Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06958


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Full Text
ANlNO XXXIV N. 1S8.
Por o mczcs adiantadof 4$000.
Por 3 mczes vencido 5$000.
>kN
Ol'ARTA FEIIU \\ DE .111110 DE 1858.
Por auno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCAKlMiiADOSDA SUBSCRIPTO DO NORTE.
Pinhiba, Ir. Joo lodolpho Gomes ; Nltal, o Senhor An-
looio Marques la Silsi Aracatj, a Br. A. di Lemoi Braga;
Ctiri, o Sr. i. .me de Oiiveira ; Maranhao, o 8r. Jote Teixeira
da Malla I Piajij, o 8r. Joae Joaquim Avelhno Par, o Sr.
Justino i. Barros ; Amasonas, g Sr. Jeronjmo da Cuita.
PARTA DOS COB REOS.
Tinda lodo oa illal, as 1 e meia hora, do da.
ParaUtMs, uta laxtu-felrie.
S. AnUo, Beserro, lloeiij. Carura', Milano Cuantan : na lerea-feira.
S. Loor.nto, Pao d'Alho, NaiaMa, Linaosnre, Braja, Ptaqaeira, laaaiei-
r., Florea, Villa-Bella, Boa-vala, Oasrkerv Ba", aaa .|uaria-f.'ira.
Cab... Ipeuasw, seriaUaaa, Uto Foraaoao, Una, Barn-irus, Am.a-1'reia,
Meaealeirai r .\.at.w: 7uinra1.-re.ras.
iTodoa corraioa panera aa lu auna da manilla.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommerciu : lefiunda quiaUa.
llelacao .' tercas feiras aabbadoa.
Fazenda : quartai a aabbadna ai 10 borne
Juizo do eommarcio: segunda! aa 10 horaa a quinta aa mala da.
Dito da orphaos : aeguodaa a qulniaa aa 10 horas,
Primeira Tara do civil: eegundaa a aaitaa ao maio da.
aguada Tara da mal : quarui a nbbadoi a* maio dia.
EI'UEMErllRES DO ME/ DE JIMIO.
4 Quarto minguanii ai i horai a 14 minutoa da machia,
10 La noTa ai 7 horai e 5 minutoa da tarde.
17 Quarto creacenle aa 0 borai a 11) minutoa da tarde.
IS La ebeia ai 9 horaa e 44 minutos da tarda.
PREAMAK DE IIOJE.
Primeira as 8 horas a 3<> minutoa da manhia,
Segunda as 8 horaa a 81 minutos da larda.
DAS DA SEMANA.
12 Segunda. S. Joio Gualberto ab. ; S. Jason: S. Nabor m.
13 Terca. S. Anadeto p. m. ; S. Joele Esdras pruf.
14 Huaria. S. Ilua,entura b. eard. e dout. serapbico.
II Quinta. S. Camillo de Lelles fundador ; S. Captulino diac.
ll> Salta. N. Senhora do Carino. Triumpho da Santa Cru-
17 8al,bado. S. Marraba v. ; S. Aleixo.
18 Domingo. S. Kulinu b.; S. Sympboroza e seus filhos mm.
BNCARBEGADOS DA SUBSCRIPCA'O uo SOL
Alagoas. o Sr. Claudino Falceo Das ; Babia, Si. D. Duprad
Rio da Janeiro, o Sr. Joio Piraira Martina.
EM PERNAMBICO.
O Proprietarioda DIARIO Manual Figualroi di Fula, ni sua
linaria, praca da Independencia ni. a 8.
PARTS QPFIOIAL
a realisa-la nesse prazo, pasara' mais 1 por cont do jaita ao jizo arbitral na forma da con lino 21 do i
valor com que tvir de entrar, por cada semana de contrato.
demora decorrida dentro do prazo da pre. rnpo.io. i Art. 2.. O protesto offorecdo por am s do di-
Excepluam-se os caaos de forja maior provsdns pe- rectores, nicamente suspender o effeilo da delibe-
rante a directora, e por ella altendi los, que nene raQ.lo at nonir-ie a dinctoria extraordinariamente
caso peder commuUr a pena eomrainada por um para o lim da re uro de 10 por cento ao anno por todo o lempo de Art. 20. A falla da qualquer dos directores em-
demora, a qual porum 11A0 podera' exceder de 12 premio!, oa dos Horneados pela assemblea geral,
m*,z,s" 11 d I Dor ""'' *** 1u!lre"la '"'" consecutivos sera' soppri-
Art. IJ. Era caso algum sera' o accionlstn respon- da pelo sapplente designado pela ordem da eleic,3o, e
MINISTERIO Do IMPERIO.
Decreto n. 3,175 da 19 de maio de 1858.
Aaloria 1 organillero da compaihia da estrada de
ferro da Nitherohy a Campos, na provincia do
Rio de Janeiro, e approva os respectivos esta-
tutos,
Hei por bem, de eonfomidade com a minlia im-
mediata resolano de 12 de corrente mez, tomada svel por valor superior ao de soas acues ,art. 2!S o dos Horneados pelo governo, pelo accionista que pa-
sohre parecer da seceso do negocias do imperio do ; do cdigo commercial das quaes podera'livremetile : ra es.e lira for Horneado pelo presidenta da 'pro-
cousallio de estado, extracto em consulta de 2t de dipnr por qualquer tneo permiltidn pelas le* do vinria.
abril antecedente, auloritare organisacito da romp- estado para a IransmissaO da propriedade, com de- Art. 27. Os directores serio r.sponsaveis por lo-
nlti.i da estrada de ferro deN'itherohy a Csmpos, a pendencia porem na furmahdade eapacill di Iranfe- 'las as inr,icones do contrato, e destes estatutos, que
qual teto por fim conslroir. osar e costear orna es- roela na lnna do art. 11. pralicairm, no em qoe ennsentirem.
Irada de ferro de via singell qoe Igne a baha de, Arta 14. I0J0 o accionista, aej.i qoal fiir o ame-1 Arl. 28. Os directores dever.lo depositar no Ban-
Nitlieroh> com o ri* Parahvln, na cidade de poi, 00 onde mais conveniente fr, conforme o con- 0* '' *le'3o di conipinhia, enm lano que se acbe dade das qoaes nSO poderlo dispor em quanlo exer-
trato celebrado no 1- de dezembro do enno prximo inscripto na lela social com (0 dias de ame^edeii- cerem semellianle careo,
passado entre o presidente da provincia do Rio ti t ''J11 daeleijo.
Janeiro e os emprezarioa da dita'airada, em virlode Arl. 1.. C m, ele-lhe lijualmenla o direito de
do que Repite a le provincial n. 951 de 17 de letena-, propr a' directora, ou a' aaaemblea Reral, aquillo
bro do referido anno ; e bera aesim approvar os es- <\"* julgar 0I1I ana interessae da rompanhia ; e bem
latulos que devem reser a misma companhia, e que asim o de discutir e volar era todas as mataras su-
jeitas a' deliberarlo da mesma as TITILO III.
com eite baiam.
O marquez de Olinda, conielheiro de estado, pre-
idinte do consellia de ministros, ministro e secreta-
rio de estado dos negoefus do impeiie, asiim o tenlia
aniendido e faja exe-alar.
Paiaeio do Rio de Janeiro, em l'.i de maio de 1858.
irigesimo-iitimo da independencia e di imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Marquez do
Olinda.
Estfalo* da rompanhia da ettrada de ferro da
cidade de SitheroHif a Campan.
TULLO I.
Da companhia.
Arl. I. Fica crala na provincia do Kio de Ja-
neiro urna sociedate anonyma, aeb o Ululo de
Companhia da estrada de ferro de Nillierohy a
Campos.
Arl. 2. Os fins da companhia sin :
Constrair, us.ir e costear urna estrada da ferro de
va aingela, ligando am ponto da baha de Nilberohy
a oulro do rio Parahyba na cidade de Campos, oii
onde mais conveniente parecer, segundo as ron li-
lil I n IV.
Da assemlilca geraf.
Art. 29. A ajsfinblea geral dos accionistas aa rea-
nira' em ts-Ao ordinaria nos primnos vinle das
I de cada anno social, por convoc,ic..to do presdeme
] da directora, feila ptl>s follias publicas da corlee
i da capital da provincia, com Uv das pelo menos de i
! antecedencia.
a-I" i"'- A /0,n|"n,,in 1rt0"'" w rrim.iros tres Arl. :|(,_ A, si(-lls d, ass,mlllM Ba, ordr,ata !
annoe depon de sua msiallano. sara administrada se,.o destinadas a' apresenla.Mo do re ilor 10 do pre- !
compo.la do> tres einprezarios |(B da directora, a' eleir/ao do. ir.s membroa da
Da a 'ministrar,.i.1.
por urna directora
que ass,uarain o contrato do t- de dezembr. do an- commis-iV. de eiame de eons, a' exhibicjo do pa-
na lindo, e dos doas accionistas nomeadoe pelo go- rPcer ,, ,a discuss^lo tanto rlelle como de quaes-
croo da provincia na forma da roiidic.3o 26.a do qaer proposla, 0nerecidas a' deliberano da a-s.m-
roiitrato. lindo este praza aerilo os lies prnoeiros' |,|ea.
diicctores eleilos pela assemb'a geral, d'eulre os ac-1 ,,. ... ,
eioailUl conforme o arl. 41. I,.Ar1, "' yo' ann""cifls do convocac3o da aisom-
Arl. 17. O presidente da directora sera' nomeado ''.'" *"' ser;]" '''"doi hu d,i reumao fura
pelo gov.rno da provincia d'enlre os tres directores ^."Y!."" .'""" <"'}"* .ernb"ra apra.en-
emprezarios no primeiro caso do artigo anteceden- '"'la d'teal,i^ V*" sir dacid.da.
te ; e no segundo d'enlre os eleitoa pela assemhla ; Arl. 32. A assembl>a geral lambem podera' ser
geral ; e o vice presidente d'enlre todos ellas. Ha- | convocada eilranr liuariamenta em qoalquer opaca,
vera' alm disto o lagar de secretario, que sera quer pelo presidente da ilir.clona, quando julaar ne-
exercido por um doi dnecloie, designado pela di- cassano, quer pelos accionistas que representarem
recloiia. entre si um sexto d.i capital realisado da companhia,
Arl. 18. A' directora compete : ; o presidenta da directora o nilo fi/er dez dial de-
1. Contratar t ,do o pilloal necessario a' execiicao poia de lli'o haverem requerido por eseiipto.
c.iVi"eitpulaas "nocontrato celebrado no I- de de- ienl.lica da empreza. Art. II. as IHemblai geraes partencera' ao pre-
lemhro do anno panado, em virtode da lei n. 951 _*" .*-'', r"oa aPPri"var quaesqaer njaslet relali- i iiaente da directora a ilroccjSo dos Irabalhos, coa I-
de 17 de salen brn do dito anno, entre o "ourno
provincial e os emprezarios da referida estrada, oa
quaea fazem caalo plena do mencionado contrato
cum todas as suas vantagens e encargos a' sobredila
companhia, deveodo por iiso ser elle considerado
cuino parle iutegranle destes ettalolos.
Arl. 3. A estrada eera' dividida em seis seecije,
voa a' parte material da estrada e seus acceeiorios. '; ovado pelos doua directores eleilos pela compauhia
:l. Mandar levantar a evecular lotos os planos e que serviro de secrelarios.
plantas da estrada e edificios necessarios que forcm
adoptados de accordo com o governo provincial.
i. Nomear e demiltir lodos os empreados, esti-
pular seus veiicimeiilos, preaerever osa ohr gaces.
e Vigiar o modo por qu^ as ilesempenham.
Superiiilender lud
An. :l. O prndenle da assemblea geral sera'
substituido pelo vice-presi leote da directora, e este
pelo secretario, sen lo aa nutras vagas soppnda p.'los
accionistas que o meara 1 presidente minear.
\rt. 35. As reunila da assemblea gerallerSo tu-
que irao sendo soccessivamenle constru las a partir1 M'Piiilender t.,d.s os serviros, autonsar lo- yar na crie ou na c.pnal da provincia, no local que
da Nilltirohv, de accordo com o governo provin- "" "s despezas, e resolver quaesquer questoes sujei-: lur designado nos annunctos da convorar.ao.
cj8l, ; lae a' sua aleada. Art. ,fl>. A assemblea garal ordinaria se cousi.le-
Arl. 1. O capital da companhia sera'de 2.000 '' Deliberar acerca da chamada do capital, e dos rara' lcsalmeiile conslituita lo.o que se acharen)
cotilos de rcis. dividido etn 6U,(HI') acies, de 2lMi> I""|||S garsnli loi pilo governo provincial, que presentes accionistas que represenlera um terjo do
cada urna. ,e'< l,reci* contrahir. | capital elleclivo da companhia.
Arl. j." O prazo da duracJ da companhia he il-: 7. Sujeilar a'approvac.lo do governo provincial \ Art. 37. So ama hora depon do qai fui marola
limtalo, salvo se o governo provincial quzer des- as 'arifai dai aslradas, e ronvancionar corr elle a ; nos annnncios de convocaran se nao achar reunido
apropria'r a estrada e tuaa dependencia!, o que po- '"Pe'1 da serviro do telegrapho elctrico que 10 o numero estipulado ao artigo antecedente. Picara' a
.lera fazer depoii de decoridoi 30 anuos de sua exis-1,e,n ,le lahelecer. | reoinflo espadada para oulro dia enlaa lvado, o qusl
Unca, mediante a devida indemnisaco. ,S- R'fl'iorer e solicilar qaaesquer modi icaoe< *e lara publico cora a declaracAo de que a assemblea
Art.' 6. A cimpanhia gotara', pelo e'spac. de 90 ',0 Wnlrolo celebrado com o governo da provincia, | funccionara' logo que se aclie represenda por om
aaa, do privilegia de nao poder ser aoterieada quando dillcoldades pralica. se oppuzerem ao hite-; quarro do capital allclivn da companhia.
oolra estrada de ferro que ligue ae aseas de Nilhe- r'' cumpriraento de |oma de suas con lines. Arl. .18. Na larceira reuniao da assemblea geral
rohy com ai do rfo l'ar..h> la. nem qualquer oulro
ponto miarme lio a' ao dito rio abaixo de S l'ple-
11-. de conf rmidade com a coiidira 1 derima-sexla
do contrato, e outrosim fiuira', pelo espac de 3 1 an
Arl. 38. Na larceira reunio da as-emblea
9. Convocar a a--omhlea geral dos accionitas or- | ordinaria, convocada por falla de numero legal as
diara r extraordinariamente.
II). AnresMilar animalmente asemble' geni
ordinaria um relatorm rirrumstanriado dos irabalhos
noe, da garanta do juro de 7 per eento'ao anno de JJ *sl"d" ,** "'"'s'"ri'"i. '" estado loiocetr
seo capital.
Art. 7. O capital da companhia sera' rotulado
emiltind)-se as acues at a concurrencia do fundo
social, saguudo as necesidades e conveniencias da
empreza. reaolamenlos conducentes .1 marcha regular los ne-
Arl. 8. As entradas do capital erao rcalisadas em >oeio,J ''"Hioi da eompanhia.
presticrs, segundo as neecssida.les da empreza. Ojio '- '-umprir c fu/.er cumprir aa presenpeas des
aendo nunca m.uores de :> par cento do valor nnmi- "' 'Oalo, e do Contrato celebrado com o goterOO
nal das iceSe, nem anles de aotonsatas pelo gover- pfovraejal, e telar lodos os dueilos e tnteresses da
no provincial, designando a directora as pocas de companhia. ....
sua reahsacao, rom 15 das pelo miniada antace- Art. 1!). A directora se reunir culinariamente
deucia, por meio de repetidos annuncios as follus aln'' v l,or 'imana, nos das eslahelecidos pelo pre-
publieai da corle, e da capital da provincia. I idenle, e exlraor tinariamenli eempji que
Arl. 9. O dniheiro da companhia sera' reeolhido convocar.
Juai ii.lecadeiilea, podera'ella deliherar, seja qial
for o numero do aches nell.i representadas, o que
sera' declarado nal annuncios da covocano.
Art. 39 N is astambleai geraes extraordinarias
la companhia, inslriiindo-o rain n balando lelalivo exigir-se ha, pira Validado de suas deliberarnos, r.i\t
ao respectivo n-.ii, acmpauli .do de tabellas de- i "ella ae acbe representado na primeira rcuniao tres
mon.tralivas. quarloi ; na segunda convocada por fada de numero
II. Confeccionar o regiment interno c lodos os I -al da primeira melada, e na lerccira por idntico
ninlivo, um quarlu do capital effecltvi. da com; a-
n Ina.
Art. 10. No regiment interno ser' marra la I
marcha dos Irabalhos da assembiea geral para soa
roaior rtgulardade.
T.TLLO V.
Das elaires.
Arl. 41, Na primeira reanuto da a-embln garal
elle a j dos accionistas elecer-ae-hao os lies iapplenlM que
deverao supprir os directores emprezarios nos seus
a um banco acre lilado em conla crreme, rom juro Art- l)- v directora s podera deliberar achan- tmpediinrnloi.
capitalisado nos menores paos pusivets, fazendo- o-se prsenles pelo menos Irea directores, inaluaive Arl. 12. Naa ane mblai ceraes ordina.ias den'ro
se lo los 01 saques por meio di checka, as-igna los!" presnlenle, que nesse casolera o direilo de adiar | do praso da durarao da primeira directora somen-
impiiahla. para uina reumao extraordinaria, que dever ser 'e lera' lugar a el'icato de qoalquer membrn que l-
pelo presdeme e vica-presdenle da comp
TITULO II.
Dos accionisl.s.
Arl. 10. Sera' cousi lerado accionista da compa-
nhia lodo o individuo nacional 011 eslrangeiro, cor-
porano ou eutrlade sorial, qui lenalmenle adquirir
suas acc,6es, qoer como subscriptor primitivo, quer
como eessionario, orna ve inscripto uo registro so-
rial.
Arl. II. A transferencia dsacroes da companhia
so podera' ter lugar por termo lavrado un litro res-
pectivo, firmado pilos contratantes ou por seus pro-
curadores, a' vista dos competentes Ululas, que nao
poterao ter indnseados.
deixar de realaar
I plena, a d^cisdo da materia, quando se nao confor-
' mar com a resolucao loma la.
Arl. 21. O presi lente alem do direito conferido
no artigo antecedente, lera tambera voto di q salida-
de nos casos de empate.
Art."22. Das sessis da drieloria se lavra- acia
em livro proprio, assignada por todos os m?ml>ro
presentes, aos (noel he permilli lo protestar contra
qoalquer derisao qui julgnem offcuilTi das estipu.
laquea do contrato, ou exigir a declarac.lo do voto
que derem.
Art. 23. Quando o prnteslo partir ilc|amboi os di-
rectores Humeados pelo governo da provincia, ficar
sospanso n elfeito da deliberaba, eoquanto sea con-
Art. 1>. O accionista qoe deixar de real r no
davido lempo as ntralas relativas s suas arefies, ulta o mesmo governo.
perder'a direito a ellas com as entradas ja' fallas. Arl- -'' S
Se a demora n3o eiceler de um mez da poca lixadi
na respectiva chamada, e o accionlsia fr aJmiltido
em sua maioria senao
conformar eorn o psrecer do governo da provincia,
e este insistir em sustenta-lo, sera' a qoeito su-
l'OR HKM.lijt'K C.ONSC1ENCE.
Iloulen Cltra.
V.
Ouinze dias tinham ja decorrido, depois qna a con-
lessa de Almata havia cuiili'do seusegiedo a' direc-
tora da< oiphaas. I odas a. manhaas, a mnitas ve-
/es larntum a' Urde, ella 1a ver Clara, e arataa a'
r. u leacondeaeia da directora, permanec, com ella
daa-011 Ires horas, al.gandoa a ensinando-lhe o
palavra, pareciam esperar algu'in con) impaciencia
ou apprehaniao. Pelo semblante da condessa pasta-
ra de lempo em lempo um inrriso imperceplivol,
que logo dava lugar a ombra exproilSo da tristeza
e da 'ne Iliaca.1 ; as f-icesda aia traillara pelo Con-
Irario urna especie de doloroso desanimo.
Quando soaram dez horas a mala as iorejs v.i-
nhas, aa duas mulbrres erguerain a caliera e seus
olhos se fixaram com anxiedade sobre a porto da c-
mara ; algumas panadas fatlam rumor da pirt de
fra.
Caos amia nao ea deitou disse accradesia
suspiran lo. O conde de Alala enlrou na cmara;
lixoo sobre as duas mulheres um ulbar jntairogador
disse :
Vellan anda, Catalina '.' Parque n.o vos m-
lia le supprir a falla permanente de algura dos di-
rectores, por fallecimenlo, ou demillto, e a de
qualquer lupplenle que antes da lindu o triennio
fallecer, reouuciar o cargo, oa aliir da compa-
nhia.
Arl. l:t. Os supplenles serSo classili-adns pela
ordem da eleino, a no caso de igualdada de mi j
f,ao, per'.encera' a precedencia ao mais idoso.
Arl. i. Lina vez terminada adoradlo da l. di-
rectora, proce.lir-se-ha de dona em tona anuos a
cleic.1i) dos directore e ans supplenles era escru-
tinio secieto, c por maioria absoluta de votos.
Arl. 15. A elecao da directora sera' feila em
primeiro lugar, e em secundo a dos supplenles, por
listas de Ires nomes, declarando o volante por fi ra
dellas o Homero de iccsjta que representar.
Arl. -Ib. Os votos serao cornados dj modo se-
gu tile :
De I a 10 acc/ies 1 voto. 1
De 11 a 20 a 2
De 21 a 30 a :l
a assim por dianle, al vinle votos, qua sera o ma-
liino concedido a qualquir acciouiste, seja qual fr
0 numero di accn que representar.
Arl. 17. Smente er,lo admiltilai as procura-
ris das seohoras que forera accionistas dos bancos,
e dos accionistas ausentes da corte e provincia, de- i
vendo ser as primeras aprsenla las por accionistas,
iseganda par ura dos respectivo directores, e 8S
ultimas por procuradores geraes, anda que eslra-
tilios a' compinh a.
Arl. 18. Os votos do procurador serio lomados
com 01 do MU conslituinte, da molo que todos al-
ies nao excedi ao mxima marcado no arl. 1<.
Arl. 49. O accionista que prnvar por titulo au-
thentico ter depositado suas ocees era qualquer
banco, tera' o direilo de votar, deluzando-se dos
col s desse banco, os que forem directamente re-
preienlados oelo dila accionista.
Arl. SO. t presidenta da assemblea geral nomea-
r dous eseruialores para com os secretarios pro-
eederem aos Irabalhos eleiloraes.
Art. 51. i.i.i ni lo de qualquer votado 0S0 resul-
tar maioria absoluta pia os tris directores, proce-
diese ha a novo escrnliino al obl-la entre os
candidato! mais votados, e na razan dupla dos lu-
gares que houvar a precnelier.
Art. .)2. Na elecao de meinbro de qualquer cora-
misio, apenas se rxigiri maiorii absoluta.
riTULO VI.
Dos dividendo8.
Arl. 53. Emquanlo a estrada nSo fr aberta ao
transito publica, total ou parcialmente seui leuros
lquidos n.o proilozirem 7 por cento do capital rea-
lisadu, receberm 01 aceiotiiilfti no li .. de cada le-
meslre o juro cqnivalenle aquella taxa, garantida
pelo governo provincial, 1 or esp 50 de Irinta a tres
annos.
Arl. 54. Quando os dividendos da companhia ex-
cederem de'.'p ir csntj, ou quando sobirera de 101
por cento ao anuo, proceder-se-ha em cada am dis- |
les casos coiiforine o disposio na cundir j 2- do rom
trato.
TITULO VII.
Do fundo da reserva.
Arl. j.">. Formar-se-ha um unlo de reserva,
coinposl > das 600 aecAei remoneraionas dos empre-
1 zarios, e por elles cedidas em beneficio dele fundo,
i conf >rme o art. 66 ; de ura por cento eo anuo do
valor nominal das acc<3 emitlidas, emquanlo o di-
1 videndo for de 7 por cenlo ; de 2 |10 quando che-
g ir a 8 por cento, e de meio por cento quando subir
a '.' por cento.
Art. di. O fon to de resrrea sera' empregado co
mo mellior convier, ou era acc/irs da c.iinpaiiliia, ou
era ttulos do governo. sendo lo mesmo modo era-
pregados sena juros semesliae.
Art. ;>7. (j fundo de reserva su divera' ser appli-
cadoera occorrer as neress dades evtaor linarias pro-
venianlesde forja mator, nao compielundidos no
contrato feito com o enverno proviirrial.
Arl. 38. Qumdo o fundo de reserva prefi/er om
deeimu d r qiital da,companhia, cenara' a dedoc-
cao Ja porceulagain litabelecida para inmlilui-lo, e
a assembles geral dos acciunislas resolver' o que
milhor convsnha 4 respeito dalle.
titulo vui.
Dsposiees geraes.
Arl. 59. -V liquilacio da companhia podera' ter
lug-r :
1- Qaindo dapoiide 3 tnnoi de sua existencia
aprouveraogovornopiuvitri.il decretar a sua ,I-a-
propriacilo mediatit* a dovila e previa indenimsi-
CJo.
2- Quando em qualquer lempo ronvenha a' com-
panhia ceder o privilegio que Ihe fui concelido, ven-
dendo-o a qoalquer oulra companhia, com todo o
material da letrada, Ierren ,s, edificios, etc.. medi-
. ante-previa a ato. nano do governo provincial,
Art. 60. Em qualquer dos caso, do artigo ante-
cedente proceder-ie-lts a' liquidarlo da companhia
elegeudo a assemblea geral uraa eommis-io de lies
membroi, que fara' os ajaste, tanto da deiipriacflo
como da venda, e ira' raleando palos aeciooiilai as
saramas que for apurando.
Art. til, A cominissao liquidad ra percebera' pelo
seu Irabalho urna porcentagera sobria importancia
da liquidano arbitrada pela assembleo geral.
Art. 62. Logo que finalisarein os Irabalhos da
primeira ierras da estrada, e que seja ella abarla ao
transito publico, sera' creado o logar do gerente,
que devara' imcnmbir-se da a Imini-lrarao da com-
panhia, de acord cora a dinctoria e debaxo de
sua insprccAo.
Arl. :l. Aa allrbuices e deveris do gerinle as-
sim como seo venrimenln, serSo e'pecjficado n'um
regolamenlc especial, feito pela diieclona appro-
vado pela assemblea geral em sua prxima reunan,
alo a qual sera' provisoriamente observado.
Arl. (. Os veiicimeutos da primeira directora
que lem de durar Ires annus sero de 3:t009 anuaes
para cada um de seos m.inhroa, e de mais dous ter-
cos desla soinma para o presidente ; ns das suhse-
quentes serap estipulados pela assemblea geral que
a eleger.
Arl. 65 A direcloria representara' a companhia
activa e passivaminie, Picando autoriaala cora todas
as faculdades e poderes, inclusiva os de procurador
era causa propria, para laman I ir c ser deraan-
dada.
Art. f,i, ii. emprezarios, em rimuneracao da cas-
ido do seu contrato, c dos Irabalhos ndiapeniaveis
para a organisarao da companhia, tero seiscenlas
aceas, cujas entrados si repularaJ realisadas, ven-
cendo porem o respeclivo juro na mesma razao que
o forera percebendo a demais oolras.
Desias ecces porem, e de seus uros fazem os em-
prezarios res-Ai desde ja em beneficio do fon lo de
reserva, cujoacervo formarao cumulativamente rom
as somm.s de que traa o art. 5'..
Arl. 67. A subscripto dos presentes estatuto
imposta da parle dos respeclivo subscriptores, alem
de sua approvarao, a qualidade de accionistas da
companhia ; nao pdenlo ser reformados senao em
assemblea geral extraordinaria e metanle approva-
c,3o do governo.
Nillurohy, 1 de abril de 1858. Franeiieo Jos
Cardoso.jarao de S oacallo,Josu Duarte Gal-
vio .Ionio: .
(Conforme], Jos Bonifacio Nascenles deAzam-
buja, otlicial-m nor interino.
MINISTERIO DA FA'/.EMiA.
Decreto n. 2,201 de Xa de funho de 1858,
Isenta do imposio do sello os actos promovidos e
quaaiquer ltalos e documentos aprsenla ios era
juizo a favor dos que litigara por su 1 liberdade.
Atlendendo an qua me repre.enlou o juiz munici-
pal da lerceira vaia da rorle a respeito da pagamento
do sello dos processos sobre liberdade, e usando da
aolorisacao concedida i lo arl. I "1 S I la lei 11. 810
le 15 de sitemhro de 1855 : hei por bem que sejam
iseotns do imposto do sello os acto promov lo. e
quaesquer ttulos a documentos apresenlados em jui
/o a favor dos que lilig rem na qualiJale de auto-
res ou de reos por sua liberdade.
Bernardo de Soaia l'ranco, do meu consellio, se-
ad r do imperio, ministro e secielino de estado dos
negocio da fazenda e presidente do tribunal do Ihe-
siuro nacional, assim o tenha entiudido e lan exi-
cular.
Palacio do Rio de Janeiro, em 26 de junho de
18 >"s, (ugesimo elimo da independencia e do impe-
rioCom a rubrica de S. M. o imperador.Bernar-
do de rsouza Tranco.
Decreto n. 9V7 de r.> de junho d 1858.
Approva o decreto de 20 de abril d' 1855 que ele-
von a t:000|000 o ordenado de 6205000 com que
I ra aposentado o jnii de direito Luil Paulino da
Costa Lobo cnmpr.-lieii I: 11 naquella qu ni: 1 a
pnalo de tOOj conceiila por decreto de 13 de
maio de 1811.
Hei por bem sanecinnar e mandar que se ejecu-
te a resoluc.lo seguinle da a-sombla geral legisla-
tiva ;
Arl. 1. Piei approvadn o decreto de 20 de abril
de isv,, que elevou a l:i"ln->il Hl o ordena lo de 620;
cora que fdra aposentado ojiiia le direito Luiz Pau-
lino da Costa Lobo, coropreheudid naquella quanlia
a pensao de 600; conced la por decreto de 1:1 de
maio de 1841. na conf,.rmil.ide da resoluclo n. 802
de 16 de seiemhro de ls">, que apprevou a refsri-
da aposenladoria.
Arl. 2. Rcvogam-se as disposiees cm contra-
ro.
francisco Dioga Pereira da Vasconcellos, do roen
couselho, ministro e s-rrel.irio de estado dos nego-
cios da juslica, assim o teuhi entendido e faca eie-
cular.
paiaeio do Rio de Janeiro, em 19 de junho de
IS iS Irig".-mo icllmo da independencia c do impe-
rio.Com a rubrica de S. M. o imperador.fran-
cisco Diogo Pereira do Vaeeon elloi.
cot.selho, ministro c secrela.io de estado dos neg-i /-'' i'dienle do secretario do gocerno.
cms da ju-im. 1 assim o leulu entendido e faja exe- Oflic.io no marecbal de campo comman lanti dai
col ir. armas interino. Mana o Eim. Sr. prndente da
Palacio do Kio di Jaoiiro.em 21 de junho de 1858, provincia communicar a V. Exe. que nesla dala ex-
Irigesimo stimo da independencia do imperio. pedio ordem ao director do arsenal da guerra para
Cmi a rubrica de S. M. o imperador.Francisco fazer racolher aos rmateos daquella reparlir9o 01
Diogo Pereira de Vasconcillos. objecto de que traa o cilicio que V. Ele. Ihe diri-
--------- i gio hontem, sob n. 429.
I.serr.io.Ministerio dos negocios da jaslifa. '' Dito ao admiuitrador da mesa do consulado.
Rio dejsnproem 26 de junho de I8..8.Illin. S. Exe a Sf. presdeme da provincia manda aecu-
Kun. Sr. S.ib'iteitiu V. Etc. cora osen ofllcio n. sar a recepeo doofficio que V. S. Ihe dirigi boa-
til de 15 de dezembro nllimo, a' consiJerarao do go- lem, participando o ret lmenlo dessa mesa do con-
verno imperial, por copia, o qoi Ihe diriga o p.o- sulad", no anno financeiro prximo lindo, e fazendo
motor publico da capital dessa provincia, expoueo oulras declarac-s acerca do roeamo objecto.
que nao Me pareca ju>lilicatel a praxe seguida na Dito ao director do arsenal do guerra.Manda S.
mesma pruviucia de dar-se o juiz de snspiilo as Exe. o Sr. presidente da provincia BCeoaar a recep-
causas crirae,quanlo tera le fonccionar com pronto- '.ao dos ollicios que V. S. Me dirigi lioatem, sob
lor pobliro teu prenle, cousanguineu ou alia al' numerus 117 e 118, o primeiro com o poni dos im-
-egundo grao, amigo intimo, etc., am virlude do arl. pregados dissa reparlicao no mez prximo lindo, eo
'i! do col. do proc. crim.. Combinado com o aviso segundo com o mappa do eeado da companhia do
de 15 de novembro de 18 ti e oolros, que equiparara apreudizes menores no referido miz.
e-.e funecionanu publico i parles propnamente | Dito ao presidente do conselho de qoali(ic;i3o da
'lilas. guarda nacional da parochia de Grvala'S. Exe.
S. M. o imperador, a cujo couhecimento levei, 01 o Sr. presidente da provincia, (cando inleirado da
citados oflicios, tend, oavido o conselbeiro procura- I haver o conselho de qualificac-lo da guarda uacional
dor da cors, e conformandolo com o parecer por I 'la parochia de Grvala1 concluido os respectivos tra-
lla dado, maulla declarar a V. Exe. que nenhum balhos em 20 de junho, assim o manda communicar
fundamento lubstenetalmenta jurdico apparece 1
iulelligencia do direilo regulador da materia dada
pelo refer lo promotor publica ; porquanlo, razes
de ordem publica muilo fon ala justificara a sala--
lar dispusic.au da or. Ilv. I, til. 18, S 2'.), que foi
lempre lilleral e escrupulosamente guarala e ap-
plicada aos promotores e liscaes do ialto, curaprindo
que seje fielmtote observada, excluin lo-se, nao o
jui/ mas ns promotores, nos (erraos da mesma ord, ;
eoovindo entretanto que oa nomearao de-tes empre-
ga lo.
boa a
a V. S.
mez.
era resposla ao seu oDicto de 20 do meimo
COMMANDU DAS ARMAS.
S)sariel faneral do cooinaando danroaai de
Pernambaco na otdade do Heclfo, em i 2 do
julbo de 1858.
OHDEM DO DIA N. 92.
Ilavendo e presi leticia em data de 9 do
s -e previnam laes collises sempre contrarias a f"1 fOOta resolvlo qu continua jsem os for-
idminisiracio da iuitlca ; o que communico a V. \ necimentos da elape para a irosa Je linha
Exe para sua .nietiigenc.a existente tiesta provincia, da forragem par
de Va'sc'mreM.! ^ Marlnba. pre"Je,,le da V"""" do ra os doentes em tratame.tl.o no hos.ilalre-
Ot-VERMO DA PROVINCIA.
Por portara de 7 do crreme, foi refrmalo no
msrao poslo o eapiMo da anliga guarda nacional
da provincia do Ciara' Francisco Comes de Millos.
Jumor.
Por portarla de 8, tmhem foi reformado no raes-
rao pollo o capitn da exmela guarda nacin d di
pimental, a seren fetas no corrente se-
mestre pela mesma tabella que rogulou o do
semestre lindo, o marechal de campo com-
man ante das armas interino, assim o faz
constar para conhecimento da guaruico e
devido rffetto.
xssigna.lu' Francisca Sergio de Oliveira.
ConformeHoracio de Gusm5o Codbo,
Decreta n. 2,193 v 19 de junho de 1838.
Seperaolernioilelc.il'.' dade Rosario, na provin-
cia do M iranhao, o eri nelle o lugar de juiz mu-
nicipal, que accumulara' as foiicroes de juiz de or-
plioe.
Il"i por bem decretar o seguinle :
Artigo (Juico. Fica separado o lenno d Icalu' do
de Kosario, na provincia do MaranliHo, e llavera'
nelle um juiz municipal que ac-uraulara' as func-
ees le juiz de orpliflas ; revoaJjs ai dlipoilr<5M em
contrario.
Ir niciaco Diogo Pereira de Vasconcellos do meu
conselho, miuialro a secrelario de estado dos nego-
cios da juslica, assim o leulu entendido e faja exe-
i cular.
Paiaeio do Rio de Janeiro, em 19 de jonha de
I88, trigsimo stimo on Jn lependenria e do impe-
rio.Cun a rubrica te S. M. o imperador.Fran-
cisco Diogo Pereira de Vasconcellos.
MINISTERIO DA JUSTICA.
Decreto n. 948 de 2.1 de junho de 1838.
Aulori-a10 governo a conceder ao eoneolheiro Tho-
maz \aviar Garca de Almeidl um anno da licen-
ei com lodos os seus venciincnlos, para tratar da
sua saode onde Ihe convier.
Hei por bem linceionar e maular que se execule
a resolucSo seguinle da aaaombla eral legisla-
tiva :
Artigo Cuco. O governo fica antorsado a conce-
der ao conselbeiro Thomaz Xavier Garca de Almei-
dl ura anno de licesta cora todos os vencimeolos,
para tratar da sua n lo onde Ihe convier ; rovosj 1
das as disposiees era contrario.
Francisco Diogo l'.-rcra de Vasconcellos, do meu
Olinda e Igaarati Manuel Cavaleantl de Alboquir. I alferes :'ju.lante d'ordens encarregado do
'|ue l.iaa. Mallie
Expediente do -/"i I* de Julho de 1838.
Oflicio ao marecbal de campo rorotnaudanti das
armas interinoCommoaico | V. Exe, que, legan- .
do i'iforinou-ine o juiz M.umcipal eiipplenle da se-I
canda vara desta cidade, em oflicio de hontem, a-
cha-se pronunciado por" crina de morle, e linha
de ser julgado na primeira ses-Vo do iurv, o KildadO
do quarto bulalhAo de arlilliaua a p Ignacio C
zo da Silva.
Dito ao meamo.Srvase V. ,\c. de man lar ini-
peccionar os reculas M-nnel da Silva, Silvestre Jos
Uezerra, Antonio Ricardo 1 beiro, Leonardo Duarte
do Lima, Flix Jos do Na.cimento, David Rodri-
j gues da Silva e Minnel Jos de Luna, que Ihe ero
I apresenlados eost e-le olliciu. Commonicou-ie ae
chafe de iinlicia.
Dito ao |uiz da direilo presidente do Ory.Sir-
ia*N \ nic dispensar do iirvir na proienle sesao do
iury, o oflicial da secretaria do enverno baejtarel
l.oiz Salazar M iieozo da Vafea Pe
Dito ao bachrel Antonio I-Men 1 M irtins llibe-
ro.Recalando se, em qaaulo n io po ler it exeea-
rilo 0 diipeslo no Ortigo 5' do decreto le i de no-
vembro de is~7 os qu.iti eanioi dos siipplentei do
joltei municipa pela dsti das primiir s 1
?.'<<. no termos do avis 1 de2fl de marco de 1830,
e h.ven to si lo iotas ;.s [rimairai nomeacei dos
aopplemei do n 1 de Drphaoa delta capital, em :tl
lomarse 18(2, devera lindarse em igual da
esie anuo o ultimo qoalrlennie dos mni 11 iop-
plentea, dos quaes he Vmc. o nico que p- rsi-io
funcrionar: asaim respondo o sea oflicio do I." do I
mil fin lo.
Dilo le juiz municipal da primeira vara.Com-
pre que Vine, remella acommaudante dai arman,
romo ordeuei por despacho de 15 de abr desle an-
"11, copla da aealonea qae con leranuu a leroann
I.upes Frazao, o qual se evadi do quartel do hos-
picio, onde se arb.va empregado na fachina.Com-
raunicou se ao comman Jante das armas.
Dilo ao delegado interino da repartiese especial
la Ierras publicas.Kecebi o sea oflicio de hontem
e liquei inleirado de ha\er Vmc, deixado de appro-
var as conla do director da colonia mililar de Pi-
raeitleiras, devolvenlo as ao me-ino dirertor para o
lim couvenienle, era vista das inexaclidoss encon-
tradas.
Dito ao gerente da companhia Peroambnrana.
Pode o vapor IgaariisD sabir boje ,s ,s horas da
no le, aliento o motivo que Vmc. allegou em sea
oflteio desla data. Corainumcou-se ao capitao do
porto.
Portara.O Sr. agente da companhia dos paque-
tes a vapor man e dar pa-sigem para o Maranhan,
no vapor que se espera do sul, ao 'lesertur do meio
bat-lhao de c radores da provincia do l'iaubv, An-
tonio Joco da Coala,Con>raunicou-e ao commau-
dante da armas.
trato di alta sociedad, e al mes...o havia romeca- I *'*" repouso, quando devemos empreliender
do a ensin.r-lhe a lingua liespanholi. Naquella ; "manltila nina viagem longa e penosa .' Estn trisle,
poca era mistar urna pessoa saber esta lingua ea- "'" 'e'. "las lie preciso, que vos mostris raioa-
I.augura para nao ser cnsiderada de baixa condi- ','; mallendo.voa com resignasao a' necesst-
Cdo ; e com a couJessa tinhi pr.uneltido fazer lo
ii ,. 1. ns "l 1"; is pira clavar Clara cima de sua
con liras ll orphaSa, era mloral que un altenrito
ee dingisse logo para essa p irle di educarlo da
menina.
llouten Clara, amavel por nstunia. linha volado
sua prolictora urna ternura sera limites ; suas
l'dlan os insigas e suas caricias innocentes, as quaes
leara sido sufllcienles paia seduzr o rorarao de
sima eslr nigera, tnihain pro luzdo lei effeilo n'al
m 1 da ooiulessa, que esta esqoeceu o mundo inteiro
para lembrar-se sirnente da orphaa.
O con 10 te Almata n,1o eslava muilo salisfeito de
aber, que sua mulher pa.sava dias inteiros fra de
casa sob o mverozim I pretexlo de ter encontrado
na direil.idas orphSas urna anliga comparih.'ira de
asludos, cuj sorieiade Ihe aprazia infinitamente.
A saspaita s. havia dispertado lauto mais deie
rada era eu corceo, quando se vio de repente
abandonada dispnaado pela condesu ; mas ..
quiz aer li-t ; sua nalavra
pazar que setlisse pela eo
n?o a fe/, esponar, nem m
dasijo de Sebsrmail do qu" ella Ihe dizia. \ doaenn-
lmrae acolea -e amonloavam era seu rarasio.eaea
tempestado liuvcsse de rebenlar, seria cerlamenle
lerrlvcl.
Uma nolitil tratado di lle.panha veis mular de
repente este otado''Ot.'U's'- O lio do cande de
Almai 1 Hnha (trrido losiiluindo-o he. leiro de lo-
dos o seos lu,.. Estes lieos eanslsliam pela mator
I' irle en leras vi-inhas Ja aldeia de Rol., na fer-
lil Ant.lii.ia, em um gran le numero de casas da
r;t,ide llezsila Ironleira, e di numerosos navio,
que vi.nv.undr t'.adix pna o novo mundo.
dade.
Vamoija unideilar, responden Catalina levan
I an lo-.e a tomando ama lanleini,
Nao sei o que sto significa, disse o conde, mas
be para eetranhai qua todoe boje nesta ca i.am abandonar o sea iell0. A,6 Oomingos, que
lem o roslume de dormir lo,,., H nove horas ron-
car por toda a parte onde >chs, pe-se a inven-
b lar raznes para vellar al meia noili. Entretanto
. I lodos os preparativos Ja viagem ia0 prompt 11 des-
de osla manliaa .
A condeca nao responden a e.:a obaervacCo I
pareca querer esquivar se a ioavini(aG ,,, ,.
ga com o conde, o desse, pondo a rnao ,la |))rla do
quarto de dormir :
Voa ja ipioveilir-mi, alalo, do vosso bom con-
seibo, e procurar repoosar, se for possivel ISin-
".suem deixa sem IrUleza a sua patria, soireluJo
' quando o sabe se jamis loi nara" a vi-la.
Vos lomareis a ve-la, Catalina. Por amor de
e qualqoer que fo.se o Dos, n.lo vos exaltis as.im lano, pintando em lu-
ondacta de sua mulher, 'I" qnanto Yoa pode eulnslecer. Dorm a3,0....
esino manif.slou o menor a'.e amanhaa
Ale aminh.ia, LallslO.
O conde deixou o sabio e relirou-se para o seo
quarto de dormir, sitalo na entra extremi lade da
casa, do lado do jardn). A eoadessa, aeompanha
di da sua aia, enlrou lambem 11 1 seu qoarle.
As duas mulheres senlaram-se na duas poltrona!,
sem que alguma COUII done a conhecei a inlenr;lu'
que linhara de repon.ar.
Depois de lerem earutado illenlamenle por al
gons momentos se havia algmn rumor, a condena
disse cm voz baixa :
Ab! Igual se Domingos nos hoaver I rbido !
se liver revela I 1 u na pr >jictu a leu senho I
As rrsuezas, q.e assim vulnm aoginenlar ns hens y10 |di,i, senhora.
do con e de lmala, ev'-ednui, por as-im dizer, a XeOs rerle/a disto, Ignez '
to la esiroalna, e para evitar que 00 p-nlesse ama Ab eu Ihe prornelti que, quando c le g ale-
gran le (arle de uma fortuna Mo espalhada, elle mi mo g Madrid, Ihe dara *m casamento mlnba lin-
podla leixar de |i-rlir apressadamenle para a Mes- ,|a Anlonieli. Ella promessa o faria passai por ci-
panho. O conde vioni'le a.-onlecimento orna cir- rr,a de brazas vivas de pe no ch3o. S'\< recooil na-
tumslarria favoravel psra obrigr sai m lber a del- da delle.
xar os (aizes IIuv a, sira que illa podess roca- Obriga lo, Ignez, e.la seguran';a ilim nue mi-
ar-MoMo. Oanlo aniiunciuii a' c:nle". aaa nhas agona-; eu Irsala, linti 1 mel de alguraa
partida para 1 le.panli, obliriou que uma palli- traiejo ; porque o con le nos olhava rom ta it 1 seve-
atol morlsl eapalhoe im eou rollo ; Upoia sor- ri lade, e seu lhar penetrara Mu profundamente no
prehendeu-a rom os slhoi vermcllps e inflamados meo, que...
ida lagrima-, mas ron luzio-se romo -e liv-se al- genilorti ,- rrci qe t,n|ia novas loapeilai,
l'ibuidoe'lalrisleza a uma causa serela, lira-in h(_ mf c|pipnl,,., |, bilaal, desconlanca, ah 1
""lieient ler a certeza de qoe la a(las|ar-se cum.a mui(i) ful|,,,rt, p nilll j,rti< ,v,ia, peco-vol, aup-
ro' tessa do stijeelo Jesconhecdo, que a prenda nos ^ p|,(,l, vll< ,en|,ora, qoe -inda urna vez vos tac 1 no-
'?'* iHnea. vir a voz da ra/ao, aniel de execul .rde volsi. pro-
"a vesper da parlida para 1 HiapnnM, a con- .c| (,eI11.lllo ,, (1P, 1 ,.,,.,,,e, se VOS digo eoosaa,
dexis o a ala ealavaso unladoi na cmaro, em enja
janetsj B achara a Caiaim.i no da do paneio da
orpbdke.
Ha itoilo lampo que amhaa, sim trocar tima '"
VliXario n. 155
qoe >"- -10 d>-s igtadaveia .
Falla, Ignez ; ii/o tul" qoanio quizares,mi-
nba boa amiga; mas allende a minha liluacJio tni-
seravel. e olo roe marlyrises demaaiadomenle.
I Senhora, (azendo o qu idee fazer, arriscaes
Vossl villa e a minha, e alm disto, arriscaes perder
vos-a honra ; porque, qiem poderla jnslificar-vos,
se a vii,glica sanguinolenta e legitima apparejtie-
incnti de vosso marido icpollasse com nosco uo lu-
idiiIo vos*o legrado ?
Ab '.si': mais compasiva, Ignet lulo i.lo
he intil I
Por minha parle, he inliflerenle. senhora;
animo nao rae falta ; rasas de umi vez lenho visto
Iipiii perto a pauta de um punhal ; o que desejo, he
que vo, a quera me tenh 1 dedicad 1, como tuna es-
crav,!- nao s por amor, mas tambera por gralid.lo,
Tquets sabindo, que n0 consent livrement ueste
paseo imprudente. Eu vo lenho di-soadijo, nao
he animj
Sun, sim, Ignez.
leuha recorrido a lagrima*,! persuasao, 1 co-
lera ; tioo he ventado '!
Sim ; nao faro pezar sobro li nenhuma respt.n-
sabilidide, minha querida Ignez.
E persistes era vosea primeira resolacJlo .' Que-
ris primar vos-a vida, vossa honra p ir um prazir,
que ni 1 pode durar mais de meia hora '.'
Fallas mu fcilmente, Ignez. Queros, pos
privar-rae da ulliini felici I ule, que me ser da lo
gozar na Ierra ? Amanha'a parltremis para a llcs-
panha. Palto* llanos, Uo querido! par nos E deixava eu
minha Clara, sem que Ihe lenha ouvido proferir o
nnng de inat '.' sem que ella saina porque adoro a .'
Ilaverei partir como ura eslranh ,, abaudsnan li -1
cora indilerenca aoieo destino '.' Nao. m., he im-
pus.ivel'. Bem sei, Ignez, que leus razo, que son
uma louca, urna insensata ; mas lularia era sao
contra o senlimenso, que me impelle. Divo o
fazer !
__ Poderia respinder-vos mul-s cousas, senhora,
mas fora Intil. Peii bem, seja feita a vosas vea a-
>le ; nao receeis'olis-rvac.la alguma da min'ia paite,
succcd.t o que lr, eu vos obe lecarei. Alguus 1110-
menlos, ara la sei < lempa ; Dmt'ngis vos espera
munido de uma chave, e o pj.leiro da casa do >r-
phlo* lambem (leve eslar no seu posto ; elle ci que
vamos fazer uma obra do rarulade, e que q terrino.
corar o simnamhulismo da pequea Clara.
t'm joarlo de hora se paasou otada 00 mais pro-
fundo silencio ; dipoil I .r,i levanloii se, poi a niau-
lilha na r n lo.sa disso :
Sanhora, he lempo, a 11 lai na ponltnha dos pt
para 11.10 fazer rumor. Agora, nem urna palavra,
amq'iantn eslivcrraos aqm. > gui-me...
A-duas mull.rrs deivarama cmara^ d aseara ra
a cacada na mus prolaoda obscuridade e coi 1 11
mu res |irecau<."i'-.
Aehavam-ii quasi no nllimo degrao, quando ou-
viram da repente ruinar no primeiro andar. I'ara-
rara, e escalaram rheias de anxied.de, mas nao ou-
firam nada.
lie-grao 1 tas de no,, disS 0 coiil'-si ;(sero-
mnr nflo inliadu qaarlo do con le
Cailai-vos, senhora, roapondoa o lio ; nao o
crea. Flcai tranquilla. .
Depoiide ter cscutado muilo lempa, a aia cont-
tiuou :
Nao he nal 1..., vinde.
E vollando a r her para o lado da porta, thamoo
am voz baixa :
D imingos, esles ah '
Ha muilo lentp 1 que eslou eoperandoirespondea
o rrialo as trevas.
A condese* e a ai, se aproximaram da pora, que
-o abri precipita lamente, e ellas, sahindo, arl acara-
se n 1 roa.
panas cheg iram dianle Jo eollegio di orp ifiai, i
p o la s sbro, romo por si mesma, porque um ho-
mem eapraitava pelo p latig 10 1 I. g 1 la.
A directora receben a doas mulheres e a con-
1I11/10 ao locutorio, onde brilhtva urna luz. Dipois
I1--0 a eondei
TardillOJ mullo, leuhnra. Clara potera ler
j desello, porque sua hora tilo he de tal sorle exac-
la, que nao haj 1 3s vizes grandes 'tilTerencas de orna
noile .1 outra. Paranlo, sede prompla, senhora ;
t'.lara itfln nos deve ver : filiaremos aqu vossa es-
pera. Toraai bera cuidado em nao pronunciar seu '
nome. porque des|ierl,,ria immediataminle du seu |
somno.
\'xi fro, disse a condessa ; nito pude tirar do- !
ente a menina, se iato durar raudo lempo f
NSo receeis nata, sanhora; mandai-lhe fazer
vest tus para a noite, e durante o perodo, em que
ella esl.,' sugeila ao mal, dorm com esaes vestido.
l're-tai otividos !- para cima, ... he el' que se le-
vanta. Agora... licareinrrl aqoi ; ha pe lo da asea-
da orna cadeira para vos... Tomas a linterna, se-
nhora.
A eonlessa lomou a luz e foi collocar-sc no ultimo
degr.i' da escada. Seu corceo bata vivamente, e
ella tremi, como se estivesae em lula cora ama pro-
funda anxiedade. Todava ira lio o excelso 11 a e-
gria, que agilava assim os seus ervos, porque a ses-
n, que se |irep.srava, Ihe promedia um coa .I* feli-
cidade.
Pobre mulher Era seu aiio arda,romo uma ch 1-
ms devoraiile.o immenso e irresisiivel aentimento do
amor raalernal ; s Uvera urna litlti ; durante od,
auno bivio inllrilo e enlangiieenlo.linha derrama to '
ao redor de si a sjeigrae* e a Irlileza ; o amor,que vo-
lava i sua infeliz e aban tonada flthi, havia feito del-
ls uma marlyr. He verdade que ha muilo lempo ti- ,
nba achado a reaompen.a de lanas dores ; linda-
se enebriado das carici-s, dos beijos, do lerrilo de
Clara ; mas ab era anda nina pe-soa e.tranha para
alia ; jamis o doce nome de in.it havia suato em
seuouvilo, mas agora ia ouvir essi nomo logrado,
que fere o eorarCafo da mulher, como um concert di-
Vino, e o anche de um, alegra inelavel.
NjIo era pni de admirar, que o fro .leis, que,
a cercava. que a impenelravd obscaridade los can-
tos afaslados, onde a |,equena lampad 1 nA 1 euviava
nenhum rain di luz, mi 1 flzesse alguma impressilo
era sua alma ; a espielalra do mmenlo solemne,
que se aproximava, ihe iuipirava uma alegra, que a
dominava eoitvpletamenle.
A con les,a e-tiva em p junio da escada e olhava ,
para rima.
llouten Clara appareceo poaeodopola,edirigla 'ira
lOrrtsO doce e calmo a' Condessa, logo que a pote
\-r.
A rnenin 1 eslava iuteiramcnle vestida de panno
de linha bronco rana a nave, aeus cabellos loaros,
h 1.1 mo curios, tliictuavam eingraciosoa .neis s-
breos hombro.; naia I n 11 di; do rsMa CtfloriO loas
faces, seus grandes olhos parecan) mais azoca anda
que de da ; estavam iilala los e hrilhavam cora u-
raa luz e.tranha debaixo le -u 1 ti inte pura. N --
hira myslertosa. Ilouleo Clara, I inga da pareaer-
se com um plianlaima, era pelo e n,Irario a imagom
viva de.se bello anjo rilonho, que a .imaginario mi-
lerna aonha junio do berra de ICO lilho.
Apenas II > leo Clara apercebeu a ron lssa, =ui
voz argentina fez-ie ouvir com ama expresivo ine-
favel de duirura :
Ah maman, eslaes ah .' Ea la' vou eu
la' vou I
Dizeu lo r-l 11 pal tvraa, a|,ri i lago os b' le; 1 III
recebar a condes.a, e deseen a esca la com uma ale-
gre preci(iilari ,. A condes, i apenas leve lempo de
largar a lampa la, e j 1 a menin 1 eslava raipensa do
sea coito a o cobria de beijoe, con 1.0 rogosijacse de
a ve depois 'i" orna carencia de moli ansio, V
mol dos beijo perdtam-se patarra pie, imbora
nromprebensiveii, cahiam coma parolas de felici-
dade no corara 1 da condessa, qu* qnasi sacarobia
a' emociio, que Ihe cusavira ... eartrtas apaixona-
da da menina ; muda, ella aperlav a Liara COutra o
sei 1, o esaucclda de si, euehriava-st: cora es3e doce
nome de roae, que escapava conitanteraeutc dos la-
bios da menina.
Siibilaraente Clara desemberacou-se dos bracos I
da con lassa, e fot senlanlar-se 110 nllimo diaria da
esesda, ao lado de ara pilar de madelra, puxanlo a
condessa pela iii.d e dizenlo-lhe com un sorriso
encanta 1er :
Ah querita maman, assenlai-vo alli, n,-
qotlla cadeira : caln lio tem aqu, e sou bem fa- ,
liz, quainla vns tambera eiraes. Ah com 1 lenho
es| i ni triste, e quanlo lenho chorado II t tete di n
que venho senldr-tne aqu so, e espero triste-
mente.
Ta le inginas! exolamoa a eoadessa, rom'
lesvairada polo Ciume. A mulher de' qiem falls.
1M0 he la tnae. lu he que sou (ua mi,11 es minha
lilla t !
llouten Clara coulemplou cheia de espanto a con-
de-..! e di-. :
P01 que di/.eis iato Cora urna voz. Mo oslranha'
tem sei que sois minha m3e, mas p ir que ra*ao mo
vio es todos os diai 1 Vs m'o haveii promillido.
O- filhos, que leera suas otaeo, esli serapre ao lado
dellas.
Fina prnfonda tristes,! curvou a fronle da con 'es-
sa, e iitaooados suspiros respondern) sos ,1 pergenia
le Cl ira. I'.sta compreliendeit-o, e disse :
Meu Heos Querida maman, nao liqoeis s-
sini triste, mo dire tnais nada. Sei que mo he por
vossa vonlade, que na 1 vlndea aqu lempre,
Y. paseando seus bracinhoa pelo coilo do condessa,
e rleix 111 lo-lhe versen rosta incauta lor, Clara Illa
disse era lora ,le r|uem sup|,lica :
Ah nao eslaes enfada la, na be assim, que-
rida mama .' Ea vos orno tanto Quan le poas 1 ca-
lar junio de vos e descaurar em vosios bracos, aslou
1 i 1 <- 'ltenle, man COUtente lo que eslo os angi-
tiltns no paraso. Mi-, maman, c-.e ar lio Insle me
f.z chorar...
As doces ex|iressos da menina pareciam rapo-
lentes sobre a alma da condessa,qua se deixava cobrir
de rancias e de beijos : mas oatroi (.ensaraentos
surgan) em seu espirito, linha es, erado poder dizei
1 Clara : ou Ina mas '. e que a menina boa-
! imprehendido, ao menas em seu soiuiumbu-
li.mo, toda a importancia testa declare^Ao, Agora
qoe Clara va aella sua me e nao pareci deiln-
goi-la da diroclora do eollegio da orphdao, a con
desa deviareuuoci.il 1 uma re\el,ic.ia, que parada
intil. E porque lite logia a folicidade, que havia
sondado, u eulrelenimento esperaslu ha tanta lempo
perda seus incautos, fot rom um fro deslenlo,
que exrlamou :
Pobre creanca essa oulra inulher nao he Ina
tn.ie; eu so, eu sei quanlo me cuilou leu nasclm. n-
lo ; eu so lenho am irgunente loffrido por teres
viodo ao mundo ; eu so tenh 1 derrama to lagrim-s
ha longos aunas por im .01 te infeliz, ea ni morra-
ro laltet aasosiinoda pela amor e pila eompaixSo,
que tenbo de It, Ah eu expnnhi a minha vita a
eolera vinjrsliva de om esposj iriitado : arriseomi-
niii b 'nra e de minha familia para ouvit uma su
\ ez o nome de tnae sabir de lu qa 1 Id 1 boCCi.....e
lu nao me comorehendes, si de mim
A rni I.....aiou-.e, e lagrimas abat lentes cor-
' re; 1 m -ilencios miente de seus o h >.. II mi I en Clora,
lambem por sympalhia, olhava para a
c a le.sa it*teiramsnte sorprehendi 'a. o mo se Ihe
(ivesse querido tillar uma lingos eslratlha e incou-
prcheiisivel. Em lim a menina diise suspirando :
Mea Reos Querera faxer-vo mal, querida
m un til l'"i
A conJessa apcrlou a meuini contra o SliO e Me
.leu um lieipi-om responder, Depoiide ler \ 1
nocido algam lempo emum profundo pesar, a ron-
dessa ergoeo labitamenti 1 eaber^a, enchagou as 11-
grimas que Ihe liinhuam os laces ag.mu Com
1 in. 1 as duas raaos da menina, ao mismo lempo
que unta exprsalo do desespero deconipuuha su.s
L'iees. e e\rl iinou :
Clara Clara !
I, emula, cora o olbar II xo sobre a menina, es-
peroo o effeilo desle rbamamenlo.
A menina ertregou o. olhos, romo tuna pessoa,
que acorda, deitou em derredor de si um olbar
chelode anxiedade, e gritn
Meu Dos Onda eslou eu .' He noite E ati-
ran lo-se nos bracas da con lessa disse SOSpiraodo :
1 -1,11., 11,-1> .... Este lugar be muilo triste
la/ (amo luo !
Dapoi le ler dado a menina lempo .le reconhe-
cer o lugar, onde -e ochave, e de tranquillisar-se
completamente, a condes! disse :
1.1 ira, mlnba qaer ida lilha, nao me reconhe-
ce-, nio he aisiin '.'
iiii sim, senhora, responden a menina ; nlo
lenho mais modo.... porque eslaes contigo. Mil,
que I /"mas aqu, s. a meia noite 1
A-senl.-le all. Otra. O escula-me sem inlcr-
romper-me ; lenho para ronlar-le cousas, que nao
devrs esquecrr em luda a loa vi la.
O' rneu Dcos, vus tremis, mamau, teuho
tnedo anda !
Tranquillisa-te e Dio te inquietes, Clara. A-
qui nao nos po le aconte, er nenhum mal; cciila-
uie rom altenrilo, por amor de Ueos.... Todoi creem
que lu es orna pil.ee orjih.la ; lodos pensira, que
,1111 da has de ser uma creada humilde, que por
10 I 1 a la vida seras con lemna la a Irabalhac, como
uma eserava o a obideeer a* or leus dos senhores,
que le pagaren) o salario ; lu lamben) o rrt>s, e es-
la's contento da lorie infeliz, quele aguarda. Mil
ludo ilo olo he vorda le, Clara I m dia lu man-
dars rom senhora, le>.is bellos vestid is, ter.is urna
carruagem miCnlflcl, selnziras cora tua belleza 01
mais nobre eovslliiros e do alio de loa granice,
olhii.is cara deeprese para o qae misar lembrar-se
d loa primeira coiulicm ; por que, ve bem, mi-
nha querida Olha, leus nina mi, que sacrificara a
vida para f.zcr a la felici 'ade. Esta m.ie be no-
Ire, rica, poierosa, jatmiia. oh uunes, ella ralo
aban louara' seu anjo querido '
A estas palavrai, a condessa Ollreilon a menina
em um abraca) convulsivo a febricitante, esperando
sem dolida qee Clara fosaa lambem prodigaliiar-
Ihe deinonsiraroe. d" lernun ; mis sua aspe
loi illu lula, llouten Clara parecen c.hir em ama
i.r iiuii medil cao, o disse luipir 10 i" e .. m 1 se
fallasie a si mearas :
Eu serei rica, tere uma carroagein magnifica,
li.uei bellos vislidos, a Isnho tn.li Ah quanlo eu
lu .le oma-la !. .. Mis, porque na \im el.a pio-
carar-mo '.' Nao a coulier., !
A c.....lo-si eslava meia louca ; ..... foco ardenl
brilhava em seu- olhos, um sorri-o de-ranc.""1 lo
coutrahia seus lahijs. romou a cabera 1 menina
entre ai raaos, e lixm lo-lhe utn o** penetrante,
.nrlami.il :
Olha para mira. nn doce anjo, olha para
mi,.... sou lu miti S io -ent's ao bejo ardenle
1I011, a i, thes'iiro de itiiuhj alma Oh
minha q serlda li ha '
I o. 1 n iva al 'gria nra li io n 1 lemblaute de llon-
1.11 i.,na ni i- itjo obelante tima leve duvdi anda
de su 1 felici lade,
ta minha verdadoira m;ii '. bradob
ella, mu.ha m.li, qoe mora c m meu pai'.'
leu |ii.....ta lia muilo lempo no eo, Clara:
m ilion, e |ie.le a Daoi pot us .lis.o o Condesa
suspiran lo enflacando em nnt be o os pirgunln da
iiienina. Sou la unua a ver.ladiira uiSl, e nito le-
nho nutro lilha alen, de ti !
Oh mee De 1 iclaiooo a menina ; berp-ua
seja a Sanliiiim < rgem M iris : Q te bello. Wi
vou cantar em m louvor em loda laanto w-
' Poique ciM be que llslni lira fe1'
EXTERIOR.
11 VESOVIO E O^ TERREMOTOS.
Err aples o nllaresa esta decididamente em
- anareuia ; ttvemoi ,1 prt naveta no principio
le dezembro, as amendoeira clteas de llores e al
cereaeiras eorregados di fiactos nos provincias. Es-
1, no fin) de mato ; venta o chove como na ou
tono ; as nuiles sil. fras, a ale anle-honlem as
monlanhai se havlam laucado de nev. As Iru-
voadaa so soccedem, as tnang.a d'lgua gyrarn e
roscam-se no campo, e oulro dia, para a pouta do
Pausihppn, tima detlll ergueu--e do mar al o eco,
como ama necra cluniii 1. A Ierra treme anda na
I!,silicato, e o Vesuviuse itillainma ha Ires dias com
u: o. vehemiiscia que nunca, o fogo nao sahe mais
a gran le craler 1; o vellu cunte do volraj e.la fo-
ra de servieo desda raoila lempo, e a, anas serve de
mireali aos viajantes, qoe se cansara para o subir.
A cralera, fumegaudo, olha para o incendio, que so
1. II. mma eos seus ps. L'm numero illimilalo de
miras |iequeas so abren, agora enlre a principal e ai
aliaras de ninnu, e dellas sahem torrentes de lava,
0 grandes jiurro- de fez.rs. H: uma ejaculacSo de
eouabaiveii, que podem aqaec:r Parte du.anle um
atino inteiro. A trrenle obslrue agora o camlnho
je con lu/ia da Emula ge ao p come da raoula-
nlia, e para un, cera pos distante da cruz, oode co-
rnaca a cotlina (\^ Observalor.o. All para por ai
mesma em frenle de um mon o di materias, que
ella ha conduzJo e amonloado dianle de si ; sepa-
ra-se eot.lo em doas no, nnt dos quaes corre pelo
valle, sallando e arqueando em cscala as midula-
0'"'- e inC'd.otes do tairino ; donga-se. clioca-se,
desvla-se, anoja.-se, cavalga (>u Iranspe as lavas
resfriadas de 18j5, e liste raudo precipite-si no
1 '--i le l'barao, queja deve ter pas.a lo e etichido
uo momento, era que escrevo. I) oulro rio curre a
brolla abaixo da Ermilage ; alongase agora na que-
brada larga e pouco profunda, chamada o Grande
1 -- > M is islo mi he ludo. Anda mais diritla,
ao p do cone, por cima de Retino, abnram-se tres
ou quMro novis crteras. A tnaior, levantando o
terieuo era torno de si, cercou-se de um pequeo
cone, donde sabe como um raraalhele de fogo de ar-
tificio : sao enormes pedacos de rchelos erahrasea-
das, que arrernessados ao ar, a prumo e bera alio,
quebrara-.e e cabera desfazendo-se era frocos di fo-
go. Desias materias forma-se lerceira torrente mais
.hndanlo agora qoe as outra* ; maa lerrivel aobre-
lu.la : ella ja se arha as Ierras caltivadas ; desee
em dreccSo Resino, ao que parece, e se correr
eoai eslo forc utu ou dous das mais, segunda ca-
rnada de lava ir pesar sobre o tmulo de llercu-
lanum.
Daos queira que esta espectculo maravilhoso nilo
loa contente por saber que sois nnha ra.i '. eu vos
aui.va ja lano, lauto ;
L'ma miz discreta dtssi neste momento do fundo
11 obscuridade:
Sanhora, senhora, he lempo !
A con lessa comecou a fallar baixo a Iloulen Clara
com urna precipitadlo apatxonadi sem duvida re-
ceiava ser uuviaa por ouvtdos importnos, que tai-
vez por alli iilivenom alenlos. A roystertosa con-
VOriacflo durou muilo tempo ; o riso c es lagrimas
-e su-, e li un nos semblantes da tnai e da liiha ; a
Insten sabttltoia a alegra ; finalmenle Hoaten
Clara levinloa-ii com reoelo{io e diese, depois de
haver da lo utu beqo ardente em sua mai :
Nio, nao diroi que me acordaste! Ninguem
saliera' que sois minha ma..... Mas veis haveis de
soltar, na he assim, querida maman) '.' Eu rezarei
ao archanjo Slo Miguel para qae vos proleja im vos-
sa viagem.
A condessa lomou a Isnlerna e subi a escada com
a menina ; um momento depois lomou a de-cer e
.eio le com as duas mulheres, que ha muilo tempo a
esperavam impacientes.
Vamos, disse Ignez a' condessa, vollemos de-
presea para casa ; Ciara ja subi e durme tranquil-
lamente. .Minti chara directora, eu vo mandarei
.hainar imanhia ds manha e visto que s partire-
mos ao meio dia, terei lempo de dtzer-vus ai. la
coiisss un, orlanles.
A condessa e sua aia deixaran, a caa das orpbaaa
e se dirigirn! para a soa halutac.i.. Qjau.lo chsga-
ram dian ma para que Domingos lites shiiise. Nao liviram
resposla ; foi em v3o qu? ripeliran o aigtial mu: .s
vizei. A con lessa |a comitiva a Iremer, quando a
i aia passando a lilao pela porta, reronlucen que es
' lava cerrada.
N.lo he nada, senhora, mormurou ella ; esle *
preguiroso lloratngos adormeciu era algum canto. A
porta esta' aberla ; enlrai de raansinho o nao fajaii
rumor na escada.
I gi que a ala fecliou a porta com prec.iucm,
ambas caminharam apalpandu 'as trevas, e subi-
rn) o primeiro andar, sem que o menor ruido da
escoda ou i!o soalho as livesse | odido Irohir. Quan-
do rliegaram a porta do qoarlo de dormir da con-
t. -1, it.ir.ini um profundo suspiro de'alivio,
mo se seu cor,icio se senltsse livn do pe".
rochldo. I inliain realisado sua perg
acbavant-se era casa em seguranaa- '
incidente a bouvesse delido1^'
A aia abri a portad"-'cmara par.: a coude.sa
entrar, mei aosie-10 Passo quetsla deu, om gri-
to temvet>-*T"^j0 *,u se' *' *"a baqneoo no chao,
p ,H,>r-trTreinula, a aia eslava em pe junto de u,i
-rtTainan.m iJa, letTl se inclinar para ella ; a pobra
muher olhava lisamente no rondo do quarto, a'
luz 'luv !"sn da lanlerna uma leirivel apparir,ao,
qsa ihe causove um turor mortal.
O conde ds vlmala eslava .enlato junto ao leito
da conde*!, cora uma pillla em cala uma das
mi.'S e rugtn.lo, como um leao feride. Fixou na
1 um olhar scinltlanle e lolton uma garga-
Ihada amarga e sardnica ; ergoeu-se o djriglo 1
ii. 1. iiiii'iti, armada de urna pistola, para a roo'jg
.i. -uni! .... ni 1 pareeeo de repente donjij"*r_
i pensamento secreto, porque, danm "que na
espero, deixoa cahir c J,j|r .., in.llira0e9 de
ma bor-
le Ignez
rl.fira o fog.o, t. T(wonii
dianle ,1o a-sa.sina|,,(i ,w|f M ^An< ,
"'" '""';'" ''.'/esspparace,, ,s trevas 1, e.ni. ^
',') ae ioelhos ao lade da condeso* e comecou a
,'amir uma torrente de lagrima. Ella ja linha
e.querido operigo omnenlo, que acabava de cor-
,.r na vi la. paro cuidar sominle de sua ama.
(CtwiMwa.]
II
i\/r-|


; 2
DIAIUO ii)K PEKNAMISIXU Q[ AMA FEIKA 14 DE JULIIO DE 185H.
venlia a ser um formiriavel desasir* '. o p"vo, ex-
cepto nos logares iineacadus, ...... Ma inquieto,*
ate moalra-ae eonliote, esperando qu* a erupc.au
i .ni ce.s.n ii- larrain los.qoe h* cinco me/e- nao lem
deisario .le abalar e destruir aldeiil de 11 isiliclla.
Ora llnmbol ii no mu eiCoainoi e justamente icte-
c.i dosle llagelli di/ que nu 10 deve elo*|tresar *e
trencas |iupulare. As noticias que recebemos da-
Inelle* deadiloso* logare* sao bein trisl**. Oxaile
da tgri lubretudo be que lem soffrid* eoffreain-
d.i : as sideias eala* mi minia e a Ini iflleleiicia doi
soecorro, ou a demoro e a riiilietildade de su. di-
lribuic*Jo, o desanimo da (enie pobre, a reqoencia
de novo, balo,, as auieur^ Cwiiliutia Lmenle repe-
lidas de coavollO*. lo leruveis com > a piimeua
iropedem que se repare algoiua consa. A populacho
vive anda uas barracas eilas pre.si. e nao quer
ministerio lena de tuccuinbu naquetle inesmo illa, i valo c...... nada delibera o govcm i gerail noi ne- que o Sr. depulsdo Vlllela lavares centava i termiuadaeusnle que e,iAo no unido, a ueni *-
ou i,aquella uieima o m que fox* ella pro. ^iwhiiii seuao pul inler.euc.ao Os. .nlo,- B,llro Bs infelicidades do MU discurso o de .noucomolit.il...... vslhaguard. |>ar.que man
'lu\ i id"-e da aillieiSo di oppoi*2lo i conciliac*>o liou-
ve .1 t\(nes*d'> looiatco* O orador. tniie aparte*,
i! o /11 .i
luojuieto com 13o terrivcl ameaija o ministro do ti
iiiv-inu inquinaCU i|uii ioa< buifl^ o lena au cahi lo
que i "-si .'--nu *i..r trotas lo traanles \ eio i>
r*-ni .<' riniti.i, ouvio u iifcunador, ii' oiiliereu i|ua
Ha nilo i Mili.i querido man d que dai nui m 10 ai -
remedo das (canal i|* ha%iaiu oteupado a cmara
no lien da leitaudt IH51. *"' Mpeciattdade cerra do L'are*, u Sr. deparado
Aojui o orador lia inlerrampido por diviraoi apar- Carrito, pieeidente daquella pro.inc.a, |i>e eala*
1>S enlre i-* queea predontiia seguillle :A ojii prsenle, linio eiplteara'. Alein di*io, lem I tmliom
Difto poblica noajolgara*. para defender-ae a* eloqaeniea |> lavrai di >r. or
Viuda entilo ios relos i irid. i > ronhec manto res Uumein em ana Ireclio que pina a lar, e que
da casa palo Sr, Leiaira Jnior, S. Bie.oi divide <\" Naa carnada* nferiorer em <|u nJo pene
f ni Lraa eapiloloa : acloi que devtm lar explicado*, Irim oa raloi diractoa da acallo do governo, pvedem
^TnP.ado cid.- lr sjdo extractado con. parcialid.de, em-
i diver.o p.itiJo*. i ,......... .......- pwiando-BO-lhe opimOes que uSo bavia
ic i.-ui d.....ipero. proierid, o occullando-Bo outras aue com
lie un inusaicu I diz o Sr. Crui Hachado, que toda a lilirr lailn linli ciiunciaJo : S. S po-
Him provoca couleilacOes e aptica. rcm ItSo se S rvio in ouauu ao que aa disse, combina ^r. mini'lro, rjOos que Un', cinurcslainos-
e ni taperialidade iccrta do l'ar', u Sr. '
nenle durante o a.....i aenr^ao do recrnlamcolo a do Theoil.irn, preto. e*cr*vo, 1s mei. tosse convulsa.
serviog da iioai le nacional. Deeewbargador Uanoal Mendei da-Cuulii Atavedo,
Na reparltao de ealraiigarai acha nma infrae- branco, *iuv, til a mus. anenriauta.
i. lo i le ; la' na quer perlubar os -onl.....ie tld- Uaria, parda, 8 mezan-, eonvulsoet.
protettoae eiplica^Aet, euminenla enn palavrae, lia do Sr. ministro, mostrando o pouco que a diplu- Hara Francisca da Jess, pnida, aolleira, I! annos,
terminando com .i declaradlo de que a conciliario ruaea conaeguio no Paraguaj dp i- dos apresto! Ii^\i(;.i-.
cun a unifor.....lade no ministerio, nos preaidenUa, bellicos e dispendiosos que Tueram ; mas eensu- Marcelina, prels, esrrava, 10 annos, frialdada.
I clos que deveiu ser ctulaslsdoi, Facloi que devem
reconslruir suas casas antes de seren reedificadas as ser iclutados
larej^s. A madona representa un grande papel na S. F.c. entra na Stposieao miuocioia docnuien-
ralasiroplie, no dizer dsssn boa gente. tada dos (arlos da primelra serie. Depoja d occopar
l'ma oilade be destruida, Foi uin cusligo da ma-a tribuna ale as Irra horas, anuoii-ia que ainda nlo
algons gentes contrariar as suas latas, sel i que da-
lil lli* resulte com juslira aecusacao. ICsta defe/.a
cu*.piel aproveita lanto ao govsruo gerai, como
ao- presdenle das provincias.
Ora. qumido assim brilba a consiella^Ao presiden
O Sr. Vi Hela favares lie o pritnoiro c o ni-
co que uo lem reconbecido a reserva com
que nos Invenios, e a iinparcialide.Jo le aue PUlado opposlelonlslu ao
nosnlo afasiamos no trabalho deque nos '
encarregamos Podemos lodavia asseverar-
llie que se a lodos os oradores prestamos a
ruis concentrada altriir,3o,ain<]a mais a apu-
ramos quamlo S 8. oceupou a tribuna ; pois
conhecemos a ni'porlfincia quo as circums-
tancias davam a sua manifesia^So ; e sem
I Illa CliaUe IIC Ue-lllllUO, **" i..,, ns. .k" na mil- a > i .hi.mi .... w. ... ,....-. .......... ^JV ,. ...... i n.... ...... .|,. n.............................--. .,Vy,w ,.. .-...,u- i -----
iloiid : nutra lica em D, (o pela protercao da ma- osla' na larca oa na quarlu paite do que lem de di- cial, nao se devem volve i llms sesgos pan a iei:Ar BOIliargO ilo sem numero ile apaites, ie pro-
do nos pedacoi a sua raspust.., d mando ile novo a A pulilica da cunrili.u/io pide Ipinpo para ser e\e-
palavra na seasao segalote, leulada, para dar lodos os seas frueloi.. Uando as
S. l-.vi'. porofl falla em v. i 1,1 < Inia e no mein ronrones publicas cslavain toda* confiadas hu-
ilona. Hoja os abalus se interrompsro, he por que a /tr, pola ijue nao loiu remedio le ao ir apresenlau- polillcs om que ella se rorrooua
inadoua asta' hem viusada ; se ainaulla cniiiec,arem
oulra vez, he porque a madona anda lera' de punir
um pequeo salgo de peccados. Oh se isso fo-se
lo, nao mininos, mas nao ; he torpor moral ; algu-
ma eousa que, longo de eiallar, abale, longo de ani-
mar, fai nie ln ; he u sentimanln que em lezeseis
de deaembro) impellia oina populacho uileira a lugir
completamente uua pelos cempos.
He uin genero da le que nao salva, mas que te
de lano susurro, que eoneenti ind > loda a alinelo,
ni.I pudem s apanhar algumaa las palearas de S,
Etc., espesialmenle ua parle que provoeeva apartes.
\ amos Itaa-lascomo inelliur DOS b'ir poaeivel.
Espando a pmneira accuiaao, u qu- S. Etc. qua-
lifiea de mais grave, a que se refere <% c inapra do
salva. quarenla mil covados de panno, S. Etc. dcima que
A inonlaoha qoe separa Sila da Marisco-Nuevo fura urna compia mfeli ; ezpoiido pnrin todas aa
eila' acora toda greta la ; es estradas, onda as lia, I eireomstaneas dalla, inostra que fui antes urna li-
eicavam-ss rada vez mais ; algunas ha, onde o ler- lalulade hlli.i de um engao, logo rscuuliecido e de-
reno lem aballado om melro. Nos arrahaldee de elarado, do que um urtu de ma' U
Marisco, um liomein, que aulav.i no Campo, leva I Apartes multiplicados dos Sis. Teiseira Jnior, e
un p preso em orna fauda do solo, que se abri e outroa, declaraiu que reconhecein a problda le do
fechou de repente ; um oulro ab Nas Msinliaiio.is de Melli, veem-se ora collinas zendo respnusabilisar os meialms da cainiui--.iu de
alialidaa e tusaos cavados em roda de orna eitamilo i compras, para reaalvar os inl'ieaies pblicos.
i inmensa de lerreoo edificando-se ah quarteisej O Sr. ministre declara qoe, sim reaponubiliaa-
eaaaa, ler-se-lua urna prac i forle. As Ionios, que >e [ los, ua liavia mandado repreliendur ; e Insislindo os
tinham formado em lt> da dezeiubro, aslao asccas, Srs. I'eueira Junmr e oolros na oereseidade I i i le-
mas .i cada paaso formam-ss oolras de aicua aalobra, Cu^io 'lo reuulaineulo, S. E\c. o* denomina de i;.i-
solfurosa oa empregnaJa de magnesia ; em Vlay. !'. \ k*b lempo lia o Sr. Crui Machado a arligo
glano hrolou una de a&ua pura, freaca e de um
goslo esquisile, mas desappareceu logo.
Viguiano, de qoe acalm de fallar, he um dos lo-
gares niais mal Iralados deseo infeliz valle. Era nina
iidape linda, pilloresce e potica. Metade de seua
habitantes cone mouiio : sao msicos ambulanles,
encontrados ale na Itussia, e mais longe, dous a
dous, as pravas publicas e oiaule da mulo l.io mala
cheia de adiuire^ao, que etlaslada. Canlam desde a
manhna ale a noite a gente que au enfeude as mo-
ntonas cantilenas de seu descouhecidc paiz ; depuis
vollam com suas culheilas de ubulot, compran! um
campo ou ama rasa e asaban como obesos cidailaj-
a vida, que lloham comecado como n Blinde*. I'or
essa razio o esiraogeiro que acaba de percuirer lli-
iiue nlinga us ineiulirus do conselhu pelas ni< com-
pras que lizerem. Os dous depulados opposiemnislai
ronipem em proleslus contra a qu.ilili aca.i que ibes
da' o Sr. ministru, ooiilra o modo por que responde
a ccus-ices i.i i graves.
>. Evo. pruseguin.lo ansente que, inleir.i lo d^
plano dos foruecedore-. que sao mullo letrados, para
ni., -ii o ni a lei ao arsenal, a aproveilaeem as cir-
euintlanciai em qu* se achava o governo, lendo de
preparar o esercilo pira una guerra Unminenle,
ludo ii'iiiou para frustrar e-a plano, dtsenvolveu
lodo o /oij pi ssivel.
Seo nao le/, se n.ni inosirou esse zilo, a cmara
decidir' ; sujaila e ao seu juito.
A proluJade de S. Exc. eila' lora de queslHo, *3o
ilicata, provincia imperliii'iile por sua mulla igno- | os abusos, os escndalos que censuramos, duem llie
rancia iimeuui lade, por que ah conluse as pes
suas que sabein ler, as moc-s mais dl-lmclas ,3o
scrupulos.iinente guardada- virgen* de tuda a espe-
cie de graminalira e ine-niu de lidibalo, o estran-
geiro, dizemos nos, que acaba de fior pasmada com
o camponee por causa de suas iiiiiuuieras b.iibas .
seu poro I -ruin, qu* he para elles o iroquez, lica
to.io o liiiua u de encontrar por milagre nessas m<,n-
algumaa voies opposieonistas
.>. Bao. declara que lulo lem feilo para eviler o
dominio dos roruetedore*, queja mandara duns pe-
tas de panuo Cha laa conveniente* a i uso do nosso
eveiiiio para Liverpool, aflra de (rvirem doamo*-
Ira, e vericdr-se a conveniencia de fa/or encoin-
nieinias airelas a's fabrica- inglesa. Ua Franca, da
Itel lanhas urna cidade soffrivel, cnilisada, onde as lr*s \ tras daa farendas da que se aervem us eitr:iloi des-
qaaitas paites dos lialiil.iules fallain Ir mee/, e onde ; sas n,iones ; mas es-as ainoslras eiam nadas por elle
pede-sa couversar coiu queiu veiu da Nurwega ou da i miuislio, e minias mais pessoas K'aduadas e Boten.
California. Unbam sido achatas muitu boas para os cli-
Alu nota-se apenas os eOeitos da meia elvilisaco! m" "e's"s B. inaupportaveh para o nosso ;
l.pois de ler sido rec.bilo, fealejads cuno um acn- ",,n e *1!< """ '' P'"?0 'nat'' operior ao que
Pepuis de ter sido recetado, rerleado cuno uin acn- ,...... ..... --f" "-"
tecmenlo ..aslugir.* de ponea listrneelo. o ealrsn- '--1"""- 'carnos- h.am. anula eiclaiudo os direi-
g.iru licar.i peife.lameule desapercebido, iuleira-1 '.' l,d ,""' !* '' '.....? HE" "> le nos cus-
man* escolio ios *m um cerlo sentido, nao podo essa
estado ser alterado de repente ; srna rear^So ; he
ueces-ario o beneficio do lempo.
Deseando eolfl i us qneslei o Iministralivas, S.
Eie. em piuneiro logarse uccup.i cun ColODI-
sacAo,
Divide a cnlonisacio rm ditas parles, a que lem
por lim dar lir.io. s u\res aos nosso bivradore*, a
que lem em vislasrole;r os noseoscaaapos, pli-dan-
,io nellos nocios de populado,
Para a primeira, o governo enlendeu-M roma
sociedade de eolonisa^ao aqu esjatenie, e o contra-
a entilo leilo f i celebradn com moltve id gioe.
Mas os lavradores into qinfoi.nn eproveitar e-se-
cnliiiHs : a a ciodade mandou-ca vir por sna ronta,
leve-us ua hospedara fazeuda deipezas, sem qus
o juoin o* vie*se eontialai.
.VI' sabe porque falalidadn os nosaos propriola-
n s ruraas ain la depois de lerero feilo lacilfirioi,
preparado terrea para recebur colonos, depois 01
u<*o qiwrem ; o exeinplo de algnns quo us lem que-
rido, e di quaas poucoa lem sido felites, sem llovi-
da os demove.
O .overnu pois lem-se visto o brigada a dirigir-ie
aos prndente* de provinelaa, eapecialmenl* o le/ a*
lo >. Paul i, e\cilaiidu-os a provocar a attenco dos
lavradores para essa* facilidades, aujeilando se o go-
verno a nao reclamar o joro dos adiantameolo* lei-
toa a esees colouos, Gonvenc*-se de que neese **n-
tnlo fez ludo qu ma era pos-ivel, e n.lo enver-
gonha de piiucu haver conseguido qnando v uina
leslns que acolheram quasi todas as suas
propuaicdi s,t( mus conscicia de que a nos-
s peona nSo foi ioGel a uossa tengSo de im-
parclalidade.
Chamado pelo discurso do Sr. Barbosa da
'ii ii ha, o Sr. ministro da justica oceupou
bonicm a tribuna. Antes p irm de ngnr-se
a resposta qui linha de dar aqttelle honrado
depui ido 8. Exc foz Igumea considera^ej
sobre o assumpto peral do debate
A cmara be un- mine na aceilacjlo da con-
etliatjflo : ainda ante-bontem a opposic,*,o foi
explcita em protestar osseus srnlimentos,
ni occast.to em que i llave o Sr, presidente
Jo gabinete. \ censura da opposicflo ;se
gundo ella mesmo o declara, be sobro o mo-
do ,>'.|oe te;n sido pntenlidae executada
essa poltica Cono prova ti-m sido addu-
zldas as provincias de Pernitnbuco, I'a-
ia, Itio i.randi julga o Sr ministro
que tamhem a de Minas Quanto a osla ul-
tima ptovincia, om que se diz que tem havi-
do ama completa leacroque nSo l!ni per-
doado iiein a Inspectores de quarteira >, o
Sr. ministro ignora em que factor pode sen-
tar-se sniellianlH accusacffo. e acredita que
se algum tiouvesse, os deputados da provin-
cia nlo prescindiran! do dever de iraze-los
ao conlieciment da cmara.
Quanto a Pernamb co.a imprensa do par-
tido liberal, esta sahsleita coiu a marcha do
nos empreeadea pblicos, n.iu he a cuiiriliao.iu que
iiie agr ia e que h pan desoja.
Occupaiidu-se ilepois ruin a emenda ollererida pe-
lo lado iiuni-lerial, e com o desafio felu por um o-
govorno par apiesenlar
-.ni a rerumiiirlidaoaj da
economa, declara que nao emende que us vtosde
i;r..r,i, ppoas IgO llnpol laido-, .levolll ser logOgriphOS
oo enigmas ; que a queslao para elle, clara e expl-
cita, eia a da coufiaiica, e quo aaaidl vol* por esa*
emenda cuino por qualquei oulra que envolva o sau-
lido de apuio ao governo de cuntanla uelle.
Occupa-se com a explicando dada ua cmara da
volajao do senado ; diz que a principio a opposiclo
liara conlado com a maioria, que ao depuis recorre-
r aos vulos qualllicados, e por lim a qoe o mioisl*-
r i o lilil., fugul t da apreienlar emeuda ao tpico re-
i-u poi ler,sem autorisa^ao legal, slirado 800:tXK>S Luiza,
uos ,,l.j smos do Pela.
>.i reparli(lo da guerra ach as maierea ille.-ili-
dade*. A creaclo das aulas de preparalurio- u, ,.
cola central, a iappr*sdo dos cuisus de infaniaris e
de .avallan.i no Itio drande, asna suh lii,.,. / ,
pe aulas de preparatorios ; a violaeo da ledo
promuc,6's, a creacu de urna comini-sao de [mimo
oiies (pie acarreto augmento de da-pe/a ; a dlipaoM
du recrulaniculo come uda aos que se occapassera
no transporte de pruvi'es de cuerra j o comalo
para conduccao des.as provfioe* ; einliin, o manda
fazerdsspazas sem ler verba, e aein abiir pre'imi-
narmsiile um crdito. Censura lo ministro du im-
perio, uao so pelo seo proredimentu nos contratos
pela, oscrava,
(llena, -I aiiui/s, liexi-a-,
t 'imaiilr'iii.
para as obras do Manan* e do caes da liluria, romo
fado
CONSULADO PROVINCIAL.
Alterariies pura mais.encOBlrada do lan-
namcnlo da dcima da reguezia de S.
losi- pura o auno (inanceito de 1858a
18.")',) feita pelo lancador do consulado
provincialJoaoPedro deJeu$da latta.
Ra Direila.
H. Tii. Irmaivlada da< almas de Roei-
f, casa terrea, arrendada por.
I lena 81 Joanna du lio.ano Gunnr.lcs
Macii.
3MI9000
:ii 15000
pouco patritico qus por amor aa oulro por .ii,ooo.~iion, exciuinda u p
luica os partidarios da umdade llaucana, censurem vellas ; ja sao io:OiIii;imiii em vez da is porque se!
o ministerio por nao ler fallo o que edes cousidtram I poda lazar o servio.1. Ac le porem o priUleiro con-
0I" "al. (ltanle, reclama, brada, e oblm que se llie lo [ara-
.'uiiilo a unidad* bancaria, observa que em si'ia \ bem 36:(l00000.
provincia liana um banco que servia as ncressidades J O ministro da fazenda n3o 10 viola todas as leise
du cominercio e da lavouia ; esse ban-o deiappare I aliriboicoes do poder lealslalivo, como al usurpa
cen eum e cieavilo da cana lilial do ltauco do Brasil;
meniel, sobrado cun orna lije e om
andar, airen lado or......
dem 9. Salvador lereira Brai'a,-50-
biadu com urna lora e um edar, ar-
ren lado por.....
I den, 98. Ales.au lre*.fos tiomes, rasa
terrea, arrendada por
soc
e Industria cun ella Irala.
Dorador conclue com animada peroricl
entilo o negocia tnrunu se uina especie de rnacone-
ria. aujeiU a mil f .rmah la es. a exigencias de (ir-
mas, a eoenrtamentoi de praioi laa* que os i|ue esta
vam acuslumadiis aos benefirius do ere tito liveram do coulra o miuisler.o
de renunciar a lie; a industria e a lavnura pade-
cern!.
Qolllfiei d* iracundo, de licJJo rie economa poli-
tica o tpico do projeclo de espoala apresenlsdo pe-
la coiiinnsiilo, a que foi ulhjrecnla a emenda pela
qual vol.
todava o seu minislerialismo nao o escravisa ; vo-
lar uas quesloes oceurreules coiiu llie dictar a loa
consaieneia.
E de accordo com isso passa a mO'Irar quaes sao
no seu entender as necessidad** do paiz,
Allaude primeiro a lei de eleiees : nao com rs-
hende eleirao por circuios a na 1 str eleicao direcla ;
funecoes do seu colloga do imperio ; he elle quein 1,1, <,> -i-,..'* T*.' ,* ',. '
loma cnheciineniu dos neaocios da companhia luiao ; '.',,.." rie '>'"'"'" ll",s0"
.10 com. ir.no 1, lendo de colon 11 r 1 Argel,., governo e da presidencia, e o Sr. ministro qaereudo eleic.io directa nao qoar o suffragio univa
indo na.1 have chegado a um resultadosatisfacto- uo acredita que os que censuram o proredi-
menlo do governo nessa provincia podess im
querer que liouvesse elle feto do da para a
uoit 1 uina inversao.
lu deputado opposicionista disse que as
presidencias a presenta m um verdrdeiru
mosaico : sem interpretar o pensamonto
qu essa palavra podo envolver, o governo
nao po na qu -rer, a beon da symelria, expor-
s .1 ci usura de exclusivista. Tem-so pois es-
merado em escolber um pessoal acuna de to-
da a censura.
O orador observa que multas vezes quem
rere depois nao pode curar, e por issofoje
de offen ler o melindre de qualquer.
I.iilian.lo entilo na materia especial do seu
di
un. Quanto a' eoloni*ac,lo, era grande, o vemo
liniiio se aus presidente do Pora', no Mainuliau e
da Itahia, para escollierem 1 untos em que conve-
nientemente ii possarn assentar iniceos de eoloui-
sac.lo.
lofel'zmenle. na Eumpa tem-se levantado uina
opiuin fatal colonisacao paia u brasil, e ni de-
sabono da ixo- no.
N.i- quenas que se fazem ha aliiun fiindainenlo ;
porquanlo especuladores de ma' le, ,1 quein o go-
verno nao protege, que nfto obram de accordo com
He, lem engaado a simplicidad* los emigrantes
coiu promesas* exageradas, e que sabem que neo se-
rio cumprida*. Se, porm, asann lem vuidu gente
illiidi.1.1, do entro lado as utondadei de->a- regl**
lem colindo com pouca reflujo as quciasdos co-
lono'.
tilas sahem que eala de genle lem as vezes viu-
do |iara o brasil, e-pciialinmle da Sui-s.i, e no en
lauto acullicm ludos us seui claiuurcs, e lazein del
les aecu*a(6*s cnuira o Brasil.
sal que boje lemos oh a dependencia das mesas de
qualilieac,ao, mas (ensilarla, determinando clara-
mente a lei as cuml res do censo.
Cimbra o modo precipitado por que foi volada a
lei da reforma eleiloral, e conclue que por iso PiMtAKfiUGO.
PAGINA AVULS&
Principio ie iifendi1}.Segonda-fMre, ao es-
curecer, na taberna do sr. Nareiso, sita no paleo do
Carino ou principia da ra de Itorlae, la ten lo lujar
urn lueeo ito oeoalonado por nasa luz, ma ilim-
111a ciiminunicara-se a' um viso rie espirito p-ia im-
prodaneia de um caiteirs, que fura tirar una por-
5*0 delle com uina vela mui prxima. Por feliei 11
de eslava quaai v--ii ,1 pipa ou quarlol.i, de m n-i-
ra que foi pequea a eiptosio, e nlo livemos a las-
hio ella lao defeiluosa que al leudo o pensinenlo "ll,8r [nulas c inseqoeocias.
: nao cunseuuio reaiisa-lo ; a '-ongevidade notaxel.
das Incompatibilidades
Cmara esta cheia de juies de direilo e de presiden
les de provincia. O orador quer incompatibilidades
directas e ahsolulas
l>a freguezil da Ap-
parecida ha um abastado fizeiideiro de nomo Jlo
de Souza Enriado de Menloiifa, que conia cenlj e
oilo annus de id.de, e sua esposa eenlo e cinco
Aos parles que llie oppie a nppe,ao o orador I Yss" *'l'Osos vivem ambos de perfeits sau le. A SOI
fraucameiile responde que a constituido pode ser Jeseendeneia excede de treseutas pessoas, e loda (III
relonnada. que he roel'.or faze-lu pelos tramites | ulor" n"s redores la fazenda paterna.
nella marcados, do que como tanta* vezes se l*m r ~ "''/'eor-o (Ir una ma' informado. S
feiio. I'ulano, o seu jornal deu ullimamenl* una ootic
1 is. ... ... j- ,- mesada, dizia um sojeito a um fazeleiro iualez.
Falla no modo por quo ie lez a divislo dos circu-
los, e desiuiiadamenle us de sua pioviuria. na de-
mora que liouve na publicacSo desse trabalho, d*
Sua linda cidade he a nica! qu*comeca a ser re- ?r"-""r a *"* rofwma quaudo se llie lecouhtceiu de- res importantes, no sentido dai observstyi
arada ; mas por agora 10 olTerace ruinas. Do lado '''0l "*" urax.dade. seli.o.le tsiadu ; qoe a reluctancia di ca
Pto meio deises apailes 5. Exc. lirise ao Sr. assenl.ira como preieudera o Sr. r--
leiaeira Juniur c llie diz : V". Ex,-, lambem lia de sobre a nnine.io.ni du agente para o 111
Iraiiar esse cali I da amargura, e llie que sabe lem- sulire nutro ponto ; que posteriormente n,11 lem lido
pera-lu segoimento e-e negocio, e qoeira D*o*, exclama S.
Tenha paciencia! n,ni ha rosa sem espinboi! *M'i "* nf, "'"" a resulencia de que rallan o
respon lem-lhe alguna seohores. **" tarrea-Uomem, porquanlo S. E, eala capa-
Esc. conclue repon lendo ao laclo argido de i cllil,lu lle que a cmara su lem direito de llamear os
se iilli,:,,l h.ivia feilo -eineiliaiite declarac.lo, .11 r i _; i -
ra-se elle ruin a a-pereza devida lo ollicial-maior, e
osle, na su.i piesenra, ininei ialament* escrevera
aquella menibro da commissau uina earla, de que
S. Evo. dea leiluri, ubtemio em resposll oaln que
do uasecute nao existe mais. Edilicada era aiuplulea-
tro sobre oir.a dupla tollina, ab uu i d* una vez
em 16 de novembro, andar sobre andar, as caas
111,us alias sulire as mais lianas e precipitando na ci-
dade baixa um monillo de destroce* hurroro-us. Mil
passoa* morreram uessa 11,ole. quasl ludas quereudo
lucir, esmasadas pelas paredes e ledos, que cahun
sobre ellas.
E houvera sido mais terrivel linda, nessi inu-
mento toda a populacao m inaila, nao se lixesse dn-
persado pelas qoalro paites do mundo, e os lavra-
dores dtseaminedoa palos ciiupo-, onda os delluliam
OS Iraliallms da estar;ao.
lu em Viggsnno, que uina trave cabindo sobre
tres homeiis que doriniam uu mesmo lailo, i,uebiou-
llies de um su guipe todas as peruas. Etles forain
adiados tres das depois ; nao eilavain morios.
Gla-se anula oulra cidade ainda 111 lia mallralada,
Spanura. onde au se vem mais neiu ras, nein cn-
ess, nein apparencias do qu* exista luti'ura. Alie-
nas exisle em p um monumento, que. dala do acu-
lo dezasi*. lia va qualm mil almas, das quaes mais
de duas mil morreram ; tambem hltia uin convenio
um castalio : remello-vo* un desenlio do que res-
ta a^ora delles.
Ne caslello, cojas paredes linlnm inultos mellos
da espeMBia eslava oceolla uina somina de Ireten-
los mil ducados em mueda metatte*. II castellao
iuorreu com o seu dinheiio.
Do* nula relisiosos qoe viviam no convento, s-
menle no/e poderam slvar-se. Um* relmiusa, de
iiuina I liere/a Alheili foi desenterrada viva no lim
de sele das ; mas eslenuada pela fume n.lo pode ao-
brevivar.
N*ssa infeliz cidade viram-se os phenumenns mais
singulares, alalos desordenado', onlulacOes, eilre
iiieciinenlos, couvul'is, em que o terreno se torca
111 tolos us senlidos e toivelinhava lomo um naxio
ik! i lo era uina tromba ; os bahiis encontrados re-
volvidos, nma religiosa alnada de sin cun-ii na al-
tura de tres andares sobre os lelo*, onde acurdou mente admiuislralivoa, e com a
notad* ; om padre e uin 11111 vi luo, nos irajes mais tula 110 programma du governo
simples, arramessadoi a nuil* de suas csas (las ca- I les para o lim, cnnecara' por este
as separatas por mullas %oulras) enconiranio-se | Essa poltica he a conciliacilo ; a opposiclo com
e uacutovslando-se> no ar, como leiiaiu feilo no ella se lem oceupadu, ja con-iderando-a em llie-e,
mar dous nufragos, d* modo que se Viran nos ja no mn lo porque tem sido executada.
sobra om moulao de ruinas, us bracos um do ou- [ Em Ihese admlra-s* de que tenha ella sido con-
curso, laz nolar que o Sr. Sergio, cuja modo que tdepoi* de eDcc'rrada a sessao de 1856,
Deuevolencia pa-a coui S Kxc dentro e lua ouheelleu eslava.
Oulra necessida le ijue apona he de allender se
i guarda nacional, ao vexame das guardas, dos aeom-
panhamtulos de enterros, de procistoes, e das para-
das com que he alurmenlada. Diz que nesie senti-
do a* llie poderia fazer melliur bananero do que nes'e
da suppressAo da chbala, qoe foi ltimamente vo-
lada. Ningnem he mal* amigo da unida le du Im-
perio du que o orador ; todava apra*antl antro as
primeiras necessidades a de daconlralisav um pouco
a adminisIracAo, cunee.leudo as provincias o pro-
duelo de alcuns imposlos, pois do contrario acon-
tece que aa asserablas provinciaes, para terem ren-
la cmara nao dll S. Exc. algumas palavras em referencia1 JT* ueacu(,!m *,<>*" eu cargo, mul-
o.res-llomem, ascenso as que tem 81 JO le.las ao Droieclo i P,"i?"'PtoM. chegando ale na .ua p.ovm-
,...,,, ,1 ,?"'raslJ iciias au prujecio ca a haver quem quizesse nnpur subr* os pavimen-
iiaiadouro, nn.j,. relorma judiciana por elle apresentido tos das casas.
a do con- 'lue l!"' ''" 'Jada pelo Sr. barbosa da Canil*;
no sonado
Lu epulado o aecusnu de ser hostil a im-
ri osa, ile querer allanar essa primeira con-
Iiqo de um governo livre jS. Exo. no pro-
haver om m.inb o da coiiimis-a de compra, deca- i delerminad*rp*uw especUn-, de- na le j<;,-lo, apenas procura reprimir de mu mo lo
a,io noaiseual que, se havia reeebldoma poreaol***0* ""*" ;.........'oo.odos mais emprsgados ,,lajs P|lica/ ,u he actualmente renrimi-
de pannos imprulaveis, lora por Ib'o haver insina. c.....ie,e ao -S""" u ch.f* de palien.
du o Sr. ofllciai-maior inler.no da aeereUria. S. Oceopando-secom o caes da (alona o com o Man-
Bic. declara que logo que llie fura referido que e- e. echa que ae o houvessem censurado po-
11,10 ler previsto a necessidade deesa, ubi o uno
pasa Ido para pedir aulu Isaijaa ,i camera, anula pode
ra ser prucedeule a consora, mas censora-lo por
n.io le adiado essas obras, consideradas urgentes e
econmicas, paradtpoia i aulonsadas pelas r.nn.i-
S. Ese. igualmente leu desse senhor, dccUrando, fMfce au* *Etfl neebe qa* poma ier fei-
obsoa palavra de honra, quo lal nao havia dito, .Parquea v qoe a ies3o esia em meio e que a-
iii da nein esta' otada a re-posta a_' fila lo tlirono
O Sr. Itarbosa da Cunhl ei meca por fazer sentir
qoe sflo necessarios motivos lories para levarem um
deputado a linear a eoiumoda poinjlo de miuwlciial
pela de opposirialiial.i.
Coinecoo a sua vida parlamentar .usieniandn o
glorioso gabinete da i9 de i*t*rob*o que co.....galo
eslabelecot a paz inierua, fazer Iriomphar na Piala
a poltica braslleira, e acabar com gloria as c,.,n ie>
dillicul ladea dipluinulic.is cum que se achuu a bra-
cos ; foi ,,in i ministerial na susteulstaa la gabin-
is de que era presidente o Sr. Itodrinues torres, em
hura enlilo ia' tilivM** formada a oppoiijlo deno-
minada parlainenlar, em que linha elle inultos ami-
gos ; (o iu la ministerial com o gabinete Paran,
embora volasse oonlra u projeclo da reforma judici-
irla e contra a le da relorma eledoial : fot aluda
ministerial na sssslo passada, sem enil mo das des
eoiiliaiicas que llie dexia causar a entrada no mi-
nisterio do ex-presilenle de S. Paulo, que llie era
lufeuso, e a quein linha feilo na sseinb a provin-
cial ppo*i(io euergica, mas ju liims.
O oradoi eiu.io se uecopa cum a queslao da con-
ci iacSu, diz que contra o molo pur qie o minis-
lerio a lem entendido lulo su protesta loda a oppu-
siclo, mis laiiibem mullos intiiisleriaes, e apona o
Si. Vilelll lavares.
.Nao cu leu te porcia que couciliacao deva ser si-
tro e sem te conhecerem. Lina familia de nove pes- (estada, quando ja o nno pinado lodos os deputa-, loucio a lodas a. reusuras, mo emende que lleva
.-.<. a linlil.iin.M as ... ._,.. ~ a.. _^__.1..__.:..__ .. rlae llot loinoiin mllinr,.!. Ja.la___i 1 > .%
que ira fallo
Em conlirinacao desse desmentido, S. Exc. lo ou-
lra carta do presidente dessi ci mmissSo, escripia di-
lecl.iiuenle a elle iniuislro, e em que, s. b s. honra,
doslarava que nunca o oflieial-maaor iiilenno havia,
direcla iiem indireclaiueiile, de viva voz ou por
cartj, piocurado favorecer algnm foiuecedor.
d?julho.
A extensa sss.Vi de Lontein foi dividida enlr* o
Sr. marque/, de Olin la, presidenta do cnnselliu, e
o Sr. deputado por S. Paulo, llarbosa da Cuaba.
O Sr. presidente do ca iselha Cuinecuu a fallar no
meio do mais profnelo silencio da cmara, que
lego todava deatppareceu diente de apaites susc-
talos por algumas das suas prup sices.
Depois de lanos uradares que se" lem surcedido
na tribuna, S. Exc. nao de**ja (oin.ir lempo a c-
mara, e por isso procurara' relu/ii o nial, poisival
as cunsideraces quo lem a fa'.er.
A npiiosiro lein-sa oceupadu e.iin actos pnra-
pohtica geral ron-
reservando aquel-
soas habilavain a meona casa ; asque dormiam no| dos llie haviain adherido, der arando ale eloquenle-
andar superior forain smasadas e Sepultadas debai-1 mente um dalles que era essa a nica poltica com*
o das ruinas ; as que doiiniam no inferior, n.1o se I preheusivel, a nica que Conviuba a' siluacAo.
bollram nem sufTrerm O magistiado uo lugar o Sr
Florentino, vive anida : foi ampara.lo por -ua mu-
Iher, que o alalo linha arremeisalo sobre elle, e
eo] is bracos arqueados por accaso, endurecido pe-
la morle, deliuliam e lepclliain as ruinas. Eis-aqui
um vivo deitado debaizu de um cadver e salvo por
elle :...
No valle da Aaei, una communa Reon em p,
por um desses milagrest que a scieucia nao sabe an-
da explicar, lie Molilernu, cidade elilirada com IS
meamai podra*, no asesino terreno, as niesmai eoo-
digoes, expusta do UI--INO mudu cuino as de as ar-
madas em tumo della ua distancia lo mil paseos. Os
Aqu diversos aparles da uppusioiiu protesten] qu*
ella nunca repellioa conciliac.o em principio, ma.
Slin a applicaiiln que se llie t;m dado.
O Sr. ministro, prosegolnda, pede aos oraderes
da opposicSo que, pondo-** ne accordo, llie digam
se coniiliacilo envolvo cuncessas de-principios ;
qnando uetse ponto esliverem concordes snUesi,
eniao coinbalam o uoverno,
Ketei ni to--e ao S
do o -riiiio de lujuria pessoal Esse erime,
que quolidianamente se reproduz com a
quasi certeza de impunidade garantida por
urna legislado que. da lugar ao deploravel
a huso uos testas do ferro, nao lie lber Jadc
de imprensa, he antes o immigo della
procuran 10 COhibi-lo, S Exc nada mais de-i biieaOrienl.il, d'*veiiTo~diuiinuir o preco di
seja do que regenerar a imprensa. l)isse-se*s,-cai **ria acedo coma um beneficio
que o seu projeclo nilo era boni, e que por | ld5:!"-
isso a imjionsa nada liavia di tu a reapeitol .. "'
Volar pela soppressao dos -J 0|0, e nsso nao
fez mullica alguma de upiniao, purque repeli
e--e imposto na poca em que foi decretado.
Sobre us acunleciuicutus da liilna, cita o orador
as palavras do Sr. Araujo lios, que as consideren
como um lompimenlo d* seliaitena, que dexia ler
sido reprimido palas armas da cavallaria. O ora
dor pensa ipie o governo au he censuravel porania
ter logo recorrido a esse meio, porque o sangue
bra-ileiro mereca que se prucurasse poupa-lo.
Declara que a sua provincia linha muda resigna-
cao pa'a solirer a eareilia, e nilo querer do gover-
no o nnpossivel ; que ao deuins e--a earajsli* ia
lesapparoeendo, e que o tratado fetl i cum a Itepu-
cirne
popa-
diversas folhas com louvor mais ou menos
ex ilcito, o nSo com esse desdem de que se
fallou.
Qtsse-se por lim que o seu projecto era
UO I E,,l? <"i<"; , dele;s. Exc. nao tem acompanliado bemas dt (""l"1'" ,le ''"Oes populare, para pedir le Mdllue, Men,leb da ,
publ.c.cOe. Mu acerca ,l(! seu trabalho, ^L'l^Z".^t. W,^$
mas sabe que tem sido elle acolhido pelas le do Rio Grande do Sol.
Temaia pilavr* oSr. I)r. Atmeida P.rera, de- ,, ,alla de^es be.iVlra.ibiTlo.; deix^a'rica'
clara que vem dc.empenhar um compromisso orna ,,e um llie s e e01,>erv do por elle na sessSo pa-sala, quanto, depulsdo no- riil llus ,M1S tima,liiao, que ljveram dj|a de
vu, se pronunciara em frenle de um ministerio apreciar-lhe as viilud.s cvicas e inoraes que de-en-
copiado do do Sr. N.buco.de AraUJo o ora-! Z%tfZi SKWJT, VZ! S*3K &^JS. ttSJSZ
do,' pergenia se a opposicSo queri.que o do Estado viajava d*..mpidida, e o. pillo, dor- !lno judfjn^r;^(1'X o "l Por"br.,
tninisleiio invcnlrsse, epara ISSO recorresse miam a somno sollo. Maje lodo eala mudado; das cinco horas da larde, depois dos ullicios religio-
aqoellis cadeiras esUo cheias de espiohot, e o ora- ,s celebrados no convenio do Carino, furam os seu.
dor v.-se i lirigado a deuar os commodos do acam- reslo. condolidos aocemileriocom uin presll, pom-
aamenlo minislenal, p a imsginscSo Desde 1843 que os espirites
so preoecupam com a teforma da lei de 3
de dezembro ; esludos, enssiosso tem suc-
( -ivaiiienle feilo : a experiencia, as luzes
ganhas vSo sendo sproveitadas paraemlim
traze'em a lei conveniente. \5o liega pois
que muilo stleudeu ao trabalho do Sr. Na-
servieo aclivo da OpposicSo
Cumpre-llie aceilar o cartel de dessli laucado
pelo Sr. ministro da fazende. O orador invoca e
sustenta o direilo, a obriaaao que lem o parlamen-
to de examinar os aclusdo governo, he essa a esscii-
ser oque quer o Sr. ministro da fazenda, pois enlao,
m o de er de utilidad* para o paiz, seiia ape-
nas um vetean de commodimo para o uuuisle-
rio.
Cusur-me loao nao qaerei. a conciliaeio !
Essa iiuguauem, ie fos.e aceita, collocria a o]ipo- i Minas o Sr J J da Bocha
sicaoera grandes embaraco-, entre Scx la e Caijh- < llegando emli n a materia eleiloral de S
par* agrada! ao Sr. ministro
buco de Araujo, nem podll deixar de faze-I cia "'" renimera couslilucional, ondea tribuna he a
lo, lulo mii'ih iSioiu;:!.! ao merec melo do i N alv,da da machina qu* obila as eplu-*s, us re-
seu autor, como a que esse trabal'io ja ha- '"""oles do paiz devem er como savescon-
via sido discut lo e aceito pela camaia M\^&LS2M'***tmm''mm a i,Pro,"m,-
deputalos. .'>'du lu.migo.
Assim succedo sempre com todos os Ira-! ??dor "P*1! ''ois 'Suar-se a esse dever
penas lemb-ara que o passamento da lei das
entreles,adoptada sob proposla do Sr,. mi-
nistro Euzebio, havia si lo apeesenlada c-
mara mullo anteriormente polo deputado de
les, lena de ser muda
da f.iieuda, e de ser franca e explcita para agradar
tu Sr. mi na Iro du Impirio.
O orador nao quer a cunciliacao do Sr. ministro d.i
Strgio, qoe se havia recusa- jualica, qu* cousi.lo em perseguir com procesos,
do a aprcseniar r programma a oppo.icao, allegau- Em cunsequencia da eleicad que ulinn, inenie hou-
do nao ler e-ta semelhaute obrigaejo, S. Exc. lo- ve em Mofx das Crozee, eleicSo lo pos* que a com
liste que nppiic.lu nao deve c.....enlar-s* com
apuntar au paiz u que euteo I ser ino, o que c ns-
plaude ao Sr. miaialre do Impsno, que raconhece
na oppo'icao o servstjo de haver arrancado o eipri-
lo publicu a' iiidifterenr;* e ao aceplicismo.
Nao sane com que prudencia o Sr. minitro da
fazenda qoar implantar no paiz a duvida, a dssenn-
flanca, pondo em duvlda as manifestaces da cppo-
ca, sobrado com uina loja e dous an-
dar, arrendad> ni r .
*- dem 10. Joao Hpu, d* l.tmos, cisa
'''" R'0-- i dem mVKZiSJfc joa Hari de
Jess Ueuiz, cjsa lerrei. arrendada
por............
dem |Os. FrantMco llamos Maia, ca-
sa lerna, arrtads.la p-r .
IdemlIJ. Claudio. Murlinha do .Sacra-
mento Joauaa Miin.nn de Jess
sobrado coinsma luja dous anda-
res, arreudii,,, por......
Id*m II i. llerd*uos da Jos Mna de
Jess Muniz.casa lenea, arrendada
por............
dem \-2<). HerJeiroideSebasliao.Mau
lisio Wanderley, sobrado cora urna
loja e dous andares, arrendado por.
Idemlld. Vi-ita htrdeirus de Anto-
nio Ignacio da Hucha, sobrado cun
orna luja. dr,os andarte e sotao, ava-
hado por........
dem 1)3. Ordein tarceira de S. Fran-
| i-.u. casa terrea, arrendada por. .
dem III. Viuvie berdeiros de Jua-
quim Josi l.ouienco da Costa, casa
terrea, arrendada por......
dem i 15. Anua |.tbel Hamos de Oli-
velra,sobrado com am andar e urna
loja, arrendado por......
dem 117. Aulonio Joiquim do. San-
tos An Irade, sobrado com urna I ja
e uin andar, arrendado por. .
dem 119. I iburcio Valeriano Baplis-
ta, sobrado cora urna leja e um an-
dar, avahado por .......
dem I-'7. Maeuel ijoniaa da Silva, so-
brado cum uina lija e dos andares,
arrendado por.......
dem l:ll. Manuel Romn d* Carva-
Iho, sobrado com urna loja e um
an lar, arreudada por.....,
dem 133. Diooizio laria Copes, so-
brado com uin andar, solo e loja,
arrendado por........
dem 137. llerdeiDide Jos Maris de
Jeaus Mana, subra iu cora nma loj*
e dona untares, arrendido por .
dem 139. Joaqun; Lopes de Almeida,
-obrado cum ama leja dous nda-
te!, arrendado por......
Hua daa Aguaa Verdes,
dem 18. Ilomiagos Amunes Villaca,
sobrada com duu. andaras, solio e
qualro lojas, arrendado por .
dem l. Jase dos Sanios Neves, so-
brado com dous ansres e urna loja,
arrendad i por.......
IJem ."ij. Jaree Borges Aires, cass
lerrea. avalla 1a por .......
dem ti. Irm indade dos almas do Re-
cite, casi lerrea, cor .....
dem &2. Thomat de Aquiuo 1 onss-
ca, casa lerrea, por .
dem 6sj, Uanoel Fonciseo da Silva
Cerrii;o, sobrado com duai lojas e
iiuu andares, por......
dem tiS. Ordein leiceira do Carme,
casa lerrea pur ......
dem 72. Mauoel Juic Pereira Gon-
calves, casa terrea, por.....
I lem ,li. Irmanjsdadas almas do Re-
rile, casa lerrea, arrendada por .
IdeinSti. loss) da Cesta Honrado, so-
brado com loja e daus au lares, ar-
rendado por.......
dem 88. Jo-e Lupes K/sa, ca.a terrea,
pur........
dem 92. Joso Jacinlh, Pavao", casa
lenea, arrendada par.....
dem loo. Kruciico Aulonio das Cha-
g i-, sobrado :om orna loja dous
anlares, por.......
dem 19. Ordein tercena de S. Fran-
cisco, casa tena, per.....
dem 21. Viqva e lierdeiro. de Joie
D1020 da Silva, sabrado com urna
loja e um andar, por.....
dem 23. Ltaranea Civaicanti d* vi-
buquerque, sobrad com uina loja e
uin au lar, arrendado por ....
Idam 27. Joaquim S heno de Souza,
sobrado com urna loja e um andar,
arrendada ,.......
dem 33. Jo3o Daplla de Oiveira",
casa lerrea, por .......
dem 37. Miguel Krsacisco deSo'aza"
Reno, asa ierra, par.....
Id*m39. Fr.nri.co Anlouio da. Cha-
gas, casa lerrea, por......
dem 43. Thciliro Anlouio de Jess
^o he poisivel axclamoa este. M is falle.... qual
foi ella ;Diste Vine, qu* sicrann linha sido julgs
do '. lle verdade. Condemoado'.' He ver la 1"
lambem. Euforca.tu .' Anda he verdad*.
rol* nio ha lal, esse sirraiio sou en. N.io he pos-
-IXel He como tenlio a honra de dizer-llie, e
's|iero qoe reclilicara' essa indicia. |s(o por
modo iieiihuin, meu Sr. Como por modo ne-
nhum '.' seria curioso. Todo o que quizer. me
nos liso. Enlao recorrere aos tribuna-. Como
quizer, mas eu nunca me desdigo. O que poaso
fazer em san abono be anoooeiar, que a cerda que-
hrou-se e que agora Vine, e-la' de perfeua saude :
*u lonlio principios, e todos ubem que eo nao min-
ia jamis.i. Ora, us nes'e lano discordamos Com-
pletamente du cnllega iuglez ; somos lobremodo do-
ceis para rectificar a. uuticia. qoe dermus men n
exactas, tanto mais quanto o nosso trabalho he de
na lu e/a a repelirem-se as ineacti les pol maioi
que seja o nossn esforz ; visto que s*u lu-iios com-
inunicadas as noticias, nem sempre pndeni ellas sei
eabaes oU no lodo exactas. Po.ltulo, corre-no-
agora o dever de declarar, que o preio que distra-
mos haver cabido da lorre do convenio do Carino,
elleclivauenle nao calora d'ahi. Esse preto per-
tenecido ao eslabelecimeiilo dos banlios, solTren-
do de una lesiio cardiac, fd'a d'alh eondoaido em
bracos logo que senlio-.e cun o iiicoiiimodo de qoe
falleceu. lle o que uos informa pesso* complanle,
ma' o no'so primeiro infurmaiile, a quem procura-
mos para fazer-lho sanlir islo, asseveranos qne ai*
huuve realmente a queda da torre, mas que llie
consta lar o prelo escoiregado de untas l.boas -obre
as quaes ficara suspenso, ate ser lirado dessa po-ic. ;
e que por eisa razio prupalou-se sem duvida aquel-
la primeia noticia, quedemos a nu.su torno ero
plena boa lo.
r'allecimento. II ontem suecumbio longa
rseuuia, o Sr. desembarca loi
anba Azevedo, lente calhe-
dratico di notia aculdade. He mais unta evsleuna
precios* que baixa a' sepullura, llenando urna fami-
lia na. pobreta, quando polera leaar-lhe lliescuros
chas soriaes o ferelro foi carregado a mi pelos
acadmicos, qne assim quizeram honrar pela ulluna
vez aquelle de quem haviain bebido fecundas lijes
de sapiencia e honra.
-logo naenent:Miada de lli-lrm.Depois do
qoe dissemos des>a casa d jogo, os laes inelros (rala-
rain de mudar u polio, e foram-oo cullucar uumi ca-
sa, a que chimara das moras. He novo por lauto
chamamos a alinelo das autoridades compe(en(es,
para que acabem cum esse foco de imnwralidade. on-
de *scravo., com um Hilario e um Silvestre, levara
tuda o noil* a jogar cum moleque. de (oda a idade,
capitaneados pur um lal Simio de eternas lumina-
rias. Da impunidad* ou tolerancia de laes fados
naice muitos crtine*, qoe muuas vezes e-l.lo alem da
comprelieii-."i.i do homem ; pur uso corre mdechn.i-
vel o rtgacil* .i aulondade local de promover por lo-
doa os modos possiveis a exlinceao dessas famas em
s,CI-IVH
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I6clj000
194)000
ibSjOOO
150/rjoo
llorges, casa larrea,por. ,
dem 17. Joao Piula de I.sinos, casa
terrea, por
po- ve enire seus cheles, pudem abalar eum|
va que essa mimizado he gratuita, que nao couliatica que devem ter na estabilidad* da cuuci-
Ihe den motivo alum. Sustenta e prova com | llaC;io.
mita 10 ,, cmara unnime a* ipprovoo, o' ministril' a exposiijiio do minuciosas circunstancias, I Espanta-seque S. Exc, que assim te conceitua o
auependeu e maaduu proces,ar algn* commaudau-]e ale COBJ a leilura de documentos escriptos | aposlulo mais orlhoiloio da cunciliacao, incolqo*
qoe se abriga o vicio capital, o vicio que i he sus dem 19. I rauc reo Minoel lie Almei-
da Catanho, casa lenea, arreudsda,
por.........
IJem VI. Dr. Joan larreira'da"Silva*
casa lenta, 1 or.......
Ra t liona,
dem 90. Francisco Xavier de Mues,
cata terrea, arrendad, por.
llego
ceplivel de produzir o que ha de mais hediondo na
nalureza hom.nn.
Casamento mal agnurado.lln diaa teve lu-
gar um 0,1..Hilen;,! na freguezia da Itoa-Visla, ao
qual acompaiibaiain circumslancia, filhas do acato,
que minio podem influir uos espirilos apprehensivos,
sem haver com ludo Brande razio para isso. No
tnlaulo como laes rirrumslanciiis rto nolaveis, nao dem 96. Aulonio da Cn-la
deixaremos de consigna-las qui. (loando osnoivos! Mooteiro, cata Ierre, per
20 de juuho
O voto de grarax
I unin honlein a palavra o Sr. ministro da suerrs
ministro insisti em tustinlar que na ex-
|u,Me.la daquelles principios, nem ao menos poda
elle reelsmal belleza di pin ase ; era taiylo cbSo
lia obrlgado .1 lavrai um dwpicho de imcoiupe-
leueia.
los criminosos. he infiel ao principio q'ue considera eomo ligado* por
Ano o fez contra aquelles a quero o Sr. "'" v""'ul" honra lodos o. aabinelea, pois veio
Barbosa da Cunln quer dar por autores dos cp"sor',r ;| aem*cjln do Sr. ma que/, de Cxia. pare
sa forma a' perdic.lo, k infamia e a miseria, que lie
o lermu da deshonra. As causas que allegara como
leudo motivado o faci loas leguinle. : oSr, 1.
ludia um lillinque murrtndo llie deixilra aluuns ne-
uin andar, arrendado por. .
I tem 1 : 1. Jaroelinu Aulonio Partir*,
'do em 1 ,,,.1 loja um 8d,r>
SttsjaOOO
468JOO0
3b0;O00
loOaOM
16ct?00(J
120800" I
2409000
I445O00
1203000
96300o
I309O00
1929000
I00000
5419000
580J000
1449000
^"|0-IH>ll
cesta lo, ha orna (0-
tiuar uu poder, ou se n.lo eederia ,i opiltiAo do paiz, Hu* essa iuJillerenea leu
faz notar que no paiz ago ha meiu de cmoullar a lenla le.
opiiulo seuao na sua represenlac.10 lias cmaras, pois Diversos apailes rerlamam a gloria de..e servico
r-noda nao lemos meelings.., hala* paroehiaea, nem para oppoiicJlo, pam em contralle as palavras
ra. uici,p0'.'! .'r's "'"" d'! dimolagio da cama- de S. EC. (om ai do Sr. ii.iui-liu di I r-
i ice upa ini i-se com 11 phrase em
de Maeed li/.era allusgo palavra
ra uniCi, .....,-.- a .^-u,^au mi cama-
a op.imho Vio*?"1 *;*9ra;de (p*1*" iwa'
11.10 leu, cUum-nV ^" ,,Jtle ier l^twatlo quaiilu
li--e se, .un, que o
Iu paii pilo p*iz j mas qu eii~
di podires do Balado KoveriiBro.
S. Bic. declara qoa se nao eila*
Miiiiitoc .miiui-. T-ta rodeado de
leat*, lamb m lampo** N enda f|iie m incoe us levada* em man li.i mu I o aceHer
p irado < ti .1 aquelle muvii
jin df novi (i -ni lar ; no
un:. 1 1 u\ ulO-il-U*i
iqAoi j -iu I aran.
, r........ ~........ *** ......"1 r "'.1 ,,.. t iiii.oi,.,. i, -.;: 1 .. .... H-.v ..- ......._.. lem muirte <|P ,rm* ni.ini icpiih qiit* \irarn ,1 n..|ir? uumn, casa lorre*. nnr
'""-'' -'.....<" recenl.menle..... por in.islen- '''>' 'e->o fs e >,,/s.s ,|i.e os prime.-; "esidir a ptuvinc, de s Paulo, o depoi., 1 .. donz.lU |,i,......, e env.rgonhid...... porl. de sen dem 47. Franela Ma'li do. .' '
a da .s-euibiea peov.nenl o aclual presidente men boatos do semell.ante enme haviam re- mandando ma para tssa pros.....is, sem atl.....er ax,i que M |he rr (re*t, Indtgmram-.* com res, esa lerroTiior
duu o chele de polica lomar onh.cimenlu ,1...... Clamado e\pOe O Caininho qoe se seguio 2oe."'" balava a conhanca detsa maioria que Ihe || procedime....., e om dtllMrtcolhtu-a, sem poder dem 49. Amonio Joauuim" i sJ '
ja coosegoi lo sppiebender u..,., pars ate que, depois du longo lempo, um rastilho !',?.! *.r."'.,.',['.'.,; ,' .."..""l'"'^" ,ll""e '"i1".11''1". '","- 11 lavia ronsegnu do Sr. C. que recebo*** sua neta Kibeiro, sbralo eom anu lo? *"
no conililucional era o
Jend* qui lodoa
1 11 1 essa < ,., cullecliva a que M cbam.,""""""'"1
governa u poder omcoIivo, governa o poder legislti
loo. nove, na u judicial ; que i...... ta para elle o
'0 contliluci......I, u pergunla te os que invo-
cara aquella principio querem delle ilelu/iro -
verno pai lamentar.
l'elo qne lem valo, opposiclo que, Ioro depois
'. r. ai,, ..,._, do gabinete, havia acoln lo com
bouidia,,,,., relrucedendi.....ira della. para amr-
i..WL^us UtUnladore, rompe* (si* nno ; ma-
Ii 111 i^HI>rr'l'''-'>'''", '"" '*"" da couciliacao que
i udiituT4iS?' h'lvl onvollo ne-a mesmi
clarando que, iiii1!o>JL*e'''''" '*'
como i,, de 1 1 la np,,ltTSL"' """" P'oseauc de-
c.li,,,,-,., ,,,v,.,.,,. ;; {St*" ,ll niioi-teno,
dessajtalavceserip......., ,,..u>le-,v --7'"'
' '-"'.nie de -uro :_,., ,,. 0, q^.^
(.111 ti lo Man le- fr(K, "' *s
leenlo. pelo irabalhu dos adversarios Imloxvirf......,,,,,,, luclulndo n-----.-> 1
1 1 pois o mini.lio na exi ect .eio ,1, 1 "^~T-e-na a ese- pre o b-ii. ; ,.,,
"-10im.oc.i,,1.1,1,,:,1;1;V1;";v:;i! P,,v'1- "'"-"">
ItavU .
Iruu un, 11.
lo* ; ,1er.un -.- ,.
ram b ir par* los
|iiae-se que tttdo ell*. ,,,.
d-i partido cou-srvador, havia, j,., ,,,, ,........
de si, e nesst aenii.ln ece Indo seus 1 .;:.,,. ;,.,,;,,
lito hjte nao .ouhe cmnpr. lendei .,-,.....t,,..
de S. I.x.. aun a poatc.io |tolilica da poca.
Derlai u mais que qu-na peruunlai au Sr minis-
tro da guerra >e era x-i.iaie o qoe s< dlZI* deva-
v.....r' P"i M -iIh las pela-. 1 1 exptdici-
011.11 la...
1.1,ie igualmente quera provar 10 Sr. minitli 1 rio
imperio que e havia tido ineri* quenlu ,, culo-
siic.io, it.ii se oceupaud......m >i uuei de arredar
culo dos 1 is.mil nloa mu.,
".i grita": Quando quizerdes aecusar,
brtola S. Exc cnsullai a lei. consullai os
tactos, o nao us rencores to vosso coraco
o ni,.
'"""""' fMWftnnl* q... s* Ihe fez.....ministerio
(:".....an*......der lento ,, ,,,,..., ,,,,.,,
*l"""" "" "'......"-1' letMade pailainsnlar une
......"|l1 lMI".....' "!l"-'1 I relira 11 da sul .- Nl.......ra era que lalh o ohriga 1 concluir di-
jes apoiadus iu em fracat iniuris, J, .,,,,./ /e Iu qie 11111 lli,111.leuu que no exleil
liavendo preardeiitst no paiz il c iilinuarein no po- Com a nequ*ii rept.buca do I
al pial... tur dous 11 1 (,... v. |. ler v .lit.ij ,11 em 1 lopol. ,1 1
I"'"'1" '- ......"loa abastadas toflrem
-*'- 'luand.....,VOura 1......, pado-
"':'......B I......censuraron......leo que, l,avendo
'"' "".......i .....'na a reduc., ,|, |, 1 .
1 "- 1 r cenlon.i ex,......,_., ,, ,em ,, ,
V.lol ._(.,,S li,
lenlo.
II.S-IIIHI
16.....
T.'roiiu
li en
1 ipooo
iSjxtJ I
ciado que ia elle ser 1-
Mlumeiue. Dizia-,e que
por om
Ido nnun-.cedo.q,,,,,-,^,,,,,,,!,,,,.,,,
pon ira m-o .
dos iiino-ir.,-.
|ue em lo I i u
exigi 1.1 pa-,
Sr. Sergio de Ma-
"am. d*accuiiSao o'irtica do governo rio iMior pod* xeritie,r ,,
!. >e. dos prmdcmei,
\ melliaf o, ...., 1 dav 1 nj lies que e-ta no.
labios de li 1 .-, legundu a ezpussau de um ,:......
dore. Itonleni ouvirioa, ronlinnoo a alimenlai grande
i' '.......lebal*. O Pr, Dutra II cha, orador.....is- ma dagovaino
lenal, como o Sr. Ilarbusa 1,, f.unha, orador oppo- llorad r oeeupa-se enl,
siciiiio-la, pur ln eoiuecn mi us seus discorsos.
11 Sr. II11I1.1 lio, lia declina que nao he novo ,i -ua
1 poltica de eoncill.tc 1.1 ; dunda que teja
leu oda que da sna ndlie .,,
lem feilo a nppo-ic.i i ; \f que ella quati qua exclu-
siva mr 111- .o e ni; o de conservad!.re, apparecendo
110 seu 0111 rumoran liantes in uutpite vastoal-
guna ilns biiIiro. Iibeiaes.
Ve que o lo- le Mu. rompendo em opposi-
ue iioiiiein, v linos I jao, chumuu a posloi oa auligoi conservadores, de-
11 alan lo
non pi'i le ub-
is e 1,1 ,11 pa-
lo que .1"- nvitlveu, que inteivindo na Re...,
i.,,oi.i pudo ei mili ma de Ouin- :'" ''!';' ,u'" "'''"'
'"- 1 i id* alai.le, 11 1 lorias n 111 quo lecl.lmt
.
Na publicarlo da sessao de 28 de unho no
'Jornal do Conjiercio
' '-''.' ''" depo.ll*uo 1,.....-,,, ,,.....|0e, 1 ,. |u |. je \
obra-1 .leve,,.,,,, servir para ,hl,r ,, ,,., llvl.
" I".....'' I"" '""' uleisapphcarOn quando
' ;,5il,.'r_'t.!M,,4ta,>liis**ch* erigida em or-
ID r-es minis-
. irnico contra o tniui.tr., ,i., j0hra, srcuaa-o
* nao ler dado conla au pailamemo de.se escn-
dalo eom que -e lem oceopario a 0|.....lo no paiz e
(01a delle. o c,i-,Hlenlo biodie*
.eittir que .. ministro
ii-OOH
I I d
accti-i-o de eon-
c cut* poueu ; be publicarme, dous noine-. terrea, por
A lamba brasileira ublor rio Rio lirande, .a- dem 71. MosUiro de
lua pan o Astil, leou a **n bordo os ttgoinle linea, por
1 7.;;.:;;;; i,, ', I o-,.. ....o IVrei.a da Co..a. "ZSt ^Z^J' "T*".
,,,,,,m, M.n.l Isidoro doNaic P.imeirs -,.,, ,16 consolido Pro.i,s.i .
- ,. i.iaie e.,iai i lo, do Bra.il. ronduw* BX?" I858"~" ''""''' '' '' '" ''""'' dC "" d
I \l> de 1' ii>,. _______
Hospital de caridad i|:| de jalho. lllPi.l 1/1 \ iif santo wnivimn
Entilara "t homeus e ,,.....res Ira lado pela! llll-''"/l1 "-^ >'"
cand.,1*, boi......-el. molheres na* nauam a ... i-..............a...........'.'.... .-neelecei dMa de-
que ell 1.1-
tl.r.li lo, na. to. s ,11.,., espasmo.' Primeiro trido.
I"1'.'";; ,'";"...... "'"'"'- 'i"" P m o ca- Demonslracao dos nom*. do. impsel
irahAo, pardo, K da** CM>aei*io. r,,..^;,., A- ,.. .
rT::-;:;:::::^:i:: ^:::::.;:, ^:r........--.............o* .,......i....-1;.....m:,;.-,:...........
,'.,;.o,":r;::;,,:.::"::;;,,;:;;,:: ;:,:::-r;:-:,,i:,::::;1;-,r''"-- $s^~*2*t3*
II tTiCIX/ITI


DIAKIO DE PI.UNAMBUCO Ot'ARTA EEIRA I* DE JH.IIO DE 1858.
*&
I. ditoVirgilio Aniel Catru Olivaba. Ra dai
C( u/.es e Peccu (f,t I1,ilo.
I. diin,_\ cenle Ferreira Comea t Silta.Ra do
'.' Mimada ale o- ijualto Cantos o uecco d.i Peiie
lulo.
> lili.11eriuui.t ferreira iU Silva.Roa e paleo
do Collegiis ii Id u l'a.-seio Publico t caea do
in e*Bo<
6.' ililo. Julio Ceiar Pereira da Rocha. Kua cs-
Ireiia do Rotarlo, piincipiando dos Qualio Canto.
J.' dllo. Mrlquiades Manuel dos Saoloi Lima.
II i.i l.r-a do Roaane lo o qujriel de polica e
praca da luJepen leneia.
8." dito.Manoal Rodrigue* Moni* I.una.Kua do
Callona', oii.u e paleo da Matriz e bocee lepado.
'' dito.Migoel Kibeiro Paran. Kua da, l.aia.i-
Keirae.
II) lile..Pedro Aflamo Kigoeira. Una das Trin-
eheirat.
11 dllo.TritUo Jacome de Araujo. Kua aira/, do
quartel de polica, tr.iveo.i dos Cipoilos, ra
travessa do CalabooC .
12 dito. l.-ureiiro l'ereira da Silva Pimental.-
Rui Noi1.
II iiiin.Vicente aue* da Serra. Roa de Sanio
Amare, dil de Sol, praga do Capias, e ra aua
do C ilaliouc > Vellm.
I i dito.Hanoel Lina de Millo Jnnior. Kua dt
San II mi Je-as dai Crloolaa dita dos Pertoea.
15 I lo.Manuel Joi So.ire de Avalla' Jnior.
Rea Ja Roda e travesa da mesina.
Hi .1 lo Marcelino Prudencio Machado.Ra de
> ni Franeieee.
17 diio J i| i Lola de Garvalho.Pateo do Paraiio.
IS dito.Tilo Avelina de lluro'.Una Bella.
19 dito Joan Maneel de Castro.Kua da Ploran-
lina e de Sama Isabel.
Segundo dislricto.
I.- quarteitSo.Manuel l.tao de Castro Praciiilia
do l.ivraiuenlo e Ceceos da eon^rria{Jo e do Pa-
dre.
-'- dito. Joao Aulonio de Alenla. Kua do
KanRel. '
.1.' ililo. Ignaeio Beoto de l.oyolla Jnior. Roa
do Paraso, naves-a do aisaual da gueira e caes do
Ral i JS.
.- dllo.Francisco l.ueas Ferreira.Ku.i da I'eulia
e Iraveisa do llareareuo.
i dilo,Joiquim Vital Machado.Roa do l.ivra-
inanto.
ti.- dilo Claudino Jos Correia.Kua Direila alo a
diviso da freauMla e becco do Jos da l'enh.i.
7.- dilo.Albino do llego Machado. paleo de Sau
Pedro e Iravetsa do meamo para a rita Ulreila.
8." lito. Franciaco Kiruino Moutoiro. Kua d.i
Vlaclo, e Aunas Verdea ale a diviso da .re-
suena.
'.. dilo. Antonio T.baroio da Costa Mmtiiro.
liii do Fugo e becco do Sarapatol.
lo dilo.Francisco Jos do Sacramento e Silva.
Ra de llorlas al a divido da frrguezia.
II dito.Joaqun Mmiel de Castra Sautoi.Paleo
do Carino a beeco da lomha.
12 Jilo Pe tro da Alcaolara Monle r.ima. Ra
de San a Titerera e tr.essa do Lobato.
IJ 'tilo.Jos Jo iqunn do Espirito Santo. Ra da
Pairo i, becco do Plelo e iravcssa do luesmo ate
a div.a/iu da fregante.
I i dilo.Juaquin Francisco de torres Galllndo.
Kua da Concordia, Iravessa da luasma e lado da PRACA
Cadeia Nova.
1 i lili.Irsolmo Climo 'e Terree i.allinlo.Ra
da Pe, a dita e travessa das Floras,
lli dilo.Lbenlo Jet I. ipes Horeirn,Kua e bic-
ooi da C.diuboa do Calmo.
Sub leleuaea da rroguezla do Sanliasimo Sicra-
menlo do bairro de Santo Antonio do Recite I- de
julho do 1858.
Manuel Feneira Aniones V.llira.
cripturar ns livros auxiliares, t3o precisos loneUdat, randozio o 9igaiute : 111 volumes ge-
as casas i]ii-" gyram com negocios complica-1 eros eslraugeiroe, .Yidiloa diloi naeionae
paia esclarecerein n ais ao guar-
doS, II.r,
ila livros, ou oscriplurario, como mesura pu-
ra no caso do quali|uer duvi la, dar-so mus
proin pamente com a oramissao.recorrendo-
j so a ellos. Nada posso porm dizer sobre o
que diz respeito as combiuaijdes prescriptaa
polo cdigocommercial Brastleiro porque,
ton lo deixado ba anuos o commercio, uSo
me ti'ni sido preciso estoda-lo, julgando-me
por isso quasi leigo om suas dis,iosices:
com ludo, sendo Vine, lio versado na legis-
latjlo, lie ilo crer quo eslejain lodas de ac-
cordo com o mesrao cdigo. Sou com toda
a consideradlo. De Vmc. atiento venerador
e criado.--Joao Jos de Azevedo e Mello,Pi-
lada. s. t:. 16 de abril de t8i>8.
Illm. sr. .loso Antonio Comes Jnior.Li
o maiiuscriptu, qno V. S fez o favor de con-
liar-
tura
com
co
ca de tal escripluracfio, nflo mejulgo habi-
litado para dar o ineu juizo a respeito da
obra de V. S mas quer-me parecer que as
regras que nella se contrn, estilo expostas
com metilo lo e clareza, e antenuo que V.
S. andou acertado no molo porque tralou
do po-las em harmona comas disposiQes
do cdigo que llies dizem respeito .Son com
estima econsiderucSo. De V. S. allectuoso
vonoiadore criado obrigadissimo.Ansel-
mo Francisco Peretti.--IteciCeJl de ntaio de
1858.
Illm. Sr. Jos Antonio Gomes Jnior.Li
o iuicressanle trabalho por V. S foilo, e
anda que fosse perfuncloria a leilura que do
mesmo liz, porque ininhas occuparjOes n.lo
me permittirara umexame minucioso, to-
dava animo-u1 a dizer que elle contera o
complexo de exemplose legras nucessanas
a escripluracSo mercantil- O mclhodo por
V. S. adoptado para as cotilas de juros lie
claro, e presta gran le lacilidade a extracto
de qualquer conla corronte. Finalmente as
suas regras de cscnpluraijao Celtas de con-
forraidade com as disposices do iinsso c-
digo do commercio, s3o em nimha opitii'io,
quo recoiilteco bem pouco habililada, prefe-
riveis, as que ali> boje tenlio vislo. Appro-
voiloa occasiSo para assegurar que sou com
estima. De V. S muito ltenlo vei.orador o
criado.Antonio Marques Me Amorim.Re-
cite -2i Je jiinlio de 1858
iGstavam reconhecidose sellado- .
Ai n-alv, lu.iie nacin >l 'l.orreio do Norte, de
17 toualadas, condono o -cumie .(no rolumei
divereei mercadorlaa.
Kl.ilKlli-.lioltl A hl. KKNDAS INTERNAS UB-
RAi;s lili PKRHAMBI CO.
Reodirnento do dia 1 a Iz, r.':."ii i-i ;
dem do dia II....... : IT.isjl
I3:888S7I>(
CONSOLADO
Heiiilimeulii do dia 1 a
Ideui do dia 13. ,
PROVINCIAL.
l. 35:1
.... 2:l68g22.i
37:340004
los predio* urbanos da freguezia la Boa- carregamento que pouco pulo tallar trata-te
Vista o dos impostes de 4 OjOsobre diversos cornos consignatarios Almcida Gomes, Al-
astabelecimenlos, casas de molas ejogo do ves ,\ u. na ra da Cruz ti, 27.
9R >a9Uiwii pmtc
Navios entrados no d>a 13,
ck Easle, d :l< lonelada, napllflo I", l'csher,
equipniiem 19, carca 1,500 barra da nzeile da pai-
ta ; au eapille. Perleuce a New Loiidoo. Vea
refrescar e seauio para s i-llarhu'.
lillas de Fowta 29 das, galera tranceza id). Pe-
dro lh, de i 11 toneladas, capillo II. Tallibart,
equiparen) 21, caria guano ; ao rapilao. Parlen-
tea Birlf.iMV. Condnz II liipolantes naufraga-
dos da barra inleza aQuaen de Jeriev..
Navios ..Indos no inaani'dia".
Assi'lLaneha brasilaira Flor do Rio dranden, ca-
pilo Mlgoel Arehanje da t'oiia, ca'ua fa/.enda e
tuais aenern* .
A cruzar Vapor de guerra brasileo Beberiluo
comimii l.nile o capil.lo de fragal i Jos Mina
Rodrigos.
Parahiballiale braailelro eFlor do Braiila, capi-
llo Joi Francisco Martux, carga tarioi (.eneros

diario bt tyttnmmfmto.
Ili HECIFE, 13 DE II I.II'l DE 1858.
AS 3 HORAS DA TARDB.
Colarnos olliciae.
Cambio (obra I.....dree25 l|2 90 d|v.
Descont de letras lli (l|il an anuo.
r"red. Robilliaid, presdeme.
P Borges, secrelail".
I'alleceu hontem o Dr. M utoel Mondes de
i unlia e azevedo, depois de urna louga c
lerrivel enlermidade.
Depulado a aasembla geral duranle duas
ou tres legislaluras, o Dr. Ueodes ded pro-
vas evidentes de um bello lalenlo e de gran-
de illusiraco, sobre tudo em materias de
direito, o que deu lugar a que o qualilicas-
sein um dos maia profundos jurisconsultos
do paiz.
Como magistrado, foi um dos mais es-
plendidos ornamentos da sua classe, e a sua
probidade nunca foi manchada, nem mesino
pelos mus proprios desairelos polticos.
A eiifcruiidade a que suecumbio, e quo o
llagcllava Qa mullos anuos, nunca Ule lez
abandonar os livros ; e no meio >le todos os
seus iticointnodos, eonseguio escreter uma
ultra de direito, que he geralmente consi-
dera la como um trabalho de grande mere-
c ment, e ijue atiesta a iuletligeacia e os
ConbecimentOS desse tllustro Pernumbu-
cano.
Tendo sido aposentado tiolu^'ar de juiz de emisfo Jo distincto banco
direilo com as honrta de desembi-rgador, buco, avisa nos ixjssuidtM-es
lu logo depois noineado lente di direilo
romano para a Facul lado do Recil'e, por OC-
casiSoda reforma deste eslabelecimento.
Entrando no esercicio dosle cmprego,(|ue
elle oceupou por poneos anuos, nao des-
mentio as esperances quo lodos nutnam
ceica das suas excellentes habilIticSes
A sua morte he pois una verJadeira por-
da para o paiz, e um luto para a scicncia.
CAMBIOS
sobre l.oudret, 25 l|ii 23 IfJ a 60 e '."0 d. \.
> Parle, ItS.iJrs. por fr. a '.NI d. .
Lisboa, los a 112
Rio de Janeiro l|2 pnr 00 de rehile.
Desaonlode letlras, a 9, III e IJporeenlo ai anuo.
^ n
J3 .
B- oa _
'- g 5
Z f T
M =
3 : =.
< 5 9
1 I is
s
- I 2.

//(ra.
c e te t 3 c c Atmophfra.
8- \ | linelo. I o
s a = e n n hiif nsi-dade.
IC i ic i li ; rciihura'li -i 5 c o
-'--:i/' ! Ktaunur.
x x je ac J I'dhrenheil
X. -1 C 6 ~S .i 0 Ihjgrometro.
-I -I *I -I
sSSS|
CCCn" =
| Hai'oinctro.
mst.
Miliar. Hosa doconsulado provincial 25de
inulio ilo I88.
Joo Pedro do Jess da Malla, laura lor
ilo consulado pnwiuetal, faz publico, que
dn illa !. dejulho vindouro em diante prin-
cipia a fazer o lancamcnto da decima dos
predios urbanos da fregne/.ia ile 8. Jos e
dos imposlos de 4 0|0 sobro diversos esla-
lo.,, lielecimentos, casas de modas e de jugo dn
liilliar. I'rimeira sessSo do consulado pro-
vincial 25 do junlio de 18S.
Pela administraban do correio dcsta
cidade se faz publico, que toda a cor branca,
das baudeiras e galhar.dntes do lelegraphn
da torro do Collegio, foi substituida pela cor]
encarnada licatulo todava regulando a
mestna numeracio do ruteiro actual, cujos I
signaes principiaran a ter lugar desta data I
em ilianie. l'.orioio de Peruambuco 12 de
julho de 1858.O administrador,
Domingos dosPassos Miranda.
A reparlii}3o das obras publicas, em
Virtude da ocien do F.xm.Sr. presidente da
provincia do 8 postas para o fornecimeuto de lijlos deal-'
venara grossa, tellia e SICl para obras da
capital, pelo lempo de ti mezes : os preten-
dentes dirijam as suas proposlas em carta
lechada ao Illm. Sr. director interino, no I
da 14 do corrente, as 11 horas da manllSa
nesta secrelaria. Secretaria da dnectoria
ilas obras publicas |t) de inlho de 1858.O
Secretario, Joo Francisco R'gis dos Mijos.
L'ela inspeccSo da alfandega sa faz
publico, que no da 17 do corrente, de-
pois de meio dia, se bao de arrematar em
hasta publica, senlo a arreui'taco livrede
direilo ao arrematante, 6gaiolas de tame
noias, avahadas ce la urna em 28 is.. aban-
donadas aosdireiios por Francisco Augus-
to de Araujo. Alfandega de Peruambuco 13
de julho de 1858.O inspector, liento Jos
lenandes Barros.
Acha-se tiesta subdeleg gio quo foi entregue por ura moleque que
diese lor acliaiio ns ra : quera lor s"n ver-
dadeiro dono comparec na mesma sub lele-
gacia, aue justiOcando legalmenle Ihe ser*
I entregue. Subielegacia da rregunzia de S.
s.gl Antonio 13 de julho de I88.-Villaca, sub-
^ |- delegado.
1= -- o Illm. Sr. inspector da thesouraria
oj.de lazetidu desta provn la inania fazer -u-
= blico, que no da 24 do c jrrente ira a praga
C pecante mesina lh.es.juraru o terreno n
56 anda por beneficiar,silo na estrada nova
de ('lioda, a 1 judicado a l'iz -n la por execu-
cao que uiovcu contra o respectivo loreiro :
os piolen lentos com jarei;am no lugar do
coslumea f hora da Urde, do referido dia,
Secrelaria da tbesou'aria de fazenda de Per-
nambuco 12 de julho de 1858. Ooflicial
maior, Emilio Xavier Sobreira de Mello.
.df carac
Segu O patacho Sania Cruz, recebe carga:
a tratar com Caelano Cyriaco da i: m., no
largo do Corpa Santo u -2j, primciro andar.
*.
LEILO
di:
COK-
\o
RKNTR
AHMA/I M 11(1
\GENTE
Be.sa.iiiii
No
le lito
* ri
lONMIO
t-isOOO
OUROOneai heepenholas.
Uilai ineiiiana-.......3ISOO0
Pecas d fisioo. 175200
Moedas de SOOO 9f300
Ditas de 20| .... 2O8O0
PRATA.Palacet lirasileirns. 29080
Dilos columoariis. 29080
Ditos meiicanos 1(800
Caxu Filia] du Brinco do
Jliiisil em i'ern imbuco
EM IS DE JULHO DE 1898.
Directores da semana os senhores :
Antonio Marques do Auiorim, e Joo I iulO
de Lemos.
A caixa desconla letras a 9 por cento ao
anuo, o recebe diubeiro a premio de con-
lorniidade com os seus estatutos.
A directora da caixa lilial do ban-
co do Brasil nesta provincia, desejost de
conseguir amortisar todas as notas da
do l'cttiam-
d 1 pL'ijuona
poicao, i|iie anula se ailia na circularon
que as devem ir trocar na referida ca-
va, aliin de poder procoder-sc ao'respec-
tivo consumo.
Caixa filial I." dejuIKo de 1858.-An-
lonio.Maii|in.s de \tnorim, secretario.
*$nblkeao aptbi1)o.
AlTENCi'O
Jos Antonio Cuines Jimor, tem promp-
to para mandar para o celo Regras de Ls-
erietur.iefi o Mercantil por Partidas Dobradas,
combinadas com o presriplo pelo cdigo
commercial. Esta obra nio s contera as re-
gras para scrom escriptu'Sdos os livros exi-
ALKAMIECA.
Itendiinentn do dia 1 a 12. ,
dem do ais |.|. .
O Illm. Sr. inspector a titesourana
provmcial.em cutnprimenlo do despacho do
Exm. Sr. presidente da provincia, de 8 do
corrente, manda fazer publico, quo no dia
2 ilo mesmo, vai novaniente a praca para
ser arrematado a quera por menos li/.er us
[Sooo '''l'Hlosua poute de Goianoa, servindo de
lia-e a arremataco o offerecimetilo feito por
Prxedes da Silva Cusmo da quantia de
2flC0, ;838?100, sendo a arremalacTio fela sob as
29100 clausulasespeciaes abaixo copiadas.
E para constar se mandott allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario
Secretaria da thesouraria provincial de
Peinambnco 12 dejulho do 1858.
O secretario,
A. K. d'Ani'unciaQio.
Clausulas especiaes para a arrematac/io.
1." Os concertos da ponte le Goianna, ns
importancia de 4:8389400 rs., serao feitos de
co#formidade com oorgamento aprsenla-
do ao Exm. Sr. presidente da provincia.
2." O ai-rcmaUntedar comeco as obras
no prazo de ura me/, e as concluir no de
seis, contados da data do contrato.
3. se durante a execuQoda obra, veri-
licar-se que conten mais pecas arruinadas
do que as que menciona o orijainenlo, o
arrematante o communicar immediata-
mente a repartirlo des oblas publicas, aliui
de ser aulorisada a collocacSo de taes pe-
cas, sondo o seu valor pego lora do contrato
e pelos precos do orcamento
4. O arremtenlo sujeiiar-se-ha na exe-
cuco dos tra'jalhos as prcscnpgrtes do en-
genheiro,
5. Para tu lo o que nao esliver equi dis-
posto, seguir-se-ha o quedispde a le pro-
vincial 11. 280.
Conforme. 0 secretario,
A F. da Miiiuiioi.'iQ.ui.
- (i illm. .Sr. inspector da thesouraria
Hv >

Para o /o dr Jciiciro.
Segu em pouc'os ili.is ,1 vcleira e bem
construida barca nacional Feliz. L'niao,
de primeira inarcb, estando prompta
alguma carga podo rceber mais, o sendo
paia o resto sera n (rete maiscommodo:
a tratar com seus consignatarios Basto
Lemos, ra lo Trapiche 11. 17.
Rio de Ja-
neiro.
152:0999224
I5:92221
108:0219470
Descarresam hoja II dejulho.
Brigut hamburgoeiCharlesplvora.
Brlgoe hollandezEmiliamercad01
Barra ingleeaSarahdem
Patacho iuiile/ Eipreeibacallio.
Palacho americanoEvelinaferinlie de Irigo.
^i los pelo referido codito, mas lanibt-m os Barra traneezaPerhambaeofaiiiiba e cemento.
livros auxiliares de accedo com o dizer do "rikue ngleArenacarslo.
liim. Sr commeudador 'lello Pitada, como '
de sua carta anaixo assm como conten os
usos e eslylos das pravas do imperio, appro-
vados pelos respectivos tribunaes do com-
mercio, na conloi'uii la li do art. 26 do re-
golameulo 11. t.18 de 2> de noveuibro de
I80. Nada dneinos rcsputo a ulilidade des-
ta obra, visto que bem alto fallara OS se-
guimos documentos do* Kxtns Srs. direc-
tor geral da instrucfiSo p blica Dr. Joaquira
Pires Machado Portella ; Dr juiz Je direilo
estiecial do commercio Anselmo Francisco
l'eietti ; coinmcn lador I060 Jos de Azeve-
do e Mello Pitada, que si actia nesta cidade,
commerciante de grossi trato na praca do
Kio de Janeiro, onde frtquentou a aula do;
commercio, e obtevo alevida approvacCio ;
Aulonio Marques de Ariorim, commercian-
MHVIMKMO DA ALFANDEGA.
Volomes entrados aom fajen ai .
* com gneros ....
Volumai 1.dudo, eom (atenda
aoin paneros
Total
Total
113
I3
131
235
:iit
IMPOKTACAO.
Palacho nacional Sania Cruz, vindo do
alaraulia, consignado a Caetanu C. da C Mo-
reira, manifestou o seguinte :
756 saceos farinha do mandioca; a Tra-
vassns Jnior ci <:.
1'l saceos arroz a Ferreira o\ Araujo.
200 ditos dito ; a ordem.
Vapor nacional Toeantins, vin lo do Rio
le de grosso trato, lem conhecido pelas ',de Janeiro, manifestou o seguinte :
suas luzcs cominorcia:>, como iie non-lron I
na assemblea provimial, por occasiSo da
discussSo do prnjeeio (lo qual foi auloi de i
utna aula te cotinnecio nesla p.ca,
subscreve-se a 5c r. ca 'a exemplar, bro-
( imra, pagas quandi lor annuiiciado haver
uuuii 1 o suicienle desubscriptures Ra do
Cebo, ca -a do auto1- casa sem numero de-
fronte da casa n. 21 aterro da lloa-Vista, [ ve|r*
luja de fazendaa n. 4, prxima a ponte, do
8r. Julio Osar l'iub de ltvcira, Passeio
Publico, loja de fazenlas n. 11, dos Srs. Fer-
reira& Crnz. N B Dra as pesso^s que nao
suliscrevereinoprecoitr 10? rs cala exem-
plar.
Illm. Sr. Jos Animo Gomes Jnior.
ttesliluiodo-lhe o maustriplo, que V. s
tenciona publicar sobe as regrss para a es-
cripturagao mnrcaiill por part las dobra- I
das, curaure-me nao s agradecer a V. S a
deferencia une sedigiou ter em moslraf-m'o,
como di/.er-lhe fiancanetilc, que com quan-'
tu verse sobie malcia eslranba a nimba
1 caixa ; a A lour '! ditas; a J. P Regs de Souza.
'i ditas ; a Ferreira & Araujo.
2 ditas ; a !'. A. das ChagdS.
i dita; a Christiani \ Irmao.
1 dila ; a II ossure & C.
I dila e 1 rolo ; a ordem.
1 barril, I folha e I lata : a 1. A. do Oli-
1 canudo ;a Novaos v C.
I caixole ; a A. P. de Oliveira Ramos.
1 dito ; a A. C. dos Santos Jnior.
1 cnca,.adn;aN O. Bietmr & O.
1 dito; a Manonl Ignacio Bricio
1 dito; a J. P. de Miranda At <;
I dito ; ao Dr. .1 I.. ,|a Gama.
i embrulho; a 1". I. GuimsrSes.
1 dito ; a S. (;. de lluros.
I dito ; a J N. Camello.
1 dito ; a J P. l'ereira
1 dito ; a A M. S. AragSo
1 lata ; a J. P. de Miranda c\ 1;
I dila : a J G. Kibeiro de Araujo.
II ilar (1 1 nacional 1
p,oiissao neo o seu ivro escripto co,,, me- teV.*: r::;;,::1:::;;,;1'1"1 do Kio
thcJo, clareza, e inuviduar.no, realcando- ., <>nn arroba de larqae : a ordem.
Un-rnenlo grande lumero de adpquadosl Patacho ingles Eipretu, vindo da Ierra Nova,
exeinplos ile cuntas, 1 principalmente as re- eone Rnado a Jama Crabtree > (--, man testoo o ie-
ferencias, e cilac,es quer do nosso co ligo ninle
Segu com lo.la a brevidade o brigue
udcional Firma, poi ter dous tercos de
seu carregamento: patn resto e passa-
geiros I rata se eom Novaes i C, na praca
do Commercio n. ', ou com o capilao
Manuel de Freitas Vctor.
Para o liio d< .laiii iio
Segu com toda a brevidade o brigue na-
cional Elvira, por ter parte de sua ca ga
prompta para o reato, passageiros e esclavos
a fete, para o que tom excelloiiles commo-
dos : trata-se com os consign taos Jos
loaquim Das Fernandos Filtras, ra da
Gadeia do lecife.
-- Para a liabia segu em pour.os das o
omito velcuo palhahote Calido, por ter pr-
le de su carga prompta ; para o reslo tra-
la-se cora o seu consignatario Domingos
Alves Uatheos, na roa do Apollo n. S3.
Para o Rio de Janeiro sane com multa
provincui, era curapriraento do despacho brevidade a bem conbecida barca Recife, a
do l.xm. Sr. presidente da provincia do 3 do qual lera parte de seu carrega.nenlo prom-1
corrente, manda fazer publico, que no dia to; para o restante e passageiros, para os
-do mesmo vai novamenu a praca para quaestemaceisdoseespacosos cormodos:
ser arrematado a quem mais der, o pedagio t. ala-se com Usnoel Faanciaco dn Silva Car-
da barrera .la Tacaruna, servindo de base rico, ra no Vi,ario ... 17, primelro andar,
,' r'"'*':'* aoll00. flewimoiilj. leilo pelo hci- ou com o capilao Mauoel Jos Ribeiro.
taute paulino Rodrigues de Oliveira da quan-
tia de 4009 rs. por anuo.
A arrematacSo ser feita por lempo de 3
anuos acontar do !.-de julho de 1858 30 '
dejunho de 1861, Ocando olirigado o arre-
matante pela renda total do trienio, entre-
gando-se-lhe o que ja hnuver cobrado a the-
sooraria, deluznlas as despezas feitas.
E para constar se raandou allixar
sent e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Peruambuco 6 dejulho de 858.-0 secre-1
tario,
A. F. da Aimunciacao.
o Illm. Sr. inspector da thesouraria i
provincial, era cumprimento da resoluclo|
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que no da 22 do crreme, vai nova mente
a prac,a para ser arrematado a quera por me-
nos lizer os reparos da ponto de Goianna,
avahados era i.032/ rs.
Hipara constarse maudou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
o pre-
COMPANHIA
de paquetes iuglezes
;t Vapor.
No dia 15 des te mez, espera-se do sul o
vapor Avon, co-nuian anle Revett, o rjuaj
depois da demora do costume seguir para
Soulhampton locando nos porlos de s. Vi-
Secretaria da Thesouraria provincial de ceDto^l8bo, P' passageirosetc traa-
'lia acuna designado fai-se-ha
pnr caula e risco de quem perloucor, e sera
reserva de preQO
DE
Nobilias completas de Jacaranda e aniarel-
lo, eassim camo de grande quaulidadc de
trastes n objectos avulsos de grande serVcti-
lia c ulilidade, que s a vista po Icrao ser a-
p rociados.
Principiar as 10 horas da manhaa.
jLeilao
DE
CIRROS DE CONDZIR F-
ZENDAS COI SKS COM-
PETENTES B01S
[transferincia]
Quima-iVira i> do eor-
p* ote.
AO MEIO DIA EM PONTO
l!l A Dtl PASSEIO l'l III.ICO, EMPREN-
TE 1)0 AKMA/IM \. 13,
0LI\ll HE IlUiUA
fara leilao em Ircnte do seu armazeni, ra
doPasseio Publico n. 15, quinta-feira 15
do corrente in3o o tendo feito no dia 8 por
circumslancias imp avistan de : ptimos
carros de condu/tr fazendas, com os seus
c impetentos bois bastantemente gordos, as-!
sim como de urna excellenle carrosa, lam
bem com 2 bonitos bois : luJo sera vendido
deliniivamenie scni reserva alguma nosu-
piadilo dia e hora indicados.
GRANDE LEILO
MOVIS
Qiiiiita-feira 15 do cor-
ronte
ASID HORAS DA MAMIA.V
l!l .V DOCOLLEGIO, AKMAZEM N. 15.
lar leilao era o seu armazem na ru* do
Collegio n. 15, de uma grande quanlidads
de objectos de marcineina novos e osados,
le totas as qualidades, e bem assm de uma
immensidade de ootros mimos arlgosetc,
que serao deliniivamenie vendidos sera li-
mite algum. Nesse mesmo dia alborada
urde ira tambera a leilaoe se entregar pe!o
maior proco oKereCido, utna ptima machi-
na de lithogrspbia, cora todos os sous per-
tences, em estado perfeilissimo: quinta-
feira 13 do correle as l horas da manhaa,
nosupiadiio armazem.
4f^*.:.:4 a).
Prucisa-se de uma ama para casa do
lan.ilia, nicamente para o servico inter-
no, agradando paga-se bem : na ra Helia
ii. .).
-- Pedc-se a pessoa ou commercianle des-
ta praca de quera ignoramos o nome, oque
receheu ordem do Rio de Janeiro ou do Rio
Grande do sul para dar uma quantia por
meza uma familia residente tamben nesta
praca, que fat;a o favor aiiaunciar a sua mo-
rada para ser procurado.
-- '.em quizer fornecer para a enferma-
ra da casa de deleueo 200 lenc.i'ios e 100
camisolas de briin de liuho, podera enten-
der-se coni o respectivo administrador das 6
horas da manlila as 6 da lar le
~ (Jrferftcvse um rapaz para caixeiro de
padaria ou deposito, o qual lera pralica :
no pateo do t.armo n. 16.
-- Fugio do abaixo assignado um moleque
crioulo, idade de 20 anuos, altura regular,
cor prela, arresta a perna esquerda, tem un
pron inciado drfeilo na falla, rosto corapri-
do ; levou camisa branca calca do musse-
lina, jaquela de riscado azul: quem o pe-
gar leve ao armazem doSr Jos Antonio de
Araujo, no caes de Apollo, que sera genoro-
S i monte recompensado.
-- Fugio no da 11 do c irrente um cscra-
vo de nome t'elonio, de nacao Congo, que
representa ter 40 anuos de ida le, cheio do
corpo, altura regular, barbado j pinta,
l'abalba de pedreiro e le servente; porisso
roga-se .is autoridades puliciaes ecapitaes
le campo o a?prehendam e levem i ra do
A B13LIA SAGRADA
O agente la empreza Ua livrana popular
em Pernainbuci. f. / scienle aos senhores as-
signantes da Biblia Sagrada, que podi tn vir
ou mandar receher na livraria ti. 2 do largo
du Collegio os c.i le nos que > ,.i Um i i -
I H.ni al O n. 20, a proco de 1-JOO cala
um, como be costume Declara o mesmo
agente que, em conforoidade das ordeus
'le recebeu, os senhores solicitadores lorSo
de pagar pelo referido preco tolos os nme-
ros que receberem, fazqn lo-se-lhes no acto
do paganieutii o descont do 10 por cenlo na
importancia total que salislizerem. Declara
igualmente que as pessoas que se demora-
ren! por lempo cousidoravel em man Jar re-
ceher os cadernos que Ibes perteucem, serao
considerados desistentes das assignaturas ;
0 que ludo poderSo ver as capas impressas
do caderuo n. 'JO.
Atlencao
l.u tendo Iido na c.onccituada pagina avul-
sa, uma oracao contra a dgaidade de minha
DObre pessoa, vou pela presente publicac 10
ao publico, a m da passada, faze-lo certifi-
cado da acusacSo que me flzeram eom mui-
la ra/.ilo de sobra- Fu sou ura raa/, muiio
singular as mullas cousas, como dou to la
a exlensao da ra Direila por testemunba,e
eolio quero que as pessoas fidedignas nao
rae queirain muilo be ni a respeito dos por-
menores dos acontecidos : portento eu es-
lou prumplo a acompauha-los em todas as
suas notilic rjoss, assincoinoa todos aquel-
los leitores que quizerom dizer mal dos tneus
aununcios. Itecife II de julho de 1K5S.
I.sitella.
Precisa-se de uma ama que cozi-
lllie : na i na lo Hospicio casa do Sr.
Ilioiiia/. ele Ai|ilino FoilSeca.
-- Desappareceu da casa do abaixo assig-
nado o eacrsvo Cosario, prclo, retinto, eom
15 minos de idade, baixo, grosso, tendo um
dente dos di frente lascada e uma cicatriz
na testa, falla um tanto como quera quer
gaguejar, leva caiga branca e jaquel de
ganga azul com ilns, proprios de lrdela :
quem o po_ ir e eva-lo a casa de ou enlrega-lo a qualquer autoridade >>ol i -
cial com as devidas declaraciJes, ser bem
recompensada
i '
O eirurgiSo Miguel Felieio da Silva l
'K
mudou sua jesidencia para o bairro
j da Boa-Vista, ra Velha subtad i
M.
Nh livraria 11. 6 v. li
a .. -r- ;. iwl t ||.
[i bCisi s UImi < ->r.
i'cioi, que moruu i a na
vio Arabio .r (ve lli Hci-
iieiria.
Lotera '
DA
Provincia.
r.orro quarta-foira 14 do correte as 10
horas da manhaa,
Jarniiymo Aotoaio Simften, iterlara ouo dei-
ou ile-le I2dile me,, de ser cai.eiro du Sr. Vi-
cent lerreira da Costa.
t) abaixo assignado deixou de ser cai-
xeiro do Sr JoSoJos de l'.arvalho Moraes
desde o dia 12 do correte, agradece ao mes-
oo senhor o a loda a sua lamilla o bom
tratameoto e aa boas maueiras com que u
tratara Jl durante : anuos 1 mez e 15 dias
que esteva em sua casa.
.loaquim Fernandos do Oliveira.
Aiuda so precisa comprar 2 escravas
que engominem bem e que n9o seiain vi-
ciosas : na na das Aguas-Verdes n 4fi.
Vicente Ferreira da Costa faz scienle,
que Jernimo Antonio Simos, natural de
Mace.n.deixon de ser seu caixeiro desde o
di i 10 do corrento.
Precisa-se de uma pessoa form oucap-
liva oa.-a COZinhar em urna casa de punca
lamiha : na ra da Cadea do Recife n. in,
primmro andar
Desoja -se Callar ao Sr. .lo-quint Jos de
Oliveira r.ndrade a negocio do seu inleri
paiuada Cadeia le Santo Antonio n, is,
loja de marcineiria.
Quem precisar de mi eorreio particu
lar para o centro, e este violento as via-
gens, dirija-se a ra do vigaro n. 2*. pri-
raciro andar.
Fazendas.
o
Vigilante
de vapor
reboque.
abaixo assignado participa ao res-
peitavel publico desta | rara edo centro,
an/ii nv ak m-r -b-h-y i 1"^ continua a ter um completo soili-
l>i"ifll AI^ JJ. [\ r""" l, '",,:'S aS 'wudi's'iiifile/.as,
trancezas < suissas e precos minio em
conta : na sua lo.a r. IS aterro du Boa-
\ isla.
Uarte Borges da Silva.
>A RI A DA tal.Olll.V CASA DO HMlAO'.
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
DO
DI.P.A. LOBO HOSCOSO
Medico parten o e oju radoi.
O Dr. Lobo Moscoso, U1 consultas todo- o
lias e pratica qualquer operacSodt cirurgia,
ssim coran,acodo com toda a promptldSo,
as pessoas ini precisaren) do seu prest mo
para o servido de partos, praticando aso-
peraces manuaeson instrnmentaes, quan-
!o neo possa conseguir r< sultado ;'or meio
Ja homeopathia que tantas rezestem ven
cdo dilliculdades, quo .arccian insupe-
rsvois.
N8o se lendo reunido um suDlciente nu-
mero de accionistas no dia r do corrente,
licam pelo presente convidados osmesmos
para o da 2\ do carreulo au meio da no
escrlptorio de Ro he Bi loulac, roa do Tra-
piche n. 12, advertindo se qu qualquer
que se|a o numero dos accionistas pr isentes i
se deliticrara a respeito das materias dai
convocado doarl. 39 dos estatuios.
AJuga-se i na mullier que saiha en-
gonimar e ensalmar, forra ou captiva, pa-
ga-se bem : na ra da c.u a. j, segundo
andar.
-- i'rccisa-sc tomar 1:500a a premio del
um e meio por culo ao me/, pelo lempo d. f
8 mezes, Jaiiiio-.-e por garanta uma hypo-
theca era dous escravos mocos : quem llio
convier annuncie para ser procurado.
Aa ra do l.olov.llo, casa n. 63 junto
o Sr. padre branles existe uma ama com
bom leite e sem iilho para criar em qual-
quer casa.
Precisa-se de ura menino pr.ra caixei-
ro de taberna, e juntamcuie uma ama para
cozinhar : no largo da ribeira de S. Jos n.
I, quina da ra ue Sania Hila.
Precisa-se alugr um preto velho :
quem livor eqni?er aiugar, dirija-sc a ra
do jueimado li. :i, loja.
I'iecisa-se de um caixeiro que de lia-
dor do sua conducta, no deposito da ra de
Norias n. 16 : quem quizer dirija-se, que
achara com quem tratar.
Joaquira Duarle dos Santos, irmo de
Jos Francisco Paria, pode ser procurado ns
ra do Amorim n. 51, no primero andar, ou
no caes do liamos, armazem dos Srs. Nasct-
menio & Lemos.
Aos ilmocreves.
Na quinta-I ura, S do curente, apparcceu
uacochei'a da ra da florentina um cavailo
castanho cora cangalha o um chucalho ao
pescoco : quem lor seu dono, dando ns sig-
naes certos e pauan lo es despesas do mes-
mo, sera entregue.
.Na CoCheira da ra da Cadeia de Santo
\ntonio ha cartas para ns senhores acadmi-
cos Freitas Coilinho e Fortuna, a quera se
dasejam entregar pessoalmeiil-.
Lotcr
rov

i
Kua i>ova n, <>'J so-
miik) andar.
m
1
O abaixo assignado declara que de boje
em dianle compra bilhetes de lotera recu-
Ihidos com o de como de 20 por cento seja
qual for a quantia : na ra lo CollegjO u 21.
1'. J. I.ai rae.
-- A pessoa iiee mora no s< tirado no lar-
go da Boledade, defronte do chafariz, lera
du'.entos espanadoresde difterentea nme-
ros : a pessoa que pretender compra-Ios,
po le comparecer, quando queira, da mi-
hSaateas8 1(2 horas do da, c das 2 na
Urde em diante, e em da ue domingo a
qualquer hora.
Precisa-se sa.ber muto encarecidamen-
te aonde se cha a cria dn Auna Rodrigues
dos l'assos. ue nome Maiia Rodrigues* a
qual s i acli'iva em casi ,e Bililo ilud-igii".
dos Passais, na na Velha, ale a I,ora do em-
barque do lito Benlo, o qual teve lugar in-
dia de Santo Antonio prximo ms--;0 t
teU,folhqUein 8UbW BOtiC" anuncie por
-- l.-b,lheten.2>:i da segunda parle,I,
quarU lotera. ohosplUI Pedro II. pcrience.
o!>r. Ysieriano Bezerra Cavalcauti de Al-
Ouquerque.
~ .Na ra do Cabuga n. 9, terceiro andar,
se Jira quem tem para vender beslas de en-
genh e boi de carro
No dia IV do crrenle se ha de arrema-
tar em praca publica lo juiz municipal da
segunda vara um solo cora mo palmos, na
ruada Concordia con. tiente para dila na e
nindos pata o rio, aforado a Joao Uameiro
Machado llios, por BXecoCSo le Man,.el Pe-
reira Magalbiles contra os religiosos du con
rento do Carino desta cida le.
I'.ecisa-se de uma mulbor para cm lar
de uma menina quo so jrelen le di smamar :
Halar amada Cruz n. 53, segn lo andar.
vi
Peruambuco 6 de julho do 1808.---O secre- ?,c (,""' "s BBnte!i Ailainson Uowie o, <:. la | Livramento u. 4, que serao recompensados,
tario,
A F. da AnnunciacSo.
O Illm. Sr. inspector da tln souraiia
provincial, em curapriuicnlo da resolU(3o
da junta da lazenda, manda lazer publico,
que no dia 22 do correule, pera lile a mesma
junta, vai nov-meiiie a praca para ser arre- i
matado a quem por menos lizer os contratos :
abaixo declarados :
13.'la neo da estrada do sul, a-
valiadoem i::oiiimooo
I i.-dito dilo, em is ion-000
li para co.slar se maudou aullar opio-
senle e publicar pelo Diario.
Secreta'ia ea thesouraria provincial de
Peruambuco dejulho tario,
a. r. da AnuunciacSo.
O Illm. Sr. inspeelor da thesouraria
do ra picho Novo n. *
N I!. Os embrulbos so so recebeni ale
horas antes de se fecnarem as malas o de-
pois mais uma hora pagando cuino um pi-
tadlo alem do Cele.
*ara -: Baha.
Avelina e-cuna Travista, pretende se-
gu- no lim da presente semana, tem a ho-
do dous lercis de seu ca icg.inii nlo proinp-
to : u ita-se com o seu consignatario An-
tonio Luiz de Oliveira >\zevedo, ruada Crui
n. 1.
i'ara o i\uele .Faiieiro.
A bem conbecida batea Amelia, pretende
seguir al o da 16, s recebe caga mioda,
escravos a fieti- e passageiros, para os quaes
tem excellentes cora molos; trata-se i.....io
seuconsisnarto Antonio Luiz de Oliveira \-
rommerrial, c respetivos rcgulamentos,
quer de avisos e deises dos tribuuaes do
commercio desla, c de unirs provincias,
Kmbora niio habiliftdo para emittir jnizo
sobre semelbante ascmp'.o, eniondj) que da
publcaQSo ila obrado V. S resultara utili-
il de para a niocilae estudiosa, que se de-
dica a o ibre, c impirtante prolissSo do com-
mercio.
Tenha a bonn te ser de V. S muilo al
lento vraerador e rriadn obriga lo
Joaqun, tires Hachado Portella,
KecfclO e tbr l de 18"'.
Illm.ir. Jo-c Antonio Comes Jnior -I i
1,001 barrica, :i;i.t lina bacalhio ; aos ruetmos.
CONSULADO CERAI.
Iteiiilimento do dia 1 a 12. .
Idin do dia II. .
provincial, em cumprimento do disposto do zevedo, ra da Cruz n l
Exm. Sr. presilente da provincia de 30 de ,
junho ultimo, manda fazer publico, aun no Para o u ilt ,l
Precisa-se de criados b asilairos ou
portuguezs ; na ra Direila n. til, segundo
a n lar
Furtaram no lia 2 dn corrente mez de
julho um esvallo cardito, gadeibudo. com-
rido e secco, pisa lo dolado esquerdo em
Cima dos rns, gratillca-se a pessoa que o
apprche der: na ra do Crespo, luja n. 16
-- Foi encontris nisla i aguezia, na es-
trada de Ctquia, choran lo atraz do alraoce-
vep o criouliiiho menor de nome Januario
quo n io sabe dizer se he toro ou escravo,
so diz que a m'li chama-se Luiza que lnha
viudo .ara o Bairo, e que o palmillo he
loo, empalhador Foi remelli In por esta
subdelegada ao Illm. Sr Dr chafado poli-
ca qaem se julgar cora direilo a elle, pro-
cu.o uslilica-lo Subdelegacia da i eguezia
dos AfOgados 12 dejulho le IS.'iS --t) sub le-
legado, .lose c Paes Brrelo.
*o aos Seiihores !t: oit-
f* ':- '.
Francisco'Jotc luguslo Ferreira, com ar-
mazem na u da Miela ... -j, confruiile ao
trapiche do l.uilba, enmara niel deseucas-
CadOO grandes porCfisdanlo elle ns mus
para aerem chelos no engenho : quem cou-
vier este negocio dirija-se ao mesrao aima-
'"in. para ti itar a salra lo la,
.- ..... ....
.-
O l)c. Pedro Anloioo i s mu Ion
ineiru.
d.a l&docorrenle vai notamente a praca o patacho nacional Amazonas, pretende
para ser arrematado a quem mais der o pe-; seguir ale o da 18 du corrente ; para o res-
lagio da b i reir do Motocolouib, servindo lo da carga que Ihe falta, trala-se com o sen
1K;i;sT-r,:i
2l:8r>2a'.)2T
niVERSAS PROVINCIAS.
Kcndiinanto ilo rtia I a 12. .
Idtm dn d.a II......
si In
:29623
MJTJtl
UESI'AI lliii DI. EX.POKI M \n p| \ MBS \
DO CONSUI.XDO JDESIA CIDADE Mi DIA
l.l DE .11 I lio I8 .
cnn. hasanlc.Wci --i- u[[^P^)f- .......Ia,-B,cui. .1... ...,...,. ,Aniia llelo.ie...
I'alrn N i-ll i\ .., IDO acC01 as.in-.ir.
CanalI! no i lela il.aureiue, Palea Naili
gras de scriptul lo Mei :anl >l poi P* rti las
Dobrada, conbinadas con o piescripto
pelo en go commercial Brasileiro; acho
que Vmc faz um verdadeiro servido c m
apublrca-.So delle, a lodas as pessoas que
sequeiran delicar ao estudo da escrip-
tf'acau ei'iim.rcial, pois que eom loda a
"'lucios lade e clareza, especlica os dilte-
r'.'ni. mados poi |ue se devem ianr lodos
os atentos.nos livros diario, razSo, caixa,
ntr'. a recen lome muilo aproveiiave. o seu
moda* de diario e razSo, escripturadog em
um siyro : assm <.....i lambem o melho-
do lucilo pm pin ron que Vmc Caz a es-
criptaratju de suas con las com juros. .Seria
porm coiveniente.e quic de muno prove- Beiiiia*,' coduiio o kuuik
t<> que Vnc. tratas.se cora mais especlica- uei i e-lranaei", 2 diloa du
dtOII I
llanipl ii linas*H re pruniana 'Cizalle,
C o-lci i\ I'... i i)-.ir.
Ilutnos-AyrnPotara lirpauliola Victoria
va Amorim >\ Fillio, s caCoa airnol,
liilir ih .r K.....na lioarnarqoea illoliteiiu
N.i-li ,', l .. i'ni lacros a.nuoar.
I.tverpbnlllriipn ingUi nK'lpiea, Sauodcri Bro-
llier 11 :., I 200 sacro? a-iucar.
EXPORTACA'O.
B L'ar', "te J'.'ii tunela la, con lucio h egulnli : 1,0'Hi
aeeo culi 5.000 arruina le anocar.
Cvar, hiale Darional Novo Olindao, lo vnliiines L-e-
n irionaea.
de liase a artcmatacao o Otferecimento feito
pelo licitante Maximiano das i.hagas e silva
tiT'i-TT Ui' fluanlia de r.500 por annu
A ar.ematacao sera leita pjr tempo de 3
annos, a contar do I.* do crrenle a 30 del
j'iuho de miii, Meando obrigado o arrema
lanle pela renda total do trienio, entregan-
do-se-llie o quo ;a houver col rado a thesou-
raria, deduzdas as despezas reitas.
E para constar se mandou lillixar o pre-
sente e publicar pelo Diario
Secrelaria da thesouraria provincial de
peruambuco 2 de j ilhu de I8.8 U secteta
l rio, A. F. d' o Illm. sr. inspector da thesouraria
proviocial, em cuinprimeiuicnlo da le i ro
vn.Cial u 452, arts. 'i'i n M, manda fazer pu
bllCOi que do da li do enrenle, po. .liante,
pagam-se as apolices da i e sene
i. paia constar se mandou allixar o pro
sent e publicar pelo Dial lo.
Secrelaria da thesouraria provincial de
Pernambuco i de julho de 1858.O secre-;
tario,
\. I', da Annunciacflo.
consignatario Antouiu l.utz do Oliveira Azo-
rado, ra da <;ru/. u 1:
8lr
'I!
'gueiroe
i nlor de cabellos.
I.ibanio los Lopes Mocara participa ao
respeitavel publico, quetraspassa sen esia-
b dcciment para a camboa do Carmo, luja
que [az esquina para a ra das llores, ah
pilera achar completo sortimento de per-
lencos militares, e outros objectos porteo
Segu eom brevi lade o palbabote Sobra- cenes a mesma rte, e prometi desempe-
lensu, lem a maior par i da caiga a bordo ;
tara o rosto e passageir lao < v. laoo d. i osla Morona, nn largo do
i i.rpn santo n. 2.,, priraeiro andar.
Ilenn
, Vio-
, Pi
i
m


$
A^Vii
--- t raucisco Carueiro Machado Ros Ju"
nior, lanzador do consulado provincial, fai
publ....., que no da 1.- ce j-j|ha vin Ionio
nliao


ar
ara'
Opalfaabolo Linio Paqucti eapitSo Jos
Pinto Aune-, val seguir om poucos das aos
a0i e mesn. exouioltlicasse, o modu de es-i Parahiba, Maia oaciomil Flor do brasil, dt 281 principia > fazer o lancauento da dcima i porlos indicados! para o leslanle de seu
nharcom o melhor gusto que llio for indi-
cado; como tambera dflsmpenha perfeita-
mente na arte de irancadar de cabellos.
-- Francisco \lv s de l'inho c C. lem um
deposito no Clin lo de seu armazeiu, propriu
para guardar qualquor genero lo estiva:
quera precisar. oiitonda se cora os meamos,
quo al gam pin co tira ido preco, na ra du
v .gano n i.
-- OITeroce un I. miera habilitado par..
ensin.n as pnineiras letras era a I-mu. engo-
lillo mi povoaci em qualquer distancia da
capital: quem (rocisar, dirija-sc a ruad..
Ro la u -i
Precisa-sc de un caixeiro pira taberna
e que I en ha platica da inesin .. da-se Ule bom
ordenado ; a tratar na Soliviado piulo as
grades lo hispo.
-- Precisa-se do um bom. forneiro; na pa-
daria da ra dos Pesi adores.
Furlrain da p.ai por letra/, da anliga
cadeia, li j i casa da relar;ao, um pao de car-
nauba lo racal] ; por isso roga-se a quom
i "i oil'oi i ci lo, uo fazer negocio e dirigir-se
i ra do Crespo, lia da enquia que volta
para a ra da i-adea, que se recompensara,
Joao da Silva Ramos, medico pela
universi lade de Coimhra, i ecebee ra
sua casa das 7 as 10 horas da r-a-
nhSa e oas 3 as ."> da larde as pessoas 5j
quo o quizaren] consultar e pres- w
ta-se com promptidao a qualqu r Q
Chamado, para dentro ou Cora da ci- ,i
da le, de quem precisar de seus ser- ($)
-i Vlts mdicos, cirurgicos, e de par- **,
%L telro- .1
W Tem bem recebe em casa alguna
' doenlis | elo mesmo preco, com que )
,^j. geralmente sao tratados ea nutras ,-<*
i% Msas i'na iuc leai os molduras *
*7 eom.o los (9
LICO'ES l>: PARTIDAS D0BRAD.S
EiliiNO fuma
dvitiis vezes i'oi si.mana.
Ni ra do Padre Fio lao, sobrado da es-
quina ii. ;,, defronte do becco do Serigado
\s lices lerdo com'co as 7 horas da noilO
dos das em q'io se convenc mar ; e ai.les
lesla hora nao se acha o abaixo assignado,
co i quem se deve tratar a resai no. o pro-
co conliuu'a a ser 20/ pelo ensino
M. Funseca le Me leiros.
5 "E7,. v
; l'.'.ul'i l,.u ni us l'.il ; i ni i .la. |.-r.in- ','
geiraa a. 15, m raesniacaia lam agua e pi .
vj9 danlrifica. ,! .- Desei i-so rallar a negocio .1 sen inte-
^O^OC:.:- : ::::.:. "> ressecomo preto Uve Uinuel dos ai.jos,
que chogou aqu ha pouco lu l'oilo Alegre
era corapaohia da Sr. Kicar lo llucb
agradecer muito por qualquer '.'uforinic.ilo
queso dersobre o mesmo, no escriptono
de Henr. Bruim Ao |Hl!)iCO
Marcelino de llov*, seientiicaiu spoi-
tavel publico que, e..... seu ua/em na i na
lo Collegio n IV lem es ",-'" venia um
esplendido soi Um-;'-' '' ol-|.'el,.s de mar-
cineiria.dos :"""; rhr'canlos de liam-
,ns, e que os ven le pelos piceos
commo ios 'ossifel mais baratos
mo do que om oul a qualquer pule, o bem
assm que recebe seiupro pin lo los os navios
viudos d'aquellos li. n vos sorlimetilos
los molhores e lomos ni i
O Dr. (iu c ; I "re
tleri i'rt '
medico o orador, e itciro c oculista, da
consullas com es icci ib lado s du o. as n oles
lias das mulheres, ii : lie, acha-sc todos os di,as ul is das ti
lio. is ,| i ruaulil le, era seu cou-
sullorio, rua ila Cruz ti i, :uii lo an lar :
Cora destas horas, a qualquor oulra 'i i
ou dn da p.to ser pi cu u era sua casa,
rua de Juila Fernn Ira Vi.ua, na Solada de,
m fr......do sitio grau i..... inj
uas que do seu pres'irao i rec sp'.,,^
;' '" ,a '"''' "! ",,i i ron
escripto, que sorSo aecudid s
lidau.
Seguro eoilra
,^jr
COMPANMA NOHTIIEN, ESTABELE-
CIDA E.1I I.OMIKS.
|*r?i ion i'i>. tullidos
MES
C.l-Ast. v \C > jj nliia.
Na ltiudi-.o da Auroiii ni*"i*itarte
de serven';:; om S ou VOS, pira
i di'liaixn de i "'i ; la .
Gaf I latios
lili (] i f. |)i -'> i. 1 .
Kste c-i ihoecimento ac iba de roceher um
grande su lmenlo le conservas uijjlezas li-
iiR-uliciis, are ques escoenzes I ngoas, car
ne, lu lo cii pequeos barris. Conservas em
frascos c sota gran le e .equi'na, e militas
nutras conservas, tanto inglezas como frail-
ee/ is, luda por mo lerados preces.
invino i.dual.lo Pina, cidadio brasi-
le ro, vai a Cu ni
M.annoi Cavaleanti de Albuquerquc,
ci ladSu brasileii o. vai n E' i opa.
--- Pedo-se ao sr. vi.ion.o Uves la Fon
seca Jnior o favor de app recer na rua do
Cullegio n. 21, toe no an I i. afira de con-
cluir o negoi a q iu sabe, sob pona ileso
publicar qual seja esse negocio.
hurgo
ir>-

Cl


DIARIO DE l'KUNAMBUCO Ql AH A FE1RA II t)F. JIMIO DE 1858.
Lotei
*sa
PA
ROVf^CIA.
No eseriptoriodoabsixo assignado na ra
lo Coltegio n. t, vendem-se bneles Ja lo
lena da provincia pelos seguintes presos
sen.lo de 100? para cima e a dinheiro a vista.
liilhetes garantidos 51500
Meios d tos SW50
r. J. Laymo.
Cnntioua-so a dar dinheiro a juros ra-
zoaveis coin seguranga de pentiores : na ra
da Cadeia n. 6 se dar quetn d-.
Preeisa-sadc um forneiro, na padaria
de Santo Amaro, e agradando o seu servigo
sera bom pago.
lima raulher de ptimos costumos offo-
rece-se para sor ama eni casa de poma fa-
milia ou de homem soltoiro ; a quem con-
vier. dirija-se a ra lar* do Rosario n. 46,
liotel do sr. Oarvalho.
o bacharel Adelioo Antonio do .;';.
/\ Luna Freir, tend alcangade a de- .'".
2?. missao que pedio de juiz municipal ;'.
' e de orphaos de Iguarass, acha-se **
advogando nesta ciliado o tem seu ; .-
'J escriglorio na ra estreita do liosa- ?/;.
.";, rio n. 10 segundo andar, onde pode ge,
fc ser procurado a qualquer hora do ''.
;' da, tambem se encarrega de pro- 8
mover qualquer acgo nos juizos de -..I-
lora da capital.
rouiiiio i; rs.iiiA
DR EilLSR GLTZA
I.M llAMRlRliO.
Este instituto e-ta instalado ha cinco an-
nos,"' i >m ga ii uma Ilimitada confianga
no publico ; os filhos das lamillas mais res-
peitav.-ts de Hamburgo i>equentam as aulas,
e no collegio se aducam tanto allemSas, co-
me os liihos de iodos os paizes na materias
do cnsino s.v.i as seguintes : alloman, fran-
cez, uiglez, latim, grego,.contabilidade, nia-
thomatica, phisica, geographia, historia)
lilteratora, desenho e gy< nasttea. Paraca-
da un destes ramos estSo engajados os mc-
Ihores lentes, a morada dos discpulos in-
ternos he fura da cidade em um sitio com
pequea distancia da escola, e emprega-se
todo o cuidado possivel para a boa educa-
qSo e bein estar delles. Recebem-se meni-
nos da Ida le de 6 ate 16 anuos O honorario
lie de 60 libras esterlinas por auno, lufor-
magoes mais particulares poderao sor pro-
curadas em casa de Isaac, Curio (". em
l'eruambuco, ra da Cruz n. 49
Oaliaixo mignido acna-s* auiorisa.lo a ven-
ter u subtjj'i rte um andar e aolSo jilo na iui do
11~iiieio n. 19; e Im.iis uro terreno contiguo aos
lundiH do menino obrado, com sii palmoi de fren-
te e 170 de fundo* ; por too qnein pretender, qaei-
ra diciRir-M a' piafa da Boa-Vitta, bolicj n. 24, e
..II ni li= ir r o lagar e al l.orai eerlss para **r pro-
curado. Joao Octavio de Moura.
l fiONSlLTORIft HOMEOPTICO |
Vende-se' presunto mu i tu superior a
400a libra, macarrio e talhartm a 320, ale-
tra a 400 e inuitos mu is objectos, rulo
por menos prego do que emoutra qualquer
parto: na ra do Raugel, laherui n. ti
Na ra do Rangel taberna n. II, ven-
dem-se9caixo's para amostras, urna cr-
teira em hom astado, o urna armagfto to.la
ni draCRda.
A 19800 U CORTE. ....?
Ainda existo un pequeo sorti- J
ment dos cortes de vestido de cinta S
larga com lOcovadosque se conti- w
imam a vender pelo barato prego de to
;. 1/800o corte : na ra do Queimado ^
.; ii. 10, loia iie I.cite, Arthur A (',. ;,J
&_,.. .-. .-.

Fariuliu lina.
Continua-se vonder as saccas grandes
com farinha de (oianna : na taberna grande
da Soledade.
Cavallos.
Na cocheira do Guedes, ra do Canno, lia
bous cavallos de cabnolet, vendem-se e tro-
ca ni se ; assim como um excellento para
sella por ser muito bonito o hom.
Ven.lem-sn duas escravas, urna cozi-
nha, cose e ongomma algumn cousa, e a ou-
tra tem poucas habilidades : na ra de s
Francisco, sobrado por cima da ultima co-
cheira.
HE BOATO QDE ADMIRA
Ni ra do Collegio, deposito n. 13, ven-
dem-so caixas com libras de ameixas a
18280, assim como esleirs do Araraty pro-
Na ra da Cadeia do Recife n 15, toja de prias para camB de casl l I*98' tambem
Jos Leopoldo IJourgard, existe sampre "este deposito se precisa de um pequeo de
mais escolhi lo e variado sorlimcnto de cha- '*'' an"os P" caixeiro, brasileiro ou
portuguez.
SVSTEMA
-

no
D3. LOBO lOSCOZf-
'..,

^C^^k^>^QOOO OOOV ;;'nA Itf.V ..A C.u.KIA OSA l.O MUO'O
Ka ra do Crespo n. J, cscriptorio da
va rorrea, entre 9 horas da manhaa at as 4
da tarde, ge dir quem precisa -.:e cozinhei-
io forro, mulhor ou homem, como tamhcm
de u:na ama forra para ensaboar e engoui-
mar, nao se. oltia a prego.
fti&iSG&S& il'"' t as r.>
Chegaram a ra do Queimado n
15, ns afamados cigarros bota-fogos, U
[ a elles antes que se acabem. ..;
.Sttg!SKSS!SS. i!
Eugcne Cliquot
Reims participa ao respeitavel publico
pernambucano, queo nico di-|>osito do||g pezasde tratamento c nao queira .;'5
si'ti vinlio de cbampanbe, se ada em ca- ,-'j sujeitar-se a ir para os liospilaes. ffi
su deJJ. Praegeri C. ".o preco do Iratamento dos esera- M
& O Dr. Lobo Moscozo la/, scicntc -'.y
3 a quem interessar possaque lem '. '.
-..'- com modos em sua casa para re- ;';
:.,': ceber algunsescravos nao s pa- -;^-
:.'{; ra halar ele suas cnln niiilailis ;''.
'.3 como para fazer qualquer ope- t')
-,[; racao. O doentet tero tratados .',-
tv$ pela homeopatliia ou pela alio- -; ,-
patliia, conforme parecer mais .';.
-;'j conveniente para a brevidade da ;';
(J cura. Adverte que recebe gra- .
. ; tintamente umaououtra pessoa ;
,.' M1"' Precise iazer alguma opera- ;[;-
fi rao, c que por suas circumstao- ;','.
; eias nao possam satisfazer as des- .; ;-
a VISO.
.. **>av. -. vos regulara de 2,s- a os diarios ci-,
> a casa do banhos io pateo do Carino Mr r >
recisa-se de um servente eLr.vo prefer,- ;J ;onlorme a grandade da moles- Q
.;;. ta eo tem|K> de curativo. ^';.
-.'
;jOO:.:i.:-.r.:-^oeoz
precisa
do-se velho : para tratar das 6 as 8 da ma-
nhaa, ou das 5 as 9 da noile, na mesma casa.
Ai renda-so nao menos por lempo de
um anuo, um sitio a Capunga nova, com
cocheira, estribara para 2 cavallos muito a
m,T.d,0:.qU,,rtO ?ara,feilor' gall.nhetro Je abaiso assi},naao, constructor civil
eh r n^'',n P T do S,0,fr,vel "f"" de < vos matriculados n-sta capitana, offe-
tn,.rloTC? I? C"5 de(rou^'1basten- ; rece se para lelinear qualquer embarcacno,
?,T!*yi?! Ja d"n.d0 ''uc\> ca!a tanto para entre ros como para longo curso.
Candido Cavalcanti de Albuqucrque.
nacional, relira-se para Europa
rulos da liahia, cigarros do Itio de Janeiro,
ditos de forma manilha, japel para cigarros
macninasc fumo para os mestnos, por bara-
to prego.
Vt VESTIDOS COM UARA.DOS A TliOO.
^ Ainia existe um pequeo sorti-
mentodos cortes de catubraia de cor ;
lina com ."i o 4 ordens de babado> ;:;
pelo barato prer;o do 79cada corte i "
na luja da ra do Oue majo n. 10, do J
v.'? l-eite, Arthur o c. ^j
Venda ele es-
cravos.
y* ra do Collegio n. -21 terceiro andar,
MEDICO DE IIOLLOWAY
:;:
PlELLAS IIOLLOWAY
Estelnestimavel ospeciiico.composloni-
teiraineiiledehervas medieinaes, n5o con-
ten mercurio,nemalguma outrasubstancia
delecterea. Benigno a mais tema infancia,
ea compleicao mais delicada he igualuien,
te prompio e seguro para desarraigar o mal
na compleicao mais robusta ; he inteira-
mente innocente em suas operacOes e elTei-
vendom-se 08seguiotes escravos : 1 negro ; tos ; pois busca e remove as doencas de
de -20 anuos, peca ; I dito do 13 anuos, mu- j qualquer especie e grao por mais antigs e
to bonito; 2 lindas crioulinbas prendadas I lenazcs que sejam.
1 mulata do 20 annos, bonita ligura, com; Entro militares depessoas curadas com
jma cna de dous anuos; urna negra excel- |cste remedio,muitas queja estavam as por-
Aviso.
Ko armazem de Adamson llowie >\ ('.., ra
do Trapiche n. 12, vendem-se sel I i na prra
homem e senhora, arreios pratiados para
cahriolet, chiclos para carro, coletras para
cavello. etc.
Attencao
He barato que
admira.
Na ra do Queimado n. .17, nova loja de 4
portas,acaba-se de receber pelo ultimo vapor
viudo do I'ran;a, ricos cortes de vestidos de
seda com 3 babados para 30e, 50, 60, 70 e
80>000, ditos sem babados a 359, sahidas de
bailo a 23?, 24, 25 a 30/000, eneites para
cabeca do melhor gosto que se pode encon-
trar a 108 12 e 143000 cada um, manguitos
bordados de cambraia a 2/300, 3 e 53 o par,
camisinhas bordadas com manguitos e gol-
hnha a 1/, gollinhas bordadas a l200,
19600, 23200 e 23500, tiras bordadas a 800,
"00 c 13 a vara, cortes de barego a 73, gaze
de seda a 700 e a 800 rs. o covado, folar de
seda a 800 rs. o covado, grosdenaples mofa-
do a 13 o covado, dito limpo boa fazenda e
13800 o covado, dito preto a 1-3600, 1>800 a
89, mantas pretas de lil bordadas a 9 e 123,
chapclinlms para senhora muito boa fazen-l
da a 143, chales do merino bordados a 63, 8 .
e 11,3, otos de louquim bordados a 209
cortes do cambraia de salpicos a 59600, ditos
de seda pretos muito superiores 803 a 903.
chales do merino pietos a 43, lencos de re-
tro* a 2a, chapeos de sol de seda superiores 1
1 lo-, ditos a 73, ditos de pello francezes 73
a 89, chapeos de lebre a 63500, ditos de l'el-1
tro litios a 53500, ditos de l'el tro entenados |
para menino superior fazenda a 53300, cor-:
les de casemira bordados a 63300, ditos lisos
a 49, cortes de bnm de linho a 23500, ditus
a 23800, ditos de meia casemira a 23800, ca- |
misas francezas brancas de linho a 43500
= un uu uuu.s mimo uma urgra CMi'l- > =10 i eiiicum,muiias (i ue ja esta vam as lior- r-------- 1.....- ........ --",
culo ama deleite, com urna cria de 3 me- tas morte, preservando em seu uso con < raadapolSo linas a 23l0, 23300 e33,
:es; e liualnienle uma negra de 26 annos, seguiram recobrar a saudee Torcas deoois s locoresa 23500, ditas de mosqueteiro
lenta engomm;deira e c i/inheira do mas- de ha ver tentado intilmente todos os ou- *,-.' musse,,n8S brancas a 320 rs. o covado,
>s; ludo por pr eos razoaveis. tros remedios. ,,lt!,s de cor a ;{2o> 36 e *00 rs- o covado
zes
por
tas;
,1
aninliik S-k .->.-.. Asniaisa.,uc}"s'>8odeTementregar-se
II 1111 le lie I l^Il- c PSI-i ci acao;racamum compete teenuaio
oselhcazes eueilosdestaassombrosa medi
cia, e prestes recuperaran o benelicio da
saude.
Nao se perca tem; o em tomar este reme-
dio para qualquerdas seguales (informida-
des :
Accidnteseluleplicosf'ebres intermitiente
dioea
Saceos grandes
Vende Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo,
no seu armazem da ra do Vigirio n 22
~ Vende-se um cabriole! hambuiguoz
quasi novo e tem ptima cubera : pa a ver,
que foi du Ju3o Francisco Car-I ASlhma.
1,
Jos Elias Machado.
clonando assim edito sitio decente e agr-;,,0 No
davel residencia, alem de licar muito peno'
da eidade. No sitio confronte, proprielade
do Sr. Dr. Jacobina, existem as chaves para Precisa-se tomar 3:0orjiiyo a premio de
ser visto pelos pretendentes, e a tratar abi. Bm Pr Ct,n'o ao mez, pelo lempo que se
ou na ra da Cadeia do llecife, primeiro an- C'j'ivciicionar. dan lo-se por garanta duas
dar da casa n. 3. serviudo de escriptono
SEGURO CONTBA 0 FOGO.
CO.MI'AMIIA
.ALLiAACil!.
*-siab lecitia eiu Londres,
em marco tic 1^4
CAPITAL
CINCO MIEIK) ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brothers & C. tem a honra de
informar aos senhores uogociantes, propie-
tarios de casas, e a quem mais convier, que
estSo plenamente autorisados pela ditacom-
panlua para euectuar seguros sobre ediG-
rios de lijlo e peilra, cobertos de tena, e
igualmente sobre os objectos que conlive-
rem os mesnios edificios, quer consista em
mobilia, ou em fazmdas do qualquer qua*
lidade.
Atten9o.
Jos Joaquim de Mora es Navarro, acad-
mico do quarto anuo, autorisado pela presi-
dencia, recebe meninos internos e estemos
liara ensino de alguns preparatorios : na ra
lo Seve, outrora Ilha dos listos, casa le
sotao portno.
firmas de proprieta-ios residentes nesta
praQu : quem os quizer dar aununcio po.-
' este jorni.1 para ser procura !o.
lima pessoa bstame habilitada so of-
feece para cobrar qualquer divida, lano no
interior desta provincia como no de outras,
;'.ediaiito una mdica paga : a ttatar na ra
do (jueimado n. 8
o sr. Jos Maximiano Alvcs Cavalcan-
ti, praticanle da thesouraria do fazenda,
quena por favordiriair-sc a ra do Queima-
do n. 21, pi metro an lar, concluir o nego-
cio que nao ignora.
Da-se a premio" de um c meio por
centoaomeza quantia de i-OO.s, com se-
guranza : na ra Bella n. i), sedia'
quem da'.
Compra-se um bbm boi ; na padsria da
ra dos Pescadores.
Compra-se cITcclivamente hronze, lao
'ao e cobre velho : no deposito da [uBdicS-
da Aurora, na ra do llrtim, logo na entra-
la o. 28,n na mesma fundirn, im -i. tmaro
Comprarse effpcttvsmente na ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, apoliecs da di-
vi la publica e provincial, accoes das com-
^S^?^^S@S@SO panhias, e da-sodinhei a uros era gran-
i des e peauenas quantias sobre penhores.
Carro de con iuzir fazendas.
(jmpra-se un carro de conduzir fzen-
na cocheira
noiro Monleiro, e tratar, na ra .Nova u.
como Siqueira Cavalcanti, de tarde.
Vende-se um deposito em uma das
melhores ras dcsta cidade, o mullo proprio
para oulro grande negocio : quem o pre-
tender, dirija-so a run Direita n 91, taber-
na, que so dir quem o tem.
-- Ven lem-se musselinas pelas assetina-
das com pintas brancas e flor iniudinlia da
mesma cor, de muito bom gosto, c pelo ba-
ratissimo prego de 640 o covado : na gran le
loja de fazendas finas, na roa do Crespo n.
7, esqur,a que volta 'ara ra do Collegio.
Vende-se uma escrava do nagao, com
idadede 30 annos, ptima cozinh-ira, lava-
deira e engomma leira : na ra i. Cruz n.
30, terceiro andar
Vende-se na cocheira do Guedes, na
ra do Canno, um carrinho de 4 rodas para
1 e 2 cavallos, forrado 3 pintada do novo,
com os compelontcs arreios, por prego com-
modo.
Vende-se ama escrava cabra, de idade
lo 22 annos, pouco mais ou menos, do boni-
ta ligura, que sabe coser, lavar e engommar
hem, enten endo de coiinha, sendo pa a
Iota da cidade : quem a quizer comprar, di-
rija-se a SoleJade, sitio dos ledos, a qual-
quer hora do dia.
Vende-se um escravo crioulo, de idade
de 20 a 21 nnos. pro -rio para o campo : na
Cat i boa do Carao n is
Vendse um sitio na Caponga (Balsa
Verde com r ueteiras, viveiro o casa, cm
ch3os prop ios : na ra do logo n 8.
Atipo reas.
Ampolas.
Areias mal de).
Clicas.
ConyulsOcs.
Dbil idade ou
nua^o.
Febretu da especie.
[Cotia.
Illemorrhoidas
llydropisia,
[ictericia.
ilndigcstoes.
e.\te-|inQammac0es.
mullo linas, chita franceza muito superior
a 280, 320 e 360 o covado, ceroulas de linho
muito linas a 39, guardanapos brancos a 33
la duzia, luvas de lio de Escocia a 900 rs. o
I par, muito boa fazenda, llanda branca a
480 o covado, ditas de cores muito linas a
900 rs., grvalas de retroz a 23, ditas de se-
tiin bordadas a 33, ditas de seda a 600, 800 e
13 cada uma, coi t s de seda branca com lis-
tras azues assetinadas a 203 o corte, cam-
braia de salpicos muito lina a 900 rs a vara,
lil de linho liso a 60 a vara, dilo bordado
a 1-00 a vara, mcias de seda brancas 13 e
58, boa fazenda, ditas pretas 13, lencos de
se la para homem a 29, ganga de cor a 300 e
560 rs., bomhazina a 13l"0 o covado, panno I
La^/Jnhas
para vestidos.
Ni lo|a do fazendas da ra do Crespo n. 5,
esquina que volta para a ra do Collegio,
vendem-se ISazinhaa de muito bonitos pa-
di Oes, polo barato prego de 500 rs. o covado-
na mesma loja vendem-se pc?as de madapo.
lao com pequeo toque de avaria a 2J000 a
peca, e coberlas de chita j feitas a 39000
cada urna.
"'iellins e r^Iegios.
SELLINS e ll I-: l.oi, I os d e patanle
Ingles : a venda no armanm da
Hoslronltooker & Companliia es-
qnina lo largo do Corpo Santo Da-
mero 48.
Farinha de
mandioca.
Vende-te superior farinha de man-
dioca por pceo mais barato do que em
outra qualquer parte : no armazem n.
5 defronte do trapiche do Cunha.
GRANDE
PECIIIXCHA DE MADAPOLAO' COM
PEQUEO TOQUE DE AVAK1A.
iVa loja do Sre-
guica, na ra do Queimado, esquina do boc-
eo uo Peixe I-rito n. 2, vende se madapolao
cora pequeo toque de avaria a 23800 a pe-
ca, ditos largos a 33 e 3300, ditos ditos fi-
nos a 43 e 43300 a peca, cambraias lisas linas
com 8 varas a 2J500 e 33 a pec;a, pegas de
casss de quadros linas com alguns furos do
cuplm ecom 10 varas a 23800 cida uma.
..; Calios sortidos da Kussia, Ca- %
'.':'; 10 c Manillia. tf
$& Lonas da Kussia,
r'& zoes.
]\a loja das seis
portas em frente do Li-
vramento.
Cambraias francezas a 200 rs. o covado, a
pega com 3-2 covados a 63OOO, lazend-a fina e
padrfjes DOTJS; d3o-se amostras, e a loia
est aberta das 6 horas da manhiJo s 9 da
noile.
A REF1HARIA DE ASSU-
sucar do Monteho
abri um uovo deposito de assucar no pateo
da matriz da Itaa-Vista, confronte ao chara-
riz, aonde se vende assucar refinado de todas
as qualidades, pelos pregos seguintes :
l'rimeira sortrcrvstalisado, arrroha 89000.
libra 220 rs '
Segunda dita de dito, arroba 3600. li-
bra 180 rs.
arroba 4?000, li-
arroba 33600, li-
..;3
Cobree metal para forro com ,
piejos. -v,
Oleo delinliara e Velas steari- fsj
Segunda dita ariado,
bra 140 rs.
Terceira dita de dito,
bra 120 rs.
ESCRAVOS PECAS.
1 bonito stravo de 20 annus', bom eoiinlisiro 9
bolmro ; 2 mole-jaes de 13 a 16 unos. 3 bonita*
molecis de 14 a 15 annnj, 1 muj |jIlda mnlatinha,
mu Inri) edocada, de 15 annoi, llescravo bom rar-
niceiro ; na roa das Aeaai V,rl,Jn '16
VENDA DE EtIGEBHO,
Alguns consenhores do engenho S. Paulo,
situado na freguezia dos Afolados, vendem
as partes que houveram por heranga no re-
ferido engenho, as qoaes l'ormam a maioria
em relagao ao valor total da propriedade. O
engenho S. Paulo dista legoa e meia desta
cidade, he uma bella prapriedade, n3o s
pela sua posigSo como tambem pela fertili-
dade do seu solo, he quasi todo de varzeas
de massape pauos ensutos, de grande pro-
ducgSo, proprias para carinas, tem escolen-
les baixasde capim, e embarque no mesmo
engenho : os pretendentes dirijam-se ao en-
genho para verem as obras a qualidade, e
exleusao do solo, e para tratarem ao Sr. An-
tonio Congalves dos Santos, na ra da Praia
n. 34.
Vende-se orna negra crioula de 20 an-
. nos, pouco miis ou menos, com todas as ha-
bnnse brin- ^ bilijades, coz.nha, lava, eogomma e cose,
ludo com perricao, e afianga-sea conducta
iiiii-i .... ..... .___i_? _
as.
Estanto
S iOa.
barrinlias, Bar- ^
ra da Cadeia do llecife, loja
della : na
n. 50 A.
Vendo-se um piano perpendicular,
quasi novo ; na ra do Fogo n. 8
-Vende-se um sitio onlre as doas pon-
tes da Magdalena, com duas frentes, uma
;'.y Vinhos (nos de Moselle e Jo....
j nisberg espumoso, e de Bordeux
^ emquartolas.
C. J. ASTLEY& C.
. "-n. -------- """ "vua nenies, uma
de 200 e outra de 500 palmos, e sita da parte
an- i 1* sombra a tarde, com arroredos, etc. : no
'--* nalofl rlr, 'arrr\#\ r\ a
5^SS@-;.-;;h;;v|1
lino preto a 33, 33500, j500, 30OO, 7 e 83, i
lor.nr.ii, 1 lrre8u,ar,dad"d dito cor Je caica 33 o covado. dito azul .3
deoufaltade menstruacao. a 69500 o covado, casemos f
forgas para
quercousa.
Dysinteria.
bor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza tioventre.
qual-'.Lombrigas de toda
I especie.
[Mal de pedia.
Manchas n< cutis.
[ObslrucgSo deven tre
jTisica ou consump-
gao pulmonar
Eufcrmidadesno ven-jRetengao deourina.
'"' Itheumatismo.
Entermidades no liga-Svniiitomas secun-
do.
Ditas venreas.
Knxaqueca.
Herysipela.
Pobres biliosas
danos.
Tumores.
Tico doloroso.
Cceras.
Venreo (mal).
i asa de
uideS
P* BENRIQ!T*Si\TOS ^
vendem-se estas pillas no estabeleimen-
lo geraldeLondres n. 244. strand,ena
oja de todos os boticarios droguistas e ou-
tras possoasencarregadas de sua venda em
toda a America do Su I, Ha vana ellespanna.
Vendem-se os bocetinhas a800rs. cada
uma deilas conten uma instrucgaoem por-
tuguez paraexplicar o modo desse usar
destas pillas.
O deposito goralheemcasadoSr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em
Pernambuco.


^3^<2?0@
ll^ao,
Kissel, relojoeiro francez, ven le
: :
pretas a 29200
ate 43 o covado, damasco de 13a de duas lar- |
guras a 23800 o covado, dito estreilo a 800
rs., velbutina preta e da cores a 750 o cova-
do, velludo preto a 65 o covado, brim bran-
ca de linho a 13-200, 15500 e 2.3 a vara, gr-
valas com um annel por 53500, meias bran-
cas para homem muito linas a 73, 8 e 103 a
luzia, cassas francezas muito linas a 480,
560 e 600 rs. a var, collarinhos brancos a
220 cada um, lengos de labyrinlho a 13, pa-
litos de panno, de casemira e de alp-ca, pre-
tos e de cores, caigas de casemira o colleles
de gorguraodo seda, ludo muito bem feilo
e pata diversos precos, sarja preta para for-
ro a 13200 o covado, coi tes de colleles de
Casemira bordados a 5-3, ditos de gorguiao
de seda a 3.-800, e muitas mais fazeudrs qfje
nao he possivel aqu fazer mengao deilas
pelas muitas vari lades que se encontram
aqui neste estabelecimento : quem quizer
venha ver c traga dinheiro, que uao vai sem
fazenda barata.

Era casadeliabeSchmettau &Companhia,
ra da Cadeia n. 37, vcudem-seolegante
Pianos do afamado fabricante Traumann
lo Hamburjo
Vende-so um mulato padeiro, excel-
lonteamassador, e foineiro : na ra da t;a-
deia do Recite n. 8.
Vende-se una escrava crioula, moga o
de bonita ligura : na ra do (Jueimado
11. 44
pateo do ('armo n. 9.
Cortes de brim de linho a
2,000 rs.
ACHA-SPARA ^T "L* M^^^.1 vlmden.^ cor!
Da fundieao de Ierro deD- W. Bowman t* de caiga de brim de linho de cores a 2b o
na ra do Bium, passando chala- curt-
riz, continua a ha ver um coinpletosorti-
uientode taclias deferro fundido e bati-
do, I :"> a 8 palmos de bica. as quaesse
Bcliama venda por preco commodoecom
prom|it(lrio,einl)arcain'-se ou carregam-
se em carro sena despez.as aocomprador
Agencia
ia fundieao Low-Mo
S relogios deouro e prata, concerta
-' ulogios, joias e msicas, ja aqui he
{_. conlieddo ha muilos anuos,habita 110 ('
;. paleo do Hospital n. 17. ':'J,
Vende-so um cabiiolet com o cavilo,
caso convenba ao comprador, por prego mu OSS@S fe2 Q&
omconta: a fallar na cocheira de forado O ROL'l'A PEITA.
Ponas, com o respectivo caixeiro, onde ;;.5 Vende-se roupa feila fracceza de
existo o mesmo cabnolet para ser visto, .'' todas as qualidades, paletots sobe- .
sendo que be de patente Inplez, muito for- "''i? casacos de panno e cusimira, por W
te, evendilo a prego en cunta, por teral- >' oreos muito baritas: na ra do '..':
gum uso, acompanhando-o os| competentes Q Queima lo n. 10, loja do Loile, Ar- -':;.
arreios. g ttiur i\ c. .".
Ai i i lio a i\$ e t,500 por
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
UNGENTO IIOLLOWAY.
Milharcs de individuos de todas as nagoes
podemtestenuinhar as virtudes deste reme-
dio incnmparavel e provar em caso nccesa-
rio, que, pelo uso quedelle lizeramtera seu
corpo e memhrosinteiramenlesaos depois
de haverempregadoinutilmeute outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven
cer dessos curas maravilhosas pela leilura
dos peridicos que lh'as relatam todos os
dias ha muilos annos; e a maior parle deis
lassSo 13o sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres, guantas pessoas re-
cobraran! com esle soberano remedio o us
de seus bracos e pe as, depois de ter per-
manecido longo lempo nos bospitacs,'onde
1,1, .1 L .- t 4+ .V I* 1 % V __1 ^ 1 % 1*
na da Snvala
n. 42.
iV!
Neste os tabeleclmentocontlnn'aahaver
um completo sortimento do moendase
moiasraoendasparaengenho.machinasde
fapore taixasde ferro batido e coado de
tooosostamanhospara dito.
/fu do Queima-
do d. \
Vendem-se as seguintes fazendas abaixo
moncionadas, por menos do seu valor, para
liquidar, e dao-so as amostras com penhor :
SeJas de quadros largos e miudos, o
covado 8oo
l.aas com 4 palmos de largura, o covado 400
280
..--------------..... ------|IU 0 nus|iiiHes, onue i.uas uum ? palmos ae la:
deviam softrer a amputagao I Pellas ha mui- ; Laas de listras, o covado
tas que bavendo derxado esses asylos do pa- i l.iSazinhis de ores raiudas, o covado 00
deeiment, para se nao submetterem a essa l.aas de seda de quadros lareos.o covado 500
operagaodolorosa foram curadas completa- Cortes de 1,1a de babados
mente, mediante o uso desse precioso re- Lencos de seda
medio. Algumas das laes pessoas na efusao Cortes de 13as
'l l'nr 1 lll I it. 1 ni. n t o ilanliir,iKiL.i< aI/.. _. *.. I._ >*K .
e
quo f
sl'i fi''": I"01" r,retnder vender, annuncie ou
' l dirija-se ao largo da nbeira de S. Jos, es
<8
m
i
dado medico. O local em
edificada a casa destin.da para esse "Vi-"" r'T' .V,"* '
miste.r as negras bygtenicas, sobre g "' "'
as quaes est construida, os comino- v3_________________
dos de que dispoe, o aceio, ordem, (
e regulari lade que aln so encon- ,
tram, sao cood coes pon lerosas para /i
uma breve cura" e comaleto resta- ($)\
belecimenlo. As quequize-
rein utilisar-se de s u prestid o po- Y?
irigir-se ao pateo do Carmo,
sobrado n 9, primeiro anda,, da
lo horas da manhSa as ;i da 1
e dessa bo a em diente 00 seu esU- 89
belecimenlo.
ra
o ao l>a-
Liiqnii
<:.
13400 -V?
-.-'
coo ;-?
doce o cuminhos, e-colhi io e o melhor pos-
sivel o qual ende a relalho ou por inteiro
por prego commoda, e grandes saceos com
farelo, no mesmo armazem ou no Urco de
S. Pedro n. 4.
- He chegado a loja de i.econte, aterro
sent que a mor parte deslas terSo o aba-
t ento da 20 por cento, e algumas at 50, a
saber: dama so ......scarlate, propiio
para colchas o ornamentos de igreja, com
um pequeo loque de m lo a 1/600 u cova-
do, grosdenaples de furia cores a 19760 o
cer os cabellos; assim como p imperial c-e' MS m"'10 '1 '\"*Uu'u' e bonitos pa-
Ivrio de Floreoca para brotoejas e asperida- "'''s l7'"" ucovg,|"i lafeta de lo'as as
1 pelle, conserva a frescura eoavellu- r""'s ',''rcis ''1'1""-1". dito azul ferrete
dado da i-imorusa da vida. n. .1.1 1 1 1 240 res n cova o, a lina liaos a
___ 8 0 res ocovjlo. luvas dse a b anease
".;.-........... amarillas cu 1 loque '.......to a 400 res o
Q ODr.Casanova pote ser procura- par, ch peos lesva ultima mota para se-
;-. do a qualquei hora par visitar doen- unora a 1.'., ditos i- massa pretos p ra ho-
^- l^se praticar qualquer opercSo de mem a 73, ditos de mola <'i; meria para ho-
orgia especialmente s' mei h teuros para lio-
.'" V"' seu '' n 25 chai .: i i- s. ,lilas gUa -
;teiT0RS0H0ME0PATlHr,0i

psm 1 consun,.
-
n lem s-m r-
es mais aeread idos m .., ,, ,lt,,s
1; ibulos e caneiras riquissim
'. t mi ni varias obras era francez
;i portug 11'/..
nocid s d metal G iO, c ilxin as d tintas
pai il ii':-i muito r?. ricas ca as
v iludo, c UIS 1
1 para s"nhora a 103, b por
ulti i> alba a'1 rnd dos, cscu
rose anw 1 >m i, orem da mo-
la um oue 1 ai i, 1 m. p .l,, ,|,'
eu valor I3OOO lia 1 il as muitas fazei !
que .. *ga, sc .1.. 1 ; IIIIU id .1! lo.
neopathia0
Dr. Sabino Olpgario I., Pinho, tendode
isi 1 a-HisU>ria da Iiooiko al ia du-
> ept lee ia do cholera,roga a lo -
" amigos da vi rda qi di .na,
qner das outras do im, eri 1, que Ihe 1 irne-
' "i" mai u i,-,. 1 .;, 1 possivel, quaes-
M'11-'1 dos, inform igOes ou narracil s
''"- ",''' I '
i'-"-' obra, lie justo un mbei 1 ios
ns uod es de todos aqnelles q
n ccorreram 1 alicta bu-
pathicrj "O consultorio central borneo-
n. c. "* de 8anto Amaro (Mundo Novo,
aro
BOSQUE.
'olio 1 exposto a ven I 1,, r, on
Conlin 1 a ex posto a vi 1 1
' S;, botica de J.l6 da Cruz Santos.
liego : > 11 i- 1 .-; ,
<' .i ;
1 : .. |o arrematad a 1 .ja demiud 17 ,-
n 1 i hm Inri lia, om praga pelo iuiz 1 do
r 'm 11 !' se a mesma bra |m.. ,.
dosemba m resto de imu li .
ou sem ciias : a tratar com Francisco m -es
do Pinho, na ra do Vigario n. 15, armazem.
Reccbisis e^i tli. eitura de
pars.
Kicos coi tes do vestidos do sjda de
cor c brancos 8
Cotes de cambraia de seda borda-
dos ao lado
Grosdenaples pido emorpado, co-
vado I-".00 a -J-OO
Dito de eoirs e hranco, covado |$980
Seda branca lavrada paia vestido
de norva, cova lo l?400 a 2?500
belleza da China, fazenda to la de
seda, covado
Selira preto maco para vestidos,
covado 2700
Vello lo preto o melhor possivel,
covado 58500
Mel velludo preto c de cores, co-
vado ltOO
Velbutina preta e de cores, cova io 750
I ol ir de Taris do seda com lisias
mUsadas, covado irioo
Unas sedas de coles de novos pa-
droes, covado |-,i>0
Diana do sc la lavrada mui linda,
cavado Ir000
Se'i,mas de tina iros c listras, co-
va lo
l'o.'blinas do seda e 13a, padrees
novos,covado irooo
Barege de seda, padrOes miu linhos,
covado tilo
Uorgurao de seda com llores, cavado 850
'anuo p oto Q de cor, s, prova de li-
m3o, ovado :i a 78500
Casemira pela selim.cov'alo 18700 a :r."'
Muss lina de cor e branca, covado' 320
Chitas francezas de cor claras e cs-
curas, cova lo 280 a ;j5o
Cambraias organdys.novos padrOes,
va a a 1-^*0
i a -'- francezas tinos, paltes no-
vos, vara a ;,ii!i
Ditas ditas, v^ra a .\,
Mani-is de l'lunl. pretas n brancas
MnngUltOS O goliohas bordadas
Illas i" i'iiu HCOS bol' '.idos
l'ulceias de vellu lo, troco e lila :
Lengos de cambr ia, linos, com la-
hyriolho I8000
'.iti '. 's de merimi com I" anja de I3a 45800
lutos litos de se la 6}O00
lu -s ditos lior lados a sell i 65500
i lutos ditos bm -o- s.ilii lo 11
lulos de se li de peso
Corle i de casemira de c ir linos i neo
Colleles de dita e do seda bordados
Chapeos | itos f and es modernos "8000
' avalas it se la oinpi idas com
anni l
Paleto -. de alpaca preta e de cor,
lo i rados 790O0
(ion tolas de alpaca preta e de cor 58000
paletols b i ni pardo e bretanha 4--000
lutos de fusto, gi iga eoulras fa-
z""d 4,.-,oo
hitos le alpaca pret i sno
Passan lo o bi eco da Congregaglo, do lado
quarta loja de tres portas com rtulos bran-
cos n. io.
elogios.
Vende-se em casa de Saunders Brothers
& C, praga do Corpo Santo, relogios do afa-
mndo l'bricante Roskell. por pregos commo-
dos o tambem trancellins e cadeas para os
mesmos te exccllenlc goslo.
novi 4>ua de malabar
Vende-so esla agua a melhor quo teta ap-
parecidoparatingir o cabello e suissas de:
.neto : na livra ia universal ra do Coeg-'o
n. 90, da-sejonto gm impresso gratis cu-
nando a forma lo -pplicar.
&@%
...
6' 1 ad ? fran-
cez.
sueca.
Milho em siccos de superior qualilade,
rec.'.ntemenle chegado : no armazem do
Guerra, confronte ao trapiche do algo lao,
eeui frente da ra da Madre de huos.
mm m
NA FUND CAO DE FERRO DO ENGE-
NIIEIRO DAVID W. BOWMAN, *A
RA DO BRUM, PASSANDOOullA-
FAHIZ.
ha sempre um grande sortimento dos sc-
. -. guintes objectos do mecanismos proprius
p ra engentaos, a saber : moendas

----------------------O--------- ~ ~ l '" l>IUOl|l
de seu reconhecimento declararan! estes re
Bullados benelicos Jiante do lord correge-
dor. c outros magistrados alim de mais au-
tcnlicarem sua allirmativa.
Ninguem desesperara do eslado de su-
saude se tivesse bastante con Ganga para en-
saiar este remedio constantemente segiun-
do algum lempo o Iratamento que necessi-
lasse a naliit e/a do mal cujo resultado seria
provar inconlestavclmenle: Oue ludo cura.
O ungento he ulil, masparluulai mente
us seguintes casos.
Alporcas.
Ca rabias.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de ca liega.
das cosas,
dos membios.
Enl'ermidades da cu-
tis em geral.
Enfermidades doanus
CrupgOes escorbticas
fstulas no abdomen.
Krialdadc ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
(engivasescaldadas.
Inchagoes
Inllammagao da ma-
triz.
Lepra.
.Males das pernas
dos pcitos.
de olhos.
Mordeduras de replis
Picadura de mosqui-
tos.
l'ulmocs.
Queimadelas
Saina.
SupuragOes ptridas
iiiihfi, em qualquer
parte que seja
7*500
800
com listras asseti-
nadas a 6s e -ono
Conlinua-se a vender manteiga ingle-
za a 70 a libra : na taberna da ra de dor-
ias n. 4.
-- Venlcm-se saceos com farinha de man-
dioca, milhoc farelos de Lisboa, gomma do
aracaly, sapatos del34, cera de carnauba e
palna, ludo por pre;o muito commodo no
armazem da ra eslreita do Rosario n. 29.
Relogios
Vendem-se relogios do ouro, inglezes de
patente : no armazom do Augusto C. de A-
breu, ra da Cadeiado Recite n 36.
diviso.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das ai i iculagoes.
...^ p ra eiiKi-nuus, aauer : rr.oenuas o meias
. i ^ moendas ia mais moderna construccSo ; ta-
va n 2 vende-secldo franec/ t ':1 chas d ferr0 '"" ,"i" 8 b,tido' de "P
, Sdas "a i 'i k-s^o o se am O qualidade e de todos os tamanhos ; rodas
f Borzeauinsd neife -a iadoi dentadas para agua ou inimaes, de todas as
& d,us t "nC i.noo ; ProporgOes; envos o bocea de forn.lh. e
-:;> Ditos de.iu.que.ntosd.iosa .o.oon re?,slros ?e'ro, agn.lhoea, bronses, ,
' > ele. etc.
NA MESMA FUNDICA'O,
8 oOo O se e*PCniam lonas asencommendas
superioridado ja conhecida com s
Na loja de Antotih Lopes Pereir de Mello
C\ (. ra da Cadeia lo Recifa n. 7, vendem-
se libras de muito )om rap ,i0 Lisboa che-
gado ultimamenle pelo preco de 2b00 rs
cada uma.
eio
o.Miiisdito^a^nhorrr31;::;;;:;;^r
-
Ditos ditos para meninas a 4,uno
. ; sapalOasde lustre com clasli-
w co para bomem a
..J lotos ditos forma inglezaa
;]; Sapatos do lustre rasos de 1
;'- sola coto salto a
Milus ditos sem salto a
6,000
';- SapatOes de bezerro para me-
iiins a
0,000
5,0u0
' '.
'..-
.OOO
5,000 ,
.:v::};;^;q-;::oo-:;::^:;3 ,
Ditos de lustre ditos a
prestez e c;,m odidade em prego.
Mussclina
co i a
devida
Ven le -se em casa de S. P. Jonhston t
C.., na da Senzala .Nova ii. \2, o seguinlc :
sel I i ns iuglezes e silhts, relogios do ouro
de patente i'iglez, candieiros castigaos
bronzeados, ai cios paia carro, lonas ingle-
sas, lio le vela, graxa para nucios.
..- Vende-se superior linba da elgoda'o
brancas e da cores, eo.....vello, para costu-
ra : em cas deSouthall, afellor & c, ra
' do Toi res o. 38:
..<
o \ a rea ssa ii rapi franc n : oa
lo Crespo n. 1-2, loja de Campos A lima
-- No caes m Hamos, armazem u. |, ven-
superior ano/. u osea, por monos
prego do que cm outra qualquer parte
' _.'......'..
V .11 I.l lo.
V in i m se camism ~ o m ingui- "'
los pelos de lil e cambala : na rua '
--..' do Queimado n 10, loja da Leite,
v.r Arthur A C.
-' ....... .- -.- ..:. -.-.
Carro.
Defrontcdo pateo de Francisco, naco-
cbei a do Sr. Francisco Jos ,ia Silveira,
se mu lindo curo novo de 't rodas,
ltimamente chegalo de Franga, com |an-
araes e ai i eii s co pelos pai a i m ca-
vallo, tutu io ulti ri goslo.
-- Vende-s......ia escrava cabra de 2 an-
ii ~, engomni id ra, cose rho e c izinha o
Irlvial do uma rasa, com u nha de .' annoi, e uma escrava da Costa,
o.ittina quitandeira, uma dita de nagao que
nozmba e lava, propria para lodo servigo de
rua : na nu estrella do Rosario n. 25,
i i
rua

t ::<';t ll:t Na Lija de fazendas da rua do Crespo n.
j, esquina que volta para a rua do Collegio,
vende-se musselina encarnada de bonitos
gostos e boa qur.lidade.
Na coencira do largo ,1o arsenal de
mai-lnita vende-se um cavado muito bom
para cabriolcl poi sorrrrande: a tratar
na mesma coln ra.
-- Vende-se urna mulata de 14 annos de
idade, bonita figura, boa con tocia, o habili-
dades; assim eo io outra do 10 annos : a
tral o no alerru da Boa-Vista n. 1.
Ven le-se nina mohilia de Jacaranda
piisi nova, i alguns outros trastos em bom
uso : na ina l'oruiosa, segunda casa.
cobertos e descohirtos, pequeos e gran-
des, de ouro patente inglez, para home,.,
o senhora, de um dis malhores fabricantes
de Liverpool, vindis pelo ultimo paquete
inglez : em casa d< Soutball Mellor \\ C
rua po Torres n. 38.
Vende-se a 210 ( covado de fazenda de
seda e algoiao de cors, denominada Virgi-
nia : na loja de i poras, rua do Crespo n.
!, prximo ao arco decanto Antonio.
-- Cuites de laa franeza para vestidos do
babados a 58j00 o cort; vendem-se na loU
de 4 portas, rua do Creyn 3, prximo ao
arco de Santo Antonio.
-- Vendem-se calxa^de macr.rrao a 39 e
dealetriaW: noarm.sm ie l.uiz Aunes,
defronte da porta da alr.n.dega.
^ Wl fatj^lftl.

b>ara
Vendc-se vinho do Porto engarrafado,
muito superior a l-, l.^So, 1/600 e 28000,
queijos a 2:200 3850O, mermelada; latas de
dnas libas ,, |-,>n>, arroz pilado a 100 e 1X0
rs e outros mais nbj ctos, todo por prego
commodo: na lab. roa da quina defronte
d matriz da Itoa-Vjsta n 88.
Taberna.
Vendc-se uma das melhores tabernas,
sita en, boa rua no bairro de Santo Antonio
minio afi -guezad para a Le ra e pai a o ma-
to a tratar rom Ferreira & Martina, travos-
sa da Malte de l -os n. 1(,
11 tl'E" GROSSO.
'. sse gross > muito fresco,
chega lo agora i na praga da In topen lencia,
loja n 3
- Vende-se um cabra de 28 annos, sadio,
de to lo servigo ; a tralar na rua do Collegio
n, 10, terceiro andar. |
Inflammagodofigado Veias torcidas ou no
da bexiga. I dadas as pernas.
Vende-sejesle ungento no eslabelecimcn-
to geral de Londres n. '244, aStrand, e na
loja do todos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do 8uT, llavana e llespanha.
Vende-so a 800ra cada hocclinha,conten
uma instruccSo em portuguez para explicar
o modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum.
pharmaceutico, na rua da Cruz n. -22, ein
Pernambuco.
Pechincha.
Vende-se superior farinha de mandioca,
saceos grandes, 78 a 7*500 : na rua do juei-
mado n, 14. luja do ferraceos de Jos Rodri-
gues Ferreira
VenJe-se cola da Rahia, de boa qua-
lidade, chegada recentemente, por menos
reco de que em outra qualquer parte: na
oa da Cruz do Recite n. 13, primeiro andar.
Continu'a a vender-se rolas pardas, no
sobrado da rua de S. Francisco n. 8, como
quem vai para a'rua Helia, sendo o casal a
-28000 sem gaiola.
Vende se um carro novo e um boi bom:
na rua da Cadeia do Recite, loja u 50 A.
Ven -lem-se 56 meios de sola e uma
porgan de saceos proprios para farinha ou
Miro qualquer misten a fallar com Jos !'""' "%?"? 1"ll,ed,cl'. > "lade 22 annos,
Carlos desunza Lobo, no Fono do Mullos i ^rP,ea> fslatu^ yeguar, rosto con.pr. lo
prensan 11 M*"os- pouca barba e lie natiral do UaranhSo
Na rua da Cadeia o. 28Ubernade I) ft'J^!* c f!' p0 ^-ampos, ven lem-se em peauenas e eran- 2 NVMS .* '* "* PrC do Commerciu n.
Jes tunco bichas haHib^u^dX ^r^JSfEZSSE1* ^'^ lo'
Ihores nuevcm ao mercado, c tambem so ,.,* no" Pr" :"1 cor-
alugam. renle. 'ousescravos a saier : Margal, ,iUlr,
regular, com alguns signes de beiigas.falla
manso,enlreor.arizeateufzmodcdeum
no, rosto re londo, narz chalo, Lddolu-
iicsapparcccu na mite do 21 de abril
;!o corrento auno o esenvo do nomo Floren-
tino, com os signaes sguintes: estatura al-
ta, cor mulata, sem baba, espaduas largas
pes grandes, rosto coapr. lo, olhos casla-
nhos, cabellos cegados, falla grossa, muito
regrista i,-m falla de 3dentes na frente, em
laidos lados do qi.eio tem urna fstula
levou chapeo decouroe camisa de riscadi-
nho : quem o pegar lev-o a fundicO na Au-
rora em Santo Amaro, que sera genarosa-
menie recompensado.
Fugio de bordo dobrigue nacional Fir-
ma, o escravo llenedich, de idade 2 annos
liT : I. i H.lih, i rniio.._____.
-- Vcnlctnsu da s cscr.iv.is, sen o uma
niulalmlia de i lado t anuos, pouco mais n
menof
anuas
\ ende
'-
e outra mulata de idade de o a 25 gai Baixa- Verde, vendido nesta
na na lurcita n 7->, se .lira quem '
rmoniinis ou
prag em 6 r
de man. do correte pelo Kvni. Sr padre-
Mercal Lopes de Siqueira,esle levo, caiga
amarella, camisa branca, im paletotde al-
paca, chapeo de feltro e ura cinturaoesicar-
nedo com chapa amarella na cintua; Ite-
nediclobatxo. bem preto, bonita fijura, p
piqueno, rosto redondo, nariz chai, falla
bem e muito ladino, foi do lugar di P.ezer-
nstru- r-S vendido nes.a praga pela lllma Sra. I).
_ V,. ., lUiiil.iio. li ..i i .i_.: i.
meiodiucus
Vendem-se estes ludise lindos instru- ,u vouuioo nesla pracapela I Ima Sra I)
m ,!'"- .....Icposilode pianos da rua Nova Josephina Dantas de Altneida, por nli-rvet'-
n. 27, p ii (i eco muito em conta. ( barmo-lflo dos Srs. Adriano apropriado para CrOS do igreja Chapeod" ""l minnili. ri-nu>* ... u
me
coros de igreja chapeo de pi lio re londo francez, caga hrm-
em substituigao ao org3o, muito recom- ca, camisa de chita ou branca, ell* foam
veis para as capellas de engenho por junios e levaram alguma roupa r, a : de-
sea todas as autoridades policiaes, ca itSes
de campo e a Iotas s mais pessoas rup-
tura dos ditos acravos e con |Uzi.os ou
manda-Ios ao seu proprietario JoaquOi Jos
Rolriguesda Cunha na rua do liru-i n. J-2,
que recompnsala generosamente.
i :usa lo pouco espaco une occopa, e seu
pequeo valor, tambem excellente instru-
ir,-ubi para salSo, polen lo ser acompanha-
do pelo piano.
Vendem-se 2 escravos de idade de 18 a
20 anuos, ptimos pata lodo o servigo do
cimpa por seren bous carreiros : na rua Di-
reita n, 3.
PERN, TVP. DE II. F. DF FARR.- 1858.
II
IX/CTI


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