Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06949


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Full Text
m m .; antacos 4S000.
Por 5 mezes aut *
,. ,'encidc* 5S000.
Por 3 mezci J
SAKIAO 5 DE .111110 DE 18o8.
Por auno adiantado 15J000.
Porte;ranco para o subscriptor.
SUBSCRIPgA'O DO NORTE.
lolpho 6omu ; Nuil, s Benhor An-
Aracalj, o Br. A. ci Lem* Brasa ;
lireira ; Marauhao, o 8r. Jos Tene ra
. Joi Joaquim Avelhno ; Har, o Sr.
nonti, g 6r. Jernimo di Cotia.
PARTIDA DOS COBREOS.
Cib". I j'OJ U. <. im %m mmimi. *> ............
rirni-nirinis c IS'aUi .* quintu*~teir**.
(Tudui of correio* ptrteta. Iti doria da minha
AUDIENCIAS DOS TBIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eotnmerdo : aerundaf quintal.
Relaceo : lercac feirai tabbailot.
Fazenda : quanat tabbadot ni 10 borai:
Juio do commarcio : legunda aa 10 boraa quintal al mal da.
Dito da erphaoi: tegumiai quintal ai 10 horas.
Primeira rata do ci\ti : eegunda ttiiat ao meio dia.
funda vita da citel : quatua a nbbadoi aa meio dia.
El'IIEMEKIDES DO MEZ DE JLT.IIO.
4 Quatlo minguante ai i huras a 21 minuloi da manhaa.
ID La ora as 7 horat e B minuloi da latde.
17 Quatlo creicente ai 6 huras a 19 minutos da tarde.
26 La cbaia ti V botas e 44 minutos da tarda.
I'REAMAK DE UOJE.
Primeira as 10 botas a B4 minutot da manhaa,
Segunda ai 11 botas a 18 nunutoi da latde.
DAS DA SEMANA.
28 Segunda. S. Leao II p. ; Ss. Argimiro e Itenco bh.
20 Terca. >; S. Pedro e S. Paulo app. ; Ss. Cyto o Cassio bb.
30 (Juana. S. Marcal b. ; S. Luciana ; S. Hortiniano.
1 Quinta. S. Aio primeiro sacetdotc da otitem levitica.
2 Sexta. Viitarao da SS. Virgem a S'. Isabel ; S. Olhon b.
3 Sabbado. S. Eulogio ni. ; S. Jacintho m.
4 Domingo. S. Isabel rainba de Potlugal vinva.
ENCARREADOS DA SUBSCRIPTO DO SUL.
Alagoai, o Br. Claudino Falcao Diai; Babia, Ir. D. Dupiae)
Rio dt Janeiro, o Bi. Joo Peraita Martini.
EM* PERNAMBLXO.
a. *
0 Proprleiarlod* DIARIO Hanoal Fi-ueiroa dt tarta, na iui
lrririi, (iraca da Indapendancia ni. I e 8..
0FFIG1AL
I DA PROVINCIA
-i del junho fui demiltido o bo-
de Fernando Bernardo la Veigt
miado para Ma emprego Arsi-
noraeadoi por portiriat d.i moma
iano da Souza para profesor da
ras ledras da freguezia d-s l'racu-
Jesuina Bsptisla da Silvtira pata
io femimno da freguezia de Seri-
mar do 2o graoodo primeito, padre
_ de #iirrrs;r-. Vrejo.
.lo o colleclor da rendas provinciaes
Je Olinda, Francisco daa Chagai Sal-
spachos do aia 19 de junho.
tolo de Claudio Dnbeai, padinilo isen-
luas cavallarica da obrigarao que aos
4 detlai casal itnpe a postura munici-
trea om cario numero da palmoi para o
de cada cavallo.Informe a cmara ma-
Recife.
ni Francisco Firmino Monleiro, pedin lo tet
do guarda do coaialadu provincial.Informe
uipector da thesouraria provincial.
' de Jos .Mi noel, ax-pracj) do eietcilo, pedin-
agimeolo dos v.anciiaeulot que deixou de re-
Kemtltido ao St. inspector da thesouraria
.na para mandar tiqoidar a divida do sup-
le uos termos da circular de 6 de agosto de
o de Joanna Maria de Medeiros, pedimlo dele-
ito ao requerimenlo emque solicitara indemni-
o dos estragos que lia cansado em seo litio, em
na, a caiialisac.Ho do rio Deberibe.Espere de-
do. ,
i inicio do Or. chele de polica, apresenlar.do o do
elegado do termo do Limeiro, acompanhedo da
unta da ^ duneta por elle .feila com os reparos do
etieclira cades, na imporlaucia de .ijTsii e sol
liando o devido pagamento.Remellido uo Sr. iut-
er.ior da thesouraria provincial para mandar salii-
izer.
Dito do inspector de nade, apresenlando, para se
rdenar o respectivo pagamento, n follia das despe-
os feilas com a calraia ao servico do bospilal do
Pina.Remellido ao Sr. intpeelor da llietouaria de
fazenda para mandar pagar a quanlia de 2I8.;0U
constanlii da folha junta em duplcala.
Dito do meiino, apreseutaudo a folha da detpeza
leita com o hospital do Pina do 1 a IU do trrenla
mez.Remellido ao Sr. intpeelor da llieiouraria de
(lleuda para mandar fazer.
Dito do director do arsenal de guerra, eommuni-
ta>i lo haver a thesoararia de fazenda recusado o pa-
gamento da quantia de 19 que por aquello arsenal
i despenden com dilfeieulis objeclotcnmpradot para
> palacio da pretideucia. Volte ao Sr. director do
trienal de guerra para ajuslar a cunta de que ii
Alta.
21
Requerimenlo de Antonio Victorino Peeh:co, ar-
irnalante da raniificacao da esttada do Olio, que
ira eucampada, pedmdo absolvic,ao das mullas qut
e forara impostas, prevalecendn-se para isso do
delicio que aos atieIfsnte em circuinstaucias
nlicas Al suas J^*aera a^TVjrr^'iicial n. IfT
'' ^"P"j-paJnIrm o Si. iuspector da thesoutaria
rovidWT.
Dito de Antonio Egidio da Silva, profesor de
eoraeliia do Gyiuuasio Pernambueano, pedmdo o
bouo da gralinctrdo de que IrdU o' ^ Io do ail. 1j3
la lei regulameiilar damsirueco publica.Informe
i Sr. director geral da instrucco publica.
Dito de Antonio Alves Ferreira Munbeea, pe in-
do ser nomeado guatda do cumulado provincial.
Esl.t prvido o lugar.
Dito da Augilira Maria da Cunceico, peduiio se
nande por em liberdade >eu liihn Joo Andr, pre-
i para reeruta de marinha. Visia a informarlo,
%a lem logar.
Dito dt Ftauciico Manuel dos Santos Lima, alfe-
et do 2 bstalhelo de lufaolaria da guarda nacional
desle municipio, pidindo ser isenlo do ser viro acu-
lo.Requeira por lalecmedio do respectivo com-
maniaule.
Dilo de Jos I.uiz de Souza, pedindo ser nomeado
guarda do consulado provincial.Paite portara no-
meando o supplicanle.
Dito da Joan Valeriano de Mecido, dem. Etl
prvido o lagar.
Hilo de JoAo Pinheiro Calle, pedindo str prvido
em oro dos lugares de guarda da alfandega. Nao
lia lugar.
Dito de Joaquira Jote da Costa, ex-prar;a do eser-
rilo, pediudo te I lie mande dar os veucimenlot qoe
se Uie ficou a dever.Vulle ao Sr. inspector da (lie
-mi na da fazenda para que, em vista de sus inor-
macao de 19 do correle, tob n. 255, mande proces-
M a divila de que te trata, uos termos da circular
de li de agoito de 1847.
Olio de Mauoel Joaquira de Saol'Anna, e\-ptaca
to eiereito, pedindo o pagamento de un sidos vi-
cidoi.Vulle ao Sr. inspector da Ihesourana de fa-
zenda para mandar procetsar a dio la de qun se ta-
la, na coufotmidade da circular de 6 de agosto de
1817.
Dito de Mauoel Flix de Veras, pedindo ser no-
meado guarda do cumulado provincial.Esta' pr-
vido o lagar.
' Uilicio do Dr. chafe de polica, solicitando o pa-
gamento da detpeza faita pelo delegado do termo de
Caruar coro o sustento dos presos pobres da cada
da uie-iua cidade nos mezes de merco, abril e maio
do cetreute auno. Remellido ao St. inspector da
thenararia ptovincial pata mandar pagar.
Dilo da cmara municipal de l Huida, pe lindo te
inanlt e'Ieetuar os repiroi urgentes que requer o
ante, qae Ihe foi a informar o anno paseado.lo-, prarje de Themnleo Jos da Pn, e Marcelino Caela-
forrrecam argeneia o Sr. commaadanle auperinr no, qae se contrataran) para leivir na qualdade de
da'g larda naeional da comarca da Boa-Villa, como' cornetas no seilo batalhao da infamarla da guirda
e lite ordeuou em 17 de ijunho do anno ptoiimo nacional dotle municipio, em logar de Manoel da
paissdo. l llora do Naieimento, e Jos Antonio de Olivniri,
Dito de Joaquina Joi da Coala, ei-prara do eier- que foram demiltidoi do meimo bitilhSn.
ello, pedindo deferimeolo ao requtrnrtenlo em que i Dilo ao cliefe de polica.Manda S. Eie. o Sr.
toiiciloii o pagamento dos vancimenlos qoe com presidente da provincle aceusar a rceepcao do ofli-
solda lo do 9' halalhan de infanlaria deixou de per- rio, que V. S. Ihe dirigi em 12 do correte, sob Bu
reber.O requerimenlo do tapplicant* com o lilaln 518, com o mappa dos erlmes e fados nolaveii oe-
da divida foi remellido a' thesouraria de fazeodx trridos nesla provincia durante o miz de maio pro-
para a necessana liquidaban, qne sera' enviada ao limo (indo.
Ihisoiiro nacional, para onde devera' o supplicanle i Dilo ao inspector da Iheionrara provincial.Com
solicitar o seu pagamento. o oflicio de V. 8 dala lo de limiten) sob o. I su, foi
OITIcio do marechal de campo eommandanle dat I prsenle a S. Eic. o Sr. presidente de provincia
armas interino, informando aorec do reqoerimento uina copia do lermo de contrato, para a factura de
di Br.iz Machado Pimentel.Informe o Sr. inspee-1 :iu brabas de empetrmenlo para completar a 2.'
eslado d
li des
enorado da e-
maro alo
r'pa'
da do uotle, desde a poo-
s Attombado.lofurm
- i. ..billas.
Icr da llitsoutaria de fatenda.
I'.xpedlente do da 12 de Junho de I8S8.
Ollicio ao marechal de cmpo eommandanle daa
simas.Fajo epm este apresentar a V. Esc. o re-
rtula Manoel Posaidonio Alves de Souza, para ser
inspeccionado.Commaocoa-se ao chefe de po-
lica.
Dilo ao meimo.Pode V. Ese. permillir que o
alfares do 9- belalhao de infanlaria Joaquina Anto-
nio de Moraes, eommadaanle do destacamento e sub-
delgalo da freguezia de S. Bento, venha a esta ca-
pital, para o fim declarado no reqoerimento que
acnmpmhoa o nllicio de V. Exe. de 10 do correle
tob n. 388. '
Dito ao mesmo.Pode V. Exc. mandar alistar,
como voluntario o paisano Francisco Teixeira de
Alireo Lima, que seoflerece para servit no exereilo
e fui Julgado apto em inspecc;o do saude, segnndo
oonstou do lermo anoexo ao seu ullcio de 10 do
eorrenle, providenciando V. Exc. ao mesmo lempo
para que te Ihe patse o ltalo, de que trata o arligo
8 do regulamento qae haixou com o deerelo n. 171
lo 1* de mam ullimo, e sej.i o mesmo voluntario
vaccinedo, visto que do lermo de uspeec3Q, nao
contla que o fus-e, no que tivesse tido a varila.
Dilo ne mesmo.Pode V. Eir. mandar abrir at-
tenamenlo de prac,a aoa reerulas Manoel Francisco,
Manoel I.uiz e Antonio Flix de Jotaes, visto qae
foram jalgados apios em inSpec^ito detaude, segun-
do conslou do lermo que V. Exc. me envioa com
o seu oflicio de hontem, sob n. 394.
Dilo ao m.'-mo.Pelo oflicio de V. Exc. de lion-
lem, sob n. 395, quei certo de (er sule recoltiido
an hospital repimeulal, para set observa Trajauo de Jess, que declarou soflrer de epilepsia.
Dilo ao inspector da Ihasooraria de fazenda.
Vitlo o que declaro-me o eommandanle luperior
da guarda nacional diste municipio, expera V. S.
suas ordens para que seja pago mensalmente, desde
o de maio prximo panado, a quanlia de 309,
porque fui alagado o primeiro andar do sobrado da
ruailasl.razein.il, para onde foi transferida a
secretaria do commando snperior, que se achura no
obrado ca ra da Cadeia de Sanio Antonio.l'.nrn-
muoieou-te ao eommandanle superior da guarda na-
cional desle mun;'-po.
( Dilo ae> vigario Venancio Henriques de hozendo.
Acensando recebido o seu oflicio desla dala, ecb
n. 91, cabe-me agradecer a V. S. o zelo e boa von-
lade com que se preslou a disempeuhar interina
mente as fuucces de director geral de iuslrncrao
publica.
Dilo ao inspector da Ihcsuoraria provincial.Ae-
rusandu rtcebido o oflicio de houlem, sob n. 181,
em que Vuc. me participa havtr Manoel Figueirua
de Faria arrematado a impresso dos trabalhos das
repariicei provinciaes, dnranle um anno, pelo
mesmo preco e tob ai mesmas condices do coulra-
|o, qae vigora, lenho a dizer em resprila quo ap-
provo esta arremalaco.
Dilo ao mesmo.Km reiposla ao oflicio de h< nleui, lob n. 183, (euli a declarat-llie que,
uto devem ser poslos uovainenle era arrematarlo o
lanco da eitrada do norte, enlre a cidade de Goian-
n,i o a pon i dt llujary, e o 9' da estrada da Es-
cada, vislo que, teudo ido ciuco vezes ; r.i. i. nao
iii'.receraiu liellaatei,
)ilo ao mesmo.Kemello a Vine, para o lira
coi veoieale, a relajan d >s tenliores iltputados pro-
virfi-i's, qae assisliram s stsses do da 1.- al 11
do torrate.
I ido an mesmo.Communico a Vine., parj?i fim
c iiieuniili. qae o major Antonio Jos de Oliveire,
I.' seorelaiio da assemblca legislativa provincial,
fot por ella aooarregadn de rtceber a quanlia vota-
da p-ra o espediente da respectiva secretaria, e af-
ala da cast.
Dilo ao bacbarel Joaquim Pire M lobado Por-
tada.Cerlo de haver Vine, reassamido hoje o exer-
cicio do ear;o de director geral da inslruccao pu-
blica, como participa-ine era seu olticiu, sol n. 90,
renovo-lhe por esta oceasiao, os ptotesloa de nimln
eslima e censideracao.
Dito ao lapilo U'tngenheirnsJoaoErneilo Virialo
de Minenos. leudodedar necuc.l'i.a lei provincial
n. 413 do enrente anuo, resolv nomear a V'oe., e
aos Dril Jo o Joaqaim de Mora- Sarment, Manoel
de Barros Brrelo, e Fihppe Nery Collajo, pata
formarem nina commistao que, lendo em vista a
propotla, dn Mr. Cambronne para o servido da lim-
peza das casas e etgolo da cidade, d-me o sea pa-
recer t respailo do proesso indicado para esle lim,
e tobre qual dos meios ofTerecidot deva preferir-te,
farmoland'i ai condados com que coiiveulia contra-
tar o mesmo serri; em visu da lei e da proposla,
que serio prsenle- commiisAo.
Como que Vmc. se prestar anda esta vez em
auxiliar o governc cora o concurso de su hein dos lYielhoramenlos pblicos.Igaaet, umulalis
motandisn, aos Srs. Ors. Joso Joaquim de Moraes
Sarment, Filippe Nery Collaco o Manoel de Barros
Uarrelo.
Dilo er .mndame do presidio de Fernando.
v lacioual oE luw.geso, que lem de se-
s presidio, sera i enviado! a Vmc, nfira
as penas, a que foram conderauados,
, adus, cjos uornes contlantes da rela-
linco da estrada do Pao d'Alho : o que
a V. s., de ordem do mesmo Exm.
SUplill
cu..-irucc> naval.
requer, a aula de
Dta de Jcauua Maria dos Anjos, pedindo admis-
,":io co'.leaio das orphaas para a menor Maria do
mi).Informe o Sr. Dr. jais da nrphdoi do ler-
,,., ilo Kecile.
inlicio do iutpector de laude, apresenlando, para
se mandar pagar, a folha daa deiptzis rom os ein-
i,rtalos e 'loiulti do li jpial do Pina, lenas de II
, o) do crranle. Itemellilo ao Sr. iuspector da
sourara de fazenda para que, estando uos termos
ens Tuinas e contal juntas, mande pagar a qoan-
leio'.l-l lo, constante das mesmai folhai e conlas.
lili no director das obras publicas, apretentando
i -. ajusto supplementar para a coucUi.lu dat o-
lira!, i ponte do Varadouro de Olinda. lu orine o
Sr. ispiclor da thesouraria provincial.
23
Requeriminto de Bernardo Jos Martins Pereira,
liuoxarife do arsenal de guerra, pediudo o paga-
in.ni i dos seus ordenados perlencenies aoi mezes de
ma. i e abril.Informe o Sr. inspector da tliasou-
raii de fazenda.
Dilo de llermino Laerenlino de Aodrade, lente
da guarda naeional do Cabo, preeo na icadeia da
mestiia villa, pedindo ter lemovido daqaella piis3o
para a do forte do Uaibu'.Pode ser o supplicante
remedido pelo juiz muuieipal para urna dat fortale-
zas deita cidade.
Dilo de Fortunato Jos de Oliveira, ex-prara do
exerci'o, pediudo transporte para a provincia da Ha-
ba. 'ifiji-se an agenle da companbia biasileira
de pa ueles a vapor, aqnera se expede a nrcem ne-
ces'ar.a.
Dilo de Francitco Manoel do N^scimenlo Valois,
prnftssur publico de Sania Amaro de Jabualau, pe-
dindo se marque quota para aloguel de casi,In-
forme o Sr. inspector da Ihesouraria provincial.
Dilo de Francisco Jos dos Pastos f.uiniar'es, ad-
ministrador da fetla de Nossa Senhora dos l'razerts
,|:i fi'eguezia de S. Pedro (.oncalves. pedindo urna
la de honra para lolemnisar a fesla da mesma
>ra.Dirijasei aoSr. rommaiidjute supiirior da
la iticional desle inunicipn.
Ule de Fnnciscn Jos do Sacramento t Silva,
!-V orneado guarda da alfandegaEsta'
'"tula Moraes NaVare, alumnn
- nawitn i .usa da exhi-
6.leadlo
7.Manoel
a que se refere o ollitio cima.
Militares,
odio dot Santoi.
laquim de Oliveira.
los da Silva 2.
iqoio iNapii-ein.
ni'ir.i de l'au.m.
lilla do Rosario,
rreirs de Souza.
De jusilla,
e da Silva,
ncisco Flix do Mallos.
8.Catsiano Ji
9.Manoel Fr
10.I.uiz de M< \
II.Jos da P- Raraoi.
12.Prancisco J n do Naseimonto.
13 Joo Itiber o de Brilo.
li.Jos Maria C-valcauti.
Dito ao major Antouio Joi de Oliveira.Pelo
S'ii oflieio de 12 do eorrenle, liquei cerlo de haver
Vmc. reasumido o et.icicio de juiz de uaz do pri-
meiro dislricto da Ira. 'ezia de Santo Autonio, visto
ter-te enceirado < sessao da aiseuoblca legislativa
provincial, de qut Vine, he niembro.
Portara.O pr isidenle da provincia reolve que
fique lem elfeilo a uumtacao do lenle reformado
Jorge Vctor Ferr Ira Lopes, para o posto de capi-
Iflo da segaada coinpaohia do ijiiario lialjililu de
infanlaria da guenla nacional d<> Recife, aliento o
qae elle allegou un oflicio de 29 de maio ullimo.
Coinmuuicou-ta aii eommandanle superior da guar-
da nacional deile niunicipio.
Dila. O presidente da provincia, alien leudo ao
que Ibe requereu a professora de eollegio das or-
phaae, Thomazia de Albuquerque Alhayde, reolve
conceder-llio 15 diai de liccncj com veucimiulot pa-
ra tratar de na sin i.
li.rpidicnle Oflicio ao maroclul de campo coinmandante das
armai.S. Exc. o Sr presidente da provincia, leu-
do nesla dala expedido ordeiu Ihesouraria de fa-
zenda para |iie, nos termos do arligo I.' dn aviso de
de maio 'jltiroo, -ejain pagas as gralifiearOei a
qoe tem direito o eaho Ptdro Celestino Pereira, e o
sollado Aolouio Ferreia da Silva Cama, pela ap-
pril.en- ii dos deteriores Thomaz de Aquiuo e I.uiz
de Franra, essira O manda commuuicar a V,
Exc, em resposla ao sea oflicio de lionlcm, sob
n. 392.
Dito ao mesmo.5. Exc. o Sr. presidente da
provincia, l3udu nasla dala expedido ordera a the-
souraria de fazcuda, afim de ter o cofre dn hospital
regimenlal indeiiiiiisado da quanlia de 1519223 rs.,
em que imporlou o excelso da despeza lobre a re-
ceila, no miz de maio nioximo lindo, assim o man-
da communi'-ar a V. Exc, em resposla ao seu sili-
cio de houlem, sob n. 3'J3.
Dilo ao CDinni unanle superior da guar la nacio-
rlicu- nal do municipio do R.cife.S. Exc. o Sr. preii-
elanle r> rorstnonifcar a V. ICi-., ' d*-"'"! a ordenar o
folha. ejeVi V.
parle do 1.
corrmonico
Senhor.
Dito ao eapililo do porto.^.Exc. o Sr. pretidenle
da provincia manda aecutar recebido o oflicio qoe
V. S. Iba dirigi hontem 10b n. 99, eomraanioando
que dea o conveoienle destino, por lnver tido jul-
gado apto para o servido, ao recrota de man ili t
Jos Francisco da Silva, que declarou lar esle neme
e nao o de Jos Prequele da Silva, com que foi re-
mellido a V. S.
Dilo ao director interino da repartidlo das obras
publicas.S. Exc. o Sr. pretidenle da provirria
manda declarar a V. S. que remellen ao Dr. ehefc
de polica, para providenciar convenienlemenle, nao
sii o leu oflicio de hontem, mas tambera a pule a
que elle se refere, dada ptln arrematante do peda-
gio da barreira do Manguioho, acerca da oceurren-
cia que se dea na mesma barreira, no dia 6 do cr-
ranle.
Dilo ao conselbo administrativo para forneciroon-
lo do a'sanal de guerra.O Exm. Sr. pretidenle da
provincia manda eommumear an conselho adminis-
trativo para fomecimeoto do anenal de gera, qae
autoiisoa o iotpeclor da Ihesouraria de fazenda a
mandar pagar a importancia dot generos.qne u mes-
mo conselho, segando o seu oflicio de hontem com-
irou a .lisio Carlos Augusto da Silva para o abaste-
-iineulu do presidio de Fernando.
