Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06955


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Full Text
ANNO XXXIV IV. 155.
SABBADO 10 DE JUBO DE 1858.
Por 3 mezes adiantados 4^000.
Por 3 iniv.es vencido* 5$000.
Por anuo adianlado 1 r>S000.
Porte (rauco para o subscriptor.
E.NCARREGADOS DA SUBSCKIPCA'O DO NORrE.
Pirahibe, e Sr. Joao Hodolpho Sumei; Natal, a Senbtr An-
tonio Maicuu da Silva ; Ararat, o Sr. A. da Lamui Braga (
Caita, Si. J. Jm daOlivcira ; Maranho, o 9r. Jos* laiieira
da Malla ; Piauby, o 8r. Jote Joaquim Aeellmo : Para, o Sr.
Juilino J. Banioi; Aniaaonai, o Sr. Jiroovmo da Coala.
PARTIDA DOSCORREIOS.
Olnda lorio* ii. .h.n, II H nn*ta hora* lo da.
Icu.ir.i.su', GoianM e ParabltM, nal legaca < ieita S. talo, Beterro*, tmnj. Caara*,. Alimh e Garaahau na taraa-faira.
. I.uurifico, |>a 4'lho, Nasareib, Lfmorir, Breja, Paaquflra, lanaaai-
ra. Florea, VjUa-ftelia, Bo<-Vlaia( Oarkarja Eia', i^n qaartaa-Taraaa
Cabo, I polaca, oVraMeni, Km ForaaoM, l na, barrcitoa, Agua-l'f-na,
PiaMateira* >niai: faiataa-feiraa.
(Todua u OOrrefoa parlero a tu doras da aianhla.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : leatundu a quintal.
Kelaco ; terca fairaa a aabbadoa.
Fizendi : quariai a aabbadoi ai 10 horai;
Juizo do eommarcio: aaguudaa ai 10 buraa a quintil ao mala da,
tilo da orphoa : aegunda a quintal ai 10 horas.
Primeira tara do cual.- aagundaa i mu ao meio da.
foffunda rara da cual : quartaa a labbadoi aa maio dia.
EPUEMERIDES 1)0 HEZ DE Jt I.IIO.
4 Quarto minguante ai i boraa a 24 minuloa da tnanhaa,
10 La nova ai 7 horaa e 5 minuto da urde.
17 Quarlo erronla ai 6 horas a 19 minutos da larde
2a La ebeia ai 9 horas e 44 minutos da tarda.
PHEAUAH DE 1IOJE.
Primeira as 5 horas a 1H minuloa da manhaa,
Segunda as 5 horas a 42 miniaos da larde.
DAS DA SEMANA.
o Segunda. S. Philomena v. ; S. Trylina m. ; S. Sedofas.
(i Terca. S. Domingas v. m ; S. laial pro!. ; S. Romulo b.
7 (.litarla. S. Polrheria v. imperatlil ; S. Edeburgei princeza.
S (Jornia. Ss. Pmcopio c Priscilla m.; Ss. Cecilia e Auspicio mni.
9 Sexta. Ss. Cyrilloe Unci bb. ; S. Aiialholia.
10 S.vbbado. S. Silvano m. ; S. Bianur m. ; S. Amelia V.
11 Domingo. S. Sabino m. ; S. Abundio m.
ENCARREADOS DA SUBSCRIPCA'O DO SL.
Alagoaa, o Sr. Claudino Palcao Dial; Babia, Sr. D. Dupnd
Blo da Janairo, o Sr. Jobo Peraira Martmi.
EM PEKNAMBUCO.
O Proprleiariodo DIARIO Manual Figulina da Parla, na la
I ir rana, praca da Independencia os. ( a 8.
Ar!. |9, $ '.)- Recabar dinlien o a premio, tomo e mova os seai iuteressss, lano parlicalaies como ge- enmmssao administrativa, qua uo intervsllo das les-
qoando lite couviar. raes, regulan. a prospridade desla iioporlanla Ion- se exerce as funccoei segundes :
II (arl. 2.' do decreto de 27 de feve:eiro da i le de riqueza publica, e delermine o que eslabtleee 1" Vigiar que o gaarda-livros, guarda e porlei-
ISiS) acrescente-se depon das palavraseiliada de | o art. 33 do cdigo commircial II. 2. | ro da praca cutnpram com os >en- devtre, e dar-
PAUTE OFFICIAI
HIMSTERIO DA KA/EN DA.
Expediente do dia I de juuho da 1838.
A' preiidincia do Rio de Janiiro, declaraudo n.lo
lar sido cao pridn o pre -alono pegsado a lavor da la-
jeada provucial para pagamento da decima dos bens
duxado, pel tallacitln commaiulador Jos Antonia
dis liuiwarail, nao l por nao ler sido passado si-
-1 i 11 o el ln. eitabelecidos, como porque, e-tan
dr o eapolio do dito lommindador embargado pe
Jote i,inralves de Silva, que e diz. eredor, nao s>
pide amia cuheeer quuei os bens lquidos do qus I tfo'^l^MMlZaqne iTiaviara acia,* de- I ca'do"
Secretaria de estado dos negocios da justira,
em 22 de mato de 18S.Jisiuo do Nascimeuto
Silva.
farro aa siguinns : oo outros quareqiiti litolni.
cujo capital ou jaros livaretn a garanta pelo gover-
no imperial.
Art. 50. Suppnma-so o 12 dan lo-ae eite nume-
ro ao 13,
Art. "ii. ()) liilheles que o hinca emiltir Mrlo as-
Art. 7. O fitn da associaerto he puramente com- Ibes as instrucee que julgar convenientes para ei
meraial, e nao admita discussao ou queslao alguuia j acuario das ordens da coiumiieao administrativa, c
aitrauha ao eommercio.
Art. 8. Eenliuma pelic.lo, representaran ou qaei-
cuinpriuteulo doi regulaiueulos.
S 2- Autorisar o Ihesoureiro para
receber dos as-
Terceira sectjSo.Ministerio dos uegocios
aa justica.--I!io de Janeiro ora 17 de junho
ddil858.Illm.e Ksm Sr--~ExpOZ V. Ese no
IS'iS, :t7 ila ni i-'.o- 11 i-i.-i.i e de imnerio. Com a
rubrica de S. M. o Imperador. Francisco Diugo
1'ereirn do Vascjncellos.
xa sobre objecto con,marcial de iuterene giral, po- ociaeos admillidos a quaulia eslabelecida ueate re- seu 01"^.'0 n- ,8* lla !,a ae ezeraBro o an-
dera ser levada aos supremos poderes io E*lado sem
tu tlavula a nieuciouada decima.
4
Ao ministerio da guerra, declarando que a eir-
elar rio Ihesouro na llieaoararias de faeuda de *> de
otubro do anuo pastado, de que se deu conheci-
rento ao mesmo mini ir:. n,1o altern o dispoilo na de 1:1 de abril de 18J3
a-espeilo do pagamento dus veucimenlos das praxis
r'ormadas tamo do eiercito como da armada, as
tjaes, rocebeiido 01 seus vancimanlos pelo minlstn-
t da fazenda, ilevem as Ihasourarias de fazenla
;rir os respectivo! asseutaroentos, e inclji-loi em
fita, a vista de ordem do tliesouro, niandando-lhet
piar os toldos qne Mies (icarcm compelindu pela re
ria, precisando por isio o Ihesooro que os resprc-
lus ministerios lile ln;nii oppurtunamenle as coi 1-
nniiMo.ies das ri'fiirin-i- de qoa se Irala para a ei-
lliraodae nvcetsariai ordena.
Decreto n. 2,192 de 12 de junho de 1858.
.-prova diversas altera^ea de algant arligot tloi
estatntos do lia teo Rural e llypolhecario prop)s-
ae pela respectiva direetoria.
Itlendendo ao que me representou a direetoria do
bieo Rural e liypolliecario sobre a nere-M.l.i le da
tt nata redactan a alguna artigns de eai estatutos
la li.irni"iiia-l,i< cun as allera;oes leilai palo de-
do n. 2,111 de 27 de feveieiro do frrenle anuo
eaigoando-se ao mesmo lempo algumat disposi^es
egidas pelas cireomslsnoias actuaes do mesmo es-
Ulecimeulo, con Forme loi approvado pela aisem-
bi geral de aeus accionistas em esso de 28 da abril
un j : e tando para esse lim leilo cliegar a' miulia
piensa o projeclo de alteraes que'com este bai-
xahet por bein approva-lo, e mandar que se ete-
i'iim as mesmas illcrari- ; Meando porem aisim
rejido o S do art. 49 : K Rei.elier dtnheiro a
prno, eomo a quaudo I lie conviar, com tanto qoe
a s\ importancia nio exceda a' do eapilal realiaado
do aneo, o qoe, qianio eiceder couierve em cofre
tjeujM eqaivalento a' dillerenca.
Allarei aos estatutos do Banco Roral e Kypothe-
cio, apptovada pela asiemhla geral dos accio-
no- em 28 da abril de 18S8.
.1. i. Aa enligas acrei de i'" i- sero recolliidas
e sisliluidas por ttulos na ri/.lo ile dous por una :
oa qaes serAo troci'los por navas acues lego que se
reo ar a ultima entrad j. do .uguieulo do capital do
bar,
Al. 5. As entradas dai ac;ci da nova emissao,
logqua esta tiver lugar, serat'feilas em presta^e*
de I 0|0 (20;) corn intervalo de ti mezes, pelo mr-
nue.ireceilendo auiiunri s con 3(1 das de auteced-ii-
ca ;iendo livre aos accionistas o direito de recebe-
rem u u.Vi as referidas aero la raza das que pos-
auirai, e Picando as que Intu regeilaiUi ;i disposi-
eao di direcloria, que as vendirn' opportuuamente,
mas tunca a premio menor da '.2 } % de seu valor
oomial.
Arl 10 Os accionista: de .* ou mais acees podem
volare ir volados para os eirgoa de cleicau lo esta-
belecnianlo, com as elamoas do arl. 33, maa ne-
nliuii podera' exercor o de iirertur se nao possuir SO
acres pelo menos.
Arl. 19 Na- rmnies da memlilca geral extraor-
diiiaria uao lera' lugar uVussao nlguma albeia en
objeclo da convoca^au ; pder--e-ho porem ipre-
seolar quae-quer indicaras para serem rewlfida
uas reunines seguintes, sea materia fr ulgada ob-
jeelo de deliberara.
Arl. 27. Na mcMiia rernio em que Mt apresen-
lado o relatorio da coinn.s-;lo de tame, tara' lugar,
se couber no lempo, poiescrutinio secreto e manira
absoluta de votos, a el;lo da dir ser raelaita em sua tntanlade no lim do prioiairo au-
no de axercicio, e em tenliun caso deixarAo de st^-
lo qualro tle seus mm>ros ; no fim porem do segun-
In .101,0 de exereicio et.lo luqslituidos os tras direc-
loro; que n.1o nlilivorim maiofla absoluta de vnlos,
set, > a elen\lo fcilapor dous escrutinios entrando
no p -tieiro qualro tomes dos ti redores em exerei-
cio, e no segundo oide tres accionistas qua deverAn
entrar de novo. Oneluida a eleicAo doe directores,
pmcoder-se-ha a' ta seto suppUutes que deverao
-uh-'Hu-las peta ordem da volaba.
Nos casos de envete decidir' a sorle, e na falla
tle manira absolila enlrarao em novo escrutinio
os nomes dos mus votados na razao dupla dos lu-
gares que bouvet a preenclier.
Arl. 29. Os utos dos accionistas sarao contados da
roaneira saguinle :
De 5 at 10 aec,0es. 1 voto.
ti II al 20 2
lie 21 at 30 m 3 i>
0 assim por diante al I votos, qoe sera' o mximo,
qinlqoer que leja p numero de arenes que repre-
lenlem.
Art. 30 As Sras. accionistas, os bancos e qnaes
qoer oulras atsociaces, e ns accionislua aozenles da
corte e provincia do Km de Janeiro poierAo ser re-
presntalos, isto lie, ?s piimeira* por accionistas com
procurarlo especial, o segondos por am de seus di-
rectores legalmenle aulortsalos, os ullimos por piu-
riitalores gtraes, emiora alheios ao banco. Os me-
nores serAo representados p.ir si>o* pas no tutores.
Arl. 31. O direito tle votar na assemhla ge'al l-
menla he concedido por acees Iran-feridas 40 das
antes da reumao, se uAn ie tratar da ol*-irao da di-
reci.ao, eporqur, neita cato, seiexig urna anteceden-
cia de 6 metes pelo m>no,. Estas restricto nAo pri-
vam os ,i-c ooistis do direito de ataiatic as reuniSet e
de discutir Relias.
Art. 3. O banco stoa a Inim Iril p ir orna di-
recebo de seta raembros, ele la lia forma do art. 27,
e com as cnnlires do iirl. 10.
Arl. 40. Os inembros da direccao sAo obrigatlot a
conservar em deposito no banco 8'* arenes de que se-
j un proprielanos, das |naes mo poderAo dispor em-
t|imito i'irem mamhrof della.
Art. i:!. Em tostaa as de!ibsrac.f>es decidir-se-hAo
ni negnos a pluraltlade do volos, e se nAi estive-
rem presentas tolos ns dirertores, to neces-
- ir i n volos couformss la quatro para que seja vali-
da a deliberarlo. Os mamlirns vencido-, potarlo de-
clarar seu voto na acta.
Arl. 18. Como compausirA de seus Inlullins e
respnnsaliilidade lerAo os directores una commissAo
de 'i sobre os lucros li (odos. E'ti eo omissAo sera
repartida com igual la le pelos direclorta, e lupplen-
lei qua os lobsliluiram, na proporrao do te npo qoe
liverem servido.
signados por dout directores e rubricados pelo pre- ser apreseutada coiomissao administrativa, e exa-
sidente oa por qnalquer oolro ilireetor em seo im- ; minada por urna coi mu--i i especial Horneada pur
pe lmenlo, e carimbados com um sello especial, nAo i ella, e discutida em assemblea geral.
podando nenbuma emissao ler lugar sem aulorlsa- | Arl. 9. NAo sendo mis precisos termos, a pra-
commercin do Porlo-Alegre nao reeonhece-
iignandosc nella a mima a emiltir e a qualidade ra como repre*eu(ac,A) do corpo do eommercio deila
dos ttulos e seu valor. |>rac,a.
no prximo pretorito, as duvidas quooccor-
EXTERIOR.
A respailo do islhmo do Suez le-se o segniulo ar-
tigo to Cmstiluciounel :
I m despacho lelegraphico ja' poblieado annuncia,
gulamenlu.
S 3- Receber as indlcarAei deque Irala o arl. 13 riam aujuiz municipal do termo do Vassou-, _
II, vinloestd. assignadd. pela, pessoas em cujos ras, UO cuniprlllietlto da pena do 450 ajoites 2',
nomes eslivrem leitai, e apreseula-las na primeira coni obrigaf;ao de irazer ferro so pesclo por
essao da comissAo administrativa. 'espacio de utu dDno, innusla pelo jury da-
Arl. 54. I ijs lucros verificados nos balanceos te-
ineslraes de ooera^es concluidas e liquidadas den-
tro to respectivo semestre, serAn deduzidos (i ':', para
fundo de reserva, fazen lo-se do resto, depois de aba-
CAPITULO III.
Da couim ss;io aJininistraliva.
Art. 10. A prara tio eoimnercio lie representada
I por urna mesa de direc;ao que se denominan!.
tida a coimniiMo da direceo, dividendo nos mezes I CommissAo administritiva, compoita de um presi-
de Janeiro e jnlho. Logo, porm. que o fundo de i denle, um vice-presienta, um secretario, um 1 he
reserva cliegar o algarisino de 2,Ol)ii:OOI)5, cessara a ( soureiro eseis directores, eleitos em assemblea geral
aeciimulac.Ao.
Arl. 55- Acc*inular--e-hd ao faudo de reserva
qualquer lucro qoe resultar da venda de aer/ies com
que o banco possa ficar, enlraudo porm para a mas-
sa d s lucros sociaes lodo o juro ou iuteresie que del-
le proceder.
^kV ._
I'R Hu.NRIQITE CONSCIB^CE.
llouten Clara.
III
<> sol eslava linda no principio de saa carreira,
quaudo a condessa de Alala deixou 'na babilai.Ao,
acoinpanhad He soa aia, tiara visitar outra vea o
eslabelecnnento das orphAas. A alegra mais pura
brilhava em seus ollios ; lado no muudo lite pare-
ca amavel a bello, depo s que bavia escapado ao
In-la (la/.^r, aob o qual liuha gemido tantos annos.
Soa alegra era una lonte de consolaces e felienla-
ile para leu marido, que se bavia tornada lao lioin,
litlerno para ella, dava-lbe preval de urna conli-
in;a 1,1o lllimitada, que eslava conveucida, de que
uAn rc-tava ni n- a ni-noi au.peila em seu earieio ;
ella id visit.r seu querido mjo sem recetar que o
tino do e.pi.i i a seguisse.
A aia baleu na porta.
A airaetera IJalia sem davida dalo ordent parti-
culares a' porleira, porque esta, apenai reconliet-eu
a> pessoas, que desajivam entrar, esculcaron a par-
la, exclaman lo cltaia de saliifa^So :
Sede bemviu ta, senhora condena de Almala !
Sou voisa lioiiiili'siina crala. Tende a li"ii.l,,|e ,|e
entrar, vou chamar ja' noca querida tlirectora.
A esperta rapariga ferliou a porta, e ligeira como
nina corea, correu a' sala de delrat, donde saino
pnuco momentos diiioi a directora com llouten
Liara.
Loro qua i meoiaa enlrnu na anta-tala a "lo
caadesaa, lai ler direilv alia, i goa Ibedamie
aabeijoo. L'in ealifrla rea ttreiBacar Catalina,
mas ella eonirve-ie a -em proferir palavra, eomecjao
a contemplar rom prater ni lli is alan da iiienina,
por cdulas em ascru inio secreto, elegeudo-se raaii
uessa occasiAo um 2- secretario, para, no impedi-
mento do 1-, suhstitui-lo em ludo.
Arl. II. Esta commissao administrativa ha una
lelagaro da associajio, por va da qual si admi-
nistrara os fundos da eaita para manu(entAo la pra-
Arl. r>7. A direc^Ao do banco remetiera ao minis- t;a o u ohservam ss dspezas e seu regulamenlo.
teo da fazenda, e [ara publicar ato o dia 8 de cada
me/, um balaueete quu mostr com clareza as ope-
rarles realizadas no mal anterior, e o estado do ac-
tivo e passivo do b;nco, .--un como fai publicar
um relatorio anuualda commissao de exame.
Suppruna-se a< disiosirr.es iransitonas ) redijam-
se o arts. :!. e i9 do conlorini la te com as dispo.i-
ijs do decnlo u. 2,111 de 27 de feveieiro de
IS.8.
llernardo de Sou/.a Franco, do meo conselho, se-
nador do imperio, niitra e secretario de aliado dos
negocios da fa/.emla e presiilinte do tribunal do Ihe-
souro nacional, assim o leuha euleodnlo o fara exe-
cutar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 12 de junho da
1838, 37. da ni lepen Unira e do imperio.duna
rubrica ie S. M. o Imperador. Beenando de Sou-
za l-'ranco.
adminislrarAo ecouomiea da associi-
Vide Diario n. 153
MINISTERIO I)A JUSTH.V.
Decreto n. 2 091 de 12 de junho d,: 1858.
Da nova orgMIiSBgSO a guarda nacional drts
municipios do Rio Pardo k Encruzlhuda,
da provincia do S. Pedro do Rio Grande
do Sul.
Atienden lo a propo.sti do presidente da
provincia de S. Pedro do Rio Grande do
sul, hei por rn-m decretar o segumto :
Arl 1 Pica creado nos mutii'i;>ios do
liio Pardo e EncruzillMila. d*. provincia de
S. Pedro do Rio i.r.nt I Jo Sul, ira com-
man lii superior de g jardas naciimaus, for-
mado lie dous Corpus do eavallaria, com a
nanteracSo de 22 o 23, e urna seceso de liata-
lliii le lofantiria com a designacjto do se-
gunda, iodos pertenceotesao semejo activo
*rt 2.- O corpo do eavallaria n. 22, com-
posto de 8 compauliias, e a segunda seccjSo
de batalhao de infatuara, ilu duas compa-
uliias, terio por districtos ;-. fregueuas lo
municipio do Rio Pardo, e o corpo n. 23 do
qualro COtopanQias, as do municipio do En-
cruEilbada.
Arl. 3.' Oh referidos corpos tero assuaa
paradas nos lugares que Ihet foreto marca-
dos polo prnsidenlii da provincia, m lorma
da le.
Francisco Diogo Pereira Jo Vasvuieellos
do meu conselbo, ministro e lecr-atario de
estado dos negocios ia justifa, assim o le-
uha entendidoe fatja execur. palacio do
lito de Janeiro em 12 de inulto do I818, 37
da independencia edo imperio.Com a ru-
brica de s. M. o Imperador.Francisco Dio-
go l'erotra de Vasconcellos
1- Coi.voc.r extraordiiiaraiiiente a commissAo (iui)1|e lerm0 8l) n; escraVO AuibrOZH), mas
oe'v clile 'i^e,n'Ura "-, ""I""""1 e'"-"l0 ', ue por d.spostco icslamenU. ia de seu ae-
dinZs ,eU",u ""'"^ V" as *"0" "" 1 hor, antes .e baver o d.lo reo commellido o
Art. 2.1. llavera' um guarda livros, nomeado pe- delicio por que lora coiideuinado. Ihe seria
la coiniuissAo administrativa ao qual compele : dada a Carla de lber Jade, logo que fosse
S 1- Todo o Iraballio da escripluracAo da prara satisl'cila acullican de pagar elle com OS
sob ai ordem e inipeecdo do director de me/,, pres ; seus servidos, betll como outros seus par-
lar-se aos mais serviros que ditero respeilo a' es- cejros incluidos na mesma disoosicio, as di-
cripla da |>rat;a, comoseja mi unn;..... de prerjos cor-'
rentes, ale, etc. urna vez quo o director do inez a
ordene.
Art. 2. llavera' um porleiro qoe servir' lam-
bam oc guarda de pra^a, nomeado pala commissao
admiiiisltaliva, ao qual compelo
vidas conlrabtdas pelo tostador e as despe-
zas do iuventtrio ; pedindo o refer lu juiz
municipal ser esclarecido, se, as circuns-
tancias expostas, defera o reo ser conside-
rado escravo, e como la I sollrer a pona de
Art. 12. I m dos pnmairus trabalhos da commis-
sao administrativa sera' o de formar urna laballa
d is seis directores de me/, nara exercerem as func-
c/ics nidrcilas no capitulo j> desla reguldtnanlo d>l.
22.
Arl. 1,1 SI) altriliiirnes da commissao adminis-
trativa :
S I. Toda
cao.
S 2. Nomear os mi iregados a serventes qoe ven
ceiem salarios, eslipular-lhes os ordenados a obnga-
5es, determinan 1 pagamento dos inrsmos e des-
ped los quaudo leja conveniente.
S 3. Promover em lodos os caso., aind.i qtiese|ain
de altribuirAo da assemblea geral, ama vez que a
utilidad! e neeeasidada do eommercio o reclama com
urgencia, prover os casos omissos no presente re-
gulaineulo, dando conla a' assemblea geral na pri-
meira reunido.
4 1. Cumprir e levar a elTeilo as resolocors da as-
semblea aeral.
.5 "i. Abrir correspondencia com todoa os porlos e
e pracaa naciotuet e aalraaMiroa que ialgar couvi-
niente.
5 l>. Fomentar nm perla lito rommereial, para o
qual ministrara' iiilorinirnes, documentos e artigas
proficuo ao eommercio em geral.
S 7. Procurar animar lodos os ramos do eommer-
cio, promoven lo aisoeiares de seguros ou nutras
quaesquer para empraai relativas ao augmento da
navegaran, industria e agricultura.
g 8. Mandar vir 05 peridicos, preros eorronlaa e
m ns milicias qua joluar iiitercssaules para a inljrm 1-
^Ao enminercial da prar;i do eommercio.
s 9, L.tabelecer e aderar, como lor ronveuieule,
0 regdlananto policial da prafja e sala.
5 10 Convocar a aatetnblca geral por avisos na
praca e nos peridicos tres das aule do prazo para
no marrado.
5 II Receber e lomar cm consideraran as iodica-
roes levadas a mesa pelo director de me/, firmadas
por qualquei dos socioi, arerrado velaron que o
eommercio loflra, nu de medida e providencias que
convenlia pedir se adnrtem em beneficio geral do
ni'sino eommercio, preeiichnias as form.ilida es inar-
r 1 las no artigo 0 capitulo 2 ;disentir em leasSo o me-
mo da materia, e, segundo o queso vencer, exer-
cei i.u mo o dir.....le penca 1 em nona da aasocia-
y. 1 ; proceden lu mais ai orin.ilid.olcs designada! 110
01 ligo seguinte.
Arl. 1. Oiidmln na comruisiao adminislr.iliva se
veucer que a m.teria da ludicae^o .leve ser levada
ao eonhaeitnenlo da anloridada c.....plente, eon-
Mir.ir-se-ha a assemblea e a ella aera' ore-enlc
o requerimenlo que se julgar a proposito fa-
zer. A assemblea geral, pela maiotia iire.eute
decidir' sobre a opportuniddde, vencendo-se pi-
la atllrmaliva sera' o reqnenmenlo redigido pe-
la commissao administrativa, assignado pelo pre-
sidente e secretario e .dirigido a quem com-
petir.
Ar(. 15, A commissao administrativa uao poder
toruar a tomar em contideragAo qualquer materia,
urna vez por ella ou pela aateubla geral rejeita-
da, ?alvo viudo assiguada peto menos por Iriuta to-
cios.
Art. 16. A commiuao admiuilraliva se reuni-
r no da I a l da cada niez, e sendo domiuuo no
! Arrecaddr as chave da |irat;d e aala dos assig- agotlcs, e SO a de ferro ao peSCO^O devia
cootinuardurante tolo oannoemouo elle
era obrigado a trazo-lo, anda quaudo se ve-
rtlicasse llcar livre, em virtude da alada dis-
posiQao leslamenlaria
Ouvido o conselbeiro procurador da coroi,
respondeu elle que urna tal consulta eslava
evaclomeulu comprebendida na circular des-
to niiuisterto de 7 de fevereiro tle 1Si6, cun
nanl,, abrir ambla a's '.I huras da r.anliaa e fecha
las ao pr do sol, em lo ios os tliaa que nao lorem
tlomingoe, ou das santos de guarda.
: 2' Couservar, tanto a |rae 1 como sala, com o
ar-eio a arraiijo deleruiinido pula rommisso admi-
nistrativa.
S 3* l'aier as cobranzas, se Iba forem ordena las
pelo llietoureiro, avbia recibo anlgaadoa iielu mes-
mo, e aolregar-lbe diariaiueute o importe do que
for recebendo.
S i. Evecutar lodas asmis ordens que llic forem
dalai pelo director de me/, d' cerca da serviroi da
prard de eommercio.
CAPIH 1.0 VI.
Il.is noticias I iiilormarnes conimerciais quede-
vem iiaver na praca.
Arl. 25. llavera' na prac,a :
5 I Tres registro* separados, 0111 para entrada v
saluda do lodos os navios e embarcarles nacionaes e
astraiigeiras, e tious para os inanifestus das me-mas,
leudo um para imporlae,ao c nutre para exportarlo.
S 2. Tablelas pan se allixarem os cnniiucios.
com as seguinles rlassilicarnes : aAviloa offleiaea ao
roiiimir.'i.i. navios a' Bargl e para frelar.leiloes ven-
das e arreuialaeOes, parlas de vesperas a avisos di-
versos.)!
To los os socios sAo convdalos por conveniencia
geral a fazer avisos no lugar proprm da tirara, dos
navios que estiverem a rarregar, e rnui especialmen-
te tloi que estiverem prximos a sabir para qualquer
porto nacional e eslrangeiro, rommuiiicaudo a trans-
ferencia quaudo houver.
Arl. 26. llavera' na sala dos essignantes :
S I. freg* coirenlas de todas as praras lauto na-
eiomes como estranceiras, e os noticias dos oceur-
rencias martimas que se poderem ubler.
5 2. Registros] por poitos tas entrada! e sabidas
de navios qoa forem de roinmerrio aosliiro.
: 3. Itegi.tro tos socios da prac.a.
i. Tabellas das medidas das diversas pravas to
imperio e lugares do cutiimeicio do inlenor cumpa-
rd.las entre si.
presa do rompineuto do nlhmo de Suez, forman-
do iin cotnpaiilua para a execucao dessa grande i
obra.Mr. de l.es.eps aclia-se em Conslantiuopla.
Ainda se nao sabe se o plano qoe a telegraplua lha '
atlrihue, se aeha realmente asienlado, o que leda-
via parece verosmil, pois que o despacho referido I
accrescenla, que a Porta Ultomaua autonsa os Ira-i
balboa, einquauto estes conservarein o carcter de
empresa particular, reservauuo as quesles polticas
para a poca ein que poder calehrar-ie a este respai-
lo um accordo autre as potencias europeas.
Em lies termos compreliende-sa fcilmente que a
empiesa seja promovida resolutamente ; coinprehen-
de-sc igualmente, que a Porta a idie a concessao do
firman, que, deven lo estipular as garanas polticas
reclamada! por lodos es inleiesses, exigir'' um ac-
cordo previo entre us diversos governo Moitoi an-
I uo" tardo de paitar antes que o canal da Soez se ache i
! concluido ; pode-se pois, qualquer que siji o asta-
do da queslao, dar cometo as obra. Ha lempj de
sobejo pata resolver a iiueslao poltica antes que
poaaa coinaca' a explorarlo do canal.
Ou leja este o procedimeuto seguido ; nu o con-
cessionano de accordo com a Turqua e com o Kgyp-
lo siga nutro, pOUCO importa, pul qoe de lodosos
iimd.n o rouip nienl 1 d.i islhmo vira' inlallivelmenle
a reabsar-se. Alais tai de, ou mais cedo eita grande
obra ha do executar-se. 1'
--. ara i-lo lie bstanle, que
prtildo portanlo ao jmz, por desetnpiibo do se ihe teaba geralmenla reconhecido nao su a possi-
seu dever, e SOb sua responsabltdadO, res'il- I bdidade, mas a facilidad, e qoa leuha despertado
ver o caso e obrar como entendesse de di- ei" ll"'" > monde as miii legitimas esperanzas He
reito, fazen lo a dovtda applicse/10 das dtspo-|',''.".I" parece cometar a comprehender"-e aso
siejojs legislativas, e das uenutnas 'loutrinas
da jurisprudencia patria, que cotiidiluem a
ttivariavcl bussola porque segua u julgador
verdadetramenie leilr.i lo c instruido na arle
de julgar, sem alinelo a quaesquer contro-
versias que se suscitem
Consultada a seccSo de Justina do cousellto
de Estado, foi esta de parecer, que, versando
as duvidas proposlas sob,e a e^ecucao de
urna seutunca criminal, e a applict;no da
pena imposta, considerada a qualidade de li-
vre que pode vir a ler o reo, en virtude da
disposiQSo leslamcnlaria,era evidente echar-
se o caso comprelieuiido na citada circular
de 7 de fevereiro de 1856, em coiiformidada
da qual devia o jutz proceder. (Jueconviudo
quaudo baja lacuua na legislato, a'opiar-
si- urna medida geral para casos idnticos,
nao devia entreunto seguirse outra mar-
Inglaterra nico paz, onde empresa tao grandiosa
eucontrou oppostrilo.
C tal he o poder da verdade, que 11.I0 ni resiste ,is
aggresioes, mis c.resee na proporrao da >ua violencia,
e ipparece inabalavel, e doinmad'or.. depois do esgo-
1,1 los 01 asforcoa com que as paixes, e a ignorancia
se e iipciihdin cm '.e-trui-la. Cada da lanr;i raiie
mais profooda, e dentro em pouco os seo proprius
adversarios fogern do combate.
He este o quidro, qtis nos appresrnta a este rei-
peito a Inglaterra. Duattendendo o enthuiiasmo,
com qua o projeclo do canal de Suez loi acuitado nos
numerosos ameetlBgia do eommercio, e das socieda-
des industriis do paiz, o gavwao inglez julgoo de-
ver repelh-lo, e ale boje tem p-r-i-tido na sua opi-
nnlo. A mudanes do ministerio nao infloio como se
espera va ne-te as. limpio ; Mr. Disraeli. que ante,
lo ser ministro manifestara lao claramente as suas
lympathia! por esta grande obra, desde que chegon
ai poder comcrau a trilliar o mesmo caminho do seu
antecesior, e conir a geral epeclot;ao appaiaceu
adversario do roinpimmto do itlbmo. Os ministros
mar ; mai tomaram elles a pilavra ? E nao poda-
ra raceiar-se, que na presenca de nm ministerio
prevenido, peraule urna cmara, mal informada, o
iiiterpelUnt* provoque involuntariamente am vola
desfavoravel'.' Oala qoe assim nao leja, que estes
receles sejain infundados e qae a cmara dos com-
iiiiins se decida a fazer algoma cousa agradavil a
I ranr 1 ; mas o proposito deliberado do governo faz
justamente reemr a soa inuencia ua desteta da
cmara.
A falta de informares exactas, que lem impri-
mido o caobo da superlisialidade nos debales par- ,
lamentares, acha-se provada na emenda ollerecida
pelo deputado Mr. linilith, para o caso de obter
voto favoravel a inorAo de Mr. Koebock. A emen-
da consiltir em recommendar, por um sendmento
da msl enten tida homanidada, quena execuro do
canal ,le Suez se nao empreguem o fellahs. Ora
o trfellalis ficariam desespsrados por serniihanle
evriusAo, pois que um regulamenlo, feilo e publi-
cada por ordem do vice-r>i do Egypto, preicreve
que a companhia psgar 20 saos (360 reis) diarios
a raua operario indgena. Ora, um fellahv, que
pode galibar duas piastras (17 eous) por dia, jolga-
sa feliz ; mas Mr. Griflith nso tem, provavelmeute,
uolicia d'etes fados, posto que ha mais da 0111 au-
no se lenbi neriodicamenle oceupad a cmara do
assumpto. Oue pode, pois, esperar-ae nos outros
depntados,! que nunca Ihe deram a menor alten-
jao T
Apesar da ludo, deve esperar-se orna dacisAo
conforme aos volos geraes de toda a Europa. Se a
cmara dos communs der alienlo aos relatarlos
dos bomens eminentes, que compozeram a com-
iiihss 1 internacional, e se pronunciar em favor do
rompineuto do isthmo, todas as dilticuldades se des-
vauecerio. Se, pelo contrario, o seu voto se Irans-
viar, guiado por falsas intt rmares, 00 pala defiza
insudiciente do projeclo, nom por i-so devera eslo
ser desamparado. A Inglaterra lera no aisuraplo
voto consultivo, ese a Parla Olioroana consentir, a-
| inda que seja lacitameute, i.a exeeucao do plano, ha
(fcil de r.ompreheoder qoe este progredira, salva a
reerva da queilto polilics. (Joando se diz aos em-
j pregarlos1 vnssa empresa he mpralicavel, a rne-
I llior das replicas he eieeutala. Quando o canal
1 esliver feilo, rerceando milhare de leguas ao Ira-
1 jecto entre a Inglaterra e a India, -era 1 ot inglizei
I os primeiros a agradecer ao snltao e ao vice-rai do
ICgypto urna obra, de que moguem tirara tanto
pruvetto como os mesmos inglezei.
piornal do Commerrio de I.iiboa.)
cba senao a prrscnpla por aquella circular, I lem aido auxiliados ua 10a oppoiieiii p.da insoill-
0 veri(icar-.se por informales c averiguactSes ciencia das inicrpellarSe pailamentare!, e pela Im-
ler.
; ti. A CemmiaAo administrativa tratara de com-
pcar, a' priiporrio que os nieioa o perimltirem, unin
livraria commercial p ut a sala dos aaatgo mies, a
