
screm as ditasrelaed is, iocorrerSo na mul-
ta do art. 23 do regulamento de 11 ue abril
de. I82.
Recebedoria de Pernambuco 20 de julho
do 1^58.Manuel Carueiro de Souza La-
Cerda.
Ar.no do Nascimento de Nosso Benhor Je-
ss Cbristo de 1838 aos 6 do julho tiesta
ei lade do Recife, achan lo-se reunida a com-
missSo, criada em virtude do art. l. do de-
creto n. 411 dj 4 de junho de 1815, e preseu-
tes lodos osseus membros, abaixo assigna-
dos, para o fim de proceder-se a demarea-
q3o dos limites da dita cidade, qne devem
compredender a matricula geral dos ese a-
vos. que tem de durar no quinquetinin de
18585D a 186261 de conformidade com o
art. I." rio decreto n. 2160 do l." oe mato o
circular n. 18 do tribunal do tbesouro n icio-
nal de 10 do mesmo nuz do correte anno,
accordaram que os referidos limites fossem
os seguintes os das freguezias de S. l"r. Pe-
d o Conc. Ivs, s. Amonio rio Recife, eS.
Jos se compreliemlerSo nos limites das mes-
mas, os da Boa-Vista, p rom, principiarSo
da ponte do mesmo nome e subtndo a mar-
getn esquerJa do rio Capibaribe, irSo ci
encontrara ultima estrada da Capnnga, pela
qual continuarse at a sabida da mesma na
-tr.: da Ponte de Ucbda, prximo a capel'
la de S Jos do llangu uno, d'onde der., in-
do virSo i ponte do mesa-o nome, e l'abi
i !n al encontrar a sabida da travessa
ou becco do Boi ; por ella contininrno ate
a saluda na estrada de J0S0 de Barros, doi -
mandando a estrada do Pombal, des-
1 or lia at a bomba, sita no si ti > o
10 nome. donde, seguindo pela actual
estrada do cetniierio irSo al os Lazaros, e
d'abi, descreyendo urna recta, irSo tora mar-
gm do Beberibe, donde, oescende, virflo
terminar na mesma poute da Boa-Vista ; e
todas as casas e sitios que ficarem inscrip-
tos no circulo tragado, bem coma as casase
sitios que ficarem ;. 1 e fra do cir-
culo, masque estiveram edificados as es-
tradas e travessas, que o limtametiverem
serventa para as mesmas, serlo compre-
bendidos na matricula geral e os respecti-
vos donos e moradores obrigados ao paga-
mento da Laxa annual de 19 rs. de bous i -
cravos do conformidad 1 com o art 9. s 3. da
lei de 31 deoutiibro de 18.'3, art. 11 da lei
do 21 de oulnbro de 1813, eart. II g 2.- da
I. i o 1 de oulubro de 1856.
E para constar se lavrou esta termo, que
to ios assicnaram Antonio Pires Ferreira.
M.inoi I Carneiro de Souza Lacerda.An-
tonio de Morr.es Comes Ferreira,
tem parle, de seu carregamento engajido:
para o resto, trata-se com o seu consigna-
tario Antonio Luiz de Olivelra AzevcdOi ra
oa Cruz 11. !.
*r, Mara-
ka
ti
O
tra.
1:200
3120
69000
i-.".110
-141


O novoe veleiro patacho Alfredo, capitSo
\nionio Travassos da Rosa, segu com pou-
ca demora por ter parte da carga ja prepa-
ra la : para o reato trata-se com os consig-
natarios Almeida Gomes, A Ivs c\ C. ruada
Cruz n. 27.
pata o ro fe Janeiro.
Sabana riia 3 de agosto a bem conhecida
barca Recife, a qual anda recebj alguma
carga e paasageiros, para os quaes nfferr-ce
excollcntes com modos : a tratar com Manoel
francisco da silva Carrito ra do Vigarin
n-17 ou abordo com o capitSo Manoel Jos
Ribeiro.
Ceara', Mara-
ao e Para'.
Espera-se nestes dias o briguc escuna
nacional CAROLINA, capitao c pa tico
Joaquim Antonio Goncalvea dos Santas,
Um/. a bordo parte da carga que tem de
levar,para o resto Irata-secom os con-
signatarios Novaes drC, laigodo Corpo
S;iuto II. (i.
PARA 0 rVSS.
Sai para o Assu no dia 3 00 agosto impre-
teiivelinenlc.o pa Iba bote Artista,recebe car-
ga a trole e pissageiros: a tratar no trapi-
che do algodSo com Rartbolomeu Louremo
ou com o capitSo a bordo.
Cear, Mar.* lino e Para.
Para os portos cima indicados segu
em pomos briguc escuna nacional
Carolina, por 1er dous trros de carga
a bordo, para o resto trata-se com N<>-
vaes & C-na prara do commercio n. 6
ou comocapitao < pratico Joaquim An-
tonio (ionc.ilvis los Sanios.
PARA LISBOA.
Sahir no dia 10 de .gasto prximo o ve-
leiro e bem condecido patacho porluguez
Mara l ;nez ; quem nelle quizer carregar ou
rdepassagem dirija-se aos sousconsigna-
tarios Francisco Sevcnano Itabcllo c Tilhos,
largo da assemblea.
Ar leaty.
Segu na presento semana o patacho Santa
i.ruz ; para o resto da carga, trata-se com
Cela no Cyriaeo da C. M. ao lado do Corpo
Santo n. 23, primeiro andar.
Ceara' e Mar-
porto, e rios navega vea,
dade com o artigo 73 do
que de conformi-
regulament de 19
nhao.
Vai seguir nestes dias, por ter parte da
carga tratada, o patacho Bom Jess; para o
resto e passageiros, trata-se com Caetann
Cyriaeo la C. \l. ao lado do Corpo Santn.
23, piimeiro andar.
COMPANHIA
Per ambu ana
No leudo rhesadn o vapor Iguarasao'. em lem-
po de resrts^ar |>ara oa parios do nurle, eaiiira 21
horsi depois da -m cliraada, o vapor iPersinanaaa:
todava s o leoaraiia'a 50 demorar alan do da 3,
e aPernnungaa waoir em impooterivelmente,
Para a Parabiha, a barcaca >. J,>s Dili-
te, mestre J0S0 Baptista las Dores, sane
110 dia 4 do corrale mez de agosto : quem
ni mesma quizer carregar, dirija-se a ra da
Senzala Nova n, 30, so-iraio, a tratar com
Joao Jos da t'.unlia L
- \ barcada N. Vencedora, anda re-
cebe alguma carga para o Rio Grande do
Norte; quem tiver ecarregar. emenda- e
com Joquim da Silva Castro, na ruado
Crespo.
por brasileiro l'ersinunga, couimanJante de maio de \Hn, lodas as velas das cmliar-
o-segundo leuente Joaquim AlvesMoreira.
Pilr\utb por Lisboa e S. Vicente23 das.
caces de que trata o mesmo artigo, devem
ser numeradas e marcadas com urna lettra
Gv. Dde do S
O lindo e veleiro patacho nacional Direc-
tor, segmrA breve cora a carga que houver,
al ni 'i iiii que ja tem prompta : quem
no mencionado pati cbo quizer aarregar,
Ientenda-so com os consignatarios B ar ,\
Olivei 1 s'u Bscriptorio na raa da Ca-
'1 ia Veln 1 11. 12.
i' ra o .ifi 1 o voleiroe bem conbecido patacho n
i 1 zorimbo prctt ide seguir com muita
idade, tem a bordo paite u carre-
gamento ; para o resto que Ibe falta, trata-
se c uno seu consignatario Antonio Luiz de
Ulivtira Azevedo. ra da Cruz u. I.
Panto iiio de Janeiro*
0 bem conhecido patacho nacional Valen-
te prelende seguir com muilt brevidade,
COMPANH/v
Brasile ra de paquetes a
vapor
O vapor Cruzeiro do Sul, rommaudanlo o
capitao de mar e guerra Gervasio Mancebo,
esoera-s. dos portos do sul, em seguimento
aos do norte at o dia o d.i agosto.
Recebe-sedes Je ja passageijos, fele de
dinheiro, oncommendas e engeja-se a carga
que 0 vapor poderc indUZr, sendo or; vilil-
1.1 s despachados com antecedencia ateo
dia -r> d,i mesmo : gema ra do Trapiche
11. 40.
solas, consolos gran les e pequeos e 1
redondas com lamjos de roarmore, ditas
ohlongas para cha, ca leii s de diversa ; 1 ua-
is e rostos 1 iodernosi inclusive >' ba-
lauco r rl ir 1-, es n Ihos grandes com 11-
e.is mol luras noura las, cortinados e lincas
supori ires para janellas, alcatifas o esti iras
de s.i;', candelabros, serpentinas e candiei-
globos americanos, lanternas, pannos
de la de lindos desenhos para cobrir me-
sas, relogios de sala, um esplendido piano
inglez novo, autor Iduaduooil, lalvez sera
igual nesta cidade, o outio menos elegante
para uso de aprendizes, quadros, urna su-
perior mesa i lastica ingleza, aparador, lou-
Cs para juntar e almoco o apparelhos de
porcellana pr.ra cl o c fe, crystaes de todas
as qualidades para o melnor servico. obras
de prala, facas e garlos, leitos para casad is,
o siogelos, commodas, guara-vestidos,
gUBrda-roupas, secretaria, marquezas, la-
vatorios com pertences, cabides, estantes,
trem de cozinha, ulenctlins de jardim, e va-
rtedaiio d'outros artigos valiosos e necessa-
rios como sejam urna grande burra de fer-
ro americana, prova de fogo patente, gran-
ri'i tanque do ferro para banho com appare-
ilio engenhoso tambe.n para>hanho de cho-
qua, carrinho para meninos, uniavaccatu-
rioa muito nova de raca e quall lade supe-
rior, mappa mundi proprio para oscriptorio,
dous globos armilar e terrestre de grande
lamautio, edous ditos pequeos etc. etc. :
sexta-feira o do correte, as 10 horas da ma-
nhSa, tu ra da ,vurora, casa craude do Sr,
Alvos Cuerra.
