Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06972


This item is only available as the following downloads:


Full Text
*

.
r
ANNO XXXIV N. 172.
Por 5 mezei adiantados 4#000.
Por 3 mezes vencidos 5g000.
SEXTA FEIRA 30 DE JILIIO DE i 858.
Por anno adiantado 15000.
Porte franco para o subscriptor;
ENCABREGADOS DA SUBSCRIPCA'O DO NOKTE.
Parahiba, Sr. Jo Rodolpho Qomu ; Natal, o lenhor An-
lonio MarquaM da Silva ; Aracatv, 8f. A. di Lemoe Braga ;
Cear, Sr. J. Jos de Oliveira ; Maranhao, o Sr. loi Tiiuira
da M.lla ; Piauhy, Sr. Josa) Joaquim Atellino : Para, o Sr.
Vuilino 1. lamo ; Amaionai, a Sr. Jironjmo da Coila.
PARTIDA DOS COR REOS.
Olimia lorio os das, J' '* i1 mcn hora rio da.
Ruarasu', GoUaM I Parahiba au ciin la e spitaa.-t'eirat.
S. Aiiii.-, Btnerro*, Boato, Cinara*. Aliinfio e Garanhun* : na cerfa-frira.
S. I.i.urfufn, Pao il'Alho, Nagarcih, Liino.-iri, lircjo, IV^qucira, lntaiei-
ra. Florea, Viil-i-IMa, Boa-Tifia, Oarieuy Enr, na quairtas-tViraa.
Gibo, Ij-ojLca. St'rinhaein, Rio Furmudu, Una, Barreroi, Agaa-Weia,
Pimontciras e Aala/; (unta*~fciraa.
(Tudui uacorreiua parten aa l() nra da maihia.
AUDIENCIAS DOS TBIBUNAES DA CAPITAL.
Tribu aal do commercio : legundaa a quiniai.
Retacan terca fairaa eabbadoa.
Fazenda : quarlai a ubbadoa ai 10 horai.
Juiio do commercio : leguoaai aa 10 hora qulnlaa a* malo da.
Dito daorphaoi: aegunda e quinua ai 10 boraa.
Pnmr n rara do eivel; Mgunda a aailaa ao meio dia.
aguada rara da ritil : quarlai labbadoi a* meio da.
EPIIEMERIES DO ME/. DE JLLliO.
4 Quarto mingeme aa a, boras a 24 minuloi da maohaa
10 La nota aa 7 boraa eS miiiutm da larde.
17 (Ruarlo crticeole ai 6 horai a 19 minutoida tarde.
16 La ebaia ai 9 horai e 44 minuioi da larda.
PKEAMAH DE HOJE.
Primeira ai 9 boraa e 18 minulu da maohaa.
Segunda aa 9 boras e .12 miouloi da larde.
DAS da semana.
2fl Segunda. Ss. Symphronio e Olimpio mm. ; S. Valen te b.
27 Terca. 8. Panlalcao medico ; S. Sergio m.
SS .luaria. S. Innoceucio i>. ; Ss. Maiaiio e Celso mm.
29 Quinta. S. Martha v. ; Ss. Beatriz e Flora mm.
ao Sena. S. Donaiilla ; S. Rufino m. ; Ss. Abdune Seen mm.
31 Sabbado. S. Ignacio de Lojola : S. Chinera m.; S. Fabio.
1 Domingo. S. Anna mu da mai de Dos : S.Eleazario ni.
ENCARREGADOS DA SUBSCBIPCA'O DO SUL.
Alagoai, o Sr. Claudino Falcao Di ; Bihia, Sr. D. Dupn
BJo da Janeiro, o Sr. Joao Peraira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O Propnelirio d. DIARIO Manoal Figuairsi (la firli, na lu
lirriria, praca da Indipeodencu ni. | a 8.
PAHT1 QPF1CIAL
OOVERNO DA PROVINCIA.
Expedientado dia lidejolho.
Ufliaio ai> Eiia. envalo ettr.oi lm ari o e minia-
Iro plenipotenciario do Bra.'l em Londres. Palio
ai mo. de V. Exc. o ollicio, por oopia junio, '
do engeuheiro (iseal da estrila de ferro deila pro- '
vincia, no qual eiplica a 1:11"! inri exilenle entra
a tua informarlo e a do aapenutendente da mesma '
estrada, Acerca da exten.ao da I.' serrn, as quaei!
inf irm irfu. (iran remanidas a V. Etc. coro os maoi
"Mi-ios de J de man; i, 7 de abril nllimo.
Assim |li a filada a extemao da referida sereno,
pelo acenrilo dai loformarei do eugeuliiiro tiical e i
do -upe i anteo lente.
Dito ao manchal di campo r <-nm Hilante da ar-
ma, inlerino. Solicitando o lanente-coronct cam-
inan tanta do 2." balalhii de infantana da guarda
nacional, no offlcio junto por cpii, .ob n. 1, provi-
dencial para que se aquartele uin contingente de 100
pracas de oulro corpo, afim de s"r augmentada a
forca destacada,resol ti, am vista do que expoz o com-
iii Hilante loparior, no offlcio constante por copia n.
2, que aquella batalhao continua no iervin at o Hrn
deste mez, deveudo aqnartelar no 1.a de agosto pr-
ximo vinlourn o ti.1 batalhio da m.sma arma, que
lem forrea sufriciante pica o lervir i, o que rommuni-
co a V. Exc, para aeu conliecimenlo.Communicou-
e ao cominandante mparior da guarda nacional des
I. municipio.
Dilo ao meimo. Na eonfonnidaie do artigo 8..
do regulimenlo, que baixou com o decreto n 2,171
do I." de maio deile auna, man* V. Exc. pa.sar l-
talo ao voluntario Aaguslo Forlaiulo da Cilla Cam-
pillo, que, em inspeec/i. de 1018, foi jaiva lo apio
para o terviro do exarciln, como comtado termo au-
nexo ao nlflcio da V. Eic. com dala de lioutem,
ob d. 460.
Dito ao comosandanle saperior da gaarda nacional
desls municipio. Vista a tua informac-lo de 12 do
crranle, sob n. 115, dada com relerancia ao offlcio
do administrador docorreio, eipecu V. Exc. suas or-
den- para que seja dispnsala do aarvi(o activo o
guarda nacional do 3.a batallia de infantina desle
municipio, .lose \tviar de So.t/a Fonse-a. qua he
carlorario daquella repartir,!i ('. immunicou-se ao
adroini.lrador do corraio.
Dito ao inspector da tlie.nurari.i de'fazenda.Re-
mello a V. 9., para n convenanles examrs, as se-
gu la. vas das relar. do. vencimentos que, pela
colectoria de rentas do Buique, foram abouados
nac su aos .'i recrutas e I voluntario .l-iinlo- para
o e gorda nacional, qao os esenltaram al esla eapital.
Officina-se ao cliefe da polica accusando se a re-
eep,1o das relares.
tilo ao mesiri >. Manda V. S. pagar o. vencimen-
Im doi oliciaes de nutica, da contonni la la coma
latidla aniiei. ao .lcrelo n. 2110 de 2l) le f.verairo
ultin i, a os que competem aos ai mices embarcado',
em virio le do aviao de 12 daqualle mez, ambora nao
aa tonha recebido ord.m do lliesvoro pira esses p,i-
gauenlos, como V. S. declara em sus informarlo
da miitem, lob o, 3'J8.Commiuicou-ie ao com-
iii i il.inl- da esiacao uaval.
Ulo ao mesmo. \rcuso recehido o nflicin, qae V.
S. re dirigi hontem, sob n. 299, com ai 2 vas de
leln do valor de IfiO libras sterlmas, sacada pela ci-
i aimmercial de N. O. Bieber & C. sobra a de Lnn
dres a favnr do ministro brasileiro alli resilenie, e
fico serlo do |qaa me eommanica V. S. na ultima
pars do seo citado ollicio.
Dio ao caminan lana da aslafUo naval.No navio
que lam de iego;r para o presidio de Farnaudo,
in ni,e V. S. dar transporta ao holiaaiio para all
miniado, Arienio Gustavo Porges.
Dio ao jmz de direilo da comarca de Naxare'li.
Peloian ufflcio de 9, fijuai inteira lo de liaver Vine,
nomiado promotor inlerin i d.-sa comarca, a Bento
Franei.eo de Faria Torra, na ausencia do allsctivo,
o badiarel Joiqom Eardo Pina, a qaem recom-
meu o entre ein;exarcicia. l'ez-se a reouinmsn-
darl,.
_ Dio ao director interiuo das obras pabl>cas.
Culcido a autonsacao, qu. Vin-. ; i i n -,'a ofti-
co di hontem, sob n. 22}, para mandar fajer, por
mpnitada, os concertoi de qua precita a ponte jo-
bra orio Gurjau', m rannr i ;"i do Cabo, de con-
lormil 11, com o orraniaiiio. que veio anaexo ao ci-
tado dli.'io, e qus nesla dala approvei,
ili ao bacharel I.uiz de Cerqueira Lima.Palo
sao ollcio de 12 do crrenie, fiques eerto de hsver
\ un- resumido, naqu.lla data, a. funecei do cargo
de pomotor publico la comarca de Pao d'Alho, re-
iiiiiicando aisim oralo da licenra, que por esla pre-
idenoa Iba foi run-edil .Commumcou-se aoins-
pacto da Ihasooraria de fa/.nla
Dib ao garante da companhia Pernambueana.
Pelo ollicio, qoe lioutem me dirigi Vmc, flquei
niter lu da deliberarlo, que tomou a companhia
l'ernanbocana de marcar os dias lo e 2j de cada
mez pira as sabidas do vpor Persinaona enjai
viageai ao porto da Itapisiuma licam, por algom lem-
po, i larroinpid.ii, ltenlo o motivo declarado no
mear ollicio.
PorsriaO Sr. agente da companhia bnsileira de
paquees a vapor mande darpassagen de con.iis,
para provincia das Alaaoas, no primeiro vapor que
vier d norte, ao cabo Sebasliao Joan Btrbaaa, ha-
vendoluzar vao para psssagairo de estado.
DinOSr. gerente da companhia Peruambocana
de vapre. expela e. soaa ordons para que sia Irans-
purlao. para as Alagoas, no vapor 'Persinuiigan
un c silo, que o diraclor do arsenal lem de enviar
para ili eontendo oiubjactos ineuciunadoa na relar-ao
junta, deven lo ler pago naquella provincia o frele
dessa ondacco.
Rrloro dot objeclo*, a ouc\se refere etia portara.
1000 ptelas
50 marn.
:I00 arcos para cariuchos de calibre 2.
2 arrcaai de eslpa para tacos ou buxaf.
i enckadas de chambo para eoberia da ouvidos de
pee.'.
i rolhs para tapar boceas de pacas da calibre 2.
Contnuiiirou-ie ao director do arsaual de guerra.
Dila-0 Sr. agente da companhia du paquales de
vapor manda dar passagem. para a corla, no vapor
qae impera do norte, a Jesuino Anlouio da Mo-
ras, rae obleve bina dn nrvico na companhia lisa
de cavilara, e tagoa para a provincia de S. Pedro
do Sal
Dila O presidente da provincia, atindanlo ao
qoe roresentou a cmara municipal do Recife em
ollicio la 7 do corrente. sob n. 58, resol ve que -
ii m eeeotados os aegaintea arligos da posturas, al
qua a embica legislativa provincial delibera dafl-
nilivaante.
Vn.1. Aa ea.as, que ie edificarem ou reedifica-
ren) Icao canos intrnalos na. pare I para as aguai
pluvias va-.irem sobra os passeios, tiran lo as boceas
dos caios sobre a superncie dos mesmos passeios.
Ari.2. As existentes, e as que e houverem da
constrdr, lerao canos por onde le esgotem, para a
ra, a aguas pluvues, que aa ajoutarem nos saus
qaintais.
A'i. 3. O- infractores de qualqupr dos artigo, an-
nho ultimo com o fornecimanto de luz para o quarlai saldo, existentes as diTerentes caixas a cargo do
do deslacaineulo do termo da Victoria, mas (ambam
o aluguel vencido da casa, que serve de quartsl ao
mesmo destacamento : o qae cominanico n V. S., de
ordem do mismo Eim. Sr.
Dilo ao inspector da thesooraria provincial. O
Exm. Sr. presidente da provincia manda acensar re-
cehidoi o ofl'uio de V. S. de 12 do correnta, so. n.
237, a as demonstrarais, a qoe elle se refere, dos
saldos existentes as differeules caixas a cargo do Ihe-
soureiro dessa repartirlo no dia 10 do rorranle.
Dito ao jmz municipal do termo do Brejo. S. Exe.
o Sr. presidente da provincia manda aeeusar a re-
re, icio do offlcio, que V. S. Ihe dirigi, em 5 do
crrente, participando que o cmielho de recurso
dessa municipio, leudo funccionalo no.pr.so da ei,
eneerrou os seus Irabalhos tem que se tivisse apie-
senlado raclamaeao algoma.
Iheioareiro deisa reparli-ao no dia 3 deste miz : o
que communieo a V. s-, de ordem do masmo Exm.
enhor.
Dito ao director inter no da reparlicao daa nbrai
publicar. Por deipacli > desta data, S. Exc. o Sr.
U"--se na uGazclte de Posen :
Posen 24 de junho.
Recebemos emfim alguns esclarecimen-
tos acerca das prisOtfs de estillantes, de
professores e de outras oessoas que tiveram
crreme e que doran a detonarlo mais de tres se-, visei: a primeira eolloca la sob as ordms do vica em pouco estar as ciraomilancias da proporcinar
haver desgrana nenliuma, o i almirante Romaiu Desfossis, commandante em che- I aoi utios tavradorai relevantes iervir,oi. A compa-
preaidaole da provincia nutoriiou a Ihesouraria pro- lugar em Lemberg na Gallicia, en cons-
vincial a pagar, a' vista do complanla certificado, quencia de uma conspirar-Ho panslavista que forte irovoada, a qoal nio
o abalo foi grande na cidade.
(dem.
Grande desgrana,
Temoi em viita uma carie da Av, em qui le noi
d.i parte de que uo dia di S. Pidro h invera alli uma
a importancia da seguuda prealafao, a que lem di- foi descoberta. Uma escola preparatoria li-
rello o arrematante do 27 lauco da estrada da Vie- gala a escola normal dos institu lores foi
^'.W*!?.^.8:1'013'"" e-m_,eu n!ci0,?eJ!.0.nJ estabelecida recent^mente em lemberg, sob
a direccSo de Mr. l'askowslvt com o lint de
formar preceptores para a mocidade de
lem, sob u. 219 : o qae Iha communieo da ordem
do inesuio Exm. Sr.
Dilo ao commandante do corpo de polica.Man-
da S. Esc. o Sr. presdante da provincia commoui-
car a V. S., em reaposla ao seo ollicio de hontem,
ob u. 301, que a Ihesouraria provincial (em ordem
para pajar a imporlamia dai dunas abonadas no
Dilo ao mesmo.S. Exe. n Sr. presidente da pro- i mez de junho oilimo aos dous clcelas em servido uo
vincia, lendo recebido o offlcio, que V. S. Ihe di-i- quarlel dessa corpo.
tere laues soffrerai) a multa de 20;j000 n., a qoal se-
ra' dotada as reincideuciai.
Arl. 4. Ficam revogadas as dispoiicei em con-
(rario.Communicou-se a' cmara maniclpal.
DilaO presidente da provincia, lando era vista n
que reiuereu o major Thoini/, de Caldas l.ini, a bem
aaslrn i iulormarAn do eapilao du parlo, datada de 9
do curenle, resolvo, ,!< conforiui la le rom o aviso
lo ministerio Ja marinlia u. lili de 19 de marro ul-
timo, ronca ler ao dito major ticen;;! para cortar as
rustas le san engenlio denominado Pererera, na ra-
inarra do Rio Formoso, 30 curvas e 5(1 Iravassiie,
lodo de aicupira, paro a eonslru-ro da urna liarea-
c.a, e por esla occaaijo recnmmeda m autori ladea
loeaes que lenh.im todo o cuidado para qua nlo se
riunineilain abusos na curie e conducro de leme-
Ihanle madeira, davendo esta portara'ser apresen-
tada ao eapilao do porto desta -idade e a quem maii
locar.
DilaO prasideute da provine, eonformando-se
com a propoita do chefe de polica, datada da hon-
tem, sob n. lili"', resolve unmear o bacharel Joaquim
Fraueisco oe Mello Cavalcanli para o cargo de dele-
gado di polica do termo de Nazareth.Communi-
tou-sa io chefa de polica.
Expediente do serretarin do gocemo.
Ollicio ao marechal da campo coinmaudanle das
armas inlerino.Ordena-me S. Exc. o Sr. prnden-
le da provincia que declare a V. Ble., em resposla
ao ollicio e honlein, sob n. 163, que, nena do-
l, letraiisinite ao :nspclor da Itiesnuraria da fa-
'enda, para mandar aswi'9<*r do que constar, o ri-
querimenlo do capitia d uitam balalha da infau-
laria Kaimondo i.mralve- de Abre^.
Dito ao ehefe de polica.S. Exe. o Sr. prc-i len-
te da prnvincia manda acensar a recepcAo do o!;:io.
que hontem Ihe dirigi V. S sob n. f>67, rom o
mappailo. Iraialhos da promotoria publica da co-
marca do Brijo no mez da joulio ulluno.
Dilo ao mesmo-----o E,m. sr. presitente da pro-
vincia, de conformidade com o aau offlcio de hontem,
ob n. 068. acaba de aulorisar a Ihesouraria provin-
cial pagar nao io ai daipezu eila. uo mez de ju-
gio em 5 do eorrente dando as lnforma;Oes, que f>-
ram exigidas, para execucilo das ordens Iraperiaea,
as.un Ih'o mana eominuuicnr para aeu conhecimeii-
lo.Olliciou-se tambem aojuiz municipal e de or-
phaoa de Cimbres, aecusando-se a te.-eprao de igu.es
informacei.
Dilo ao impeclor do arsenal da marinha.S. Exc.
o Sr. ir-'sid.'nie da provincia manda aecosar a re-
oepoiio do offlcio, qno hontem lite dirigi V. S., sob
n. IS3, com o ni ippi dos menores exilenles nene
arseual, compieheudendo o inovimenlo e declara-
rles relativas ao trimestre deeurrido de abril a juuho
do crrame anno.
Dilo ao director inlerino das obras publioai.A
Ihesouraria provincial lem urdem para pagar, a'
vista do complenle certificado, a importancia da I11
prestac3o, a que lem direito o tmpranteiro dos con-
cerlos da cadeia de Serinliaem, legundo V. S. de-
clarou em sau oflicio de hontem, sob n. 218 : o qoe
communieo a V. S., de ord.m do Exm. Sr, pres-
deme da provincia.
Dito ao haeharel Carloi Eugenio DoOarche^Ma-
vignier. S. Exc. oS'. prasnlenle da provincia
manda aecusar a recepto do oflicio, qoa V. S. Ihe
dirigi em 12 do crreme participando haver deixa-
do o eiercicio interino do cargo de promotor publi-
co da comarca do Cabo, por se haver apreseolado o
edeciivo.
Dito an juiz de paz presidente da junta qiialifica-
d ir.i da fregaezia de Saleueiro.S. Exc. o Sr. pea
silente da provincia, leudo recebido o ollicio, que
em 5 de margo ultimo llie dirigi a junta qualifca-
dora da reiueiia da Sslgueiro, com a. copias das
acias dos Irabalhos, a que proceden a mesma junla
no correte anno : assun o manda commnuicar a V.
S., para sea counecimeiilo.
Dito ao agente da companhia do. paquetes de va-
por.Minia o Exm. Sr. presidente da provincia
declarar a V. S. qae aatori.ou o inspector da Ihe-
souraria de fa/.anda a mandar pagar a imporlaucia
das passasens concedidas nao mi ao. criminosos
Claudino Jos de Faria e Jos Francisco Palury, de
que trata o oflicio da V. S. da 13 do crreme, mas
tamhitn s 3 prac.au, que os escollaran! dai Alagoas
at asta capital.
15
OH:in ao maraeh.il de campo commandante das
armas interino.O inspector da Ihesouraria de f-
lenla, a quem onvi sobre a materia do offlcio da V.
Exc. de 6 do currante, lob n. i 10, daclarou-ma ha-
ver dado hoolem as providencias uecesaaiiaa paia que
a collertoria do municipio de Barreiros realse o pa-
gamanlo doi veucim.nlos las p'aca. destacadas em
Agu. Prela, roiiiii V. Exc. soheilou no citado oflicio
a qae respondo.
Dito ao momio.Em vista d qae ponderou V.
Exc, em seu ollicio de 13, acerca da deficiencia de
forca para a guarda do tribunal do jury, lenho or-
denado qua o corpo de polica d alternadamente
com a forja da guarnirlo a referida guarda, poden-
d i V. Exc. nrsle serviro, nos dios qua alie nao locar
' polica, empregar as proras da companhia de arti-
lices, que necessarias forem.
Desta lurte parece que aera' conveiiieutemcnle al-
lendida, como he possivel, a materia do citado ofli-
cio da V. Esc. Ilojo a guarda do jury he dala pela
polica, umanli.il, paranlo, deve p.rtencer a linha
e assiru por dame.Ofliciou-se neste sentido ao l-
enle coronel director doianenal de guerra, e ao
commmdante do corpo de policio.
tilo ao mesmo.Communieo a V. Exc. que, se-
gundo repreienloQ-me o commandante da divido
naval, o bia'-e uParahibano nao tem commodoi para
eonlozir o oSeiaes e prar-u, que se desliuaro ao
presidio de I- em uuin.
Dilo ao inspertor da Ihesouraria de fazenda.To-
mando em considerarlo o qua V. S. ponderou no
seo oflicio de hontem, ab n. 306, a qoa acompa-
uhou por eapia o do inspector da alfaudega, datido
de 12, anloriso sob miuha respomabilidade a conti-
nuac.lo da. despezaa coro as obras da alfandega do
eorrente exercicio at a qoantia da 8:9943620, que
resla segundo V. S. informa, do crdito coucedido
para a. ine-mas obras no exercicio Ando.
Dilo ao juiz da direilu presidente do tribunal do
jury.Hija Vmc. de dispensar da servir na p osan-
te s-s, i i desse tribunal o a intmense di lerrelaria
do governu Firmiuo llereulino Uiplisla Riheiro.
Dito ao su,, r 11111_-11 i-nie da estrada da ferro.Ac-
enso a recenrao do ollicio do Sr. luperinlendenle da
estrada de ferro, de dala da 13 do crranle, e inl.i-
rado de quinto leve o Sr. superiuleiideule a hon-
dada de cuinmuiiic ir-ine, a.mu como da couleudo
i\* minuta e no extracto, que enviou-me, folgo de
saber que coiicIiiio-b de modo salisficlinio o ajuste
para a deiappropriacao das trras de (Jiinga, fazeodo-
se na directa i proieclada um pjqueno desvio com
accordo do eugennetro liscal e do engtuheiro da
companhia.
Dito ao inspector da Ihesouraria provincial.Dan-
do soloo.lo ao que Vine, represenlou ain seu ullioio
de lioutem, acerca do pagamento dos msicos do
corpo de polica, tenlio a dizer Iha que devim ser
pagos os ditos msicos contemplados no prel do cor-
po. al que se finde o respectivo eugajamenlo.
Dito ao inspector do arsenal di mannh.i.Tenho
presente o seo olfl-io de 13 do eorrente, -,',l, n. 16(i,
e approvando a compra de 8 columnas de ferro pa-
ra a iinv i oflicina de machinas, a \i\ rs a libra, SKI
librn de prego, de cobre a 750 rj. cada uma a duas
bnias de ferro para a capitana do porlo por.....
2:il5-X>80, teolio a diier, quaulo ao qae Vmc. pro-
pe acarea dai compras urgentes, qoe nos casos em
que se tornar nec.ssario l',i/.t las por mulo diveno
do qae he determinado no arligo !. do regulamen-
lo, que baixou eom o decreto n. 2108 de 20 de eve-
reiro ultimo, se resolver' segando as necasiidades e
circumitaucias occurrenles, uao lenlo lagar eitabc-
lecer para eaie lim medida algoma geral.Commu-
nicou-ia ao inspector da Ihesouraria da fazenda a
compra dos objectos cima r.feridoi.
Dilo ao me-m o. M.iu le-me Vmc. uma ola dos
officos a prup isirnn dos diversos operarios e artfi-
ces empregados no arsenal com daclaraco da naci-
nalidida a numero dos operarios de cada claise ou
ollicio.
Dilo ao etpltlo do porto. Ao governo imperial
ubmeilo o ollicio que Vmc. me dirigi fazendo ver
a n.ces.idade de praencher-se o lugar de sjudanta
dessa capitana, vago pela demissau concedida ao
primeiro lente da armada Ricardo da Silva Nevei.
Dilo ao ciiiinian l.me do corpo de nolicia.Man-
de Vine, dar liana ao anidado do corpo do sen cum-
ulando Antonio Joaquim ILindeir.i, que coiicIiiio o
larapo do sen engijaiiieiiin, ruma nenila
r.io df Vine., ilesij dala, lb n. 303.
Dito ao dirertor interino ra repartiere daa obras
publicas.Fara Vmc. orgauisar o plano a orrnmen-
io para a conalrqeciio d. um acada mi poro d'agua
polavel na cidade de Nazanlh, bin conlornii la le do
artigo 12 S 5 da le do on;amenlo vigente. Com-
municou-se ao juiz de direilo de Nazarelh.
Dilo ao coimnan tanta da diviso naval.Pelo of-
Diin ao presidente dn comelho de qoalilicario da
Suarda nacional da frigoezia de Cimbres. Manda
S. Eic. o Sr. presidenta da provincia declarar a V.
S. que fica inteira lo de lerem concluido oa Irabalhos
da ijoohtie ir.io ,1,, guarda nacional neasi paroclna, e
do mais que communicou V. S. em aeu ollicio de
2l de junho ullimo.
TBIBUNAX. UO COMMEHGIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM -9 DE JULHO
DE 1858.
Presidencia do Btcm. Sr. detembargador
.S'ouza.
A's 10 horas da maohaa, achando-se prsenles
os Sr*. depulados Limos, Baslo e aupplenle Ramos
* Silva, a lando o Sr. dcputalu Regu participadr/qo*
nao poda comparecer a lesiao por incommodo de
sau le, o Sr. presidite encarregou o deputado I.e-
in,is para servir da secretario, a declarou abtrta a
niela.
Foi lida e approvado a arta da ultima.
DESPAC1IARAM-SE :
Um raqoenmenlo de Antonio Jos de Siqueira,
pedindo cerlidao do Iheur da sua matricula. D-
aa-lha.
Oulro de Francisco le Paula Pereira, pedindo
tambem cerlidao do lluor da tua matricula. l)-
se-lhe.
Oulro da Daniel Ceur Ramos e Bernardina Du-
pr.ii, aquello brasileiro a este portuguez, domicilia-
dos e e-labelecidos neita edade, sob i firma de Ra-
mo', Duprat & Campanilla, pedindo a malrioiila da
meima tirina. Seja ouvido o Sr. deiembargador
fiscal.
Oulro de Mirla Mandes Theophilo, Manoel Theo-
philo Alves Kibeiro e Porfirio Theophilo Alve III-
beiro, informado pelo Sr. desembargador fiscal, pa-
dindo, por seos procuradores Braga ,\ Antuuas, o re-
gistro do sea contrato social, e a maincula de sua
firma.Itegistre-se o contrato e meiricule-se a firma
social.
Oulro de \isto Vieira Coelho, lambem informa-
do pilo Sr. d.aembargalor liscal, pedindo maluca-
lar-se.Matricule-.e.
Oatro de Kostron Kooker >\, Companhia, igual-
tneni- iiiforinado pelo S*. deiemhargador fiscal, pe-
dindo o regulro do destrate da lociedade que li-
ndan com o Dr. Filippe Lopai Nello. Kegii-
tre-ie.
Oulro de Francisco JisLiile, portuguez, da 39
anuos da idade, domiciliado tiesta cidade, pedindo
matricularle. Sej ouvido o Sr. desembargador
fiscal.
Oulro de Miguel Teixeira da Costa Antonio
Mauricio Bezerri, pedindo o registro do iiu otilra-
lo social.Seja ouvilo o Sr. dasimbargador fiscal.
E nao bsenlo mais uada a tratar encerrou-se a
sessao.
SESSAO JUDICIAP.1A EM 2i) DE JULHO.
/'residencia do Exm. Sr. desembargador
Svuza.
Falloa mil participasin de doente o Sr. depolaJo
llego.
Julgnmentos.
Appellanle*, llostrou Kooker & C. c oulros ;
Appellados, os adminstradores da mana fallida
de li. Candida Mara da Silva Lima.
Foi refounada em parle a lentenra appellada.
Embargantes, Mesquila & Nev ;
Embargados, .Vives rS Cruz.
Foram desprezadoi o. embargos.
Agaraoot.
Do jaizo municipal do Cabo :
Agrvame, Antonio Mana ilamoi.
Nao leve provimenlo.
lio jo izo espacial :
Augravante, D. Mara lieuedita Cavalianli deAI-
buqoerque.
Nao leve proviminlo.
I'assagens.
Appellanle-. D. Francisca da Concerao Paes Br-
relo, por si e como lulora de seus futios, e o Dr.
curador geral ;
Ameiu lo, Anl mm Mantillo Paes Brrelo.
DoSr. desimbargador Guerra ao Sr. desembarga-
dor Villares.
Appellanle, JoAo Pinto de l.cmos Jnior ;
Appellado, Joaquim Pmheiro Jacorn.
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. desembar-
gador Silva tiimnaroes.
Nada mais huuve a tratar.
O secretario,
De. Aprigio (luimariles.
EXTERIOR.
ficio que hontem me dj.igio V. S., siib n. 88, liqu..
nteirado de haver seguido no dia aulecedenl., para
o porto de Maeei o vapor iilleberibeu, afim d. re-
eeber alli ale 20 priios e conJuti-los ao presidio de
Fernando.
PortaraO presidente da provincia, eonformnn-
do-.e com a propo.ta do chefe da polica, datada de
lionli'in, sob n. 670, resolve conceder ao bacharel
Miguel Gonralves Lima a demisailo, qoe pediu do
PRSSU.
A irapress5o que na L'russia tem produci-
do nos nimos a aproximarlo da lula eltii-
toral, he seguila de urna viva altenr;3o para
os penodicos ausiriactis. qne esperam que
as eleicoes lovem ao seio da nova legis-
latura urna reuniSo favoravel as vistas da
A ustris.
Noo pretendamos fazer-nos juizes, diz a
Patrie. das tendencias que prevaleceram,
as cmaras prussianas ; mas esperamos que
quaesquer que sejam, opporSo um grande
obstculo a poltica egosta e ambiciosa da
Austria.
o conflicto sugerido entre a Prussia e a
Austria por causa da guarnico de Kastadt
ainda continua.
O governo do Raden liaba celebrado um
convenio com a Austria em viriude do qual
secompromettia esta ultima potencia a guar-
necer am nome do grSo ducado de Badea, a
fortaleza federal da Kastadt.
A Austria.logo que se assignou o executou
este convenio, solicitou o augmento da guai-
nico.
O gabinete do Berlin, como era natural,
DSo levou a bem um facto que diminua a sua
inlluencia na Allemanln do sul, e particu-
larmente n'um paiz, como o grao ducado le
Badn, livre polas armas prossiauM em
infamia- 1848 e isi jos vexames do partilo republi -
cano.
Por consegua te, a Prussia declarou em
Francfort, que nao reconliecia a neceiisidade
de augmentar em lempo dn paz a guamirjto
de hastadt; mas como a maiona da Dieta
iiau foi da mesma opioiSo, o gabinete de
Barliu manifestou que estava disposto a con-
sentir no augmento da guaruico e a adhe-
rir ao tratado austro baiez com a condi-
co da que a l'russia desse matado da guar-
incn.
A commissSo militar di Dieta no aceitou
os olTnrectmentos da Prussia, e tanto a Aus-
tria como o grao ducado do Haden, s
(izeram uma Itgeira COOCSSSo a saber :
caro de delegado de polica do termo de C.brob. e que no caso de guerra tora a Prussia o di-
. para o misma cargo Jos Soare. de Mello i reito do dar urna parto da guarniciJo do las-
-seao ehefe de polica. tadt
A vallina.Cammnnicou
DilaO Sr. agente da companhia Pernambueana
mande dar pasaagern de convez, para a cidade de
Maul, na vapor aPeriinanga, a Kila Mara da
Silva, havondo lugar vago para passageiro do go-
viruo.
/'.i puliente to secretario do governo.
ODleio do chola da polica. O Lxm. Sr. presi-
dente da provincia manda declarar a V. S. que ac- satisfaga os intiressos e
ba do aotonsar a lliesiiuraria provincial a pagar ai: l'russia, aconsalliada pcl governo 'iratli'cz
despezas fcilas nos mezei de uiaio e junho ultimo nessa OCCasiSo.
com o sustento dos presos pobres da cadeia dn Cabo,
O governo ilo Berln considerando insulli- ribando doni casunheiros.
ricino este offereciment, negou-se a ractili-
caro resolvulo acerca do itastadt.
Julga-se que a prxima viagem do princi-
po da l'russia a Haden, induzr o gabinete
iloCarlsrube a protar-se a um arranjo que
as protencoes da
Gallicia orienta
o Um destes alumnos que Java lices par-
ticulares em casa de um consolheiro da jus-
tica, declarou a este que o director do esla
belecimento o convidara para entrar n'uma
conspiraco da qual Ihe tinha mostralo o
programla.
O conselheiro informou immediatamcn-
le o gnvernadnr de Gallicia, o con Je da Go-
luthowski, assim como o presi lente do tri-
bunal, que nessa mesma noite fez subir o
alumno a um interrogatorio que se prolon-
gou at mui tarde
Na manhiia seguinto orendeu-so o Dr
Paskowski o desoito alumnos, assim como
os compositores da lypographia que impri-
ma para a escola.
Os papis da escola n ircml dos insti-
tuidores foram examinados com cuidado.
Alguns dias depois foiam presos quatro
ecclesiasticos de Lemberg e rouitos outros
no campo ; varios institu lores e dous dos
cheles da conspiraco, um cerlo Rafdlowski,
e um emigrado polaco amnistiado chamado
Zmorski.
t A devassa foi fnita com tanto segredo,
que os juizes de instruccao deviam redigir
elles mesmos, sein auxilio de escrivaes, as
coalissOes dos acensados.
Atchojetem sido postos era liberdade
uns doze individuos, e uns viole foram en-
viados as autoridades militares; os oulros
esperam a sua sentenca.
o Como a polica de Lemberg nao tinha
tidocoohecimento desta conspiraco de al-
ta traigSo, a direccSo de inslruccSo foi con-
bada a um outro director da polica.
Segundo uma carta do cnsul russo de
Brody, o governador de Gallicia tinha sido
informa lo desta conspirado pela Varsovia.
Eis aqui oque transpira sobre o resul-
tado da devassa :
Kstes esludanles da escola preparatoria
tinham formado uma confederaco entre as
populacOes eselavonias com o lim de as se-
parar do estado austraco.
o Esta confcderacSo tinha ramificacoes
profundas entre os ecclesiasticos dos rilos
unido e sriiisinatico. e teria mesmo desco-
berio meios de intelligencia com os escla-
vonios do sul. Foihetos sobre o panslavismo
tinham sido impressos na imorensa do esta-
beleciment. (A Nagao.)
LISBOA.
S de julho de 1858.
O lempo. O abalo de Ierra. A agricultura.O
tremor da lena que se acntio no Porto na tarde do
da 2 do coneiile, igualmente se eonheceu em qua-
i toda as le ra das provincias do Douro, Mii.ii o a
Beira.
Jim havido chuva por diversos sitios, mas em
pouca quaulidade : o vento de leste que loprou por
quasi toda a parle, e que prece leu as trovoadas,
concorreu para prajudiaar o> railhos e oatras semcii-
leirai.
O milhoi das Ierras illas parec que esiao de lodo
perdidos, e dos da rga pouco ha a esperar. Dio
nao por toda a parta, felizmente. He cirio purcm
que os eslragoi das cearai sao grandes.
Moeda falsa.
No sabbado foi preio o Sr. Joaquim Jos Pereira
dos Santos, couego da S de Lisboa, qoe nesse mes-
mo dia lia va sido pronuncia lo no juizo do legundo
districto criminal pela ient.itiva do crime de fabrico
de moeda falsa. A pronuncia foi devida as graves
soapeilai q i, pessvam sobre o Sr. cooego Santos de
ler parte em um balauc que fura eneommendado na
fabrica do Bicallio por um morgado da Baifia, o Sr.
Anaslacio de Almeida Piulo de Lemas, que ha das
deu lambem entrada as cadeias da relacao, bem
como um lujeilo velho cujo nome nao sabemos, sen-
'oeslesdous ulliraoi implicados tambim em oulro
proeeiso instaurado na comarca, aun le casualmente
tura lia pouco encontrada, em uma mina di Qaiuial-
la. ama machina para confiar dinheiru.
Parece que o Sr. conrgo Sanio, era qoem ia de
vez em qaiido a fundii;ao do Biralho, examinar a
fiitura do balanc e faaer as indicasOea que enten-
da convenientes para que elle servisse para o fin a
que era destinado. Os operarios da fondicSa) e u seu
mi (Miheiro o Sr. Charles iarsreaves foram chama-
dos a juizo pra depr, e sendo acareadas com o Sr.
couago Sanios, para so vehfiaar a Idenlidade da pes-
soa, cotiier.iraiii a lirgiversar legando nos dizem a
evcepc.to do Sr. Charles llargreaves, que, rospeilan-
do a .aiitidade do juramento, nao deixoo a menor
duvida de que Ma o Sr. Santos o propno qua la exa-
minar o balanc.
Em virtude desle depoimento e de algoma corres-
pondencia um pouco myitenoia que dava motivo a
suspeitas, o Sr. juiz leve de lavrar a pronuncia, ex-
traviando muito aos operarios u modo riimi nnn-
I ruin um acto l.l > sagrado, e que um eslrangeiro sa-
bia desampanhar l.io religiosamante.
Lamentando este triste acontecimenlo, qua lanr;a
13o grande noloa sobre um pessoa que se achava em
uma po.|,,"ij elevada e gozava de cuns Irrario na so-
ciedade, nao podemoa diivar da forgar ao mismo
lempo com este resultado.
Nao s.io sii oa pequeos o perseguidos, os grandes
larr.bem o sao quando I.a provea para a acensaran, e
ha juizes como o Sr. Qneiroz e delegados co noo Sr.
Basilio Alberto de Souza Pinto, aos quaes o paiz de-
ve grandes serviron pelo sea zelo a actividad* na
perseguirlo dos criminosoi. Oxala que o mesmo se
podesse dizar de todas a. autoridades iudiciaea, por-
que veramos este paiz livre desses poucos horaeos
degenerados que por ah h i e que lauto contribuem
para nos infamar aos ollios dumiinlo.
Nao queremos coiitemplac.ots ; os criminosas per-
tenran a que classe ptrtancerem olTram o castigo
que as leis impe. Se aflictivamente o Sr. couego
Santos he criminoso de lo infame industria como a
da moeda falsa, n.Vi val. para nos mais do qoa o ho-
mem mus miseravel desta lerria sua rlasse po'i-
; io nao o pe a coberlo das liis, que para todos de-
vem ser iguies.
Proceda-se ao jnlgainento, mas quanto antes, sem
essas delongiis que cosluma haver e elle decidir a
conla em que devecaoi ler o Sr. Santos. Sin uoaarl-
sarios exeniplns de ninr.iliilada e nial ira de irn^ si
os n;io dennos.
O Sr. Sanios aKuravou pan a ralarflo do daaparho
qua Un deneg i a li inca, poique nesl.'sr.i.os a le nao
a pe miMe : lia do esperai qua o tribunal de se-
gunda instancia hado lambem laber dar caiupriraen-
j lu.
(ii Commercio do Parlo.)
de julho.
l'rovoada.
Com effeilo, segundo nos diz o nono corresponden,
le de Aginar da Hura, a Irovoada de 211 do mez pas-
sado fez das suaa naquelle consellio.
Das tres para as quatro horas dcscarregou com la-
minha violencia, que em Cruxe um rain inatnii ins-
tantneamente a um pobre l.ivrador, chamado Jos
Antonio.
Uma ouira faisea derruboa mal adianto urnas pou-
cas de calieras de guio langero.
Na quinta de Coja, outro rain maln nina v.ieea,
No povo de Sequeirui cahirain tambem doos dir-
doi.
conforma V. S. reqaiziloa em seu officio de lion-
lem, eob n. 676.
Dilo ao inspector da Ihesouraria provincial.__H.
Exc. o Sr. presi lente da provnola manda aecusar a
receprao do oflicio, que V. S. Ihe dirigi am .'> do
crtenle, aob u. 221, eom ai demonstraron doi'Oia.
Os plenipotenciarios dos estados ma-
guaos do Bliiu reuniram-se etn sessao ex-
traordinaria, e assignaram no dia 7 dn maio
um convenio relativo ao cstabelecimenlo
de uma ponte lixa sobre o l'.hin ora Golo-
A agua rabia a cantaros o demora 1. Dizem que
em Pinna Vurde luoricraiii alio,; idas duas crauneai.
Os prejui/.ns lora io grandes.
as iminediaraes do Tojal, concelho da Saltam,
tambiin caliiram alguns rama, mas apauas ficou ves-
tigio de um, qoe rachou um caslanlieiru, ficaudo a
arder toda a noite, sem embargo da cliuva.
" i iriato.)
Mais desastres.
Dizem-nos da Guarda, que no dia 2K do mez pa-
sado, nina violenta trovo.ola estalara sobre aquella
cidade.
Junio a ermida da Senhora dos Bemedios, prxi-
mo a cidade, um horaem, e o cavallo em que vinha
maulado foram fulminados, e morios por um raio.
Tambara si lentio alai assim o tremor do dia 2 do <
fe; a segunda commandada pelo contra almirante nina denominada deGuano-Chim'icode peixe
l.tvaud. a a terceila pelo contra almirante Jarieude I abra pois no da li do paseado o sau importante es-
la Graviire. labilecimeulo ao sul do Tajo no sitio da Trafana,
S .un 11 as previsdes do ministro da marinha, a dando principio ao fabrico do adubo oa guano arli-
Iransf.irm.ir.io dot uosso navios e a cnostrucclo ficiil, qoe t."t > estimado he pira a fertilisacao das lar-
ca usou prejuizo ; porem daquelle que se acham nos esla,uros sarao itrmi- ras. O presidente da companhia ha o mareihal du-
n uma casa de campo, prximo de Villa Pooca cahio nadas no lim do anuo prximo. i que da Saldanha, actaalminle retirado da poltica a
um raio, qoe produzo os mais lamiulaveii resulla- Por ootro lado, a Franca nao cuida em augmen- dedicado empreas industriis.
'.' i lar o aea exeredo. O eifeclivo do orrameulo he da Omltlindo a mmocioia descripcSo da fasta indos-
elhado. maln nina ranlher e I 400,000 liomens, o effectivo real he de j\S0 mil Irial que all leve logar para aolemniar lio auipi-
aogara^ao, tralarei da Ihe dar idea do esta-
os vuilantea acharara o estabelecuoeoto,
... processos que se empregaram no fabrico,
capando nicamente urna cabra qae eslava a um can- ra. Mu offerecem uestas condiefies umi garanta
lo da loja. Crta da poijiica pacifica do governo. Sem duvida
s nabilantaa daquellai localidades achavim-se iao eonattnlda de maneira a ae podirem d.ienvol-
ver rapidamanle, e o p.nio da nacilo a isto se presta
em ca>o de necessidade com uma immensa energa.
......i. u peiu leiuaao, matea orno raullier e i ouu.uwi liomens, o ellectivo real he de o\Su" mil Irial que al
dous n luis que eslavam perto da janella, desceu a liomens, contando o ullimo contingente. Nestai pro-' cosa maog
Iota, malou oulro fillio qae tinha lulrado com as o- \ porcOes as forcas militare- da Franca nao tem nada do era que <
velhas. morrindo tambem 9 ovalhai e :t cabras, e es- que aecusem uu implique um pro|acto real de guer- e dos proca
com esle deploravil acouteci-
muilo alienados
ment.
{O Conimhriceme.)
Tremor de Terra.
Na sexta-fera ultima, punco antes das 7 horas da
tarde, sentio-se nesla cidade um tremor do Ierra qua
duruu, pelo menos, cinco segundos. Foram mudo
rijos o abalo., sobra lodo o ultimi ; sem que loda-
O pene de loda especie, seja da refogo, ou da
boa qualidade, all se aproveita de um mudo mara-
villoso para o lomar til a agaiculiuia. Sobmelldo
em cylindros de farro a acciio do vapor se Ihe exlra
. o axeile para emprago eventual, snbmeltendo-ie de-
e vanha fatalmente uma guerra pala vonlade e pelo pois a accao do vapor a duas fortes prensas hydrao-
faclo de mitra potencia, o exercito francez sera em
breve prouiuto para nella representar um grande e
glorioso papel. Mas a Franra nao luin i a iniciativa,
nao la/, espontneamente nenlium preparativo mi-
litar. Nenhum armamento eximir linaria pode ier
va nos ron-ie qua causasse o menor desastre, lie ja observado em ponto algom, em nenhum dos
esta o quarlo tremor de trra que aqu se tem -enh-
ilo em um esparo de menos de oitu mizei. En aqu
as datas em que liveram lugar :Na quinta-fe ra, 19
de novembro do nno paseado, pelas 9 horas da ma-
nlii.i ; na sexta-fera, 19 de marro desta anno, da I
pera as 2 horas da (arde ; na leguuda-feira 21 de
junho ulluno. pela uma hora e meia da manilla ; a
finalmente aquella de qua hoja fazemas eipecial
mencao.
(fdem,)
Noticias da Beira
De Midei em data da 2, diiem-oos o se-
guirte :
Vieram dous diai di Irovoada, com copiosa cliuva
qua a lodo deu vida: a falla d'aguas ero immeusa.os
millins iam de lodo a finar-se pelo que ja se faziam
precia. Acnutaceu com ludo a deigrac,a de cahir
uma faitea elctrica, era uma cam, matando a dona
da mesma que andava gravida,e inaia dous peque-
nos que eslavam junios dalla, e om oulro qae esti-
va em uma lo|a por baixo, juutamenle com alguinas
ovelhai que eile guardava ; islo prximo a Villa
Pones, na estrada que d'alli vai para Galilea.
Moje senlio-se um forte tremar de Ierra qui fez
tremer as paredes, bateudo aa lelhas d'enconlro
unas As ou)ras, mai lem damuo nlgum.
(O Camptiio do I oug).
Oulra.
Outro nosso amigo das proximidades d'Oliveira
(i'A/.eineis diz-noi em data de 5 o segrate :
Pode V. noticiar no nosso acreditado lorual, qae
hunlem () pelas :l e nina horas da larde houve no
fundo deita logar le lluslello, freguezia de S. Iloqu
ora furacSo lao violento, que arrebeulando o meu
trigo, e priucipalmente uma me la ou rolneiro de
O'nl.iro o errebalou e levou distancia de mais de
200 bracas, uao apparecendo mu.o delle que he de
soppor fosse lava io para outras f'egueziase de
mais pegando no lelliadu da miulia casa da eir, o
levou em claro quasi todo da parle do sul. Chovau
aqu pouco mais de nadaesta' ama desgrana. Se
Dos nao uos acode limos um anuo de fume neslai
" 13
Phenomeuo almospherico.
Participara-uns d'branles que na noite de S para
9 d> crranle, pelai II horis, fura alli observado um
eos qua lepen lera dn ministerio da guerra ou do da
marinha;
A Inglaterra pretenle com lado assustar-se da
I- ranea, e multiplica pela sua parle os seas arma-
ren da forca de di) toneladas cada uma. No enlamo
uma m.ichiua propria tritura ossoe de animaes e da
peixe ale os redazir a pediros do tamanho de avel-
laes, e estes misturado! em porrn definidas como
peixe e acido sulphurieo, iao manidos un orna caixa
ou receptculo conveniente, onde, por meio de am
eixoamumdo de esptulas alternadas e movidas a
vapor, imprime mistura o movimenlo peristltico
que tem no estomago dos pasiaroi qai. oai ilhas do
Pacifico, formara eises grandes deposito! de guano
metilos. Transporta as soaa per;ai sobre todos os natural, qua ha uma dezana de annos veio dar la-
pontos das suas costas, eslabelece bateras naqualles manilo impulso a agricultura. Ellas caixai s,io ver-
me-otos lugares onde nunca imaginara eolloca-las,
rene eiquadras de primeira ordem nos seus gran-
des porios de gnerra, maula cruzar constantemente
uma oulra nao menos forle no canal. Comerva-se
n'um estado de defensiva activa a militar, que Ihe
occaiiona despezas enorme.. Escula os seus jornaes
i os seus oradores qae bradara que a patria esla tm
pergo.
O governo francez nao trava com ludo inconside-
ravelmenle com ella uma lula de armamento! no-
tis e de defezas ruinosas, maniendo o eu exercito
no p de paz e a la marinha cora o effeclivo nor-
mal ; elle deplora esla idea fixa de um receio de
Invade que se apoderou do povo alliado. Besponde
aos preparalivos de guerra que retii nos porlm de
Plymoulh e de Porlismoulti com os preparalivos de
urna fasta pacifica no porto de Cherbaurg, oo le elle
espera anda receber como em 1850 o luspedei mais
illustres da Inglaterra.
Maniendo lado sobre o p de uma paz forla e dig-
na, o imperador nao quir a guerra, nilo cedera a
isto se nao impelirlo por graves e aerias uecassidadas.
Pala sua parte a Inglaterra nao lem nem raz3o nem
inlerasHa, uem meios sollkienles para vir atacar a
Franja.
Esla comedia do medo representada na Inglater-
ra he bulTonna e n lenla a tal ponto, qae algumai
follias imaginaran! dizer, que ofticiaes nancezes des-
tarrados visitavam as castas da Inglaterra, afiro de
deseolirir os pontos mais avoraveis para um desem-
barque.
A esqaadra do Mediterrneo he o obeetn da mais
escrupulosa vigilancia. No propno Pars, na minis-
terio da marinha se tem multo /. imliido das precan-
coes lomadas pelo goveruo inglez,enviando a Gibral-
lar d ios navios a vapor e a hlice, com tres pregas
para o e.ipii i, o I.' or lenaii I i-lhe que fossi ao Me-
diterrneo, o 2.' que observaste a esqaadra fraoceza
afim de ver so ella passava o eslmlo de Gibrallar,
emiiui o i!.- couleudo a ordem di vollar para o ranal
da Mancha, se a esquadra franeeza do Mediterrneo
abiete do estrello, o qua ella fez sob o commando
brilhsiile meteoro, que no principio apparecaa como i do vica almirante Komain Daefosies, inlo a Chir-
um paqiieno globo gneo, depois aagmeniou cinsi-
deravelmenle, inoven lase do occidente, a deixau-
to aps si um ra-to amarellento ; o meteoro lam; i-
va falseas que logo se exlinguiain, e acaboa Irans-
forniando-se em duas paveas brntiaiites, e assim se
dissipou, leudo durado uns l ih h minutos.
Jornal d> Commertio de Lisba),
COKBESPONDENCIAS DO DIAUIO DE PER-
NAMBUCO.
Pars 7 de julho de 183!?.
Toda esla quinzeua ae paisou muito mais sob a
appreliensao de graves eventualidades do que ion a
impressao de fictos con- uado-.
Dusereis aue as condirnes do eqailihrio earnpeo
se de-loe,un. A alliaurii auglo-fraoceza solreu ui,is
de um ravez, e falla-se com razao ou sem ella em
alli.ine.a franco-rusia e em alhanc auilro-inglezi.
A queitao dos armamentos martimos francezes lia
sido para a Inglaterra o objecto de multas queixas,
e dizem que he com a sua asqnadra que S. M. l.
assialira' a's solemnidades de Cherbourg. l-.na co-
media pueril do medo serve ~*e base a um singular
ajuste que se trola entre a Inglaterra eaAuslri.i
para o malogro de duas grandei comas, a uinao dos
principados dauubianoi e o rasgameule do islhmo de
Suez.
No enlanto a Austria impalle a Turqua para u-
ma estrada em cujo extremo se poda bem encontrar
iiovamenle a guerra do Oriente. O- espinlos obser-
vadores e alientos estao inlerameiile inquietos, v erm
o horizonte inteirainente sombralo e (m razao
para duvular que a conferencia da Pars possa con-
jurar a lempeilade.
As testas occasiunadas pela reiidencia da corle
em F'outanebliau se segnirara e si terminaran). O
imperador parti pata Plombicres donde ira' para
Cherbourg. A irnperalriz deve partir para lliarrilz,
pasaando por S. Cluud. Preparam-se grandes so-
lemnidades martimas em Cherbourg ; comecain a
sabir do campo de Chalona alguns eorpe de tropas,
e aa pnmeiras j,' chigaram ao leo destino.
O ministerio do interior em I- ranea mudou de
mlM.
O general Espinasae deu lagar a M. Delaugle pri-
me ro presidente do tribunal imperial de Pars. (I
governo quiz dor um desmentido a' follias estran-
geirasqun preleuliam represeuta-lo como obriga lo
pelas dilliculdades luteriores a coulinuar o .-> -teme
de rigores que tinham in.iagarado a entrada no pu-
der do general Espinasae. A passagem do general
Espina.se para o ministerio do interior era motiva-
da pelas circumsiancias excepcionaes enique ui-
chou a 1'rauc.a depoii do alteutado del! de Janei-
ro : a sua presi'iiri ja' n3o era necessaria desde o
ra (nenio qae estas circunstancias se modificaram.
De mais o litlo de ministro do iuleiior e da se-
guranza geral creado pela general Espinaste nao lie
continuado ao leu successor ; o ministerio esta' res-
tablecido lias suas antigs condicei ; Mr. Delau-
gle he limplesmeole iniuislro do interior. He isto
pois o tira de um estado de cousas excepcional, que
reclaraai ara necessidades trausiloria*. I'oi sob esta
relarao que a mulanra ministerial pareceu de bora
agouro para a sitaarao iulerior, Iranquilissndo os
espritus, e lazando succe ler era trine i a nina si-
luacao pasugeira om estado norinit g-ralenla
sitisf.itorio ; mas erra quem quizer tirar desta mo-
diilcac.lo nos principios da a Imiiiislririlii interior,
a cousequmeia do uma niudanri ni poltica ex-
terior.
Ja' se fizerain as eleicei para os comelhos ge-
raes. No maior numero dos cullegios triuinpharam
os candidatos aceitas pila a lminislrac.ao, alguns fo-
ram eleitos com enorme malaria. Em algnraae loca-
lidades o esrruliuio nao den resallado ; em oulnis
ns raudidalos di oppoicao olitiver.ini .1 vaiilagem,
mas obiorva-ae que geralniate esle oppoairionii
la- ajo ido hostil no govenio. N'uma palavra, o nu-
inei'o dos eleiluies que loinaraui parle na vola,; io
loi mu Ir.iio.
As sea-oes -e neitiam da alna A i|.i'-l.io di Al-
geria esta'regulada : nmilerrelo uupirial nslilue
um nniiisterio da Algorn e da- colonias cuja direr-
co tus confiada ao principe Napoleao. l-ar-se-hao
inoilifioacis neviiaveis na adininidriieiio do elta-
lielecimeulo qua re-ult :m do novo raiiiislerio. Nao
era islo o que se e-peravo com efleilo, parees que
a reon o e.n nina l paila do duas luerres ja'
existente seja menos proveitosa ao fuluro da colo-
nisaco, do que Dio foi a procura recular de um
principe de singue na sede do governo, cercado de
todos os recursos loeaes.
Espera-ai que o apoio novo prometlido Algeria
boiirg, depoii a Bresl. Os dous vapores inglezes
deixarara com eflailn Gibralt.ir, e vieram reorcar a
esquadra da Mancha, deniuada a preservar a lugla-
larra contra uma invasno franeeza
E para tranquillisar os Inglezes nao si pu lera re-
c.inl irdhe que a forcea lolal dos seus navios em eom-
inisiilo, ou prom. tas a serem pollos quasi imnie lia-
laineute em cuuiinissao se eleva nos seos portos a iS
vapores, com 1,400 pecas, e com uma forja de 12.960
cavallos, 12 naos a hlice, ."> fragatas a hlice, 7 cor-
vetas, i eanhoiieirai e 19 chalupas A esta forrai-
davel reserva prninpla ueste momento a lomar o
mar, em virio te das meli las do alioirantalo, relava
acresceular 123 uavios de todas as clai'e., armados
com 812 pecas, e de um poler lolal de 17..S, caval-
los sobre o eilsleiros para serem reparados, o que
conslitae uma reserva lotal de 171 navios de toda a
especia, armados com 2,212 per;as, e com urna forra
de 31,444 eavallos da vapor.
Ojanio io complexo da eiquadra, quanlo soa
forra total, navios em expedirlo, em esiaclo. em
CommiiiSo de por los. em reserva e nos estaleiros de
reparac/io, o nNavi-lislo, de abril de 18j7, documeu-
to mais recente que seia pennitlido coniultar, diz
que lia se eompem de 3f>3 navioi a vela, com 9,001
pecas, 29it vapores de guerra com 7,000 pecas, mo-
vidos por ss..ii;j eavallos. ou jjO navios, com........
Iti.Ort peras, m.ii Kil chalupas cauhoaeirns.e i na-
vios para o servico dai malas.
Se pois Irabalhos importantes (em lugarpara trans-
formar a esquadra franeeza, construir novoi na.ius,
applicnr-llies outro svsteuia, nao lie carlamenle a In-
glalerra que lem diieito de se espantar e redamar,
nao he ella que lera direito de exprobrar Frauda,
nao querer permanecer n'um estado da inferionla-
de, qne deixasse as suas costas e os portos merco de
umi -ulula aggreis.lo.
Em ire-etn; i da redueco do exercilo francez, fal-
lar em preparativos formidaveii, he ler grande ig-
n irancia dos fados ou autrincheirar-ae n'uma
luqualicavel mi fe.
Acredilar-le-lia pois em Londres, que nao se
aaiba em Paria que no da segrale do alteutado de
I de Janeiro, por occasi3o das elicil.roei do exer-
cito, lord Paliuerslon sa ganara de lerlomado a re-
soluc.lo de lancar es'iuadrna subre todas as cuitase
tod M os porlos francezes '? Tudo isto aecus um uni
liuuior iiiiprudenteinente couecbido, em preienra
do partido mui adoptado em Paria de nao ser sor-
prend lo por nenliuma eventualidade.
Em materia de iiiierpret.irnes. as folhas allemaas
sao mais extraordinarias aiuda do que as inglezas.
Segundo ellas, u principe Alberto velo au camnen-
le psrr sondar as dispusiroes da Pruasia a respeito
da I-r i'iei, e laber sea luglalarra em caso de guer-
ra coutra asta paiz padena contar com alia; e mui
naturalmente n governo prussiauo teria respondido
ailirin ilivamenle. Ainda mais : cllai pa adiaute o
espautallio de uma allianra franco-russ.i, apresen -
taudo-a aos ni luis do mundo germnico, arda! i da
caber i aos p*, I rinnl i val e terrivcl. Ora, recor-
rein i grandes phraaes : lie a Kussia qae riassurae
o. sea. projectos ambicilos sobre o O i en te. ou a
Franca que o genio das conquistas vai faiar sabir
dos leus limites liatones : ora sao pequeas iusi-
nuares que illas espalham sob a forma de noticias;
e o imperador Alexaudreill coja viajera prxima
a Pars ellas annuuciam, e obre eita noticia se en-
tregan a eoiiimcnlarios intiudos. Todas eslas pre-
tendidas noticias se refutara por iledaraces tao
categricos como esta : he falso que o impeador
Alaiandra deva ir a Pars, elledeixa a sua capital,
mas lie para ir a Arknigel, qae nao esoi sobre o
caminhodi Franca. As mentiras sao a grande ar-
ma : no eslraugeiro, a A lemanita fa/.eude crer em
nmi ro.ilicao liauco-rnssa, (ni lie o santo que reee-
l'cni todo- o- dial de \ leniia, os i'efeu-oree da po-
litie.l aailraca, rujo! anihararo- augmentara luces-
- Iilleilianle. lodo- c-le* lia.los, por Mili- it,-ili I ,-
que sejam, n.io deivim le lai caria influencia tabre
o i'.lado de colisa-.
I ni I icio iiiiiito mu- real he a alliln le serapra
provocadora da Auilrla para com a Europa, e lobre
ludo para com a Ruasa. .Nao ta de- I- a pi/ uma so
i|uesi,io, um incidenle, em que a poltica austraca
uo tanna lomado uma posible adiantada, dicaeta-
iii,".le contraria nos inleresies da Kussia, e em de*-
accnido com os voloi geraes das potencias eonlinan-
laes. O coinporlameiitii da Austria foi gratuilamenle
hostil no negocio de Belgr.d e da I lia das Serpele.,
lem arvoralo sobre a sua bandeira a doulnoa dos
seus interisses exclusivos, na queslu dos principados
e na do acto de navegacao do Danubio ; am la fez
mais: lera inspira lo depois de dous anuos tolos os
aclos da Porta Olloniana, animou-a em todas as sua
mo se Intualo' a' ustallagio em Pars de um nu- resisteuciss para rom a Luropa, que acabava desoc-
meraso estado maior administrativo, eslndando na corre-la e de tomar a sua inlegruladi e a ina inde-
aaeralaria ai naceaaidadM da frica franeeza. A 'pendencia sob a sua garanta collecliva. Deide que a
rolonisac.lo militar fez a sua larda gloriosa ; he |
lempo paro que a coloni-ar.la civil mella in.los a i
obra, mas esto nova obra exige urna energa atura- i
da e nina applicscao seguida, qu tli lades raas
vezes coiii|iativeis com uma cenlialiiarao lon^iii- ,
qua.
Kossia abandonou a sua poltica tradicional para en-
trar em una vida mais generosa para com as nutras
iii;o's, mal segura para com os inleres-'rs do seu
proprio futuro, o gabinete da Vtcnna pretende lier-
dar no Orient a inlluencia de qua i Rost i ; des-
pojara, tem piocii'.ido exercer e*i i inlliicncia u'um
Mguns Irabalhos militares se cxarat.ini nesla rao- sentido liaiiirlialmenle opposlo. Lstimuloa, animoa,
menta sobra alguns pnntoi do litloral em Franca lo- acouselhou ("dos os actos di Porla t paral1
tire ludo no ponto de Cherbaurg, que un caminho aulnridade cullccliva da Europa, qae- j.a
de ferro aprovnna agora das oulra- cdadas da gaer- ; barreira a islo. Nesla estrada el1 "",,a "f'l'or
r.i. Ksla'-se organisando uma esquadn a vapor, e I lo. as Iradijoes odiosas -' ,e
cuquea esquadra do Mediterrneo acaba de dei- clllTe.
xar as libas de Hieres para vintar a Algeria, a Coila |
da Barbarla e depois dirigir-ie a llreii onjr
gura' nos lins dejollio, i-lu) de ae adiar li" -"'
mmenlo que o imperador alli ch- porlo no
Naaaa opaca a *--., clmprehendar,' 12 navioa
o ...., rragataa, corvetas, mais om caito nu-
mero d avisos a vapor, Sera' dividida em ircs dt-
lord Stralllord de Ked-
G. .U.
LISBOA 13 dejnlan.
NOTICIAS INUSTRIAES E AGRCOLAS.
Lindos acontecimenloi industriaei que mais di-
daderamenla om estomago artificial a em 25 minu-
tos sahe dilli o guano promplo para io entregar ao
consumo um vestigio algum dos elementos primi-
tivos. Cada caia prepara tonelada e meia da guano
em cada meia hora.
Como se consume nesla fibricir-,30 grande quinti-
lla le de acido sulphurieo, eilabeleceu-ia all a soa
manufactura em ponto grande. Seis .randts furiu-
Ihai recebem o enxofre e a aoda neensaria para qua,
expoila a ,ic.;io do calor, ia redaza a gaz lulphoroio,
e onduzido eile uma enorme cmara da chumbo,
ah he recebido por grande quanlida:e de bicoa de
vapor, que, absorvendo o gaz qae vem das foroalhas,
o liquido ojeoncentra e entrega ja promplo em acido
olphurico para os usos da turica. Diitem qoe esta
cmara de chombo he a maior de que iia noticia bo-
je na Europa, dedicada a este tira, de loda tolda-
da a hydrogeuiu, formando assim uma peca inlein-
Sa ; lem I2i pi inglezes de comprido, 18 de alio
18 de largo, esta asenle sobre pilares de alveoaria a
uma altura de uui 10 pes aeimi do chao.
Recebe u vapor da uma caldiira qua Ihe asta pr-
xima e cujo calor se aprovaila igualmente para a fa-
bricarao do carvo animal feilo dos ossos qua le nao
empregam oa manufactura do guano.
A perfeiro de todas ai paras, a diiposic.lo, bom
aproveilameuto e economa, era tudo sa tomara aa-
lienles nesla grande eslabelacimento, e tudo se deve
i iuletligancia e pericia de eiu hbil diraclor o Dr.
Perkiui.
A fabrica ja abri venda dos seus productos.
A .mocaran industrial portense projecta realiiar
orna exposicao industrial no anno prximo fuluro.
Esta asiociacao que parece retomar o sau enligo ze-
lo e explendor, ja lem promploi os (ribalhos'para a
orgonisacao da caixa di crdito e soccorro mutuo, e
val llamear uras commisiao pera colligifos elemen-
to, precisos para confeccionar a eslatislica fabril e
arliatica do Porto.
O Instlalo Agrcola e Escola Regional da Lisboa
e-l.t n'uin estado florescenli. Ai juntai geraei da
di.trelo a quim foi incumbida eicolha de alumnos
para o eslabelecimento, audaram com acert na alai-
rao dos mancebos deilinaJoi tquelli curso. EQccli-
vamenle us alumnos preslacionadoi pelai juntas ge-
raes dislinguem-se pela sua applicacao, aproveita-
meutu e rondad i exernplar.
O Irabalho das ceifas tem-si turnado difiicil na
maior parle dos diilhclos por cauta da alta dos sa-
larios, lev ido falla de ecuadores.
0 governu dilermiiiou ao governador da praca
d'Elvas que permittiae aos soldados da guarnicao
que se uceupassem, nos di.it di taiga, as ceifai da
Incalida le. Esla falta de tirar is lem comludo sido
lupprida pela introJuec3n da machina de ceifar, qae
sao a. de Mac-C nnik. Mais da 130 deslas machima
se lem construido em Lisboa para aecudir s recla-
maees das provincias. O servido da cada uma, cor-
responde ao Irabalho da 60 liomens. O nu cusi ha
de 200.;.
Concorreram este anno poneos gados a nnva feira
de Sao Seliasiiao em Avairu, devido lalvaz a impro-
priedade da eslarao. .Nao obstante fizeram-ie algu-
raaa traiisaceoes de gado, havendo eoncnrrencip re-
gular de produclps agrcolas ; nao falln na faira o
claisico panno de Hubo qoa esla anno lobio alto
prero.
Proioeltem vr a ler grande desinvolvimenlo no
dislriclo de Leiria os ensaios da crearan do bicho da
seta, que foram comecados por conla da sociedade
agrcola. Ha boje alti ja varias pessoit qne se de-
dicara com vanlagem aquella indnitria.
O deposito de vlnhos em Villa Nova de Gaya
l'.irio vai diminuindo nnsivelmente.
A necesiidade de apura/ dinheiru, oa a dedesera-
liar.ie.ir do genero qae a exportaran nao quer rece-
bar, ohrigam a destinar para o consumo interno f-e-
quenles partidas daqualle deposito, que se vai lira-
pando do genera de reconhecida iuferioridade, em
quaulo que a genuinidada ganha coneeilo a pode
conservar-se ua altura do prero qua he de esperar,
nao afroie, o que ira de ceriu rifleclir na grande
somin.i da capitaes empregados.
Espira-se abundancia de azeite por quasi toda a
part.
O 1 iv radares da! provincial do norte que ja espa-
ravn! ler as -au viuhas iaenlas esle anuo do lligel-
lo do omliuiiiii, romee.un a vt'-las devaitadas por
e-ie mal. Os que lem man probaiidade da boa co-
lli.'iia, sao os que euxofraram os seos vinhedos.
Muiloi lava dores nao lem enxofrado suas viuliii
com o receio do mao cheiro a gusto resultante da :tc-
r.io do enxofre. O chefe da reparlicao d,; agricultu-
ra de Franca dirigi ao govirno poctaguiz por va
do nosso ministro em Pars, om oflicio em qus se da
coiiehciraento de um prucessu simplicissimo para ex-
Irahir ao viulio o saib e cheiro proveniente do eu-
xofrainenlo.
A molestia vai-se deieovolvendo com forra as
vizinhancas de Lisboa, menos nai cepai enxofradas,
qae esiao excellinl.
Vai (omanlo incremento a sylvientnra. Ha ja
graudes encommenda de pinisco, i'emente de pi-
nheiro bravo opinu mirilimau ou apnus Himillo-
iiini das matas naciooaes. Anda ha poocoi annos o -
man lava o governo dar gratuitamente, e ninguem o
quera. Hoja vende-re poslo aqu em Lisboa, a 200
res o alqueire, e nao podera salistazer-se Indas ai
encommiudai. He que o uos-oi proprietarios vio
eoitlieeen lo a- v.u.tjgeni da 'viticultura. Sem du-
vida, qaem icmear de piniseo 20 heclires de terre-
no ; 10,000 bracas qaadradas, pouco maii oo menoi)
UO lim de 20 anuos tem, uns t inte mil cruzados.
> a Blgica as ma iciras tem sabido a gr; n les pre-
'.'!. Altribui-se alta caresta imprudencia com
que se lem derrotado o boiques. He om espelho em
que o nossos proprietarios devam piir os olhos.
O cereaes culmiferui apanludoi peloi fros da
enlrada de maio, zurzidoa pelas ventana! seccas r
aperlados por calores extemporneos, nao jiodeni
oarresponder .i- llsangerai esperancas qui; dav am.
I>iivi,ia-ia mullo que ns imllios compeuseu a falla,
a ,|ne uu ti milito pmvjvel, alenla a violeuria
dea s,,es que tem sulInJo. t. nao smenla tm Parta
gol : ui lle'p.iuhi, Italia, no mei-dia da Frauca e
na frica, os trigos lem sido mullo damnificado.
'dos ventos e calaros. Ha com ludo graudei reier-
vas do anuo anterior, e por este motivo nao tem
grande luudamento ui receioi de altas careilias.
O governo apresintoo na sessao da 25 de junlta
ultimo na cmara dos depulados, nina proposta de
le, ua qual pede aulorisarao para decretar a livre
introduce io de cereaei pelos porlos liceos e molda-
dos do reino, quando ai circutn-taucias o exigirem.
Este pr 'ce.lmenlo do governo he acertado, porem
iiielhor seria que tratasse de uma lei permanente, e
que se desse ao commercio dos ceriaes a liberdade
di qoe tanto precisa. A este rupeito faz o .Archivo
Ruralc, excellenle folha quinzeual da eipecialidade,
a seguiile reflexao : nSabemos que muilos doi nos-
so-lavradores iaj avmoi a liberdade da imporla-
rao, e veem nisla medida a depreciarlo doa seas
producios. Mas, a verdade est m;, acli a nao as
c.nvieeiiei. i
Mail a liante con''iirJa Be5| iermos :
'/,-os proprielarioi e lavradorea exami-
_. os faclos sem preoecupacao, han da persoa-
iir-ie qua o syitima proleccouisld lie uma fbula,
em que os embalaram no beiro. A verdadeira pro-
lacclo que deva dar-se a nossa agricultura, he ins-
Irui-la, lie facillar-lhe o transporta dos leui pro-
ducios por meio de vas de communicacao, he auxi-
liada com os capilaes baraloi. Porem, lia uolavel
que os nossos latra lores eitejam sempre dispoilus a
assignar a promover aisignaturas pira qoanlas repre-
-eniac'ies os "negociantes de poltica Ihes metlem a
cara, e que lao deleitados sa mostrara em reonr-se
isiciar-se para tratar, discutir a representar a fa-
Se ns un
nare"
recta relario lem com a nossa agricultura, he a funda vor dos seus verdadeiros inleresses.
rao do uia fabrica da guano ailifici.l, qua dentro I A boa douliiua, he asta ; mas infeltimeola aiuda
II
l\ #1