13
_ Oflicio ao coronel eommandanle presidio de
"ruando.Visto o que soliclia u col. mananle las
armas, determino a Vmc. que, ua primeira occatiSo,
laca seguir para Illa capitil o almoxarife Antonio
Manoel Eslevao, o ex-senlenciado loao Correa
c'Assumprao, e o sentenciado de jiih;i Manoel
Joaquim de Sant'Anna, cumprindo que, no caso de
rao ser tslo potiivel, providencie Vmc, afim de vi-
rem oolrot individuos que lenhsm scieneia dot
fictos criminosos pralicados pelo parlieular do I."
hatalho de arlilharla a p, Epiphanio de Souza e
Almeida, que lera de responder n conselho de gner-
r.i. Communtcou-se ao commaudaule das tr-
aas.
U
Oflt'io ao Exm. presidenta da provincia do Pa-
r'.Passo s m ios de V. Exo., para os convenien-
tes exames, a primeira va do conheeimenlo dos b-
jeelos que vieran) da corle, com o deslino a essa
primicia e do Ainatonas. e foram enviados a V.
Etc. no patacho nacional nTamega.ii
Dilo ao dito da Maranho.Passo s uviol de V.
Ese. ura us ennvenienles exames, a primeira via
do co lieriiiienlo dos objectoi qoe vierain da corte,
c un lettiuo a esta provincia, c foram para ah ie-
miui'iles no patacho nacional eTamega.
i}^lo ao eomul geral do Brasil em Liverpool.
E cumprimenlo dn disposlo na circular da repar-
i rjn d i imperio de 11 de selembro do auno.nrixi-
iiin finio, paeso s mSos do Exm. Sr. John Pascoe
(iraenfrl, eousul geral do Branl em Liverpool, a
I s a dos estrangeiros, qae vieram para sla capital
na barca inalexa Linda,piocedente do porlo desea
cidade.Otlicioo-ie ao chefe de polica aecusande-se
a i i-epc.i i da lisia.
I lito ao eommandanle dat armas.Remello por
copia a V. Exc, para sua inlelligencia, o avilo ux-
pe lido pelo mmislerio da goerra era 22 de maio
ull roo, determinando qae a diaria para sustento dos
presos sentenciados, e excluidos dos ctirpoi, mas que
lee n de compnr sentenra na- priscs militares, as-
sinr como a dos presos em gtral, empregados no
trrico dos meimos corpot, e dai fortalezas em cida
provincia, seja filada em tres quenas parles do va-
lor das racres do elape das pra;as em eervijo arli-
ro.itemeileue tambera copia do aviso a the-
soararia de f.i/ind .
Dito ao mesmo.V. mmnnico a V. Exc. para sen
coiiheciiuiiiio, que, pelo aviio junto por copia, ex-
pedido palo mirii-lerio da guerra em 29 de maio ol-
luno, foi etli pretideucia auloritada a mandar pa-
gar a Mauoel Joaquim da Miranda e Souza a
qu-nlia Je 1:093-32X0 reii, importancia dos objeclot
que venden para a eapella do hospital regimnn-
lal.Igual corainui-icacJi se dz i thesouraria de
fazenda.
Dito ao mesmo.Pode V. Exc. roendar abrir at-
senlameolo de prara aos reerutai Ji Marques de
Lima e Laareniino Jos Joaquim, de que (rala o seu
ollirio de 12 de te mea, visto qae nao prora-un
iseurdio do reerulamenlo dentro doe prazos que lhei
conced, por despacho de 2 desle ra -/.
Dito ao presidenta da relajan.Conslanio-me de
coinmamcacao da ascrelaria d'estado dos negocios
da ju-ln.i de 31 de maio nltimo, que, por decreto
do 2 daqaelle raez, S. M. o Imperador houve por
bem recouduzir o hachare! Sebasliao dn Reg II ir-
ros de Lacerda no lugar de juiz de orphaos do lerme
do ReciTe, assim o communico a V. S. para su i in-
lelligeneia.Igual ao inspetor da thesouraria de
fazenda.
Dilo ao juiz /li diriito especial do eomrnercio.
Constando-me, de communica;ao da secretaria d'es-
tado dos negocios da justira de 31 de maio ullimo
que, por decreto de 27 dsquelle mez, S. M. o I u
peredor hoove por bem fazer marcea Manoel Maria
Kndrigues do Nascimeulo da serventa vitalicia, do
oflicio de r-cm.i i do juizo especial do commercio
lena capital, assim o communico a V. S. para sua
iuielligeoein.
Dito ao iuspector da Ihesouraria de fazenda.
Er vio por copia a V. 5., para iua inlelligencia, o
av so expedido pelo minutario da marinha em 13 de
Janeiro do enrenle anuo, marcando os adiaulamnn-
los que ie devein fazer aoi ofliciaes do corpo da ur-
ina da a classee aunexaa, quando forem promovidos
ou nomeados para commis>es.
Dilo ao mesmo,Comlando-me, de communira-
sii da secretaria de estado dos negocios do imperio
de 2i de maio ullimo, que por decreto de 22 ca-
qunlle mez, fm concedida ao Dr. Joaquira Antonio
Carneiro da Cunha de Mirauda a deinissao qae pe-
dio do lugsr de secretario de Facoldade da Direito
deala cidade, a nomeado para o meamo logar o ba-
cbarel Jos Honorio llezerra de Mener.es : assim o
ooiiiinuuico a V. S. para ma inlelligencia.
Dito ao mesmo.Determina o aviso, junto por -o-
pia. expedido pelo ministerio da gaerra em 5 do
crrenle, que embora acorneen qae o lenle gene-
ral conielheiro de guerra Jos Joaquim Coeibo ex-
ced por alguna dias a licenc.a com que se acha na
Europa, nao haja embaraco a respailo dos venci-
moiilos que Ihe compelen), assim o cuinmuiiico a V.
S. para sua inleigeneia a direccao.
Dito ao mesmo, \' visla da coma em duplcala e
do lermo da contrato, a que ie refere o inspector do
artinal de marinha, no oflicio junio por copia, man-
de V. S. pagar a Joaquim Antonio Hodrigaei a
quaiiia de 8319180 n que se Ihe etta' a dever de
urna lancha, que vendeu para o lervico de soccorros
no porlo da upilal do Ceara'. Communicou-se ao
iii-i eelur do arsenal da marinha.
Dito ao mesmo.Remello por copia a V. 8., pira
sua inlelligencia, o decreto n. 20I, de 20 da no-
vetr.bro do anno prximo passado, mandando fazer
extensivas aos empregados de marinha as dnposic.ea
do oecrele n. 1,195 de li de outubro daquelle anuo,
que regulam os vencironlos dos empregados de fa-
zenda, nos casos de su ti luirn e exercicie interino
Hile ao juiz de orpl.os do termo do Recife.Re-
metto-ihe incluso por copia n oflicio qoe etn 29 da
abril prximo Ando dirigio-me o bacharel Nabar lle-
zerra Cavaleantl, afim de que Vmc. providencie
por sua parle, a bem dos orphaos, de que traa o ci-
tado oflicio, e ie achara nesta capital.
Dilo ao intpeelor do arsenal de marinha.Ap-
provo a deliheracao que Vmc. lomou de mandar re-
colher a' enfermara pnr doenle-. algoni dos opera-
rio! coolraladot para esse arsenal.
Respondendn assim a primeira parta do oflicio
que Vmc. dirigio-me em 12 do eorrenle sob n. 139,
lenho a dizer-lhe, quantn a segunda parle, qie pulo
recetier os operarios viudos da Beliea, que so apre-
mu irein com seut esnlralos.
Dilo ao mesmo.Kemello por cop a a Vhc, para
seu i'oiihecimcul e observancia, o decrel' n. 2,019
de 2'J de fevereiro do eorrenle anno, com o plano a
que illa ie refere, dando nova forma ao corpo e)*
ofliciaes raarinbeirot da armada naeional e imperial.
"' *mess-> e fez a thesouraria de faz"1" ,J-
Vitlo
dor lem outro vencimento, alem do que percebe ac-
tualmente.Commuuieou-seao inspector da thesou-
raria de fazenda.
Dito ao mesmo.Mande Vmc. entregar ao capitn
da escuna uEdaviges 15 machos eS algeinas, para
segoranra dot seolenciadne, que vio ser enviadas
para o presidio de Fernando na metma escuna.
Dito ao mesmo. Na corformidade do avito expe-
dido palo ministerio da guerra em 29 de mato ullimo,
mande Vmc. fornecerao meio balalbio da Parahiba,
para ajuste de mas eonlas, al o fim do anno pasta-
do, o fardetneiito mencionado em a ola inclusa por
copia orgauisada pela repartirlo do qaartel meslre
general.
Dito ao mesmo. Envi por copia a Vmc, para
eua inlelligencia a evecoco, o aviso expedido pelo
ministerio da guerra em o 1.a do correule, exigindo
se remella reparticiodo qaartel meslre general no-
tas eircamitanciadas de plvora consumida nos Ire
annos decorridot de 1855 a 1857, licando isto como
rrgra invariaval para ser observada animal-
mente.
Portara O presidente da provincia, altendendo
ao que Ihe requereu o vogal secretario do conselho
adminitralivo para fornecimenlo do arsenal de guer-
ra, bacharel Bernardo Pereira do Carmo Jumor, re-
soll conceder-lhe Ires mezes de licenra tem orde-
nado, para tratar de sua nada na provincia das Ala-
gis. Commoirlcou-se so eooselhu administrativo
para fornecimenlo do arsenal de guerra.
lili.u presidente da provincia resolve conceder
a demissao que pedio o guarda do consulado pro-
vincial Antonio Manoel Pereira Vianna Jnior.Fi-
zeram-ia as coramunicacAes necessarias.
. Dita.O Sr. agenle da companhia brasileira de
paquetee a vapor mauds dar trauspurle para a crle,
ao soldado Joaquim Jos da Costa, que leve escusa
do semen do 9.' batalhao de infaularia do ex-
ereilo.
Dila. O Sr. agente da companhia brasiloira do
paquetes a vapor mande Irantpnrtar no primeiro
vapor, para a provincia do Rio Grande do Norle, o
1.' cadete da companhia lita de caradores daquella
provincia Eneas lieracliode Vasconcellot.Cotumu-
uicou-se ao eommaudante dat anuas.
enlaminlo de prar.a ao recrula Manotl Posiidonio | da segunda linha com sold, que exiilem uesta pro-
Alveede Sooza, de que trata o seu oflicio de hon- i vineia.
lem, 10b a. 401. Dilo ao mesmo Em resposla ao oflicio de V. S.
Dito ao mesmo.Com este oflicio faco apresentar de 11 do correnta, iob n. 211, tenho a declarar-lhe
a V. Exc. para nr inspeccionado o recrula Silvestre qoe, neita dala, expelo as ordena necesiariai para
do Monte Vieira.Coiumuoicou-ae ao chefe de po-
lica.
que os comraandanles dot destacamentos e colleclo-
rias provinciaes prestem as informarijes, que V. S.
Dilo ao chefe de polica.Com o oflicio de V. S.) solicila, com referencia a' ordem do tribunal do Ihe-
li.rpedtenle do tecrelario dn ijoverno.
Oflicio ao conselheiro iii1i-i.il mainr da secretaria
re estado dos negocios da Justina. De ordem de S.
Exe. o Sr. o presidente da provincia acenso recebida
a communicacao de V. Exc, com lada de 31 de
maio ultimo, acerca do provimentoque levo Mauoel
Mara Rodrigues do Nasciinenlo, uo oflicio de escri-
so do iuizo especial do commercio desla pro-
vincia.
Dito ao mesmoS. Exe. o Sr. presidente da pro-
vincia, licando inleirado, pela communicacao dessa
secretaria da estado de 31 de maio ultimo, de ter
tido reeonduzido o bacharel Sebastian do Higo Bar-
ros de Lacerda no lugar de juiz de orphaos do ler-
mo do Recife desla provincia : assim o manda eom-
municar a V. Exe. para sau conheeimenlo.
Dilo no mismo.S. Exe. o Sr. presidente da pro-
vincia da provincia manda accosar recebida a com-
municacao, que liie fez V. Exc, em dita do 1.*
do correle, de ler sido inleferido, por nao haver va-
ga, o requerimeulo em que o juiz municipal a de
orphaos do lermo do Brejo bacharel Ilish-llo Flo-
rentino Correa da Mello pedio ser remondo para o
lerrao da Escada ou Pao d'Alho.
Dito ao mesmo.S. l'^ ^r presidente da pro-
vincia manda aceusar rece ,i communicacao, que
Ihe lez V. Exc, em 2 do correule, de terero ficado
prejudicados os requerimeulos, era qu* Domingos
Jos Marques, Ijuilhenninode Albuquerque Merlina
Pereira, Tilo Fiolt Romano, Jase Mariano de Al-
buquerqoe, Manuel dos Santos A'.eve lo, Jos Anto-
nio da Silva e .Mello, M.....el Francisco Duarte, Ma-
cario de Luna Freir a B'larmim dos santos Blelo
pediam o ollieio de eserivao da juizo especial do
commercio desla provincia.
Dilo ao olli ial niaior da secretaria de oslado dos
negocios do imperio. S. Exc. o Sr. preeidenle da
provincia manda acusar recebida a co "munioac,lo,que
V. S. Ihe dirigi em 21 de malo ultimo, acerca da
demissdo concr.dida ao Dr. Joaquim Antonio Car-
neiro da Cuuha de Miran la, do lugar de secretario
da Faculdade de Direilo de 11 eide'de, o da nomea-
ea i do bacharel Jote Honorio Becerra de Meuezt
para o mesmo lugar.
Dito so chefe de policia. O Exm. Sr. presidente
da provincia manda declarar a V. S. que a Ihesoura-
ria provincial lem ordem para pagar, nao lo a* des-
pezae feilas, desde o primeiro do Janeiro ao ultimo
de maio deste annu, cora o tuitinto dos preso pobres
da cadeia de Barreiros, e com o fornecimenlo de lu-
zes para a mesma aadeia, e qoaitel da destacamento
daquelle lermo; mat lamliera a iiiantn de U.NIiM)
rs qae ie despeadeu eom a compra de urna mesa
para a secretaria da casa de delenc,ao, conforme V.
S. reqaiiitoa em seus oflicios de 12 do eorrenle, sob
ns. 515 e 547.
Dilo ao intpeelor da Ihesouraria de fazenda.
Cumprindo o que me foi ordenado pelo Eim. Sr.
presidenta da provincia, transmillo a V. S. a iurlusa
ordem do ministerio da gaerra datada de 29 de maio
ullimo, e bam assim duus oflicios da directora geral
da despera publica, de 5 e 7 do rorrele, cominuui-
eando os saques dat letrat Dt. 38 e 39.
Dito ao mesmo.-' )c ordera ''o Exm. Sr. presdan-
le da provincia transmuto a V. S. o incluso oflicio
da directora geral da dtsptza publica, datado de 29
de maio ultimo, e bem assim os exempla'res a que
elle sa rrfere, do decreto o. 21130 e da circular n.
18.
Dito ao comman lanle superior da guarda nacional
doi municipios de Olinda e Iguarass.Em respos-
la ao oflicio de V. S. de 4 do crranle, manda S.
Exc. o Sr. prendante da provincia declarar qae ji
foi ordenado pela thesouraria, o pagamento do pret
dos cornetas do 9. halalhAo de infanlaria da guarda
nacional desnmunicipio, deaendo lar tnlregue a res-
pectiva importancia ao quartrl meslre geral.
luto ;an bullir! Jos Ouintino de Castro Lelo.
S. Exc o Sr. presidente da provinrli manda decla-
rar a V. S. que, pilos saui oflicios de til de malo e
12 dn correle, sob ns. 21 e 23, ficou scienle de ter
Vmc, no referido da 20, pastado o exercicio interi-
no da 2.a vara de direiro ao juiz municipal bacharel
Francitco de Astil Oliveira Maciel, por ter de lomar
parle ooi trabalhos da nssemblea legislativa provin-
cial, vindoa reauomir o mesmo exercicio em l-j des-
le mez.Fizerain-ee as coinmaiiieaces necessarias.
Dilo ao juiz municipal sappleute ein exercicio da
l.sar.i. S. Esc o Sr. pretidenle da provincia
manda declarar a V. S. que tivtram o conveniente
destino as guias que acomp.iiiliar.ini o seu oflicio del-
ta data. *
Dito ao intpeelor do arsenal de marinha.S. Exe.
o Sr. pretidenle da provincia, manda declarar a V.
S. que, pelo sen ollieio de II do correte, sob n.
I3ti, ficou inleirado de lar fallecido o Africano livre
Flix, a do mais que coinmouica V. S. em seu cita-
do oflicio.
Dilo ao director do arsenal de gtrra. O Exm.
Sr. nresi lente da provincia manda aceusar recebido
o oflicio que V. S. Ihe dirigi em 12 do eorrenle,
com a copia do termo de contrato que aisigoaram
Almeida Gomes Aires (\ ('..<, uhrigan lo-se a mandar
transportar na escuna "Kluwiges ot passageiroi,
[iracas de prel, e sentenciados ilitlinadoi para o pre-
sidio de Fernando.Heinclleu-se Ihesouraria de
fazenda copia do referido contrato.
Dilo ao mesmo.O Exm. Sr. presidenta da pro-
vincia manda aceusar a recepe.lo do ollieio qoe V.
S. Iba dirigi em 10 do eorrenle, com as primeira-
viai dos ronheeimeulos dos objeclos reraellidus no
patacho uTainegai. com desuno s provincias do Cea-
ra, Maranho, Para e Amazonas.
Dito ao eapiUlo Francisco Raphail de Mello Be^o.
S. Exc. o Sr. pretidenle da provincia, manda de-
clarar a V. S. que, pela lailn de siu nllicio de 12
do eorrenle, sob li. 109, li ou inleirado de haver V.
S. reasiumido iiaqoellc dia as funccei de director
interino da repartirn dat ohras publicas, por se le-
rem concluido 01 Irabalhot da aiseinhlca provincial.
Communcou-se ao iuspector da Ihesouraria pro-
vrsicial.
Dito ao bacharel llisbello Florentina Corres de
Mello.Pela secrelaria do governo se commonica
ao Sr. Dr. llisbello Florentino Correa de Mello qlle,
segundo conslou do cninmunicneao da secrelaria da
pisliri o requerimenlo em que V. S. pedia para ser
removido desse lermo para u da Becada ou l\io do
Alho, leve o segu ato despacho.Nao ha va
Dilo a Manoel Maria lio Iriguei do Nascimeulo___
Pela trerelaria do governo se coiiuiiunica an Si. M
noel Maiia Rodrigan do Nasclmenlo, que 8,
Imperador, segundo conslou de eammanieacjej di
secretaria de estado dos negocios de joilics noove
por bem faer-lhe merco da serventa vila,fnj do
oflicio de esrrivao do juizo especial do jfmau, co
dista capital.
I Hlicio ao marechal re cempc^P^,mmandaola das
armaa lalerlno.Pode V. Et,e pandar abrir assm
--- prara aol rocrol 'i.aurenlinn Jo- i
" izares, de que tra'jr
datta data, foram-me aprnentados os reclutas Jos
da Rocha o Jernimo linio da Silva, qae V. S. poz
i mulla dispositjao.
Dilo ao eommandanle da divisan naval.Cora a
informarse, junta por copia, que minitlroo-oie o
inspector da thesouraria de fazenda em 12 do eor-
renle, sob n. 113, respondo ao oflicio da V. S. de 8
dette mez, sob o. 71, acerca do pagamento das pra-
vas do brigue Ilamaraca.
Dilo ao inspector interino da ihesouraria de fa-
zenda.Dos oflicios do presidenta do conselho ad-
ministrativo para toriieciuiento do arsenal de gaer-
ra, couilaule dai copias juntas de n. 1 a ti, depre-
hei.de-se que a quanlia de 2:3429580 reit, de que
trata o ollieio desta inspectora, copia n. 7, perlence
ao cofre da thesouraria de fazenda, vislo que por elle
forara pagas differenles contal de ohjectos comprados
para o corpo de policia do Rio Grande do Norle.
Compre, pois que V. S. far.a recolher ao referido
ccfio aquella Mnima, mandando-a receber do conse-
lho. a qutm uesta dala expeco ai oideni uecatsa-
ria-.
Dito ao meimo.Inloirado do fado occorrido na
alfan lega desla cldada, entre o amanuense Jovencio
Augusto de Athayde a o correio Amaucio Godofredo
Luccas, segundo ejostnu-me do oflicio que V. S
diruio-uie hontem, sob u. 246, tenho a declarar
que deve rcmetter-se auloridata compleme a
par; do inspector daquella repartirlo, com indica-
ra leslemuolias, adra de proceder-ie na forma
da ,
j ao inspector do anenal de marinha.De con-
formidade com o que me requisilou o coinmandan-
te di elacao naval, em oflicio de hontem, recora-
raendo a Vmc que mande fazer os pequeos repa-
ros, de que neceisitam ae canhoeiras Tiel, Mca-
rim, Ilajahy e Ibicuhy, bem como foroecer-lhes o
carvio precito, afim de poderem seguir para o Rio
da Janeiro.Commnnicou-se ao eommaudante da
eilacao naval.
Dilo ao mesmo.Fara Vmc. embarcar na escuna
Eduvriges, que deve aeguir hoje para o presidio de
Femando, o lentenciadoi militares e de jastic,a,
que Ihe sern apreieuladoi.
Dito ao capiao do porto.Mande Vmc inspecci-
onar o reerulas Jote da Rocha e JeroDimo Rrito da
Silva, que Ihe serao aprasentados com esle oflicio,
coromunicaudo-me Vmc. o resoltado da uispecro
para se resolver acerca do destino qoe devem ter.
Dito ao eommandanle do presidio de Fernn lo.
l'eud >-me declarado o chefe de policia que, dos
sentenciados de justira, mencionados na relaco an-
uexa ao meo oflicio da 12 do eorrenle, nao seguem
na ticuna Edowiges o de nomes Jo3o Ribeirode
Brilo e Francisco Jos do nascimeulo, o 1* por ter
tido recolhido, por doeute, a enfermara da caa de
delem t, e o 2' por achar-se j uisse presidio ; as-
sim o comiuouico a Vine, para seu couhecimetilo.
Dito ao director do anenal di guerra.Ao oflicio,
que Vmc. me dirigi hontim, sob u. 1S, respondo
declarando que pode man lar fazer o cancella, pra-
teleiras e reparos, de que necessila o armazem des-
uado para a arrerajara dos artlgos bellicos exis-
tente! uesse arsenal.
Dilo ao eommandanle do corpo de policia.Ao of-
Picio de Vmc desla dala, sob n. 255, respondo di-
etido-lhe que mande, sem demora, ama escolla re-
ceber ot presos ua rasa de delanrlo e con luzi-los ao
navio, que deve teguir buje para o presidio de Fer-
uando.
Portarla.O presidente da provincia resolve no-
sooro poblieo nacional, sob n. 318.
Dito ao inspector da thesouraria provincial. Em
visla do ollieio, incluso por copia, que me foi diri-
gido pelo inspector da Ihesouraria de fazenda em 11
do eorrenle, tob n. 241, haja Vmc. de expedir as
' suas ordens As colleclorias provinciaes, para darem
as informsroes, qne solicila o mesmo iuspector, para
cumprimenlo da ordem do tribunal do thetouio pu-
blico nacional, sob o. 318, a qual tambero ajaato por
copia.
Dilo an inspector do anenal de marinha.Tenho
prsenle o oflicio que, por Vmc, me foi dirigido em
11 do eorrenle, sot> n. 110, acompanhaudo outro, em
que o director da companhia (Vigilante declara a
resolojo espontanea tomada pela directora, do re-
nunciar qualqner retribuira pecuniaria pela 01111-
missu, a que foi o vapor de reboque, perleucente
companhia.