LEILAO'
Southall Mellors t\ C. farSo leilao, por in-
tervencSo eo uente Oliveira, do mais com-
pleto Korlimento de fazendas inglezas, todas
proprias rio aereado: seguuia-lcira 2 de
agosto, as 10 horas da manbSa, no sou ar-
niazcm, ra do Trapicha Novo.
DE
t?;


ATEO
NO
'f.-\.' .' '-:\
Nestoestabelecitncnto de to grande uliiidade haver todos os dias desde as 6 hora-
da manbSa ate as 10 ou 11 horas da noito h ulios l'rios simples d'agua correle da Coras
panhia de Beberibe, ditos aromticos, ditos de choque e chuviscos, banhos momos sim-
ples e aromticos, assim como banhos mudicinaes sulpliorosos e salgados, vitados da
Paris, das mu acreditadas pharmacias de Mes. Sarband, Vauquelia e Pcllelicr Pai l'ilhos.
<-hamauios a attencorios lilms Srs Dt*. em medicina para este estabelecimenlo,
que pojera facilitar-lhes algumas curas importantes. Ha lu;ar reservado e completa-
mente separado para as familias.
PEECO DOS BANHOS.
Trinta cartoes para haniio Tros com lencol de linho......15/010
Ouinzo ditos dito dito....................... s-GOO
Siete ditos dito dilo ,.................... -;000
Trinta ditos para banho mornodec^oque, chuvlcos ou farelo. .
com lencol oe linho e toalha propria............20jO0O
Ouinzo ditos dito dito........................lOsfloo
Seto ilitos dito dito.........................5-jOoo
Um banho avulso fri ou morno com lencol e toalha.......Ijoo
Dito aromtico, mais o valor da essencia.............
Banho medicinal artificial salgadu................ 1:5(10
Dilo dito dilo rie Vichy......................2.-000
Dito dito dito rie Ilarege......................20DO
Os abaixo assiguados esperam rnTeccr a coaijuvar;no do respeitavel publico, e ad-
vettcrH que os cartoes nao sao Iransf 1 iveis. Agutar ESTABSLECmSsi) PHOTOGKAPHICO
j)i-:
AG.BTAHL
Quiut i-'eir do cor-
rente
AS 10 HORAS DA MAMIAA.
NA RA DOGOLLEGiO "\. 15.
em o seu armazem, ra do Collegio n. 15,
l'ar leilao rie nm grande sorlimenlo de
obras de marcineifia uovas e usadas, vi Iros
e loocas para servido de mesa, (em apparc-
Ibos e --vuisns candelabros. Linternas, va-
sos de porcelana e mais enfeites de- sal, e
urna grande quanlid.i o de outros rauitos
artigos, que seo entregues sem recusa al-
goma, inclusive nina por(3o de caiga lo
Irancez : nosupradiio armazem no dia quin-
ta -f. ira 5 do crrenlo as lo horas da ma-
nhia.

Na ra do Cabug n. 9, terceiro a ti lar,
precisa-se de urna pessoa para criado, ainda
uicsiito sendo eslraugeiro.
Oalnixo assignado avisa ao publico,
que Jos Jezuno da Silva dexou de ser seu
caixeiro desde o dia 31 rie juPio.
Diogo Jos Leite GuimarSes.
Desappareeeu no dia 2i> do julho do
crreme anno a escrava de nomo Joscpha,
de meia idade, na(So Camlnda, com os slg-
naes seguintes: btixa, seeca do corpo,
falla Cria e fanhosa, anda ligeiro, ps acam-
bi lados, orelhas pequeas, c ion oucos c t-
bellos, principalmente no meio da cabega,
en razSo le carregar agua, alera lestes s;g-
r: is i m no rosto duas listlas em nm
lados; levou vestido da chita rodeo com ra-
magens ria mesma cor, camisa le alg.i
zinbo soja e patino da Costa novo, azul, coai
frsnjas lir::ticas, venle, agua e costuma lo a r
no eiiafariz do pateo Jo Carmo : roga-se as
autoridades policiaca e capitSes de campo
que a apprehenda eleve a sus senbora, no
o do-Sarapatel, casa n. 13, que ser.'io
bem recompensados.
ecisa-se pan casa de commercio ie
tima pessoa aiiancada, que escreva heme
correctamente a lingua portuguesa, qne sai-
ha escriplurar por partidas dobradas, cu ao
menos que leuha pratica d ; tu o> os outros
trabalhos da eacriptorio, preferiodo-se pes-
soa je. mais de 21 annos de ida.le : a tratar
na ra do Gres >o, loja u. 4.
Quem precisar de urna aun paracozi-
i'i andar com criingas de portas para
dentro, dirija-se a ra la Gola n. 2.
Offerece-se urna mulhcr para ama de ca-
sa ; qua:n precisar, dirija-se a ra da San-
la Cuz n 61.
Na notle de 28 para 29 de junho do mez
passado fiirlararn 2 cavallos do engeaho Ve-
ho do Jahoatao, seu lo um melalo claro,
um pouco baixo e grosso, com signaes nos
peilos da anltr cm cirro, c com um signal
cuino de talho sobre a anca do lado dir.ito,
fom o ferro de A S, pois fui do Sr. commen-
la :or Antonio d Souza LcSo, e o outro cas-
tanho, i:,mil mu bsis.0 e grosso, com diver-
sos ferros, sendo o principal um J K, por ter
s lo do Sr. Jos Fructuoso, do lc, e ambos
sao novos; d-se urna boa graliGcacSo a
quem der noticias dos referid is cavallos a
s'ii dono, abaixo assignado, e morador no
mesmo engenbo.lgnacio francisco Pereira
da silva,
310.
Aterro da Boa-Vista n. 12.
ALERIA E OFPIC1NA A REZ-DE-CIlO
Xao confundir com a officina de daguerreotypo na mesma ra-
Retratos tirados segundo os prooessos os mais modernos sobre crystal o papel
cm fumo e cora colorido guarella, apulicac,3o de lindas aizagensno campo do ictabuln,
Miniaturas para alflnetese cagoletasimitando pintora sobremarflm.
Rl i rotos de pessoas fallecidas em qualquer genero e, tamanho.
lucas caixinnas, duqueza.pompadour,velludo, tartaruga, marroquim etc,etc
Uetratos em tamanho natural sobre tila, desenbo da machina monstro chamada Me-
gascopo e pintura a oleo por mo de artistas francezes.
Scmelbanca e duraco garantidas.
Reprodcelo de vistas, desenhos e outros objectos de arle. GollecSo de vistas dos
rrabaldcs eda estrada de ferros.
N. B. POR HAIOR GOMMODIDADE DAS ILLUSTKISSIMAS SENHORAS E
FAMILIAS a GALERA SERA" ABERTA E CONVEN LENTE MENTE ESCLARE-
CIDA .XAS NOITES DE LLAR.
-
...
Kpedkas preciosas!
1
Aderecosdebrilhan- ;
les, llamantes e pero- '
las, pulceiras. altine- '
tes, brincos c rosetas, i
bolOas eaneis de dtl- '
: ferentes gostos e de
:10i:EIRi S fi^TE
...
Loja de ourives
Rt\D0fABl6VN.7.
eebena
iversas podras de va- ; -> tOOOS
por
OUROEPRATA. $
1 ~ I
m AdereQos completos JJ?
ouro.meios ditos.pul- J
^| ceiras,3irineles, brin-?;|
eos e rosctas.cordoes, "
^* Irr.nnlin^ m.4.11,.., '*.
da E
Compram, vendera,
ou trocam prala, ou-
ro, brlhantes, ri;;
manes e pt.rola, e j.j
outt is quaesquerjoias *',4
de valor, a dinbein
ou (.or obras.
.....
,
ropa as
1 j Iransclins, inedalhas,^
lv. torrentes e enfeites ?S
-'-'' ;| pararelogio e outros g
lv. ;i-; muitos objectos defh
apore^ pararelog
muitos objectos
_ ouro.
Ol)raS(IO maS mO-S Apparelhos comple-
(i TtO '0tO t iJI- losdePrla Para cha, Q>
U C i DU^IMO l-ill- bandejas, salvas, cas-
e Franca co Su*.ulereadoo->g
r. r &a o de cha, e muitos*?
e llSlHK*, ,'S r-'i outros "bjectjs de'S
es vendem por
preeo eo3iinioio como
Precisa-se do 2 meninos escravos ou for-
ros para aprender n fazer charutos : quera
pn tender, dirija se 1 ruada Cruz n. ">;, t^r-
ceiro andar.
-- Jemes llalli iny & G. razem selente ao
commercio que do 1 de agosto em diante
sita lirma corara ircal se i le Izidoro, llall-
Iday ^ G a qual lica responsivel por todas
>i ?St i.-? '.'15 'T>*rl 'iH M rl U k ;IS IransaccOi s da lii ma extincl 1.
>^JFaljl!?PcflIljllal EU justa acom,ra la casa e olaria da
ra do Man legn. 135, pertencente a Joa-
quira Jos de Oliveira e sua mulber D. An
tonia Maria Magdalena, herjei os de Jos
Vntot io Corr ia Junii r 1 se alguem se jui-
gar com direilo a essa pt q ieitde, queira
annunciarou dirigir-se a mesma olana no
pr zo de 8 lias.
Associaoiio Conatncrci il lleneicentc de
Peruambn
dos a se 1 unirera em asseml loa geral na dia
5 de agosto,as 11 hon -. afim les proceder
a elei^o de nova direccao conforme o arligo
2) dos estatutos. o secretario Ja direccao,
A. rie A. Rodrigues Isiac.
(1(1 p iCUt'.fS !
O vapor Oyapock, .. mandante F. F. Ror-
ges, espera-so dos portos do norte em seg i-
monto aos do s :l al O dia 8 de agosto.