DIARIO DE l'KKNAMLUICO SEXTA FKIRA 50 UK JULIIO DK 1H5H.
/
por lulo o iinstii mondo nanela ojo ta a illuilnrao
indlipentavel poi ricebe-la.
O digno lole do faalilaio Aurcula o Sr. Lapa
tita tmondo algoi tauiot eiperimcnlait do eitrac-
rao dOONBOtf do OOfgllO, 0 medida que cl i (lilild
ral paitando pelo .iiderenles griot de vegetefaO,
\.to te pode anl.ver amia al que ponto nos convi-
ra' a cultura deila e oulra plantas itmahlflftcat,
rom ii titn de ai apro'veitar pifa .1 eitraaeje do as-
ucar : mis era retacan ao sorullo, o que Dio poje
comradi/.er-se lie a eua vanlai;em sobre toda as
pl.111l.11 furiaaiiioia..
CuuclumJo pelo que diz respeilo a' parle nanela,
lir-lhei que ha diat l'ui renovada no parlamento
iniciativa da ama pro,insta apreteotada aa anterior
-e-*ao legislativa para ser o auveruo aulonsalo a es-
labelecer na provmci.i do Aleiulejo eandalarfai ein
ponto grande, morraente nas localidades onde aiuda
se Conservara 09 lypos uenuiuos da nicllior raja ca-
vallar.
Sob o litlo de cirlo 110 eilad.i Archivo Karst una artigo* Dolaveii
pelo estylu, pela .ru,lieio e pel.i 'nula de conhrci-
metilos especian qoe revelara. San 10 Sr. S. II. Li-
ma, aotigo lente da escolt veterinaria, hoja amina
ao Instituto Agrcola de l.ebua.
tico por aqu, para II19 tallar de oulrus assumplus.
L.
IMTEH1QB.
RIO DE JANEIRO.
CIMARV DOSSRS DEPITADOS.
SESSAC t 7 1)0 CORRENTB.
Presidencia do Sr. visconde de laependy.
A'l II hora*, fela a chamada e achaudo-se leu-
nirio numero legal, abre-ae a lanao.
Lila a acta di anleoodetile. he approvada.
O Sr. primeiro serretino, d emita do seguinte
EXPEDIENTE.
Utn requerimonto dos erapregados ilo tri-
bunal do comoiercio da lia! ib pedalo aug-
mento de ordenados.
Oa Srs. Sampsio Visnn* e Silveira Lobo
reclamara contra a nex-clidiio com ijue fo-
ram publicados os saus apartes no jornal ua
casa.
KDEM 00 DA.
Primeira parte.
Entrando em primeira discosaSo o projec
to que declara term dtreito ao moi.ie-pio
da marinha as irinaas solteiras dosolliciar-s
da armada, Tallecidos sem deixar viuva, i-
Ihas donzelias, etc., anda que sejam vivos
seus pas, be o mesmo approvala saoi debate
para passar a segunda discussSo.
lleap>rovdo em primeira discussao o sro-
jecto que declara compreIi<:ndids na dispo-
sicao do art. 1-2 da le n 586 de 6 le setenv-
bro de 1850 as loteras conce das pela as-
semblea provincial de Pernambuco aos reli-
giosos carmelitas do convento tu Uectfe.
O Sr. Aragao e Mello pe le dispensa do in-
tersticio para entrar iminediatamcuto em
discussSo.
A cmara consente.
Entrando em segunda discuss5o, heap-
provado e remettido a commissao de fazen-
da com a seguinte emenda :
u Art. 1. As loteras conce Jidas pelas leis
proviuciaes da assemDlea legislativa de Per-
nambuco 11. 370 de 15 de maio de 1855 e n.
402 de 6 de> abril de 1857 aos religiosos car-
melitas do convento do Recite estao compre-
hendidas na disposicSn do art. 12 da le n
586 de 6desetembro de 1850.Paula San-
tos.
lio approvado em primeira discussio o pro-
jecto que concede aos socrclarios das facul-
la les d dtreito que sao lentes os tnesmos
venetmentos que teem os (emais secreta-
rios.
O S-. Costa Pinto pe-.le dispensa do inters-
ticio para entrar em segn la discusso.
a cmara consente.
Entretanto em segunda discussSo, be ap-
provado para ptasar a terceira.
lia approvado em urna s discussiio, a pe-
dido do Sr. Pereira Franco, e remetttdo
commiss'jo de redacto o projecto quea;-
provaa pensSo concedida a ti. Thoimzia Do-
lores de Alende P.apuso, viuva do cnefe d'es-
quadra Jos Joaqun Itaposo.
Entra em lerceira discussSo o projecto
que concede duas loteras em beneficio das
obras da matriz da villa de Baturite, na pro-
vincia do Ceara
Leem-se, apoum-se e entram conjuncta-
mente em discussaa trinta e cinco emendas
fazeudo a me-sma eoncessSo a diversas matri-
zes e casas de caridade.
Vera a mesa o seguinte requerir/jen to, que,
sendo apoiado, entra em discusso e ne ap-
provado sem debate :
Requoiro que todas as emenJas sejam re-
meltidas a comrnissao de fazenda, para que
om projecto gera l ltenla as matrizesque
anda nao tiverem obtido concessOes e que
asnecessitem.S. R.F. Octaviaoo
Procedeudo-se a votaQo do proiecto, he
o mesmo rejeitado.
Segunda parte.
Procedendo-se votago do requer men-
t de encerramento da discusso do projec-
to de resposta falla do throoo, be o mes-
mo approvado.
O projecto lie tambem aoprovado.
O Sr. g. Octaviauo requer que a votacao
das emendas feitas ao proiecto seja nomi-
nal.
A cmara consente.
Proceiendo-se a voti?3o nominal, vota-
ram tanto pela primeira emenda como pela
segunda :
A lavor.-Os Srs. Serra Carnniro, Franco
de Almeida, Belfort, Paulo de Miranda, Ro-
drigues Lopes, Viriato, Gimes de Souza,
Salles, Silva de Miranda, Paransgua, Macha
do, GotiQtlvos da Silva, Pamplona, ezorra
Cavalcanli, Garca Je Almeida, Toecano llar-
ruto, Aragflo e Mello, Carneiro da Cunha,
Caes Uarreto, Cunna Figueirelo, Barros de
I.acerda, Vilella Vavares, Pinto do Campos,
BrandSo, Silvino Cavilcanti, Cavalcanli ,'.e
Albuquerque,- Luiz Filippe, Siqu "i-a Caval-
canli, Araujo Jorge, Calneiros, Pedro Muniz,
Ulra Rocha Madureira.Pereira Franco, Antu-
nes !e Cumpos, Fernanies da Cunha, Dantas,
I.aulu.iho, Fras e Vesconcollos, Alesande
deSiqueira, Pedreira, Octaviano, Ma tinho
Campos, Alcntara Machado, Cbagas de An-
ContinuaQ.'io da primeira discussSo do pro-1 rtado ; e firm 1 lo neates prm -ipio*, dave p h n
jecto quo declara que S filhis dos olficiaes 'illa ,e "'' qaalqoer g Jo esercilo e da armada teem difeito a >
ini-io sollo mi nonte-pio leixa lo por seua
pas, enihora so tenha casado antes da
morte delles com o purecer da commissSo !>
marinha e guerra.
tem da segunda liscnssSo >io projecto
que augmenta o numero dosjuizesdi rela-
rflo ecclfsiassica do imperio, com o pan-cor
da commiss."io.
Lovanta-se a sess5o s 2 horas.
qiiizer viver !; i.....in. :ii |i ini-.t raitiiil'.iir.i.i pohlioa I h 11:11 preciotu eatll
mi i i>- i mtriii relotic i*. (tpoiadot.
I iv ii ;Mudo hein ; esta' lattCOIando o ino-
ii > lo que aqu se falloa,
t> Sr. Diogo Voltio;Em eanelatio o in i-, en j ni -a logma poltico ; a eoiitttluicdo ii
l'.iia lo, a Gooiagrarao do dugma, t i iua etecned
real e imc*ra, o mel pr.ilieo Ja intni(otta{Io lo
dogma.
Senhorae, .eapottoa tales principios, eiigia a or-
dein dtt minhas iln que cu Htetsa ama nnalyto
do mnlo porque elles tem sido curaprelieinlidiis pe-
los diver'oi parlilos que lera liaura lo entre iu>< ;
para itlo, potni, seria nooetserio enlioma-los do |i'i
do patsad i em que jaxem, pan Iner-lhei urna ri-
O Sr. Iiiuj i Velho :Sr. prest lente, quando ain- \ gotosa autoptia ; seria necesario vullai a es-a qui-
lla rriuain nsle reeinta os snu* harinaiiiosas hbil- dra de antagooisiu e prc-si i que feli/anenl^ ps-
menle vibradas na harpa da el iqueucia pem dis- ou, c quamlo mallos dos principan protogjnislrs
Discurso proferido pelo Sr. Diorjo Vellio
na iessao de "> de julho le 1S38.
"7*
tinctus oradoees que rae p'eceJeram, 01 aeetnlot
tjlteordet de miaha dbil VOt nada mus ligniAeim
do que o lirado da nina eonscieucia qoe tindl nao
aprtn leu a desobedscer aos dictames do dever. A-
poiados.)
S o dever, genitores, ros Ir iz tribuna. Ditoa-
le->e o resposla a [alia do Ihrono ; o anula inesiin
qoe a occasi.lo nao fosse a mai opporliina para en-
Irar na apreciarlo da polilica geial .lo governo, eu
inltndoodo que o gabinete aoloal ago lem sabido
cutnpreliFiider o pensatn-ni i da Berda, qu nido ella
i ni', s vetes tem aconselliadn a poltica di ooneilia-
Qao ; entenden lo que o gabinete actual ngo lera
ubldo realiiar tita poltica de aeeordo cjtn as ei-
gontiit do otpiril publico na aeloalidalo, api ve
lar-me-hla do ensejo para leclarar, como oom (oda
a fraiiquQ/.i declara, que nogo ao gabinete eelotl .
ininli i daineeatsarl idhotSo, o mea iontll tpoio.
U Sr.Sergio de Mili:Intil, nio. (Apoiailm,
O Sr. Diago Velho:Din lo esta patso, tonltorot,
lulo ceJa a ntnhnmt velItidaJt irrelleclida de opp i-
st^o, a ntliuiii iiulimenlo d* despeilo uu provon-
(Ao Obedeco nnieamanti as mlnh u c mi icd, Ign
profondal, lo anergfeat, que me levaram I esquecer
a nica coiisijera^.lo que 1:1 ve/, podesse me de.nove-
le .:.i-|.i.
Farecla-me Itmeraria tlToattia qaa en. obsiaro
compart ngo acotado* di oppoticgo) na granto
st'cna da nos.a polilica, ousasse antepor me a mu
Vlblneto a cnia fre -te se aobi colloead i o Sr. mar-
quez de Olin.lu, esse venerando anciAi a quem In-
da us Brasil 'iros snicos do tyslem que nai res>
dmitm un voto de Kfalidao e re*pe ta, qu? pelo
s u honroto pastado josUmente Agora no Pantheiu
do tieneni'rilos da patria. (Apoialut.)
Mas sabre qoaoaquer eonsliieracSes, tonhore, ru
pude filUnieule eollocir oteutimento imperioso do
que devo ao moa pan, do que. devo iquelloi qi .
pTt aqui mandaratn-ne, o Intpirandome .ti m-
blune iiiisia i de que *slou revet'i lo no earaelor te
represenlant. di u ijio, %..io-uif na posira i e*|t nh i-
sa, mas honrosa em que me acho. [Apoladoi, mullo
Ij-'ii da oppOflfJo.)
Sr. presi'lente, lujos mis com|irehendem(is qu v
pai ii.lo se arha em u.n estsdo iiorui.tl ; lie li i-
vessa urna crise que, eomqntnto ottootivamoatl iu-
rei; i calma, Indavia he ramio melindrosa, he mutlu
gravo e de icnas eonttquenclai no foturo,
Ai cremas, as ideas polilieat, dtpola de jaierem
couloadidat o baralhaltt, buscara Iranihrrmar-it
vaiaiido-ie em uov'.s mobles. C quando, Sentior',
aqjcltes que dirigan os atgoclot pblicos, aqueles
que (ein ni diapoliejo uilinitai nietos dt ie{flOi
Dgo -n dentara qae essa transfaruiacio pe opere |ioi
si, cuino que se desencainiutie ila taa leu leticia na*
toral (apoiado*), Corre a oda um de nt, corro i
lados os les'timos orgaos da opima i a obrigaegg in-
decliuivel de, cora os recursos a seu alcance, esc a-
rece-la e encaminln-la a lim de que ella te nio
transvie a aberrares. fApoladui.)
A'siin, seuh .res, einliora cssis uposilivista, nd-
diftns l'io smenle a cleba dos inWrcs*e inaUriaM,
erabora esses pro{iugnadores de um ciiu lustrialisniou
ealeolade, no intuito de alistar a opimgo pnbUei
das queiloes polticas, entenda que ellas devem t 10-
recer sempre o mais jallo luterosse ; euteiulo qoe a
diicussilo sobr ellas, serapre intil, he boje necee-
sarta, cura lano que teja circumc.ipta no lerreno
da verdade, da digui :ade e do respeilo que deve nos
s uossas muluas conviccoes. (Apoladoi.)
lie, porlaiil-j,; teuhorot, mine polltici que v.ui
fallar.
A brindo as estrellas veltis do nifii pentsmenlo
ticte mar pavo ido de yrles, en v u navegar poi
mlnhl cinta. As opinioOfl que eroitlir subre os ac-
ias e sobre os liomiOI cunera sob uiiuia nuica tcs-
pontabildade.
liu e os laeus dignoa eollegai da tnlooria, enesn-
Iraildo-not sem ajuste previo, sem couiuiu, no lor-
rena la nip tsicao [apoiedot), Itraoi lmente 1ous
puntos em que sanios unanim : etti t|ue lumot lo-
dos por um o mu por todos. Tolos n* queremos a
eoociliacgo, mal a eooeiliifgj lincera e leilmeute
eteculada (ipoudotj ; nenbam do ni presta iui
dliesga aj aclu.il gabioele, porque elie n.io le a sa-
bido eamprehaiidor a mi mingo. [Apoladoi.)
Lina va/. :lloc opas, luc lsb.ir est.
U Sr. Diego Velho : Smhorc, inlervindo pela
primeira vez em oiua iteotti. poltica uosta c-
mara, compreneodeis que loolio necesiidado do en-
trar na eipoilfio de aigaut principios, de alguntai
doolrlnas, as .paos I nu.in em absltaclo u ineu cre-
do poltico.
Era lotos os lempos, senhorts, des lo a mais re-
mota tnligoidade, em lodos os paires, sem dislinc-
rao de sen resiineu poltico, a oi.iuia.i publica, bein
longo da deseuvolver-s tm urna s lenleucia, mar-
cha, sob urna multiplicidade de turmas, pala (ni os
mais oppostos.
lito he inherente nalurca da locildtda, a qnal.
como sabis, nao he um ser simples, cojas pules se
aju-tam e eombinam entre si, mas ura ser pomplelo,
cujos eteuieiitos se chocara, cuti^tiaicra, e triscara
mutuamente eteloir-lt. A dnseiueliianc;i natural do
aplidoes, de facilidades, de forjas, e as circu.islan-
eial que as einD .rajara ou favorecein no seu ut.en-
vuliiineuto. por ura lado, e pelo oulro a dixeme-
|haa$a artilici.il pruliuida pelas Un o iosiiloijda
tooiaol, actuara para ese resultado.
Eiilieianlo ol>iervr;ao moslra que por entre es-
sa inultipciJade de (endeudas o espirito publico
marclia coustanleineiite para dous pontos oppotlot.
Urna claise da loeledade, a.lslncta a uma vi la ro-
tineira, Ideoliflca-te eom as leit, habito, e co.lames
receln los, e deJiea-se cons.rvacao du que etisle
actualmente. Para ella *ena conveniente qu na or-
detn s R'ial, como em a nalur. /a, o inovimeulo tivet-
se sempre uma marcha uutfornK-, regular, e nunca
inlrrroiupida. T-meosa das tniiuvac, Diuca no
apoio que presla a aulori late urna garanta Cuiitra
ellas, hsla claise offerece na esphera polilica uma
torca de iuercia mdiipeiisavel para ano a nntie a.le
nao marcho de lorbilbao em larbilhao. o eleineulu
contarvadoi nellt encarna-ae.
Oulra classe, poreni, ezisle, cuja vida ron-isle ni
rnoviininlo, na vanedade, na Irantlormarjao ; para
ella ai llieonas s.ij urna laseinagao, as reformas uma
ince-siilailt, o laluro a verduleira arena de loa ac-
livi li le. [doliln da liberdide, ?<* cia-s fornece o
elemento pra^ressista indupeoiatel para que a te-
cle i.i.i* marche ,i perficllbilidi le.
[Ha mu aparte I
Par ora uto fai;o applicic.lo : falla era ltese.
Vozei Continuo, est fallando muilo bem.
O Sr. Dioso Velho : Ttmot, portento, de om
la lo o elemento c.mserv-.ljr, isto he, a etllbili lade
a eslenlidade mesmo, dos qoa adormecem nai Ira-
das scenas de delirio que eutao se dernra as rene-
-i'-t seria pouco iieuerus fazer recriminarriai
imitis.
Qaando, eonelaido o norimento revolucionario
Ja franja em 1830, Livaiaoic, felieitando o re
Lu/. Phillppe p -lo Iriumpho di iai ideas libaraei,
lembiou qoe os ptii dellei ambos linhain sido re;
cnlis, e-le sabio rei rispondtnIhe : alia coasas que
levem ser uuard id is na mttooria para nunca se-
ren imitadas.o Ivt i [ihrase lera nitiila appltcaco
10 IIOUO patl i ll : ". la' que nttim teja, e que delle
coihanios prefiem
Hit, lenhores, ne InduUo ao patudo ngo re-
monta lo looge qoe nao dovamai auilysnr o telo!
do primtiro isibinete qu-> ti isl^* iu com i prog nnm i
p din -o ,i te metlica ; e liion lo-to o aeloil c ui-
itii la.lar d-si i politice, eu leuho ueeonidada ae
apreeia-la des le enlao.
V* rite- sabeit, eenhorai, qut um liomem p-
tenle pe i u c r.i-ler e pl i sua Inletligeneii ro-
deado i lluinent igutlmente superiores pelos seas
i iios, eonstluio o gabinete .le r. de lelembro de
I '.Vi, que oflereceu pii ama polilica uoa e de
coneessOet a todoa os partidos. A palavra uecletK-
niia mesmo sabia 'a bocea le. mu .los mais illuslres
memb os dtttt tabinele, o Sr. conselheiro abuco.
Mas era o necllliimon, segando o principios pjr
."ira etpotl <, a base d -sa nova polilieat Senio-
ras, ei tiva aempre mulla f, muilo uar ao eclt-
li-.no, p ir i litio illu tirina acerca dess ipplica-
cao ; e illenlaodu pm atilua(ao poltica do paiz
o--i.i poca, ire.nt lelas conseqatoclat que infeliz-
mente tt firam e vao laudo...
Sennoret, as opiuides, os laatimoDloi di um poto
nio -a i coa! tujeius o icaiu ou ao capricho le
til ; resultara das leis iminolaveis Ja n.il.i-
reza humana, di accordo eom o citado e eolturi
mrale liilelierlual desse pon, e c. liluiees si-ms'. Aisun as ideas, desde a ua iiiaui-
retlicg :n livi lu i al a ia t realiiafde goveraimtn-
tal, e-l,1a sujeilas a Certas leis qat a uiiujuem he
la in pusterazar impoBomente.
I) direito de emiltir suas opinin he o direito Jo
Inditidao ; mu sen 11 i razSo humana, quamlo obra
is.lla tameulesiis-cpiivel de prodazir coma DetiDl
f totlt.lads o erro na a verd .le, eslas opiuifiet leti m
er lubmettidas a om acrileriumt que ai avalie.
N i sneieda '.e. ou le risi 'e a razafl cuininum, on-
dt ponilo exista a reara ii certeza, i.-.i u lira-
bera o direito de venlica-las.
Porlanto, appireceoJo qualquer Moa nova em
r.'la.. ia a' poltica, i oeiniili publica he chamada
para sobre ella ajuizar ; e achando-a nao i Ve i-
e ra. mis tambera necessana ao bein cummum, le-
te azer cora que esta ili passe da in-ssa da po-
policgo para os seos rapreieiitanles, e desle para o
nave: no, que devan lo ser a eipre-sa.i da tociadlde,
tem obrigaciga .le alten 1er s suas necettdadet.
Islo he o que esta' de teeordo oom o uoi'o rgi-
men eontlilueionil; mas pelo faliiarneuto em que
elle vai o eonlrario se onserva.
As ideas, em vez de aseen lerem do povo para o
governo, descera do governo pira a aaego ; com a
concillara de IS53 a S'm aconleceo.
Neui ae diga, lanhoret, que o paiz eslava prepa-
ra lo pira recebir eita |iol tica ; nem se diga qoe
elia nao era uma novidade.
Em 1853 o partido conservador ja loflria desta
aluna que eatre nj ataca a lodos os partidas que
por multo lempo permaneaem no governo.
O partid. libtral, certo par amarga experiencia
de que os m-ios vinl ntoi ngo uto......ii proprioa
para o trioinphi dat i tai, ealrava era viii inais
lesilimat de opposijio.
(1 espirito publico esiai? mesmo calma e respeilo
aaa discasenee; toria esta qaadra tem duvlda con-
teniente para se abril uma propaganda crear pro-
aalylot idea: ecleclicas.
Mas quan lo uma ehiCiio h paoca lempo feila
aprwentava neile reeiulu membroa quasi exclusi-
v mente do ledo conservador ; quando o fonecio-
nali.ina do paiz eslava enlregue to 11 a e.te lado ;
quando elle estiva em miiorii no leado ; quanlo
anda e-s R,lmele de c .i .-ili i{ io era comp sin de
c.....trvadorai notaveis, qoerer coagretaar hommi
dividido! por urna Ioniza lula, querer confu ir
principiui eidaa qae ale ml5 i eitiva em completa
discordancii, era q lerer um faca lgica e natural.
mente impotaivel. L'ma lociedade s realiza iquilla
que ellrttm conceb io, elaborado a disentido, e a
conciiiario caba quai qua ex europio e;n ura i
.iliiara.i poltica i (elusiva.
Nio ie proeure lambein contestar o que digo lera-
brando-te o apoio qoe o nev no pal/, o minia ario
Paran. Oh comarvadores, irraitadoa ao oescouh-
cido por um dos seus chlfea mala pioeminenl t,
viam-se na nece-si lade di, ou acompanha-lo, ou,
se queran) ter coherentes com os seus principia!,
anlepr-lhe vigorosa reaisteocia, como algaoa lize-
rain ; mas oesta hvpolhete podiam perder as putl-
.......:lot do governo, e que ayslemalieamente Era itlooqae me pareca Inico, c loluilivo;i Boa lembranra. O moco de chapeo bran-
li iMVI'lamdo eal > llisliluic/ies. mas o uabmete crusou os bracos, e tuerte em tren- co, cun capul a aob o raraeo, mesmo em da de eal,a
Ora, em race dale tetad i de c lam, o que devia te ,a aiaaegodeitoa ao acaso ou a asloc a de algom da que traamos ha aigous .has, levantooe acampa-
lazar n governo em or lite a r-alisar a sua prometa a larda le dirigida. menta ; mas o que havia de retar em sua inventiva
le reienerar;ao couilllueronal ? \. cooaiqaeneiaa aiii vem.is : bem trales! 'i folia? Oeixou o dapoeUo onde eateeionava o panoa-
rei, eu nge acoinpanho o pensaraenlo da mesmo gabinete noi dA o espectculo da discordia te a bivonaeara eom maitputro gaerreiro am lado
nidoseculo pas ido, de liodwiiiD, e do uo leu proprio aeio, quanlo mostr cutre o seu- igoal nal imioediares de urna praia que lica por do*
-ripiles que colea lera qoe a lorie dus po- membroa o Sr. prndenle do lonsalho que se deeti- Iraz da casa, am que. te elle embebe Uo ptrdidanaan-
inde oxeloiivamtnta da ae<*Se de governo. ra conciliador, o Sr. ministro da marinha que ae diz! le. Ora isto por cirio n3o lembrav niuguam :
I..I pensamenlo me parece contrario ao e.pinto de eomirvedor, e o Si. ministro da fa/.en la, equili-
em incipacao a liberdade que anima os povoa pro- brilla I... Ntlo haveudo unidade da pensamenlo eu-
greaaittat na aetaalidada a ttn repellir nem deseo- Ira os inerauros do governo o que po la elle pralictr
niitcer a beaoflea mil ifu.-i: de om bum gove'no, em ben la conelliafle 1
nao hesilo entre o lyilem de depen.lancia e tutela O Sr. Cruz Machado :Bollo o overuo be lam-
Koveroeraentll o syaltma do responsabilidade e bein mosaico?
bberdtde individual. o sr. Htrtinbo Campes :-E V. Etc., quan-
Mas quando, como entre nos mrcede, o governo do lebir ao podar, pretende faztf um governo uui-
lem ludo absorvido, e coustitue-ie a umea f Tea vi- I .une '.'
va da aociedade, nao n remedio lale esperar del- O Sr. Diogo Velho :Nao tenho a prelenc.o de
le t id is as medidas necessarias para que al leis, aa subir ao podar ; mas bel de ser sempre concilla i,r
iti-liiu enes vnitem ao seo estado primitivo, e posiara e hei de procurar viver sempre com coneilia-
preslar oa beneficios a que sao destnalas. ( Apoia- dores.
'"-. I'arl ni: i fi.li> aluiira que quamlo h;lo exista un -
S p ns o gabinete era sincero lias prnmessas qua dado entre os memhros do gabinete, o presidenles
faz lo paiz, eolraate ou CoraegaHO a Justina pot casa ; elle que tem con-. nad liblumn, segundo as auaa proprus in-pirace.
S ll i lo era si, devra caiiter-se na orbltl da eom- ou seguido as inspirabas de ministros divergentes.
lituir.ia ; vivease como be. precisa que viva, forte, e O que lie cerlo he qua os amigos partidos se Vio
c mi os meiiis iiecs-,iriiis p,ra goveruar, mas nao recrgainsando. A culpa do qua val suceedeulo nao
aiorbltatldo ngo invadlndo lllrihoic.5M de outros se deve imputar a esses prest lentes.a A capile o. li-
pa iere>, ii.io sallando rnnstauleineiile ubre as leis, ne malura. (Apoiados.)
ogo eaqoecen o gabinete que se pregoou como regenerador cena- A'proposito : o mbre rain stro da fazenda lal-
liluei .nal fui .. inesm i qae ptreorreo em mais ele- lando a respeilo do mudo porque lam sido exo'Uta-
t i la escala essa serte de abusos qoieom lauta re-1 da a cannli i-r as provincias, Iruuxe como em
lio reprovomoi nos gabinetea anteriores, e mais cniraposi^ao o que se dase por parle da oppnaie.in
cues.
A primeira devia sar preferida !...
J_ .,------o-- i ^-.k......u ui^iu., .mi *|u;. ,i.|,n mecera u.n ira-
rada, suveira Lobo, urqueira l.eilc, l'rsn- : dieOea do panado ; e do oulro lado > pniicim ur ,-
OISCll t imnn^ \. ........ rt.:..'- .. i .- .............. i.. t___ .
cisco .ampos, Azeveio l'aiv'a, Paula Santos,
Ta vares de Mello, Nascimonto, Jardim, Cou-
to> Gavifio Peixolo, Carrao, mousenhor Mar-
condes, Agutar de Barros, Jesuioo Marcon-
des, Costa Moreia, JJaptisla Mooteiro, Bar-
ros Pitnentel, barao deMaua, Brusquu e ba-
rn de Porto-Alegre.
Contra.-Os Srs. Mandes deAlmca, Li-
nhares, Haymundo, Aulrc lasios, Fernan-
desVieira, Araujo Lima. ilenriq.ues, iogo
Velho, Flavio Clemenlmo, Augusto de Ol -
vetra. Casteilo Branco,- Tobas, Sampaio
Viauna, Pederaeiras, Araujo Coes, Pereira
Pialo, Sergio de Macedo, Almeida Pereira,
Paulino, Teixeira Jnior, Lima e Silva, Tor-
res Homero, Paola Fooseca, Cruz Machado,
Barbosa, Bretas, Cyrillo, Athayde, Monteiro
de Barros, Cunha Mattos, Pacheco, Costa
Pinto, Ncbias, Bello e Jacinlho de Mondonga
O projecto he remettido a commiss,io do
redaegao com as emendas.
comuna asegunda discossSo do projec
to que aulorisa o governo a garantir a Coro-
pauhia do Mucury um emprestimo do .
l,200:00s;.
Tomaram parte na dscuss5o os Srs. Cruz
Machado e Baptista Monteiro.
A discus.so.licae oeerrada, no se proce-
dendo a votacao por nio havar numero
O Sr. presidente d para orden] do da :
\otac3o do projecto cuja discuss.o licou
encerrada.
Segunda discussSo do projecto que crea
um nutro collegio no o.- dtslricto da pro-
vincia do Marantio.
dem do projecto quo crea um oulro col-
legio no 11- districto eleitoral da provincia
de Minas-t.erai s.
Primeira discussSo do projecto queap-
prova a ponvao conce'i la a JoaQiii i Jos
Moreira Maia, offlcial-maior aposeatado da
secretaria do polica da corte.
Ilcni do projecto quo manda applicar o
pro lucio das loteras extra'iidas para o hos-
pital das Aguas-Virtuosas aos melhoraroen-
tos que carecem a Ionio e pogos das mesmas
aguas.
Segunda discussio do projecto quo appro-
va ns condigOes com que foi entregue a gro-
ja do collegio do Itectfe a irmandade du Es
pinto-Sanio daquella cidade
I lm do projecto que aulorisa o enverno
,i conceller companiiia architectoniea e
mitras que tiverem lim semclhanle diirere-i-
tes fevnres"
Primeira discussSo do proiecto que passs
retsilla, islo ha, a feeuodidade, o m >viraeulo Jo
que -e nspiram com es esperan.;,,s do fulur
Hat, lenhoria, a sociedade nao pode, udodeie
ja/er eslaciuiiaria, nem viver lmenle di etperancas.
No meto da lula era que a arre.nessain eisas ten-
dencias app.nas, por entro o "mbale de iutereai e
principios que se bateara eztluir, e ueste intoilu
coulen lita entro i, he necessano qoe ella subsista
em um laclo btltinle robaslo, para que posta res-
til a ene glioque continuo de acrao e rearen i ; plra
qae poata tnauter a urdem, impundo o frea da mo-
dir.iei) aos exerssos dui espiiilos; para qaa potta
marchar, desenvolvei-se e apereicoar-se, que ha a
su;, lei.
Qoal sera' porcm esse fado qui deve sir luim
o regolador aupremo dos iDierauei colleclitoi da
? le i a le '.'
Snhorea, o Ente Supremo, col(ocande o liomem
et^ frente da uataroza regulada por leis Imrouta-
vets e muilo sabias, como qua iinpoz-llia a obri-
gacjlo de eiluda-las para fazer dell.. applliacgo
possivel ao machiiiismo social. Olhaudo pala o mun-
do c\!ermr, o que vemos ?
S-, pot um iusiantejao manos, qualquer dasfor-
cas, qualquer dus elementos natura--, podesse pre-
t.i ..mar exclusivamente, a cnusequencia si-ria a vol-
la immediall do toda a creaeao .\.i callos. Eulre-
liulo que, equillbradaaeaatl toreas,juila- in-|us es-
luieutos, Jloera reaoltado e.se movimente
harmnico, MU vida inaravilhosj do ouiverso que
lo i s ,.s das admiramot.
A san tambem, para que os principios cenurva-
dor e progresHIlta nao produiam trilisloruos ii i or-
lem |. dillea, ha aeeeaaario otrmomai i .< ra mod i
que a aoeie li la pos pes. Para is.o be preciso pedir | cada no dille. ,,.
elemen'os nece-sanos a' marcha loeiel, dar a titei
0 preciso deseuvolvimenlii, forlillca-loi, iconcilia-
lo>. realisa-los, ira snrama, pela aecgo governa-
meulal.
Ua e.te, eeuhoret, o papel do aecleliamno, papal
aogualo, e qoe dara ao partid.i que o reiiie-enlao
a verdadeira legilimidadi social; porqoaulo lia le
inconteatavol eiaCtldSo o azioiua -iu medra vn luse
lll l .' lio ver .las.
Sun, .-Mili..res, sem o neelelismoa as foroaa so^iaes
se neutralsam ; a lula entre os principioa ixtrem -
se evge era lai, e o predominio de um del lea em
cotisl lun;ao. Pelo leclelisrouu as forjas individan
te eombinam, t tne mirando am am io ooinmuro,
pira nade coovergam os ralos de todas as inlelli-
gaoeiae, onda ntnham trabilho ae pardo, nenliom
esforz he estril.
Com o leeletliraoa vive a liberdale ; mas a li-
barla le que nao he desvirtuada pela .inarehia uu
1 pela lieaBga ; inanlem-se a ordim ein s.-r imp nli
pela prepotencia uu pelo arliilrio ; o eeelotitmo, em
iu i.raa, lie o ..fnelio ende o* pt.....iplos cooterva-
tor e prngressisia : o aeceerdo e, ir,. ,,nUreiaea
do pastado vencidos pelo procrala iori) ,. ,, ,,
fuluro que rerlainam a sua vez de dominargo a
frmala de eqoaciioa doi alemenlot i .-i
agitam uo calculo pvlilco.
O partido liberal que ira favoneado a quera ;e
cliainava tambem para o goto dos caigos publ cas ;
o partido liberal, qoe el Ir o mal de eilar inleira-
menle pruscripio. e o da recebar essa eoneiliiego de
favor, devia naturalmente preferir o mal menor,
lolerou essa siluacao, na qnal vira sem duvida ama
Irantiego para a .na rehabiltlacgo polilica.
I'ii assim, leiilimei, que o gabiaelt de Setemhro
asando dos ampios ratanos de que entre nos dispje
lulus os goveruos pJe manler-se, ple neiilralisar
a acrao dus pulidos e exercer uma verdadeira dic-
tadura sobre a opin.o
au era aiuda bastante ludo islo ; era nocessario
dar-te a esa. polilica ie eooeiliagao sui eneris uma
eontagraflo que chamaroi revolucionaria ; e anlgo,
quando o pa /. redaman medidas importantes, que
ate ja estavam consignadas em projeclns am amias
cim ros, apresenlou-se taa lai de reforma eleitoral
que eu devo respetlar por .er le do Ettadn, mas
qu qualilicarei aempra de monauaota e defectiva,
porquanlo motlloo duoi ayilemai eleilones, o da
reforma, nao ealabeleceudo a eleic;ao directa quando
ealabtleceu os circuios, e o ivilem eleilorsl que
exima, dando om golpegprofaudo na uotst cooili-
tuicrin...
Eslavt porm destinado que o Ilustre Sr. Mr-
quez de Paran, ura dos prnneiros cresdoies do par
lulo conservador, nao sabrevtvesst a essas iranslur-
niaeoea.
Eu.- dttapparicea f-ri lo pelo anjo do exterminio,
e desde euia o gabinete de i de Seletubro viven
apenas pela elaiego qat para aqui us inainlou.
Bnirelanlo, semines, til forja reeonhecer que es-
te gabinete prettou ura grande itrvirjeao ecclectis-
mo. Embira pela amprego .te meioi qua reprova,
elle derribou Compleliraente o velho edllieio poli ico,
e prepaioa o teireno indo devtain brolai as navas
doaa.
Eo, ecleclieo de coracan, abiclvo-o [tai ole gran-
de beneficio feilo to pa /.
Ealatean asatm ..- eom,,. quan lo nppTeceu o ac-
tual gabinete. A aitua{io, se por um lado era me-
linlro-a, parque a ura, qua Ira de envolvimento de-
ata succader oulra de detemvolvimenlo, por oulro
lado era a mus feliz, por que u paiz eslava calmo,
0 espnio publico sem preveuea-s, e ama cmara no
vara Mila liona, e isenl i das antigai paixOet polticas,
vinba dispoata, aorau provou, a nao crear embaricoi
a ai-e.i,i governameotal.
Meetai cinumalaneiai, tanhoret, qualquer qui fos-
ee o gabinete que se orgamsas.e, ttiamii un i aa-
de re p.uiiol.ili :.i le, e conseguinlemeiite devia cou-
ter am si os elementos de i .Intuida le, di capan 11-
de, iudiipeusiveta pira bem desempenhar a impor-
tante iiiissao quo Italia em frente.
Appirocende portarrlo o actual gabinete, compos-
to i- membroa proemioentea .io ambas os iiillgm
part ios polticos, foi aeolhido como nos o sabemos;
iiinguain le.ibrou-sa Je crear-lheo menor emliarac.
desrespeilnu i le (apoudo.), .
Coi i Voz : Prov i i .
O S. Diogo Velho : rom-te lualysado cmn
tanta mitiucinsidade os actos lo KOVeOO, que me
jalguei ,ltsiensa,|j Ji d;scer a fucUsji l.i i ismeri-
Un l ..
O Sr. Cr ./. .1 :'' tdn V. ...\i i resla muilo que
liZOf : mu 'i n.i i venln a rolha. Por or esie he o
sexto orador por pirte da oppoairSO| e etlgo inscrip-
lus i inte oito.
O Sr. Diogo Velho : OlhltM mus o gnvarno
para a udicalura propriamenle lita, entregue a joi-
zea qu.. n.i i -,,i aquellea a 11 .ni a eooilileifa t-ve
ein vista conferir um tos mais sublime* ra-n latos
i -. .luizes que ngo l*;'i o carcter de perpe-
I i la le, quo n to viveni cm condicss .le iodepen-
leecia, cuma os maoieipaet, nflo sHo mais do que
tg ,; -i anbofdlnadoi do gov^ino.
Altendetae pan a adminilriQgo, tirando-a desse
cabos em ipia ettt' entregue a nm funcrionalismn ira-
meato, lie certo. mas ineampleto, a's ver.es punco
idneo, quaai sempre mal pago, lomle reeolti grave
detrimento ao serv;o publiro e prololacgo aos ntffo-
eioa p.,r;icol ircs. En u:v paiz vasto como o nosso, o
g iverno nSo p.ite ver e gerir ludo por si ; o quamlo
ii de federalismo qoe ootr'ofa si apregoavam
-uccederam ideas moilo oppealtai ; quando muguem
i.i tu recela pala unigo do imperio, era por certo
lempa de mostrar-te que a' par da cen(rali*acao po-
ltica pota existir i deteanlnlisacao admipitlra-
llVI.
Alien tesse ainda miis para aa Roancas do ptiz.
lis a aasompta he importaeliaiimo ; e sem poder
discutir quetldet, para as quaee nao tenbo esludoa
atpeciaet ;no apoiados; .
Um Sr. Deputa lo : lie pnrqui nao iitier ; lia-
bililaCOOl nao lite fallara. .Apoia la-.
t) Sr. DogO V'elbu : Seja-rae permillido fazer
algomas ligeiraa comideracoea eoaeernenlea ao em-
^reg.i des diofaiiroa pblicos.
Seuh ir-, eu creio que prorura-se exagerar oa re-
curso linanceiros to paiz no intuito de justificarse
tilos exces.nvos : falla se com grande empliae as
sobral qoe exislem nos cofres polticos; elevara-si
in iua estas labras a mais de "i') IIIH):t)(M>IHI ; mas,
combinando este f.ctn cora os actos do governo em
rel.n^.io a certas uecessidadea mais urgentes, hesilo
era crer na sua realidad, visto como taes necesta-
le- nao teni sido altendldai.
ejemplificando, atsigoalarei uma nicamente : a
agricultura, a principal I tile de rt.pie/ publica ; a
agricultura qu- na pbrase de nCnrmenin ha a var-
ea ieiteira di Esta lo, ahi iar. eutregae a rolina, sera
lr>.; -, tero capilaes, I o:ierada le impostos. O que
tem feilo o governo em beneficio delta '.'
O governo, que dispe de recursas lio avolttdot,
qae ral emprestnos a1 Bagan etirangeiraa, ao pas-
so que o Estado carreja com o onus de uma grande
divida, qoe manda lazarobraana corte cu|a nacesii-
I i.le he cara lo la razgo conteatada, foi o rnesrao qoe
.i auno pialado recuau que se dc-se a algiimas pro
vincidt peqoenat oa U|0 addicionaei sobre a res-
pectiva pro incco ein baueflcio de anas vas de cum-
nuiicaeo! foi o mesmo governo, que dilpde de
meins l.i.i largas, de tintos saldos, que negou a in-