Corto do qae me commanica Vmc a respeilo da
boa vontade e louvavel deiinleresse, com qne a di-
recrio ja' por vezes lera promplamenla aatisfeito as
requisiees da capitana do porlo, cabe-me recom-
meudar-lhe que manifest aquella directa 1 os meus
agradermenlos pelo servico, que aesba de fazer com
a mesma generosidade, olterecendo-se alm disto
para ootros, que o governo haja de reclamar do seu
presumo.
Dilo ao mesmoInleirado de quinto me participa
Vmc em seu oflicio de hontem, lob n. 142, lenho a
declarar-lhe que ja' se expedio ordera para os repa-
ros precisos oas canhoneiras a vapor ebegadas da Eu-
ropa ao porto desta cidade.
Dito ao capia > do porto. "im este oflicio farai
apreseular a Vmc., para i* i' seccionados, 01
recrulai Luz da Francia I) iz Jos Caval-
canliCommnnicou-se af* .iel ulicia.
Dito ao mesmo Mande Vmc -lar para o ser-
viro da armada os rerrulas Jo-o da Rocha e Jer-
nimo Brilo, de qoe trata o seu ofTici Je houlem, sob
n. 100, villo que nada allegara f?ia provar senro
legal. N
Dito ao eommandanle do corpo de polica.Fico
inleirado, palo seu oflicio desta jlata, sob n, 257, da
se terem contratado, para u iervj> do corpo sob seu
commando, os pa sanos Manoel Joaquim da Costa e
Geraldo Antonio Barbosa.
Dilo ao espitan eommandanle do destacamento em
Villa-Bella,Tendo man lado pagar, como Vmc. so-
licitou em leu nllicio de 17 de maio ullimo, a impor-
tancia dos prels, que comprehendem os vencimenlos
abonados no mez de abril prximo lindo s pravas
da guarda nacional destacadas uesta Tilla, lenho a
declarar a Vmc, que laes documentos devem ser ru-
bricados peto rninman Iiiite superior competente,
cumprindo, por lauto, que Vmc remella nnvos prels
relativos ao mez de abril, atn de substiluirem os
que vieram sem rubrica.
Oito ao encarregado da gerencia da companhia
Pernnmbacana. Poda Vmc. fazer spgn.r o vapor
uPersinunga para os portos do sal, a' hora indicada
era seu oflicio de hoje.
PortaraO Sr. agente da companhia dos paque-
tes de vapor experta as sua* ordens para que sejam
transportados para a provincia do Maranlio, no va-
por que se espera do snl, o anspe^ada Jos Joaquim
de Moraes e o soldado Jesuino da InvenQao, ambos
perlencenles ao quinto batalhao de infanlaria, de-
vendo ser paga naquella provincia a importancia des-
sas passagens.Communicou-se ao eommaudante das
armas.
Dila O pretidenle da provincia, altendendo ao
mear o agento pagador da repartirn das obrae pu- | 'V H'aoa o riledaoju' Cavaban de Lacerda
1 t ai. --.. K ai & & I '1 tW W M 1 1 l rariilha AAhnm l.iH li, A AAlinPia^ll I1.K
tilicas, Rayinuudo da silva Maa, para u lugar vago
d- thetoureiro pagador daquella repirliro.C0111-
inuniccu-se ao director interino das obras publicas e
ao inspector da thesouraria provincial.
Dila.II presidente da provincia, ten lo em visla
n re.tillado do concurso, a que se procedeu, resoll
nomear a Silvestre Antonio de Souza. para profeeeor
da cadeira de inslrur^o primaria da freguezia de S.
Bento. Fizerara-sc as communicacos uecessa-
riai.
Dila.O presidente da provincia resolve uomcar a
Samuel Joaquim de Lima para o lugar de continuo
da alfandega desta capital.Communieou-se ao ius-
pector da Ihesouraria de fazenda.
Dila.O presidente da provincia, tendo ouvido os
inspectores da alfandega, eda thesouraria de fazen-
da, resolve nomear a Joaquim Elias de Moura uon-
diin, para o lugar vago de guarda de segunda ciaste
da maiioa alfandega.Commonicou-se ao Inspector
da llies imana de fazenda.
Dita.O pretidenle da provincia resolte conceder
ao juiz municipal e de orphaos do lermo do Bio Fer-
moso, bacharel Thtodoro Machado Freir Pereira
da Silva, Irinla das delicenr.i eom ordeuado.Fi-
zeram-te as commuoica(et necessarias.
Dila.- O presidenta da provincia, atlendendn ao
que Ihe requereu o amanuense da secretaria de po-
Ucia, Ernesto Machado Freir Pereira da Silva, re- I
lolre cuncedir-lhe 20 dias de licenca com veuci-
menlot, para tratar da saude.Comraonicou-sa ao
chafo de policia.
Dila.O Sr. gerenta da oompanhia Pernambo-
cana expela suas urdens para que, em cada mez, se
d Iraiitporle nos logara da convez desliuados para
passageiros do governo a duas praras, que, com guia
do eoiiumn .me da fortaleza de Tamandar, se pre-
sentaren! uaquelle porlo cora destino a etla capital,
e livrrem de regretsar para all.Comuiuuicou-se
ao cumulan.lanle das armas.
Expediente do secretario do goeenio.
Oflicio ao chefe de policia.S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia manda aceusar a receprao do of-
licio, que hontem Ihe dirigi V. S., sob n. 551, rom
o mappa dos Iralialhos da prorooloria publica da co-
marca do Rio F. ruiuso, no mez de maio prximo
lindo.
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidenta da pro-
vincia manda commuuicar a V i. que a thesoura-
ria de fazenda tem ordem para pagar a importancia
dos vencimenlos abonados ao 'recrula de mari-
nha Jos Joaquim de Saul'Anna, viudo do lermo de
liaraiihuut, caso eslejam nos termos legaes ns docu-
mentos, que acompauharain o ollieio de V. S-, dala-
do de houlem, sob n. 555.
Dilo ,10 mesmo.S. Exc o Sr. pretidenle da pro-
vincia manda aceusar a receprao do ollieio, que V.
S. Ihe dirigi hontem, sob u. 55(i, com os termos de
remiraran dos africanos Manuel e Flix.
Dilo ao mesmo.O Exm. Sr. pretidenle da pro-
vincia manila declarar a V. 8., que por despacho
desla dala, aulorisou a thesouraria provincial a en-
tregar o Ihesourairo desta reparlirao, conforme V.
S. requisilou em teu ollieio de boatem. tob n. 557,
e imporiaucia do dficit, de que trata o mesmo olli-
eio.
Dilo ao bacharel Francisco de Assis Oliveira Ma-
ciel.S. Exc o Sr. presidente da provincia manda
acensar a recepto do ohicio, que V. S. Ihe dirigi
em 2 do rnrrent. participando que, por ter tido no-
meado juiz de direito da comarca do Ipu', na pro-
vincia do Ceara', deixon no dia antecedente o exer-
cicio da seguuda vera de direito desla capital, no
qual sa achuva como sobslilalo.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.S. Exc
o Sr. presidenta da provincia manda declarar a V.
S. que ico -cente de haver fallecido hontem, de
febre amarella na enfermara da marinha o
carpinteiro Antonio Maria da Silva, iillimjiiiciile
c intratado para o servir desse arsenal.
ir.
OflicioAo marechal de campo eommandanle das
armas. Sirva-se V. Exc. de dar 11 lem para que
sigam sem demora para Caraam', a apresenlar-se ao
respectivo delegado de policia, dez pracas de primei-
ra linha, que he urgente all eslejam com a motor
brevidada poitivel.
Dilo ao mesmo Puta V. Eir. mandar abrir as-
seiilamento de prara ao recrula Alexandruin Jos de
Carvalbe, de que trata o tea offleio du houlem, sob
u. 103.
Dilo 3t mearooPude V. Exc. mandar pr em li-
benlai'e o recrula l'au-lulino Jos di Souza, visto
qae, ein Hn^err.io de saude, foi julgado incapaz do
'veo do enerriln, como consta do lermo, que a-
ompanhou o. ollieio de V. Exr. delimitan, sob 11.
'l'i.Cnininuiiicou-se ao comniaudanla superior in-
terino da guarda nacional de oianoa.
Dilo ao inesin Em visla do oflicio, incluso por
dirigido pilo inspector da Iheioo-
'111 11 d > r"'enle. tob n II,
ao Campelln, respire cotice '.cr-lhe a exonerardo, que
pedio, do cargo de prime ro opplenle do juiz muni-
cipal o de orphaos do lermo de Santo Anto, para
que foi nomeado por portaria de 17 de maio prxi-
mo lido. Fizeram-se as communicares necessa-
rias.
Expediente do secretario do goierno.
Oflicio ao rhefe da policia.Communico a V. S.,
de ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, que,
por despacho desla dala, se aulorisou a Ihesoareria
provincial a pagar a imporiaucia das despezas feilas,
desde o 1-de Janeiro al o ultimo de maio desle
anno, com o sustento doi presos pobrai da cadeia de
Ooricury, como se v dos documentos, que acom-
panharam o oflicio de V. S. datado de hontem,' sob
n. 560.
Dito ao inspector da Ihtsnuraria provincial. De
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, declaro
a V. S. que, rom os leos oflicios de bonlem. sob ns.
IS8 e 189, receben o mesmo Exm. Sr. copias dos tor-
mos de arrematarlo das obrai do 28' laur,o da es-
trada da Victoria, o da casa da barreia da ponto de
Tapacnra'.
PtaiaancQ.
copia, que me
rana de fu
queira V. F
tes de dest
solicil 1^ -
I
ASSfc.YlilL'rSA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
Discurso {fo Sr. deputudo Sou/.ti Res,
pri> jfido na sessfio de 26 de maio
proxtuid' panado
O Sr. Souza Iteis :Sr. p-iideate, o illoslre de-
palado qne acaba de essemar-se. declarando ser
costme nesta casa fazerem-se considerarles geraei
sobra qualqner projeclo na sua segunda discussdo.
inlerpellou a cnmmiiso de oreamenlo municipal
sobre Ires pontos do projecto que se discute : I*.
quanlo a disposijao geral relativa ao cemilerio pu-
blico, 2'. quanlo a consignarlo da quota para pa-
gamento do medico do matadouro, '.]. quanlo a
sreaisio do um imposto sobre pos de coqueiroi. Qui-
zara saber ie V. Exc me permute entrar uesta
discussao e dar as razOes que leve a eonimiio pa-
ra confeccionar assim o projecto de oreamenlo, nao
nli-t inte tormos de apreciar cada um dos seus arligot
por sua vez...
O Sr. presidente fez signal allirmalivo.
O Sr. Souza Keit :Se porein o nobre depulado
permitir, eu me aguardare! para quando chegarmos
pela ditcussAo a cada um desses artlgos.
O Sr. Kego Barros :Poii 11,10 !
O Sr. Souza Keis:Bem: aa osatitfarei poit quan-
lo ao que deseja aher sobre a quota volada pata pa-
gamento do medico do matadouro.
Sr. presidente, lento a commissao certeza de qoe
a cmara municipal por f rra de urna postura, creio
que de 1850, a qoal manda prover a lodos os meios
precisos para exercer-se a devida iuspecc,io no gado,
que se mala para fornecimenlo desla capital, pro-
puzera ao presidente da provincia a crearlo do lugar
de um medico destinado a eise fic...
O Sr. Kego Barros :Mas que e-leja habilitado.
O Sr. Souza Keis:... nao duvi iou coorigoai
qnola para seo pagamento. Parece porum que o no-
bre depulado impugna esta verba a pretexto de
nao saberse esse medico lem ou nao hahilitarei pa
ra o lugar. Seiihons cu creio que nos nao podi
>not entrar neita que-iao pelo lado porque a cu
siderou o nohre diputado, unlrelanlo direi ser
|ue a |n e-nmpr.lo esla toda em favor do 110111
O Sr. UartOS Pereira :.\,Iu lu preaunieei
a realidade ( apoiados. ':
O Sr. Souza Keis:O nohre depulado re
a urna especie de mediros denominados i
rios, mas creio quo o nobre depulado de
que tratou disto, que laes mdicos sa de
ariamente a curar as mo'.estias dos at
para conhecer se s rezes que se maldm
-uiiimo se achai 00 nao em perfeito es
rio, de modo que sua carne poisa ou
dicar a popular.au pelo uso della, eu rrei
quer inr lira lem a precisa habilitefilc
O Sr. llego Hartos :E eu creio qu
Baei erar que nao tejn.
O Sr. Souza llera :Examinar as
maea aflm de saber, se indicara -'
que so malou eslava 011 nao
maneira iqne sua can
cousa quo qualquer
O Sr. Bago Barro
I) Sr. S.oua i; 1-
t)Sr. Kego Berro
o Sr. Soaza iiei*
1 i i. arara 1 ; eu li.la
lio. O que lie \ei da
medico ; a qu he
1 verdadelra ii
ha; 1 una peesoa ha
aiilis ner d"
Senhores, quera nao labe o rinanto lem lido pre-
judicial o modo porque ae tem feilo at hoje a ma-
langa do galo neita capital .' Todos 01 dias appare-
cam qoeixai oeste sentido, e em.lo, senhoret, as
queixai eram, ora porque se corameliiam injosliras
fazendo-se laucar tora acarne,qai se fllzia arruinada
sem estar,ora porque a carne seexpunha a venda es-
tando arrumada : qoemhavia da conheeer disto '.' Por
via de regra a cmara iucurobia esta minao a um me-
dico, fazia-o acompanhar do fiscal e procedia-se a
um exame : nesle caso o medico por eada vez que ta
fazar esse exame linha urna paga.
O Sr. Kego Barros:A cmara lem u iau medico,
podia chama-lo.
O Sr. Souza Heii :A cmara linha e tem uro
cirurgiao de partido, o nobre diputado parece
nao estar bem informado disto, ptrdoe-me, a
cmara paga a um cirurgiao para curar os preeos
pobres.
O Sr. Kego Barros :S ?
O Sr. Souza Keis :S, a la mis-fi > esta deter-
minada e limtala a islo.
O Sr. Reg Barros :Bastava dar-lh; urna grali-
QaaeJta,
o'Sr. Sooza Reis :Quera o nobro depulado que
esse mesmo cirurgiao se encarregasse da inspecr.aodo
gado'.' Islo nao he possivel e eu Ihe dot a razao. A
malanea faz-se nesla capital desde as li horas da
manhaa al o meio da : podia por ventora en
carregar*ie um cirurgiao que eit incumbido do cu-
rativo dos presos pobras timbem da misiao da exa-
minai'o gado qae se mala ? isto hi: potjia esle cirorr
guio occopar-te desde 6 horas da manhai al o meio
dia com esla servico e depois ir otcapar-se eom o ^
curativo dos presos pobres'.' A accumulacjo des-
ses servidos 11S0 ba posiivil ; o reiullado seria pres-
ta-Ios ni il.
Ser porra eicettiva, senhores, a quota volada
para o ordenado dasse medico? Eu creio qae nao,
creio qae oinguem dir isto por se haver consigna-
do 1:6003. Siuhores, au j voi disse qoe o trubilho
que lera esse medico o deve oceupar desda as 6
horas da inauhia at o meio dia na iospec-
r.'ii do gado antes e depois da morlo, o alera do
lempo, Sr. presidente, que sse medico empresa na-
qnille servro he preciso altender-ie qae ella lem
de lidar coro multas pessoas ; eilas considerarnos
foram que levaran) a commissao a consignar a quola
de que se trata para ordenado detse medico.
O Sr. Reg Barros :Quera foi que o obrigoa a
aceitar esse logar .'
O Sr. Souza Keis :Oh senhores, pois a cmara
convidou um hornera para exercer essa pr"fno, ea-
ettou mostrando que tal prolissao be diflicil de e\tr-
rer-se, ja peto trabalho proprio della, ja pelel pis-
soas cera qoem tem de lidar no exereicio do era-
prego, a te diz, para que elle ceitoo '.' Poie te a
cmara Tai quera oconvilou, como fazer-se urna per-
gunla des-a ordem ?.
O Sr. Kego Barrot :'jaira dizer que niogucm o
obriga aexercro lugbv.
O Sr. Souza Reis :Senhores, esle bornem lera
de lidar com multas pessoas de ndoles diversa"; lera
de lidar com laes pessoas, e em que sentido '! Para
eraillir soa opiuiao em negocio que Ihes inlereisa de
modo que muilas vezes elle hade vir a ser o alvo do
rancor e odio desies individuos. Todo islo. Sr. pre-
sidente, pesou muilo no animo da commissao para
nao hesitar em consignar no projecto de le que so
discuto a quola de que se trata. Ileassirc, >;nho-
res, que eu entend ter demonstrado que a commis-
sao bem proceden consigoando essa quota.
Quanlo ao mais.sohre que interj, -obre de-
pulado a commissao, me aguardo p,..-., >'
opporluna, como eu disse e couveio o nobre u
lado.
Sr. presidente, esla emenda esta" rni'.e^ljida j
modo que uao sei se he substitutiva ou artigo add.
Ovo ;'l) :
o i.oin a conliiiuac.lo dai obras do cemilerit'^
S. I.nuieiiri) e outres do municipio e fura da cr
3:0009 '* \ ~^r
O Sr. Epaminoudas de Mello : He um paras-
grapliu.
O Sr. Souza Keis : Bem, au apoto a emenda,
mas he fazendo ella parle do membro 7" avg 4' que
diz assim J):
Trabalhadorcs e obras do cemilerio 10:000c000
rii. o
O Sr. Oliveira :EntHo redoz a quote.
O Sr. Souza Keis :Diz o membro 7- do ; 'r (tor-
na a 1,-r ; incluindo-se a emenda aqui, eu a apmn.
O Sr. Epaminondas de Mello : Aogmealaudo a
verba ?
O Sr. Souza Reis:Augmentando a verba eu nao
posso apoia-la.
O Sr. Oliveira da' om aparte que nao podemos
ouvir.
O Sr. Sooza Reis : Para que o nobre diputado
se alllj^e assim Eu ainda nao dei as razUea porque
pedia que ie iucluisse ahi a emenda, e pediudo, eu
disse ter urna razo para isto.
Sr. pretidenle, quando a commissao formulen n
projecto que se discuta sonbe que ,uma eommitio
uomeada pela cmara no auno panado fura enr.irre-
ga la de examinar oa Irabalhoi do cemilerio, alini de
propor as medidas que julgasie mais convenientes a
respeilo; nao coovindo demorar mais a apruenlaraov
do projecto, a commissao nao hesilou am consignar a
quola pedida pela cmara municipal, ritas agoar-
don se para ao depois ra disrois3o apreseular ai e-
raendas que julgasse convenientes.
A cmara, Sr. pi i>_d pedio para trabalhado-
ret 5:6950O0 rs., isto ha, para quinze.trabalhadores-
eu labia que ura des meinbros da Samara qae f
parle dessa COmmhejO, liana dado O sea parece'
seulido de mostrar qae nao eram uecetsarios o
trabalhadores dtariof, que esse numero era e
vo : e sendo as-'m, Sr. presidente, etia quo'
ndo excessiva-*.
O Sr. Oliveira j cmara admill>
dasse vereador '
O Sr. Souzs Heie :Ea cont a Me*
lado dessa egiumisi3o, eu nao om
goma. *
O outro membro detsi e "'
rou a caraira que, em vi
o quinze trahaihadorea
ra em sua naioria res'
ses pareceres foram pe
fao parle, vieram a'
deltas u3o contlavar
que cpjaava 110 ser
de qninTe*T(si-4li',;
foram dad?.s varb
sao que O'seu p
Ihadora-- era e
e a opirufo ,,
ser pe
uao -o1
mo, 1
m o'
lajez
do?
:,?:
M tiquea di"
o. Jli
'1 do eorrenle
rui


.

JflAKlO DE PERNAMBUC SAHBADU 3 DE JULIIO DE 1858
he verla le he i|i.....s-e meinbro di cmara mu ict-
pal demonslroo muilo l.em 1-1.1 ; ma he muin-se-
nhoreet? ronce *emoi iue l putN abrir cinco t
ora, se 01 inariamenle km ilr abrir-ae ele ou .uto
por da, ic-.i | 11 (i iui humen*, para e*te Ir I ilho
' >m >- ; iiu.iaiu alo ser apphcadui linda u
uulro servicio.
>e ,lioios, marrar-.r um numero eu-r-sivo do Ira-
balhl Ion-., f ilo-M co cniil i os lervrC-tl que s. lem
de nretlai panejn.hr a conduzr o* rorpos. tolo be
ii,io eomprehendef q ie **li s.rvicu apenes se [resn-
i'i-, porque, lenhore, .iurn n.lo sabe que o que
I- i., -eu- p nenies, seo- atinous ou Ulan I m lavar
-u- aeeravoa para tai enterrado!, proenclicri esla
B dopoal ir o r d;ivr na sepultura '!
'. Ulifairi : lilla' inginado, uiuilu poucos
cenos que f-cilraenle.e oblara p,,r cnu,a de rece-, te. rtinava, o.rra. rulo a ferro, mas a sc. na., a'
berem o. -m|.r do. lodo..o, veorlinantoi; ma. morrer, ,;..... a lamcular albura mur.o .o.'ii-
qu.'iido rs-.s vilun.utos .ihterom d.vldl'oi em or- ro a detailrado
daado gratnicacao, qa.ndo .. graldir-cOe. ronca -Prtpatencia.-St ha deicenliacldi pr.polan-
dada, pelo .sereno, rom lana lieUidade na. .. la qo. ..,Mm lgni CrW do .ol.n d, nw
mu Kei* Seuhurrs, isla lie a veidade.
iveira : Nao he ll.
tuza Kei* : Eu rte lara que lenlio ido
pof divertai vezes a > cemilerio em occasiiies dessas,
lenho >empre tala o que acabei da referir. Me*
>uppiiiihamoi que be necesario isla ; supponhamos
que emhora o* panule*, o* traigo!, oa tenhoies dos
morlo! il.'-in-e so trbame de fazer sepultar os tor-
pn, a .amara deve furnecar peaaoai para lato ; se-
rasa ucetsaariei para esse itvm;.i mato de duas lio
mena '.' I'or ventara os CoriMM ehegam ao tnesino
tempo ao reumerio '.' au; por couseguinle parece
que pan lelo baslam dous humen* ; e assim leremos
dnm hotiieu. para ajtidar a conduzr o eorpos, dou.
para lazer as sepulturas a doos destinados pera aju-
dar ao lardmtiru, f nem seis huuieni: que mato ha
i I iier '.' Ein que lem de orruparem-se 13 homens,
cu| i paramen! ae lem volado para o servido do re-
miterto '.' isto be, para que u excesso da deapea com
uove lioueus !
.1 i disse ; a commiisao enieudeu niio dever di-
minuir em nada e-la \erba porque caprrava que es-
e parecer pedido a' ranura municipal Ihn viesse
lurnecrr os dados para subineller a coniider oejao da
casa uina emenda nesle sentido, por islo". Sr.
presdeme, man le lia pouco a mesa nina einen-
da determinando o num.ru oe Irabalbadore como
sempre se lem fetlo, eulrelanlo t a caa que a mi-
nha emen la dando o numero de 10 Iraba-
Ihalorts. da' .eguodo a minba demon.lrac,; o mai*
i alm do iiec-'iEarioe, o que aero duvida tirara lo-
ii' us is.-rup los dm nohres deputadoa qoe opi-
nan em Metilo ronlraro. Altura alieno ao re-
sultado a qoe quera com relaeo a manda du
nebre derut'du, purqns se ni roiisignrr.oa nes-
la erba jclUjODO destinad. para I trabalhado-
res, \-se que, di lerininando-se o numero de 10,
leaaoa a duutuuicau de 1|3 da desbeza auton-
ad'.a.
I'm Sr. Depntado :A parear a emenda.
< Sr. Sonta Iteis:fcsta' claro.
I ni > DepuUdo : que se pode duviJar al-
guma eousa.