Recebe-se esde ja passagei os, frete de
dinheiro, encommendas o engaja-se a car-
ga q-;e o vapor po ler conduzir, sen lo os vo-
lumes despachados com antecelenc.ia ateo
dia 7 do mesmo : agencia rna do Trapiche
n. 4o

GRHSE LEILAO
DE
Sfgund-feira 2 de Rgfosto
llavera leilSo no armazem () Sr. iraojo
bo pe da ponte nova de l.fiOO barricas com
farinha de NovaOrleanschegada esta sema-
na ido navio l'.veltn-> Roter, por couia de
quem pertencer e em lotes a vontade dos
r. mpradores Principia as 10 horas o con-
tinuar! mis dias seguintesquando nSo seja
possivel coucluir-se.
Lt
iloes
lii urique Urunn v C. faro leilao por
intervenrS rio agente Oliveira, ii'1 \a-
riado sortimei to ores [azendas
raocezas, su: ;as c allcmnes, de alrodao,
la, linl o 11; i-'.'iim 5 ile ju-
agostoas 10 horas da manliaa, no seu ar-
mazem i ua ila 1 lt i io.
Leilao
6 eon e ite.
David \v. Bowman eslan lo restes a reti-
ra r-se com sua familia p^ra Inglaterra ar
leilao, por inlervencSo J agen1!: invcira,de
toda a supt riormobiliae mais adornos da sua
casa do residencia, consistindo em bollos
SUPERIORES
Em a ilo L us Dooti-
!:e, ra Nova m. '%
loaba de receber mais de 300 re igios,
bonitoscorrentOes Meados de ouro, nava-
Ihaa das melhores que Ii>i possivel encon-
trar se, e muitos outros objeci IS.
N i si'i i ria capaila de Joan rio Barros,
acha-se orn boi que fol encontrado nss bai-
cas de .-'ii-::..; quem for seu
reca naq lelle lug tr ou no pateo
dot.'ii-ini sobra lo n. 3 por stmi Ja botica.
-- Km consequencia de nao se ter a re-
matado, U'ir falla le licitantes, as i
ca: $ da fu i do Ou o n. :-', i ua lo i! I-
o ns. l(*> e tu, ra I ns, ios e
i ;'i, l ira tu ara :< praga de i -,; i-feira, 3 lo
pois da ai
No dia 15 de ulho fugio i icri
'. ti i Lni/.a, de I'2 a 'r. un s 11
i I de, alta secca, algam tanto ul aiuda
\\ idos, foi com-
i de I reiti >r na
ti de Pao d' I
9 1 : i i. ;
mor. i i da Luz. V
c \\ o ningu .".i nes i i i-.i |ulga-
I sido soduzda e achar-se occull aqu, ou
ter silo levada para algum deslos lugares.
i Protesta-se contra quem a tiver em seu po-
der; cquuai della va-la a ra alraz da matriz da Ro-Vista n.
33, ser recompensado.
Lotera
ROVINCIA.
O Sr. thesoureiro manda fazer pu-
blico que se acliam a venda todos os illas
no pavimento terreo da casa da ra da
Auroran. 26,dos9 horas da manhSa as 8
da noite, bilhetes e meios d^ legundapar-
te da 20. lotera do theatro de Santa
Isabel cujas rodas andarn impreterivel-
mente no dia i do prximo futuro mez
de agosto.
Thesonraria das loteras 24 de julho
de I858.--0 escrivo.J. M. da Cruz.
Kugio no dia 12 do crreme urna preta
escrava da nome Maria, de nacSo Nagd, de
idade 40 annos, com os signaes segointts :
estatura regular, o cabello j pintando, os
ps malfeitos c um poococinzentos e os d-
los dos tnesmos um tanto abertoa, eom fal-
ta de lenles na frente, e uns pequeossig-
naes da Costa na fce; lovou coinsigo um
vestido dealgodSo do listrss, um oat.no ia
Costa com li-tras en amadas i urna argola
' I 13 i vol i le contas no hr. ro, i
suppdr que lenhi mudado de roupa, c inti-
lula-se por forra: q lem irehenderou
ii', e leva-la em Fra de Por-
tas, na ra dos Guarara asn. 53, ser gene-
i is -. inte :: tifi
isa de saudc
) o .
) be ua ]ue lica ; i
n
ande e a 0
mena do Gb o, todas as <$
is io.'utos, alianr^ando o m
i ni i, o m ior z I i e cui
..: lico. ri que esl i
Itilcada soasa destinada : :ra esse A
liste,r :is r gras hygieoicas, sobre
is qu es est construida, os comino- t
os de quedispOe, o aceio, ordem, ^
regulari lado que aiii so encon- S
^? tram, sSo con iicOes ponderosas para S?
'.^ urna breve cura o completo rosta- vjiy
^ belecimento. As pessoas que quize- >
A tr-se de seu prest i u|io-s
-f dem dirigir-so ao pateo do Carmo, O
; > sobrado u S, primeiro andar, das A
a 10 horas da manhSa as 3 da tarde, *a
e 1$ belecimento. (^)
Os abaixo assignado l'azc ii setente ao
publico com especial i da ie ao resoeitavel
corpo do comnn reto que na data rie 15 de
maio p. p. compraram ao sr. i ngelino Jo^
dos Santos aii Ira ,|., a sua loja de ferragens
sita na ra do Qneimado n. livre e de-
sembarazada de qualquer onus iia pra^a
salvo as ietras assigna as pelos mesmos.
.\l igi IhSes & M da

i...bost irlidos da Kussia, fai-
, i c Unniiha.
Lonas brins e brin
()i'. ce m tal p ira foi, o com

a c Vel
n .
;. Vinhos C lie e Joan-
pumoso, e de Bordeu .
nquurtolas. gb
Precisa-so do uma una de K-ito forra
ou captiva : na ra dos Pescadores n. 3.
-
Seguro con ira
fogo
COMPANHlA KORTIIEN, ESTABELli-
CIOA EM LONDRES.
Premios diminuidos
AGENTES
C. el.A st\ey cS* Co*pa nhia,
NA RIA DA GLORIA CASA 1)0 FLNDAO'.
C-NSULTOHIO HMEOPATlUCO
DO
DR-P-A.L0B0a0Sf.0S0
Medico partezro e operador.
O Hr. Lobo Moscoso, aa consultas todos os
Jias o pratica qualquer operagao de cirurgia,
ssiat co;.>ii,accode com toda a promptdSo,
aspessoas ^U6 precis^rem doseu prestimo
para o servico de partos, praticando aso-
peraedes nianuacsou instrumentaos, quan-
do nao possa conseguir resultado por meio
da homopalbia, que tantas vezestem ven-
c !.> riiliiculdades, quo paruciaa insupe-
ravois
Da provincia do Piauhy veio um cs-
cravo p-.ra ser ven lido nesta praga, de
nome Joaquim, crioulo, com 26 anuos de
i i i le, rito e cneio co cerro, rosto compri-
do, olhos castanbos, nariz regular, bocea o
[uebrado, e tem signal visivcl
as n u-r si.io castigado ; cujo es-
clavo s eva lio do po ler do conluctor no
borro da Boa-Vista, o consta quo ho halu-
ral d.'-ta praca : roga-se, portanto, a lodas
as autorid liciaes o capitSes de cam-
po que o facam capturar e remelter para a
ra do Crespo n. i", da cidade n Recife,
on le .) recompensara com generosidade.
Do lrij) da Madre de Dos fugio em
dias do mez de jnnho (indo um cscravo
crioulo, de nome los, i lade 22 annos, bem
prelo, altura regular, rosto redondo, cabcl-
lo I chado, olhos carnudos, nariz redondo e
pequeo, b.^icos finos, bocea regular com
lodos os denles da frente c abertOS a lima,
bem feito no corpo, percas e bracos carnu-
dos, cncavos dos pos bem fundos cotn fal-
ta de imitas em ambos os dedos grandes dos
oes, pe muito ligeiro no andar, nao he bar-
bado, gosta muito do tocar viola, eje fui
castigado, do que tem vestigios as nade-
gas ; ha snspeilas de que este escravo es-
teja erripr'gaio cm algum engenbo, ou em
alguma obra desta ci lade do llcctfe a titulo
de forro ; roga-se a todas as autoridades
policiacs e capitSes de campo, quo o captu-
ren) o man lem entregar na ra io Crespo
n.17, na cidade i'o Recife, onde sera paga
qualquer das teza que s l fizer,
Os abaixo assiguados fazera scienteao
oublico, e particularmente ao corpo do com-
mercio, que nesla data dssolveram amlga-
velmente > aocieda le que tinb un na loja de
fazendas, Bita na roa da Madre de Dos n.
9, que gyrava debaiso d< tirina GuimarSes
i; Araot i .o, licando a liquidaQSo da mesma
lirma c cargo do socio Francisco Jos Gui-
marSes, or terficado com a mesma loia. e
desonei do tanto do activo c rao ssivoo
socio Antonio Jos il> Amorim. Recifede
Pernambuco 28 de julho de 1858 Fr i
co Jos GuimarS ionio Jos de. Amo-
lim.
\ ivaes & C. compraram por ordene
dos Sis. Jos Rodrigues de Mello & Fi-
le inteiro n.
1772 da segunda parle da *2) lotera
de Santa Isabel, cujas iodas correm no
dia i de agosto vindouro o qual ica cm
seu poder.
ftiquissimos corles de seda Je cor com
t >. l ti im co pequeo
toque Jen mderaj por todo preqo ;
na ra do Queimado n. *i.
Preeii se le ua i una para o servido
uterno do uma casa de pouca familia : no
lo Carmo n 20, sobrado.
-- .No collegio de Santo And prcclsa-se
de um liotnem p .ra porteiro o que saiba ler;
quem estivo,- nestas circurasUncIts appare-
r;a para tratar.
II
l\ #1


DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FEIRA 2 DE ACOST DE 1858.