significante quintil de 'i I:'all>?1 H10 para a COOltrae-
cao de urna e-Irada n'utn,, provincia falta de inellio-
rament >s le.la ordem e balda de unios para os lar,
cora. aquell i que reprsenla !
S1I1111 io da orbila ais nteriieO! malariaes para os
interetaet raoraes, vemos que eitei iiMitiuma alten-
giiu mereceram do governo. Ae.lucir.aoe instruc-
e lo .lo povo "o coosas essBiiciaes, da ni ns alia lran-
candencia. Fui compenelr,,lo disloque uLeibnlzii
disse qae, si pudetae dirigir a educarlo das geraeOes.
noval, mudara a lace do inunda. .
o Sr. ministro da guerra : Apona os males,
maa nao apona o remedio.
O Sr. Diogo Velho : A'signalar os males e in-
dicar as suas causas lie lembrar ao governo o que de-
ve fazer... Mas euidou o gavarno na eluca le, na
nalraccSo do povo '.' Fez algumu cousa a esto res-
peilo '.' ...
O Sr. Ministro da liuerra : F'ez.
O Sr. Diogo Velho : Di pusilivo cousa ue-
Uboina.
Quando a constiluirao proclamoa a religiao calbo-
lica como religiao do Estado, nao levo em vista so-
insiile o inlaresae espiritual, alien leu a uma conve-
niencia de grande alcance poltico. A sublime mo-
ral eliriit.'ti, como o uobr rainistro aabe, lera uma
lotlaeocia exlraordinana sobre os costuraes ; e os
buie eotlornet lio i base da ordem social.
O sacerdote, que, na phrase de Chateaubriand, to-
ma o hnraeuj no Itere,, e o acompanha al o inmo-
lo atravessan lo assim de uma a nutra frouleira da
vida, he um auxiliar mallo impoitanle ua ardua la-
refa de goveruar povos. Ora, o qoe tem fetoo go-
verno era beneficio lo clero ? Ala e*la' o relatono
do Sr. ministro da juatica ; uada se diz a este rea-
palto vApoiad, .
O |n tem futu o ministerio sobre a inslrucc.no
primaria '.' Sei que esle importante ramo do ervi-
.; i publico esta' a cargo das assembloas provincias ;
mal 0 acto addicional nao exclue o governo geral
a uniformla le do ensino Eulrel mo n i la lera
feilo o governo acerca desle objecto, mismo uo mu-
nicipio neutro. Ah esta1 o relalorin du Sr. minis-
tro do imperio, itera ao menot exislem escolas nor-
m le, por cuja ado|iao i isla o illuslradu e digno
iui| -rl .r oral ; e per meto dat quaes, seguudo en
leudo, se pode uuicaraeule regenerar o ensino pri-
man,, em todo o imperio.
O Sr. .Ministro da Guerra .' Ja houve escola nor-
mal tj* ae i-xpcrimeulou lulo.
O Sr. Diogo Velho ( com irona ) : Mas, senho-
res, n que importa estas cousas ao goveino '.' o qoe
importa a agricultura, a eeunomia dus diuheiros pu-
blicas, a magistratura, o rlero, a educarlo ilo povo.
a inslruccio primaria .' I) gabinete lera cooatl mais
s-ii.n de que cuide, Pan tila- uiuharias ha falla
de lemio ...
U Sr. teixeira Jnniol : Ja nao he pequea la-
rela suttentac a li.liuei ,1o eqoilibriu.
O Sr. Diogo Velho : Estadistas notaveis, que j,i
Imb un oceupa lo altos cargos da a.lminislrac.io que
ci.ii--guiiiteinenje ja deviaiu let idil liva acerca
.1 ii iii-cei-i Lides publica- tomara a direceao do Es-
la lo em uma qoa lia lae Imprtanle, o que be que
relativamente a Pernambuco, Rio (jraude d<> Norte
e Itto tiran le do Sul, ele, ocemelo de Ala- -.
da Parahiba, e oulra*. Eu fi-aria ni silencio a lal
respeilo, se das palavra* do nulire ministro da fa-
zenda se nao inferisse que a eoociliatjgo lera sido
execulada na ramha provincia, quamlo a contrario
ella aehl-te no caso das oulra onde sunelliaule po-
ltica ngo tem ildo realliada.
O Sr. Cruz Micha lo :IJue diz a islo, Sr. I os-
Cano Brrelo *
O Sr. Toaoano Brrelo :Apoiado.
O Sr. Caz Machado :Tome-te nata deque o
sr. fnscano Brrelo diz apoiado.
O Sr. paes Barred) :Tome -e I irobtm nula que
' i olis, ii vae.lo he feila pelo Sr. Ir iz .Machada.
O Sr. Diogo Velho :Durante quasi lodo o anuo
panado a adiuiiiiilracao da provin-ia esleve entra
gue ao segundo vice-presidaule, que he o chafe di
policia actual, o Sr. Dr Manoel Clementino Ci net-
ro ,1a Cimba, o qual proredeu de uma mantira liem
contraria ao que Ihe cumpria na quahdade de agen-
te de um governo, cujo programma era e be a con-
cillaran.
O sr. Tnscano Bnelo : Apoiado. vl'ara o Sr.
Ilru/ Hachado. Nao quer mandar que se lome o a-
poiado ?'
O Sr. Diego Velho :O Sr. Dr. Manoel Clem-n-
tino, ao pas-o ,j le luinava como iefcra admniutrali-
va ira relieao ao resto da provincia a inercia e a e*-
tinhdade, fez'quasi cmplela inversao de aulorJa-
des ; des le delegados ale instieclores de quarleiraa,
no larceiro dltrctu eleitoral, que eu represeulo, so-
rainle para saltsfazer despellos eleilura *.
O Sr. I'aes B.rrelo :Nao apoiado. O Sr. Manoel
Clementino nao se euvulveu era oloigAoi.
O Sr. Diogo Velho : Permita o nubre depolado
que, quando os ineus collega de provincia, ou me
apoiam ou nao me cotitealara, iu no tome os apar-
tes de S. Etc. na cun.tderacia que me merece a la
pe**..a.
O Sr. Paes Brrelo :Nao ou obrigado a seguir
a opiuiau dos oulrus. Como representante da na-
ego, bu de enuuciar o meu peusameiito como eu-
lender.
O Sr. Diogo Velho :Esta' un seu diieito, aaiim
f i/.ein i. lodot. Digo islo porque o nobre depotado
qoe nao esta' mleirado Oo que se passou na mulla
provincia, nao he o mais competente para raa iuler-
roraper.
A verdade ha, qn< o Sr. Ceui-n uto, ja como|vi-
ce-presi.leule, ja romo chafe de polica do Sr. Beau-
repaire, lera levado ui negocios por lal forma que
n,i daixoo orna so das autoridades pultciaes existen-
tes nn dKtnclo que reprisento na poca eleitoral ;
ebegando tieousaa au punto de e pretender ptr-
tegoir amigos meus I
O Sr. Paes Brrelo :v perseguirlo nao esta' no
carcter lo Sr. Dr. Manuel Ciernen! nio.
ti Sr. D,o-o Velho :Na i que-ra deacera' analyee
los foctos, ngo quero amesquiiihai isla d.scoi'l .
'foquei em semelhante opjeclo para proteslar centra
a Miar raque so poiia tirar da* polavras do Uebre
ministro da fazenda.
O Sr. Totcano Barrito :Na parle policial o no-
bre depoiado (em raigo.
O Sr. Aragao e Mella d.i uto aparte.
O Sr. Dioga Velho : O Sr. Dr. Manoel Ciernen-
litio, logo que o Sr. !>.- niiep :ire fot impostad i na
admiuistiaea.i, vollou ao sea lugar ae cliefe do po-
lica.....
O Sr. Paes Birrelo :Que exerco com lodo ozelo
possivel.
i'sr. Diogo Velho:...no qual sultana e difendt
seus acto. Nao accoso o Sr. Beauropa'ie, o qual
por cerlo nao deve querer entrar em coull.clos por
causa de delegados e tubdelegadot dennlli los.
O Sr. Paas Burelo Canlliclos purqoe'.' Sj ll
deminOei ngo foram iustas, e o chafe de policia nao
cede, o presidente pede a demisto delle.
O sr. Diago Velho :;> Sr. Beaarepare recebeu
a Idroiniltricgo das m,los do Sr. Dr. Cleineiiliuu,
tem esta lo com elle im hrmouia, e (ende chegado
a' proviucia lia pouco tempo nao devi proceder de
maiieira que pona ser laxado de precipitado, ti ) i-
veriio be quera nao devia caoseotir qoe um chafe de
polica, de,.01* de servir de preideule, vollaise no-
vanienle ao exucicio daquelle cargo na mesma pro-
vincia.
M is, ipnhorea, ea devo concloir.
O Sr. Teixeira Jnior:Nao ela' prciente ne-
nbam los miuislros !
Vozet :Sao mais de Iras horas da lar':.
O Sr. Diogo Velho :He vos, hnraens conscien-
ciosos de lodos os parli los, que especialmente me di-
rijo : ouvt, cm meu nome e por parte dos ineus dig-
nos collegas da opposnao, um i piotestarao im que
devela crer nao somos antigua pirlidarms eucapo-
lados que procuramos vultar ao passado desacredi-
tando o presente ^apoiados), nao aspiramos o poder
descoucailuaii'Jo os que o oceupam (apoiados., nos
queremos a verdadeira concillaran, o uecleclismn
polillco, que nao be por certo esse ttyaereliimos ou
Oonfaigo de principios que par ahi audt.
Or. Bezerra Cavalcanli:A conciliario sem
mosaico nem equilibrio.
O Sr. Diogo Velho :Sun : a oneiliaeaa de con-
ciliadores smente.
O Sr. Martiulio Campos : l'ois eu qatro-.i com
m saleo e rqolibrto.
O Sr. Cisiello l'.ranco : A maioria esta'em di-
Vergenci-.
O Sr. Diogo Velho :Como quer que seja, o que
exi-le actoalraanie n.io he a eeaeiliacgo. (Apoiad
e na. apoia los.) Se, paranlo, lo los uo a queremos
uii.iuio-uos e nrrauqueinos o elan.iarte da Basta
trenca commuin das macal inflis em que esta'.
lia pouco lempo, a eontillae3o uo enlrava as
previsora da nussi poltica, era causiilerada como
uma estreios a utopia boje, porcm, ella esta' na
eminencia de lodos, ledoa a rcciiihecim como um
pnucipio governainenUl, todos ren.tem-lhe n mena
geni : lineen oa ungida, nao importa. O princi-
pio que cotnpelle a hypociisia ha um principio do-
mina lor, e que larde ou cedo Um de lazer acedar
tolas anuai legitimas cousequeucias___
O sr. Marlinho Campos :Pirtanlo V. Exc. diva
acular o mosaico e o equilibiio.
. lia uniros altarles.)
O Sr. Diogo Velho :Al la (diiigindo-ta a op-
posiglo) nos que ichamo nos ueste posto de honra,
apresen!un em ludo o estadio que lera percurrido ?| lenbamos reugnagio para comhaler ; >s resulia tus
lo los liperivam pelos seus actos. (Api ia los
Pas bem I.m anno e dnos mezes slo p,
'itrogeneo
Parao*.,sPlo denota, de Pror,;.a.,- tt?*Stt^**
".....' ;'" hargipe, a freguezia do NlaaSo de cer eamprir.. n. ,,.,. di .!..-., i.,,, Ynv.h-
Jajiaiatuba, | ,ao e progrwtu fu que [eluineule vai a liamtai-
passidos ;
a gabinete de i de Main J
o programma miai.leiial, segundo a. ezplicirale
lirnvoca las naili tasa pelo nobre depatada do'itio
de Janeiro, o Sr. 1'eixena Junio-, contralla luis
panes : a eoneiliiego propriamenle din, e a esecu-
egoda conitilaicgo. Bu m oecupare, da marcha do
gabinete debalsa da ambas as relirdea, eomacaodo
pela amlyte do modo prallro por qoa elle lem ax-
euiado a romllluicia
*..i aabtmot, senil ir:, qoe ntrav-1 das lulas em
que jazeraiu o partidla pelilieoa de ootr'ora, i nol
sa consliluteai dugo i ao ultimo panto de falsea men
lo ; sabemos que eus bellos principios. lophlamidiM
em ilieoria, aiiiiii la los na pralica, chtgaram quaal
a entapelo descrdito.
II as.un que a ii< i*a i e a h irmoni i doi poderes
eonsiL'ita.ia n.i artigo 9' como principio r ,-
lot in livi h < e o maia goi i n ai. di
t.i/ar eilecni i i .....o,, e.....titucionaee, lein-st
lornalo uioi idealidad va i : parque de I ........
late o p ler executivu, que ludo absorte, que todo
mira.
Assim que o p ider legislativo, vicia !n em seu fun-
I i nenia, m.iv,me -n r.i i;.t i a r-la rimara qua re-
presenta o mais robaslo elementa do sy.ieina repre-
lenlaiivo, aiiiiuliado am aaa icfilo, esta' redaz lo i
a ra chancellarla li governo, que maltas vezeta
dttpenta. \poi,a lo.)
Me assim que o pi del jal liciarie, qu> a tonillai- i
ci qoer independenle e perpoluo, ahi vive suieito
,r a.-.-i i irbitr .ri i .io a .vern i ; o juii, em v,./ de
er .i earerdote logn-io d i le. aegunao a mele de
lgrala 'or constitucional, be um agente loberdinado
que tara necesanlidl de regular ae pelai circums-
laucias do inoiiiaiilo para nao VOT tacrificado o seu.
[alare. Apoia loa.
lie a.siui anda ip'e o. inlereetea loceos, lio sabia .
coiiin puliticaminla altan lulos pela r.in-li un i i ,
acta a i.licinual, que "s r.initnelleraui
[iruviui ia- e cania'is muntcipaei,
\ eilenli.iade por toda a parle... iNeubuina idea,
cnnia nenhnmt !
t' ra i|Ue, p lll, fall .r-sa em excellencia da si-
. para que di/.er-se que navegamus em mar
de rosas '.' para que fallar-ie cm regeneraco '.'....
Kegenerar^go !.... quando oa agentes do poder, o
juiz, o vigario, o medre escola que devtam ser
o* minitroi dette baptitrao regenerador ainda Bao
foram regeneradas, ainda estao pagaos. (Apeia-
loa.
Agora entro na segunda parta do pregraraina ini-
iiislenal, a polilica da cnniiliacao.
Seuhores, )a liz ver a siIihc.Io em que se ochava
i pail por eceatiflo da ateaniao do actual gabinete.
Os antigot partid is conl'unaidas em suas craneal
em teOt principios, liuham-se euconlra.lo em un
campo neutro, un lo e-per ivam novos loqos de
reanigo, noves iiilgnalameatoe tiara segmrem, ae-
gondo II -na inapincaet, novas bandeira*.
Eu creto, tenheret, que ninguem quena conti-
nuar neile estad > de inibrlAo politieo. por que em
verdade nao t>t posrivel que o paiz pirmaneeeitt
em expictaegt peanle nina qaadra propriamenli
da lian-ien.
Par lano, quando i|iresentou-e o nobre preti-
denle do eniisalho arvnianlo coran han leira de aua
poltica es.i misma eoneducio, qae |i formava o
programma
q.i- S. Exc no tenido |U*lament den
profligou o isceptieismn, enienderara lodos que
aaei polilica ia deicer d esnhera das eoucepees
ti ira en mi ir-i em um partido qua Ihe desse exe-
eii. ia pratica par toda a naego.
S a r i. n-, 11.. ._ I-i en o ,i aelectitmon, h coma enten-
.la um principio poltico, qae na liuha udo un la
ra'.l>.i.;tii nn paiz, i lomo he coi ., predomi'
ii i.i ii iisctplirisman, nada maia fcil realmente do
i rifica-lo pala creiica netti novo principio,
ere ni 11-se o grande partido concillado.
Ua circunstancias o g.ttiinet? s linlia am
rainiulio a s-goir. Conciliajar como declarnu, e
torio .im pela IOI mtsio,' (orle pelos poderosas
J averna men I i", e un que d-via lerV-ll, e de
que dsi.uuha. nada lindo oceultar, nula a lin-
|ir, nala a espirar da lolerancia pabliea nm di
le dol pirlidos, devia confiar na spa le-
gitimidad, tpreaentar-ii franco e uneere ante a
aecfto, chamar a si os horaena bonestos e de mere-
eimenlofoaaem qanei fuetem a sin. eranrjaa de ou-
Ja lula nao padeiii ser duvul, sos.....
O Sr. franca de Alenla riuJo se : (Juo he a
oppotico derrol >r o governo.
O Sr. Drago Velho : Eraiora 3 maioria com que
conla o governo, euibora os recursos di; que M Mil-
pea armado a sua vida he ephemara oa seus
Inuniphos nallot. Ncnbuma foriji pode dar llgiti-
tna duraran a nm gabinile quo ni i soube eumprir
i -na mis-ao .potados), e que conaeguinlementt
nao lera razan de ser. (Apoiados da oppvsicao ; mui-
lo bem, minio bem. O orador he cuinprimeutado
poi seus amigos.'
mas u que admira ha que h tuvesse denalo o (ia-
Rncadocapole o agora que passou-se para um lugar
hmido l in rombatido pelo vento. Sao gastos inex-
plltaveil, como o eratn os de Epaminonda cantan-
do na feslas de poroidos, di Scipnloo l.elio diver-
iin io-.e eiiui o euoilracismo, de Agesil e lleuri-
que IV moolando ein .-a.alias di dexis para enlre-
ler oa iilhos, e de Cirio IX filialmente componlo
versos aferrando eavalloi.l Mas Iu lo feo e al
meimo l.io indecoroso au larim dous mocos bonitos
pilas priias, quando podem entrar pela porta da
igreja que aclia-ae sempre abarla para evilar oa ea-
eand iloa, os actos ogensivos da moralulade publica.
Apioveilem o cnuieiliii, ou entto deixem de oslar
laudo especlacolo, visto qoe ja' *.i.i nolavelmenle
conhectdos, Iragam uu nao cpate, mudem ou nao o
chapeo branco.
IncuHcenienle das saia* ampian.Publica o
Daily News qui ha pouco o Sr. Payue lizera cor-
po de delictn no cadver de Elisa Kolfey, de trala
.nn,.s de idade, que hasta auccumbido ao lesulta-
I s ,1c uma queda. Dirigindo si para o embrea-
I uro da estrada da ferro, alim de lomar o Irem la
Maidalone, Eba K.ffey embancoa oa pos ni rodi
la sata, e cahio. Disae e pessoa. que a foram le-
vantar, que o sau guar la s| a tinha feri lo nn peilo
na orcaiiao da queda. Cora elfeilo, o pooho do guar-
da sol era mullo poniudo. Ualu a doos mininos dei-
lava a infeliz golfadas de saugui, e semlo Iranspor-
lada ao hospital de S. Thmnaz, expiron em cami-
nhu. O cu urutao venfleoO qua o nonbu do guarda-
sol penetrara uu palma direito. O |utz fez obser-
var os inconvenientes rehilantes nal saias langas e
dos b.hados enormes ixprtmindo a sua admirar;ao
por nao serein mais Ireqneiilet semelbanles acci-
o.ules ; noque lamamos a liberdale ti acompa-
phl-lo sera que leohimM era villa olfender as
saias ampia* e os babadas irameusns das uossas lei
toras.
Jury iesla runde.Ilonliin [29) feram sub-
raellidos a jurUainenio dous inlivi lu is por crim de
olfen-as pbyiica; o qoaea foram ab'olvidot.
Em seguida, haveudo sido completados ae dial da
le, o Sr. Dr. juiz de direito presidente daclarou en-
cerrada a presente milla.
Declararan.A ptlivra machado a que illa-
de a noticia qu: demos houlem a respailo de um
lu.i-la, nao significa ama de algiiera, i sim ins-
trumento decepad'.r qaicortl a luura alheia.
.-tJtamenln. Continua boje a d'feza das thases
que, paia obler o grao de doulur, ifler.eceu a' fa-
culdade de direilo o baciiarel Joo Capislraoo Ban-
deira de Mello Filbo. O Sr. Bandeira Filho foi ar-
gido aule-honlem era direito romano pelo Sr. Dr.
J< se Antonio do Figoeiredo, e em direito criminal
ii .s Srs. Drs. Braz Florentino llennqoes de Souza
e Manual do Nasriroeuio Machado Poiieil.t.o aclo
cmica boje as 10 horas da mauhas.
/ierro do Ferreiro Cli mamas a a(leuao do
Sr. fiscal do balrro da II ia-Vi.la para o becco do
ferreiro. Diem-nos qua algum morador faz-deae
becco logar de despejo. Dizem-nos a aaiim parece
de feilo ; que all ha simpre lana lama e lana im-
rauudicie, que s enlo amonio, lai
Caridade* tem limite*.He mesmo sem limi-
lei a Carida le de alguna dos u usos boticarios E
bem se vio no lempo do cholera (Jue rasgos di can-
dado que enlao de si deram os boticarias Mas hnje
que ae ofierecem mino occaie, ha quandu se faz
mais sen-tvel a genero'i lade de algn* din nosios
pharmaesuticos-----EsUvaraos, lia diaa, em alguma
botica, quando enlrou um pobre homem, lazarentu e
coberto di farrapos e ftridas, qui pelo amor de Dcos
pedia qoe Ihe deasem um ingrediente para curar as
suas ehagas. E foi lal o rynismo eom que o ouvio o
dono da bolici, que algiiera que all eslava, e que
nos pr,lindera publicar o nome, oflereceo-se para p-
gar o ungento, e assim o fez. O faalo noa iudignoo,
e indignara' a' quauloa lauberem o preco do uu-
guento, qae se pe lia pelo amor da Dos e qae se re-
cosava cum Mphrito de Satsnaz, era de 160 n. !
Cucarrin ia< Bratlltiro.Cuvarruvias corra
la' parelhas eutre os KoraauuS do bom lempo com os
l ,in -as l^uja. Pigal, I 11i nio-, uet reliqua. t.a o
nosso he u o-succo dos Jetos, lu a quinta essmria
refinada e bem apurada da juiisprudencia. Parguu-
lou-se-lhc em ura desles lia*, entre um circulo int-
neroso de professionaes, o que entenda por h .-
nem iisui junan ? B larapreiro atalha logo o homem,
Carau quera sabe os livros pela capa : lia titira
como um astrangairoa Defiuir a>sm he que he de-
finir.
Ladres de ora e*pecie.Di tus negociantes
le Irouxa, esia qu.ilrilha de ral.metros, que a mr-
relplia vai disunanlo ai boliat dos misero* matulos
lerain era uma nova iuvenc,ao. Beuaem-se juulo ao
arco de Santo Amonio, ein urna icada, a' vista po-
rMii de lodot. \l ni Ijui para um dos an lares dessa
caa um dos socios, qoe se veste elegantemente, e a
quera chamaraDaulorLogo que pata um incau-
ta malulo ella* u chamara e offerecem-lhe suas iner-
cadarias, que vera a ser : mo madapolao por brtm ;
passimo esgui.lo por caiul.raia de buho, etc., etc. o
matlo ac te ao convite, e p-ra logo se rene em
derredor di victima urna facego da quadnltia, que
pede pila fazenda um (iraco fia meaino do extraor-
tuiario 29000 r. por exemplo pela vara do ioeolea-
11 h'im, e pela da cambraia de linho : o matlo
repugba dar este preco : este diz ama coosa, aqotlle
oulra ; alo que u doutor .te-e 1, o que feto como
q.iein vai a aatlil de sua casa Ihe pergntara 01 la-
lio-, se qi r aquella fazenda, e o que fazem'.'
Dao ora preco ao bnm duplicado ao que deram a.i
matul 1, assim a cambraia de linho ; o Dr. loma 1
fizeuda, ve, a colloca adianle da clariJade, ele, le.
e diz dou } pelo brim, e 15 rs. pela cambraia
de linho. Elles n.io querm, 1 u Dr. sabe. O ma-
tulo cabe m ai n 1 lii.i, porque considera que he
alera de baralas suaa fazen las, ura obsequio que Ihe
fazem em vender por um preco, qoe nao quizeram
dar ao Dr. Nio ha quem ignore eses tactos pra-
licadoi diariamente em diveraoa pontos das quatro
freguezias. E camo nao ha de ser assim, quando se
vera cerlos individuos, que nao podem, como se
costuma dizer, com orna gala pelo rabo, sem lerem
uma ncrup.rii. honesta, iuimigos do trabadlo, e
sempre dispostos a tnlolencia, trajarem cora um lu-
to asitico, fu earera cuslosus charutos, frequenta-
ram o tretlaorintio, e ahi fazerem avoltadas das-
pezts'.' Ouem nao couhecera' certas feice*, que
alian lam pilo bairro de Santo Anlonio, e que a voz
publica iinligita como oa jogadoree larapioa, oo
quadrilheiros, socios dos honiens das Irouxa Cor-
te! essss llamen-, e perdere qoe qoizerdes at nio
encontrarlas um punhal, uma bengala de esloque,
um chicote com estlele, ele, etc. A popularao lem
tona Ido um medo de om do laca, que he cohecidn
par nra faquisla consumado, desordeiro, etc., ele.
A galera traneata ullavren, sahida para o Havre
pelo Ceara*. lavou os pussageiros : Vicente Farreira
dos Sanios Canimln. e Agesto Clarismondv.
Hospital de caridade (>'.) de julho.)
Existiim 21 homem e :tll raulberes tratados pela
caridade, homeus e JO raulberes que pagam a ca-
sa, e 7 procaa do enrpo de policia.I'olal 87,
Morlalidade do da 2!) de julho :
Maria, parda, ;l ilias ; espasmo.
Seveiino Jo de Oliveia, pardo, l! anuos ; be-
xigas.
Matheus, preto, eicravo, solteiro, 50 atinos ; hv Iro-
pisia.
Manoel Antonio da Silva Molla, brauco, viuvo, di
anuos ; eoogislo ceiebral.
Judith, paula, :l anuos; apoplexia.
Antonio, preto, solteiro, 30 unos; escropholas.
Joaquina Maria da Couceie.io, prela, casada, 30 an-
uos ; hydropisla.
Al amanhatl.
Scia para dusejar, que desaparecesse den-
tre nos um tal modo de festejar, asmm como
Icsappareceu o folguedo do entrudo com
ages immundaselamejadas
NSo be sempre o amor da moraliJado.quo
leva o homem a pesquizar os tactos alheos,
e minias vezas emprestados para os por pa-
tentes ; mas sim mesquiohas vitigancas ;
resultando de um tal proco lmenlo appare-
cerem mingas, que deven andar longe de
nos. Cada um reflicta com sigo, se por ven-
tura est limpo de culpa.
Consta-nos que ha quem eotre tos se oc-
cupe em procurar documentos contra aquel-
les, a quem se he desall'icoido mas em
quanlo a nos, quem assim procede, tem re-
morsos em sua consciencia, e por isso so
quer armar.
N3o sei, se he exacto, quo o Sr. tonente
delegado de polica ja est (como se nos
diz) aborrec Jo de cerlos alvjtreiros, que
pretender cnegar aos seus fins sorvindo-so
do seu intermedio : mas quanto se enganam
com aquello, que comquanto seja moco, to-
dava tem alcance para medir e cenhecer
essa gente, que melbor seria dar-se a algum
Uabalho til a si e a sociedade.
Consta-nos, que em um dos dias passados
certo sujeito na botica ao Sr, Jo3o Das Fer-
reiro, vocifernu moiio contra utna pessoa
nasci la neste termo, e que, des le que a sua
idade permittio-Ihe, tem sempre occapado
os cargos civis a os postos da guarda nacio-
nal : prjcfidimento este, que tem sido repro-
vadn nao s pelas autoridades a cujo conne-
cimemo tem ch-jgado, como pelos horneas
sensatos ; e tanto mais por nao tiaver razio
justa para .a n ousadia, porque o subalter-
no deve obeWer as ordens lgaos do seu
superior: alias taremos desordena, edesmo-
ralisacfto : o que se deve prevenir.
Alguem porm dir que os santos da trra
nao fazem milagrea : mas nos pensamos que
os santos ou da trra, ou de fora, devem ser
sempre respailados com aquello culto, que
ihe he devido, porque o respeilo provm da
le, a qual decreta esse culto.
EstSo lindos os trabalhos da correico, no
dia 26 foi o seu encerramento.
O digno juiz de direito o Sr. Dr. Jos Fi-
lippe de Souza Leio, com quantj descobris-
se algomas irregulari lades nos satos, que
Ihe foram a presentados ; todava usou da
admoesiagilo, preventndo com os seus provi-
menios o futuro procedimento dosemprega-
dos. Tamos firme crela que neste foro rei-
nara a melbor ordem e regularidade.
As feire,s vao augmentan jo nao s na reu-
nan do povo, como nos geueros, estes po-
rm continuam a conservar os mesmos pre-
cos eleva ios.
Concorrotam to marcado 900 bois.que fo-
ram vendidos a 35 e 44500 por arroba.
Ate o;.ira vez.
0 Victoriensc.
(Carta particular.)
*
Sr. redactor da Pagini A valsa. lindo appare-
eido.ua Pagina Avulia de -2% ed9 do corrente, omi
noticia a respeilo de ama venda do bicco do Porlt
dis Canoas no Recite, por nao se fechar ai horas d, s
oulras ; consta-me que oa donos dalla liro-ae qaei-
xa io que esli nolicia parti de raim, quando nunca
Uve de-avene is cum ella; e liles, aasira como lodos
s.ihriu, que nao coslurao oceupar-me com a vida
alhel, e nao lioho propensao pira iccsaador ; per
isso rogo-Ihe o favor di declarar se misma lle-
nen foi lvala por pessoa miaba, por 111111 eicripti,
ou emlim se ti ve qualajaer parte taclla, com o qre
multo obrigarao an seu eoerador criadoAoio-
uto Pereira de Oltveira Maia. (I)
c,
a*
l'U.VCA 1)0 RECIFE, 29 DE Jl l_HO DE 1854.
A'S A HORAS DA TARDE.
Colices olliciaee.
Dtsconto de letras '.). 10, 14 e 15 0)0 ao anuo.
r're I. Habilitar,I, presidente.
P Borgei, tierelarlo.
CAMBIOS
Sobre Londres. 25 l|ia 25 t|2 a 60 a 90 d. v.
Paris, :W5 ra. por fr. a 90 d. v.
Lisboa, los a 112
o lito de Janeiro 1|2 por o.o da rebate.
Ileseonlo de lettras, a 9, 10 e 12 por eenlo ao amo.
OUROOuc.as hespaoholis. . :ioooo
Ditas mexicanas..... 3I000 32JJ00
Pec,as dt 68100. , ivasoo 18S100
Moedas de 99000 . !i#300
i'tiai de 209 . 205.JOO
PRATA.Palacea braiileiros. 28080 afleo
litioi eolumnariet. 110080 ajtoo
Uitot meiicanoi . 19800 1
novo Banco de pernam-
buco.
Sao convidados os Srs. accionistas a r>a-
lsarem at o da 1 de setembro proxmo
vtndouro, no escriptorio do Novo Banc de
Pernambuco, a segunda prestacao de 25por
cunto sobre o valor de suas acedes Refe
27 de julho de 1858. Os directores, J>8o
lnacio de Medeiro Reg. Luiz Antutto
Vieira.
ALFANDBGA.
Riodimento do da 1 a 28. .
Idaui do dil 29. .....
;lb.):il3.602
238MiO:
387*43805
Descarregam hoja 30 de julho.
Patacho porlugueiMaria da GloriaJiverios ge-
nero!.
Rarca infizaRichird Tantonearvo.
Ilrigue ingleIrnn lirtvmercadoms.
Rarca ingieraMalbildeenrvao.
Barca ingletaSarahlachas e gigof.
Polaca hespanholaPaulafarinha de trigo,
hscuna brasileiraCarolinadiveiso genero.
Iliate americanaNorlhpoent idem,
MOVIME.Nro DA AI.FANDEUA.
Volumes entrados iom raitnda 1:U
com gneros .... 71
Faro de /i-talgo. TlViram merco lo faro
de li talgos caValleiros da c.si iratierial os Srs. Dr.
Ignacio Joaquim de Souia Lean, l'mbeltno de Pio-
la Suua l.eao e Jola Cavalcanli da Soaai Lelo,
lilbns lejiliinua do Si. eominendador Antonio le
>>ii7i I., aa, proprieltrio do en.'jnbo Matas, n ua
comarca do Cabo, 0 relerido Sr. roOmiB lldor
,sse,;1,.,ece.se.r,s. na occas.ao. am ; s,, ,..- Ja- ,,,, ,.,, a,lk.rll,, mllIe r,n
mei*mt foro.
i'at brbaro. II i m ru do Knanrio, Mil-
Saineul-Oiiriileis, unt univi in. que qu-isi lni-s --
iiniip- il.i-ii. um tii i por modo qu revolta 40 co-
raffia meiio >iitivi. \ mivi,i criAai^a no pnnci-
piu poda r Qjnonloi San Ion lia tjue Ihe n.io ; >o
le pon ajos o f*^*, porem monoa brbranonle ; e
por lim coulenla-M *ni apnuhar, c uu imito qoe t
iiAu iiirile valo que o hruiii carraaeo moe.i^ii lo
.i* i.i 11- ile am modera,do castigo, eagans-a h poni
da faHar-lht a vn/.! .. |a
crer que jh um pai qu*ra BainQ ortica !,.. lie prt-
eiao <|virt o fa^ ira coinpreheuiler, qu Volumai s.iliidoa com Mndai
< mu ganeroa
COMARCA DESANTO ANTA'O.
Cidade da lictoria JXdejulUo di 1858.
Minias sao is causas qu rae lam pri.alo d: sar
mais recular na remeasa ilasminhai mii.ivaa.
Si i lanas a< imrauralldades que par ea ae prali-
eam, qae a bon.-slidade a faz calar. Si os conse-
Ihoi aaodaveis, seas doulrina etilicanlas do virlaoto
rapuchinho Fr. Sebailio ain la fis-em conservada!
nesaei corects, que intao se moslaanm humilde, e
arrepentido, de cirio qua taes animosidad! nao
seriara pralicadas : mfel rmenla porcm o bein be
esquecido, em quanlo o vicio Inumphi da virludt,
quando a paitan cega nao deixa lujar a relletao.
Se o homem eonveriatta com a sua eonsciencia
previ,rnetila a qualquer .e: ; se ella nao dotpra-
zasse os seos dielarais, de cirio qoe m fazia o que
feate jusla e honesto, e enlao nao teria do que arre-
pendir-ie.
.\.lo acontec porm assim : o homem naturalmen-
te mais propenso ao viejo qu a virtnde, deixiado-M
dominar |ior lase poder da [< uvaa bruta, sempre em
guirra cora a sua consciencia, pe em eveeuc.lo a-
quillo que ell i reprova.
K qoe eoiiseqot'iiriis funestas tcnmpmiham as maia
das vezas an actos irrellrclidos irremediavaii ?
Can que peso de remorsoa, enlranln em si. le
achira' uravado aquelle qda eteeuta um aclo culpo-
Tolal 303
. 54
. :i2
Total 196
IMPORTACAO'.
Barca Dgleza Hatbilde, vinla lio Licr-
pool. cutisigaaa a Saundcrs Brothers &C ,
minifestou o seguinti:
31 Clisas, 4 fardse I volunte fazo-las
de algodfio, .'i fardos fazeflda de IHa, 4 ;ai-
sasiu de linho, 7 ditas sedas, 2 ditas n-
eos, 1 dita meias, 50 ditas queijos, 70 ggos
e I cesto loura, 50 barris manteiga, 400 se-
cos arroz. 50 ditos pimenta, 30 toneldas
csrviio ; aos consignatarios.
46 gigos e fi barricas louca ; a* E. II.Wvtt.
29 cisas e 4 fardos fazenda de algrjrSo,
ecaisas dita de linho, 1 dita e feixesco-
bre ; a Patn Nash|c C.
caixas cobre ; a Barroca & Castro
50 jigos c 1 voluine lou^a, 100 sacco ar-
roz, 30 ditos pimenta, 50 barris banha 25
ditos manteiga ; a ordem-
5 caixis fazenda de algcd.ao ; a Adansou
Ilowiaiat C.
8 barricas pedra-urae, I dita drogas, di-
tas sal, 1 caisa escovs para dentes, 1 jigo
garrafas ;a Jo;io da Conccicao Bravo.
1 caisa fazcoJa de linho ; a C. i. Aiiev
V C
2 saceos amostras ; a diversos.
I'alacno nacional Alfredo, vin Jo do ara-
nho, consignido a Al mu la Comes, fres
& ('-, tnanifastou o seguinte :
io barricas ,| refina lo, 3 caixas potra la.
14 chipas de cobre, 3 caixOes ferramona, i
rola de tomo, 2 pecas de ferro, t peca pro-
so, qoe a moral repelle ; ma. que as circooMlaneiiir pria para engenno, 1 ponta de torno t pi.
acoberum o. lal serte que e.apndo a ponido hu xa de ,iil, t torno gran lo de li -nar *ca-
mana. Minente a rrceher.i lo niinarea inka-ior do |,ci|n Mlteimim a- '" esca-
ra..,, los ne-se da tremendo, em qu, o rulnavel ou- ,*'.", f!..''" 'e,r0 d,VR,sa* Obras miuJaS
que o culpa
ma' a lerrivel Mnteaea da sai tierna coiidemoaflol
\ n-i la le na i., |.. inallr um gateroanfet a
aoternidoii oiqaaeieaiae adtlricioi a obtervtr ...
, .._i ,t- qat ihet -.t pretcriplai, e caja violaco Ihei
indui ai penai atlabeleei la. i' c .,11 um doa caso-. \
obtdiencil ao axecolor da le: be um dever ; e loe*)
qoete (.na a e-i-., se lera commeltidn ama violaco,
l'orl na
uma mmoralidade. Porlanto nanea iletamoa dar
uve chocar a lano, que ai atviei ia ila paai- '"'" ampia a tocie lade, tnavirae, quan lo a iiom
las por musa leiii.laeo, alim di que ella OJO pro- I petieUo ln plllivi.
-i-a em ia btrbaro oroeedimenlo pata eom a rete- Po' ce lem i c ros meniooi que nos parecer un-
ri ti enanca, qoe neabomi colpa i-,n .le que h-ja taivliaho, eujocorarrn silo de demeninho. > o 'p ^ "."n' d*'"
ella deixauo a jui/.o no fundo do alftuuiabniijai.il noso lim foe enirar no particular dltaeijoat, se- !' m ao dl* .
garrafa. rame ezplieiioa ociares: om porem t detejimot
- Um pedido. Mui amigavilmeote podem da '" ?" *<" a >Psa tervir, a lomem a
ra rio It ario :H Boa-vlall a quem ni......i i depo- ~ Cl"
de cildeirei o ; a vnl .nio P de M
20 pipas aguardante, lu saceos faiinha
da man noca, 1,565 ditos do arroz, 1 crueta
o rodela ; a ord-'.tn.
Polaca hespanhola Paulo,., vinda de (bar-
leston, consignada a Aranaga & Bryan.ma-
ininsiou o seguinte :
1908 barricas e 400 saceos farinha de tri-
go, 3j,0U0 charutos avu|>us ; ios mesmis.
_ CO.NSUI.AI.il i,i-.hai.
Kendiinenlo de dia I a js. .
ira, rercar-se d ln es aa inlliienciaa leailimai, e llar os.as linda eom Iraitinenlca de carne na quin : Conata-UOS qU6 fallecer a infeliz mtllor
eail io .lar a conhecei p .r seus icloaque a valla ao
paeaido era Impotaive que os auliEni pai los leu-
do cumpndo --ns .I".Ii nova crenca que cada epnc lem navas ne,id i le ,
novas enigenctai, qut nenian I un meiot iiiiviis.ll
lempo, a u bnm -en.o nacional tan tul n reto o
i 0 espirito du toucenltarao quo predomina em iiubtildiea.
lil di propala caaa,'qi.....io continu nene eeatiame cuja peroa fora fraturada eom um tiro nos
desconveniente. Iiewi acaumulacao rieolta a paire- festejos de S. JoSo. Resta-nos saber, se o
i icr io ,1 iqaellia parles que dille sao lamreplive!, e ( ,,.|0 |ol voluniario, ou casual ; e su a niurto
!''.......'.Si V q.....''*" '""...... segoio-sepelo feriraento,ou se por nSo te
riamnn.4 a saude laquelles, one espiram esse ar 7 l '
viciado, do qu.p.iitcipa .taimente,. autor .lee,,,,,. B*t odevtdo traUmooto. Aguardamos estas
asaerablea- grande partido conciliador ou iitclecbcou, estara, mura com oa demai. Deatai !i-erv,.-;oes ia' v qoe 1"elO08 para sereffl ventiladas, quando o
nolliliradoa senao oreaotaido complelameatt, lra$ade em bases o pelt-lu be razoavel, e ate em beiielicio proprio ; | proceSSO l'ur submettido ao COnselilO do
47:57v-'.7
SstftMaU
50:8t5O'.t6
DIVEPSAS l'KOVIMCIAS.
Rendimento da da I a 28.
Idtm do da 29. .
| por uso esperara deleruueutu na lurina requerida, jury,
2:21*700
iJC'Jli
2.3:x3<>
Wl
I ll faeloa qui no refere o Sr. Olivein Mal "So
nos foi coinmuiucado por ella, uem por pesso, que
mrerla ou tudireclamcule Un perltnca.
0 redactofe da l'asia.


