Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06968


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Full Text
ANNO XXXIV N. m.

Por 5 mezei atliantado* 4$000.
Por 5 mczes vencido! 5<000.
SECUNDA FEIRA 20 DE JILI10 DE .858.
Por anno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCAURKAUOS DA SUBSCKIPCA'O NOKTE.
Parahihe, Sr. Joae Hodolpbo Gornn ; Natal, Senhor An-
tonio Marquaa da Silva : Aracatj, o Sr. A. de Lemm Braga ;
fin, t Sr. J. Joie" de Oliveira ; Maraohao, oSr. Jos' Taiieira
1* Malla ; Piauhy, Sr. Joa Joaquim Aveli.no ; Para, o Sr.
Junino J. fcatnoe ; Atnasona, o Sr. Jeroojmo da Coala.
PARTIDA DOSGOBBEIOS.
Olind* lodos litas, 9 a lona hora* i!<> d a.
Iguarasau', Goumaa eParahtba, na. segaadaa e eeiUe-feirao.
s. Aalio, t.....rroa, 1; uni, Caraara', AMmho c liaraBaaaa : na lerca-fcira.
S. Loereaco, l'ao d'Alho, NaeareUj, Liaueire, Hiej, peiaeeira, Incu.-i-
ra, rioraa, Villa-Bella, Boa-Vista, Oericary e Ra', as qaartaa-feiraa.
Cal>... Ipojaoa. Serlaaaaat, Rio Formoio, Una, Barrinro., Agua-Pn-n,
Pleteateirae a .Xaiai .* oavietaa-feirae,
(Todo, us correio* parlein Mt 10 flotas da manilla.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : iruiolai a quintil.
Belacoo I lerca feiras a labbados.
FaiaDda : quariai a ubbadot ai 10 horas:
Juno do commarcio : egunda ai 10 horaa a quinta ao mala dia.
Dito daorphot: segndale quintal aa 10 horaa.
Primeira rara do cival .- sagundil a aaiiai ao maio dia.
Segunda rara da eiral : quarui a iibbadoi aa maio dia.
EPHEMEKIDES DO MEZ DE IDLHO.
4 Quarto nnngiiania aa < horaa a M minuloa da manhaa,
10 La nova aa 7 horaa e 5 minuto da larde.
17 guano crecente ai 6 borai a 19 minuto* da tarde.
13 La chaia ai boras e PKEAMAIt DE UOJE.
Primeira aa 6 horas c minuloi da manhea,
Segunda aa ti horas a 30 minuloa da tarde.
DAS DA SEMANA.
2fi Segunda. Ss. Svmpbronio e Olimpio mm. ; S. Va lente b.
27 Tena. S. PanUileo medico ; S. Sergio m.
2K Ouarta. S. Innocencio p. ; Ss. Nazauo e Celso mm.
2!l Quinta. S. Manila v. ; Ss. Beatriz e Flora mm.
:ii) Sena. S. Donalilla ; S. Rulino ni. ; Ss. Abdon e Seen mm.
31 Sabb.idu. S. Ignacio de Luyla ; S. Chinero m.; S. Fabio.
1 Domingo. S. Anna mu da mi de Dos ; S. Eleazario ni.
ENCARREADOS DA SUBSCRIPCA'O DO SU..
Alagoai, o Sr. Claudino Faleo Da ; Baha, Sr. D. Duprad
Bio da Janeiro, o Sr. Joao Peraira Merlina.
EM PERNAMBUCO.
O Proprietirio do DIARIO Manoal Piguelroi da Feria, na iui
lirraria, praca da Independencia na. tal.
PAftTK OFFICIAL
MINISTERIO DOS NEO. 11S l'.SIRANEIKIS.
RELATORIO
d'i rtparli'-ao dos negocios eslrangeiros apresenta-
do a as.rinbl'i geral legislativa no segunda set-
o ra d'cinm legislatura, pelo respectivo mi-
m-troi secretario de estado, cisconde de Maran-
guape.
Ctnlinoacflo do n. 167.)
RELACOES DO BRASIL COM O PARAGUAY.
.Mislo do Sr. c imelheiro Jos Mana do
Amaral.
O governo imperial, conn folies informados pelo
relalonn do meu anlecesiur do anuo protimo pa-
-11 '. reclaraeu por nula de -'(i de Janeiro do mesmo
anno contra as medida ftsraea e de polica, a que o
VOTaM ila Repoblica do Paraguay ujeilou pelo
sen* regolamenlai da 15 de jullto e 10 de acollo
de 1856 aa navios braiilairos as agoai da mesma
Repblica.
Algumas delas medidas contrariavara o tratado
de amizade, navegara.! e commercio, relabrado cora
aqaella K 'poblica aro 6 de ahril de 185t>, e grave-
nieQle prejudicavam o commercio e navegicio da
provincia de Mallo i.r.n-n.
Nada p.irlanln inais raznavel do que reclamar o
go.eri.o imperial a fiel execuco daa eslipulare
comidas uiqoelle (ralado.
Pelo eoaa retulam.nioi fluviaes o aovaron da
Repblica aisumia ouiro nm urna aoberania eiclo-
eiva obre parle d-> Ri i Paraguiy, comprelien lula
enlra o Asa a o f re Ulympo.
O novenio da Repblica havia dealarado no pro-
lorollos daa conferencias, que precedern) a celebra-
rlo da convenrao relativa ao ajusle de lim'lei de 6
de abril de I8.18, que u.iu liulia no lerritorio, coro-
prahendicl) ire o Apa a o denominado rio Bran-
co, na mi .''-ni eaqoerda do Paragoay, aslabaleci-
rnenlo 00 mnuumenlo aleom da poise, ao mesmo
lempo qna o plenipotenciario Iirasileiro demoustrou
que aqadlle (erhlono perlencia etclusivamenle ao
B'ail.
No poda, poia. o govarno imperial 1er tambem
indi I renle ao desconheciineulo que assim ee io-
troduna, rus rrsulamenloi fluviaei da Repablica,
dea ol.rit.iiof. solemnemenle contiahilas pela c-
tala convengo de 6 de abril, de reapeilarem e fa-
zerem respeilar, reciprocamenle, as ditas partes con-
traante-, o aea uuli p.isn-irii.il aclual.
A reclamaran do covemo imoarial cansislia ein
qu aqoel.e Ireclio do rio l'iratuiv, entre o Apa e
o forle 01) ropo, devia ee coosiderar commum c
neolro, ein i-a mo n.lo f isie reeolvida a respectiva
queslo da limitei. na poca pela forma estipulada
ua convengo de ti de abril da 1856.
OSr. censrllieiru Joe Mara do Amaral, enviado
e.lraordinano e ministro plenipotenciario de S. M.
o Imperador na Confederaran Argentina, foi encar-
re,ado de sustentar as respectivas reclamaroes junio
do soveroo da Republira.
De aceordo eoro as declararles, que em sua refe-
rida ola de 26 de Janeiro de 18">7 fez o soveruo
imperial, leve da manifestar o ministro brasileiro ao
governo do Paragua) qoe as disposi^dea de S. M. o
Imperador eram as mais amigaveis ; que o seu gn-
verno eslava piump'n a entenderse com u da l(e-
poblica sob-e as medidas, que. por muluo acroidn
deviam adoplar-se para a polica da navegarjo com-
muro.
Este aceordo pareca mu fcil ao governo impe-
rial, e lu deide enlo seu proposito r-leb.-a-lo, dan-
do para isse aa precisas instrucrrs ao aen ministro,
logo que ciinliecesse que eram as mesmai as dupo-
aijocs do govarno da Repblica.
Sendo, porem, ollen-ivas dos pactos Mstenles,
algumas das medidas estabeleci las pelos regulamen-
tos da Repubica, ao paaso que 01 aens lina pnrtiam
ser ellicaimeute allingiloi tndependentemenle da
previo muluo aceordo, por oolms meios maia
suaves, 111.11 I -u sollcilar o govirno imperial com o
maior empeuhn, e desde logo, a cessacao de lacs me-
d las.
Entenda 11 covemo imajerial que o da Repblica
podia con-e.'uir aquellos fins sem offender os di-
reilos do Br*sil, oein prnudicar os MU licilos inle-
reses.
N.lo havia fandamento serio para que n governo
da Repblica uu zesse precaver-sa a ponto de fe-
char-nos o ro, qoe lano valia praiicamenla.e reg-
men policial a fncal que eslabeleceii.
Era preciio que o governn da Repobica diilio-
gui.se da nat egai;Ao que se dirige para seus portoi,
u simples tra'tiilo.
C"iu esta dtslincr'io, que lie de direto perfeitn, e
demanifesta conveniencia, o governo da Repblica
poda auppriinir dosseui regulamentos oque nalles
havia de oppress'vo.
O governo imperial, fazenln eslas ronsidcrares
as nisfriicnias com que babilitou o muiiilio brasi-
leiro a desempanhar a sua missSo, indicoo as medi-
das que Iba pareeiam essenciaes para aatisfazer as
vi'tas do govarno paraguayo ; laas como :
Prohibir a lodo navio, quer em transito, quer
cora detiiuo para os purloi da Repblica, de tocar
em algara punto do rio (salvo os casos de forrea
maior) nao habilitado para carga e descarga 00 para
refrescar.
Obriga-lo a exhibir as Tres Bocas, 00 em ouiro
ponto da entrtda do rio, a sua caria de eaude, p.is-
saporte e rol "Vquipagem, anido esles documentos
all visados, ou na Assumprao, caso nao fo.se pe-
noso ao navio, em transito, parar nesle segundo
ponto, e dand >->e-lha immedialamenle depon des-
sei actos urna licenra para ser aprestnlada ao pas-
ear pelo Apa, ou algum dos oulros pontos supe-
riores.
Iinpedi-lo de recebar ou desembarcar qualquer
passageiro 00 carga sobro o rio, desde asTre lincas
t a Babia Negra, devenloesla prohibirlo ser com-
mura ans oav is paragnayus, na parle do rio com-
prehendida entre uApa e Haba Negra.
Os navios que se destina'sem aos junios da Rep-
blica para explorar o seu -mercado, carrejar ou des-
carregai, alcm das prescripres cima indicadas,
devenam sujeilar-sa as di.posones poiiciaes e liscaes
que o governo da Repubhca quizeise applicar-Ihes,
sem uniros tramites mais que 01 inherentes s in-
munidades do ( evtalo, e as qoe se cnnlcm as ga-
rantas qoe o Irtailo de 6 de abril Mies assegora.
O servido dos pralicos devia ser facultativo a nao
obrigalnri), podendo odmiltir-ie qoe, deide as Tres
Brecas at so Aja, ficasse etse eiercicio privadvi
doi praticns paraguayos, e nanea do Apa para cima,
pelo men>s para M navios braeileiros, porijia il'alii
at a Balna Negra as aguas, como se dissa, -lo com-
inuns e neutra*, e desda aquello ponto ambas as suas
margena pertencem ao Ilr.sil.
Se o governo da repblica julga que um guarda ou viga paraguayo acompanhosse
of navios brasileiros al ao Apa, polia-se admilti-lo,
un.: vez que ene guarda n.lo fu.se pago pelo navio,
e mu irlo Estado a qoe pertencessv.
O goveno da repblica poda tambem eilabelecar
barcos do v'iia para policiar o rio dese a sua loz
al a Babia .Yu'a, li.aii lu porm expressamente
ruten 11 lo qoe o governo imperial liuha igual direto
,1 potidar o irecho ,"to rio que vai do Apa at aquelle
limite, desda onde ei.ibasas 11..r.-.'i.s s;io brasileiras.
'Calvez fosse preeiso eilabelecer algomas bausas
e laiaa inhre o rio para facilidade e requranri da
iiavrgarilu coniiuiini, e ne?le caso a sua daspeza a
cosleio podia ser Hita de accor.do entre os dous g -
vernos.
Foram e ees.nr conveniente fossam levadas ooO;:lerara 1 do
governii da repolilira, enm o fnn de nbler q;:" m
demora se inn.tilii- s.e o rigor de saos regorament;
Milorisanili o ininislro brasileiro a celebrar algum
aceordo proviiorio que lassa logo p ,slo em execucao,
a eunmlerado eomo base para u tame e aceordo de-
finitivo dus dous governoi.
Sabei', senbores, qnaes os pontos cardiMi da re-
rlamacao do governo imperial conlra os regulainen-
tus llu-iaes, promolgados pela repblica do Para-
guay, pela expoairo que vos fez o meu illostre an-
lecesiur no reaton 1 epreaentado na seaets legisla-
tiva ilo anno prximo lio.lo.
Eram ellas os se^uiules:
l'.eclamar :
1 Contra a vcialoae efleaaiva polica a qoe su-
ieilnn-sa o commercio da provincia de Matto-liriissn,
e o transito das pessoas que della saliera, ou para
ella ie dirigem, sol. a bandeira brasileira.
2 Conlra a longa escala 1 qoe, para esse fim, s.lo
frjalos os navios brasileiros qoe sement transitara
pele aguas da repblica.
i" Cjnlra a exigencia de ier esa navegaran so-
mente dirigida por pralicos paraguaxos.
4o Conlra as imposiees com que, a Molo de
virios e pralicagem, be grvalo o simples transito
do navios e subditos braelleiroi.
5o Conlra a soberana exclusiva que o govarno pa-
raguayo aisume naqoelles regulamentos sobre a par-
le do rio coinprehandida entre o Apa e o forle O-
lymiio.
Unalro desle pontos refariam-se queiMo da na-
vegaran, o quinto aneciara tambem a da limites.
O mililitro brasileiro, chegando ao Paragoav, re-
veloo no itu discaisi de aprestnlasSo o verJaiairo
fim de sua miisao, e a resposta do presidente da re-
pblica ara concebida em termos da sa poder aguir-
dar orna solurao satisfactoria Ai reclamacoes do go-
varno imperial.
Tendo da dar eumprimenln s soas inslrocr;es,
receiou qoe a ultima quistan complicis! a primeira
a viesse a frustrar a negociaran.
Acluado por esta cnnsider.irao, dividio-as, adian-
do a que envolva a questAo de limites para depois
que houvesse concloido a oulra sobre navegacao.
A negociaran, porlanto, ful encelada suhre os
qualro primeiros punios concerneiile aoi regula-
tnenloi da navegc.a<> lluvial.
0 noiso ministro apresentno qoarloze arligossobre
modilicaoes qoe convinha fazer noi regulamentos
paraguayos, para po-los em concordancia com o Ira-
lado.
Eises arligos eram assim concebidos :
1" Qoe os navios bra>ileiros que navegassem no
rio Paracuay, nao seriara obrigados a parar sanau
em dous puntos do mesmo no, a uber : 110 forle
II oinaii.i e no forle O'ympo.
2 Oue paranain na forle lluinail, quandosu-
hissetn n rio, alim de eilubirein a sua caria de saude
e declararen] a sua naoi noli lile
.'! Que parariam no forte Olympa, quindo dei-
ctssem o no, para preencherein a inesma formali-
dale preirrlpta no arl go anlacedcnle.
! Por 11 e 11 li 11 ni motivo ou pretexto seriara obri-
gados a parar em neuliuin ouiro poni do rio.
5." Que alem das declarables que firiam nos for-
tes llumaila' a Olympn, nao senara sujeiloa em ne-
iihuina oulra parle a neulium eiame, visto oa de-
claradlo, oein a emolmnenlo algum de qualquer 11a-
lureza on denomiuai;ao qoe fosse.
6.a Que um seriam obrigados por nenhum molivo
0 1.miaren! pralico ou guarda para fazerem o seu
Iraosito pelo no.
7 Que no caso de quererem lomar um pralico
po leriaro conserva-lo at o tira da viagem, ou niu-
da-lo, se assim Ibes conviene.
8." Que os passageirns embarcados nos navioi bra-
aileiros que uavegaisem para Malto-Grusso, oa de I,;
regressassem sem locarein em porto da repblica,
nao seriam sojeitos a neubum exame, dealaracao ou
e (Delinale.
'.).- Que os navios brasileiros que foisem para Ma-
lo-liro-io, ou de l viesiem e lucassem espoolanea-
I menta em qualquer porto da repblica, preenclie-
! Mam as me-mas formalidades, a qoe em igual caso
I fossem sujeilus 01 navios paraguayos 110a purlos bra-
sileiros.
10.' Que os pasiageros qoe oavegaisem naaiaa
navios e dssembaicasaem, ficariam lajailoai regras
policiaei eo paiz. a re-pnto dos estraugeiros.
11. Que os navios brasdeims que viasiara au< por-
loa da repblica eam fins comiuerciaes, seriam so-
jeiloi s con-lirnes do esiylo que nao nleodessein as
estipuladles do tratado de aimzade, rommorcio e na-
vegaran, a as iinniuuiJ.iiies do pavillidc.
12. Qae 01 navios de guerra impenaes s para-
ran! ama vez a' inhida do rio, no forte de llumai-
la, para salislazer < condices do arl. IS do tratado
de (i de rbnl de 1836,
13. Que esta fonnalilada seria preencliia rom a
hrevi-lj le ponivel, e sem que os navios de guerra
fossem obrigados a tundear.
1 i. Que o governo da repblica se ohrigana a lo-
mar .les-le logo as medidas iiacaeurwa para qua os
regulamenlns de 15 de jolbo de 10 de agosto fossem
assim enlen li.los, e lid e prumptamenie cumpli-
dos, nesso sentido, pelas autori.l.ides e empregadus
enearregados da execurao dos ditos regulameuloa.
O enverno da rcpublica.dexanlo aqaeslao ileprin-
cipio.susciloo una qua re lainar.io do governo imperial equivala a urna re-
vogacao dos retulainenlos, quanilu apenas reclamava
elle que fossem mnditirados uu explicados,em um sen-
do raioavel c rnuforine ao arl. (1. do tratado de 7 de
marro de I8'd.
Entenda qoe nao poda prestar-ae a snlucjo re-
clamada lem dezar da auluridmle que havia pro-
mulgado aquelles recnlaiiienlnf.
-Vpezar daa dispo-ires manilesladas em varas con-
ferencias, segundo as quaes pareca que as pmposlai
do agente imperial seriam aceitas, o ministro das
rrlars exleriores subslituio aquelles 1 i arligos pur
oalrui lanloi, conlemlo doulrina iuleirainetile con-
(rana, e assim rcspuudeo :
Quanto ao primeiro, que os navios brasileiros,
tanto de commercio corno de guerra, ubservariam as
dispoiices poliriaes preexistente!, na cominandancia
la polica fluvial das Tres Cocas, para o de qual-
quer oulra neeiouelidade al a' Assumprao.
Quanto ao 2., que os navios brasileiros, qner mer-
cante quer de guerra, ubservariam ai disposir;5es
polici.ies e militares vigentes para as embarcares de
oulras nacionalidades que subam ale A-sumpen.
Quanto ao .')., que os navios de comuiarciu ou da
guerra que haixassem de Mallo (jrosso, se apresen-
lariam em Olympo, llumaita' e Cerrilo, para cum-
pnrem as formalidades que csUbelecem os regula-
manloi.
nanlo ao 4., o que tica dito nos precedentes pa-
ragrapho.
Quaulo ao 5, o mesmo : e pelo que respeita a vi-
!la, exame e vistos de pasiaporles, refeno-se o go-
erno da repblica ao que sa exige us regulamen
tos.
Quanto ao (i., qoe seriam obrigados os navios,
quer da rommercto quer de guena, a lomar pra-
licos em Assumprao, como deteriniuavam os regula-
1 lenlos.
Qoaulo ao".-, que era indifTerente que levassem
pr-lcos daquetle poilo al Olympo ; 011 que lomas-
sem oulros nos poulos desigualo no decreto de ina-
triculs de pralicos, leudo sido essas escalas eslabele-
n las porqoe, quando se franqaeou ao Brasil a nave-
naele do Alio Paraguay, na> haviam pralicos que
piilo-iain guiar os navios desde Asir-mprao al
Ul\ nipo.
Quanto ao 8.', qua os navios brasileiros que nave-
gassem para Malto-tirosio, ou de la' regressassem,
linhain de locar nos precipitados porto, do Carrito,
llumaila' c Olympo, e 01 patragelroi, embarcado!
nes.es navios, da apreeealir seus pasiaporles e pagar
os vistos uos punios marcados nos regulamentos do
governn,
Quanto ao !).., qoe os navios brasileiro qna fossem
para llalla-liroaao, ou de la" viessem, lorariain no
obradnos porlos do Orillo, llumaila' e Olsmpo, e
deviam cuinprir as dispoic,es dos reguUineiilos.
Quaulo ao lo.', que era da competencia exclusiva
do supieran goveruo da repblica as disposiees po-
liciaes acerca dus passage ros qua fossem em navios
brasileiros desembarcar nos purlos da mesma re, u-
hlica.
Quanlo ao II.-, que nao ronhecia, porque senao
haviam pablicado, esias condi{0ei offensivas das es-
lipulacoes do Iralado e das immuuidas do pavi-
Ibio.
Quanlo ao 12.', que os navios de guerra impenaes
parariam, a' lubila dono nos citados Ires pontos
da Cerrilo, llumaila' e Olympo, para cruinprir as
formali lades ja' dita ; e ja' que se fillava no refe-
rido arl. l-_>.' da codiriae do arl. 18 do Iralado de
6 de abril da 1856, os navios de guerra brasileiros,
que siiln-sein o rio cora destino a Mallo-Groiso. de-
viam manifestar, 110 porlo da Assumpcao, a arlilha-
ria que levassem, segundo foi estipulado 110 citado
arl. IS.
Quanto ao I.!.', que e os navio de guerra Inasi-
leiros n.lo qui/rsiein fuudsar para eumprir as diipo-
sires existentes mis p .1 lo- du Cerril), limnailA e
Olympo, polen 111 expedir um bule enm as declara-
ene-precisas, inlelligencia de que navios de guerra
Blo ion un a seu loir.lo passagenns.
Quanlo ao l.', que ern ron- n.....11 do que lica-
va 1I1I0, em ie6pos(a ans Ire/.e anlerioies do ministro
braaileiro, nao linhi lugar a pretenrao do liuul desse
ofligo.
Aio rsntao o agente brasileiro uo havia entregue
no governo da repblica a nota de 2l> de Janeiro do
auno prximo p.,.--a lo.
A luellla ola dtvu ser entrigii ao minislro das
relace exleriores era eccaeSo convenieule, coran
llis foi recommeula.lu na suas instrurras.
Havia enlrelanto aqnella nosso agente, em confor-
innlade ilas mesillas mslrocras, procurado negociar
desde loto enm o governo da repblica as precisas
modilicares aos seus regolainenlus lluviaes.
N3o tenlo (bagado a um accor.ln, como se v das
suas proposires e resposta cima Iraneeriplae, apre-
senloo eni.io o miuislio brasileiro a nota do governo
imperial.
A esla ola respondeu o governo do Paraguay em
II de maio do anuo fimlo.
O governo da repubiieu nao a linillin a dnolrina
que o govarno imperial derivava do artigo 6 do tra-
tado de (i da abril da I85I, e protestoa fiomentarcm
conlra a inlerpetraran que se i lie dava.
Declarou que, se eoucedeu por aquelle Iralado o
dimito de nnvegarao e livre tramito dos ros l'ara-
I ii.*' e Paraguay, ua parte em que ella be ribeiri-
jnlia, resarvnu-se o direto de regular aquella na-
' vegar;au por si s, segundo meimo o permittissem
: os interesscs, a eguranr;a a a tialureza da navegar^lo.
Era convidan do mesmo goveruo qua as disposi-
IrOrs dos reguUuianlos lluviaes da repblica nao
I eram enturara nem ao espirito, iicui a letra do Ira-
I lado, e no inloilo de demonstrar que nada linliam
1 de vezaloriiii (ez as segrales cousidera'. ni.
Que era indispensavel que os navios empreeados lender-ia lam.mu com os mesmos governos sobre o rio ; e pelo qae toce ao rio Paraguav, ampliou-se a
11 ,,|uelU navegacao justiluassem sua procedencia e | aasumplo da naveRacao lluvial. dispositao do arl. 18 do Iralado de "ti de abril.
I.
mais ampia escala. Os pobrinhoi sao nossos irin.im
leslinnnaiTies Boceas, nica eslaCao lical e po i- I Pelos convenios cr-labrados em "0 de mareo ^1 ~~E:~"*:"'-~ TLZZZn".???*?^-.-,.. I 5.A .^',,>l." I*.1 M uU. '">r*.<' .f'^i em Jess Chrislo, precisara soceorros, lem di-
cal dasd. a embocadura do Rio Paraguay no Para- de uovembro de 1851, entra o .."ras,, a Tp'i.bl^a d.Lguera"."em tX*J?SSmZ .0" u l^J^'S&'S.'Sn 1 P* .de ^ '* conservado da sua exi.t.nca. a a
na ale a Assumpcao. Oriental do 1 ruguav o as provincias da Cutre Ros e mmenlo e capacdade.
Que, .egunlo a leis mililares de lodos 01 paizes, Corneule. e pelo tratado de cummereio e navegar.au U transito desle navios foi amia facilitado em
nenburaa embarcaran, quer de commercio, quer da de 12 de oulnbro do mesmo anuo, entre aquella re- relacao aos navios mercantes. Somenle sao obri-a-
pubhca e o Brasil, sa havia eilipulado a livre nave- dus a la I'
guerra, podia exuuir-se de se apresen!.ir em llu-
maila', como poni miniar.
Qoe fela a verificado de livra Iransilo em As-
reilo conservacSo da sua existencia, e
uova para se dirigir a Lagltan, na lardeaba (ilha) dade deve garatilir-lh'a com o 11.cenarlo pao e tra-
e depois a luui. 1 halhn
epoisa luui. ibalho.
e Lovava n borlo caixai de armas e de muniees Logo que aejsmos mioncosamenta informados di
gar.lo do Uruguay, do Paran e dos deraais alllueu- Inda
te do I;,o di Prate, nao 10 para as respectivas par-' paquates de vapor.
sem designasao de consignatario, passageiros sera lodosos prejoizos causados pelos tremores, havemos
ar a'forlaleza de llumaila', asim na su- documeulu algum, e raariuhiiros que nfto eslavam enumra-los para eoQlucimeuto publico
como na dtscida, ale a 9 huras filadas para os matriculados na tripular;.,1. |iein jje|n r
Vi- 'Ool'lct defu'eommonicaeao ..So be ouiro senao '" ~".Pa- -"-i!"!- .?!T.""!?.V.a. ".CaS|ia" Sumos ...furmaloi nesle momento (10 horas da
r., finsTiscaei e policlaes sena-, no forte Olympo." I nl.os desle allMeni.,, que ,, preslassem "su.'elTec I deciaraValuV ueuiu [ZaTl^tVliT'LT .'. KS? 1u* es,-""' no.mr UrS- "s """" lo Ha 11) que os tremores de Ierra lem
scala, que o, regulamentos exigiara Uva benfica a.mltcacao. na ^^^^ ramo e '"8"- ^ continuado com mai.a violencia deid. as F.l.ira.
Que essa
1 desle afilenles, que se preslasem sus efTec-1 declarar a soa nacionaltdade, procedencia e
lii'iii'li'a .ipidicar.io, na pai le dos mesmos ros e sujeilar-se a'a medida de quarenleua,
prescriplos pelos regulamenlns aanitarioe. '
- no^ia'T'de'fevernf n'll.m ^'>\ Tr M,""nPT "c""u" e0""ca '", 'm '"S~cir~c'um,unca7.' qVa'ala sub'.^al ao"il"a"dMTlB..nh!.it,,M
no uu l_ ue tevereiro ultimo foi ratificada no da davem por eou.a alguraa trausigir com o cyropri- zindo o terco a Nona Senhora- II
el. pelo pres.denle da repblica, e aceitas ua mesma ment dos seus d.vens. V m reiVo vdulm ^!1" f" i i
traziam apenas a dein da navegando lo Rio Paraguay, desde aa Tres Roe- | Feto aquello convite, nao s nao manifeslou o
cas ale Olymro, era uraa extensao de 300 legaas de goveruo da repablica do Paraguas a menor repag
orna navegaras, termo medio, da 60 da para em uaiicia livre e mutua uavegara do Prala, e d
bar.arai mercanlas, e de 0 dias para as de vapor.. seus allluenles. para lodoi os beirinhos, como a I dala as declarasss cuntidas nos protoeolloi'iesue--
Que, sem essa scalisac,ao, seria o c mirbanlo ao- admittio eiplicitainenle mediante algumas clausulas tivos.
?os casos para a liba de Pouzo
Um eapiUlo de navio
{ al aos Mosleiro..
mariubeiros Todo o pnvo das Feteiraa na noite de 13 para l
em penitencia, re
All chegados, fize-
. ram oracao, vollaram para a igrea, e como o tem-
lle. porl.nto, muito dillicil admill.r que o ca- .' po estivesse cheio da liis na oceasiao em qoe fez
. I add.ciona..-. que nao se referiera navegeea na: i Em virlude d. na.., reversa,, .rocadas em As- \ 33 sei.h'r VET?E2&mT5& VZS*tS2& 't^T?^^''.-
Estados poderam amJa urna vez ser recordadas e ra- de abril ultimo. ,, ,.,,.,, n... ...,. i..a. ". ......:.: sompc.lo al Ulympo.
O manifest he o anico documenlo que legalisa a j
carga de um navio, e era por isso indtspensavel ver;
e aullieulica-la na entrada e saluda d rio. ulicadas 110 tratado celebrado em 7 de marco de
Qoe se nao poda contestar a conveniencia da ex-1 1856 com a Coufederot]aO Arginline.
Iiilnra.i dn passaportes dos eslrangeiroi, mi vez | A Repblica Oriental do I nituay ea Coufedera-
que o governo da repohlira lem o direto de querer Sio Argentlua, cunee leram ao Paraguay, atilm co-
saber quera entra e quem --.lie de seus duminius, el mo bandeira de todos o oulros rlbairiuhoe, a livre
de impar condires a essa entrada e sihida. : navegado do Uruguay e Paran', na parle que Ibes
Que a 1 nsti un; garantas usadas em todos os paizes marilimos, e
contribua milito para as facilidades e seguran;! da
externa navegacao do rio Paraguas, cojos escollm
eram mais ou menos numerosos a perigusus segando
o estillo de las agua.
Que a relribuirao para a legislarlo dos docomen-
Ins dos navios a passageiro, san eportulas (ao inig- | Aquelles aecordos coo'slaui dos protoeollos a'
nifieanles, temperadas enm as que a exigen em 00- nados nesla edrte, e no Paran', em 15 de seleinhro
tru paizes qua u govarno do Paraguay nunca pode e 0 de iiuvemhro do anno prximo pissaJo pelos
prever que foisera claisilicadas como direilo de Irn- I plenipotenciario! respectivos,
'i"- O Sr. cousclhairo Paranhos parno para o Para-
Qoanln aos navios de guerra, enlendeu o governo I B> tn 30 da dezembro ullimo, sendo portador das
da repblica qae deviam elle declarar era Asiorsp-jdOM notas dos miuislms das rcla(oes extenores du
rao e Olvrapo o qua delles exigiam as condirei do [ Estado Oriental do Uruguay a da Cuufederar^o Ar-
ar!* 18 ao tratado, a tambem em qualquer ouiro 1 Kuliua.
RELACO'ES ENTRE O BRASIL CAS REPIBL
CAS DO PER1 '. VENEZUELA E NO\ V
GRANADA.
Posto que nao existam anda esclarecmentns siifli-
eieules para a celebrado de uir> tratado oefiuilivo.
que i'iiiia por lira dar toda a prolar^ao e desenvol-
viraeulo ao commercio e oavegacfto enlre o Branl e
ponto em que chegasiem a ell'actuar algum desem-
barque, e que se accilaria qualquer documento que
mais cunviesse ao governo imperial, a nao querer
esl.ir pelo nielo adoptado nos regulamentos da rapu-
blica.
Concluio aim o governo da repblica que 01 re-
Arredilado junio do preidenle da repblica, no
dia 13 de Janeiro prximo lindo, no da 14 enretuu
a negociaran de que fra incumbido, eulregaudo ao
governo da repblica a nota aob n. 10 da amieio C
Nesla nula, referindo-se aos campromiisos eonlra-
Indos pelo Brasil, Eitado Orieulal, e Confederadlo
gulamenlns da navegacao do rio Paraguay nao vio- \ Argentina, a respailo da liberdade de uavegdC,ao do
lavara o tratado do ,11111/1 Ir. navegacao e c unmer- Rio da prala e doi leus allloentes, soliciloa do go-
co, eccresceniando que larabem nao offendiam as; verno da repblica do Paraguay a sua adlies.lo a'
iiiiinuiii.lades do pavilli.lo brasdeiru na epbera do conveurao que h.ivia celebrado em '20 da uovembro
Iralado, nem a convenran preliminar de limites ce- I uitimo cum e Coulederac.ao Argentina, ollerecen-
librada na mesma dala. ; do-a como bae do aceordo relativo a' verdadeira in-
lusislia o goveruo da repobica as suas preten-
jes au lerrilorio compreheniido enlre o Apa e o
rio Branco. na margem esquerda do Paraguay, con-
tra o que tai formalmente e deduz das r inferencia
qu precedern! a' eclehracao daquella convencao.
Fez ver o governo imperial que nos ponto rima
rietignadoe, a polica nao poda Irisar de sei fela
sobre o rio pelas autoridades de um e outro paiz, na
margem dirrita, pidas do Paraguay, e na esquerda,
palas do Brasil, de modo que sempre te respeilasse
lelligenria e pralica po iralado de emizade, uavega-
cao e euramerro de 6 de abnl de 1856, objeelo das
d llerrii, 1. sobrevindas eutre os dous paizes.
O governo do Paraguay, sera adherir a convenc/io
base que facullem ao navios peruanos o livre Irau- cnsilerado
silo pelo no Amazonas.
Admittido esla principio, a navegacao do Ama-
zona, pela nov. convenran, sera' eslabelecida sob
bases mais extensas a lineraes.
O cuv.viio imperial procura uniformi-ar, lano
qaanto seja poeeivel, os principios reguladores da-
quella navegaejo, com os que foram consigiados
ltimamente nos arciirdos celebrados com o E'tado
pode, pi:
rao cmplice quem
ten lo liberdade
O documeulo sob n. I do annexo D. mo'lra
o governo da Repblica do I
velmente qualquer proposla d
eite respeilo.
Pelo art. 17 do contra'.o que o governo peruano i lompcao, ou antes a cerleza de que, quando o Ca-
celebrou com a companhia braiileira de navegarao tillan., fii apresado pelas fragatas napolitanas que
e commercio do rio Amazonas, reservou-se o mei- loe curlaram o caininho, se diriga a Pouza, e nao
1110 governo o direto de renovar, se Ihc parecesse a aples, indo buscar novos recrutas para a re-
conveniente, esie contrato, passados os tres pfiiiiei- volurilo.
ros .huios da sua existencia.
Pur una de 15 de maio le 1857, e em conformi-
laile de um decreto expedido na mesma dala, par-
asngnada ua ciJada! do Par....., a areitou, nao obs- I eiiiqoauto nao expirasse o prate de 5 anuos mar ado
lieipoo o governo da Repblica do Pera' a' legaran car a eu bordo, no momento da partida mais do
imperial em Lima, que na-i usara desse di
tdiile, como base til para a solur,1o das quesloes
peiidenles enlre o imperio e a repblica.
Expriiiiinlo o plenipotenciaiio brasileiro o pezar
qoe iiio caoiava a annnneiada lecu.a, e que a nao
constderava como definitiva, appallou nesle sentido
noli noaiidnttia de cala urna das parles coulra- para ai conferencias dni dous pluiipolenciarios.
tantea. A negociardo proseguto desdo o da lUdejineiro
Deelarou, porm, o governo da repblica, que ad- al o da 13 Je (evereiro, em que lirinuu o pleoipo-
m ti r e-la prelen^ao sena recoahecar ouli possi-
deliia do Brasil no lerrilorio entre o Apa e o rio
Branco, e resolver em sua quasi lolalilade a questo
de linite- pendente eulre al duus govarnos.
