Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06967


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Full Text
ANNO XXXIV N. W.
Por 5 mczes adiantados 4,$000.
Por 3 mczes veneidoi 5<000.
SABBADO U DE .IILIIO DE 18S8.
Por anno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.

y
ENCAKREGADOS DA SUBSCRIFCA'O 1)0 NORTE.
Parataibi, Sr. Joie Bodolpho 6nmei ; Natal, o Benhor An-
Iodio Harquai da Silva ; Aracalj, o Sr. A. da Lamu Ura* ;
Ceara, Sr. J. Jos* daOliveira ; Maranhao, o Sr. Joa Teiieira
da Malla ; l'iauhj, o 8r. Joa Joaquim Avelhno ; Para, a Sr.
/nico J. Ramoe ; Amasonas, Sr. Jeronjmo da Coala.
PARTIDA DOS COR REOS.
Uluiila lodoi 01 dlM| *a U moi.i hor Igiwusa'i '.'i.un oParetiibti i\-> guadal i eiUf-ftinf,
S. Aniio, Bewrru*, Baniut Caraara', Aiimtm Ganabau: na icrgi-ffira.
S. Loarvafo, Pao d'Alho, asareUt, Lmoair*, 'iri-jo, PeafMJra, RKasoi-
ra. Florea, Villa-Bella, Boa-Tlata, Oarkary e Eva', n. qaariaa-feiraaa
Cabu, l|>ojuca. SertaUea, Rio Fora-OMa. Daat Barri-tru*, AgM-Praisi*.
t'invnit:irj e i>'ac*/: (Todo* oa eorreioa fameii, aa III ti ora a da man.la.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommerelo : aegundaa a quintil.
elacao tercas fairai a aabbadoa.
Faiaoda : quartaa a aabbadoa aa 10 horaa:
luio do commarcio : segundas aa 10 horaa e r/ufolaa aa> mal* da.
Dito da orphaoi: aeguodaa e quinlaa aa 10 horaa.
Primeira tara do cital.- eagundaa santas ao maio da.
tagunda rara da cital : quartaa a aabbadoa aa meio da.
EPHEMER1DES DO ME/. DE Jl 1.IIO.
4 Quarto minguanu aa < boraa a 24 minuioa da manhaa
10 La nova aa 7 horaa eS mmuioa da Urde.
17 (.luarin creacenle aa 6 horaa a 19 minuloa da tarde.
1S La chaia aa U horaa e 44 minutos da tarda.
I'REAMAK DE HOJE.
Primeira aa 4 horas c 30 minuloa da tnanba,
Segunda aa 4 horas a 54 minuloa da larde.
DAS DA SEMANA.
19 Secunda. 8. Vicente de Paula ; Ss. urea c Justa vv.
20 Terca, S. Jeronvmo Emeliauo ; S. Eliaa prof.; S. Comba m.
21 Quarla. S. Prxedes v. : 8. Daniel prof. ; S. Argobasto b..
22 Quinta. S. Mara Magdalena a pecadora do evangelho.)
23 Seua. S. Apolinario b. m. ; 8. Liborio b. ; S. Primitiva m.
21 8abbado. S. C.hristina v. ; S. Francisco Solano f.
23 Domingo. S. Thiagu ap. ; S. Cbriiloviio m.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O DO SOL.
Alagoaa, o Sr. Claudino Faleao Diaa ; Babia, Sr. D. Duprad
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Peraira Martilla.
EM PERNAMBUCO.
0 Proprietario d DIARIO Manuel Figueiroa da Farla, na loa
lirraria, praea da Independencia aa. tal.
PART8 OPFICIAL
MINISTERIO DOS NEGOCIOS ESTKANGEIUOS.
RELATORIO
da rtparfSo dos negocios flrangeiros aprcsenla-
do (i assemblea yeral legislativa na segunda ses-
tao da dcima legislatura, peto respectivo mi-
nistro t secretario de estado, visconde de Varan-
guape.
(Coniinuacao rio n. 163.)
RELACO'ES ENTRE O BRASIL E A CONFE-
DERAC.VO ARGENTINA.
Negociado obre vaiioa aasump(os.
A missao iruQ S. M. o Imperador lionve por liera
c. 1111 i ii ao Sr. visconde da Abast em o auno de
1856, junto ,i' confederado argenlina, lava em re-
sudado o Iraiado de nmiaade, coinmercin e navega-
rao da 7 de marro de 1856, de qoe o man anlecee-
aor j vos deu coiilieaimeuto na sesso legislativa do
anuo prolimo pistado.
lie.ir,mi liepeudentes de ulterior inleillicencia en-
tre os dous governos a solucAo dos limite-, e um
ajaste definitivo, firmal e satisfactorio, sobre extra-
diccJo de .t tiuu -us devolur.lo de eacravos dos
subditos braseiros, que farllvamcnfe ae passatseiii
do territorio do imperio para o da confederado.
Turnava se lamben) ueeessario dar maior dasen-
volvimento as estipular/es daquelle tratado relativas
a' navegarn lluvial, nao obstante achar se declara-
do em aua ni;, or generalidade, e platicado cun a
maior franqunza possvel, o principio de liberdade
de transito e le commarcio, iiidepandenlertienle de
coinmum acenrdo, pele confederaran argentiua.
O imperia, a confederadlo argentina e o estado
oriental do l'rusu >. como esta los ribeirinltos, erara
respectivamente luleresiados em fazer de uina vez
cessar as dssinlel.iganciai qaa se tinl,am sascttadu
quanto a' app icario do metalo pnocipio no rio Pa-
ragoay.
Forcuso en provar a' plena reali.aran daquelle
pensameolo, a empanlio commum, cuja adiatnenlo
ja' njo podia ser luanlido sem graves inconvenientes.
O Sr. consallieiro Paranhoa lavou o especial en-
cargo de se entender sobra estes assuinptoe com a
coufedaraco argentina.
Ja* lia va precedido s instrueces, que a esta res-
peilo dea o gnveriio aoseu ministro, o aeccordo ce-
lebrado ueala corlo em i da satembro do anuo pr-
ximo paisado com o ministro do astado oriautal, es-
labeltcando as baies doi regulamenlos, que de com-
mum acenrdo, deviam ser adoptadas para a nava-
gorito do L'rugay.
Encontrando o Sr. consellieiro Paranhoa as me-
Illuros diaposirjes da parte do governo da confeJa-
raiMo argentina, para caucluir todos essea ajuste*, ce-
lebron com os p enipoleuciirlos da confederadlo ar-
gentina, os senhores 1>. Bernab Lopes e D. Saulia-
go Oerqgi, em 21 da novembro I i de dazembro
ullimo, os trat.idn-. constantes do anncio E.
Tratado de Imites.
O tratado d* limites consagra o reconheeiimnlo
de urna liuha importante de uosias fronlairas, entre
os rioa Urugniy Parau.
Esla haba fui assim descripta no arl. 1 daquelle
tratado :
ii O territorio do imperio do Brasil divida-se do
da Confederarlo Argentina pelo lio Uruguay, per-
lencendo (oda a margem direila on occidental Con-
eilerarilu, e a esqoerdj ou oriental ao Brasil, desde
a luz do affluenlt QuarshiiD ate a do Peperi-guasin,
donde as pussessdas braiileiras oceupam as duas mar
gtna do Uiuguay.
o Segu a linhi divisoria pelas aguaa do Peperi-
guassi'i al a soa oiinem principal ; desde esla con-
tinua palo mas alto terreno a encontrar a cabeceira
principal do Santo Antonio at a sua entrada no
Igoassu' ou II o i .raii '! da Contiba, por esle at a
aua confluencia cuni o Paran.
c O ierren. que o rios Peperi-goassn'. Santo
Antonio e Iguana' separam, para o lado do oriente
pertence ao Brasil, e para o lado do occidente
Confederadlo Aryeuliua, aendo do duinimo c iminom
dae duas nardes as aguas doa ditos dous pruneirus
nos em todo o snu curso, e as do Igoassu' smente
desde a coolluencia du Santo Antonio al ao Pa-
ran.
Para tirar qnaljuer daviJa subre as dasignarOas
daquelle artigo, aeclarara-n as duas altas parla con-
traanles qoe os rios Peperi-guassu' Sanio Anto-
nio, da que elle trata, sao os que foram reeonlieci-
dos em T."/.) pilos demarcadores do tratado de 13
de Janeiro de 17J), celebrado entre l'orlugal e liea-
panba.
Submetto i voisa considerarlo a memoria que,
para facilitar a negociarlo, apresenloa u plenipo-
leuciario brasileiro aoa da CoufederarSo Argentina.
O prolocollo das conferencias para a celebrara.>
desta tratado explica o aeu vardadeiro sent io e al-
' canee.
Resta ant don; governos diicriminar o dominio
daa ilhaa do rio Lru^uay, fronteiras aos seus respec-
tivos territorios.
Logo depois de ratificado o tratado Uraram a
duas altas parles contratantes de nomear cummisaa-
rioa para, de commam accordo, procederem, no
temo mais breve, a demarcaran da linba divisoria.
Eslea commissarios devem, logo que tiverem con-
cluido a demarrara i da fronleira Ierre,lie, preceder
em commoin lavanlamento de urna planta das
iilias do rio Uruguay, comprbanlas dentro dos
limites dos dous paizes, e racolher todoa os dados ne-
cessarios que eslejam ao sea alcance, alim deque,
em vista de seus pareceres e eac .ireeiinenlos, poiuam
os dous governos accordar a discnmuiarao dos res-
pectivos dominios aobre as ditas libas, conforme os
principios do dimito internacional.
Tratado de eitradf5o.
O tratado para a exlradiro da criminosos, escra-
vos e desertores, lie qaasi idntico ao que subsista
entra o imperio o Etlado Oriental du Uruguay.
O plenipotenciario brasilefro aprnveilou as lijes
da experiencia paraeoutignar nelle algumas disposi-
(es qua nao tinliain sido cumprehemlidas no que
celebramos com aquella Estado, e acommodou nutras
as e-peciaes circuinsl-lirias da Confederaran.
O trafico illicito de negros Africanos lm designado
como um dos erimes em que a xlradi(ao lie devida.
Admiltio-se qua a exlradirAo de criminosas pa-
ilesse (amliem ser frita directamenle pelo presidente
la provincia de S. Pedro do Rio tjr.uide do Sul, ou
pelo governadur de Corriente*, e lornou-ae depen-
dente de orlem desle a reclamaran frita p.lo seubor
do escravo ,'i aulondade local.
Admiltio-ae i.ni beui que pudessem aer aquelles
individuos posios em custodia provisoria nos dous
paizes, para depois varificar-se a sua devulu^au, me-
dame reip.i-irio feila directamente, ou por lulerme-
dio dos respectivos agentes diplomticos ou desauto-
ridades dos districtos limilroplies.
Sem a prisao previa a curado; o te (ornara mili-
tas vezes illnsoria.
i)\ flSO DE CONSOE^IA.
Por Adoi.piio Belot.
VII
No da segoinla ai duas huras madama de Anbraj,
om poucu paluda e com os ollios vermellins talvcz
por alguina vigilia inuito prolaugada, dirigia-sea ea-
a de mi ol.in i de (.lisne, a qual DOHftf leitores lian
de lamlirar-sa de fe-la visto ama noite no tura tro.
Aii ella rieteve-se, e paroa i porta um punco inde-
cisa ; den ine-iini al^uns passos para relirar-M da ra-
sa, porcia luriiuu lugo, e aproximou-se reolula-
iiiante.
lia um seclo que n3o vos vejo, querida ma-
dama, disse Laaratde Cliesue, vendo entrar a mai ie
Octavio, e (a/.eu lo-a sentar-se. N'So be urna ceii'u-
ra qua vos far.o ; raparais Imje granosamente o vua-
so eBqueeimento ; porflB mo poda deimar rie e-I ir
inquieta, e liulia a coragem para exigir de vi e-sa
reparacao.
Poia eo, menos indulgente qua v, vou repre-
heuder-vos ; porq'ie nao lendes procurado noticias
iniiili '.' Vamos contar nossas visitas '.'
Nao carece, porm eu tema iinpnrlunar-vci,
porque linlia oaviiln aflirmar...
II que ? inlerrompeu madama de Aubray.
Oue por causa de uoisas preuccupaajoaH vus lan-
rasles em nm retiro.
Que prenccupieee !
Nao asi e devo....
Ka vo-lo peso.
Verdadeiramente (emo ser indi.'crela.
Entre nos, he impossivel.
Naoma faJIaales una (urde no e.-prtaCulo, de
urna certa allianra que vus alormenlava ?
Stm, eaperai, um graude amor ane mea filho
luiifriva sentir por urna donsella Senlilia de .Mar-
i erais, he islo ?
Vldi Diario :. 1J.
Eximio-sc o escravo de qualquer castigo pelo sira-
plea fado da fuga.
A Junta da Bueuos-Ayres em isl!, na poca de
maior enlhusiaimo pelos principios de liberdade e
iiidapcndencia das provincias argentinas, n.io obs-
tante achar-se nellas abolida a escravidao, havia ce-
dido s reclainariies de Portugal, proinetleiutu nao
su a 'lavnluraa dos escravos fgidos das posaesses
porluguezas, sanao ato perinilliudo qua fossem ellas.
ao terrilorio argentiiio em compauhia de seus si uno-
res como srvenles.
Urna lai de Corrientes, promulgada em l.vls. ha-
via concedido, aspoulaneamente, a entrega doi es-
cravut pro.alientes do lirasil, a que all se asylassmii
sem consentimeulo de saus sentiorea.
Estes actos cousinnavara o respeilo a proprie dos Brasilairos, e eram conforines a ba harmona e I
iulelligencia que se devem pnvos visiuhos e amigos.
I.iain precedentes qae alianravam o asscntimanlo
do governo da Confederarlo Argentina a essa pirte
dos ajustes propostos pelo governo imperial.
Conhecendo cale os escrpulos que actuavam no
espirito dos negociadores argeulinos, nao pn le dei-
xar de considerar como ama prova de beuevolencia
do govaruo da Confederar;ao, e-sa meio de eonservar
e estrellar cada vez mais as relares tnlra us dous
pa'/es.
Esle tratado nao compreliende disposirias re-
lalivaa ao deser(ores do serviro militar de mar uu de
larra de qualquer daa duas nares, por se arhar?m
j estabelecidds no tratado de 7 de marco de iN.ib.
Tratado U tratado de 12 de oulubru ue IK'iI, celebrado
entieo Brasil e o Esladn Oriental, declaroo ro n-
muin a navegajao do nu Uruguay, a dos alllueu-
les desle rio que Ihas perlenreui.
Os oulros Estados ribeirinhos linham de ser con-
vidados a concordar, por sua paite, na navegarn
do Prata e aeus alllueoles, o ai duas allai parles
cun i rala ules se compiometleram a estahelecer, <*in
couiiuuin, os legulamenlos de li-rali-ai;m a polica a
que devia ser aujeila a referida uavegacao, obrigao-
do-se a sustentar como base* de laes regulaiueiilus
as que fussem mais favoraveis ao melhor mais am-
pio daseiivolvimento da uavegacao para que fossem
estabelecidas.
Se os oulros e-la.lu riheirinlms nao qaizessem vir
a um accordo a respeilo dus arranjos ueressariua pata
0 diiu Iiui, aa altas partes conlrataules linham da re-
gular pur ai somonte, como llias fusse maia ennse-
nienle, a navegar.lo do Uruguay de seus aillutu-
lea da margam oriental.
Couforme ao que fura estipalado por aqaalle lis-
tado, como consequencia das auleriorea eslipula-
(ea consagradas na coiiveucau preliminar da paz de
27 de agosto de 1S2S, e no convenio de 29 da inuo
de ISjl, celebrado culrn o Uraail, o Estado Oriental
do Uroguay e os Estados de bnlre Ros o de Cor-
rientes, concordaran) estes estados alhados no arl.
1 do de 21 de novembro do roesmo anuo.
Firou eoteudido nesle artigo 11, que se o governo
da Coufederarao e os dos oulros Estados ribtirnili i-
n.io quizessem admitlir essa hvre uavgecao, pelo que
Ibes diz respeilo, nein couvir nos ajustes para ei-
se lim necessarioa, os Estados da Entre Ros e de
Corrientes, assiin como o Estado Oriental, a maula-
ran! entre si, e entre riles smente se tratara de es-
tahelecer os ragulameutos precisos para a polica e
aeguraura da dita navegaran.
O governo da confederara., ralilcou o empenjio
rontrahido uesses ajustes e esperialmeute, no (rala-
da) de aim/ade, commercio e navegario de 7 de mar-
ao de iPvMi, negociado com o Brasil.
E-la Iraladu fui celebeado com n lim, como se
declara em seu prembulo, de firmar, em bases so-
lidas duradouras, as relares de paz a aun/il
siib-isteiiies entre as duas naques, e de promover os
intereises communs do seu eommerelo e uaveuarau
obre as bases esiaueleci las na couvaurao prelimi-
nar de paz ile 27 de agosto da 1828, e nos coiiveuius
de -29 de maio e -21 de novembro de 1851.
Obrigar.un-se as duas parles contratante-* a adon-
tar como base, da navegirao dos nos Paran', Uru-
guay e Paraguay ni part- qun Ihcs perteucu ,
aquellas disposic,oaa que naii allicazineule conlri-
buiasam para o desenvolviinento da navegarao llu-
vial.
Era a segunda parle do arl. 16 do tratado de 12
de uulubro de ISil, entre Brasil e o Estado Oriau-
tal rio Uruguay.
A primeira parte, que liuha por lim o eslabeleci-
menlo, em commnm, dus regulamenlos de liscalisi-
r.io e polica, devia lijar subentendida, como urna
rundirn essencial para que a navegaran, declarada
comm'iu), fusse perfailamente livre. e as medidas e
os iiilerasses da um eslado mo fossem contrariados
pelos de nutro, como inevilavelmente o seriam, se
cada om quizesse obrar consullaiido nticamente anas
conveniencias.
Assim hava acontecido rom a inlelligencia dada
pelo goveruo da repblica do Paragoay ao artigo (i
do tratado que esla repblica celebra'ra com o im-
perio em li de abril de lS.'ili, contraria aos arligos
correspondentes das sjitipulaces que prece lem. e
qae mln podein deisar de ser aduzidas paia litar- llie
o sau vardadeiro e genuino sentido.
Nao hnuve, nem ara mdispensatel que hoiv/eiM,
om perfeilo accorlo eom o governo da confederaran
por meio de seus plenipotenciarios suhre esle ponto
cardeal e fundamental das reclamar/es pendeutes
com aquella repblica.
O governo da confederara raoonheceu desde lo-
go a conveniencia de dar um mais ampio desenvol-
vimento ao principio da livre navegaran dus nos
Uruguay, Paran' e Paraguay, ob bases cnuformes
an Iraladu de 7 de murro de 1856, e aos principios
geraes consignados pur cada um dos dous paizes em
oulros arl. s internaciouaes vigentes.
O arl. .'t desta convencilo dispe :
Em tolo o curso dos rios Urugaay, Paran e Para-
guay, tanto i|u uto aeja pmwvel, aa adoptara' um
systema uniforme de polica lluvial.
Cada estado, por sua paite, procurara' oalrosjim
salisfazer a esta conveniencia de uoiformidade, un
que diz respeito ao syslema e rgimen fiscal de suas
alfa lldegas.
No Alio Urugoay eAllo Paraguay ja lemot |i-
vo.ires imporlaules a ilfamleg..
Os regulamenlos para essaa nus sao purliulo da
maior urgencia.
A parle do rio Paran' que pertenr ao imperio,
desde a foz do Iguas.u' ale ao Sallo-Grande, amia
esla' despovoada.
Keconhece o governo imperial a necessidade de
dar vita a eslas tuas posseases aub o ponto de visla
dos inleresses maleri-es.
(i arl. II livuii o prazo de seis annos para a dura-
,1o da roiueiir.iu lluvial.
O pausamenlo da aslipularao daquelle arligo nao
he por em duvida us principios geraes garanlidnrss
da livre navegaran, que silo rccuuliecidos nos reg-
lamenos dos nos da Europa, mas sn se podo referir
aos delalliei, que, na verd.de, podein variar enm os
lampos, deseiivolvimenlu das lelares lluviaes en-
Sim, mas eu vejo qoe se me tem indu/.uto em
erro, disse madama de Cheane levada pela frieza que
demoiislrava madama d'Aubray, nao cuiit nuare as
minbas roulidencias.
Nao o i'arei- ; eu desejo muilo ouvir-vos.
Ja que o queris absolutamente, eu Lenho a
alliimar-vns que por ptHOM leiD duvida mal infor-
madas, soube que este amor fez algn* programo*,
qua o Sr. Octavio ia militas vezes mn ea-a de mada-
ma de Martrais, n que mis .nquiet.iva um casameulo
do qual se cumeca a fallar.
Ha alguma cousa de verdalairo nenias palavra ;
mas asteguro-vos, minlia rara I aura, que nao lem-
se-ms de lamentar, corno se vus lem querido fa-
zer suppor ; he muilo menos gravo do que vos
pensaes.
Nao me resta pola, dime madama de ClitMe,
Mulo fugir de tocar ueste aasompto.
Ka vn-lo ai!rader;o : a importancia que daia
esses boatos prova a alleicao que me leudes. P..rinn
fallemos um pooco de ns ; n,lo pedir-vosliei nuli-
cias de nossa saule, purqu.. parecis goza-la as mil
maravilliai, o que faieii para nao estar fatigada de-
pois de ora Uu longo invern, poique n.lo vos per-
demos de visla, e sabemos que daacasleii em lodus
os soirres.
Perdi, i'liservou madama de Cheane. vos di-
zeismo sabemos para que esle plural'.'
- Por que eu fallo no mima de Octavio, e no
meo ; assim peis vossa saade nio eofreo alteraran
depois d'eslas mu., todas passadas nus bailes '!
Pelo contrario, a ver-me-hais encantadora logo
quo o invern |ermiar-sp.
Onde passai o esli '!
Nao sei ainda, en quererla alo Picar em Pars,
mas para onde ir '.'Nus hanhos do mar, vos oa-
beis, n,1o faz-sa sanio prolongar as fatigas do inver-
n- Nao lenho ni >is sitio, por que o Sr. de Clie deUiir o que Mullamos por testamento a' sCU iin.iu ;
poderia alogar algoraaa mas onda ?
Onde Y ni Normandia.
Nao achareia l nenlium.
Vos d nliero n paiz ; se me aulorisais para islo, nhrigo-
mi a vosdescohrr'alguma encantadora solidJo.
Vos agrda muilo '!
Dizei uina palavra, o eo corucraiei minba ps-
Ire os eslados tibeiiiuliiis, o commercio em geral, e
circumalancas peculiar ja de aada paiz.
Poltica do governo imi erial para com a Confedara-
to Argeulina e Uuauos-Ayres na desiulelligenci.i
que existe entre esses Estados.
Depois da victoria d Monte Casaros no anno de
1SY2 foram chamados os govemadores das provincias
argentinas para e-taluirein sobre os meios de se rea-
lisar, conforme oa pactos existentes, a organisarao
definitiva do paiz, e eslihelecer urna aolondarle que
rapi .sentando a nar.'u inte as potencias aslrangeiras.
livease a sea cargo os gratules inleresses commuus,
coueervasse a paz nter ur, e a umo eulre todas as
provincias.
Esles pontos foram aslipuladoa no accordo de S.
Niculo do los Anuvos em 31) de maio daquelle
anno.
O actual presidente da Confederaran Argentina
rerebeu rula., a investidura dos poderes uaciouaes na
qu.hdade de director provisorio.
O Eslado de Ruenos-A\ras dascoubereu as deli-
berares tomadas naquille accordo.
O director provisorio passou-se para Santa F, on-
de lodus na seus arlos furam approvados.
Cunstiiuida a Confe lera^ao Argentina e regalada
deliuilivaineiue a sua organisaru lederal, anida
assim o Eslado Je Buenos-Ayres conservou-s< sepa-
rado.
Diversas tentativa! licer.im-te. desde que deu-se
aquella dlasidaoea, enlre as parles inlcressa its, pa-
ra um arranjo amigivel, soin o ineuor resul-
tado.
Infructfera foi lambem a intervenan ofli-iasi de
varios agentes aalraugairaa para o ni ,i r un ii.i-
dacao.
0 tratado de 0 de m irr de ISjl, celebrado pe-
laa commissarios, nomeidos pelo director provisorio
e pelo governo do Buenos-Ayres, uo foi ratifi-
cado.
Seguindo-se em consequencia deasa ruptura as
hostilidades, fui olVereema por parle do governo im-
perial a sua ine.liar.io para que fossem no.neados
nevos co-nmissarios, alim de disculiram o delermi-
uireiii, juntos, os tennis em que se poderia chegar
a urna cuuveuro de piz.
Esta mediarn, sendo aceita, nao leve melhor re-
sultado do que as anteriores tentalivss.
Os acontecimenloa posteriores dcixaram sempre
no inesmo p de desin'.elligencia a Cenfede arao naa
suas relares com o Eslado dissidenle de Ituenos-
Ayrea,
Os actos dos respectivos governos resentem-se
dessa desiulelligeucia,<; para de urna vez se remover
esle estado Ue cousas, dirigi o ministro do interior
da ConfederacSo ao governo de Ruenoa-Ayres, urna
uola, com a dala de '.i de selembro do aun i pruxi-
mo passadu, solicitando um proaunciamenlo expl-
cito daquelle Eslado acbre a run-iituir o fundamen-
tal, aceita pala granle m noria da nar'iu, de que se
havia elle segregado.
O'goveruo de ilueuos-Ayres, por nota d 2< de
selembro, dirigida an ministro das reUroes axle-
liores da Confederar,,! >, respunleu que, para o lim
que este liuha em vis a, sana mais conveniente que
fos-em nntne.i ios e se reiiuissam em Bueuos-Ayres
ciinni.sumados de ambas as parles.
Por nula de 1 de f vereuo insisti novamente o
governo de Conledeiai.au no objecto da de 'J de se-
lembro, vendo no lanl.uoeiiln ain que sa tuautem o
r.-la.lo de Uueuos-.Vyras urna amsaca contra a inte-
gridade naciunal, quo eslava em seu dever far.ar rei-
peilar o couservar.
A nata de 2:t de favereiro do governo argentino
ao ministro do governo da provincia de llueuoa-Ay
res cmicluia assim :
O governo naciuial spera qoe a provincia da
lluenos-Ajre- e o governo da V. S. varlo, nesla
nova iniciativa, uina >m..i mais do sincero deesejo
que elle nutre de restituir pjcicuneute a niasma
pruviucia ao seio da Coofederacjite e le evitar os ma-
lea que causar,a o emprego da forro, da que est
em seu dueito de asar, para pdr lerino a asa si-
liiar.lo anmala em que cila se lllantciu Inte a no-
rao orgeuliua, a que pertence, e as potencias es-
traiigeiras. u
Eiu dala de 1 de marro o governo da linenm-
Ayrea repellio a neta de 21 de [evereiro da Confe-
dera^So Argentina, enconiraudu nelli um espirito
eoininiualurio.
Esla uola foi eoute't id i pelo gnverno di Cunfe-
dera^ao em dala de 2 do referido mez de marro,
loiisliodo no exama di eoailitoicSo, e exiginlo ua
aceiiar.'io abiolula, um i aceitarau parcial, ou un i
recusa absoluto.
Declaruu o governo da Confederarlo qua a res-
posia do de Bueuos-Ayraa, na primeira lu ii.i-.-e.
terminara qualquer queato em uiu lu.n.o fra-
ternal.
A segunda transfera a ailo definitiva ate a epo-
ca marcada na conslituirao para a -na refurma, mas
pariiiilliria que se es'ipulassu urna couveii(;lo pro-
visoria, que, reservan lo os direitos de Buenos-Ay-
res para a poca Diada, o ligatae desde ja aos seus re
ullailus, e no eutouto regulansasse as relares mu-
tuas e os interjs-e- communs, inaiilaiido-sa lias con-
direa da provincia argenliua.
.Nesle caso, unioaueiile, conceba o governo da
Confederadlo a opporlunidade dos ooinmiss'ouados
de Kiienus-Ayres para deliherarem cun os da na-
jo, porque eul.lo leriam bases lixaa para as aoas
coneordatai.
A rejeirao, einfim, da eonsliloiri nacional, por
parte do pavo de Buenos-Ayres, poda importar a
luieiirau firma e irrevegavel de formar urna nielo
independenle, e nesto ultimo caso, o congresso fe-
deral legislativo, prxima a ieuuir-se, deciJiria so-
bre lo grave negocio.
Esperava, pois, o governo da Confederar-Sii, da
juslica o alustrarlo digoveriin de liueno--A\res,
que nose negara, pir uns lempo, e.te BstaJO a
i.u justa como legitima exigencia.afia de que se de-
liuis.a a tiluarao previsoria ata que ae acliava a Con-
fenerac.au, damnoaa aus iutereaa da nacas, ao seu
crdito e diguidade.
O eoveruoda Confederarlo Argentina dirigi una
circular a todoa os governadoraja por occasiSe da
reaposla dada pon goveruu da Buenos-Ayres, a inos-
Irava a nacessiade que havia da eusleoiar, i lodo a
transe, a constituQio de mam, de cuja fiel abser-
vaneia depeudia, em sua apiaiao, a integridada da
iepalrllea.
O estado deslas negociarcs |iode Irazar seras con-
scquencias.
Dada esla eventualidade, o governo imperial lo-
mara a po.irao que acoosallta a poltica por elle
al agora ubservada.
(Ka..-ocios peo lentes eulre o Brasil, a Cinfederarao
Argenliua o o Eslado Oriental.
No aesordo de .1 de selembro, celebrado com o
Eslado Oriental.lo Uruguay, :ou asteulado que o
governo deS. M, o Imperador iratana du entender-
se com o da Cuafederarao, para a desigualo do
lempo e lugar, em que os plenipotenciarios do am-
bos os governos, brasileiro e argentino, ae deveriam
quizas; leinbra-me agora, por que nao ofarcinos
nus pinloiueiilu I
Como '.'
Nata maia simples, haveis de passar algom
lempo eoinigo, e (odas duas, como viuvas que somos
percorrereinos os arredrare* at odia em que livar-
isi" adiado o que vus enuvi'-m. .
Verdaderamente i-u n,lo passo.....
Vos nio podis, quem vos impede t he om
ervicn que me fariais, pjt qua be preciso confessor
que eslou ameara.la de ist ir mnitat vezes s nu cam-
po esie eslo.
Octavio tafia de etcoraOsi a-' lepe, a liad,
I in pille, eaui le mus he pirere. Ser-in.'-liia mui-
lo agradavel sa cunsautisseis em Mbalilol-lo ao p de
uiiiii. Vm eoDheeeia bem nossa rasa ; ella nada lem
de feudal ; au eiirunlra-se alai eoluniius, nem pon-
ls levadizas ; os caslaulieiroi nao lem iltenlos an-
uos, mas ella lie alegre, beio situada, ha cavados pa-
ra carros, uina ralera na coclieira, e bellos passeius
nos arielore.. llovis de deleilar-vos, grojas ao bom
ir, e ao excellenle leite. Vamos, conseuti, queme
turnareis verdaderamente feliz.
Eslou qoe se nao piule deixar do ser sensivel a
tanta amablidade, res|iunjeu madama de Cheane,
ni ls......
Anula um ambararlo, quo palavra van Nos
partiremos quando vo-io agradar, esla semana se
lieui vos parecer, nado me reteiii em Pars, e se
nao leudes mais bailes nao vejo o que vos impaca
do rmos para all guzar os prnueiroa bellos das do
al......
No rniner-i de jQnlio, madama d* Cliesnc, qua nao
pode resistir as instancias muitei vexes repelidas de
madama do Aobray, parlio com ella pora a Norman
da. Olanlo a o tavio, inlii podido a' sua mu que
o ilPixasse anda em Pars, assegiirando-llie que el-
le (ornara a" ajuntar-se-liie o mais breve possivel.
Depois leve madameeella de Mulras de relirar-se
(ambisro, pois ia em roinpaimi de eu pal passar um
mez em casa de urna do suas lia., a quando disie o
adeos a' Octavio recebeo as promeasaa que elle Me
fez, nbrigando-se mutuamente a se Inrnarein encon-
trar no pruneirus das de julliu nos hanhos do mar
de Trouville.
VIII.
Chegaudo Octavio oo eaupo procurou lar uai cul-
reunir com o plenipotenciario daquelle Eslado. pa-,
ra accordarem sobre as eslipalaroes dos arta, le
dolratadode7 de marro de 1856, dando-se-ibes o i
preciso daaeuvolvimeulu.
Para este fim prelenle o governo da Confedera- i
rao enviar o Sr. I)r. Pana a esla crla.
Esla inusao potera preeucher o que tiveram em '
visla os plempiilenciarioa du Brasil e do Balado
Oriental no supraeilado aceordo de 3 de selembro,
para precisar lodus os caaos da iiilervenrao dn Bra-
sil e da Confe leraeae, a bem da iiilegridade e in le-
pendencia do Balado Oriental.
Sera lainhtm esta a occasiao de se dar o preciso
desenvolvimsnlo ao art. 2 d> referido tratado de 7
de marr.o de ISiti.
Nesle artigo aslipularam as duas partes conlratau-
les o secuiuie :
Cada urna das alias partes contratantes se cora-
promelte a uo apoiar direcle, nem imliraclameiile,
a segregaca.) de porrau alguma dos territorios da
oalra, nem a creicdo nclles de governos indepen-
denles em descuiilieciiueulu da autondade soberana I
e legitima respectiva. >>
:'o;i<;n U>VEKRIODA PROVINCIA.
LE N. l.
Benvenalo Augusto do Msgalliles Taques, presi-
dente da provincia de Pernambucu ;
Faro sabor a lo los os seus hanilanles, qae a a-sem-
blea legislativa provincial deereluu e eu saucciouei
a le scgainlo :
Arl. 1. O presidenle da provincia fica auloriaado
a controlar com Carlos Luiz Cimbronne a empreza
do serviro da limpeza das casas, e esgolo da cidate
do Reeife.
Art. 2. O presilente da provincia podara' conce-
der o privilegio de Imita anuos ; a adoptara' para o
contrato as bases da Jrupusla taita pelo dito Cam-
brenne, 00 aa qae foram mais vantajosas e conve-
nientes, com Unto que as despezas resultantes do
control i recurr Mnente nos prupueUrios, que se
aprovaitarem de lal eerviro.
Art. .1. Ficam revogadas as disposiftlss era con-
Irario.
Mando, porlanlu, a todas as autoridades.|a quem o
cnnliecimeiilu e evenir.ni da presente le perlen-
cer, que a cumpram e faram rumprir tao inlei-
ramenle como uella se coulem. O secretario desia