.' .Sr. .Souza Hes :E leremos nao aomet.le e>e
1|! da q.i.iia ja consignado como o resto que falla
pira completar os 10*0001 para ai obras no cen.i-
lerw, e por tola .li/ia eu que d'ahi se poda tirar
esta verba de :t:O0 > para o ceuiiletlo da 8. Luureu-
{o que a emenda pede.
Kioenla ao S i. li). *
>r. presidente, esla emenda me faz declarar a'
rasa que quando ufemos ile conferciouar o or^a-
innto,eu e meui eelleRM da Mrnaiuia,! ajssa pri-
ineira hita fui eliminar e-ia verba.
O Sr. I'.imiu lluarie :Capella sem oupcliao !
loi coma que nuu.a vi.
O Sr. Sonta Kia :Porque procuravamoi ver
qn-l era o eerviro do capetlao c nao o achuvamos ;
mas ii.io quitemos ier precipitado!, recorremos ao
regularaento do r.railerio, a rniao encoutrimos ah
diversas ailriboi?s, urna sobre lado que frz da-
appareeac a nosa iuteiieao, e foi a obriaarao de
ceUbrar o capello una missa da1 ia pelas alma.
.los enterrados no remilerie. Mas Sr. preident,
n.to veju lamben) razan p.ra ae auifinenlar e .e orde-
nado, porque aTora islu oque leu, mais o capellSu
que la/.er ajli '.' Eucommendar o corpas, Jiz o re-
,ol imeiiio, mas nes sabamos qual be o fado.....
O Sr. Privlo lijarle :llasta o lacrifclo da mo-
rar uo remilerm.
r- I Sr. Souza Rato;lato be urna con.iderarAo
que deve pesar em nos para nao auKmenlarinos o or-
denado, porque lam elle a casa para morar o que
boje enlre nos ja ne milito.
<> Sr. Peuolo Uuarle .E' urna bella socie-
dade.
<> Sr. Souza Iteis :He a sociedede a qce se de-
vem a eostumar os minislros do altar.
< Sr. I'eixoui Uuarle :Com os merlo. Nao.
II >r. Souza Ke s : l-ni padre que lem como
rerto MKl^ e casa de morada por anuo para celebrar
363 miaans.ereio que nao lem razAo de que \a.
0 Sr. Penlo Uuarle :Mai nao be o para mis-
aaa.
' Sr. Souza Rota :E encommendar o corpoa ;
bia eu dizer porem que nl sabemos que os farlos de
M p.iro.lius nAo clin rouiendarem os eorota as auas
re-peciivaa freuueiia*, con-inue, creto, nma cri-
liiinali.lade, segundo a eoiisiilnirao do blspado.
.' Si. Iianci-co Pedro. Nao lem crimiua-
lldade.
",..a Mil:Eu creio qoe tanto ttm que
.e r.'-iiiamenlo diz que quando aurceder que o
,,rpi< i,.io lenliam-ido eiicommeudadus o capelln
participa// loso a S. Eic. Kv.u. para que esle lo-
ma cnilierinianlo dj faci: e para que j regula-
llaenlo dil| e islo .'
11 sr. FraoeiMo Pedro :Nao be obrigado a eu-
Culn"ieidar no inesnni da.
TT-7r. Sou/a Hea ; En nao d*aee que no mesmo
da, mas qu.z Orar argumento deasa obrit:a;o que
lem oa parochot, para provar que lodos ou qoasi lo-
- Corpus van para o cemileri > m enrommenda-
dos, pernea os parorliua desta nidada nao quererao
li.correr na* penas da censura....
1 ni Sr. iiepiilado : E lauto mais, quanlo be
preeiaa a liretu do paracbo para se enterrar.
ll Sr. Souza Bei<.' .iluito bem ; ainta mais
r dar. Paranlo, Sr. presidente, sa nao lia razAo
para diliitouinniii e-e ordenado, rallo alisolula-
meule nao lia lambom para que s.jj elle BOg-
llli'lll.llo.
Porcenlacem ao procurador (l a emenda!.
Sr. presidenle, decliro a casa por mim e pilo meo
n.ibre collogl da comuiissan, que se arha a ininlia di-
reila o Sr. llalla Kei;.. (KaphMl), que honve de
nona par* loda a nlenela, lodo o deseio ele bem
I ir o lefVtcn do procurador ila cmara municipal,
e ruppo/.emus, Sr. piesidrnle, que cnne.gnanuo a
qn< la pela forma por que o litemos, nos satisfaiia-
nteirainenle a esle deseju, a e-la inleurap, por-
que, Sr. presidente, mis dtlermiiiamu e*s qnoll
i. I un.iiiieule ao valor maii elevado, relativamente
a* remijs i......i.-s qu- i rimara leui tidu : qa, mal*
^tude rtesejar o procura lor da cmara do que islu t
A lei ... 322 de IH.Vtdiz : (le.)
ti Sr. Oriveira :Le quo a aisemblca j.'i revogoo
lio auno pat *adn.
o --r. Souza liis :Eu aparte do nobre depula-
I i vem dar lugar a que en^r^ca urna perguula :
ual be a melbor das .lia- i dea- .'
I >r (Hiveira :Melinr be ala fazer-se allerajau
' lio que be pe.uialoMlte.
r. Souza Iteis :O que poder dizer-se inte*
u que litemos esia no espirito da lei que
cmaras muiii.-ipaes, a ai.I delerminoo
ser u veiiciiLeutu m- 3 ler o pro-
ira da an> uparle,
leis :i'nis ale quer prcviair o laeu
P >e eslou a par da lei.
i previa que o reudimm-
ande. que o veucitne lio
-ivo...
s*a vanlagcm lubira'
i* limrTea usse van*
"verlera' eni liene-
ores, ulnjie esla
Bat devamos
do biipo, que
slnlo tem
ra por
;oiu
pre jado esliver doenle hade morrer de fome '.'
O Sr. Souta Iteis: E be a gratificado que o
faz na morrer de fome ?
( Ha alguna aperles. )
Mas a emenda Dio se oppe a eise pen.aminto, a
en,en ia respcilou a iienaaiiieulii da rommissao a faz
lienas queslao qoanlo ao valor da gialilkarln. A
e*.e reapeilo eu dtre Sr. p.esidenle, que a commu-
lo lev em vista fazer com que a griililicaeAo loaie
na razio l'i Ipl de lodo o enriiu*ulo pouro mato ou
meuo*, poique Srs.. he preri.o que aquelle a qnem
>e .iccuiiiula .le Irabalho, lenba por islo una gralib-
cacAo ; pode o secretan,, delta? de e-dar em nnri-
! co por qualquer rircum val exarrer esse lugar, nao deve ler o (Incito a um
1 terco daqutHn qn se paga pelo Irabalbn que elle faz?
Na he islo lia justo, tflu razoavai '.' E se nos adop-
1 lanos este principio relativamente a lodo* os empre-
ados da cmara, .levemos fat.r urna ecer>;ao a res-
pailo du aerrelario Se islo pasiar sem duvida e.1-
guma ahi virio emendas c mais eiuiud.is a rt-peilo
de loiius os oiii.os empregados,
( ila alguna apartes. )
O Sr. Souta Keu : NAo relio justo ; e por es
ta razAo voto contra wla emenda,
O Sr. Vallenllm Villela : S o nobre depuladn
foase empreado e eslivesse de cama havia de adiar
justo.
O Sr. Sonza Keii : J.erei oulra ementa.Esla
emenda cousigna a vriba de ->:J00.3 para erdeuado
do administrador do cemilerio. Alo agora es.e ad-
ministrador lem (ido 1:8009 e a cmara municipal
que be sem duvida mullo b Indiada, e lalvez a mais
habilitada a apreciar oa bous servidos desse em-
preado e dos oulrus que sao seus subordinados, nao
disse una .o palavra no sentido de augnieular-se o
ordnalo do administrador do cemilerio ; elle nle
veiu a esla rasa pedir augmaiito ; que razao llavera'
para que nos Ih'o deuioi'.' para que augmenlar-se o
seu ordenado com mais itKlc .' Eu nao vejo razAo al-
guma para islo. Sel que esse euipri-gado est salis-
felo no seu lugr, por istu uAo vejo razAu para que
se consigne esse augmento. Vola pnanlo l.un-
bem contra eta emenda.
Eis o quanlo me p.rereu necesiari) dizer cm sus-
Itnljejo do artigo qua ae discute.
PAGINA AVULSA.
.-/ moda.Na ha nada lio phantaslico em sua*
variaees, nao ha nada lo caprichoso as furnias
que loma, como esse prolbeo de nota especie a que
denominara uino'ss. Essa palivra Ha breve, que
lano na pronuncia como na ccripla oceupa um es-
padoibrevissimo, resume um rompleio de conlra-
dir.;ea disparatadas que se sureed-m onwi as ou-
Iraa, .empra coberlaa de filas da vivas cores, mu-
pre avivadas de rustosos estofo!, sempre rascendeudo
o indafnivrl aroma .' > ureo metal, qoe arraucou ao
poeta a seguint i le :
So em eu ma fundo :
l'ens i ic -forra,
E's u I .,iuo do n:indo.
A moda em sua crrantela hanha aa margena de
ladaa a* nacea.->ue Din duvidam lazrr-lbe lodo e
qualquer s.icrifi, ..frluda e qualquor ronces*lo por
mais ridicula que p.reca ; islo quer alias sejam da
feeAo da desahusoda Irauea, quer d'aquella da pu-
ritana Albiun ; anl ella ludu se nivela, ludo tor-
ua-se igual. Can i rteilu, >o a nimia leria forjas de
arlimatar n'um corpo humano au s um dease*
tdoaabadoa fradeaeoa, to daaageitadoa, con o seu
compelenle rabreilu, que man purecem o caique-
te de um plaolador dos Iroplcoe, d. qoe o adorno de
una rab'^a formosa ; assim remo Ismbem urna saia
de barbalauas k modo de barrica gande de cerv-
ja, nina danaa crinolinas, uina des is sias-balOea fi-
nalmenle em que hoje se melle urna mulher, cujaa
formas se ciu.lundem na amplidSo daa armace*
desse lonel amhulanle. O seulnie lio do bello e-i,i
sem duvida mullo depravado, quanlo leal moda, vi-
goram ; ma* c nio ludo lem ana c.mprnsa^Ao neste
mundo, na deitam ellas de ler o leu lado de vanla-
gem praltca. Urace boj (diNabadoas e s crinolina!,
nAo ha mais dislim-jAo enlte mor,a. fiaa e bonita*,
entre gordas e magras, ele. ele. Como saber-ae por
cerlu discernir a bonita da feia, se o roalo e*t ve-
lado T como discriminar a* formas regularea daa que
o li,1o sao, quando eii.lem ellas .iiunrrgidaa n'uma
pipa, sendo visivel apena, a cabera da dona, e islo
quando nAo Iraz iilgiiin ilrsabadua? Em Inglaterra
um memoro da asmara dos common*. diz umafolha,
apreseulou urna iiiurAo sobre aa taias-balea, cha-
mando o parlamento a alteudtr, que ja nao podiam
aadauas da rrlc passar peloa Mrenlo* corredora
de Saint-James para ir-m ana odriiwing-rooms de
sua graciosa mage'lade. Oulro niembiu ubjectoo
que islo cessaria, logo que ellas qui'.ei*ein realringir
a amplidao de aeua enranloa; ma. a ramara tur-
nuu-se o paladino da* *aia*-balois, nao se lile dea do
oradur aarcastiro. e volou fondos para seren alar
gado* os corredores tls edeaabadMB, porem, nos
apenlamenlo* para a -ua historia nAo lem aido lia
feli/es, puis que ble dado lug-r 8qoiproqooia bem
l-siimave?; i ja originaran, mn divorcio, como
diz un jornal que assim narra o tacto ; Uiz a rhr,.-
nica que o mando he VVlUO e dmenlo, e I inulher
moca, bonita e biureira. Lina tarde locava ella nu
seo Erard urna susve meludia de lbalberg,qusndo
se r-cancorn de repeina a porla da sala. O marido,
trmulo como o Sr. J, lo Caetano no ullamlala, en-
Irou trazend.i na Helo umdcs'es chap.os malfa.ladna,
Un queui be islo, senhura '.' dise o velbo bufando.
lie meu '. respondeu a moe,a rindo l gargalhadas.
Seo '.' rugi o marido.Sim, mei ; relorquin a
luofa re.irobiando de bllandade.Ma minia, islo
nunca fui chapeo de mulher I Voci ludas, conli-
nuou o vilbo, a quem a culera fazia Mqneeer ate ai
formulas da pulidez, sao vaulusas de mai" para en-
tallaren] na cabera srmelhaiile cousa Islo be um
chapeo de hoiuein, de pinlalrgrele tolo, deeiludanle
vadlo, de niarinheiru lalvez, mas nao ha um chapeo
de mulher Diga, responda, quem be o don., d-sle
ch-peo 1 Como ae acliavn elle no seu quarlo '.'lie
olu-ohoje da modista, e lenciouava leva-la ama-
nl.Aa a' mi.ja.Mente, senhura ; nei.hum ebrislAo
val a mis* com um lampa da bilaio na cabera, ic-
ria e*0'rnecer da mai-e.lade do lemplu. t) neme, o
nome do dono desle chapeo? conlinuou o (libelo ie-
ni A mor nAo i-e-suu de nr al chorar, o velbo
nlurecao-se lodo ; rasgou o chapen chegou a
viaa de fado. A* pancadas de suiorii dessa
vez, e deram lugar r e re.so de di o. Tudo
islo por cau>a de um. da lavad.ura. e para
obedecer a urna moda a. jrda Moda, moda, alll.c-
jao dua pas, lerrur doi marides, de quuto es sua-
ceplivel !
Cavu de Metete,Conta-nos que o Sr. Dr. Mos-
eos.. Uebalha aa organisaelo da orna casi de saude,
erigida na casa ila do 1'uudAoi.. onde oulr'ora e-
leve Cslaciouado um do* balalhea Oe primeira
lio.'ia da guratela deite eidaoe, e aue pnmiliva-
meiila fui edilicada para a fabrica de ieridos de al-
godAo, emprehendida pelo fallecido (iervaiio Prea,
As prupn.eoes e a lecali.iade do edilicu. parece ni
mu Bdeqoadaa ao lili. doSr. Dr, Mo.roso.
'irada de /erro. No aDtarie* de bonlem
publicou o Sr. James Templeloii vv0od uina c.rres-
pundencia Cum o lun de eunleslar o que ae anterior
disseramusa'erca da partida dos (rrm da referida es-
trada ; a para prova da inetactidao pretendida de
Boata noticia, epeuaa consigna, que ha reglllroa nos
Iran, em que se laura a hura da entrada e partida
driles de Bada eslacaoque es*.s registros i odem ser
vistos no esrriptono da cumpanhiae que delles
coosla, que a partida dos Iran lem sido aempre na*
horaa litadae. Oa, a prova exhibida nAo pode er
maia eonlctavel. nao pode ser m-is fallival ; eo
meamo Sr. Woed ha de convir comuoaco em que nao
oflereceo nina Kfulacao labal, que leve a Convireao
toa rapiriloa, convencendo-noa aimullaneamenle'da
que furamos mal faformadoa ; por quanlo pode mui-
10 bem >er qua dos allu lides registros conste a par-
lila dentro da h >ra aimunriada ; ao p.sso que le-
uliain os Iran partido mnulos antee della. Esle he
que ba o ionio da queslAo, que It.e compiia diln-
cdsr; mes nAo iendo-o feito o Sr. Woed, per milla-
os que perinan.camoi anida em nuil, opmiao, visto
e alo foi nalhlirala cun a sua conlesla-A... E
i embargo do allegad., pelo mesmo Sr. 'W'ood
oa Irens lem partido algumaa vezes minutos an-
a hura preli\ada, cuuliuuamos a albinia lo
peiua em quem depositamos plena conlian-!
......' **nlra a dnerao da rslrada do ferro
lun que he apologi-la dessa me.ma smpre-
relatuu como lend..-se dado o farln rom
-no* que >obre elle lizes.enioa allomas
de maneira a acantilar a reprodcelo
i abuso. Em lamina, a pes-oa a qu'*m
i, merece-nos lana lianra qnanta
" regulroi prer,,.^ I0, 0
llegantes produz '-- -*- ------
e
eeseravos de derrubar Inste a.ebr que abriga a
mulher e lilhus da victima volada vinganija do pode-
roso, e de arrasar a punca lavoura em que se lirmam
suai eaperauVas de nul.ic.au e vida. Oue trt'te
liiumpho colhe a crueldade levando ao desespero
ama familia que a cubrir' de mai.i.cf.es que bao
de chamar a ira do Scnlior se nAo despertar a jusll-
ca dos homeiii. Em nutra orcasiAu rallaremos de
certa bisloria da (.aun que demoramos anida a es-
pera de lotormires ex,cas e cireumilanciadas.
fnnundor-o U bauro de S. Juie esta qnaii
lodo iiinundado, de mudo que ti'in as rale>,|a. ,,.
dcni ser transitadas. De duas uina, ou fazerrin es-
eeal ss agoaa, oo errar urna linda de pequenua bar-
ros que lornem poxivel a eornmunlcacfo mlercep-
la-a entra os diverso, pontea do Incrro. As.im lera
a uoasa cidade mais un ponto de lemelhanca cum a
Vanesa italiana, rom q ie os enthnat da compara-la. Pon bem.aomon Venera Pem,i-
bucaua. agora que trinos verdadeires canae. i.rlaa
ras, faltando-nos porqin oa barcos de com.......ca-
ca.., a leudo contra un. seren as agoaa da uos-u. ra-
nal* aalagnadaa, e prometiendo nma pesie de mu-
ns*ocas, novos gafaiilu.ios, e muila lama durante a
longa permanencia qui: lero ale que o sol a u lem-
po a facam seccar.
Comi f para quem o emende. Si be var-
dade que somos obrigsdos a receber a opiuiAo e o.
principios dos versados em qualquer scieuna, eema
o que mais se appruiimarn da verdade, nao pode-
mos recusar rertamenle a tradueyo que em um dee-
sas das parsadoa nos foi oHerecida por um a herme-
neula laliuo, > bem que a burlesco, o do lermo
qudam. Poil bem; lodo o mundo sabe que im-
prupriamante be osada em porluguez w epressAo
quando se pretende deeiguar una pessoa a quem os
n grand'S seubores, i. j* aenlinrea a inelallissdos a
neuboma impuuauna bgam, pela mesm lornia por
que indiil netamente se emprega as palavras__um
eanalha, acyrophanta, etc., ele. ; niaa nrm lodo o
mundo saliera' por aem duvnia, que qudam dei-
chvu de ter adjeclivo sninimlo o carailer de u ver-
bi' I!::!! o Aclum la' a qu. Iralu.a desle cir-
culo I I NAu sAo capazo., islu ficara' oin-
oosco -iune.iie : be segredo inviolavel.
O p.tacbo brasilairo .Anua. sabido para o
Ais, lev u es seguint > paasagetroe :
Anacido Joie da Silva, e largiuo Joi Caval-
canli.
Hospital de caridade ( de albo.)
Eiisliain '.\ liomens e -2H mulberes Iralados pela
caridade, 7 homena e i'J mulberes que pagaui a ca-
sa, e 'J prajae du curpu de polica. I olal 8(i.
Ale amanhat.
(&0mniunicb0&.
ESIKAL'A DE FEKKO.
III
Na minba segunda c irla, seiib.res redaclorea, de-
mouatrii como romp nina da e.lrada de ferro, que-
rrud -nos lomar man te tres mil braca de eUenalo
an longo de nusso vallo de Dliaga pela quaulia de
Irrs conloa e quinheulos mil reta, ou auiea de dnus
cintos, pretende fazer-nos a mim, minba niAi e
meus irm.li.s, urna usurparlo, um roubu, porque
he o mesmo que tirar-nos lodo u valor de doua cn-
genbua, percala ndirula quaulia. Fiqui de moatrar
romo a rouipanbia para c.n.eguir esle lim eonla com
meioi eUra.rdinarioa, e proteccAo ; mato anida |-
qoei de mostrar como a compendia da estrada de
farro, depoia de haver desapropriado os terrenos
para a estrada de ferro por no*.a propriedade, nlo
pode maia dfeiepropriar oolros lerrenoa por qoe,
mudando de acco.do aclie melbor uulra dlrrecAo que
a primeira, uu pelo rapricbu deaavenra eulra seus
empregadns; capriebu de qoe nao he razuavel que
aejam victima, oa cidadSos brasileiroa, qoe depuis de
prestar lauta e lAo benigna huspilalidade aos Ingle-
lea, ja pagaram o devido trbulo a eilrada de ferru,
Dio pouco peeo de ouui dos terrcuus uecessarios
pira a menna va farrea.
O prucessu da di.apropriac,Ao de terrenos para a
esira.la de Ierro he muilo aummarie, muiln rpido, e
nAo da logar a defeza alguma Jos proprietanos. Islu
fet assim determinado ein bem da estrada de Ierro,
para avilar loda a dilema e delonga dos propieta-
rios exiceme*. O goveruo peusuu que dando no res-
prrltvu regulainenlo faculdade aos proprielanos de
numear dous arbitros, (- ao goveruo provincial um
desemualador, dava sullicienle earanlia aos pruprie-
larioi para nAo seren defraudados em soas Turlunas
Mas de ludo se abusa : s goveruo nAo previo qoe a
i ou panliia ou leas empregados delapulasem, aslra-
gas-em, e.banja.s.in lano, para fazerem calnr sobre
as violimaa iiinoreiile* a reparaeia de seus prejoizoi,
on do roubo de alguna del eus eo pregados. A ci.in-
panhia eiiq.i eiti.u a ttatupreprlaege dos terrenos ne-
cesaarin* t estrada cora urna companbia pailicular,
romo he sabido, por nina cerla quantia. A rompa-
ulna de desapropriacAo, leudo desapropriado em
L tinga os terrenos necesarios, nao liulia maia obri-
ga{ao de datapi. priar uniros terrenos para dillereii-
te huta, como nl nAo clamos aujeitoe a ooira de-
saproprnu.A Itie h- lAi evidente qua a compendia
da estrada pediiidu j coinpanlua de desapropria^ao
oulra linlia em L'linga, alia respoudendu qua uo ti-
uha abrigarAode dar, a compinhia da estrada nao
inttilie : votla-e anlo para nu. per qoe nAo soinoi
fortes, como acompanhia de desapropnacAo, porque
noa julga sem furjaa para lutar com geie lao pu-
derosa.
Ora, o preso desaa seguuda desaprcpriarAo nAo
pode ler levado em cotila ao goveruo para pagar os
respectivos juros, per qua lie elle o resollado do erro
da coinpanlua, a qual su por erro po.lena fazer doas
desapropriare. A.iim a cumpaDbia iiAu querendn
perder por aeu erro ou por seu capucho, quer fazer
a segunda deeaprepriaflo pela quaulia mata ridicula
possivel, pur qua pala isso ella partee coular cuuy
poder superior.
le por islo que, nAo qoerendo o empreileiro dai
nbrai Furuess aereilar a ludia de desaproprlada ein
Utinga, a rompanlua nAo traa ao men* de de.a-
prupriar a liona da plaa dos Moruays, pela ancua-
la d.s ellos, mas sim urna paralella pelo meio e ao
longo do valle, por que a linba doa Merniyi, posto
que sej a melhur e da mudo menos valur que a pa-
ralella ilu valle, ludavia o descaramenlu nao poda
er lamo que uflerere.sem p>r ella Irea coulus a qui-
ndenios mil ruis; por quanlo lia para a deiapro-
praaege detla linda cerla rirrumaianna que ambara-
caria a eonpanhia de fater lio grande lala toa pru-
p.ietanus, ambura lodo o poder de qua dupe.