qual constoro' especialmente de codigea, Iraladoi o
diccionario! de cumroercm, paulas e regulameulos
das ilfau legas, tratados sobre seguras, dtreitj mar-
timo e Oeappaa geugrsphicos.
Alt. 27. lodos os livros, folhas. preros crran-
le!, etc., qoe perleocirein a' sala, sern aetigua tes
pelo auarSa da tirara, com o letreiruSala dos d-ig-
iianu- da prara do eommercio, para evitar axlra-
vios.
Art. 88. Sarao francas a todos os a-sign mies da julz municipal do leimo du Vassouras.
3.a lecruo.Ministerio dos negocios ds judiad.
Itio de Janeiro, ein 22 d maio de 1858.
lllm e Exm. Sr S. M. o Imperador, coiiforman-
do-se enn o parecer do presidente do tribunal do
eommercio da capital do imperio, e a vista da infor-
marlo por V. Kxc. tlada em seo ollicio datado de 12
de marro prximo lindo ; houve por bam approvar
aregaUeaiiite organiaada para a Praca do Commer- Idia santo de gaV<."i"o'sgmif." A le ni deu. "reu-
ci creada na capilal dessa provincia, qoe incloa
remello a V. Etc., assi^nalo pelo conseilieiro olli- !
cial-maior dasta secretaria de estado, alin de qae Ihe
fir.; dar a devida ixecueAo.
Ileo -n.ir le a V. Etc.Kranclseoi|l)loeo Pereira
de Vasconcellos.Sr. presidente da provincia da S.
Pedro to Km (randa do Sul.
Kegulamento approvado pelo governo
imperial para a Piara da cidade de Porto-Alegre e sua com-
missao administrativa, de (pie faz men-
rao o aviso dota data.
CAPITULO I.
DiapeeleOai pralimmarei.
Arl. I. A praca do commerno de l'orlo-Alegre
ha a reuaiao de iodos os cointnerciantcs naciouaas e
eatrangeiioi, capitaas e meilres de navios, crrelo-
rea e mais pe--o.i. empregadas no eommercio, que
satisfuerern os requisitos mareado! ueste regula-
menlo para admnada. 'Cdigo coinuiercial II. 2 arl.
:I2.)
Arl. 2. So por votarlo por eicrulinio secrnlo da
assemblea geral, e sobre etpo.ir.lo motiva ta ta rom.
mlnSo administrativa, po.lera ser evpul-.i o socio al
mittldn.
Arl. :t. (iiialquer lorio poder requerer a convo-
carlo da assemblea geral, que sera chimada a reu-
nir-e, se nisso concordar a coinniii.a 1 adminlltrilt-
va, preeedendo parecer de urna rnmmi*so especial
nomeada psra ronhecer da itldieacSo.
Arl. i. Serjpnrem .iudispensavalmcntel convo-
cada a assemblea geral, eempre que del socios a re-
quererem.
Ar. .,. (ls artigo precedentes conslliiern a base
do presente leguldinento di praca do eommercio da
cidade de Porte-Alegre, o qual nao poder ser alte-
rado, derogada, oo abrogado, aiiao por resolurao da
assemblea geral.
CAPITULO II.
Objecto e fii da praca do eommercio.
Art. (i. O objeclo tiesta BMoaiacdo he reunir os
homeiii do eommercio tiesta cidade cm um centro
que investigue de suas naeilltdadei, concille e pro-
cojas maos lam ni por sua vez, aagaudo-lha a limi-
te e o rollo O otilar lito eolraaho da eoadeaaa fet
sem llovida nasrer cm Clara um seulimeuto, que
ella nilo po lia explicar, porque o eerriso deiappa-
receu de repente de seus labios, e cmnec.uu a olhar
par a nohe con le.sa com nm ar iulerrogador, co-
mo se livesie esperado ouia explicardo. Clara pare-
ca dizer :
1 odoi me auism e me acarinham, mas vs me a-
111.ie- de um modo inicuamente dillerente. Por qoe
raaia '.' E porque desijo eu lao vivamente islar sem-
pre junto de vos '.'
A ron les-a rnrnprehendeii sim duvida a muda
perguula da urphaa, por isso qui disse com voz
triste e suspirando :
Pobre menina !
A directora oliurvava allenlamenle lodas as
cmores, que se rellecliain as feres ta condessa.
va quo a lilaacdo toruava-e penosa, visto que
a dama e llouten Clara, igualmente emberacJ-
da*. liravara mudas; eolio tltiignnlo se a' Cata-
lina :
Senhora condessa, di.-e ella, peco-voa que me a-
companheis ao aposento, onde esta' o eravo. Ouvi-
reis com noaaa querida Clara laoa-o lio bein. Ah !
esta menine he urna parola vardadeira ; sror
Calharina, do convenio de Pancon, l!ie ansinao a
msica, e ella toca (o bim, que iodos a escula-
ri un tlias inleiros sem se lembrar de comer nem de
babor.
L'm lar de alTeee eronnam;a havia-se ja'
estabelecnlo entre .1 condessa e llouleu Claja ; nm
m\-lerioso sentimentr falta sem luvi.tecom que a
menina vis-e na illustre dama mus que urna pro-
tectora, por qus apeuss a directora propoi paliar ao
oulro aposento, a menina foi lomar a man da eon-
leaaa, rumo aa eita foae ana mte. liste inovimento
simples, como foi, fe/, brilbar de alegra e de org:i-
llio o elhesj da eon leaia, qua rnndnilo lloolen Cla-
ra pe 1 ni 11, rom I lu 1 Giba,
fluando enlr.iram 111 sala, ande se acli.iva o era-
vo, a directora otTereceo um 1 poltrona a' senhora,
e senlou-.e 1 0111 a aia em duas radeirai visnilias :
llouleu Clan eollocou-se Oianle do iiislruinanto :
Canta-nos, disse a directora, a cansouelj :
niors mensaes, se reunir' mal as que forem uecei-
ariai.
Arl. 17. A administraban da commissao adminis-
trativa duraia por um anuo. Sua eler.o sea sam-
pre no tiia 1(1 de dexcmb'e de cada atino, c saa pos-
e a :l de Janeiro ; poren a primeira commissao ad-
ministrativa lera'pus.e 10 da da inslallarilo da as-
oeacalo, e linda na entrega a quo se seguir em :l de
Janeiro; e pelo menos livor servido (i mezea.do cou-
trarn. rompple-lhc funecionar mus no auno que se
rnmmis.il j alm instrativa inteira ou parle pode
legoir. A ser reeleila, mas nao conatrangida a servir.
No ca-o de recusa sero clamado 01 suppleutes mais
votados.
Arl. 18. Na lleirao da commissao administrativa
um dos mamb ua serva dt escrutador por nemaacao
do presidente.
CAPITULO IV.
Pos empreado eleilns.
Arl. 10. O presidente dirige ns Iraballios da enm-
mi-.io administrativa e di a.semidea geral, lem voto
igoal ao dos nulrn mttulros, assigua as ordens e re-
presrntarnes da prara.
Arl. 20. O secretario lavra as acias tas sessoes da
commiisSo administrativa eaaaembli geral. aaaigna
sempre rom o presidente, c expede as ordens que
se determinan) as se.-rs.
Arl. 21. O Ihesoureiro assigua os recibos por lo-
das a- pircellas da reeeila, e paga ledas as dspotas
aulorisadas pela commiaalo administrativa, dd' ren-
ta todos o mezes do estado da caixa, apreseutan lo
um li.ilancete tlella e linii o lempo tle suas func-
res entrega ao successor o livro cana com tolos
os documentse o aalde-existente, cobrando de lu-
do recibo para a sua resalvo, Ouando o Ihesouieiru
lenhl em seu poder 1 ru ida t|uanlia que cheguc .1
mareada pelo banco para ser edmitlida em conla
rorrenle. e nao baja necessidade tle applirar.lo prxi-
ma para orrorrer s tlesjieas, devera pr "110 banco
em conti torrente.
CAPITULO V.
Dos empregado! da cominissan administrativa.
Director di me:.
Arl. 22. O director de me/, lie um delegado da
CatUemot, cantemos com aleara ; letn um prelu-
dio tilo bello !
llouten Clara eomicou. Catalina deia ser exlre-
mainenle lensivel a' mollea, por que desde o corne-
jo paieceu calor em nina especie de extase. Em-
quanlo seus encsniadnres tedinhoa perrorriam li-
gairatneule o lecladn, sua bocea sractosa sorria a's
doces harmonas ; urna raga se desenhav ligeira
em sua bella fronte, que se loruou seria, quando
ella ferio as notas graves.
Chcias de admiracilo pe t energa e encanto da
exeetirao da 'msica da meni ia, inundada de lor-
enlo, tle barmoniosos acentos, as tres mulherc
coulemptavam com transpone a orp'>Sa inspirada,
a qoal, ergoendo a fronte, e volvendo seus olhos
a7.ues para o eco, rantou ao stm do cravo 11111 dee-
sas velhoi cnticos, que anda hoja se ouvem as
antigs familias ii3erlandesas.
Km qoanlo a voz de llouten Clara fa/ia nuvir
suai notas puras e argentinas, nem a directora, nem
a aia linliam tleixado tle olhar para a nhxiionomla
da menina ; m i logo qua o cntico aeaboo, a 1 lias
detlaram ao mesmo lempo um olhar sobre a condes-
sa, como para Ihe dizer :
Ntlo he um canlo celesli i'
Ah a fronte la condessa eitava inclir.nlii sobre
o scio, e urna torrente de lagrimas Corran) silencio-
samente tle seus olhof, sem que ella mesmo podesse '
aperceber.
llouten Clara, vendo sul emocSO, den mu
grande grilo, e corren para ella, Conlemplnu-a lor
nrehendida, e r ni nina expn -lo singular enmerou
a chorar lombem ; depois pooiou sua caberinlia no
joelhus da condessa, como se (ivesse querido con.li-
tar leu eoraeio, compadecendo-ie do peuivel seuti-
meuln, qne Ihe arraucava lagl mas. Catalina er-
gueti a menina, tomou-a em seos bracos, aporl.ui-
a contra o seio, apoion sua (aro na faro della
> hdiilinu un Irona de lagrima!. Nem a menina
nem a inulhei deram nm f (prnido.......6 mi
piro.
lisia tcena era loo mlomne 0 tilo lorenle, qua a
aia conlemplava sua -un r un venerario, sem amar
fallar: qn.iuio .1 directora, eili convencen-ae de
qoe mo aa linha engaado em .as priineirat sui-1
peitas ; por lo devia lentr profandamtntt oque1
prar,a a inlormacAei que honvereui no archivo :
nao sera' porem permitlido s|ne aiguus tos pa-
pis, livros ou uiappas sejain levados dalo para
fura.
CAPULLO Vil.
Direilos e diveres dos socios.
Art. 29. lodo os iiomens de negocio propiia-
meule ditos ("cdigo c nninercial II. 2), loain lireilo
a seren admillidos a' anociacSo, goxarem tle seos
beueticios, aujeitarein-se a seus deveres, e aceilarem
lodus os empregus e commisses para que loiem no-
meados ; podem porm escusarun-se, provando gra-
ves inconvenientes.
Arl. 30, Para qualquer negociaute ser admiltidn
socio, sera' necessaito que ia apte-eu e proposta a'
commissao administrativa, e ola dicidira' por vota-
palo por escrutinio secreto.
Arl. 31. A* proposlas -erao por e'cripto e ncllas
se declarara' nao s o nomc do propiisto como a qoa
lidade do negocio a sua residencia. Siro datadas e
asgnadii.
rodancia dos |uriiae.. A moderarn uao be a nua-
lidada dominante aoi jernaei ioglezai, que tambem
nao brilham pela proficiencia com que disculeiu
- iiumptol em quesillo.
No parlamento Ifeclou-sc a respeito do projeclo
uin injusto le tem, na imprima u des,lem ronver-
lau-sa em injuria. .Ni cunara dm rommuns o exa-
me circomspeclo do projeclo su achoo tn lillerenfa ;
inai noi jornaea a indltterenca liruuu-e em gros-
seira gnoran
Ai ver a lio 1-1 un uiiinidade de semclhante ma-
lovolencia du hi 1, qae lodo eslava perdido, que
a empresa estas 1 par sempre arrumada ; mal pelo
contrario a empresa mo>lra-se mais vivaz do c|ue
nouca, iiK-ic 1 em Inglaterra, e um Jos primeiros do
parlamento Mr. It lebuck araba di onuuiiciar una
lillerpellar,lo a este respeito.
As interpellares loram a|iraada< para o dia I de
juniin, e desta yc/. ccrtanieiile nilo lirariio hmiladas
a urna simples pergunla do deput.nlo, e a reeoosla
Unos guarde a V. EXC.-FranCISCO DlOgO mim-terial n.lo de.xara'de provocar algoma repl,ca.
Pereira de vasconsellos.Sr. presldeoie ua l aiiM auia inoiil e ocioso repeiir o qua ja outros i-
pioviuciado Rio de Janeiro. aeram. Se Mr. Koebock nao lencionaaae levar o ne-
gocio mili louge, valora mais abslrr-ie da sua inter-
pellactlo, poii que a reapoila do ministerio ja he de
I, teeco.Ministerio tos negocios da ju-lirs. anlemio conhecida. Ueve paranlo contar-se com
Itio de Janeiro, em 10 di junho de 1838.lllm. eldOM diaeoaaio seria.
Exm. Sr. Iransmillio-me V. ElC. rom o seo olli- \ias qoe po,)e Mperar-aa .' Se o assumpto fosse
bein condecido, sa em geral os legisladores parla-
mentaras liuidassem de eatudar as leis, qne sao cha-
mado, a volar, o resultado seria seguro. A ditcoetao
moiliaria claramente, que o parecer da comminAo
internacional, qoe dea a sua approvasao a' empresa
mandando riscar algomas palavras escripia! nos e qUo se componha de hom-ns de competencia eau-
os utos pelo procurador hscal da llisoararin | tondsde neoniialaveil, na pode ser desvirloado
mesmo por om primelro ministro da (iraa-lirelonha,
compeluutBS.so a falla de ereslos, e deeisOea
dos tribuuaes em ntatoria semelliante tor-
na va 111 o coso umtsso Que dt*. outro tito .o
na o governo invadir as allribuir.t's das
% As iolliaa coininerciaes que ge poderem ob-1 juslicas, as quacs porieuce a execuijSo das
S9ale eiaus ; accri'scendo lor a seulenrja ui i|ni> se
1 trali passado em jalgado, e loriiiido-se ir-
rovogavel, es competir ao poder modera-
dor alterar a pena por ella imposta
E baveudo s. U. o Impera lor por bem,por
sua imperial reJolui;So de 12 do corrale
tnez, conformar-so^com o parecer da sobre-
; tilla seccao de juslicia do cousellto do l.sla ii,
assim o manda communicar a V. Ese pat
sua inteligencia, e para o fazer constar ao
co ii. aVi de 2 de marr> ullimo, a resposla da
pelo 1111 /. de aneante! do termo da rapibK dessa pro-
vincia, a respailo do proredimenlo que livera nos
autos de inventario e arrecailacito do espolio do fal-
lecido subdito porluguez Jaime Cigmeoes Teixeira
da fazenda, em retribuirlo a nutras que Ihe diri-
gi o dito juiz por entender esle qua Ihe eraui in-
juriosas.
Ouvido u conselbeiro prrurador da cora, e con-
forman 1o-e S. M. o Imperador com o parecer por
o qual neulium cunliecimeulo pode ter do assumpto ;
a tliscusiAo provana mais, que o celebre eiigenheiro
ingle/., Mr. Sliphinaon, cuja opluiao foi uina vez
invocada por lord Palinerslon no parlamenlo, se
____. ..i I elle dado, manda signilic-r a V. Eic. que, nao a moalroa cotnplelamenle ignorante doa primeiros ele-
. Aceito o propolo, o presidente enviar- (|i prrri)dres fliCaes bem como os pronwtorea maaloa da qoealo. e provecen do parle de Mr. Pe-
de convite com os eslalulos, par- pu|,|jru,i nao pole,n s.r mplesmenle equiparados |e0Pana com a.senltmenlo di
Ihe-ha urna caria oo .......,, ^.u "< i
licipando-lhe sua atlmusao. ,,.,,, em vi,u da leis que os faaem fiscaes tcmacional
Arl. 33, 1 ara a. deapehM da associarao cada to-Laj.u,,, n0 fr (ra do foro, e por isso fot exorbi-
eie conlrlbttira com a quaulia de Ing pagos da en- |al||(, 0 rererido juit em seo procedimenlo. mis lam-
irada, e 20; por auno, cbralos por trimi.lre adiaa- hem que ,,ea ell, dirlgir-.e pele que aila eslabe-
cido no aviso tle II) de dezembro de 1838; rom-1
! prindo-lhe ler presentetque a< autoridades le devein
I harmoniear sampre para a melhor aduiiuisirac.) i da
ju-lira. O que rommouico a V. Ble para sua iu-
lalligencia a para o fa/.er constar ao referido iui/..
Dos guarde a V. Etc.Praociaco lliogo Periira
de Vasconcellos.Sr. vice-pretldenle da provincia
do EspirJto-Sanlo.
de lo 11 a commiisilo in-
uma relularAo a que le uo elreveu a
responder paldvra.
ladoa.
Arl. :l. tts socios leen) direito aos peridicos,
uiappas, lollulo-, livro, noticias da casa da as-
lOCiaCjSo, e podem a, reseutar visitante de qual-
quer noli.i piafa, as>igiidiido-se no livio respec-
tivo.
Art. :r>. Os correspondentes ta asiociacao licam
por esle fado assoctados, sem conlriboicda al-
goma.
Arl. 'l. Codos os socios lieam obrigados, cada
nm na parle que Ihe tuca, ao comuriioeuto dc-le re-
guiameuto.
CAPITULO VIII.
Ilisposirues geraes.
Arl. 17. As actas, a> deliberaeSea laato da as-
semblea geral, como da eommiaaio admlnialrativa,
e a matricula dos socios lilao laucadas em livrus es-
peciis.
Arl. 38, l'reenclii las as I uu..li lades d i II do
arl. 13 a sonedade se julgara' em estado de delibe-
rar, qualqoer tjuc seja u nuuieru dos socio reun-
doa-, umd itera de(iois da marcada para a reunido, e
oas decnaes aera i conaideradn como emanada da
maioria.
Arl. 39. Bala regulamenlo, depois do approvado
competentemente, sera' maulado a imprimir, e pu-
blicado pelos pon adieos desla cidade.
Porto Alegre, 2 te fevereiro do ISjS.Abel Cor-
rea da (.amara.Constantino Jos de liarcellos.
Conforme..lose .Manuel lijarle lama, secrelarm do
governo.
DECRETO N. 2.185 DE DE JUNHO DE 1838.
Da' nova orjanisacn i guarda nacional do muni-
cipio da Villa do Jar lim, da provincia do Ceara.
Atlendentlo a' proposta do presilenteda provm
ci i lo (o'.ii.i, bei por bem decretar o eegninte :
Ad. I. I ir.m creados, no municipio da Villa do
S em Inglaterra o governo suppoe sincramen-
le que a obra he linpralicavel, deve des'jar nina
di-cus ao longa e i.lustrada que o OBClareca, e o
conveur.i ao menos de que u.io ha competente para
decidir a limiihante respeito. Se pelo contrario a
uppo-irto nao pana du om pretexto, a discu-sA
darla lugar a explicares clara e francas, e o mun-
do saberla entilo quaes sao us intimo, politices OOB-
Irariadoi pela ab'rlora tle un canal, cuta neulra-
lidade ha de ser al!*aneada,pof todas as potencias.
I nleii/menle lie multo tle recelar que no parla
tnento se nAo examine convenientemente oms ques-
l.io ale boje decidida rom tao completa leviandade ;
e inesu).,, s"u io inoito para desejar que o inler-
pellaole estej animado de inleti^es favoraveis, po-
de-se d'islo diividar. ,\ Franca nenhnm privilegio
pretende no assumpio, posto que seja sua a iniciati-
va dd empresa; e Mr. Itoeburk. sendo advariario
uno lomari
(I eNevi \ ir!, Ilerardn diz qoa, alm da nota di-
rigida por Mr. Cass e publicada pelo aCourrier del
l'.tat.-l ni-e, Imcararn-se entre o governo inglez e
o dos Lstadot-L'nidi ai reguinle commonicacoes
por occa.lio das medidas r"striclivi lomadas all
I mmente pelo primeiro contra o|trafico di uesroi.
I.e-se no ttNew-York Hit;:11 :
() secretario Csii dirigi a lord iNapier urna nota
1 datada s de maio, na qcal declara que, em urna
; carta de 1(1 de abril, havia fallado uo laclo, publi-
cado pelos jornaes de ter lido o navio itliorden
violentado pelo navio de guerra inglez ttSlyi nal
co-tas da C'iba ; mas que, nao tendo nenhoma in-
formarlo authentica, communicara has : tomado
meditas para asegurar-s da exaclidao dos fallos.
Em sua nota de i de maio, o secretario Cass de-
clara que pude tranimltir a S. S. urna caria do ins-
piclor das alfandegas de Siravab, conlendo um re-
lalorio do capillo do Borden, do qual parece re-
sultar que umi aegressiin iumsiifcavelmenle foi
pratirada contra om navio dos Kslados-Lnidos. O
secretario Cass chama pois a attenrao do governo
inglez para esle objeclo. e iipira que esle acto sera'
repr ivido, e que le lomsrao medidas para cvilar-ie
que >ejam reproluzidos.
I. ir l Napler, 7 de nmio, acema a recepten da rio-
la do -e i -tino Cass, e declara have-la communi-
| codo ao governo da rumba a ao commandaule ein
ebefe d.n forcea navaes ua eslaco das ludias-Occi-
denlaea.
O despacho seguinte foi dirigido em 12 de maio
pelo aecrelario Cass a' Mr. Dallas, ministro dos
Eriadoe-Uaidoa na Inglaterra :
Senhor, pelos docamentos juntos veris que
tuna nova aggiesso foi coinmetlid.i contri os tli-
: reilos dos Eslados-Lnidoi |ior om navio de guerra
inglez, o que deve chamar a allenrilo immidiala do
governo inglez.
Estou couvencido de qae, se o fados laolaes,
como aa referen), a ron lu -la dos ofliciaea iuglezei
ser reprovada e rondemnala.
tt Espero que fareis cuuheeer a lord Malmeibury
o desejo, que lem o presidente de ver cessar essa
pralca, que Jparece prevalecer nesle momento, o
confio qoe para sse fim se|expediro as ordens con-
venienla. Semelhanta medida ha reclamada por
i cunsideraroes importantes, qua facilmante compre-
i henderis.
Ogoverno, !e bem qoe resollido a fazer "do
os esfurjos convenientes para cliegar a' aup,feslo
do banco. nAo de.eja inanes que os direiln- Sao na-
vios dos Eiladus-Liiidos sej.im protegidos Oualoner
que poisa lar sido o fim da viagem do Corlesii. urna
vez qoe Irazia papis, que faziam corWiecer eioaalidade americana, nao poda ie< visita'0 *
capturado pelos crozadores inglezes.
o Ndo linihi que estes factos sejam obj*-'l ne om
inquetitn da parle do governu inglez, que se lo-
meao medidas, para que se nao repitar lemalhanles
acto. Chamo tambem vo-sn allenrfli para as cir-
cuiuslanctas referidas pelo conselho.eral aro llava-
na, relativamente a um systema o*l",a0'0 l'ara vi-
giar os navios amerirauos naquel* Por'o. e rogo-
vos que, por vosea vez, chamis a attenrao de lord
Malmesburv para este objecto'
Jsrdiin, da provincia do Ceara. e subordinados ao j da nlianra (rancei.i, nilo lomara provavelmeute
coiumaii-io superior da guarda nacional do moni- graode calor na defeza do plano concebido por um
ripio do Crato, da mesma, um batalhao de infanta- trance/. A conversan, pois, seii.i mullo liaongeira,
se passava no curarlo da condessa. C com eleito,
ella procurava comer as lagrima de coropaiSo ,
que queriaui co-rer tle seus olhos : o sentimeulo dai
conveniencia! e urna lorie de gaiierosidada ooxilia-
rain-n i a vencer esta einoran, e Ihe (lermitlirao mis-
ino mostrar nao ter adviiihado a causada icena.
que e pauava diente della.
Aiguus i;..menlas depois, a condessa voltnu ao
sentimenlo da realidade. O ailencio, que reinava ao
redor della, sorprehendeu-a ; ergucu a cabera e vio
os olhos da directora fixos nella ta um modo, inda-
gador. Cornprehendeu entao qoaiilo se bavia e\po>-
lo, e fez e.forros para mostrar seu laogne fro linda
que fosse aparentemente. Enchogou moilai vexea
as Ingrimas, que Iho banhavam as laces, e comecou
a acariciar a menina para disimular sua perturba-
e i a, quo se prolongava. Emlim, quando loruou
romplelameule a 'i. den ein Clara o beijo de despe-
dida, e Ihe ili.se com toa Iraoqoilla :
Meu querido anjo, voiaa voa poz-me oleira-
meute ftira di mim..., Vosao cauto lem na verdade
um poder ni. gico.
Clara conllnuou a chorar, c respondeu inspi-
rando :
Alt! mo eanlare mais..,. jamaii cm miaba
vida.
Porque, minlia Giba '.'
Porque vos faro chorar.... R per cerlo, nlo
canlarai nunca mais, nem para vne, nem para ns
outriK... porque eilou bem afllicla enmigo metma
de vos ter lomado triste. Ai tle inim sou bem in-
feliz por saber eaul.ir !
As palavras da menina nao podiam rerlampiile
Iranqnilliaar a condessa, que eateve qusii pira der-
ramar novas lagrimas; mas cnuteve-se, porque u
olhar ltenlo da directora eitava tempra filo -obro
ella. A condo-sa aentou a menina em teua joelboi e
disse de um modo fagueiro :
Minha querida Clara, ansanai-Voi ; sao iagti-
mai d ategi. a--pin desramo, Nnnea rl,-re ie..
n.inba filhl, enviudo pela p.iuieiia v / nina linda
canroliel I .'
A menina responden agestada i
Qoaudo aoror Calbarioa i o meilre i
canlam junios no siun do cravo. eu cholo sem|>n',
sei hori ; mis nao choro como t.
na de seis companhias, com a desiguaran de 33 do
servir activo, e una ecrao de companhia com a
numerarn ta 9a da reserva.
Arl. 2." O referido batalbSo e a secrao de com-
panhia lerao as sua* paradas uos lagares que Ibes
liiini marcados pelo presidente da provincia, na
Turma na le.
Francisco Diocn Pereira di Vasconcellos, to mo
conselho. ministro e secretario de estado dos nego-
cio da juitioa, asim o teuh.i entendido e faca eie-
colar. Palelo do Kto da Janeiro, em ."> de juulu de
Pois bem, minha lilil, he a sensibilidada d'al-
nla, que rede a' dorla da msica.
Sini, be a alma qoe se eommove, oeoracSo que
bate.. mas n.lo ranlarei mais... se vos lernaue a
! ver triste rumo gora, liraria cirlainenle doeute, pbr
1 que lato me fdz tanto mal !
Pobre enanca sabes n qne lleves f.wer para
cousolar-ine '.' deves estar sempre alegre e mo cho-
rar man. l'm ten sorri.o me tornara bem depreisa
alegre.
llouleu Clara ergueu a cabera e moslrou a ('.ala-
lina o rosto anida hmido tle lagrimas, mas illumi-
nada ao mesmo tempe por um surriso doce e encan-
tador. Este sigmil de alTecran e du anglica honda-
da ta parle da minina, ahaloo tao profundamente a
condessa, quo esta levou a inao a cabesja, tapando
os nlhos por um momeiiln, e depoil conllnonu a
abrara-la cnni ternura.
A'vlala deesa nova elTuaSo de coraedo, a direclora
recouhecen que sua preaencj devie ser penosa a ion-
le.-,i, e I.ii bastante generoaa para venter sua ca-
ri mdade, e dcixon a sala, i!./.elido ;
Seuliora, cumpre queeu va' ver asiniuhas me-
ninas, porque mi be COUlH l ni I ron ler todas efiai
traquinas. I n-ei aqc Iraitquillameiile com Clara,
se he 'e VOMO agrado ; ninguem vira' pertuibar-vo,
eu vollare daqni be pouco.
Apenes a directora deixou a sala, a aia disse ein
lieapanhol a' condessa.
Senhora. porvenluri esta n ulliir uno loria su<-
peilldo nada .' l.reio, pelo contrario, que ella lem
ludo ideviohado.
He inuiio poiaivel, Ignez, reipondeu a eon-
lesaa aim inquielai;ao ; eulrelanlo nada receio. El-
I i ima talv/. e-I.i querida menina lauto, remo eu ;
per acaso deieja ella al;,una CODaa, quo Ihe poasa
oOendef ?
A lingui de una mullier, senhora, diz niulai
ve/es i que eti POrot I llilsl -enl .
Obi meu Deo nao ni* entristeca!, gnea :
deixa-ine gosai da minha violorn !
Callo-me, aanbora, se nconleeei mal, lano
peior j i ventara ahi r-ia' poda alba ea-la.
lliiandoa direclora vollno meia hora depoi-, II ni-
leu Clara saltn dos joelhos da CondeeH e correu ao
porque sena nina verdadeira conversan.
Por ouro l d i a cmara dos communs, que rer-
lameiiie se nao dar ao trabalho de ler us docu-
meiilos publicados pela cominissiio ulernaciaiisl,
mal pode cunsiderar-re apis pira apreciar as alle-
gares por mais errneas que lejam, que bao tle ap-
|ire*enlar-se-lhe. lia homeos de urna gran ie auto-
ridade, e de urna superior eloqoencia, como por
ezemplo, Mr. tiladslone, qae sao favoraven ao pro-
jeclo, porque o exaromarain con) tola a circums-
pecrao, e que podena n iofioit na re-olut;ao da ca-
sen enconlro, moslranJo-lhe um livro e dando gr-
tos de alegra :
Oh querida n fu '. ve lo esle lindo livriiho
de orat^es, com um atacador de ouro e todo dieio
de estampas O meilre Joao do Becario, qt* le*
voeao retraln, pintn aqu llores lo bellas Lomo
eslou cnileiile, meu Dous Amanba lere nn livro
I de concites Alem dalo, lenho em minha noleinha
' um col'.r de perol is... oh! vedi.... be aellissiuio
pera a lilha de um re '.
A condessa tinha-se levantado e prep'ravi-se pa-
ra partir ; tomn a mi da direclora i aperlando-e
allecluosamente, dina :
Hallo vea devo, senhora. Se piaeo faiu alga-
1119 eousd para mostr.r-ves n.eu leroilherimenlo, a
porta de minha rasa eala' aberl- liara vos a qual-
quer Imra. Dai-ma orcasio de nrvir-VOC, que mal-
lo lerei de egraderer-vos.
Sois muito boa, setihon condena. A benevo-
lencia, rom que me honraos he para inun urna re-
compensa ullii i. nli. Il-ponde da iniiii ; vinda
quando quizerdei, tu io afui esta' a.vow di.posirao.
Entao al aminhia, chara direclora '. Se |ior
accaie leiejaaie fallar-'os, itrien a boudade de ap-
parecer em nona ra>i .'
Pois nao, leu-tora seria inuita honra para
inim !
llouleu Clira Inclinara Irislcmente a ralieja o
pareca queier chorar,
Alo am iiibia meu lindo rouxinul, disse a con-
~ N.lo fie aqui comnoico .' perguntou a mini-
na -u-.urand- .
x'irei amanhaa, e voi Irarei o bello livro de
r.iiu.ne-. Viudo alir u;:ir-me anida usis una ve/., a
.t v e- |U dfl m 11 i iiiulg .
r3o, i -u lonliare comvrxco ainda esta
iioile.
Tan I- -orliado comign dime a aondeaia com
sorpresa Qoa navios nhjsdo, minha querida '
Ob Cl'O! bellls-un ,- '. > nli.'.a uno e.rl.
minha mdi, qu- eu estiva leitada jnnlo dev, n
pooiando em osoi brac,oi; que va me abraca-
\ e e...
Al iiiiMiiii'i at a maulle i diiie a con-
ten i eora 01 i ilor ita ; e pegando na nu da ia,
Urna correspondencia diri'da de llavni, em da-
ta ile !l tle maio, ao Nevv' "tk 11 eral J contem o
seguinte :
Uizem qae forim pres fnnecionarios tle Ba-
hia-lloula, qj havia" favorecido o desembarque
de dous carregamenle de negros Bozales. Foi preso
tambem um inlivide), qoe po-sae grande fortuna,
uspulo de ler illealmente dipolo de rerlos ne-
gros emancipado- lu Ihe eilavam confiados. Sup-
pe-se que o nero< forim vendido.
Por ordem re publicada na utiaceta, os asiti-
cos conlratadei no deverao permanecer na lha
le lim1 o prazo de eu contratos. Esta or-
dem mo pie ler sido aconseiada lenao pela pri-
sidiMicia ; eceia-se que, augmentando-fe conside-
r.ivelmen" nuinrro dos asiticos na ilha, consi-
I gara elle | que coins"" |a a cousidera-los como urna laca su-
perior
Jnirnal des Debales.)
> aeaalo parlamentar de 1S8 foi encerrada na
l'r.'sia nn fim do ruez de abril, leudo silo abena
a.2 de jineiro ultimo, durou fomente tre mezes e
ueio. Urbaito do ponto da villa poltico, fot de urna
ara insignificancia. As altencoes devida delicada
levou-a vivamente al a rna, como te livaste queri-
do lugir de um perigo cumenle.
IV.
Tiveatai a bondarle de mandar chamir-mi, se-
nhora disse a directora das orphaaa entrando no
aposento da condessa de Almala ; aqui esloa ao
VOHO serviro.
Sede bem vinda, minha querida, exelamou a
condessa. Senlai-vos tiesta cadetra junio de mnn ;
dtsejo fallar-ves. Adeviuhaes porveulara o assuiup-
lo de que vou Iratar-voi'!
lie llooten Clara, senhora.
lie verdade. Sabis a historia desla menina "
Muito poaaa cousa, senhora. llouten Clara
achava-si ja ha um aniin no collegio, quando all
enlre como directora. Soube dos similores adminis-
tradores e capelln, que em ronsequencia do lu-
cen ha e saqnc de ama cidade, ella se linha
adiado orplia*, e que um soldado a recolhera por
oompaixao e cuidara della, Depoil, as instaneiai no
um prenle do fumladnr do no-so collegio, foi re-
celo la entre as orphaei. Por minha parle, nao criiu
em una su p.lavra desla historia ; sempre a livo
por urna fbula destinada a encubrir a verdadetra
origen) de Clara.
Mas Clara nada abe acarea de sen pas '.'
Apellas pula recordar-se vagamente deque;
ainda crcauea. morava en) nina aldlia na raa da
mis ciimpone/.es ; e o que me faz pensar, que ella
nm condecen os cuidado, nem o amor de ini. he
ie ile todos os seres viv-, que a cereavain, iem-
Iii somonte de un) eer leinnho, que lomava par-
le em seus divertiineiit.'- lato prova evidentemen-
te, que a menina u.io Un ia rail, uu le linha esta
a havia abandonado.
\ nial ; i : i as a condessa cabio em ama pro-
liin la ] lee-uparoo, a parecen toda abaorvida em
leu peuiamaoloi. \ direclora apercebeu-se dislo, e
nao deixou 'e edvinhar a ma eauaa. A boa mnlher
ealava convencida Ihe um segrudo, e a>ib a inoenci desla idea, --
forrava-e em dar-lhe oecasio de cumplir tea do -
. Conhecia mi dei ii peapai a padol da con-
dessa, e nao poda arrancar-lhi urna oonitSo, qua
talvix nlo qoizeiie lazer-lhi. E domis, ato |
ter -- ella engaa li
ftxAl ITTT Ar\^
ii crioix/ci