Hoiiieopathia0
O Dr. Sabino Olegario [.. Pinho, tendo de
organisar Historia da homeoiiatnia du-
rante a epiJcmia do cliolera,-- roga a toles
M amigos da verdade quer dcsta provincia,
qnor das nutras do imici io, que llie forne-
caui ("un a inaior brevi lado possivel, quaes-
qucr documentos, inforniacoes ou Barraco a
exactas, que possaoi servir para a oxocuc-ao
d-'sss obra. He justo que sejam conhecldos
os nomos de todos aquellos que cm 1:1o ca-
lamitosa quadra soccorreram a alllicta hu-
manidade. i\o consultorio central bomeo-
pathieo ra de Santo Amaro (Mundo Noto,
U. 6.
lji U'r. cas*nova pe-de ser procura- :Ji
t^ do a qualquer hora para visitar doeu- ..'.
'.*' tes o platicar qualquer operacfto de S
cirurgia. especialmente do partos ''
v'3 em seu ;;
:ftO\SlLTORIOH(nEOrATIlirO;f
g HuelasCW/>s15. %
'.,; No mesmo consultorio tem sempro .-'.
_'V os mais acreditados medicamento
:; liouuopathicos em tinturas em :''
s glbulos e carteiras riquissimas; ha \S
lambern vanas obras em francez e -5
-;. em porluguez. ;\
oo^ooo oso $
r -
o
':'
He rhogado a toja de i.ecome, aterro
da Boa-Vista u. 7, excellente Icite virginal
de rosa branca, para refrescara pelle, tirar
pannos, sarnas e espinhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para limpar e fazer cres-
eer os cabellos ; assim como p> imperial do
lyrh) de Florela para brotoejas easperida-|
des da polle, conserva a frescura e o avellu-
dadoda primorosa da vida.
J^;0\SlLT0UIrtH0ME0miC0l
DO
3 di lobo mosco.
; .-N.V RA A GLORIA CASA DO PCNDAO' !
O Dr. Lobo Moscozo faz scicntc ...
aquern interessar possa que tom \-';
': eouimodos em sua casa para re- O
cober algn* esclavos nao s pa- t.
-., ra tratar de mas enfermidades S$
;) como para fazer qualquer pe- Q
i-jif carao. Os docntes sero tratados J
C? pela liomeopatlna ou pela alio- i'.';
patliia, conforme parecer mais
;- conveniente para brevidade da
5 cura. Adverte que recebe gra- jj,
tuitainente uma ou outra pessoa '
$ que precise fazer alguma opera- (
_ cao, e (pie por suas circumstan-
$$ cias nao possam satisfa/.er as des-
--J3 pez: s de tratamento e nao queira
fjs sujeitar-se a ir para os liospilaes.
^ O preco do tratamento dos esera- (
g vos regulara'de 2,S' a .".? diarios (':
fjft conforme a gra vi dude da moles- g.*^
gt ta c o tempo de curativo. .;,
SEGURO CONTBA O FOGO.
COMI'AMIIA
.ALLiANCE.
Estabeiecida cm Landres,
em marco t!e U124
CAPITAL
CINCO MILHO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brothers & C tem a honra de
informar aos senhores negociantes, proprie-
taros de c.'.sas.e a quein mais eo> vier, que
eslao plenamente autorsados ocla dita e.om-
panlua para effectuar s-guros sobre edifi-
cios de tijolo e pedia, cobertoa detel
igualmente sobre os objectos que eontive-
rem os mesmos edificios, querconsista em
inobilia, ou em fazendas de qualquer qua-
lidade.
Na ra Nova n. IB, prlmeiro andar,
por cima da Inja doSr.Caj, rlfaiate, das 11
boras da maabaa s 4 da tard
retratos pelo novo ayate ia
no. O artista que dirige este eslabelrcimen-
t he o mesmoqua tiabalbira na extincia
oDcina de daguerreotypo do aterro da Roa-
Vistan. 4, terceiru ailar. Nesae estabelcci-
iiieiilo se encontra um giando e variado sor-
timenlo de caixinhas equadros de todos os
tamanhos para a collocaijao los retratos.
AVISO.
ustodio Jos AI ves Gui-
maraes & (\,
^visam ao publico, que o Sr. Thomaz de A-
quiuo Pinto de (Jjeiroz, aeixou de s?r seu
caixeito desde o .lia U de julho de I8.18.
-- Traspassa-.se o arrendamenlo cjin as
respectivas bemeilorias da nova coeheira
que ltimamente se estabrleceu no largo do
palacio do goveruo, prximo a casa do Sr.
Dr. Sarment, a localidade nao piie sor
uielhor porquo lica junto a ponte provisoria:
quein pretender, entenda-se na rna da (ia-
dea de Santo Antonio, cuui Urbano Mamcde.
Esta Tugido desde o dia 19 do correute
o prelo Jacob, de nacao Cosa, de 110 annos,
pouco mais ou menos, nao be nimio alto,
bo bastante reforcado, tem smente buco,
nao tem falta de denles, BUpooe-ae que an-
ua pelo bairro da Boa-visUc Mondego, ou
occullo poralguns negros da Costa : quera
o pegar leve-o a ra do Kangel n. 6-2, segun-
do andar, que sera generosamente recom-
pensado.
Aluga-se um escravo para o servico
de alguma csa esirangeira, por 30500o por
mez ; a tratar na ra l'ormosa, seganda
casa.
Ouem quiznr comprar urna vacca tou-
rina nova,o que da urna caada da leite, e
mais duas inulto boas, dinja-se a ra Nova
n. 53, que se informar quetn as vende
^?>*;$re 0
MEDICO DE UOLLOWAY
Compra-se ellectivamente bronze, lao
tae e cobre velho : no deposito da fundicS-
da Aurora, na ra do Krum, logo na entra-
da |n. 28,o na mesma fundic3o,em S.Amaro.
Compra-se eiTeclivamenle na ruadas
Plores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, accoes das coni-
panhias, o d-se dinbeiro a juros em gran-
des e neauenas quantias sobro penbores.
Compra-so um cavallo capado, com
andares: no Poncinho, casa envidracala
junto coeheira, por delraz de Santa The-
reza.
Compra-sc borra do vinho: na ra da
Senzala \elha n. lio.
Compra-so uina csrroQa usada com os
competentes arreos, para ser puchada a um
cavallo : na ra Hulla n. 14, primeiro an
dar.
]\a loja
d
Mova publica, a&
iuiporiante .
Assignam-so na livrana do largo do Col-
legion -J, e da ra da Cruz do baurodo
Keeile n. 56, os elementos de Ihreito Eccle
Mastico publico e. particular, em relacao a
disciplina geral da igreja com apphcago
aos usos da igreja do Brasil, por I). Manuel
do Monte Itodrigues de Araujo, hispo do Itio
deJaneuo, etc., etc., em : volumes. Esia
obra lorna-sa indispensavel nao s ao clero
como a toda a sorte d-i Iliteratos, visto o seu
objecto, mormenlo em una poca cono a
em que vivemos, onde, so agilam quesillo
inipurlaiiiissimasque tem de influir sobre a
moral e tranquilidide des familias. He to-
das as oras que tem apparecido entre nos,
esta inqueslionavelnieule be a de malor
iDagniluJe, por iso que, palcnteaiido os
di rollos da igreja eos do poder civil, ella
leude lanibein a restituir ao clero o lugar
que ibe be devido na sociodaie, e de que
arbitrariamente tem sido esbulhado. \ fal-
la de um tratado de taes materias em lino
gua vulgar, ora geralmeote sentida, a
Exm. bispo, aulor dostes elementos, acb-
de preouciier tal lacuna ; seu venerando no-
me por sis despensa todo o qualquer elo-
gio, pois que s por si patntela o mareci-
ineuto da obra, os editores fluminenses
csloicaram-se efl fazer muda a mpressiio.
o o conseguirn!, ja sulnram a luz o I. e
2.- volumes, e o 3. apparecer no principie
do anuo de 185!). 0 pieco da assigua'.ur?
pela obra completa em 3 volumes em bro-
chura 133000, pagos no aclo da assignalura
o eulre;a dos 2 volumes ja impressos,
* visa
Na casa de baos do pateo do Carino
precisa-so de um servente escravo, preferm-
do-se velho: na ra tratar das 6 as 8 da ma-
nbaa. ou das 5 as 9 da uoile, na mesma casa.
limes de rvirriius borradas
(TRES VEZES POR SEMANA.)
Na ra do Padre Rlorlano, sobrado da es-
quina n. 5, defronte do becco do Serigado.
M NcOes terSo cmico as 7 horas da noite
dos das em qae se c uivcieionar ; cantes
desta hora nao se acha o ebaixo assignado,
co i quera so deve tratar a respoito. 0 pre-
?o continu'a a ser 20/ pelo ensino.
H. Konseca de Meleiroi
OO-::.-..:-.:-... ::r.:y..i'.^.-y0
KEZ.
Verdadeiros charutos de Havana
ebegados em 27 do p. p. peln polaca
lics|>ai'liola Paula, em casa de Aranaga
& Brvan ra do Trapiche Novo n. 0.
Charutos finos.
Na roa da Cruz n. 52, torceiro andar, ha
pa'a vender superinies charutos finos a
15500 c l;6lo, tanto em porreo como em
caixa : quem comprar nao pode deixur de
continuar pela boa qaaliJado.

PILLEAS UOLLOWAY
Estolnestimavel especilico, composto ni-
tei rameo te de hervas medicinaos, nao con-
tlo mercurio, nemalgumaoutra substancia
delecterea. Benigno maistenra infancia,
ea compleic3o mais delicada he igualmen,
te promptoe seguro para desarraigar o mal
na compleiv'au mais robusta ; be inicua-
mente innocente em suas operacoes e effei-
tos ; pois busca e remove as doencas de
qualquer especie e grao por mais antigs e
tenazes que sejam.
Entro anillares do pessoas curadas com
este remedio,militas que ja estavam s por-
tas morte, preservando em seu uso ; con-
seguirn! recobrar a saude e forras, depois
de baver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais alllictas nao devem entregar-se a
desesperacao; fagam um competente enuaio
dosellicazes elTeilosdestaassombrosa med
cia, e prestes recuperariio o benelicio da
saude.
Nao se perca tempo em tomar este reme-
dio para qualque idas segu ules enfermida-
des :
9

RA NOVA N. 18.