E, ae iiu be esle o motivo, pur que ule quer a
ruiiijiauliia seguir aules a linbl dus Mornay qoe nAo
noa da'esse enorim prejulzo, qual sei? Bollo ha
pur capricho, be por que a lal buha he dos Mor-
nayt ; mas he capricho inglez, que sempre he capri-
cho de dinheiro.
Ora, o pruces-u de desapropriasAo n3u previo que a
rompauhia carecesse de fraudar o cidadAu bra-ileiro,
e por islo deu meius IA.) facis de ahusar-se delles.
Cerlos empregadns inglezas da companbia, que, se
livesiem lauto cuidado para curar dos inleressrs del-
la, comu perspicacia para tratar dua aeua, o* Iraba-
Ibu* na elreda na-' iam lo miaeravelmanla pra-
Itcados, tiveram a finara de eiic.ulrar nos seus de-
fensores as babilllasOei necessarias para tirar um re-
sutladi. de seus mlertisei.
yno qoerendo ... eiopreiieiro l-'urness, receber a
buha disapropriada de tilinga pur Providencia nAo
se dirigi logo a mu,mas sim por meto do grenle da
coinpauhia de deaapropriarAo. O'ilO agente uua per-
gunlou se liuhainoa alguma duvida a oppor a nova
desapropriasAo em lugar da ja" feta, e Ihe responde-
mus quo lim, mas se lussemus ao menos aproxuua-
dainenle allemlidos na in.letnnisar;o dos prejuizo*
que ludamos de lelfrer, duvida alguma leamos em
acceder, pois que pieferlamos una eunrorJalo em-
bora cum prcrjulto, a una lula contra lao poderosa
companbia armada de puubal (jo poleruso.
Pedimos depuis a agentes da ciuupanlna que mar-
caaiem a linba que qoeiiam detapiopriar pura dar-
nios o precu que axigiaui Bol declarisse.nus, pur que
nlo sal.iauio.se leriam de seguir a linbl dos lor-
najs. rasada a buha pelo meiu do valla, indu eu
Irai r com u iimlez Woed superintendente, pedi-tue
S:0(X)JOOO rs. e elle sem perguntar-me a razau por
que e .em indagar de alguma eircnmalaneia, re*-
pon teu-iiie que la maudoi-iius cilar para a desapro-
prtaeSo.
E bem fazia em nAo querer conhecer a razAo por
que eedi lal quaulia, porque se Iba aipoMfte Ihe
innilrana que a desapropnasao valia mais do dohru
de lal quaulia, e elle seria odngano a calar-, ; sim
a lentaltva de Iralarem ainjgavelmeiile cumnosco ful
uina farra para preeucher uina formilldade, para
cun a rapa da le, e de lo io lora da le, puder-se
nos roubar a nussa prnprieda le.
Em consequeucia disto, senbores redactores, so-
niu-ciladus para receber duus conlas de res e mais
preta e seus emprega
sobra mis he que cebe a rousrquenria da desaveusa
entre os ingl'zes, e do espirito unsquiuho da ulguus
de laes empreados.
Assim, aenbores ledaclores, nao nos suje.ilamns a
esse burlesco proGeeio ; deixaremu, que a cumpaubia
livr*meulc e sem eirecer de desempalador, lasa a-
valiar a desapropriacAo por qoanlo Ihe pairear. .Nao
daremos um paaso para lelo, e protestamos centra
qualquer arbitramento ; e vamos euliar u lula que
qui/eraiiius evitar ; por que para evila-la etlainnt
dispoilota peder mullo ; mas perder ludo em bene-
ficie da companbia uu dus empregadus da coinpauhia
que eir r.iin, lal nAo be possivel ; antes nos adra-
mos a empreza arriscado de lular com ui giganlas.
\ amo nos o[.pr a essa deeapropriacjto, porque, co-
mo ja' .liase, a tompaahia alo lem malta direito de
r-ze-l por qualquer precu que lije, uuii viz que
n" .eja de notea vonlade.
A ri mptnhil cenia rom os grande. rj|.ilae* de
quo diipe, rom grande proteccao ; nu* nu.tamos
rom a le*, cum a joilic.4 doi Iribuuaea du pait para
qu-in lames appellar.
Para i*lo pe,timo* vista da cd cao que recebemos
para raiilesla-l... O Sr. Ilr. jniz municipal auppleu-
le do Cabo denegou-not a vista pedi-ia ; aggravamos
do despacho para o tribunal da rrli.a-.
Em nulrn ..rugo mntlrare comu o >r. Ilr. J. M.
suppienie nos fez iii:iilic... mmlrarei como a coin-
pauhia nao lem direilu la I azer-noa *eguuda desap-
propriasAo em lugar de oulra ja fetla e ua posse dt
ciip.' leirenu ja se in-i-lira.
Cabu 110 di jiiubo de 1858.
Jos da Silva Ciiueire t.ui lures.
CAPULLO VI.
:A OBRA A CRUZ NOS DOIS MUNDOS DE
OSEI.I.Y OE l.tlBtib'ES.)l
l'er*\n delicada ao K.n,,. t fvm. Sr. /). Ilomual-
, Areebtipo da baha, Pri-
m* e Metropolitano do llral. (i)
S i-
, iConlinuasAo.)
Enlao espeaas Irevas iuvadirain a Ierra, romo pa-
ra omplalar e.las lerriveis palavras de Jeremas.
Aquella que deu a luz lirn alten ida. para ella o
ol puz-se ao meio dia (1s O sol obseorecen-se (19)
e eulrelanlo naquelle anuo nle hoove edypee al-
KUin. Conla Phlgun que un >{>>.' ulympiada fqoe
corresponde ao auno 33 d< era aciual) houv o mior
cclypie do sul qua ja' se viu, e que meamo ao melo-
da a* estrellas appareritm no ceo. Dainonalrando,
porem, a astronoma que unidora eclypse leve lugar
naquelle anui,c--no< unpos*ivel denar de reconlie-
rer que a causa d'ea.a ohernridade inaudita tura lu-
leirameui. sobrenatural (20).
Huanle e.sa dnloroaa exposirAo de Jasus, aeu.
discpulos o aban lou.rain, dteappareceram o* apo<-
lolos : aii um veiu lazar c uipam ia no lugar do aup-
plirio a Mara entregue a' coosiernae -o e as lagrima*.
Expuslo cunoaidade da* turba*, Jess O escarne-
cido e maullado pelos principes dos sacerdotes, pelos
vtar.daiilea e per luda a populasao desenfreada ; elle
*e ludo iato, e ob.trva que oa aenadore*, os eacri-
baa, a rasa vaidosa doa pliariieus, irnicamente re-
ferem na* propnaa palavraa. Um zomham o aeu
titulo da l-'iilio de Ueoa, oulros do de Kei dos Ju-
deus. Uirigem-lhe os ui i. ridiculus dicterios, os
mnlseructo msullos. Jeius esla' mudo como o cor-
deiro. Qaanda suou, purcm a nona hora, elle pro-
nuuriuu em alia voz aa primeiras palavrai do psal-
mo vigeainio-primeiro, que davia mil auuua fura ins-
piradu ao seu real antecessor Uavul, e em que ae
arha prophrlicamenle de.cripla a rel*sao do que se
pasaava naquellea momento*. Canil admirivel Era
jusi-ineule ilf,,i pasaagem dos I vros snelos que os
innnigus da Jess parecan! aervir-a para proferir
arcasmos coima o Chri.lo, e lodavia nlo rompre-
heuderain a allu*Ao des.a* palavraa : julgaram que
elle i li.unava em -eu auxilio ao propheta Elia.. Ani-
da aqoi astas palavras de Jesua tetro nma dupla aig-
nili. aeao, porque, alm do qoe india esse pselmo
onde sua h alona ae encerra, be lmpnasirel denar de
recorihecer n'essaa pelavras um grilo c 'alma que se
levanta da Ierra ale o Himno do Soberaoo Pae. Pa-
ra que de ludo se eumpriaae a ultima expressAo pro-
pbetica, Jessdeixou depoto escapar e*le anMSUcJtO:
o lenbo seden ,-J| Inimedalaiuenle um homem en-
sopou em Vinagra urna esponja, alou-a em urna ca-
nia de byasopo (22), e apresenlnn-a asum aos labios
du tuppliciado. A olTerla d'essa bebida, I man au
eanle e injurioi. de loda*. lu, pois, o dirradeiro
ultraje tonlra o JJaMo que eslava a expirar. Eulau
elle declaruu que iu-' vi cousumina o.
Elevando a voz p-' -a vez. Jeaus exclamou :
"Meu Pae, as vossaa entreno o meo espritu,
e incliiiou a cabe.;a e aapirou. lie repente a Ierra
e-tremeceu us teet eixos. e o rchelo du Utlvano
deapedaeou sa rom urna violencia tal, que a gtologia
ale hoje uAu lem podido explicar us vesligios d'e.sa
Irartuia, anida visiveis apnz lanos, sculos (23).
Ita-gou-se em duas partea, de allu a baiiu. o veo do
"enetunno, comu para sicmir- r que nesde entao a
heranra do sacer loen, eslata abolida, que o aauclua-
rio nao cria mata a proprieda le palrimonal n'uma
iribo, de urna caala. de una familia, mas ia ser pa-
lenleado e franqueado a ludos. tiuin ell'ilo, boje
nao ba mai* um ... mjslerio que nao aeja commum,
que nao lenba o inesniu raracler para o'fiel e para o
padre : nada esta' reservad., no dogma. Ne dou-
Inna de Jesu*, assim comu na creasAo, tudo diz rct-
peilo a lodos.
E emquanlo o enrpo exange di .1 .sus Christo es-
lava pendente da Cre, um hornera dessa occidente,
para o qul se bavia elle vallado, o centurin roma-
no, que roinmandave o dtslacaminloencarregado de
inanier a ordem durante a execusio, declaruu que
esse suppliciado era verdaderamente o Ftlho de
Ueos (3M) Assnn, o OcciJenle, exprimindo-ae em
sua ling.iagem que a igreja ealholica anida doje tal-
la, asuma a iniciativa e proclamava o pnmciio
ponto do cbriilianismo : a divina bliasAo de Je-
soa. NAo omitamos, enlrelanlo, a singular coinci-
dencia que se da' entre a dora da crucifixao o a do
ultimo auspiru dt Jeaos : das nove doras da manbAa
aa Ires da tarde. Era a essaa doraa que lodoa os dita
se immolavam no lemplo, o* doos eurdeiroi do SA-
CHIFICIO PERPETUO, um as uove doral di ma-
nbAa a o oolru ts Ires, depuis do meio-dia.
Ijuan lo as soldtdoa, depuis de haverem quebrado
as pernas, .eguu o o eo.lome. aos dous inJleiiures
qoe eslavam cum Jesui, vieram ler cum elle, nao
o feriram cum a barra de ferio, porque reronhtee-
ra.n que ellt eslava morto. Para rerlilieir-se btm
dllo, um driles, pegando de urna lan.;a, penelrou-
Ihe rom tila o peno, donde iminedialaraante rebeo-
luu agua e"angue. Assim, foi Jess Iraspassado naa
cinro partee do aeu corpo, a como fendo para as
cinco grande* regies da trra. E lodavia seo* os-
.os nAo furam quebradus, porque, aegondo a lei, de-
vino permanecer inlarlua os ossos da victima da
salvaban, do curdeiro pascal, signal de livraineulo.
Importa nao deaprezar nenhuma destas circuns-
tancia.. Sto estranho concurso derrota ai t.xplica-
ees da plulusophia. Nao pussivei nrgal-aa, e eu-
lrelanlo niiihuma razAu da para eonsideral-as sus-
peitaa, pur quanlo as prupheeias piecedem muilos
seculos a viuda de Jesui Chrisi... t) historiador sa-
grado, qua cmplela aa uarrars dos tres prt neiros
evangelislaa, presenciou comu lesterauuha occular
lodos esses fados.
Agora que a veo do lemplo esla' de*pedisado d'al-
lo a l.aixo, que loda a invesliga^Au peru'iilli la no
Sancluano, cumpreheiidei us esplendore! da Cruz,
incauladores para a fe humilde, maa invhiveil aos
prefinoa, e ignorad. pelo paganismo, que. podo
venerasse dieruj-lvlicamenle esse svmbulo, nAo podis
penelrar-lde a var adeira siginlcarao.
A |ui rerebe sua explicae;i..| o rullo Religo que le
fundva iuleiramenle no dogma da Expiara,, pelo
angiie. Sem a iiumolacao do Justo no Calvario,
as acoll perinauereria iiunlellicivel ; e fui lambein
un Calvarle que a Cruz, ale enlao iinagim conlra-
dicluria, insignia da iminortalidade da ullnna
ibjersau, revelou ma lignificaoJU) celestial.
Kerordae-voado que dieeetBaM anie a a.peranra
do .M.-aias no meto das naees, (i",) do que lia pouco
expozeu.os relalivame.il,- ao signal erucllero na gen-
liltdaoe (***;, a vede se fui ao acaso, |e sem urna
latdet prophetitai, os emblemas luerancos da anti-
-g.icoe* produz da. da parle a' p irle, e um cont (que recbenme pela desapropriaco da
.P. P ,,.'''.'""a "*" .a fo- 'pri.nc.ra l.nl.....,u par uomearm,,. neeiot arbilrot
......" "r'l'".' eila com ofmso- para avaliarcm a terreno que su quer desapru-
'gir o abuto, cuja eitdencia preiBD-11 r>r.
., ,. He como tu ja'disaa, a boltl oa i vipa.Oi arbilroi
I I. r. eolaeclor provio. ial di da coApanhii lio duas pttsoia moilo tulimia do so-
is i.bagas Sdguetro, foi apeten- parinlendenla e do ludu inbabililadoi pan conhecer
cnitorin iade cun a ao- lerreuoa agrcolas, oein para pasar todat ae eirenmt-
103 de (ida abril launa do daino que us causa eaia dtsaprupria-
I ra-..
I Jos de Aievado ie qne Ihe nao convitih.i louvar e emr*soas ha-
' de rolled i pro_ bulladas, (jue larlo laca arbtioi '.' falv" aere-reu-
poriarii .la n apee- I l-'in maia alguma ni rula quaulia pura Ulo se sentir
lada d* lionl-m. I qnett cingein lo preso uflerecido, cn'dora oeo ar-
ena leaiia jo.licii- I.itrio leuht de ser suggaiido mu depr 'psito; lalvez
(!) A illluencia de llgnmat ocrupasea ruin que
me trullo \is|o aobrrcarregadn torgon-me a interiora-
per a publicarAo dett* Iradeccjle, cnji primeira par-
le ja saino a' lot por sle eDiahoe. rsapero, porio,
continuar e contluii ote meu Irabalba ruin a brevi-
dade possivel, nma VIZ que aquello embaraco ja' se
acha de alguma surle vencido.
A. f. de Torres Hundeira.
IS) Jerema*, rap. XV, v. !l.
(19) ..Nesse dia, pur-se-ha o sol an mtin da, e a
luz. fictra' uhscureridaii. Aiims, cap. VIII, v. !l.
(20) Rotell] de Lorgoea, Jess Christo erante o
serulo. I.".a eriijio p. :iii.*).
(21; l.ord K\rnn'(.|ieeiu-me agda assim grita o
desgrarado !o olas.
. J il que he essr bv-opu ? oSordea pitia rapra-
de um movimento Iniliaelive, de um* i lea Ulve
providencial que u foi csr arenda e perfeilamenle
coinprebenilida depon que J*u Chrial,. reveluo
aus hoineus todo, us .eu. myitrrioe, e lodo o valor
Iolrinticea real d'essa mesma Cruz.
Ilaaia mu preseutimenlo de que su a Druz Iraria
a salvasaoda lium luid le. que n'ella devia morrer
encr.vado .. Salvador de lodos os homena, que tila
-eria o iralplia o e o nomega.i) por a-nm dizer, da
snencia, alcm de aer o emblema, por eicellencn,
da verdadeira rehgiao : a esse preaenlimenlo pas-
uva de Rancla am gerasAo, como una beranca
iradieinnal, cuja exiitmcia mais ou menoa se d.s-
bgiirava lias sombras da idolslria e do p.g-nisir.o.
todos os pnvna, oa Chinete, ae Chatdeai, ns \.-
vrius, M Persas, os Indina, oa habtenles doThi-
bel, os Egypctos, ai hordas barbaras d'Afriei e d'A-
sia, alo us aelvagens e lulos o potos da America,
irianlinham e cnns.rvavam esta erenea ; e especial-
menie a' reapeiio rfeetee ulimos verilica-se, con
cravu, objeclo de horror
doa es-
dt deiprezo, transforma-
dlo prsenle 1 principal queilAn; mas fcil da ver
como o diz o proprio escriplor. cujas palavras ha
puuco referimos, que a hypolhati que por ultimo
adoplamoa nada lem rom a arle da navegaran. Alm
de que se peder' lalvez suslentar. aegondu muilo
competentes aucloridadea. que a boaaola ja' ara co-
nhecnla petos druida*, aulet de ser descub-rta na
1.....lema Europa, e que c ura erro allribnir MelBii-
vameiile ana inudernos a solucan -obre a sQi aib-
Itnca, compre notar que. se adii.illir>uu*H, ro.u-e-
dermns por um pouru a transmigrarlo de colonias
alravez nula leguas que, comodi-siuos, afa-i-m a
ladana da Auieiica, deatpparece lodl asupnosia
ddliculdade que ae oosturuc epptVr a' idea de lee n lo o
Novo Coutioeiile iiriuntivamente povoado e habita-
do por Indos uu uacoes da Asia. lia tres mil an-
us, diz o ciladu eacriplur purtuguez, que as fro-
(i taa de Salomo. sem auxilio da bussola imporla-
vam as riqueza* da ludia e de tota a ro-ta men-
cr diuiial a occidental da frica em cursos ina.ilunos
-----r.---- .. fc,.fc, u,-i.i...a ,.v,-m, vuxtw .......- > ,,, l u a v i 11 d e II. U r SOS lll a l I ( 11|1 o S
i.em netl o propr u K-iselly de l.orzues, a adiada que duravara auno.. N'asae lempo, a maguilicen-
de crozea e a ioieripejfa d'esla insignia arrosanla
em varios monumenlus, anterioras em exisltucia a'
poca do de-col,rmenlo da Aineriri.
Tais sao at Cruzaa que o. lieapanl.ei arbarain
no paiz da Cibui., arvorada lobre lerreoos reli-
giosos, e guarnecas de grnalda feilaa de flores e
peinias : as grandes cruze* donradas peloa povot de
Yeeatan : a cruz eorerrada, na ilda de Acuzamil,
I na dos impera lore. da China egualava a de Sa-
l loinAo, a c vero.imil, s ama historia nao ha qoe
n no l'o revele, que do norte da China abalaisein
u frutas, come a do Itei do. Jo leua que aporlasseni
na America aentenlrioual, qu lam punco dis-
laole Ihe tica. lteerm,lo-se a's decebirlas ca-
suaes, proporriuuadas por urna tempeslade, a que o
proprto aoclor de /mi Christo peranl o reculo
VntycQtfcj >
VMA LAGRIMA.
Sobre a morfc do Sr. Fulgeoc
sos Miranda\oler te ptoliin.lo do, ao seu .
pai, o lllin. fc Ihmuui'os
Muanil-
"'. so desabroch
-' lera
n um lemplo lodo fabricado de pedras, e as de rae- longamenle cila, diz o meamo escnplor puriague
tai e de madeira qoa em ootrot lugaree ai viaiu su- -
bre oa tmulos. Anda mili i cruz era guardada
pal,,- rtis, no Per', no seu onlurio privado que
elles chamavam ahuncav : enceiilraram-se cruzea
nu Pariguay, ealibelecidas lili desde lempo imme-
uiunal. Em oulrus pontos do oovo continente a
que i. pelo mesmo tbeor podaramos cunjeclur.r p
povoiinenln da Calilorma e do Manco, puis ira.
n semanas bd-lavam para que um vento mpetu .so
a arrojaa-e um uatn- das cnslis dt Cuma a's occi-
'i denlata do uuvo contiucnlt. o
Prtsciiidiudu de oulrae eonsiderases que nos la-
Cruz nao so orcupava o lugar de honra ua cabana variara mais Ivugt, t de cilasti que nAo fallara parg
do chee, e as extremidades do seu navio, para ; a queslAo presente, basta-nos Irazer para aqu a*
rou]urar-lhe as lempeaudea e o naufragio, mas ale, prepriai palavras do aabio aodor da ,-rn; ,is atottl
us.vaiu d ellt em aeua vealuano*. Iraziaiu-n'a un- i mundos, as quaea, leuden lo a mostrar qua a Cruz M
preasa em si, assignalavam rom ella o berso dos li-] poderla ser condecida na America, antea da sua des-
do*, os lugares di pesca, da casa ele, e anda ai tubera. em cuusaqoeneia de urna revelasAo pnmtti-
levHvam cmsigo para a sepultura. Seria pueril, -
como bem observa o raeamu eacriplor que citamos,
atlribuir eenamenle ao acaso a veneraste do Ame-
ricanos pela ligura da Cruz, por que bem pu n- ra
"lies ler adoptado de preferencia qualquer oulra
furraa diflerenle d'essa; a haveudu um aocordo,
um concedo uuanime entre lodus ellea a lal reapei-
l", havia idenlidade de cauea. O celebre liarlo de
lloraboldl, esse grande saino cuja irudirAo c para
admirar, assim ''exprime, lefenudo-se a esas eru-
zes eucoutradas na America : As cruzei que tanto
exnlaram a rurioddldl dos cunqui*ladnrts ein Co-
zumel, em Voealau e em oulraa regies da Ame-
rica, uao sao historias de frades.
I.lo, poim, nao nos dte sorprender, primera-
mente pur que he fcil de compreheiider, o' vista
da historia, que anles de se desenvolver no man-
do a idolatra, muilo anle* de nuneear o reinado do
paganismo, lias eras primitivas, datera baier urna
revelasAo tambera primitiva, um ensillo geral e
verdadetro, que s pelo lempo adianto, ..lenla, a
perversidade c a ignorancia dos humen., ae potera
ir desfiguraudn; o ique marca us pruneiroa seculos
a inir.ijuc/iu da verdadeira le, e a violasaod'ella
comoorisam fundamental dos nlos pagAos: e idola-
tras. Nam puderia ser d'oulra sorle, pur que Deu*
c a providencia, a como lal ne te pude0 crer que
desde o principio ebandonasse o liomem loda a
casia deeire> a Iba nAo revelaste e mimfeslasse
urna doutn. erda.leira : iirovain-n'o a sciencia
profaua us livrui lanclua. Tudas as eunsideracoea
concorrem para cada vez mais coulirintr-nos* no
prnsameiiloqoe eeguiraos, e para receber como in-
coulestavel a idea profunda de um disnnclo eacrip-
lor doa netaoa din, quando aflirma que as trali-
Si" do mondo uaiceuie nle eslavam perdidas, e que
a idea religiusa, a lea moral nle c o'aquellaa que
morrem cum ai geraroes. Em segundo lugar. nAo
o para admirar que ente 01 Americanos essa'crenca
ou Iridelo exiiluse aulenonnenle a' deicoderla de
lodo case conliutule pelo. Europeua, ae alleuder-
mos que a America nao poderia permanecer iguu-
rada e descundreida durante lanos steulus, i meuus
anda siqueslrada loa iDfluxos da aesAo providen-
cial, por quanlo, fazendo ella tambem parle da Ier-
ra, devora eslar coiiipreben.iula n.ces.ariameule
nos de-linos de loda a rasa humana. Pan as Euro-
peus, verdade, p.inrtpiuu a exista de certa peca
em diaule ; mas qoein nos assegura que sempre
fnra assim, queja' ulo existi ante.? Surgira el.A
d um momelo para oulro du seio dus mares, nu
sena formada depnia de ja' exislirem a Asia, a A-
irlca e a Eurupa '.' Taes hypolhates, alm de gra-
tuila., seriaiu ndicolai e ale auli-religiosis, e a pre*
pria scieuna dos geographus. dos pdiloaopln.s e dus
ualuralislas vem em apmo do qoe pensamos.
