Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06956


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Full Text
L
AUNO XXXIV N. ISO.
Por 5 iihv.cs adiantaiios 4^(000.
Por o mczes vencido 5<;000.
vtssm0
SEI.IM)\ FEIRA 12 DE .111 lid DE 1858.
Por annoadiantado 13^000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCABHEGADOS DA SUBSCKIPCA'O 1)0 NORTE.
Parahiba, Sr. Joae Rodolpho Gomes ; Natal, o Senhor An-
tonio Marques da Silva ; AracMj, o Sr. A. da Lf mu Braga ,-
Caer, Sr. I. Joi< deOliveira ; Maranho, o Si. Jos* Ttixeira
da .Mella ; Pauhj, o Sr. Jos Joaquim Avellino ; Par, o Sr.
Juilino J. atarnos ; Arnasooa, o Sr. Jaronjmo da Coala.
PARTIDA UOSCORRF.IOS.
Olinila iodos os din*, ai mfu hars >l du.
Igimi', i.inm o l'.i;.iln 'oiraj.
B. A H B i Altaii.....t..ii.iiitiuii: ii,i ier(a-feir.
K. I I1 i i v i', Pfaiareth, Limociro, Brej*, lkcqa*ira, Insaief-
r. Flore*, VllaaVIli, Roa-VUu, Oui-i arj a BsV< o a* qn --
Cnt., |pajuei S nHi."r.TT>, iiio L-*ormo*0] Una, Barreiroa, Agua-rn-i*.
,'imrriirir.M i\Ui: fiau<-feinifl.
To4o4 a* OrKOfl i-mriew ag 10 hura i da niAnhna.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CANTAL.
Tribunal do ommrrrlo : uncas a quimas.
Relaco .* terga friraa a aabbadoa.
Fazenda : qus ras a aabbadoa aa 10 horas.-
Juizo do eommercio : segundas as 10 horaa quimas ae malo da.
Dito de uri'hn > : segundas e quintaa a$ 10 borae.
Primeira Tara do civel : segunda a sextas ao maio da.
eaunda rara de riral : quartase sabbadoi a meio da.
EPUEMEIUDES DO ME/. DE Jl I.IIO.
4 Quario mingeme ai K horaa a 21 minuloa da manhaa,
10 La nota aa 7 horas e 5 minutos da larde.
17 Quarlo creicente ai 6 horas a 19 minutos da tarde
1S La cheia as '.' horas e 44 minutos da tarda.
PREAMAR DE llojK.
Primeira as horas a 54 minutos da manbaa.
Segunda as 7 boras a 18 minutos da larde.
DAS da semana.
12 Segunda. S. Joo Gualberto ab. ; S. Jason; S. Nabor m.
1.1 Terca. S. Anacido p. m. ; Ss. Joel e Hidras pruf.
II Quarla. 8. Boaveotura b. eard. c dout. serapliico.
lo tjuuiia. S. Carnillo de Lelles fundador ; S. Captulino diac.
lti Seita. N. Senhora du Carinu. Triunipho da Santa Cruz-
17 Sahbado. S. .tlarinha v. : S. Aleixc.
1S Domingo. S. Kullno b.; S. Syiuphoroza e seus filhos mm.
ENCARREG-ADOS DA SUBSCRIPCA'O DO SOL.
Alegoai, o Sr. Claudino Falcan Dial; Baha, a Sr. D. Duprad
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Pereira llartins.
EM PERNAMBUCO.
O Proprietarlode DIARIO Hanoel Flguelroi da Fsrla.na mm
lirraria, pracc da Iodapendencia ni. a .
PARTE QgFiCIAL
MIMSI'ERIO DOS NEGOCIOS ESTRANGEIROS.
RELATORIO
dn repartiyo dos negocios ctrangeiro* apresenta-
do auemblia geral l'gi'lala nasegunla set-
.o da dcima legislatura, pelo respectivo mi-
tra e ttcrtlario de estado, vitconit de Maran-
guape
guir o pensaraenln que preside lo) meios porque se Sendo estrangeiros, He
procura, na a-lu altl t le, remellar a nsulliciencia
dos venrimenlns dos empregada* puhlirn*.
COKPO DIPLOMTICO ESTRANGEIRO.
Ds r-lajlo eol> ii. :| .|o mesmo nnexo, v-ie qual .
he boje o peisoaldo corpn diplemalicn estrangeiro.
I a '2 i >
tai
5 a ii l>
ii 7 a 10 7
i 1(1 para inais < lo
Ella reeoliljSo deve ficar, provisoriamente, ezlen- e oulro sol o coinmaiilo do Reneral II. Alvaro, im-
O Sr. Ktt-li ird Klddei Meaie veto subsliluir nesla iva a lodiM ni barcos que se acliein em idenlica me.iialo cm palenle e linnras mililares ao bunio I.
corle, no carcter .i> enva lo ailraordilsaio a mi- ciremnslancias: L^cunc.
lustro pleaipolenciario, ao Sr. WUItan Troaadata. O qoverno mparial, a' prop'orcno que se vilo aog- Esta demonslrac.no foi loco esuila da nina repre
Durante a mis;1o do Sr. I mu.l.ltj as rela^i's inetitaoilo as relaejAei r Cbagando a Montevideo a noticia da daclanfio l'reguezia de Satra Talhada. por lceuc.a do givertio imperial Me foi permillido O Sr. Souza Res :Di* bim o nobre depatado,
da nosa independenria poltica, dividio-se a divilao Subdelegado. i rorlar nal malas do estado.Junte a tcenla que se com a pompa cora que alie ia organiaon !
de voluntarios ranea de el-rci all eslaciooada, ein Jo'u Antonio Pereira ta silva, por ser presidente Ihe eoncedeu por asta presidencia. A organisacao deesa aslibelecimenio he (al Sr.
.I..us corpo9, nm sol o cummando.do ceneral liaro ta cmara municipal tle Villa Bella Victorino I'erei-I Dito de I-'r. Mainel de Sania Clara doi Anjos, re- presidente, que indica mais aer um eilabelacimento
la Laguna, que adoploa a iudependencia e a jurou, ra da Silva, que servia esle eargo. i lisioso carmiliUno. psdindo cerlido to oflicio da de initrucrao superior do que da instrucrao sacan.
Sup|ilenles. presidencia de j de Tevereirn de ISjsj, dirigido ao darla qoe fui o que esta asseiobli se propoi crear.
I.Leonel Conleiro da Magalliiles por ser rom-I provincial da mi ordein.Passe. O Sr. Mello Reg (Kapliael :hto ha verdaie.
niatidanle do lialalliao de infanlaria n. 32, da Ruar- Requisir.lo do coronel cominandanle do forte do Oulro Sr. Dapulado :He preciso saber o que he
da nacional llraz Ntines de Masalhes.
2.Mignel l'ereira da Silva Ticaiiilu enonerado
senhores renresenUntes enlr' ,nin'*,ri' ,lo< ocios esiranijairos e a le 'io dos Estados l'nitlos fura manillas no peda la-es nos pullos ein que o exiecm a prolecrSo devi- recebidas ta uva roda, e pela reina la das impa- 3.Antonio tic Souza Mas*lli>~ies, licando exonera.
da naci.Venlio apresantar-vas o re.lorio dos ne-
aoel ntah importantes qu. lem corrido pala repar- q "
lid i a ni m earga, desdo a vossa -
ultiinj reuuiao em
le.