niAKIO I)E PT-KNAMKUCO SEXTA FEIKA 30 DE JULHO DE 1858.
DESPACHO DE XPOKI'ACAO PELA MESA
I) CONSULADO DESTA CIDADE NO DA
29 DE JULHO O 185H.
Canal Pataclu inglH Eovoy, Isaac Curio & C ,
OltO-saccos assarar.
Bueuos-AyrtR'iKU* hollandaz Emilia, Manoe|
Ahr. (grrra, 3V) barricas Mrooar,
Sanlt tB'iena haspanhol Belisarin, Amcrim
lrm.1i, :t0 lceos awmear.
Kio d i Pral--Pulaca lic-p-nilml Canela, Arana-
_; i \ Hr\ ni, li.Y 1 saccas assucar.
LlfbM B'iae portuguet Cndante, Manuel
Joaimm Hamos e Silva, 28 caicos mel.
LisboaBrigqa portuguez Cunslaotf, Francisco
Joi Angosto terrena, rateos mel.
EXPORTAC.VO.
Havre rom tcala palo Ceara, salera franeeza
Havre, de 272 toneladas, eoinlutiu u MgainU :
I ,.">00 saceos com 7,500 saccoa asaucar, toditos car-
nauba.
KECEBtlDOKIA DE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PERBAMBUCO.
Kenlmenlo do dia 1 l 28. .;n:s(. i-j.,|
dem do da 21....... SKsfftSti
:ll:i(K)Sl!
CONSULADO PROVINCIAL.
lien lmenlo da dia I a
l lem da dia 29 .
2H.
I
554601834
2:74<>>S(
583011317
L
#-
S
a
p
A.
alm.
a>