E' hoje um poni quasi atxolnlameule prova-
do que a America, mullos sculos anles de ser des-
coberia pelos Europeos, fra povoada por homens
viudos d'alia Asia, do solo primitivo. Alcm das re-
lases do pililo.opho Haleig do llespanhol tiumilla
e de innitii- oulrus que Knselly do Loraaea rila, na
sua obraJesoa Chisto parante .. aerlo, como l*.
leiaundos in-n-peiios d'esla verda-ie, por que com-
provam a grande e nolavel conlnrmida.ie qoe nalu-
ralineule se observa cutre os indgenas amerieani.se
oa uialaioa e o. trtaros, uo que os acompanh-ra -Mr.
Samuel Mitchell, prolessor de historia natural em
New-Vork, e n Miuislrn Plenipolenriario da franca
nos Esladoi-liidus. Air (ieneal, lemoi a gravi**iins
opm Ao du sabio qoe ja meociouamos :llumdoldl
provnu de ura modo irrenstivel que uu Meiiee ae ea-
lab.leciram povos oriundos da'Asia. viajanle*, diz anda Roaelly de l.orgues, observaram
nos habitantes de todo o continente es caracteres e
fiiSes disluiclivas das rasas malaxa e taara. En-
tre os Sioux o os I arlaros a idenli'dade de origera c
inntgivel : a phyaionomia, a lingua, 01 costurar-, o
modo por que rapam as raberas, e com qoe em cer-
tas occasies lanenu o fumo do cachimbo, no-l'o es-
tAo duendo, s
yue diflicoldade hatera n'islo ? l'im vez prova-
da a erigem primitiva do genero humano, e firmada
a idenlidade daa rafee, a partir do me*mo tronco,
de um pai commum, da mesma origim, o que a pro-
pria phyiolegii esla' bem longe de dnmenlir, pare-
ce que nenhuin valur poi.ui ler aa sediea- objecres
cora que philusuphanle* que rheirain a diacipolus do
apostlo de Femey e do lophisla de Ginebra per-
(tndem negar a exislencii de rovos no continente
mericauuqae proviissem das resines da A-ia.do berro
primordial do geuaro humano, e que dillunitissem
sobra aquello paiz urna eiviliac/la sua, muilo ante-
rior a e*se eslado em que depuis o acharara uaregau-
lea europeua.
Estara' a diffiroldade era se acharara separadas a
America, a Europa e a Asia, por mares unmensos,
em se achsrein i,n> dislautes os puvus das Ierras aos-
Iraes '.' liaveria imposaibilidade em procederem lu-
des esaes puvua da mesma origem, a em si Iranipnr-
lareui d'um para o oulro cooliueule por emigras.s
cunalar.le* ?
Oucamos um illuslre cseriplor porlugoez, o Sr.
Camlllo Caalello-Branco que lal reapeilo falla
ralhegoncainriite ipoiandu-se nos Principios
da sAa Plulusophia u obra du man subido me-
mo.
,. Com um inappa e tim enmpasso, diz ello, de-
', inoii. iia-se que a ettremidade mai* i .ranla! da
B Tartaria moscovita uao dista mato que Innla leguas
mariliraas da cosa man uccidcni.il da America
o aepleulriunal.
Sena naeeuaril a apparisAo de om Cbrislovam
t.ubuubu que leulaise culre os seltagens una via-
ii gem de Irinla leguas J Os aelvagens do Canad,
era enripie* rauai, arroslam nos seus mares malo-
a res dilliculdades e dislannas. Em redor da nova
a Xeuibla velejara frageil chalupas que vem ah du
i. mirle da Euiopa e da Alta aiiuualmeuia pescar
balil, Tain (acil serta aos trtaros poxuarem a
c. America septentrional como aus antlgoa puvus -la
ii llalla ap. llorera lia lilla da Sardenha ou de
a Malla.
Os ualuralislas reronhecem a< grandes revolu-
,i ee* que Icem alltrado o uos.o globo ua -upe. li-
ce solida, assim como na liquida. Aa tampeslaf
des, os tremores do larra, e aa mutasoea de ceii-
.r 1ro de gratulado, e as deslucacocs martimas sAo aa
s canias ualuraes d'esaei pheiiumeuu.. I'oderamos
,< mis allinnar que esle globo ha Ires mil anuos li-
li vesse as divisos terrestres e martimas que apre-
tenia hoja 1 O pequen brasu de mar que separa
m boje a pona criden la I da America seplenlrio-
,1 nal da pona oriental da grande Tartaria, nao se-
c na Ierra lirmo oulr'ora '.' Noa seculos posteriores
o ao diluvio, pudemos nos cerlificar que uo exi.li-
.. rain plagas solidas entre a Noruega e a Isln lia e
a l.roilandia '! Os plnlosophoa, na massa do nada.
0 viram a onda do mar eobnr essai povoare* coull-
nuas e cnipir as praiai os sena deslmcos'!
A America, por ruusequauria. p.'ole ser povoada
1 ou pelo noria da rusta oriental d'Asia.uu pelo nor-
le da cosa accidental da Europa.
Alenla, eslai observar.ies. o fcil de comprehen-
.Vos deiennve
mais bella qua Ira da vit ,
nni pai exiraiun.o, blito '
Fulgencio dos Pasg-.s Mu,
etilermilade inexoravet e a
ininiiga dos anuas verdes, p
na. Anda ala ha um ai no,
como elle, e como 'Ha enferm
lio Arar.cn' a saode de om |
succuinhm o infeliz A mesma
de seu irmao Ihe he impiala. a
.*ines*a para o Araratv. ende. 1
milia, conloo oa extremismo!)
pelai cusios,.* e dnlorosis expira,
que se dissulve morrea lambe
dos E o pai '. Ilumens que n
lii- .'o, do Calvario, que dirn v'
drsapparecrr ein meuo* de um ar
ri-lo*, era quem repou*avam suass,^
rancaiB, -s nica, illu-oes por ve
lavara obre ela Ierra ? Cumula
t) amigo grato e dedicad que e
ggravar a sua dur eam as phrast
quaia mi.lura soa* lagrima* com
de-lha a man em signal te do, e no
so dessa pranlo supremu apenas Ihe
aoouvidorasiznacAo ;.. essa, a na.
lude do Evaugelbo.
^^-" *'-*S -m peofflp
ATTKNCe.0'. ,s iii Ka
Jos lo para man.lar Dar o prelo Reg pe "'
criiiturar-,a.> Mercantil por Partida so'
das, combnalas com o presernto-a 1
tugo conm-srcial. fcsta obra uo -o,
tiMti as rogras para seren escrinin.!,.
Iivros exig los pelo referirlo co'lij.
t niibein os livros auxiliares (Jo acc >r"
o ilizerilo lllm. Sr. ronmen la lor Hcili
tada, como .le sua carta ebaixo), assim c
conten os usos e estylos das pravas do
pari, apnrova los pelol respectivos tr
mes do commorcio, na couformida 1
art.-26 do regulamento n 738 de 5 des
vembro de 1850 Nada diremos resneii
iitiliiUde desta obra, visto que, bem
fallam os seguinla documentos dos Es
Srs. director geral da instruco pub'ica
Joaquina Pires Machado Porlella ; Di. ju
de direito especial do commercio, Aitselm
Krancisco Peretli; rommendador Joo Jov
de Azevedo e Mello Pitada, que se acia ne-
ta ci'le l.i, commercibnte de grosso irato ui
oraca do Kio de Janeiro, onde frequenioiJi
aula do commercio, eobteve a devida ap-
orovarjJIo ; Antonio Marques de Amoritn,
coniuierciante de grosso trato, bem coobe
cido pelas suas luzes commnrciaes, com
demonslrou na astsemblea provincial, por oi-
casio da discuss3o do projecto (do qual lo
autor) de urna aula de commercio nesti
prace.
Subscreve-sc a nOOO ca la cxemplar, bm-
eonliecida, mai al povoada seeulus mies de seu des- I chura, pagos qnaado for anounciado liavr
robrimeulo ; porque d'uulra maneira se alo poderia ] nuinero sullicieilte de subscriptores. Kua 1 i
explicar tssa harmona de leulir e de pensar, essa Cubo, casi do autor (casa sem numero de-
Z2THL u."lso"a'le dfa' s,,bre um Peutoimper- fronte da casa n. 24), aterro da Boa-Vista,
denudad, completa de culto.de1 |0j, de f.tetties D. 4. prxima a p.nt-.ilu
Sr. Julio Cesar Pinto de Olivoira, Passeio Pu-
ta, concorrem igualmente para demonstrar que esta
pul" do globo f.'.ra coohecula e p mal. i|e. i. <
mus re-nula aoiiguidade. Por mus mvsleriosn
que teja esa. faotu docoliu da Cruz, em" o nev
uiuudo, anleriurinenle a Chrialntain C-dombo ,
diz Kostlly de l.-uguei, n elle c cuoslanii, lutubi-
ii lavel. As Iradn.r. lucaes allriboem a sua in-ii
luieSu a homens estraugair..*, cu|o* caraclere* e
'< aiguaes mdieam a ra?a caucasiana. Esse emblema
nao foi invenalo, deriva de um doga mais an-
i ligo que a popularan americana E.se dogma nAo
Tul imaginad,, uu inleriur daqoelle uuz, teiu de
o Tura. Nao em o novu continente que ell lem a
a razao de sua exieleucia. Parle de urna o, lem de
a idaa mais anligl : deriva do aulo pninilivo, da,
Asia central, da mai patria. E" urna irapoilaule
~ revelaban.
O que nos deve admirar, tobreludo, qoi aeja
eisa a nica fisura, a' reapeilo da qual lejaiu una-
nunes as Irad.rrs em altnbuir aurgera ao amigo
inundo. Eumniran l-.-se ella entre os Mexicanua, ns
Peruauus, os seltagens, no meio de tribus de oer-
reiros, de hordas d. pescadores, eujo goveruo, reli-
giao. coslumes e linguagem erara inicuamente dif-
luentes, au pussivei referir soa erigen, a' iraita-
5iu, porque todos esse. puvo* se disliiiguem por seos
aracterea de uaciouabdade bem ditersaraenle pro-
u,melados ; ., na po endo partir ncui da publica,
nem do commercio, nem da amizade, c nbaio qut
u pode proceder ,ie om. cao.a geral, a qual foi ne-
cessananienle anterior a's emigracues que povoanm
u roulineute lran*allanlico.
Eia-ahi provada de ura modo directo, e, I nosso
ter, c int'ii l-nie, a existencia de urna tradu.ao rou*-
(ant. a reapeilo da Cruz mesmo entre oa pnvo* geu-
''"* : Bis-alu pur oulro lado provado, mo inenn.
logicameule, u farlo de lar sido a America nle so
(ante, essa qua*i
erooea ruin narai separada* por lana, i.gua* e pur
laoloi mare.,e ala ia mais por lam diflereutes costu-
me*, leis e relai;ea polilicaa.
Parece qQe eslava poataldl des!, pens.menloa
Secledade Keal dos Antiquariot do Noiie, em C pe-
nhague, quando se propoz demousirar qu* a desco-
berla da America rrmunla au 10." seeuln. que a Bleo-
tea dos Scandinavos he qoe se deve este feliz acoo-
iecimeiito. a que o celebre genntez Colorobo rol es-
pectalin.nle excitado pareen idea prolenna para era
prebendarloai irrojada expelu;Oe. ,Anliqoilates
Arntrieauos, r'vi eerlpioret teptintrionale rernm
aiilt-columbinarura ni Amirioa. Edidil Soelelai
Heaia Auliqoariorum lepipnlriouabuin. llafoia
1J pis Ullicimr Scrullziana, 1837.
Pono de parteo que ha de ceno ou de hvpolhrti-
ro ii e-la queslAo, e sem que nos propinhamos de-.
fainler tule. e*l. do qoe aquella opintao sobro a ep.i
ca fixa do deicobrimento da America pon que mu -
los esenplore*. cuino Washington Irving, na su a
"lli'luria di Vida e das VllgtM He Clin-lovaul Cu -
lombo, oppe .Lvidas a ene faci, eemo H v Ir
um erudito diicorso prufen lo pelo Sabio Briiiliil-o,
\ isrumle de S. Le -pul lo, na qualidade de preside ,_
tr d [mlilnle Histrico e Ueographleo Britilei ..
em 1839 [Rev, Trim.do Intl. i.- Tnm.de 1839, n.
i), na-, podemos denar de recunheerr, ntrele! lo,
que d'ahi mesmo *e pode lirar arguiuenlo para pi-o-
or que a America era ja' conhecida em epore ai ,(e-
rior a do ceu descelninienlo, como geralmenli.ee
peine. Aquelle* lllutlradet ..criplores da Sorie ,'ade
Keal dos Anliqoarius do Norte eslavam, poia, ron-
vencidos de 'que a existencia da America d acia
de maia reinla antigoidade ; o que de lien huui
modo se oppoe ao pen.ar que seguimus, fumado s em
boas autoridades, tu he, que o NovoCotilinenl e lo-
ra cmbrenlo era periodo mullo anterior ao q ua se
lili lixa como principio de sua existencia. .-., .
Srandiuavo. no .crulo 10 j tiiiham desroh e.lo a
Ajnerira (admiltamus pur hypolhe*e) he porqipe ella
ja'eii'lia anlea, oque pr.iva que f.'.ra auleriorfnienle
povoada e habitada, o que, alera disto, comente ooin
a opiniAo tara plenamente rundaraenlada pel|oa es-
iriplures qoe uu correr desla noli levamos citados.
Sa assim he, esla rlaro que muilo valor leeui as
raz.Oes ponderadas pelos prefinido Knselly i| e Lor-
gue, quando sustenta que a C.uz, patente p ar urna
irada u commom a lodus os putos, percebiila alra-
vez de ura preseutimenlo geral e quasi uisliuclivu
por lodas as nares ronhendas, tambem fura presen-
tida peloa potos da America, no meio das Ir ibui ael-
vifieiit dos indgenas do Novo Muudo, islo aules
la e.....a do descubrimentu diste vasto c. mmenle
pelos Europeos.
Uemais, para protar quanlo he verda leira essa
opiniao da universalilade da crenra e vt narar;au a
re.pelo da Cruz, entre o primitivos hab liantes da
America, e para demonstrar que muilo be m podiam
oa Americanos, anles de ser o seu ternl io titilado
pelos Europeua, ler o conheeiraenlo o e
qoasi providencial da Cruz, comu ni
demp^Ao do Proftreaae (o que se der
oulro. potos .nuda na infancia tcitilil
algumas razoes que a propria rebg.ao
repellir, que a phtlotophii aceila e q
ua experiencia a us l.-sleiniiuho* da l,
De leilo, fura fechar o* olhoa a' vei
falla una monumentos historeos e
deaconhecer a exIensAo jirodigioaa .
Apostlos, d'e.ses homena exlraorile
ful cuuliado por I)., a impnrlaulissiii
var a luz e a civilisacAo a tu tus as r
du gb.hu. Esses dispensadores e mi
lei, que, esclarecidos por urna rev arao, por urna
iuspiraro luda sob.ehumana cele ,'al, se furam a
pregar a verdade a lod.-i os povos narnes, conli-
nliam ein suas maus os desdnos da ,j< humana, a,
por assim dizer, .rain os represe; (.de Altmimo
em a nova crear.lo emiiienlemenlo ( pnlual. com
que iam rehabililar o mundo moral. A historia
n los inoslra empeuliados n'eaai mi .sAo augusta que
faz um dos mais sulnlus e bnlhanle fundaraenlus di
grej.i, e que e para o ehrialiaoistne u-a daa mais
furles razes de sua nniveria". 'ade e perpetuida te :
vemui-os fervidea naturia ce Man le dea interettei
da Ierra Com lis inleres.es .i .ma urdem superior,
ancoso- i,,i ,'ulgaiisirfio do* prinri| 'o. mais litis a'
sonedade, quaet infaligaveis all las na be. qua
Ihe* abre a' ra la pasa,, a prepulene a dus duinin -du-
res du dia, ou a hrulalnlade inslinc Uva -la papaliea
Ignorinle. Vicloriotm sempre, leva m pur luda i par-
le o eslandarle da Crui ; a, ronqi u.lando pela voz
blico, loja de fazendas ii 11, dos Srs. Per-
reir j, Cruz. N. U Para as pessots que av
siibscreverem, o preco sera I5 cada exem
piar
lllm. Sr. Jos An'.onio Gomes Jnior.Kes/ ,
lituiiido-llie o iiiuuuscnplo, que V. 8. teu-..''
ciona publicar sobre as. regras para a escri|
TcafeSo. uierca.nll 'ior .-*"''o- cumpiiiie'u,-j so agra-lece?*JVI^j(dcli'
rencia que se dignou ter em mostlinii,
como dier-ihe francameule, que, com
quanlo verso sobre materia extraulia 1 nu
uba prolissao, KCb.0 o sen livro escnplo con.
moilio-Jo, clareza, e in lividuaQSo. reelcea-
do-lheo mrito grande numero do adoqua-
dos exemplos de contas, c principalan-iiio
as referencias, e citiijes, quer do nosso co-
llgo cutuincrcial, e respectivos regulameu-
los, quer le avisos e decises dos tribun: -.
do commercio desta, e de oulras proviini .
Luibora iko habilitado para emillir jui/oi
sobro somelbante assumpto, entendo .|.i>1
da publicaciioda obra do V.S. resultara 1H1-
hdade para a tnocidade estudiosa, que se
dedica a nobre e impurlaute prolisso du
commercio.
Teubo a honra de ser de V. S muito al-
terno, venerador, e criado obrigado
Joaquitu Pires Machado Porlella.
ilecife 10 de abril do 1858.
lllm. Sr. los Antonio Gomes Jnior.Li
com bastante atteoe&O o seu manuscripto Rc-
gras de Escripluracio Mercantil por Par-
tidas obradas, combinadas com o pres-
en po pelo cdigo commercial lirasiieiro ;
aebo que Vine, faz um verdadoiro servjco
com a pubiicacio delle, a todas as pess'oas
que se quoiram dedicar ao estudo da escrip-
tura^ao commercial. pois que com todi ;.
minuciosi lade e clareza, espectOca os dill,)
remes modos porque se itevem fazer todos
os asseutos nos livros diario, razio, caix i,
ote parecendo-me muilo aproveilavel o seu
modelo de diario e raz3o, escripturados era
um so livro : assim coro tambcui o rnelho-
do fcil e prompto comjque Vmc faz a es-
cripturagao de suas contas com juros. Serira
porem couveuieuie, oqinic de mullo pn vel-
lo, que Vmc. tratasse ttom mais esoecilici
.lo, e mesmo esemplitilcasso, o modo dees-
cripturar os livros auxiliares, t5o precisos
as casas que iryram com negocios complica-
dos, nao so para csclart-cerem mais ai; guar-
da livr.is, ou esen itur.a -'o. como me Uopa-
i no caso e qualqer vida, da.- '' mai,
'oiiiptaiuentn com isfir>
j a p.iue.
.rus da nuva
C01.1 i^., .U (1 j ,
i'-ciio, he de cerque ostejam todas do v
cordo com o mesmo cdigo, sou com tod-
considerarlo o Vmc. ltenlo veraior"
criado JooJqjjj de Azevcjo e Mello Pui>
S. C. [ti du at.ril ds I8i8
lllm. Sr. Jos Aulonio Gomes Jnior.- ti
.,1 lo.me Pensal-o fura u mesn.u que ri licularir o
plauu da Provideoeii, oa desconhecer a impnrlan
la civiltsajao plantada no minuto pela (>uz p
angusla religi.iu que ella syiuboiisi. A Auetiea
vera ler, e leve, sem duvi.a. um condorior, un
guiador excellente e dislinrio uoe a inicia-.;-;
us seus pri.neuus lempa* no ro .b-riumilo da
le ; e u fcil roiuprehrn ler qu a .i'enlre esles \
lolus. veidalriaus pliuos-iplios para ludo o genero
humano, alifum s> detia d'slinar a vir pregar ..
Kvangelho n'esta parle da Ierra, que desle u nrm-
KIIVI lu m ., ........ a_ .. I.___ l.
llie
leua
lia.
de
o.1
\-siin apparecera ein lodus us pmilusda Ierra, pro-
roin m I o mu 01 I,mis idlni-reiilein, segundo llesychio. | der que au ha iinpo**ih li.b.de em ler sido a Amen- PBgem a nova dou Irma, con funde o 'S |iaixrs desen
va marrada para ..
11 para o q.a s.
-li" que na noile
tidnot inlr.du/i-
laii.bera al u.1u impollera ruin nenl,u"ia ronsidera-
.;.n e avaliini o terreno ein lies cu- 'lununii,,,
mil is-
*.1 u o -a po-- -se.nos su
' tlquer
bilros.
Illa-
II b\.sopo seria, runforme Ovidio, demidiii ah
iinmundo ovis vellera lOCCom. Plinto, B0 bvro
\\l\, cap. 2, deliui mais exactamente esia repoe-
ninle droga. Os rabes conheciam dua* twpeciea de
hyaiopo : um lecco. oulro liumnlu Glaudn Sal-
inasii, Epstola de Cruce.
,!S) Teaieiuunlids us vi-janles Maundrell, l-"lem-
mii'. Shiw, etr.
\ Matih. BvangCap. XXVIf, t. ;,i.
!, Jess Chrnlo peanle o leeuro, p. 340 a :l .
" Kefera-M o inclor 'ideapiincipil do tei
litio, a ,-Cruz noa iloil mundo*,., du qual Iraduzi-
nins esle rapiluln. e s explauaenes qne noa capitu-
lo! anteriora ja' li/-ra sobre u valor Kientilko ,
rel.'Kioto e pbilosopluro .la Cruz enlre ns genliol e
ido|.ir,.s. ti aro 1.....lamento capital be moslnrqui
a l.r,,/...-.-iin,la por ll-u. para ser u in-lriiiiivnlu
di sa/vaaU 1 do genero lium....... a da rivihsario n-
n.v.--a,, wa qu isi inslinrliva uu aules prevideneial-
meiiie ronlieci^' considera la por lodos us homens,
poi iodos .s noval e uaceet da Ierra, anida a* mais
'-rbaras e telvieeee, antes que a sua sit< tfira lu
niadelrn e myilici a,*set fus. palenl'nda per je-
lirislr e pela aUa ra rrli-.ia... lal era duvida. que ia' era r
'"" '*- in|.- ''nenia
a povoada e habitada primilivainenle por tribus oo i liradas, us interes-es miindanus, plaiilaiu nina nr-
familias oriundas do anligu eonlinenle, que Ihe Iroo-1 dem le coiaat iiileiramenle diverta da que se uiln.
leteein CMlumea, babllot, liugoigem 1 crenra, ost delira do mando com o espirita bastardo a illegti-
qua.s depoil ae dillon li--ein un,,luiente entre ns
aeus succe'snres e descendemos, u- indgena, aineri-
Canoe. K d'uulra surte au se podena explicar es.e
Celo, coiislanle na hisloiia, da existencia de princi-
pios e Iradin'.rs tul|ansadas all, muid, antes de ser
"ae no luieuie visitado pelos eurupeus. u qua de-
nota uina eiviii.ae.io primitiva, e coincide cura a
Idea da idenlidade de oni;eui para lud a humani-
dade.
progreao, 1 qoa su a boa nova .1 Mus podena dar Si desruuheca.nus anida por ..s.e lulo fr d.