assembloa geral
SECRETARIA DE ESTADO.
ii j ivern i imperi ii (tu por vts auloriido em o
auno de IS'ii a refirmar as setrelarins do astado dos
nejocios do imperio, justics e eslrans^iros, blanda
ai naeenariaa nediea'jSN reapeeliTea regla-
me utos.
Eila aulorisatlo fu eaMadi la em cou.eq'iea-i i de
Olicilac.o do governo imperial uaqaelle anu.
Desde enttlo o governo imperi.il l w ad li i lo a no*
va iirjinis ii_,ij tle-tij repart;'-' por varias consile-
rar;0e'.
A iiecessidade dabsm esln-Ur a onlcm, divi-ao e
e'oamuii do Irali-lha de cada urna, ededar-lhe
O'iifirmida Ijui sijo ama das camal da demora na c. > 11 c._ u do*
reiiulamenlos.
-Vscircumslaiicias financeirss di paiz lem poroolro
lado al aqu acon rial da na aproveitar-ee da vo>a aulori-aclo, are
los anuos represenlou S. M. KidelHsnna nesla cari,
no carcter de enviado extraordinario e tmnislro pie-
n potencian >, prjcurau la, nal inulliplicadi rela-
ces entra nt duus paizes, preenclier os levares de
seu cargo Com a eordiilida le que forma a base des-
las relace*, fji rerou luztlo ao seu noale diplomali-
O general D. Alvaro accsdfii a esla pretendi e
oll iju lu ao general bardo da Lagaa, declaron for-
malmcnle que assim proceda, por saber ser esta a
vonlade de el-rei.
Esta declararlo da D. Alvaro, ia de accordo com
as inslrueces dadas ao conde do Rio Maior.
Deu islo 1ii-.ii a Convenci de IS tle novembrn,
me da secretaria de eilado tlis negocios eslraimetro-
para boa regularidado do s>rvir;o l'llt, uceupo-me
laesHunlamanla da -m nova organiafio.
C'iinpartilho as mesma-t deas qu a esle respeilo
lem lito os maiis anlecess irw.
Sera' ohjecto de novo resolamenlo :
Determinar bem as ailribuicile* e posirao de cad'
um dos empreados da repart*; )->.
I liar de malo conveniente, secunlo a caresta do
punas em que o axigem a i
ta aos sub titos e IntereawtbraiilairM. i laxilanaa ta Baha, que era vonlade de al-re Fide- j do Princiaeo Gomes de Lima,
assim como o seu antecessor, ma- Para esle lim. foram nomead nifeslou, desle logo, o deejo de seu governo de es- Sarro Largo, Taquareoibo, Sallo, Paytaodii e rolo- i (ropas que all se cooearvlvam, pedlndo-lhe que se
frailar, cada vez mais, calas relatos. mi da Sacram-uin, ni frouielra do nniierio com a ajuslasse um armisticio com o liaran da Laguna para
O Sr. Trouidala concluio a sua mislo em ."> de de-! repblica oriental da L'ruguay, e na Paran', em qoe padesse u embarcar com seguranza para a Ea-
, zembro, e ncsi niestm Mala apreteoton a sua caria Gnalegnaych, Concordia e cida le to Ko-ario, por- ropa
de creutja o Sr. Richard Meade. los mais importantes da confederarlo argentina.
O Sr. Joac tle Vasconcellos a Sooza, que por tan-! Com o inesmo mitivo providenciara' o governo
imperial sobre a i-rearto de ag<;nles consulares em
Uuyobamba, rapial ho;e da provincia do l.oreto
[repblica do Peni Nauta e em qualquer outro pon-
i on le se larain tiles neeetaarioi.
Creaclo le agenlea consulares eilrangeirn*.
\ i i podando os cnsules eetrangeiros meenlar-ae raclilicada em 19, entre o bario da Lagaa e D. Al-
eo, e fuucclona desde 18 de juina do anuo prosimo tiesta corte, para promover os imeresses da aaai na- varo ta ('.osla de Souza de Macedo, em virlule da
paasade. ennues em lugares dislaules tle seu tlisiriclo, a omle qual retiraram- Tenho de lamentar o fallerimenlo nesia corle do nao sao aJmiiii ios vica-ceniulas, S. M. e Impere- video,
ntemoneio apooUeo e enva lo ellraordinario pon- | rador, reconliecendti a neceasidude de algurn pro- Eslai simples exposirlo prnva qoe I). Alvaro era
lili ao, naonienhor Vicente Massoui, arsebispo de videncia a esle respeilo, huuvc p >r liam, por -lecrelo a devia ser considerado legilima aoluridad, para
Edessa, victima ta fera amarella. em ama ojaadra { n 2I-J7 de : de marra tlette annn, pennillir qoe tornar pelos sea aclus, responsavel o seu governo.
em que o estado da salubnlado publica era o mais | pos.am os dtlos cnsules uomear aj-enles que os re-. O governo imperial esta cario deque oda S. M.
alxfaclorio. preaentem, tdb saa resp.msali iidide, na arreradarlo I Fi'laliMima nlo declinara' esla responsahilidade,
Ee (rule aeonlacintenlo leee lugar n.i dia 3 de j das hnranca< jaeenlea do seus eaneidadlos, e na dos nem deaconhecera' aquella cnnvenr;ao, como o pro-
osl lenlcram o eammiMaroi porlagoezee, e que os ac-
(ea emanado de ). Alvaro serle considerados como
idas j dcvendo|produzir|seus devidos elleilos, no prosegui-
r- mullo tos Iraballios da commis'aa mixta brasilera
zas qu ecoasalharam a eapedijao dequella deerela.' e portognaia, o quaes iiif^lizineule, se acham para-
Nas atlribuices restrictas que se llie concede Ivsadm, ni > nbslaule os extorca do ministro lirasi
devein o< ditos ajenies eonformar-se com o que dil- i leiro etn Lilioa /ira que eonlinucm mediante as
pe o rcgulamenta n. SS"> de S tle nevemlire tle 1S1I. j precisas inilrae(5ei do governo de S. M. I'i Jtllissi-
ArrecadaQrio e Adiuinislraeo de heranqas. I ma a os seu* commiasarioa.
No relalono do anuo prximo passado, o man an- COMMITSAO' MIXTA BRASILERA E IIESPA-
lluraco, de um aderero paia a bandeira.Eorue- intrucrao sacondaria e soperlor.
Qa-e. O Sr. Souza Res:E, Sr. presidente, no nsso
Dita do meimo, de papel almajo e de peso.I-'or- paiz urJi nao precissvamos por ora de ansia stlabale-
neoa-je. | eimenlos de in.-lruct.a.i superior.porque nos os linha-
Dila do mesmo, de tinta prela e obieias.I-'or- mos e temo boje em grsuds quanlidada ; academias
'i.Cuntido Gomes lavares, licando exonerado neca-se. de direilo, de medicina, de malhematicas e de mari-
I rancico Gomes i Lima. Dilas dos commandanle do S- e 10' halallies da uha,aulas llieologics, ate. ale,lado isloSr. presiden-
.'.Galdino GonfSlvea (.ma, Picando exonerado infanlaria, e compauhia tle cavallana, de Pos de al- (e nos (inhamos a temos anda hoja; porque pois ere-
godtlo e azeile de carrapato para luzee dos respecli- j sr-se um eslabelecimcnlo que pela saa orgsnisacao
vos quarleis no correnle mez.porneca-se. *e vi- qus se destina antes a instruecan superior dtv
------------ que a inslrucjao secundaria ? Se all se eosinam as
pfiuu ANUO niSillMln i 'inlas moras e viva, se all se ensiuam ootros pre-
in^ woAnas. paralorios destinados a instruyan secundaria, laaa-
taeiartfl sjaaeral do lonan:: ?.: --saa de |m H ensiuam as sciencies mathemlcas e nstu-
reraanbace na cldade do Recito, em 1" fie raes, qoe faeil parle da inslruccao superior. Ha
julho de IHbH. portanto Sr. presidente urna confualo de instracr;aa
UKDEU DO DIA N. 91. {secundaria com uisirucc.V) superior, (apoiados a nlo
Verifican lose que n revista sanitaria do balslliAo i apelados) a asa couluiao he para mim argamanlo
Manuel Nones de Magalhfle
(i.Samuel Saal de S' Montenegro.
Suplientes do delegado do lermo de Cimbres.
5 lenle coronel Candido Xavier Pereira de
linio, por se Icr mudado Manuel Joaquim de Me-
deiros.
(i.Major Joaquim tle Carvalbo Cavalranli.
l-'reguezia da l.agoa de Baixo.
Snlriclegado.
Cirios Jas do Sa, licando exonerado Antonio de
Seqncira Barbosa.
Supplentes.
2.Virissimo Jns de Couto, ficando exonerado
\nlonio Alees de Sequeira.
- | ..^ U'IO li". ni.UIH'i.llllUlUl l3 lU.'l1 ,,IJ ','" "-- ..^.w..v-.. I...HII1 .,,' nao augmentar .,< desp-za, d, e-alo que ,ecea-, jonllJ dj d obervando-e n. objaeloi salvados de nevia qoe aaefr.gsrem n
rtsmanle Ma de eraseer con, a eleva, lo do* or.e- ; fulle,al jM(ple|,. diMis<<4a M auo, g.-,niic.ic,o uos "M"^'''; | reiuonias devidas a' sua alia Cslegona diplomal.ca e Na documento n. S do annexo A foram denuid
No podindo er por muslempo e-pacal refoi- .eel#,M|lMi a allribu.ces qoe deee.n ler esle. agente*, e as n
O Sr. Ignaei Massani, seerelaiio de-la legico,
leu lo enlermaJo, log depui* de seu illuslre irinao,
nao puje cx.rcer, como Ihe perleucia, as tuneen-
le inearregado de negocios da Santa Se, erelirou-
ie pira sua corte.
Mauif-sl ni lu o governo imperial o tte*ejo de ver
clin brevidede prvida a legac.lo panliflcil para te- j tccenor expoz o estallo da que'iao pendente entre o '
ritn andaineulo e negocias peuleale* com a Sania governo imperal e ti de S. M. o luipeador dos'
i Si, sua -anualo, rec'inlie-en lo ela neeeoidade, Praneeiea, sobre a inlelligencla que deve ler o arii- tidos os papis relativos
MIOI.A.
O Ihesouro nacional, a cujo sume fornm sobmel-
l reclainares de in lem-
oitavo de infanlaria. foi pajeada no da 29 do junl o forte contra a inililuic.lu.
ollimo, nao a' noite como di-e o senbor eflieial qoe I O Sr. Gonjalves Guimaries ;Muilo bm.
s? achava de eslado maior na parle que dirigi so O Sr. Mello Hago (Kaphsel) :Contra a firmi.
parle que ding
quarl.l general, mas s oito da manhaa, o marechal I O Sr. Siuza Keis :Contra a imlilO'clo pela eni
3.Loil Alves de Araujo, ficando exonerado l.uiz de campo cminen Janle das armas interino, com o i forma. Eu crem que ma (enho feilo cumprehtndar
Alvos de Siqueira. lim de reparar esse engao e arredar do Sr. primei- bem.
i.Joao l'ranci'co da l.or, ro ciruigiSo Dr. Miguel Joaquim de Castro Masca-! O Sr. Machado Porlella :Leia os regolamenloi
.">.Joaquim laimundo l'erreira Portugal. renhas urna falta que nao commetleu, e pela qoal dos collegios de Franja e de eulros paizes da Eu-
*i.Jo3o Cavalcanli de S qneira. i fi'i eslranhado em onlem do dia I.- do crreme, ub rop
Delegado do termo do Urejo. n. sil, determina que nesla parle se considere de ne-
l-'oi ronsideralo vago ete lugar, por se ler muda- nhuiu effeilo a citada onlem, e tranca la a ola que
do Francisco .Vives Cavalcanli Caiuboim, e nomea- se Ihe linha averbado ; e que o Sr. coronel coin-
dos mandante do iiilo balaHllo chamando a' sua preseu-
Supplentei do mesmn delegado, os cidadRos se- o referido Sr. alReial que esleve de estado maior
guinles : < o advlna do erro em qoe cabio, cumprindo que no
2.Antonio Alves Campos, por so ler mudado Ma- luloro sea mais escrupuloso no cumprimentn de
noel Smele Cavalcnnti de Aibuquerqoe. ; seus deveres, para nlo d-r lugar com ioexaclidoe a
3 Frederlco Cordeiro de Carvalbo Mergulh.lo. que outro sejain prejudicados, conro no cao da que
"i.Jo,1o do lleco Maciel por se ler mudado Jo3o se Irala.
farinarofee i|iaiiro, um prejuio des direilos at-
quin los, por bous servijoi, por a |uellea qu? ja' fa-
ze-n parle delle.
Cine aqu di/.er-vos que leoli > enconlraio da p ir-
te ta secretaria toda a co i Ijavael i que exigein os
multi|ilicid)i aisumjlo* qu.-, por ene rain i da ad-
m msirac i, attrahem iaces*an4araanle a ailen<;5o
do governo.
CO\PO DIPLOMTICO BRASILEIRO.
N i i] i 11ro do corpa diplom di o brasileiro, sb n.
2 do ennexo A, compinido com o que scompauhao
o relalono do anuo paseada, v s,- que mu piuca-
allerace botiv: n p-ssnal diitribunlo pela* ( teje) M
do Impeiio, b-m pauta* minea des e urna ou oulia
rnn rio ni ciaste doi adjulo-.
Ten io o Sr. canse lieiro Jas Mara do Aiinral,
mm la lo em saiselo especial ao Paraguay, regreia-
tl i para o Paran', ou le a-la' acre litada no c iracler
da enviado extraordinario e mioidro plenipoleucii-
rio e liulis do altender a negoc i* argente* em com-
prmanlo de orlen d i govurao itnp -nal, juUnu o
mesmo governo dever em i u api I i i epublu-a ouira
nuaslo especial, recabindo a nome cjte no meu lltus.
Ir antecessor, or. consalheiro J i-o Mina d Silva
Prannos, qoe, pelosaeaainteced ntes, p troceo a
psseoa a man propna pira li-m a d sumpaulia-.
O* Iraliallu da le^at;! imperial em Lmire-, exi-
ginlo maior pe-siai, por ler aln dos i*a n ( nu
pardilla* a seu earg i, a caalitii 11 ule. e lo la a cor-
rosponden-ie qne a ella se refere om s ep-Cii'as
dos sgenle
livo* commissarios.
O asiumpto esta etclareculo, e o governo impe-
rial lem as precisas bases para proseguir no piopo-
paia e raculJados de thooaro, os voncunenios desses aejh| -f B-mMf moftteBhor Marisa* Falconelli An- go I do halado de de Janeiro do 1826, 4 tos I nisar0rs que pedeio d-.verso* sebdilos hespanhoese
einoregados. .^_, taacci, na calhegoria de inleriiaorio, que linln *eu i|ue lite foram adilicionados, pelo que re*peila a' in- I branleiros, altela a esla cotomissao milla, ja emiltio
Dfpeu elido esia serv co de um pe-sail competen- il,.ssor_ I ,erferellc,a que deven, l.r os comales dos dou. pa- Wbra elles ,. se. parecer. '
tcmenle habiltalo, aera o giverno imperial ecru- ( Sr. D. Manoel Ranees y Villanueva, que velo I *ea na a Imini-lracao e errecadsrJia do espolio dos Tenho agora de cuseiider-me com o represculan-
" subsiioir o Sr. D. Joa Ualaval y Rincn, no mes- ab lilos de sua uajlo qae nelle fallecem, teladiis. le deS. U. Cvlhvlica nesta cdrla sobre o modo de
ni i taracier .le ministro residente, aoseutoa-se desle a intestados, j concluir se esla qaesllo, lia lano lempo poniente,
eirP'en I i de agosto to anuo prximo passado, e O governo impon 1 e*pera concluir brevemente por motivo das quesloe sobrevm las enlre os resnec-
licou lirigindi a legarlo de S. M. Calholica, na qtia- am ajusta que ponha lermo discoasoes dessa na- "
lidadi deencarregado de neaoeos interino, o Sr. I). tui-za com a legarlo lian-eza nesla rrle.
M iri.iin.i Poleslad, secrei-no daquells legaeSO. Pelo arl. 2e ,i, irN|a p, ,|^ navagaflo e roinmerrio
E-la ausente de*la curte o Sr. con le Sslvatore I entre o llrasil en E-la lo Oriei lal do l'ruguay, de silo que sempre m-nifestou, de rhegar a esle repei- i Juveuiaiio AKes"Maciel.
Gnfeo,desde I4de naeembro daqaelle anno. 12 da oolobro de 1831, eslipolon-sa qne asi agentes I to, a um accordo justo e raioivel com u de S. M.
O Sr Aleandre Wen lling, que Beira regando a I consularea, os subditos e cnla los de cada urna das i Calholica no i lere;e dos subiilos dos dou palies
legac,1ode S. .M. o rei tas Duas Sicilia", na amen- duas alias parles contratantes, gozariam, reciproca- lolereasados nes moneinnadas rer'.am.'cties.
ca to ir. Gnfeo, fallecen em Jl le Janeiro ulluno I mente, na oelra, dos mesmos dneilo ja'concedidos, I AC.l'.OKHOS POSTAES.
o Sr. E luardo Luiz Daeoslerd fui chamado, na ou que o fossem para o futuro, a' naci mais favo- i O* ircordos postees, coja celebr.icaa 'fui proposla
sua qualda.le da vice-comul, a lomar provisoria- I locld. | pel-a governoa da Prussle, Sardenha, e llambuigo,
mente o encargos que linha o Sr. Wenlling, S.-ndoos maiores favores concedidos aos contales de que Iratou orctalorio do auno prximo paseado,
O Sr. S, Desmaisit-ra, imlo tle retirar-se de:la Hlrangeiree os qoe lhe ontorga o decreto n. 885 de da ala paderain aer cundidos,
corle cahliceiiQd de ssu g iverno, apresentou ao go- s de novembrn de 1831, foi por notas de 13 de no- < governo imperial lolorisoa o direclor geral dos
verno mperial o consu! geral 11 Blgica, com i en- i vembro e 21 de dezemlirn, trocadas enlre a lega^io crrelos du imperio para entenlcr-se sobre e--- ~-
carregadi da geslao djs uegoci II da lega.a i d-; S. M. imperial e o governo da repblica Oriental do L'iu- sumplo cun os eg mies diplomtico! e con-ulares da-
de Dos Barros.
(i-Tliendoro Martns Chave*, tirando exonerado
Iraii.-isco Cordeiro Dias ti i Smlos.
Suppliutes do tabdeleg-do dol- dislricto da fregue-
zia dn Brejo.
2"Geminiano Alves Maciel, por se ter mudado
1'homaz Alves Maciel Jnior.
1-Fraucleeo las Cliagas Pereira, por se ter mu-
dad i Antonio Jaxquim de Mello
i Itngerin Lucio ta Silva Mergulbao, licamlo
exonerad., .Manuel ('.tsar de Andrade.
(i-Jase Cordeiro de Souza, por haver fallecido
As-igualo.)Francisco Sergio de Oliveirn.
Conlorme.Horacio de Gosmao Coelhn, alfere*
ajudant tle nrdens encarregado do delalhe.
o re to Belgas.
0 Sr. [eydebrand oud de*. Lasa fii nomea lo en-
oirragark de negocio da Prusaia, cm subsliluir;! i
11 Sr. I. Leva til ig-n, removiiu para a repblica
lo Chili
A aasneia do Sr. Levenhagcn he tanto mais sen-
tida peliguM-rno Imperial, qaanto no deseinpeuli>I
de saa ii-saa, sai
os intereses que I
lados diAllemaoha.
O Srd-^ ti i|iu li-oii pela retirad!. Kj rnerregedo Jo archiva da legaclo tle S. M. o
re da Srdt'nlia.
guay, ajustada a reciprociJade garantida no arl. 21
do referido decreto.
COMMISSAO MIMA BKASILEIRA
C PORTL'GL'EZA.
A'nda sallo pon lenies tle solncao do governo de
S. Al. Fidelisiiina as dovi-las suicitadaa pelo- corn-
il ii i......, i, vi mu nu ii m;iiiiii'iiii i .,. _, ,
ni. C-.marVl.and r perfeilamenlo '"'""">'PK'ugue/e a r.-pe.to ,:a t-poca de que de-
Mm e Brasil a" Prussia e aos es- !'ndMa'" *' '*''">?; -"''"> a governo,
proveniente de despejas fallas rcm o ilumnenlo de
irOfiaif segundo o* lernius do nrl. 3a da couvencao
ad lleiooal ao trata lo de lili de a^o-lo de IS2.Y
Convinls aplanar lo los o* obstculos que se po-
deMiin encontrar ni Hqoidneio liual i carga da
eommissle mala, e lando apparecidn da parle do*
Camoaissarios puiluguetes a i lea tle nao considera
qnellas potencia
O ajuste com a Prusia na i offerere .maior diticul-
dade, Iralandu-se nicamente de recoinmiil-r a
correspondencia expedida de um para outro paiz
pelos respectivos crrelos, lim de que cun segu-
ranza chegii6 a seu disli
ASSEMBLEA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
! Discurso do Se. deputudo Souza Re, pro-
nuactado na sessao de 31 de maio pr-
ximo indo.
O Sr. Souza Rei :Sr. presidenta, tinto bastan-
te o trazo que lem ti lo a p'.M:c tc.l i dos Irabalhos
desla rusa, Capotados.)
\; raque se trata da (arceira diicuss.lo to projer-
to de i ir iiik'mIii provincial, c que sem tluritl.i algu-
ina mullo preciso era que mis e*lives 30
R"qucrimeolo de Carlos Augnilo Lino de Souza,
guarda da provettoria de saude .'o poilo, pctlin lo 2J
dial do licenra.Informe o Sr. inspector de saude
do por (o.
Dilo de Francisco das Chegas Salgueiro, eolleclor
provincial da r la le de Olinda, pedindo a sua apo- segunda discusslo, estamos anda privados disto!
seuli lona. Paise portara concedendo a apisenla-, O Sr. l'erena de BrilO :Apoiado.
dona, em vrlu.le da le n. -J(| do 21. tle |unh i de ; O S'. Souzx liis :Ea, Sr. presulenlc, sinto is-
Is.iiie da le n. 403 de 6 de abril Je 1NVT, com os la principalmente porque toraei parla nena discu*-
-inenlo do art. 2- desla le. lia, niscnli com diversos ora loro* e recelo qae leudo
Dito de llenrique Augus o Mllet, engeiiheirn riv I de refer r-ine ans discorsos tlcsses nobres tlepulados o
ullercrendu toimr^.ir empreilnda a faciura dos con- faca menos exaclamenie, entretanto que mo tenhn
nos da ponte dos Carecidos.Informe o Sr. direc- : easea disearioi publica loa para aitesar a verdade do
ior da reparlicjie das obras publicas.
Dito de Maximiano d n hagas e Silva, arrema-
tante do pedagiu ila poule de Molocolomb, offere-
qoe avanrar. Mas nlo vejo remello para
paranlo ao meas nobres collega que me
ilo, pe^o
advirlam
O Sr. Souza Rsis:Anda nao era lempo meu
nobre collega...
O Sr. Nascimenlo Porlella :Por essa lsdo he
outja coosa.
O Sr. Souza Ra*:Anda nSo era lempo da imi-
tar esse paizes ; he por esle lado anda que ea
comidero a qaesllo.
Sr. presidente, o'am paiz, ou antes n'uma provin-
cia como a unsa,em que devenios procurar principal-
mente instruir a populadlo em geral,illuslrando-lhe o
espirito fazendo-a eabir do embrulecimento, para
qua poasa cada individuo dedear-st profissao para
quo for apto, crsarem-se insliluices qae deslitiam
o homem ti urna ordem'social muito superior-, he
nao comprehender o que mais no interese* rnente
pelo g..|ii de imitar os mais civilisados paizes, sem
indagar se dilo-sa as mesmas circumslancias.
Desde o momento em qua o individuo ednesdo
no intrnalo completar o raspectivq corso no fin do
lempo marcado pelo reglamento, elle ee jolgar
apio paca oceupar urna posi;io na sociedad mais
! alta do que aquella que asl nos seu vsrdaderos
iiileresses.
(lia diii aparte.)
O Sr. Souza Res :E se n (amos as academias,
para que isio".' Psra que a aisembla provincial ereou
um lal esuhelecimeulo '.'
O Sr. Machado Porteila da um aparte qua nao
oavimos.
O Sr. Sooza liis :E se ea dsser ao nobre de-
pulalo qae nos temos academia derrus no nosio
paiz '.'
O Sr. Machado Porlella .En echo qne nlo.
O Sr. Souza Re .'O meu nobre collega me po-
de contes'ar que o numero de hachareis e douloras
qoe se tormam animalmente na nnsia acade-
mia he exi-esuvo e superior s nece-iidadei do
paia'.'
O Sr. Machado Porlella :Anda sao poneos.
O Sr. Sooza litis :Pade contestar isto 1 He sem
secretariai de celada, e a mu ir paite
diplomticos e con-ulares qoe p ir all receben) seus I incale direilos I: alf.tnl-ga de que goza o cor-
ven-menl's, alo po le pre-cin lie o g iverfia luipe- po iliplomalico t'l aug-n o.
ri al de noiutar mais um aldido, alcm do num-ro li- iij mito que -.e recanhacia a naaessi lata da mo- \ r*m como auloii 1 ide legilima do governo de v M.
xa lo pela decrelj, de 20 de maio de I8V2, tle-ignan- dilcar-e o decrete n. 177 da S da oulubro de Isili, Fi.lelissima o general D. Alvaro da Coala de Suata
do para e*(e lugar ao Sr. Joao Pereira de Audradi que eslbelece a regra que s> .levo oh.-rv.r ni sen- Macedo, qu depoi da saluda lo haro da Lago
Joiiior, ampregado da sacrelana de estalo dos nt-1 co delirtiloa eoncedlda aos chafes das mis-es di-
gocios eslcaugairos, quo *e chava em caietnaisaao em plomatas acredita lus nesla corle.
Londres, quem pelos couheimeiilo pr-prios,
nesta especialidade, jolgou o ch.-fo daquella le^aco
deier eocarregar ie-e servioa.
A caresta que hoja s.rtfle-se no* paizes em que
mamemos legac/ie lem silo objaeto da varias repre-
senlat;oes que t'in feto ubir llgom chefes dellas a
rousideraco do governo impe lal, solicitoa lo venci-
nonto maiores >l oque os que Um sido oread) pira
seo respectivos cargo.
O governo imperial esta' convencido da exiguida-
de, boje, daquelle* vencim utos. Ili um facto qu
Oiismi 11 o govemo imperial etahelecer, lano
I ii .i 111.1 i -.- pos.ivel, a re-i,.....i li I- dev la para
com auellas inissi, expe l o decreto n. 2022 de
II deioveinhro do auno prximo passado.
O ocumenln sob muera 7 do annexo A, conten
as iliiosrjoe que regalara a sencla doi direilos d*
alfai ega de que h-je g iza o corpa diplomtico o-
Iran-'iro.
CORPO CONSULAR.
(ervico que presiam os c nsu'adoi brasleiro-
ind alas'e.lio as circumsUiuia*, e o*elemenios com "a"nncipies nacoesd Europa edi America cm-
qae foi decretada a respectiva laliell* ; e mu lad i a
bne doi calculo*, nao ooderla den ir le ser alien li-
dai a* reclamace do referidos agenlsi, psra sarem
c iliaca los no |i ds po ler.-m occorrer s tlespezas
qiiB acarretam as rrsp.-oliea postees diplomticas.
o goveroe Imperuri, antretaata, nada qarii inno-
var no orcaininlo que va* foi prsenle, dtnan lo a
vosea a.ireciaclo resoJverilea a esta respeilo como
julgirdes saais eonveai -ule aos uieresse e circums-
ii-i ia lininceiras do imperio, para oqaevixini-
ni-lrarei a* infonnaQas que eslejam ao meo alcance.
Tem-se reconhecllo qu<> &s quanlias designada*
para as apisenla lorias dos empegado* diplomtico,
r para os que eslejam cm disponibilidad activa oo
sao las iili -ienle*
lu a ser daviJmente aprecalo pelo governo im
peal.
.1o lem si-fe* posivel relrihoir tl mo In conve-
nidle alguns de-les agentes, por Icr tle exceler
ququer saamenlanos seas ordenadas a respectiva
vea de ercaraeiito.
decreto t.576 de II de jineiro da IS'.I, deter-
rajando os emolumenlet, que deveriam pero bar os
ajile cuniulare* do imperi) por actos deseuolli-
ci
e-so.
Vendo de *er
na .le Montevideo IIcali coinuiaudando as tropa*
pirlugueza al su i pulid) pala Pnrlugal, com o
lira tle nao atlmillir as reclmacss particulares por
despeat com o transporte das (ropas sob sea com-
inaudo, o commissanog brasileiros dtrigirim-sa ao
g>verno imperial pira saber e deviam ser Ittendi-
lis
(i governo imperial loma a solncu final desles cendo l.-jxll^UUO rei* pela renda anunal do mesmo
auump.es ni divida considerncio. | pedagio no luturo ex.-rcteo. Vi.lie n Sr. inspe I n
Oaueconloi cora a Sardenha c a culade livre de da Ihesouraria provincial, para qae nos lemos de
llimbur-ii torio suspensos, era cnnseqaencia deselsua inlormar;lo de 2H do conante sob u. 215, mande
nlo terein regolarliado as lindas tle vapores que se par novameule em praca o pedagio da ponte, de que
liaviam estabelecido para facilitar as communicaees te Irala serviiidu de bai i eisa arrematadlo a qu- n
du Ur.isil com aquellet paizes. im de 1:50119 resoiTereeida pela peticionario.
(Contina .
BOVERNO DA a?KQV1WJ1A.
'.I de julho de 1858.
Por porlaria du X do correnle foram exonerado*
os actan I. 2. e 3. supplentes lo subdelegado do
ilislnctu de Cruang, fregue/.ia de lioianna, e n -
meados para es cargos policises do mesmo dislricto,
os cidadaos abaixn declarados,
Supplentes do subdelegad i,
I.Dominico) Cimillo tiendes da Cunha Azave-
do, licando exonerado Ignacio do Mello Cavalcanli,
da julho Jo anuo prximo passado, a nota junta,
annexo A.
Sobre n primeira ponto de divergencia entre os
commissarloi porlugue> e brasi -iros, fez ver.o mi-
nistro hrasileirn que, descantando o Iralado de 2!l
de a^olo de ISJ, e a convenci addit-ional, t|ne na
uerado Francisca Soares Bolotlio, que eteupava
lug^r.
i.Ma;nr Francisco Xavier Val da Silva.
5.Ignacio tle Mello Cavalcanli.
esle
Por decreto de 5 do c.irreule foram exonerarlos dos
cargos policiaca dos lermos do Itrejo, Cimbres e I -la-
lie senao o seu tle-oiiviilviinenli regolatnenlar, no res e nomea los paia elles aa peseoas bailo deca-
irl'i positivo, tletermiua In, e nacional Ja indepen- rada.
dencia to l!r>sil, donde derivan) a divisfo da enliga
moiiarcliia porlaguea, e as oecurrenrias que se
, leve cm vista atlender e regulas nos pacto* supraci-
u uiiicamculo a navegacao de longo ,j0>1 ..trmenle in.dmias val prelencao dos
! cuinmissanos pJtlugtte/es.
appitcila a respectiva tabella ao* I o .auto ao s-gunda pomo, que nao era putsivel
ireos que S einpregam na navegaclo lluvial, r-c ,- c ,,ic.iar-se a lejfilimid.nla dos actos o eneral D.
aeau-ee qne, por saa pooca |.,i ;i ., e i>eU nalu- Alvaro, que as.umira o coromando da divislo
se p>r venlnra algomi proposicio, que;duv,|a algumil ,XMla ,,, e digo.
nm li.er sido eraellid. por elle., porque eu a ,elrs- S.nhores,nao seconfunla a insl-ucco que se deve
rei, oo modificare!. He agora, Sr. presidente, que dar ao pavo em geral, com esla insiructaj superior.
so voo pasear lima vista retrospectiva sobre O Orea- .moitos apoiado.l porque s.a Inslr.cSe superior
melo provincia ; be .gura qae eu van apceei.-lo mitlU ,,, vez o in lividuo para aquillo a que
em seas dilTer.nle. artigo* seguir, p as a ordem de. eile se devia lalve destinar. Apoiados a nl apoia-
les. IMsando pelo arligo aegondo sem fazer refleUo UJf.) A r alguma, bem cono obre o lercetro que se referen) a eria ae bacharel em dn-ln lem felln mmrnir
Ollicio do inspector .lathesourana provincial, par- as......bla provincial, e secretaria da pre.ideocia, ire I um gr.nde nun
licenca.Requeira ao governo imperial. la lo qoe he director da instruecan publica.
Dita da O. Clotilde* Igiiez da Silveira Bastos, e O Sr. Machado Porlella :Obrigado.
--o lilhii., viuva c herdeiros de Francisco Xavier O Sr. Sooza liis :O arl. 5" dala do (vmnasio
Martns Basto*, p-din lo se Ihes mande passar lilulo provincial; era piincipalmenle, Sr. presidente, sobre
le afuruiicnio do terreno de marinhi na na da Au- o Uymnaaia provincial que ea linba de fazer largas
rora, de que eslava de poste o fallecido marido e pal coiiaidera(Oes,moi piincipalmenle deonii que, Icndo
dos sopplicanles,[nforme novutueme o Sr. Agn- dilo algunns palavras em sustentacao tle una emen-
nian-,ii das marinti-s, leuda etn vista o qoe se deter- de qu- mandci a mesa para que se nao coutintiasse
min em aftico de,la preiideoclo do I- de fevere- nessa discaalo sem estar presente o nuhrc depotado
ru ultimo dirigido a' Ihesouraria e o arl. 2.1 da lei do direclor da instrarcJi publica, nu foi dilo por um
orramenlu desle anuo. dos ua-so* nobres colleg-s, o Sr. Epaminon las de
Dilo de Frauctsco J icinlho de Sampaio, alomno Mello, qoe ni > devia ser alteada aisa instituidlo te-
da 2- auno da Facoldadedc Direila, pediudo dispen- mente pelas indirinare* que haviam sido Irazidas a
sa da piova de eapacidatle para ensiuar particular- cata pelo regedor to (iY'nnaiio, por que ella nao
mente a Itngoa lalllls.Fice o luppheanle dispon- imporlavam inda mais do que a falta de alumnos, o
sado da prova decapacid ule pareo entina que ic- que nunca sen causa para no* pionunciar-mos contra
i|uer, san lo cte despacha aprsenla lo ao director | a ins(i(ulC,!o. Ale rerln p ni Sr. presdeme, eu pen-
s com esse nobre depola lo ; mas senhores, tetar
Dio de Francisco Tciteira Pcixolo tle Abroo l.i- proyado que a falta de ttliimuu seja devida a cansas
ma, pediudo certtdao ta patente de capito confer- nlheias a ma' orgattitsrjlo do eslabelecimcnlo '.' nu
io a Anlonio Icixena Peixolo.Passe. que ej* devida aoa proprios profettorea? aa final-
Dito do padre Joaquim IJaplisla S lares, tigario da mente a' direerjlo do mesmo esiabelerimento ?
treguezia da Bal reros, pediudo e uifeaflc extrah i OS'. Machado Porteila : Na i ha mais alomno*
ao potle ad-
Suptileules do delega lo do lermn de Flores.
i.Sebltlilo Persira il.i Silva, lican lo cxtinerailo ger il da nlruc(lu publica |iara se conhecitneiilo.
Christovlo Jos tle Campo Barbosa.
2.Francisco de Souza Magalblcs, por nlo exii-
lir no lermo Jlo Cosme Nu......
3.Andrelino l'ereira da Silva, por ser delegado
ile lugaiein Jola do Prudo Ferreua.
..xiiloiiM Xavier de Morae*, por haver f -lleci- j urna das lolenes coucedldi s dar as obras ta sua internos, porque o estabelecimenlo o
tlenado fixo* desle empregado*, que sao a base pa-da 1'ruguav e a l'ruguayana. resnlveu o guvernn
ra aquellas npaseiitadiinas e dispouilulidade. imperial que os barco* emprega lo ne*sa coniinerrio
II ijeconhece-se a neceiiidaie de augmento da pagassem no re*pcctivo coisiiladu :
retribuir/es que davem l-r os empregados publicd,
pelo seu trabalho. A lei Je 12 de agosto de IS"
foi teila quando anda se nao liaban operado mu
tos .iu niiiiiu- deque boie : um oulr.n alio* fuir
ciunarios; e aquella lei leve necissiriainenle'r-
SenJo naciouacs, de
1 a -J toneladas, 2 pe*oe
3 a o i
."i a li u 6 i>
7 a 1(1 i lo
ii pan mais o 13 ii
ORIGINAL no CARIO OE PERNAMBUC-
II tlKJl I.IIO DE 1308.
llgumas pa\ai ra* ohre < projer.io de um otleaio
para menina*, irigidopor trmias de aridde
nota e.idade. 'eguene biographia scre urna
- tfeeia. filhae amputas de S.Yiccntti l'aulo,
chamada Roale.
lie geralmenle sbi.lo qne a molherdf'nle mni-
lus sectiles viveu lum e-lado de tbjeeeo e avilla-
ineutn.
A cort?z.1a de 'sparla e to Alhcnus no meio da*
magnificencias omiso dn Oneule, r .a* Voluplun-
Mitade do paUo do inncipe, en u n in*lru-
iiiento de gozos ioomliiioiti, e nao pssava tle urna
escrava.
A celebre Marsi, doniella l.jcedenon ani, cuja
pureza lornou-so objede tle lana l-nii*, fura
encerrada n'mii Izar de nfamias c ievassid es c un
nutra* rompanlioa. A n lile, hnireus, caunnh.in-
io s spalpadell, laineomparar s huin ma, a a eque iriva sobre ellas era a de
um noivo,
lina Dli era triga I. a abrir o berro do li I lio ao
i 'ttsellin ,| p-[,e, e seo ieu terno e earo fillio, en-
ft aquerido por urna otasa myslorit a, nao se lor-
nava bstame ri'o. tallante forte, bailante li-llo
debaixo dos seioeipi* i da* soaf lagnmas, a a-tto-
ridtdt publica mancava afoRar, como um enle
que nao valia tena di ser criado.
.Nessai sociede* do oolr'ora, am i das san mela-
do* era compra on merca- ej ida pela nutra ; o ma-
rido enllocara esposa ni mesmo pyneceo que a
concubina. .
Ma o rhrisiiismo lirot a mather do ettado di
aviltamenlo e humild do cm qae '/ja, e a Collo-
c -o ao lado iliomem. Bullo ell i ful prolcgi la
cun paxlo e rala como le li m i leo*. Tor-
noa-se [goal a uiiem, que lh- con- groo lo la a sua
vitl.
Islo foi um'nmphri m-gnifico na espliera mo-
ral ; mas rom do, muit is i lu itoph ;;. eu pof eg lla-
nto ou por i-t oonvicelo sincera, i consenliram
qoe a molrveosenvolvease o coradlo, t q'ia=i que
Ihe ne irn dsreltti le cultivar > penlrilo, de II-
loilrt ti,..ig.;i i-. A u" '" da lar dome-
lico.cn aineo papjl qae Ihe fui, t -\* ainJ.i ihe
he luje prnitlido represen,.ir.
O teesn ,n e.pber.i iKtelleclatl, Ihe fui edtdo.
Ero groieiro I litaste fatal I qoa moilo deve ter
cclribuidopjra o atrazo das ijas. E sera esle pre-
ces daladas da Bsmposla,- em IS de setembro da-
quelle auno, leu lente* a conceilar o governo eos
espirtlos braaileiroi le modo a conseguir um accordo
que pozes-e lermo a' marcha da tevolucaj, e unisie
de novo o Bratil a Porlugal.
Ellas inslrucces se referiram ule sti.s tropas luzi-
I \M*. t|ue anda se siippunham im Babia, como s
que eslo em Monlevt tea.
conceito, e o homem mullier e livessem can-
janeltmenle oceupada cora o problema do desuno
terrestre do espirito liomaun, a sua solujlo suprema
ct.iria mais prxima de nos.
Se debaixo do dominio da eivilUiflo chrislla, una
ou ootra mullier se lera lomado cclelne as -cien-
cias e na lellra, li stmpletmenta por urna viola-
dlo s leisquc a socicdade Ihe lem prescripln.
Os governo* ta lodtl a nai.-nes cream loJn os
iba eslabeleciinenlns de eductro e insirucc.to para
a ruiiura transcendente da part'e masculina da espe-
cie humana ; mas para a inulherss apena o esla-
do* Ihrs miniilram escola* tlj inilroerjlo elemenlar ;
lo la a seieneia que se Ihes eosini encerra-ea noale
principio : ella llave ser lel e amar a seu marido.
O casameiiln he a sua nica n*;nraca>. Se lignina
mullier seelev. keima do eommom das oolrai, he
pela firca expansiva do genio, coadjuvada por alga-
mas tracas luzes que Ihe foram dadas pelos cu'dados
paitirularesdos pai*.
E nesta desigual lado tos mcios do ciillivar n es-
piriiu ta mullier ; deiigaaldl le inleiramente crala
pela soeielado, o que inai admira be n severidad'
com que a mullier he julgada u is suas culpa e no
seus defeitos. ao passo qus o homrm, dolado de
grandes ree.nr-ns nilurae e rtificiae, sempre en-
rontra benevolencia e descapa para os seus Jefeitos
e crinas*. Para n homem criminlo o perdi e re-
dempcao, para a mullier culpada o desprezo e o
abandono elcrnn to mundo.
Ma, como um protesto da razan e da verdade, o
hoin sensa io scalo lem despresado esse preeonct-
los e absurdo, que nao permiltiem dar a' inolher
niais do que urna edacacl Imperfeili e insoOlclenle,
e boje ja' se contara na Europs, c mesmo na Ame-
rica eollegeot particulares para a cducar.lo de me-
nina*.
lio venlade que os e-la In* apenas conceden) Ihes
a inslrateio mais elementar, e ain la nlo ha colle-
go subvenciona lo pe .s gnveruo para I e lucaflo
e Instrucrilo desla psilt da especie humana, como
li i para a ouira.
Bntntanl i, os psrtirulnres lomsram a peilo a Ini-
cialiva detsas c*iabelerimanlos : os lieos chaman
lira n interior dataoas familias pastosa habilitadas,
i| in miniair m .i- inai lUbia urna edaeajio c nve-
iu"iile, tanto icerca do crtele como da inlelligan-
ciu : a aq-n les piis cojo recursi nlo Ihe* permit-
iera facer o ni -"), recurren) ao meio ptenle da
lefio, o fundam colleglet onde as ion lilhas
1 ebtm os verdtdeiroi principios de edaeaelo e Ins-
Inirrin.
lindo tale ni! nii ti i, -i- i ;'. mi. pai de 11 -
milla* nts-la cida le rtiuiiram, c Ir il inuii de e-
tabeleeer nm e II gio, onda suis fllhas sejam edu-
cadas.
Para rcaliarein e-ie panaamenta generoso, com
todas as paranliae de mualnlsde, projeetsram man-
dar vir di Europa dez iruCM de carldade, s
Sopplt ules to Sob lelegatn to primeim dislricto da
freguetia do Flores.
1. Torqualo Joao ta Silva.
2.Lucio de Sequeira Campos, ficando exonera-
do Christovlo los de Campos.
:t.Jlo Bsptisla de Alhaide.
5.Jola Jotde Souza, licando exonerada Jo
Roberto da Co*ta.
quaes deveilo aar confiadas a diiec^lo e cono.i.u
administrativa do esiabelcciraentn.
Ellos desvelados pas de familias lem lutado com
grantle .lillicul lade, jiara | rcn em pralica cs*a
Un bella empreza. Ao princ, io, as irmlas de carl-
dade apreaeutarain algumaa dutida para liiim ao
Brasil. Feliameale paim, e-lis duvulai se achara
boje revolvidas, em breve asas irmlH eslaio aqu,
e o collogio sera' inaugurado, poli que a casa e lo-
do o mais ueressario a esle lira, ja* c acha |){omp(o,
e -i-ta mais nm patio dado por esla provincia ua
earreira da civilisacao.
i*, mo ja' diaiemoi, a direccSo do collegio e o cn-
suiti das meninas \^\.i sor conliados a nulas de ca-
li 11 le, aoi i ni 11 los a deselo! diosas lautas mulhe-
res, ctiuip ii-.heii as .le orna Roialia, verJadeito lypo
de dedicaran e amor do proinuo, mora ein I85U, c
cuja biographia, que extiahimoe le um jornal inglex,
varaos comrauniear ao leilu; Ei-I:
Uma vida devalada au alivie da tlor c dat tilliic-
c s hamauai he sempre um gralo assumplu de id-
mirar;lo, mais especialmente quando aquillo que ie
eiuun.un vanl igens de utn i ex:-lenle pusiclo mun-
dana he labitn lona lo pelo individuo que considera
como fallcidade mus real aoccorrer as neeessidadei
do piltra e do infeliz.
Na Inglaterra, as uFrysa e a aNightingalasu tor-
mam uma ciaste nuinirosa, embora os leui traba-
llt ola tejtu muitas ve es exnoslos au* ulhos to
publico; alt-in disao, existencia da* lei sobre os
pobres diminue at cario ponto a esphera da lecJJa
donas a Imiravei* peiiotl t|ue lomam sob seu es-
pecial cuidado aquello que do ouira soile seriara lo-
lalmcnie despresados.
N'utn paiz I il como a Fraiu.i, onde o cui lado tos
puh.t'S he pela ttitir paite confiado as irmltl de ti-
ridade, o exemplu de deroeao c de abnegactlo in-
dividual sao mui vulgares ; e lemas gran lo pra/.ei
de --presentar ao nonos leuore um breve busquejo
da vida de ama ia mais celebres da eongregaca)
de S. Vicente de Paulo, a fallec la rmaa KoiaHa,
Juana Mario, filha tic Anna Lsracine de Anto-
nio Kendu, um rico pruprietario de lerrtt, que cul-
livava seu palri nonio como ii ida le tle ouro do*
palrlarchts, nascera no mez de Miembro de ITst.
am Confort, umi aldea da Commnna tle l.ancraus,
uuii'iira no tleparlamciiln de I.'iaan, e subiequenle-
m"nle no de Ain.
l'.-'.a pequea aldea esla situada nlo longe de 1 er-
ne\. ande Voliatre viveu fio tongo lempo.
loma Mina Kendu, (oo romo depois a chara irc-
mus, Rosala, pois que foi esle o nome que ella to-
mn, lomando se innla de cari lade mal c nlrerra
u p', Antonio It'itln, ri,e. depoi de nove nnnos
om-nle de casado, morrea, deixando sua viuva
com in* trphas.
I'elizmeule a tii-le mil *a ni -Iron igual no peso
da -na carga. Cmno ama pied i*a rhrialla, devoloo-
c enrgicamente e locarlo de sus ir* lilhas ; e
os seui caracteres erara eleva los pela belleza das
suas ideas e das eus senlimculos. e pel-i grandeza
do seu* sacrificios.
Foi un auno de 1802, qatndo os aliares ta r.li-
giao em Franca foram quasi destruidos, e ci mais
sagrado! edificios profanados pelo doiracoaineDlO de
itogaa e pelo sacrilegio, qoe liosaiia eutrou para o
noviciado.
I nuil-di 11 iinen!e depoil da ua profisslo, a nova
rmaa foi callocaJa naca* -la Misericordia, do Fau-
boOrg S. Marceau, n. 5, ra da tEpe-dO-ttoia,a ao
principio como simples religiosa, mas em breve co-
mo luperioia. Bala fui a ecena de tota a sua longa
o beuevolii earreira.
V vendo em um tos bairro* mais miseraveis tle
Par-, ella parece ter lijo uma inv-leiioia adheslo
pira com o* seus inflites hitbilanles, a ler seulido
pra com elles (lo profunda si inpilli a que a excel-
tente iiinaa, tornada a alma ao f-uboorg, latendo
urna parle ti rula familia, foi a mil da infeliz, o
medico do enfermo, e o refugio do desesperado.
A irmla Rosala resol vea o problema da desigual-
dule enlre o rico e o pobre, luterpoz-se como me-
d ai eu a enlie a oppuleucia o a miseria. Adoeon as
ptixdes e applacou os mpetus to st-uliincntn,di/.eii-
d i a um c a outro : aa concordia e-I i' ua pralica do
b m. o
|}m exemplo desta mediarlo enlre a* duas eJasets
podo ser aqu mencic.....lo. I m di.i um homem po-
ln'a qnein ell i linha l'reqticnleiiicnle iconselhado,
pniciimu-a com grande'perturbadlo : Esiou per-
dido! date elle a irniaa Rosala, meu cavallo
mnrreti. Como podere agota lanhar o pao para mi-
nha mullier e meo filhoe ? Cm cavallo he indis-
pvnsavel pura o meu genero de negocio, o
A boa irmla consnlou-o lanb qaanlo Ihe foi poa-
sivel, mas o p;bre homem t|uasi queja Una per-
d io Inda a esperanca.
i C uno al ancarei oulro cavailo, e -ein um ca-
vallo o qua pos*a fuer (uta viver '.' o Elle se uclia-
v.l n'iim iiil-sii i a.
A Irmla Rosala chamon-Ihi a' lembranea as no-
merosas ticcas-Ue* c:n que a Providencia |> u linba
succorrido : tiTenha Coofitnct no cco,dissc-lhe ella ;
suppliqne a1 N'irgein Sanlissiiea : pen-aiei ua sua
siluacJio ; vollc daqai i dous tl -. i
O homem relirou-se ; saba elle que a irmla go-
cava de grande Influencia ; mal um cavallo '. era
islo intu i cntua a e-p?r u.
A irmla Rosala nlo osqatcea a promesM, Diri-
g o-sc a um tos seus ricos e benigno! mnigns que
morava su.i aappliea.
.- o Sr. diste-me qae reenrresa so -eu vtlimenlo
ii asilo de i,:- -- i i. He chipada o ni -
in nlo. o
ti Precise de nm etvall .
Mullo Inii ; tire um da tumba estribara.
- Na preciso de um cavallo de crande a-lini i-
co -, basta-me utn que posia irabalhar. a
malni.Ja' eslo designadas al loteras que devrm
s,r exll .lu la-.
Dito de Jlo Valentim Vilella, ollicial irchivisla
lo secreiaria to governo, pediudo so mande pagar
miilir ; nao lem comra'Mtni.
O Sr. Souza Res :Bim, eu aceito a m um r V
lo nobre deputado,
Ma., tlizia eu, nao esta' prvido isto, e aullo se me
iutogralmente os soae veneiroealos relativos ao mez I disse, qua era predio provar que a insiituicao era
lido, lem se descontar ns dial em que fallou a res ma' etn -ua setene'
pecliva repardcla.Remeltido au Sr. insperlur da
tlieiourna provincial paia inuuiar pagar na Crina
requerida.
tu pois tlirei algumas palavras a esle respeilo.- di-
rei, que se a instituirlo nao he ma' em sua esseucia,
se-lo ha ttlvet na sua organisactlo, e que a ootsi
Dito de Joao Polycarpo dos Sanios Campos, esorip- provincia n.lo precisava, e nem precisa ainda de om
turarlo da secretaria do governo. Utiii. Informe o I eslabelecimenlo daquella oidem (apoiadus e Dio a-
Sr. *ecrelano. I pala loe.)
Dito de M uiuel Antonio de Medoiros, pedndo O Sr. Mello Reg Kapliael) :Com a pompa com
Gerlidlo do namero de pranchoet de unarello que \ que fl feilo, concordo.
ti Pois bem, compre um que Ihe couvenha, e eu
o pagarei.
A irmla Rosala au asperou que a offerla fosse
repelida. Hettrou-se iminedialainenle ; e t'irigio-se
ao mismo lempo ao mercado dos cavallo, que era
-ilu .. lo pt'M'i Uaquelle lugar.
Como ella linha lelaccs em lodas es paragont,
ehamou uma pessoa tapai de e-e llur o t|ue ella
quera.
N i d .i segi.iiule, lun di- di-u* auiigns da boa ir-
mil R salla pagou n Cavallo O nuau lucenliau-ti
ao chegar a' sua philanlrophica morada.
A placidez de-la mullier exlraenlinaria nui.ea foi
perturbada, e ella pareca u mesma em qualquer
emergencia.
Aquelle que se acbavam privados de emprego,
fuuccioiiarios em desgrana, recoriiam o ella como a -
seu ultimo amplio.
o On me lancaiei no Sena, oo ire ler com a ir-
ni:i t Roalta, lomada em proverbio para certa rias-
e. Ella devia achar a occopac,Ao para qualquer pe-
s ia nu lu-se ; neceltito de um lugar no ministerio.
Achou-ie mullas vezas em rjlfilculdades por cau-
sa de pes- 11 a qnem I uha feilo empreslimu, e
que iletxavan de cuinprir as suas prornaim tle pa-
gaiiinto. Mas coralodo, achava meios pan dea-
calpar o procediiiienlo de laes peisoas : So nao
me retlituiraui o uiuheiro que eu tlesliuava a
mili boas obras, foi i tuque as suas utcessidldes os j
uiiii.' lu,un que is-itn pralicas-em.
Vor-so-hs fcilmente que o ieus rtquerimenle
erara immonsot e continuos ; mas, quando urna ve/,
ella era boni sucedida etn obter prelceeao da parte '
dosseus niedoiosamigos, nloarn prompla em aban-
dona lo, o .\o Ihe agr..dee... qtuzera ella mullas
vetea diier ; u he o Sr. que me deve ser grjtlo por
le lo cscolhido entre centenares de peisoas, e por
(er-lhe proporcionado a oppnrluuidade de l.i/er
uma boa lejo. Bullo, qtteixa-se de Ihe ler silo
pe uiiiiid i aciosconlar uulra pcrola a' sua coroa ce-
leslial'.'
O numero da* carias ,t que ella linli i a responder,
a .: -imnii d visitas que tinha a leceber lodos t,,
das, ii.io p,id.-ni ser rali-ul.td.is. I'.viiava a deepea
de um secretario, einpreg.indo ueste servico alguns
iloa d i -eu- infelites tililhoes que Imltam as babi-
lilncss suflicientes pata islo, oo, eomo aconteca |
minia- vetes, tlgom doi -ee- optileuloi visitado-
res, que qua-i nunca so recaiavara e-crever as du-
zi.is ne respostai que ell i Ihes tir lenava.
11 ie espectculo de carilla lo divina esla lina mu-
llier apresentou au mnndo! EVaffla pobre roa .In
.oa.s pobre bai'rn da un- ama mo.latia casa, s-
menle dilincta do reelo pela cruz de marieua qne
Ihe rematava a noria, era lio eonheeida romo o
l.ouvre, e mm- freqaentadt to qup os mait
plendtdos palacios da Rraiideta. nu da riqueza !
\ pequea babil.ieio ni rut di Epe-de-Boil era
eonliecida e (requemada por tolos aquelle que sof-'
fli.im no corpn ou n'.ilm i ; por lodos aqoelles qae
linli am um allivio a pedir, um favor a ebler, um i
hom eonselleO a esperar, umi colpa a expiar. O ri- |
co e o pebre conheciem igoalmenle a e-lre.la que
ah ia ler Carreagen tle tidalgas enconlravam ehi
mciiligos a aieijados ; e aconiecetl mais de uma vez
que a purpura dos principes d igreja a dos princi-
pes desie mundo se ichaisem em immtdialo cont,ic-
io com o* andrajos dos mais infelizei.
Duraule o periodo rrilico suba qoe se extenJeu'
a vida da irmla Rnsilia, ella foi viiitada na saa hu-
milde liabilacan por ludo quaiito lluvia mai* ili-ltnc-
lo e mala llnstre no governos do paiz. as maio-
res eme- ella descnvolveu um gr i iicomparavel de
energa e Curigem.
(I sen comp ulmenlo tluranle a escacet de 181:1,
a solxequenle invtago eslrangeira, a me de 1817 e
1829, e > chilera de IS 12, foram o Iheraa de uui-
Veraal adnur.cfio.
No cholera le ISil), de qne o bairro onle ella rt-
idia suflrea lio iiveitmente, a dedicarlo da rmaa
Rosala i:;u.il ti a que ella ja liaba pateuieado.
feria dito voluntariamente, co-no dissera ouira
irmla a um velho sol lado que admirava a iotrepidnl
desenvolvida por ell i na |ire*int;a dos pacientes in- |
lectldos :
it Voss nao -e retira anteo fego do inimige : a
peste he o loga .me o qoal as irmlal de candade na
reeuam.a
No meio do* tumultos populares as pecas das bar-
ricadas erara rispeilosamcnle inclinadas dianle da
irmla Rosala.
(Pliuxai (paitar, ditiam o combalenles, deixai
pastar a mai do poro. Sabemos para onde ella
rai.e
tt Filhos, rwpondli ella, ja oio lem corrido bas-
tante lengua 1 lie justo que os Francezes malem
seu rnmp driiiliis .' Como he que irtuaoi pelejam
eonlrt irmlos''
L'ma lagrima gaaerosa responda a taes pergunia*.
Ella so relirava, dando coulinoamenle os seus con-
tlh is chrisllos.
i Ma-, irmla, vi seris ferida ; a bitalba bs 1er-
riv, I e o qoi serado p.dire '.'
o Pensis que ea detejo viver quando meus (iihos
e-i tu sendo assassinadoi'.'
Fila falla a oulroi amotina lore* com autori-
dad* :
o Sospendei a peUja disse illa, ja lenho ba-
lanles viuvas e orphaos p tra soslentar, nao precisa
qae (jais mais ontros.
Nos da ter. veis de jonho de 1818, ella salvou as
i 11* de miiilui une tocvif tv-lmenle teriaui sido
inorlo, v( n3,, (gest a su i ro rjosa e i pportum in-
terferencia,
A :'.' de revareire de 1852 I.oii Np de i, prcl-
detile da repblica, o em c u desenvolvida pela irmll Roialie, durante mais d
O annivs, causa do pobre e do allltclo,,. decretou-
I'icj a condecorarlo da ordam niciooal da l.egilo de
Oulro Sr. Deputado :He por serem eege.
O Sr. Souza Kei : Diz o nobre deputado que
he porque elles nlo lem illoslracao; mas enllo eon-
cor a com a proposclo de que avancai facilidada
em ubier-se o grao, porque se nlo hauvese ea fa-
eilidade por certa qae elles o n.lo adquiriran).
t ni Sr. Deputado :lie abu-o do fado a nlo do
emino.
O Sr. Sooza Res :Ma o abu*o porque he '.'
Sr. piesidente, nao he s par este lado qut he
alacavel o eslahelecimento do Gymnasio ; qaiz-e
imitar era ludo quinto se faz 'nos paizes mais
cultos.
O Sr. Machado Porlella :Em lodo nao.
O Sr. Suata Rei :Ja se sabe que me retiro ao
Gymnasio. Nlo se olbou, Sr. presidente, pro uma
onsa muito simples, e que era bastante para que a
orgmsac.lo do Gymnasio nlo fossa aquella que se
Ihe deu; n.lo se Iba tdhon para a divers>dade de cli-
mas ; e exigio-se no regulamento o ensiuo simulta-
neo de diversas disciplinas.
Ora, etigir-se enlre ni. que uma pesoa da 12
innoi em dianle, que he quando a iutelligeneia eo-
me;i a desenvolver-etj si deifique ao eslado de 4 a
"> discipline, he exigir de mais.
Cruzam-se diver-os apartes.)
o Sr. Sooza Res:Mas i-lo est no regolamenlo
do e-iabelecimeulo,o eu estou combatendo a sua or-
ganiaco....
L'm Sr. Deputado :Ja se autorisou a reforma
do regulamento.
O Sr. Sooza Rais:O aparte do nnbre deputado
me irrve : porqui prova contra a orgaulsaclo ac-
tual.
O Sr. Machado Porlella da' um aparte qoe ulo
ouvimos.
O Sr. Sooza Keii :Ora, quer o nobre diputado
que cu vollc a'quillo que ja deraonstrei .' O nobre
honra ; e no mesmo di M. de Persigoy, minislro
do interior, dirigio-se a sai casa, a, em nmada
principa presidente, eulregou-lhe a condecoradlo,
junlamanle com uma somma da 300 francos para
seus pobre* ; e cuma outro signal da distraerlo a
cruz Ihe foi p isla ao peilo pelo minislro da guer-
ra, o marechal Saiut-Arnaud.
Para completar a In-lori i destl honra, pode-se a-
crescemar qae o nome da irmla Roialia foi regiilra-
do nos hvros dos doze a arroadisiemenl como am
cavalleiro da Legiao de Honra, nlo sendo o sea
sexo umobilaculo di-iiuccao merecida polos aclos
de honra e de herosmo.
I i ios os flsgelloi da espele humana, lodos os cas-
tigo* do All--ni) : piste, fome, guerra, a insur-
reicfies qoe soccessivaraente viiitavam o bairro de
Pars mais especialmente observado pela irmla Ro-
sala, virnm-na durante cincoenta e qualro annos,
sempre fiel a sea paito, eompasiiva, corajosa, inile-
xivel.
O sed eoipo cxlcn,uado era teitrmunha das fadigai
que ella sotfria na sua existencia devotada ; mas ou-
ira e maii lamenlavel experiencia foi apreicolada
por eila mullier exemplar.
Alguns mezes antes da saa mnrle ; a irmla Rosa-
lia licou cega. Tentou-se a operarlo da ctamela,
mas nao (oi bem soccedida.
Resignada sob n fardo desla pesada provscjto, ella
supporlou sua sorte cora os senlimenlos da fe e com
a mais profunda humildade.
o Se Dos, tlizia ella, reru*a-me a luz deile mun-
do, he pulque eu ja nao soa digna de ve-la ; he por
que elle me jalga ser de hnje a vanle intil sobre a
trra, e logo me chamara a ai ; he porque elle eico-
Iheu ouira mii para meus filhos. Mas filhos, meus
charol lilho, meu pobres e desamparados filhos,
lieos, qn .n lo eu j nlo esliver cora elles, lu nao os
abandonaras...
A i de fevereiio de 1856, na iJade de oitenla a
nito annos, morrea Anua I.ararme, a mli de Rosi-
lla. A sua morle nlo foi noticiada sua filha mo-
ribunda, que sempre linha considerado a soa upa-
ra co de sua mai como a maior calamidade terreare
que poderia rahir sobre ella.
No da antes d morle da irmla Roialia, tila foi
visitada pelo bispo da dloeese ero que ella nascera ;
e a 7 da rever ro de lSli. na idade de sessenta e
nove anuos e cinco malta, ella foi dormir nos bracos
do Salvador.
A caremnma fnebre, que (eve lugar a 1), foi um
bullante le-teinunho ao poder qoe a caridatle chris-
lll exerce sobre o genero humano.
Milbires dn seo lilhn romo ella e dllliliva em
chama-Ios, acompanharam leas restos losiiiigoA-
ual no eeniilerio de Nimitparnaisa ; e lodo r. Pan,
rico e pobre, se linio i.a eiprostla d mais sincera
saudade pela 6na parda.
tbdallah el-Krat/.)
II FRIVFI


DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FEIRA 10 DE JLI.IIO DE 1858.
depulado n.io nn contestara', que Guma.io he, tunta
ante UO> lilabelecinjenl > de educarlo superior, iiu
que de educacao secundaria pe.- mal t- que uelle
se ensiuara, e eu deinoiitrei que un; esubclecimeu
lo dessa ordem nAo lie o que couveiD a's utceisi l.i-
dei da proviucia, as-im come igne as aralcmiai
o -ioi.se-. eiceilein al ** nectttidailes do |>.nz.
1 ni Sr. Deputado :Nao deiiionslrou, use.
O Sr. Suu/.a liis :Eu lauto demunslrci, que u
nobre depula i*> o Sr. Epiminnudas, que me cou-
leslou Mil cuuieqcencia aJiuillio os meu. princi-
pio-, e n.io concorlou com a cunsequemii fomente,
pulque a allribue a un abuso. V paranlo u uobie
depul.ida que eu demonstro aiguma cousa.
Tratara tu jt da nggluroerec,a.i de e.tuJos, e paie-
ceu-rae que o nobre* depulados cunrordavam co-
iiii-". Vi verdade u nosso clima n i i favorece nada
semclhanle ivstema de ututos, Ule Jie gernlineule
rerouhecido. O que me dhao agora os nobres depu-
ladus da gradaba que se man la ubiervar lio enslno
das discipliuas'.'fian ta podei.i e-tudar lal discipli-
n, diz o reglamento, tem que se it-nha mudado
j lal ouha, de miueira, lenhures, que aeui te pro-
curar eouhecir o desenvulviraenlo do eiludanlr, sem
te procurar estudiar a sua propinlo, a iu.i apli i i,
_. se n.\j houve a concurrencia por talle de pu-
blindado o nnbie depulado me aeonpaohi !
t> Sr. leneira de Sa :Continu.
O Sr. Souta Rus Nao houve pubticidade, mea
nubre colleea.
O Sr. V. Vilella Nao houvo myittiio, lodo o
mundo soube.
O Sr. Souza Heis :Rein, u aceito o aparte t!o
liebre depulado ; mas o nvbre deputado uto d /
que liouvesse publicidade, apenas cunfessa, que nao
li ni iii\-l.ru, e ea nao disse que houve mjs-
lerio.
Eu quero dirisir-me agora ao nnbra deputado
(apontaudo para u Sr. TeUtira de Sa". Nao hou\e
publicidade, porque a publicidade eiu casos lies he
o anudado peloi jornaes, lie u diamntenlo de
queio quer que podesie preleuiltr contratar a fei-
lura dessas estradas.
O Sr. Mello llego ', Rapliael) :Qoal he a le que
manda islo para as emprezas T
O Sr. Souza liis .A lei n. 2% Sinhore, pe-
ra que me forjara todos os diat a ler esta lei ''
O Sr. Mello Reg Rapliael :Nao determina (al
cou>a.
O Sr. Teixeira de Si' :Todos ns meios para se
obliga-te, coagt-te o estudite a appliear-se aules faier chegar ao coiiliecimenlo de lodos ura (acto he
a urna do que a oulra disciplina, e di; --o : i mo o que eiprime a publicidade.
podis atladar agora philosophia, por exemplo, uito i O Sr. Souta litis:Nao aprend nada. Ua-se
vos achaei habilitado para ino, roas o regulameulo 'publicidade, itnhore?, para qoe se concorra a'una
manda, sem o que nao podertis eslodar oolra disci- emprea de uriltm deslas, quan ln por qualquer mo-
pllna. portento eitudai a philosophia. Oh senhores, do se fai ahagar ao couliaciiuiiitude todos, di o|no-
muila inconveniencia ha Baile .\slema bre depulado !
O Sr. Machado l'orlella :la muilo quem o sus- O Sr. V. Vilella
lira, prtenlo Sr. presdeme, o que aa der aqu sem poJormos decretar quula maior
ai|utllo
respeito dai arremalacfii com reiar.ao a nanea, de- pdril 0ulras ol)ras necessarias.
mVilanVa? '" "*""' CU'n ^ '""' Sr' Cerneiro da Cuaba : Mas
Aiuda damonslrai a ncouvcnienta dos contratos scnu" c'nP'estimo ....
quanto a qoaulla qa aa maoda depositar aqu he "sr. f>ouza Itcis ;Mas, sonliores, votu-
a ultima preii.M_,io ; argamtnlei rom a lei, Sr. pre- mos aquillo jiiu yoto ser preciso ; volemos
sidento, para mostrar que esse dep silo ileve urda os 135:000) OU mestlIO ltO.KIIU;
um dcimo,mas o nobre depulado direclor da-oluas sentido waiidei una emenda isto
publicas oppoi-se aislo, diteml,., que uto ealava caso de n.io passar a supptess'ao
lia. para a qual reprsenla de cavalleiro da tn>le li-, -.u. t.linslo, que no timo do Calvario aapargia -;u
l ' comiuemeracao
e o dcliucte scinprc aipoa luda de rtipeit*, compunc^u i du lulo.
Kcrescenilo que a vida, qaa Mo,l lurain Ba inullieies que cwiip .ro'erun no
gura, eslrella *em brillio eu eapelho >euiaca. lato I
he o suprasuumuiii do deafruele, seiioncW'in posili- | e entretanto o que se deparuu oes
utas mais mu leraos ;
ao ri fulii | i-ni da',
lenle.
O Sr. Soma Res :Eu jnigo, Sr. presidiute, qoi
ha niilo toda a incunveuiencia ; obligar a um Hi-
lme tanta concurrencia,
que appareceram dillercnles proposlas para uolras
tdradaa.
O Sr. Sauza Rei- :l'.i-ma, Sr. presidmle, pas-
dniduo a taludar esta uu aquella disciplini, mas nao ina ouvir esie modo de fallar do nnhra depulado
aquella que elle quer, porque o stu eiplfita Ihe iu- Seiihures, (com forja) irata-se de dilferentei eslra-
dica qua a deve tstudar de prtftreucia. .. i das, ou trala-se dos contratos feitos para as cilra-
U Sr. Naiciinioto l'orlella : lia a conveniencia das do Norte, Naareth, e Tamaudarc que o pra-
do SYstema. sideule realisou com Mamede e Millel'.' Para qu:
U Sr. Souia Rtii : Mas aoudt esti esia couve- vem o nobra depulado confundir, cousas l.io rlislme-
iiiencu do aysteiua ? Eu creio at que nao he e*le tai t Nao sera' isto qaerer-se enibacar-uus '.' Poil
um bom axslein.- da casino. lala aa das estradas do Norte, de l'u d'.ilho a Na-
ti Sr. MichaJ; l'ortella :O rrgulainenlo previ- zarelh e de Taioau aro a Seriuhaein, e se n ven
Dio esse taso. dizer, pata provar que liouvo concurrencia para os
U Sr. S 'U/a Res : l'rcvin o-o nicamente para coiilralus de sua feilura, que appareceram propostis
01 que a3o etleriios, mas para o internos uno ; uu pua oulras aslmlas'.'
estudam o qua se Hits determina, ou iaem do esla- O Sr. V. Vilella :Embalar nao, eu nao venho
helecimento ; e se a boudadt nica que encontr aqu embalar, o que eu digo, he que tanto hoovc
ueste eslabelecimeuto he de ser um intrnalo, toda a publicidade que appareceram urnas pourias de-'
vez que uao se puder aiimitlir como tal, seinelliaiilt poilat para difftr-' -
conveniencia daaapparece.
L'm Sr. Ueputaio :A consequt' .'->< -
provado quem i .io tiver proltr ,.
O Sr. Souza Iteii : 'iutre al t-i
ldante que por res
vez da sahir de
litado a -
land-
couliecido o valor lolal Ja tdira e que de mais a
mais a le fallava evprciiainente das arremata-'
[Sea.
O Sr. Mello Reg (Rapliael) da utn aparte
qoe n2o ouvimos.
OSr. Souza Uois : f\ disposicSo que so
refere as arremalacocs, he sem duvida al-
gtmia applicavel ueste ciso as eaiprczss ; di-
zendo a lei que deve Hcar om deposito a
qnanlia de um dcimo do valor total da oura
n3o deve isto dai -se nesses contratos K
quanto maior lor a obra n5o deve snroolliau-
le disposifSo da lei)ser mais altenlida e'res-
pcitada ?
0 Sr. Mello Rogo llaphael): -- Nao, nom o
deaosito lie por causa do valor da obra.
O Sr. Souza liis : lie por causa da con-
serv.'ii.'3o, por cau. dp um anno depois da entrega provisoria da
obra.
Suppoiilia o nobre deputa 1o qua no lim
de um atino da enttega de 500 bracas, p por
terem sido muilo mal fcilss, solfrem filas
um grande estreg, pergunta-se sar bas-
tante a uuantia le OO; para icparar tssa
obra i'
O Sr Mello llego llaphael : -- Pode nao
ser.
Sr. Souza Itcis : K cntao, aonde esl a
garanta ?
O Sr. .Mello llego llaphael : O pres len-
te mandafazera obra por conta denle, e o
obriga a fazc-la.
Sr. presidente, estou fatigado c a hora
avanzada como esl nao me permute conti-
nuar, muilo principalmente musirn lo a
casa dosejos de volar Deizo porlanto de Ti-
zer considerares sobre ou'ros pontos do
ornamento, eguardando-mo para a segunda
discussao das emendas ofTorecidas na pre
sent.
KECIFE, 10 DEJUUIO DE 1858.
AS t; UOUAS DA TARDE.
iitTKosrtcro seian
olleraceu nimios poucos fados dignoi
A semana
1e cria precuea.i.
No ulliinu da da aoleceilenle, se auconlraram
ueste parlo 01 paquetes da norte e d* sul do impe-
rio, lano de um como de ulro lato, as uulicias
que clituaram ao nosse eonliecimenl s Torain de pon.
ca monte.
t) uavernu cunta grande materia nal dgai cama-
ras, de sorle qae j-T fe nao repclam oa boatos qut
corrala acea da na retirada.
Em um rtico d Jornal da (/laiiaareion de Rio,
do mez de j'inlio pajisimo pis-a-lo, l.-ein-.e as cou-
dijaa vaiilajoaai que a compatible do .Mucai\ olle-
rece aoi colono-.
Se compauhia de roloii'suc.ao de l'e'iiainbuco
leva o uosso 'ii|n lo-eoinmerclfl
de mittdeaaa, asenla tobre baaes
Nesle I que basla puiarum Ha para lomar plenle o qua 'II
he, no 'i? em 8I- Ardura qua o ar. "* ja leve um amigo que
. Hit abrase o olhoi, aiiOia que licuu a pardo |uiie
que form.im a siu re-pedo, deite tssa Vida em que
vai, ou aha'l ceda a loja a uuliem para eullo ie dtaemlnra^adamcule a sua vocaeilo de olelro,
Lamas.Coi., as chuvaa qiio tem cabido ulti-
mamtnte, multas ras acham-ae couverlidas em ver-
ta leiros l.iniaeie-, sem que sa Unlia feilo ilgonia
cooaa pira melliorai issa silnar.au locommola a
quem transita, que a cada pa?so v-ia lodo salpicado
de lama. t> aterro d i lloa-vi-la com o seu macada-
misaJn eli' em peasimo e-lado : lim al ucama-
Ihes Estaremos condeinuados a pas-ar sempre por
cima de pantanos, aloleiros e champeas, ou insto
acha-ae alguiu deleite para a vista '.' Nao sabemos
u que pen>ar ao cerlo de-sa IniltencS i >' coutas que
deveriam nao ser ntgligenciadas ; sem embargo po-
rem sampre rerlainareiiios sganla providencia, va-
lo que entra no nasso carcter fazerein-se as eousas
smenle quando sin lembradas ou pedidas : nao es-
piremos ludo do sol
Bailhazar, no momiuto em que profina em ma
mesa Os vasoa sagra tus, que eu pal conduzra de Je-
rutalem v naa paredes da sale, em que dava upipa-
roijantare, a mi lerrivel do Senhor que Irarava
a seiiic-n^a laltl, na ineiina uoile inorre. Uiniel
en. lie lao cheia templo do llena vivu, purein ( com as devidia e hoo-lcap. Jli, v. i:\ a 30.
iao pomo liiine-, I rosas eicepcoes ), quaii que ee Rio deacriminava | Antioclio pelas impiedades qua commelleu no Iriu
da lurba^que oecupav o paviuientu, qual a rnulher i lo, t lenua alrucnladt qut tzercitou no povo uaia
abracar o cullo idolatra, conheceu a mao ile iJlua,
que tobie ella pesava. Liua ulcera houivel aloi-
ineutara aeu coipo ; drste sahiain bichos, e caluam
carms pedajoa no meio da viotenlai dures, exha-
lando de lodo elle ftido, e hediondo clieiro, que
a! una v a os leus meamos seivos ; e anual o impo
ni me, 11,1..raudo em seu corpa o Helio das igno-
minias, desacatos,ludibrios, e sacrilegios, que Impri-
mi uo templo de Dos. 2- niach. cap, '.), v. y. v.
I'oi Decenario qoe o Todo I'oderoso desse om i le-
n'i testemuiiho de sua omnipotencia, com os figel-
los que deiou cahir subie os profanadore do lugar
s.lnlo.
Jess Chrielo, cujas maos nunca sealniram la nao
para pro ligalisar beueli i... e grabas iluranlt o cur.o
de sua vida, nao plereii-tir sua tolera, qoenio
nlrou no templo de Jarusalem e deparou os vendi-
Ihoes que niaocliavam torpemente o lugar que Ihe
era consagrado.
I', .mu lo de um zelo sem par, por duai vezes ar-
remessou-sj contra ellee, laurara-os fura cum indis-
uatao, porque negociavam a' porta do templo, a -la
aci;,l. era arumpauhada dai cncigicas palavras. E.-
U' escripia ;A minha casaba aata da oracilo, e vs
a couverlesle em cotil de ladrlea. u Scrlplum est :
Ijuia domus mea, dumus oatioues isl ; vs autem
focislia illam apetuncam lalronum
Padre l.ino do Monte Carmello l.uua.
Racife, -21 da abril da l.s'is.
huiiesla da vaidosa ; a virgem d i cas.da ; a ci-ad
da viuva, purqia todas Irajavam a' ultima moda,
lodts adoruavam-ae ao apurado valo. Neua ocea-
ai.lo, as ticas sedas, os helios veludos, lindos enleilca
de nulo e precios! ladea alflm, o atavos dt tuvo
vai ladt, como ,i poilia foram apreseutados nei.a con-
juiniura, nesse da, em que a sania igreja, despida
de suas galai, Ir-java smenle as vcsles do lulo,
I -alinciliava a sua di'ir, e -,u. iniu.lroa tur tuin ma-
viuso, locilavam as sonoras laniintacn-s de Jeremias,
em ilgnl de profun la sensibilidad" de amarga Iris -
lesa, purque coinmameiavam a* pliasea da pailSo,
c a un.re do divino marlyr do Cu kotha
(Jue contraste uiigoi iniatorula com prazer, lu-
lo envolvido rom galas, galas ostntalas no logar
em que reapirava opa^idaJe, i.sallava o pavor e ves-
Ic'os de niorle '
He em veriade perfeila burla, aflroulosa iirisio !
Quanto mi he recoiumandado pelos apestlos, e
santos padres, a decencia, honesliildilc, respeito t
aclmenlo, e sobretodo a compoitura lias mulheres
lives.e lenas que podes.e por a' dieposiete de colo-
nos, como tem a do Muury. e olleiecesie aoi co- ''anida das reiacne-, o descrtdilo pesa sobre
lonos as mesmas cundidles de facilidade, adianlan i allrahe-lhe o desprezo do hoinem honrado

slo c
<
-e li il
: Ulll.l COII-

"i,

lito leiid -N.io so inllame, que o que
cipti .i t' t'eqaesi- quiz dizei, foi que os contratos n.ui foram occul-
a la kproVtlthmeulo ; los. como o nobie depu'alo quer fazer sentir.
.fv-lem-i .le o que con- O Sr. Souza Iteis :liu appello para vm, n-olio-
res ; disse ru purveutura que oses contraas tiuliam
.tila: 1'uJe e-tudar as aulas de si'e nccullamenle feilo".'
OSr. V. Viltlla :lli-iie.
Souza Keis : Mas se a conveniencia que O Sr. Souza Reii :Pois bsrn...
..oniro no eslabtleeimento liede ser um intrnalo.'.. t) Sr. Mello Reg [Bapliaal] .O uub'C depul.iJn
O Sr. V. Vilella : qut nao quizar ser itpiova- ja se eiplic.u.
do, n.lo quizir sujeilar-se ao regulamanto, saia,deiie i U Sr. Souza Res:Ento para que cita' o
o lugar para oulro. I nobro denotado (indicando o Sr. V. Vilella) a insis-
O Sr. Saaaa Rus : E se for urna destai peisoas tir nislo '.' Nao houve essa concurrencia, Sr. pre-i-
que vem de fura da capital, qut mo tem relac,oes j dente, e e--a coucurieucia era exigida pela lei
e em facilidadea de pagamento as Ierras a praao,
a muilo fcil allrahir para esla provincia familias
cultivadores, das qut ha mullos anuos alllaem
producas do Rio da Traa.
ni noaaa opioiao a viuda de (ais familias, com-
- ia de cinto pegsoas, leriuo medio, para se eata-
iitieceram, as bordas do caminlio de ferro, nu-
. cle-is de coioniaicio, ou colonias agrie ilaa, danam
... s : bClll, CU estimo que | em poucu lemiio a' empresa do caminlio de ferro om
obre deputado confesse isto Mas sabe o i alimento dianoconi o transporta, para esta capital,
nobre depulado que csse deposito lio para dos divoraoa producto! da pequea cultura de ce-
OCCorrer a despega que se lem de fazer com 'eacs, iigumcs, froetei, e tambem de voa, gali-
0 Sr. Souza H"li!
disi-. ?