1*3
tyroo
1IHI
19300
l)>700
19300
I5H
2000
900
DM00
MHOO
KjOOO
BOLETIM.
LISBOA 12 DE JULHO DE 1858.
I'reros corieilrs dos genero* de imporlinjlto d
Brasil.
Alquila.' de Pernambuc 1 .
Dito d. Maranhao e Para". .
Assacar de Paraambaou brauco
l'iiu 1 iiniTaai.........
Dito do Kio de Janeiro m. .
Dilo da Baha b.........
Dtlo dito mascavado......
Dito do Para bruto.......
Dilo de Cabo Verde.......
Agurdente de caima do Brasil.
Alpisla.............
Arroz da India .Coa ..'...
Arroz do Maranhao e Para ord. i|i|
Dito dilo melhor........
Oito dito superior.....
Azeile de Angola de palma
Dito eito de coro......
Caf do Rio primeita a arte.
Hilo dito segunda dita. .
Dttodite len-era dilu.....
Dito da Babia.........
Dito de Cabo Verde......a
Dito de S. T. e Priucipe. ...
Dito de Angola ........
Ca'jo do Para.........9
Dito da Baha.........
Dito de San Thom ......
Cera amarellade Angoli ....
Dita dila de Benguela......
Grata do Maranhao......
Dito firofe...........
Cuuroi seceos do Uio n I11..0 .
Cauro- espichados de Minas .
Ditos ditos da Babia.....'.
Ditos diloa de Angola......
Ditoi salgados do Maranhao. .
Ditos ditus de Pernambuco. .
Ditos ditos da Baha......
ltitos ditos de Angola. .
Ditos ditos de Cabo Verde .
Ditos ditos das lirias.......
Comiohos............
Denles de tiiarfitrj lei......
Ditos dilo meao.........
Ditos dito escrv.........
Erva-tloce............
I Hiinl.a de pao.........
Comma copal amarella.....
Dita dita vermelha.......
Dila dila ordinaria........
Melajo.............
Pincola da India........
S iba panilhade Sanlarem. .
Tapioca......... .
I rzella de Angola.......
Dita de Beusutla........
Dila de Cabo Verde......
Vaquetas do Maranhao.
Ditas de Pernambuco......
Exportado.
Agurdente.......
transacciea tun sido em 1 (.quena escala : os prrcoi
de boje .<3o para deposito e consumo em Aloca-
I. allega 2#470 e 21590, em Lisboa de 2*520 a
3*550, e para embirque de 3KHO a 2JGS0
As milicias que temos riceln lo alo iilislaclorias
quaolo ao eslado da culheila pendente.
Cereaei.No mercado es trigo lem lido pnura
sabida, em conspquetiria dos compradores asperarem
o resultado da nova ealbeila.
A- (altas de chuvas Ism eslranado a coll tita do mi-
lis, o que lem (ailn subir os precos.
V inhos.O mercado conieiva-se na rrusma posi-
co da nossa ultima revisla, poslo que o oidiom le-
nha opparerido esle auno, com lodo nao lem ataca-
do com Una ti>i EMBARCA (.OES DESPACHADAS.
Pernainboco.Haria da doria ; 20 pipa- e 93
barris de vioho. 2S pipas, > meias e 16 barra de i-
oagre, l'N de azeite, 70 de carnes, ilH) sa-cas de fa-
rinh 1, llK) de seioeas, 100 de 'relos, :!0O caixas
caballas, 3110 e 155 canaslras de lisalas, 100 aoc.
deazeilouas, II vol. da cora eingruru, c varios di-
versos.
- Maria Isnaz ; Ifi pipas. 20 meias, V50 barris e
cias do engenheirn, e era vista do orna-
mento.
5. O recebiinontn 1I11 ultimo lanc,o, im-
portar o reeebiment d Unitivo da ol a
sem mala responsal ilidade,
i Para tu.lo o niais que nSo asta especi-
liradn as presentes clausulas, seguir-se-ha
o diaposto na le n. 286.Conforme.0 se-
cretario,
A. F. da AnnunciaQio.
A'cimara municipal do Iteclfe faz pu-
blico, em cumprimeiito do art. 15 da lei
provincial n. 129, de "2 de maio de 1811, e
para conheci ment dos imeressados, que
nesta data dirigi una proposta ao Esm. pre-
sidente da provincia para S. Exc. verificar a
utilidade da desapropriacao do terreno do
marinlia n 103, silo entre a ra do caes i'e
Apollo, a do Brurn, no bairro do Recife,
do qual lie posseiro Kelix da Cunha Teixei-
ra, iini dse tornan maior o mais regular a
praca publica projeclada entre as duas re-
51 anc. da vinho, :i pipas e 11 meia de vinagre, 75 feridas ras, na qual esta o mestno terreno
t

13)
(5)
a
'hi
urna

aaioo
25IMNI
2NKI
58000
388IW
395O0
39300
10O
207
212
192
110
112
157
137
155
120
115
29800
19500
19200
700
31300
700
I9IOO
100
160
153
29100
1>i;oo
13500
1-9II"
I956O
19550
2-1(1')
6>000
950
SWJO
55200
6-5100
298OO
28800
392OO
2]J600
29IOO
3-001'
subo
3891)0
39100
3C200
350'->
295
300
180
200
217
222
7
160
152
217
157
160
160
215
3MIO0
I960O
1-IIMI
l8lK)0
3;(KI
H VI
.18600
:i8t>oo
28000
18000
130
bairis de azaile, 196 de loueinho, 126 ca zas de ce-
ra, 367 de cabellas. 275 100 canasiras ne balalas,
30 vol. de milho, 10 de semeas, 15 de feijo, e varios
diversos.
Marauhao.Boa Fe .- 112 barris e 1 anc. de vinho
6 pipai_e I aae, de >inagre. 66 barris e I anc. de
azeilt, 75 barra de carne, 500 barricas de tahona,
e j> de acra em grume, 140 caijai de dila em velas,
1500 molhcs de cebollas, 160 canas 25 eanaslraa
de batatas, e vsrios generm e mercadont.s.
BARRA DE LISBOA.
Entradas de II de juuho a lOde jullm.
28lmar (v), tiellicoe
14Flor do Kuncbal, Peraira
16Silencio, Silva
18Indiana, Mbeiro
Maria Carlota, Sanios
2Eustaquio, Sanios
19Crelo. An, rlni
16l.aia III, Costa
l'lor do Podo, Cruz
18Mn-ii, i,., ... Kinueca
Maria Feliz, Sanies
Rainba dos Azores, Medeiros
1Constancia, Abreu
15Amazonas, l.eile
8Nareida, Olivara
21Trovador, Madeira
Sbilas de II de junho a
13Atoo, (v) Rivell
2iNova Annsade, Pedrnm
28AsMoabro, Pamplona
Augren^e, Soares
30 Ligeiro II, Vasco
3Florinda, Coulo
i Flor do Mar, Suares
21Emilia, Silveira
25Fisueirense, Das
17Mafia da lilorn
21Maria Isnez, Rocha
6Boa Fe, Casiano
159000 17*100
19800 28O0
9?iMI0
99600
79000
28100
50
99300
93oo
78500
29500
3-200
Azeite doce...........'a I ni.
Amendoa doce em miulu, ...
Bauha de porco.........
Batatas.............
Cera branca em grume..... %
Dila dita em velas.......
Ceblas..........
P. 21880O0 250;*)OO
Cenleio.........
Ovada..........
Carne do vacca.....
s de porco.
Chouriras.......
Farinha de trigo.....
Itealeig i de porco. .
Milho..........
Paios..........
Presuntos.......
Sal...........
Trigo rijo do reino. ,
Dito ni le.......
Touciuho........
Vinho de Lisboa tinto .
Dilo dilo brauco ....
Vinagre de Lisboa linio
Dito lira ac dito
Al
A
A
i; ,i
B
i
A
duz.

muio
A

a
P

i
i
9800
18100
380
420
160
380
280
78000
390
520
510
Brasil.
Rio de Janeiro.