DlAttlO DE PKRNAMBUC SABBADO 1 DE JUL1IO DE 1858.
poncho do principo di Prussia lavaran ai cmara prida. Alcm diste, reclmanos inesmo a pruliea
a retirar un adiar luda n diseussaij pollina, por poo- dwti medida alm 'I" irreda aquella infeliz rn-unji
bo grava qut fosse. Gr icjas calma iuleina e estar da Irada que a ai-ili-i.i.le Ibe val sbriodo ; e le-
na, a ab-ieuc/io 011 u uJiainenlo nao Iruuve eila vez mus que a aduHin-truclo desses islabelecimenlos,
gravea incuiiveineiiles aoa negocioi pblicos. i solosa cuino lie, reivindicara' a posse di'lla, para cu-
(> terreno que a poltica abandouava f ii orcopado! rar de seu ahandunu o fazer-Uc trocar u camiulio
pelai quesles ecuuumicas, que pur si su* preeuelu- i dos vicios e da miseria, que llie esta' isegoalida no
rain quasi leda aoassae. As cmaras, apenas se ha- lim delle, pelo do Irabalho quu llie lia de p.eparur
vi un reuunlo, rereberiuu lni;u i lutnuniracao a or-
denanza real Se 37 de noveniliro de 1S7, lupo-
detio as leis de Usura. Qaando encelaran) a discoi-
* I iva a suspensau ; a prova porlaoto e-lava [ella.
Cuncordavain lodos cin acna-la das mais cuiiiludcu-
le sin favor d.i llbsrdsde du jora. A MwpeMlO das
leu de usura Imita cuulribudu fuMsineula para a-
Htorlecer na. l'russia u rlioqne da cnse linaticeira,
que enlao so dava nos duus mundos ; alo bavia pelo
contrario pruduzido tienlium doi alfeiloi fundos
que os partidarios do lyilcraa regulamsnlsr creein
iiiseparaveis da hberdade do diuheiro ; por eisa ra-
7,10 o u iv mo dasejaria psssar da suspemo para a
iliolicAo das referidas leis. Ui rapresfiitautes do
i'oiniiiercio e da induilria, os mais inlores-adog e os
mais compleme* na quesillo, purlilhavain estas
idoas ; alein disli, a< priucipaes aiociac,oes com-
nierciats e toda a imprensa liberal se linbam pro-
nunciado ha mullos anuos no mesmo sentido. Cum-
ludo as cmaras, approvaudo o decreto de 'Si de no-
vembro, julgoram opporluno ajuntar ao voto diiini-
tivo a clausula de que, approvaudo a suspensao das
leu de usura, a sua ipprovar.au n3o devia prejudicar
o futuro da queslao.
O prclaodido inleresse da agricultura somenle
dictava esla restricto. O partido feudal rtceiava
que o emprsstiiuo hvpolliecariu augmenlasse aob o
III.I fullllO ll-illlj|.|lii.
Pedrada, Un desles ulliuios dias, un frs-
euezia de S. Jos, para as buidas do Tircu, sendo
un desses miseros que eunulam o pao da candade
investido por uina turba dOMilfriiada de moleques,
useiro* e viseiroi em aeoar essa casia de Rente,
Uucou inao do cipe tiente de ir alirno-llies pe-
dradas h' lorio a a' direitu, lim de livrar-se delles ;
mas por inl'elicidade una dei.is pedradas acertou
n'um pesos que passava, i qual foi por ella derri-
bada e sen-iveliiieiile maltratada, ao ponto de ler
estado sem falla por horas. Cousla-nos que eisa pes-
soa, depois de me.lira I., vai experimentando ine-
Ihoras. Ja' nao ha a prlinaira vez que temos fa;lado
acerca do brbaro i miseraveis pobres, com uspplausn ^eral.n por mudo
a leva-Ios a laes actos de justa clplesa va represalia :
na tem sido em vio todas as runsidcrae,es que ha-
yamos laucado ao papelbao sido vozes emlll das
au deserto : u indiHerenlisino em uus a a adhssao
em outros sao os molino*. E u entretanto estese
oulros fados Metlicos v,iu appareren lo. sendo u-
meule para lasiimar que nao fosse atlingido pela pe-
drada uni dos o brincadores o K nao sera' po*sivel
coarctar-se esse brutal cosluine dos indigentes serun
(i(oiireadu*u a cada passo e em CBdi canto das tirun*,
onde ao encontrados por esta calila de moleques?
Seria sempra bom ensaiar-se alituina mtdida, qual
redimen da liberdade ; dcb-.uu de seu ponto de vista qoer que ella sea, para ver se be pussivtl couse-
todo egostico, ets receio era mal fuudado. Os que i guir-se o duplo lim que delta deve decorrer : a nflo
lomaiii diuheiro subre h)pul becas ua l'rusna, nao reprodocrao de pedradas de ctgo e a abslencu da-
pagaiii com effeito seuao de 3 a 3 por cento ; pelo quelle toureamenlo.
contrario, os proprialanos terrilonaes realmente ne- | Falleclmento. O prelo que rabio da torre
cessitados e quo offerecem meuos giraiilias, e a quem I do (Marino, de que hoiitem fa.lamus, occuinbio hon-
por causa de maior risco u capitalista ji&o pode em- t*rn mesitio a' gravidada da queda. O afn de locar-
prestar com o juro legal, leiu dilllcul.t-.de enorme I e sinos coula mais esse mait; r, mas nem per liso o
em adiar ditiheire. A le tesliicliva da laxa do juro ; phrenesi lera' um lerroo em sua eipui-ao.
favorece assiio os grandes propnelarios com piejuizu L'm mclomaniaco. I emos em um jornal,
dos pequeuos agricultores. Comprehende-se que isso que um Dr. Kuders poz ein musir as pnlpita^oes
lana advogar as duas cmaras a conservado da le- e pulsaces irregularas do eora{Sa JO ama mulier
Malacga actual ; seu inleresse particular pareca dic
lar-lhes este procedimenlo. Uesla sabir se be da lai
favorecer a minora feliz em detiimento d-> minora
meos ditosa. Nao ha duas raaneirai de responder a
asta quetiao. Em summa, a opinio se prononcia u-
iianimemeiila e com insislencia cresceute para a li-
belade do diuheiro. Ue'le modo ludu nos leva a
crer que o adiamiuto oblido iij j ser de louga du-
ratao.
Km oulras quesle* a derrota deste partido lem
sido completa. Guaramos principalmente seus esbir-
ros em favor dos li le commissos. O partido red i-
raava a re.lurcao do direilo de sello para os actos
relativos aos estabeleeiineutos de inorgados : urna
jurisdiccao a um processo excepeionaes e outras ine-
lilas que podessem facilitar, acelsrar e fazer o me-
nos dispendiosa possivel a instilui^ao dos li le com-
inissiw. As declamacoei lubiliiaes contra a divisan
infiuilesimal e em favor da immobilisa^ao da pro-
priedade lerrilonal, mo deiiaram de leproduzr-so
Daaia occasiao. Feizmeule, nem o ininislro, nem a
segunda cmara, quizeram siociar-se a essa nova
tentativa reactomana, conJiinuada palo paiz inteiro.
Kiilretanlo o partido anda nao conseguio este auno
1 i/.er acabar com a isen^ilo de imposto de que gozam
certas Ierras senhonaes ; iseu^ao too contraria aos
principios da justicia e gualdade, quanto prejudicial
ao inleresse geral e ao fisco.
I'ar contentar o tiseo, os sanhoras do parlamento
Ibe indcalo de lempos em lempos outras lomes de
renda. Oeste modo propunba-se e-le anua o estabe-
lci Hlenlo do monopolio do tabaco. O guveruo I .m-
l.ein desejaria achar um ineio da tirar uina renda
maior deile aniso de luto, que se lornuu de prunei-
ra uessidade, e cujo couiomii cresce Uto rapidameu-
le ; mas a realisacao desles projedos eucuiilra gran-
des diflicuhla.il'*, s brt-ln to n s religues das alfati-
degas da l'russia com o /.ollwureui.
I) certo he que a boa ituac,uo das finalices torna
superflua a invesliga(o de novos recursos. Todoi se
lembram dos aogmanlos di in.puslos sobre o sal, ac-
^as industriaes a edificios relamados o anuo pasiado
e recusados pelas cmaras, posto que o governo os
livesse jolgado iodispansaveis. Ura, o g \erno leve
de confassar uesta sessao que o servjo publico da
lieuhuin modo soflreu com essa recusa ; voto precio-
so de que nao denaro de aproveilar-se a rapra-eu-
la.;.to nacional. Por essa razio o novo orramento
pude ser manlido na summa de 474 milhes de raa-
cos d< rendas, dos quaes 451 millies serao empre-
gadoi as desperas ordinarias e perinineules, e os -J
milbdas que reslam as deepezas excepciouaes e pas-
ageiras ; be uri;ameuto relativamente muderadu e
ii lmenle equilibrado.
Na ollima sessao volou-sc apenas um l augmenlo
de imposto ; elevou-se o direilo subre o a->u ar lo-
digana .le li a 7 1|*2 lilbtrgoa (de 75 c. a 'Ji e.) por
eetnera "-.n kilozrammas; de belerrava. Mas este
agmeniii nao lein um lim fiscal ; he uina medida
aoii-prnleccioiiisia. deshilada a paralysar om poaeo
a influencia perturbadora, que eiaree no enumrelo
e no consumo do atascar o .iireito quaii prohibitivo,
que pisa sobre a impoilacao do assucer aetraogeiro
(I8fr*75e, por 50 kilogr.) lie aiu la urca virloiia
alcancada sobre o partido proleccioujsta, e tahe-se
ns e-lon-o. que ella cosiou ao governo a acs parti-
darios da hberdade commercial.
I'.nlrelanto deve-se esperar que o uluro parla-
menlo nao lique hi, que em logar da propender pa-
ra o equilibrio por Dieio de pequeuos auginenlo.de
direitos obre o assuear indgena, eslabeleca a igual-
dade pela re.lurcao ou ahohcao do dircito de impor-
tac,ao sobre o assuear eslraoceiro.
ila para sentir que tenha fallado as cmaras lem-
po oo voulade para dar andamento ao projeclo do
Sr. Ilarknrt sobre a reforma bancaria, ou ao do S'.
Mal sobre i soppreisAo das casas de jugo na Alle-
roanlis. Com ludo pode-ie dizer em summa que a
ultima sessao do parUineulo prussiano, consagrada
qui-i eirlu-ivaineule s quesles econmicas, n3o
fui lila, atleudeiido-se aos elementos de que se coin-
pe as duas cmaras e ao espirito de leacc.io que as
aatOei pre.-edenles dominava lias deliberai.."ie. O
partido da re.icc.ao econmica soff.-eu mais de uina
errla sensivel, e a librdade ganhou terreno, mi-
'"'alenle anda moralinente. Aiim pode se espe-
Iarif nova cmara, que lia de sabir das proii-
inas *l4egs)| geraas, Irilhari esponlineameiite, e por
ouiecui.ie cnm inli, tesolurao e allicacia, a estrada
linwal, na .|UH| a ultima cmara se deiiou antes iin-
pelln do que procurnu livremente es-ollur. Os ao-
rt l2'-* iem 1ee("r'l1(, depois daa eleicfies geraes
ne ihj., (em tUn na proJa feconaj9 em ,,.
sinos i-miratiM, que eloquenleineute advogam a
usa .ta n.erdade eeonomica-: eleitore e eleilos u
poden den, de 4eBd,r par;i in
,_____________ (Journal det Debis.'
PEI1AMBCQ.
iiamburaiio por um loppoilo iiulilloreiitisuio ao
de-.-nvohiliunlo inlellectual, quaiiilo ale j Milu
arga pouca on uenbum.i illunracSo, appareceu u
It-iii. Sr. padre l.mo do Monto Carmallo I.una, po-
blic.uido a axcelleille obra lab O UluloMeinnna His-
trica a lliograpbica do Claro Prriiambacaoo.ua qaal
levou a evideucia, em face de doeuminios e provea
iirecusaveis, a imtiorlancia e digui.lade a que sain-
pre lliugio na nos-a provioria a no inundo eallio-
lico a sua d,silueta rlasse.
Essa obra constilue om livro de li pigioil iu
8., nilida unpressao, e dividese em duas parles.
A primeira trata do clero em geral ; sua Ibatruc-
(30 a donde a recebeu ; sua i ia-t,ilnli.la r ,! scien-
aias e arles ; as tici>iluds or que panaram nos
paizes eatholicos, os sullrimeutos do pepa na Tran-
ca ; o li lumplio que a Igreja e o sacerdocio alcan-
cuu em diversos E*(ados ; seus impelanles srrvicos
no Urasil desde as guerras dos llollandezes o Mas-
cates al 1817 ; os perigos a quu eslivera eipo*to o
clero durante as regencias, eiulini os benelicms por
elle prestados durante a invado .1,i cholera em Per-
cusa to calumniosamente de termos cummellido rim
mories, a da termos cooperado com o presidenta
Manuel da C.irvalho l'aes de Audrada, para a conle-
ilei.ico do eqoador etc.
bincoiHequenriailet.il aaetiaela prncedeu-se
desasa, naqual jurftram Irinla leilemunli-is de nuvi-
da vaga, qu' iirtu ao menos fizeram a menor prava
em censura de direilo, mas provoram se us
"7 de juubo de 1S12. Ku JoAo Ignacio Kudrigues
do Carmo a eaeriviUanoal Berpardino de Sooxa
l-igueiredo.Numero ItJT.Pagoo de sello u res.
Barra -S de jaiba de 1832.Franca, Cirnairo.
Numeru 8Sello, 1IMI re*.I'agnu It^l reis. llina
ii:t de dezembru de I81.Evangelista, Coelho J-
nior.E nada mais su condola cin a dila risalva
qua aqu bem a in-lm me a Iranscrevi do proprio
polticos, pelo que lomos condeinnados a degredu i Original a qual me reporto ; v.u sem cousa que du-
pam esla provincia, cuino inimigos .la patria por nao | vida fa<;a conferida e cnuerrtada por miiii labeli.i e
termos jurado o pro|>clo da conslilui^au, ate, e ler-
iiiiis perlencido au partido do eolio i residente Ma-
nuel de Carvalho Pacs de Audrada, boje senador do
Imperio, documento numeru |, e nao por crimes de
moites, porque em laes casos seriamos eondenuado*
a pena ultima, pois que naqualle lempo o cdigo cri-
minal era a ordenarlo do livro 5, e por ellas tomos
rondemnados no V\ do livro j, titulo <\ em ebaer-
vaucia do .lcrelo dt-7'lc marco de l.S">,euja seuleiica
e degredo nlo se eumprio porque mal sablamenle
o d'crelou o paternal guvernu de S. M. I. o Sr. I).
Pedro II, por decreto de U de abril de 18:lt, cujo
nimboso. A segunda parle eucerra as biograptnas I decreto fui jolgado por rotiforme com nossos c
dos bispoa de diversa- dioeean, nattjran daata pro- pelos magistrado, compelenles na forma do le do-
vmcia ; a noticia chrouologiea rtatle bi-pado e dos riimeuio numero 2, e a u*ta dislu Sr. redactor'asta-
seus respectivos diocesanos ; innnseiiliore, eooegos | remos anda eumprindo seiilenea de de-redo' E-la
da rapella imperial, dignidad.^ leclaailllica* am di- ; remos anda privado dos direit'os publico, de cidadAa
venas calbadc.es da Barop, de Ohnda, vig.rioi, | brasileiio > Pode ser que sun ; mas como ata'faite
mador do imperio o chefe deiee partido que fui en-
toccado em estatua o que deve estar modo clvil-
meiil para com o P.iasii, legunda a oplni,1o dos ><
luorem que eslejames cumprindo senlene,; Dos de
M'*-'ricordia.
i.iueir.i pon Sr. rodador ler a bandada inserir es-
laa duaa palavras no leu mu coneeiaado pariodi-
co, e osdoruin-iiio. respecliroi, para ruoheeiineii-
10 do re|>fili\ei publico leusal, id daquellei
que dir.em que li.-in u sai cu., puium quo asnin con-
vem :::
Eiiiiei.iiio disponba, Sr. redactor, dos seuli-
meiilo* do alleic.io que Ibe prolessa seu ravaieule
criado.
Allaaodrino Magno laveira Pao Brasil.
Ciiade da baira du no Negro, 20 da luarjo
u.i"
PACIM AVULSA.
Umecpotto TUem[H fui ;udo am
de ..orne boinaz urna esioa d, tU or
Bozava entao de eerla ebs;l e 0CcupaVit U1 f
gal publico, afim dequeel ttlm |e de
a iducacao eondisna da prols.1o ue |6 .,r,,sa
de boa voulade e 13o carllai.va.ltnll',. K,' |divj_
do com elTe.lo cuidou do ,niar0 orpliai, a( e,r|
ponto, mas lobrevindo-lhe de rv,no imprevisto a
fallencia de recursos, achou-se na s,poMibilidada de
prover ns educacao dalle como tal..t preleudesse
de m.meira que ansie ella o'ama pi,reiu f.wnl
ca, sem sabir nem ao menos um efl.j,, n Mn<).,
que lenha ido applieadn a' qoalquer u.;J cu,a nlj'|
d onde para o fuluro peata tirar a ulisis.ncil, E|n
contradict;ao porem a i.lo ludo, esta' oinjno m'uj
versado em ludo quanto he man ; vive n'wa Dcr.
fela rlassara, iirvindo de 111051 de recados ,,.
la me-solin, ha pela v/.iuhsnc,a, de qoeir. ,e \,,
coiisiiiinilo o o cavalleiro servente incumbii,i0.se
da- compras do qua Ibe mandam. Em abouo davpr
dade diremos, que a islo be albeia a pessoa que ci
ma referimos, cojo estado actual Inhiba-a de ve,
e dirigir o menino ; mas esla circunstancia, que ^
apenas urna atleuuaute para a negligencia della, na
exelue o dever que ha da parle dos estabeleciuieii-
losde cari.ladeda haveriin o indicado exposlo, visto
que a coudir.lo da sua concessAo na.i ha sido cum-
doenle. Essa dneiira escripia em pbrase musical,
com colebaias a semi-colcbeias, lorma urna especie
de walsa, e he urna das muures curiosidades da
anatoma patholngjca.
Cachorro e tarandolia ns ra das Aguas
Verdes urna oona, que eulendeu adoruar a sua va-
rauda cun om ranz.n.i 1 ; ale esle punta nao lia
nada de ceusuravel, mas que esse cauzarrau leve lodo
o lempo a ladrar a quem pana, principalmente
quando he aculado por algum moleque ou menino,
he cousa insupportavel aos viinhos, e qui nao pode
ar permilhda a' dona, qunn acoitselhaiuos qua
faja recolber o sen cerbero, pon que ela' mu long^
de dever ser cuardada 1.1.1 aciulelaLmenle. Ja' la'
se or.'in os lempos das Pres.-rp as, as circumslan
cas sao ootras, para que se alo veja por mire o gra-
deado de urna veranda o focinho prelo de um cao
sempre dleposlo a mostrar es lauras ; no entretanto
cumu ha liomeii'-annunriof. pode muito bem ser que
essa rao seja um ato-annuncio ; o que todava uAo
importa 1 ermissAo do sua existencia em lal logar.
/labllilarao,Por Ululo de ."1 do eorrenle re-
solved o Roverno da provincia considerar habilitado
ao professor de iustrncjAo elementar de Sanio Anto-
nio padre Vicente l'erreira de Siqueira VarejAo,
para perceber as vaulageiis do irl. -_'(i da le 11. lilil,
visto que no eiarne a quo se prestou, mo*troo-se
suflicieutamenle habilitado par niioar as materias
aduptadas pelo consellio direrlor em 30 de jaueirn
do auno prximo passado para as escolas do seguu-io
grao.
Ferimfnto.Em am dos ltimos das se nos
referi o faci sesuiute, que provocuu um leve fe-
rimenlu:OSr. F......, morador em um becco do
Kecifo, lem em sua casa um genro elonlea.lo, qoe
be nbrigado a' alurar, e que con. o seu genio exces-
sir.mente huiliento, provoca lodos os das altereaces
e rizas com os pobres caixeiros no eslabeleriinenlo
do sogro. Entenda esse mojo, qoe. o aotorisavan
os lajos ile parentesco a as nmieiras benvolas e
iloceis, que Ibe dispensa o sin b. m pat par ifflnlda-
de, para exerrer autoridad suprima obre os (aixel
ros que nao sao seus e quo por eoosegolole Ihe nao
deven obediencia. Mas em um los ullitnos das es-
lava um dos caiseiros em nina de suas horas de mao
honor, e nao qoiz ou nao pi t >r balenle paclen-
cn pira supporlar o infernal esto iva lo com as suas
raiieir^s de*pe) das, licenciosas e que rivelam p u-
ca odaea{So. E-l que se alna sob.e o pobre rapaz,
he o pruiKiro a' pr-lho as niAos ; e rereh om com-
peniacao una ruda de violeutoi iAioi a' ngleza
que Ibe liram aligue do rusto e Ibe produzem urna
peqnena fresla na lesla.
O vapor nacional nPrrnunM", Vindo de Ma-
eeio a luirlos intermedios, Irouxe a seu burdo es se-
guiules pasiageiros :
Doningoi Jo-o de Uell 1 c I fllho. Olla Bode, Ar-
cenio Auuaslo Perreira l.ini, Adaiberlo D. Cardeal,
Joaqun Antonio de Araojo Sonza, Joaqoim Amo-
nio de Slquetrs, M'lioel Jos I. ipes Mandft, Jos
Krancisco Cipariea, lienriqiie Au;uslo M., Iloruar-
diiin Aligo.lo M. o I criado, Joaqiiim Claudio M.
Joan li. da Silva, Pedro Tbenono de Albuquerque,
Jos Pedro C. da C. e I cria !o, Jos Alexandr da
Silva, hehx do Am -rim Lima, Anlooiu P. Jos Mon- \
leiro de Aranjo, Jos Joaqoim dos Ssulos, Jo.lo Ac-
coli \V. e| l5criado, JoAo B. Aeeioli, Antonio Joa-
qoim Lama*, Antonio dos Santos l'inlieiro Joaquun
Anlouiu liaia a I criado, Anlouio Salyro Civalranti
de Luna > criadus e -2 aacravn, I). Anua Mara do
Nasctuienlo a Silva, I). Maria Marganda dos Prazi-
rai e t escravos, Antonio Geman 1 Alves da Slva e
iaa seuhora e -1 escravos, Jlo Guilliernio de Mello
1 criado, Jos C-oujalves do AraLJo.
O hiale brasileiru nAracalyn. viudo do Araea-
Iv trouxo a sen bordo para esta provincia os seguio-
les pasageiroi ;
Amonio Alvos dos Sanios e ua f.lmilia.
O biale brasileiro uCapibanbei., sahido para o
Arscaly, levou a seu bordo os seguiutes paisa-
getros :
Francisco Jos da C. Barro', t.uslavo l.eziazlno
Piulado di Meiidunra, Antoiiin Bibeiru Porlu da
Mondones Maia, Cicero Theixeira r'errcira e
Chaves.
Mortaiidade da da 1) de Julio :
Mana Magdalena da Cunciicao, parda, casada, 'J
anuos ; febre perniciosa.
Ileuriquea Manada Solidado, piala, solteir.i, 28
auuus ; plilhisica.
Allierlina, parda, 9 mezes ; conviil-c).
Elisiarta, parda, 8 mezes : o>pasmo.
Frsiiciscn, prelo, ascravo, solteiro, (itl anuos ; lezao
cardiaca complicada de urna intente.
Gregaria, prelo, itcruvo, solteiro, 01 annos; easlro-
llilerilo,
Jos I r.inri-co tic Souza, pardo, solleiro, ^ti anoos ;
dyarrbaa.
J se Francisco, n.lio, solleiro, ,'IS a inos ; .lyardiei.
Lana, branca, I mezes ; hydropiit.
Mara do Carmo, prala, casada, (I anuos; crysi-
pelia.
Luiza Ifaria dos Prazere, parda, soltera, 80 annos ;
dvarrboa.
Beuediclu, prelo, eicravo, solleiro, 40 anuos : be-
xiga<.
Francisco Manoel da Porciunculi, prelo, casado, SO
annos ; fnaldado.
Jote Sarafln dos Sanios, pardo, solteiro, -2 annos;
plilbistca.
Hospital de caridad (i) de ju lio.)
Exisliam 1\ homons e zln mulberes tratados pela
candade, 8 horneas e 18 mulheres que pagam a ca-
sa, e7 prisai do corpo da pulida. I nial 83.
Alt depoi* lamanh'ta.
padres, religiosos distindo* d.sordeus frauciscau
carmelita e benedictina, lo los no.sol comproviucia-
nos, euiliui urna tabella dus dlrahoi, iiencriet e pre-
rog.tivss do clero.
Esla disIribuicAo da materia do lito importune
obra por si ao baila para deminslrar .. son -ule,lo
mrito, o illeslai que foi precisa ao seu aut .r mul-
lo Iraballio, muilu eslu Iu, e ate urna poraoveraiica
sem cxeiuplo para lupeiar grandes d.llicul I ules
nes 1 1 torra de nenhuma aimcAo.
Por tal suiza oltviil. Sr. palie Liudo Moni'Car-
mell 1 Lona comeguio levar o seu nome a poslerlda -
de,porque a sua obrapiimeira ueiso generobe de
sub -o apreso por cuuter o retrato vivo d ..homesM
de Dios, tna pbrasa dos Apostlos) que dedicado* ao
su servido, e salvadlo do proximu se tmiiiorl.ili-a-
ram por seus feilos e virludes ivangelicas, e mere-
cerlo sempre a udmiracto e o respeilo das geracis
futura*, lornando-se o ncleo de toda ciencia" do
Luiverso a exorrondo soperinridade de or.lem, e.i-
rarler e auloridade psra eniinar, corngir o remit-
lir peccidos por delegaiao do Legislador Di-
vino.
A pridita obra Inrna-ia aoJa recoiiimen.lavel por
ser escripia em estvlo puro a terso, acbandu-se bar-
iiuiiisadas a clsieza, preeiiSo e elegancia da dlc-
i.oj com a esculla, e subliinulade da peiisameulos.
doeiii alleuder com imparclabda le para lodos esses
predicados, que concorreio usssa obra a considerar
anda que o Kvm. Sr. padre Ltuu lez de.enterrar,
ubresilur du p dos archivos e revolar i memoria
lautos nomes de prelados, clrigos e religiosos, que
obreuiaueira di aqu a om toda a parte por sua vasta sabeduna, su-
blimes virlu es e relevantes servic.-.. oaeopando por
lllo importantes posires, 11.10 pudertt deixar de ron-
(assar, com a in j > na coiisciencia, que assiin o Kvm.
Sr. padre Lino t por decidido civismo uAo hesilou
da sarrillo.ir seus coinmodos, durante muito lanpO,
e envidar todos os esforc/is para mimosear a soa pa-
tria ein um livro piecioso e uuiuurodouro como pe-
renne Iropheo das suas naioraa glurias, polo que elle
se luruoupara sempra credor dus mais elevados enco-
mios, e pura gralidilo dos verdadeiros patriotas per-
iiambacanos.
i,1 j.11 io parm na mencionada obra se pndese en-
lerRir algum deleito, bas|a< para coinliluir u seo
grandiluquo elogio o facto de sor a pruneira neila
genero, e cooler a historia de caracteres t.tu distinc-
tos o memoravets paia o no-so paiz.
Me bem provave! que a inveja-queira c.inspurcar
e denegrir o reconhecido ment dessa primorosa lu-
cubra.;;lo daquelle uosso illustradn patricio, que, (co-
mo lia publico e notorio) em pleno recohiiinenlo,
com exemplar dedicajao, e por seu proprius aifur-
c-is pruoura conquistar alguna repula^au na repu-
blira Iliteraria, uan ubstaule |a ser anal acreditado
por um dos priucipaes oradores da tribuna lograda,
e por seus luminosos eiciiplus na Imprima..Mas,
aos prfidos -alios de lAo revollaiite seuliineuio,
nos, qua nao temos ligac/ies algumas cun o Kvm.
Sr. padre Lino, pudareinus re, edir c dizemlodai a
Cesar o que he de Cesar. uSuuiu cuique Inbuerc;
faca melior quem podera Pacan! inehora polen-
leso, 011 alias, segn,Iu o bello peiisdiuento do pue-
1,1 Marcial da Zoilol.elio.
1 Cum la non edas, carps mea c.iriiiiui, Lel,
Carpera vel uolli ilustra, vel ,- l- la. ,
Sin leus versas publ cares
Mordes, l.elio, os versos meus ;
t)u deixa pois de mordei-in'os
Uu eulAo publica 09 leu*.
o PtmambHcano.
Bccifi, (i di inaio de 1838.
'gublitatc & pcDi&D.
Importancia recebida do sr. nr. Jos Ban-
deira de Mello, jmz dodiidltu de 1 .a 1 a 11 liu 110
paraoa^ylo de, nieniiici lude, por esiuola
ojie lizeraiti os seguiotes seiiliores :
Dr. Jo.se Itaitileia de Mello.
Joaqtiiin Aatonioda lloclla.
I0S0 Alexati.lte de Noroiilia.
Francisco l'ereira da Cosa.
Antonio derruir Viauna.
liecebi. Itecife 6 de julho de
Pires Ferrcira, llipsonreiro.
e.000
3,000
3,000
2 000
J.ooo
com o cumplidle i o nesla rila le da Barra do Kio
Negro eoraarra do Alio Amazonas provincia do
Para', aos (rezo dias do mez de narco do anua do
Naiciminto de Nos'O Senlinr Jess Clmsto de ISi'.l.
A qual re lanle : como receben luigooa.E eu Cleiutnluia
Jos l'ereira GuimaiAes tabehAo que o esrrevi o em
publico r.i.u assiguei.Em leslemunliu da verdade
Isla' o llgOll pulqico.
Clemeiilino Jos l'ereira GnimirSei.
Aleaiidrino Miguo Taveira Pao Brasil.
o A' vista dos tormos, m que esta' concebido o
acconlAo da rclaran de Peruambtiru, c ii-lanle do
documento O. ti a' II. II, verso; com a rife.encia
ao perdao concedido pelo decreto do II de abril do
lorgural da instruccio publica Dr. Joaqun.
Pires Machado Por le la Dr juiz Je direilo
especial do commercio Anselmo Francisco
l'oielti ; commeuJi.ior Joo Jos d-; Azeve-
lo e Mello Pilada, tjue so actia nesta cidade,
ciiinnierciaiile de gTOSSO trato na praca do
Kio do Janeiro, onde frequeniou a aula do
coniinercio, e obteve a devttla aiiprovatjao ;
Antonio Marques de. Amorim, comniercian-
le de grosso Irato, bem conliecido pelas
suas luzes cootmerciaes, como deaiunstrou
Da asseuibl.a provincial, por occasiu j
discusso do projeclo (lo qual ful attloi, Ue
urna aula ue couiniercto nesla plaga,
Subscreve-se a 5-5 rs. cala exemplar, bro-
ebura, pagos t|uaudo for annuDclado have-
numero sullicientt! de subscriptores Kua do
Cebo, casa do autor (casa sem uumero de-
fronte da casa n. 24), aterro da Boa-Vista,
loja de lazetiilas n. *, prxima a poule, do
Sr. Julio Cesar Pinto de Oliveira, passeio
Publico, loja de fazendas n. II, dos Sis. r'er-
reira & Crnz. N B Para as pussois que nao
1831 ; nao ululante o que se (tnlan oo meu oOicio 1 subscreverem o ureco ser 109 rs". cadaexem-
lo Jti de julho .lo aiinu passado sobre o ex promotor | p|(r
I8P.I.
de
UECRfiTO.
tluerendo dar om publico e asiignalado leslemu-
uho do quanlo lem si o dulomsa ao meu paternal
curacao a neces-i lade, em que mi cuuslituiram o
rolieldes de proviucia do l'eriiamliuoo, de fazer ro-
catur sobre rilo* a espads viugadora da le, coocili-
ando a aatithejto, que e\iga a juuica, com os prin-
cipios de aqui.lade e cleinencia. iloi por bem, leu-
do ouvidu o ni.u conselho de estado, e usando da
regala, qUo me compele pelo artiga ceulo o um, pa-
ragraphu nono da cuiistilui^au do imperio, determi-
nar o seguinie :
1*. (Jueiojim promplaiuenle ejecutados lodos os
reos, quo ja' estiverem .-ciilenciados pela coinmiss;lo
militar, que esla semencia inmediatamente os quo
esliverem au-ome.., uina vez que eslejam compreben
didos no decreto de visite e seis de julho, c carta im-
perial de dezescis de oulubru du anuo proemio pal-
iado, licaudu assiin exmela a connnis-.io
:!-. IJav lotos o mais reos, qui eslivorem pru-
nuuciadoi, quer prsenles, quer ausentes, tajan re-
inelhdiis au lro ordinario, para all seren compelu-
lomeolo juigadus.
II'. Hei outruiiiii por bem amnisliar a lodos, que
nao estivereiu pronuncalos pelu cnuieda dita rebel-
h.io, ein que se poi* perpetuo silencio, lanceado um
veo do esqueciinenlo sobro as opiuioe* plllldll.
Cirneme I eiteir.i Fraaca, do meu couselliode cia-
do, miulitro e secretario de estado dos negocios da
ju.liea, o leulia eeaim outandido, e o facs cumprir,
pas-au iu a* u t -li- as e.laees compelenles.
Palacio da Boa-Villa, sete de marco de mil oito-
eeuloi e viulc cinco, quarlo da ludepeuleucia e du
inipe iu.
Cum a rubrica de S. M. Imperial.Cirname Fer-
rara Franca.
33,000
1858 Jos
Manuel Comes de Araojo, labeli.ii publico do ju
dicta! e nulas por comuiis-iu ueste Villa de Ega ele.
Certifico que pela pessua abano assiguada me ful
pedido que om liau du meu ullicio lile deste o lias-
lado do decrelo da regencia provisoria em publica
torna, cojo tbeur he o seguinle :
UECHETU.
A regencia em iiuino do Imperador lentlu ouvido
o conselho de oslado, decreta.
Prlneiro, sao perdoadus lodos os cidadiloi brasi-
leiru, que pur mutivu de crimes polticos -o achem
coii.ieniiiodos, ou mesinus pronunciados.
Segundo, sao igualmente perdoadus lodos os reos
militares por enincs de desercao, vullando initneilia-
miente au mus respectivos curpos us que se acbam
presos, e os ouliai uo prazu de Ires mezes cuuladoi
la dala do presenil decido.
Palacio do Itiu de Janeiro em nova da abril da
mil uiloi-eitlos e trala e um dcimo da independen-
cia e no imperio.Mrquez de Camellas.Nicolao
l'ereira da Campos Vergueiro.prancisco de Liuu e
Silva.Manuel Jos da Souza Franca.
Esta' conforme, Jos Antonio da'louseca Lessa,
secretario do governo.
E nao eoiilinba ma'l o dito decreto, que aqui bem,
e liciuienle liz ira.ladur du proprio oiigiual, que ma
lu pedido como qual esta copia em publica furnia
conlert, e concert!, subsciivi a asngoil em publico
e la.o, e a olla me reporlu am poder da pessua pur
quem me fui pediJo, a qual du teu recebtmeuto as-
lignou eoinigo.
\ illa de Ega, qualurze de dezembru da mil oilo-
ceiilus e nula e um.
E eu Manoel (jumes de Araujo, tabella .> por com-
missao que subscrevi e assiguei.
Em lestetnunbo de verdado eslava o sigual pu-
blico.
o uOliserva-
...Muuarcbisla
Vicente Alves da Silva, pois que a essa lempo nao
me foi presento o dito accordio ; don provimsntn ao
recurso Ho sopplieante no* tormos do arl. 101 da
le de .'I de dezcmrro de iKil, e soja perianto ui-
crelo na lisia dusjuradus. Palacio do uov'eriio da
provincia lo Faro' S de maio de 1890.C>e-
lllo o.
O despacho suppra foij exarado pelo Exm. Sr.
aclunl ininislro da guerra, quando presidente do
Para', em um requerimnnlo do ilferes Alejandrino
Magno laveira Pao Brasil, em que. ni turma do
arl. 101 la loi de II de dosembru da 181, rocurreo
I i jimia revi-, ra desla cidade pela injusta exclusao
que Uzera du uieuno da lisia dos jurados.
Manus \ de abril de IS58.
Alexaiidrino Maguu laveira Pao Brasil.
No Hiario de Pernainbuco n. 133 de 12 do cr-
reme li o por alguem m'o h.iver referido, vislo que
so cusluino ler aquillu que julgo de uhlidade) urna
potiejio publicada a pedido, a qual rabiscou Manoel
t.alinel de Carvalho om mlnha aoielttia a pretoxlo
de pedir ibsulvic.io dai mullas, em que iucorreu
cumu jurado sorteado para servir na ultima eao
Indiciarla do lonsolho do lermo da cidade do Natal :
eu aulur a fez publicar naturalminlo pur suppo-
la obra m iravilli isa ; e na verdade be, pitrn, para
earacterisa-lu melbor, e a aquello que a admiltiu em
do.pacho apelar da falla do devido decoro, eousa fa-
vorila em seu aolor.
Ao ler eise libello de embustes e'p-irvui-es, com
honras da pe {lo, nao sube o que man a.lmiraise !
ne o proposilo audacioso com que seu aolor, mos-
Iran lo-se dominado do um espirito mesquinho a
apanouadu (provavelmenle pelo, resullados dus iu-
juslos procseos crimes, que pelo meu juizo dirigi,
routra esse mesmu Baptisla, Sellas, ele, etc., o de
nutras preleiir.ie. iniquai) invorteu a verdade dos
lacios maliciosamente, cun o fim de ferir-me a mi-
neira do cao que niorde de furtn ;uu se a inventiva
de, inculrandu-ai a geilo, imaginar veiilicla em dar
a razio della, a dsst'aila empreslir-ino monta
propria de seu carcter, a qual, e a coarclada do
lorelo da proposilorcverle-lhe miada, vislo quo
por si me quiz juUar.
tira, agora dizei-me detractor graloilo, vinganca
porque, e, ainda qoe houvess cao.a, de que nalu-
rota '.' Andaslc mal avisado, quando procurastes me
confondir comvosco :Se Dio, repoudei-me, qual o
voso lim cum n que celebre e caluinnio*amenle alle-
gaslai uessa palelo, e depois sua publicac.au '.' lie-
querer o conseguir absolvicao deseas multas? Nao ;
porque para isso uulro devoria er o voseo procedi-
menlo, bastara allegar siinplesmeule, a provar ti
escusa.Manifestar me e ao publico, voseo ospirilo
pequeiiiiiu e inju-lo recan ment, porque lican lo
em paz cum ininlia cousciencia e dignidade du cargo,
nao sis*- preslei aos v.usus injustos caprichos, ele,
etc. t Sim ; e aos espelos purus deixo o joizo.
Essai multas qoe ref^risle. e rogulannenle im-
postas, foram-voi lanrulas nao n pur mun, como
por esse Baptislao quo vus defenoas sesses que
pie-i li.' cm meus impedimentos, cun > eonsla das
actas ; os motivos que Uve para profer-la, furam ai
meninos qoe leve aquelle ; entre tnim e vs nao se
dava in-lisposieaii e antes relac,e, a ponto de romi-
go vos inlere.sar para arramicSo d* um vossu p-
renle a isso o ennfessais ; entre vos e aquello
Baplisla liavia algurna ioimizade pela injusta e ca-
iumiiinsa qneixa, que com unipeulio, contra elle pro-
m.ivesle, e a qual julguei unprueoilenle puucus dias
antes de telirar-mo ; e, ein laes .ircumstanria-, foi
ein meu arlo qoe achasUs propouto de vingauj e
inda no daquelle'.' Oue ineonsequncia ;
BtMa oulros, que pela uae fiequenles fallas -
quelles, que nolilicadus ja' ein propria paasoa, a ja
ua* .las ramilias, nos leriuos do arl. 1111*2 du regula-
manlo n. UO de III de Janeiro de I8J por eilarem
no tormo c entre esses loa, (uraui por mis multado*
lim de poder-M conseguir a nataUacao da se>i > c
depois sua conlinuicau, seria lamben por vingancaj,
o disprezastes essa circaiuslancia un favoravel a Ta-
la causa ?
1 eriris procedido com lionsliilade, so, desape-
gando-ves do lyitena da calumnia, livineta dilo
que labio do poni o voM abuso e do oolros, que
occullando-se as nolificaees por conveniencias par-
0 II vm. Sr. parir Lino do Monto Car-
mello Luna, antor da obra intitulada
Memoria Histrica e Biograpbica do
Clero Pernambucano.
Li clerg du Brsil osl peo conside-
rable el a le bon ospiit de s'occoper
exclusivemenl de son iniiislero. s-uis
s'umnisciier daus le di me- lompu-
relles.
{ChairePicel'ni-vrrlio Brtsil.)
Hilando se iam crgusudu censura ao talero Per-
PAKA'.
Sr. rodador di 'Estrella.lasado
dor de lll de abril numero (03 e u
Saiilarciion numero i du priiueim do eorrenle, de-
paro! em uns cscrlptoa aqui da Mana .s publicados
uaquellas j.irnaes, um Irecho que bsslaule lera mi-
abi repularjSo, quereu.lo-io cun ilio ilesperlar a al-
lencio do goveruu poi e.lar eu necupandu o c-rgo de
pruneiro supplente do daleaadu de pulida, quaudu
nao o novia. Ha I i anuos que,sirm o-o lugar por
escolba dos Exm. Srs. presidenlM du Pera', o sem-
pre lonhu sidu couservadu miles pilus Exm*. presi-
dentes desla pruvtucia, sem qoe om su dellei desco-
liliecesso o direilo qoe me assislo ao* caraos putilicos
como qualquer oulro cidadiu. Essa ac< usa^o, se lll
se pode chamar, nao pasta de algum miseravol, e
sem briu. que nem au meu s eonicloaeia lem da
verdade desse seu arrazoadu para se aprescular des-
mascaradu e suicilar em pleno juizo a queslao e sol-
licitar euiao a misma desuiieraeJu desse cargo ao
governo.
Qoaira pois Sr. rodador ter a bonda.le de Irans-
crever em seu euuceiluadu jornal os segundes ducu-
meoloi, >u para luiihociinenlo du goveruu e do pu-
blico sen-alo a honesto. Cum essa publiMi.,io mullo
se honrara' quim be de Vmc. seu allanto venerador
e obrigado.
Alexandrino Magno Taveir |'..o Brasil.
Cidade di Manus, II de maiu de 1858.
Hlm. Sr. Jos Antonio Comes Jnior.
I'ii'-lituiu-lo-llu- o iii..'.iu>lri.,Lii, que V. S
tenciona publicar sobre as regras para a es-
cripturar3o mercantil pur partidas dobra-
tlas, cumpre-me nao so agradecer a V. S a
deferencia que sediguou ter em itiosirar-ni'o,
como dizer-lhe francamente, que com quin-
to verse sobre materia estrauha n miniia
prolissao, acbo o seu livro escripto cora me-
tlivdo, clareza, e individuai^So, rcalr^udo-
lliti o mrito grande numero de adequados
esomplos le cuntas, e principalmente as re-
ferencias, e citacoes quer do nosso cdigo
commercial, e respectivos regulainentos,
quer de avisos e decisoes dos Iribunaes di>
commert-io desta, c de oulras provincias
Kmbora u3o habilitado para emitiir joizo
sobre semclliante assumpto, emendo que ta
publicaban da obra de V. S resullara utili-
dade para a moculade estudiosa, que su de-
dica nobre, e importante prolisso do com-
mercio
Tenho a botn tli ser de V. 8 muito at-
iento venerador e criado obrigado
Joaquim Pires MacbadoPortclla.
Recle 10 tie abril de 1858.
Illm. Sr. Jos Antonio Comes Jnior,|.i
com bastante alleuc3o o seu maouscripto Re-
gras de Escripturegao Mercantil por Partidas
Uobradas. co.nbinadas com o proscripto
pelo cpdigo commercial Drasiletro; acbo
que Vmc. faz um verdadeiru servido com
a publicaban tlelle, a todas as pessoas que
so quetram dencar ao estado da esenp
luraqo commercial, pois oue com tuda a
minuciosidade e clareza, especifica os diffV
rentes modos porque se devem fazer todos
os assentos nos livros diario, razao, ca xa,
etc., parecendo-me tnuilo iproveiuvel o seu
modelo de diario o razSo, iscrtpturados em
um s livro : assim comotambem o nielho-
do fcil e pro npto com (jie Vmc faz a es-
fi ipiuragao do suas cotilas com juros. Seria
porem conveniente,e quij de mui'.u prnvci-
to, quo Vmc. iratasse con mais especilica-
;So, e mesmo exeinulilicsse, o modo de es-
cripturar os livros auxiliares, 13o precisos
as casas que gyram com negocios complica-
dos, nao so para csclareerem mais ao guar-
da livros, ou esciiplurano, como mosm<> pa-
ra no caso de qualquer duvtda, dar-se mais
promptamente com a omtnissao.recormndo-
se a elles. Nada posso porem dizer sobre o
que diz respeito as combinares prescripta*
palo cdigo commercial Hrasileiro : porque,
tendu deixado ha anuos o commercio, nao
me lem sido preciso estuda-lo, julgando-me
por isso quasi leigo em suas Oisposices :
com ttido, sea lo Vmc. 13o versado na legis-
lado, lie de crer qje eslejam lo las de ac-
cortlo com o mesmo cdigo. Sou com toda
a cousidera^ao. De Vmc. atleulo venerador
e criado.--Jo3o Jos de Azevedo e Mello Pi-
tada.S. C. Itl da abril de 1858.
Illm. Sr. .lose Antonio C unes Jnior.Li
o manuscriplo, quo V. S. fez o favor de con-
liar-me, e quo itililulou Ucgras de Escrip-
taraeSo Mercantil por Partidas [sobradas,
combinadas com t> proscripto pelo cdigo
commercial. i\jo ten lo conbecimeutos acer-
ca de lal escripturacao, nao me julgo habi-
litado para dar o meu juizo a respeito da
obra de V. S mis quer-me parecer que as
regres que neila se conten), estSo ex.osias
com melhodo e clareza, e autcn.lo que V.
S. atultiu acertado no molo porque tratou
l.cular.s, acl,,,d.i-.e aliis .ni cae. ,. al..n. c-.m lal *'" po-las em harmona COm S d.SOOSiceS
escndalo, que depms so apre.....laram publte men- I d" >dlgO que Ibes dizem respeito. SoU com
seiihor do um v..lu lorrilorio de maii de soto milhii
da nuil,hs quadradas. o os prui.-ipes de Manase e de
Lichtonsleiii uai u sao do SO mtlhas cida um.
Soniemlnrc.il. para ludo i. fiel realista, todui ns
principes legimoasao imuos em oasciraento, qu|.
quer qua soja o uu poder publica ou a exleusau dos
seus dominios.
Em la propria ordem sao apare- o is a lillia
pnmot;eiiita do imparador da Aolria se casassi eam
o mais pubre principa de Itauss-Crcii. iienlium A-
raulu de aunas rb.mane desigual elle mal nnuiiio.
Ha, uau ubslauta oulrai diflerencaa menores, qua
determinan] a psito distes quireola e uilo subo-
ranos, ou para melbor .litar destoi quarenla e seis
porque o Solas e o Papa, pelas .zoes facis de'
eomprehender, devem sir axrluidoi da familia.,,
Km primelr lujjar u puni iisemial be a auli-
uuidade das dymuaslias : he cousa convencida que
'a casis reaos, cuj hiihagem u,lo soba se quera
duteiitut aunos, ii.i.i pode duar-se que perlouce ao
circulo dos munarehai iguilmoule uncidos cuio
numeru fica assim redundu a i i.
K.les qusronis o qaatro poden a ma vez Mr di-
vid loa ein duas classos a sabor : principes de orniem
eermaiiica e principes da uriiom Iraneo/a ; de orla
quo lodos os soberauos ouropius se achan
hendides msles qoalro divisOcs.
.
compre-
do
Soberanos que nao tem contieao com os aemair
us, u Papa e Sullo.
duus, u uii.i.'ta I ,r
Ven lo que a cundessa nada mais Ostia, lerminou
INI iiifurmar.oes com estas pjlavri.s, destinadas a
chamar a allencao de Catalina.
Kis-aqo,eiiliora condessa, ludo quanlo sei da
Inilo.ia de Uoulen Clara.
Iloiilen Clara Pprqoe razao nao prohibs,
que.....rpbaas deam appellidos lo indianus.'
Seohora, poder o querer sao duas (00*01. Te-
mos de vigiar sobre oulras mais imparlan tai lica
rta e convencida de que be mais fcil dirici'r um
regrnoste, do que urna
mininas.
com i.ii,.1 voz inste e um
dir-lora. Emlim dtssi
dolo,,*,, suspiro :
Meu Deiis qual sera', pnl, a sorte do Clara '.'
.'h .'seobora, nao he dilliril do prever. Sera
inuiha .fiada no collecio o devera servir l.imliem
as oulrasorphaas ; lavrara', eugumiuara', cozuilia-
ra ....
Ella,Clara exclamoo a condena com iiidie-
uai.io ; ser uiada das oulras orphaa !
I.orlaniiuto, senliora.
mullidao, como esla, de .. Oh utloi,e ponivel, mlnha querida, cu Dio o
~ "V; q0Unrn*anna'.rri''l7' ",a"'ici >"'- 1U-:is bom. ...hora condessa ; he pelo amor que
P-ira lber, o que poderla fa/.er un.,, pesaos, que lei.lu. a minba Ca-,,, ,|Ue ujin, n ta .lio res tvnl.
.^, .... q Proteclori liaseondusa melbor diior. criada |0 eolleclo soa surte seria ,/r
..o Alma.a l'.ime.ramonle podrolira-la do calle- lamon.o muilu palor, ^ r.e ,,,,h ,| ada u I
1.10 daa orpbaas, o educa-la em -....... ""ri.ada oni.in a
llepni
pois... dipol
.cada orphaa reserva parlo do minio do
*eii Uabalho ; e-ta reserva m.igi.iiicanlo, mas qou-
ii,lian i, so acornla o turma para cada urna delln
umpaqamocaptol. (i,,.,| doi un .. cu I.- ,o a-
i eaiai, su n economas llioi sei vem d.....te .,
saliera do esl.helecimenl para servir, be para'ellas
um recurso contra a. aeco*sidadi improviitas ana
garanta contra o vicio. Lina possoa benfaz lia polo
pul-, auginenl.ndoa, aeonomias de i;,,., r.|ia,,,
methurar e assegurai soa existencia no futuro.
lie somanta uto, niinha ipiorul.i .'
^,lu || lo oulro insio, -nul
quanlo a urphaa sainar no eslabelaounenlu. tr
o vealuari da essa. senlar-ie-ha nasa coi.....,
un pudera jamis ter dinlieiro .' ,,,<.,. ., ,
exeopto un... pequea lomma doiormlnsda, lemlao
piuco ,.,l,ir sen, hcenea o.pocial e rnenle pata ir
liabalnar em bas cas^s. '
Os movunonloi loquielos da e0iido.-,sa moslrivam
rectora.
Oh obrigado, dtsso ella, pe. generosa ailei-
r.io. que |,-nle* a .-*., querida meiiii., ; i,, ,,, ;,
fallan com mais suiritiide. Soii ama mulliar boa
..........' i maa diroi-mo, nao lena ronivel osinil
Liara rfeala liumildc canrtirao ?
N3u lomprehcndo bem, nnhors.
Pur exemplo, so alguem Ihe rietae mralrss une
Ihe enslnassom o lieipanliol, e ludo que dtvo Mi,w
urna uiov-i I.ees edocada,
Ah srubora, u* administradores da casi nao o
permillii i,im I ma ui-lr.irca,, sama l.anl.....,
porque, om- vrin a ulna cuslureira nem a nina criada
" ra ella um germen >\y vsidade e de v.ctu.
i ; triada '. criada disse a Coudissa, noe se la-
VIDloq sii-pirainlo. >,io, nao, nao Sera'ailin, meu
i
Catalina abiin um irmario e liroa ama bol-a po-
sada, quo nitiegi.ii a' diroclora, dizendo :
Tonsi, ininha exceilonto
con-
cita para
Sr. redactor.Vi em sen mulla Pooeeilosdo pe-
ridico oTraZi do Malo numero NT, una pabllca-
rau a podtdu, rnnlendo o aecurdao du lespailivel in-
bunal da rslae.lo do di,(rielo do llieor segunde:
(Jue vistos e relatados osles aolos US furnia da Ici,
julgain milla a denuncia fulbiis dua>, por ser inca-
paz o individuo quo neila figura de promotor, vislo
ler perdido os direitos de cidudao brasileiro com a
uspeneao perpetua du sen evercicio inherente |M
elletlus da senlenea da tlouredo perpetuo que e-la'
cump.iodo como o ve du duciimsulo folh-s 1(1, a o
preiereve a eontUlaiclo do imperio arl. H^s pa-
gue a niuiiicipalidade do Kio Ne^ro as sosias.Ma-
ranhao, 17 de oulubro de 1S|S Pre-ideiilo Rabillo.
Mariaoi.Velloso.I'i^usiredu. Arauje l'rancu.
Lo balo.Albuquerque.
K logo una fc-r" apuntando urna ola, dizetido-io
qoe nai nosmis eireamilanciaa aohova-ic Alsxao-
drino Maituo Taveira ale. etc.
Sr. redactor, sobreest negocio muili leria a di-
sar, mas limilo-ma a duas palavras. Pilas cuminu-
es polticas que livoram lugar na provincia de Par.
nambu.-o em 18.i, em quo se onvelvcram mudas
possois, fumos eu o o meu amigo o S'. Vieeolo Al
ves da Silva, uns dus rtimpromctlido*, por circums,
launas que a isso uus impolliram, palo que fomos ac.
eonsideravel ; junlai s economas de Clara, o lur-
uai-lhe assim a vida man auradavol ; nin lite iocii-
-eis nada, ealisfact seas menores desojes, fa/.ei Ibe
ensillar tudn, loroai-a contonte o feliz : nunca csso
aiiji I,-nli. o menor pozar. Fazei islu, o credo que
vos serei cleriiamenlo loconhecida pola vossa bun-
dade.
As economas Has orphaas sslllo as mSos dos
adiniiislradores, senlmra ; e logo que lli-s nlo eu
llegues, nau podem sor empreadas, senao om um
lim determinado. Nau posso, purianio, fizar dolas o
BSo, tpie me indicies.
Ai de mim '. porque ludo contraria meus de-
sojos '! tjue falalidade !
Todava, iinliors, e r.onsenlis qnr lenha a mi-
nha dUpoal(So parle d.slo diuheiro, Sallsfare, quan-
to fur pnssivel, vossa binevula vunlado.
Sim, sun, lunilla querida, gradeco-VOS o au-
xilin, que lu generosamente queris pielar-mo.
lixei foDiar o rosto ai eeonomias de Clara, a
Ululo de dadiva... da leollora condesil de Alala .'
Calillas Gcoa viiiielmenle ilerradi com illa per-
gunia, e abaixou ns olhos, como urna peasua, quo re-
flecle uu que osia' perturbada.
llevo dizor, seuhora, que um desconhocMo de-
posilou esli soioini ein miniaa mao* i die a direc-
tora com corla esprossao.
Sun, sim, om descnnheeldo, reaponilen a cun-
de. >a ; uina paseos que destppareeeo o de quem nau
so sabe nada. Sun, nuito bem !
t'uanio mais ii prolongavs cunvtrsacao, mais se
arraigava un ispirito da direriora a convceau, do
quo nao se b va engaado sobre a n duris ds ic-
i.ii.io, que exists euiro llauteu Clara o a condeca ;
observKva laiiilirm. que um pola npprunia o roi.n-io
de Catalina, que esls arhava inlairamenle dls-
posta a um dcsafogo. nonliando-1hi sen seicredo ;
cris ter urna pi.iv.i loflirianto ili-i..... p.....io cui-
dado, que loinava a c.....lessa em dissiinu .r tata .a-
gr.-io. a diroclora roiolveu, pnrianln, abreviara
facilitar o camiiibo para urna eiplieafao, -o Catalina
u quizaste. A occsiiio nao lardoa en ollerecer-so.
Illm. Sr. l)r. juiz de direilo da comarca.Alo-
\-iii-Iiiii.i Msgiiu laveira Pan Brasil, a' bem do seu
direilo e uiiiea faz-se-lhs praeiio quo Vm. mande
pelu seu rospeilavol despacho, que u iscrivao crune,
Uio pas-e pur eeilido das notas, simiente o aecurdao
da relaclo de Pcrosmboeo, cm quo julga o pirdao
por ronlorine au suppliranle do modo que faca le ;
spora que Ihe dilira.11. M.Aleandrino Alague
Taveira P'u llraiil.
Climouliuo Jos l'ereira tiuimaraos, primeiro la-
lieli.i. publico do judicial e notas, escriva.i dos ur-
phlos e dus residuos e capellai dasla ridadeda barra
do Kio Nogru e ico termo, por S.Exc. o Sr. presi-
dente da provincia ele.
Csrtilico e porlo por lo qui reven louma lertidao
qua junio a esla aprosonluu o supplicanle,uella acbo
sceordlo pedido por certidAo na petir.au retro cujo
thour he du mudo, fina, e nniueira segainlo :Ac-
cor.iau om rela-;,o ele. Oue julgatn o perdao pur
conforme cum a culpa do roo Alejandrino dos Iteis
Taveira, e inandain que se Ihe d balsa na culpa.
Itecife ti de agosto do 1811.Il'lemuiil, Malbeiros,
Mellu, frailea, Silva, lavare*. E nada mais se con-
liuha cm o dito aceordte, que aqu bem e lielmenlo
0 Iransorevi da propria cerlida.i que foi apresen! ida,
a' qual me reporlu ; e vai sem cuu'a que duvida fa-
rs, conferido e concertado dor mim a o esenvo
compauhoiro. ne*la cidada da barra do Kio [Segro.co-
uiarca '.do Alto Amazonas,am o meu cariono ao* lt>
dios do me/, do inoren do anuo do nascimeutode Nos-
so Senboc Je Jos l'ereira GuimrAis. Ecrivo que o subcrevi o
assiguei.Clemeniino Jos l'ereira, Alexaodnuo
Maguu Taveira Pao Brasil.
Clemeotioo Jos l'ereira Cuimaraes primiiro ta-
belin publico do judicial a licitas, esenvao dos nr-
p.los e dosreiiduos desta ridadeda Barra do Kio Ne-
gro e .eu lermo por S. Exc. o Sr. presdanle da
provincia ele.
Cirlifieo e porto por fe om como por Aleaiidrino
M ig-lo laveira Po Brasil, me foi apresenladu uina
rosalva mi passadi pela oxliacla oavidoria peral
lesla comarca, pidiudu-me e reqnerenJn-me quo
em razao do meu olliciu Ihe de.se om publica forma
o ou contheudo, da qual o son llieor be do modo,
forma e maueira seguate :(i l)r. Manuel Bernar-
dina de Soasa l'igueircdo do desembargo de sua un-
ge.ta lo o imperador, seu onvidur ge.al, e currege-
dnr da comarca ole.
Fajo sabor que leu lo ,|n condemii.ido a' degredo
para esla comarca Alexandrino Magno laveira Pao
llia-il | ur rriines polticos, o como lal coinprelienili-
do no perdao decretado pela regenaia do imperio,
por cujo motivo Ihe mande! passar a presente resal-
va cun a qual pude sabir desla comarca para onde
Ihe convier, nau lando oulro impedimento. Larra
....... ......,..,,, mosiravaiii imiiai. iiiiulia exce en o arme, ,: ..,i
bem a iffltcc*,, qu, Ibe c4Bni a. p.l.yra. da urna bolsa ebeia de ouro ; ella ZSm um] nra
lll, a quer pelas coiisUnles fallas, que no s mor-
lilicaram-nos, o a aquellos jurados qua furam asi-
duos e dignos de louvor; mostrando inloresados pelo
bem publico, como diratn lugar couil admiravol
no coiiselbn de una capitala' que, para conseguir-
se a abertura da songo, e dipois quasi suocossiva-
menle para sua ronlinuac.lo, fosse csgolada om sor-
lelos a urna dos supplente*, que contlnha HO e lanas
cdulas, e ainda te rocorresso so Mirtilo subsidiariu
na urna giral : faelo publico, a das arlas eonsla !
Se osso lapienlissimo rbula nao igooraise al dis-
poljiei do* arts. 4 e 7 do decrelo n. ti'.)ll de lil da
agosto de 1830, cortamente nao eslratiharia, qoe os
adiamenlni em laes crruinslancias, e como allegan,
fossem com o prazu de l! dias, vislo al alii ser fa-
cultativo.
Como dizeis, qoe no da desse sorlsio, e qoe vos
foi a notificaba cm casa, nao aativesles na cidade,
quando ROSSO mesmo din, o ainda punco depois de .S
hora da lardo, pas*andu eu o uulro pela vossa ra,
all vos vi a fresca e na calcada conversando cum
Jos (loria a oulri, e di vl fui vislo 1 Negis iiso,
e di/.eis que tend* consrieiicia !
Seria con veniente, para se ajuizar vosias allegarnos
mellinrmaiils provaros a iniquida.le a illegalid.ide
de hlica.lo a cerlidao dessa notiticarao do olli-i.il, a que
servio de baso as maltas, existente no archivo do res-
pectivo carlurin : que lambem livesseis puhliradu
durum*nlos quo prova* o da desa vossa pirlida
para fura do termoereio que i! depo* qo.uido p.u-
oa o vapor :que provasseis, que depois do sorteio
devias ser dispensado d,i noliHcaeJIo, e dopoi< do
comparecimenlo anles que h uvesseis prnvado lopi-
luna escusa on alguem por vl, e se isso -e dou ; o
entao poderlas fazer applicarao das dispnsires do ci-
tado artigo do reguluminto n. IM de lll de Janeiro
de 1812, porqoe n rever* i da medalha vos seria cer-
lameule de.tavoravel.
lecife llide itiulio1838.
C. II.
ATTENC&'O
Jos Antonio Gomes Jnior, lem promp-
to para mandar para o prelo Regras de Ls-
cripturaeflo Mercantil por Partidas Dobradas,
combinadas com o ire.-cripto pelo cdigo
commercial. Esta olma DO so conlem as re-
gras para serem oscriturados os livros exi-
gidos pelo referido cdigo, mas tambem os
livros auxiliares (de accordo cora o dizer do
Illm. Sr cornmeiidador Mello Pilada, como
de sua carta aliaixo'., assim como conten os
usos e estyloS das pravas do imperio, appro-
vados pelos respectivos trihonaes to com-
mercio, na eonrurm la li do arL 26 do re-
g.llmenlo n. 738 de 25 de novembro do
1800. Nada diremos respeito a ntilidado des-
ta obra, visto que bem alto faltan, os se-
guidles documentos dos Exms Srs. direc-
eslima e consideraco. De V. S alTeciuoso
venerador e criado ohrigalissimo.Ansel
mo francisco l'crelli.--Itecife2i de maio de
1858.
Hlm. Sr Jos Antonio (ornes Jnior.U
o inleressanle irabalho por V. 5. feto, e
am la que fosse perfoncioria a leitura que do
mesmo Iu, porque minliss occupacOes n3o
me permittiram um exame minucioso, to-
dava animo-me a dizer que elle contm o
complexo de cxemplos e legras necessarias
a escripturag3o mercantil, u melhodo por
V. S. adoptado Dar as omitas de joros lie
claro, e presta gran le factlidade a extracto
de qualquer conta eorrenle. Finalmente as
suas regras di escnjilurncSo l'eilas de con-
formi-jade com as disposir;es do nosso c-
digo Jo commercio, silo em nunha opinio,
que reconheco bem pouco habilitada, prefe-
riyeis, as que at hoje tenlio visto. Appro-
veilo a occasiSo para assegurar que sou com
eslima. De V. S muito ltenlo venerador e
criado.Antonio Marques de Amorim.Ite-
cife 23de junho de 1858
iKstavain recotiheciJose sellados).
Sohcrsno< de creicao rcenle
de franca o rol da Soecia.
3.-
.Soberauoi de oricito haaccu : irn, a rnha de
Despatilla, eos rus de Porlaiul do .apis, des-
een lentes de Hugo Cspeto, ou da funda Buor-
buu.
4.-
Soberanos de ongem teutnica, quaren e om, a
saber : l.idos o da Europ, eiccplusndu da l'o-
oiusuia Ibrica, d urna pequea parlo d* Italia da
Franca, Suceia t Turquia.
Rala eoncia classiliciao, om facto sigular cha-
ral ja' a allencao.
O numero iproiimado dos habitante, da Kuropi
he de 26U milhoes.
Desles, 82 milhes sao slavoi, 81 lituiss, e 83 por-
leucem a's rdcas lenlonicas, e por coosoguinte *
cala nacJo fosse uovernada por principes da sua me.
mi orlgem, a preprelo dos soborauus da Eurup
cnilistiria om qu isi Iros iguaes parles de muuaicb
ditlai Iros dmsisde homsns.
Mas longe do ir issim, ai rejas slavas n9o da
um o iu -uar.-ha a" Europa, a i raja latina da' pr.-
purcionalmenle ura escasso numero ; de saris quei
poder ..i'ior-.no das poyos msli imporlsulei do mu-
do se ach nai raaos dos principes de origem les-
tnico.
Nlo ha sido sompre assim, pois lis um uns li.
sculos, o supremo poder sa c- mpariu com ma
igualdade oulro a- tres racas domiuanles en propo-
;ao da sua iaflooocla poliiica.
A proseuto preiioinlorancia das monarclms ge-
auatoas se ha esiendido radoalnuulo, o osla,
prsenle do uegocioi da Europa, mais bem que o
ira cou.a, so inclina pura maior iocremanlu dus Us
nos leulnnicus, e rusior decadencia doi slavui e I-
tinos.
Mu curiio he observar este (rabslhii dai rae.
cr A casa dos Stuards, cora pooca mistura de sa-
ga* cltica nas suas veas, tova que deiaar o llirm
a' familia germalici de llruns-wirk Luniburgo, is
desde enlo rersbiu novas elemmtos do laca |
recente infusa.i de sangue '.ivomo.
A demais, a rsc de Komauoff, de pora orien
slava, por ludia de II .Isleto t.utorp, por naseim-
lo e pur cu.itiuuus uiatriinoiiia, sr ha foilo teut .-
ca ; cantes disto as familias -lavas que gover-
vara a Austria ea Bohemia, furam substituidas ir
um principe allomf o da fortuna mu mudosta.
flodulpho de Uapsburgo, cojos daceiidontin-
virnain ale nuss'ii dias urna mullidju de tribus.-
lr,nn;eiras.cilebroudo unicamenlo suas allianeas a-
Inmooiais as terral dos seus inaiores.
Amia as classicas sibil do Midilerraneo urrai
lllenio oinpuiiha o scopro, e a Peuiusola Iborichi
invadida pela casa di cuburgo.
Bslaa sobeanas casas allomaas, atravez de seilus
de allaoca inalnmuiuaei, liao cl.cgado a fonar
uina aanoross lamilii, rom relatos ruis ou mos
inlunas di consaoguidads eolre as dillercuiei ttai
coreadas.
Polem, sem embargo clasiificar-sa em sois llhis
dillarentes, deseuvulvenlo-ie quasi limullauamnle
u um pau illamoule fan,ravsl,|peli sua cous ilorao
feudal para a pruilucrodo mona relias.
A primetra deslas liulias he a daJSaxrjia,
cujos principes romonlam a sua origem ato
ao duque de WiUinlud, chefe de algunas
tribus meio selvagMis das margens do eba,
que foi coniertidoao clirislianism.i peloim-
perador Carros Mjjno no auno de 781.
Os principes da Siboia, quasSo agorareis
da Sirdenba. assitn tomo os res da Saxcnia,
o gr3o duque de Saxs-Weimar, e as tre ca-
sas dueses de Saxoni.-Meiuingeu, Saxe-Al-
l-;ml)urgo e Saxe Colurgo-Golha, se consi-
doram aescendeutes ogste duque WiUik u 1.
A segunua linba de irincipes soberano al-
lamSes ho a Aljacia, cijos menibros tem por
antecessor a um Adaln,rio, duque de um
territorio situado uas margens do Kbm, que
viva principios da secuo Mil, c cujos des-
cendentes sao o imaeralor dn Austria, os
os graos duques do Toscna e Haden, e o du-
que de Parata.
A lerceira linha he a d ol lemburgo, fun-
dada por um coud3 de kiurelheio, no seculo
I\, udellodescendemosmsde Dinamarca,
os res dcslrouados da Suena, os duques de
Olilomburgo e os duques di llolstein
Lio rauo menor desta ulima casa ha
cupido no scula passauj o ihronq, a
Kussla.
Si>acicja)t
familias reaes da Eurupa, sua origem, seus in.lr;-
nioinos e parenloscui.
0 Qoaraola e oitu testas coroadas ha buje ni Eu-
rupa, a saber :
Tres imperadores ; da I ranea, da liussia o da
Austria.
Du-s rainhas ; da f.raa-llretanha eda Despanhi.
Treta rois ; da Prsala, da Sueeia, da lloanda,
di llelgira, da Sardenha. da Dinamarca, de Portu-
gal, da t.recia, da Bavlera, do llauuover, da Saxo-
iiia, do Wurlenborg, do aples.
1 ni Sulllo, da Turquia.
lim papa, de Rema.
l'm Bleitor, de llesse.
Selo grandes duques,' da Toscans, de Radon, de
Saio Weunar, do llesse, de Darirntaill, de llldeui-'
burgo, do Mocklsnbargo-Sebworio, o de Mecklem-
burno-Slrelili.
Nove duques ; de forma, de Modeua, de Auharl
Dosaao, de Auharl-lternburg, do Brunswick, de
Kasmo, de Ssse-Atlemburgo, de Saie-Meiulugnao
e de Ssxe-f.obur^o-tiolls.
E de de/, principes ; de Lippe, de Waldeck,
de llosse-lloiuburgu, de Scliwarliurue-Soiiilers-
hinsen, deSchwarburgo-Kudolslait, .le l.iclilen-leiu
de S.'liwarburuu Llppe, de Rausa-tire/., e de Reos-
Soldis e de .Monaco.
Todas eslas roaes persmiagens sSo muiiarchas dos
sin. respectivos paizes e como tacs tguaei m ca-
Ihegori.i, apezar di qui o imperador da llossia ho
Nao, -riilu.ru. lito he inipussivel : saber mudas
eeoill be quasi sempro para una muea de humilde
cuiidieao urna fonte do malos.
Meu Deus Humo sois n.i verdade iulleiivel,
iiiiuIh querida ; Liara he do saiuue nobre, eu vol
siseauro.
Ja o sabia anles da ler a honra do vos conhe-
cor, responden a directora com langas fro.
Do quem a soubcslcs '.' exelatuou a cundeisj
estupefacta.
De clara mesin-i.
Como Clara isbia-o .'
Nau, seuhora, ella nao o sab, e todava ilis-
e-u.
I,>ue .mu un i he este .' Mo so* rumpreheudo.
lias vidraeis da jauell'. O duulor Ivielinck, me-
dico do coilogio, ordanoo-me ojaedeiiissa aborta a
porta, lia, bem sabis, seuhora, na sala da frente
duas portal, nina que se a!ue para a rita e a uulra
para o pateo, da surte que. qn-iiulo Clara piaseis
diiriiiindo, k pude dcscer a escoda e vaauear ein um
espaeu fechado, en I re duas pullas, un.le nada eiic.in-
Ira. que pussa eri-la uu fa/.or-lhe o inenur mal...
Por amor de Deus, lunilla querida, spressai-
VO,vossa Iu.lona me faz tremer !
A direciura deitou un ulhar peuelranle sobro a
.-mi le-", e prosegOO :
Na epnca do anuo, em qoe Clara he somnm-
bula, dena o lulo ludas as nuiles, pela meia uuite,
de-ce cum cuidado a SSCOdl o sonla se no ulliuio de-
l.om elleilo, Il0 be estranho. A seuhura con- oran. All permsoac qua.i meia hora, depoi. -. -.,
a Ion sera duvida oavido fallar mullas uzeado I vai deilar is r dorme tranqollamonte at de ma-
uliiia. Mas is-aqui o que ha de admiravol : seu
una mole.ta ou anles de um e-tadu i\lraurdiiiaitu,
i|u- se chama lomnanliull......''
Sun ; e a quo vem i-lu .'
A pequea Clara ho somnmbula.
Ah '. pobre menina !
Olhoseslao iberios, ella v. inesmo sem los, falla.
pergunto, risponde dislinctsmrnlo, o com mais in-
lelligoncia do que do da. Sua memoria .leve ler
lambem Desses monelos muito mais lucidez, por-
.v.io liqueis alllula com isto, senliora, pirere que fa.'lf. enl.lu de corlas rirriiiiislancis de sua pri-
qne ella nada snilio ; .o.....ai pastara' c..... a idade. | meirainfancia, deqaonSo Un reila a menor lem-
f.ila i-o he somnmbula todo o aano ; sen mal sp-
paroce no me/, de malo, na poca em que o relen-
los se abrein o o sangue lerve as veas. Isto dura
tro* semausl ou censa de um ni -/.
f. entao que icooleca ? Pur amor de Dees,
Iraiiquillliai-me; veis mu taseii aull'rcr burnvrl-
llle'ite.
fiai-voi om iiiiuLa palavra. seuhora, Dita ha
motivo para inquu l.ir-vos tanto. Ma poca, om que
comecei a dirigir o ealaboleciinenlo, Clara doilava-se
i... dormilona das oipiiaa- ; na primivira conlinua-
va *eu* pissiios mu lu nos, bom que as uulras me-
iniias soubcsseffl do seu mal, sconlecia natas se-
l.iiiu;.!, qniinlo esta' a or.la.le. AlgU'in Ihe deve lor
dilo inultas vezes que sua mli be rica e de familia
nobre ; lenha uiiiiia* lezei romprehindido hlu no
meio .lo- palavras inleriunipi.los c t.lara. .Ma* ho
mull fullar-lhe dUlo do da, porque.nada sabe in
ledamente do quo diz ou faz durante .1 US ceesiOl
da somii imbuli-inn ; ella nlo sii-psit.iiia mesmo que
jamis deiassc son lollo, se ilgoern nana liveus
despertado a* VCZCI, oavindo SOB nomo ; poripio lio
b.i-lanle pronunciar seu nome, para quo ella sala
iiiimeilialainenlo do seu myilariOSC sumiio.
A quarta linha he a de Est, fondada por
Azon I, MacgravedeEsto nosteulo XI,e della
hao saludo a familia real da'Jr l.retanha,
os res do llauuover, os duquei de Brunswick
e de Modena e os principes de Ltchleu'slein.
A quinta liulii e a de /olleru ou como se
chama commumenie liolhenzoliern, que tem
os seus anlepassados nos conje. de Idliern,
que viviain no seculo X, dos quaes descen-
dem os res da l'russia.
finalmente, a sexta liuna he a de Nassau
fundada no seculo MU, da qual desean len
os res da Hollanda, e os duques de Nassau.
O demais soberauos de origem teutnica
entrara tudireciainentc ueslas seis grandes
liabas.
Como ja disse, U existcm tres gran Jes
mouarchas de rae* frauceza, ou latina, a
rainha de llespanhti, os reis de Portugal e de
aples.
S3o descendentes de Hugo Capelo, conde
de l'aris, e jntamente comas duas nau cha-
madas legitimas casas de Ronaparie e Ber-
nardolte, sao os nicos representantes das
nacionalidades latinas ua grande familia dos
soberanos.
Os capelos, ou como mais commumente se
Ihes chama, os Buurbons, h3o contrahtdo ul -
bancas niairiniouises cum casas alemeles
quasi desde o lempo da sua fuoda^So e om
urna das I uitlias, -i de Portugal, o sangue
teutnico corre pelas veas do rei actual
O mosmo po le dizer-se da luta, do rcenle
creacSo, ue Boniarlotle.
esta sorte.o presente monarcha dos fran-
cezesheo princi jal represeulaiile, pela sua
origem, ao menos das nacous romanas :.: o
seu casamento cum urna liespanhola parece
queoempenha mais nessa direcc3u.
DESCOBERTA DE UM TIIF.SOUHO
A companhia submarina de Boston, rece-
beu do capita Canihouy, comuinidante da
expedicSo Ja compaojita uos mares caraibas.
1 ili pofdoai miaba procipilaeau ; be porque
*i Uro cruelmente, mioha qnerida.
li todava devo .iinluiii.ir, sonhor... p rqic
leiihn anida 'f conlar-voso quo he 111.11* marnvilhu-
so. ..luando Clara osla' senla la no ultimo dograo da
oseada e Ihe fallan, olla responde senipro cono se
fusil a' sua 111,'u, quo OStivOSSO Jianle dola. Si nin-
KUCn coiilrana u uupulsu do seu corai;ao, um fuco
de amur se abrasa Della ; Clara vu eslieila ein seas
Iimcus, di-tos beijos, som, Irepa-se en vossm j .o-
llio-, aftags VOSIO semblanle, o Voi ulba con lauta
lernuro, quo vussi alma fica iiileiramenle c miinu-
vioa ; ella encanla Vossos ouvidos cnm um. torrente
de palavra* seducl ra*. o os taz e*querer a >..* ......-
ma por ineio .le mu myaterioso poder, Mo ineipli-
cavel .Mino iii.-oiiipi eheiisiv. I, e que afumas vezes
mesmo vus f.tz tremer.
A directora SlUpeadea sua narraeao, como para
ouvir.isol.-erv.ici.es da con lessa ; osas OSla, -iniii .-
vel, com a rabera encimada, ns olhos dilatado-, as-
pira.a anleiileiiieiile a coiilinu.ic.i 1 da historia. A
dtrerioia conliiiuuii:
InaglDu, seuhura, que a mai de Clara, quando
SStS era pequeniiia anda, .1 cubra da caricias o do
lieij >* por mullas horas l-ilvez o chorando ; porque
imillas vero. Clara, om seu e-ir-mlio soroun, conoc
a chocar, crendo quo sua m,ii chora Kni.io. seuho-
ra, ,1 menina lie lau locante, 1 ,ln bella de ternura o
uns curacao do podra, poderla resi-lir ao. -en- ue.lo*
o as ion palavras. Ah icsoa mai podei*oovi-la I
Arroslaria eerlaineiile lodos os pernios psrs all-lar
bus lilba o consola-li em sos Iriifeao.. para fato-li
soio da condessa so entumecen, um vivo rubor CO-
bnu a frunle, fuuu us olhoa no chao, curoo chola de
coufoslo, e disse su'pirandu ,e coia uina yui. quan
iiiinlclliuivel :
Oh! eompadeeei-vos de mim, minha boa ami-
ga ; Can ha miaba Giba., seo sua mai Sau eu,
quem olla chama, sun a. quem ella acaricia...
I 111a trrenlo se Isgrinas erren dos olhus ds
, o *uirocou-lhi a voz.
A diroclora rc*peilon por akuns instantes a sua
dor, dirigindo lb eeasolacOei de luda a espacie,lal-
lou-lhe novaioonle de tiara, indieau-lhe os meiu* de
asseKorsr ua felicidads, 0111 nm> palavra fot s die
ludu quanlo seu generoso corac.ai Iho Iosplrou, para
prucuiar alcum allivu ao seu cori;i,) oppri.uidn.
Pouco e pon o ciiii.e;uii o sen lim ; a cundes*, se.
lindo -ua alma livre do sagrado, qoe Ihe linha p,*a
do lano o pur iao lonou lempo, pnda fallar mais li-
vroinrnli: e al por ull.mo con uina espoeie do se-
ren la-ie.
As duisfmalhares coiivcrsaram ainda naito lem-
po acerca d< menina, 11 as s.ihretudu do sou mal, da
que a condessa quu saber a. menores parlicalari-
Sadw.
De repeine ella empallidereo, o cumorou a Iro-
111.t de ansiedade.
Km qu.nto a directora procarava com (enmr ade-
vinhsr o nuliio desta subida emo.,i,.. a eoodoM
"lino nina -avela, urou della sigan- pods{os le ren-
da, que aliron tebru a mess e disse :
Minlia querila ; eis-^ln cumio de Alala ;
nuvi abrir a porta I Ob 1 minln boa amiga, parli
lien, dopres-a, para que nau vus eneoulrt- nqui ; po -
derla tazer-voa percuda*, que vos saris dtfficil les-
fel.z, emlim ; porque qurlla alma innucentiuba
ollre liorrivelmenle o deliuha devorada pur um mal pomler. tlerulil o dlnjieiro... so vos er
Alas mis, miis! querida, lian 1110 di/oi que m> lerto.n ... Ma* VOS chorar*, seuhura condessa ; | /ei-lhe,
leudes fetu tcnlaiiv.is p r.i livrar a pubre iiiemna
/>-, quelivessen lal horror, que loda a casi licuva deslo mal Icrrifd. Ksla indilTerenea lie imperdoi-perdoai-me !
pie vio-tes vetiiler-uio rendas. Parii, parll,
nnha naii.i.iu Vos lem c.uniiiuvi Iu vivamente ; al aiiianhaa ?... 00 irol vor-vo* todo* os das
A duoelora loiantuo-se e sabio priciuilad.imenta
en, slv rojo. Keceiava entao que a menina nao so vel Lomo he poisivil ver soffrer um anjo, c< un. a condena pareca lor perdido Indo o linimiento da cmara. .Na eseads encontrn ffscliv.moiilo
len*-o 1111,,-ialnieiite, e por o.se motil.........le s.'u
loilo paia .1 lals da frente un um lequenn quarlo
por 1111,.. da eiCldl, A piin-ipi 1 fechaVI Ihe ,, por-
squelle, ion revolver reo e Ierra para o curar Ah! de sua silascSo, o lagnmn iileuciosn innundavam-
e eu eslivsne em vosso lucir j ihe os ollt n. Nao responden a eiclanaeSo .la duoc-
que rom msdicoi lirlim luna, e psrseeu ler esqueculn quo olla



1

Sei, seuhora conde
11 -i 1................ -....^.-. ,.. ..,.. .;.,.,.,. .t piui.-.pi 1 lernava 1110 a pur-, .-*oi. euiioia r..u.i"*<,i, que com mdicos sriam luna, e pareceu ler esquecidn quo olla eslavo pre-
l.elT .1 1 Um.,"'"'"*"' 1e "' e'"'e o i la, mas isla Ihe fez mal sem duvida, purquo, quando consu......os. Un quem vu. diz quo ou. qu. nao sou .ente ; e anda memo quando escolenle molhif
le^paiiiiui, nao he assim disie a .nndessi ; 01 Ibe M livanlivi a' noite. magoavs o arrouav as mos- rica, nau leuho ledo ,.,.r amor aquella menina o que Ihe poeou da mao para a consolar, uio lez o iiiiuor
aren eusmai qi.....lo uns moas deve saber para p- liohsi procuran,lo abrir a fochadura ; e ale uina vez nenhuma condessa podara lazer com lodo o diuhei- movim.nlu.
parecer decenicuiuuie na locieJade .' I feriu-sc mu gravcinenif, bateado com 01 puulms 'ru do mundo .' liuuvc um silencio muilu longo de repente o
conde do Almala, que 0II1011 pan ollscom urna cu-
n.i.i t.i le luvesligadora, mas nao Ihe dirigi urna su
palavre.
Domingos, tambara mulo como elle, sbrio a por-
la para ella sabir,
(CofiiiMira.)
MMTTOaTRT
II FGIVFI


DIARIO DE Pl.liNAMBUCO SACHADO 10 DE .HLIIO DE 1S..S.
a noticia da dcscoberta desun inmenso Lbe-
aouro.
Km 815, o naviodeguerra boipanhol s.
Pedro, sagoido do mais 15 navios rom 1,800
homens e 3 milhOea de dollars, dirigia-se
para a provincia do Veiie/.uella, |iie acabava
di; soparar-se iia metropole.
Chegando a bahia do Cumula, o S. Pedro
nauftagou.
romoemprego do sino merBulhador, o
caaitSo ('.auiiiony tirou ja *00,0t)0 tullis
horero como a maior sonima dovc natural-
menM estar collocada perlo do payol, o ca-
pitn propoz-se a destruir por explosivo a
i are,ib,a .lo navio snboiergido.e conduzr as-
si ni a uni completo resultado, a empresa ca-
melada.
OS EUROPEOS NA CHINA.
A I. nuil. de ('.miau alrtlie arlualffleute a atleii-
c,u r oblica para o Celeste Imperio;* I, astaas-
pecio rio ileua de ser interesante (uuhecer quaes
lio sillo tiu todas as pocas as leldcBt iloi eurupeui
com ule vasto paiz.
O lirigo* ignoram, segundo parece, a Inicia
dttsas comarca* ; sem embargo, tlgeo* sabios, fun-
dando-ee em documentos recentes, rreem que Alt-
landre Magno, cuiihertu os GMnoi, e que no aunn
:1J7. ames de .1 isus CJirift*, peuetrou no sen pala ;
mas eslj piis*. m oulra parle digna de mencio-
nar-.", nao nIi' fundada ero prosas tafficleiitis.
O Obsta Imperio comtrou n cunlr.ilur retardes
rom a huropa no lempo dos imperador?) romano*.
No anuo de llili, Marco Aurelio euviou urna eru-
bailldi eilraoidinana ao imperador llouu-'l'i, e
parece qie ralai.oes nencaiilis J1reri.11 com a China, releces
que inleriumpeiam com frequenna os DWthoiOt
peisas, aiida que punce denaram ile coiilinutr-s*.
No auno Hiiadi eilraorilinana ao imperailui Tin-Vo-Ti o
nal a aeusieu com benevolencia, conservando.a na
orle por eiparo de alguns nieles.
O reprsstnlaoles de liorna recebaran] numerosos
resenie e as provas mal ioiquivocas d* sincera
imitadt.
Em fim poileriormenlc, no auno de 530 durante
reinado de Jusliniaoo, euviou-se oulra embanada
vlraordinaria ao imperador l.a-Narg, quarlo prin-
ipe da derima d\nalia, o qual a--i;;n,.u seu Iralado
e cominercio com Koma, relave a seu lado a nm
o iodividuos da euibaiada, c Mo conferio depon
oo.ninan lo superior dos tus ciercilos.
A ullima embanada romana occorreu no .mu > de
l, e foi recebida pelo imperador Tans, o vipcsfl-
uo prunairo uberano da dncima terceira d.naslu.
or urna oulra parle se literam njagnileoa pre-
enles, e se perniillm os Komanoi lar um represen-
aule resi'lenle no poulo do lilloi.il que escollietee.
sle en(.1o se perda a milicia das re icGs que me-
liaram enire Koma e o Celeste Imperio.
O Arrabee, depois de conquMarem a Persla,
i auno ie 652, invadiram a China e taquearan.
id.ide de t.amao.
O* l'orlugue/.es foram os primeirce na* era r.on-
equencia dos grandes mannlieirns nos line do ecu-
) ijainlu, frequenlaram os poclos da China.
0 viee-re de Goa, 1). I.opo de Sonta, ojudaito
nr am liomem de eminente mrito, o jesuta Pa-
ella, obleve em 1517 um Iralado de cominere en
vor dos seus coropali iotas, e o obsequio ile enviar
n erabaixador ao palacio do imperador ; mas
olencla conducta de elguut comiirorcclleu eslas
iporlanlea vautagens.
(Isolliciaes que acompanlurain o embaiador hns-
lisavam o indgenas nai iiiunediices de Pekn,
Mt depois foram obrigados a ealiir do psis, e Pe-
lea foi encerrado .......i prisa*, na qual moireo
1-iIo* Irea anuo. Depois de algun lempo, os
1 IngnetM prataraa grandes iervi(o aot Chinas,
psi'KUindo os piratas que eaqneavam os seUs porto
l ~lae, e a corte de Pekn, rrcobrondn as primitivas
dposi(i'ies, Ibes concedeu a Iba n* Mani, qoe ac-
I luiente uceupam anida. Em 111(12 os llulUndeies
ssiirain as pisadas dos Portun.ueiet e Tram eilabe-
lwr-ie na China. Sabidas sao as primeiras e to-
mas empreas. em nouie da religii*, por S. I'ran-
ciw Xavier, que morreo ..... CsnflM do Oriente.
I'** frades A^oslinhos e qoinre I'ranri.canos pru-
eo.ram seauir o caininhi que lhe< liaba tragado o
xeiso apostlo, e dirigiram-i* a Clima pelos anuos
de 57S, mas licararo mal iuccdii|us n< sua empre-
za, urque foram eipolios jor ordeni do imperador.
in ronsequeiicia da aduiravrl oraanisagflo da eua
nrciu. os jesutas foram is priir.eiro em obler na
< lu Importantes resulladis religioios para o folu-
ro. i) padre Mlgael Kuigerio (m l.",7'J e o padre
Malieus Rieci em 1587, eslabelrceram numerosa,
mitoes, as qaaea revelamu um (alent eminenl*.
Esls dous relig iso- er.ini homens d lados de gran-
de eiergia e de una abnagvcaa sem lialles.
O padre Ric;i enegM I ,/er--.f presentar na
cirl-de Pekn, (tange** t grac,a do impera lor, e
roma prolerr.lu do poverm obleve numerosa e*n-
venies. Morreo em 1610, com cinccenla e oo an-
uos 1e nlade. A siia inorh occasionou urna mudanca
eotnpleti na* relar.iee da Uliua co.....s eatrangeiros ;
ni..-, paseado* vinle anus, a iila(a* voKou ao >eu
iriMilivo salado, e ti.....u a c, inorar um novo e
r.ia lliiresrente periodi para o r.ilholicismo.
* Este resultado foi itvido a um liomem mui tinelo, dolado de vasts ronheeimenlns de um ca-
rcter conciliador, o pdre Adam Sehaal. que refor-
me* o calendario clms, foi direc:or rio observatorio
t das dependencias rlronomicas de Pekn, elevan-
do-o por ultimo o ttperadof Choun-Tchi em 1645
a" dianidide de sr.o mandarun e de ministro de
inslrncco putdica.
leve numerosos lisripiilos, fe com que viessem
a' China da Francseda Italia varios religiosos, qoe
o ajodaram dixnanenle na propaga^jlo no imperio
do conliecimtnlo ia scienciaa e da arles uleis que
slavam em uso la Europa.
Chava l'ch, qie murrea em 1iiG2, deiiou por seu
surcessor a um ios inaiores principes do sen lempo,
o imperador Ka g-IIi, lion..... eroinente, virtuosoe
addieto a' idea tiuinai.iiai i.n.
Este illii-tiemonnrcli i leve por rimliilenle c ami-
KECElir.IMHtlA Oli REMIAS IMKIl.NAS (,E-
KAES DE PEKNAMBDCU.
Keiiiliinenln dn dia 1 a > 8:0149260
dem do dia 1)....... 7659801
CONSULADO PROVINCIAL.
8:8108061
Reii.limeiiln do dia I a 8
ld*m do dii 9 ,
28:92697-29
2:2370227
31:1639956
*i ft"
'
Navio entrado no da 9.
Araral> lidias, billa hrasileiri (Artoaly*, de 35
Ion-lula, capilao lleurique de AlmeIJa, eqinpa-
iem (i, carga couros e mais geueros. A Camiuha
^ I litio l'eilono ao Ceara".
Ierra Nova35 'lias, birca insiera oNelhertono. de
250 tOMladll, capiiao l'homar Eles. equipauem
12, carga 25,10 barricas com bacalhfo ; a James
( rahlre* jC. Perlence a l.ivorpi.,,1.
Maccm c purlos intermedios 41 horas, eomm-n-
danle o seguudo lenle Juaquim Alves Mu-
reira.
Navios subidos no mesmo dia.
AraealyHiele braalleire aCapibarib*, laplUo Tra-
jano Anlunes da Coila, carga fjenla' e mala g-
neros.
Liverpool8area iogleza vBUmb, eapilao Eduardo
Dupre, em lastro de rea.
>
=- =
ir.
~ .13
C li.
llurut.
r.s. n
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.Itniotj hrra.
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F.
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v.
9 0
O lenle coronel Francisco l.uis Mariol Vianna,
E p.ra constar se mandou lillixar o pr-
senlo e publicar pelo Diario.
Secrutaria da thesouraria provincial de
PernaHibuco2 dejnlbo de 1858.O socrela-
rio, A. K. tPAnnuociaciio.
--- O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimeimcnlo da lei pro-
vincial n. 452, arts. 33 e ;{4, manila fazer pu-
blico, que do da 12 do crrante, por dianlc,
paKani-sc as apolices da :i e 4 sene.
Epara constar se mandou affixar o pre-
sente e publicar prlo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 1 de jullio de 1858.O secre-
tario,
A. F. da eVununciaQo.
ODr. Anselmo Francisco Pereiti, commen-
dador .|,i imperial ordem da llosa, o juiz
do direito especial do commercio tiesta
cidade do Recite, capital da provincia de
Pemambnco e son termo, por s. >l I. e (J.
etc.
Far;o saber aos que o presente edital vi-
om, em como no dia i j do crrante mez,
se ha de arrematar por venda a quem raais
der, depois da audiencia deste joizo, os baa
segointes : i sof com encost de panha
por 4050110 rs.; 18 Cadeiras do madeira pao
d'oleo a 4? rs. cada una 72? rs ; 1 jugo de
bancas ordinarias por ."i? rs., cujos bens van
praca por escuQo (ie Manoel Lopes da
Silva, contra Joaquim Ignacio do Carvelho
Mendonca, e nao havendo lanzador nue cu-
bra o prero da arrematacSo feita pe) valor
da adjudicacSo com o ahatimeiuo ca lei.
E para que clieguc o couliecimento de to-
dos mandei passar editaes que gero publi-
cados pela imprensa, e afllxados nos lugares
designados no cdigo commercial.
Dado e passado nesta cidade! Jo Recife dr>
Pernambuco 5 de julhode 1858.-En Manoel
Mara Hodrigues do Nasciment, esorivSo o
subscrevi.
Anselmo Francisco Porclli.
ot*
A reparttcio virtude da ordem do Exm. Sr. presidente de
8 do (torrente mez; e da proposla feita por
rrancisco llotelho do Andrade, aceita novas
pro oslas para o lonn'cimeuto de tijolo's de
alveuaria grossa, telba, e areia para as obras
da capital, ocio lempo ric 6 mezes. Os pre-
vereador di cmara municipal da ci laiie do Re- tondentea dirijam as suas propostas em carta
cife seu tormo, e jui/. de mpliios suppUnt* em I fechada ao lllm. Sr. director interino uodia
atereieio,
M. Imperial e C... que Deas guarde, etc. secretaria. Secretaria da directora das O-
I'.iivi saber os que o presente edilai virem, que
l>. JoMpha Mna da l'aivao aeha-se jnlgada de-
mente por seneoca de>e(*jQc*, cojo II eor lie o se-
g> a um jesim digno surcessor de Sehaal, o paire
V'erbiesle, qos fui nomeariu | residente da osela de
malhematicii e d rector das fiiiiriicee Imperiaes.
Uirigin a falricar;;io daarlilharn na China, e radi-
ado vario* tratado* que cnislilueni ueste imperio a
late do endito superior.
No lempo do imperador Kior-Hom edificaram
Irezenlasigrejascalbolicae, e os chrislaos foiam ob-
|eclo de aprcf* e da proler^ao particular do sobera-
no. Huuca foi fneii fallaa povo .jue no rduado glo-
iio.o de-le principe !!!
(La Espaa )
(A Nac.ao de Lisboa.)

PRACA DO RECIFE, P DE II I.IIO DF. 1858.
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Colaries ofliciaas.
Cambio sobre l.nmlres25 l|4 '.10 d|v. diuheirn.
Dweonl* de letras!) e 10 0|0 ao auno.
Astucar mascavado purgado29600 por arroba.
Anocal inascavedo 29400* 29150 por arroba.
Assncar snmenos2>!H)tl por arroba.
r/red. Robillianl, presidente.
P. Roigas, secretarlo.
CAMBIOS
t>olire Londrea, 25 1|2a o e 90.
* Pars, ;,s.", rs. por fr.
Lisboa, lll a 112
n Rio de Janeiro 1|2 por Op) de relale.
Descomo de ledras, 1(1 a 12 por Malo.
ni IIOOnras despatilllas. .
Ditas meiironas.......;)I,"(HKI
Peeatda6940e. iTaoo
Moedas de UstMIO '.ijCUKl
Ditas de 20o ... 2UJ50
l'KAl'A.Paiaces brasileiros. 25O8O
Ditos coluniuaries. 290KU
Dilos mesiraims I58OO
AI.FAM)t,A.
Reudliuenle do da 1 a 8
ldc:n do 11 '.) .
101:53
20:353a27l
l2l:K-s:l;i,llli
Descarresain hojslO de julho.
Barca franeeiaPernambucomercadarias.
Farca americanaClara llaseallfsrinha de Irigo,
lin^ue americanoOrellal.iboado.
luglaaKalpiabacalhao.
Patache braaileiroAmatoiiisgenebra.
Brigoe parlogueiCoMlanladivaraos ganarei.
liarra prnssiaua- -l.i/.rllefariiiha d* Irigo.
Ilrigue inglezArenaIerro e carean.
MOVIME.MO DA ALrNDELA.
N olomes pirados nm fa/.en las .
com gneros .
Total
Volumti sabidos eom fasanda .
tf a oiu geueos .
total
CONSULADO GERAL
Randeraanlo do rtia I .1 n .
dem do da },,,,,,
ll:8K(l>25
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kendimanlo do da las. .
dem do d.a '.1.......
782H90
DESPACHO!] DI. XPORTACAO PKI.a MESA
OCONSI LADO (DESIA CIDADE NO DIA
!i DE JULHO O 1858.
CanalBale* belga iLawenaen, F. Jos Comes, IS2
saceos assucar.
GlbraltaiEscuna dinamaiquea oAniie llclenea,
Peten Nash ,\- ('.., T'ill laceas estucar,
Uuenos-AyresPolaca hespanhold nVictoria, Via
va Amurimcx Fllbo, 345 barricas Mancar.
guinte.Senle.ci.l-"ni vista dn eiame afnlh* tres,
na pessoa de D. jotepba Mana da Paitao, e dos de-
poiinenlot da t'sleinunlias de f. S a f. 10, jOl*0-a
demente; maudt qoe o escriv.lo pro|i*nha pessoa
idnea para nai termos da Ofd*nacJ* livro li-
tlo lll'.. ser turneado curador para entrar na ad-
ministraran da iesoa e bens da demente, e proce-
dno ao compelene invenlario, *fllsando-se rdilaei
nos lugares rio cislume, e publican.lo-se pela im-
prenta para eoiutbr a quem ronvier, cusas. Re-
cife 25 de junlin le 1858. Anlonio leueira Mer-
lins Ribeiro. I' lo que niaudo que iiiosuem faca
negociu tlSD.ni con a dita demenle >rai inlervenc.;lo
de ,eu carador Jai) de Duela da Silva Rimes, que
nao podera' resolver acerca da pastal Q bens de sua
enralellada sem pievia anloiiaa^Ao d'este jui/o. E
para constar man 4>i panal o prosenle edidlque
sera'aisado nos ligares do cutime, e pela im
prensa. Dado a pasudo 10b meta tignal a tallo, tu
valba sem sello, o\ ctota; nesla eida le du Rceife
de Pernambuco, aoi 7 de jnlho do auno do nasci
melo de INnsso S*nior Jesusclirisli) de 1858, \ie-
.11110 selimo di indep'udencia do imperio do Brasil.
Eu, Flo'rianno Correa de linio, cscrnao, O filis-
ci ever e lobeerevi.
Fraucism l.uit Maciel \ launa.
Pela iii'pecrao la alfaudega e la/ publico,
que un da 1(1 do crenle depois do insio da, se
bao re arrematai *m hasta publica a porll da mes-
ma repartirn, 2 enti* d* guisa, u^ valor de rcil
9a2U, 2 parafusos dilie, no vlor do J"\ S peras de
niadeira em obras >im|les para lanoeito, no valor de
HiSs, 2 bigomas, no Vilor lo 0)250 rs, 2 malhos
de ferro, lio valor de 3)200 rs., 1 Irado de diln po
vilor d* 1600 rt., 2 brrot da plainas no valor de
I98OOrt., I compaseo d ferro, no valor SOOrite
diversas nutras lerraunilas nao classifica as para
lauoeiro, no v^lor de .'S^itlll r.( abandonadat aot
diretlos por Harinea e Castro, i I libras oe ma-
rella em boni etlade, no valor d> 1293(10 is.,
8(i di(as em inso eslo no valor de 129900 rs.,
e 1 taiu de pioho qoe cinlcn a dila mercadura, no
valurde ll-.tin r... tb.ndonadas sos diieitospor
Joaquim Pinto Alves. l: libras de biscuulns em :':!
lelas, com loi|ue de avaro, uo v ilor -t* 369176 re.,
abandonadas aot direilospor E. II. Wyall, sendo a
arremalicao livre de diriiis ao arremtenle.
Alfandcua de l'eniamluro, 7 de jolho de 1S",S.
O inspector, liento Jota fernandes Itirrn.
- O lllm. Sr. insiecior da thesouraria
provincial, cm cuniirimunlo do despacho
do Exm. Sr. presidente da prov
corrente, manda fazer publico, que UO dia
2- do mesmo val nueainenin :i praca para
ser arree.atailo a quem niais der, o pedagio
da barreira da Taearana, servindo de base
a ai -reinal 1ai; ."ni o olTerepuiiento fmlo pelo lici-
tante Paulino Hodrigues de Oliv -nada quan-
tia de 40UC rs. por aune.
A rreniatac5o sera feita por lempo de 3
anuos acontar do 1." de jullii 1c 18.18 30
dejunbo de 1861, (cando obrigado o arre-
malanle pela renda total du trienio, entre-
gando-se-lhe o que ja houve.r c ibrado a the-
souraria, eciuzdas asdespezas retas.
1. pata constas se mandou illlsar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 6 de julho de 1858.O secre-
tario,
A F. da AlltlUDCtacSo.
o lllm. Sr. inspector U\ thesouraria
provincial, em cumprimento da rcsolucSo
da junta da la/cu la, manda la/.er publico,
que no da 22 do curren,e, vai novaineiile
a p'aca para ser arrenialado a quem por me-
nos fizer os reparo da ponte de Coianna,
avahados em l 032/ rs.
Epara constarse mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
l'cruamhuco 6 de julbo de 1858.- -O secre-
tario,
A E. da Miniinria(\""ui.
--- 0 lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resolu<;3o
da junta da Tazenda, manda Fazer publico,
|ue 110 da '22 do crrenle, peante a mesma
junta, vai nova meo le a piara para ser arre-
matado a quem por menos li/.i r os contratos
abaixo declarados :
12.'lauco da estrada do sul, .1-
valiadoem i:{:00(noo
14.' dito dito, em 18.5009000
E para constar so mandou alfixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria ea thesouraria provincial u-.
Pernambuco 6 de julho do. \n:,s -o secre-
tario,
<\ F. da AnitunciatjSo
O barSo da lioa-Vista, bacharel em mathe-
maticas pela universadade da Paris, lrica,
delro reformado de 1-. ciaste do exercito-
cavalleiro da ordem militar de S liento de
Aviz, cDinuiemlador da Ordem de Christo
por S. II. Fidilisslms, digmlano da laipe-
rial Ordem dj Cruzeiro, sen idor e eran.le
do imperio, commanlente superior da
guarda nacional da capital desta provin-
cia, e presidente do conseibo de revista
da mesma (,-uarda, por s M Imperial ele.
Faro saber, que na terceira domioga do
presente mez, 18 do crrenle) serennir o
consellio de revista ila o,lHr( nacional, eo-
ino determina a segunda part! d inrt. 25 do
decreto 1:130 de l de mareo de 1853.na sala
dassessoea da cmara municipal desta cida-
de, as 10 horas da maiihaa, na ennfor inidade
doart. f4 das inslruccOes n. 2de 25 de ou-
lubio de 1850, aflu de lomar conheciment
127 dos recursos que versam sbreos casos no
aa :t!, eque forera interposlus pela in nei
ra doart 38 das ditas inslruceOes.
Quartel general do commai >..i superior do
municipio do Recife, 9 deju bode 1858.
Biroda lloa-Vista
o lllm. Sr. inspector da thesouraria
pi ovtneial. e i cumprimento do disposto lo
Exm. Sr, presidente da provincia de 30 de
,,.. .I( |uuno ultimo, manda Tazar publico, nue no
~ pa'a ser arrematado a quem mais der o pe-
dagio da berreirado Uotocolombc, servindo
de base anemataQSo o ulterecimento i- itu
pelo licitantellasimiano das (.hagas e silva
da quanlia de l:50S por ano i
a arrematacSo ser feita tor lempo dea
ann'is, a contar do 1. du corrente a :io de
jitnho de 1861, licando ob'i tante pela renda tola i do trienio, ectregan-
io-se-lhe o que ja houver cobrado a thesou
rana, deduzdas as despezas feilas.
bras publicas 9 de julbo de 1858.O secre-
tario, Joio Francisco Itegis dos anjos
COLLECTOHIA DA ( IDADE DE OI.IMW.
Peraote o Sr. collertor Francisco das Cha-
gas Salgueiro, se lia de arrematar por venda
no da ISdo crrante, aomeiodla, por ser
a ultima praca. um escravo donme Manoel,
preio, de 20 anuos de idade, crioolo, com
principio depedreiro, avahado por 1:000?,
pertcnecnte aos bens do evento : quem pre-
tender arremeta-lo compareca no dia e hora
designados Collectora de Olinda 8 de ju-
lho d 1858.OescrivSo, J rio Uoncalves Ro-
drigues Franca.'
- Francisco Carueiro Machado Ros J-
nior, lancador do consulado provincial, faz
publico, que no da 1.- de julbo vindonro
principia a faznr o lancaniPiito da decima
dos predios urbanos da f eguezia da lioa-
\ isla c dos imposlos de 4 0|0 sobre diversos
estabelecimentos, casas de molas ejogo de
blihar. .Mesa do consulado provincial 25 de
juuho de 1858.
JoSo Pedro de Jess da Malta, lancador
do consulado provincial, faz publico, que
do dia i.- de julho vindouro em diat.tc prin-
cipia a fazer o .andamento da decima dos
predios urbanos da fregnezia do 8. Jos e
dos imposlos de 0|0 sobre diversos esta-
belecimentos, casas de modas e de jogo de
buhar. Primeira sessSo do consulado pro-
vincial 25 do junho de 1858.
D rector i.i ge ral dn ins-
triieeao publica.
Por esta sccreaiia faz-se constar a quem
convier, que o lllm. Sr. |)r. director eral
marcou o prazo de 6i> das, a contar da data
deste pa'a a inscnpcSoe processo de habi-
litar-So dos que se queiram oppr as cadei-
ras vagas de inslruccSo elementar do pri-
meiro rae de .\. S do o" de Ipojuca e N
S. do O' defiiaiina. Secretaria da instruc-
Cao rnblica 7 d- julbo de 1858.--O secreta-
rio. Francisco Pereira Freir.
Por ordem do lllm. Sr. delegado da
iCl'deTdo reParl'Sa esoecial das trras publicas. fa;o
sciente a aquellas que interessar pnssam que
a mesma reparli;So acha-sc funrcionando
na ruada Cadeia de Santo nlonio, no pri-
mei ro a dar do sobrado n. 11 B,Francisco
Paciflcodo A inaral, amanuense servindo de
Odicia'
3OO00
3OU0
183000
2*100
i\w
11i2
ti;;
175
:!7S
105
blico, e com especialidade aos seus amigos i bellos carros, (juando nao subindo rio
o alleicoados. que schando-se em concert ..;,,, ,,, batei anropriados, O indi-
o mencionado palacete, cstao suspensos u- ,-, i
divertimentoa emquan.....So flearmompto citravel fetice ro quento incomr.aravel
| ,.ih'ii lulo tic:: r proi!l|
de todo o mesmo, e que nao intervirSo di-
recla, ou indirectamente em qualquer di-
vertimento, que possa apparecer desse ge-
nero, a nao ser no su,ir. dito palacete
^Hii $&\


&.
(la|iili.n ibr. t) COmO nula ]ilo|)l'c l.nh'
l.io invejavel einbcllesaria por certo os
li('(|itrnia(los campos uas escolhidas popu-
l.naics dos paizes maisadiautados e nota-
veis por seus recreios, ja por tao tavora-
\cis circumstancias, como pelo subido cut-
io da mesma propriedadea troco de quan-
lia comparativamente moderada, conta o
referido agente com grande concurren-
cia dos verdadeiros apreciadoros ao leilao
que lera' lugar no indicado dia labbado
10 do concille ao rncio dia em jionlo em
sen escriptorio, onde antecipadamente
sri a exhibida a respectiva escriptura e se
daraoos mais csclaiecimcntos.
9U90Z ttMitrsofl.
Zls&ociaco CrjJt.t}v,ipUu.i
(JcvuatnUucana.
Domingo ll do crtente, nn lupare huras
do costume, llavera sessao ordinaria do con-
sol bo.
Juvcocio A. C. Cesar
1." secretario interino.
Os abaixo essigoadosfazem scienteao
publico, e com especialidade ao respeitavcl
rorpo do commercio da praca do Itecife, que
nesta data mmpraram os estabelecimentos
de relallio, que nesta villa pertenciam a seu
mano o primo Joao Francisco Teixeira Mar-
ques, livres 0 desembarazados de todo o ac-
tivo e paSSitO dos meSiaOS, Cuja liqui laean
lica a cargo do vandodor. Oulro sun, decla-
ra m mais, que ditos estabecimentos licaro
gyrando soba limia sociai de. Antonio l.ou-
renco Teixeira Marques eC<; sendo o ge-
rente da casa o socio Antonio l.ourenQo Tei-
xeira Marques. Villa do Paco de Camaragi-
be .'o do junho do 1858.Antonio Lourenco
feixeira Marques.- Fortunato Jos Marques,
Fazenclas.
f abaixo assgoado participa ao res-
peitavcl publico desta praca e do centro,
que continua a ter mu completo sorti-
mento de todas as fazendas inglezas,
ue por estes das o briguo nacional I francezas e suissas e procos muilo em
Almiranle, que amd recebo al^uma carga1
Para o trVio ,|ai<'ir<>.
Segu em poneos das a veleira e bem
construida barca nacional Feliz l'uiao,
de primeira marcha, estando protnpta
alguma carga pode recber mais, c sendo
paia o resto sera' o lele muiscommodo:
a tratar com seus consignatarios Basto /
hemos, ra do Trapiche n. 17.
Para a Bahia segu era poucos diasol
muito veleiro palbabole Calado, por ter par-
te de sua carga pronipta ; p.ira o resto Ira-
ta-se com o seu consignatario Domingos:
Alves Matheos, na ra de Apollo n. 23.
Para o Rio de Janeiro sabe com milita
brevidade a bem condecida barca Kecifo, a
qual teni parto de seu carregamento prom-1
lo; para o restante n passageiros, paraos
quaes tem aceia los a espacosoa com modos :
trata-se com Manoel Fjncisco da silva Car- ,
rir^o, ra do Vicario n. 17, primplro andar, '
ou com o capitSu Mauoel Jos Kiboiro.
Rio de Ja-
neiro.
Segu com toda a brevidade o brigue
ndcional Firma, por ler dous tercos de
seu carregamento: para o resto e passa-
geiros Irata-se com Novaos A C, na praca
do Commercio n. 0, ou com o eapilao
Manoel de Frcitas Vctor.
Para o lio
DE
anuda, passagetros o ascravos :a tratar com
os consignatarios Jos Joaquim Das Fer-
nandes i\ Filhos ra da Cadeia do liecife.
Para o Kio de .lani iro.
Segu com loda a brevidade o brigue na-
cional Klvira, por ter parte de sua ca ga
prompla |iara o resto, passageiros e escravos
a l'rete, para o que tem exeelbnles commo-
dos: trata-se rom os consignatarios Jos
Joaquim Dias Fernandes Filhos, tua da
Cadeia do Recife.
raa o ro ile Janeiro.
A bem condecida barca nacional Amelia
pretende seguir com muita brevidade, tem
parle de seu carregamento promplo ; para
o rrslo trata-se eom O sen consigualario An-
louio i.uiz de Oliveira ivzevedo, ra da Cruz
n, i.
lia I
Par
a
na
conla : na sua loia n. 18 aterro da Boa-
Vista.
uarte Borgcs da Silva.
Tatnandar.
Da-se almor-o, jgniar c ccia, o bem assim
casa para assistir, em Tamaodar, por pre-
("os razoaveis, aos passageiros dos vapores :
a tratar com Jos Carneiro de Farias no
mesmo lugar d Tamandar.
o niartyr S. Manoel da
Paeiencia.
A commisso encarregada da festa do
misiiu santo erecto na igreja de IV s. do
TerQopos abaixo assignados julga nada de-
ver, as havendo alguma conla fura seja
presentada no prazo de :t dias contados
deste para ser pago as Cinco Pontas n. j.
Manoel Jos de SeuzaManoel Carreiro
da Silva Francisco Jos Ferreira Bastos.
sepne com muila brevidade .1 escuna naci- .-..-,. ....... .......... ,., .-.vflriaflk
nal Travista, tem meUde de sen carrega- :"--V?t3.??JP;-fV*--' ':'- .-".--^
metilo a bordo : para o resto Irata-se rom o
seu consignatario Antonio l.uiz do Oliveira
Azevedo, ra da Cruz n. I.
rara o ro o veleiro brigue nacional Fluminense,pre-
lende seguir com muila brevidade, tem
promoto parte do sen carregamento; para
o resto de que Ihe falla, Irata-s- com o seu
consignatario Antonio l.uiz do Oliveira Aze-
vedo, m.i da Cruz 11. 1.
(II .J'lv-J'1'i
I: M7aU8
CONSELIIO ADMINISTRATIVO.
Oconselho administrativo, para forneci-
mento do arsenal de guerra, lom de com-
prar os objectos seguinlcs :
l'arau fardameulo do 7 hatalbao de infau-
iaria. meio batalhSo da provii cia da Para-
hiba, e o 10. balalhao de iufantaria.
Panno azul, covados 2421 ; hollan.l*. de
lorio, covados 2500; cordao prelo dlas
2000 : botoes grandes de metal amarcllo. li-
sos 2262 ; ditos pequeos le Uilo dito 2097 ;
ditos grandes de dito dito rom n. 7. 2716 ;
ditos pequeos de dito dito com n. 7, 1716 ;
ditos grandes de metal bronzeados, cora n
lo, un ; ditos pequeos de dito mo com n.
10, -J77; ditos pretos de osso, grosas ion ,
dilos glandes braneos de OSSO, glosas ->(I0 J
ditos pequeos dito de dilo, grosas ^00 ;
clcheles relos, pares 500.
Armazem do aloaoxarifado.
Maderas de qualldades pan maslros de
bandeiras, com 75 palmos de compumen-
toa. r
!). balalbao de iofautaria.
Zapatos, pares 35.
.inein qurzer vender taes objectos aprsen-
te as suas proposlasem caria fechada na se-
cretaria do consellio i.s 10 lloras do da 12 do
corrente.
sala das sesses (lo conselho administra-
tivo para forneciment do arsenal de guer
a 5 de julbo de 1858.-Henlo Jos Lame
nba l.ms, coronel residente. Jos Au-
tonio l'inio, leen te-coronel vogal servindo
do secretario interino.
CONSEMIO Ali.MINisn AIIVO.
Oconselho administrativo, para foroeci-
menio do arsenal de guerra, lem de com-
prar os objectos seguales :
i besuuraria da fazenda.
Jarra de barro I ; cascal ,1c lalo 1 ; uri-
nol 1.
c.asn de dotencSn.
Ostical de lalao I ; coco dr cobre 1 ; url-
uiil I.
Provimenlo do armazem doalmosa-
rifado.
Ferro inglez em barra, qnintaes 40 ; dito
Jiloquadrado de 5|8, dito ni dito dito re-
dottdo de 3|8, dito I; dito sueco quadrado
de 6|8, dito i ; carvao de pedia, lonela-
las lii.
Ujuem quizer vender taes objectos apr-
senlo i':; suas penoslas em carta fechada
na .secretaria ,lo c.nselbo, as lll lluras da
manbaa do dia 1( do concille.
sala das sessOes do cuusilho administra-
tivo, para forreci melo do arsenal de guer-
ra, 7 de julho de 1858.Benlo Jo.'-' Lame-
nhs l.ms, coronel presidenti Jos Antonio
Pinto, lenente-coronel serviudu de secre-
tario.
Campanliia l\ rica tabana.
Preyine-se aos seuhores i quem convier,
que anda existem alguna camarotes le I ii
ceira ordem e cadeiras para assignaluras:
110 til airo de Santa-Isabel, ou na C8SI SO
lado n.i), desde :i horas da manhSa al i da
lar le, nos das uleis.
Para o filio
de Janeiro
O brigue Maria Luzia, segu nestes
tres das, pode receber passageiros, c es-
cravos abete: consignatarios Abneida
liomis, AlvesoC, tua da Cruz n. !27.
,.
Lotera
UK
I
8
Ceara',
nliao c
ara-
Para'.
Opalhaholo linio Paquete capitSo Jost
Pililo .Nunes, yal seguir ciii poneos das nos
por los indicados! par o restante de seo
carregamento que punco pode rallar trata-se
com os consignatarios Almeida Comes, Al-
ves v\ i;, na ra da Cruz n. 27.
,tfI>.i*.
S;>l?!):i ao
10 'A" joi'-
liaslcs
agente
BAILE PQPULR
MASCARAS
I)
PALACETE IJA lll \ H\ PRAlA.
Os directores declarara ao respeitavcl pu-
reute
Manoel do Naseimenld ila SVI
bu i leilao por intervencio do
Oliveira, do sen sitio e casa em ebrios pro-
pi ios, im lugar denominado Estr.ada de
Santa Anua (defronte do do (inado Anto-
nio da Silva c occopado actualmente pelo
Sr. Hubo, socio Rcrcnlc da casa comiucr-
i aldns Sis. \. O. Hicbci' \ C., (isilin
tem "iSa palmos de frente e mais de 600
de buido, lie linio murado, com elegante
pulan de forro para entrada, acha-se
primorosamente plantado de arvoredos
liiiciil.ios, subrHsnliiiiilo entre estes as
preconisadas e lito apreciadas larangeiran
de umbigo, e com um elegante e bem de-
lineado jardim adornado de lindas limes
eoniriis mimosos arbustos, entremeados
de vasos delicados c ca i manchis de ler-
r i para maior recn i", a casa de vi venda,
sobre commoda e elegante, lie rodeada
de iimo escolhida gradara de ferro, con-
tem boas salas e !l rpiartos cstrarosos,
com cos nha e dispensa lora, separada c
apropriadamento, lem grande sen/ala.
eiiclcii.i para r,(,,rii. eslribaria para S
cavallos, (piarlo para l'citor e outras ex-
cedentes beinleilorias, ludo edificado s-
lidamente de lijlo e cal cora a s\ mitria,
esmero e modei nismi do anno de I S.Vi.
\ amena posirao da descripta projwieda-
detorna-a diariamente mais recommep-
davel pela pro\imidade da ca] tita I, cujos
habitantes a apreciara alegremente as
pocas das encantadoras festas de seus pri-
morosos afra baldes, para onde se ollcre-
eem conducccs i("rulaies cm mnibus e
o hachare) Adelina Antonio de ."-.
._ Lona Freir, tendo alcanzado a de- c'l
.:'. inissao que polio de juiz municipal ";
' e de orphSos de Iguarass, acha-se @
. .'- advogando neata cidade e lem seu
";. escriplorio na ra estrella do llosa- '
.-. rion. 10segundo andar, onde pode ''[
;.; ser procurado a qualquer bina do ;:;"
'J dia, Lambem se eucarrega do pro- '- "
3 mover qualquer ace-io nos juizos de ;;;
l fura da capital. s
..................... ... .. .. .-y .,,
.^'...v;.'.,;^..M,.'... ..::,. @%
-- Precisa-sc de um sobrado de primeiro
andar para uma pequea familia estrangei-
a, rtrefere-se as segundes mas : ra >ova,
alerto da Boa-Vista ou roa da Aurora, perlo
da ponte da ioa-Visla : a tratar na ra e-o-
va n. 52, luja.
v- ice ...' ... .,. ... .,. .,. ... ... ... ... ... .,. .,. ...
I -:^!: naca, j
.-; Paulu Oaignoaiuentiila, nn a-,. i.,rltn- i -
adral n.l.i, ua aiesmacasa lamaguaepoi ^
-o'.' ilmtrilic*. -;;
&-3 .;:,:>::'::.
guro coatra
fogo
COMPANIIIA NOKTHES, ESTABELE-
C1DA EM LONDRES.
Prei/i ios tfim in n idos
AGENTES
C.l .Asfley (.yCo^pahliia.
Na lundicao da Amor,' c.....> -i-si
de srvenles forros ou escravos, pira
servir debarxo decoherta.
LHOES DE PAUTIDAS IKIBR4DAS
ENSINO i'RATIC
(TRES VEZES POB SEMANA.)
Na ra do Padre 1'loiani, sobrado da es-
quina n. 5, defronte do becco do Serigado.
\s lices terSo com eco as 7 horas da noile
dos das em (jue se couvencionar ; e antes
desta hora nao se acha o'abaixo assignado,
cot quem se deve tratar a reapeito. O pre-
. co COntinu'a a ser -Mg pelo ensillo.
M, Konseca de Medeiros.
--- l'or favor peeo ao Sr Luna Freir,
guard i uo consulado geral, que nao se oc-
eiih.e coinigo, pois de nada S'i virao suas in-
trigas e calumnias.
Tiburtino Pinto do Almeida Jnior
-- Procisa-se de urna liten a para comprar
se, sen In para alugar-se por 3 inezcs :
quem livor e quizer urna OU nutra cousa, di-
rija-se ate o da 9 do correle mez a ra de
Apollo n. armazem, que achara com
queni tratar.
'leudo o Sr. Bernardino francisco de
Azeve lo Campos annunciado que se retira
para a Europa, a sendo elle tulor da orphSa
Mara Antonia Teixeira, sobrinha do abaixu
assignado, rogo ao lllm. Sr. I)r. juiz de or-
i1 aus queira chama-lo a cuntas e remover
a lulella, porque nao be possivel ((uo conti-
nu a .ser tuior quem se retira do termo. Re-
cife 8 de fnlbo de 1S8.
Josa Antonio Pinto teixeira.
At ti'I lcfl o.
Ilesappareceu das immodiacoes de 8 ma-
ro no dia 7 do coi rente, um cavado pedrez,
pequeo, de 10 anuos de nlade, pouco mais
ou lenos, magro, eom principio de un a
bellide no oihu esquerdo, que .-- eslava cu-
rando, anda de baixo a meio, tem cauda >
crinas grandes ; suppOe-se ter sido furtado
mesmo de dia : quem do mesmo aouber ou
ler noticia a seu dono sera recompensado,
ao pe d fundicio, taberna de Jos Jacintiio
le i aivalllo.
AVISO
Avisa-sexo >r. Jos Martina da Fonseca,
i'lor no lugar caito de Maricota, que
haja de apparecer no largo da *ssembla n.
6, segunjo andci, a uegocto que nao dee
Iguorar.
-- Acha-se a venda na praca da In!; I n
lencia n. I0,u diccionario nacional da lingua
franceza por II Kescberelle une, o nico
que a-prescnla o exame critico dos mais es-
timados diccionarios ale hoja publicados,
principalmente os da academia de loesle,
de Laveaux e de Y Saudais.
Precisa-se de um feitor para um sitio
perto desia praca : quem estivnr neste caso,
dirija-seara da Concordia, taberna da es-
quina que vai para a casa de detencSo.
P'ecisa-se de uma mulber para cuidar
de uma menina que se pretende desmamar
a tratar na ra da Cruz n. 53, segn lo andar.
Pede-.-" ai Sr Itornar lo Cecilio Car-
neiro Mnuiei o o favor de apparecer ni ra
da Santa Cruz n. 76, alim de concluir u oe-
gocio pie sabe.
Sn ascriptorio do abaixo assignado na ra
do Collegio n 21, vendem-se bilheles da lo-
tena da provincia pelos seguiutes procos
sendo do 100? para cima e a dmbeiro a vista,
lii Hieles garantidos 59500
Mcios dilos 2*750
1*. J. La y me.
Lotera
DA
provincia.
O abaixo assignalo declara que de boje
em dianle compra bilheles de lotera reco-
lliilos com o descomo de 30 por cent o m
qual for a quantia : na ra do Collegio n. SI.
P. J. I.ajme.
@@@-sS^SS^-7
O Rita ova h. 09 se- (^
guildo andar.
JoSo da Silva Ramos, medico pela w
univeraidade di- Coimbra, receben m &
sua casa das 7 as 10 boras da roa- ^J
nbaa c d8S 3 as .' da tarde as pessoas J,
V2 que o quizerem consultar o pres- VV
(3 ta-se com promplidSo a qualquer (&
(A chamado, para dentro ou lora da ci-
** dade, ne quem precisar de sausier- ($
,'A vicus mdicos, cirurgicos, e de par- Ar|
Za. teiro. v
Terobem recebe em casa alguna w
doenlas pelo mesmo preco, com que tf
geralmeuiesSo tratados em outras ,'a*
@- casas; para o que tem os melborus z
cimroodos.
tMM9 S@ MM
i viso aos Se ii llores (fe ens
iCIlil.
Francisco Jos Augusto Ferreira, eom ar-
mazem na ra da Moeda n. 2, confronte ao
trapiche do Cuaba, compra niel desenros-
cado e grandes^porsOes dando elle os barris
para seren cheios no engeuho : quem cou-
vier este ne:ucio dinja-s ao mesmo arma-
zem, para tratar a safra loda.
-- O abaixo assicnado faz scienlc ao res-
peitavel publico, especialmente aojeorpo do
commercio, que ven leu sua taberna Ma no
Campo Verde, livre e desembarazada, ao Sr.
Miguel Jos, da Cusa, liecife 28 de junho de
188.Manoel Joaquim Aivcs dos Sanios.
O abaixo assignado pela ultima vez
roga aos seus devedores que vennam saldar
seus dbitos, do contrario os chamara a jui-
zo.~Manoel Joaquim Alves los Sanios.
ASSOCIAO rOI'LLV!.
I>E
3@@&ia /ju-riis
7 do jullio de I8JS
l'ara rogularidade das linancas manda a
directora acientiflear aos socios atrasados
em seus pagamentos, queso devem por qui-
tes com a casa ate o da 10 do correte, e
que a falta do cumprimento desta obrigacSo
ossubjeitar irremlssivelmeiite as penas de-
cretadas B0 I.' do art. a.- dos estatutos.
J Horges Carneiro, t.- secretario.
OSr. Jos Uaximiano Alves Cavalcanti
leuha a honda Je de dtrigir-se a na do (Juei-
mado n. 24, primeiro andar, para concluir
o negocio que sabe.
Precisa-se no collegio da ~onccl$3o de
um reverendo sacerdote para dizer missas
nos domingos c dias santos: aquella senhor
que se propozer a este encargo, queira tra-
tar com o Sr. Joaquim da Silva Castro, na
ra do Cl espo.
-.;.- U Mr Pedro Antonio Cesar muduu .S
i sua residencia para a ra do r..n- ,::-.
r[ gel primeiro andar do sobrado n is '.;\
;;-* onde pude ser procu ar.ua qualquei
.' bura do da ou ,1a nuile, para U exer- '-."'
.. cicio da edicina e par is ;
OC-:?::. :;:::.:: @@$ ^:?O
Uuem precisar de urna ama de leile,
dirija-se a praca do Corpo Santo, a Palmei-
ra r\: lieltriiu, que dir quem alu^a.
-- O juiz dos feitOS da fazenda Baudou seu
escriplorio para a ra de s. Francisco, so-
brado u. 7, onde podera sor procurado pelas
parles.
Deseja-se fallar a negocio de seu inte-
resse com o prelo livre Miguel dos Aojos,
que chegou aqui lia punco do Porto Alegre
em companhia do Sr. Ricardo lluch, c se
agradecer muilo por qualquer infurinacao
que se dersobre u mesmo, no escriplorio
de Herir, liiunn & i;., na ra da Cruz n 10.
Caelauo Cririsliano Vilque nao he ni is
caixeiro da loja de Andr Guilhcrme Urc-
ckenfeld, des le d lim do mez sado oque se. avisa para que os devedores
iiiio paguem ao mesmo, debito algum.
Bernardino Francisco de izevedo Cam-
pos declara ao respeitavel corpo do com-
mercio desta cidade, qoe Ma loja de romos
acalcado, sita na ra do Livrament n 11,
conlinu'a a gyrar debaixo da mesma lir a
Campos A.-Corris, e em quanto durar Ma
pequea ausencia, serSo as letras da casa
assiguadas pelo aocio Corris.
Ao puhHeo
Marcelino de Borja, scicntiflea ao respei-
tavcl publico que, em 0 sen aiiiia/cm na ra
Jo Collegio u 15, tem ex OStO a venia um
esplendido sorltmeuto de objectos de mar-
nucira, dos mellioirs fabricantes de liam-
burgo e Pars, e que os vende pilos piceos
mais cumnio ios pussivel, mais baratos rres-
modo que em oulra qualquer fiarle, c liem
assim que recebesempre por todos os navios
valos d aquello;, lugares, novos sorlimenlos
dos memores e ruis modernos movis.
-NA lll A 1)A (LOMA CASA 1)0 11 MIAU1.
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
no
l)R-P. A. LOBO HOSCOSO
Medico partero C operador.
O l'r. Lobo MosCOSO, (la consonas todus,,.,
lias e pratiea qualquer operario de cirup^ja
assim como,acc ide rom toda prompU]p0,
as pessoas |ui precisaren doseupra^
para o sevico de partos, praticandf
terac.(Ves auuaesou iustrumentaes quan-
(i nao possa conseguir resull. lo/,ormeio
; la homeopathia, que tar.ias vezejiem ven-
; In diiliculdades, qu" parecig| insupe-
raveis.
Aluga-se a sala do prieeiro andar da
casa eunfionte a ordi m ler* lr,< ,w s Fran-
cisco, por cima da ultima C mira : na mes-
ma casa.
Instiniceuo pj-atuita.
Francisco de Frailas '.amboa, profosso da
escola central do ra; i,,, ,,, Caslil 10, vai
abrir u.n curso de iijirucco primaria gra-
tuito, das 7 at as '. |, as da molo. So ad-
mitle20 homens ;.,,,., ser admettido ma-
tricula, (ii coa ;.r,.i.,r alleslado Je COII-
ducla do icv.-ie;,,!,, vicario, e do Sr. subde-
legado da respectiva freguezia, c da disc-
pulo levara uma p.,-,, papel, penna e tinta,
a entrada s,,,, iofallivelmente as 7 lunas,
da las as i];, ,,.s >,. lechaia a porta da escada
e SO Se al'.na ?.s '.1 para a saluda. 0 servieo
-era disi, j..irji pela maneira seguiole,
meia bo,:i para escripia, meia (>nra eontabi-
hdaJe,-(i,.s quarlos pa a leilura continua,
um qHarto paia oxplicacilo do cathecismo
'ad*jU|.rina cbrislSa, iraduzido por I). Jos
'' iciilu' Os discpulos qm eommelterem
as 110 mez serSo lespedidnS. A abertura
'osle cu*.so sera a 19 do andante julho, dia
^o S. Vicente de Paula, fundador da cong e-
Diean daS Klliaas da cal idade,
A quem Ihe faltar um boi manso, pro-
Clire na taberna do An ir, di encru/ilba la
'- belem
HOSPITAL iOTUGUEZ
DE
Nao se podando reslisar a sessao de as-
sembla geral dos senhoresaccionistas, an-
ouuciada para o dia do corrente, he nota-
mente convocada tiara domingo, 11 de julbo,
as 10 horas da manbaa, no salo do Hospi-
tal.O secretario, M. F. deSouza Barbosa.
O 0r. em medicin* i'rc-
(Ierice ichulz,
niedico operador parteiro e oculista, da
consultas com especialidade sobre as moles-
tias das muliu-res, ds CriaiiQas, dos olhos o
da pelle, acha-se todus os dias uteis das 11
lior?s da manlia. s :i da larde, em seu con-
sultorio, ra da Cruz n. 40, segundo andar
lora iiestas horas, a qualquer oulra da noile
ou do dia pic ser procurado cm sua casa,
ra de Joo Femantes Vieira, na Soledado,
em frente do sitio grande do Sr. Amoriin ;
as pessoas que do seu prestio precisaren!,
lauto da cidade como de fra, o farao por
escripia-, que serSo iccudidis com proni-
Udflo.
- Precisa-se do urna ama que saiba co-
/.inhar e la/er iodo o servigo de casa : na
ra do Caldeireiro, lanerna n 60.
Anselmo Ayres Hodrigues de ./.eve U>
mudou seu esiabelec.iiucnlo de alfaiate para
a ra do Crespo n- 9 primeiro andar, aune
esta prompto a servir com esmero e promp-
tidSo a tolas as pessoas que de seu preslimo
se quizar utilisdr
Lotera
Quarta-feira, ii do corrente, aodam as
rodas da lotera do hospital le Iro II. c ra,-
tao a venia no ten > da Boa-Vista, loja de
bilheles u. ,"it, bilheloj nleiros e meios, e
troco para os fregu/ IS.
Sociedad^ da.s Artes Mf-
canic so Liberaos de
Pernambuco.
NSo se po leudo rlIV.-ituar a eleicJJo da no -
va directora no dia annunciado, poi falta
de numero legal da socios, desiguei a do-
minga seguinte para cumprimento dessa
operacao, c rogo aos socios quo se ex Tor-
cera para comparecer! naqelle da no
lugar sabiio 10 boras da manha.
J. jorges Carneiro, director.
l'eie-se 0 Sr. Antonio Alves da Kon-
seca Jnior o favor de apparecer na ra a
Collegio n. I, lerceiro and- r, afim de con-
cluir o negocio que sabe, sob pena de se
publicar qual seja ose negocio.
I. Anua Joaquina Teixeira da Valla
Cavalcanti, arrenda o seu eogeflbo Novo,
sito ua freguezia de lgiarassu' : quem o
u'etender dlrija-se a auiiuuciantc no seu
sitio do Oiteiro junio ao rresmo engenbo,
ou a sen lilao Jos Teixeira da Mulla Caval-
canti, ua villa de Iguarass'. na ra da Ma-
triz em casa n. 9
Precisa-se de dous amassadores quo
sejam peritos : paga-se bem agraaando: a
trate.r na ra (fu Amorim n. 48, ou om Olin-
da, padaria do Varadouro.
Na ivraria 11.60 8
la prac da liidepeuden-
eia precisn-s falai i i r.
Oean, (|ue morou ua rtia
neiria.
Precisa-se cor aluguel de uma escrava
e um escravo para o servido iuteruo e exler-
uma rasa de familia ; na ra de S.
Francisco n. s, como quem Tai pama ra
Bella
- Precisa-se de um homem solleirocom
as habilitacoes precisas, para ensinar pri-
meiras lettras a um menino em un engenbo
distante desta (iraca seis leguas: quem u
pretender dirija-se a botica da ra \ova n.
53, que achara com quem tratar.
Permuta-se ou veode-se um sitio cm
8. Anua de dentro ou do Xavier com granlo
casa de mora i^, estribara, cocheira e baixa
deeapim para dous cavados : a tratar na
ra da Cadeia do liciife n. 20.
OflVrece-se para caixeiro um rapaz bra-
sileiro, de idade la unios, natural do Una, o
(]ual lem pratiea de negocio, da fiador a sua
conducta : a tratar na ra lireila o 69.
Precisa-se de um cont de reisa uros
Je 2 010 ao mez, sob o prazo de 6 mezes,
dando-se por garanta 3 escravos em hypo-
tbeca : quem quizer annuncie por este
Diario.
Fredcrico Chaves aluga a sua casa de
campo sils no POCO da l'anella, com muilo
bous comraoaos, e muito fresca, para grau-
!e familia, leudo jardius aos lados, e no
rundo quintal murado, boa cacinba d'agua
de hohir, cozmha grande, casa para criados,/
cocheira para carros, e eslribaria pan ca/
vatios; is pessoas que u preleuderem, ao-
dem se dirigir ao aterro da Roa-Vista v 17.
/
A pettoa ne na ra da Cadera ti' ilecift,
n'iaii arusaifsn da frr:>ci>iis, fallo* eem 'propric-
larii da maiur parli do etnzenliu Furno^* Cal, em
| principio dn mee de abril ptoainM pna, a ree-
peito de arrendainentn, oo |irnriu(a 'i^inr.ina parte
do eiiEcnli.i: he rogada apartrer iij-tiiesina ra n.
~i2. ih/.er (|(iu neiipcio prcleudc
O abaite a dar MbraS* Hospicio n. 19; e iin.as un- (prrenu ronlinuo aos
fundos do nie.ino tobrido, 6m Sti |ialin< de frea-
te e 170 de funda* : por isf quem pralender, qoel-
ra dirtaw-*' *' P'*i ii i soa-Vista, bolici a, Jt, e
.ihi ni liaira' u lagar e rehars eerlsg para >er pr.i-
ruraila. ",'io Ortavio da Moura.
| fiNSiyfDRIft HOMEOPTICO 2
;3
..
no
m LOBO I0?CoZ
(ka kl'da gloria casa do plni>au
0 ir. I.olio Mosco/.o la/, sciente jj
- a (,.'in interessar possaque tem
j cjinmodos em sua cusa |>ara re-
eber alj(ins escravos nao so pa-
J ra tratar de sitas enfermidades
'J, como para la/cr qualquer opo f.\}.
. i u;o. O doentes serao tratados
;J3 pela liomeopatliia ou pela allo-
pathia, conforme parecer mais ;
conveniente para a brevidade da
,- cura. Adverte que recebe gra- ;
-; Luitamcnte umaououtra pessoa ;_
;:u' precise la/.er alguma opera-
ii, e (jue por suas circumstan-
cias nao possa n satis fazer as des- _.
.". c/.as de tratamenlo e nao queira -
tar-sc a ir para os hospitaes, :';,
(.' proco do tratamcnlo dos escia- .1
;;. vos regulara'de -S a 3j diarios >
'. conforme a gra vi dade d.i mo'**s-
.'. lia c o lempo de curativo.
-- liescja-SQ fallar com o Sr. Joaquim
loseue tlrr.eida Pinto, na ra de A|Killon.
I-, a negocio que nao Ignora,
- o Sr. JoSo da S |v 1 Cnim i um 1
encommen la, na : 111 da i.a el
ti.; armazem.
Carta a entre-
&**
Nocscri lori 1 do a
ia do Ii cife 11. til, primeir i aiuj
te um ; irii ( Sr. Fmilin le Orqt >
Lima, viudo du B iro pt lo va| 1
ca ana.
Franci ca l: intho estn-
du segund 1 '.: ; :' cul lade
1 actia-se autousaiu pelo governo
eusinar I:
-- Alug i-s ui c n .- que 1 I
Ijidos : lia riu Impe 1 n. 1 D,
IT7T7\Ti7\
11
i\/i


DIARIO DE PERNAMBUCO SAMADO 10 DE JTIJIO DE 1858.
Lotera
Provincia.
O Sr. tliesoureiro manda fazer pu-
blico que se acham a venda todos os das
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora 11. 2,das) horas da manliaa as 8
da noite, bSbetes e meios da segunda par-
le da (piarla lotera do hospital Pedro II
cujas rodas andado inipreteiivelmente
no da 1-i do corrente mez.
Thetouraria das loterias de julho
le 1858.O cscrivao. J. M. da Cruz.
Ka ra do Crespo n. 2, escriptorio da
via forres, entre 9 boras da manlia at *s 4
da tarde, se dir quem precisa do coziohei-
ro forro, mulhcr ou liomem, como tambera
de urna ama forra para ensaboar e engom-
mar, nao se olba preco.
Na roa do Senbor Rom Jess das Criou-
las n. 16, lava-so e engomma-so com perfei-
(3o e presteza, poi preco razoavel,
Aluga-se um primeiro e segundo an-
dar de un sobiado na ra Direita : quem
pretender, falle na ra das Cruzes, ultime
sobrado de dous andares n. 9, lado direito,
quem vai da ra do Queimado para S. Fran-
cisco.
Brevemente
ir para os prolos o drama em 3 actosCar-
los ou os efleilos do jogo e das palavras mal
pensadas; acha-se aborta urna assignalu-
ra para o dito drama, na loja da praca da
ludependcncia ns. 6 e 8.
ata$K
Eugcne Cliquotl ttenCitO
'!i
*
J^ Chegaram a ra do Queimado n.
| 15, os afamados cigarros bota-fogos,
fjs a elles antes que se acabem.
- A pessoa que annunciou precisar de
1:0005000 a juros de 2 por cento ao mez,
dando por garanta urna tiypotbeca ero 3es-
cravos, d'rija-so a ra do Crespo n. 11, loja
de livros, ou n. 17, que se dir quem da.
Deseja-se fallar ao Sr, Jos Antonio
Vieira, a negocio que Ihe diz respeito ; na
rua da Moeda n. 25.
-- Arrenda-se nao menos por tempo de
um anno, um sitio na Cap'inga nova, com
cocheira, estribara para 2 cava I los muito a
commodo, quarto para feitor, gallinheiro de
lijlo e cal, cacimba de sotfrivel agua de
beber, poco para lavagem de roupa, bstan-
los arvoredos, alguns ja dando fructo, casa
a boira da estrada sobre o alto, sendo a sala
da frente assoalhada e forrada, muilo fresca
c clara, por ser toda cercada de janellas,
leudo nos lados terraco com varan Ja e al-
grete de flores, e porlo do ferro ; propor-
cionando assim o dito sitio decente o agra-
davel residencia, alem de ficar muito peno
da cidade. No sitio confronte, propriedade
do Sr. l)r. Jacobina, existem ns cliaves para
ser visto pelos proiendentes, e a tratar abi,
ou na rua da Cadcia do Itecife, primciro an-
dar da casa ii. 3. strvindo de escriptorio.
SEGURO CONTRA 0 FOGO.
COMPANHIA
, AIjL ANCE.
Lst&belecida em Londres,
em marco de 1824
CAPITAL
CINCO MILIIOLS DE L1BKAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Drothers & C. tera a honra do
informar aos senbores negociantes, propie-
tarios de casas, e a quera mais COOVier, que
estao plenamente autorisados pela dita com-
panbia para etlectuar seguros sobre edifi-
cios de ti jlo e pedra, cobertos de lelrw, c
igualmente sobre os objectos que contive-
rem os mesmos edificios, quer consista em
mobilia, oq em fazendas de qualquer qua-
lidade.
Attenco.
Jos Joaquim do Moraes Navarro, acad-
mico do quarto anno, autorisado pe presi-
dencia, recebe meninos internos e externos
para ensiuo de alguns preparatorios : na rua
lo Seve, outr'ora liba dos Ratos, casa de
sotao e portao.
gs@s ssssss@&
$Casa de saude!
(& O Br. Ignacio Firmo Xavier, roce- $
(gh be em sua casa de saude, que fica ao A
/a norte da estrada da l'assagem da
w Magdalena, entre a ponte grande e a
<$ pequea do Chora-Menino, todas as
J[ lhor tratamento, o maior zelo e cui-
dado medico. O local em que est
edificada a casa destinada para esse
miste.r as regras hygienicas, sobre
as quaes est construida, os comino-
dos de que dispGe, o aceio, ordem, (B)
() e regulaiidade que alii se encon- jfj
Olra-n, so condices ponderosas para JZ
fc ""'".breve cura e completo resta- (9
Delcevg,ent0 as pessoas que quize- /A
rem uUsar_se ue seu prestiao po- *
cra ~,ln sobrado n 9> prmciro andar, das (A
10 horas d manhaa as 3 da tarde, S
edessa hora .m dlante no seu u. (
belectmento. >
Beims participa ao respctavel puhlico
pernambucano, seu vinho de champanhe, se acha em ca-
ta de J. Praegeri C.
AVISO
>"a casa de banhos do pateo do Carino
precisa-se de um servente escravo, preferin-
do-se velho : para tratar das 6 as 8 da ma-
nliaa, ou das 5 as 9 da noite, na mesma casa.
Precisa-se de urna ama secca : no bec-
co dos Patos D. 8.
ATTENCO
Pede-se a quem quer que seja dos senho-
res estudantes, moradores no segundo an-
dar do sobrado que lica junto a matriz de
Santo Antonio, cujo proced ment so parece
revelar pouca ou nenhuma educarlo, que
trate com o devido respeito e acatamonto s
pessoas quopassam pela sua rua, equose
nao importan) com S. S., etc., etc.
O major Ponteado deseja fallar com o
Sr Manoel de Ulivclra sobre negocio do seu
mteresse, podondo comparecer at o dia 12
do corrente ao meio dia, na rua do Queima-
do na loja do Sr. Jos Mari Ferreira & C,
ou declarar o numero da casa c rua em que
mora para ser procurado.
Fugiram na noite de \ para 5 do cor-
rente dous escravos a saber : Mire.il, altura
regular, com alguns signaes de bexigas.falla
manso,entre o nanz e a losli fizmodode um
talho, rosto redondo, nariz chato, foi do lu-
gar Baixa-Verde, vendido nesta praca em 6
do maio do corrente pele Kvtn 1. Sr. padre
Marca I Lopes de Siqueira, este levou c?lca
amarella, camisa branca, um paletot do al-
paca, chapeo de feltro e um cinturao encar-
nado com chapa amarella na cintura ; Be-
nedicto baixo. bem preto, bonita figura, p
pequeo, rosto redondo, nariz chato, falla
bem o muito ladino, foi de lugar de Iiezcr-
ros, vendido nesta praca pela lllma. Sra. I).
Josephina Dantas de Almcida, por interven-
cao dos Srs. Adriano & Castro, levando
chapeo de pello redondo fnncez, caiga bran-
ca, camisa de chita ou branca, olles foram
juntos c levaram alguma roupa mais : pede-
se a todas as autoridades policiaes, capitScs
de campo e a tojas as mais pessoas a cap-
tura dos ditos escravos e conduzi-los ou
manda-Ios ao seu proprieta:io Joaquim Jos
Rodrigues da Cnha na rua do Brum n. 22,
que recompensara gcuerosi.meiile.
Kugio no dia 29 de junho prximo ptsj
sado, da villa do I.minen n, urna escrava de
norae Seraphina, crioula, com idade do 20
anuos, levou um veslido de musselina ja
usado com llores cor de rosa, e panno da
Costa, alia, pes grandes, algum tanto lula.
tem em um dos bracos urna grande maica
de bexiga Ae vaccina : quera pegar, leve
a dita villa do Lima, a M uioel Hamos da
Silva Moreira, que ser bem pago.
-- O abaixo assiuaio faz sciente ao pu-
blico, e com especialidad' ao respeitavel
corpo do commercio da praca do Itecife, que
nesta data vendeu seus cslabelucuiitntus de
rctalho na villa do Passo, provincia das ,\-
lagoas, a seu mano Anlonio Louronco Tei-
xeira Marques, e primo l'ortunato Jos Mar-
ques, cuja venda loi feila hvre e desemba-
razada de todo o tetivn e passivo dos mes-
mos eslabelecimeulos, cuja lnpiidaco lica
a meu cargo laze-la. Villa do l'.ss> 30 de
junho de 1858. Joan Francisco Te.ix.eira
Marques.
AssoflAtti rortLvn
DK
SOGGORROS MUTUOS.
A directora previne aos senbores SOCIOS
que a icuniao de domingo, 11 do correute,
devo ter lugar no urimeiro auiar da casa n
13 da rua do Kangcl. director,
A. Carvalho.
Aluga-se urna prcta que sabe cozinhar
eengoaunar, purera nao sano a rua : quem
a pretender, dirija-se ao aterro da Boa-Vista
u. 33. lercciro andar.
Na rua do Queimado n. primeiro an-
dar, ha urna mullier para ama de leite.
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOWAV
Para acabar.
Vcndcm-se sedas do superior qualidade c
ricos padroes, o covado a Ic300 : na rua do
Queimado u. 11.
Vende-se nm terreno com frente pela
parte do norle, coma travessa da rua Au-
gusta, e alinhamento at o rio Capibaribe,
pelo sul cora o terreno de Joaquim Lobato,
ao este com a projectada nova rua, com 4ti1
palmos e meio, de leste a oeste com 370 pal-
mos de norte ao sul, cora duas casas terreas,
sendo urna mei-agua,com vanos ps de co-
queiros, e mais 400 palmos alagados, junto
ao mesmo terreno cima ; a tralar na rua
do Trapiche n 36, com Malucos Austin S
Companhia.
Vende-se um sitio entre as duas pon-
tes da Magdalena, com duas frentes, urna
de 200 e oulra de 500 palmos, e sila da parte
da sombra a larde, com arvore los, etc. : no
pateo do Carmo n 9.
Vende-so um ferro graude para navio
P1LULAS IIOLLOWAV
Estelncstimavel especifico, composlo ni-
teiraniciite de hervas medicinaes, uo con-
ten mercurio, nemalguma outrasubstancia
delecterca. Benigno a maistenra infancia,
ea compleicao mais delicada he igualmen'
te prompln e seguro para i'.esarreigar o mal
na compleicao mais robusta ; he inleira-
menle innocente em suas operacoseefl'ei-
tos ; pois busca e reinove as doencas de
qualquer especie o grao por mais antigs e
Leazos que sejam.
Entre militares de pessoas curadas com
este remedio,muitas que ja estavam as por-
tas morte, preservando em seu uso ; con-
sem sepo, cujo ferro se acha na fnndicao W. | seguiram recobrar a saude e forcas, depois camTsrnhasYordacias'con'i m
Bowman. na rua do Brnm, passanao ocha- de haver tentado inutiln.enlclodos os ou-
tros remedios.
As mais alllictas nHo devem entregar-se a
desesperaco; lacam um competente en;.aio
dosellicazes efTeilosdcslaassomlirosa med
cia, e prestes recuperarfio o beneficio da
saude.
N3o se perca tempo em tomar este reme-
dio para qualquerdas seguintes cnlermida-
dcs :
Accidcntcsepilcpticos Pebres intermitiente
fan, se dlra quem venle.
Vende-se. urna oscrava crioula, recollu-
da, de idaJe de 15 anuos, cose c engomma :
na cocheira coulronto \ ordera terceira de
S. Francisco.
i
i
1
i
i
Franceluio Isid^ i.e.| a. C, tefli no
armazem do Aincs, vn.io de Usboa fia bar.
ca Mana Jos barrncas DequeHas com erva
doce e cominos. escolhu0 t 0 me10P
2!?LSLSTL!!!!!!i "i*.[\?. ou Porinteiro
com
de
j^a loja das seis
portas em 'rente do Li-
vramento.
Cambraias francezas a 200 re. o covado, a
pega com 32 ovados a 6?0O, fazeuda fina e
padrOes novjs; d3o-.su amostras, e a loja
esl aborta das 6 horas da manhSo s 9 da
noite.
Cortes de brim de Iinlio a
%OOO rs.
Na rua do Crespo, esquina qun volta para
a rua do Collegio, loja n. 5. vendem-se cor-
tes de calQa do brim de linho de cores a 29 0
corte.
No caes do Hamos, arma/.em n. 1, ven-
de-se superior arroz de csca, por menos
preco Jo que em outra qualquer parte.
Agencia
a fiiiidi^ao Low-Mo
rua da Se mea la 'ova
n. 4.
Nesteestabeloclmoatocontlna'aahaver
um completo sortimcnto de moeudase
meias moendasparaeugenho, machi as de
'poro laixa.s Je forro batido e coado de
lo losost.iraanliospara dito.
Vende-se 1 preto de iO'snnos por SOOO,
I prela de bonita figura e boa quitandciia :
uo pateo de S Pedro ti. (i.
Vende-se uma negrinha de bonita figu-
ra o com ida te de 12 anuos : na rua da Ca-
dcia do Recite n. 55.
Novas pampelinas de seda muito. ricas
liara vestidos a 1-3 o covado, novas senas la
vradas para vestidos a la'200, corles de ad-
ietes de velludo a 700 res, ditos de fusiao
a 500 res, lencos de se Ja grandes a le, ditos
de cassa a 900 reis, cortes de c&lsa gasineta
padroes ricos a 23, ditas de brim a 800 res,
uvas brancas /ara homein e senliora a 300 o
par,cobertores do pjfT. a i?800, camisolas
de laa para escravos a i r tm, roupa feila
azul e de coros para ditos a 900 reis cada
peca, chapeos do sol de panno a 1s800. ma-
dapolao muito lino a 38600, 4?, 48500, 5j00,
e outras muitas fazendas baratas, na rua da
Collegio leja n. 0.
Al po reas.
Ain polas.
Areias(maldc).
Aslhma.
Clicas.
Convulsocs.
Debihdaile ou exlo-
nuagao.
Debilidadcoufaltaile
Febreto da especio.
Colla.
Ileiitorrhoidas
llydropisia.
Ictericia.
Indigesloes.
Inflammaces.
lrregu la ri da des da
menstruacSo.
forcas para qual-.Lombrigas de toda
quercoosa. especie.


Compra-se eirectivamcn'.o brouze, lao
to e cobre velho : no deposito da lundica-
da Aurora, na rua do Brum, l< go na entra-
da n. 28,e na mesma fundico.em S.Amaro
Compra-se urna taberna em boa rua e
bem afreguezada, cjm poucos ou muitos
fundos : a tratar na rua da SanU Cruz na
Boa-Vista n. 64.
Compra-se effecti va mente ni rua das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, accoes das com-
panhias, e da-se dinhoiro a juros em gran-
des e peauenas quantias sobre penhores.
;- v. :.>
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rios.
Dureza no ventre.
Fiiferniidadesno ven-
tro.
Lnfcrmidades no liga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Ilcrysipcla.
Febres biliosas
Mal do pedra.
Manchas iin cutis.
ObstruccSo de ventre
Tisica ou coiisiimp-
cSo pulmonar
Uelencao deounna.
Kheuroatismo.
Symplomas secun-
darios.
Tumores.
Tico doloroso.
['leers.
Venreo (mal).
Vendem-se estas pillas no eslabeleimen-
to geraldc Londres li. 2H. Slrand, e na
loja de lodosos boticarios droguistas e ou-
tras pessoasencarregsdas de sua venda cm
lo.la a America doSul,Havana ellespanna.
Vendem-se as bocelinhas aSOOrs. cada
Aviso.
No armazem do Adamson llowie C, rua
do Trapicho n. i2, vendem-se sellins prra
bonirin e senliora, arreios pratiados para
cabriole*, chicotes para carro, coleiras para
cavello. etc.
Attenco
He barato que
admira.
Na rua do Queimado n. 37, nova loja de 4
portas,acaba-se de receber pelo ullimo vapor
viudo de Franca, ricos corles de vestidos de
seda com 3 baados para 30, 50, 0, 70 e
80s000, ditos sem babadns a 255, sahidasde
baile a 239, 24, 85 a 30/000, enfeites para
cabeca do melhor gosto que se pode encon-
trar a 10 12 e 143000 cada um, manguitos
bordados de cambraia a 2/300, 3 e 5 o par,
e gol-
linha a 13/, gollinhas bordadas a lrJOO,
19600, 25200 e 23500, liras bordadas a 800,
900 e 15 a vara, cortes de harege a 73, gaze
de seda a 700 e a 800 rs. o covado, fular de
seda a 800 rs. o covado, grosdenaples mofa-
do a 13 o covado, dito limpo boa fazenda e
15800 o covado, dito preto a 13600, I3S00 1
i", manas pretas do fil bordadas a 9 e 12,
chapclinhas para senhora muito boa fazen-
da a 143, chales de merino bordados a ti-, 8
e 115, 'litos de touquim bordados a 20,
corles do cambraia de salpieos a 55600, ditos
de seda prctos muito superiores 8113 a 903,
chales de merino pretos a 43. lencos de re-
troz a 'i, cnapeosdo sol de seda superiores
a 10, dilos a 7, ditos dr> pello francezes 7
a 83, chapeos de lebre a O;500, ditos de. fel-
tro linos a 53500, dilos de fellro enleilados
para menino superior fazeuda a 5500, cor-
tes de casemira bordados a 63500, ditos lisos
a 4-, cortes de brim de linho a 23500, ditos
a 2800, ditos de mcia casemira a 89800, ca-
misas francezas brancas de linho a 43500,
ditas de madapoISo finas a 25*00, 29500 e 33,
ditas de cores a "23500, ditas de mosqueteiro
a ;, musselinas brancas a 320 rs. o covado,
diles de cor a 320, 360 e 400 rs. o covado
muito finas, chita franeeza muito superior
a 280, 320 e 360 o covado, cerouias de linho
muito linas a 35, g a duzia, luvas de lio de Kscocia a 900 rs. o
par, muito boa fazenda, (lela branca a
480 o covado, mas de cores muito finas a
900 rs., grvalas de retroz a 23, dilas de se-
tim bordadas a 35, ditas de seda a 600, 800 e
13 cada uma, cortes de seda branca com lis-
tras azues asselinadas a 203 o corte, cam-
braia desalieos muito lina a 900 rs a vara,
DIO de linho liso a 6i0 a vara, dito bordado
a 19400 a vara, meias do seda brancas c e
, boa fazenda. ditas pretas lencos de
La /Jahas
para vestidos.
Na loja do fazendas da rua do Crespo n. 5,
esquina que volta para a rua do Collegio,
vendem-se ISazinhas de muito bonitos pa-
droes, pelo barato preco de 500 rs. o covado-
na mesma loja vendem-se pecas de madapo.
13o com pequeo toque de avaria, a 2(000 a
peci, e cober'.as de chita j feitas a 23000
cada uma.
Sellins e rslegio .
SELLINS e RBLOGIOS d patente
Ingle : a venda no armazem de
Hoalronltooker Companliia es-
qi. ina lo largo do Corpo Sanio Da-
mero 48.
Farhilia de
mandioca.
Vend-se superior farinba de man-
dioca por preco mais barato do que em
outra qualquer parte : no armazem 11.
5 ilefronle do trapiche do Ciuilia.
GRANDE
PECHINCJJA DK MADAPOLAO' COM
PEQUEO TOQUE DE AVARIA.
/Va loja do i*re-
guica, na rua do Queimado, esquina do bec-
co do Peixe l'rilo n. _>, vende-se madapoln
com pequeo loque de avaria a 298*0 a pe-
ca, ditos largos a 3 e 3/500, ditos ditos fi-
nos a 4 c 4500 a peca, cambraias lisas finas
com 8 varas a "2500 e 3c a pega, pecas de
cassas de quadros finas com alguns furos do
cupim e com 10 varas a "2800 cda uma.
m

Relogios
Vendom-se relogios do ouro, inglczes de
patente : no armazem de Augusto C. de A-
breu, rua da Cadfia do Itecife n. 36.
^Fviso.
uma dolas con tmu 111a inslrucgiloem por-1 seda para liomem a 23, ganga de cora 300 e
tuguez pata explicar o
destas pilul ts.
iuha
Vende-se farinlia de mandioca a 59000 o
sarco : no Forte do Mallos, armazem le lle-
melorio ev Irmo, conl'i otile ao trapiche do
algodSo.
Ceblas.
^'o largo do Pelournbo n. 5-7, vendem-so
echlas em mollios, ultimameule chegadas
do Lisboa, na barca Ligelra a jf-jfiO o CclllO.
por preco commodo, e graii|es sacct)S
larelo, no m S. Podro n. 4.
He chegado a loja de Leintc. aterro
da Be*-Vistan. 7, excellentelN^iS
de rosa branca, par* refrescara j,||C lirar
pannos,sardas a espinhas, igualrC.eo a-
famado oleo babosa para limpar eU/^r cres.
cer os cabellos ; assim como p impOria| ,je
lyrio de Florenga parabrotoejas easpcr,|a_
des da pclle, conserva a frescura e o BT]|a.
dado da primorosa da vida
.-.%;,
i? ODr. Casanova pode ser procurn- gjj-
ura- at
- -, do a qualquer hora para visitar doen-
les e pralicar qualquer operaco de
irurgia, especia.mcnle do
tj em seu
ICOBlLTORIOIIOMEOPATHICOl
partos W
I 'l8auadasCru2es56
joj No mesmo consultorio tem semoro
r:-. os mais acreditados medicamentos
;' homeopthicos em tinturas e em
W glbulos e carteiras riquissimas; ha
W taiubem varias obras em rancez e
tj em portugaez.
:'}^qoooooo
Si
o
o
-."
Homeopathia0
0 Dr. Sabino (decari > |,. Pinho, tendo de
organisar aHistoria la horneo athia (lu-
ante a epi iciiii.i do rholi.ra,roga 1 todos
os amigos da verdadequer tiesta provincia,
qner das outras do imcerio, que llie forne-
Sn com a maior bre i ade possivel, quaes-
quor documenlos, informaedes ou narraedes
ttas, que possaifl servir para a e\eeueo
1 Obra, lie justo que sejam conliei'i ios
os uomes de todos iquelles que cm tSo ca-
la mitos'; quadra soccorreram a allcla hu-
manidade. No consultorio central homeo-
patluco rua de Sanio A naro 'Mundo Novo,
n. 6.
N-\
-'S poesas
POB
FAtsmo xxm de iimss.
Aclia-se aborta a assignatura destas bellas
ias, na rua daCaoeia do liecifo 11. 41,
loja do Sr. Cardoso Ayres.
Na COCOeira dolarlo do arsenal ele
manaba vende-se um cavallo muito hom
para cabriolet por ser grande : a tratar
na mesma cocheira.
$alasi.es.
Vendem-se salames de Haraborgo 110-
vos ede ptima qualidade, tanto empoa-
c5es como em retalho: cm casa de J.
Praeeer \ C, rua da Cruz n. 11.
H rinoiiiiims ou
melodiueus
Vendem-so estes helios e lindos instru-
mentos, no deposito de piatiai da rua Nova
n. 27, por peco muito em corta. O naruio-
niuui he apropriado para coros do igreja
em substiluico ao orgao, muilo recom-
menaveis para as capuilas do engenho por
causa do pouco espaco que oceupa, e seu
pequeo valor, taml.em e.xcilenle instru-
mento para salo, podendo ser acompanha-
do pelo piano.
Vendem-se 2 escravos ds idade de 18 a
-0 anuos, ptimos para todo o servico do
campo por serem bous carreiros : na rua l>i-
reiU n 3.
VenJe-se uma canuca muito forte tiara
trabalhar com um hu, e lambem se ven le
um biii ; na rua Direita n. 15.
Vende-se urna mulata do 14 anuos de
idade, bonita figura, boa con lucia, e habili-
dades ; asstm como outra ile 10 anuos : a
tratar no aterro da Boa-Vista n. 4.
Vende-se uma casa terrea em Olinda,
10 Vara .ouro, chaos proprios, cacimba com
" >a agua, bons comniodos para gran 1er-
ID"i, a vista da casa he commodo no proco:
a.ueTt a pretender, dirija-se a rua larga do
i!osa.lo 20 cl|ve csl(l ca Uer(ia do
nr. Jo;n> Varadouro.
Al re 1 rao.
Vende-sg uma boa propr.edado em a villa
a Iguaras-^u*. na rua da Matriz, a qual esta
uo novo fettr,i tendo commodos para grande
aroma, ejuntamente outra cm Olinda, na
ladeira da Se, ,-m bons commodos, as quaes
se vendera pela retirada do dono para lora
lhVnTr0" : ralar na rUa da Catltla Vc"
a 'tienlnos
lindos apparclhos ,u- p0rcela branc
lourada.Oo menor ao .,, ,r tamanho, bi-
chos du .nuca e batatos r.idernos, ludo ba-
rato : no aterro da Boa-Vjsta, loja d .
u6ZB8 II. 58.
i'>ii i LUTO.
'.': ya"d*ro-se camiaiubas e man
Le te,
^
HEXR1011E4SYT0S
Ktta, r
los pretOS de l o cambraia
do Queimado n 10. loja do
:: Arttiur > <;.
na rut
-.'.: .

'ario.
Defronte do pateo des Francisco, na co-
cheira do Sr. Francisco Jos da Silvura
vende-se um lindo carro novo de 4 rodas'
ltimamente chegado de Franca, com Un-
es, varaese arreios completos pata um ca-
vallo, ludo do ullimojgosto.
-- Coatiuu'a avender-se rolas pardas, no
sobrado da rua de S. Francisco n. s, como
quem vai para a rua ella, sendo o casal a
13*000 sem gaiola.
Itecebidas em d.ireitura de
pars.
Uicos cortes-de vestidos do seda do
cor e brancos 8
Corles de cambraia de seda borda-
dos ao lado 5
Grosdenaples preto encorpado, co-
vado 13600 a 3)500
Dito de cores e hraliro, rovado 1j0'20
Seda branca lavrada para vestido
de nniva, covado lyiOO a 'i3"i00
Belleza da (mina, fazenda toda de
seda, covado 1300
Selim prelo macan para vestidos,
covado 23700 3500
Velluio prelo o mcihor possivel,
covado 5:500
Meio velludo prelo c de cores, co-
vado 19*00
Velbulina preta e de cores, covado 750
Tolar d Pars de seda com lisias
matisettas, covado I3I11O
Ricas sedas de cores de novos pa-
droes, covado 19920
Diana de seda lavrada mu linda,
covado 1 -000
Selladas de quadros chairas, co-
vado 000
Popelinas de seda o 13a, padroes
novos, covado 19000
l'.aregede seda, padroes rxiiidinhos,
covado 640
Corguro de seda com llores, covado o
Panno preto e de cores, ptova de It-
ino, covado 31 a 79500
Casemira preta setim,covado 19700 a 39200
Musselina de cor e brenca, covado 3'JO
Chitas francezas de cor claras u es-
curas, covado -2H0 a 360
Cambraias organdys.novos padroes,
vara a 1-^0
Cassas francezas finas, padroes no-
vos, vara a 500
Hitas dilas, vara a 30
Mantas de Blond, prclns e brancas 3
Manguitos o golinhas bordadas
Tiras e ntremelos bordados 3
Pulceirasde velludo, frocoe lila 3
Lencos do cambraia, linos, com la-
byrtulho Ijoon
Chales de merina com franjado laa Wsoo
Hilos tilos de seda 6*000
lotos ditos bor lados a seda 6^500
Ditos ditos bordados a velludo ll?OO0
Ditos de soda de peso g
Cortes de casemira de cor linos
Golletes de dita e de se i, bordados
Chapeos pelos francezes modernos
Grvalas Ce seda compridas com
atmel
Paletots de. alpaca preta c de cor,
forrados 73H00
Gndolas de alpaca preta a de cor 59000
Paletots de brim pardo e bretanha Tumi
Dilos de fustSO ganga o outras fa-
zendas
Ditos de alpaca prela
O deposito goral he en casa do Sr. Soum
pharmacoulico, na ruada Cruz 11.22, em
Pernambuco.
Lindos aparadores para sala de juntar,
ricas mobilias do Jacaranda a l.uiz XIV :
vende-se na rua da Cadeia do Itecife 11. 38.
-- Vendem-se garrafas a botijas vasias c
meias botiginhas proprias para giogibirra :
na rua da Sen/.ala Velha n. 50.
'^.: :.--::::::::. :OOS:
Attenyo.
;:'.. Kissel, relojociro Irancez, vende '.
'^ relogios de ouro e prata, concerta ;.;
relogios, joias e msicas, ja aqui he
$} conliecido ha muitos annos.liabita no ('f
A pateo do Hospital n. 1?. Qb
@@C-^-:r:::::;; VO-^OC O O?Z
Vende-se um cabtiolel com o cvalo,
caso convelida ao comprador, por prego mu
era cotila : a fallar na cocheira de Fra de
Porlas, com o respectivo caixetro, onde
existe o mesmo cabttolet para ser visto,
sendo que he de patente Inglez, muito for-
te, e vendido a preco em cotila, por ter al-
gum uso, acompanhaudo-o os| competentes
arreios.
Atteng&o
Acaba de Chogar loja demiudezas da rua
da Cadeia, esquina da Madre de Dees, um
1 ico e vai iado SOrtimento de jarros de por-
c lana e vidro para sala, espelhos gran les e
pequeos, v o.dura dour.ula, cainislnhas c
goilinhas oara senliora, enfeiles para cabel-
lo, ricas lilas com avelludades, perfumarlas
de muitas c ptimas qualidades, horzeguins
de couro de lustro para liomem, senliora e
meninos, palilots do casemira preta e brim,
lanle as de vidro e metal, sapalos do bor- '
rucha para homam e senhora, pentes de
muitas qualidades, capachos grandes e pe-
queos, compridos e redondos, e glande
sortimento de tniudezas, quo so vendoui po-
los mais mdicos preces.
elogioQ.
VenJc-se em casa de Siunders Brothers
: C, praca do Corpo Santo, relogios do afa-
mdo fabricante Roskell. por precos commo-
dos e lambem Irancellins e cadetas para os
mesmos de encllente gosto.
Nova ; 11a de malabar.
Vende-se esta agua a melhor que tea ap-
parecido para Ungir o cabello e suissas de
preto : na livraria universa i roa do Colleg'o
n. 20, d-se junto um impresso gratis cnt
liando a forma de applicar.
modo de.sse usar ,560 rs., bombazlna 13*00 o covado, panno
lino prelo a Jj, 39500, 49500, 5:500, 7 e 83,
dito cor Je ciie a 39 O cuva lo, dito azul 39
a 59500o covado, casemiras pretas a 23200
Cabos sortidos da Kussii, Ca- ^
10 e Manilba. -;};
Lonas da Russia, brins c brin- tj
/.oes. ^
Cobrec metal para lorio com @
pregos. y.-:
Oleo de linhaca e Velas steari- @
as. A
Estaulio em barrinliai, Bar- ^
tilha.
Vinlios linos de Moseltee Joa
. nisberg espumoso, e de ordcux
,-Z\ emquartolas.
C. J.ASTLEYd C.
TAGIIASPAKA ENCENHO
Da fiiiidico de Ierro deD-W. liowman
na rua do Bium. pass;ido chala-
f
%
9
al 4-3 o covado, damasco de laa de duas lar- '"" ontinuaa baver um .omplelosotti-
gutas a 29800 o covado, dilo estreito a 800
rs., velbulina preta e da cores a 750 o cova-
do, velludo preto a 63 o covado, brim braif^
co de Imito a I3200, 19500 e 39 a vara, gr-
valas com um annel por5g50O, meias bran-
cas para homem muito linas a 79, 8 e 10 a
duzia, cassas francezas muito linas a 480,
560 e 000 rs. a vara, collarinnos brancos a
220 cada um, lencos de labyrintho a 13, pa-
litos de, p .uno, de casemira e de alp-ca, pre-
tos e de cores, caigas de casemira e collctcs
de gorguriode seda, ludo muito bem feito
e para diversos precos, sarja prela para for-
ro a 19200 o covadoj cortes do collelcs del
casemira bordados a 5,3, dilos de gorgurao
de seda a 39800, e muitas mais fazendas que
n3o he possivel aqui fazer mencao dcllas
pelas muitas variedades que se encontrara
aqui neste estabelecimento : quem quizer
venha ver c Iraga dinheiro, que nao vai sem
fazenda barata.


'' casa de Itabo Scrunettau cCompanhia,
rua da tiadean. 37, veudem-seoleganie
pianos do afamado fabricante Traumann
de Hamburo
Vende-se um mulato padetro, excel-
lente amassador, e l'orneiro : na rua da Ca-
deia do liecife i. is.
Superior fari-
nht de mandioca.
Doininrros Alv !s Mathcus tem pina
vender emseu armazem da rua do \ iga-
110 por baixo do escriptorio do Sr. Anto-
nio .lose de Castro, muilo superior fari-
nba de mandioca em suecos grandes por
precos mdicos.
Vende-se uma escrava crioula, moca e
de liouila figura : na rua do Queimado
n. 44
ment de taclias ilcierro fundido e bati-
do, le5 a 8 palmos de bira, as quaesse
echama venda por pceo ommodoecom
promptidao,embarcam-st ou carregam-
se era carro sem despezai aocomprador
laceas grandes com supe-
rior faridha.
Vende Antonio Luiz de Olireira Azovedo
no seu arirazcm rua do \igarion.22
REMEDIO IMCOM'ARAVEL.
UNGENTO IIOLLOWAV.
Mimaros de individuos do todas as naces
podem lestemunhar as virtudes dcste reme-
dio incomparavel e provir em caso necessa-
110, que, pelo uso que dille lizeram tem seu
corpo e membros inteirimentc saos depois
de haveremprcgadoinu'ilmente outros tra-
lamentos. Cada pessoa tolcr-se-ha conven
cer dessas curas mara'ilhosas pela le tura
dos peridicos quo Ih'as relatara todos os
das ha muitos anuos; t a maior parle deis
las sao tSo sorprendentes que admirara os
mdicos mais celebres. Quantaspessoas re-
cobraram com este sol era no remedio o us
do seus bracos c peina., depois de ter per-
manecido longo lempt nos hospilaes, onde
deviain sotlrer a ampulacao'. Helias ha mui-
tas que havendo deixaco osses asylos de pa-
dccj.Tcnto, para se nSc suliiuellcrem a esas
operaco dolorosa foram curadas completa -
metilo, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algutnas das lies possoas na cfusSo
de seu reconhecimenti declararan! estes ro
sullados benficos .imite do lord correge-
dor, c outros magistrados alim de mais au-
touticarcra sua alBrmttiva.
Mingem desesperara do eslado de 6U-
saude se livesseoastante conlianca para en-
saiar este remedio constantemente segiun-
do alguin tempo o tratamento que uecessi-
lasse a natnreza do mal cujo resultado seria
provar inconleslavclraenle: Oueludo cura.
U ungento he uti mas particularmente
nos seguintes casos
Na loja de Antonio Lopes Pereira de Mello
St C. rua da Cadeia do Recifa 11. 7, vendem-
se libras de muito booi rap de Lisboa che-
gado ltimamente pelo preco de 'islOO rs.
cada uma.
Rfa loja das seis
portas em frente do
Livra ment.
Haral.o que admira-
Sedas de quadros, fazenda nova a 19200 o
covado, cortes de ditos com 19 covados a
J29000, gollinhas bordadas linas a I96OO,
ditas I9OOO, cortes de 13a com habidos,
fazenda nova a 8;j, cassas francezas finas a
06O a vara, mussjna encarnada ranilo lar-
ga a 320 o covado.
la loja
das seis portas
EM FRENTE DO L1VRAMEJYO.
Barato para acabar.
Musselina encarnada a 320 o covalo, cor-
tes de casemira ingleza cores eicuras a
2300. colletesi ds casemira bordad>s a la,
cambraia musselina fazenda tilia a 320 o ro-
vado, chales prolos de 13a a 18600. pecas de
bretanha de rolo a 2 meias para meninas e
meninos a 2*0 o par, chitas escuras tintas
lisas a 160 o covado, cassa chita de cores a
160 o covado. luvas pretas de leda para sc-
nbora a 500 rs. o par.
Na loja das seis
portas em frente do Li-
vramento
l'ara acabar com algum resto de
fazendas.
LSazinha com 5 palmos do largura pan
vestidos a 400 rs. o covado, cortes de cassi
chita 6 l|9 varas a I36OO, ditos de salpico-
finos a 2/, lencos de retroz a 50o rs. cadi
um, cortes de rlleles de casemira borda.
dos a 13, chales ce merino com flores a 2*
chitas escuras linas para cobertas a 200 rs
o covado, pellos para camisa com collori
tino a 500 rs corles de colletes de fuslSo
500 rs. chales pretos de 13a a I36OO. lencc
do seda brancos e encarnados a 800 rs.
jd3o-.se amostras com penhor ; a loja esl
aberta das 6 da manliSa s 9 da noite.
Vende-se um escravo moco e mu)
sadio : na rua da l'rata, armazem n.
Relogios
cobertos e descobertos, pequeos n gra-
des, de ouro patente inglez, para homm
esenbora, de um dos melbores fabncn:s
de Liverpool, viudos pelo ultimo paqute
inglez : em casa de Soulhall Mellor AC.
rua po Torres n. 33.
Carroca e boi.
Vende-so uma carroca com pouco use e
um boi manso : a tralar na liberna de Jo
Jos Lopes da Silva, rua do Colovello 11. y,
das 6 horas da mantua as 8.
'../<. ',.,-', ->
v.;
61
<.. w 'Ir ''
I" v:;
eez.
ad fi
.,:
:, Na loja de Nabuco a va n > vende-se c- lea lo Irancez do
gjk tolas as qualidades, como sejam:
;:"t Borzeguinsdu pelica gaspiados
de lustre para homem a 10,1100
Ditos deduraqueditos dilosa 10,000
Vende-se uma muala de 30 anuos, de
ptima conduela, quo sal; cozinhar o dta-
: 1 iu de uma casa, lava do barrella c ensa-
boa, faz lodo servico com precisSo, e be
opltma para uma casa de familia, como po-
llera informara casa onde ella so acha alu-
gada : na rua da Clona n. i i se dir quera
1 vende e o preco.
&# O^
Q ROUPA l'l ITA. Q
Vende-se roupa feita franeeza de ,/.
;.'." todas as qualidades, paletots sobre- '.']
;" casacos de panno e casimira, por W
,;, i.i nrecos muilo baratos : na rua do (f
.". ;'; Queimado n. 10, loja do l.eito, Ar- fJ
Q lilil' v C. -[[
.\;..: .::,;.;-ir .: :,.;:::;: .,: -.:.;.; QPvJS?
Otilio fi <*.y e >,500 por
sarco.
em saceos de superior qualidade.
:>

a
a
asli-
5,000
4,000
8,000
(i,oOO
6.000
5,000


Olios dltOS para senliora
Ditos ditos para meninas
Sapal s de luslre com o
co pira homem a
filos ditos forma ingleza a
'..': Sapatos de lustre rasos do 1
;:\ sola cora sallo a
;,' Hilos ditos sem sallo a
9 Zapatees de bezerro para ine-
'." ninns s .OOO ;.;-
,J Pilos de luslre ditos a 5,000 V,
...'. '...... .:>:: -..-...:':: :::\y-i;;-i\
,.. .. ... ... ... ... 5, .,. .
~ Vende-se em casa de S. P. Jonhslon &
C, rua da Senzala Nova n. 42, o aeguinte:
sellins iuglezes e silhoes, relogios de ouio
de patente inglez, candielros e caslicaeg
bronzeados, arreios para carro, lonas male-
zas, lio de vela, graxa para arreios.
Vende-se superior linda de llgodSo
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em casa de Soulnall, Mellor & C., rua
do Tunes n. 38:
!v;'|X>.
ChcgOU nova remessa de rap Irancez : na
rua do Crespo 11. 12, loja de Campos & Lima
,:.' .--..-,;'..- -.-.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
t das cosas.
dos membros.
Enfermidades da c
lis em geral.
Lnlcrmidades doanus
Inriammacao da m
triz.
Lepra.
Males das pernas
dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de reptts
Picadura de mosqui-
tos.
l'ulmoes.
Queimadclas
Thome iPinto
Chegou nova porc.5) dos charutos jovins
de I lime l'inlo, ost|uaes se veudem or
2- o cento : na rua tu Cadeia do hectfi n.
15, loja de Jos Lepol'o bourgard.
Uma rica e elegaite mobilia de jaca-
randa Luiz XIV, o boulos aparadores pira
sala de jautar : vende .e na ruada Cadeia
do Rectfe n. 38.
~ vende-se um nscram com 16 annos de
idade, de muito boa conmcla, e sem moles-
tia alguma, propno pirapagcm : na rua do
Li vramento n. 22.
Vende-se uma escrav de afio, com
idade de 30 anuos, pouco mais ou menos,
ptima cozinheira. cagonmadeira e lava-
deira : na rua da Cruz 1. 30, lerceiro
andar.
* Lrupcocsescorbuticaspat 11a.
Fstulas 110 abdomen.Isupuraces putrida
Frialdade ou falta de Tinha, em qualquer
calor as extremi-
dades.
Erieiras,
Gengivasescaldadas.
InchacOes.
loflammacaodoflgado
da bexiga.
parle que seja.
Tremor do ervos.
l'leeras;na bocea.
m do ligado.
. das articulares.
Veas torcidas ou no
dadas as peritas.

4-:,00
:::8io
. .'
9
A ..jfiHIO O CORTE
T Novos corles de vestido de cam-
"';. hraia de Coros com : e i ordena de
35 babados pelo baratisstuiu preco de
59 cada corte, ten do lambem algum
,f proprio para aliviar lulo : na loja
'' da roa do Oueiiii.ido U. 10 de l.cile,
Allltur M C.
bonito.
Vende-se um bonito moIccSo, boni cozi-
nheiroede muilo boa conducta, o que se
sllianca sob palavra : na rua das Trincbeiras
11 2.
FreJerico chaves vende r.or preco
Commodo, duas parles de um sitio grande
no lugar no Salgadinho, doqual he conse-
nhor Francisco Ferreira de Mello, com mui-
-3000
Milho
recentemente chegado -. no armazem do
Guerra, confronto ao trapicio do algodao
ecm fronte da rua da Madre de Dos.
I1BI0
13
NA J'UNDK'AO DEPEBKU DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, aA
KUA DOBUUM.PASSANDOOll .
KAKI/.
hn sempre um grande sortimento dos se-
guintes objectos le mecanismos proprios
p. ra engentaos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna conslrucc.lo ; la-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e de todos os tamaitos ; rodas
dentadas para .-.^'ua ou animaos, de todas as
proporcOes; crivos o bocea de fornalha e
retiistros ,ie boeiro, aguilhOes, bronzes, pa-
rafusos o cavillioes, uoinhos de mandioca,
te ele
NA MESMA FUNDKIA'O,
seexecutam tonas asencommendas
sunerioridade ja conhecids com a
presteza c com odidade em preco.
cota a
devida
ssscmi 1
enea nada.
Na loja de fazoudas da rua do Ciespon.
, esquina que volta para rua do t.ollegio.
vende-se musselina encarnada de bunios
Vende-scleste ungento no estabelecimen-
to geral de Londres n. U, Slrand, u e na
loja de todos os boticarios droguistas e ou-
Iras pessoas cncarregadas de sua venda cm
loda a Amarles do Sul, Kavana e llespanha.
Vende-se a 8tio rs cada bocetinba,contem
uma instruccSo em porluguez para explicar
o modo de fazer uso desle ungento.
( deposito geral he em casa do.Sr. Soum,
pharmacoulico, na rua da Cruz n.2^, era
Pernambuco.
Pechincha.
Vende-so superior farinha de mandioca,
saceos grandes, 73 7;50O : na rua do Uuei-
mado n. 14. loja do ferrafcns de Jos Rodri-
gues Ferreira.
-

i
m
OStOS e boa qualidade.
STB
m
II
o 2,000 rs.
Ven lem-se na rua da aladre de Dos, de-
fronte da guarda da alfan lega e na rua do
Amoro), armazens ns. 15 5o.
MHIive rouina.
los arvoredos, c>sa de pedia e cal grtele
para familia, pasto para sado, ebaixa.paral *
Passando o beceo da Congrega^So, do lado I capim : no aterro da lloa-Vista n. 17. Vendo-se milho ebegado esta semana do
ito em segu ment para o Livramento a I Linguicas e queijos do seriBoi vende-se 1.10 de Janeiro, por precu mais barato do
quarta loja de tres portas coro rtulos bran-lo melhor que ha: na taberna grande da que em outra parle, e gomma a J-000 por
eos n. 4u. I Soledad.
(|tie em oiiii'
I arroba : na rua do Cordoniz 11. 16.
\ 23 tOO \. 2ii880.
Novos corles de meias casemiras
las de cores ilillerentes, para cai-
ras pidos baratos precos cima men-
cionados: na loja da rua do Quei-
j mado 11. |0, de l.cile, Arlhur t\. C
CHAPEOS PAR4 SESHORA
Vendem-se na loja do Adriano \ Castro,
rua do Crespo n. 16, esquina, chapeos para
senhora muitoenfeiUdosa 103 cada um
Vendem-se loalhase lencos de labyrin-
tho, c ditos bordados, ludo d< cambraia de
linho, de muito Ijom gosto, e precos com-
modos, assim como sapatos e esleirs do
Arscaty : ns rua de Apollo, armazens ns.
16 A -jo,
-- Vndese, uma escrava crioula, de 40
annos de idade, eoznba, e lava de baiella :
na travessa do l'ar.itzo para lloreiilina, pri-
meiro andar do sobrado n. 18,passando a fa-
brica <: chapeos.
Na rua da Cadeia n. 28 taberna do I).
S. Hampos, vendem-se em pequeas e gran-
des porcOes bichas hamburguesas das me-
lbores 14UU vem ao mercado, c lambem so
1 lugam.
Aigodo da bahi'i e fio de
idOilo.
Vende-se no armazem da rua do Vigario
o. z- de (Voto no Luiz de Olveira Azevedo.
Vendem-so duas escravas, sendo uma
mulalinha de idade 14 annos, pouco mais ou
menos, e outra mulata de idade. de 20 a 25
a mus : na rua Direita u. 72, se dir quem
vende.
Fugio no dia 26 d juuhoiroximo pas-
sado mez o cabra Simao, con os signaes
seguintes : alio, um tanto ebeo do corpo,
cabellos pretos e crespos, com ima cicatriz
de um talho 110 dedo grande de im dos pes,
muito tallador e barbado, mas cirlou oda
a barda anlus de sabir para nao :c.r conbe-
cido, quer passar por forro, traba'na de ca-
rapia e pedreiro, levou ferramenia de uma
o oulra cousa ; foi da cidade de iNazareth :
pede-se, portanto, a todas as auloiidades e
capitaes de campo que o mandem appre-
hender o levar em Apipucos ao seu senhor
Jos C.esario de Mello, ou a casa de detencao,
e promelie-se pagar com generosidade.
Desappareceu na noite do 21 de abril
do corrente aimo o escravo de nome floren-
tino, com os signaes seguintes: estatura al-
ta, cor mulata, sem barba, espaluas largas,
pes grandes, rosto comprido, olhos casta-
nbos. cabellos pegados, falla grossa, muilo
regrista, tem falta de 3 denles na frente, em
um dos lados do quetxo tem uma listula,
levou chapeo de couro e camisa de rtscadi-
11I10 : quem o pegar leve-o a fundicao da Au-
rora em Sanio Anii.ro, que sera genarosa-
mente recompensado.
Fugio de bordo do brigua nacional Fir-
ma, o escravo benedicto, de idade 22 anuos,
cor prela, estatura regular, rosto romprido,
pouca barba e he natural do Maranh3o :
quera o aprehender pode conduzi-lo a casa
deNovaes v C, na praca do Commercio n.
6, que sera generosameute gratificado.
Nos ltimos das de maio prximo pas-
sado desappareceu do sitio S. Rento, no Uto
do Peixe, provincia da l'araliiba, um escra-
vinho da abaixo .'..-signada, viuva do capitn
Christovao de Sntiza (tabello, com os sig-
naes seguinlcs : idade de 9 anuos, mais ou
menos, mulato escoro, olhos grandes e vi-
vos, nariz afilado e um Unto arrebttado,
rosto relondo, DesCOCu curto, cabeca acha-
tada da p. re de cima, cabellos bem enros-
cados e avermelfiados, tem os dous denles
da frente superior bastante largos, gcngjvas
encamadas, e facis de ver-se quandose ri
as cusidlas do peito um tanto sahidas e
descarnadas, corpo cheto : desappareceu
pela manhaa, leudo Ido buscar |pgo em
una casa visinha, e logo depois aebou-se o
raslo delle juntamente com o de uma outra
pes.soa ; suppoe-se ler sido furtado por ler
dei'xado a m3i e n3o ter sotfrtdo mo trato
algum : a pessoa que o entregar a abaixo
assignada, sera generosamente recompen-
sada. S Hcnlo 1.- do junho de 1858.
Custodia Francisca de S.
Fugio no dia 20 de junho prximo
passado, a escrava de nomo Lourenca, idade
de 40 annos, pouco mois ou menos, estatu-
ra regular, muilo ladina, o mcihor signal
que ella tem para ser encontrada he puchar
uma perna. 9 ter um gelto na bocea proce-
dido do ar quo Ihe deu, levou panno d coa
la com franja branca na lie ira, gosta de an-
dar cacada Lsta negra fot escrava de J3o
Moreira Marques, boticario da rua do Cubu-
ga ; desjoolia-se que esteja encogerla por
alguma casa ai]ni na praca, do que se pro-
testa conlra qualquer pessoa que liver en-
coberta : quem a pegar pode leva-la a casa
de seu senhor, ou na rua das Trincbeiras
n. I, lojade tartaruguciro, qne sera recom-
pensado.
No dia 5 de julho fugio um cabra es-
cravo por nome Miguel, filho lo serian, com
os signaes seguintes bem fallante, pouca
barba, na milo esquerda n'um dedo ao ,c do
dedo pollegar tem uma tortura para baixo,
o na cabeca ao lado do cngolo aonde des-
canta o chapeo tem um raroco do niesmn
casco, levou calca de 13* de quadros escura
o camisa de chita franeeza ja usada : quem
o pegar, dirija-se a I'ora de Porlas, rtia do
l'tlar 11. ri, que sera bein recompensado.
W
s

l'Lli.N. TYP. DL M. t. Dli EARIA. 1858.
A\ Si
TT


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