Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06969


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Full Text
*
ANNO XXXIV n. m.
Por metes adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencidos 5$000.
TER FEIRA 27 DE JILIIO DE 181,8.
>
f-


ENCARREliADOS DA SIBSCRIPtA'G DO NORTE.
Pinhibi, a Sr. Joa Bodolpbo Gomei ; Nitil, a genhor An-
inruo MirquM da Hilvi ; AracMj, s Si. A. de Lemoi Braga ;
Or!, Si. J. Joil da Oliveira ; Miranbo, o Sr. Jos* Tiixein
da Mal ; Piauhv, o 8r. Joa Joaqun) Aaelhno ; Par*, a Sr.
/uilino J. (itnu; AmiiuQii, 8r. Jtroovmo da Coila.
PARTIDA DOS COR REOS.
Olinda tndoa oedias.a. > e m.',* hora Jo di-.
i i, Guian, e Pnr.nisa, ms eesaiita. e aeitaa-feJree.
S. \ni..... i: ....... i; ..ni., r.,,,....., a i.,.'.......iranhnni: na terea-fetra.
S. I.i'iir.-fi. ... r.i \ ,. \,,,.. I.im.....r, Braja, Peeo.aeil i, lasafai-
ra, Florea, tilla-Bella, Rua-Viita, Oaricaq Esa aai qaartaa-felraa-
Cabo. Ipqjuea, SerieUea, l!io Foranaso, Una, Bamurua, Anee-Praia,
einjenli-ira, e Aala/; a,trin(a.a-leiras.
(Toiloa oa curren.* /.arl-'n, ja lo e.raa da aaannSa.
AUDIENCIAS DOS TR18UNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : segunda! a quraln.
Relacao .* lerca fairai a labbadoi.
Fazrnda : quarlai a ubbidoi 10 horaa.
Juizo do eommercio : legunda aa 10 horaa quimil te mala da.
Dito da orphaoa : Mgund.ni a quintal ai 10 boras.
Primeira rara do eital : iccundii a aaitaa ao maio da.
facunda Tara da eivel : quartaia labbadoi aa maio dia.
EPIIEMERIDES O MEZ DE Jl T.lio.
4 Quarlo tninguanta ai 4 horai a 24 minutoi da manba,
10 La ora aa 7 horaa a 5 miuutoa da tarda.
17 (Ruarlo orejenle ai 6 horas 19 minutoa da tarde.
15 La chaia ai !i horas e 44 minu'.ot da tarda.
PREamaii DE lli'.IK.
Primeira ai R horas e 54 minutoi da manbaa.
Segunda ai 7 norat 18 minutoa da larda.
DAS DA SEMANA.
2fi Segunda. Ss. Symphronio e Olimpio mm. ; S. Valente b.
27 Terca. S. Panuleao medico ; S. Sergio m.
2S Ouarta. S. loriocenciu p. ; Ss. N'a/ano e Celso mm.
2! Quinta. S. Martha v. ; Si. Beatriz e Flora mm.
30 Baila. S. Donatilla : S. Rulino ni. ; Ss. Abduii e Seen mm.
31 Sabbado. S. Ignacio de Lujla ; S. Chinero m.; S. Fabio.
1 Domingo. S. Amia ni da mol de Dos : S. Elenzaro m.
ENCARREADOS DA SI BSCRIPCAO 0() M I..
Alagoai, o 8r. Claudino Faleao Dial; Babia, a 8f. D. Duprid
Rio da Janeiro, o Sr. Joo Peraira Martina.
EM PER.NAMBUCO.
O Proprlelarlo da DIARIO Mani.il Figuairoa di Firia, na loa
Ifrraria, praca da Indapandencia ni. I a 8.
PAflTS OFFICIAL
MINISTERIO DOS; NEGOCIOS ESTRANGEIROS.
RELATORIO
da repartirlo dos negocios eslrangeiros apretenta-
rfo ( assembla geral legislativa m segunda te*-
si'w da dcima legislatura, pelo respectico mi-
nistro e secretario de estado, visco.tde de Maran-
guape.
(ConlinuacAo do n. 1(18.)
ELACORS t.vi'llli O IIRASIL E A GRAA-
BRETANHA.
O governo imperial latn-ie mostrado dispo-lo a
eoucordir eom n de S. M. lirilunnic i aobra a re-
preatAo ilo I alien por meiu da uro noto tratado,
que subatiliid o da 23 da novembro da 182), ac-
comroo lando ai -ni. e-tipulacSes as circum-laucias
e interesis do imperio, de ni 11 o q i ,.mi iniei-
rameule comoaliveis coin os leus direilos terrilonaes.
umi vai que rjain preeedid,is da revogacilo do bil
de S da agosio de KSij.
Ot ou'ros assuioplos que temos pndenle* com o
governo de S. M. Ilrilaninca piovem de reclamacoes
le jveraa nalarou, que l?em aiiu apoiadas pela
sua legac,ao ne|.i rrte.
O ovenio imperial procura enlenilar-fia coma
nie>m4 leiacilo mbra o modo de rasolver defioilifl a
equilativuiiienle, por maio de um ajuste geral,aquel-
Id* reclainea, h que leulia de fnzer prevalecer
por paile de subditos luasileiro, pruvenieales dof
apreameulos illegaase violentos de navios braailei-
r... p-lo* cruiadores britdiinicus encaireg los da re-
prassJo do IriflcO.
Uro porfaII i arrordo sobre lodoi asas assumplos
eslaiielecaria nquelU oiiiJi.iIi lale que nem sempre
lem sido posaivel maoter nas reldQei polillas entre
os dnoa paiza*.
LIMITES COM A (.IV ANA PRANCEZA.
Ja conhecea o reaultado que le ve eio o un no
de is.ili em Pars a imporlanle neguriarAo para a
In i<;.i dos liioilai enlra o Brasil e a Gujjna l'run-
ceza.
Al dnvidas pendentes enlre os doas sovernos vsr-
savam sobre a parta do territorio que fie enlra o
nn Oyapork, que demora entre o quarlo e qoiulo
KM.> da lalilude leplentrional, o A napa, que Coi
rous lerado neulro em Isl por ambus os go-
veriio*.
As linli.m do Oynpock e d margoin eaqnerda do
Ar^guary, cuj embocadura ficar a 1", 2V. re.-l.i-
inalas, primaira pelo Branl, e a segunda, pela
Iraiija, como bises p.ra a deOdrcaijd das fron-
leirasenlre o dou< pjues, foram isulimante rapel-
li I is pelos respectivos plenipotenciarios.
F plenipolan i.rio lirasiieiro alargar as sua, con-
eessas, e preseutou. como ultimo projecto de ie>
rordii, segundo aa auaa IrMtracfdea, por parle do Bra-
sil, a linha da C?l;uene, a 2-, :W, proiunaioeule,
de l iliin le norte.
Esta ruesmo proiaclo n.lo foi admillido, e n ple-
niiioteuciario Irancet propoi qna fosie substituido
pela seguiule divua :
O canal de Carapaporis, que separa a ilha de Ma
raca ilas.Ierra* a Ijaceutes ao Cabo do Norle ; em
aegulu, o ramo lplenlriooal do rio Arduuarv, it
este ramo eslivi-r dcsditruido ; a, no caso contra-
rio, o primeiro curso d'a^ua que se enrontrar para
u noria, e qiis disembocar no canal do Carapaporis,
a 1* 45' de lalitude uorle, prukimanienle.
O limite p ira o Interior seaniria o GfWM do rio
suiramenciond'lu al sua on2eni, a conlinua-
ria, a igual distancia, da ni ir. e u esqoenla do A-
mazonas, ale encontrar o limita o.le do no Itranc
O plenipolenoiario brasileiro, nilo tendo--- con-
vin lo sobre a liaba da coila, oAo sa pndia oesupar
da demarcac.to que deaena eguir a linlia pira o in-
lerior.
Nao foi assim possivel chegarem os doas negocia-
do! es a um acrordo.
A'vala do Balada da queslao, jidjoa o enverno
fraiu'ez conveiiieulo proceder a mu esploracAo dos
ri"i aguas pratiraaa ao Amazona- ; a, por inter-
medio da lese:!) de S. M. o I n .-i. I r dos l'ran-
eizs, foi u governo imperial convidado p.ra ter
l -mbein naquelU explur ii;i i un raiiresenlanle.
Cama lie o Brasil igualmente ui!cres ine e olnervores da hamaaM scienlilicos, que le-
lil ira por din lornecer lodos os es:Uracimenlos e
ralos que anda se nects-ilem s bre mu qoes-
11,, i lo asclarecida alias na parle do direKn, o go-
verno imperial aceilou de boin gralo aquella Con-
vite.
Ja eslo ,'ioineadns os commissarios dos dooi go-
aernos ; seu'o por pule di KrauQi o Sr. leoenle
t^arpenher, rominaiidanle do vapor o! I nnii-aun, t
por |iarle do Brasil o cpilan-lenenle, o Sr. Jote da
Cosli A/evado, os qoaes hr -y. ni'iiie se reuuiro
para proseguiram em seui trabillios.
A commisaAo brasileira eompSa-sa do pes^oal, r
acha- cumplir as suas instrtirr^aes, de are ,rdo com a com-
misso noiTieada por S. M. o Imperador dos Frsn-
ceze*.
O governo imperial e-para das !)>as disposicoei,
qoe sempre teni a.iconlrartn no enverno da Franca,
e dos vnculos qua 11* e-lreiUmeule ligan) os dotis
piItMi q >e olinil sej reciiilicidi a IiiiIh diviioria
das Guyaiiis I) -isileira e1 francaza, aezundo o aspi-
rilo do Justina a le conveniencia malua, que tero si-
do a base de mas relacoes miern icioinea em lodos
os lempos.
ABERTURA DAS RELACO'ES COM A TUR-
QUA.
O meo anleceisor vos cumrnunicoa no relatorio do
anuo paaaada as aberlurai que .> represntame da
Porta Oltomana em Londres linha leiio ao miiuslrn
lirasileuo ii i'| nll,i coorle. para a celebrarlo da um
Iralado de .un / i I- e conunarciu enlre os dous
paitan.
Abarlo o mar Negro e a livre navegado do Danu-
bio ao cominereio do inundo, a inaior parle daa n.i-
r^ea teem procurado, hoje roaii do que nunca, es-
(euder suas relacoes commerciaes com o imperio
OlloTiano.
Saudu ja esta imperio um grande consomidor dos
producios lirasiliirus, na acluahdale pude dar-se a
aale consumo tambera mallo inaior destuvolvi-
menlo.
Ate aqu a sahida dos producloi brasileiros para
os dominios laqu"lle imperio lem se quasi operado
pelo c.'innierc" ni'iirecto, a couvina muilo favorecer
e acoroc;)ar o eommercio directo.
lie sabido qua o gove:nu olioinano faz dependen-
te o eslabelecimento de aeentas con.ularea, em saus
dora'ulos, da eiistnncia previa de urn tratado de
coijmarcio e naveg-i{Ao que eipressamente o auto-
rise.
Nao havandn convenci alguma enlre o imperio e
a S ,blime Parla, nuil t"in si lo ale o prsenle potsi-
vel a ereaeSo de laea aganlaa por parla do Brasil,
que leudo por lira maular e rslreiln as relaces en-
tre as tui- potencias, procorcm cimeular e animar
as Iransacc/ij* commerciaes.
I'or estas coiaiderar^es as aberiuras da Sublime
l'uil i liv.rain o mu fivoravel aclhimenlo do en-
verno imperial, e o ministro lirasi airo am Londres
fn aotoriaada para firmar coin o pinliaiadur olto-
mano, naquella corle, um traalo nos Urmos am que
foi propoalo.
Eale tratado foi celebrado a 5 dn fevereiro do cr-
rante auno.
Achatis este ajuste entra os documentos do an-
ne\o E.
Ficarim a\leniv,i-.tos comuli's e sublilos brasi-
leiros as concessoaa ja feilas a Portugal e oulras po-
tencias, mesmo a'queilaa que tem as suas relacoes
reguladas por men> da capiiulai;n>' .
Nao sa preteudein favores o vrulaeens aspeciaes
am malaria de aoinmercio e navegs^oo, e o a appli-
cai.Aii de principios geraes, a' que se presta) -iii o
menor escrpulo nai.oes amiea-, a s.in geralmeiite
atmillidus em todos os inu tu- desle genero.
A ba*e para as relacoes inlernacionaes entra os
dous puzes he o Iralamenlo de qu gotaru as uajOei
amiga-, a nAo o principio de rerip acidada.
Sendo vaulajo.as eslas estipularles, S. M. n Im-
perador houve por hein dar-lhes a sua lalicacau am
lo. la abril ultimo.
A troca das raltfleafoM sera' brevemenle clfc-
luada na corle ne l.onlres, tu con'onni Jade da con-
clusAo do referido tratada.
RECLAMA!. TE-.
Ndo ha possiv.ii, -"ulioe-, dar-vos orna conla
minurioaa de todas as reclamacoei que (amos pen-
dentes com ai n.ijii-s aslraageirai, a que fonnam
uina grande parte dos Dagoeiui que eorram por esta
repariicao ; utnas aalo pendente*, oulras. posto que
ro-olvidas, alo tem aquella importaocia que eija
sobre ellas rhamar a vns-a lltenclo.
Es-as recUiiicofs sao met frnenles nas rela-
goea enlre o imperio a os E- adoa limitrophes.
Muito mais avullam ellas cmn u filiada Oriental,
eo goveroo nnpe'ia' lem procurado e procura ra-
aolve-laa, por meio da ac-or lis ealebradoi entraos
re-peclivo- governos, em que se eaniignetn princi-
pios sob que asseulem as ui-iroc;oes que devem el-
los lar i'' aulnripaJe- que lliel lo ubnrdina la-, no
miuio de aaiabeleear n malhor intclliganeia entre
os doui paizes.
Limilar-mc-liei a con-ienar n-slc relalorio as se-
gaiule :
RBCLACiTES BRASILEIRAS.
Discu-sAo i que deu lue.tr a apreeenlaea por pnrle
da Repliilnca iiru.ii i do l roeiuy aAs-eniblca
(airal da um praiaelo de le pira promover a calo-
iii-icAo d leparlaiiienl d- Maldoiiado, T.qua-
rernloi. Serro-I.areo S ill i.
O governo Oriental dirigi, em 2T de abril do in-
ao proiima oaaiado, a assembla geral legiilativa
urna nula ollerec-udo a s-ia laiiaeaa um pmjacto de
lei ledenla a promover a col iiavcAo los departa-
mentos ie M i! Luid lo, Taqaarombo, Sarro-Largo a
Sillo.,
Para ohler aqiella aolorisajn fez o mesmo gover-
as -eguiulas consideraces :
'.loe urna eiten-a zona do Unitaria, comprehen-
dl lo entro a fr nneira do Imperio e o rio negro, era
oeeupnla, am -ua maior p.rte, por eetaneieirea llra-
lileiroa, qua ahi cirta gado cmn que alimeulam as
arqueadas da provincia da S. Paoio do Rio Gran-
de do Su!, a que assim se ioutiliaava e-e lerrilono,
Djlaid para a iolu-lr-a princ pal do pait, qoe lie a
erlacAo do gado, como pata qnalqoer oulra indusliia
e para a aencnltura.
One ni Brasileiros impedan), com sena estabele-
eimanloa, a -ubdivisao larrilorial, e a povoiela auri-
cola, e defraaiavam assim a Eslado. de um coniida-
raval auumeulo de val tu. qnu resultara dessa iub-
dmsao, pvoar;Ao e cultura.
OS AMANTES DE SANTA PERINA.
Por Ciiampfleuby.
N*n sai que idea ter.o feilo os oulrns de-ia im-
inen-a acciimular;an de piolaras, arleacloi e eicolp-
loras da expi-o;Ao univeraal de 1S.V>; quamo a mim.
fiquei piric.ularmente a Imirado, ipiia umi curiosa
a lie nra excursAo no meio de lo la- aquellas maui-
laataeSaa arii-licas da Europa inleira A nica idea
queme veiofoi.que eu tiah de assislir a ums especie
oe enterro ue um meio-secol>'. e s.-nli-iua tocado
de una sineulariiielansolia, pennnda qua a lala do>
z-ran les ine-lrea, que linli un durante nula anuos,
;,|i, ni.'iailo mull lao, eava quasi acabala. Erain
loaa nhr^s completa-que illu'lres pintores acahivam
deacnor : a parlir desle momento ellas nao perleu-
riam mus s e,noc.aa mililanlas, nein a's novas. A ho-
ra < repon-i) ac'l)Hva de soar para alies.
O que me eonfir mou mais ana idea foi qoe a mo-
r la lo linlia si .lo esiV'iaeidi no meio desse grande
roncar-1: nenliam ari.'la novo rnvelou-se, a nem
se poda revelar. Primeiomenle n publico procura-
va dar conla da ubra inteirj de um mesire durante
urna Irinleua de annos, e se a compa.acA.) levava-o
aleunias dicus,es, Iratava sa antes das oppo-icea
arli-hcas enlre a- n ic, cujas oirs eram pouco
i.nnheoidaa al enlAo. O temperamento inglez, eo
leiup-ramenlo franeez, as tendencias symliolicas al-
leui o- a imilaco volear, tal como da he.ia na B)leica, eis o que preoccopava o- espiri-
lo-. .:ora, a< famosas disputas franceza- enlre o ro-
manlicn a o classico eitavain lia reinlas, que os
mais ani.madi- coolen I ir- de culr'o-a. que falla-
vara am dogallar Mr. Baganio aUelaeroisa dabaim
do iiomt di- Mr. Tanrea, ehogaram a umi -or
de itidilTeri-r. Qa "in malaria le arle que diva lagar o
elln a dinirar\*in a qualilad-s dos dual chfes da es-
cola fr.imv/a. Nao se diiculo impumnenle durante
Mal auou- .'
Eile eclecli-riin.esla Iranqnildade. esla vcrifi-aroi
das obras ci'i--_riii- "> lalaro, no sili-fariam
nra irlk) inquitMo. Ilepon de linear am i-la-e-
S'ira em redor, qua p"rinillio-m verificar o eslado
da arie em ISV, en coiilinnava des-joso de descohrir
abras nevaa, neceeairiiiaenle deiapcreebidaa, debai-
xo des--s iinmensas eolleccoei qna forinivam lilvez
dnas lagon da mora Ins. Visile coi !a loamenle ai
ralas consagradas ii cada um pur, e llevo dizer que,
s.lvn aaramaaaai de loclaiira, nada paraeea*ma
maracer novas visilaa. Ja ia sabir da aipoireJI i, o-
sespv'rado da u:lo ler encontrado alguma obra nova
qoe Va chama--e a atiendan, quando iiquei maravi-
ln, i,, i a var um oaqoeaa qaadro modeale, eoilaeidn
no lugar mai i-coio d umi a'a lateral, que era
urna espe.'ie de aala-eamara, onda linham sido lau-
cadas ai oh.ras qua nAo valiam a peni de esiareio
eipuslai.
Urna senlin *a don eslava asimilada dianle da um
piano de rorvn primitiva ; aeus ledos magro- lira-I
\^iii mm que r imliinavain com urna meloiia saluda
de nina rabada, locada por um velli > da cabellos
brincos.
Tal era eileriirm-rl" "! T'idro que ancheu-ma ;
de nina das in.rs viv innco-s que lenho axperi-
maulado em minha vii.'a : lB'' 1e l*aaa no
piano a vtlha vollava nm pi'uco a eabafa, e lorrla-
sa (eri.ameiile para o rabequi 'la, o que o pinlor li-
nbi envernado maravilboaaman.'a. A vida inleira
ile-le- doiis simples hureuezes lia-' enrerrala em
um modailo qua Ira. 0 larra pardo do .alio, do qual
penal ara retrato pendorado cima do piano a-
zia-o menos oonolono, a forma aingatar do piano,
ii coslumo dos dous asp isos (por que ellas natural j
mente etain csalos) o galo agachadolobr um lam-1
Ir rale, pareeen.ln enlreear-sn a suas raflaiAai agois-
Ueai, o forma oblonea do ca leruo de mu-ira. e
il-io de lodo iilo o ollur da velha, era bailante pa-
ra lrr-se a sua historia.
Sa lgame* vezes me lenho arrepen li lo de ler per.
dido muilo lempo em oslular ps anos em lugu de
me dedicar a's sriencias, nes' inomenlo ezullei de
poder lar neata pequen, eaililho co.no se fosae um
livro. lando liante de meu- nlhns um ratralo, e nao
ora qaadro. fiatai dou- muileo eram casados, e
amavain-se am la quaieiila .unios depon do ca-a-
m-iiio. Amavam-se... deveril diier antea ad iravam-
K. li, inlor nAo linha assonl do e velha ao piano
si'.m inieuc n.'iii I imlieni linha dado ao man li.
una leheca sem motivo.
Hitarialmaala a pialara deile relraio pneceu-im
ordinaria ; nao era um pineal rompen lo os eran.tes
agradan da arla. Ma par qm el- qoadra ara lio
vivo ? Por qaa raigo eaiava ella pendorado em um
prego leudo vi a ere mea cerebro? uni por um
lentiraentoprofundo di pirie do pintor, lenliraenlo
nplicnvel aoicimente por urna alhanca Intima com
os modelo-. Sim, eu oAo o po lia davidar, o pinlor
era veiho, couiiinporaueo e amigo lu doos inu-i-
e.s. Tin moco nao podara moetrar esa all u;in
profunda ios dous velhoa, um mesire hbil sacr li-
caria a expres-Ao o loque do pineal, ..s' sabiii cnin-
binacSai da palheta. A' visia i oram de eerias falla-,
eu julguii que o relalo n,1o linha silo lira lo em
pre-enc .ios modelos ; e conclu que o pinlor quiz
faiar urna aorpraia a eus valhoi amigos, offarecen-
dii-lh'o como presente, ou no dia dos anuo- da ve-
lha esposa, ou n i dia primeiro do anuo : ntO poda-
ra alflrmir, a menos se qaliesae pistar por abarla-
lAo, se Iratava ae de um on de oulro da.
I.'m momento depois pensai que a velha esposa es-
lava de accordo com n pintor, i! que ella linha lul-
vez offereei lo a seu marido esle rilralo no dia de
aeus aun ia, ons uo Buba mandado tirar o relalo
dasla modo. Ella qoeria nicamente imagam la-
qu li a quem amav; nflo lahu ella qoanlo miar as-
ante eslava no piano ; lem luvnl.i nao roinpr*han-
dea os .'iieiniiH desle bella qaidr i. Era{con< zulata-
manle orna paaaoa limplaa, iiaioi il, quam tu., h-
nham aacapado nunca grandes paiioei, dividindo
seu lampaantra o amor datan marido aai oeeupa-
cu s d uneslicai. Uu inla a mn-ici acrupava-M dalla,
rnenle umi ve; por aamana : um dulo davia ser
am baila diverlimenlo na aun n la Iranqoill Eu
podvria lilirmar qoe soila de msica agradara a as-
as arpuiat : ilayJu, teai conlemporaneo a os no'-
mei '- n c imp mi irai fr loeexas, baje desoonheei loi
qoe lem aseripto numero de oo(;is facis para a
rebeca, e para piano. Os dnns a posm nA i Conhe-
ciam esla inu-ic.i ch-a de diflUaldadal, militas ve-
tas reaalla-lo de febra, a agoma, as qoae- o. Alie,
mies nos lem maadada a(>>>/. Beelhoven ; mas elies
nAo as podenam eompraheodir, por que elle- aroa-
vam a msica simples, clara e suve como esles pe-
queo- ribairoi, caja leilo he forroido por pequeas
e rollfjaa peiraa, que ah nlgo leopre immoveis.
Eu heailai por oiuln lempo em collaear a habila-
cAo dos felizes e-posos na ilha de .*. I.uiz. on nos or-
le lores da proei real ; parffl enganei-me em ambos
os caiol, como ver-ie-ha ,\n lapo -.
Porque esle qaadro lehava-aa all'.' Como n honea-
ln arli-la nnlia manda.! para a ep i-ieAn um sim-
ples retrato, lio singular no maio da- numen-,i. pro-
doce-tes man I i lai por lo 11 a Enop ? Foi islo que
me ilau qoe faz- r ; anlrelaalo eu eonclai que o qm-
drorolloeado alli liaba causado a idmirirAo de lo-
diat os que aiam-no. O pinlor foi I inri lo eai xces-
so, poli s viva eipresslo das iiiii-i-o Impresitonava
a qualqaer ; o pintor man lou lal-ez a instancia de
minios, oseuqualro para esla expolelo universal,
cuja anuncio faiia lao grande alarma.
Ea bia mullas vezes rever o qaa Iro, parla de
ser o nico naata corredor poueo el.o o qajcj pareca
servir de desafogu ao muitn rheio ilo matea. Pio a
aflirmar que niigue.'u, seuo au, noluu e admirou
Oue se a popnlacAo brasileira sa lomas-e exdu-iva
un predominaule naquella tona, sobrevlnam dili-ui-
dades i.Vj graves que se raiolveriira lalie/ em ques-
loes de iianonalidade e in lep.-ndeucia.
A legacAo imperial am Monleviio, reonhacendo
qoe o governo oDental astava em seu direilo, de, ,am
nllenea de direilo alhein, lomar as medidas que Ihe
parecassem necessanas para promover a (olonrMCgo
e de-envoUer a induslria do aeu pal/, nAo pode del-
xar de pr.'leslar do modo o mais solemne conlra es-
sas cousideraces lao injusl i- e afleuiiva* para o
imperio.
r od-Toii, enlra as raines com que fondamenlnu
ess sen proielo, que lian eram so os Brasileiros
que se achavam oslahelecidos como eslanneims nos
departamento! de Udldooado, Taqaarombo, Sarro-
Largo e Sillo ; que nelles bavia muiros '-labeleci- |
uieulns de ealrangairos da diversas n ic nnaliJade, I
eiiil) em muilo maior numero o onenlaea.
u te lodos sisea e-laiicieims poisiam propriedades
raii-- em craude exIen-An, como o exilia a nalore- '
za da industria a qoe se iledicavam.
Jue, se a gran ia alinalo des-as propro-dades im-
peda a sublivisn territorial, e pur alli todo osse
proeresso que se pronirava alcanzar pin i.m medi-
da lagillaliva, pira iiso conlribuiam lodos esse ei-
tanciairoa, e mail do qoe Indos os prepri li unen-
laea pnssuidorcs da maiur parle do len llorn da re-
pblica.
Aitignalanso as verdadeiras causas dene mal, fez
ver que, -e eses lerrenoi sAo si deslina lo. a CTlICSo
do eado, e nao sAo aproveilados para a criarAn e
deseiiviilvimenlo de oulras iii.luslnas, e especial-
mente da aericuliura, ha lato devi lo s circuinsian-
Ci.s a-pacia?s em que lam aataJO a reputle), fts
coi.......{UMintestinas que a leem asiolado.
Se a raigo econmica da iei era urna oifania gra-
ve a manifesla fula aoa subditos de S. M. o Impe-
rador, mais erave e maufssla era a qoe ibes viulia
da -ua rszAo poltica.
A-im que, leve a legacao imperial de repellir (o-
da idea do perieo para a iudapen lencia da rep-
blica, que o governo oriental envere.na pira o fu-
turo na existencia de aslabslecimanlos brasileiros na
iiie-ma repblica.
Oeoveriionriiul,il declarou i legacAo imperial
em Hentavide, e par seu ministra neata curie ao
eove'iio imperial, que nan livera, nem podia ler.
cora a nula qua dineio a :aemblea ueral leuislali-
va, offererendo a' -u i sanci-.V, o projerlo re le de
que se traa, inllocio de ulTander a digaidade da
noci brasileira, que muilo respeila e apiecia ; qua
a, apazar de-la solemne deelarac.lo. a Enverno de
S. M. oiio-i lera--e que llgomal das p.d.ivras da
mencionada mu i podiain ser (.uadas em um sa-
udo i'll.'.i-ivo n' honra ou a' lealdada do Brasil, de-
viam ue-le caso ler-ea como nao aieripUi, porque
ariam eomrarlai a' conaciancia que lem governo
da repnblioa da honradez e lealdade, de que lem
receblo laslrinuiihos Dio equvocos uas r-laeu-.
que lera cultivado e colliva com o givemo de
S. M.
O enverno imperial, apreciando devidsracnta ei-
sai axplicatoes, julgou-as sali-lactofia'.
Providencias lomadas pelo enverno imperial pan
que postara ter applicadqs ao peaineuio dna ein-
praslunos faitea pelo Brasil a' Repblica Orien-
tal do Urngoay, as eitipulacftes dns irti. III all
da oouvenoAo de -ub-iim de 12 do culubro de
Is.l.
Foi estipulado ni convencao sobre subsidio que
celebramos rom a Repblica Orieuial do Uragaay
em 12 de onlubrn de 1H>I que, para o eiaclu e p m
lual pagameulo das tommat e juros de qj- Iralava
n maama convencao, obrigava e hxpiihe^ava o go-
verno da repobliea tolas ai coiitriliiiiooM direclat e
ni liradas, a especialmente os dirailos de alfinle-
e-, e qoe logo que o rer.dimenlo di aUnid-ei de
Montevideo eslive-se dasembaracado -le empenhoi
nlariore, n mesmo eovernu applicaria au piga-
mento dos juio- e e' amnrina(lo daisaa lommai
a p irle daquelle rendimenlo que fossa convencio-
i.;i la.
Sendo nece-a.irio qoe n eoverno imperial conher;a
quaea '3o e-ses enipnihos, a quanlo moiilam va-
ri la e conectivamente, e qual he a apoca prnvavel
rio leu cnmpleio pagamento, ordenoa a' sua le-
gaega no Esia lo Orienlal que solli-ilas-a a naso re-
(i*ilo as nece-sariis inforinai.Se do governo 'a ltc-
puhlica.
InJemnisaro por prejuisoa causados duranlo a
guerra civil.
A Iei da Repblica Orienlal do Uruguay dej i i
de iuUio de 1853 e-lahelereu a forma pea qual os
habitan! da campeaba, prejadieada dur.u.te a
euarra conlra o geuaral Oribe, devi na ju-lilicar a-
quelles pre|ui/o..
Outia le da U Je abril de IS'iii, susaendendo o
procasso determinado por aquella, crida unid eom-
nii-in, a quam incumbi dn exanie e cla*sificai;Ao
de ludas ar reclamacoes deila nalureza.
tina nova le. approvada palo corpo legisMiro
no da 6 e linccianadl pelo poder eieeut'Vu no da
Sdejunlin ia |s,7, poz Ierran aos Irabalhos da-
quella eommiaaaa ; eucrrrou a eonveraSo da divida ;
manden restituir a'- partea ei proceasos que esti-
v Mam am cenas circunstancias, inulilisar a- plan-
cha- qoe s.rviara par a impreisgu dis apnces, e
queiinar as exislenlea nao em lli la- ; determinando
linalineiile que no prazn de 30 dns apresenla--a o
.governo a'i cmaras om relilono que in licasse a
importancia da divila eoneolidade.
Em podar di cnminis-Au classilicadora exisliam
muiias anteado raclamaedei brasileiras, qua as-mi
vinham a Bear prejodica las.
O governo imperial, sendo riiwi Informado, or-
denan a' legiogo do Brasil em Monievido, qua
proleatasaa loen contra oa elleilos desaa lai, re
servando-sa o direilo de ratificar dep i- ease pro-
le-lo.
Em ronsequenria dessa nrdem, a legacge do Bra-
sil proUltou conlra os elTeilos da le le i, de ju.iho;
mando* intimar ao- reolamuile brasileiros que no
praio de qualro mezes, qUa (mham de lio lar em -m
I- oovambre do anuo pa-adu. ipresentamem a' mas-
ma legacAo as so-s reclamaes, e depois ralific u e
loo l.ii -iiioii aquelle protesto.
Ja nesa apoce linha o governo oriental nezneiado
com as legaeSai de Franca e de Inglaterra as bases
para a eriac^o da orna eommisago milla que jul
suso as reolamaces do- mbtilos daaaai nacoea, em
conforini la la da le de l ,le iul o de IKi, puhli-
cada no anneio I) un relatorio"de 1836.
Pendo ai,lo aquellas bases approva 11- palas lema-
ras lagialalivas em II da jullm dn anuo preximo
pa-sado, a laneeionaaa esaa ipprovajBo pelo poder
execulivo no da immedialo, era chegadn o caso da
realisar-sa a prome-sa fela polo governo orienlal,
por iolermedio da su* let-acao neata corte, na nota
le 18 da abril de IS",7, publica la no ralalori d -la
repirlioAo lase anuo, ennaio k, da qoe so con
elaiua aigum aceordo definitivo lobre as reclama-
S6ei picn ari s de oulros eovernna ,.,,, favor de
seus reipeoiivos tobillos, immedialamenta ollerece-
ria ana reclamanles bra-ileirus as con lines mais fa-
vorareii que pir ventara cnuceless- ios de qual-
quer unir naoAn.
I) eoverno oriental jolgon qoe o proleslo da le-
eaoin imperial nao era juslieavel a vi-la da-
quella espontanea promesa, e manife-loa o ejo de que a inesma Ir ;.-,., Jcixasse de insistir
nelle.
Considerando o governo imperial essi raipnsia ea-
mo ralilicaran diqoelle CompromiMO, a lagarto bra-
sileira a-.un o ilacla-nii an gnvarno orienlal! proru-
raml. em secui la ebler que, enlre os asaamptoi pa-
ra que ia ser c.nivoca lo exlraurjinaiiammlo o eorpo
leeislslivo. se eo oprehendaasa o pe lido de aotonaa-
ego par fa/er extensivo aos red-manes braeilei-
roi o aceordo celebrado com a I ruma e a Ingla-
terra.
NAo o leudo feilo o governo orienlal, e reclaman-
do a leen; n imperial a reahs-cn do cnmpr nni-in
que elle eontrahlra para com o de S. M. o Impera-
dor, declarou que nA) aehava inconveniente em
conrluir-ae eise asiuinplo pur meio da um protocol-
lo ; ma-, sen tn aaeeasarlo aobmaltar qu-lquer ae-
enrdo. que -e lize.se. a'aaac( u do eorpo legislativo,
o que se nAo p.dia effeeluar sean na sassAu ordina-
ria, poique na exlraor imana a assembla geral nao
poda oc-upai-sa da oulro- aisumplos senao daqoel-
laa para que (,ir, convoca la, pedio o a llmenlo da-
se negocio para ser tratado opportuiiamenle.
Tendo-ae aprsenla in ponca reclamaeoai no pra-
zo marca,In pela legaclo imperial, em consequenoia
de se haverem recii.nin ea alcaides orJInariea dos
depailimentM da eampanha a recabar ,1a- laslerau-
nhas os depeimeuloi cora qua os -uh loa brasileiros
praienliara jastiliear sua- reclamsci>-a, por ier o
nico meio de poder prova-laa, fui '.-.-a praao pro-
meado por ni ii. q ,iro ni /o-, dan 1 i-ie a- n 'ce.n-
naa iiislruri-,1'- sobre o molo par qua deviam ser
garaniido- oa lireiloi ,1,- roela aanle-.
Imposto depailamintal.
Sabis que o governo oriental, ,ias?jan.1o evitar
lodo moliv-i de rlpsielellieencia entre o imperio e a
repobliea, acceden a' laapenigo da Iei de l de jo-
lln de 1S"ni na parle em que e-labelecia um imposto
le 2iMI i-.-nbre ca con i, ;, i ,,,,. -e evlra-
lu-se do dep,.lmanlo pro luc t, por lnver o ge-
varna imperial reelamado eonl a esse imperio, mmo
Ooalrario ao arl. do Irando de eommercio de 12 le
oulubro da 1851.
Peateriormenta, pla Iei de .""> de jiinhi d 1857,
que refuroinu a de li de julio de IS.Ii. f'li aquelle
imposto sulisiilu lo pela de S) rs., que lem le eo-
brar-se por cada animal que se marcar, e i,> aclo da
iii'ircaoio.
Exlradiccan de deserlore-
Apazar da evislencia.do iralado de exlradiccao de
12 de ootnbro de 1851, e do aceordo havlda enlre u
legajlo brasileira e o governo nnenlal em dezainbru
de ISa8, era virludadoqual es.a eilradiego devil
ter effaetoa ll enlre as aulnndades dos duu- lados da
fronieira. sera dependencia do requiieje diploma-
lira, nAo lem sido sempre po-sivcl ohler a prompti
ni eea dos sol ia los que desertara du nusao exer
ciio.
E-se itsumplo lem sido objeeln de reclamacoes da
pane da leeneAo brasileira na Repblica Orienlal de
Uraanay.
EraigiacAo de doze familias do deparlamanlo de
Maldonodo para o territorio do imperio.
Doze familia- bra-ileirai e orienlaes, quo reaidiam
no .lonsila nenio de Maldon ido. emigraran! pela
f.-onleira do Choy para o territorio do imperio una
Has 2U, 21 e 22 de onlubro ultimo.
Deu se e-sa emigrarlo pelo legninte fado :
De/ ou dote inalfeiiores qa vivem niiqnelle de-
pertemento d roaboi que 'commetlem, asseieina-
ram, ha llgnm lempo, o fillio de un In livuiuo alli
O pequeo qualro, e quanlo o meu egosmo era
bem filiz.
O -em o pi, liria compreheiuler '.' Sa-iain o que
di,erl-m sobre as liubel, eflr, composii Ao, elaro-ai-
ciiio einbas ineiuo-. qoalidadei a,ia- loda malerieea
que nni aehavira-ieara meu qaadro'! Mai havia
nolle urna f ir i ma.- nuravel que -e levelava nas
ensaco le inlimas e delieadaa. laei ques lenho ra-
ras veaea expariraenlado. E-le olbar, que eaeapav
dos olboadl mullier ido-a, |iara ser entendido pelo
rebeqalsti, demonslrav.i a alf-icAn proiunda, e nao
interrompi 'a que tupia tempreeiistiJo enlre oadoni
espuos. Era nm, ni iravilba para Pars, ondea Vi-
la he iio agitada, onde a impreasSa domestica lem
fgido e leiippareaido la todas ai villas. Qoe feliz
e suave existencia aniiuneiava ane olhar Nanea
menor nuvem poud penetrar c-sas velhoi itrios: a
vi la luid i corrido para os mus esposos sempre e al-
ma, e tranquilla, i-empla das paixoes do mundo lia-
ra ellas ll.ivia a perfeita realiaac;Ao de uros vida feliz.
Nenia iipoeiejio, on-leviam-ae representado osfuro-
re- da pnxo. os rritnes lo amor, ai grandes dra-
mas histricos provocados pelo drbro dos sentidoa,
era elle um pequeo quadro modailo para o qual
niiieuem olhava, e que oemon-lrava o lueai em que
se acha a verdadaira Iranqnillldade, que assenlava
em u -a louga aleic/lo eonigrada pelo casamenio.
i! .v i-me a ir var o pinlor, lamo por corlosila-
de como pura ler a prova de miaba! indoeces. <;ha-
niava--e elle Diogo, e morava na raCharolada
V rialieelegoado a iudicacAo do livrluho. Nesie
momento lodo- os maoi pasa.'s foram Iran-ioru ido-
pelo simples fado dn conhicimeulo da roa. O pinlor
o o morava om Paria, esse coslumes eram de pro-
vincia : esse ollnr que linha-ma iiuoressionado lan-
o, sendo em Paria, perda muilo sen lo em urna ci-
liado tranquilla, onde a vida i'.urre pacificamenle, O