h
da moratoria pedida Quando uiu commerciautc
procede assun, qodiido a boa fe qua o caraclerisa he
elle e
leliz-
loIbes os finidos necessarioa para as dispazas do I mente porin o comiuercio peruambu ano lulo che-
pmneiro auno, e veiilen lo-lbei por preco razoavel < -Ju a esse p de dagradaaao, porque a infamia de
um mimbro podre nao Ihe pode communicr o seu
virua muilal. Aguardamos anida a 1 ic-iu dessi
drama, para e>pu-lo ao conliecimeiilo du publi-
co, como llovemos fcito, acerca dos deinais inci-
diles.
COIUWMqS Ut Ulforfa do compadre.lloi-iem seu* vestuarios, quando forem ao tmelo sanio,
nvfluiente desapuntado pelo que tscrevemoe, c pur a' presenta de Deus : oueamos os orculos.
Ver-se a'i claras na tela de lord i tez que lefia cou-1 |
Ira um digno hoinem, naaaoa o ni ululo para o| laaiis he quem falla, moilrando qhanlo o Sr. con-
uutru comparle na maeMoaajao, para o oulro aliono demna a lobeiba e o luna das billas de Sito.
do rafa, que ora serve de seu lala da ferro na per- O Senhor tornara calvas as caberis das libias de
segiiic.io inleutada. Cousla-uos que ealunga da| SiSo, adeapoja-laa-hi do ata cabello. NaqueHe da
engomo pela atUJio mecnica enercida pelo oulro o Sr. Hits tirara' o adorno dos cabellos, e os brincos,
piopozera .i nr.in cumpliente ao davedor, que del-; os collares, e as garganlilhas, o braceletes e os ga-
les ja hulla uo tulrelanto o compromiso do abale e ravins. As barrieran e i" ligas de pernal, ai cadeai
de ouro, o ramallities dt llores, e a arrecidas. O*
aunis, as pellas, pedras precio>as cahilaiiobre a
fronte. Os vellidos de reservas, as capinha, os vo-
liulea e agullielas : os espellio, os deliea los lencas,
aa litas com qaa alain os cabellos, kan lugar di su t-
aqui, qua fosse mesmo mandado para o Gyninasio
pela facililla Je de se Ihe dar o eusiuu dcnlio do es-
talulecimeuto, qoal aera o remedio para isto '.' Diga
o nobre deputado.
O Sr. V. Vilella : lli cstudar conforme o regu-
lameulo.
U Sr. Souza Res: lie deiprezar a sua propen-
S.lo, a sua aplid.ic, o que nao impoila minos du que
dillicollar-at o eisino pata alie.
Eis anda porqta eu dizia, Sr. presidente, que a
nrgai.isac.ao do U; muasio he defeiluosa.
Sr. presidente, eu nao quero esltuder-ine mais ;
latvez qua se tivoie fallado logo na 2' discussao, eu
mais iiiiscsse, mas Iioji, que vejo olTeiecida urna e-
ineii la autornand) o goveruo da provincia a refor-
mar naia oiganisasao....
lim Sr. Diptalo : Esto salisfeilas as vistas do
nobre depulado.
OSr. Souza lie a :Urna vez que eu vejo c*la au-
lonsacSo, appello para o leu resultado, e mullo es-
limarei que estas consideracoes que eu fao pesim
algumi cousa no animo do picsideutt da'provmcid,
e cliameiii sua alleu;o para este ponto.
Lina voz :Ilao de neiar.
O Sr. Souza Rus :Mas ,1 vsem os nobles depu-
lados qat nao he meu lim manileslar me rnulia a
inalilaiCto ; que nao be meu lim querer fazer ba-
quea-la, cuino o nobre deputado 1" secretar o den a
entender, quando eu pela primeira vez fallei ; nao,
nao quero que se acabe com u (,v inna-io, quero qua
se melhore a sua ofeau sarao, e he isto o que, se-
gundo pens, toJo nos queremos, porque lodos nos
mais ou menos ai liamos deleito na e atacavei a or-
gauisaco desst eatabelceimenlo.
Salisfaco-rot poilanto com estas considera^Oes,
concluiodo aiuda nesla palle com as stguintrs pa-
lavras : qua ti leulia muilo em vista as informa-
dles que foram niinisliadas a ca>a pelo regeilur do
tiviniiasio em n locan a falla dt a-siduidade dos pro-
leisare, a falla Ce frequencia das aulas porque
nessas informara'.-, se diz que profesores lem havid.i
que mo derain unida una Vi hjao Sirva e-ta mmlii
daclaradlo de protesto contra semelhante proceili
ment, porque de maia a mais consta que elles tem
recebido o respectivo ordenado, salvo apenas o pro-
fesor de urna das cadeiras de sciaucias natuiaei, que
tem mesmo lirn o titulo ainda.
Sr. presi tente, eo dire algumas palavias a res-
pillo do arl. II, que traa dos amibos iulo-lri.(-.
Em primetro lujar aa refere compauhia l'truaiu-
baeana.
Houve uesta casa, Sr. presidente, qnrm fallasse
coulra osa cum i.mina ; entretanto o nobre dapu
lado que disto so uceupou, u Sr. Coi rea de i Wi vena,
iled.irou qut julgaiia eorumetler um rmne se suas
palmea podcsiam ler entendidas de modo que of-
l.'ii le-eui os inemb'cs da direceio deisa compauhia,
visto como os nconhacia incapazes de proceder mal.
Sr. presidenle, por mais de urna vez tive oacaiiSe
de ouvir dizer que essa compauhia ia mal, que esla-
va ha muito lempo organisada e em enlmenlo, mas
que nao linha lucro algum, no eutanlo qae ejotava
oe ingas uliveice- e ciue at sa Ihe linha feilo
adiant nienio de dinheiros.
Era-me doloroso Sr. presidente, oovir iilo com
reiarao a orna compinhia de que tu esperav mu l .
felizes resultados pela grande utilidad* que nos de-
via prestar ; eu procurai pois informar-me respei-
to, poiso nlli.inc.ir a V. Etc. e a casa, que he mi-
nos esaclo lodo qoaulo se tem dilo a reipeito desia
campanilla ; ello lem si ln infeliz ht verdade ; leve
a parda do uYlaiquez de Olindan que Ihe baria cui-
tado muito" eonloi de ris..,.
l'm Sr. Depulado :Eslava seguro.
O Sr. Souza Iteis il'or estar seguro nao pense o
nulire depulado que nilo houve prejuizo.
UrnSr. Depulado :Dizem o contra'io.
O S. Souza Riii :Eu pos bre deputado, e po-so tambem dizer a cna que lal
vez ainda asta auno a rompauhia faca dividendo.
OSr. Correa de Oliveira :Pan mim he indiscu-
pavel qoe ella nao o teuba feilo.
O Sr. Souza Res :Talvez ainda esle anno n faca
e espero que a compauhia l'rrnamhucana lea ein
breve de cutresponder a nosaa espedativa. Pelo me-
nos a compauhia lem cumplido o contrato feilo com
o governo, a se lem cnced d he a favor da provin-
cia e contra os seus interesses.
l'ralarii agora, Sr. presidente do s. :t do arl. 12,
que trata dai emprezas, das estradas do norte, de
l'o do Alno a Nazarelh e de'l'amandaic a Serinlia-
em. Eu mandei a mesa utna eraauda supprimiudo
esle e vou juslillca-la.
Sr. prisidinte, lenho dilo ji lauto nesla casa obre
o qae peoso a respeito da materiaemprezas Mame-
de e Millel, que lalvez nada v eu mais adiantar.
Eu creio, que os argumentos que apresintei contra
laes emprezas nao foram combatidos com vanlrgem
(apoiad.s e nao i.poiadosj, alguna mesmo deiiaram
de ser apreciados ; mas Sr. presidente, he questao
para mim lo transcendile, tilo importante que eu
n,1o poseo recusar-me ainda por ola vez a dizer al-
gomal palavras a rtspiilo ; repitirci lalviz o qua le-
nho dilo, mas eu o julgo preciso.
Senhore, delta de parle aquistan da legalida'*,
no ponto em que diz reipeito a aulor!Bc,ao para fa-
zer contratos des a nalnrrza.
<> Sr. Cariieiro da Gwha :eia, porque'.'
O Sr. Sooza Res :Daixo de parle Sr. presiden-
te, por que ainda admillindo como certo, como in-
conteslavel que tul aulorisacao havia, oslcontr.los,
sao atacaveis qoanto ao modo por qu* elles se fize-
raui, e por serein inconvenientes, (apoiados). Rapla
a easa vio que, e bem qoe quanto a esle'i- a velaco
dasse era resallado a approvidlo de lae conlralts,
na diacusfio; a monifr-t.i._., qiiasi geral fui em
ntido coDtraiio e denut, u, quea approva^au au
era mirerida pelo qui dlzia respeilu ao modo porque
os eontut io flzsram e sua conveniencia, apoiados
e nao apoiados;. Quanlo purem a queslao de eslar cu
ou nao o goveiim aotorisado faze-loi nolei que a
casa st dividi, nalei mesmo que o mtu nobre rol e-
ga queme acompaulmu em tortol o maii pun s
argumentos, o Sr. Dr. N. l'orlella, divergi de mim
nee ponto -. til a rata* por que, Sr. presidente, eu
deno de parte esla queito, e urna vez que pono
aindl suitent-r qua os contratos sao atacaveis quanlo
ao moto por que tdles fmam ftilos, e como Incon-
veniente!
29ti.
(1 Sr. Millo Reg .Rapliael) :Apnnl* o artigo.
tt Sr. Souza Keis :Mais e-t trabtlho '. [Ii>l
o Ail. S' Para ell'ecluar a obra acuna indicada ie
n governo anloraado a conliatar -o i fetuia lolal ou
parcialmente com quaesquer compauhiai, ou paili-
< alares que mclhore rondifAet oll'erccam.n
O Sr. Mello Reg Jtaphael) .Nao diste qo ara
na lei n. 286.
OS'. Sooza Iteis:En rifiro-mo a lei a. 296,
qut he a qut aolorisa o emprestimo.
OSr. Mello Reg Raphacl; :Essa nao regula a
forma dos ruulralo'.
O Sr. Souza liis :PoisenlSo ha timv le a qua
os nobres depulados st lorcorrem para provira au-
lorisaffla dada ao presidenle, visto como ella auto-
riaara o emprestimo para esses contratos : nellaie
indica o ino lo p< rqut elles devem ser ellecluadoi,
e nao quer o nobre deputado que seja nesta parle
czeculatta, mas, que aproveile a quanlo a aulun-
sec.io '.' A cuucurrencta, meu nubre collega, be exi-
gida pela lei.
0 Sr. Teucira de Sa':A possibilidade de cou-
currencia he o qu a lei exige.
OSr. Sooza Iteis :Senilo defender os coolralot
por oulro modo, meu Collega, por c-te nao podera'
laze-lo.
PoeaiblUda le da concurrencia Ent.lo, alnnl e
a ini|> waibilidada da concurrencia '.'
i Sr. Teixeira de SV :Sien, una cooaa ln o fic-
to da concurrencia e oulra o ficto da possibilidaila
dalla,
OSr. Souza Iteis :Mas quando se pote dar o
fado da nilo possibilidade da concurrencia '.' S de-
pois de tiununciada eala, de provocada,e nao se ren
i-aii'o ; ma, senhoris, se nao st pruvocoii a con-
currencia, como st pode dizer qu* ella tilo fui pos-
sivd dar-se '.'
1 m Sr. Depulado: Isto lie o qu* uouvm
provar.
O Sr. Souza Reis :Alii estilo os jornaes, e veja o
nobre deputado se de algnni ilelles consta qoe s-
eouvi la-s* para concorrer a celebradlo dos contra-
tos para a fritura das estradas do Norte, l'iio n'A lio.
e Tainandare ; e semlo le deo isto, como dlier-se
qoe -e provorou a coucurrenda, para dahi se con-
cluir que nao foi illa pu-iivel '.'
He claro paranlo qoe se mo respeilou o modi
puque lats contratos *ran) aolnr-sa tos pela lei.
Quanlo a inconveniencia denes contratos olf.rcc
argumentos que litio lem lito combatid,- ; por
exemplo aquello de que se servio o nosso nobre col-
lega qm em primeiro lugar oceupuu a Uibaai ni
pruneira discusiao do projecto, o Sr. Manuel Ca-
valcauli, e que diz reipeito a urna celebre con lidli
em que se puntille au tmpreileiru iHaalar-ai
(Kl brabas para cada um dos lados das estrada!
adune-. DemoiislroQ->e Sr. prndente, que incon-
venientes podiain resultar dessa conlacao....
l'm Sr, Dtpulado :I-to ja esl preveuido e esta
provado a boa f do comral me.
O Sr. Souta Res :Eu nao fallo da boa l, nao
appellei para lato.
Mas senlures, mia lomos justificadus pelo proprio
empreiteiro, foi elle que recooheceu a quanlas duvi-
l.i- e qu mi is ineonvenienles podia dar lugar e-sa
cni1ii_ao a dtclhrou pelo ajomalo qu* eslata
promplo a lobmeller a approvarao do goveino qual-
quer nova direcdlo que elle quizesse dar.
O Sr. Mello Reg Rapliael: :t.)oe nao l.nia cur-
vas em forma d* S senao'dtpou de examiuadas pelo
-ngenheiro do goveuio.
0 Sr. Souza Iteis :Aiuta mais Sr. presidenle,
como argumento de conveniencia en mostrei, que
ou a provincia liivia de deixar de ser indtmniaada
dos 10:111111--, q.i. ie mandou adiaular, uu eniau qo*
o valor tota! deesas estradas, nao era de t(K):(JUOa
como se dala, purem de K00:0:k):i e enlao liivia
abuso de ,iuinrn,ic,io do emprestimo qua a lei man-
da que sea apsnas dt (ii;i:0.ltl?.
1 iinliem nele ponto Sr. presidente, mis vimos
que o proprio empreiteiro nos veio justificar quando
li.selie isto verdade, mas foi em virludt ds um
engao *u estou promplo.* fazer a amorlinelo na
ra/.i i de 7 0,0 e n,lo de ."> o11*- lelo prova Sr. prn-
dente qu* as notiai acai.ac i a-, que as nonas cen-
uras nao eram injuslai nSa eram feitas nicamente
nhai, palos, perol, gneos, em lim todas as aves
domestica*, e carneiros e porcoi gordos.
Em poucos auuos appareceriam tambem eobre o
nosso mercado diversos producios de industria, co-
mo inte, manlaiga, requejlo, coalhaia, quejes,
(ranha d porco, touciuha, presuntos prtparadLS a'
moda da Europa, etc. etc.
Se todava a compauhia de rolonisar;5o n.lo pode
ler terral naa margem do cainiuho de forro, fra
muilo proveilota que os donos deisai ierras cedes-
sem a' compauhia terrenos para os traspasiars fa-
milias din colonos.
O systema em|iregado at agora pela cotopanhi.i
au poje proporcionar ao paz ai vaiilagen. que Ihe
proporcionara a viuda de fanal as agrcolas, ou das
iliia-, oj de Portugal.
Em geral, os pielen lidos colonos importados este
.Izis es/a !Exist na ribeira de S. Jos, no
lugar onde venrtcm familia, um certo In-in n entu-
rado" negociador rte-se genero, l'o amigo de con-
servar as sedutei miudas que arrecadi no trauco
delta, que nao he i-ossivel haver-se dalle o menor
troco. Qonn quzer familia ha de levar-lh* as
queitdas miurtos, alias Dea sem ella ; mas o que
anida mais revoila he a insolencia e despejo com
que responde a quem Ihe laz sentir quanlo he ve-
latorio e mesmo reprnvado o seu procedimenlo :
i lenho troco, di/, elle, mostrando clleclivamenli
om ponhado d* sedulai miudas que tira das algl*
titiras ; mas mo faeu truco nem a minha mal,
quanlo viess* do cem'iltrio ; vilo queixar-ae an his-
po, u E ature o puva mudo e quelo estas e oulrai I brindada, e na i com cabellos frteadei, ou com nuro.
picardas, de que vai seiilo victima a ca la passo
l'.omlndo ha guardas naqoella ribeira para precave-
rem que tacs abusos lenliam losar ; e eonlta-noi qoe
com ni pobres matulos elles dtsenvolvem toda a
sua energa, compela! lo-os a fazerem Hocos quan-
do ttem. E-la lie sem duvida a causa da falta de
llocos miudos, de qoe se restle a cirrulacao ; de
maueira que n 111 por pero exiiibilanle, lucram ainda < oilo por
, ->>_ (.--i i i -' um nii'inti i ii' "in i.i.. -- ^.- ,-------
anuo das tilias ou de Portugal nao igo ng.icultores, eenlo da agio na* sedlas miudas, que reunein na
o c luira. cunnha coudi^es inconveuianles para a
provincia.
Anda argumeolel com a fianca indevida de
50:0009; argomentel com a le Sr. presdeme, e o
nobra depulado u que foi que ('indicando o Sr.
Mello Rgo' ma disse i respeito > Disse-me uas
empie/as n,lo se seguem as mesmas regrai que nos
mas contrato'.
O Sr. Mello Reg Riphael :De arreinat.i-
etJeO.
O Sr. Souza Reis: Oh.'seolmres be no titulo -2-
do regulaineiilo das (tiras publicas, regulameulo
pelo qual o nubre depulado director desla repart-
ca i declaiou a eala casa que se rtgia tm negocio
desla ordem ; he neis titulo digo eu, que Irati-se
das emprezas, e o qua lie que elle diz com teladlo
aoi empreiteiro*.'.'
OS. Mello llego Rapliael) da' um aparte que
nilo ouvimos.
(1 Sr. Souza Reis :Falla un liam; i idnea, diz
qu* o emprezarios proslarao li un; i idnea -, nao
qoerer o nobre deputad) adraillir a le inste
casa '.'
Qual he a liaura idnea '.' mi lie eala de que falla
a le, de que falla es.se rigulamente '.' liaura do va-
lor de tuda a obra
os reparos e conervaclo de toda a obra em
quanlo se nao recebe delinitivamcnlo ; c as-
situ 50:0008 .ser urna lianza sulllciutu?
Aonde esla a yarentia ? Altada pergunlo ou ;
esl uo iu iividuo simiente, nao ho a.ssim 1
o Sr. Moli llego llaphael) : Para um laureo
ebega.
OSr. Souza Heis : Para a construcf;ao
de um lauco '
Eu quando tratei dess3 questao, disse,que
'tumu a a lei autorisasse esses conlralos lo-
davia, o adtninstrador da provincii queren lo
st perfeit'tiiente esaclo no cum|irimcnlo
dos seus deven-s, devia exigir mais do que
exigi, porque eslava umli-.-m dentro da le
fazendu-o ; dovia ler exigido desses conlra-
tauteso mesmo que sempre sa exigi dos
uulrus, e llalli liret a conclusa) de que s
l.xc. Itavia feilo um ;:ratiJe favor aos emprei-
tetros, c loia a ve/. Sr. presidente,que se po-
u'C provar que um coolrati lie falto pelo go-
verno com favoios, csso contrato podo ser
censurado cora vanlagcm, e nao deve me.e-
cer approvac,5o.
O Sr. Mello Hcg) Uaptiael1: Ku nego
qoe sejam favores, sSo eoncessOes de neces-
sidade. .
O Sr. Souza Reis : -- Ainda Sr. presidente,
romliili o centra o pelo lado te inconvenien-
cia quanlo a nao dcsignacfio do ponto em
qu'i lem de acabar a estrada contrata.la pelo
governo, visto cono no contrato se diz que
este ^onto terminara em um especo de -2 le-
guas.
OSr Mello Reg (ilaphael): iNao se-
nhor, diz que uno psssara do riacho Uu.
O Sr. Souza Iteis : -- Digo eu, que islo he
iacoveoienie e he iocoveniente Sr. prest len-
te, poique ha ncssi extoncTio pedamos de ter-
reno que silo bou.'. efafOraACIS parase fazer
a estrada, e ba pelados que silo dosprova-
veis
O Sr Mello llego [lUphael] :' A la'deira de
..... he boa '.'
O Sr. s iuza Reis : l'essima, lerrivel.
O Sr. Mello Kegd llaphael: : -- l'ois veja
que a estrada lera le passar aletn ilclla.
o Sr. Souza Reii : Isto ser se o om.irei-
leiro quizer chegar l,c dando-so a hypothe-
se coulraria ?
O Sr. Mello llego flaphaol; : -- 0 nobre de-
puladii ntio quer quo a estrada chegue at 0
rio l!u ?
. O Sr-Souza R;is O nobre debutado
sabe bem que o rio Bo he um dos pelores
para o norte, quan lo ha qualquer cheia in-
[in.-'siliihta iuteiramfnte o transito, he urna
especie desse rio Camaragibe que se laiifa
no (japibaribe,quii com qualquer chuva alia-
ga cxlraordinanatr.ente.e portatilo, di/ia eu,
a fazer-ae algum servido a eslrala do norte,
faga-se um servido couplcto, leve-so essa es-
trada ale alm do rio Bu, comprehendendo
a ponle c nao se inutiliza toda a obra que
se ti ver de fazer com a falta da ponte ah.
IU um aparte.
OSr Souza Reis: Mas se se po le dar a
hyvothese contraria, e so pode esse contra-
to ser oxeculado, nSo terminando a estrada
no lugar mais conveniente '-'! ....
OSr. Mello Reg llaphael: :Eu Ihe dou
...o ....._ _a_^..M_. -:a____ ____. lado, e que quer n contrato se|a prosrgoido rom r-milia branca, lo mas, ciiasmo.
a razao porque tilo secspecihcou o ponto, ,..,,'u !,,erdid. por elle por violado oa nao Marte branca. 3 mtsea, coqueluche,
he porque se nao sabia amia aonde devta | comprimenlo, bstanle lempo ainda ei.ie para ac- Sebaalio brauco, 18 mese, hepalile.
ser o corte da ladeira. bar toda a linha antes du lempo marcado palo ro- i Calharina pela, solleira, ,"ni anuos, molestia interior
O Sr. Souza Res : t) n5o havia falta do verno provincial, lile be at 2 de ezembro de ISlit. Rila parda, viuva, lid anuos, marasmo,
esludos Nao se sabia aon le seria o corte Qo* o interior da provincia bramis itndavtl pare Carolina branca, 2 meses, disenteria,
da la leira,e os esludos precisos poliam sor irbalho do que para a cosa. Que lili ha ponles nem Josc branco. 2 e meio anno--. beziaai
dispensados! S--i isto dito de passaaem. Pada de* engranarla na leiciira e qoaria
Finalmente, Sr presidente, eu comba,, o jgXgSl *SttSSfXZ
lonlrato pelo lado de conveniencia com o ((.,no igor, ,iec,,|j,la c nnalmenle, que o trauco
argumentle produzi a respeito do preco ; prejllB excede as nossai esperancas oa piimeira
iecio, fa/.en.lo-nos [valo a mande riqueza natural
do pai/) esperar aiuda maii res e maii importaules
resulladoi a | ropoi c.Vi que as nutras secles, pura o
interior forem abertal m> trafico.
- Fnialmeule.com boa adniinslrac,ao, economa
jodiciosa e a eaasaejltf dai contenda recentei ton
luejudiciaes, acreditamos que a companliia sera'ele-
vada da posic,lo depreciada, que preseulemenlc lem,
para o futuro realisara' as esperanzas orif-inaei
dn. aceii ni-las. a
ve cheirn, lera) soincnte a hetondez* infecclo ;
por cinta, corda ; p r cabello HerespadO, calva ; e
or faa do peito um cilicio. Isaia- cap. :i. y. 17
w l'i.
Vejamos o qo* diz o chcfi da igreja, o principe do
apostolado, S. Pedio.
Ni tua epstola dan lo instrucejo para as casadas,
diz:
o Nao teja o adorno dcilai ( mulheres ) o exterior
eufeitc dos cabellos rirados, ou auarmees de rendas
de ouio, ou a ^ala da cumpuslura dos valido-.
o Oiiaruin non sil eilrnisecus capellatura, aul m-
n cum.litio iu a aut indumeiiii veslimenturun
o coltu .F.pist l.cap. 3. v. 3,
Escuitmos o apostlo das gentes : EU* dirigin-
do-se ao seu discipulo Timolhee, hispo de Efeso.
moilrando a maneira com qoe se deve orar na casa
do li-os, diz :
o Quero qoe ai mulheres orcm do mesmo modo,
m najes honestos alaviando-se com modestia e so
^u<eacoe pebibo.
poiiui sun homens de diversos olliclos. Entre elles,
lejuu l.i estamos infonuddos, vicram teceines, pin-
tan lo adiar Irabalhi na projeclada fabrica de ted-
ios de alfioilao, que, cuno lo lo* a' sabem, abor-
lou ; como um parenlheaii diremos, que, se don.
ni !!'. iM.ui.'li-ia-ni i ir il.ii.iin por si siii da rea-
hsarao de urna lat empresa, he multo provavel que,
por meio de cnmpanliia auunwna, ou mesmo por
meio di sociedad em commaniiila, a piovinria fi-
que privada das vanlageni que elleiece lemelhante
iiiellioraiuenlii.
Enlrelanto, continuando a fallar sobre o aisump-
lo de que nos oceupavamos, parece nos que o svs-
lema de colonisacao por paictna, alias muilo usado
em Franca, particularmente no sul, mi pode ser a-
doplado pin ora entre n*.
O halnto inveterado do lidar com escravoi parece
que. feralmente fallando, anda mi ptrmille tratar
com homens livre., de qualquer cor que leja, que
l* eiupreiiucm na agricoltura. Talvez que daqm a
cincuenta anuos o sysiema de parctril posea ser em
pregado rorn mais vanlaueui reelpioeaa, do que s-
lu-ha na aclualida !e dos nossos cosime'.
Todavia, o primeiro svitema que indicamos nos
parece mus a liquido e para sua realisac,ao su asi*
te a eondiciio de terrenos nai inargeus do caminho
de Ierro, e mal alijuiuas peqaena9 despezas pecu-
niarias.
Mas somoi jhri|(ados a eoufesar que al hoje nada
se lem feilo nesle senlido. A pruneira sereno do
canilnli i de ferro ja ie ada .iberia ao trafica publico
desde o me/, de fevereiro proitmo panado, luda a
genio ja deve ealai convencida das immeims van-
liii ens i|ue rasullam desle melliodo rapi lo de com-
inuincai;o, e todava, com pezar o dizemos, ainla
ni i -e enconira mis bordas do caminlio, ama imica
pi'opriedadt, nsm vesticio al^um de cultura, ludo
se aclni no estado primitivo.
Em um dos nmeros desle Diaric, foi puhlioado
o relatarlo da coinmitsao nomeada pelos accmnilas
un reunilo ueral em n d* abril de ISS, em l.on
dres, relativo au esladn e condi(3o doi negocios
da rompauhia da estrada de ferro do Recifi o S.
francisco.
A cominisiao encarou a questao delnixo de todos
o pontos do vista, com clareza e precalo ; de sorle
que hoje toda a gente sal do eslado em qoe se
ai li un os negocios da compinhia. E releva confes-
ad! qu* a situaran he bastante satisfactoria, e indica
om futuro liaougairo, que aascguia a realisacao das
eiperanc'S concebidas por todas as pessoas, que sa
inleraasam pela prosperidade da provincia.
Ao terminar o rotatorio, a commissao declara que,
ahila para rmnbi.ireiu ao depois. E pa*M ludo islo
desapercibido !... A providencia em laes casns ha
da aleada da poltcia, lembiaino lo a quem com-
petir.
lllinda. Nao nos deicuilainus, nem nos po-
demos descuidar desse bello* Importante, maa Iriste
c abandonado locar. Sempra que noi constar que se
commette orna njeslica, que se realisa urna tniqoi-
lade, a levramos ao eonliecimenl i dis aolorldadei
e do publico paia que a accilo repressiva da primti-
ra e ceusora da secunda, coi ri on o culpado repro
vando a culpa, luf irmain nos qu* em quanlo a
carne aqu esla a l:i e l, la venle-ie a' 10 e 20 e a
larde quasi uuuca checa a 12 ; que na ra de Riso
ha urna casa cuja duna e mais tres ou quatro pessoas
da familia est.iu doeules de morphei ; linulmenle
que all 'qua-i iodos os padeiros amassam bolacha
com mmiiua de porc.i, causando com i u;lo pouco grave as pessoas que por doentcs sao pri-
vadas do o- de -inielliai.li coii'a. Ab-lemo-nos de
quaquer relima.) sobre fulos qu* leferim is.
ludo lem < seu tajar. Nada ta par ni
mais 0ltU0 de lealamtnlo e reipeito do que a vclln-
ee, nada qu* nos deiporle mais veneraao. Enlre-
tauto se temos para com esses deveres, lem ella ou-
Iros para com sigo e paia com ateo ; deve a vtlhici
ser sempre encontrada no eantioho da viilule, ser
a primeira goardar as conveniencia! sooiaea e a
collocar-st n'uma pusii,au em qu* nao poda iltin-
ci-la o ridiculo. Quando purem a velluce desee de
sua bella e re que perieoce mocidade ; eolio ella deshonra ai
caes, mancha os veste* que a culi em com o manto
da virliiile. e renoncia aos foros de estima respeito
qo* Ihe vola a "ocie la,e. Va' i-so a' aluuim de urna
ra de S. Amonio qus ainda conserva.o nome do
edilicio que j esla' transformado, e occopado com
objeete bem diverso.
O lale nacional uDevidoSO, vindo do Araca-
l\ Irouie a seu bordo para esla provincia os s> gui-
les paasageircdj
Jos Rodrigoei da Silva sua familia.
A barca inglexa ..Linda-, sabida para Mac",
lavoo a sen bordo deila provincia os seguinle |ias-
saceirts :
Sevenano II. de Mello, Jo i-M. llaptitla, Jos J.
de Oliveira t Angelo Roque.
MnrlaUdade do da I" de julho :
Maro.lino Jos de l.\ra, tiardo, solleiro, 21) anuos ;
lelanii.
Joaquim, prelo, escravo, solleiro, S7 annoi ; bydro-
pilla.
e afeta a ine'ina cubeta por-
que he como se sliveste rapada. Porlanto si a mu
Iher nao le cobre, tosquie-se lan.bem ; e s* poreri
para ella he urna deilionra apparecer lem eabelb,
cubra entao a sua cabe;*. Omnii autem mui.r
o orans, aul proplietans non ve,ato rapile, detor|al
capul suum, unom rnim si ac si decalvelir.
n Nana si .ou velatur iiiulier. toudeatur. Si tero
o torpe esl mu i-i i 1 nder i, aul dec. l'car', vele ca-
ri pul suum o.Episl. I. d Coriiilh. cap, i*, v.
i, ,i.
Liamos o que nos aprevena S. l.ino, o prineiro
successor de S. Pedro, e veremos a prohibirlo amis
lern liante, das mulhere ao temple unto, n piaes
Dio eslejam rom siu veo sobre a calicca : En o seu
manalo. uSancivil, n qua mulier, i-i velan, ca-
Eoniiderando cuidadoiameule lodoi es fados Jernimo, pardo, meiei ; urna eneephalile.
precedentes temos uiiaiiimtiniule a opiniao de que,
sejain quaes forem as ddliculdades do passado, ion t..
existe mu, i razao para considerar essa empresa co-
mo de ur.in.le valur intrnseco, e para anlecip-r
corn eonlianta o seu pro-pero aeabarntulo. As nos-
sai razes para essa opiuiiio san que os sccinnislas
l ou de tratar cun um govtrno de alto procealer.
Que lomando em consideacao os fundos reservados
pela compauhia, o conlratador mi i esta' ainda idian-
litmina Mana du Espinto Santo, branca, viuva
70 anuos ; inlerili rlirouica.
.Manuel, pardo, I da ; espasmo.
dia 11
Jo'u da C ala, branco, soltciro, ll anuos, tehre a-
maralla.
An T Duink, branco, solleiro, 20 annns, lypho.
Maria Joaquina de S. Amaro, prela, viuva, tij au-
nes, iliaihca.
aTTe.\(;a'o
Jos Antonio Gomes Jnior, lem promp-
lo para mandar para o prelo Regras de Es-
criptura^uo Mercaulii por Partidas Dobradas,
combinadas com o pre.-cripto pelo endigo
commercial. Esta obra nao s contem as re-
gras para seren escripturadus os livroS exi-
gidos pelo referido cdigo, mas tambem os
livros auxiliares (de accordo com o dizer do
lllm. Sr commevida lor Mello Pitada, como
le sua carta abaixn assim comocoulem os
uso e tstylos das pracas do imperio, a|ipro-
vajis pelos respectivos tribunaes do com-
inercio, na courormidade do arl. i?6 do re-
gula uicuto n. 7J8 de 25 de novembro de
1850. Nada diremos respeito a utilida Je des-
la obra, visto que bem alio ailam os se-
guinies documeutos dos Exms Srs. direc-
tor gmral da insirucQio publica Dr. Joaquim
Pires Machado l'ortella ; r juiz de direilo
especial do commercio Anselmo Francisco
t'eieiti; caminen lador Jo3o Jos do s Mello I'ltada, que se aca nesta cidade,
comm reante de grosso irato na praca do
Rio de Janeiro, onde frequenluu a aula do
ccmmercio, e obtove a devida approvacao ;
ntonio Marques, de. Amorim, commercian-
,e de grosso trato, bem conhecido pelas
iuas luzes corumerciaes, como demonstrou
i assembla provincial, por occasiSo da
. 'ojecto (do qual foi autor) de
urna aula de commercio nesla praija,
Subscreve-se a 5? rs. ca la exemplar, bro-
chura, peios quando for annuociado haver
numero sucieute de subscriptores Ra do
Cebo, casa do autor ;casa sem numero dc-
Irotil.- da casa n. 84), atetro da Roa-Vista,
loja de lazendas n. i, prxima a ponte, do
Sr. Julio Cesar Pinto do Oliveira, Passeio
Publico, loja de fazendas n. 11, dos Srs. Fer-
reira & Crnz. N R. Para as pessoas que Diio
subscreverem o prer^o ser 10? rs cada exem-
plar.
lllm. Sr. Josc Antonio Gomes Jnior.
Reslituin io-lbe o inanustrtjto, que V. S.
ou prala, ou vestidos ricos, u Similil.r el midiere
ni habilu rnalo, cum verecundia, et solinet.te,
i ornaiiles se. el non ni torlis crimbus, aul nuin
i aut maiftarilis, vel veste pictiusa. S. Paulo ad
Timolh cap. 2, v. *J. ,
Ainda o mesmo apostlo, diripind i-se ao povo de
Coriolho, motlranda a deetncia e houe-tidade, qu-
P'de.qaando os heis vao dirigir tua orara a Den- as-
sim falla: lo lo o homenique diriRiriuarace ao Se-
nhor, estando com a cabera cubera deshonra a sua
cabeca. Omnii vir arana, aul proplielana veinte
r^ttyK UT mm JTZ C S^St t H25 V
beca cubera, rt*tor|
0 pjjll) l
nlo%ie
da braca de eslra Ja ; apreceniet a con-idera-
Qo da casa o ornamento do um pedaCO da
estrada de Sanio Aitiao avahado a l^iOO a
braca,e acceitanlo o calculo feilo pelo nobre
depulado director das obras publicas, do
qual se ve que vi sahir a provincia cada
lirada de estrada a 2T, a cunsequencia que
pelo ileseju de censurar, mas sun porquu realincmr-[ uu liro bu que o contrato he inteiramctlle
inconveniente, porque traz um excesso de
despeza para a provincia do 128 por cada
bra?a das estradas contratadas.
( Sr. Mello Reg, .llaphael):-Das quer
adiar o termo medio loman lo como base o
minimo '.' Isso 'te contra todas as regras.
() Sr. Souza Reis '.--Nao quero lomar o
Iftruio me lio cora relaco a essa estrada de
Sanio Antfit), porque o prejo esl xalo nes-
ta poca mesmo em que se orQa a braca da
estra la desses oulros contratos, c nao sei
que razo houve para se dar uestes o valor
de 27; a braca o n'aquulla o de I5.
O Sr. Rodrigues di silva :A natuteza do
terreno.
O Souza Rais Esse argn nenio t:3o pro-
celo, porque o nobro debutado mesmo diz
que ntio sabo qual he a diroecfio que a es-
lrala ha de ler.
Um Sr. deputado ;--*. direcefio he a estra-
da velha
O Sr. Souza Uois :- II) a estrada volita,po-
Jlospilal de caridade [9 de tulla.)
Elleliam 21 homens e 2'i mulheres tratados pela
caridade, S homens e 1S mulleres quo pacam a ca-
sa, c 7 pracas do corpo de policia.Total Si.
Ate amauh'ia.
As noticias recebidas de varios pontos da provin- i no prximo panado.
Keteclo dos Inpiisa ln hvidos na Iregorzia de
Santo Antonio do Recite de i a 10 de julho de 1K)S:
Allniso, branco, naicido a 2S de abril do corrinle
anno.
Corbiniann, branco, nasrido ha9 nnvc-.
1 here/a, bornea, uascida ha S ineict.
Joan, brinco, ua.cidu a de agosto 0 i atino pr-
ximo lindo.
Argemiro, branco, nascida Me deembro doan-
presidente .ees.., lianCa idnea te' dllaminada ? "*?? S""ber-M 'l"al a quahdade do
pela lei, cuino qoer o nobro depulado que lique ao I t',rrL'no Conlesse o nobre deputado que
arbitrio do presideute di provincia o iietenninar a
flanea 1
l)Sr. Mello Rgo Itdphael :Islo ho para as ar-
rematares,
O Sr. Souia Reia : Di-j.me o nnhre depulado,
a lei n. 2*> rifere-se ou nao a esla empresa do Sr.
Mmela '.'
Ha um aparte .
t) Sr. Suua Reis:Eu desejo siberse ti e-ta ou
nao (,('
uesta parte as suas bases falhatn complela-
tnenle, a sua argumcnlacao baqueta.
O Sr. Mello llego (lauhael) :Porque nao
aceitou o mximo de V>:000/ ?
O Sr. S in/:i Reis :Eu niio preciso argu-
mentar com isto quan lo leuho os dados
fornccidos pelo n ibre diputado que con fes-
son at que oulras estradas baviam mais ba-
ratas.
\-^sim, Sr presidente, possui lo deslas
cia anniinciain a permanencia do soetgo. O inver-
n lem continuado. Os dous prilieinuei ceneros de
primeira uccessidade, a carne verde e a familia ven-
dein-se p if pier;o razoavtl, em relacao ao qoe cosla-
v o ni ainda no principio do auno ; mu os oulros se-
eros dn pa'z, como leuumes, aves domeslicae, etc.
ain la -e acham por altos preros.
A .'.laiiiidade da moeila muida ainda se acha no
mesmo estado, e parece qoe a popularlo j se vai
aeoslumauto cum isto. Uua.i que nin^uem falla
nesla materia.
r 'lleceram duranle a semana pessoas, sendo :
II homens, 1(1 mullirei* ti prvulos, livres ; 11
liguen.. 2 mulheres e I prvulo, csciavus.
PAGNS AVULS
Arl. 19. (li empreiteiro da obr.is serlo ujeiiiJI
a prestar lianc id nea e a' Indas as ubrinace* dos. t.l.'...^ .. i iZ
irrem.IrmMd.clarad.a no capitulo anlecidenle >'N "^> acho razn.. aiguma par
A questau ute' porlanto em saber-se o que be
qoe s.lo para a provincia. Sr. presidenle
para que es-e. coniralu. sejam considrado* llltgaes, Irrmalrntetdacaradieo" c iidiulo'ani'.'i^ienic "'"|oc"i > acho razo aiguma para reitun-
n.iu precisava que au liouvesse urna lei auturisando-I A questau eala' porlanto fin saber-se o que be c,a"!>s nao UUdO SldO convencido do C00-
ns, ba'tav.i meimo qaa mo> obelantefeaver a M que fiante idnea j mas o imliro depulado da, qoe Han- lr,'ii continuo a dar o meu voto contra
sse, cites nao live-.ein sido fciin* ptlo I a idnea ha aquella qaa for determnala pelo pre- '*es Contratos ; e por isto pedi a auppressSo
e -ide.ite da provincia.... do S 3 do arl 12, mas sii|ipiinilo-so quea ca- "* marido por qual qoer cansa
Un Sr. Depulado :-Elle hejiuein a doler-| sa ainda apezar disto vola coiitra asininhasl'
uli' s, quo euteude que nilo deve ser sup-
milia.
o >r. Souta 11.1- ,N
lo ja ptla lei
cuino |a dase.
a divereencia
El punan-
lime mim e
modo por quo a le os linha aulorisado (apoildot.,,
isla deo. Nao foram I '-lio* pelo moilii porque a le
os aolnnsava, poique nao te fe/, preceder a Concur-
rencia, pnrqu* nao foram fedos ptla leparlic.la Com-
pclenle us esiu lus piviiis de manefra que ae pudes-
se i.inliecer o plan) nrcamentu de luda a obra,
porque nao mandou prster a nanea nos I
dtil, purque si 1;/ o a liantamaiilo da diiiheirot
icbi queetse adlaalainenlo livesse silo aulorisado
por esla casa...
(i Sr. DremmoaI:Contra lodaa ai Itisdefa-
zanda.
tt Sr. Souza Reis :....... porque se na mandn
deivar em deposite um dcimo du valor total da obra -
conforme a le quer, e, leuhores. por oulras mullas lls cl,ro 'lue *c tff"re u" 1"l! diaie a respeilu ,ias ;,i_
r/es qut iu Uva vrcaaiao de oUareear a conxide- remalacoas o qua rumprc portanlu saber lit ...
racao da cas* ; das quae> foram a'numa- apreciadas, C1111 elleilo baviam ou nilo raines para applica as
mai nao combatidas cum vaulagcm, e ouirai nem ao apreaai o que a lei maula fazer a respeilu das r-
menos apreciada r milae/ill.
OSr. lemira de S,i : Mas he preciso notar se Maura' aiguma dilleienca Oual he o lim da
no Iwuvecoecerreiiclapor falla de publicidade. empresa'! Hatean- um* obra. ii| he 0 lint -J.t
UOr. Souza Rais I"olt;o que u noliru depulado arrenulacio .' lietambcni fizar urna obra Para
me mlcrpelle ; mai permuta que ihe fjSa Uma per-1 que se eiit^ a li inc i .' He para garantir a'leiluia
porque^esUf determina- pri.i.-ido ocitadoS, eu procuro ueste caso
una i tu >. i i.in i. ...
do ja ptla lal quan tu d. qut lian.i idnea he a i. i K~' ">' -?= aa cousas, V.IO IB
que iiitq>o.laem lodo o valor da obra e w'i* a me- "r "" "* t* d I'""- eam|.....io......cal
tile, di*poal(ao que depu.. fui modificada redu/m- "''' e l,a dillieultai as nutras obras ilclla, pre eassoe'ram
Ju-ae asea lianca a f>
tu em quo consiste tula
o noliro depulado.
(lia um aporte .
II Sr. Siua Kel : \ ni pide nr a-iin, pirque
nas entrelas Umbem a le nao determina ludo
su l e ti i-aiein.
quanlo iie neceisario i ara ella-
iiisignando Hilo uma qnota I o
i' marido ida ra ifi Concoriia.Naosalli-
feilo .linda es-e mivieiador, de qu* ja tratamos a' |
semana paatada. com o aeniiuara a propria molher i
a seu gallo, no me-inn dia o tarde, indo a aoara in- |
dasai da occorrtncla oa minorar suas lagrima* com
as da li lia, pretenden ella e-tender o aensiaoa desla
ale a mili ; I qual pr camella raandi u-se mudar, '
pur nao queier prender mais em sua idade lie o tal i
amigo sem conlradiccAo o ferrabraia dos manilos!
Si todas as notsas imavili leilona eocontraaiem des .
ses inariilinlios. ... nio os desejamni nem ainla pa-1
ra a's que comnnsco ficaram urrofadas, por que lo- '
cunos mu de leven nas queridas saias-bales e nos
impagaveis ehapoa-balaioa. Todava diz ell* mu
ingenuamanle, que nao fai maii do qui (entinara a
pobre mullier, que no enlamo como entino vai sup-1
portan.In-|lit o ma'oi Iralos, que a son brutalidad* ,
! Bpprai infligir-lho. Parece que n3o ha nada mais !
natural por r*i|u, do que ensinar o marido a mu-'
Ihtr, mas para bem apreciar o valor do eensiuai poi
elle emprtgado, eumpre oonhecer-lhi a verdadeira
evcepc.iu. A' propiHilo, leml.ra-nos a ancdota da
eamponeza, que qoeiioo-sa ao cura de dar-lhe pan-
e sendo e-te
|ue elli'iliva-
menle, de lempos ni lempos, dava-lhe com o len-
co de asmar pur sen u *'o genio. M is, liquida n
as comas, vem io no conheeimenlo de quo o lal
Uvera 'lenco de aatoar,u que sem
s le tu- c quepor conseaolule as
gramil) panea ia- quo a eamponeza levava rom o nlemo de
para laes contratos, masa quanlia que jus-
tamente be precisa
i i, sr. presidente, ja demonstrei aqui,
que por u aisque qutiiran trabalhar os em-
preiteiros nao podcro dar por promptos
dentro de um armo nais do 6a landos de
500 bragas ; ou 3,500 bragas pouco mais ou
menos, o que tu lo vem n importar em .
a-.nar,i. eram linns cariii'ci, ^ o* semelhante na-
luie/.a di u iicii-incii Je noss i ci la 1.1, que parodia
ni oa\ lllm- menle au til lio dos campos nessa sua iro-
na ario lia, nesse sen dilo sarraslic cnnira a nies-
qoinlia virlmia de seus flagicios. Ailar assim, ha
bom andar.
Eslrella nem britho ou etpelho teman,Ma-
lo, s ma' s etiitam que devem er fnlmiiiadot, a
letpeilo de lodo ; pur qua te incuniinoda a censura
ni fu du imperio dellei, quanlo petta esle |ier
Jovino, brauco, nascido a 211 de marco do coiren-
te auno.
Mana, parda, escrava, niacida ha 36 meie*.
Vigaiia Venancio Uenriqoe da Re/ende.
Casaram-se nesla fretjuejia na me-ina tamaa:
' iimino Ridrigues Viainii com Calharina deCar-
Valho, branroi.
Vigaria Venancio llenriqued* Rezeiute.
PESSOAS FALLECIDAS NA I lllllil I/IA DE
SANTO ANTONIO, HA SEMANA PASSADA.
Anua francisca de Sonta, parda, viuva, '.id innoa.
Mana, branca, lilha de Joaquim Manuel do Es-
pirito Santo, "ni diai.
Benedicto, r.noulo, escravo de Josc Baptisla da
Silva Lobo, 25 anuo-.
I |6, pardo, S anuos.
Miuerviii", pama, rscrava de Silvino liuilhenne
de l'.airi -. 1 anno.
Uregori, erioalo, escravo de Joaquim Machado
l'orlella ol unios.
Elitiana, parda, lilha de Josc Heraldo emel dos
Sanios, s macee.
Francisco, africano, escravo de Jote Marques dos
Sanios, lii) annns.
Benedicto, africano, escravo de Maria l.ibania de
Humor. Man tetro, lo auno*.
Mana do Cerni, Crioula, rasada, 30 anuos.
Luida Maria dos Procer**, parda, solleu, so
anuos.
Marcelino Joi de Lira, parlo, solleiro, 2'., annns.
Jeroiivmo, pardo, tilho de Manuel Florentino So-
bral, i mexet.
Pedro i,Linios Maiiel, pardo, viuvo, 21 anuos,
potire.
L'm prvulo, Ignora-te, p hre
Prioste, Leonardo Joao dlirc/jo
?a)miiinc'si)0.
pile, in Ecclesiam niroliols Rreviario Romato na I lenciona publicar sobre as regras para a es-
li3oda S. Liuo, dia 23 da letembn, cripturagao mercantil por partidas dobra-
, das, cum ne-iie nao s agradecer a V. S a
deferencia que sedignou ter em mostrar-m'o,
como dizer-lbe francamente, que com quau-
to verse sobre materia estranba a n.inda
piolissao, acho o seu livro escriplo com me-
lliv.lo, clareza, e individuacSo, realgando-
Iheomcrilo grande numero de adequados
ejemplos de cotilas, e principalmente as re-
fer. ncias, e cilaces quer do nosso cdigo
commercial, e respectivos regulamentos,
quer de avisos e decisocs dos tribunaes do
co nmercio desla, e de outras provincias.
Ltnboia nao habilitado para emitiir jnizo
sobre semeihanlc assumplo, entendo que da
publicago da obra de V. S resultar utili-
da,le para a moerfade estudiosa, que se de-
dica a nobre, c imprtame profisSo do com-
mercio.
Tenbo a honra de ser de V. S. muito l-
tenlo venerador e criado obrigado
Joaquim Pires Machado l'ortella.
Recfe 10 ,le abril de 1838
'lim. St. Jos Antonio Gomes Jnior.Li
com bstanle atlticto o seu niauuscripto Re-
gras de Escripluraclo Mercaulii por Partidas
obradas. co nbinadas com o prescriplo
pelo cdigo crame cial iirasilciro; acho
que Vmc. faz um verdadeiro servigo com
a publicacSo delle, a todas as possoas que
se queiraiu doticar ao esludo da esertp-
turaciio commercial, pois que com loda a
miiiuciosiilade e clareza, especifica os dille-
rentes modos porque se devem fazer todos
os assentos nos livros diario, razao, caixa,
etc., parecen io-me muito aproveiiavel o seu
modelo de diario e razo, escripturados em
um s livro : assim como tambera o mellto-
doi fcil e pro :pto com que Vmc faz a es-
cripturaQao le suas contas com juros. Seria
porcm conveiiieulo.e quica de muilo provei-
to, que Vmc. tralasse cora mais especifica-
cao, e mesmo cxetnulilica>se, o modo de es-
crjpturar os livros auxiliares, tao precisos
as casas que gyram com negocios complica-
mm dos, nao s para esclarecerem mais ao guar-
nieres oii-ain apresentar-se no templo lacrado, or-da livros, uu CSCII pturario, CO010 mesmo pa-
nadas desses vtslido ricamente lalhadoi, desses alu-'a no caso de qualquer duvida, dar-sc mus
vios propnos de um baile, mise deixam ver taoiromplameniu com a oinmiss.lo.ieconeiido-
enfeitadas como o mesmo templo, sesondo a es prca- 0 a ello Nada posso porcm dizer sobre o
.ando prophete re, he porque se nutrem da f.Ue Q0 diz rcspeilo aa combinacocs prescripUa
jIo cdigo commercial Brastleiro : porque,
,i lo deixado ha anuos o commercio, nao
u li'in sido preciso estoda-lo, julganio-ine
11' isso quasi leigo em suas diSyOSiijdes :
Ou ludo,sendo Vine, lao veisado na logis-
lalo, be de crer que estejam todas de ac-
edo com o mesmo cdigo. Sou com loda
a insidoracao. De Vmc. attenio venerador
de
Em vista de lanloi preceilos, de lanas eeom-
ineinlarms dos litros santos, lulo obslanleas a l-
inoeslac's dos mlnitlrot do Evancelho, quedo alto
da Iribuna sagrada tem alead i saa voz, f nostralo
estas verdades altrnat, o tlan da cenfettiort, qne
nec-p.t.oliente leran no luyar da reconciliro a-
conaelhad o retpvila o a hon**tidad* devid a' cata
de erajlo ; n.io tara' pe ventura um enfdamenos-
pre*n, deilai pralieat i.io proQcoas, um reuliaute
abandono desle oraeulus, destaa a ImoeatacOi ap 's-
lolicas '.' .Nao ser^' iiiennn um eonaamado esuuialt.
quando te apreseulam no templo sagrad i, lanas
mullitres indecentemente (rajadas, sem a me r pu-
dicicia e honttlldade, com a eabefl descobna para
mostrar bem orieado datmadeiiati usando diales
veslidnt degoladoa, que deitam ver lado u cos..,, e
oulrus rnalos eiiitenhosamenlt preparado*, ibie-
salini ln em lodos estes atavos, o o*'o. a prla, a>
pe Ir is |n re o.as, tnvn e a valdade '.' '. '.
He ao baile que s idea ? exclama S. Jos Chrl-
.i.inno, o laltaiora in Brcleafara perdis ? inde*
bitenter em uma compaulna prophana vossa duio-
deslia e o vussu oiitiilhn, emprear lodo o temo em
fallar dos vonoa enfeiles, edmirai-vos e calem-
pltr-vot, cheia* de pra/er ; receher o inccu-ule sa-
riile-'os aduladores, e!evar-vus ctmi do vosiunes-
mo Heos '.'
Vindaa, aereteenli Tertuliano, viodet dispiara
Jess Chrielo atallanfOota homeuagens daqeile
que o vem adorar '.' Vin.les insultar o> mi-leriustes-
tinados a' salvaba.) dos lisis, procuran lo rorroine-
los iliante desle rnesmos aliares, em que ee sacri*
a hostia de prepieiacalo .'
Se as mull.eri'i sao calho,iras cnmparecam no ln-
po sa.radu, Irajadss como pede o sen estte*
tomo recummendam os apostlos. Ou o ftm quas
leva a' casa de D.-os he a attitleneia dos actos da rl-
".i.io, qu* prufessam, ou para o-lentarem a preciu-
dade di seus ornatos ; no primeiro caso, a religo
nao ei gundo caso, detprtzam as recoiiimendares dos api.
tolos ; logo podemos conclor, que s3o profanador
do lugar tanto.
O' profanarlo ainda exclama Tertuliano ; mnlh
re rhrisiaas epparecem com vestidos magnficos
umptaotol, para attltlirem a um sacrificio, cuja es
enca e lim principal, he a humilhai;ao da cnalur
u,i presenta do seu creador.
IV
remos viva conviccao de que se ainda muilas mu
I35:000g ; e sen lo assim, para que votarmos do, igradece-ie a man que deafec a iilu-.iu tmqne ie
930:0009? eslava. Em tees ireuratlanciai aeha-te um Sr."'
OSr, neiro da Cnnlia liuo mal i,n ;'' r"'"m. ni., i.e i.oia. s.. Por ,,,,e a ci,in,,,, .,,.i-
, qu I deen lo ei rd* mus nter* iet, .....u lo-
'nl. b! i ,v na a propria loja a anda lodo o dia palas dos onlrot,
u Sr. Souza Rea :--0 mal lie nos licarmosidoudt piucura intiuair-se oo auimo de uma f.iuii-
KELIGIAQ'.
,\ protaHarao do templo santo.
lemplum domini tunctum
esl, Dei ttmeiura esl, llei
dtfcalio est.
He Eccl.
1 raanlo da profanacao da casa de tem, filemos
toscamente a resenta ,i. actos que ineonstdeiad-
menle tem o li.....em, em alg.....i- oecamies ostenta-
do, quando si- aprsenla no limpio aagrado sem o
verdadeiro espirito de devu^ao, e cujaa maneiras dea-
i-omedila. neci..iri.luiente chamarao -obre elle, a
culera divina ; panamos agora a demonstrar a poo-
ca liuneslidade. e decencia da pallo di- mulheicu,
quando c dirigen a casi do Senh o. ,le.pida- ,le.-.'
pador, reapeilo o icatemenlo, tobresaliimlo em seus
ve.iidin a. gallat do fausto, do lifxo, e atavias de
vaidadea, omaiot eilet alternante reprovados pelos
eraculoi diviu -, o condemnado* peloi apoalolot em
suas carias cuns.gr.iil,i. mi livro por evcelleucia, a
II lilia, repertorio le toda a verdade. o logelo de-
pnsiln dos pontamenlns de lia;.'......li ) emliin, da
r.l na i do tiul^olha.
II.i pouco a tanta i-> sj t mai c iminum J"- neis, fai
idea de que essa honeslnlale lio fallada, ou despojo
de luso na casa do Senhor, be uma impotlcSo das
ministros do saucloaiio, mxima dos fctvds. padres
capachinlios da l'euha, ca qnaei, em verdade, hi
lido incala.veis em arraigar not etpiritos verdadei-
rameule orlhodoxot, o respeilo e acaiamenlo dovido
a' casa de Dos, c benficos fruclos lasan colindo de
seu labores.
Agora, piirm, despido \e algama presnmpjAo,
quem le der a leitura d s passagens, que textual
mente citamoi do
mais convicio de que nao lie dnulnna Uredo etp
llia la pilos padres, e son dos apostlos, n.lo he insi-
noatao de um capucliiuhn. de um fale, mas sim
siio orai'.iil.'s dos prophelae, principios e matlmas dos
ap milos, reeoromendacOn e preceitos dos chefes da
uii'l dol vigarioi de Je-us Chriilo na trra.
Seria para desojar, que os pregadores, confessorea
nones se eliminen de innaoeiar aos liis esta doo-
Irii a l.io s oita, e por reiteradas vetta, quand
vetaem oppotlunidada ; nielando porlanto de un
iienhiim liiiipo i) n. i no em-'e, como nud'ora fe/ e
prophela, dn mal que causou o seu silencio nr nu-
lo quia taruin.
Ileiempeiihanilo enlrelanto, o nobre encargo do
vigilantes lentiuellas do sancloario, cites alcancariam
piuficuos rcsiilladns, c "landiloquus benelicius con-
legniritm a religiao e a snnedade, a relcJ3o porque
ceiiariam as iudecencias o prof afio ao templo
Cdigo Sagrado, ficra' por de- fat1*,,0,.-J\??.Jo'' a,'v",v"Jo <- UMo fi-
na nio he dnulnna adrede eso "a~S.C. 16 0 Jjril de 1S.)S.
I. Sr. Josc Antonio Lomes Jnior.- I.i
o miusciplo, que V. S. fez o favor de con-
fia me, e qoe intiluloo Regras de Escrip-
tura.o Mercantil por Partidas Dobradas,
couiliadascom o prescriito pelo cdigo
coinarcial. .Nao ten lo coniecimentos acer-
'"ti~- ca dci1 cscnpiuracBo, nao mu julgo habi-
litado-ara dar o meu jui/.i a respeito da
ob.a dV. S mas quer-uie parecer que as
regras uo tioila .e contera, esiao es. oslas
com uiqio io e clareza, c otletido quo V.
S. ailo acertado no molo porque tratoij
depo-la.em harmona comts disposic,'s
do codigi(iuo Ibes dizem respito. Sou com
eslima e taasideraejio. De \ s. allVctuoso
venerador) criado obrigaiisimo.Anscl-
sanlo ; e a inciedade, porque nao se coilocaiia ella
na urgente neeessidnito de ptodlgalisar meiea de j Bao Francieo Pereili.Recifeii de maio di
.uti-i-lenc a [Como frequeiilemenle acontece' n mu-; \SS
la. lamilias, que, pelo exceiiivo luto, que slenla-. |l|m. Sr. ,,sc Anlon.o llotns Jnior -I i
rain, eospassalemiiusem queseeuguhiliiram, ab- 0 intereSSaoe trabalho por '. S. feil '
surverain osseus teres ao obnln da canlade chnsiaa .,,l(, r r ., .?' lelto>
loi a l.er.nca, que ibes eonbe em parlilha I *"'1a (u50 l,,Sl- -"linciona nettura que do
Conrluindo o nono escriplo, diremos que fornn- lnosn'u llz P'rque minhas oejpacoes nao
daveie flagelloe, lerriveit casligoi tem Ueos reierva- m<' permiltirau um csanie iinucioso, to-
do para o profanadores de sua Casa. itavta auiino-nc I dizei que Ce Conten O
Deve pur lauto lervir-ius de evemplo, e ,o me mo i'.npU'Mo de emplose tegr neeos-arias
lempo assoir.hrar.niis a torrente de infortunios e ca- a i.-cn ,.iurac5c me.rcatlil.il ethodo or
l..ni,da,t.s, com Deo* forjado a esquecer sua honda- y. S. alopiado para a.- conta de juros ho
d* fechovcr, un oulro lemoo, sabr os ! que commetteran. desacates em sua murada. C, I B. f,C,,l"1" a, '^IracHo
Medoiiho qoadro he em verdade o que nos oflerc- 'M''1']"-'' ConU COrrUile Rnlmento as
ee a Sacra Eeeriplarjt. regras de escripluncSo Has tic con-
Nadab, e Alno, blhoi de Ario, lanzando mia dolorraidade com as dispO!tes i nosso co
thurihulo, ofTereceram um incens iep avado ao Se-
nhor, iioiiui ondas de fago os devuraiam. Levl cap,
lo v. I ei
O/.a cabe sobiltmente moiio, a viste do povo.spe-
digo Uo commercio, sSo >ni raba opini m
quo reconheco bem pouco hablada, prefe-
riVeiS, as que al Inqe tniho vio. Appio-
prM!,,Vli'^v"s'r;!;':'-'';;,'ri!n,1S0''<',',a
lamente, que eonduzia no carro, d. tibia, nara a 'l" M' '.' ,V' s mu,to tlonlo enera dor e
cidada de David, > iivr. reg. cap.Cv, n e v. criaao.Aplomo Uarques do A ii un.-
lis desacatos que ,c altrevia fazer no el'c -"' ae JUnllO de \HbX
Heleod o i
templo do Senlior, \m n* meamaoccato um teiri-i
vel cavalleiro, qoa arrojara tobra elle n ginete, eo
maltratara em extremo, deparando dep ia dous An-1
ios enviad! dt Deo, os unos desearrrgavaiu-llia
leriiveis guipes, e a Ion;a de eroelt iaie^u? ratina poi
torra, binhado em seu aangne, *_ itach. cap '.i v ,
e -in e J7.
Mauaues he laucado do throno de Jeru>alim, re- da ledo I).vino Espirito Santo, acta
i tttvrioi, a cominiido para Babilonia no oppro- da 9 do Itnctfe, em que oede a
lino das cadeas e pc.ailiis grillifles, pelos ail.nlado. cantara a rnniiimscTiv ,lw ^.
e larpetai nereida, no tantear io rAmon, seo 0- ,- i" ^?. "'.?. ? conqoes com
11.0 >e,.,in'ose.-vo,.l|.lnt,e;,.s.,.inatup,.!.J, 'I'1'1."'1'" BOtregUe pelo rCSlde.l do IV. -
Kslavant n conheci los e s
ICREJ.V D0COIXG(.ld DO i;.|n.
\ c tmmissSa do n 'goci is i osiaslicos,
aquom i n presente uma polica itman-
1 :' -I, ) II, c 2- l'araiip Cap, 13 v,
ll.-leJi.
qne loe foi entregue pelo
nambuco enliga Igrej do Goie^io ; oa
cuja io,.,; li i,',- acompanhaf todoiisd
templo aante, tuna olTereeer ine*nto *obr o aliar doa B c*se re*PeilO, e que ititislraiii Ji i1"'1*
i '......m, e desprezandoes rontelhoe doi sacerdote*, l!li,ls evidente a legajidade com ne l1
ipenttlauca ma do turibulo, na esti sel r. >m ordem a ser o templodo^es"'"
lepra e cobre-llie lodo o corpo ; legrada :" da reaieta 10 rt sliluido a i seu auli o esolemor e I-
celeurar as acias da pauia do hornera de Uurt., Ji-Juona leproto. 2-paralip cap. 2ii, v. 19, 90, a SI, lcenca de quo so ochava "privado tela ms
h
\
1
'

*
I
nATA INCORRFTA
II FfilVFI


DIARIO DE PKRNANRUGO SEGUNDA FEIRA 10 DE Jl I.IIO DE IS.iH.
r
v
a
escanlulosa profanacio; he a cotnmissiio de
parecer, que fin presenta das fflzes vali-
sissimas addu/i las pela Jila rmaudade, o
CouOrmadaa pelos referidos documentos, so
adopte a seguint j resoluto :
a asseioblea geral legislativa resolve :
Art. I. 1'icani approvadas as eundiees
com que pela [residencia de pornambiicu
foi entregue a igreja do Collegio do Kecite
aos pos cudalos da irmaulado do Divino
Espirito Santo aquella cidaJe.
Art. i l'ic.in revogadas as disposun98
em contrario.
Saladas comntisses em I7dojunhode
1868 i'iulode Campos .Pacheco. Dutra
II ocha.
GM&. 8ft*
PRAGA DO RECIPE, 10 DE JIMIO DE 1838.
AS 3 HORAS DA TARDE.
('...! ..jues (inician.
Descont Je letraIU U| ao aouo.
rred. Itolnlliard, presidente,
i'. lloraos, mentarle.
CAMBIOS
Subre Londres, :>:> l|3a60a9O.
Paria, IS r. p(.r fr.
> l.ishna, 1US a 112
Ra de Juieiro \\-> por (>m da rebate.
l)M*oat ila letlran, 10 a 12 por eenlo.
OIROOacasl.espaiiliol.s. 305000
Dildt meiicaiua....... 311000 3^00
l'ccas da ftJMlO. I70 ISjOUO
Moedas de SsoOO ',tj?:ltHI
Dita de uH)p .... 2Uff~>00
l'UATA.PalacOea brasileiros. 28080 291 no
Diloa eolnmuarios. 29080 29100
Diloa mtiicauoa 19800
AI.IAMIKA.
I',.n.lmenlo do lid I a 9 .
iJeui do di 10. .... .
1l:883Xi
16:8209099
138:703*705
Desearreia'il hoja 12 Je jolln.
Iliale brasii'iroUuvidtitogemiros do paiz,
Itngue ingleArenaIerro ecarvlo.
Rugue americanoOrellaI-i lina lo.
Marea fianeciaPernambuconifrca.1ori.i-.
Bogue p niu jo../Conaiantadiverso* tf.......
Rugue bunleiioDespique de Ueirii divernis
genero*.
IU -ue mglcKelpiebacallio.
MtlVIMEMO DA AM'ANDEGA.
Volumes enlrados com f.i/en ai .... com generoa .... 124 200
Telil 990
Velumaia.iliidoieomlaf.anda..... t a oin generoa .... IOS 93
Total 1MPOUTACAO. 201
Iliale nacional uExhalaciio, viudo do Ara-
caly, consignado aCrugerc; irmaos, mani-
festou o seguinle
223 couros salgados, 3811 meros de sola,
i i uliios pellos de caba; aos consigna-
tarios.
'20 caixas velas de carnauba, 80 molhos
Falla de dita, i couros salgados ; a Puntes
. Fernandos.
195 meios de sola, 1 mullios pe les de ca-
bra, 2 cornos salgados ; a Manee! Jos do S
Araujo.
I barrica calcado, 476 chapeos de palha
de carnauba, 287 esteiras Je dita dita,48 vas-
suurt's a Yianna ,\ CuimarDes.
29-saccos gomma, H'7 caixas velas de cera
de. carnauba ; a o'dom
Barca americana Clara llascall, vinJa le
Iticnmon 1, consignada a Henry Forster & C ,
maiiilVstou o seguinle :
3933 barricas o 400 ineias ditas com fari-
nli-'i de trigo ; aos consignatarios.
llrigun hollaudez Emilio, viada de An-
tuerpia, com escala pela Babia, consignado
a Menry Rrunn .V C, inanifeslou o seguintc :
3 fardos pannos. I ouilirulhu amostras ; a
Bicmler a l'.r.ui i-.
1 calxa ferro e acu ; c Joao Jos de Carva-
liii Moiaes.
'27 volumes machinas; a P.othe & ldou-
lac.
1 caisa armas, 1 dita ferro c a$3 ; a I. J.
da Silva Azcvedo.
3 caixas bolOes, I einlrulbo amostras ; a
Habe Schtnettau i C.
i caixas agua ue colonia ; a Juan Kelier
&C.
130 ditas vidros para vidracas, 2 ditas
(ilas de algodao, 1 emlirulho amostras ; a
N. O. Bieber & C.
146 caixas pregos 7 Jilas armas, 40 ditas
papel da escrever, 1 dita ferragem o armas,
6 ditas bacias de lilao, 3 ditas pedras de a-
niolar, a orden).
3 cai\as cartas de jogar ; ,a J. A. Hastos
2 dilas ditas da .lito ; Isaac Curio g C.
1 dila livros ; a fh Cnsul.
Brigue inglez Kelpie, vindo de Terra
Nova, consignado a Saunders Brotes & C ,
manifestou oseguiute:
2-250 barricas bacaloao : aos mesmos.
Iliale nacional Aracaly, vindo do Ara-
caty, consonado a Caruinha & Hlhos, ma-
nifestou o seguints :
31 caixas velas de cera de carnauba, 77
couros salgados, l.' saceos-gomma de man-
dioca ; a Jonquim Fraueisco de Alem.'
22 fardos sola em huios, 17 ditos couri-
nhos. 293 couros salgados, 23 saceos gom-
ma de mandioca, 8 caixas velas de cera de
carnauba ; a Caminha S Filhos.
Date nacional 'Duvi ios >, vindo do Ara-
caly. consigna lo a Mailins & IrmSos, maui-
fesion o seguinle :
I caixo mercaduras cstrangeiras, 47 cou-
ros salgados, 52 molhos com 1440 couriuhos,
31 ditos com 772 esteiras e inais 70 litas,
15 saceos cera de carnauba, 9 caixas velas de
dita, 129 saceos gonuna, 3 e i brullios com
205 chapeos de palha de carnauba, 1 dito e
2 han ics cun 52 pares Je sapatOes, 200 to-
ros de mangue para queimnr a ordem.
CONSULADO i.KhAl.
Ren.limenlo arrreadado noaxercicio
de 1857 a 1858, e enlregae liquido _
ven.I.is para exportadlo, e 09 |i --
auilore ota aclmm roiupradores,
leudo aludo algaoa Davioi em
laalro ; o dapoito uoa armaieni
lein Bteacido. Vitram ao merend
ll, 1100 saceos.
Agurdente----Vendeu-te a '.InjOOO rs. por pipa.
Couros- --------A< ultimas vendos rcguUram a 180
i.-, por libra, mas alo lia mil)
compradores a esle preo.
Arroz-,---------- O da In lia superior olileve 29300
por arroba, e u ordinario I-gnu.
liacalhao----------Tivemos tres carragaraenlos, doua
. gun i..ni a 11,c..i.i.i ilo vapor do
sul para lomaren! destino, e un
fui :vendido aerrea de I5J500 rs
por barrica. Retalhoa-M de 153
a tlsOOO rs., o llcsram em ser
I i..i(K> lianicas.
Carne secca- Vendeo-ae de 5J700 a 69500 r.
por arroba da do Rio (irande do
Sul, ficando e.n ser 2S,0tNI arru-
b -. >.io h.i do Rio da Prala.
tariiilia da trigo-1 ivemoi um c>rreg,iineiito rom
1,000 barriejs de Ricbnuud, do
i|u (I s liem nc-l.. mercado 1,800.
As qualldadrs superiores lein sus-
tentado o pinjo por se contar com
pouca iinporlacjln ; e das quidida-
des bai&as de l! li'iii r# o Naw-
Orleans ven.1er.tm se partidas a
presos nuis baiaoa dos que culmiios
por niii puderem esperar.
Ibou-te de 209 ;l 22; rs. por bar-
uca de Ricliiiiond, 23$ a 259 da
Trieste, l(i; a de Billunoie, 183 ,
l!l- a de Hbila.lelpliia, 160 i 183
a de New OrleaiH, e 169 H de lie-
nova ; ricaudo em ser 1:1,'.I00 bar-
ricas da i.rimeira, 9,500 da se-
cunda, 000 da lereeira, 2,900 da
quarta, 800 da quinta, e 100 da
sella.
Ditadeinandiocu-Yeiideu-sc de OjOOO a 9*>00O rs. a
lacea, conforme o tainanlio da lac-
ea, e a qualidade.
Manteiga ---------A francea rinda pelo navio l'ei-
nainbuc. vemltu-se a610re. a
libra.
\ inlios-------------Venderam-sc de 3303 ;1"'*'? f.
a pipa do de Lisboa, e de 3603
:tiMle u de mili..- paitei.
Descontos----------Osdescoolos regularam a 9, 10 e
12 por cenlo ao anuo.
Entraan durante a lamaua os scgoinlfl navios :
aieionao mercaulas, 3 vaporea, 1 brigue, 1 palaeh i
e bules ; inglezei, I barca c I brigue ; america-
no, 1 barca ; bollan iet, 1 brigue ; purluguez, I
brigue.
Saturam durante a misma semana : nacionaaa
inercaule>, 1 vapor, 3 brigue-, I barca, 1 patacho, I
eouaa e 3 diales ; americanos, 1 barca ; roiluui'/.es,
2 barcas e 1 bngue ; he.pnlioes, 1 untara e 1 po-
laca ; li.tiiilii.ngue/, t brigue : fr.iucfz, I brigue ; di-
u.ini'i.|iif/, 1 brigue.
Etislem In.i le i los nos diversos ancoralonros do
musqueiro os icguinlM navios : nacioii I vapor, 1 brigue barca, 1 brigue e 2 In .les ; 1 es-
cuna e I Male ao larvieo da alfandega ; e m.-i u.....-
mercantes, 1 vapur, 7 barcas, 0 brigue!, 2 polacas,
I patacho e 12 In.ile- ; ptirluiue7.et, 2 barcas, i bri-
ues a I patacho ; fraucez. 1 barca ; sueco, 1 br guc ;
hespaubnl, 1 galera, 7 barcas, I litigue e 2 pala-
cbos ; diuamarquezos, I palacbu e 2 escunas; sardo,
1 barca proMiano, 1 baira ; liollaadei, I btigac.
Bnlraram dos porios ealrangalroi 1,467 barricas e
-MI ditas farinha ile trigo, 310 pipas vaoas, 300 bar-
ra cal, .V) ditos milito, 114 barris e 1 pipas vinho, {O
dilos azeile, .")"> barrischouri^as, 70 ditos (oucinho,
315 caitas e 100 cauaslras baldas, 7!l Larris lardi-
nbas, 130 bairts e 505 tneios dito" inaul.igi, 192 gi-
goa e 255 barricas slidinpaitlie, 90 caia, qo^ij s.
200 saccas farinha ds mandioca, 120 caitas velas de
cera e 199 ditas stlas estearinas, 91 canas pedra .1
aanlaria, 3 bairis, 0 fardus e 12 calidas drogas. 800
molhos cenlas, 5 barris viuag', lili barris doli-
lo, S5 fardos papel de einbrulhe, 40 ditas papal le
escrever, 33 saecus gnuima. 21 fdr I s fumo, 2 g5ll
barricas bacalliAo, lili caas pregos, 27.vnlume
machinas, S calas charutos, 38 caiahs faznidas, 1(1
Clisa! abstulhio, 149 c-iti-s vitlroi, 0 gandas pi--,t-
ros, 39 vuluioes diverso! gneros ; ,los do Brasil :
lid al le te- sal, I picola e 110 queijos, 963 sac-
eos e 2 barrica' cato, 955 mios ds sola. 100 barris
bdiilia, 3uu barricas familia de trigo, II) caitas ta-
rop do bosque, 50 ipas vasias, 50 raias linlt i,
100 jt-.tzesHlalas, 200 saceos milln, tll dito* fcl
jilo, 22 fardos sola, 17 fardus e 42 molhoi rom t 410
cnurinhos, 194 saceos gonun, 143 rolo, e 130 Utas
fumo, 277 couros salgados, 40 in.ilhot pelles de ca-
bra, 25 barris oleo de ricino, 2"i diloi genelir\ 2
fardos, 33 eaitoes e 159 calimbas eharatos, 36 lu-
los salsa. 78 Iqueires familia de mandioca, 1530
pecas de l.ui.j., .178 cana* velas, OSI ehapoi palha de caruaubi, KO molhos palha de dita, 19 vo-
lumes diversos gaeras, 200 loros de mangue, 521
psres da sapales, 1709 esleirs de pallid de cir-
ii n tilia.
Sihiram durante a semana os seguinlea volumes:
para os porlus estrangeirnt, itZ^i secc-s com algo loo,
1,200 saceos 3,092 barricas cun 39,552 arrobas e
24 libras assucar, 100 euuros salgados 224 ciscos
niel, 51) pipas carine i : pura os do Brasil, 1,021
saceos, 1.095 barricas, 0 fciies e I calta com 15.035
arrobas assucar, 05 saceos algodAo, 70 cascos agur-
denle, 1.443 meios de sola, I caitdi espanadoroa,
240 volumes diversos genero-, 3 barris espiritas, 02O
volumes gneros estraogoiroi, 377 ditos Racionaos.
Acham-se a carga II navio. : sen lo S para o Rio
de Janeiro, 2 para a Baha, e 1 pata o Mdrauli.lo,
Ceara' e Para*.
Sebo em rama .
Sola mi vaqueta .
Tapioca.....
Unhaa de boi .
Vinagro .....
;t
iiteio
cenlo
, pipa
o-ooo.qua| tem Joao Chinaco Freir o valor cor-
i3.00 respondente o da quaniia da 3:136003o, cujo
43200 predio (Ora avahado no lo lo em 16.000;, po-
;.I20
10JO00
m ^ ;
.

Navio miran i un dia 10.
Ar.icalyI2dias, hiali braiileiro nDnvidoio, de 15
toneladas, capitn Pedro Jos I rauc seo, equipa-
tem 4, carga vares gentro, a Mar lilis Irui.ios
IVrlenee n l'eriiaiiiliuco.
Mnrautio53 dial, palachi brasilciro ((Santa Crol ,
da lu toneladas, eapilio Antonio Bernardinodc
Sana, C. I'., da (J. Morena, ferenle a l'ernambuco.
Jirset-llarbor37 (lias, patacho inglez, de 133 to-
neladas, equipasen] 9, carga 1001 barricas e 393
linas com baralluo, a Jam-s Crabtre i C. Per-
tence a Liverpool.
Londres50 dias, brigue bambnrgnez aCarlosn, de
220 toneladas, rapilao lleoree|l'. Serppel, equipa-
gem 9, carga 1,000 barris com plvora e mai! g-
neros, a l'arente Yianna. I'erleiice a llam-
burgo.
Navios sabidos no mesmo d'a.
Rio de Janeiro Barca Americana Clara Uaaalls,
carca parle da que Itooie de lliclimniid.
Mareiii. barca inglc/i (Lindas ca, iloN. V. Dul-
ton em lastro.
Beta- BabiaBarca ingina Nilheilnnn, capilAo Tbomaz
Bales, cun a moma carga que Irooie de l'erra-
Nuva. Suspenden do lamaio.
M.U'I'A demons/rafico d'agua que leve o banca da
barra date porto na temana uMmumtnte
inda.
Noiniineo
du-.li.i-.
Domiiign
2.' feira.
3.' fura.
i.'' feira.
5.a feira.
O.'' leira. .
Sabbado ,
Preainar.
Baia-mar.
15
I5i|2
16
10 1,2
I0 1|2
17
s inginas 11 pes ti siezes
11
i* 111 l|2 a
10 ti
o 9I|2
i. 9 1,2
a 9
Oliservac.lo.
Nosdiffercnlcs ancoradouroi do porta nscillou a
liana-mar de 12 e 20 a I 22 pos ingieres, e a
premiar de 21 e 29 a 2>e3l. Em 10 dajulliode
I8.5H. Jo*c Inu-liun Porto.
S -
siso-se ;
I
/loras.
sttmotphcra.
. I
. | Dirccco.

Inlnisi-
dade.
Centgrado
R'aumnr.
l'ahieulicit
Hygrometro.
-t-i
llaromrlro.
ac
v.
.a
* p-
c
c
s

>
Rio de Ja-
neiro.
nhorado ao dito freir, por cxecuco de
.lose Maiia freir Gameiro, sendo que na
falla de laucadoi rorrea a mesma arrema-
laco pelo prego de adjudicado.
E para que a todos os licitantes chcgtic
noticia mandei passar editaos queserSo al-
lixados nos lugares do coslume, o publica-
dos pela imprensa.
l)a,luepjssadonestaci,lide,'ollccifeaos:8cllCH|T^ .,.,,. roslo c .,.,.,.
3deiulho do 18j8 l.u brancisco Ignacio de '' I t r '
Torres Bandeir a, escrivfio do juizo especial I ec,ro< trata-sc com Notos 4 L,na prora
O til piloo
Segu com toda a brevidade
ndcional Firma, poi ter dous
o brigue
tercos de
do commercio, o liz escrever.
Anselmo Francisco Perolti.
O Dr. Auselmo francisco Peretti, commen-
dador da imperial ordem da Ilusa, o juiz I
de direito especial do commercio desla I
cidado do Recite, capital da provincia de :
fe naniliiifo o son termo, por S. M I. r (..
etc.
I'aco saber aos que o presente cdital vi- I
om, em como no dia 15 do crrante mez,!
se ha de arrematar por venda a queo mais i
dor, tlepois da audiencia desle juizo, os bens I
seguinles: 1 sufa com encost de palinha i
por iorOOO rs.; is cj leirasde madeira pao
d'olen a 4? rs. cada una 72? rs ; 1 jogo de
bancas ordinarias por 5? rs., cojos bens vao
a braca por execucSo de Manuel Lopes da
Silva, contra Josquim Ignacio de Carvellio
Mi'Uiliinca, 6 nao havendo laiicador que cu-
bra o p'ci;o da ai r. iiiiitai,ii fenta pelo valor
da arijurticacn com o abatinicnto da lei.
E para que cliegue ao conlieciinonlo de lo-
dos mandei passar editaos que serao publi-
cados pela imprensa, e allixados nos lugares
designados no cdigo commcrcial.
Dado e passado tiesta cidade do lenle de
l'ernambuco 5 de julho do 158. Ku Manoel
alaria Rodrigues do Nascimeulo, cscrivSo o
subscrevi.
Anselmo francisco Perelii.

do Commercio n. (i, ou com
Manoel de FreitaS Vctor.
Para o Rio de JatiFiro.
Segu com toda a brevidade o brigue na-
cional Klvira, por ter parle de sua ca ga
prompla para o resto, pasaigeiros e cscravos
a fele, paia o que tem excedentes comino-
dos : trata-se cun os consignatarios Jos
Joaquim (lias feruandes t\ filhos, ra da
Cadeia do Itecife.
t'ara a Haba segu em poucos dias o
mallo veleno pslhaboie Caljdo, por ler pir-
le do sua carga prumpta ; para o rusto tra-
la-se com o seu consignatario Domingos
Alves alatheos, na ra de Apollo n. 23.
- Para o Rio de Janeiro sali com muita
brevidade a liem cunlieeida barca Recife, a
qual lein parle de seu carregamento prura-
to ; para o restante e passageiros, para os
quaos tem acera ios e espacusos cummodos :
trata-so com .Munuel f jaucisco da silva Car-
neo, ra do Vi,ario ll. 17, piimelro andar,
ou com o capilao Manoel Jos Hibeiro.
Lotera
DA
provincia.
Oabaixo assigna lo declara que de hoje
em diante compra billieles de loleria reco-
llndos com o descont de 20 por cenlo teja
qual for a quanlia : na ra do Collegio n. 21.
P. J. I.avme.
tt Kna L^iova u 69 se- tt
gundo andar.
9 Joao da Silva fiamos, medico pela W
') universidade de Colmbra, recebee m (p
,*\ sua casa das 7 ai 10 horas da c a- (A
S nhaa o das 3 as 5 da tarde as possoas S
iv que o quizerein consultar c pres- W
^ la-se com proniplid3o a qualqu r
ifa chamado, para dentro 6% fora da ci-
*^ dade, de quein precisar de seus ser- ($
() v|Qus mdicos, cimrgicos, e de par- -k
teiro. *^
l'embem recebo em casa alguns w
<$) doenlee pelo mesmo prego, com quo &
tgeralmentcsrio tratados e .- ouiras .-a
casas; para o que to^i os melhoras n
comaiodos. 63
v
9
PAITA
do< prentt nrrente* do aHNear, algoHo, mnU
genero* e proucroe* naeionaei que se ie*pa-
cham na nieta do eonnulado de Pernambuco
na semana de I2|s 17 rfe julho 1858.
caada
botija
caada
carrafa
arroba
il l'ie-iiUl.irl.l
Iteiidimcrito do dia 1 a
dem do dia 10. .
D
l,*o3:082tMI6
11:886*257
l;35lc'.l2tl
I3:238#I83
unta
um
altpieire i-SMlii
canalla I920
23000
u 2200
I2900O
3 111
1^100
a 19800
89000
n 5~iUll
nillieirtt mu
arroba .>2dl
DIVKKSAS PIIOVIBCUS.
Kemlimenli) arrendado in evercicio
di 1857 a 1858
65:026187 1
Reudiincnlo rio dia I
Idiin do da 10. .
a 1)
7821490
9
7829190
rcnlu
cento
L'm
DESPACHOS l)K EXl'i)KiA(..vO PELA MESA
DO CONSULADO IDESTA ODADE NO DIA
10 DB JULHO O 858.
Canalllarca belKa ni.anrenstu, Pilan Naih v C,
818 saceos assucar.
Buenos-AjresPolaca li,-p nlnl,i Victoria, Via-
v.t Amoriin Filil, 17 pipis Icaul.
EXPORTACA'O.
Rio de Janeiro, brizne nacional ..I liiiiiti n-' .
ds 2'8 lonsladas, coniui.io o seguinle : 500 bar-
ricas ba-allin.1, 500 tillas lanilla de Irigo, 2 000 sac-
cos com 1(1,000 arrob'.s de asiucar, 12 pipas muar-
deule, j'.i saccas cun 317 arrobas o 2i libras de
algodjo.
Ideu, barca americana (Clara Utseaila, de 17)
toneladas, cooduzio o secunde : 2,200 barricas
e 200 nlas .litas farinha .le Oigo.
RECEIKDOUIA DE RENDAS INTERNAS C-E-
RAES DE l'ERNAMBI CO.
Rendlnei.lo do dia 1 a 8:810*061
Idom'do dia 10....... l:760#51l
10:5709-572
CONSI I.ADO PROVINCIAL.
Rsndineuto to da
Idiu do dil 10.
I a '.
31:163)956
l:390996
32:554*952
IK.l.A DO RECIPK, lo DE M l-IIO DE 1858,
AS 3 HORAS DA TARDE.
/.t. 1 lo teminai.
Calinos- ^aceeti-^e sobre Londres tt 25 l|S e
- 1 l|2 d. ,,.,r 1-niHI a 90 das vista,
sobre Pe.ru n 383 rs. pol f. robre
Lisboa de lio a 115, e I re o
Porto a 115 por cento de 1 r. 1......
Al'l.lo-----------Vieram ao merradu 331 laces! t,
guiando as vandal de 8*400 a 8*500
ri. fioi arroba da ptiossiri serlo,
e o da legenda sorle a 7*800 por
arroba.
A ucar----------0 mercado -leva desanimado,
veodendo-ie 8|ienaspqu- na* por
eii-s de smenos a 2)000 por r-
roba, e algalia cariegamintos do
masrasado Inin a 2;lillO, Cans de
2*300 a 2*350 rs. o 1 America a
2*400 rs, por arrobe. Oi coodue-
ii.iM do interior lem tieinado de
vender por o,uererem m^ior preco
do qua se pode pagar a vista das
Assucar brinco....... i>
0 mascavado..........
11 refinado ........
Algodao em pluma de 1.a surta 1
o o n > 2.a o )>
1 11 11 3.i o 11
em earoco.........
Aguas ardeulesalcool, ou espirito
d'aguanlenle. caada
i) de cachara....... 1
i>, de cannn.......
11 ili"lil.nl,i o dn leiti". o
(ienebra.............
o...............
Licor ...............
11............. .:.
Arroz pilado............
em casca..........
Azeile de mamona .......
o ti meiidobi! e de cuco. .
11 de pcixe .... ...
Ases araras........
i> papagaios........
Periquitos.............
Bolachas.............
Biscoitos.............
Cacau ..............
Cachimboi............
Caf linin.............
u em ki'ao reslullio.....
i) com casca..........
muitlo........... .
Carne secta ...........
Cera de carnauba em pito.....
i] em velas..........
Charetos bous......, .
ordinarios.......
regala e primor .
Cocos seceos...... .....
Couros du boi salgados......
u seceos ou espitados. .
MIL-...........
i> de onea.........
1) cabra curtidos..... 11
11 >> earoeiro.........
Doce de cabla...........
i) ii guiaba.......... ..
secco............ a
jalea ..... ........
Espauadorea grandes........um
pequeos........
Esteiras de preperi........tuna
Estopa iiiiriuiial.......... ;,
i, eslrangeira, nato d'obra
familia de ararais..........
b 11 mandinea. .
b ti millui ....
Feij.iu..........,
I Pumo ern rolo bull .
11 ordinario.....
i) em tollta buin. .
" .. ordinaiio .
b o reslolho .
I,elimine.........
Iiuinnta..........
I pe .un,1 lili.1.......
I.ciiba de adas grandes .
o b pequeas
B i. b lurus .
pranchoea de amarello de 2 co-i.t.l
11 Inuro.
Costado tle amarello de 35 a 40 p. de
c. c 2 ', a 3 de 1. .
1. de dito usuaea.....
Lostadinlio de litio......
Soalhe de dil...........
Forre de dilo.........
Costado de loan........
Costadinho de dito......
Sualbo de dilo.........
Porro de dil...........
b ,1 cedn.........
funis de talajnba.......
\ai.ts de pereira........
u b aguilhadas......
e 11 quiris........
Em abras rodaa de sienpira par.
b eixos b 8 o
Mel...............
M1II10.............
i'eilia de amolar.......
b ii lillrar........
j> rebulos.......
Passava em molltos......
Punas de boi.........
Sul. >.............
Salsa panilba.........
3*Ji n
2-101
5*120
8*400
8*0 ni
7-t .111
2*100
Ifi Hlll
170
*700
*800
*8()0
*280
8060
.-310
3*000
3*800
1*000
99600
t dil
10*000
12*000
2 1 11
98OU
-2-..IU
i- ,.1
,-2111
9220
.-liu
18*000
*100
*400
riuu
)40J
1*000
9800
2*500
1-.....
300
1*600
v Ulm. Sr. inspector da lliesouraria
proviucial, em cumprioiento do despacho
lo l'.xm. Sr. presi lente da provincia de 3 do
correte, manda fizer publico, que no dia
22 do mesmo vai nova mente a praca para
ser arrematado a quem inais ler, o pedagio
da barrcira da Taca runa, servindo de base
a arrematac8o o ofliereeimento l'eito pelo hci-
la Ote Paulino Rodrigues de Oliveira da quan-
lia de 4009 rs. por auno.
A arreiiialsejao ser I-uta por lempo de 3
aniins acontar do 1 .le jullio ie 18-58 30
dejunlto de liii, cn lo obrigado o arro-
maianlc pela renda total do trienio, entre-
gan, lu-se-lhe o que jt bou ver cobrado a llie-
souraria, Je limites as despezas feilas.
E liara constar se mandou afllur o pr-
senle e publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de
Pernambuco 6 de julho de 1858.O secre-
tario,
A F. da Annonciacuo.
o llini. Sr. inspector da lliesouraria
provincial, em cumprimento da resoluto
da junta da fazeu la, manda fair publico,
que no 'lia 22 du crrenle, vai novatneute
a praca para ser arrematado a quem por me-
nos lizer os reparos la pOnle do Coianna,
avalia.los ern 032/ rs.
E pera constarse mandou allisar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de
Pernambuco 6 de julho de 185S.---D secre-
tario,
A F. da Aiinunciaco.
--- O lllin. Sr inspector da lliesouraria
provincial, em cumprimento da resolucSo
da junta da fazeuda, maula fazer publico,
que no dia 22 do cor:ente, peraule a 111 -ma
junta, vai nova mente a praca para ser arre-
matado a quem por menos lizer os contrates
abaito declralos:
12.' hinco da estro la do sul, a-
valiado em 13:000^000
14." dito dilo, em 18 .>uo?oo0
IC para co islar se maudou allisar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secrelaiia ea lliesouraria provincial il
Pernambuco 6 de julho do 1858 O secre-
tario,
A. F. da AnnunciagSo.
0 baro da Boa-Vista, bacharel eni mathe-
malicas pela universadade dd l'aris, hriga,
doiro reformado de 1*. elasse do esccilo-
cavalleiro da ordem tillar do S llanto .fe
Aviz, cuinincn ladur da Ordem de Christo
por S. si, Fldllisslmi, dignitsno da Impe-
rial Ordem ilo Cruzeiro, senador e gran le
do imperio, t,r.omman Dnle superior da
guarda nacional da capital desta provin-
_ ca, o presidente do conseibo de revista
da mesma guar ia, por s M. Imperial ele.
Faco ssber, que na ter coi ra domngs do
presente mez, IS do crrenle se reunir o
conselno de revista da guarda nacional, co-
mo determina a segn Ja parte do art. 25 do
1 cielo 1:130 dn 12 le marco dn 1853,111 sala
das sesadas da cmara municipal desla ci da-
de, as lo horas da mauba, na confonnidade
du art 4.1 das inslruccOes 11. 722 de 25 tic ou-
lubro de 1850, alini de lomar coniecimento
dos recursos que veis 111 '.sobre os casos no
art 33, oque forein interpostos pela m^nei-
a do art as l*s iitas istruc^Oes.
Quarlcl general do com mando supe1 ordo
municipio do Recife, '.1 de julho de 185s
ll rao la Boa-Vista
o lllm. Sr. inspector da ihesoureria
provincial, p^-i cumprioiento do disposlo do
Exm. Sr. presi lente da provincia tic 30 de
A repaiticao das obras publicas, em
vii lu le da ordem do Exra. Sr. presidente de
8 do correle mez ; o da proposla folla por
Francisco DiHelho de Andrade, aceita novas
pro oslas para o foruecimenlo de lijlos de
alvenaria groase, lellia, e areia para as obras
da capit ,|, pelo lempo de 6 metes. 08 prc-
tcndeuti's dirjam rs suas proposlasem ca la
fechada ao lllm Sr. director interino uu dia
14 do correute, as 11 horas da manbfta, nesta
secretaria. Secretaria da directora das o-
bras ptibljras tile julho do 1858.-0 secre-
tario, Joiio Francisco Regs dos njos.
COLLECTOIUA DA I IDADE DE OLlNDv.
Perante o Sr. colleclor Francisco das Cha-
gas Salgueiro, se ha de arrein ilar por venda
no dia li do corrate, ao mcio dia, por ser
a ultima prega, um escravo de nomo Manoel,
preto, do 20 anuos de idade, crioulo, com
principio de pedreire, avahado por 1:000?,
perlenccnlc aos bens do evento : quem pre-
tender arremela-lo comprela no dia e hura
designados t.ollectoria de Olinda 8 do iu-
Iho tle 1858.o escrivao, Juao Concalvcs Ho-
drigucs I-Vanea.
- Francisco Caruciro Machado Itios J-
nior, lanzador do consulado provincial, faz
publico, quo no da 1.- de julho vindouro
principia a fa/.er o lancauenio da dcima
dos predios urbanos da freguezia da Koa-
Vista c dos imposto* de 4 0| sobre diversos
estabelecimentos, casas de molas o jogo de
biinar. .Mesa do cunsulado provincial 25 Je
juuno tle 1858.
-- Joao 1'eJro de Jess da Malta, lancador
to consulado provincial, fjz publico, que
do dia 1/ de julho vindouru em dianto prin-
ci| ia a fazer o laucamento
GOMPANH1A
do paquetes iagleze
a vapor.
No dia 15 tiesto mez, es,.cra-se do sul o
vapur Avon, coTiinan lante Itevett, qual
tlepois da demora do coslume seguir para
S iiiihamplou locando nos portos de S. Vi-
cente e Lisboa, |iara passageiros ele trata-
se com os rigentes Adamson llowie i C. ra
do Trapiche Novo n. 42
N B. Os embrulhos s se receb^m at 2
horas antea de se fecoarem as malas e de-
nuis mais urna hora pagan lo cnlao um pa-
lacHoalem do frcio.
INSTRUCCAO* hl.l-.JILMAii.
A primeira escola publica do instruccSo
elementar do segundo grao em Santo \11to-
nio do rincifo. presentemente funeciona no
primeiro aniar do sobrado n. t da travesea
do Sarapalel: es pais de familias que quizo-
rem, para all pdenlo mandar seus liilios,
que scrao proveitosamento instruidos.
Fazendas.
|1 abaixo assignado participa no res-
|>eitavel publico desta prnca e do centro,
que continua a ter nua completo sorti-
raeoto de todas as tazcndas inrleza,
francezai c suissas c pivcos milito em
conta : na sua loja 11. 18 aterro da Uoa-
Visla.
Uuarte Bordes da Silva.
Ta mandar.
I)a-se almoco, juitarcceia, o bem assim
csa para assistir, em Tamandar, por pre-
gus razoaveis, aos passageiros dos vapores :
a tratar com josc Carnei.o de i'arias no
mismo lugar de Tansanar.
o bacliriel Adelino Antonio de
Luna Freir, leudo alcancada a de-
missaoque podio de juiz ounicipal W
e do orphaos de Iguarassu, achs-se C^
advogando nesta cidade tem sfu fft
hsj escripiorio na ra estrella do llosa- f
S rio n. 10 segundo andar, onde pode S
i ser procurado a qualqu'cr hora do ^f;
dia, Umbem se encarrega de pro- t&
mover quslquer ac^So us juicos de &
fura da capital. y.
Ccara', Mara-
e Para'
Ao publico
.Msrcolino de llorja, seientilica ao respei-
tavel publico que, em o seu armazem na ra
lo Collegio 11 15, tem exiosto a venda un
esplendido sorlimonlo de objectos de mar-
cineiria, dus mclhores fabricantes de liatn-
burgo e l'aris, e que os vende peloS piceos
inais commodos possivel, mais baratos mes-
mo do que em outrs qualquer parle, e bem
assim quo recebe sempre por todos os navios
vlndos d'aquelles lugares, novos sortimentos
dos memores o mais modernos movis.
RA RA DA GLORIA CASA DO FU.NDAO'.
CONSULTORIO IIOMEOPATHICO
DO
DRP. A. L0B0NOSC0SO
Medico parten o e operador.
O Dr. Lobo Moscoso, da consullas todos os
lias e pratica qualqueroperacSo de cirurgia,
assim como,accodo com loda a promptdSo,
as pessoas que precisarem do seu presumo
para o servico de partos, praticando as 0-
pera^es manuaesou instrumentaes, quan-
lo nao possa couseguir resultado por moio
da homeopatbia, que tantas vezestem ven-
cido dilliculdadcs, que parecan insupe-
raveis.
Instruciio gratuita.
Francisco de Freilas Gamboa, professor da
escola ceir! do melhodo Csslilbo, vai
abrir um curso de instruccSo primaria gra-
tuito, das 7 al as 9 horas da imite S a 1 -
mitle 20 homens para ter admetdo ma-
tricula, precisa apreser.tar allestado de con-
ducta do reverendo vigario. e do Sr. subde-
legado da respectiva freguezia^ eda disc-
pulo levar urna vela, papel enna e tinta,
a entrada ser infallivelmenle as 7 horas,
da las as quaes se lechar a porta da oseada
e s se abrir as 9 para a .-ahida. O servico
sera distribuido pela maneira sguintc,
meia hora para escripia, roca para contabi-
Inla le, tres quartos para leitura continua,
um quarlo para explIcacSo do calRecismo
Ja doutrina ebristaa, traduzido por I. Jos
de Urculu". Os discpulos que commellerem
4 fallas no mez serSo despedidos. A abertura
desle curso ser a 19 do ndame julho, dia
de S. Vicente de Paula, fundador da congre-
garlo das irmaas da caridade.
A quem Ihe (altar um boi manso, pro-
cure na taberna do Aiiitr, da encruzlhada
de ISelem
0
9
:::>G'.::GGC
xry <+\ ov .rv
ao
O palbabolc
a lazur o laucamento da dcima dos
predios urbanos da fregnezia de 8. Josej O palbabolc Linio Paquete capitao Jos
dos imposios de 4 0|0 sobre diversos esta-1 Pinto Nunes, val seguir em poucos das aos
belecimenlos, casas de molas e de iogo de portos indicados para o restante de sou
bilhar. Primeira sessto do consulado pro- carregamento que pouco pode fallar trala-Se
vincial 5 ;. nuil.) de 1838.
I or ordem do lllm. Sr. delegado da
repartic5o especial das ierras publicas, faco
sciente a aquellcs que inli resar possam que
a nNsma re part ;3o acha-se funccionando
na ra da Cadeia de Santo Antonio, no pri-
meiro a dar do sobratlon.il f),Francisco
Pscilicodo A niaral, amanuense servindo de
ollicial.
CONSELUO ADMINISTRATIVO
Oconselho administrativo, para forneci-
mento do arsenal do guerra, lem de com-
prar os objectos seguintes :
iiies.miara da fazenda.
Jara de han o 1 ; caslical de lalo 1
nol 1.
("asa de detencSo.
Casligal de lalSo 1 ; coco de cobro 1
uol 1.
Provimenlo do armazem do almoxa-
rifado.
Ferro inglez cm barra, quintaos 40; dito
tilo quadrado Je 5|8, di tu 10 ; dilo dito re
dnnlode 3/8, dito t ; dito sueco quaJrv.lo
de 6|S, dilo ; carvao de pedra, tunela
das 16.
Uueiu quizer vender lacs objectos apr-
senlo as SUas propostas em caria fechada
na secretaria do conselho, as 10 horas da
maniiaa Jodia 16 docorrente.
com os consignatarios Almeida Gomes. Al-
ves v\ i:, na ra da Cruz n, 27.