\C'':!!!er."l"!*m^'.e"' ."T?..?. !U.,??-Ie0dor- "* P' '""'"nal ; a confesseraos que -,' -
lanles emigrares de Iribee viudas ilo ulo nr|n 1 ,
para Ameriei, eediffeeae prirnordial 1, d-, ria
evaiuebra enlre os intiaot habiladures deMle. ui'i-
iietile, pu-l-aiu lar conservado inlie oa sena de rfn-
, lentes e ore,..-ules e*se. Slgniet nanifellos 0-,etl-
-- heranea dr lradi(de> religiotai que n, pa-
.....iram. epai* eslava i.o destino da meem ["To-
mo da idolatra e dus riles pag,'MM, e por ludu iit
n.Ui podero deisar -'e ser considorailet como u* fin,
oraculoi da verdade que fallava pola boca de lodos
elles.
Se, putm, esses borneas rheiriram aos limites do
mundo enlao cunheoulo, se a lra\es.;irain lecie.
barbaras, ae se enlraiitiarain peto- amina e serlo.s
videncia linear mu. a eaphera d'essa civil,,,,-,,
cumerada, e ealender maii a inlluenria do ch-niia--
nisino ende ns puvua da America I e pur iss eraos
que. detcobrimenlo do Noto Mondo veiu abrir
urna ira i oda ilngolir pelo, aconiecimeiii,,, .i.e ,.
a loiiliDi oa liiu.a ainili m a a *
d'Afnea, se penelraram un irenlr longinquu .ia e 'et que troate, e ai nata m-it pelos effeilo.
Asia, i na meto de tolas ae 1 narnes e de iodos ot relativamente a religiao produsiu uo eaaio di i
lio mesmo pensar dealea esrriplorea c o sanio Wi- povot surguam o appare-erara nuilo verdadeirai la- '"''* a novoi e mail medernoi Apostlos!
s-n.an, .. qual na .ua precu.su.i.na obrallisrursns lerpreles da dnulriua ensinad pelo filil de Ueos, era sublime, por certo, mai e.a u,. ,.....;jr
snbra as relacues enlre a srienria e a rehuan rev- de quem erara elles discpulo! orgut ni di-, im- S4" 'P|endl 'a e maguiliea da roil.So
lada,prouuncia-ae em fa-o- da dn.iirina qoeiegui- uarloda boas Ideal e do. bfmi prnciuio. ; por qui H 1"1"1""- "'" '"bi.....las pintea de..
mos: uu entender -tete eminente phileeo b r profou- nSo veriam 10 mesmo temi, t
do lbeolog% o Americanos lembram oe Tallaros,* a le americano, que, segundo j'
existencia da Amerita povo.-ldl c habitada por na- m- a ,rr .-.intie,-. lo inuilu anle
e.irs ou tribus tu velbo inundo precede de uiuiiu loiEuropeui 1 Eataria a Ami
[unge a epura desua deruberl.i. rain, i que eslendil a lodus
[Sem se h le iirgumcolar contra eita oplniso com di.. .Ina i.no*lolu
a falla da bussola, qne entao. nos prii..... p rere le *' ''
resinas do eonlinen-
leniui inosii ulo, .le-
lo >(.r descobcrlu pe-
:, exrlu ta ,l
priiicipalinen'e na aegnnda, dever .
mu mn do* maia eli |uenle. te
/a, di tai
II taino.


DARO DE PfcKKAMBUCO SABBADO 3 DE JTL1I0 DE 1858.
. <> uiauuscripln, quo \ S fez o favor da con-. CONSEI.UO Al) MIN1STB VTiVO.
ii.ir-ni.', equo ointitulou Regras da Escrip-I O conseibo administrativo, pira fornoci-
turacSe Mercanlii por Partidas Dobradas, ment do arsenal de guerra, 001 cumpri-
combinada oom o proscripto pelo cdigo ment doart. 22 do regulainento de 14 da
cnii1i1i1Mc1.1l. N80leudoconbecimentos aeer- dezembro de 1852, faz publico, que foram
ca ile lal escripturacto, nilo me julgo liabi- j aceitas as propostas do J0S0 Baalista dos
litado para dar omeujuizo a respeito da Santos Lobo, e Luiz Francisco harbalho.
obra le V. s.mas quer-me parecei que ai
regras que nella su conten, estro expostas
eom medilo, e clareza, e filenlo que V.
O I assucar refinado a 59130 rs a arro-
ba, carne verde a ^SO rs. a t] t-<, carne sec-
os a fcriOO rs. a dita, feiiSo nuil itinho 6S 0
S. aii'lou acertado no modo porque tratou alqucire, manleiga franco/.a a 8l>0 rs. a libra,
de pu-las om harmona com as disposiccs
do cdigo que Ibes diiem respeito Sou com
estinte considerado Ie V. S. afleoluoso
venerador e criado ohrigadmsimo. Anselmo
Francisco Peretti. Recite 24 de maio de 1858
lllin. Sr. los Antonio (ioines JniorLi
o interessante trabalho por v. s. feito, e
inda que fosso pe fundira a Icitura qii'i do
masillo liz, porque mi 111 as oceupac s nao
' me me permitliram un exaine miiincuso,
todava aniniu-me a dizer que elle conten o
complexo de ejemplos e regras uecessarias
a eseriplurar./io merraiwil. O invlliodo por
v. 5. adoptado para as conta* de juros he
claro, e presta grande faeilulade a extraerlo
ite iu anas regras de eaeripturacSo le las do cou- tario.
lorniidado eoin as disposic/ies do nusso c-
digo do commercio, sao :ui aiinha opinlao,
que roconhccp beiii pouco habilitada, prefe-
Mnagre de Lisboa a 280 rs. a garrafa, azeile
doce dito a 610 a dita, tOUCiobO de dito a
380 a libra, cha hyson da dito 2-5 a libra,
Cariaba de mandioca a .1450D o alqueiro, cafe
lidumcntc il<' lijlo i' cal com a synaitria,
cunero e p modernismo do anno de 1855.
A amei|a postr/ao da descripta proprieda-
de torna-a diariamente inais icoiiniuen-
davel pela proximidade da capital, cujot
lia bit un bel a apreciam alegremente us
pocas itas encantadoras Cestas de seus pri-
morosos arrabaldcs, pina onde se ollero-
iiiii condnccOes recalares ein mnibus e
bellos cunos, (piando nao subindo rio
cima un balis apropriados, o indi-
cifravel feiticeiro quaiito incomparuvel
em griio a 180 a libra, arroz do MarauhnoICapibari*ie. E como urna propriedade
a 130 a libra, bacalhlo 120 a libra. Itao inveju vi embellesaria por cuito os
OS.- bolacha do 6 em libra a 4/480 rs. a | freqnentad<\ campos aat esoolliiduspopu-
irfles dos pb'vs mais adiantados e nota-
arroba, pSes de i uncas a 120 rs. a libra.
Oconselho previne aos senbores cima
mencionados que dever&O principiar os res-
pectivos forncciiaeulus des Je o da I." do
correute mez
Sala das sessns do consolbo administra-
tivo, pan forreci(Tiento do arsenal de guer-
ra, 2 de julho de 1858.Jos Antonio Pinto,
tenentc-coronc vogal serviado de sccre-
TR1BUSAL DO COMMERCIO.
Por esta secratsna se faz poblico que os
Srs. Francisco Antonio de Mello. Jaciutho
rima, as que at noje lenho visto. Appro- Jpsc de Mello c Antonio
vello a occasiao para tssegurar que sou com
estima. De v s. muilo altalo venerador
creado. Aulonio Marques de Atnorim. Recife
43 de juilhode 1858.
I st.ivaui reconliccidos e sellados).
#*mnst$.
1 HACA lio RECIPE, 3 1>E JI.I.IIO D 1858.
As i HORAS .V TARDE.
Cularoe* ofliciafl.
Cambn solire Londres25 l|i '.III d|v.
dinmu auliie o Km de JineiriJ0 dial 11 0|" de
relale.
K-coiilu de leli.i-l0 0|()ac ann.i.
rre<1. Kiitnllianl, prr-Milcnlp.
i'. Burees, sanitario.
CAMBIOS
ubre tandees, 2 .i| a 35 d a 90 a 60 d v.
Parta, :'.'i> u 100m. por fr.
> Lilfcaa, IOS a lio pur c nlo ile premia
)i llio Uc Janeiro 1(3 por ( ;i) de rebate.
l'esenmode letlraa, tu a ISpuraanle.
oi'RoO115.1S hespaahete*. .
l)iia maliciosa....... 319000
Pecas da 6*400. 179200
Moedea da 9aQD0 9|300
Ditea le 909 .... 2OW0
rilAlA.l'aiacoei branMrss. 90
Hilo coluiuuHiias. fOHO
Ulloi inenrann lj00
30t000
;;-_!-. 1.0
ISjOOO
2*100'
de Sa Lopes t'er-
nandes, estabelecidos nesta cidade, sob a
Urina de Fernandos di Mello, dissolveram a
sua soeiedade em 18 de junlio ultimo, lican-
do i cargo dos socios Francisco Antonio de
Mello c Jacintlio Jos de Mello a liquidacao
da un snirt sociodade, como se v do papel
de distrito registrado no competente livro
nesta data.
Secretario do tribunal do commercio da
provitcia de Ternambuco i de jullio de 1858.
lir. Aprigio Guimar3es,
(Mliciai maior.
veis porseus r\ "reos, ja por tao lavora-
veis circumstam uis, como pelo subido cus-
i da mcsiii.i |ud|iiiedade:i troco dequan-
lia comparativamente moderada, conta o
referido agente com grande concurren-
cia dos verdadeiros a] 'ciadores ao leilao
quetera' lugar no indi do dia sabbado
10 do cor rente ao meioo.a em ponto em
seu escrptorio, onde anticipadamente
sera'exhibida a respectiva cscriptura ese
dai.ioos mais esclaiccimcnlos.
Stt50t^ i ;00.
k burra americana S. James, segu
paraoltio dp Janeiro por tula esta seni-na,
tcm excellonlos comino.los para passsagei-
ros : os pretndanles dirijam-se aos consg-
nala'ios Matbeus Auslin c C, ra do Tra-
piche II. 6.
'ara o j\o de laneiro.
Vii seguir com brevidade o brigne n-
cioial Almirante, por ler pinte de sua
carga prOnirla ; para o resto, escravos e pas-
Mig'iros a frele, para o que tem excellentes
1 uiiinodos : trata-se com os consignatario
JosJ' Joaquim litas l'ernandes t l'ilhos, ra
da uadcia do lecile.
AI.FAM il,A.
lUndlmenlo do da I ,
Ueiu da Hit 2 ..... .
9:169*231
I2:603t59
3l:7TSs69 I
Deararrecam lio 3 de ju 10.
Ilaica iocleuLiadamereadarias.
BriRae inglasAranidaru.
llrmio .imeiic-......Brandy-WiDeo 'eslo.
ilnsue amarieanaiireiialahoade.
llura parlasaMa l.ujeira divrrf Renenis
MOVIMK.MO DA AI.FANUiliOA.
volumei aiilradoifoiii raui'.at .
* coin gneros ....
Tidal
Valamai sahldas enm fazindas .
a lom gauern .
Total
CONSULADO (EKAI.
Keiidimeiiln do dn I.....
Mera do da -2..... "
1 ,i
356
158
339
4!I7
1:126*607
531*585
1:958*192
DIVERSAS
li-.iiiirniK -lo da 1 .
Idtm do da -J ,
rnovinciAs.
3229567
69*327
39l* II
DESPACHOS DE BXPItRTAC I'EI.a MESA
l0 CONSULADO DBSTA ( AI)E NO 1UA
r 2 DE Jl'I.HO O 1858.
diarBrieae rraaeei Dordogte, Isaac, ('.',.
>V (. 150 .irco .i.i-.ir, ^
JloulerideoBrigae diiMniarqoez n eliUlai IM-
iir 4 Oliveira, 30 barrieai kmtear.
Liiboa Brigaa porlugoai ..iv, alara, J. 1\ da
Abieo Raso, 13 barricu .-..u.-,. .
Unc porlguaza Mana Jos*, Joi Joa-
ajoin Pire Soarea, 20 cateo* nu?l.
IonPolaea heapanliola aKajcnaod, Ame-
nm IrmSo, 70 sacra, aljgadlo.
KbCKHi.iniim DE RENDAS INTERNAS (E-
RAES DE PBRBAMBUCO.
Rendinenlo do dia I..... Rt6*332
Mam do dia 2...... I:3i6*6'i
LeilSo d(
gne-
ros
Segunda-feira i lo cor-
rente
pelo agiente
Pestaa.
No dia acim designado, o pelas 10 boras
da manbSa, far-se-ha leSo aporta doar-
roazem do Sr. Aniies. defronte da alfandeea
DE
T'310 sarcos com arroz.
( I1.111 s de 8" com vinho do 1'orto.
10 ancorel.is com cognac.
39 Jacazes eom batatas.
100 caixas com charutos.
JLeilao de fer-
rageas
Tertja-feii-a 6 do
rente
Por intervencao do agente
co^ipanhia
peJ aiuhii-aiia
N8o tendo iio ,uKar Pnr fal1'' ',n :"'rio-
Distas* reun*nnunc,,da P1""" '''' ;;o
do mei passaucou a mesuia trensferida
para 7 do cr|renlt, "" sa,a '' a>S0Clsi;au
coinmercial'iine,conlo*nin Jo spr <>'Blla *
nova direcca" essa uia se lPt.r* uual"
quer n^-'Jiroposta em assemblea geral
conforme o fl- ,5 dos estatulos.coui o> vo-
tos que com",recercm-
Sabbart 3 l, corn,nle '""^a udicn-
cia do Sr id" municipal suppicnto da se-
gunda vara ler* arrematado em praija publi-
ea.a renJa*"ual ua C4S" terrea n' 43 d*
ra do Jard/"1 Por cxecu?n dc Josc Alves da
Silva Guiai,r;ies- a
O ac?eI,,'C0 e"carre8al "" mandar
preparar u tumul() no cen>ilcr'o ''esta ci-
dade para *cc[>e' os r,,stos mortaps 'lo dls-
tiocto lent d* lsculddp o fallecido l)r. Joa-
quim Vilo'8 ,,e *iastro Tavaros, previne aos
seos collefx U9 a ol)ra so acna ',"asi co""
cluida ni se tem pago ja por conta dessa
olira lu-a cmara municipal e 8205 a pes-
so ca?ala da conslruccSo della, que
liiialmeu'6 faltando anida receher algumas
quanliaf P!ira prefazera sonima total por-
que fui flosuda, espera elle terminar ess*
cobranc- Para P"nllcar depois pela impren-
sa o reafilado dc sen irabalbo.
Aue"tou"'ie 'U'J l''a man'l'"is um rau-
latino a 'Pannos de idade.levou una
Ironxa om (lu8S ou tres calas ""v,s pni
folha (Bletots preto de panno lino o mais
roup fie bastante alvo eterno cabello loi-
i'o ley'u lanibem ou vendeu um chapeo de
No no,) de seda, era criado do Dr. Pinto
PosaWquoo trouxe da Pacihiba: agrade-lajj
,...,. ,quem der noticia delle no aterro da 2
Uua.usa n. 21 ou ra do Colle^io n. 2. |
___\ irrnaniladc do Sunlissimo Sacra- (a
ni,.,,(, da matriz da Jloa-Visla tendo de
f.i.vi-i festa do (orago da dita freguezia
iJO ji de jullio concille, roga aos
mor dores do aterro, praca t alia/, da
mat2 'c iH'cnin.'iieni arente de suasl
oteria
DA
PROVINCIA.
No escriplorjodoabaixo assignado ua ra
do Collugio n. ai, vendem-se atbeles da lo*
teria da provincia polos aeguiules preces
sendo do loo* para cima e a dinheiro a vista.
Bilbetes garantidos ;">?500
Me i os ditos 0750
P. i. Layme.
Lotera
n.\
proTncia.
>al)aixo assignado declara que de hoje
em diante compra bilbetes de loteria reco-
llndos com o deaCOMo do -20 por cento seja
qual for a quantia : na ra do Collegio n. 21.
P. J. Layme.

Km
das do prximo passado miz
rentes pesxoagque deixaram para a ultima hora re-
conser|iiencia do mao lempo dos ltimos
d junlweo pedi lo de dulcientes pessoagqae d
iralarem-w, o encerrameuto da officina de daguerreotvpo do aterrada Boa-
Visla numero i lerceiroandar, Foi espacadNaomente ateo dia i do crrante mez
'" julbo, da em que decididamente terninsidini seujpre os liaball
tabelecimento.
los desle cs-
ciir
companh
pernaibuc uia.
O vapor nacion.l Persinunga. rnniman-
daota loaquim Alves Uoreira, sahira para
os pi tos iio su'de sua escala no di 3 do
mez C julho ej" se rocebu caif;a al o dia
2 ao m'eio dia, a <\ual sera depositada no ar-
(Dazem da (' impar.liia Pernambueana,acom-
reobada dos respectivos despachos ec j-
cimentos i prevenindo-se ao*senborp car-
regadon.'S que carga a 'ma segjjia .... seu
destina sem que os c ..mies conheci-
mentus sejaui entredi" .a occsifio de de-
dosil ir a carga nr>_ armazeni e aquella
que por tal falla oar no arma/em pagar
meVade do fretu que deveria pagar seseguis-
se no menino vapor.
?ara o ***io de Janeiro.
Sr'Mii' com loda a brevidade o briguc
nacional Firma, para o resto da carga e
iiassageirot trata-sc na praca do Com-
mercio n. ( escriptorio dcNovaes/C.
Para o Marmiliao t; Pm-,
segu com brevidade o brigue nacional El-
vira, por ler parte de sua carga prompt ;
para o resto, trata-se com os consignatarios
Jos Jnaqumi llias remandes iS; l'ilhos, ra
da i.adea do Recife,
Raadinwnla di
I .in da dil
CONS ULADO PROVIRCIAL.
162*936
da t
3:300*357
i-', li
6:799*801
Pestaa
" .. nyait, por intervencSo do igente
Postana, far leilao em seu anuazum
DE
Kna Nova n, 6 se-
gundo andar.
Joao da Silva llamos, medico pela w
universidade de Coimbr*, recebe em 0
sua casa das 7 ai 10 horas da ma- **
iih5a e das 3 as ;. da tarde as pessoas !
quo o qulzerem consultar e pres-
la-se com promptidSo a qualquT ft
chamado, para dentro ou fora da;ci-
dade, dequom precisar do seusser- (j^
vicos mdicos, cirurgicos, e de par- Ak
teiro. w
Tembem recebe em casa alguna
doeotea pelo mesmo prego, com que S
geralmente sao tratados en., outras S
casas ; para o que lom os melhor.is 22
enmniodos. fa
,,,,., para mais brilbaatUmb da dita les-j @@@@@ ^@ @H@^
ia cando a dita irmandade agradecido
p, |. deinoiisli-aeao de um aclo de tanta
,.c|*iao.O thesoureiro, Joaquim Fran-
Clffi Franco.
.' Precisa-se alugar urna amn forra ou
cariva, que faga o servi(,M interno de urna
,.,,1 de familia de duas pessoas, o que tam-
l.i faga compras : na ra larga do Hosano
n,i0. segundo andar.
o abaixo assignado roga ao Sr. Ihesou-
Desappareceu da ra da (.loria, pro-
priedade Kundilo, tres travs de 25 a 35 pal-
mos, suppe-si' que levadas pela maro quem
as tiver encontrado pode leva-ls a dita pro-
priedade, on avisar para ir-se buscar.
aviso aos Senhores de en=
g^enho.
Francisco Jos Augusto Ferreira, tura ar-
niazem na ra da Uoeda n. -i, confronte o
erreira de nome Agostlnho, visto -
u o vendedor.Deuda lo Vieir- .,ue.s.
-- Dcseja-se fallar a n ucio de seu inte-
csso com o pie1 iivre Miguel dos Anjos,
ue ebego aqu na pouco do Porto Alegre
m coinpanhia do Sr. Ricardo llucb, o se
2 .i l.'rci a muilo por nualquer iiilormacno
I rr. completo, esplendido e vanado sort.- Jue SQ uursol)ri! m^mo n0 escriptorio
'fiupuiaSI- itii .\it/*s JeHenr. Brunn&C, na ra da Cruz u 10.
ll.lil.AU.VM-. (.1 I1L\1UAS Aluga-se um lerceiro andar na ra da
ludas proprias.leste morcado, c receiitO-i:,cimb,* m lcnjer< dirtja.se a rua
mente despachadas.
Principiar as 10 horas em ponto.
ro o a todos oscaulehstas que nao paguen trapiche do Cunta, compra ni.-1 .le.-e.ua--
0'ielo_biliiele da te.ceira paite da pruncira j cado e grandes^vrer, -s danJo elle os barra
Uoria doSenbor non Jess da Via-Sacra n. | para serum elieTos no engeilbo : quem cou-
|06 ; senlo ao seu ver iadeiro dono, qne be | vp- negocio dinja-se ao mesmo erma-
,eseravo do S.-. Antonio Luiz Gonglv _uU1, para tratar a safra loda.
ichas dc iiam-
Na rua eslreita do Rosario n. .1, loja de
barbeiro, vendemae muito boas bichas Imn-:*0130* portao.
burguezas chegadas pelo ultimo vapor da
Luropa, os ceios e a retllio.e por um pre-
go bastante commodo.
l'recisa-se de um caixeiro del* a 16
tono* de idade, para venda j a tratar na rua
larga do Itosario n. 25, e dando Dador a sua
con lucia.
Precisa-se de urna ama quesaiba eozi-
nhar e azer todo o servigo de, casa ; na rua
do C.aldeireiro. taberna n. 60.
PARTIDAS DOBRADAS.
Ensiiio pratico,
M. Fonseca de Modeiros faz scicnte as pes-
sots que Ihe fallaram para aprender a forma
pratica de cscrii'turar os livros commerciacs
por partidas dohradas, e igualmente a quem
mais desejarconhecer da referida materia,
que podo agora tomar mais algunsdiscpu-
los. As vsiitagen.s que resultan do conho-
cimento de seinelhante forma de escripia,
em ludo prefe.'ivel a qualquer outra, nao .-
para as casas de Brandes capitalistas, mas
tambem pira as de pequeos coinmerciau-
les* he assas reconhecida. Itesta apenas con-
seguir varrer da idea de muilas pessoas a
a vers3 o que vola ni as panillas dobradas,
aversfio que incontestavelmente he devida a
ignorancia de rauitos dessea imprOTtiados
guarda-livros de partidas simples, nrinci-
paea inventores desas sonbadas dilliculda-
des attribuidas a qualidadcdaquella escrita',
quando ellas nao exi.-fn se nao i,a falla de
vontade delles em procurar meslres que Dios
possam mostrar a clareza e facilidede desse
systeota, e ao egosmo daquelle< que i.ee'. .
dellas perfeito conhecimenlo aseentaui -m
esconde-|o otii si, para natefilar a maior im-
postura (juandiv -o trata do escripturac3o
coinineieal. (Juem do 00880 piestimo se
quirer servir mellante a mdica paga que
"inda sera de 20*dirja-se a roa do Padre
l'loriano sobrado ila esquina defronle
do becco do Serigado das 7 horas as 9 da noi-
le de todos os das uteis.