retrato, que linha in-piradn to flores sensare-, ia
'' ''' -'i' de minh i ol -,, i ,i ri'p Ble, n en
xiii'.'o i.-iIm pastado, ue..... illnail de*ap| -
do, quando nlo ai porque cor isidadi i, Ihanle a
qaaea tem para lornar-sea ver anda ama vei
j mullier a quem o amou omito, ea l irnei voltar
paras r entra va o mea qaadro, A impreasAa lol
I alais viva do qae ea esperava, a ichel o lurrisoda
Imolhar aindi mu- ledacler que as ootrai i
com o leu olhir ella mimeva o velho rebiqnitli .,
execntar ama parte diflicil da obra masiril
lio i litio ;_c uno loen bem, meo nml o. }. ra-
lo a mim, en exclamii dianta da qaadro : Diogo,
Diogo admirado da comtruc(ao do i mu ,l, pmlor;
-em Cihr ii,i- sy.lemas piral n.e-, no- quaes a for-
ma de o m nome, sua prennneii lonora, justa po-
lifila dai -Mi li formara orna relhorlea iodo paii-
cnlir, elisia de ene,mos. Eu sei q it eran I es-
pirito! lem traa In desla qeestAe antea de mim, e ai-
tn por lito lodo decidido a perlencer a e cola.
F.-la ahi nm ame de Verwillisl exolamei r-o,
macbioalmenle abri o livriuho na letra D ; mas
en qoal admirado da pres-a rom qna li a primeira
vea, O quadro era Intitulado Ol dous mosicoi.
Niera poisam relralo, mas urna simple- phanlaiia
do artista. O pinier morava no caniiii'i i de Vanaillei
em Parii, Bis-iqui cmn perde-ei lempo em
aliiuieras, dis-e en fechando n livrinli i.lue e-la li-
o.ii la saja de provalo, para le obstar a cahir tiara
i- futuro em ifllrmar tem ranamenle algoroi eouaa !
lu eslava derrotado |i >' tod os lad ; meus vejhos
aapoief, a quem eu ja araava como f live-se feilo
parle de sao interior, nio etitliam tanl'i naimigi-
naego do pintor ; este olbar Iflo pnrliealar que ngo
perlaneil ao dominio da arla, o que nm senlimenlo
profundo, como inppeja, liaba somanta pnd lo exe-
rular, esle nlli.ir lAo lerno e la i anu;ivel linha li-
bido do pincel de nm artista mediocre. M. Jaeqoai
morava em Parii; nAo era um desle nnmsi da -
vineia teai eomo en deiejopara issignalar am ml-
nba viaeena.Eslou en l.unhem derretida '.'... sus-
pirou iri-ieiueuk a VaiJade, ua peqaena cmara qua
oceupa am minha cas,. Has o Orgulho dme:Ani-
mal-vos, mu,ha irnii, v ni,a provar com es,a bo-
mioavel Raig i que lemai razao.Ter-ie-hia po lile,
ncsie mmenlo, annnnciar ama mudanea de gover-
no que pnoco ma inquietara; eu e-lava iniena-
menle absotlo nos dbale, dot singulares contendo-
res que, por seu- raciocinios variad .-, me fazem at-
sislir muilo. vezei a combate! oralori i- curi isoa, lae-
como -e ouve raras vezes til Sorb un i,
O Orgulho falluu muilo b-m, la i bera qia arran-
cn sumaos de approvacao da Vai i.i te offandlda.
Elle dis e em sua uefeza que ao primeiro lao ir da
villa vio os relralos deaie qu dro, e qua ele a prova
da contrario ella itiitentava que Diogo ojio podia fi-
zer figuras chimeneas; e aerweenloa qu.- loen con-
clua rxiltireui os luna mu......- em Paria, que le-
viup.. um engao bem juslilieavel, linha-ao dal-
lado levar para o lado de Verstiles, raa, qas elle
lornava a vir e.m a sua primeira opiuigu, reeabua
proverbi limante o mo a melhor.
E-iei orilleos empregaram laea formas sophitllca,
qua para os por de aceordo e ohler a paz, resolv ir
nio-iii i a cala do pinlor.
Onda he a ra dn eaminho de Veriaillei .' par-
gunlei eu, porque nunca ouvi fallar nella. I'onin
como eu tabla da exponcga, diriei me aos nuiuero-
-o- codi oro- da earruageni de aluguel qae o-tavam
jai p rlai. Um velim eocheiro, euju temblante eheio
a baireirada IJatsins ? Mflo. Tomai os Campog-
-'. yijos, ncuiilrareis a roa de Cballlol, e depon a
ru,; do camiuho de Versallei. lii-lais nislo de' mi-
uulot.
Os que goilam dos carainhos ngo freqoenlados
pila mullida,) ngo tem -enn llenar Campos-Ely-
-t i ou le um da de eran le iol he qu ni lo as equ'i-
pageni, os cavalleirot, a- lilha- familia- < c illeeianot
euch-in maii o grande ..- do coa -eu laxo eteeist-
vo : ni.i pequea quarlo da hora baila | n i
'"o-!'"' lar aoa ... .,,.. ;.,.
Miienaet. A i..... i ,., ,. i \ ,.,,i:. ...........
-'""''''a barreira de lia-nina pela ni
1'""l d lilejnit. Fu i.n, bmu inlraate rom s
Campos-Elysios ; a cidide mais Inale oa lombria
'' i'"'v.....''. ngo pul.na dar ama idi do silencio
i-i qu.ni- ra,, do.'rin. inhabitado, qae espera sin-
'.....n-iiu i-r,,... Mu, a hora aatual, esle quarleir.lo
fi.-a sem habilanlet. Pc'o ini ....., i, ,i- uma
. irazi la peloi ga ,- qae i (era so i '"-
ir i ia Iriumphanle na ridade, lem privar que alies
-ni rasen i los para nolricjl i do glol m pai i-
qua eoiiaome aro ora dia o que baila para tllenlo
tle uma provincia ein um mer.
P ira tiguem ipproiira ir-te deile lagar, In preciao
um extremo deaejo de fogir ,1 s C un;.....Elysioi; nio
aneenlra-ie aiti alma viva, eaeapio ai boj id i- e reba-
nlioi de carneiroi, porm pelo mgnl > da ma le
siuipndc-sa uenelr.ir no cereal......de "-l.io liluadoi
esles resrvalo! ios, e un um dia de nevoeiro aeha i
ia repenie dianle do panora-i a ie nm Paru parlieo-
lar. Ao lenge ealendem-se, tabre culliiins. em umi
almosphera azulada, ama proligioia quantidada de
eatai pequen n, un meio das qnaei -e veem a plani-
cie da eieola mililir e o /.iioDjiio to- nivoli lo-. De
loria a Par monumental eiiu he a uui.-a vi-la. Um
eslrangeiro levado ahi por aceil i eoncluiria di-lo
que a Franca he, alem de ludo, uma nielo militar.
Aqu a atena de InatruecAo para aolo- da guerra,
alli a casa de descamo paro depoii di guerra.
Diogo morava no nomero 7 dama do eaminho
de Veraailles. Para morar-ie em um til qnai
he preci-o urna certa philoiophia ; eu conhaei a
ciaa do meo hnmem logo que enire em sua ra, c
fui em direilura della, como ie fnise a de um ve-
lho ainieo. A porla obrio-ie. Pela diipoiicjio do
; irlito, e or celias parlirul irdide-, cornprehendi
que anlrivi em ama daslas cas is movivaii, Iilo......-
iinins un quarlalrgo de Chaillot, nula os aillos re-
I fneiam-se para .ilii gozar du ar particular desla!
allnraa,
re.lenle. Em represalia, am coge da viclim na-,
lou a um .le.-es malfeilores.
R'uiiirain s- esles enlo com o objecio de vingir i
a unirla ,(,, ,ril emnpanli.-iro da depre lar;ei.
Senda conhecidoa os alienta los li irroro-ns que el- !
les teem enmmeltido em -ii s eorreriei, e-sas fami-
lias alerrada pelo erave perico que as ameaoavavit
r-m procurar no territorio do imperio a legaraoca j
de suas vi tai.
A legaego imperial em Montevi leo reclamou do
govavno orieuial a eipediogo de orden- que. giran
lindo aquella! (amihai a "earanea de suas vidaaa
proprie ladea, |het permillia,e regressar qaanlu an-
l i -uas re-i dencias.
ii governo di Republiee mindnu averigoar e--e:
fados, eadopluu IS madidll qoejolgoa conveuienie-
P-ira Mlilfaaar complciameole aquella reclaraa-
$40.
RschmaAode I). Francisca Mellado da Cosa Pe-
raira, liava dn lundito Brasileira lego Hanoel
da Cosa Pe'eira.
D. Francisca Hachado da Coala Pereira reqoe-
reu a' leeaoAn imperial, em Montevideo, que recia- i
maesa lo governo oriental o pagamento oa qoanlii
de 10,960 p-sua e su re,a, importancia da prejnioi
odridot por s-n marido duranie a guerra civil, a
qual fora -conheci la como divida di esla lo.
Desejaodi a sapplieanta qua aaaa sua reoiamacAo ,
fossa laiitfeiti tob > garanta di iei da li dejuho
de 1855, que aoloriaoo o poder axecutivo da lie
publica a celebrar com os agen ea e-iraneeiro ijus- j
les em beiieli us ajas reelamacoai de subditos de !
na- naro.-s, o eoverno imperial ordenen a'quella :
legacAo que procmleite a esl- respeilo da ine-ma
fnrma por qae o bevia feilo a'uarea di reclamarlo I
de iiern .ni .la Co-ta e IrmAo.
N M mi -mas circoin-laneas se echara ai reclama- ,
eSaa no. lira-tleiro- Manoel Mnmz Sime-, Simge
I i jnciiro Pereira e Bernardina Al vai ogaeira-
BDENOS-AYRES.
Entrega la desartore, na marinhl imperial.
Por lol le li de oulubro rio anuo prximo pa-sado
approvnu o eorpo legislativo do Eslado de lijen..
A> ra o aceordo provisorio, de qm vas deu conhe-
ciuienlo o meu i luaire anteeas.or no relatorio do
mesmo inno (.ara a entrega I deteriore- d ni-
vio. le euerra, que se refuemssem no lernlorio da-
quelle eslado.
Pereceado eisa Iei Insofliciente para o fim que se
liaba em vi-la, por limilar se a delerminar que as I
aulori iade> locae- iuiiro is-em aos deserlorea que sa-
hissem lo ler lorio do E-la lo ; o consol g-ral lol
Itr.sil sollic tou a adopcio de medidas mais ellicase-
pare garantir a entrega ios desertores brasileiros,:
ao que responden o eoverno de Bilenns-Avre- qu-
ueohuraa david i-ria em nropo-lai a* approvaclb
da, caraarai e a experiencia demonilraise a necea-'
sida le.
REPBLICA DO PERL"'.
Allantado commeliiln em Nauta ua pestol do sub-
dito Brasileiro Francisco de Sooia Tapajol.
Em conieqneacia le riclamacg i qua a legin,) do
Brasil em Lima dineio ao governo peruano, expedm
ele um deeroio man lindo inipender de lodos o-
careo- que exercia a re.pon.aliili-ar o inijor Ber-
nardo Siii-baug, inleii lenle di polica da Niull, I
pe i prnce lmenlo que Uvera rom o tobillo lira-i-
laim Praaeiseo de Souza Tipajoa : a promeiteu so-
liifd] r a in lemnis cge devida a esle-iu lividoo pela
lujuria e ii-uin i peisj.il que solTrea
Agora lenho a latilfaego de pariieipar-TM qae o '
governo peraano, da aceordo eem a leeacAo impe-
rial, lixou essa inderanisicgo era rail pesos", que fo-
ram entregue! ao diio Tapujos.
Nao fui anda procesudo a punido o mijar Solil-
baug ; ma-a' vista ,l,n linas dltpeiicSu que lem
iiiainleslalo o govern i peruano, unir o governo
imperial a MperanCoi de que nao Ibara' impune ens
criimuoso.
PORTUGAL.
I'rejuizos causad ia a suli 1..... hr isil.irn: por illegaet
apresanieiiioa adecloadoi no- marea d'Afriea pe-
lo cruzeiro da man, ha portuguea.
Al iiii-.i- reciamacSes relativa! i'a captorai de
navios.brasilero! pelo cruzeiro da marinha de guer-
ra orine lo/.a em os in ir-s 1'Africa, Iniciada! des-
de o anno de isil. permanaes] ainda no mesmo
estado de ladeeiito por parte do goveroo de S. M.
Fi lelhssun .
O miiiisiio braailairo, lomando a peilo a tolnr;ao
definitiva de-le assomple, lem cmstaiileraenlc clu-
niii lo lobre ella a eltenctu daquelle governo. a, era
2 de fovere.ro do crranle anuo, manifestando o
aeu pezar por nAn s prestir a devid i alienen i a'l
lual justas reclamacoe-, em norae epurpailedo
enverno imperial, tez ver mais uma vei que a viu-
lacAo inaudita de qoe fora victima a eacnoa brail-
leira i. Claras na Ilha d > Principa, e a visita, de-
leuc.i,, e laptora, pralieadaa no alio mar pela ma-
riiiln de guerra de Portugal ein os navios biasilei-
r.i- all.'ipiqus da Invejd, mBuih Succei-oo, uBoa-
Uniaoa e Flor de Campal, quin lo prolegidos pa-
la lian letra imperial, e ero operacoes li-itae, eram
alintalos que ngo pnll.nl deixjr de ler d mais
cmplela taiiifacao.
A prucra-li!Hc;,iii que nm liavido nesle negocio
omlns'a o envaino imperial, que lano deseja e l.n-
to empeiiho lem ein que ngo baja o menor e-lreme-
cimento oasrelaoiies de harmonn e boa inlelligeocie
entre o- non- pal .e.
O enverno imperial esla' persuadido de que, !e-
A e-soa que me recebeu logo foi uma mullier
inaera. Je um exlenor ponen -v uipalhiin, que pare
' ce.i-me duna da rasa, u Sr. Diogn, pan he qi:e-o
procuris'.' diana ella. N-i larceiro apostillo por ci-
ma da -obie-loja li. 17.
Pobre Diogo dnse eu suliindo orna escala lAo
fria quanlo a dona da casa. A proprietaria linba-me
i-\ iminado da um golpe le viata, no que eu II.
Ouem he este liuraein '.' que vero elle pergontar a'
leudo o governo de S. M. Fidelissims a sua siten-
o,ao na apreciarlo dailti raelaUUsJoui, e do- funda-
mentos cun que lem -ido ellas in.Hullas pela leea-
oio imperial ein Lilboa, resolver' afinal e sem mail
demora esla pendencia, indeinoisando os subditos
bri i eiro- que foram viclimis dos abasos pralicaios
pela- aulori !a Ir- |lor(uguezas.
Falaifleaeao em Portugal de moada e papis de crc-
dito coin curso legal no imperio.
A falailiearjAo em Porlug ,1 dea uoaeaa senles de
eireulacgo m ledl metlica, nolai do Ihetouro, e bi-
Ihelai do naneo do Brasil', he de lodos os variados
a-uinplns a cargo do inim-lro bi isile.ro em Lishoa
aquella qoa mal e-pacialmeule, pela ma nalureza,
oceupa a tul allenc.lo.
Oaeifpnos daquelle ministro, infelizmenle, nAo
lem (i lo o re-iiil do que era da desejar, e ae devia
esperar da boa inlelligencia qoe houve enlre os
don governos, qaando aegoeiiram e raiifi.-arara a
convenci la IS de Janeiro de 1855,
Al enlilo se podarla allegar a iinnflicicnria do
aullen penal portoguez, pura abranger demol
eonvaniante, e em lo las as tuai etpecie*. aquello rri-
ina pelo que respeila ao meio circuanle eslran. eiro,
fabrica lo em Portugal.
Depois de -er posta em exeeucan aquella conven-
c n, a de le_em o-Iribiinae- di.pnsi^O'S le?aes qoe,
aem o menor e-crupii'o, po lestem ser apphcadat aos
f-rloi necnrrenles, ha de lastimar que eunlnue a un-
punidada que lano lem alli acorocoado ot que, cun
t mi asean Iilo, s dio a eaia immoral industria.
O mim-lro hra-ileiro na i lem cusido da recla-
mar, inulilmente, a intntilaiclo da variueutoridi-
des civit do Porlo, pelo seu procadimsnto noque
loca ao crime de cuutrafaccAo da inoeda brasi-
leira.
A'quella proeadimcnlo deve-ae altribuir o prosres-
so, que, em l;io largas propurooes, lem lido no Porlo
eqoelle nefiudo cuma.
Ja conliacais os esforoos empraeados pela leeacAo
imperial em Lisboa para que fossem eailigadea oa
iioplioados na falsifici;Ao e remessa de olas falsas
do l e. ni!,! rio Brasil, enconirada na allandcga
desla corle, viudas a bordo du uavio Firreira Bor-
ges.o
Foi apprehendida em o anno prximo pastado,
am Braga, uraa das maiurer mais perfeilas machi-
nas riacunhir mueda melalica, coraprehandida a bra-
sileira.
Foi ainda ha pouco desenliarla na alfandega, am
Liab .a, um apparelho deslinado ao fabuco do papel
empregailo nas notai do banco do Braiil.
A legaego Imperial, a' visla desle novo fado, di-
riem-ie em termo! os mais enrgico! ao governo de
S. M. I'i'l-lissima.
Oa fabricante* de inoeda falsa brasileira, alo vi-
ga los e perseguidos cora o maior zelo e desvelo pe i
miaiilro nraaileiro, e p-lo digna vicai-conaol do im-
perio no Porto ; a nao ceatam e-les aeeniet de dea-
perlar aa autoridades complanle! para cumpriiemos
-eus devere, ni elBca repretsao de laei facl.n ;
ni o-, como dina o in-u aoleee-sor em seo relalori,
do auno pruximo pas-ado, diflicil, muilo diflicil sera
prevenir, sem o cnucoran leal au governo oe S. M.
I-1 ielitsnna, a nilroduceoio dasie coiilrabaudo no im-
perio.
O enverno imperiai muilo sen.ira ver-se por fal-
la u* biin exilo las reclamacoes que iiieessaiilemeo-
le sAj diiigiil.is ao de S. M.'Fi lili-snna, na rigj-
rosa necean dada di rajeilar ao milot rigor aaera-
bircoii?- proc lente- dns porto! de l'orlugil, a bem
dos nuera.-e- do imperio.
O ministro braHlatro reconhece que he ab-olula-
menle neee-sario comraeller a um juizi especial
conhecimeiilo e julgameiilo doi criines desla nalu-
reza.
leclamacAo de Thenlonio Nerv da Silva.
A lagaego imperial em Llaboa s-lhciluu do enver-
no da ,. M. Fidellliiiod, queem Uaambiqo fo-ae
entresae eos hardalroado finado Tome Ribeiro de
Karia, (barioda (uapeinen : i a -omina ,ie l.llijo
meiai d > ra ,io intigo cunbo portugaet, enlra ia-
em deposito pelo naufragio do bngu brasileiro An-
dorrana.a
E-le negocio hsvia js sido resolvido amigavelmen-
le_ o- inno r i neneo, datada d' 2 de oulubro da
ISVi, entre pul a ; daVnn lado. Candido de Cosa
Soirai, como procurador de Antonio Jos Morena
P ulo, e do -eu tocio o referiao Thomo tiibtiro de
Piril, repraaenlade peloi aeua henleiros, a eo oulra
la lo Joo U ,n I 'in Alves da Silva, por si e por seu
irmio, exilenla ara Qallimiae, Viclorina RomAo
Jos la Silva, lendo sido depois approvada a dita
o enveneno, nesls corle, aos II de oulubro de 1855
por Iheolonio Nerv da Silva, como lenhor e po-.ui-
dnr da ptrtilhi do lina lo barAo de tiuapenirim,
dando quitagao lodos m inlereisados.
FRANCA.
Mueda lalta.
I'ma lenlaliva de faliificajAo de moeda-pspel do
Bra-il deu-sa em Pars no anno prximo pai-
tado.
Recebendn a la^c i imperial denuncia desaa len-
laliva, recorrea a s compeleulea antoridadaa poli-
ciaes, que pruiiiptamenle er nn lulas ai providen-
cial qne n c -. exiea, re-uilando dlas ser preso o
subilla brasileiro JoiaS Pedro de Alenla, que lluvia
maudado hthogrepliar lnllirdea do theaouro do un
peno, e a apprebantgo de uma pedra preparada pa-
-a a impre-Ao d.iquelles bilheles.
que eu quera causar ao mea velho amigo Ravier, i
- ia mulher.Ravier '.' lornei eu, analyan la as -v -
laba- de-le nome >em eanrler precitoConhecereii
in- meu I leo R iviel ".'
NAo, seuhnr Dioeo. Perdoai as min'ias per-
goutii. Onda moro M. Raviar .'Km Sania Peri-
lla, eu ia vo-lo ni/. ,. Em Sma Perilla diise eu.
n s lando enlre a ilha de S. I.uiz, e os ai redores da
Draga ? (Jugando no i ipa da aseada, ichei-me em '"ca Ral. Uinha seill ic.lo i repuiada dcf.no, e
tace de uma poila araarella comando o n. 17. Bat "* culpado da laeonalanea, porqon atfora qoe linha
levemente oa porla, e um pequen,, velho seeco, e n- *"" "lu goarlairgo de Lhailioi, para onda se re-
uuhoveid abri-la, faian-lo-rne umi deilai anligu 1:r'""" ",u l<" r'" """* ""ro< ln-ir" nham-me
H0d (00! ja.ie.ii-.ida-. AcllM-me em um.....en,-- ""'liona, cuino pudendo I mi....., ne-lar-llie- 11}
i ma i',.;,, l'.ne.s. que perdia aeu caracler pala la : *" da inonlanha da Sania (lenoveva, que
qoinlidade ae pintares e gravurai felaa no muro. C"''J"< '" -I'rdm, las Plantas, oa aoa Batlguelles.
Kra realmente ama offlclna. O pintor chegou para to quena eaoiar umi sorpreza a na lama Ra-
mira ama poltrona dn velado de IJlreehl, irairelld, '' minha vea levauio-me balando n:n i
rojos braco- ii.i>i..ui..........- melada mphinge,\ama aoiprea.eielamn eu, an oanppanba !
mala le chmela! nas extremidades.Senhor Diogo,
-ahi o.ni,t lo palacio da upoaicgo, mide adaiire o
vj-so qua iru. I.i e taltuu de cima de tua cadeire,
levaiilon-se :Meu quadro, disse elle, ab ah ah !
meu quadro a!) ah ah Vistes o quadro, ah ah !
v r la leirumenta !I^lle corra para a nllicinn en- |
Diogo iilhoii-me com a mesma a Imiraclo qoe me
ct-uu qiiaodo eutrei ; o tea bou-i de slgodo. V.
cumo pa'eeesse que eu esper.iva aleunia ex|ilicacao.
?lie rii-se :Meu alineo Ravier, e sua mulher nao
lieiii mellas Veiel oe Sania Parlo, mas ver esla
I 1.1 i'll llliriKV .------La i|V >"ii|ft L/Plll I "1,1- ll'il : 11 I___ .
iragando-ie a'nm riio lano mais Ungular quauto I B,i"',, """C-. nua falla se o .,.,,.,rnie..
pareeao-me encerrar aiguroa Irania. Depon loman I' ara '"f,s|"e randafeala.Eatgo lambrei-ma de
a v ler comigo. e obtervon-mo ero uro arlarle ',""-"'" a boiaerpreae,pondo-oa era prosen-
- Vala, o qoadre de Diogo na erai.de etpauege g* ,cu, ""'": s,"n 'q"'"^-me .a en loria
-F. elle alirou ao ar eomo se pulesse lomar s.u 'ue" ren'd?' "'""i" 1ua,,r;' 3>:" ''rabr.,,,-
v,u pela .anella um, ca.va da labaeo, e fe-la ero '" "'"U*'' e l'1,"l"'", *"v,do-me de dous pe |oe-
pedaS01 pela al.gr,., verdadeiraro.nl. n.leropeiliva. "? y'-L f eT "*" l,e,,uuralos muro
-u raeamo quasi qae o ia imitar, tanto eslava sor-
Eu conheri Ravier qaarenla anos depois,
qu-ndo era rebequi-la. E dediquei-me coro o maior
exfoieo a e-le Irabalho.
V. fizasle um encllenle relralo, Sr. Diogo, o
me iinr d i OSpotirgo.
preheiiilido da minha rece|ic,l i, a da singular figu-
ra do pinlor. Elle Irazii un. non.I comprlo de al-
eo lAo e erando- oculos de acn, por delr.is dos quaes
brilhiva omolhar dos mili vivoa* Seu grande narii
encorvado e oomico parada ipreteniar suas sauda-
nm barba, a-,.....le de i oron igem erive. qne
'' i' "i.i. .lu'-- -oiii..... .i.- u.riz, abn Filiamos eansclencioaamenfe, Sr. ngo aom-
.,,,.,., v.i. lerorn. O espinlo jovial qua aniiiava keii ae mu... II....... peque le
Diogo linha dada ama bocea ama forma alongaJ i qualro amparada e-im os grandes retraloi do -
iqueai ......v, oi mos do lado daa ore- Ah I he lembaria ; man, Diogo ha rapeta ma
llias. Un- rindes rugas parli.m uraa do lado do Iha pire tonhar comer deiiai oval. Eo sil o que ha
ib,. pHm aa fontes, e ouira formando uma curva em men relralo : nm ora amigo felhe ama egcel
muilo icenlaa li n i pilpebra inferior, e pe len I -
se na. 11 nm ailas, sol das eomo p.lla v-i.. |'a|
ara a primeira villa Diogo, qna apparei-.u-roa loJo
Idlairo ''/"ii i ima i abri-vos, lenher, en vo-lo
peen. lendu-n recusado con o getlo, *llo liiou ,eu
bonel de algodgo ipezir de iniulias lappliea!, a dei-
v >u vrrr o c, loeo inleiraroante cilvo, com dotas
peqoenii puna- decabailoi tmenle, que comaci-
Vim ,1" cima ,1 '- or- lllftt.
limen, vestido lodo de prelo, melllo em am
peq i no ve-ii 'o -era roda, muilo turrado, a- peruti
perdidas am orna oaljadepano qne parecii lafela',
, linha aerganha le teu bonel de algodgo, an-
da qui ello n Ironxene a hnsaard. Ku liana d
da miro un peraooagem de uma oulra poea, lera
luva i.i um dos niimeroso discipaloi de David;
1 'ule mullier. m i I ni i Ravier que aos se-ent i au-
uos loen n la piano con, i em iui m icidada. Quan-
lo a Ravier. os diai em qne ion rhenmatismo n,1>i
enll 'V i sen hr n;o direil >, en ve- a--" | ira une |3o
he feries os golpes do eren de -i i rebeca. I
-emei madama Ravier ein lea piano, e ceiquei
amlu- dos objeclos que ella- amiiu, san interior, ,,
re,ralo do pai de M. Raviar, o galo velho acocorado
sobra am laraborele em lajiecor i bordada por ma-
l ni i Ravier, a c.iia da rebeea debalao do piano,
do farro velho de ieu qnarlo, Eii-iqui um imoie
relralo fc-lis pinturas, Sr., cantan) pra/.er pelo
menos a lrt pauoas: ios doas amigos qoe alli o-ii
lepreaeiiladot, a na inlor qui pos-iu algam I b ai
horas gotan 11 pela bom xito de sua omprezi. M ,-
levo vo-lo dar u ilucao : eo nao Conlav c m a mi-
ctir dos eibocos pinlados no muro ; o m .do de fizer nha alroi.-Au, sbrela o porqae quando eo la pii-
grnpo do- personageni, cerlai eomaosicSe histricas teiar no- Cimpot-Elisioa, oa- proximidades da sipo-
que eu pereuolav i a e,le, ro'o provavam.
Ver.la leirainenle, senbajr, oaosaii-me grmda
pracer ; disse o pintor quindo tornoa-ie calmo dot
oltlu n- ove -- -de e i alegra, Nl Indo- lOUM
v n lo-os ; u falto quauto a vos, mis cioanl
rlislas. II i muito lempo i|uo sango ouco denlas
comp i neuli -, l nA saina mais roini riles se fa- "". s"1" "' "- '<"'' meu relralo, e iu lo nata' a aba-
ta >. Paranlo he lomele umi idi gracioss qoa ''" : carreira daqai al li nAo le lao gran Je, e irei
vos Ira/, a' fallar le om pobre, e peqoeou relralo i haiear o man relralo, e eomo ello nao he grande, au
po
-iei.-, eram i nmensot eaun s qaechagsvam carrega-
gados de pinturas da Europa inleira ; da Dinamarca,
da Inglaterra, do Per' me-inn. II- precian que tu
lejas bem nato alo, Diogo, para enviar la pobre e
pequea obra, qae ngo l m mais importancia pera
- lenh ii ii | niio umi apara da unha. lio as-
perdirin no meio de toilat estil bolla, pintara! de
hoje. Eo nao ma onhacia t1"!-. lenhor, dianta de
i 11, eles inven- que o nregam u.i- painel is i" cu-
i fasar admirar Rubens... luein otaria louhi-
d sessenla innoi !Ah exclaraei en, he por
um relralo,..?Julgau-me lo Vlidoso, dia O pe-
queo pinlor, que Odie enviar a expoiii.Au uro qua-
dro .' Eu pos-u vo-lo dtzir, era uiui boa surprea
pd-lo-hai debalao de roen casaeio -ein qua ningueni
iiiba-o. Oioeo ngo loro mus rabc-Io, e alie uAo
moirera por i>io!
Senhor .' elle o rece'i-ro nxrlamou o pinlor
les inlandoxe, e eonendo pata a Dfcina.
Pan dar una idea dai emooei que tinham-se a-
poderado delle quaudo soube desla noticia, be preci-
O reo foi proce-sado a condaronado na pena in-
famatoria de 5 annos de reclu-An.
Exlradiro de criminosos.
Oa principios que hi je resulam antra o Brasil a
i Franca a eilradicflo ile criroinoaos, sAo os que eon-
sguara as nolai Irocaras nata corla entre o gover-
no imperial a a legacAo franceza era o anuo de
I8f7.
Segando nquelle- pr ncipios, a reclaroacjio de ex-
IradicAn pode ser feila por ia diplomtica.
Oilo individuos, per encent- ao deatacamenln da
colunia militar de Perro II, na provincia do Para,
iniorglram-ee era o anno da 185.3, sendo victima
dessa irisorreioao seu corom.ndanle o (nenie Joa-
quiro Bezcrra da Albnqiiarque.
Achando-se relucimos aquellos individuos no
lerrilono da liuv.raa hrauceza, o cnsul geral do
Brasil pedio o governalor dessa colonia a sai ex-
Iradicgo.
0 eoverno de S. M. o Imperador dos Francczes,
Dio obstante uo se echar esle pedida nos terinot
da ciiado aceordo de ISV, e nAo depender a exlra-
1I5A0, leeundn at leu fraiicezas, s,', ,,, decido dai
autoridades culuiiiaea, comludo em alienlo gra-
vidade dos fados, ordeaou, por decreto d. S de 110-
varabr-j do anno pruxi no pat-ado, a por va de ex-
cepc i, que fosiem os individuos reclamados poslot
a' disponcge dis noluntades brasilea-.
Este foio deu motivo a que os dous aovarnos
pro uras-m eolendtr-sa sobre o milis de regular
eale alsumplo.
Esla ajuste esla' peideutc, como vos exponho ero
ouira parle de-te reietorio.
(Conlinuar-tc-ha.)
TRIBUNAIa DO COMMECIO.
sbssao judiciaria eh Je de juliio.
Presidencia do K.rm. Sr. desemoargador
iouza.
1 Itaram, o Sr. deierabaicador Villares, a os se-
nhorea depulaaotRago e Ramos e Suva.
Nada ia pode trolar.
O -ecrelarin,
Dr. Aprigio tiuimaraes.
PaftayuBcOn
PAQINA AVULSt.
/.''paros de matrizet. Na satino da atsemblea
provincial, ha puco acerrada, Iralou-se de um
crdito de 4:0003, por ieiealiva do Sr. Mello Reno
.1 '..'lunii para reedificiego dd matriz da Ireeue-
( a de Taquaritinga ; a esia idea tuscllou-nos a da
ealadarmos a siluacAo das oliraa das malrizea da pro-
vui,' a, (fim ,|e fazeriDos sobre alia aleumas breves
co i-iderae'i, que po* parecen rom cabivcue inde-
clniaveis. Desde o anuo Bnaueeiro da I8:t(i a :i7 a
morrer 110 de 18>7 a .jK, l-m-se volado por difie-
ren! leu fundos para lim lAo pi na imporlaneia
le 282:0009, eterismo que fui ampliado eale annu
-0111 mais 20:0003000 conslguados para o crrante
exereioio de lsVs a 59 ; ve-se porlanlo da cun-
(roniac,ao das dalas, que viole a un annos lem da-
corrido na applicacnlo de taes fundos, que munlam
il M o avullada quanlia ; roas em que astado se a-
oham, ngo obulaole, as obras dai roalrizei da pro-
vincia, que lem aufendo oa etlensgo da quola para
reparos Forra ha coufessar, que am quasi ludas as
fregoeiiai he esse eslado deploraval, ao magno pasto
que aquella -moma nAo pequea de 282:0003 lem
-ido dispcndida em quasi sua lolalidada, nao se pou-
paodo o enverno em conceder aa subvenciies reque-
'i las palos raspeclivus vigariuS.
Na iu,lagacaj porem na causa originaria desse pha-
nomaui), ch.ga-aa ao resallada d< que he elle o pro-
luclo do tyetama d. pequea dislriuuie,Ao de dinhei-
o, qu. he Ma animalmente por lodas ou Erando
parla das matriz da provincia, tara um previo ar-
mamento das oblas que s,io precisa-, e a consiquenle
raipecfge sobre a eiacla obtarvancia desse or{ameu-
lo. Cea elhilo, es-as obras assim eitcila as, em
pequea escala, par annos e por penoas na geuera-
lilade nio profiasioeeee, Iraznn o luconveni.nle de
licarem lempre mil feila. e incomplaUs, alan, da
circumstancid, que uellas lem-s. djdo, de que quan-
lo ,11111o, depois consego.-ae locar conclu-Ao, ja o
principio aroeaca uma rama bem seusivel e exige
conseqnentamenla reparos, loman lo-te dest'arle m-
lermin.iveis laes obra- e ao-brveiido infrucluosameu-
le um li mi par de contos de rea, qoe podenam ser
apr iveii.1.1 ,. mais prodoclivamante nellas mesma-,
ae oulro fosal o tvslema empresario ; porquanto, sa
as cmueii ,;,',,'- das leis fossem applicadas u'um an-
111 a laat e loes Betrixss, p.ra u'oolro einprehender-
se o cunearlo da oulras, quando |,i as primeiras n..i
(ivestem easa carencia, he manifislo que oulro seria
lamben o resollado apresanlado na pialita, qoe dar-
no.-liio templos acabados com decencia para o culto
divino, a 0A0 e-aas,mixtos da palha e lijlo qua por
ah se ereuem como o marco miliar ,1a neelieencia.
A lareja de Taquaritinga, segando informacoes
qua noi rio, 11A0 pista de una choca impropria p-ra
a eelebraeau dos un steriot |oe, sobra eonsulir smenle em qualro paredes me-
loulianieule arruinadas, occorra que apenas acha-se
coberlo de- le ha o pequeo espieo que compile a ca-
ra dizer que Diogo pol-se a putar, balendo na- mos,
e exclamando Dioge fui aceito o v-lho Diogo,
e leu pequeo qaadro. l-el z Diogo Estas saraho-
ic- nm labem do puzer que eansirim um pobre
velho
Dapoisalle loruou a vir, e inclioandot", disse-rae
ao unvido :
Siiiln.r, ha o maior servien que -e me po 'ia fa.
lar, linda que esiai senhoret do jury lenham-me
tornedo ambicioi 1 ; sim, senhor, na boro em que fal-
la, Dioea he om ambiciosa... -viaheia o que elle
quar .' El e quer entrar era .-ai,la Perin, para estar
limhem lempre com seas velhos amigos, para comer
coin tiles, para resaber ob-eqnms e e. n 1 i-uaooe..
Eu lembrei-roe enlA) da ligara Ira di Manon da
casa.
Mas vos, Sr. Dioso, lendes direilo a isto. I'ur
que nao sarn adi.iiuidu em Sania Penna '.'
Senhor, he o que veremos mais larde. Mas eu
eiloo palrau lo, e nao voi dis-a anula com, p,a sa
a vi-ila de meu amiga Rjner na expn-iro... Ea fui
logo dous di ii sem peder adiar meu quadro, peroro
emlini descabrite, e fui Movidar > Ravier e-ua mo-
llier pira Virem lazor uma vi-ila ao saldo. Elles nao
curapr.haii'ero a eran laxa dos qua.lrosdo hislona
e depois este hornillo, esla poeira, esle pescoen e'
linuid para o ar, porque nolai qor|cllea nAo sAo mo-
(as, os faligam. Mas reaolverara-sa a ir, e eo ma-
Hgnamenle es conduzi para a sala um pouco eslreila
.....le esles senhores leim anida fallo lana honra
men p-queon quadro. Chicando dianle delle, roa-
dama Ravier deu un grito :
Meo amijo, ilir-se-ha qae M lo !
E laiieuu-se au seu pesclo ; felizmente ahi uo
linha ningaem. D-tde este momento r.An havia na-
ohora erlisld mili felll quo eu.Dioc I linb \ I lienta e
gen 1 : 'um- b mi unigos 01 .,
ooin ni -- de s-n reo | |..
que pregados, eqnererlam ite) rouba-lo para mos-
i a-lo n lodos os pe nonarisi ie Santa Parini : pa-
ree! m orgolho-oa d se vatem repreieulados cerno
moiti -. >.:.'.n'.,, madama Ravier iperioo-i
m.io, nuil 1 lem poder rallar ea ereio une lodo- m
1 '- liuhamos i mi ,., de chorar. Ah .1 amizide he
111111 bu. eousa '
Diogo ealoa-ae, rorqne ailiva enterneride, e para
uhirdi 1 m ,. em qae eslava, poz-ie a polar na
oluClna vollai. tn-iiie a- costea perm, i um -etin
1 braco, en cornprehendi qoe elle enchueava s
inania mim, Dngii observar com loia ai-
diversos esb.oo-, pandnradoi no muro. Eram.
pintoras honestas, eenscieoeioaaa e mediocres, sem o
nm pequen.) grao di hwenelo. Comprehendia sa-
ber porque Di igo nao linha merecido eisa repul.i-
1; i 1 ; o- i-hocos erara o refrigerio de aro smprega o,
que lev. i I lo-se a seis horas da rnaoba, exerala
urna pintan mt de ir para o emprego. Cmn olan -
lo, o pintor eomprehendando qoe o fim da vela re
cobo de sen Clltical 11A0 poderla conlinuar a -alu-
miarsni arle, linlia entrado para 01 .-r ripinos de
uma eompanhil de lesnros, donde sahio obrigado
pela idaie, -sudo postunlor de uma paqoena renda
que elle linha crudo a forra de economas.
Esle rircumalineiaa, en nao ai cooheel u-r,., nnr
.....1 lengo depois ae divrsai iiilai i;r|0 ,
encanta lo le aehar-sa de aceordo com '.im mnco so-
bra o eelculo das pinluras'rio imperio, lomou-me
uma all.',; 1 1 real. Depon do que ,.j|a m'e dip, mi-
nha enrlosidade voHou-se para Sania Penna, ten in-
terior lAn curioso, sen* coslumes lio particulares no
maio de Paria, que nAo se riuvida dalles ; e uAo cis-
sei sem que fosse nitro Inzido por Diogo em can de
seui amigos Ravier.
(Contina.)