Antiga loja de fazendas o roupa fcita de
M. A. Cajo* & C, ondesempre seus antigos
freguezes encontraram um completo soi l-
menlo de todo e qualquer fato tendente a
roupa feita, como sejam casacas, sobrecasa-
ras, paletols de panno, casimira, seda, me-
rm, alpaca, gangas, bretanha, brim, gn-
dolas, jaquetas de alpaca, bretanha, e brim,
vestidos de merino para nioutaria, casave-
ques de seda preta o de cores, calcs de ca- ;
simira preta e de cores, d.- brim de linho,
branco e de cores, ditas do algo-iilo, uai sor-
1 miento de relas para senhoras, homens e
meninos de ambos os sexos, e idades, cha-
peos de massa francezos, finos, ditos do sol
de seda inglesa, para senhora, dilos de pa-
lmillo, luvas linas para senhoras e borne is,
um grande sorlimento de fazendas para fa-
zer qualquer obra com presteza, camisas
brancas, linps, com peitos de linho, ditas
do dita francezas, dit.is de cor om peitos
de luslio, pelo pre?o mais lazoavel do que
om outia qualquer fiarte.
Precisa-se
at a quanlia de
menos : a tratar
cifo n. 4j.
PauloGaignoa drutista, ra dH Lann- ..:
eeira* B.15, 11a mesnucasa tm a^u^ e pl ..'.
daolriBea,
norte-amenca- wv* -. ] W '- >?
iva tiinuicao u:i Auroi;- r,,"Ci-se
do serventes forros ou escravo, ivra
servico debaixo decoherta.
-- Francisco Jos Augusto l'errcira, na
ra da Mouda n. 2, tem para vendar cevada
em saceos de 4 arrobas a 7000. assim como
biirris com niel, ludo proprio para as co-
cheiras
Cas de (.ommissa.o de es
i; casa tellabeScnmottau Companaia,
ra da Cadeia O. 87, veudein-seolegante
pianos do afamadofabricanU' Traumtnn
la llainburito
Atteucao ao ha-
rato
Liquidara ^.
Na ra Nova n 8, loja do Jos Joaquim
Moreira, vende s 1 para liquidado o trans-
ferencia de negocio lodas as fazendas ex's-
tentes na mesma, por atacado e a retalho,
sendo que a mor parte deslas terao o ba-
timento do 20 por canto, e algumas at 50, a
saber : damasco de seda escarate, proprio
para colchas o ornamentos de igreja, rom
um pequeo toque de mofo a 1/600 o cova-
do, grosdenaplea de furia cores a 157C0 o
covado, dilo azul e cor de rosa de milito
boa qualidade a -2$, damasco de seda branco,
encarnado, azul, e amarello em perfeilo es-
tado a 23i'0 o covado, sedas de cores escu-
ras de muiio boa qualidade e bonitos pa-
dres a 1^400 o covado, tafet de todas as
cores a 500 res o covado, dito azul ferrete
mofado a 'J40 res o covado, satina lisos a
800 reis o envido, luvas de seJa brancas e
amarillas com toque de mofo a 400 res o
par, chpeos de seda ultima moda para se-
nnora a 12/, dilos de massa prelos para ho-
mem a "5, ditos de mola de merino para ho-
niooi a 59, chapeos de palba oscuros para ho-
mein '>?, cbaruleiras a 240 reis, ditas guar-
necidas de metal a 840, calxinbas de tu.las
para desenbo niuilo linas a 2C. ricas capas
de casimira guarnecidas de velludo. COUSa
1 de inulto goslo para senhora a 169, e por
ultimo chapeos de palba arrendados,cacu-
ros e aniarellos para senhora, purom da mo-
da um pouco atrasada, pela decima paite de
seu valor Ir'IOd. lia ojtras minias fazendas,
que com vasar se irSe annuncando.
Ao pateo do S. Polro n 6, onde acha-
ran os freguezes superior massa de tomate,
pelo diminuto precu de 320 a libra.
jain
Ven Jem-so grammalicas francezas do I'ur-
gain, da loro ira edicSo : na ra do Amorim
II. 39, arma/era.
Vende-so a armar.no da loj do calcado
dr aterro da lioa-Viila n. 2 : a tratar na
mesma.
Accidentse p i lepticos
Alporcas.
Ampolas.
Arelas mal do).
Asihnia.
Clicas.
Convulsoes.
Uebilidade. ou
nuacao.
Debiliiiadeou falta del menstruacilo
forjas para qual-'.l.omlirigas de
Febrcs intermitiente
Kebreto da especie.
Gotla.
Ileinorrhoidas
llydropisia.
Ictericia.
Indigestos.
exte-||nflammac0es.
Irregu la ri da des da
toda
quercousa.
Dysinteria.
l>or de garganta.
do barriga,
nos nns.
Dureza no.ventre.
especie.
Mal do pedra.
Manchas u cutis.
(Ihslruccno deven tre
Tsica ou consump-
r;5o pulriioiiar
DAS
Quntro portas
RA DO QUEMADO N. 37,
Paseando o becco da
Congregando.
Nesto bora conhecido e acreditado estahe-
lecimento encontrar o publico um comple-
to sortimenlo de fazendas francezas e ingle-
zas, bem como sejam : ricos corles de vesti-
dos de seda prelos con 3 babados a 80 e 90,
dilos de seda branca com listras assetinadjs
a 2#, ditos do barego a 7?, sabidas de baile
a 255, enfeites para cabeca de senhora a 99
> ni*, manguitos de cambraia bordados a
2/300 e 4o5o0, camisinhas de cambraia com
gollinbas e manguitos a 59000, ditos muilo
superiores a 1/300, gollinhas bordadas a 19,
15600 e 4;500 cada urna, tiras bordadas a
800, 900 a loOOo a vara, gaze de seda a 780
e 800 rs. o covado, sedas do quadnnhos fhiu-
dinhos, fazenda muilo superior, a leOO o
covado, folar de seda a 600 rs. o covado, 13a
eseda lavrada, gosto iuteiramente novo, a
19000 o covado, mussolinas escuras a.OO rs.
o covado, casemiras miudinhas proprias pa-
ra calca, Cohete o paletot a 1.J500 o covado,
fustao miudinho a 400 rs. o covado, chitas
francezas a 260, 280, .500 e 320 o covado, or-
gandysdecora 900 rs. avara, dilos supe-
riores a 19200, flanela branca a 480 o cova-
do, dita de cores propria para coairo de
criancas a 900 rs o covado, chales de seda a
11 e 169. beugalas linas a 49, ditas a 2 e 39,
paletols de fuslao do cor a 58, ditos de briol
branco de linho a 6-9, ditos de alpaca preta a
89, ditos de panno lino pelo a 20, 22, 2 e
'.!">: dilos ile casomira de cores a Lie 259,
ditos de gorgurao de seda a 25?. calcas do
casemiras francezas a 99, colleies do gorgu-
rao de seda a 75, chapeos francezos a 7 o 85,
ditos multo superiores o melhor qje tem
viudo ao mercado a 99, ditos e feltro finos
1 590O e 65, di los pelle de lebre 11 6*300,
Kiifermidadesiio ven-lRctencSo deounna.
lre' iltbeuinalismo.
Enfermidades no figa- svmptomas secun-
do. 1 "darios.
Hitas venreas.
Rnxaquoca.
Herysipela.
Febres biliosas
Tumores.
I ico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
ditos do Chile sem ser enformadosa 10c. di- r'r'l''rs-
REMEDIO IMCOMPARAYEL.
UNGENTO UOLLOWAY.
Milhares de individuos do todas as nacfies
podem testemunhar as virtudes dcste remo-
dio incomparavel e provar em caso necessa-
rio, que, pelo usoquedelle iizeram tem seu
corpo o membros inteiramente saos depois
de haverempregado intilmente outros tu-
tanientos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos quo lh'as relatara todos os
dias lia mullos anuos; e a inaior parle deis
las sao tilo sorprendentes que admiramos
mdicos mais celebres, yuantas pessoas re-
cobraran! com este soberano remedio o us
de seus bragos c peinas, depois de ter tper-
manecido longo tempo nos hospitaes, onde
dev 1:1111 soffror a ampulacao! bellas ba mu-
tas que havendo deixado esses asvlos de pa-
decimenlo, para se nao submettercm a essa
operario dolorosa foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das laos pessoas na elusao
de seu recouheciruento declararam estes re-
sultados benficos dame do lord correge-
dor, e outros magistrados alim de mais au-
tenticaren! sua allirmaliva.
Ninguem desesperara do estado de su-
saude se tivesse bstanle coniianca para en-
satar este remedio constantemente segiun-
do algum tempo o tratamento que necessi-
lasse a 11.1 tu 1 e/a do mal cujo resultado seria
provar iuconlestavelnienle: Que ludo cura.
" ungento he ulil,maiparticularmente
nos seguintei catos.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de ca beQa.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cu-
tis em gera
Enfermidades doanus
Erupcoes escorbticas
fstulas no abdomen.
Knaldade ou falta do
calor as extremi-
dades.
Veiidem-se. estas pillas 110 estalicleimen-
to goralde Londres 11. 244. Slrand. e ua
loja de lodos os boticarios droguistas o ou-
tras pessoas cncarregadas de sua venda em
lo la a America do Sul, llavana e llespanha.
Vender-Be as boceiinhas a800rs. cada
urna dolas conten 11111.1 instruccno em por-
luguez paraexplicar o modo desse usar
dostas nilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
Vende-se superior linha da algodSo
brancas o do cores, em novello, para costu-
ra : em casa de&outhall, Mcllor & C, ra
do Torres 11. 38:
- VenJc-se um carro do 4 roda de con-
duzir gneros, em bou estado : quem o
pretender, dinja-se a ra do Caouo, pas-
saudo a taberna da esquina, a primeira casa
terrea.
CIUARROS IH) BOTA-FOGO E S. DOMINGOS.
N* loja da roa do Crespo n. 10, veudem-
se os cigarros cima rmuciouados, rhegados
pelo prximo vapor do sul
comprar urna casa terrea
1:000/1100, pouco mais ou
na ra da Cadeia do P.e-
da
- Va lvrara n. 6 e 8
}>r;i<;a da Independen-
cia precisa-a fallar ro -^r.