uri-
url-
LEILO
m
QUARTA
ij;iua
DO Ct)K-
II ENTE
NO ARMAZEM 1)0 AGENTE
{.'estaa
No da cima designado far-se ha lellilo
por conta e risco Ja quem pertencer, e. som
reserva de pre(o
l)G
Mobilias cmplelas de Jacaranda c amarel-
lo, e assim orno de grande quaulida.ic de
trastes e objectos avulsos de grande serven
-- Precisa-sc de um sobrado de primeiro
andar para una pequea familia eslrangei-
ra, refere-se as segulntes ras : ra Nova,
aterro da lica-Visia ou ra da Auiora, perto
da ponte di ISua-Visia : a tratar na ra Xo-
va n. 52, loja.
iUMll. 1
-y I aulu (lai^iioux dentista ra da- Lman- v..
' s'ras n.l."), ua mesiuaeana t.-m avui e pl '
i dintrilic. g
--': :i.':.QrQ&&Q&m
)gUVO
c
*&
P'lil
;| i.ki
Alqueire iaOOO
.1 ffl>500
alqueire GaOOO
. 1 IO9O0O
o O90OO
o I29O00
i) :-(.....
63000
)i 29000
al(|. 2 1 .....
a
. roldo 29.5OO
i) I9.JO
. 1) 129000
18 um 35S000
0 2090OO
1 159000
u ^UNKIII
V |i,-il!l
i) I29OOO
. i) IINNI
0 I2J00
i) 109000
09000
> I9000
1 toihi
. quinta 1 -11
. .lii/ia 1 1
i> i-'.ijii
I92SO
c. par :toHio
D IO5000
. canatl -;nii
juu'io ultimo, manda faz 1 publico, nno nt
dia 15 do crrenle v.i no'menle a rca
pira ser arrematado a quem mais der o pe*
dagio da b rn ira do Motocolooib, servindo
de base a aneniniac'io ooiferecimenlo f ilo
pelo licitante Masimi-no das (.bagas e Silva
da quanlia do 1:5o0j por enno
\ arremataclo sari feita por tempo de 3
anuos, a contar do 1.'do correte 3') de
juiho do 1,'Ci, candu obrigado o arrema-
tante pela renda Iota I do trienio, entregan-
lo-se-lho o que ja houver cobrado a Ihesoa*
raria, de I11/.1 las as despezas feitns.
li para constar se mandou lillisar o pr-
senlo e publicar pelo Diario
Secretaria da lliesouraria provincial de
Peinamliuc '2 .le j Iho de 1858.--0 see ota-
rio, A. i". d'Anuuncia$So.
alqueire ; ".->
una
u 111
i) laooo
9200
9200
u 1
o lllm. Sr. inspector da thesouraris
provincial, em cumprimeiincnlo da lei pro-
vil ei.l 11. 452, arts. 33 0 .'il, manda fazer pu-
blico, quo do dia 12 do crrenle, por diantc,
pagam-se as apoliecs da 3 e t" seno.
L para constar se mandou afiliar o prc-
seutee publicar pelo Diario.
Secict&ria da lliesouraria provincial de
l'ernambuco 1 de julho do 1858-O secre-
tario,
A. 1". da Annuniiacao.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commen-
didorda imperial ordem da Rosa, juiz de
direito especial do commercio nesla ci-
dado do Recite.
Campanilla K rjica italiana.
Previne-se eos senhores a quom couvier,
que anda exisiem alguns camarotes 'c ler-
ceira orlem e cadeiras para sssignaturas:
00 thealr de Santa-lssbel, ou na rasa ao
lad n. 9, desde 9 lunas da inanhiia ole 2 da
lar 'c, nos das litis
BAILE P3PUL&R
MASCARAS
00
PALACETE DA IU A DA l'IIAIA.
. um
cenlo
II.
Os dirccioi es
blico, e com especiali iade
o ail (,.i;-.d..s. que achando-se em roncerio
o mencin do palacete, estilo suspensos os
divertimentos emquanlo nao licar prompto
le lodu o iic.'iiii, e que n5o intervirti di-
recta, un indirectamente eui qualquer di-
verliineul que ; nssa appareeer desse ge-
nero, a n.1o m r no su.milito palacete.
___
Pala o ffio <| Janeiro.
Segu em [iouco dias a veleira e bem
construida barca nacional Feliz Unio,
Kaco saber pelo presente, que no dia 29 de I de primeira marclia, estando prompla
alguma carga pode reclu- mns,c sendo
para o resto sera'o rele mais counnodo:
Principiar as 10 horas da manha.
Lei lao de queijos
lia c util'dade, que s a vista poJer3u ser a-
sala das sessnes do conselho administra- preciados,
tivo. para forrecitoento do arsenal de guer-
ra, 7 de julho de 1858.-Benlo Jos Lame-
nhsLios, coionel presidente.Jos Antonio
Pinto, leueiit '-coronel servindo de secre-
tario.
-- Pola adminstrala i do ci reio desta
cidado se faz publico, que toda a cor bri.11 1
das bandeiras a galhardetes do lelegrapho
da torre do Collegio, foi sub-titui ia pela cor
encarnada licando todava regulan lo a
mesma nunerarj-flo do r o teiro actual, cujos
signaes principiaran a ter lugar desta data
em dianto. Correio de l'ernambuco 12 Je
julho de 1858O administrador,
Domingos dos l'assus Miran la.
,\ reparticao das obras publicas, em
vi nudo da urdo n do Kim. sr. presi Jeme da
pruvncia do s do corr ule mez, cita pro-
joslas para o fornecimentu de lijlos de ai-
venara grossa, telha e au^a para obras da
capital, pe!n lempo (o mezes : us piolen
denles diriiiin as snas propostas em carta
fechada ao lllm. Sr. dircelur interino, no
lia 14 do cor/ente, as li horas da minliia
nesta secretaria. Secretaria da diredoiia
das o'iras Qublieas 10 Jo julho de 1858.O
s.creta.-io. Jiifiu I'raneiseu II gis dus A.ni09
fitiin >.\i, un COMMERCIO.
Por esta sec etaria se faz publico, que
nesta dala lies 1 seri ta no livr 1 do registro
das ombarcec'S, a barca nacin l Marian-
ua do porte de ^i( tunela las, nioprielale
do sr Manoel Ignacio de oliveira, c da qual
lie mestre Lauriano lacintho de Carvalbo.
>'ci- 1 ira lio tribunal do commercio di
provincia ii'. Pernambuco 10 de julho de
I85.S--lir. Aprigio GuimarSes, oflicial niaio
------------------------------------------------------------------------------------^r
PELO AGENTE
Pestaa.
A porta do armazem do Se. Aunes de-
limite da alfandega ur-se-ha leiloas 10
horas da manlian
50 caixas com superior queijo (lajncngo.
, GRAHDiLElLO
VEIS
QtiiHtJi-feira 15 tio cor-
i*iite
ASID HORAS DA MAMIAA'
IA DO COLLEGIO, AKMAZEM N. 15.
fari leilo om o seu armazem na ra do
Collegio n. 15, de um-i gran le quantidads
tle obji'cius do mircineina o evos e usados,
le todas as qusli la es, e bem assim de um
inmensidad'' lo outros muits artigo* ele,
que serSo lelinillvaineiite vendidos sem li-
mitealgum: quinta-fetra 15docorrenleas
10 huras ua innh'ia, no supra lito armazem.
fogo
COMPANUIA NOUTHEN, ESTABELK-
CIUA EM LONDRES.
Vreiii ios (I i a i in ti i dos
AGENTES
C.J .A,sfley &Co*[rAu\iia.
Na iundicao da Aurori n^cita-se
de serventes forros ou esoravos,
servico dchaixo decoberta.
LIIOES DE PARTIDAS U0BRAD.4S
imm FRATCO
(TRES VEZES POR SEMANA.)
Na ra do Padre Florian i, sobrado da es-
quina n. .'>, defronte do beeo do Serigado
IS licO-s teriio coraeco as 1 horas da noite
dos dias em que se ronvencionar; cantes
desta hora nao se acha o abaixo assignado,
co : quem se deve traiar a respeilo. O pro-
co contiuu'a a ser 20/ pelo ensino.
M. Ponseea de kiedeiros
Precisa-se de urna liteira para comprar-
se, e sendo (ara alugar-se por 3 mezes :
quem livor e quizer urna ou nutra COUSS, di-
rija-Sfl al o da 9 do crrenle mez ra de
Apollo n. i, armazem, que adiar com
quem tratar.
Atteico.
Dosa apa roc-ii das immediacoes tle S. ma-
ro no dia 7 do cu rente, um cavallo pelrez,
pequeo, de 10 annos de i.Iade, pouco mais
ou menos, magro, com principio de u a
bellido no olho esquerdo ,'que se eslava cu-
r'aodo, anda de baixo a meio, lem cania e
crinas grandes ; suppoe-se ter sido fjrtado
mesmo de da : quem do mesmo souber ou
der noticia a seu dono sera recompensado
ao peda fundicSo, taberna de Jos Jacintos
de tarvalho.
O Dr. em mediciia Fre-
derico Heliolsi,
medico operador, pr.rteiro e oculista, da
consultas com especialidade sobre as moles-
tias das mulhcres, das crialiQas, dos olhos o
da pelle, acha-se todos os dias Bteis das 11
horas de mauhaa as 3 da tardo, em seu cou-
snllorio, ra da Cruz n. 40, segundo anlar
fra deslas horas, u qualquer uutra da noilo
ou do dia pote ser procu.adp em sua casa,
ra de Joiio Fernandes Vieira, na Solodadej
em frente do silio grande do Sr. Amorim ;
as pessoas que do seu prest mu precisarem)
tanto da cidade como de fra, o faro por
cseripio, que serSo accudJis com prom-
tidSo. '
Anselmo Ayres Rodrigues de mudou seu eslabelecimecto ilo alfaiate para
a ra do Crispo n. 9 primeiro andar, ende
est prompto a servir com esmero e promp-
tdSo a lo las as pessoas que de seu prestimo
se quizer utilisar.
Lotera
Quarla-feira, li ao correlo, andam as
rodas da lotera 15o venia no i trro da Boa-Vista, ioja de
bilheles n. 56, bilhetes inleiros c meios, c
iroco para os ireguezes.
Pede-se ao Sr. Antonio Alves da Fon-
seca Jnior o favor de appareeer na ra do
Collegio n. 21, tercero andar, aiim de con-
cluir o negncio que sabe, sob pena ac se
publicar qual seja esse negocio.
Na vraria n. O e 8
la praca da Indepeiidcii-
(!% preesH-S fallar ao Sr.
Detan, que mciou ua ra
e levo, mam
neiria.
i VI SO
j.:
Avisa-so ao Sr. Jos Martms da Fonseca,
morador no logar i. ai, de Ua ricota, que
baja de appareeer no largo da Assemblea ll.
(i, .segn lo andar, a negocio que nao deve
Ignorar-
Acha se a venda na praca da Iodcpen-
tencia n. 40,o diccionario nacional da lingos
franceza por M Bescherelle n.c, 0 iinieu
que aprosenta o exame critico dos maises-
timados diccionarios ale hoje publicados
princtptlmeote os da academia de Rjesle,
de Lave?ux a Se N. Saudais.
Picciss-se de om feitor para um sitio
perto desta prac : quem estivor ueste casu,
di rija-sea ra da Concordia, taberna da es-
quina que vai para a casa de delenco.
I' ecisa-se de nina mnlher para cuidar
fc> urna menina que so protn le desmamar :
a tratar na na da Gru n. 5.1, segn lo andar.
Pede-se ao Sr. Remano Cecilio Car-
neirn Muniej 0 o favor de appareeer u. ra
Ja s.inta Cruz n. 7ti, ali n de concluir one-
gocio que sabe.
Aviso aos
!,
seiiiioi
h .
tle en=
Os abaixo assigoados fazem scienteao
publico, e com especialidade ao respeilavcl
eorpo do commercio da praca do Itecife, que
nesta data compraran) us esta belecimenlos
de relalho, que nesla villa perlenciam a seu
manoe p imoJoSo Francisco Teixeira Mar- Francisco Jos Augusto Ferr
ques, I.vres edesembaracaJos de lulo o ac- mazem ua ra da Uueds 11. 2, confronte ao
livo e psssivo dos mesmos, cuja iquidacao trapiche do Cunha, compra mel deseneas-
ii 'a a cargo do van I. dor. nutro sun, deca-1 ,.ado e gri ndes' i i 10 )s dan lo elle os barris
ra,-n mus, que ditos ostabBcimentos ficsm'
yrautlo sub a firma social de ,\ntun;o l.ou-
f
ao rospeitavel pu- renco Teixeira Marques & C.; sen lo o ge-
aossous amigos i rento da casa o socio Antonio i.ourcnco Tei-
xeira Marques. Villa tlj Paco de Camaragi-
be 30 dojunho de 1858.Antonio I.ourcnco
fexeira Marques. Fortunato Jos Marques
I ilho do crrenlo aii'o se ha de arrematar
por venda a quem .mais der em praca publi-
ca desle ji7.u, a porta da sala das aullen-
eras, apa: i.- do sobrado de dous andares c Ia tratar com teus consirmatario Basto o
WLJl
oieria
HA
a
u


icM
>i> escriotorjo do abaixo sssignado na ra
do Collegio n 21, vendem-se bilhetea da lo-h esse como preto livre '.Miguel dos Anjos,
vier este negocio dirija-se a,, mesmo arma-
dora, para tratar a sala toda.
.- ..;...,.-
U Dr*. Pedro Antonio Cesar mudou
a sua resid ncia para a roa do Ra*
gel piimeiru mular do sobrado n 18
mi ie pude ser i> ocurado i qualquer
hura !u da OU da r.uite, para o exer-
t' CO da .' lein e pal tus.
o jiii7. dos i i os i?. fazenda na Ion sen
escriptorio para s ruad.- s. Francisco, so-
brado u. 7, un lo | u lera ser procura lu ,
partes.
... Deseja-sc f llar a negocio tle seu n!"-
lo Aragfto

;:
o
o
';
...
I'recisa-sccor aluguel de uma escrava
e um escrnvo para o ervico interno c exter-
no de una casa de familia; na ra de S.
Francisco n. 8, como quem vai para a ra
Bell*. H *
Uucm precisar de urna ama de lcile,
dirija-se a praca do Corpo Santo, a Palmci-
ra 6 lieltrau, que dir quem aluga.
I'ermuta-se ou vende-sc um silio cm
S. Anni de dentro ou do Xavier com gran lo
casi do morada, estribara, cocheira e baixa
de capim para dous cavallos : a traiar na
ra da Cadeia do llecife n. 20.
- Offerece-se para eaixeiro um rapaz bra-
sileiro, de i Iade 15 tonos, natural de Una, o
qual tem pratica de negocio, d IhJor a sua
conducta a Iratar na ra liroita n 69.
Fredcrico Chaves aluga a sua casa do
campo sila no Poco da Panella, com muito
bous c mimlos, c muito fresca, para gran-
de familia, leudo jardins aos lados, c no
fundo quintal murado, boa cacimba d'agua
te beber, co/inha grande, casa para criados,
cocheira para carros, e estribara par 4 ca-
vallus ; as pessoas que o prelenderem, po-
ded) se dirigir ao aterro da Boa-Vista n 17.
O aliaiio asiigna.lo ania-te aiiiorisa lo a ven-
der o sobraJn tle um andar e solau lito ua ras do
llttM'irio n. I9 e miis ora terreno conliean aos
fon l0 ^o nifsnii) sobrada, com S(i palrou) tle fren-
te c 170 de fundos ; por isso quem pretender, quei-
ra atriair-a a' praca da BoiViia, bolici n. 2i, e
ahi m.li.-.r' o lugar a ac born certis para *ei pro-
ruratlj. Jo.io tlrlavui de Maura.
fiOSSlLTOMIliailOPATICOi
no ^
n LOBO MOSCOZ*. I
g NA RA l'A OLIUA CASA 1K) I'LMlAO'; i)
(! Dr. Lobo Mosco/.o fu/, scientc t.'5
j ii(|iu:iu interessar rossa <|tie tem <$
commodos em sua casa para re- -;';
:]: ceber algunsesciavos nBo s pa- fi
-.:'i ra tratar de toas cnfermidadei
.. como para fazer qualquer opu-
-;.? cacao. Os docntes serao tratados ^
ft pela liomeopathia ou pela llo-
} jiiilliia, conforme parecer mais g^
-'; conveniente para a brevidade da
.' cura. Adverte que recebe gra- $$
-;': tnitamente urna ou Otilia pessoa f.j
-;_; que precise lazer alguma opera- .;';;
rao, e que por suas circumstao-
cias nao possam satiifazer as des*
pezasde tratamenlo c nao queira
sujeitar-se ;i ir para os liospilaes.
O preco lo Iratainentn dos esera-
vosregulara' de ~.s' a ~>s diarios
conforme i gravidade da moles-
lia co lempo de curativo,

o

S@G
JojooolsolSo silo na piaea du Boa-Vista sob n. 2, no[Lcmos, ra do Trapiche a. 17.
leada provincia elos seguales precos
s.'iiiu de ti.n- para mu e :i di ibeiro a visla,
Itilhel s gai antidos 59500
Mi los dit'.'S --7J0
P. J. I.avme.
que chegou .qui lia pouCO lu I'.irlo Alegre
em campanilla do 5r. IlcarJo lluch, o se
agradecer! muiln por qualquer lufuruncao
que se der sobre u mesmo, no escriptorio
[de llenr. Brunu r\ C na ra da Cruz o. 10. 'jnlus : na ra Imperial n. 20.
Carla a entre-
gar.
No escriptorio do agento Oliveira, ra da
Cadeia do P.ecii l n ti, primeiro an lar, exis-
te nina carta para o Sr. Emilio de Cerqueira
lama, viudo do Itio de Janeiro pelo vapor
pavana.
-- Aluga-se urna emoa que pega 1.200 l-
RATA IMrDDCTA
II
l\/CI


f
DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FEIRA 12 DE JILIIO DE 1858.
Lotera
Provincia.
O Sr. thesoureiro manda fa/.ei pu-
blico que se acham a venda todos os das
no pavimento terreo da casa da ra da
Auroran. UtJ.dns) horas da manhaa as 8
da noitc, bilhetes e raeios da secunda par-
te da <|uarla lotera do hospital Pedro ,11
rujas rodas anda rao impreterivelmente
no dia li do corrente mez.
Thesouraria das loteras .1 de jollio
de 1858.O escrvSo, J. M. da Cruz.
na ra do Crespn. >, escriptorio da
via terrea, entre 9 horas da manhaa at as 4
da tardo, se dir quem precisa de cozinhei-
ro forro, mulherou homem, como tambera
de urna ama forra para ensaboar e engom-
mar, nao se olha a prego.
inipKiKiKK mm*mm&
Chegaram a ra do Queioiado n. Jt
15, os afamados cigarros bota-fogos, S
a ellos antes que se acabem.
COLLEM i ESIIOIA
IK
DR EDLER GLITZ
Aenco
A pessoa qe annunciou precisar de
1:0003000 a juros do 2 por cento *o mez,
dando por garanta urna hypotheca em 3 es-
raevos, d>rija-se a ra do Crespo n. II, luja
do livros, ou n. 17, que se dir quem d.
Eugne Cliquot
Rcims participa ao respcitavel publico
|ieruarnbucano, queo nico deposito do
seu vinho de champanbe, se acba em ca-
sa de J. Pracgert G.
AVISO. *
Na casa de baaos do pateo do Carino
precisa-se de um serente escravo, preferin-
do-se vcllio : para tratar das 6 as 8 da ma-
niiSa, ou das 5as 9 da noile, na mesma casa.
Precisarse de urna ama secca : no bec-
co dos Patos n. 8.
Francisco Jacintho de Sampaio, estu-
dante do sgundo anno da Facul lade de l)i-
reilo acba-se autorisado pelo governo para
ensillar lalim.
Arrenda-se n3o menos por lempo de
um aono, um sitio na Capunga nova, com
cncheira, estribara para 2 cavallos muito a
rommodo, quarto para feitor, gallinheiro de
lijlo e chI, cacimba de sottrivel agua de
beber, pgo para lav.gem de roupa, basttn-
les arvoredos, alguos j dando fructo, casa
boira da estrada sobro o alto, sendo a sala
da frente assoalhada e forrada, muito fresca
u clara, por ser toda cercada de janellas,
tendo nos lados lerrago com varanda c al-
grelo de flores, e porlo de ferro ; propor-
cionando assim o dito sitio decente o agra-
ilavel rcsilencia, alem de ficar muito perlo
da ciJad. No sitio confronte, proprielade
du Sr. Ur. Jacobina, existem *s chaves para
mi fisto pelos pretendentes, e a tratar ahi,
cu na ra da Cadeia do Hecifc, pnmeiro an-
dar da casa u. 3. servmdo de escriptorio.
SEGURO CONTRA 0 FOGO.
CUMPANHIA
ALLIANCE.
^.stabt leoitia era Londres,
em marco de 1824
CAPITAL
CINCO MILIIO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Salladora, Brothers & c. tem a honra de
informar os senhores negociantes, proprie-
larios do casas, e a quem mais convier, que
estilo plenamente autorisados pela dita com-
pannia para effectuar seguros sobre edifi-
cios do lijlo e pedra, cobertos de leda, o
igualmente sobre os objectos quo contive-
rem os niesmos edilicioa, quer consista em
mobilia, oo cm fazendas do qualquer qua-
lidade.
Attenco.
Jos Joaquim de Moraes Navarro, acad-
mico do quarto anno, autorisado pel presi
EM I1AMIUBC..
Este instituto est instalado ha cinco an
nos, o lora ganho urna illiroitada conang*
no publico ; os hlhos das familias mais res-
peitaveis de llamburgo frequentam as aulas,
e no collcgio se educam tanto allemiias, co-
rnn os lilhiisde lodo* ospaizes As materias
do ensillo sao asseguintes : allemo. Irn-
cez, inglez, latira, grego, coniabilidade, ma.
thomalica, phisica, geographia, hisloria,
lilteratura, desonho e gy mstica. Para c-
da um destes ramos estao engajados os mc-
Ihores lentes. A motada dos discpulos in-
ternos he tma da cidade em um silio com
pequea distancia da escola, e emprega-se
todo o cuidado possivel para a boa educa-
cau e bem estar delles. Recebem-se meni-
nos da idade de 6 at 16 annos. O honorario
he do 60 libras esterlinas por auno. Infor-
marles mais particulares poder3o ser pro-
curadas em caM de Isaac, Curio JC.,em
Pernambuco, rdl da Cruz n. 49
-- Manoei da Costa Soares Jnior, portu-
guez, vai a Furopa.
-- 5O?O0O de gratilicacSo d-so a quem
apprehenJer o mualo Joaquim, com os se-
guintes signaos : representa O anuos, bai-
xo, T)ouc> barba, e cssa pintando, falta de
denles na frente, levoii cale. prela, camisa
azul e chapeo pardo, ludo em mo estado;
o dilo escravo foi comprado ainda ha pouco
tompo a Sra. D. Mara J.uiza do Locio Pires
Ferreira : quem o conduzu a seu senhor, no
largo do Cnrpo Santo n. 13, segundo andar,
recehera aquella quantia.
-- Bartnolomeu Francisco de Souza ten-
cin partir para F.uropa no primeiro vapor
inglez, e deixa por seus procuradores aos
Srs Jos Pedro da Silva, Jos Caetano de
Carvalho e llenrique Jorge.
O abaiso assignado pode ao respcitavel
publico que suspenda o sen juizo acerca da
materia cuntida na correspondencia do Sr.
Manoei Cornelio liezerra de Menezes, que
vem publicla no Diario n. 253 de 8 d
corrente, o Jornal do Commercio n. 216 de
9 do mesmo. at que o Sr. major Virginio
llarhosa da Silva venda de seu engenho, ou
expega suas ordens para que ao mesmo Sr
liezerra se de a conveniente nsposta.
Manoei Luiz da Vciga.
m 0 tcnente-coronel Manoei Joaquim do
Reg e Albuquorquo tendo de fazer urna via-
geni a Europa por motivos de molestias,
deixa como seus piocuradores os S-s- capi-
I3es Francisco Carneiro Machado Itios J-
nior c ChrisLovo de ilollanda Cavalcanti, e
o major Anacido Antonio de Muraos, e as
causas judiemos e peraole o foro o Sr. r.
Aogelo lien iquos da Silva.
Candido Cavalcanti dj Albuquerque.
nacional, retira-so paraEun>pa.
-- O abaixu assignado, constructor civil
de navios matriculados nista capitania, oll'e-
rece se para delinear qualquer embarcagiio,
tanto para entro rios cuino para longo curso,
para velas ca vapor ; o mesmo dar ao en-
genneiro maedinista lodo porfo ao barco
que construir em 4 ou 5 seccoes, etc., etc.:
quem do seu presumo so quizor utllisar,
podo dirigir-se a casa do sua residencia, iua
do rSogueira n 7.
Precisa-se tomar 3:0005(00 a premio de
um por cento ao mez, pelo lempo quo se
convencionar. dando-se por garanta duas
lirmas de propietarios resi lentes
pracj : quem os quizer dar anuuucie por
este jornal para ser procurado.
Terga-feira, 13 de juldo, depois da au-
diencia do Sr. juiz de orphaos desta cidade,
o pelo cartono do escnvaii Gu i na raes, lem
de ir praga do venda dillerentes objefctos
de ouroeum cvallo, -erteiicciiles a beren-
ga, do Uado Candido Firmo dos Santos.
Continua-se a dar uinheiro a juros ra-
zoaveis com seguranga*de penliores : na ra
da Cadeia u. 6 se dar quem de.
-- Precisase de um forneiro, na palaria
de Santo Amaro, e agradando 0 seu servido
sera bem pago.
-- Urna roulber de ptimos costumes ofi'e-
rece-se para ser ama em casa do pouca fa-
milia ou de homem solleiro : a quem con-
vier, dirija-se a ra larg do Rosaiio n. 46,
hotel do Sr. Carvalho.
--() abaixo assicnado faz scientc ao pu-
blico, e com espccialidade bj respeitavel
corpo do commercio da praga do Itecife, que
nesta data veudeu seus estabclcciinrnios de
rctalho na villa do Passo, provincia das A-,
qualidade c
: na ra do
Para acabar.
Vendcm-se sedas do superior
ricos padres, o covado a IJ300
Qoeimado n. II.
Vendc-se nm terreno com frente pela
parte do norte, coma travesa da ra Au-
gusta, c alinhamento at o rio Capibarlbc,
pelo su I com o terreno de Joaquim Lobato,
ao este com a projectada nova ra, com 461
pemos e meio, de leste a oeste com 370 p?.l-
nios de norte ao sul, com duas casas terreas,
sendo urna mei-agua,com vanos ps de co-
quelros, e mais 400 palmos alaga los, junto
ao mesmo terreno cima ; a tratar na ra
do Trapiche n 36, com Matheos Austin
Companhia.
Vcnde-sc um sitio entre as duas pon-
tes da .Magdalena, com duas frentes, urna
de -200 e outra de 500 palmos, e sila da parle
da sombra a tarde, com arvorelos, etc. : no
pateo do ('armo n 9.
Venuf-so um ferro grande para navio
sem sepo, cujo ferrse acha na fnndigao W,
Bowman, na ra do firum, passando o clia-
fanz, so dli quem vende.
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLWAY
J\ a loj das seis
portas em frente do Li-
vramento.
Cambraias francezas a-200 rs o ovado, a
peca com 32 covados a 6?U00, fazctida lina c
padr' s novjs; do-se amostras, e a loj
Aviso.
Ko artnazcm do Adamson llowie & C, ra
do Trapiche n. 49, vendem-se sellins prra
homem e senhora, arreios pratiados para
cabriole!, chicotes para carro, colciras para
cavello. etc.
Attenco
He barato que
admira.
Na ra do Que.imdo n. 37, nova loja de 4
portas,acaba-se de receber pelo ultimo vapor
vindo do Franca, ricos corles do vestidos de
seda com 3 babados pura 3"S, 50, 60, 70 e
805000, ditos sem babados a 25?. sabidas de
baile a 235, 24, 25 a 30^000, enfeites para
cabera do melhor goslo que se pode encon-
trar a 109 12 e 14-5000 eda um, manguitos
bordados de cambraia a 2/300, 3 e 55 o par,
camisinhas bordadas com manguilos e gol-
linha a 1S/, gollinhas bordadas a 1-52O0,
1 N>00, 23200 o 25500, tiras bordadas a 800,
'--
PLELAS HOLLOWAY
Estelncstimavel ospecilico, composlo ni-
teiramente de hervas medicinaos, nSo con-
ten mercurio, nematguma oulrasubstancia
delecterea. lienigno maistenra infancia,
ea compleicao mais delicada be igualmcn,
to prompto c seguro para desarraigar o mal
na complei{io mais robusta ; he inteira-
mento innoconecm suas opcrac/ics e effei-
tos ; pois busca e removo as docn^as de
qualquer especie c fro por mais antigs e
tenazes que sejam.
Entre mudares do pessoas curadas com
este remedio,muitas queja estavam s por-
tas morte, preservando em seu uso ; con-
seguiram recobrar a saudee forjas, depois
de haver tentado inulilmentetodos os ou-
tros remedios.
As mais alllidas nao devem entregar-se a | 900 e ls a vara, cortes de harego a 75, gaze j ', defronte do trp
desesperacao; facam um competente eusaio : de seda a 700 e a 800 rs. o covado, folar de
Uk /Jnhas
para vestidos.
Na loja do fazendas da ra do Crespo n. 5,
j esquina que volta para a ra do Collcgio,
vendem-se Ijazinlias de muito bonitos pa-
drOes, pelo barato prec.0 de 500 rs. o covado-
I na mesma loja vendem-se pecas de madapo.
! 13o com pequeo toque de avaria a 2*000 a
i peca, e cuberas de cliila j
cadi urna.
Sellins e r tlegio .
SELLINS RELOGIOS deptenle
ingler : a venda no urmaz ni dt
(instmnltnnlier \- <>mpanh a es-
^?qain lo largo du Corpo Sanio na-
i mero 48.
Fariiiha de
Relogios
Vendom-se relogios flo ouro, ingleses de
patente : no armazem de Augusto C. de A-
breu, ra da Cadeia do Recife n. 36.
diviso.
m)lKi<>c:t.
Vende-se superior rarnlis de man-
dioca por preco mais barato do <|ue em
outra <|iial<|iici- parte : no armazem n.
ielie do Cunlia.
dosellicazes ell'eilos dcsta assombrosa medi seda a 800 rs. o covado, grosdenaples mofa-
cina, e prestes recuperaro o benelicio da
saude.
Nilo so perca lempo em tomar este reme-
dio para qualquerdas seguintes enlcrmida-
des .
est aborta das
noitc.
Cortos de brim de
6 boras da manhSo s 9 ua Alporcas.
Ampolas.
liliIiO a
2,000 rs.
Na ra do Gresuo, esquina que volta para
a ra do Collegio, loja n. 5, vendem-se cor-
tes do caiga do brim de lindo de cores a 28 o
corte.
.No caes do Ramos, armazem n. I, vcn-
de-sc superior arroz do casc, por menos
prego do que em outra qualquer parte.
a AccidcntcsepileplicosiFebrcsintermitiente
Agencia
:a fundico Low-Mj
ra da Senxala Movs
n. 42.
Nesteostabelectmontocontlnu'andaver
um completo sortimcnto de moondase
meias moendas pa raen genh o, machinas de
raporo taixasde ferro batido e coado de
todosnstamanhospara dilo.
Vende-se 1 prelo de 0 nnos por S005,
I prela de bonila figura e boa quita ndeira :
no pateo de S Pedro n. 6.
Vendo-se urna negrinha de boni'.a ligu-
ra e com ida !e de 12 anuos : na ra da Ca-
deia do itncifo o. 55.
Novas pampelinas de sed muito ricas
para vestidos a 13 o covado, novas sedas la-
bradas para vesti los a I3200, cortes de col-
lotes de velludo a 700 res, ditos de ftisio
a 500 reis, lencos de soda grandes a 15, titos
de cassa a 211a reis, cortes de cilsa gasineta
padres ricos a 23, ditas de brim a 800 reis,
luvas brancas jara homem e senhora a IIOO o
par, cobertores de paffo a I-58OO, camisolas
lies Je 13a P'r* escravos a IstOO, roupa feita
azul e de cores para ditos a 900 reis cada
pega, chapeos de so! de panno a I58OO, n,a-
dapolao muito lino a 39600, 45, >500, 5*500,
c outras mollas fizendas baratas, na ra da
Collegio leja n. 9.
Farfolla
5,?000.
Vende-se firiiiha de mandioca a 53(100 o
sacco : no Forle do Mallos, armazem do lle-
meterioo, IrmSo, confronte ao lradch9 do
slgolo.
At tonca o.
Ven ic-se urna boa propriedade en a villa
de Iguarassu', na ra da Matriz, a qual est
de novo feita, tendo commodos para grande
familia, e juntamente outra em Oliuda, na
ladeira da S, com bous commodos, as quaes
se vendem pela retirada do dono para fura
da provincia : a tratar na ra da Cadeia Ye-
lda n. 61.
Arciasmal de).
Astdma.
Clicas.
Convulsoes.
Dcbilidade ou e.xto-
nuagao.
Debilidadoou falta de
forgas para
quer cousa.
Dysinteria.
I>r de garganta.
de barriga.
nos ria.
Dureza noventre.
Enfermidadesno ven-
tro.
Pobreto da especio.
Cotia.
Ilemorrhoid.i.s
Hydropisia.
Ictericia.
IndigestOes.
Inllammages.
Irregu la ridades da
menstruagilo.
qual-'i.ombrigas de toda
especie.
Mal do pedra.
Manchas na cutis.
ObstrucgSo deven tro
'Fsica ou consump- i
gao pulmonar
Heteiigao de ourina.
Ilboumalismo.
Enfermdades no liga-lfSvmplomas secun-
do. I ,iarios.
Tumores.
I ico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
do a 13 o covado, dito limpo boa fazeuda o
15800 o covado, dito preto a I36OO, I58OO a
2*, mantas pretas de fil bordadas 1 te 129,
Chapelinhaa para senhora muito boa fazen-
da a 14^, diales de merino bordados a 65, 8
e 11,3, utos de touquim bordados a 20s.
crli s de cambraia do salpicos a J56OO, ditos
de seda protos muito superiores 80; a 903,
chales de marin pietos a 43. longos de re-
troz a 25. chapeos de sol de seda superiores I
a 103, dMos a 75, ditos de doIIo francezes 73 i
a 85, edapeos de lebre a 650OO, ditos do fel-I
tro linos a 5350", ditos d feltro onfeitados
para menino superior fazenl a5$500, cor-
les de casemira bordados a 65500, ditos lisos
a 49, corles de brim de lindo a 25300, ditos
a 23800, ditos de meia casemira a 258OO, ca-
misas francezas brancas de linho a 49500,
ditas de madapolio linas a 25*00, 25500 e 35,
ditas do coros a 29500, ditas de mosqueteiro
a 49, musselinas brancas a 320 rs. o covado,
ditas de cor a .'20, 360 e 400 rs. o covado
muito linas, chita franec/.a muito superior
a 280, 320 e 360 o covado, cerninas do linho
muito linas a 33, g.acdanapos brincos a 33
a duzia, luvas do lio de Escocia a 900 rs. o
par, muito boa fazenda, flancla branca a
480 o covado, ditas de cores muito tinas a
900 rs., grvalas de retroz a 2", ditas de se-
lim bordadas a 39, ditas de seda a 600, 800 e
GRANDE
PECHINCHA DE MADAPOLAO' COM
PEQUEO TOQUE DE AVARIA.
Na loja do I*rc-
guiga, na ra de Queimado, esquina do bec-
co do Peixe Frito n.2. vende-se madapolSo
com pequeo toque de avaria a 23800 a pe-
ga, ditos lar nos a 45 c 45500 a pega, cambraus lisas linas
com 8 varas a 2f50o e 33 a pega, pegas de
cassas de quadros linas com alguns f jros do
cupial e com 10 varas a 25S00 cida urna.
Na loja de Antonio Lopes Pereira de Mello
\ C. ra da Cadeia do Recifa n. 7, veodem-
0 i se libras do muito bom rap de Lisboa che-
gado ltimamente pelo prego de 29400 rs.
cada urna.
I\a loja das seis
portas em frente do
Livra ment.
Rarato que admira.
Sedas de quadros, fazenda nova 1j200 o
covado, corles de ditos com 19 covados a
229000, gollmlus bordadas linas a 13600,
ditas a I5OOO, cortes de l com babados,
fazenda nova a 85. cassas francozas finas a
560 a vara, musselina encarnada ranilo lar-
ga a 320 o covado.
Na loja
das seis portas
KM FRENTE DO LlVRAMEWfU.
Barato para acabar.
Musselina encarnada a .'5-20 o covado, cor-
tes do casemira ingleza cores escuras a
99500, colleles do casemira bordados a 19,
cambraia musselina fazenda lina a 320 o co-
vado, chales protos de 13a a 13600. pegas de
breUnha da rolo a 2 meias para meninas a
meninos a 240 o par, chitas escuras tintas
fixas a 160 o covado, cassa chita de cores a
160 o covado, luvas pretas de seda para se-
nhora a 500 rs. o par.
v5 Cabos sonidos da Rusta, Ca- C
;] 10 c Manilha.
Lonas da Russia, hiins e hrn-
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Hcrysipcla.
Pebres biliosas
Vendem-se estas pillas no estabcleimen- ,5 c,,Ja am*> cod s le seda branca com lis-
to geralde Londres I..254. Slrand,ona trasazues asselinadas a 209 o corte, ca
loja de lodosos boticarios droguistas e ou-
tras pessoas encarroadas de sua venda em
toda a America do Sul, lUvaua ellespanha.
Vendem-se as boceiinbas
urna dallas conten urna inslr
tuguez para explicar o modo
deslas-pilulas.
S
o
O
Zos.
Cohrc o
metal para forro com
presos.
Oleo de lindara c Velas slcaii-
nas.
Estanho em barnbas, Bar-
rilla.
Viudos (nos de Moscllc e Joan-
e de llonleii\
rg nisberg espumoso
. em quarlolas.
hraia desalpieos milito lina a 900 rs a vara,
fil de linho liso a 6i() a vara, dito bordado,
a 1 .-00 a vara, meias do seda brancas 5 e ?': C. J. ASTLEV & C.
a 800 rs. cada 53, boa razenda. ditas prelas j3, longos de ?$%&QQi&i}v;;OQO!%&
ucgaoompor- *.e Pr.domen, a 25 panga do cor a 300 e ACIIASPARA ENGENHO
o desso usar oC0 rs, bombazina a 13400 o covado, panno
lino preto a :>-. 39S00, 49500, .'>35()0, 7 c 89,
dito cor e cat a 39 O COVS lo, dilo azul 33
O deposito gcral he cu casa do Sr. Soum I a 59500 o covado, casemi as prelas a 29200
pharmaceulico, na ra da Cruz n. 22, en. "Ir *9 0 covado, damasco de laa de duas lar-
l'oniaraluico. guras a a-S00 o covado, dito estreilo a 800
rs., vcldulina preta e de cores a 750 o cova-
Da fundieao de Ierro deD- W. Bowman
na ra do Bium, passando chala-
ti/., continua a liaver nm completosoit-
mentodc taclias deferro fundido e bat-
do, l3 a 8 piLnos de bca, as quaesse
CVa lj das seis
portas en frente do Li-
\ mnenlo
Para acabar com algum resto de
fazendas.
Lfiazinda com 5 palmos de largura para
vesti losa 400 rs. o covado, cortes de cassa
edita 6 l|2 varas a 13600, ditos de salpicos
linos a 2/, lencos de retroz a 500 rs. cada
um, cortes de colleles de casemira borda
I" dos a 13, diales de merino com flores a 29,
chilas escuras finas para cobertas a 200 rs.
o cova lo, peitos para camisa com collori-
nho a 500 rs., cortes de colletes de fustSo a
503 rs. chales prclos de la a 1j>600. lengos
de seda breos e encamados a 800 rs. ;
dao-se amostras com penhor ; a loja esta
adcrla das 6 da manhSa s 9 da noite.
Vende-se um escravo moco e muito
sadio : na ra da Praia, armazem n. 4.
m
o
o
o
Q
m
Q
m
Lindos aparadores para sala de jantar, ,io, velludo preto a 69 o covado, brim bran- fcliam a venda por preco commodoccom
ncas mobilias de Jacaranda a Luiz XIV: Co de linbo a I9200,19500 e 29 a vara, nr-1 nromplidao.enibarcarn-seou carreeam-
vende-so na ra da Cadeia do Recito n. 38. \ vatas com um annel por 59500, meias bran- u ,., carro ftm d<*m.-a aoromnrarfnr
- Vendem-se garrafas a botijas vasias e cs rara homem muito Unas 7-, so 103 a aespezas aocompradoi
dencia, recodo meninos internos e externos 1 lagoas, a seu mano Antonio LourenQO Tei-
para ensino de alguns preparatorios : na ra eira Marques, o primo Fortunato Jos Mar-
do Seve, outr'ora 11 ha
sotfio o porlao.
dos Kilos, casa de
asa de saudeS
n
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, roce-
be em sua casa de saude, que fica ao
norte da estrada da Passagem da
Magdalena, entre a.ponle grande e a
pequea do Chora-Menino, todas as
pessoas doantes, atiancando o me-
lhor tratamento, o maior zelo e cui-
dado medico. O local em que est
edificada a casa destinada para esse
miste,r as regras hygieoicas, sobre
as quaes est construida, os commo-
dos de que dispOe, o aceio, oidem,
e regularidade que ahi so encon-
Iram, sao condiges ponderosas paia
urna breve cura e completo resta- (55
belecimento. As pessoas que quizo- /g|
rem utilisar-se de seu presta o po- ~?
dem dirigir-se ao pateo do Carroo, $)
sobrado n. 9, primeiro andar, das (A
10 horas da manda.! as 3 da larde, j2
e dessa hora em dianle no seu esta- V*
belecimento. (^
$
qoes, cuja venda loi feita livro c desemda-
racada de todo o ctivn e passivo dos mes
mos estabelecimeiitos, cuja liquidago lica
a meu cargo faze-la. Villa do PfSSO 30 de
junho de 1858. Joiio Francisco Teixcira
Marques.
iNa ra do Queimado n. 8, primeiro an-
dar, da urna mullier para ama de leitc.
Compra-se efTectivamente tironze, lao
to e cobre veldo : no .-eposito da lundir;^-
da Aurora, na ra do Hrum, logo na ntra-
la n. 28,o na mesma fundicao.em S.\maro
Compra-se urna taberna em boa ra e
bem afregUezada, com poucos ou muitos
fundos : a tralar na ra da Sant Cruz na
Boa-Vista 11. 64.
Compra-se efTectivamente n ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, apoliecs da di-
vida publica e provincial, accOes das com-
panhias, o da-so dinhei.-o a juros em gran-
des e pcaueiias quaulias sobre penliores.
Fuiceliuo Isidoro Leal (V C, teih no
armazem do Ames, iodo de Lisboa r:a bar-
ca Maia Jos, barrricas pequenascom crva
moi*s botiginhas projrias paia giogibi'ra :
na ra da henzala Velda n. 50.
... .-..-.
Attenco.
Kissel, relojociro francez,
^t* relogios de ouro e prata, concerta
9 relocios. joias e msicas, ja aqu he ??
^.' w w V2? '-..-' ',
.-'-
vende '.
cobcrlos e descobertos, poquenos 1 gran-
des, de ouro patente inglez, para homem
e senhora, de um dos melhorcs fabricantes
de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Soulhall Mellor A C.
ra po Torres n. 38.
(.'arroga e boi.
Vende-se urna carroca com pouco uso, e
um boi manso : a tratar na taberna de Joo
podem testemunharns virtudes desle reme-I Jos Lopes da Silva, ra do Cotovello n. 9,
de gorgurSo de seda, ludo muito bem feito dio incomparavel e rrova rem caso necessa- das 6 boras da maiiha as 8.
e p*' diversos procos, sarja prela oara for- \ rio, que, polo uso que del le lizeranvtem seu
ro a 1 sO o covado, cites do colletes de I corpo e nembrosinleiramentesSos depois
casconra bordados a 5>, ditos de gorgurao do haverempregadoinulilmente outros tra-
duzia, cassas francezas muito linas a -80,
560 e 600 rs. a var, collarinnos brancos a
220 cada um, lengos de labyriotho a 1-, pa-l
litiis de panno, de casemira e de alp>ca. pre-
tos e de cores, caigas de casemira e colletes
REMEDIO LMCOMPAKAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as oacOes
ronliecido ha muitos annos.babita no ( ,je seda a 898OO, e muitas mais fazend-s que lamentos. Cada'pessoa po ler-se-da conven"
.^j pateo do Hospital n. 17.
:::-
Vende-se um c.ibriolet com o cavilo,
caso convelida ao comprador, por prego mili
emeonta: a filiar na coedoira de lora de
Portas, com o respectivo caixe.iro, onde
existe o mesmo cabnolet para ser visto,
sendo que de de patente Inglez, muilo for-
te, o vend lo a prego om conts, por ter al-
gum uso, acoinpanliando-o os| compclcnles
arreios.
nao he possivel *qu razer mengao dolas
pelas muitas variedades que se enconUam
aqui neste estabelecimento : quem quizer
venda ver c traga dindeiro, quo nao vai sem
'fazenda barata.
1
cer dessas curas maravilhosas pela
dos peridicos que ld'as re'.alam t
eilura
todos os
annos; e a maior parle deis 15, loja de Jos Lepoldo nourgard.
r ll I 1 I ...in ...I...:._______ ,_____: ._____._ '
pe
lias da muilos
las sao tao sorprendentes que admiramos
mdicos mais celebres. .Quantas pessoas rc-
cobraram com este soberano remedio o us
Chcgou nova porgiio dos edarutos jovens
de Tbom l'inlo, os quaes se vendem por
290 cento: na ra da Cadeia do liccife n.
3=*i
Attenco.
Acaba de chegar a loja de miudezas da ra
da Cadeia, esquina da Madre de Heos, um
rico c vari.ido sorlimento de jarros de por-
c lana e vidro pura sala, espelhos grandes c \ dcia do Itecife n'. i!
pequeos, moldura dourada, camisinhas c
goiiiuhas oara senhora, enfeites para cabel-
lo, ricas litas com avellu lados, perfumaras
de muitas c ptimas qualilades, borzegnins
decouro de lustro para homem, senhora e
meninos, palilots do casemira preta e brim,
lanlornas de vidro o metal, sapatos do bor-
Em casadeabe Sr \iii"ttau ra da Cadeia n. 37, veud-m-s.r,|0R?,r.e ^,^d^^^.f!d:" ^radasc),"lllula-
l'ma rica e elegante mobilia de jaca-
randa a Luiz XIV, e botillos aparadores para
sMa dajtutar: vende-se na ruada Cadeia
de seus bragos c pe as, depois de ter ^por- | do Iteeife n 38.
manecido longo lempo nos hospilaes, onde i vende-se um escravo com 16 annos de
deviam soffrer aampulacSol Helias ha nim-^ idade, de muilo boa conducta, esem moles-
las quo havondo deizado esses asylos do pa-: ta alguma, proprio para 'pagem : na ra do
den 1 enlo, para so nSo sulinielterom a essa Livrainento u. 22.
pianos do afamadofabricanlc Traumann
do llambiirizo
- Vende-se um mulato padciro, excel-
outo amnssa lor, e forueiro : na ra da Ca-
Superior fri-
n!i 1 de m>tndOC .
Dominrjos Alves Matheus tem
para
Alporcas.
Ca mdras.
rio por baixo do escriptorio do Sr. Anto-
nio .lose de Castro, mudo superior l'ari-
nlia de mandioca em saceos grandes por Callos.
pucos mdicos. Canceres.
Vende-se nma escrava crloula, moga o
do tionila ligura : na ra do Queimado
11 V
Recobidas em direitura de
Ven Je-se urna carroga mui'.o forte para
rablhar com um boi, e lamhem se vende
um boi ; na ra Direita n. 05.
- Cooliuu'a a vender-se rolas pardas, no
doce o cominhos, escolhi lo c o melhor pos- I sobrado da ra do S. Francisco
sivel o qual endc a retalho ou por inteiro
por prego commodo, c grandes saceos com
trelo, no mesmo armazem ou no largo de
S. Pedro n. 4.
He chegado a loja de Lcconio, aterro
da lioa-Vista n. 7, escolente leite virginal
de rosa brauca, para refrescara pello, tirar
pannos,sardas e espionas, iguamcnleo a-
famado oleo babosa para limpar e fazer cros-
cer os cabellos ; assim como p imperial do
lyrio de Florcnca parabrotoejas easperida-
des da pollo, conserva a frescura e o avellu
dado da primorosa da vida
^:3Q3--:::'0-:::--:-::--::.--;;jQor:-:-:
Q) O Dr. Casanova pode ser procura- afe
f& Jo a qualquer hora para visitar doen-
tos o praticar qualquer operagao de ..=?
cirurgia0 especialmente de parios ''
em seu .' '
1.
3
^COXSI'LTORIOHOMEOPATIIICO
r.i ., o *-. .. ._ &9h
8, como
o casil a
quem vai para a ra Helia, sendo
2-000 sem gaiola.
Vende-se um carro novo e um boi bom:
111 ra da Cadeia do Recife, loja u 50 A.
Vendem-se 56 meios de sola e urna
porgan de saceos proprios para farinha ou
outro qualqu-r mister : a fallar com Jos
Carlos de Souza L;bo, no Forle do Mallos,
prensa n li.
Vendo-so urna mobilia de Jacaranda
qiiasi nova, e alguns outros trastes em bom
uso : na ra Formosa, segn la rasa.
osn e barato,-
Vende-se vinho do Porto engarrafado,
muito superior a 13. 1^280, l/60u e 2j()0,
queijos a i3'2C0o 25500, marmelada, laUS de
duas libras a 1550J, arroz pilado a 100 e 1i0
rs e outros mais objectos, ludo por prego
f
O
o
i lina dasOuzcsUH