lilUK- DE PCRNAMBDCO ii.i;<\ FEIKA 2-3 DK JULIIO M-, 1858.
pella mor ; m n esss ,ri.- linda nao boove recurso
algam d ofn pblicos, parecen lo portento que a
respectiva i i lie arunielhal pela dt
religioi i. v ind i i ir um principia ,:e romp i
Alemdlla, ruina ha cm ilonlico nu aproximada
' iplo a de lLirreiro., que esiii
o. pie ha annos achd-
i en lo i ofl divinos celebrados en diver-
i de Marangaape, que em parle e
Ierra, eem parle apstenla ligases >te immi
n :' i; o outraa gaata cojo rd-do esisc ora
prorapte reparo, ana abra hilenle ; aao numera
deesas acereeceai !,urnas rom as quaes se ha dit-
pen iido grandea immas, c que ora de porteo pod m
: : -I i- auxilio* particulares de qu i d i-
poem, jt plo tdluDl manto de ata Entre
'-- igoatereinos da patsagem ai mslrizes da
liuavi-ta e de S.Joi delta da i.-, .1- do Lnaoe.ro e
le Nazaretn, aa il s Afogadoa a de oalrai rocali la-
dea soja deaemiaaejh) nei no oceorra asura.
t'.onviria pintante, st-j^ dilo de pnsiagem, e sem
I1111 reservado, que de preferencia fusstin distribui-
dos os SOKXXtS, trotada) para o rurreute aono linan-
eeiro, pur aquella* de*;!* noiln/cs que, pur aeu e -
lado de mina nu aitianlaiuenlo, reclamusom mais
urgentemente sennelhau'u adjotorio dos Conrea da
provincia, sendo cerdos os respectivos conceil il, e
[ estos em arrei-ialiio.io os que forem pe lncenles a
Igrejaa 'lo- malo, como uieio de leva-Ios a tll.-ilo
maiedepreaaa a mais ecouoiiiicamcnle : se osyste-
ma de arrematarlo nao lis de piesenle Bfsticavol,
a meaos atlaada-ae bu dreamento das cd> as coma
thermometro para medir o auxilio que se leona de
distribuir a raja matriz. E sisiu) leseases nioi bre-
viimeute reparadas as nossas inatriztt, evilaudo-se
que cem vinte a tantos anuos e irezeaioscouiosdc
11 la *o nao aprsenle urna so completamente reedi-
li :ada.
Afngadus.Reeommeodam i no.'sa allenc.ln
nrn cario locista de ama ra das-a freguezia, ucou-
Iraria guerra, que lem por cosame vender em lo-
do e qualquer da, q.ier teja uli!, qnar laotificado,
ten) mporlar-lha a probib rao divinanullum opas
facas,oem a bnmaoa, qoe manda fechar Boa dias
m ilutados os ettatHleeiaieoloa qae na atjam de
gencri de primeira neceatidade. So se o tal locista
amplifica atea eipret leau pomo de soppor impl-
cita nella, a faculJale de vender lateadas, visto qu
Biugutm devenoo andar ein paria uetoraliuatD em
tats das, a consequencia lie que fazen-ias esian
dentro da comprehensilo de genero de primeira ne-
Ceeaidade, A locica lie mc seu svllasismol'ojo fundo, i-nuas rlaras, In^o pia-
bas. Mas fumo quer qoe seja, recemraen.i.nio-lo
lauhtin a aulnrdaded) luaar que fur competente,
para qaa dCo s te ola d6 aamalhatila Infiaccfio de
ai, urna alo haj uotra ahltloria d#len(oi>com-
prado iiesla cidade por um prelo, e que. o nosso he-
inemquiz por forc.aque (osse merca loria ele sua l"js.
O auuio lie fecundo ; um acairela imlhare, se nao
lie logo pin pilncipto obstado.
negociantes de Irov.rj.ror mais da urna
vea no* novemos demorado em consideraees o ra -
tenslk'is desses bofarinheiros de noesa Ierra ; oltt
mananla momo noUmoi um ficto soccedi.lo .vm
nm cargaeiro du eagenba Billa-vista, de Ipojaca,
lacios que lodos os das lem repetlcSo rom circums-
lancias mais ou menos seirielbaute^ ; eom ludo con-
tinan) ueste ruedo reprovudo de vida sein que baja
anda appareci'.o, aa menos que nos cn.islc, proi-
deaeia que revele dtelo de extingrjir cita borda.
lie verdade que elle eonlam rom nina lal oa qual
imponidade. lie poisdecjiiveuiencii,parnsu-l'iilai;i i
da forra moral da aotoridade, que nao subsistaiii 11--
bofarluneiroi por mais lempa, illadtodo por maneira
tan inlamc aos iucautis, msamo no cor.x.lo da ci-
dada visto qae antnham-se pelo arco do Sanl 1 An-
tonio e suas niiinediac/>es, por onda na grande pas-
aatjeja de malulos inexperienles e icnoraute?. Cou-
li nioi que es'e rerl.imo taja ali^ndido.
Segunda ediraa.Nao erain Instantes as ga-
ruelladas d'agna Boje, qoe r3o l.i de vez em quando
laura las de cerlos sobrados, que cnntitioam na mes-
1111 a' drtptitn do qae temos filiado, sobre quern
deeeoida lo passa pela roa, sem qoe ao menos e pur
dceucarso de rnnsciencia avisein como os Iraurr/ ,
fmn o agarra Pea l-bat, 011 os porlognezes com o
sen aagaa vaii> ; um oolro flagtllo veio anda am-
pliar aquello ; ama segunda edicdle das aguas im-
inuuoas foi dado 4 luz as -aro lidelai i'e lenC/Set e
cuberas para a ra uas horaa do acasalho, no que
val uma soffrivel qoanlidade de polgaa( porsovrjos,
ele. eic. aabra os miaafoa que lem a desventura de
paasar em taea aeeasidss sob osaobr^doa, cm que se
praiiea ssse ry-leini novisetmo de limpeza das ca-
nias. Anda lia poucos dias bouve quem fesse com-
pellido a dobrar um dea beeeoa da rn Dircila, para
avilar qoe sobre elle te abrigasen os bicliinhos rc-
psllidos por aquella forma, dolamos a deseonve-!
nienria desse processo, qoe nao podo ser continua :o.
A inventiva pode sr feliz, mis ai i ene lili,
Con lo tgpottot,Te\e hontim logara ins-
lallarao Jas irmaai de caridade nesse cslabclcriinen-
lo, de aoja direeejio Coram investidas eom todas as
rormalidadea. O E*m. Sr. presi lente da provincia
soleiunisou n.ais etso aclo com a sua preieoca. Es-
lava lambam presenta a eommissSo administrativa
dos heapiteeo.
Jury rfc-a citlade.No da -1\ foi sobmettido
a' jolgamenla um ii dividoo por erime de nso de ar-
i i defecas ; e sendo ab-olvido, o l)r. jolz de direi-
lo appalloo da deeisio de jnry. No da 36 foi Ira-
ai lo a' barra do Iribonal um individuo por idntico
erime, u ojual fui condemuadu a' nm mei de prisao
eji-iulta correspnndenle a melade do lempo.
Advertencia. Advertimos a ctrlos senliercs
que se co i'bra da matriz que osla', nella esculpida orna cuslo-
dia, rremns qu iito ee tem dado por isnorancia, e
esperamos que s nao dr mais.
Ktrpliantiate.Allirmamnos esislir na povoa-
(3e da Varzea um elephantiacn ja' tm lo man es-
tado que causa lastima, e qut esU liomein vive no
lucio d i popnlsrao, qoe toda se alemorisa com a
proalmidade iie urna doenca lao lerrivel e lio con-
lagtoea. bizem-nos ainla qu soa mulher ja' pade-
ce derse mal. Il para eutir que se n.1o ponba em
visor a po.lnra da cmara que os man la r.c.dher ao
lio-pital deslazaros e que ss consinla viverem no
meio de lauta sent, com ri-co eminente da propa-
(I o do lao horrivel enferm'dade.
I i/i pai i/ue tend' MU film. Consta-nos que
se arba preso nesla ajdade um Sr. Mendanha, te dos
n.io falla a memoria, a' qoem accasam de ler ven-
riido o proprio IIIiq por 'i(Y)>. F-li/inpnte pode ser
deiroberlo o erime, e o djubsiro se aclia em deposito
na Ihesenraria da polica O menino de 8 a 9 anuos
de idade se chamava Jos, seu nome debaptismo,
DI is limoo depois o nome dt Lata. He sobre modo
admiravel a lenaridade, a constancia com qae i in-
feliz enanca su-t"iit i chamar-te Luiz e nao Jas.
Iliate ParaMbano.Stsuo bonlcm para Fer-
nando o hiale aPareltibaBoa, de qoe be commandau-
lo primeira len-nle llanoel Antonio Vid I de cli-
VOira, commissiunado pelo pnverno imperiel pira le
v uiiar a planta oa costa. Mi llie usuramos feliz
viasem e fazemoi Votos porque 'ejm coroa as de
felu suecesso as soas novas tenla'iv is.
Ierro da .'Son Vltta.O calcaroenlo do ater-
ro da lia Vista pelo modernissimo ajaleoM amaeka-
clam o veio desacreditar a' nos-o j'uizo, atientas a
pouca doraran e o peaalmo estado a que ja' esta' re-
dn/i lo. l'rofanot embora as regras d'arle, ios nos
inclinamos n crer que nao so as guardaran! com
ineioravel rigor lia muilo quero por ah aliribui a-
escavar/ies do al -rro a' forma pnueo abaulada daqooi-
. O,.' IIH n.l. .. ..____ I _
CONSULADO PROVINCIAL.
Contit s li'it is nu I:im-
r imcnto il i decima vi.t l le S.
,Ju id i .ir mi .nuil) iiutii-
cciro d< a lf'i")!>, polo lanrador
Joao Pedro de Jess Matl -
i'r i do Cal lein Iro,
ti, 2 A. Jaa Utuorl da Caala, t
rea, arrendada i>or..... 00jOOfl
dem4. Menor Ricarda Uaorilto di
Silaa Pavio, eaaa larrea, arrenda '
1 or

le calcamento que nia da' livreesgolo as asnas. .'Na-
do aventuramos a' este reapeilo. Sniente reclama-
mos a' roonieipalidada q-.ie euro em fazer desappa-
receras escavar-'s, qneredo/.ein o aterro a ubi pal,
e que sao sobremodo ineommodae sos viandantes.
_ ItepHOtSo.Consta-nos que esiste uma relina-
rao na roa do Pilar nioesla as condicOes que eiise
aaada publica. Mi lem ramo deve a ehamiue para
xpeltir a omaeja, e o resultado he viverem iiicoin.
modados oa eMonos. He dilHeii de-erai qae casa
relinarao silva- itara conligoa, poique aasim o Ui. crer a exiatancit
le lana larn 15a. Pedimos pois a quem compele que
examina O (acto e qoe i ier um topiliima es-a lus-
loria do cano emprestado, sejam o donot dease es-
labelecimenlos nbri-ados a fazerem oquedevein.
Ra Augusta.EtU' quan iotranaitavel a ia
roa. Sera' forzoso Mparar que s a accao da sol e
do lempo v/aoham remover esse ni i, un dosmeio-
res que nos alliise m ?
o vapor brasileiro Persiannga, saMdo para o
Mil, condozio os passasairos: I). Claodiaa llosa da
i.onceiro, Josi da Silva Oiiveira Jnior, Francisco
Antonio daGcsmlo, laa Caroeiro da Pana Jnior,
l'uliearpo Jos de Souza, D. Maris .1....., Antonio
"ios s mos Pinbeiro, Domingos It-.lipiro da Cunta
i'liveira, Alanoel Estanislao de Alhuqusrque, Can-
il do Jote l(apo/.o e 1 cri do, Joaqajbn Antonio Gaio,
(.arlos Praneii Snares, Bernardo (ornes de Mella,
Urbano Pereini da Cusa, Antonio Pmhairo da Pal-
ma, so i lenhora, sua aonhada, 2 meninas e :l escra-
vo, llysino Aosusio de Miranda, Looreneq .In-n-
niano de Torres, Miguel Arehanjo das Chagaa, .loa-
quim poraingnesSo ros. Hanoi lo*.- Pereira, llano-
rilo llaviann do tieso Monleiro, Antonio Francisco
i.indoso, Oeraldo Albino, Manoel Rodrigues Gam-
boa Sicopira, su. roa, M ioo cisco (,ames, I raaaieee de |>;,uia Cavatcanti, Anla-
nio Joaquim Cirneiru Meoezet t^eteravot, |i Mi.
ra Joaquina Kibairo Campos, ten fllbo e 1 e
Francisco Jos I.mu, e Jogo AutoatioCarneiro Me-
ne/e--.
O brigoo-eaeana brsaileirs aCareffn, entrado
do Rio aa Janeiro, 11 axeosp igeii 1 Antonio lo-
s Cida i; e i ateraeot a aoii
Hospital de carate nllao.
Exiauam U'i homent a rea trata '
candada, 8 bomens a t mulharea que | :am a ca-
sa, e i> pr.icm do corpo ie 1 olida___Total 87.
.1/ a 1 ,)/l0 .
Mona, prela, etereva, B 1. 1 tsp
Cmza, branca, 8 da : -; ni".
i m prvula ancoi Irada oa porta da igi
io de San 1
J"a.....'''caneiteidaCooceicao, parda rtova,
'" ; decrepitude.
inr*,prel esarava, solteira, 40 amaos; inflsm-
majae a intestinos.
__
Bernardo de Sooza, prelo, aoltairo m0.
1 inlenur.
prelo, escravo, soileiro, W BBO
n 1 Ha
de Sal Una, pteto, soileiro, ISs
pneumona.
Auna Felicia, parda, solttira, '.Oaooot; erytinalla.
Joaq....... 1 arda, -' das taUuo.
Anin,o, preto, soileiro, sn'nos spoplexin
Uteodora Severiana dos Stnloe, prela, viuva, jo an-
uos ; phlysica.
Alt amanlma.
dem (i. Luil da Franja da Cruz l'cr-
r ira, eaaa terrea cota toUo, arren-
(I (la poi.........
Idi m :-. Manuel Firmlno Ferraira, a-
ta terrea eom sotSo, arrendada par.
idnii 10. ill luoel Firmiuo Parren 1,
eaaa lema com sotan, arrendada por
Id ni T. Joaquina da Ferias Teiserra,
casa terrea, arrendada por. .
dem 7 ('.. Anna da Santa rsula, um
pirljioiii um iclheiro, arrendado
por...........
dem 19. Viuva c herdeiros de Jos
oocalves Frrreira a Silva, casa ter-
rea, arrendada por ......
dem 21. Viuva o hirdeiros de Jos
tionedves I ei reir e Silva, car^a ter-
rea, avallada por.......
tlua do Caldejreiro.
dem 2. Jase Uygino de Miranda, so-
brado com una leja, mu andar e ei-
lao, errendtdo por.......
iJem iJ. Anna de .--jiil i i reala, s 1-
brada eom ama loje, doot andaraa e
duas csatlihas dentro do quiulal, ar-
rendado por........
lliin ^4. Manoel Joaqaim da Silva
Brasileiro, casa urrea, arrendada
por .........
I jeto 28. Viuva e herdeieoa do .loso
lioor.itres Ferreira e Silva, casa ler-
na, arrendada por ......
dem 40. Manael Ferreira Aulanes
Villsca, casa larrea, arrendada par.
dem 12. Manuel Ferreiri Aiitune-
Villaea, casa terrea, arrendada por .
dem i. Manoel Ferreira Aniones
Villana, eaaa teriea, arrendada por.
dem (i. Manuel terrena Anluner
Villaea, cata larrea, arrendada por .
I em ',>. Manoel Ferreira Aotanei
\ ill ica, raa terrea, arreoda la por .
dem %Z. Viuva c herdciros de Jos
Hiogo da Silva, c.io terrea, arrenda-
da por..........
dem 54. Amoro) ,\ IrmUa, casa lar-
rea, arrendada por......
Idim 56. Amorim & Irmao.icasj Ier-
re 1. arrendada por.......
Idm (. Ilerdeirot de Tbeicra de Je-
sna, casa terrea, arrendada por .
dem lis. Maria dos Pracerea da Jess,
casa terrea, arrendada por ....
dem 76. JoseCarloa VieiraTeixeirai
eaaa terrea, arrendada por. .
dem78. Antonio Jos de lorias Li-
no, cata terrea, arreada ta por .
I lem 80. Tilomas de Aqu no Fonseca,
casa terrea, arrendada por. .
I lem 88. Anua Joaquina do Sacramen-
to, casa terrea, anea !ada por. .
dem !'i). Jos l.iao llizsrra, cjs^ Ur-
rea, arrenlada pur......
dem \Y1. Auna Joaquina de Oiiveira
Campos, ra?a lerrca, arrendada por.
dem 94. Manoel Figfleiroa de Farla,
rasa lerrea, arrendada por. .
dem 3. Btnln dos Santos Ramos, casa
leirea, arrendada por.....
[den II. I inbelina da Sdva Oueiroz,
easa Ierre-, arrendada por. .
IJem 13. Francisco Jo' de Arauju,
c sa terree, arreadada por, .
IJem 15. Victorino Jo> Corra de S,
cosa terrea, arrendada por ....
Traveesa rio Monleiro.
I '.tm (1 A. Manoel Firmlno Ferreira,
casa terrea, arrendada por. .
II.ni (i Manoel Firmino lerrena,
c '-a terrea, arread ida por. .
dem i; c. Manoel Firmlno Ferreira,
r'r torrea, arrendada por. .
dem (> |i. Manoel Firmiuo Ferreira,
r>a lerrea, arrendada per .
Idam 3. Antonia Mara Monteiro, ca-
sa terrea, arr"nd.rda por ....
dem 5. Antonia Maria Monleiro, ea-
aa terrea, arr?;'(!' 1 1 por ....
Mein 7 A. Manoel Firmioo Ferreira,
easa Ierren, arrendarla por. .
dem 7 II. Manoel Firmlno Ferreira,
coa terrea, arren ala por. .
IJem 7 (".. Manoel Firmioo Ferreira.
r -1 larrea arrendada por. .
IJem 7 II Mauosl l'irmino l'errcira,
eaaa terrea, arreada 'a >r. .
IJem 7 E. Mano*l Ii'inino Ferreira,
rasa lerrca, arrendada por. .
IJem 7 F. Manoel Firmiao Ferreira,
r.i-a lerrea, arrendada por. .
dem II. Malhaos Auslla ,\ C,ca-
sa tenca com seis qoartoa, arrenda-
do por ludo.........
Ra do Alecrlm.
! lem 6. I i'bos de Manoel, Jote de
Bastes o Mello, casa terrea, rren-
uada pur .........
dem S. lilbos c"e Manuel Jos de
Basles e Mello, casa Ierre), arreada-
dada por .-...,..
dem S A. Reriiardino Pereira llamos,
mbrado com uma Inja e nm andar,
arrendada por........
dem S 11. |ir. Jos Huberto de Morase
e Silva, rasa lerrea, arrendada por .
dem S i;. |lr. Jos Ruberto de Moraes
e S Iva, cisa tarrea, arrendada por .
dem 8 t. Ilr. Jase Roberto de Moraes
e Silva, casa lerrea, arren lada por .
dem 8 E. Ilr. Joic Roberto de Moraes
e Silva, easa lerrea, arrendada por .
IJem |0. Orphao Antonio Sersu_da
CrasMoniz, cata terrea, arreualda
ror...........
dem \-2. Orphao Antonio S'isio da
Cruz Maula, easa lerrea, arrendada
por...........
dem I i. Ilardciros do Jote Mana d
Jssos Muniz, casa terrea, arrendada
por...........
dem fu. Ilerdeiros de Jos Maiia de
Jesos Muniz, casa lerrea, arrendada
por...........
dem 1. Jos'i Jacome Tasso Jnior,
casa larrea, arrendada por. .
dem :t. Vicente Ferreira oroet, ca-a
terrea, errendarla por.....
dem 5. Salastiaaa Zaferina dos Sanl
los e o menor .Manoe! linio do hila-
rlo Miguel Coirfia dus Santos, easa
lerrea, arrendada por.....
dem 7. Sebaalllo Jet domes Terei-
ra, casa lerrea, arrendada por .
dem 19. duilliarme Augu.to Rorlri-
gues Selle, s lo,ido t.,i ,,, |ja e
um andar, arrendado por ....
I lam 21. Joaqaim da Costa Maia, easa
terrea, arrendada por ....
dem ^7. Viuva e herdeiros de Maoot'l
Joaquim Piulo .Machado, casa lerrea,
arrendada pur.......
dem 29. Viova e herdeiros de Uanoe]
Joaqun) l'mlo Machado, cata lr-
ica, arrendada por ....
Ideuiol. Manoel Pereira Lemos, ca-
sa lerrea, arrendada por ....
dem .'!:t. Manoel Pereira I.emos, ca-
sa terrea, arreada la pr,r ....
IJem:;,. Manoel Pereira Lemot. ca-
ta turea, arrendada por .
dem :17. Manoel Pereira lemos, ci-
to lerrea, arrendada por ....
dem :7 L. Jos Carreiro da Silva,"ca-
ta lerrea, arrendada por ....
dem :17 F. Joao Puno de I.emos, a
Ierres, airenda la por ....
Idein 37 d. Joan Puno do I.emos, casa
Ierre, arrendada por ....
dem :I7 II. .1 ,;, Almeda"
lerrea, arrendada por. .'
dem l!7 C. Antonio Nebro ue Aliuei-
da, casa terrea, arrendada por
dem 45. Themetheo Piulo Leal, ca-
terrea, arrendar!.1 por .
dem 17. Joao Francisco Pontea, a 1
terrea, .rendada por .
.. Beeeodol ildeireiro. '
dem 8. llfrdeir.H de i'ejro Antonio
Teixeiraduimaraes, chs 1 terrea divi-
dida em dua, arrendada por .
Traveesa do Caldeirairo!
dem 1. Siman .lose de Axevedo Sao-
toa, rasa larrer, arrendada por
dem 7. Jos Domlngoss C Iseeira, ri-
sa lerrea, arrenaada por .
Prh 1 do consulado provincial -Hi de
olhode 1858.-0 lauSador Joao Ivi...... Jasas
11a.
nffnuar-*e-/iaj
I 1 I
261000
264000
I449OOO
rJOfOOO
IJO5OOO
|jn-,l,!l
O
1449000
I44g000
1 .'-
I4-I9OO0
MSOOO
30
144;
19-2*000
1689000
;
I
1923000
tos-i1:1
II49OOO
1449000
13)9000
1
C02000
fiojooo
1209000
609000
729000
9t>9000
1209100
I2O9OOO
2IG5OOO
2169000
3689000
1449000
1209000
1209000
I209OOO
1809000
1689000
I449OOO
969000
BJO 0
18Of000
729000
ISO9OOO
I
969000
9C9000
1509000
1509000
I2O9OOO
969000
108/000
1089000
uil nuil da .
vos fugnlos, que principiaiu 1 pa em obresatto os
iro'rt nu ciaquclle* ronioru -. A pi sideueia inin
- Ion p ira i caplui 1 di eeci ivoa 111-
1 111 m qu I :
l salubridad da pi o* in a ht menos 11
nhSo.
Foneiona aioda a respectiva a n b une foi
i. 1 l ,
No 11.1 : leve lugar o oni'io Teilo em sofTra o a
alma do liuadn lir. Ulympio Mu. rio. a concur-
rencia foi imineusa. A lloara inilitai 1 loram fei-
los tres Ir. !.! et du rda ioual, Com
lliaram as repar-
!'; publicas ; e ocommerein eonserv a I ha lo
os saus estobeleeimeatos por lod o da.
A asserabloa decretou a suspet sao du ulna doca*
, ihj
Faileceu 11.1 da 13 o Sr. Anloain Carlos de Almei-
da, lente de Inclezdo Lyceo, que deixa na orphau-
d.i le qualro Qlhot de tenra 1 lade.
Saino a luz a '' dj correle um peridico denemi
nado Alhucii Moranhense, il'..icado ao bel!.' \
com o Iraplica aspecto de religioso, instructivo e r<-
creativi. S ni larooi a aa 11.
11. Bppnreeea do jornulisrao oaBiariodoMara-
n|io, raaurgiudo o eGloboB, coiu cuja icmeasa (o-
roos haurados.
i.t-.e no ((Jornal do Commercioa :
o Assasslnato.lloul as s ti iras da aoile a' bor-
do da corveta a vapor a\ lema .11 nc porlo der-
la ci lade, o 11 -r 1 I ni irinheii Vou mi 1 > lauto ra
Conccirao assassiuou um seu ropa ni a 1 1 de 1
Firmioo Jos Frau isc com |uelbci na-
na r naeao. Iciinra-se a cnata dr lio !. -rt 1-
roso aitr ntaiio O dolinqu'nle acha-s.' .'leu.
cadver da victima foi con luzd 1 ao I nal
a da Misericordia,aflm di pruc u Fea' iri
de delicio, o
1 .1 qu ilquer loca-
que Ihe for mdioaila. Podi 1 : con-
tal c 11 o 1 irlo qu 1 a. 1 1 ve/ po le lo sel bem 1:1. -
Ih rad o poi lo lo Al eaty, Ai 1 e C un u im,
;dos(;' nde parta o lloresciineiito
ir-, qae o
auxilie e 1 no ampeuho, em qui
lacena como a estn eproduzindoron- i.......pondente do Jornal do Coromercios,ir dlstribuindoaa
IrautSrs. |>re. Ir |ues, llircano e Julio ,(v-'a provincia-O proposito i'i. nue fot
^'-'^ 1 1. leixeira, 1..... publicado '.- he qu i. 5 i-,sii-
digno delegado da comarea; e soas miserias sobein ,1.1 ,. J.
larto de.....ii.qu,,:. paraevitarem.retpousabdi. "C" *' que as llitr.gas ban-
Ihts 1 rnaria efTectiva pelas 1 rp zas, C8ri8. deoutiorai I s-e a
i> o ealumm aladas, ipretaaram-te em explicarjSo so pode dar-se ou pelo medo que
" '",1"" persaedid.....1. -i.tu.i us non, -!..: id anda possa locutir o phBDUsma do Bauco
......i.... ............ r .
l'reguinha. J aba, Abobra de Vasao- Lommercial, que ja fot pedido, equeirape-
a botn p'r-i-, ,. p,,r
boni dtnheiro i Uasisso nem Iir oobre, nem
1 triste, be mesquinbo c
um coracjSe endurecido e seriti-

- -
denuncia
l.r- se na Imprensaa o seguidle :
11 Diminuirla de rendas,1.. i.ta-n .s que S. Eic. ,o1'"' '
ordenmiqoe se nao pere.....so no Ihatoor.....ovni- fl0' arhava contem
et I imposto pela agitardenie, fumo e rapo viudos de J,u\''' "
oioras proviucias. Com easa ordem diminuir' nos
rendas urna verba nao inferior a Imita con-
loa I Se fdr exaela a noticia, trataremos da materia
man 11 etpcn no sagoiuts numero, a
Em Caxias reine urna epidemia da loase, que ha
inc ntm lado toflrfvelmcnte a' populacilo.
N.....ais refermo-uos ao que escreva o homo cor-
respondente.
- A '-.eii-jr das obras dn canal doArapaptb)
he um doa tnecessoa qoe man lem occo| ado ulti-
111 linete a opima 1 publica. \ suapen a detts 11 1
lie devida a omi delibera{id t im 1 la pela assembh
legislativa provincial, a a requerimento i un. dut
101 inemLrot, a volae.ln I 1 nominal.
u A (iModerara m e a almprentaa nao deitaraffl
de eensuiar o rio da asscmbla, e diz oprim r
jornal qoe arra-lra eise arlo COIOSIgO t-rrivei. con-
seqoeuciae, nao -.1 aos crrfres da pr -vinri.r, r|
I enderam Ido eoormas s mm.s, c uno ao prograaso ea llV eHi mi, relevantes terv
materisl que dshi rasullava a aossa navegsrao do teoss-.|er
interior.
1 le .1 Irr.
do ollicio, quer,.--.. oiiveira maiidou wr d'AII
n i, e q em 1 rev se aeharo elle, ..'ni,
os Individuos qae loram maodadoi augajai
para examinarera o fabrico do quaijo ra uiau-
leiga.
A admini trata 1 loSr. Sllveira tein aido un
sis progresis!! ,u- ti.....ido c>la provincia, ue-
uliuma (leu in.n 1 upulso a os melliorameolot m ti
raes do que ella, Bilraolto 'o- partiJoa a fatnidu
joslirs rig iri -1 1 lo los, o Sr. Sllveira lem col lado
t de nproveilar os recursos da mesma para promo-
ver a -.11 I l.n;rle e eiisrande-.imeiilo. I'oi i-j
r iza 1 he gtralmente estima lo, e enconlra um
em rada Ceareuse, qut des. ja 1 prosperidsde
de di ;. ilria.
O seero alimenticios lem barateada um punco.
A familia vende-te actualmente a K.'i r--. ulerea, e
verde a l"?'l IS. a lil.r-. Vi mesilla retacan
aslSri ,1- .ena a ..riini .tu 0.1
commum d 1 ppj|
O esta lo a rio da 1
; ente. A febrs ip| 11 rei-
na' a ; eom Igual lldadi
i: '\i 1 spp o-r lo em ras localin.i 1 ,,1-1 que
I -. > .. sa ralla in lis em
lebre sm .1 'i 1 -.
A repri cnnlinua r nrtivi-
I I 1 11 E le : 1 I ilDO-
leel merecen I nii n ntre el-
les o .' cantado Bssassino Franrisc .ducho,
cabeea pesam perlo de Irin itsinalot,
con li un dn a pana ultima pelo
i\i i-e empenhadu vua-
ntenl i .....o 1 .1 .; o Sr. Paes Brrelo
lioha aub'i ado .1 il sp /1 de 2003 '" n^ra esse (iin,
a o Sr. Sllveira de Souza, qae lam feito os mais at-
ligiialados rervico 1. importanlistimo rsmu da
adminiiac.io publica coaji vado elueazmenle pelo
enrgico illostrao chafa ne polica da provi
expedindo as mais terminantes e reiteradas ordena
para o m imo iim, couseguio ver seas esforejs curoa-
dos dos maia ftlizea resultadoa.
A prtaflo de d iteelio tein s do o lliema obrisslo
da conserv..!. 10 ile Indol os circuios, a foi menciona-
da nos 1 rnaes, mesmo nos da opposirdjo, como bm
graade aarvifo feito eeiedade.
Foi lambem preso o tereeiro dos individuos spon-
l'.dos c 01.1......isainos do infeliz I senseiro Antonio
Caroeiro da Silva, e nm Victorino de tal, tm cojo
anca en an lava a p licia, desde a admin slraf
Sr conselheiro Vicente .'. ea .1 Molla.
Nunca a polica do Ceara' eateve maia activa, 111111-
l'or toda a par-
impotsnoia
Ice l'ic-lac I (i. : teuhoraa, p,ra i|ue lano ti
lia Para qae esta prava Ma plena, radiante e
convinrenla de que n 11 lendes euneeiaw ia '\j vera-
ei lada a pr icedancia d vossas imputatoea !
Bslait convencidos da qoe estes'dlgiioe emprega-
1 eoBSIlluido legitim s htrdi ir< das mazel-
la- e torpezas de vi sm ido o de saudoss memoria; le-
gilimot sul^titulus em seus ri imes da asombrosa ve-
nalidade '.'! Se asais, ola hajam reeeioa, toda (ren-
quera lia noaca, e iaslamos por cha: declara! os
ni 11 ules por extenso, desterra! oseqaiv
abr as portas da retp nsabilidade legal, (ionio lu-
gar as prove, adiscussSoe sojulcamanto da ver-
dade.
Mas aeremos alten lirio-, em avila'!
A aoaaa luva aera'levantada '
xeredilamoa qoe aao, que isse aingaem vera', e
qbe ante- c .un leiniis n 1 deserte, faten lo apio
reit a ama boa dose doe insultos, dos estos, aea-
lamniu lo vosso cosime, eteriplaa a impressaa b
o metmo syilema allusivo e dos latvios darespon-
abilidade.
Quando o voseo idoto foi acensado pela Imprenta
le intraec,8ea legaea, e d,- actos de pura venalidade,
rerordamu-not mai bem, que te neo reccneii .1 -ib il i 1 Banco he 11 monopolio da usura, tanto
mo i.de nome, e manes a an 'es evitativae da m.iis i m mora I quaoio at utaa grande parte
^"^'^rloiiicii;;':';;;;;:;.: &m,: ;xnte! screaUo u nao a 'n'
tempraneado estse sqnelles attanlados coolra a
le le., potlo a j miro em lellao, receben lo diohei-
ros, Cavad 1, e aalros prsenles de parte- letigaalas,
(notai bem publicando-te al dacuinenios e prn-
\nc .nilii--- uma e mais vr/.et a responsibilid.idc o
i-.ni.iii e lato re pon ;ia-- o,ie ,i;n -nte cun varejos,
piitAes a proeetaei, e pela Imprenta eomameacas,
invectiva! o horrores,* calumnies, sstevertulo-ts
oaictmeute, c a exemplo dos diseii utos de Pilhaao-
rai : que o acensado era mu ornamento da iinsistra-
tura brasileira !
Agora peroro, o vosso comporlamnito he muilo
difirante ; fasaia a meama neeu 11^0, mi- aervin-
do-vos de expretsoet aqaivoeas, de epihetoa alloti-
vea, e da i.oiues alterados ou auballltiuloi ; em ve/
de provoeardet a retpootabilidade; aeaal tus vos
della, fusis espavoridos oanle rio onaa da
que vos incumbe : e parque lu lo a
lica, o qae prava 1--' voseo suato! I
lie, sem duvida, a contcieiicia da prooria fraqi e-
n ; a conviceao em que estis de que 11 10 passa ae
prova,
o qae bi.nn-
1 vo recoiiheceudo
,1 de Arapapah, pans.m do t^Sg^^ ; ^^ ^~
St^* y":"''n,i 5.J pemberg -u-c num eommaniead. qu polica, observa-se tambe,:, na adru.....
noodlobo, que a provincia ja linha gasto intil- h.,,.-, ,;l ,....
mente eom e--a obra niait .le quinheulos -
' ''"" S e-i. fados sem davida slgoma om des frunos
ena 1, vi para mach,.,. de 6leirnM ,,,,,, p,iit,M, qoe lem conarassada os brasi-
que t Ma hav.do nella esb .1 amenli.....,, ilvemco,, |..,rs 0, kin ,.....eombinarem os sena es-
q..e era melhor a provine a gastar 100- foros p......... iomn um da patria.
10*11 No dia 18 do crreme doas msrinheiros inglezei,
Jo de urna das embarca^&et fu-
a cidade embebedaram-sa sof-
frivelmeitla, e altercando eom o respectivo meslra, e
urna caterva na laminios caluma
de a alca do premio das acrjOes do :\,iv,i
Itanc), ou entSo por algum plano poltico, e
que di :n queremos .' scortinar.
Larga commeatario poderia sarfeiloao
miierioso escripto do Commerciante, poia
esto senbor que prova ve I mente he o orgSo
o alguna treze acambarcadores merecera
ser respondido cathegoricamente par con
lundir esse orgulno c; belino, que quer cal-
car aos pg os s. alimentos bonestos (.-justos
que odeui offerecer alguma barreira a seos
planos de axpecula^So, mas por agora s
me Itmitare o pedir um lugar na sua con-
ceitnada lollia para o seguale exlrato de
um arligu de tundo do Liberal Pernambu-
cano" n. 1 62 dt^'20 do agosto de 1857.
O negociante.
UM MONOPOLIO li.F.Mi DITAHO.
Sabem lodos raz3o porque o banco do
I esuasfiiiaes 83o tSoempenbadasna
restriccjao do crdito Sabe-se que a unida
Curien
I is a casa 1 uoi usurario, o que aconte-
ca ? Kilo na vordade vos levara um e meio
por cento ao inez, se Ibes fonfecieis garan-
tas Mittst':<\o ias; mas bavia alii duasvan-
lagens : a pri ..'ira lu que recebleis Jinhei-
ro em v.^z do papel oe ere lito commorcial ;
a setxanda be que a vossa transaegao lie-1 -
va em segredo, e o vosso r-i-.,-., uo sol-
Iria ; al-, 1 de que ess : usurai 10 ,,s com
oa m :i ir -iao.
Oque i'.u porem o Banco no slalo de
uuidade em que exist .' i.-.-( i a usura de
utn modo m is escandaloso e com menos
seguranca para o que loma emprestado, sem
extinguir os asranos parUculares, |ue
continuam a fazer jogo com as postcOes dif-
liceis.
Que importa, por exemplo, que o Banco
ni-1 annuncie e reaiise o descont, a por cento i'
goul
t-lll. .1.-
iiitieiiln-
einiiui, o r,mal do Arapapal \ era exacUmente o que qu'. etUvom a bordi
jo um. dito 0ITic.ial.ne.1le o fcsra. Sr. Mas ilhaes la- : ,lnii, no portn rt ..,
ques no mo se fusse o fabuloso tonel das Dauaidee.
o A nossa eslalislira criminal h'j\;i de registrar
leu- ataaasioalo, horrorosos.
.No lu; ir denominado Arraial, prximo i vilii do
Ueariro, fui astastinada .1 tacadas a infeliz Bernardi-
na da J.su- Haciel por seo marido Antonio de Lrito.
Allega o aasaaaiuo r 1 victima que a enconltara em
adulterio, porm um Gibo e um piolo mamar qoe a -
tistiram ao bar re atsassioato afQim u) o contrario.
Oassassino en(reoo-se voloutanameute a' pi
moslra o malor sangus fr n, eno se ada aterrado,
I irqoe diz que pode qoatqner marido malar impu-
nemente a mulher adultera. Felizmente p.na a so-
eiedade as lea eos Iribanaei u3o permiltem naala
easo cada om lavar eom o aangue a Injuria iudivi-
dual, e a ju-iica humana cumprira' o aeu devi r.
O oulro assassiualo proelrou-ae mesmo nu capi-
tal, o bordo da fragata a vapor ViamSo, sendo ao-
!(''.....iperial marinheiro Veuencio Pinto da Cou-
ceicao, que com m.V.i cerleira embsbou nina r, a no
coioe. o .o aeu companbeiro Firmioo Joto Frai cia-
to. Ignora-ae a caosa de lo brbaro assassinato, e
n deliuiiaente a:ha-sa preso.
Celsbroa-is na cnlliedr.il a rsrimonia da cnlloea-
.le msrmora, que ;,' assemblcs 1 ro-
vincia- linha decretado para cobrlr a senollura do
aempra leml.rado presid uto Iiioirdo Olxmpio "' 1-
cha lo, romo indelevel leslemonho da provincia ,,-
sradecida. A'carimoaia celehr.-i'.a pelo nossj vir-
luoio e mostrado prelado roncorrersm o Btm. vice-
prresldenle Hr. JoBo Pedro Dlaa Vieira, a astam-
lu-.i provincial, a cmara municipal, o corpo con-
sular, e mailae ootras prssoas eradat I 1 11 tncie-
dade, c pavo. O panegyrieo lui desempeohado pelo
Uvm. ronr.o Ilr. MailO'l lavo r- da Silva, e depois
reeilaram oa Srs. Itayol, Ilr. Valle da Carvalho, i-
Dr. Janflret helios disenrsos anlogos a' eerimonia.
I- m luda esla eerimonia fnebre hoove uma coin-
cidencia notayel. O Esra. Sr. Dr Diat V.eir.s ami-
SO intima do illu-lre Guada, foi ijucn aesislio-lhe a'
tremenda afcoma, e compriu o dol iroso deve re
cerrar-llie as palpebrat, e agora, Ir- aooot depois,
couhe an mesmo Esm. Sr. a honra rio trlhotai em
nome ta sua provincia esla liomenasein de retpeito,
aau lade, e rali tan a' memoria do humem qoe pe-
vitles etalenloi alcaiieou na patria lm-
m ir 1 oro glora.
Eate vapor nos irona a aeradave nciiria de ler
chesad 1 a' nosaa formosa Venezs o emprezario da
compendia lyrica italiana, Jos Merinangelli, e na-
toralmenle lia de ler etteeado lambem a estas horas
os cantores e as cantarnas, le natural que o Sr.
Jos llarinangelli, pessoa de muito aosio e multo
eampridor dos seos contratos, hoja feito una ei'l-
lenle e-colha, e que es maviosol roiilioet da Italia
ete|am asora a enamorar os delirarlos nuvidus das
iio.sas amaveis patricias pernamliucanas.
Ceara*.
Dessa provincia o qoe temos a consignar de ver-
ladeiramenle nolavel he a lastsllar,Ao ra respectiva
astemblca, que leve logar no dia 1* do corrrule, li-
cando a mesa composta dosSra. Dr. Justino, presi-
dente, Barroso, primairo secretario, a Dr. U
se;uiid dito.
O Esm. Sr. presidente leo poressa occ.t1.1o nm
bem i laboi 1 le relsl irlo do estado da provincia.
A respaila de ootras occorrenciaa maia minucio-
sas, remllenlo uoi a' seguate cuta do n ,ss corres-
pondente, q-ie nesse ponto satis) iz erl lilameate a'
especlativa de noljei .
o .1.1 deve sal r qoe 'e ada fonceionaodo a nosta
.;i-l itii : o Sr. Dr. S 1 ver.,, no dia da
ra da mearos I u um este iso e bem elshnrado
bre todos ns iamoa do servir poltico;
entre 1 igot porem merecem especial men-
(3o os qoe se referen via^ao da provi
agricultura, c eutrat Industrias, c .1 qa -too palpilau-
le a momeutoea da conetrnccSo dos ajode: que se
fazem prcei-os por toda a ]arte.
S. Esc. tr.i'.eii igaalmeote da qoeslio actoal das
subsistencias, e nassa parte nao fui menos feliz, nem
manos completo, o eslylo do relalorio ha simples e
coaeiso, como convem a percas le lemtlhanie nalu-
rei i, e por taso, na o| innlo de lo s aqu, ella o
I im| rante rotatorio, qoe nesles oitimoa lem-
pos lem tuto epreseolado .1 itsembla provincial.
o na 1 '-ra .1 tsp 11 ir 011I1 coma lail
'/'' r.t.ii lento reernhecido do Sr. Dr. Sllveira.
Sa pira diente livar lempo, e menos que dizer-Ihe
do que na prosete oecasiao, Iranscrever-lhe-hel al-
stins arligos des I comento pera que Vme. possa
1 idea, e aprecat miuhas
palavras, como desejo.
Eotre os Irabalboi da noto-lha em pri
meiro limar um projeclo, qae autorlsa o Roveinu a
mandar edificar nm seminario neala cidade, o quai,
aeguoilo as apparencie, he destinado a morrer nos
archivi da r.- 1 cli ,0 .- cre lia.
O de dodio Moreire, do eireolo da Gran-
ja, aprestnloo ums indicafito no tenlido do se re-
presentar e pedir .1 1 isemblea ceral.a r;n,c'[o d urna
relaeon nesla provincia. Foram earolh los para I ir
a rapresentafao os da] oa e Bsmenpu
Prente, creio qoe o utor d 1 Idea.
A povoacSo de Marangoape, que Oca a : legnaa
da capital, acaba de ser eleva la categora de villa.
lie poram contestada por muilaa pssioaa aotilidade
de--1 cre.rj 1.
rrala-se agora de conceder aposenledoris a nm
prnfeisor de primeiras latirs que te arlia demitido,
ha annoa, mas ndo sei ae pastar alguma le nesse
aenlido, aperar dos bons fundamento,, eom que se
lem argumentado a retpeito.
Acerca da assoroblea nan *; de m 1 nada, qae
deva aqu mencionar-Hit. Ella lambem apenas se
aclis no e iroeco de sos leisoee.
contramestre, deram-lhe alguna lalhoa ile navalha
bem prol indos. Nenltum ros oflendidos porm esta
e,;i p nuo de vida.
o offausores e-t,o presos para leretn o destino
legal.
A all ni -i renten OO ererricb findo mais de
'; ha duut esercicioa passados renlia
:* 10:000;;:r 10 ponco m.us ou menos.
!>a primeira quinzena do crrete eiereicio lem
ella rendido apenas 25:000^000
Dia t arenes d6 1; desie mea que no dislriele d?
Aseare esislem ons ipnreuta assassinos, mallos to*
qaacs eommelleram tres c mais moras netls provin-
cia, e vitmnsa.
o I) v crer qu cti noticia paaco |lem de exae-
la : r.-i lodo o rato porem hejuslo-qoe Vme. fique
sabendo desde ja' poi bem da moratlda le da provin-
cia, qoe.nenhuma desaaa mortet foi pralicada uestes
ltimos anuos. K3o ha potentados sqai, e os Bisassi-
nos nao sncontram boje goarida em parle alguma ;
pe > contrario a aotoridade ve s-u zelo a bem da re-
1 idelitosl rialtcid.i pelap pulaco ioleira.
Bseas ilones .t- que lalla o oCearansan, "nu caso de
l-rcni sino eommeltidas, devem se perder cm nm
o muilo 11 molo, e lioje rondemnado cm ludo a
provincia, Bracee .10 (eu estado de morigeracao.
Consta aqni pelo Diario do Rioa qoe'fei con-
firmada < tentenca profer la pelo ilr. chafa de po-
0 Dr. Abilio Joso Tavarea 1! 1 Silva, contra o
revarendo .1 ia |oim Pereira de .Menear, na Uo falla-
da, mns itiii.ininliv.'l que loo deCauipe.
a 11 ni, iiar.s-iii. chegoii aqu no correnle m7,
oque no dia t, sendo a sua demora cansada
pi 1 graude carregamento
racaiy.a
que Irouxo para o A-
N'orlo.
Rio Grande do
r- -1 provincia vai sen noviiir.de-, mar-
chandoo Exm sr. Antonio Uarcellino em
son admimstracSi) contento de todos.
la-se trabalhando a assemblCa provin-
e reina cun'ella e i presi lencia mtvis
ta harmona, s. Exc. as ideas qoe
niltion 1 seu relalorio, letnlirou a creacSo
de urna casa de educandos artillces ; e'na as-
sembles iniciou-so utn projecto nesse senti-
do que ja esta em tereeira di ; lodos
esperara muito da actual administracSo.
O chefe de polica ebegou ha poueo de San-
k na 'n .Mallos, para onde fot, segnndo
dizem, syndicar do um lorio (ue alli houve
de uma imagem.
Appareeeu um novo campeio na arena
jornalisiica o Rio Gran dense do Norte ;
o qual substituto a -Libordade, cuj pu-
blicarlo C'SSOU.
Foi capturado nessu provincia lia poucos
dias o famoso faccinora Jos B'ilbante, que
se aclia na fortaleza da Barra, porque a ea-
deta he pouco capaz para semetfaante p
- que ja tendo sido preso aqui e re-
mullido ..ira o Gear, d'abi logrou eva-
d r-sc
hornera entre outros crimes te 16 de
homicidio, nesta c naquella provincia, onde
so acha condemnado a ^--lus.
Osgenerosde primeira necessidade nSo
1 baratos, poro n nSo ha falta del les : a
idencia co i rou 800 saceos de farinha,
que se eslSu retalhando :, MO nos por cua
i icio i est .-. 800 rs, o milho a 481 e
a 16 patacas a arroba.
caprichosa c injustamente eom vo-. manos e pamn-
is, os conceda clamorosas asorpac/tea de ierran.s
alhoios o iisuli'uclj de ciuenh.s de orphos, sem
pagamento de rendas tic. etc. !
Sa o actoal juiz muoiclpal a t-r >ha n i ntro
nos coaoedesse, e n indot sua repulacijo, e
sacrllicaddo um futuro glrrrioio, qoe o pode e-jierar,
saindnvidaja lerla recello os voseos gangre
i Jaij.io Mangaba, .*.! ita mooroi e
uto da ma-
gistratura braaileira, e meo muito inlellfgenle e
illuttrado : se o Hr. promotor publico, na qoal.dade
de eorador geral, houvease concarrido pira que
m inlive seis em injusto captiveiro ama liberta, in-
fringlndo os seosssgrados e rhioroaaa devores, aSo
seriaabobra da vaaante, cavado, estpido, etc.,
aroprogado mmto iotelligcute, men de gran-
des esperai 5 1 1 nrade : se o i>r. tuiz de Jirtit.
na correi{9o ultima houvease aocapolado oa ao me-
nos olvidado as torpes s e laJroices di voseoidolo
de.laura, nao sena nl'reirs Ptego nha, eslnoido,
malvado e corrompido: porm seria um magistrado
de grande lletira(o, de boara sem igual, c digrio
de recebar O Walainento de eseelleucia n) VOSSOS
reqoeriroenlos, como ja receheu : sa o capillo da-
legado aonientisse nos vosaoi leqoitos, e d'se lar-
- violeuciaa e alteDtados do cosiume contra a
uca publica e individual, tomando as lirones
lo ai-delegado Ensole ierra, nai seria Tictac, et-
pedn prela, etc. ; mas snn um militar intolligente,
bravo, osliceiro, e em ludo e por ludo dnmu de
louvures, e de ser Cullocado cima de Cesar, de Ale-
v n Ir, dos dous Scipides, de Annioal,- e oulros
igaaes.
Esta sabido, Srs. Preter tos c Leocadias, que o
que queris nao lie a verdade e a jostica ; mas lim
olnarvarrles lielmente, eonio abuisuia re Vossai
(Oes, <> aegolate conceito do insigne Gil Viceule :
Toda a gloria de vivar
Das -'entes, he ler diiiliciro,
E quem muito qu ser ler,
t'.uiiic e-l-o1 de ser priuaciro,
O mais ruim que puder.
I' vosso proceder, sendo a toda' os vi-las suliter-
fogioso e l:.ni hlenlo, s.'. revela detpeUo, desespero e
I itoi o do interasses, que por individuos e deshones-
tos vm nao foram, e aera vos podem str c. nfenJoi ;
e prtanlo vossas calumnias e vilezas, que bem se
parecen) com os precedentes de vossas vi las toriuo-
sas e recheadas de ioiaiticas c ignobeia trafie
- j 1 tire morlo impoleules para produ/irem a me-
nor|qoebra na publica, repelarle ue voseas victimas,
por.pie ellas team em stu apoto o inexpusuavel bi-
loarte .los tartos e factos honrosos ; por que ellas
ncam garantidas no joizo favoravel e imparcial
da lolalidade d,..- habitantes da comarca, que ha
mullo ros lem laucado o Bnatheros do desprezo, a-
poolaodo-voe como era ioaicnificanla horda deaa-
lliropofasos ou re selvasensto barbarose crueis que
do se procede 10 dividendo, recebj muita
vez doze, desecets ou dezoito por cento
do seu capital : oa proporcSo da quantia
emituda, e nSo na proporcSo da quantia en-
trada ; pagara nSo c.ini moeJa e sitn com
papel de crdito cemmercial. Dest'arte, o
Kmico lie um (ranle nsurario- que receba
nao so juro daquanii que constitue o seu
MU, como o jnro da quantia que de
mais loi emitti la e que outra cousa mais nSo
representa do que o creJito.
Alem disto, o llaoco s Jesconla a peqoe-
11.9 prazos, o que importa uma capiulisacao
de juro esyantoaa.
heais, o lavor q-.ie se recebe cot esse
descont pela racilitacao das transscces
lie liaiutado a um pequeo numero de lir-
mas, o que ds logar a que cssas firmas exer-
cam por sua ve/, c solire oulros urna espe-
cie do usura, n-cebeiido commissoes pulo
crdito qu prestara.
Emfim a pnblicidade e ditUcoldade dos
desCOntos nSo enjugue a serjao dos usura-
rios particulares a quem continuam o
dividuos a recorrer em suas precisoas, c que
tirara partido dessa posicSo.
linios pois queolianco, cm seu cst'do
de untdadee sem a de vi da competencia,n-io
h mais do que unta ccmiianhis de usurarios
constituindo um monopolio de utn contrato
que a mural em lodos os lempos considerou
"licito e condemnsvel. lio o privilegio con-
cedido a essa compatitiia de bater moeJa e
venlc-la mdtanlo um avults.lo aluguel. J
se ve que, quando so. tratar da croacao de
outros Bancos que facam competencia,n esse
ciilerrolnaiiieiito iocr.-.ltto, o Banco exis-
tente c a cltentella que dello vive. bSs de
por as niris na caliera e bradar, que a SiCie-
daue vai ser desmoronada e revolvi'.a de alio
abaixo.
Mis quem paga todo cuso juro? :
quem recabe esse pesado aloguel ? O agri-
cultor e o consumidor, o comaierciante na-
o c .um ircio ii" ?. industria
lolineira pur excellencia.O commoreio tro-
ca os productos procura sempre que o
consumidor Ibo pague todas as despezas. (i
seu i icro i ; i lu le sempre um imposto
sobre o consumo e sobre a produccTto. Ora
n'um pajz, onde a produce/So nao est -t pai
daimportacSo,semelbanlesyslema da usa-
inentos que a homanldade nSo pode deixar
ue reprovar. He erafim um monopolio !
Voltaremos sobre o assompto.
ROSA ESFOLHADA
SOBRE O IM|LO DE UM INFANTE.
Offerecida a seu ineomolarel pai e amigo mcu,
u Htm. Sr. Joao l-'ernandtt l'ianna.
Elle fiii-a meisulh ir
Como pernla nu mar
Nos toabas do paraizo !
Alvares d'. I teredo
reliz daquelle qoe espirun sorrindo
> aurora d,i existencia ;
ijue nao arrea asa trevas desle inundo.
Das dores na demencia.
l-eli/. daquelle que rts^oii a purpura
Desla vida lodosa,
Indo ns pimas de Ueos soltar um hvmno
De voz l.io maviosa.
Feliz daquelle que aspirou marrendo
A briza da innocencia,
lulo.ilm iies|ierlar ao britlio iniincnso
Do -..I da l'rouJ inia !
l.lae na hora etlrema do Seuhor a imagem
Ind poda beijar,
l.om laidos poros, que o peecado e o vicio
Kitt ebtgaram rojar.
'.>ue plleos olhos descerrar as ancias
ll'oms hora l;'i feliz,
i. olhando em torno a si nao dar tremendo
Uo erime cora o caris !
'.'ue pule calino desalar dos labios
O seo ultimo adeos,
Sem ler saudades desle mondo ingrato
K sem lemer de Dos !
Feliz daquelle que espirou sorrindo
.Njs braceos Oa iiinoceucid ;
Mor que marcha na ierra e ao ro remonta
Seu candor e etseucia !
Consola-te mortal, seremos lodos
Pela moria jela.los,
IVao vs dorinirem mraces inleiras
INos tmulos trancados '
t'.on'ola-l mortal, que o noria agudo
Oue apaga-nos a luz,
Tao rijo sopra as cry.ilas do erime
Como aos i has da cruz !
llera sei a ddf qos soil'res nesla instante,
(>ue tens nc corajio ;
Sao decretos de Dos, chora cuutriclo.
Oue o praulu he um'orac.lo !
Citara, chora que eu ie como rebeotam
Os prontos na aconta !
Chora conlricto, nao tila.ptieraes, nunca ;
Oue a dr n.to alivia.
0
'. .
nao poupaes nem o recinto sanrado das familias, e
uein o silencio e apat d ,s sepultura' !
O raciocinio e as provas nada valem (>.ra es, por
que nao Imscaes couveocei ; mais su eouqoistar irt-
umpbos apparentea e sem realiJade, altenuundo o
adversario, e repellindao docutnbalj por fon. 1 d .-
insolios, do ridiculo, eds eelnmnin, porque labeis
que na falla de pejo nao podis aneontrar competi-
dores estaes em vosso direilos, porque, se ninguem
I o.le dar ni.iis do qua lam, na isao mesroe (p.ai.to st
deve etperar de gente do vosso jaez ; porm ao me-
nos, compro- ves rcconliectr, que o publico {Ilustra-
rlo, que ja vos lem cuioprelianuido e apreciado, lem
tambera o direilu da repulsa, o de eoudemuar-vos
.. escarnio o cierno opprobrio.
nlostral, se para lamo tiveide provas, qoaes os
presentes de parle tingantes que han aido recebldos,
indica, por seut numes, quaes os proletarioae i-.-
droes de esvallos iiomcaJos administradores de cu-
pellas, a coma seja sai erime demolir-ee e reodili-
car si* os qae sa acliaui em estado de ruina, lano
Vos f dtecein os faci--, que CDnverteis ein motivo de
censure um acto lauvavel, e al i ordi nado peas leis.
qoal o da demolicao e concerli dot edificios minos it!
ira acto relia oso, qual o da reedificado e atseiu de
um templo, que, tenia um pttnmouio Una desleiio
indiscolpavel que se o daisatae rcJuzdu a uma ver-
dad-ira pussilga.
Vossas iii|u.i cas sallara aot olhns da qoalqaer, e
nao sf,u d'ora em diaule pardeadas por quem se
I ni do devotos da rapella do Pilar.
Ueiaona, 20 de jooho m tsis.
Gonsola-ls mortal, leu fillio q'rido
A't plialanset do co
linio-se lia muilo, 00 neo bymno archaugeo
Itio-sa o labio de Dos 1
olis nina e-lrella na arelada concha
ll'ilii i. u!;:j o relur.
Nova memoria de om arrlianjo novo
Que Dos veste de luz !
Consola-te morl.d,feliz daquelle
Oue aos chamados de Daos
Cuspii) as trilhas, do peecado, escuras,
I'.-111 lo alvas ao co !
'Veremos lodos pelo norte agida
A lampada partida,
E o oleo derramado sobre as pedras
lia campa suerguida !
I.rein 1 1 los in liiiuii ler da larra
Nosso leiln de areia '.
, Oh I como nos acalma a dr uo paito
Esta ultima idela !
Heda -2i de julliolSOS.
Marinlio Patharet.
___ issatKdafa
PRAGA Dt) RECIPE, 96 DE Jl 1.110 DK 1858.
A'S 3 IIOK.VS DA TARDE.
CotacOas olliciaet.
Apeliee da divida paoliealo UiO du rebate,
rred. Kohilliard, presnleule.
i', burees, secrelarlv.
CAMBIOS
Sobre Londres, :>.> I| a -23 lpj 1 60 e 90 d. v.
Paria, :M > rs. por fr. a d. v.
* Lisboa, IOS a 112
ti lito de Janeiro 1| por t'io da relale.
Destonto de lellras, a !), 10 e \ por cenlo ao anuo.

