Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06962


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Full Text
ANNO XXXIV N. .02.
SU,I MA lkl!(V 19 DE .111.110 DE 1858.
t He|
Por 3 mczcs adiantadoi 4J000.
Por.3mczc$ yencidoi 5000_.
Por anno adiantado 15J000.
Porte franco para o subscriptor.

ENCABREADOS DA SUBSCRIPC.VO DO NORTE.
Pirihib, Sr. Joii Rodolntao Sodim ; fatal, o ienhor An-
tonio Mirquei da Silva ; Aracatj, o Sr. A. da Lemoe Braga ;
Ciar, Sr. J. Jo** da Olivaira ; Maranhao, o Sr. Joa Tintn
da Malla ; Piauhj, o Sr. Jos Joaquim Avellino ; Piri. o Sr.
Juitino J. Ramo* ; Arnaiomi, a Sr. Jarooymo da Coila.
PARTIDA DOS COR REOS.
Olind* tmios 04 Ignara .tAu', Goiann o Parohitia na* MPSundut e rtla?-ffiraf.
S. -inlo, B*terrtM, K -niu. Ciruiru', Altinho e Garanhuns : na terta-Frira.
S. LourvRfo, l'ao 'l'Ahio, atarelh, Lmoriro, Krejo, |V*<|ut*ira. f>|t"iO-
ra, Flurea, ViH-i-Re'la, lina-Vista, Ouricury c Eio*, na* quariaa-IVirai.
Cabo, Ipojuca. Sorinilem, Rio FontoM, Una, Barrcico, Agua-1'rcu,
pinn-nit'ifdH e Natal: quintax-fciris.
(Tudoi oa corren parlen aa 10 horaa da ambla.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : legunda a quinlaa.
Rol.ico .- le ca fairaa a aabbadoa.
Fazenda : quarlai a Mbbadoa ai 10 horai.
Juio do commercio : iigunda ai 10 horaa a quintar le mala dli.
Dilo daorpbioa : tegundui quinlaa aa 10 horaa.
Primeira tara do eirai*; aagundaa mu ao maio dia.
tagunda Tara da mal: quartaa a ilbbadoi aa maio dia.
EPHEMEUIDES 1)0 ME/. DE JULHO.
4 Quarto minguanla aa i boraa 24 minutoa da manboi,
10 La nova aa 7 borai a 5 minuto* da urde.
17 (Ruarlo creacente ai 6 horaa a 19 minuloidi tarde.
15 La chaia ai i) borai a 44 minuloi da Urda.
PREAMAK DE UOJE.
Primeira aos 3" rrinutoi da manhaa,
Segunda aos 84 minutoi da Urde.
DAS DA SEMANA.
19 Segunda. S. Vicente de Paula ; Ss. urea e JusU vv.
20 Terca. S. Jeronymo Emeliano ; S. Klias prof.; S. Comba m.
21 (Juana. S. I'raxedes v. : S. Daniel prof. ; S. Argobaslo b.
22 ijuinia. S. Alaria Magdalena a pecadora do rvangclho.)
23 Sella. S. Apolinario b. m. : S. Liborio b. ; S. Primitiva ni.
21 Sabbado. S. Chrislina v. ; S. Francisco Solano f. '
2j Domingo. S. Tbiago ap. ; S. Chriitovoo ni.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O OO SIL.
Alagoai, o Sr. Claudino Falcao Diaa ; Babia, Ir. D. Duprad
Blo d* Jiniiro, o Sr. Joao Partir Martina.
EM PERNAMBUCO.
O Proprlatarloda DIARIO Miooil Figutlroi di Farla, di iui
lirririi, praca da Independencia ni. I 8.
ir portarla d 13 do
acharel Miguel Goncalve l.im a deroisiAo que
dio do cargo de delegado de polica do termo de
abrob, enmaren da Boa-Vista, e nnmaado para o
eimo caigo Joi Soarea de Mello Avelios.
A Jti |gff m nWIflI aV ai '" "n ''u'' ",ava ['e "" "balar di lomar parle em Disie S. Ex", que o nuniterio deveria ter trazido
fr 3LMm al I aMatk mIWaAill di.cusses politices, pois he praxi un nono parla- au corpo legislativo uro projerlo i le que regolana
_________________________._______------------------------------- ; metilo tralar-se largamente, apreciar-se em ludes a liberdade bancaria e firmassi o limites dentro dos
Q9VEHNO DA PHOV1NU1A ot tem detilhes a poliliea seguida palo gabinete a quaes leria licito o gnu* dc>sa liberdade.
Fot portada de 15 do torrente fui concedida ao "",em '* *? suprema admintitraele do es Sr pre.ideute, a cmara conhece moilo bem a mi-
lado, por occauAo da disculir-se o voto de geacas. una humilde opimao lobre a materia ; porque te-
Alin deiti circumslancia acensu caber-me a pa- nbo constantemente pugnado para que stia o paiz
. lavn nu preiente debate, em occasAo em que he dotado de ana lei que regule a liberdade bancaria
precito responder ao discurso do nobre depulado ce- reconhecda pelo co ligo commercial, para que de
lo Rio de Janeiro, que falloo em ultimo lugar, sen- algmnas das operables que podem ser aterci tai pelos
do eise nobra depulalo om dos ornamentos desta Bancos n,l i resulte damno a terceiro e ao paiz.
cmara, parlamenlar diilinclo, ora lor provecto que | Porrj), Sr. presiltnle, pode com rai3o >er (atado
aborda as quesl^es com a vanlagtm que Ihe da o seu o ministerio de indolente, por nAo (er ainda ap*.e-
gren.le tilouto e liili.h i,i li ,|ik lo l ii llie coiilieceiu. seuta lo um Irabalho completo sobre materia 13o
A cmara ja t que pra fa/er Trente a ora adversa- transcendente '.'
rio desla orden .levara Cabal a palavra a alguma Emendo que n.'i.i, Sr. preii lenta ; he assumplo
: das illuilra^des da cunara que apmaiti o gabinete. de muita gravidade, que pole lar mullo alcance na
Senhorai, o nobre deputalo combtle a poltica dn marcha econmica do paiz, e que devi ser tratado
ministerio em tolas as suas parles, em tolos o leus lempru com mulla n. ..||,,;.!,..
i del.illu". l'r.n-ij.i.iu ilo.-laran in que uem ao menos Eu u.lo posso |iorlanlo. Sr. pie.i Ionio, increpar o
! o ministerio eneculro o pensamento cordial do seu mu slerio por nao ler, emi IAo euito periodo de lis*
CUMMANDO DAS VItMAS.
artel someral 4* aotatnando dae araaai de
Pamanabacs au oldade do Recito, em 1 i de
lulho da 1868.
UKDEU DO DIA N. 9.
tela leilura das orden* do da lo quailo hslalhSo
e ilharia a po vio o maierh.il da campo comiaan
can! das armas interino, que o Sr. lioeule-coronel
ciiiflandaule deste batalhAo promoveu cabos de es-
quifa, iem o confuso dos cnumaiidanles das com-
.n,l.''"' r'*P'1 --=> :- i compromiso solemne que lom .u peranle o pan
na. 1n !i ? "."' "T M,^iu *'" ""! ao eucrr^.r-M da suprema adm.mslrac.ao do es-
p;ii e mo pistos: .I.-, im se acharara vagos o t 4
V-.1JLTV! -4! "''?"" V""*" P'l' d.';;'li"a .\s'di.c.soes que lera batido neta casa, o lar-;o
,'."""3n^oU; <"! "npanhia. o d.reito ^ uam dovl la algaraa no etpi-
VSSSTkTJ 1devo"ld, ao comraH,"Ja",t'.rllo'1|, cama a, el.rAosMn.luv.da levado ao pa,z ,
ti"*!;.*: ^l16:"?- ".'-'," J^'">J cuvicc.Ao de qua o ministerio ten, muida lielmen-
aaipanhlas c iiiniiii l.i las, nAi pelos eapiles pro-
pelarios aos qmes a lei da' a direito de propor o
iieriore, mas por luballernoa a ofliciaesrelormados.
te essa poliliea. i.N'Ao ipoiadot a apelador.). Os nAa
' apoiados de alguna nobre* .le|iolados significara aps*
opporlunamenla A discuisAu. Acredito, porcm, que
aa diiliruldades mesmo do assumplo lm impedido
que a illnslra commitsAo da commercio, industria e
artes apiesniti um trabalho...
O Sr. Jorres llomcm : Apreienlou um no anno
pro iiio passado.
O Sr. Sergio de Macedo :(Jue foi assignado pela
ni .i ra de duas comroisses.
O Sr. BarAo de Man :Permutara os nobres de-
puladus que llies pondere que ei-e projrcto nAo con-
nal que em aljamas e em mu poucas localidade< Iinha nenhuma das condi>;oes ou bates esseneiaes
a.aiVer no nlo asse I.rcm no esuir da "g, 11 ""ncisf poden, ler l.do lugar qae, n. opimAo d. I que deven, preencher U in.l.U.ico.. bancarias.
araioes, por nao asseiil.ircm no espirito da legn- ss_ K ,.,,.m ,,,.,,- -mn,.l. no. : ili I.,,,.. ii ,. ._u. ..i______..
lal i citada ; porquauto ourlig) 8 do capitulo I do
r.-ulaienl.j, nao azen lo etcepc.l > dos cabos a ni
pcadas, que naquslla pica er.un cun (lealos co-
m pollos e nAo pravas, e tratando smenla a provi-
Ai dos ulliciaes inferiores, cuja provimenlo loruou
den lente de proposla dos cumulan Untes de com-
p.irii.is, imiii a eiccpcio de poderem os ehefei da
cotos destilui-los d is postos p-los meios 'stabelaci-
closse dentro do praso de II) dias mostraram in-
hbil e iurapazes para o deiempenho > tuai tunc-
; em ibililulcA), aarn o consenso dos respectivos com
auantes de companhias, he obvio que esta provi-
eao ; iieuhurn modo derrogou o ait. S do capitulo
IJ d regolamento de inLuitaria na parle que traa
do povimento dos cabos e anspec^alas, lb proposta
doj omiiiaii Ijnle- de cumpinliias, que imle ditado
-- .mam ale hoje aem que Ihei fosse conleslado.
I iina-ie anda eise direito nas conveniencias do
rvp, vista que os coioinan lanei las eompauhia-
Ao o ni n- habilitados pan couheccrero de capaci-
ii i lulos individuos que devero deieropanhar as func-
(liesle aospei.-a las a cabos qui se pa lem chamar de
tirocnios, e sa a le quer que o pastos de otK-iaes
infeiores sejam preenchi lo, s |iropolai doi com-
raaidanles de compsnhias, sera duvila pela razAo
que iea apir,li 11 uA i he Coiisequeiite etcluir le-Ia
regr auspa;adas e cabs, e tem se-ia plausivil qae
pnvdoi os caminan lames de cor pos de podereiii a
seu rlnin.1 promover olliciaes inferiores, li'assem
cuno direito da promoverem os cabos e aospetadas.
SS. Eic*., conlranem o programm aroiuislerial; po
i rem, Srs., sejamos justos, um ou oolro fado que se
. tenha dado em al^umas, e mui poucas provincias do
| imperio, nAo hasta para desvirtuar a Ii leudada com
queo programma lena sido evecutalo ; uas discas-
I lrs Ii ni 11-, apenas ora on uuiro fado foi (raztdo
I so conheciinanto da casa, que, amia explicado* pe-
I loa honrados inembros no sentido das opunes que
i professem, podein servir de therna para irn-
| pugnar o petiiamento administrativo de mu poneos
dos presidentes, das provincias, e etplicaios pela opi-
niao contraria absolvem esse presidentes de qaal-
quer censura.
A vasta mainria da ramara, iiicluiu'o mesmo
muilos dos nobres depulados da opposir^Ao, reconhe-
ceram que as provincias se achnm admin.liradas por
caraclere honestos, esclarec los, que lem procurado
bein co.nprehiuJrr a poltica que forana iucumbidos
de t'vtrot i,.
Ora, leudo islo verdaJe incoulestavrl, como sos-
O Sr. torras 11,mera :lie outra queslAo.
O S Uario de Meu : \lt o poni qui eslou
di acabado.
O Sr. i'orre II.intu :Apreiealoo um projedo
cora as mas ideal.
O Sr. II ir i de Mau : Eslnu obscr rando que
uina das coiurais-es da casa foi encarregaila pela
cuui.ua de dar o seu parecer sobre algoinas ideas que
Illa foram luhnitllidas a respeito da malcra da que
se traa, e que essa coromiiiao anda nAo pule apte-
sinlir o leu luminoso parecer.
O Sr. Torres llomem : Mas aprsenlos oulr
projedo.
O Sr. BarAo de MaoA : Peco licenca ao nobre
depulado para uizer-lhe que o pn.jeclo que foi ofle-
reci lo a'considcrajAo da cmara se alguma relacAo
Iinha com esse ohiedo, era inulto pouca ou minio
remola Iralaya-si enlao apenas de regular por lm
a divi'Ao do capital das sociedales em commandila
por acces, e o euierlo a que se referem os nobres
laular-se nesla tribuna que o ministerio nao lem depuladoi nAo Iinha muila a|iphca{Ao nessa lei.
preenehido esta parle de seu peusamenlo admini-
Iral.vo ?
Seuhoras, as flores de rhelotica, a argumentacAo
que o talentos inais conspicuos podem empregar na)
lem forca sulli:.eula para contrariar a veidadl dos
(acto'.
NAo era possivel, Sr. presidente, qoe a poltica
lo naioiiteriu agradasse a todos ; seria um deside-
rtum anida nao a agido, anda n.i.i presenciado
em iienhar paiz do mundo, em neuhuraa poca
------ .v ni iiiuiiivitniii i's itiior; riy- rc\ |\l'.', *' I
Alosa Da procede a r.uA de nAo talaren ai com- WJ"*** alguma de qn.lqaer sociedade or-
panl.ii coininandadas pelos rroprietarioi, porque
se d vera considerar cuno commnilaute', o olliciaes
queaidirigiren, sejam ellas subaliernos ou relor-
IIM'JS.
Par astas cooiilara^as delermiin o marechal de
cam o comrhin (ante d is armas interino, qui de hu-
ra ea liantt ;\> vagas de ampieladas e cabos lejnn
prteiehirlas sb proposla d s respectivos eoramau-
dauls das comp.'.ulnas.
francisco Srgio de Ol'Veira.
Coiformi.Iloiaeio da Gu ajul.nti de ordena enrarregado do delalhe.
ORDEJI DO DIA N. D3.
ti narech.l de campo corara m lauta ds arm rs in-
terno determina, que no dii I.* .le ago lo proiirao
vin valiaria e do arlili-es desli provincia ao avilo do mi
tillarla da guerra da -Ji> de janhi ullirai. abano
irm.-ripio, devenloos s.miIi ires c i .imn laules des-
las oimpanhias na crear^ao dos cnnselhos ec inouii-
cas ib que trata o calo avi ache tulir.i de l">>, dan lo de lulo parte circumstanciada ,
do cuartel general
O mesmo marechal de camp faz pnblica para co-
nheeiinenlo da gnaruii;Ao e devulo effeilo, que nos '
leraai da imperial renlui-Ao de 17 de novembro I
da IHV2, r-iiiirii.iiiie.il dita pira lervir por tre
amos ua mudci do nin b talhAo de infanlaria na
qoai la le de mtica; de primeira classe, opiisnio
Juaciiun l'ilicarpo da Jasas Biuleira, que percebe-
ra'in los vincirn-ntis que por lei Ihe competirn),
o pernio de I.Vjyijo p,g1 na aouformidada di que
e ach disposlo no uri. (i d > regolamento que bai-
i iu rom o decreto u. -2171 do I.- de maio do cor-
rerte anuo.
AVISO.
Roda JaneiroMialslario dos negocios da guer-
ra en 2ti de junho de I83.
lira, e Ezm. S^. leudo S. M. o Imnerador ds-
lirinnado que para man regular e proficua admi-
niiliirAo d.s companhias de .irmicei e de cavallana
desi. provincia, sa estat?|rc,a era cala urna dellat
un cinsellir) eiouoinieo, obiervaudi-se para a crea-
cao lita mesmos e ejercicio de suai ranete*, o que
se acia preicripto a "ni llimle r'spe'lo no regula-
meaj approvalo pir d-crel n. Ki'J di (i de uutu -
bron ISii : assim o coiDinuuico' a V. Eic. para
seu 'onh*ciraento.
Ifeus guarde a V. E-. Jeronymi l'm-isco Coe-
lli'i. S'. presidente di pruiincia de Pernarobuco
(iignadu.)Francisco Sergio de Oliveira.
Onformo Horacio de GusmA i Cielho, alfcris
ajaiaule de orden, en \irre_M lo do dtl'lhe.
ganisa la, onde o pnucipoda liberdade lera alguraa
vi la ; o que porcm se nAo pole tugar he que no
poulode visla geral, allmi leu lo-se ao completo da-
me li lai e acl s do ministerio lem elle sem duvida
preenehido o alto prnsameuto da cania e as conve-
niencias da actualidade lo paiz, cribando com a ge-
i ocrosa haiidnia da cjnciliac,Ai e concordia a todos
. os Brasileiri'i.
NAo era pouitolf redo, qui o concurso uoaui-
i ule das opinies acnuipauliasse o ministerio ; seria
iiTEMiaa.
por aitlm di/.r, a natairr/.a liu-
maoa.
A diversidade de opiniois he da essnncia ila nalu-
re/a humana ; he islo uun verdade lAo conlieci la
q4ie dispensa eaplicac/ie*.
N'eiii talvez, Sr. presdanle, seria conven enle
que contiuuasse o paiz as circiimslaucias om
que o tiraos visto march ir de al-un lempo a esta
parte.
Essa pu.irl i en por eua nalureza eirapcional :
foi ama posic,Ao creada p.-lo Irlonpho de cerlas ideas
qoeio paiz auhelava ver Iraduzlas erq lii.
Lina voz :triuinpho sobre o que '.'
11 Sr. liarao di Maua' : O o pair, teohores,
auhelava a liberdada do voto. Era ora peniameoto
queocrupiva a itt^ncAo na i s0 dos legi'U1ors do
|ia-z, mas de luda a unorensa branleira. (Ansiados.')
Cun a lei dos circuios c mseguio-ie al cedo pon-
to esse impdante dasileratum. lvs-ah urna i lea ;
eis ahi uni iriurapho que a maiorta do paiz alcan-
cou. e de cuja conquista resal >u a calma dos eipi-
riio*.
0 Sr. Aranj i Gii-' da' uro aparte.
O Sr. Bnao delfiaa'i Nao compreltendo o
aparte do nobre depulado.
Jamis fac i allo-Oe-, etprirao-tne lempre rom
franqueza sobre quaisqoer materias am qae leuho
de emillir a iinuli. op niAo.
Eu diie, Sr. piesidenie, que lalver. nao convies-
se ao< niteiesiei pblicos a conlinuac.lo do estado
U Sr. Torres tlomsm : Tralaious das coii'.lir.ies
da liberdade bancaria e da emissAo.
O Sr. Baro de Maua' :Uniendo, Sr. presideule,
que ene projedo nAo continua as dispusieres que
poderiam, coiivir a' liberdade bancaria ; cunlinha
apenas mu peusamenlo de anidado bancaria (ipoia-
dot), que o paiz lodo reprova. Apoi idos.
O Sr. Iones II miera : Islo he quo he dillicil
tenlicar.
O Sr. Sergio de Macido : E que nuuca so veri-
fleo u.
O Sr. I -. i r .i de Mua' :NAo posso poil increpar
o nobre ministro da la/en la por ainda nAo ler Ira-
zido ao coipo legislativo urna lei b'iicana
II 'i diisa anida o nobre diputado que u nobre
ministro da fazou la enmervou o arbitrio do mono-
polio acrescenlaii lo-lhe o palionalo.
" Sr. Torres IJom-m :Eu nAo disse islo : disse
- 'ii'uie qi.' se dsitiva a polla aperta ... NAo uu-
vnilos o resto )
II Sr. BarAo de M iUa' : As palavras qoe live a
honra de ouvir ao nobre depulado forara as quo ca-
bo de pronunciar.
Sr. pieiideute, he ainda rsla urna das mais graves
ac.-uiaces aprsenla las pelu nobie rlepuUdu. NAo
rao alargare) nimio nesle punto, visto que o nobre
depulado ietira as tipreaidte....
O Sr. Torres lloinim :Nao retiro as eipressrs,
|io que as nao profer.
O Sr. II na i de Wao' :Eu Iinha ouvido, ou pa-
recera-ma ler ouvido eiaai palavrai ao uobre depu-
lado ; alnm disso, tejo-ai liansciiptai em ura et-
Iracto, muilo habiliuoula fcilo, do discorso do no-
bre depulado, que apparaceu hoje u i "Jornal do
Commercio.
Mas, Sr. presi lente, .no'a mismo modificado,
como acaba de o ler, o pii.sameulo do nobre depu-
lado....
O Sr. Jorres II untm :Nio foi modifica lo : he
lal qu.il, fui pronunciado hauleui ; te fura oulro,
na i i-iia iluvi la im repeli lo
O f -. II na i de Mana :...conten urna dai ceu-
MMI m.iis graves.
ij iaes foram, Sr. presideule, os acloi do nobre
luiuislro da I /na relativamente a' incorporadlo
di ilducos. que u sujeilassem a 13o grave aecusacao?
O nubte rain.stro da faienda apenas appruvuu
cinco Bancos.
O Sr. Sergio de Macado ri-se.
O Sr. BarAo da .Maua' :Um delles, o Banco A-
ipparenle de fusAo dos partljol, por" que lainhem g'icol, foi reclamado por quns. todos os municipios
entinto que he da nalareza e da essencia dos gover- da provincia do Rio da Janeiro. (Apoiados.) Tete
nos rtpreseulalivosa existencia dos partidos, que nAo
s.i i nutra cousa raiis do que os r'preseutanles das
ideas diTenaa qu- sem duvida emilein, e en lirio
seinpre, sobre o mol de lafifaaet as neeMildada
do paiz ; d.ilu resulla o choque da- opimoei ni dis
cusioes ; iiesse clnique resulta a verdad), e do cn-
arigem em inllueucias legitimas e muilo legitnoas da
lavoura desia importante provincia. Apoialoi.)
Seria por ventura, Sr. presidente, em referencia
a esse Buico que poderia ler applira^Ao a allusSo
do nobre depulado '.' N uguem o dir'.
O Banco Agrcola, Sr. presidente, fui nina inili-
nlirciinento da verdade origina-si a proinulgacAo dt : lajlo de crdito reclama la com milanria, pela la-
rssi lales sociaes. yoora e por potoaettea imporlanlai da pi
KIO E JANEIRO.
IVM.RA M8SIS- DEPliTAHS,
SSSSAff EM 21 DBJUNUO DE I8.8.
'residencia do Sr. titeonie de llaepenij.
SEGNHA PARTE DA ORDEM DO DIA
Iteeposta a falla do tbrona.
.outinu a diseustAo do prujicto de rciposta fal
lado lliinuo comas emendas apoiadii.
Acham-ii pre eutei lodos os membras do rai-
Di.leriu.)
) Sr. I'resideute :Tero a palavra o S'. bario de
llana.
O Sr. liaran de Mau :Sr. prasilenle, he sim-
are com grande acanhamenlo que cu me animo o
timar a palavra nas dis-u--.^s deita cmara. Esta
a-anlidmeiilii sobe de ponto uesta oceanAo em qae
iinho de lallar como que desviando-me do proposi-
original DO Diario o pfnamoucq.
1S UB Jll.II DE 1858.
Tclegraphia electriza.
A tova phase de progresso materia1 em que in-
Irm i humanidade, e que he um loa caracteres
mais citiinclot do seclo, le lera igualmente iiiiin-
fl idt enlie.iio-.
O c-oiinhi de ferro que he ama da> iuiciares
mais evi lentes desie grande rtiuviiiieiito, ja' lera le-
cehi.o varias ai-plicacies nesle imperio, e os seus
ma^iuflcjs resultados sao iiiconteslavii*.
AcUalminle alguna espiriloi se preuceupam com
a> marttilhai do lelegrapho elctrico, complemento
lgico do caminho de ferro ; o govern* geral ja' d-u
o primeiro passo para a reatisacAo desta medida, in-
duindo no orcaaaonlo de estado onia verba para
*sle fim ; e iiltiiauneiile o corpo do commercio do
Km de Janeiro requ.-reu a' cmara dos dcpolddos a
rtalfnijJa da idea.
Nulas cirrum-l.iucias, pois, nao sera' fra de pro-
posito entreler hoje u lellor rom esle a dn-ilie em retamo a hiiloiia deaia umaviihosa io-
veiw;ao, qotdevemi a orna hbil pinna :
Hablante plumero d'um ponto perdido na vas-
ti lao dos mondo-, qoe o ata pewanranla polo abra-
car. a cuja carrea he inlinila em re.rao a' sao ;
lem o homim >or inimii^os naturaes o lempo e o ta-
pacn ; e soh cerlo poni de vista, cada progretl i da
aitiliiaedo pio ser cindcrado como urna vanla-
gera oblida sobre en! implacaveis adversarios.
Verdade he que at boje a civilisasao anda u3o
lei, era -ali- .rao das uec
lie neslc senlid i, Sr. prisi lente, que eu dissi que
nAo -o ii c inveiiijiilc a conliuuaca desso e-la.lo de
apparenti fosAo de i 'cas, que pireceu se-guir-se a'
promnlgac.il da lei dos circulo--.
Sr. presidente, se no qoe loca a' pide poltica,
propriameute fallin lo. o govrrno nAo se lem afas-
lado da marcha que a si mesmo trac, ra ni lmelo
de sua a lininislracao, tambera na parle finaneiira
entendo que lin acorapanhalo. quaulo as cirruiiis-
lancias do paiz lli'o lem permillijo, o peusamenlo
que enuncia'ra.
Disse o nobre depulado, a qoem lenho a honra
de responder sobro asta tpico, que na parlt flnan-
ial o ministerio airamaca'ra r. fortuna do paiz por
entre pingos, dando assim moslras da mais ceusd-
ravel inenperieucia.
O Sr. Sergio de Macelo :Apoia lo.
O Sr. BarAo de Mau :Sr. presideule, nma pro-
posi{ao desla nrdem Oeveria ser acnrapsnhada de
um lame hem del.Ma I, de fados que a sostenla<-
sem. Permilta-itie o nubre depola lo que Ihe iliga
qoe por entro as Dorii de rhetoriea qoe se nolm no
brilbanli diicarso do nobre depulado qui livemos a
fortuna de ouvir, no ene.inlro os fados em que le-
melhante propusijAo deveria ser apelada. Apoiadoi.
Na falla di fados, pomn. Sr. pretidante, o nobre
depulado abandoa em declamar;oei .ratonas, e ae-
cusou o ministerio tambera pelo que nao fea.
frz conquistas direelai sobre Lies adversarios, ainda
nao almigou a cuna dursi.lo da vida humana, nem
iiiini-irou ao b iiiieiu o mtio de se Iranaparlar para
fura do globo em que habita ; e al devenios eonfea-
sr, qot -eini'lii'ii.t 's iir.lenses, apelar do seu alio
gr i dt poaaibilMado icienliQea, silo lides, como ie-
malada loucura pelo vulgo profano, que i<> acredita
niquillo que vo.
Na falla porn*detiei Ir iimphoi directos, oolras
couqoistas, que p ir ora utlingem a um resultado
aii'logo, te ni assigualado a n.aicha da eitilieacjto.
Qoanlo mais o liomem su afasia da barbaria, lan-
o mais te completa a sua eilstincia, a lauto maior
lie a semina das srnssC,Aes que etpernnenla ii'iim
temp dado porque por um lado, adqu re elle o
indo de vencer mais fcilmente as dutanciat, a, p;r
oulro, so acha, em virlode di vi la social, mais im
contacto com as diversas f-nle de sensacois.
A eitiaatla nAo lem ifuiiado os eslreilos limitei
da lus^a eiistencia, mas nos ha pir.nittido empri-
ga la y^e modo melhor ; nA i mis perimtte f'zer e\-
cursOrs nos globos esliaulios ao nosso, nem nos lipa-
eos inlermediarioa ; mis pe-inille-iios conhteer me-
lhor esla Ierra, linda lio grande em rel.irao a nos,
que apenas so Iba podemos parenrre urna fraccAo im-
perceplivel.
Os lllesraphol elect-ir.is, t'ses c.irreio: atriol,
r|up, n'uin lempa qu ..a inapreciavel, letam is mais
longiuquas dislanciaa os signaes repreatnlalivoi do
peusamenlo limn no, i.ii proprlimenti I H ndo,
n icidoa honleui, porque nao ha -io-Ioi amns que
elliii foram empregado*, re um modo regnlarf na
IrausmissAo dos dcspa-lios leiegraphiros ; mal [ara
acharlos os primeiros insaloado peii-amenlo que
lins deu exiilencia, nos davemoi rimontar arai
mal remota.
Em 1771. inii-o depois la de'coliirla feila no CO-
micja do XVIII mcoIo, daa principies propriedades
da electricidade e da dfslincrAo dos Corpus era hnni
jcondaclores e nins conluclires, um sabio da Ge-
I ntbra, l.tiage, leve a idea de empregar em Irau-
. ruvincia do
llio dt Janeiro ; e pulanlo devo crer que a sua m-
curporac.io eia uina necessidade publica bem re-
ino.i-i a la Se pois a e-le Banco nAo pode ser ap-
plieavel o leiisamento do nobre depulado, pergnnto
ru, le lo-ha por ventura aos qualro pequeo. Ban-
cos das provincias ipnrosado' pelo mimsleiii ac-
tual '.' Niugoein o dir1 lmbela.
11 eilaloloi do Banco approva lo para a provincia
onde live a fortuna de nasrer, Sr. prndenle, foram
apreseuladoi a' eontideri(lla do governo imperial
pelo menos qunlro aun is antea da poca era que fo-
ram approv.idit. Apelado-.) Desde eulAo eonalaa-
lemeuie se ouviram queias daquella provincia con-
tra eua InsitacAo do goveino era o approvar. Na
capital da minha provincia, Sr. presidruie, nAo
funecionava inililaledo alguma de crdito, entre-
tanto qiit he uina p ivoajAo de 20 a 30,01)0 almas,
que l*m esse commercio interno e t&leruoja'dt
glande importancia e valor. Apoiados.)
He poii liinbem claro qut a esla insliluic,Ao de
crdito nao pn le ser applicavel a censura do no-
bre depulado, visto como fui urna necessidade pal-
pitante de uun dasiuaii un orl-ules provincias do
imperio que es-e acto do ministerio satisfez.
Conseguinleinente, se a esle tslatoloi nAo pode
tambera ser applicavel o pensaminlo do nobre de-
pulado. perguntarii ainda ie ha ao Banco da Ba-
ha, se he ao Banco de Pernemboco, se he ao II m-
co do Maranhao que pode caber a censara gratt
miltir despachos lolograpbiaaa esle pod-roiu agente,
cu 11 celaiidade oe Iransrnissao se replate onln in-
linila
11 (eleerapbo imaginado por I tsane, e que foi
evcculado em ponto pequeo noa arretoie- de .Ma-
drid, era dt complicaba i eilr.iordnana, em cnin-
paracAo aos que acloalmenle itiltem ni Ingli-
lerra, trinca, Allemanhs e nos Estados-I nidos do
Norte.
II itia para cada tima das lellras do alphabelo, um
fio de metal ensolto i/um i materia isolailora e 24
eleclromolores repre-enl iv.iui cada um un a defin
lellras.
Foi ainda na llespanha que, vinte aunes depoie,
o doulor Silva ron-lruio, em maiotes diinen-es e
segando is indicees do pbyiico alleiiiAo ileiser,
oulro lelegrapho, qm lmenle difeiia do preceden-
te, em quo ai Ittlraa, em lugai de serero represen-
tadas por eleclriiiiieir.i, erain verdadeirai lellras do
metal, Hiicru-ii 1 s n'uma meil de vidro, c ne'ti
caso, o de-parho e trnluza poi urna serio de ais-
eai el-rtiica* cutre os lios e as dill'crenles lellras, ei.i
vez de se tradotir, como no primeiro caso, por des-
vio dos eleclroroelioi.
A descobeila da l'ilha, inventada em 11-00 pelo
i italiano Volia, n;lo causou mtlliora alguma nos le-
legrapboa eledricoi, pola nAo ie podo chamar me-
Ibora o lelegrapho elctrico imaginado por Somme-
. ring, que te funda ni propriedi de que lem a eor-
renle voltaica de dccmnpor a agua ; e anida mais
complicado que us precedente*.
All m foi neces-ano qoe a desi-oberia rio eleelfo-
magneliimo, feila ein IHI'J pelo illnslra director da
escola polyleehnica de Copenhague, o aliio Ocu-
lel, e a do multiplicador elctrico, feila pouco de-
pon por S-hveiger, que Ihe deu o seu nouie, vies-e
arrancar o lelegrapho elctrico dos gabindcs de
physica, i, dando-lhe um valor lodustrial, colloca-lo
na lara estrada da especolacSo.
No auno immeilialo a asta giandi diicobtrla, o
celibrc Ampcre cotnprehcudeu imuieJial'iuieutc a
que o nobre depulado irrogou ao nobra ministro da
fazeoda com soa allusAo a patronatos.
O Sr. torres llomim :NAo apolado. Ja dei as
ei.plicac.oes, o o nobre depulado nAo lem o-direilo
de insistir ultribuindo-ma aquillo que eu nao dille,
O Sr. BarAo di Maua' : nobre depulado ape-
nas derlarou que nAo disse qoe o nobre ministro
proceder por patronato ; m is sim que abrir a por-
ta para que se pudesse pensar aisim. Nislo mesmo
exisle uina censura, e censura muito grave. (Apoia-
dos.)
O Sr. furris liomem :Nia aflirroii.
O Sr. BarAo de Maua' :Siiiliorea, quando se
enuncian, propositos de limauho alcauc contra
um mimbro do mioisterio...
O Sr. lone< Hornera :Oue he inviolavel, lobn
0 qua| nAo sa pode fazer censurai !
0 Sr. Birau di Maua' : ... he preciso acompi-
nha-hs de provas, e os am'goi do ministerio que
oui un essai ceusarai tem o direito de pedir que
ellas si eihiham (apoiadoi), e de enlrar na analvse
dos aclos a qui poderiam p hventura ter applicacAo
simelhanl'S ceu-ur.-. tpoiados.;
Tenho demomlrado, Sr. presidente, que nao be
applicavel neiihuin dos Itlicos approvados pelo
ministerio actual a alimAo do nobra depula 'o ; se-
iiieliiania idea uAo lem apoio algum nos facloi. :
(Apoiados1.
Disse amia o nobre depulado, Sr. presdanle, qui
ministerio actual encontrara no paiz urna insli-
tuii;Ao di credilo, apoiada pelo Estado, que satisfa-
ra a lo i, as necisiidades di crdito que te podan)
lenlir na capital e nas provincias.
O nobre diputado, mili ponto, permita que
Ihe diga, nAo pude ier juiz lAo rigorosa. A necessi-
dade da incorporara; da initiluicei de endito qui
ai pruviueias lem redamado, lea' iem duvida rai-
Ihonneuli apreciadi por illas proprias do qui pelo
nobie depulado. \,n.il .
O Sr.Torre liomem :Eu Dio diese palavra so-
bre eta qiie O Sr. BarAo de Maua' :Estoo me refirindo ao
eitraclo do discurso .lo nobie dtputado publicado
no o lom il do Commercion de hoje.
O Sr. Ministre da l'azenla:Ahi esla' porque :
eu ndo padi a palavra hoje para responler ao no- i
bre depulado ; espero qoe appareci publicado por
it.leiro, e corrigido o seu discurso.
O Sr. BalJi de Maua' :Disse lambem o nobre
idepolado que o mlnilerie anconlrara urna mulli-
.1.' o de projectos de initituices anlogas, pandeles
da sua approvacA i.
O Sr. Jorres liomem :Apoiado ; islo disse eu.
O Sr. Batan di Maua' .Paretendo re-ullar da-
hi a idea do patronato que euunciou por leiem sido '
approvados uns e demorada a dicnao miui-liiial a
re-peilo de outros projedos.
Sr. presidente, aa nao duvido que om oo mflitos
prnjeclns possam exislir na secretaria da faienda
lohrt incorporacAo de llnicoi, e mesmo cum pare-
ceres do cnu.siilio de estado ; porin disto nAo se p-
i de concloir ama censura por lerora lido solurAo fa-
1 voravel eeaaa prelcnr;oes. .Apoia'o-.
Ende elles enste mn que mgociautes de todo o
ripeilo da provincia do Para' me encarregaram de
apre.enl.r a'c msi leratao do gabinete ; a ja sea
cmara que sendo l'araense o nobie ministre da Ti-
teada, lindo portento ura inleresse, por as.im di-
: zer, immidlalo em favoracer a provincia onde n-s-
c"u, nAo llenarla de o contemplar no numero dos
qoe approvoa, >e o julgasse opportuuo.
lie pois claro a todas as luzes que nenlium moti-
vo reprovado pole ter influido no mi... slerio para
approvar os estatuios de algumas in-liluii ei de
credilo, a deitar de appruvar os de outros, e que
ciiiiseguinleiii'iile a ren-aa do nolire depulado a
este respeito nao lem o menor cabimento. .Atina-
dos.)
O Sr. Torre II.un ni :Nao liz cantora alguin i
ueste terreno, tomo a dec'aiar i-la pela terceira \e;;
nial se convm ao n bre debutado, para a sua ar-
. gunieulacao in-i-tir, continu.
O Sr. B iic de Maua' :Ao patio, Sr. presiden-
te, que se Irroga censura ao ministerio por parle da
nppusir;Aii por nA i ler approvado outros Bincoa le
menoa aiiim o eompctpendo), levanta-se ura grito
de guerra coulra o Banc i approva loo, que na
phrast do nobro d'polado sao cama ai de pa[iel que
se ic-oraulam na circnlajAo, e nAo obstante, Sr.
presi lente, o nubre depula lo, com notavel conlra-
dicclo, noi disse honlem que S Esc. o Sr. minia-
tro da fazmda, quereudo augmentar a ma-sa circu-
anle que servia s Iraneaaedei do pair, cora a ap-
nrovacAo do Canco {'. inuierc I e Agrcola, nAo lo
n i alcinc. ii e-le liin. i-uiiij antis a creacAo disse
Banca poduzioo lleilo opposto, islo he, Ironie on
poda trazer a dimiuuicao da maua circuanla. C>eio
que n iioh-e diputado enunciou ela proposicAo :
qoe na i pudendo o Hinco Gommercial e Agrcola
emillir seuo ua razAo do duplo do fuu lo dispo-
nitel...
O Sr. furris llomim :Na hypolhese de nAo os-
lar caucionado.
O Sr. BarAo de Maua' :... e estando o Binco do
Brasil aulonsado a emillir na rezo do triplo, o re-
sultado desla dilferenca de forjas tmiisories nas
loas InstiluicM era dim.nuicao em vez de aug-
mento na circular....
Mas, Sr. presidente, o nobre diputado aqu es-
qacceu-se de um dus argumeulos mais fortes de
que a .Ilustre oppusi;Ao te lem servido para hosli-
lisar o ministerio no que leca a' orgautsacAo dos
Bancos.
A illuitri opposicAo tem suslenlido que o Banco
Commercial e Agrcola nAo (em as nloettarill ga-
rantas, porque pode emillir contra ttulos garan-
lidos pelu Estado al a importancia do talor desses
lilului.
O Sr. Torres Humera :NAo estando caucio-
nado.
O Sr. BarAo de Maua' :Essa proposicAo do no-
bra depulado, perianto, se de-lrue a si lue-uia.
O Sr. Torres liomem :Aceile a enplicai;ao qm
acabo de darnAo oslando caucionado.
0 Sr. BarAo de Maua' :Desde que o Binco Com-
mercial e Agrcola pude emillir nao n na ra;Ao do
laplo do seu fundo di-poinvel, porcm anida urna
omina igual ao capital realindo que se adiar re-
presentado por apolires da divida publica ou aree*
garanllda pelo governo, comanlo qn> ,, eimau
total nao eiceda ao fundo do Banco elleclivainenle
re alisado, he evidente que a restrircAo quo o nobn
uepulado enierg n dcsapparece.
O Binen Commercial e Agtenla, Sr. presidente,
jamis commellera' a imprndeoca do emillir na ra-
lAo da totalidad* do seu huido representado > i
plices oo acedes de Mirada de firru; i nrom sen.
dovida o I >r-\ em uina propurc.io conveniente se-
gundo o -I .1 i da praca. E ainda eeslm he para
mira claro que a emissAo que esse Banco fuer re-
presentada por apohees ou accOes garenlida pelo
governo, addicionando-se a emis-Ao que l.ver de
fazer, e que all'eclivamenle faz representada pelo
fundo disponivel em coi.formida-1e dos seus estatu-
tos, u.'i.i pode importar urna restriccAo, porcm anles
algara augmento na circulacAo, ero addilarointu a
que exiilir em nolai do Banco do l i-il.
Algum augmento digo eu. Sr. presidente, na hy-
polhese, sempre lalva, de que suas mitas sejam bem
aceitas a haja necessidade dellas na circolatAo, pon i O Sr. Franco de Almeida :Portinto ja houve do sea meio circulante, ufa hesitou a casa Man am
nao me cansare, de repel.r, nao hasta a faeoldade mais quero enlenJesse asiim. ir alora. Nlo me contentii em sacar pelas quanlia
de podeiem os Beos emillir al am mnimo de- O Si. BarAo de Mina :Sr. presidente, propoii- i s bre qae o govirno efTedivamente nos garanta de
signado, he necessario que baja Iransacces, qae t-Ots deisa ordem nAo podira sir pronunciadas no' um prejuiz ; lacamos quintil avullada par conta
eiislam valores era circula;ao, que venham a lies recinto desla cmara, sera fazerem graudt mal ao propria, psra qae o fim se conseguase. 'Apoiados.)
eslabtlecimeulos em busca do seo repieimldivo paiz. j O estabelecimeato bancaria deque sou ehefe iceilou,
para reahsar-ie a permuta : admira, Sr. presidente, O Sr. Franco de Almeida :Pelo menoi he pn-j por lauto, riscos de alguma importancii, na realia-
qui honiens eminentes, de reconhecida llusIracAo, ciio diiniuuir-lhe a impressAo oa acabar com {Ao dsSa operacao.
conlnuero a sostenlar que os Bancos podem mullir ella.
qiunlo quizerem e crear ailira uina superabundan- O Sr. Torras liomem :V. Etc. ail combatin-
ca ficlca di papel. Deide qae os eilabilecimen- do o que eu nao disse.
tos b.iiii arios teuliam obrij ic.o rigorosa de pagar O Sr. BirAo de Maua : Estoo me referin lo ao
A vista as uutas que eroillirem, tal hv pnlhisi he eilracm do diseono do nobre depulado, publicado doi honrado! membroi qoe os lera fautasiado :
luadiniinvila peut enorme da fallencia he, ese- no Jornal do Cuinmircioii. e tenho cerlezi de ttr I optracAo Iinha por cirio ura alto v.lir moralpara
O Sr. Tirre liomem da ara aparte.
O Sr. Barai de Mao :Esloa deroonitrando qae
os lacros que st figoravam traria a operacao de cr-
dito A casa Maua mo existem -euai na imaginacAo
...o,,,,,,,,,,.,, ,.<..,. enorme oa laiiencia ne, e se- no jornal no (,ommarcioo, e tenho certeza de ler operacAo Iinha por cedo ura alio v.lir moralpara a
ra sempre correctivo enicaz quando se tratar de ouvido a palavra rbanca-rolao proferida pelo uobre -casa Mau.e foi a isio qae eu altendi.ilm do deseio
Hincos de grande rundo qui lenham um papel im- depulado. que seinnre mi acomp.inha de sir til ao mea
ponaule a represeular nas pracas iro que futicciii- O Sr. Franca di Almeida :Eu laiubim ouvi paiz.
essa palavra.
lie todava pusiwl, Sr. presdanle, que a caa
Disie ainda o nobre depulado que o Banco Agri- O Sr. Barai de llana :On, ten lo ea omito te- bancaria reais algumi'inlereie picuiiario'poreflei-
o mellfaiiles eipreisis em referencia praca do R o lo de.sa operacao ; mas, com j dissi, depende uso
luciar-me
ue hi lo- i iucerto e eventual seria uro incentivo para ioduzir-
cula foi aulorisado a Urecar'inil nulas por notas d
Banco do Brasil.
de Janeiro, nao pula
que o de- nos a actuar os onus de semelhanle operacao.
Eu disse, Sr. presidente, que a operaca i ollerecia
alguns rucos, mesmo ira relelo a quanlia garanti-
da : porquanlo o resollado completo de itmelhaoto
operacao dependa lem duvida da realisac,ao do era-
presliino para a estrada de ferro de D. Pedro II, a
por qualquer dos incidentes que fcilmente podem
lar-se, a realisacao do emprestmo pode air demo-
orres liomem : Acha que isso pule
.,.... uu ,.-,,. ,le janeiro, lia i poda deuar de pronu
>,io evisle. Sr. presidente, semelhanle aulorisa- enrgicamente contra uina tal assirfAo q
co nos e.lalntus do Banco Commercial e Agrico- lilraente infundada, e parice-me raesma
la ; porcm como he real u laclo que a denuncia, e lejo de fazer oppoiifao ao minslirio nAo _.
talvez alguma responsabilidade me caiba por esse duzr o nobre d"pulidi a solala nesle recinto. A
fado, pois nao hesilei em mioifeitar minha opiniao praca do Rio de Janeiro, Sr. preiidenle, contimia
nesse sentidu a mais de um doi Sr-. directores desse a suslenlar-se nas eondifSH as iiijis solidas qui po-
Banro, cumpre-me d ir a razAo porque entend e de ler praca alguma do man lo..
l,r e pagar id..d.,nen,e o Banc',, Agrcola as ^.SgKa. JZZ^ZSREZZ ^ "
aoli.dap.imeirainiMo.c4o de crdito do nosso .Iid0i ' pazes, nAo h< motivo sufliciente para lanzar-si do dar-n >
As olas do Banco do Brasil, Sr. presidente, sao alio desla tribuna omi propoicao de tai ordem con-: Sr- BarAo de Man : NAo digo qae ha raceio,
hoje, por assim dizsr, o meio circulante do imperto, Ira o oredilo da primeira praca commercial da Ami- 00 eroo h\ p.itlieie, de se nao reilisar o empreili-
e iendu recci idas por lei, nas estac&'S publicas co- rica Meridional. 'Apoiados. rao, ltenlo o alio conceilo da que merecidamente
rao dinheiro elledivo parece-me que era de todaja Sr. presidente, vnu agora a'queslAo dos taques Kuza o nosso paiz na Europa : porm, Sr. prisidin-
cunveniencia qui a nova instituicAo da endito qui, autonsa los p.lo g.iverdo em suslcnlacAj do valor ,e< Por qualquer circumslaoca ainda meiroo alheia
oomicava suas operaees acolhessi essas notas lam- do nosso mno circuanle, de qut limbsro tratou o a voolade dos eontratadore, urna demora de um
bero como dinheiro cITtrtivo, v;sio que cora ellas po- nolire depulado.
dia a qualquer momento correr a Ihesouraria do Nao quiz, Sr. presidente, o nobre diputado en-
Buuco do Brasil e realiza-la. Irar na analysi di direito qae tim o governo ropi-
lla prallca contraria pareceu-me que podan re- rial, fundado na lei de 11 de selembro de lsiti, di
un r emli na.; is as irans rftei, e lauto assim qui fazer operarles de crelilo para iu.tentar o valor
mesmo depoii de saber quo a directora do Banco do 'lo papel-moeds na altura do padro monetario oei-
Brasil nao consenta no recebimenio das nolai do no- ,f imperio 'i; por oitava de ouro de >> quilates o
vo llmco, anda fui de parecer que nao devia o Bao- qu* me dispiun de apreciar essa qoeslao.
co Agrie da, imitar semelhanle procelmenlo, por-j Duse porm o nobre depulalo qut o ministerio,
que impurlava embanco as tramaren?-, e demais, cora as iuas inedidst, bein longe de ivilar a crise,
que nao devia o novo Binco h.nlilisura primeira complicou a situaban. Permita a cmara que eu
inilituicAo dt crdito do paiz, tmbora fasse por esla I examine o mrito desta proposicAo, e criio pider
lio-tilisadn. porqut quem pirdia com isto nao ira o dnnouilrar que ella he lambem infundada, e que o
Binco do Brasil, ne n o Banco Agrcola, mas um o I niin.slirio, fazenlo frenle a' gran Je difliculdade fi- ': eventualidade possivel de serem necesiarioi fundoi
publico que leria de supportar erobaracoi em suas uanceira que envolva a depreciarlo do nosso meio a c,ia J,,ua P*'* pagamento doi saques, o oviruo
Irausactoei. Se os nobres depulados porm euten- circuanle, o fez do melhor modo que ai crcums- i os garanta por oma qumlia lumtada.
lerein que o Bioco Agrcola nao pude dar ero paga- faucial permittiain.
mez para oulro. esla muilo dentro doi limites do pos-
sivel, e ue-las circmii-i incias. Sr. presidente, a filial
da minha caa hincara em I. mires lera nacesiida-
de de laucar mAo de recurso- extraordinario, para
fazer frente a esses saques.
O governo tem duvida proteger ei saques feitos
debaito da sai gsrsulia : a duvida j,unis enlroo em
iuiu espirito ne--i poni, porque son dos que lom
f robusta na lealdade cora que o poverno braiileiro
cumpre a ruca es empinhos que conlrahe ; porm,
-r. i r e -1 tenia, tssi proteceo se realisa fra das vil-
tai a da irnraidiala ac^Ao do governo. Este apiuia
di' ordem sua agencia em Londres para que na
, minio as notas do Banio do Brasil, segu se neces-
sariaraenle que aquella Bineo ou leve rejeitar tam-
bera ai notas do Banco do Brasil, ou recebendo-as
envia-las iinniedialamenle a esle Banco, alun de con-
verte-las em moeda corrente.
O Sr. Torres Hornera da um aparte.
O Sr. Mini.lio da Faienda :Meando o portador
o exige.
O Sr. BirSo de Maua:lie ilo o que est na na-
A cain ii a sabe, Sr. presideule, que o cambie ha- |
va desci.lo a > ;l| em marco protimo passado, e
que a siluotao desla praca dinunciava ao eip.rito
1 menos alila lo que o cambio leudiria ainda a cahir,
' o que importas/a a deprcciacAo do valor do nosso
meio circuanle a ponto tal qut teria por ventora
dillicil fixar-lhe uro limite, porquanti, Sr. preii-
| denle, 11A0 obilante a int8rveur;Ao do governo, 11A0
obstante ttr a casa de que iou cli-fe sacado com
turezi das cousas. Uesde que as uolasdo Banco do loris-cao do g.veVtio"pedo de"t 8ijo,0do7e po"r"eoii
il rormara a principal pane do rano circuanle ta propria, era auxilio do peusaineu'.o que ie Iinha
m vista reahsar ama qnaulia luperior a t 200 000;
amia assim, Sr. presdanle, 10 agura o cambio leu-
de a subii.
Veja pon a cmara a qui poni teria descido o
! Vtor do nosio uni-i circuanle, se o governo do paiz
nAo tivesse Jiilervindo para iropedr a sua depre-
ciacao.
O Sr. Torres Homem da' um aparte.
OSr. Bnao de Aliui":Perda nobre depula-
do, m saques do mez le fevereiro futrain-si com
os recorsos enlai eiiitenlee na praca), teaeiloe
da capital do imperio, havera razan alguma de con-
veniencia publica que aconselhe uina inslituico de
crdito que t-mbem I nucen im na capital a raanllir
esi.ii nolai 1 No eulanto, Sr. presi lente, a 1 loa do
uobre depulado val directamente a esle fim.
Bem longi. pon, de inogar urna censura a idmi-
in-IracAo do II neo Agrcola, porque recib e di cm
P 'Smenlo as olas do Banca do Brasil, eu cuten I"
que ella deve c mtinuar n seguir esle -sslema.
Impugna lambem o nubrn depulado a elcacia das
garuuliai da emissAo do Buico Agrcola, censura
memo o nobre mimslro da razando por nao ler nos dem instruido o qoe occorrea de feverei'ro em '.i m
11 laliiloi garanliJa mais ellicazmenti os portadores I. Dahi para ea", Sr. preiidenle, l*m-w lacea'o
d.....alas. por anlecipicao mus de t 1,000 000 para se po-
Sr. preiidenle. as ruinas que o momio coinmer- 'Ier manter o cambio ail|2l I-ti para mlm.
[ mercial lem preieneindo pela fallencii de imlilai;5ei Sr. preiidenle, be urna prova concladenlisiima de
baiicariaslc.il st dado g ramenle com InilHuleoei- l"ei *c -la cperaclo dems de C 1,0)30,000 se
de ere lito de rapilal moderado, parque as de grande "a" ''"ene real.sado, o cambio lena descido elpan-
fu'ido res llem nrdiiiin,mente a m.nor parle dai cri- lu-amente.
ses. tira o Bino Ciiumercial e Agrela, he una A censeq lencia inevilavel leria a exoorlajAo, nao
in-'iiuicio de crdito com o forlo c pilaj de. .
j-J0:00,000s. que por si su grente elHcaimenle uo
-" sua emis'o, mas todas as saas tiansacc,9s.
Cu enlenda pus que.esta iiistituicAo de crdito
1 dispensava as cautelas do delalhe, que em minha opl-
111A0 ievem rodear a emi-sAo de outros Bneos me-
nos forlementt couslilm lo>, e nenhumai foram n-
i su de lodo o ou o que a cuines de um agio eilraor-
| dinario 111 tiiznia os pissuidores vender, pjrm
uii'-in 1 a da ultima moeda de prala I
Sr. preiidenle, a prala o o cobre, com a c-
mara san, coasliiue o meio circuanle de tricoi
, miados.
He necessario allemler
OSr. Torras II imam :Essa bagalella !
O Sr. BarAo de Maua : Note o nobre depatado
que am agente, por limpias m vonlade, a mesmo ai
vetes por causas indipendentes de sua vonlade, nao
tendo fondoi do goveruo sua dispoii(Ao al a sora-
mi exigida, r > e demorar a entrega deise fundos :
e en laei crcuinslauciai, unturas, nao te daria oma
lis p ilhese de mui.a gravidade para o estabeleclmen-
lo, coro oma somina 13o avallada de saqaes que tem
1 de ser pagos era diai prefixoi e irrevogaveis, em oma
pruc lAo distante daquella, a nTe eiistim os amplol
I recurso de qaa dispe nesla praca a caa bancaria
de que ion chefe '.'
A percepcAu de alguma vantagem peconiaria qae
posta resultar deiti operaban ser por ventura com-
petisacAo adequada .1 gravidade das appreliemoei
que me preoccapam, emqoanlo si nAo realisa al i
suas nllimas consequeuciasa magua operacao dos sa-
n -. Apoia 1 if,
Sr. presidente, ea Iinha necessidade de dar eilat
eiplieacdea, porquee>qutilAo dos saquis foi larga-
mente debat la 110senado e nem lempre de om 1110-
J 1 conveniente, per.ailti-ie-mi que o diga, preten-
I"ndo-ie al deivirljar o ministro por ler encarrega-
do tem nperar;ao a caa qae ripreemte.
tu, Sr. prndenle, nao hesito em concordar com
o nobre debtalo que liante n orou. qoe ssmelhantea
operacoei devem ser de. preferencia incumbidas a
poderosa inilitoirtio Je crdito creada no paiz, nao
-11 com o Brn de desenvolver em larga eicala 01 re-
cursos do fJraeil, mas tambera para que o governo
livesse un auxiliar pa leroso a quem eucarregasse dai
grandes opiracois finanreiras.
O Sr. Torres II n. n : De lodis nao, de al-
gomai.
O Sr. BarAo le Maui : Diquellas ero qae o go-
; verao livc.se nece*si tade desso auxilio. Note a ca
' mar que eu nao so concordo com o nobre depata-
do a esle resptito, porm qoe anda fiz maii por or-
a ess. imporlant. ponto ; ,ja0 d, opacaa,de qe s. trata. D.ngi-m. era pea-
mitlidas. se bem me lembrt, nos i.Uiutot dos Bm- eos provinciaes dt menor forca crecados P.lo mmis- u,lroi'a re,"la impugnar a dihberacAo d Bar.- Brjj a ill>|ar Cl)D) ,eu dl({110-ite.p,esidenle
ten., aclu.l : ura for.e capil-l, o exime e a puhlici- "da Braail, qoe pretenda saciar, pelo paquete de it0 deque BinM encarrega-n da operacao.
didesao a.n.u ver a: roelhoria gariulias de um ">J'o ai'cambio de _. segundo consta do ol.uio da Bl ver a g Etc. qui nd devia o Banco do Brasil
grande B.neo de em,s.ao. d.ecluri. .alado de o de.se mez. deixar execu.ar por oulrero leradhanl. operaSa.
Nenbnraa .n.IiluicA de crdito fodemenli orga- r- rorrea Homem da ara apade._ 0 Sr. Jinem A ^
Cues uAo ci 1:11
as mesroas que depois fdtam oertcidia a' casa
Msu.
ni- da p.le jamis qaerer suicidar-se, gozan lo am- O Sr. Iln.li le Miua':A d'ricl ra, Sr. pre-
da de v.iulajoios privilegios pelo decreto da sua iu- sidenle, preslava-se a lacear ao cambio de 2.) me
corporacio. Ja lenho dilo, e repilo, que conlra os dianle a garant, do governo. A molthc.cao que o 1
axcessos das msliluicei de crdito o melhor corree- I "ou,e ministro da fazenda pr.poz a' directora foi Y st- u"ao "e Mana.I'erdoi-me o uobre dipu-
livo hi o pergo que ellas mesillas corren quando se 1" '"sse a ^"1 i\> por eise paquile e a li p.lo I l'V ; P'de d mS0 aqu la', eu o le-
alargam em demasa, porque dah, Ibes resulta a I "'""? ma- Creio que o nobre ministro da fazen-
maior de todas as penas, a falleca do e.tabelan- O peusamenlo do nobre ministro quando exigi V 4nl Mfaddrde veibalminle com o vice-presi-
qoe tauaziam nas insliluicnes
le credilo creadas pelo ii.iuislerio actual ; lenhide- I kra pric.su ob-lar a essi mil qae podia tir con-
1 inuii.irado, pelo cunlrano, que ellas assenlam em aeqaaneiai mu grave*, cilamitosas mesmu.
piuicipius -Aos segnroi, e que no tocante a eimsiAo,
desle que esla jamis pode exceder ao fundo Hlicti-
vamenle realisado de cada um dos lmeos, qualquer
lenla paia os portadores las olas su pode dar-se
por malversadlo. [Apoi dea.
No enner do seu diaeorto pergoulou anda o no-
Jira depulado, referindo-se a crise que se lera na
] praca. do llio de Janeiro, em que comislio essa crise
I e terminen essa parte de suas refleioee cora urna at-
ercAo, contra a qul me pronnncio cun tuda a e
O Sr. I'orre llomcm la' um aparte.
OSr. II1111 de Maua' :O Binco do Brasil re-
cusou-se a acompanhar o pentamenlo do nobre mi-
nisuo da fatenla relativainenle aoi saques do
mez de marco [apoiados ; Minio em ura cambio
mais baiao do que coiivinlia para que a opera-
cdo 1 vase o ell.ito prutico de impelir um graude
mal.
O sr. Jorres liomem da' ura aparte.
O Sr. BarAo de Maua' :O nobre mini-tro nao
lergta de que iou capaz, Disse o nobre depula lo Pdla aitegorar vantaeeni a iiinguera, e mullo me-
que o nobre ministro >.. cuidara da praga do Km de nus au Dauco do Bra-il para realisar uma operacAo
Janeiro, que -o a e la calen irj a -ua prolicco :
qae ,15 domis d iv ra entregues a si mesilla! resul-
I indo dalii que estas a'rave-sam a crise, ao passo que
aquella esla boje loffrendo a bauearula 1 Sr. presi-
dente, esta proponcSo do nobre depulalo nAo 1.- le
paitar drsjpercrbi la.
de crdito que eslava deuiro da otbila dos dtvere
do estab.'lecnnento levar a elleito, e os seus recur-
so! e meiea de acedo Ih'o permini-sem.
M Sr. Torrea liomem di um aparte.
O Sr. BarAo de Man :As vantagem que sesup-
pe lerein si lo conced las casa Maua so eiiitem
O Sr. forres Homem :Eu nao disse que a pra- nil laMgiaMM du que as fautaiiam.
e^ eslava s Ifrendo uma banca-rula.
M Sr. Birao de Maua :He o que est ei-
crp'o.
O Sr. Tprrea liomem : N.li nas nolai doi lachy-
graphos ; o nobre depulalo devia antes dirigir-aa
pelos eus npont im-ul i-.
O Sr. Bardo de Maua:Eu lambom ouv esla
ipreitio ao t.ohra depatado.
O Sr. 1'orrei Hqmeui il oulro aparte.
O Sr. Bario de Maua :l'erloe-me o nobra de-
pulado : aobservacA que fez nAo pula ter oulra
applicacAu; a palavra banca-rola era uecessariameu-
tt eslemba a qualquer oulra opiracA, refena-se.
A nica lispolbise, Sr. premenle, nole-se bem,
a nica livpoihese de lucro para esst eslabelecimen-
10 era urna elevacAo apenas possivel, eventual do
cambio.
JA v a cmara que uina vantagem que era apenas
uma eventualidade p1 snvel, ]., maisstria nj inciu-
livo para induzir a casa Maua a aceitar o pesado en-
cargo* de que lu incumbida pelo governo do paiz ;
um pei.saineulo miis elevado, Sr. presideule acluou
em minha mente.
OSr. Ministro Ja fazenJa :Apoiado. Foi assim
qut comprehciidi a opencAo.
O Sr. Bnao de Maui. lano ha isto venia lo,
para real -ir n pe.smenlo do
I sem duvida, s falleucias que ltimamente leen oc- Sr.tlpreidonle, que ,.
n.nl dideo ooe n,.M|0ea"e0e,M ,""'flr'-,UCa e *" ^'""- *"' '"'",r ,"ue m^ml d a,"a pSiffttXS!**?*"*^ nao ba."
uenmiaue que nao teto. conveniencia ao meu pan, lusleular e elevar o valor queiles desla ordtro dizer que al circunsla
applcacao, que se poda fazer ao lelegrapho elc-
trico, da arcAu descoiihecida, antes de Oaritid, da
electricidade un movinento solire ., imn 1 mo na
toral como arliin-ial, e putilic.iu unn memoria, em
que elle indicava os piincipaei d doi de um lele-
grapho eleclro-maguelico, que, dure auno- depois,
foi eieculado na llussia, com alsuinas modilieacijti
pelo 1 n.1.' de Scbelling.
As eiperiencias do bario do Scbelling sAo po-le-
riuroi ao anuo de 1830, o sSo ns prineirot eueaios
do emprego da tlectncidaJ.' em iiiuvimenlo.
IJ.il.i em dianle, as experiencias ie foram multi-
plicando em Inglaterra, Allemanhae America.
Para po termoi explicaras melhoras que lizerarn
do telcg*apho elctrico um orgAo iii.lu-tnal, proeu-
raremoi dar uma idea laccinta do leltgrapho electro-
magnilieo em ioi S'mplicidale primitiva ; isto be,
lal como foi olle consliuido por S liclling.
A electricida le dynamica, a qui. provm da cor-
rele elediica, que se eilibeleee entre os dona polos
da Pillia di VollB, exeice saine ,i- IgalIlM Ce I I I 1-
uma ai'cAo atlracliva do certa ordem quo. qnan.fo
se aeham a pouca diilmcil < a lomar uina poaicfio particular en lelaclo a esta
crrenle ; coneebe se poli lacilmente qoe, repreitn-
lau lo-se as lellrai por agnlhat retadas, cala nma
111 centro de um mollipllca lor, e larcu 10 enliar s-
(as agulhas por meiu de lios conductores, n*em cii-
culo qoe lem nina a. evlroinidndei formada | 11
uma pilba em arlivid ido, | n 'e- uma d3s agullia-, qualro puiirdei em ngulo recto,
e por cjisequenna im,j dlstinclas, segnnd 1 se sup-
l'iinie ou se re-I dielece o rircoilo. o que e f-/ noni
fcilmente por meio de um teclado, c conforme se
faz passar a corrente n'um ou u'oulro sentido.
Compnnhi-ie, pois, o leleerapho elctrico de
S-Iielltng, primeiro de certo uoinero de agulhai co-
tada, enllocadas, cada uma, lio centro de mu mul-
tiplicador ; segundo de um numero cnrispoii linle
le crculos conductores, de lios de plalina, coberl s
do nda 111 toda a cxlau-Ao lirceiiu, de uma pi-
llia. a de 11111 teclado, cujas lelas coire-pondiam a
cada nina d ledras do alphabelo.
I onl.a e \N lieal-tnrie, que, em 1837 e'lahelect-
ram nm lelecriiphn elecnicl.i mi .. ,i|-i,.. qoe vai
de Birningham a Londres, simptiiicaram o proeetio
applicadu por Scliell n2, reduznido .1 cinco o nume-
ro d is agulhaa eevadas, e por consequencia o dos
it-|ieetiv.- circuito! conductores, que ermn su-peii-
os em mourotM linca di s ao longo da na do ramioh i
de ferro.
Combinando doui a ,lou. Ire a Ires, ole, os nio-
viroeutos destas cinco ignlhai, oblinliam elle- ju i
signaes dilTereuUs.
Qaaai na nae>ma poea I838 M r-e imngmnu
uma simplificacao linda m-ior. que dentro de piuco
lempo elle poz em pralica noi Eslados-nidoi.
Nlo intpregava Mine miiiqne um onicocircuito
condoctor, quo se lerininava p ir niii electro iimn,
alado ao extremo de nuii pequea alavinica, enja
outra ixinmidada luslenlnva uma peuna, sob a quil
um iiiecaniino pjrli.-ular f./aa pas-ar uun lira du
papel.
Estabileeendo-ie a corrente, laza-se com qae a
pinna descreves-e Irarjoi no papel, e a dlitancia que
os leparava, e qaa era deliroiina la pe 1 ilurae.Vi dai
meniipces, formavaro, com a conipridjo dos Iracoa
descrpioi, 1- aicos signare empiegadot.
Este processi peimiltia a (ranimitiio de liig-
uaes por minuto.
M p 10 mais imp liante e lava dado. 11 tlielegra-
ptio tleclrico ja nao pre iaava leuie de uta milco
circuito voltaico, is deipezas de excocio se acha-
vain min aimplilieadat, etpcricuciai ic muitipii-
cavam, a os aperfeicoamenloa 01 acjinpanliaiaiu ra-
p Ir S.
Por meio da engenhosos meeanlimoa devidoi a
Wlieal-tone, Jacobi, Bain, ele., a electrieldade uao
-o Iranimitle os detpachoa, mas lambem adverle o
publico e iui|irimo grande numero de exemplaris,
sem que teja inliter vigiala ; o soii o poni de vista
fim, nAo se reonio.
OSr. Mini'tro da Fazenda :Apoiado.
O Sr. BarAoJ de Maua : Deixou, por lano, de
dar ama retposla no momento oppoduno no lenti-
dodis modificarOei : e entAo. lenhores, deveril o
mim.ierio upp rtar mais esta des-ienc.ii, permtla-
sc-me a expresiAo, da parle da ninduna do Banca
do Brasd, cruzar os bracos, nada fazer ispera que
ella se reuni.se, e lato qu.inlo o paquete eslava a
sabir d.ihi a dous ou des das, e era necenario, ur-
genliieimo, acudir a'i exigencias da siluaoAo da pra-
ca ? .Apoiados.
Si 1 operacAo era uma nectiiidade i:.ecliuavel
da s tuacSo na poca em que fui realnada, como
creo ter demonstrado, (!;.oii dai expl.cacdes que
acabo de dar creta qae nAo restara' duvida alguma
i iraiiem de qae nAo Ioi por culpa do ministeiio que
delli nao foi encarregado o Banco do Brasil, por
na que o ministerio prestoa-se a entrar em accor-
do con a directora des-e e-labtlerimenlo e eilava
pronpto a anxiha-la com lodos o meios a seu alcan-
ce para qae fosse elle quera realizssi-se a operacao.
[Apeiadoi.
A verdadiira causa, Sr. prndenle, porque o Ban-
co do Brasil nAo foi o incumbido Je realisar a ope-
racao foi talvez o mi ler a dirielona daqutlle bau-
co tola a conlianoa no nobre ministro da fazenda,
ao patio qoe a casa Mma' liuha illimitida ennfianca
na palavra di S. Exc. ; e deide que S. Etc. alian-
euu-lln que o governo Ihe prestara apoio eflicaz pa-
ra o p i jmenlo dos saques, anda na hypolhese de
se nAo ie ih-ar promplamtiite o empresiimo para a
estrada de ferro, uAo hesitou em acreditar ua pala-
vra do governo.
NAo vejo pois, Sr. presideule, qoe ainda nisle ter-
reno tenham fundamento as ceuiunt do nobre dc-
a em
que ai circunstancias
da iransmi-.!.., lodoiusdiae te apre-iulnn noval
iimi liflc/Sea.
No anuo ne 1SIH, 1111 Mmiicli Sleinhlll desrolire
1 prova poi experiencia!, qm -e pule la/er entrar i
no eirenfo volt neo o ...la intermediarlo s distancias,
0 leii'ertoeeonoroiear se om dos comlucloics.
Penco lempo depola, Jaeob repela aetae uperien-
riai na lelegrapho elctrico, quo elle comlrnio na
K.-s-ia. entre S. IVler-bourg c TsarU ne-Silo ; da
niesnia sorle pialirnii Bain em South-Weslern-r n-
hvi) : por lo las as pirgena, em Franca, Inglater- 1
ra, na America, ele, se repeinara e-tas experien-
cias ; di sorle que li.qe ni 1 hi preciso nidis do qui
um lio conductor.
Mas amia isto nA) he lulo : os prmeiros que li-
leiam lelegraph neltclricot.linham julgu loiodispen-
savel f./.ir camiuhir a eleclri lade. por meio de con-
Jnelore lustenlidei por noord-i. e aba-igadoa do |
conlaclo da huiin.lali alhmuspherica, por um tnvol-
lorio eomposto de lio de seda cu de resina.
Atgnmai vttea al os meitiam deuln. de tubos de '
Ierro: Jacob pro von qua bailarva euvol\o-las cora
uina cunada de resina e depoil enlirra-los 110 oble.
Iiulia-se pensado quesera impossivel fazer que1
i eleelricldade alraven s,e grandes in.ai?as de amia :
mil Msleuc fez que el 1 air nes-assj u Un lo do Ar- I
no. por va ae um cuiiJudor, que descancjva no
leilo lo rio.
linda isla ma era nada : Morse foi mais ajjanle, '
o p .r tira ,le ni.; ,ii lopprinvir ocontuclor, quo tu
-uli liini.la pelas proprn aguas do rio.
i lentei eiperiencias execulada- por elle 110
lueharnab, n'um lugar em qut* tem uma nn-
ilia de largan colloraram o laclo lora de lo la a du-
vida ; e daln em dianle loruou-si iucoutcslavel, que
as raensageni elctricas pod.ain ser transimllidas de
uma margara do rio para oulra, de uma costa pira
outra sem oulro conduelo! mais que a agua de um
rio, o a 1 oici 1 do ocano qua lici eulre duas costas,
ou contininlee.
As-jur, tralou-se do esUbilectr a coiumuuicacao i
instantnea entre Londres e Parli, mire cita da
irlanda e da nova Escocia, entre Pars Bedim, etc.,
e ltimamente appiricen on projerlo que lin por
l.m ligar lodo o globo per meio de fios elctricos.
(".llegados .1 eUt ponto, l l'altava o Telegraplm
li.Mricn uma nica smiptifica^io possivel :a sup-
prealo da pillu, t foi islo o que lirer.i Bain.
No lelegrapho deile pin.ico nAo ha oulra pilba
sean a que consiilue o pioprio condador : elle
eondulor he u.n fio de cobre, termiiijdo 11'nina das
suas extremidades por uma lamina de tinco e da
outre por uma lamina de cubre. Us sigues sao
pr.iduzdos pe 1 iulerrupcAo da correle, que nesle
caso he perpetua.
Ao ponto de peifeieai a qua ha chegado e-la arla
anda lAo nova, o e-Uticleriuuuio de uina Iinha le-
l'gr |di ca, por meiu da electricidad!, na he mais
dispendiosa que a de uma Iinha teligraplnca pela
proeewo anteriormente osado, e alera de exigir ella
menor numere de estacos e de agentes permauen-
les, aprsenla a vantagem de Iransmitlir os dupa-
choi lelegraphicos da da e de i.oile, com chuva cu
cm na, es 111 nina rapidez constante ; o que nem
icinire itcenlecii coro os lelcgraptioi ordina-
rio-.
Asiim, danlro Je poaco lempo, o velhi mundo se
achara' sulcado de Telegraphoi elctricos, a em
pooca horas, o negociante de l.uii tres sabara' do
seu correapondenle de Clenla', ou di Hong-Kong,
o preco corrale do cha' e dos assucares.
I' mis, quau lo lu que po eremos pedir e rect-
ber, em poucas horia, uulicias do Uio, do Para', ou
do interior do Malo-lirosso '.'
I'inalisareni.is e-to irtige, acriscenlando ifut pe-
lo ultimo vapor inglez Soiihemns que ns primeirns
eusaios tentados p.m a collocacAo do fio elctrico
transatlntico r.ao foram bem luceedidot.
A fljltlha loruou a enlrar cm Plymouth. l'ma
fractura acontec te ao appirelho, iuierrompera a
operafAo apeuaa comejada.
.,./fii//-ei-AraliY.)


DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA PEIRA 19 DE JIMIO DE 1858.
O Sr. Torris-llomem : Especialminte no mo-
nopoliu das carnes verde*.
O Sr. H ir,i de Maua' : La' vou meu nobr* col-
leja ; cu explico essa causa lambem pela deficiencia
do* hrar, as ; dente que esle etcaiaaaram, desde i|un
o valor do irabalho sa elevou nolavi-lmaute, eveessi-
vamenle, direi. deuse.en obediencia as leis eco-
nmicas, o fado de ir u trabaiho procurar a foule
e maior renda ; aquelle que polia sopportar o ele- leiro homtiix eyothia).
adune do paiz sSo mil, e qu a raa situaran ht da-
vida ao acUs do nobre mini-tro da l'aien la ; be pre-
ciso descer a uin mme Bro e leflectido Jimi ac-
tos,e demonstrar com fado bem averiguado a culpa
que pus caber so minielro. ( Anidados.) He ie-
to joslanianle o que o nobre depulado nflo fe/, be
liso que en sustemo que elle nao peder' jamis ron-
seguir.
O deitjo, Sr. presidente, de (tribuir aos aclns de
ministerio u depreciacao do nosio meio circulan!*
vai su ponto de ie avanzar nesla tribuna e na do se-
nado, que a inundarlo de pipel bancario se deve es- noo a pequea lavoura, rorreu para a grande lavou-
a depreciadlo. II.' esla aiuda urna das accBsacss ra, para aquelle que prdduz ei genero de upurta-
mais injustas e infundadas, senhores. S*i ucceden o que era de espetar, o que era cea-
Na etislia anda na circulaban urna so neta de *queucia nceana de nossa cundic.ei etcepcio-
neulium dos bancos approvados pelo ministerio naee em face da Intauopclo vilenla da importadlo
eloal qoando se den o faci da de-preciac.lo do dos bracos declinados ao. trabalho ruras,_ dahi
nosso padrao monetario. ( Apoi.ulos. ) Como pois elevarlo dos presos Joi ginero de alimentario pu
alliihair-ie este mal a urna causa que anda "3o etii- ( Mim. (Apoiadoi.
eligir o oumpriinenln de lai loa devore ; e os con- ronsisli.i em ofjeuaai phytitaa; fui igualmente
Irabandlttai bao de meoiilrar raudo facilidade para sulvidr
tb-
rater as sub t*pecotac,oet.
Ai nolieiaa da provincia rito laliifacloriae. A
cliuvas um eonlinoado com n-gulaiida le, o que fai
esperar grande safra de a-surar.
Urna caris que recebemos de Pesqueirs, da1 a se-
guinle utirla acerca do bicho da seda do earrapa-
Nu dia I i eninu em novo julgamtnto nm car-
vado preco a que le elevaa, esie, por seui duvida
om do principie elementos da nroluceao, abando-
( Ha alguna apartes. )
Pco liceuc.t aos nobres deputadpt para provar-
lhs com os faelos a verdad do que acebo de di-
1er. A existencia do ppl do barco em circula.;.))
no mea de novembro, iito lie, antes, da depreciado
do noie meio enclame, era so na capital dn impe-
rio de 3O,208:3S0& ; e e.n dezembru, quan.lo o cam-
bio sustenlava-se anda a '.ii, era de 53,174:970) :
eo passo qoe nos metes em que a maior deprecia-
rlo le deu a-einisio desceua 27, 13l;5!lO>, poste-
riormente a 94,345:8909. lsto previ roncludenle- do principses, eslranha a:r.1o desa caoias ; sus-
roenle que a depreciado h,h> lie devida b' canil lento que be impnsiivel que a intervenclo de um
apuntada. s" ""' vidoo, de um iinoi |., lio n.Vi creado pela le,
He um erro, 8r. presidente, em que obstinada- m monopolio de nova epecie, poli que a Grande
mente in-i-lem slgun nobras repreienlanles da na- le da concoirencia Dio foi molificada por aclo *l-
c.io, o supporem que a maior < u menor quanlidsde | com do poderes da eslado a nipeito do genero de
de papal moeda em circularlo se deva eiclusiva- que se Iraia, tsnlia for?a para alcanzar um srme-
Ora, como se pode pretender que em urna poca
em que todos os g.ener. s oa alimentacflo, todos sem
exrepr.lo de um l, se eli v..m ao dobro, aiuda ao
tiiplo alguns delles, as carnes verdes sejam excep-
tan de reir, e se pos*sm comprar aos presos mdi-
cos que reuulavam anlet d.i mudanza que se o^erou
no oosto estado econmico ".
F.o rreio que lie inconlesiavel a idea do nobre ,lc-
pulado ; n.in pole liaver tma ou mais causas s-
I padre J,.> Kodri^uea \>len(;s, leudo n o I i r i h
dina desrnlurta, obleve na ri lade ile Soota unsca-
sulos, all ispalliadna por Mr. Ilrontt, lroi'c-os
para o lermo de Pc.queira, no lugar denominado
Liberdade, ah Iralou ila crea-Ios, em nina nao pe-
quea plaanlo de carrapaleiro, e collieu grando
porfo de caaulo ; mas uAo saliendo !< que mudo
us ba ment se nit) chegar ja' e ja' ;n iiHlrucces precnas,
ou ao menos se nao uuber como se uuardam. Es-
peramos que o Sr. redactor do Ketroipecto nos diga
al^uma eoitafl a eat respeiio. u
l'ara i-ii.|.werm de urna mauaira abreviada ao
peJido do noaso corrr>pondenle bastara Icinbrar-
llu1 o numero dele aDiarioO) do auno pasail,i, em
que foi publicada a noticia a resuelto do bicba de
seda do carrapaleiro ; eutretanm, vamos repiodozir
i que sobre este objerlo dn o Sr. Brinn-t :
Logo que os rasulo iSo fabricados, depoil de oito
Itpconhecftii.to o Itvil quo Ipojuca nJoera
esse inatiancial de riquezas, que sonliava, e
piulei.o de bordo p, ruso dtrm.s defesa-, e de- 'I'" sua natural in llencia n.-ic. lile pro-
pon de (odas as formalidades, loi lula a scnum-a P,)r>-'"iiava os recursos que imagiuara, e quo
iine o roudamn .va a um mea de pru.1o e multa Sllii uesmarcada avareza aspirava : repu lia -
correipondenle a'melado do lempo. Jo, e psplnhado pelos s>?us freguez s, o
,N,. .lia 16 loi julnado um l'orlucuei, coinbeiro alinal ali- Bul (.'U^rra aliota com os ret -
de um hotel desla eidade, pe. faci de haver |o- guisos .lo convenio de S Francisco, tomou
?im!S8"l7i. .^VS0' d0 i" rMullu-'" urna resulucfiu: --matricuiar-se na Uculda-
SSS^SSTS^"^ "ePr,,AU ">""'. loutor, hispo c.rde.1...
-O Vaqodhia da ra aos Martirio*.Mtn- ","- Pra logo vende tu lo. e muJa-sc
don-nos esse moco una re-polla ao que esrrrver.i- P"r* Clti PTtO til Capital ; COm^riHI Mussailu
mo aerea do seu uregahofe de domingo II do engenhflo de ventol o alinal Jox.a a fregu
correle, que forcaia-no em presenta de urna pe^a zia entregue nas mos do ..iIlustra.lo Bello,
lao indigna a retirai-ihe a boa educacSo qo Ihe sarcerlote essenci-1 mente ignorante, e por
presuppunhamos. Hemais umi decepcao p.rque ignorante reprovailo em um concurso de
paganini, por qoererm. s crer que a roaa m lein
pi'ilume, quandn ai seus eipinbus sao lio claros:
cada nm da' o que lein. No entretanto n.lo deixa
do conlessar o fado, a que denomina de folia de
rpatelo, suppnndo at que o m..ltqui epplaadi-
dmes erom os qoe deram-uos a nohna. Ha mulla
Paln \fh
da parte dos juizes. Contra a incuria, o rao-, la de alg.dio, 7 barrica enxofre ;
lesa da polica baveria o recurso ao direito & '
de natural del'cza que lana com que cada "^ cairas machinas de perar. il dits, 3 bartiean
cidadilo procurasse garantir-se a si msmo, 70:1 fe5" "1_'"!l"":_" l,,v,".. "" 'aai de fer.o. u ,
fraca garanta na vi
| e de funestas cons?
lia, porque em
chola d.: gente ruim ; OSO ha cuitela qua "sS I.a"rr7s"de fr'r.i |' para a estrada do ferro d
O'sle, masassim mesmo he ella melnor do Kecif ao Kio de S. Fraucieo.
que a que se pode esperar de tribnnaes in- I CONSULADO GERAf.
irasse garantir.se a si msmo. "" ''e5" "'m":" o'vrs.s,7U laxa de fer.n. k ,
na verdade elem de uerieoss. "'Ti? T1!." ,"V."\''.'"" ',er,ence* rt" elei. J
imMMDOneiaa r.... B r0' dlU fi'' de aldtt, I dila miudezas, 193 bal- *
cunv quencu, fraCa garan- e ,.,, ferrili fi loneU(1 a^
n urna eidade popular, e (ao car.n de pedra ; a S. I', jonavefea A C.
pnmeiras letlras, por ignorar, segn lo fot
justas, iniqua, ou grosseiramenle ignuran-! Kendimento do dia I a 16.
tes, que be o mais r.voravel juizo que delles do <*i* "7.
se pode firmar a vista de julgameiilos taes
Ne n urna garantia pois resta para os ci-
ladaiK, s.> os tribunaes forem como o jury,
a que me redro Nem nos venham com a se-
diQa ca.itilena de que eu assim procuro des-
ele elevaco oo a queda do rambio.
O Sr. Tonas lloniem :Eiclusixameole Dingoem
o tem dito.
O Sr. Mioiatro da Faienda : Tem-ia dilo coni-
tautemenle.
O Sr. Il.r.i.i de Mana' :Eu digo qoe assim te
lem enleu.lido, porque tem lido so>lnladn poi ora-
dores de pnmeira ordem no enado braiileiro que
a le de II de selemhro do isiii auloiisava o gover-
no. eicluiivamenle, note a cmara, para retirar da
rircola(ao o papel inoeda como meio nico de bus-
tentar o cambio.
O Sr. Sergio de Macado : nico nSo, como um
dos meics.
raes que a. tumi robre os p coi dos llenero de ali- dia>, cumpre malar aqoelles de que se pretendo e>-
iii.mii i;.1j publica, li.-ando a carne verde, que he um | Irahir a seda.
I' .i.i esle fim ss os meiuulhara em agoa quasi fer
vento ; uu enlSe s* os malam c.m o vapor d'autia
fervendn, depoil dtvem aer eipoilaa ao sol, para o.
I ,/,r secar, ou n'um forno na la.la de sil ; depois
d.-wMii ar rolloca.lo n'um saco, que se feclia com
cuidado, ahin de evitar as pulias, qoe em lae* eaaoa
lo mu fecundas, e p.iitlrariam os csalos para de-
vorarem o insecto deneea.io. '
Aquellas que se quarem guardar pa.a sement
devem ser ilini-lo' no lunar, e a' inadi.la q..e as
horboleUs snhem dus caaulos, devem ser dep,.sil,i-
llianle reiultado, e pelo aaforcoi de um ni inJivl-
doo !
Urna voz Tem moilos acto*.
O Sr. BarAo de Mu : I -(.. n:e parece inleira-
menle iuadmiisivil. O preco elevado das carnes ver-! da* em um urande lencol atloadido com curdo,
de- di-ie em obediencia a lo conomic.n, de que o empio no intuito de evuur as I innui.-. r ,.ln Ha
nobre diputado he um dos mais robustos alhlelas. ; poiao o uvos.
Porventura enlende o nohre ilepulado qoe aia dif-
feren^a de prec,o qu fgumo entra para a al^ibeira
de um ou mais Individuos? Juica isto pos>ivel ?
O Sr. torre llomem : Julgo.
O Sr. Baiao de .Maua :O nobie depal'do labo-
ra em manifest equivoco ; nao lem mais do que
informai-se .i qoalqucr dos honrado membroi pi la
He esseucul, quando se pretende crer bichos de
sp.la para delles lirar proveilo, lomar apenas para
rnenle caslos fetos durmle o mesmo dia ; sem o
que, a liraeem dos ovo tendo luar i ii,.g os das,
puna no Irabsltios urna irregulandade e urna cjh-
fu>a> projanlieiol ; aleiu disto, como os carrapaleiro!
nao Imam lempo para deirau.;ar e producir ai fo-
corrente.od ruJinentos da doulrina christSa, acreditar a Datituicjio do jur'v, porque he
e muda-se para o districto de Santo Amaro elle que tem conseguido desacreditar se com
de Jaboal.io, don ie u a Ipojuca, segn 'o semelliante comporiamento, c eu pelo con-
sao suas iDtencOes, por fruct, eavian lo-lhe trario lembrando-lhe que da sua mtegrida-
3l:6lt95rU
l:IS0fl79
33t76f|76l
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 a 10. .
Idam do da 17. .
DESPACHOS
83SS80
2U7
8361036
DE EXPOIUACAO PELA MESA
DIA
'" I ccjmular fortuna, deixando-a entregue a aftectado e feaientido resVeUo, que n"
Agiolagem. O iuro delion de ser urna im- um saccerdote que nem boai o Portuguezsa-; lein na carreira cega de suas aberraces
be exprimir? Senhores retadores, lambra-me ler lido
O Hvd. apostatou incontestavelmente por- em algum escriolor que a educagSo dos me-
que abandono!, a posicSo que occu >ava pela nios est na doutriua, e bons exemplos, e a
a e agricultor exclusivamente, e residinio'do homem feitu esta na inaefeclivel execu-
a necessana licenca to goveraogeral i cao das leis. Faltando isto esle mundo tor-
moralldade an olhos dos inorosla, desde qoe se
I en-i,u une o rapilal imm, bil, que o eanlia, poder
render oulm .tl.'iil >, po-lo em aeflo, alslrahloa em
empiezas, em ulna palavra empresa lo nas npea-
i.,'.> merciiiis. Ma na. he um. iiiiin. r lid de o
juro moneo e raioavcl, que deve ecompaohar o
movlmeulo coinmercial e aroium. dar se ts circums-
lauciasdo lempo. Antes he esle um meio minio li-
fora i.o turnio da sua lieguezia.
tm uutros cmiuiuDicados provaremosem
alterar tal oploiao, pon Ibas neemarlat para a consfuar.li da vi Ja vegetal,; penhor, qoe reprsenla o \aior, o conloaba Cinco e
Sr. Bario de Miua' : Comq,o meio nni- provincia do Minas, i ay altera
pata impedir a depreciacao do valor do papel lie nut, rio qoe o prrjo do gado em po q.....os vem cansariam uepieisa e moneiiam immadiala-
principalmeuie dssia provincia le lem elevado a nais mente.
ciio e augmentar o capilil.Entrelaiito ha por ahi I Como O Rvd. yigario nao deve sem licenga
',"U.U-.-'.,"e' ?*-' ^'""" ''"" "'eaada dai loiacocs^. do governo geral arre lar t do territorio de
,i li
d
di
mas eom dinmala cobija, com inaudita avirea.
Se o penhor da lo em Larda vale 30"sOIIO r.. o
Bono vrenlo n3o au.me.l. o cinpr.e..(im de O;
rs.: he-lhe praeUu para camulo da uaraulias que o
esocieda.ie, ibes faz guerra ass..iHja, d. ponas sug frcguezia sem commtler urna falta gra-
Jeniio de aus antros liodiondo. Moilos, que no- i :-.i~ ,,,.., .______ "
riamos nomear por ......, [azem prulis- J de dar I f"'^ .^ r,l T* ""'"rqU6 deSpr.eZ0
tuheiro a |uro sb peiihore em prqoena aicala, ,cora (lue s,' 'rldos seus freguezes, ent-o-
eo
atoada.
Sr. presidente eu comidero Uto como om grande
orru. As causas que determinam as aller,.. '- do
valor de um meio ciicolanle de papel-moeda irrea-
lnavtl sm mullas o mui variada. (Apoiados.1 Essas
causas porrm tem a ua principal uilgem nas loica*
o no valor da pruducc,o.
O Sr. bampaio Vianna : E nas necesiidadei da
praca.
O Sr. liarn de Maua' : O valor dos prodoctm
qoe e eiportam, em rahujao eoi v- lores imponed.,
he a pedia de loque que regula e delermina o cam-
bio nat c indicos econmicas em que se acha o nono
paiz.
O Sr. Sampaio Viaoni : Quando a moeda se
depiociou exuliam em ser 500,000 laceas re caf ;
ii.io faltava poi* produc^^o.
O Sr. M i metro da Ka/en la : Exisliam, mas nSo
eram prccorada, o que equival* a haver falla di
produccao.
O Sr. Sampaio Vianna : O qo eo dise foi pa-
ra responder ao argumento do nobre depulado.
O Sr. Minulro da Fazenda : Pois nao respon-
dau.
O Sr. Bario de Maua' : Deide qoe o valor da
exportarlo nao preenebe a uecessi lados de retorno
correspondentes a tes valore imptrtadu, da-se n*-
ceiiariamenle a depreciaban, olla he inevitsvel. So
n valor purein da eiporl.-i;,io alca ..a ou eicede as
nacetiidades das rcmtnas qoe a impoila^ao torna
necessaiia, he claro que o cambio por si mesmo se
sustenta ; iilo iSo hoj verdades curresinhas qu* lo-
davia parecem deiconheccr os que susliulain que o
pemameoto da lei de II de ictembro do tst foi
nicamente impnr ao governo a ohiigacao de reti-
rar o papel moeda di circulaca.i, ila.la a 'hxpolbese
de se arhar depreciado o meio circuanle, sem inda-
gar ai causa dessa depreciacao.
S*nhor*s, eise phenomeno pode dar-se por causas
inteiramenle estrauhas a' luperatuodancia do meio
circuanle, como eu oreio que ie da' na aclualidade,
poi a elevada laxa de descoulus que se manlem na
capital du imperio o em todas a provincias denun-
cia claramente qoe o instrumento de permuta nao
superabunda, anle he eicasso, em relavan ao volu-
nte dai iraniaccdei. Se, pois, oulras e bem divarsa
causas acluam sobre o valor do meio circuanle ii-
reali-ave.1 qoe infelizmente temos, curo que direilo
se pretende acanhar o peusameut.), a sibedona do
legislador na promolgagao da lei de II de letemhro
de 1SI6, limitando a accao do auverno, na hypolbe-
se prevista, a retirada do papel inoeda da circula^.lo
em prejuizo de ootrisopeaces o cridilp que po-
licio er preferivei na occasiao ?
O Sr. Franco de Almnda : Podendo dar-ie a
rircumslancia em que nao houvcsie superabundancia
de papel-moeda.
OSr. firao de Mana' : Diz moilo bem o no-
Jire depulado, a poiendfl dar-e em vez de sopera-
riundaiicia, escassez de meto circalanle ? Declaro
pois, Sr. presidente, qoe o pnsaineulo de -,.ln.loria
que diclou a le de 11 deselembre de 1846 nao po-
d a limiiar a asphera de actKo do goviiud a com.a-
ler orna s das coiidiroi econmicas qoe podem m-
lluir na depreciacao do meio circulan!'.
O Sr. Sergio de Macedo da' nm aparte.
OSr. Bario di Maua' : liualquer opera^ao de
rredilo, a juizo do governo, depon de bem avahada
ai circomiiancia e causa que prnduzirem o tfleilo
que se quer rombaler, esta lie a nilelhgenria que eu
doo a le de 11 do letemqro de lNf>, e que me pa-
rece a nenuiua. S# por ventura apparecem causas
como as que appanceram no ltimos mezes, urna
iperacao de rredilo lemporaria que enteja na l'.irca-
do paiz realisar, sera' sempre preferivei a uina con-
Irarcao violmla do meio circuanle qoe ai cutirnos
do mercado monetario de forma alguma aulo.isa-
vam. Oi iiobrii depola los ii3o po.lem smleular
que estando o camino a 27 e cima da 27 noi filis de
novembro, e tendo cabido i2lie a menos noi pn-
meiro dus de dezembro, f, i isio devido depre-
ciadlo do mel circuanle
O Sr. Sampaio \ ianna da nm parle.
O Sr. BarAo de Mana' : Perdoi-me o nohre de-
potado, a nica caua que nea momento operuu foi
0 echo da vilenla crise couimern I qoe se dava no
mercados comammiduroa dos priucipaei produc-
ios...,
" Sr. Sampaio Vianna :E o meio circulante
tornou-ie superabundante.
O Sr. BarAo de Maua' : Tinho demonstrado com
01 Igarismos qoe a queda do cambio a que se rele-
em o nobres depulados nAo podia ser o efleilo ds
depreciacao do meio circulante, pois ja' fiz ver
que o meio circuanle se foi eonUahmdo, notavl-
mentf, a' medida que o cambio foi baixaudo '.
A emiisAodo banco do Brasil dtela da 33,1749709
a que allinsira, a 24,545:8909, e no ullimo de maio
i -' IK: i I0-. >m que o rambio, ou o valor do
meio circuame leudaste a melhorar,...
(I Sr. Sampaio Vianna : Nao foi o excesso da
imporlac,ao ?
O Sr. Bario de Maua' : No momento a que me : J'.djciariai; queiem
refiro a queda do cambio foi eiclusivelminle devida
a' criie coinmercial, foi essa causa quo trouxe a par-
tnrba;3o do nosso estado ecunomico ; sustento mes-
ron que foi a causa nica.
Se pois em presenca da orna cu.a eipecial, o ne-
ces. ii lmeme temporaria, n; operoo a depreciaran,
como laaear mAo do recurso extremo da coniraccA .
vilenla do meio circuanla, para evitar um mal que
Ble provinha da loptrabundancia desle corno (eolio
provado ?
Eu emendo pois, Sr. preidenle, que a lei de 11
de selemhro de 1816 incumbi an enverno do paiz o
reahiar qoaeiquer oprrac,ues de endito sem limila-
c4o alguma, para loslenlar o valor do nono padrAo
monetario na razAo de 4j 22 quilates.
( Ha diversos apartes. .'
Perdoem-me os nobres dipolsdoi. Na nao linda-
mos ouro amoedado no paiz quando foi promulgada
esla lei, o que linbamoi era um papel moeda ure-
ahiavel.
O Sr. Simpaio Vianna : A lei sOpponha nesta-
belecimenlu de um banco com n .(as reahsveis em
ouro. Essa lei foi urna lai preparatoria.
O Sr. BarAo da Maoa' : Sem duvida que o pen-
samenio da lei fui acabar em devido lempo com o
papel-moeda irrea|i*avel ; porem emquanlo esa o
poca nao checava, armou o governo com todo o
meio de arcao pata suilenlar o valor desse papel.
A vonla ie, Sr. presidente, o desejo du nobre de-
pulado pelo Rio do Janeiro de irroviar censuras ao
minutario, levou-o ao extremo de laucar detla tri-
buna censuras as mais acre conira o gabinete pelo
du dobru dn que regutava antes da mudenca que se
operou no eslado econmico do nosso p-iz, a que
me (euho referido ; p,ranlo, a subida do prec.0 da
carne verde foi lemhtm cousoqueucia inavilavel di
elevacao do preco, om cuito primitivo do adu em pe.
O Sr. tranco de Almeida :Em toda a parle isla
suce ie.
Ka India, onde se cria em srande eicala esla itrio-
ressaiKe especie, as pessoas que nAo hm mtiol ne-
cessarios para esiabelecer um tear. se cuiileulam,
depuii de ler felo ferver o rasulos ii'oma i.^ua com
pequena quaulidade de sah,io, mi abri-lo por nina
exlremida.le, para lirar-lhes a eliryalida, virndo-
os de lora para dentro ; dahi, depoi de ni ler
II Sr. BarAo de Mana':O nohre depulado e q..- euiagoado em agua moma, encalvolala esies rasulos
zer ser justo, encoutrain nos lacios a exphca^Ao ine- us sobie os niros espalando um par om
vilavel portante a censura com que aleceu o mloislrrio por | de roca, para os Dar da nnsina maneira que o al-
um laclo que por sua nalurezo escapa a ec^Ao do go-; gO'iAo.
verno be das mais injustas. En ludo qoanto nos occorre per agora a dizer ao
Emendo lainbem, Sr. prcidenle, que ha mesmo nosso obsequn.su correspondente de Peiqoelra, a
a'gum periso em culpar o governo do paiz por fac- qum agradecemos a pondade com que nos milicia
101 --inellisnles. 08 acoiilecimcnlo qoe lem lugar no seo dislriclj.
Sr. presidile, oulras considerarles poderia en of- : iKualmcnle aproveilamos a occ.si.Ao para pedir a
fererer a epreeUfao da casa sibre oolrus lopicos do i lodos cquelles que se mlercssan pela prosperla le
discurso du nobre orador a cuem (nho a honra de ; de nos.a provincia rommum, se ili^nem do cummu-
r.piindr ; puicm a opiniAo que lenho manifestado nicar-nos qualquer felo quo vdioguo ao seu co-
de nAo ser a discos>Ao du vol de graras a ocnsiao [ iihtciminlo, e cuja noticia posta inlcresaar ao po-com o pastagciro mias vezes desprexinido, ie
san veces. Eia condic,lo be inabal-vel anle o seu
i urivel lyalems, O jur.. da casa ha de -JO o|0 ; logo
lanos que dinlro de cinao mezea esla' o valor du-
plicado, o o penhor do 3009 ra 1"" reprisenlava
JOS i-., ja' deve representar 100?. E n'eale cao, e
no praso pral'mi o devedor nao o vem resgalar, ahi
lemoi o juro do joro, e dentro de oulroi cinco me
zes o penhor Ihe ala perlen'e Nos nao admi-
ramos linio a avareza d.i Sr. *, como a ini.j-
ccucia e loucura dos que.i elle se soccorrem, con-
fiados m eu perfil de -anh la I.
lie iemait .' Consla-ooi 'que ahi para s-
game paito, arredada do cenlroda eidade, o por
eonaogalota menos e\pla a vigilancia da aec,ao po-
licial, se irelende ui'lalar una ociedade poueo
bella. II li tu prevenir em lempo, que mclhor he
obslai u crime qoe prolliiga-to depois de comom-
inado.
4o arrematante d<< barreirat. Um fado
que se nos releno e ruja veranda,le gar,muraos,
loieltoo-nos una ideia, que conviria lalvaa reitisar.
.N.lo sena liom qoe. para avilar as conlinua ni
mais oppoilona para entrare dalalhadameule emibliro.
eerlas quasloe me obnsa a rseivar-me para outra i Falleceram durante a semana 50 pessoas, sendo :
ocrasiAo. A m disto leulio consciencia de que lenho ''' homrus, IJ mulheres l'J prvulos, livres ; I bo-
ahusado demasiadamenle da allencAo da cmara. inem, 1 mulheres e i prvulo, escravos.
[NAo aj oiadoi.)
O Sr. Sergio de Macedo :Nao apniado ; sempra
o divinos com nimio mense e prazer.
O Sr. Biru de MoA :Concluirei declarando A
cmara a ao paiz que dou o mi-u Iranco, leal decidi-
do apoio ao ministerio, porque entando que elle tem
procurado salitfazer s necesiidades publicas, senAo
em loda a extancAo do clamor desas ncceisidade,
ao meuo ale u poni em qte as cireumslaucias o
permillem.
Dou lambem o mea apoio ao minislerio, porqoe
elle comeguio durante o curtn periodo de sua exis-
PAGINA AVULSA
.llgazarra. Sexla-feira, pelas i.ove horas de
noile, no mais aperlado dos beccoa da Cambas do
Carino, liouve urna >|iecie de pagode, em que mul-
lo subrasabiam ui grilus da oviva eu ero tal dispa-
sAo que incummu.lava os vizinhos nulavelmeule. Por
fehridade dellc, os laei inimigui do repuuso lavau-
tencia azer deaappaiecer os recelos mais qoe jii'ti- |aram logo o cerco, que haviam poslo ao. oovidoi
a p.ssibilidade de ama guerra que no [ alheioi, conira a expc(a(iva (udo volveu ao leu
obngaria a pesadoisaciificioi.
Nao poiso pois, Sr. presidente, icompanhar o vo-
to de censura que irroga ao gabimle o projeclo de
reiposla apresenlado pela illoslre commisiAo eucar-
reuada da rednecao do vol de grafa.
O Sr. Ser., i., da Macedo :Sentimos moito nAo
ter o san concurso.
O Sr. BarSo de Mana' :Enlendo que n ministe-
rio lem bem merecido do paiz (apoiados) na grslao
ihs nenorios pabliS*, e poi iiso voto pelas emendas
qu* impoilam adhesAo a polilica do cabinete.
OSr. Sergio de Macedo :.Vis nAo entendemos
assim.
O Sr. liaran de Maoa :Termino aqu, pedindo
cmara desculpa por ler orcupado por tanto lem-
po a sua aliencAo, e agradeeendo-lhe a benevolen-
cia com que me ouvio. Moilo bem Muito bem !
dorador he compiirnenlado pjr moilus dos Sr. de-
pulados.)
A diicoasio fica adiai*a pela hora.
l.evaula-se a ses.Ao ki :i hora da 'arde.
KECIFE, 18 DEJULHO DE 1838.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RF.TK0SPEGT0 SE1AMIL
O principio da semana vio lirminar-ie amisavel-
eslado primilivo. Notamos isto como de pasiaifero,
para evitar a reprudur^ao, ilo lie, como protesto
conira toda e qualquer continuaban daquella ak<-
zarra, que nem lodo aitarAo disooslos a supportar
pacientemente, se entrar noi clenlos dos milros re-
peli-la qoando menos r iperada.
Indiiiduo pisado por carro.Seria para ad-
mirar que, poi occaiiflo da fe(a do C*rmo, havendo
numeroso asljunlu de rovo pelo paleo do mesmo li-
me, nAo app .reresse aluma far.iuha rbnleeira|> por
ah I l^om elleilo, urna pessoa foi aravemente pitada
na iioltB daquella fe>la, quando ludo o paleo aclia-
va-sa illiimn:-,!,,. excluindo assim todo a desru pa
de qae se poisa soccorrer o holetiro para atlonaSfas
ou juslilicarAo do seu aclo, que he lano mas Crimi-
nlo quaniu deu-a* n'um luuar ajiinhado de povo ;
o que revela nAo haver elle condu/idu oo dirigido o
cirro com a modaiacAo precisa, como era do seu de- \
ver naquclla oecaaiao. Parece p..rem que em lae I
eiicamilanciai he quoellea icham de maii eslimn-j
lar os cavallo, e leva o carro do o rnda ; parece j
mesmo que lein um grato n.ui pronunciado in ver
as ouda pupularea pnrlirem-se para dar-lhei paisa-
?nn rpida, tej ou nAo atropellado r Silbo, s-ja oo
nAo pisado o menino, reja ou nao larri lo pur Ierra ''
em lim o homem ou auiulher quo n lo coiilava cun
houvasse por coslume nal varias barreirat doi su-
burbios da eidade lomar em aponlamenlns o nu-
mero de carros que paseatas para sor cobra lo o pe-
dagio nas respectiva! cucbeiras poi trimestre ou eo-
mo >e ojoslasse ? Parece que assim se evilavam o
abusos, e sa previmam al o ocalotes, que por
ah levam lodos o .lias o pobres do arremalanles.
Cazamento* hariiot na freouezia da loa-lisia
ile 11 a' 17 de julho.
t) hachare! Iheodoro Machado l'reire Pereira da
Silva, com I). Amelia Dulce de Birros. branca.
I.iiiz Clemanlina Caroeiro de l.vra, com Golhor-
mina Ja Concento llairus, pardus.
Bernardtno Ribeira Coelho, com D. Maiia de
Sania Auna Cameiro Lea >, hranco.
I'rln de CaulallCio, coin Antonia Maria da Trin-
daae, crioul s.
Baptitadoi haiido< na'fregnezia da Boa Uta
Je II a 17 tic julho.
A"l na. branca, filh i nalural, uaicida eoi 28 de
outubro de is'o..
l/.ainl. branca, lilha legitima, nascida em :l da
abril de 1N.Y7.
Sabino, cnuulo, com :! mezes, filbo nalural, es-
cravo.
Luiz, pardo, som 9 meze, filbo n'toral, esrravo.
Emilia, parda, nascida em j:l de fevereiro.
Pa.a Europa cuu.luziu o vapor uiglez Avon
16:2203000 rs. em onro brasilsiro.
A barca brasileira oSaiila Maria I; i,-Surte,
taluda para o Rio tirando do Sol, eon IOIIO o pas-
Mgeiroi : I). Adelaida l.aronbe c sua irma Luna
Larunhe Alberlo t'reuckel Ceovanui BsrgS-
maschi.
O I iaie brasileiro Beberibe, sabido para Pe-
nedo, couduzo o passageiro : Jisoioo Machado Mi
Ibeiros,
O hiale brasileiro oCameso, sabido para a
Paraluba, conduzm os panaglroa : D. Anua Cabral
de Mello e 2 netos menores, Marcelino Ssullsgo
Vsaconcellos L'itao Alhuquerqua, Jo Amauciu
da Silva tinlo, Joao Raimando de Soai i,
Hospital de caridade (17 de julho.)
Ellsliam 21 homem o 2"> mulheres tratados pela
gues os cuidados de um padre ignorante,
anda Ihe ha de causar dissabores incalcu-
laveis ; que o Hvd. Bello he inepto por qual
quer lado que o prncorem, al para ser
mestre de escola, e que ambos finalmente
estao fora das gracas do povo Ijojucano.
ua-se um interno e in inferno nulla est
redemptio.
N. B Desde o segunlo assissinaio tenha
eu, senhores redactores, escriptu estas des-
conxtvadas Imnas. em desahifo ,io pensa-
n.enlo, mas por acnhamenlo n3o as havia
querido publicar : agora o f-.go
tt&e!tda.
Srs. redactores NSo posso deixar boje
queja me amo completamente restabeleci-
do, de dar um publico testemunho de gra-
UdJo ao salvador de minha existencia, a
qual ja havia perdido a esperanca de con-
se.var, ainda mesmo protelando a ente tor-
mentos e angustias.
Esse homem, que para mim foi um semi-
deos, he o Sr. Dr. Carolino Francisco de Li-
ma Santos, o qual, como o anjo salvador,
mesppareceu depois de 25 dias de to. turas e
al'air-oes em que me collocou urna mal lita
pedra na boxiga, que eu n,unca havia pres-
parencias desacerdote vir- senti lo anies desse espaco Je lempo.
Souofiicial de pedreiro, e era de
paisagem de tal foracln I Mas ellei lazein bem, nao : Ci,"djle, 7 homem e 19 mulheres que paiiam a ea
lia nina providencia eflicaz, que COirigindo ao de- **' e ~ Praijai do corpo de pulira. I olal S2.
Imqumte, cxempliliquo aos mlios do modo a arre- 77 Morlalidade do dia I
da-los da jiratica criroiDOia cun modo da iiiflici;Ao
severa e infallivel da pena quo Ih* diz resjieiio :
entra nl lulo reiume->e no sjrleiiin da condescen-
menle a qoeiUo Siinciro, que emi.ora foise alcer- J*"iSBVqua no enlielaiilo vst laudo esle e oulros
to ponto razoavel quautoao fur do, comludo lena si- 'ruc'oi ts.uae.
do mais conveniente que ella f isse eijiosla com me- r-Ma efeza.O Sr. Claudio Uuheux remet-
nos acrimonia. i leo-no orna defeza a's increpar;iies, que hao sido
Temoi para nos qo* tanta nais evidente he o di- fe'las aus holeeiros em eral por seos velos de ver-
raito que assisle a um iu.lividuo, Unto mais mode- i d-cleira brutahdade para com f poi ulacAo, a qnem
rado deve er elle em apreseuUr eile direilo apra- "Pezinham a caua pa-io. A deleza do Sr. Claudio
ciarSoesalma e imparcial da opimo publica. Com Duneox, que poblicamos aqu nn seguida, doalaca-
senielhanle Iheor de procede-, a aympathiat ^3 M ^ H*nei,iliJ.e em que ha i sido concebidas a
mamria serAo sempre em favor da jostra. seea*sr6es (dos bolesito ; id tiati de defender i-
Eiilrelanlo a eontenda se molveu em p?z, e se- i flu,h"dos mnibus, por meio da .uauroeiilos plan
cando a maneira porque e bonveram as duas parle, ,ve',. qe nao p.olem ser extensivo lodavia aus ue- |
.. de jallio :
Mana Francisca da Conceir.lo, parda, viuva, (l
anuos; febe.
Manuel, pardo, (! mezes; ispasmo.
Joalina, parda, 2 SOBOS ; convulsOi-s.
Arcanizela, parda, -i annus ; toce convulsa.
Sophis, parda, \ meces; hxdropisia.
ai, aman ha n.
I) SR. VICARIO DE IPOJLCA. EASfAl'RE-
Gl'EZA ACEPIIALA.
I
Desde que tomou posse da igreja ipoju-
cana o llv. vigario padre Firmino Kiguere-
do, como seu pastor, que um desgosto alias
beiu pronunciado se manifestou da parte do
povo, edealgomas pessoas notaveis da lo-
calidade. Nao ex'geramos. O Sr. vigario de
Ipojuca de carcter, a olhos vistos, simula-
do, com essas a
luoso, com essa toda s-ua austendade calcu
lad, e 80 hlha de um zelo pharisalca, 'como
provaremos) levo o engenho espantoso de
accarretar por solne su.i cabera os o lios de
todos seus freguezes, com aquellas poucas
excepQoes, que todos sabem, e que pelo ca-
pricho e successao de particulares cireums-
laucias carregam esse pesado lenho. Bem
pesa lo '
Chegado no lugar cotr.o um farasteiro,
em romaria a trra santa, conluzindoum
houestissimo par de malas em temperan-
te animal, o >-r. vigario proturou urna das
pessoas mais salientes do lugar, o Sr. Jos
Francisco do hego Barros. Tratado a prin-
cipio por esse Sr como sempre costuma
iratar a lodos que o demandan), em poueo
lempo o Sr. vigario quiz provar, que era
vigario, como se costuma dizer, de umbi-
go roxoo. Cuspio a tnSo, que beijara. Quiz
nancipar-se sr-m poder, sem haver-se ha-
bilitado Errou eiu claro.'
K qual o pretexto .' Que o Sr. Jos Fran-
cisco qjjeria domina-lo, governa-lo, mallra-
ta-lo, suplanta-lo, o ludo que acaba em
alo !
Frioleirasl friolciras, que n3o roerecem
as honras de una conleslacSo. Quem.ia)
conhecer o Sr. Jos Francisco pouco apreco
.lars a semelhantes arguicoes, e anda me-
nos a sua defe/.a : quem o conhecer, porem,
rir-se-hadas banalidades do Rvd.
Essas indispjslcoes, essas intrigas, que
depois recrudesceram, cumpre-nos dizer, fo-
ram todas devidas ao acuamenlo, emperr e
manila do genio do Itrd. vigario, que satu-
rado de allc.aathicas doses de bom ello
. nSo estava .lisposto a servir de gato-sapato
iicn do Sr. Jos Francisco, c o,utras pessoas
de Ipojuca .' Fez mullo bom, moslrou que
era como dizem os camponeces homem
de geni^apo !
Constttuindo se, por mcrc do que o de-
f o uto seu pai Ihedeixou rico-homem, e pro-
prietano de Montevideo, agnra sim, coilo-
cou-se oltvl. vigario em summidade tal.
que poiia cuspirpara o ar sem cuspir-se,
islo he, poda dizer, sem sobarba--sou rico !
Lomo tal, para elle esle mundo, esta hu-
maoidade, aquella Ipojuca, aquelle 8r. Jos
Francisco, e tolos que Ihe .queran) bem
eram trra, p, Cinza, e nada !
l'nncipiun a prohibir que os trens de scr-
GibrallarEcuna dmamarqueza nHolslein, Patn
Nah A; C.. 300 saceos assucar.
Bu*nos-Ayr*s Polaca hespanhola Victoria. Via-
va Amurim & FUho, 66 barricas auucar.
EXPORTACAO.
Araealy, hiato oDavidnnl>, at i3 tonelada!, con-
dnzio o legainte : 378 vulamei genero estran
geiro, 17 .lili* ditos nacionae.
It ii.ia, niale nacional Calado, de 80 tonelidas
conduzio o seguale :710 voluraii gneros estran
galro*.
'id,rallar, eicona dinamarqueza rteinn l
172 loneladas, coudozio a saguinte : 2,0fX) sac-
eos com 10,000 arrobas 'o assuear.
Liverpool, brigoe inglez Kelpie. conduzio i
'Suinte : 2'y)0 taceos com 12,500 arroba d
a.socar, 1:19 sacca* ora 2,i">2 arrobas de alsodae
R.o de Jauaiiu, barca nacional Ameliau, de 31:
toneladas, conduelo o seguinle : 12 volumes d-
versas merrailori.is, 3,0lo ditoi geucroi do pait.
II lina, escuna nacional Traviala.., de 115 bis-
la las. c mi-t-17.1 i o seguinle : > volumes chapoi,
.592 ditos diversos gneros, 121 ditos ganaros do
paiz.
Parahiba do Narte, hiato brasileiro CamOeioale
31 toneladas, conduzio o seguinle : 140 volas
generu eilrsngeiroi, 12 l|2 barris manleiga, 1 do
vinho tinto, 1 acco cafe, I embrolbo tamancoil
rolo e 10 latas fumo, Vi'i arrobas de carne leal,
1 canas rapo, 40 dmiai do laboca inlinhadas, ei
ditas de bombas.
RECEBUOKIA DE RENDAS INTERNAS (J-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 16.
Idam do dia 17. .
17:706| 55
l:62Ga2j
19:422;7l)
he mullo provavel qu para o foloro nflo se deem
oulru incidentes 1,1o des grada /el, que bem podem
ler um resullain funesto ao tspirilu de empis/.a
que se vai desenvolvalo enlra n.
O negocio da despropriar;o c o terreno perlenceli-
te ao engolillo tilinga, por onde deve pastar o cami-
ulio de ferro foi juslo por arbilru. Medanle urna
indemnisQao pecuniaria de qualio eolitos de ris e
um pequeo desvio dado a' diiecc,o da linha frrea,
Concluiram se todos as duvidas.
Esta semana lambem leve huir a renniao do jurv
desla eidade. Pouros furam os p.ocessos julgadu, o
ale boje, segundo -.un s jnfori lado, ainda nAo se
deram nenhuin dos abusos que anlo escanda litara m
a sociedade. na iomSo pS'SSdS, a qae a toruaram ce-
lebre nos aune- de,l* tribunal.
E a' que traamos d*sle assumplo, viimo dizei
aluuinas palavras sobre oulrai tas noaaaa inititaicGea
fallar ni Iriboualda relacao.
a.ai-, u que importa o riconhecimenlo da juslica da
aecosarjBo, l>e noa
n .i ni... : s quesillo Bo he deltas em que vacla o
espirito enlre a aceila^iln ou nao aceilarilo do que se
ha earnplo ; todo Sabem p >r ai proprius que s.)o
usholeeiris, por lano, sem predi | o-icilo nosaa, es-
llo liliililadii-uiio parajulgare MOltoeisr a defe-
za exhibida.
Sr. redactor da Pagina ,tvulsa. Sendo V.
como d*ve ser, empenhadu em expor an dominio do
publico os faelos occorridos BesiS ci la,le e seu arra-
baldas, com loda a pureza da veid ide, para correrlo
do abusos, quaesquer que e.am seus aul- re, per-
millir-meha ama liueira ni... rvar.Vi relativa a' cer-
tas ocruireucias Jesagradaveis, que infelirmeiile se
leindailocom pesar a rc-paniaLili lade de todas ellas, mn duvida
por mal Informado.
tjualquei que seja o aeonlccimenlo havldo com os
omuibu, lodo os lirado se erguem contra o- leni
boleeirot, sem que aiguem s di au Irabalho de Int-
iruir-se da ver-.lade, nem an m?nos de indegar a'
cau
E-le tribunal, sem embargo dn zelo, nil.-ili.iMi, ia
e probi a,le do seu presidente e dos poucos msgis-
Iradoi que actualmente exi'tem, se acha complala-
mente entoipecido na sua m ireha e regularidad*,
1.1o necessanas para o b m andamento dos uegoens ^'-uin narro, cuju hulee.ro seja profeaoional.
ipie Ihe dizem rtspeilo, sendo islo proveniente da sarro do Sr. Dr. ltrito, o di Eiras, viuva do
falla de numero ufliciciile de ministros para as sj,- >'r- J'"1' Carlm M.v.iiik, e o esbriolol do Sr. Ballet
se< da eorportflo. liveram abalroamonlo com os mnibus, he verdad*,
Deide que do Iribunal da lelacjo fornm Irados ma nem u Sr. II,. Brllo, nem o tole.iro da Eim*.
o desembarcad, re*, que riin,,',- o tribunal do V1,*va do Sr. M.iynik, ni-m o Sr. Baalna eram exa-
commercio, lir.ui lo a r.larSo c, ni o numero incom- : ".""' '" uu aoloiieadoi pela p. Hela para li.dearem.
pelo ie seus membros, e de>de que furam aposen
alto puco din gneros da alimeniacao publica
OSr. Franco de Almeida Anoia
maior injuslica.
do Almeida : Apoiado ; nao ha
Lm Sr. Depulado : Elle fallou eonlia o mono-
polio.
O Sr. Bat.lo do Maua' : Eii o que diz o eilrac-
to do (Jornala ; Aqui u orador se levanta contra o
svatema seguido palo ministerio, a reipeilo da fume
que flagella o paiz.... a
Sr. presidente, u nao sei tumo o nohre depulado,
una da gloria econmicas da notas Ierra, encentra
no aclis de um ii.nn.len.i que dala de um anuo,
motivo justificado para fazer-lh* urna increparan
desla ordem. Senhores, s caosas que determinam
o valor dos preroi .ios ganeros da alMSOla(as pu-
blica sao satat condecida.
11 Sr. Franco de Almeida : lie moito lempo.
OSr. Sampaio Vianna : Nao oxiele u monopo-
lio '.'
O Sr. Baro de Mana' : La' vou Sr. prndente,
ai causa que arluam para a xiilencia do phenoine-
no que lodui lamentamos ttu varias a multo impor-
tantes .' a maior par* della* porem orrorre em obe-
diencia a leii ec mmicas, e as cnndires qua po.lim
Irazer urna mudanza nao ie operam em um anuo.
II nobre depulado abe que o uppriinenlo dn Ira- ,
ballio agrcola nos fui ripeulinameule cortado, poia
he notorio que a Aliica suppria animalmente 50,000 i
l.nro an a provincia do Km de Janeiro... que ha
alguus ai nos cessou inlairameutc MU imporlaro de
bracos.
ii.ni lem nada com lito I
O Sr. liaran do Maua' : Estol) demonstrando a
lados riooi e remoxiiL. om dot eus memhru, nun-
:a mais loi possivel haver regularidade nos (rahalhos
desla tiibunal, o nem ha e.peanlas de mclhora-
rntnl.i. pois aerresce a ludo isto que um, cum li-
eenca du governo, por espaco de um auno, fi para
a Europa Iraiar de roa laude ; i> Sr. Gome Bibei-
io foi Iranifirido para a rolarjao do Rio .te Janetro :
o Sr. Basto de Oliveira lambem relirou-se para a
crle, blim de tomar assen o na cmara dos depu
lado.
Neslas circumstancias o liibunal, parausado por
falta de inmhros que formero casa, conten um nu-
ii.nn considiravel de felu civei*, conclusos ha um e
doua auno, e una grande quaulidade de procesaos
crime, que lar le ou nunca serAo despachados em
quanlo o tribunal permanecer nesla lituano de-
ploravel, -iiuar.i i qua recUma um promplo reme-
dio, snb pena de se muliipiicanm os pre|ui bliroi a um poni inqualilic.vel.
A lelar.'io do MaranhAo la.-nhem esln fechada, por
falla de mimbro, desda noven.Ion du armo pastado;
an pasan qoe dizem que a lo Rio de Janeiro rnnla
21 a 22 ministro.
OSr. Dr. Antonio Epiminonda de Mello jA lo-
m>-u posse do lugar de secrctaiin da capilama do
porln desla eidade.
Dando esla noticia, aprnveiliremos a opportoni-
dad* para fazer urna iiiggeitio que se rifare a esla
roparlicdo.
He saludo que O grande numera de pequeo por-
to! que exisiem nesia eidade i em todo o lilloral da
provincia, estn dsbaixo di Intpsccdio dos eapataiet,]
que pela sua parte lio oh miniados a' capitana do |
porto.
Acontece porem que esla autoridades tabalter-
aai punco tralaui do cuni.irir ai tu*a Obrigacos, o
oo alo cerlo poni he deirtilo.ivel, pms que so del-
las se oecopasiem iseloslvaraenle, nlo leriam lempo
tllQicioPtc para tralarem dos seus negocios parliru- \
lares, e us seos inUresse h iviam de aoffrer grande-
minie, pnis quo esla elisia he compo.la da boratos
pobres.
A-sim, para reme liar eie inconvonienla e dar-ge
una virdadeira lnpeeca......i piulo lomhrarr os,
qoo taris bom tt Untaste orna pequea ImposicSo
na. iridiaren.es que miles ctislem a qual
dave fecalnr lulue a Viagtm. pr exemplo, lo
lis sobra cada viaaem que der urna can.'.a
de caireira, do seu porto para oulio qualqoer ; GO
rs. pela xi.igem de con.lurao d maleriaoa, uu canoa
abeila; 160 pilas rliun utas da India; 320pslaa har-
caca ; e 19000 pelas sumaria, e|c.
Hile pequeo Impotio -era' Consagrado a' recom-
pan-a dos capatazas, e lmanle devera'ttr cobrado
no pooto a qua pritericr a emharrarao. gala uu-
COMARCA DEGOIANNA.
/tamb i de julho de 1858.
Bem sabemos qua deve estar nem alarelado de
Irabalho, rnoilu principalmente ne-le lempo em qua
luncciniiam ai cmara
i.i mu. v, /e- na compositores passavam noiles e
mulos no Irabolho o mais airioo, e quando soppo
ulian ler al, un inflantes de quielacfo mesmo no
Mirado da earlaira do cacitos, o tiro da pe;a an-
nuiciava o da, e por confesuinte o Irabalho !...
i.i i.'in: s teem succomhido nesle Irabalho de-enm-
mun.il... l)j de o amigus Viclunno, Joo Carlos, a
i))agalbAes !.. .Nm- damos o deviJo apr.ro a um tv-
pographo, fimos leslnnunlis de suas fadigas, a por
lito iiieimo temes deiado de remclttr-lhe tlgomil
novas.
A nos-a polica val indo nas iiivcstigac.ei do seu
genero.
Acha se em exerc cin da subdelegacia o primeiro
urna
conslituicao robuslissima, sera jre gosei sau-
de, e na verdade nunca me passou pela inia-
gtnaco que eu podesse adquirir jamis urna
semelhante enfermidade.
Mas o que he certo he que estando tra-
balhando pelo meu cilicio, e sendo-me ne-
cessarlo levantar urna soleira, fiz um esfor-
co maior do que permittiam as minhas Cor-
cas, e immediatamente senti como que um
corpo eslr-nlio cahiodo para o bailo ventre,
e desde ent3o principiou o meu martyrio.
So depois de 25 lias he que sou lo chama-
do o Sr Hr. Carolino, reconheceu este por
meio da sonda a causa da minha enfermi-
dade, o que bastante me admirou, porque
nunca havia spntiJn, nem per accidens,
syaiplomas de sa elhanie molestia ; o Sr.
Dr. Carolino, porem, rom aquella benevo-
lencia que tanto o caracterisa, leve a pa-
chorra de explicar-me como era possivel
gerar-se na beiiga una pedra sem que o
doente a percebesse e sem mesmo sentir o
menor incommodo, do que havia immensos
exemplos, citados pelos meslres da scien-
cia.
Inmediatamente deu principio cura pe-
lo novo moiiiiul i operatorio denominado--
lilhotripsia ;e oo espago de 30 dias conse-
guio esmagar e f xtrahir ja b -xiga urna pe-
dra de uina pollegada e cinco linhas de
dimetro, e 13o dura que foi quebrada a
marteladas, sahinlo tola pela urettira em
fragmentos, os quaes pesaran) sete oitavas
n3o contando mullas partculas, que se per-
dern.
Esta operacilo em extremo diflicil foi pra-
tlcada com a maior deheadesa de modo a
nem de leve me ferir a bexiga, e muitn me-
nos dar lugar a hemorrhagias ; e de presen-
te acho-me pe fetamente curado e em fim
da convalescnca.
Livro, pois, das crueisangusliis, qu? tan-
to me llageilaran, he do meu dever dar os
agra.lecinientns >o Sr. Dr. Carolino e rog r
a Dos que o encha de benc,3os e prolongue
sua preeiosi vida para allivio da humaui-
dade s, ff odora.
Iguaes votos dirijo ao eco, manifestando
a niesma grstidSo aoSr. I)r. Villas-boas.que
assistio des le o comeco a operac3o. e aos
S's. Drs. S dignaram comparecer em algumas pbases
da operacilo ; a tolos sou grato e me con-
CONIILADO PROVINCIAL.
Rtndimento do dia 1 a
Idam do dia 17. .
Id.
I:7252
1:054301
14:526563
vicos agrag ios .lo engenho do Sr. Jos Fran-
cisco nSo transitasseui pelos seus dominios I fesso reconhci lo
fendaes, c para islo reduzio urna estrada, | E como, Srs redactores, sei que Vmcs.
alias de muito commercio a qua tro palmos, nunca negam as columnas de seu (Diario,
pouco mais ou mei.os. publicacO.s que iuteressam a humaoida-
------------- | de, rogo-lhes por sua bon lad a nsarclo da
De te rapos imraemoracs, desde que me' presente, afim de que um fado desla ordem
B entendo, Srs. redactores, tcnlio seropre lido i e fjue atiesta o progressoda medicina entre
. | um pensamenio, urna idea lixa, que alguem i n<'s> n3o (que no olvido, com o que farao
talvez capitule de monomana. NSo im orla,
he um pensamento meu, urna idea minh,
que em vez de se ir dcsvauecendn, ou mo.li-
licando, ceda vc langa mais pmfunlas rai-
zes, cada vez se robustece mais, e creio
que morro com ella. Mas nflo querenlo
morrer embuchado, vou expo-la ao juizo
publico, se V. S. se quizer prestar a jsso com
vosso muito lido e muito apreciado Diario,
Ei-is :
Ten no para mim, que a garantia d segu-
t. .mn ht, poi-, que por lo os o.se fictos se tomam
logo reipontaveii se bolaairot dos mnibus, quando
etica lem em tea avor a pretnmprJIo legal de acerio
' b, ni dasem enho do nas olnigar' por haverem
pre.tado eiame peranlt a policio, arharem-se por
ota ululatos ? quando S"e vchieolos, pelo I' a la
maiihn e numero de catalina, que o liram, nao po-
.lem volvr-se obre o me-mo terreno, em que #e
volvem os carri nem lera a ligeireza e ficilulade
de parar propriot desle O mosmo fado de ler o
mnibusliiqu ,i parlido a peraa de um burro du
Sr. Ilr. liona, nao pode ser levado em culpa ao bo-
leeiro, porque na uetaiiSo em quo patsava, o burro
espantando se, ergocli-se e calilo de colai rom o
preto qoe o cavalgava, rollocaiido-se lobaitO do om-
niboi, sem que o boleviro livcsse lempo de evitar o
etropellamenlo.
De lodos eises faci estou bem informado, mo
pelos p ni,r i,, buleeiro, mis por pa-sageiros do
oniliibo, pessoas bm car.u tensadas e lilellgna,
qu* te prestarBo, sendo proiiao a leillOcer, que o
holeeiros se houvtram lempre com toda moderarlo e
prudencia ne>e aconltcimonlos, pelos quaes nSo
podem razoavelmenle ter rrcusadn, viito que un
forara filheu do acata, e oulros do erro impericia
do ln.liir.i" improvisado.
He preciso loppOr no lioloeiros dos mnibus urna
perver-idade bem elnpida, para acraditar-ie que
por mero lerreio deem lugar a frarasso dtssa or-
dem, quandn nohre alie lie qo* recabe seo-pie, em
laeaeaaoa, a aclividada da policio, lm da parda da
condnela do proprietario iletaei vehculos, a quem
loca larahern i.3o pouco Irabalho e pre}oifos, como
he publico j notorio.
I o la eta anlipalhia volada .10 omnihot, qoe alis
lao bou lervicoi e lana ulili la le prestara ao publi-
co, procede laltei de algamai icemafuet, qu, pol-
lo lejam de petaoai luspeilas linda nlo liveram
quem ie d* ao Irabalho de refola lat : mat, co-
nhecenlo a nereitidade da romper o silencio, pro-
leal desda j i" no donar i aitar desahercebida urna
l palavra, que inpisl.uiioiilo se publique coi,:
mnibus.
Paranlo, Sr. rodador, iisim como V. lem r in-
iignado ;- accosafooa, dlgne-to abrir espado em
sua pagina para etlai poacas huha.
Sou com lo.la a coutidea^o de \ ., etc., ele.
i.i ludio Duneui.
Itenfe. 16 de julho de 1838.
Inscripro.EtMo marcado ns sei- meiei da
lei.
d",1 ^."."/..T^^iZZdZ, ''con,' ul SS* -'-. via/e fazend, dos cidado,
lino admiravel enurpuo um cancro, que .a corrom-' de'lon'1e ^!en, s da folela, e fori;a publica,
pendo algumas fabrica da cerlo eugenhoa por: e ,nosmo dos meios in Jividuacs, que cada
aqo. .um possa empregar para sua defeza, o sc-
\. ha-te em arcclo da delegada o lenla coro-; guraiifa, do que dos tribunaes e dos juizes
nal Mariano Kimoi da Uendooca: )a tao don vo- encarregados da repressilo dos chines pu-
za<, que ese homem dedicado ao bem publico, dei- ; mudo com indereclivel severidade os crimi-
WX Sttm* 1S *m ,;oi""u', SK; f1,aDj(, TjU8t," rn^!T'ie
I., en.i qu. o br. cpinio delegado da comarca ^8.]o'dore8, ludo o mais he intil, nada
dora p re de doenle di.saboriado por cerlo fado i mais presta.
acinton- o camporiamenio do S S, durante a su i L'm faci bem recente veio fazer recudos-
es1 ,,ia em (.ianna he lodo honroso, e bem langa cer em meu espirito e-la tdea. Quegaran-
a-ui ,1o auio,un um prucedimenlo bru-co como a lia prestou aos C.ida Jilos pacilicn>, aos pas
pouco seden om a pri-o do l'acarc. de familia honestos, industriosos a promp-
,aona nn podemos deixar tido energia, com que a polica ellectuou
a pnsdo desse desalmado, que a falsa fe as-
ssassinou o ,\ll.'m.io seu inesUe de ollicina
-- -i -"- -.....^.-...,
de lillrapaatar da raiat du iusso llainh, e dizer-
Ito algumas palavra! acarea d,
o que
Vmcs, especial favor ao seu humilde criado
Jos I-'ilippe da Rocha
-.r^X-- i
PRACA DO RECIPE, 16 DE Jl Lili) DE 1858.
AS 3 HORAS DA TARDE.
Culac/es ofllciaai.
Cambio sobro Londres25 1|2 90 d|v.
Descont de letra*I 0|0 au anuo.
Cambio lobre o lio de Janeiro112 0|l)de desc,
Descont de letras<) e 12 0|0 ao.anno.
Assuear smenos2?!iuo por arroba.
Preda llnbilliard, presidente.
i'. Borgas, secretarlo.
CAMBIOS
Sobre Londret, 25 l|i a 25 1|2 a 60 '.10 d. v.
Paria, 385 r. por fr. a '.H)d. v.
a Lisboa, 108 a 112
d Rio de Jmeiro l|2 por 0o dt rehile.
Des-mito de lellrai, a I, 10 e 12poreen(o ao auno.
luz do lia all no areal por delraz do ater-
a ,- e i de nossa co-
in rra.
Tein-se convertido aqoella bella eidade em um
Coeo de intriga, lem ipparocido orna na mais nojenla poativel, Riba lmonla dn cambalis-, foi logo, e constantemente perseguid) Um
mo de seus amores; he pena que em urna eidade jury tilo desalmado, como elle, O ahsolveu
emo a de t.oianua, onde ha llusl.ae.,o. e inorali- Je culoa e pena e n0 momnto em que este
\1Z2ttff*v^,.ttr.i.So"4r. escrr,vo-esl?"acom tW~pe>eo-
s.. un. hydrophobieo, p .den.' dar lana dentada na ?a Helando a sociedade tnteira se o cons-
prlmeiras autoridades da comarca, estes pasqun -imicioso e recto juiz n3o houvesso appella-
htm longe .!. d'-m .rali-,tem a pe-iia a quem te: 'lo de i.lo iniqua, e escandalosa deciso
prelen aban lalliam aos >eu aul-ire, e grangea-lha o dei- : resultado de lamanho escandalo.que veio on-
preso da gente .ens-la da comarca ; tmlim, nem co-ajar o desprezo das leis, e da aulondade
Nos-, -senh rado R.sario.agrada a todo, einl.o.anna. I11!b|1C8 e a sem ceremonia, com que bo-
lla das fal eren om Pedra de logo da parle da 1___. *, ~r*~ H"" "vj
Parahiba, um Individuo do um f.cad,, que Ib. mens prevemos atacara a vida deseas conc-
dera um eonllldo, par amor de urna galhnha. j Hadaos. N90 Se le esperar muitO O elleilo
O ganaros alimenticio v.lo declinando, porem a natural do semelhante impunidade. O outro
earne verle ja alv* mais b-raia ; atln semana ja Allemao mostr e dono de ama ollicina no
deo 18 psiacas, leudo ja dado anle, 8, 10 o 12 pa- lugar dos Coelhos foi tambera assassinalo
ara. em sua propria tend, para maior solemni-
O nos o matadouro erre a mil mar.vilhat ; nn ., darte, e das 10 horas para meio dia por ou-
ZXZ TaXlT^Tu ';T:: r 0M d S E P^?t/ Tos-
raes Pedra. de logo silo marchamo, pelo que ja S.B Pe' 'l116 ufusse : Pobr,0 bomem traballiava
vi- qae bol marchante o liieal tao quaniidad Im- decoboc baixa, quando receheu a lernvel
m igemai em Pedral de l'ogo, epor liso nao ha mal pancada, que Ihe esmagou o crneo : nem
trisi pur aqo. I uina ra/ilo, nom um motivo, a nlo ser a ter-
A verdes, m.iilnn Iha h\ tropiram as algi- rivel gar- ntia ^ns ci iillinosos presta la pelo
beiri para .atisfuciio de sao amigo valho. I procedimeoto do jury, poda autorisar se-
' melhante atienlado, nao provocado pur a-
g essao alguma. o infeliz nflo tinba troco
para no ni omento dar 1>0"(l que esig a o as-
i, e nao qull liar dall, visto que se
despeda da olDcina, odinhoiro para trocar,
s pretndela '' lilCU' vuio ecM conflrn,aCSo rn/.Ao que
, ,ri1 ne. linha P'.i sonao liar em caracteres taes is
como o caso corre pela bocea de to los.
i; enlSo he monomana o mea ponsamon-
lo" Que garanta, repito, prestou a socieda-
As indisposi^Os porem, continuavam : de a prompta e enrgica diligencia com qoe
ninguem por mais honesto qae fosse, epor a polica prendeuosse desalmado 13o o romp-
mns i nparcial que parecesse, estimava esse l< e energican.ente absolvido pelo jury.'
It vil., a excepcao, como se rtisse, dn qualro Autos nSo liver- elle sido preso Ao men is
quo nao conucoen In ler-so-hia ponpado ao paiz tanta ve-gonlia.
So o mesmo tem acou-
teoer com esto segn lo assasslno, faco vo-
' ezplicam sem grande es- los para que nunca seja encontrado : nao he
01"ROOne i- hespanholat. . 30*000
Dilai mejicanas....... SMsOOO :i2ctioo
Peeai de 6;i00. . I792O0 18S000
Moeda da iooo . "ttOO
Ditas de 205 ... . 20S.MI0
I'RAIA.I'alaces brasileiros. . 25080 2JI"0
Dito eclumnarios. . SCMISO 25KKI
Ditos meiicanot . 19800
AI.FANDEt.A.
Kan.lmenlo do dia 1 a 16. . JI:I6L-S08
dem do i IT...... 12: Jli;OM
226:3989819
PKACA DO RECIPE, 17 DE JULHO DE 183.
AS 3 HORAS DA TARDE.
fiecista semanal.
Cambios---------------Saccon-io sobre Londres a 251, t
1|2 d. por 19000, a 90 d. vua,
380 a 385 rs. por f. aobr* Parii o
de 105 a 116 por cenlo d* preaio .
obre Liiboa.
Algodao--------------Euii/iraro 915 sirgas. Vander-ia
o regular da 83200 a 89100 rs.por
arroba, o algumas taccat a 8>00
' I e o m so. it de "96OO a "98OO rs. porar-
roba.
Assuear--------------A vendat da semana regoiaim
por cerca de 30,000 saeco,aoi
precoi de lljijt) a 3700 por aro-
ha do branca ; 39 a 39100 p ar-
roba do iomeooi ; 39500 a IfOO
pelo maicavado America, 2.;:,0 a
2>O0 do Canal, 29GOO o Li.ua,
,11 purgado bom. Vieram sma-
le ao mercado :1.2HI saceos, e,,in-
do a ailra a terminar, e o depizi-
to redoztdo.
Coaros---------------A allimat veodts regularan! 200
rs, por libra do teccos vlgalos,
pre^o qoe boje he nominal.
Agurdenle lem tid.i pouco eompradore,-e-
g-ilan lo ;i iNKId ri. p Arro------------------Vendea-se a I98OO o 29600 rs.por
atajaba, e o superior a 29801 r.
Ateite doce---------I lera de 29200 a 29350 rs. por
gala.
liacalhao--------------Veiilaa-ie em atacadua 159501 r.
por barrica ; a relalho da 15)000
a I00 rs., fcando em dap.niu
M.iMMl qoiulat.
I Carna secca- luda eslamoi em urque do lio
da Prala, fcando h.je era ser
l'.OOO arrobas do Rio Grama, a
qual retalhou-st de 5-iOO a 6>20
ra. por arroba.
1-arinli.i da Irigo-O mercado lem io coniervadi a-
bun anle, tendo boje possudor
de 28.300 barrica!, inclusive um
carregameulo de New-fnleanaen-
Iradu 1 e-la (emana ; deslai 9-iOU
sao eaiopeas, eat reilanlti norte-
americanas : Retal bou-sea d'A na-
nea de 169 a 229 ri. por baruca,
de 2.I9 a 259 a da 1 rieile, o a
H-i- o de Genova.
Manleiga--------------Ha em ser 100 barris da ingiera,
* retalharaui ie cerca de 200 lar-
ris de 600 a 800 rs. a libra ; e "a
franrea ficaram m deposito I.SO
harria, aendo 670 viudos pelo na-
vio .11 -m.iico>', qu* i-So lem arla-
do comprador ao prego qua 1-
gem 01 importador.
Deacontos -Tem variado a 9, 10 e 11 por tin-
to ao anno.
I-retes-----------------A 25 l|2 e por canto pelo is-
tucar.
Enlraram durante'a semana os seguinle volunta
do porto ^eitrangeiro* i,0H barricas o 2,>05
linas hacalii.io, 412 harnea cerveja, 100 bans
chumbo, 1,000 dil-.s plvora, 2> dilot a|ilre, 12
loneladas carvdo de pedra, 61 rulos chombo, 21 cu-
va- conserva. 13 ditas azeite, 30 barris Si-bo 75
barril manleiga, 125 gigot, 8 bar. i o I caita loica,
100 sac-as arroz, ii) meias dila da', 51 caitas da-
se, de moflir, 200 caiut f,.lhas d l'landre, 15
dila .nas d* cobre. 70 lavas de fino, 532 barr. da
ferro, 300crito, 252 volme diveria inrrcido-
riaa I*..- I 1 llra-il. 750 sar-cis far.nha de mandii-
ca, :100 ditas arroz, 15,253 arrobas tarqoe, 37* to-
nelada* cartAn de pedra, 2.000 moll.os d* piassaoa
5 cauoe e 3.093 raisiotias charuto,121 arrubas to-
bo, 28 volumes diversas mercadorus.
Siluram doranle a semana o seguinle volorm :
para 01 porto e(rangairo, 3,800 -accos com I9,i)n
arroba de aucar : para 01 du Brasil, 9.320*ne**t
701 berncas com 20 153 arroba e 5 libras auoir'
110 pipa agurdenle, 3 ditas, 12 quarlofa e 5 bar-
r- espirito, 00 barricas bicalho, 50 uceo gomrra
.56 ditos feijlo, 100 ditos arroz, 10.000 cncoi con'
ca-ca, 120 ,lu/.iai dilo de beber agoa, 1,921 volum-
genero edrangeiro naoionaes, 300 volumes d-
versas mercadoiiis, 50 birrihnhos doce do calda.
\, h un-.,, a carga 10 navios : sendo I para Lir-
boa, 3 para o Rui dejaoeiro, I para a Baha o5
paraoCeara', Maranbao e Para'. Desle I porlo-
ijaez e 9 brasileiro.
PALTA
rfo.< prerns torrentes do assuear. algodao, wtf
teneros e producres nacionaes que se de i-ham na mesa do consulado de Pernambito
na semana de. 19 a 2i de julho 1858.

Devarregam hojt 19 de julho.
Itrigue sardoMari* Elisadiversos gneros.
Ilrigu* hamhurguezCharlesmerca.I,rias.
Patacho amenciniiEvelinafaiinha de Irigo.
Barca ingleza Sarahmerca.torias.
Barca ingleza l.mpirodem.
Barca inglezaheronbacalhao.
Brigue inglezEnvoyidem.
Brigoe por logue*t'.onianlepedra.
MOVIMENIO DA ALFANDEUA.
\ olumes tnlradnt tom fazen 'a.....
a
cera generoi
\ "11111111 lahidoi eom faztnda
amn goneroi
"fc.lal
<^ vmntnnicabo&.
Passasse la ova cano '
1 'nm essas e oulras pirracinha
o Rvd, vigario dar o grito linal de
pendencia, e pn clamar des le o al endre al
O fo,;3o da -na casa son palor todo podo-
losn '
polio nao he novo
rausa que delennuiuu a alia do preco da alimenta-^ lal Luiz du llego.
litado no lempo do gene- Irabalho! da prsenle se
Incentivo ot capalazea I lo om prtloetcravo 1
.)> publica, e tucuiilio-a no alto preco do traba-1 to hlo ds animar, o a polica do liiiural lera''eior" 1 qual fui alinal abtolviio
""' 1 eida com malhor catlo. Dt oulru sorle uao so poda' >o dia l fui julgadu um iujividuo, enjo
cilla.ios do da 16. para a insrripril.i do quo OU CI'ICO pro rielarlos,
prettnderem coneorrer para n preenrhimento da, ou fazendo nSo con lece'iem, relacionan) se tanto desconceito
vaga le lenteanbalilnto da lacoldade d. Direilo, ainda por tabella com o Rvd
que se deu p r oeea.lao da remocao do (Jr. Josc Ba- ||. rnusaa non
nifaciopira I acuMade da si Panlr
.lu y tic/a eidade.
I
uso 1I4 alias dafesas ; o
Ko'dia i3piincipiaramoi r,rc". '""','""''' '"' *e""iade,he: que pou- lao grande o mal de nao ser elle pros,.'romo
nao, entrando em julgamen- ea vida ter quem nao ver o ponta-pmo- o de urna absolvie3o iniqua: no primeiro
crime
ral, o a 11 ur hssima bofetada, que ha de dar I caso dar-sc-hia, quanlo muito 1 rputat;3o
esse Rvd. naqueltes, que por huma da lirma de frouxiJ9o edeleixoda parto da polica ;
se relacionan! publicamente com elle,... 'no scguudo a de irumoralidade e corrupclo
Total
IMPORFACAO
Barea inglesa Sarah,o viuda de Liverpool, eon-
ilgnada a Johoetoa Palat \ Companhia, nianife-lou
u secuint :
50 barril manleiga, 50 dito cerveja. 2 fardo fa-
reud.s de Ha, 25 gigot, 7 barrica e 1 cesto I,.na
ao contgnalarina,
70 lenes de f.-rro ; a Braga, l'.arncirn ,V Silva.
10 i -accos ario/, 5 caitas pe leera d-seleiio, 2
lila- razenda de linbo, 10 moiaa d las eha', 1 dita
amottrai ; a Sauuden Brotheri ,\ C.
1 eaia fazend dt liuho ; a Jmes \) ,1 Iday.
25 barril manleiga, 25 canas cerveja ; a M. J.
lioncalve da tulle,
100 gig'.s e I barrica loufa : a Foi Brolher--.
200 eauaa folha da Fltndrca, 2 Lunas barras de
dila, 16 pedacoi do .Illa, 36 barril prego ; a ordem.
50 Cestos turma- de assuear ; at:. .1. Asile) ,\ I,
15 cali it loltias de cobre, I barrica prego da
lil ., 10 tonelada! de carvilo queiuiado ; a Barroca
,\ Catiro.
i ranas faztodll de alg'.d.ao, J .lilas miudezas ; a
II. Ilriinn >\ C.
2 raix.s f-zenda de algod.io, i ditas papel ; a (i
t>. Bieber fit C.
1 cavas uztiida de algodao a 1.1a ; a Tima M-
O, \ iii.i.-.i.
9 Jilas (jimias dt liuho, 36 ditas e 2. fardos di-
Assucar branen.
mascavado.........
refinada........Y
Algod.io em pluma de 1.a srio
n 2.a
u i) 3. o
1 em caroco.........
Aguas ardenlcs'alcnol, ou espirito
d'aguardente. ,
o de cachara ......
i de calina......
11 disiilada a 'do reino.'.
lienehra.............
o ............
Licor............." l
..............j
Arroz pilado............
em casca......
Azeile de mamona .......[
11 mendobivt de cocol '. .
de peive.......
Aves araras.........
papagaios.........
Peiiquilos...........
Bolachas..........
Bsenlos..........
Cacan .............
CiirlllinbllS.......
Cafo hora.............
1 em Kr!o reslolho .'.".
1 com casca.....
u moido........
Carne secca .....
Cera de carnauba ) pao.....
> era velas ..... ....
Charulns bous ..........
ordinarios.......
8 regala e primor .
Cocos seceos.........
Couros de boj salgados ....
i) socios ou espitados.
o verdes.........
a de nuca .......
n d caba corlidos .
o u carueiro......
ii.ir.- \W calda........
a o guiaba .......
o seico .........
o jalea .........
canuda
392 O
-'-ifKI
5t*j
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B|0|(i
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5800
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DIAKIO DE PLKNAMBCO SEGUNDA FEIRA t!t DE JULHO DE 1858.
Espana.lores grande........um
i) pequeos.......i
Esleirs de preperi........uma
1
Estopa nacional
a eslrangeira, mao d'obra
Firinlia de aramia.......
n d mandioca......
i niilho.......
Fcjao...............alqucire
Fumo em tolo boai........(a)
> ordinario..........
u era folha bom........
a a ordinario.......
b a restolho........
(eiiEibrc..............i
(iomma..............alq. 3 \
Ipecacuauha.......... a)
Lenha de acias grandes......ccnto
pequeuas.....
i) o t loros.......
l'raucliues de amarellode 2 costad is um
i) o louro......... i)
Costado de amare'.lo de 35 a 40 p. de
c. e i' ', a 3 de I. .J.
>. de dilo u-uaes....... u
l.osladinlio de dilo........ a
Soalho de dilo. ....... >
Forro de dito........... i>
Coslado de louro.........
Costadinho de dito........ p
Soalho de dilo........... >
Forro de dilo..........."
cedro.......... u'
loro de lalajuba.........quintal
Varas de pereira.........du/.ia
o i aguilhadas........ o
a o quiris.......... v
Em obras rodas de sicupra para c. par
i> eixos o o d
Mt'l.................caada
99500 |
laujol
:)() ---------------------------------------------------------------------
I96OU
i-uno "" l,B ordem do Exm. Sr. director tiesta
3)000 'cuida Ib, baro do Camaragibe, faco publ-
. Aqueire 9000 eo, que liea marcado O prazo de 6 mezes COn-
M^ltlII
BfUOQ
123000
N041OO
69OOO
25OOO
4.3000
19500
128000
3534HK)
209000
*58000
awHi
1WOO0
123000
tJiOOO
120000
IO5OOO
65000
430410
43000
19380
lOtSOtl
1?!I20
13280
3034100
103000
>3oo
Milito......
l*edra de amular
t filtrar .
rebolos
l'i,isava em niolhos.
alqueire 335410!
urna
B
I
um
Ponas de boi...........cento
Sabio...............ft
Salsa parrilba...........ig)
Sebo em rama...........va>
Sola ou vaqueta..........mcio
Tapioca.............. l*tilias de boi...........cento
Vinagre .............. pipa
9500 talos da data deste par a inscrlpcSo dos
111 que pretenderen! concorrer ao lugar de lan-
' le Substituto da faculdade de direito do lii
cile, vago pela remoco do Dr. Jos Boni-
facio do Andra la e Silva, dnsto para o rucsmo
lugar na f culdade de S Paulo, que foi con-
cedida pelo decreto de 5 de tnaio do cr-
reme anno. Pelo que todos os pretenden-'
3234XXI tes au.dito lugar so poderilo apresenlar des-
9500 deja a secretaria desta laculdade para ins-
crever seus nomes no livio competente : o I
que Ins be permittido azer por procurador, I
se estiverem a niais de 20 leguas desla ci-|
dade, ou tiverem justo unaedimenlo Silo,
porem, obrigadosa airesent-r documentos,
que mostrem sita quali lade de cidadfio bra-
stleiro, e de que estSo no goso de seus di-
reitos rivts, e polticos ; certidilo de hap-
lisnio ; folha corrida do lugar de seus domici-
lios; e diploma de doulor per uma Jas acui-
dades de direitodo imperio,ou publica forma
justificando a impossibi lade da apresentacSo
do original, e na mesma occasiSo pdenlo
entregar quaesquer documentos, quejulga-
rem convenientes, ou como Ululo do nabi-
hlacoes. ou como provas de servidos presta-
dos aoKstado, a humanida e, ou a setn-
ela, dos quaes se Ins dar recibo : tudo da
conformidado cornos a>ts. :I6, c 37 do de-
creto n 1386 de'28 de abril ele 185, e 111 e
seguintes de u. 1568 de 21 de fevereiro de
1858.
E para que chegue ao conhrcimenlo de lo-
dos mandou o mesmo Exm Sr. direcor af-
fixar o presente quesera publicido pelas ra-
lbas desta cidade e da corte.
Secr*tna da lamida io de direitodo Re-
cife l6dejulho de 1858. O secretario, ba-
cbarel Jos Honorio Bazsrra de Menezes.
mo 2 lindos moleques inleiramenle sadios e,
um preta sotrnvel cozinheira.
Mesan mesmo diao referido gente tm-
bem far leilao de 2 bonitos bois para rar-
roJS, I ptima vacca cotn cria e I cavallo
liara sella, Instinto gordo, os quaes se echa-
rBo patentes cm frente do dito armazem ra
>fo Passeio Publico n. 15.
Leilo.
Sottiliall, Mellon 4 C. farao leilo por
coiitu e risto de quem pertencer c nter-
venc&o do agente Oliveira de 50 p.-.is
11 botas da manliaa em ponto no
O palhabotc Lindo Paquete capit3o Jos arma/.em ra do Trapiche.
Pinto Nunes, val seguir cin puncos das aos ____________________________________________
portos indicados: para o restante de seu '
carregamenlo que pouco pode "altar trata-so
com us consignatarios Almeida Comes, Al-
vea & <-'. na ra da Cruz n, 27.
Ceara', Alara-
nhao e Para"
seu
Sitis SDii^^v,
640
680IH)
1364HI
9200
3-.HKI
9120
203000
63OOO
?9500
43200
34120
403000
BIENOS-AVRE5, 26 UE JL'NHO DE 1858.
De gtueros do Braail o merca jo lem do parca
mente lappildn,
\rnr. 1 <-iu havido transac^Oea da importan-
aia no de Peru-robuco ; o novo, que monlava a ;"------" t~>- *"-- .-c...-.-.>- ^
2,5041 barrica, realizoa de 619 a 63. deipicliado, "aso a Tematac3o o oderecimento felo por
Prxedes da Silva Cusmtlo da quantia dei
~- O lllm. Sr. inspector ua mesourana
provincial,em cumpriiner.to dodespacbo do
Exm. Sr. presidente da provincie, do 8 do
crtente, manda fazer publico, que no dia
29 do mesmo, val novamente.i praga para
MT*ai rematado a quem por mt nos fizer os
reparos da ponte ite (oia^na, servindo de
CAIXA FILIAL FM i-EKNAMIHJCO.
A directora faz publico, para conheci-
mento dos Srs. accionistas, que ten lo sido
lixado pela directora do Banco do Brasil em
163 rs por acr;3o o 9." dividendo relativo ao
semestrn lindo a 30 d-e junho prximo pas-
aado ; acha-se o Ihesourelro la mesma cai-
xa autorisado a pagar dora em diante o re-
ferido dtvidenlo.
Caixa Filial 17 de julbo de 1S38. fj se-
cretario, Antonio Marques de Atnorini
P'ccisa-se um criado, ou criada para
ros, aoVqokes offerece 1 "*r3' em uma cass- c"i *' so fompOe
o melhur trataraento, duas pessoas. sondo o criado obng,do a
lodo o servitjo, menos lavar e engommur : a
tratar ta roa da Cruz n 51, terceiro an lar
- lloga-se ao Sr Jos Adolpbo Correia,
vin lo ha pouco de Macei, queira ter a bon-
dade de apparecer na ra do Queimalo n 7,
quo mut'.o se Ihe deseja fallar
Aluga-so uma sala de detraz com ac-
commo laques suficientes para morada de
um homein solleiro : na ra do tjuetraado
n. 46, primeiro andar.
ATEO DO CARM
Nesto estabelecimento de 13o grande utilidade haver todos os dias desde as 6 horas
da manhaa at as 10 ou 11 horas da noite bnhos frios simples d'agua corrente di Co"-
Panhia de /feberibe, ditos aromticos, ditos de choque e chuviscos, banhos momos si>n- ;
l'les e aromticos, assim como banhos madicinaea sulphorosos o salgados, vindos de |
Paris, dasmui acre litadas pharmacias do Mes. Sarband. Va,uqueline Pelletie.r Pi I'ilhos-:
Chamamos a altenQao dos lllms. Srs Drs. em medicina para este estabelecimento,
que podera facilitar Ihes algumas curas importantes, lia lugar reservado e completa-
mente separado para as familias.
Jear%acu\
Segu o patacho Santa Cruz, recebe carga:
a tratar com Caetano Cyriaco da t;. M., no
largo do Corpo Santo n 25, primeiro andar. '
--- Para Lisboa pretende sahircom a pos- i
sivel brevidada o bem conhecido brigue
portuguez Constante, por ter a maior parle I
do sen carregamenlo proa;pto : para O resto
do mesmo e passagei
bons comino los e
trata-se com os consignatarios Tliomaz dt
Auomo Fonseca ci F'ilho, na ra do Vigario
n. 19, primeiro andar, ou cotn ocapit3oo
Sr. Augusto Carlos dos Res, 11a prac.a.
para o branco, do 4I3 a 429 miacivad.
Kiistm sineula 3,000 barricas do valho em pri-
Diaira 11 o >.
AgoarJanle de caima.Vanderara-ae 30 pipas do
Brasil a 2 30d ?; o marcado ae ach aopprido.
Herva mate,Uauva venial dn Paraguay de
a ti 1|2 patacaa, e nie lia ei'alancia. Da Parana-
gaa', vemleram-ae 710 aurrd'a do vallu iie 5 des-
pichado a 649, esculhar; 360 do freaco a 6S.-. a
liaalm.nle 16,000 arrobas do valho a 473. O de
boa qaalidade e*la' procurado.
Familia de Ingo. llouve venda de 700 barr-
ca da arnerica a 4 l|2 peaus a bordo ; o marcado
asta' liouio, principalmente para aa qualidades iu-
fl'li.Ttl.
Sal.0i prejos bailaran), e aeria diflieil vender
um carragamenlo de t^aiiu da 10 a 9 ra., ou um
do uibn- Verde a 8 re. forte?.
Vuih is.to Caiaiao, :!;'.) :[[."> pipai oblivararo 78
pala; 55 1|2 pipas 90 pas., como limbein 75 pipas
Gaaiel| 10l pipaa da mesma marca vanderam-se a
84) M>a,; 77 pipaa deapachadaa obtiveram 2.3209
9 Ofi 40 pipaa Catallo daapaehado 2,2003, e 50
pipai Maraelln C8OO3. Ui pieria -tan em aubida,
Kn ganeros de atpurtac.8o I11 apallni; 09 prrros
pcrej lieam frmes, priocipalmanla os dos couros
accaa, que se acliam m subida. Boa salgado*
nao ka.
A ir*ia de vapor e-la' em aira.
As principan venda furam aa segualas : 6.700
eourca eecco para oa EMados-Fnidoa de 52 a 53 1(2
ra, irata 1.3(10 para llaspanha a i7 ra. 2.600 dem
51 '' prata : 3,000 de ludas a- qualidades de 135
a l>- e oatros de M8 a UO3. Dos de Ealra-Rios,
4,500 a 57 rU., 1.800 da Cornenlee a 56 ra. prala.
Oirs.Ultima ciiia{Ju 371 a 371 l|2 3
Cambios.Sabr Loudree, 63 63 1|2, deieendo
a 63 l|i erlielliuga por unc.
MOITEVIDe'i), 30 DE JUNHO DE 1858.
A pnmeira qainzena do mal esleve um tamo a-
niraada, pelas uu'iirroaai eutradis; daaappareceu
porro roaia larde eiaa aclividade, donando o mer-
cado com Ma de muiloa gneros. () pretoa da
mr parle eoiiservam-ae OriKes.
A sararo 11 a 10 rls. por 600 aaecue, e 495 obtiveram
le 10 a 9 l|2 rl.. turto a burdn, :16i laecoi de San-
ia Cdtharma vender m-sa de 9 ra., o bom, a 7 l|2
rl. o inf.-riiir ; 26J aaccos da iiie-nu procedencia
eheijirara atariattoa.
Agurdenle de canna.A de 20 groa he moda
procura la, e alcaujara' bnm prei;o. Venderm-se
22") l|> pipaa da llalli* a 91 3 a bordo. De Halan-
zaa-201 112 realisaiSi 84 9 a bordo; 182 garrm*a
a 26 rl. a bor lo ; 16 pipas da 11 iina, vis K10 rao-
de, venderam-ae a 96 a burdo.
Cal.Nada felo ; enlraram 70 sacras do Rio.
I un 1 liniruram ala menoi da 2,282 r.illoe du
Rio, a mor pa'le de qualidade inferior. O bom he
o nico procurado : 7V5 rolos lili ver. m 6 3|t a 7 3
por arroba em depus'lu, sendo este uUuno prego
p ira o superior. Seguuam 552 rolaa para Baeuos-
Ajree.
Herva inale.O 1,163 volme de Parangua'
exisiaulea desde o met de maio relalliarain-ae a
-! ra. a bord, ; 1,769 vola, da iimaii procedencia
oblivaram 21 rls. abono, prtro que ae susleiiti
firme.
i' litioII11 Eladoe-l nido 1 carregamenlo ven-
deu-se a iopnare por 1,000 p-; e um compra-
de em Buenue-Avrea para eapacuLr;ilo neste porto,
a 38 palacdes.
Viiihos 320 pipas d
COMPANHIA
PREGO DOS BANHOS.
Trinta carIGes para banbos frios com lentjol de linho.....
Ouinze titos dito dilo......................
Seto dilos dito dito........................
Trinta ditos para banho morno de choque, chuvlscos ou trelo.
com lencul .le liuho e loalha propria...........
Quinze ditos dito dito.......................
Sote ditos dito dilo........................
IJm baubo avulso fri ou morno com lenc.ol e toalba......
Hilo aromtico, mais o valor a essencia......,.....
Banho medicinal arlillcial salgado...............
Dito dito d*tto de Vichy.....................
Dito dito dito de Barege.....................
15/000
83000
3000
209000
II13O00
5*000
13000
19500
29000
2*1100
Os abaixo assignados esperam merecer a coadjuvagSo do respeitavel publico, o ad-
vertem quo os carines nao s3o transferiris.
Aguiar & Freiss
Vend
ssociagao de colonis jo pra
eill Peril'llllIjllCO, Pitra I ~ Deseja-so fallar com Joaquim, filhodc
"os Joaquim Vietra da <:osla, natural de
em-se salames deHaraburgo no-
vos ede ptima qualidade, tanto em por-
COc como a retalho: cm casa de J.
aeger & ('.., itia da Cru n. II.
^alavi.es. Caf dos adiados
4;8383lo0, sendo a arremataeSo lona sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
K i>tra constar se mandou alxar o pre-
sente e publicar pelo Diario
Secretaria da thesouraria provincial de
Peinambnco 12 dejulho de 1858.
O secretario,
A- r. d'AnnunciacSo.
Clausulas especiaes para a anemalacjio.
1. iis concertos da ponte de Coianna na
importancia de 4.838^400 rs., serao feilos de
conformii'ade com o ornamento ajreseula-i
do ao F.stn Sr prest lente da p ovincia.
2. o arrematante dar comerlo as obras
no prazo de utn uiez, e as concluir no aVe
seis, coutados da daia do contrato
3. so duranln a execuijao da obra, veri-
licar-se que coulem mais pegas arruinadas
di que as que menciona o orgamutilo, o
arrematante o commumeara immeliata-
mente a repartiQSo das obias publicas, alim
de ser aulorisada a collocagSo de taes pe-
gas, s-m lo o seu valor pago Tora io contrato
0 pelos pregos do orgamento.
4." O arrematante sujeilar-se-ba na exe-
cugo dos Iraoalhos as prescripgiies do en-
genheiro.
5. Para tu lo o que n5o eslivtr aqu dis-
posto, seguir-se-ha o que dispoe a Ici pro-
vincial n. 286.
Conforme. O secretario,
A F. da Anuunciagao.
0 Dr. Anselmo Francisco Pereiti, conunon-
dadorda imperial o'detn da Rosa, juiz de
direito especial do commercio nesla ci-
dade do Recife.
l'ago saber pelo presente, que no dia 29 de
julbo do corrente an .0 seba de arrematar
por venda a quem mais der em Kraca publi-
ca deste juizo, 4 porta da sala das aulieu-
1 cias, a paite do sobrado de dotis andares e
sotSo silo na praga da Roa-Vista sob n. 2, no
; q 11a 1 lem Joio Climaco Freir o valor cor-
I respon lente o da quantia de 3:1360."!6, cujo
prelio fra avallado nt> lo lo em 16.0003, pe-
1 nhorado ao dito Freir, por execugao de
Jos Mara Freir Cameiro, sendo que na,
falla de langador correa a mesma atienia-
tagao pelo prego de adjudicaglo. -1
E para que a todos os licitantes chegue
noticia manlet passar edit-es que srro af- j
fixa los nos lugares do costume, e pnbltca-
dos pela imprensa.
Dadoe passado nesta cidide io Recife sos
1 de julbo de 1858.Ku Francisco Ignacio de |
Torres Ban lei<. eScrivfio do juizo especial
do commercio, o (iz escrever.
Anselmo francisco Peretli
Per amhura 11 a
O vapor Persinunga, commandanle o se-
gundo lente Joauuim Alves Moieira, se-1 otmn ada,"osi
gira -para os portos do sul de sua escala no a:ls .a. e 21 5 8 dos
recebe carga al "
hiba e Alri(>;is.
A directora ta ssoe
em Pernamnuco, Parah
vida aos srtus accionistas para se reunirem
no dia 26 1I0 corrente ao.meio da, no es-
crlptorio la associag.lo, ra da Cruz n. 21
>eiac3o de colonisago i? nesu c"
hiba e Alagos. con-^err;lra d
Itu 1 do Trapiche i. 14.
Este estabelecimento acaba de receber um
grande so.timento de conservas inglesas ali-
menticias, arenques escoceses Itngoas, car-
ne, tu lo em pequeos barris, conservas em
frascos e soda gran le o pequea, e mimas
nutras conservas, tanto inglezas como fran-
j Portugal tpovoa de Lsnnoso) sendo este-
nesta capital, dirija-so a casa de Ignacio eczas, ludo por moderados pregos.
a Costa, psteo do Tergo, a nego-
cio de seu interesse.
Quem precisar de uma ama prela e mo-
ga para criar com bom laite algum menino,
lia '25 do curronte
s estatutos.
o da i l'recisa-se alugir una ama para todo
I m iqUn me*T snr ,H,S' ," "? 8rnla" """'O d '" csa P""ca hmnia, p,e-
fo" 1 c rp acomP1"""ll,''o com- ferlndo-seescraT, p.g.-se bjm : no ate-ro
ptenles desechos e conhec.tnentos, e nao da Boa-Vista tL 78. loja.
lera destino a que nao vier des a forma. .. Hartuolo omi Francisr
radar eumartmcnlo aos "qU,1 alom desl"s l^J^des. nao leva (-
tlutro sim avisa-se a quem
sa qued'uia em iiianlo lic*m deteimnados
os das 10 e 25 de cada mes p-ra as san 1as
lo mesmo vapor .leste porto pira os do sul ;
assim como hca por ora inletromr'ida a es-
cala do porto de Itapissuma.
EIO
Grande do Sul
O bem conbecpo patacho lloro Jess, ca-
D130 Jo3o Congalves Reis, recebe carga : a
tratar com Caetano Cyriaco da C II., ao la
do do Corpo santo n. 25, primeiro audar.
----------seo de Sotiza, nao
os" I se po leudo despedir de seus emigos, roga-
llio, lava e engomma para a crianga. que-
renlo pagar 2mio tnensalm -nlo e trata-la
bem, dirija-se a Trampe, sobrado de 7 va-
ran las que ah a achara, do dia 19 do cor-
rele em diante.
- Nos das 16, 20 e 23 do corrente mez
tem de ir a praga depo's da audiencia do
Ihedesculpem esta falta, atienden lo a bre-:JUIZ" de rP!laos. C8-s perlencentes aos
Pelo jui;n de nrpiios, cartorio do es-
crivao Cuimaraes, tem de ir a praga por ven-
da, a reque iminto do leslamenleiro Inven-
tariante Jos bens la tinada 1) Joaquina Je-
ronmia de Jess, nos dias 16 e SO do corren-
te mez, sen lo ultima praca.no dia 20, uma
osa de sobrado de um andar e soliio sita
na ra da Peuha n *, em chSos prop'ios ;
urna escrava de nagao, e mais alguma mn-
Inlia constante do escripto era uio do por-
letro.
uro contra
fogo
COHPANH1A NOltTIIEN, ESTABELE-
CIDA EM LONDRES.
Premios ti i mitin i dos
AGENTES
C..I -Astley tf-C/O** panhia.
Na fundiqao da Aurorp i>*v>cixa-M
de servente forros ou escravos. p'ara
seivico debaixo decoberta.
____ a
Eugne GliqEiot
Reims participa ao respeitavel publico
pernambucano, queo nico deposito do
seu \mlio de cliampanlie, se aclia em ca-
sa dej. Pi-aeger&C.
Homeopathia0
O Dr. Sabino Olegario L. Pinho, tendo de
organisar aHistoria da homco.iatliia du-
rante a epi lemia do cholera,roga a tolos
os amigos da verdade quer desta provincia,
qner das outras do imperio, que I he forne-
gam com a maior brevi lade possivel, quaes-
quer documentos, mformageJes ou narraees
exactas, que possam servir para a execugao
dessa obra. He justo que sejam conhecldos
os nomes de todos aqnelles que em 13o ca-
lamitosa quadra soccorreram a aCicta bu-
mamdade. No consultorio central homeo-
patbico ra de Sanio. Amaro (Mundo Novo,
n. 6.
2*Jtls)50.
vidale ie sua viagam : e oll'erece seu pros
limo em Paris. on le vat residir.
Antonio Joaquim Panasco participa aos
seus freguazes e amigos que lem traspas-a lo
o seu estabelecimento para o primeiro andar!
Junto a dita sua I ja, aonde tem montada
SUS fabrica, e onde meloor piesaWsfaz. qualquer encommenda de guaruigOs de ou-'
ro ou prata para doceis, bambmellas para
sala,ou aparamentos para igreja, gali's do [
palbcta. franjas, tolos os gneros para bor-'
dar, e todos os uniformes militares, tudo'
por pregos commo los.
< Sr Joso Maxiniiano Alves Cavalcan-
orphos do Tina lo Jos Mara de jess Muniz,
a requerimento do tulta- para rea annual,
casa de sobrado de dous andares e solao na
ra das Cruzes n. 35, .uta de dous an lares e
sotao na ra de Hurtas n. 48, dita terrea na
ra das Trincfieias n. 29, dita na ra do Cal-
detreiro n 16 e 18. dila na ra do Noguera
n. II, dita na ra Imperial n 102 e 235, dita
na ra do uro n. 12, dita na ra da Gloria
n. 48 e 50 ; a ultima praga he no da 23 as
10 horas da manhilaj no edificio da amiga
cadea. .
Aluga-se uma casa terrea contendo 2
quartos, 2 salas, cozioha fora, quinlal mu-
*
i
Riiu >ovf i 09 se- gundo andar.
Jo3o da Silva Ramos, medico pela
universidade de Cumbra, recebee rn
A sua casa das 7 83 10 horas da -
*? ni
nh9a e das 3 as 5 da tarde as pessoas
que o quize'pm consultar e pres-
ta-se com piom,ti lao a q
chamado, para dentro ou fora
-- Precisa-se de uma ama de leite que
seja sadia, moga e honesta, paga-se genero-
samente : a tratar na ru da Cade.a do Re-
cife n. 20.
Na ra do Crespo n. 2, escriptorio da
va terrea, entre 9 horas da manhaa ate as 4
la tarde, se dir qu >m precisa >e coznhei-
ro forro, mulher ou bomem, como lamben
de urna ama f.rra para ensaboar e engotn-
mar, nao se clha a prego.
OOOQ:; ;;:<;c ;:>.;;.O^SO
^ Dr. Casanova pode ser procura- att
j do a qualquer hora para visitar doen- a
.'.'" tes e jualicar qualquer operagSo de 2
9 cirurgia, especialmente de partos s?#
v; em seu C-?
|co\siltorioiiomeopatiik;o^
*1 mu. lasCVu/t s 9
No rresmo consultorio tem sempre A
I j* os mais acreditados medicamentos ^
'rT homeo,)tbicos em tinturas e em *
J glbulos e carteiras riquissimas; ha $3?
Jj lambem varias obras em francez e ^
W V.3 ''" porlug iez. 2
ugk He chegado a loja ae Leconie, aterro
z^a. la Boa-vista ti. 7, excellente lelte virginal
de rosa branca,
m
---------, part refrescara pelle, tirar
(ty pannos, sardas e espiuhas, igualmente o a-
ualqu r @ i famado oleo babosa para limpar e fazer cres-
ra da c- car os cabellos ; assim como p imperial de
dade, de quem precisar de seus ser- (3> ^ri0 deflorenga para brotoejas e. asperida-
vigos mdicos, cirurgicos, e de par- A | des dapeMe, conserva a frescura e o avellu-
teiro.
Tem bem
recebe em casa alguns
ti, praticanlo da lliesourana da fazenda,' rado, sita na travessa do Luna : os preteu- W l,oe"t8S Pel" nesmo prego, com quo {$
Leilao
A 20 o corrente.
O agente Olivel.ia fara' leilao. por an-
torisacSo do Exm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio, concedida a iviiuerimcn-
lo de Antonio Marques de Ainotim na
qualidade de agente nesta cidade da com-
panliia de seguros martimos e terrestres
no llio de Janeiro, do casco, aparelbo,
vellame; e mais pertences da polaca na-
cional Zelosa II,da qual Isaac, Curio i\
C..sao consignatarios e procuradores dos
proprietarios; advertmdose que o fun-
do do casco lie lodo construido llio, encavilbado de c ibra e forrado com
mais '' 700folhasgrossas do mesmo me-;
tal, os mastros sobre bellos e de grande
comprimetiio sao da muito apreciada
qualidade de riga, tem "> ferros e cor-
rentes, grande iorco de vergas, paos e
calios di sobrecelente, e tudo o mais
constante do inventario em roo do dito
. Sr. inspector da Ihesour a "6ent Pa,a l'Namt: F"10 dos P!e,cn:
catallo operior oblveram i de fazenda desla provincia manda fazer ,iu- denles, ou no acto do leilao, o (pial tera
lugar terca-tira '20 do corrente, ao meio
dia em ponto, junto a sala da associaefio
commercial desta praca.
queira por favor dirigir-se a ra do Uuei
mado n 24, primeiro sudar, concluir o n"-
gocio que nao ignora.
Preclsa-se de urna ama de leite : na
ra do Caldeireiro n. 3, proinellendo-se pa-
gar com g MiuroM.la.lo
FURTO.
No dia 12 de junno prximo passado fur-
taram as pegas de ouro seguintes : L trau-
celim chato, 1 par do roze'as cotn a folha
esmaltada do verde, 1 bracelete esmaltado
de azul, tudo de ouro de Itia ede le : rj-
ga-se a qualquer pessoa que soub-r ou fo-
rem offerecidos, dirigir-se a ra do A.rag9ti
geralmente s.lo tratados eo. outras
casas ; para o que te os melhoras
commoilos
do Carmo n. 18, prior i
Perdeu-se um lengo de labyrintho, an-
da s'in arca, de cambraia de 'linho, des le
a ra da Cadcia do RectTe at a primera ca-
sa ao entrar em Pora de Porlas, lado direi-
Klffft0*l
1003 a bnr.in. Dhi carraaamenlu venileramsa
para o Rosario <1 Santa F, a eeher : 2i0 pipaa
l iilosupen.' a 1089 por pipa, e 310 pipa tniio
rfpilai a 92 |
CambiosTraneacgSce A poura importancia a
10 i. mine Fftnaj, paqucnoa taquea a 80 fr. por
sass.
SANTOS, 1.DEJL'I.I10.
Cafi.Aa ntrala, dele o rtia 20do mu paiaalo
ir.oiii.rain em cerca rte 12,000 arrubae, que ae veo-
deram liinlem a 5GOO 01 eaperlora, a a dilTeren-
lo preroe mais bailo o inferiores.
Completaran] h ntem aeui carregameoloe o bri-
sue lanoveriano a.Mirao.la, com 2 700 saceos, ig
patacho noraegueiiee o-es, eom 2,107 saccas ; am-
bos ile-pcli iran hoje para o Cana'.
A barca hambirgoeza iiSiio, que esta quasi a-
Inriulida, levara' 3.OJO ic.-as, e despachara' esl/
terraoa para 11. n,l. 1 r_- ..
0a precos dos m^i eenerosi, cujas enl.a.ln .lu-
rarae a semana lem sido a-sai limitadas, legolaa
pela maneire eestiiote.
Fuma, N) o auperiar,Toncinlio, N$ o mineiru
(uliinie venda*), 7SO0 o a S. Paulo.Fejao,
7;u sueco.F.Utha, :ts a 33200 o alquerali-
lli Sf alqueiie.Assucar branco, 130041; dilo
lino, 1j800, a rrgular. 13.
(Jornal do Commercio do Brt>.
Navios imaus no da 17.
liPi.iva45 diaa, polaca arla Mana l.aiiau, de
fTI tunela las, eapilao Jas Gacgero, iquipscem
t, carga 400 baruca com farinlia da trigo, m-s-
s;e c mais genero ; a Kistos iV l.emos. Perleu-
e a lemiv.i.
Macei30 lloras, barca nsleza Prospero, de 308
tonelada, ,".ipii,'ii 1. Taverntr', e 1 u 1 (. II,
carg* aseucar e slgoiSo ; a Joliniton Pater ,\ (!.
Pe Imc a l.iverpdM.^Veio receber ordaus, a sa-
gino para Liverpool.
.Navio .ah los no memo dia.
Rio Gru le do SulBarra breaileira Santa Mara
Boa Sortea, capiia Manuel Pereira Jardim, c ir
aa aaaacar e mai genero.
Peuedohiate brasileiro B'beribe. capillo Iii.ia-
ro Birrelo dt Mello, carga farinlia de l-'go a
mai -m. r '.
Gibrahai patacho dinemarquez Ana Melenrn,
capiiao II. Koopmann, carga asiucsr.
Rio de Jni'irob'igua brasileiro Almirante, ca-
pilSa Jjaqunn Pinto da Oliveira, carga asiucar
oatros gneros.
Havregalera f.anreza D. Pedro II, capillo Tl-
hb-rl, eom a mesma carga qoa limite Ja Iba
de Tuivea. Saapanileu dn laiaarlo.
GlaatowGalera Ingleza Qaramnnlo, capillo \V.
H. Horquille, com a meama carga que lrou\e da
1^ informa. Suapendeu 'lo lesaaria.
Paral ibaMate brasileiro Cime, capillo Mar-
linio liamea da S Iva, carga cama maie ge-
BtWM.
blico. que no da 2* lo corrente ir a praga
peranle a mnsma thesouraria o terreno n.
56 anda por beneficiar, sito na ?slrad< nova
de tiliiida, adjudicado a fazen la por execu-
gilo que moveu contra o respec.ivo foretro :
os preten lentes cotnparegam no logar do
costume a 1 hora da tarde do referido dia.
Secretaria da thesou aria de fazenda de Pcr-
nambuco 12 de julho de 1858. O olliciel
maior, Emilio Xavier Sonreir de Mello
Directora geral da nstruojBo pu-
blica da provincia.
Por esta secretaria l'az-se constar que se
acha vaga a cadoira de mslrucgao elementar
do primeiro grao do Rom Jardim, por jubi-
ladlo concedida ao professor que a regia ;
e que tica marc-ato o pravo de 60 lias, a
cmt r da data deste, para a inserptjBo e ba-
bililagiio dos quo mesma sj queiram op-
pr. Secretaria da" insttucgi5o publica em 15
dejulho de 1858 O secretario,
Francisco Pereira Freir.
-- Pela subdelgacia da freguezia de San-
to Antonio do Recife acha-se reolhida a ca-
sa de d'dcnrio unta prata que diz ser es-
crava de H. Joanna de tal, moradora nos
do; assim como .aga-se a despeza que se
houver feto, e guarda-se segredo seexigt-
rem, pois s se desej < adiar o furto.
-- Precisa-se de tuna ama que satba bem
engominar para duas pessoas, paga-so Ili-
bem, a-sim arade : na ra dos Pascado-
res n. 3.
-- Precisa-se de 6O0500H a premio a 11-a
o mcio por cento, pelo lempo de o mezes,
laudo-se por seguranca urna casa terrea :
quem tiv-r annuucn
Precisa-se ;e um forneiro pardo, bran-
co ou prelo, e um trabalbaior de 111 sseira :
ta padarta da ra do Quartel do Polica 11
lentes dinjam-se ao aterro da Itoa-Vista n
2, segundo andar.
l'recisa-se de um padeiro que lambem [
seja forneiro, para uma padaria em Jaboa- 1d@@@^ @ @ @@@
13o, paga-so bem : quem qui/.or ir para lugar, dirija-se a padaria do Sr Miranda, na "" Msr,a Jo"q,lln', aptista, abaixo ass'g-
tua inreita, que achara com quem tratar, | nada, casada com Joaquim Cyriaco Marques,
Precisa-sede uma ama para cozinhar '" sctenli ao publico que pessoa alguma
comprar, sen lo forra ou captiva : no pateo conlrate negocio seja de que qualidade for,
iro andar. com seu man 10 Joaquim Cyriaco Marques,
sobre urna casa de tai.., sita na estrada no-
va do Casanga, pots a mesma em negocio
algum que seu marido fizer ella concor la,
razao porque, venlo-se. a moma persegui-
da de palavras tnjuiiosas com que seu ma-
rido a infama, constantemente, a lem dissa
espancando-a e esbofeltan lo-a todos os das,
que por un taom-o procelimcuto se vio a
incsoia as circonislaucias de retirar-seda
companhta de seu referi lo
companbia de seos pais
nho e l> Joanna Mana da Conceigil
dores em Campia Gran le, de cuja casa vai
a mesma propr seu desquite contra o dito
seu marido, tanto pelas nll'ensas que do
mesmo tetn rrcnliido, como porque, tendo
a aui.nucante urna oulra casa e 1.111 escravo
que seus pais Ihe deram em dote, seu man-
do ludo ven leu paia eslravagaucia, restando
n II, que sera generosamente recompensa- tu : quem o liver adiado e queira entrega-
0, por ser cpnsciencioso, dirija-se a mesma
casa, segundo andar, gratilioando-se ; o la-
by.intiio be de grade, ten !o no centro tres
list inhas musirn lo a caoibraia sendo o
lengo guarnecido de bico a semelbanca do
mesmo labyrintho.
O abaixo assgnado declara ao corpo
do commercio, que sal cunhado Jo:1o Ma-
nuel da Costa e Silva enlrou de socio em sua
padaria da Roa-Vista, e continuando a ge-
rencia da mesma sob a firma doabaiso as-
signado Recife 10 dejulho de I8">8 Do-
mingos Jos da Cuaba Lag is.
Hoce de arag.
dado da Drimorosa da vida.
11 abano aisignado acna-sa autorisado a ven-
der o sobraJ" de om andar e.snlo silo na ra do
Hospicio n. 10; stnaia um terreno contiguo aos
fuos .lo inesni.i sobrado, coro Hfi palmo de fren-
te e 170 de fumiga ; por isso qoem pretender, qoei-
ra dingir-sa a' piara da B>a-Visla, bolic o. 21, e
ah indicara' o logar e < horas certes para ser pro-
'urado. Joso Octavio ue Moma
-- Deseja-sc fallar a negocio de seu inte-
resse com o preto livre Miguel dus Anjos,
que chegou aqu ha pouco do Porto Alegre
emeompanhia do Sr. Ricardo Huch, e se
agradecer muito por qualquer infonnagao
que se der sobre o mesmo, no escriplorio
de llenr. Brunn & C, na ra da Cruz 11. 10.
S-:;::..-::. : -.;::.; ^O^QQ
i fiemsijLTORirt homeoptico!
DO ; 3
DB. LOBO UfOSCuZ^. 1
M, LOBO MOSCOZ
'^o'i^pt^^^i! lNAnR"A ';a tTk CASA,,, *OAo'
iaConceicSo, mora- ? O Dr. Lobo Mosco/.o la/, setente i$
;.3 a quem interessar rossa que tem 1*3
:. coinmodos em sua casa para re- tt
9 cel>cr alguns esclavos nao s pa- $3
.': ra tratar de mas enfermedades @
. romo para fazer qualquer ope-
.' raco. Os doentes serao tratados @
direito a
n. Cti, si'gundo and- r.
A pessoa habilitada que quizer ensi-
llar a fallar a litigua inglaza, sen lo as ligues
de mine, em casa da pessoa que si propo-
zer : procure nesta lypog'aphia, que Ihe
dirSo quem he, ou annuucie noreste jornal.
Os abaixo assignados fazem publico, e
com aspeciali lade ao corpo do conraercio,
que dissolveram amigavelmenle a sociedade
que gyrava Sob a lazao de l.oureiro i\ llo-
clla, e como julgam nada dever da exmela
lirma, fazem o presente, para que se algueni
seju gar credor apresentar suas contas no
prazo de 8 das para serein p?gas. Pernain-
lineo 17 de julho de 1858 Manuel Gomas
I ooreiro, Jos Antonio Gongalves da Itucna.
Acatiemi<70.
De ordem do Sr. presl lente convido aos
Srs. socios para a sessSo que devera ter lu-
gar quarta-l'eira, 21 do corrente,a uma hora
da tarde, na casa n. I da ra do Hospicio.
JoSo Can li lo da Silva.
1 secretario interino.
Ainia so ; recisa de dus enera 'as on-
gomtnadeirss, que sejam de boa conducta,
de id .de de 20 a 30 anuos : na ra das Aguas
Verdes n 46.
Precisa-se de um cafxeiro para taber-
na, que tema pralica e do lisdor a sua con-
a, comparega na mesma subde- ra da Rolan 2, aqual alem da loja e | duela : qnom preien ler, dirjase ao arma
Afogados, por desconlianga do estar fgida, | rador nesta praga
ser presa fra de horas : quem se julgsr com A casa de sobn
LEILAO
>fii rente
DE
DMA MUU DE US4 DE
S0BA90
PELO AGENTE
Pestaa
0 agento Postana acha-se encumbido de
vender em leilao por conta dos legtimos
piopnetarius e o dem Uo respectivo proen-
para ag
de vaccas, casa de bezerros, estribara, com
grande quanlidade de arvoredos, e de entre
estes muitos coqueiros, gr.-nde baisa para
capini, pog.is do gado beber, todo cercado :
quem o pretender, procure na ra da roda,
casa n 23, que achara com quem tratar, das
6 as 8 112 da matihaa e das 3 l|2 as 6 da
tarde.
|t ;asa de s andel

Cassino
3
i
loado do u.' andar sita na
legaca munido de seu titulo, que Ihe sera solao, que olTeieca bons comino los, tem um : zem n madeiras, na ra do Sol n. 25, do Sr.
entregue VilUcs, subdelegado
W\*s>&
Gear.
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OS W- OS
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DirerSo.
s t s es n
lulensi-
daae.
c a-is
le.
nlicrado
ic i; t. ii4, i
-iii.i o Reaumur.
-i os icw _____
; I l'al.renlieil
llygrometro.

Barmetro.
Segu com brevi la de o palhaliote Sobra-
lense, te a a maior parte da carga a boro o ;
para o resto e pussageiros, trata-se com Cae-
tano Cyriaco da Costa Morcira, no largo do
Corpo Santo n. 25, primeiro andar.
soll'rivel quiutal. que pode mu bem .
aproveilado para um elegante jardim.
4ls pretendenles podem dirigir-se a refe-
rida casa para melbor conhecerem do omi-
to que Ihes deve ulilisar o elTecluarem a
compra, convencendo-se do bom emorego
que ,-or esla forma denlo a seu capital,don
de podem auferir vantajosos lucros em sen
rend ment. E para evi lenciarem a legali-
dade dos ttulos dos actuaes proprietarios
Miguel Joaquim do Reg Barros.
Attencao.
Tugio da Pa'sbiba um escravo mulato,
liaiso, rosto compr ido, ura de lo de menos
em um dos pes, ollctal de fuuilero, de no-
m Alhanasi >, perlencente ao capillo Itar-
thulomcu Rodrigues Mucha lo, morador no
termo .la villa oo i'ilr da 9.a comaica da
a?Pl
-. Parabiba j recommonda-se sua captura, e
do predio, entendam-so com o mesoio agen- i quem o piend. r poje levar ao aterro n. 20,
>.1"_"_,0J!?*.?'tont6,r* a, vessa da Cadea nova, sobrado de um andar
e solao, onde mora um sobriuho do senhor
do referido esciavo.
O abaixo assgnado. querendo preve-
nir qualquer duvida que possa haver, de-
clara em lempo, que tm juslo e contrtalo
a comp'a de metale de uma casa terrea n
1. sita n i ai e .1 de I-Yira do Pullas, parlen-
cente ao Sr, Mtximiano Comes da 4.osla e
sua seuhora ; assim como lambem sobre a
mesma casa teolio adianlado aos dous uni-
os berteiros sr Manoel Epipbaniodo as
cimento e .-.r. Manoel Comes dos Passos, a
quantis de "2os:800 sobre letras a vencer a
x mezes ; sendo que alguem so jolgue pre-
judicado oeste contrato, em lempo allegue
suHsra/o s alim do prev..;- ,,,,,,,,5,^ reo.
hides safa o futuro. Recife i de julbo de
Dias da Costa Cardeal.
leio quo ser falto no armazem do mes-
mo agente, ra da Cadea do Kecifo n. 55
Principiar as II horas do dia.
Leilao
DE
MOVIS. ESCRAVOS, BOIS
PAR4 CaR0(i VCCiS
COICBUECiViLLO PA-
RA SELLA ETC.
Quinta-fe ira i do cor
rente
AS II HORAS l)\ MANHAA.
RA DO COLLEGIO 1. PASSEIO I>U-
III.ICO ABMAZEM N. 15.
1838.-- J0-1
Pt aco&no e/e
,)

l.ava-se e engomma-se com perfeicSo
na ra ,ia l'elma n 13 loja.
Gompanhia
Brasleira de paquetea a
vapor.
O vapor Cruzeiro do Sul, comman ante o
capillo de mar e guerra i; Mancebo, es-
pera-se dos portes do sul em seguimenlo
sos do norte at o dia 21 do corrente mez.
Reci'be-se desde ja paSSSgeiroS, frete de
dinheiro e enrommendas e engaja-se a carga
que o vapor peder condu/ir, sendo es vo-
luntes despachados cora anlecedeiiiia at O
da 20 do mesmo : agencia ra do Trapiche
n 40.
Para o Rio fe Janeiro sabe com muita
brevidade a bem coi.herida barca lenle, a
qual tem parlo de seu carregamento pronip-
Ui para o restante e passageiros para os
quaes lem arcados o'espacosos commodns : I mesa, esoelhos do parede, una porr>3o de
trata-so com Manoel l'rancisco da Silva Car-' caltja lo francez psrs lioincni e mulher. Di-
rico, ra do Vig.rion. 17 priieiro andar .jouterias e outros mullos artigos etc., os da loja do Sr. Preguica, sobrado n 2, segun-
ou como capttao MauoelJos Ribeiro. I quaes serSo sem reserva vcndidos.assim co-ldo audar, que achara com quem tr.lar.
ou por dinheiro de empr^stuiio, porqlie to
dos estes contratos a annunciante tem de
uropor nulii lade, tanto em juizo como fra
delle; e para que pessoa algo na se chame
a ignorancia faz publico pelo presente jor-
nal, para quo chegue ao couli..cimento de
todos. Recifj 15 de julho do lv>s.
Mana Joaquina BaptisU
LlfOES DE PVBTIIIAS OBKADAS
ESSINO PATlC
I TEES VKZES l'OK SO VXA. )
Na ra do Padre Florlano, sobrado da es-
quina n 5, defronte do boceo do Serigado.
\s licoes terilo comfco as 7 horas da noite
dos das em que se convencionar ; e antes
desta bota nao se acha o abaixo assignado,
Co n quem se deve tratar a resoeito. O pre-
?o continua a ser 20/ pelo ensino
M. I unseca Je Medeiros
9972
43 PauloCaignooideollaU, roa da Lran-
cena B.15, na roeuoacaaa mn ai.ua e nOs S
9 laolrlfie. @
A BIBLIA SAGBADA
O agente da emareza da livra la por.ul.ir
em Pernambuco faz sciente aos senbores ss-
signantes da Biblia Sagrada, que podem vir
ou irandar receber na Ijvraria n. 2 do largo
do Collegiooscadernos que a cada um f i-
tarem ale o n. 20, a preto de 1)200 cada
um, como he costume Declara o n asmo
agente que, em conformida te das ordens
que recebeu, os seohores solicitadores te ao
de pagar palo refarido preijo tolos os nume-
111 ra do Palo n. S. ros que recebere.n, fazen. 10-se-lhes no ac'o
10 pagamento o descont de 10 por cento na
importancia total que satUlizerem. Declara
igualmente que as pessoas que se dem. n-
iem por lempo considerav I en mandar re-
ceber os cadernos que Ibes perlenc^m, ser3o
considerados desistentes das asstgnaturas ;
Madamc Annetta do l'loeg annuncia ao o que tudo podero ver as capas impressas
res eitavel publico, que pelo ultimo navio 1 Jo caderno n. 20.
viudo de Franca, receben um completo sor- -- Preclsa-se de naja ami para n servicn
timento de Un las joias a saber pulseiras I interno de uma casa de pouca familia : na
de ouro e de coraes, allinetes ditos, botOeS, rus da t'raia n. 29, segundo andar
ditos de punho, um sorlimeulode brilban -I Cm caixeiro eom pratie--, di, (aern.i,
les. melalhas e mais outras obras quo ven- oferece seu preslil. mesmo para locar
i
i

:-
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, roce-
be em sua casa de saude, que fica ao
norte da estrada da l'assageni da
Magdalena, eul- e a ponte grande e a
pequea do Chora-Menino, todas as
pessoas doentes, atiancando o me-
Ihor tralamento, o maior lelo e cui-
dado medico. O local em que est
edilicada a casa destinada para esse
misle.r as regras hygienicas, sobre
as quaes est construida, os commo-
dos de que dispoe, o aceto, ordem,
o regulan lade que ahi se encou-
iiam, sin coa lifes pon lerosss para *^
urna breve cuia e completo resta- (
belecimeato, as pessoas que qmze- rein til isa r-se de s u prest o po- 'Z
deai dirigir-se ao paleo do Carino, <&
sobrado 11 9, primeiro andar, das (j
1(1 horas da manhaa as 3 datarle, 2*
e dessa hora em diante no seu esla- w
beleci ment. B
8
Prec8a-se de tuna ama para casa de
familia, nicamente para o servirlo inter-
no, agradando twga-se bem : na ra Helia
11. 5.
l'recisa-se de uma ama
Ra Dircita n
i)6, soUrado.
tuitamente uinaoiioutra pessoa @
...- que precise fazer alguma opera- t$3
v, <;o, e 4|iie por suas circumstan- A
_': cas nao possam satislazcr as des- ^1
;. peas de trata ment e nao queira @
_:J tujeitar-se a ir para os liospitaes. @
_ l! precotlo irntumcnlo dos esera- f^
. ;. rosic;ulara' .le >$ a .">; diarios ^
ajj conforme a fjiavidade da moles- gj
& lia e o tempo de curativo. ;,
Una pessoa bstanle habilitada sslo-
ferece para cobrar qualquer divi la, lanrtfno
inteiior desta provincia como no de outras,
mediante urna mdica paga : a tratar na ra
do Queima 10 n. 8.
A Imlureira que morava na ra do Cano
participa aos seus fregnezes, que mu lou sua
residencia para a ra jo Nogueira n. 15.
.'i u Dt. Pedro Antonio Ces; mudou O
:> a sua restd, neis par% a ma do Kan- o
% gcl p-imeiro 80'.,r do sobrado n 18 2
; on le pode ;-r p'ocu.ado a qualquer '?
V.j? hora ;: ,lia ou da noite, para o exer- O
-;., cirio da nelieiiii e partos. ">
LVa liviana n. 6 e J
Sa pr.ic :\ tul '.penden-
i- prec8 -s faltar ao Sp.
Dctan, que niorou na roa
lo Aragao e teve naarei-
leiria.
Lotera
n.\
em o sen armazem fara leililo do
ruteiras, por varios presos : na loja
do bem conhecido Nabucc roa Nova n. 2, atraz da matriz de S.
Antonio

niin gran- -.
de quantidade de obras de marcineiria de '-'--^r-'~->**-^'--"-' -'*- "i"-.-.'-i :.V.--V.r-r r.vj
todas as quali lados diversos .candelabros o
linternas do vi 1ro e de bronze, 1 ptimo
lustro, aparelbos da louca e de porcelana
para almoQo e jantar, vidros para servido de
mesa, esoelhos do larcdo.
IMaGEM.
Quem desojar possuir a verdadeirs e per-
fetissima imageni de >. s. da Coocoico,
querendo ama que lem um palmo e mel
de altura, inclusive peanb, p le dirigir-se
a quina do becco do Pe i se Frito, por .una
le por menos 25 por cento, que em outra
qualquer parte.
l'recisa-se altig-r um prf'j velho :
quem liver equiz-T Mugar, dinja-se a ra
i" ti'ueimado n. 3s, loja,
A directora da cai\a Glial do ban-
co do Brasil nesta provincia, desejosade
conseguir amortisar todas as notas da
emissao do distincto banco de Pernam-
buco, avisa aos possuidores il a pe<|uena
porrSo, oue ainda so acba na circula cao
que as devem ir trocar na referida cai-
xa, alim de poder proceder-se ao respec-
tivo consumo
C.iisa llli.il I de julbo de 1858.An-
tonio Marques de A mor m, secretario.
Precisa-sc de um caixeiro para taberna
e que lenha platica da mesma, da-se Ihe bom
ordenado ; a tratar na Soledade junto as
grades lo hispo.
-- aluga-se o terceiro andar do sobrado,
n. 20 da ra de Apollo, com muitos comino-
dos c fresco ; a tratar no armazem do mes-
mo ssbrado, ou n. 10. i
Orna ; quem delle so quizer
por esle Diario para ser
conta do
"!''.'..-ir. anuuncie
procurado
SEGURO CONTRA 0 FOGO.
COMPANHIA
ALLlAiVCE.
I si.l): li' i enj marco >(e U4
CAPITAL
CINCO MILIIO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brotliers & C. tema honra de
informa- ios senbores negociantes, proprio-
tiirios de casas, o a quem mais coovier, que
estilo plenamente autot isadns pela dita com-
panhia para elf. ctuar seguros sobre edili-
cosdctjolo e pedia, cubarlos detelba,e
igualmente sobre os objeetos quo coutive-
rem os mesmos odilicios, querconsista em
mol.ila, ou om fazendas de qualquer qua-
lidade.
Precisa-se de um bom forneiro ; na pa-
daria da ra dos Pescadores.
provincia.
O abaixo sssigna lo declara que de boje
em diante compra buhles de lotera reco-
lludos com o de-conto do 20 por cento seja
qual for a quantia : na ra ,to Collegio n 2l.
P. J. I.aisie.
NA ni A DA GLORIA CASA 1)0 FUNDAO".
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
R-r- A- LOBO HOSCOSO
Medico partesro e operador.
O Hr. Lobo Hoscoso, da consultas todos os
las e pralica qualquero lerscSo ecirurgia,
assim cooo,accode com lo la a i'.romptidSo,
I as pessoas que precisarem do seu prest mo
.-.ara o servico de partos, pracando aso-
^eracoes manuaesou instrnmentaes, quao-
o nlo possa conseguir resultado oor D i io
! la homeopath*. que tanta vezestem ven-
cido dilliculdades, que eareciaK insupo-
raveis.
i Pao de Senteio
Acha-se pao de Centeio todos os sabbados
e qnarta-feira, na padaria de Santo Amaro.
-- .\a ra Oireita n. 33 ha duas Cartas
vio.las do Rio para os Srs. Antonio Pereira
de Caslro c Joaquim Francisco de Pauta.


D1AKI0 DE PERNAMBLCO SEGUNDA FEIHA 19 DE JIMIO DE 18.8.
Lotera
Provincia.
<> Si. tliosouiciro manda la/.ei' pu-
bltcoque k achata a venda Iodos os dia
no pavimento terreo da cata da ra da
Aurora n. 2(,das 1) horas da matobSa as 8
da noiie. bilhetei e meiotda terceira par-
te da segunda lotera do collegio dos or-
- pliiios cujas rodas anda rao impretciivel-
menteno da 21 do crrante mez,
Thesouraria das loteras 1 Y de julltoi
de 1858.O escrivao, J. M. da Cruz.
Lotera
DA
PKOVENiHA-
No eserirtono do ahaixo assignado na rus
i'o Collegio n 91. vendem-se Bilbetes da lo
leada pro"*in%ia reos seguintes presos
sendo de I00| para cima e a-dinhetro a vista.
l'.illu'tcs garantidos >350()
Moios ditos 23750
P. J. La y rae.
.'"t O baclirrel Adelinn Antonio de
-' Lona Freir, te do alcangada a de-
'y. missiio (|ue pedio de joiz municipal
;' de orphSos de Iguarsss, aeha-so
idvngando nesta cidade e tem seu
scriplono na ra esiteila do Rosa-
'^ tio n. 10 segundo anlar, onde pode
sor procurado a qualquer hora do
lia, lambem se cncarrega de pro-
Q mover quslquor aegita nos juizos de
j) fura da capital.
Fazendas.
Vende-se no aterro da Boa-Vista, loja n.
18, de Duarte Borges da Silva, urna gramle
quantidade do retalhos deceos pinl- las de
excedentes desenhos e muito linas, por me-
tido do seu valor.
-- Vanese urna negra de nago Costa,
de idade 30 anuos, rouco mais ou menos, a
q*l lavadesibitae he boa tiuitandeira :
"o aterro da Ba-Vista n. 17, a tratar com
lredenco Chaves.
No aterro da'ltoa-Vista n. 80, vnde-
se azeite dece a 560 a garrafa, s.ib9o hespa-
ohol rajado de azul a 240 a libra, esparma-
cote lino transparente dos Estados-Unidos a
II h libra, queijos fhmengos a 2#500, bola-
ohinha ingleza ltimamente cliegada a 320
a libra.
M
Oleado para
Farinha fina.
Ciiutiniia-se a vender
com furinha de Coiatiiia :
da Sulodade.
as saccas grandes
na taberna grande
HE B&MTO QUE ADMIRA
Ni ra do Collegio, deposito n. 13, ven-
tt
I
1 Para honiem
mesa.
Na praga da liidepcr.dencia n 36 e .'8 tem
para vender olo.ido pintado de 8 palmos a
1,400 rs o covaclo, dito de 7 ditos a 1;300,
ditos de 6 ditos 1,200, dito do 5 ditos a
t ,100, sendo esta prego por melado do seu
valor, por ter vontade de acabar e agora he
occasiao para queiii tem vontadodo ter me-1 doni-se eaixas com 4 libras de amcixas a
sa para jantar sempre com toalna sem ter 1132S0, asslm como esleirs do Aracaly pro-
trabalho do mandar lavar e como urna ser-I prias para cama de casal a Ij280 ; tambera
visse anuos, por tanto cheguem a ellas antes! ueste deposito so precisa de um pequeo de
que so acabem porque he pecinelia. j 12 a t anuos para caiseiro, brasileiro ou
J11 | iportuguez.
C^116CI11 O Da- SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOWAY
rato.
0 PREGICA FST* QUEI-
MANDO
Cortes de l>rim de linho a
2,000 r$.
Na ra rio Crespo, esquina que volta para
a ra do Collegio, loja n. 5. vendem-se cor-
tes de caiga do brirn de linho de cores a 28 o
corte.
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
UNGENTO IIOLLOWAY.



9
i

9
i
Nabuco & C com loj-. na ra Nova
n. 2, acabara de receber pelo ullimo
navio francez um lindo sorliraento
do roupas relias tamo para honiem
como para meninos, a saber :
Paletotsdc panno preto lino com
gol de velludo o do seda para
hornera.
Ditos de casimira mesclada dito dito
Ditos de alpaca rrcla lina forrada de
sela o gola do seda.
Ditos de moias casimiras de cores.
Ditos de brim de seda.
Ditos de casimira neta de cordita
para meninos.
Ditos de seda para honiem.
Ditos ditos para meninos.
ilos de brira branco loua liara ho- \"
mem.
Ditos de brim de cores dito.
Ditos ditos para meninos
Caigas de casimira lina preta .c de
cores.
Di tas de meias casimiras ditas.
Di Us de briiu de cores para nicni-
l'OS.

8
I
i
i
I
S
idas cass.s de cores o mais lino que he 'l"alquer especie c grao por ma.s antigs e da a 14* c
wsivel a 440, 48e500rs. a vara, chitas tonasque sejam. ;e ii9 ,.i.t
neezasescaras de lindos padres a 20 e Entre mijHares de pessoas curadas cora cortes do (
:vO O S?? & "tas de brim do cores para hornera. &
T Seroulas de brim do linno Z i
B
VISO. i r/% nB
Na casa de banhos ao pateo do Carino V# Ditas de alBOJSo.
preeisa-se de um servente escravo, preCerin-lf Col le tes de sotim preio c btanco.
d.i-se vclho : para trtar das 6 as 8 dama- k Ditos de seda de cores,
nhila, oa das 5 as 9 da Do I te, na raesma casa. JP
Arrenda-se nao menos por lempo de ^
um anuo, un sitio na Capunga nova, cora v*
cocheira, estribara para 2 cavllos muito a 1*2
poininodo, quarto para feitor, gallinheiro de |
lijlo c cal, cacimba de sorrivel agua de
beber, pgo para lav^gem de rouea, bnsl'n-i
tes arvoredos, alguus ja dfndo f'ucto, casa
i beira-da estrada sobre o alto, sen io a sala ^
da frente assoalhada e forrada, n;uito fresca ?A
e clara, por s r toda cercada de jauellas, *?
tendones la los terrago com varandacale- vPJ
greto de Dores, e pon fio de fe^ro ; propor- 'j
cionando assim o dito sitio decenio e agr- |
davel resilenciD, alom de ficar muito peno !
d. cidade. No sitio confronto, prppried.de vende-se um plano de mesa, proprio
do Sr. Dr. Jacobina, cxistem as chaves para p,ra ,prondef> muilo em conia : na ra da
SintaCruz n 32.
tt
i
Ditos de brim de se la de cores.
Ditos de fusto de cores.
Camisas de peilo de fuslao b:ancos
e de cores.
Diios ditos de mussulina.
Ditos ilitos do linho.
Gravitas de tudas as qualidados
(iretas o de cores
Meias de lio da cscossia c de algodao
Luvasde seda da ludas as qualida-
des, e outras multas obras feilas
de todas as quali la les o por ba-
rato o reg.
Na loja doPreguiga, na ra do Queimado,
I esquina do beceo do Peixe Frito u. 2, conti-
! nua-se a vender um bello e variado surt-
ment de fazendas por baratissimos pregos,,
bem como sejam cambraias lis-s comSva-
i ras c com algum toque de mofo a 2? a pega,
ditas linas com 8 varas a 4,400, 4,600 e .80
I a pega, dilas tapa las com 10 varas a 4,500,
5,500 e 6,500 a pega, dilfs milito linas com
8 varas e com quasi t 112 de largura a"si
pega, carabraias de qua Iros de cores de rosa
e zoes, faznna inleiranieule nova no mer-
cado, pelo diminuto pre,go de 220 o covado,
lii '
pos
france7as escures de lin los pad
(^ 260 o covado, ditas mais claras muito linas
/jj. o de novos padrojs a 280 o 300 rs o covado,
'ditas pira cubera muito largas a 2i0 o co-
vado, pegas de bretanha de rolo com 10 va-
ras a 2$, cortes d brim do linho de lindos
padiOes a 1 800 cada um, uiios de meia ca-
semira a 2c, grosdenaples de tolas as cores
a 1,900 o covado, ISaziuha de qua Iros de
cores projria para vestiJo a 480, 500 e 60J
rs ocovado. dilas miudlntus de lindos pa-
drfies a 360 o covado, grvalas de cores pa-
ra bomeni de lindos padiOes a 60 cada urrii",
ditas Tetas a I?, ditas de mola a 800 e 1~,
rausselina branca lina a 320 o covado, lon-
gos de cambraia de iinho muito linos a 180
cada um, casemira preta lina a 'II, 2,400 c
3~ o covado, longos pequeos para inflo a
120 cadn um, chitas de cores lisas a 160, 180
e 200 rs o covado, e oulras muitas fazendas
que de ludo se darflo amostras cora penhor.
Venleir.-se barris e pipas vasis : no
caes Jo llamos, armazem junto a taberna.
Na Parafiba no lugar l'irauf, ao norte
da Guarita 3 leguas, ha para vender besls
para engepho a 0('- e bois para carro a 60?.
..it.-.-.T-.r.*4-".?5-.v.t-.v. ,-.-- a WM-,
-. ~ -i .-. .:. -;
A I9800. CORTE. U
'.: Ainda esiste un peuu-'no sorti- ti
Tmm
Aviso.
Wo armazem do \damson llowie & C, ra I
do Trapiche n. 42, venJem-se sellins prra
honi ni e senhora, arreios pratiados para
cabriolct, chicotes para carro, colciras para
cavello, etc.
i Attenco
He barato <|ue
admira.
Na ra do Queimado n. 37, nova loja de 4
portas,acaba-se de receber pelo ultimo vapor
viudo de 1 ranga, ricos cortes de vestidos de
seda com 3 babados para 30}, 50, 60, 70 o ;las s3 tilo sorprendentes que admiramos
80S000, dilos sem babados a 253 sahidas de mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
baile a 235, 24, 25 a 30^000, enfeites para cobra rain com esle soberano remedio o us
cabega do melhor gosto que se pode encon- do seus bragos o pe as, depois de ler per-
trar a 109 12 e 14^000 cada um, manguitos manecido longo lempo nos hospitacs, onde
Agencia
da fundic&o Low-Mo
ra da .Senzal Povs
n. k&.
Nesteostabeleclmentocontlna'aabaver
am completo sortimento de moendsse
podem testemunhar as virtudes desto reme-
dio incomparavel o provar em caso necessa-
no, que, pelo uso que delle lizeram tem seu
corpo e membros inteiramente sSos depois
de haverempregadointilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa polcr-se-ha conven
cer dessas curas niaravilhosas pela leitura
dos peridicos que Ib'as relatam todos os
dias ha muitos anuos; e a maior parle deis
PLELAS IIOLLOWAY
bordados de cambraia a 2/300, 3 e 5o o par,
camisinhas bordadas qpm manguitos e gol-
Eslelnestimavel especilico, composlo ni- linha a 13/, gollinhas bordadas a 1-200,
teirainentedehervas medicinaes, n5o con- 1-J600, 25200 o 2->500, tiras bordadas a 800,
tem meicurio, nema IgumaouIra substancia
delcctcica. Benigno a mais tenra infancia,
o a compleigiio mais delicada he igualaieu,
te promplo o seguro para dcsarreigar o nial
na compleijilo mais robusta ; he inteira-
menlo i u nocente em su as operages e elTei-
tos ; pois busca e remove
900 cl:i vara, cortes de barege a 75, gaze
de seda a 700 e a 800 rs. o covado, lolar de
seda a 800 rs. o covado, grosdenaples mofa-
do a 15 o covado, dito limpo boa fazenda e
15800 o covado, dito preto a 15600, I58OO a
25, mantas prelas de DIO bordadas a 9 e 129,
as doengas de | chapelinhas para senhora muito boa fazen-
chales do merino bordailos a ti-, 8
tos do louquim bordados a 205.
cambraia de salpieos a 55600, ditos
este remedio,muitas que ja cstavam as por- de seda pretos muito superiores 803 a 905,
tas morle, preservando em seu uso ; con- I chales de merino pretos a 49. lengos de re-
seguirn! recobrar a saude c forgas, depois troz a 23, chapeos do sol de seda superiores
a loo, ditos a 79, ditos de pello francezes 73
de havur tentado intilmente lodos os ou-
tros remedios.
As mais alllictas nao devem entregar-se a
desesperadlo; fagain umcumpcle.-.loenuaio
dosellieazes elfeilos dcsta assombrosa medi
cia, e prestes recupcraro o bcnelicio da
saude.
Nao se perca tem 10 em tomar este reme-
dio para qualqucrdas seguintcs enormida-
des :
Accidentesopilepticos Fcbres intermitiente
tt
8
a
tt
(d
Alpor.as.
Ampolas.
Areias mal de).
Aslh ma.
Clicas.
ConvulsOes.
Debilidade ou exte-
nii'.ao. Irregu la ri da des da
Debilnladi'oufalta de' menstruagao.
forgas para qual-JLorab igas de toda
querco.isa.
Hysinteria.
I'eluelo da especio.
Golta.
Ilcmorrhoidas
llydiopisia.
Ictericia.
Indigcsloes.
Inlaininagoes.
tt
ser visto pelos prctendentes, e a tratar atii,
ou na ra da Cadeia do Itecife, primeiro an
dar da casa 11. 3. servindo de escnpK.-io.
w*
@@^@ @ oa
Altesf^ao.
Comprase urna escrava quo seja boa rn-
goraraadeira e que saiba tambera cozinbar :
que 111 tiver anuuncie
Compra-so ura lerno c pesos de urna
arroba a urna libra 1 urna gra ie para agoj-
;ur, em innio uso : quem tiver, dirija-se a
ra laica do Itosario n. 5.
Coinpra-se eilectivamente bronze, lao
Uoobre vellio : no-leposito da fundigS-
da Aurora, n- ra do Rrura, logo na entra-
da n. 28,n na mesma fandic3o.em S. \maro
~- Com,'ra-se efffctivameute m ruadas
vi
O

CALCINHtS PAA MENINOS
Vendem-iecalcinlias bordadas de
cambraia fazenda de muito gosto e
por barato prego : na ra do Quei-
mado n. 10, luja de l.eite, Arihur
& C.
Vende-se urna escrava de 19 anuos,
punco maisou menos, de bonita ligura, com
algum principio de habili des : na ra d.i
Cruz, sobrado n. 23, por cima do deposito
do rap Menron.
-- Venic-se urna excelenle escrava cri
oula, de ilade 15 anuos, com principio do!
habii lades, o o motivo por que so vende se
lira ao comprador : no aterro oa Boa-Vista
n. 6, terceiro andar.
JO
un pequeo
ment 1 dos cortes de vestido de dula 5&
larga com lOcovadosque so com i S
nuam a vender pelo bar. lo prego de
1/800 o corte : na ra do QueimiJo J'h
n. 10, loia de l.eit, Artbur \ C. t
Vende-se um silio na Capr.ga Kaixa
Verde com f uct-iras, viveiro a casa, em
chSos proprios : na ra do Fogo 11.-8.
ooor? $$$$$ dttttl .::
m
o
-
Mures 11. 37, primeiro andar, apoliecs d di
vida publica e provincial, ac;;oes das cora- "' "- "Jite?\--3\Z ?"j;
panhias.edi-sedinhe.o 1,j0r>cmigran- VESTIDSCOM lBA)s*kTsj
Vcnlein-se vestidos de cambraia 914
des e peauenas quauias sobre penhores.
.Compra-sc una casa terrea no bair.-o
da llua-Vista : na ra Direits n. 125.
Compra-s urna burra de ferro usada
que seja bera segara : quem a tiver asilen-
cie para ser procurado.
Atteneao ao
ralo
ba-
de cor coai 3 orlensde. babados pe-
lo barato prego de 5o cada corle : na
loja da na do Queimado 11. 10, de
l.eite, Arihur i\ C
;.-;
Vende-si a csa terrea 11. 50, sita na
ra do Cotov:?llo, com c aos proprios : a
tratar na ru 1 de Hurtas n 36
Vendem-se 8 escravos pegas, de idade
de loa 20 annos, 3 molecas de 13a14rn-
008, 1 linda raulatinha cora habilidades, de
l anuos : na ra das Aguas-Verdes n. 46.
Vendo se una negrota ilH 10 annos, de
bonita ligura. com habili lados, o una dita
le 13 anuos : no pateo do S. Pedro n. 6.
... CHAPEOS COM VKOS PARA SK.Nil -IA
j lieos ehaoeos para senhor, enfei-
\ talos com flores chicos de blo'i t.
Liquidaos ".
Na ra Novan 8, luja de Jos Joaquira
lloreira, vendo ss para liquidagao e trans-
ferencia de negocio todas as faz-odas 6XIS-I
lentes na mesma, por atacado e a rclalho,
sendo que a o.r parte destas terSo 0 aba
lmenlo do 20 por centu, e algumas at 50, a
saber: di masco de sola escarate, proprio <
para colchas e ornamentos de igreja, cun
um pequeo loque de mofo a f600 o cova- '
do, grosdci.aples do urta cores a 13760 o
covado, dito azul e cor de rosa de muilo
K Mll.J- t H J 11 ""*'', IWU^U IJI.II3 OU UIHMI3, S
boa qualdade a 20. damasco de seda branco, g irt), rozinha, ensaboa e engom
f".!"o .^,nJ' Vraa,',!Jl0C,m',c'fe,l0CS- retenientes dir.jam-sc a ra .
lado a 2^4')0 o covado, selas decores escu-
raste muilo boa qualidade e bonitos pa-
drw a 13100 ocovado, tfelii de to 'as e s
.".
VESTIDOS COM BU HaDOS a 7000
Ania existe um p queno sorli-
raento dos coi les de cambraia de cor
(iua cora 3 o 4 ordens de babados
pelo barato prego do 73 cada corte !
na loja la ra do Queimado n. 10, de 0
Le i te, Artbur cv i.. ;'.'
Fariulia dciiinii-
foca
Vende Antonio Luiz dcOliveira Azevedo,
no seu armazem da ra do Vigtrio 11 22
Vendem-se mussclinas pietas assetina-
das com pintas brancas e flor miudinna da
mesma cor, de muilo bom gosto, e pelo ba-
ratissimo prego le 640 o covado : na gran !e
loja de fazen las tinas, na ra do Crespo n.
7, esquina que volta para a ra do Collegio-
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza noyentre.
especie.
Mal de pedra.
blr-nehas na cutis
(ibstrucgo deventre
iTisica ou consump-
gao pulmonar
Militares de individuos do todas as nagOes me'asmocndasparaengenbo, raachinasde
vapore taixasde ferro batido e coado de
tollosos tamanhospara dito.
/iua do (Queima-
do n. !1 A
Vendem-se as seguintes fazendas abaixo
mencionadas, por menos do seu valor, para
liquidar, e dSo-se as amostras com penhor :
Sedas de quadros largos e miudos, o
corado goo
l.aas com palmos de largura, o covado 400
LSas de listras, o covado 280
LSazinhas de flores miudas, o covado 100
L3as de seda de quadros largos,o covado 500
< rtes de 13a de babados 70.V10
Lencos de seda 800
Cortes de laas com listras asseti-
nadss a 69 o '.1-000
Relogios
Vendom-se relogios do ouro, inglezes de
patente : no armazem de Augusto Q. de A-
breu, ra di Cadeia do Recife n. 36.
a 80, chapeos de lebre a 69500, ditos de fel-
trofinosa 53500, dilos de feltro enfeita tos j^aimbras.
para menino superior fazenda a 53500, cor- Callos.
deviam soffrer a ampuiagaol Dellas ha mui-
las que havendo deixado esses asylos do pa-
decimento, para se nao submetlerem a essa
operagao dolorosa foram curadas completa-
mente, mediante o uso dosse precioso re-
medio. Algumas das lacs pessoas na clusSo
de seu reconhecimento declararam estes re
soltados hundiros diaulo do lord correge-
dor, e outros magistrados aliui de mais au-
tonticarcra sua allirmativa.
Ninguem desesperara do estado de su-
saude se tivesse bstanle conlianga para en-
saiar este remedio constantemente segiuu-
do algum lempo o tratauteuto que necessi-
lasse a nalureza do mal cujo resultado seria
provar incontestavclmente: ueludo cura.
O ungento he ulil, mas particularmente
nos seijuintes cato*.
Alporcas.
tos de casemia bordados a 6-3500, ditos lisos
a 49, cortes de brim de linho a 25500, ditos
a 2-5800. ditos de moia casemira a 23800. ca-
misas francezas brancas de linho a 49500,
ditas de madapolSo finas a 23WO, 29500 e 3-,
ditas de cores a 29500, ditas de mosqueteiro \ Enfermidades
a i-, musselinas mancas a 320 rs. o covado, ; ta em gera
dit*s de cor a :i2', 360 e 400 rs. o covado i Enfermidades doanus
muito linas, chita franceza muilo superior ErupgOesescorbuticas
a 280, 320 e 360 o covado, ceroulas d* linho Fstulas no abdomen.
muilo linas a :i-, g ar lanapos brancos a 35 Krialdadc ou falta de
Canceres.
Cortaduras
Dores de cabega.
m das costas.
dos membros.
da
Enfermidades no ven-.ReteucSo dcourina.
tl0 r.heumatismo.
Enfermidades no liga-!symptoiuas socun-
.do. danios.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Fcbres biliosas
1
Tumores.
Tico doloroso.
Cceras.
Venreo (mal).
a duzia, luvas de lio de Escocia a 900 rs. o
par, muito boa fazenda, flanela branca a
480 o covado, dilas de cores muito linas a
900 rs., grvalas de retroz a 25, ditas de se-
tim bordadas a 35, ditas de seda a 600, 800 e
1-3 cada umi-, crl-s de seda branca com lis-
tras azues asselinadas a 20-3 o corle, cam-
braia de salpieos muito (na a 900 rs a vara,
fil de linho liso a 60 a vara, dito bordado
a loO a vara, meias de seda brancas io e
"'?, boa fazenda, dilas prelas '13, lengos de
seda para hornera a 23, ganga do cor a 300 e
560 rs., horabazina a 15400 o covado, panno
lino preto a 3, 33300, 43500, 5-500, 7 e 89.
dito cor de ca: a 35 o covado, dito azul 39
a 55300 o covado, casemiras pietas a 29200
at 4o o covado, damasco de 13a de duas lar-
guras a 29800 o covado, dilo estreno a 800
rs., velbutma preta c de cores a 750 o cova-
do, velludo preto a 63 o covado, brim bran-
calor as extremi-
dades.
Friciras.
Gcngivasoscaldadas.
Inchagdes.
Inflammagodo ligado
da bexiga.
InrtammacSo da aaa-
liiz.
Lepra.
Males das pernas
dos pe los.
de olhos.
Mordeduras de reptis
Picadura de mosqui-
tos.
I'u lines.
Qi'eunadclas
Sarna.
Supurantes ptridas
linha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
ITceas na borra.
m do ligado.
das arliculages.
Veas torcidas ou no
diviso.
Na loja de Antonio Lopes Pereira de Mello
Si C. ra da Cadeia do Recife n. 7, vendem-
se libras de muito bom rap de Lisboa che-
gado ltimamente pelo prego de 2.3OO rs.
cada urna.
Vendem-se estas pil ,as no estabeleimen- co de li,lho i*309> 1*5U0 a vara- Br-
to geralde Londres n. 244. Strand, c na I valas Cul" um aillR'1 Por 5500, meias bran-
loja de lodos os boticarios droguistas eou-lc"S,ra llomem muil r,nas "-> 8 e 109 a
tras pessoas cncarregadas de sua venda em ,,uz"*> eassas franeczas muito linas a 580,
toda a America do Sul.llavana cllcspantia. 560 e 600 rs. a var, collarinhos brancos a
Vendem-se as hocetiuhas aSOOrs. cada r'"0 cai1a unl> lencos de labyrinlho a lo, pa-
ma dellascontm nina instruccflo em por-
coberlos e descobertos, pequeos gran-
des, de ouro patente inglez, para hornea
e senhora, de um dos m^lbores fabricantes
de Liverpool, viodos pelo ultimo paquete
inglrz : em casa de Soutnall Mellor ra po Torres n. 38.
-- Vendem-se eaixas de macarrao a 3o, e
dealelriasg: no arnmem de Luiz Aunes.
defronte da noria da alfandega.
Vende-se um escravo mogo de boa fi-
gura e ptimo cozinheiro : nafua dos Mar-
tyrios n. 4.
Na ra Nova n. 2, loja de Nabuco Si C,
vendem-se chapeos francezes de bonitas
formas, ditos de fellro copa alta e baixi.
dilos de palha para meninos, dilos do chi.e
multo lios, ditos de alpaca, bonetes de pan-
no para meninos, etc., e ricos chapeos Je
sol de sela para senhora, ditos para ho-
rnera, etc.
Vendem-se na ra Nova n. 2, loja de
Nabuco S C. ricos espelhos com moldura
dou-ada, proprios para sala, e por batato
prego.
-- Na loja de Nabuco <\ C ra Nova r. 2,
atraz da matriz, vendem-se meias de algo-
tuguez paruexplicar o modo desse usar
destas dJuIhs.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharmaceuticu, na ra da Cruz 11. 22, em
rerna nabuco.

OI
cores a 500 res ocovado, dito azul ferrfcte
ululado a 2*0 res o covado, s 800 res ocovido. luvas de se a b ancas e
ama relias com loque de mofo a 400 res o
par, cb'peos desoa ultima mola para sc-
niio.-a a 12/, dilos de ntassa pretos p ra ho-
niem a 79., ditos de mola de ineriu para Ho-
niem a 53, chapeos de palha escuros para ho-
rnero 21, ciai uleiras a 240 reis, ditas guar-
neoidas de metal a 640, caixiuias de tintas
para desenlio muito linas a 29. reas capas
de casimira guarnecidas de velludo. cDusa
de muito gosto para senhora a 169, e por
ullimo chapeos de palha arreniHdus, escu-
ros e amarellos para senhora, i-orem da mo-
da uin J.OUCO atr.-.zada, pela decima paite de
seu valor I3OOO. Ha oul a muitas fazendas,
quo com vagar se irao annuocianJo.
Rlli NOVA N. 18
Antiga loja de fazendas e roupa feita de
M. A. Caj' A C, onlosempre seus ant'ROS
l'rtguezes encontrara D um completo sorti-
mento de todo c qualquer fato teniente a ;
roupa feita, como sejam casacas, sobrecasa-'
cas, palelots de panno, casimira, seda, me-1
ri, alpaca, gangas, bretanha, br|m, gon-
dolas, jaquelas de alpaca, bretanha, e brim,
vestidos de meiin para montara, Cfsave-1
ques de seda preta e de cores, calgs do ca- '
simira preta e de cores, de brim de linho,
blanco e do cores, dilas de al.;u 1,1o, u n sor-
timento do nielas para senhoras, homens e
meninos de am!.os os sexos, e ida les, cha-
peos de massa fmicezc-j, finos, ditos de sol
de seda ingleza, para senhora, dilos de pa-
ninho, luvas linas 1 ara senhoras e iomens,
um grande sortimento de fazendas para ,'.'-
zer qualquer obra com presteza, camisas
Lrancas, linas, cora peitos de linho, ditas
de dita francezas, ditas do cor com peitos
B
. *;
!
t
flores e bicos de
os melhores que tem vinlo a este
<* mercado, que so ven le por prego '
" COmmodO: na ra do Queimado 11 i
[y. 10, loja de l.eite, Arthur & C. FA
Vende-so unta esciava de 16 annos de
idale, pouco mais ou menos, sem vicio al-
ma liso : os
injam-sca ra do Kangel 11.
73, segundo anlar.
-
Na ra do Crespo lija aoiarella n. :;
B 4, ven^em-se es seguintes fazendas
0.110, sao das mais modernas que ha
. nesie mercado.
IIicos conos de vestidos de gros de
tupies preto o de cores lavrados e
bordados, o corle a 90,000
Corlea le cambraia de seda com ba
babos assetinados, o corle a 35,000.
Casaveques borda tos ricamente, de
cambraia e mussulina a IO3, 129 e
15,000 cada um.
Vestiarios mui linios do brilhanlina,
cambraia e fuslSo para meninos e
meninas a 79,89 e 13,000 cnia um.
icas sedas de quadros a 1,00o o co-
vado.
Lindos bareges de laa e seda a 1,200
0 covado.
Iiiquissimos enfeites para senhora do
melhor gosto de faiis a 14?, I69 e
;;* 18,0(10 cada ura.
cnapeos de palha de Italia, muito
ricamente enfullados a 18o e 20,000.
Chapeos de palha lina, abas largas
do melhor gosto quo tem vindo, a
16,000.
Riquissimas sahidas do baile a 50} e
60 000
Manteletes, visitas e basquines de
seda, fil e velludo, de vatios gos-
los e quali .luds.
SiS^Sifl
Aenyao.
'.''. Kissel, relojoeiro francez, ven le 5
/ relogios de 01.ro o prata, concierta ;;
- relogios, joias e msicas, ja aqui he ''}
:' conhecidn ha muitos anuos,habita no @$
" pateo do Hospital n. 17. %g
a030XiQX0 Q^O
i\a loja das seis
portas ei frente do Li-
vrainentu.
Ctmbraias francezas a 203 rs o covado, a
pega com 32 cova dos a 69000, lazenda fina e
padrOes novjs; d8o-se amostras, e a loja
est iberia das 6 horas da mantillo as 9 da
noite.
Vende-so uti tanque de forro proprio
para grande deposito do mel, ou oulro liqui-
do ; os prctendentes dirijam-se ao caos do
Ramos, ai niazcn junto a taberna.
I i los de p tino, de casemira e de lpica, pre-
tos e de cores, caigas de casemira e colleles
de gorgurSo de seda, ludo muito bem feito
e para diversos pregos, sarja prola pan for-
ro a 19800 ocovado, cotes de colleles de
casemira bordados a 59, ditos de gorgurSo
de seda a 3-800, e muitas mais fazeudas que
nSo he possivel tqui fazer niengao dellas
pelas muitas vari lades quo se encontiam
aqui neste eslabeleciment : quem quizer
venha ver c traga dinheiro, que ii3o vai sem
fazenda baraia.
riadas as peritas.
Vende-sejeste ungento noeslabelecimen-
to geral de Londres n. 244, nSlraud, e na
loja de todos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas desua venda era
lo8a a America do Sul, llavana e llespanha.
Vende-se a 80o rs cada bocelinha.contm
urna iostruccSo em portuguez para explicar
o modo de fazer uso desle. ungento.
O deposito geral he era casa do Sr. Soum,
pharmaceiilico, na ra da Cruz n.22, em
I'er'iambuco.
Vende-se cola da liahia, de boa qua-
li lade, chegada recente ente, por monos
eregu de que em ouira qualquer parte: na d3o para senhora a 3, 4,
ra da Cruz do Recife n 13 primeiro andar.
Na ra da Cadeia n. 28 lab rna de D.
S. Campos, venlem-se em pequeas e gran-
des porgues bichis hamburaueas das me-
lhores que vem ao mercado, e lambem se
alugam.
Vendem-se du-s escravas, sendo urna
mulalmha de idade 11 anuos, pouco maisou
menos, e outra mulata .io ida lo de 20 a *25
annas : na ra Direila n. 72, se dir quem
vende.
R'ip,
Chegou nova re oessa de rape francez : na
"u ca.saleliabeSc'.nmttau &Companhia,
ru?. da Cadeia 11. 37, vcudem-scolegante
pianos ilo afamado fabricante Traumaun
de Ha ni bu 1 tu
Venle-so um mulato padetro
lente amassador, e forneiro : na ra da Ca
deia do l'.ecild n. '18.
Miihoafi^ c 0,500 por
sjicco.
Milho era saceos de. superior itualidade,
i recentemento chegado : no armazem do
I Guerra, confronte ao trapicho do algo lao,
eein frente da ra da Madre de Dos.
5 e 69000 a duzia.
-- Vendent-so toucas de lila psra crian-
Cas, ditas de fil de linho forradas de selim,'
chapeos de palha enfettados para bapt sa-
dos, ditos de seda : na loja de Nabuco i\ C,
ra Nova n. 2, atraz da matriz de Santo An-
tonio.
Vcnde-se urna escrava cabra, de idade
22 annos, pouco mais ou menos, de bonita
figura, que sabe coser, lavar e engommar
bem, entendendo de cozinha, sendo para
fra da ci lade 1 quem a quizer comprar, di-
rija-sea Soledade, sitio dos 4 ledes, a qual-
quer hora do dia.
Vende-se urna escrava crioula, de no-
rua do Crespo 11. 12, loja de Campos & Lima' me Josepha, idade de 28 a 30 annos, cozinha
Veule-so um a escrava de meie i la le. i d'arr'0>,,lava'.leira' en6omm liso, costuret-
bos quit'.ndura, por prego coamodo: na1
ruada Calis \elha n. 22
llecebidas ein dii eitura de
K
i?

m
Milito.
Vendo Antonio Loiz de Oliveira Azevedo,
110 seu armazem da ra do Vigarion 22.
Gomma muito superior.
Tem para vender Antonio I.uiz de Olivei-
I
-:
de lustao, pelo prego mais razoave'do'ue'1 Azeve'Jo' no seu r-^zem 1 '" J" Vi-
ler n.rln gario U. 2r.
Viiiiio
eui
lo Porto
eaixas do
tltiits duzii
superior
una e
s
em outra qualquer parte.
^ara Seiisiora
Na loja 00 Nabuco 4 c., ra .Nova'n. 2
atraz da matriz de Sanio Antonio, vendem-
se eiilre-ui( ios de cimbris bordados, |>aba-
dos do cambraia bordados, ricas mantinhas
de troco cara senhora, fazeada de palha da
India inulto lina [mais lina dp que cambraia
de linho lins propria para vestido de senho-
ra, lengos la mesma palni da india, casa-
veques de cambraia bordados rara meni-
nas, calciuhas de camb-aia bordadas para
menin s, l squines do fil pelo guarneci-
dos de Ola de velludo para sen hura, tiras
gollinhas e manguitos do cambraia borda-
dos, riqusimos lengos de cambraia de li-
nho borda los proprios paia noivas, espar-
uihos mulla linos pura Bepbora, ligas de
seda elsticas para senhora, meias de seda
para meuinas, luvas :e s.;d^ bordadas para
seoboraemeninas, dits decores para ho- Oliveira azevedo, ra do Vigarion. 22
mem, mantas com lindos alflneles parara,- Vende-se urna preta de 18 annos, a
mem, ele, e outras rauias fazendas lulo qutl lava.eugomina e cozinna, e be bonita
do melhor ;oslo possivel e mais barato do ligura : na ra do Amoiiui 11 33,
que em outra qualquer parle. andar.
t
Vende na ra do Vigario u 22,
de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
Pa ii de alg'o.la.) <.* Ba-
lita iropriu pararoupt
de escra vos, e suceo ; a sucHi*
Ven le-so na ra do vicario 11. 22, no ar-
mazem do Mitonto luiz do oliveira Azevedo,
ou uo seu escriploriu, ra da Cruz n. 1.
l'Vjjao cin
por 4^ cada um.
Vcnde-se no armazem de Antonio Luiz de
co.- ra ndes
pars.
Ricos cortes do vest los do sada de
cor e br-ncos S
Corles de cambraia de seda borda-
dos ao lado 9
Grosdenaples preto encorpado, co-
vado 13500 a 28500
Dito de cores c branco, cova lo 13920
Seda branca lavada para vestido
de noiva, cova lo 1*400 a 29500
Belleza da China, fazenda toda de
seda, covado 13100
Selim preto maco para vestidos,
covado 2;700 4*500
Volliilo preto o mcilior possivel,
covado 53500
Mcio velludo pelo e de cores, co-
vado 13400
Vfdhulina preta o do cores, covado 750
Kolar de Paiis mtisedas, covado 1:100
Ricas sedas de cores de novos pa-
droes, covado 13920
Diana de seda Imada mui linda,
covado 13000
SeiinPas de qundrus e listras, co-
vado yon
Popelinas de seda o las, padres
novos, covado loOOO
Barege de seda, padroes miudinhos,
covado Dio
GorgurSo de soda com llores, covado 850
l'anuo preto e de cores, prova de li-
inao, covado 3f a 73500
Casemira preta selim,covado I37OO a 8*200
Musselina de cor e luanes, covado 320
Chitas francozas de cor claras o es-
curas, covado 280 a 350
Cambraias organdys.novos padroes,
va1a a 1*28*
Cassas francezas linas, padres no-
vos, vara a 500
Ditas ditas, vara a 320
Mantas de Ilion 1, pretos e brancas 9
kiaigaitos e golinbas bordadas
Tiras f ntreme os bor lados
l'ulccirasde vellu lo, froco e ia
I Lengos de cauibr*ia, linos, com la-
' byrtntho 1 000
armsiein chales de merino cora franja de 18a **800
Ditos ditos do se la 6S000
Dilos ditos burilados a seda o" 500
Ditos ditos bordados velludo 11,000
Ditos de seda de peso
Corles de casemira do cor linos i; 0110
Colleles de dita e de seda bordados
Chapeos pretos francezes modernos 7*000
Gravatas oe soda compridas com
annel
l'alotois do alpaca prota e de cor,
orrados 7-000
Cun lolas de alpaca preta e de cor 5*000
Palelots do brim par,lo e bretanha 4"00
Ditos de fustSo, ganga o outras fa-
zendas i:.-,00
Ditoe de alpaca prota 3:800
Passaniloo beccoda CongregacSo, do lado
direttoem segumenlo para o l.ivraracnio a
segundo quarta loja de Iros portas cora rtulos bran-
Icos u. 40.
VIJ.NDV DE ENCENIIO,
Algutis eonsenhores do eng"tiho s. Paulo,
situado na f.eguezia dos Afogados, vendem
as partes que houveram por heranga no re-
ferido engenho, as quaes formara a maioria
en relagSo no valor lotal da pronriedade. O
engenho S Paulo dista legoa e mei dest
cidade, he urna bella prapriedade, n3< s
pela sua posieBo como tambem pela fertili-
dade ,10 seu solo, he quasi todo de varzeas
de ma&sap o paucs enxulos, de grande uro-
ducgSo, propriss para caimas, lora excellen-
tes ba izas de capim, e embarque no ntesmo,
engenho : os pretendenles dirijam-se ao en- j
genho para ve-em as ob'as a qualidadc, el
na rna de Aguas-Verdes, pri-
meiro andar n. 46.
vende-se urna negra de 16 annos, pe-
ga, que cozinh-. e cose : na rna do Collegio
11. 25, terceiro andar.
Vende-so um cndelabro de 4 luzes.
moderno e de muito bon gosto, e um lico
tapete ; na ra do Livtamento n 4.
Vende-se uin sellim patento inglez,
n3o ter prestado servigo at-
commodo : ni ra do Quei-
mado n. 43.
.-
PAR^bOENTS. ir
Na loja de Nabuco C. na rna ^>
;; Nova 11 2, ven lem-sa camisas de 13a '*&
a I3, setoula de 13a a 23, e meias de Sf
13a a IV, tu Jo proprio para as pes- 'r? ainda novo, por
, excel- soas que padecen) !e rboumatismo. ^J4 gum, por prego 1
lietO^OS (le OUr>) eJoidS, j Vende-se em casa de S. P. Jonbston &.
Vende-se um lindo sortimento de relogios 15.7,",??.??"?' No.va D' *? ? segrate
le ouro para todos os pregos conformo as
qua 11 da des o um variado so-lmenlo dejoias
de ouro do lot : no esciptorio de Isaac,
Curio&C, ra da Cruz a. 49, primeiro
andar
Ven lem-se ceblas, tanto em porg3o
como a retalbo a 19 o rento ; a bordo do pa-
tacho brasileiro Scrpreza, no aucoiadouro
O
9
i
O
9
3
. ;?*-s@ @ @@s59 ..
Cabos soi tidos da Russia, Ca- dos navios, com carne secca.
10 e .Mantilla. {_. Vende-se um cabriolct com o cvelo.
Lonas da Kussia, Liins c lilil- ^-';; caso convenha ao compra lor, por prego mu
sellins inglezes e silhts, relogios de ouro
de patente inglez, candielros e castigaos
bronzeados, arreios para carro, lonas ingle-
zas, lio de vela, grasa para srrelos.
JtiftfSNi.
estensSodo solo, e para tratarem ao Sr n- i ;%i etn quartolas.
Ionio Cangalves dos Santos, na ra da l'raia -"
11. 34.
vil ios e r I ino .
3(SKI.I.I>SeRKLOCIOS d* patente
- iiiijle* : a venda no armaztm d
HostrurRonker Aj Campanil a es-
5c9rqBini lo largo do Corpo Saulo do-
'1
mero 48.
Fariiilia de
mandioca.
Vendc-se superior farinha de man-
dioca por preoo mais barato do que em
outra qualquer parte : no armazem n.
"> delrontc do trapiche do Cuulia.
99999^9#@
Grande sorti'veiilo do roupa feila
e calgados, venia na ra do Cres-
po loja amarrll* n. 4, por pregos
mui commodos, unicamcuto para
acabar ; sondo tu lo oDras do nielbor
Irabalho de Paria :
Camisas para honiem o meninos,
com ocilos de esguiiio, niussuliui e
lustao.
Ditas to'as de linho para homens. i i
Casacas e sobrecasacas de panno -. ;
St lino prelo e de cor. .-';.
9
O
9
9
:.:-
zoes.
Cobroe metal para forro com
preeos. O
Oleo de linhaca e Velas steat-i- f.';;<
lias. i%
Eslatilio em barrinhas, Bar-
rill.a. r;-
Vinlios linos de Moselle e Joan- ga
nisberrr espumoso, e de Bordeux ^
m
C. .1. ASTLEY & C. Q
S@S^S3S*S9
TACHASPARA ENGENHO
Ua ('uiidiro de ferro (leD- W. Ilowman
na ra do Bium, passando o chata-
ri/., continuaa liaver um completosorti-
mento de taclias deferro (nudillo e bati-
do, I :i" ,1 8 p timos de bica, as quaesse I
cltatua venda por piero cominodoccom
pioinptidao.einbaicam-seou carregam-
se em carro sem despezas aocomprador '
scuisio fku mm
f^jiemconla: a fallar na cocheira de Forado
"- Portas, com o respectivo caixeiro, onde
' existe o niesmo cabnolet para ser visto,
Oesappairceu no dia 13 do corrrente,
tendo sabido para o ganlto, a escrava Marce-
lina de nagSo Cahinda, de meia idade, esta-
tura baixa ereforgada. ps grossos tendo
utna ferida etn um dos dlos do p direito,
e falla de maneira que mal se percebe. Fo
vista na noite desse da, pouco depois de 9
sendo que he de patente Inglez, muito for-! nor,,s na ra das Cruzes com urna trouxa de
te, e veli lo a prego em cont, por ter al- I rouPa lavada, e nm balde de carregar agua.
gum uso, acompaiiliando-o os| competentes
arreios.
Relogios.
Vendc-se em casa do .Srunders Rrothers
>: ti., praga do t^orpo Santo, relogios do afa-
mado rubricante Roskell. por pregos commo- '
dos c tambem trancellins e cadeias para os
mesmos de excedente gosto.
Nova.agua de malabar
Vende-se esta agua a rr-dhor que tesa ap-
paiccido para tiugir o cabello e suissas de
relo :11a livraria universal ra do Colleg:o;de nome Francisco, com os siguaas seguin-
aj 1 lor > o.-I.Im-i- I, .. ___ 1
servigo em que quasi sempre se occupavV o
que faz suppr que se scha humisiada em
lugar bem perto ulvez.... tanto mais, quan-
do essa escrava nSo linha o costume de fu-
gir, e algumas razes existem que conlr-
mam essa supposigao. assim desde ja pro-
testamos contra o procedimento de quem
fluer que seja, e rogamos as autoridades a
quem competir ta quam nos dirigiremos se
for preciso) a captura da referida escrava, e
leva-la a ra das Cruzes n. 32, onde se pa-
garao todas as despezas e se g'atilicar.
Fngio no da 14 do correte o asen*
II
[0.
n 20, d-sejunto um iuipresso gratis era'
namlo a forma do pprar.
AO PUBLICO
O agente .Marcolino de llorja scientilics so
respeitavcl publico, que em o seu armazem
na ra 'o i.ullegio 11 15, lera sempre um
esplendido sortimento de mohiltas comple-
tas e mais CbjeclOS de marciueiria, cons-
_ ; 1 ruidos pelos uielliores fabricantes do llam-
burgo o Pars, e que os vende por conta de
9
9
9
9
! urna casa com -ncrciaf estratigeira tiesta ci-
| dade, o por pregos mais baratos do que em
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE- oulro qualquer estabelecinienio.
NIIEIRO DAVID W. UOWMAN, HA
RA DOBItUM.PASSANDOOolIA-
FARIZ.
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
-- Vende-se um binoclo douraJo de ex-
celenle vi iro : no aterro da Ioa-vista n.58
p ra engenbos, a saber : moendas o meias Svjj
moend-" itM~J-----------.-----*_
ch
?3
9
OQ
ioendas la mais moderna construegao ; la- tt
las le ferro fundido e batido, de superior '. '.'

;-.j
9
,:.

Fraques de panno fino de cor.
Palelots de panno, casemira, fou- .
lard de .sed1, bomba/ina o alpeca, '-'
pretos e de cores, inleirigos e so- v.\-
brecasacs. v-:-.
Ditos .lo bramante braneo o pardo S
ed" metim do lindos padrdes.
Ditos saceos de c se mira o de al- "--'
j, ;' : ;i .dos- e de Cur {:',-.
Ditos de se la prela UiitO suoerjor. 'j
Caigas do cas, mira muilo lina.
Colleles deg rgurSode soda Vf
Robes-de-chambrede merino bor- ';':
,la,io e de chita de ramagem. !.'
;_.( Calcado para senhoras o homens,
. le vanas qualidadcs. '.
9999999
Fio deposito do largo da ribeira do S
Jos n 15, vendem-se quelj >s do reino pelo
iiminulo prego de 23200,1*600 e 1/440, ma-
cas linas de todas as quali lades a 360, vi-
nbo do Porto engarrafado a ho, ni-nieiga
ingleza su terior a iclO e i#, a 720, raui de araiihuus e oulras multas
cousas ludo mais batali do quo etn outra
qualquer parle.
--- Ven le-so um moloque crioula de 10 a
12 anuos do idade, sem achaques, de boni-
ta ligura, o muito proprio para servir do bo-
Iceiro : na ra da l'raia, loja u. 34.
qualidade e de todos os lmannos; rodas
dentadas para agua ou animaes, de todas as
proporgOcs ; crivos e bocea de fornalba e
registros de boeiro, aguillies, hronzes, oa- -";'.,
rafusos e cavilhOcs, noinhos de "luioca
etc. etc.
NA ME3MA FUNDICA'O,
se execiilam toaas as encommendas
suneroridsde ja conhecida cora a
presteza e com ojidade em prego.
I ad>
cez.
coia a
5,000 &
*,ooo g
N !o]5 (Kabueo o >' na rna No-
Va n 2 Vende-se c Iga lo francez do
. lo lis as quali lades, co.uo sejam :
W Boraeguinsde peliea gaspiaJos
3 de lustre para honiem a 10,000
:k Duos de duraque ditos dilosa 10.000
devbl 9 Ditos ditos para senhora a
S Ditos ditos pata meninas a
* SapaliS de lustre com elasti-
Vende-se superior linha de alg0d3o \W copara bomem a
brancas e do cotes, era novello, para costo- 9 Ditos ditos forma ingleza a
ra : emcasadeSoutbaH, Mellor & c, ra a Snalos de lustre rasos de 1
do lories n. 38:
Vendcm-so saceos cot farinha de nian-
dioc, milhoe Trelos de Lisboa, gomma do
aracaly, sapatos de ISi, cers de carnauba e
palna, linio por prego mullo commodo : no
armazem da iua esireita do Rosario n. 29.
. tes : estatura bixa, cor fula, com poica
I barba, cheio do corpo, parece lera idade de
vinte e tantos a tnnla annos, tem um taino
no beigo, e nos bragos tem as seguintes let-
t'as F. A S. 1'., um corago e una palma
sendo duas lettras e o coraciio com tinta n-
carnsda, e o resto com tinta azul, levou vs.
tido camisa de nndapolSo, caiga azul o ca'a-
! peo de palha, falla muito descansado e diz
chamar-se Feliz, he natural do Para : qu*m
o apprehender r,ode conduzi-lo ru do
trapiche n. 17, quesera generosamente m.
tilica,'o. w"
Desappareceu na noite de 2 de abril
do rorrente anno o escravo donme Floren-
tino, com os signaos segantes : estatora al-
ta, cor mulata, sem bo.vba, espaduas largas,
tes grandes, rosto compndo, olhos casta-
'.a^ a fonhos. cabellos r.^ados fal|a gross
T^ II- 9 "81"' *-' f11 ^ 3 denles na frente. em
eg| um ^oslados do queizo tem urna fstula.
yrm I levou chapeo decouro e camisa de riscadi-
%? nho : quem o pegar leve-o a fundigoda Au-
^ rora em Ninto Amaro, que ser genorosa-
.-..-. mente recompensado.
>: Fogiram na noile de i p(l, 5do cor-
y) 'll10,!** lscr*.vos a saber :. real, altura
arato
que fi mira
Na loja do l'reguiga, na ra doCJucimado
n. 2, ven lem-so cambraias de quadros, pa-
droes novos, o mais limo que he possivel a
360 a vara, cassas francozas o m?ts lino quo
he possivel o de llodissloios gustos a 440,
4(l e 500 rs. a vara, C'tes de targelina com
12covados pelo iTiininuto prego de 3*200,
sola com salto a
;/ Ditos ditos sem salto a
- Sapa Idea de bezerro para me-
'.,': uin 18 a
y. Duos de lustre ditos a
....... ..:..:- ...-- ..:,...-...
rente dous escravos a saber :
regular, com aluuns signaes lie beziias.fa
<,,; manso.eiitreonarize atesta frzmododo ura
talho, rosto reloudo, nariz chato, fui uo lu-
gar Haisa-Verde, vtudido tiesta praga em 6
de mato do correntn pela Rvml. Sr. p|ro
- Margal Lopes de Siqueira, esle levou caiga
8.0110 *# marella, camisa branca, um paleto! de al-
paca, chapeo de feltro e um cinturita cucar-
nado com chapa amarella na cintura; Be-
nedicto batzo, bm preto, bonita ligura p
pequeo, rosto redondo, nariz chato falla
bem e muito ladino, foi do lugar de liezer-
6,000
6.000
5,000

nnmu
car to Monteii o
Acha-so aborto un novo deposito no pa-
lia, e 200 rs a librii.
Segoa la dita dilo, 3400 a arroba,
rs. a libra.
Segn la dita aria lo, 4300 a arroba, e 160
dilos de orgMidys co i 10 covados a 2:600, j rs a libra
unas casemiras enfesladas propnas para) Terceira dita dito, 33400 a arroba, o 120
,000 9 r,08' vpndid,0 neslil Pra?s pela Idma. Sra. D.
,00o fa 'osepnins Dantas dp Almcida, por nlerven-
- r.lo dos Srs. Adriano & Castro, levando
f chapeo de pello redondo francez, caiga bran-
ca, camisa de chita ou branca, clles foram
juntse levaram alguraa roupa n ais : pede-
sea todas as autoridades polioiaos, capitSos
de eimpoea todas as mais pessoas a cap-
tura dos ditos escravos e conduzi-lus ou
manda-Ios ao seu proprietarin Joaquim Jos
Ico da matriz da 1! >a-Vista, confronte ao; ''Olrigues da Cunha na ra do Rrum n. 22,
chafariz, aonde se vendo assucar retinado de 1ue recompensar generosamente,
todas as qualidades, pelos pregos seguintes : I Fugio ha um raez o preto Antonio, de
l'rimetra sorte crystalisado, 63OO a arrro- n"cao Angula, baixo, grosso e barrigudo,
com vestiglos bem salientes de queimaduras
e 160 nos Peilos Pes grossos, falla bem a confun-
dir-se com os pretcs ciioulos : quem o ap-
prehender leve-o a casa do escrivo Posthu-
mo na ra da l'raia. que ser gratificado.
palilots a 23200 o covado.
'rs. a libra.
I'LUN. TYI>. DC M. l\ DE FARIA.- 1858.
II r-
% 1


Full Text
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