-..:-
commo.to
di matriz
na lab rrn da quina
1 lina-Vista n 88.
defronu-
No mesmo consultorio tero sembr :;
os mais acre.litados nvdicamenl
liomeopilhicos em tinturas e em *?
glbulos e carteiras riquissimas; In W
i'# lamde.m varias obras em fiancez a '.'!
.';. em portugoez.
IineopathiaQ
O l>r. Sabino Olegario L. Pinho, tendo de
orgaisar Historia homeopatdia du-
rante a epi tema do cholera,roga a toles
os amigos da verdado iji.er dcsU rovincia,
quer das outras do iin.'Ciio, que llie forne
gam com a maior brevi Jale possivel, qoaes-
q 1 r documoolos, IformacOes ou narracoi-s
exactas, que p issam servir para a execucao
dessa obra. He justo quo sejam condec'os
os nomos do todos aquellos quo em tao ca-
lamitosa quadra soccorreram a (Dieta du-
manidade. No consultorio central homco-
pathico ra de Santo Amaro (Mundo Novo,
11. o.
a do (>uema-
io n.
A
Vendem-sn as seguintes fazendas abaixo
mencionadas, por menos, do sen valor, para
liquidar, e dSo-SO as amostras com penhor :
Se las d quadros largos e liudos, o
covado 800
LSas com 4 pemos de largura, 0 covado 400
l.ias do listras, o covado 280
LSazinhas do llores miadas, o cova lo 00
LSas de. seda de quadros largos.o aovado 500
Corles do 13a de dabados 79500
Lencos de s"d 800
Corles de I3as com listras asseti-
nadas a 6;o O5OO0i
Conlinua-se a vender manteiga ingle- !
za a 720 a libra : na taberna da ra d( liar-
las n. 4.
-- Vendem-se sarcos con rarinba de man-
dlftca, millioc farelos de Lisboa, gomma doi
aracaty, sapatos de laa, cera do earuauba c l'uleto s do alpaca preta e de cor,
pars.
Ricos cortes de vestidos do soda de
cor e brancos
Cortes de cambraia de seda borda-
dos ao lado
Crosdenaples preto encorpado, co-
vado 1.3600 a
Dito de cores e branco, covado
Seda branca lavrada para vestido
de noiva, covado I5OO a
Belleza da China, fazenda toda de
seda, covado
Setim preto maco para vestidos,
covado 25700
Vello lo preto o meihor possivel,
covado
Meio velludo preto o de cores, co-
vado
Velbulina prela e de cores, covado
Folar de Paiis do seda com lisias
ni'Usadas, covado
Ricas sedas de cores de novos pa-
dres, covado
Diana do seda lavrada mui linda,
covado
Se lindas de quadros o listras, co-
vado
Popelinas de seda c 13a, padres
novos, covado
Baregede seda, padres miudinbos,
covado
CorgurSo de seda com flores, covado
Panno p eto e de cores, prova de li-
ni.'io, covado a
Casemira prela selim,coVF-do 19700 a
Musselina do cor e branca, covado
Cintas francezas de cor claras e es-
curas, covado 280 a
Cambraias oigraidys.novos padres,
vara a
Cassas francezas linas, padres no-
vos, vara a
Hitas ditas, vara a
Mantas do lilond, prelas o brancas
Manguitos o golinbas bordadas
Tiras e ntremelos bordados
Pulceiras do vello !o, froco e lita
Longos do cambrjia, linos, com la-
byrintuo
Chales lulos ditos de se la
Ditos ditos bordados a seda
Ditos ditos bordados a velludo
Hilos de seda do peso
Cortes de casemira do cor finos
Colletes de dila e de se la bordados
Chapeos protos francezea modernos
Clvalas (,o seda eompri las com
atine!
5
S
2C500
19930
25500
15400
>5O0
5500
15400
rucha para homem e senhora, pentcs (te vender em seu: armazem da ra do Viga-
multas quslidades, capachos grandes e pe-
queos, compridos o redondos, e glande
sorlimento de miudezas, que se vendem pe-
los mais mdicos pregos.
Keio^ios.
Vendc-se em casa do Stunders Brothers
& C, praca du Corpo Santo, relogios do afa-
mndo fabricante Roskell. por pregos commo-
dos c tambeal traneellins o cadeias para os
niesmos oc escoleme goslo.
Nova R^ua de malabar
Vende-se esta agua a moldor que tem ap-
parecido para Ungir o cabello o suissas de
preto : na livraria universal ra do Colleg:0
n.20, d-so junto um impresso gralis en;
naudo a forma de opplicar.
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das tacs pessoas na efusSO
de seo reconhecimento deca rara m estes re
sollados i'enelicos dianle do lord correge-
dor, e oulros magistrados alim de mais au-
tenlicarem sua atlirmativa.
INinguem desesperara do estado de su-
saude se livesse bastante coiihanga para en-
saiar eslo remedio constantementesegiun-
do algum lempo o tratamento que nocessi-
tasse a nal 111 e/a do mal cujo resultado seria
provar incontestavelmente: Ouetudocura.
U ungento he util.masparticularmente
nos teguintei canos.
Inllammagao da i..a-
-- Vende-se urna escrava de uag3o, com
idade de 30 annos, pouco mais ou menos,
ptima cozinheira, cogommadoira e lava-
deira : na ra da Cruz n. 30, lerceiro
andar.
*r^/p#vV
.
.- .- .- .-. &***'* TS *T- *~- "" *i.'' C> "
..-.. .:...., .. ..:.::.; :. ..;-,...: .,..;.-...
. .-.
cu-
ItOLl'A FEITA.
Vende-se roupa feita franceza
O
CA
ado IV
cez.
Na loja de Nabuco & C. na ra No-
va 11 2 vende-se c-lgalo frailee/, do
. todas as qualuades, como sejam:
; Borzeguinsde pelca gaspiados
750 O
15100 Lsj
W de lustre para homom a 10,000
-3 "llos JeOuraque.litos dilosa 10,000
O
--.:
:.:
:.<
'--
'. todas as quslidades, palelets sobro- ..;
";* casacos de panno e casimira, por _
'-.: 1 regos muilo baratos : na ra do ''.;':
',- Queimalo n. 10. loja do l.eito, Ar- '!;
' Ihur&C. ,;;
. iiho -t <># e >,500 por
Hueco.
Milho em saceos de superior qualidade,
rccenU-mcntc chegado : no armazem do
Guerra, confronto ao trapic-ic do algoJao,
eem fronte da roa da Madre de Dos.
Cortadillas
Dores de ca liega.
das costas,
dos niembros.
Enfermdades da
lis cm geni.
Enfermdades do a mis
Lrupgcs escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdadc 011 falla de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Ccngivasoscaldadas.
lochagoes.
wlnllammagaodolgado
da bexiga.
triz.
Lepra.
Males das peritas
dos poilos.
de odos.
Mordeduras de reptis
Picadura de mosqui-
tos.
I'u lines.
Queimadclas
Sarna.
Supurages ptridas
linda, em qualquer
parle que soja.
Tremor de ervos.
lilceras.ua bocea,
w do ligado.
das ni lieulages.
Veas torcidas ou no
dadas as pomas.
pvp
10
1S920
19000
000
15000
640
850
79500
390fl
320
360
19380
500
320
9
5
15000
19800
6-000
6*500
11,000
CODO
9
70000
Ditos ditos paia senhora a
Ditos ditos para meninas a
Sapa loes de lustro com elsti-
co para bomeo a
Ditos ditos forma nglezaa
;[j Su palos do lustro rasos do 1
sola com sallo a
Di tus ditos sem salto a
Sapalfios de bezerro para
ninus a
Ditos de lustre ditos a
mc-
,00(1 .-.
4,000 ;.
8,00o
6,000 -.;:
Q
0,000 ;-%
5,OU'l '-'
1,000 :;:
5,000 c.;.


'.:
r -.,. \a- .. .-'.'
-. :-.- -.':''.'-C -..'.' '
Ven le-se em casa de S. P. Jonhslon &
('.., rus da Seniala Nova 11. 2, o seguinte :
sellins 1nnle7.es e Sllhi s. relogios do uuro"
de palele inglez, candiel ros caslicaes
bronzeados, aiieios oara carro, lonas ingle-
zas, lio i!e vela, gioxa para arreios.
Vende-se superior Imlia de rlgodSo
brancase de cores, em novell '.:ra costu-
ra : em casa de Soulhall, Mellor & c, ra
do Torres 11. 38:
i })('
Chegou nova remessa rjf rap francez: na
ra do Crespo 11. 12, loja de Campos Lima
Frelerieo clines vende por prego
commodo, 'toas partes de um sitio grande
no lugar iioSalgadinho, do qual he conse-
nlior Francisco Ferreira c Holl, com mui-
tos srvoredos, casa de podra e cal grandj
para famili, pasto para gado, e bal xa para Ina
capim : no ati rro da Boa-Vista n, 17.
-- l.inguigas o queijos du sertao. vende-se
o melhor quo ha : na taberna grande da
Soledade.
> -'-
para li ro.
Ven 1,'iii-sn camisinhas
NAFUNDIf.AO DE FERRO DO I.NT.E-
NIIKIRO'd.VVII) W. BOWMAN, .NA
RA DO BRTJM, PASSANDO0 flA-
FARIZ.
ha sempro um granito sortimento dos se-
guintes odjertos lo mecanismos proprii a
p. ra engentaos, a sabor: moendas e meias
moendas da mais moderna conslrucc3o ; la-
idas de ferio fundido o balido, de superior
qualiilade e do todos ostamauhos; rodas
dentadas para agua ou mimaos, de todas as
proporedes; crivos e bocea do fornalha e
registros e boeiro, aguilhdes, bronzes, pa-
rafusos e cavilbOes, oiobos de mandioca,
NA MESMA R \;)I(,A'Oi
seexeculara todas as encommeudas
superioridado ja condecida com
presteza e com odidade en preco.
co
devids
usseflsn.^
Nv-
-s poesas
ron
FVISTWO XAVIER DE \0VAES.
Arh) si; abe; la a assignalura dcslas bellas
poesas, na ra da Cadeia do Itecife n. II,
loja do Sr. Cardoso Ayres.
palha, ludo por prego muilo commodo : no
armazem da ra estrcia do Rosario n. 29.
Taberna.
Vende-se mm das mclhores tabernas,
sita en, boa ra no bairro de Santo Antonio,
muiloafreguezada para lena o para o nia-
79000
59000
4
enea?nada,
Na loja de fazendas da ra do Crespo n.
5, esquina que volta para ra do Collegio,
vende-se musselina eucarnada do bonitos
gustos e boa qualidade.
Na cocticira do largo do arsenal de
niaiinlia vendc-se um cavallo muito bom
para cabriolet por ser grande a tratar
mcsma'coclti ra.
Vendesejeste ungento nocslabelecimcn-
lo geral de Londres n. 244, uSlrand, e na
loja de lodos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas do sua venda em
loda a America do Sul, llavana o llcspaulia.
Veude-sc a SOurs ca la bocelinba,conten
urna in3trrccSo em portuguez para explicar
o modo de l'azer uso desle ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum.
pharmaceulico, na ra da Cruz 0.22, c.t
Pernambuco. .
l'ecbincha.
Vende-so superior farinha !c mandioca,
saceos grandes, T a 7-5110 : na ra do juei-
mado o. 1, luja d ferragens do Jos Rodri-
gues l'einira.
CHAPEOS PARA SENHORA
Vendem-se na loja de Adriano 01 Castro,
na do Crespo n 16, esquina, chapeos para
senhoramuiloenfeiladosa loteada um
Vendem-se toalhas e longos de labyrin-
ibo, c ditos bordados, indo de cambraia de
linho, de muilo bom goslo. e presos com-
modos, assi como sapatos e esleirs do
\racaty ; 11. ra do Apollo, aru.azeris ns
10 a 20
Vende-se un escrava crioula, da 40
anuos de idade, cozinhs, e lava de barella :
-- Fugio no dia 26 de jundo prximo pas-
sado mez o cabra Simao, com os signses
seguintes: lio, um tanto ebeio do corpo,
cabellos pretose crespos, com urna cicatriz
de um talho no dedo grande de um dos ps,
muito Tallador e barbado, mas corlou toda
* barda antes de sahir para nilo ser conhe-
cido, quer passar por forro, trabalha de ca-
rapina e pedreiro, levou ferramenta de urna
e outra cousa ; foi da cidade de Nazareth :
pede-so, portanto, a todas as autoridades-e
capitaes do campo quo o mandem af,pre-
liemero levar em Apipucos ao seu senhor
Jos Cesario de Mello, ou a casa de detengan,
e prumelie-se pagar com g. nerosi lade.
Hcsapparcceu na noite de 21 de abril
do corrente anno o escravo de nome Floren-
tino, com os signaes seguinles: estatura al-
ta, cor mulata,sem barba, espaduas largas,
ps grandes, rosto compn lo, olhos ca>ts-
uhos. cabellos pegados, falla grossa, muito
regrista, tem falta de 3 denles na frenle, em
uoi dos Indos do quei'xo tem urna listula,
levou qhapeo decouro e camisa de riscadi-
ulio : quem o pegar love-o a fundigao da Au-
rora cm Santo Amaro, que ser genorosa-
mento re:ompensado.
Fug.o de bordo do briguo nacional Tir-
ina, o csciavo ltenedic.o, de idade 22 annos,
cor prela, estatura regular, rosto comprido,
pouca barba e be natural do Maranhflo :
quem o aprehender podeconduzi-lo a casa
de.Novaese, na praca do Commercio n.
6, que ser jenerosaaieutc gratilicado.
Fugio do dia 20 de junho prximo
passado, a escrava de nome Contenga, idade
de 40 anuos, pouco mois ou menos, estatu-
ra regular, nuilo ladina, o melhor signal
que ella lem oara ser encontrada be puchar
urna perna, a er um geito na bocea proce-
dido de ar quelhe deu. Icvou panno d cos-
ta com franja iranca na beira, gosla do an-
dar culgada bita negra fui escrava de Jo3o
iloreira Marques, boticario da ra do Cubu-
ga ; desooalia-e que esleja cncoberta por
aiguma casa aqui na praga, doquosepro-
tesla contra quafiuer pessoa que a tiver en-
coberta : quem 1 pegar polo leva-la a casa
de seu sennor, 01 na ra das Tiincheiras
O- 1, lojadeUltanguciro, qnc sera rDcom-
P. usado.
l'ugiram na noito de i para 5 t'o cor-
rento dous oscravos a saber : Marca!, altura
regular, com alguns signaes de bexigts,falla
manso.eiilre o nariz celesta fiz module um
talho, rosto re fondo, nariz chalo, foi lo I
na iravessi do Paraiza para Florentina, pri- gar Kaixa-Verde, vendido nesU
meiro andar do sobrado n. l8,passanJo a fa-
brica d chapeos.
--- Na ra da Cadeia n. 28 laberua do I).
S. i:a i:, os, y, 11101 i-se em pequeas e gran-
des porgos bichas hamburguesas las me-
ntores ((uevemaa mercado, o lamben) so
alugam.
Ven tem so du s esoravas, sen lo urna
mulatinha de i da del i anuos, pouco mais ou
menos, e outra mulata do idade Je 20a 25
aunas: na ra Direita n 72, se dir quem
venda
. ... .... .-. .. ... .--i.... /->..-...-> .--^... ......
.-...... -.-..... ..--. ...
e mangul- ^
foi rudos
Con Jolas de alpaca preta o. de cor
Palelots de brim pardo e bretanha
Hitos de fuslo, ganga contras fa-
zondas *-.:,00
hitos de alpaca prela 100
Passando o boceo da CongregacSo, do lado
diieito em seguinento pan ol.ivramento a
;; tos pretos do lil o cambraia : na ra
do Queimado n 10, loja do Lele, W
000 j i;,:;>:"
Orto.
*

4fcS.
lo : a tr.tar com Ferreira > Uartins, Iraves-' quarla loja de tros portas com rtulos bran-
sa da Madre de l>eos n. 10 icos 11. 4o.
i> fronte do p leo de raneisi na eo-
cheira do Sr, Francisco Jos,'- da Silvuira,
v.....I.--se um lindo carro no/o do 4 lodas,
ltimamente chegado de Franga, com la-
es, varaes e arreios completos para um ca-
vallo, ludo do ultimo goslo.
Vendcm-se salames de Hamburgo no-
vos rile ojitiniii qualidade, tantoempai-
res como iiii iri.illio: em casa de J.
Praegcr & C, roa da Cruz 11. II.
Vende-se urna mulata de 14 annos de
idade, bonita ligura, boa con lucia, e habili-
dades ; asstm como outra de 10 annos : a
tratar no aterro da Boa-Vista n. 4.
-- Vende-so urna casa Ierres em oiind',
no Vara ooro, chctos.pi :lmba c<(ni
boa agua, bous co ai modos para Ranle fa-
milia, a visu da casa he comaio to no preco:
rmognums ou
melodiueas
Ven!em-se estes bellos o lindos inslru-
mi ntos, no deposilo te piaas da ra .Nova
n. 27, por p ogo muito em cunta. O nam o-
iiiiiui lo- apropriado tara coros de igreja
1 "i su istiluigo ao orgSo, muito recom-
lliefi lavis paa as capellas de engenho por
causa 'o pouco espago que oceupa, e seu
u-
praga em 6
do maio do correle pelo llvml. Sr. aadre
Margal Lopes de Siquoira, este levou caiga
amarella, camisa branca, um paletot re o-
paca, chapeo do feltro e um rinturao cicar-
uado com chapa amarella na cintura Bc-
neJicio baixo, bem p 1 lo, bonita Dgun, p
pequeo, rosto redondo, nariz chato, Talla
bem o muito ladino, foi do lugar do Ikzer-
ros, vendido nesta praca pela I lima. Sn, D.
Josep lina Dantas de Mmoida, por inlercn-
c3o dos Srs. Adriano & Castro, levaido
chapeo de pello redondo francez, caiga hin-
ca, camisa do chita 011 branca, elles foim
juntos o levaram alguma roupa ;i ais : pde-
sc a lodas as autoridales policiaea, capiies
de campo catlas as mais pessoas a cp-
tura dos ditos escravos c conduzi-losou
manda-Ios ao seu proprietario Joaquim Js
Ro iriguts da Cunha na ra do Itrum n.2,
quo recompensara generosamente.
-- Fugio no dia 29 de junho prximo psi
sado, da vil 1 do Limoeiro, urna cscravale
nome Serapdina, crioula, com idade do 'II
annos, levou un vestido de musselina a
usado com llores cor de rosa, e panno 1
pequeo valor, lamb'o excedente inslru- Costa,alta, psgrandes, i-'Mm tanto fuli
lo, p 1 leu lo ser ac np mha- lem ea\ "'l ''""* '":"-' 's l"na grande man-,
du pelo piano. de bexiga de vaccin : quem a negar, lem
-- Vendem-se 3 esclavos de Idade be 18 a a_dls villa do Lima, a Manoei hamos la
quem a pretender, dirija-se a ra larga do 120 annos, ptimos para lo lo o servico do Silva Moreira, que sera bem pago.
Itosarie n. 20 ; a chave est* na taberna do 1 camp por seren bous carreiros : na ra Di----------------------------------------------------------------.
Sr. Jo3o. no Varadouro. Ireita n. 3. IpERN, TYP. L)C M. DE FAIUA.- U58.
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