Neme dal qund non babel,
nec plosqaam babel.
Gen.
n '< verdades, qc
zombado do lempo, qu i 1 e uoanimemeute
reeonheeidas em ledos a lujares e orcasies : nin-
.' o que nil i ni, a nem mais do que lem '
ide, alem de estar na ordem
I eas coosas, de ter o apoio in\ riav la ra-
/1 i, he, a lodos os instantes demoi ilhen-
' por factos noloi 15 inloi qoe nSo
oota eonlradiza los o maia empr rrad i srepticlsmo,
Ma ordem phytica, por exemplo, nm Ierren.. I r-
ti! predn/. asilo,- mait bellas, fragraiiles ai
ticas; os m ii intritivoS a appelitiios froc-
io idos | ira nli-
,:o do homrm : o .-cril e pedregoso, pelo
contrario, produs abrolhns no etpinhos, ,
de .;; la a toda ta l: de im setos repulsivos ,| ,..
mees amn iai -.
N i ordem moral ; da itnDo
i loli i e ai ce .-. .. nam o
; so que do vicio su re-
i ideas iioin.-s, eieinploi simstrot e escan lal is,
que arrojam o rei dos seres criados nos abyimi > da
1,1 l*ri nivelsndo-o com os nuadrupedes
e irracionaes.
ri
Sra. RecTactores. 'doro no mea engenhe, por i*fco
cola-me chegar inSos os orn es. e icmlo boje u
i Diari i s do 17 da crtenle, encoulrel ama coires-
neia u i Sr. Carvalho, qoe muito desabona a
mu S u no entretanto decalo ao Sr. An-
tonio Jota / o ni i- .i- C trvalh i S io-
i' falla em so i
pondeneia, n;o perleoe i Souza La3o : \> n
que a genoina familia Sooza Leao, sendo nam ro-
, ate h a vai leguindo as liries sioeeras e hoo-
, idas, que Ihes deran seas honrs ios pas. Eu-e-
lilio Curian' de Baiso, 2S da junho do Is I,
Jorr- l-ranciaeo de Sooza I. oo.
itim como deapresaria as ca-
lomii a vis detracue de i; en- gratuitos ioin
conserau!o-me sempre sem prestar a menor alten-
c a *nhre (. que li .--m a retpeito do ?neu
lecimento de ednear-io ; lambem no
calar me e d percebida um i i bri-
:'.n;tu que tintu de ag I fer eos roeus amfeoses-
I i, que i mente por certos boatos lom rama
defeza, e coi vivas qoanto bon-
me hS sobre nianeira ponhdrado,tunera quer
pois que seiara csse aos amigos oa amiaosda
iBinJo-noa ao assompto, qoe vet||e...... ,, eontinimnU de qu
nosdele mina, nadada e.pauti.o noi uiferece.....< ,a, paleara de honra proletla que .....>ti-
oi,,v.,; verdedelros ou Retalos, o. Leocadios ,......,..,.,!.,,;, ,,,., 'i,,,1,.,,,. a sa. con
1.1 ;r ni .d ,s. o. Ente, otalootrot ejutdem frfur,, ai v ......, ,,, sell ,, ,,,.,. ,,
q',., .......', """""'"" "une-si C01J,e do objecto qoe Ihe. az occopar a mea fa-
pruvincia. no quedisem a resp,.....I.. .Ion- ,.,,,,,,,,', de la eonce.ua.lo jorna", proca-
d olc.srla..p.licDesd.comrcd.Goiann.: vli,P.l,e,l
porque sabemos, como h.m lo in
ra he o mais compressor da populaeoo, o
constitue um embarace permanetate ao des-
envolvimento da prodacc3o- Uma compa-
nlia bancfria privilegiada, lie um immeoso
e coliossal judeu eom a planta sobro o
cofo de urna popular-o n'.eira. ca i- se ostorce as ancias de um esforco ra-
potenle.
linba esse judeu previsto a sua queda e
p iisso prepara-secom bomens sens pura
oppur um embarazo ao pensamento da lber-
dada b^m regulada du crdito, mediante
-- projecto em que como representante
' caixa lili.'.l oo l'ernambuco, assignou o
Sr. Augusto do Oliven a que, rollado nao
tendo diio uma s palavra, mostrou que
entrara all apet.as com o sou valor iioan-
Uas no se vi pensar quo es usurarios do
:o lirailaram-se a esse acto, nSo: elles
levram a preen?3o mis aliante do qu.
s pensa ; porquanlo, consta-nos que, pro-
'i ellesquenSo passarid o privilegio,
prepararam-Sd para outra lut-i, para um se-
gundo monopolio, qne (Osse como que
uma clientclla e reforrjo da lilial do Ban-
co. Eis como se diz geralmente iiuo proce-
der Ul.
Alguns dos princip-cs accionistas da lilial
desta provincia, unindoa si um pequeo nu-
mero, e conslituindo ao lodo nos II, orga-
nisaram-se em s icied je bancana,e tendo a
sua fft o,.! Goncalves da Silva,
que conla convcerlas protec^Oes, pi'. li
ao gove tm a appi i dess,i novasocio-
lad r.,.'n esse plano buscam os i i as.-igua-
tarios embarazar a creaQo o a approvariSo
di> Bae. aqu concebido e posto em execu-
r. Jos Jernimo j mteiro, B n o
muilo mais pooular e que, constituido em
rtvaltdadc o compel ncial a lilial, lem de pro-
porcionar vantagens muito mais reaesa in-
dustria,em virtude da accumabic3o de pe-
queos capitaes. Consta-nos que o Banco o -
ganisado alo Sr. Jos Jernimo Monleiro
esta submeltido tambema approrai;i"io do go-
veruo.
Nestas circumstancias, qual dos dous
Deos deve ser a novado o do sr Ma-
noel G incal res da Suva, ou o do Sr. Jos
rommo Monteiro ? lodisputavelmente o ao
01 KOOncas despalillles. , 3TJSJIJO0
lua> mezieaoas..... 3f|000 320O0
Tecas Je t'iSWC. . lJiOO IScOO
Moedas de 'JjOUO . 9|300
Hilas de 90 ... . 205O0
1'1'iAlA.l'aiacoea brasileiro*. . BO 2t0
Ditos colm.inari rs. . SO 2CI00
Hites mexicanos . IffrJOO
ALl'AMllitiA.
litnd,ment do dia 1 a -2'i. . . 3O:*4I*OI8
Idam do os _'(>. ..... l-J:lMi8jlU
:112:.i|-2;VJS
ne.-carreini'hojt 2~ dojulho.
Barra iaajlezaRieliard Tantoamercaderas.
Iluta llanezaHavremercad>nas.
1'aUcho portngaezMaris da Gloriativenos g-
neme.
Patacho porluguez Maria l^oaz diversas g-
neros.
Ilrijiue inglesAun Doeanearvlo.
Patache hollandezSpeeolantogenebra.
Bsres noroegueasesria-a-farlnha da trigo.
lale americanoNorihpoentfaiinha e farelo.
Barca inglezaMathildearroz.
Briuua hambureaesCharlesfarra e carv.m.
Barca inglesaS irahmecliamamo.
MOVIMENTO DA ALFaJNDEGA.
voiumea anlradoa om r.i/en a..... i.n
com gneros .... (i;i7
Velurru
e
s saludos com (azsndas
toiu gneros
Total s;|
. Ul
. (.77
Total 798
IMrORTACAO.
Brigoe ioglez sisn Grave, viudo de Liverpool
eoaaianado a'Soalhall Mellors & C, manifestou o
seiiuiiiie :
-Jl caixss tecidos de algadio, .!". barril nianleiea ;
a J. Crabtree C.
100 saceos ano/, s^ fardos < 25 caiasteeidoa la
alBodilo, l dita dita de lioho, 5dilaacastas, Inditas
lencos de algodao, l1 fardes mantas para sellioa, lo
i.r.io, tecidos de i.ia, 9 caias miudczai, I dita amos-
tras aos eonsigaalarios,
HHI saceos arroz ; a C. J. Aslraj ,\ C.
1 caita meias, luvas e lencos da algedao, a A. C
de All'ru.
.".d harris manlaiga ; a Francisco Gomes de 011-
50 litoa dita ; ;-,l ,cias caixas cha', 7 amarras de
ferro ; ,, ordem.
1 caas com lerrasens ; a
C imp.a
n ditas tecidos de algodao a II. Gibson.
I lardos ieci j, ai^udo, 2 caitas
Riba Schainella.il i\
Sc.Josi Monteiro; porquanlo o I dito de laia ; a James Kyder & 0. -""
t iDCO 00 Sr Manoi 1 Gonr;alv g da Silva Bao '<] fardos e:, eaixas tecidos ue aaesMo ; a Ro-trou
be mais do que uma clieotella da lilial do i Ruo.ker A (:-
Banco do Brasil uno, perpetuando o mono- correnle* da farro. 30 canas conservas, 6 fai-
polio da usina, n o olTere a i s vantaeens u't '"t '"'"'650 bar,J'(le ol : a Jrmes ilat-

'
Pelo vapoi el r.,..,,',., entrado ros porl i
l'i liv lado que aleancam rio Pan a
. lio Grande do Nor-
. como ioin i.i i publico sensato,
o Hr. l,ie..i to .1. s,. Gemea Jardim ja ollimoo os qual a fonle ptrida dieses immondos, asqaeresot e
trabadlos da commlstBo, com qae eslava neala c, la- torpes paaqoins, qae --iii vez de poderem s ,rt,r o ef- i
de, na,, ei porem sinds qae opini > forma elle so- feito dse) ido, ni le r ie p irs rr-r. I a Meza det-
lire a possibilj I I le de ler oa "oo metilo,..! o o o uto mor; lis.irao dos seos Impo IICOS .nitores, e p irs I ir
porlo, o qual entretanto psrece-me que ojo poderA mar, con profuu.lis ter cmieuientemeiilt eslodado seno, rnm ais.....I de qos sempre fir.im, e se fazem eredorec, por om'
: i laelle, st- i......eder re lo e honroso, is innocentes fie-
ion I i ventos ii- nanle e a correle dai aguat as limas e present < dhi las por e-sea cambaes, ja
'''''' nseiror e veseirca no a; ule da honra e no espesinha-
ueiigeiili hr. Silveira mandn m- -1 menlo da i.-u.;i e d> mor.-il.
i '* ''t" urna In i i !'-r cerlo que n hom, qo n
"""" I : i em ar.....los ni Ihoramei u de\ ra jan erar daquelle
I lia, ei in duvida po qoe acoetaYan no mal torpe | i da no-
'" aaplelarji os trj rdiro, que ienls lujurias a pnibidode de um lo. cow
levein aat I ......iveis, lal he ( I il i con- mleireza e lllualn reeonht
polio da usura, n;Hi olTere i as vaatagens
devi ias as industrias rio provincia.
II,' all que se d-vc fa/er sentir a achilo a I-
mtnistrativa e sabia dn governo, para que
Q, ( Consinla q,,^ se ahus.- de urna torea quu
im len lo ser ctvilU lora e til, po le tornar-
se prejudicial e productora de mtos rosil-
la,tus
pos de (erro, 630 barra, de dito
1 & C.
.
c
ntinoa essa provincia no a l* plena pa?.
Coma alli q le o goveroador de I relo mi i'e'ru'
mm cini realisa'ruma ust
. m a ncia d i euinpauhia do Amaznnai
i linoe.....s vaporas da mma a rhegai ati
i irato.
i ai] .
orphSai da provincia no i-
., iaro respectivo qualnennio tm
da Ijd
' '" lo a* degredo por introductor
de moeda falsa, evadio-se no da t aodeaem
do vapor, qoe o conduz a de Brevas, < n.io i
pondci |.etu crina de qOe era accasado.
'.i i'e recto e
leiii-
ceilo, da que goza ao mi r'n
'-' v' '' ., qne n mclhorat
lo, cuja urgencia lie .-r ilinai le n
acmp ., ,. rnr,,|
. -'i i". eolio ouvido dizer qua ue
s de
' i ra esse lim. eS. El oSt minis-
tro u
publico he i i mi
e ein tai ......uja n ilis 15.1
nc ja Mu glorioso ahenc iado 1
:-es.
1 lem 111(0 si lilis es im na \- -.: ia, ti aiisport

por 1 ido llrin I, o Sr. Iticucira ( aste ; que ao lem-
1 crueza dos ', I .- Arabios, e
nial 1 de Jo-
a '- b : is 1 de l'lularch, opptimi 11 de
calumnias i insulloa a leus pro-
m 1 a pi iam de quenn 1
' as aras de um
rem visitar el, cari e ah encontrara i como sempre
o aceio, a ordem o re.:, larlda te, r p ir d 1 o.; no-
rias expl.eer, i lo do melhado de ensino ;
e : 1 pnderflo desconhecar as coii.licoes ettigidas
pera um bem instituto, nao, como alguem pre-
isn i", di.-eolirir:io neste eslahelecimenlo om meio
tordi lo a 1 .-prova lo de aeeomolar dinheiros^Agr-! -o que o Sr. commendador
.lentos como ettain sdas palavra da amizade qae | dSSa 0 (i
n ni ..- iliii-i- n .,- toras dos ai I
inseridas neste jornal, Ihes manifestamos nos*os sin-
ceros acradecinu nte*, l'ies Dtlereeemos o nosso .ii-
ni noto presumo. Golle j- .. S. tnrir, em
julbo il
ictor,
' odl .' I l da I .nior.
lio mais aini-
ura cerlo pre o-
que do bem estai
paiz qu Ibe lem
quilo leal hospeda?
a Adamson llonie &
S, n. .i trei uojt
nma coi i...- enreque s cus-
iniuio antipalhico do
e da prospet i la lo uo
dad.i i,i ex| tendida
Consta-nos q ai os co-
lab na ores S N.....m Go >.-.. is ra s-
uto mes-
quinbo i,.. i .. qUo li -
na la polo Coi iraerciau
permit i '' i ua no eis pass ir des-
ipi'ir- indi uma i'-.-'.-a t.i i im orlante, c
da a publico i ... in senl i
..-...- .....
taiiuazi ,. i:, admima-lldu maligno," n m des lago dequoni
poblica as u I antev seus pl n i Silva e \moi ius, q te -
ra, i i ando ral em qualquer dos cesos o lal Comino.can apa ce da lilial onde Unlo inlluera,
i nossa proJuc(o o, dos suores do
consumidor, queiram coi a .- ntiui nlo
pouco .,.,. i,
volvi nenio d |uella i' ao ,,. itoda
--s.nl' desli x-1 veein os Srs. Manoel V, ra-
il in i
be ti i ti
laso orna ci pa ia de audacioaos piratas, que os te, ap arece SOb O l i.-l rio inSonJavel, lite UOVO Obil ,. ado da oro-
d"i '......iniipala .. idido aos actos mais vinciaesem vsnUgem de certos indivi-
.duosquequeremsefosd.slribuilo,
mmum,qucum .ego.s- capital?
queeiieosu aje, pelo men i de con- di i .Oa a fua pobiiea, a he Imo veleramo" ; ;'1" lt'm descotihe- A agricultura i a industria es tan morren-
ramenlo. p... ,,.,-.,. ,i.,,._:: cido entre nos. do de sede ; mas os Srs. Manoel Goncalves
indo o-,, controlo ha elle obrigado a fazer Sim, hoi i caracier, hortens de lenlimen-1 <> Commerciantn transcreve o extractle Amoros querem apossar-se do grande re-
'' ''" "-'> M qae for incumbido pelo go-1 tas lo t loe eraostmpre cspaies de reproduzi-ldeuma carta que d'aqui escreveu para oltto, scrvutoiio, para, coma torueira tas mQos
.
a I mu. llal-
li.
li las Ce de algodao, 3 dilos ferragans ; a F F
90 barril manicio,L0 fM te>ri.lns ale laia, 1 dito
dil. da dito e seda, it ditas e I caita'drto'de'l '
cuas e 26 fardos teci los ,|, ,, todto, :! litoa e | ',- ,'
Sentimos sinceramente o vero Sr. Manoel 1 ToAo" ""h' *"" ""'"' ''"; a Awl"""BM
Concalves daitvaa testa de um mi pen-
samento, oque pode fazer crer popula-,
aese,
1 csisa Hvros a j. n. Wllliaaa.
:i Isrdes Oo ; a Senil Wilaon ,\ C
tic ,i\ai lecdoi de lioho
Comp ,
'' as ; a diversos.
Iliate nacional Inven ivel. viudo de Araealy,
conoguado a Martina & lana,,, maaifetica o se-
^innt- :
1.700 eoorinhos curtidos, 248
" "' Li. i van arat. lo in,,-
I ilhade carnauba, saccoi cera da dita, I bar-
rica i ilr; i i, ; .i ordem.
una nacional lEdm Is da Asaa', coa-
aa Almeda emei. llset v\ C, manifestoo
inte :
a ii alqaeiraa s. l ; a ordem.
liiigueuacion.il aCarolinaa, viado da Ra de Ja-
neir >. manifeslou a seuuinie
i msias pipas e 3 barra prisa salgado, 511
rape, Oi taceui e 2 barricas caf, gis! raizas
90 lalai e 11 .M caizoaa eb ipos, T har-
neas farinha de mandioca, 80 latas bolochinba I
e i'.) caiiinhatcha, 3 caitas rasendaa, 50 Ji-
s p-llode coelhe, 500 canas
la Cha nil) barricas farinha de trigo a
ordena.
16 pedras de cantara, 3 caixes chan'-os a !Su-
n ,\ t;.
ias rap ; a Jote Joaquim II. de Csslro.
\ ,i| o, nacional aParaoa, viudo dos por ios do nor-
te, miniletlou o seuumti ;
2 canas cassas ; a Armigbl Tuekneu &. C.
ii cr^iv/cri


DIARIO DE Pl-RNAMRUCO TERCA FLIliA :>.. IJK .11 l.llO DE 1
II*1 barril baolia de purco ; a Domingos Alves
HlllMM.
li uti.u's e 1 c.ixa ehipcst d. pnllu ; ,i Aranaui
I? M.II..
I Millo rqaeijM e J,it dos Sanios Nev.
II barricas etbo, I caita rama ierca, ditas piei-
jos, I ucco Idnulu de mandioca ; a urdeiu.
CONSULADO UERAL
Ueiidtmanlo do dia I a J.
|jin do dia -_>(. .
I I 119J218
75)955
i&25l73
DIVERSAS PROVINCIAS. Hendiiuonlo do da t a 9t. lo.ni do da 96....... 1:368914 1 I6J075 1:3819518
DESPACHO DE IXPOKTACAO PELA MESA
no CONSOLADO DESTA CIDADE O OI.A
U PE Jl LHO O 1838.
Lisboa Jirmue purlu^uei Comanle, T. de A.
Eonseca ^\ Tillm, 51 saccoa assucar.
EXPORTACA'O.
Rio de Janeiro, hrigno nacional Firma, de 175
lonaladas, conducio a agtala: Si barr* ioa-
(r., I envo faienda, 1,1)10 ineio de ola, 20 Me-
ca* aluodSo, til) (>ipa< anuardente, I.O'J voiumej
mmcjt, I saisAo Mpaaadorea.
HECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE l'EU.V\MlU;co.
Keadiioeiilo do da 1 a -Ji.
lam do dia 26. .
26:166*546
1:1-i
27:390)9-29
ai.M'LADO PROVINCIAL.
I .-> i i' 111- 11 do dia I a -Jl.
lci.ui do du 26, .
5J:285):.J
i-7 ),
::07.)j707
$U
Navios tntraJoi no da J.
Rio do Janeiro--10 dias, b'igue escuna bra-
Bileiro Carolina, de l*: toneladas, cap-
to joaquim Antonio Goncalves, equipa-
ge un 10, carga familia ae trigo e mais g-
neros ; a Novaes & C. l'ertonce ao Kio de
Janeiro.
dem10 das, polaca hespaabola Caricia,
do 200 toneladas, capitSo Francisco Mil-
let, cijuioagem 13, carga lastro; a Ara-
naga Bryan, Pertenco a fiarcalona.
Baeno8-Ayres--16 dias. barca ingleza Eleo-
nor Dodson, de 267 toneladas, capilo
Easson, equipagem 12, carga lastro ; a or-
dem. Perlonce a DunJee.
Macelo-i das, barca ingleza Linda, de ,'8
toneladas, eaptUo Walles, equipagein 15,
carga assucar e algolao ; a Southall Mel-
lors&C. l'erlence a Liverpool. Veio re-
reber ordons.
Navios la.'iidos no memo dia.
Canal Brigue inglez Gaward, capilo 1'.
Bouch, carga assucar.
Pui tos do solVapor brasileiro Persinunga,
coromaiidaote segundo teucote Joaqun)
Alves Moreira.
C
c-
v.
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O.
J
Ba
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C3 O

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I
lloras.
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Almmphera.