Rabia.
Pernambuco.
Para-.

Maranhao.
10 de ju ho.|
Brasi 1.
Rio de Jaueiro.
Babia.
Pernambuco.

Maranhao.
encravado .
Paco da cmara municipal do Rccife em
sesslo de 28 de tiliio do 1858.Joaqun)
Lucio Monteiro da Franca, pro-presidenle.
Manoal Ferreira Accioli, secretario.
anda a menor ignorancia, faz a presente de-
claracao. FiacallsacSo da freijuczia de Santo
Antonio rio Recife26 di^ julho de 1858. o
fiscal, Manoel Joaquim da Silva Ribelro.
Grandioso haile
Utirt


EMI1ARCACOES A CAUCA A 10.
Rio de Janeiro. Palmara, Indiana Janola, .to-
cha, Trovador, Candade,
Baha.Monleiro I. Rubim. Exoerleocia.
l*ernmbuco. liratidao, Brilliaule, Soberano,
Laia III, Soberbo.
Para'.Flor do Vez.
Maranhao.Diligsule.
Rio Orando. Paquete do Mmlio.
O Lusitano, cap. Gomei, de Paruambuco chtgoo
no dia 30 de junho a Genova.
Racebeu-se no Porlo participaran teUgrephica de
ter eulrado em Vigo no da 7 o bnsue Vmalia I,
proredeule de Pernambuco, e licava de quareu-
Itna.
No dia entrara am Vigo a galera purlugueza Fer-
reira Borges, capilao (Juaresma, que vinlia do Rio
de Janeiro para o Porto. Fitoo de qu^rcnlena.
i*. S.^No da 12 saino para Pernambuco o bri-
gua porlusutz Soberano, com vinho, azeile mais
galleros, 6 patsageirss e ti peisoas de Iripolaelo,
capilao A. A. d'Almeida.
m
&Q1X0
.
29850
19600
69000
360 i
400 I
40
i80
400
310
129000
249000
59000
99000
9800
100
19100
18800
2-I00
i;ii
(WO
38800
12090001249000
120800U1218000
18-5IK10 529000
IHOOOO 529OOO
Na>ios enirados no da 29.
Valparaiio 11 das, galera chileua Carlaud, de
612 tonelada, capilao U. B-aly, equipagem2l,
carga guano ; ao Capillo. Perlenre a \"alpaiaizo.
Veio refrescar e sesulo para Liverpool.
Maranhao.lidias, palaebo brasileira Alfredo,
de2.) lonelsdas, eopilao Amonio Fraocisee da
Rocha, eqopagem 11, carca farinha de nosiodieca
e arroz ; a Alintida li. Alves & C. Perlenca ao
Marauhn.
Pzrahiha5 das, biale brasileira Flor do Brasil,
28 luncladas, eapiUo Jo3o F. Marlins, eqopasem
4, carga loros de maimue ; a Jutlino da Silva Boa
Vida. Perlonce a Pern.inbueo.
Navios saludos no mesmo dia.
Genova Polaca sarda (Maria Elisa, capillo G.
(iaKsero, em lastro de assucar.
Havre palo Ceara'(jalera franczaiiilla\re, capi-
llo Machete, cara a.^uc.r.
Lihoailrigue onenial iSolos,capillo Joaqalin
Xavier Nunei, com o mesmo la Rio de Janeiro. So-'pendeu du lainarao.
Maeeni Barra ingle/a Eleonor Dodsoo, capillo
W. A. Kasson, com o mesmo laslroque Ifou&e de
Buenos Arres. Suspenden do tantalio.
LiverpoolBarca ingleza Oceau Oro, espillo J.
Besson, rom a meima carga que Irouie do liaza-
tland. Sospendeo do I rnarao.
Cotnbiof.
Londres 30 d|v. 52 l|i
60 il|v. 52 7|8
i> 90 d|d. 53 a 53 I |S
Pars. 100 mpl. 542 a 543
Genova 3 oi|d. 538
Hamburgo 3 mid. 46 3|4 a 47
>msterdam 3 mpl. 12 >|i
Madrid 8d|v. 945
ataca.
Pecas de 8*000.......85010 8020
Ooca heipanholas......153150 159200
Ditas mezicanas.......II3IOO 149200
Asuias de ouro dos Estados Unidos 189350 189450
Soberanos (a prata)......4880 49495
Ouro cerceado (a ouro) .... 19970 29000
Patacas hespanholas..... IVO 960
Hilas brasileiras....... 950 960
Ditas mexicanas....... ;iV) 960
Viole francos........39540 39580
Cinco Iraucos........ 880 895
Prata (marco;........85HO S-160
F'undos a a cees.
3 por cenlo de asaeutameiitu. 46 1|2a 16 3|S
Coupons.......45 1|2i5 3|i
Divida defferida .... 28 1(2 > 29
Banco de Portugal. 5399 a 5429.
Dito coromercial do Porlo 210a 2158
Dito mercantil. dem. 228/ 230
REVISTA COM.Mb.RCIU..
Da II de junho a 10 de julho.
Dorante o periodo da nossa revnla o mercado olo
apriseuloa symplomas de melhura, 1.., > obslanle os
deposiloi de algn* generoi (erem diminuido alcnmi
cuma, em cousequencia de ter escasseado mais a itn-
putt.lCO.
Algomai Iranssecoes se leem feilo nos fundos '.
3 por canto, haveudo ullnn im-n.a firmeza ooi pre>
eos.
as accei do Banco de Portugal tambem te
lem feilo algoma coma : est a pagamento o pninei-
ro semeilre a razao de 108 por ac^ao.
O
3 =
- n
n
1= 9
TI C
3
35 -COI
CIO c-
Ilora*.
9 e? '
3a I
s 1
Jlmotpheru.
v.
* P5
DireccSo.
Inlensi-
dade.
s. 3
Zl 3
iau dioizi 1
r'pc&So Centgrado
-lo.eacc:
IC IC li l~ Iw
!-*.*." ~ = Btaomur.
Fabrenbeil
ycrxa -1
lijgrometro.
' 3
OBss,.
Uaromelro.


5.W
trfcft"*.
O lllm Sr. inspector da thesonraria
provincial em cumprirnenfo do despacho do
Esm. Sr presi leule da provincia de 21 do
Correte, man la fa/.er publico, que rio dia 11
nova mente
TRIBUNAL Di) COUMERCIO.
Por esta secretaria so faz publico, que
nesta data foi inscripto no livro da matricu-
la dbacommerciaotes, o Sr, Justino Antonio
Pinto, portuguez. do 33 anuos de idade, do-
miciliado e estabelecldo nesta cidade com
sua casa do comtntiri io de louQas, porcela-
nas, vidros e crystaes, cm grosso ea rela-
mo.
Secretaria do tribunal do commereio da
provincia de Pernambuco 29 dcjnlho de 1858.
Dr. Apritjio Guimarles
OuTcal-roaiur
CONSELUOJJE COMPRAS NAVAES.
0 conselbo d^ comiiras do material preci-
so ao servico e consumo dos navios da ar-
mada, arsenal e mais eslabelecimenlns de
marinlia, manda declarar que aceitas as
proposlas aprusentadiis em 30 de junho pr-
ximamente lindo dos Srs. sanios, Oliveira >\
C, Thomaz Kernandcs a Cunha, Luii l!ir-
-'cs do Cerqueira, Manuel Ignacio de Oli-
veira P.caga. Manoel Antonio de Jess, An-
tonio da Costa e Silva Maduro, Manoel los
de Almcida N'unes, Jos Coucalvcs Malve ra
e Lefio Diniz Machado, na parte relativa a
diversos objectos de que ja tem sciencia,
comi.ondo o material para os ditos navios,
1 il.'ctuar nois, em vittude de aulorisaefio
do Esm. Sr. presidente da provincia, os
respectivos contratos do compra era sessao
de 5 de agosto prximo.
Manda declarar mais que contratara na
mesma sessao o fornetia>eiito dos aitigos
seguintes :
Enfermara demarinha.
Camisolas.
Colchos.
Cobertores.
Fronhas.
Lencoesde hrim.
Sapatos.
Toalhas.
Travisseiros.
Pracas do batalliSo naval.
Itonets.
Capotes.
Firdas de panno.
Grvalas de conro.
i'olf inas
Para cojos forneci tientos pagos pela nia-
nein conhecida e. em pratica, receber-se-
hao Dropostas ate as 11 ho-as da manhfia,
em que ser.ao abertas, ncompanhadas de
amostras do que eouber no possiveL, su-
jeilas em seguida aos respectivos exames.
Sala das sessoes do conselbo referido em
26 de julho de 1858.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos,
- No Pai;o da cmara municipal do Rc-
cife estarSo em piac-a nos dias :!0 do corre-
le, 2 e '1 do agosto proximr futnro, a obra
da estrada prujectada pan a fregoezia da
Varzea, oreada em 3-5208 rs. Os pretenden-
tes podem comparecer no paco da mesma
cmara munidos de fianqn para poderem
laucar, podendo antes consuHar a respecti-
va planta e ornamento, que Ihcs serSo fran-
queados
Paco da cmara municipal do Reclfo, cm
sessao do 28 do julho de 185,4. Joaquim Lu-
cio Monteiro dil Franca, pro-presidente.
Manoel Ferreira Accioli, secretario.
CONSELIK) AUM1N1STRATIVO.
O conselbo administrativo, para forneci-
mento doarseti'l de guerra, tcm de com-
prar os objectos scRuintes :
Para proviniento dos armazens do
almoxa rifado
Taboas de louro de assoalbo, duzias 20 ;
costadinnos de amarollo G; costados de a-
marello 6 ; costados de pao d'oleo 6 ; oleo
da linhac.a, arrobas 5 ; cola da Rahia, arro-
ba 3 ; taboas de amarello de asaoalho, du
zias 10 ; taboas de pinho de assoalho, du-
zias 6 ; pranchoes da pinho 12 ; caibras de
25 a 30 palmos, uuzias 4 ; arcos do ferro de
1 pollegada, arrobas 10 ; ferro suecio sor-
ti io de una e I quario a .'I pollegaJas, quin-
taos 20 ; ferro ingiez de 5 oitavas, quiOUea
2 ; ferro suecio quadrado de 7 oitavas, quin-
taes 7 ; rame de. latao n. 13, ai robas 4 ; a-,
rame de ferro de amarrar, arrobas 2 ; fo- "fipatarios Novaes O., I.i
loas de flandres de marca cruz 2025; cadi- c
nhos do norte de 11. 10, :;o b-eu, arroba 1 ;
eatanho em vergoinhas, arribas 4; panno
preto. covados jouO algodSoziobo, varas
8000 ; bollanda de forru, covados 2000 ;
brim brauco, varas 30o ; cordlo preto de
ISa,-varas 6oo ; botoes pretos de osso, gro-
sas 500 ; boles grandes brancos de osso,
grosas 1000 ; liotoes perjuenos brancos de
osso, grusas IOoO clcheles pretos, pares
lOlio ; retrozazul ferrete, libras 2; casimi-
ra verde, co-vaos 50; casimira encrna-
la, covados 80; casimira carmesiro, cova-
NACIONAL MASQIX
Os administradores do grande salSo do
caes do Apollo, pro'riedade da Sr. viuva
Lasseer, leem designado o dia 31 do enrren-
tepara a estrea dos bailes masques,-
neste grande salSo, para o que tem Invida
dollos os seu> 'Mreos, e mesmo feilo
sacrificio, para salisfazerem o publico cm
geral, tanto em aceio como em oruom, que
devera reinar oeste novo estaheleci ment
de recreio, por 880 os mesnios adminis-
tradores esperam merecer do mesmo pu-
blico a sua proteccao.
Sabbado 31 do correte lera lugar o pri-
mero bailo masqu no grande sUo cima
mencionado, em consequcnciajde ser o dia
da estrea, estarn herios todos os sales da
mencionada esa. ellaseacha conveniente-
mente ornada lendo-86 feilo toda a com-
modidade, faltando simplesmente ser forra-
da, oque nfo pode l"r lugar por falla-le
lempo, pedindo-se descolpa por esta f
toda involuntaria.
Ksto desiina los todos os meslres salas,
os quaes esto co npciontemento habilita-
rlos, para bem preenchprem os seos lugares, no seu tercllO anuo,
o reguiamento policial h sanecionado pelo dos nossos estatutos,
lllm. Sr. Dr- chefe de polica, de quem pre-
cedeu a respectiva licenca.
O baile principala as 9 horas da noile, e
lindara as 3 horns oa madrugada.
Os bilhetes estilo a disposiciio do respei-
tavel publico desde ja na casa da ru* do
Collegio n. 18, pnmeiro andar, sendo os
bilhetes para homens 25 rs e para senhora
entrada gratis, e no da, a poita do respec-
tivo salo.
Tocar neste baile msica dobrada, varia
dissimas coolradansas, valsas, schots, .to-
las novas ; cas quadrilhas dos lanceiros ;
ser annuncia lo com nm bando pela ra
no sabbado, das 9 horas da manhia em dian-
te, e achar-se-ha unta bandeira collonada
no centro das janellas do fablo, ptra o mes-
mo ser bem distinguido, tocando a noito
na porta do mesmo a respectiva msica...
da capital, que aos me.smos roncorrem, e j
pela diminuta distancia e commodidades dos
transportes existentes e diariamente em aug-
mento ; exisie marcada no centro urna ter-
cejra estrada em hnha recta, di 50 palmos
de largura, em direcfSo tambem ao rio e
indicada ponte, o formando adivisSo de si-
tios e oasas que nec ssariamente serflo edi-
licadas em separado e com regularidade pa-
ra meliior belleza e realce, indicativos do
ver laJeiro gosto moderno, qual sera ampia-
mente desenvolvido pelo admiravel genio
aspirante e progressista da nossa g-nte
Quaesqaer nutras informar;Ses BerSo dadas
pelo referido agente, em cojo escriplorio
ter lugar o leilSo, sabbado '!! do correte,
as II horas da manhia.
LEILAO'
Snuthall Uellors i\ C l'arSo leilo, por n-
tervencao do tgente Oliveira, do mais com-
pleto sortimeuto de fazendas inglezas, todas
prop'ias do n.ercado : segn U-feira 2 de
agosto, s 10 horas da manira, no seu ar-
niazcm, ra do Trapicha Novo.
y
STABKLEQIMEjTO PHTOGRAPHICO
DE
TAHL E COMP.
Ate>ro dit Boa-Vista a. !2.
CALERA E OFPIC1NA V REZ-DE-CAO
Nao' confundir com a officina de dagaerreotypo na mesma ra.
Ketratos tirados seguudo os prnoessos os mais modernos sobre crystal e papel
em fumo e com colorido agiiarella. applcaoo de lindas aizagensno campo do rctabulo,
Miniaturas para alunles e cazoletas imitando a pintura sobre matlim.
Retratos de pessoas fallecidas em quabiuer genero o tamanho.
Ricas caixiniias, duqoeza, ponipadour, velludo, tartaruga, marroquim etc., etc.
Retratos em tamanho natural sobre tela, deseuho da machina monstro chamada
gascopo e pintura a oleo por mao do artistas f'ancozes.
Scmelbaiifa e durazno garantidas.
Reprodcelo de vistas, desenhes e outros objectos de arle. CollecSo do vistas dos
rraballes e da estrada de ferroa.
ti. B. POR MAIOK COMMODIDADE DAS ILLUSTRISSIMAS SENNOKAS E
FAMILIAS A GALERA SLT.A ABLUA E CONVENIENTEMENTE ESCLARE-
CIDA AS NOITES DE LIAR.
Me-
EIO
Gr nde do Sud
O lindo c veleiro patacho nacional Direc-
tor, seguir breve com a carga que houver,
alem da metade queja tem prompta : quem
no mencionado patacho quizer oarregar,
entonda-se com os consignatarios Bal ir A
Oliveira, em seu oscriptorio oa ra da Ca-
deia Velha n. 12.
para o ro de Janeiro.
O voletro e bem condecido pataedo nacio-
nal Ozo:imbo pretende seguir com muila
brevidade, tem a bordo parle de seu cawe-
gamento ; para o resto que lhe falta, trata-
se com o seu consignatario Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo, ra da Cruz n 1.
Para o iio de Janeiro.
O bem conhecido patacho uacioual valcn-
le pretende seguir catn muita brevidade,
tem parle de seu carregamento e igajdo :
oara o resto, trata-se coai o Beu consigna-
tario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, iub
da Cruz n, 1.
Ceara, Mara-
nhao e Para.
O novoe veleiro patacho Alfredo, capilao
Intooio Travasaos da Rosa, segu com pou-
ca demora por ter parle ja carga ja repa-
rada: t.ara o resto Irata-se com os consig-
natarios Almeida Gomes, Aires v.V C. ra da
Cruz n. 27.
Cara o \racaly salie no dia 1 de agos-
to a barceca ConceicSo de Maria, aind* re-
ci be carga : trata-se cun Marlins 6( l.in.ao,
la da Madre de l).-os \. >.
Para o ro de Janeiro.
Sabe no dia 3 de agosto a bom conhecida
barca ccil'c, a qual ainda receba algoma
carga o passHgeiios, para os quacs oflereee
escullen tes com nodos tratar com Manoel
Francisco da Silva Carrico ra do Vigario
n. 17 ou abordo com o capilao Manoel Jos
Ribeiro.
Ceara', Mara-
uhao e Para'.
S&goc'uxco Cnpo0t'tpftica
|JcvuamItuc Tendo de proceder-se eleicSo do novo
conselbo que tem de dii igir esta Associa<;o
como dispde o art l"
no domingo 1." de a-
gOSto, pelo prsenle convido a lO'los os Srs.
socios effectivos a comparecer no referido
di, as 10 horas da matthSa, na casa das ses-
- os 1 mesma Associago, ra Direila n.
120, primeiro andar; devendo os nierribros
do actual conselho acbar-se presentes urna
do-a antes.
Secretaria da Assnciac,ao Tycograjibica
l'ernambuca, 28 de julho de 1858.
A. A. Ferreira Lima
1. secretario.
AVISO.
Na casa de Iianhos do pateo Jo Carmo
precis-se de un) servente escravo, nreferin-
do-se veibo : para tratar das 6 as 8 da ma-
lilla*, ou das 5 as !1 da noile, na mesma casa.
Ll<;0 ES DE PARTIDAS HORRADAS
Ensilo -acu
(TKKS VEZES l'OK SEMANA.)
Na ra do Padre Kloriauo, sobrado da es-
quina n. 5, defronte do becco do Serigado,
\s liccs ier3o cometo as 7 doras da noito
dos dias em que se eonvencionar ; cantes
desta hora nao .->e acha o abaixo assignado,
Com quem se deve tratar a resoetto. O pre-
?o coulinu'a a ser 20^ pelo ensino.
M, Fonseca de Medeiros.
? EHTiSTi mMEl. %
J> Paulo tiaiguouvdenlista rm dai I.irau- %$
1 ceiras n.15, na mesmacaa tem agua e pos ^
( deiitrifice. $8?
ita ra do Crespo n. "2, escriplorio da
via frrea, entre 9 doras da manbaa at as 4
da tarde, se dir quem precisa de cozindei-
ro forro, mulner ou doinem, como tarr.bem
de uma ama forra para ensaboar o engoin-
mar, nao se olna a preQo.
. COMPHHIi
>,: iiiiiiiilii yao H gaZ
A companhia d illuminar^ao a gaz des-
ta cidade avisa as pessoas que precisa-
rcni illiiiniiiui- osseus estabelecimentos e
cusas particulares por meio do gaz de vi-
reua dar osseus nooaes em casa de lios-
iniii Rooker (',., praca do Corpo Santo
11. 48, notando-seque aquelles qne pii-
meiro se alistaren] setao servidos em pri-
meiro lugar
Na tundicao da Aurora n'^cita-ee
de serventes torcos ou escravo, p'ia
servico debaixo decoberta.
Francisco Jos Augusto Ferreira, na
ra da Hoeda n. 2, t>-m par' vender cavada
em saceos de 4 arrobas a 7?00O. assim como
barris com mel, ludo proprio para as co-
cheiras
Cu8c de: comuiisso de
.. ?
URAS PRECIOSAS g OURO E PRATA. 8
I Aderece, de brilban- Loja de ourives
(i* les.djatnanles (mv'io- ''* ___
il..,pcelr,s..foe-:| RlA DO i'MUi \ 7.
s, brincos e rosetas,
ito-s eaneia de Jil-
ferentes gostos e d>
^5 "iversaspedras do va-
lor.

\!"- Iieid
tO ta Europa
por
poros
as 3
Conpram, veiilem,
ou trocam prala, ou-
ro, brillantes, dia-
;- mants e perolas, e
nutras quaes^uerjoias
%< de valor, a dinheiros
j ou por obras.
- ~ --.-.----.

,
onras< > ai is mi-
rlerno gosto t
t ne trafica, co
o de Tisboa, s
Adeieros completos *
ouro,meios ditos,pul
ceiras, alfineies, brin-'^|i
eos e rosetas.cordoes, >
transelins, mailaldas, >
correles e enfeites *T
pararelogio o outros rf>
muitos objectos defs|
ouro.
Apparolbns comple-S
, 5 los de prata pira cha, t)
bandejas, salvas, cas- f|)
tigaes, culheres de so- K
*Vj oa e de cha, e muitos*
?\ outros objectos de 19
praU. H
rs^ quaes vendem por m*^i~%% e^j
como
preco eonmiodo
costil liaio.
Loh

Provino
o contra
fogOr
rigue escuna
Espera-se nestes das
nacional CAROLINA, capito e pratico
Joaquim Antonio Goncjalves dos Santos,
traz ,1 bordo parte da carga que lem de
"evar, para o resto trata-se com os con-' (3?
o lo Corpo
Sanio 11. (i.
('-,
Ri
Janeiro
de agosto prximo vindouro. vai novamenle uos 100 ; botoes grandes de metal ainarol-
a prar;a para ser arrematado a quem maiS||(, lisos lo
IMPOKTACAO'.
Aiiocar.Duranie o periodo da nona revi-la en-
traran) 315 can s, ."II faixes, 82:( saceos e 68'J bar-
ricas ; aenda 315 cuijas. 2!) feses, 743 saecus e 181
barricas da Baha, 257 do Kio de Janeiro, 30 do Pa-
ra, 82 d Cabo-Verde, 121 70 saceos do Marsuhflo,
7 i IO e 15 barricas de l'arnaiobuco.
Depois da tahila do uliiruo paqnele para o Brasil,
os pesiuidores lem continuado a -o-lenijr os prejo
cora firmeza, luottaodo-sa pnrem es vendas somrole
ao sniisumo, hsvendo porem oestes ltimos das mais
regularidade nefas.
O depsitos a 1 orgavam-se :
Caitas l'eiies Barricas Saceos
4,902 295 4,Ut2 02.85)
Aguardante NSo hoove allera(;ao nos precos, en-
Irara-n 25 pipas de Glasgow, 2 de l'eruamboeo, 32 e
37 barris do Maraiibao, 66 pipas a 10 barris da Ma-
deira.
Alsodo.Cheearam 331 saccas do Maranhao, i
do Par, 2i farrfoa de Liverpool. As vendas que
se lem lulo limilam-se no do MaraoliSo nicamente
ao coosomo.
Arroz.Os precos nao tem solfrido .literario, en-
Iraram ISS9 alqueues du Pare' e 200 sacras de Li-
verpool.
Caf.Consialem M entrad.,, era 3367 saeeas do
Rio, 80 da Baha a 928 de 8. Thome. As vendas
leem-se tornado maia regalares, no .6 para euniu-
mo, como para reesporlacSo. O deposito orca-se bo-
je era 14 mil saccas.
CaC'O.Tem-se feilo algomas vendas no do Para'
par embarque, e no de S. Thomc para consumo, o
da Bahu fica nominal, entrar.m 46!( reas do Pora
SfiS de S. Thum. Depoailo cerca da 2200.
Couros.l'llimamenle fet-se alguma eoosa nos ,.
espichados de Angola, a salvados das libas ; nos |ns la,l
de junho huuve lamben) vendas nos de t'eroaubuco,
e espichados da Baha.
der, o podagio da birreira do lujary, ser-
vindo de base arrematQ3o o offerecimen.
to feito pelo licilante Antonio Joaquim de
Mello da quanlia de 375-3 rs por anuo.
A arrema tacan ser fcita por tcm no de 3
annos a contar do 1.- de julho de i8.">8 a 30
de junho de 1861, brando obligado o arre-
matante pela renta total do trienio, entre-
gan lo-se-lhe. o que ja houver cobrado a tbc-
sourana.deduzidas as despezas fritas.
E para constar so mandou allixar o pr-
senle e publicar pelo Diario
Secretaria da thesauraria proviuci.il de
Pernambuco 28 de julho de 1858.
O secretario,
A. F. d'AnnunciaeSo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, ei cu ti pri trienio da ordem do
Exm. Sr presidente da provincia de !'2 do
correte, manda fa/.er publico, que no dia
19 de agosto prximo vindouro, perante a
unta da lazenda da mesma thesouraria, se
ha de arrematar, a quem por menos li/cr,
o concert geral de que precisa o empedra-
mento da estrada da Victoria, avaliai'.o em
17.6055500.
A arreniEtaijo ser feita na forma a lei
provincial n. 33 le 15 do maio de I85 e
sol as clausulas especiaos abaizo copiadas.
as pessoas que se prnpo/ercm a esta ar-
rematacSo comparegain na sala das sessoes
da mesma juula no oa cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
Epara constar se mandn allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernaoibuco 27 1c julho de 1858.---O socre-
Mela{o Asenlradas so de 56 pipa", 10 meias,
2W cascos e 635 barris, quasi lodo de Pernambuco
l'ar.i, entrando apena nina partida de lOi barris
'indos da Londres. O mercado depois da taluda do
ultimo paqnele para o Brasil, te ni.lharado algo-
ma cooia, I inndo vend.s a i rn;.is mais altos dos
qoa entao n.'itamos, e oltiinamenle elfactuaraoi sea
40S rs.
Oleo da enpahiba.Oo Maranhao rliegoo orna
partida de 6 barra, parece que todo foi vendido,
mas o preto i,;<>. iranspiroa.
Oorae.Tambem ehegou do Tara' 150 paneiros,
por falla de vendas, uo ha precos.
Salsa parrillia.Hoove vendas de I > a 171500,
as sjswlldkdM de Sanlarem; ha falla das mais quali-
il.nle-. O mez pessado ehegou uma partida de 300
tolos do l'ara'.
E\POHiA(.;*0".
Aceite.lepoi di saluda do ulliioo paquete as
A F. da AnnunrjaQo.
Clausulas esneciaes rara a arn^matacio.
1. As 1067 bragas do empedrameuto )is-
trihuidas ,or diversos pontos da estrada da
Victoria aleo marco 7000 bracas, setao fei-
tas oe conformi lade com o respectivo orna-
mento Bpprovado pela directora em conse-
lbo, e apresentado a approvacio do Exm.
Sr. presidente da provincia importando em
I7:605|500.
2. As obras serSo comerjadas no pra'/o de
un mez e concluidas no de um auno, lim-
bos contados em vista da lei n. 286.
3. O pagamento da importancia da arre-
malacao sera feito por prestacoos corres-
pondenles aos pequeos Uncos parciaes,
desgnalos no art 1.- do orcamenlo.
*. O arrematante so podera receber esas
prestaces depois do salislazer asexigjn-
. sola, meios 500 ; fio de vela,
arrobas 25 ; livro cm blanco oblongo grande
de 100 fulhas encadernado 1 ; dito oblongo
pautado para balanco das olTicinas 1'; dio
oblnngo oaula :o para a esenuturaco 0a
di.-ttiiiuico do farda ment I ; papel almajo
pautado, resmas 2 ; tornos de niaos 6 ; papel
almaco, resmas 2o ; dito dilo piulado, ditas
10; dito de peso, ditas 10 ; pe as de gli-
co 1728 ; tinta preta garrafas 30 obreies,
tnaros 30 ; la.is 72
Para os trabalhos do laboratorio.
Plvora capa fina, libras 165.
Fortaleza do Urum.
liandeira nacional de fille, pequea t ;
drie,a com 302 bracas \.
yunm quizer vender taes objectos apr-
sente as suas pro;ostas em carta fechada
na secretaria do conselbo, as ,o horas da
manliaa do dia 30 do correte.
Sala das sessoes do conselbo administra-
tivo, para fornecimento do arsenal de guer-
ra, -23 de julho de 1858. Bento Jos Lame-
nna Luis, coronel presidente.Jos Antonio
Pinto, tenente-coronei servinlo de secre-
tario.
CAPITANA DOPJRTO.
Pdla capitana do porto se faz publie > "a
t|uem for intereasa lo, e especialmente a to-
dos os ni 1i'i iuos empreados no trafico du
porlo, e rios navegaveis, que le oonloitni
dade com o artigo 73 do regulamento de m
de maio de 1846, todas as velas las embar
cagoes de que trata o mesmo artigo, di ven.
ser numeradas e marcxlas com urna leltra
do alphabetn, nSo sen lo admissivel que a
referida lettra alphabelica exisla somente
em uma das ve\*< Y. para que n3o se allegue
mais motivo algum de desea I pa, ou :
da infracgan da bi, marcou-se O pra/o de
um mez mprorogavel, c nti d i la L&ta des-
te em diante, para que se o! s -tve restric-
amente o regulamenlo, e sejam postas as
marcas designadas, deven lo as velas majo-
res ter a lellra do alphabetn do tamanho de
quatro palmos, e as menores de dous ; ludo
s 'b as penas da lei Capitana do porto de
Pernambuco 28 de julho de 1858.Fernando
Vieira da Bocha, oapitSo do porto.
O Bacal da freguezia de Santo Antonio
chama a alienco dos senborea proprieta-
nos de cocheiras estaheleci las na mesma
IVegaezia, que a clara t terminante disposi-
ciio do art. 11 do til Odas posturas rn un ic.i-
Scguc com brevidade o l>cm conlicodo
brigue nacional Despique de Beiriz., lem
parte Ha carga prompta para o resto que
lu; falta trata-se com os consiguatarios
Novaos >\ C, I irgo do Corpo Sanlt) n. ti.
GUNE LEILAO
irigo
ffOStO
cotriHiissau
travos.
.Na ru* larga do Rosario n. 22, recebem-se
esersvos para serem vend los por commis-
so, e (.or conta le seos senborea, o alianca-
se o Imii! ti a.aur. tilo assim como a proa li-
la venda, afim do que seus senhores nSo
sofl'rain cm parte com a venda delles.
m&&m s@ss@@@ssfv
| asa de ^aude|
yj) 0 Dr. Ignacio Firmo Xavier, roce- 1)
^ he em sua casa de saude, que lisa ao gjk
% norle da estrada da Passagem da T
vf Mag'lalena, ent c a ponte grande ea W
^J) pequea do Chora-Menino, todas as |
' pessoas donnles, aiancaiido o me- .\
Ihor tratameulo, o maior telo e cui- '&
tir. lo medico. O local em que est $9
edificada a casa destinada para esso f
miste,r as ngrs hygienics, sobre 'a
as quaes i-sla construida, os cocino- #
dos de que dispe, o aceio, ordem, fm
regularidade que ah se encon- -
O Sr. thesoureiro manda fzer pu-
blico que se acharo a venda todos os dias
"O pavimento terreo da casa da ra da
Aurora 11. 26,das 1) horas da manbSa as 8
da noite, bilhetes e nietos da segundapar-
1 te da 20.a lotera do theatro de Santa
Isabel cujas rodas aodarao impretei ivel-
mente no da 4 do prximo futuro mez
de agosto.
Thesouraria das loteras 24 de julho
de 1858O escrivao, J. M. da Cruz.
Joaqnim da Costa Ribeiro roga a todas
aquellas pessoas qio tem em seu poler li-
vros perleoceotes ao seu fallecido sogro o
Dr. Manoel tiendes da i'.unha Azevedo, d os
mandar restiluir eoi sua casa na ra do Col-
legio n. 25, segundo andar.
Precisa-so de um caiteiro com praticn
do taberna: a tralar no aterro da Uoa-Vista
n. 78.
Preeisa-sede um feitor para um sitio
perto da pracs : na roa da un.ra n 56, ter-
ceiro andar, por cima da una taberna.
-- Lima pessoa capaz se prupde a fazer CO-
,mida para fora cura todo o aceio e prompti-
d;lo tanto -ara manir levar em casa de
quem precisar,como para vir comer em sua
casa : quem de seo presumo se quizer uti-
iisar drija-se a ra do Aragfio confronte a
botica na loja do sobrado 11. 19.
Po
Caixciros.
DOS
1
i
i
i
y)
Lram, sao condtc/3es ponderosas para
uma breve cura e completo resta- SjfB1
beleciment, as pessoas que quizo- >\
rem utilisar-se de s-u prest o po-'**
dem dirigir-se so paleo do Ca mu, <0
sobrado 11 9, primeiro andar, das &j|
10 horas da manhSd as 3 datarle,
e dessa ho a em dianle no seu e
bclecimento.
"i
oter.a
r>\




