Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06953


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Full Text
ANUO XXXIV N. 153;
/
Por 5 mczes adiantados 4$000.
Por 3 miv.ci vencido! 5$000.
QIINTA FE1RV 8 DE JILIIO DE 1858.
Por anno adiantado 15JO0O.
Porte franco para o subscriptor.
K.NCARREC-ADOS A SUBSCRIPCa'O DO NORTE.
Parahiba, Br. Jos* Rodolpbo Gomal ; Nilal, o Setihor An-
tonio Marqua da 8ll : Aracaty, 8r. A. de Lemoi Braga ;
Ciara, Sr. J. Juil de Oliveira ; Maranhao o 81. Jote Tlixeira
da Mal* ; Piauhj, o Sr. iosi Joaquim Avellino ; Pira, o Sr.
Juilino J. tamoi ; Amaaonai, o Br. Jaronjmo da Coila.
PARTIDA DOS COR REOS.
Olin.ii totlot ogdia*, s t t* mcia hora do da.
IHUAriMiT, Botam* Par-ihihi n.n segun-Ui e atxli*-ttin$.
s. \m\MopBmrroi. Binha, (.imam', Alunho e S. Lijurrnfo, t*ao 'i'Allin, ,\j i.iri'lh LiniuetTo, Hri'jo, l'cqilPira, I fii;.! *.ei-
r. Flore*. VHh-llWla, Roa-Villa, Uuricurj Kiu", na* qaarli-feirai*
Cabn, Iprtjura, Serinhicm, lilo Kormu^o, Una, Barrciroi, Agua-Prea,
Pimcnteira* hal I: 7mr m-Yiras.
(Todoa <>t corroos partera 10 horai da BianbSa.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : eea-unda quintal.
Belacno I termal feiraa a labbadoi.
Fa/enda : quarlai a eabbadoi ai 10 horai;
Juio do commercio : itsuodii aa 10 horai quintal a roela dli,
Dito da orphoa : aigunda a quintaa aa 10 borae.
Primeiri nn do civil; ugunda ititai ao meio dia.
Segunda Tin de c ril : quirlii nbbidoi ii meio dia.
EPIIEMERIDES DO HEZ DE JULUO.
4 Quarto minguinte ai i horai a 24 minuloi da manba,
10 La nova ai 7 horai e 5 minuto da tarde.
17 Quarto crcenle ai 6 horas 19 minuto da tarde.
35 La cheia ai 9 horas e 44 minutos da tarda.
PREAMAI1 DE lin.il..
Primaira as 2 horas 04 minutoi da manba.
Secunda is 3 horas a 18 minutoi da larde.
DAS da semana.
8 Segunda. 8. Philomena v. ; S. Trvfina m. ; S. Sedofas.
i Terca. S. Domingas v. m : S. lalas prof.,- S. Romulo b.
7 Ouaru. S. Pulcheria v. imperatriz ; S. Edeburges princeza.
8 y .una. Ss. Procopio e Pn illa m.; Ss. Cecilia e Auspicio mm,
i) Seita. Ss. Cvriloe Bricio bb. ; S. Analbola.
10 Sabbado. S. Silvano m. ; S. Bianor ni. ; B. Amelia v.
11 Domingo. S. Sabino m. ; S. Abundio m.
ENCARREC.ADOS DA SUBSCRIPCA'O DO SOL.
Alagoaa, o Br. Claudino Fiilcao Din ; Babia, Bi. D. Dupnd
Ra da Janeiro, o Sr. Joao IVrura Martina.
EM PERNAMBUCO.
0 Proprletariodt DIARIO Hanoal Figuairoi di farla, ni lu
livnrii, praca da Independencia ni. a 8.
PARTE QFFICIAL
OVEHNO DA PROVINCIA.
Despachos do de junho.
Requarimenlo de Beruardo Rabillo di Silva Pi-
reire, diaemhargador aposentado, pedinlo ae enca-
minlie ao Iribonal do theeouro nacional, o recurso
que inlerpAi de um despacho da Iheenur ira de fa-
zinda desta provincia.Informe o Sr. inspector da
(heiooraria de fa/enda.
Dito da Ceiario Aureliano Ventara, pedindo str
prvido io un doa lugares de guarda d;i alfandega.
Nao ha lugar.
Dilo de Joaona Mara da Coila, pedinlo ailmis,io
no collegio dos orphoi para ina fiiha menor de no-
nie Francisca.Informe o comelho administrativo
do patrimonio doa. orptiaos.
Dito de Jos Manoel, ex-praca rio exercito, pidio-
do o pagamento do aoldo e vencimanloi que se lite
licou a dever. Mandou-ae liquidar a divida do
sopplicante e (tila a liquidarlo, sera' enviada io
Iheaonro naeional.
Dito do meimo, idsm. Espere o sopplieante a
liquidar.! i de sna divida, para str remet ida ao thi-
ouro nicional o procesio da hqaidai.il i a ordenar-ie
o pagamento.
(Illicio do Exm. presidile da provinci! do Oara,
communicando nao terem sido entregues os 31 cai-
xes de (ardamento para o meio batalh.l i daquella
provincia, remedido* daqni pelo arsanal rie guerra.
Informe o Sr. director do masmo arsenal.
Dilo do Dr. chefe de polica. Suheitindo o pa-
gimento da dispezas fetas com o sltenlo dos pre-
sos pobies da cadete rio termo de Barreiros.Volle
ao Sr. inspeetor da Ihesonraria provincial para man-
dar pagar a importancia das despezas follas com o
sustente dos presos pobres.
Ii lo da cmara mouicipal da n lude da Vietoria,
pedindo se ordene a c ni-lrucoAo de um acude na
quilla eidade, cojos habitantes soffrem a falta de
.i,:uh no lempo do verSo.Informe o Sr. director da
repartirlo das obras publicas.
26
Keqoerimento de Ignacio Jos da Silva, pelindo
o pagamento dos salarios que vauceu como servente
das obras da casa de dilenrflo durante c lempo em
que .iln asiese preso. Juntando a caderuda, pa-
gui-ie-lhi o que se dever.
Dito de Joaquim Joa Raimando, profeisor de
primeiras letras do arsenal de guerra, pedindo se
eneaminlie ao governo imperial o reqoeiimenlo
em que silicua augmento de ordenado.Informe o
Sr. director do arsenal de guerra.
Dilo do padre Jos Procopio Pereira, professor de
.primeiras ledas do rolleg o dos orphilos, pe lindo an-
menlo da gralicarao que nllimamenle ic Ihe con-
ceriea por accamular iulerinameote o locar de vice-
director do mesmo collegio.Nao lem lugar o aug-
mento que rsqaer.
Dito de JSo Lins Be/.erra Civalemli, alferes da
4.a companliia rio batalb^o n. 30 da gusrla nacional
rio Buique, pedilo se considere sem efleiio a parte
que contra elle supplicanle dera o respaclivo com-
mndame superior, e na qual propuuha ser elle
privado do seu posto.Nao ha qoe dale ir.
Dilo rie Jos Joaquim .le Abreu. offeracenrio-se a
riulratar o forinclnenlo rie lilojo earea para as obras
publicas. Em vista di prupuila se resolver.
Dito de Jos Alezapdre aja Silva, oflerecendo-se
para servir no eiercto. Dirija-sa ao quartel-ge-
neral.
Dilo da Jo Nicacio da Silva, profesor de lalim
da villa de Iiaiaraisu', pedindo ser enipregado no
livmuasio Provincial, vihlo que, secundo Ihe cnwi,
tem de ser supprunidas ai aulai de laliro avu
hiha.Tenho prsenle o oHkio que V. Esc. me di-
Dito ao hachare! Antonio Joaquim Buarqoe de i
naio em 11 do correle, sb n. 58, eommumeando Nazarelh.A bem do iervi;o publico recommemlo cuso a recepto do ofticio, que, em data de 12 do i
Dilo ao superintendente da lirada de ferro.Ac-
a rerueasa de dez criminosos para esta provincia, no a Vmc. que independan!! de titulo, qoe aprsenla-
vapor irOyipoc, sendo as despezas com o sustento ; ra' no praso de tres mszii, contados desla dala, en-
dellei pagas pelo ageule Jos Joaquim de Lima, pa- Ir no eiercicio de jo z municipal e de orphios do na conferencia do dia incedinle.
eorrente, dirigio-me o Sr. luperiulendente da es-
trada di ferro com a minuta dos objectoi tratados
ra iss ai.tornado. | termo de Sanio Antilo, pan qoe foi removido por
E cerlo de qaanto V* Et". me declara, ion a rn- decreto de 1-2 de abril proiimo lindo. Commani-
gar-lhe que a* sirva rie nAo rnmeller presos para i cou-sa ao presidente da relar;ao, ao inspector da llie-
aqul, lem previa intelligencis cm uta presidencia, sooraria de fazenda e ao juiz de direito da comarea
porqnanto as prises da capital |nao comporlam de Santo AulAo.
maior nnmero, alm dos qoe esislem, e nao ha sem- I Dito ao soperintendento da estrada de ferro.
pre possilnlidade di remetilos para o presidio de ; Com o oflicio do Sr. superintendente da estrada de i ra ou Isboas com toda a segoranca, dando o mesmo
Fernando. ferro, de II do crreme, receH is conlai e docu-I engenheiro ao engenheiro fisca|"o desenlio da obra,
Dilo ao inspector Joao Baplisla de Castro e Silva. menloi, que a ellas se referam, pirlencenlis ao mez! lobre o qual com este deve cunlerir.
Nao dmjanlo induzir a companliia a mainres
despezas do que as indispenaaveis com a eonslruc-
i;"i'> da urna eiiac.io provisoria no Cabo, nao teuho
dovida em admillir o prvjeclo do engenheiro da
companliia Mr. Denl. relativo ao armazem para
goarda de gneros, facha'o deviriamenle de inariei-
Pela lailura de leu ofticio de liontem, lob n. "Jai, | da tii.uo proiimo findo, e (tndo as examinado, re--
liquei inteirado de haver V. S. naque Ha dala issn- lilao io Sr. saperinleiideole as mesmsi contas e do-
mido as funecoes do cargo de inspector da Ihesou- comenlos.
raria de fazenda riesta provincia, renunciando assim Dito ao Ihesoureiro das lotariae.F'a^a Vmc. ax-
o resto da hcenca, que Ihe foi concedida. trabir. nos mezas de jolho e agislo prximo vindou- qualquer loz na frenle do liein, com o lim de avi-
Dilo ao chefe de riivi niv.l.Ao ollieio de V. S. de 18 do eorrente, iiib | dicalos : orna parle em favor do collegio dos nr- jsarem a linda, despertar o animaes que ah se a-
_Ouanto s Inzes exigidas pelo engenheiro fiscal,
nao sendo oecessarias nos lien nao destinados a
couduc,ao de passageiros, e ao f ele de inercadorias,
as mesmas cautela-, sai suiciunle nos mais casos
n. 77, apando declarando que, no mesmo da em
que o recebi, determinai ao inspector do araenal de
inariulia que pruvidenciaise sohrn o objeato do cita-
do oieio.
Dilo ao eommandante superior interino da goar-
da nacional da commarca da melena do ollieio rio eonsellio rie qu 'lilicirio da
guarda nacional -a freguezia de Serinhaem. que
c ni n ile V. S. de 18 rio correle foi-tne prsenle,
nada tem esta presidencia que resolver, visto qae
nAo he a arbitrio do tente coronel bnslaqoio Jos
Velloso da Silveira, e rie fre lerioo de Moruay, que
phaos, ootra do theatro de Sania Isabei, Ires do|charam, evilando-se riesta sorla os perigos e prejm-
iiyinn i-io provincial c dual do hospital Pedro II.
Porlaria.O presidente da provincia, tendo em
vista o resalla lo do concurso a que si proceden, para
o preenchimeoto da ca leu i rie ni-iiii-c.in primaria
do sexo faminino na villa do Limoeiro, resolve Ho-
rnear a Mana do lio-ano de Oiiveira Mello, pro-
fessora da mencionada cadeira.Commuiiieou-ie ao
Inspector da thesouraria provincial e ao da inslrnc-
c,Ao publica.
E.rpedtenlr do tecretario dn governo.
Ollieio ao cliefe de polica.S Bu. o Sr. presj-
CUMMAiNDO DAS AKMAS.
9rti> 1 (Miara l ao lonoinlo del irnii de
Pernambaco na oldade do Bacilo, em de
Juiho de 1868.
ORDEM DO DIA N. 89.
O mareehal oe campo commandinle das armas in-
terino, em visla das cummunicar.ea ofliciaes rece-
i bidas da presidencia em dala de hontem, faz publi-
co para couliecimenlo da guarnirn o leguinte :
1: Que o governo de S. M. o Imperador liouve
( por bam por aviso do ministerio aa guerra de 17 de
diuiro ullimo, conceder ao Sr, 2* lenle reforma-
do do exeicil- Bernardo Pereira rio Carino a exone-
rarlo que pedio do logar rie membro do comelho
administrativo para fornecimento do arsenal rie
guerra dessa provincia, e liceura para residir na de
Alagoai.
2 i .le por oolro aviso da mesma dala, se p r-
millio ao Sr. alteres do 8- balalho de infantana
Jos Manoel da Silveira consignar na corte todo o
sold de sua patente asen procurrdor o Sr. Jos
Antonio Pereira da Silva Rocha.
3- Que por aviso do mesmo ministerio de K do
Mt, que alias poderiam dar-se.
Dilo ao inspector da Ihesoaruir provincial.Ao
efiiciode Vmc. de hontem, .oh n. 207. respondo gobredij rez d.'jaho'foi" determinado", q
declarando que rieva ser enln-oe. ii.de,.endeute de so,peuso5 loo0s os venc.menlos os olleiaes do ex-
fanc aojoiz de riireilo .la enmarca de Nazarelh : erci(n qoe nao marcharem para os seni desiinos,
Cunha, a qoaniia ,len(ro du pra,0 qoe ,1|e fur mtrcaiil pe|a preiidao-
as obras da ci.i, oo pela respeeliva auloridada mililsr.
de um eonlo de res, concedida para
matriz.
Dito ao mesmo.Tendo expedido as convenien-
tes ojilens. em 21 do eorrente. para qoe deslaqieni.
vi ne un ,'iircii a, c ira i o i i'.u .' i i > in ^,...^.- uu ik< | > i > i .----^j aj / jt ui c. "i jl i ti ----------- -----*
as terral dn engeoho Duas Baria-, da ma proprie- denle da provincia manda acensar a recepcao do oOi- rt''I,0,l;'0 d" delegedo da Escada, 12 pravas de
. ^ r r .......... K*___ I t.r. As .mi .r.l i......... -. ...... *____________
dade, deve haver oo nao goarda racional, e reunir-
se ou deixar rie reouir-se a misma guarda, ou o
eooselhn de qualifica;Ao presidido pelo teneute-ciro-
nel Curiolano Velloso da Silveira. O que V. S. Ta-
ra' comtar io mesmo comelho.
Dito ao commaii lanle supirior de goarda nacio-
nal da comarca de Sanio Atao.Fiea V. S. aalori-
sado a designar o dia em que o craselho de qualifi-
cacAo da guarda nariouai do municipio da Escaria se
rena e prosiga em seus Irabalhos, que nao ae po-
rieram concluir rienlro rio praso marcado no artigo
II) do decreto n. 722 de 23 de ouiobro de 185(1, co-
mo V, S. parlicip io-me em sen olilcio de 8 do cr-
renle.
Dilo ao inspector da liiesnurarii provincial. Ao
oflicio rie Vine, rie limiten, sb n. l'J'.i, icspondo
declarando que approvo a irrem ilaran do pelagio
da barreira rio (jiqoia' pela quaotia rie 5:350$, qOe
oflareceu Jos Jusuno de Siuza, dando por fiadores
Justino Pereira de Fariai e Antonio Itolelho Piulo
de Mesqnite.
Dito ao inesm i. Tendo resolv to que lija aceilo
o olfereciineulo di qoanlia de Ii:i 10?. qaefezAla-
xandre Joi dos Re-, pelo pedevin da poule da Mag-
dalena, sendo seus lialoies Jos Joaqmm Das Fer-
n ni le- e Jone i ni; i.v -s Torras : assim o eommu-
nico a Vmc. em respoita ao seu oflicio de hontem,
ol ii. 2(X).
Dito ao mesmo. Poda ifleiluar-ie a arrematara i
do p.l.i,i i da pnnle do CaiaBg pela quaulia de
3:1(0?, que, eubre a orijada de 3:082)500, ofTere-
cea Jos Mareellino (ionf ilvcs Salgueiro, dando
por fiadores os proprielanos Birnario Anl. nio de
Miranda e Vicente Jos de B lio, segando Vmc. de-
clarou em seu nlli-io rie'haiilein. so! n. -j II.
ci, que honlem Ihe dirigin V. S., sob n. .580, com
o uiappa dos Irabalhos da promuloria publica da co-
iniccajde (iaranhoiis no me,: de maio prximo lindo.
Dilo ao inspector da Ihesonraria provincial.S.
Exc. o 5r. presdanle da provincia manda comma-
nicar a V. S., que, cora o seu oflioio de honlem, lob
n. IOS, recebeu ai deinonstiacns dos laidos existen-
tes as difluentes caixas a cargo do Ihesoureiro des-
sa repartirn no rila Id des| mez.
Hilo ao director do arseoal I- guerra.O Exm.
Si. nreiideul" da provincia manda ac.cn.ar rccebido
o oflicio rii V. S., de 10 do eorrente, com o quadro
ereUces dos Inhalaos dai oflisinas dessa aisenal oo
mez. de maio ultimo.
Oflicio ao mareehal de campo commandinle das
armas interino.Ao oflicio de V. Etc. de 19 do
eorrente, sob n. l I, respondo declarando qae fo-
ram ordenados os conrertos precisos no quartel di
eompanhia de arlilicei.
Dito ao brigadairn commandanti supirior da guar-
da nacional fiaste municipio.Sirva-se V. Exc. da
informar sobre o incluso roqaerimeulo da Autonio
Francisco Lisboa Esleves.
Dito ao inaimo.Queira V. Exc. informar lolire
a materia do olli lo incluso que, em data de 23 rio
correnle, dirigio-me o delegado da polica do sesun-
do dislricto do termo do Recifa.
Dito ao mesmo.Qsira V. Exp. infjrm ir sobre
o que pede a diredona do novo Banco de PerDam-
buco no requerimeulo incluso.
Dilo ao mesm>.Visla a sua info-mnclo de 18 rio
eorrenle, sob n. 10, expela V. Etc. snas ordena
pan que saja considerado isento de lodo o servico da
suarda nacional o subriilo porliigu prel da
dtdas de
guarda nacional, ai qae- devera
15 em 15 dias : assim o commuuir
er ren-
co a Vmc.
4" Que por aviso rie 7 do dilo mez se declamo
que, a circular do lliesouro publico nacional de ti de
outubro do anno pa'sailo eslabelecendn o modo por
que devem ser pagas as pravas dos destacamentos
ram para Sania F. As tropas de Buenos-Ay-
res forarn em sua perseguic,5o,internando-se
no territorio daquella provincia.
Na Confederado do Rosario le-se o se-
gu nle :
Teve lugar um facto notavel que veio re-
velar anda mais a impopularidade e falta
de forrja do governo de Alsina, para fazer
frente por meis algum tempo a urna situarlo '
que se torna cada illa mais seria para Bue-i
nos-Ayres.
a Hornos conseguio reunir uns trezentos
hiimenseai l'alermo, recrulados violenta-
mente em to las as sessoes da campa tilia, es-
te deposito so consi ierava a br.se de um fu-
turo exercito.
ii Incapaz aquello chefe de dar una disci-
plma regular a seus soldados, e rigoroso pon
uemais para com elles, existia a educarlo i
moral o militar eatrea indisciplina e os!
transportes violentos de seu chefe. Os actos I
do rigor nSo levavam o sello da justica, c!
sim o capricho ao mo humor.
o Dias passa los succelnu que se castigas-
sem seis homeus por orden daquelle gene-
ral, comOO aQoes cada um. Este facto
acabou de iudiguar essa j descontente for-
?a, e ia sendo causa de um aiteutado coutra
o mesmo general Hornos. Os soldados quasi
nsurrecionaios em peloies demonstravam
do interior da proviucia, nao allerou o disposlo no pm |.a< vrl7M n ,,, Hes.niilentimenlri or
aviso rie 13 de abril de 1853 a respeilo do paga- f: -i 1!". ?-?. _* : le '.ra '?.p0r
par que nO as providencias necesianas, afim de se-1 menlo dos vencimenlos das pravas' relormad'as do I ll,n em 6rllos davam Vivas aOS ChU^andlOS
rem ellas saliifeilos dos seos vencimenlos pela col- exerciio. que conlmua como alo agora tem sidofeito. e morras aoS pandilleros,
lectora daquella termo, pdenlo Vmc usar de oo- j 5.- Que por avile de 1.5, lambem de junho, se Hornos, conhecendo a sua fraquesa, fez-
tro meio, no caso de nao ler ella reudimenlos sulli- delerminou em piimeiro lagar, que os ofliciaes de ] SO deseutemdo, e deu Cunta ao soverno da
cuntes para occorrer a essa dispeza.Commuin- primeira linha do exercito empresarios como majo- sua impotencia para dominar aquelle nio-
les e ajorianles da guanta nacional em servieo or Ii- tim : e o governo S acllOU meio Ue prevenir
nano a cargo do ministerio da juslija, sejam pagos
pelo da goeua smenle do sold dai patentas que
cou-se ao delegado do termo da Escaria.
Di|0 ao mesmo.Ao commandante do corpo do
polica mande Vmc fornacer um livrn de 380 fo-
Ihas para e rei miinicna-se ao commau lanle do corpo de po-
lieia.
as cuusequeucias ueste successo, enviando o
Dilo ao mesmo.Vislo que, len lo ido a' praca os | Cosa Uliveira, e com elle naj ma s se enlenda.
Informe o Sr. regedor rio t.ymnasio Provincial?'" | b""} r'f,r'lo' P6'1""" Pr almioi-iraca..,
Dilo de M na Joaquina Mello Silva, pedio- I r9l,eu l""la '""* 'h"ourBria.
iln licenca para vender a > arsenal de marmita alusis | ._."\' *.?.".""'""'h'n T*'p.0^ *".""'',a ?? j!
pranrhOes de amarello. Informe o Sr. capil.lo do
porlo.
Oflicio do mareehal da campo ccinmandanle das
armas, solicilaudo providencias p.ra ia fazer ces.ar
a itnp 'ssitiilnl.i.le em que esla' a collecloria do Bre-
jo de lalisfazer os prels das pravas do destacamento
all exisleule.Informa com orgencii o Sr. inspec-
tor da ll.esouraria de fazenda.
Dito do chefe de polica, solicilandc o pagamento
das despezas felas com o susteulo dos presos pobres
da cadea do lermo de Flores. Remeltido ao Sr.
inspector da Ihesonraria ptivitici.il paia mandar pa-
gsr estando nos termos legaas.
Dito o regedor do tiymnisio, io citando o pa-
Siimenlo das despezas fettas com o fre e e conducho
dos raappas e mais objecios ueceisarios a aula da
geographia daqoelle estaheleciineuto, os quaes che-
gaiam ollimamenta de Franca, com se havia en-
commendarlo. Remad do ao Sr. iuipector da lile
ouraria provincial para mandar sadifazer.
Dito do capilo eommandanle rio deslacamanln
volante da comarca do Brejo, remedando a relacSo
o prel dos vencimenl<'S dos goardas i.arionaea deila-
cados, vencidos do I" a 15 de maio.Remedido ao
Sr. inspector da ihesoarniia provincial para ordenar
o pagamento, estn to nos termos le;ae.
Dilo ao coiumaiidante superior interino ria goarda
nacional da comarca do Rio Formlo.lnleirario
pelo oflicio rie V. S. de i< d> correle, e pelas co-
! piae, qoe oaeoiopaaharam, da qtianlo occotiu a-
] cerca ca reunan rio eonielho de qtialilicacao da suar-
da nacional no engenhoDu ia Birrai, liquei cer-
o lo de qae, dep'in do iilliiiu incidente referido nn
inesnia correspou Unca, eunlinaoe o eouielha rego-
m-. hirinenle, e al I tic--.- .. Ira! itlioa rie sua primeira
ma iirigin honlem, ar)b n. 203, partielpan le que fji I reomao, liavenl se absliu'o a coeaenhoi ria mencio-
prar;a e pedagio di piule de Jaboalo por rtis. na la propriedade, l:roderico de Mornav, melhor a-
3:8329500 aomiaes, e por elle oll-receo 3 8>7j>.500 viudo, de proseguir na preiencio Je eslorvar a ren-
pe lagioi dai pontea rie Motocoloinbii, du| C irvailio-,
licaruua e Ifujarv, o pruneiro r 2:(l2();lilil. o se-
gunln por I.IKKIJ, o terceiro p ir ,'ij'i- a o qa ni..
por i IJ-- auuuaes, nao forain arrematarios por falla
da licuantes, segando Vine, deciamu rae em seo ol-
lieio de lioulein, sb n. 2;)2, c uivenho em qoe se co-
Eipedlenie do di. >> da Jonlio de 1838.
Oflicio ao Exm. presidente da pnvincia da Para-
I'OR HESRIQrE COSSCIBNCE.
Iloutci Clara.
II
No dia aegoinla a condena d'AItmla aceordon
mullo maii cedo do qae coslomava, e ainriaa soa aia
n.lo se liona levantado, ja ella havia deixailo o sea
leilo e cometario a veslir-se para sabir. Era fcil rie
ver, pelo eoniso impresso em seui labios e pela pre
cipitaran dos seos movimenlus, qui urna alegra im-
paciente a eslimutave.
|,i un lo a aia entrou na sua cmara, Catalina se
achava qoasi eompletameule veslila. A valha crea-
ua vio insto ama exproba.;So a aua preguira e come-
Cnu a arranjar tu lo com mudo pezar ; mas a con-
nessa voltoa-ie para ella riiase-llia gracejando :
Vamos, minha boa Ignez, nlo Ii pie eofada, a
alegra lirou-me do leilo. Hontem le afarieasle lan-
o por meu respeilo, qae em reconliicimento do lea
zelo, nao qoiz aeordar-le.
A condena aproxtmoo-se mysteriosamente da aia
ja consolada, tomou Ihe a man, e Imando-a para um
canto da cmara, dis-e-lbe, embriagada de felicida-
de, mas contando a vea,
Ignez, vou ve-la lie precito qae a veja Oh!
como mea coradlo bale depressa !.... Parece-me
que tima vida nova circula em ninhai veas. Va-
reos, ajuda-me, nao sai o qua faco, lio aprassada sou,
I ni feliz..
A aia admirada obedece, dizendo-lhe com voz in-
quieta :
E o conde d'Almata, senhora '.' nao ficir elle
bastante enfurecido, se rieixarries anda a casa aem
o sao cnnienlimeiiln e apezar de sua prohilnco '.'
Elle o sabe, Ignez, elle m'o pennilllo.
Deveras I por ventura e.laes cerla, senhora,
de que esta permissao vos foi dada de boa vonlarie ?
Perfeilsmenta cerla, e tu n.ln podes imaginar
como elle foi bom, em fiante eterno hontem para
Cetnigo. Nao compreliendo anda ,Ue snbila ina-
daeja.
Ea bem a comprehendo, senhnra. O conde lem
por vos urna alfe^ao exlreu a ; ha olio annos qae
definhsps e nao resoonrleis a todas as snas demous-
li.ini-s de sympalbia --nao por urna invencivel Iris-
te/... Honlem, quaolo vos trouxe a lia nova, a vi-
da brilhou em vnsios ollio, vossas faces cobriram-se
de um novo colorido, vossn voz lnrnnu-se doce e
vihianle. Lslaveis bella, senhora, sim, de ama hrl-
le/a irresisiivel ; a qoern ndo lerais ledoririo '.' U
rinde, qae vos ama, que vos adera mais que tndo
n<> mondo, deixou-se vencer p r (auto encanto ;
E dunais, senliura, nao Ihe lindes fallado com mais
allehjle, mais lernora do que costomaei?
Cene les bem no rondo dea enraices, Ignez! Sim,
he verdade... depois de quinte das rie desespero e
da lagrimas -entia-me de 'al sorle feir, que lorio
qiianto rti/.ia, escipava-se ros meus labios com nma
dore vivicidade, com um accenlo rie penetrante
mupatina ; o rondo parecll eslar no romulo da fc-
lieidade. Por isln, quando no meio de nossos agr la-
vis enlrelenimeiilos, Ihe eiprimi o deaejo de fazer
orna vi'ala a risa das OrphSis, a prelexln de ir pro-
corar alii hondas rendas, elle abracnu-me com el-
fuiao, dizendo-me :
Val, Minhi qaerida Calata*, ida a dernn-
fii otcnll-- mais oslaos
paase* ; tai agora qoe o deiejo da liberiiirie era a
causa rie tu.i mvsdrinsa conduela, lo \a jolgavas es-
piada por inini. Conlinoa snnpre aleare como oslas;
l lenapre b'V,, c um < norte memenlo, e val onde
ipi i ii-. leu n..!ue r.irarlp.i. leus nitniolol de so-
Vida Diario o. 152
Antonia Flix Pereira, sendo fiadores, o barao de I na do eanielho nai larras do dilo engenh
Sua-sona r Amao Fernandos Dallro, lanlio a deca-1 Dito ao cnsul porlugoer..Aecuso a recepr.lo do
lar que approvo essa arrein-lir.lu. nliicio, que em data de i de maio nilimo riinc'iiime
Dilo ao meatno. Approvo a deliberado qoe lo- Sr. Jo- lleiirii|u mou a junta dessa memorara, de encarregar o con- d-lissuna, no qual red ama contra as rdeos, rm vir-
sula 'o p ovincial da esecurao rio servieo ria capa- | lude das qnaei foi chamado ao servido ria goarda na-
tazia do algodo, Mil i naotirem opparecido para ctonal, e uitimimenle rieb.uxn rie pnso, o ubdilo
elle licitantes, como Vmc. participuo-ine em seu porluguez Antouio da Costa Olivura, natural ria c-
oflicio de hontem, sb n. 20i. dad rio Porlo, e aqu residente desden anno de
Dito ao mesmo,A' vista dos dorumenloi junios, 's,- t""'0 "uvilio commandante superior da
faja Vmc. reeollur ao cofre dessa ihesourana a '""'a nacional lisia capitaI, cahi-ma cummonicar
quantia de 94#, que Ihe sera' ipresentada por parle ao sr. cunsal de l'orlugal. que com effeilo, aquelle
do lenenle-coronel eommaiidante do lialalhao nono ""'', ,u0 ''* qualificnln guarda nacional, e como
de infanlaria, como i n de m ni sai; ,1o ria. diarias boua-. '"' cl""n0o ao aervea ; logo porem que declarou
das ao sentenciario do mesmo balalho Joaqnm Au- '" "brillo rie S. M. F., u.io se proceleo man con-
tonio \ivier, duda 20 de agosto de 185(1 al 30 de'y'" (1" '""e1", e esta dala ordeno seja iseoln rie
oulubio de 1857.Ciinmunicou-se ao maiechal de ""'" ,ervlC. rom elle ni* mais se enlenda. Ei-
campo coinuiaii lanle das armai. lando determinado na lei que sejam somenle alista-
Drio ,o .pitan do porlo. --Mande Vmc. iuspec- ZZSSl'ffSZ StSSi StU!
ciomr o reoiula Manoel das t>eve> Pereira. nuo lie ...i,m._c-__ i '
r' a,,,.....!.,,!,.-.,. !. ii-,., ."""- me reclama o Sr. consol, para nao serem chamados a
sera apresenlatlo com este ollieio. Lommuuicou-
riem oo a servir,! rio inioisterio ria guerra, percebam
por este o solrio e mais vanlagsns dos postas que
nnh c, in^, lie! J P"',C'1n da v"a* ",rm l>8"ls nacional, corr.spondentesqao
n *,ri,,Uei.r7:''"'l,"m,eU'' wmmnm& ** linl.a ; e.n terceiro lugar, fi-
i d! poln i. mi.i'iVr .! P.il'ni Pe'.10 *' "J" "nl. e en. aerviro rie campanha se abonera,
,eo'n''V''"" ''1 '''-"-"eiras. lenho a rii- ,lolll fl0, so,ao, de lle,Jamenl0i ,0l)as
^LVXf!f2^V^JSX.*'P?*': Vine. valll.B,n parcebem oioflicae .lo ex reto em
em seu oflicio de 8, qoe a gnlilicacao do direcmr el.rcicioi Idntico..
I.v.rem em iigundo lugar, qne qaando esle mes- cu,nn''SSano pagador a pagar OS sidos e dis-
mos ofliciaes servrem em rorpoa deilacados por or- so'vsr as tropas.
esl marcada no arligo 1 ( do regulamenlo anneio
ao decreto n. 72 de !l de novembro de 1850. e n
sea ajudnnle foi, da conformidade com o arligo 17
do mesmo decreto, por esla presidencia, em 10 de
ouiobro de 1851, arbitrada a de 3(fcO00 rs. ; oolro
sim que em 23 de abril deleiminei foisem pagas pe-
lo director da colonia aos respectivos empresarios as
gratificar/iei que Ihe sao devid.s pela reparlicdo do
imperio, vislo ler o director em seo poder quanlia
stiflieienle para essa despeza.
Dilo an director inleiino dis obras millares.
Mande Vmc. fazer os eoaeertei piecisns no quarlel
da eompanhia rie arlifices, e qoe da oread s na
quanlia de .lli-ltlll) rs.. como se v do oflicio qoe
Vmc. me dirigi im II de ir irro odimo, sob n.
200.
Dilo cmara municipal da Olinhi.Ao oflicio
da cama,a municipal de tll'ii'i. de 17 dn eorrenle,
respondo que, estando o fiscal iaapatiibitado de
exercer as funrrues de seu caigo, a quem oaoblli-
loir devem locar os vencimenlos que Ihe eiiao mar-
cados.
O mismo mareehal declara que se aelia nnmeado
o Sr. !. cirurgia i Dr. Anin.o Jos da Fonseca
l.ecia, para render no presidio de Fernando ao 2.-
eirargilo Dr. Jos Augusto de Souza Pilanga, que
all se acha destarado.
(Assignadn.)Francisco Sergin de tlliviira.
Conforme. Horacio de Gomia Coelho, alfere?
ajiidaule -c ordena encarregarin do dclalhe.
Dilo ao niz de paz do primiro riisirirlo ria fre- i sus tropas
goezia de Ina.Acensando leceliidn o ulli-io, qoe
Vmc. me dirigi mi 22 da miiu nlHino com rea- !
Sao ''os terrenos possoirics nesse dislricto, lenho a I
diier-lhi qoi deve lambem ministrar os eselareci- I
mantos preciso acerca dos lenos qae nao forem
poesnidoi.
Portara.O Sr. agente ria eompanhia lirasileira
rie paquetes a vapor mande dar passagem para a
provincia ria Baha, por cenia rio gevernu, a Furto-
nato Jos Virlor, qoe leve baill rio solilario na
compaoliia lua de cavillana desta provincia.
II10 DE JANEIRO.
16 rie junho do 1858.
L'ma carta de Montevideo assegura oue o
tratado entre o imperio e aquella rouublica,
seria npprovado pelas cmaras, por isso que
o presidenta empenh-va-se naquclle assump-
lo e cuntava com a sua boIoqSo favo*avel
0 general Etquiza deooia da revista que
passou ao exercito a 25 da maio licenciara
Hoje esio esses infelizes em suas casas
e o governo s aciiou mo do conter essa in-
suneicno que estava a eslalar coutra a sua
autoridade com o ouro.
o Otssolvendo-se essas for?as, precisamen-
te quanrio se espera a guerra, he cantar a
palinodia sem remissSo, e tnustrar-se ven-
cido. Tudu Ine falta, u3o teta em que
apoiar-se pelo contrario tem que perseguir
e prender. He urna posico na vorJaie deses-
perante : e he precisamente o que se chama
vira cabir.
A alfandega do Rosario de Santa F tintu
rendiJo no wc do abril 113:933g atoeda da
quelle paiz.
Quinto a sitoacSo comraercial i ata sensi-
vilmente meluoruudo as principaes pravas
daquellas repblicas.
A maiur parte das cisas que suspenderam
seus pagamentos vao-searranjandu, Zimmer-
mam l'iavier i\ C. concorJou com os cielo
res pagar 2(1 Olo a 8, a 16, a 2i e 32 mezes
E Von Seulter iS ti da 30o|0a dinhmro,
10 noliui do anuo, e 15 0|o (ara o anuo de
1850.
Rertram d como GO njO, o outros diversos
rejiulam de 50 a 70 n(),
Um oulro d 15 os credores razoavelinentc, sobre o paga-
os boatos qoe uaquellas repblicas circu-
lam relativamente ao espirito hostil Urquiza contra Boenos-Ayres, sao contradi- i As noticias que baria un Baenos-Ayres de
tonos, e com quanto a sua meosagem, apre- I Valparaso auuunciaTam a lallencia ue cerca
sonlada na abertur.i do congresso oontives- de 60 cas>s.
se bastantes increaacoes contra O governo' O Sr. 1, !"ine, acia-sc ja completamente
de 'lueiios-Ayres, n.lo se pode comtudo col- deseinbarai;ado,em consoquencia de arratijos
ligir nada ue positivo I convenientes que Tez na Europa. A casa dos
Ucorrcspondent'! do o El Commercio o diz Srs. lieckells t.outecner & C. de Londres,pi-
que e.-ses boatos tem por tim espceular-se na g as letras do Sr. Latone.
SC ao rlicfa di polica.
Hilo ao riireclor da reparlito das obras publica'.
lofurme Vmc. sobre a prnposla inclosa de Fran-
cisco Itolelho ile Anrirads para fornecimanlo da
areia necesiaria as obras publicas.
sirviro oa cididaos porluguezes ; a eales loca, no ca-
so de se cnnfuii tnein com o brasileirns, dirigir as
auloridariei compelenlcs a sol relmalo
Renov ao Sr. Jo' lleoriques F.rreira, consol
de Portugal, os protestos da in.uha mcis alta esti-
ma e con-i.lei.iciu.
berha a de honra silo garantas sufficieules contra as
iuqulclac/ies de minha alma castelliana.
A aia deu um sospiro, e disse levantando as mAos:
E he a semelhanle homem, que he a bondarie
a a geuerosiriade em paeiea, qoe devenios engaar 1
Dos mis perdoe, senhora, isso lie bem muo :
A condessa inclinoo a cibera ; a exclamado da
aia pareca oppnmi-la. Um unanle depois,illa da-
le cun voz triste :
He ma dizei Id ".' Ah talvez lenhas razSo ;
mas lie possival escapar e>la fatal nece<-sidade '.'
Esioo innocente, lu o sab-s, antes quareria mor-
rer da vergouha do qoa dar entrada em meu eora-
580 a om pensamanto criminoso... e com lodo eiou
condemiiada a sofTrar, e a i mar ,a cabcija s soi-
peilas...
A condessa caloa-ae (or um mmenlo, depoii
aecriscentuu :
Se io Ihe confessasse lado, Ignez J
Cos. que riizeis, senhora ?
l'-i'iila Igne/., amo o Cundo lano por inspira-
c3o do coraijlu, como por ment, qoe Ihe deve. A ciinvi'r.lu de que o engao,
he para imm nm nlcrno do dor e de remorsus ; ha
momentos, em que teiia capaz de coofessar-lha
lodo.
I)eoi voslivre dislo, senhora, o saugae liespa-
nhol cerlamenle o dominara. Su i virio seria enve-
ueuada por urna certeza horrivel, e vns nilo podis
prever, qua sorle voa leria reservida. Fra melhor
vollar para Uespanha i esforr,ar-vos por esqoecer o
lim de vossa viagem.
Ellas ultimas palavras da aia fr.eraro sobre a con-
dessa urna ulula e riolorosa nnpressao. Catalina la-
vanloo-se com orna arrogancia mageslosa como aen-
itndo se insultada, e lanzando um olhar irnlado
valha :
. 9'.'? ou"s ProPnr-rne '-' clamoo ; partir aem
v-la ? Tu zoinbaa, sem dovida ; pois sabes melhor
que eu, que isio he impossivel.. Da-me a mantilha..
parlamos....
Existe na roa do II -ntil. urna casa com fachada
golhica, de um eslylo algums coasa extravagante,
e cojo cimo esl ornado de urna iinagem emblem-
tica da Saulisaima Fundarte. Por cima da grande
porta da euliada acha-se urna especie di painel es-
culpido na parede, no qual se v om grupo de ma-
i;-s que s"o in-liiu las por na indi oo ine-lra ; as-
im como mulls urpha iinh.is, que ,ln recabidas na
porta do eslabelecimenlo. Em baixo desla asenlptu-
ra, a qua nao falla menlo artstico; (-ie a inscrip-
clo segoinie, qoe ensina ao cniiiilnnle a origim e
o lim ria casa das orpliSai:
n Um homem piedoin,
Movido somenle pela caririade,
sr llolou ri-amenle ele hospieio,
Afim de qoe as orppaazinhas, qoe oulr'ora
o liemiam ein uma profunda miseria.
o Ah fossem houeilameiite educadas
K. intimido!.
Eile ucellenie homem mnrren a \I\ di nnvem-
lim de MIX.I.XII. ViveoLXXIII anuos, chamava-
se Van rier Meere, aegoeiante deati nidada.
Fui rilante desla casi, qae a condena d'Almata
parou. aco-upanharia rio sua aia, a qual alevanlou o
ni ule Un de ferro da porta e o deixou cabir ; o ruido
oou no interior da casa. No mesmo inslaute ella
disse em voz bieve a soa ama :
Agora, senhora, ronlende-vos pelo amor de
Heos ; poder-se-liia lr em vosso rosto o que nin-
Lio-m deve sust eitar.
A condessa nSo responden.
I ir. i slenle depois, a porla foi bejli por nma
orph.1,1, qne Irazia duas)chave grandes suspensas no
cinto i -n .......ii. Est menina linha nina phy-
sionomia ra'iante rie nada e de contentamente;
ludo o .eo Irage era casquillio, seu aven! d, sua ra-
pa e las mangas eram de panno Uto alvo c fraoiido
ruin lano goslo, qoe pareca collorada na polla, ro-
mo orna prov) viva rio lueio, din riiidadus e rins
delicados irabalhos, que laziam a repularao do es-
labilicimeiito.
tlqoe procura, leuhora '.' pirganlou a meni-
na com uieigu sarnso.
Linda menina 1 disse a condessa encantada,
alTi^aiido-lhe a fare, e melloiirio ao mesmo lem-
po a ni ni im algiheira, revolveu-a um inslau-
te, e tirando de dentro om didal de prata, olTere-
co-o a- menina, dizendo-lhe :
I 'iii ii. minha filha, rioii-vos lato, porque aois
mono gentil e assiiada.. Venlio ver, se achare! aqu
algamaa rendas bsinilai.
Oh ohrigada, obrigada, senhora, responden
a menina. Temos randas mullo bonitas ; tende a
bouilade rie entrar no locotorio.
E collocanrio-ie riebano da porla, ao lado da ei-
cada, grilou :
Senhora dreclora, senhora direelnra descei de-
pressa Aqai esla' nma bella senhora, que diieia
fallar vos.
Algons instantes depois, anlroo no locutorio uma
mulhei pouco mais ou menos da quarenla annos.
Sua phvsionomia respirava saurie e socego de eipi-
rlo, e lado nella demonsirava bondadee do;ura.
Inclinou-se dianle da senhor, ollereceu-llia reipei-
iDsimenle urna cadeira. e disse-lha :
lie uma honra para nossa casa, senhora, qae
a eandaeta a'Almaia oigne-se visitar as pobres or-
pbaas. Em que podemos servir-vos t
Desejo, senhora direetori, comprar algamaa
rendas bolillas, e visitar oesla misma oocasiao um
eslabelecuneulo, que sin exterior recomminda
tanto.
A diraclora abri mmcriialamcnte grandes gave-
ta!, e nprtsenlou numerosas pecas de randa aos
olhos da condessa ; mas i njo ,', |e col|(er 5Ua -,,_
paciencia, disse :
Eilai rendas io mnilo bonitas, e eu segarg-
meali tomare! algumaa ; ma-, querida diroctora,
leude priineirameuta a bondario de moslrar-me as
vossas orph.iai, agora qua ellas eslSo no Irabalho.
A directora, sem moslrar qae (lava altem;ao a
elle pedido, poi-se de repente a observar a senliura
com uma lorpreza a insistencia quasi incivil.
Eulan, chara directora, disse a condeisa, n3o
respondis 1
Perrioa*me, senhora, disse a directora com um
sespirn; mea lieos, em que pensavo eu eslava iu-
leirameole ilislrahiria... lie bini singular...
Que vos admira lano, pirguutou a comlisia
senlin lu-se estremecer.
Kaita naria uma sniiielhanca, mas eu que
vou fazer Qoeieia seguir-me, senhora !
E coudnziu as duas mollieres, pelo meio de um
paleo quarirndo, a um edificio, uiirie se arhavam as
eiphai.. Pelocaminho, a aia disse com voz expres-
stva a' sob ama.
t^uidado, senhora.
A Bala* na qoal a directora inlrnda/.o a condes-
sa, eslava chela de meninas!.le Inri is a idades.orco-
pariaa ein Irabalhir, lorias Irajavan uinforinimen-
le : um vestido de l.ia preta, uro sobre-lurio de l.n
azul, orna gollinlia, um avenlal lio alvo como a ne-
v, e uma capa rie viliorio prcto ; lal era o seu Ira-
jo. Seos cabellos eram deitados para Iraz e presos
na capa, rie sorle qoe a fionle rpuslrava-si inleira-
mente riesvmhararada e em lodo o sen deieninlvi-
inenlo. Ellas Iriaiarn riemais, lurmile ns horai do Ira-
balho, mangas rie panno de linhu deiliuadas a pre-
servar qoe as do seu sobre-ludo se cslragaisem de-
pieisa.
A maior parle ilasoiphjas linham urna almnfada
sol ra os joellio", e laziam rend ; outre roiiam ou
Iracavam desruhos no panno ; algarda! Irabalhav un
ein laas de diversas coras oo homavim rom lins Je
sril e ouro em lorias a nnalidaile* de estofas.
Anles di rliegada it.i riirerlora, a< nifnin ela-
io railc.r um Ii .limo ; a condena
as linha ouvido rio palto.e havia eobretudo odserva
du, inlie lnda, orna voz doce e elevada, que du-
minava o eanla rom om metal de voi lonoro. '
gianla petar aeo, o canto cesin immediatameule,
loso que ella apparecau, e cada minina abaisoa res-
peilosamiHte a cabei.a e conliuuuu ia Iraballio,
Aaiim o quina a disciplina, em cuja observncia a
direelnra vigiava severamenle.
Hundirme o desejo exprimido pela rondena, a
directora inoilrou-llie o trabalho rie cada nutorei-
rinha, dando-lhe a este respeilo expliraees lao pro-
lixas, qui a aondCMl mo pode alravessar as rlases,
eiiao com extrema leulhlao. Periir infnrma-
qes, qoe desejava, on aqollo que quena vir antes
rie ludo, n.lo linha animo para faze-lo ; vio-ie poii
con lemnaila ,1 paciencia mais penivel, e quasi que
mo esculava, por assim dizer, a sua cnnduclora,
| lila ebsorvida estava no pensameulo da que mn
lenta, qoa Ihe era mais raro que a vida, respirava
uaqoalle momento com ella o ar daquella siria.
A directora aorprehenriiria da eslronba riesallen-
r-So da con lana, procursva por fim i mas obseiva-
roes, qaando a condessa Ihe disse :
Vossas filhas eanlam uioilo bem, querida rii-
leclora : ha sobretodo enlre ellas urna voz de uma
dociira arrebatadora.
Assim o creio, disse a dirclora ; ha a voz de
lloulin Clara... Que tendes, senhora '.' O ar desla
ala vos iiii-niiiiii'. 11 lal w/. Viude, vamos para o
paleo, la' faz mais fresco rio que aqu.
Enganai-vns, senhora dueclora, respondeu a
aia apressariomenle, mas com ntoili calina. Minha
ma empallidece muitas vezes rie repente ; he urna
aileiv i i uervoia ; mas, n.io sofre por isso.
Ab tanlo melhor disse a diraclora. A se-
nhora deieja oovir o can.o oolra vez ?
Sim, sim, e vns seria mu lo greta por isso ;
mas permiili, que me asicole uesla cadeira, pois
estoo mnilo fatigada.
A directora corren a' extremilade da sala t Irouxc
sua poltrona cobeila di cauro e guarnecida de
pregoi doursrios. Padio a ondesia, qoe se seu-
las>e all, e disse depois s orphaus :
Miabas filhas. esla nobre dama desoja ouvir-
! vos cantar. Clara Houlvell, suti ao pulpito !
Emquanlo ss orphas se pretaravam para obe-
I riecer a' ana riireclora e esperatam om signal riilla,
i a condessa disse eom emoco mil couda :
Clara lloutve'l, ojnarlda r iieclora ? Creio qoe
me fallasle re urna lloulen Clara, como primeira
canlnra !
Sim, senhora, Clara Iloufielt a Honten Oara,
uito fa/.ein mais do que ama s aesioa ; he o anji-
nho, que asa' all dimite rio pulpito.
E sem observar a expressao da plnsionoma da
condessa, nem lilo pouco a altearlo chela de anxie-
riade, com que a aia observava ma ama, vollou-se
para as meninas, a disse :
t) canlo dnala) Clara, minha filha, conlai
i primeiro ; vossas imillas repehrio o eslribilho.
Iloulen Clara conservava-se (liante do pulpito,
como uma peetiea e dclicioss inagem da infancia.
Era rie uma cuiisliloirilo delicada, om pouco fnnzt-
n.i talvez, mas cshelta e rio urna elegancia, qoa con-
\ vinba aos seos dozo annos. Seis grandes Hios pa-
reciam rellerlir o azul do eco, e deipren ham-se e mo
perolas lobre o alabastro rie soa fronle ; sin boqai-
j ol i assemelbava-se urna folln le rosa dobrada pelo
meio, e um sorriso eneantador enfeitava-lhe o stm-
lilaule. Toriavia, o que a diltiagoia sobrelado de
suas compintieiras, a cerlamenle nSo coneordava com
, sua capa, seu avenlal e seu vestido de Ida, era a ina-
geslade do seu porte, e nAo lei ]ne de inexplicavel
em sen olhar, que fazia presumir nella o angue no
, hre e elevada origem.
Nenhum i rie nai compinheiras linha ocapa.ln i
esla impres.li) ; lorias eilavam ronveuririas de que
Iloulen Clara ndo era rie nasrinriitu vulgar, lin la
! que ele lenlimcntu nao Ihe fase inspirado sen.lo
'pela severa ..idarie e nnbr* carcter da pura e
I ella menina. Logo qua Iloulen Ciara im u
la directora, sua voz doce e euc.iutaduia clavoo M .
ella canlava
A Virgen Maria,
h Sdo Joi tambem.
Imam agaialho
itoiear ein llclhlein.
As oulras orphas rtspouderam juntas
elevagfio e baisa das onr;as.
A lehre tinha dosappaiecido completamen-
te ile Buenos-a y res.
Tanto ntsta como na repblica Oriental li-
nha liavi.lo muito mo lempo, llepois de
. c") duraram
por 8 dias, di Hercules navios an- orados nos
l-.rpedicnlc do secretario do governo.
Oflicio ao inspector interino da Mude publica.
S. Exc. o Sr. premuno da provincia manda enm-
inunirar a V. S. que, por despacho desla dala, ao-
lurisou a iliasouraria do fezmdl a pagsr, estando I r-",!".!I,_
no. termos legaes, as nlhai e canta ds vencimen- l continuadas Chuvas e Vento,
los dos empreados do hospital da ilbo do Pina, e
das comedorias fnrnecidas aos mesmos empresarios
e aos rioentes al tratados, desde 11 ale 20 delta
mez, como consla dos docomenlus junios ao oflicio
pe V. S. de 22 do correle.
Dito ao presidente do conselhn de qnalificatao ria
goarda nacional da parorh a rie Pedro Marlvr.
O Exm. Sr. presidente ria provincia manda aecus.,r
recelndo o ollieio do cooselho rie qoalifiracilo da
goarda nacional da parodia de S. Pedro Mar'lvr, de
17 deslome/, participando eslar concluirla revi-
ne das listas di misma guarda nacional uo crreme
aiiDo.
COKRESI'ONDEfiClA 1)0 UIAKIO DE PER-
>AMHLCO.
PARAIHH.V l>o NOttTE. 3 le joliio.
Segaranea individual e da lu-si antenoi con.inuuic irn nenhuma ocenr-
< reneia tem navirio, coja grvida le e importancia a
seus portot.ror.am a garra, apresentan lo lo-I faca digna le ser mencionada, excepto a da fuga
go de, os o mar um pbenomeno assaz cu-1 de um criminoso do poder da escolta qoe o goarda-
it'orrrio da Tarde do Rio de Janeiro).
rioso : foi lal o bai&a mar que houve que
varias pessoas foram a cavallo bordo rio va-
por Camilla
Em compensado porem os rios de Matan-
za e Reachuello encheram por tal forma com
as chuvas que inundaram as immediaoes da
Itocca e Brranos-
os presos polticos: c criminosos da cadeia
In exceliis gloria !
El in Ierra pax huminibos,
\ alasos Valasaa
Salve men doce Jess
Vns Sois o DOMO Dominns !
El in tena pax hominibns !
Aa orphas ranlaram es|e eslribilho depois de cada
eslrophe, que Iloulen Clara comerava com sua voz
pura e locante.
Emqeanlo as meninas canlavam, a condena, ns-
lentida, cmn os labios enhe-aberlos, eslava mergu-
Ihada em um arrcbalamenlo el lctico, como se Uves-
se realmente ouvdo cantar a Alleloiao nos ecos.
Seos olhos no tiuham deixailo Iloulen Clara ; ella
eslava lillenlmenle snspensa dos labios da menina.
E na verdade, emquanlo a orphna canlava, havia
nella lignina ronsa de Uto pun, 1.1o celeste, uma
pieriade ulo arrenle raiava rie seus olhos atoes para
o eco, pareca lo abserla no bv amo dns louvores,
qui escapava de seus labiof, lio elevada por um
in\ sierniso senlimenlo da liarmonii, qne nti poda-
se compara-la leolo com urna alma bemavenluraria
riianle rio llirono de lisos. Ale a aia sanlo-se coro-
movida, e esqueceu o perigo, qua corra soa ama ; e
Com a cabera inclinada para riianle e os labios nlre-
abeilus, lambem contemplava fixamenle Iloulen
Clara.
O canliro eslava arabario e ja' Iloulen Gira linha
viril id i para a sua almofada de renda, e a eondeeea
e a aia eslavun ainda immoveis em seus estenios,
con. grande admirac.lo das corinsas men lias ; pn-
ii ni a direelnra approximando se delIh, disse-lhe
cheia de orgolho :
Na verdade, senhora, na he possivcl achar-ie
em loria eila rnlarie uma voz goal a desla querida
menina Por.isln ella nilo sahira' jamis desta easa,
paia ir servir a alguet'h As nonas do convenio rie
Sania Isabel, uns,as vizinbas, as irma* brancas do
convenio da l.ongue-Rue-Neove, e as Ursulinas rio
March ao llelail, ja' prometieran] a' Clara recebe-la
em seus convenios, quanrio olla liver idarie, e a re-
cebeio all sem rile, porque seria a primeira voz
ria iareja ; mas nilo a lerAo, senhora. Clara be mi-
nha ulna, ella na i me rieixara' em qaanlo eu viver,
sa Dos quizer. Que peusa, senhora con dessa, desta
bella vu/. f
A condessa, riomiuada por um intmenlo inven-
ivel, esfoii;ava-se a moilo lempo para retar as lagri-
mas, qoe queiiam cahir rios olhos. A aia apercebeu
a lula, que soa ama havia de sustentar ; aputou-
llie forlivarr nle a mi para lenibrar-lbe seu dever
e excila-la a dar provas de valor. Sem allandir a
esla advertencia mais rio qoe a poignnla da direeln-
ra, a condessa iWixou a poltrona e foi piir-se riianle
ria almofada de lloaleu talara, qae, ein respeilo a
eatrangoira, levantoo-ie logo, aballando immediala-
menlfl os olhos. A condessa lom -u tremendo a niao
na menina c Ihe disse com um accenlo rmiiinovirio :
Qae vn/. anglica leus, minha lilla i ollli para
miro, pois, miiiha qoenria pequen,!, leus mido de
iniu '.'
A menina erguoa sens bellna pinol asnee e olhnu
para a condessa ruin nm soriiso cheio de iicxpruin-
vel riocora.
Ol] nao, senhora! responden ella, fallaes
com lana boudade a' vossa humilde criada !
Criada mormuroo riolorusamrnle a condena,
apellando rom mais inca .iluda h lun da orphlasi-
nha... Qoere abrarar-me, Ciara'.'.... Oh! eom
r mi II heni.
Abracar-vos, senhora ? risc a menina Inda
confua, bem o deiejaria, mas nAo me atrevo !
Ipenas a bocea menina pronuncian eta pa-
la*i;i, a con fe--1 i ir mi Ihe o rabera n:i< iilih, e
Ihe A inte nm I ,. i .,
. que q.oando a nieniua eentio-ie hvie, vor-
melha de emoctu o perturbada, [o lentar-ie de
novo no seu Irabalho sem oasar alevanlar os olhos.
Eataalanto a directora e a aia linham-M Bproi -
na lo e haviam lido leitemaohai desla scena. A
primeira ni i sabia o que pensaste a esie rispeilo :
eslranhai suipeitas Ihe alravessaram o espitilo mas
va. Eslava elle procelario pur homicidio, ac.ibava
de ser sruleuciado pelo tribunal complanle, e vol-
tava a ser posto em seguranza na frara nova esdiia
do-la eidade ; em camiuho pode evadir-se, desap-
parecendo na mesma occasio dous soldados do cor-
po de polica dos que compunham a escolla.
lofeli/minie esles faelos n.lo s,lu raros cnlre niis :
a sua aseandilois reproducan pode ser explicada ou
pela in-iilli.-leiiMa e inelioacia das penas imposlas
de S. .\icol.o arrombaram as paredes e fugl- aos daieuiiadoi e couuiveutei, oa por nio se fazer
empre tiiciiva a imposit;ao dai dilu penal. Lem-
bramoi-uoi de ter ouvido uma observando al cerlo
ponto bastante liarla : que qaando alguim se cous-
tilue criminlo a sj mpailua publisa o cerca, e a
compaiiio pela desgrana de um iu lividoo faz mui-
tas vezei esqoecar ou menoiprezar oa intereises da
commanidade : mistar uria perianto qae o temor
de um castigo cario, promplo e rigoroso fizisse dii-
npar em seos effeit.s eisa mal entend Ja compaixao
de caria gente, e pi eservasse a sooiedarie de suaa (u-
ueslas con-iquciii-i isiim lambim fizene ulTocar
u dssejo, e resulir a' tentarlo di qualquer paita.
A prumplid.io e cirleza do castigo val talvez raaii
do que o mesmo rigor delle. Parece-rrbs qoe no lam-
po da chbala, o corpo de polica era melhor duci-
pnado, o serviQo feilo com mais zelo, porque a
puino.io das fallas onlSo era, seno i mais cerla, se-
gurameota mais prompla e dolorosa ; hoje qae eiti
decidido qaa civillsiro a chbala s;lu incompativeii,
ulo he, que a civilisa;ao e raoralidade dos que us-
seulam pr.ic i no corpo da polica exclaem essa in-
fama, nota-si com mais frequencia ai imabordina-
coei, as negligencias, ale; e o Digno commandan-
te riesle corpo vc-se constrangido a ampregar a mor
parte do seu precioso lempo em procurar lesteraa-
nhas, descubrir e colligir docomeotoi, convidar ad-
vogsdos, requisitar nomeaijOes de coosalhoi da in-
ve-ti-aoio, eonielhoi da julgimenlo, cooielhoi da
recursos, Irazindo am atropello ci ofliciais da guar-
da nacional de linha, o jaiz da direilo e munici-
pal, para depoia de mallos mezes e de maitos io
ciiiimo us cousegair uma coudemnae,3o por ci me
rie queja' ninguem se lembra.
Psatenos u San Jo.ii a salvamento ; e com qaan-
lo os devotos diste saoto nao deixasiem de manies-
lar a ma pie la le pelo brbaro modo do cosame,
rotulado nenhum riesaitre temos a relalar-lhe. A
polica prohibi os huscapes pelas run, e dengoou
os lagares oude se os podiuj ollar ; mas nem lodos
os foguistas tioham suas namorada em taes lugare;
esta ordem, pnanlo nao poda ser observada : a-
pezar dalla e das palmillas qua rondavam, muito fo-
go se sol.,ii pelas ras. E se am pai de familia ex-
probrava a imprudencia ou a dtshumanidade com
que alguem ahrava fogo sobre as senhorai qae pai-
sav-m, era por isso injuriado sem piedade.
Quanrio poderemos la/.er substituir por oulro me-
nos pirignso o funesto uso dos buscaps, assim como
foi substituido o iiicivo mirado d'agaa e de taoa.
pela innocente e divertido oso dai mascaradas t l
Sem islo nem as prcscripc6es da polica, nem as
posturas da cmara municipal consegoirao coosa
alguma, porque mi siue moribus leges proflciunl.
A baoca rola qne fez a caa commirciil Joaqoim
Pereira Mai&C. foi ja' quahficada pela autori-
dad! competenla : a opio 3o publica qae como Ihe
dissemos, a repulav fraudulenta, ainda insiste no
sen juizo, ms a sentenca, lavrada pelo joii moui-
cipal em visla do allegado e provado, e confirmarla,
dizem, peio jaiz di direilo, he favoravel aos falli-
dos que ja' se acham tlala ios da pris.lo. e cojos
credores tslo reslabeleci tos do insto que tiviram,
porquo poaco ou au viro a perder ; grajas ao
sanluj ou a sania qua este milagre operoo.....
Sabemos agora qoe foi honlem roubada a toja do
Sr. Iluliao Olavo da Cosa Machado : o ladran la-
ven duas ou Ires leilras de commercio, alguma fa-
zenla e pouco diuheiro. A polica anda-lha na pi-
; la, e prometa qae brevemente o deicobrira'.
Saode publica. O Dr. Vital de Oliveira, que
! f ira en.-anegado rio Iralamcnlo rtas pessoas allecla-
| rfas da fehre amarella na Serra do Poutes, volton j
a e-la cnlaria por nilo nr mais precisa a sua assis-
tencia all onda a epidemia cessoo.
Da mesma sorle o Dr. Valenca dea por findi a
coinmsiao de qui fora incumbido na povoajilo do
A raca^i invalida pela mesma apeJemja, e cajos ha -
luanles, segando nos consta, pnu-o salisfeilos fi-
oaram, antes muilo queixusns do procedimenlo qua
t-'Ve com elles o mesmo Dr. no desempenho dai
obris n.,,"S qoe c, nlrahira njo su cmn a hamanida-
de ulluriora em virludedi sua nubre profissio de
medico, como especialmente com o enfermos do
Aracagi em couiequencia do coolrato feto c.m o
goeeruo da provincia. II cerlo porem, qae a salu-
bridale ii.clhoroj tanto cm uma como em outra
parle.
O cholera moibos que elgamas victimas havia
feilo n'esls eidade, como Ihe parlicipamos, parece
ter desappirecido d'enlre mis, por que ninguem
mais tem sido formalmente accommatlido. Todava
nem por isso he aqu anda satisfaelorio o estado da
-io le publica : numerosas pequeas molestias, co-
mo defluxos, febres iuterinilenles, biliosas* etc., nos
-ss.ili.iin, e causam in-- mimlos mais ou manos
graves. S. Exc. o Sr. Roban acaba de levanlar-sa
rio ledo oode o prolrara por qualrn das uma forte
constipando. Sun excellenlissima familia lamban) tem
sulTndo. Salisferios como estamos com a sua admi-
nistrarlo, recelamos que estas abarandes em sua
saude nao Ihe inova a vonlarie de relirar-se. Fi-
lemos votos oara qne o clima da nossa provincia o
acolha lilo bem quanto o tim elle lido pelos seus
lid t>i ti ii tes que merecidamente o eslimim e re-
peitam.
Fallecen ha dias o major aposentado do corpo di
policia, Genui lo d'Alenla e Alhuquerque, pobre e
pai di familia. Era feralmente bem quislo ; soa
morli causoo profundo lealimenlo ios mus parin-
nilo q aereudo darlhei crdito, fez esforjos sobre si
mesma para persuadir-sa de que lmente a voz de
Iloulen Clara, beque havia arrancado lagrimas a'
condessa. A maior parle das orphAai observa ram
com ar dislrahirio ou negligente o que se paiiava.
Eslavam acoslumadas a ver Iloulen Clara ser ohjec-
lo ra atienfao e rias caricias rie lo lo- que, nao sas-
peilav-m nari.i de mais uaquella occano.
Quanto a' aia, esla trema le inquietadlo, e ape-
nas vio a pollilez ie sua ama e o fogo que brilbava
em seos olhos hmidos, riisia em voz alia
Senhora, este bello canuco vos coromoven moi
vivamente ; nao eslaes boa.... O ar livre vos resla-
beleccra'. VoHaremos ao meio da ou amanhaa,
Diiendn eslas palavras, lingia suilenlar sua ama,
mai leton-a a' forrja para fra da sala, e depois de
(er parado um momelo no pateo, conriuzio-a ao
locutorio, onde Ihe linham mostrado, quando che-
gou, algumas rendas.
Agora, querida direelnra, disse a aia, lende a
bondarie de moslr-r-nos logo as cousas bonitas, qae
tendes ; porque minha ama precisa repousar um
pouco. N.lo conherjo ninguem no mando, que seja
lo sensivol como ella ao canlo e a' msica, que a
rommove a poni de a fazer perder os sentidos.
Ah lenho com que salisfazer a Sra. condes-
sa, se lio fnr do seu agrado. Clara sabe anda cal-
lleos mais bellos. Eu Ihe pedirei pira os cantar
aqu, a, rilante do minha nobre vizinha ; a menina
he lilo doce e lo gentil qua nunca lefuiou divertir
alguem.
A condessa nao tinha mais presenta de espirito
para responder, ressentia-ie ainda da impresiAo do
beijo fall; sua alma eslava como preza nos meigoi
labios da adorada menina. A aia compreheudeu-a,
e sem esparar sua ordem, eouliniioa :
Na verdade, eslas rendas sJo muito bonitas ;
o |irn; i l ril i-, querida directora, he maito alto;
mas nilo importa '. Minha am i loma esta pera in-
lera. Viral logo busca-la, assim cuno esla guarni-
rlo de cinco llorios ria ouro. At amanhaa, queri-
da directora ; acrariero inlinitamtnle o vosso bulo
aciilhimenlo. Parlamu, nio he aisim, Senhora '!
A condessa vollou-se para a directora, e disie :
Desejaria fazer um presente a' vossa bella
cantora ; nilo poderei ve-la aqu ?
Ja, lenliora, respondeu a directora dehando o
locolenn.
Por amor de Dios, senhora, que ides fazer'.'
exrlamou a aia juntan lo as mos.
Quero abraca-la antes rie partir, ainda que mi
euslaise a vida, Igne/..
Vosso anjo da guarda vos proleja, senhora ;
o perigo he guilde. Serie prudiule, muito pm-
ricnle.
A direelnra apresenloa II00ter Clara a' con-
de-a, que loniou;a nido da menina e dis>e-llic, ti-
rando alguna objerlos da alg beira :
Minha querida pequea, vosa bella sos e
vossa donara me eneanleram. He preciso que eu
voi recompense; lomal, aceita! lito de mira, como
de urna minga, que eos am muili.
A menina aceitn n que Ihe oflerecil a con lana,
e llena palmaria de arimtracJio, a viili dos objectos,
que brilhlVim em snss m-o-inha-.
lira iiim linda Ihesouriiiln encaitoada do prala
e um agulheiro do mesm metal.
A brazal a cenhora, minha lilhs, dina a
aia.
Iloolen Clara, eontenlinima de posinir las liada
llio- uritiha e um tan bonito agulhlil >, nao se let
'. e sorrindo-se, r-i-iil......- bracos ,
roillleaaa, que i i- Ium ';.' blijOl, alo que o
- ai i ti modo serio,
Senhora, o Sr. r-. : (alvo/, nao
estis contenta da nona I igi ss i. E den al-
gum p naos poca a porlo.
Ale amanhaa, querida directora, diste a can-
desee, alo smanbas, minha linda menina linda vos
falla om dedal, eu vj-Io dsrsi tarubtra, minlia bella
caulora.
A condessa seguio a aia e a porla fecbou-se sobre
ellas.
Senhora. senhora, disse a aia, depois qne se
aclnraui na rua, como tendee sido imprudente Si-
ria pnciso que sta gente fosse bira cega para nao
adviuh ir ao menos qoe voisas emo^ei oceultam um
inyslerio...
Mas a condessa poz-lhe a mHo na boca, e disse-
lhe com SMllacaa :
Cala-te, "minha boa lngez, eala-ta. Ainda
quanlo me dissesles, qae o conde descobrio iodo,
anida qne o sea odio e a sua vinganes se desabafas-
sem sobre mim, qoe me importa ".' Ah diriam na
verdade, qae nao ubes qoe eu ouvi sua voz, apir-
tei-a obre mea peilo, que a eobri de biijoi qai
ella sorro-me lili u-me que seus labios queri-
dos romnrimiram-se eom amor sobre os meus la-
bios Uh meu Dos, he muila felicidad! Eston
prompla para encarar lado, para solTrer todo ; mas,
nAo me loo'dais a louca alegra, qoe inunda meo
ceranio.,, E tu', Ignez, cali-te, e deixa-me gozar
riesta in vprimivo! ielicidade ; nao obscureras meu
hallo co Ella he 'linda, como um aojo, nao he,
Ignez ?
Ou perlame de nobreza nesle rouxinol encan-
tador !
A aia eachagoa duas lagrimas, abri a perla e
feehou-a, qaando soa ama anlrou.
Eulretantn a directora da caa dos orphn.ni, mui-
lo preocupada, e fallando romsigo meem, linha
vollado ao locutorio para fechar as gavetas, onde ei-
lavam ai rendas.
Mis, entretanto ahi, linha-le esqaeiirio quasi
do qoe ia fazer, e como te nao livem soniciencia
da ua acolo, foi senlar-se im ama cadeira, onde
llcou por alguna momentos immovel com os olhos
lisos sobre o sualho : murmurou emfim am voz bai-
xa e lenta.
Mas a historia da aldeia incendiada e do sol-
dado generoso '.' Seria iilo uma invencSo '.' Iloot-
velt com etleito. que nome singular 1 He lalviz
sua irm.la... Porm como pnderia sar isso !
II'liten Ciara nio lem mais de IJ anuos... Nao,
he lalvez uma prima, uma lia...
Quem sabe'.' Mas he possivel, que orna primas
ama lia, mesmo uma irm.ia, se perturbe a este pon-
i e desfar;a.se em lagrimas com a impresso de
beijo da ama menina".' Por ventora isla senlimento
irresislitel pude ser oolro, siniln aquelle que o
om ocio da condessa desperiou em mim "!
De cerlo, o lentimenlo materno he o nico capaz
de apoderar--! assim da alma de ama mulher...
Ah 1 coinprehamlo Pobre mili, quaulo deve ella
solTrer Tina menina lilo halla, l', encantadora ?
nao le-la visto depois de algnu- anuos, arlia-lai no
meio de meninas pobres, educadas para servrem de
cu i las, nao po ler salva-la, nem pro(eje*la, dcs-
(dllecer a um beijo e ir-so com c coradlo despe-
larario Oh mou Dos, ser condemnaJa l roubir
furiivammle a soa filha um apello rie mo, um bel-
lo, um sorriso, ser ohrigada 3 fallar Ihe como a nma
pesnoi estrsnhi Ver a espada da deshonra eonli-
HUimenle lUpenia sobre ua cabera, hilar coima
a naluriZI o a sociedad!, o acurv-r-e cem vazesile-
buxo ria le rio cruel destino. Pobre m3i !.. Mas
quom pude saber '.' l'alve/ que me engae...! enlilo
miiihii fospeitai seriam urna Injarit honra da
Condasis. Ah seja como for, aondisia In boa,
1 am i ardenlenieiue a menina, que eu preliro a lodo
no inundo : qualquer qui seja. o segredu do. sea co-
larlo, nao o Irahirei.
Heos mi! livre da lal! E como ella parece feliz a
i-i i d*ila insiga o risonhaClara, sim, alii como
s- ella f,se. sii.i filha que'il'. e-a pobre mol, a-b.i-
, iin.i. ium amiga, qns Iba pcoeorira' .
......
Qaeridc dinel ro. gritn s porteira, sqni esl
a irmaa Begga ri.i xnnuuciadas, quo vem pela il-
va do censgo Visskeri I
Ja voa Ja vou respondeu vivamente a di-
rectora, inJo ao sen eocoulro.
(Co/iiimiarsc-na)
MUTILADO


DIARIO DE PEKNAMBC QUINTA FEIKA DE JL1IO DE 1858.
tes e amigos, e qoail desesperarlo as suat leleres-
sanla Qllm. Pasin repentinamente lo lempo a'
ter...dude o comparecen, lalvez tju.11 lo .lenos es-
perava, pranlo o Jais Supremo. Esla orcumsiau-
ci.i desperlou as a, prehaiiioes de niuila genio que
concurran aof mdicos para ser apalpada, auicull-
da, -\ 111.1111.I.1 : mugue..1 st lembruu ile fater pe-
inlejicie para ajuslar su is cunta, u.fu de prese-
nil per oulros meios Soria Igual.
A caresta de algons genero alimenticios per-
maucci anota : a familia u preeo ilc '.utl a OU rs. u quarteirao ; inin appa-
rareni leguiues. Cumlodu a populacho e-la' ei| e-
rancosi ; copiosas chovas lem eslilo, e o unen r
asta' baslanle humedecido. A carne ver.le bjivou
quasi ao san precu indinarlo, -Jim rs.,a libra.
Imprenta.As publicaenei noi iluus nicos pe-
nodirus d'aila provincia pnueo inlerette excitara ;
liiiiilam-se alies a tramcriices, a' vulgarincMio de
uoticias pela mor parle de neiilium.i importancia, e
de vez ein quando algama detractan ou descom-
poslura ucvitica, como as que nao lia muilu lempo
I mu 110 Commircialt: contra pessoas estmales
da cidade de Mamanguape.
1 .dundo a pauao poltica, ou o espirito de partido
aKila ni nimos, cream-te peridicos, e eicreve-se
abuiidmiirmihle ; mas coi 10 enlao 11.10 lie a razilo
tria e rellectuta qoe preside as prodceles, cifram-
e os eicriptos qoan smipre en> impuUcoes faltas,
em recniniiiacv.e. em exprobrares acerbas e inju-
riosas : lenitivo t decepces, ceva ao odio.
A liberdade de imprenta na est de cario bem
rotulada ein uossa Ierra : uein um correctivo ellica
asiste aos seos abuios ; por quauto a retpensahilida-
de moral nao lie suflicieiilu, e a legal lie completa-
meiile illusuria.
Eslnhelecimeiilos da caridad?.
Celebrou-se hoje a fasta de Santa Isabel padroei-
ra da Sania Casa da Miserictrdia.
E-leve mala espleii.ii 11 do qoe de cosame, mais
lalvez do que compurlam os baveres do eslabelec-
menlo am relac,ao as neceHidades que anda lem ile
sor lalsfeilas para que elle pusr pre cu..viniente.ner.te ao santo fm da soa crearlo.
Nao costamos de ver luso ero casa de pobres. E,
corn qoanlo a pnmpa nao seja para dcsprezar lias
ulera.niia.Iei religiosas, julgamos lodavia que acloi
da Sania Casa devem respuar a rcodeslia e a sint-
pl.cidade, compaiilieiras da sublime virlude da ca-
ndada chrillga, qua esle cslabilecimenlo be etpe-
cialinenle destinado a exarcir, mxime quando et-
*e actos sAo fallos a epata do patrimonio dos
pobres.
t) hospital depois dos conceilos ltimamente fe tos
lie mais celado, e ollerece mais coinmodos; o seu
servido lornou-sa recular com as iinlrucc,&e* confec-
riouadas pelo digno provednr o Dr. AtMS Rocha. A
ailniu.si.uclu porern do patrimonio, e a arrece.lac.ta
dd rendas respectiva! ato v3u htm.
He mal enligo, que am pouen lempo nao pode
ser remediado iuleimneule. A divida activa da
Santa Casa nao he pequea; grande parle das Ierras
que Me perteucem eslo iudevidameule occupadei
por n;lo seren medidas e demarcadas corn exaclidflu;
o leligio com os herde.rus do morgado S. Salvador
n.'.o lem sido continuado ; os partidos do engenlio do
Keis, cujo dominio fufe conferido a SaDta Casa por
urna seuliura )U 1ici.il. aiuda uo f .rain reivindica-
dos : alem disto .1 igreja precisa de raparos, o cemi-
lerio publico de obras, e o eslabelecimentu de urna
casa de exposlos, ele.
O aegundo anuo da aclutl administrado romee,*
agora : conliainos que ella nao deixar da promover
os inelhoraineutoi que nni.iiileu.ei,le reclama 13o
pia, como til ilmiiuicflo.
Ja a notta Capital nao esta lao falta de diverti-
meulos, como em epochas pretritas. Alem da*
duas sociedadet baila que aqui austero fouceiouan-
I laioi't urna companhia dramtica, lia pouco che-
gua, sol) a .Inte.,1o do actor Piolo, dando espec-
tculos uo iheatro, se lal apoelido pode dar-te tica-
pntirai), que ei'ile na ra das Meni, baplliada
com o non.e de l'niaa.
AsiUtimos i 1 nineir.i representaba.) que constou
da tres rnmedia, as quaes. em abono da verdade,
nao forarn mal desempenhadet. Mas por ellas nao
podemos avahar as forras djs adores da companhia,
0 que esperamos fazer na representarlo do drama,
que breve tem de ir a eoana. tiuardamos aooso jui-
zo para essa occasi'i, alun ue nao aveuturarmos
1 mi,,Vi de qua vendamos arrependar-nos.
Temos sido alliinamenla favorecidos com copiosss
rhuvas. que muilo lem animado os agricultores pro-
"itlleudo-lhes melhores safras do que asperav.im,
em vitla da horrivel secca que dos ameor;ava.
O nosso commercio Dea paralytade, eiislnido ape-
Daa no pono um pequeo navio heipauhul receben-
do algodito.
Ai ultimas noticias recibidas linnlnn pelo vapor
Igoarailo'v, das colcts viudas da Europa no pa-
quete .iln chegddo a 9 da passado, vieram Iraustor-
nar os clculos dos neeWM especuladoret, que eipc-
ravam muinjos e fundos |loi gneros que poa-
suiam. Nem ludo ueste mondo de miseiias sabe a'
medida dot nonsos doeeUM.
Concluimos a prsenlo mitliva, dtsejando-lhe vi-
gotoaa loinle, enchentes de falleidadea, e patacas em
quautidade, ele.
.CAPITANA no ruino.
lllm. Sr. Era de Imponoaa oeceaaidada lepara-
rena-aa as eapilaoiaa deata provincia a a llalua .ie-
inspere,es dos iriettaea do niarinli.i, lato como reu-
nidas ja 11,ais us respectivos encargos podiam cabal-
mente ser lallsfeitoa ; uia\uue serviit.lo em ambas
eslas reparlicoes parle do pessoal, emhjr.i 01 e5lorc,o
que para o rontraiio esle empregasse ; necessida le
essa que inanile-lad.i ao governo imperial, quer uos
rel.il 1110-, in.is lamiiem em diversas nutra* peras of-
liciaes, tanto desta cap.ilania, como da da llalua. a
lomada am consideradlo pelo malino governo impe-
rial, de fado a sepa, arlo adiase flia por decreto
de 17 de abiil do crrenla anuo, e V. S. mui acerla-
damonle noiiieadu para subsiiluir-me no lugar de
capilAo do parlo delta provincia, emprego etle que
leoli 1 cunvieco da bem deserapenha-lo V*. S., alien-
ta a sua reconheoida inlclligeiicia, e zelo pelo servi-
do, cojo pnmeiro qoesito fallondo-ine, originou ser a
oinlia ail.'innislrac.lo sujciia a erros, potto que iuvo-
lunlarios, ot qoaes cabe a V. S. saua-los.
Empollado como esla em semelhante emprego, he
daver rneu iuforma-lo do estado desta repartidlo, e
1-1.1 faro com a maur talisfai;Ao, n.l > pela maneira a
desej.ir, e precita, mas conforme us fracoi malos de
qoe ditponho.
Esla capitana comprehen le o litoial r.ao su o por-
to desta ciila.lt, nos, e cambuai re-peclivas. como a
cosa ao ul e norte da provincia, dtide Abreu de
I na at Uoianna, e os riot, alacoas. e camboas all
evislenle, ludo -lo mui claramente denv nitrada im,
mappai cuida lu lenle da armada Manuel Aulonio Vital de Olivci-
ra, e no competente rolero fallo por este ollicial :
uns a oulros enconlr.n V. S. DO archivo, -en o que
noi primeirns estilo ligura las as estac/ns, e suas aob-
divisos, ludo de coiiformidade com o regulameulo
das capilaoiaf.
As e-lar;iet e sercti acham-se prvidas di rapa-
lazes e lob-eapaUtea, cumpiindo algons regular-
mente leus deveres, mas uutrus nao o fa/endo, em-
bora incji. r voulade, pela falla de meios pecunia-
rios iuhibindu se de ampreg'rem se axclui\menle
uo servido pnblico com iclriiiiinlo do particular que
lile- proporciona a subsistencia.
O numero das embaiesen**, e da pessoas, perlen-
cenl*s a laet estates, e astabelerimenlos riavaet.uc
cup 1.las ein divert ramos da Vida do mar, consta
qoe mi ejercicio do -en iiup ranle emprego eslarti
empre promplo a prestar quai.quer esdarecimen-
lus, e lu.ia a legitima cooperajto.
Capitana do porto, de Pama nliucii, em ."> de ju-
llm oe 1858.I.li-.iario .//huid das Santos.
COMPANHIA
IVA
ESTRADA DE FERRO DE PERN'AMBUCO
DO
KECII-E A S. FRANCISCO.
(Limilada.
Rea torio la commUsao nomeada pelos
accionistas em viitnao geral em 2t) de
abril Je 1858, relativo ao estado e con-
dtio dos nejjociosdacompaiiliia.
ai qaalilieatOai que o Sr. Edu- ] governo, cle lem propollo por meio do ou ministro Saliium .
Fallecern]
nada.e pelas nu neri
ardo de Moma) linha para o poslo. os directores no- j aqu, a toliellar laei quealia a' arbitrario de ti rezi-
meaiam a elle, oerlaUMIile na esperanja de que lie ( deiilet am Londres ue, Kolhtdoa por cada lado )
de maneira alguma dallara os >eus iqtnwaea pes- em vez de seis eouielbeiroi de esladu do Braiil, ( co-
oaea, ou epIniOea privada, inlroineller-te na cum- mo por ettalutn original de aorle que tullida po-
prio.enlo dos seut deverai para com a companhia, ao ser uhlida com rapidez em todo Casu, se a arht-
lil
Milu
ni,1. -un estrictamente adherir ao principio que pro-
metiera uustrva, ile urna cummis-ao con-ulialiva no
Brasil com poderes especiis, a eoruillir do engenhei-
ro, Ibaaourairo, e delle luperiatiudeole, como fra
propoalo pela directora ; as obrigace de cada om
trae.iu vier a ser ludi-pei^avel.
Ouaulu as quealei entre n Sr. de Mornvj e es (us
collegas.
Agora nos aproximamos da parle menos agrada-
inembro deita eommlaalo, sen lo claramente delini- vfl lta "0,sa '"r'3' aquella dai quesles entra o Sr.
das uo livrn de ohrigaces e carlat privadas, copia,
das quaes j etUo inelutda na reiposla dos directo-
res a' caria do Sr. Moruav. o Sr. de Uaraay che-
gou ao Kecife em iiovembro de IKjti, licou ahi
como luperiiileiidenle da compauhia lmenle tele
emanas: e como ai principad demoras e dillieul-
dade. que obilaram u acabameiilo da I.' leccAo uo
da II de dezembru p. p. anparacaram depon da sua
chegada, prucuramus lia.,m a causa de laes demoras
dnliculdadei. Segundo a evidencia que culhemns,
parect-noi, que furam priueipaimeule as teguinles :
A01 Srx. aeehnMa da compmhia da entrada de
ferro de l'ernumbuco, do lt:ci/e a S. Fran reo
[imitada.)
Londres, malo :i(( de 1838.
Senliorcs.Em virlude da raielocjlo passada am
sesiaogaial de 20 do mea prximo pastado, uomeau-
do-nos em commissAo para cousullar com os direc-
loret e dar-voa um relalnrio sobre o estado e cundi-
c.io dos negoeioi da companhia; principenlo* no da *r Bayiisi [agente
toguiiile a investigar a administrado paleada, a po- IM"iT.
icSo prsenle, e as eaperaneai fulttraa da couipi- TereeiraMortes pela feh-e amarella, o a mnlcs-
nliia ; um Irabalho quo na* lem aecopado qua-i lo- lia de lautos liabatlia lore lanl.i logleze como na
do* a diaa al boje. eionaat) eeaaadaa parcialmente p'los miaarnai doa
n iiianguet c nanlanns ao redor do- Afosadoa. uerlii do
Da evidencia impressa a a< car as precisa-. it..,r. ....... 1 .11. .V ?
.. ., lenle, e 1 .. 1 1 -.uif ..m- n l'reparandii esle re ilorio, -nupomus nue voi iA .. 1 ,,.,,.
mi. lorai e con Miliar 11.1 mt'iiiin habllol de beber
I,amas de demora no aci-aiiienlo d 1 l.-.ecc.lo.
PrimeiraAi mnntaa mndan;at por morie e me-
letlia dos eupregadoa na repariic.lo da enge-
nbaiia.
SagandaA mora ou rolla pira Inglaterra de
mullos einpregadoi da contratado!, e a m desla do
lio Sr. I'inue-s ein marco de
. ,. ** /* iiiii hura' e continuar 11.1 uiesiuo. Iialnios .le lietier
eslepiui lamil ares os re alono, la comiianhia. a car- .....,.-. .
la do Sr. Eduardo de Moma,, dirigid. a, ,,c,- J^J^^"!. na Inglaterra, em wi
riilll, ,m9 ,,. marco prximo paitado, e a replica QMNa_Al 00MBt, enlre ,|esa|lprop.iadore. e
doaSra. director a misma, de t\ do ..,/. prximo ,,.....,, ,1,'MIl|o |0 ^vl..........,, [mial, ,
D< "'"' I do Hecifa, que linlia-e* j decidido no lempo doi Sn.
I)a evidencia necet-aria para a commissiio. ^ ereker e .1 nrker, ein favor da eoiiipanliia, e deci-
To.iai ai ion.-ov-ii-s. coulratut, estatuto!, evnlen- diudo te osito 111 .- se devia pagar pelos edificios e a
cia impreen e uuira correipondencia nu eaeriplorio ^erla ua nha datenoinada. portim esta queilao foi
da companhia, lem-nus sido entregue sem reserva, "u(ra vez aborta pelo Sr. K. de Mornay depois da
incloindo alo o livro de cartas privadas do Sr. pre- ?" "'egada ao llrasil e reiulloo em pagar-ie mais
djs regillra* desla Oopllaoia, e mappas reculhidos ao | menle da direc;o. Toda mais mfurmac.i e f.ieili- *- 3|500 rs. 31:10830110, titila, de.peza que na uossa
sau rchivo, hein qoe creio nao ufferacerem eslas Ira- I dado ha-nos tuto dada pelos directores, secretario, "l""itu nao deveria ser carrtgada compauhia.
Iialh ji ,1 eiacc.lo dasejavel, para O peifeilo conheci-1 eiigenlieiros, advagalo e oulroi olUcieai da Cumpa- ''""' fluealq oceupou mais de seis mezas para se
mani do -.mi-ii marilimo, pir muii > individu s nib- nina, 110 pruseguimenlo da noaaa inveallgacS. ajoatr.
tralurem ,e ao que a respeilo de malrieularem ae. e Alen de urna loriga conferencia com o txm. Sr.' yuil,_A falla allegada dot eonlrat.idores da nia-
arrolarem as ana* mbereaeMl. taapoem-lhei o re- | ministro brasile.ro temos examnalo minuciosa- deira, em nao fumecei a in.dei.a da Ierra, e a .,.-
Gurnanlo das aapil..nias, c n.lu poder aleagora isse menie as UHeinaohu (ao nnmero de tinto) que jul- caidade oa oblar madeira da Europa, iuvulvendo
vedar o capilflo do poilo. v.sla a unpo visitar a m.udo lodos os pontos do longo litoral des- | re,, eng.nl.eiroi1. contratador. Eduardo e Alfredo ..e Seila-Demoraem Irau.porUr ferraganda*pon-
a provincia, pon em ca.o contrari, da cerlo eviln- Mornay, llon. Auguslos Cowper, consol de S. M. B. |ts para o Braili "v
na la,, abusivo proc.Jimenlu. se nflo no lodo, em Pernamhueo. Ion. major V.-ekrer. Sr. luchar, Sallma-Aa differenraa deopinilto (origioadarpelo
na mor parle p ir mfooa su,elio a ser .Iludido, por etc.. etc.. para pdennos cl.egar a um jo.ro del.be- Sr. E. de Mornay) qua'nlo ao tili. .lo Terminu. .
inleresse individuaes das localidades. rado e nnparcial lohre os negocios da companhia. O.lavaE liuaiuieiile as qu^-ti
Aclia-se eslab.lecida quer a pralicacem do porto e
barras dsli cida.le e cosa, desde as Cmdeias al o
l'.i 1 Am .reil 1. como a da cuta da sola-venlo. A-
quella, por v.a de urna asio-iac,Aj, observando o re-
gulameulo que baixou cum o aviio de ~2S de fevereim
de l>")i, prestando i ni -ervico com ulilidade do
commercio e do estado, coucorrendo mullo para lato
os ronlii i-iiiienlos profei-ionaes e boa voulade do
pralicu-mnr Jos Fauslinu Porli ; e a oulra, sem
que seja por igaal meio, pelo aviso de -i'.l de dezem-
liro dn lito anuo apena aulonsa-la, e marcar a for-
mula a observsr-se para os quere.ido ser pralicoi.
O pessoal de praiicos, e pralicantes, para iquella
primeira pralicagem, coiitiguado 110 regulameuto, he
o couitaiile da relacaa junla. na 1 precisando de aog-
menlo, pin qoanlo creio oflicienle para eneiercico,
e nem esle precisar da alleracA ou moll.ora.ne.iiu,
visto que h mu o dispem o mesmo reglame.ito, am
cujo caso esla tambero todas as providencias ahi or-
denadas sobra diversos objedoi : isto em eonforrnida-
de rom o meu peinar, lirmado ua experiencia de
mais de tres anuos.
Se relativamente a essa pessoal he o que ocenrre,
o intsnio Dio peino com referencia ao das ambarra-
oes uceupadas em lal aertico, visto como o julgo di-
in.nolo para as necessi lades. e mais, por mo adiar-
se Convenientemente pago, embora aulorisacao do co-
verno imperial lizes.e-lhe auumenlar o veucimtnto,
anida poriu a quem da natureza dot trabalbos que
presta, e fora boje da tarifa do porto, e levada coosi-
deravelmenle pela alca de ludo indiipo.isavtl as prs-
ci.-es da vida ; sendo que lao ponderosos molivus
fazem mu.tu eolio ul.l-r-ie gente para perleucereui
a easaa cmbarcac/ies.
O balancete junio a ele mostrara' a V. S. o esta-
do da cana da pralicagem, ue que venlio de tratar,
110 ultimo de jolino do crreme anuo.
Os porlos desli provincia mais freqnen.ados, olm
da iis.la capital, sao os de Tamaular. ao sul, e lia-
pilIBma ao norte, amhu de escala dos vaio.es
as que-les enlre o Sr. Pe-
seu agente ein Per.iain-
Agora vo. daremos as oos.as opiniooi da urna forma i5|ou e o Sr. t'urna.s, e seu agente em l'er.iam-
d mala concia poss.v.l, sem entrar era delall.es, nem |,uc0, Sr. B.jIIm quanto a coortrncao e .eso do
citar documento* ollic.aes que eslao ao alcance da | sea Con I rito, o qoe ullimamenl. loruou a vol.a do
lodos.
Sr. Penislon a ette pai/. nece-sana, para ajustar as
inealoea com o Sr. Parnesa possoalinenle, ajulado
ereiro de 18.18.
<>!> .ii^.-i..- -.11 ii,'iuv"jii-i lit 1 "ii-.i.r'.iM,
Sabis, senhores, que a nosaa nome.cao fui caua-' ', '" "'torea o man oflleiaea aqu,
da por uns bnaloi da .ni a i.ninistracao dos negoeios A "ngoraejo da India era ') de feve
da companhia, e por acemacOei direclas feilas pelu A "I"1""-' Pnr*m as demeras cima inencioua-
Sr. de Moruav na sua carta d l) da mareo prximo I ?*' "' lmP"nle lembrar se que a l.a seecoain-
pauado esperavamm poder limitar o iioa>u relalnrio ,a o nao perfoildinenle acabada, como o coutrala-
queslao de admiuitlrarao uii.ramcnle, mas em ('or ""'f """ fa"-lo, loi aberla para o Ira-
consequencia de cerlos ari.gos nos jnrnaes pblicos "cu Pub,, "" "' 1^ teeereiro p. p. lmenle (i
relativos as qoesles entre o Sr. de Uornay oa "oaa oepoie tompo marcado palo Contrato coa
> directores (durante a nona invesligacn dos Sr' ""'n***"
negocios da compauhia) julgamos ser do noaao dever,
am vosso inlaretse, dirigir a uosia iuveiligacao a
essas quilines.
lia coucossflo original.
Secundo os termos da conces*.io original de T de
agoalode ISY2 o decretos alteriorea, as poules, ater-
ro e ciirlet da i" iec;flo d.i II if a' villa do Cabo,
deveriam ser acabalas ale :|| alo de/embro de I857 ;
da 2" eccao da villa do Cabo a' Ecada, al 31 de
dezembru de IStill, e Un ha lo la deveria oslar aca-
bada e abarla ao Iralicu publico al de dezembro
de 1861.
Uo decreto 1,216, nomaando os Sis. de Mornay
lintel.no- vitalicios.
Polo derrelo do governo do Bratil n. 1,'JiG de 1;1
de oulubro de 18.1:1, ohtido pilos Sr-. Eduardo e
Alfredo di Moruav, foram ell*r nomeaios diredore*
vitalicios, percebeudo igual i.m luneacan a-is demai
dlrectorea da compauliia. Es-c seut.orot havia.n
residido por mullos anuos 110 Brasil como ingeuhei-
ros para moendas e iiiaclunimu de engenboe uaquel-
le pa./., pos-mam nina grande iollueucia local ua
provincia de Pernamhueo, ohlivtram a cuncessao da
estrada de ferro, e mostrara..! ter grande tlenlo e
companhia Peinambucaua de ii.iveguc.ao curteira. Os induitiia. fie portanio do presamir que o governo
AGINA AVULS.V
iscp)'__' in i\ *
I'romnrao to !. batalhao de fuzileiroa da
'/inirua nacional.Montera foi promovido ao poilo
tle cap la.1 desse batalhao o Sr. Iinenle do ineamo
Jos Bra-ilino da Silva, qoe por lal sorla v os seus
erviros devidameule retribuido!. A iruin..._,i.. be
honrosa lauto para o promovido, como para quera a
piaticou.
Festa do orago em fguaratsu'. Coma-nos
qoe lera de eelebrar-sr> na villa de Igoaraii.i orna
pomposa festa no dia _T de lelemhrn prximo futu-
ro, por occatiao da lolamnisar-se all o rtspeclivo
urago. A eleiQAu qo prucederam 01 devoto dos
sanios Cosme e Oamian para essa feela recado em
pastoas mu di.tiuclas, nao t pelot sanliraeulos de
caliiolicitmn qua ai dominara, rumo anda pelas for-
1.1< de que a Providencia es tem enriquecido, san
luvida para em taes uccasies conrurrerem com os
leus eaforroe afim du cullo eilerno, devldo ao Ser
Supremo assum.r lodo o bnlhinlisirjo pussivel. Al-
pumas detsas peitoai sao desta cidade, e aceitando,
romo eflecliv;.mente os aceilaram, 01 volos eipoula-
neo da irmandade, he islo um augurio feliz de qoe
bao de concurrer com donativos .ullicienlet, para
que com sole.nnidade a esplendor seja celebrada a
leste dos padroeiros da villa da Iguarai.su'. Coma-
nos igualmente, que o res.iecnvu Ihesoureiro por sua
parle ha envidado lodos ni esforr;os puss.ve.t, a qoe
nao poupa sacnliciii nem cuidad < para correspon-
der a^ expectativa dos devotos dos sanloi Cosme e
ll.inido ; mas curar.re qoe. para terern coiupleinenlo
t.10 louvaveis ampenhos, s.-ja secundado pelos dernaii
eleitoa, habililando-o alies com metas para cuns.ru-
jao desse lim 13o meritorio.
Pemolirao do sobrado tradicional. Esse so-
brado de qua por vezas rus bavemoeocrupado, adia-
se buje demoliodo por ordara do Sr. Mauoel Jos da
Coala, lulor doi urphaoi do com.ne.idailor Jobc la-
1.101 de Oliveira. Era urna medida ha muo recla-
mada, aliui de evilar-ie o perigo que corriain os
Mainlaiile, que descuidados pur all irantlavam.
- ./ nio da intriga.Co.ista-noi que na cidade
da Ciruaru' lavra a intriga, qua algons genio- bui-
1 un mais alimentar. Os dooi lirui ha pouco dadui
no Sr. Dr. juiz de direilu Ihes lem servido de arma
para verem le couseguero indiipr o referido Dr.
juiz da direilo cum o Sr. teueiile-coronei Joao Viei-
ra, sendo no eulrelaiilo de admirar que aqoelles li-
rot disparados un pusicSo prxima ao qaarlel do
raspeclivo destacamento, nao fossem prevenidos pela
iiiilinella, nem meimo visloi os tus aulores. Quaes-
quer purtim qua tejara mi caotas e elloiln d.so, em
que nao eutraramut, e-peramo. que nao prevaler;sm
as trien das intriga!, deiavindo doui huraeni impor-
lanles, huneslus e prudentes cuja harmona multo
rniivem ao loceto da comarca.
Set icios de um marido e.rercidat na mulher.
lid ua ra da Coucordia. qoe desla vez desmenle a
il.Mii.ni,naca... ummeridinho lao amante da con-
sorte, que nao dena de eienipla-la de vez em quan-
do com solfrivais pancadas, pan leu entino__,
como ainda houlem praticoo por eipact) de bem um
quarto de hora Esla pralica repulsiva e hedion-
da, que revela um carcter pessimo a baldo de edu-
carlo, udo deve ser lolaiada enlre penoas da brio,
que nao podim inoldar-ie a' accei l.io negral, t.lo
ba.xas como o espanrameutu da um ente raco e
sem proleci;f.o ; visto que a de que 1 odia diipiir na-
turalmente, he a metn.a que lite falta e abusa da
si.perioridade, qua llie conferio a natureza. O Sr.
inspector do logar para qoe nao cumpre com suas
obrigacet_ em semall.aiiles occas.es Coufiamos
que o fara' de ora a vanle, lano 111 ns quanlo a ca-
sa nao II.e divo 1er destonhecida, porque be cini-
ca era laes fados.
- Someariln.i-m nomeado para agento paga-
outros pouco ou ueuhuma i.nporlancia loem, por
quanlo rapulam-ie lo'nenle capazrs para barcar.s,
uu li:;ile*. de Igoaef porte o qualilada deslas, atsim
pequeo, e por ser eesa a cuiiinler.ic.Ho que luerecein
inolivou j asta capitana pruniiuciar-se era livor dos
rcspecliv, s melhoramen|o>, pelos meios que imlicou.
au menos em algo.u d'enlre tile olleroceudo raaio-
res vaiilagem, como isto vera V. S. dos mencionados
registros.
De mui!.1- obra parlicula.e no litoral datta pro-
vincia nao tera-te porfolio Couhccimruto. pela inelli-
cacia de meios de BsCallsacSo e indevida rcluclaur.a
lo inleratsados, por nao alleiideiem ao bem publico,
e lio smente ao sau propno e da momento.
Quanlo es do porto desta cidade, para u seo melho-
rameulo, por coula do governo, do que esla' felo
conliece-ie cunsideraveis vanlagtns, pur ja nao sen-
lir-se as violentas eeeUlaejSee das onda uu prea-niar,
ciu-anuo muilo mal aos aucoradoro, particular.nen-
ie a* da franqua, e as aguas ja canalladas uo lito do
porto irem ruinpendo o banco que obslrue a soa en-
trada, a' poni de hoja eulrare... uavioi demandan lo
dazos.es a oezetete ps inglazcs, quaudo antes t-
menle iilo tiuha logar com 01 de qualorze ; ecre<-
ce.do que fe.ta Ba mor parle a muralha da iliid do
Nogoeira, eilAo ja em destrincan as cordal do p,.rlo,
alimentadas pela areias que rrani vi.iham, eoncor-
renlo la.uhem para a cooiecuoao deite raelhnraraen-
lo os irabalhcs da arlual barca de escavano, posto
imperfeilii por fallar-lhe ni accesorio< couvonientas,
como niel ie-, o qui la' depender da cuadjuvaca.i
dos particulares no recebimenlu a consumo do tama
e aiea cscavadas, e smente preslaudo-sa a faze-la
H-s c,iiias de demora da >." ItecSo.
A rsapeilo do progreeao limitado que so um fnlo
na -2." sercSo, da villa Oo Cabo a' Escda, urna das
principan uanaes, alem das que sao applieavels a
l.a eci;ao, he Iracavel au lempo piulido no desvio
do Para, inanias e secces para o qual loraro prepa-
ra lu, o lerreno comprado, e depois abandonado,
poli que o Sr. I'urne. descubri que entretanto que
poupasa qnail urna milita em compri.nanlo, carecia
da obras add.c.uiiaes quelfaziam o costa delle mais
preju licial au seus inlereosea do que a linda origi-
nal, coiiio fia marcado peloSr. Borthwick. lim 00-
iro desvio proj.rla lo cutre a villa do Cabo e a Es-
cada eaoiou mais alguma per la da lempo, cada des-
vo necosi.irlamenla carecendo de novos planos e
seceea, e no iiovni arranjos rom os prnprieiarios.
Sr. turne Idinhem admiti que lem ido lti-
mamente muilo acanhadii por falla de capital para
le\ar ao cabo o ieu conlralo anula que ns directoral
leiiliam liberalmeute adianlade-lbe JIMHIl) is.
I.T.Ti.ti:niiii. edepmsJi 10500re.93:3-2iOU0. Bi
le Mornay e os aeus cu-dirednret ; a como sena 1111-
poesivel, -alvo de um modo mu vnlumuio tratar da
cada queslo de ambos o lados; dar-voi-hemos ni-
camente o resudado geral da uossa longa e impasr
cial inveeliaecjto, baseada sobre a evidencia que po-
demos ubtar.
Quanlo ai accusa;Ots do Sr. de Moruay 'conlra os
directores.
I'rimeir.mente iudagamoi do Sr. de Mornav, se,
como a replica dos o.rectores a sua caria conlinha
impoilantis accusar,es coulra elle, alem da sua de-
feza. elle preteridla publicar ulna renosla ; a leu-
do informados por ella que proponba deferir a tua
respuila al que Sisee o boso relalnrio, julgamos ,|u
iiuiiii dever exannna-lo reUlivo a suas accusres,
e oblar delle explicaban por ascriptu sobre ellas, e
obre a replica dot directores ; islu para Iba dar up-
I i'Muinil'ile de sustentar ai suas accusacas, pira
refular as doi directores, e para nos ajudar na for-
nidc.an de um juizn imparcial tobre asa ponto.
Ilepoii de gastar mullo lempo e aliencao sobra es-
ta que-t.iii Chegamoa a decisao de que a Sr. de Mor-
uav lem I iii.i.lo am substanciar as suas dllegoc.oet
contra a directora, qni r. de Ur ella retido aquella
i11forr11.11.,1o qua devia dar aos accionistas, qoer da
na' a.'uiiiiutrar.lo dos vossos negocios. O Sr. de
Mornay moalra algumas inexactides lecliuicas na
replica do Srs. directores a' sua carta, mas todat di-
zem retpeilo a cousoa do menee importancia que ds
maneira ueuhuma iffeclam a sua iuiegr.dade, ou a
iua lealdada aul vossos inleresias. He obvio, po-
rui, que urna eniprera da nalure/.a desla mo podia
sor pr/osperatiiinle dirigid, ae ura direclor na poii-
Cflo do Sr. de Moruav. quer por dilferenc.- pesioaei,
011 por -ua inliabili la 1i- de levar avante um tvslema
propriamente leu da admiiiiilrac,ao, fus.e periillido
adoptar um tvslema de antagonismo moleilador, pa-
ra com os saus collega, e de magnificar qualqoer
engao faren1o-o. parecer como exunploi de na'
a !minilrai_.io geral. O rffeilo de um proceder lal
smenle poda crear o nifu.a noa neguciot d com-
panhia assim enlraqiiecendu a ciiiili.iuc dos ace.o-
u.slai. e, como ne-le caso alterar a b .a harmona
que existe entra a companhia c o guveru mesmo
rJebeiio d.n auspicios do qual fura eslabelseida. Esta
modo ds aeran partee ter sido adptalo p-lo Sr. E.
de Uornay, anula com preju zo da empieza. Como
ns directores admllcm na sua replica au Sr. de Mur-
D0y,muit0l erros lem sido inquesiiouaveluieule cnin-
uielt.ilos ...i Brasil e mu las dilliculdadei lem appa-
recilo juntas, causandu demoras prajudiciaes i.u
irrigresso dus Irsbalhns ; mas somos de npini.lo que
>o o Sr. de Moruav tivesse volado os seus tlenlos,
conheciruenioa locaes e influencia aos iolerassas
reaes da companhia, am vez de oceupar-se com 111.1-
lorias principalmente allcl indo a si meimu e a cou-
Icndas com lanos dot ofliciaei da companhia, muilo
ervico valioso teria udo pie-lado a estrada de ferro
e uiuilds das mas dillculJades, ou obviadas ou di-
minuidas.
He a nu.-ia co.nic(ao, qua os interesaos dos Srs.
de Mornay como conressionario-, e do Sr. Alfredo
de Mornay como conlralador da desappioprtacao,
lornaram a toa postean dede o principio, como di-
rectores permanente! incompaliveis com os iuieres-
ras garaei dos accionista. Somo man de opingo,
com quanto teslemunhamo o rauiloi servidos do
Sr. E. de Mornay a empreza origiualmenle (pelot
quaes alie fui bmi pago), qoe elle se lim provado
desqudl.licado, por seu genio, inlerissss separados e
joizo defectivo ; para posto alguna de auloridade na
rompanl .a, e mais que o seu desejo dourngrar.de
poier ae administrarlo ic.n sido um dus maiures
males de que a companhia lem soflrido.
Das accusaciies los directores ooulra o Sr. E. de
Mornay.
Quanlo as accusacOes dos directores conlra o Sr.
Eduardo de Mornay, jsto he,que elle tem procurado
facer os interesas ila companhia secundaria ao in-
lereiies da sua familia e o seui, que quaudo eslava
em Pemamboco como soperintendenlc. excedeu as
las obrigaees, cousentinilo a iudem.iisar.ao do .e-
nliuros desapropriadores pelo desvio das Cinco Pun-
Exiilem....... 15
Suata. .-------- si
Oii5orva;oes.
Os fallecidas du fui de aocepbaliles ebronica,
oulro de febre amarella, outro de grdUgrciid, nutro
do daarrliea e o ullnuo de bexlgei.
Eofermaria do marinha de Pernamhueo .'(I) da
junlio de 1818.Joaqun. Jou.VIves de Aliiuquei-
que, cirurgiao da ci.feruiaria.
imperial acredita va que servia .. ao interessesde
empreza eecolheods os Sn. de Mornaj para e-,
poslo permanente. O principio porern eslava aberto
a serias objecr.oes, pois jue confera grande puder,
sc.n reipoiisab.lidade alguma, 1 s-nu furiuanJo u ali-
cerce das multas dilliculd.ides ae se lem aprsenla-
do desde enlao.
no ore .miento original du capital e do pagamento
aus Srs. de Mornay.
O capital oreado para a con-lriircnu da estrada de
ferro foi U 1.-200.000,1!. 10,660:6009, sobre easa
-omina o .1 |||0 imperial c o 2 OdJ piov.ucial (fazen-
du 7 0,0) lu legislalisamenle concedido, e era :iu
da selembro de 1814 os vosos directores lizeram um
coniralo com us Srs. de Mornay para a compra das
c.aire,ru-, ele, por L 10.000. n. 88:8811?, pagos em
acr;Oe, alem de mais t 12.000, n. I06:656j>, e de-
pms t 4.0UII, rs. 33:0529, em ludo t 10.0011. res
112:2080. pelas plantas e desperas pralun nares,
etc., fazendo um total de l 26.000, ri. 231:088$,
exclusivo da remuucracao anuual cu.no d.rectoro-.
Coniratarain lambein com u fallecido Sr. M. A.
Ilorlhwirk. em 21 de Janeiro de lslli, pasar um lo-
tdl de 37.000, n. ;l28:8jti3, palo servico da eu-
gei.hai.a, ale que a lii.ha fosia acabada.
lia cuntalo rom os desapropriadores.
No moi.no i lizeram mais uulru conlralo com
o Sr. Alfredo le Mornay. por si e pelos seu co-
coulrataules, para w-1, r pri.n; 11 da linha, 75 m.lhas
por t 35 1)00. rs. :tl 1.1)8.1-, que he a' razio de IOS,
4:1419808, por i.nll.a. Podemos razoavolmenie sup-
|ior que esle contrato fosse favoravel aos contratad >-
res. Co.nu os interessts do Sr. Alfrelo do Moruav
te muilo prejuizn.
Esies Irabelhos da escavano leem igoainicute pro-
duzido o benedele da lirada de di sirocos de navios
atondados ha longa dala, a traase ora'da de oulros
ax.iiiudo tobre essa ultima cora, un- com dono* e
por conta dalles, o os de mais sem l.aver cuuhecl-
iiienlu de quem slo, causando islo ficar a despeza
a esrgo desla capitana, ua cunformidade do leu re-
gulameulo, art. 12.
Todos os ancoradoaros etISo hillis.ido, e determi-
nado se aci.a o lugar doi navios seibos para fabrico
ou nao leudo destino.
Tambem le acl.a daler.nnia.lo o lugar onde deve
ser I,inca.lo o lastro dos navios em ai(enao a nao
prejudicar o porto, a o inleresios da fazeuda : este
lugar he os alagados da ilha do Nogueira pelo sul
de ana mgralha, o qual no futuro lera' de ler o
inelhur para ot eilaleiro de con.truecan particular,
en trt tanto achaudo-se consignada a praiaentre Santa
K.ta a C..ico-1'o..lai.
Ai barras e bailo do inglez, e os de Ou.la, asilo
igualmente bali.zados por v.a de boiai de ferro, de
inaiieira a terem estes pontos bem conhecidus, e
para a parmauei.cia de misler precisam boias de s-
bress, lento, aliiu de subsiiluirem immediatamenlo
aqueLas Onlras, de duracfi.i mcerla, pur aioiilroa
que podem dar-se pela sua falla.
Noiioccurrns Basaos lem lem lido oale capitania
compiti auxilio do vapor de reboque "Camaragibei;
da companhia Vigilante, oceasiooando a dispensa
quan no todo da lancha que insto emprega-se, e a-
char V. S. esta embrcelo apenas com o patr.lu, e
II remadores. Tal vapor he perfeilamente construi-
do e du grande forja sua niaclrtua, qualnlades e-tas
fareudu que prisle-se em tudas as circumstancas
cuuilucao da ancoras, amarras o de quaesqoer outru
ubjeclm preaiaos, com a rapidez de mular, o que
torna a empreza a' qual olla perlence digna de luda
a Ciili-I.loi. c.ia.
O pharul do pirAo lem inda o apparelhu com que
foi manta lo ha nula annoi, o qual sem duv.da uAo
esta' pe.leilo, e pois, precisando ser iiib-litu.do por
oulro a par doi laelnoraiiioutos havidoi em obieetos
laet, sobre o que se lem deixadu de prosideocias
por 11,10 parecer o local deste pharul coi.vinhavel, e
assim ti ver-so propoilo em 18.11 a adlfieac,8o de
mais don, om em (Unida e uutru nu cabo de Sanio
Agoallnho, Resudo aquella de luz fixa.
O pessoal paco le... sida ot hoja do secretario da
ioipeotjlo, por tervir igualmeule como lal nesla ca-
pitana, o qual fara' entrega ao, para essa lugar .10-
Hu conlralo com o Sr. Eurniss para a contlrucc.ao
da l.uha.
No da 33 d* Janeiro de I8.il>, ns directores lize-
ram mal uulru contrato cun u Sr. I unios para a
coostrneco da linha (menos os finitos volantes) am
qualro sei-cei, pela sorama de 8M1 IHhl t, 7,304:8008
rs., uu C 12.000, rs. l06.-6.16i>, por imlha, pouco
inai- uu inuiias. Esa qua...la devia ser paua em
lualru preslacoes de 212.500, r. l,Sss:7" I-, cada
urna, ao acabar.cadd unid dai lecces. O Sr. Turnes
ohii^au-se a couiplelar a 1" seccu de I'.l 11 milliai
al :il de dezembru de 1857 : a -J" seecAii da 17 l|i
imillas ato DO de junbo da 18,11) ; a 31 secrAo de
22 11 rollba e a leeco de Iti l| inilliaiel 1
K. .'U:l08>00d sera o conieiitimento dus seus col-
toga da commisslo consullalisa ah, o mai peto
liag- menlo ao ieu cunhado o Sr. Bidoolae de t 1100
lis. 9:7769800 sem auloridade alguma ; que quando
superiulendaiile local elle nao leve em vista, nem
seguiu as regras, sugeilas a quaes elle fura nomea-
do, o segu.o urna linha de Conduela qua causou
malla eonfnslo, reeullon na reeignaclo doSr. major
Vertker, e obslou a voila para la du Sr. Jurker iain
dejano.ro de 18'il ; ass.m lazondo lod. a linha, em deipendulas ; e o resultado foi que tirando em
_______ ___ _____ .. I nraUitin un <- I* .....L... .. -.....>.....I.:.. ........ *,_
trelanlo, coi.cedendo que a campanilla merece il-u- la, cau..in., a perda para a companhia da 3,500
na censura por nao ler-ll.e dada as plantas e lee- "
ru, a eommiaeao lie de opioiao que elle nao tem
Irabdlhddo com lano vigor cuno dev.a.
Quauto ao Sr. Furnesi acabar a segunda secoAo 110
lempo e pela totuma marcada no seu
conlralo.
Da-nos purera ialisfa(3o diier que o Sr. PornSH
esfera completar a segunda seccao, que he princi-
palmente scrv.cu de tirra, alo 30 de junhu do 181!I,
egondo o seu conlralo, ruin o sal lu da omina vo-
lada s duas primeira serenes, te as queslc enlre
elle e a compaobia fnrein ani.gavelmenle ataaladas,
e o pasamento secciones!, e divisiones! reformados
mal de acesrdo com o oreja monto original do Sr.
Borlhwiek, ddudo-ll.c deste mudo ...ais cuma: para
o seu Irabalho.
Do estado da cunta do Sr. I ornes-, cura a com-
panhia.
C mi houvesse malta d-MnssIn e duvi I quanto a
quislAo do excesso nos pafamenlos ao coulra.ador,
Investigamos esta materia, e julgamos, que segundo
os lermns do eu conlralo che ela' adianladu em
perla de i' ItMidO rs. 88:88000 ( 1. de fevereiro
de 18.18 ) leudo reesbMo, incloindo o seu fundos
resorv-do 351558,13,10 re. 3,121:6519646 com
eorlidSo do engeul.ciro o que lirado de t 15000 r.
.1.777. iiiti;iioo.deixa um saldo tomento de 731II.0.2 c
Ii"i-':i7!l-ii'.ll r. oque 11A0 ne sullicienle para acabar
a aeguode seccao; porem como a companhia tem as
ua .nao ni fondos reservados igual a quasi i' 7.1000
r. ti(il:i;()l);Ollll c.ii.lra ese adiaulameiilu asIAu pe-
to prsenle livrc de ludo risco sobre ette pun... S;
norom n nrramento dn Sr. Borlwirk de t 162796 rs.
1,113.3209000 livee sido tuina.lo cumo razoavel p-
game..lu pelu Irabalho na primeira duas sectil-s em
vez de 425000 rs. :!.777:i00-j0!K> como pelo sen
oonlralo,. Sr. Fumen nao enana adenla lo mas sim
menos pago pois que o salJo a sen favor para com-
pletar ea duas serenos seria C HI20.-t !r88:406>701
r. em vez de C 73411.6,2 rs. t;i2:i7i;'Jh Coulra
ssse saldu porem ella lem recehido m dim enipres
lim s de C 20000, r. 177:7608000 e C 10500 r.
93:3249000 fazendo aisim am tolal de C 30,500 rs.
271:0849000 reduzndo o sal lo n pro-lanlo. u
Quanlo au diipeodin paitsiado e o saldo dlsponivel
para completar-te a linha.
Agora rhamaremo a sosal alleo;Ao ao dispendio
panado da compaohia al ul. le fevereiro prximo
passedo co.nu pur fulha de sallo ; e man quanlo au
laido dn capital dlsponivel para eomplelsr-sa a li-
nha. l'-ra peder vos dar toda oformaeju sobra asse
aesuinplo leuio cuidad..sanente comparado s
qua.lliila.lt ilos d.llarenle l.tulos de con.a -obre o
quaes o capital de C 1.200000 rs. 1O,(il1,(l0?00O f i
original.nenie oreado, cum as quaii'.iis adualracule
Os arligns que tem publicado o Sr. Cisne ro (ioi-
ntsdse, acerca da desspropriafio, que requera a
rumpanliia da estrada de ferro de.la provincia, 1S0
eicnplu em Imguagera lAu v.rulo..la e desabrida,
que ante, -o lingera a patenlear 11 despeito, de qua
esta' iluminado esle seulior, e a excitar u ud.u e ran-
cur da popularlo conlra 01 agentes da companhia, e
a suscitar tmberaeoa a dillicuiiladet a mesma compa-
nhia, que ello julga prajadicitl aos inleresse da pru-
vnc.d, do que a do mostrar a pretendida usurpaco,
do qoe l.lo vilenla, como ii.juiiamei.le sn quena.
l'ac.l be de vtr a inconveniencia de acompauhar,
0.1 alimentar urna diseunAu neits terreno, e por isso
os agmtes da co.npaulua se l.in.lam a appellar para
us humen desapanui.adui s impa.caes, cojos tenll-
mer.lus nAo itro d.clalos por despaito e inimizade
gratuita, e eu rae llmilare a expor os f.clot que de-
ram srigem ao proca.lime.ilu do Sr. Cisneiro, para
que u publico imparcial os aprecie, e avahe este pro-
cedimeuto.
Feta a do-aiiropriaca i em Ierras do eogenho L'lin-
ga de Cima, e de l.nda na confurmidads da linha
liae.ida para a e rada da ferro, ou.'en leu o enge-
nbeiro da cimp.nl.id, depois da asludo mail rtllicli-
do das localidades, que para encu.lar as di.laociai
era conveniente fazer no.le ponto a allerae.io, que
permitlia o arl. 3 do dtc. de 13 de oulubro da 1813 ;
a propondo a alliracao. que loi geralii.enta eonheci-
da, e conlra a qual ueuhuma reclamaba., apparereu.
foi approvada pelo goviruo, e drpui dilo levantada
a nova planta, e enviada aus intero--, lo- par, decla-
raren se quenain uu na.i fazer a draapropriactje dei-
li terrena amiga.lmente, ten lo-.lie resliluido o
terreno ja' desapropriado, se o qu.zesse.n.
A companhia nao procadeu pola irtuirariameala,
e uam u podara fazer, purqueai all.-rac/i desla or-
dtm, qua julgar cuuveu.eule fazer, dependen do
o n-oiiiMiio.il.. do goviruo, que u preita, uo inga,
-cgund'i as informn;oe. a quo manda proceder pnr
seu engenhiiro.u que elled.vameiile acoulerou ; nAo
he metmo cnvel que propoze.se e fose acce.la urna
allerajo com o iulu.lu di prejad.car 01 proprietarius
du logar.
Kemellida a plaa au Sr. Cisneiro exigi asse que
se demaicase o terreno para bem couliecer a loca-
lidad!, que l.uha de ser oceupada pela e-lra-la de
ferro, e al enlAo l.uha lido a coii.lo-ceudencia de
consentir que s fostem fazendo alguus Irabalhos,
sera embargo de nao oslar aluda ojaitada a deiapru-
prlafao, condesroii lcn-1.1 que nao qu.z ma.s ler.
Sai.sfeila a exigencia da lema.cu.,.a, que era jus-
ta, leva aiuda u Sr. Cisneiro a bandado de appare-
cr uo c-cnptiinu da companhia para traiar de um
ajusto -nnigavel, que a compinh.d havia proposlo
para sv.tar ura prucesio, como sempre tem procurado
evitar.
l'ed.o o Sr. Cisneiro nessa occasiAo a quanlia de
vinle e o.to couloi de res pela deiapropriaco do
terreno, alm do prero em qua tosiera eslima'lai as
bemfeitorias, c lasourat : ohservou-se-lhe que havia
urna erande dillereuca entra o p.e.;.. agura pedido,
e u que ja havia silo pago pur terreno da mesma
eilen-ao, ou qua-i a ui.-m ., que em visla disto nAo
poda a companhia daixar de recorrer ao arbitramen-
to amigavel.ou judicial, ate porque o sopen......Jou-
le nAo quena lomar sobre si esla reinoutcblidade. e
depmt de e Irocarem ilguraas palavrai, e de se fe-
tenm obserao6es de parla a parle, pretorio o Sr
Cisneiro o arb.lrauuuto judicial, a leva a bou l.ide
de indicar o noine das peno .s iuleseaiada que de-
tiam ser citadas. NeoUecaafereneiei bouve urba-
... I.,.le reciproca, e foi o Sr. Cisneiro traladu com
toda a deferencia.
Nietas lermoi fui propotta a acc/ao, a como o Sr.
ja.z municipal supplenle do Cabo, era cujo tormo
corre o proceso negiie a vista suspensiva que te
.equerera contra a ex|iresta dispoeirjfo da le, que
regula as de>propri,i;oes. maniluu u Sr. Cisne.rot
publicar os arligns a que se allude.
lie evidente que a cumpaulna nao exeresu, nem
prole., leu ixercer u-urpacao alguma, usou de um
d.reilo, qus ihe le garantido por seu conlralo, e
lo de alguem. ou por flaqueza de sua propria vou-
lade. ou por fraque/as da vonlades alhelas, leve pa-
ra contigo um procadimenle vil, despres.vel, e n-
11,...nc.no reusuraval. E se nao, que se atienda,
cuino aquella necurrencia, qua 1,10 propicia pariceu
.. o'tup.dez du Sr. Virginio Barbosa da Silva para
mallralar-ine, ollireee ns leguu.les curo.ario, que
bem conhrinam a pobreza e missiia d. seu carc-
ter, a vileza 10 seu espirito, o acanl.aineulo de
soa lutoliigengia, e a depravacAo de soa vou-
lade.
Primeiro corolario.Uoe eu nunca diie a peisoa
alguma qua o sr. Virginio rae fosts develo., c por
00..segu.ile alto meulio, e Irahio-me ou por ai ou
como Instrumento albete, quando asseverou que ou
bata dito ter elle meu dsvedor.
Segundo.Que apeu*9 u.na peisoa ouvio-me di-
zsr que o Sr. Antonio Aunes era meu devedor ; o
por lauto alude quaudo e,a pe-s-ja asseveriase que
me uuv.ra dizer, que o Sr. Virginio me devia, ani-
da afn, intuito o Sr. Virginio quando ditse que eu
a 11 da va propalando que elle era meu devedor.
lerceiro.Que a visto do leu procedimenlo le-
v.ar.o e malvolo, o Sr. Virginio quanlo ie apregoa-
va meu amiao uao era senao um svcophanfa fingido
e tra.coe.r... |[u Sr. Virgiuio Barbosa da Silva
amia he man vergoulmsameuto mentiroio a .rei-
dor, quando a-severa que Ihs iou devedor de 300o,
porquanlu declaro Irauca e tolemnemenle que nao-
huma divida contradi com semelhanle hornera, o por
conseguinlt nAo po 'ia ter, como elle maliciosamen-
te inculca, a inleurao malvola da apregua-lo como
meu devedor, leudo eu delle.
Mas u Sr. Virginio liria medido o alcanas de mas
palavras quando asseverou que ||lt ara devedor
ds 3009, sera qua I1.11ve.se contradi lo divida algu-
ma para com elle ? CerUraenla nao, parqaanlo ie
assim fosie, o Sr. Virginio devia is couveuctr, qoe
que... assiaa procede, uo zumba e graceja, ou revela
m fo e iniriica de exturquir o alhtio ; isto he __
LADUA'O.Finalmente o Sr. Vug.uio noannun-
co do 'Liberal i. du primeiro do currante me qualt-
fica de syuuuimo de ...Inga, o desacreditado perante
o ho.neus homstos da provincia. He quo o Sr. Vir-
an, o nao raed.Iou. e talvez nem racimo livetse tu-
lelrado as expresenes que ass.gaua, porque do con
trar.u ler-se-lna cuuveuco que sv uuui.no de intriga
a dosacred.iadu .-u poda ser ludo aqueile qoe anuda-
do a' aitatsinu, de alia plaua, anaitiua s rouba a in-
felices sganos nal mallas de algum eogtuho. Ile.a-
creditado deve rilar aqueile que protege aisassiooi
no inlu.li de sacrificar alguma vida. Desacreditado
deve estar o mandaiile (qoalquer que ella saja) do
sta.....aludos mfelizei lub-preeilo Miguel Joa-
quim Velno de Mello, cap.lao Manuel Firmo, alfa-
res Manuel lavare, e d .1 de-grabados JuAo liado,
Casimiro eJuAo Ku.lrigues. Em urna palavra, nao
so. qual ,eja esta divida, a cuju pagaraeulu dizoSr.
Virginia que preleadu subtrahii-me. Poira teja
como lr anida he esia aser;ao urna calumnia re-
volianle, qui toda devulvo conlra etie humera a-
Irah.I.ar.u e tlupidu, que era' definitivamente con-
siderado co.nu calumuiador, ale que prove ludu
quanlo lid publicado coulra mira.
Kecife de Ptinambuco, 6 da jullio de 1858.
Manuel C ruello Araripe Bizarra de Meoezei.
Gwftiito&a.
PIIACA DO KECIFE, 7 DE JLLHO DE 1858.
A'S 3 IIOKAS UA TAKE.
Culaoe ofliciaes.
Camino sobre Coodres25 l|4 e 25 1|2 90 d|V.
Descont de lelraiI2 0|0au anuo.
r/'red. Kobilliard, presidente.
9. Borgss, sscrela rio.
CAMBIOS
Sobre Londres, 2 :i|4 a25da90eb0dv.
a Paria, 390 a 400 re, por fr.
a Lisboa, 105 a 110 por canto de premio.
o H.o de Janeiro 1|2 por t'm da rebate.
Des-nulo de lettras, 10 a 12 por cenlo.
OUKOOtilas hespanbolat.
Ditas mexicanas. ....
re.-orre.i ao mtiii que ll.e facultara as luis du iiaiz
para fuxer slleclivu ene direilo.
Allega o Sr. Cisneiro que nao lem logar nova
desapruuriacAo por ja ler sido tolla a primeira : se-
ta qoetllo mu pode ser decidida por elle, ne.ri pe-
la cumpaulna, o sim pelo
Pecas ds tiSsOe. .
Moeda de .ijooo .
Dilas de 209 .
I'I.AIA.I'alacet bratleiros. .
Hilos eotumnaries. .
Ditos mexicanos .
AI.I'ANDEGA.
lien bine.Uo do dia 1 a t .
Idaiu do dia 7 .... .
3I9OOO
I7S2IMI
'.1*300
2la50
29080
290SO
I98OO
30101*1
32jJllO
29100
29100
734101883
8:73l933
SJ:.12j3IC
Descarregam buje S de julho.
Barca inalezaChaie bacallio.
lirgue ingle/ Kolpiedem.
qua.s pendo, e raal .. tJSSSS fftlL 1 \mlTEZZ%ZSZESF ane,ga.
compauhia ..Icuuhada .1. m^t^mM^\a^JSS^S^S!A.i
quereu aos tribunao, .quilla_* ,".. se^ julga V ?, ] ttZSSE2EE2&
provincia.
Allega aiinli o Sr. Cisneiro que o prec olltreeido
pela companhia he .usuniticanle, leu. levar ein cou-
la'que sendo as Ierras de tetmana s. nenie iern de
aere.n pga a he.nleilorias, mas quandu astim n.lo
fosie, c sem entrar u'apracia;i.i da ra/-s, qUe ex-
jusdlicados linalmente era recusar
da ubrar juilamenlu com elle ua directora.
* Da conduela dos directores, ele.
E.n julira ao presidente da direcloria e de raai
direclure, s todo os e.npregados da eompauhia,
-enli.no ., obrigac.ii de d.zer que, durante a nos-1 penden o Sr. Ctaueiro para juildicar u seu 'pedido
sa longa iiivesiigacai. nada descubrimos qua uo mais he ...dubiiavel queu proco 1.A0 l.a o ollerec.do pela'
pequeo rao adede a sua iutegridado de inlencjio, 1 companhia, ou pa.idj pelo pruprielano, mas o que
oo a admlnielrecJo honrada dos Vossea negados, fur determinado polos arh.lroi, que to oa cu.npe-
porem sim, muilu que prova a sua diligencia o zelo lentes pira avahar as reclamdcoe que forera follas
do vosso tarrico, e que u faz merece tures da yn.i pela partes : a companhia eslabeleceu o preju pe-
con.ideracao e eooOanca. Qartes quer erroi que boa- j las infurmaciie que leve, e pelos dddo da p-nn-l-
verero tula comniell. los, temos certeza de que sin ra detapropriatao, e disto se od poda apartar :
erros de juizo, e a talla de ura principal no Branl, j dos arbitros raba determinar o preou que for justo]
um poeto que esperavamos que o Sr.de Moruav pre- I a ete hade ser pago : a companh'ia somanto quai'
encheria; e oulros laes cuino sao man uu menos e deseja pagar u que for julio a razoavel, e nao ine-
acideulaes a toda empresa nova que se tem de le-
var ao cabo em um pa.t distante como o Brasil, n.lo
aeoslamsdo a empresa de estrada da ferro. Con-
-ule.a.uoa que te fez bem em abrir a l.uha no da '.)
de fevereim, deixaulo a qoos.ao de garanta para
ajusta ulterior com o governo. Tambem lulgamn
que us directoras mostraran o seu bom tent em
dar i..*lrucc,oes ao Sr. Pinislon quanlo au melhora-
meuio do porto, e uulru proieelet calculad >s a b.*-
nel.ciar a eslrida do ferru, p'.nc.patnenle quanJu
nio nos pareen lerem olio demorado o proijresso do
VOSSO cuulratador.
Volunte
c
lal.idoi eum fazsoda .
j ao.n gneros .
Total
!)l
27
365
menos om anuo do que as concewoae exig.-m. E-te
arrao.o foi f-.tu petos dnectores no visto interesa*
anula que u nrc.araei.lu original do Sr. Barlhw.ck
inarod"e as seguinles soin.na como proporcionadas
para se pagar ao conlralador :
teccaa C 242 608 R*. 2,156:2999901
Pela Ja
u J.l
n 3a
0 1
220.188
I,957:020$i4
C l(i->.7% Bs. 4,113:3209818
208.050 1,1-49:1'89400
179.153 1,592:3:109752
lar a noisa opiuiao a respeilo de quajquer duv.d .
que baja subre este atsumplo que he derogatorio du
alio carcter da llberalidada e boa fo de que o Bra-
ili goza iuppor-te.qua elle lucraram de eno da ad-
ministrscfto ou demorai pareielmrnle causadas por
Bto doenca morte* dos eoapregadul da compauhia
ate. etc., para evitar ... smsu algum ui termo da
cuiires-ao* em lo de que essa empresa ful luaugu-
lor daa obrai publica!, lugar que vagara pela 110- I meado, 1 au su do archivo, sendo que a escriturar;;'!..
acl.a-.o em d.a, l.ilt lan.bein du dinheiio ou duco-
C 850.999 Rs. 7,554:8009000
Com quanto o Sr. Fumes I.i elr.clmenle limi-
tado pelo seo conlralo a t 121.000, rs. 3,777:100?
>ela duas priint.ras teccOet, merece luda a eomi-
ileraolo que, se elle nAo livar capital desempre-
gado para ajuda-lu, ael.aria dillculda le pecuniaria
aincomplolar a .las primeira sere-s polis 125 000
C, r. 3,777:40li5.ein vz de i 162,796, r. 1,113:3209
|ir.i.cipalinei.le lendo-se obligado |iflo sen conlralo
a ceder desa somma, como segura..51 para a com-
panhia, ama relenejto de 10 0|0, que eom e paga-
mento por coula de o...1 resinos tolerlores faz I tslmsnta goza, he claiamenle de inleratse dar lodo o
t.' '11.0,1.12. rs. 294:8129806, o que tem mais c apoio .1 itta linha, pon que qualquer ommindo a e-
lli.ilil, rs. I l7:J20>S:ta jiagus de rliai nada sobre I la respeilo inevilaveliaenle Irar.a a descoulianca lio
I..1OO acee, faz u... total de C 49733.15,2, rie[emprego futuro de capital inglez e.n
122:0339638, alem do cusl. de ferramenla e u.,le- blieai no Brasil. Porern
r.aes, quo he ureado por ella e.n C 10.000, re.
355:520.
Suggistc.es quanlo ao futuro.
Tendn fielmente dado as notai opinies quanto
ao p '-din, av entura.1.u. suhmellervos as se.ulules
ricoramondaces na lo de que se forem adoptadas,
ellas obviarn repeiic.'u. de roale passado, e eon-
lr.hoir.lo para a prosperidado futura da companhia.
I. Pad.r au Sr. E. de Mornay qus si retire da
directora [oa seguinl adiada sessAo gerat.)
2.'1 Assislir ao Sr. Furue-s, aulorisando a rev.-.la
dos ornamentos dtsitionaea, cura lano que os di-
rectores pos-ao ao ineni... lempo ellecluar um juslo
e aruigavel ajuste de lodas as cautas abertas, e que-
l.'.'s, e que ellos eslejam convencidos de que o Sr.
Furnest levara' ao cabo com vigor e boa fe o seu
conlralo ; porem se por nutro lado bouvsr duviJa
alguma subre ese punto, devenios 1.durar us direc-
tores a exigir delle o emprmenlo do ten conlralo
rigidamcolc ; e e.n caso de v.dacAo por parle
delle, elles inenuos lizerein o Irabalho pela agencia
do -eu engeulieiro.
a sua validado, mas lo soiueule quanlo au lempo I 3m'' "'xar na man dos accionistas a nomeaco
preoiso em qee hade trinciplar; e aqui queremos
presl.iiii. ao Sr. I urnes- a cumpa..hia linha diipooi-
veinul. do levereiio de ISIS 677188,15,6 rs
6,018:2219784 do capital ainda ditponivel, e cu..ce-
de. .do que o governo rncela a gara..lia de 7 0|0 do
d.a !l de fevereiru ein liante (quaudo a linha fura
aherla ao trafico i e qoe o conlralador cumpra o seu
conlralo i.elai 850000 rs. 7,554:800)000 no lempo
marcada ; tomos de opiuiao que .s d.reclore anda
lem uina pequea quita a seu favor para Contin-
gencia! futuras.
A re e loascompetentes directoret, pjii que agora exis-
le.n iro. ltenlos vagos.
'...' Manier oayitonia existente de urna cominit-
-,1o cousulldlivd na Bra-.i, a ronsittlr do Sr. \V ol
como super.nlon lento, o Sr. Penislon como enge-
iihe.ro e.n chafe anillado peto Exm. Sr presidente
eircumilanciti fora do alcance do axecativo taes co- oi l,r",inii... Jalgainai quo esis ivstema l'aqui em
rada.
Separado dos interises desta companhia. nu a rt-
palncjlo honrosa de que .> governo do Brasil univtr-
l.aule seta' mais prospero, pon que as qiieslt.es eo-
lio a companhia e o conlralador tardo agora ,uu pui
meioa amigaveis, ou oalrot] ajnttadat.
rece censura |...r haver-se soccorridu aos meios le-
gaes : ueste poni be tera fundan.outu tambera a
arencao que se ll.e faz.
Explicados os fados, e exposla a venale do que
lem necorri 10.acerca da desapropriacAo fallada, na-
da mais acresccutarsi: o publico faca a dev.dd jus-
lica.
James TempUlOH Wood,
Superintendente.
Recite, 7 de julho de 18.18.
AO KESPEH'AVEl. PUBLICO.
Amarguradu da desgoslos, havid pro-urado o si-
lencio do campo, c la' dando treguas a nimba fadi-
gas e|.ir.luae, lulava cum grave ir.cuu.modns phy
s.co, que lu. inclnenle me lorluravam. Apenai
. .imi'e i\ a nielhorar d'uma penguta enfrrroldade,
anda reiulvUu a conervar-n.e pnr nial lempo rc-
liradu das lulas da culada, quandu sou sorprendi
cora um amanelo caviloso publicado no i.L.btral
Pornambucai.0.1, e asiiguado pe. Sr. Virginio Br-
in-a da Silva. Bailo, anda batante enfermo, acu-
d aos reclamo de 1.milla honra eslnpi lamente com-
pro.nellida por um hume., que latve sem aor..-
ciencia do qoe fe, lavroa, oa antee essigaoa, o II-
bello infdinalui.o de sua reputara,! ; comp.umel-
lendo-io a si proprio, prelandende co.npro.neltor-
rae, fui ese incide..le inesperado, quo cum acr.li-
en, de in.nl.a saude, apretsou ini.iha viuda a e-la
ctda le. O desprezo e o iler.cio deveriam ser me-
IMPOBTACiO'
Barca freiiceza l'ernambuco. vi na do
Havre, consignada a Lasserre & Tissel-f.e-
res, manifasiuu o seguinte :
100 caixas volas steamus, 31 ditas fazna-*
Jas de algodSo. de lito e seta, chales dd
algodSo ele ; a Sclnlleitlin & C
50 birris e 125 meios man.eiga a i^mis
e Silva.
8 caixas e 1 vulime lilas de seis, fazeu-
das de a-lgodao, dilas de seJa ele. ; a Timm
. iV Vinassa.
2 cixm livros ; a Guimar s A CMiveira
2f dilas razeoda de algodao, de 13a. de
seda, chales de algodSo, ciapeos de l'cltro
ele., 1 barrica queijos ; aJoflu KeHer & t:
4 caixas calcado, livros ele. ; a (;om Vi-
ves & C.
1 dita e 82 volumas calgilo, roupa cris-
taes, chapeos, ditos de sol, livron. porcela-
na, lazenJas do algodSo, de la, couros
grvalas, solios, porcelana ele 4 barris vt-
uho ; a K. Souvage i C.
8 gigos garrafas, 1 fardo rollias : a C J
Astley ,\ c.
2 canas perldmarias ; a Si LeilSo.
2 barris vinho 7 volumcs enstaag, por-
celana, papel pntalo ; a Robertj Pilhos.
caixas muas. Sidas o roujas ote d
Mine Koulier '
2 ditas perfumeras, mol, se las, biioo-
tena e roupas ; a Lecomte.
* caixas roupas, malas de viagera : a Jo..
Falque.
2 diU qaioquilbaria, mojas, chapeos
merinos ele ; a l'ana Jnior
1 catxa papel pintad,,; a Josc Kicardo
Coelbo.
30 barris ? 30 nulos maulei"a
Maibeus. '
a D. A.
recida respoata a essa ergaclosa pablicat3u do Sr.
Virginio Barbosa da Silva ; se ee meimo de-preso
e-llene o ..fin pude.e lalvez rus. larde pruve.lar 19 Voluntes papel, Vidros drOffai a I
pira confirmar nrgacias e falsidades, que lio torpe o j Soum 4 C. '
v.l.nenio ..quelle iraidur lem propalado centra niun.
lie... cuuveuci.lo etluu, que o publico sen-alo, e
principalmente aquelles que me hunrain com sua
a...iza.le e esliroa, ...e fa.au jniiica e apreciarflo c-mi
criienu o proced.no.ilu malvolo do Sr. Virginio
Barbosa da Silva: ras leuho desaflecios e inimi-
0 Sr. Mornav propuaha u.na direcloria local em o graloiloi que ludo desejun aproveilar e que
na.0 perdero o*e enseja, entilara fra*o,
..ionio exislenle, proveninles da mullas arreca-
dadee, Insposlai no annu llnoaeelro lindo, |mr in-
frarrao do regulsmenla das capilnua., e d.spus res
da polici i naval.
Bsisleni dous individuos encarrilados dai dili-
gencias desla capitana na forma do resperlivn re-
aulainenl i, e como todo o. dial n. necessariot us
cus eervieoa, atienta a conveniencia do nu delxar-
se e porto um s momelo sam vigilancia, mxime
mese/Jo do actual il.esuareiru, o Sr. Pcliciano M i-
quei \ ia.ni,i.
.iiioin, lempo.Somos informados por pes-
soa diana da ludo criterio, de que em lodos ot
domlpgot sa leu.n-m ilgans saeieeem en deposito
de inasas na ra Mireila, cui.fruutH a urna refina.;.!..
da Besucar, para o nico e n norenlc lim de
nrr l.tL.reui, que a f. millas potaim cl.eg.r as a-
i.i.....,-. para nao un ni lesle.uunl.ai eobjeolodoi
' .na los, maear|ttices e sllosdes, rjue ampregau. eu.
ni- a rspirilaosai ediverlidiislmas e representa-
jo : tu. nonio da fimillas inrominudadas, roga-
tn ./ i.i,, daloilevel rompanbia, qua procure
uulru ll.ealii. para leal variados o-peclaculus, at-
tc.ilaa.io.il........ iiiqi irl.-nci.i i|i.o as |ic-uas des-..
ni i ligai.i au seu l....iallni, ebelea de espiriloo
...i ..I., ... e por san duvida merecedores demcli.ur
recompensa, ii parara, eemquaalo he lempo. I prebeodldo rom a actual cmara municipal.
~ ";/"' """'""' innocente. Conla-no, ,, ,,.,- ., se.-re.a'ria de-l,
qae na eslre-ia nova que elraveiea da Soledade para .. ,, .,*,,. .i,,n,. !lr""ni m-u
I. ... ._ II ClUllnlllil, U '>ll(JC lll'!' II lleiniO'*, (ti* UINil vrilil If.'lr'-t
...ie do i mo.,, ensie urna caa onoe o ia.qmi.ei ,,,., .,, ,, ,,,.-. ,i. 1 '
he eenaleule; dixem-noa uue elle oraaede ae sol e rada '" poiHo do arsenal de mar...I,a,
i, i'oaqui me preceoe .u mu e C11II ul 1Cll nvllior, lervi.uhi para i-su einmiaiilu
m. n de.y para acompauhar a ,,,.. asa lodo O cea e,lHV,, ,, du. ropa,., o
lie venlade nue |.. le c--1
Cometo das obras em IS5G.
>o principio de 1856, nio obstante a morte do Sr.
Borlhwiek, logo ao anegar a.. Brasil, os Irabalhos
comeraram e lizeram bom pro-res.,, ,.,|, dlreccao
prelerencia a ea ciiin...i.ia, un nu pnr multas
raioes nio (.olemos eeonselhar a sua adopelo.
Itevisandu cu.d.id.iiamiu.e lodos ns lacius |>rece-
deniis temo unnimemente a opinila de que, se-
ja. n quae fosse... a- Otlliculdad-s du passado. an-
da existe muda raiao para ruii'iderar osa emprea
" )|-. iiue IIU- lie a
lien, entendido nada i C0IUJ de gra.ula valor iiilrinieco. e para aulecpar
pule turnar a garanda da'companhia i anli-cavel. eQla "nllanja seu prospero acibamenlo. As dos-
nem quaulo aoi 5 0|0 imperial ( salvo te a linha au ''as para asea opiuiao ala qua oe accionista!
fr completada em 12 aiinot a contar da inaugura- '*'" le ,r"l"r c"'n nm governo de alio proceder.
e.lo d. companhia e om uulnhru .le llSli: ni... quan- (-"e '"'"ando em consideraban os fundo! reeva loi
lo aos 2 0|0 provinciaes v-alvo te a liuha nao fr I Pe,a Cl"ni.anhia, o conlralador nio asta' alada adi- 'ele metilo e digoidada pasea I i-eira e desiperoe-
m|.reds |io-
para des-
carregar sem pied.ide sellas Je maledicencia conlra
m.ni.a repolacflo : se he que aro luda rs cia o Sr. Virginio ja nao he sei.u ...na -imples vic
luna, que pur sua ignorancia e invaneivel eslopi-
ilri, iau mlieravelmenle agalla e se amolda ao
capricho viugaiivo do algum Inimigo deatmado o
cova.de. I'or ludu iu, e mesmo iurpie SOigraca-
mente a pd.vra ...a' e i..fnnanio toa ao envides
cu., un. forca, e acta com mais vehemencia ....
eonaeieacia pobliea, au paseo qua a esoreesao que
au
completada al2 de lexembro do ls.l.) A ....ira
quesiflu a ceso reoe.i lie se a companhia lem di-
Jo Sr. Jucker (o ajudanle principal doSr liorlhvvirl,); 'dio pelai eoueesaoil e estello! ri gaienlie logo que
que francamente se preilou a ficar pela companhia forem abertai as dille enie secedes uu de quando el-
ote que .. d.recloros man lesela uulru ougeulieiro
e.n el.efe em lugar do Sr. Uoithwick.
Numaatao do Sr. W. M. l'eni-ion como engenheiro
em chele e du Sr. major Verocker como Ihesourei-
ro nu Brasil.
Us Uirectnroi entan achara... melhor nao psgar em
as forem lolil.nenie acalladas.
Itccu.nmcii lanos que esta queslo seja donada nal
ni.io. dos a.reciuras .ara ajustaren] eom o governo
dn liras.), nicamente vos Jando a noasa opioiao,
que, como ,. provincia lem lido o binando da pri-
meira secedo |.ara ii.iii ii publico para pas geiros,
mercadura!, malas do governo, tropas ele, qua
que quer o conlralo sejt proegin,lu co.n I h'da ; apresso-n.e cu mostrar nanla argucia e
malevolencia encerr aquello annu.trio Entretente
por sua sxignidads, fas pois ene ponderlo motive ,'0*?*, P^iBngeuharie,e ai laoeneaieramoSr.W.M. r...n. levadasquer a lecro e......-* acabada q nao
que veiif.m diariainei.is. renisloa eomo engenlieiro em rltefe no Bneil cora governo du Bratil nao lomara' ai iu.geloei dus
Neuhom prucsiso sobre qooeliMU de polica naval '!,,','" ,le,-,"^' 13:*l3t}000, e a Sr. I. U. ieus engenheiros ooino sullicienle para luslilicar a
exilie pendeute, us ienta.se dasharmonia ..as .)..- R,nau (epoiii fallecido) como engenheiro para con- demora uu pagamente itoi juro- garanlidoi enlietan-
poaicoes muuicipasi em relarao a do reglame..... sulla en uindres toque por eisas raiiei a primeira seccao uu eeia
,:.i- i-pilan..-, au\i|iando-as n perla liscal em uli- *"> abril de t.-,,(,,.. ,r. ni .jor \ erekir de xou a 1..- ,.,. ,., r,....., acabada.
Iidedapaldiea, sobro o qua j*'ha alguma eousaem- '""" P" "jW"" *| liesoureiro, esobadi- Pt Eorroborar t no-, opiuiao ehamaramos a
.oii.au nelle o do sr lurl.tr ns uegocioi la rompa- too, ,netao .... laclu quo a reslr.ee.,,. da veloei-
... ..i pioeederam leiraciorlaiisenle. e fora... bem di- ,;,,,,, ,,.,..,,, pei |,,U|WW0 ,, -,, ,,,. |n ,n.
rlgidOi ; ale essa poni o Se humis parees ter cum- n,.,, p0I hor. .,, aeolada.poia que eaisumn-
prido u, seus devere. como conlralador da campa- ,.;, uu, a |,|la ,,.. ., llu VP|or;(lj_
" "' i i.ii.iir lem e provado errnea : o como a compa-
NomeacJSo do Sr.Edoardo de Mornav eomosuperin- nhie tem dado ao pnlico 4 trena eas vet de 2. du-
i ...liado,
energa, uu perdido por elle por \, .1,,.. i i ou na
cu...pruno..lo bastalo lempo a....la ex.sle para aca-
bar inda In,ha antes do l-iopo marcado pelo gover-
no prevmeial, .-i i ha ale 2 do dexmbru de 1861.
(jue o interior da provincia he rom isudavel para
Irahalho do qae a Ci)>la. t.'ua nao ha ponas uein o-
brai patada de enganharia na lerceira e quera
seccao, excepto ..... pequeo elunnels na quera.
o,.o ueohom desvio mais -eu' enlrelido, Ja linha,
como agora decidida ; e finilmertle, .jue o trafico
presente excede as mistas o.perene* na prime.ra
tec..'.o, fazendo-noa (sisto a granderiqneta naloral
do p ./ esperar anda malores e ...a. imoorlanlee
resallados .. proporc.do que aeoatraa secc,',es, para
n interior forera abarlas ae trafico.
nessa curia discoaiia recelo exceder os limites da
uioileracilo. a tles.ie ja fierro d.tso deve.tipa aos que
e o.gnarem de me ler e atteuder : a prudencia
por mail robustecida que seja, lem lim,tes ; a i..!..
mal preaiptamenle rompa us dique ds>.s limilei
ilo .ue a impu.acan falsa a maliciosa.
No a........cu. de quo lenho fallado, e que vem
publicada enlre uutrus no Librala de dn de junli,
prxima pareado, declara o Sr. Virginio Barbosa da
Silva, que u. endo-ll.o dovelar de troienlos n.'l
rs.-iiiijiiiupropala, afim de nAo |ig..r o qa
devo, ser son ciedor, da quanlia de S.)ii.3UilO
ni-.
I(etaheleramns us faclus, evejarrus cum quo des-
caro, impadauea e malicia mentin aquella traidor,
mpreasa,
I caixa livros ; a Comes Vives & C.
i dila modas ; a jessird lillocheau .ii ditas tiiercearia. papel, objticlos le le-
ro e presos ; a Keidel Pinto t C.
2 caixas obras de borracha e ouros a
Demcsse Leelere.
: dias ucrluinarii, mercearia, sedas ele
a Saunier. '
3 volutnes chapeos de sol e porcelana a
II n.iumonl. '
1 caixa objectos de reloioeiro : a
Borel.
t. E.
a caixas trastes ; a \. de Araujo.
7 ditas peines, cbaoeos, litas, lucos, ben-
galas etc. ; a Va V Laal.
19 caixasTidroa ; Fragozo & Valle
t lita uceada de algo lao; a II. Bruna
Si i
I''..tal.nenie, cu... boa adu.iu.slracao, economi,
judiciosa a a ressa;3o d..s eonlsnda reeenles Ua I q-" lanas vasas me protesioa, ale pela
prejudieiaes, aeredilarooi qu a companhia ser..' ele- ai*ale, niima e c,.nideracao.
vado da pos.cao depreciada, que presentemente loro, Km conferencia particular o nli lencie! Uve oe-
h para o futuro realieara' as esperaoo.it originaei ceiiAo da dlier e aro amigo, qoe o Sr. meme An-
doi accioutitas. InesJarnme Pir, me., amigo, a sagra do Sr. Vir-
Temoi a honra de no auignar-mos, Sinhorea,
' i nial obe lienle servoi
? ditas cartas de joger; a ). Mendos Ffeiro.
M vnliimos cidos, arsra a.: lalSo. roupa.
cai3 lo, carlOes ate ; a J. |>. Alour A. C.
88 volumes papel, razendas de algodSo,
roupa, calcado, quinquilbaria, ehapeoa
marroquim, trastes, fazeodasde iSa, m .,-.'
ceariaetc. ; a Hurle V Sau/.a.
..e-i visillo, es artificiaos, mercearia : a
i etellier o. t: '
I 3 voluntes culileria, espelhos,qainqoilha-
l | na ; a alendes Freir.
2 caixas calcado; a Jos I, da Fonseca
mor.
i caixa objectos de reloioeiro: i E. i>-
.i 'he.
50 barris e ao meios manteiga :
n Patera C.
I bomai Mogn [presidente).
I'. I,. Ansien.
II. Campbell.
ti. I*'.. Seyrooor.
C. I). I.oogilefl.
gimo Bar. ia da Silva, me era davedor de siin-
e quo o Sr. Virginio, visto adiar se e.u crcum.
ton
a Johus-
........... :.............. higos i-intni^iiii
Uncas pecuniarias favoraveis (ensii.i-ii.t norque I ...., lili,., .s
oslo,, bem informado hoje de que Sr. Virginia ".,*,U,g0I *"-ll"
inculca-! de rico o,n o -e. puna fcilmente re- '3'"" 1" nbnilh... 12
canil le, 8 beaaensa 18 molherea que paga m a ca-1 denle do tribunal i rel.ifge de(a provincia
sa, eSpracaidu curpo de polica. I otal i t. S da i.ia. lembreodo-me informar a v. s, con- ...,
iHiamunliQ. 'cluopur ilesejer-lhi prtupera almiunlraju,'sendu
pouvave, o a i
Sellase encontrar com o Sr. Alfredo, seu ir- De i bilragao.
na loa ....,.;.., de cootraladoi desterras. No can porem de que essa qoealaO de garenlia oa
luiluidus jiuiem pela lecomuiouslacilu i iue.nc.io- [oulra qualquer aiipareciudo enlr* a cumpaulna e o
Oemonitrorao ,/-. iloenle* trotados natn/etnutria
de marinha de PernambucOi do I* de abril ao
ultimo dr unho de 18 >-.
Eiieliem,
l.iiliarani.
68
SjIIiIIII.
----------81
1 ciixa drogas, 1 ruta mercearia, 1 dita
escovas, p. unas, boi .-> e caetas; a ,.r lem
192 gigos coampanhe, 300 barricas fari-
Cimeoto, Sa lardos
caixas sardiohas, JO
baler oquilla lelTo de seu lagro, que lalves nana "l,la* absiuthio,^99 ditas Velas Stearinas, 300
podessa latufarer, ,e n ,<.... grandelacricio. u._ barrise 300 meios manteiga, 92caixas quel-
e au nao, cora quem c, nfereuciei neiee iinlido, re-1 I'15 > ai)-- Consignatarios,
vtllou ...a enlrevl.la .o Sr. '.r,,,.,,, .,....,. cll)bril10l amostras ; a J Keller Scha-
pore.ro d. in .IbaoncM. ou por iraqueza de von- fl8,i_ T Sl.11Vi.' aenor, sn.a
la le, ...lo fu liel n'oma revelacao ; porquanlo die, L ''aTe.
si--,...' coiii'no-me. que oovira de mi.ii. que o Sr. vapor II-eional Paran, procedente dos
Virg......, a nio sea eogro, me era devedor. Seje eu- pone* do sul, mauifeslou o soguinte :
mu for, o que lie virdade, cuii.i vamos ver, ha, 1 CSixUO l&baCO CIU [11 ; a Domingos A
que o Sr. Virginio, ou por ai, uu tomo lutiiumen-iMalheus.
'
I

f
-
mi iTTnmrr


DAKIU 1)E Pi'KUAMI.UCO QJJINTA FE1BA 8 DE JL'LIIO DE 1858.
i iiamua feijSo ; a B. \. M. de Barros.
2 fules para lotrotro ; a Novaos > caixas jarope ; a Isaac Cuno ,\ C.
E pare constar se mandou allixar o pre-
sente e jublicar | co Diario,
secretaria ita thesouraria provincial de
I ceixSo oleados, 2 ditos chapeos de pe-1 Pernambuco 6 de julho de 1858.O secre-
lo de lebre. 1 duu mam, bombas du prala i tario,
ele, 1 suna i mate ; a ordem. A. F. da Aniiunciacao.
lirlgue uncioiml Despique de Ileriz, viu-
do do Rio de Janeiro, maoifeSlOU o se-
tllliili' !
300 barricas fariuha de trifio, 50 pipas
vazias, ."> caixoles xaropo de bosque. 50 cai-
xas vinho, 8 ditas dito de charnaanhe, 3 di-
tas chapeos de sol, 2 caixOes ditos para ho-
rneo!, 100 jacazes batatas, 951 saceos c 2
barricas cal. 1 dita e '200 saceos inil'in, 4o:i
ditos fe]So, 50 ditos farinli*. e mandioca,
US rolos e 13 latas fumo ; a ordem.
1 caxio pelles ; a F. Souvage ci C.
4 ditos chapeos ; a A- 1- Pereira de Mel-
lo & ('..
5 saceos e 2 barricas farinha de mandio-
ca ; a V. A. da C. e aiqueira & Pereira.
1 barrica lariuliu de mandioca ; a A. J,
l.eal Reis.
3 volumes urna cama; a Antonio Eugenio
Barbosa.
2 camas, 1 hacia, 3 caixotes e 1 lata ob-
jectosdo usj de Fernando Vieira da llorn
ONSl LADO IjEKAI.
Hendiiuenlo do di t a 6 7:985)778
Idim do du 7....... lilK)9a310
olllm. Sr. inspector da thesouraria
nhi Los, coronel presidoute.Jos Antonio
Pinto, teneute-corooc servindo de secre-
tario.
9:0.S5a088
DIVERSAS HROVIBIOIA.
Heiiilimonlo do da I a ( .
Ideui do da 7.......
*0t58i8
2611054
6620902
DESPACHOS DE BXPOKIACAO PEI.A MESA
DO CONSULADO OBSTA C10ADE NO DA
7 DE JULHO O 1858.
Liverpool Barca ingleza landa, diverso carre-
.,iiurs, 2iiu acc.n tuodao, 3oo ucee* lina
I .-Iim Brigoe porluguei Peuiusularu, JNovaes
A C, 0 cj-cu> m'l.
EXPORTACA'O.
Lisboa, brigue porlugoez (Peninsular"., de 285
tonelada, condiitto o segainle : 112 bamca
500 saeco cum 2,968 arroba e 21 libras da estu-
car. 100 couros sainados, 227 casco mtl,
Mnudau', hiata nacional Crrelo da lmperalh7,
re j.'i toneladas, coaduno o segurle : 210 volu-
mes diversos gneros, 22 ditos diversal inercado-
ria.
KECEUcDOHlA DE RENDAS INT."UNAS CE-
KAES DE PEKNAMBCO.
RflDdimenlo do dia 1 a 6 5:4749501
dem do da 7....... 1:186*243
Ites'iiuo das obras feita rara mellioramerito do por-
lo, a careo da io.pecc.fl t do arsenal do marinba,
lio Inmc-ire de aliril a jiiiiIio proiiinaineiile Im o.
Caea do norte.
provincial, em curnpriincnlo da resolucao' Faclara da 16,878 palmos cbicos, ou I i bra$ai
da junta da fazenda, manda fazer publico, r,"*lll de murallia de Mvenaria reve.nda de cau-
que no da 22 do crreme, val nova mente
a prac,a para ser arrematado a quem por me-
nos lizer os reparos da ponto de Cuianna,
avahados em 4.032/ rs.
E pi ra constarse niandou allixar o pre- I o* compele ules tirantee.
sent e publicar pelo Diario.
Secretaria da llicsourari provincial de
Pernambuco 6 de julho de 1858.- -O secre-
tario,
A F. da Annunciaco.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resol oc&o
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que no da 22 do correnle, peranle a mesma
junta, vai novamente a praca para ser arre-
matado a quem por menos lizer os contratos
abaixo oeclarados:
liria.
liba ilo Nogueira.
Factura de 5.516 palmo cubico,, ou 3 l|2 br; cas
correle de inuralba de ilvenaria ecca, ..--:ni como
| do 14 liradas de estacada, sendo 10 enlaboadas rom
12.-lanco da estrada do sul, a- i
vahado em 13:000/000
14.- dito dito, em 18:500^000
li para co'islar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secrelaria ea thesouraria provincial de
Pernamhuco 6 de jullio de 1858. O secre-
tario,
A. F. da AnnuuciacSo.
; O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, e cumprimento do disposlo do
Arn cife.
l-'aeinra de 23,460 palmos cbicos, ou 1S bracas
correnle de muralha do a vendra argamasada de
el mela.
Escavarao.
Edraerjo nos lugares denominados Forla do Ma-
les eCoros dos Passarinhos, na quanlidade de 17.480
li ludadas de rea, condu/i I s por 1,718 aua, ca
quaes 11,654 toneladas fjiaiu para aterro, e 5,826
pira lasirot de navios.
BAILE POPULAR
MASCARAS
DO
PALACETE DA III A DV PRAIA.
Os directores declaram ao respeitavcl pu-
blico, ecomesjecialidade aos seus amibos
e alfeicoados, que ctiando-se em concert
o mencionado palaco'.e-, estilo suspensos os
Exm. Sr. presidente d provincia de 30 de i divertimentos emquanlo n3o licar prompio
junho ultimo, manda fazer publico, aue no, de todo o mosmo, e que nao ialervirSo di-
recta, ou indirectamente em qualquer dt-
6:6809747
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimeiilo do da 1a6. I&8I39973
dem do a, 7....... 5:1039438
23:9l7c13
i>Pih*dfU).i .,: pe*-'
Navio nitrado no da 7.
Aracaly9 das, biale brasil.iro ciEvtialacao.u de
37 toneUau, Cipilo Antonio .Manuel Alfonso,
equipagem 7, carga cera de csrnaba, sol-i e cou-
ros ; a Gurgel IrmJos. Pertenca a Pernam-
buco.
RicbuiondSj dias, bares americana (Clara Haial
de 390 loneladat, capilSo N. P. Dutlan, equipa-
^iu 10, carga 4,133 barrics com f irinlia de Iri-
io ; a lleury Krsler e Companliis. Perleme a
Kichmond.
Tara* Nova29 das, brige iialez oKeli'ie. de
17( I iii-l .,l.i., rapilo R. Bully, equipagem 12,
carta 2,2->0 barricas com bscalhao ; a Ssunders
llrolbers f C. Perln e a Liverpool.
8
S B
9 = ?T
5. -i ,
? (M - Jloras.
c s a = tt 3 a sitmofphera.
c- r B = O pj Dirccrfio. 3 5 -i
o Intu- -daile.
O 4 &8SS.8. Cenllgrado a 5 5 i c o
ha be "es icw Ktaumnr.
rr l'abrenlicil
i f fc C Ot o Ilijijromel ru.
T1 "' llaromtlr 1 0.
dia 15 oo conente vai nomnente a praqa
para ser arreinataoo a quem nais der o pe-
dagio d.i barreira do Motocolo&ib, servindo
de base a arrematarlo o ortereciinenlo feit
pelo licitante Maximiano das Chagas e Silva
da quantia de 1:5009 por auno
A anematafao sera feita por lempo le 3
annos, ;i contar do 1.- do correte a 30 de
junho de 1861, licando obrigado o arrema-
tante ptla renda total do trienio, ctilregan-
do-se-lhe o que ja houver Cobrado a thesou-
raria, deduzldas as desbezas filias.
E para constar se mendou lillixar o pre-
sente e publicar pelo Diario
Secretaria '1a thesouraria provincial de
Pernamhuco 2 de julho de 1858 -o secreta-
rio, A. 1". d'Anuuuciacoo.
---Olllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimeiuicnlo da le pro-
vincial U. 452, arts. 33 e 34, manila fazer pu-
blico, que do dia 12 do correnle, por liante,
pagam-se as apolices da 3 > el' serie.
E para constar se mandou allixar o pre-
seutee publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernartbuco 1 de julho de 1858.O secre-
tario,
A. F. dn Armuiiciac.o'.
Perantea cmara municipal do llecife,
cstarSo em praca, nos dias 7, 10, e 14 do cor-
rente, para serem arrematados por quem
mais der. os talhos do ns 1,2,3,1,5.6, 7,
8, 9, 14, 15, e 16 do acuugue do largo da l;i
heira da Ireguezia de S. Jos, eos de ns. I,
2, 3, 5, 9 e 10, do da Boa-Vista, ; .sendo
a arremata*;."n> pelo lempo que decorrer da
data en que a mesma seerfectuar ao ultimo
desetembro de 185'.), e ten Jo por base a
quantiu annual do iur, porque acha-se ac-
tualmente alugado cada laido. Os valores
das arrcmatar,"s sero pagos,segundo o cos-
tume, ou a bocea do cofre, ou a prazos,me-
diante lianza idnea, quedevero apresen-
tar os licilantesaotes da terceira praca, ha-
vendo a cundico expressa ros contratos de
serem estes rescind .os adminislralivamenle
lempre que o bem publico o exigir, res
vertimento, que possa apparecer desse ge-
nero, a nSo ser no su>radilo palacete
4J
Comp nhia
Liraisler lezes despachados lioj' mesmo c recen-
temeote checados ao mercado.
Lcilo
Para o Rio
de Janeiro
O |jnrjuc Mara Luzia, scfjuc oestes
lns dias, pode receber passageiros, c es-
clavos a ficto : consignatarios Almeida
Gomes, Alvesdi C, ra la Cruz n. 27.
O*
r^

nhao e
lard-
ara'
Opalhabote Lindo Paquete capitSo Jos
Pinto Nunes, val seguir em poneos das aos
Cortos indicados para o restante de seu
carregamento que pouco pode fallar trata-se
com os consignatarios Almeida (Jomes. Al-
vos u. na roa da Cruz n, 7.
Leilo
t'OI-
vapor.
vapor Oyapock cummandante Borges,
es^era-se dos porto do sul em seguimcnlo
rara o do norte al o .lia 9 do correcto : na I HLA 1)1) COLLEGIO, ARMAZESI N. 1").
Sexta-feira 9 du
rente
txta-feisa l do cor
rente
O capito Cormeck, lo brigue ameri-
ano Brandywine,consignatarios Rost on
llooker !v G., tara' Icilo por intervenido
lo agente Oliveira, lote 207 toneladas inglezas, O rauis hem
construido, lindo e veleiro possivcl. com
odo seu veame e mais pertences, no es-
.ido em que se aclia ancorado neste
porto, onde pode antecipadamenln ser
examinado, eo qual muito agradara' aos
joiicoircnles, principalmente pelo seu
xtado de pcrfeicSo, causal de ter conti-
nuamente descarregado seus caiuegamcn-
los livre de avaras : sexta-feira Ddo cor-
rente someiodia em ponto a porla da
associacao commercial dcsta praca.
Leilao
DE
GARBOS DE CONDZIR FA- t
ZEBDAS COM SEUS COM- i
PETENTFS BOIS
Quinta feir j 8 do cnen-
te ao meio din era ponto
RA DO PASSEIO PUBLICO, ENFREN-
TE DO ARMAZEMN. 15.
\\\mm \m R0R.il
lar leilao em frente de seu armazem na ra
No cscriptorio do abaixo assignado na rna
do CoBegio n. 21, vendem-se a libeles da lo-
tera da provincia pelos seguiotes precos
sen.o de 10'>9 para cima e a dinheiro a vista,
lulhetes garantidos 59500
Meios ditos 29750
P. i. La y rae.
Lotera
DA
orovincia.
O abaixo assigna io declara que de hoje
em dianle compra bilhetes de loleria reco-
lludos com o descont de 20 por cenlo teja
qual for a quantia : na ra do Collegio n. 21.
P. J. Layine.
Hna ova 69 se- &
gundo andar.
Jo3o da Silva Hamos, medico pela w
universnlade de Coimbra, recebee m %p
1.
sua casa das 7 a3 10 horas da r a-
-i'5
' geneia recebe-se de.-.ie ja passag^iuis e o
frete de carga, eoeommendaa e diobeiros,
devendo os volumes serem despachados com
antecedencia at 8 do correle, com a con-
dica.) do vapor traser lugar para elles ; ra
do trapiche n. 10, escriplorio da agencia.
COMPaNHIA
iJrasile ri de paquetes a
vapor
O abaixo assignado agente da Companbia
brasileira de paquetes a vapo*. faz puhiico
que as aahidas dos paquetea d o Itio de Ja-
nie i -iciro para a linha da navegacao do norte,
sil- fii transferidla por lisnosicao lo Sr. minfs-
uiudo-seaoaarremataiiies o dinheiro, ou lr do imperio para os di.s l e 15 de cada
leiias eorrespoiuieutes ao lempo que fallar mez, fieando assim alterada a tabelia
para p ehenclier o dos contratos, t, para [ue
chegiie ao conhecimento de quem interessar
se mandou publicar o presente.
// icou*
zfotta
lo Passeio Publico n. 15 de 5 ptimos car-
ros il conduzir fazendas, com os seus com-
petentes bois, bastantemente gordos, assim
como de urna excellente carroca. tambem
com dous bonitos bois, e tudo ser vendido
definitivamente sem reserva alguma no su-
praditodia e hora indicados.
Fazendas.
') abaixo assignado participa ao res-
peilavcl publico desta praca e do centro,
que continua a ter um completo sorti-
ment de todas as fazendas inglezas,
nhaa e das 3 hs da tarde as peasoas ^
quo o qolzerem consultar e pres- V'>
ta-se com prom;.lic1ao a qualqu r fiS
chamado, para dentro ou lora da ci-
dade. le quem precisar de seus s:r- f>JS
A vicos mdicos, cirurgicos, e da par-
?* leiro- Z
TB Tembem recebe em casa alguns W
^J) doentos i co mesmo prego, com que JJ
P'^almenieso tratados en- outras .A
^J casas; para o que lem os melhords "
(9 cnmmo'los
far leilao de mobilias completas de jaca- francezai e suissas e precos minio em
conta : na sua loja n. 18 aterro da Boa-
Visla.
uaiie Borges da Silva.
Ta mandar.
D-se almncn, jintar c ceia. e bem assim
Paco da cmara municipal do I'.ecife, em
sessiio de 3 de julho de 1858.Luiz Francis-
co de 'Sarros liego, pro-presidinle.Jl.inoel
lerreira Aciuli, secretario.|
que
anteriormente deaignava os lias 11 e "26
l'emanibjco 5 dejuluo] de 1858. Tbuinaz
de Karia.
tiio dv Janeiro.
m9*t&t*to&*.
ara u
Segu em poneos dias a veleira e lm
construida barca nacional Feliz Uniao,
de primeira marcha, oslando prompla
alguma carga pode rceber mais, e sendo
para o resto sera] o Frete mascommodo:
a (talar com seus consignatarios Basto &
Lcmos, ra do Trapiche n. 17.
randa, moguo, amarello, e de um granito
so'limenlo Je todo e qualquer objecto le
marcineiria, assim como de tuna inullnlao
deoulros muilos artigos, que fura impos-
sivel mencionar, os quaes se acham paten-
tes no supradilo armazem, < serSo vendidos
sem reserva alguma, inclusiva' cal,' una
porcao de calcado fraiieez, novo: sexta-j esa para nssislir, em Taman lar, por pre-
l'eira 9 do crrente, as 10 horas da manhaa. C>s razoaveis, aos passageiros dos vapores :
a tratar com Jos Carneiro de Parias no
mesmo lugar de Tamandar.
Lembranca aos esque-
cidos.
Roga-se a todas as pessoas que esto de-
ven lo coalas atrazadas de gneros compra-
dos no estabelceimento ao abaixo assigna-
do. na ra da Caleia do Recife n. 25, de-
fronte do becco Largo, que queiram pagar
seos dbitos ai- o (im do corrate mez le
julho. e certos de que o ii3o fazonio, sero
seus nomes publicados neste Diario para sua
lembranca. .Manuel Jos do [Sascimento
Silva.
Xa. ra do Queimado, no-
va loja ns 53 A,
.viso aos Senliores de ens
genho,
Francisco Jos Augusto Ferreira, com ar-
mazem na ra da .Voeda n. 2, confronte ao
trapiche do Cunha, compra mel desencas-
cado e grandes^porcos danto elle os barris
para seren chelos no engenho : quero cou-
vier este negocio dinja-se ao mesmo arma-
zem, para tratar a safra toda.
-- O abaixo assiunado faz scientc ao res-
i peitatel publico, especialmente ao|corpo do
commercio, que vendeu sua taberna sita no
Campo Verde, livre e desemharacada, ao.Sr.
Miguel Jos da Costa. Kecife 28 de junho de
1858.Manuel Joaquim Alves dos Santos.
- 0 abaixo assignado pela ultima vez
roga aos seus devndores que ventiam saldar
seus dbitos, do contrario os chamara a jui-
ZOtUanoel Joaqtnm Alves los Santos.
ASSOtlAfl roPLLAR
O lente coronel l;ranciro l.oi Maciel Vianna,
vareador da cmara inunirlpal da cidaile <1o He
cita upplanie em
e\ercicio, la nietnia culade e eu lerrao, por S.
M. Imperial e C, q> l>eu nanle, le.
I a..i tl>'i ao qa o pretenle elilal vjrcni, qua
l>. JoMpil* Mara da PaitiS ada -e juUida I-
inenlt por sedienta df.le juna, cojo lluor lie o *e-
uumle.Snitenr.i.Em vnta do eiame afolha Ir,,
na pessoa de I). .1 -*; i. Mara da Paiao, e dos de-
pniiiiento da ifieiniinli i de f. 8 a 1. 10, )llhr.o-i
demenle; mtndo que o escrivn propnaha peMoa
idnea para no Ierran da ordeiM;Jtf livro 4, II-
lulo 103. ser ni.ii ta 1" corador para nlrar na ad-
Iiiiin>lrar3i> da praoa e bel da demenle, proce-
OSo ao competente inv>iiUria, a(iHanili-e rdilaes
no lujare dn coitume, e publirau pren.i para constar a qn?m conver, e ruslus. Ke-
cife -J'i de janlin de 1858. Antonio Ferreira Mar-
lins Kdieiro. l'-ln que maada quo nincuein faca
Deg icio alznnt asta a dil demenle em inler \piu;an
le ~eu rurailor Juflu de Duela da Silva liarse, que
nao peder' resolver acarea da peaa e lien de sua
f jr l-'ll:ili .em previa aulorisarAo d'eiite juuo. E
para constar inandel oasar o preieute tdit.-l que
sera' afinado no* locura do coilume, e pela im
prensa. Iladu e paado sob meii siKiial e sello, n
valli sem ello, ax-caaia; nenia cidade d.i Kr.:ile
de l'einainbuen, 80 7 da julho do anuo do nafCi*
mentn de Notaa Senlior Jsucbrislo de 1858. vifjt-
^iinoscinno <\ imlepealeucia do imperio dn Itrasil.
En, l'lorianno Conea de Brilo, escriva, o l s-
crever e subsrrevi.
Francisco l.uit Mariel Viima.
I'ela inpec;io da alfandega a fai publico,
que no da 10 do correnle depuis do meio dia, c
liio de arrematar em hasta publica a' luirle da me.
mi repartirlo, 2 eiuns da toiva, no vi tur de res
99S0O, 2 narafusos diln, no valor de 2;-, 8 pera de
n. 1 lena em obras imples para lan?nro, do valor de
1689, 2 biu'orna, no Valor de tf950 n.. 2 malh'S
de ferro, no valor de : ~-jo rs., 1 Irado de dito 110
valor de |.;(i(lll r., 2 ferros de plainas no valor di
0 rs., 1 compasan de ferro, no valor 800 ri e
diversas nutra lerramenla nao cla*si ira a para
tauoriro, no valor le 38T100 r., aiaiidonailas ao
direilos por liarroca Castro. 11 Miras de ma-
cella em hom alado, lio valor le 12c:HK) is.,
8K ditas em mao elado no valor de I2?'.HJ0 r*.,
e 1 cania le piaba que eoalni a dila mirradoria, no
valor de 11-tiHI r., abandonada toa direilus por
Joaquim Piulo Alvs. 136 libra de bismuto em :13
latas, cem loque de avaria, no valor Os .'lt>?l7fi rs.,
Iiaudonailas ao direitos por E. II. Wyill, sendo a
arreinalar,ao livre de direhos ao arremaUnle.
lfandrea de I'ernambuco, 7 de jolln de IS5S.
(I iotpccler, Denlo Jote Fe'nandes II .rrn.
o Dr. Anselmo Francisco l'eretti, comracn-
ilador da imperial o dem da lio-a, juiz de
direito especial do commercio nesta ci-
dade do Hecile.
Faso saber pelo prrsente, quenr> dia 29 de
julho do crrenle anuo se ha do arrematar
por venda a quem mais der em pra;a publi-
ca deste jui/.o, a porta da sala Jas au lleu-
das, a parte do sobiado de dous a 11 lares e
sotao sito na praija da Boa-Vista sob n. 2, 111
<|iial lem Jo3o Chinaco Freir o valor cor-
respondente o da quantia da 3:136jl05>6, cuj
predio hira avahado no todo em IB 0U0;-, pe-
nhorado ao dito l'Veire, por exeon^SO d-.
Jos Mara Freir (iameiro, sendo |ue na
falta de lan^ajoi corre'a a mesuia arrema
la,ro pelo preco de adjudicaQHo.
F para que a todos os licitantes chegue
riolieia mamle passar editaos quoserilo al-
xados nos lugares do costume, e pnblici-
dos pela impreus.
Dailo e paseado ne-ta cid.de do Recife ios
:i de julho de 1858 lu Francisco Ignacio 1
forres lian ia escrvAo do juizo especial
lo cummrrcio, o liz uerever.
Anselmo Francisco Peretli.
Pela rcparlicao las obras militares se
tem de fazer mis concerlos no quartel da
companbia dos artfices : quem desta obra
se quizer encarregar, comprela na dita re-
partiQao no dia 9 do mez de julho, pelas 9
I laboras da manbaa com sua proposta.que
a vista do orQameiilo presente, contratara a
referida oora.
CO.NSELIlt) .UMinlSTRATIVO.
0 conselho administrativo, para forneei-
mento do arsenal ue guerra, lem de com-
prar os objeclos seguintes :
Parno fardamento do 7.- batalh.lode infan-
ta ra, meio batallnu da provincia la l'ara-
hiba, e o 10. balalhao de iulantana.
Pimo azul, covados 2'2 ; hollanda le ltnsp> "inda recebe carg
lorio, covadus 2500; cordao prelo de I la
3000 ; botosa grandes de metal amarello, li-
sos 2'2ti ; ditos pequeos i.e dito dito 2097 ;
ditos grandes de dito dito com n 7, 271 i ;
ditos pequenos dedilo dito com i. 7, 17 i i
ditos grandes de metal bronteados. com u.
10, *60 ; ditos poquenos de dito uilo com n.
10, '277 ; ditos prelos de osso, grosas 10J ,
ASSL"'.
A barca Cecilia segu- com brevulade, re-
cebe carga e passageiros; a tratar com Cae-
la 00 1 > naco la Costa Morcira na ra da
Cadeia do Recife n 2. prmeiro anda'.
AHACA IV.
O hiate Corre'o do Norte segu ne-les
das ; para o resto da carga, Irala-se com
Caetano Cyrlaco da C. II. na ra da Cadeia
do Hecile 11 2, primeiro andar
CEA KA' E ACARACL'.
Segu com brevidaUe o palhabole Sobra-
a freto ; a tratar
Sabbado 10 do cor-
rente
Manoel do Nascimentoda Silva Bastes
rara' leilao por intervenido lo agente
Oliveira, do sen sitio e casa em chaos pro-
prios, no lugar denominado Estrada li
Santa Aun.i (defronte lo lu finado Anto-
nio la Silva eoceupado actualmente pelo
Sr. Ilolm, socio -rente la casa commer-
cialdosSrs. \. O. Bieber .\ C.,) o sitio
tem 385 palmos le frente e mais le l) I
d: uudo, he lodo murado, com elegante
portao de ferro para entrada, acha-se
primorosamente plantado de arvoredos
fructferos, sobresahindo entro estes as
preconisadas e lao apreciadas larangeiras
le umbigo, e com ara elegante e bem de-
7 de julho de IS58.
Para regularidade das inaocas manda a
directorio scienlilicsr aos socios at-asados
em seus pagamentos, que se devem p'r jui-
tes com a casa al o da |0 lo correnle, e
que a falta do cumprimento desta obrigagao
os subjeitar i'remissivelmente as penas de-
creta as nos I." do art. .- dos estatutos.
J Horges Carnero, 1.- secretario.
OSr. Jos Maximiano Alves Cavalcanti
lenha a bou la e de dingir-se a ra do Que i-
; mado n. 2*, primeiro andar, para .coacluir
o negocio que sabe.
Precisa-se no collegio a "oncelgo de
um reverendo sacerdote para dizer missas
nos domingos e das santos : aquelle senher
que so propozer a este encargo, queira tra-
lar com o Sr. Joaquim da Silva Castro, na
ra do Crespo.
Pede-se aoSr. fiscal da Roa-Vista, por
caridadee sem perca de lempo, d um pas-
seio ale ao principio ir. estrada dos ATiic-
tos, para vero charco d'-gua de chuva que
all existe, por nSo haver esgoto de-
pois do aterro que lizeram para o calamen-
to do larto do Manguinbo alim de dar as
providencias necessarias para liv ar os po-
bres moradores aili existentes, do ameaco
da piste que logo com o apparecimcnlo do
sol Ibes hao de causar estas aguas : como
grosas 200 ;
ditos grandes brancos de osso, grosas 200 ; l)r,ividade a bem eonhecid barca llecife, a
qual tem parte de seu carregamento prom-
l>; para o restante a passageiros, paraos
quaes tem cu los e espacosoa commodos :
Ira la-se com Munocl Fj.meisco da Silva Cir-
ri{0, ra Jo Vi,ario n. 17, primplro andar,
ou com o capilu Manoel Jos Itibeiro.
com Caetauo Cyriaco da C. II. na ra da Ca-
deia do llecife n 2, primeiro andar.
Para a Babia segu em poucos das o
muito veleiro palliabule Calido, por ler par-
le de sua carga pruinpta ; para o resto tra-
la-se com o seu consignatario Domingos
Alves Matbcos, na ra o Apollo n. 23
Para o Rio de Janeiro sabe com multa emero e modernismo do anuo le 1 S....
Olllm. Sr. inspector da tbasouraiia
provincial, cm cumprimento do despacnu
oo Exm. -Sr. presidente da provincia de 3 do
correte, manda fazer publico, que no dia
2'J do mesmo vai novameiile a praija para
ser arrebatado a quem mais der, o pedagio
da barreira la Tacarnos, servindo de base
a arrematado o olTerecimento feto pelo lici-
tante paulino Rodrigues de Oliveira Ja quan-
tia deiOlOrs. por anuo.
A arrematacSo sera feita por tenpo Je 3
aOI'OS acontar do 1." de julho .le 1858 30
dejnho de 1861, Geindo obrigado o arre-manliS:i do dia 16 do correnle.
matante pela renda total do trienio, entre-
gando-se-lhe o que ja houver cobrado a the-
souraria, aeluzdas as despezas feitaa.
l.
Rio de
iieis'o.
Segu cora toda a brevdade o brigue
ndcional Firma, poi ter dous teiros de
sen carregamento: para o resto e passa-
geiros trata-se com Novaes & G, na pi-ar i
lo Commercio n. (i, ou com o ca
.Manoel de Freitat Vctor:
pito
irara o
DE
Segu- por estes das o brigue nacional
Imiraute, quo aiud recebe alguma carga
liuda, passageiros e ascavos :a tralarcom
os consignatarios Jos Joaquim Uias Fer-
nandes .V l'ilhos ra da Ca lea do llecife.
Para <> itio de .hm> i;o
Segu com to ta a brevi lade o brigue na-
cional Elvira, por ter parte de sua ca ga
prompta para o reato, passigeiros c escravos
a frete, para o que tem excedentes commo-
dos: trata-se com OS Consigo tarios Jos
Joaquim Dias Fenifiides & l'iihos, ra da
Cadeia do llecife.
Prtia u ro Janeiro.
A bem condecida barca nacional Amelia
pretende seguir com muita brevdade, tem
parle le seo carregamento prompto ; para
o resto trata-se com o seu consignatario An-
tonio Luis de Oliveira .izevedo, ra da cruz
n, I.
Par r Baha
segu com muita h evidadea escuna nacio-
nal Traviata, lem motado de sen carrega-
mento a bor lo : para o resto trata-se com o
seu consgnala iu Antn n Luiz le oliveira
Azevedo. rus da Cruz n. I.
Para lnIjo*.
O brigue portuguez Peninsular, trans-
id io sua sabida para Lisboa para o
ditos puqueoos dito le dito,
co.chetes prelos, pares SdO.
Armazem do almoxa' ifado.
.la leras de qualidailes para mastros de
bandeiras, com palmos de compiimen-
t5.
9.- balalhao do iufanturia.
Zapatos, pares 435
Quem quizer vender taes objeclos aprsen-
te as suas proposlsem carta fechada na so-
cietaria do conseibo as 10 horas do dia 12 do
curente.
Sala das sesses do conselho administra-
tivo para lorueci.rento do arsenal lo goer
a o le julho do I8."i8. liento Jos Lame
nha Luis, coronel presidente. -Jos An-
tonio Pinto, leuente-coruuel vogal servindo
de secretario interino.
Directoiiit gerai da iu.-
trucc&u poblca
Foresta secrctai ia faz-se constar a quem
onvier, que o lllm. Sr. r. director eral
narcou o prazo de 60 dias, contar da data
leste pa a ainscripc9oe processo de liabi-
lita;ao dos que so queiram oppr as cadei-
ras vagas de instrucijo elementar do pi i-
meiro grao de N. S do o" ic lpojuca e .rN.
s. do O' deGoianoa. Secretaria la inslruc-
Cio i-ublica 7 de julho le 1838.--0 secreta-
rio, Francisco l'ereira Freir
Pela mesa do consulado provincial se
taz publico, que os :!0 dias nteis para paga-
mento da deeima dos predios urbanos das
freguezias desta culade e da dos Aligados
se linahsam no dia 8 I julho vm inoro
Mesa do consulado provincial 30 de junho
de 1858.No impedimento do administra-
dor, T. M. K. Pereira da Silva.
TororJemdo IHm. Sr. Hegido da
reparlc,io especial das tenas publicas, fsco
scientea aquellesqtte ntereasar posssm que
a mesma repartiedo acha-se funeciooando
na ra da Cadeia de Santo .nlonio, no pri-
meiro andar do sobra lo n.ll B,Francisco
Paciflco do Amarai, amanuense servindo de
ollicial.
CO.NSEI.IIO ADMI.Msril.Vll vr.
o conselho administrativo, para forneci-
mento do arsenal le guerra, tem le com-
prar os objeclos seguintes \
Tbesouraria la fazenda.
Jarra de barro I ; caslical Je lati i ; uri-
nol I.
Casa de detencSo-
Caslical de latSo i ; coco de cobre i ; url-
teiio sua sabida para Lisboa para o dia 8
Provimento *>* do almoxa- | do ,wvmW< am!,, ,,,. ,,,:(1|)(,1. alguma I
Ferro inglezem barra, quntaos W; diio!''ai'!:' 'K'in como paageiros para o cjue
liloquadr. lo de 5|8, dito 10 ; dito no re- l'ala-se COm NoVaet & ('.. na piara dn
dondo de 3)8, Olto 1
de 6|S, dito i
ven e-se urna toalha de labyrintho toda
abena, obra Ii.mii acabada, vinia do norte,
propria para um baptisado de osteniacao,
por preQo razoavel : assim como toaos os
artigos tendentes a loja de nhude/.as com
especialidade luvas de pellica, de seda.ect.,
lenles em lodo o genero, enfeites modernos
para cabeca, bicos de seda e de algodao,
lineado jardira adornado de lindas flores rendas, litas de seda e velludo, franjas de
eonti'os mimosos arbustos, entremeados seda, linbo ealgodSo, botoes para casave-
de vasos delicados e caramanclicis de fer-
i ) para maior recreio, a casa de viveni a,
sobre cominoda e elegante, he rodeado
de urna escolbida gradara le Ierro, con-
lem .") boas salas e 9 quartos espacosos, Iservico de campo e quo nao sejarpteguQO-'Jo alto chegam, por eslr ella Intupida e'fa-
sinha e dispensa hna, separada e 80? preton-ae portuguezeque n3o.teaha fa- zendo intransilavel a passagem aos vian-
railia : quem se adiar neslas circumstancias
dinji-se ao largo da matriz de Santo Amo-
nio, sobrado n. 4, primeiro andar.
v&sfi?9,3'3c-r @-:
, U bacnarel Adelino Antonio de r-.
. : luna Freir, londo alcangada a de- 2>
'\ missao que pedio de juiz municipal ";;;
e lo orphaos te lguarassu, acba-se "-.'
Ivogan lo nesta ridade e tem seu ;
que, de seda, velludo, linha, vidro e corno-
lina, e tu lo que se desejsr de bom.
No engenho Cnrsahi, distante ilesta taa.bem dar um golpe de vista a bomba exis-
praca 10 leguas, prec.lsa-sa de um hoxem lprite nesse mesmo lugar.que a nada serve se
para feilor, que tenha alguma pratica de i nil0 'le impatar de passa as mais aguas quo
coracosinha c disp
apropriadamente, tem grande senzala,
cocheil'a para ."icarios, estribara para S
cavallos, quarto para fetor e outras e\-
cellentes bemfeitorias, tudo edificado s-
lidamente de lijlo e cal com a sy mi tria,
A amena posicao da descripia proprieda-
de torna-a diariamente mais recommep-
lavel pela |)ro.\imulalc da capital, CU JOS
habitantes a apreciam alegremente nos
pocas das encantadoras festas de seus pri-
morosos arrabaldes, para onde se ol ere-
ini conduccoes regulares em mnibus e
bellos carros, qnauio nao stlbiiido lio
scriplorio na ra estreita do Rosa- ::].
rio n. 10 segundo andar, ondo pode .''-'
-A ser procurado a qualquer '.....
* dia, tambem .-e encarregt
dautes em carros e aos mais vehculos que
para ah tem de transitar, pelo pessimo es-
lado em que se acba, pob seia n eibor que
se mandassedesmanchar dita bomba intil
edeixarque as aguas livremente esgolas-
sem ao grande calino la municipalidade
mandado fazer ifo sitio annexo o qual tam-
bem acha-se muito arruin do, mas que nun-
ca em lempo a.gum se rom as maiores
ctieias ,1'i'cisoii de bombas a a estrada licava
le repente enchuta o que nao acontece ago-
. ra com as novas obras que se tem feito. Des-
hora do '.: te favor Itie licara multo obrigado o abaixo
re pro- ? assignado.Morador aflllcto da estrada dos
<- mover qualquer accSo nos juizos de y Alllictos.
--Ma la da Cruz n 47, si cundo andar,
jp fura da capital.
@
./
precisa-se de ulna ama que s.siba eiigutiimar
o cozinhar.
veis circumstancias, como pelo subido cus-
i da mesmapropriedadea troco de~|an-
Sfl aun .iiciar cuno sua, una colisa que o "Jw
oaoera, o pida axpOScSO verao OS interes-
sados se o que digo he ou nao verdadeiro
ta comparativamente moderada, conta o Por faUlidade he o mesmo bernardo cuni.a
referido agentecom grande convurren-
n,i dos verdadeiros apreciadores ao le lao
que lera' lugar no indicado lia sabbado
10 do correnle ao meio dia em ponto era
seu escriptono, onde anticipadamente
seta' exhibida a respectiva escriptura c se
1. nao os mais esclai ecimeulos.
mo
de ^eneros
Quiutfi .iii 8 do cor
rente
PELO AGENTE
Pestj
do oo annunciante, e aproveilando a sua
ausencia de casa, seduzio, de accordo com
nutro cunhado to annunciante, a sua mSi
I Francisca de paula l.eal Cavalcanli, e so-
gra du Bernardo e Leocadio (que he bem
irpreciavel ara fazer urna venda simulada'
ou dolosa e o conseguirn) ; felizmente
orm a le prevenio laea venias le pais a
lilbus e genros, annullando-as, por suppore
com ra/.ao, quelaes negocios sao dolosos e
de ma fe
Precisa-se le um criado ou orna criada
para urna casa le familia, quer forro quer
captivo para servico lano interno cobo ex-
terno : a quem servir dirja-se i Capunga
Veiha a casa da Sra. viuva Lasse i e ao p da
do Sr. Bonifacio que achara com quem
tratar.
I'rerfsa-ia I dous amassadorai : na ra da
SeiizeMa Nova n. 30.
-- Ni ra do Acoiigtiinho n. t, precisa-so
Je las petas para alugar-se; quem tiver
diriji-sea lita ra a tratar do negocio.
Precisa-se le um caixeiro que lenha
pralica de taberna : a tratar no Campo Ver-
-- Fugio de bordo do brigue nacional Fir- I Je ru do Soeego n. *
ma, o escravo Benedicto, do idade ti-j anuos,
cor nrel.i, estatura regular, rosto compri lo,
DoUCa barba e lie natural do Maranhao :
quem o aprehender podeconduzi-lo a casa
de Novaes & C, na praca do Commercio n.
o, que ser generosamente gratificado.
lii^i eu ahaiso anlRnada |oe denarpartei a so-
rlsMladi natliciilar que linha cmn o Sr. Victorino
Jetada Soosa Olivsira em a lafinacio cita ein Tura
--- Os Srs. Antonio de Mello Rodrigues
e Candido Thpodoro Rodrigues Pinto teem
cartas no palco de S. l'e Jro n. 6.
Dominga 4 do correnle das 6 ts ? horas
da larde roubaram do r andar da casa la
ra do Queimado u 33 os seguintes objec-
O agente Pestaa fara' leilao quinta-
feira S do c urente pulas I o horas da ma-
nhaa a porta do armazem do Sr. Aunes
delronte da alfaudega
DE
lOOcai.vas com velas de tpcrniacete.
'2~i lilas com pauas.
Harneas cora sardiiilias, sendo cada
barrica le um rilliaro c de ilteio mi- ^''^[Z^r^'^l^^T'^"^^'
b.iiv. o Icni.i (i- > lena 0^ Sou/a, lesue t> primci-
le Parla, ma dj< tiuararapct, n. Ili, que sirava de-' tuS sabrecasaco lo ca-oinlra cor de cin-
baise da firma de Vieira i Soau icse 1 e za com golla de veludo imitan lo a mesma
rorrele, Usando a cargo du tocio Vieira a liquida- cor, 1 uilo do panno c ir de cafe "rom gola
llecife (i de julliu
;,li> do p i>:>iv o o acluu a Njii/.'.
de 1838.
Joaquim da Cosa Vieira.
Aldgam e duas eccravas, sendo una hoa co-
/.inli.na e eiiKuinniadeira. e oolra eostaraira: as-
sim coi io aluaa-w um sillo na Cnpunga \elha : a
Tallar na ra larga do Hosario u. .'lli bolira.
O abaiso asaignado la/, pablico qua desapar-
tan a snoir l,i le pailieuUr pie linha rom o Sr. Joa-
l o ni I t Cu.la Vlaira, em a r*fiiia(Sa de lora de
heno.
Leilaocicqueijas
dito i ; dito sueco quaiirado Commercio n. 6 ou comocapitao iVna-
; carvao de podra, tunela- cio Ventura remandes.
13 S 1 li
Quem quizer vender tses objecto apr-
sente as suas propostas em carta lechada
na secretaria do conselho. as I u horas da
para <> rio at Janeiro.
o veleiro bi igue nacional Fluminanse,pre-
'ovida le
a niento
ten seguir com muita
prompto parto losen carre
PELO AGENTE
Pestaa.
As II) horas em riOIltO lia pella
I'i
ro do crranle, ucando a -eu cargo o artivo
raasma Miciada i., K-1 fe ( da juitio de is.">s.
Viclorioo Jos da Savia Oliveira.
biuef por
da
e
r;
guez
Convi.'.iin-se os S s. socios RCCiouislM do lialiine-
le 1'orloKo.a oe I.ilur.i. a raunirtm-se em rmsSO
nrdinaril d'aascinbla coral, no -ala das ... .... do
inssmo gabinete, domingo 1! do correnle mea, as
llt luirs ila inanli.i i, pi/a Ir.it.ireni do dis|>osto na
i d i ili tos estatuto. Secrelaria da directorio do
da al- nietni gabinete 6 de jullio de I88.
Sala das sessoes do conselho administra- o resto de que Ihe falta, trata-so com o seu
tivo. pan forrecimeuto do a^^enai de guer- consignatario Antonio la.iz de Oliveira Ae-
ra, 7 de julho de 1838. liento Jos Lame-i vedo, ra da Cruz n.l.
brevidam. tem fandega lar-se-ha leilao pV conta de Aoeort\5?U~n.
I'ii-iii pertencei -- l'rcmela-sea |oein levar a ruado l.lvramen-
iii,- la, a nasa do 8r. Lumaclu, ama bulca le cioui,
... ', ,, aiol com (reiija da c' pentida cuite aquella la cisco, por cima da ultima CoChuira : na mca-
'Zocatxat COQ penos UamengOS holIaii-!#u aicudesautu Aalouio. 'na casa.
de velludo azul l'.tr ele, 1 par le borzeguins
de beterro tudo cora pouco uso e mais ssg
em dinheiro: roga-se a pessoa a quem es-
tes objeclos r.ireni oft'ereci I is aprehnde-
los e dar parte na mesma ru i acuna n. 35
que seri recompensada.
O abaixo assignado ensilla llim, rlic-
lorica e geographia : na ra do Collegio n.
17, segundo indar.
Alfonso Jos de Oliveira.
Deseja-se follar a negocio deseu intc-
ressecomu prelo livre Miguel des Alijos,
que chegou squi ha pouco do Porto Alegre
em companbia do Sr. Iticarlo lluch, o se
agradecer muito por qualquer informoslo
queso der sobre o mesmo, no escriptorio
de Henr. Bruiin&C, na ra da Cruz u. lo.
Pelo juizo le orphaos desta cida.ie,
cartero do escriv > Cuimanles, no da 9do
crrante, na sala dasaudi n i is, lem de ei
arrematado embasta publica um terreno
junto a matritde s los, com 20 palmos de
liante, leu lo um alicerce na frente avahado
por 1609000, o qual be perleucenle ao me-
nor llenrique, Ulbo da finado Jos da Silva
Murena, o qual vai a praeai a requerimento
lo seu tutor.
-- Aluga-se a sala do primeiro andar da
casa confronte i ni t ni tere ra de s l'ran-
hospital vmmm
DE
Nn se podendo realisar a sessiio do as-
sembla geral dos seubores accionistas, an-
nunciada pira o dia 4 do correnle, he nova-
mente convocada para domingo, 11 de julho,
as 10 horas da manha, no sali do Hospi-
tal.o secretario, M. I" de Souza liarbosa.
mo largo do l'araizo, casa n *, orimoi-
ro andar, copia-so com toda a perfeicSo o
delicadeza qualquer pc;a de niusica, como
sejam modinbas, valsas, quadriloas, ele
para piano, violao e outros instrumentos,
por precio commodo, e com a presteza que
se exigir.
O Dr. em medicina Fre-
derico Hcbulz,
medico operador parteiro e oculista, d
consultas com especialidade sobre as moles-
lias das mulheres, das criancas, dos olhos e
da pelle, acha-se todos os dias uteis das 11
horas da manhSa as 3 da tarde, em seu con-
sultorio, ra da Cruz n. 40, segundo andar t
lora deslas horas, a qualquer outra da noite
ou do dia pode ser procurado em sua casa,
ra de Joo Fernandes Vieira, na Soledade,
em frente do sitio grande do Sr. Amorim :
as pessoas que do seu prestio precisarem,
tanto da cidade como de fra, o farao por
escripto, que sero accudidis com promp-
tidiio.
Ollerec.-se um homem para cozinheirn de al-
eunia cana, preforiudo-se elrangeira, o qual dar'
coiiliccimento de patftoa a' qusto lem servido nesla
Braja ; quem do seo presiono se quier utilisa di-
rija-ae por c-ic i i...r n., .
Precisa-se do urna ama quo saiba co-
zinhar e fazer todo o servido do casa : na
ra do r.aldeireiro, taberna n 60.
Precisa-se de um sobra t> do primeiro
andar para utna pequea familia eslrangei-
ra, prefere-se as seguintes ras : rus Nova,
aterro da Boa-Vista ou ra da Aurora, perto
da ponto da boa-Vista : a tratar na ra No-
va n. 52, loja.
Lotera
IJuarta-feira, 1 do correte, andam as
rodas da lotera do hospital Pedro 11. c es-
tilo a venia no aterro da Boa-Vista, loja de
bilhetes n. 56, bilhetes inleiros e meios, e
troco para os freguezes.
No da 5 de julho fugio um cabra es-
cravo por nomo Miguel, filho do sertSo, cmn
os signaes seguintes : bem fallante, pouca
barba, na m3o esquerda u'um dedo ao se ao
dedo pollcgar tem urna tortura para baixo,
e na caneca ao lado do congote aonde des-
cansa o chapeo tem um carolo do mesmo
casco, leviiu calija de 13a e quadros escura
e camisa de chita franceza j usada : quem
0 pegar, dirja-se a Fra de Portas, ra do
Pilar n. 1"J, que ser bem recompensado.
Soeiedade das artes mechanicas e liberaes
de Pernambueo.
Nao se podendo eflectuar a eleico da no-
va directora no da annuuciado, por falta
do numero legal de socios, desigut-l a do-
minga seguinio para cumprimento dessa
opera^ao. c rogo aos socios que se extr-
celo para comparecerem uaquello da no
lugar sabilo. as II) horas da manbSa.
J. Borges Carnero, director.
He leso ao Sr. Antonio Alves da ron-
seca Jnior o favor de apparecer na ra do
Collegio n. 91, terceiro andar, afim de con-
cluir o negocio que sabe, sob pena e se
publicar qual seja esse negocio.
-- No llecife, ra da Cacimba, sobrado n.
8, faz"m-so comidas de todas as qualidades,
com limpeza e promptidSo, a vontade dos
fregueses
1). Anna Joaqnina Teixeira da Motta
Cavalcanu, arrenda o seu engeabo Novo,
sito na freguezia de Igu-rassu' : quem o
pretender lrija-se a annunciante no seu
sitio do oiteiro junto ao mesmo engenbo,
ou a seu lilao Jos Teixeira da Motta Caval-
canti, na villa do lguarassu', na ra da Ma-
triz em casa n. 9.
Procisa-se de dous amassadores que
sejam peritos ; paga-se bem agradando: a
tratar na ru do Aniorim n. 48, ou em Olin-
da, padaria do Varadouro.
iVa vraria n. 6 e 8
pa ja ta Independeu-
qa (irecia-9t failar ao Sr.
Dlan, que moiou na ra
do Ara gao e te ve iiiaici-
iieiria.
Precisa-se por alugnel de urna escrava
e um escravo para o semeo interno o exter-
no de urna casa de familia; na ra de S.
Francisco n. 8, como quem vai para a ra
Aluga-ss urna casa no lugar dos Coe-
Ibos, delronte do oit3o do hospital, bem
como um pequeo sitio na Capunga, con-
fronte ao do Sr. Duburq; a tratar no dito
sitio.
Fugio no dia 20 de junho prximo
passado, a escrava de nome Lourenca, idade
de 40 annos, pouco mois ou menos, estatu-
ra regular, muito ladina, o melbor signal
que ella tem para ser encontrada be puchar
urna perna. o ter um geilo na bocea proce-
dido de ar que Ihe deu, levou panno da cos-
ta com franja branca na boira, gosta do an-
dar calcada Esta n gra foi escrava de Jo3o
Uoreira Marques, boticario da ra do Cubu-
ga ; desjonfia-se que esteja encoberla por
alguma casa aqui na praca, do que se pro-
testa contra qualquer pessoa que tiver en-
coberla : quem a pegar podo leva-la a casa
de seu senbor, ou na ra cas Tincheiras
n. I, loja de Urtarugueiro, que sera recom-
pensado.
Precisa-se de um homem solteiro com
as habililai;es precisas, para ensinar pn-
meiras letiras a um menino em um engenho
distante deia praga seis leguas : quem o
pretender dirija-se a botica Ja ra Nova n.
53, que adiara com quem tratar.
Permuta-se ou veodo-se um sitio em
S. Anna de dentro ou do Xavier com grande
casa do morada, estribara, cocheira e baixa
decapim para dous cavallos : a tralar na
ra da Cadeia do llecife n. 20
--- Olerece-se para caixeiro um rapaz bra-
siloiro, de i lado 15 anuos, ualural de Una, o
qual tem pratica de negocio, da lhdor a sua
conducta : a tratar na ra rcita n 6'J.
Quem precisar de um maque cozi-
nha e engoainia, dirija-se.ao pateo de S. Pe-
dro u. 24.
Preeisa-se de um cont de reis a juros
de ^ o|0 ao mez, sob o prazo de 6 mezes,
dando-so por garanta 3 escravos em hypo-
tbeca : quem quizer anuuncie por este
Diario
-- Fredcrico Chaves aljga a sua casa de
campo sil nol'oc-o da Panella, com rr.uito
bous comino !os, e muito fresca, para gran-
de familia, lea.lo jardins aos lados, o no
1 fundo quintal muiado, boa cacimba d'agua
le beber, coinlia grande, casa para criados,
jcoclicira para carros, e estribarla para i ca-
vallos ; as pessoas que o pretenderen, po-
i dem se dirigir ao aterro Ja Boa-Vista n. 17.
I A pessoa que na roa la Cadeia do Kecife,
n'um arraazero d [arragens, falln com o propria-
tario da maior paite do engea io l'orn.i d Cal, em
| principio domex da abril prximo passado, a ros-
peilo de arrendenienlo, oo permuta da mesma parlo
lo eagenho: he rosada aparecer na mesma ra u.
i-, dizer jue negocio picieude.
Irman lade do Apostlo S. Pedro.
SSo convidados todos os irmSos da mes*
ma irman la le para se reunirem em mesa
ge a| no dia de quinta-feira, k do crrente,
uel s 4 ho. as da tarde, no respectivo consis-
torio, onde tem do tratar-se negocio do
transcen leocia e mageto '.o.-o escrivSo,
Padre Lino do Monte Car^ello Luna.
O abaixa assignado iclia-ee autorieade a ven-
der o sobrado de um a.ndar e solio silo na ra do
I Hospicio n. 19; atinis um lerrvuo contigua aos
fililes do magma sote, do, com Nl> palmos de fren-
' le c 17(1 de fundos ; por issi qnein pretender, qnei-
h dirigir-te a" p'{ la I'.ji Vi-ij, botica n. ^i, e
i ahi ni Jicara' u logar e as hora, certas para ser pro-
curado, joo Octavio ua Moara,
II FGIVFI


h
DARIO DE PEBNAMBCO QUINTA FEIRA 8 DE Jl'LlfO DE 1858.
Lotera
>&
Provincia.
O Sr. tliesouie'uo manda fazer pu-
blico que se acham a venda todos os dias
no pavimento terreo da casa da ra da
Aurora n. 26,dai 9 horas da manhaa as 8
da noite, bilhetei e meios da segunda par-
te da quara lotera do hospital Pedro II
cujas rodas andarao iuipreterivelmente
no dia 1 i do crtente mez.
Thesouraria das loteras 5 de jullio
He 1858.O escrivao, J. M. da Cruz.
Ka ra do Crespn. 2, escriptorio da
via frrea, entre 9 horas da manhaa at as *
da tarde, se dir quem precisa de cozinhei-
ro forro, mulher ou homem, como tambero
de urna ama forra para eosaboar e engoro-
mar, nao se olha prego.
Precisa-se de ama senhora que tenha
as habililagOes necessarias para encarregar-
se do ensino de urnas meninas nesta cidade,
i'ni casa de seus pais ; alianga-se o bom tr-
lamoDto: quem liver ditas habilitagoes e
quizer encarregar-se da e Jucacao das mes-
mas meninas, dirija-se a livraria da praga
da Independencia ns. 6 e 8, ern carta fecha-
da, com as iniciaes A. M., declarando sua
morada, condiges a que se sujeita, seu
oslado e conhecimento de sua conducta
moral.
~ A administrarlo geral dos estabelcci-
mer.tos de caridade avisa aos inquiliuos dos
predios do patrimonio dos mesmos estabe-
lecimentos, qne na forma do respectivo con-
trato ir3o novamente 4 praga no dia 1-- de
agosto as rendas das casas, cujos inquilinos
n3o tiverem realisado o pagamento dos seus
dbitos at aquella poca. Administragao
geral dos estabelecimentos de caridade 26
de junbo de 1858.0 escrivao,
Antonio Jos Gomes do Correio.
Arrenda-se nao meuus por tempo de
um anno, um sitio na Capunga nova, com
eocbeira, estribara para 2cavallos muito a
commodo, quarto para feitor, gallinbeiro de
lijlo e cal, cacimba de soffrivel agua de
beber, poco para lavagem de roupa, baste n-
tes arvoredos, alguns j dando fructo, casa
beira da estrada sobre o alto, sendo a sala
da frento assoalhada e forrada, muito fresca
o clara, por sor toda cercada de janellas,
lendo nos lados terraco com varanda e al-
grete de llores, e porlao de ferro ; propor-
cionando assim o dito sitio decente e agra-
davel residencia, alem de ficar muito perlo
da cidade. No sitio confronte, propriedade
do Sr. l)r. Jacobina, existem as chaves para
ser visto pelos pretendentes, e a tratar ahi.
ou na ra da Cadeia do Itecife, primeiro an-
dar da casa n. 3. servindo de escriptorio.
SEGURO CONTRA 0 FOCO.
COMPANHIA
ALLIAWCE.
Estabf Jecida ern Londres,
em marco de 1824.
CAPITAL
CINCO MILHO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brothers & C. tem a honra de
informar aos senhores negociantes, propie-
tarios de casas, e a quem mais couvier, que
estSo plenamente autorisados pela dita com-
panhia para effectuar seguros sobre edifi-
cios de lijlo e pedra, cobertos de telba, e
igualmente sobre os objectos que contive-
rem os mesmos edificios, quer consista em
mobilia, ou em fazendas de qualquer qua-
lidade.
Attenco.
Jos Joaquim de Moraes Navarro, acad-
mico do quarto anno, autorisado pela presi-
dencia, recebe meninos internos e externos
para ensino de alguns preparatorios : na ra
do Scve, outrora llha dos Ratos, casa de
sotao o porlao.
|C asa de saude|
W O Dr. Ignacio Firmo Xavier, roce- <$
QJ) be em sua casa de saude, que fica ao (A
norte da estrada da Passagem da 7l
Magdalena, entre a ponte grande e a *#9
9 pequea do Chora-Menino, todas as (gfi
tA pessoas doentes, afiancando o me- a
lhor tratamento, o maior zelo e cui- t*
Jado medico. O local em que est v9
edificada a casa destinada para esse (/%
miste.r as regras hygienicas, sobre Ja
as quaes est construida, os comino- w
dos de que dispoe, o aceio, ordem, ()
e regularidade que ahi se encon- |
tram, sSo condiges ponderosas para J?
urna breve cura e completo resta- (
belecimento. As pessoas que quize- f/j
rem utilisar-se de seu prestimo po- js
dem dirigir-se ao pateo do Carmo, sobrado n 9, primeiro andar, das (
10 horas da manhaa as 3 da tarde, 2
e dessa hora em diante no seu esta- w
belecimento. ()
Brevemente
ir para os prelos o drama em I! actosCar-
los ou os ell'eitos do jogo e das palavras mal
pensadas; acha-se a hera urna assignatu-
ra para o dito drama, na loja da praga da
Independencia ns. 6 e 8.
Na ra do Senhor liom Jess das Criou-
las n. 16, lava-se e engomma-se com perfei-
q3o e presteza, por prego razoavel,
Aluga-se um primeiro e segundo an-
dar de um sobrado na ra Direita : qoem
pretender, falle na ra das Cruzes, ultimo
sobrado de dous andares n. 9, lado direito,
quem vai da ra do Queimado para S. Fran-
cisco.
;associ.\cao' dos caixeiros inglezes.
No dia 9 do correte, sexta-feira, lera lu-
gar a reuniSo semestre desta associagSo na
livraria ingleza, as 5 horas da tarde.
O Sr. Jofio da Silva Coimbra tem urna
encommenda, na ra da Cadeia do Recife n.
63, armazem.
Caetano Christiano Vilque n5o he mais
caixerro da loja de Andr Cuilherme Bre-
ckenfeld, desde o fim do mez do maio pas-
sado, o que se avisa para que os devedores
nao paguem ao mesmo, debito algum.
Bernardino Francisco do Azevedo Cam-
pos declara ao respcitavel corpo do com-
mercio desta cidade, que sua loja de couros
e calcado, sita na ra do Livramento n. 11,
continua a gyrar debaixo da mesma firma
Campos & Correia, e em quanto .durar sua
pequea ausencia, serfio as letras da casa
assignadas pelo aocio Correia.
>omp? &.
Compra-se urna porg3o de formas de fa-
zer velas de carnauba e todos os pertences
dellas, tudo em bom estado ; quem liver e
quizer vender, dirija-se a ra dos Marty-
rios n. 14.
Compra-se effectivamente bronze, lao
t3o e cobre velho : no deposito da fundigS-
da Aurora, na ra do Brum, logo na entra-
da n. 28,a na mesma fundicao,em S.Amaro
- Compra-se efTecti va mente n ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, aeges das com-
paohias, e d-se dinheiro a juros em gran-
des e pequeas quantias sobre penhores.
Compraro-sa doas icrava, e paca-ie bm,
qoe itjara boa engommarfeiras e nao sejam vicio-
sas : ni ra das Aaoas Verdes n. <(.

0
m

i
Francelino Isidoro Leal & C, tem ro
armazem do Aines, vindo de Lisboa na bar-
ca Maria Jos, barrricas pequeas com crva
doce e cominhos, escolhido e o melhur pos-
sivel o qual vende a retalho ou por inteiro
por prego commodo, e grandes saceos com
(arelo, no mesmo armazem ou no largo de
S. Pedro n. *.
He chegado a loja de I.econic, aterro
da Boa-Vista n. 7, excellente leitc virginal
de rosa branca, para refrescara pelle, tirar
pannos, sardas e espinhas, igualmente o a-
famadooleo babosa para limpar efazer cres-
cer os cabellos ; assim como p imperial de
lyrio de Florenga parabrotoejas easperida-
desda pelle, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa da vida.
,,_'< O Dr. Casanova pode ser procura- f-J
j a do a qualquer hora para visitar doen- *-
..'.,. tes e praticar qualquer operagSo de J*
Jg cirurgia especialmente le partos
O en seu @
p)NSlLTOI,10IIOPATIIlCO.|
$ 'J8 lina das Cruzes g
No mesmo consultorio ten sempre 'i;
mais acreditados medicamentos J
Cortes de brim de linlio a
,000 rs.
Na ra do Crespo, esquina que volta para
a ra do Collegio, loja n. 5. vendem-se cor-
tes de caiga do brim de linho de cores a 23 o
corte.
No caes do Ramos, armazem n. 1, ven-
de-se superior arroz de casca, por menos
prego do que em outra qualquer parte.
]\a loja das seis
portas era frente do Li-
vramento.
Cambraias francezas a 200 rs. o covado, a
pega cora 32 covados a 6?0OO, Tazenda fina e
padrOes novjs; d3o-se amostras, e a loja
est aberta das 6 horas da manho s 9 da
noite.
Vende-se urna carroga para um boi,
muito segura : na ra Direita n. 95. Tam-
bera se vende o boi.
Batatas
a 2,000 rs.
Vendom-se na ra da Madre de D^os, de-
fronte da guarda da alfandega, e na ra do
Amorim, armazens ns. 45-50.
Milho e gemina.
Vende-se milho chegado esta semana do
Rio de Janeiro, por prego mais barato do
que em ouira parte, c gomma a 2^)00 por
arroba.
Vende-se urna eserava crioula, recolhi-
d, de idade de 15 annos, cose e engomuia :
na cocheira confronte a ordem terceira de
S. Francisco.
Vende-se 1 preto de 40 annos por 8OO5,
1 preta de bonita figura, e 1 negrinba de 12
annos : no pateo de S. Pedro n. 6.
Para nienino.v.
Lindos apparclhos de porcola branca e
dourada, do menor ao maior tamanho, bi-
chos de maga e balaios modernos, tudo ba-
rato : no aterro da Boa-Vista, loja de raiu-
dezas n. 58.
PAR* LUTO. 4&
5 Vendaro-se camismhas e mangui- a
tos pretos de fil e cambraia : na ra zt
:f 1I0 Queimado 11. 10. loja de Leite, v
Artnur& C.
Vende-se urna mulata de 30 annos, de
ptima conducta, que sabe cozinhar o dia-
rio de urna casa, lava de barrell e ensa-
boa, faz todo servigo com precisSo, e he
ptima para urna casa de familia, como po-
der informara casa onde ella se acha alu-
gada : na ra da Gloria n. i se dir quem
vende e o prego.
@ ROUl' FKIT*: "
S \ende-se roupa feita franceza do
.-.j todas as qualidades, paletots sohro-
r casacos de panno e casimira, por
*f Dregos muito baratos : na ra do .,
Queimado n. 10, loja de Leito, Ar- <-A
3 mar & C. g
Attenco
o
Para acabar.
Vendcm-se sedas de superior qualidado c
ricos padroes, o covado a 15300 : na ra do
Queimado n. 11.
-- Vende-se na ra da Moeda n. 41, mel
em barra, e liagas para barrica e pipa.
Vende-se nm tereno com frente pela
parte do norte, coma travessa da ra Au-
gusta, e alinhamento at o rio Capibnribe,
pelo sul com o terreno de Joaquim Lobato,
ao este com a projectada nova ra, com 461
primos e meio, de leste a oeste com 370 pal-
mos de norte ao sul, com duas casas terreas,
sendo urna mei-agua,com vanos ps de co-
quelros, e mais 400 palmos alagados, junto
ao mesmo terreno cima ; a tratar na ra
.lo Trapiche n. 36, com Matheos Austin &
Companhia.
Vendem-se velas de carnauba c
cera para ditas, e peixesecco vindo do
Acaracu' ltimamente : na ra do Quei-
mado loja de ferragens de JoSe Rodri-
gues Ferreira.
Vende-se um excellente cavallo de
rabriolet : na cocheira do Sr. Silveira
defronte de S. Francisco.
Vende-se um escravo cabra, de idade
26 annos, proprio para todo servigo : na ra
do Collegio n. 16, terceiro andar.
Virginias de seda e algodflo, do boni-
tos padroes, para vestidos a 300 rs. o cova-
do : na ra do Gres po n. 3, loja de i portas
ao pe do arco de Santo Antonio.
Agencia
da fundicao Low-Mo
ra da /Senzala ffova
n. 42.
Nestcostaholecl mentor, on 11 nu'aahaver
um completo sortimento de moendase
moiasmoen das paraengenh o, machinas de
vapore taixasde ferro batido e coado de
todosostamanhospara dito.
SEMENT DE ALCODAO'.
No consulado britannico ra do Trapiche
n. 13, ha para vender por um prego muito
commodo urnas 90 barricas da meihor se-
ment de algodao de Nova Orleans nos Es-
tados Unidos.
Novas pampelinas de seda muito ricas
para vestidos a 15 o covado, novas sedas la
vradas para vestidos a I;200, cortes de col-
letes de. velludo a 700 reis, ditos de fusi3o
a 500 res, lengos de seda grandes a 1?, ditos
de cassa a 200 reis, cortes de calsa gasineta
padroes ricos a 2>, ditas de brim a 800 reis,
lavas brancas jara homem e senhora a 300 o
par, cobertores de paffo a 1-3800, camisolas
de ISa para escravos a 15400, roupa feita
azul e de cores para ditos a 900 reis cada
pega, chapeos de sol de panno a 15800, ma-
dapolao muito lino a 356OO, 45, 4-3500, 5?500,
c outras umitas fazendas baratas, na ra da
Collegio leja n. 9.
SYSTEMA Ml.DICO
HOLLOWAY
Aviso.
Ko araazem de Adamson llowie & C, ra
do Trapiche n. 42, vendem-sc sellins prra
homem e senhora, arreios pratiados para
'cabriolet, chicotes para carro, colciras para
cavello. etc.
Attenco
He barato que
admira.
Na ra do Queimado n. 37, nova leja de 4
portas,acaha-se dereceber pelo ultimo vapor
vindo de t ranga, ricos cortes de vestidos de
seda com 3 babados para 30s, 50, 60, 70 e
805000, ditos sem babados a 255 sahidas de
baile a 235, 24, 25 a 30/000, enfeitcs para
cabega do melhov gosto que se pode encon-
trar a 105 12 e 145000 na um, manguitos
bordados de cambraia a 2/300, 3 e 55 o par,
camisinhas bordadas com manguitos e gol-
linha a 13/, gollinbas bordadas a 15200,
13600,25200 6 25500, tiras bordadas a 800,
900 e 15 a vara, cortes de barege a 75, gaze
desusperagao; fagatn um competente ensaio de seda a 700 e a 800 rs. o covado, folar de
' seda a 800 rs. o covado, grosdenaples mofa-
do a 15 o covado, dito limpo boa fazenda e
15800 o covado, dito preto a 15600, 1800 a
23, mantas pretas de filo bordadas a 9 e 125,
PILULAS HOLLOWAY
Estelnestimavel especifico,composto ni-
teiramentedehervas medicinaes, nSo con-
ten mercurio, ncmalguma outra substancia
Jelectciea Benigno maistenra infancia
ea compleigao mais delicada lie igualmen,
te promjito e seguro para desarreigar o mal
na compleigao mais robusta ; he inlcira-
mente innocente em suas opeiageseeffei-
tos ; pois busca e remove as loengas de
qualquer especie e grao por mais antigs e
tenazas que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com
este remedio,muitas queja estavam s por-
tas morle, preservando em seu uso ; con-
seguirn) recobrar a saude e forgas, depois
de haver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais alllictas n3o devem enfregar-se a
isesperagao; fagatn um competente ensaic
dosellicazes effuilos desta assombrosa med
cia, e prestes rccupcraro o beneficio da
saude.
Nao so perca tempo em tomar este reme-
dio para qualquerdas seguintes cnlermida-
des :
, ._. os
.:' li-.>mcupathicos em tinturas a em
:f glbulos e carteiras riquissimas; ha
f| lambem varias obras em (rancez e
jtt em portugaez.
^
::;

Homeopathia0
O Dr. Sabino Olegario L. Pinho, tendo de
organisar aHistoria da homcopathia du-
rante a epi lemia do cholera,roga a todos
os amigos da verdade quer desta provincia,
qner das outras do imnerio, que lhe forne-
gam com a maior b'evitade possivel, quaes-
quer documentos, informages 011 narrcOes
exactas, que possam servir para a execucSo
dessi obra, lie justo que sejam conhecidos
oa Domes de todos aqnclles que em lao ca-
lamitosa quadra soccorreram a alllicta hu-
nianidadc. No consultorio central homeo-
pathico ra de Santo Amaro (Mundo Novo.
n.6.
Vov s poesas
POR
FAtSmO WVIER DE RIYAES-
Acha-se aberta a assi^-natura distas bellas
poesas, na ra da Cadeia do Recie D. 41,
loja do Sr. Cardoso Ayres.
Camas de ferro.
T. T. Rastos, ra da Cruz do Recife, ar-
mazem n. 7, acaba de receber de l'aris pelo
navio Carmin, excellonles camas de ferro
bronzeadas, e com colxao elstico para ca-
sado e para solteiro, ditas de differentes
qualidades, elegantes bergos de ferro, lava-
torios de ferro com todos os pertences para
barba, cadeiras e camapes de ferro muito
proprios para jardim, terraco, etc., e bem
assim armarios de rame envernisados de
differentes tamaitos, proprios para guardar
comidas ; tudo se vendo por prego com-
modo.
Farinha
5#000.
Vende-se farinha de mandioca a 53000 o
sacco : no Forie do Mattos, armazem de lle-
melcriotx Ira:3o, confronte ao trapicha do
algodao.
Ceblas.
No largo do Pelourinho n. 5-7, vendem-se
ceblas em molhos, ultiinaniente chegadas
de Lisboa, na barca Ligeira a 1/280 o c^nlo.

bom cozmheiro e boleeiro. alm de saber
fazer qualquer arranjo de urna casa, tem 24
annos de idade, pouco mais ou menos, goza
perreita saude, e hedeoptima conduela ; ao
comprador se dir o motivo por que se ven-
de : na ra da Mangueira, na Boa-Vista,
casa n. 7, se dir quem vende.
t^o barato que
admira,
iVa ra do Queimado n. 19
Pegas de chitas escuras, cores lisas! com
38 covadas a 5/200 e 6-3500
Ditas de cassas brancas lavradas para cor-
tinados a 23600 e 3/500.
Chitas rrancezaa de ricos padroes a 240.
280, 320 e 360 o covado.
Muselinas brancas muiro finas a 280 e
300 rs. o covado.
Ricas chitas francezas para coberta a 320
e 400 rs. o covado.
Corles de collete de velludo a 125000, 105
Fazendas^Je 13a e seda a 600 e 700 rs. o
covado.
Kico3 cortes de casemira elstica a 55500,
6/500 e 7/500. '
Cassas de cor para vestidos a 480, 500 e
6*0 a vara.
Chapeos de sol inglezes.
Peitos de esguiao de linho pelo b'rato
prego de 15200,
Mandsm-sc fazendas para amostra, e d3o-
se amostras com penhor.
-- Ven le-se o sitio do Pina com boa casa
de vivenda, nova, conten Jo 4 salas, 4 quar-
tMs, coxinliafra, om mais de 600 pos de
coqu iros dando fructo e outros tantos
pequeos, viveiros principiados ; os preten-
dentes dinjam-sa a ra Imperial n. 3'J.
Vende-se urna preta crioula mullo sa-
tliae robusta, propria para todo o servigo, e
sabe perfeilamente cozinhar e engommar :
a tratar no largo da ribeira de 8. Jos n. 1,
com Joao liernardiuo Lino ,ilves ; assim co-
mo tambem compra-se umi propriedade de
cas terr.a, sendo em boa ra c estando em
bom estado.
Accidentesopilcpticos
Alportas.
Ampolas.
Areias(mal de).
Aslhma.
Clicas.
ConvulsOcs.
Debilidade ou exlo-
nuagao.
Debilidadcoufaltade
forgas para
quer cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza noyentre.
Enfermidadesno ven-
tre.
Enfermidadcs no liga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Pebres biliosas
Febres intermitiente
Febreto da especie.
<;otta.
Hemorrhoidas
llydropisia.
Ictericia.
Indigestoes.
Inflammagoes.
Irregu la ri da des da
menstruag3o.
qual- Lombriga.s de toda
especie.
Mal de pedra.
Manchas r\a cutis.
Obstrucg3o deventre
Tsica ou consump-
gao pulmonar
Keleiig3o deourina.
Kheumatismo.
Symptomas secun-
darios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
La;/iiihas
para vestidos.
Na loja de fazendas da ra do Crespo n. 5,
esquina que volta para a ra do Collegio,
vendem-se lazinhas de muito bonitos pa-
drOes, pelo barato prego de 500 rs. o covado-
na mesma loja vendeui-se pegas de roadapo.
13o com pequeo toque de avaria a 2#0OO a
pega, e cobertas de chita j feitas a 25OO0
cada urna
Vende se urna excellente casa terrea
sita na ra do Colovello ; a tratar na ra de
Hurtas n. 36.
Vende-se nm escravo pega, de Idade
20 annos, ptimo cozinheiro, 6 ditos de
ambos os sexos, de idade de 12 a 20 annos :
na na das Aguas Verdes n 46.
No aterro da Boa-Vista n. 80, continu'a
a vender azeile doce a 560 a garrafa, esper-
1 mcele transparente dos Estados Unidos a
1|000 a libra, conservas inglezas a lo, sabio
bespanhol rajado de azul a 240 a libra, bo-
lachinha ingleza ltimamente chegada a 320
a libra, grao de bico a 160.
Vende-se um escravo possante, bom
para engenho ou servigo domestico ; na ra
do Crespo, loja da esquina que voita para a
ra da Cadeia.
Vende-se urna preta de meia idade,
bastante robusta e sadia, lava e cozinha sof-
frivel, e serve mesmo para engenho, pois
trabalha de enchada : quem a quizer diri-
chapelinhas para senhora muito boa fazen-!Ja-se a Boa-Vista, ra Velha, sobrado n. 18.
da a 145, chales de merino bordados a 69, 8
e 115, ditos de touquiui bordados a 209,
cortes de cambraia de salpicos a 5600, ditos
de seda pretos muito superiores 805 a 905,
chales do merino pretos a 49. lengos de re-
troz a 23, chapeos de sol de seda superiores
a 103, dilos a 79, ditos de pello francezes 79
a 85, chapeos de lebre a G95OO, ditos de fel-
tro finos a 55500, dilos de feltro enfeitados
para me nio superior fazenda a 53500, cor-
tes de casemira bordados a ficjOO, ditos lisos
a 45, cortes de brim de linho a 23500, ditos
a 2-3800. ditos de meia casemira a 23800, ca-
misas francezas brancas de linho a 45500,
ditas de madapolSo finas a 25400, 25500 e 35,
ditas de cores a 2?50O, ditas de mosqueteiro
a 15, mu.-sel 1 as brancas a 320 rs. o covado,
ditBs de cor a 320, 360 e 400 rs. o covado
muito finas, cima franceza muito superior
a 280, 320 e 360 o covado, cerouias de linho
muito finas a 35, g'jardanapos brancos a 39
a duzia, lavas de fio de Escocia a 900 rs. o
par, muito boa fazenda, (lela branca a
480 o covado, ditas de cores muito finas a
900 rs., grvalas de retroz a 23, ditas de se-
tim bordadas a 39, ditas de seda a 600, 800 o
Vendem-seestas pil dasTwestabeimen-! J cada uma cuesde seda branca com lis-
tras azues asselinadas a 205 o corte, cam-
braia de salpicos muito fina a 900 rs a vara,
fil de linho liso a 610 a vara, dito bordado
a 1500 a vara, mei'-s de seda brancas 49 e
53, boa fazenda. ditas pretas 43, lengos de
seda para homem a 2-3, ganga de cor a 300 e
560 rs., bomhazina a 19400 o covado, panno
lino preto a 3.3, 3-3500, 45500, 53500, 7 e 85,
dito cor de caf a 35 o covado, dito azul 35
a 5-3500 o covado, casemiras pretas a 25200
at 43 o covado, damasco de 13a de duas lar-
guras a 23800 o covado, dito estreilo a 800
rs., velbutina preta e do cores a 750 o cova-
togeraide Londres 11. 244. oStrand, e na
loja de todosos boticarios droguistas o ou-
tras pessoasencarregadas de sua venda em
toda a America do Su I, llavana e llcspanha.
Vendcm-sc as boectinhas a 800rs. cada
urna dellascontni urna instrucgoem por-
tuguez paraexplicar o modo desse usar
deslas pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ruada Cruz n. 22, em
Pernambuco.
Rna do Crespo. 10.
Loja de Jos Concalves Malvcira, vende-se
Sellins e relegios.
SELLINS e RELOGIOS d c pa lanle
"-!'-/ : a venda no armazam da
Kosiroiillooker c Companhia, es-
qoina lo largo do Corpo Santo nu-
mero 48.
Farinha de
mandioca.
Vende-se superior farinlia de man-
dioca por prero mais barato do que em
outra quaUpier parte : no armazem n.
5 defrontc do trapiche do Cunha.
GRANDE
PECHINCHA DE MADAPOLAO' COM
PEQUEO TOQUE DE AVARIA.
^Va loja do ire-
guiga, oa ra do Queimado, esquina do bec-
co do Peixe Frito n. 2, vende-se madapol3o
com pequeo toque de avaria a 29800 a pe-
ga, ditos largos a 33 e 3/500, ditos ditos fi-
nos a 49 e 45500 a pega, cambraias lisas finas
com 8 varas a 2{50o e 39 a pega, pegas de
cassas de quadros finas com alguns furos do
cuplm e com 10 varas a 23800 cida urna.
Relogios
Vendem-se relogios do ouro, inglezes de
patente : no armazem de Augusto C. de A-
breu, ra da Cadeia do Recife n. 36.
Carro.
Defronte do pateo de s. Francisco, na co-
cheira do Sr. Francisco Jos6 da Silveira,
vende-se um lindo carro noro de 4 rodas,
ltimamente chegado de Franga, com lan-
ga, varaes e arreios completos para um ca-
vallo, tudo do ultimo|gosto.
Continu'a a vender-se rolas pardas, no
sobrado da ra de S Francisco n. 8, como
quem vai para a ra Bella, sendo o casal a
29000 sem gaiola.
Vende-se ou troca-se urna preta de
meia idade, por venda o seu valor he 600,
e por troca se voltar o que for de razSo ;
o motivo de se fazer este negocio he por
nao querer servir aos senhores : na ra Im-
perial u. 112, junto a fabrica desabSo.
Vendem-se toalbase lengos de libyrin-
tho, e ditos bordados, tudo de cambraia de
linho, de muito bom gosto, e precos com-
modos, assim como sapatos e esleirs do
Aracaty : na ra de Apollo, armazens ns.
16 a 20.
Vende-se urna eserava crioula, de 40
anuos de idade, cozinha, e lava de barella :
na travessa do Paraizo para Florentina, pri-
meiro andar do sobrado n. l8,passando a fa-
brica de chapeos.
Na ra da Cadeia n. 28 taberna de D.
S. Campos, vendem-se em pequeas e gran-
des porges bichas hamburguesas das me-
lhores que vem ao mercado, e tambem so
alugam.
Algodao da bahli e fio de
algodao.
Vende-se no armazem da ra do Vigario
n. 22 de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
.
diviso.
do, velludo preto a 6-3 o covado, brim bran-
co de linho a ls200, 18500 e 25 a vara, gra-
1 vatas com um annel por 535O, meias bran-
Sn5!, pe PMn reeadS1 1 Puc a cas para homem muito finas a 75, 8 e 105 a
55000 o milhe.ro, ditos de papel branco a duz8t cassas francezas iuit0 lluas a 480)
300 reis o mago.
vM
?5

Q

Attenyo.
Kisscl, relojociro francez, vende
relogios de ouro e prata, concerta
2? relogios, joias e msicas, ja aqu he
5 condecido ha muitos annos.habita no (fe
^ pateo do Hospital n. 17.
Venue-se um cabriolet com o cvalo,
caso convenha ao comprador, por prego mui
em conta : a fallar na cocheira de Fra de
Portas, com o respectivo caixeiro, onde
existo o mesmo cabriolet para ser visto,
sendo que he de patento Inplez, muito for-
te, e vendi lo a prego em cunta, por ter al-
gum uso, acompaiihando-o os| competentes
arreios.
Attenco
Acaba de chegar a loja de miudezas da ra
da Cadeia, esquina da Madre de Daos, um
560 e 600 rs. a vara, collarinbos brancos a
220 cada um, lengos de labyrintho a 15, pa-
lils de panno, ne casemira e de alpaca, pre-
tos e de cores, caigas de casemira e colleles
de gorgur5odo seda, tudo mulo bem feito
e para diversos pregos, sarja preta par for-
ro a 15200 o covado cortes de colleles de
casemira bordados a 5>, ditos de gorgurSo
de seda a 3-800, e muilas mais fazendas que
n5o he possivel equi fazer mcngHo dellas
pelas muitas variedades que se encontram
aqu neste estabelecimento : quem quizer
venba vor e traga dinheiro, que n3o vai sem
fazenda barata
BabSo costando, amarello e branco.
No largo da Assemblea n. 9, venlc-so o
sab3o cima, por prego commodo, para fe-
char contas.
0
a
i
i
o
-
,
11
Em casadetaheSc'imsttau Companhia,
rico e variado sorlimenlo de jarros de por-ra da Cadeia n. 37, veudom-seolegan.e
c lana e vidro para sala, espelhos Brandes e pianos do afamado fabricante Traumann
pequeos, ooldura dourada, camisinhas e da llamburao
padeiro, excel-
na ra da Ca-
Instruccoes militares
Na linaria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia, vendem-se as instruegoes para o ser- -- Vende-se um sitio entre as duas pon-
vigo das guardas, extrahidas do regulamen- tes da Magdalena, cora duas frpntcs, urna
lo de allantara, e acommudadas 6 discipli- de 200 e outra de 500 palmos, e sila da parte
na do exercito, pelo diminuto pre;o de 500 di so.p.bra a tarde, com arvoredos, etc. : 110
reis. J pateo do Carmo n. 9.
Recebidas em dircitura de
pars.
Ricos cortes de vestidos do sada de
cor e brancos 3
Corles de cambraia de seda borda-
dos ao lado 5
Grosdenaples preto encorpado, co-
vado I36OO a 23500
Dito de cores e branco, covado I3920
Seda branca lavrada para vestido
de noiva, covado 1-300 a 23500
Belleza da China, fazenda toda de
seda, covado 1300
Setim preto maco para vestidos,
covado 23700 55O0
Velludo preto o meihor possivel,
covado 53500
Meio velludo preto o de cores, co-
vado 15400
Velbutina preta e do cores, covado 750
Folar de Taris de seda com listas
- matisedas, covado 1 -l no
Ricas sedas de cores de novos pa-
droes, covado 15920
Diana do seda lavrada mui linda,
covado 13000
Selinhas de quadros clistras, co-
vado 900
Popelinas de seda o 13a, padroes
novos, covado 15000
Barege de seda, padroes miudinhos,
covado 640
Corgurao de seda com flores, covado 850
Panno preto e de cores, prova de li-
m3o, covado 3/ a 75500
Casemira preta setim,covado 13700 a 332tv5
Musselinade cor e branca, covado 320
Chitas francezas de cor claras e es-
curas, covado 280 a 360
Cambraias organdys.novos padroes,
vara a 13280
Cassas francezas finas, padroes no-
vos, vara a 500
Ditas ditas, vara a 320
Mantas do Rlond, pretas e brancas 3
Manguitos e golinhas bordadas s
Tiras c ntremelos bordados 5
l'ulceiras do velludo, froco e fita 5
Lengos de cambraia, linos, com la-
byrintho 15000
Chales de merino com franja de 15a 45800
Ditos ditos de seda 6*000
Ditos ditos bordados a seda 6^500
Dilos ditos bordados a volludo 11 0110
Ditos de seda de peso %
Corles de casemira de cor finos 6^000
Colleles de dita e de seda bordados 9
Chapeos pretos francezes modernos 73000
Grvalas de seda compridas com
annel
Paletois de alpnra preta e de cor,
forrados 73000
Gndolas de alpaca preta e de cor 59000
l'alelols de brim pardo e brelanha 4-000
Ditos de fustao, ganga e outras fa-
zendas 4-500
Ditos de alpaca preta .'i.fSOO
Passandoo beccoda Congregado, do lado
direito or seguimiento para o Livramento a
quaru loja de tres portas com rtulos bran-
cos n. 4o.
goilindas para senhora, enfeites para cabel-
lo, ricas fitas com avelludados, perfumaras
de muitas e ptimas qualidades, borzeguins
de couro de lustre para homem, senhora e
meninos, palilots de casemira preta e brim,
lanternas de vidro e metal, sapatos de bor-
racha para homem e senhora, pentes de
muitas qualidades, capachos grandes e pe-
queos, compridos e redondos, e glande
sorlimenlo de miudezas, quo se vendem pe-
los mais mdicos pregos.
Relogios.
Vendc-se em casa de Saunders Rrothers
& C. praga do Corpo Santo, relogios do afa-
mado fabricante Roskell. por pregos commo- I Prt ,
dos o tambem trancellins e cadeas para os ende-se um cavallo de carro os pre-
mesmosde escolente gosto. tendentes dinjam-se a ra do Cebo 11. 22,
. I para o cxaminarem, e para negocio, a ra
NOVa agua de malabar, do Queimadon. 4.
Vonde-so esta agua a molhor que tem p- Vende-se 1 preto de 40 annos por 8003,
parecido para tingir o cabello e suissas de ; 1 P"R'a de bonita figura, e 1 ncgnnha de I
preto : na livraria universal ra do ColIeg:o annos ; no pateo de S. Pedro n
Vendc-se um mulato
lente amassador, e forneiro
deia do Recife n. -8.
Superior fri-
nlia de mandioca.
Domingos Alves Matlieus ten para
vender emseu armazem da ra do Viga-
rio por baixo do escriptorio do Sr. Anto-
nio Jos de Castro, muito superior lari-
nlia de mandioca em saceos grandes por
.ros mdicos.
&S
Da
aa
iz,
6.
n. 20, d-sc junto um impresso gratis
nando a forma de pplicar.
Calvado fran-
cez.
Na loja de Nabuco & C. na ra No-
va n. 2 vende-se clgado francez de
jam:

o
O
m
8.000 ?
6,000 Q
m
.:
6,000
5,000
1,000
5,000

_--. todas as qualijades, como sej
;? Rorzeguinsdc pelica gaspiados
jtf de luslre para homem a 10,000
t$ Dilos de duraque ditos ditosa 10,000
J Ditos ditos para senhora a 5,00o A
,5 Dilos ditos para meninis a 4,000 /'_
W Sapaloesde lustre com elast-
I;' co para homem a
Ditos dilos forma ingleza a
-,[' Sapatos de lustre rasos de 1
j sola com salto a
..,. Ditos lutos sem salto
Sapatoes de bezerro para me-
ninos a
Ditos de luslre ditos a
;>oo->*
Vende-se em casa de S. P. Jonbston &
('.., ra da Senzala :\ova n. 42, o seguinte :
sellins ingloaes e silhoes, relogios de ouro
de patente inglez, candieiros a castices
bronzeados, arreios para carro, lonas ingle-
as, lio de vela, graxa para arreios.
Vende-se superior 11 nlia de algodSo
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em casa deSoulhall, Mellar & c, ra
do Torres n. 38:
Rap.
Chegou nova remesa e rap francez : na
ra do Crespo n. 12, loja de Campos \ Lima
::-
1
O
O
o
-:::
Vendcm-se tijolos de marmore de 10 e 12
pollegadas qua Iradas, cadeiras genovezas
brancas e pretas, singelas e de brago, e so-
fas, por pregos rommodos : em casa de Ras-
to A Lomos, ra do Trapiche n. 17.
FARINHA
A 4,000 rs. o sacco de JO
cuias.
Vendc-se na taberna de Joaauim Vieira de
Barros, travessa da Madre de Daos n. 64.
Milho a 6 e 6,500 por
sacco.
Milho em saceos de superior qualilade,
rccontemenle chegado : no armazem do
Guerra, confronte ao trapiche do algodao,
cem frente da ra da Madre de Dos.
Cabos sortidos da Russia, Cai-
ro e .'.Luuilia.
Lonas da Russia, brins e brin-
zoes.
Cobre e metal para forro com
pregos.
Oleo de linhaca e Velas steari-
aas.
Estanho em barrinlias, Bar-
(| rilha. ^
.^ Vinlios finos de Moselle e Joan- ^
nisberg espumoso, e de Bordeux g&
em quartolas. a.-,
C. J. ASTLEY& C. fi:.
TACUASPARA ENGENHO
fundica'o de (erro deD- W. Bowman
ra do Brum, passando o chala-
, continua a liaver um completosorti-
mento de taclias dcerro fundido e bati-
do, { ~) .i 8 p ilmos de bica. as cpjuesse
ccliam a venda por prero commodoecom
promptidao,einbarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas aocomprador
Saccas grandes com supe-
rior farinha.
Vende Antonio Luiz de Olireira Azevedo
no seu armazem ra do Vigario n. 22.
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nages
podem testemunhar as virtudes deste reme-
dio incomparavel e provar em caso necessa-
rio, que, pelo usoquedelle lizeram tem seu
corpo e membros inteiramente s3os depois
de havererapregadoinutilmento outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que lh'as relatam todos os
dias lia muitos anuos; e a maior parte deis
las s3o t3o sorprendentes que admiramos
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas re-
cobraram com este soberano remedio o us
de seus bragos e pernas, depois de ter per-
manecido longo tempo nos hospitaes, onde
deviam soffrer a amputagilo! Dellas ha mui-
tas que havendo deixado esses asylos do pa-
deci.ricnlo, para se nao submettercm a essa
operago dolorosa foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas na efuso
de seu recoiiiieciinenlo declararan! estes re
sultados benficos diante do lord correge-
dor. c outros mugislrados alim de mais au-
tenticaron sua allirmaliva.
Ninguem desesperara do estado de 6u-
saude se livesse bastante conlianga para en-
saiar este remedio constantemente segiun-
do algum tempo o trulamcnto que uecessi-
tasse a natureza do mal cujo resultado seria
provar incontestavelmente: uetudo cura.
O ungento he uhl.matparticularmente
nos seguintes casos.
ma-
Na loja de Antonio Lopes Pereira de Mello
& C. ra da Cadeia do Recifa n. 7, vendem-
se libras de muito bom rap de Lisboa che-
gado ltimamente pelo prego de '23400 rs.
cada uma.
l\a loja das seis
portas em frente do
Livramento.
Barato que admira.
Sedas do quadros, fazenda nova a 1*200 o
covado, corles de ditos com 19 covados a
2-29000, gollinbas bordadas finas a IS600,
duas a loOOO, cortes de 13a com babados,
fazenda uova a 89, cassas francezas finas a
560 a vara, mussellna encarnada mnilo lar-
ga a 320 o covado.
la loja
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMENXO.
Barato para acabar.
Musselina encarnada a 3-20 o covado, cor-
tes de casemira ingleza cores escuras a
29500, colleles de casemira bordados a 18,
cambraia musselina fazenda fina a 320 o co-
vado, chales pretos de 13a a 19600, pegas de
bretanha do rolo a 2-, meias para meninas e
meninos a 2*0 o par, chitas escuras tintas
fixas a 160 o covado, cassa chita de cores a
160 o covado, luvas pretas de seda para se-
nhora a 500 rs. o par.
l\a loja das seis
portas em frente do Li-
vramento
Para acabar com algum resto do
fazendas.
I.-Vzinha com 5 palmos de largura para
vestidos a 400 rs. o covado, cortos de cassa
chita 6 1|2 varas a I96OO, dilos de salpicos
finos a 2/. lengos de retroz a 500 rs. cada
l\um, cortes de colletes de casemira borda-
dos a 19, chales ue merino com flores a 2S,
chitas escuras linas para cobertas a 200 rs.
o covado, peitos para camisa com colleri-
nho a 500 rs.. cortes de colletes de fusi3o a
500 rs. chales pretos de 13a a I96OO. lengos
de seda brancos e'encf nados a '800 rs. ;
d3o-se amostras com penhor ; a loja esta
aberta das 6 da manhSa s 9 da noite.
A tfooo O CORTE.
Novos cortes do vest lo de cam-
braia de cores com 3 e ordena do
babados pelo baratissimo prego de
59cada corte, tendo tambem algum
proprio para aliviar luto : na loja
da ra doUucimado 11. 10 de Lcite,
Arthur iionito.
Vendc-se um bonito molecJo, bom cozi-
nheiro e de muito boa conducta, o que se
allianga sob palavra : na ra das Trincbeiras
U.20.
Krederico chaves vonde por prego
commodo, duas partes do um sitio grande
no lugar 00 Salgadinho, Dbor Francisco Ferreira de Mello, com mui-
tos arvoredos, casa de pedra ecal grande;
para familia, pasto para gado, e halxa para j
capim : no aterro da l'.oa-Nistn n. 17.
Lioguigas c queijos do sertao, vende-so
o mellior que ha : na taberna grande da
Soledade.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
nheiro'david W. BOWMAN, MA
RA DO BRUM, PASSANDOO oIlA-
FARIZ.
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
pMra engenhos, a saber : moendas o meias
moendas da mais moderna consiruegao ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e de lodos os tamaitos ; rodas
dentadas para agua ou tnimacs, de todas as
proporgOes ; crivos e bocea de fornallia e
registros de boeiro, aguilbOes, bromes, pa-
rafusos e cavilhOes, ooinhos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUNDICA'O,
seexeculam todas as encommeudas coas a
superioridade ja conhccida com a devida
presteza e com odidado em prego.
Vende-se 1 moleca de lianuos e 1 mole-
que da mesma idade,2 negrinlias de 10 annos
cada uma, ums mulata que cose e engom-
ma pcrfeitaniente eentendo de coznina, e
um bonito cabra ; na ra do Livramento n.
i. Na mesma casa com/ra-se o recebe-se de
commissao.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabega.
das costas.
dos membros.
Fufermidades da cu-
tis em geral.
Enfermidades do anus
InllammagSo da
tnz.
Lepra.
Males das pernas
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis
Picadura de mosqui-
tos.
PulmOes.
Queimadclas.
F.rupgesescorbulicasISarna.
Fstulas no abdomen.|Sii.urag5es ptridas
Frialdadc ou faita de Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Cceras na bocea.
do ligado.
das articulagdes.
Veias torcidas ou no
dadas as pernas.
tjS-3t>0*f*99*dj>,r*.
Musselina
nica nada.
Na loja de fazendas da ra do Crespo n.
5, esquina que volta para a ra do Collegio,
ri<
'
>

V
cobertos e descobertos, pequeos e gran-
des, de ouro patente inglez, para homem
esenbora, de um dos melbores fabricantes
de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Southall Mellor & ra po Torres n. 38.
Vendem-se duas escravas, sendo uma
mulatinha de idade 1* annos, pouco mais ou
menos, e outra mulata de idade de 90 a 25
annos: na ra Direita n. 72, se dir quem
vende.

Fugiram na noite de 4 para 5 do cor-
rente dous escravos a saber : Margal, altura
regular, com alguns signaes de beiigas.falla
manso.entre o nariz e a testa A modo de um
talho, rosto redondo, nariz chato, foi do lu-
gar Baixa-Verde, vendido nesta praga em 6
de maio do correte pele Rvml. Sr. padre
Margal Lopes de Siqueira, este levou caiga
amarella, camisa branca, um paletot de al-
paca, chapeo de feltro e um cinturSo encar-
nado com chapa amarella na cintura; Be-
nedicto baixo, bem preto, bonita figura, p
pequeo, rosto redondo, nariz chato, falla
bem e muito ladino, foi do lugar de Bezer-
ros, vendido nesta praga pela lllma. Sra. D.
Josephina Dantas de Almeida, por interven-
c3o dos Srs Adriano & Castro, levando
chapeo de pello redondo francez, caiga bran-
ca, camisa de chita ou branca, elles foram
juntos e levaram alguma roupa mais : pede-
se a todas as autoriddes policiaes, capitSes
de campo e a todas as mais pessoas a cap-
tura dos dilos escravos e conduzi-los ou
manda-Ios ao seu proprietario Joaquim Jos
Rodrigues da Cunha na ra do Brum n. 2-2,
que recompensara generosamente.
Fugio no dia 26 de junho prximo pas-
sado mez o cabra SimSo, com os signaes
seguintes: alto, um tanto cheio do corpo,
cabellos prelos e crespos, com ama cicatriz
de um talho 110 dedo grande de um dos ps,
loito e
viveiro
vende-se musselina encarnada de
gostos e boa qualidade.
Vendem-se 6 vacias l'o.is do
acostumadas ao pasto; no sitio do
do Muiu/, aterro dos Alogados.
Vende-se niassa deslmales pelo di-
minuto prego tic : jo a libra ; 110 deposito
do pateo de S. Pedro n. 6.
calor as exlremi- parle que seja. muito fallador e barbado, mas cortn toda
dades. Tremor de ervos. a barda antes de sabir para nSo ser conbe-
Frieiras. Ulceras;na bocea. cido, quer passar per forro, trabalha de ca-
Cengivasescaldadas. do ligado. rapia e pedreiro, levou ferramenia de uma
Inchaces. das articulagSes. outr cousa ; foi da cidade de lazareto :
Inflammago do ligado Veias torcidas ou no pede-se, portento, a todas as autoridades e
dabexiga. dadas as pernas. capiSes de campo que o mandem apnre-
Vende-seleste ungento no estabelecimen- hender e levar em Apipucos ao seu senhor
to geral de Londres n. 244, Strand, > e na Jo8C Ces"ri de ello, ou a casa de detengao,
loia de todos os boticarios droguistas e ou- e Promee-se pagar com generosidade.
tras pessoas encarregadas de sua venda em "esaPPfeceu na noite de 21 de abril
toda a America do Sul, llavana c Hespanha. d. correnle ""o o escravo de nome Floren-
Vende-se a 800 rs cada bocelinha.contem |ino' com ?s s'Rnes seguintes: estatura al-
uma nstrucco em portuguez para explicar ta.' cor "i"Iata,sem barba, espaduas largas,
o modo de fazer uso deste. ungento. pes grandes, rosto comprido, odos casta-
O deposito {.-eral he em casa do.Sr. Soum, "b0-cabellos pegados, falla grossa, muito
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, cm reer'!,l!,> tem falta de 3dentesna frente, em
Pernambuco. un dos lados do queixo tem uma listula.
IV.chinr.ha ou cnaPC0 de couro e camisa de nscadi-
Vende-se soperior farinha de mandioca, nno : quem iP"garleve-oa fundi53oda Au-
saccos grandes, 79 a 7?500 : na ra do juei- rurem Santo Amaro, que sera genarosa-
mado n. 14. loja de ferragens de Jos Rodri- mc,,te r1e1c,?mp.?nsdo-
gues Ferreira lUl^OOO DE CRATIFICACAO'.
- Vendem-se a bordo do brigueMafra, R* Fugio do Rio de Janeiro, no dia 23
fnn.leado defronlodocaes do Collegio, tai- "R. "Je mar do crrante anno, um par-
nhas de salmoura em barris c a retalno. /** ainh(J de nome Fredenco, o qual cons-
t?^.jjgjf5jf3aitaf.Tf{ itoWfrtitih ta que rauilou onoa.e pera Pedro, de 14 a
,.- w A-c-vuu b 2C8H0. i? naes seguintes : alio, tem um dente partido
Novos cortes de meias casemiras % na frenlP beicos grossos, gagueja um pou-
. de laa ..o cores differentes, para cal- -.u co quando so asosla; tem m3i e irmSos
cas pelos baratos pregos cima men- .t para 0 i,ao do <; tteted'onde he lilho. Ouem
bonitos I [',:. clonados : na- loja da ra do Quei- ,eVBr rua da i>cnha n. 6 receDer a gra-
",::.1" '".^'l"'1'- ^rthur ( h t,licag3o aeima. Desconfia-so que ondeem-
..._............-..,. f.i baado de ajudante de cozinha por ter al-
CHFEOS PAR SENHORA !pffc"- Protesta-se contra "uemlhe
Vendem-se na loja de Adriano v Castro, i
rua do Crespo n. 16, esquina, chapeos pare "
senhora mullo enfeitados a 10 cada um 1PERN. TYP. Dli M. F. DE FARIA. 1858.
1


Full Text
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