DireccSo.
lotead-
dade.
l- i- K l is.
O! S J I -
kloeo C:
Cfiilicrado
b !?ri~c Rraoiniir.
:2g0 | Fabrenheil
esc
llygrometro.
-81
Harometro.
6.
= p:


O i-
s-
o -
=. c^ r-

lloras.
c
sal
.lln.o'phcra.
a
j Diren-Ho.
I
Inlensi-
dada.
KBU^M.
Centgrado
w i a /
Iteaomur.
Ili/i/romelro.
_. c i> v s
z _3c -^ ce _ic g
Barmetro.
I
Foro ci iiuiiai.
As au -Miei -s criminaos do juizo munici-
pal da segunda vara terfo lugar d'ora, cm
(liante as segn las e quintas-feiras ns lo
boros da manba, na casa respectiva.
Iltllil N.\l m> COM1IERCIO.
De conformidade com o art. 11 do d'cre-
to n. 85S Jo 10 de noveinhro de 1851 se faz
publico, que loo i Iwin Huberto e Jobn Ca-
lis, deixaranuie ser agentes de leiloes de ta
praca, ooue as flan^aa por eli-s prestadas
subsistido por tempo de 8 mezes, contados
desta data, e somonte podero ser declara-
das extractas visia do documento legal do
tribunal, por onde conste n3o pender contr?
elles reelaniscOes algumas. Secretaria da
tribunal do commercio da provincia de Per-
nambuco 26 de julho de 1S58. -Oofficial
maior, Dr. Aprigio GuimarSes
CONSELRO AOMIN1STRATIVO.
O conselbo administrativo, para forneri-
mento do arsenal do guerra, ten de com-
prar os objectOS seguinlcs
Para provimenio dos armazens do
plmoxai-ifado.
Taboas de lo uro de assoalho, dnzias 20 ;
osladinhosde amarello 6 ; costados d" n-
marello6; costa ios de pao d'oleo 6 ; oleo
da linliaca, amibas 5 ; cola da Babia, arro
ba 3 ; taboas de amarello Je sso1ho, du-
zias 10 ; taboas de pinhn de assoalbo, dn-
zias 6 ; pranebrj s de pinho 12 caibr. s de
25 a 30 ral nos duzias 4 ; arcos de ferro de
1 pollegada, arrobas 10; ferro suecio sor-
tidode una e l quarto a :', pollnga las, quin-
taos 20 ; ferro infries de 5 oitavas, quintaos
2 ; Ierro suecio quadrado de 7 oitavas, quin-
laes 7 ; arar., de latSo n. 13, arrobas ; i-
ratne de ferro de, amarrar, arrobas 2 ; fo-
Ibas de fltndres de marca cruz 2025; cadt-
nbos do norte de n. 10, :;o ; b-cu, arroba 1 ;
estanbo pm verguinbas, arrobas 4; panno
preto. eovados 9000; algodaoxinho, varas
. hollanda de forre, eovados 3000 ;
brim b'anco, varas 3000 ; eordSo nriu de
lia, va*as 600; botOes pretos de osso, gro-
sas 500 ; botOes grandes brancoa de osan,
grasas 1C00 ; botOes pequeos brancos d"
osso, grasas 1000 colcuetes prntoa, pares
1000; retrozazul ferrete, lilu-as 2; rxsimi-
ra verdo, cuva ios 50; casimira encarna-
da, eovados so ; casimira carmesro, eova-
dos 100 ; boloes grandes lie metal amarel-
lo, lisos 100; sola, meiosSOO; lio de vela,
arrobas 25 ; livro c-m b'anco oblongo grande
de 100 folbas enoadernadol ; dito oblongo
pautado para balando das oflielnas 1 ; dito
oblongo pautado para a escripturac^o da
distribaicSo do fardamento I ; papel almarn
paotado, resmas 2; tornos de m3os 6; papel
almaco, resmas 2o ; diio dito pautado, diUs
10; dito de peso, ditas 10 ; peonas de gan-
co 1728 ; tinta preta garrafas 30 ; o 'roas,
marcos 30 ; lapis 72
Para os trabalbos do laboratorio.
Plvora capa lina, libres l(5.
Ouem quizer vender taes objectos apr-
senlo as suas propostas cni carta fechada
na secretarla do conselbo, as lo boras da
manba do'lia 30 docorrente.
Sala das sessoes do couselno administra-
tivo, para fornecimeuto do arsenal de guer-
ra,'23 de julho de 1858.Bento Jos Lame-
nba Luis, coronel presidente.Jos Antonio
Pinto, tenente-coro'icl servindo de secre-
tario.
O illm. Sr. inspector da tbesouraria
provincial, eoi comprimento da resoluto
dajiiun da fazenda, manda Tazcr publico,
que a arrematacSo do pedagio da barreira da
Tacaruna foi transferida para o dia 29 do
correte, fc para constarse mandn aflixar
0 presente e publicar pel.i Diario.
Secretaria da I hesnunu 1:1 provincial de
Peruambnco 23 de juinn de 1858. o secre-
tario, Antonio Ferreira d'AnnunciacSo.
Em praca publica do juizo dos feitos
da fazenda se bao de arrem lar em ultima
praea os bens segoinles : ama casa terrra
de taipa na freguezia dos Ifogados na roa
de s Miguel 11.4i, com 15 pilmos de frente
e 55 de fundos, coziuhi dentro, quintal en
'berlo, cacimba propria, em mno estado,
avaliada por 10'
De Leonardo do Sacramento por Maria Ro-
sa de Jesos
:i oaixOea de pinho por 89000
16 medidas de llandres por 1 0O0
I bairil vasto por 320
5 pesos de Ierro ior 1-uuii
5 medidas de madeira por l^ooo
1 braco de balauc com conxa e cor-
ren le de la Uto por 39000
1 pequeo calxao para sal por 500
31 pedacoa de taboas de. pinbo por 2SOO0
1 baloSo em doos pedacos ,or 2s500
biiguc nacional Despique de Iteinz, tcm
parte da carga pr impla para o resto que
Ine falta trata-se cien os consignatarios
Novacs & ('.., I irgo lo Corpo Santo n. (i.
"iA
GOMPxtNHIA
Brasile ;r i de p ujitetes a
vapor
O vapor Tocantins, commandante o pri-
meiro lente Pedro II. Duarte, espera-se
dos portos do norte em seguimonto aosdo
sul at o .iia 99 do eorrente.
Recebe-se desde ja passageiros, frolo de
dinbeiro e eocomo-.endas e engaja-sea car-
ga que o vapor poder condu/ir, sendo os
vnlumcs dcspach'dos cora antecedencia at
odia 28 do mesmo ; agencia ra do Trapi-
che n. 40.
Coik; nhia
Peni
mais rendosos patrimonios, quer no todo,
quer dividido da forma indicada, estando
para issu convenientemente situada entro
duas estradas, ; do Chacn,o a ao correr do
sitio do .lniii Venancio, 1 nib^s rinciplando
na bella o muilo frequentada alarga estrada
publica at Gndi ri m do I'.lo i.apibaribe, di -
rronte lo Cordeiro, onde est projecUdo
lancar'se urna pouto. i: como o sitio, por
grande, offerece as melbores proporcOes pa-
ra ser dividido, e assim formar como que
un povoado aprazivol, j pela sua posietto
agradavel, o salutferos aros, conlinaudo
cora os lugares continuamente frequontados
para recreodos habitantes permauentes, c
da capital, que aos mesmos concorrem, e j
pela diminuta distancia e comino tula les dos
transportes existentese diariamente em aug-
mento ; existe marca la no centro urna ter-
eeira estradi cr.i linba roela, do 00 palmos
de largura, em direccBo lambem ao rio o A
indicada ponte,e formando adivisSo de si-
tios e casas que necesariamente serSo edi-
ficadas em separado e com regularida 1
ra melbor belleza e realce, indicativos do
vordadei'o goWo moderno, qual ser ampla-
menlo desenvo!. 1 o pelo admiravcl genio
aspirnn'e c progreasista da nossa gente
Quaesquer outras mfoi naques scrHo dades
referido agente, em cujo eseriptorio
lera lugar o leilao, sabbado 31 lo crrenle,
s 11 buras da manhSa.
mbuc na.
1 irpir nacional Esaaraisu', ooinnandanle Va-
lomo Jl Sdytira Maciel Jonnr, 11-vfr.i tlicar a c-
le po lo moito proximaoi alee ahiia para os do
nortenndi.il ,J.' igoale pi imo futuro, rocebt
raru ale o dia 30 |do rorreiilo a qur.l dvern er
depona la n<> arinazem da eoinpanliia acoinpaohada
doi compelauteo deaparhos connecimantoi o con
,.< rupeeiivoe rotolm !,:- porl 1 a qm -f dirigaaa,
ira doiliiio qii-^ nil-i e-'.ivpt iipsl. orcams-
t^nria pasando o seat dones melado do frete qo.
paffaria se Iivmm eanido, Adverie-10 qac o di 30
li> su destinado para .1 recapgSo de eiicounueudas e
de pequeos volamea.
AalW
5c

SO
9
0 bero conhecipo patacho Rom Je pitao Joo Concalves Re s, r< cebe carga : ?
tratar com I .-. lao Cyrisco da c. m., o la-
do do Corpo Sanio n. 25, primeiro andar.
Gr nde
+.
fot n.$.
CONSEtH DE COMPUAS NAVAES.
O conselbo do Comoras do material prre-
SO ao servigo e consumo dos navios la ar-
mada, arsenal e mais estabelecimentos de
matinlia, nrtila declarar que aceitas as julho.
^ Total |9;320
De Josc Peretra da silva.
lima casa terrea na jua dos Pocos n. 5,
com 15 palmos de largura e :;.t ditos de fon-
-.h do comporta ejanell?, quintal cm aborte,
cozinba dentro, cbSo foreiro, cuj 1 -.., tem
dous OilOes, a rrente de lijlos, .- est em
muilo mo estado, avallado em 5O9O00,
De Antonio Comes por Kaustina Mana dos
Prszeri s.
Cm terreno na freguezia de S. Jos na ra
Imperial, o qnal tem 30 palmos de fronte
46 de fundo, em cujo terreno outr'ora tinha
urna casa terrea com o n 21!, que boje se
acha cabida, por isso foi avallado o solo em
60)000.
lie Izidro Marques Oolonba.
Urna secretaria de madeir de Jacaranda
com vi Iraca, e a vista do oslado orn que se
cha I avaliada por 80;001l.
De Policirpo Jos Ltyme.
Os pretendentes compare^am as 10 horas
damanhiia do da 28 do correte Di
IMFOaT.'.HTE
LCSLAO' DE 3IQBILIAS
,dj: iia i'a.mii.ia o i: se retira do
IMPERIO.)
Quinta-feiru ) do cor-
rente
ASI HORAS DA M AMIA A'
llua do Collegio n. I"i
-ALaco/ej/o i/f 0o'/a
far leilao de orden e conti le urna familia
que il ra-se brevemente do impcio, de es-
plendida mobiliade Jacaranda com pejra a
LuizXV, nova, dita lambem de Jacaranda
gosto moderno, guana r'oupa o guarda ves-
tidos de mognoe amarello, commodas in-
teiras muas, linio toilette de magno,
mobiiias de gabinete c sala de espera, cama
rranceza, leitos para cr i angas, marquezas
largas, sofas, cadeiras, bancas de jugo, di-
las porlateis pa c: le, 1 esa elstica de jan-
lar, aparadores, guarda-loucas, mesas de
engommar o varios movis de marcineiria
propnos para ca de familia, candelabros
e lanternas de vidro, apparelbos do porce-
\3i\< para alrnogo jauta '. ditos para o ser..
vico diario, vidrus de diversas qualidades
para mesa, vasos, (guras e mais enfeiles de
porcelana c crisl.-l pra sala, relogios par
cima de mesa e parede, candieiros america-
nos .le globo, ptimo lustre, ulensis o ar-
ranjus diversos de casa e urna grande quan-
tidade de outros muitos artigos ect que
fora desnecessario mencionar; os quaes ob-
jectos serSosem a mnima reserva vendidos
do supradito dia qoinla-faira 29 docouen-
te ss 10 boras da maullan no armazem do
e annuncii ali, iu Jo Collegio n. 15.





uipivstjra em esti-
nii_ai>
Os senliores que tiverem em seu ro-
leralgunzas colier^oes do Diario lo Per-
nambuco do archivo desta rypographia
qneiram leva-las, poissao ptecisas, nao
Ihel'oram confiadas [me 1.mos ,li;iS
\
Jolo Fernn lea Vaona, pelo prsenle an -
' noneio, >nra ni amiaos o collecjas. o obsequio que se '
".un facar-llia de aeompanhai ao ce-
n rio publico ilcla ciiadf, o Oorpo de
. -eu muilo prerado lln o innoeenla Jen.
.. no dia 2! de julho do crrente auno,
Reelfe, 26 Ja jniho le 1^ i8.
:
mvc$ ro-
m finas
Vendem-se pequeas balanris roma-
nas em casa d; I. Pracgei" \ (,. ra da
Ci uz 11. 21.
. COMPAHHii
)e liumin cao a ;;iz.
A cornpanliia de illuminarao a gaz des-
ta cidade avisa as pessoas que precisa-
ren Iluminar os seus estabelecimentos e
casas particulares por meio do gaz de vi-
rem dar os seus nomes ein casa de'Kos-
tron Rooker & C., prac-a do Corpo Sanio
n, i-S, notando-seque aquellos que pii-
meiro se alistarem serao servidos cm pri-
uaeiro lugar,
Precisa-se alugar nma ama para todo o
s.-rvco d urna casa de pouca familia, pre-
ferindo-se escrava, paga-se iietn : un aterro
da Boa-Vista, loja n. 78.
1
mm*

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COMPANHIA NORTUEN, ESTABELE-
CIDA EM LONDUES.
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DU T A. LOBO 520SCOSO
Medico parln o e operador.
O lr. Lobo Moscoso, irr consultas todos os
dias e piatica qualqueropera^So de cirurgia,
issim como,accode com lo la a promptdSo,
as pessoas que precisarem doseu prestimo
para .) sorvico de partos, pralicando aso-
"es manuaesou instrumentaos, quan-
1o nSo ossa coiise^uir resultado !>or soo
da homeopathia, quo tantas rezos tem ven-
cido difUculdades, quo parecan ius'ipe-
ravois.
AVISO.
Na casa de t mhos o pateo do Carino
recisa-se do uv serven'.': oseravo, preferin-
do-sevelho: para tratar las o as 8 da ma-
ullan, nu das 5 as 9 da noe, na mestna casa.
-..;- bacharel Adclinn Amonio de
.-. Lona Freir, te do aicangauj a de-
misso qne pedio de jttiz municipal
de orphaos de Igoarass, acha-t
sta ciJado o tem 1
pscriplorio na ra estrella i:> Kosa- .-,
io n. 10 segundo andar, onde pode
er procurado a qualquer hora d 1
. lia, lambem se encarrega pr 1
..- move' qualquer ai-rao nos jaizosde
. '- fura la capital.
LINES \\ PARTIDAS DWADAS
EISINO ZATICO
(TRES VEZES POR SEMANA.)
Na ra lo Padre Plorlano, sonrado da ps-
quina n. 5, defronte 10 becco do Serigado.
licSes lerSo cometo as 7 boras da noile
as em que se couvencinnar; e antes
usa hora nao se acha o ?baixo assi/nado,
co 1 quem se deve tratar a resucito. O pro-
co rouli'iu'a a ser 90/ pelo cnsino.
H. l'onseca de Medeiros.
S-' es.
Vendcm-se salames de Hamburgo no-
vose lo ptima qualidade, tantoempor-
como a retalho: em casa le J.
Praeser iv> C, ra da Cru n. 11.
Antonio Joaquim Panasco participa aos
sous fregu ves amigos que tem traspas
o seu estabelecment para o primeiro indar
Junto a dita sua luja, aonde tem montad
sua fabrica, e aonde melnor pJesalisfazer
qualquer encommenda de guaroiedes doou-
ro 011 prata para doceis, bambinellas para
sala, on aparamentos para igreja, galo -
palheta, franjas, tolos osgeneros para bor-
dap, c lodos os uniformes militares, tudo
por presos commodos.
Precisa-se de urna ama para casa de
larr.ilia, nicamente para oservico inter-
no, agradando paga-se bem : na ru Bella
11. 5.
A
ESTABELEC5MNT0 PHtTOKiAPHICO
iECOMP.
Aterro dit Boa-Vista n. 12.
em
GALERA E OlFltiNA A REZ-DE-C11AO
Nao confundir com a officina de daguetreolypo na mesma ra.
irados seguudoos procesaos os mais modernos sobre crystal o p"ei
rumoeeom colorido agnarella, applicaSo de lindas ?aizagensno camp'o do rctabuio,
Miniaturas para allineb s e cacnl las imitando pintura sobre marliai.
iletratos de pessoas fallecidas em qualquer generoetamaito.
rucas caixinnas, luqueza, pompadonr, v-lludo, Ixi-tiruga, marroquim c'.c.etc.
,.-,^ !C'r8t')8,em Un,"nh0 nata"' sobre tela, desenlio da machina monstro cbamada Mo-
gascopo e pintura a oleo por m3o le artistas franceses.
Semelbanca e duraQo garantidas.
pr,i^ieprd|UC,:no ,0 vlMas- J,'senl"is oulrtls objectos do arle. CollecSo do vistas dos
rrauti les e da estrada de fcrroa.
p. MJ*- pOR MAIOR COMMODIDADE DAS ILLUSTBISStMAS SENilORAS E
riVil x 1vSv\,,'.-v,i:K:A S,:,{,V' aREI{T'V E CONVENIENTEMENTE ESCLARE-
CIDA AS NOITES DE II Al!.

U
M0:,R~jg D0A--.IE
aH
PEORAS PRECIOSAS |

Adereces de brilh'an- '
les,diamantes e oero-
1 is, puleeiras, alune- -"
tes, brincos e ro eta!
boto es ea neis de uif- :
ferentes gostos e de
MversMpedrasdeva- ;i j..:,... s v
da Europa
Loja de ourives
BllDaaBl'CVX. 7.
rleeebem por
OIT.O E PRATA.
'.derecos completos j?
. ouro.meios ditos.pul- .
-iras,alliiu-te-, brin-
r eos e roset.is.cordoes,. "2
ranselins, meilalhas, *A
correles e cofeites "
:,,-.
pararelogio c outt
!
' Compram, vendom, /'; .,{.,. s, ,, ,., ,_ k ouro' '.
ouirocam prato, ou- ;\j l ,N m IS ^ '" 3 Apparelhoa compl
, ro, brilhantes, da- -,-\ (IhI'IIO "{'-;'.) I ) '-''- t
antes e peclas, e S h bandejas, salvas. ea^lT


DA
propostas apreseotadas em 30 de junho pro-
zlmamente lindo dosSrs. s?ntos, Oliveira &
C, Thomaz Pernandes da Conha, Uiii Bor-
ges de Cerqueira, Hanoel Ignuro de Oli-
veira Braga, Mnoel Antonio de jess. An-
tonjodaCosUe Silva Maduro, ManoelJos wsto"de50(i reis
iln AIio.i.i.i Si.iwi I.. .*. c ._..~<_ .,.1 ^.:_.
de Almcida Nunes, Jos Concalves Malvera
e Lefio Uiniz Maebado, na parle relativa a
diversos objectos de que ja t"m scieocia,
Compondo o material para os ditos navios,
effectoari pois, em virtude de antorisacSo
do Kxm. Sr. presidente da provincia, os
respectivos contratos de compra em sessSo
de 5 do agoilo prximo.
Manda declarar mais quo contratara na
mosma sessjlo o liirncsimento dos artigos
segaintes :
Enfermara de marioha.
Camisolas.
Colchos.
Cobertores.
l'ronhas.
J.pncesde brinj.
Sapatos.
Toalhas.
Trafisseiros..
Pracas do balalh.'u naval.
Ronets.
Capotes.
Pardas le panno.
Gravitas de couro.
Polaina.-.
Para cujos forneci-ncnlos pagos pela itij-
neira conberida o em ortica, raceber-se-
hSo uropostns at as 11 boras da manhSa,
em que aerad bertas, aeompanhads de
amostras do quo cotiber no possivel, su-
jits em seguida a->s respectivos exames.
SJa das sessOes do .eonselho referido em
G dejiilho de 1858.
O socretf rio,
Alexandre^KoJrigi'tes dos Aojos.
TRIBUNAL DOCOUMfTRClO
Por esta secretaria se faz publico que ties-
ta data fura ni inscriptos no livro do rrgis-
tro das cumpanidas saciedades coramer-
ciaeso contrato social em oommand-a sob
a firma de Ramos, Da irat & i;., esteb
da nesta cidade e 4a qual san socios solita-
rios Daniel Cesar Ramos c Bernardino J)u-
prat, a qual sociedado durara 3 annos ce-
udos do r de junho p p., com o capil I do
.OOiOOOj.o compelindo a todos os sacies o
uso da firma social, o o distrete) celebrado
por Antonio Lores Rodrigui 8, Hariann i Lo-
pes Rodrigues o Jas Dias BrandSo, soi
,ein relacHo a este, Bcando.por tanto exclu-
di,- da socieade que Kiruva nesta cidade sob
n firma de Lopes Irmao & BrandSo, a qual
lica Substituida pela do Lopes limaos, o o
mesmo RrandSo descuerado de quaesquer
obrigacoes
Secretaria do tribunil do commercio de
Pernamt-uco 26 de julho de is:.s
Dr. Aprigio <;uimar5es
Oflicial-tnaior.
A cmara municipal la Recife, com
quanto esteja dan lo andamento .-. obra do
matadouro publico da Caba gi, todava an-
da contrata a sua eonstiuccJjiu porempreza,
no > reodimento do im-
mpo que se conven-
dando ao
Oabaixo assignadn declara que de '
em diante compra bilbetes d" lotera reco-
Ihidos com o descont de 20 por cento soja
nusl for a quanlia : na na no i; llegto n _> .
P. J. La y me.
Na (undirao da Aurora n^ecisa-se
de serventes forros ni escravos, pira
sei vi'. r. coberta.
Francisco los Augusto Ferreira, na
ra da Moeda n. 2, tem p r vender revada
em saceos de 4 ariobas u 79000, sssim i
barris com niel, ludo protiro para as c i-
' CllCl.'.S
Oabaixo assignado declara ao publico
especialmente ao coro ao commercio,
que tem vendido ao Sr. Joaquim da Costa
Vieira paite do que lile lucava na SOC
^ HM*S
lames Crabtree terv Mii.a do agenie Oliv 'ira, de grande sur-' que tinha com o Sr. Jos Joaquim Goncalves
ti monto de lazendas inglezas, inclusive al na retinara sita na iua doJMIar n. i'-", e
gumas a variadas por conta e risco de quem ''' osito da mesma na ra da Cruz do Reci-
perlencer: lerca-feira, n do Brrente, as
10 boras da manba, no sen armazem, ra
da Cruz.
LEILAO
i''
DE
/jmhuS
nas
( Para os logistas < c bom roslo)
ra-le ira 28 do cor*
r< ote
AS 1 ( IIORVS D.\ MAMA.
RA DO COLLEGIO, ARMAZEM V l.
ni 11

conar, e ueste sentido aceita propostas le far leilao por conta e risco d
cer. do oto pecas do lene i de seda de
superior quali lindisssimos dese-
nhos, o ooii pecas de cassas pintadas mui-
lo linas, e dos mais bellos padroesqueaqui
tem '. parecido, au ull mo g isto ; cujas fa-
zen las se achara patentes, ao exame dosSrs.
pretendentes, uo refer io armazem, oabt
serao vendidos sem reserva algumenosu-
pradito ,:ia pota judie dos.
juem se quena encarregar da mesma olea,
e franquea ao exame dos interessados a
planta e orcamenlo respectivos com as alte-
racOes ltimamente feilas nos ere- is orea-
dos.
Secretaria la caman municipal do Recife
22 de julho do 1858 o secretario, U
Ferreira Accioli

.
";.

WMJkYSJZk.'ML
lilpUUSt
tie p i ictcs ingltz
h por.
At'; o dia 29 es era-se da Kuropn um dos
vapores desta companhia o qual depois da
demora do costume seguin para o Rio de
Janei o locando na Babia : para passag
ele, trata-se eo os agentes Adn
Howie ^ C, mi do Trapicho Novo n. 4:2
"te ,
ii 11 a o e
va
I i.i si nesl ,; (las n brijj te e :una
nacional CAROLINA, capilo e pratico
Joaquim Antonio Goneaive* los Sanios,
DE
pariiiha de Ir i
IVr^-feira 7 !
2 PELO AGENTE
y.
> cor-
1. A
f'ANA
o
aRonte Pestaa rara ] Hf no -i,r -,- ;n .
determinado e pelas 10 boras da manhBa a
porta do armazem do Sr. Annes defronte da
alfanJega
200 barricas com fannha de trigo marca
r\iia. rocentemeol i cheg ao mi re lo. e
despachada cm l.\ do coi rente.

rV ^1
eiloes
< ite.
I Jacques la Silva e os mais bord-
le n 61, a qual sicielae gyrava na lirma
es Goncalves, e passou i gyrar na de
' ieira S Gonsalves : declara mais que o ac-
tivo o passivo da antiga firma sSo obriga-
oosos Srs. Vieira & Concalves pela sua li-
quidacSo. Recite l de Julho do 1858.
Manoei Antonio Pires.
as di :'>iirn!^sa.o ra vos.
Ni roa larga lo rosario n. 22, re '
ros par serem vendidos por commis-
'"'i' : or conta ao seus sonhores, c afianza-
se o bom u Lamento i assimeomoa pro
ta ven la, lira i qi a : us a nbores nao
-ollruu c:i parle com a venda dellcs.
O i to vlbo, chamado Antonio, que
Jase Xavier a itoob i W inderlev, i p-
'ii no sitio Podrei a, perlenceiite ao
cogenho Guerra de Ipojuca, pedinoo para o
comprar; diz ello que seu seuhor mora em
.1 ingadinba: se u dito senhor o quer vender,
apparega, se nio quer vender api
ra o c i luzr, que > annuuci ule nao sa
ilisa porque te i inteiro couheci-
nieulo do dito e.-icravo.
fllai a negocio de seu inte
resse com o preto liv e Miguel que chegou qm ha poucodo Porto Al
em companhia do ir. Ricardo llucb, u se
asrd cora muito por qualquer informac3a
que su dor sobre ., n i smo, no escriptoi io
de llenr. Brunn&C, na ra da Cruz n. 10.
Pl'BLWACAO RELIGIOSA.
Acba-se no prelo e brevemente tem
de sabir a luz oTRATADO DOS DOUS
PRECEITOS DA CARIDADEE DOS DEZ
MANDAMENTOS DA LEpor S. Tbo-
mazde Acpiino, Iraduzidoein portuguez
pelo Dr. 1!. i'. Henriqucs de Souza. Pa.-
r cobvir as dcs|>ezas desta interessante
publicnrao subscreve-sc nalivraria da na
lUrc^e
iquot
ii. :.'l a razao de IS por cada
do Collegio
exemplar.
Lines de d, asi
Asea. Virginia Romagnoli primeira
bailarina <\^ emprenza Ivrica do tbeatro
deSanti Isabel, discipula da escola de
Milao, deseja oceuparalgumas lunas dan-
do liees de dansa a senboras e meninas:
quem desojar utisar-se !> sen | restimo
pollera' i irigir-se ao sobredi lo l'i
desde S horas da manliSa ate V da tarde.
Precisa-se il algtins coristas de am-
bos os se\os para cantar as operas lyri
' is: quem ul< ir apto e os qne a fo-
".'iii j i i es la silva o os mais l.r"i- ;. ,J
ros d fin-do eoma.e, da lor \ntonio da Sil- nun aJ leui '"Ciwc ao tlicatro
a faro leilo, por iulervenc3o do agento
Oliveira, d i lanudo sitio, com
. I | ,1................*' ." ni | i.iii..ni-, .mii, ,;^,iii
lea/, a bcrtlo parte da carga que i de boas casas, chaos proprios, no lugar .ta es-
signatai ios N i... laigo i
Sanio n. li.
lo O
rpo
levar, para o resto Itata-secom s :on-1 t'*da entr Saul'Anm e Casa Forte, tudo em
um ou mis latos ale o numero I 27, <"r
que to b para i < a deli
ne i lo. r ; rehn l< ndn c i um de 3 0 i
"' almos le rrente com a pos fundos
te i< ou ibrang tn i n i or nu
mi r i di stes confoi ir convenha aos
" lentes, e de accordo cun a respi c iva
planta appn vada pela Cxma amara muni-
cipal ide, actualmente oxposta para
11
de Janeiro
Segu combrevidade obemeonhucido
r\: me, !i"l le i
para tratar.
Na ra larga do Rosario n, :;;,. preci-
sa-se de um catxeiro que lenba pratica de
ciu lezas : a lial ir n> n esma li 11,
David Wm. la n m io, ua si ahora, I re
lorese u ta cnaJ va i a Eu
I! de
. ; i : i.
Oabaixo lo, mestre dos novicos,
convi la a to los os i eos e i s-
sospara assistit i da pa l oeira Glo-
Rcims participa ao respeitavel publico
pernambucano, queo nico deposito do
eu vinbo de champanbe, se aclia cm ca-
sa deJ. PraegerA C.
--Deseja-se fallar ao Sr. los Candido,
qne se acha levantando engenho cm Pmen-
loiras, ou a quem suas vezes lizer tiesta pra-
ca, a negocio de seu especial interesse : na
1 u i Nova n. li, segundo andi r.
Casa de commisso de csc avt -.
Ka roa Direila, sobrada n. 3, defrnntedn
becco de s. Pedro, recebem-se escravos do
ambos os sexos para sevetiderem de com-
missoes, nSo se lovapdo por este traba I ho
mais do que : 0[0 offer icen lo so para isto
toda a seguranca precisa para os ditos es-
c avos.
'i ytfmr/
.,
la, ni dti Laran- i .
i Bira n.l, na meiniacaia tero a::ua e i" ; .,
ntrinc Q
na ra do Crespo n. 2, eseriptorio Ca
via farrea, entre i) botas da manhaa ati
da larde, se dir quem precisa e cozil
ro forro, mulherou homem, como tambem
de urna ama forra para ensaboar o engom-
mar, nao se olha prejo.
Na rna do S. francisco, penltimo so-
brado confronte a orden tercoira, existem
cartas iara asSras. i). j<>nqiiiriH Hara Caval-
ifi'ii leOurem, Francisca Alves Lima e Jus-
t na Francisca de li
--- Lsti rugido desdo o dia (9 do crren-
le o preto Jacob deucSo Costa, de3
nos, pouco mais ou menos, nflo he muito
alto, be bastante reforjado, tim somente
. nSo tem falta de lentes: sunpoe-se
que anda | elo bairro du I" i i-Vista e Moode-
go, ouoceulto poralguns negros da Costa
quem o pegar lev-o a ra do R I n. 02,
ii lo an lar, qu r i en 'rosamente re-
compe sado.
-- Precisi -se de tima i rite, forra
1 ai r !, ; filiar em Santo \ aro ao p.;
4a fun li<*3o, taberna de Ji s acintho de
Carvalho.
toile : rn
ra de Santa Isabel n 1.
-No ,lia 17 '.lo (\':r. ;!p 1 m BOS^ntOO-fS la
rata de iec n nlior ^ i ina, erioi
io*, he bem parecida e d boa llora,
i I inlu fui, rom nmi i i a prel i i i ro>M e com
iiiuaiiiin. eicalrizi rom-
m, porlanlo, s. uloridadefl |H)Icum < eapilMdfl
rampo mt apprahanflo, que eralilicara' rini 2c-
DcrusMada, na bcco o lioncalve, irmiron 11. 10.

i'ioiuij-,-,, ninae, cas--,j
outrasquaesqoerjoias Su I '..' avfaUC "O Breadao-9
de valor, a dinbeiros 1 ra^- Jj| puede cha, e muitos **
ou por obr.s. O C I 1 ) ? .s r*5 outros objectos de
tmsmu B Jquacsvendempi,
preco eommodo como
costumaai.
oter
3
5D
.
sa de i ikui
vier, me
-ni sua casa de saudo, oue lica io
da estra la da Passag m da
lab 01 inte g "an le n a v0
na do Ch ira-Menino, to (
- oas lenles, aiiancBndo o !>>-
*J Ihor traa ment, o maior zeln ec i ',*J|
\f/ dado medico, ti local em quo est ty
{j) edifica la a casa destinada para esse (
misle.r as regras hygiemca sobe a
as qe es esta construida, os comra 1- '
dos de quedisp6e,o sceii ordeui, ($)
m 1 regularidade que ah so encon- ca
^ li.im. sio con dios ponderosas para '"j
5w urna breve cura e completo resta- '^/
renlo. As : q te quiz -
1 11 ulitis r-se de s o pn iti o po- 'v
* dem dirigir 1 pateo lo Carmo, W
@) sobrado 11 9, prime das i)
^ 10 horas du m nbSa as i zZ
1 d ssa ho 1 em dianlo no s-u esta- ?
$
H
ROVINCIA.
O Se. tbesoureiro manda fzei pu-
blico que se acharo a venda lodos os dias
o pavimento terreo da casa da ra da
Aurora n. 26\da 9 horas da manhaa as 8
da noite, bilhetei e meiosda tegundapar-
tc da 20.a |oleria do tbetm de Saii(i
Isabel cujas rodasandarfio impreterivel-
mente no dia 4 do prximo futuro mez
de agosto.
Tbesouraria das loteras 24deiuflio
del858.-~Oescrivao.J. M. da Cruz.
ni p.rticuUr da roa de
Horras n. 1 0.
A05 pas dk fahilus.
Oabaixo essignado, nSo ignorando que
existem muitos pas, cujos meios .-cuma-
nos sao taes, que Ibes nao permittem pagar
a um professor o cnsino de seus 1,1 os; o
aue por issu ambicionan lo dar-Ibes urna
educacao conveniente, sug itam-se i graca
dogoterno, poodo-os r. a aulas publicas,
onde quasi sempre tnrelizme l be t3o Ur-
da essa educacao, e isto com grave detri-
mento daquelles que mal po i ri-los
la i" upa. etc.; offerece-se para ensinar
gratis ate o numero de 21 m min. s, a ler,
escrever, contar eentenler bem a doutrina
ebristaa: justasrazOes, porm,oprivemde
ainos qne oxee lam a i la e de ia
annos. Espera-se que os pais, nicos arbt-
Vos -. n3 ab em e im pr i-
jmso dos verdadeiros neeessitalos desle
sincero e espontaneo offerecimento. Estara
para isto ibert a aula do I.- de agosto em
diente. Recife -2S de julho ae 1858.
Jos Caropello de a. CalvSo.
-- A ara- d. Leonida Goilbermina de Oli-
veira queira man lar a sdministracSo do cr-
relo receber urna carta vtn la do sul
ATTENGi
Tendo-se mandado not tem no Recife o
mulaimho forro de nome J .cintbo, de idade
de 19 annos, le feicdes regulares, cicatri-
zes porbaixodo queixo, poscoco e.peitos,
proveniente de queiruadura, levaiuo vestido
calca ecamisa de algodao azul trncalo c
eodepalha; succeleque nDo voltasse,
a o o sbaixo assignado ter elle sido
seluziJo poralguem, e como oabaixo as-
u tutor e tenha restricta obri-
odeo: iresentar ao miz de orphaoG,
guando o exigir, por isso alo resenl di-
rjge-se is autoridades, ali^. de que soja dito
mulatmho apprebendido onde quer mese
encontrar, o mesmo porque pode algum
malvado reduzi-lo es ravlda i a a toda e
i qualquer pessoa que o eoconlrar, pede o
favor de o agarrar e leva-lo ros Afogados,
casa n. 3, que se gratificara,
mesmo se tara qu m ler exactas noti-
cias delle OabaiXo assignado esta d.isposto
i usar dos m ios que II e facnll im as leisl
do paiz contra quem o tiver sm sua cusa.
J ao I. luardo Pereira i
"Precisa- ., para te-'
:'' servigo : : los, i I io da Pazl
n. .;, ou aanuncie.
'.' \ NOVA .%'. l^
_ '' roupa i" i:
seos anl
freguezes encontrara um com deto sor-
mento te todo cqualquer falo tendentes
ronpa uno sejam casa :as, a ibrecasa-
eas, paletots de panno, casimira, da, me-
rino, alpaca, gangas, bretanha, brim.gon-
s, aquetas de alpaca, bretanba, e brim,
vestidos de merino pura mu tari Casave-
quesde seda reta e de cores, calcas d
simira preta e de coros, de brim delinho,
iranen e do cores, ditas do al :o ISo, u:- sor-
timento de meias pura senhoras, homens e
moni ios io sexi -, e ida les, cha-
peos de massa lftice/es, linos, ditos de sol
ra senhora, ditos do pa-
ninho, luvas linas para senhoras e homens
nm grande sorlimenlo de fazendas para fa-
zer qualquer obra cora resteza, camisas
brancas, linas, o m pe tos de linho, ditas
no dita francezss, ditas ae cor com pe tos
do fustSo, pelo prego mais rezosvel do que
cm outra qualquer parto.
Fugio a ?i de julho n cabra Mai
'andido, que d r aqoi na praca ou em
Iguirnssu', tem um odio fura mes-
ma parteum grande cicatriz: quem o pe-
_ : eonduza- i a roa do Collegio a. 18, ou no
engenho ao p, qne ser be n recompensado.
.\o mesmo engenho cha-se a ven-la bom
gad i para carro e carroc, nlin lo-se o
mal inste : a tratar uo mesmo.
Precisa-se de um caixeiro que lotiba
pratica de taberna : defronte Jo Rosario da
lioa-Vista n. 2.
rerdea-se um Qandres comprJo e es-
treito, com 2 ca Jemos do asseato de pao. do
largo da ribeira do peixe da freguezia de S.
lose at o becco do Piquoda mesma fregue-
zia : quem o achar, querenlo restitui-lo,
dirija-sc a taberna da ra dos Martyrios n.
36, que ser recompensado coai 39000.
Offerece-se urna mullier de mdia ja le
para ama de casa d? bomom solteiro, para
todo o servico decozinha o sala, monos la-
var, engommar e comprar: na casa terrea
no oitao da igreja de S. Pedro Novo, em 0-
linda, ao p do sobrado que volta para o
Carmo, se dir quem he
Precisa-sede um feitor para omsilto
perto da pr.iQa : na roa da Aurora n 36, ter-
ceiro andar, por cima da urna taberna.
No da li dejunao prximo prssaalo
fugio do sitio do. Francisco .arneiro Macha-
do ROS, om S. Jase do Manguinho, O seu es-
cravo Filippe,crioulo, altan regular, bas-
tante astuto para dolos e la iroeiras. olbos
pequeos, qneixo lino e quasi sem barba,
costuma trahiliiar, quanJo foge, na essadi-
uhada alfanJega, em arrrazons de assucar
c eai out'OS servirlos Ja pra?i : quem o -
g^r leve a seu senhor no aterro ua l5ja-\ I-
U n. 8, que recebera a recompensa
:-
Attenco.

AMA DE LE1TE
iu ae de b ms costumes, "
C sa a e digna de conMinca, offro-
i-se car-, cri-r de leite alguma
; erianca em sua casa, medame um ::i
.'' estipen n i mdico.
-.'
'$j belecim ni o.

i. Luiz Antonio de Si- riosa Sanf^nna, no dia 1.- de agosto
queira, roa da Cadela do Recife. Esta im-
portante proptiedade pode toiuar-so unidos
mentados co i seu hbitos Joao Filippo
da Cusa, mostr dos novieras.
olera
DA
No '-ii dorio do
1 llogi i n -.'i, \ a lo-
tera o i pro neta i .'ios seguinl s preQoi
para cii ta e a di vista.
Hlibeles ga i
Meios ditos 750
P. i. Layme.
A DIA H0H4
da I; das, '
r3o, pei e llinli", a moda du Rio de Ja-
n iro, prci;o de t -' 0 500 i im i :
go da i' nba i. i", i {reja.
Fugio I j box !i do b ic on d
I iriua, ocscrat de idade de
> annos, cor preta, i gul ir,
i im] pouca i' natu-
ral do .Maiaiiii.M.sup >: i|ue se ni
por lono e tal vez ande c in ronpa n va
visto ter leva dinbeiro no acto
da fuga : quem o aprehender pode con-
duzi-lo a -as i 3 & C. ha prai-1
do Commercion. ii, tpiesera' generosa-
mente grattc ido,
: AS IS le .,
- i m| lem le prestar este servico fo-
'..- mu casa Eotretanio asse
melbor trata ment para com
rianca enlregoe t seus cuidados. .
essoa a quem iss > convier quoira
i0 dirigir-se a ra Pireita n. n. ;.
D. Josepba Mara da Silva Costa, i
do fallecido Manocl Estevao da Costa, faz
publico que se acia proceden lo a inventario
Jos POUCOS bens deis.dos por dito SM a,in-
do marido oelojuizo de orphSos d'sta ci 11-
de, eque fezabstancao da heraaoi a que
tinha diceito, a beneficio do inventario e dos
redores que houverem
uem annuncioii querer comprar um
sollim usado e-i! bou estad), procur>a casa
n. 26, nos Arrmbalos, que adiar rom
quem tratar.
0agenie da emprea da linaria
l maisalguaaacollec(des da biblia para ;>l-
guns subsc i plores novas, avisa < que a
c mvenha assigna-la aue o fac< ateo da 13
douro agosto, lempo em que sara fe-
to o podido peio vapor inglez. i ao b m-
as assignaluras na livraria do Jargo Jo Col-
legio n. -2.
OSr. Jos Antonio deSouzi MagaihSes
tem um i c irta em casado Manoal Ign u
Oliveira Filho, no largo do Cor,,,, santo.
Quem precisar de u d feitor casa lo dos
que ltimamente chegaram da liba,
dirigirse a rna oo Araoiim u 50, afim de
i tent dos mes uos, on
cure-os no Caldereiro, sitio onde mora i
; Aicjfo a io.
J. praeger
Ra da Cru;'. n. II. reeeb ran p I i
naviocliegad ltimamente de amlun-
go, um grande sortimento >l- geni
alimenticios le todas as qualidades,
como :
Salames.
Carne de ganso poitrini d'oie tumee,
em !
"aviar (ovas de peixe) em
bt-VlItl ;. ;1S.
Saueisses petites andouvillcs em latas.
liolitilios linos frai cezesem latas.
Fructas de todas as quaPidades da Euro-
pa (em calda.)
Cou. iins em laseos cm ca\ ibas bo-
nilas.
1 no rva d indas as qualidades Unto
de carne como de horlalica.
\ inlio do Porto,
Vinbo de Bordea
Vinho Shern
Vicho da adeira, lodos de superiot
qualidade tanto em barril enno en-
garrafado.
C tgnac Pal Brand\ em cm
caixas de I d
Agoardente da Franca dito d to.
I em gairal is m as
ricas d i que | ra a
merf
Champanba d ;.,_
Ben I a Rcris r lt tu li I
o C. o Mu nl i
Carval
trio tara a :ua daCn i .
. .
Ean.Ce 8
lid
''-?:; i O +rm
; r
> iiarci*
ueiiia.
ti
a


DIARIO DE PERNAM1UJCO TERCA FEIRA 27 DE JULIIO DE 1858.
Homeopathia. Fazendas.
O r. Sabino Olegario L. l'inho, tendo de
organisar aHistoria da horneo ntbia du-
rante a epilemia do cholera,roga a todos
09 amigos da verdad. quor desta provincia,
qner das oulras do imperio, que Iho forne-
C"rn rom a maior brevi lade possivel, quaes-
qaer documentos, informaces ou narrces
exactas, que possam servir para a execucSo
dees, obra. He justo que sejam conhcci'os
os nomos de todos aqnelles que em tto ca-
lamitosa quadra soccorreram a atllicta hu-
manidade. No consultorio central homeo-
ptico ra de Santo Amaro (Mundo Novo,
n. 6.
(g O Iji i.asano''.i pode ser procura-
do a qualquer hora para visitar doen-
tes e praticar qualquer operacSo de "j-
cirurgia. especialmente de partos t
m seu |
|COmLTORIOBOIEOPATBlCO|
iH udtMCruAt18 2
No rresmo consultorio tem sembr .''.
i- os mais acreditados medicamentos L
homeopttbicos em tinturas e em ;'
glbulos e carteiras riquissimas;hi
'.: tambem varias obras em francez e "'"
- un porlug iiv.
:.l'QO-O-.:., ::"::-:>::; C-.>OC5St3
Re chegado a loja Je Leconie, aterro
da lina-Vista n. 7, excedente leite virginal
deroga nanea, para refrescar a pee, tirar
pannos,sardas e espiabas, igualmente o a-
fanisdoolro babosa para limpar efazer eres*
ce? os cabellos ; assim como piN imperial io
lyrio de f'loretica para brotoejas easperida-
a 'elle, conserva a frescura eo avellu-
dado da primorosa da vida
.;. .:0.\SILT0RI1I0IE0?ATIC(I g
OS. LOBOMOSCOZ .
NA RUA DA GLOKIA CASA DO l'l'MUd $
0 \)v, Lobo Mosco/o faz scicntc *';
aquetn interessar rossa que tem
- comutodos em sua casa para re- .
.'} ceber alguns esclavos nao s pa- '.'_':
ra tratar de suas enfermidadei :[':
romo para fazer qualquer ope- 0
j rac3o. Os docntes serao tratados $
'i pela liomeopatlua ou pela alio- {
}g patilla, conforme parecer mais f*
.'? conveniente para a brevidade da $J$
| cura. Adverte (pie recebe gra- r
-.'j tantamente umaououtra pesso
que precise fazer alguma opera- -.|
i 5o, e que por suas c'ucumstan- :';.
.-;' cas nao possam satis fazer as des- G&
pezasde tratamento e nao queira M
sujeitar-se a ir para os bospltaes. ~J
O preco do tratamento dos esera- j
vos regulara' de 2# a 7>i diarios .;?,
J5fe conforme a gravidade da moles- gg
ta e o tempo de curativo.
O ahaiso "Hiena !o acna-s. aolorisailo a ven-
der n *ob,a"> de anaar e sn|ao tita na ra do
H'iai'ieiii n. 19; e mais um lerreno ronlicun ao*
tunaos ao iiu-iim Mitrada, eom K(i palMl de fren-
te e 170 de fondo! ; por lato qnem pretender, nnei-
r.i dirigir- ptara da Itoa-Vitla, botirs n. 24, e
all indicara' o lucar c as horas mas para ser pro-
Banda. Joo Octavio de Mourg,

"CJ.~',:' wk -.''.'^-.'.-;.*.- .'.
Veste-se um honiem da rabeca
at os pos inclusive charutos e cba-
ratoirss, por varios pregos : na luja
do bem cunhecid.i Mabuco & C. la
i* ra Nova n. 2, atraz da matriz de S.
Vntonio.
.......
SGQBO CONTRA O FUGO.
COMPANHIA
AldLlAKCE.
fcttabelecida em Londres,
em marco de 184
CAPITAL
CINCO MILIIO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Rrothers & C. tem a honra de
mlormar aos sanhores negociantes, proprie-
tarioa de casaste a qnem mais coavier, que
estSo plenamente autorisadns pela dita com-
panhia para effectuar seguros sobre edifi-
cios de tijolo e pedra, cobertos detelha.e
igualmente sobre os objectos que contive-
ram os mesmos edificios, quer consista em
mobilia, oo em fazendas do qualquer q;i -
lidade.
- Preeisa-se de urna ama que saiba co-
inhare comprar, e fnzer todo servico ile
casi '. tratar no aterro da Boa-Vista n. lt.
Quem tiver urna cas terrea ou sobra-
do no Reeife at Fra de Po-tas. e quizi^r
cpdc-la ou traspassa-la, mediante alguma
quantia de luvas, falle na ra da Cadeia Ve-
loa n 59 ao pe do arco.
- Deseja-se propor um negocio ao dono
lo predio n 116 da ra da Seiuala Veltu, na
ra do Vigario n. 22, primi-iro anlar.
Ju^en Norat, subdito francez, retira-se
para Franca.
Ain la se cha por singar o snhradn|de
um andar e lojas, concertado e pintado de
novo; na ra Oireita n. 91.
Na ra Nova n. 18. prlmeiro andar,
or cima a loja doSr. C horas da maiihaa as 4 da tarde, tiram-se"
retratos pelo novo systema norte-america-
no. O artista que dirige esteestabelccimr-n-
lo hn o iiK-smo que trahalhara na exiincla
ollicina ie dsgoerreoty po ao aterro da Boa-
Vista u. *, te ceiru andar. Nesso cstaheleci-
meuto se encontr um grande e tariado sor-
luncnto de caixinli;.s e quadros de tolos os
Idiiianhos para a coliCC.aQao los retrates.
I>a-se a quantia do 5:!>005 a juro razoa-
vel.sob garantas sofflcientes : quem preci-
sar, queira deixar nesta tyjograpfia em car-
ta fechidaa indicagao desu> residencia paia
ser procurado.
.,
Oompra-se um selyntlro de padari,
usado, poim que esleja em bom esta lo
quem tiver annuucie por esta follia para ser
procurado.
Escravose
Compram-se escravos do sexo mascoli-
no de idade de IS a Til) anuos : na na
da Cadeia dr> Hecife n. 54.
Conipra-se elleclivam^nla bronze, lao
tSo e cobre velbo : no deposito da fundica-
da aurora, ua ra do Rrum, logo na entra-
d- o. S8,e na esma fundc3o,em ^.'maro.
Compra-se ell'eci iva mente na ruadas
Flores n. 37, pritoe.iro andar, apolices la l-
vida publica e provincial, scQes das com-
paobias, e da-se linb i o a ja osera gran-
des e Deauebaa quantias sobre penhores.
Compram-se dentaduras artiticiaea que-
bradas ou inutilisadas : no la,rgo do Colle-
gio O. 37, priineiro anlar
t^ompra-se um cavallo capa 'o, com
andares: no Poaeinho, casa enTidracada
junto coei.'eira, por detraz de Santa Tbe-
reza.
Compra-se "" ca-ia terrea rm bom
estado, ou o SO>ra IiJio em boa ra : na
ra doOueioado, i'oja n. 36, se dir quem
com
Com dus escravas que sejam
boasenxoi.....adeiras a i '<' nae sejam vicio-
sas, I iliU liara o servico ordinario do nina
cas, pr.^-i-sa bem : na' ra Jas Aguas-Ver-
des n 46.
Compra-se borra de vinho: na ra da
cnzal-i Velha n. lio.
^ende-se no aterro da Boa-Vista, loja n.
18, de Duarte Borges da Silva, urna grande
ipiantidade do retalhos de cagas pintudas de
xcellentes ilesenhos e muito linas, por me-
tido do seu valor.
Vendem-se \ escravos pacas, 1 dito
bom cozinheiro e bolaeiro. t dito de meia
idado muito forlo para todo o servico, e 5
escravas de idale de 13 a 18 anuos : na ra
das Aguas-Verdes u. 46.
He liaraHo que
admira
Manteiga ingleza a 800 e a 1300 a libra,
dita l'ranci'za 720, marmelada lo Rio Grao-
de do sul, latas de i libras a "2?, ameixas
francezas a 1/280, e outros muitos mais g-
neros de primeira qualidade, que vi^ta do
comprador se dir o proco ; a elles, fregue-
zes, queoSoares esta queimaado : no de-
posito da ra do Collegin n 13.
Vende-se um terreno confronte pela
parto do norte, com a travessa da rus \u-
gusta e alinnamento at o rio < apiharibe,
pelo sul com o terreno d Joaquini Lobato,
ao oeste com a projectada nu*a ru, com 461
1|'2 palmos de leste a Oesti, com 370 palmos
de norte ao sul, com duas casas terreas,
sendo urna mei-agua, com varios oes Je co-
quetos e mais 400, palmos de alagado jun-
to ao mesmo terreno acini" : a IraLar na ra
do T.-apiche n. 36, com Matheos Austin $
Companhia.
AI face.
Vende-se diariameoie e a qualquer hora
do dia famosissima a I face ; n rua da 1**1-
ma, quimtal com cocheira defronte daedi-
BeaeSo do Sr. r. Relfflo.
-- Vende se urna escrava moca.de bonita
ligura, lava e cozuba o diario de urna casa:
na rua Ducita n. .'!
(/ l^ado barato.
So por serem mais antigos na loja, ven-
dem-se no aterro da Boa-Vista n. 14, borze-
guuw de enliar de durque de cores com
--alto para seuhora a 1550d, ditos elstico- e
de .Miliar de Juraque pivio sem salto a 2S500
8 39, sapa tos de lustre rasos de sola e va
para homnm de 'OJOO e 55, ditos de una
sola co ;i salto de s#5u o 3?, ditos de fellro
para lio-n-m e -enh<>ra a la), ditas para me-
nino a 320, chinelas de marroquim farra las
deseJa para seuhora a iuuo
HE MUITO BiRATO.
Nos qi.r.tm cautos da rua do Qunmado,
loja n, 20, venim-se pecas de madapolo
com pequeo toque de avaria, e prequs mui-
?.oem cunta, queso a vista se pode a imirar.
Fariuha de
mandioca.
No armazein de .Manoel Joa([uim de
Oliveira iV C, rua do Codorniz, n. l(i em-
frente lo becco da Madre de Dos ven-
de-se farinba muito lina para mesa a lO.s,
idein mais ordinaria a 8J), lina e grossa
sao saceos de 28 cuias.
Cadeiras e fij-
los de marmore.
Vendem-se cadeiras de Italia brancas e
pretas, singelas e di bracos, lijlos de n.ar-
more de 10 e 12 pollegadas, qu drados, por
pregos comadlos : om casa de Bastu & Le-
ntos, roa do Trapiche n 17.
NOVaS PECHINCDAS.
Pampaliaaa Boas para vestido < 1^ rs. o rnvaiio,
Mda lavrada rieoa padrOaa a 19 r*., naaatalinai
brancas e de core a 320 r*. o cova.lo. lene s de ne-
da mudo urandrs a Igra., dilna a 18800, ditos Oo
ra-a a 200 rs., grava s de na a ig rs., carnlaolai
da Ha pata aaeravoa a l>oo rs.. srande torlimaBle
de corles de veatldM 2o e 3 r., cortes de mtia
ca'emira a 2> r., cltHpu d* *td de pamm a 2> r*.,
eoberlare* de lan d? palo a 2rs rs., enren de rullelea
de fuMSo a 30 rs., rnnpas failaa para aaeiava a I?
18. '-ci, e oulras muila< fazi udxs, que se vendem
inaia btalo do que em oulra qtialgucr parle : na
do (.uili'io, luja ii 9.
Chegicm ao ba-
r to.
0 PREGICI. ESTA 0E1-
MANDO
Na loja doPreguna, na rua do Qoeimado.
esquina do becco do l'eixe Frito u. 2, conli-
nua-se a vender um belro e variado s ir.i-
mento de fazendas por baratissimos presjos,
bem conio sejam cainbraias lisis com x va-
ras e com algum toque de mofo a89 a peca,
ditas linas com 8 varas a 4,400. 4,600 e 1,800
a peqa, ditas tapadas com 10 varas a *,5i'0,
5,500 e 6,500 a peca, ditas muito finas com
8 varas e com quasi 1 1|2 de largura a 73 a
peca, cambraias de qua Iros de cores de rosa
e azues, fazenda int-iraniente nova no mer-
cado, pelo diminuto preco de 2J0 o covao,
lindas cassas de cores o mais lino que he
possivel a 440, 480 e 500 rs. a vara, cintas
francezas escuras Je lio los padlOes a 210 e
260 o covado, ditas mais claras muito linas
e de novos padrO^s a 280 e 300 is o covado,
ditas para coberta rnuito largas a 240 o co-
vado, pegas de bretanha ne ralo com 10 va-
ras a 23, cortes de brim de linho de lindos
padroes a i 80 cada um. ditos de meia ca-
semira a ao, grosdenaples de tolas as cores
la 1,900 o covado, ISasinna d^> qua tros de
i cores proprii ,iara vestido a 480, 500 e 600
| rs o covado, ditas mi nimbas de lindos pa-
droes a 360 o covado, grvalas de cores pa-
| ra homeui de lindos padiOes a 60 caiia urna,
ditas .'retasa lo, ditas de mola a 800 e 1-,
musselina branca lina a 320 o covado, len-
cos de cambraia de iinho muito linos a 180
cada un, Casemira preta fina a 2/, 2,400 e
:i- o covado, lenco pequeos para mSo a
120 cada um, chitas de cures (xas a 160, 180
o 200 rs. o covado, e outras mullas fazendas
'1 e le tudo se darSo amostras coin penhor.
..: .M.v^(;L'I^0S BOlDADOS.
;.J Ha para vende:- um rico sortlmen-
SOLA E COROE MIBOS
Ven'em-se 200 melos do sola, 50 couri-
nboa mo ios, i ecolbidos no arma/em do Sr.
Avilla no Forte do Mattos : a tratar na rua
do llrum n. 16, armazem
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOWAY
JBot
Vende-se um hote novo em minio hom
estado, proprio para qualquer navio : os
pretendentes dtrijam-se a rua do Vigario
n.5, que adiara' com quem tratar.
i.iiii'iiiu.. a estar venda na rua da
Cadeia defronte de S. francisco casa do
editor P. r C de l.enios e Nlva. a cullec-
C3o das disposico's rej:u!amentares do im-
posto do sello, conteni a'cm dos rcguls-
mentOS de 10 dejunh i de 1850 e mais "lega-
Cio concernente a esso imposto, mui as no-
tas explicativas da metera. Esta obra de
muita utilidade a >s Srs. collectores e mais
gentes da fazen la geral e provincial, a to-
dos os empregados do fazenda, aos jui/.es e
vogados, solicitadores e mais empregados
le loro, forma um grosso volume, ntida-
mente impresso e que se vande por ora a
ai. Ilecoiiimcn lanos esse trabalho confes
Mimado, por um mui hbil e Ilustrado em-
bregado da thcsouiaria desta provincia, aos
Srs. inspectores das dem.-is provincias do
imperio, que evitaras) por certo muilas du-
vi las e jou.i.' lao muitos trabalhos as suas
reparticoea, com a remessa oe ux exempl.-.r
cada coiietur. Tambeiu anda existem a
venda alguns exornplarcs da legisla^So so-
bre os terrenos de marinha e procuracoes
extraiudciaes.
Ci 1 ado frau-i