Deten, <|ue morou na ra
do Arag-ao e tove aiarci-
neiria.
Lotera
DA
provincia.
Oabaixo assignado declara quo de boje
em diante compra brinetes de lotera reco-
Ihidos com o descont de 20 por rento sej
qual for a quantia : na ra do Collegio n. 2i,
P. J. l.avme.
LC
Qarta.p-ira, 4 de agosto, andam as rodas
da lotera do theitro, e estilo a venda no
Ierro da Boa-Vista, loja o'C bilhetes n. 56,
bilhetes inteiros e m.ios, assiu! como ha
lioco rara os fregu tes.
Precisa -se de ous amas idores : j
padaria do Forte do Mallos ra dos Burgos.
b-se dmbeiro a premio sob bypotbe-
ca em ticns de raz dentro da cidi te, e rom-
pra-se urna ou ifuaa casas terreas no bairro
de Santo Antonio; na mesma aluga-se
idemeiaidade paii o servico interno
'' c :u : a tratar tu lo isto, na ra Vellia do
b irro da Boa-Vista n. :ti, segundo an lar
EM PODER do aba izo assignado existe
urna eiiia para o lllm. Sr Jos Pereira Cam-
pos, e ausente este paraa lllin.i o Exma
Mre. D. Anua niiveir:i Oam os : quem
julgar-secomdireitoa ella, dirija-se a rui
llartyhosn 22, que Ibe ser entregue.
-Antonio Rodrigues de Albuquerque.
~Precisa-sede um cozinheiro para casa
de punca familia : na ra do Santa Iza bel
n. 9
Utie.tii precisar de urna ama seca para
era vos.
Na rm larga do llosario n. 22, rcerbem-se
cscravos par serem vendidos por commis-
sao, e por coula do seus senhores, e afianc-
se o bom tratamcnti); assim como a pro p- '
la venda, fim de que seus senhores nlo
soffiam em parlo com a venda delles.
Lotera
DA
>virj|A.
No escrintoriodoabaixo assignado na roa
do Collegio n 21, veodem-se blibles da lo-
tera d provincia pelos seguintoj retos
sendo de 1009 para cima e a dinheiro a vista.
r.ilhetes garantidos 5*500
Meios ditos --TOO,
P. 1. Layme.
Precisa-se do ofciaes de sapa le ro para
n rna larga do Rosario n. 14, junio a bolici
do Sr. Pinto: qualquer pessoa que quein
vir lera no liiu do mez lima gratifioacjio ciin-
torme o iraio que lizer com o dono do esia-
beleci ment.
-- O Sr. Jos Maximiano Aires Catvalcan-
ti, pralicante da thesouraria da fazen ia,
queira dingir-se a ru do Quoimado n. 2,
primeiro andar, concluir o negocio quo sa-
be.Jos Estoves Vignna.
Precisa-so alugar urna escrava par o
servico do urna casi de pouca familia : a
tratar na ra da Cruz n 8. segando andar.
Precisa-se de ama ama de leite fotra
ou captiva : na ra dos Pescadores ri. 3.
Precisa-se alugar urna escrava ou mes-
mo Torra -ara servico do cr.s e ra em casa
do pouca familia : ua praca da Independen
ca n. 36.
Precisa-se do una ama forra ou capti-
va quo saina cozinfaar e fazer as compras
ii.-. ii.i do I mmenlo n |->.
-- v Dr. J. Chardon, nhngado pelo seu es-
tado de saufe a retirar-se para o mallo por
algum lempo, podo aos seus discpulos eas
sus discipulas desculpa pela ioterrnncBo de
seus trabalboa, quo tornara i toear logo
que molduran lo elle voltar do matto Elle
avisara da sua volta.
As rioceirus.
Temos do boc'tas de madeira pintadas de
dfFerentescores e mu tofornidas: vente-e
ua niH da Cruz, do Recife armazem. 7 .
Na ra augusta sobrado junio a fabri-
ca di- reas do r Santos, aluga-se umsolSo
com quari,.';' e 2 salfi is.
Attt-'.'J'cfto.
o le osito la mi .las Crn-'"-' n. '.'i. cbo-
gou nova remos dn queijos do se>"*o '
ancaudo-ae aos freguezes ;. superior qn^.1'-
(|iiem comprar a primeira ve/, cot.ti-
ladi
miara
Precisa-8e de um peque- o pnr* rnixei-
ro : na ra da Concordia o. 8.
Na
PitEQO C0II0D9.
lai ;;.i do Roxaro esquina
rita
.lo
becco do Pexe-rito, no efjundo andar
dofoltrado n. '>, (V/-se com lodo asseio <
nerfeicao almoco, jantar e ceia, por pre-
oservico interno .le umi cnu de familia, (; '""*,;!n contu do que cm outraqual-
procure na ra da Guia n. 2. j quer parte.
Receidas em direitura df
pars.
P,icos cortes de vestidos do seda do
cor o brencos 5
Corles de cambraia de seda borda-
dos ao lado 3
Grosdenaplea prcto encorpado, co-
vado 18600 a 2850(1
Dito de cores o branco, (ovado 19930
.Soda branca lavrada para vestido
ii". nniva, covado 1*400 a 28500
Belleza da ('.nina, fazenda toda de
seda, covado letoo
Seiim preto maco para vestidos,
covado 28700 43300
Velludo prelo o meibor possivel,
covado 5500
alelo velludo preto o do coros, co-
vado 19(00
Velhutiua prela o do cores, covado 750
Kolar de Pars do seda cun listas
matisedas, covado loioo
Ricas sedas de cores de novos pa-
drees, covado 19920
Diana do seda lavrada mu linda,
covado IcuO
Se linnas do quadros c I istias, co-
vado 900
Popelinas de seda o laa, padroes
novos, covado 1:000
Barege de seda, padroes miudinhos,
covado 640
Corgurao do soda com flores, covado 850
Panno preto e do cores, prova de h-
mao, covado 3/ a 78500
Casomira preta sotim,covado 18700 a 38200
Mosselina da cor e branca, covado ;:-.,.o
Chitas francezas de cor claras o es-
curas, covado 'SO a 360
Cambraias organdys,novos padroes,
va'a a 192S0
Cassas francezas finas, padroes no-
vos, vara a 500
Duas ditas, vara a ::.'o
Mantas de Blond, pretas e brancas 3
Manguitos o golinb.is bordadas o
i ir;is e entremeios bor lados
l'uli eiras d; velludo, troco o fita ?
Loncos de cambriia, litios, com la-
byrintbo 19000
Cuales de merino com franjado laa 4'xoo
Ditos litos do seda 6mioo
Dilos ditos bor lados a seda
lutos dilos bordillos a velludo HOO
Hitos de seda de peso
Cortes de casomira de cor linos i; uno
Col leles de dita a de seda bordados
Chpeos prelos francezos modernos 73000
r.ra.-'.-'as de seda coinpri.las com
annel
Paletols de alpaca preta e do cor,
forrados 79000
Corniolas de alpaca prola o do cr 58000
Paletols de brim pardo o bretanha 4-oo
lulos de fustao. ganga eoulras fa-
zendas 49500
lutos de alpaca preta :r,si)0
Passan loo boceo da Congrega^Sn, do lado
direito em segu ment par o Livinmcnto a
quarta loja do tres portas com rtulos bran-
cos n. 40.
Age iicsa
da fundcao iLwvv-Ivf
ru** da Senzai *''^va
n. 42.
Nsteostaboloclm am completo sortimento demoendase
moias rnoe o d as pa rae ngenho, machinas de
vaporo taixas !c forro batido e coado do
to 'osos Unanhospara d ito.
Vende-so em casa de S. P. Jonhston &
f!., ra da Si-nzala Nova n. 2, O seguinto
sellins inglozes e silbOca, relogios do ouro
de patento ingloz, candieiros a caslicaes
bronzeados, arreios para carro, lonas ingle-
zas. lio de vela, graxa para arrolos.
Relogios
Vendcm-so relogios do ouro, inglozes do
patento : no armazem de Augusto C. de A-
hreu, ra da Cadeiajdo Recife n. 36.
Fazendas.
Vende-se no atorro da lloa-Vista, loja n.
8, de Duarte Borges da Silva, urna grande
quantidade do retalhos de eac pintadas de
xcellenios desenbos e multo finas, por me-
lado do seu valor.
He Paralo que
admira
Manteiga ingleza a 800 o a 1?0<>o a libra,
dita Craoceza 720, marmelada do io t;rao-
dedoSol, latas do 2 libras a 39, ameixas
francezas a if-iH0, o outros muitos mais g-
neros >le primeira qualidade, que a vista do
comprador so dir o proco ; a elles, fregue-
zes, quo o Soares esta queimaodo : no de-
posito da ra do Collegio n. 13.
Vende-se um terreno confronto pela
parte do norte, com a travessa d ra Au-
gusta e alinnamento at o rio lapibaribo,
pelo Si com o terreno do Joaquim Lobato,
ao oes e com a projeclada nova ra, com 461
1|L' palmos de leste a oeste, com 370 palmos
de norte ao sul, com duas casas torreas,
sendo urna mei-agua, com varios ps do co-
queiros e mais 400, palmos do alagado jun-
to ao mesmo terreno cima : a tratar na ra
do Trapiche n. 3(1, com Mathcos Austin tt
Companhia.
(>Icado barato-
S por seren mais antigos na loja, ven-
dotn-sc no aterro da Boa-Vista n. 14, borzo-
gutns de enfiar de duraque de cores com
salto para senhora a 13500, ditos elsticos e
de enfiar de duraque preto sem salto a 23500
e 39, sapatosdo lustre rusos de sola e vira
Par homem de 49500 e 59, ditos de una
sol rom salto de /500 e :i?, ditos de feltro
para bomem a senhora a i, ditos para me-
nino a 32o, chinelas demarroquim forradas
de seda para senhora a 1!I00.