provincia a faja imprimir, publicar e correr.
Palacio do govamu de Pernambucu aos -> das do
mez dejunlio de 1S."S, trigsimo selimo da inde-
pendencia e dn imperio.
L. S.
Banvenulu Aogaslo de Magalhes Taques.
Sellada e publicada a prsenle lei nesla sede-
lanado governo de Pernambuco aos 2 de junhu
de 185.Jos Bfulo da Cuuha e Figueiredo Jnior,
secretario do goveruo.
Registrada a II 12S do livro -V de leis provinciaes.
Secretaria do goveruo de Pemainburj :! de jullio de
1858.Francisco da Leiuos Huirle, cscnplurario da
quarla aoetjato.
LEI N. 14*.
Benvenulo Augusto de HsgaihM Taques, pre-
dideule da provincia de l'ernaiubucu. Faro saliera
lodus os;seus baliilantes que a assamblea iegiilaliva
provincial deereluu a eu saiiccionei a resolnr.io ae-
i;uiu(e :
Art. nico. A sJb da fregueiia de Nossa Senho-
ra da Concetra da Lagoa de Baiao, fica Iranaferidi
para a capell.i li ial de Girilac ; n.io leude lagar a
iransferen-aa, sem que a capella aeleje no eeso de
liclla ae celebrarem, cun a .levita decencia, us olli-
cos divinos ; revogadas as dlsnoaitjOee em eenlrerio.
Alando, p .ranlo, a indas ia autoridades a quem
ciinliecimenlo e execurao da prsenle reaolarjle
perlencer, que a cumpram e fu;,ni cuinprir lo in-
leiramaule como nclla se contera. O secretario desla
provincia a forja imprimir, publicar, e correr.
Palacio du governo de l'eruoinliucu BOS 2 de juulio
de IS'sS, trigjsimo-setimo da independencia c do
imperio.
L. s.
Ilenvemilo AogOllo ra Magallues Taques.
Sallada e publicada a presente reaelacjio nesla
secretaria do governu de Pernambuco aoa 2 dejunhu
de 1858.Joac Itenloda Caoba Figueiredo Jnior,
secretario do governo.
Registrada a fullias 12S verso do livro 4 de leis
provinciaes.Secretaria do governo da Pernambuco,
:$ de janhu de 1858, Francisco de Lemos Duarte,
escriptuiario da quarla seeca.
LEI N. i4j.
Hii ven uto Aogaslo de Magalbaes Taques, presi-
dente da provincia de Pernarabaco. Faro saber a
lodos os seus habitantes qua a assembla legislativa
provincial deereluu e eu sanecionei a resolurao se-
guinte :
Arl. 1. O presidente da provincia fica autorisadn
a recalar da pena de responsabilizada do encampa-
uiiilo, e daa mullas impostas, aos arrematantes das
obras provinciaes, contratadas anteriormente ao an-
uo de I86, que nao leudo sido eiecatadas por cao-
sa da epidemia do cholera, foram ja' sncampadas,
pudendo tambera, sa julgar conveniente, renovar os
contractos, prorogando os prazos.
Arl. 2. l'icain revogadas aa disposirOe em con-
trario.
Mando, [i ir I,mi i, a toda aa autorilades a quem n
coulierimenlo e execurao da presante resolurao per-
lencer, que a cumpram e fajara curaprir tao inteira-
ineute como uella se conlem. O secrelaro desla pro-
vincia a fac,a imprimir, publicar e correr.
Palacio do goveruo de Pernambuco, aos 2 de ju-
nho de 1858, Ingesimo-selimo da independencia e
do imperio.
L. S.
Benvenulo Au ralo de .Magalbaes Taques.
Sellada e publicada a presente re-nlur.iu nesla se-
eretaria do governo de Pernanibueo, aoa 2 de mam
de 1858.Jos liento da Caoba Figueirado Jnior,
secretario do governo.
Registrada a lis. 12!) .lo livro ',. de leis provin-
ciaes.Secretaria do governo de Pernambuco, aos :
de junliD de 1858.Francisco do Lentos Duarle, es-
criturario da quarla eecr.lu.
Despachis do itia '.I de iullto.
Itequerimsnta da Aatonio Saoiuo Cesar,
pediodo ser alistado no exorcIta.Apresea-
le-se .i i ispeeQo no quartol general
Dito ilo Eredorico Carneiro LeSo, ama-
nuense ilo consulado gnral, pe lindo 2 itie-
zet de licent>a.Passfl portara coiicednilo
ao supplicantii 2 mezos do liconga na forma
da loi.
Dito del Jos Piros Ferreira, thesoureiro
dos estabeiecimenl08 de carfdade pediodo
se Ibe mande entregar o btiiucio r.-.-til i a ni -a
da estracyao da quarta parto da terceira lo-
loquio prolongado com sua mai, para fazer-lbe as
rouliilcurias que elle cria nao poder maia demorar,
fallar seriamente daqoalla qaa elle auiava, asaltar
seas merecimentoe, pareobter, por meio desta elo-
quencia persuasiva da qual lodos ns liliios lem o ae-
gredo, um cousenliinenlo pora o casamento no qual
ella eslava agir bailante ampenhado.
E elle aspsrimenioo urna cruel deeaeperanca qoan
lo souba qua mamada da Cheane, n.lu loado achadti
sitio algum para aiQgar, lluha-se decidido por pedi-
das da sua mal a' passer uina parle du esto com
ella.
Muilo be-n oluca lo para demonstrar seudesprazer
Octavio entretanto em lug-,r de tulas asalfenrei de
ii.-a la- para com a viov. de Me fozer companhla
de Ibe prestar urna corle assidaa, distrarcraes estas
preciosas daa quaes elle despediose desle o anuo pas-
sadu, aproveilon ela liberdade Iradieional que aa
pode gozar no rumpn, c correu a ptrder-se as roas
do ] ir.lim as mala solitarias, alim de medilai em seus
amores, coular os diasque Ibe follavsm para esperar
no aili.i marcado de l'rouvile, o procurar o ineiu de ;
chegar a difcil quesiau com sua mili.
Madama da Cliesue nan pareceu reparar nesla
conducta ao monos eilranha de um rapaz an pe de
urna linda ir.nl ier : n.lo se admiruu de que ella pre-
ferase sii.i-i.'-i.iiraiir H a uma encantadora realidaI
de, poiein nao oessnu de Me faier um gracioso aco-
-lumeuto pela maubaa, quando nconlr.ivain--e f,.r-
riM.im.-iiii' no almoro, e de Ihe sorrir larde depois
de ara da passalo o mais longo possivel dos lugares
onde ella eslava.
Esla iinlllerenra, lalvez eflaclada, durou mollas
semanal antes que Octavio livasse-a observado ; urna I
manhaa, laude a copiosa chava o impedido de dar;
seus longos passeos, apparcreu-lhe a ideo, para die
irabir-sc, de observar ruad una .1; Ctiesne, e de lor- :
nar-se ainavel pela primeira ve?, para ruin a aroisa
de sua mai. Sem adoallllr alguma especio de r.nn-
parecafo enlre Seildia a Lauro, Octavio nao poda
deiuar de notar que o espirite do Luna era com el-
feto natural e lino, com um ar ligairu de melanco-
la que Bsenla bem as Irigaeiras, seua iillius de um '
azul escuro muito raro, seu tallic esbelto como u do
uma donzella, e seus pus us mais peileilos.
Os jornaai du Pars tiuliam fallado esle da, e non I
buiu viainho itulu-us visitado ua vespira ; Octavio,'
teria concedida ao hospital Pedro II.- -Eo-
trefroe-se-
Dito da Jos Joaquim do Santa Anua,sen-
tenciado, pedtndo liccnca para levar sua
mull t para Fernn lo.Pode seguir.
divisioe cominan lente da divisan naval, para or-,
denir que aeja o supplicanle inspeccionado cuuio i
requer.
Dilu de Joo dos Passos Xepomaceuo, major da |
| 1 classa do evercilo, pediodo se ordene o paga-I
, mcnla da seus vrucimentos relativos ao mez ionhu
n 1,' 'le P C,'a' 8ol,cltando : ull.mo.-Infunue o Sr. inipeclor da lliesuura ia de
o pagnenlo das despezas ledas com o sus- fezeuda.
tonto dos presos pobres da cadeia do termo
do Limoeiro do trimestre do abril a juntio
deste anno.Itamettido ao Sr. inspector da
tttesouraiia provincial para mandar pagar.
Dito do mesmo, aprosentando a conta em
duplicata dos modicamentos forneci los para
Hito de Luiz Ignacio de Oliveira Jardim, pro- I
fassor publico de pruneiras litros da freguezia de
Florea, pedindo 15 diaa de licanra.ruforme o Sr.
director geral da instroecSo pabliea,
Dilu de Manuel Jos Barrlo, pedindo se mande !
pr em lbenla le seu lillio l.uiz da I- ronra Brrelo,
recrutado.E n visla da informado e do resultado '
curativo dos presos pobres da cadeia de i da inspecr.1, na t.m luga,
t.otanna.Remettido an Sr Inspacior da Dilo de alaria da Peaba Lamaehe Misoata, pedia-1
tliesourana provincial para miniar pairar. ''a a enlrega de seo bino JoSo Menoel lligoess, edu-'
Dito do mesmo solicitando o oa1*aiu'Miioic*l"lu 'l0 eellagie doa orphfos.Inf^njn, 0eonadho
las despezas l'eitas com o sustente dos are- '"slralivo do patrimooio dos erphSos.
sos pobres la cadeia do Buique no trimes-1 "ilo do Manuel Germano de Miranda, alfercs do
tro do outubro a dezembro do anno pa-sado T'r"" ,',"Uc'^' ,'eJ""1''s" ori'8"f a." cum<*-> '
-Remet, lo ao Sr. insoeclor da lheSour.r?a e'pec"" corpu' ""' "'""lo ,,eclar;,r "os ai,n-
proviacial para mandar pagar.
Dito do inspector Je saule do porto, apre-
sRiitan lo a conta iias d ispezes follas com a
eatraia do hospital do Pina Rom ittldo ao
laineuloa de |irara lo supplicanle os fenmenlo- qaa
em combate solTrea em dezembro de ISLInfor-
me o Sr. caminan lana do corpo de polica.
Dito de Rila Mana das res, pedio 11 se minde
e-cii-or do servio a seu lilao Candido Js dus
Crrelo, pedindj se mande passar portara,
para com olla poler embarcar para a Fran-
ca sua lillia Olimpia Gomes.Passe portara.
Dito do baeharel Joao Antonio de \raujo
"reiias Manriques, juiz de direito da o-rir-
ca de i.oianua, jedi I lo ser pego de seus or-
denados pela ci)ll -clona d'n|ueila cilade.
Informe o Sr. inspector da thesourana de
fazenda.
Dito de Jos Maria do Carvalbo Jnior,
aju Jante de eogeoheiros pe linio 5 mezes de
licenQa, com ordenado, para trniar de sua
saude.L'asse portara eoneedeodo 3 me/.es
de (cenla com ordenado.
Dito de Joaona Baplista Nevos de Seixas,
pelindo a entrega da seu lilbo Francisco de
Paula f.ves de Seixas. O (Uno da suppll-
caute ;tem si lo educado pelo estado, o nao
ha razSo ara ser-llie enlregae.
Ollicio do marocha! de cstnpo commandan-
te das armas, pe lindo se mande odemnisar
o 10 o batalhao de infantana da quantia de
30011, que despendeu com a n nime.iQm do
cadver do 9.-sargento Candido Goocalves
Dilodo mesmo, loformaado sobre o requeriment.
do I.-, tile-ario Cesar Cabaaaa'.Informe o Sr, ius
pehioi da Ihesooraria de fatenla.
ntido eliminan lanle superior da cuanla nacio-
nal da comarca do Brejn.apresenlondo o prel do cor-
nen Simplicio Comes de Helio.RemotUdo ao
Sr. inspector da thesourana d- fazenda para man-
dar pagar, estando nos termos leaaes.
Dilu do cumio ndame superior da goarda nacio-
nal dacomirc Jo Bonito, solicitando o pasamento
dos venriinenl.o qua perceberam no me/, de man.
bulo os euirlas nacionaes destacados na villa dn
Bonito.Kemelli lo ao Sr. inspector da Ihe'ouraria
provincial para ordenar o pagamento na forma soli-
citada.
Hito do l)r. ehefo de polica, solicitando o paga-
mento da despea feila eum ns preso* pubres da pro-
vincia da Paralaba, recolludos a casa de drlenrao.
Iternetlulo ao Sr. inspector da toe mirona pruvin-
cial para man lar pasar, lenJo em vista a recom-
m,-idarj., coulida m lio al ,10 mea nfllcia de 21 de
juiiIio ullimo.
Dito do commandaiile do batalhao n. 1 de n-
fuitaria da suarda nac.mil do Limoeiro, solici-
tando armamento e eorreiame.Informe o Sr. ius-
peclor do arsenal de suerra.
13
Bequerimenlo de Franoiseo Texeiri Paitlo de
dn ca-
de Araujo.-Remettido ao Sr. inspector da I "f""'"eiuo ae francisco texe.ra p
ttiesouraria e fa/.enda par., man lar indem- I ;,.?.Uj '','"''rpe','"'? c\TiU "a p,'e'
r,... .. .. o, 1., I pitan Jacintlio l.oalbu de Albuqoerque.Pasie.
n.s.robaulhaodadespeza declarada i)llo de FraueStc0 AluJ Aivcs M.c,r.nhM,
DllO UO mesmo, p.'.ra que se mande pro- I portairo do arsenal de guerra, p-.indo o pacamenlo
Cessar a divida de 2599200 rs do quo pedo de-eos ordenados relativos aos diaa em que esleve
..-1.ai1is11t.il o major refrmalo Manoel do doenle.Nao icm los ir.
Campos l.eile l'enleado, provctiii'tita de des-1 Oflicio du marechai oe cara.io rnmmandanle das
pozas que fez quan lo comp.ian Jante ao es- ,""* 'normando sobre o reqoerimoute do lenle
tacamento da comarca da lija-Vista. -He- "!?u'"l ',,'""'"' "' MJ4--Rm-i'w aoSr. Im-
metti 10 ao Sr. inspector da thesourana de ?*,"' ,"""ur"'a de f'"Jj '"" '"^darsalis-
razonda para mandar proceder a liquidarlo i Dito do tir. befe de polica, i
oa divida na conormidade das orden em ; la dos alusueis da easa que serve
vigor.
Dilo do racsuio, para que se man le in-
ilcmuisar o cofre lo hospital regnaeiilal -o
quantia de i6$48lrs., exc sso la desaeza
sobre a receita daquelle estabelecimento no.
me/, de junho lindo, proveuieule lo estado
anormal do mercado.Remettido ao Sr I
inspector da tuesouraria de fazeuda para'
mandar indemnizar o cofre do bospitai re-
g mental da quantia do que se trata.
Dito do brigadeiro commandinle supe-
rior da guarda nacional do municipio do
lecifo, apreseulando a folha dos veuctmen
tos dos olliciaes do exercilo empregados na
guarda nacional sob seu commando, e o
prel dos cornetas, tambores, e clanes dos
especlivos corpos Remettido aoSr. ins-
pector da thcsouiaria de fazeuda para man-
dar pagar.
Dito do cliefo de polica aprosentando a
_ 1 _. 1 ** swansni > aa / >awn jsiiin.'i luuivui 'n IM. |i*J
planta c orcameiito da obra que se lem de dindo lioenca para levar sua muiher para Feroaode.
apreaaiitando a con-
vo de ealea 110 ter-
ina de lararalii, desde o I- de fevereiro do aun..
pasa 1 lo, ate junho ullimo.Uemellido ao Sr. ins-
pector da lli --Mirarii provincial,para mandar pagar,
eslando nos termos lesees.
Dilo do eommandanle do corpa da polica rommu-
lo haver a Ihesouraria provincial recus.do sa-
llsfater o prel das praras do corpo obsea enmman-
do, de I- a lo ij rorreule mez.Remettido ao S'.
:(or da ihesooraria proeioeial para mandar sa-
lisfazer, leudo em visla o ollicio'da presidencia junto
por copia, a quo c-te ss refere.
li
B'querimenle de Alesaodre Ti-rnandes de Maga-
lhes Bastos, ej-primeiro sargento do II batalllo de
infamara, pediu lo o Dasameulo das peas de far-
dainenlo qua a caita daquelle oolalhao Ihe lirou a
dever.lulurne u Si. inspector da ihesouraria de
fazenda.
Dilo de Arsenio Goslave Borges, boticario nomaa-
do para o presidio para all. Dirija-ae ae Sr.eommandanle da esUr.au
naval, a quem se espade a orlem necessaria.
Dito te Jaso Antonio doa Anjos, seoleuciado, pe-
fazer no quartel ilo desucameulo da villa do
Pao d' vlho.Informo o Sr. director da rc-
partiQuo das obras publicas.
Dilo do mesmo, apresentando a conta das
despezas l'eitas pelo delegado de Garanbuns
com o sustento dos presos pobres da cadeia
da mesiiia villa no mez de mato ultimo.
Keaicllido ao Sr. inspector da thesoururu
provincial para mandar pagar, estando nos
termos lgaos.
12
lle.|uerimenlo de Antonio l-'erreira do Carvalbo
e Oliveira, pedindo a entrega rio requeniuenlu e
documentos annexos, cun os quaes solicitara dos-
p n-1 do servico do enercitu para seu vaqueiro Tbo-
inaz Juaquim de Araujn. Entrogae-se.
Dito de Bernarda M irla da CunceicSo, pedia o
admiss.lo nu collego dos orph.ias para suai lilbaa
menoresGailhermina e Maria.lulunue o eonse-
iiio admimslralivo do palrlmooia dus erphilos.
Dilo de Beulu Josi- da Costa, na quali.lade de Da-
dor de Jernimo Ferreira aiarliue, jiediudo a resti-
(ui(o da qoantia de l:li t:i?")l)l) res de mulls que
pac, ni pelo seu aliaurado.Informe o >r. inspec-
tor do Ihesouraria provincial.
Dilu de Ciara Mara da C inceicau, pi lindo se
Junte a prova do casamento.
Hit. de Jernimo Antonio de Moraes, ex-prura
do eiereito, pedindo nasaagoa pora a provincia du
Rio Grande do Sol.l)inja-ae ao Sr. asente da cum-
pauliia brasileira de paquetes a vapor, a quera seei-
pedo a conveniente ordena.
Dilo de Jusc da Menlonri Vasconcallos, leoeola
do bal .lli.lo de infamarla da guarda nanonal de S-
rinhlem, pedindo paaaag*m para o de Barreiros, un
de actualmente reside.Musir a suia com que se
inuduu Ao dislricto de Barreiros.
Dito de Vicente Umbelino Cavalcall de Alboqoar-
que, pedindu se lite mande entregar os seos reque-
rimeutos esielentes na sicrclana do governo o no
Corraio.Sim.
Ollicio do 111a1eeh.1l decampo commandan; d .-
armas, iaformaudo suba o requeriineulo no capitfio
Haiiiion 11 Gencalves de Abreu Kemeltido ao Sr.
Inspector da ihesouraria e fazenda para man lai
certificar do qua constar.
Dilu do Bommandaule -uperior da gujrda nacional
du municipio do Recite, informando acerca do re-
quciimenlu do inapir cuuimandanle do 6- baUlhUo
de inf niaria.Informe o Sr. iuspector da tlie;ou-
raria da fazenda.
Dilu .lo chefe de polica, apresenlando cinco can-
ias .ib deepezaa feitaa eom i>re cias recolhi los a casa de delenr.lo.Keineliido par
>r. inspector da
ordenados vencid s.111 forme
Ibesoararia de faaenda.
Dilo de Felippe loincs do K.-sn, pedindo se con-
serve pur t-in iiiauto ciu custodia seu lilbo Manoel
Correa dos Finios, recrutado para o exercilo.Nao
consta a apreaeotacio de recrulas coiu o nunie a que
se refera o supplicanle; puje, porm, COMlgindo o
erro, cuuiprovor a isenro, que i favorecer.
Dilo de Josqolm Joa Alve da Alliuquerque, ci-
rursio ancarrasado da enferuiai u de marinha, pe-
dindo ser inspeccin ido de saude petante o cirur-
giSo-mor da armada.Kemeltido ao ?r. jdicfe da
meiius espiiluoso depois que lornuu-se nainoradn,
ato sabia aobre o que havia do fallar, nem o que
censurar. Para cumulo de sua dessrar 1, sua mil t-
nha-u deixado to com madama de Chasne. K eUc,
receiandu ser encontrado guardando silencio por
tanto lempo, e com o nico lim de animar uma con-
versaran, eomecou a referir a l.iiiira as observacoes
qaa aeebeva de faier s^bre o sea eepirilo e ua el-
le/a : .. que ella esrnlou sem zangar-se, poram sem
de.nnslrar o menor enlerneciineiito. Octavio, ferulo
em su amor proprio, ia f.irer-lhe coiuprimenlns
m 11- lirectna, quan lo o sjl reopji. reren, e iuspirou-
llie o deaeju de correr oa rampui em ro-np .nina de
Sevtilia, ou anta, da ana leinbraiir.i.
li romo evpliear-ae calo myelarlo I O lempo lor-
iiou-si; auberho 110 da iuunedialo e nos segoinles, e
Dclavio, que poda Curo (oda a sui liberdade auspi-
ral e meditar debaiio das densas sombras dn bello
sitio, .'iilon leu que elle eslava abrigada a passeer
com mi lama de Cliesue sobre o lago, a con lu/i-la
pora ver as relvhres ruinas e a montar a cavado com
ella. E madama d'Aulir.iv, que teinn as perfidias do
lago, eonheeia aa ruinas e nao inooUva a cavallo,
n.lo qniz or,niipauua-lo ain suas oxcarsdei.
Entretanto Octavn, qoe pnr timidez liaba srm-
pre adiado o momento .las eoufl lelas que elle que-
na fa/.er a sua mai, resulten cbsgir francamente a
qaesiao nos primelros das dejuihi. .Mas nesla po-
ca o acaao permjtlio que madama de Cheane aa a-
ehassa semproao lado de madama d'Aabray, quan-
do elle qoeria fallar-lhe. Uma tarde smanle elle
pode eneontsar soa mfli I em sa 1 quarto, mas ello
eslava neele momento do um humoi ISojovial, que
alie temeu Iramlotnar sua alsgria.
Sa eu conBasse em madama de Cheane, disse ciio
depois do toda uma srmaui de liesilorau, a 1111-- .o
delirada ds dizer minlia mili o que eu nao me
iluto rom fon-jas dedizer-lhe; leeua inlerw
lambem em meas amores, .lo maneira que ellas..
preslasse ero meo soccorro, olla som duvide nenhu-
1111 sahiria melhor que eu, porque a. toalherea se
eomprebeadem sempre rom mais facilidaJe. li loso
ello dispoi-so a ir au eneoiilrn ue. Porm, cuino nutras ve/es Octavio, ella proca-
r.iv. 1 de sua vez os longos passeos c as densas jum-
l.rjs; talvez que ella lambem di: ej i-se iuvocar al- <
i",
Reqnerimenla de Amonio Joaquim de Mello, pe-
dio iu soluran ue uulu no qual lollieilava te niou-
laase exlrenir una das loteras concedidas para auxi-
liar oa seus Irabolhos bio;raplncus.Infurme o Sr.
iusoeclor da Ihesouraria provineiel.
Dito de Bonifacio Francisco Pinbeiro da Cmara,
esoado escriplurario da Ihesouraria de f.zeuda, pe-
dindo se prorosue a licenra, eom que foi a provin-
cia do Itio (,raode do Norte.Passe portar.a, proro-
sanio a licenoa do eapplicante por mais Irinli dias.
Dito de Jo.lu Carlos Aususto Je Figoeircdo, qusr-
Suma srariosa 1111 uam. alguma lembranra chara a
seu eeracjlo.
Por muito lempo Octavio percorreu em van todas
as avenidas do sitio, ale que descohno-a deliaivo de
um invslerioso coramaucliao de clematites .* o livro
que ea liaba levada para ler eslava cabido em saus
,..'- : inerKolha la em nina doce abslrarcilo, olhod
para dia..te da si, e nada Ibe parecen ver.
Com elleto madama do Chesna eslava veriaiUir^
meme encantadora ; a eabeca melanclicamente in-
clina la sohre um tufo de flores, soaa llnla? mSOS
pendentes, -au labios enlrealisrloa por nm sorriso
eos cabellos doremente aliiinia.lus por um rain do
sul davaiu rellenos rumo uentiuma eabeca loura sa-
liona d.r. Octavio, I.mitrando-se de Sextilla, ad-
miran por nimia lempa o gracioso espectculo que
se olleieria a seui olhos, d.'i tus colneu uina rosa ;
nio approvim mse a madama .le Cheane, e em
lugar de eouuar-lhe, romo (jnha resoUidu, sea amor
p ira rom a -lou/slla loura, ollereceu-lho a Mor que
luid 1 na raao.
O eslo lenninou-se. e o oolonn succedaii-lhe,
sem qae es lasares de Trouville liveasem descobir-
lo Octavio ; elle despresoo mesmo, durante esta es-
lar 1 ., Paria que elle amava lano, porque nos ni -
o lomamos a enruutrar ah senilo nina vez.
Nos o jalgavamei anda no campe '.' disseram-
llie, vendo-o.
Eslou con elTeilo all, respnii leu elle ; e nao
vm, senSo un asanle, a Pars comprar um ch-
colinho pira ama omisa i ininha mai, que deitou
caliir .1 sen no loso do litio.
Parec que a amiga do vassa m.li lem distrae-
res estrauhaa quando passl 1 no laso, respoude-
roin-lhe.
Depeisde slgum nstanle Octavio deipedin-sp, e
sabio.
les >i.\ Normandia. Como no lempo cmque eotrie-
r.ui osla historia, Ocluvio passava qoaai lutosas
noiti-s cun sui m.li ; madama de Cheine eslava
muilo reconhecida pela bospitadade que Ibe elle
receram dorante cinco mezee ; c Octavio, tendo-se-
llie embararjado por lautas ve/as a conferencia que
elle qiu'i ia ter com sua mili, pareco ter lomado ou-
Ira re- .lar.1.'.
i.'udntu a iiijiliiind d'Aubray, que asilamos aove-1
10 escriplurario da Ihesouraria da fazenda, pediodo
11 meces de h-enra com vencimealos para tratar de
sua s ni le.Juute attealado de saade.
Dito de Calza Mana da Conceicao, pedindo se
manda cscuaar do servir.0 do corpo de polica a sea
lilbo Antonio Joaquim Bandeira.Nesla dala se es-
ped ordem no sentido em que requer o suppli-
canle.
Dito de Bits Mara da Silva, pedindo passagern
para Macelo no vapor Persinuns-n.Dirija-se ao
gerente da companhia Pernambuoan.i, aqoam se ei-
pede ordem no sentido era que requer e soppli-
cante.
OHicio do marechai de campo eommandanle das
armas, iuformaudo sobre o requeriioente do primei-
ro cadete e segando sargento do dcimo batalhao de
infantera Alfredo da Barros Cavalcauti da Lacerda.
Inl irme o Sr. inspector da ihesouraria de fazenda.
Dito do Dr. chefe de polica, aprosentando a con-
ta das desper.ai feitaa com o sulenlo doa preaoi no-
bles da cadeia da illa do Cabo, no trimestre de a-
bril a jonho.Uem.ltido au Sr. inspeclor da Use
aouraria provincial, para mandar pagar, eslaudo nos
termos lesaes.
hilo do eommandanle dn corpo de polica, apre-
senlaudo a emita dos vencimeulos doa calcetas em-
presa lo- 110 quartd do corpo eob aeu commaodo.
Remettido ao Sr. inspector da tliesujraria provin-
Cial, para mandar pasar eslaudo nos termos legaea.
lt
Bequerimenlo da Antonio Jos dos Passos, eapi-
too do dcimo lulalhao de lufanlaria, pedindo a en-
tresa do que dirigir ao goveruo imperial, sullieilan-
do passass-m para o oilavo da raetma anua.Kesli-
tua se.
Duode Mareolina Lenpollina llarrn, pedindo ad-
misaio de tres filhoa na companhla de menores do
aritual de marinha.lufarme o Sr. iuipcelor do ar-
senal de merinho.
Ollicio do marechai de campo eommandanle das
armas, informan lo acerca do requenmenlu do ca-
pllSo Trajano Antonio mralves de Mejairos e Oli-
veira. luforiua o Sr. inspeclor da ihesouraria de
fazenda.
Dilo do Ur. chefe da polica, apresenlando para
ser paga a conta das despazaa feilas com o allenlo
dos presos pobres da caleta de Nazaret, nos mezes de
m reo a junho.Remetldo ao Sr. inspector da Ihe-
louraria provincial para maudar pasar, estando nos
termos legaei.
Dito do inspector de saude, apresenlando'a conla
dai despezas reilas.com o hospital do Piua nos dias
la .t. do mrente.Bemeltido ,ao Sr. inspeclor da
thesourana de fazenda, para mandar pagar, estando
nos termo, lesaes.
Bequerimenlo de Antonio da Silva GusmSo, pe-
dindo sa mande o director do arsenal de uerra cer-
lihcar qoal o prejo, por que tem comprado o azeilo
de earrapalo, e o de peine desde Janeiro do anuo
pass.do ate janho do presente.Pode u Sr. admi-
nistrador mandar certificar.
Dilo de Joso da Coala Doarado. pedindo cerlidao
no Uieor da qasxa qoe contra elle supplicanle dera
tlias Emiliano Ramos.passe do que constar.
Dilo de Mauoel de Campos Leile Perneado, ma-
jor reformado do exercilo. pediudo se Ihe mande dar
passageio i-ara o sal 110 primeiro vapor que para all
guir.Nlo lera lugar.
Ollicio da administrarlo dos eslabelecimcnlos de
'ni lale. apreaentanto ,1 conla das despezas feilas
com curativo de 90mendigos, e solicitando se man-
1I0 indemniaar o hospital de caridade da quantia de
1 n.-iti, 0111 que importa a referida conla.Be-
iiieltnlo ao Sr. inspector da Ihesouraria provincial
para 111 ni lar pasar, eslando nos termos lesaes.
Dilo do director dai obras publicas, comraunican-
do haver o ai rematante do l. lamo) da estrada do
sol concluido os Bous lerros ila obra, julgaudo-o por
cousequaucia no cazo de leceber a prestarlo relati-
va.lt-meltido ao Sr. inspector da Ihesou'rana pro-
vincial para que avista do competente certifieado
man le pagar a importancia da preslarao, de qae so
lr.iia. "
10
Requcrimenlo de Antonio Joaquim de Mello, nf-
rerecendu a quantia de :17J5 rs. peta pedagio da
pona de Bujary.Informe o Sr. inspector da Ihe-
souraria provincial.
Dito de uuilheruiino Ferreira da Alcntara, l-
enle numeado para o 10 batalhao de iofantaria da
coarta nacional do municipio de O inda, pedindo
a expedirn de aUii patente.Paase pnlente.
Dito de Juvelino Armiino de Barro- Correia, pra-
ncante da recebe,lona de reudas mu rnas. pediudo
:l mezes de licenra com vencimeulus, Sao (em
tusar.
Dilo de Luiz Joaqaim d'Oliveira .' ardn, profes-
sor publico de pruneiras letias da f.eguezia le Flo-
res, pedindu 15 dias de In-enr.i. Rio lem lugar.
Hilo de Mareolina Leopoldina Ilarm, pediudo se
mande alistar tres de seus llhos ua campanilla dos
menores do arsenal de marinha. Ssjam apresenla-
dus ao Sr. inspector do aneual de rr.ariuha afm de,
n'ecedendo a necessaria inspecrilo, e estaudo as
circumstanciai do reapeclivo regulamento, seren
lecebdos e admittiJos na rompan 11 dos muores
artfices.
Ollicio do marechai de campo eommandanle das
armas, informando acerca do rsqurrtuieitto do ma-
ior reformado Manoel de Campos Lula Penleado.
I ni.irme o Sr. inspcclur da ibeaouiaria de fazenda.
Dito do director das obrai publicas, communican-
do poder o arrematante do S. lanrjjo da estrada do
norte reeeber a importancia da primeira prestaran,
valo haver concluido man de um lerr;o da obra.__
Bemetlido ao Sr. inspeclor da tlieiourria provincial
pora que, avala do competente certificado, mande
pagar a preslarao, de que se trato.
-20
Reqoerimento de Delfiaa Mara do Sacramento,
pedindo se manda inspeccionar de laode seu filho
.lose Joaqaim Lina Pereira, educandi 00 arsenal de
suerra.Iiispeccione-se loso que for recolhido ao
arsenal.
Hito .le Emnrtniel Besano, capililo do brigna sar-
do Paulo, pedindu se ouleiie qua pelo cvjiisalado
provincial se nao ponha impedimeulu ao embarque,
iseniu de direito, do ferro velho, que rarregnii^corao
lastro do dito brigue.Visto o S 15 do arl.'37 da le
do ornamento vsente, nio lem lugar a bando te-
qoerida.
Dilo do revarcodo Francisco das Chagaa Becerra
de A villar, vigaric da fresuezia de Taqaarilnga,
pediudo a coosignarjo de 000; rs. para as obras
da nutr/: daqoalla fregaezia.Informe o Sr. ins-
pector da Ihesouraria provincial.
Dito de Jusc Marcelino Alvas da Fonseca, preso
na fortaleza do lirum, pediudo aar removido para a
prisao do quartel do corroo de polica.Informe o
Sr. comiiiaiulaule do corpo de polica.
Dilo de Luua Joaquina de Franca, pedindo so
mande pnr em liberdade seu filho Januario, recru-
decida no fim do invern passado, o ar do campo
pareca ler-lbe feto muito bem ; a noite parece alu-
da uma molber de nula anuos, e tempre aniavel,
cun um ar de affeclarao quaudo cncunlra na crla
algum galanteador. Seus esbirros para galibar a boa
voofade -los poderoso'! da poca oblivaram final-
mente a lueciaie que elle-, mereram.Vtse pois
o n.-ma da -eu filho na lisia dos secrelarioa do con-
lelli., d'eatado.
Para festejar esta feliz nomeasilo ella reuni ul-
tirnaineute imillas amigas inlimas.
Sabis de uma nova disae de repente al-
enem.
N.a...
Madama,ella Saxlilia de Martraii rasa-e.
I res exclamarles dilTerenlemeula accenluadas
unvirain-se .le madama de Chcsne, de Octavio', e de
madama d'Aobrax.
(je hornera ser este que julgou-se bastante
para espoaa-la '.' pergunlou orna voz.
Lm eslrangeiro que passe por ser millionario
re,1 011 .leu a pessoa interrogada. Depois voltando-
e para Ociavio ella leve a tinliscrir.lo de acreicen-
tar :
A' propoaifo, nao dilia-M o invern passado
que eslaveis tao apanonado pur esla de quem fal-
lamos .'
Ella agradava-me muilo, respondeu Octavio
Com friera.
Porm vns, .10 ments, nao neniareis espo-
sa-la ?
Eu, nan..... precisamente nao.
A esla resposla vio-sa madama o'Aubray empal-
lii'eeer de repente, a murmurar eslas palavras :Eu
fui engaada Era iootil !
I'epois, qjando ella levantan os olhos, vio que
m lama de Cheane eslava sentada tolo da Octavio
desde u momento em que indiscretamente, foi elle
loterrogado a respeilo da Sextilla, e obrigauo a res-
ponder. Iinl.lu alta sorrio-se, e olhou para Octavio,
esle olhoo para madama de Cheane, e madama de
Cheane ahaixuu os othus.
ludo leva-nos a rrer que madama o'Aubray tara
luso molivoi btanles para Vive* era yn com aOa
CullsCICUUJ.
Mil.