cez.
N> Injn de N thnco C. na rua No-
'..-
j n. 2 vende-se calcado irancez de :-
'" todas as (ualldades, como sejam: '-''
- Borzfguinsde pelica Kasoiados '-.'
5,000
4,000
8,00o ($
6,00o '_':
6.000 :'
5,000 .:;"
4,000 @
6,0110
Vende -se ;>v> gran es de sapoi -, ewi
harris, projrios para emjbarcar-sc na rus
du Cotovellrj, olaria n 3, do Sr.
Jus Lupes.
'. Bom guinsde pelica gaspiados
3 de lustre para homem a 10,000
~JJ Ditos de duraqueditos ditosa 10,000 *
gL Ditos ditos para scobora a
"^ Diii'S ditos para meninas a
2 Sapatoss de lustre rom elasti-
'- copara bomem a
%$ Ditos ditos firma ingleza a
;. Sapatos de lustre rasos de 1
& sola com sallo a
.': Ditos ditos sem salto a
"7? Sapa Ules de bezorro para me-
'.j nios a
^ Ditos de lustre ditos a
:-:'--'
r'arinha de mandioca.
Gomma do Ceara*.
Vaquetas do Acaracuu.
Milito e arroz em casca.
Feijao mulatinho e di outros.
Atanados grandes e pequeos: vende-se
na rua lo Apollo n. 5.
Cliitvs france-
zas 1 rff.isa '2/<0 o covndo.
Na rua do Queimado n. 2| a, vendeni-so
chitas rrancezas escuras e largas, pelo bara-
tissimo prco de 240o covado, e dSo-seas
amostras cun penhor.
elitts e rlefios.
SEM.INSeELOGIOS d*paitan
"-!(/ : a venda no armaiam da
KosIrotiRookei & i;.mipanlna es-
qoina !o lar(o do Corpa Sanio nu-
mero 48.
FariiiSia de
mandoc..
Vende-se superior farinha de man-
i poi preco mais barato do que em
outra qualquer parte: no armazem n.
3 detroote do trapiche do Cunlia.
PILULAS IIOLLOWAY
Kstelnestunavcl ospecilico,compostoni-
teiramenle de hervas medicinis, nSo con-
tera mercurio, nemalguma outra substancia
delecterea. Benigno maistenra infancia,
ea couinii'ir.Mi mais delicada be igualmen,
te promplo e seguro para desarreigar o mal
na complei^So mais robusta ; he inteua-
ineute. innocente era anas operages e effei-
tos ; pois busca e remove as doencas de
qualquer especie e grao por mais antigs e
tenazas que sejam.
Entre militares de pessoas curadas com
este remedio,militas que ja estavam as por-
tas morte, preservando em seu uso; con-
seguirn! recobrar a saudee forras, depois
de havor tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mSis alllictas nao devem entregar-sea
desesperaco, facam um competen te enuaio
dosellicazes elleiiosdestaassombrosa med
cia, e prestes recuperarao o beneficio da
saude.
.Nao se perca tem no ce tomar este reme-
dio paraqualquerdas seguintes enfermida-
dos :
AccidntesepilepticosKfires intermitiente
Aviso. i
No arwazem de, \damson Hawio & ('.., rua
do Trapiche n. 12, ven lcin-se sellins para
honi'-m e seuhora, arreios pratiados para
cabriole!, chicotes para carro, esleirs para
cavello. etc.
Attencao
He barato que
admira.
Na rua do Queimdo n. 37, nova loja de 4
porlas,acaba-se de rec-ber pelo ultimo vapor I tas que havendo deixado'esses asylos de pa-
to de manguitos c gollinfias de cam -
braia borladas mullo finos, por pre-
'."".. co muio barato : na loja da rua do
''J Queimdo n. 10, de Leile, Arthur
:': <:.
.'.:" ":': ;::::::- :>: :: :::":'
-- Vende-se a armacao da loja de cabrado
do aterro da Koa-Vista n. 2 : a tratar na
mesma.
A
J
cobertos e descobartos, pequeos a gran-
des, de ouro patenta inglez. cara ho-nem
o seuhora, le un dos m dhoros fabricantes
de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Southall Mello.- C.
rua o Torres n. 38.
'.,';-.';vt-.'Sy---.v. ;liti;
....
A 7c > CORTE.
Vendem-se curtes de casimira pre-
ta ingleza pelo bnrato preco de 7s
o corte : na loja da rua do Oueimado
n. 10, de Leile, #.rtliur i\: C.
w
i
-;:^.. ;.^-V-.^^^iv.r.-. $f
Sebo refinado
Veude-se no Iarg3 da Assembla, arma-
zem n 0.
;.; ....-'.-......:-..-..; ^.^/::-.-^
.;;. A .!-8OC*D. DL'ZIA.
y\ Venaem-se duzias de meia de cor
muito fina pelo barato preco de 3/80 *g
i* cada duza : na loja da rua do Quoi-
' ? mado n. 10, de Leile, .xrlhur & ("..
Aduca
.. ifaad 1945.0 Low-M .
roa i- -/!;' \o\
11. 4*2.
Neste estabeleclmeu tocn ti nu'aaha ver
un^ compielo sorl.imento de moen'ase
moia.s moendas i>r lengenho, macbinasde
por e tais-as 4e ferro batido e roado de
to osos ti ..taubosoara dito.
Alpon as.
A111 polas.
Areias(ma) de)
Asthnia.
Clicas.
Convulsocs.
Debilidade ou
nuacao.
(Felirelu da especio.
JGolt.
Ileinorrhoidas
Hydropisia.
'Ictericia.
Indigesldes.
exte-iinflammacoes.
Irregu la ridades da
Dbil i ladeou falta de! mensiruacSo.
torcas para qual-'.Lombrigas de toda
quer cousa.
Dysinteria
Dor de garganta.
de barriga.
nos ruis.
Dureza no ventre.
especie.
.Mal de pedra.
Manchas n<> cutis.
jObstruccSo deventre
'l'isica ou consump-
(So pulmonar
Knfcrmidadesno ven-]Reieuc9o deourina.
,ri' liheuiiiitismo.
Lnlermidadcs no figa-jsvmptomas secun-
do- darios.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Ilerysipela.
Pebres biliosas
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras
Venreo 'mal).
Vendem-se estas pilulasno eslabeleimen-
to geraldo Londres n. 244. oStrand. e na
loja de todos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoas cncarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana ellespanha.
Vendem-se as bocetinhas a800rs. cada
una dellasconterauma instrucc"ioem por-
lugucz paraexplicar o modo desse usar
destas dIiiIh.s.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pbarmaceutco, na rua da Cruz n. -22, em
Pernambuco.
sur
REMEDIO IMCO.MPARAVEL.
UNGENTO IIOLLOWAY.
Mimares de individuos de todas as nacSes
podem testemunbaras virtudes deste reme-
dio inc.nmparavel o provar em cas-, neeessa-
rio, que, pelo usoquedelle lizeram lein seu
corpo e membros inteiramente s3os depois
de haverempregadointilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven
cer dessas curas niaravilhosas pela leiiui a
dos peridicos que Ih'as relatara todos os
dias ha muitos anuos; e a maior parle deis
las >ao tSo sorprendentes que admiramos
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraram com esle soberano remedio o us
de seus bracos e pernas, depois de ter tper-
manecido longo lempo nos hospitaes, onde
deviam soflier a amputadlo! Dellas ha duir
viudo do Franca, ricos cortes de vestidos de
seda com 3 babados para 30, 50, 60, 70 e
809000, ditos sem babados a 259 sahidas de
baile a 239, 24, 85 a 301000, enfeites para
caheca do melnor gosto que se pode encon-
trar a 109 12 e 14-000 cada uro, manguitos
bordados de cambraia a 2/300, 3 e 59 o par,
camisinnas borda tas com manguitos e gol-
Imha a 13/, golliubas bo'dadas a 19200,
l9fi0, 29200 o 29500, tiras bordadas a 800,
000 e 19 a vara, cortes de haroge a 79, gaze
de seda a 700 e a 800 rs. o covado, fular de
seda a 800 rs. o covado, grosdenaples mofa-
do a 19 o covado, dito limpo boa Tazeuda e
19800 o covado, dito preto n 19600, I98OO a
29. mantas pre.ias de filo bordadas a 9 e I2f,
chapolinhas para senbora mijito boa fazen-
da a 149, chales de merino bordados a 69, 8
e 11, '.tos de touquim bordados a 209
corles de cambraia de salpicos a 5:600, ditos
do soda pretos muito superiores 809 a 909.
chales do marin retos a 49. 'neos de re-
troz a 29, chapeos de sol de seda superiores
a 109, ditos a 78, ditos d i pello francezes 79
a 8.-, chapeos de lebre a 68500, ditos de fel-
trolinosa 59500, diios de ful tro enfcilados
par, menino superior fazenda a 55500, cor-
les de casemira bordados a 63500, dos lisos
a 49, corles de brim de linhu a 29500, ditos
a 29800, ditos de meia casemira a 28800, ca-
misas francezas brancas de linho a 4-9500,
ditas de madapolSo linas a 99400, 2c:>Uii e 3-,
ditas decoros a
lecieento, para se nao submetterem a essa
operacao doloiusa foram curadas completa
meule, medanle o uso desse precioso re-
medio. Algumas das laes pessoas na elus3o
de seu rccouliecimenlo declararam estes re
sollados benficos diaute do lord correge-
dor, e outros magistrados aliui de mais au-
tenlicarem sua allirmaliva.
Ninguem desesperara do estado de su-
saude se livesse bastante conlianca para en-
saiar esle remedio constantemente segiuu-
do algum tempo o tratamento que ncceasi-
tasse a nal ni e/a do mal cujo resultado seria
provar inconlestavelmente: Uuetudo cura.
O ungento he ulil.maiparticularmente
nos seguinlet cotos.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de caheca.
" das costas.
dos membros.
Enferinidades da cu-
tis em geral.
Lnlcrrjiidadesdoanu-
Lrupcoesescorbuticas
fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras,
29500i ditas da mosqueteiio
'. 1", mosselinas brancas a 320 rs. o covado, iGengivasescaldadas
ditas e cor a .'120,360 e 400 rs. o covado IncliaeOes.
muito finas, clnia franceza muito superior | lidlammacaodoligado
a 280, 320 e 360 o covado, ceroulas de linho I da bexi"a. I
muito linas a 3, g ardanapos brancos a 351 Venue-sejeste ungento no eslabeiecimen-
a duz.a, luvas de fio de Lscocia a 900 rs. o | lo geral de Londres n. 244, Strand, e na
Imlaimiiaijlo da ia-
triz.
Lepra.
Males das pernas
dos pellos.
de olhos.
Mordeduras de reptis
Picadura de mosqui-
tos.
l'u lines.
Queimadclas.
Sarna.
Supurac,oes ptridas
Tinha, eai qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
. do ligado.
das ailiculacftes.
Veas torcidas ou no
dadas as pernas.
lo|a de todos os boticarios droguistas e ou-
lras pessoas encarregadas de sua venda em
v a.Aniorica do Sul, llavana e llespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocelinha.contem
uma instrucc3o em porluguez para explicar
par, niuilo boa fazenda, flaaela branca a
480 o covado, ditas .-.e cores muito finas a
00 rs., grvalas de retro?, a 2?, ditas de se-
tim bordadas 39, ditas de seda a 600, 800 e
19 cada uma, cortas !e seda branca com lis-
trasiszues assctiiiadas a 209 o corte, cam- o modo"de"fa*er"uso,'des'S"uiguento.
feWhSS' ma\\? '",a T. rS. a V.ar?'' dePs,lu eral he era casa do Sr. Soum,
iilode linho liso a 6-10 avara, dito bordado pnarnuceutico, na rua da Cruz n. 22, em
a *9i00 a vara, meias de seda brancas i9 e Penianibuco.
>9, boa fazenda. litas pretas 49, lencos de
seda para bomem a 29, ganga de cor a 300 e
560 rs., bombazma a 19WO o covado, panno
fino preto a 39,38S00, 49500, 5>500, 7e8.
Ati IlCao.
Kissel, relojoeiro francez, vende
relogios de ouro e prata, concerta
elogios, joias e msicas, ja aqu he
unhecido fia muitos aooos,habiia no i';


^ pateo do Hospital n. 17.

-C .:::::::: S@g
Vende-se em casa de S. P. Jonhston &
C, rua da Sensala Nova n. 2, o seguinte.
sellins inglezes e silhoes, relogios de ouro
de patente inglez, candieltos e casticaes
bronzeados, arreios para carro, lonas ngle-
zas, lio de vela, graxa para arreios.
... ..........._.......... ... ......_.,..
... -,>.* ->
vestidos com Babados a s
Vendem-se vestiJos de cambraia
de cor com 3 ordensde babados pe-
lo barato preco de 59 cada corto : na
loja da rua do Oueimado 11. 10, de
Lcite, Arlhuro, C

t
8
29500
19920
29501'
I840C
tOO
59500
19400
750
19100
19920
900
19000
ReceOidas em di re tura de
Pctris.
Ricos cortes do vestidos do seda do
cor e brancos 8
Corles de cambraia de seda borda-
dos ao lado
Grosdenaples preto encorpado, co-
vado I96OO a
Dito ue cures e branco, covado
Seda branca lavrada para vestido
de noiva, covalo I9O') a
Belleza da China, faze'nda toda de
seda, covado
Seiun pri'to maco para vestidos,
covado 2j700
Velludo preto o me.ihor possivel,
covado
Mel velludo preto o de cores, co-
vado
Velbutina preta e de cores, covado
Folar de Pars de seda cura listas
matisadas, covado
Ricas sedas de cores de novos pa-
droes, covado
Diana desda lavrada tai i linda,
covado
Se lindas de quadros elistras, co-
vado
Pojclmas de seda e 13a, padres
novos, covado
Baregede seda, padroes miudinhos,
covado
Corguro de seda com flores, covado
Panno preto e de cores, prova ue li-
mSo, Ci.v*do
Casemira prea setim,covadn 1>700 a
lina de em e branca, covado
Cliilas franci'vii.i i'e ru' c'aia.s e es-
curas, covado 280 a
Cambraias organdys.novos padroes,
vara a
Cassas rrancezas finas, padrfles no-
vos, \aia a
Hitas ditas, vara a
Mantas de Bloud, nrei^s e brancas
Manguitos e golinbas bordadas
Tiras e ntremelos borda los
Pulceiras de vellu lo, froco e fita
Lencos de cambrcia, linos, com la-
hyrintho
Chales le merino com franja de ISa
Ditos litos de se la
Ditos ditos bordados a seda
Ditos ditos bordados \. iludo
Ditos de seda de peso
Cortes de casemira de cor linos
' Cohetes de dua o de seda bordados
Chapeos pelos francezes modernos
Grvalas de seda compridas com
annel
PaletOlS de alpaca preta e de cor,
forra los
Gndolas de alpaca preta e de cor
Paletots de brim cardo e l retanha
lulos de fuslSo ganga e nutras fa-
zendas
Ditos de alpaca preta
Passando o becco da Cong egaciJo,
to em seguiatento psi oLivramentoa
qoaita loja de tres portas com rtulos bran-
cos n. 40.
Relogios
Vendem-se relogios do ouro, inglwtes de
patente : no armazem de Augusto C. de A-
breu, rua da Cadeiajdo Reeife n. .'16.
Atteoco
Continua-se a vender s>-
rua ova, loja u ft, de
los tloqiiim Viorei.ia,
;is ^eo-uiutes kzendas,
para liquidag&o de ne
iOcio.
Tiras bordadas dos dous lados com vara e
quarta de comprimento, pcln barato preco
de 1/000, (lilas bordadas de um lado s, pe-
Cas de 3 l|4 varas de U000 al 69000, ntre-
melos de varias larguras, e ceas Com 3 1|4
vaias de 19600 at 38, chapeos de sol de
seda cara meninas a 29, ditos e cabo e as-
leas de ferro a .'!;, manguitos de camb'aia
borda los e|0 baratissimo preco de 2/000,
29500 e 38, chales de brim, tecido de seda,
dito cor de cal a 3,5 o covado, dito azul 31
a 59500 o covado, casemiras prelas a 29200
at 4o o covado, lamaSCO de la de duas lar-
guras a 33800 o covado, dito estreito a 800
rs., velbutina preta e io cores a 750 o cova-
do, velludo prelo a 69 o covado, brim bran-
co de linho a 19300, 19500 e 29 a vara, gr-
valas com um annel por 59500, meias blan-
cas para homem muito linas a 79, 8 e 10.9 a
luzia, cassas francezas muito linas a 480,
560 e 60 rs. a vir', eoilarionos brancos a
220 cada um, lencos de labyriotbo a 19, pa-
litos de p uno, 'i c isemira e de alpe-, pre-
tos e de cores, calcas de casemira e col leles
de gorgurao de seda, tudo muito bem feitu
e pa.-K versos piceos, sarja preta par for-
ro a 19200 o covado, cites de col leles de
casemira bordados a 58, ditos de gorgurSo
de seda a 3;800, e muilas mais fazend-sque
nSo he possivel aqu fazer raencSo dellas
pelas muilas variedades que se encontram
aqui neste siabelecimeuto : quem quizer
venba ver e traga diuheiro, que nao val sem
fazenda barata.
la loja
das seis portas
F.M FRENTE DO LIVItAMENTO.
Pecas de cassas francezas com 32 eovados
a 69, e o covado a 200 rs., ISasinna para ves-
tidos com 5 palmos de largura, fazenda no-
va a 320 o covado, he para ac Dar ; dam-sn
amostras, e a loja esta abena at as 9 horas
da noite.
Joias.
No atorro da Roa-Vista n. 7. por cima .la
loja de Leconie, Moral Irmf.os avisam ao raav
peilavc publie,, desta provincia (com espe-
cialidade se.us fregueze>). que receberam
pelo ultimo paquete da Kuropa um grande
sortimento de brilhantes, pendas, coral Mo-
saique dos mais apurados gosto, e dos me-
Ihores fabricantes de Pars, como sejam a-
dereros de brilnaotes.meos ditos ditos, bra-
celetes dito dito, broches lito dito, de re-
trato, rosetas, botoes de punho, alfinctes,
anneis, traocelms etc. Os mesmos Iroram
qualquer obra velha, c cncarregam-.se de
qualquer cncommenda para Paria.
- Vende-se uma cus 'terrea, sila no
principio da rua Imperial, com uma porta
e duas janellas envidn cadas, auas salas,
duas altivas dous quados, cozi.fi fra,
quintal mralo, com portSo par a estrada
de ferro : na rua do Oueimado n. 46, prl-
meiro andar, se dir quem vende.
Atteucao.
v%
Vende-se por baratissimo preco de 5S.VH)
corte ce vestido com 3 folhos de urna fazen-
da inteirrmente nova : na rua do Crespo n.
3. Na mesma loja ha para 24d o covado fa-
zendas de lila com listias de seda.
Un-* rica aruiaco.
Fa/.-se negocio com uma riel armar.10
ua rua Direita, propria para <|ual<| eslabeleeiineiitocomosija calcado, 111111-
dezase charutos, por ser tuda' enviJia-
Qada c nova: a tratar na mesma rua 11.
l. loja.
J \4>KA6SC4D\ CORTE
t& Vendem (por haver gran fe porcAo --
.,, cortes de caiga .le casimira pre ;*
i *" e ,nl,s Je d'la ngl'-za encorpda 9
".- pelo barato preco de 69 : i;a luja da t^
\ roa do Queiraadu 10, ,)e L-:ile ."'3
^ Arthur & C. S
-- Na rua un Cadeia n. 28 taberna de D.
. ampos, vendem-se em pequeas e gran-
des porcoes bichas hamburgueaas das me-
Ihores que vem ao mercado, e tambem se
alugam.
-- Vendem-se duas escravas, sendo uma
mulatinna de uade 1 V annos. pouco mais uu ,-vl.>.Tm
menus.e uulra mulata ae Male de 20 a 25 'l* L 0S nK |!^-CF- COM R VBADOS.i^
"''
Vende-se uiua escrava de m.ia
idade, tpiitandeini por preco na rna da Cadeia Velha loja n. 22.
..'-..-'i.) ..',5."?)-.--
... ... ... ... ...*
aunas : na rua Uneila n. 72, se dir quem
vende.
Jipe.
Chegou nova remessa de rape francez ; na
rua do Crespo n. 12. loja de Campos & Lima
Vende-se uma encllenle escrava, ci mu-
a, recolhida, de i.iade de 15 anuos, com
principio de habilidades ; e o molivo da ven-
da se dir ao comprador : 110 ateiro da Roa-
Vista 11 6. terceiro andar
- Vende-se um bonito mulatinho pro-
prio para pagem : na rua do Collegio n. 20,
pnnieiro mi ar
Relogios de
ouro ejoias.
Vi ude-se um lindo soitimento de re-
Existe um bonito sortimento de &
-;_. vestidos de barege, de gosto inglez A
. f'zenda nova n-ste mercado, e a 21
mate ni,. 1...... .._-----._ 1 ^M
o.
f J, mais moderna na corte de luglaler-
ra : na rua do Oueimado n. 10. Iota
V? de Leite, Arthur A: C.
^%:j.--.-..-c.;-;?r;..-^;-'V--: .;v:
llaiutos -lissisi
Iontersa
Vendc-'c estaaciedilada'n.area de I,,,-
cutos : na rua da Cruz n. .
Fariuha
de primeirn qualitjHfic.
Vendem-se saceos grandes com fannha .jo
superior qualida le : no armazem de M-,i,.|
asade RabeSchmettau ;''.ompanhia,
rua da Cadeia n. <7, vcudura-e>)legan'.e
piano-'lo afamadnfaLricaiiK frauniaun
da llamhurtfo
Vende-so um mulato padero, excel-
lento massador, e fornciro : na rua da Ca-
deia do flecire n. 48.
IVli!hoa6^e6,500 por
sacco.
Milho era saceos de superior qualidade,
receiilemeute chegado : no armazem do
Guerra, confronto ao trapiche do algo'.iio,
cem frente da rua da Madre de Dos.
.:;?::;:;/: !
Ji Callos sorlidos da Russia, Ca- .'_.
%% 10 e Mantlha. .;;
Lonas da Russia, brins e brin-
zoes.
Cobree metal para forro com
pregos.
Oleo delinhaca e Velas steari- '.
as.
Ksianlio em liamnluis, Bar-M
rtlha. *.
Vinlios (inos de .Moselle e Joan-
, msberg espumoso, e de Bordeus
ni quartolas.
''- C. J. ASTLEY & C.
TACHASPA RAE NGENH0
Da fundicrio de Ierro deD. W. Bowrnan
na rua do Riuin, passando chala-
rtz, continua a haver um completosorti-
lOgio de ouro para tjdo> os pircos con- Joaqmm de Oliveira & C, rua do Cod.orni
/*_ 1 '_* 1. l 1: i\ ru f .11, ti. 1.. 1 __._ a. >
I
j
0
'..-
St^l.Tmw: l,ntMOspi,ra mentode tachas delerrounddoebat-
viuvas por serem de cor branco o roxo, pelo 1, 1 .. ...
baixo preco de4, ditos do crep da clima, ''", '" N '" ;"s ,le l)"''1' 'IS quaesse
1'/ 11 la de muito gosto o interamnnie no- i ecliamavenda por preco commodoecom
va, pelo diminuto prepode 109, gollinbas de promptdao,embarcam-seou carregam-
lil ri
camente bordadas a 19. ditas de cam-
braia tambem borladas le muito trabalho e
gosto .1 39, ditas mais inferiores a 2?, pentes
de tartaiuga du volta p.ira meninas a 39, e
fin Imente um resto de chapeos de se la mo-
fados para senbora, porm qio ainda po-
dem servir para de noite, pel.i insignilican-
1-Ooa te preco de 9 cada um U minias outras
fazendas que se irao com vagar annuucian-
do. Vende-se ludo por estes preces, por se
querer acabtr.
se em carro so
n

i ipezas aocomprador

640
850
- -M
39 "i
320
360
19380
.',00
:i^o
-
-
9
9
19000
49800
d" 1100
6*500
11 "..0(111
69000
9
79000
79000
59000
9000
9500
3s800
lo la -1
'lcao ao
rato
quillay; .
Na rua Nova n s, loja de Jos Joaquim
H.....ira, vende-se para liquidando etrans-
fereucia de negocio todas as razan las exis
lenes na 1, es,,,,., por atacado e a reUlho, xeeuUm
sendo que a mor parte destas terSo o aba
limento de 20 poi canto, e algumi s il 50
saber: damasco de se a escarate, roprio
para colchas e ornamentos de igreja com
um pequeo loque de mofo a 1/600 o'cova-
do, grosdenaples le furia cores a 19760 o
COVado, dilo azul o cor do rosa de nuiilo do Torres n. ::-:
boa quali lade 29, dan asco le seda 1 raneo,
lo, azul e amarclloem p< if< to es'
lado a 23*l'0 O COVado, 86 las de cores escu-
ras de mono boa qualiiade e bonitos pa-
droes a 13400 o covado, inMa.de to asas
Cores a 500 res o Covado, dito azul ferrete
IV.
NA FUMOCAO DI-: FERRO 1)0 ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, rtA
RUA DO BRUM,PASSAM)OOv.ll.\-
FARIZ.
hasempre um grando sortinentodos.se-
guintes objectos ic mecanismos proprios
p ra engenbos, a saber : moendas o meias
moendas la mais moderas consinti ; tt-
chas de ferro fundido e balido, de superior
qualidade e de todos ostamanbns; rodas
dentadas para aguaon inimaes, del idi
proporcOes crivos bocea de I
registros le boeiro, aguilhdi .
rafusos e cavilbdes, oinbos de aan lioca,
NA MESMA FUNDICA'O,
todas a', ocommend is ,-
superioridade j con \c,-- u cu n a .;
prest za e c"m odi lade em preco.
morado a20 res o covado, setins lisos a
800 reis ocovaJo. luvas de se a b ancas e
ama re las com loque demofo a 00 reis o
par, chapeos de se la ultima moda para se-
nbora a 12/, ditos de massa .netos para ho-
niem a 79i ditos de mola de merino para I10-
mem a ", chapeos de palha escuros era ho-
n.em 29, cbaruteiras a 240 reis, ditas guar-
necidas do metal a 640, calxinbas de tintas
para desenlio muito finas a 29. ricas capas
de casimira guarnecidas de ycII'.-J-
deinulto gosto para ,ll,ril ;, ): '
ultimo chapeos de palha arrendados, escu-
ro e amarellos para senho nd
oa um pouco atn zada, pela decima parte de
seu valor l:O0u. Ha outras muilas fazendas,
quu com vasar so irao annunciando.
Vende-se superior linha de algodSo
brancas a de cores, :, novel I para costu-
ra : em cas de aouthall, Mellor A; C. rua
Vende-se orna escrava fio? rozinheira,
engomo ii i e lavadeira : quem preten-
der, dirija-se a lypographia do Jornal do
Commeruio,onde se dua quem ven lo.
forme as qualidade* e um vaciado sorti-
mento de joias de ouro de le: no escrip-
loiio de Isaac, Curio & C, rua da Cruz n.
>, priineiro andar.
Va rua iSova n. 69, segundo andar, ha
para ven ler I bom piano quasi novo, 1 ex-
cellente guarda louca, 1 ser-relaria com mul-
tas acommodaedes, 3 grandes espelhos, e
mais alguns objectos, tudo em bom estado.
-- Vendem-se duas crioolinhas de 12 a 18
annos de idade : a tratar com Marcelino Jo-
s Lopes rua da ^legria n 34.
Na rua doCordoniz n. 16, vendem-se
saceos co u farinba, porm j falta de meta-
de ; vende se muito barata.
-- Vende-se urna canoa que pega um mi-
Iheiro de lijlos de alvenaria grossa : na ta-
berna def onle da matriz ora.
Vende-se uma loja de calcado toda cn-
vidracada e com poucos fundos, a diuheiro
ou a prazo com bos firmas,
l.ivramento : quema quizer, dlrija-sea rua
da Cadeia do Hecife n. 64. loja.
Vende-se 11:1 dos mais bonitos caval-
los que se tem visto e muiio bom : para ver,
na estribarla do Sr. Moura, na rua de Santo
Amaro, e para tratsr, na rna Direita n. 64,
seguudo andar.
ecIlincha sem goal.
Ai.ida existe um resto de ISa escura, de
lindos padrOes a 280 o covado, bonitos cha-
les de merino estampados c grandes a 5*000:
nos quatrocantos da rua do ^ueimado, es-
quina que vira para o Rosario.
Un que pecluiicha.
Corles de coll.de de velludilho de bonitos
padroes a in ItacSo de velludo a 19000, cor-
te de ditos de meia casemira para calca a
19500, ditos de casemira lina a 09500, ditos
pretos bordados a 69, um completo sorti-
'rciito de roupa fela de todas as qualida-
e.s : nOs quslro cantos da rus do encima-
do, esquino que volta para o llos;no.
elogios.
Vende-se em casa de .Saunders Brothers
<\ C, prac do Corpo Santo, relogios du afa-
mado Mineante Roskell. por preces commn-
dos e tambem trancellins e cadeias para os
mesmos de excellento gosto.
Nova .ia tk malabar
Venue-se esta agua a melnor que teta ap-
parecidoparalingir o cabello e suissas e
relo : na livraria universal rua do Colleg'o
n. 20, da-sejunto um impresso gratis ent
nando a forma de applicar.
n. 16, em frente Jo becco da Madre d0 rtoaas.
Vende-se uma porreo de r-d prrta
cerca de 1,600 alquero, ques<> echa .1.-
posiUda 110 caes do Ramos, ..., ,,..
Iheiropertencente as obras do ci..l,
patente, quem precisar dirija-*) .1
de Rostron Kooker A C. praca do Cor
Sanio n. 48.
|H3
Rl'A DO CRESPO II. 10.
Na loja de lota Concalves Malvefera v.n-
dem-se ricos cortes de vestidos ,!B s^da de
cores com baba Jos aven'ai gosto inteira-
ciente moderno, vi.'itas de fil ,je ^.^ prr.
lo guarnecida* de fitas do velludo, ricas
sahidas de baile de go'gurao de seda e pel-
lica ditas de merinA enfe.ta las, poup-l!,,
de lila e serta padres novos, rass.s miu.li-
nhas gosto moderno, toalnas da linho ,)-
sila na rua do nJ,SCB,,i,s P msa, camisas francezas rom
I abertura de fostflo, chapeos e enftttea para
senbora, e outras muilas fazendas que asiste
neste estaheb-cimonto que se deixa de aaen-
conar, e se vendo por precos com modos
BASQIHS EYFSTARIOS
PARa GRIAHCAS
1 da rua du Crespo g \
Af) PUBLICO.
(Ingenie Marcelino de liorja scienlifica ao
respeiiavel publico, que em o seu armazem
na rua do (.ollegio n 15, tem sompre um
Ii lo sortimento mnbili ,s ,,, ,
,: clos de ntarciueiria, cons-
I'i-idos pelos melhorea latineantes da Ihini-
burgo e Pars, e que os vende por coma e
urna casa commercial estrangeira nesta ci-
da.le, e por precos mai- baratos do que
OUtro qu Iquer es|abeleciinenlo.
Na loja ua rua Ou ( respo i m, o> j0><.
Goncalves .Malveira, vendem-sc 1 eos fi.
quins .le fustn a cambala pa,, s,.n|,.
assim como vestuarios de lustao brin ,1hs"
de cor e de ganga para enancas, ves' ,'.,'.
de cambraia branca brdalos 1,,,..!,"
bapusalos, e outros muitos cb.^J"! 2J!
prios para senhoras e meninas. p
Antonio Luiz dedlive-,. ,,^..^
seu armazem la rna do V. T ""
de gomma mu.to fin-, ZL*ttS:
erna
a tratar na me srn

*
A.
Fiigir. no .lia 14 do
de nome '/rancisco.
les : es'.turj, bi

sa-<
correte o esrravn
'. com oa siguaaa ,KI11.
M0smm
ehL?.fr' .,f*1" muito 'l-x-ans.rlo c diz
chamar-se tehx, he natural do I-ara 1
tificado. qUeSera ^"""^'"-"le gra-
Renppareeea n noiie dr. -21 rf.- .
. de nome
do correte annoi
'">. ci m ossign.es -
ta. cor molaUtsem han,,.
''.i.,..
1
^-- ,,-o ,,:;:;;;;,^':i'i
nbos,cb llosaecados, fall *,
Jta.i m falta des lent ?"*' "......
- l'Jos d queiso
levou cha e.. decouru e
nho : qui 11 n 1 egar lev.
ror em Sanh mar< ,
mente recom
sign.es f^., .**? ""T:" Ig'cia, com M
Utura.lt.8TJSI?" **J M a""-
anda enei- re'0'cada do eorsjo.
Aerostticos de diversos t.m.uhos color- "'"1. t*mm*ZS!?mjT
Jos com le.reirjsde N. S. do t.armo, s..n?, estira bem os '1 \ ", """
frrr te, .
'ii urna Raala,
. .1 '.
o a fundieras) .la .Vil-
que ser. fnnaiua.
j unho
qnaoao
cinta oucarnada
>.'a loja do Prean'rL
n. >, vo"',:>
a
mais
h trazar um lengo .{..
|>in-
r oceult, e
rd. im
da cruz do Reeife armazem n. :
ni; tt^jvp *" --1",--'''" K --- ..-' nr
auem onizer ?.-- ,a"de' |,r<",Ma prt,a ^ T nov* e um D"on" Prolo us.,
mu,10 I "", Parole por ser de 'guoia roupa, coKam. tr.zer um u
,.. conducta e carinlios. para crian- naeabecaecabaRo bem a
,a; e tambem um linio niobque de 8 1111- modo de branco, iulga-sa estar occk
nos do idade. minio esperto e proprio para I 'goma cas. porque tem sido cncoui
andar cu:,. meninos : na Passageni da Ma^- ""Vista ou ter seguido para lllaa rata
s. na rua do Oueimado 'alea, quina qne volta para os Kemedios, ""<> procururuo quem a compre, pois ,,",'
m-se cambraias de quadros, pa- pode ser visto por quem quizer comprar. escrava do mato por isso 1 rotesu-s r,
uroes novos, o mais lio o que he possivel a Vende-se um mulatinho de lo annos l" ><" (,s rigores da 1.1 contra quem a 11
.ii.u a vara, cassas f apcezas o mais fleo qua de idade, muito esperto e linda figura, pro- oceulti e portaoto ro autor;,'!
VV^ 1 ''1",''1,,'.s"''slo;;'a 440' ,,ri" P" rKcm : na r,n da Senzala Velha policiaese rpita sdec m ,, ,,.',,
t o e5H0rs. a vara, ci5 les de largelina com ln.94. da mesma e leva-la ou paitieioar ,
|l2covados pelo dimiiiuto preco de ... Vende-se arroz de casca do primeira PorUs ra. do Pilar taberna
aiiosaeorgand>M'o lOcovados a jaeoo, qualidade, em saceos grandes, por preco ra bem recompensado.
meias casemiras enfestadas propnas para rummodo : no armazem do caes d lia--------------------------------------------
palilots a ^x->oo o covado. | mos n. 1.
1.. .ni. ju 1
IPERN.-.TYP.BBILP. DK lAlilA.- I
Mt.
II r-.r%i% #tI


Full Text
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