Ve.idem-so saceos grandes com familia
de mandioca de superior quahda le. saceos
com milho, ditos com gomma do Araeaty,
sapat is dito, o oalha, saceos cora farellu de
Lisboa, tudo por preco commodo : no ar-
mazem da ra estrella do Rosario Q 29
PaRAB4?LESTHE4TH0
los enformados a 123, cortes de casemira de
cores a 63 e 6ca00, ditos muilo superiores a
98500, damasco de lila de duas larguras pro-
prio para colx-is a 23500 o covado, saceos
de lapeto proprios para viagem a ;"> e 63, vel-
ludo preto muito superior a 6 e 83 o covado,
camisas francezas peitos de linho a 4-3500
cada una, ditas de algodao a 23, 2j>500 e 3a,
ditas de coros peitos de fustao a 2co0, cha-
peos amazonas para montana de senhora a
12?, chapeos de sol de seda para homem a
65500 e llfl, dilos para senhora a 5 o 63, cor-
les do colletes de velludo a 8 o 103, ditos
muito superiores a 12?, casemiras do cores
a 23*00 o covado, ditas entestadas a 23000,
3/.Vl0c4so covado, taple aveludado o co-
vado 33500, tapates a 8 e 113, bombazina de
cores propria para capinhas de se mora e
roiipiniia de criancas a 13500 o covado, gros-
denaple preto a 19600, 13800,23 e 28600 o
covado, ditos decores a 13600, seda branca
lavrad* a 29500 o covado. ditas prelus lavra-
das a 29400 e 23600 o cavado casemira preta
do I.-600 at 3?50o o covado, pao lino preto
de 330OO ale 1 lo o covado, ceroulas de linho
a 2?500, chales de merino lisos pretos a 43,
dilos de merm bordados a velludo a 8e
129, ditos bordados em duas puntas a 103,
ditos do chaly bordados a 93, corles de cassa
de cores lxas a 28, cambraia lisa grossa para
forro a 2?i00 a peca, guardanapus a 39 a du-
zia, molas croas pira homem a 29900 a du-
zia, e muilas mitras fazendas que nao he
possivel aqui se mencionar, pelas multas
qualilades que tom ueste estabolecimouto,
ecntaocom a vista dos freguezes se mos-
trara.
Farinha superior em saceos grandes;
voode-se no armazem do Antonio Luiz de
piiveira Azevedo, ra do Vigario n 1.
-- Na loja de ferragous de Magalhaes i\
Maia, na ra do Queimado n 4, vendem-se
riquissimos apparelbos do metal lisos o la-
vrados para cha, pelo baratissimo preco de
20 a 259OOO, assim como superiores facas de
cabo de marfin e osso, bandejas finas, louca
de porcelana e eslanhada, tudo por menos
do que em outra qualquer parte.
Fendem-sc
Ccngivasoscaldadas.
IncbacOes.
Inllaminacaodoligado
da bexiga.
InflammacSoda ma-
triz.
Lepra.
.Males das pernas
dos pe los.
de olbos.
Mordeduras de reptis
Picadura de mosqui-
tos.
Pu lines.
Queinmdelas.
Sarna.
Sttpuracoe.s putridaa
Tinha, em qualquer
parte que soja.
Tremor de ervos.
Ulcera s;na bocea.
do ligado.
das .1 rI ieulaccs.
Veas torcidas ou no
dadas as pernas.
Vende-se|este ungento 110 estabelecimen-
to geral de Londres n. 244, Strand, e na
loja de todos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoas cncarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana c llespanha.
Vendo-so a 800rs cada bocetinha.contm
urna instrucgSo em porluguez para explicar
o modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
pharmaceulico, na ra da Cruz n. 22, ero
Pernambuco.
Na ra da Cadeia n. 28 taberna de D.
S. ampos, vendem-se em pequeas e gran-
des porces bichas hamhuruueas das m-
llenos que vem ao mercado, e tambera se
alugam.
Vendem-se duis eseravas, sendo urna
mulatinha de idade U anuos, pouco mais ou
menos, e outra mulata do idade de 20 a 25
annos : na ra Direita 11. 72, se dir quem
vende.
Rap.
Chegnu nova reroessa de rap rancez : na
ra do Crespo n. 12, loja de Campos & Lima
Relogios de re-
os pircos con-
llit loja ao p do arco de
kStaiiUl Antonio,
164 bonetes de panno, 153 grvalas do cou-
ropara guarda nacional, por barato proco,
rico velludilho do flores para vosli lo a 13000
o covado, cortes de casemira lina a 53:>00 o
corte.
Vendem-so duas eseravas, tendo urna
duas crias, ambas cooj habilidades: ua ra
Bella n. 33.
padetro, excol-
na ra da Ca-

Na li.ii da ra do Crespo n. 10, de Jos
f.oncalves Malveira, vendem-se cortes le
vestidos de i'hantasia da ullima moda, com |
3 babados, gosto moderno, ricas sabidas de '
bailo de gorgurao o setim, as mais ricas que
at o presente se tem visto, superiores lo-
ques de madreperola, uilinio gusto do Pars
Vende-so 01 toucador, um jogo do
bancas, un grande banheiro de cobro, e
mala alguns trastes da casa : na rna da Au-
rora, loja que Coi do fallec lo llenriquo,
e boje lio do Sr. Macbado, para se ver os
trasl. s
Vendo-so um mulato
lentn amas-ador, o forneiro
deia do Recife n. 48.
Milho a ft^ e 6,500 por
sarco.
Milho em saceos" de superior qualidade,
recentemente chegado : no armazem do
Cuerra, confronte an trapiche do algodao,
e em frente da ra da Madre de Dos.
TACIIASPARA EXGENHO
Da fiindleao de Ierro (\eD~- W. Dowman
na ra do Brum, passando ocbata-
riz, continan baver umcompletosorti-
mentodc tachas decrrofundidoebati-
do, Je5 a 8 paliaos de bica, as quaesse
ecliama venda por pierocoinmoiloecom
promptidao,embarcam-se ou carregam-
se em cairo sem despezas aocompiador
Ateneo
o
Coiitinua-se a vender na
ra Nova, loja n 8, de
alosJoaquiu Nloreia,
as seguiutes fazendas,
para liqudaoslo de ne-
gocio.
Tiras bordadas dos dous lados com vara o
quarta de comprimento, pelo barato preco
de 1/000, ditas bordadas de um lado s, pe-
cas de 3 1|4 varas do 1/000 at 69000, entre-
meios de varias laiguras. c pecas com 3 1|l
raras de 19600 ate :'., chapeos de sol de
seda rara meninas a '.'i, dilos je cilio e as-
teas de Ierro a 3, manguitos de cambraia
bordados pelo l.aralissiino prego de ^OOO.
89300 0 39, chales de brim, tecido do soda,
muito transparente, nropriospara senhoras
viuvas por serem de cor branco e roxo, pelo
baixo preco de 4, dilos de crep da China,
fazenda de muito gosto e inleiramenle no-
va, pelo diminuto preco de io>, gollinhas de
fil ricamente bordadas a i, citas de cam-
braia tambem bordadas de muito trabalho o
Kisto a :.-, de tartaruga de volta para meninas a 39, e
ioalmenie um testo de chapeo de se la tim-
ados para senhora, porm que anda po-
servir pa-a de noite, polo insignifican-
te preco de 48 cada um lia muius outras
lazendas que se irlocom vagar annuncan-
do. Vende-se ludo por estos presos, por se
querer acabar.
ouro e joias.
Vende-se um lindo sortimenlo
Ionios de ouro pai a todos
forme asqualidadese um variado sorti-
mento lorio de Isaac, Curio vv C, ra da Cruz n.
l, primeiro andar.
-- Vondc-se urna loja de calcado toda en-
vidragada o com poneos fundos, a dinheiro
una prazo com boas firmas, sita na ra do
l.ivramonto : quema quizer, dliija-sea ra
da Cadeia do Recife n. 64, loja.
- Vende-se urna negra sadla c robusta,
encllente quitandeira, o propria para qual-
; quer servico da cidado ou do carneo : a tra-
tar na ra da Cadeia do Recife n. 45.
Eseravos .
Vecdem-se 3 molequeo 1 negrinha, boni-
tas figuras, chogados do Cear no vapor Pa-
ran : os pretendemos podem dirigir-so ao
escriptorio de Braga i\ Anlunes, ra da Ma-
dre de Dos n 3, que ah acharad com
quem tratar.
Ven1o-so porpreQO mdico um cabrio-
le! muilo forte e cm" bom estado : na cochei -
ra do Sr. Tbom.defroole da nrdem lerceira
de S. Francisco.
Vendem-so na travossa dn arsenal de
guerra n. 3, 3 bracos de halanca do autor
Rnmilo A C sendo 1 ja servido e 2 novos,
cujos so at proprios para armazem de as-
sucar, o de entre estes 2 ja estao preparados
de boas conchas.
IECIISIO PA11 IICI-
Na loja
das seis portas
EM FRENTE DO LTVRAMENT.
Pecas de cassas francezas rom 32 covados
a 69, o o covado a 200 rs., lasinba para ves-
tidos com 5 palmos de largura, fazenda no-
va a 320 o covado, be para acabar ; dam-se
amostras, e a loji est a berta ate as 9 horas
da noite.
^ftten^ao.
r<.Vede;Se uma riqoissima armario toda
torrada de louro e euvidracada. propria para
calcado, nuadezas, confeltaria, charutos,
deposito do roupas feitas, ou oulro qual-
quer estabelecmeuto, sita ua ra Direita,
em boa localidade: a tratar na mesma ra
n. 16, loja.
Aitenco
Aos senhores edificadores e
mestres de obras.
Ha no caes do Ramos n. 94 um novo ar-
mazem, aonJe encontrarao madeiras de to-
da a qualidade, tamanhos e grossuras, e no
caso de n3o cncontrarem na occasiSo oque
procurarem, encontrarao com quem tratar
para bota-la aonde quer que seja com toda
promptidao por ter a pessoa suas matas mui-
to perto dssta cidado e coro tola propor-
cSo ; afirma-se vender por menos do que
quplquer outra pessoa.
CARTEIRAS, ALKl'NS, PASTAS, ETC.
as inesmas livrarias acha-se um lindo e
variadissimo sortimenlo de carloiras de al-
ciheira, carteiras de viagem, de guardar le-
tras e sedulas, de pastas dooradas para se-
nhoras, do pastas de escriptorio, dealbuos
etc. etc., tudo fabricado com muita perfei-
cao, e chogado ltimamente de Pars : ven-
dem-se por diversos precos, seguodo o me-
recimento de cada objecto.
ATTENCO.
a
A 25,^ o cento das bichas*
Na ra da Cruz n. 51 primeiro andar,
vendem-se bichas de Hamburgo pelo dimi-
mito prego de 25s o cenlo, e vende-se a re- -
lallio e aluga-se mais barato do que em ou- -
tra parte : cm casa de Antonio Barbosa de '
Barros.
Vende-se uma escrava de 20 a 22 annos !
muito fiel e sadia. o que se afianca, excel-
lenle quitandeira e iavandeira, e propria
para qualquer servico da cidado ou do cam- '
po : a tratar na ra da Cruz no primeiro an- '
dar do sobrado n. 46, por cima do esiabe-
lecimeoto do Sr. Manoel Josii Corris.
-- Veude-se ou troca-se por um preto mo-
co uma mulatinha pega, propria para rece-
ber a educarjao de mucama, para urna se-
nhora de tratamento : na resiilatao do moi-
nho de vento na praia de Santa Rita.
Vendem-se bichas de lltrabargo che-
gadas no vapor Tyoe, pelo preco de 25 o
cento : na travessa da ra do Vigario n, 1,
loja de barbeiro
Aviso.
No araiazem do Adarason Howie & C, ra
do Trapiche n. 42, vendom-ge sellins para
hornera e senhora, arreios pratiados para
cabriolet, chicotes para carro, coleiras para
cavello. ele
Ra Nova
*. 54.
Madama Rosa llardy acaba de recober de
Paris um rico sortimenlo de fazendas de
moda, chapeos de palha amazona enfeitados
para senhora o meninas de 16 e 129000, ri-
cos cbapeozinhos de seda para baptisado a
12, para bailes e theatro, enfeites le cabe-
ra riquissimos do flores e filas a 13/, ditos
de flores s com caixo a IOS, ditos de Troco
a 79, os mais modernos daseos de seda pa-
ra senhora a loe 119 cada um, ricas capel-
las de noivas a 7, 9 e 12 cada uma. veos
para cabera de noiva, corle Je seda braocos
de 3a a 40/, muito boa fazenda, grosdena-
ple amarello e roso, encorpado e largo, para
vestidos a 29500 e 29800 o covado, fila de
velludo preta, liso e lvrado, espartilhos.
pontes de tartaruga, toucas pjra menino,
etc. ; todas estas fazendas podem-so vender
em conta, sendo recebi las directamente.
u-
Cadgiras e lijo-
Ios de marmorc
Vendem-se caderras de Italia brancas e
pretas, singelas o do bracos, lijlos do mar-
more de 10 e 12 pollegadas, quadrados, por
presos commodos : em casa de Basto A; Le-
mos> ra do Trapiche n. 17.
.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO'DAVIDW- BOWMAN, 11A
RA DO BRUM, PASSANDOO CHA-
FAR IZ.
ha sempre um grande sortiaento dos se-
guintos objectos do mecanismos proprios
p;>ra engonhos, a sabor : moendas o moias
moendas la mais moderna eonstrueeSo ; ta-
chas de ferro fundido e balido, do superior
qualidade e de todos os tamanhos; rodas
donladaspara agua ou animaes.de todas as
proporedes; crivos e bocea de fornalha e
registros'o hooiro,agoilhoes, bronzes, pa-
rafusos e cavilhOes, aioinbos do mandioca,
ote. etc.
NA MESMA FUNDICAO,
soexocutam todas as encommendas coma
superioridade ja conhecida com a devida
presteza e com odidade om preco.
Relogios.
Vende-so om casa do Saunders Brothers
; C, praca do Corpo Santo, relogios do afa-
mado fabricante Roskell. por presos commo-
dos o tambem trancollins o cadeias para os
mesmos de excellenle goslo.
Nova agua de malabar
Vende-se esta agua a melhor que tom ap-
parecido para Ungir o cabello e suissas de
proto : na livraria universal rna do Collegio
n.20, da-sejunto um impresso gratis ene
liando a forma do poliear.
AO l'l Ul.ICO.
O agente Harcolino de Borja scieiiiifioa ao
rospeilavel publico, que em o seu armazem
na ruado i.ollegion l.">, tom sempre um
esplendido sorliiuento do mobilias comple-
tas e mais objectos de marciueiiia, cons-
truidos pelos melhores fabricantes de Ham-
burgo e Pars, o que os vende por conta de
1111111 osa comaiercial eslrangeira nosta ci-
dade, a por presos mais baratos do que em
outro qualquer eslabeleeimonto.
1 '.irmlia de mandioca.
Gomma do Ceara'.
Vaquetas do Acaracuu.
Milho e arroz em casca.
Eeijo inulatinlio e tic outros.
Atinados grandes e pequemos : vende-se
na ra do Apollo 11. 5.
Chitas Vaiice-
VMmwifntitji.
cobertos descobertos, pequeos 1 gran- i
dos, do ouro patente ingle/, para homem
o senhora, lo um dos melhores fabricantes
le Liverpool, viudos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Southall Mellor 4 C.
ra po Torres n. 38.
Sobo refinado
Voudo-so no largo da Assembla, arma-
zem n. 9.
zas Uriisa'i/O o covado
Na ra do Queimado 11. 2| ,\, vondom-so
chitas francezas escuras e largas, pelo bara-
lisnno pceo de "210o covado, e dao-se as
amostras com peuhor.
Sellins e r*le^ioa.
SELLINS e RELOGIOS dep'.ianle
uiitle : a venda no armazem
It.istronRooiter & Companhia, es-
qaiiin lo largo do Corpo Sanio nu-
mero 48.
-- nesappareceu na noite de 21 de abril
do rorrele anoo o escravo de nome Floren-
tino, com os signaes seguintes: estatura al-
ta, cor mulata,sem barba, espaduas largas
ps grandes, rosto comprido, olhos casta-'
nhos, cabellos pegados, falla grossa, muito
regrista, tem falta de 3 denles na Trente em
lio dos lados do queiso tem uma fistola
levou chapeo de couro e camisa de nscadi-
nho : quem o pegar leve-o a Tundido da Au-
rora em Santo Amaro, que sera generosa-
mente recompensado.
Premio de 3009000.
No dia 23 de junho de 1856 fugio de bor-
do do bngue Mara Luzia o prelo criou.lo
Manoel, o qual fazia parte da tripolacSo d
mesmo brigue, de idade 24 a 25 anuos, mu-
co m.is ou menos, o tam os signaes seeuin-
tes : rosto comprido e descarnado, cor fula
cabello cercilbado. olhos um pouco grandes
e amortecidos, beic,os grossos, sen.o o de
cima mais grosso. quo encobie a falta que
tem do denles om cima, falla nm pouco
atranalhado, devido a falta do denles, pouca
barba e rala, e bigodes, tem na mo es-
querda junto ao dedo mnimo uma especie
de ervo sahido, as nadegas um pouco em-
pinadas, no andar tem um ge.to para um
ado. cadeiras largas, cintura fina, ps apa-
lnetados e um pouco largos, tem ollicio de
cozinheiro, e costuma embriagar-se ; foi
escravo do Sr. Dr. Jeronymo Vilella e do Sr
r promotor de Olinda Queiroz Fonseca. e
ltimamente do Sr Albert Forster Damn
o consta estar no lugar do Coit : o abaix
assignado, senhor do dilo preto, gratifica
generosamente a quem o a aprehender e le-
va-10 em sua casa, ua ra do Trapiche o. 1
a Antonio do Almeida Comes ; como tam-
bem p-otesta contra qualquer pessoa que o
occultar em seu poder; assim como grati-
fica e paga todas as despezas.
Joaquim Lopes de Almeida
lugio no da 25 do correte do enge-
nho Marag prximo da cidade do Rio For-
moso, o escravo de nome Francisco, nacao
'C-ngo om os seguinles signaes : i Jade .10
unos pouco mais ou menos, estatura rega-
lar, olhos muilo vermolhos, e em cima do
d"iluini,inolleumdosps. tem um caro-
cinho, levou chapeo de couro e malote de
pello de ovellu, he do sertao lugar deno-
minado liuique ; suppoe-se ter seguido par.-.
0 l.ee.ife, i.or sor visto al a ponte dos Carva-
1008 : quem o appreheoder leve-o a rna
da Lidea 11. 55, ou aoengenho acimr. men-
cionado, que sera bem recompensado.
Fugio do ongenho Coila, comarc do
Nazaretb, um escravo de nome Luiza criou-
lo, dado 22 annos, estatura regular, bas-
tante proto, grosso. olhos grandes o brancos,
pernas grossas, leai um de lo do p esquei-
do tira o o encostado ao mnimo, tem d:.
parto direila um polaco da orelha tirado,
pes grandes, rosto redoudo, levou uir.a ar-
gola no pesclo : quem o pegar, podo levar
ao dito engenho, e uesta praca ao Sr. Lo-
mos Jnior Loal Reis, ru do Tovresn. 14,
quo ser bem recompensa lo.
Fugio de bordo do brigue nacional
Firma, o escravo Benedicto, de idade de
'li anuos, cor preta, estatura regular,
1 oslo comprido, pouca barba e be natu-
ral do Mai anime, Sup5e-Sti que se inculca
por torro c lalvez ande com roupa nova
j visto tep levado aljjiim dinheiro no acto
da luga : quem o aprehender pode con-
duzi-lo a casa deNovaes & C. na praca
do Conimercion. (i, quesera' generosa-
mente gratificado.

PERN. TVP. DE M. F. DE FARIA.^ 1858.
II
1\ #1


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