Ye ira de
llavera leilSo iioarmazen do Sr. Araujo
ao pda ponte nova de l.coo barricas com
farinha de Nova Orlesnschegada esta sema-
11 lo navio Lveliue rtotrtr, por coula de
quem perteecer e em lotes a vnntade dos
compradores. Principia as lo horas o con-
tinuar nos dias seguintesquando nao seja
possivel uoucluir-se,
Leilocs
rV l do corro ufe.
Manoel J-eques da Silva e os mais herdei-
ros do finado commenda lor Antonio da Sil-
va faro leilSo, po' intervencSo do agente
Oliveira, do seu bem plantado sitio, t-otii
boas casss, chaos proprios, no lugar da es-
tra la entre Sal Auna Casa Forte, todo em
um ou mais lotes at o numero de 27, em
que pJe ser divid io e para isso esta deli-
nnado, comprebendendo cada um de 200 a
00 palmos de Trente com ampios Fundos
cor raspo 11 lentes, ou abrangendo menor nu-
mero dcsies conforme melhor convenha aos
pretendeules, a de accordo com a respi c iva
planta approvada pela Exma cmara muni-
cipal desta ci lade, actualmente exposta para
ex me, ;.s loja .10 sr. Luiz Antonio de Si-
iiueira, rL' da Cadeia do Rircife. Esta ira-
portanle propi lade ; de tornar-se um dos
mais rendosos patrimonios, quer no todo,
quer dividido da forma indicada, esl
para isso convenientemente situada entre
duas estradas, a do Chacn, c a ao correr do
sitio de J0S0 Venancio, ambas principiando
n 1 bella e muio frequ otada e larga estrada
publica ale findarem no Ro i.apiharibe, de-
fronte do Cordeiro, onde esta projeetado
lancar-se uma poute. l. como o sitio, por
gra ule, offerece as melnores proporijOes pa-
No escriptoriodoabaixo assignado na ra
do Collegio n SI, vendem-se Bilhetes da lo-
tera da provincia pelos segoioles presos
sendo de I'"'1 para cima e a diiiheiro a vista.
Kilbeles garantidos 59500
Meios ditus 29750
P. J. La y me.
COMPAMA DAS CARNES VERDES EM
LiyUlUACAO'
So convidados os socios desta cija Je para
a reuniSo em asse bla ueral, 110 dia 29 do
curente, quinU-feira, pelas lo huras Ja ma-
nbaa, na caaa u. I.! da ra da Cadeia de San-
io Antonio.
~ Precisa-se de ofiiciacs de sapateiro para
1 n.a larga to Rosario 11. 14, junto a botica
do Sr. Piulo : qualquer pessoa que queir
vir lera 110 lim do me./, nina gratificarlo con-
forme u trato que fizor rom o dono do esta-
belecimeuto.
OSr JosHaximiano Alve Cavalcan-
ti, pralicaute da thesouraria da faxen la,
queira dirigir-se a v a do loeimsdo n. 2,
primeiro andar, concluir o negocio q 10 sa-
be.Josa Estoves Vianna.
Pela subdlegacis da fregnezs di San-
io Antonio do Recife foi rocolni lo ao de| 0-
sito geral un cavallo que se sup 5e er de
sella, o qual foi encontrado vagando pelas
111-s les freguezia sem dono: qu;ta se
julgar com direito so mestno cavallo. com-
paret^a no mesmo juso, que provan lo Ihc
ser entregue Villaqa, subdelegado
Os senhores socios do MO.NTK PI DOS
I CAlXEIROS queja pagaram as suas joias, e
; os que satisljzerem at o dia 30 do corrente,
so convidados a comparecer na casa da viu-
va Lasserre, no caes de Apollo, domingo t.*
(le agosto, das lo as 11 oras da manbSa,
para assistirem a instalarjSo da mesma so-
ciedade. Pernambuco 28 de julho de I808
J. C da Silva linio, i.- secretario icterino.
Constando ao abaixo assignado que
iliveira & Dutra preteodem vender a pada-
ria e deposito de massas que possuem, vetn
declarar que a lirma dos nu'smus est res-
ponsavol pelas perdas e dsmuos que occa-
siouara com o injusto arresto lequerido
o'uui cslabelecimeuto de massas pertencen-
te o mesmo abaixo assignalo, pelo que
protestara, e j obtivera em seu favor sen-
tenca proferida no uizo commeicial, que
declarou injusto aquello arresto ; em vista
1 do que o comprador que venha a ser da-
quella padaris, tera le naver-se com o mes-
Imo abaixo assignado, para que a responsa-
! bilidade do vendedor nao fique sem effeito.
Jos Remandes Msgalhfles l!rga.
Precisi-se de um menino Portugucz
i para caixeirn, de 14 a Iri anuos; no becco
do Abreo 11. 2
Precisa-se de bom cozinheiro, forro
ou captivo: no becco do Abreo n 2.
Ate-cao.
4o deposito a roa das Cruz s n. 2t, ehe-
gou nova remessa le queijos do se'tao, afi-
ancando-se aos Tregeles a superior qusii-
dade : quem eompn r a primeira vez conti-
nuara.
Precisa-se alagar uma ama para o ser-
vido de casa erua, paga se bem ; no aterro
da Boa-Vista, loja de tnui.-zas n. 58.
Aluga-se o tere iro andar do sobrado
da ra da Cruz n. 40 -. quem pretender, di-
nja-se ao armazem dn tr.esmo.
I'recisa-se de 1:2009000 ao juro de 2
ti|0 ao mez, sobre o prazo le 6 mezes, dan-
do-se por se^uranca em nypotheca 2 escra-
vos : quem quize annuncie por este Diario.
Precisa-sede feitor para engenho, e
tambam de um carreiro para o mesmo en-
genho : a tralar no largo da ASsembla n 6"
-- Precisa-se de urna nma secca para to-
mar coiit de uma menina e eogommar pa-
ra a m sma : na ra Jo Oueimano 11, 37. lo-
ja de fazen las.
--- Precisa-se de um pequeo para csixe-
ro : na rua da Concordia ti 8.
COMPANHIA NOKTHBN, ESTABELK-
Cl A EM LONDRES.
Premios diminuidos
AGENTES
0. -Astley cyC'o'-npanhia.
NA RLA DA GLORIA CASA UO FL'NDAO'.
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
00
DR. P A. LOBOM0SC0S0
Medico parteiro e operador.
0 Dr. Lobo Moscoso, oa consultas todos os
lias e pratica qualqueroperaQ3o decilurga,
assim cooo.accode com toda a promptid3o,
as pessoas que precisaren! do seu prestimo
para o servido de partos, praticando aso-
jeratjOea aianuaesou instrnmentaes, quan-
do n3o ossa conseguir resultado por rvteio
1 homeopaibia. que tantas vezestem ven-
cido diilculdades, que tareciani insupe-
raveis.
Da provincia do Piauby veio um es-
cravo ,para ser vendido nesta orarla, de
uome Joaquim, crioulo, com 26 annos de
idade. alto e cheio do corpo. rosto co'.inn-
do, olhos castanhus, nariz regular, bocea o
mesmo ; h? quebrado, e tem signal visivel
as nadegas de ter sido castigado ; cojo es-
cravo se evadi do poder do conductor no
b?.irro da Boa-Vista, e consta que he natu-
ral desta oraga : roga-se, porlanto, a todas
as autoridades policiaes e capitaes de cam-
po que o fajara capturar o remetter para a
rua do Crespo n. 17, da cidade do Recife,
onde sa recompensar com generosidade.
- Do Brejo da Madre de Dos fugio em
dias do mez de junho (indo um escravo
crioulo, de nome Jos, idade 22 annos, bem
preio, altura regular, rosto redondo, cabel-
lo fechado, olhos carnudos, nariz redon lo e
pequeo, beicos finos, bocea regular rom
todos os denles da frente saberlos a lima,
bem feito no corpo, pernas e bracos carnu-
dos, cncavos dos pos bem fundos com fal-
ta de unhasem ambos os dedos grandes dos
Des, he muito ligeiro no andar, n5o he bar-
bado, gosta muito de tocar viola, cjefji
castigado, do que tem vestigios as nade-
gas ; ha suspeilas de que este escravo es-
leja empregado em algn engenho, ou em
alguma obra desia cidade do Kecifea titulo
de forro ; roga-se a todas as autoridades
policiaes e capitaes de campo, que o captu-
ren) e mandem entregar na rua do Crespo
n. 17, na cidade ^o Recifo, onde sera paga
qualquer dasjeza que sa fizer,
Os abaixo assiguados fazem sciente ao
publico, e particularmente ao corpo do com-
mereio, que nesta data dissolveram amigi-
velmente a sociedade que tinham na loja do
fazandas, sita na rua da Madre de Dos n.
9, que gyrava debaixo da lrma GuimarSes
o Amorim, ficando a liqudacSo da mesma
firma a cargo do socio l-'rancisco Jos Gui-
maraes, por ter ficado com a mesma loia. c
lesonerado tanto do aciivo oomo passivo o
socio Amonio Jos d' Amorim. Recifo de
Pernambuco 28 de julho de 1858 Francis-
co Jos GuimarSes.-Antonio Jos de Amo-
rim.
PARA LISBOA.
Sahii no dia 10 de agosto prximo o ve-
liio e bem conheciJo patacho porluguez
Maria Ignez ; quem nelle quizer carregarou
ir de passagem ai ija-se aos seus consigna-
tarios Francisco Severiano Kabello & Filhos,
largo da assemblea.
Fugiram do da 29 de julho. da rna
Imperial, casa n. 179 dous errneiros, sendo
um do Cabo de los-Esperan?, nutro do
paiz, aquelle con ehifree, c este mocho c
uialhido do preto : quem os tiver pegado e
os levar a dita casa ser generosamente re-
compensado.
Atteiico

Aluga-so um carro de r.mduzir gen' ros
par, qualquer dos arrabaldes desta cilade,
por preco favoravel; tambem necessila-sede
se alugar um escravo par) o mesmo servido:
na rua Direila n 2, junto ao pateo do l.ivra-
mento
pacs de 30 de junho de 1849 que diz -- lie ih ser dividido, e assim formar como que! Precisa-se alugar una escrav.i pira o
prohibido ensinar ca vellos desuados para um povoado apraivcl, ja pela sua posicao: servico de urna casa de oooca familia : a
a conduccSo de carros, dentro da cidade: os agradavel, e salutferos aros, coolinaudo tratar na rua da Cruz n 8 jundo andar.
Infractores serao multados em i-2-ooo, E pa- com os lugares continuamente frequentados I Precisa-se de uma ama de lcite foira
ra que nao coulinuo o abuso, c nao baja'para rcciciu dos habitantes pcnnauoules, c I ou captiva : na rua dos Pescadores 11. do.
PRECO COIIOD.
\.t rua 1.11 gn do Rozai'io esquinado
becco do Pei\e-frto, 110 segando andar
do sobrado n. '.), I'az-se ruin lodo asseio e
|km Ictao almoi; 1. janl ir e ceia por pre-
co mais em conta do f|ue em oulraqual-
quer parte.
Precisa-se de ama 1 na forra ou capti-
va que saiba cozinhar e Ti/, ir as compra :
na rua do Livramento n. M,
-- Offerece-se um moco pam trabalbar
em una padaria o qu I 'a um mpz gratis :
no pateo do (".armo 11. 16, loja.
D-sc dinbeiro a juros sobre penhores
do ouroe prata : na rua alraz da matriz da
Boa-Vista n. 17.
(' Dr J. Chardo", obriga lo pelo seu es-
le saude arel,,a,-s,MM^omauOp0r estatura regular, bas-
s,gUm lempo. seus *mpol. ^g ^ gr08M. olllos grindef B br;nco;i,
EMPADAS
OUENTES
TODOS S DI4S
A quIquer hora, sendo de camaro peixo
e gallioha, feilas por costume do l'.io de Ja-
neiro a L3UOO e 500 cada urna, chamamos a
atiancSn dos senhores que as comer: no
Itio de Janeiro para as comerem iguacs :
vende-sa 110 pateo da 1'enli.i n. 10, confron-
te a igreja.
Precisa-se alugar uma escrava ou mes-
mo otra ara servico de c-.sa e rua em casa
de pouca familia : na praca da Independen-
cia 11. 30.
-- Os ab-.ixo as ignados fazeii sciente ao
publico cora esjeciali lade ao respeitavel
corpo do commereio que na data de t de
maio ?. p. compraran ao Sr. angeluio Jos
los Santos Ao Irade, a sua loja de'ferragens
sita ni rua do Quetmado n. 4, livre. c de-
.arada de qualquer onus da praija
salvo as letras assignalas pelos mesmos '
Magalh9es Maia.
Js doceras.
*
Temos da booHas de madeira pintadas de
difi trentes cores e muito fornidas : vende-e
oa rua da Cruz do liecife armazem 7 .
Fugio do engenho Coit, comarc do
\;,7 rpiii, um escravo de nome Luiz crou-
su b liscipulas descul pe-. nterrapQ
Bens trshalho.*, que tornar tow-ar logo
qne melhoranJo ello voltar do mallo Elle
visar da sua. volta.
- No l d" agosto, na Boa-Vista, rna da
Mi ngueira n 80, s^ al iga um preto robusto
para todo trabalho e qu 1 cozinha bem de
fogSo.
pernas grossas, le um deto du pe esquer-
1I0 li'a oeencostado ao mnimo, tenida
parte direita um petado da orelha tirado,
ps grandes, rosto redondo, levou urna ar-
eola no pesclo : quem o pegar, pode levar
ao dito eogenho, e nesta pra<;a ao Sr. Lo-
mos Jnior Leal Reis, rua do Torresn.lV,
que. sera bem recompensado.


DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIRA r,0 DE JILIIO DE 1858.
Homeopathia0
O Dr. Sabino Olegario I,. Pinho, tendp de
organisar aHistoria da honieopalhia du-
rante a epidemia do cholera,ruga a todos
os amigos da verdade quer desta provincia,
qner das outras do imperio, que lhe forne-
gam com a maior breviilade possivel, quaes-
qucr documentos, informales ou narrces
exactas, que possam servir para a exocugSo
dessi obra, lie justo que sejam coubecldos
os nomes de todos aqnelles que em to ca-
lamitosa quadra soccorreram a aITlicta hu-
manidatle. No consultorio central homeo-
palhico ra de Santo Amaro (Mundo Noto,
n.6.
O Dr. Casa nova pode ser procura- jg
.-'-. do a qualquer hora para visitar doen- g
l'.'. tos e piaticar qualquer operagao do V?
'' cirurgia, especialmente de partos $2
'.-i em sen :.
iCONSLLTORIOlIOMEOPATIliriOl
' Kua dasCru2es3l8 %
No mesmo consultorio tera sempra a
' os mais acreditados medicamentos '.'\
j*j homeopathicos em tinturas e em x
\P glbulos e carteiras riquissimas; ha
9 tambem varias obras em francez e
. em portuguez.
5

He rhogado a loja ae Leconte, aterro
da Boa-Vista n. 7, excellente leite virginal
de rosa branca, para refrescara pelle, tirar
pannos, santas e espinhas, igualmente o a-
aniadoolco babosa para limpar o fazer eres-
car os cabellos ; assim como p imperial de
lyrio da Klorenga para brotoejas easperida-
iladndr, primorosa da vida.
*
ONSILTORIO HOMEOPTICO 1

~ Precisa-se de urna ama que saiba cozi-
nhar o diario de urna casa de pouca familia,
sabondo tambem engommar na ra da
Cruz do Kecilo n. 31.
Antonio de Oliveira Freitas participa
ao respeitavel publico e o commercio em
geral, que comprou a Francisco da Silva
Terreiro a sua tenda detanueiro com aiguns
utencilios pertencentesa mesma tenda, per-
manente na rna da Lapa n. 3, o que elle an-
nunciante de hoje em diante nao se respou-
sabilisa por sahidos ou debito algum que
apparegam contra a mesma tenda
_ Precisa-se de um amassador, prefa-
rindo-se portuguez: na paitara dos Ahoga-
dos.
Est fgido desde o dia 19 do eorrente
o preto Jacob, de nago Costa, de 30 annos,
pouco mais ou menos, nSo he muito alto,
be bastante refo'cado, tem smente bago,
n3o tem falta de denles, supoe-se que an-
da pelo bairro da Boa-Vista e Mondego, ou
occullo poralguns negros da Costa : quem
o pegar leve-o a ra do Kangel n. 63, segun-
do andar, que ser generosamente ricom-
pensado.
-- No escriptorio de Claudio Dubeux de-
seja-se saber se existe nesta praca alguem
da familia ou pessoa conhecida do fallecido
Duarte lavares de Castro Menezes, que ne-
gociava para l'ianc
-- Manoel Jos Soares, portugnez, reti-
ra-se para Europa
O Sr. JoSo lh pono de Meira Lima te-
nha a bondade apparecer na ra do yuei-
mado, loja n. 10, a negocio.
*luga-se um escravo para o srvigo
de alguma osa estrangeira, por 303000 por
mez : a tratar na ra Formusa, segunda
casa.
-- Hoje as 10 horas da manbaa tem logar
a arrematado das casas anuuuciads nos
Diarios ns 160 161 c 162.
Ouem quizer comprar urna vacca tnu-
rina nova, o que da uma caada de leite, e
maisduas muito boas, dirija-se a rui Nova
n. 53, que se informar quem as vende.
DO
'-.-
-.:
5W
t
DB. LOBO M0SC0Z9.
. :>.V KUA DA GLOIUA CASA 1)0 PUNDAO'
($ O Dr. Lobo Mosco/.o faz cente
a (juein interessar yossa que tem
commodos em sua casa para re-
ceber alguiu esclavos nao s pa-
',,'; ra tratar de suas enfermidades
tf como para fazer qualquer ope-
| ) racao. Os doentes serao tratados $
0 pela liomeopatliia ou pela alio- @
v,'. patina, conforme parecer mais @
; conveniente para a brevidade da g
cura. Adverte que recebe gra- A
Hitamente uinaououtra pessoa jj
-, V,i (!u0> c j5 cas nao possam satisfazer as des- ^
dg pe/.as de tratamento e nao queira
.,; jetKMe a ir para os hospitaes.
O preeo do tiat.iinentii dos esera-
g vos regulara' de 2.S' a $ diarios
{fe conforme a gravidade da tuoles-
;'.-. ti i e o tempo de curativo.
::: :-..: :..-;: ... :';
O abaito aiiisna lo aclia-a autorisado a ven-
der (iibraan de utn aiilar e sota litu na ra do
Hospicio n. 19; e mais um terreno continuo ao,
tundo do mesmo iobudn, coro 86 palmo' de fren-
te e 170 de fundos ; por iso quem preleniler, qoei-
ri ingir-ea a' praga da Iioa-Viata, bnlira n. 21, e
ah indiura' o lia'ar e as horas certas para ser pro-
curado. Juio Octavio de Moura.
COilIRA 0 FOGO.
COMPANHIA
,-:
O
Gui
AVISO.
Custodio Jos Al ves
maraes & C..,
avsam ao publico, que o Sr. Thomaz de A-
quino Pinto de Queiros, deixou de ser scu
caixeiro desde o dia 1t de julho de 1858.
OSr. Juvinio Bandeira queira mandar
buscar uns papis que deixou na livraria n.
6 e 8 da prar* da Independencia.
~ Traspassa-se o arrendamento com as
respectivas bemfeitorias da nova cocheira
que ltimamente se estabeleceu no largo do
palacio do governo, prximo a casa do Sr.
Dr. Sarment, a ocalidade n3o pode ser
mnlhor porquo iica junto a ponte provisoria:
quem pretender, entenda-se na rna da Ca-
deia de Santo Antonio, com Urbano Mamede.
Chegueni ao ba-
rato.
0 PREGICA STA Q1JEI-
HANDO
Na loja doPreguira, na ra do Qoeimado,
esquina dobecco do Peixe Frito u. -1, conti-
nua-se a vender um bello e variado sortl-
mento de fazendas por baratissimos precos,
bem como sejam camhraiaa lisss cim 8 va-
ras e com algum toque de mofo a -2} a peca,
ditas linas com 8 varas a 4,400, 4,600 e 1,800
a peca, ditas tapadas com 10 varas a 4,500,
5,500 e 6,500 a peca, ditas muito linas com
8 varas e com quasi 1 1|' de largura a 73 a
pesa, cambraias de quadros de cores de rosa
e azues, fazenda inteiramente nova no mer-
cado, pelo diminuto pre?o de 2"0 o covado,
lindas cassas de cores o mais lin < que he
possivel a 4*0, 480 c 500 rs. a vara, cintas
francezas escures de lindos padres a O e
260 o covado, ditas mais claras muito linas
e do novos padrotes a 280 e 300 rs O ovado,
ditas pata coberla muilo largas a 210 n co-
vado, pcqas do bretanba de rolo com 10 va-
ras a 2?, cortes de brim de linbo de lindos
padrSes a 1 800 cada um, ditos de meia ca-
semira a 23, grosdcnaples de todas as cores
a 1,900 o covado, laazinDa de quadros de
cores propria para vestido a 480, 500 e 600
rs. o covado. ditas miudinhis de lindos pa-
droes a 360 o covado, gravatas de cores pa-
ra homem de lindos padrfles a 610 cada urna,
ditas prctas a 19, ditas de mola a 800 e 1>,
musselina branca fina a 320 o covado, lon-
cos de cambraia de linho muito finos a 180
cada um, casumira preta fina a 21, 2,100 o
3i o covado, lencos pequeos para mflo a
120 cada um, chitas de cores tixas a 160, 180
e 200 rs. o covado, e outras muita. fazendas
que de tudo se daro amostras coi.i penhor.
Vende-se o deposito da ra Direita [u.
93, casa com proporcoes muito boas para
todo e qualquer negocio, grande, de lerra-
gens ou mesmo no que este.
Vende-se urna escrava de nacao Ango-
la, moga, que engomma, cozinha a lava, nu-
tra dita angica, tambem moga, que cozinha
e lava, e urna crioula que engomma, cose
ch3o e cozinha : na ra estrella do Itosario
n. 25.
Vende-se a armaco da loja de calgado
do aterro da Boa-Vista n. 24 : i tratar na
mesma.
ni
SYSTEM A MLDICO
1IOLLOWAY
;arOmiMr*.
Estabelecida em Londres,
em margo de 184.
CAPITAL
CINCO MILHO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brottiers A C. tem a honra de
informar aos senhores negociautes, proprie-
tarios de casas, e a quem mais convier, que
estilo plenamente autorisados pela dita com-
panhia para effectuar seguros sobre edifi-
cios de tijolo e pedra, cobertos detelha.e
igualmente sobre os objeetns que contive-
rem os mesmos edificios, quer consista em
mobilia, ou em fazendas de qualquer qua-
iidade.
Na ra Nova n. 18, prlmeiro andar,
por cima Ua loja ilo Sr. Caj, alfaiate, das 11
lloras da inauhaa as 4 tarde, tiram-se
i trulos pelo novo systenia norte-america-
no. O artista que dirige este eslabclecimen-
to bu o mesmo quo trabalhara na extincta
illicina de daguerreotypo do aterro da Boa-
v'ista n. 4, terreiro mular. N'esse estabeleci-
ini'iito so eucontra um grande e variado sor-
timentode caixinhas e quadros de todos os
tamaubos para a collocacao dos retratos.
RA NOVA N. 18.
Antiga loja de fazendas e roupa feita de
M. A. Caj' i C, ondesempre seus antigos
Ireguezes eucontraram um completo sorli-
meuto deludo e qualquer Tato tendente a
roupa feita, como sejam casacas, sobrecasa-
cas, paletots de panno, casimira, seda, me-
rm, alpaca, gangas, bretanba, brim, gn-
dolas, jaquetas de alpaca, bretanba, e brim,
vestidos de merino para moutari, ctsave-
ques de seda preta e de cores, caigas de ca-
simira preta e de cores, de brim de linho,
bianco e de cores, ditas de al^odSo, ui sor-
timento de meias para senheras, homens e
meninos de ambos os sexos, e idades, cha-
peos de massa francezes, linos, ditos de sol
de seda ingleza, para senhora, ditos de pa-
ninho, luvas finas para senhoras e bomens,
um grande sortimento de fazendas para fa-
zer qualquer obra com presteza, camisas
trancas, linas, com peitos de linho. ditas
de dita francezas, ditas de cor com paitos
de luslao, pelo prego mais razoavel do que
em outra qualquer parte.
Carvalho A IrmSo mudaram o seu es-
riolorio para a ra da Cruz do Recife u. 10,
primeiro andar.
Na livraria n. 6 e 8
da praca da iiidepeiiden-
precisa-se fallar o Sr.
Oetan, que morou na rna
do Aragao e teve marci-
oeiria.
- Compra-so um diccionario iugloz e
portuguez, de Vieira, em dous tomos: no
aterro da Boa-Vista n. 17.
Esc ra vos.
Compram-se travos do sexo masculi-
no de idade de 18 a 30 annos : na ra
da C,idei.i do Recife n. 5V.
Compra-se urna taberna em l>otfi rusar,
corp poucos ou nimios fundos, e ben afro-
guezada : annuncie, ou diriia-se a ra da
Santa Cruz n. 64,
Compra-se o manual de medicina ho-
meopaltiica do l>r Janr, Ira luzida orn por-
tuguez pelo Dr. Moscoso, inda que seja usa-
na loja de papel de Cardoso Ayies, ra
PILULAS HOLLOWAY
Estelnestimavel especifico,composto ni-
teiramentede hervas medicinaes, nSo con-
tm mercurio, nemalguma outrasubslancia
delecterca. Benigno a maistenra infancia,
ea compleigSo mais delicada he igualmcn,
to prompto e seguro para desarreigar o mai
na compleijii mais robusta ; he inteira-
mente innocente em suas operagoeseeffei-
tos ; pois busca e remove as loengas de
qualquer especie e grao por mais antigs e
lenazes que sejam.
Entre militares de pessoas curadas com
este remedio,muitas queja ostavam s por-
tas morle, preservando em seu uso ; con-
seguiram recobrar a saude e Torgas, depois
de haver tentado inutilnienletodos os ou-
tros remedios.
ka mais alllictas n5o devem entregar-se a
desesperado; fagam um competente enuaio
dosellicazes efTcilos desta assonibrusa med
cin.i, e prestes recuperarfio o bonelicio da
saude.
N3o se perca tempo em tomareste reme-
dio para qualquerdas seguintes enfermida-
des :
Accidntesepilepticos;Febres intermittente
Na loja
DAS
Qw^tro portas
RA DO QUE1M&D0 N. 37.
Passando o becco da
Jonjrregacfto.
Neste, bem conhecido e acreditado estabe-
lecimento encontrar o publico um comple-
to sortimento de fazendas francezas e ingle-
zas, bem como sejam : ricos cortes de vesti-
dos de seda pretos com 3 babados a 80 e 90j>,
ditos de seda branca com listras assetinad->s
NS
da
da Cadeia do Recife n 31
Compra-se eflectivamenle bronze, lao
tao e cobre velho : no deposito da uodica-
da Aurora, na ra do Brum, logo na entra-
da n. 28,n na mesma fundirn,em S. Amaro.
Compra-se effeclivamente na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, acgOes das com-
pauhias, e da-se dinheiro a juros em gran-
des e peauenas quanlias sobre penhores.
Compram-se dentaduras artificiaes que-
bradas ou inutilisadas : uo largo do Colle-
gio o. 37, primeiro andar.
Compra-se um cavallo capado, com
andares : no Poucinho casa envidracda
junto cocheira, por delraz de Santa f be-
reza.
-- Compra-se borra de vinho: ni ra da
Senzala Velha u. 110.