O minislro brasileiro, recebendo esta unta, snliei-
! tou ein 1 de malo explicaroea sobre o verdadeiro
i >eiilido di lulucdo qua o governo da repblica dava
t davidas proponas pelo governo do imperio, lirau-
i ilo dalla as seguinles couriusas :
I." Que a bui Icira branleira navegara das Tres
l '.--s a' Assunii cao com ae eondifties com que a-
1 quells irecho do rio 1.11 aberlo a lulas as baudeiras
1 em 1845.
J." u o natos brasileiros que fossem para M-l-
lo-ljrosso parari un sme.'le na Assumpcao e no
Olvinpo para manifestar o seu deslinu ; .1' subida, no
primeiro ponto ; a' deseida, 110 segundo.
3.a Que os navios que nao loca.ieni no portos da
repablica, e o paiiagelroi que nao deaembareaaiem,
nao ssriam sujeilus a eiame nem a emolumento
altom.
i.; Qae a disposico dos regolamenlos relativa aos
pratico, nao seria cbngaloria, ao menos para os va-
sos de cuerra.
O ministro das relaees exteriores re-pon leu em
15 uo dilu mez de maio que as coueluioei que da-
quella nota tuava o ministril brasileiro n.lo eram
conformes cora as dispoic,es que se continbam nos
regulamentos da repblica.
E no dia 17, era qoe vio-se abrigado a suspender a oe-
tori -0:1 1 para acudir a oulros uegocios urgentes uo
Paran'.
O governo da repblica havia apreciado mal os ac-
tos e procedimei'lo do minislro brasileiro na As-
sumprao, o Sr. ctnselbeiro Jos Mara Jo Amaral.
Esia apreciado nao po da ter o as-eitimenln do
governo imperial, reconhecando o carcter e cir-
comipecclo ilaquelle seu ministro, e que o seo fim
fura nicamente, a par da digoidade qua davem sem-
pre guardar os agentes diplomticos, ebegar a um
aceordo sobre o obieclo principal de soa mi-san, ilu
he, obler Indas as lazoaveis faciliiladei para a nave-
gaC/lo lluvial, Cuido fra eitipolado uu tratado de 6
de abril.
A nota de 11 de maio do governo da repu'ilira re-
pellia em lodos os pontos as justas reclainaces do
governo impenal, o com ella licoa raallogiada a ue-
gocior.in cnufiada ao Sr. cunselheiro Jos Mana do
Amaral.
MIS-AO' ESPECIAL DO SR. CONSEI.IIEIRO
JOSI- MARA DA SILVA PARANHOS.
Era, porera, de grande interesse para o Brasil que
prugreduseo, as suas reclamaccs para lirem a de-
VI la sulurin.
A mperioriosa neeeMidada de um minislro, espe-
cialraenle encarregado de Ihea dar andamento e de
coinegiiir o desejadi. reiullado, foi, deide logo, rc-
eonheeida pete governo imperial.
U Sr. consellir ru Ju- Mara da Silva Paranhai,
qoe havia negociado o (ralado de 6 de da abril de
I856,e consignado nos repeclivos proloeolloi, os
principio eas rn/es era qoe se tundanm os eili-
|nil .roes queelle consagra fui a pessoa escolhida
para pi ranle n,i-.,iu.
O governo iuiperitl dea 1 n-le novo ministro ins-
Irucres adequada au estado da quesiao, esperando
que, recunsideraudo as suas justa reclamarles, nao
insistira em desatiende las o tllustrado goveruo do
Paraguay.
Ksas preteii. deviam baiear-se, como sempre
e hasearaio, nos regulaiuentus da navegacao lluvial
de oulros poros, que por iu eivilieacjio, enmmercio
e pratica de seinelliinle lelacei uilei narioiuei,
uos po.liam ervir de cxeoplo."
Que o einneiili 1 do governo imperial nao era exi-
gir oulras facilidades para a navegacao do Paraguay,
que nao etivasse disposto a conceder para a ua-
vegarao dos ros do Brasil.
l.-l indo a qne-t.io lluvial por l-.l forma ligada com
a de Imillas, que Irnlar de urna adiando a nutra se-
na turnar a s.,loc.ao da ambas iniiitu iflllieil, leve o
enverno imperial em luda a conaideraco a sua deO-
iiitiva fuacao, fazondo ver qua o iira.ll nao liuha
necessilade de eslen.ler o seu lerrilorio, a nao que-
ra senao o que por direilo Ihe partencia.
Ni 1 Ihe sendo, porem. pernnlti tu instar pela an-
luraidesss queilo, em vista do que se havia e-ii-
pstado pela convenci resoeeliva de 6 da abril de
I86, Maonftaava-ae en retaalj o governo imperial de
poder consegoir este benfico resultado, para as non
relacttea enlre os duu paizei, se fis-ein iguaes as dis-
M du governo da repblica no correr da neg-
liaclo sobre a navegacao do Paraguay.
Para este fim foi o ministro brasileiro munido doi
nerenarios plenos poderes.
Era natural que o governo da republira pedissa
eiplleaeoea sobre o movimeoto de tropas que se esla-
va fa/.endo no impeli. A explieaco era ohvia : ella
eslava nos preparalivos bellicos queII faziam no Pa-
ratoay.
Sem deeejar esse eonlliclo, em t-lo provocado, o
governo imperial excedera 01 limites da pruJencia
e da moderarlo se nao ee preparaiso para elle.
O seo maior empenbo era, porem, que o nego-
ria lot brasileiro se e'forr;asse por lodos os meios que
llie suggerssem o seu zilo, inlellgtncia e I no di-
plomtico, para que as nossas julas preteuees fos-
iii, de commum aceordo, reeolvidas
lenciario brasileiro com o da repblica, o Sr. geue-
ral Francisco Solano Lope, em 12 de favorero ul-
timo, una nova ronveiiro lluvial.
Aceita, coiiiu eslava e liir.i propo-lo, pelo pleni-
potenciario biaiilairo, a couveocao lluvial aengoada
com o guveruo argentino para base do novo aecur-
do culre o imperio e a repblica, a negociac/io lor-
nou-se menos espinliosa, seuio eliminaila a questao
preliminar da legitimidad dus regulainenlo da re-
publica.
A convenran celebrad i com a repblica rcsilveu
loilas eslas quesloes de um modo satisfactorio.
Por ella os navios que se empregsrem no com-
mercio airelo de Matto-rosso lmenla sarao ubn-
gados a locar etn dous punlus.
No primeiro, lerlo de exhibir a caria de snuda e
um cerlilieado da sua nacionalidade, lotielagein,
procedencia e deslino. No seguudu, eutregarao o
passe que all I verem reeeirdn.
S, evenlualmeiile, ou nos portos em que volun-
tariamente entraren), terao de mostrar os seo pa-
pis, e sujatlar os passaporles ile seus passageiro ao
exame e fleto da aulundade paraguaya.
Estas operac-es nao importara onus algum pecu-
niario, e aeiflo execulada do mo lo o mais eipadilo,
para a duraran do contrato, e nao ubtivesieos pre-
cisos dados eobre o estado mercantil e necesii li !e-
de i'omniunicr.iii Jos povos peruanos ribeirinhos du
Amszuna.
Aqaella contrato fiudoo em novembro do enno
prximo paatedo, por manifestar o governo do Per'
a sua resolujau de nao continuar a subvenrao pac-
luada pela Convenrai de Si de oulubro de 1851.
O governo do Per' aaatm o notifleoa a' rompa-
nina, onlendendo que devia denar a' conrurreu-
ciaaemoresa da uavasajao pelas aguas da K .'pu-
blica.
11 -loverno imperial esta' persuadido de que, em
idnticas eircuiuslancia, tara' preferencia aquella
companhia, que lem sob quaesquer outros concur-
rentes a vanlagem que da' naturalmente a pratica e
o coiiliecimeutu dus lugares.
Iloje a navagaejao do Amazonas he feita, porlanto.
numero de individuos inferior au seu ^.. e e quanao 0 caiaoranie eflevava 1
que na lenliam para o ataque lodos os ncursos que ouiro tremor violento se fez seulir, e o povo em al-
navia para a deleza. los grilo peda misericordia. Deo queira por sea
a Admitlamoe, 1 l.iv a. a bypotbese de urna fra- 1 luQnita buudade. comoaleecr-sa de us.
queza sem exemplo no capiao "jitzia e 1101 seus ma- i \ ULTIMA IIOR\.
rinheiro. Corre o baalo de que enlre Mosteiroi e Brelanba
o U navio chegou a Pooza na madru=ala de 1, ; abr,ra um lesniradouro, donde sabe constantemente
porque he que o capitao nao se aproveiiou do 1110- algum fumo ; mas nao nos toi possivel averiguar a
le oa iniergen.ee Uahara desem-arca- 1 verdidedesle faci, sendo porm cerlo, qoe em lodo
0 dia de hontem l nao se -eolio uesta cidade abalo
algum de tena, nem ua maoha de boje 15. .
dem 10 de maio.
EXTRATO DE DMA CARTA PARTICULAR.
Feteiras 17 de maio.
Estamos anda vitos, mas o abalea de trra tem
para otear, ..pera qu. votem o, .on.piradores para ,iao arilllrtes e repiaos ffegaezia porm lera
o.eonduzr.Lapr, aonde chegou no da -2* as no- fido menos o. estragos porqoe as caaisacom-
ee hura, da nui.e. O uesembarque dos i.isurg.ut.s ,rol(Jl, Subr. uma pedrei". continuada ; e por s.o
le po-.o en. pra.ica .mmediatamente. ,pfzllt de ,,,, |r,Morei 8u daa, u '/ D \
,:" ".,eh,,,Uie0r"l!"a" SlUH,a de no' em >as ficeram arruinadas, d.sabando porera muita.
berda le a bordo ,1a Caglian, anda esperou era narede, j,, predoi.
lJ,arT"a,C.a."r?'a P',U ""."''"a T 1US" de fu" Em Candallaria rauilas casas viiram a Ierra, e ra-
gir logo que os vio desembarcados a ra ,,a chamin. que liearam em pe.
A igreja solfieo varios prejuizo.
Nos Cioetes foram anda mais eonsideraviis os es-
nto de
por-
parle era
ra !
Na Varzea hoove 01 mesmos eilragos, a igreja eil
com espeques, e Uo arruinada que all nao pude
celebrar.
O parodio consumi o Sacramento.
Dizem-me que as Sele-cidades soffreu milito, mal
os grandes estrago tm si o dos Mosleiros, principal-
mente n is lomba e na cora do lado do sal. Ai duu
casas de Joi Ignacio dos Reii acbam-ie totalmente
arruinadas, a cousla-me lerem-se aberto doas gran-
des fendas. que alravessaoJo a rocha e monlanhas
s.i 1 finiar as Sele-cidades, alcm de duas boceas re-
dondas na rea que lem sorvilo parle da mesma,
nao podando conhecer-se a ma profuodidade, perce-
ben lo-se cerlo.rugido como de trovan, qoando fazem
o tremores, ma at hoja nao houve explos&o.
No sitio de Jo3o Boro, lugar da Brelanba, lambem
se lem soffndo muito, mas anda qoe queira dar re-
1 ir': 1 circumitanciada de Indo, sena preciso qoe exa-
minarse lo las as ruinas com o meas propri s olhos.
A lamilla assuslada nao rae lem deixado sabir,mas
amnala pretendo ir a Caudellaria, Gueles e Var-
zea, na s-.'.i.i-fila vou a cidade, e ludo te con-
torc.
E-tamos dormindo n'am cafaao. mas as casas, por
Oriental, Coulederac.ao Argentina e Repblica do ; Espera lalveza noticia de Inampho para a Irans-
laraguay. mittir, e eonlirmar um mvsleriaso despacito thele-
^_ i, 1 ,.. .. i .-..a i.-.r." au. ana a. o ..i mu- i ijii-i o r i .j y ||. n
X?i2iZtt.^[R^S22&M1!2f*!' a Ma"u"lde trago, prlne.palma.ilo as Lomb.nh.., a p'n
eru aeolhera favora- Ceno... e conc.biJo neatM termos : ,ouu ar falendo co(ner UQ. P
do gore.no impen.l.a Chegou a mercad irla, e es,.ravamos mate. que 3s' oa,as esta, era ruinas, e a maior par
lu tas estas circunstancias razara nasrer a pre- erra'
11 Emquanto a' casa rtabilline, lm da sua cum-
pliridade em Indas as irregularidaJei consignadas
a borlo du eCagliari, declara nao ler fado embar-
que 35 barr de carvo, quantidale suflicienle so-
mente para chegar a' Sardeuha, aonde deverta fa-
zer fnrnerimeiilo.
1 Todava o navio n.-ivegoo a lodo o vapor duran-
te qualro dias, sem ler le.lo novo fon.ee.metilo de
earvlo, o que prova qoe e linha embarcado nelle
uim quanlida-ie tres veres superior a' que foi de-
clarada.
1 Emquanto .ios mecnico inglezes, cuja inno-
cencia he proclamada pelo govecno, parecem, e-
gondo os fados, Uo cnmprebei.d.dos como os oulroi
ni lividuos da Inpolarao ; porque sem fallar na rar-
l.i de roiss White, a qual eoraproiaella mullo, nao
podem ser apre-enla'los como ictnrn da innocen-
cia, porque, primr.ru do que ludo deviam reeuiar-
u,,de=mnerV;CddC',e q"B "T' S"T *M "- nTd. V." "......
auieocommau ...do nvio. a qoe deviam obe- 1>moj l|o e|l0| ,, rior
en. 1 fura destituido; Iotas a. aineaps que po- [ mul| ,J1B eIe povo ; f.z.ndo o primei
dessem razer-ll.es na. deviam aparta-Ios do cu.-;; ,. ,., .. ___LJ
priinenlo do seus dev ;.'-
1 pai
nao podiara
recela 1
uiiicaiiieule coin a subveuriu do governo imperial, f|ue os raalasseiu, porque sem elles o o-vio nao ca- i
me liante as estipulares do novo contrato de 11) de minhava : plo centrar o, se puze oulubro do ajino prui.mn passado. Ibee offoreela a soa posicao a Indo, para lazarem '
Pelo arl. 7.- daquella convenci se eslipulou que abortar esta audaz e louca tentativa '.'
uma coiiiiii!s.,in misil, Horneada por ambos os go-I Emquanto legalidada da captara da Cagliari,
vernos, reeonhecerla, contarme o c uti poeiidetu, I oa mais abahiadoi juriicousultos da Europa .e pro-
a Iromeira enlre os dous paizes, e propon a (roca uuc.aram nesle sentido, e Vattel, l'aelix, Wbeatoo
dus Urrilonos que julgasseio a proposito para filar Uitelu, eetao todsa utianimei em reconhecer que
liiiit les quetossem mats ualuraes e couvenieulas | a quan lo uu. navio, sombra de um paeilhao ami-
n gu, vem a comraeller actos de bostilidade no sea
territorio,pode ser perseguido pela palle ofienlida
a mais alem do mar territorial, no alto mar, e at
n distancia de um tiro de artill.aria du lerritorio do
o out'O Esta lo. n
O Piemonle e a Inglaterra pronunciaram-se con-
a uiua e outra naci.
Conven), leudo js' qaafl deeorrido o tempo da
doracao daquella convencao, que quanto antes se ,
enlen lam os dous goveruns sobre a poca em que '
deve romer.ir essa de.narcac.ao.
O tratados sobre limites de 5 de novembro de i
a qualquer hora do da, deide o nascer ale ao pur do I 185:! a 5 de jolbo de 1853, celbralos, o I.- co.n | (ra a legalidade desla captura, e protestan), eu.no-
; 1 Repblica de Venezuela
O paquetes de vapor, assim como o navios de ; da Nova Granada, anida aa adiara dependentes de
guerra, gotarao de maiur lacilidade, podendo com-1 approvaran, por parle dos respectivos congreeMI.
0 horas da! O guverno imperial nao pode almillir modifica-
rao alguraa na determinarlo das linhai da fronte-
ra, como foram descr.ptas njquelles tratados.
Essai linhai sao fuudadas nu Irabalhos scienlifi-
coi de Ilumboldl, de Schomborgk, e de Codazz, e
nao podem ser razuavelmeute
mullicar com a autondade
nutle, duraula u verau, e ale s '.1, durante u in-
vern.
O servi$o da pralicagem foi declarado por orna e
oulra paite iuleirameiita facultativo.
Qualquer uaviu pode navegar sem pralico, ou pode
empregaro pratico que Ihe apmuve, sem neuhuma
reslncrao quaulo a uacioialidade dele.
A questo relativa polica da parle do rio que
corresponde ao lerrilorio coulestado licou decidida
como prescreve o art. 12.
Esla foi a maior dilliculdade que se leve de ven-
cer.
* ,. t ',,,.. P?1"". ""'"> ""Pnala..la r.pu-: ,, espe.ar que o tribunal de Sania Helena pronan- A arclleult
Ino. abnal ehegaram a "' "u Peni, he decrer que se regle definitiva- cieno sob e a valida le da prez... do am'.Wmr-
otenc.anos em prea- "l.as de fruul.ira cora \ enezuela e [tova |),p0i, da Inglaterra commelter I es actos, o Pie- MonnmmTl
O plenipotenciario brasileiro propoz que, entre
aquell.s poulos, a polica pudessa ser fela por *m-
barca(ei de um e ouiro Eslado.
au sendo aceito esla arbil
acrordar os respectivos plcmp
cmilir, nena parle do rio, djsineius aatorieadoe pala -ranada.
cuuveuc.no, salvos us casos de invasao dus selvagens,
em que a uma e oulra auluridade sena all licitu
perseguir us invaaorea do u ten.lorio.
O lorie Olympo foi designado para uma dai aila-
r6es em qua sao obrigados a cummunicar os uavios
mercaules.
repellidas pelos go-
vemos de Veuezoela e Nova Crauada.
O governo- destas duas repblicas u nife-lar mi
o deseju de estrenar as sua relac/ies com o de S.
M. o Imperador, e de ejoetar no selo da conliauri e
IralerniJade americana, quealis que puderu per-
turbar a boa intelltgeaeia com o imperio.
Mediante as nagociares subre navegacao fluvial
em que lem de entrar .. agente bra-ileiro naquallas
repablica, sub as ine-nn- bases da nova cuiivenrau
l'ie ni ni tou
_f.' com a Repblica me do commercio, que, segundo ella, ja nao havo-
ria seguranes se por limpies suspeilai ( suspeilas
quando o eCagliari ae.bava da desembarcar Imnr-
giutes se podesse apresar um navio cebarlo cora
pavilliao un go.
a Citemos somenle um ficto para mostrar como
emende Inglaterra o direilo martimo quando se
(rala de captura, n
r.m 1S.5I, estn lo, a Inglaterra em paz com o
Brasil, um vapor inglez, o Cosmoron, suspeilaudo
que tres navios brasileiros ancorados no porlo desta
de Paranagua', -e dealinavam ao iralico da es- | revoluco.
cura
eiro
ver que tsto sao couas nsluraes, sendo cerlo qoe
Deas sa serve da propria nalureza para castigo dos
horneo.
As sua palavras animadoras fazeru grande iin-
presaflo 110 novo.
Nada rale te p j--n dizer, e i pens na miseria pu-
blica ; porque sendo em todas esta pirocbias om
auno de lome, ao mesmo tempo vera esles castigos,
liara anda ma s nos atormentar.
Deus loque o coracao dos ricos da (erra em seo be-
neficio ; pirque a desgrana chega a locar o seo ter-
mo filal ele.
ES TADOSPONTIFICIOS.
De Roma dizem o que se segu :
a A mu .-.'i.) da nova moeJa de ouro e prata
faz-se diariamente.
>v ora petja de um escudo he lindissima.
O .seu modelo he maior que o da paga de
cinco francos de ouro.
>s sollos se lid o tambem eliminado,c tam-
bem o papel.
O resultado para o commercio ejpara todas
as transarles .pecuniarias com o governo ro-
mano sera immenso.
IU desapparecido ja o agio sobre as espe-
cias metlicas, e tambem v3o desappareccr
os ltimos vestigios dos males causados pela
cravatura, apresou-01 levando-o a rebuque.
violarao do direto das gentes, e disuarou um tiro :
o vapor inglez arrasa o po lo e prosegoe o seu ca-
ininlio com a presa ; porem como 01 tis navios eram
d.llceis de rebocar, meleu no tundo o mus pesado,
Conlinuar-sa-ha.
Annuio o plenipotenciario brasileiro sem lepug-
n-iucia a esta designarau, que era agradavel ao go-
verno da repblica," porque podia resalvar, cuino
re-ahou art. 13), qualquer allegarlo pora o futuro,
relalivamenla ao terriloiio cont-lado, e porque de
ouiro modo appareceha provavelmante a prttenrio
de que all se parasie para fallar ,1 fortaleza.
O arl. IJ lumou necessano um segundo prolocul-
lo ; documenlo 11. 21 do annexo E.
O plenipotenciario paraguayo julgou conveniente
resalvar a supposicao de que o'plen.polenciar.o bra-
sile.ru bonveise piulo em duvida u direilo da rep-
blica 1 margem direila do rio, na parle fronteira ao
lerrilorio contestado enlre o Apa e o chamado no
Branco.
Ao loeimo timpo se expresoo nesse doeomento,
sem opposicao do plenipotenciario brasileiro, que o
governo paraguayo liuha em villa, era vez de guar-
das, recorrer, pur emquanlu, medida de fechar o
sellar as escullidas dos navios qu sobissem para
Matlo-Grosso, lindo oscilo levantado em Olympo.
O inconveniente que algumas vezes podero pru-
vir do emprego desse mein em l.'u cxlcnso trajelo,
lcou exprass,luiente prevenido.
As disposiees referidaslaliirazem aaa ponina con-
troverlidiis daa meJilas lomadas pelo gover.n. di
repblica em eiecucSo .do Iralado de fi de abril de
1856.
El'av sflo lambeiu :iinlorm.s '. cnnvcnj.o do Pa-
ran'.
A ruiiveiir'i.i de 12 de revcreiro conten entras
di-posiion-, ,,, ., favorecera 0 livre Iraoiito,
prevendn a neresiidad do porlos de escala eosr.isus
1 da entra las fon; idas, ,|, naufragio, mas al am-
plan! o direiloi e obrigajai que firmn o iralado
preexistente.
Os ros Paraguay a Paran', na parle perleocenle
aos dous Estallos, foram abarlas a' naveeacSo cora-
...ercial de lodo as nare amiga, com as meimaa
isences que se eoncedein a'bandarri9 das duas al-
tas partes contratantes.
Agora po terao tr pen 1 applicario o decreto im-
perial de II de abril do 1S',3, que babilitou o pollo
do Alboquerque t.ar.i o coininereio geral, e o oe 25
de oulubro do 1856, que pcrmillio leinporariamcnle
o Iranspoile, sub pavilhUo e-lrangeiro, de merca la-
nas despachadas, com qualquer destino, dos oulros
porto do Imperio.
O governo pariguavo su nao quiz desde ja' per-
millir a ludo-, por um pacto internacional, o trans-
porte de inercadotias no seus barcos do eabolagem.
Esta restncrn, porera, nao inhibe a applicagao
do principio mais l.lie-ol que segu o governo impe-
rial, asiiui para cora os rula l.io do Eslados ribei-
COMMAMJO DASAUMAS.
artel neaeral do comznando dial aratae de
Pernambuco na cldado do Recito, em 23 e
julho de 1*58.
UKDEM DO DIA N. 97.
O marecl.al de c loipn com nandanle das arma
interino declara para que prodaza o devido elleito,
que a pies.denc.a eoucedeu por portara de .l do
crranle, 15 das de licenca para Iralar de negocios
de sua casa commercial fora desta cidade, ao Sr. al-
reres da .'' companhia do 2- batalhSo de alantaria
da guarda naeion.il aquartelada Antonio Pii.no Pa-
checo Soare. Determina que .las revistas sanita-
rias dos corpos sej 1111 apreieulada (icompaiiba las
de urna retardo nominal: ludas as praras de prel ao
respectivo lacultativo, para examinar "se ja tlveram
bexigas ualuraes ou vacciuadas, e proceder na-
quelles que carecerem desle preservativo : as que
u3o comparecerem uo primeiro dia pur estarem de
noule protesta a favor do commercio o do direilu in-
ternacional.
O governo sardo negou ao napolitano o direilo de
fa/er a preza e de julgar os homens embarcados a
bordo do aCiglian.
Pelo que diz re-peitn ao navio, leudo os apreza-
.1 uo- instaurado 11111 processo peraute o tribunal .I
prez.11 de [aples, nao somenle o cap'
mas al a casa llubaltine recouhecerain a
e intersieran! na cauta.
Emojoanto ao eapilio e a' tripulaban, deve consig-
mr-ae que quando s fregllae napolitanas captura-
rain o aCagliara levava a seu bordo anua, uiuni-
i;.'"s. rebelde, lerilo, ludo o qo conititue a pira-
loria a culpabllidale dos que all e aclnvam nao
era diividosa, visto que acabavam de commelter
hostilidades em lerritorio napolitano ; potiam ser
considerado como se iivrssem sido apanhados com
aa armas na eolio.
Todava, fiel aos sea principios de nm.ler.ro \ o
como nao linha l'eiio julgar mililarmenle os revolu-
narioi apanhaJos com a armas na mao as imme
serviro. ou por ouiro qualquer motive, compare- d'H"e' ,le C'P. soverno das Dua, -siril.as quiz
cerao nos .ubeque..le, al qae todas lenham Pa- ''"e ,e l""",,'""1" P ,"cf,0, "'"'"' "*" que a
sado peto in licado exame. Al praea. que .e rorem l""""""' '" eulp.b.l.dade do eapiUo da tripo-
1 farao do Laglian n lirasse bem d.-monslrada aos
olhos de lodos, e em breve dictara' a soa -enlniri o
reeolhendo dos deslaeameulos, ou que estando des-
taca.las vieren a capital, sarao igualmente apreii-
ladas.
Observando o roarechal de campo commandante
das armas interino que uenbuu.a verba de econo-
mas licitas encontrara as conlas-correntes dos
fundos da caiva dos COOlllllOI eeonomicoa del I1.1I1-
M11.es i- de arlilharia a p, e 9 ne lofanlaria eoo-
ceniFiiies ao aein.stre lindo, determina aos raanei 11-
\oi sauhore commaodanle que na gerencia dos
landos .ia ueima cala davem contar com a recolta
proveniente das ecoBomiai lie.tas de que trata o
S "' do arl. 7' do regntaiiienlu de 6 do oolubro da
1855,recolta qu lera' a applicaeSo que ss acha da-
ngua ia no an. 12 do citado regulameolo, explicado
pein mdelos apeusos a orden, do dia do qoartel
general do itercito de 26 de abril do auno panado
oh o iiiiui'iu \J. (Assiguado
Francisco Sergio do Oliveira.
Conforme.lloraeio da i.u-m.io Coelho, alfares
ju lauta de ordeui ancarregadu di detalhe.
como couvera rinlioe. como para com todos os eitrangeiros residen-
a dona povo viz.ulios e lao iiit.mamenle ligados pur ,es lerr,lnn0 brasileiro.
nteresses reciproco,. 0 A|| [,,,, |o ,,, ,, abn| se
ll qaanto I aei,ava as Coiid.sr.. do Alio Paraguay, licuu pela
nova convencao enllocado em oulras eipeciaes, de
a ela ultima mislo era enlrelanto mais decidida,
era o ultimo recurso aos meios conciliatorios.
O Sr. conselheiro Juie Mara da Silva Paranhos,
antes de se diricir .1 repblica do Paraguay, leve de i
passar pela do Uruguay < pela Conlediricao Argen-
tina.
Fura encarregsdo de v irias negociaron junio doa
rc-p -divos governos, sendo o objeelo d sua misino | va ser am Villa das coneesioes do governo argentino
uo Paran a ua Repoblita Oriental do Uruguay eu- 'que ha o soberauo da maior parle navegavel deiie
DUAS SICILIA.
O Nord.n de Uroxellai, da'sobre a questao Jo
Cagharl assegoinlas pormenores :
o & destntelligencia entre a corto de aples e
da Sardeuha lie urna dai coosas que actualmente
mais preoccapi a allenra.i publica.
11 Cada um do ditos governoi lem publicado o-
las O .imeinorandiiinii para intentar o seu direilo ;
a opimao ole llucluir indecis. a' vista de lie
grande numero de documentos, nao deiza porlanto
de ler inleresie o reunir era pouc.is palaras o ne-
gocio, eslalirlee.endo cora o auxilio de taclns iu-
coiitestaJos a verdade do s tres seguinles punios :
o I- O capitn e a tripolacao ilo Cagliar. rederam
a' violencia, on foram ruu.pl.ee dos rebeldes como
o casa Rabb i t ne .' Pode admillir-se a innocencia
confi.rmidade com os principios ealabelecidos para o doi mchameos inglezes embarcado! a bordo do
rio I rogoav, cujas circuinslaueias sao anlogas.
Nao foi poisivcl acabar de uma vez com a rest.ic-
Cflo posta ,10 transito de uossus navios de guerra.
I Vas o plenipoleuciario brasileiro nbleve supprimi-
la coinplelaminle quanlo ao lio 1 arana', como de-
..Casuario ?
n 2- As du>s Fragatas napolitanas (inham direilo
de apresar o Cagliaria no paulo em que se verifi-
cou a captura .'
ci .'! lia necessario instaurar um processo coutra
o eapilio do navio apresado, para se provar a sea
iugocencia oa culpubilidadc'.'
gran le tribunal de S.leruo.
Emquaulo eo mais, a legiil.iraa napolilana, de
aceordo cura a da Sardeuha reeoul.ece que o procassn
deve ser jolgado 110 paz a qae peileucera os apre-
hensores.
O aspirilos Imparciaes MieilarRo o governo napo-
litano por ler dallado aui acensados lodosos mam
le deleza pos.neif, oxpuu.lo-ie al *' censura de
ler prolono ido domis us debales peranle o tribu-
nal, o qual, lodivia, linha de ulear trezenlus pri-
sus.
Punta Delgada 14 de maio.
O terror cansado pelos abalo de Ierra qn.- ce
lem sentido eooilanteraenle desde a noite do dia
II ale hontem s 11) li an da manliJa, vai-se des-
vaneeondo, por laso que nao se seutiram mata neia
ci 1.11-., nem honlem ue larde, nem uta nuite. Oue--
1.1 o roo que 10 USO repilam para trauquilli.la.le
completa do- nimos, que a cada memento se julgam
eipotlo a lodos oa perit", santinlo tremer a Ier-
ra, abalarem se os edificios, e prxima algama
ur.iu le cataslrophe.
Se nesla cidade porm es tremores na 1 lem cau-
sa lo estragos, lomos informadoi a rada momento
dos mniloi prejniaoa qu lem havido nai Iregueziai
de Felina-', ('.m telara, tmeles, Motteiroi, Seto-
ridde, c Brelanba,
Ncslai localidades enroscaran! a sentir-se os Iro-
more no dia II os') horas da inanlia. tendo depois
o ntinuado siiccessivaniente de dez em dez minu-
to, e de quarl 1 em quarto de hora, e quando por
ventura era n e-i> i.;o mais largo entra um e nutro
tremor, m is vilenlo era o que viulia depois.
Ii sde as F'teirm ale a llrelanha os povos tem
bandonade as habilatoea inio dormir pura ai tr-
ro-, em calvas, e mu.tos pobrinbus ao ar livre ; por-
que tenlo caln lo umitas caas, justo era que no
esliveoeem oipostoa ao p-rigo de ser eunagados deu-
Iro das proprlas bab.lai;oes.
Dos Mosleiros tem cor.ido muita gcule para a ci
dade, o ah andain de porta era porta a esmolar o
pao ila ron 1- lo. .\quelles posos soirrendo todos os
horrores da fome, pela rarestia das sobsislencia, li-
nliam ja uma sdu.icao bstanle desgranada, e agora
M'-'iu-sa no ultimo deamparo, em um teolo que os
abrigue, e sem um pao para cumerem !
Homens beueficeutei, alu (en le molivo bailante
para que a taula vtilude da catidade sa exarca oa
O Santo P.1 ir ir quinta feira a Ostia para
ver as escavatjOea que all se estao executan-
>lo sob a direcyao ao coram nJador Vtsconti.
listas csi;avt;oas contiuuam a uar os tnellto-
res resultados.
igiaeas artes tem-se benelisia-
mente.
Monumentos de todas as classes enrique-
ced esia hora os ntuseus pontilicaes.
At ha o pensamento le consagrar parte
do palacio de Lalran, para lli depositar um
novo atuseu de Ostia.
Sua Sauti iaJe, salisfeito dos bons resul-
ribunal das | lados de uma empreza que ba proteg lo des-
'uriai'tccid Jrl (,nncil,lu. vai todos os autios. e este lie
1 5' o quarto, levar aquelle ponto a recompensa
da sua a;iprovac;3o, e as observacoes do seu
gosto e da sua scicncia.
Em quanto ao mais, o zelo do soberano
pontifico nao sa dirije s ao passado da ami-
ga colonia romana.
Por Ostia quer o Santo Padre cometjar o
desspcatnento da campia de Roma, sendo,
esta obra a regenerago agticola daquelles
immensos Jesertos.
Depois de ter outorgado a concessSo do es-
gotamento dos patanos sob condicGes van-
lajosas para a companbia encarregada da cm
preza, tem querido tomar parte na subscrip-
r-ao; e na verdade que n3o podia fazer mais
para mostrar o seu interesse pela solu;3o
que deve resolver-se cora as obras de Ostia.
Depois desta escursSo a Ostia que termi-
nara como no anno ultimo por um granlc
jantar dado por Sua Santi lade em S. Paulo'
o Sanio Padre peusa. segundse diz, deixar
'..una no loiriingo para sa dirigir a Castel-
lanJoll'o, onde permanecer 15 dias.
(K NatjSo).
?HlalBCQ.
RECIFE.2I DEIULHO-DE 1858.
AS f, MOKAS DA FARDE.
RET10SPKCTI SMANAL
As noticias rerehi.las, durante a semana, de di-
versos ponto, da provincia, cont.iiaam a ser eatisfa-
i ira, n 10 su relativamente ao soeego publico, se-
nao tambem :erca da estacan, o que permute con-
celler matos esperanzas sobre a [alara roll.eila.
O paquete chegido dos portos do sal deixou em
paz lados as provincias por onde paisoo.
A raspo-la a' talla do ll.roi.oja foi volada por am-
bas as cameras. Sao obstante a oppoic,3o que se
i.-ni lesemolvido na prsenle sessao, o governo tem
luffielente maiona no senado e na cmara tempo-
raria.
Segonda feira, 19 do correle, dia de S. Vicente
de Paulo, seis irma.ii de caridade tomaram posse do
collegio das orpha s de-la cidade. Foi am acto mu
pathelico. Aliilliram eeromonia o Eim. presi-
dente da provincia, a commiss.10 doi estabelecimeu-
los de cand.de, e militas pessoas de dislinccao.
A directora do cstabelecimeulo, queja .se achave
lia alguusani.ua na capital do imperio, he dolada da
grande leotimenlo de piedade, e ao jolgar-mo-la
pela elevaeilo das suas maneirai, atravez de (oda a
sua li ni la le e dolara, cao ha duxida qae pertence a
uma cla.se mu dslinctada sociedade. Vcha-se lam-
bem no eitab lecimento ama irm3a brai leira pertin-
cente a rougeg .rao de S. \ cenle, que alcm de ou-
lra premios, talla perleilatiienle o inglez.
O cstabelecimeulo se denomina Collegio de Sos-
ia Seuhora ila II a Esperance. Ksie litlo foi dado
pelo padre Eliaune, director geral di Congregarao,


DAKl DE l'MlNAMUliC.O M'.t \>\ fc'ElKA 20 E JULUO Di: 1 cin Paris. Al meninas ealao mal Mtlsfeilai, vAe Ier
un uniforme particular, e salnrau a paneio doas
ve/es par seinatn. ILijb reina DO eslabcteriinti.lo
uiih pi-rfeiia ordem.
lireveineule a UH la espoilai lam'em iieara' de-
taaisu ila draaclo dM ranal d( caridade, para cujn
liiu ebegeram da Baliii pelo uimo vapor mail iii
de-las inulheres.
restaremos l Ifalar hoja de un iriumjrie que al
cerlo panto se refute bu precedente, queramos fil-
iar ilu Clero, que ulliroameiile lom merieiilo a cun-
ciJerac.ao 'lo juinalisnio desia cidada.
Apelamos u que se lem dilo acerca ilosla classi
da sociedad ; loas alein loa ineios propasles para o
piegraaso mural a patarra sania e u autopia do
acordela, emendemos que lie do palpilaula ntcesei-
dadia pntela du merme clero.
Com affailo, luios i|ii mo deliuqoem na lociedade
solliein pao u.ais ou manea gravee. K por que fi-
lie mi", alo bem pon.o itiupi nBo se tuiha visto pu-
nido pelo I "no ecl -; .-Iicj de lViuarahuco iienlium
dos padres que iufritietm as diipoiifoei cannicas,
ostentando por ineio dos seu coslnuies o maior es-
cndalo '.' N3o sera' esta falla ponirilo una dai
pnu.ipaes causas do relasaiuenlo
cen mullos couslaolcmeu
(i biate brasilairo uluvencivel viudo do
Ataealy, Irouxaoi pairaseiioi, Francisco U. Arau-
lose t.....alees de Azevedo.
O hi.ile braaileiro ranta Lnziaa, sabido para
Camareaiba, condu/i. o pstsigeiros, Joaquiin da
Banot Calillo e Mmoel J. da Azevedo.
Hoi tridad (24 d jolito .
i-.u- 11.1111 21 bornese 25 mulhere listados pela
candado, 7 humen* a 21 mutlieies que paKam a ca-
lla a O" pravas docurpu de polica.Total 83.
/'plisados da freguezia de S. l-'r. l'edro
Icet (do da al 24 do jullio )
lian.ido, pralo, flho natural, nascido a 1(> de n.aio ;
e-ciavo.
Man el, pardo, lilho legilimo, nascido a 2(> da
ni,i roo.
Cosme, rrioulo, lilho natoral, nascido a lt> de jalho
d. 18.57.
Joveliiia, branca, hlha lagitima, uascida a 6 da fe-
vereiro de 18o".
\delaide, branca, lillia legitima, uascida a 18 de Ja-
neiro.
Acacio, hranco. 011 o legilimo, nucido a 27 de no-
rembro da 1857.
ein que perman- : Marco-, brauco, lidio legitimo, nascido a 2'.l da inaio.
Leopoldina, branca, lillaea le,iliin.i. nasuda a 20 da
br* penln.ro-. ao priroairu banco de nula.,.
se abra etll Aii. Lerdem, pa/oran: o uuiiiu Lom-
bardo.
Em i nilri i: i ni outroi
esteo-i il. .:.-, ni... 'ni i loi -[.iv--iv.il.....iie droitiid .
.Ni franca li- que lio -oslou mala i nlrodoi r-
-o : posto qua gomas Ii.hbIiv.i- se liznsem para
o remados da Lu/ Mil e da Lmz XIV, tul
d 1777, que mu delo de Luiz Wl conce eu
a nmaaocie ade de aeciouittai o esULelecar um
lo- Imiico-cui fundos leoa, receben iu palo* emproi-
tunos um lacro moderado.
Unjo o banco ile caridade do Paii lia um erlabe-
lecimaniii immenso, eom qaalro catea filiaos, mai- ''" i'U itJ.ICO
los coininissarios nos dilleieules lauros da cid i.li. Vendo O ItTIldo O qU8 SB CllUtillhs lia l'.'l-
Paradarmei nina idea do numero e importancia gina vulsa inserida iio jornal aDiario de
dai operacSes do banco, bailara' dizar, que o ou-! Pero n t, rea ;;v.i ti: i..e ao Col-
maro dus objecioi niipenii. .ios doraoio o anuo le learin de Sanio Indr niln
IS .0 muiilou a '
tolal da quasi
franco?.
itrou por c rtn uo cncoiilrara o me-
im ni-s.i faculdade : todos sabern
iar aa boas qualJades Jo Br. Ra
lie i : ida j islifja.
.i a iusorSo deatss linliaa no se i
tadojarna., assaz gratos Idea De
mutios c>i.uiJautes ilo segn Jo e torceiro
.iiiiiii
(trici)t)Co
I 'llil:;.-j-! renreseotando um ala
\nilj a (itialro imilita e inelo de
l'eli/inenle temos visto oeste bispado, qoe S. Eic. I abril.
ltvm.a o br. bispo diocesano, por si o pelo seu viga I Tlicrera. prcta, tilha ualural, uateida a t de Janeiro
noiieral, lem procurado corrigir us crim^s ccclcsi- | lie ISii ; escrava.
asticos. | Modesio, brauco, filhu lesilimo, naicido a 12 de ft-
Conala-noa qua pelo juizn eclesistico fornm pro- vereiro.
feridas ullirnameute Ires senlen^is contra Ires sa- Judo, branca, filho lesilimo, nascido no IcVIO.
cerrioles. Minervina, branr lillia lagitima, naicida aoi 10 de
Alcm desloa senlenoas tein havido ootras nojuizo Janeiro de 1S.77. (iSatuial da IrCpUezia de llar-
eccleriastico, o que revela a resoluoao lirnie em que reiros.)
est o noiso virtuoso Prelado da punir o crimc Antonio, prelo, filho natural, nascido a -' de Ja*
primar a innocencia, visto que nos cansa haverem neiru.
sido absulvidos inultos actrdoles aecusados Injnila- Mana, preta, fillia natural, uascida a '20 de marco ;
mente por intrusas, n3o l:ndo appurecido contri < escrava.
alleapronalegaaa: Sabina, preta, Bina natural, nascida a II de julbo
Continu u uossu virtuoso prelado, fulminando o de 18J7 ; escrava.
f-oan talo ao claro, a prcroenn lo aqmlles sarerdules Thareza, branca, filil legitima, uascida a lli de ou-
que tiveram virtudes e bom servidos; e pela coa- lubro de 1857.
otilo da palavra santa, pelos exemplos de virlu- Mario, parda, liilia natura!, com 29 mezes ; es-
det, e pela punico dn escndalo, o clero stf.i o au- crava.
tur do proeresso mural, a os seculares dos inclbora-
mciitos nialenaii.
A- dalas que reciLemos da Europa silo anlericrcs
as que nos trouxe o ultimo vapor.
Fallec-rain durante a semana oS pe-soas, sendo :
17 lumen-, 7 mililitro- 7 i arvulu-, livres ; 3 lio-
mein, 1 luullitr o 3 (.irruios, cscravos.
PAGINA AVULSa.
.l/uilunianiaco.Comniunicfm-nns, que f lisie no
collegla Santo Aadri um moco de rea da dezr-
nore anuos de ida.le que sollre liorn ve luiente de un-i
iniiiio.nania bere.litara, de que ja succumbiu o pro-
|ino pal. Al ca Jo, fia lempos, pela labra .unan-,I .
quaudo invadi esta cidade epidmicamente, esleve
ana derdiloso a poni de etpirar, leudo ate sido de-
engaaado por ama junta de inedieus; mas, sendo-
llie prestados os soecurros mail promptos e os de-ve-
los nuis extremosos pelo director aquelle collego e .
suaSii,l.ora,lo,rouua,ob.lanIeacap1|ula.>dose5-ll',l':""'a. fiil.a natural de luecdora Com-
culapius leiaulare do leitu da duenda, coinpleta- ) .
menta retlabeUcido dos ataques da fenre ainarella.
Salvo pela Providencia, o infeliz mdc,o sempre reco-
Cu.-a/n'ii/os da me*ma /rcunaia.
Thevdoro Josc de trnuza, com lirinuia Mara das
Virasiis.
lccnra para os catamento* uguntet ,lio;e -21
fU' J alho.
lbuin.ii Dial Souto, cen D. Carolina Emilia Itibei-
ru dos Sanios.
Paulino Vicente Ferrcira, com 1). Angtli Haril da
I .OlirOICaO.
/.isla dos baplisadns Imvidos ua Jreguiia de
Sanio Antonio do A>n/t', de ls a -\ Ue futho.
llermeliiila, branca, lilla-, naluial re FraOCiaCa l'eo-
iimia Itaranho.
F'ilouioiia, branca, lilba lagilioia de Thociloro Ileuor
dos Stntoa, e de Francelma Candida Fereua dos
Sanios ; receben sanlos-olbos.
Juliana, cnoula, eicrava de Ignacio Joaquina de
Soqh Ltfio.
Candida, cnoula, escrava de Mauoel 1-lerendo Al-
iii de Morae.
Maris, paroa, escrava de Joanoa Baplifla de Araujo.
Aiiluiiio, cnoulo, escriivo de Bernardo Jote da Silva.
nlicido, sempre grato a seo direcl r, recuiou de nio-
'lo formal deixar o colleiiiu ; e assnn prusetfuio colu
Ici cidade nos esludut preparatorios, em que se lim
di.-liimuido n.io ( pela ti i h i s esmerada applicacao,
como lambeui por urna iutelliitencia cima da vul-
gar. Todavia, contiobou a padecer sempre de sua
i'iifiTiuiale clirunic.i, que lein-te lomado rebelde
aos maiores asforcoi da acieucia medica. No estado
de .-cus soilriinciiios no p de aggrtra^ao em que se
acham leus malts, ha necessidade de aneda-lu dos
etl'idut, cujo Irabalho dere sar-lht prejndicial e mis-
ino estar acuna de mas forras, ja sobreiciladas pela
preorcup-i.,'iu em que vive seu espirito ; e eisa ne-
cessidida usleutasc linio inais imperiosa ao rerrro-lo
prusltado, entregue em um sabio trotad* aos ternes
cuidadas da desvelada scubora do director Alves da
F'ouseca. Esta considerantes siicueiidas pelo IDlc-
resse qoa deiperla o desdiloso BOBoaaavl8fiO,cujo cs-
pirttO vivo iiuuierso n'uma cootlaule aurora boreal,
seguudj a plirase da um escnplor, offerecemo-las
ntaos raspaclivos prenles, almejanio que ellas
Ibes iutpireiu urna providencia uu medida que tirta
de lenilivu ao infeliz nioc,o de que temos Iralado.
Insoleta requintada.Em das da semana par-
lada, quaudo na froguetia de S. Jos celebrava-se
o setenario, appareceu na ire|a um cerlo individuo,
conhieido pelo eijircisivo iiome deaboloqueiicoinjous
cravoi que meimo ueste logar e por acenoa offeforau
a dilleroiites inoras qoe haviain concorrido aquaila
luuccao religiosa. Mas a sua insuleocia e dcsrcspei-
lo nao pararama,'ii,(ileiideraui-se ao ponto de, quau-
do sabiam as familiar da igreja, dirigir-sea urna liu-
Baala senliora, que sabia cum as demais pessuas de
sua familia, e pargaatar-lbe em lom lascivo a sea re-
ndencia !... A esta mleipi llar;o inclataificavel den
a referida senliora rumo resposta oin silencio reve-
lador do seu soberano despiezo por loo deal'rucluvcl
eraatora, que principiava detrespeilando a cata de
Heos e acabava por olleuder o melindre e a Imoesti-
dade das familias por tal forma ; mas um teu pare-
te que la couduzuido a familia, leudo presenciado
lao iusulluusa acc, pralicala pelo batoqua, fez
teulir a este o seu engao, de modo que lao cedo el-
le nao voltar as inesmas acres rom leceio de on-
iro prenle Ido /el iso e eoiu forra *do quebrar-lba
outra bengila... nos tombos. Islo que o Sr.batuquen
ubi poz em piaticu em adesiroveilo scu.b he Com-
mom a uiu ceno r.inclu de .ipedanie-cos dtsfrucia-
veis,o qun uu respeilam a uinuuem, o a lorio e a
dueilo fio aliraudo suat graQuIas a ledos, nao Hits
importando quem neja a pestoa. Como pois nao U-
vessein rccebido educarao para sabeicm guardar le-
das at conveniencias ; como nao baja sido prallcada
urna medica repressiva dessa ama cri3c,J insoleuleu
bom ter que v.io encontrando sempre resultados a
.'biloquen ein suat preleii;es atrevidas.
(ara de ijucimadurapeto carcao. O acaso
fea descubrir, diz a uliazela Medica, um me o
tilica* cunta taet queimaduras, que s3o 13o oidina-
rias na vida. Este meio consiste co collocar-se so-
bre a parle quaiinada um caivao depois de fro, que
mlm val operandogradoalmenle o dttapparecimeu-
to da dur ; de modo que deutro de orna hua esla 0
mal curado. Nao ha rimadlo mais fcil, a neiu que
esteta roais n> alcance de tudos, pouco impuilando a
quem nao he profesional que ucapilulnn de humro-
pallnco uu aUapelhico. Us qaeimadm nao te esque-
ram d'ellt, lecurrim a toa applicacao.
/jingeadade de una gallntlia. L'ma folha
impurtaule do Kio de Janeiro diz, que o Sr. Antonio
a! noel l,omes du Souza, fazendeiro di Vatsouras,
que ]-. he celebre pela sua representarlo, ttm una
gatllnhaejaa coula deztsele annut mullo inleiros de
existencia. He crande, o que nai aadmifa, por cau-
sa da idade. Os uvo he que nio corresiiouilem
etpeelalira.poit q ie chegama ser do tamanlio dot de
(lomba; us extremo! locam-s -, Ch,ica-oi com todo
o fervor da Mcidada, alada que su .mus ou Ires pili-
los clieguem a vulgar. Bita galliului illuslre rece-
be cora toda a sali.far.lo, que caracleri>a ulna galit-
nha capaz,os declaracoes amorosas dos gallos Jos p-
lenos vizmhoi.
Jury desla dade. No dia 2:1 foi lubmetlido
a juigdiuento Francisco Pedro de (Uncir, por cri-
me de reduztr escraviao pessoa livre. Esle indi-
viduo era c reo de um oolro que fui julg-du no dia
-') por igual criine. Depuis de ulisfeUl ludas as
lormalidades do ealyla, e percorridos us tramites le-
ais, o jury deu a sua deelsfio acerca do (co, so-
bre a qual baseuo o l)r. jaiz dedireilo pretideule a
su a seulenca coudetnnaloria em quclro ID00I de pri-
Vau e mulla rones|iondente a lerQa parle do lempo.
SupplatCHU em exercMo. a qualida la de
segundo suptenla aalia-se u acbaiel Joau Fiaren-
Una Mena ue Vascuiiccilot, no exntelo da primei-
ra vara di joiz monieipal des'.a cidade, e o bacharel
Jo.lo Alfredo Cuneta de Oliveira Andrade no exer-
ciciu da primaira vara de dlraito, liilelligviiles, es-
ludiosut e de provada moralioale, esses dous mo-
ro! eouslitoem daas das mais vtotss espeanras da
inagiilialuia brasiletra.
6'ui'ii;i!iei.lia entre a propriedade do Sr. Ja-
s lliginio e a do Sr. Joaquiui Flix Machado orna
ricimtia que he um perico eminente para quem por
Bill pana, e onde podo algum deseuidoso tomar um
ineigulho. I'or ah algures lia lambem urna casa de
nuva especie e aliis econmica : be feua de lijlo,
sem cal neto rala, islo he, como di/.im os crticos
muntcipalmente edificada.
zoeo plianlvima braneo. Meu sculior, sso
de phintasuia brauco so para o Ibealro ; na realida-
de, o phantasmat ja' nSu mtltein medu tena o a' om
capilao Tiberio, mis Vme. abi se enconlr.i a sua Ira-
vessa U. Marlquiuiat, nao achara o vleme do ca-
pillu de cavillaria, poriii pe-soa que sabe defender
a honra de sua familia. Iieixe-te pois disto meu Jo-
ca, e ra' por oulro caminho. O dnfarca bein raras
rezes encubre urna acjo rirluota, porque a virio lo
nao lime apnarerer aos olhon da roeiedtde.
Cnllegio da .lur.ru. A regulandade no
en.iito e ediicsrau qoe im-se lagar se proporciona
lamina.
natural de Felic aua Correa
ti ornea.
Helena, parda, escrava de Maiia Candida de Ma-
galbts.
Nao houveram casamenlos.
.Mor latida de do dia 2idejulh0 :
Jote, pardo, 18 matea ; aaliima.
Victorino da Kocba Pinto, brauco, solteiro, 10 anuos,
m:l inmi-ic.ij de iiileslinn.
Silvina Mana da Concei(3o, preta, nltairi, li! ao-
llus ; valila.
Jote I'.iieiia, pardo, viuvo, 55 anuos ; tubrculo.
Ju3o, braneo, 18 luezrs ; espasmo.
Anloino, prelo, escravo, solteiro, .70 amos ; lo-
rigas.
Ilelac.i.i das pessoas fallecidas na liojue/.ta de S. An-
tonio, de 18 a 21 de judio.
Manuela, erioula, escrava de Mauoel de Alraeida
Calauho, '21* anuos.
Rorallm, parda, liiiia de Mauoel Francisco do Sa-
rioiueiilo ; 18 mu/os.
Francisca Xavier de Jess, branca, riuva, l>0
auno!.
Manoet, Africano. ecravo de Domingos traucitco
de Sorna Lefio, 38 auno-,
Mauoel Pereira da i-oiiseca, brauco, casado lili an-
uos, pobre.
lofia Francisco Virio, pardo, viuvo, 10 anuos,
pobre.
Malhia', Africano, escravo de Jerorurua Sa nico de
Luna e Mello, O anuos.
Slnhorinbi Ferrcira de Uarrus, branca, solteiro, C
a ti nos.
Alina Maria do l'.outo, branca, solteira, 1!) anuos.
Fliippe Autuuio Pereira, cnoulo, soileiru, .72 aiiuos,
pubre.
Auguile, braneo, lilho de Jos Brandan da Rocha,
1.7 mezes,
Mana da Conceiao, parda, lolteira, W .iniiof.
Umbelloa, branca, filha de Juveutio Alves llibeiro
da Silva, 13 das.
Al auianhaa.

CblUs?
v. -'.
.y v~ 0
yecessidade da creafao de um banco de caridade
liedla capital.
Ha liomeus ueste mondo que 130 dominado i por
mu cerlo senlimenln, que ns acompanba em todos
us momentos da rida, os faz conceller as m.iiuret
euiprezas, e sonbar a respectiva reafisac/io no e-paco
Infinito do pensamento ; esles quasi nunca iriain
no seu destino.
Uniros, levados pelo amor ds gloria, nao rc-itun
anle a giandeza da missao, nem ante a grvida le do
perigo, que ns pude arraslar ao funjo dos abvtinos.
Sao os dtiacloras de si proprios.
Mullos ouiroi, como que abandonados do co c da
Ierra, parecein 1er nascido debaixo das azts eiiiene-
iia las do aujo do inforlontu, Irazendo a inaldu.'3o
escripia lobre a Ironle. Vivem para chorar ; ch-
ralo ale a morle, e morrem no dcscspeio debatx i dos
;ul|ii:- do inforlaoio. Tal he o desuno da maior liar-
le, a qual deve ser dirigida e guiada na carreira da
Vida.
Ms assim como o Sinhor do eco recompensa os
bous, da ine-ui i suile elle castiga a crueldada dot
perversos.
Todava o golpe vingadur se faz muilas vezos es-
perar.
Mullas vezei os perversos ja'te aeham sobre a' hor-
d^s do sepulcro, curvados pela velbice ou cootami-
dos pelos gosot da leira, quaudu o castigo Ibes die-
go, e lliet pruva que leus dispe de ludo ueste man-
do, segoulo sua voulide, e uao segundo a vculade
das criatura!.
Os darignioi do co sao itnpenetraveis para lo las
as gerarebias lodaea, para n- libio! e (lara us igno-
rantes, jiara os liomant e para os anlmaaa.
He de balde, almas lobrrbas, que vos dit| ni le
dos successos da vida : a vo.-sa ubra sera como o fu-
mo, a ludo aconlicera' no mundo, uao Cuino dese-
jats, mais como aprouver aqueli cujo puder esl i ci-
ma de lodas as pult'iici 1,
Vamos pois fallar neslcs iufozos, tratando do meio
de tublrahir os noam eoncidadaoi mail tioces-ilados
il garrai da rlasso exactora dos usurarios, propircto-
uabdu-llies por diuiiuulo juro aquillo mesmo qua er-
ial langoiiagai Uies minitram aclnalmenla a 10,
20 e at 25 por cenlo, pur semana.
A ins ituirau dos bancos He caridade, islo he, dos
eiUbelecunenlus poblicoi, onde s pessoas pobre* se
empresta dinhairo sobra panhorai, na-ceu na liaba.
Lu fraile franciscano de Padua, chamado lier i ir-
liiio de l'ellru, maguado de ver o cruel rigor com
que os usurarios depenavatii os daagra(adoi, que a
tiles recorriam para haverem sobre peuliores alga-
mu jiequenas quantiaa, com que remodia-sem ton
necessidadet, leve a pbilanlropiea idea de formar
una ass.'i-ai.ao do priioai carilcliva, que or i ido
decolleclas reiuusse um fundo dailinadoa fizar ein-
pretlimo! aos pobres, nao Ibes levando se nao um
inleresse mdico, e apenas sulliciente pata cubrir as
de-peas do eslabelecimeulo.
Ne-se lempos as aamolai dadas pelos fiis pira ali-
vio de tudos ui desgiaja lo-, eram geralmeule de-
|,asiladas as igrejas, e designadas coiu o lilulc de
ntoaii, (alrez perqaa a maior parte dut lempim ra-
lliolicos eram i-ulao edificados sobre os moutei e lu-
gares elevadot.
Assiin, o fundo proveniente das callelas promo-
vidas por lierti.irdiiiu de Feltre, recaben por aualo-
gia o nieimu nome ; a o primaira banco da caridade
{ mmiti di pela ) sa abri em l'sdua, no anu- de
11'.) I.
Bata caridosa insliluir.lo produzio lao huns e 1 ei
tos, que limitas eidada da llalla nao lardaran! em
adopta-la r- ni eiiipeuhu.
Km 1529, ouiro fraile rraneiiiano, loso C Ira,
obleve dn papa Paulo III a auio,,..,,,,, ,,,,:l i., j
iiuij confraria, cejo inslnto ei, ,
O banco de l'iris empresta desdo dous francos it
dous nn!, e a'i rezeaaiuda mais, legando o valor do
ipe liado.
O empreslimo be pur ara anuo, a sr no i n dente
termo u dono do peuhor nao la apraaanla para o
de-, mpeiihar, ou remover o empres imo, p ando o
juro do anuo daeorri lo, o penhoi lie rainellido para
sala dn vandal,a arrematado em lelUu.
A ronceasau de ranorat o eiii|iresliiiio be SO por
dous anuos : no lim deilei., o panliof tu de sei rtli-
rado, oo vendido Irrcroiasiveloienle.
O juro e a de^pe/a de
nove por cealo ao uno, no banco de cartdadt de
Pars ; e islo pagam lano as grandaa romo -
quenas quanti.is, em ri.ul ario do qaa sa prall
Italia, a porticulriiieuie tm Koma,oude o eiupir-
liinos, que na excedem a um uscadoa, lio iuteira-
uieule graluilus.
O juro de nore por cenlo pireca na vardade um
ponen excaisivo ; porm m acciouila' nao rerabem
sondo o juro da le ; o i < ha \i.na deapaz de ar-
ma/ ns e empregadoa, e o liquido, qua auda an-
nualmaola pur duzeoloa mil francos, he ap(licado a
bent bcio dos hospttaes.
Aloin de que o regul, mani do banco lem racabi-
do llCUinil alliraroe9 mu fa\o.ov-is ao-de.gr.u;.i-
dos, que a neeaiaidada i lulga a raeorter a ella : orna
dealas be a permiaiSs de se lecebar dot davadore
l:.: luec qoantlal por roula, alo prefaxar I rom-
ma emprestada ; o que Ibes da' grande fatilidada de
relirar os s.us pvuh .res : ootra ofin menos impor-
laiilo lu a oidem de reservar una parle dos lucio-
para ir smortiiendo h- arcoar, e forinar nm feudo
proprio no eslabelerimeiilu, u que permittlra' d.mi-
uuir mutlu a laxa dos jorui.
Auim, os baucoi de caridade tifio urna inilltuicfio
do grandiniua ulilidade pira as rl km puhrts, a
qual moho dcMjihamoi reradopladi entre nt.
Com elliilo, ai cousas desie monda se isltam or-
ganiadn de tal lorie, que o dinheiro .
quellai paragtm em qnr menos se carece dalh ; .
a aculdade para Icauea-.lo esla' ua razo luveria
dar neeetiidadei que delle lames.
Iioln raaalla que em li da i piule, os pobret lem
mais dilliruldaiie em adqnlrir dinheiro do que us ri-
coi, e pagsm juros moiloi maiores ; a eis (ambara
por que o diiiheico abunda em Inglaterra, Franja e
oolro. paiaai inui rico?, i foga it^i noaso onde lana
carecemos Uelle ; de lorie que fin Franja, o juro
crranla do dinheiro ha de 1 li por canto, em In-
glaterra de il a i parenlo, ao jiasso que enlta ins,
raras rezea elle deaca di 8, nos bancos de deacoelo,
e quast tempie auda nos r.ijo- de parlieuh.....a 12
e iale 21 por cenlo. (.ara quanltas impurtaule-,
cum b> polbicts, peuliores e boas liruins, a a nJ>
mais escandaluso quaudo se trata de eiupiesliinos em
puiilu pequeo, ou conliabidos por pessoas que lem
-raues (irecise*. e que por is,o as sitas firmas uau
-.lo reputadas boas.
Ueste laclo resulta que quanlo mail pobre be om
paiz lano mais ifio os recursos que elle oltereee aos
usurnos, qne aacandaloiamente depredam o pro-
durloret, a deulro mi pouco conceuliaiu em sua*
ma. inda a riqueza e m loilromenlot d Irabilhu
do paiz, reduzmdu deat'aile o eslo da popa
a' calhegona de aicravoi que i Irabalnam para
proveretn os gozos e cucher as burras dos capita-
listas.
Enlre u, o dinheiro etnprrgado lias industrias
maia proreil i, a rivili-ado pela eteiligaueia, pode
dar 8 a 1^ (ur cenlo, e quasi que lulo ba rantagam
a gama em tomar dinheiro emprestado com este pre-
mio, porque apenai sa lira o jaso cmn nimio cato ,
e quaudo se COOlrallim amproilimos rom maior pre-
mio, cuido o prejutzo se loma infalliral.
lira, naita pruca, to u- os amprcalimos sr il i .'-
tiiam com nm jaro, quaudo meaos, do s jior cen-
lo, e |ior ronsequeucia nao l o em prestador exige
e,mu j.reii'io ludu o producto resultante do pt -
tal vivincado pelo Irabalbo do tomador, so nao tam-
bero nina parle do rup lal praJuzido por Irabalhot
anteriores, e ai.-iui ral absovendo a lulalidaOe dus
inslrnmentot de Irabalho.
lima revolaje completa as lei', qua regulim
eniie. nos u uso e a irausiuissao da propriedade, i ira
o remedio immediato, pata sementante astada de
eousas ; mas esla ravolacfio anda be prematnri.
Eiilielanto a adopsu de algum pallialiroi, como
bein a tiioluii-acao do rolo, affeclnada (ur malo i
um banco lerrtlorial, o rom a aariulla do e-lado,
tomo ja' II fez em Franca -b o imperio de Lu I Na-
poledo ; bancus de dapolilot que strvain ao merino
lempo de eropretladores e de inlarmediarioi e< tro us
productores o compradores, biviam de meiborar
minio o eslad i econoniico da nussa suciedad-.
Huanto aot batiros de descont, que su larvem
(tara coadjuvar as lraiis.ici,es commarciall, liada di-
remos, pul! que V COI lamas dous.
Mal ludo islo lio paisa de pillialivoi, e anda que
loaviaam a liluat/fia dos commercianler, dos indus-
triaei, dai agriceilore, com Inda deisarlam o raito |
da popolajllo n'um Miado (.nuco liaongairo.
nquii en iiii.it
do prazer poi ver que so a; reciau o merilo
porque sa elogiava um cataoeiecimento de
iustruccao sem tiuTiaa o pi inieiro, um
mi ato i e n v irda i faz bonra :i
provincia i teira.Imagine pois a provincia
n verdade do que passo i expor, e veja se
em lugar de desprezo, i o se deve tomar em
insizeraeSoa ulllidaiie iJesiu esta-
cimcnlo, devida aos esfor-
I eos do seu fundador o Sr Andr Alves da
oiu ica Ji moco iII isti lo o intelli-
a itiin concetluaila
armazenagem monta a l'agi ti sceu pobre, porque sena
1 ns no lu..ni. nem sSo abastados do ri-
quezas, n enas dis^ozeram sempre de
mi'ii's niiiic:: i-. |"ir ro-ri a mais rdC'iohe-
. .- ]',.--snin iir.ii vida itidepeo-
1 ule i ii.'. precisa edu-
cat;." ; o .-. ivndrc poc d'entre lulos foi
"i voluntes amsiia< e rolhai, 2 metas barricas vi-
iihn ; a J. da SilV I'or i.
13 barril a 3(1 roiiosioanleiga ; a A. Lopes llo-
drigaM.
i caira penela par.t chapot; a Chrittiaai i\ Ir-
ma -.
'2 il las papel piolado, 1 ditas eri-lae-, vidros e or-
gfiM, 11 diUl mcreeailaii perfumara! e chiislaes ; a
lioii-ii i\ Filho*.
.'/.i volumes fazeuda diversat, chapot, dilot da
sol de algodao, sellius, calcados, eouros. pianos, pir-
famarin, cim-lies, labacu, ele. ; a F. Souraga v\
Coropanliia.
1 barrileadinhai, :! caixa merecarias, Iri.-li-, li-
tros, etc. ; a I. Gomal de .Mallos.
1 caia Mfielhoi ; a J. Falque.
-1 ililas iii-tt umeiiii-, papel de msica, ele. a
II. Iiumonl.
I catsa chapete llores ; a Mine, i'heard.
1 dila bicos ; a Sa' l.eiiao.
1 dila peunas de ajo ; a W. Olio.
7 ditas eartefm, papal, ele. ; a Honleiro &
LopM.
36 volumes charros, raleadas, faaendar, penles.
paiilms, cbapccl de sol, quiitquillianes, ale. ; a J,
P. Adour 6c C
(:! volumes camas de Ierro, carias de jogar, Irat-
Lo-te na UazeltaUeral Alleinaaa, da 9da Ja-
neiro, que so (lobina om l.'ip'il- :
a A* mudancia tegulntei lireram lugar no auno
I astado nat caas loberanas da Europa :
(Jbiius. Fallecern) quiuze da seos mimbras,
enlre i* quaos tret prim ipe i i,i lila i laber :
a II duque Eugeuio de \\ urlambeig, rom letienli
e nov anuos de idada ; o principe Carlos ue Ca-
nino, lillia nc Luciano Bonapalle, e primo do ini-
pari li r 1,1,1/ Napolcla e u cunde llini,i. il i de Lippi
YY-issenfsdd.
Euliu at doze priucezas fallecidas, encnulram se
Ires viuvas, que sao : .a duquesa HenriQsiata de
Wortembarg mfii da rainha actual de Wortem-
beig) uascida pr.u era de NaiiaoWellbnarg ; a
dujucz. Iiin.-esler, pnnceza de Inglalerra, e a pria-
Clza M irta-Luiza de Save. na ''ida pinueza de Par-
ma, viuva do prtncippa Mnxinili -no di Sala e ma-
drnsla do re de Saie acloalmenle remanir. Qua-
iii prineecat eram caudas, saoer: a daqnaia
Victoria de Namroari, nucida princesa de Saze-Cu-
buurg-Gotha ; a infanta Amelia te lleapaoha, prin-
caza da Cecilia, a pnnceza |l. Anua d- .lesiu de Por-
lugal, rasada c ni o in .r ra i de l.oulr, e a cunde-cs
iii-" Lenchlemberg. qnilbariaa, chapea, diio de sol, perfumaras, !-
Cinco piiucez-s nao enm csalas, e Filo : a piin-j rados, modas, rouros, ubjeclot de escnplorio ; a llur-
cci,\ .Mana de Save, filha do rei anual ; a prineezi la. Souza i\- C.
Uacia-Luisa da loicaaa, itmfia do B'fi-duqoe a! 7 embrolhos amotlrar; a i'imin. Monsen rji VI-
princeza Carolina de Keasa Bbaiadorf; a arehiSa- i.....i, lofio Keller i i'.., Schalheillin & C, el-".
<|ueza Supina d'Auslru, filha du imperador, de ida- Souvige.
da -miienie e duus anuos, un.a | neti pnneeza, de I CONSULADO liERAL
idade de seis aimot, Glhi do duque de NaitaO. | Itendimanto do dia I a 21. 42:3099391
a Muiraiam qualio eardeaM : o rardeal liomel I Idam do dia 2i....... I:039a827
d'Oibe, arcabirpa de dolido ; o eardeal Larvallio,
una
uin
a
ii
ni,
. re i> ais activo, e do futuras esperan-
cai 'mi as letras e esludou os prepa-
raiurios lalioa i' francez, e casando-se aiuJa
mus.",_ sempre com vistas deseguir o mi-
gislerio, concentrou-se c pode alii praticar
trdi : e esmero a lin^ua nacion;.l, as-
sim pois habilitado correa de uoto a capitel,
<' veio preslar-lhe os seus servidos lectivos.
Na verdade a mis aula e u pouco lempo se
i Ciiou a mais frequemada e como do propo-
sito parece que loi escolhida para recober
os alumnos iihos las principaes pessoas da
lal e seu centro. Vimos oSr. Andr en-
i.t.usj3sruar-se,cribr um orgulho bo'o enten-
dido de sua profissSo esludar muilo, capri-
eba c clavar a sua aula a u.u collegio com
ii titulo de Sanio Andr.
NO Qia pois 3 i il: aniid ds 1S57,
vio-se a casa do seu novo estabelecimeoto,
vestida do grandes gallas, um aviso publica
convid va a queo qulzesse a esta concepc,3o
pouco o sallo concorrido por pessoas
grandes o de distinc^So, ouviam o ij;iial
dado, gyraudolas qua subiam ao ar e pedia
abanda de msica marcial que principiasse
a divertir-nos com as suas escolnidas peqas.
Le ludo cessou e o S. Andr que-
reodo mostrar compreheosSo Jos (Jevcrcs
que laui licor a seu cargo como director,
principiou o seu pequeo liscurso que foi
logo seguido pelos ue mais lentes dignos
p.iriaicha de Lllboa, e os cnrdnaei lliario-sfora -
i raociic i da Meduidi Ottalano.
o Nateiuuntoi : atearan nove principes e
iioie priucezas ; os nove piluci|irs to lilhu! do im-
perador da Rauta, do rni ,n Uoaa-Ceeiliai, da rai-
nba de lleipsnha. dos u.ao-duques de Itadem e de
MecklemboorR Sehwerim, do principa Francisco de
fela, de Cecilia [toada de Trapaui), du principe
lleurique l\ de Reata-Koaatribt, e do nrineipa
hereditario Lredorico de iluliuiuSjnderbour-'-Au-
gailembaarg,
As ui ve prineeiai silo Ribas la rainha de In-
glaterra, u arSo-doqaa de CNdenbaea mora ao
ua-cei) : du principa de WalJcrk : do duque A lal-
pho de Nassau (ja fallecido), do duque LoiZ de Ne- I
moara; do principa J'-rge de UrcWlenbong-Stre-
lita : do principe hereditario d'Auhalt-Ueisea ; do j
principe Frederieo Crrles di Prataia, a do infante
I>. ftllgual do Portugal. I)eve-sa aerrescenlsr a
estes nasetmentos os dos liihns to principe Albrecbf
da l'russia; \)o principe Aleandre da Uane-Dirmi-
tadl e da Krau duquea, Maria da llussia, qua si, de
lasamoiilos muran ilici s.
a (ii'a'iicntos.Motive cinco casamentns, a saber:
o casamenta do archiduque Le liando Maximiliano
cenlo
cenlo
a
Liu
. um
, a
uina
. (a>
>!
a
:i::iii;-2ts
DIVERSAS PROVINCIAS.
Iteudimanto do dia 1 a 23. 1:3278268
Idam do dia 2i....... ljlT",
i:368*AI .
DESPACHOS DE EXroiUAt \(l PELA MESA
DO f.ii.N-l LAI'.o DESTA LUJA DE ^0 DI A
21 DE .111.HO o 1858.
i Bngoe portugoaz aContlanle, Moreira,
la \ C, 2 "i laccoi asnear.
i! nalPatacho inglez eEnvoy, Isaac Curio A. C ,
MUO lceos attuc.ir.
EXPORTACA'O.
Havre, barca frailera aPeruambnco, ii? 232 lo-
nal> as, conduzio oseguiote : 3,600 arcos com
13.000 airubas do astacar, .">! dlloa cum 20 arrobar
e t'J libras deatsucar, 2 dilu cafe, :i dilus intcacu-
nlii, 2 qcarlolat igoardenlr.
Canal, Imauc inglez Gorrarda, de 291 tonela-
da*, condona o legnnte: 3,950 saceos com
19,750 arrobas de assucar.
tito de Janriio, p. lacho nacional lAmazonatO,
Iota da Blgica, lilba do ral ; u estamento du .
duque Migutl da Ruma, irinSo dn imparador, com
a pnnceza Sicilia de Haden, innan do grita dupie ;
o do principa Osear da Saocie, lilho do rei. con. a
pnnceza, Spida de Naitau, irmfia do duque, u do
i.rnii-.pe Adulpho Josu de Schwarzeinhers, com a
princeza Ida de Lichleu-lein. irmta do principa ; e
o do principe liuilberme de llre-Philippsllal-Bar-
cltftld rom a pnuccia Msria de Luan, iilha do elci-
lor da llene.
i Bipontaee. ConlraLiram erponiaat : o ral de
Sem iluvida da esculla do Sr. director ; nos Porlugal com a prnu-e/a Siephams de lldienzollern-
ntervallos a msica do arsenal de guerra (Slgmarlngen; o prineipe red de aples coma
dirigida pelo distincto professero Sr. Ma-
il'Austria irmfia do imperador, eom a pnnceza Car- ae 141 (nieladas,'coudu/io o legnnte :'- 200 'l-
., .!., It I > l.- lili,'. .1,, ,.., ,, r i- ,m.,il., a ,,.,-, .... .____ "" *'
biealhio, l.noT rolaren diveriot ceneio,.
RECBBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
l'.AES DE PERNAMBL'CO.
K niiuienlo do .lia I a Ji. 25:5159535
dem do Uia2....... tiolaOll
&I665546
CONULADO PHOV1NCIAL.
mi i Augusto n3o se negava a premiar o
ment e o talento a seus oradores: todos
para lano admira va m-se do anymo do jo-
ea. fumlador edavam vivas ao collegio de
Santo Audr I O carcter firmedeste moqo
e a convicc/io do s;;u valimento no o puze-
ram em campo para pedir um s alumno pa-
ra augmento de seu collegio, pelo contrario
a sua Diocstia levav.i o sempre a dizxr qoe
o si u collegio ainda muitocn principio jt
mais rivalisava com outros ja bein conhe-
pituca-a atiril de laviera ; o principa Frederico
(tiiilberine da Prussia cun a princeza Virloria ,|e In-
glalerra ; e O principe hereditario lleurique \l\
de Keuss-Sthler com a priocezi l.uiza de Wurlem-
berg.
Durante o anuo de 1S7 nao morreo nenbum
principe icinaiite. O man vellu, drilei IS princi-
pes (enlre us quaes ae acbain o Impera lor do Brasil
e o principe de Monaco e dum rsinhas he n giAa-
diique de Mi'cklenbouri:, que lem "Salinos e i me-
zes e meio. Depois delle seguein-se Ires soberanoi
que lem mais da 70 aunus ; nove lem de lid a 70 an-
uos ; oilo de .'i!l ; sela de il) a "d ; IS da :ll> a 10 ;
I da 20 a 110 anuos. A idade media he de 17 ais
lose COUCei toados ; mas OS alumnos lile mise 8 mezes, a qual nina melad do* libranos j
vam em grande numero, tamo desta
como dos riis abastados fazendeiros
rbores do engenhos ein differentes co-
is, c coui pouco eis o collegio de Santo
.iiriii' montado, e cum.o .' Loui todasas pro-
porciJes, com todas as tilas, c com a ordem
e regularidade que devehavor em amesta-
belecimonto uc perfeita educago. AinJa
mais, a sua Exina. Sra. de um genio pe Li-
nio aOavel e extremoso, conbecendo da
necessidade c dever que tcm de ajudar o seu
marido, sjunlou tambem os scus selosos
si rvic/DS n constituio-se urna outra mSi dis-
bom dos pequeos, tratando-os,
alagan lo-os e cborando al em suas moles-
lias, cumprindo em Um, comoumamfn ter-
na para todos os seus educandos o baja vis-
la ..ra om coilegial que aiioecenio em nm
em excedido, e a nutra meta le anda nao altlOgio.
loberaoo iiiatt ni c i he o duque de Parm, uu
anda be menor a lem apenas II annot.
0 Entra us i:l soberanos ca-a los ou que o Liram,
ha 30 que leeui lillios ou lilhai (elle i.llimo caso
se apphca ao Braail] por btrdeiros presumplivos : II
subeiauo* lem irmfioa, door tem lios. e um tem um
primo. Lntie os principia iieredilarios ou suer.es-
sore-, cui i idade meda he .le 2> aanos e \ mexei os
da Molea e da llena eloilor.il in os ni.is velhos,
o (em um 7il il.....s ns outr n 7 e meto ; us mais
moros sao os de liideu e da Ik'Spanha qua nascerotn
em 1H.',7.
'Journal da
.
Kandiineuto do da la 2!.
IdliU do da Si. ,
',l:20li.-OXi>
1:4228856
52:2!'Jj2
PRACA Dl> RECIPE, 21 HE II LHO li 1858.
AS :l UORAS DA TARDE.
Colarues oOlciael.
estado gravissimo das robres amarellas, co-
mo fora por esU senhora tratado, o tata- I isconi,. de lelraT"'i o,o!"',|"'i>|0 li o 12
uiento loi tal que promoveu a cspcctai3o ao auno.
garal, que o diga o Illm. Sr. Dr. Prxedes
l'itanga, medico da casa, cunti que o hbil
-severo por esle jornal a ininba verda-
:con ido a respeilo.
Est^s collcjiiacs sao too reconbecidos pa-
ra com os seus zelosos litrcctores que s sa-
Osciuplegados publicas, cujas familias adnecrm, : birao Oeste Collegio quan iu liiiu esludassem
e que uo lem ouiro meoi de subsistencia ; os or- mais por ja t irem coiiipielado. li anda lia-
naletros. or artillas pobroi, lodos sfio obrigadoi a r,- vera qui-in ignore esles honrosos fados de
correr aut empte-lado.es afila da obtereiu ineus
Com que latllfacam as uecesstdades mais urueulrs ; ti
pira afiancar o reeioliol;u do capital e dus joros,
dao em peuhor us ubjeclos de valia que pus
mam.
Sobre essas rlasses dunas do apoio publico, he qne
se ixarcem em grande escala as opprasses a para lira-la desla Inste lllnajfio lora de palpi-
tante neeessidade que se cieas-e nula prnca om
anco de Caridade, coma um uovu orgfio de siircui-
ros pnblicss, dcsliiiado a empieslar subte pruboiis
do. ouio o prata pessuas que ss aprsenla -n .
medanle urna couimusaa mdica do valor de cada
mi restimo.
Cum um donativo decrclado pela Hscmbla pro-
vincial, e ruin o producto de una subsenprao v -
tentara, que > abiissa para este Qm, so formariain
os raudos di, banco da rarida le, o qual pi -
um relevante terrino is classes pobres da nona po-
pnlarao.
A importancia, de cada empreslimo llovera' ser
contida nos limites qua forein litados inuoilmenle
pela pode,- complante, e podara' iar rniro l.jooo e
I. Ettci liu, es poderao ser railringiour i u
ampliados noi anuei lubitquenles, srgundo uestado
dos negoeiM o banco.
r*'!" ic podara' impreslar no meimn 'a ,-r n
, anda que sobra objactoi diffarentet, nina
- i.ni.a i.i lor qoe aquella que Inuivcr sido flanea
cuino lumia tuperioi dos eu preslimos em un anuo
dado.
As pessoas qae lobscrarerem voloqlariamenle pa-
ra essa ubra pia, rocebarfio nm uro annual da II por
cenlo do seu dinheiro, garantido pelos cofres provin-
ciaai, e serfio npaladoa accionislaa do hinco.
O reslaule dus reiidiiuoiitos ilo banco poder, "i
amprcRado pata augmentar o capital darte astabele-
cimenlo, e distarle proporeionar-lhe o maia de am-
pliar as -u-- .. elevando o limite superior
livadii a -eos einpresltmos.i
\ erdado be que un n inilitoirao delle genero nAo
he too eedurloia pelos seut lucios, coma algomas ss-
peculaces que | temos enlre nos ; mas lio muilo
provavel que a phinlrppii pabdea lomo em cuu.i-
derecao a idea que squi embramos.
l),0
Reclificarno do din 23.
Descont de lelias I U|0 ao ar.no.
Cambio Sobre Londres-J lt (iu djT.
Couros seceos salgado!2111 rs. poi libra.
r'red. Robilliard, presuienlp.
i", lloii.es, secretarlo.
CAMBIOS
Sobre Londres, 25 l|4a 25 l|d a 60 a *J0 I. r.
a Pars, ::-<" rs. por fr. a 1)0 d. v.
Lisboa, IOS a 112
n Itio de Janeiro 1|2 por 0o de relale.
Descont de lellras, a 9, 10 e l2porceulo ao anuo.
319000
lTa-200
9#300
20500
29080
19800
seus cuidadosos directores Qual ser o bom
pal que quetendo seguir os preceitos sagra-
dos para com seas lilnos, nSo os mande en-
tiegar sobre a OirccQ.'iO de oulros que per-
lente desempeuliam os develes tanto
de habis directores como de carinbosos
pais, como o disseem tempo prximo pas-
sado em urna carta ao publico o lllm. sr
lenle coronel Francisco Peteira de Anuda
Cmara ; eiie o disse com rozoes justas :
Prosiga Sr. Andr, fac.a por susionlar-se
que li eve o collegio de santo Andr sera
: ajo como o padrSo du gioria e exem-
insirucgSo publica.
Desculpe por ayora a conliisSo que Ihc
causei olTeudeudo a sua modestia, conheco
de sua siugelezae ao desinteresse que mos-
tra ter em elogios desla ordem, porem o
dever me obriga e o n > posso deixar de fa-
/..-, iadaqueem mim reconhesa a pobresaIBrigornglM-Ann Donem-earrio.
le miuba olclligencia. que muito mal me Palac......orlugnez Maria Igan-diversos
Cbega |iara uma ConnssSo uc consuieucia
porque sou o
Amigo da verdade.
Itecifa24 de julho ae 1838.
OI'ltD Oncas hespauholas.
I'.ia maricinii.......
Pegas de 69(00. .
Atoadas de DsOOO .
Ditai de 209 ....
PRATA.PatacOei brasilairo*. .
Dilor columnari -.
Diloi mesicanor .
Al.l AMlEliA.
Keudlmenlo do da I a 23. .
Idam do -i 21......
309000
323000
1KJO0O
29100
2JI0O
30i):6172M
10:8069777
33 tuaoia
Descarrecamthoia 26 de julho.
B irra lr,inr,-7.a Muremprcadonar.
Patacho portugaezMana da Glunadiversos
oeroc.
a' moeidade, den lusur a unn admirsvi'l a'fflaencii bre-, sem interesres, as quaolias de 11,1B e'llet'cjie-
de ineiunos, de modo qne fui preciso a seu director I ceKem pira remir suas prerises.
auginenlar u esl.iheleciminlo para o lornar propor- Esla Jlo Cslvs liguiou eom diitinecfio no eonci-
0 numero crascanu dot colle- lio da l'renlo, a alii advogoo com laola eloquiocia a
uio hoareaiera sobas, -|j institoicfio dos bincoi de caridade, qoe ella ,r*n*e'e qne assim se exprime : -O Kai
para prorar a ordem a bom andamealo da eolteaio e alcaneoQ a decidida approvasau dn p,|It't l(ll ..... tem una mina de CarOCO, Ol" 8l 11 p iv
o aproteilauenlo do, que o Ireque,,...,,,. (lumia se 1 cilio. de eum.rrr imn. as SUSS ODrig Ces .1 1-0 ito
de"l.nd,.'"nm ,T", ^ '""i "' "f ^W ?' S -
e um pov.i, I irm-se claro que o migisle- : e\'lin 0^ do hincfirio dos imprettimo -
riuusl e coinioiido
. Bise [acto,
Trei-
Srs.redactores.Lnndo casualmente) on
10 da Tempestad2 deparamos com um
aranzel, om que um infame e vil detractor,
cuspindo calumnias c injurias, pretende
marea^- a be lecoohecida p. ai rociada re-
putaeSo bos e bonri los : quero fallar do Sr. Juo
Baptista Rangel, actual bedel lo segundo
ed iterceiro anno denla faeuldale do Ui-
reito.
Conbecendo de perioaoSr. Rangel, enten-
demos que a sua probidade e honradez se-
rflo sufllciente para attestarem a falsidade
dosfaetos, de que foi injustamente :
i" demais m semelhautes r so o des rt
zo parece ser .-i respoi la mais plena e satis-
factoria.
Todava iremos res-pon ier ;i un trecho dn
REVISTA DA INSTKICCA'O PUBLICA.
n. 7 desti periodieo l-sa o tequile :
1 im o maior prazer enrahiinoi de uma carta que
de 11 cebe (provincia do Kio ae Janeiro) no diriga
o eicellenle educador o m. Valenum Jos da Sll-
veira Lopes, o legointe periodo :
Conforme havia anunciado, de as pravas publicas
13 de ilc/.iinbro prximo pastado, peanle
uin 'i. 1 1 ..10 cscolbldo e respeilavel, o em rcsulla-
d. ob'.ive uuia completa auhe>ao ao inelliodo Cali-
Iho.
Principie! por fazor a eibihicfio das lellras, com
. suat coinb nacoes ^r. piucas o phonicat, e as
re ras canUdn ; em icguida lailn auricular a
: em hvro abarlo ao acaso, pilos esperta lore ;
nrros
barca inglazaStrahmeehinimo.
Uiate americanoKorthpoentfarnha de iri :o.
riue hambaraoetCharleferro e earvflo.
Barca loglezaIdrhard fanioi mereidortai.
Patacho hollandezSpacolaniegeoebra,
I! rea norneguenteMariafarlnhi do Irigo.
liirca ingieraUilhildearro*.
MtlVI.MKMD li\ ALFANDEUA.
Volumes mirados eom faxen lai
com ganaros
16C
056
Volme t
r
ibidot eom fazenda
> toiu geueroi
Tolal
Tul al
1122
IMi
1.12
228
IMPORTACAO'.
Ilarca frineiu Havre,a viuda do Havre,
lando a sattifac.au de apreientar ditcipuloi da ;l, e sigu la a Usterra cu Tlssit-frere, manife;! o se-
lllH-Illlt .1,,..- >,,,,.,; l..r n .... 1.....1............ ..

Baptfsaio ua frtgtuziada Ba-fisUt de 18
a' 24 de futho,
Francisco, brauco, nascido a 12 de maia do cr-
reme anuo, filho legitimo do msjor JorGometde
Ala sida e I). Alnindrina Adelaida de Brito e Al-
meida,
Celestino, crioulo, idade 2 mezes, filho nal
de Lucia, eteras
Emilia, erioula, idade um me, filha natural de Sixto V deu seie mil Meados do sCU bolslnha sari
Caibaritia, escrava, se comprar urna caa propria para eita ettabeleci-
l-'elippa, erioula, idoda 2 mezes, liiha natural de i nienln ; porm bein doprrrsa assi cara se achoo ser
no ha uma das poscDii en- q, mais servir,s node I se'lites<7.n"aVpobres, seria.'por um ,,,?,, ZVm "- ", *"& ^ *'" 'Cpn ''' "' "
um ctdaili.0 prestar a sua palria. do qual os penhoiet, que nao foatem raliradot te
venderlam ; eque um inleresse mui diminu,, -en-,
o premio do emprenlimo ; pollo que mslhor seria
al o Lefio \, que se nao lavara por elle lu-' escrpulo, e respeito a verdal'.
eroaignm. lio mister, Srs re i o publico
Loi por e-sc mesnio lempo qiios. Larlos iinrr,,- sensato estoja atheio ao rRiman !
r;0es mais illibadas, era prostituir-se daum
minio vil e ignobil a imprensa, lmanlo se
IcalurntiiKS de un' tal orlen- sem o
iredigio ai etiilnioi do banco de caridade de Ro- aculdade, para que ulcuem si ceptiv
""" menlo0Jnca,C.,.'n..' """^ """ crdito 18o vil calumnia ,|S, ,
1 -quena, i a banee foi tranifirido, no pon ifi-
cuiodo Clmenle VIH, para o ailisiimo palacio
que am la hoja ccoupa.
Kl 1 loi tmenle poli Lilia que se proparioua ubra
plui iniropica de Bitnardino de l-eilro.
lenla o uno de 1493 havia ja' mu bines dr ra-
.111 Nuriraherg, fondado pelo imperador Ma-
ri miliano ; emuilos ..otros se reslabelireram'nas
ve I de
I 10-
-" 1 -iimlas, proclaraam-se :o
me;: 10 te'i po, para q.....1 lenl 1 as pasa
11 pois admittir-se
mesino doui mezei, a Ier corrida 1 derembaracada
ment I haveudo comarcado analplubatoi I Em ler-
r..s pequenai, como isla, ha a rantaaamde se co-
nheeeraiu loaos Se modo que niaguein duvida que
o pragretio teja devido ao melhodu Catlilbo, e nao
a pedautiica pliaulaimagorias, nelo que o eulhnti-
asnii fui ic.,1.
De. maca- a Deor, que na 1 sou cu s,,, como 1I1-
zem ot antagonistas raiurraueirot iannigoi do inilbo
do Castllho. o cabido do cao por de-cuido, para an-
imar a ICr, cicrever a contar sin ijo luoo lem-
po '. !
Em oda-as provincial detti vnto Imperio lodos
os profeiiorit dn cacellenle melbodo Caslilho esli
obleado o mesmo brilhaule resultado ; lemor 1
Vista nesta capital bellltlinoi esemplue ein ludat
as no-sases colas ilo iuelliu.1 < Caatilltu. Nem nos ve-
gnm|i> :
IDil barricas eamenlo, Hi lardos papel de embru-
Iho, !_'1 b.iirics familia o man, li ditas rinhot,
12 1 barris 150 meio, mantegl ; a Lacen.' iV con-
t| II.llano- ou uivio.
7 eaizai relogios, ele. ; .1 Germnn.
(i dila- l/.eu 1 il Je ligo lao, 2 dita- dilat de seda,
I dila sedas ; a Schifheillio (\ C.
II dilas mireaia e papal ; a Klidal, l'i lis i\ t^.
2.i barril 50 maioi ni inteigi ; Bailoa ,v l.emo-.
5U ditos e |j;> ditos dila ; a .Mauo.l Joaqutm lla-
mas e Silva.
2 dilor vtuiiiet I caia sedas, I dita Tu ai de dila, I
dila calcados, i 'lilis fazenda de algodfio ; .1 l'itnin,
.M ni o ,\ \ mi Ha.
10 barra e :io meios manleiga, 2caixai fuma a
papi I para cigarro!, 1 barril salames, '< v.Intus roil-
niiain aizci ot inlagontiUt do malhodo que us man- servar, fumo, pap.l para cigarro cachimbos, rsd.i n,
nos lem de pairar dapolt par, as escolas do melnodo ele, li eaiui tnediiimenlot di,mas, 111 ditas mus-
vellio, pita M aperfeiqoarsm nas nenia.....atena da larda, ,,.u..iv 1- e aiueiin a ordem
fio primaria i.'ue I r ,r ventara 01 dtseipa- ......mi qaaijor, lldtlrt fatandat de algodfio e
lot doi babiliiaimoi prufeiiorai Andr Alves, Auto- ehalM de dilo eMdi ; a 11. Itruun
1110 Ignacio, Antonio Mximo e oulros, lerdo que ir !l cairtt Irulei I !
ra a
Blai 11, escrava.
Thomaz, pardo, nascido a 9 da desamoro do an-
no paasada, lubo natural de lij-dia, asaravo.
Rosa, paila, na ir !l maaai, i, I lia legitima da
Antonio Francisco da Siles e Mara de O'.
Miuoel, criuulu, idade i mares, lilho naluial da
l'iedade, esi rav .
1 I, parda, Batel la .1 1 dn abril d., cnrrenla
auno, lilba legitima da Juie Ribeiro, Senhorinlia eidadia circomviziohai. '"" ldanles, que as fazeme i;!c:ii a elle para
Joaqun, das Santus. Os I'ai/.i- 1',, 101 Mgairam loso este, extmpl 1 a distribuir Os lllliletns.
i. ,i"CI'a' rfuil,,em l'* m'""> m" ualural I como um grande Homero de it,lanos da l.ombaidia I Concluiremos dizendo oue cmn lauto nra-
de Atanaua da couceijao. ia||{ terciiiB proOisae deaonrestar dlnbir0 w-'ier observamos qm urna'al calumnia iiai
to inacreditav I e ver.. o .'
Quanlo aooutroponto deaccusar;3odire-
mos somente que sena preciso que os
dantes fossem uns manivcllas, para que n
Sr Rangel os ol neo.....ar billi
no cas -, e ;:. o Sr, p.angel i;
rilas ; qn n lo pelo contrario 11 es-
aprender em aulraa Hcolai de iiisirucc.ui primarla ?!
hiles protestares a Unios anuos pelo mrtboio en-
ligo, excellesitei calyitraphos, bous gramticos, es-
trs om coul ibilidade ?
Pon ni .uiao aluuns, que o melholo l'.aslilho nao
lem sido illliai para icoi lili os, im; e is-o acontece
f pela roetma lazfio que a Vacina, que teudo om
i1 dei tu preservativo contra as bcxig >. nem a torios
api i'ii-i Nsnham pai cunhece 01 deUilot de- .-
11,ai dea bre nas all iut a inaptidfio, o de.-
Iiameulo, e al om foro de estupidez nalu-
ial, ou oco sionad 1 pot molestiai muil 11 % izes herc-
iiil 11.1- ; ma. o certo be, que iodo. eit 1.....uo<
los, que pelo tueihodo vi Ib > andim G e 8 an-
' dai, i el 1 math ido t:a-t I lio aprend
lempo; mis como o ntelhsdo se
iniiluiuu repentino ( em reboa ao malhodo velho
deva -ir efiicaz para lod s .' 1-, g o qoe coi 11 na or-
1 imposiival, a diito a medicina offerece-nos
ba-taul s sxcmplos.
lulilizmenle a tu It o 51 g I 1 victiinai
1 ii"- p.quii. 1 ; poique la o doetile rae-
fui obra de Santo Amaro te perecea, I.....
medico que o matou : igaalnianle, se n msntn a-
leugrandec b'i.-i lem mau lilh ae o meni-
no no estpido,o raeslra nfio presta, ofio se impor-
ta '' -'o 01 ditrii um,: noreot nuioria.estai cantena-
mtniuos que em Ifio pouco lempo tem apren-
dido amas musas escolac, Ifio 1......einat, e 1,1 fia
ladas, sao a man concladenle prora na cliiccia
do iiutliodo Clllilhe.
l rauciaco di 1 reilai caiuboj.
i\ <:.
gsi.
I dila iivros ; a Miranda ,\ Vascaneellor.
I slila remedios ; a Almenta Pinto.
1 dila mudas ; a I ampos ,\ I ma.
'.i tillas Irsatei -, a Leanle.
SO glgos ebanipiidi 1 ; a Itomingot Alva M.ilbrii'-.
2'i barril e ^"1 iu ios msnleiga ; a Carvalho i\ L.
2"> litios o 2 dllo, dita ; I Murena Das,
.'al dilot e .",11 lits dila ; a l-aar, Limo 4 L.
2 mas ral. ida ; a i)e>liheaiii.
I dita trastes .. a. de Araujo.
30 giaoi ehampanh i, I c tixi hvros, calca los c di-
bjicl 11 ; a \ muda (jomes, Altai .. 1 .
:i cairas vidroi ; loes srd Milloehna.
7 o las tardinhai : a \. u. Uiebar A C.
. 1 ditas eocuac, i dtias parfomariai e mareeariai;
liles ,\ (..
.-i barril e 5 1 meiot manleiga ; rano i\ Irmaos.
ItoraTO hloidila,'20 volumes alfjnelai, ral-
eado, '.unos, la/elida, da Indi dila da alaolfio,
marceai drogas, cidos, chapeo.....ola-,
elr. ; a l. 1 m ,,.-.
J cairas chapeos, caljadoi emola ; 9 I ana J-
nior.
I i dilas r I f.u I 1 faxi ida de ali I Ifio, de 1 rila, do
seda a algodfio, de Isa, Uvas, etc.; a Jofio istllcr
s\ <:.
t caixaa machn -; 1 Barros Larrela.
0 bai rica er ; a A. J. I lagozo.
(i volumes drogas, lala! azeiti; a J. .soum
l\ '" o.....
1 catvjs chapees, c pericuecs; a J. dt Olivaira Arroz pilado.
''Lita. \ 1, em caaca
PRACA D<> RECIPE, 21 DE JI LHO UE 1898.
AS 3 HORAS DA TARDE.
feosla semanal.
Cambios-------------r-accon-se sobre Londres a ir, 1 |i d
Por I9OOO 00 d. vista, a 1|2 por
cenlo do deseclo, e ao par sobre
o Km de Vinillo : nao leudo ha-
saqaes sohre Pars e Lisboa.
Algodfio------------Yieram ao mercado 513 sacras
qoe se veuderam de K>:"i0 HJtOO
por arroba dos lino.. 89900 a K*V23
das recolares, c T}800 01 di te-
-unda sorle.
A'sucar-------- Entreram cerca de 9,000 sacras.
Nfio cousla se li/.esse venda do
braneo. Ven-ieu-sa o tomeiins de
23300 a 29950, os mascavadosbnns
de aguo 9650, America e Ca-
nal de Jrilill a 2-LiO por arriba.
O deposiio do mascavado tmenos
filn milito reduzido em couse-
qoeticia das avulladas vendas.
t.ouros- I iverain algum animaijao, ven-
detido-sa de 200 a 207 lis por li-
bia do* teccos salga tos.
Azeile doce- As veudas regulatam de 2>200 a
28500 o ealii .
Arroz---------------Veudea-se de 2-O:i a 2;000 por
arroba.
Ilacalhao------------Itelolhoa-te de 159500 a 164000,
lieando em ser Ll.liun barricas.
Lame sirca--------inda ealamoi sem charque do
Kio da Prata. Vendeii-se a do Kio
lironda de 59400 a 69100, e lica- i
rom ein ser :VJ,000 arrohat.
lariuha da lrigo-0 mercado foi laprido eom 2,800
barricas de I riela. 1,860 de Psesv-
\ork e 100 de Genova, com as
qoais o deposito menta a 31,300
barricas. Vendeo-si de 249 a 269
rs. a de Tripsis, a i(i> a de lie-
n-iva. ede 169 1 229 1 americana.
11- in-inres deposilos sao de Tries-
te 11,600 barricas, e Kichemoinl
111,200 ditas ; os minores, WOde
italiimore, I .-mi de i'btladelpliia,
2,000 de Ne-Oileans, e 700 di
Genova.
Dita de 111,111 lioca-A eiande variedade de saccas e
iima I des ds' uma v nedade de
prero de !; |S-| sacca.
Etpcrmacele-------Vendeu-se de 070 a SOO rs. a
libra.
Manleiga------------Vendeo-se de 630 a OOII rs. por li-
bra da ingleza, e j30 rs. da frau-
reza.
ijiteijot---------------Yrn-Irram-se a IjOOO rs. os la-
maogos.
Aeroes- Do seguro manliiTiO ITilidade de
1:000.1 de Oo a 99 por cenlo de
premio ; e Indemnisadora da mes-'
ma quanli- lil por cenlo de premio.
Ilpsrnnlos -lie 0 a 12 por rento ao 1111:0.
Pretei-----------------Para o Canal de t7 a 20 ihil.
Saluram durante a semana ns secunde* volumes :
para os portes e-lrangeirns 71100 tarcos, 710 bamras
e 100 barriqainhai rom 12.481 arrobas e I i libras
liioear, 2(1 pipas acuerdinle, 18 ditai, S mei.is dilai
r '1 q-jiirli s asplrilOI, 6.000 ponas |* poi, ll.tinii
Otilias de dilo ; para ns du imperio. 1.305 Saceos, lal)
barricas p .rJO barriquiiiba eom 9.436 arrobas e i\
libras minear, 36 pipil eguordenlp, IS fardes algo-
dfio, 2:1(1 caisas marras, 1.2N0 meio, de so a. :! ces-
(os cliampanhe, Sui) arrobas carne necea, 150 barri,
farloha de oigo, lo ditas dita de mandioca, 502 sac
eos caf, li- mullios t 17 fardos counuhos de cabras
Mi caivas esperniaceie, 2,000 cocol eom casca, 5
cairaschfi lu barns vinbo, 10baritasahlre, 5 sac-
ros fardo, 230 volumes ?.eneros eslrangeiros, S di-
tos ditoi na- ionaei.
Enlraram dai porlm eslrangeiros, 2 pipailO
nielas ditas 2IS barril vinho, t.">."> giaoi rharopanha,
3>0 cairas qoiijos, 3,010 barns, 2112 linas baca-
Iluso. _M(i barns ioucinho, MI dil >t cal. II pi-
pas lli meias dilai r 36 barril vinagre, 990 bar-
ns e 1,180 meioa dibi manteiea, 1,315 canea-
Iras batatas, 1IKI molhoi a 727 caitas ceblas,
130 barri azeile le oliveira, 100 aurrelas atri-
bu,s, 20 barril lioguicas, 30 gigos gognac, 950
accos s-inea, 33 lages de pedia, 21 pipas e 256
liams vatios, 110 saccm lemeas, 2(1 raixas Mrdiah,
2.'i-.*i barril farinha de Iriso, 55 barri? alpila,
lli fardos amendoas, 500 caitas ina-sa-, :10 dilai
licorec, 29 raz ai (.'ira', murmure, 231 tijoler
do dilo, 000 sacros arroz, 15 sarcos faijio, l(K) cal-
vas fallas da F'anriret, 900 foaaretrot, 128 gigoi
lli barns lourja, 2.613 harr.se Llllleives ferio, 240
barril cervej.i, 256 barricas e ."(I cairas genebra,
170 caixai aellas, lu o.^, -j(, 1 caivas 0 bartis vi-
llas, .";u faixes volioi, 2,026 1 irdoi papel do e.cre-
ver, 137 ditos dito de piubro.lio, 60 barris pregot,
210 caisas aro, 250 barril bolachilihai, 100 nccoi
punentas, 150 barr, bsnhl da porco, 121 caixai a
82 nietas ditas ahi, 200 barricas brea, 150 barris
ceminlo, 20 caitas e 5 barril presuntos, l fardos
lona, 220 raixas a/eiir dure, 396 tonelada- e irrfio da
pidri.tj -arras fejc, |."i() barriis bar ni lia. :' II 0 bar-
ricas farinha de mandioca. 150caaosmarrasqamos,
ss- vi'loui's dit/ersn mercadoriar: dos do iui-
pari, 8,353 arriabas de carne de charque, 30
barns e 121 arrobar cebo, ill rouros vaeruiu, Si
chis lardinhis, 100 eaixai sabSo, 274 lonelada
rarv.ni da pedra, 1.600 inolbos ptos'ahs,'iOO pecas
.lilas de dila. 312 r los e 20 fard is fumo. 20 birri-
,as palana, 10 caisai licores. 13 barril linho,9cai-
ma 3.093 caixinhat charatos, 20 litas olee da ri-
cino, 9 sarr. Ua, -j ; plpai variic, 1 barrica a 167
lacros eaf, 20 latas dita moldo, 20 volumeiels
raixas roercadoriai
Arbani-se a carga 12 navior : sendo 1; paia o l'i 1
de Janano, 1 pira o Kio Can,le do Sul e i pala os
porloi do 1101U", simio tutos 11 cimiae-.
Azeitc de mamona ......
o 1 mendobiin ,ie coco.
" 11 de peixe......
Aves araras......'_"_
papagaios...... \\
Periquitos...........
Bolachas.............
Bscoilos.............
Cacau .............
Cachimboi......., ,
Caf bom............
em grlo rcslullu.....
i> cum casca.........,
moido............
(.une secca...........
Leca de carnauba em pao. .
ein velas.........
Cbaralos bous .'......
ordinario!......
o regala e primor .
Coros seceos...........
Cuuros de hu salgados.....
seceos ou espitados. .
i) verdes..........
a de mira........
a 1. cabra rorlidos .
u carneare.......
Doce de calda.........
u guiaba........
secco ..........
o jalea ......
Espanadores grandes......
o pequeos.....
Esleirs de preperi......
Estopa nacional........
n estrangeira, mito d'uhra
Farinha de aramia.......
v 11 mandioca......
i> o milito.......
Peijilu.............
Fumo em 10I0 hum.....
ordinario ........
i) em folha bom......
ordinario .....
i) reslolhu.....,
Gengibre...........
'minina............
Ipecacuanha..........
Lenha de aibas grandes ....
ii 11 pe Helia- .
i a lrus....... 11
Pranchoce de amarello de 2 coaladat utu
a o luuro......... n
Coslado do amarello de 3.'i a 40 p. de
r. e 2 y a3de I. .-.
n de dilo usuaes.......
Loeladinbo de dito........ a
Soalbo de dilo........... o
Forro de dilo........... a
Costado de lnuro......... a
Cosladiobo de dito........ a
Soalho de dito........... u
Lorio de dito........... a
o a cedro.......... >
Toros de lalajuba.......
\ atas de pereira ........
o o agnilltadas......
a 11 quins....... .
Em obras rodas de sicupira para
11 i> eixos as
Mel...............
Milho.............
Pedra de amolar.......
i> lillrar........
lehoius .......
Piassava em moUwi......,
Ponas de bol.........
Sabio .............
Salsa parrilba.........
Sebo em rama.........
Sola 011 vaqueta........
Liihas de bui.........
caada 19920
a 29000
11 292OO
12)000
39000
49800
milheiro 49000
arroba 59000
39800
i> laOOO
B '.1-1,110
" I. I' III
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J-,11.1
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300
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. Alqiieirc 90UI
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23500
69000
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159000
909000
169000
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19200
VSM
lOffOOO
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cenlo
A
@
9
meio
cenlo
, pipa
IaI
tftlii jMWfUl
.Navios euliadut tu dia 21.
Aracaly13 das, hiala brasilairo ulureneivel, de
37 toneladas, capitn Joaquitn Jos da Silveira,
equipagem 5, cara, coaros e man genero- ; a
Martins [rmlos.
Liverpool56din, barca ioelea Matliildeo, de
310 toneladas, capilao t. Al. PI11111, equipagem
lli. caiga t./em. e mais geueos ; a Saandres
BralbreatStC Perleme a Liverpool.
stio de Janeiro10 dias. brigue hespanhol uBelisa-
rio, de 210 toneladas, capilao Juio Martins, e-
qoipagem II, em Isslro ; a Aun ruu i Irmaos.
Pertence a Barcelona.
Navos saludos no mis-no dia.
ParahlbiHiala brasilero uCoucaifAo Flor das Vir-
ludeso, capilao A levan limo d a C. a Silva, caiga
vanos senei ai.
Camarigibeltale brfisileiro sSaota Luzia -, capi-
blo Eslevam iltbeiro, carga varios aaueros.
HavreIlarca francvza iiPcrnambucou, cipil.io E-
quedaso, carga atascar a algod.lu.
MAPPAIdrmoHirrii/iro d'agna gue tece o banm da
barra deste porto na te-nana ltimamente
inda.
18
I!l
20
.'I
22
23
2 i
Numinaro
dosdias.
Domingo .
2." leira..
3." faira.
1.a feira. .
5.a feira.
O.i feira. .
Sabhado .
Preamar.
11 ps ingletas
I41i2
15 B
151(2 s
16 B
16
17 B
Baia-mar.
12 ps ingietes
II 1(2 o
II B
101ra
10 li
9I|2
9 B
Observarlo.
^oslli^erenles anrnradoiiros do purlo ?srillou a
baixa-mar de 12 a 20 a 15 a 23 pee iugleze*. e a
preamar de 23 e 29 a 26 e 32. Eiu 2 de jaiba de
1858. Joso Faustino Porlo.
ce -a a 0 = > c S 5 < rb 0 a n e ^ rs c os 7 = 3 5 7 1 c-. ^ iS Ci s. e = "o.= 3 r* 1 Ih>ras.
5 2 a Atmosphcra. O es Vi
O r = sK"rs Dircccau. 1 5 > s&.P'
Di O. = = 3 b 5 e 0 luteosi-ade.
3 m irtxSi.' = -ucr-i- (.ilutado s-; 5 0 ' ? f O b
-' c IC li IC l IC -l-^lc I--II tte linur.
x y t. -r -j Faliienbeil 0 r-i
_. -1 -1-1-., i e x M~ 0 Ilygromelro. e-
a fies" oc ? 1 1 Ilarometro. 1
, ?0e
A cmara municipal do Recife, faz pu-
blico, para conheci ment nos interessaiios,
cera obsr-rvancia do art. 15 da lei provin-
cial n. 120 de2dcniaiode1844, iiue nos ter-
mos do *rt. 18 da roesma le, lem enderec 1-
jo ao Esra. presidente da provincia urna
roposla para S. E5c. reeonhecer a ulllida-
de da desapropriaco da casa terrea, sita uo
paleo de S. Pedro, pcrlencento a orpbSos on
go.'t'i lie tulora I). Anua Isabel do Souza
Leao, aeornpanliando a proposta a plaa da-
quelle lugar, estralnda da la cidade, que
deaigoa a demoligao do referido predio. Pa-
CO da cmara municinal do Kcife em ses-
s8o de 21 de julno de 1858Luiz Francisco
do Barros Reg, pro-presidoote. .Mauoel
rerreira Accioli, sucrclario.
Mxw U9
CONSELHO
PALTA
o; prero crreme
ti ni ios c prii'i' .
111 semana de 26 a '!
.', -111.11 braneo. .
11 mascas,i.,>. .
n refinado .
Algoddo em pluma il
(O o mus
es naeionaet qu
consulado de l'crnambuco
de julho 1- 8.
|.i
2 '
:.
SOI la
11 em ramo..........
Aguas .itdiiiiisalcool, ou espirito
uardente* .
do cachara ......
o de c.inii,
11 illsltl.ida
Genebra.....
1........
Licor ........
AUHIRISTBATIVO.
Oconselho administrativo, para fomeci-
ni(.....' lo arsenal de guerra, tem de com-
prar os objectos seguales :
Para provimento dos arraazeas do
almoxarifado.
raboas de lonro da assoalho, dazias ">o
innosde amarello 6; costados dea-
lob; costa ios de pao d'oleo C ; oleo
da linnaca, aironas 5 ; c.,|a da Bahia. ano
ba .1 ; taboas de amarello de assoalho, du-
ii sio; uboas de piobo tle assoalho, du-
zias 1.; prancbO is de polio 12, caibros d
2a a 30 -'ala.os, auzias 4 ; reos de ferro de
1 pollegada, arrobas 10 ; ferro suecio sor-
tt iu de unta c 1 quarlo a :( pollega las, quin-
ins 20 ; ferro ioglez de 5 uitavas, quiotaes
2 ; ferro su- ci qua Irado de silavas, quiu-
taes 7 ; ar lim do lalSo n. 13, arrobas i; a-
raine de ferro de amarrar, arrobas 2; in-
-. IM Ibas de Dandres de marca cruz 2025; cadi-
ulios do mirle do n. 10. ;0 ; beu, arrob 1 ; :
estanbo em verguiabas, arrobas 4; panno
1. covados 200O; algoJ izinlio, varas
Si O ; bollanda de forro, covados 20J0
brim brsDCO, varas 300o ; cordSo preio d
Ua, aras 6.1'; bulOes pretos ue osso, cro-
s,s 500; botos grandes bruos do osso,
gr isas luoo ; boocs pequeos brancos de
osso, gtosas 100 clchete pretos, pares
lOii ; retroz azul ferrle, libras 2: casimi-
alqocire 4ooo*ra terde, covados 50; casimira encama-
..- IJO
:--'! 1
caada
...... 1> 9700
do reino. a .-MI
...... ranada -'. 1
......botija 9280
......Caad.1
. .'. garrafa 9310
......arroba l-hl!l


DIARIO DE PFT.NAMUUCO SECUNDA FE1KA 86 DE JiJ.nO DE 1838.
da, covados 8J ; casimira carmesim, cova-
dos too ; botes grandes-de metal amarel-
lo, lisos 100; sola, meios 500 ; lio de vela,
arrobas 25 ; livro ora braiicn oblongo gratule
lo 100 folhas eueadeniado t ; dito oblonao
pautado para balango das ollicinas 1 ; dito
oblongo nauta io para a escnplurac.lo da
distribuicSo do fxrdaniento I ; papel al maco
pautado, resmas -1.
yuem qur/.er vender taes objectos apr-
senla as suas pro lostas em carta Techada
na secretarla do consellm, as 10 horas da
manhaa do da 30 do corr inte.
Su la das sjsses do consoldo administra-
tivo, para fomeciinento do arsenal de guer-
ra, '23 de julho de 1858.Buuto Jos Lame-
niia Lius, coronel presidente.Joan Antonio
Pinto, tenentc-coronel servindo do secre-
tario.
TRIBUNAL DOr.OMMF.nCia
Por esta secretaria se faz publico, que res-
ta data flea inscripto no livro das compa-
nhias e sociedades eommerciaes, o distrate
da socieJade que exista en.ro Antonio Jos
da Silva Cuimaraes eManoel Joaquim da
Silva Figueiredo, na p&dsria n 2S da ra
Dircita cebrado por aquello e pelos haraei-
ros desles, os quaes leudo receido do ines-
mo Cuimaraes, a importancia da parto que
lhes caba, tem como dissolvida a mesina
sociedade, (cando este como liquidatario
respousavel daestincta (raa.
Secretaria do tribunal do coinmercio de
Pernambuco 23 de julbo de 1858
Dr. Aprigio GuimarSes
Ollicial-maior.
--0 lllm. Sr. inspector da Ibesouraria
provincial, em cumprimeuto da resologao
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que a arreinatagSo do pedagio da barrena da
Tacaruna fui transferida para o da 29 do
correte. K para constar se mandou aluzar
0 presente e publicar pelo Diario.
Secretaria da tbcsuuraria provincial de
Pernambuco 23 de ulho de 1858. O secre-
tario, Antonio Ferroira d'Aiinuncigao.
Em praga publica do juizo dos feitos
da fazenda se nao de arrematar em ultima
praca os bens seguintes : urna casa terrea
de taipa na freguezia dos Afogados na ra
c 55 de fundos, cozinha dentro, quintal em
aberto, cacimba propria, em* mao estado,
avallada por lOOOOO.
De Leonardo do Sacramento por Maria Ro-
sa de Jcsus
3 Caixoes de pinho por 83000
16 medidas de llandres por laOno
1 barril vasio por 32o
5 pesos do ferro por 1.71100
5 medidas de raadeira por IgOOO
1 brac.0 de balanga rom conxa e cor-
rente du lalao por
1 pequeo eslxao para sal por
31 pedamos de taboas de pinho por
1 bslcao em dous podacos por
,'JcOOO
500
2aOO0
SfeoOO
Total 19 320
De Josc Pereira da Stlva.
Um casa terrea na jua dos Pocos n. 5,
cora 15 palmos de largura e 33 ditos de fun-
do com porta e janella, quintal em aberto,
cozioha dentro, chao foreiro, cuja casa tem
dous oites, a frente de lijlos, e est em
muito mro estado, avaliado em 50g00 De Antonio Gomes por r'austina Maria dos
Prazeres.
Um terreno na freguezia da S. Jos na ra
Imperial, o qual tem 30 palmos do Tren te e
46 de fundo, era cujo terreno outr'ora linha
urna casa terrea com o n 219, que hoje se
aclia cabida, por isso foi avaliado o solo cm
63OOO.
De Izidro Marques Colonho.
Urna secretaria de madeira de Jacaranda
com vidraga, e vista do estado cm que se
aclia foi avaliaila por 80/000.
De Policarpo Jos C'yme.
Os prelendenles compareci as 10 horas
la manha do da 28 do corrente mez de
julho.
Acamara municipal do Kecife, com
quauto esteja dando andamento a obra do
maladouro publico da Cabanga, todava an-
da contrata a sua conslrucr-So por empreza,
dando aompreztrlo o rerulimento do im-
posto de 500 res pelo lempo que se conven -
clonar, o nesle sentido aceita propostas de
quem se queira encarregar da mesma obra,
e franquea ao examc dos interessados a
planta e orgamento respectivos com as iilte-
ragoes ultimamento feitas nos pregos orga-
dOSa
Secretaria da cmara municipal do Recifi
22 de julho de 1858 0 secretario, Manuel
Ferreira Accioli.



.*s
Pifadlo Yaleiit>.
Vende-se o veleiro patreho nacional Va-
lente, pregado e forrado de cubre, prompto
a segnir Viagem para qualqucr par.' : ns
pretndanles o podem examin r no ancora-
douro da descarga, aondese aeha tandeado,
e para tratar, com Antonio Luiz de Oveira
Azevedo, no seu esenptorio ra da Cruz n. 1
GoMipaiilii;
Per 'ni bufa na.
O vapor aaeioual Icmrusu', eomnaandanla An-
louio Ja Silvaira !i ii Jnior, devora cbogar a u-
(e polo mullo pruiiioamtule e lahia para oh lo
norle noUia Io -de a^oslo provimo hiero, roeobo
rar2 l o da .'IO |ilo crrenle a qual dotara ier
ilpo>ita)a no iraiaum da aompaolni aeoiopaabaila
doi flomiioteiiloa arha roiuiecnneiilos e com
o rfsnpriivus roluloj ilo portal a qu* < dirlitaio, *
n.Vi tara deshila a (ue lijo e-live nesla elreami-
l.iuoia pagando os -ms rinos rnsmde do (reta qn*
paRaria livusc aeguido. Aderie->e que o di> ;;0
tu daalinado pora a recopoSo de cncuiumeuJaa o
de pequeos volme'.
.BXO
Grande do
O bem eonbecipo patacho Rom Jess, ca-
pitao Joao Gongalves Reis, recebe carga : a
tratar com Cela no Cyriaeo da C. II., ao la-
do do Corpo santo n. 25, primeiro andar.
neadOi comprebendendo cada um do 200 a
OO palillos de frente com ampios fundos'
correspondentes, ou abrangendo menor nu-
mero desi.es conforme imlliur convenha aos
prelendenles, do accordo com a respectiva
planta approvada pela Ex na cmara muni-
cipal desta ci lade, actualmente exposta para
ex. mi', na loja do Sr. l.uiz AUlOnio de 8i-
qaeira ra da Cdela do ttteife. Esta im-
portante propriedide pode tornar-se um dos
mais rendosoa patrimonios, quor do lodo,
quer dividido da forma indicada, estando
para sso convenientemente simada entre
'luis estradas, a do Chacn, c a ao correr sitio de J080 Venancio, .-moas principiando
na bella e mu lo frequenlada o larga estrada
publica ale lindaren! no dio (.apibaribe, de-
fronte do Cordeiro, onde esta projeeladoi
' lancar-se urna poute. F. como o sitio, porj
grande, offerece as meliiorcs proporces pa-
ra ser dividido, e assim formar como que!
um povoado apra/ivel, ja pela sua poslc,So
agradavel, e salutferos aros, conliuaudo
com os lugares continuamente frcqueuia los
rar* recreio 'os babitautes permauentes, c
da capital, que aos meamos concorrem, e j
pela diminuta distancia e commolidadcs dos
transportes existentese diariamente em aug-
mento ; existe marcada do centro una ter-
ceira estrada em linha recta, de 50 palmos
de largura, emdireccSo lambem ao rio e a
indicada ponte, e formando adivisSo de si-I
tios e casas que necessriameote serfto cu-
neadas cm separado e com rcgularidade ^.a- !
ra melbor belleza e realce, indicativos del
ver laJeiro gosto moderno, qual sera ampia-
mente desenvolv lo pelo miwiravel genio'
aspirante c progressista da nossa g>mte
Quaesqner ouiras informafdes serSo dadas
pelo referido 'gente, em cujo escriptorio
lera lugar o leilSo, sabbsdo ^i do corrente,
as II iioi.-.s da manha.
Rio de Ja-
Vai seguir com brevidadeo brlguePAGl-
FlCO, capitao Antonio da Cruz liaptiva ;
recebe carga para completar o geu carie-
CU

ote
a-i
Provincia.
0 Sr. tliesoureiro manda l'a/.er pu-
blico que se acham a venda lodos os das
no pavimento terreo da casa da ruada
gamento, passageiroseescravos a Irete, pa-1 "0l'.a -l'-(1:iS oras da manhaa as 8
da noite, liillicics e meios da segunda par-
te da 20.a lotera do theatro de Santa
Isabel cujas rodas andarao i npretei ivcl-
mente no da i do prox imo futuro mez
de agosto.
Thesouraria das loteras 2 i de jullio
de 1858.O escrvao, J. M. ca Ctuz.
Lotera
DA
rovincia,
Nos hllielcs rubricados pelo abaixo
assignado sabiram os seguintei premios :
ra os quaes (em boas acommodatns : a tra-
tar com os consignatarios Almeida Gomes,
A Ivs & ('.., na ra da Cruz n. 27 ou com o
referido Capitao na pra^a do coinmercio.
Para o Ho de Janeiro.
O veletro o bem condecido patacho nacio-
nal Amazonas II. pretende seguir al o lirn
da presente semana ; s recebe carga miuda
eescravos a Trete : os pretendentes enlen-
dam-se com o seu consignatario Antonio
Luiz de Oveira Azevedo, na da Cruz n. 1.
f{
IMPORTANTE
LEiLAQ' DE MOBIAS
[DE UMA FAMILIA QUE SE RETIRA DO
IMPERIO.}
Quitita-feira al do coi-
rente
AS 10 HORAS DA MANHAA'
Ra do Collegio n. 15
,-/:
companiia
de paquetes ingleses
a vapor.
Al o dia 29 espera-se da Europa um dos
vapores desta compauhia o qual depois da
demora do costumo seguir para o Rio de
Janeiro tocando na Haba : para passigeiros
etc lrata-se con os agentes AdattSOO,
!loie v C, ra do Trapicbe Novo n. *2
i ira o ro dt jxireiru.
O patacho necional Orozinbo, pretende se-
guir com muila brevidade, tem parto de geu
rarregamonto prompto : para o reslo que
Ihe falta, lrata-se COffl o seu consignatario
Antonio l.uiz de Oveira Azevodo, ra da
Cruz n.1
Geara% Mara-
nljao e Para'.
Lspera-se uestes dias o brigue escuna
nacional CAROLINA, capitao o pratico
Joaquim Antonio Ooncalvet dos Sanios,
traz a berdo parte da carga <|uc tem de
levar, para o resto trata-se com otcoo-
sigoataros Novaa & C, laigodo Corpo
Santo n. (i.
Rio
de Janeiro
Segu com brevidade obemeonbecido
brigue nacional Despique de Beiriz, tem
parte da carga piompla para o resto que
lne (alta trata-se com os consignatarios
Novaes & C-, largo do Corpo Santo n. (j.
fara leilSo de orden c conta de uma f*miiia
que retira-se brevemente do imperio, de es-
plendida mobilia de Jacaranda com peJra a
l.uiz XV, nova, dita tambem de Jacaranda
gosto moderno, guarda roupa e guara ves-
tidos de mogno e amarelio, comiilodas lli-
teiras o metas, lindo toiicitc do mogno,
roobiliaa do gabinete o sala de espera, cama
frauceza, ellos para Cianeas, marquezas
largas, sofas. cadeiras, bancas de jugo, di-
tas portateis p.ra c^f, lacsl elstica dejan-
lar, aparadores, guarda-loocas, mesas de
engommar e varios movis do marciueiria
proprios phra casa de familia, candelabros
e lamentas de vidro, apparelllos do porce-
lana para almoco e jaular, ditos para o ser-
vico diario, vi tros de diversas qualidndes
para mesa, vasos, liguras e mais enTeiles de
porcelana ecristl pira sala, relogios para
cima de mesa e parede, caudieiros america-
nos de globo, ptimo lustre, ulensis e ar-
ranjos diversos de cas" e uma grande quan-
tidade do outros muios arligos ecl, que
fora desnecessario mencionar ; os quaes ob-
jectos ser.io sm a mnima reserva vendidos
no SUpradito di quiuta-feira 2!i do cotren-
te as 10 horas da manhaa no armazem do
agente annunciante, ru* Jo Collegio n. 15.
Ns.2875 l:000jj 1 meio.
1969 200.S I dito.
2813 2IIO,s 1 dito.
I2lt 100$ 2 ditos.
S 1 oos 1 dito.
n 12 Klii.s Bilbete.
1958 50$ i meio.
161 50$ 1 dito.
22 i 1 50$ 1 dito.
557 20$ 1 dito.
2*69 20$ 1 dito.
248 20$ I dito.
1SH2 20$ 1 dito.
940 20$ Bilbete.
\\1 20.s Dito.
Leudes
James Crabtree >\ C larao lcilo. por in-
lervencao do agente Oveira, do grande sor
lmenlo de fazendaa iuglezas, inclusive al-
gumas averiadas por conta e risco de quem
pertencer: terca fera, 27 do correte, as
10 horas da maniuia, no sen ariiiaze.a, ra
da Cru2.
A garanta dos 8 0|0 he paga no cs-
criptoro da ra do Collegio n. 21.
** J-L yme.
Lines / Sra. Virginia Romagnoli primeira
bailarna da emprenza lyrica do tbeatro
deSanti Isabel, discipuia da escola de
Milao, desejaoccuparalgumas lunas dan-
do lie.es de danta a senhoras e meninas :
quem desejar utilisar-se de seu prestimo
podera' Oirgir-te ao sobredito tlieatro
desde S horas da manhaa ate r da tarde.
Precisa-sedealguns coristasde am-
bos os sexos para cantar as opeas lyri-
eas: quem lejulgar apto e os (pie ja fo-
ram ajustados podemdirgir-seao tbeatro
para tratar.
LEILO
DE
Fazeudas finas
( Para os logistas de Iwm gosto)
Teroa-eir 27 do cr-
late
AS II HORAS D\ MANHAA.
RA DO COLLEGIO, ARMAZE1U \. 15.
m\ BEBBBJi
fara leilao por coda c risco de quem iierten-
cer. de 00o :,ee*s ue lencos de sol do
superior qualidade e de lindisssimos dese-
nnos, e looo pecas de casaas inaladas mui-
tofuas, o dos mais bellos padrOes queaqaj
tem apparecido, ao ulii no gosto ; cujas fa-
zendaa se acl^ain patentes, anxame. dosSrs.
prelendenles. no referido armazem, eahi
serao vendidos sem reserva alguna no su-
piadilo dia e hora indicados.
Leilao
DE
COMPANHI
Brasilef'r i de p
vapor
O vapor Tocantins. comm.indantc o pri-
meiro lente Pedro II. Duarte, espera-se
dos portos io norte em seguimeuto aos do
sul al o dia 29 do corrente.
Kecebe-se desde ja passageiros, rele de
dinheiro e encomn.eiida.se engaja-sea car-
ga que o vapor poder conduzir, sendo os
voluntes despachados com antecedencia ale
odia 28 do mesmo agencia ra do Trapi
che n. *0.
Fariuha de tri 27
rfent
PELO AGENTE
J.praegcr $> C.
Huada Cruz n. II, eeeberam pelo
navtocbegado ltimamente de llamlnir-
;i>, um grande sortimento de gneros
alimeaticios de todas as qualtdades,
i oiiiD :
Salames.
Coin de ganso (poitrne d'oie turnee,
em latas.
Caviar (ovas de peixe) em ditas.
J'.rvilliasseccas em barricas.
Saue8ses(petites andouvilles) em latas.
Bolinbos linos frai cezesem latas.
I i netas de todas as qualidades da Kiiro-
pa (em calda.)
Conieitos em faseos c cm caixinbas bo-
nitas.
Concci vas de todas as qualidades, tanto
de ca ue como de liortaliea.
Vinho do Porto,
Vinlio .le Bordeau\.
Vinho Sberrj.
Yinlio da Madeira, lodos de superior
qualidade tanto em barra como en-
garrafado.
Cognac (Pal Brandj em barris c cm
cal vis de 1 du/.ia.
Agoardenteda Franca dito dilo.
Licores, em garrafal mais modernas e
ricas do que lem apparecido ueste
mercado.
Champanba dosafamados fabricantes Eu-
gene Cliquol a Kciins e Rruch Poucher
i.\: C. oMareuil Va\.
Malangas ro-
Rianas
Vendem-se pequeas bataneas roma-
nas em casa de I. Praeger ; C. ra da
Cruz n. 21.
. COMPANHIA
De illumioa^o a z.
A companhiade illuminacSo a gaz des-
ta cidade avisa as pessoas que precisa-
rem inminai os seus estabelecimentos e
casas particulares por meio do gaz de vi-
rem dar os seus nomes em casa de Ros-
tro Rooker di C, praca do Corpo Santo
o. 18, uotando-serpiu aquelles qne pii-
ineuo se alistarem seio servidos em pri-
meiro lugar.
~ Carvalho & IrmSo mudaram o seu es-
crBtorio para a la da Cruz do UeciTe u. 40,
primejro andar.
~ l'recisa-se alugar uma ama forra ou
captiva que saiba engommar bem e lavar :
quem quizer procure na ra da Soledade,
casa de jane:as, com calcada alta e portfo
ao ladj, oue achara com quem tratar. Na
mesmi casa vndese urna porco de doce
de cajo' secco.
Precisarse alugar uma ama para todo o
servieo de uma c^sa de pouca familia, pre-
ferindo-se escrava, pagase bem: no aterro
da Boa-Vista, loja n. 78.
Na livraria n. 6 e 8
j> 11; ;iu ludependeii-
ei^ precisa-sd fallar uo8r.
De tan, que morou na ra
do Arag'&o e teve marci-
ueiria.
Frontispicio do
(]armo.
A testa'de Nossa MAI DE DOS SENI10RA
DOCARUO, erecta no frontispicio mesmo
convenio, annnuciada para o dia 25 do cor-
rente, foi transferida para o da 8 de agosto
prximo futuro. O motivo que occasionou
esta mudanza foi no se tor podido agenciar
todas as esmolas dos devotos : portanlo os
encarregados este anno da (esta rognm a
todos os devotos e devotas da mesnia adora-
da Mal DE HK.OS que, quanio antes, entre-
guen aos senbores procuradores a esmoh
que. os seus corac.oes Ibes dictar, slm de
que este anno se possa fazer a feslivi'lale
com o maior brllhanlismo possivel.
M BA DA CI.OIUA CASA DO FUNDAD'.
CONSULTORIO HOMEOPATlilCO
OO
BR-P. A- L0B0M0SG0S0
Medico parteiro e operador.
O Dr. LoboMoscoso, aa consultas todos os
das e pralica qualqueroperacSo de cirurgia,
ssim como.accodo com todas prompti'lao,
as pessoas que precisarem do sen prestimo
para o servieo de partos, praticando aso-
peracOes manuaesou inslrumeniaes, quan-
'o nao possa conseguir resultado por ieio
da homeopatha, que tantas vezestem ven-
cido dillieuldades, que pareciaas insupe-
ravois.
AVISO.
Na casa de lianhos do pateo do Carino
r.recisa-se de um servente escravo, prefenn-
dn-M- vellio : para tratar das 6 as i? da ma-
nhaa, ou das 5 as 9 da noite, na mesnia casa.
Faz-se qualquer negocio com e loja
da ra Nova n. 52.
O escrpturario da Companiia do
Beberibe, Marcolino .lose Pupe, anida
continua a agenciar a compra e venda
de aCCOet da mesnia companiia, po-
dendo ser procurado no escrptorio, ra
do Cabuga' n. Ib.
O bacliarel Adeiino Antonio Je
Luna Freir, to do alcangado a de- .:
missSo qne podio do juiz municipal ~-:
e de orpbSos de Iguarass, acba-se
advogando neata cidade e tem si
escriptorio na ra estreita do Hosp- ;,
rio n. 10 segundo sniar, onde pode '',
ser procurado a qualquer hora do ;;'
dia, tambem se encarrega de pro- -
mover qualquer acc.3o nos juizos d3 Q
^u.*o contra
*>
>firo
n

&$ fora da capital.
/
COMPANIIA NORTHEN, ESTAUEL!'-
CIDA EM LONDRES.
Premios diminuidos
AGENTES
|C. J .Astloy #* Companiia.
|< usa de aude|
3 O Dr. Ignacio Firmo Xavier, roce- (ff
01 be em sua casa de saude. que fica ao (S
Mj "orle da estrada da Passagem da X
Jf) Magdalena, entre a ponte grande e a W
^ pequea do Chora-Menino, todas as A
4\ passoaa doentes, afiancando o me- ?
,]Z llor traUmento, o maior z.-lo e cui- ;*9
\rf dado medico. O local em que est O
A} edilicada a casa destinada uara esse f*
(A mislc-r as rgras hygienicas, sobre ,2
jjw as quaes est construida, os commo- "
^ dos de que dispoo, o aceio, ordem, &
MS e regularilade que ah so encon- ZZ
2 tram, sao condicoes ponderosas para **
B uma breve cura e completo resta- ^|
^ belecimento. As pessoas quequize- <
ha rem utilisar-se de su prestir.o no- 9
W dem dirigir-se ao paleo do Carino, &)
(g} sobrado n. 9, pruneiro andar, das (&
A 10 horas da mantisa as 3 da tar te, 9
9 e dessa hora em dianle no seu esta- w
5J5 belecimento. Efe
SEGURO C0NT8A 0 FOGC.
COMl'AMUA
ALIIANCE.
ibeh ij em Londres,
em mar^ode 1824
CAPITAL
CINCO MILROES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brotbers C. tom a honra de
informar aos senhores negociantes, proprie-
tarios de casas, e a quem mais convier, que
esto plenamente autorisados pela dita com-
panbia para effectuar seguros sobre edifi-
cios de lijlo e pedra, ccibertos de tena, e
igualmente sobre os objeCos que contive-
rem os meamos edificios, querconsisu em
mobilia, oq em fazendas de qualqucr qua-
lidade.
B
i*
DA
Ter$a-feira
ro cor-
iTANA
O agente Pestaa far leilSo no da ti im
determinado e pelas 10 bo aa la manliSa a
pi ra do armazem do Sr. (Vnncs di fronte da
alian lega
DE
260 bsrricascom fannba de trigo marca
Extra, recenlemente c i< ga la ao mercado, e
despach-ila cm 23 do concille.
I
A 51
Manoel lacques da Silva e os mais herdei-
ros do finado commcnJador Antonio da Sil-
va farao LeiSo, por utervencSo do agente
Oliveira, do seu bem plantado sitio, com
boas casas, chSos proprios, no lurar da es-
trada entre Saut'Anna e Casa Porte, ludo em
um ou mais lotes al o numero de '27, em
que podo ser dividido e para isso esta dcli-
- Aui p rticular da ra de
HorMs i!. 1 o.
AO PAS DK FAMILIAS.
0 abaiio assignado, nao ignorando que
existem muilos pas, cajos meios pecunia-
rios sSo taes, que lhes nao pernnttem pagar
a um profesMir o ensino de seus I:! os; e
que por isso ambicionando dar-Ibes orna
aiui-n.-'ii conveniente, sugeitam-seagracaI
dl) i-'" i-0S n s aulas publicas,
ondequasi sempre (infelizmente] he tao tar-
da essa educacao, o isto com grave detri-
mento daquelles quemalpoiem suppri-los|
de roupa. etc.; offerece-se para ensnarl
grutisat o numero de I-meninos, a ler,
escrevi r, contar e entender be.n a doutrina
chnsia: justas razOes, porm, o i rivem de
recebor meninos que escu !m a i lade de 12 i
anuos. Espera-se qne os paisi nicos arbi-l
I os de suas posses, nao abusem com nr-
juiso dos verddeiros mcessitaios deste
sincero e esponianeo oderecimento. Estar
para isto aberta a aula do i.- de agosto em
dianio. Becife 2 te julho ao 1858.
Jos Campello de a. Calvan.
.\Sra- D. Leonida Guilhermin*. de O-
veira queira maular a administraeiodo cor-
icio recebar uma carta viuda do sul
ATTENGAO
lenio-se rptnda.lj bontein ao P.ccife o
mulatinbo forro de nomo Jacinlho, d^ idade
de lannos, ie feic^es regulares, cicatri-
zesporbaixodo quexo, puacncu c pe tos
prnvunenle de quoimadura, Icvaiuo vestido
calca e camisa de algodUo azul trncalo e
cha eodepalha; sur.ee le que nao voltagge,
julgando o abnixo assignado ter ello sido
seduzi lo por alguem, e como o abaixo as-
signado scia su tutor e tenba restricta obri-
gacHo de os presentar ao juiz de orpbSos,
qoaodOO exigir, por isso pelo prisenl! di-
rige-se s antoridades, ahm -ie que seja dito
mulatinbo apprebendido onde i|"er que se
encontrar, e mesmo porque pe algum
malvado re luzi-lo a eseravldiio ; e a toda e
qualquer pe'ssoa que o encontrar, pele o
favor ile o agarrar e leva-lo eos Afogados,
pateo da C /., ensa n. 3, que se gratificara,
eo mesmo se fara a quem der estetas noti-
cias delle O abaixo assignado esta digposto
a usar dOS meios que Ihe facuiUm as leis
dopaizcontra quem o tivtr sm sua casa.
Juaa Eduardo Pereira Borges*
Precisa-se alugar uma escr.:v^. para to-
do o servieo : nos Afogados, puteo da l'az
o. 3, ou aununcie.
!\a ra larga do Rosario n. 38. prec-
sa-se de um caixeiro que tenba pralica de
miudezas: a tratar na mesnia loja.
David wm. Bowman, sua senliora, tres
lilbos menores e uma criada, vSo a Europa,
Offerece-se uma mulher pira ama de
casa, a qual cozlnb*, lava e engomma : na
ra do Nogueira n. .
crtente.
>,
rdeui lereeira do
rm .-.
0 abaixo assignado, mestre dos novicos
convida a lotos os irmSos novicos o profes-
siis tiara assistirem a festa da padroeira Clo-
riosa Sanl'Anna, no dia 1.' do agosto para-
mentados com seus hbitos. Jo3o Filippe
da Costa, meslrodos novaos.
rovmcia
O abaixo assignado declara que. de boje
em dtante compra bilbetes dn loteria reco-
lludos com o descont de 20 por cento seja
qual or a quanlis : na ra do Collegio n. 21.
P. J. I.ai me.
Na undieao da Aurora n>"*C!ta-Se
de serventes forros ou escravos, pira
servido debaixo decoberta.
OSr. JoSo francisco Hegis Ferreira te-
nha a bondade dirigir-se a ra do Queima-
do n. 21, prtmeiro andar, ultimar o negocio
que sabe.-Jos Estoves Vianna.
O Sr. Jos Maximiano Alves Cavalcanti
tenba a bondade dirigir-se a ra doQuei-
mado n. 2i, primeiro andar, ultimar o ne-
gocio que sabe.Jos Kstevcs Vianna.
Francisco Jos Augusto Ferreira, na
ra da Moeda n. 2, tem para vender cevada
em saceos de \ arrobas a 79000, assim como
barris com inel, ludo proprio para as co-
cheiras.
D-se a quanlia de3:50P>000 a juro ra-
znavel sob garantas sullicienles : quem
precisar, queira deixar nesta lypographia
em carta fechada in licagao da sua resi-
dencia par er procurado.
< abaixo assignado declara ao publico
e especialmente ao cor o do comuiercio,
que tem vendido ao Sr. Joaquim da Costa
Vieira parte do que Ihe tocava ni sociedade
que tinha com o Sr. Jos Joaqnim Goncalves
na retinara sita na na do Pilar n 120, e
deoosito ; mesma na ra da Cruz do Reoi-
fen H a qual sociedade gyrava na lirma
de Pire & Concalves, e passou a gyrar na de
Vieira & oucalves: declara mais que o ac-
tivo e passivo di anllga lirma sao obriga-
dosos S;rs. Vieira A Conga I vea pela sua li-
quidacao. Recife 7 de julbo da 185S.
Ilanoel Antonio Pires.
asa ; co t'IiVt s.
Ni rm larga do Rosario n. 22, rcoobem-se
escravos par seren vend los por commis-
sSo, c por co ila le seus senbores, e afianza-
se o binii traUmento ; assim como a promp-
ta venda, alim de que seos senbores nao
soffram em parte coai a venda delles.
rerca-feira (27) as lo horas da manhaa,
no edilicio da enliga eadeia, tere logar a ar-
rematac3o das ren las das casas anuunciadas
nos Diarios u. 160, ICI e 162 para o da 23,
depois da au lienca dos or, tiajs.
O nvlo v Iba, clumadn Antonio, que
foi de Jos Xavier da Rocha Wanderley, sp-
pareceu no sitio Pedrejra, pertencoiita ao
nho Guerra de Ipojoca, pedindo para o
comprar; diz elle que seu senhor mura em
Jangdinba: se o dito senhor o quer vender,
appareea, n se nao quer vender appareea pa-
ra o conduzir, que o anuuneiante no se
responsabilisa porque tem inteiro conheci-
mento do dito escravo.
l'recisa-se alugar um escravo moco, o
da-se 30? mensaes e sustento na ra D-
reita n. 3.
- Deseja-se fallar a negocio do seu into-
ressecomo preto livre Miguel dos Anjos,
que chegou aqui hapoucodo Porto Alegre
em companiia do Sr. Ricardo Hueb, ese
agradecer muito pi>r qualquer informaeflo
que sa dersobre o mes-no. no escriptorio
de llenr. Brunn & c. na ra da Cruz n. 10.
riBLiaclO RELIGIOSA.
Aili.t-se no ptelo e lu veniente tem
de sabir a luz oTRATADO DOS DOUS
PKECEITOS DA CARI DA DE i: Dos DBZ
MANDAMIENTOS DA LKIpor S. Tbo-
mazde Aquino, traduzidoem portuguez
pelo Dr. it. F. Henriques de Souza. Pa-
ra eobrir as despezas desta interessante
jiublicaco subscreve-se na livraria da ra
do Collegio n. 1 a razan de Is por cada
exemplar.
Precisa-se de urna ama que saiba oo-
11inbare comprar, e fazer todo servido de
casn : a tratar no aterro da Roa-Vista n. 11.
Or>:,>::v::;:--o3##^oe
\este-se um horocm da cabega
Antonio
Sfc
.
ateo p< inclusive charutos e cha-js_
rutenas, por varios pregos'. na loja m
LltO'ES l)E PARTIDAS BORRADAS V ~feaSt!^ i "
EBINO FETICO
(TRES VE/.ES POR SEMANA.)
Na ra do Padre Klorlano, so^rado da es-
quina n. 5, defronte do becco do Serig^do.
as licOes terSo coraego as 7 horas da noite
dos dias em que se couvencionar ; e antes
desta hora mo se acha o abaixo assignado,
com quem se deve tratar a respeito. O pre-
go continu'a a ser 20# pelo ensino.
M. Konsaca de Medeiros.
jSlaxij
Vendem-se salames de Hamlnni'o no-
vos e de ptima rjualidade, tanto cm por-
eomo a retalbo: em casa de J.
Praeger & C, ra da Cru n. 11.
Antonio Joaquim Panasco participa aos
seus freguezes o amigos que tem traspassado
o seu estabelecimento para o primeiro andar
junto a dita sua loja, sonde tem montada

suoteria
DA
2
A>.
No escriptorio do abaixo assignado na ra
de Collegio ti 21, vendem-se Bilbetes da lo-
teria da provincia pelos seguintes pregos
sendo do 1C para cima e a dinheiro a vista.
Bilbetes garantidos 6?500
Meios ditos 25750
P. J. Layme.
Homeopathia0
O Dr. Sabino Olegario .. Pinho, tendo de
sua fabrica, e aonde melnor pode satlsfazer or"BIMr --Hi8tona da bomeopathia dn-
qualquer encommenda de guarnigO-s de ou-
ro ou pralR para oceis, bambinellas para
sala ou paramentos para igreja, galoesde
palheta, franjas, lo Jos os gneros para bor-
dar, e todos os uniformes militares, tudo
por pregos commoJos.
Precisa-se de uma ama para casa de
tamilia, nicamente para o servieo inter-
no, agradando paga-se bem : na ra bella
n. .
PrrciM-ta de orna ama : na roa dos Palo n. ^.
-- l'recisa-se alugar uma ama forra ou
captiva, para o servigo de casa : na praga da
Independencia n. 38.
gene Cliquot
Reims participa ao respeitavel (tublico
pernamljucano, cjtieo nico deposito do
seu \inho de cbampanbe, se ada cm ca-
sa deJ. Praeger &C.
l)sseja-se fallar ao Sr. Josc Candido,
que se acha levantando engenho em Pimen-
leiras, ou a quem suas vezes lizer nesta pra-
ga, a negocio de seu especial iuteresse : na
ra Nova n. H, segundo andar.
Casa de commisso de escravos.
Na roa Direita, sobrado n. 3. defronte do
becco de S. l'edro. recenem-se escravos de
ambos os sexos par so venderem de com-
rante a epidemia do cholera,roga a todos
os amigos da verdade que,- desta provincia,
qner das oulrasdo im.erio, que Ihe l'orne-
cam ci.ni a maior b'evi lade p.issivel, quaes-
quer documentos, infoimages ou narracc'ies
exactas, que possatn servir para a execucio
dessa obra. He justo que sejam condec Jos
os Domes de todos aquelles que em tao ca-
lamitosa quadra soccorreram a Mllicu bu-
manidade. No consultorio central homeo-
pathico ra de Sanio Amaro (Mundo Aovo.
n. 6.
\j O lr. cjasanora poiie ser procura- .v.
.' } do a qualquer hora par: visitar doen-
. tes e platicar qualquer operagSo de
especialmente de partos
;:? cirurgia.
.;} e;ll seu
|0?SLLT0BI0H01E0PAT ^ < 0 ~f
| 'itf i ta Jas Cruz s!MJ
3 No mesmo consultorio tem sem?re (%
\ os mais .creditadus medicamentos
horneojathicos em tinturas e em 'y-
J glbulos e earteiras nquissimas; ha W
\. umbem varias obras em francez e i$
em porluguez.
lia cbegatlo a loja ae i.cconie, aterro
da Roa-Vista n. 7, escolente leite virginal
derosa branca, pare refrescar-elle, tirar
pannos,sardas e espinhas, igualmente o a-
segursnea precisa para os ditos cs-
toda a
ciavos
Alugs-so o tereeiro andar do sobrado
0 da ra de Apollo, com bstanles coni-
a tratar no armazem do

missoes, no se levando por este trabalho ff-medo oleo babosa para liniparn fazer cres-
mais do que 3 0|0 ; offerecen lo se para isto | rer os cabellos ; assim como p imperial d6
lyrio de Klorenga oara broioejas e asperida-
desda polle, conserv a frescura e o avellu-
dadoda primorosa ta vida.

COmiTORIrtHOSEOPATlCO:
OO
DS. LOBO MOSCZ'.
NA r.i A l'A GLORIA CASA DO pl NDA
O Dr. Lobo Moscozo fez sciente .'}
a quem interessar rossa que tem k'::
COmmodos em sua casa para re- ';
ceber alguns escravos no s pa- ;.';
ra datar de suas enlermidades
.3 como para fazer qualquer ope- 0
raeao. Os doentes serao tratado,
' } pela homcopatlua ou pela allo-
I pa tilia, conforme parecer mais
conveniente para a brevidade da
, cura. Adverle pie recebe gra- : ;
tttitamente umaotioutra pessoa
-. ? que precise fazer alguma opera-
. e que por Mas ciietimstan- |
- : cas nao possam satis fazer as des-
:.' pezasde trata ment e nao cjueira
sujeitar-sc a ir para os liospitaes. gg
O preeo do tiaiamento dos esera- f-">
. vos regulara'de a| diarios
conforme a gravidade da moles- i
;. lia c o tempo de curativo. ,:"
O abaixo aiiicoado acna-s aulcrisa lo a vii-
der o snbra in de lu andar e Mli lito na im do
llospicio n. 19; a mus un terrena eeorigoosM
fin leu .lo nMimo Dobi ido, cm ,st iMlraoi de fren-
la e 17(1 de fundoi por xo qnom pretender, qnei-
ra dirlair-ee a' praja da Boa-Victa, boliei d. 24, a
al indicara' o logar e ai horai vii^s para '"'a1!". Joia Octavio do atoara.
n
mu los e fresco
mesmo, ou n. O.
,.,,. -' > ^iJS>. .'.,
) Paulo Ca] uou> lenliala, roa Jai Laran- ;
geiraa n.15, na mesmacata lomauua e p* '
'o3 ilonlrifico. fS
(Va ra do Crespo n. 1, escriptorio da
va ierren, entre. 9 horas da manila,; at as 4
la tarde, se dir qu9tn praclst .'e cozinbei-
ro fono, mulher ou homem, como tambem
de uma ama forra para cnsaboar e engom-
mar, nao se. ollia a prego.
Na ra de 8. Frs ncisco, penltimo so-
brado onfronte a orden terceira, existem
cartas jara asSras. I). Joaquina Maria Caval-
etnti le Ourem, Francisca Alves l.ima e Jus-
tina francisca de Jess.
Esta fgido desde o dia 1!) do corren-
te o preto Jacob denacSo Costa, de.'lOan-
nos, r-ouco mais ou menos, nao he muito
alto, he bastante reforgado, tem somonte
buQO, nao tem falta de i'eiites ; suppcie-se
que anda pelo bairro da Boa-Vista n Uonde-
go, ouoceulto por alguns negros da Rosta :
quem o pegar leve-O a ra do itangel n. 62,
segundo andar, que sera generosamente re-
compensado.
Precisa-se de uma ama deleite, forra
ou escrava ; a fallar em Santo Amaro ao p
da fandieo, taberna do Josc Jacinlho de
Carvalho,
Preeisa-se de uraa ama de leile
rui deSanta Isabel n. 1.
No dia 17 ilo trrenlo jnllm Ras*nlnti-ie iln
ra.i de mo -i uliar o eterava Joaquina, erioolo, ile
>> onuea, 'ie bem parecida il boa llura, gendo
ntn lano fula, ruin uma noitoa prela no rnoto e com
algoroai cicairi7.es iie alandolai no potcogo : rom -
'e, porlanto, ;> luloridadeo poliri^f e capimoi .!>
oumpo ua tppreheatSO, que se palifleara' rom ie-
nirosidade, no boceo io (ioncalvef, armar.em n. lo.
~ No rialeo do ('.armo n ^0, segundo an-
dar, precisa-se de nina ama para o servigo
interno de urna rasa de pouca familia.
Precisa se de uma ama de leile para
criar tim menino: na ruadasCrozes n. 41
lo andar.
Precisa-sede ama criada para o servi-
go interno e externo : na ra das Cruzes
n. 21,
aislares,
Fornecem-M almngos e jantares para lora,
maniandn-selev.r Is casas a hora indicada,
com muito aceio e prompti ISo, por com-
modo prego : trata-se cm frente a igreja da
l'entia, sobiado u. 10.
IIuit* de ferro.
Com ira sn urna burra de le ro com pouco
-sa : na ra di Cadeia do Recife n. 8, se-
gundo andar, se dir quem pretende.
-- Compram-se dentaduras .-lii:ciaes que-
bradas ou intil isa las: no largo do Colle-
gio n. 37, primeiro andar
-- Comora-se um cavallo capado, com
andares: no Puucinho, casa erivdracada
juntoacoclleira, pur detraz do Sauta f he-
reva.

na

Compra-se um sellim usado, porm
que esteja em lo : quem liver au-
nuncie por esta folha para se,- procurado.
Escr vos.
Compram-se escravos do sexo mascoli-
no de idade de !S a 50 annos : na ra
da Cadeia do Recife n. 54 .
Compra-se effecttvamente bronze, lao
o cobre velho : no deposito dafun
la Aurora, na ra do Brum, logo na i
'a n. s,e na mesma fut
Compra-se eO .te n ru i
Plores n. 37, primeiro andar, apolices I
vi a provincial, ..>.-.- is das com-
panbias, e d-se ainhei o a juros em zi
des c peauenas quautias sobro penbores.
jRelogiosde
ouro ejoas.
Venderse um lindo'sortimento de re-
logios de ouro para todos os prec-os con-
forme as qualidades e um variado sorti-
mento de joias de ouro de le: no escrip-
torio de Isaac, Curio Si C, ra da Cruz n.
i9, primeiro andar.
Na ra Nova n. 09, segundo andar, ha
para vender I bom piano quasi novo. 1 en-
cllente guarda louga, 1 secretaria com mui-
las acommodagoes, 3 grandes -ispeihos, e
meis alguns objectos, tudo em bom estado.
-- Venlem-se duas crioulinhas de 12 a 18
annos de idade : a tratar com Marcelino Jo-
s Lodos, ru da Alegra n. 34.
Vendem-se pes grandes de sapotas, em
barris, proDrios oara embarcar-se na ra
do Cotovello, olana n. 63, do Sr. Marcelino
Jos Lopes.
~ Na ra do Cordoniz n. 16, vendem-se
saceos co ., farinba, porm j falta de meta-
de ; vndese muito ba-sta.
Vende-seuma canoa que pega ummi-
tneiro de tijolos da lvenria grossa : na ta-
berna defronte da malriz nova.
-- Vende-se uma loja de calgado tola en-
vidragsdaecom poucos fundos, a dinheiro
oua prazo com boas firmas, sita na ra do
l.ivramento: quem a quizer, dirija-sea ra
da Cadeia do llccifa n. 6*, loja.
Vende-se a taberna ca ra da Roda n.
48 : a tratar na mesma
Vende-se o-n dos mais bonitos caval-
los que su lem visto e muito bom : para ver,
na estribara oo Sr. Moura, na ra de Santo
Amaro, e para tratsr, na rna Direita n. 6,
segundo andar.
^chincha sem igual.
Aiada existe um resto de 13a escura, do
lindos padrOes a 280 o covado, bootos cha-
les de merino estimpados c grandes a SfSOD:
nos quatrocantos da ra do jucmiado, es-
quina que vira para o Rosario.
Ol que pechincha.
Cortes de collete e velludilho de honilos
padrOes a itritagSo de velludo a U800, cor-
te de ditos de meia casemira para caiga a
Icooo, ditos ile cascinira lina a 53500, ditos
prelos bordados a 63, um completo sorti-
mento de roupa feita de todas as qualida-
des : nOs quatro cantos da ra do Queima-
do, esquina que volta para o Rosario.
JPara Senhora
Na loja de Nabuco & C, rna Nova' n 2
atra da malriz Je Sanio Antonio, vendem-
se entre-meios de cambraia bordados, baba-
dos de cambraia bordados, ncas mantinhas
de froco para senhora, fazenda de palha da
India muito fina (mais fina do que cambraia
de linho lina; propria para vestido de senho-
ra, lengos da roesma palhi da India, casa-
veques de cambraia bordados para meni-
nas, calcinhas de cambraia bordadas para
meninos, bnsqoines Ue fil preto guarneci-
dos de lita de velluJo para senhora, ricas
gollinhas e manguitos de cambraia borda-
dos, riquissimos lengos de cambraia de li-
nho bordados proprios para Doivas, espar-
tllhos nuila finos para senhora, ligas de
seda elsticas para senhora, meias de seda
para meninas. luvas de seda bordadas pora
senhora e meninas, ditas de cores para ho-
mem, mantas com lindos alhnetes para ho-
mem, etc e outras muitas fazendaa, tudo
do melbor gosto possivel e mais barato do
que em outra qualquer parle.
Vendem-se toucas de 13a para crian-
gas, ditas e lil de linho forradas de selini,
chapeos de palha enfeitados para baplisa-
dos, ditos de seaa : na loja de Sabuco & C,
ra Nova n. 2, atraz da matriz de Santo An-
tonio.
Na ra Nova n. 2, loja do Nabuco & C,
vendem-se chapeos francezes de bonitas
formas, ditos de foltro copa alta e boixa.
ditos de palba para meninos, ditos do Cbile
multo finos, ditos de alpaca, bonetes de pan-
no para meninos, etc., e ricos chapeos de
sol de sela para Beonora, ditos para ho-
mem, etc.
vi Cabos sortidos da Kussia, Ca- C;J
9 io e Manilba. ^;'-
Lonas da Kussia, brins c brin- @
9 zes. @
O Cobree metal para forro com
:3 pregos. h
Oleo delinhaca c Velas steari- ^0
as. .-i
Q Estanho cm barrinhas, Bar- A
8 nllia. Z
f V inlios finos de Moselle c Joan-
ntsberg espumoso, e de Brdeos @
;;j em quurtolas.
C. J. ASTLEV & C.
'"' *"1 "-' S %"*aOoV *-
'--* -- "-.'. -..-" ^.-" _/ ...-"'- V./". ^ *...-'.., '.y ', *
TACIIASPAUA ENGENHO
a fundicSo de Ierro deD- W. liowman
na ra do Bium, passaudo ocbala-
riz, continua a ba ver um completosorti-
mentode tachas delerrofundidoebati-
do, le 5a8 p tluios de bica, as quaesse
achamavenda por pceocommodoecom
promptdao,embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas aocouiprador
l.
NA FUND CAO DE FERRO )>0 EN'GE-
NUE1KO DAVID W. BOWMAN, rfA
RA DO BRUM, PASSANDOOUA-
FARIZ.
ha sempre nm grande sortiaiento dos se-
guintes objectos Je mecanismos proprios
pera en-enho&, a saber: moendas o meias
moeudas da mais moderna coustruegao : ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e do todps ostamanhos; rodas
dootadaspara agua ou animaes, de todas as
proporgOes; envos e bocea de fornalaa e
registrosoa boeiro, aguilboes, bromes, >a-
rafusos e cavilnOes, toinbos de mandioca
etc. etc. -T
NA MESMA FUNDICA'O,
se execulam touas as encommendas co a
superioridade ja conhecida com a dcvia
pi esteza e com odidade em prego.
Vende-se superior linha de tlgodo
brancas e decores, Bm aovell >, ara costu-
ra : em C3si deSouthall, Helloi & c, ra
do Torres n. 2t:
Vende-se uma escrava boa cozinbei ra,
mmadeira e lavadeira : quem preten-
der, dirija-se a tvpocrapba do Jornal do
Commcrcio, onde so dir quem vendo.
He barato
<|ce idsiira,
loja do'Pregoica. na ra doQueimado
a. 2, v. tem so cambraias .! q te iros, pa-
drOes novos, o mais lindo que he issivel a
- cassas fraocezas o rais lino qua
- el e de ilndisslmos gastos a 4i0,
isJ e i'o is. a var.t, cortes de largelina com
t2covadoa pelo aimiouto prega de ?.;qo,
ditos de organdys coa 10 corados a 2600,
meias casemlras encestadas proprias para
palilots a :'^-uo o covado.
II IaT^I\ #1 I


DIARIO DE PEKNAMBUCO SEGUNDA FEIRA 2f DE JILIIO DE 1858.
Relogios.
Veudc-se em casa de S'?und rs Ilrothers
& C, praca do Corpo Santo, rclogios do afa-
mado rubricante Roskell. por preeos commo-
doa o tambem trancellins e cacetas par os
mesmos de escolente gosto.
Nova igua de Vonde-se esta agua a mclhor que te ap-
parccido .ara tingir o cabello e suissas de
prelo : na livraria universal ra do Colleg'o
n. -2(1, d-sejunto um imprcsso gratis cnt
nando a forma de applicar.
AO PUBLICO.
O agente Marcnlino de llorja scientifica ao
respeunvel publico, que nm o si'U armazem
na ruad i Collegio n. 15, tera sempre un
explendido sorluneuto do ruobilias complo-1 Santo n. 48.
tus e mis cbjeelos de marcineiria, cons-
Iruidos pelos melhores fabricantes de Hain-
burgo e Pars, e que os vende por conta -te
una casa commercial esirangeira nesta ci-
dade, e por preeos mais baratos do que cm
outro qu lquor estabelccimenlo.
Farinha
de priraeira qualidade,
Vendem-se saceos grandes com farinha de
superior qualidade : no armazem de Manuel
Joaquim de Oliveira & C, ra do Codorniz
n. 16, em frente do becco da Madre de Ueos.
Vende-sc uma poivao de cal preta
coi-cade l,(iU() al(|ueires, queteacha de-
positada no caes do llamos, em um te-
lliciro pertencente as obras do estaleiro
patente, (|nem precisar dirija-se a casa
de Kostron Kooker A C. pra leruem &o ba-
IT tO
0 PREGICi ESTA QEI-
Fazeodas.
vend-se no aterro da Boa-Vista, loja n.
18, de Duarte Borges da Silva, uma grande
pantiilcidc de retadlos de caas pintadas de
excedentes descnbos e muito finas, por mo-
tado do seu valor.
:-:v::-C-3'S&-
tCi 1 ado fran-
cez.

o
Na loja de Nabuco & C. na ra No- g
va n. 2 vende-se cilcaJo francez de *&
t todas as qualiaades, como sejam: '*'
Borzeguinsde pelica gaspiados
.' de lustre para homm a 10,00.0 ii?
-;_S Diios de duraqueditos ditosa 10,000 }
Ditos ditos para scnbora a 5,000 S|
..'.^ Ditos ditos paia meninas a
*3* SapatOes ;te lustre cun elasti-
w copara bomem a
. Diloa ditos forma ingleza a
--sipatos da lustre rasos de 1
sola com salto a
:* liilos Mitos sem salto a
f SapalOes de bezerro para me-
i,': nios a
Pitos de lustre ditos a
SOW E COiM HUIDOS
Vendem-se 200 melos de sola, 50 couri-
nbos miudos, >ecolnidos no arma/em do Sr.
Avilla no Forte do Maltos : a tratar na ra
do lirum ti. lt>, armazem.
MEDICO DE HOLLOWAY
4,000
8.000 Sp
0,000 O
6.000
5,000 ys
.ooo Q
5,000 '
%S&e ...-:.:- -.:. :->3S.3;
Continua a estar a venda na ra da
Cadeia defronte de S. Francisco casa do
editor P. V. 0 de l.emos o silva, a collec-
cSo das dispusieses regulamenUros do im-
posto do sello, contendo a'em dos regula-
ra utos de 10 de junha de t850 e mais lega-
co concernente a esse imposto, mui'as no-
las explicativas da materia. Esta obra de
nunta uttlidade aos Srs. collectores o mais
agentas da fazenda geral e provincial, a to-
dos os empregados de fazenda, aos jnizes e
advogados, solicitadores e mais empregados
de foro, forma um grosso volume, ntida-
mente impresso e que se van le por ora a
5/. lecotnmendamos esse trabalbo conf-s-
sionado, por um mu hbil e Ilustrado em-
preado da thesouraria desta provincia, aos
Srs inspectores das Jerasis provincias do
imperio, que evitarao por certo muias du-
vilas e oouparao muitos trabslhos nassuas
repartiesen, com a remessa de um esemplsr
a cada collctor. Tambem anda esislem a
renda alguns exea piares da legislacao so-
bre os terrenos do marmita e procurac,oes
extrajudiciaes.
Atteuicao.
Vende-se por baratissimo preco de 5)500
corte de vestido com 3 folhos de uma fazen-
da tnteiramente no/a : na rita do Crespo n.
3. Na mesma loja ha para 240 o cavado l'a-
zenJas de laa com itstras de seda.
Ba"loes
Rl\ DO CRESPN. .0.
Na loja de Jos Gonealves Malveira, ven-
dem-se ricos cortes do vestidos do seda de
cores com babados e avenlaes, gosto intetra-
ente moderno, visitas de fil de seda pre-
to, guarnecidas do litas de velludo, ricas
sabidas de baile de gorgurao de seda e pel-
lica, ditas de merino enl'eita las, poupetinas
de 1,1a e seda padroes novos, cassas miudi-
nltas gosto mo'erno, toaltias de llnho ada-
mascadas para mesa, camisas francezaa com
abertura de fustao, cbayeos e en fe i tos para
senbora, e outras muitas fazendas que existe
neste estabelecimonlo que se deixa de men-
cionar, e se vende por presos commodos
BASONS E fFSTARIOS
PAS CRIABAS
Na loja da ra do Crespo n. 10, de Jos
Concalves Malvnira, vendem-se ricos bas-
quitts de fusto e cambrata para senboras,
assim como vestuarios de fustao brimzinlio
de cor e de ganga para eriancas, vestdinhos
de cambraia branca bordados a pique para
baplisados, e outros muitos objeelus pro-
prios para setthoras e meninas.
Antonio Luiz do Oliveira Azevedo, no
seu armazem da ra do Vigario n. 22, ven-
de gomma muito fin-, castanhas piladas,
oleo de ricino. Jacaranda superior,
Vende-se um mulato de 25 annos, pro-
prio para engcnbo : na ra de Portas n. 114.
--- Vende-se uma purcao de pipas arquia-
das de arcos de ferro, proprias para deposito
deengenho: na ra da Moeda n. 5, arma-
zem.
Farfulla de
mandioca
Xo armazem de Manoel Joaquim de
Oliveira i C, rita do Codorniz a. 10 ent-
lente do becco da Madre de Dos ven-
de-te farinha muito lina para mesa a I0,s,
idetn mais ordinaria a S.s-, lina e fjrossa
sao saceos de 28 cnias.
CEBLAS.
Vendem-se na ra do Amorim n. 52, ar-
mazem de-guiar \ I ra. desembarcadas
bontem. por trenos preco que em outra
qualqucr parte.
Cadeiras c lij-
los de marmore,
Vendem-se cadeiras de Italia brancas e
pretas, singlas e d- bregos, lijlos de mar-
more (le 10 e 12 pollegadas, qusdrados, por
presos commodos: em casa de Basto & Le-
mos, ra do Trapiche n. 17.
MANDO
Na loja doPreguica, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito u. 2, conti-
nua-so a vender um bello e variado sorti-
mento de fazenias por baratissinos precos,
bem como sejam cambraias lisas com 8 va-
ras e com algum toque de mofo a 91 a peca,
ditas linas com 8 varas a 4,400. 4,600 e ,800
a peca.diUs t-padascom 10 varas a 4,5t-0,
5,500 e 6,500 a pega, ditas muito finas com
8 varas e com quasi i 1|2 de largura a 7- i
peca, cambraias de quadros de cores de rosa
e azui's, fxztmda iuleirametile nova no mer-
cado, pelo diminuto preco do 2z0 o covado.
luidas cassas de cores o mais fino que he
possivel a 440, 480 o 500 rs. a vara, chitas
francesas escaras de lindos padroes aSIOe
260 o covado, ditas mais claras muito linas
e do novos padroes a 280 o 30o rs o covado,
ditas para coberla muito largs a 20 o co-
vado, neQas de brelanha de rolo com 10 va-
ras a 2-3, cortes de brim de llnho di lindos
padroes a 1.800 cada um. ditos de meia ca-
semira a 39, grosdenaples de todas as cores
a 1,900 o covado, ISazinna de qua Iros de
cores propria para vestido a 480, 500 e 600
rs ocovado, ditas raiudlobis de lindos pa-
droes a 360 o covado. grvalas de cores pa-
ra homeni de lindos padroes a 60 cada uma,
ditas uretas a I?, ditas de mola a 800 e 19,
musseluia branca fina a 320 o covado, len-
cos do cambrata do linho muito finos a 80
cada um, casemira preta lina a 'lg, 2,100 o
3> o covado, lenco* pequenos para nulo a
120 cada um, chitas de cores flxas a 160, 180
e 200 rs. O covado, e outras militas fazendas
que de tudo se darHo amostras com penhor.
Vende-se a armacao da loja de esleado
do aterro da Boa-Vista n. 2 : a tratar na
mesma.
SYSTEMA
\
Aviso.
iso aretazem do Adamson Ilowie ,V C, ra
do Trapiche n. 12, vendem-se sellins para
hotnem e senbora, arreios pratiados para
REMEDIO 1MCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAV.
Milhares de individuos de todas as nacfles
podem testemunhar as virtudes deste reme-
PI LULAS IIOLLOWAY
EsteIncsttmavcl especifico, compostoni-
teiramentedehorvas medicinaos, nSo con-
tera mercurio, nemalguma outra substancia
delecterea. Benigno a tnaisteitra infancia,
e a compleicao mais delicada he igualmen!
te prorapto o seguro para (csarreigar o mal
na CompleijSo mais robusta; he inlcira-
menlo innocente em suas operadnos eoffei-
tos ; pois busca o remove as loencas de
qualquer especie e grao por mais anl.ga.s e iVOO, 2|00 2ro(lo!'"i%rbo7d'adas
Attencao
He barato que
admira.
Na ra do Queimado n. 37, nova loja de 4
portas,acaba-se de receber pelo ultimo vapor
vindo de Franca, ricos cortes de vestidos de
seda com 3 babados para 30jj. 50, 60, 70 e
805000, ditos sem babados a 999. sahidas de
baile a 215, 24, 25 a 30^000, enfeites para
cabera do melbor gosto que se pode encon-
trar a 105 12 p 145000 cada um, manguitos
bordados de cambraia a 2/300, 3 e 55 o par,
eamisinhas bordadas com manguitos e gol-
hnba a 13/, gollinhas bordadas a 19200,
leazos que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com
este remedio,muitas queja estavam as por-
tas morte, preservando cm seu uso ; con-
seguirn) recobrar a saudee forjas, depois
de liaver tentado inulilmentetodos os ou-
tros remedios.
As mais alllictas n3o devem entregar-se a
desesperarlo; facam um competente enuaio
dosellicazes elFeilos desta assombrosa med
cia, o prestes recuperaran o beneficio da
saude.
cabriolet, chicotes para carro, coleiras para .dio incomparavel e provar em caso necessa-
cavallo. etc. irio, que, pelo uso que delle lizeram tera seu
corpo o membros inteiramente saos depois
de haverempregadointilmente outros tra-
taracntos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que Ih'as relatan) todos os
dias ha muitos anuos; e a maior parle deis
las sSo tilo sorprendentes que admiramos
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraratn mm este soberano remedio o us
de seus bracos e pernas, depois de ter tper-
ntanecido longo lempo nos hospitaes, onde
deviam sotfrcr a aoipulac3o'. Pellas ha mui-
ts.i que hdvcudo deixado esses asylos do pa-
dec rento, para se nio submetterera a essa
operac,o dolorosa foram curadas completa-
mente, mediante o uso dusse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas na efuso
de seu reconhecimenlo declarara:n estes re
sullados benficos .liante do lord correge-
dor, e outros magistrados alim de mais au-
tcnlicarem sua allirutaliva.
Ninguem desesperara do estado de su-
a 800, saude se tivesse bastante conanca para en-
saiar este remedio couslanleuienle segiun-
do algum lempo o tralamcttto que necessi-
tasse a na ture/a do mal cujo resultado seria
provar incontestavelmente: ue tudo cura.
O ungento he ulil, man particularmente
nos seguales casos.
Inuammac^ao da na-
000 e 15 a vara, cortes de harego a 75, gaze
de seda a 700 e a 800 rs. o covado, folar de
seda a 800 rs. o covado, grosdenaples mofa-
do a 15 o covado, dito limpo boa fazenda o
15800 o covado, dito prelo a 1-5600, 15800 a
25, mantas pretas de fil bordadas a 9 e 12:,
chapelinhas para senhora muito boa fazen-
da a 14-5. chales de merino bordados a 69, 8
e 15, titos do touquim bordados a 205.
cortes de cambraia de salpicos a 55600, ditos
de seda pretos muito superiores 805 a 900,
chales de merino pretos a 4
,, lencos de re-
Nao se perca tempo em tomar este reme- iroz a 2o. chapeos de sol de seda superiores

i
i
8
Aerostticos de diversos tamanhos color- ^
5

ara hoiaie
9
los e com Imrrirjs de N. S. do (.armo, S.

Tliereza, S. Mi ri, S. Jos etc. etc. : na ra
da Cruz do Itccife armazem n. 7.
Vende-se uma elegante negrinha ci-
oula de 15 annos de iiale, propria para
quetn quizer fazer ura presente por ser de j
muito boa conducto e carinbosa para crian |{^|
cas; e tambem um linio molequede 8 an-l ^
i'os de idade. muito esperto e proprio Dar '
i ndar com meninos : na Passagem da Mag- &
dalena, quina que volta para os Kemedtos,,^
pode ser visto por quera quizer comprar.
Unja rica aimafl&o.
Faz-se negocio com urna rica armadlo
na ra Direita, propria para f|tial([uer'.
estabelecimento como teja calcado, miu- W
deza* e charutos, por ser toda envidra-1 w
i a da e nova: a tratar na mesma ra n. (^
Nabuco \ ('.. com lojt na ra Nova
n. 2, acabam de recebar pelo ultimo
navio francez um lindo sortimento
de roupas fcilas tamo para bomera
como para meninos, a saber :
Palelols de panno preto lino com
gola do velludo e de seda para
homem.
Ditos Je casimira meselada dito dito
Ditos de alpaca prcta lina forrada de
seta e gola de seda.
Ditos de meias casimiras de cores.
Ditos de brim de seda.
Ditos de casimira preta de cordo
para meninos.
Di i os de seda para bomem.
Ditos ditos para meninos.
Pitos de brim branco lona para no- w
tt

cobertos e descobertos, pequenos e gran-
des, de ouro patento inglez, para homem
e senhora, de um dos m.dhores fabricantes
de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Southall Uelloi 0.
ra no Torres n. 38.
A 71 U CURTE.
;> Vendem-se caries de casimira pre- .
- ta ingleza pelo barato oreco de 79 t
.' o corte : na loja da ra do Oueiatado "'
35 n. 10, de Leite, Arthur & C.
Jt
O le;: (Io para
mesa.

c de
$
! li, loja.
000&-HJ
<*x^Tk co.vrv
A 4o i; A 65 CAO* CORTE.
Veadem (por haver grande poreo .'-.
'" cortes de. caiga de casimira preta : ,.'
e ditas te dita ingleza encorpa la V
carato preco de t5 : r.a loja d
ra do Queimado n. 10, ae Litc, P':

i
i
i
<

Artbur & O
i-:
Vende-se uma escrava de meia
idade, quitaodeira por preco cotntnodo :
na rna daCadeia Velhaloja n. 22.
kUKGUl TOS BORDADOS.
Ha para vender nm neo sortimen- ":
to de n inlos e g'illuihas de cam-
bordadas muito finos, por pre-
;o muito barato : na loja da ra do
ijeitnadon.lt), de Leite, Artbur
Sebo refinado
Vende-se no largo da Asstimbla, arma-
zem n. '.i-
Vende-se um mulatinro de 10 annos
aje, muito espetto e linda figura, pro-
prio para pagem : na ra da Senzala Velha
n. 9.
. -.--.y. ::;-:<:':-'.-.;;'.."'.. :'.' :

^VESTIOS f>!". BAREGECOM BABADOS.
.\. Existe ura bonito sortimento le i .
ves iJos do barege, de gosto inglez .; ;.
la n .va Oeste mercado, e I
* mais moderna na corte de Inglater- 5
ra : na ra do Queimado n. 10. luja "--'

mera.
Ditos de brim de cores dito.
Ditos ditos para meninos.
Caigas de casimira fina preta
cores.
I>i las de meias casimiras ditas.
Ditas de brim de cores para meni-
nos.
Pitas do brim de cores para bomem.
Seroulas de brim de lino.
Ditas de alffodfio.
Colleles de setim preto e branco.
Ditos de seda de cores.
Ditos de brim de seda de cores.
Ditos de fusto do cores.
Camisas ue peito do fustao brancos
e de cores.
Pitos ditos de mussulina.
Ditos ditos de Iiuho.
Gravitas de tudas as qualidades
pretas o da cores.
Meias de lio da escossia c de algoJao W i
Luvasde seda de lodas as qualida- j})
des, e outras muitas obras feilas <*,
de todas as quali Jales e por ba- 2
ralo ureco ()
NOVaS PECI1INCHAS.
l'ampnlinat linas para vestido a lo rs. o rovudo,
sedas lavrada ricos padies a 15 r... inus-olinas
br. ncas e da core a 320 rs. o covado. lene, .s de se-
da muito urandrs a lg n., ditos a 1)800, ditos de
cassa a 2(10 rs., sravats de teda 1 f rs.. camisola*
da laa para escravos a IjiOO rs., graoda urlimeolo
de corles de vestidos a 2.5 3J rs., curies de mtia
casemira 2.; rs., chapeos d sol de panno a 2o is.,
coherlores de la de palo a 25 rs., corles de eollctei
de lulao a 300 rs., roupai feilas para scravo a 15
is, a |>-(;'. e oulras muitas faieudas, que se v.nitu
mala barato do que em oulr qualgaer parle: ua
do C'.dlc-iu, I ija u. 9.
Na praca da Independencia n 36 e .18 tem
para vender oleado pintado de 8 palmos a
1,400 rs o covado, dito de 7 ditos a 1;300,
ditos de 6 ditos a l,-'on, dilo de 5 ditos a
1,100, sendo este prego por metade do seu
valor, por ter volitado de acabar e agora he
occasiao para quem tem vurtadede ter me-
sa para jantar sempre com toalha sem ter
trabalbo de mandar lavar e como uma ser-
visse annos, por tanto chegunm a ellas antes
que so acaben) porqttn he pecincha.
. v A :',-Si0C*Dv DU/.1\. ;
Vendem-se duzias de meia de cor a
'"-; muito Gna pelo barato prego de 3/s-O ';.;
'-_' cada duzia : na loja Ja ra do Qum- "
.';- inado n. 10, de Leite, Arl iur c5 C.
Agencia
fundido Low-Mo
ria >;ila
h. 42.
Nes te estabelecimento con tino'a alia ver
um completo sortimento de moendase
moias lo, ndriSparaengenho,machinasde
fapure taixas de ferro batido e coatlo de
lo. osostamauhospara dilo.
ssv
nEXRIQIJEarSASTOS^
K0
dio para qualqucrdas scguintes enlermida-
des :
A'ccidentesepilepttcos Febresintermitiente
Alporcas.
Ampolas.
Areias(mal de).
Asinina.
Clicas.
Convulsoes.
Debilidade ou exte-
nuagao.
Febrcto da especie.
Cotia.
llemorrhoidas
llydropisia.
Ictericia.
ndigos toes.
Inflammacoes.
llrregu la ri da des da
a 105, ditos a "5, ditos de pello francezes 75
a 85, chapeos de lebre a f>;300, ditos de fel-
trotiosa sOO, dilos de feitro enfeitados
para menino superior fazenda a 59500, cor-
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
- das cosas.
- dos membros.
Enfermidades da cu-
lis em geral.
Eaifermidades doanus
inz.
Lepra.
Males das pernas
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis
Picadura de mosqui-
tos.
I'ulmoes.
Queimadelas.
tes de casemira bordados a 65500, ditos lisos ErupQflesescorbuticasjSariia.
a 4-, cortes de brim de linho a 25500, ditos fstulas no abdomen.lSupuraOes ptridas
nira a 25800, ca- Frialdade ou falta de Tinha, em qualquer
a 25800, ditos de meia casem
misas francezas brancas de linho a 43500,
ditas de madapoln finas a 23*00, 29500 e 30,
ditas de cores a 2-5500, ditas de mosqueteiro
a -, musselinas brancas a 320 rs. o covado.
DebilidadcoufaltadCj menstruagao. i ditas de cor a 320,360 e 400 rs. o covado \ IncbagOes.
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Gengivasoscaldadas.
torgas para
quer cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Lnfermidadesno ven-
tre.
Enfermidades no liga-
do.
Pitas venreas.
Hnxaqucca.
Ilerysipela.
Febres biliosas
parte que seja.
Tremor de ervos.
Llceras.na bocea.
* do ligado.
das arliculages.
Veas torcidas ou n
1 a 280, 320 e 360 o covado, ceroulas de linho I dabex'iga. dadas as pernas.
I muito linas a 3-5, guardanapos brancos a 33 Venue-sejeste ungento no estabelecimen-
! a duzia, luvas do fio de Escocia a 900 rs. o to geral de Londres n. 244, Slrand, e na
qual-jbonibrigas de toda! muito linas, chita franceza muito superior i lullammago dofigado
especie.
:Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucgao deventre I par, muito boa fazenda, flauela branca a
Tsica ou cunsump- 480 o covado, ditas decores muito finas a
900 rs., grvalas de retrox a 25, ditas de se-
tim bordadas a 3a, ditas de seda a 600, 800 e
15 cada uma, cortes de seda branca com lis-
tras azues asselinadas a 20-5 o corte, cam-
braia de salpicos muito fina a 900 rs. a vara,
fil de linho liso 640 a vara, dito bordado
a ljOO a vara, meias de seda brancas 4a e
53, boa fazenda. ditas pretas 4s, lengos de
seda para hornera a 25, ganga de cor a 300 e
la loja
das seis portas
EM FRENTE DO L1VRAMENTO.
Pegas de cassas francezas com 32 covados
a 69, e o covado a 200 rs., ISasinha para ves-
tidos com 5 palmos de largura, fazenda no-
va a 320 o covado, be para acabar ; dsm-se
amostras, e a loja est aberta at as 0 horas
da noite.
Joias.
No aterro da Boa-Vista n. 7. por cima da
loja de Leconte, Norat IrmDos avisara ao res-
peitavel publico desta provincia (com espe-
ciahdade seus freguezes), que receberam
pelo ultimo paquete da Europa um grande
sortimento de brilbantes, perolas, coral Mo-
saique dos mais apurados gostos, e dos me-
lhores fabricantes de Paris, como sejam a-
deregos de brtlhantes.meios ditos ditos, bra-
celetes dito dito, broches dito dito, e de re-
trato, rosetas, boloes de punno, alfinetes,
nneis, trancelios etc. Os mesmos trocara
qualquer obra velba, e encarregam-se de
qualquer encommenda para Pars.
Vende-se uma casa terrea, sita no
principio da ra Imperial, com uma porta
e duas janellas envidragadas, auas salas,
dnas algovas dous quarlos, cozoha lora,
quintal murado, com portao para estrada
de ferro : na ra do Oueimado n. 46, pri-
meiro andar, se dir quem vende.
gao pulmonar
lietengao de ourina.
lheumatismo.
Symptomas secun-
darios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo 'mal).
Vendem-se estas pilulasno estabeletmen- 560 rs., bombazina a io400 b covado, panno
to geraldc Londres 11. 244. aStrand, e na fino preto a 3-5, 33500, 4s500, 55500, 7 e 85.
loja de todos os boticarios droguistas o ou- dito cor de caic a 35 ocovado, dito azul 33
tras pessoasencarregadas de sua venda em a 5*500o covado, casemPas pretas a 25200
toda a America do Sui, Pavana cllcspatiha. at 4.3 o covado, damasco de 13a de duas lar-
Vendem-se as bocetinhas a 800rs. cada guras a 258OO o covado, dilo estreilo a 800
uma dellascontcm una instrucgHo em por- rs., velbulina preta e de cores a 750 o cova-
tuguez paraexplicar o modo desse usar do, velludo prelo a65 o covado, brira bran-
dcslas pilulas. co de linho a I52OO, 155OO e 23 a vara, gra-
O deposito geral he em casa do Sr. Soum vatas com um annel por -3500, meias bran-
pbarmaceutico, na ruada Cruz n. 22, em cas para homem muito linas a 73, 8 e 105 a
Pornambuco. 1 duzia, cassas francezas muito linas a 480,
1560 e 600 rs. a var, collarinhos brancos a
OGC:::0^"^v;'0::":::^GS2@ ?20cada um. lengos de labyrintbo a pa-

Atteriyao.
relogios de ouro e prata, concerta ^-?*
Kissel, relojociro francez, vende
5 relogios, joias e msicas, ja aqai he @
:.,i condecido ha muitos annos,habita no
': paleo do Hospital n. 17. S
Vende-se em casa de S. P. Jonhston &
C, ra da Senzala .\ova n. 42, o seguinte :
sellins inglezes e silhoes. relogios de ouro
de patente inglez, candielros e caslicaes
bronzeados, arreios para carro, lonas ingle-
zas, lio oe, vela, eraxa para arreios.
,r. '"* -.. -.t,.t,i.
VESTIDOS COM BaBaDOS a 5| S|
Vendem-se vestidos de cambraia ;t
de cor com 3 ordens de babados pe-
lo barato prego de 53 cada corte : na $
, loja da rna do Queimado 11. 10, do "P
fs Leite, ArPturiV C :j
rJf$S&Ri$$e%S& as
Relogios
Vendem-se relogios do ouro, inglezes de
patento ; no armazem de Augusto C. de A-
hreu. ra da Odea do Rectle n. 36
lits de panno, do casemira e de alp&ca. pre-
tos e de cores, caigas de casemira o colleles
de gorgurao de seda, tudo muito bem feito
e para diversos pregos, sarja preta para for-
ro a 13200 o covado, e les de colleles de
casemua bordados a 53, ditos de gorgur3o
de seda a 338OO, e mu;.as mais fazendrs que
nio he possivel aqu fazer mengao dellas
pelas muitas varieJadis que se encontrara
aqui neste estaboleciment : quem quizer
venha ver e traga dtnbeiro, que nao vai sem
fazenda barata.
loja de todos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Havana e llespanha.
Vende-se a 80o rs cada bocctinha.contem
uma instrucgao em porluguez para explicar
o modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
pharmaceulico, na ra da Cruz n.22, em
Peroambuco.
Na ra da Cadeia n. 28 taberna de D.
S. Campos, vendem-se em pequeas e gran-
des porgoes bichas hamburguexas das me-
ntores que veto ao mercado, e tambem se
alugam.
Vendem-so duas escravas, seudo uma
mua ti una de tade li annos, pouco mais ou
menos, e oulra mulata de idade de 20 a 25
aunas : na ra Direita n. 72, se dir quem
vende.
Rape.
Chegou nova remessa de rap francez : na
ra do Crespo n. 12, loja de Campos & Lima
.

litn casadeRabcSc&mottau &Companhin,
ra da Cadeia n. 37, vcudein-seelegante
pianos do afamado fabricante Traumann
! lia 111 bu rao
Vende-se um mulato psdeiro, exrel-
lento amassador, e forneiro : na ra da Ca-
deia do Recite D. 18.
Mhoal? e 6,500 por
sueco.
Milho em siccos de superior qualidade,
recentemenlo rhegado : no armBzem do
Cncrra, conrroute ao trapiche do algodio,
e era frente da ra da Madre de Dos
PAR* DOENTES.
Na loja de Nabuco C. na ra
s
*ij Nova n. 2, vendem-se camisas de 13a
I3, seroulas de 15a a 25, e meias de S?
laa a 13, tulo proario para as pes- >&
loas que padecen) de rheumatismo. j?
Vende-se uma excellcnte escrava, criou-
la, recolhida, de idade de 15 annos, com
principio de habilidades ; e o motivo da ven-
da se dir ao comprador : no at-.-i 1 o da Boa-
Vista n. 6 tereciro andar
Vende-se um bonito mulatinho pro-
prio para pgem : na ra do Collegio n. 20,
prtmeiro andar.
AttengSo.
No deposito da ra das Cruzes n. -i, ha o
superior pao tanto em tamanlio como era
qualidade, massas linas mimo superiores a
:)-M rs. a libra, bolachas a 160 a libra e 45480
a arroba, ssucar refinado lino a 160,;baixo
a 140, branco de carogo a 140. e somenos a
I20 rs. a libra, queijos do sertSo a 010 rs. a
libra, manteiga franceza a 800 rs. a libra,
caf moldo o melhor possivel a 300 rs.
Na loja de Nabuco & C, ra Nova n. 2.
atraz da matriz, vendem-se meias de algo-
d3o para senhora a 3, 4, 5 o 65OOO a duzia.
Vendem-se na ru Nova n. 2, loja de
Nabuco C. ricos espelhos com moldura
dourada, proprius para sala, e por barato
nrego.
Fugio no da 20 do correte om mole-
que de nome Zoroastro, de 12 annos de ida-
de, vestido de caiga e camisa dealgodoazul
e um culturan de conro, com os seguinles
signaes: cabega grande e redonda, pernas
linas e ps pequenos, quando anda levanta
os hombros, e torna-se muito conhecido :
por isso, quera o apprehender, leve ra da
Cruz do Recife n. 53, ou no aterro da Boa-
vista n. 43.
- Fugio no dia 14 do corrente o oscravo
de nome Francisco, com os siguaas seguin-
les : estatura baixa, cor fula, com pouca
barba, cheio do corpo, parece ter a idade de
vinte e tantos a trila annos, tem um taino
no beigo, e nos bracos tem as seguinles let-
tras F. A. S. P., um coragSo e uma palma,
sendo duas lettras e o coracao com tinta en-
carnada, e o resto com tinta azul, levou ves-
tido camisa de madapolSo, caiga azul e cha-
peo de palba, falla muito descansado e diz
chamar-se Feliz, he natural do Para : quem
o apprehender pode conduz-lo ra do
Trapicho n. 17, quesera generosamente gra-
tificado.
Desappareceu na noite de 21 de abril
do crreme atino o escravo de nome Floren-
tino, com os signaes segumtes : estatura al-
ta, cor mulata, sem barba, espaduas largas,
ps grandes, rosto comprtdo, olhos casta-
nbos, cabellos pegados, falla grossa, muito
regrista, tem falta de 3 denles na frente, em
um dos lados do queixo tem uma fstula,
levou chapeo decouro e camisa de riscadi-
nho : quem o pegar leve-o a fuudicSo da Au-
rora em Santo Amaro, que ser genarosa-
mente recompensado.
Fugio no dia 20 de jonho uma negra
denagSo Angola por nome Ignucia, com os
signaes seguinles: tem 45a 50 annos, es-
tatura alta e reforgada do corpo, qnando
anda enclina-se para a frente, tem o sem-
blante carrancudo, quando abre as m3os
nao estira bem os dedos, principalmente
ominimodeoma dellas, levou vestido de
chita encarnada e panno da costa com lis-
tas encarnadas, levou tambem uma sata
preta nova e um panno preto usado e mais
alguma roupa, costuma trazer um lengo ata-
do na cabega e cabello bem aparado o pin-
tando de branco, ulga-se estar oceulta, em
alguma casa porque tem sido encontrada na
Boa-Vista ou ter seguido para algum enge-
nho procurando quem a compre, pois ja foi
escrava do mato e por isso prolesta-se com
todos os rigores da le contra qoem a tiver
oceulta e perianto roga-se as autoridades
policiaes e capilaes de campo a aprehengao
da mesma e leva-la ou participar em Fora
de Portas ra do Pilar taberna n. 56,
ser bem recompensado.
que
Atteno.
Fugio no dia 19 do corrente uma escrava
cabra, bastante fula, altura mais que regu-
lar, levou alem da roupa que tinha vestida
um panno fino preto com ourolo e ferro de
tafet roxo, saia de sarja nova, diversos ves-
tidos novos e usados de chita o cambraia ;
desconlia-se que tentia ido para o Abreu de
Una d'onde be filha : quem a pegar leve a
seu senbor na ra Imperial n. 167, que re-
compensar generosamente.
Recebiiis eia i: eura de


-...-
Vo-
1 Leite, irtiiur \. C,
hariitos Jlissi
nters.
Vende-se esta acreditada marca derha-
rtttos : na ra da Cruz n. 55.
Vender I i-aves de louro de
''i palmos: a fallar na rna Direita nu-
incro \~>~1.
Ven le-sa urna ; uva < nula, c iri bo-
nita Ggurs e com alguma uabilidade, caii-
anga s ., con lucia o motivo da venia se
'ir., a 1 comprador : na ra uo Amorim
n. 25
Vende-se arroz 'le casca de prmclra
isde, em 810 os ; indes, por preco
commodo : no armazem do caes do lla-
mos n 1
Vende-se um cavallo pedrez, com boas
carnes, novo, 1 iieu lo. e escolente
para ca oci. 1 m c ijo servico trabalna ha 6
mezes, coiservando-se sempre gordo, he.
muito forte >de I om tamanho: a tratar na
estrada do CDora-menino, sitio da Capelli-
na com Jos Antonio Marques.
Vende-so uma bonita escrava crioula.
de 25 annos, cozinba, eugomma o lava, pre-
fere-> gento: na ra Ct Hoeda; ar- outra qualquer parte: no armazem n.
mazem n. 15, so dir quem vend. 5 defronte do trapiche do Cunha.
Vende-se um bote novo em muito hoin
estado, proprio para qualquer navio : os
pretendentes dirijam-se a ra do Vigario
n.5, (pie achara" com (juem tratar.
b'arnha de. mandioca.
CoTima do Ceara*.
Va(uetasdo Acaracuu.
Mho e arroz em casca.
I'cii.io mulatinho e de outros.
Afanados grandes e pequeos : ven
na ra do Apollo 11. .">.
Arren la-so 011 vende-se um sitio em
Santo Amaro, quem vai para Belem com
commodos para urna familia, e bastantes ar-
voretos : quem o pretender, dirija-se a ru,.
do Nogueira n. 39, ou a ra da Cadeia do
Recife. o. 36.
(]hit* s france-
z s 40 o covado*
Vi ra do Queimado n. 21 a, vendem-so
chitas francezas escuras e largas, pelobara-
tiskimo pretjo de 2t0ocovalo, c do-seas
(ras com penhor.
[lili I :o -
>Kl.l.t.N.s ellCI.O'ilOS (I eptenle
lez : a venda no armazn d
' :\'J Ruslroii Kooker i\- Campanilla, es-
."'(ji,i 11 a l larto do Corpo Saniona-
maro 48.
farinha de
mandioc .
Vende-se superior farinl a de man-
|;or preco mais barato dotjue cm
pars.
Ricos cortes do vestidos do seda do
cor e brancos
Cortes de cambraia de seda borda-
dos ao lado
Grosdenaples preto encorpado, co-
vado 1>600 a
Pito de cores e branco, covado
Seda branca lavrada para vestido
de nniva, cova lo 1*400 a
Belleza da China, fazenda toda de
seda, covado
Setim preto maco para vestidos,
covado 2s"00
Velludo prelo o mcihor possivel,
covado
Meio velludo preto o de cores, co-
vado
Velbutina preta e de cores, covado
Fular de Paris de seda com listas
matisedas, covado
Iticas sedas de cores de novos pa-
droes, cova lo
Piaa de seda lavrada mu linda,
covado
Se lindas de quadros e listras, co-
vado
Co .linas de seda e laa, padroes
novos, covado
Barege de seda, padroes miudinhos,
covado
Corgurflo de seda com flores, covado
Panno preto e de cores, prova de li-
man, covado 3# a
Casemira preta selim,covado I&700
lina de cor e branca, covado
Chitas francezas de cor claras e et-
curas, covado 280 I
Cambraias organdys.oovos padroes,
vara a
Cassas francezas finas, padrOes no-
vos, vara a
Ditas ditas, vara a
Mantas do lilond, pretas o brancas
\i ingottos e golinhas bordadas
liras 1; enlreineios bordados
Palceiraa da velludo, froco o lita
Leucosdo cambraia, linos, com la-
byriulbo
Chales de merino com franja de laa
lulos litos de seda
Pilos dilos bordados a seda
Hitos ditos bordados a velludo
Ditos de seda do peso
Corles de casemira de cor finos
Colleles de dita e de seda bordados
Chapeos pretos francezes modernos
Grvalas ue seda comprimas cora
annel
Paletois de alpaca preta e de cor,
forrados
Gndolas de alpaca preta e decir
l'alelots de brim pardo e bretanha
Pitos de fuslilo, ganga o oulras fe-
7. indas
Di'.o.s de alpaca preta
U.'.'CM
5
5
2-300
1C920
99500
18*00
JOO
OrCO
lomo
750
lomo
15920
15000
000
15000
640
850
78500
:i20
320
360
19280
5(10
320
a
5
5'
I OCO
40800
6-000
600
11*000
65OOO
5
7--000
75000
59000
4-000
45500
30800
Passando o becco da Congregac3o, do lado
direito em seguimento para o Liviatncnto a
quarta loja de tres portas com rtulos bran-
cos n. 40.
Dos premios da terceira parte da segunda lotera a beneficio do Collegio dos Orphaos,
extrahidaa *l\ de .fullio de 1350.
RS. PREUS. NS. PREMS. NS. PREUS. NS. PREUS.. NS. PREUS. 1 NS. PREMS. NS. PREUS. NS. PREMS. NS. PREUS. NS. PREUS. NS. PREMS. NS. PHEM. NS. PREMS. NS. PREMS
1 20.S 59 'i!0 5g 608 59 sil 59 1081 59 1338 "c 1585 :>5 178, 59 2003 59 2206 59 2:189 59 2630 58 2817 109 53
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3 59 59 1 l
-

O Escnvo, Joz arta da Crux'
PERN. IIP, DE M. F.DEFARIA; i8|8.


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