DIARIO DE PKRNAMBUCO SABBADO 21 DE JULHO DE 1858.
(do para marinha.Informe o Sr. inspector do ar-
senal de marmita.
I Mo de Manuel Joaquim l'ertira, pe.iindn o pa-
gamento da i|iihii[|.i Je 209000 r. por que vcnrteu
om par de jarres para o palacio da presidencia. He
uiettidn no Sr. inspector da lliesouraria profinclll
para mandar pajar.
(Cilicio do l)r. chafe de polica, aprcsotitandoa cuta
o prel dos veucimeuloa dos guarda! naeonaes que
eoiiduzram mu prt so d justica da villa do Ouricii-
ry para e-la ci.iade___Kemelli !o ao Sr. nspeelot da
Ihesouria provincial para mandar pasar, tslando nos
termos legaes.
Hilo do mesmo, solicitando o pagamento da des-
posa, coja cotila janla, leila pelo delegada de Oa-
rirorv cota o forne-iiiiento de ll I para o qoarlel do
destacamento do termo.Remall.do ao Sr. inspec-
tor da lliesouraria provincial para mandar pigar es-
tando no* termos Utiaes.
Hilo do director dai obres publica*, olieitando
se ordena o pgame il da respectiva preelacaoau ar-
rematante do empeclramenlo do atierro dos Afosa-
dos, queja' concluir, doue lerjos da obra.Reinalti-
do ao Sr. inspector di Ibaaaararla provincial para
que, avista do competente Certificado, mande pagar
a prestacao de que irata.
Expediente do di- 10 de )u ho 185S.
Circular aos Etm*. presidentes das provincias do
norte.Participo a V. Exc. que esta provincia guia
de trauquillidade.
I illicio ao enviado extraordinario e ministro ple-
nipotenciario do Brasil em Londres.Tenho presen-
te o uflicio de V. Etc. de i de junho ultimo, e inle-
rado de ter sido devi Jmenle aceita e paga pela ca-
que a V. Exc. reinelli, e de haver V. Exc. com o
seu producto satistelln o saque de igual quanlia que
rerebeu do eucarregado de negocios do imperio em
I urun para occorrer as despejas leilai em conse-
quencia do contracto celebrado por esta presidencia
eom Jos MannaiiKeli. resta-me amanecer a bouda-
de de V. Exc, que se servir de aceitar os protesto*
da minlia mtit perfeit* eslima e subida consideradlo.
Dito ao cunselheiro prndenle da relajan.Quei-
ra V. S. dar o eso parecer sobre a materia do ollicio
incluso, que tambetu me dirigi o inspector da llie-
aaenarla provincial, tua n. 935.
Uilo ao eommandsnle da divisan naval.Pelo of-
tifio de V. S. cum dala de honlem, sob n. Si, fquei
iiileirado de que lahira' na da 13 d carrele o va-
por aBebenbe, a cruxar pur II a das, al o ex-
tremo >ul da estadio, tocando no purlu de Jaragua'.
Dito ao inspector da lliesouraria de fazeud.Ao
cabo de esquadra Bernardina de Karros mande V.
S. entregar '.i.-.ljn ra importunis das despeas que
fez u juu de direilo da comarcado Bonito, como
sustento de Iras menOree enviados para a compauliia
de eprendizes mariutieiros desla provimtia. Com-
niuuicou-se ao juiz de direito da comarca do Bonito.
Hilo ao mesmo. Can qosnto nao tenha viudo -
ordem do tribunal do Ihesouro publico nacional,
mande V. S nos (erioos do meu ollicio de -2I de
maio ultimo, abonar aot olliciaes uomeadus para ei-
aininarem o estado dat forliticacute desta provincia
as vantagene da tabella, que buxou coni o decreto
n. -ilt.l do 1.- de roaio ultimo, e que foi reuietlida a
V. S. com o ollicio de :! de joulio ullimo.
Kicandn a-s m resolvid* a materia da primeira par.
le do ollicio de V. S. ''e (i do eorrente, sol o. 290,
obe-me dizer-lhe, qusnto a' segunda que o majur
Carlos Filipe da Silva Muuiz e Abreu be o chafe da
da mencionada cominiss.lo.
Dito ao Diesmo. Ciinmunico a V. S. qoe o ba-
cliarel Bernardo Machado da Costa Doria participou-
ina, em ollicio de 25 de jnnho ultimo, que lora
chamado para funecionar inlerinimeule no tribunal
da reanlo, e deiira o exercicio da primeira vara
de direito.
Uilo ao coromandanle superior da suarda nacio-
nal do municipio de (joianua. Arcuso recebido o
ollicio, que V. S. me dirigi em 8 de jooho ollimo,
e no qual, communicando-rae que o re-rula Fans-
lino Josc de Suuza, mendado por em liberdaJe, pa-
gara a quera Ihe rorla.se o dedo pnllegar alim de ser,
como oi, pela uispeceao de saude jnlgsdu incapaz
para o semen doexercilo, pede-me providencias a
semelhanlo respiilo, e em're lhe qu nenhuma providencia c da' lias altribuicoes
da presidencia para o caso de qoe se trata.
Dilo ao juiz de direito presidente do jary.Sirca-
se Vmc. de dispeasar de servir na presente sesillo do
jury o oflicialda secretaria do governa bacharel Lua
quasi todas as Bolles, quando esl.ii ja' cora o (julio i prthender que nao leu dimioaido o amor que srin-
em vleili palrioia. I pre se inanife*l(iu por ela iiisliluicao, e que a pro-
lilla to /.moelro. lia penco levo lugar porreo qne olla enemente o floreaea o espirita pn-
nsa villa a primoii i lo ludiran* do re-pectivo
jury, presidida pelo Sr. Antonio Rodrigues Revore-
d",'substituto do juiz municipal. Forera sobmettl-
dos julgamenta nove pcoeaasoe..... ros, eom ev-
cepeo de dous, forain lodos con lemnados ; e de-I-
apenas dees deixarem de Ala no grao mximo dos
ailigos da panalidade am que h n .mi incorrile.
Rila hielo he uine prova da moralidade qoe domina
ih l.itnueireiiset, que em sua maioria abominen o
rime en ja reorei'Sn procurara a*sim realiar eom a
paaifS* legal. Sin dignos paranlo de mnijao os
jui/.es de (arlo e mais foiiccienarios judician^s que
rrviram n'etaa. ses>ao ; os quars cutnprindo eom as
uas ohrigares, dernm msis u.-n le quanlo venerara a santidade do juramento.
/Oa da* .Igua'-I'en/es. Noheiem-noi que
nes*a roa lia urna casa, ein que o barulho, as veza-
rlas e mesmo ae viai de laclo -flu acomlanlesK. e
conililuem como qne as feriles cararlerislicas dos
seus habitadora*. |li/em-nos qoe a polica ja lem-
n'a visitado ; mas que ha lambem'ficadu sem ac>;lo;
porque lauto o bomein cuino a mulher rostiimam a
por-se ao frssco pelo quintal, mal lar. |.m essa e-
uhora aproximar-se. Kilo devendo porn deixar-*e
pascar sem a devida punicno einelhanles actos ; mi
devendo tolerar se que avain incninniode-se a viri-
nli.Mn;a e perlurbe-e o socfgo publico a horasadinn
ladas da noile, pedimoi a aatertdada qua reitere sua<
visitas eom a pri i'i.a chuleta patl apanhnr ns met-
ros na calla, e man.la-Ios para a det.-nc.ilo alirn e
l.i ,,i e pronuncia a favor deila, o goeto pelea I. li ii
se desenvolv, e n o lardara' o dia em que de t. da-
as paites reeebanHM novas rlcilac,6u e novo, pro-
selytoe para no ajudar a levar ao ullimo grao de
angraadeeimaale.
Peaioal,
\ indo demostrar-vos o e,lado do gabinete em sua
bibllatlieca, aecorre naturalmente tratar-vo dosm
pessonl que he o peristilo que nos eondoiira'a f.d-
ler-vos do fundo social que aprsenla o gabinete
durante o tsmpo de mis.a sdminislrarau, e para
Mr-mof consentaneus rom a hrevidade que DO* qui-
tamol mipor nesla Bono Iraiii-lliu para n.lo raicar-
mus a vossa allenoui cum minuciusidadee que so
revelariam a intencilo de nos acobsrtar mais cum a
pompa da cloquencia ; baila direr-vos que o gabi-
nete durante ests annii, se lulo dina un pe,soal
niaiiir do qoe lias pesiadas directorios, todava adia-
se augmentado, bein que nao lauto quanto era para
desi'jar.
Aeaionislas............
Sobscndorci..........
Tidal
rio que em suss columnas sSo devi Jmente, loearnaelo .' A (reja no-lo diz, pelo modo cum quo
C ni alog*.
apreciadas a lumia o a tllustrar^ao de pesoa.s
IHllitVl'IS.
Este pienomenodi-M or para r.omnns-
cii, porque en jorna s :a r,irti> havemoa de-
parado eom ditTerentes artigus eom rofe-
rencia ao Sr. nin-go Pinto de Campos, quer
notando \i^ i icrja > do seu talento como
orador sagrado, cum rnlac3o i tim ser,.i;,n
ltimamente pronuncia lo no Rio .le Janei-
ro, quer fazen lo coiisidcraQies acerca do
incidente occorrido entre elle e outro Sr
deputado na nostw assembla em sua ultima
BWsSo.
estas circumstancias n:1o podemos dei-
xar do oongratular-nos co.ri o Sr. conego
Piulo do Caninos pela juslica que no paiz
vio conquistan lo o sea talento e os seus
actos; aos quaes a calumnia e o odio at
hoje tfin procurado enegrecor, desvirluan-
do-os a seu talante, sem lembrarem-se do
que a verdade niio jvide por muito tompo
aer mysiificada, e que afinal tem do mani-
* I festar-se em todo o seo fulgor maajestoso,
.
:to!
Eis ahi eenlrares. a falla rao,' sensivel que hoi a- (],ue ''in,,a ,ne ,mi,',s fetlcado pela confusSo
lir.ir-llies o furor do que se apaderan, quando bri-
gn jogam pancadas I dos vnlumes que rniilcui i Imana,
Juri/ detla n-Jade.No dia -Jl fui lvalo a'lanas obra*, be ummare maguuin
barra do tribunal um indmduo arcusadu por rnrae
de raorie. Uas pe^-as dos antes conslava que o hu-
n.indo fora coiuraellido casualinenle. l'"oi abs l-
vido, mas o juiz appelluu da tulenca absolutoria.
No dia 22 entran em julsamenlo um erioulnh ,
tambor do I' balalhao de atlllharia da guarda nacio-
nal desle municipio, em cuueeqoiicia da inorte
resultante de urna cabezada por ella dada em mu pre-
til escravo; e depois dos tramiles lee-ie seren p-
corrido*, foi lida a .'iileuiM qoe o absolva. F.sle
reo ja linha sido abmlvido em julgameuto abterior,
tendo-se dado pntem apntllac.lu.
Lotera.llnje eoriom a* rodas da :! parta da
11 latera cm beneficio di cullegiu dos urpliao*.
l'rcstitos fnebre*.a A loucura do* honeus
lem feilo apparecer as galas do luxu, n;lo n nos na-
talicios e nos comercios ; mas ale nos funerats, onde
su avulta a miseria e o na la. i> He senlenca grave
e profunda de um moralista sincero, ti erguido, e
vaidade humanas nao conherem bulla**. Graud* *
esplendido extmplo deram desla verdad* os enligas
imperadores do Ivgyplo, ettvando as lamosas pyra-
mides coll.usaes, anle as quaes ain la boj seiurl.ua
em pasmn hamanidade iuleira. (I luio, a pompa,
a vaidade nos eulerrainentos be o requ lite do urgu-
Ibo, a quinla essencia do [amor praprio. E |h* boj
censa que pase* de muda. As expressas e terrino .ti-
les pnsloras da tniinicipslideile nada podiratn para
deelarm-la de no**N hbitos, I laqueia-e a lelira
das posturas, e cun o sopbi*ina se Ins ataca o espi-
rito. Como as posturas dizem que es carra* que ee-
guem o cadver sej^m reduzido* qualro, faz-se
por ah entender, que ellas nao pruhihem que dez e
vinle sigam adianle. Podar ser um bello sophiiina,
mas ser sempre urna inlracc.lo, e iucumlie a cma-
ra vada-la.
He boa grava.Somos informaduf (e ni por
conta da qoem no-lo disst), que na qoarfa-feira (21)
um certo caixim de um armazem de assocar eo
sabir de urna tala de dan
vel agoaceiro, prelendeo rabiatar qiianla eslullice
Ihe vinbs esbtra pelas esquinas em que lopava.
Mol saris sa um compauheirn u nao unpeli.se de
einelhanle loucura, que era em verdade urna lou-
cura. Ene etite engracado qoe se conlenha e rtspei-
te mais a honra das familias e a reputando dos ou-
Iros : be td o que queremos, sob p-na de Ihe rabis-
Cdrmiis}tambm aqu n seui nome.
Sociedade das Arle* Meclianivas e l.ibrrae*
de l'ernambuco. Pela diracflo se mana* lazer
publico qoe na eleic.lo que se procedeu honlem 1
do correte, a eueiedada escolheo para inembrus da
nova direcra.i aos socios seguintes :
Director, o Sr. Joaquim Borges^Certujiro, ;reeleilo.'
\ ice-directur, o Sr. Jou de Brilo Corre.
I- Stcreiario, o Sr. Targiuo Francisco da Mallo.
2- Secretario, o Sr. Antonio Bazilio Kerreira Birrus.
prevena ofiahinele Portiigoei de Leilora F'is urna
das tircessiilades que coiiMuha acudir mais depressa
porque mu li bnela de Leitora, >im um ralhalogo
i omplelo, sem eiaa guia essencial que p le rpida-
mente e,i:larecer a socio que dte ja Collbccer i cilra
natoreza de
e se lera de
tai desla proviucia eom deslino us obras daquella co-
lonia.
Hito ao vereadnr Joaquim Lucio Mnuleiro da
Franca.Pelo seu ollicio de 7 do crranle, fquei in-
leirado de haver Vmc, como vertedor, entrado no
exercicio da primeira vara de direilo desle lermo, ua
lal la do respectivo juiz.l'izerain-s* as comrnuuica-
Ies noce-ana-.
Espediente do tevrelario do governo.
Ollicio ao conimandaute das armas interino. O
Exm. Sr. preiiilente da provincia man la cainmuni-
car a V. Exc. que autonsuu o inspector da lliesou-
raria de fa/.enda a matiii r indemnisar o oilavo ba-
talba* de infamara da daspeza fela eom a mbuma-
;Ho do cadver do sargento Candido Guncalves de
Aranjo, orno V. Exc. solicilou em seu ollicio de
honlem, sob n. 4.
Dilo ao inrsino S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda communicar a V. Exc. que acaba de
retommendar ao inspector da lliesouraria da fazenda
que mande procelera' liquidarlo da divida do ma-
jor reformado Manoel de Campos Lite Pculeado,
aiun de poder ser paga, conforme V. Exc. reqoisilon
em seo ofliciu ae honlem, sob n. 4i">.
Dito ao mesmoManda o Exm. Sr. presidente da
provincia deciarar a V. Exc. que, por despacho des-
la data, aiilorisou o Inspector da lliesouraria ,lo f-
zenda a mandar indemnisar o hospital regimental da
qoanlia, de que Irata o oflicio, que houtem Ihe diri-
gi V. Exc, sob n. tt;.
Dito ao cumulan lanle siiperior da guarda nacional
o Sr. Francisco Amonio de Oliveiru.
Censor, o Sr. Ignacio Jo d Paul*.
Hospital de caridade ( de jcllic .
Ktistiam24 bornease23 muilieres iiatadns pela
caridade, s homeus e _'l inulheres que pagara a ca-
a, e (i pravas docorpo de polica.Total S.
Ale depois u"aman/toa.
Salazar Moscoso da Veiga Pessoa.
Dilo ao mesmo___ll,,,a Vine, de dupen-ar de sr- ""'*'">. o Sr. Jos francisco do Crino.
vir ns presente sessSo desie tribunal o oflitial archi- ,uc,rador, o Sr. (.andido Francisco Uan*.
v>la da secretaris do governo Joao Vslenliin Vilelle,
visto serein necesiaiios seus i*rv ^os na secretaria do
governu.
Dilo ao inspector do arsenal de marinha. Foco
api asentir a Vmc paraiserem alistados na compa-
nbia de prend/es inarinbeiios, us menores Francis-
co, Caetano e Manoel. Cummuuicoa-se aojuiz de
direito da comarca do Bunilu.
Dilo ao capitn, do por'.o.Pelo seo oflicio de bon-
lom, ieb n. III, fiquei inleiraJo de que, leudo des-
apparecdn a boia collocada na exliemidade -ni do
banco do Ingle/., providenciara Vsm. para qne ella
fosse procurada e substituida por outra, requiitada
ao inspector do arsenal de marmita.
Dilo ao director da colonia militar de Pimenleira.
Itecebi o iiflici.i de Vmc, de j de junbo ullimo,
rom o do director da colonia militar Leopoldina, e
pele relaca i anurxa a este oflicio fiquei inleirado da
quanlidad* e especie de madores cortadas uas mal-
navegar sem busonla, ha um c-hos lentbroso, onde
Ihe fenece o fial ordcnadoi d* craaelo !
Vos sabis parque nada vos ha duconlia-d > lile
ja esta necessidade foi lembrada pela direclon i i .
sada, e que desejoss de -tmcdia-l.i incumlno .ui
eool.-i-cio ao Sr. Tavora e qua asta d'ieclura .leva-
ra eonlar eom o bom d< -.'inpenho de semeiii inte
obra, una v/ qua aquella referida dirKCao, minio
Ctrl, do sua exeeueao, nos persuadir a esperar por
ella.
Mas baldaran) i nossss esperanza., e, ja' quando
falla .le Mina e a Mara, virgen B mu de lieos fil-
io hoinsin.
Aquello a quera a Isrra, o mr, e os aslrn< pre-
gan. Aquella ijijii rege a triplico narliina .lo uni-
verso, Jii ella, ancerron no solo de Mana E as
eiilr.niha-de urna virgem, inndalas da gra.; I da
ron, trazem em si mesma. Aquella a niiein a ua, o
sol Indas as i-re,luras servem em lodo n lempo.
mal dilnsisslma, pelo cousenluuenln da quil
lili
d'aquell du .lila J nfern
Fazendo a Patriai utiIicai;3o dos dis-
co sos prof< los ,i i i r fe 11 i ^r con ig i
n' qu lia 11. -11n -. .i eced u-a !^ um arti-
go editorial conceb lo nos termos nais li-
aongeiros para elle, aoplaudindo simult-
neamente a >4p|nru alcanzada sobre a ca-
lumuia ruj tramas poderani a' entSo tra-
zerosespi itosem suspensa.! O .::-irrio
da Tari tratando io tn n i o' jtic o.aliun-
dou iiiisi iiesm.-.s obserraQis foz juslica
aos s-utimenios elevados uo Sr. conego, e
ehegou ato : con lee.nar a inaneira menos
digna culi que naVUin-n'o procurado ul-
trajar.
E notem que nao be licito sappor-se nes-
ni.i sr.. potsive occiiparuio-uos con asta trabalho,I** jornaes obsequios pessoaes dispeodidos
sem rz5o sullicienle para eom o Sr. cone-
go Pinto da Campos; csse jornaes s3o na
corte urgos d > partido liberal, e de outros
principios polticos eom os quaes nao com-
munga o referi io Sr. conego ; portanto s
torca ja verda le, i qoe se nao podem suli-
tranir os espritus honestos lena a virlude
depro-.uzr taes elleitos em honra d um
nosso comprovinciano, que ha sabido col-
locfli-seem posirao snb.ancer tiros da
malevolencia in Imdual.
Daremos (im a estas breves consideragOes,
ufando qu.-, quanio a distinccSa l'uita pelo
Jornal do Commercio ao talen'o oratorio
I i Sr. Pinto de Campos, nao he ella sen3o
mais um echo que repercute aquella qua-
lidadeqoe noguera Ihe contesta, que todos
Ihe reconnocem, o a nos emliu apraz-nos
agora consignar aqu, felioit-mlo o ainda
outra vez pelo seu tnu.npho glorioso.
Um l'ernambucano.
al i so pelo pouro lempa como peles nativas que a-
preseniaram aossoa antsi ssores, rtlirou-se lenta el-
da e o mearan Sr. Tavora. Agora lembran que nao
se devi deapreaf o estado sbreoin-l ur modo de se
resolver essa dlflicaldld* cum que lula o gabinete, e
que na real*Jade he de inltreste que se rtmova.
I un lo social.
Balanceo demonstrativo to auno lioaniei-
rodot- de jullio de 1857 a 30 de junbo
de 1858.
Activo.
Vmorlisaces .... 1:100-. Mil
Livros e encadernaeses. l3:rJUt<9K20
s-ccioaialas..... 1 ;7', 1 ~(M n 1
Vntoaia Maria Pereira
(de Lisboa) .... 39?2
M.ive........:n:Ih'i.i
-ova.......5:8663090
Rodrigo da Cosa Cir-
valho...... 5255000
28:0133193

Pnsivu.
fundo social..... 28:013*193
Caixa.
Ii- Ha.
Esislia em caita da
ir.'ii-.iela adminslrajao 2:9l.'l8759
Sub-criplores .... -J: i'i i-1.1.1
.Mensalidades .... :!--,ii
\polices...... 2009000
Lucros e perdas :iol-li70
11:1319929

Dwptia*.
(t.......3:991 J9I-2
Livros e enrademaoes. 2979967
Amorlisacoe..... (08050(1
><"<...... 1019460
M"v*i...... M9UO0
Kedrigo da Cosa Car-
valho...... 5359000
Cj'*.......5:8665090
.VBWETE PORTIGIEZ DE
LEIIIV.
Helatoiio da directora do Gabinete Por-
tuguez de Leitura em Pernambnco,
udoemsessao ordinaria da assembla
geral, cm 18 de juliio do 1858, pelo
Sr. 1" secretario Augusto Duarte de
Motira.
Senhores accionistas do dabioete P-rluguez de
Leilora..Na solemne oecasilo de a, resentar-vos o
estado completo de natas)* geslOes, de vos facilitar
o coDhcctmenlu pleno e sall-factono das eceurren-
eias administrativas que se passaram dorante o lem-
po de nossa adminislraro, qu* nao so vns sirva de
scopulum para anahiar o hura ou mito uesempe-
nho de nosses develes e funejoes, como de ilenera-
no ao corso que (leve seguir a directora que liou-
ver de mu succeder, no periodo de Q8o, nesie inoinenlo solemne, iui, nos possuimos da
gravidade e respailo qne presiden) a actos seme-
li.anles, e emhora nos alegre a con-ciencia de ha-
ver moa satisfeilo nossa larefa ; a qualidade de 'jui-
las que tiesl hora vos revesle, coinmunica-nos nao
pequea commerflo, que uilo deve ser entraulia,
squem sabe avallar as lutas do espirito, qoe vacila
ignorando a ssnlsnca que hAo de preferir seusjui-
M. He lo l.ivi 1, confiados na vossa bondade pri-
ineirameule, e no desempenho fiel de uossos deve-
res que vamos desenrolar o inania denonstrativa
de nussa admintstrstio. Islo poio oecnpaienoa
vosia aiienco sobre o Gabiuele rorlogucz de Lei-
tora.
lbliolheca.
Se comecassemos a desenvnlvsr-vos o quadro
da< irausaecoe aciivaa e passivasqoea Gabinete
l'oileguez dt Leitura na qualidade de eslabeleci-
menlo de ulilidade puhlica, enlrelem rnio seu as-
.....i'ociadosd* todas as elaetas, tcri*mos[de locar m
rnT.ne 1, ^Kec.fe.-O L.ra. Sr presidente da mn.la. verbas que pertenreriam ao litlo sob que
provincia manda c.ommun.car a \. bxc. qu. .uto- | vos fallamos presentemente, e vos nlo deseo,,!,,?"!
nsou o inspector da lliesouraria de fazenda a mandar
pRar a importancia do prel e fulba, qoe V. Eic.
Ihe apreieulnu como mi uflicie, oh n. II.
Dilo ao chefe de policaS. Esc. o S-. presidente
ila provincia manda ercu-ar a rerepcao do oflicio
que houteir. Ihe dirigi V. S., soh n. CO, rom o map
pa dos Irabslhos da preaotona publica da comarca
do Km rormoso no mez oe juuho prozimo lindo.
Dilo ao meimo Por despacho derla dala aulori-
sou-s* a lliesouraria provincial a psgar as detpezas
feilas no mez de maio ullimo cora u suslenio dos pre-
sos pobres da cadeia de Garanhuus, conf. rme V. S
requisilou cm seo ollicio de 10 de junho prximo
res que principiando a lisiar da bibliolheca, Come-
("i' a colocar debauo de vi.....| albos parle mais
inleretsanle, lenno a mais vital de um eslibeleci-
mento como este, que sera duvida h a gloriado*
l'irlugoe/es em l'crnan liucr.
lie multo lisongeiro, senhores, o prograsso que
tem lida vai tendo o gabinete, uestes ultimo* an-
uos, na parle que diz raspeito a sua hiblimlieca, pola
que, no curto periodo que lera decorrido de sua
ln*lall*fS at boje, ja cunta o numero eiceicnie a
seis rail va lomes u que Ihe earaine una vida pro-
longada, e a (speranca de serein breve um dos mais
ricos eslabelecimentos que nasle genero vis|a no
a este res-
C. J k ,--* ----- j-....,. ,....1,,,,^ .,..-. tv.a..-.c. aia-.aii- |(e liesle gene
Iludo sob ii. 651 : o que communico a V. S. de or- imperio da Sania Cuz. N.lo calaremos
dem do Exm. Sr. presdanla ds provincia.
I)ito ao mu/ de direito da comarca de Gaianns. I
>. Re.*Jr. presidente da provincia manda secaur
a recepcilo do ollicio de V. S. do 1- do eorrente, e
reineller-lhe om ejemplar dn regnlau.enlo n. 1318
d* 30 d* Janeiro de 1854, deixaudo de ir as collec-
cues de lesa e deeisoes do governo de IS7, 1818,
1849, 1S53 e 1851, por ni haver eiempiares dispo-
ntvets na secretaria do Enverno.
Dito ao mesmoS. Esc. o Sr. presidente da pro-
vincia man la aecusar a receptAo do onicio, que em
6 do eorrente Ihe dirigi V. S. eom os meppas esta-
listicos da ultima sesillo do jorv dessa comarca no
eorrente aimo.
Olio so capiao do portoS. Exc o Sr. presdeme
la provincia manda declarar a V. S. qu vai eub-
metter ao coveino imperial o oflicio, que V. S Ihe
dirigi honlem. sob n. 110, solicitando i remessa do
Jornal do Commercio da corle para o uso deisa re-
partirlo.
Uilo ao l)r. Antonio Epaminondas de Mello.__S.
Exc. oSr. presidente da provincia manaa aceusnr a
recepcao do oflicio, que V. S. Ihe dirigi honlem
participando haver naquclla dala lomado poste do
lugsr d* eecrelario da capitana do porto.
-------------11:1
lie esta mola vital do Gabinete Porlugusz de L-i-
tur.i ; he do sea movimsnlo que depende o deslino
do eetabelecimentu.
Nao be possivel qne una in*litoi{a"o como cta
possa existir sem um peculio de contribol{6*s qne
cubrain as suas despezai que Ih aisegurem cum
seu redil aj uraa existencia piolonaada, anda quandu
veuha a esmorecer o espir lo de enihusiasmo que o
lem luiUndo progrtfslvamenla desds sua inaugura-
cao, lie aqu que te faz sentir a necessidade da sa-
bias resoluees, de medidas enrgicas do auno adun-
nislrativo, para garantir so Gabinete l'.ntuguez uina
renda estavel, in lepe.idente da coniribuic's vsfia-
veis que todos os annos se alterara e que assim romo
augmeotam, lambem ilganas vezet desereeem. i'-io
eiposlo cima vejes o que empregainos de exforcos
psra apreseniar-vos ivMa Sos mais aunes nm exce-
dente valioso, um -..di asss favoravel aos destinos
do abloete. Uado este primeira pasco, coadjuvado
cura a aceitaran que linios os annos lera lulo e vai
leudo o Gabinete Porlogaei de Leitura, nlo eslara
longe o lempo em que pocsamei ler o prazerde une
etonarmoaem esta propria, pura pouparmos os era-
barajos era que nos adiamos eom a pequenez da
que ora oecupaunis, e mesmo para salvar a enorme
despea que lodos us anuos vai tend o gabinete' e
d aijail, lalez uina resulucio enrgica de vossa par-
le u posta libertar.
Adminstratelo.
Sao estes os actos mais inliretsantcs de nossa ad-
ministracao que nos pareceu rtever sugeilar no vos.o
juizo illustradn e soiire i]ae contamos coin vo-sa
indulgencia afim de Jeiculpar-nos qualquer falla, Ii -
Iba antes da pooca pratira de suciedsdes igoaes a
noss, do qoe da dedicacao que em mis sobra. Reta,
pois, dizer-vos mais elgumas palavras de nao menor
inleresse.
Aehaado-ae algumas obras por enradernar, procs-
deno* como de coilume, e se achara a caigo dos -e-
nliores Miranda & Vatconcellos c Nogoeira. t)s alu
gneis da casa ein que funecioiiaqios.tendo sido embar-
gados era parle, por um henleiro, no lempo da pas-
sa Ja directora, foram novament reemburg.idos pe-
la fazenda piovineil:ela dirac loria lomandj islo em
eon-i lerajao, pode, felizmente, dizer-vos qoe altin
ser pago u embargo que exceda a .lUlijOOO. lambem
ntisrea o que te devia au lllu). Sr. I)r. Moraes e
Mlva cnnsenlior desle mesmo predio. Levamos tam-
bera ao voiso conheeimeiilo os artigo* addicionaea ans
estatuios que o comellio deliberativo, resolveu ap-
provar em sessilo de 3 d maio do eorrente anuo. SSo
us seguiules :
Arl. I. Stniseasao ordinaria do I domingo do
mez de junlm u;lo fur possivel que a ssaembla* ge-
ral possa concluir toles ni seus Iraballios, a mesa
.r avocar para oa domingo* segrales sem inter-
rnptaa aU que e ronclusm.
Arl. >. Lugo que i director.a envi commisslo
de exame de coutas a sua scnptaiar,ao,-Inventarlo
e mais docamenlos como Ihe pretereve o 8 23 du arl.
li lieaf a su.i gerencia ailium sraliva iiinilad.i a(.
-mi. les exped.ule e vigilancia sobre a boa ordem do
eslabeleeimento.
DArl. :i. A issemblea geral si considerara legal-
menie Constituida ama hura depois de ateada nos
annuncios pnblicos cora o numero d'accionlsUt que
se adiar presente, sen la as su ta deliberares validas
e obrigaloria* para todos ot inembroi du gabinete,
para os quaes vigoravam as disuotirOes dos artigo* n.
1.0 f,|. *
Estes artigos ficara approvado pelo coiisellio de-
peujendo da *anccjlv da a-emb ea geral,
Estatuto.
NSO deveis. senhor*s, perder d vista a necessida-
de de nina reforma dos estatuto) que regem e-te ga-
binete ; reforma reclamada pela latelligeaela a mais
mediocre.
Tem .irliso?, que Indos reriiiliecem incompleto*,
ili-putieoes incoherenles o lalvez arbitrarlas. A vos
cuiiipMeeiTsctoa-la, e outro slra organisar um
GABINETE PORTUGEZ
DE
.. K^a^ni'Tr'Btjmc.ym..
.\a qu.ni 1, .e Je tCCIuulstl ,1o gab:nele parlugoez
de leiiura neta citad, furcou-nos o dever lembrar
o filustre eonsolho deliberativo que buje lera de lo-
mar posse, os nones de algoos senhores leeionisisi
que jolgnuios habilitados pera o bom desempenho da
nova diiecluria.
Me san nm llovida, senhores, nm dever m- >
eoroa r.presenlaiiles eleilos pela assenUea geral de
18 do cfrente, escolher para membroi da futma
a linini-lrac.io, ptssois que sejatu luleiramenle cs-
iranhas a certas res.ntiuiulos provocados, nao su
no recinto do estabeleciinenlo como fura dille, tra-
tando apena* de fazer renascer d** de exclusivis-
mo, que trazem a pus si desinlelligencias que he o
qumenos pule convir a urna iusliluicao como a
nossa.
Sobra o eomelho daliberalivo recahirao as censu-
ras da ni,' esculla, e sera' elle prtanlo o respnn-
savl pelos actos de qualquer directora ; e be por
l*to que lomamos o cuidado de lembrar para a r.fe-
nda sscolha os lllms. Sr*.:
Fl lOCteo de Asis llrilo.
Bernardno Uomat de C.arvalho.
Antonio lleuriques odrigues.
Aureliam. de Almeida Kudrigues Isacc.
Manoel Itiheiro Basto.
Ur. Daniel da Silva Itiheiro.
Francisco Jas Pacheco de Oliveira.
Mtfloel Ferreira de Souza Barbosa.
los Joaquim da Cotia Man
Joaqoun Correa de Betende Reg.
Jo.lo Omr no (le Aguihr.
Joao de Siqueira l'err.lo.
Antonio Jos de Siqneira.
Josc Joaquim Lima Bsitao.
Miguel Jos Bobo-a Uuimaries.
Joaquim Antonio Pereira.
Joaquim Anluiics da Silva.
J nqoim l.uiz do* baotos Villa-verde.
Joaquim Martinha da Cruz Corres.
Jo*e Jernimo da Silva.
Juan Carlos Coelho da Silva.
Anlonie Joaquim de Campa*,
Jos lluarle das Neves.
Joaquim ferreira Rolechild.
Ignacio Pereira do Valle.
David ferreira Bailar,
Jel* Lelo Mari|ues.
Jos Arlbiir Pinto de Abreo.
Bernaiiliuu lluprat.
Augusto Hilarle de M rara.
Joaquim Monleiro da Croz.
Auloiim l.uiz de Oliveira Azevedn.
Brasroo Jos de Mello.
Jos Joaquim da Silva.
Jola l.uiz ferreira Bibeirn.
Jo. Moreira Lopes.
Jo Airas Lima.
Manoel Antonio de Carvallio.
Jeto Jote Itodrigues Manda*.
Antonio Guoralves de Oliveira.
I'm socio inalallailnr.
a Artista celeste que lera em sua ui3o o inundo, 00-
culloU'Se na archa de um venir !
(Ih 1 mulher feliz pela insosagem do ea, fecunda
pila virtud do Espirite Santo, du ein dj iii.nl siluo
o dasejado das naques !
(Ih Virg.ein gloriosa enlre todt*a* virgem, su-
blnue cima de todos o aatro* que alimentaste cora
o ten lele nquelle qoe le creou qu indo se fez me-
nino.
Oh Mana, s tu qoe por leu adurave fd|ho nos
reslnues ludo oque a infeliz Eva nus fuera perderl
E't tu que abres as portas dn ceo, pira que nelle en-
Irein es povos degradildot da leira Tu es u cami-
nho para ir ao mais alto dos res ; s a casa real res-
plandecer de luz. Oh nac/Bes qu fosles resbala-
das, applaudi vida que vos fui dada pela Virgm !
A proposito da liarle qu Mara lomoa no ravi-
terlo da Encarnacao, a Igreja falla a Deot uestes
termo*:
Oh '. Dos qu* por nielo da Bnnonciac<1* de um
anjo, quizesle que o tu verbo lomasse um eorpo
humano to selo da betnavenlurada Virgem Mara,
cnucede-nus, que junio de li sejaraos ajudados pelas
lulercesses desta mesma virgem, pjr quera livemos
'orle de recebar o autor da vida, leu filho Jetut
Christo Nono benbor. a
Ou eutAo nastes outros :
Sempiterno e oinnipotenla Deas, que cora a coo-
pei.i(.i. i Espirito Sanio, preparaste a alma eo
eorpo da glorio** Ma.ia, virgem e nuil, llln d que
nierecatsu ur ;, ser un, diga0 laberuacule pira leu
I'libo, con leu lo-no* pela piados* inlerressaa des-
la mesraa virgem, cuja eoinmenoraCalo enche-nos de
alegra, queHjamos livr dos males que nos amia-
<-ain e da mora eterna, i.
I anta vezet no anuo, era lodo o oflicia do da, a
Igreja diz anda islo a Mana :
<>ii : Mara, virgem sagrada, lu es ditota e dig-
niasima de lodos m louveres, por que de leu .. i i >e
levantan o ver.ladeiro sol de jii-t ea, Jess Chrislo,
nosso Daos, que apagando a mu in... Itoate-nos a
beiu-ao. e r infundio lo a mu le, auu-uos a vida
sempiterna. Eia, poi, ora pelo pava, Interven pelo
clero, interceda pele* tnulhere* que to dedicara a
Deo- e faz- c un que lulos nquelle. qu celebrara
lust giandezas experiineulem os elleilu
leccio.
E depois a lgre)a acroccnla o seguiit
aula Mai de Daos, aos nos refugiamos dbiiio
da la prolecco. Allende t suppl cas que em not-
os neeeasidade* le dirigimos ; mas, virgen gloriosa
e bein tita, hvra-nos sempre de lodos os perig i*, u
Durante cinco mezet <\*t auno, no liin de tuda* as
horat cannicas, a Igreja rpate anda esta lerna
oraeio a Mara :
a Salve, raiuh.i, m.li de misericordia, vida dururi
e-.i-r^n -1 no*** ; at; bradamot os degradadoi Gibe*
de Eva. a ii susprimos gmenlo e charanda dle
valle de I (grimas. Bla pul*, lvegadl nossa. stet
vosso* olhos msaricordosos a nos vulve. Oh! cle-
meute, oh piedosa oh doce sempre virgain Mana,
rog.n aOeo pur nus e depois dest* desterro inoslrai-
not a Jess, bemdilo fruclo do VolSO venlre
as ladanhas de Mana pira 0 uso dos fiis qae
quercm cantar os seus privilegio* e glorias e implo-
rar a sua protece-iu, a Igreja aii.inou-llies a cha-
nia-la :
^pb^i.'e.;:;';::::;/;.!;;:1'' *- -ga. ^^ jzzzrzzzz
A.mulhere.de*mMr,ojai.....u. naridni uESPJfJES!0 *wrtM* 1ue evomos
Cdiinao rvenhor, por que o Inunem he a cabera da ,, c,,"*'
mulher como Jess Chrislo be a checa da Salvador -"Om deatas lantr"rnas monstruosas qu3 s3o
da Igreja, qoe he seu corno. Portento Bisim rom,, a PI" P*qiiciio nnini'rii, una inilinidiidi' de 0u-
Igreja he aojeila a Jesos Chri'l a-snn as muiheres tra* se l'a/.nm nitar i or sua elegante struc
deveuii em todas as coota* ser suj.iat a nns man- tura o riqueza dos seus ornamentos
do. Mallos, ama, vutsas mulheret como Jess A miior parte s3o Jo forma fJeKaSOIla
Chrislo amou a Igreja e deu-se pur ella para a san- uas i. ,i t ." lorma nexafeona,
Hftear, pnriftcaado-a p.la lavagem da g. ,,, H f,"l',u,'ds ,de b P'neia de pes de alto.e pe
etneto de largo, enceixtlliaos em pao en-
eroisado ou dourado.
Os painois s5o formados da una tela de s-
cula ia. Assira os ni.mas jevem amar ana* n>uth*. Ja 6a' c transparente, sobre a qual pintam
res como seu prepfio crpo. Quem ama toa mulher, flores, rocliedos, animaes e algumas figuran
nina a si tuesiiio, porque miiguem jamis na., ahor- ttumanas.
As cores empregadas na pintura sao muito
vivas, e sobrosahein pelo relelo de grande
numero de velas acezas no iuterior.
Os 6 ngulos s3o or.iinai-iamente sobrepu-
ja.los de figuras esculpidas o douradas que
rormarn a cortia da lanterna. Suapendem-sev
em volu bambolins de setim de todas as co-
palavra da vida, afim de que appareces'e dunle dal-
le gloriosa, sem mancha, nuil ruga, nem cou-a algu-
ui. d.'sagra lavel ; alin deque fuste santa e imma-
receo sua cama, ,,, nutre-a Irala-a ; be astim
que Jess Consto tez a respeilo da Igreja, porque
nus nutres (qua formamos a Igreja) toinis ns mem-
l.r > de teu carpo, de sua carne, de seus ossos. He
por iiso que fui dilo que o hamem deixarn pal e m3i
e se unir a SUS mulher, e terflo dous era uma t
carne. oEsle acraineute be grande : eu digo era
Jess e na Igrrja. Pur i-nli ca la um de >us ame lea
mulher como a I propria, e a mulher leoba um le- res. que uSo'esiVodom" n'em V hlr"...^^
mor reverencial a seu.tuarido. a nuadros 5LO"aenl nem a luz, nem o
Esta passagem que respira a mainr simplicidade e! p.i.s !,. ,- .
a maior ternura, be magnifica e sublime e mleira- internas sao 15o Vf riadas pela fr-
menle digna do gian le espritu de s. Paulo, o apns- 'na como pe* materia ompregada para as
lulo que meliiur conlucsu os mvsterios de Jess {*zer- Lins s3 triangulares, cambadas, cy-
th/l,lu- n .lindricas, em bolas, pyraroidees : outras em
ttrJs^irrissS'jz! lzx:^i\? noresde ff ucios-de ^ei-
prelar a mulher mas de ,eu lado. ra**eea.. f"', e ,c,,SS!,.dB >". depapel.de madre-
besse que a mollear be sua companlieira e tus igual, I
^orre0|foni>eneia.
Sania alaria,santa m.li de l)eo.Santa vir-
gem das virgen*,Mil de Jetas Christo,Ma"i da
divina graca,Mil do Creador,Mal do Salvador,
Virgsm prudentisiima,Virgem dicna de ser ve-
nerada,Virgem digna de ser temor celebrada,
\ irgen podtrosa,Virgem clemente,Virgem fiel,
Espslho da juslica,Sede de sabedoria, Causa
de nossa alegra,Vaso espiritual,Vaso honroso,
\ aso insigne de devorlo,Bota myilica, forre de
David,Torra de manim,Casa Inorada,Arca da
allianr,*.Pnrla do cn, Edrella da manhaa.
Saude doseufermos,B-fugio dos percadores Con-
soladora dos afilelos,Itanitia dos aojos, Bamba
dos palriarchas,Itamlia dos prnphelas, ltain'.a
dos aposiolo*.Baioh i dos mailvies,Baiuha dos
confetsores,Bsiohadas virgens,Uainha de lodos
os santo*.
Finalinenl" d Igreja poz oa lincea e mehor ainda
no corae.lo de seu* filhns, para anea repelissein lo-
dos os da*, e muilas vezes no da. e-la sublime e
terna oraran a Mara, a qual compotla das mais
bellas passegensdo evangelho, que thc dizem res-
peilo, resume em poucas palavras todas as suat
grandezas, todos os enluncntos coin que (levemos
reu ler-llie um culto e (udus os bens que podemos
della esperar.
o Ave, Maria, eheia dagraea, o Senhor he cmn
voseo, bem dila suis VOS entre as muiheres. bem-
di lo h* o fruclo do vosio venlre, Je-us. Santa .Ma-
lla, in n de Dos, rogai por nos, peccadoret, agora
na liora de nosaa morle.
Anln, segundo osla magnifica e piadosa lingo.i-
gem da Igreja a respeilo de Mana, nSi de Deus fi-
formada da mesma carne, e que elle deve cunteguiu-
lein-uie araa-la como ama a si propria. (Ira a pat-
sagtin de S. i'aulo que s acaba de ler, snsiai-ae*
que quando Deo* fortnaia atsim a primeira mulher
do h nncm a lorm-cido ao pe ti uma arvore, teve
liante dos olhos a l la lo de Jeso* Chrislo adormecido sobra a arvore da
cre ; do mesmo mudo que ajeando, na creaeau do
humera, um a alma e o eurpn em nm so comparte,
leve dianle dos odios a Jeus Chflsln, no qual a di-
n I id* e a homnida Je deviam aeir-se era uma t
i. Bel paasagtmdeS. Paulo entina-nst que
no momento ni,i.....era que Den. obrava ein figura
o i pessoa da Adao no paraito lerretlre, este grande
myslerio da Igreja que devia raalisar um da em Je-
ss Chrislo sobre o calvario, o revelava a Ada, de
sorle que esle ac. lando de seu myslerloso somuo ou
la pro- | de seus exlatrs, e ven lo Eva dame le si, axclamoa:
(i Esle nnvo ser (|ue vejo aqu he o osso le meus ot-
sds, e a carne de minli.i carne ; por isso o homem
Uiiari pai e m.li e se unir
lloaio so mysUrie da Igreja. Esia passagera n s.
Paulo ensuu-nos linalnieute qde nao he parque Eva
nasc ri dn la lo de Adao que .. Igreja BSSOJa do la I*
de Josas Cl rislo, mas que Eva naseara de lada de
A liln, poique a Igreja devia nuscer do Isdo-to Jetos
Chrislo; Islo he,que nao ba aniaa do homem e
da mulher que fui o lypo original, o modelo da anido
de Jtsus Clinslo e da Igreja, nus qoe he a uniSo de
Jesu* Chrislo cmn a Igreja, que devia cansumar-se
>>a plenituiie dos tempes, qoe foi o l\po ong.nal o
m nielo da una., do homem e da mulher no proei
po do mundo ; ou antes que as condicoes du etpon-
talicio de Je-us Cliri*lo e da Igreja ni', foram esla-
belecidas sobre as eondicet qus lisos lixara ao
oa-anieulo dn homem e da mulher, mas que as con-
dl{dado calamento do homem e da mulher t foram
eslabeleci at sobre as rondicoes qu Deot vara ao
esponsalicio de Jetus Chrislo e da Igreja; que Je-
ss Ctiristo nao se anira indistoluvelmenl a uma s
Igreja, por qoe D-os anua ind ssolovelmente o ho-
mem a uma su inulher, mas que Dos uni o ho-
rnera indissoluvelineule a uma mulher, porqu om
da Jess Chrislo devia unir-se iudissnluvelmeiil a
ama Igreja ; que a unidade e ndissolubnlade do ct-
p Malicio de Jess Chrislo e da Ig.cja, nao foi cou-
sequencia da unidade da inaistolubilidade do casa-
uieuto do boroem e da mulher, mas que a le d
uuidade e da indi.solubilidaJe do cas.m.nto do ho-
rnera e da mulher he uma coneequenc* da unidade
e da indissolubilidad. do e-punsalicio de Jesu e da
Igreja; e finalmente qoe a unijo de Jess Chrislo
cora a Igreja uao he um gran <* mvslerio, porque re-
presenta a unan do homem e da mulher, mas que
a unan do homem e da mulher he um grande mys-
lerio e um grande sacrameulo porque representa a
ailo de Je*us Chrilo e da igre|< ; esta be a signi-
ficacao da gran le palavra de S. Paulo: a O msin-
monio be um gran* Sdcianieulo em Jess Chritto e
na Igreja. a
S. l.!n\ sus lomo nao poda dominar a tua admira-
t.lo a' vista desla bella e maguilica passagera em que
S. Paulo, ou anles o propriu Dos, propoe ant easa-
dos por lypo de sua allianc,a, a unnlo inefavel de Je-
ss Chrislo cora a igreja. Rile nao poda dominar
a sua a.'miiacao a' vista da tublimidade desta ,iu.
Irma e de su.i elicacia para esidrilualisar um acto
que o sensualismu linha al entao degradado.
a l.mo lie. pergunl.i elle, qae segundo esta d.>u-
Ifina de >. Paulo, detxaria o inalrimunio de ter um
grande sacramento-.' Veda esta virgem chrislia,
enerrada at entao na casa ein que nascera, liando-
per iso mesmo, ex
lodos os anjo*, de lodos ot santos, de lodos o* -ere-
creados que nada lera que Ihe seja superior a n.io
ser Deus que i formou, e elevou ao mais alto grnu
de grandeza a que uma simples crealura pode al
Ungir; uma mulher, dominadora de Sataaa
umphadora du peee.i'o, alegra do cn, delicia da
Ierra, lerror dn inferno, ralub.i de lodo o universo ; rt
orna mulher, mili do bom toccorro. mediadora de JhreZTTn.," a""!"ei Uti "*
perdi, e canal de teda a graca, de toda a asparan- \'**/"A. ,?' 1 ff,,S1 ma" P'o'^.menl,
ca, de lodo o merilo, e de Indi a consolacan, de- '"' h re qUB .,a',e"",n""0 5" ?
pol. de Jess Chrislo que he a font. deelaVcoot...\%J*.CfJSS* que S" ,,1B', "ls" : E,t'
acrescentaudo anda cmn n
s Lliritlo e na
razer que ae Ihe* lira -us tiln seu* llietourot!
lie considerando toda* estas cousas, lie cnnsi.ier.in-
do esle grande acto pelo qual dous jovens esposos,
_ deixando cus proprios pas, uuem te da mait inli-
tri- "la mailclra forman orna sociedade mais perfeila
i^'ii, a. I do 1ue aue P',e resallar da mais familiar mais
anliga conversarlo ; he considerando que nao he
pol. de Jess Chrislo que he a fonl. desla cousas. ,"d ''* ,'h. "t' q S- '
Emana patarra, o mv.leri.d, [nearaaela f.llt- afllSitil t cr,t>ceB,"8
ns sempre de uma mulher que o filho de D.n. as- 'S"^!^?0.;-?^ Rri,"d' tm 1"a
PUaUunsco.
isa! \t
egovianle de Iruu.ri.Esses desalmados bo-
farinheirus, de qae ja' mi cenpainos de outta vez,
anda ijoarta rer* desla semana lizeram uma das
suas multas Iralaniaitaa ruin um pubie mstiitn, *
quein vendern pes-imo madapela* por esgulau !
Not mesinos o vimos era um madapolo i aro, c
luo cinto, e de lecido a' imitacao da brelanha, mm
c.irregadu de gomma e cum lustre proprio da fazenda
porque era vendido ; alera ditlo, o arranjo material.
o dobralo, ot papis doerados filiaba* concorriam
para a inyslilieacao dos miseros ignrenles. A exis-
tencia ilesies espertalhe* he reconhecida por lodos,
asslin como lambem o he que elles empregain artifi-
cio doloso para haverem parte do qn eonstltue fortu-
na aiheia ; eomo pois andam As claras pelas ras des-
ta cidade, Sen que baja qum delles se impuile? He
evidente qoe es.es ni lividuos rommeltem um crine
definido era nossa legitlaelo, prtenlo eeavni mo
tolerados eom essa iroponldade de que al boje b.lo
gozado, em detrimento da populacflo Inexpeiientc
.i qoem elles soem alacar pa emba .
_ Jal-Tna aberi,, /,, dn< ,lnrns mareaittt.~-
I orqn ra/ao In de conservar-te hera ate ns III ho-
ras da noile orna cria taberna no becen dos porlos,
quando as demaissu obrigadasa fecharcm-s* .ii oilo
nos dias ulew. as seis nos santificados'.' Ooal o mo-
tivo desst ditTerenca, exceptao ou exclusivismo V
N*o nos pude certainenle occorrer qual elle seja, e
Beses ignorancia rogamos a quem competir que
manda-* fechar ao mesmo lempo qae a. nutras, alim
de ce<*r etse poni certo de leoni.lo para o a'niau-
lei de Baeeho, que all faz*m quanlo barulho lia
gallnles Taques, e viea-preaideala da nwne Dr.
Joaquim Pires Machado Portella. commendador
Antonio Joaquim de Mello, e aos II.ms. Sr*. Ur*
Pedro Aulran da Mala Alhoqueique, Jo-e Mooli
Cordeiro Gillhy, Manuel Pereira de Aloraes Pmbei-
ro, Jos Narciso Camello, Jo.-e Snares de Azevedo,
JoAu Dinlz Itiheiro da Cuntia.Anloiuo Alves Cabral!
Agoslinhu Emeluido de Souza l.-o Jnior, Pedro
de Calaslles, fre Lino do Monte Coruiello e Suuza,
Jo.lo Irauei-eo Paes lur.tu, ('.aspar Anteara Viei-
ra (iuimaraet, II. Iluperron, Ja,c Im ai- das Ne-
v*, J** Joaquim de Parla Machado. Manoel Bo-
drlfcaea do Paseo, Juode Barras h'sleao de Albo-
quprque Maranhlo, e ce r*lac.6ea do Arena.peri-
dico da l'anildade de Direito, ......Ptogreeso.a da
Ensalo Phllnsephic, e......a Diario de i'ei'u.ini-
bacoB ptla nlferta qne [ez do orcamenle da receila
despeza provincial. O Allifne IVinainliucano e
ao Sr. Jos Anhur Pinto de Abren pela nll'eila do
retalo de Alineida Carrell, de sua producr.lv.
Diploma*.
A diraelaria pur propesla son, e apprevaco do
cnnsfllm delibealivo, envin diplomas de soem ho-
norario ao Exm. c>r. Banvenuto Aogu*ip no \\ ,;,_
IhSesTaques, e de beneioeritu au Illas. Sr. ,l". ,.
Arlllur Pinto de Abren.
Movimenlo dos leitnres.
Aeeionisl. Snbscripl. Vislanl. 'i ilal
peito uma enconnenda fela pela directora Iran-
sacla ao Sr. Antonio Mana Pereira, de Lisboa, de
algumas obras que t ja nns nao (..rain reroellidas,
devemos ao atraso ert) que firaiiMii naqaeltl cidade
as arles pelo mal que lerin nes,e anuo a populado
periugueza ; niat brevemem enfilara'o gabinete
mais asa* ohrat no numero da* que aciibamot de
meaeionar.
Offerlas.
Tendo sido ollera los ao gabinete daianle nossa
adninislraci* li olumes de diversas obras e ou- I '"'"^"'o Interno que tirva para corrigir ut abusos que
Iras publcenle. ; cumprr-nus agora registra* um I se 'll'' no t"zu vnto de cordeal agradecimenlo e eterna gralidao que i Pfacur"ln exnrbilar da esphara das netmaS atlribui-
devemns aos Exnis. Srs. presidenle de Sania Ca- i '''"' "" l,eccario pois quo .se deera providencias
Ibarina, dsia provincia ilcnivrnutn Aogust* de Ma-' v"" "a" aeaUaoaren os livro., ilm do piazo mar-
cado, fura lo gabinete, por que alera de inlerrom-
perera a leitura que poderia larililar-se. tendo re-
collnda a lempo, acciesce a delennrarao cm que al-
gn* se achara, pela mulla iudelgeucia navida ale
buje cum alguus assucialot. Todo ilu vos lembra-
not como os mais apto* para o desempenho desdas
funcc.es. como mais inleliigentt. e mais proprios,
para deliberar sobre negocios de tanto momento.
Emprega lut.
(Juerendo terminar aoto|Uabalho, o.fatem*a ocu-
paudii-iins dos emprega los.
Ot bebliolhecanoa que se arbam em eierririn rn-
nbecidoe eom es nomo* de guarda e jadanle, nao
poden anda ser lien, eouhaci los.poi Ii. pouen lerem
idoprvido* nena* lugaies. n......... ,.. sr. sttiu,
enpregado de cobrauca* coitheceniu, que ha activo,
e lem cuiiiprida rom seas deven.
Sena porem acertado que o lugai .le bibliolheceriu
reese prvido de pessoa que emh ira percebes** maior
ordenado tives-e alguus eenheeiroeiiloi e pndetst re.
pansabiluar-s* pela ordem, ef..ei.., de lolaa biblio-
Iheea tomando-a igualmente por batane, por une,
emliur.i .i|i|)arec(in riireelorllmOde|luell "
i a poderaa evitar qualquer e\ir iv.......
a rolin* at arzor* sekuida. Ns(e senlido propuremos
aoeonseiho deliberativo mu contrato, que infeliz-
mente ii.it f.u approvade.
Bis am senhores, .( que r. uno*, ai l.i os da loi
mos remecer pi 11 ..-. li r as n i
actes qne i..... i,- ,, n poso na balan*; i em qe
lem sido pesados us actus de outras directoras que
^ nos precedern e confiara >t ia i lena conseeneia que
la temos dos exl r(oa empregadoa pa eonseguii o
>i. tneiorbem postivel ae Uabinete Poriognei da Lei-
1 lurri.
Ningueni an mrnus deiaer de respeile **le no-
bre orgalho que sentimos agora vendo coroadi.....i
so trabalho eom o benevnl niao do votsn acolhi-
mento, nica recompensa que sempre almejamee
Fem* cuiiclui.to.Anlnni. Henriqn* Hodngues,
viee-director.Anausle Duaite de Moara, I- tecre-
lario.Iiaocisco Jas Pacheco de Oliveiia, llictou-
reiru.
enciou a -i para rtsgalar o mundo, para salvar o
mondo, e da salvarn dn mundo qne esle lilho de
Deas enneomou pelo consealimenlo, virlude e co-
operaeni desla mulher.
Desde entao a grandeza nnica, tflo a lmiravel. Ido
iiicalcolavel e tao incomprehensivel ane o myslerio
la Inearnac.lo revela ein Maria, reliarte sobre a
mulher. e>a ecnnoniia do mvsl-rio da liicarna^ao,
. vi la sabio do mesmo sexo que inlroduzia a nor-
te ; o sexo qoe na prineire mather, leudo concebi-
do em sen curaco n peccado, cansara a ruma dn
mundo, lornou-se a stlva;,lii do niuii ', na Mu-
lher por excellencia.n na mulher perfe la, qn- em
seu leie virginal concebea a graca c a santidad.
O sejo lio hiimilhido pe' Eva acha-se exaltada
por Mana cima de toda a idea, A Beindila en-
tregas muiheres he a honra e a gloria de ludas.
Eia onis impotsvel que a mulher roiitiimae-e a
ottCDCJO ?tr Considerada coran um cr impuro e malfico,
Blguerri meaos sensato, querr cnucluir a ,n'ra povos que erem no nij-lerin da Incarna-
eXactidi J de Semelhante noticia visto nue -'"' '"' ''* ""ylerio de Deus salvador concebido
por orna iniilher e nasndo de uma mulher. _
Era nnpotivel que o mylcrin da mulher Mli h
Deas uo rellaclisse alguna cuu
cencia e de -eu esplendor sobra a iniilher mili dn
homem, sobre a mulher em geral, e nu Ihe con-
ciliae o respeilo, e veneraco dos povos, que creem
ein Je-ii* Cbrist. E cum etTeito, vemos que pur to-
a erenca no myslerio da Inearna-
ido ti cnlli de Maria. a mnlher
Srs._rolactores.-o arrematante ila c;m-
servaC3o da estrada c'a Victoria nade rea-
Ponderia o quevam publicado no Liberal
ape de lioj-, sob a npiaraplie tactos di-
verso, coin visos de noticia cotnmunicaila
ae >anto Amaro JaboatSo, se por ventura
nao suppozesse, que ulvez da seu sil
os homens em geral sSo mais propensos .-
orinar uma idea desfaaoravel de seos seme-
mants, do quo tazer-lhes a devida lustica,
tomandej, or medida e si proprios.
Islo posto, liiiue saben too tal notfciador
que he somonte em defferencia ao publico.
que eserevo estas Mullas; porquanto tendo da n parte one a
sattal ito as condites de meu contrato de J*"1."" !?*?**
Todas as maravilhas da pyrotecboia se juu-
tsm as da illuniinagao para dar mais bri-
ihant'smo a estas festas nocturnas. *.\5o ha
chine/, abastado qae n5o prepare alguma
peca de artificio, e por toda a parte repusos,
estrellas, a ctiuvas de logo, alluiam e abra-
zam a ntmosphera.
He mais fcil descrever esta fasta que de-
termioar-lhe a origem.
Os autores chinana citam factos e anoloc-
las antigs para Ihe explicara instituieSo O
mais verosmil de suppor he que esta festa
nocturna linha alguma relacSo eom o anligo
culio religioso da nc3o
KMUKIAGUEZ ORIENTAL
a Kuropa liz a Patrie} ja possaia-ainda
mal .-- tres meios de embriaguez o vinho,
a agurdente e a cerveja. Depois da conquis-
ta de Argel, e da campanha da Crimea, de-
pois que se abateram as barreiras entre o
Oriente e o Ocidenle, depois que a China dei-
soude ter muralhasou fortalezas para uos
oppor, o opio e o hascliisli ameacam invadir
os nossos costumes.trazen Jo-nos dous meios
de embriaguez mais perniciosos anda que
os tres rjue ja tinhamos
0 embrutecimeuto, a alienacao mental, a
magreza, o delinhamento. a impossibilidade
le applicar-se aos mais leves trabalhos, e a
pardissouma avi lez invencivel pela subs-
tancia que pro juz todos esses transtornos,
s3o os syinptoinas que no Oriente nos apre-
senlam os ihenaki;
Vejamos agora os effeitos que experimen-
taiu nos uossos climas temperados, aquelles
que procuraoi iniciar-sena embriaguez do
hascliisli :
Freoarei, diz o doutor Schroft, uma
mlusao eom tres dracninss de cannibis in-
dica a seis oncas de alcool.
I'ei-a a tomara um moco le constituicSo
dbil, n'nma dse de duas oncas pela pri-
meira vez.
AOcabo de cincoenta minutos, o pulso
lrouxou-se de 82 a 66. c depois tornou a
Nao tardaram a manifestar-sc ideas ale-
gres e grande tendencia para o movimenlo.
Umasensacfiodeprazer, partilo do esto-
mago, foi ihe correlo o peito, at chegar
a cabeca.
Sobrevieraoi-lae zuidos aos ouvidos, ca-
jo sentido se foi embotando : os olhos in-
jeciaram-se-lhe, e tornaram-se brildantes,
os membros entorpeceram-se.
Too-.ou entilo a segunda dose, que cons-
lava de 4 onSas.
O pulso, na primeira meia hora, arrouxou
en a 68' vinte minutos depois chegava a
Seguio-se a isto um grande peso na cabe-
ca e fortes zuidos nos ouvidos. D'ehi a
pouco vim-se as cartidas batercm eom
forc, e a face eniumecer-se-lhe.
O pulo elevou-se a Ii*. Maoiestou-se
entao um accegso de delirio. Ria. canta-
va, daucava, dosordenadamente ; e davam -
llieveuetas de quebrar todos os obiectos
que Ihe appareciam a mio.
a ui pomo se Ibe tioha augmentado a
lonja muscular, que tres homens vigorosos
Jillicilmente poj.am segurar nm individuo
lito I.an'.iuo.
ao cabo de nm quarto de bora, cabio ba-
ndado em suor.
Vinte minutos depois, lavantouse, e lat-
gou a correr cora grande rapidez por todos
os cantos do vasto edificio em que se acha-
va. custou muito aagarra-lo.
Tao embtala huta a sensibilidaJe, que
laudo elle murros e palmadas eom lod a
torce em cima de uma mesa, nenhuma im-
pressao senta
Meia horH depoiscahio n'uma prostracSo
ecomecoua ver dous anneis amarollado,
cm cada olho.
Estas sonscaos, j se vt>, n3o sSo muito
para tentar. Apezar disso, os que uma vez
as espertmentarain, ganham uma piixao
invencivel pelo hasenish, e querem-no a to-
do o cusi
-Mais de uma bella intelligencia tem ja
succumbiio, victima de uma tentativa ; ao
principio. J. pouca importancia na appa-
rencia, mas que depois se converte em ori-
gem de uma paix3o dessnfreada.
ns nossos bebados vulgams nao sflo nada
em roiiiparacao djs que provaram uma vez
aquella substancia maldita.--Dos queira
que o csemplo do peiueno numero de victi-
mas que o haschisb tem ja sacrificado cui
l'arts, se nao torne contagioso, e quo a ve-
llia Europa, tao prxima ja boje a decaden-
cia, evite, por lodosos muios possiveis es-
se novo llagada.
Ha ja niuiios seculos que os orientaos d-o
ireja. .Nada he mait evado ; porque o esposo dei-
xa seu pai para ir utiir-se n' sua esposa eomu Jesns
Chrislo deixou o Ihrono paterno para nnir-se a' igre-
ja. Assm. pois, esto sacramento he verdadira-
menl GKAISDE, mesmo aos olhos dos hornea! ; po-
rm quandu o cuusideramo* como leudo eu lypo em
Jess Girisln a na iarejs, nao podemos exiniir-nos de
eou.i lera In como uma cousa miraculusa apta para
ansorver toda noasl adnairajao.a
Esta dnulrina de S. Pealo reveloo, dos, rellenes
novas enlre o marido e a mulher, relar.es que o
paaanismo e a philosopha nlo cunhecaram nena po-
rJiam conliecer ; relacAe mysleriosas, sagrad, di-
tinas qu fa/.eiu du casaineniu nina cousa misteriosa,
sagrad, divina, um grande sacramento; queele-
vaudo-o ao mais alto xrao de .luui.ta le e de aran-
dea, imprimiram-lhe um carcter de santidad, de
poreu,de lotegridao qoe nao lem nem,pode ter en-
tre os povos que nlo lem a menor idea daetea luella-
veit retardes, e cojos o'.hos conseiioiiiletuenl liiot
sobre a vulopluosidade e sobre a carne, nlo podem
elevar-te bastantemente altn para ver no cas*manto
n< encantes do pndnr e ns bens do espirito. Mas es-
ta elevacAo du casamento, de uma cousa inteiraraeii-
le lerresde, d ura conlralu civil que era uina cou*a
inieirameiile celeste a a ura grande sacramente. be
principalmente era honra e proveito da mulher.
lie por e-la donlrina apostlica que a Igreja lemI
bra aas esposos no dia de sen eaaaaaenla, qoe o rnris. I taalomunho da inseusata paixo dos the-
1.1o aprende a ver em sna molher a mesma isreja i ["*k P'<<> hasilisll. Os mil 0 tUO das con-
es!',rtle,SevV'C0 h0 f,'" !'or ar--<""ntaci-o na
estrada da Victoria, e por idmioistracSo. n
que eili paililha su cora Den*, rom exrepciln dos
I roprios anjoa, e que eotnmuniea a seu sexo.
o (Ira o hornera, ven in l)u honrar a mnlher
deiro chrislionlsmo, o raatrrnonioentre oschrlsUloe, rii,.i| e dlss-|he : Vou mandar corlar-te a
por itao mesmo que repretenta a allianca de Jases c""l'Cai er" castigo do miseravel estado era
miii-
cora
Julho a sGiemtrn
Oulor.ro a deitmb.
I
Janeiro a marc/i.
Abril a juuho.
-. "l-
T,'J.Vi
2 307
2,6i0
l, '
i ,2 12
1,513
i,i;;
1,853
674
S2G
Chrislo e da isreja. be ura vrdadeiro sacrameulo e 1UH l,ie JDCas-te Com teus oerlidos con-
"' mesmo lUf GRANDE SACRAMENTO. seibos v
Etta circamslancia, pois, contribue iniiiln, tam-
bera para elevar e furtalecer o Casamento chrislao e
a cuu lico da mulher.
(/l/CHI.l
PI
onde uma
servwjo na estrada da Victoria,
i;[",mTla^ fez acreditar que esse Ira-
iMh^siideviasercxccutado prr addunis-
l^moatra que o deleito estaos homens
o n.iii no systema.
lu verdade, que no contrato actuelmentn
preqosgflo multo mais vantajo-
is c.,iic.,s ,,, equitativas: mas
anda assira na .epoca em que o p ir
contrato teve; lugar, oulraa alriam ,P8 w
uXeqnteex2ntodnn?I!! ''""M""- s" rS8e '" """'. '' '"- "'""
va i-se.s-m.-m. ,".Vlua,1,u niaonil.. ,1a-:. I ud, ,|Ue'li,erde. a' ultima deatas pequenios*
*,,,.,, me*mMd'"icoldadps,e embaraces I n't> minh. lilh... ovi bem, ha m qoe ,.
'" '..'"' exisle I re,-. Allende, se as ollcjardes, IIen.1e-me na
pma, com empreiteiros sizudos de """""' "*meoolho*, a mim que tou vosa mili, e
ii. i do Sei hor -le Indo a
i'M- tente
sus e
un
ta-
rea amargamente como l'edro.
fl Alim de que a mullitr os*e retptitada em lo-
ls ,is Idades, em todas as posic/See, lleu* qu' que
Mana, a bem fetnra dn humera, u lypo da inultier
i Renerada, consagrawe Inda* as idades todas as
eondices de eu sevn ; pois com etTeito Maris ."
".....e-inn lempo, nni.re fillia de re e molher do
pilVO, (|OB iiiliav i i. SU l-io de c i-l.l dia e..... o lia-
llalliK i|s s,,s iilus ; fal \ilylti e mi., BSOO I I
vulva, innoonle penitente ; e depois de ler rea-
gala lo -en rvi> |" cusa das mai. crueis dures, de-
I n- de lelo rehabilitado pur todas as virtudes, ,|e-
poll de l lo salvado fa/.en.io delle n iii-lrumeulu
5,819

' i".
1857
l.eilures e visitantes, letal I9:(
Movimenlo dos livros.
.Iiilhu a Miembro.
i 'iilt.brn a dezemb.
1858
Janeiro a m-rco.
Abril a junho.
Entrad -.
:.-.'i,
,i:J
i.i;n;
1,398
Sahi ias.
'. C9N
i .-,
i .7 (7
,l>9ti
1.1 I.
Tolal.
9 :'ii
9,065
'i 193
!, 91
37,01"
Movimenlo medio meiisal de leitnres c visil m
les I,t;i7.
dem medio mental de livros :!,(is7.
Pelo que atabacuos de eipof-ve," podis com-
{&0mmnncabo$.
b.., fe, e que disponham de forCas ado que
hovantojoso lar-se mus algum dtuhe.ro
qe ? dispendido actualmente por ,", -
'^roservicod.1 consemclo
jostradas, que se aebara adi.nladas, to-
mando por has,' o contrato da victoria
tl"a%^"n'0Jul.8*cente,par. desmen-
..-* i.ot.e.a o Liberal talvez por
r,,ss '"Iwmac......ni,o prelo, visto como
mo qua ,.:..,.,.<. ,. o. du.da
con lade do nolire director da
cas.
Joo ffypplito de Meira Lima
Rccifo 22 de julbode 1858.
Oh 1 hornero, oosaras lu aitora deipreiar, avl-
tai a ii.uiii i tomada em Maria a mAi do leu Deot e
a ainaval mediadera de tua felicidad e de tua .1 <-
11 a .'
(i K a mnlher lamben), veodo-se elevada (3 .
quando ato eiiian linlia-se enllocado la > balso, n" i-
SSiricJ
i'i.
Commandador dos crentes, respondeu o
homem, eu j, previa os teus solTrimcntos, e
irago-ie aqu o remedio. Nisto saccou de
denirodo albornoz urna nova dse de nas-
clnsn. Osullaolomou-a.esentio renascer-
106 uma nova vida. Koi continuando pelo mes-
mo tlieor todos os dias, e ua soa constante
mebriguez nagellou o reino por tal lorma, <:
erdenou tantas execarjOes. que um dia os
A FESTA DE LINTERNAS,
He a festa mais brilhante dos chinezes.
lie geral em todo o imperio e pode dizer-se euilucios dosenalho entendern! dever a-
qun as 3 ou i nuiles que ella dura toda a PO'tar-llie o pescoco, e aeclamar um dos li-
l'.hinaesUem Fago* Ihos por successor. 0 primeiro acto de au-
\, i..i.i i.--, i aldeas, as praias do mar, as l0/idade, que ezerceu o novo sultio, foi ba>
boiras dos camillhos e dos nos, sao guarne- """ i'1"11 '"ra l, reino, sol pena de inorte,
cidos de uma multidSo innumeravel delan- Jos os comedores, de liascliisn e lodosos
ternas t'.e todas as grandezas o firmas As fumadores de opio.
ro, as pracas publicas, as- fachadas, vest- "st acrescenta ovro rabe, o vicio he
bulos dos palacios, as portas, eas janellas t'otno u,na nodoa de azette, que por ma
das casas dos- mais pobres estilo indas cheias 'll: awoguem sempre reapparece. Os ti
do l.-'.n .-nas.
is
nakl cuntinuaram a enlrir^e a^uelta'nki!
\nt i. al com risco da sua vida nesle mu'tdo
a sm-
s obras nubli-
Stterofara.
LEITURA PARA ASSENHORAS.
Todos os portas do in-ir silo Iluminados
pelas lanlernas suspensas nos mastros a no
Mas-mine dos juncos e barcos.
acendem-se talvez durai i sta resta,
cm CantSo mais Jo non milhOes de lanter-
nas
Os chinezes opulentos rivalisam em mag-
brou o tentimento de sua dinnidade; comprehend cia aesto genero de illuminacSo.e ca-
avoeajao. i1-......niao seng cuidados, seu ettodo prichim do por na frente a as mais ......lura da exposiefio philantropica a lie-
iie(dososdi.is.loiaproximar-a d.. eu lypo celes- bellas lanlernas. 'o de diversos estalielecimentos do ca-
^U^^^^l^SL^!!V?i*m,Sv'ntm 'onstruem algumas tao grandes que for- "Jade desta muncia que por oc-
moo ama sun mii. Ii amavel >mniei
tera lugar aaberiura da mesma
exposicao na sala do risco do arsenal da
espoa i, i. poderoso anuu da m.n. a activa humildadi I tlTeclivamcte se dSo noli as, p 'lo artificio
da mu.i, e Bneimenta n tele eom uas nnumertveii de gente que se esconde dentro espectcu-
los para til veril ment do povo
t'azem ahi apparecer, diz o padre Ducha!
de, sombras que representan] principes e
industrias tornaram-se sua vida, a vida de sua vida,
toas oecupactjes do da e teas pensamenloa da noile.
E molher lainl.em reformada sobre n modelo i.-
Mana, velo a ser o que er, o que Ierra sempre de-

*\
0 sua salvasuo no oulro, porque quando
elles pass., ,nj, nehora exfem., pia es-
que leva ao ,,a.aiz, estrada mais
Ita que guie de urna naval ia, o anjo
ao iuizo Imal na do arremessa-los o eterno
, o u
KxposicSq philaatropica A commissao
marinha.
E ara que esta earidosa funegao, verda-
deiramenle nacional, se torne o mais espleu-
i o proficua que br possirel, dbnviJa :
Em geral todos os habitantes desta capital
I < .1.1...... r.i < i '.'. > ------------- '


DIARIO DK PF.RNAMBL'CO SAMADO 24 DE JULHO DE IfiS.
de galantera, tanto obras naconaes- como
estrangeiraSi amigas e modernas, que so dig-
nareni facilita-las para nicamente formar
parte da exposicSo
Eos Srs. lubricantes e artistas, que igual-
mente quizerem coucorrer a ella cun os ob-
jectos mais primorosos dos seus esta beleci -
mentos ou industiia.
Para que hajam de os mandar entregar na
sobredita sal do risco a contar do lia 6
do prximo futuro mez de mato en liante,
dos le as 10 hoias da manhaa at s tres da
tardo ocompanhados de urna rela?5o cm que
sejm descriptos; e receben lo em troca urna
caucho a vista da qual, termina Ja a exoosi-
c3o, ser5o restituidos os qua n3o lorem do-
uativos para premios, e smente franquea-
dos depositados para formarem parle da
mesina exposicSo.
A cominissiio, solicitando a promptidflo da
remessa de taes objpctos, atienta a urgotieia
do lempo e a necessidadn dos preparativos
para a sua regular coltocac.3o, cusa esperar
da proverbial e nunca desmentida beneUceii-
cia dos dignos habitantes, nacionaes c cs-
trangeiros, desla capital, e geralmente do
patriotismo de todos os seus concidadSos,
que seri numerosa a concorrencia, alim de
seobierem as inaiores vantagens do peosa
ment que presidio a esta fasta de regosijo
e caridade publica.

wttsf w
CAMBIOS
>obre l.ondrca, i l|4aS51l3 a 611
Par, 385 ra. por fr. a 'JO J. v.
Lisboa, 108 a 112.
> Ido de Janeiro 11-' por o da
IVsrnninlo le Iras, 9, 10 e 12 por
(H'KO(Incas despalilllas. .
Ditai mexicanas.......
Pet;as da KStOC. .
Moedas de 9)000 .
IM.i- de 209 ... .
l'KATA.I'atacea tirasiluros. .
lliloi ei Uirunjri..-. .
luios mexicano .
AI.FANUKGA.
Reotllmenlo do da 1 a 22. ,
Idaro do -lia 23......
yo d. t.
rebate.
cauto ao mino.
30*000
315000
l7;200
9*300
208500
25080
2a080
1J800
3251100
1S50O0
SfloO
.8100
98*4139623
25:223jl10
309:637-3211
DescarreuamMioja dejulho.
llares franetzallavromerradonai.
Bata inli;iKicliard l.inlonmerendonas.
Barca inglezaSarahdem.
Patacho portnsuezMara da Gloriabatatas e ral.
Patacho portuguez Mara lgnez diversos g-
neros.
Krigua iuglezAnn Honraneartao.
I lu.' .un-, n-.in iISorlIipoenl f,i i nha.
BrifiM tiamimiguezCharlesobjeclo* par.i a es-
trada.
MOVIMENTO DA ALFaNUEGA.
Volnmes entrados eom fazemias .... 185
coro gneros .... 695
T.tal
Velaros .lodoi eom fazendas
a aom geuerns
880
216
Total ;I8
IMPORTACAO*.
Hiato Americano North Point, viudo de
New York, consignado aSunders Brothers
& ('.., raanitestou o seguinte :
1800 barricas familia de trigo, 250 ditas
bolachinha, 100 saceos pimenla, 150 harria
banba de porco. 1000 resmas de papel, 124
caixinhas cha, '20 ditas e 5 barris presuntos,
5 caixas escovas, 100 saceos arroz, 500 ditos
trelo ; aos consignatarios.
1 caixa ine tecina ; a tari* eV Irmilo.
I dita caichimbos, 200 barris breu, 200
caixas velas ; a ordem.
1 dita machios de daguerreotypo ; a Ros-
tron Dultou t C.
17 feixes aspas de balea ; a Calhaird & C.
138 mastareos, 51 fardos lona ; a Cale-
trian & C
82 meias caixas de cha ; a E. Johnston
6 C.
Patacho dinamarquez "Ante Otilarme.
vindo de Anvers. consignado a Rotbe & Bi-
dnulac ,\ C, manifeslou o seguinte :
1 fardo tecidos de ISa ; a >u ilhali Mellis
& C
1 caixa objectos d'aco e ferro, 2 ditas sqo
a Joaquim Francisco de Si Azi-vedo.
I caixa ferragens ; a Jo5o Jos de Carva-
lliu alo-aes.
12 ditas marmore ; a lrander a Brandis.
1 embrulbo amostras; ao governo da
provincia.
211 balas de papel de embrulio, 155 pran-
ches ; a ordem.
CONSUI-ADO GE RAL
Hendimanto da da 1 a 22. I:0a6t399
dem do da 23....... 1:250;'.l'.IJ
aberto, cacimba propria, em mo estado,
avahada por ItV'aOOO.
De Leonardo do Sacramento porMaria Ro-
sa de Jess.
3 CSiXOes de pinh i por 89000
16 medidas de (landres por 1*000
1 barril asio p,)r J20
5 pesos de Trro por 15000
5 metidas le maitfira por 15000
I braco dabalanca rom conxa e cor-
rente de IstHo por 31000
1 pequeo calxo para sal por 500
31 p>dacos de laboas re pinho por 2< I batcSo em dous pedacos jor 25500
Total 19 320
Di Josc Pereira da SUvh.
lima cas* terrea na jua dos Pocos n. 5,
eom 15 palmos de largura e 33 ditos de fun-
do, eom porta e janell*. quintal em aborto,
cozinha dentro, chao foreiro, cuja casa tem
dous oitOes, a frente de lijlos, i est om
muito tn*o esta lo, avahado em 5O5O00.
De Antonio Gomes por Faustina Mara dos
Prazcres.
L'm terreno na freguezia de S. Josc na ra
Imperial, o qual tem 30 palmos do frente e
46 de fundo, em cujo terreno outr'ora tinha
urna casa terrea eom o n 219, que njese
echa cahida, por isso foi avaliado o solo cm
609000.
De Izirtro Marques Colooh.
Urna secretaria de madeira re Jacaranda
com vldrsc*, p vista do estado em que so
acha ftiavalia.1 pir 80OO0.
De Policarpo Jos Layme.
Os preteu lentes com'aarec'm as 10 horas
damnh3a do da 28 do corren! mez de
jolito.
- Pela subdelegada da freguezia dos .\-
fogados Se fu7. publico, que se echa legal-
mente depositado utn carillo castanho gran-
de, o qual indica ser desella, lea lo si lo este
remctlido a psto juizo boje, pelo inspector
da ra de S, Miguel, o qual foi tehadoem
um sitio : quem se migar cotn dlreito com-
pareeja, iiue prnvanilo llin sera entregue. A-
fogados 19 dejulho de 1858,O sulideleg-
do, J. G. P.^Barreto.
A cmara municinal do ecifc, eom
quanto esteja dando andamento a obra do
matadouro publico d Cabanga, todava an-
da contrata a sua construeefio por empreza,
dando aoemprezirlo o remlimento do im-
posto de 500 reis pelo temno que se conven-
cionsr, e neste sentido aceita propostas de
quem se queira encarregar da mesma obra,
e franqucia ao exame dos interessados a
planta e orQamento respectivos eom as alte-
rar;0es ltimamente feitas nos preoOB orea-
dos.
Secretaria da ornara municipal do Recife
22 dejulho de 18580 secretario, Manoel
Kerreira Accioli.
Ceara\.
nliao e
ar -
ara'
Espera-senestesdias o brigoe escuna
ii.uiotial CAROLINA, capitao < pratioo
Joaquim Antonio Goncalvet dos Santos,
ta/, a lindo parte da carga que tetn de
levar, para o rusto trata-secom os con-
tignatariot Novaes &C, la 1 godo Corpo
Santo 11. (i.

It^-Pi.
f\Mfr>*

42:309;39l
DIVERSAS PKOVIBC1AS.
Rendimanto do da 1 a 22. t:132S057
ldam do da 23....... t"",;JII
1:3275268
DEsl'AGHOS DE EXPIIKIAGAO PEI.A HEsA
HO GONSGI.AO KEsTA GIDAE KO DA
23 DE JL'LUO O 1858.
tieuovaPolaca sarda uMaria Elisa, Basto (i I-e-
mos, 600 saceos assncar.
CaiMlPalachi nglez nEovoy, Isaac Gorio & C ,
600 lacens snorar.
Havre Bato franeeza nPernambueo, F. Sao-
vase & C., 51 sartas algortAo.
EXPORTAGA'O.
Parahiba do Norte, lancha naeiood (i(;oneaicSo
Flor das Virludesu, de 26 toneladas, conduiio o se-
guinte : I2S volnmes gneros eilnnaairos, 800
arrobas carns secca, 2 saceos caf, 1 ranao dore de
soiaba, 3 cailas velas de carnauba, 10 saceos fn-
nha de mandioca, 2 ditos milho.
REGEBtOIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PEKNAMBLGO.
Rendimenlo do da 1 a 22. 2&9309624
ldam do da 23....... l:58i;'.ill
P-tacfio alent.
Vende-so o veieiro patacho nacional Va-
lente, pregado e forrado de cobre, prompto
a segnir viagem para qualquer parte : os
pretendentes o podem examinar no ancora-
douro da descarga, aonde se acha Tundeado,
eparatralar, eom Antonio l.uiz de Olivira
Azevedo, no seu escriptorio ra la Gruz n. I
Cumpa iiliia
l-Vrn nubil' ana.
O vi'por nacioml Ieaaras', command;inte An-
tonio da Sdveira Maeiel Jmusr, -l.-vr.i rhesar a ef-
le poto niuilo proinnaineiit'i e salina para os do
norle n*dia i- <1e acost proziino futuro, recelis
carga al o da .10 |do carrala a quel d-v-i., ser
dpoiladi no arn.azem da eompanhia acninpaiihada
dos nnnpetfites leafachoa roulircimeiilos e Com
Of respectivos rolnlo< dos porliis a que -. diri^em, e
nao leni daslim a qus ala e-liver nesia rircums-
laaiaia nadando os stus ilonoa rnei;nle ilu (rete que
pagaril se tive.se secuidn. ,\dserie-se que o da :ll)
ht a6 deslinailo para o iecepc;;o de enrummendas e
le pequeos volme.
G
SIO
nd<; do
3.
ul
Rio de Ja-
neiro.
CONGGADO PROVINCIAL.
25:5159535
Handiinento do da I a
dem do da 23.
50:5109226
690V870
.)t:2U6jO,.l(
m


Navio .nirau no da 23.
Kio de Janeiro9 dia, barca bissileira Impera-
Iriz. da 316 teAeladae, caplSo J. de Araojo,
equipagem 19, em lastro ; a Manuel Alv.s Gaer-
r Jnior. Pert.uce ao Rio de Janeiro. Veio rece-
ber pratiro e gegoiu para o Au'.
Navios saludos no inesmu da.
t CanalBarca belga -l.aureoce, capil.lo II. A. Jau-
sen ; carga asiucar.
tienovaBarca sarda Paolo, CpitSo E. Bevaano ;
cargit a.socar.
Kew-VorlcPatacho americano oOrellai), capil.lo S.
P. Gretltn ; em lastro.
oo s

;- &

. 3 = 3
Almo'phera.
t> b e = pi
Direcc,3o.
Inlensi-
dade.
I-. U IC li. i--. 1
rSf / ~'?^a Gtnligrado
K- I j K. 14 14 1
-!--!-?= Reaui
CO Si i. oc
1 I
c ;.Vis, I l-afirenheit
i llygroinelro.
Vai seguir com breviJadeo briguePAGl-
FIGO, capilSo Antonio da Cruz Haplisia ;
recebe carga oara completar o seu carre-
gameuto, passaKeiros e escrayos trole, pa-
ra (is quaes lein boas aconjm-)daco>s : a tra-
tar com os consignatarios Almcida Gomes,
alves & C, na ra da Cruz n 27 ou com o
referido capitSo na pra?a do comtnercio.
Para o liio (i .faiu iro
(i veieiro a bem conheci lo patacho nacio-
nal Amazonas I. pretendo seguir ati' o lim
da presentesmana ; so rceiie carga miada
" escravos a frete : os pretendentes rntcn-
dam-M com o sea consignatario Antonio
l.uiz de Oliveira Azevedo, rta da Cruz n. 1.
Pura o ro de me iro.
O patacho nccional Orozinbo, pretende -0-
guir com milita brevidade, tem parte ile seu
carregamento promplo : para o resto que
Ihe falta, trala-sn com o seu consignatario
Antonio Luiz de Uliveira Azevodo. ruada
Cruz n. 1.
Para o Uio de Janeiro si:he com muita
brevidade a bem connecids barca Recife, a
aual tem parte de seu carregamento promp-
to : para o restante e pastageiros paraos
quaes lem sceados e spanosos commodos :
irata-so com -Manuel Frai.cisco da silva Car-
rico, ra do Vigaim u. 17 t-ri.i eiro andar
ou com o capitao Mauoet Jos Ribeiro.
Leiloes
A ,11 do corrate.
Manoel Jacques da Silva e os mais herdei-
ros do tinddo commendador" Antonio da Sil-
va farao leilSo, por inlervengSo do agente
Oliveira, do seu bem plantado sitio, com
boas casas, chaos propnos, no lugar da es-
Irada entre Saut'Anna e Gasa Forte, tuno em
um ou mais lotes at o numero de 27, em
que i le ser dividido e para isso esta deli-
neado. cotiprehendenJo cada um de 200 a
OO palmos de frente com ampios fundos
correspondentes, ou alirnngendo menor nu-
mero destes conformo mcllior convenha aos
prelendentes, e de accordo con a respectiva
planta approvada pela F.xtna cmara muni-
cipal desta ci Jade, acluauneute oxposta para
oxame, na loja do Sr. Luiz Antonio de Si-
queira, ra da Cadela do R*cile. Esta im-
portante propriedade pode lornar-se um dos
mais rendosos patrimonios, quer no todo,
quer dividido da forma indicada, estando
para isso convenientemente sitala entre
duas estradas, a do Chacn, e a ao correr do
sitio do Joo Venancio, ambas principiando
na bella e muito frequentada e larga estrada
publica al lindrrem no Rio t.apibaribe, de-
fronte do Gordeiro, onde, esta prnjectado
laucar-so urna poulc. E como o sino, por
grande, otforece as melnores proporgdeti pa-
ra ser dividido, e assim formar como que
um povoado aprazivel, ja pola sua posieao
agradavel, e salutferos ares, conlinaudo
com os lugares continuamente frequentados
para recreio dos habitantes permauentes, e
da capital, que aos meslos coiicorrem, e ja
pela diminuta distancia e comino lidades dos
transportes existentese diariamente em aug-
mento ; existe marcada no cunti urna lar-
ceira estrada em linha recta, de 50 palmos
de largura, emdirecc.no tambem ao rio e a
indicada ponte, e fot man Jo a divisSo de si-
nos e casas que neccssariainenle serao cu-
neadas em separado e com regularidade pa-
ra melaor belleza e realce, indicativos do
verdadeiro posto moderno, qual ser ampia-
mente desenvolvido polo adtniravel g'Hio
aspiranlo e. progressista da nussa gente
Quaesquer oulras i ti forma {Oes serflo dadas
pelo referido agente, em cujo escripturio
lera lugar o leilSo, sabbado 31 do crrenle,
as II huras da manhSa.
LEILO
DE
Fazendas finas
( Pata os locistas de bom justo)
Tere a-fe ira li7 do cor-
rente
AS 1 1 HORAS |)v MANHAA.
UTA DO COLLEGIO, ARMAZEM N. 15.
UE'MM DE IIOKJA
far leilao por cunta c risco de quem perten-
cer. de 00 peeas de lencos de sed de
superior qualidade e do lindisssimos dese-
obos. 1000 pecas de cassas pintadas nim-
io linas, e dos mais bellos padrOes que aqu
lem ajparecido, ao ultimo gasto ; cujas fa-
zendas se actiam patentes, ao exame dos Srs.
prelendentes, no referido arniazim, eahi
serSo vendidos sem reserva .ilgii.ua no su-
pradilo dia e hora iudicados.
Leilao
LE
Farinha de Irigo
Terea-feira 27 lente
PELO AGENTE
Pestaa
0 agente Pestaa far loilo no dia cima
determinado e pelas 10 horas aa manhaa a
porte do armazem do Sr. Annes defrontc da
alfanJega
DE
"200 barricas com farinha de trigo, marca
(-vira, reccntemenie ciega la ao mercado, e
despachada em 23 do corrente.
*!. praeger ^ C.
Rna da Cruz n. 11. receberam pelo
naviocliegado ltimamente de Hambur-
fjo, um grande sortimento <1<: 'eneros
alimeuticiot de todas ,is qualidades,
itimo :
Salames.
Oiik: de ganso (poitrine d'otc ume,
em latas.
Caviar (ovas dt; pei\e) om ditas.
Ervilhasseccas em barricas.
Saucissesfpetites andouvilles) em latas.
Bolinhos linos Ira i- ccz.es cm latas.
Frtelas de todas as qualidades da Kuro-
pa (em calda.)
Conteitos em Irascos c em caixinhas lio-
nitas.
Coneei vas de todas as qualidades, tanto
de carne como de hortalira.
Vitilto do Porto,
Vinho deBordeaux.
Vitilio SiieiT\.
Vinho da Madeira, todos de superior
qualidade tanto em barris como en-
garrafado.
Cognac (Pal Brandy] em barris < em
caixas de 1 du/.ia.
Agoardenteda Franca dito dito.
Licores, em garrafal mais modernas e
ricas lo que lem apparecido ueste
mercado.
Champanha dosafamadosfabricantes F.u-
gene Cliquot a Reims e Bruch Foucher
& C. o Hareuil Vay.
alausas ro-
manas.
Vend
Ubl%$$ vxtv*
endem-se pequeas balanzas roma-
nas em casa de I. Praeger C. rita da
i'.iii/ n. 21.
G0MPA8HU
S>t- iliiimin-icao a joz.
A companhiade illuminar^ao a gazdes-
ta cirlade avisa as pessoas 'ui* |iiceisa-
rem Iluminar os seut estabelecimentos e
casas particulares por mcio dogazdevi-
rern d.ir os seus notnes em casa le llos-
Iron looker & C, praea do Corpo Santo
n. V8, notando-serjue aquelles que pt i-
meiro s' alistarem serao servidos em pri-
mciro lugar.
-- Jos Antonio l-'erreira, subdito porlu-
guez, eslabelecido com taberna nos quatro
cantos da fteguezia da Boa-Vista n. 8S. fi2
publico, que por liaverom ottlros de igual
tiome. seassignara le. boje em diante Jos-
Antonio l'erreira Vinbas.
Precisa-se de um menino de 1V a 15
anuos para ir ser caixefo no Ico: quem
pretender queira dirigir-sea ra do Crespo,
esquina que voita para a da Cadeia.
O actual escriviioila irtnan laje da glo-
riosa Saal'Anna, ailministrador da igreja 1h
Ma.lre de Dos, convida a todos o< seus r-
mSos a comparecereni eOi sen consistorio,
domingo Jado correle, pelas 7 l|2 horas da
manhaa, atim de eleger-se a iuva mesa que
tem de reger a dita irmandade no anno de
1858 a l8S9.--Oescriv9o,
('adre Antonio Manoel da AsstlDpcSo.
t'ar.-aiiiii ,; IrmSo mudaram o seu es-
criptorio para a ra da Cruz do Recife n. 'i0,
primeiro andar.
Precisa-so alugar urna ama forra ou
captiva que saiba engommar bem e lavar :
quem quizer procure na ra da Soledade,
casa de i janellas. com calgaJa alta n porlao
ao lado, uue achata com quem tratar. -Na
mesma casa veude-se urna porco de doce
de caj' secco.
//ttencao.
a
Joaquim Com;alves de Azeedo Maia faz
sciente ao corpo do commercio ilesia prca,
que sn acha justo tratado cora Jos Fer-
reira Rraga -ni Iho comprar asna taberna,
siia na ra das Aguas-Verdea n. 48; e por
isso tola a pessoa que se adiar crelora a
mesma taberna, devera apres litar sua cunta
no prazo lo 3 dias, lindos os quaes se n3o
responsablisa por transac;iio alguniu que
possa apparecer.
Precisa-se de urna ama que saiba co-
xinliar e comprar, e fazer todo servigo de
casa a tratar no aterro da Boa-Vista n 11.
Avtsa-se ao publico que ninguein faga
negocio com a casa mei-agua, annunciada,
no berro tapado da camhoa do Carino, por-
quanto a sua proprieUrla sendo de menor
iuade, nao pode eOectuar por venda negocio
ilgum.
NA Rt A DA GLORIA CASA DO FUNDAO*.
CONSULTORIO HOMEOPATIIICO
DR. I A LOBO HOSCOSO
Medico parte: ro e operador.
O l)r. Cobo Mcscoso, aa consultas lodos os
iias e pralica qualqueroperaQo de cirurgia,
assim como,accoln com toda a promptt J5o,
as pess.iss que precisaren] doseu prestido
para o servico te partos, praticando aso-
porac/Se8 mantiaeson instrumentaes, quan-
io nao possa conseguir resultado por 3:cio
da homcopathia, que tantas vezestem ven-
cido dilculdadcs, que pareciait insupe-
raveis.
AVISO.
Na casa de lianhos do pateo do ('.armo
precisa-se de um servente escravo, prefenn-
do-se velho : para tratar las 6 as 8 da rna-
nhfa, ou das 5 as 9 da nolte, na msma casa.
-- O escaler da mesa do consulado preci-
sa de 4 homi-ns qae entetnlam do servido do
mar para remadores, a quem se pagar o
jornal de 1?000 diario : quem quizer com-
parec na mesma r^partQao das 9 horas da
manhaa as 3 da tarde; uos dias uleis, a en-
tenier-secom a alministracao.
--- I-'az-se qualquer negocio com c loja
da ra Nova n 52.
O escripturario la Companliia lo
Beberibe, Marcolino .lose Pupe, anda
continua a agenciar a compra e venda
de accOes da mesma companhia, po-
dendo ser procurado no escriptorio, ra
do Cabuga n. 16.
; f U barnarel Adelinn Antonio le .
una Freir, te do alcancado a de-
ga missao qae pedio de juiz municipal 9
'' edeorphSos le Iguarassu, acba-se ''
9 advogando nesia cidade e tem sen \
-; ; escriptorio na ra eslrcita do llosa- >fi
;t^ rio n. 10 segundo andar, onde pode
M
PATEO DO CARMC.
Neste estabelcciment de ti3o grande utildade haver todos os das desde as 6 horas
da manhaa ato as 10 ou 11 horas da noite hnhos fros simples (Tagua correte d^ Co'n-
panhia do Beber i be, utos aromticos, ditos de choque e chuviscos, banhos momos sim-
i'les o aromticos, assim como banhos medicinaos sulphorosos e salgados, vindns de
Pars, dasmui acre litadas pharmacias de Mes. Sarband. Vauquelne Pelletier Pai &Filhos.
Chamamos a attencao dos Illms. Srs l)rs. em medicina para este estabelecimento,
que poder facilitar-lhes algumas curas importantes. Ha lugar reservado e completa-
mente separado para as familias.
PREGO DOS BANHOS.
Trinta cartOes para banhos Trios com lencol de linho.....
Ouinze ditos dito dito......................
Bete ditos dito dito.......................
Trinta ditos para banho morno da choque, chuviscos ou farelo.
com lencol Je linho e toalha propria...........
Quinze ditos dito dito.......................
Sote ditos dito dito........................
I.'ni banho avulso fri ou morno com lencol e toalha......
Pito aromtico, mais o valor da essencia............
Banbo meitcinal artificial salgado................
Hito dito dito de Vichy......................2;"io
Dito dito dito de Barcge......................2|(itio
Os abaixo assignados esperam merecer a coadjuvaQ5o do respeitavel publico, e ad-
verte- que os carles nilo s3o transferiveis. Aguiar & Freiss
151000
83000
30C0
205000
105000
SOno
181100
13500
ser procurado a qualquer hora do
. dia, tambem se cncarrega
rrega de pro-
mover qualquer acc3o nos juizos de
-*51 fora da capital.
>, .>,**s. .'*^ ''. *K .'* "S

S
a
ESTABELECIMENTO PH0T0GRAPH1CO
DE
AUG. STAHL E COMP.
Aterro da Boa-Vista n. 12.
GALERA E OFFIC1NA A RE/-DE-CIIAO
Nao confundir com a oficina de daguerreotypo na mesma ra.
Retratos tirados seguudo os proc-ss ,s os mais modernos sobre crvstul e panel
em fumo e com colorido aguarella. applicacSo de lindas >aizagens no campo do retbalo'
Miniaturas para alGnetes o cacoUtas imitando a pintura sobre marim.
Retratos de pessoas fallecidas em qualquer genero e tamanbo.
Kicas caixinhas, duquea. pompadonr. velludo, t-rt-ruga, marro mira etc ,rtc.
Itetratos em tamanho naturai sobre tela, desenho da machina monstro chamada Me-
gascopo e pintura a oleo por mito de artistas francezes.
Semelhanc* e duracSo garantidas
Hoproducgiio de vistas, desenhes e oulros objectos de arle. CollecSo de vistas dos
rranalncs e i estrada de ferroa.
K.B. POR MAIOR CdMMODIDADE DAS ILLTJSTRISSIMAS SBNHOBAS I
FAMILIAS A GALERA SERA' AI1LUTA E CONVENIENTEMENTE ESCLARE-
CIDA AS NOITMS DE LLAR.
I asa de .^audeS
O fir. Ignacio Firmo Xavier, roc- (A
^ be em sua casa de saude, que fica ao A
/j. norte da estrada da PlBMgem la X
yv' .Magdalena, ente a ponte grande e a ;*7
LKOES )F PVRTIiliS (IIU!\!I\S t* Peanenado Chora-Menino, todas as M
1 w-r J, li- "V"A8 5 Pessoasdoentes, sfianeando o me- fZ
EM^SINil PUT3HA lhor t"tn>ento, o maior zelo ecui- W
TU,..a.Ii1 IIllljU dado medico. O local era que r-si *
(TBES VEZES POR SEMANA.) edilicada casa destinada para esse <5
Na ra do Padre Fl.irlano, sorado da es-i(g m'sl('"r as I**"8 t>'i'i-nins. sobre S
quina n. .., ..etronto lo becco do Serigado. I zL "s 1uaM esla truida, os commo-
>s licOes ter.1o com=;o as 7 horas da noite
los das em que se convencinnar ; santas
desla hora nao se acha o kbaixo assikinado,
cora quem se deve tratar a respailo. O pro-
co continu'a a ser 20/ pelo ensno.
M. Kooseca de Uedeiros.
Salames.
i
Vendem-se salames de Dambui
de
o no-
<5
dos do que dlspOe, o sceio, ordem, SA
e regulan ia le que ahi s encon- il
Iram, s8o condicdes ponderosas para ^
nina breve cua e completo resta- ($
beleciment, as pessoas que quize- '\
reni utilisi r-se Je s u prest o po- *2
dem dirigirse ao pateo do C.srmo, 0)
sobrado n 9, primeiro andar, das (A
10 horas da manbSa as 3 datarle, 2T
e dessa lio ;i em diante na s* u esta- w
beleci ment.
*
olera
DA

Otieui precisar de um bom quintal na i seus freguszese amigos que lem traapassado
ra do Tatnbi para recolher crnicas, diri- l sc,i estabelecimento para o primeiro andar
ja-so a ra do Crespo n. 10, primeiro andar. iJ""1" a dita sua loja, atindo tem montada
p S|ia fah-ica, e aoni; m"l'ior pijiesatisfazer
----- IVa Vrara ll. 6 13 8 1U,,quer encommenda le guaruiqo-s de ou-
roou prata para doris, bambinellas para
' [)ii<;-- a ludependeii-
ei* precisa-Sd 'iiilat oSr.
Detan, que morou na ra
do Ara gao t; te ve tiiarci-
eis ia.
ALLlAifCE.
stabr-Iecida em Londrert,
ero iiarc< CAPITAL
CINCO MILHO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brotbers & C. tem a honra de
" I A
il a
No escri dorio do ahaixo assignado na roa
do Collegio n 21, vendem-se bilhetes da lo
teria da protincta oelos srguintes procos
sendo de 1003 para cima e a diuhetro a n'sl 1.
Bilhetes garantidos 53500
Meos ditos 25750
P. 1. Layme.
onieopathia0
O llr. Sabino Olegario L. Pinho, tendo de
organisar aHistoria da homeo.ainia du-
rante a epidemia do cholera,roga a lodos
os amigos da ver lade quer d-^sla provincia,
qner das outras ao idaperio, que lhc forne-
cam com a maior b*ev lade pos-ivel, quaes-
quer documentos, informacajs ou narredes
exactas, que posean servir para a execuc9o
dessa obra. He justo que sejam conliecuos
os nomes le toos ainelles jue em to ca-
lamitosa qtiadrc soccorreram a alllicta hu-
nianidade. No consultorio central homeo-
Dathtco ra de Santo Amaro (Mundo Novo.
11 i?
Sarua do Crespn. J, escriptorio da
via rerrea, entre 9 horas da manbSa at as 4
da tarde, se dir quem pracisa ae cozinhei-
ro forro, mulher ou homem, como tambem
de urna ama forra para ensaboar e engom-
mar, na se olba a preqo
5'P5
c
tmwm*-

O Illm. Sr. inspector da tbesnuraria
provincial, em cumpriniento da resoluQo
da junta da fazen la, manda razar publico,
que a arrematarlo do podagio da barreira da
Tacaruna foi transferida para o dia 2! do
corrente. K para constarse mandou aflixar
o presente e publicar pelo Hiario.
Secretaria da thesouraria arovineial de
Peroambuco 23 de julho de 1858. (1 secre-
tario, Antonio Kerreira d'AnnonciacSo.
Pela adminislracSo do correio se faz
publico, que o vapor costeiro uPersiminga
recebe a mala para Macei hoje 24.' do cor-
rente as i horas da tarde em ponto.
-- Em pratja publica do juizo dos feitos
da fazenda se li3o de arrematar cm ultima
praca os bens seguintes : ama casa terrea
de taiP na freguezia dos Afogados na ra
de S. Miguel d. 46, com 15 palmos de frente
e 55 de fundos, cozinha deulru, quintal em
Ri
de Janeiro
Segu com brevidade o bem conheeido
brigue nacional Despique de Bciriz, lem
parte da carga prompta para o resto uue
Ine lalta trata-se com os innsignatarios
Novaes & C-, largo lo Corpo Santo n. (j.
XJMPANH i
Brasile r i de |> fjueteH ji
vapor
0 vaporTocantDS, cominandanlc o pri-
meiro tenciite Podro II. Duarte, espera-se
los portos do norte em seguimento aos do
sul at o dia 2! do corrente.
Keceb-se desde ja passsgeiros, frete de
! dinbetro e eocommendas e engaja-se a car-
|gquo o vapor poder conducir, sendo os
1 volamos despach idos eooa aulecelenria al'-
odia 2S do mesmo agencia ra do Trapi-
iclie n. 40.
jJcvuainutcana.
Amanliaa 2~i hiver *es3o eatraordinaria do con-
pelho, aa lluras e no luqar do ntslume.
A. .\. l-eiri'ira l.ima,
1 -. secretarlo.
I>i-se dinbeiro a premio sol penhorea
deouro om prala, e vende-se um prelo de
meia dado: na rua Angostan. 48
O ahaixo assignado declara ao publico
e especialmente ao corpo do commercio,
que tem vendido ao Sr. Joaquim da Coste
Vieira parte do que lile locava na socedade
que tinha com u Sr. Jos Joaquim CuncMvcs
na retinara sila na rua do Pila 11 120, e
deposito da mesma na rua da Cruz do Reci-
to n i, a qual s iciedade gyrava na fuma
de Pires & GonQalves, e passou a yrar ni de
Vtaira <\ Goncalves : leclara mais que o ac-
tivo e passiyo da antiga firma sSo obriga-
dosos Srs. Vieira di ConcMves pela sua li-
quidado, r.ecira 7 de julho do 1858
Manoel Antonio Pires.
0 ahaixoasjigna !o, prestes a concluir
o contiato que fez com o governo da provin-
cia para servir corno engenheiro n* reparli-
CSodaS obras publicas, faltara a um dever
de Justina senSo de gratidao, dexando de
manifestar publicamente como agora o faz,
lodo o seu reronliecimento para com o dig-
no chefu daquella repartnjSo francisco Ita-
pbael de Mello llego, pela confia tica habi-
lual polidiv eom queotratou. i ancesso
fcil, o conveniente acolhimento e aliene io,
que sem compromettimendo de sua d gnida-
d.: costuras a|i:elle senhor observar pura coro
os seus subordinados, acareara sempre res-
peito o atl.'icnu destea : a inteiresa n intolli-
gencia que se Ihe reronhore no exercicio de
suis funccOes odciaes, o recommen laro a
su na publica, e a considerado do governo
I-' r-'-u paiz. Itecife S'< de julho de I8S8.
Sabino Vaz llapliati.
J. A. Moreira, commandanta do vapor
persiuungs, previne aos seohores
ros, as bida lo pre lito ipor deste
porto tiara os do sul de sus escala, ten lugat
11:1 madrugada lo da 2,"> do coi rente.
No lia 17 lo cnrrrnlp jullio aujf ntoo-ie la
raa le seo leolior a ecrava Joaquina, crii>ul;i, do
22 anuos, lie licni parecida dt lioa altura, acodo
mu lano tula, rom nina nodos preta no rus.o B cnni
algamai Dicatriuf ie ulaniolns no pcaccfi : roga-
-. porlanto, as aaloridadea policiaca o (apilan de
raropo sea apprebeoi3o, |oe ia aralifirara' eom ite-
ncrosidade, no ttecco -'i (ionralves, arnia/.ern 11. 1(1.
No paleo do Carmo n 20, segundo an-
dar, precisa-se de urea ama para o servido
interno de tima casa le pouca familia.
Precisa se do urna ama de leitc para
criar um menino : na rua das Cruzes n. 41,
segundo andar.
Precisa-se de urna criada para 11 srrvi-
c.o interno e externo : na rua das Cruzas
11. 21.
Lotera
DA
provincia.
Oabaixo assigna lo declara que de hoje
m liante compra bilhetes do lotera reco-
Mudos com o descont de 20 por canto soja
qual for a quantir, : na rua lo Collegio n 31.
P. J. Layme.
'^:'v <:;::;:.
.- ODr. Pedro Antonio Cesar mudou -
-, a sua residencia para a rua do lian-
... gel primeiro andar do sobrado n is
: onde pode ser procurado a qualquer *:-'
. hora do da ou Ai aoite, rara 0 exer- ".'-
-;'~ cicio da 1 edicin e parios.
.- :::e^:.
Precisa se de um criado para casa
le um homem solteiro : a lallar na rua
do C .lli'j'io n. 19, primeiro andar das 9
as .1 da larde.
Fazem se
capas vialorias
.V va gn
sala, ou a'iaramenlos pira igreja, galOesdv
palheta, franjas, todos os gneros para bor-l
Jar, e todos os uniformes, militares, ludo!
por preQos commodos.
Precisa-se de urna ama para casa de
l,i.;;, ,,:..^,.,. ,.,..... mlormar aos senbores neeoenntes, ptourie-113 O Dr. (.asanova pode sr procura-
lamilla, nicamente para o semen nter- tari08 de C,SJ,, qil0m'mais eOT,^er; qoe g do a qualquer hora para visitar doen- %'
110, agradando paga-se bem : na rua Bella j estao plenamente sotorisados pela dita com-! "^ tes e praticar qualquer operacSo ie 2
n. 5. panhia para affectuar s._.,ros sobre edifi- ? cirurgia especialmente de partos
-Precisa-se de ama ama : na roa dos Pato, n. 8. i SgMle'nteVbre*s ve^^oVonUv^ 1 *Vl
Alencao. irem > meamos edificios, auer consista em I iiiWlLII lEOlll
Oflereoe-e urna pes'oa mu liabililada e
tila gradualmente para fazer esle servir; ei'n q
pier enaenlio que lenha dislila;iln qua nula da |
dn
&
, quer consista em ia
****- nSad'*'00 em humM d0 uu;,'"iucr ^u- 5 *- No onesmo cinsultorio tem sempre '
capas, batlnas, samarsas, c
na rua de Apollo n. 29
V-
typo.
Na rua Nova n 18, primeiro andar, pnr
cima da loja lo Sr- Caj', alfaiate, inctim-
bem-se de ir tirar retratos om qualquer par-
te, de oessoas vivas OU murtas
Manoel dos Santos Pinto, tendo aceita-
Os abaixo assignados fzem sciente a
este praca qne do primeiro do corrente em
dianlelicam sendo socios la su- casa os
Srs Carlos Diogo Benson e Jc.'io Kostroo e
ssignarSo a firma social.
Rostron liooker Pernamhuco 10 ie julho i'e 1858
Precisa-se alocar urna ama forra ou
captiva, para o servico de osa : na ,irara da
l.em23 de junho prximo passado ama noeP">'lenc' 38'
letra a ti mezes 2929500 n.1178. sacada
por Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, cuja
se desencaminbou antes de ser-loe entre-
De ordem d<> Sr. presidente convida-
se o ronsellio deliberativo que agora lin-
d.i, e o novo eleito. para reunirem-se na
sala das sesses deste Gabinete, sabbado,
24 do correte, as 6 horas da tarde, alim
le tratar-se la posse dos funecionarios
eleitos em sessuo da asseuiblea geral, reu-
nida domingo passado, e da eleicflo da
nova directora riue tem de administrar
este estabelecimento at 50 de junho de
1859. Secretaria do Gabinete Portuguez
de Le tura em Pernambuco t) de jullio
de 1858.O secretario interino.
Joao Culos Coelho da Silva.
!. :
i 'aulo (i nons. dentisla, ro> da< Laran-
Koiraa n.15, na oicannacaca tan agua epSi
entrificc.
....
AssocHijao di- coioln <;o
<:?! 1 *er albuco, ;'.
hil>H Al A directora da a de col inisac? 1
em Pernamhuco, Parahiba e Alagoas, con-
vida aos s us accionistas para so reunirem
no dia 26 do corrente ao meio dh, no es-
la Boa-Vista n. 7, excellenteleite virginal
de rosa branca, p*ra refrescar a pelle, tirar
pannos,sardas eespionas, igualmenteo a-
ibosa para lirapar e f".zer cres-
cer os cal iai como p imperial de
lyrio de Florela ara brotoejas easperida-
J'Sia palle, conserva .i frescura e 0 avellu-
dndoda primorosa da vida
O abaiao aMIgnado acna*a auiorisaio a ven-
der bralo de un andar e aolSo sito na rua do
Hoapicio ii.ll); a (mal na terreno contiguo a >s
clptorio da associacSo. ro da Cruz n. 21 l""',l" 00 njetmo s,ii,n, rum st paim..< te fcen-
pnmeiro andar, p,ra dar curaarimeatoaos Xl,J?JlI"Sa^.'T. ''TJVm. >,r?'"ller- i-
,it- -n o- s o < ...... ra dineir-B" a piscada li'a -\ ila. bolle n. -' e
aite 24 c 2, ? 8 dos estatutos. M lndl.,ra- ,u,;r, ,,,, ,.f,.s ^ ^
j- ~i -1 >a :i-se
i> ira
Igue,e haven lo-lbe, aceite outra vara a mes-
ma quanls, por ISSO licara aquella sem "f
fcito algu'n. Recite -!i dejulho de 1858
Precisa-se de 300/000 a premio, dan
rlo-se por seguramja um moleque : quem
quiz 'i dar aanun ci.
Na fiindirao la \uroi:> 11.....
Ic sen entes lorrof 011 ei ri ivos,
servido debaixo decoberta.
-- OSr. J0S0 Francisco Regia Perro i ri le-
nha a bondade ii igir-se rua do Queima-
lo n. -Ji. primeiro an lar, ultimar o negocio
que sab i. J01 t Ete 1 s Vianna.
-- O Sr.. Uximiann vive Cavalcanti
tenbaa bondade rtirigir-se a roa doQuei-
ma lo n. 2*. primeiro andar, ultimar o ne-
- que sali.- .1 is I es i .. .i.

Cd
res
Forncccni-se alunices e janlares para fra,
maodando-selevars asas hora indicada,
com muito sceio o promplilSo, por com-
modoprer;o: trata-se em frente a igreja da
Penha, soh ado n. 10.
Francisco Josc Augusto Ferraba, na
I rua la Moeda n. 2, teni para vend ir cevada
I em saceos e V arrobas a V^OOO, assim como
1 barris com mel, ludo proprio para as CO-
cheiras
P-se a quantia de3:5009000 a juro ra-l
zotvel si li garantas suDcienles: quem
precisar, queira deixar neste typogrn|
mi caria fechada a indicacBo d sua resi-
dencia para ser procurado.
Egeiie CJiqsiot
A BIBLIA SAGRABA
O agento da empreza da livra-ia poaiUr
em Pernambuco fz sciente aos senhores as-
signantes ds Biblia Sagrada, que podem vir
ou mandar raceber na I i vari a n> 2 do largo
do Collegio os esdernos que a cada um f I-
larem al 0 11. 1), a precio de l^'20O c la
um, como he costume leclan o aesmo
e mis pai lieitia ao 1 i's H'itavel nuhlico '.
. 1 1 '. I agente que, cm conformi.li > i'as or-.i-ns
pernambucano, queo nico deposito do que recebeu, os senhores solicitadores te So
R
sin vinho dechampanhe, se acha em ca-
sa deJ. Praeger & C.
Precisa-se fallar ao Sr. Francisco Mala-
qnias loares Guteira : na rua Nova u. l, '
segundo andar.
lieseja-se fallar aoSr. los Candido,
qoe se acha levantando engaito em l'imao-
teiras, ou a quem su- vezes fizar oesla pra-
fa, a negocio de seu especial interesse : na
rua Nova 11. 14, segundo andar.
Casa de coinmissTto de cscravos.
Na rua Direita, sobrada n. .1. d.
boceo de S. Pedro recebem-se escravos de
ambos os erem do com-
m ssOt So se levan lo r esle l-abalho
mais do une : ii|0; offerecenio se p.-i'a isto
loda a seguranza precisa para os ditos es-
cravos
Alugs-se o tercetro sudar do sobrado
n. 20 i:i roa dn Apollo, coc bastantes iro-
modos e fresco : a tratar 00 armazem do
mesmo, ou u. 16.
Lotera
DA
Provincia.
Corre sabbado J't do corrente ns 10 horas.
P. J.L vine.
de pagar pelo referido precio todos os nme-
ros que reeeboi fazendo-se-lhes no acto
10 pagameiiioo lesconto de 10 por ceoto na
importancia total qu satstizerem. Declara
igualmente qu 1 -.s pessoas que se dem 1
rem por lempo considerav I em mandar re-
r Uer os cadernos que Ibes pertcnem, se
considerados desistentes das asignaturas; cas uao possam s
o que tudo poderSo ver as capas impressas :.> pera* de tratamcnl
o ideroo n. 20.

S fiOmiTORIO HOMEOPTICO 2
:?

11(1
m. LGBD locez*-

; ;.na rua da Gloria casa do ri su.\o :
O Dr. Lobo Moseo/.o lii/. sciente
' a quem interessar possaque tem @
y.'i commodos etn sua casa para n -
i.) ceber alguns escravos nao s pa-
.5 ra tratar de suas enfermidades
como para (zev qualquer o no- ?.
-' ;- racao. s doentes serao tratados
pela bomeopatbia ou pela alio- jl^
egui
C>i!l
n\
j palbia, conforme parecer mais
;'3 conveniente para a brevidade da |';,
Ci cura. Adverle <;:ie recebe 'ia- i
tifamente um 1 ou outra p -
ie -.. ;'..-. la/cr ;,l(uin.i o|n r.i- Q.
'. ,- '. ine por Silat circumsten-
. .,.-/ : as des-
rizo c nao qu 'ira
ujeil ir- ie .1 ir pa^a os liospitaes.
. i' precodo tratamnto dosel 1 3
-.,'i vos regulara'de ^s a :".., diario,
1 da an '.
1 o temno d-_> curativo. aa
:-.
Deseja-se fallar a negocio ioscu inte-
COI o :, to 1 O* Alijos,
que chegou aqui bs o P'.rto Alegre
emeompapbis do 8r. R luch, : ge
-!'' :l mito por qualq ter infcrmacSo
que se der sobre o mesmo no escriptorio
de lleor. Brunn v c. na roa la cruz 11 ie
riBLICAClO BELMIIOS.V.
Axba-se no prelo e brevemente tem
desahir a luz o-TRATADO DOS -DOUS
PKECEITOS DA CARI DA I E I- )OS Dt/.
il AMIA MIMOS |).\ LEpor S. Tho-
TABELK-
CIA .. SK1 .'.
' ltf/fj
AGE!
C. sficy SfVo panhia.
Na travessa di rua lo Ainnrim n. 15,
precisa-se de urna ama forra on captiva, que
seja de meia idade, para casa de pouc
mi ia.
Pelo juizo dos orphilos ae ha de arre-
matar em praca publica, por quem maisderi
oarrendamentoda casa terrea na travessa naazde Aquino, traduzidoem portuguez
do Dique n 2, sando abase da arremata- pelo Dr. 11. V. Henriques de Souza. Pa-
caonaq.,an..,ade:i.-,o-1M,o Minuaes perte.i- ,,, cobrir as lesi.e/.as desla interessantc
ente lila -asa aos her 'iros do finado 11 i ,
Francisco Jos Barbosa; sendo a ultima l.u^,^P bscrevc-scMalivramdarua
praca no dia 30 do trrenle, os 11 horas da a0 Collcf'io 11. \ a l'azao de ls por cada
inautiaa, na cata d>s audiencias | cvemplar.
11 c-sOi\/cri


DIARIO DE PKRNAMBUCO SABBADO 24 DE JTLIIO DE 1858.
Frontispicio do
rmo.
Car
A festadeNossa MA1 DE DOS SENHORA
DOCARHO, erecla no frontispicio do mesnio
convento, annunciada para o dia 25 do cor-
Fariilia
de priiueira qualidade.
Vendem-se saceos grandes com farinbi do
superior qualidade : no armazem de Manuel
Joaquim de Oliveira kV C, ra do Codorniz
rente, foi transferida para o dia 8 de agosto I d. 16, em frente do becco da Madre de lieos.
prximo futuro. O mulivo que occasionou
Beta iiiudanca foi n3o so ter podido agenciar
todas as escodas dos devotos: paranlo os
eucarregados este anno ua testa rogaoi a
tu los os tievotos e devol's da meseta adura-
0.- HaI DE DKOS que, qusiito antes, entre-
gue.:; aos seahures procuradores a esiiiola
que os seus coracCes Ibes dictar, afim de
que oslo anuo se possa fazer a feslivi lado
com u inaio brlllianlismo possivtl.
Na ra brado enfronte a orden terceira, existen)
cartas ,>ara asSras. I). Joaquina Maria Caval-
ciotl duOurem, Fraucisca Alves Lima e Jus-
tina Francisca de Jess.
No da 24 o crrenle sa lia de arrema-
tar ero prc* oublica do Dr. juiz municipal
da sagunda vare um solo conlcndo 400 pal-
mos iio frente cara a ra da Concordia, e
futidos para o rio, aforado a Jo3o Carneiro
Hachado Ros, por execucao de Manoel Pe-
reira MagelhSes contra os religiosos do con-
venio do Carato desta cidade.
lista lucido desde o dia 19 do corre-
le o preto Jacob de naco Cosa, de :0 an-
ii'S, pooco mais ou monos, n3o he muito
ilic, he bastante reforjado, tem somenic
buco, nSo tem falta de dentes : suppe-so
que anda pelo bairro da Boa-Vista o Monde-
go, ou oceulto por alguus negros da Costa :
quem o pegar leve-o a ra do I'.angol n. 62,
segundo andar, que ser generosamente re-
compensado.
Precisa-se de urna ama deleite, forra
ou pserava ; a fallar em Santo Amaro ao pe
da fundieao, taberna do Jos Jacitiiho de
Carvalho.
i'recisa-se de urna ama de Icite : ua
ra dcSaula Isabel n. 1.
guem ao ba-
Clu
v to
O PREGICi ESTA' QDE1-


Compra-se elictivamcnte bronze, lao
lau o cobre voltio : no deposito da fundica-
A tarara, na ra do Krum, logo na entra-
...... 38,0 na mesma fuudicao.em "O maro
m-vi de ferro.
Compra so urna burra de forro com pouco
uso : na ra da Cadeia do Itccife n. 8, se-
gundo andar, se dir quem pretende.
Coiupram-se dentaduras artificiaes que-
bradas ou iiiulilisadas : no largu du Colle-
gio o. 37, ruaeiro andar.
Compra-so onia casa terrea em Olinda:
qui-ro livor falle a Jo3o Francisco da Lapa,
na mesma cidade, na ra da Boa llora.
Cotntira-se um cavallo capado, com
.lijares: no Poucinho casa euvidracada
junto cocheira, por detraz de Santa i fie-
reza.
Compra-so elfcctivamente n ra das
Plores o. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, arcoes das coni-
panbias, o da-so dinliero a juros em gran-
des c pctiuenas quautias sobre penliurcs.
Htt* >
Vende-sc timapot\-aode cal preta
cerca de 1,600 alqueires, queseacha de-
positada no caes do Ramos, em tnn te-
iheiropertencente as ulnas do estaleiro
patente, quem precisar dirija-se a cusa
de Itusti'on Rooker &C. praca do Corpo
Santo n. i8.
ISLA 00 CRESPN. .0.
Na luja de Jos Concalves Malvcira, ve:i-
dem-se ricos cortes de vestidos de seda de
cures com babados c avena -s, gosto intcira-
ciile moderno, visitas de fil de soda pre-
to. guarnecidas do lilas .!e velludo, ricas
sabidas de baile de gorgur o de seda e pel-
lica, ditas de merino enfeita las, poopelinas
de lita e seda padres novo-i, cassas miudi-
nbas gosto rao erno, toaihas de llnho ada-
mascadas para mesa, camisas francezas com
ab >rtura Jo fustn, chapeos e enlejes para
senhora, e outras mullas fa rendas que existe
ueste cstabelecimetilo qu% se deixa do men-
cionar, e se vende por preces commodos.
BASQUINS E VESTUARIOS
PARA CRIAIIJAS
Na loja da ra du Crespo u. 10, de Jos
Goncalves Malvera, vendem-se neos bas-
quina de fustn e cambraia para senhoras,
assun como vestuarios de luslao hrimziuiio
de cor o de ganga para crianzas, vestidinhos
de cambraia branca bordados a pique para
baptisados, e ootros muitos objectos pro
ii ios para senhoras o meninas.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, no
scu armazem da ra do Vibrio n. 22, ven-
de gomnu inuito lina, castlidas piladas,
oleo do ricino, Jacaranda superior,
Vende-so um mulato de 25 airaos, pro-
prio para engenho : na ra de Hurtas n. 114.
Vende-se urna purro le pipas arquia-
das de arcos de Barro, proprias para deposito
de engenho: na ra da liooda n. arma-
zem.
Fariuia de
mandioca
No armazem de .Manoel Joaquim de
Oliveira & C, ra do Codorniz n. 10 ent-
lente do becco ila Madre le Dos ven-
de-se farinba muito fina para mesa a I Os,
idein inais ordinaria a S.s, fina c grossa
sao saceos de 28 cutas.
CEBLAS.
Vendem-se na roa d> Amorim D. 52, ar-
mazem de-.guiar o Paria, desembarcadas
iioniem, por menos proco quo em outra
qualquer parle.
SOLA E SODRGR HIDOS
Vendem-se 200 molos de sola, 50couri-
nbos mitidos, tccolhidos no arma/em do Sr.
Avill a no Forte do Mattos : a tratar na ra
do ruiu n. 16, armazem.
SVSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY
Na loja tlttPreguica, na ra do Qucimado,
esquina do becco do I'eixe frito u. 2, conti-
nua-se a vondor um bello e variado sorli-
mento de fazendas por baratissimos procos,
bem como aejamcambraias lisas com 8 va-
ras c com algum loque de mofo a 99 a poca,
dilas linas com 8 varas a 4,4110. 4,600 e 1,800
a poya, ditas lapadas com 10 varas a 4,500,
5,500 e 6,500 a peca, dilas muito finas com
8 varas e com quasi 1 Ir de largura a 73 a
peca, cambraias do quadros do cores de rusa
eazues, fazenda iiileiramenle nova no mor-
cado, pelo diminuto preco de 320 o cavado.
Iludas cassas do cores o mais lino que lie
possivel a 440, 480 e 500 rs. a vara, cintas
francesas escuras de lindos padxOes aS40e
2t0 o covado, ditas mais claras muito linas
e do novos padres a 280 e 300 rs o COVado,
dilas para cubera muito largas a 240 O CO-
vado, pec,asdc bretanba de ralo com 10 va-
ras a 2, Cortes de bruii de llnho do lindos
padres a 1.800 cada um. ilitos de mota ca-
semira a 29, grosdenaples de todas as cores
a 1,900 o covado, Iazinha dn qua Iros de
cores pro.iria para vestido a 480, 500 e 600
rs o covado, ditas miudinhas do lindos pa-
dres a 360 o COVado, grvalas de cores pa-
ra homein de lindos padres a6Ocada urna,
ditas pretas a 19, dilas to nula a 800 e 1-,
musseluia branca lina a 320 o covado, leu -
eos oe cambraia do iinlio muito linos a 80
cada um, casemira preta lina a '.';, 2,400 e
3- o covado, lencos pequeos para uiSo a
l'JO cala tnn, dulas de cores lisas a 160,180
e 'jno rs. u covado, e outras mullas fazendas
que Jo tudo se darSo amostras com penlior.
Vendem-se caixas de macarrao a 3?, e
dealotris43: no arm-zem de Luiz Anuos,
defroute da porta da alrandega.
W

PILULAS HOLLOWAY
Kstelnesiimavel especilicu, composto m-
teiriniii-iile de liorvas medicinaos, nSo COB-
tm mercurio, ucmalguiun outra substancia
delecterca Benigno mais lema infancia
ea compIciQao mais delicada be igualmou
te promplo o seguro para desarreigar o mal
na compleicffo mais robusta ; be inleira-
mente innocente em suas opera^eseefli-
tos ; pois busca o removo as doengas do
qualquer especio c gro por mais antigs e
leazos que soja ni.
Entre milhares do pessoas curadas com
este remodiu.niuilas que ja estavam as pur-
las morte, preservando em seu uso;con-
seguiram recobrar a saudee toreas, depois
de havor tentado iuulilmcntetodos os ou-
trus remedios.
As mais afilelas nilo devem eiitregar-.se a
desesperacio; lacam um competente engato
doselliea/.os effeilosdestaassombrosa med
cia, e prestos recuperaran o bcnelicio da
saudc.
Nao so perca tempo em lomar este reme-
dio paraqualquerdas seguimos enlermida-
dos :
AccidentesepileptieosjFebresintermittente
AI pureas.
Attencao.
o
Vende-se por baratissimo preco de 5j500
coi le do vestido com 3 folhos do urna falen-
d mteirsmenlo nova : na ra do Crespo n.
3. Na mesma loja ha para 240 o covado fa-
zendas de laa com listras de seda.
loes
3
Aerostticos de diversos lamanhos color i-
dos o com leireirjs de N. S. do Carmo, >.
Therexa, 5. Maris, S. Jos etc. etc.: fia ra
da Cruz do ecifo armazem n. 7.
Vende-se urna escrava moca com algu- ; (a
mas habilidades : no pateo da l'enba n. 33 i ?J'
se dir quem vende. ] '&)
Neude-SB una elegante ncgrinlia c-i-:j*
otila de 15 anuos do idade, propria Pa,a|^
quem quizur fazer um presente por ser de : w
muilo boa conducta e carinuosa para crian- \ 'jf
^as; etambem um lindo molequede san- t
nos de idade, muito esperto o proprio para W
andar com meninos : na Passagem da Ma- w
dalcna, quina que volta para os Kcmedios,
pode ser visto por quem quizer comprar.
Urna ried ; rmea .
Faz-sc ncfjocio com urna rica armaran
n, ra Direita, propria para qualquer >
iu-i ^A
Farioha
superior em mucos
grandes,
Vende-se no armazem de Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo, ra do Vigano n. "Jj.
Prelo de Lisboa.
Ka ra do Amorim u. 40, armazem do Pi-
nbeiro.
Cadeiras e lij-
los de mar more
Vendem-se cadeiras de Italia brancas e
prelas, singlas e d- bracos, lijlos de mar-
inlo de 10 e 12 pollcgadas, qu-drados, pur
presos commodos : em casa de basto c Le-
ntos, ra do Trapicho n. 17.
ara hoiac<



*

&
cstabclcciiuciito comoseja calcado, niiu-
dezase charutos, por ser toda envidra-
cada c nova: a tratar na niesina ra n
I (i, luja.


A 4jK A 69 CAO CORTE.
Vendeni (por baver grande porefio)
cortos de calca de casimira preta a
19 o dilas di- dita iogleza o-icorpada
pelo barato prego de 6? : na loja da
ra do Uueitaado n. 10, o L;ite,
Arlhur <.V C.

to
9
to
to
Nabuco & C. com loj < na ra Nova
n. 2, acabamde recebr pelo ultimo
naviofraocez um lin.io sortimento
de roupas fcitas lano para boitiem
como paia meninos, a saber :
l'alulots ilc panno preto tino com
gola de velludo o do seda para
homem,
Ditos de casimira mesclada dito dito &
bitosde alpaca preta lina torrada de 5L
seda o gola de seda. v?
Ditos de mcias casimiras de cores. ^
Dilosdebrim de seda. S
Ditos de casimira p/ela de cordao J/
para meninos. t
Ditos do seda para hornera. frf
Ditos ditos para meniuos. ,-*
Hitos de brim branco lona para lio- V?
mem. t$
Ditos de brim de cores dito. a
Ditos ditos para meninos.
Calcas de casimira lina preta c de v)
cores. ^
Ditas de mcias casimiras ditas.
para
inen i- "z
to
de brim de cores pf ra homem. (g<
las do brim do lilil ). ,*
*e
coberios e desenlenos, pequeos e gran-
des, de ouro patente inglez, para borneo
eseuhora, do um dos malhores labricanles
do Liverpool, vnuios pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Southall Mello i\ C.
ra po Torres n. 38.
fS? A 79 O CORTE. JjK
Vendem-se cortes de casimira pre- >j
la ingleza pelo barato proco de 7"
o curie : na loja da ra do (Jueicnado
S# n. 10, de Leite, Arthur & C.
%;/.. .. .....\:.t.-;.:v.r...... .....,
Ol to jara
mesa.
Napraca da Independencia n, 36 c 38 tem
para vender oleado piulado de 8 palmos a
1,400 rs o covado, nilo do 7 ditos a l;3O0,
ditos de 6 ditos a 1,200, dito d8 5 ditos a
1,100, sendo este prego por nielado do seu
valor, por ler vonlade de acabar e agora be
occasiao para quem tem vontadede ter me-
sa para jantar senipro rom toalha sem ter
trahalbo do mandar lavar o como urna sor-
visse annos, por tanto cheguein a ellas antes
que se acabem porque be pecincba.
^,vOv:^:->:,:-vv;;KK:0^-
A :!:8OC\f) Du/.lA. :::

agencia
fundida Low-M
ra
n.
4*2.
Nesteostaboleclmen tocn ti nn'aaliaver
ompleto sortimento de moendase
s moi mi s paraengen 'o, machinasde
capure tf.i.\as le ferro balido e roa1., de
to-:osost.'!.nauhospara dito.
Ampolas.
Areias(mal de).
Aslbtna.
Clicas.
Convulscs.
Debilidade ou
nuacSo.
Debilidadooufaltado-
furgas para
quer cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos ruis.
Dureza no.vcntre.
[Pebreto da especio.
Cotia.
jlicuiorrhoids
II ydropisia.
[Ictericia.
Indigostes.
e.\ te- l n fia m mages
llrregu la ri da des da
nienslruagao.
qual-.Lombrigas de toda
I esi-ecie.
Mal ile podra.
(Manchas n culis.
lObstruccSo deventre
Tsica ou consump-
gao pulmonar
Kiil'orniidadesno vcn-lHelengao do ourina.
tro. Ikheumatismo.
Enfermidades no liga-isvmpluiiias secun-
do- "darios.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Pebres biliosas
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal)
Veudem-se estas pilulas no eslabeleimen-
to geralde Londres n. 244. Slrand, o na
loja de todos os boticarios droguislas c ou-
iras pessoasencarregadas de sus venda em
toda a America do Sui,llavana ellespanha
Vendem-se as bocetinbasaSOOrs. cada
una dollascontem una instrucgao ora por-
tuguez paraoxpicar o modo desse usar
dcslas pilulas.
O deposito geral he cm casa do Sr. Soum
pnarmaceutico, na ra da Cruz n. 22, era
Pernambuco.
...
Aviso.
No armazem de Adamson llowie \ C, ra
do Trapiche n. 42, vendem-se sellins para
lioui'in e senliora, arreios pratiados para
cabriolct, chicotes para carro, colciras para
cavello. etc.
Attenco
He barato que
admira.
Na ra do Queimdo n. 37, nova loja de 4
portas,araba-se de recebor pelo ultimo vapor
viudo do I rauca, ricos corles do vestidos de
seda com 3 bailados p* ra 30, 50, 60, 70 o
05000, ditos sem babados a 2:>- sahidas do
bailo a 239, 24, 25 a SOf'OOO, enfeiles para
cabega do melhor costo quo se pudo encon-
trar a 103 12 o 1*5000 cada um, manguitos
bordados de cambraia a 2/300, 3 e 5j o par,
eamisintias bordadas com manguitos e gol-
hnha a 13/, gollinhas bordadas a 1-.ho.
19600, 2S900 e 2*500, tiras bordadas a 800,
!00 e 1? a vara, cortes de barege a 7*. gaze
de seda a 700 e a 800 rs. o covado, folar de
seda a 800 rs. o covado, grosdenaples mofa-
do a Is o covado, dito limpo boa fazenda e
13800 o covado, dito preto a 15600, IjSOO a
2-, mantas pretas de fi 1 <* bordadas a 9 e 123,
chapclinhas para senbora muito boa fazen-
da a 143. chales de merino bordados a 63, 8
e 113, 'tos dn touquim bordados a "203,
curios do cambraia do salpieos a sfiOO, ditos
do soda protos inuilu superiores 809a 909,
chales do merino pietos a 9, lencos do re-
troz a 29, cnapeosde sol de seda superiores
a t05, ditos a 78, ditos co pello francezes 73
a 8,3, chapeos de lebre a 69500, di tus de fol-
tru (nos a 53500, ditos de feltro enfeitados
para menino superior fazenda a 5?500, cor-
les de casemira bordados a 65500, diios lisos
a 49, cortes de brim de liubo a 23500, ditos
a 25800, ditos de mcia casemira a 29800, ca-
niisas francezas brancas de linho a 43500,
ditas de madapolao linas a 29400, 2c."i00 e 35,
ditas do cores a '25500, ditas de tnosqueteiro
a 49, musselinas brancas a 320 rs. o covado,
ditas de cor a 32o, 360 e 400 rs. o covado
muito linas, chita frauceza muito superior
a 280, 320 o .'60 o covado, ceroulas de linho
minio lidss a 35, g lardaoapos braucus a 3?
a dtizia, luvas da lio de Escocia a 900 rs. o
par, muito boa fazenda, flauela branca a
480 o covado, ditas de cores muito finas a
900 rs., gravatas de relroi a 29, ditas de se-
lim bordadas a 33, dilas de seda a 600, 800 e
1-3 cada urna, crlfs ue sed branca com lis
lias azues asselinadas a 20-3 o corte, cam-
briiia de salplCOS muilo (i.ia a 900 rs. a vara.
fil do linho liso a 60 a varo, dito bordado
a 19400 a vara, meias do soda brancas 4a o
9, boa fazenda. ditas prelas 3, leugos dp
soda oara homein a 23, ganga de cor a 300 e
560 rs., bombazma a 13400 o covado, panno
lino preto a 39, 5500, 45500, 53500, 7 e 89.
dito cor de cal a 31 o covado, dilo azul 39
a 59500 o covado, casomi as prelas a 29200
alo 4-3 o covado, damasco de laa de duas lar-
guras a 2-3800 o covado, dilo estrello a 800

Atiendo
Kissel, relojociro francez, vende
relogios de ouro e prata, concerta
9
vi? relogios, joias o msicas, ja aqui he .
ranetelo ha muitos annos,babita no i;.-
.'.; pateo do Hospital n. 17. /'_
~ Vende-so cm casado S. P. Jonhston c
C, ra ila Seuzala .Nova n. 12, 0 seguinto :
sellins inglezes c silhts. relogios de ouro
de patente ioglez, candieiros > casticaes
bronzeados, arreios para carro, lonas ingle-
zas, lio de vela, sraxa para ariclos.
/iua do Queima-
do o, 1
Vendem-se asseguintes fazendas abaixo
mencionadas, por menos do seu valor, para
liquidar, e dao-.-e as musirs cun peubor :
Se las de quadrus largos e miudos, o
covado 800
LSas com 4 palmos de largura, o covado 400
Lilas do listras, o covado 280
Lazinhas de llores iniudas, o covado oo
l.aas de seda de quadrus largos.o covado 500
'.orles de laa de babados
Lencos do seda
Curtes do laas com listras asseti-
uadas a 6-3 e
7-3500
soo
9300o
to
:-.:.?: '
Vende-se urna escrava de roci i .*f
idade, quitandeira por preco commodo : l|jj
na roa da Cadeia Veibaloja n. 22. ;
J Ditos ditos do Heno.
sUKGOirOS BORDADOS. ^ t.ravatas de todas as
prelas e de cores
Di tas de brim de Cures
nos.
Dilas
Serou
Ditas do alto lao.
Colletos oe setun preto e braoco.
Di ios de seda de cores.
Ditos de brim de sesa de coros.
Ditos le fuslo de cores.
Camisas de peito de fusilo brancos
o de cores.
tos de mussulina.
qua! hiedes
to
to
to
to
.- na para vender um1 rico sorUmen- -._; .^ Mej ,,. Bo ,lr, CSCi(SSJ;) c de ;i, ,.-0 f^
\ to de manguitose goilinnas de cain-
; ria bordadas muito finos, por pre-
;o muito barato: na loja da ra do ;
luoitnado n. 10, do Leile, Arlliur
C.
Sebo refinado
Veode-se no largo da Assembl;, arma-
zem n. 9.
Vende-se um mulstinbo de 10 an.ios
de idade, multo espeito o linda figura, pro-
prio para pagom : na ra da Senzala Velba
11. 9i.
.-
STIDOS DE BAREGE COM BABADOS.
\j Existe um bonito sortimento de '.,':
vestidos do barege, de gosto inglez.;;.
- ia nova ueste mercado, e a :-.
noderna na corte elogate
na ra do tju'imado n. 10. loja '-''
i do Leite, Arlhur Si. C.
fazenda
mais
..' ra
haiutpa ivlisfsisi, c Vu
de pnmeira
-. por pi o
caes 1I0 lia-


lonters.
Vende-se eitaacreditada marca de r-lia-
ralos : na roa da Cruz n. 55.
Ven I ai-s 1 30 travs de lomo de
id pulmos : ,1 fallar na ra Direita nu-
mero 157.
Vende-te urna escrava crinla, coi i bo-
nita Ggura o e.un aig.1,.1.1 habilidade, ei i-
se a i'un lucia : o motivo da Venda se
i 1 r.i o co uprador : na ra do Amorim
11 -2'>
Vendo-so arroz deci m
qualidade, em sac os grai de
commodo : no armazem do
11 OS n 1
Vende-se um cav.tl'n pe !rcz, com boas
carnes, novo, muito marueudo. e excedente
pira carroga,em cujo ser.'ico trabalha ba 6
mezes, conservando-se sei>pre gordo, he
cuito forte o do bom lamanho': a tratar na
estrada do Cbora-menino, sino da Cap, Hi-
nha, com Jos Antonio Marques.
Vende-so urna bonita escrava crioola,
-'.e 25 sanos, cozinba, eugumma e lava, prc-
fere-se tara engenho : na ra da Mueda, s*-|do aterro
mi.zem n. 15, se dir quem ven li i mesma.
Luvas de seda o udas as qualida- ft
S des, e outras muitas obras feitas Z*.
fr> de todas as qualida Jes e por ba- 5
) rito ureco. (g)
NOVAS PECI1IRCUAS.
Pampolinai linas para vuelillo .1 13 rs. o rovHo,
sedal lavrada ricos padldM n \ r ., mus-alinas
lir iieai f de corei a :IJ0 rs. o cuva lo. lenrus Je fe-
d* muilo anndH a I3 r., diloi C19800, ddosrte
cusna a 200 n., gravaUi de Mila a I,?s., camisol,i<
da ISa para seravof a I940O ri., crande lorlimcnto
de corles de vpsliilos a 29 e 33 r*., n res de meia
caeniir,. > 29 ''.. ehapol de tul de panno a J5 rs.,
coberloret de l.i.i ds tuio a 25 rs., sortea de cullei"
de fuiHo ,. 500 rs., roupas fulas par scravo Ir
la, .. |n-^a, o oulras multa* fazeiids, que se ven Ir m
mata 1 1,,!'.', dn ColleRO, loja 11 9.
- .
Na ra do Crespo lojaauarella u. /,'
U| 4, vendem-se as seguiutes fazendas
que sSo das mais modernas que ha
neste mercado.
Mieos curies de vesii los de gros do
naples 'neto e de cores lavrados e
bordados, o corlo a 90,000.
Cortes de cambraia de seda com ba-
babas assetinados, o corte a 35,000. .
Casaveques bordados ricamente, de
cambraia e mussulina a 109, ij- e
15,000 cada um. .;
Vestirnos mu lin'os i!e brillantina, /X
cambraia e fusi.au para nenios e
, meninas a ?9, 50 1-2,000 'a la um.
Bicas sedas do quadrus a 1,1100 o cu- .',
va,10.
Lia los ba eges delat o sede a I,-200 -'
o covado.
Itiquissimos eofeites nara senhora do
melhor gusto do Paria l, 169
18,000 cada um.
Chapeos de palha de Italia, muilo
ricamente eufeitadns a iae u,OUU.
Cnapeosde palha Qua abas larg a
; do melhor gosto que tem viudo, a
lli.000.
: liquissimas sahidas de baile a 509 o "'
O.OUO *
n visitas o basquiues de
seda, fil e velludo, de vatios gus-
tos e quali ladea ;
\irrir....... R Ti ;.; .
vende-se a armacSo da loja de calcado
da bua-V'ista 11. 2: t tratar na
r
'
.
Recebidaseai diieitura ele
P ris.
Ricos cortes de vestidos do seda de
cor o brancos 3
Cortes do cambraia de s;da burda-
dos ao lado
Grosdenaples preto cucorpudo, co-
vado 19600 a
Dito oe cores e branco, COVa lo
Seda branca lavrada para vestido
de noiva, covado I5101) a
Belleza da China, fazenda toda do
seda, cova lo
Setini preto macu para vestidos,
covado -2:700
Velludo preto o melhor possivel,
covado
Helo velludo proto o de cores, co-
vado
Volbutina preta e de cores, covado
l'olar de Pars do seda com lisias
matissdas, covado
Iticas sedas de coros Jo novos pa-
droes, covado
Diana do seda lavrada mu linda,
covado
Se lianas de quadros c listras, c.o-
vado
Popelinas de seda o laa, padroes
novos, covado
Barogode seda, padres miudinhos,
covado
GorgurO de seda com llores, covado
Panno peto e de cores, prova de li-
n,ao, COVado 3 a
Casemira preta setim,covado 19700 a
Musseliua de cor e branca, covado
Chitas francezas de cor clara 1 o es-
curas, covado 280 .
Cambraias organdys.novos padrees,
vara a
Cassas trance/as lina:,, padioes no-
vos, vara a
Ditas ditas, vara a
Mantas do lilnnd. pelas e brancas
Manguitos o golmlias bordadas
Tiras e ntremelos bor lados
Pulceirasde velluio, fiocoe lita
l.eiiyosde cambrr-ia, linos, coui la-
byriuliio
Chales de merino com franja de laa
Ditos tilos de sola
Ditos ditos bordados 1 seda
lulos ditOS bordados velludo
Ditos de seda do peso
Cortes de casemira de cor linos
Colletes do dita e de soda bordados
Chapeos pretos francezes modernos
Grvalas Je seda compridas cuui
auuel
Paletots dealpaca preta e tie cor,
forrados
Gndolas de alpaca preta e do cor
Paletots de brim parlo e bretanba
Ditos de. Insta,), ganga o outras fa-
2 idas
Ditos do alpaca preta
Passandoo becco da Congregac/lo,
direito em seguimento para u Livramento a
quarta loja de tres portas com rtulos bran-
cos 11. 40.
Relogios
Vendem-se relogios o ouro, inglezes de
patento : no armazem de Augusto C. de A-
breu, ra da Cadeia do Recife n. 36
.. :,:-::::
......
VESTIDOS COM BABADOS a 5
Veudem-se vestidos de cambraia "i
M de cor com 3 ordenado babados pe- ;
lo barato preco de 5d cada corte : na '"
1 loja da ra do Oueiuiado n. 10, de 'f*
Leite, trthuriSi t;
..:.--........-.,.-...............
3
25O0
199^0
S9500
13100
13500
59500
19100
750
13100
19920
I 30(10
900
19000
640
50
79500
3--20,
320
:ir>o
19S0fl
500
::-20
3
a
3
3
13000
I 10(1
6*000
i,;,110
iiXoou
65000
o
7:000
73000
5 'ooo
4^000
9506
39800
lo lado

!
liins
f r
i
1 *"*10i,
lU.I.INSeltKI.OtilOS de patele
o,-li/ : .1 \eitda 1111 .irin.i/.tin ,i.
. liuslroiiltouker A- Cimpaiitna e<-
y quina In laro du Corpo Saulo nu-
mero <1S.
iiilia de
O
.:
-
mandioca.
Vende-se superior farinlib de man-
dioca por |ii(.vo mais barato doque em
outra qualquer parte : no armazem n.
3 dcfronle do Irapiclie do Cunda.
Craude sortimento de roupa feita ';
-. e calQados, a venda na ra do Cres-
po loja amarr-lla n. 4, por teros
mui commodos, nicamente para
acabar ; sendo ludo obras du mclbor
trahalbo de Pars :
Camisas para homein o meninos,
com ueilosdeesguiau, uiussuliua e
fustSo.
lulas tolas de linho para boniens.
Casacas e sobrecasacas de panno
g| lino preto e do cor. '*'';
a Fraques de panno lino de cor.
Paletots de panno, casemira, lou- ^f'
lard de seda, bombazina o alpaea, -'
pretos e de cores, inteiricos e so- -;;?
biecasacps.
Ditos ,1o bramante branco e pardo
ede metim do lindos padroes. '-"
Ditos saceos le casemira e d al- "--/
pca pretos e de cures. fia
Ditos de se la preta muito superior. : ;,
Calcas de casemira muito liu .
Cnlletes de gnrgurSo ae seda V?
Robes- le-chambre de merm bot
i dado e de chita de ramagem.
CalQido para senhoras e bomens, -";
Ski de varias qualidades.
:':r-.- .-:^\.
o

HEMEUIO 1MCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY. j
Milhares de individuos de todas as jaques
pudem testemunharas virtudes dcste remo-
dio incnmparavel e provar em caso necessa-
rio, que, polo usoquedelle lizeram tem seu
corpo e membrosinteiramentes5os depois
de haverempregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que Ih'as rolatam todos os
dias ha muitos anuos; e a maior parlo deis
las sao t9o sorprendentes que admiramos
mdicos mais celebres. .Quantas pessoas re-
CObraram com este soberano remedio o us
do seus bracos o pernas, depois de ter tper-
manecido longo lempp nos hospitaes, onde
deviam soffrer a amputadlo! Dellas ha mui-
tas que hdveudo deisado esses asylos do pa-
decimento, para so nao subinetterein a essa
operaeao dolorosa fura ni curadas completa-
mente, mediante o usu desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas na efusao
de seu reeonlieciuteuto declararam osles re
sultados benelicos dianle do lord correge-
dor, e outros magistrados alim de mais au-
tenlicarcm sua allirmativa.
Niuguom desosporaria do estado do su-
saudo se tivesse bastante conlianea para en-
saiar este remedio couslanlcnienlesegiuu-
do algum tempo o tralameuto que uecessi-
tasse a natiireza do mal cujo resultado seria
provar iiicontesiavelmoiile: Que tudo cura.
O ungento he til, vas particularmente
nos seyuuites catot.
Intlainmacao da ma-
Al pureas.
Ca nublas.
Gallos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeqa.
m das costas.
dos uiembios.
Lnfermidados da cu-
lis cm geral.
Lnfcrmidades doanus
Krupcocs escorbticas
Kistulas no abdomen.
Krialdade ou falta de
calor uas extremi-
dades.
I'rieiras.
Cennivasescaldadas.
IncliacOes.
lullammacaodoligado
da boxiga.
triz.
Lepra.
Males das pernas
dos pcitos.
do ollius.
Mordeduras de rcplis
Picadura de mosqui-
tos.
I'ulmocs.
Queimadelas.
Sarna.
Supurar^es ptridas
Tinba, cm qualquer
parte que seja.
Tremor de norvos.
Cceras na bocea.
- do ligado.
. das arliculagOcs.
Veas torcidas ou no
dadas lias peritas.
Vende-sejeste ungento no cstabelecimen-
10geral do Londres 11. 2U, btrand, e ua
loia de todos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda cm
toda a America do Sol, Havana c llespanba.
Vende-se a 80 rs cada bocetinha,conten
urna itisiruccao oin porluguoz para explicar
o modo de lazer uso dosle ungento.
O depusitu geral he em casa do Sr. Soum,
pnarmaceutico, ua ra da Cruz n. 22, cm
Peryambuco.
Na -ua da Cadeia n. 28 taberna de D.
v 'ampos, vendem-se em pequeas e gran-
des porgos bichas hamburguoaas das me-
mores que vem ao mercado, e tambem se
alugam.
Vendcm-so dus oscravas, sendo urna
mulaimha de idade 11 anuos, pouco mais ou
rs., volbutina preta e d4 cures a 750 o cova- me,,os e ulra muala do idado de 20 a'-25
do, velludo preto a 63 o covado, brim bran- VI00." : na rua I,,rei1* n- 72, se dir quem
.. .
... -.- V.
co de linho a I32OO, 13500 e 3 a vara, gr-
valas com um annel por 59500, meias bran-
cas para homem muilo linas a 75, 8 e 103 a
duzia, cassas francezas muito linas a 480,
560 e 600 rs. a vara, collariubos brancos a
2-20 cada um, lencos de labyrintho a la, pa-
lils de panno, de casemira e de alpaca, pre-
tos o de cores, calcas de casemira e colletes
de gorgurSo de seda, tudo muito bem l'eito
e para diversos procos, sarja preta para for-
ro a 19200 o covado, curtos do colletes de
caseoiiia bordados a 55, u tos de gorgurao
do seda a 338O, e muius mais l'azctidas que
n3o he possivol squi fazer mcncao dellas
pelas muilas variedades que so encontran
aqui ueste estabelecimento : quem quizer
venria vur c traga diuieiro, quo au vai sem
fazenda barata.
Rap.
Chcgou nova remessa de rap francez : na
rua do Crespo n. 12, loja de Campos & Lima
PAK\ DOE.NTKS.
Na loja do Nabuco & C. na
rua

Wa loja
das seis portas
EM FRENTE DO LlVRAMEJNfO.
Pecas de cassas francezas com 32 covados
a 63, e o covado a 200 rs., laasinha para ves-
tidos com 5 palmos de largura, fazenda no-
va a 320 o covado, he para acabar ; dam-se
amostras, e a loja est abena at as 9 horas
da noite.
'ote

Vende-se um bote novo em muito bom
estado, proprio para qualquer navio : os
pretendentes dinjam-se a rua do Vigario
n. 5, que achara' com quem tratar.'
rarinba de mandioca.
Gomma do Ceara".
Vaquetas do Acaracuti.
Milito e arrozciq casca.
Feijao mulatinho c de outros.
Afanados grandes e pequeos : vende-se
na rua do Apollo n. 5.
Arrenda-se ou vende-so um sitio em
Santo Amaro, quem vai para Belem com
cammodos para urna familia, e bastantes ar-
vorelos : quem o pretender, dirija-se a rua
do Nogueira n. 19. ou a rua da Cadeia do
Itecife n. 36.
Chitas france-
zas I i;is a '240 o covado
Na rua doQueimado n. 2| a, vendem-so
chitas francezas escuras e largas, pelo bara-
tissimo preco de 240 o covado, e dao-seas
amostras com penhor.
Continua a estar a venda na rua da
Cadeia defroute de S. Francisco casa do
editor I. F. C do Lemos o silva, a collec-
?ao das disposices reglamentares do im-
posto do sello, contendo a'em dos regla-
mentos de 10 de junho do 1850 e mais lega-
t;5o conceruente a osse imposto, muias no-
las explicativas da materia. Esta obra de
muita utilidad aos Srs. collectores e mais
agentes da fazenda geral e provincial, a to-
dos os empregados de fazenda, aos juizese
advogados, solicitadores e mais empregados
de foro, forma um grosso volume, ntida-
mente impresso e que se vande por ora a
. r.ocoirimendamos esse trabadlo conl'es-
sionado, por um mui hbil e Ilustrado em-
pregado da thesouraria desta provincia, aos
Srs. inspectores das domis provincias do
imperio, que evitarSo por certo muitas du-
viias e pouparao muitos trabalhos as suas
reparticoea, com a remessa de um exemplar
a cada colletor. Tambem aluda existem a
venda alguns exeroplarea da legislacSo so-
bre os terrenos do marinha e procurares
extrajudiciaes.
i;dzt%rt f5ft^ 4.
-v
1 1 .sadiltabcScQiiieaau ^Companhia,
rua da ".adeia n. :<7, voudem-seelegante
pianos do afamado fabricante Trauuiann
da llantburo
Vende-so um mualo padeiro, oxccl-
lenlo amassador, o forneiro : na rua da Ca-
deia do Recife n. 8;
Milhoafi^e6,500 por
.-co,
Milho em ssccos de, superior qualidade,
recenlenieitto ohegado : no aruiazom do
Guerra, conrroule ao trapiche do algoJao,
e cm fronte da rua da Madre do Dos.
Cabos sortidos da Russia, Cal-
-.; 10 e M.iiiiIIki. -.;;
j Lonas da Rusta, brins e brin- ;
/.oes.
Cobree metal para forro com .,'
pregos, m
Oleo de linkaca e Velas stca i- (;
as.
Estanto em barrinbas, Bar- .,.
<8H '"'a.
,;'j Viudos linos de Hotelle o Joan- '.
. nisberg espumoso, c de Bordeux A
i iu quartolas.
C. J. ASTLEY4 C.
m@to&&totom
TACHASPARA ENGENHO
Da fundirlo do loriotle/>- VV. Bovrman
na rua do l!i um, passando o chata-
riz, continua a ha ver um completosorti-
ment de tachas deferro fundido e bati-
do, lo a 8 p.il.n is de bica, as quaesse
ecliama venda por proco comniodoeeom
prompttd3o,embarcam-se ou carregam-
se em carro so'ii despezas aocomprador
0
V
:



N'AFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NUE1RO DAVID W. BWMAX.rtA
RUA DO BKUM, PASSANDOO Ol \-
FARIZ.
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objectos Jo mecanismos proprios
.,. ra ngenhos, a saber: moendas o meias
tnocr.das da mais moderna conslruc^So ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e de todos ostamanbos; rodas
dentadas para agua ou inimaes, de odas as
proporcoes; crivos bocea de rornalhae
registros le boe ro, iguilln es, bromes, ;-
rafusos e cavilbOes, uuihos de mandioca,
' NA MESMA FUNDICA'O.
seexecuiam unas asencommendss
superioridade ja ronhenda com a
prest za e com odidade em proco.
con a
devida
anemia*
s.
Vende-se no aterro da Boa-Vista, loja n.
18, de Duarte Borges da Silva, urna grande
quantidade de retalbos de cae piutadasde
1 icellentes desenhos o muito linas, por me-
tado do seu valor.
\a rua Nova 11. 2, loja de Nabuco C,
vendem-se chapeos francezes do bonitas
formas, ditos de feltro copa alta e baixa,
dilus de pallta ara meninos, ditos do Chile
multo linos, ditos de alpaea, bonetes do pan-
no para leoninos, etc., e ricos chapeos de
sol de seda para senhora, ditos para ho-
mem, etc.
Vende-se superior linba de slgodSo
brancas e de cores, em no vello, para costu-
ra : om casa de Southall, Mellor & c., rua
do Torres u. 38:
Vende-se una escrava boa rozinheira,
engoramadeira e lavadeira : quem preten-
der, dirija-se a typographia do Jornal do
Couimercio, onda se dir quem vende.
He barato
que admira
-----.^j- ._ .-*.w** v, na ua -;-;
Nova 11. 2, vendem-se camisas de 15a f
1 lo, soroulas de liia a 23, e mcias de l?
5 laa a 1^, tuio proprio para as pes- Jf
suas que padecero de rheumatismo. -^
Kelogios de ouro ejoias.
Vende-se um lindo sortimento de relogios
do ouro para todos os presos conformo as
qualidades o um variado sortimento de joias
de ouro do le: no escriplono do Isaac,
Curio e C, rua da Cruz a. 4'J, primeiro
andar.
AtlcnQao.
\o deposito da rua das Cruzes n. 21, ha o
superior pao tanto em lamanho como ero
qualidade, massas linas muilo superiores a
320 rs. a libra, bolachas a itai a Mora o i-tSO
a airuba, ssucar retinado fino a 160,'baixo
a HO, branco de caroco a 140. c somenos a
120 rs. a libra, queijos do sorto a (10 rs. a
libra, manteiga frauceza a 800 rs. a libra,
calo moldo o melhor possivel a 300 rs.
Ma loja de Nabuco & (',., rua Nova n. 2,
atraz da matriz, voudem-se meias de algo-
dao para senhora a 3, 4, 5 e 6SO0O a duzia.
Vendem-se na rua Nova n. 2, loja de
.Nabuco d( C. ricos espclhos com moldura
dourada, proprios para sala, e por barato
prcQo.
Reloo.
Vende-se cm casa de S?unders lirothers
v C, pra^a do Corpo Santo, relogios do afa-
mado I.-lu can le Itoskell. por procos commo-
dos e tambem Irancellins c cadeias para os
mesmos de exccllentc gosto.
Nova agua de malabar
Vonde-se esta agua a melhor que tem ap-
parecido para tingir o cabello e suissas de
prolo : na livraria universal rua do Colleg:o
n. 20, d-se junto um impresso gratis ens'
namlo a forma de applicar.
AO PUBLICO.
O agente Marcelino do Itorja scientilica ao
rcspeiiavcl publico, que ein o seu armazem
na rua do Collegio 11. 15, tem sempre um
explendido sortimento do mobilias comple-
tas e mais objectos de marciuuiria, cons-
truidos pelos moldures fabricantes de llain-
burgo e Paris. e que os vende por cunta de
urna casa comirercial estrangeira nesta ci-
dade, e por presos mais baratos do que em
outro ou iijiier estabelecimento.
s3

j>
O
:
Calcado lran-
cez.
--
m

m
^a loja de Nabuco & t:. na rua No- ;
va n. 2 vende-se calcado francez do ^
.'-^ lodas asqualidades, como sejam : -.
: Borzeguinsde pelica gaspiados ~
de msire para bomem a 10,000 W
. Ditos deduraqueditos dilosa 10,000 g$
t Ditos ditos para senhora a 5,000 i:
. ,t Ditos ditos para meninas a 4,000 ^3
\'\ Sapatesde lustre com elasti-
V!s copara homem a
{_ Ditos ditos forma inglezaa
^3 Sapatos de lustre rasos de 1
sola com salto a
;.'" Milus ditos sem salto a
" Sapates de bezerro para me-
ninos a
Diius de lustre ditos a
? w -.- -.- ..... ..
'ara Senhora
8,00(1
o.ouo K:
6.000
5,000

-.
,..-
.000 i&
5,(100 ;::
Na loja de Nabuco i\ (.'., rua Nova; n. 9,
atraz da matriz de -Samo Antonio, vendem-
se entre-meios de cambraia bar.lados, baba-
dos de cambraia bordados, ricas mantiiibas
idefrocopara senhora, fazenda de palha da
i India muito lina (mais fina do que cambraia
I de linlio lina propria para vestido do senbo-
ra, lencos da mesma i veques de cambraia bordados para meni-
nas, calcinitas de cambraia bordadas para
meninos, btsquines de fil prclo guarneci-
dos do fita de velludo para senliora. ricas
gollinhas e manguitos de cambraia borda-
dos, riquissimos lencos de cambraia de li-
nbobordados proprios para OOivas, espar-
tilbos muita linos para senhora, ligas de
seda elsticas para senbora, meias do seda
para meninas, lavas de seda bordadas para
senliora e meninas, ditas de cores para bo-
Na loja do Pregoica. na rua doOuoimado: moni, mantas coa lindos allinelos para bu-
n. 2, vendem-so cambraias de quadrus, pa- I mem, ele, o oulras mullas fazendas, tudo
di<> s novos, o m lis lin 10 que tic possivel a Ido melhor gusto possivel e mais barato do
3(io a vara, cassas francezas o mais lino qua I que em outra qualquer parle,
be possivel o do lindissimos gustos a 440, Vendem-se toncas de la para crian-,
480 o 500 rs. a vara, cortes de largelina com ; cas, ditas de fil de linho forradas de setim,
12covados pelo diminuto pre^.i de 39200, |chapeos do palha enfeitados para baptisa-
ditos de organdys co 1 10 covados a 2r(i00,
meias casemiras entestadas proprias para
1 palilots a SMH00 o covado.
dos, ditos de seda : na loja de Nabuco A C,
rua Nova n. 2, atraz da matriz de Saulo An-
tonio.
Do engenho Minas Novas, freguezia de
berinhaem, fugionodia 14 do correte um
cabrinha de nomo Gregorio, comprado em
novembro do anoo passa lo nesta capital ao
Sr. Matdias, morador na rua Direita : tendo
sahido com parte do tardamente de criado,
e n'um cavallo castanho, foi este achado na
cocheira do Sr- Guedes na rua do Cano, e o
cabrinha tendo sido encontrado em algumas
ras desta cidade, desapparecou ltima-
mente, e desconfia-se estar em Olinda por
ter sido criado de estudante, eahi morado
alguns mezes ; he lilho do MaranhSo, cozi-
nba, e he copeiro ; por isso protesta-se com
todos os rigores de lei contra quem o tiver
acoutado. Roga-se as autoridades policiaes
e capitHes do campo, que o poderem captu-
rar, o Tacam, que levan lo-o a rua Direita
n. 88, ou ao engenho supramencionado, se-
ro generosamente gratificados. Seus sig-
naes caractersticos sao os siguintes : idade
18 annos. feices regulares, ar tristonho,
corpo e altura regulares, principio de barba,
rosto redondo, olhos na flor da cara,eal-
guma cousa vermelhos, cicatrizes de ven-
tosa na nuca.
Fugio no dia 2B do correte om mole-
que de nome Zoroaslro, de 12 annos de ida-
de. vestido de calca e camisa de algodao azul
o um cintorao de couro, com os seguintes
signaos : cabeea grande e redonda, pernas
luas o pos pequeuos, quando anda levanta
os hombros, e toroa-se muito conhecido -
por isso, quem o apprehender, leve rua da'
cruz do Recife n. 53, ou no aterro da Boa-
\ista n. 43.
Fugio no dia 14 do corrente o cscravo
de nome Francisco, com os siguaas seguin-
es: estatura baixa, cor fula, com pouca
barba, cheio do corpo, parece ter a idade de
vinto e tantos a tnnta anuos, tem um talho
no beico, e nos bracos tem as seguintes let-
l"S/\K S\P-' um cor3oe urna palma,
sendo duas letlras e o coraco com tinta en-
carnada, e o resto com tinta azul, levou ves-
tido camisa de madapoISo, calca azul e cha-
peo de palha, falla muito descansado e diz
chamar-se Flix, he natural do l'ara : quem
0 apprehender pode conduzi-lo rua do
1 rapiche n. 17, que ser generosamente gra-
Desappareceu na noite de 21 de abril
do corrente anoo o escravo de nome Floren-
tino, com os signaes seguintes : estatura al-
ta, cor mulata, sem barba, espaduas largas
pws grandes, rosto compndo, olhos casta.
nhos, cabellos negados, falla grossa, muji0
regrista tem falta de 3 denles na frente, cm
U11 dos lados do queixo tem urna listula
levou chapeo de couro e camisa de rtscadi-
nlio : quom o pegar leve-o a fundic3o da Au-
rora em Santo Amaro, que ser generosa-
mente recompensado.
Fugiram na noito de 4 para 5 do cor-
rente dous escravos a saber : arcal allura
regular, com alguns signaos de bexigas.falla
manso.cntreo nariz e atesta Dz modo de tnn
talho, rosto ro iotido, nariz chalo, foi do lu-
gar b'a.xa-Verde, vendido nesta praca cm 6
de maio do corrente pele Kvmd. Sr! padre
Marca! Lopes de Siqueira, este levou calca
amarclla, camisa branca, um paletot de al-
paca, chapeo de feltro o um cinturao encar-
nado com chapa amarella na cintura ; Be-
nedicto bsixo. bem preto, bonita figura, p
pequeo, rosto redondo, nariz chato, falla
be,,, o muito ladino, fui do lugar de Bezer-
ros, vendido nesta praca pela lllma. Sra. D
Jcsephina Dantas do Almeida, por interven-
cao dos Srs Adriano & Castro, levando
chapeo do pello redondo francez, calca bran-
ca camisa de chita ou branca, elles foram
juntos o levaram alguma roupa trais pede-
se a todas as autoridades policiaes, capitSes
de campo e a todas as mais pessoas cap-
tura dos ditos escravos e conduz-Ios ou
manda-Ios ao seu proprietario Joaquim Jos
Rodrigues da Cunta na rua do Brum n. 22
que recompensara generosamente. '
Fugio no da 20 de junho urna negra
de naco Angola por nome Ignacia, cora os
signaos seguintes: tem 45 a 50 annos, es-
tatura alta e reforcada do corpo, qnando
anda enclina-se para a frente, tem o sem-
blante carrancudo, quando abre as mSos
n3o estira bem os dedos, principalmente
o mnimo de urna dellas, levou vestido de
chita encarnada e panno da costa com lis-
ias encarnadas, levou lambem urna saia
preta nova e um panno preto usado e mais
alguma roupa, eostuma trazer um lenco ala-
do na cabeea e cabello bem aparado o pin-
tando de branco, julga-se estar occulla, om
alguma casa porque tem sido encontrada na
Boa-Vista ou ter seguido para algum enge-
nho procurando quem a compre, pois ja foi
escrava do malo e por isso rotesta-se com
todos os rigores da lei contra quem a livor
occulla e portaulo loga-so as autoridades
policiaes e eapitaes de campo a apreheneo
da mesma e leva-la ou participar em Kora
de Portas rua do Pilar taberna n. 56, que
sera bem recompensado.
Attenco.
Fugio no dia 19 do corrente urna escrava
cabra, bastante fula, altura mais quo regu-
lar, levou alein da roupa que tinha Vestida
uro panno lino preto com ourelo e forro re
tafet roxo, saia de sarja nova, diversos ves-
tidos novos e usados de chita e cambraia
desconlia-se que leuha ido para o Abreu de
Una donde he lilba : quem a pegar leve a
seu senhor na rua Imperial 11. 167, quo re_
compensar generosamente.
l'LK.N. TYP. DE M. F. DE FARIA.- 1858.
II
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