3.
Attencoa
Coiitiiiua-se a
vender
cobertos e descobertos, pequeos a gran-
des, de ouro patente inglez, para homem
osenhora, de um dos malbores fabricantes
de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete
inglez : em casa le Souliall Mello' A C.
ra eo Torres n. 38.
Sebo refinado
Veude-se no largo da Assemblca, arma-
zem n. 9.
Bur^ain.
Ven Jem-se grammaticas francezas de Bur-
gain, da tercera edigSo : na ra do Amomu
n. 39, armazem.
Vende-se um carro de 4 ro las de con-
duzir gneros, 'em bom estado : quem o
pretender, dirija-so a ra do Canno, pas-
sando a taberna da esquina, a primeira casa
terr'-a.
OIGARHOS DO BOTA-FOGO E S. DOMINGOS.
Na loja da ra do Crespo n. 10, veudem-
se os cigarros cima mencionados, ebegados
pelo prximo vapor do sul.
agencia
aa iindico Low-Mo
ra Senzala ovs,
n. 4.
Re teostabeleclmentocontlna'aabaver
um completo sortimento de moendase
moias moundasparaengenho, machinas de
vapore taixas de ferro batido e coado de
todosostamanhospara dito.
Lotera
DA
provincia.
Oabaixo assignado declara que de hoje
ero iiii, ule compra bilbetes de lotera reco-
tn los eoiC o descont de 20 por cenlo seja
qufil for a qujntia : na ra do Collegio n. SI.
P. i. La y me.
Atiango.
Precisa-se alugtr un: molequedcl3 a 14
annos de idade, para cr,aio : quem tiver,
dirija-se a ra do Queimado n. 6, primeiro
andar, que achara com que tratar.
Precisa-se comprar urna casa terrea
at a qnantla de l:000/ooo, pouco mais ou
nunos: a tratar na ra da Ca'deia do Re-
rilon.45.
Caixeiro
'Hfcrece-se urna pessoa dealiangada con-
ducta, que eutende alguma cousi. de esr.np-
luragaoe tem bastante pralica de loja de
fazendas; quemo pretenler, poder deixar
carta lechada com a inicial K, em casa dos
Srs. Sanii.aio, Silva c, na ra da Cadeia
do Hccife.
Tem-se justa e contratada a taberna si-
la na ra da Boda n. 48 : quem so julgar
C un direito a mesma, a presente-s em tres
dies da dala deate. Recife 26 de jullio de
185S.
na
rna Nova, loja n 8, de
JosJoaquiw Moreija,
as seguiutes faaendas,
para liqnidacao de lie-
gfocio.
Tiras bordadas dos dous lados com vara e
quarta de comprimenlo, pelo barato prego
de 1/000, ditas bordadas de um lado s, pe-
gas de 3 1|4 varas de 1/000 ale 63000, ntre-
melos de varias larguras, e cegas com 3 1|4
varas de 1C600 al 35, chapeos de sol de
seda para meninas a 25, ditos de cabo e as-
teas de ferro a 35, manguitos de cambraia
bordados pelo baratissimo prego de 2/000,
25500 e 39, chales do brim, tecido de seda,
muito transparente, proprios para senhoras
viuvas por serem de cor branco e roxo, pelo
baixo prego de 48, ditos de crep da China,
fazenda de muito gosto e inteiramente no-
va, pelo diminuto prego de 103, gollinhas de
lil ricamente bordadas a 13, ditas do cam-
braia tambem bordadas de muito t'abalho e
gosto a 39, ditas mais inferiores a 2?, pentes
de tartaruga de volta para meninas a 39. e
finalmente um resto de chapeos de seda mo-
fados para senhora, porm que a inda po-
dem servir para de noite, pelo insignifican-
te prego de 49 cada um. Ha muitas outras
fazendas que se Iraocom vagar annuncian-
do. Vende-se ludo por estes pregos, por se
querer acabar.
Attencao ao ba-
rato c
Na ra
Moreira,
ferencia
lentes
sendo
decebidas em direitnra de
pars.
Ricos cortes de vestidos do seda de
cor e brancos
Cortes de cambraia de seda borda-
dos ao lado
Grosdenaples prcto encorpado, co-
vado 13600 a
Dito de cores e branco, covado
Seda branca lavrada para vestido
de noiva, covado l.ViOO a
Belleza da China, fazenda toda de
seda, covado
Selim preto maco para vestidos,
covado 39700
Velludo preto o meihor possivel,
covado
Meio velludo preto o de cores, co-
vado
Velbutina preta e de cores, covado
Folar do Paris de seda com listas
matisedas, covado
Ricas sedas de cores de novos pa-
drees, covado
Hiena de seda lavrada mui linda,
covado
Selinnas do quadros e listras, co-
vado
Popelinas do seda e 13a, padroes
novos, covado
la rege de seda, padroes miudinbos,
covado
Gorguro de seda com flores, covado
Panno preto e de cores, prova de li-
mao, covado 3/ a
Liquida y ao.
Nova n 8, loja de Jos Joaquim
vende si para HqoldacSo etrans- Casoniira preta setim.covado 13700 a
de"negocio todas as fazi-ndas exis- Musselina de cor e branca, covado
na mesma, por atacado e a retalhn, I Chitas francezas de cor claras e es-
que a mor parte destas terao o aba- i curas, covado 2K0 a
Omento do 20 por cenlo, e algumas at 50, a ] Cambraias organdys.uovos pa.l oes,
vara a
saber : damasco de seda esearlale, proprio
para colchas e ornamentos de igreja, com
um pequeo toque de mofo a 1/(00 o cova-
do, grosdenaples de furia cores a 13760 o
covado, dito azul e cor de rosa do muito
boa qualidade a 28. damasco de seda branco,
encimado, azul, e ainarelloem perfeito es-
tado a 234'i0 o covado, sedas decores escu-
ras de muilo boa qualidade o bonitos pa-
droes a 19*00 o covado, taf, t ce todas as
cores a OU res o covado, dito azul ferrete Chalos de merino com franja de 13a
motado a '240 res o covado, salina usos a i Ditos ditos de seda
800 reis
Cassas francezas finas, padnies no-
vos, vara a
Ditas ditas, vara a
Mantas de Blond, pretas e brancas
Manguitos e golinhas bordadas
Tiras e enlremeios bordados
l'ulceiras do velludo, froco e lita
I.engosdc cambraia, linos, com la-
bvrintlio
s o covado. luvas de seJa b ancas e
amarellas com toque de molo a 400 reis o
par, chapeos dsela ultima moda para se-
nhora a 12/, ditos de massa pretos para ho-
mem a 78, ditos de mola de merino para ho-
mem a 53, chapeos de palha asearos para ho-
mem -J3, charuleiras a 240 reis, ditas guar-
necidas de metal a 640, caixinhas de tintas
|la,"a desenlio muito linas a 28. ricas capas
de ca.'mira guarnecidas de velludo, cousa
de muito "oslo par senhora a 165, e por
ultimo chapeo:; de palh arrendados,escu-
ros e amarellos pata senhora, ,'."'>iem da mo-
lla um i/ouc) atrazada, pela decirla parte de
seu valor HOOO. lia outras muitas fazendas,
que com vagar se irlo annunciando.
Ao pateo de S. |>e 1ro n 6, onde sena-
rio os freguezes superior massa de lmale,
> tieiu diminuto preg i de 320 a libra.
ijiOO
13920
99500
ICOO
3500
53500
19400
750
13100
13920
13000
900
13000
640
850
71300
35200
33U
aso
fatto
500
:i2o
3
3
3
0
13000
43800
6^000
6;5ti0
H3OO
8
(C000
9
73000
Ditos ditos bordados a seda
Ditos ditos bordados a volludo
Ditos de seda de peso
Corles de casemira de cor finos
Colletes de dita o de seda bordados
Chapos pretos francezes modernos
Gravatas de seda compridas com
annel
Paletols de alpaca prcla c de cor,
forrados 73U0
Gndolas de alpaca preta o de cor 5vOOo
Paletots de brim pardo e brelanha 1*000
Ditos de fuslao, ganga o outras fa-
zendas 43500
Dilos de alpaca preta 39800
i'.wan ,'.: 0 becco da Congregacio, do lado
direito em segu ment par; u I.ivraniento a
quarta loja de tres portas com rotulo* bran-
cos n. 40.
Alporcas.
Ampolas.
Areiasimal de).
Asthma.
Clicas.
ConvulsOes.
Debilidade
n"3o. jlrregu la ri da des da
Debilidade ou falta de menstruaglo.
forgas para qual-'Lornbi igas de toda
tFebrcto da especie.
(Cotia.
livnorrhoidas
jllydropisia.
[ictericia.
ilndigestoes.
ou exte-linflammagoes.
quer cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ven-
tre.
Enfermidades no liga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Hcrysipcla.
Febres biliosas
especie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
ObstruCCSo deven tre
Tsica ou consump-
gio pulmonar
r.etenefi" de ourina.
Bheumalismo.
Symptomas secun-
darios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se estas pi lulas no estabeloimen-
togeraIdo Londres 11. 244. Strantl. e na
loja de todos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Ilavana ellcspanna.
Vendem-se as bocetinhas a 800rs. cada
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Militares de individuos de todas as nagoes
podem testemunhar as virtudes deste reme-
dio incomparavel e provar em caso necessa-
rio, que, pelo uso que delle fizeram tem seu
corpo e membros inteiramente s3os depois
do haver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que Ih'as re'.atam todos os
dias ha muitos annos; e a maior parle deis
las sao tilo sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres, unantas pessoas re-
cobraran! com este soberano remedio o us
de seus bragos e pernas, depois de ter tper-
manecido longo lempo nos hospitacs,onde
deviam soffrer aaraputagao! Helias ha mui-
tas que bavendo deixado esses asylos de pa-
a 2f, ditos de bregeTa"^.Vahdas de"baile Jecimento, para se nao submette'rem a essa
operagao dolorosa foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas na efusSo
de seu reconheciment deelararam estes re-
sultados benficos diante do lord correge-
dor, e outros magistrados aiim de mais au-
tenticaren! sua allirmaliva.
Ninguom desesperara do estado de su-
saudu se livesse bastante conlianga para en-
saiar este remedio constantemente segiun-
do algum tempo o tralamenio que necessi-
tasse a natureza do mal cujo resultado seria
provar incontestavclmenle: Que tudo cura.
O ungento he ulxl, mas particularmente
nos seguintes casos.
lnflammagSo da ma-
a 258, enfeiles para cabega de senlura a 98
e 10/, manguitos de cambraia borlados a
2/300 e 43500, ca mismitas de cambruia com
gollinhas e manguitos a SeOOO, ditos muilo
superiores a 1/300, golhnbas bordadas a 19,
13600 e 49500 cada urna, tiras bordadas a
800, 900 e 18000 a vara, gaze de seda a 780
e 800 rs. o covado, sedas de quadrinbos miu-
dinlios, fazenda muito superior, a 18500 o
covado, lolar de seda a 600 rs. o covado, laa
eseda lavrada, gosto inteiramente novo, a
19000 o covado, musselinas escuras a, OO rs.
o covado, casnmiras ntiudiuhas proprias pa-
ra calca, collete e paletot a 13500 o covado,
fusto miudinho a 400 rs. o covado, chitas
francezas a 260, 280, .'00 e 32o o covado, or-
ganjysdecor a 900 rs. avara, ditos supe-
riores a 18200, flanela branca a 480 o cova-
do, dita de cores propria para coeiro de
changas a 900 rs. o covado, chales de seda a
U e 169, bengalas linas a 49, ditas a 2 e 38,
paletots de fusto de cor a 53, ditos de brim
branco de linho a 69, ditos de aluaca preta a
83, ditos de panno lino preto a 20,22, 24 e
259 ditos de casemira de cores a 18 e 253,
ditos de gorgur3o de seda a 25c, caigas de
casemiras francezas a 93, colletes de gorgu-
rao de seda a 7?, chapeos Trancezes a 7 e 88,
ditos muitu superiores o meihor que tem
?indo ao mercado a 98, ditos de feltro finos
a 59500 e 68, ditos pelle de lebre a 65500,
ditos do Chile sem ser enformadosa 108, di-
tos enformados a 128, cortes de casemira de
cojes a 68 e 6s500, ditos muilo superiores a
93500, damasco de la de duas larguras pro-
palo para colxas a 2-3500 o covado, saceos
de tapete proprios para viagem a 5 e 69, vel-
Alporcas.
Cal mitras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras
Dores de cabega.
m das cosas.
dos membros.
Enfermidades da cu-
lis em geral.
Enfermidades doanus
ErupgOesescorbuticas
triz.
Lepra.
Males das pernas
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis
Picadura de mosqui-
tos.
PulmOes.
Queimadelas.
Sarna.
Na loja
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMETVTO.
Pegas de cassas francezas com 32 covados
a 69, e o covado a 200 rs., ISasinha para ves-
tidos com 5 palmos de largura, fazenda no-
va a 320 o covado, be para acabar : dam-se
amostras, e a loja est abena at as 9 horas
da noite.
Attencao.
Vende-se por baratissimo prego de 59500
corte de vestido com 3 folhos de ama fazen-
ua inteiramente nova : na ra do Crespo n.
i- m mesma loja ba para 240 o covado fa-
zendas de I3a com listras do seda.
"V-JVjnde"se rroz de casc de primeira
qualidade, em saceos grandes, por prego
c.ommodoj: no armazem do caes do Ra-
mos n. 1
i@ A49EA68CADA CORTE.
^ Vendem (por haver grande porgSo)
^ cortes de caiga de casimira preta a
49 e ditas de dita ingleZa encorpada
O pelo barato prego de 68 : ca loja da
$ ra do Queimado n. 10, le Leite
Arthur & C.

Fstulas noabdomen.lSupurages ptridas
Frialdade ou falta de Tinha, em qualquer
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Gengivasoscaldadas.
IncbagOes.
Iitflammago do ligado
da bexiga.
parte que sej
Tremor de ervos.
I 'leers na bocea.
w do ligado.
das arliculagOes.
Veias torcidas ou no
dadas as pernas.
Venue-sejeste ungento no estabelecimen-
ludo preto muito superior a 6 e 89 o covado, to geral de Londres n. 244, aSlrand, e na
loia de todos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Havana e llespanha.
Vende-so a 800 rs cada bocetinha.contem
urna instrucgSo em portuguez para explicar
o modo de fazer uso deste. ungento.
O deposito geral be em casa do Sr. Soum,
urna deltas conten urna
tuguez paraexplicar o modo desse usar
destas pitillas.
O deposito geral ho em casa do Sr. Soum
pbarntaceutico, na ra da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
camisas francezas peitos de linbo a 4-3500
cada urna, ditas de algodSo a 29, 23500 e 39,
ditas de cores pellos de fusl3o a 2-3500, cha-
peos amazonas para montara de ; en hora a
123, chapeos de sol de seda para homem a
68500 e tl3, ditos pa senhora a 5 e 68, cor-
tes de colletes de vllludo a 8 e I9, ditos I
muito superiores a 125, casemiras de cores i Pharmaceutico, na ra da Cruz n.22, em
a 2300 o covado, ditas enfestadas a 29000, Pernambuco.
ZfMO e 4> o covado, tapete aveludado o co-
% Atien5o. g
., lssel, relojociro francez, vende It
g relogios de ouro e prata, concerta 2
t9 relogios, joias e msicas, ja aqui he 9
~& conhecido ha muitos anuos,tiabita no tt
-'. pateo do Hospital n. 17. .; .
Vende-se em casa de S. P. Jonhston &
C, ra da Senzala Nova 11. 42, o seguinte :
sellins inglezes e silhoes. relogios de ouro
de patente inglez, candielros e castigaes
bronzeados, arrcios para carro, lonas ingle-
zas, lio de vela, graxa para arrotos.
Relogios
Vendem-se relogios do ouro, inglezes de
pateuto : no armazem de Augusto C. de A-
breu, ra da Cadeiajlo Recife n. 36.
azendas.
nstruegnoom por- | vado 3;5U0, tapates a 8 e llj, bombazina de
cores propria para capinbas de senhora e
roupinha de changas a 13500 o covado, gros-
denaple preto a I36OO, 13800, 2.3 e 2-3600 o
covado, ditos decores a 18600, seda branca
lavrad a 2si00 o covado. ditas prelas lavra-
das a S94O0 e 23600 o cavado, casemira preta
de I36U0 at 33500 o covado, pao lino preto
de 33JOO ate 113 o covado, ceroulas de linho
a 23j00, chales de merino lisos p.etos a 49,
ditos de merino bordados a velludo a 8e
129, ditos bordados em duas puntas a 103,
ditos de chaly bordados a 93, cortes de cassa
de cores lixas a 23, cambraia lisa grossa para
forro a 2.3OO a pega, guardanapos a 38 a du-
zia, meias cruas para homem a 29300 a du-
zia, e muitas outras fazendas que n3o he
possivel aqui se mencionar, pelas muitas
qualidades que tem neste eslabelecimento,
e cnt3o com a visla dos freguezes se mos-
trara.
I'arinha superior em saceos grandes;
vende-se no armazem de Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo, ra do Vigario n 1.
Na loja de ferragens de MagalbSes &
Maia, na ra do Oueimado n 4, vendem-se
riquissimus apparelhos de metal lisos e la-
vrados para cha, pelo baratissimo prego de
20 a 253000, assim como superiores facas de
cabo de marfim c osso, bandejas finas, louga
de porcelana e estanbada, tudo por menos
do que em outra qualquer parle.
^enle-so no aterro da Boa-Vista, loja n
I, de Duarte Borges da Silva, urna grande
qnantidade de retalhos de cagas pintadas de
silentes desenlios e muilo linas, por me-
seu valor.
tade do
He barato que
I mira.
Manteiga ingleza a 800 e a I3OOO a libra,
dita iranceza a 720, marmelada do Bio (iran-
de do Sul. latas de 2 libras a 29, ameixas
Francezas a 1/280, o outros muitos mais g-
neros de primeira qualidade, que vista do
comprador se dir o prego ; a elles, fregue-
zes, que o Soares esta queimando : no de-
posito da ra do Collegio n. 13.
Vende-se um terreno confronte pela
parte .Jo norte, com a travessa da ra Au-
gusta e alinoameoto at o rio Capiharibe,
pelo sul com o terreno de Joaquim Lobato,
ao oeste com a projeclada nova ra, com 461
1[2 palmos de leste a oeste, com 370 palmos
de norte ao sul, com duas casas terroas,
sendo urna roei-agua, com varios psde co-
queiros e mais 400, palmos do alagado jun-
to ao mesmo terreno cima : a tratar na rita
do Trapiche n. 3(, com Matheos Auslin
Companhia.
a casa
Corpo
Fendemse
Calcado barato*
So por serem mais antigos na loja, ven-
dcm-sc no aterro da Boa-vista n. 14, borze-
guins de enliar de duraque de cores com
-alto para senhora a 13500, ditos elsticos e
de enliar de duraque preto sem sallo a 23500
e 39, sapatosde lustre rasos de sola e vira
Para homem de 48500 e 58, ditos de urna
sola com salto de 2/500 e 33, ditos de feltro
para homem e seniiora a 13, ditos para me-
nino a 320, chinelas de marroquim forradas
de seda para senhora a 1^000.
Fariuha de mandioca.
Veude-se farinha de boa qualidade: na
ra da Cadeia do Recite 11. 63, armazem.
-- Ve.tdem-se saceos grandes com farinha
de mandioca de superior qualidade, saceos
com inilho, ditos com gomma do Aracatv,
scalos dito, e palha, saceos com farello Je
Lisboa, tudo por prego commodo : no ar-
mazem da ra eslreita do Itosario 11. 29.
PARA BlLES THETKO
l\a loja da ra do Crespo n. 10, de Jos
Conga I ves Malveira, vendem-se corles ae
vestidos de phantasia da ultima moda, co:,
3 bailados, pisto moderno, ricas sabidas de
baile de gorgurSo e setim, as mais ricas que
at o presente ae tem visto, supenoies !e-
ques do madreperola, ultimo gosto do paiis.
Vende-se um relogo patente ingle/.,
novo, muito bom regulador, com seu com-
petente correnlSo dj muito bom gosto, por
mdico prego: na ra do Queimado n 53.
eVende-se utn toucador, um jugo de
bancas, um grande banheiro de cobre, e
mais alguns trastes de casa: na ra da Au-
rora, loja que foi do lallecido Ilenrique,
e boje he do Sr. Macdado, para so vr os
trastes.
ua Icj ao pe do arco
*> nu> Antonio,
164 bonetes de panno, 153 grvalas de cou-
ro para guarda nacional, por barato prego,
rico vellu lilho do flores para vestido a 13000
o covado, cortes de casemira fia* a 53.">l)0 o
corte.
Vende-se urna porg3o de milheiros de
charutos de dez reis, em massos de 50. em
porgaoou a retallto, saceos grandes com fa-
rinha e milho, tu lo muito bom : na ra da
Senzala Nova n. 22, taberna.
Vendem-se duas escrav as, tendo urna
duas crias, ambas co.u habilidades: na ra
bella n. 33.
Vende-so um mulato padeiro, excel-
lento amassador, o forneiro : na ra da Ca-
deia do Recife n. 48.
ASalhoaft? e 6,500 por
sueco.
Milho em saceos de superior qualidade,
recentemente chegado : no armazem do
Cuerra, confronte ao lrapic.be do algodHo,
ocm frente da ra da Madre de Dos.
TACIIASPAUA ENGENHO
Da fuidieao le ierro deD- W. Rowman
na ra lo Bium, auando o chafa-
riz, continua a liarer um comnletosorti-
mentode taclias deerro fundidoe bati-
do, leo .t S paliaos de bica, .s quaesse
Bcliam a venda por prero commotloecom
promptidSo,embarcam-se ou carregana-
se em carrosn despezas aocomprador
1F.CJJISMQ fkU -mu-
ras
e lijo-
Ios de marmore.
Vendem-se cadeiras de Italia brancas o
pretas, singlas e de bragos, lijlos de mar-
moro de 10 e 12 pollegadas, qurdrados, por
pregos commodos : um casa de Haslo v Le-
mos, ra do Trapiche n. 17.
Vendem-sc 3 escravas mogas o com ha-
bilidades o de bonitas figuras : no aterro da
Boa-Vista n. 82, segundo andar.
Vende-se uma escrava crioula, de ida-
de do 32 anuos, que sbe cozinhar e engn n-
mar, e entende bstanle de quitanda, sendo
quo vende-se por motivo especial : quoin
pretender, dinja-seao sobrado n. 3 do pateo
do Carino ,or cima da botica.
NA FUXDICAO DE FERRO O ENGE-
NHEIKO DAVID W. BOWMAN, aA
RA DOBRUM.PASSANDOOlIA-
FARIZ.
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objectos do mecanismos proprios
pnra engenbos, a saber : moendas o meias
moendas da mais moderna construego ; ta-
clias de ferro rundido e batido, de superior
qualidade e de todos os tamaiihos ; rodas
dentadas para agua ou animaes, de todas as
proporgOes; crivos o bocea do fornalha e
registros le boeiro, aguihoes, bromes, oa-
raiusos e cavilhoes, ..oiubos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA ri NDIC.VO.
secxecutain todas as enrommendas eoaaa
superioridade ja conhecida com a devida
presteza e com odidade em pre-.'o.
Vende-se superior Inuia de algodao
brancas e de cores, em novellu, para costu-
ra : em casa deSoulhall, Mellor & c., ra
do Torres n. 38:
Vende-se urna escr;va boa eozinbeira,
engommadeira e lavadeira : quem preten-
der, dirtja-se a tvpograpbia do Jornal do
Commercio, oudc su dir quem vende.
He barato
que admira.
Na loja do Preguiga. na ra do Queimado
n. 2, vendem -se cambraias de quadros, pa-
droes novos, o mais linio que be possivel a
300 a vara, cassas f-aicezas o tn?.is lino quo
he possivel e de llndissimos gustos a 440,
480 e500 rs. a vara, cortes de targelina com
12covados pelo diminuto prego de 39300,
ditos de organdys cora 10 covados a 23600,
meias casemiras entestadas proprias para
palilols a '^O o covado. I
--- Na ra da Cadeia n. 28 taberna de I).
S. f'.ampos, vendem-se em pequeas e gran-
des porgoes bichas hamburgueas das me-
ntores que vem ao morcado, e tambem se
alugam.
Vendem-se duas escravas, sendo uma
mulatiuha de idade 14 annos, pouco mais ou
menos, e outra mulata do idade de 20 a 25
annas : na ra ltireita n. 72, se dir quem
vende.
Rap.
Chegou nova remessa de rape francez : na
ra do Crespo n. 12, loja de Campos & Lima
Relogios de
ouro ejoias.
Vende-se um lindo sortimento de re-
logios de ouro para todos os precos con-
forme as qualidades e um variado sorti
ment de joias de ouro de lei: no escrip-
torio de Isaac, Curio i C, ra da Cruz n.
'i9, primeiro andar.
Vende-se uma loja decalcado toda en-
vidragada o com poucos fundos, a dinheiro
oua prazo com boas firmas, sita na ra do
l.ivramento : quema quizer, dirija-se a ra
da Cadeia do Recife n. 64, toja.
--- Vende-se uma negra sadia c robusta,
esccllente quitan letra, e propria para qual-
quer servigo da cidade ou do campo : a tra-
tar na ra da Cadeia do Recife n. 45.
Es eravos .
Vendem-se 3 molequec 1 negrinha, boni-
tas figuras, chegados do Cear no vapor Pa-
ran : os pretendentes podem dirigir-se ao
escriptorio de Rraga & Antunes, ra da Ma-
dre de lieos n. 3, que ah acbarSo com
quem tratar.
Vende-se
uma mulata, um mulato e uma negri-
nha boas peras, ebegadas do niatto : na
ra do Amorim u. Ttij.
Vende-se um sitio na povoagao da Var-
zea, com casa de vivenda, com bastantes ar-
voredos de fruclos, todo cercado, com terre-
no para vacca* de leite, baixa para capim, e
casa de fazer farinha com aviamento : quem
pretender, dirija-se aos Remedios, a tratar
coa Caetano Baptista de Mello.
Na ra da Cuia, taberna n. 9, vendem-
se os melhores queiios de manteiga ebega-
dos agora do serlao. por menos do que se
vende em outra parte ; e tambem vende-se
uma toalha de labyrinlho.
Na ra Direita n. 95, ba para vender nra
boi, bom traballudor em carro e carroga, e
muito novo.
Reloj io-;.
Vendc-se em casa de .s.-umiers Brothers
& C. praga do Corpo Santo, relogios do afa-
mado 1 lineante Roskell. por pregtts commo-
dos e tambem trancellins e cadeias para os
mesmos de esccllente gosto.
Nova agua de malabar
Vende-se esta agua a meihor que tea ap-
parecido para Ungir o cabello e suissas de
preto : na livraria universal ra do Colleg;o
n. 20, d-sejuoto um impresso gratis em
nando a forma de ipplicar.
AO PUBLICO.
O agente Marcolino de Rorja scientifica ao
respeitavel publico, que em o seu armazem
na ruado Collegio n. 15, tem sempre um
esplendido sortimento do mobilias comple-
tas e mais objectos de raarcineiria, cons-
truidos pelos melhores fabricantes de Ham-
burgo e Paris, e que os vende por conta de
uma casa commercial estrangeira nesta ci-
dade, e por pregos mais baratos do que em
outro qualquer estabelecimetilo.
farinha de mandioca.
Gomma do Ceara'.
Vaquetas do Acaracuu.
.Milito e arroz em casca.
PeijSo mulatinho e de outros.
Vende-se uma escrava de meia
idade, quitandeira por prego commodo :
na rna da Cadeia Velha loja n. 22.
^VESTIDOS DE BAREGE COM BABADOS.$
& Existe um bonito' sortimento de &
i vestidos de barege, de gosto inglez tm
ii fazenda nova neste mercado, e a S
^ mais moderna na corte de Inglater- ^
W ra 11 ra do Queimado n. 10. loja
O de Leite, Arthur &. C. #
\cnde-se urna porcao de cal preta
cerca de 1,000 alqueires, que se acha de-
positada no caes do Ramos, em um te-
Iheiro pertencente as obras do estaleiro
patente, quem precisar dirija-se
de Rostron Rooker i- C. praca do
Santo n. 48.
^ftten^ao.
Vende-se uma riquissima armagao toda
ferrada de louro e envidragada, propria para
calgado, miudezas, confeltaria, charutos,
deposito de roupas feitas, ou ouiro quill
quer estabelecimeuto, sita na ra Direita
em boa localidade: a tratar na mesma ra'
n. 16, loja.
Vende se uma mulata moca, boni-
ta figura que tem algumas habilidades,
vinda do sertao : quem pretender com-
prar dinja-sc a ra da Cadeia Vellia nu-
mero 22.
Estao se quei-
mando,
Rorzegums
com salto
para se -
nbora de
cores e pre-
tos a 5/,di-
los de eofiar muito novos a 4f, ditos para
meninos e meninas a 3800.sapates de nan-
tes a 59, ditos para meninos a 45, sapatos
razos de couro de lustre para homem a 3f,
ditos para senhora a 1/800, sapatos de bor-
racha para homem, meninos e meninas a
29, tamancos de couro para homens, se-
nhoras e meninos a 400 : na loja de miude-
zas do aterro da Boa-Vista n. 82, quasi con-
froniea matriz.
jRicas franjas
de seda branca e de cores e pretas por prego
muito commodos uo aterro da Boa-Vista
loja de miudezas 11. 82.
Aviso.
Ko arvazem dn Adamson llowie & C. ra
do Trapiche n. 42, vendem-se sellins'
bomem e senhora, arreios pratiados
cabriotet, chicotes para carro, coleiras
cavallo. etc.
para
para
para
Ra Ufova
rv. 54.
Madama Rosa llardy acaba de recober de
Pars um rico sortimento de fazendas de
moda, chapeos de palha amazona enfeilados
para senhora e meninas da 16 e 129000 ri-
cos chapeozinhos de seda para baptisdoa
12, para bailes e tbeatro, enfeiles de cabe-
ga riquissimos de flores e fitas a 13/, ditos
defloresscom caixo a 109. ditos de froco
a ii, os mais modernos chapeos de seda pa-
ra senhora a 15 e 113 cada um, ricas capel-
las de noivas a 7, 9 e 129 cada uma, veos
para cabega de noiva, corte de seda brancos
de.iaa40/, muito boa fazenda, grosdena-
pie amarello e rxo, encorpado e largo, para
vestidos a 29500 e 2980 o covado. fita de
velludo preta, liso e lavrado, esparlilhos.
pentes de tartaruga, toucas para menino,
etc. ; todas estas azendss podem-se vender
em conta, sendo recebidas directamente.
$8*f fgS&:,,$.
Desappareceu na noite de 21 de abril
do eorrente anoo o escravo de nome Floren-
tino, com os signaes seguintes: estatura al-
ta, cor mulata, sem barba, espaduas largas,
pos grandes, rosto comprido, olhos casta-
nhos, cabellos cegados, falla grossa, muito
regr.sta, tem falta de 3 denles na frente, em
uta dos lados do queixo tem uma fstula
levou chapeo de couro e camisa de riscadi*
nho : quem o pegar leve-o a fundigSo da Au-
rora em Santo Amaro, que ser generosa-
mente recompensado.
-- Desappareceu hontem 26 do eorrente,
o preto de nome Laurentino, crioulo, com
os signaes seguintes : alto, de idade 90 an-
nos. pouco mais. cor preta, pic.do debesi-
?..! r^i reaond0' com fs't de denles na
Ire.tte. falla mu gago, tem a pelle dos ps
muito grossa ; foi comprado no principio
deste mez ao Sr. Sympbronio Olimpio de
(Jueiroga, tem principio de padeiro roca
se, portanto, as autoridades p jl.ciaes e ca-
puaes de campo que o appretiendam e o le-
vem a seu senhor, na padsrla do pateo da
Santa Cruz n 6, que serao gratificados ; .,
Atanados grandes e pequeos: vende-se I dito preto tem tambem o umbigt bastante
ua 111a do Apollo II. ">.
Qhitas france-
zas I rgas a 40 o covado
Na ra do Queimado n. 2| a. vendem-so
cintas francezas escuras e largas, pelo bara-
tissimo prego de "240 o covado, o d3o-se as
amostras com penhor.
, .-\ Sellins e elegios.
gj SEI.I.INS e RELOGIOS de pilante
inglez : a venda no urina/cm da
Koslronltoolter A Companliia es-
quina ln largo do Corpo Sanio no-
mero 48.
Farinha de
mandioca*
Vende-te superior farinha tic man-
dioca por preco mais barato do que em
outra qualquer parte: no armazem n.
> deii'onte lo trapiche do Cunlia.
Vende-se uma escrava moga.de bonita
figura, lava e cozinha o diario de uma casa:
na ra Direita n. 3 J
grande.
- fugio no dia 25 de jolito 11
de nome llosa, de meia idade, Billa
tao de l'ajeu", com os signaes seguint
escrava
do ser-
....tes : al-
tura regular, secca do corpo, olhos meio
papudos e vermelhos, um tanto espantada
Ulla grossa e aprosada, faltas de denles n
bocea, o pe direito meio grosso; a dita es
crava sanio com um cabeg3o com duas or-
dens de renda no talho, vestido de nscad,-
nho encarnado e panno Ua Costa, sanio com
um taboleiro pintado de azul: roga-se a to-
das as pessoas e capitaes de campo que a
apprehenderem, levem-na ra das Cinco
Ponas n. 54, quesenlo bem recompensadolS.
. Fugio de bordo do brigue nac-onal
Fuma, o escravo Benedicto, de idade de
22 annos, cor preta, estatura vegular,
rosto comprido, pouca barba e |le natuI
ral do -Maianluio, sup<>e-se qu.'e se inculta
por forro e talvez ande cora roupa no\ a
visto ter levado algum 'iuheiro no acto
da luga : quem o aprehender pode con-
duz-lo a easa deXc-vacs & C.
do Commercio n.
mente ratilieado.
na praca
<, quesera' generosa-
1
.1
1

-:
PERN. TYP. DE M. F. DE FAMA.- 1858.
ti


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E9AVYPYY5_H1D2VT INGEST_TIME 2013-04-24T17:51:47Z PACKAGE AA00011611_06972
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES