Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06963


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Full Text
ANNO XXXIV N. 103.
Por 5 mcze adiantado* 4J000.
Por 3 mczcs vencido 5<000.
TERCA FEIBA 20 DE JILIIO DE 18S8.
Por anno adiantado i5$000.
Porte franco para o subscriptor.
E.NCABREADOS DA SL'BSCUIPCA'O 1)0 NORTE.
Paral iba, (Ir. Joa* Bodolpho Qonm ; Natal, o Benhor An-
iodo Marquta di Silva ; Aracaiy, o Sr. A. da Lamo* Braga ;
Ctart, Sr. J. oti de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Jota) Ttixeira
da Malla ; Pia ihy, o Sr. Joca* Joaquim Avellino ; Har, o Sr.
Justino I. Banoa"; Amajonai, o Sr. Jaronjmo da Coala.
PARTIDA DOS COR REOS.
01in Is-aarais**, Gubaita eParahiba, mi atajeas!** o *esia*-r*r*a,
8. Aatio, BeRecroi, Bonlu, (Uraara*, Ali abo e tiara ni,un : n.! lerc-s-feira.
s. Loarviera), t'mo ti'Alim, aureUi, lam-,oro. Braja, Peafawlra, laiwiei-
ra, Florea, VIOa-Balla, Boa-Viaia, Oanearjr a Esa', aaa q*ru*-feir**.
Cabo, Ipojaca, Serieaiaaa, Rio r'ormoso, Una. Barrenos, Agua-I'ruia.
Piartaielraa a JYaia/: ejasaua-ielra*.
Todos os correr! j-arlem as 10 floras da nantiaa.
AUDIENCIAS DOS TBII1UNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommerclo : *egunda* e quintil.
Belacac .' terca feirai e tabeados.
Fazenda : quarlai e aabbadoa aa 10 horas.
Juizo do commereio : tegunda* aa 10 horae quintal at mal* di*.
Dito dtorphaos: leguDilai t quintas ai 10 horaa.
Primeira rara do eivsl : segunda nuil ao meio dli.
Bagunda Tara de nral : quarlai a nbbadoi ae meio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JULIIO.
4 Quarto miDguanta ai '. borai a 24 minuioi da manhaa
10 La nota ai 7 horaa el minutoa da larde.
17 Quarto creiceme aa 6 horaa t 19 minutos da larde.
18 La eheia ai 9 horaa e 44 minutos da tarda.
I'BEAMAI. DE lliUE.
Primeira a 1 hora a 18 minutoa da manbea,
Segunda a 1 hora a 42 minuloa da larda.
DAS DA SEMANA.
1!) Segunda. S. Vicente de Paula ; Ss. urea c Justa vv.
-I Terca. S. Jeronymo Emeliano ; S. Elias prof.; S. Comba m.
\ Quaria. S. Prxedes v. : S. Daniel prof. ; S. Argobaslo b.
22 Quinta. S. Mara Magdalena a pecadora do evangelho. |
23 Seita. S. Apohnario b. m. ; S. Lihorio b. ; S. l'riiuiiiia m.
J Sabbado. S. Clirislina v. ; *. Francisco Solano f.
23 Domingo. S. Tbiago ap. ; S. Chrislovao m.
PARTS OFFIGIAL
----------------------------,-----------------------
MINISTERIO UOSNlil.Oi.10S ESTRANUEIROS.
HELATORIO
ia rtpartr.~,o dos negocios estrangeiros apretenta-
do (i assemb'ra geral l'gi'lalicn na segunda ses-
illo da dcima legislatura, pelo respectivo mi-
nistro e secretario de estado, visconie de Maran-
guape.
Conlinuajao do n. 156.)
PARTE POLTICA.
Ai relajos do imperio com as potencias estran-
geiraa se cous.;rvara no p da mais perOit.i paz
amiaade, i-a i havenln a lamen! ir occurreaeia algti-
ma desagrnlavel quslenla a perturba-las.
O governo imperial leiu procurado resolver 'as
quesillos pendentes no sal do im,>ri dominado
sempre do desejo de cada vez eslreilar mais ai rel-
jeles a interesara reeiproeot entre o Brasil e os res-
pectivos esta los lirailrophes.
Peloi actos inlernacionaes com esses estados, so-
bre que chamirei especialmente n vossa allenjo,
yeris qoe a polilica do imperio ngo tem sido a" da
indiffarenc*, nem (Jo pooro estril, aehmdo-se re-
solvidos pele maior parte os assaioplos mais impor-
tantes que ainda eslavam por decidir, quando vos
apraaentoo o mea antecessor o seo ultim> rtlatorin.
Os ajustes ltimamente celebra-toa eom o estado
oriental, coifederajflo argentina e paraguay preci-
sara ain la do complementos, que prendera as am-
pias bases ein qoe elies se firmara, como sejsm, em
esta ultima r-pubhei, alen d i lis icil > I ii Imn Ir-,
oulros accordos regud mentares sobre commereio de
fronleira e entre o< dous paizes, sb os
mesmos principios que se aeham eslipolados com a
ronfe lerdean argentina a citado oriental ; e, eom
estes dous ltimos estados, o dasenvolviraenlo que
devem ter algons artigos d > tratado de 7 de marj>
de ItiSo, deriva-ios de anmpromissoa eonlraliidos pa-
la eunvenja i preliminar d paz e tratado de allian-
ja de 13 de outabro de 18,1.
Com as repblicas americanas ae norte e a oaste,
o governo im|ierial espsra qoe em breva lenham a
Je\ i i.i i|iii;, i a< neg ciajes que est.l i pendentes.
O coferno TIiierial dau as contenientes in-lrue-
joes a' l- .ci i b a ra > exigiao as relacoes polilicsi e eommercies entre
os dous paite?, para a celebrar;.) i, sb baes mais
largas, de novo ajustes lobre navegado lluvial e
nlrasUajio, que iob venci de -2\ de ouliibr.i de 18">1 que ttiu di lindar
em 18 'e oulubrn do rorrente anno.
As preeisas instrueces foram, outrosim, remetti-
alas a'lega^io imperial oro Vens/.uela a Nova Grana-
da para cliegar cora o governos das respectivas re-
lutilicas a um a'rordo obra os tratados com ellas
eelebra los em 18r> e I8>:1.
O governo da II dlvla nunifesla as melhores dispo-
litOes, e o deiejo de cultivar e estrellar as soas re-
laajSM com o imperio, e o giverno imperial, compar-
t liando o meamos seulunenlos, dar' opportuna-
mentc andamento as negociaces am qoe tem de
entrar com aquella repblica, aAfa os mesmos prin-
cipios que lean dirigido a isa poltica com o outros
estados lunitrr plies.
Com os Estadoi Unidoi as re .roe- ,11 imperio (ir-
rnam-sa na base solida dos intereses commercue-
que especialmmte regala* a poltica iuleruacioaal
entre os respectivos govemos.
Com as potencias europeas nao he menos liiongei-
ro o estado de uossas relacoes.
No roalo-io do anno prximo pasado, o meo an-
tecosaor vos d sse que o governo Up S. M, llrilanui-
ca se rooitrava disposlo a orna pnliliea mais propria
a eslreitar as reiacSea atnigaveia dea d ui palaei.
A duiasilo eobre o Irafi-o de Africanos, qoasi
que se aeha 1'rminaJa ; e este e^ado mosira que
oa dona tactos de desembarque as coalas do llrasi1.
occorridoiem o anno de I85, nao depuoliam conlra
allicacia das mecidas a lopladaa pelo governo para
a completa repraulo do Iralicn.
Cm a Tranja aclu-se inapenaa a solaMjaa lioal so-
bre a TitacSo oa fnnleira entre o llrrsil e (ioya-
na Trancis. Coniroissarios dos dous governos Ir-
tan de faier averiguaQrs con incautas a es-a su-
luce.
Pea continnitade de communicarOts por aquella
f'oiiieir.-i, e cordialidade que existe lias relaci'S eom
a franca, piocuram o dou< .ovemoa cliegar a um
acconlo sobre a exlralicao de criminlos.
Ooportunainenla aeris informados do resultado
da respectiva fiegoriar^o.
Communicai-do me o ministro Jos negocios eslrau-
geirai de S. M. o r-a da Dinamarca os tratad i, ce-
lebradas enlre o seu soberano, os Estada Luidos e
varia* outraa potencias, para a suppreasao dos direi-
los que cobra a cora daqoelle remo sobre os na-
vios e rarragaiDanios deasea panes na la passaem
pelo Suma e Bella, propi ao governo imiierial a
negociarlo de uta semellianla ajuste entre o Brasil e
a Dinamarca, regulando da ^in modo definitivo e
formal o irat nr anta a qus devera' all licar lujeito o
commertio bra-dlsiro.
Os represenlaoies dai nar;ea signatarias daqoellas
tratados, acre litados nesta corle, msnilestaram o
aprec.0 em que leus respectivos governos teriam a
feln couclusio lo aju-ta proposto pelo governo di-
mmarqaei ao de S. M. o Imperador.
A rea-iluc.,i > qua a este respailo tomar o governo
i ni [i-nail vos sera' igualmente commuuicada em oc-
casiio opporluu i.
Por HENtiKjnn Co.nsciknce.
Ilouten Clara,
VII
Coniinuaco.
ip'acas as caricin do conde, llonteu Clara, liaba,
-'.lindo seu costuine, pascado mu depressa do cons-
Irangimenlo a urna doce familiaridaile. Sabendoque
i conde linlia estimado seu pai, pardea completa-
mente a li'iiidei, e deitando aeua bracinlios no eolio
daqoelle que ae lurnava para ella om amigo, ileu-
lli i om hej,, ,ia face e lito disse com um axpressao
demasiadamente encantadora :
Dos os recompensa por urdes estimado nieu
pai.... ol! por itio o i vos amo tambem !
Conbeceis ao meuos vossa ine'.' pergoulou o
conde.
ilouten Clara abaitaa a cabala a nao respondeu,
Adoravel menina! ex-lamou de Almila, cheio
de i'jiiirJo ; nao queris trahir este segredo, mas val-
i i-iranio l.io puro, n1o sahe mentir. Nao, nao o
li.aes a ninguem no mundo Ala '. seriis iafalil !
Ea desconlieecri.-. a vox de vosao pai, drsprazaria seo
ladido, enveneraria minha vida rom remreos
crueis Seria ingralo a pona de recompensar o amor
com o odio Mniha filba, minlia querida (illia, dae
graaaa a Oeos era vossai innocentes orarups. Vosso
luce sor riso aalvou a vidt de dua- peasoai. das i| uns ja vos Le chara, a a nutra vn-lo sea por seus
beneficios.... Nao vas senlis disposla a ain&r-ine,
i lira '.'
--Ah! nao m'i> pimiinteis. -enliar romle ; nao
-ais a mellior anneo de miulia proleclora .' Nao devo
pstrtanla amar-vos lambt-ui .' E como sois tao hom,
lio allacluoso para ella, eu vos amaiei sempre, sem-
pre.
O ronde rontempluu ailenciasa mente e menina;
um -orriso iudimel de felici.lade illuniinoii-llie o
rosto e elle rorneco i a afTiga-la nao sn rom asTeicAo
rass (ana'i*in com reeonliecini,,iit>. A coo. ,1 ,,i,.
que expen.nenlava senlindo semelhante revolufAo
em -u is ideas, a ernbriagadaan ventura, que gozara
tm r irrnar pro;cclo-, que pooiam transformar sua vi-
i'a em orn paralan le nal e de amar ; todoa estes s-n-
liii.eiilos flonfin.ia ininila-- rn seu corsea i, como be
nfllco' ellluvios, .e elle i-lliava com urna especie de
admirac/tn para a innocente menina, que Iijvij der-
rmalo em seu seiu efaa Lalsarr-o salutar.
O ronde, romo ae sua voi interna Hie Uves e talla-
do sub lamente, ergnea-so e disse a Ilouten Clara.
Junio de vos, inhiba encantadora blh, nao ha
qii'in asta I i ,| u < >' '' inteiros esqos'rido '. Vamos,
ejatra dar-vos anda um !ei;o ; lalver. qoa eofvenba
a dever-v.n ,i paz a e felHdade... Mas vul nao con-
i r e i-s na la d i que araba de paasar-se eulro m-, nRo
-ini ; Abracae-m* Binda um vez; espero que
al i 'era a alliau. \ollai para baixo, nao contal ru-
sia : aeris Flix, Ciara !
o conde deixou o locutorio e dirigi mialeriosa-
nieutai aUuma- pal ivras a diieclora, qoe o eipir va
na porta, ja cena aluiima iiiqiiielac-i". ti que o conde
liana dito, devia cauar-llie gramie praaer, prr que
aaudando-o, ii, |,li\ iionomja tom mi tina expres-Ho
risonha ; depois, chela de cootenlamenlo; correa pira
Clara, Inmou-a em s;us bracm a comecuu a cobri la
sle Imjo.
Vida Diario~i7.~i.
Espera o governo imperial roncesies p miili-ias
que tornen) menos dillicil a impetradlo de dispaosai
matiimoniaes nesle vasto paiz.
RKLACO'ES COM 0 ESTADO ORIENTAL DO
URli.l AV.
Negociar;ao de um novo tratado de commercio.
O governo da repubblica oriental do L'rouay
manifestou desde o anuo de 1S"> o disejo de cele-
brar um novo Iralado, que ino lifiaaiie n i'e com-
mercio e navegaban de 12 de oulubro da 1831.
Ja' em 1832 as conferencias que precediram o
accordo, queresolveo nessa anuo a questao da vali-
dade dos tratados do IS31, se bavia procurado mo-
dificar alajamat de suas eslipalarors
Este assumplo foi cs|ieoialmenle cmili ni i nesla
corle, ao ministro pleuipotenciario da repblica em
o auno de 1836.
Este ministro, no deseinpeuho de sua m sao e
de saas inslruccea, iustou eom o governo iuaperial
para entrar em um novo ajuste.
O lim do governo la republ ca era que Tosiera ex-
plcalas e completad as algatnat das eslipulacs da-
quelle tratado, e ae atlvQdasaa as oircumslancias nc-
corridas na situarlo econmica dos dous paizes. e ao
-le-env ilvimeiilo dos novos inleresses que tratera o
prn^r.'sso da nave^ajao e do coinmereio.
I'cla polillo geoc'aplnc, nalureza e extensa-) daa
fronteiraa, entre o Brasil e estado oriental, mui os-
peciaes eiam as suas re ic--, e atlas por is>o deviair.
ser reguladas por eslijulacos taiuliem mullo espe-
ciaes.
O meu Ilustre antecessor aceitou as bases pro os-
las para essa negacia-.ao pe. mtuislra da repblica
oriental do l'ruguay, e a a-iverno imperial reser-
vou-se o direilo de m idlica las, canil) se julgasse
conveniente, as conferencias entre os respectivos
plenipotenciarios.
A negociacao deu em resultado o tratado de de
setemnro do anno prximo passsdo, em que o Sr.
eiscoude do l'ruguay, que fra por S. M. o lmpera
dor dells oncarregado, procurou conciliar o n ais
possivel os inleresses do imperio coro.' os qoe c mi
tanto ampenho eram promovidos por parle do t;e-
verno da repblica.
Os plenipileuciarioi hrasileiro e oriental eonve-
ram que fsse trata lo fosse considerado como um i-n-
aaio que pudesse, durante o pra/o de sua durr.io,
foruec.-r os dados e informai^Oes necessarias pira
serrn altendidasem um tratado delimtivo, que troa-
xessa a abolicao dos-direilos li-caes e protectores so-
bre os productos naturaes a agrcolas dos douspaizts.
l'icou asien'ado :
yne o gado am pe, que pela fronleira fosic expor-
tado da repblica ori'Dlal o Uruguay para a pro-
vincia de San Pedro ilo Itio Grande do"Sul, seria li-
vre de lodo e qajalquer direilu de exporlarao por par-
le da dita repblica. E que para, nao entrar em ilu
vida a exlencao deasa coneessao, nao seria o mesmo
gado sojeito a direilo algum pelo laclo de sahir com
aqnede destino do departamento oa diitriclo em que
se .n-hasse.
0 ie nao po leria ser sojeila a direilo algum a intro-
ducidlo do gado, que para ser creado ou engrdalo,
panasse daquella provincia paia o territorio da re-
pblica.
Que eile gado, hem cmo o que os Brasileiros pti
sunseiu no territorio da repblica, Dejarla su.eito,
quanlo a quaesquer nulroi direitos, as mesillas con-
dices do gado oriental.
IJ'ie o xarque e mail productos do ga lo, de ori-
gem oriental, imprtalos na provincia do Rio Gran-
de do Sul, pela fronleira, sanam hvres de lodo o
direitn de i-.purlai,."i i p ir parla da repblica.
A -.-el.,,!, de direitos de consumo, de que goza o
xarque e mais pro lii-loa do ga lo, imprtalos no
provincia do Rio (jrande do Sol, pela fronleira,
coDcedida pelo art do tratado de commercio de
12 de oulubro de 1831, lu salen lida ao< mearnos
pro tunos importados por mar, directamente, los
porlos habilita los da repblica para os d > Brasil.
Durante o nos IralaJo, a da dala era que foise
elle posto em execnca >, os productos nalu-aea e
agrcolas do Brasil, inlrodazidos directamente d.-
seus porlos nos oieul es. a os productos iisturget e
aercolas da repblica, liitroduxi los duectamenle de
seus porlos habilitados nos do Brasil, gotariam de
urna reduccSo gradual noi direitos de consumo qoe
pasam aclualmenle.
Tem de iiurar ale I SU I a eslipolac,ao do artizo 'r.
do tratado da commercio celbralo com a repblica
oriental.
As precedentes disposirea que aliaran) e deseu-
volvem aquella arlino deviam subslilui-lo durante us
quatrn anuos que laltam para que elle cesse.
Aquellas disposi;es podiam, eulrelanlo, continuar
al que denunciaste urna das parles contratante!
ouira a sua lermiuacao.
1 ni dos pontos sobre que mais insisti o plenipi-
(enciario oriental foi a livre navegacao da l.agoa-
Me im e do JagaarSo a' bandaira da "repblica ori-
ental do Uragaay.
O arl. i.- do tratado de limites de 12 de outub-o
de 1831, recmiiier.il que o Brasil estiva na posse ex-
Cluiiva daqusll i naegac,ao.
Sobre ella artigo deelarou o ministro da repblica,
nesla corle, o Sr. I). Andrs Lunas, pnr n I "de :1
de dezembro da 1851, que em principio a em vir-
lude daqoelle tratado, a repblica oriental do Uru-
guay reconheria que nao luilii direilo a' navegacao
I is a -.na- la |..ij n Meriin. masque este recnnlia-
cimento rilo exclua qoe potesse oble la, por eon-
cessao do Brasil, e eslava persuadido que nao teria o
Brasil illiculdade em fazer essa coneessao, que Ihe
O conde de Almila fez abrir a porta e dirigio-se
apressadamente para o centro da eidade ; aclmu-se
lago na ra do Convento, e d'alii a piuco vi-im-no
subir a escadaria da casa da cmara. Nesse dia, de-
via rcrlamenls ter-se dirigido nimios lugares e nc-
eapado de negocios orgnica, porque linha vuliado
eiaada vez eo collegio das arpilla*, e eulrelanlo
nao linha voltado anda para casa.......
Eram perlo da qualro brax da larde : a ronless,
profundamente abatida, randada de chorar, tinba-ia
atirado a urna poltrona, e a aia junio delta resava *l-
fregaudo nos dedos as contas de um rosario.
Os lerrore da eondessa tinbam diminnidn, raai
lalvez que am pe>ar mais profundo opprimiase seu
coraba; patas pal-.vrasde Ignez, bavia comprrben-
dido qae seu marido arredilara a verdade, a mo en
mais perseguido pelo croel pensameolo, de que elli
llia liavla no inliel ; i, :,. comprcbrndera lamben!
qoe o conde a quera abandonar e partir t6 pina a
llcspanlia. Como a coml>--.i amava arjanlamenle
seu inaiiloe iba era dedcala pela duplo laco dn
graliJIo e do amor, esta conviccao Ihe preparava om
golpe terrivel, qoe alia esperava, com es raalgna-
rao passiva, que se curva a inevilavel le da tarta.
Em quanlo g?mia a per la de ludo que Ihe era
mais charo, soa f-lic dade e sao esp- so ; em quanlo
e-lremecia a' idea aa que e-le, levado pelo furor,
havia lalvez fallada dinaneira a chamar o oppro-
brio publico sobre ella e sua filha; einquanln esla-
va inleiramente entregue a esls rallexoes moili-
canle, a parla da cmara se abri a o conde de Al-
mata appareceu.
Acoidessa rrgaeu-a* vivamente, danto um -rin-
de cnlo, e sem alrever-se a olhor para seu marido,
cahio-lbe aos pus, esUudendo-lbe as raaos suppli-
cantas :
Perda perdi conde da Almata, exclaman
ella. Commetli um erro,seu rrnniuosa, mareaje vim.
aa riaganaja, vossa deapraaa, Taaaa odm. Ab I i nal
de mim o qua quizer.Us ; maa pela doloma paixa.,
da Niissi Senbor, nao me aliasteis de vi, alo ma
leia essa inorte cruel I'ermilli que seja vossa crea-
da, Vo-sa escrava, mis que eu peaaa ao menos a-
compaiibar-voa. Calislo (.alisto ab nao me re-
pillaes : eu vos sacnlicarei miaba lilbi !... e se Dos
me dar forja, eu a esquecare cumplo lmenle pira
expiar mau erro !...
O conde nao Iba diu lempo da conlinuar ; levan-
Ion -a e deu-lbe um balja na fronte.
liste sianal de Hffeica, reanimoa de tal sirte a
coiidesaa, que se apuloa qua.i inanimada no telo de
sen marido. Volveu para elle seus olhoi, nos quaes
se pintas am o pasmo e a increduli-tade.
Ah compadecei-vm de mim !. disse ella, enloa-
quecn... mas mo... soi< vns com eff-ilo, Calalo....
e n.lo me aborrecis... rea me torrta I
A eondessa anhelante, ebria de felieidada, ospen-
deu-sc no eolio de seu eiposo, que eooliaaaVI a con-
lempl-i-la allecluosamenle.
Ohriga-ls, abrigada, disse ella, nao n>i lisveis
as un p-iioii, Julgaltme anda digna de vossa
alleirio '.' l'aderc amia amar vot... adorar-voi ei.....i
a imagam da diviat bandada i1 Calillo, sede tbao-
eoado !
0 conde liroii-se dos brai;oa da eondessa, e levnu-
.1 pura a janella, snrrinilo-lbe rom ternura ; all rao*
lion-lhc urna cadeira, e soslenlaii lo--e ao lado del-
ta, lornoio a lomar-Iba a nulo as soas e diise :
Tenho si-iirlo egonias mortaes, he verdade:
ums terrivel susneila lilacerc-u meu corada... uin-
nuem pi'ide di/.er o qua lenrio lolTrido, porque eu la
am', minha querida Catalina, e cria... mas nao le-
nlia rallo nao rallemos mais ni-lo. em quanlo Deoa
permiitir, que vivamos juntoi na Ierra.
Moje tive urna dita, que me layara ao auge do
ENCARREGADOS DA SL'BSCRIPCAO OO SUL.
Alagoai, o Sr. Claudino Faleao Dial; Baha, a Sr. D. Duprad
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Peraira Mar lim.
EM PERNAMBLCO.
0 Proprletarlode DIARIO Hanoal Pigualroa da larla,na lea
livraria, praca da independencia ni. I a 8.
seria compensada pela da navegacao dos conllumtes
orientaes, deseuvolvendo assira o syslemsque adop-
tou para a mutua prosperidad! dos dous paizes, e
para liga-Ios cada vaz mais pelos vnculos do om
contado intimo,, i'requeute, e altamente proveitoso
para seus bem emeudidos iularasses polticos e ina-
teriaes.
O governo imperial respondeu, por nota de :tl da
dezembro do nie-i io anuo, que, eom efleilo, o direi-
lo exclusivo que tiulia o Brasil de navegar ai aguas
da l.agoa-Mirim, pela posse qui linha celias, e por
a..un o havar rieonhecido o tratado, nao tolbla
que, por conceisoes especiaos, e mediana crtia ron-
diea a cerlos reg llmenlos, le a Imillisiem embar-
cares orientaet a fazer o commercio ooi porloi -la-
qualla Lagoa.
Estas decl iraos foram consideradas como iuter-
pretaflo aalheotiea do tratado, e com a mesraa for-
ja e vigor cuino se nelle esliveiicm inseridas.
O tialado de 13 de maio de 1832 em nada inno-
van neesa parle oque havia ndo estipulado em 1831
e no respectivo prolocollo, a pidi lo do i lenip ne.i-
ciario oriental, pan que se declarassi commoni a' re
publica o nao da navegacao da Ligoa-JUerira t seus
allluanles, assim como era oda navrgacjlo do'L'ru-
gaay, allegando que as dilas aguas ja liiviam na-
vegado os cidad.los la repblica, respondeu o pleni-
potenciario da Brasil, o fallecido Sr. marqaez de Pa-
ran', qua, negante que embarcaciiej orientaes, ei-
livessem em posse de-ss navaga{lo, n.lo po lia.ad-
inillir amella decl ir.ie.la, se bem qoe essa sua recu-
-i -e nao devia entender como urna negativa bao-
lula por parle do Braail a' coneessao pedida, poie
que subsislia a declarai;5o feita palo ministro e se-
cretario -i esta lo dos negirios estrangeirns do im-
penoem ola de .I de dezembro de 1831.
SSo faelos estes consumados, a qae liverara o ple-
no assenlimenlo e approvac.lo, pelo tramites legies,
do' dous governos.
Por esta declarara > fieoa bem palala qua nao era
iiil.-iic.lo do governo imperial tornar improductivas
aquellas anuas, desuna las ao transporte daa rique-
zas que allluissem para as suas maruens, e a'cora-
moi.icacao e coinnurcio dos povos que as hbil.mi.
leudo, pois, o governo imperial por muilo con-
veniente pira o commercio, a industria e benvolas
relacoes j0 dous paires, abrir por eonresso do Bra-
sil, a navegacao ila l.igos-Merim e lo Jagaarloi
baudeira da rapubhc.i oriental do l'ruguay, assim o
reconbeceii no nuvi-IralaJo eelebrado'cora a rep-
blica.
Depeiiilendo, porcia, a applicaco deste principio
de exames e esludos, a que ia mandar proceteru
governo imperial, para a confecc^lo dos respectivos
resulamenlos policiaes" liscaes, ficou aquella con-
eessao para materia de urna negociadla ulterior.
Emquanlo senao celebra tira tratado dlflaitiva,
convierara as dual parles contratantes na adopcjlo
Je medidas propria! adaptada* rara facilitar-se o
commercio que se fiz pela Lagoa Merim.
Oatras estipulaces foram inlrolatidas no novo
tratado no seultdo das bases proposlas por parle da
repblica.
Tendn governo di repblica recebidu no dia 18
de selembro do anu prximo passaJo o ajuste re-
ceiiteineute celebrado ueste corle, neste mesmo dia
"pedio alie ura decreto convocan lo extraordinaria-
mente a asseinblca ge al para o dia 3 de oulubro, a
bm de i-iina-l i un cousiJcrac,ao e dar-lhe a saa
salieran.
A eommiseto da cmara dos repreienlanles.encar-
regada de examinar aquella ajuste, acoiiseiliou a sua
approvarao pura e -imples.
Viten leudo, paren), o' exaltacao em que eslavam
os espirito!, por inoliv n eleil- raes, julgou n gnvarno
da repuidica couviiicule adiar a saa discusiao nai
cmara*.
; SuUevatao no estado oriental do L'rugaay e r*sta-
belecuncnlo da ordem publica.
Sobrevieram as ele cea, e depois, o movimeiilo
revnlucionaiio d car niel lliirila Silveira, no de-
' parlamento de Alnas, rnmpromeltendo de DOTO a
paz e renascente prospeiidade da repblica.
0 proaaoeiamento daqoelle chafe poltico conlra
o governo legal foi o romero- da revolucao com que
mais urna vez fai flagellada a repblica.
1 m grupo de sublevados foi acampar no Kincao
| do Albino, c no a 2 avanciram sobre a capital,
, que procuiaram ter em sitio.
O governo da republira recebia entretanto avisos
deq'ieem Bueno! Ayrsi preparavara expidues
para apoiar os rebelde'.
Ein laes circumsiancias o gnverno oriental recor-
reu a' legaj.io imperial, alim de ser auxiliado com
a forra naval brasileira existente em Montevideo.
O objeclo desse auxilio, seria enlao Impedir o des-
embarque das torga* qae se annuuciavam de Bue-
uos-Ayres.
Receisiido ao mesmo lempo um movimento revo-
uciouario no interior da eidade, o governo da rep-
blica nao so para proteger as proprieda les dos es-
irangeiros alia residentes, a alfandega e oulros pon-
tos, como para lispor de toda a sua forra militar *
de polica, dirigi os agentes eslrangeiros, cojos go-
vernos tinbam forjas aavaei no porto, orna nota cir-
cular sollicilan lo odesembaique da forca que para
esie iini ellesjulgassem oecessaria.
Em consequencia disso desimbarcou dos navios de
go-rra do Brasil, da l'ranca, de Inglaterra, da llci-
panha e do! Estado! Ualdos, o cnnlingenle que a-
qoelle* agentes, de coinmum accordo, julgaram suf-
licieule.
(srai.tidas por esie modo as propiedades eslran-
prazer, se para isso nao foiiem baslantei ses laus
meiges albas.
L'ma s>:ta ".' dina d condossa inlerrompendo-o
orna 'lili para vs, CabMo .' Oh por ella doo gra-
c.as a Deo! de todo o meu eoracao !
Ouve, conl nii-iu o eonde'com nina voz eommn.
vida ; sabes que meo pobre irmilo morrea eom sua
uiiilher no incendio le sua caa, no dia sanronlo da
furia hespeahol*. No oizer dos viainhes, seu Blba
linha sido aenado morlo nas ebammas, mas deves
lemorar-ie tambem. que. oolros asseguravam ter
vi.lo um soldado be-panhol arrancar a chanca do
lana, qui ia davora-la !
A esta pergunia a condena abanoa a eabeca. qoe-
rendo dzer : '
N.lo me lembro.
i- f T" es, Sabes, Catalina, cuno era bem viva a alTeirao qoe eu
tinha a meu irmao ; por ah avallar! o prazer que
seuli, quando um acuuteciraenlo uniirevisto me fez
descubrir sen filbo.
O lillm de vosso rraao axclaraou a condesil
cima de a Imlracie, eomo se duvidaise da veracila-
dc de semelhante noticia.
O ntbodu Sr. Alomo ? repeli a aia estupe-
facta. '
Siiu, disse o cunde, o lilho do Sr. Alonzo, meu
fallec lo irmlo ; nao resta a menor davida a este
respcilo ; liz le.alisar pelos alm-Jtacri u depoimenlo
do soldado hespanliul, e eslou de "pone da nutras
provas irrefragavais. Agora nove cora allencao o qu*
anda reila-me a dizer-le, Calalina. O reo nao aben- !
coou nossa umao ; uso nos Ura dado lillios ; a lilba
da meu irml-i...
lie urna menina f dissi; a eondessa.
II e ama encantadora menina, amavel e bella
romo um anjo, resnon leu o cande da Almata Se-
gen lo a le, ella ha aainba anira herdelra. Cama ale*
aqu ella n.ia tem rer ludo lodos i cu, Idos ,,
reclama a allima rergonlea loa de Almila, tenho
a inlencje dea educar em m ulia rasa, debaila de
minhai vistas, b'il lavrar um instrumento regular del
i lo,o; ni ; deele modo, tila mu a ser minha lilba
nimba Itgilima berdeirs. En a farei sdruilir puhli-
rameula e com a maior ponipi na familia, da qual a
liaba separado um successo deploravel. Espero,
minha querida Calalina, qua Ihe permitliras amar-
le como sua m3i ; pela minhi parte, quero qua ella
me dfl desde ja o nomo de pai... Peto amor, que me
lena, amars pobre menina, nao be assim .'
lu com certo abalimcnlo, que a condassa res-
[on leu :
Ah : bsi-da ama-la, por que lie de nosso
singue.
Catalina, disse o cunte Iranquillanienle, sei
que pensameulo vos inirisleci; mas eu tambtin cui-
dire .lell* ; ir.i em vosso aunlio. a trabalharemos
jimios para a Ulirida le de i-, oanlo nos sao charos.
Esls contente, nao ha assim ?
Obi ohriga l-i, obrigada, di-sa a condeasd, cu-
es oib-is radiavam de alegra
Pois iiem dissa o con le laman lo um lom io-
lamne ; seja rute o penlior -lo nossa raconeiliaflo.
Eu le dou a Blba de meu kmlio, r lita m ii, como
eu quero aer seu pai ; be um doce laco, qu* uos uui-
r. Catalina.
Dizindo asas palavras, n conde cnlregou a con-
, doisa um pergaininlio fechad,' com grandes sellos e
ai rescetilou :
Convm qoe a niiii sniba o neme da lilba.
A ronden abri o pergsmnilio rom mais cunoii-
ilade que precpitsc.Vi ; mas aoenai seus olbos o per-
eorreram, um grito agudo se Ib* eeeapou, a ella ca-
bio de joellio* aos pos no con le, exclaman lo ;
Clara minha filara ser vusa lilba Meu
lieos '.... be milito...!
A con lena n 11 p le di/er mu : licou seiu seu-
i .eiras. e al erlo ponto as dos nacionaes, bu-cuu o
governo oriental prover-se de nietos de defeza.
Ao mesmo lempo que (olicitou o auxilio da forja
naval brailleira, apressou-se em sollicilar tambera o
apoio da confederarlo argentina.
Em Itl de Janeiro raceberam-se nesta corle aa com-
muiucsQes dos tristes acoiittciinentos em Monte-
video.
O ministro da repblica, referindo-ie a eitts a-
eoiileciinentoi, participou qoe o seu governo espera-
va e desej iva dominar e vencer a rebelliao com as
forjas narionaei ; prevendo porcm as funestas eon-
equencias que poderiam resollar para a ex slencia
nacional da repblica e os inleresses da paz, equili-
brio e legeranc, que ella repreienla para com leus
vizinbos, soliciloa do govem imperial, romo ja o
bavia feilo o seu governo directamente a' legacao
i braillei-a, ai medidas que julgasse dever lomar, ae
acoiitecesse que expadirncs e eipprezas, arganiaadas
m Buenoi- V\ es, fotsem aujiiieniar os element is
de guerra civil no oslado oriealal, e pr em perigo
a exi-leneia dos po leres legacs da regublica a pro-
| p>ia independencia nacional.
Nao cria o governo imperial que, se tivese o do
estado oriental da repellir nicamente a forca *u-
Nevada, cnlregue a seus mingaades recursos! roses
necessaria qualquer iaUrvencoJo por parle do imperio
e da confederadlo.
Neile caso, era o firme proposito do governo im-
perial nao prestar o auxilio qua lite era snllict-
la lo.
| Este auxilio sn daveria s,r prestada,' sea subleva-
gao fosse apoiada, malerialmente, por forjas indas
, repblica nesla corle, e para que podes,em s , cota las as estipula,;le dos tratados vigentes a os
enmpromisso! que dahi rtsullavam para o governo
imperial.
Al primeiras orlen--, paranla, do enverno impe-
rial, expelidas *m 12 de Janeiro do crranle auno,
forain para embaracar-se que qualqusr forc ur.'a-
nisada no estado e, Buenos-Ayre desembarcaise
com o lim de reforjar os nmotinadas.
No dia t de Janeiro, entretanto, havia cheaado d*
Itoenos-Ajres cum baudeira oriental o patacho
"Maipu. lando a sau bordo algmis ilep-.i-la tos po-
lticos, e om iiiunero de esUaugi-iros de varias na-
cionali lades, cora armas, maniedea e maia pelreclios
de guerra para reforc a rebellilo.
Ogoverao da repblica, preven lo as cansequen-
cias desse reLrjo, e nao lando meioi navaei para
impedir o desembarque ilelle, ; legaco imperial sollicitaudo o auxilio dos navios da
divisan biasileira.
Enlao ain la n,lo bavi.im ehegado aquella legiro ai
nslruccei do da 12 de Janeiro, asegunda taquee*
o governo imperial > prestara requisicao feita
por parle do da repblica.
\ expeladlo do M.11,11 lUiembarcou a foi reuuir-
! se aos rebeldes qu* se achavara acampadoi no C*r-
! rilo.
Este fado e a pencle que havia loma lo o gover-
no imperial, obrigaram-no a dar as convenientes
instruccOes ao cnsul geral em Renos Ayres para
reclamar do governo desse Balado providencias enr-
gicas e satisfactorias qua p-ozesse u termo a arma-
mento aipe.tirOit de forces, all oiganisad.s, para
ausrossar ai lleras dos rebeldes.
Em cjiformidade daquellas inilrurjoas dirigi o
i cnsul geral do Brasil ao governo de Buenos-As res
a nota de :til de Janeiro.
Os sitiantes, desde o dia 2 ale o da 7 daqoelle
moz, lanlaram por varias vezes vencer as barricadas
que em dillerenies pontos da eidade bavia prepara to
o governo em defeza da praca de Montevideo, mai
' foram sempre repelli los.
No dia 9 deram enuilaqae geral as linha* da de-
fez, sendo repelli los, levantaran) o sitio c dirigi-
ram-se para o Interior.
No da 13 eneenlreram-se, no luu ir chamado Ca-
1 gandas, com as forjas legaea, e ten lo noticia d-se
i recontro, cipcdio o governo de Montevideo um i f ir-
js das Iris armas, sob o coiniiiindo do general Me-
dina.
Neilas circumsiancias, o governo da repblica -
rie.10 ao imuiltro das relajues estenores da coufede-
i-acao a ola de 12 de Janeiro, concebida uos leguln-
les termos :
o Alenlo o interesie evidente dos goverooi da
confederarao e do Brasil, recoulieci lo desda a fun-
dajn desle Estado, em pactos tolemnea, taes como
a convencao de paz de 1828, e o tratado de 7 de
marco de 1836, caja* ariiuoi 3 e i" conlirmam e
reclilicim a obrigieJjo de defender a in lepandencia
i integridad! desta repblica, nao su no caso de con-
guisla declarada, senao no de que algum i netjlo es-
Irangeira preleuda mudar a f-,rraa do sau governo,
ou designar ou iinpor a psssoa ou pesoas que haj un
do govarna-la, o governo da repblica espera e con-
a que o governo da V. Exc. eomrorehenlera' que
he chega o o caio da tornar elTeclivas estas eslipu-
laje*.
Em Di de Janeiro a mesmo requisijAi foi feita ao
governo imperial por intermedio o ministro da re-
publica Oriental nesla corte, declarando que o seu
governo aceitara con) agradectmcatu a inteivencao
do Brasil para salvar os elementos da independencia
oriental, intTucande promplamente o inctndio da
rebelin que amcacava roucimi-lo*.
Por nota do dia 21, o ministre das relacoes exte-
riores da confederajilo respondeu allinnativainente
por sua parle, e eonvilou a lagajle imperial para
formular um accordo sobro o molo por que devia ser
desempeubada a obrigajao imposta pelos artigos :i-
lidns nos bracos de seu marido que a levantara.
A aia beijava chorando as raaos do conde de Al-
mata. *
VIII.
Foi om pensameulo uobre e feliz que Uvera o con
de de fazer paesar Clara por lilba de seu Irma i. Por
eile meio a adepajledl menina escapava a lodo a c>
ment, como a honra da eondessa a toda a su.pcita.
Deste raudo linha podido fazer a felieidada da Cata-
lina e de sua lilba, preilar nina honrosa bomenagem
a memarla de leu amigo Lncelo!, e adiar mesmo
ama recompensa no amor (Ilimitado de Calalina,
lieposdo de/, annos de sotiriraenlos e de devidas,
una vida pacifica e feliz ia comejsr para elle ; ara-
bava-ll o legre lo, que ia lavanlava entre elle e sua
ii.ulher, como nuil barreira fatal ; deaappareciam a
tmtezi e o desespero ; da li em dianl* o amor e a
gralidlo iain semear llores no cimmho do sua vid-.
AJcm dislo o co llic havia dado ama lilil, a quem
ja' s* acbava unido por mullos lajas, c qua o amava,
como se fosse seu pai.
O conde nao era hornero de dmarsna obra imper-
feita, tobretu lo quando erara a generosilade e a
hondade naturaes de seu corajo, que o Inspiravem.
II ivia ass*gurailo a Auna Canteis e a seu minio
urna boa renda vitalicia, pira comprar Ihes as derla
raees necissarias a sen lim aisim eomo sen silencio;
ena renda devia s*r duplicada no lim de dez anuos
sa o segredo -lo n smenlo de Clara fosse religiosa-
I guardado ale aquella poca. II* intil dzer que
Anua e seu marido se mostraram prnmptoa a se con-
formar com vontade do conde,lauto mais quando este
nao Ibes poda sno qu* tomassem p?rte eom elle em
iiun accJJo boa.Constguintamanle declararan! peran-
te os alraolacs da eidade de Antuerpia, que Clara
en a falla de Don Alante da Almata. e fUeram la-
vrr m presenei do ronde um aelo, em qu* .1 or-
ph.il r.rehn o lime de lar l llu- ol lo.iniii, con
de.sa de Vita it i.
Viiiiaiiii era balenle, n .onda no inlnilo de
p,ir o f.clo desta miiravilliosa deseoberla 10 ebrio,,
de toda inte-prelacia maligna, havia lomado taai
me lilas, para qo* fossem roulieeida na eidade, ah-
ijas particularidades inenoi impoitanUi. Ese as
cen tazes, que d-s casa das orphaas derraniaram i,,
populajo essa noticia, nao fossem eoflieienle pera
propagar por leda a paito esaa historia singular, ea
ineioi, a que o conde recorrer, leriam cillamanle
conseguido este lim.
Coa ell'eilo, nao se fallava mais na eidade senao |
da singular ventura de llonten-Clara ; ale certas
pessoas, que ptrUneiam i cll*sea mais elevadas da
soeie lade. loiaui ter casa das arpillas para ver a
menina. Mis sua especialvi foi i li u 11 l.i -. porque,
por ordem dos inagislradvt, a orphaa ja/ linha sido
entrego* a seu lio sopposto, o con le de Atmala.
Por prudencia tambem se h.via feilo cre a' me-
nina, qoe sua historia era verdadeiia, e nunca a del-
xarain sn com algum i pessoa. alim de preveuir-se
qualquer peigunla runoaa nu indiscreta.
Us tres das que havia fula na cas* das orpl
os administradores, em lteoslo ao maravillioio
aeonleeimenlo, qua scabava dt passai se all, foiam
um pnuco can leseen lentes, e perm llram que a di-
rectora naqurlti semana alo insistale nimio sobro
o ciiinpriiii i,l da larefa do costme. Codas as i r-
ph.i.ii rec lier.nn dn condeuma grailOoaclo, e um
presento de Clara a Ululo do Ituibranja. lima sona-
ras importante tinha sido reunida as economas de
cada urna deltas ; a sorta da directora e seu marido
eslava segura contra as viciisiludesdo luluro. Alem
dislo, cada orphaa tinha rcebido pequenrs ebjectoa
de euro ou de prata, os quaea podiam ser-Ibes ule*
no irabalbo le todos os -lias, oo servir-lhei no lou-
cador, amando fossem I vr*s. Com todo, n.lo era o
prazer que devia cjusar-lhe tedas titas dadivas, que
lados II" e i" do IraUdo de 7 de marro, aos gover-
nos que a coulrahiram.
O governo imperial eilava sempre persoadido qoe
o aus lio moral prestado pelo Brasil e pala confede-
r-ic i-ena .ulVrienle para remover as difliculdade*
em que se acbava a repblica Oriental.
X vista, porm, da nova reqoisijao de auxilio
material feita por parle do governo daquella rep-
blica, deelarou-se dispeslo, em 21 de Janeiro a pres-
ta-lo, urna vez que perigtta a Independencia da-
qoella repblica, nos casos previstos nos arls. I", 2,
:i c i* do tratado de olilanes de 12 de oulubro de
18.31.
O agente brasilero nao devia recusar-se requi-
sijlo que Ihe fosse feita uflicialraente para esse Bm,
e devia cnlendtr-se logo cora o comroandanle dn
divisan naval brasileira sobre o conlingenle que po-
derla por a' dispotieo] do governo da rtpublica.
Iralava se, como se v, de urna causa eommiim,
que nao poderia deixar de ser esposada palo Brasil
e pela c-nfederajao Argentina, pelos le s eompro-
nnssos muaos, e pelos que linha cjitraludo com o
calado Oriental.
O fado da expedico do Maipn e a recusa do go-
verno ile Buenos-Avres de iccebcr o consol geral
que o la repblica havia nomealo pira all reil lir.
bem como a certeza lo que coulinuavam a faxer-aa
novos aprestos em f ivor da revuluceo, levaram o go-
veruo Oriental a dirigir aqaelle Eilado, em I i de
laneiru. urna nata reel uando ai explicarnos qne
esi i.nn este, fictos, e a saliifajSo devida 'digni-
dad do governo di repblica.
A re pasta do i^ovsruo do Balada de oeiius-Avres
foi dada em 2 de Janeiro, aiseguranlo que tinha
guardado a mala estricta neulralidde naluta fratri-
cida que desgracedanaenl* lliaellava a repblica o
riental ; e nefando que livessem as anturidade* de
Buenoi-Ayres pieslado auxilio aos emigrados Orien-
taes com armas e petrechos de guerra de proprieda-
le do Estado, deelarou que a sbila dos emigrados
do pono de llucnos A> res, pira secundar a rebellian,
nle e-lava na rbita ,le seu poder impedir, por baver
lido conheciioeiil dsso fado drpi-is de r-,usura dn
Acrescenia o governo de Buenoi-Ayres que os
autores daquella icbellio encentraram as maiores
facili lades jura levar a ell'eilo oa seus intentos, lau-
to nas iramiiisas -\ mpathias da populajo do Esta-
do, como na lil.-rali lada de suas leis.
Eulrelanlo, era. 22 de jmeiro, julgando o governo
da repblica dever liefender-ee, por lodos 01 ruaios
a seu alcance, das aggres-es expedijoel armadas
que partiam de Buenos-lyres, espedio um decreto
fechando todo; os porl- s la repblica ao coinmereio
e correspondencia do Esledo de Buenos-Ayree, ei-
crptuando desta medida os paquetes das liiilias trans-
atlnticas.
E a' vista das queixas que linha por cite motivo,
e pelo nrucedimenio do commissario especial da-
quell* Estado, cassou ibe, par outro decreto, o seu
exequtur.
O primeiro decreto foi explicado em 23 daquella
mez em liislrnccoes dadas ao capil.lo do porto, em
laliifajlo a'a repreienlares dos agentes (Slringeirot
ici lentes em Montevideo.
Prevalereudo-ie o governo oriental das disposi-
Coes inanifesladas pelo governo do Brasil, de prestar
o auxilio de suas torcas martimas ao da repblica,
Jingiii a' legajo imperial, em dala de 8 de leverei-
ro, urna ola pedindo a cooperajilo d* um navio de
guerra no porlo da Coloola, fim de impedir o de-
sembarque de urna nova expeiicao, procelenlc de
Bunios Aires, que segando mlormajlo lidedignai
devia dirigir-ie para alli com o hojelo de apode-
rdi-se daquelle punto.
Esto pedido fei logo satiifeiln.
Antes de dar esie pasto o agente hrasileiro, segun-
do ai insIrnejOei '0 governo de S. M. o Imperador,
proearoa pr-se de accordo eom os agentes eetrau-
. ii os que tinbam r rrai navaes em 'I inlevido.
Estes agentes jH'gau lo ai nstrocjO'S que tinham
le sans governos, e qu-. Ibes prewreviam completa
neulrali lade, iieg>raiii-se B proceder de accordo
com a legaco de S. M.
l-.nlen leain, entretanto, 01 eocarregade* da Hat-
g ri it de SS. M.\l. a raniha da (3r5a Itrcianha e o
imperador ios Fiancezes, qoe nao podiam prescin li
da fazer algnmaa observa(0es a raspeio da posiflo
assumida pelo governo imperial.
Eslas ob-erv,ic.los con.-lam da nota collecliva que
dirigirn) E' lega jo imperial em 21 d* Janeiro.
Nesia nota rtixiam qoe pelo protocolo de 3 de se-
lembro do anuo prximo pas.ado, o governo deS.
M. e o do asta tu O lental do l'rugun renunciaran)
aos artigos 3, (i, 7 e S do tratado de ail anea c >lebrj
do ein lid* oulubro de 1831, declarando*sera valor
* neiibom efleilo os dilos artigos, assim como a *e>
le oulros do niesm > IralaJo, ralativoi a intervenjo
das forjas imprtaos para sustentar a rolernalidade
oiieiiial por mei da paz interna e do* hbitos con*-
lllaeioaaea, e assim havia VOllado o Brasil a' posijao
geral daioulras potencial qu* tambem haviam, como
elle, garantido a uacioualiJdde e independencia da
repblica oriental.
ftes-a p-rsuasio, e iinnifealando ae contra a auxi-
lio prestado pelo Brasil a' repblica, anda qua sn
desuafojea naval, declinaram sobre alegajan im-
perial loda a respims ibildate dos incidentes desa-
gradiveis, ou das romplirajes iuleruaciouaes que
poderiam resultar da iaUrvtnclo do governo impe-
ptrial.
O ngeules de Franca e de Inglaterra, fazen lo i-
qurllas observej's, nao alten leram as obrigajOe!
conlraliidas pelo imperio, pela eonvanjlo preliminar
de paz do 27 de agoste de 1828, pelas eslipulajile
dos arligos 1, 2, I e i do tratado de allianja de 1831
celebrado com o estado ocenla!, declaradas em vigor
no dito protocolo de :! de setembro oliimo, e artigos
I e do tratado de 7 de marjo da 183U, celebrado '
Cun a cuufelerajo argentina.
Entr* o Brasil, o estado oriental e a cenfederajo
argentina en-no sempre urna allianja especial, que !
em pn.icipio foi consignada Da couvenj.io de 1828,
e depoio connrinada em seos compiomissos posterio-
res.
Conlirmarain tsses rilados, por aqoelles compro-
n lisos, que ao os tratados de 1831 o I83U, a obriga-
jo de defeuder a independencia e a integridade da
repblica oriental do L'ruguay.
tls casos *m que devia ser considerada desde logo .
atacada a independencia e integridade do estado o-'
riental do Uruguay, enqnaulo nao honve-se um tra-
. lado dilinilivo em quo fossem completadas aquellas
dispos'jOes, eiam u> stguinles : o d* conquista da-
clara la, e quando .lignina naco ealraiigeua preten-
d.e mular a forma do seu governo oo designar, ou
mijior a pessoa ou pe>soas que houvessem de gover-
na-lo.
o governo imperial, eotrctaiiln, nao tomou urna
resolucao a este repello, scnlo depois de bem con-
siderar ns laclo, e de preceder reqoisijao do gover-
no da r.pul lica acs seus dous alhalos."
Era negocio que exclusivamente devia ser resol-
v lo enlre as partei cunlraldiiles daiiuelles COmprO-
lUI.-ao.-.
Mao smigo, ir.oo alliado, seria o imperio, se nao j
fo-s promplo em prever as evenluali lades o que po-'
diam arrastar us dconleciratuloi que se divam na re-
pblica oriental.
Mal avisado lambnn seria se na.) acautalosse as
graves consequeucias que dalli podiam prover para
0 imperio, quan lo se Iralava de annoll .r os Iralados '
lJ 1831 (oda a poltica dilles, em que se lirmam es-
encialmente a p?z e prosperiiado ds repblica.
O enearregado da negocios do Brai I leve de mi-
aifeslsl a sua convieela le que nao haveriamoi iuc- '
ecos desagradaveu e questes inlernacionaes que
os agentes de Franca e Inglaterra paraciam recelar.!
0 governo imperial e.la' persuadido de que oa !
governo* daquella! duas potencial apreciaran! devi-
llmente u procedimenlo que, em couformidi le de
seus eompromissos liveram o Brasil e a cunliJera-
jao argentina.
Em presenr, da situacito a diqoelles eompromis-
sos, comprel n lerao sem duvida aquelles governos
que linha o ilu imperio deverts a cumprir e inters-
sei a defeoder.
A nota dos incarregados de Tranja e de Inglater- '
j ra foi diriga i legajao imperial em Montevideo no
I da 28 de Janeiro, e no da 29 rarebcu o g ivern i
| oriental parlicipir.lo ,1o geneial Malina, comman-
; danto geral das forjas da repblica, deque na vspe-
ro e Ib* haviam subracllido completamente no Pao- '
sude Quintero*, loboe a maigem do Kio Negro, as
lorjai rebeldes.
No me*mo da em qoe etegoo a Uonlevido a no
liara da vi loria de (jeinleroi, o enearregado de ne-
gocios de S. M. foi infrmalo da que o presidenle
' li repblica havia evpeli-lo or lera pira serem fuz-
lados os neneraes, ehafes e oliciaea prisioneiro*.
Em coiisequii"ia desta n dicia dirigto-se loga no
governo da repblica, interceden lo pelas vidas da-1
qurlles infelizei, e olfcrecen lo-sa a fize-los transpor-
tar para o Brasil e irarJo de um dos vapores di ina-
linha imperial.
O governo da repblica saspenjeu a execujo da-
qu lia or tem.
lofellxmenla os esforjoa ftito* pelo agente hrasi-
leiro em favor da humani lad* nao tiveram o resul-
tado que era de d*s-j ir, nor cbegir tarde o deipa-
clio em que erara alien li las as suas sollicilajes e as
de-iotru agentes e trang-iroi.
Em (i de fevereiro foi que o enverno Ayre julgou dever respand'i a'ola do consol ge-
ral em Bdenos Ayres, u,-.:.in"! o casas bu lerise do
tratado de 12 de oulubro de 1851.
Esta noli nao pn-ii deixar de ter a eonteslajlo
que Ibe den o cogsjl geral do Brasil am 21 do dito
me.'.
feudo testado a nrcessidade de permanencia do
forc eslrangoira na ea dial, o govarno do repblica. .
por n la de S de fevereiro, agradeeando os serve ,s
por ella presiados, muiifestou o desejo de que vol-
lassim aosaeo< respeclivoi nsvl --.
O governo imperial e o la confo lerijlo argentina
fizeram regreasar eomo desneejssarias as forr;isqne
estiveram disposlos a por a' diiposijo do da rep-
blica.
1 Demarcajo de limites enlre o Braiil e o estado ori-
ental.
j Acha-se assigaada pelos commistariOS hrasileiro e
oriental i ola di demarcajo des fronteiras do Ace-
gua' e S. Lu/.
As rectas, qu-, em fall lie divisa* naturaes, lem
de marear o giro da linlia di\ s-ria nenas fronlei-
raa, foram traja-las pela comraisio brasileira.
A oxactidlo deisas liulus foi verifieeda e reoonhe-
eida pala engenheiro i>. Julio Beyes, devldameale
, aulorisado psra esse fim pela a ammiasario oriental,
- que nao pule assislir a esaa Irabalbo da uosaa eom-
- m -s, i, e qae alinal dou a elle o seu assenli-
menlo.
No auneio E acha se publcala aquello
acta
O governo imperial e o di repblica oriental do
1 rugu.n julgaram conveniente rcm iver algum is dif-
Hculdddei suscililas na denurcajo dos limites eu-
Ire os daos p ii/.es.
A linha divisoria da fronleira, pissanio pala villa
de Santa Auna do Livramenlo, linha da corlar essa
povoajao, com dependencias no esla lo mental. Do
intirior da provincia de S. Pedro do Rio tirando do
Sul, quer do lado de Algrete, quer do da l'rugaya-
na, nao a* poderia ir villa da Ssnla Anna do Li-
vrameolo, e vice-verta, sera te paitar pelo mesmo as-
tado.
Conviudo previnir por meio de um aicordo inter-
nacional os conflictos e eomplicajOes que um serae-
II* sasie estado de coasas poderia originar, assentou-se
em que a repblica oriental do L'ruguay cedera ao
Brasil omi aria de leireno bailante, para logralou-
ro da villa de Sania Anua do Livrsmento, e o Brasil
a' repblica urna igual euperfine de terreno de igaal
valar c caudices era oolro ponto da fronleira.
Os dous governos deveriam aulorisar a seus respec-
tivos commissaiios para a iculb-, avaiiajlo e demar-
cajo da saperlicie dos terrenos respectivamente ce-
d los e compnsalos.
Os oinraisiarins deveriam prefer', na etcolha do
terreno nu* recebessa a rtpublica, por compensajlo,
algum a respeilo do qual s* pniessem dar circums-
iancias anlogas a'quellas em que se achava o de
Ssnla Auna do Livramenlo, ficando o accordo sobre
a truca destes terrenos depen lente de reclificajao e
approvaco dos respectivo! governos pelos trami-
tes coustilucioiiaes.
Pilen lo acontecer que *e torne esse accordo de
Mi:il mi impaativel axecojlo, por se nao enconlra-
rem duas luperficiei convenieoiemeole situadas, e
qne arjam I- igual etlenslo, condijo e valor, con-
rieram os doas goveruus em que, dado esse caso.se
posit verificar i eessSo e permuls, medante a om-
pensajao de umai eoiidijooi por oulras de divena
nalureza, qae forera julgadas equivalente!.
Para este lim foram celebrados, nesla corle, em i
da selembro e :l de oulubro, enlre os respectivos
pleni;"iitn-ian i-, que foram munidos dos neeessario*
poderes, os ajustes necessanus que ja' foram mb-
metlilos a' connderajao das cmaras legislativa* da
repblica, em 27 do mez prximo paisado.
Navgajau flovial.
O g v ru imperial, por ura prcloeollo assignado
nesta corle em 13 de setembro de 1837, eslabeleceu
ai bases dos regulammios qu* devera originar o Bra-
sil e a repblica oriental para a nsvegajlo do Uru-
guay.
Em sonformida'e do pcnssmenln que presidio a
celebrarle daqoelle accordo, propoz o ministro da
repblica que enlre os dous govern is se urganissise e
reau srisassx, iob um systema uniforme e acommo-
la lo ,is acloaes circurastanaias da navegacao e com-
mercio, as diversas medidas de precauja'o sauilariaa
al aqui- adopla las por cada um dos eslados do Kio
da Prata e de cus allluentes.
O governo imperial adherio ao principie d* que o
rgimen sanitario, applicado aos navios e pessoa*
que proeedara de poilos suspeilos, seja regalado da
amaTmanelra uniforme entr* todos os eslados ribei-
riuhos.de sorle qua em cada ura delles se conciben)
as medidas tomadas a lal raapeito com os deveres da
buinanida le a os bem entendidos inleresses do com-
mercio e navegaste geral. Ficou reservado para ol-
teriure* ajustes o modo pratico de levar-ie a ell'eilo
ludo quanlu convanha citipular-se em semelhante
malene, no iuleresse di iu.--mi navegacao e coin-
mereio.
.(' Jiitniua )
COMMANDO DAS ARMAS.
artel (eaeral no coananando da* arana* ala
Peruambaco na eidade do Recito, em 17 de
julf.0 de I8SS.
OKDEH DO DIA N. 9$.
O mareehal d- campo coramandante das armas
interino f,z publico, qus segn lo comlou de ollcio
da presidencia de lionum datado com referencia do
avi.o do ministerio d.t guerra de S leste mez, o go-
vern i de ui magetUde o imperador hou m lerir o requerimenlo em que o Sr. capellao l-
enle da reparlijo erclesiasf.ca do exercito Kr.
David la Natividade de Nossa Seobara pedio refor-
ma n i forma da Ici, viito que na inspeccan de sauJa
porque paasoo nesla provincia, foi apenas julgado
Incapaz do tervico activo.
O meinio mareehal de esmpo delermini, qaa s*-
jam apresentalos no qnarlel general us ofliciaes
inferiores dos corpos de intanlarii existentes nesla
guirnijl', e bem como O! cabos e amparadas qae
souberem le, cuja apresenlarSo se levara' a eflaito
na ie-ulnle ordsra : os do 8 b.lalho ai 1(1 horas
lo niinhi do da 19 ; os do balalhao oo dia 20,
os do bilalhlo l.- no dia 21 ai mesmas horaa.
O que esliverem de servijo comparecera no dia
immeliat). (A*aignado).
Francisco Sergio de Oliveira.
Conforma.Horario de (iosmo Coelho, alteres
aju latit* de ordent ucarregado do detalhe.
lusrllava entr* ellas a animajao extraordinaria e o
alvororo que se idiservava.
Ai orpblas mais velhas e mais adianladas, enlre as
quaes rherexa se fa/ia notar por sua lagarelliea, es
lavara diste o romper do dia, moito oecapada em
fazer da sua par* urna lembeanj* de.lina la Cla-
ra ; os transportas de alegra a'cusiosidailo di s nu-
tras orpblas perturbaran) a ordem a cada momento,
na sala do Irabalbo : ellas levaiilavam-ee, deixsvam
seus astenloi alternadtroente e algumat ve/es lodat
ao mesmo lempo para ver tm que po sa achava o
Irabalbo.
K com ruello vaha a pena vijr-sa o humilde p-
nli ,r de alio rio e reroubeemenln, em que Irab-i-
' Ihavam cora o mor -le seu rosio lanas pobres meni-
nas. Tbtreza linha feilo a inscripcio, e mostr Jlo
do Rosario desenlia lo e corla lo 0 molde. Iv i um
pedaeo de panno precilo aereado de rnalos, no
qual liam-se bordadas em 'la de todas as cores, em
' ouro c era prata, as eegoinlee palavras :
a Feilo era honra
de
Doua Clara Brgida Jooaua, eondessa de Alala
por
Suas antigs rnmpauheiras
Hoje suas humildes creadas,
As orphas da eidade de Antuerpia
1589
Dos Ihe d felicidad* na Ierra.
e na oulra vida a felicitado eterna.
Amera !>,
Palas dez horas da manhla, Thereza lagarella bri-
do* com bstanla torc :
Viva vivo o Est acabado a tarefa, rompa-
nhairat! eom algumat lesoaradas mais e um alinda-
ros por ileim incb ir, litaiii is o bordado ,ln tsar 1
i ni i ita ,-eral de alegri i o loo asa l.h/ milicia.
riiarez* l*ixoa ss oolra* dar*m a ultima de mo a
obra, dis.e coi rendo pira a parta :
\h cha a a lempo o lardineiro di
\ ejaml ah temos tres grandei ci tos \
il-',ies : agora.
Os ,-esios chelos de llores foram levados pa sa-
la, e corare iram logo a fazer uma qnantidada de pe-
quenos rainalh-les, mis lito no meio de dbalos e
contestoc.i. Eulrelanlo como uno eraos serias es! is
queslesde monianl', a directora n.lo inUrvein; pe-
lo contrario via loda* eslas cousa con) o semb anle
riaonbo e tallsfeilo.
Ueia hora depois as orpblas, leudo na mo cada
una o siu i hu ilheio, eslavam enlloca las em Olis -
no pai*o em direeco a porta : Irazlam o seu< mais
bello* vestidos, qoe eram notados pe aasaio : -eu.
coraees baii-iin fortemante; o desejo a a aeperaea
COloriam anas lares; leus albos ra I avara de prazer.
Na verdade, as flores ampallideelam ao lado -ie--. i
roiai viva- ; era rerlameule o in-iis bello ramalhele I
que se pal le ver, e-.^ Imi lo ,le lindas mininas, ciii,
groja naloral brilhava em loda a iua ingenuidad*
-era ser lllerada pelos iriilieiul do loucador.
A frente do cortejo, eslavara at qnalro orpblas ve-
lhas do c-lle.io. Mara gran le. thereza lagarelli, I
Ijailradet beala o Anua curiosa, tnslenlaudo pelos
quatro canio* ura coxiin develado carmtsiao, que
linha sido emprestido por uma dis directoras d
eollegio, e no qual tstava puto u preseult dstloadu
a Clara.
l-'.ui quan:.i as orpblas parecan) esperar o slgoal
para sabir, ouvio-se na ra do llu'pilal o rodar de
carru igona e o tropear de cavallos iinpacienles. Pou-
co* momentos depois, o porieirn correu e es-auca-
rou a porta. As orpblas sahiram com paisa leuto o
solemne no melo de immensa mullidlo de poro, que
encina uma grande parle da ra do Hospital e preci-
pita va-se para dianta alim de ver o cortejo da pe'to.
A porta da casi vieinhs abrio-se por iou vez, a Cla-
ra, vestida dji mais piesiossi (azeu J is, como urna
i li pl ,1 I
ll.rc : a,
donxela nobr-, labio dando a ma ao con la do Al-
ala. Por st-traz d-lles vinham um gran le numero
de amigos B Conheedos, cn're os quaes s achav un
tambero a irmal leC cn e raestre Hoygens, organul) li ealhadral. Cla-
ra foi eondozila jumo dn quatro meniiia anearre-
gidas de olTerecer-lhe o prsenle daa orpblas. Em
quanlo a menina, cuja corejo bata forlemento,
| ciuteiniil iva o Im lo horda lo,Thereza lagarella qui/.
dirigirIhe em neme d suas antigaa companbeiras
, ama e-pecie de all-ocujo, ra's ao proferir a soguilla
patarra, a voz morrau-llio nos I los e a o adora
desfez-se em I igrimas. Este exemplo nao fei legai-
do lome de pelos porladoiai do prsenle; Clara lam-
Ib'mcoroejooa ch rar. a eondem agradaeeo as
meninas a prava de soa stTeijIo por rneio de pala-
vi, is c->ns,.| uloras procuroo dar fim i la tristeza;
ni it na o contegnlo, por que, como se ssbo, nula
ha mas conl gi, soenlre as molhtroi que as lag i.n ;,.
Clara, suspirando, linha-sc aliralo ao coo re The-
reza, e as oulras orphas nao linhiin poli-Jo asnstir
a esla scena i?m oras profun la aiuojao. Por esla
razo viam-se em todo o cortejo os avenais levan-
I l dos lenlamenla at o olbos ; todas as meninai m-
I cobnam o rosto e ch Tavain iilenciosaminle.
Algam momentos depois, o conde julgou que era
lempo de acabar com easas Iritis demouilrajiles de
alelo ; diis* algumai palavras a Clara e a condu-
'io para a carruageni, que eslava esperando perto
dalli. O conde e a eondessa aubiram tambera o eo-
Cheiro lea ouvir o eilallo da di role, e os viajante'
deaapprirereram na direeco da porta do imperador
] ou da Sio Jorge, na estra la da Bruxclldi.
Pobres orphai tinham Irahilhado com lano jo-
I, 11 no tan pr-sonl" e nas s;Us raniilhetes Tinham
saboreado Niilecipa-lainenie o prazer, qu* doria a'
! Clara easia prova de sea grala atTeirlo '...... K gara
voii >sai iodos eom o rorarlo alilicia e com o avenlal
; dame doi olhoi \ ollam silenciosas r nn-onanl iveis;
va orsnllar iaa dor na rasa, que Ibes serr de e>y-
iii. e choraren bbwdade a parda da ral anglica
rompanheiri'
l\
Quinze diat depois, ponco mais oo menos, a or-
phas passe iv un no paleo e parec un fazer uma co- I
Iheil a de dinlleiro, por que ra I a unii dolas, ao chl- '
mido de Mara gran le. vinln depor urna muela de i
cobre nu aveniai de Thereza lagarella. Qaaai no
roeiu du paleo, ora velho trepado era uma esca-
la Irabalhava era uma estalua d* pedra da
Virgem Sanlissima. O lempo a linha esiraaa-to ;
algum is dobras salientes do maulo eslavam ar- .
ramada*, e o velho etava oceupado ein dar-lhe a
fot > a prirailivi, quanlo fosse pos-ivel. O velho es-
culplor, da Osabellos arisnlhos, devia ceriamcute ser
li-in eanheeido no eollegio das orphaas, para que as
menina* Irocassam com elle toda a sorle de gracejos
innocentes. Di repente suscilou-se uma viva allerra-
c.io entre Anua e Uaria a grande, por uma quatllo
qaa leu i ser le alia importancia, por quo as oulras \
orph.1 is vierain tomar parte n i di us* 91 com gran-
de reforc,o de lagTellice. 1-* -1 a rui lo-.i diseussl i lar*
nava-se inlermiiiavel quaiiilo fheioza exelamou;
IIi-i.i, h -M Desta ni- d i iiuiira s acabar* de '
fallar I Quo he que sabis dislo, Anua, para vos:
inelterdes om ludo? Vamos i pergunlar a mistr*
Sleven, que nos dira, s* he possivel.
Medra Sieveu volloa-ie na sua esca la para tomar
a allilu le le ju-z da qaestlo ; mas lizeram-lhe ao
mesmo lempo Ido grande numero de perguulas, que
n io p,'< le entender uma su palavra.
Esperai eipnai lagarallinbas que lingua
sola une ten les grilou elle rin lo-ie e agitando ai'
moidisnl* do rosto, conio quem euxola um bando
de niosca* ; basta basta por amor de Dos, ca-
l*-vot: do contrario licjcci aturdido e caliitei dos- I
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SRS DEPtTADOS.
EMBACTO DA SESSAO DE 8 DE IfWUO.
Presidencia do Sr. visconie de faepeniy.
Juizei da relajo ecclesiastica.
Entra em segunda li-'iis-a o segrale projiclo :
i A atsemble gei-l legislativa resolve :
o Artigo nniee. II sugmeuUdo com maii tres
la escala a biixo. (Juereii ver o velho Sleven que-
I brar os brajos e as parata 1 Calai-voi! ealai-vos !
Theress lagarella, gritando mais II < que as ou-
tns, oblare a victoria, como era cuitme, e diss*
Vamos, deixii-me explicar o negocio, e falla-
I reii depois por vosas vez, sa nao voa convier o que
eu disser... Qae significa lo a esla algazarra '.'
S os vais q tara grita mail alio qua as oulras !
i disse M iria grande ; d*ste rao lo he fcil ler sempra
nzao Proeurai dzer a verdade ao menos uma vez
era vossa vida, se he possi-rel !
TliTc/.a l'g -relia nao deu allenjo a ella jp.vec-
: Uva, e lisie ao e;culpt'-.r :
.M'stre Steven dizei-nos, se is'o he possivel.
: Oblivemos dos seabore sdininislradarea licenja para
guardar tolas '- semanas um diul)eiro, a li id de
mendarigsa faze< o retrato de II men Clara. Clara
piliio para a Heapaulia, e nao lia pintor que a co-
nhecesie. Mara gran le pretende que nSo he pred-
io um pintor ler visto uraa psssoa para fazer-lheo
retrato. He verdade?
Meare Sleven deu urna girgalluda, e respondeu ,
Sin), siio, he possivel....
Vedes? exclamou Mana grande Iriumphanle.
S ra. sim,- coiilinuou o velho eiculplor com ara
tora zombeteiro, itio he lo possivd cuino he a miro
coran eata noile a g iilinlia que se est asiamlo nes-
te momento na eeitaha do grai Turco Mara gran-
de, vos devoris pregar j ueste instan! um clche-
te no mea apte.... he verdade que nunca tive ca-
pole, mas lita nao vem nada ao cato, minha lilba I
Talas as orphaas desalarain era oitrondosa garga-
Ihada, rom grande deipeilo de Mara glande, que sa
retiruu confusa e irritada.
Vede bem gritan Thereza lagarella ai suas
eoiiipauheiras, nao he posuvel Deste modo asamos
ijiiulaii lo dinlleiro para maular fazer nm retrato,
o i i li i artista que souliscssse II men Clara '
Oh oh Thereza, qae estaes dizendo ',' ox-
claiiniii melr* Slevm, n,tn ns arlula que onhsi'ea-
ss llouleii i 'ara >' E por que me lomies rus '. eu
que liz tosliiha o bello altar da vosea capall i '
Rom, mtslra Sleven, mas vos nao fazet re-
lalos :
Como '. na- fajo retrates de que prel un
esses ped.'jos de panno em qae se pinta com Unta
encarnada e azul, e que Vira, de la Bross* ornara
chamar retrato! Quando passaes a mao por cima,
nao lica senao uma miaeraval pavearla ', Mas fallai-
ne d* um retrato esculpido '. Esse, -ira, he a nalu-
reza mesmo : vm podis ver, apalpar lentir. ..
Sabis pe uai da i i liz de barro a i l-ec i da Ilou-
ten Clara, para servir de molde ao alijo, qu* est no
aliar. Daixai-m* fazer seu relalo de madeira !
De madeira de made ra exclamaran) ai
meninas com um tora mofador !
Sim, d* madeira, reipon-ieu meslre Steven ;
pnree--me qu* queris rir ; mas, minhai quend.s
meninas, un que peaSBM vais ? pode liaver cousa.
mellior do que ll-iulen Clara de madeira ?
Este jogo de palavrai d) fez o scolptor ganbar o
negocio, porque foi enearregado do fazer de madeira
a estatua da orphli Clara, e ajnslou logo o prejo da
oh a.
I m mez depoi-, meslrfl Sleven eutiava um dia
mulo redo no eollegio das orphaas, trazando ,il coi-
las Hoain Clara.
A estatua do uieslre Sleven, ainda hoja se ve na
a-i das orphas ao entrar da porta, ao lado'esquer-
do ; ella serve de pilar rampa da escada, nena
mesmo lugar, onde Ilouten Ciara tinha viudo lau-
tas vezes seutar-se durduts seus accasso! de som-
nambulismo.
FIM.
I llooli significa madeira e liouleno adjsclivo
Jen va Jo feilo do madeira.


DIARIO DE PKRN\MBUCO TERCA FEIRA 20 DE JIMIO DE 185*.
o numero dos alces 'la rel*{lo eccleiiaslica do Im-.Ria ; e porqua lanibeiiii.no jirofare o forra ido em piona, pedindo se. reintgralo nn aervifo militar,
peno. hreilo ? do anal lora eapnlao, V eomimiaao de marinlia e
Paro da crinara, l'i de jolln lei a o-te respailo, nao me lembro da data, mandan- t> lo do propri darlo la fabrica le piris pintado,
| ili> preferir naa Huim-acoes para deeemkai i loria ta pedtndo o auxilia le sis loleriai para o seo eilabe-
relacjlo ecclcsiasiica os padres que tiverun n curio
ile scieceiaa aoeiaea e juri liras ; e se uito ha, bi pe-
t l-> meooa minio aproveitavel esla doaque ofto ae
d prefeieoea ag nontam sradaado em direito ca-
nnico ou theeloRla; curso r|ii nSo lia no imperio.
i ile jaldo do 1857.Pinto
di i inapoe.Piolo da Mendon(a.Ueruiaganea Ca- Iti a eelo respaila
snn.ru ile Araoj i Bronewick.
ii Sr. Vtllela rasares :Sr. presidenta, se so Ir.i-
lai-e de les'lar para a Igreja, a sobre malaria em
que lo ella lie coinollente, eu seria o priineiro o {
ergoei a Miaba fracs vos contra casa pteieur.Vi ca-
aerada, porque enlenilo que o podar lemporal DSoj
enila
polo prenmper oaphara do ana j-irislic^Au ata- que nao s. prelira igualmente o paite que for
car a espiara ecolesiaslir.i en aapbara .la juris.licr;Ao fomia.lo no direilo palrio, e que lent o eslu lo ilo di- \ nal la proiincia ilo Rio-liranJe, Vicloi Jui de Fi-
lecimenlo.A' commissao de Ut>
Julas-se objeclo de liberoslo aval a imprimir
par i entrar na orlmn del trabalhoi um parecer da
rommiesao ae pensiles e ordenados, appruvandn *
peii-.iu aiinual .le sitw concedida por decreto de 17
le abril do r irreole auno oo inajor ti gaarda itar.-
Iicii.ii;,i*, e .,11 emul idoi afinol pela qoanlia de re ea
de Irtaentoa milreii por aono Poia liem, B-ini li-
r.iu hienda COm aO)l renda certa, nAo sujeila .,'
evenluali ladts, que ROO capital da ergomtn
loi que opinara pela arrematar-a j doalntpoalog ; po
Ilotpital '> caridad. [I!l de jolln
l-,i.(>.iiu 21 humaos e 2\ mulheroi tiatados pela
candado, 7 homena e -i\ mulheraa que pagam a ro-
sa, e7 pracas doeorpo de policio. l.dal H",.
Mortalidad do Ha 8 ov uiiio :
litro
Clpirilual, dictando lets a' iureja.
redo eccleiiasiicu das oulras material de direito, o
Una, tratando-so u mellior organar o tribunal; que tem toda a relac.a.i com o seu eUlcio de julga-
da rala{Se metropolitana do Imperio, que tem de dor.,
lo'gar om aegamda ioalaocia as eau.as relativas a'i O Sr. Alexand'e da Slqaeira :Tanio m>i< que o
validado do matrimonio e ae quistos de divorcio, Sagrado Concilio Tridenlino eslabelice que : a Op-
ohiorto mulo, eui que ambos os poderes, oaoloala ro a civil, tem um ioItisso mullo legitimo e de or-
drn superior ; Iralando-se de garantir os julga-
uienlos obre lae materia., faiendo desapparecer os
abusos que le (em dado, creio que o corpo legisla-
tivo, ahracando-se com o poder espiritual, pode e
dave legislar, reipattaodo os limite* que Illa sin
i loa. (ApoiadoeJ
l'aro memorar o estado em que se neha a rtlacflo
porlet apicopuin doclorem esse.
(I Sr. Dutra Bjcha :Apoiado ; eoncordo.
i' Sr. pinto do Campos :1> teilo he de S.
Paul.
O Sr. Alevn Ira da Siqueira :Nao deina por isso
a aua doalrina de ler Igual forrea.
O Sr. Dutra Rocha :Sr. presdanla, cu estob al-
guma cousa embarazado, porque se evi-lem a< in-
formares que o nebro deputa-to por Pernambum
gneiredo .Neves.
Approvam ie sem dbale is rpilacc,6es dos prn-
jeetoe oue eooeedem loteriai caaa de candida da
ei lade do Seno da provincia de Mioss-Gsraes e a1
Sint.1 Cisa Ja Misericordia da nh : da Ciiupanlii
da iiiesiua provincia.
ORDfcM ni) DA.
Primetra parle.
Continua a primeira diaeotao do projeclo que au-
tora;! o goveruo a garantir a' rompaiibia do Mucu-
ry ora omproalimo de 1,200; Mi y.
U Sr. Paca Hrralo jusiilica e manda ..' mesa o se-
goiule iv.lacrmenlo :
.' Itaquoiro que o projeclo liqoe adiado at que
pisse a iei do or^amanlo naala cmara.
Sendo apoiado e entrando em discussAo, lie sem
dbale rejaitado.
Conlu
melropolilana do pais, a nobre commissai de neg- i diz que evislem, do4 Sr. arceb'spa sobre e*ie pro-
C*Oa errle-nastiros enlendeu, que baalatl elevar o I J^do, eu quena siinplesmenlo requerar qoe ellas
numero dos arliiaesjoii's daia calarlo, e nesla son- lossein apresenladas a rasa ; com lato me satisfara :
lido apreienlou a projeclo, que se discute, augmen- "lis sa nao rvi-lem, para seguir o principio qu se
tandocnmniaislresoiiumeroilessesjui7.es. Acno, dar guardar de se ouvir sem, re neslas maler as ,-m pro lo
Sr. presdeme, que i medida nflo aailafai fapoladoi) metropolitano, queria f.i/.ar um roqnerimanlo ueste
que tiAu lie rnenle o augmento d.i uomero do jui- sentido; ouvimes, por eiemplo, a.i nuil stro da
aes o remedio uecessario para ssiur os vicios ou .10- guerra, quan.lo ae trata de qooataa >lu cxorctlo, e
leiiosqoe cvistcm na organiarilo da ielat;ao metro- ao ininisiro da marinha quandn ae trata do qoeelSea
poblana. ''o mar, etc., e na i h i de ouvir-se a opinigo do Bri-
llo ueces-ario que le eilabele^am as condicoes maz da igraja braailoira quando se trato de faierl la do llirunn.
los mrmbros dae tribunal, que considero mullo : urna lei sobre materia occlesiailica da unta tul im- ll.no o Sr. minilro da iostica.
isporUnlO ; quase Ihea marque um vencimento ou porlancia O Sr. I'arheco dll que estn l
ordenado correspondente ao Irabalho em que 10 lem O Sr. Pinto de Campos :Mas quii i se sabe offereca n sesoinle requcriuenlii
rom r--.i rollectnria, deduidas as complanles por- Manuela, preln, eicrava, aolUira, 20 anuos ; g
renlagens, no poderia jamis ter rendimeuto iu- intente.
le.nr. a ii.l j conaonlir-ie na delapidar;,1j m.is es- [ Pranciica Xavier de Jeaai, branca, viuva, till annos;
eolidaloao, no entretanto que pelo inventario dos i u'ceras no alero.
bens deixa loi pelo coronel Woraca, de Inhamga, ar- Manoel Hereira da Fonaaca, brauco, casado, til) an-
'""'"" llH poncoa da sallo de harancaa alegadas o nn. ; eolllai.
reapecllvo arramalanla a qoeolji da 5:0008 Wo be, Roaallna, parda, > anuos ; felire maligna.
omanla un um impealo lucrou l:7009,qaa daveriain Mauoal, preto, escr.ivo, lotleiro, 10 annoi ; mnleitia
r.-verter em proven > dos cofres profiociaM para -a- de peil".
listaran das necesidades publieaa, li,n da imposl- Leocadio lerreira da Ora, pralo, collairo, :I0 anuos ;
sao, ie illa honveaaa aido lapprimida a collectoria e I gntta.
arrematados m unoslos que a romiituiam-par* ha- ] Cecaro, pardo, escravo, )
vir-scuina renda corla a determinada,apenas em pro-
vallo do airem lame. |) aupnslo, do lado pmiiro
da quu.lan qua all llenamos desenvolvido de modo
irre.-usavel, ve-so que as anlagens paia a fa;.....la,
decorridaa do ayilama de irremaiafau de Imposte!,
an usualivaa em loda amphludo do larmn, ao
pallo que ,i, do arramalanla sin pnsilivas.
Thtoomraria de Fazenda.Em eonsiqnrnria
de raaulucaa do govarno central, fui annpiimida a
mates ; sarnas reco-
Ihidas.
Dia 19.
Mallilai, preto, escravo, inltciro, 40 anuos ; paueu-
mutiia.
Jlo Francisco Virio, pardo, viovo, 10 annoi ; be-
llgas.
Ilvsiiio de tal, preto, lolleiro, 12 annoi ; be-
ligaa.
I'irinina. prela, solteira, t-J anuos ; dvsenleria.
graliflcafgu de 209 por moa qua percebiam ea em-ISenhona Pranciaea de Barros, branca, solteira, US
mando a discus-ai da pr Jeclo, lia ellaap-ldn......han.,, coma |a de ouln
para paaaar a 2 diicoMlo. Sr lnapect->r Ostro e Silva, /-lo
ti S'. B.ub.isa r-qo.'i di-pansa do intersticio para
ssr dado para ordem do dia.
A cmara consanio.
Semind.1 p rl*.
Conlinoaa dlatotiao do pru|icto da reiposta i fal-
deu i
n.'ui fe/ le l,i
de oceupir, giranliudo en aeetm os |olgaoianloa pe- qual a opimao, por axamplo, >i^ sr. mlnletra da
la inlelligencia e indepandencia dos junes ; lie no- j guerra sobre urna materia da ana repartigui, njo
couario ainda nulorisar o governo a aposentar os ba necessidade de se a Idiar para sa Iba pedir infor-
acluaes junes, que eilivereni nas cireumslam-ias de | ma^5es.
ser a ingeniados, ele, ref.irmsndo-sa o regulamento
a bora adianlada
liacossto fique iddiada al ama-
em diieoaiiio, da' a
do tribunal em ordem a' cousecujo do lint a qua
se elle prope.
Knlendi peil que o projeclo em diseussflo devia
ser eman iado neale sentido, e fi um projeclo iubs-
lilutivo que otlereco a considerarlo da casa.(l'or(nra
nada miis djtei, reservandu-ine para dar mala am-
pia. riplicecOM na dicuis.1o do projeclo.
\ em a' me--, be lulo e apoiado a seguinle pro-
jacto auistitii-ivo :
o A a-einl-li-1 geral reolve
O Sr. Dutra Rocha :llem ; anillo concrdale i
com o aldiamento propnato pelo imhe depntado pe-
lo Itio de Janeiro, e aguardo ae informacOea doSr.
meirupolilanu a respell.
(I Sr. finio da Lhiii;> < : Anda meamo que nao ,
Mja preciso recorrer a rile.
II Sr. Dulra Rocba :Se \is|irm na caa...
o Sr. Pinto de Campoi .Upiniae expen lida ror i
qualquer forma.
II Sr. Dulra K- eln ;Senborei. eu deiejo a ras-
peilo do projaelo em dtacoiaflo InformacsHea do me-
A'l. t. ti govemo, oovindo o respectivo melro- liopnlilano, eipendidas dela ou daquclla I ria .
polila, e respeitada em loda a su a plenitiide a juril- W rara iniui be indillerenle.
dieran espiritual, reformara' o r*gul-mnto da re- j O Sr. Pinto da Caaapoi : t'om lano que passa
laco melropoliiana eomo for conveniente a bato I o projeeto a' larceira discus-ao.
rom moni da Igreja e do Estado, .tapen ten lo a loa
epprotaco delinitiva do corpo legislativo.
I Art. -i. O vencimentos dos iui/.as ila relir.ln
metropolitana liram elevadm a l:200e\ sendo StMI^
de ordenado e tlO de gralilii-arau palo avereicio.
. He o governo autonudn a aposentar os
tlSr. Uolra Kocli : A' villa dn que acaba (1c
dizer o nobre depulado ain seus apartes, nao apr-
senlo requsriment.i algum ; re-erv.i-me para a ler-
ceira di.eas.in, porque alo la ha lampo luflieienle
psra aa apresenlarem aaaas iuf..rmaroes
O Sr. Villela lavares : Sr. presidente.
Re
libia.
Sen lo apoiado o miran
hora.
O Sr. Presidenta le.-tara prej.idi.-ado o requeri-
menio e addtada a diacoisao do projeclo da reapestn
a' falla do llirono d' para ureem do dia :
Primeira pane,
lerreira diaeoBsin doprnjecto qu nogmenta a enn-
-r' i ll" fabi lo e inais empregadog da ralbe.Iral e ca-
paila imperial.
Sasnn 11 iiecoisto do prcjerlo nn' autoris.i o BO-
verti a garantir 'cnmpanhla do Mucurv um em-
preelima .te 1,200:1
Segunda psrte.
C.onliiniara da di-rusio do projeclo de rcaposla
a' falla do llirono.
Levanla-ie a leeila as :: horas e ". minlo*.
<. sanado na funecionnu no .lia I e -i.
projeclo que livor a honra da aoiesenlar a' eonaide-
ra^lo da casa como inbslilolioo do apresenlado
pela nohra commiisao de negocios eoclestaalicos, soja
remellida ,io cIikiio arcaliispo mclropolitaiiu para dar
o seo parecer sobre ella ; porque, dir. o nobre depu
lado que he o metropolita quem pode melbor Inl r-
mar-uos arerra das neecsailalas que ha sobre o as-
soinplu e dos meioa de .nelhor saltil'azer a esaas mes-
mas necessidade...
Ku creio que na apreaenla'ao do projeclo live lo-
da a consideradlo com o poder o-piritual. Eslauda
nos aulon-a Iu* para legislar a respeilo do tribunal
da relacu metinpoiilana do imperio, por is.o qua
eise inl.ou ii, como ja disaa lem da julgar qoosloei
mutas, emno age as relativas a' rali la.le do matri-
monio e aos divorcios, etc., etc.. me parece que pa-
ra isso nao lemns nece.sidade lio eonsenlimeiito ou
auioriiatAodo metropolita. [Apelador.;
.Naquellas malcras, poreni, em que he misler o
accor.lo do metropolita, o projeclo guardn as con-
veniencias devidas ; porqua, aulotisando o governo
para reformar o regulameiilo da relar.lo metropoli-
tana, em ordem a que se atienda mellior ao liem da
igreja e do estado, leteriniua que aeja previamente
ousi.lo sobre o as.umpto o treebifpo metropolitano,
jui/rs a.-luaes da rclarlu nielropolilana, qac o de- | bre depulado qua acabou de fallar pretende que o
verem ser, com o oruona.lu qua ora perechem, e
proporrionalinenta ao lempo de aervICO, preceden lo
para esse fim audiencia do ircebispo metrpoli la.
a II-...;,11.-11 as disposicei em ronlrano.
o Prco da cmara dos depulados, 8 de junho de
1856.Villela Tasares.
t) Sr. I', tl-l ui.nin nlon le qoe a sini|iles lailura
dn uliitiiniivii nin he iiilliriei.la para aselaiecer a
ramara sobre o voto que deva dar na malcra ; a que
para proceder com acert cumpre adaptar um des-
le doos alvilroe, ou addiar-se o projaelo al que ae
publique o substitutivo, ou volai-se ja o projeclo
em >rcunda discunlo, licando o mesmo substitutivo
para -ir lomado em Cuiisi lerarlj conjuuctameiita
com o mesmo projerto. Perianto, no sentido pr i
metro destes dous alvilrea mandara' a misa um re-
quenmenlo.
Vem a' uuia, lie lido e apoiado o seguinle reque-
nmenlo :
n Kaqueiro o addiamenlo da discos*ito at a im-
prcso do projeclo substitutivo.P. OelaViano.a
tlSr. Piulo oe Campos:Sr. presidente,-o autor
do projeclo substitutivo que acaba de ser ido leve
a bou.lade de submelle-lo *' considerrio e exaine
da commissao dos uegn.-ios ecclesiaslicos, de qua te-
nlio I honra de fuer parle.
A eomroiis.lo, reconhecen lo que o dilo projeclo
em sea gmeralidada ba boni, e que contera dltpo-
sicilei e pruvi launas qua fallecern no projaelo pri-
mitivo, luto duviduu adopla-lo, retirando por cou-
seguinla o nu, para o que pero hrt-nra esta augus-
ta cmara.
A comraisaao, sanhorea, quando prasanlou esle
projeclo, bem contiena que elle nao latiafarta as la-
cunas que se n.-t-nn na actu .1 argaoiaaego da rela-
ao occlesia-lica : mas, dceejau lo occorrer ao mano
as necessidades ni iis ui gentes deaae tribunal, limi-
lou-sa a pedir puuco, para que esle mesmo pouro
Iba nao fosse negado ; mas boje que se apre-enta
tima resolur.n fumada em bates man largas, e van-
laiosas, a eommiaalo, repito, s apreeaa em aceita-la,
reservan lo-.e pira u.i lercaira discuisflu fazer-llie
um ligeiro reparo.
Appaiere um addiamenlo, apresenlado pelo Ilus-
tre depulado qoe se santa au lueu lado, [un l-.n in-se
na necessidade da camaia e.ludar
der proferir um uno mais seguro a
cordo com o honrado membru, no locante a' neces-
sidade de ser bem meditada a qiir-l.lo ; mas permu-
ta que Iba observa qua aa pode ebe-gar ao meme
lun sem queseja preciso ad.liir o nroiectn. I'asse alie
a tercena disrusslo, depms do que sera' impicso,
e cnllo se conciliario lodcs os nussos desajoi.
1) Sr. I-, Oclaviano :tois bem, leja imp-esio
no (Jornal do Commercio.
ti Sr. Pinto da Campos :Por agora slo as uni
cas considcracdei que lenho a fazer i cmara, a
quem rogo que adoptes raiolucle, permilliods-ma
rolirar o praiente projeclo.
ti Sr. Dutra Rocba :En nao me ppponhn, Sr.
SESSV'O DE 2 ni CORRENTE.
Pretidenea do Sr. i ysrnnde de Haependy.
\s ti luirs, fui la n chamoda o acnan lose
no_)reunido nnniem l**gal, ibre-se ^ sesn5o.
Lilla a acia la aun co le lo, h. apnrova la.
O Sr, 1 secretario ili cotila doseguinte
KXPr.niKMK,.
Dan n(1icios do ministerio do mpcrio.nni
enviando una represenlarjSo ita academi
.|p medicina pe finio que seia elevada a
2 0009 a consignac.30 <]nu percebe ; ou'ro
Iratisin'Hlitiilo o reiiucritnctito ilo lr. jni-
qtiim Antonio Piulo Jnior, no qual pede
augmento desea ordenado como lente de
rYancez da feculda le le s. paulo.--o t vai
a commissSo de fazemla e o 2- a de pensoes
o ordenados
hilo do mesmo ministerio, envan lo o le
erlo que concede a pensSo animal de snj
as cinco Albas do fallecido cuniaior goral
do iliesotiro naeionsl Antonio Cae tao da
Silva.V commissao de pensoese ordu-
nados.
Hilo do ministerio da justiCSi enviando as
iiifo'n ac >s pedidas por esta cmara sobre
a prp'.enco do ilesembarador llenrique
Velloso de Oliveira --.' c.onimssfo de pon-
praga I.. da Iheaoorerla de f./enta desla provincia
pela pron"garlo de umi hora lio res|"erlisi. evpe-
a iei diaaamo-lo. ti
.o romo lio, enlen
l i '- levii poi -i l.i,.,r caaiar e*s.. proroao-
Vislo que ii ii-o ful oini-sn nesla parte, sin he,
ra i eapi cita de que .t anapctia&O ou
-.ippras.li d urna d.correase a da nutra. Pareee
noi porem lgica que dandO-M aaa i'ralihrarao
polo e\cr- .. .i hora, linda all, devera tambera
cesaar a referida prorogacl momo poiquo o regu-
lamenlo das lhe nao | milite prorugacsVa liidrliuidaa. Como quer
que aeja, ,. governo viudo ao n.nliecinirnt.. derla -i-
lu n; i ., ba de dar-lhe um remedio, ou la/en.lo aessar
a prorogacAo de.-.i hora, i-u ordenando a coilmua-
ego daqur.i, gralfli .... alie josli-sima.
Potse.Uonlem pola manhga leva lugar o em-
po menlo ou ni.tallarlo das nulas do randa do,
qoe ltimamente cnogaram da Europa, noealleglo|
ilas orphlas, de cuja e.lu rao 80 Vgo anearrOgar.
Esao acto fot lolerane, e a preienr;a de S. Etc. n Sr.
praiidenla da provincia mal o brilhanlnu. Moilo
capera i provincia la dirorego dada por essas aenho-
rai i. rgimen daquelle eatabelecimento, e nos dc-
sejaremos qu- lejam correspondida! as mal visiai no
i., lo ani que ..-, ||d4 bastadas.
('> /o/adoren dot Afogaio*. Esses amigos
lempre lem tlde alguna incommudoa com a menego
que driles havemea feiln, smenle por elar-lhes a
fa/en.la .Mas, rilo ululante esa nossa boa vi.oa-
le, aem embargo los nosiol esfon-es.elles enniinuam
na pralira do malino vicio, procurando qnanlo suh-
torfugio podo inventar urna lerlil magMaflo para
Iludir i au,- ri la lo de inenei.a que lem Chagado ao
poni de so ac lutarem denlro de um lomo de lijlo,
eomo Hiera m anida domingo provino paseado, para
punan, ii pola orellia da .ida.". IIa al on 1e pule
chegar a pbenesi do vicio, a paisio do jogo Pique
a auloridado aabendo que elies lem agora m.iis aase
ade la alu igar ; lique caria mais urna va/
qoi ludo enviam para iiludi-la j por tanto a aeo
i ni n eu.| reg i.mbein toda a energa, a fim de se-
gora-loa o inlligir-lhei a correspondente punir..
Dcfhumanidade. Comla-noa qoe evisle na
i ilil.ru/umiiiiivid.iii.qnedciva trancada em
annoi ; paneumonia.
Ati- amanhu.
CONSULADO PROVINCIAL.
Continuaro das alteraces feitas nolan-
camento da dcima da Iretjuezia de S.
Jote que tem de servir no auno (inan-
ceiro de IS.'iS a 1859, pelo lancador
Joo Pedro de Jesu Matta.
Una doa M irlyrioe.
N- Viuva e herdeiroade Pedro lg-
neno .la Cenhe, sobrado com nina
loja e ilaOs andaras, avhala por. .
I den 6. Francisco Anl.....o da. Cha-
gaf, sobrado com una loja e dous
an ares, avallada por.....
dem s. Anua AJesendrna de Mira e
l'oliriaoiia Candida de Souia, casa
lerrea, arrendada por.....
dem 10. Francisco Antonio das Cha-
gal, rasa lerrea, arrend-da por .
dem 18. I u.heliua da Silva Oueiro/,
rasa lerrea, arrendada por. .
I '.ni :!i. Maximino Jos de H'rroi,
ra-a (arrea, arrendada por
Idam 36. Vietorloo Jase Correa do
Sa, caa terrea, arrendada pnr
dem 32. Pe tro Aleandrino Rodri-
gues Ltns. casa leriea arrendada por
dem :li. Ilerdeiros de Franciica Ma-
ra da Coiiceicao, casa terrea, arren-
dada por.........
ldem:t. Candido l-'renrisro Cime*, -li-
brad em ruinas danlio rio qual exis-
lam qnatro meias aguas, arrenda-
da- por..........
dem 9. Mariana da l'.onreii;3o Perei-
ra, .obrado rom urna l"ja un an-
dar, arrendado por......
dem 13. li..iuiii.i.- Antunei Villana,
r.i-- ler.ea, arrendada por. .
I lem 23. .M.uioel los Tavarea, casa
terrea, arrendada por.....
Trave*. i dos Marl\rios.
raa urna rroanca de i ..unos dorante lodo o lampo frjam 1. Anlmiio Ferreln Braga, ca-
*mqoe esta nairep.rlifgo : e a castiga barbaramen- a lerrea. arrendada por .
le quandu ella dana de farer n servico que elle Ihe ; |,|em (i. Uarlioho Jo.c de Sou/.a lle-
e arrscenla : respaila la
deajuriediccJJO espiritual.
Anda mais, o projaelo,consignnn 1o no ultimo r- frp.,,,,.,;.,, ,i,w a,,..* i,n
ligo a idea de que o governo liqu. aolonaado para L,..r .!/!..^ ?" ^/J"
aposeular os ariuaes jui/es da reanlo melropulilaua,
que u nirrecerem, ou que estiverara nas Coiidirei
do ser apoeenladoi, quer lambem que aeja nuvi.lo
previamente sobra e.la materia r. Sr. areeblspo.
Anida nesle poni goanloa todas as coiiveineucias
para c- m o podar espiritual, revtlou o m.ior deaejo
de andar u governo civil de arcordo perleilo ruin o
aeclaaiaatieo.
Apoiados.
I' ranlo nlo vejo nece-si lade alcuma de r o
projeclo remedido ao metropolita para depoisda
sua in[onnai,ao cu audiencia vir a' diaeosago da
casa.
O nebro ilepfllado, desvian lo-se da qnesllo prin-
cipal que be a do addiamenlo, nci diste que ello, por
eem, lo, linhl dovida em volar sobre o projecl tal
a.lo, lun-IMi lo-se "", 10. nnna uuvnias em volar sobre o proiecl > la ,. .,-, ,,. __ '. .
a queslo, o. po- \ qual se arhu redig.do, po-qo. no socondo artigo se j nv,a,,|lo a0. ROVemO para tmnar r
a rerpaita. Con- determina que naa nomaacoes ae d preerencia aoa T C0"sl>lera,;i"J a represenurjSo dos
graduados
cm loda a sua plemiu- ses n or cuidos
Urna representacSo dos eleitores das soto
os il J.iculiy c PaS
sos, pedindo a creac.no iie un novo cnllee'io
na villa iie Passos- a' commissSo de esta-
tistica.
Um reqoerimentoda mesa de Nossa Se-
nhora ila ConcsiijSo do l'aty do Alteros, pe-
dindo dispensa las leis de amorlisaco para
possuir bous de raiz no valor du 80:00o|.-
A'comtuissSo de fazenda
Dito dos cirurgifies reformados da arma-
d.i nacional, pedin lo augmento de seus or-
denados,A' commissSo de peusoes e orde-
na os.
Approvam-se sem debate os pareceres da
commissSo de commercio, industria e ar-
no do-
a|0a tos moni
encommend i o qu- he improprio de aoa Idade.
tdterleneia,Ha la' pira a ra do Nogneira
Blgun t run.,1 bem di^na do reproasgo; diremos ape-
--o para que algu-m que bastante nos eoropro-
hende, lohaliloa a docilidade a' |"ertinaeia, e mo-
nlique seu procedimenlo.
Paleo da l'enlia.lia nma taberna no pateo
la Penha, em que se dio todos os das rijas e dea-
EOiaa 11- enli e os .-'u- I u-.ini.i frequenla lores, que
i.' pela maiur parto eacravoi o homena banos de
uia'us c.tuinas. Domingo a' noile, pelas 7 horas,
pas-avauma familia por easeoslabeleeimento, qnan
do rompen de dentro mi voieria do inferno, em
qoe iaram oa termos T.....s obieenoa e aieaadalotoa.!
x dimos ai Sr. J. que procure avilar o mal. '
paupan lo-noa o desgoslo de lermoe maii eipliciloi.
Penitencia ra /hw/.. ,/;,- igrej i.N.....io so-!
m l incrdulos ; aulas nos presamos de perlanear ao
gremio ,1a igreja calliolica. I'ilbos da icreja, revren-
la! aoi su< pie-criplos, obedientes a' sua toulnni,
eremos rom frmete, com robustez, na eulcaeii da I
orarlo, no mrito da penilenrla. Mis lemoi que a
penitenciaostanaiva a publica, se de Iguma sur-
te sa recommenda pelo faca mesmo da not.-rie ta.lr
qup parare descubrir um arre|ien>iimeuln vivo e sin
cero, he por entro lado pouro conveniente, quando
re icerra de rireomslanr-iae qoe se poderam dnei
lenebrossa, e qae nao edifican), antea io napiram
horroi aoa espiriloi naturalmente tmido
no- r-l.i- i. Ileso '-', que- nao vem aqui a' esmo e dis-
parata.I is, um faeto que s nos rnmmunica em con-
lidenrla, e rojo segreoo be para nos Inviolavel. Al-
guem paawra em moa noita medonha por cario
atrio deserto e que a vala inspira terror, den da fi-
ce rom um viillo que Irajava roupas brancas, e que
f-ia penitencia a' porta da igaea da '' : ronlu.o
go, caai' lerraa, arrendada por
lem |. Frentico llamos Maia, casa
lerraa arrendada por......
dem ."i. Francisco Antonio das Cha-
gas, sobrado com nm andar e duas
lojas, avahada por......
Kua Aligela.
Idam -2. Nono Matia de Sias, sobra-
do eom qualro lojas c doos andares,
arrendado por........
dem 6. Manoel do Naseimcnln dos
Santos, casa terrea, arrendada por .
llem X. Francisco Itndrigues da Cruz,
casa lerrea, avahada por ....
dem 10. Fraoctaeo Rodrigues da Cruz,
rasa lema, arrendada por. .
dem In. Francisco Kodr goes da Cruz,
rasa terrea, arrendada por ....
Idam 18. Antonio da Silva Cninlo
Joniur, ra-a lerrea, arrendada por .
Idom 20. Bernardo Joi da Coala V-
lenle, risa lerrea, arrendada por .
I lem 30. II a noel Antonio de Jess Ja-
nior. rasa terrea arrendada por .
dem 34. Manoel Pareira Lomos, rasa
terrea, arrendada por .....
dem 36. Manoel Peieira l.emis, rasa
leirea, arrendada por
irn
Soacita- dem in. Manoel Pereira Lomes, casa
larrea, arrendera por.....
dem ill C. Jlo Pinto da l.emci, ca-
sa t.rrea, a.rendada pi-r.....
dem io 11. Joio Pinto da l.emos Ca-
ra lerrea, arrendada por ....
ldeni ill E. J >go Pinto de l.emos, ca-
sa loaren, arrendada pir .
lito, fui o primeiro impulso do nosso viandan- ld,n, ,o. Antonio .loso de Sania Ati-
na, rasa lerrea, arrendada por .
dem 12 C. Amonio Nobre de Almei-
da, c.i-a lerraa, arrendada por .
dem \1 I). Antonio >nbre de Almei-
da, casa lerrea. arrendada pnr .
Sanhorea, a,tea padres m ..(So e.cluido, pelo i .c "Pprovada sem debate a redacc.lo do -mu ame. irennUa, cunfosa. M..... d.sconl.ec.do dem E. Anin,, Joaquina de (lli-
pn.jerto da serara doaembarcadore metropolitanos PJto que concede a pensSo antiual de "Mora um aventurero: ihe respondo eom sngale- veira, rasa lerrea. arrendada por. .
apeados ; mas sa o nobre depulado enteodo que o i ':-IK conselhciro Antonio de Menezes ;i.Vi.*."0.f0_m- -'- _?- P'fando_encobrir o'Mam 16. Thoinar.de Aqoino Fon-ora,
. diputado enleu-le que o .
facto de ser formado em leiencias nciaes e iurnli- VascoilCellos 'e Urumori 1.
cas habilita o padre a ser meinrro da rilarlo metro-
politana, engana-se perfeilamenle apoiados por-
que as materias qoe ae discuten) ah lem inieira li-
presideule, ao adiamen'o apresenlado pelo nobre -arlo rom o direito cannico, que nlo he, como sabe
ORliEU no nl\.
Primeira parle.
que os
a< qui-
L'eraes,
o direito civil, a nem mesmo propriameule o dinilo
ecelesiaslico.
F. nesias malerias ser mala conveniente
jnues lenliam car los eunhecimenlos pralieoa
rnloa no furo. Como nos locares da vicarios
provisores, promoluret, elr., etc., do qua meimo que
lejam formados nas acieoeiai sociaei e jurdicas por-
que o nobre depulado deve saber, que nos nossos ,
cursos de direiln apenas ha a radeira da direito ec-
.clesiaslico, e iilo nao ha direito cannico.
A' respeilo do sacerdote que ha graduado em di-
depulado pelo llio de Janano; ao contrario, acho
que as ra/oss am que se fundou slo muittu altendi-
ven. lomei a palavra para pedir Iguma cousa mais
que me parece indispenaavel.
A materia do projaelo e do substitutivo he, a
meo ver, mullo aproveitavel ; mas sendo rerto u
principio de Independencia, at cetlu poni, dos po-
dares temporal e espiritual...
'< Sr. Piulo de Campos :Independencia lllimi-
tada.
II Sr. Dulra Hucha :Nada sa pode provar que
aeja llllmlta la ; mu deaamoi esla quesllo de par- ra|10 eanunico ou tltoolegia, ou que ilevidameule an-
te, porque nlo ba opnorluii i n occasilo para dis- : torisado, lenha ensinado estas malerias, ha urna pro-
co(i-la, e porque para o meu proposito aiuda tem sumpefld minio valloaa do que mellior du que uin-
mais forja esta opiniau di honra lo memoro.
Cvslindo, psis, o principio da independencia do Ironolllana, e se no nos.o pail anda nlo na oase
poder aspiritual, julgo de toda a ncesiOada ouvir- s" mados, ou os ha poucos, a idea nlo pode ser
ae o Erna, r letropolil-i.o, qne he o primaz da igreja condemna la porque logu terenos esses gradoa-
braaiielra, para saber-se qua! he a sua opimao ao- din, e o projerto de algum mudu anima a sua exis-
lire o projaelo, Estou que o nobre depolado part-
roslo Ihe impoi, que segus.e e que nlo o vioasa
perturbar.E aasim f.i. ils lie lempre nossa opi-
mao qua he.deaconvenienla, (moco edificante e ale
cario poni superslicioao este modo da fazer pani-
Knlrando pin lorceira diSCUSSan n prnjee-- tencia.
to que augmenta a congrua do cabido e niois ijuanda de liin'iir.He insuportavcl a algazarra
emprejadns da cthodral O Capaila inipe- I I"1- fam as negras quilaudeiras da |iraca da Itoa-
rlal, he O mesmo adptalo e remelti.io a [ vl,,i'' principalmente aquellas, que se assenlam na
coinmissno de re laecio com as seguintes cfJdl <* b"l,M '" >r- Gameiro: ah discolem
" de suas lenhoras, shi ajuslam-
guem ela' habilitado para ser juiz na rilarlo me- dre de Sinueira. I'c Ireira
cu!armonio .oliera du peniamenlo do Sr. arcehispo
a tal reipeito ; mu parace-ma que em materia que
o-a ao c-pinlaal da urna maneira lio direrla, nao
>? deva leg slar sem informarlo ollicial de S. Exe.
tavm. aobreaa esporialidadas do projeclo porque S.
Exc. .pode nos adiautar algoma cousa, enlre-
tanlo que volado o proj. pode o io sabir lio perfeilo como seria para do-
sajar.
II Sr. Piulo de Campos :O pro)ecto esl de ae-
eordo com as ideas que o Sr. arcebl-po expeudeu
aqui na cmara.
O Sr. ttulra Hoelu :O Sr. arcebispo esteve qui
lia mudo lempo.
O Sr. Pinto de Campos :Mas informou ha pooco
lampo o Sr. ministro da iostiee.
ti Sr. Dulra Rocha :Donde consta islo '.'
O Sr. Pinto -le Campoi :A opioiga de S. F.\r.
IIni.' a esle respailo- corre alu impreisa no lerceiro
lamo das -u s obras.
O Si. Dota Rucha :Enllo rerueiro qua ve-
nham a mesa esses informaroa".
II Sr. Pinto da Campos;Para que requerer addia-
menlo quindo le trata de urna materia tao urgente
e necesiaiia '.'
HSr.lluIra Rocha:En nlo esloo negando a
urgencia e a necessidade du projeclo ; mas digo que
versando sobre malaiia que respeila no-esp.ritual nga
No deve volar sem se ouvir aopiaige. do metropoli-
tano ; o nobre depulado compreher.de isto perfeila-
menle.
O Sr. Pinto de Campos :Sempre que jolgo ne-
eenaria essa audiencia sno n priineiro a requere la ;
mas agora he Isso dispensavel, porqoe a opinilo do
Sr. arcebspo sobre este aisumplo j eila conde-
cida.
1) Sr. Dolrs Rocha :Sr. presidente, eu acho
lauto m. i- necassaria a audiencia do metropolitano
qoanto vojo que com aigom pequeo retoque o pro-
jeclo lolutilutivo fita no caso di nr approvado. Por
oiemplo, diz o arl. -2 :Na nomearlo denes jnizes
serlo praferidoi os eacardotis formados am canonis
e iln.iio i a ...
Oa, au nSo iai porqoe dando-so esla prefiren-
eia.....
tisr. vTHMa lavsrn :ijuaiido se entrar Badil-
COUSo da malerla daroi a razio.
O Sr. Dulra Rocha :Eu lambem nlo a eston
di-cuiiudn, estou apias aproianlando orna divida
que ac.ua em meu espirito, para diier qu-, de mo-
rnenio, nao poso volar pelo |irojecto snh.Motivo de
V. E\c.. parerendo-me atlas muilo bem. Naa vojo
razio para le preferir o graduado am direito can-
nico ou Iheologia, quaudo sabemos que n3o ba no
impeli cursos para (ormalura em laes mate-
rial.....
O Sr. Villela lavares :Temos sacerdnlcs ni i
afreonaslaaelaa.
O Sr. Dulra Rocha :... entretanto qne lia pa-
dres qm leem o cuno do setnelas natoreea e juri
dicas, equa necessariamenla haiiain de rslndar o
direno ecrlesiastico.
O Sr. Pinto de Campos :lie i.m eslodar.
se-
lenria
E-la prrsunipria, porm, da que fallo nlo se d,
nem se pode dar em regra, a' respailo dos graduados
nas nonas facul ladei de direito, monnenle dos de
cerla poca ; porqua enelnando-se all apenas o di-
reilo publico ecelesiaslico, n islo me-mo em um m
anuo, quando o alindante lem de appltrar-se lo es-
ludu de oulras malerias, nlo pude ler adquirido |o
conlier.menlos necesaarioa, e mono menos o prali-
eoa para ser juiz ecelesiaslico em una ralarln, e ]iil-
gar materia Oe matrimonio, divorcios, er. ,Ne.|e
ponto rulen lo qua i.s sacerdotes qua livercm everci-
I." i. luyere- de vsanos saraos, provisorc, promo-
tores, etc., e que tem duvida davein ser liomen- lia-
bois, do ronlrano nlo deveriam ser nomeadi i ira
laes lugares, etilo mais habilitados de qne os | adre-,
hachareis f.. lirados em di rallo, pclu nico fado de i
-erem barbareis,
t) Sr. Dulra Rocha da' um aparte.
O Sr. Vilella lavaras ti nobre diputado de- |
ve saber que islo nlo he materia propriamenla do
direilo ecelesiaslico, que he o que se ei.....o ...
gando armo das nes lia diflerenlrs apartes.
Senhoree, eu nlo esmo aqoi disposto a entrar em
urna dieeueaSa pra provar que o dirailo ranonico
he cousa dillereule do direito erelesiasliro propria
mente dito (apoiados^ ; do contrario convenreiia o
nobre depolado do seu engao.
t) Sr. Dulra Rocha : Sobre islo clamos de ar-
cordo ; sei bem qu-lo coalas dlOareotes.
O Sr. Villela l'av.i.es: Se pois ha dillerenra
enlre o direilo cannico e o dirailo erelesiasliro pr-
priamente dilo, e o que eo quero he que aej; m pre-
ferid, s os gralua los em Iheolocia oo dirrito canni-
co,, oo os que liverem cnnherimenlo de-la- mate-
rias, e a pralira do fi'iro que OS habilite, porque diz
o nobre depolado qua no projeclo ba a lacunn da nlo
ser preferido o formado em tcieocias sociaes e or-
dicas ?
(.luiseguinlemople B>0 vejo ruilo alguma para qui
se aceile o addiamenlo lambradu pelo uubra) depu-
lado.
O Sr. Dulra Rocha : Nao propot aildiamanlo al-
gllln.
U Sr. Villela lavares Mellior : eoncordo, po-
rem, ruin o oillro addiainaiilu para que lique u pro-
jerto pora .or diaentido depois de impresso im Jor-
nal du Commercio.
calcada da bntiea
ella a vida privada
se para oa iambaa, e quando se rene a ellas orna
palmilla de negros ganhadorea, nga ha quem possa
estar nas varandas a nlo ler os ouvidos nroslumados
ashonealaan prerlires da moral dos lupanares,
liemos a quem compite viciar sobre cssas in-
nocencias.
Sacerdote de llalaal.Um dos preloi acosio-
madoi a aceuderein os lampias na lina-vista lam
pi r cosime, alta noile, na calcada onie faz seu ni-
i.ho cantar em mi alia todos os ranlos de urna misaa
solemne.doria, OracOei, Prefacio, Paler Noster,
em lerreira daCOSSilO <> projeclo ele. elr. lie um insigue nie-lrc do canto plano,
que intonsa o governo a garantir a com- aaalm hoovesae algom cintorgo policial que Ihe
panlua Mucuiy um emprcslinio Je.....hirteaao compaso nos tombos I M ana gante I
1,-Jtiti 0<'i.->. lina miniarla original.Estando em urna roda
n Sr Paes Barreto oppOe-se ao'prnjecto, ""0 .1""\",U- vnra ,,a vista,oqaetoodo,
e.Tiendas :
Depois da palavraerri|.regatlos ac-i
crcscenle-seinclusive os msicos de que;
decreto
n. 697 de IU de selcmhro de 1850 A Rrus-
que.
lie elevado o vencimcnlo animal do ra-
la um dos meslres de capaila e c.itnposiio-
resdacapplla imperial a 1-0009.Alexan-1
Futra
por n3ojnlgar-se be-n infnrmado a respello
das garantas que osla conipanliia oiTarece
A discus.su tica a.l.liada pela hura.
Segunda parte.
Continua a iliscussao do projeclo de res- di"Bio
posta a falla do throno.
Oraram os Ss. l'lra Rocha e Mmeida Pe-
reira,
A discossSo lica mlilia la pela hora.
< Sr. Presidente d para orJera do dia
eomo ha natural, laber das peasoai que se achavam
prsenles ,e sabl nn de algom me liraraenlo rasuro,
que miligaeae seni padecimeuloa, dirigle-so a divar-
saa, que o aalialisoram man ou manos : arlando po-
rem Tirn-enie um jorisconiullo, o doeule a ella se
ApresentBQo c discussiio de requermen- 1a etc. ele.
tos, tendo lugar ao moto da a elec3o !
mesa ; o se houver tempo, cotiliiiuacao ,1a ,
discussfio do projeclo de resposta a falla do]
llirono e a segunda discussSo .lo projeclo'
n. 83Ueste anuo, addiada ela hora.
Levanta-sea sessSo as :: Ir horas.
a Enl.lo, I ir., n.io sabe algum remedio para os
olbos i !
ti lir. formalisau lo-se responieo :
Meu amigo o pooco que iei he de direilo, pe i
que Iba dire, que se me consulta, peca vista.
II pobre doaota nao poude euuler um i garsallia-
i
?i\s:W3 ayuls
Fetlir.idade religin.Domingo iee lugar a te-
la de S. In- d'Agonla, ruja irmaudado acha-ae ins-
ultada nn convaolo do Carino. (Is aclo, religiosos
fi.i,.m eilebradei rom loda a decencia, com que toa
aasa irmandada suleinui-ar a feslivi lado do seu pa-
triarcba.
Preludio Acadmico.Sob ase liluln foi ha
pooco in.I lilaila nosta cidade urna a-.oeiar.i > Ilite-
raria de ettudaolea io prnnairo auno da [aeuldade
de direilo, com o lira de concurreulemenie e com
ai forcas reciprocas proraoverem a illusiraclo do ei-
pirilo dos associados, sendo eleitos por aquella oi-ra- | bito
si?u presidenle honorario o Di. Jos Antonia de Fi- |
goeiredo, e cfTeciiv Antonia Carloe Ribeiro d'An-
drada, aaerolarios Mondo Sampaio da Sa llarni.i e !
Il.lslouso de Soura Lima, oradoi Jo l-'iel da Jeao.
l.eite, o Ihasourairo Llamo Lopes da tfdva Barrea,
I uurrii.ua OSia associarlo no edifiriu .la propria la-
l.l-ide. por pr-tm.--.io do
Baptizados nereidos na freguezia ile Sanio Anto-
nio de 11 'i 17 de jullio.
Rodrigo, erloolo, tilho natural de Juliana, escrava
de Antonio Joaquim Panaaco.
Prancnca, branca, lilha natural de Auna Francisca
d'Ams.
Anua, branca, filha legitima da Sebasliao Aotonio
de Roso, e de sus mullier II. Mana Cvnaca da
Conceicao itago.
Deolinda, semi-branea, coraseis aunes, subenndi-
eione, lilha natural da Antonia Mana da Con-
eeirlo.
Manoel, pardo, filho nalural de Cuillierniina Maris
da Cosa.
Antonio, branco, filho nalural do Joanua Ma-
ra.
I ni filhe de JoaeJ Joaquim da Silva tiaio, para ser
baptisado no i.armo am III esie.
('amanenlos liaii'lon
tonto de
addiadn ate sa imprimir o substitutivo do Sr. Villela
lavares.
SESSAO' DE l DO CORRENTE.
PreHdenda dn Sr. teonde de Baependu.
A'l 11 huras da mnilila, faila a chamada l adian-
do le reunido numero legal, abre-5e a sesSo.
I.nla a acta da antecedente, he Ipprovada,
11 Si. I scrrel no da' cinta dn legoiole
EXPEDIENTE.
I m oflicio do ministerio da jo.lira, rem 'Iton lo o
procoiaoda rcspoiuabiliil-nle Inslaurado contra a
na freguezia le .Sania An-
Mal i/r ;//io.
Joaquim l.ois Custodio com Poneiaat Maria da
Conceicla.
Hicoel Bernardo Q-iinloiro com Leopoldina Caro-
l na .la Oliveira.
Francisco Marques (mimarles com Franciica Uar-
cionilla de Sna.
da freguezia de Sauto Antonio de 11 a 17
V //Ao.
Emilia, branca, lilha Ue Jos l'achoco de Medeiros,
I", du.-.
Jo-e,.tu Mara da Conceicao, parda, viuva, so an-
mimmi uw res[iertiu directur ; ea
O reqoerimento he approvado, e projeclo Rea ,M inaugracao aolemn. deva roaliaar-so no da ||
de agosto prusiano eindouro, anmvoiaario da inalal-
larlo dos ciusos jiirldicns no Itrasil. Por limitado
que saja o circulo de sua acliviilade, sempre desloa
corpoa enllerlivos lira ou c.lhe a SOciedade algumaa
vantageni ; porque as agrea.ces de forras uilel-
ieeluaaa qoe gravil im para um centro ceri.. e nico,
produsem era cada una de per si a emolo(3o, a
r.ihi nasea o astado, que he orna segonda iulrlti-
gencia. Eslam a apio com a boa vendida de moejoa
estudiosos, i-a a-.riario nao ha de falaear o seu
lim, em cuja c nsacuc,s.o ua sempre|.....liante, romo
-Calvo, diprol .u"""''.....I"""'"' ,e,,"l,"-'"a' Ul" i""""1"'"''.....'
casa lerrea, arrendada por. .
dem :'). Maria \ enanca da Abreu
Lima, casa terrea, arrendada por .
dem jti. Maria Venancia de Abreu
Lima,.casa terrea, arrendada por .
Idem."iS. Maria Veuanaia de Abreu
Lima, casa lerrea, arrendada pnr .
Idero t.r.l.lo da tamba Suarc tiui-
maraes, casa lerrea, arredada por .
dem titi. Maria da PaisgO de Albn-
queique Santiago, casa terrea, ar-
rendada por........
dem 70. Fiancisca I'homazia da Con-
cedi Cunta, caa lerrea, arrenda-
da por ... ......
Idera 7S. Ilerdeiros de Jo> Maria de
Jeius Muniz, sobrado rem urna lo-
ja, um andar e sollo avahada por .
dem mi. Ilerdeiroide Jur Mana de
Jess Muniz, sobrado eom urna loja,
um andar e sollo, avahado por .
dem SI) A. Ilerdeiros de Jos Maria
de Jeius Mubiz, sobrado com urna
leja, um andar a soln, avallado por
dem SI. Joso Francisco llrandlo a
Castro Jnior, casa lerrea arrendada
por...........
dem 86, Joanua Militana de Josas,
casa terrea avahada poi.....
Idam 88. .loauna Militana de Jesas,
casa lerrea, avallada por ....
dem 90. Francisca Thomaiii da Con-
ceicao Cunba, casa lerrea avahada
por............
dem '.1:2. Francisca Thomazia da Con-
ceicao Cunba, casa lerrea, avahada
por............
dem 94. Urrdeuoa de Joso Maria de
Josas Monis, sobrado cora orna loja
e om andar, avahado por. .
dem I. Viuva e Ilerdeiros de Paolo
Pereira Simoes, sobrado com Ires to-
las e dous andaras, luhlorado por. .
I lem 3. Antonio Pereira Mendes, so-
brado com duas lojas a um andar,
arrendado per........
dem 3 A. Dr. Jos Joaquim de Sou-
i<*, sobiado cora orna luja e oin an-
dar, arrendado por ......
dem i R. l-'ilbos de Manoel Jo-c da
Ita-los e Mello, sobrado coin nina lo-
ja e um andar, arrendada por .
Idera :l C. Ir mandada das almas do
Rerlfe, casa larrea, arrendada pnr .
dem I D. I hereza dos Santos, rasa
terrea, arrendada por.....
dem .1 t. Amaro Fernanda Deliro,
casa terrea, arrendada por ....
I.lem 5. Viuva e herdeirns de Jos
tionralves Firreira c Silva, casa ter-
rea, arrendada por ......
dem 9. Viuva e herdeiroa de Julo
Morena Maiquas, sobrado com urna
loja, um andar o sol.lu, arrendado
por...........
dem II A Viuva e herdeiroa de Jlo
Morena Maiquis, ca*sa lerrea arren-
dada am quanu quarlos, arrendado!
por...........
dem 9 It. Viuva a Ilerdeiros de Jogo
Moreira Marques, rasa (anea, divi-
dida em cinco, arrendadas por .
IJeiu 15. Jos de Pie tas Barbosa, ca-
sa leriea cora sol.o, arrendada por
dem Id It. Manuel Francisco da Sil-
va Carrito, casa leriea arrendada por
viocla dai Alagoas, o .trputado pela inesma provin-
cia Manoel .1 laquiin de Mondones Castetlo Itr;
propiia daiioiuiu-n;ao, aiim de represonta-la
O Sr. Dulra Rocha :lia a preeampego de que
estudaram, porque esta materia fai parle do corso I A' commlaago de eonslitolego ojasllea criminal.
de dirailo. E, pargunto ou, um padre ne.lai condi- Dilo do me.mo mlnieteiio remeiteiidn urna repre-
sos, era rouruireiir a cora ouiro que nlo leja lor- i lenlaclo da cmara municipal da villa do Rio Pardo
lo dev ter a preferencia '.' provincia de Mmas-tieraes, pedindo a creadlo d
i) Sr. Piulo de Campos:Eolio quem labe una relac.au naqnclla provincia.A' commiasgo do
aeioneiM sociaes c |Qridieii asta habilitado para I joslisa civil.
Dito do minliterie da gaarrs, enviando eopia dos
O Sr. Dolra Rosna :Nao estou disendo itao, o I doeomentM qoe om olllcio de 2r3dooaaaada lora evi-! recorreremos apenas ao pralico, qoe aoflleientamonl
sim que um padre que esludou scieneias .nciaes a inda, a' escpelo da cojua do parecW ,i eooaelhq prora a favonio eyitama de arrec taran por asaclo-
iorldieas, a por consaguinle tamhem o direilo ece|- de estado cobre o arrendamento da fabrica de Vpi- ios, nga id por le ello un racional e eonaenlonoo
stailico, el mais habilitad., pa.a esla empreao do nema, por anula sitar sffeclo ao ronaalhn le ealado cm a ualurea do imposto, romo lambem por -or o
que aquella que nlo lem coses estados. (Apoiados.) somelhsote negocio.A quem le/, a reqm-irSo le mslor vanlagem para a fazenda publica, (vala
ti padic que nlo lera ocurso da icieneiai suenes e Dilo do Sr. depulado Vulomo Joaquim Cesar, enmarca du Recife ba um moiiicipio onde ensila
jurdicas pode ser um saino, mas a presampr,;1o be participando nlo p. ler eomji.ro.-er ,i sesslo por iu- urna collectoria, que eiileiideu- em t.vor do formado, e tanto qoe o pruieclo I commodo.Inteirada.
mundo das letras, .v.* pela inonoi deaeiaroos-lha
que lloresgs us tractos qua promelle.
Impoitoearrematada lia peanas que, p r um
pensar arrimen, advnnnin a ronveoirnria da ..rr m i
lac'o dos i.npusios rom flagranli lophia'macgo d i
ivatem de arrocadaego por asadores ; e para moa-
Irarmos que ele ha tira pensar rlfecllvaminlo err-
neo, coma o capitulamos logo, nlo iranios tratar da
queslao anora pelo la lo icieniiliao ou econmico
Mana, branea, lilha de Joaquina Maris do Eipirito
Sanio, i\ .lia..
Deiemhargudor Manoel Mendes da Caoba Azcvedo,
branco, viovo, til annos.
I.m/.i, riinula, eicrava de Joaquim Alves Moreira, 11,|. m I F. Desembargadnr Alasandre
21 annos. I Barnardlno dos Rea o Silv
i-" ca, eil ala, escrava do padre Leonardo Joto
lirego, mi annos.
Lu/, pardo, lili.,, de Merendona Carnelro d'Aa-
aompego, i meses.
C Ihaiina, tlncana, liberta, casada, 60 annos.
I-iiii... branco, lilha de Nieecio Antonio Nones, -
o. e/es.
I -.'. Iiranco, I,
ine/es.
Supina, parda, lilha de Matia Francisca
-. meses.
Maria, brauco, lilha de Joso Antonio Nogueira, 2 dem 29. dahn Mara doa"Santoi/ca-
""' -a lerrea, a.rendada por
II hiale brasileo Dovidoao, sabido para o
Ar.iralv, euudu/io a seu bordo os irguiutes pos-
lageiroi :
Antonio Pedro da (iraca, Maria, prela, libarla ;
Libama, escrava.
lio dt Silyro Seraliui da Silva, i
.las Can-
a,(obrado
cora nma loja, 2 .indares e sollo, ar-
len.lado por........
dem 15 li. Joaquim Antonio da Sil-
la, casa lerrea, arrendada po. .
Idera I") II. Mana Isidora da Concei-
Cgo, rasa terrea, anen loda por .
I.lem 17. Auna Perpetua F'erreira r:e
Ver-., caaa lerrea, airoadada por .
dem 17 I!. Amonio Nobre de Almei-
d.i, Pulir lo r.un nina I*.ja e nin an-
dar, avahado por
sabido para
p 118 igair.
iippnmir ;
son ven ionio
e ronsequrntemrule os impoiloi que e||j
n brigoa braailairo nltoin Jesu-o
Porp. Alegro, r ndaiio a son bordo
Manuel F.anrlecn da Silva Sndalo.
i) patacho braailairo Vlenle, vin.lo do Rio
de I mi no, IrO .. os pjll geirol Jaques Planta, Ma-
na da Cmc i...lo, Mauoel S. de iivairs, Jos U.
da Molla a Silva.
- ii patacho portugus Maria Ignai a, viudo
JOJ-ODO
Mu NII ill
jiin-nim
1VI-IKKI
240fOOO
I68JO0O
1689000
1i 83000
1681*4900
205000
:ib0jOoo
ltiS.yKiti
li'.NHM.
manda preferir o graduado am cauoac a theolo- L'm requarrmento de Frsnciieo Jote Martina Pam-loram arrecodadoi por asadores, foram
le Lisboa,
dem di. Autunio l'erreira Rraga, ca-
si Ierres, arrendada por ....
I lem .'i7. .Mana Manoe'a d'Atsumprao,
rasa lerraa, arrendada pnr. .' ,
Idom lil A. Orplilo Joio Rodrigues
Luna, casa larrea, arrendada por .
Travesa da roa Augusta.
Iilem 1 A. Padre Joaquim No'nei de
Oliveira, caaa tarrea, arroudada por
I lam ".. Joaquim Antonio de \ ascon-
Celtos, caa terrea com sollo .iludi-
da em qoailos. arremla la per .
Kua da Palma.
1209000
1148000
1149000
106*000
876?000
JitlMIOtl
2049000
3049000
1689000
2109......
IStl-IHKI
1685000
1449000
3003000
300JIO0
3009000
3009000
1689000
1689000
1689000
2009000
dem IM It. Mano. I Pirmino F'erreira,
ra.a lerrea, arrendada por. .
dem 12. Mauoel Firimno Ferreira
eai' leriea r.un aolAo e um quarlo ao
l>do, arrendado por......
dem l. Viuva e herdeirns d Jor
tionralves Ferreira e Silva, casa ter-
rea, arrendada por ......
dem 26 Viova e herdeirns de I ti
lioiir.lves Ferreira o SI va, casa ter-
rea, arrendada por ......
dem 38. Viuva e lierieirne de Joso
(ionfatve Ferreira c Silva, caa ler-
rea, anendada por......
dem 13 I). Manoel pirmino Ferreira,
raa leirea, arrendada por. .
dem 1!). Vicente Ferreira Gomos, ca-
sa larrea com sollo, arrendida por .
dem 35. Maria dos Prnseres de Jess,
caa terrea, arrendada per. .
Roa da Concordia.
dem 36 C. Joio Francisco do Reg
Maia. casa lerraa de madeira dividi-
da em 7, e mais um lelhiiro, arren-
dado ludo por........
Idom 10. Birnardioo Pereira liamos,
casa lerrea com sollo, arrendada por
Idnn 42. Bernardino Pareira Ramos,
casa lerrea com sutao, arrendada por
Idim il. Bernardino Pereira Ramos,
rasa lerrea, arrendada por. .
dem <>. Rernardino Pereira Ramos,
eaaa terrea, arrendada por. .
dem I" A. Manuel Firmino Ferreira,
casa lerrea com aolflo, arrendada por
dem 17 B. Manuel Firmhio Ferreira,
sobrado com urna leja, um andar e
sollo, aneudado por......
dem 17 nio Teiselra Cumiarles, rasa lerrea
arrendada por........
dem 17 E. e 17 F. Antonio Joaqoira
dos Sanios Anlrade, casa lerrea em
canSo.com 11 r-sii.has nn fundo,
arrendadn ludo por.....
dem 17 II. Manoel Pirmino Ferreira,
caa le rea em caigo, qua serve de
arrnazem, avahada por.....
dem 17 C. Manuel Firmiao Ferreira,
cas- lerraa, arrendada por. .
Idi-m 17 I. Manoel lirmino Ferreira,
casa lerrea, avallada pnr ....
1 rave-sa do Poemlio.
IJem i. Jo'ii Carlos Vieira leiveira,
raa lerrea, arrendada por. .
Idam X. .1 ronimo Jase Ferreira, casa
lerraa, arrsndada por .....
dem 10. Ilerdeiros de Manoel da Sil-
va Cuu'.o, rasa lerrea, arrendada por
dem II. Mauoal Feritira Anluues
Vill/ra, esa lerrea, arrendada por .
dem 20. Ilerdeiros ile Maria Joaepha
da Cunrei^.lo, eaia ter. ea, arrendada
P" ..........
dem 36. Sebaillo Jos Comes Penna,
sobrado cm Iras lo|as, um andar e
sollo, arrendado por.....
dem "i. Victorino Jos de Sonsa Tra-
va-sn, caaa larrea, arraodada por .
dem 7. Victorino Jos de Sooza Ira-
va..o, casi larrea, arrendada por .
dem il. A ni. nn. Pedro das Neves, ca-
sa lerrea, arrendada por ... ,
dem 11. Antonio Pedro das ,\ev
rasa tarrea, arrendada por.
dem 13. Antonio Pedro dai Nevesj
casa lerrea, ar.endada por.
Idam 15. Antonio Pedro das Neves,
casa terrea, arrendada por. .
Idam 17. Antonio Pedro dai Neves,
cna leriea, arrendada por. .
dem 19. Antonio Pedro das Neves,
casa leriea, arrendada por. .
dem 21. Antonio Pedro das Nevn"
enlrrtando n .tllustrodo PlIo o qne, for
1-n-niHi rendando a rreguezia,
(m la fiois n zolo pela trreja de Ipnjnea do
3601000 ,lvJ' v'fi*ri0 Uuem quTt|tic presuma ser
adornado de virtudes, deisa ao desamparo
as suas ovelhas para em lugar estranlio ir
ll/otl accuinular fortuna, ileixando-a entregue a
um sacrerdote que nem bem o porluguez sa-
be exiirimir?
'""'""""" O l'.vl. aposlatou incontestavelmente por-
que o!- in I..mu a postro que occu ava pela
1149000 d" i,r!r",ulior exclusivamente, e residinlo
som a necassaria licenrja do governo geral
1149000 fora do termo da sua freguezia.
Km uniros c.imrnunicados provaremns cm
3C49000 como o Rvd. vigsrio n3o lleve sem licenca
tsji-^us 'l0 g?vcrno eral arredar ( do territorio de
lsucwu sua freguezia sem commclter tima falla gra-
vsima. Moslraremos anda que o desprezo
i com que sito tratados seus freguezes, entic-
gues aos cuidados de um pBdro ignrenle,
(iNHMi ain Ja Ihe ha da causar djsssbores incalcu-
lavets ; que o iwd. Bello he inepto por qual
quer lado que o procurem, al para ser
roeslre de escola, o UUe rnbos analmente
estao fora das grar-as do povo luojucann.
3709000
3009000
nrj9000
1309000
i*,-? 5
Siili-Ullll
IJOj'HXI
SI69000 PRACA lt) RECIFE, 1-1 |)K ii i ,,,, nH
AS3HOKA8 li\ tari'ie
Cotacftes nnieiaea.
Descmilo de letras10 e i> 0|0 ao anno.
Asanoar mascava.lo portiado2} Aaaorar somenos2i'JIKI por arroba.
r'red. Robilliard, presidente.
P. Rorgea, secretarlo.
858.
eves,
casa tarrea, arrendada por.
dem 2"). Antonio Pedro .as
Neves,
Noves,
caa lerrea, arrendada por.
dem 27. Antonio Pedro dai
casa lerrea, arrendada pnr.
dem 39. Antonio Pedro dai Nevis,
casa larrea, ai rendada por.
Primeira seccap do consulado provincial \~i de iu
Ihn de 1858. O laucidor, Joio Pedro de Jess da
Malla.
Contina.)
Ir9690 II
3009000
1449000
3009000
969000
B49000
B.....i
RI9000
I2O9OOO
60O9OOO
969000
969000
969000
969000
96)000
969000
II6SOO0
969000
969000
969000
'.Mijonii
C.iixa Filial do Baii(;o do
Brasil eni Peruam^uco
EM 19 DE JULHO DE 1858.
Directores da semana os senhores :
.Manoel Ignacio de Ultvoira, e Jos Pereira
da Cunta.
A caiza desconta letras .a 9 por cento ao
auno.
CAMBIOS
Sobro l.oi.drc, 25 l|4a 25 112 a 60 a 90 d. v.
Paris, 383 ra. por fr. a !K) d. v.-
a Lisboa, 108 a 112
Rio de Janeiro l| por ('io de rebate.
Iiesonlo de ledras, a '.), 10 e 12 por cento ao auno.
309000
32WIO0
189000
tM'ROOocaa hespanhoUs.
l'ltai niesicanas.......
Petas do 69IOO. .
Moedas de jtitlO .
Hitas de 20 ....
PRAVA.Palaedea braaileiros. .
Ditoe coi tmnaries. .
Uiloi meiiranoa .
Al.I AMii;i,a.
Itaudimento do da I a 17. .
Idam do .da l'J. ,
3i?mio
i7r-'tKi
9.I0O
208.'dM)
25080
-5>080
15800
2810
tOO
211.. 1989849
10:1739356
2:tli:.'.72e205
Descarreuam hoja -JO dejolho.
IriBue h 1 niloirmi-tCharlesmercadoriai.
Ilarca nule/.a I'-mpicoidam.
Barca inele/.aRichard Tanlonidem.
Barca najezaSarahlachas e farro.
Brigue nudezEuvoybacalhao.
Rrigue aardoMara Elisadiversos sonaros,
MOVIMENIO DA ALFANDEGA.
Volumes entrados eom fajen ai .
(^oiamunicai)a.
O SR. VICARIO DE IPO.II CA. EASAFRE-
lil EZIA ACEPHALA
IJesde que tomnu possa da igreja ipoju-
rana 0 livd. viitario padre Firmino l'iguere-
iio, como seu pastor, que um desgoslo alias
nem pronunciado >e mauifestou da parte do
poyo, edealgumas pessoas notaveis da lo-
ralnlade. NSo exageramos. O Sr. vigano de
Ipojuca de carcter, a olhos vislos, simula-
do, com essas aparencias de sacerdote vir-
tuoso, com essa toda sua austeridade calcu-
lada, e so lilha de um zelo pharisaica, como
provaremos) levo o eiigenho espantosa e
accarretar por .sobre sua cabega os olios de
lodos seus freguezes, com aquellas poucas
excepcOes, que todos sabem, e que pelo ca-
pnchu e successo de particulares circums-
lancias cairegam esse pesado lenho. Bem
pesado .'
Cbegatlo no lugar corro um farasteiro,
em romaria a trra santa, con luzindo um
2009000 hooestissimo par de malas em temperan-
te animal, o sr. vi gario procurou urna das
pessoas msis salientes do lugar, o Sr. Jos
francisco do Reg Barros. Tratado a piiu-
cipio por esse Sr como sempre costuma
Halar a todos que o demandam, em t-ouco
lempo o Sr. vigario quiz provar, que era
vigario, como so cosluma dizer, de < umhi-
go rxo". Cuspio a nifio, qoe beijara. (Juiz
emaucipar-se s*m poder, sem haver-se ha-
bilitado. Rrrou em claro.'
E qual o pretexto .' Que o Sr. Jos Fran-
cisco queria tlomina-lo, governa-lo, maltra-
ta-lo, suplanla-lo, eludo que acaba ent-
ilo !
Krioleiras I frioleiras, que nSo mereccm
as honras de una ConleatacS. Quem ,i3o
conhecer o Sr. Jos hrancisco po.uco apreqo
lata a samelhantes irguicoes, o'aiu.ia me-
nos a sua defeza : quem o conhecer, porem,
t ir-se-ha das banalidades do Rvd.
Essas indisposiCiSes, essas intrigas, que
depois recrudesceiam, cumpre-nos dizer, fo-
ram todas devidas ao acuamento, emperr e
manha do genio do Rvd. vigario, quesatu-
.1HI5MK)
3009000
-_'i(i-oOO
3(09000
2009000
I00900
IOO9OOO
IOO9OOO
2M9OOO
2408000
3fOg000
com rneoi
Velomei lahidos eom fazandae
a a eom ganeroi
Total
Tolal
353
219
17
254
952
106
e linio, 100 ditos cal de
a Thomaz de Aqoino lnn.a-
[MP0RTACAO
Palarho portugus Mara da (.loria,>. vindn de
La-t.oa. comisnado a Franciico Severimo Rabello t
I' litios, manife.lou o srguinta :
18 harrn vmhn, .! diina loocinho, 200 dilos cal,
Ib ditos, 2 meias pipas e 8 ditas vinagre, II dilai a
33 barra vazins, 100 saceos trelo, :i:i lages da pedra;
os consgnala.io>.
.V) barris vn.ho branco
pedra, S canas rap
ca 4 Pi ||s.
SO harriaaioile de uliveira, 25 ditos vinbo ; a M.
Joaquim Ramos e Silva.
in pipas e 80 barris vazios ; a J0.I0 Macado do
Amaral.
ton -arcos semeas. 3 caias sapatos ; a Joic Anto-
nio da Cunba i\ IrmAcs.
1 Vi canas batatas, 100 molhos ceblas ; a Anlooio
Albarlo de Sooza.
2 canas lapalus da Irancinha ; a Manoel francis-
ca Moreira Maia.
JO barra azaite dore : a Amorim dy Irmos.
"ill dilos cal da pedra"; a Antonio Monis Ma-
chado.
7 barricas gesao ; a lioilherme & Carvalho.
6 dilas cera ; a l'orlunaio Carduzo de Gouveia.
5 ditas dn. ; a Jos II.plisia da Pouieca Jnior.
2 caliles cortes devenidos da aijada*, 2 canas
be/erros envarnisados, > ditas livros ; a Alenla
1. .me-, Alves r\ C.
"id canas hlalas ; a Jos Marcelino da Rosa.
3 ditas lypos ; a Cuimarilas fi Oliveira.
II cales pene em conserva ; a Novacs & C.
1 dilo livros e folbetos ; a Joaquim Gerardo
Bastos.
2 dilos relroi ; a Domingos Alvis Matheos.
i ditos fruclas cm calda da asaucar ; a Custodio
Joso Alves Guinaraei.
^ti pipas vinho ; a Jos dos Santos Pereira Jar-
dira.
80 caitas btalas
Silva.
100
Res.
3 raixas dro^a a Jejo Soum 4 C.
I eaitolo ferragano, I dito meicono duca, I dilo
uraa alampada e pertences ; a Amonio Luis da Oli-
veira Azevado.
cales lapatos de Iranrinlia ; a Ilenriqoe ,V
Sanios.
I dito drogas, 1 dilo frascos de vidro ; a B. fran-
cisco de Souza.
10(1 saceos farelo. 50 canatlras batatas ; a Domin-
go! Joic I o-ro r-a (joimsraas.
20 barris loucintio, 20 dilni linguiras, ,y) faiaa
hlala-, 350 ditas ceblas ; a Luiz Josc da Co-la A-
marim.
50 canastrss batatas
a Manuel Jos Mailmi da
ancorelas azei|sjnas ; a Augoslo Carlos dos
a Jos Joaquim Ranioi e
3009000
2OO9OOO
i 9OOO
1:2909000
5OI9OOO
3609000
3609000
I9392OO
340|.....
KiSono
1689000
I685OOO
ralo de allopalliicas doses de bom zello Sl'*',..
. no eslava disposlo a servir de gato-sapalo '-?, ," :, a A",0UI? '-"P" Rodrigues.
nem do Sr. Jos Francisco, o oulras pessoas ""' nMM.'> Jo'e ^rll,s Oelho a Silva.
d-'
e
de genipspo !l laceas 1,1a barrigoda, 20 latas oleo de riela
Consltui'ido se, por miTCi> do que O de- solme merra,lonas ; a ordera.
funlo seu pai Ihedeixou rico-homem, e pro- ""-" inslez cAnne Doneon.a vindn de CardifT
___:.< ... .in^ii.inlA C-11 \.*.i.__ .-.
nem do Sr. Jos Francisco, o ou ras oessoas i c,uu,",5 ',j0!e ,-i,rl0, ^oolho e Silva.
de -pojuca Fez muilo bem, SSSS ^rBj?tt SKi
ara como dtzem os camponctes homem maoif.iino o .ego.nie: vedo.
JO
prielano de Montevideo, agora sim, collu-
cou-se O Rvd. vigario em summidade tal.
que podis cuspirpara o ar sem cuspir-se,
islo he, poda dizer, sem solierbasou rico '.
Como tal, para elle esle mundo, esta hu-
maniila.le, aquella Ipojuca, aquelle Sr. Jos
Francisco, e lo los que Ihe .. queriam bein "
eram ierra, p, cinza, e nada !
l'riociplon a prohibir que os trens de vicosagragrios ..o engenlio do Sr. Jos Fran-
cisco nSo transilassem pelos seus dominios
lendaes, e para isto feduzio urna estrada. Hornillas,
tilias de muito commercio a qualro palmos,
poucomais 011 menos.
Passasse la um carro I
Com essas e oulras pirracinhas pretemlr-u
o llvd. vigario dar o grito final de sua iu le-
pcnJencia, c proclamar desde o almendro al
o fo3o da
consignado a Scoll Wilson & Compai.lna, maBfea-
1..11 o seaunite :
321 toneladas aarvle de pedra ; aos mesmo*.
Brigoe nacional aPaeiOcoa, viudo da B.bia cou-
nen-do a Almeida tiomes Alves j| O.
274 loniladas de carvao de pedra ; a Scoll Wilson
A C.
ilii PCsa de helas de piassava ; a Miguel Antonio
da Coila v\ C.
1 raiaau eharuloi; a ScKafhailtla A C
1 dilo ,iiu,s j a C. Mellker.
2 d.los dilos ; a Jo.c Antonio da Cunba Irma,...
1 caalo camisas do homem ; a Pedro da Vaiga
I,ti(K) molhos piasava, 20 fardos Jumo
o 3.093 raivinhai charoles; a ordem.
5 tnioei
roso
Br.gue nacional -.Concair;ilo,,> vindo do Rio l'.ran-
de do Sol, consignado a Manoel Alves tioerra.
ivl.>., arroba de carne d charque, 121 dita, de
robo am rama, e i couros vaceum; a ordem
Barca inglesa Ubernii, vl1a da -i-
sua casa seu poder todo pode- consignad Ja,n,i Cnd.tree >,-c.
:l Oitl barricas bscalhk'o ; aos ine'smos.
Ilngue escuna ingles Env,. o, ainds de
Nove,
As indisposir;Oies porem, continuavatn
1329000
I2ttj000
I2O900O
nitinuem por mais honesto que fosse, o por sonsianadoo'Wjsaltoj Forster&G.
mais imparcitl que parecesse, eslimava esse i'3llaasbaealhio, 6 harria peise ;
llvd., a excepto, como so disse, de qualro u........, CtWSLAlM) GERAL
. laeiMiiinviito no 11 .* J
ou cinco proorietanos, que nuo conhecen.io id.m du
ou lazendo nao conhecerem, rclaeionam se
ainda pnr tabella eom o Rvd
lia eoitsas que so explicam sem gran.le es-
forco. O que poti-rn he verjade.he : que pon..
ca vida lera quem nio ver o ponla-pe mo-
ral, o a rroralissima bofetada, que ha de dar
l'HNino esse ,5vd- nailuellM, que por honra da lirma
se relacionan! publicamente com elle....
Ileconhecendo o Rvd
dia 19.
a 17.
Jeric,
ans nasmos.
32:7619761
2::r,o~t.-,
35:702S32ri
DIVERSAS PROVINCIAS.
Keiidimanlo do da 1 a 17. .
Idam du da 19. '
nn miosues.
(roma o pdisjgeiro Luiz Manuel Do- 1 dem 10 .A. Manuel Firmino Icneira,
1 caa lerrea, arrendajo por. ,
75(9000
108*000
l?lL'-ia"i
j-,_-iki.|
2I1.71101)
89OO0
B49000
1209000
i SON IIIII
IOS5OOO
8369930
1294 ..1
8791386
nanancial de riqne^ qu^sollafe V%^B&'9j&"
que a sua natural indolencia nilo Ihe pro-
porcionava os recursos que imaginara, o que
sua desmarcada avareza aspirara repudia-
do, o espinbado pelos seus fn-guez s, e
alinal ale em guerra abe ti com os reli-
giosos do convenio de S Francisco, tomou
una resulucSu : matriculsr-se na faculda-
do de. direito, sor doutor, hispo cardeal. .
al...al... e para logo v.indi! ludo, n mu lv-se
para 0,1, perto .! capital ; comprou Hussaibs
ongcntio de vento'. o alinal Jexa a fregu
zia entregue nas mSos do oillustrado Bello,'
sac i'i lote essencialmente ignorante, e por
i
pn
corre
e
de
s o
Publicamos novamente este commun- uEXafn* '' '7
eado porque na sua primeira publicacSo foi
deslocaJo em sua composiQSo.
Os Rli. I
RESTA I.IHM'.E NO lil
19 HE Jl LIIO O 1858. A
Genova Barca sarta sPaolo, Ua-lo k\. Lemas
200 taceos aasoear. '
llayifBarca frauce/a l'ernimbuco.i, l.asierrc ,v
C.| BOO sarros assurar.
Lisboa Baaca porlgueza aMaria:Josa, F. 8. R.
t\ filho. 150 cascas assurar.
Lisboa Brigae porlucuoa Constante, T. de \
I 1....-.. rSj I iili-.., 200 saceos aasoear.
1 illitigue ingles otiotrard. Paln Nash A- r.
I,iOO saceos assurar. w",
EXPORTACA'O.
linde Janeiro, brtgue nacional aEloira. de tst
tonel idaa, Condoli o secunde : 2,0001
. fc
19:4929790
1:l!llr".'.l'.l
20.-91 ;:lN'.i


i
DIARIO DE PKKXAMUUCO TERCA FEIRA 20 DE Jl LIIO DE 1858
CONl I.AIH l'KOVINCIAL.
Krmliiretilo do dia I a
Idem CO (Jil 11). .
n
(4:526965:1
1:9869915
16:5139508
5o.
Demonstrlo dos principies gneros ex-
portados para as provincias (Jo imperio no
oxercieio de 1857-1858, comparados com
a qiiantiJado ile goaes gneros exporta-
dos DO exerecio do 1856-1857.
1856 1857Awaarai diversos. 194,370 .. :l ..
Iftti i 1858 idem dem !>96,:t27 S i>
liilli-rein; i para mais no areicio
da 1S')7 a 1858......501,957 2
isvi 1,s:>7Alsodao em rama 5.807 l!l >.
IS57 18)8 idem dem 8 886 II a
Piil'irmri para maii no etercicio
da 1857 a 1858......-1,078 21
18561 1857Agurdenlas diversas 387.9713 eauada
1857 a 18">H Mem idem 587,055 o
DilVernca para mais no e\ercicio
de 1857 a 18.58......199.079
1K56 a 1857Alcool.....lil.'lOS
1857 a 1858 dem 43,903 >
hilferenr; para menos no (tercelo
de 1857 a 1858......18,005 i>
1856 1857 doradlos iniudos
(pelle de c.ilir.....67,421
1857 a 1858 idem......7:1 563
hiil 're-n;n parir mis no eitrricio
de 1857 a 18'iS...... 6.1 12
IS'.li a 1857Sola ou vaqueta. 66,496 mein
1857 a 185S Mein i.iem 02,270
Piflerenca para mais no exerecio
le 18 fi i 18 58. . . 4.226 .
i H i n
> 3 - -- Si- i i | a
o. 3 a Joo i i oa. 11-
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B 1^ a " X Z-
m -1 m 7
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~ ~
o. 10
lluras.
Jtmospher.t.
S
l)irec{.1o.

Inleosi-
dar'e.
-. X c
Onliurado
sBKSii.
T: 4 X
Kraumur.
-2cs I l-al.reiilie.l
llygromelro.
e = S S Je f i
Baromtlri.
n
3?2
C
b
2- =
<* 2.
f. -
\s ai
lloras
- i Atmosplfra.
s 5 e o
Dirercilo.

Inlensi-
dade.
; i u ic re |
*F85. Cenligradij

te IC IC li. I
-*l-r-r* Kfaoniur.
.-C1--IJ:
x >: -X X -1
l.iluriji. ;
lli/yroint tro.
t.1 r' r1
Haromrtro.
tras tullas publicas. Freguezia de s. l'rei
Pedro Goncalves do bairro do Itecife 17 de
julhodo 1858.--0 fiscal, M. I. do Oliveira
Lobo.
, --
signatarios Novacs & C, laig^do Corp
Santo n. ilc quanlidade d<> obras ile marcineiria de, j-\ II* 3*
todaa as qualidades, dive-sos .candelabros e \j{||C (lOS til I I ti OS
Ceap*
lantirnns do vidro e de bronze, 1 ptimo
lustre, aparnlhOS da lotica o de porcelana
para almnc/r o juntar, vidros para servido de
mesa, espelbos 4e parode, uira porfo de
Ilu 1I0 TrHpiciie ii. 1-4.
Este cstalielccimcnlo acaba de recebor um
^uro contra
rogo
ov
o administrador da recebedoria de
roiulss inli as, oui cnnipriniento da circu-
lar n: 18 do tribunal do llusouro de 10 de
maio do oorrente anuo, faz publicar, alim
de qiio os interesados possam inlerpor os
recuses Ingaes, o resulado da demarcarlo, a-
liaixo transcripto, a que o precedeu, com-
prehrndcndn os limites di cidade, dentro
dos quaes (cara sujeitosA matricula os cs-
cravos Del les re>id>'ntes, assim como esdo-
ni).- e administradores obrigados ao paga-
menlo da respectiva taxa : outro sim, de-
clara, que o prazo de 30 das, durante os
quaes, os donos e ado ilustradores devoro a-
presenlaras n-lacrs dos escravos de lan-
nos para cima, enmeca da data deste e
lindar no dia 20 do agosto prximo futuro,
eos que dentro do referido prazo n o rou-
xerem as ditas retaco s. incorrerilo na mul-
la di art. 33 do regulamento de 11 de abril
de 1818.
Iteccbcdnria de Pernaibuco 20 de julho
de 1858.-Manuel Carueiro de Souza La-
cerda.
Segu com brevidade o palhahote Sobra- calcado francez para bomem e mulber, bi- grande sortimento de conservas inj;lezas si i- ('()\ii> wm \ vnin'nirv pct a nei il-
iense, tem a maior parte da carga a bordo ; jouteriaseoutros muitos artigos etc., os mentieias, arenques eacocezes lingoas, car-
para o reato e paaaageiros, trnti-s'- rom can- quaes serSo soni reserva vendidos,assim co- ne, tu lo ero pequeos barris, conservas coi
taoCyriaco da Costa Morena, no largo do
Corpo Santn. 25, primeiro andar.
Compaiihia
Brasileirt de paquetes m
vapor.
O valor Cruzeiro do Sul. commanf'ante o
ClA KM LONDRES.
Preitt ios flmin w idos
AGENTES
C..I .Afrfiley cSC'm paiiliia.
\a fundicao da Aurora ni'i i-s<:
mu 3 lindes noleques inleiramenlo sadios e frascos e suda gran le e pequea, e muitas
una preta solrivel cozinheira. joulras conservas, tanto ingezas como fran-
Nesse mesmo dia o referido agente tam- eczas, ludo por moderados presos,
bem far leilSo de 2 benitos bois para car-I Pelojui?ode orpilos, carlorio do es-
ro^a, 1 ptima vreca com cria o 1 cavallo | crivfio Ouinaraes, tem de ir praca por ven-
para sella, bastante gordo, os quaes se acha-lda, a rcque-im nto do lestamenteiro Inven-
riJo patentes om f. ente do dito aimazcm ra ; tariante dos hens la lina. I.-. I) Joaquina Je- (1'' serventes (oros ou escravos, p-.ia
io l'asseio Publico n. 15 [ roniroa de Jess, nos dias 16 e 20 do corren- cvico debaixp le coltorta.
te mez, sen lo- ullima praija no dia ao, urna ,___
casa de sobrado de um andar e solao sita
na ra da l'euha n 4, tm chaos proprios
urna escrava de nacjlo, o mais alguma mn-
Inlia constante do escripto em milo do por-"
teiro.
i riiuiicu u. u
Lcilao
Anno .do Nascimento deNosso Senhor Je- capitao de mar e guerra t; Mancebo, es-
5.W
Kft
I>e ordem do Kxm. sr. director desta
faculdade, barSo de Camaragibe, taco publi-
co, que tica marcado o prazo ue 6 me/es con
sus Chrislo de 1858 aos ( de. julho [testa
a'^j cidade do Itecife, acliando-se reunida a com-
5wlmissSo, criada em irlude do art l do dc-
^.i: creto n. 411 de 4 dejunhode 18*5, c presen-
_^ Z. 1--S todos os seos membros, ahaixo assigna-
dos, par o lim de proceder-se demarca-
cao dos limites da dita eidade, que devem
C comprebender a matricula gpial los ese a-
C vos, que tem de durar no quinqucnnio de
185859 a 186263 de conformidade com o
Q art. !. do decreto D. 3160 da 1.' de mam o
/circular n. is jo tribunal do thrsouro iticio-
I nal de lo do mesmo mez do correte auno,
accordaiam que os referidos limite* fossem
osseguinie8 os das fregue/.ias de S Fr. Pe-
dro Goncslves, S. Antonio do Reclfe, eS.
Jos se comprebeotlero dos limites das mes-
mas, os da Boa-Vista, porem, principiarSo
da ponte do mesmo nome e sal indo a mar-
gem esquerda do rio Capiba be, irao at
encontrara ultima estrada la Capulina, pela
qual continuarilo at a sabida da u.e.-ioa na
pera-se dos portes do sul em seguimento
aos do norte al odia 21 do correle mez.
Kecebe-se desde j. passageiros, frete de
dinbeiro e encomm- nds e engaja-se a carga
que o vapor poder conduzir, sen lo os vo-
lumis desoachados com antecedencia ateo
dia 20 do mesmo : agencia ra do Trapiche
n 40
-- Para o liio de Janeiro sahe com muita
brevidade a bem contienda barca Itecife, a
qal tem paito desea earregamento promp-
U: para o restante e passageiros paraos
quies lem acc.-ulos e espaQosos commo los
lrala-se com Manoel francisco da Silva Car-
rico, ra do Vigfim n. 17 primeiro andar
ou com o capitao Maunel Jos Kibeiro.
//carac'.
Segu O pe Ucho Santa Cruz, recebe carga:
a trater com Caetano Cyriaco da C. M., no
talos da daia dcste para a inscripciio dos \ e'strada da Ponte de Iclioa. prximo a capef- lr8 ,l (;"rt'o Santo n 25, primeiro andar
que prptenderem concorrer ao lugar de len- |a de S Jos do Man*uiiiuo, d'o lde deseen- l>ara Lisboa pretende sabir com a pos-
te Substituto da faculdade de direilo do Re-Ido viro aponte do mes o nvtne, a l'ahl *'**' brevidade o bem conhecido brigue
cite, vago pela remoc.no do Dr. Jos Koni- seguinJo at encontr r a sabida da travessa portuguez Constante, pir ter a maior parle
faciodc Andra.la e Silva, desle par> o mesmo 0u becco do Itoi ; por ella continuarse al I loaeu earregamento prompto : para o resto
lugar na I cuidado de S Paulo, que foi con- | a saluda na estrada de Joilo de Barros, don- ,0 mesmo e passageiros, aos quaes offereci
cedida pelo decreto de 5 de maio do cor- \ de, demandando a estrada o l'ombal, des- |lons commodos eo melbor trataiiinnto,
rente anno. Pelo que lodos os pretenden-1 cerSo por ella ale a bomba, sita no sitio dol tr,ta"se com os consignatarios l'bomaz de
les ao dito lugar se poderHo apresenlar des-| mesmo nomo, donde, seguindo pela actual | Ao-UJOO Fonseca & filbo, na roadoVigano
estrada do cemiterio, i ralo ale os Lazaros, e
d'ahi, descreyendo urna reclt, iiSo ter a mar-
gem do Rebenbe, donde, nescend, virfio
Quart;i-feiri 21 do cor-
rente
NO ARMAZEM 1)0 AGENTE
Pestaa.
O agenta Pestaa alem de muitos ol>-
jectos que evpora'a venda em lcilao no
dia acuna designadoepelas ID horas da
manliaa vender'
>0| caixascom charutos das principaes
fabricas da Rahia e das melhores e
mais acreditadas marcas condecidas.
>72 pares de sapatot do Aracaty para
liomem c si-iihora.
8(i ditos de botins ditos.
12 elegantes chapeos de seda para se-
nhora.
2 camas de ierro.
Leilao.
Soniliall, UellorsiSt C. Jacio leilao por
conta e risco dequem pertencer e nter-
'i'")'") do agente Oliveira de -_t? pecas
de ltele : quarta-feira 21 do corrente as
I I lioias da manliaa em ponto no sen
arma/ein ra do Trapiche.
0
m
m Rnn $o\* ii, til se- <
5 gundo ailar. J
"2 oSo .la Silva Ramos, medico pela '?
'& universi lado de Cuimbra, recebee m
sua casa das 7 a? 10 horas da ca- t
nb'a e das 3 as 5 da tarde as pesaoas S
quo o qulzerem consultar e pres- W
ta-se com promptidSo a qualqu r @
chamado, para dentro ou Cora da ci-
" dado, de quem precisar de seus ser- f$
(fo viqos mdicos, ci'urgicos, e do per- *
50 Tembem recebo em casa signos w
^) doentas i elo mesmo prego, com que
S geralmentes9o traalos et outras
^ casas ; para o que te n os melhoras
*^ commodos Hl
^^@@@@ @@@ @@
- O Sr Jos Maximiaun Alves Cavslcan-
ti, nraticantn da thesouraria ita fazenda,
queira por fivor dirigir-se a roa do juei
mado n 2f, primeiro andar, concluir o ne-
gocio que nSo ignora.
Prpcisa-sedo urna engommar para duas ressoas. paga-se-lhe j de urnai a V,a f rra para ensa'boar'"o cngV"
bem, assim agrade: na ra dos rescato- mar, nao se oloa apreeo.
Precisa-se de 6005000 a premio a um C'OSO
e me'opor cento, telo lempo l>r. Cassnova pole ser procuia- : )
lo a qualquer hora para visitar doen- ..-
'S e pialicar qualqoer opera<;3o de ^j?
f cirurgU especialmente .le partos 91
Eugene Cliquot
~Reims participa ao rcspcitavcl puMico
pernamliueano, (neo nnico deposito do
sen vinho de champanhe, se acha era ca-
sa de J. Praegerd C.
oineopathia0
O Dr. Sabino Olegario L. Pinho, tendo de
organisar aHistoria d homeo-atnia du-
rante a epi lemia do cholera,roga a todos
os amigos da ver lade qi er desta orovincia,
qoer das outras do im erio, que Ibe forne-
cam com a maior breW ado possivel, quaes-
quer documentos, informacOes ou narrcOes
exactas, que possam servir para aexecueSo
dessi obra. He Justo que sejam confien ios
os nomes de todos aqnelles que em tao ca-
la mi losa quajra soccorreram a alicia bu-
mamdade. No consultorio central homeo-
pathico ra de Santo Aruaro (Mundo Novo,
n. 6.
-- Precisa-se de urna na de leito quo
Saja -ada, moeja e honesta, paga-so genero-
samente : a tratar na ra 'a Cadei do Ite-
cife n. 20.
- >"a roa do Crespo n. 2, escriptorio da
via frrea, entre 9 horas da inanhaa at as 4
!a tanto, se dir qu^m praciaa e coziiihoi-
ro forro, mulhar mi hornern, como tamhem
fttiift "
1 deja na secretaria desla laculdade para ins-
crever seus nomes no livro conipi lento : o
j que Ibes he permillido fazer por pnieurador,
Knlraram durante a semana, que lindou a
17 do corrente, os seguintes navios : naci- 8,, dos qu,M so inea dari recibo : ludo de
naes mercantes. 1 vapor, 2 brigues. 2 pata- conVormidade com os a la. 36, o S7 dode-
chos, e4 hiates ; portuguez, 1 brigne ; in-
ise estiverem a mais de-1) leguas desta ci- terminar na mesma ponte da Boa-Vista e
dade, ou tiveiem justo lm?,edirr.e ito. Sao, todas as casas e sitios que licarjm inscri'p-
porem, obrigados a a >resentsr documentos, \ tos no circulo Iraeado, bem como as casas e
que mostrem sua qualilade decidadao bra- s,llos que fjcaroni a esquerda e lora do cir-
sileiro, e de que estilo no goso de seas di- culo, mas que esliveram edilicados as es-
reitos civis, e polticos ; certidSo -le bap- tradas e travessss, qu> o limilam e tiverem
lismojfolba corrida do lugar de seusdomici- serventa paia as mesmas, sero cmpre-
nos ; e diploma de doulor por una las lacul- hendidos na matricula geral e os respecti-
dadesdedneitodo impeno.ou publ ca forma vos j0I10S e moradores ohrigadcs o paga-
justibcandoaimpossibidadedaai>rtsenta(;aoimentoda taxa animal de i-rs. de seus es-
do original, e na mesma occasiao poderao cravos de conformida.ie com o art 9..t 5 da
entregar quaesquer documentos, qiejulg-iei de 31 deoulubio de 1835, art II da le
em convenientes, ou como titulo de habi-l ,|t. 21 de oulunro de 181.1 eart II 52-da
litaces. ou como provas de servidos presta- |ei do I.- do uulubro de 1856
dos ao Estado, a humanidade, ou a seien-, E para constarse lavrou esU termo, que
glezes, I vapor. 1 galera, 3 barcas, e 2 pata-
chos ; americanos, 2 galeras, 2 barcas, e I
patacho ; francezes, 1 galera, e 1 barca ;
luml ingiinzes, I galera, e 1 brigue.
Sahuam durante a mesma semana, nacio-
nacs de guer.a, 1 vapor ; e nacionaes mer-
cantes, 1 vapor, 2 brigues, a 6 hiates ; in-
gle/es, barcas, 1 vaior, e 1 brigue ; ame-
ricanos, 2 galeras, I barca, e 1 b igue.
Kxistem tundeados nos diversos aicora-
douros do mosqueiro, nacionaes de guerra,
1 brigue barca, 1 brigue, e 2 hiates, c ao
servico da alfandega, 1 escuna, e 1 hiate ; e
nacionaes mescanles. 1 vapor, 6 barcas, 5
hrigucs, 4 patachos. 2 polacas, 1 sumaca, e
6 hiates ; portugue/.es, 2 barcas, e 1 galera ;
sueco, 1 brigue : hespanties, 1 galera, e 7
brigues ; americanos, 8 galeras, 6 barcas
1 bigue, e :i patachos ; din-marquezes, 1
patacho, e 1 escuoa ; sardo, 1 barca ; hain-
burguejos, 1 galera, e 2 brigues prussia-
no, 1 barca ; hollandez, I brigue.
4Bi.D uvtw
Navios entrados no dia 18.
Havre-36 dias, galera l'ranceza Havre.., do
186 toneladas, cipiUo Machet. equipagem
14, carga fa?endas e mais gneros ; a I.as-
ierre Tisset-Frere & C. PerLence ao Ha-
vre.
Lisboa30 dias, patacho portuguez Mara
da Cloria, Ce 184 tonela las, capitao An-
tonio Barros Valente, equipagem II, car-
ga vinho e mais gneros ; a Francisco S.
Rabllo Rio de S. Francisco2 dias. patacho brasi-
toios assignaram -Antonio Pires Farrera.
Mainul Carneiro de Souza Lacerda.An-
tonio de Voraes Gomes Ferreira.
COMSELHO ADMIKISIRATIVO.
com os
creto n 1386 de 28 de abril de I83, e lll e
seguintes do u 1568 de 24 de fovereiro de
1858.
E para qoecheguo ao conhecimento de lo-
dos man !ou o mesmo i-.xm Sr. direcor af-
lixar o presente quesera publir vio pelas fo-
Ihas deata CiJade o da corte.
Secrviaria da faculdade de direi o do Re-
cite 16 de julho de 1858. O seerelsrio, ha-
chare! Jos Honorio ^zerra de Henezes.
o lllm. Sr. inspector iia thesouraria
provincial,em rumprimenlo do despacho do
Kxm. Sr. presidente da provincia, de 8 do
corrente, manda fazer publico, que no da
29 do mesmo, val novamente a praca para cees de Iel3u a 23,2urinoes brancos a i-rm,
ser arrematado a quem por menos lizer os 1 cCO de cobre pul 3/200.
raparos da ponte da Coianaa, seando de j,. 3' 16 toneladas de carva.i de podra a
base a arrematacao O offereciment feito por --' rs.
Prxedes da Silva Gusmo da quintia de conseibo previne aos senhores acioia
t;83894o0, sendo a arremaUcSo fela sob as mencionados que deverSo rccolher osob-
clausuias especiaos abaixo copiadas. jectos comprados no da 21 do corrente mez,
ixar o prc-i"* '0 horas da m nhSa.
D. 19, primeiro andar, ou com 0 capitao o
Sr. Augusto Carlos dos licis, na praga.
'* 'x-.^y ::-'*u
'...
S*ul$kiies.
dando-se por seguranca urna casa terrea
quem tiv -r annuucie
-- Precisa-se e um fornoiro pardo, hran-
co cu preto, e um trahalha lor de mtsseira :
na pelara da ra do (juariel de Polica n
18, acharilo com quem tratar.
.,': rn seu
X
'(0\SlLT0i.l0H0ME0PATllli;03
-.-
Vendem-se salames de Bamburgo no-
vos ede ptima qualidade, tanto em por- ^a
...es como a retallio: em casa de J.
Praeer & C, ra da Cru n. II.
Uuem precisar de urna ama preta e mc-
qa pra criar com bom leite algum menino.
Cansino Academi. ,| No mesmo consuItor0 temsernere
ne orem do Sr. presi lente convido aos l os mais ac;editados medicamentos
* homeossthicos em tinturas a em
9
:.:

COM P ANUA
Per aiiibii!;ui:i
O vapor Persinunga, cammandante o se-
gundo tenente Joaouim Alves Morena, se-
guir para os porlos do sul .le sua esc*la no
lia 25 do Corronte, recebe carga al o dia
' 23, a qual devera ser depositada no arma- ,l,ir a 'aliar a lingos ingleza, sen lo as licOes
O conselho administrativo, (.ara forneci- zon da eompanhia acompanhada dos c
ment do arsenal de guerra, en cumpri- pelentes desjachos e conhecimentos e nao
monto do art 22 do regulamento de 14 de
dezembro ue 185:4, faz publico, que foram
aceitas as propostas de Rodrigues i Ribeiro,
Francisco Jos Itaptisla, eScutt Wiison & c.,
os ...jectos seguintes :
"I 10 quintaos de ferro quadra.lo de
5|8 a 89500, 1 dito redondo de 3|8 a 99500,
* ditos sueco quadrado de6|8a 1i?500, iO
ditos ni ;iez em barra a M rs
()2 I jarra de barro por 109 rs., 2 casti-
K para constar se mandn all
sent e publicar pelo Diario
Secretaria da thesouraria provincia
Peniaiiibnco 12 dejulho de 1858.
O secretario,
A. F. d/AnnunciaeSo.
Clausulas especiaos para a arrcmataijao.
1." Os concerlos da ponte dcCa anua na
importancia de 4.838>*00 rs., serilo feilos de
conformi.'a.le com o ornamento a presenta-
do ao Kxm Sr. presidente da p-oviicia.
2.a" O arrematante dar cometo as obras
no prazo de um u.cz, e as concluir no de
seis, coulaJos da daia do contiato.
3." so durante a execu<;5o da otra, veri-
licar-se que conten mais pecas arruinadas
do que as que menciona o orcamenlo, o
arrematante o commumear immeiiata-
leiro Orozitibo, de 125 toneladas, capi-
tao Francisco de Souza Velho, eijuipagem | mente a reparlicao das obras publicas, alim
II, Carga ftzendas e pe.Ira de amolar ; a
Antonio L de O. Azevedo. Pe tenca a Ra-
hia.
Navios sabidos no mesmo dia.
Rio de JaneiroBrigue brasil, i; o Klvira,
capitSo Antonio Comes da Cruz, carga as-
sucar e aguar lente.
AracatyHiate brasileiro nDnvi loaos, capi-
lo Pedro Jote Francisco, carga fazen jas
e mais gneros,
liba do SalBarca portugur-zn Ligeira,..
capitao Joaquim Man.re da Coala Pceira,
em lastro.
Baha-Palhabote brasdeiro 'Calado, ca-
pullo Jos Antonio Alves Pinto, carga fa-
rinia de trigo e mais gneros
BahaEscuna brasilcira Traviata. capi- Qi'ho doc
lio Jo3o Zefcrino da Costa, carga familia J.,)r Ven la
de trigo e mais gneros.
Rio de JaneiroBarca brasilcira Aroeliau,
capitao liento Jos Pereira, carga assucar
e matl gneros.
Porto AlegreBrigue brasil-iro Bnm Je-
ss, aapitim Jos Ferreira Pinto, carga
assucar.
Obsorvacao
Amanbeceu fundeado no lamarSo um bri-
gue inglez, nao lave communicacao cuj a
ierra.
Navios mlradoi no da 1!). .
.Yinle 'i ibas, galera franetza ..Is.urai'. de i.s".
toneladas, capitUo Brtnkhost, eqopaRtm 18, Bar-
ga dilTrenle) mercaduras ; aocapKa\>. Ptrlence
a N ules. Vaio refrescar a leaue p.ra as lillas
Maoreca.
CardiO15 diaf, brisa inale Anns Dunnonn, de
2'i toneladas, capitao I). Mili. tquipa;e:n 11,
rarga rarvo da pedra ; a Srolt W llaon i\ C. Par-
tenca a tasgow.
Rio de Janeiro12 dia, p.laeho braailaJra Valen-
te... da 131 toneladas, capitn J..s M. V.anna,
aqoipaRem 10, carg bao, caf a mi gnergs ;
a Antonio L. da Oliveira Aievedo, l'nnce ao
Rio de Janeiro.
Lisboa27 dial, paladn porlasnez Mara Ignei,
da 153 tonelada, capilSo A. Jo' da Rocha, eqm-
piaem II, carca ceholas, inho a ina FrancitfO S. R.ibellu \ l'illi.i. I'erlance a l.isl... i.
Navios ehidna no mm> dia.
Canal Brigua ingle Rolliinao, caf ilo J. Mano,
em laalro.
I'iilbrallarEcnn dinamarqaeta nlInUleiuo, capi-
1.1o J. Ehren, carga aiiacar.
Terra-NuvaPatacho hiclaz Eipress, sapillo J.
Tiloma/. Orsato, em lailro.
I.itarpoolbrigue ingle i.kelpiao, capillo R. Bul-
le}, carga assucar e algodao.
de ser autori.sa.la a collocac^o de laes pe-
cas, sendo o seu valor pago fora do contrato
o pelos preces do orgamenlo.
4." O arrematante sujeitr-so- ha na exe-
cuQfio dos tra.ialhos as prescripQOs do en-
genheiro.
5. Para tu io o que nao estiver >qui dis-
poslo, se^uir-sr-ha o que dispoe a lei pro-
vincial II. 286.
Conforme. O secretario.
.v I", da Annuncia^ao.
O l)r. Anselmo Francisco Peretti, toinmen-
Sala das si-ssoes do conselho administra-
do livo par tornea cuto do arsenal lo guer-
ra 1!) de jultio do 1858.-Jos Anonio Pinto,
lenen-coronel voga] servindodo secretario.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
de fazenda desla provincia man.la fazer u-
blico, que no da 24 Jo corrente ira a praca
peante a mesma thesouraria o terreno n
56 ainda poi beneficiar,silo naestrsdi nova
de Olioda, adjudica jo > fazen la por execu-
Qilo que moveu contra o respectivo foreiro :
os preondentes comparecam no lugar do
coslume a I liora da lar le do referido dia.
Secretaria da Ibesou aria de Fazenda de Per-
nambuco 12 de julho .le 1858. O odicisl
maior, Kinilio Xavier Sobreira de Mello.
Directora geval da nslrucc^ao pu-
blica da orovincia.
lera destino a que na i vier desta forma.
Huiro Sim avisa-se a quem interessar pos-
sa que a'ora em diante lieam determinados
os das 10 o 25 de cada mez para as sabidas
lo mesmo vapor deste porto pira os do sul ;
assim como ica por ora interrumpida a es-
cala do porto de Itapissuma.
aiaUakW
Grande do g>ul
O bem conhecipo patacho Bom lesos, ca-
pullo Joao i,oih,mIv.> Reis, tecebe carga : a
tratar com CaeUno Cyriaco da C II., aula
do dO Corpo Si uto II J, 1>| i ... iro andar.
srs. socios para a sessSo que devera ter lu-
r quarta-leira, 21 do corrente.a urna hora & glbulos e carteiras nquiss.mas; ha
tarde, na casa n. 1 da ra do Hospicio. Ci? tambem varias obras em francez e
JoAo Candido da Silva. ;.ij em porlug'iez.
I.-secretario interino. .. -^ .r - Ainda se precisa de dus escra-as en-' &W&&-&U ;....-'.?..,- ',.:::w-h>.
gommadeiras, que s.>jam de boa conduela, lie chegado a lo]a le i.ecome, aterro
a qual alom deslas qualidades, n;1o leva (i-i de idde de 20 a 30a,inos : na ra das Aguas ,a "oa-vist* n. 7, excellente leite virginal
Iho, lava e engomma para a crlanca, que-Verdes n 46. de rosa branca, para refrescar a pelle, tirar
ren lo pagar 2Sfooo mensalmnie e trata-la | Precisa-se de um caixeiro para taber-! pannos,sardas e espinhas, igualmenleo a-
hem, di-ija-se a Trenipe, sobrado de 7 va- na, que tenlia pratici e d lia lor a sua con-i f*mado oleo babosa par? I impar e fazer cres-
ran las. que ah a achara, do dia 19 do cor- duela : quem preten 1er, dirija-se ao arma- cer os cabellos ; assim como po imperial do
rente om diante. 7em de madeiras. na ra do Sol n. 25, do Sr. Jrto ,, Aluga-se urna negrinha de 1 annos, ; Miguel Joaquim do Reg Barros. des da pelle, conserva a frescura e o avellu-
muito acostumada a li lar com criancas, co- O abaixo assignado. quereinlo prev- di"10 ,,a frimorosa da vi,::,
se, engomma alguma causa e cozinha, e de I nir qualquer duvida que possa haver de- L b,Uo ""sn'o acna-. aoiariaado a vea-
bonscoslumes: a tratar na ra do Range. Cara em lempo, que lem justo e con., ,ato &Xttig "Tii'2^ 5&
fundo .lo mesmo ob'ado, com 8(i |>alm.n de fren-
de Portas, perlen- I te e 170 ie funda) ; por isso q.iem pretender, qoei-
Gomes da i osta e I ra diriglr-ie a' piafarla BiaViii, Mi* o. 24, e
sua senhora ; assim como tambem s.ibre a ah in.licara' o losar e a hora cerl.s para ser pro-
mesina casa tenho adant'do aos dous uoi- cutado. Joo octavio n. 66, segundo aod'r. \ compra de melada de u.na cas terrea n.
A pessoa habilitada que quizer ensi- '4. sita no ared de Fora
cont ao Sr, M'ximiano
de noite, em casa da pessoa que sa propo-
zer : procure nesta typograpnia, que Ihe
dirSo quem he, ou annuucie por este jornal
Os ahaixo assignados fazem publico, e
com especiali lade ao corpo do commercio,
eos herdeiros Sr Manoel EpipOaniodo as I .. nesei.Sc fallan
cimento e.^r. Manoel icios dos Passos, a res~e con?. orel li
quantia de 2083800 sobre letras a vencer a ZT,Z" '] *h i'
de llenr. Bruim fv C, na ra da Cruz. n. 10.
Rio de Ja-
a negocio de seu in'.e-
vre Miguel dus Aojos,
ine d,>soiveram amigamente a socidade,8 mezes sendo que.'fguem se jS^nbVre^S^coShiS^o^
quegyravasob a razao de Loureiro \ Ro- judicado cest contrato, .,-, leo ,.,, .iieeue -
cha. e como julgam nada dever da exlincta so.sra7.0esafim depreveni? questOes rio- a^a!. cera nuito 4>0r qualquer luformacSo
firma, fazem o presente, para que se algoem hidas para o rutara' Recfe 16 de j-ilho de "ue s" der80bre mar">' no or"0"0
seju.gar credor apresenlar suas cintas no 1858.Jos mas da Costa Cardcal.
prazo de 8 dias para seren pagas. P.-rnam-
buco 17 de julho de IS5S Manoel Comes
I oureiro. Jos * CAIXA FILIAL l;.\l HEKMAM1ICO.
A directora faz publico, para conheci-
mento dos Srs. accionistas, que. leu lo sido
lixa.lo pela directora do Raneo do brasil em
16; rs por accao o !. di vi leu lo relativo au
semestre linio a 30 de jiinho prximo pas-
sado ; aclia-se o thesouieiro da mesma cai-
ruteiras, por varios predas: na toja
do bem conhecido Nabuco c< C. na
ra Nova n. 2, atraz da matriz de S.
Antonio.
' ... .- ... -.
.... ................,,....... *.-..

i^,ZtSp,g" ,,'or'emdianteore" Assofiacaa de coluiiis cao
Caixa Filial 17 de julho de 1858.-O se- eill Pet"H' Hli)U(*>, I*
crelarin, Antonio Maiques de Ainorim. | > -i
--- Precisa-se um criado, ou criada para lili)!!
servir em urna casa, cuja familia se compe
de duas pessoas, sen.lo o criado obrigado a
todo o servico, menos lavar e engommar : a vida aos sus accionistas para se
tralar na ra da Cruz n 51, terceiroan lar no dia 26 do corrente ao me.o ril
. D3. L0B3 B02CCZ".
,.-N.\ ra da gloria casa do pi ni>ao'^>
! (> l)r. Lobo Moscoz.o l'az. sciente \j
:.j) a quem interessar rossa que tem @
-..': commodos em sua casa para re- ({p
...: ceber algunsescravos nao s pa- '.[
',;'; i.i tratar de suas enfermidadi
orno para fazer qualquer ope- C',5
A directora da *ssoc'iac3o de colonisacBo cacao. Os doentet serao tratados :'j
m PernamOuco, Parahiba e Alagoas, con- ;,';' pela homeopatbil
reunirem Q pathia,
Al'^'OS.
'ara
Por esta secretaria l'az-se constar que se
leba vaga a cadeira de instruccao elementar
do primeiro grao do Bom Jar.lim, por jubi-
lacfio concedida ao professor que a regia ;
oque ca marculo o prazo de 60 dias, a
COOtrrda data desle, para a inscripeSo e ha-
bihtaeao .ios que a mesma se queiram op-
(.'.. Secretaria da instruCCO publica tm 15
dejulho de 1858 --( secretario,
Francisco Pereira Freir.
-- Pela suhdelegacia da freguezia de San-
io Amonio do Recite acha-se reculhida ca-
dadorda imperial ordem da Rosa, juix de M ,ie detenco urna preta que diz seres-
direito especial do commercio icsla c- ,,rava dc Jotm, ,u, u| ,,, nos
lade do Recfe. Amgados, por desconflanca de eatar fogida,
F.co saber pelo presente, que no lia 29 de .,.r ||..a ,, uy ^ ^^ sejulgar com
o do corrente au .o soba dearrematar direilo a ella, comparece na mesma aubde-
venda a quem mais de, cin ,ra.-, publ,- |egMla munido de seu" Ululo, que Ihe ser
leste mizo, a porta i.saladas aullen- entregue-Vill.ca, aublelesado.
, a paito do sobrado de dous andares e *
.'I.-'
^^BtaBBBBai
P
ca d
cas
solao silo na praca da Boa-Vista sob n. 2, no
qual lem Joao Climaco Freir o valor cor-
respon lente o da quantia lo 3:136(036, cujo
prelio fora avahado no loJo em 16.0009, pe-
nhoradu ao dito Freir, por execucSo de
Jos Mara Freir Cainciro, sendo que na
falla de lainjador correa a mesma aircina-
lacSo telo preqo de adjudicacffo.
K para que a lodos os licitantes chegue
noticia mandei passar edilaes quesero af-
fixa los nos lugares do coslume, e publica-
dos pela imprensa.
Dado o passado nest cidade do Recifn sos
3 de julho de 1858.Eu Francisco Ignacio de
torres Banlei.a, escrivao do juizo especial
do commercio, o tiz eserever.
Anselmo Francisco Peretti
Manoel Ignacio de Oliveira Lobo, liscal da
freguezia de S Frei Pedro Concalves do
bairro lo Recle, em viriude da lei ele. Vil JIOT
Faz publico aos propietarios ou a quaes-' O vapor Paran, commandante o prime
quer pessoas, queusamd carros, carroc-sou tenente Torrezno, esi.e a-se dos porlos do
vehculos para con.duzirem gneros para os norte em segoimento aos do sul al o dio
estabelecimentos, e cas s desta ci ale e fora 24 do correte mez.
della, e para embarques, as diSposicOos da I Recebe-se desde ja passageiros trote de
postura addicionM, approvada provisoria- dinbeiro e encommen las e encajase a car.
mente pela presidencia em 9 do coi rente e ta que o vapor poder eonduzir sen lo os vo
publicada pelaeam ra municipal desta cida- lomes despachados com antecedencia at n
de tambem em 14 do corrente julho ; cujo | dia 23 : Agencia ra do Trapiche u 10
MAI'PA demonslraliro d'aaua que le-e o l/am ila
barra desle porto na semana ltimamente
[ma.
2
o -.
c ** M Nomina.;., o
"= '- doadus. Preamar. Baia-mar.
ra 3 -'.
_ wm___ i --------------- ,
ii 28 Domingo . 18 pes ingleze 9 i> ingie'.es
12 I 2.a feira. . 17 9l|2
1.1 i 3.a faira. . 17 lfl ,.
11 :t 1.a feira. . |6 10
13 'l 5. feira. . 151,2 10
16 I 6.' feira. . 15 lu 1,2
17 G Sal.liado . M1|2 11 112
coiiipauhia
pKj'ietes i
s*
Val seguir com brevi la le o brigue PAC -
II a, cap co Antonio da Cruz Kaplista ;
recebe carga para completar o seu earre-
gamento, paasageiroa e escravos a frete, pa-
ra os quaes tem boas acommodaedes : a tra-
lar com oa consignatarios Almeida Gomes,
alves a C., na ra da Cruz n 27 ou com o
referido CapitSo na praga do camine ci

ia ou pela alio-
conforme parecer mais ;
Roga-se ao Sr Jos A lolpl.o Corre.a, crlploriu da".'ssoc.^ciio". "l .la Crz"n.'2, Conveniente para a brevidade da Q
vmioha pouco de Maceio, queira ter a bon- primeiro andar, para dar cura primen lo aos J C1,r-'- Adverle que recebe gra- e#
dade de apparecer na ra d > Queima Jo n. 7, arts 24 e 27 S 8 dos estatuios
que mu.to se Ihe deseja fallar. ... l',ecisa-se alugar urna ama para todo
--- Aluga-se urna sala de detraz com ac- o sorviqo de urna casa de pouca familia, pre-
commodaeOes sulbcientes para morada de ferindo-se escrava, pag-se bm : uo ate-ro
um homem solleiro: na roa doyueimado Ja Boa-Vista n. 78, loia
n. i6 primeiro andar. .. BartOolo eco Francisco de Souz-, nSo
Antonio Joaquim Panasco participa ros se podendo despedir de seus emigos, roca-
seus freguezeseemigos que tem traspassado ihe descdl'pem esta falta, atienden lo abre- O preco do Iratamento dos esera- m
o seu estahelecimenioHiara o primeiro andar vida le le sua viagem : e offerece seu pres- S vosreeulara'de 2* a 31 diarios S
junto aditasua |..ja, aonde lem montad I limo em Pars, onde val residir. vosreguiara de 4sa| danos ,j
-. eonlorinea rrravidade da moles- I
;'; tuitamente mnaoii oulra pessoa
' que precise lazer alguma opera- A
;.;' cao, e que por suas circumstan- A
;'- cias nao possam satisfazer as des- j^
sjfi pe/.as de tratamento e nao quena 'J
\. ujeitar-se a ir para os hospitaes. M
sua fabrica, e amulo meloor pode satisfazer
qualquer enoiiiiiieicla de guarnicOes deou-
roou prala para doeeii, bamhi n.||.,s para .''^'
sala, ou aparamentos para igreja, gaio-s de '' [i tfterjt.
tao
A '20 do corrente.
. eonlorine a jr
". ta e o tempo de curativo. .- ;
I us pessoa bastante habilitada se ol-
ireee para cobrar qualquer divida, tanto no
interior deala provincia como no de outras,
me lianle urna mdica paga : a tratar na ra
do Qucima Jo n. 8.
-- Precisa-se ue urna ama de. leite : ca
ra do Gal leireiro n. 3, promettendo-se pa-
gar con. g -nerosidade.
O agente da emoreza da livaia po ular
em Pernambueo faz sciente nos senhores as- :";-- ...">;.; ;;';;';. ">
signantes da Biblia Sagrada, que podent vir -;'-< oDr. Pedro \i.......i Cesar mudou f
O agente Olivca fara' leilao. por au-
lorisacao do E\m. Sr. Dr. juiz especial
do commercio, concedida a requernnen- casa, grande carral murado para
to de Antonio Marques de Amonen n>
qualidade de agente nesta cidade da eom-
panhia de seguros martimos e ten estrs
no Rio de Janeiro, do casco, aparellio,
vellame, e mais pertences da polaca na-
palhela, franjas, tolos OS gneros para bor- j Paulo Gaignoo dentina, raa da L.ran- .'.
dar, e todos os uniformes militares, ludo garra n.15, aa meamacaia Um agaa a pos ^L.
por precos commodos. 3 iianiririca.
O ahaixo assignado declara ao corpo ;.: .iO... >Q i$Qi
do commercio, que sen cunlia.lo Joilo Ha-
noel da Costa e Silva entrou de socio em sua RI5IT4 ?Al'ft?TlA
ratina i.-. Boa-Vista, desde o dia l- de a "iOhlSL iHjfilaJcl
maio do corrente anuo, e continuando a ge- !
nuicia da mesma sob a firma do ahaixo as-
signado. Itecife 16 dejulho de 18'iS Oo-
(iiingos Jos da Cu .'.la I a ees.
,,.,. .,,.'. ,t "" '"andar recebee na liv aria n. 2 do largo -:s asna residencia para a ra do Ran- a
I heg .o a na ,.o Collegio n. 5, o bom doce '.''.!!0."rf!"..".* cV}"r"0* """ '. I,m f i Bel P' """" a''" ,f' obrado n 18 J
dearaca fabrica lo no engentan (.uerra.
Aireuda-se um grande sitio que foi do
Que a ..... ....... f,- f> luinni nir... .... M.mn.. |. IO ,.
tarem ale o n. 20, a proco de l-->Oo cada -" onde pode ser procurado a qualquer ''
um, como he coslume eclar. o o esnin -:.5 hora do da ou Ja .... le, para o azer- '.
agente que, en. conformida .e das orlens ;'J cicio da i encina e parios.
i, .i. i ..... c.-r. .____ ..' "ti"-".'. M"' "o, coiuorT ua .e oas oriens
..".".'' ';'.,' -m8.8,n. *";"' ?m ??.!. 1" recebea, os senhores s .lidiadores te fio
leSv; ^saT'h^rl0 >T> T^" *< pag^ relo n^-ndo ,^o' o i s n me- ^- 3
.gaaagMi^^ m ,frarii 6 e a
^SJJ.^ 'a p.ca m. Inri .penden-
quem o pretender, procure na ra da roda, .,., r ,_,'_ ..,'.,____ ,'_______,____ : .. / ; i .. _-
quem o pretender procura roa da roda, i ^Ti^i^^S^^ mandar n.
Brnsile r > de
Ri
de larinciro.
Observado.
Nos lifferenles ancora.louros do porto oirlou a
liai\a-mar de 12 20 a I l|2a 22 l|2 pes ogle-
ze, e a preamar de 21 o 29 a Jli l|2 e :t2 l|2. Em
17 dejulho de 1858. Joic Faustino Porlo.
contlieudo, he que vai neslo transcripto,
alim de ser obseivada tao inteiramente co-
mo nella se conten.
Artigo nico.Nenhuin carro, rarroca ou
qualquer oulro vehculo dc eonduzir gene-
ros ara os estabelrcimenlos, e casis desta
cidadeu para fora della, podera levar mais
de 10 arrobas, sen lo de quatro rodas, o con-
dolido por om b >i j c devinto se temo o Segu com brevidade o bem conhecido
msmo numero de rolas, for condu/.i i por I brigue nacional Despique de Itciriz, lem
um avallo: se o vehculo forconduzido por parte da ex,--,, rwbaptapara o resto nue
mais de om hoi un CaValli, levara smenle < i, '
mais um to co do peso esUbelacido om ra- l'"' '''"a ^'l^' '""> o consiguatanos
zo de cada um animal: se porm ov Incu- "ovaes ai C., largo do Corpo Santo n. ti.
lo I ir de duas rolas, nio po.ler eonduzir
mais que dous tercos da quanlidade estabe- '
lecids para os de quatro rodas.
No caso le coutravensfio os donos de qual !
quer vehculo serilo multados em H'-.o no
duplo na reincidencia, licando prohibido sob
as mesmas penas o coslume de seren 08
mencionados vehculos impedidos ou auxi-
tal, os mastros sobre bellos e le grande
COmprimentO sao da muitO apreciada
qualidade de riga, tem 5 leos e coi-
rentes, grande porcao de vergas, paos e
cilios d- sobrecelente, e ludo o mais
constante do inventario era mando dito
agente para examc previo dos pretcn-
dentes, mino acto do leilao, o c|iial teca
lugar terca-teira 20 do crrente, aomeio
.lia i-iii ponto, junto a sala da associaeao
commei cial desla praca.
conal /.elosa II, da qual Isaac, Curio X ; t ?.
C.sao consignatario, e procuradores dos Pl,,.is:l.,i; dcuma amaparacasa de '^ "adorno B'?0 vei'nas caH "pressas
-- Precisa-se de u^-a ama para o servido
interno do urna casa de pouca familia : na
ra da Praia n. 29, segundo andar.
'Um caixeiro com pratica da taberna,
offerece seu presumo mesmo para loraar
emita de alguma : quem delle se quizer
utlsir, annuncie por este Diario para ser
procurado
Madame Annctta de l'loeg annuncia ao No dia 17.le julho desappareceu del
res.ieilavel publico, quo pelo ultimo navio casa de seu senhor um moleque de nomel
rindo le Franca, receben um completo sor- Antonio, Crioulo, natural do Maranhao, i la- i
proprietanos; advertipdo-se que o lun- raB1|, nicamente para o servico inter-
no do. asco he todo construido de carva- no> a,;i,|,,n,|0 |K,,;a_se |H.in na ra Helia
llio, enc.ixlibado dec bree loriado com I u -,
mais '' Tlt folhas ;rossas do mesmo me- _|'recia-se de orna ama : na roa dos Pato n. 8.
lun ircitu n
.cilao
ni:
MOVIS- ESCa^OS. BOIS
>G, sobrado.
;i* prees Detan, qne morou mi ra
do rlrago e teve niare-
leiria.
Lotcria
DA
*>
provincia.
O ahaixo assigna lo declara quo de boje
tmenlo de lindas joias a saber pulseras ilet7annos pouco mais ou menos, Ierou Pm dianle compra bilheles de lotoiia reco-
do ouro e de coraes, allineies ditos, boldes, vestido camisa e calsa de panno .leal
ndos com o descont de 20 por ceolo seja
dilos de puiilio, um sortimento de brilhan da Kahia, e chapeo de palba, falla um pouco ''u*' '"r a Tuanlia : na un do Collegio n 21.
les. medalhase mais OUtraS obras que ven- lanhoso, e foi
i escravo do Sr. Antonio Hicar-
de por menos 25 por cento, que em outra lo do liego : quem o pegar queira levar n
qualquer parle. | casa n. I5defronto da igr. ja do Corpo Santo
- Precisa-se alugar um preto velho : I que ser bem recompensado
quem ti ver e quizer lugar, dirija-se a ni a
do ,iu. miado n. 39, loia. Fugiram do eiigniiri Trfumphn -ta fre-
A directora >\.i caixa filial do han- suez.n de sorinhaem os escravos Raiman-
lo Brasil nesta provincia, deseiosade ,"' StS!l?L5,U,ri /**?"' fr ^a,*, ourn
| um dente podre na lente ionio a presa, na-
co
con si
;uir amoi lisac Indas as notas da
PAR* P 4 Wlifi1 c ITAPPC en,'**So do distinctobanco de Pernam-
_.*:" u''i'JVa.' ts'ju buco, avisa aos possuidores d |>e|uena
liados no seu inovimento por escavos ou trvixuiv
pessoas.iv,es.-Assignado o Kxm. Sr. pres.- na< 'n"''1 CAI.OI.1NA, capibio
Geara\
iihao e
Espera-se nestes dias o
ara-
ara'
irigue escuna
pr.ilir.i
Joaquim Antonio Goncalves dos Santos,
dente da provincia.
F. para quo se.no allegue ignorancia rzltraz a bet-do parte da carga que tem de
publicar pelo biario de Pernambueo o ou-1 levar, par* o resto trata-secom es con-
COICMASC^LLO pa
RA SELLA ETC,
Quintii-lbir !'i do cor
ivnte
AS 1 I HORAS l)\ MAMIA.
III A DO COLLECIO I. PASSEIO
BLICO ARM.\/.i:\l N. 15.
^Auaicouno ac Ooe/a
em o seu annazem fara teilSo do urna gran-
porcao, qUC amia 813 aclia na circula.m
que as devem ir trocar na referida cai-
P. J. La y rae.
>A ni .V n,v (.LORIA CASA no FONDAO'.
CONSULTORIO II0.MK0P.V1IIIC0
oo
DR r- A. LOBO HOSCOSO
Medico partetro e operador.
i) Dr. Lobo HOSCOSO) tu consultas todos os
lias e pratica qualquer operado de cirurgia,
assim como,accode com toda a prompt. I lo,
as pessoas u precisaren) do seu prestimo
\a, alim .!
riz cinto bastante ladino, levo.i chapeo pal -
do pallado de abas largas, e com roopa de
aliro.iao azul; Rufino, crioulo, baixo, cor
bem preta, bastante lurnido do corpo, h
grosSOS, tosa larga, Invoil chapeado palba
araupa azul, e ambos ja rapam barba, v.e- Par* servico de partos, pralicando aso-
poder proeeder-se ao respec- tam do UaranhSo e foram comprados na lis eraeOes manuaesou instrumentaes, quan-
tivo consumo 12 de junho i-roximo passado ao 8.-. amonio on3 possa conseguir resultado por neio
CaLxa filial I r. dejulho dc I858.--An- Ricardo do Reg: quem os aprehender po- lahomeopatbia, que Unta i vezes tem ven -
ionio Marques de Arnorim, secretorio. 2*,?,l2 m,e8.? c,'-,,|,"" "esta
i ,pracaaosr Manoel aIvps Ferreira, na na
Precisa-se do um caixeiro para taberna da Moeda casa n. 3segundo andar, quesera
.,.. e que tenha pratica da mesma, da sedhe bom recompensado generosamente.
'O- ordenado; a tratar na Soledad junto as
grades lo hispo. V pessoa quo aimuncou precisar de
P:eclsa-se de urna ama para cozinhaj 680J com juros de 112 por cento dando por e qnarla-l'eira, na padaria de Sanio Amaro,
ecugommar para casa de niuito pouca U- garanta urna casa sitio dirija-se a ra os- -- Na na Direita n. 55 ha duas carias
milu: na livrana defronlo do arco de S. treita do Rosario n. 29, que se dir quem viadas do Rio para os Srs. Antonio Poreira
Antonio. Ida. | de Castro e Joaquim Francisco de Paula.
eido dilliculdades, quo
rsveis.
. areciaa insupo-
Pao de iScnteio
Acha-se pao de Cenleio todos os sabbados
II
IV #1


DIARIO DE PKKNAMBl'C TERQA FE1KA 20 DE JI.'LIIO DE 1858.
Loieria
Provincia.
O Sr. Ihesourero manila (zer pu-
btico que se acliam a venda lelos os dial
no pavimento terreo da casa da ruada
Auroran. 26,dos9 horas da uanhaa as 8
te da segunda lotera do coliegio dos or-
pliaos cujas rodas anda rao impreteiivel-
mrntcno dia do corrente mez.
Tliesourana das loteras I \ de jullio
de I8.'>8.~ cscrivao. J. M. da Cruz.
Lotera
DA
No escriplor o do absixo assignado na na
ilo Coliegio ii 21, vendem-se l-.ilhetes da lo
teria da provincia nelos seguidlos presos
sendo do 100? para cima e a dinheiro a vista.
l>iIhetcs garantidos 5500
Mcios ditos 25750
P. J. I.avrae.
o e
Burra de ferro.
Compra se una burra de Ierro com pouco
uso : na ra d Cadeia do Recife n. s, se-
, guudo andar, se dir quem pretende.
~ e:ompram-se 6 carrinhos de mSo com
roda ilo ferro para carrrgar material : na
; ra do l'ocinho, por detraz de Santa Therc-
za, casa terrea de Vidiacns junto a cocheira.
Compra-se eflecti veniente na ruadas
Floros n. 37, primeiro andar, spolicesda di-
viJa publica e provincial, acefies das enm-
panhias, o d-se dinhei o a jur.is ero gran-
des e i cauerus quantias sobre penhores.
Chegnem ao ba-
r tOe
0 PREGICA FST QUEI-
HANDO
Vcnde-se um escravo moco, trabaja-
dor de cuchada : no aterro di. lioa-Vista,
loja n. 18
Vende-so um prolo de meia i lado
muto robusto, por prego commodo : na ra
Augus'a n 48.
Vende-se nma escrava boi cozinheira,
ongommadeira e lavadei<-a : quem petcn-
iler, dirija-sc a typographia Jo Jornal do 200 o aovado, ditas mais claras
Commercio, onde se dir queio vende.
Vendem-so ou alugani-sc duas canoas
grandes propias para ar-a ou lijlos: a
tratar na ra Imperial, segunda casa depois
da fabrica do sabo.
~ Vende-so nm l'ardameoto de cavallaria
da guarda nacional, e arreos para um ca-
v lio : na ra da Sania Cruz n. 32.
... A 358.0 CD< Dl'ZlA.
fe Vcndem-se duzias de meia de cor .'']
'-'.' omito lina pelo barato preco de 3/8ii> \:i
, cada duzia : na !oja Ja ra do Qu;i- ''-'
%> mado n. 10, de Leite, Arthur C.
Fafinlia lina.
Aviso.
Continua-se a von ler
com l'nrinha de Coianna
da Solo lado.
SYSTEMA MEDICO
EMEIO IMCOMPAKAVEL.
UNGENTO UOLLOWAY.
Md liares de individuos de todas as nacoes
DE UOLLOWAY "vallo, etc.




Na loja doFrrgiiica, na ra do Queimado.
esquina do beceo do Peixe Frito u. 2, conti-
nua-se a vender um bello e variado sortl-
mentn de fazendas por haratissimo* presos,
bem co-^o sejam cambraias lisss com 8 va-
ras e com algum toque d mofo a 29 a peca,
ditas linas com 8 varas a 4,400. 4,600 e ,800
a pega, ditas tapadas com 10 vara a 4,500,
5,500 e 6,500 a peca, ditas muilo linas com
8 varas e cam quasi 1 1|2 de largura a 75 a
peca, cambraias de quadros de cores de rusa
e azues, fazenda inteiramente nova no mer-
cado, pelo diminuto precn de 220 o covado,
lindas cassas decores o mais lino que be,,
possivel a 440, 480 e 500 rs. a vara, chitos |*mP1eJ^"P',l. .??"l'Si*a.r ? !"
francesas escuras de lindos padroes a 20 e

Po armazcm de \damsnn llowie & C, ra
as saccas grandes do Trapiche n. 42, vendem-se sellins prra
na taberna grande bom#m e senhora, arre.os pratiados para podera lestcmunhar as virtudes dcsteTeniT
cabnolet, chicotes para carro, coleras para dio ncomparavel e trovar em caso necWl
i rio, que, polo uso que del le lizeram tem seu '
jcorpoe membros inteiramente saos depois
,de havcrcmpregadoinutilmcnte outros tra-!
tamentos. Cada pessoa poler-se-ha conven-
cer densas curas maravilhosas pela leilura
dos peridicos que Ih'as re'.utam todos os
lias ha muilos anuos; c a maior parle deis
las sao tilo sorprendentes que admirara os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraram com esto soberano remedio o us
de seus bracos e pe as, depois de ler pcr-
manecido longo lempo nos bospitacs, onde
deviam soffrer a amputado I Deltas ha mui-
tas que havondo deixado esses asylos do pa-
dccimcnlo, para se nao suhmetterem a essa
operacao dolorosa foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
PLELAS HOLL WAV
Esto Incstiniavcl ospecilico, comnoslo ni-
teiramente do hervas nedicinaes, nao con- P" ""'c'h,-se ,lc rec'DlT Po ultimo vapor
tora mercuro,nemlgumaoutrasubsUnca v'"i re ^ r,cos cortw de V0!,li',os de
deleclurca. Benigno maistenra infancia, *
llene
He ha ralo que
admira.
Na ra do Queimado n. 37, nova loja de 4
3 babados pera 308, 50, 60, 70 e
80-000, dilos sem babados a 25? sahidas de
O bacharel Adelino Antonio de v i lA-ft-'s-n...... -....-. ... ,-r..w.>,,.-~ .-<".
eK Lona Freir, te do alcancada a de- y. ^ii?V; w,..-,;.;-.:._..-.;. -,..-...-,..-. ,-..
* mis.Sa, nna r\t\Aii\ An iiii-i n...n
. missSo qoe pedio de juiz
1 e de or| h3os de
-; ;-

f.
municipal
. l;.'uarassu, acha-so
advogan lo nesta cidade e tem seu
iscriptorio na ra estrella do Rosa-
. j rion. 10segundo andar, onde pude
er procarado a qualqucr hora do
lia, tambem se eiicarreR do pro-
w mover qualquer acQo nos juizos de
\r 'la capital. -.
AVISO
>'a casa le p.inhos lo pateo do Carino
1 iccisa-se de um serven
A. 29OOO.
Na pateo do Carino, quina da ra de. Mor-
as n. 2, vende-se gomma a >> n arroba e 70
rs. a libra, tslharim a 320 a I lira, sagn' a
320, cvad a 100 rs manteiga ingleza a
720,800 19, 1>280 c 1M40, dita franceza t
; 800 s arroz pila lo a 23400, 3/200 c .'i?800 a
I arroba, ecm libra a l0, 120 e 140, batatas
a 2;500 a arroba, a 100 rs. a liba. Na mr-s
1 ma casa compram-so jornaes 4; a arroba.
Vende-se urna escrava parda, de Idade
' 28 a 30 annos, duuco mais ou menos, de bo-
i nita lisura, que sabe perfoitamcnle coser,
esc-avn nref^nn l"var> engnmmar e co/.inhar : a tratar 110
...'*.: .1 T_ _".' Attr o da Boa-Vista, loja n. 44.
muilo finas
e de novos pdrOea a 280 e 300 rs o covado,
ditas para coberta milito largs a 20 o co-
vado, pecas de bictanha de rolo com 10 va-
ras a 2?, cortes do brim de linho de lindos
pailroes a 1 800 cada um. ditos de meia ca-
semira a 2c, groslenaples de todas as cores
a 1,900 o covado, lazinha itaqnalrcs de
cores propria para vestido a 480, Oo e 600
rs o covado, ditas iniidiubrs de lindos pa-
droes a 360 o covado, grvalas di cores pa-
ra hornera de lindos padrdes a 61O cada urna,
ditas i retas a I?, ditas
musselint branca lina a
ea comidcicilo mais delicada be iiiualmen 1
te prumptoe seguro para dcsarreig.r n,ai ^ 1'f f ''lk U V3'"000. el,f"lles
na compleiv-ao mais robusta; he inleira- ^ Q '- ^''"^ que sa p",,(! enron"lde seu rcoiilicciincntodeclararam estes re
para ; medio. Algumas das tacs pessoas na efus3o
mente innoccnle em suas operacOeseeflei-
tos ; pois busca e removp as.doenr;as de
qualquer especie c {.rao por mais antigs e
lenazes que sejam.
Knlre militares de pessoas curadas com
camisinhas borda las cora manguitos e ol-
Imha a 13/, gollinhas bordadas a 19200,
18600, 293OO e 29500, tiras bordadas a 800,
este rcmcdio.muilas que ja estavam as por- 9,a i?.*^-' "I* de b"eg? a ',"', g'5f
tas mo.te, preservando em sen uso con- V.'1 unl 8 f' coIado*,fo" 'e
seguiram recobrar a saudc e Torcas, depos Z t,, ? CT,*l Kr,sd,en,,p cs m?fa"
.\e,.i..,..,. ii, i;ii,i, \ a 18 o covado. dito limpo boa fazenda e
tro! renedio? lnut',mnttodos os ou- ,5800 0 covado, dito preto a 19600, I98OO -
* mala mioi ..(i. ,i.,m -- mantas pretas de lit bordadas a 9 e 128,
dPt?; f Sil! trC,Sar'SCa chapelinh-s para senbora multo boa fazen-
,.Uu. r^o'li-,,^^^^^ da a 14.3. chales de merino bordados a 68, 8
de mola a 800 e 1?, Je';-' f ^ll" tsrl"""07hros.a .,ued' '" "*, "tos de touquim bordados a 209
320 o covado, len-; "._ c PreslCs rccupciai uo o beneficio da fl)rll,s (Jo cambraia do salpicos a 58600, ditos
trar a 108 12 o 148000 cala um, manguitos sullados benelicos dianle do lord correge-
a2/300, 3 e5so par, dor. e outros magistrados alira de mais au-
tonlicarcm Sua allirmativa.
Ninguem desesperara do estado de su-
saude se tivesse bstanle conlian^a para cn-
saiar este remedio consianlcmenle segiun-
do algura lempo o tralamcuto que necessi-
tasse a natureza do mal cujo resultado-seria
provar incontestavclmenle: Quetudo cura.
O ungento he Mil. mas particularmente
nos seguintet casos.
Inliaminacfto da ma-
cos de camb:aia de liuho muilo linos a i80| sa"'ic-
.!#, 2,400 eL;^oscPerca tem o e.r^ tomar este reme- chales d(, meJ,n() I do-se vclhu :. rara tratar das 6 as 8 la ma- .......
nhaa, ou das 5 as 9 da mdte, na mesma casa.
Arrenda-se nao menos oor lempo de!'i A 78 O CdltTK
um anuo, um sitio naCapunga nova, com? Vendem-se c irles do casimira pre- >
cocbeira, cslriharia para 2 cav-llos muilo
ta inclcza pelo barato proco de 7;
* n. 10, d^ Leite, Arthur \ C,
-;..,...;,... ;: .......... :..:.;
commodo, quarto para feitor, gallinhciro de '< corle : na loja da ra do (jjeimado
lijlo e cal, cacimba de sorHvel agua de
beber, pAco para lav.gom de roupa, bastn-
tcs arvoredos, algn* j dando f'ucto, casa
beira da estrada sobro o alto, sen lo a sala
da frenloassoalhada e forrada, muito fresca
e clara, por s r toda cercada de janellas,
lendo nos lados torneo com varanda e al-
grete de llores, e porlo de l'e'ro ; propor-
cionando assim o dito sitio decente e ?gra-
davel resi lenci, alero le ficar muito perto
da cidade. .\o sitio confronte, proprie lade i de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete
do Sr. Dr. Jacobina, existem
*
cobcr'os e descobertos, pequeos gran-
des, de otiro patento i'.glez. para hon
osenhora, de um dos m lhoies fabricantes
s chaves para
ser visto pelos preleo lentes, e a Iratar ahi.
ou na ra da Cadeia do Recife, primeiro an-
dar da casa n 3. servindo de escriptorio
O Sr. J. Francisco Regs l'erreir-. tenha a
hondada de dirigir-se a ra do Queimado n
24, primeiro andar, concluir o negocio que
sabe. Jos Estoves Vianna.
Quem perdeu urna cbave de relogio
procure na ra Augusta, casa do c*pit3o
l'essoa, secretario das armas.
L'ma mulher -ada e com muilo leite,
propOe-se a criar urna enanca : quem pre-
lender, dirija-so a ra da Praia, armazom n.
47, queachara com quem tratar.
Precisa-se de urna sala e um quarto
era qualquer dos bai"os, para um hornera
SOlteiro: ijucm livcrpara alugar, aununcie
para ser procura lo.
Quem annunciou no Diario de lodo
corrente querer 60O3OOO a juros, dando por
liypolhcca uina cas terrea, dirija-se a ra
dar da casa n. 15
O abalxr assignado perdeu urna let-a
de 1269600, aceiti pelo Sr Jos Joaquim IVr-
n ira de Souza, a quM lica de nenhum valor,
por ler o mesmo senhor aceitado oulra. lic-
Clfe 17 de juliio de 1858.
Jo3o Alanocl Pinto llastos.
inglez : em casa de Sout'iall Mello
ra i>0 Torres n. 38
& C.
de seda pretos muito superiores 808 a 908,
cada um. casen... a preta lina a 2#, 2,100 e ; d*fJ!Zlnpr{ ^ ton,ar es,lc Tcm,c- chales de merino pretos a 48, lenqos de re-
39 o covado, lencos pequeos para mao a d' paraqualqucrdas scguintescnlermida- ,roz a 2., chapeos de snl de seda superiores
120 cada um, chitas de cores (xas a 160, 180 .,
e200rs. o covado, e mitras muitas fazendas | AccidciitcsepiIcpticos;Fchrcs intermitiente
IFebieto da especio.
'Colla.
que de ludo so darSo amo-slras com penhor.
&C2& t-_i;-:.;.?--'-^54
A 19800 0 CORTE.
Ainda existe um pequeo
sorli-
menlo dos cort'-s de vestido de chita
larga com 10 covados que so conti-
nuis a vender pelo barato p-ec,o de
1/800 o corte : na ra do Queima to
n. 10, loja de Leite, Arthur C.
i;

i
I
Alporcas.
Ampolas.
Areias mal de)
Aslh ma.
Clicas.
Convulsoes.
Dbiliilado ou
nuaQo.
Ilemorrhoidas
llydropisia.
[ictericia.
IndigestOes.
exte-jlnflammacAes.
[irregu la rida des da
Alporcas.
Ca 111 liras.
Callos.
Canceres.
Corladuras
Dores decabeqa.
* das costas.
dos membros.
Eiifermidadcs da cu-
lis em gera
Rtifermidadcs doanus
LruPqoesn.scorhulicas Sarna.
Fstulas no abdomen
:

i
a

8
i
Lotera
I Para hoiueai |'-;i
'Q Nabuco \ C com loj na ra Nova t
'i n. 2, acabara de receber lelo ultimo t<
navio francez um lindo soriimento *?
de roupas feitas tamo para hornera '*v
i$f como para meninos, a saber : 3)
/A l'alelotsdc panno preto lino com ^
gola de velludo o do se-ia para
iiomem.
pitos le casimira msela da dito dito
Ditos de alpaca i r. ta lina forrada de
se la e gola do seda.
Ditos de meias casimbas do cores.
Ditos de briin Ditos !c casimira pela de cordao
para meninos.
Di I os de seda para homem.
Ditos ditos para meninos.
Ditos de brim branco lona para DO- W
mem. t)
Dilos de brim de cores dito. /jj.
Ditos ditos pura meninos. jfy
Caigas de casimira lina rota c de
cores.
I> tas de meias casimir! s ditas.
Di Us de brim de cures'para
g^l Ol do aii!
-^^4 uo a. 4
Na nrar;a da lndpenderca n :;6 c 38 lem
para vender oleado pintado de palmos a
1,400 rs o covado, dito de 7 ditos a I300,
ditos de 6 ditos a 1,200, dito do 5 ditos a
1,100, sendo este prer;o por melado do sen
valor, por 1 occasiSo p?ra quem tem vontade de ler me-
sa para jantar sempre com toall.a sem ter
trabalbo do mandar lavar e como urna ser-
visse annos, por tanto chegnem a ellas Bnies
que se acabem porque he pecincha.
'..'.:.;?.; ...-,. ..;.'. ::..:.--,
-' '' -........ .- <<- -.. -Jrvtij -.*
r-, VESTIDOS COM BMIaDOS A 7000.
;. Ainla existe um p-queno sorii-
mento dos cortes de cambraia de cor
liria com :; e 4 ordena de babados
pelo barato prec,o de 79cada corle :
na loja da ra do (jueimalo n. 10, de
Lcile, Arlliur C.
Debilidadeoufaltadej menstruarSo.
foixas para qual-.Lombrigas de tod
quer censa.
Dysinturia.
ior de garganta.
de barri-a.
nos rins.
Dureza no veutre.
1 especie.
Mal de pedra.
Manchas n cutis
a 109, ditosa 7, ililos de relio francezes78
a 85, chapeos de lebre a C50OO, ditos de Tel-
troflnosa 59500, ditos de feltro enfeilados
para menino superior fazendn a 58300, cor-
tes de casemira bordados a 68300, ditos lisos
a 49, cortes de brim de lindo a 99500, ditos
a 25800. dilos lie meia casemira a 29800, ca-
misas francezas brancas de linho a 19500,
ditas de madapoHo linas a 29400, 295O0 e S9,
ditas de cores a 29500i ditas de mosqucleiro Prieiras.
' i -, musselinas brancas a 320 rs o c vado, Gengivaseseali
il s le cora 320.360 e 00 rs. o covado Incbacdes.
InOammacjio do ligado
da hexiga.
triz.
Lepra.
Males das pernas
'los peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis
Picadura de mosqui-
tos.
Pu lines.
Qucimadelas.
Supurar0es ptridas
Frialdadc ou falta de Tinba, em qualquer
calor as exlremi- parte que seja.
dados
muito linas, dita franceza muilo superior
a 280, 320 e 360 o covado, ceroulas de lioho
nmito linas a 39, f ardanapos branCOS a 3r
ObstruccSodeventrela duzia. luvos de lio de Escocia a 'JOO rs. o
Tsica ou consump- par, muito boa fazenda, flanela branca a
cSo pulmonar 1480 o covado, ditas do cores muito tinas a
is., ravatas de retro* a 25, ditas de se-
..... bordadas a 3o. ditas de seda a 600, 80Oe
tmierinujadcs no liga-;symptomas secun- 1> cada um a, cortes le seda branca com lis-
, .do- darios,
Ditas venreas.
Tremor de ervos.
Llceras.na bocea.
> do ligado.
das articulares.
Veas torcidas ou no
dadas lias pernas.
Enfermidadesno ven- RetencSo de ourina.! 900
'r0, 'Kheumalismo. tim
Enxaqueca.
Herysipela.
Pebres biliosas
Tumores.
Tico doloroso.
Cceras
Venreo 'mal).
tras f/.ues asselinadas a 209 o corle,
braia de slticos muito lina a 900 rs a vara,
lilo de linho liso n 610 a vara, dito bordado
a 1 r 00 a vara, meias de seda brancas o e
59, boa fazenda, ditas pretas 49, lencos de
seda para homem a 25, ganga do cAr a 300 c
Vendem-se estas pilulasno estabeeimen-
10 gera lde Londres n. 244. Strand, e ra 560 rs., bombazlna a I8io0b covado, panno
loja de lodos os boticarios droguistas eou- lino preto a 38, 35500, 49660, 5-500, 7 e 88,
.'..'
...
-:.v
:
::-
Fariaha deman-
dioca
Saceos grandes
Vendo Antonio Luiz de Olveira Azevedo,
DO seu aruiazcm da ra do Vigario n 22
/i^eifiea
tras pessoascncarregadas de sua venda era
toda a America do Sul.llavana c llespanlia.
Vendem-se as boectinhas a 800rs. cada
urna dolas contera uina instruc?3oem por-
tuguez paraexplicar o modo desse usar
dcstas Diluas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pliarniaceutico, na
Pernambuco.
dito cor de cal a 39 o ovado, dito azul 35
a 59500 o covado, casetniras p'clas a 29200
al 49 o covado, damasco de 13a de duas lar-
guras a 298OO o civado, dilo estrello a 800
rs., veibuiina preta e di cores a 750 o cova-
do, velludo preto a 65 o covado, biim bran-
co de linho a I9-JOO, 19500 e -2^ a vira, gra-
rua da Cruz n. 22, em i valas com um annel por 05500, meias bran-
cas ?ara homem muilo linas a 79, 8 e 105 a

8
i
9
rund ca
ria ov..
n. 42.
; *f nos. f^5
tJk Ditas de brim de cores pira boircai. S
, A Seroulas de brim de liuio. W
idas \'$9 Ditas de aluoJo. af
Nete ostaheleci 111 en toe. 011 tinn' a atiavpr
ua_completo soriimento de mocnui-se
a 101 nd*sparaengenho(machinasde
apon taixaa 'c ferro batirle- e coado de
eni- '$ 'odososta nanhospara dilo.
<0f
Sablindo, 21 do corrente, an !am as ro
a lotera do coliegio dosorphSos, eacham- (% Coiletes desetim preto e blanco.
se a venda no aterro da Boa-Vista, loja 11
56, bilhetes inteiros c meios, e troco para
os freguuzes.
Quera quizer comprar a livraria e fer-
ros de partos que fdram de uui medico, di-j
rija-se a ra da Alegra n. 5
Sevunno francisco Ramos Ferreira,!
par lo, solteiro, de idade 20 anuos, natural
desta cidade, lilho legitimo de Luiz Francis-
co Ferreira e do sua mulher nlexan Irina ,
Joaquina dos Passos, morador na povoacSo ,
dos Afogados, cin o piteo de M S. da |>az,
comoollicio de latoeiro, rotira-se para o
Uto de Janeiro.
ATTLNCAO'.
Chama-se a atten^ao da autoridade a
quera de direilo for, para a loja do sobrado
da ra do Nogueira n 26, propriodade d,.
Sr. Padre Lei:e, onde mora uina tal Alextn-
driiia.que incommola a visinbanca, levando
lodo o da e parte la noite em cautgosobs
ceos,
AtteFi<;o.
Fugio no dia 19 do co-renle urna escrava
cabra, bastante fula, altura mais que regu-
lir, levou alein da roupa que tiuia vestida
um pauno lino preto com ourelo e ferro de
tafet roxo, saia de sarja nova, diversos ves-
tidos novos e usados de chita e cambraia ;
desconfla-se que lenba ido para o Ahrr-u do
Dna d'onde be lilha : quem a pegar levo a
seu senhor na ra Imperial n. 167, que re-
compeusar generosamente.
Oesciler da mesa do consulado preci-
sa de 4 liomens q ie euleudam do serviQO do
mar para remadores, a qu-ra se pagar o
jornal de I5111I diario : -.dem quizer com-
pareca na O'e^ma reparti'.'o das 9 horas da
manilas as 3 da larde; oos das ut-;is, a cu-
ten er-so com a alminislr-cao.
O Sr. que precisa de 600/a premio,
oirereccndo una c*sa por garanta, dinja-se
a ra da Senzala Velha n 94,
' Precisa-sede um lorneiro : na pada-
ria do Forte do Mullos, rui do burgos.
Na ra da Penha n. 2 K, fornece-se comi-
das para fra, com aceio e prstela, pelo
barato prcr.o de 255 meusnes a urna pessoa,
almoco decb ou cafe, e jantar 6 palos;
tambem tinge-se roupa de todas as cores,
tintas lixas, pois be je condecida.
Faz-se qualquer negocio com a loj
da ra Mova n 52.
A.THENE0 PERNAMCUCANO.
Convida-se aos Srs. socios do Alheen
Pernambucano uara coniparecerein a ses-
s3o que deve ter lugar quinta-leira 22 do
corrente as lo horas do da na casa das su.is
reunies.-Aiiioiilj llenrique de A, Jnior,
primeiro secretario.
O escripturario Beberibe, Marcolino Jos Pupe, anida
continua a agenciar a compra e venda
de aer/ies da mesma companliia, po-
dendo ser prbeurado no escriptorio, ra
do Cabuga' n. Ib.
0
Ditos de seda de cores.
Ditos de brim de se a de cores.
Ditos de fuslo de cores.
Camisas de pcito de fusiao b.ances
c de cores.
Dims ditos de mussulina
(g| Ditos ilitos de linho.
A davalas do todas 8S qualiJades
*2 l retes e, de cores.
, f9 Meias de lio da cscossia e de algo.lao
i&k Luyas de seda de tolas es qualida-
aa des, eoutras militas 1 bras fcas /
w de todas as qualidales e por ha- >
(55 ralo preco
-- Vende se um plano de mesa, proprio
para aprender, muito em cojta ; na la da
Sania Cruz n 32.
"--.CS; ;^; V ~'"""; ~
E Na ra do Crespo loja amareila n. &
4, ven.*em-se es seguiute; fazendas
que sao das mais modernas que ha ,
neste mercado.
Ricos conos de vestidos ile gros de
niples prolo e de cores lavrados e
bordados, o corte a 90,050.
Corles de cambraia de seda com ba-
babos assctinaios, o corle a 35,000.
Casavcques borda los ricamente.de ,'
cambraia e mussulina a 10-, 129 e
15,000 cada um.
Vestiarios mui Im !os de brilhantjna, ,;
cambraia e fustao para meninos e '.
meninas a '9,89 012,000 cada um.
lucas sedas de quadros a i,M>0oco- '
Attenco.
Kissel, relojoeiro francez, vende gjx
relogios de ouro e prata, concerta *^
'elogios, joias e msicas, ja a.jui he W
conhecldo ha muilos annos.habita no
g| paleo do Hospital n. 17.
~ Vende-se em casa de S. P. Jonhston &
C, ra da sensala Nova n. 12, o seguinte :
sellins in^'le/es e silhes. relogios de ouro
de patente inglez, candieDos a casticaes
brnnzeailus, arreios oara carro, lonas ingle-
zas, lio de vela, graxa para arelos.
aa do Queima-
Vende-sejeste ungento noeslabelecimen-
to geral do Londres n. 244, uStrand, e na
loja de todos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoas cncarregadas de sua venda em
toda a Amurica do Sol, Ha va na c llespanha.
Vende-se a 80urs cada hocelinha.conlem
urna in3trncc9o em portuguez para explicar
- o modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral he era casa do Sr. Soum,
pharmaceuttco, 11a ra da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
Vende-se cola da Baha, de boa qua-
hdade, chegada recente .ente, por monos
iireco 1h lino era oulra qualquer parte : na
rus da Cruz do Recife 11 13 primeiro andar.
-- Na ra Ha Cadeia n. 28 taberna de D.
s. 'hampos, vendem-so em pequjnas e gran-
des porcias bichas hamburgueas das me-
lhores uue vem ao mercado, e tambem se
alugam.
~ Vendem-se du*s escravas, scudo urna
mulatmha de idade 14 anuos, pouco mais ou
menos, e oulra mulata do ida la de 20a(25
Fazendas.
Vende-se no aterro da lioa-Vista, loja n.
18, de Duarte Rorges da Silva, urna grande
quantidado de retalhos de',cac/g pintadas de
excellentes desenhos e muito linas, por me-
tade do seu valor.
Vendem-se calzas de macarro a 38, e
dealetria48: no arm-zem do Luiz Annes,
defronte da porta da alrandega.
Na ra Nova n. 2, loja de Nabuco v '
vendem-se chapeos francezes do bonitas
formas, ditos do feltro copa alta o baixa,
ditos de palha para meninos, ditos do Chile
multo linos, ditos de alpaca, bonetes de pan-
no para meninos, etc., e ricos chapeos de
sol de seda para senhora, ditos para ho-
mem, etc.
-- Vendem-se na ra Nova n. 2, loja de
Nabuco i <;., rCos espclhos com moldura
dourada, proprios para sala, e por barato
preco.
Na loja de Nabuco & C ra Nova n. 2,
atraz da matriz, vendem-^e meias de algo-
d3o para senhora a 3, 4, 5 e 69000 a duzia.
Atteueao ao ba-
rato a
Liquidaban.
Na ra Nova n 8, loja de Jos Joaquim
Morcira, vende ss para liquidarlo e trans-
ferencia de' negocio todas as faz-ndag exis-
tentes na mesma, por atacado e a retalho,
sendo que a mor parte deslas terSo o aba-
limento de 20 porcento, e algumas at 50, a
saber : damasco de seda esearlato, proprio
para colchas e ornamentos de igreja, com
um pequeo toque de mofo a 1/600 o cova-
do, grosdenaples de furta cores a 18760 o
covado, dilo azul e cor de rosa de muito
boa qualidade a 28, damasco de seda branco,
encarnado, azul, e amarello em perfeito es-
tado a 2-5400 o covado, sedas de cores escu-
ras de muito boa qualidade e bonitos pa-
dres a 18400 o covado, tafet de todas as
cores a 500 res o novado, dito azul ferrete
mofado a 240 res o covado, sslins lisos a
800 re i s o covado. luvas de se a b ancas e
amarellas com toque de mofo a 400 res o
par, chapeos desala ultima mola para se-
nhora a 12/, ditos de massa pretos pura ho-
mem a 75. ditos de mola de merino para ho-
mem a 55, chapeos de palha escuros para ho-
mem 29, charuteiras a 240 res, ditas guar-
necidas de metal a 60, calxinbas de Untas
para desenlio muilo linas a 28. ricas capas
de casimira guarnecidas de velludo, cousa
de muito gosto para senbora a 16}, e por
ultimo chapeos de palha arrendados, escu-
ros e amarellos para senhora, porem da mo-
lla um pouco atn.zada, pela decima paite de
seu valor I5O0O. Ha outras muitas fazendas,
que com vagar se ir3o annuuciando.
O
Vendem-se asseguintes fazendas abaixo
moncionadas, por menos do seu valor, para
liquidar, e dao-soas amostras com penhor :
Se las de quadros largos c miudos, o
covado 800
LSas com 4 palmos do largura, o covado 4i.O
LSasde lislras. o covado 280
LSaziulias de llores miudas, o covado OO
LSas de seda de quadros largos.o covado 500
Cortes de laa de babados 755011
Lencos de seda 8C0
Cortas do liias com lislras asseli-
nadas a 69 e .jxiOO
*.....gios
Vendem-se relogios do ouro, inglezes de
P'tento : no ermazem de \uguslo C. de A-
breu, ra da Cadeia do Hecife n. 36
uzia, cassas fraiieczcs muito linas a 480,
560 e 600 rs. a va--, collsrinhos brancos a
220 cada um, lencjos de lahyrinlhn a 18, pa-
ules do p-nno, de casemira e de lpica, pre-
tos e de cores, calcas de casemira e coiletes
de gorgurSode seda, tudo muito bem feto '
e paia oiversos precos, sarja prela para for-1
ro a 15200 o covado, cortes do coiletes de
casemira bordados a 59, ditos de gorgurSo
de seda a 3-800, e muitas mais fazendas que |
nao Ih possivel aqu fazer menfSo dolas!
pelas muitas variedades que se encontrara i
aqu ne>te eslabelecimento : quem quizer
venba ver elraya dinheiro, que nao vai sem
fazenda barata.
a mus
vende
na ra Direila n. 72, se dir qacm
CALCINHlSPAKA HEIMOS.
a Vendem-se calcinhas bordadas de
S cambraia fazenda de muilo gosto e
i? Por barato preco : na ra do (Juei-
'$ mado n. 10, loja de Leite- Arthur
9 4 c.
- .............
> .


v.c ibecrtmettau &Companhia,
ra la Cadeia n. 37, veudom-seeleganU
pianos do afamaofabricanlt Tranmann
lo Hamburao
Vende-se um mulato padeiro, excel-
Icnto amassador, e forneiro : na ra da Ca-
deia do Kecife n. '18.
Rap.
Chcgou nova remessa de rape francez : na
ra do Crespo n. 12, loja de Campos & Lima
Vende-se urna escrava de mcie ilade,
boi quitndelra, por prego co.nmodo: na
ruada Cadeia \clha 11. 22.
PAK4DOENTES.
Na loja ile Nabuco & C. na ra
Nova n. 2, venlem-se camisas de laa
a 19, seroulas de 15a a 29, c meias de
a a 19, lulo rropno para as pes-
I
as qu padecem de
---............. ... : -;.-:
28
::

Vende-se urna escrava de 19 annos,
pouco maisou menos, de bonita ligura, com
algum principio de habilidades : na ra da
Cruz, sobrado n. 23, por cima do deposito
do rap Meoron.
-- Vende-se orna excellcnte escrava cri-
oula, de idade 15 annos, com principio de
I habili lades, e o motivo por que se vende se
I dir ao comprador : no aterro da Boa-Vista
|n. 6, terceiro andar.
^ VESTIDOS COM IJA.YDObTs^TI
ft Vendem-se vestidos de cambraia. 14
g de cor com 3 ordensde babados pe- 75
ir. 'o barato preqo de 5$ cada corte : na ffi
' loja da ra do Queimado n. 10, de
iihoaOj? o (i,500 por
H CO.
Mho era shccos de superior iiuali lade,
recenlemenle chegado : no armazem do
(iucrra, confronto ao trapiche do algolao,
ecm frente da roa da MaJro de Dos.

Vecebidas ein direitiira de
PfflS.
Ricos cort<*s de vestidos do seda do
cor e brincos 8
f I Corles de cambraia de seda borda-
:? dos ao lado
f I Grosdenaples preto encorpado, co-
vado I56OO a
,j Dito de cores e branco, covado


!

'
vado.
Lindos bareges de laa e seda a 1,200
0 covado.
I'.iquissimosonfeiles para senhora do
melhor gosto de Pars a 14, 16 e
Kj ls,o ti cada um.
HE Chapeos de palha de ID lia, muito
ricamente enetados a 189 e 20,000.
Chapeos de palha boa. ibas largas
do melhor gosto que lem viudo, a
Z 16,000.
B Rifluissimas sabidas de Inilea 508 e V
( 60,000
Xr*,nleletes visitas c basquines de. '*{
seda, lil c velludo, de vaiios gos
i los e qualidadrs.
v.^.-'------------.
Millio.
Vende Antonio Luiz de (Minora Azevedo,
no seu arniszera da ra do Vigario n 22.
(oitiaia limito superior,
Tem para vender Antonio
ra Azevedo,
t;aho 11. 22.
Vimio
em
no seu armazeui da ru do Vi-
do Porto
caixas de
duas duz;
Vende na roa do Vigario n
\zc\
lu (i alyolilj d;i
illa propriu para roupa
de escra vos, e caceos de
mear
superior
uina e
22, armazcm
de Antonio Luiz de Olveira Azevedo.
Panno de alodao du B^-
Alten^ilo.
Compra-se urna escrava que seja boa en-
gommadeira e que salbs tambem coziubar :
quem tiver annuncie.
Compra-se um torno de pesos de urna
arroba a urna libra urna grade para acou- t* -.i IU eill SaCCOti ifraildtS
em meio uso : quem tiver, dirija -so
Vende-se na ra do Vigario 11. 22, no ar-
niazoin de antonin Luiz do Oliveira A/.evc lo,
ou no seu escriptorio, ra d.i Cruz 11 1.
gne,
ra larca do Rosarir/n. 5.
Compra-se eirectivamenle bron/.e, lao
tao e cobre velho : no '.eposilo dafundica-
da Aurora, na ra do Brum, logo na entra-
da 11. 2".,o na mesma luudii-.io.em S.Amaro
Compra-se urna casa lerrea no bairro
da ou-Vista ; na ma Direila 11. 12.
Seda branca lavada para voslido
de uoiva, cuva lo I500 a
belleza da China, fazenda toa de
seda, covado
Sctiin preto maco para vestidos,
COVadO 25700
Vello lo preto o meihor possivel,
covado
Meio velludo preto e decores, co-
vado
Volbuliiia prela e de cores, ceva lo
l-'olar de Pars de seda com listas
mtlissdas, covado
Ricas sedas de cores de novos pa-
dioes, covalo
Duna de seda lavra-'.a mui linda,
covado
Se o ii-as de quadros e lislras, co-
va lo
Popelinas de seda c laa, padroes
novos, covado
Baregede seda, padnes miudinhos,
covado
GorgurSo de seda com llores, ovado
Panno p'e'.o e de cores, prova de li-
mSo, covado 3/ a
Casemira prela selim,cov-do l?7C0 a
Miisselina de. cor e branca, covado
Chitas trance/:.s de cor claras e es-
curas, Covado 280 a
Cambraias organdys, novos patrias,
vara a
uiz de Olivef-' Ci,ssas francezas linas, padrOes no-
vos, vara a
Hitas ditas, vara a
Mantas de Blond, pretas e brancas
Manguitos e golinbas bordadas
Tiras e ntremelos bor lados
Pule-iras de vellu-1o, froco e fita
Lencos de cambraia, linos, com la-
byi iotiio
chales de merino com fianjade laa
Ditos ditos de seda
Ditos dilos bor Jados a seda
Ditos dilos bordados a velludo
Ditos de seda do peso
Corles de casemira de c ir linos
Coiletes de dita o de seda bordados
Chapeos pretos francezes modernos
Grvalas ue seda compridas com
annel
Paleto's de alpaca preta e de cor,
forrados
Corniolas de alpaca preta e de cor
Palelots de brim pardo e bretanha
Ditos de fusio, ganga eoutrasfa-
zend is
Ditos de alpaca preta
25500
19920
29500
15400
48500
5-500
19100
730
19100
15920
//vi
$0.
Na loja de Antonio Lopes Percira de Mello
& C. ra da Cadeia do Recito n. 7, vendem-
se libras de muilo bom rape de Lisboa che-
gado ltimamente pelo preco de 2500 rs.
cada una.
Vende-se um sellim patente inglez,
anda novo, por mo ter prestado servico al-
gum, por preco commodo : na ra do Quei-
mado 11. 3.
glO
el litis e i* i
? SELLINS e RELOGIOS dcpalanle
.-. 4 ni-- le/ : a venda no .iniri/.tm ilt
KoatronRooker Compaalila, es-
qoinii lo largo do Corpo Sanio uu-
inero 48.
e
mandioca.
Vendc-sc superior fanulia de man-
dioca por preco mais barato do que em
i oulra qualquer parte : 110 armazcm n.
19000 Sdefronte do trapiche do Cunlia.
000
15000
610
850
79500
3920
320
: :
-2
360 -.;.
Gran le Bortirceuto de roupa f.ia
f'h e Calcados, venda na ra do Cres-
g po loja amare-lli n. 4, por presos
'i mui commodos, nicamente 1 ara -"
acabar ; s,iu io tu lo obras do meliior
irabalho do l'ans :
Camisas para homem e meninos, ''[
com peitos de esgoiSo, mussulim e 3
fusiSo
Hilas tolas de linho para homena.
Casacas a sobreeasacas de panno
..3
O
\..'
1 f20
500
320
5
5
i?
15000
9800
6:000
6J500
11,000
(iMillO
7-OO
75000
59000
4C000
Fraques de iianno (no de cor.
PaletOtS de panno, casemira, lou-
. ;. lino pelo e de c
o
m
o
o

lard de sed, bombazlna o alpaca,
pretos e de cores, uteiricos e so-
lo ecasacas.
Ditos !e bramante branco o pardo
e da melim do Indos padres.
Ditos saceos de osemirae de al- ''
paca pretos e de ruri-s. S
Ditos de se la preta muilo superior. -;'
Calcas de casemira muilo lina.
rlleles ue g irgurau do seda
Robes-do-chambro de merino bor-
dado e ile chita de ramagem.
o
10 c M.uiiilia.
Lunas da iussia
zoes.
Cobree metal para
pregos.
Oleo ile linliaca c Volas steari-
nas.
I.sl.inlio cm
ilicumatismo.
......V^i-J^Sir
ei< gi'is (c ouro ejoias.
Vende-se um lindo soriimento de relogios
le ouro para lodos os presos conforme as
qualidades e um vanado soriimento de joias
de ouro do le : no esciptorio de Isaac,
Curio&C, ra da Cruz n. 49, primoiro
andar.
Vende-se um cabriolel com o cvalo,
caso convenba.-.o comprador, por preco mu
em conla : a fallar na cocheira de Fra de
roilas, com o respectivo caixeiro, onde
existe o mesmo cabnolet para ser visto,
sendo que he de patente inglez, muilo for-
te, e veuui lo a preco en conta, por ter al-
gum uso, acompantiando-o os| competentes
arreios.
Relogios.
Ven lc-se em casa de Scunders Brothers
brin- K C" p,,,?a do CorP s"nto, relogios do afa-
mado 1. lineante Roskcll. por precos commo-
dos e tambem Irancellins e cadeias para os
forro com Q mesmos ue exceilenic gosto.
m
Q
O nova agua de malabar
Vcnde-se esta agua a melhor que tem ap-
parecidn t>ara Ungir o cabello e suissas de
barrinhas, Bar- rj jueio : na livra'ia universal ra do Colleg;o
rillia. n. 20, d-se junto um impresso gratis eos'
Vinl.os linos de Moscile c Joan- Q nal,do a frma dft Pblier.
msbei;: esiminoso. e de Boideux ^1 n.,.. r*?-JlU!,L!,C0-
W| O agente Marcolino de liorja scientifica ao
1,' respeilavel publico, que em o seu armazcm
na ra do Coliegio n. 15, lera sempro um
esplendido soriimento de mobilias comple-
tas e mais objeclos de marciueiria, cons-
iruidos pelos inelhores fabricantes de llam-
burgo e Pars, e que os vendo por canta de
urna c*sa coimnercial eslrangcira nesta ci-
lade, e por presos mais baratos do que em
ierg es|iuinoso, e ue lioiiiiu\
,V em (jiiarlolas.
:5 C. J. ASTLEY& C.
TAGIIASPAKA ENGENHO
Da l*uiulii;."io na ra do IJiiun, passando o cliafa-
i/., continua a haver umcompietosorti- oulro qu-iqucr estabelecimento.
mentodc taclias deferro fundido e bali- ;;;. : .;.
do, Ii 5 a % 1 il n k da loca, as quaesse -,,j 1, j
ecliama venda por preco commodoecom ..r \u- 1 cOt'.^
promptidao,embarcam-se 011 earregam-
se e o carro wm despezas aocomprador
Til Leite, Arl'iur t\ C
-- Vende-se a casa terrea n. 50, sita na
ra do Cotovallo, com c'.aos proprios : a
tratar na ra de Dorias n 36.
Vendem-se 8 escravos per;as, de idade
do 15 a 20 annos, 3 molecas de 13 a 14 an-
uos, l linda inulalioha com habilidades, de
l annos : na ra das Aguas-Verdes n. 4:
Na Parahiba no lugar Pirau, ao norte
d Guanta 3 leguas, ha para vender bestas
para engenho a lOOg e bois para carro a 609.
V CHAPEOS COM VLOS PARA SENHirRA $
\$ Iticos chapeos para senhora, enfei-
Q tadoscom Rores e bcos de blon I. 5f
.^ os melhores que tem vindo a este ^
f mercado, que se ven le por prego VS
?y commodo: na ra do Queimado 11. Zfe
O 10, loja de Leite, Arthur & C. $&
--- Vende-se urna escrava de 16 annes de
idade, pouco mais ou menos, sem vicio al-
gum, cozinha, ensaboa e engomma liso : os
preten lentes dirijam-se a ra do Rancl n
73, segundo anlar.
a Vfnie-Se U," negra de nac;ao CosU,
de idade 30 annos, pouco mais ou menos, a
qual Uva de sbSo e be bor-. ouitandeira :
no aterro da Boa-Vista n. 17, a Iratar com
Iredenco Chaves.
No aterro da Boa-Vista n. 80, vende-
so azeite doce a 560 a garrafa. sabSo bespa-
nhol rajado de azul a 240 a libra, esperma-
ceti- lino transparente dos Estados-Unidos a
15 a libra, queijos flimeogos a 2#500, bola-
chinha ingleza ltimamente ebegada a 320
a libra.
v$m-r- : >;#,
.310 ?m mu
a
NAFUNDICAO DEPKIiltO DO K.NGE- V Boriegunsde pelica
O

vn-
cez.
Na loja de Nabuco C. na ra No- (|
van 2 vende-se c lea Jo francez de
lo tas as qualidades, como sejam
-..-
gaspiados
'J
yf de lustre para bomem'a 10,000 Q
} Ditos de duraque dilos dilosa 10,000
,-5 Ditos ditos para senhora
Ditus ditos paia meninas
.-
NUKIItO DAVID \V. BOWMAN, *A
RA 1)0 MUM, PASSANOOlIA-
FARIZ.
ha sempre um grande soriimento dos se-
guintos objeclos lo mecanismos proprios
p.ra engentaos, a saber: moendas e meias
moendas la mais moderna construe^So; ta- ;' Sapatosde lustre rasos de 1
chas de forro fundido e batido, de superior .', sola com salto a
'."' Hilos dilos sem salto a
SapatOes de bezerro para rae-
. Sapalfiasde lustre cum ulasti-
W copara horaein a
.'.'i Ditos ditos forma ingleza a
5,000 9
4,000 Q
8,000
6,000
tei
Sualidade e de todos ostamanhos; rodas
enladaspara agua 00 mimaos, de todas as
propor^Oes ; crivos e bocea de fornatba o
registros e boeiro, aguilhes, lirones, aa-
rafusos e cavilhOes, oinbos de mandioca,
etc. etc.
NA MRS.MA rUN;)l'..'.A<>.
seexeciilara lonas asencommendas coma
superiuridade ja conhecida com a Jevida
pi esteza e com udi-dadc cm preco.
6,000
5,000
t
.000 ^
5,000 (j
runos a
.'.;, Hiins de lustro ditos
jPara Senhora
Na loja de Nabuco i\ C, ra Nova' rt. 2
atraz da matriz le Sanio Antonio, vendem-
O

49500
:;800
a Passandoo beccoda Congrogaco, do lado I
Calcado para senboras e bomens, ':
e Val las qualidades.
por tf cada um.
Vende-so no armazcm do Antonio Luiz e
Oliveira Azevedo, ra do Vigario n. 1.
-Vende-se urna preta Je 18 annos, a
lVil[rA\Tlf,Tu\ C SKSV ,,e l,U!,lU : dlrelt" em se6u"ne"to P"" o Livramcnto a I 12 anuos de Hade, sem achaques"
hgur na ra do Amor.m 33, segn lo quarta loja de tres portas com rtulos bran-1 ta ligura, e multo proprio pm servir
auua 'eos *- lleeiro : na ruada Praia, loja u. 34.
o
3
':; le
No deposito do largo da ribeira de S.
Jos n. lo, v n lom-se queijos do reino pelo
liminuto proco ue 290O, I96OO <; 1/ 1 O, nia-
ras linas do lo.I i /sqnli ladn a 360, vi-
nbo do Pori i engarrafado
ingleza su erior a lilao
a720, ratede Uaranbuoa e outras muitas
cousas tudo mais barato do quo cm outra
qualquer pane.
Vende-se um moleque crioulo de 10 a
le boni-
- Vende-se superior lima de algodSo! se entre-meios de cmbrala bordados baba-
raneas e de cores, em novello, para costo-, os de cambraia bordados, ricas mantmhas
i: em casa de outhall, Mellor & c, ra I de troco para senhora, fazenda de palha da
o Torres u 38: india muito lina .mais lina do que cambraia
bra
ra
d
Ven lem-se sarcos co'ii farinba e man-
dioca, inillioe lardos do Lisboa, gomma do
iracaly, sapatos de ISs, cera de carnauba c
palha, ludo por prego niuuo coinmn-io : no
armazcm da ra estreita do Rosario n. 29.
i a 'Uio," rnantcii! N;1 '^a ''" ''''r"1'.11' > i"1 doQueimado mem, mantas com lindos alflnetes para o-
eli/.dita franceza n' Te,",eiD"so cambraias de quadros, pa- mem, ele e outras minias fazendas, todo
de hnho Boa propria para vestido de senho-
ra, lencos da mesma oalb< da India, casa-
veqoes de cambraia bordados para meni-
nas, calcinbas decamb aia brdalas para
menin s. b s.|iiuies do fil preto guarneci-
dos le lita de velludo para senhora, ricas
Rollinbas e manguitos do cambraia borda-
dos, riquissimos lencos de cambraia de h-
nha bordados proprios para noivas, espar-
lilhos muita finos para senhora, ligas de
SO la elsticas para senhora, meias de seda
para meninas luvas de suda bordadas para
senbora e meninas, ditas de coros para lio-
drOes novos, o mais lindo que be possivel a do melhor gosto possivel e mais barato do
360 a vara, csssas I" ancezas o nii-.is lino qua une em outra qualquer paite
he possivel e de llndissimos gostos a 440,- Vendem-se toacas de laa para crian-
480 e 500 rs a vara, coi tes de largelina com CiS, dilas de lil de linho forra las de setim
112covados pelo diminuto preco de 3d2O0, chapeos de palba enfeitados para liapiisa-
ditos de org n lys co j 10 covados a 25600, i dos, dilos de seda : na loja de Nabuco & C
ninas casemlras enfestadas pspprias i.ara i ra Nova n. 2, atraz da matriz de Santo Au-
' palitots a 2-5200 o covado. ionio.
I'ugio no din 14 do correle o escravo
| de nome Francisco, com os siguaas seguin-
tes: estatura bixa, cor fula, com pouca
barba, cheio do corpo, parece lera idade do
vinte c tantos a trjnta annos, lem um talho
no bei^o, e nos bracos tem as seguintes let-
t'asl'.A S.P, um coraefloe urna palma,
sendo duas letlras e o coraco com tinta en-
carnad, e o resto com tinta azul, levou ves-
tido camisa de madapollo, calca azul o cha-
peo de palba. falla muito descansado e diz
chamar-se Felu, he natural do Para : quem
0 apprchender rod conduz-lo a ra do
1 rapicho n. 17, quesera generosamente cra-
tilicado. b
-- Dcsappareceu na noite de 21 de abril
do corrente anno o escravo de nome Floren-
uno, com os signaes seguintes: estatura al-'
ta, cor mulata,sem barba, espaduas largas,
i es grandes, rosto comprido, olhos castaJ
nbos, cabellos peKados, falla grossa, muito
regnsta, tem falta de 3 denles ra frente era
i-u dos lados do qucixo tem urna fstula
levou chapeo decouro e camisa de nscadi-
nho : quem o pegar leve-o a fundierto da Au-
rora em Sanio Amaro, quo ser genorosa-
mente recompensado.
Fugiram na noite de para 5 do cor-
reme dous escravus a saber a rea I, altura
regular, com alnuns signaes de bezigas.falla
ni.-.nso.entrennarizeaiesla fjzmodode um
talho, rosto redondo, nariz chato, fui do lu-
gar Haixa-Verde, vendido nesta praQa em 6
de maiodo corren.e pelo llvmd. Sr. padre
.Marcl Lopes de Siqueira. esle levou calca
amareila, camisa branca, um pal'elot do al-
paca, chapeo de feltro e um ciniurflo encar-
nado com chapa amareila na cintura; Bc-
nedicto baixo. bem preto, bonita figura, pc
i piqueno, rosto redondo, nariz chato, falla
! bem e muito ladino, foi do lugar de Bezer-
I ros, vendido nesla praca pela Ulma. Sra. O
Josophin.i Dantas de Atmeida, por interven-
Cao dos Srs. Adriano & Castro, levando
chapeo do pedio redondo francez, caiga bran-
ca, carnea de chita ou branca, elles frain
juntos e tevaram alguma roupa i ais : pod-
se a ludas as autoridades policiaes, capit3os
deacampoe a tolas as mais pessoas a cap-
tura dos ditos escravos e conduzi-los ou
manda-Ios ao seu proorietario Joaquim Jos
Ro irigues da Cunta na ra do lrum n. 2 >
que recompensara generosamente. '
Fugio ha um mez o preto Antonio, de
n-c.,0 Angola, baixo, grosso o barrigudo
com vestiglos bem latientes de queimadnras
nos peitos, ps grossos, falla bem a confuu-
dir-secoi.i os pretos ctioulos : quemo an-
probender lee-o a casa do escrivao Posthu-
mo na ra da Praia, que ser gratificado

a
i
PLRN. TVP. DE M. F. DE FARIA.- 1858.


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