Atteuco.
los Josqiem^o Moraes Navarro, a cade
mi do qu.rto airtto, aulorisado pe pres i-
lleuda, recebe nienihv|,s internos e externos
partnsino de alguns pyeparalorios : na rua
do Sera, oulr-ora n|a do, R,los casa do
-llhuia nnririf.
p asa de saudeS
l
O Dr Ignacio Firmo Xavier, roce-
be em sua casa Ue laude, qne ea ao
norte da estrada da passagem da
Magdalena, ent'e a ponte grande e a '&
pequea do Chora-Menino, todas as (A
pessoasdoantes, afiangainli) o me- 2
Ihor Iratamenlo, o maior zefo c cui- **
dado medico. O local em que est t2)
edificada a casa destinada para esse (*Jp*^
miste,r as r< gras hygienicas, sobre 1 *
as quaes est construida, os comino- W
dos de que dispOe, o aceio, ordem, ()
e regularidade que ah sa encon- tf\
tram, sao condigOos ponderosas para 7
urna breve cura e completo resta- V/1
belecimento. As pessoas que quizo- -A
reiu utilisar-se dn Ben preslin o po-
detn dirigir-se ao pateo do ('.armo, '&
sobrado u 9, primciro andar, das (}
10 horas da niauhSa as '.< da tarde, ja
c dessa hora em dianle no seu esta- 'W
belecimento. (J)
rSV.V .v^5 ^$^ @@S&
HO
Rea
LEILAO
Seguro contra
fogo
GOMPANUIA NOI5TIIKN, r.STAHLLK-
CIUA KM LONDKES.
Prem ios dim in w idos
AGENTES
C..I .Asley .y C'o^panliia.
Na iundicao da Aurora ui^cca-se
de serventes ferros ou escravos, pira
NO ARMAZKM
DO AGENTE
$2tW ppr.c
Navio mirado no n 2.
Havre40 diit, barra franetsi Pernaaabaea.B dc
199 lonrUda*, capillo Equid,- toa. ei|oi|iaRni II,
riua fa/tul. r mils ,.. |,a,,en A; ln-
el-frrre. Pt||ire ao llavr i.
Niios SMd09 no ni. do dia.
A--U-Palaalio braalleira Anu- n rapilio liomiiisns
lluinqaa Hafra, em laslr.. e l^unn etntron.
AracalyUiala brasilairo lnv> ore el. rapiiiin Jna-
i|uiin Jn-e di Silveira, carga ruindas t mais c-
nelos.
9i _^ te as
r-a-a
I
lloras.
s v a e =
. 'li -no'phera.
'i \w
o

lnlt'ii-i-
'1 de.
i: i- m.
Geni tedo

Kiaumiir.

? I
Faliretilicil
- m ir*
4'
' --1 & i
l'/i,rometrv.

Haiomrtra.
QUARTA-FEIRA 7 DO COltf
K ENTE
ASK HORAS D.V IUANIIAA'
o agente Pestaa fara leilao, em o seuar-
mazem, no da e hora cuna designados
DE
Moliilias do Jacaranda o amarello, mis-
tan lo .le solas, mesas, cedeiras, marquizas,
lavatorios, neos guardas-vestidos, apnara-
dores, quartinheiros, cahides, eoulrusmui-
los objectos de gosto c lUXO.
Vender na mesma occasiSo una linjt es-
crava muga, e de costumes honestos, feoil-
ulia, lava e cuguinina, a qual sil se leude
por precisoes.
r SST FRHCEZ. J
; Paulo Gaignoex denliala rua da I,aran- ;;
cena* d.15, na mesma cana (em auna e pos ~
v.-j denlrific. @$
>'a rua da C.adeia, defronle da Ki lagiu
n. -2S, alugam-se e vendem-se superiores bi-
chas haiiiliurguezas.
M
viearas.
:.* S6b>*s*i.i.

" tr
ti
Ceara\ Mara-
nhao e Para'.
O palhabote Lindo Paquete eapit3o Jos
Pinto Nuoes, val seguir en poucos das aos
por los indicados! para o restante de sen
carrcgamenlo que pouco pode fallar trata-se
com os consignatarios Aluicida Comes, Al-
vos i\ C. na rua da Cruz n, 27.
ffif Grande (i<> sul.
O brigue nacional Parabibano seguir
brevemente para o porto do seu destino ;
pode anda receher a frele alzuns objectos
Diluios, e liem assiu escravoa e passagei-
rus : trata-se cun Braga <* Anluues, em seu
escriplo'io, rua da .Madre de Dos n. 3, pri-
moiro andar.
Para o Assu' segu em poucos dias, por
jalera maior parte do sua carga prompta,
a lanera Flor do Rio Crande ; i>ara o resto
dinjam-se a rua do Vigario n .
para Lisboa.
Seffueiuipretcrivelinente no da dc
jullio prximo o brigue portugus Pe-
ninsular, para o resto da carga c passa-
geiros ao* (|uacs oflei'eee bom li iilamenlo
liata-se enni Novaesi <'.. praca lo Com-
mercio n. ou com o capitao Ignacio
Ventura Fernandes.
HoGoctacao enfingcafiica
JcciiAinltuc.-tna.
Domingo ido corrento, no lugar* noras
lo costuuie, havera scss.lo ordiiiai0Jo cu"*
seibo.
Juvcncio A. C. Cei ,r
1. secretario intci"0-
- Precisa-se de urna ama par Tasa do
amilia, paga-so bein : na rua Helia, i. 5.
PARA CONUBCIMRNTO no IMiM.IC.
Paigaiita-aa ao IIIid. Sr. iuapeelor do arsenal de
Cinrra, qual a raido poique durante os i mrzea de
ua adiiiiiiiiirarAu : "
do Amorini n. 40.
~ Oucm precisar dc um rapaz dc 18 an-
s para criado, dirija-so a rua da Aurora
40.
- Angalino Jos dos Sanios Andrade ro-
-se para a Kuropa a tratar de sua sande,' servieo debaiXO le cobeida.
dbanlo por seus procuradores, em pn-
mairo'.'.'gar ao Sr. Joaquim Jos dos Santos
uidrade, dos Santos, e em lerceiro o Sr Juvenal da
Silva Manalliuev. quem se julgar seu cre-
dor, podera .-(presentar suas cuntas ao seu
primeiro procurador, quesera proinptamun-
te pago.
Lembranca aos esque-
cilios.
flog-so a todas as pessoas (me estao de-
vendo contas atrazadas de gneros eonpra-
dos no estabctecimanto Ju abaio assigna-
do. na rua da Caleia do Recife h. 'i, dc- **
fronte do becco Largo, que qumram pagar i>n doposilo de massas finas da rua estre -
seus dbitos al o m do crrenle mez le ta do Itosario n. 12, achara a bella rapazea-
julho. e cerlos de que o n3o fazon lo serio l0'las as madrugadas de domingos e lias
seus uomes publicados neste Diario para sua.-ianlos a lilosa e fortalecenle mao do
lembrauga. Manoel Jos do l\ascime.nto
Silva.
SEMINARIO DE OI.IMM.
O reitor do seminario de Otnda d'.'rlara a
quemeonvier, quo nunca mandou e nem
manda comp rar a crediio ua cidade do Re-
cife cousa alguma para o lito seminario,
indo semare o se comprador con dinheiro
sullicieule para o quo necessita, o qual apr-
senla os competentes recibos los vendedo-
r:s, e por isso nao se obriga por qualiiuer
debito coulrahido em nome do seminario,
a nao ser por orden escripia de su rjropiio
pinino, como pratira sineute no mercado
de Olim'a, e pelo que uuicamcnle se res-
ponsabilisa. Minia 2'J de junho de 1858.
i\a rua do Queiinado, no
v;i loja o 53 rV,
vendo-se una toalha de labyrintbo tola
SPTL PGTHGUEZ D
BEHEFICEHCIA
Por orilem do Illas, sr. presi lente eonvo-
ea-se a junta admintslrativa do mesmohos-
piBal, para a sesso ordinaria no domingo,
i pe jolho, as 10 horas da nianha em
potito.i) sccretirio,
M. K. de Sor/a I',ar!i07?.
4- Arrenda-sc um ai! o no lugar do Bong,
com as seg tintes comino Irla.les : boa casa,
rvpredos da fructos, constantes de eoqui'!-
rus. mangueiras, larangeiras, etc cacimba
&@$@@8$@-Q8M ..ncXce|ent,!aK.,3 de beber, b.iu p,r<
O o Dr. Pedro Antonio Cesar mudou ;; '"'""''" "'rra |,ara i'*"^* iriar nes-
.> S sua residoncia para a rua do lan- .-:
:'_ gel primeiro andar do sobrado n i
;.. onde pode ser procurado a qualquer '
'." hora do da ou da noite, para o exer- '
cieio da medicina e partos.
^;:-;:>:;,0:.: :.;;..:.:.:-;;:: ;>:..
Na livraria ti. 6 e
la pra<;:, da Independen-
cia precisa-se faltar ;o Sr.
Detan, que itiorou na rua
do Aragao c te ve luarci*
neiria.
acca feita cun lodo esmero o cuidado ; e
spi-ra-se quo a rapazeada, attendenio a
naueira por |ue he servida, n5o deixar de
OOCorrer para augmento de um estaheleci-
iiento to Ulil aos apreciadores do hom e
ralo; sendo a entrada pela rua das La-
angeiras.
Na nova confoitaria
l'a rua do Rosarioeslreils,
As otr/.o horas do da
Ha .mala que deleita :
(juem gosta de lanche**
Um bom lanche encuntrar.
Hasta s chelpa lavar,
Que nada Ihe fatUra ;
i) llliu. Sr. inspector da Ihcsouraria
provincial naitAa faser publico, que do dia
Ido correle &0r diantc pagmn-sc os orde-
nados .. n,a fespezas provmeiats, vencidas
ale o > 11jj-,0 je junho prximo lindo.
irla da tliesouraria provincial dc
1 ,r'!ml.uco l.dejulho d* 18. O sccre-
trio, I
A. I', da Annunciaco.
O llltn. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimeimcnlo da le pro-
vincial n 452, arts. 33 e .'i, manda fazer pu-
Idieo, que do dia 12 do correle, por liante,
pagam-se as apolices da 3 el" serie.
E para constar se mandou allixar o pr-
senle o publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de
I'ernambuco 1 de julho do 1858 0 secre-
-r- 5.
tallo,
A. F. da AnnunciacHo.
-
-- Pela idministrscSo do correio so faz
publico, que o vapor costeiro Persinunga
receJie a mala pata Maeei hojo 3 do cor-
reni" '; boras da larde.
i i le julho prximo viulouro,
:.!-' I s da manbSa, na porta qesta ro-
pa rl i arrematado em Insta publica
Uin SI '<> COni milhO, avalado por 5^(100,
i l.i corno hem de evento, o ja an-
ciado por e lital de 18 de junho correute
I do consulado provincial 30 de junho
de Is'is. \f)i;npeilimento do a Jministra-
dor, T. U. F, Peieira da Silva.
Pe, np,, ,i,i consulado provincial se
JUz publico, que os 30 das uteis para paga-
monlo da rjcima dos predios urbanos das
LaS"S Mesa lio""' T\'U* 8l1" J"11" v.ndouro.
.-No imped.mee'o rio adminu^a-
dor.T. II. t. Pereira da Silva.
Leilao
.Sabbado 10 do cor-
rente
Manoel do Nascimento da Silva Bastes
Cara' leilo por intervenido do agente
Oliveira, rio seu sitio e casa eni chaos pio-
prios, no lujjar denominado Estrada de
Santa Anna (defronte do do finado Anto-
nio da Silva eoceupado actualmente pelo
Sr. Ilnlin, socio gerente da casa commer-
cialdosSrs. \. O. Bieber & C.,) o sitio
tem r85 palmos de frente e mais de (00
de Inndo, lie todo minado, com elegante
porlfio de Ierro' para entrada, aclia-se
primorosamente plantado de arvoredos
ructiferos, solir-sahindo entre estes as
preconizadas e Lio apreciadas larangeiras
de umbigo, e com um elegante c liem de-
lineado jaMim adornado de liadas llores
eoutros infmosos arbustos, cnircmeados
de vasos delicados e caramanclieii de fer-
ro para maior recreio, a casa le vivenda,
sobre commoda e elegante, lie rodeada
de urna escblhida gradara de ferro, eon-
tem 3 lioas salas c '.I piartos elpa;osos,
com cosinha e dispensa lora, separada e
apropriadamente, tem grande senzala,
cncl-eira para carros, estribarla para S
Cavallos, quarto para fetor e outras e.\-
ccllentes bomleitorius, ludo edificado SO-
. lem sal.ido daqn lli rpar(i-
r.io ir. mpregado, ilgniu daipadidm.e miliu por abcrla, ob-a bem acabada, viuda do norte,
n3o aloraren) na abandonada i|imi loioa o< arh- propria para un haplisailo de OStonWQS,
lai paUanot, qua all Irabilhavam, a iouto de s I por prego ra/.oavel : assim como tolos os
a li ; qiifira o iieoiu fnlio. ; arligos tendentes n loja de miudezas com
especialidade ; luvas le pellica, de seda,ecl .
um cin-
respondar, qual a caite porqoa nao Mid...
pragido iltendida na iaufieaejlo d la tai qoe d'.
preacnland i alia, aile-u loi Ue mo'eil i urave, to-
daviaoi Mrvenle, que devem i -r i-uer lariOt
dm das que Iraballum, rio abonad.%o ua* (,l-
Ih, e i-vi para con nina meia doz4 (M|., que iSn
ila ua iflairSo, c Inmbom em qut> lei'ia fonda para
man lar ulregar ao lervaula fjmp i a qoanlia
dianla la pola llietourarta, para oecorrar *s dn>esa<
miuda do araenal, qaando lal qoanlia < 0 -,-,,
poder Ue um empiei(adu daiiguada pw atin do ga-
vareo, que lera feilo empre tari deipem ; i",
reipomivel parante a le por quilquo falti que pos.
m havoi : (spereuiof pela reapoeta 'i **. inipaetor,
a fieamoa colhendo doeninenlm pai -mear ao
poblico o< liosos de que leaos nolir
O abaiso aeiignado previne Maamm.iha.
oureira dil loteras e ciulelisi^s que nlo pagoeQ)
11 '.......bdliete da l-n-oira parle il priroeira latera
lo Senbor llom Jema da Via Sac. numero 1096,
siii.io ni ini'suiii abena leeiiinadoi qoal fol eann-
prado ao Sr, Oalraanle, cuma o inesino -miior o -ijCtlO, colleles de case
poda aiteslar.
Jos Francisco Dinu J in'or.
Fiambre, queijr, tequilhoa,
Vinto, licores trancezes ;
Cbeguatn, rapases casquilhos,
Scjam do Julio (reguezes.
peines em lodo o genero, eofeites ino le nos
para cabera, bicos de seda e de 'nodao,
rendas, litas de seda e vellv. '" ajas de
seda, linho e algodSo, bolo-s ,.ara casavo-
quo, de seda, velludo, 1 mK-a, vidro e Corne-
lina, o U'.do que ic J'^-cj r de bom.
iM\ m. ,
das seis porjtas
EM FRENTK IX > LIVRAME*fU.
Paralo pura acabar.
issena eiiirnada a M0 o covado, cor-
ma insten cocee escuras ,-.
mira bordados a. lo
les de
Todos, soriio attendidos,
l'ois elle nicas uo lem ;
Ufo de ser mui bem servidos
Todos que pagarcm bem.
Esta casa he urna mina,
Tudo aqui lio cxcelloule ;
Chocolate papa-fina,
Tamben cale, de patente.
De lardo sempro tereis,
com muito acelodisposto;
i: er.UO apreciareis
Us charutos de huin goslo.
0 numero dozn
Ten esta casa ;
Ningaera liado
Nella laz vasa ;
Mas com dinheiro,
l'de anhar,
tjucm com seus qucixos
Uuizer jogar,
Prccisa-se de um criado ou una triada
SOJEDADE Cli:r!VAOK\ DAS
LETTKAS.
Na lo ja das seif
lio orden do Sr. iee-preiri*-nte, derlaia aonso- uliora a 50J rs. o par
cioa deata todedaie qoe iroarhSi (i,, ai y e iuei;i
boras do da bavera' -5o
i l. rielarlo nieTJno,
Joso Avdino do Am'aral.
-- O.HmsignaUr,ooul)no de 10 fardos pu,.;s ,;, Ifellte (U) Ll-
de papel, marca L K. n- 127 a 136. >indo io t
Antuerpia pelo brigue belga Charle Rogier, V"rlWt'5llO
carregador I Ouylele, consignado a ordem, ,,ara ac1|,ar com ,|uin rcsU, do
tenba a honda :e de apparecer no escnptoj telendas
riodeHoibe & Uidoulac, rua do Trapichej LaM,nhaoom 5 palmos lo largura para
"' n > r- vest los a 400 rs o covado, cortes de cassa
- Precisa-se no co legio la ConceicSo de ju 6 V4rs |Jt}0(, llil(lS ,, sa,|pie(M
um r-.verondo sacerdote para dizer missaa Bn08 ^ ,1>ncos Urt retroz 500 rs. cada
nos domingos e das santos: aquello aeolior um c0rtw de col leles de casemtra borda
que se propozer a este e,lcaro, que ira tra- d g oh,|ffl ||fl mcr1| oom norM ( w
tar com o Sr. Joaquim da silva Castro, na (.|mis ejCaM, ,in.,s pira coberU8 a o0U rs
rua do Crespo. o cova lo, peiios para camisa com colleri-
THPATDA UC APATA nhoaSOOfa, cortes de colleles de fualSo a
Ili ;a i IlU IJJj fli ULIiU, .c>00 rs. chai'es p re los de laa a IMIOII. lencos
A commssao administrativa roya a todos de seda bancos encrnalos a S00 rs ;
os senbores accionistas, do mesmo Ibeatro d."io-se. amostras com penhor ; a loja esta
ara comparecereni nf lugar do cosame. abertadasOda manbSa s 9 da noite.
no domingo 4 do corrftple, as 10 horas do
dia. alim de elegerem a ""va direcc'i>.
F. B. Glasapoole, emprrlRado na estra-
trada do ferro, retira-se para npglaterra.
Til niit mlaii.
D-se almoco, jamar e ccia, o bem assim
casa para assisr, em Taan ar, por pre-
50S razoavels, aos passageiros do vapores :
a tratar com Jos Carneiro de Ferias do
mesmo lufiar de Tatnan lai.
--l'recisa-se de um caixeiro porluguez,
da idade de 12 a m\ anuos, ntie seiba ler,
escrever o contar bem, para a cidade do
IMSLLT01IO HOMEOPTICO 1
; D3. LOBO H0SC0Zr.
;;;-NA UIA DA GLORIA CASA Un PUNDao'vIJ
O Dr. Lobo Moscozo faz scienti
'.["?. a quem interessar possa que tem
-).; commodos un sua casa para re-
' [ ceber alguns escravos nao s pa-
.'; ra tratar 1- suas nf< rnidaa'i i
;' como pura azer (|i(arlquer ope-
;'- ra;iio. Os doenteWae- rata dos ; '
;';3 pela homeopatbia ou pela alio- -:;
. palliia, conforme parecer mais g)
;]: convi>neofe para a brevidade da ;;
j3 cura. Adverle |iie ri relie ;im- {v,
; ; luilamento urna ou outra pessoa I
rpte precise fazer alguma opera- /';
:':
Olali.ii\o assignado participa ao ics-
peitavel publicodesta praca edo centro,
ijue continua a ter um completo parti-
mento de Indas as l'a/.cniles in;'l Irnncezas c suissas preces muilo em
conta : na sua loa n. IS aterro cl.i lo- -
VistaL
Diiarlc Boror/s da Silva.
feornardino 1'rancisco sn Azevedo Caro-
nos vj a Europa tratar de sua saude, e oei-
seus bastantes procuradores, a sua
seo,,ma i) Mara JoaqyOioa de Oliveira Cam-
pos, 4 os Srs Folir francisco deSoozaHa-
ialhai's, Jos Joaquim da Silva, e Joaquim
Manoel i,n. ; i Souza, Geando asteen-
carredado da> compras |iara sua taberna, c o
dito -V. SiL-e encarregado de todas as suas
com ; -i lene as e ven as de assucar como
o tem f-jito semprc.
l'recisa-se de una ama que saiha cu/.i-
nhareengomniar. para uma casa de pouca
laiiilia : na ruJ da Praia n tj.
Pergunta-se a quem souher responder,
se um eslabelecimeiito que ven le vinho,
carreja, genebra, pao, bolacha, bacalbn,
arroz, charutos, sarlinlias, esteiras, cafe,
ceblas, carne doCear, etc etc al mo-
C it na pon i, se se role considerar como
deposito de seceos para estar aborto aleas
9, 10 a 10 ||9 da noite.' parece que t i
saben que loco quo lem bebidas lie taberna
e nSo deposito; e visto as mais tabernas n .
Ilecife fecbarero-se as 6 nos domingos e as.8
nos dias de semana, este deposito de brin-
das nSo deveestar abrto
.. '' precodo tratamenlo los esera- ;.
;.': "OSregulara' de "2.S' a .s diarios @
.;';. iDuforine i ravidade da moles-
.'. lia e o lempo de curativo. -,
NA RUA l>.\ GLORIA CASA 1)0 FUNDA.
CONSULTORIO HOMEPATA ICO
m-P. A. LOBO HOSCOSO
Medico partezro e operador.
O Dr. Lobo Hoscoso, ora consultas todos os
lias e pnitica qiialqucroperacSo decirurgia,
assim como.accode con toda a promptidilo, | meia idade: paga-t la; rs. mens'a'es"' rua
as pessoas jue prccisarem do seu prostimo Aova n. 34
para o servirjo de partos, pracando aso- Aluga-so uma preta escrava para o er-
peraoes manuaes ou instrumentaes, quan- vico de qualquer casa, tanto Interno como
o nao possa conseguir resultado por meio externo : quem aquier pode procurar na
da homeopatbia, que tantas vezestem ven- rua da Senzala Velba n i8 sgundo andar
na, depois das 6 e depols das 8 da noite,
sendo voltaremos breve para sabernos se
lem carta nranca.
No dia ?, do correntr-, parante o taiz
municipal da segn la vara, Ioro que fin le
a audiencia, no lugar do costume, so arre-
matar por venda, por sr a ultima praca,
casa e sitio silo na estrada de Joo de
Barros, esquina do becco do Espinhelco,
or exceocSocontra os berdeiros do falle-
c lo Antonio Valeotim dos Santos c sua
mulher. Bscriv9o Cunha.
ndre llenrique Willmer, faz umavia-
geni Curopa.
Precisa-se tingar uma ama para en-
gommar e rozmhar, forra ou captiva, de
eido diflicoldades, que
raveis.
^areciatl nsupe-
omcopat
O Hr. Sabino Olegario I.. Pinho, tendo de
organiaar aHistoria da horneo athia du-
rante a epilemia do cholera,roga a toles
os amigos da verdade quer desta provincia,
qner das outras do im.erio, que Ihe forue-
ijaui eom a maior brevi lade pussivel, quaes-
quer documentos, informales ou ntrrai
exactas, quo possam servir para aexecuc i
dessa obra. He Justo que sejam ennheci ios
Precisa-se de uma ama luna ou es-
crava, paia Cuzilibar : ua padaria da rua das
Ltrangeiras n- 28
Francelino Isidoro Leal & C, lem no
srmazem do \ines, vio lo ue Lisboa na bar-
ca liarla Jos, barrricas nqueuascora crvs
doce cominhos, escolhido < > melhor pos-
sivel o qual -ende a retalho ou por inleiro
po'preco commodo, e graudes saceos com
larelo, no Bl >S3I0 ai:iia.uil ou un I r.: |,
S. Padro o. 4.
liecbegadoa loja le Lecoiuc, aten i
li ioa-isl a. V, -..'.:.. al i ite virgma
de resa branca, par, refi scat a i n
3a loja (Us seis
&&QXOX&X ZQG?)m
;]j NabucO(\ C. coa loja na ra No-
os nomes de todos aqnelles quoem t3o ca- pannos,sardas e i has, igualmente o -
lamilosa quadra soccorreram a afflicU bu- famadoi ob par srern-
maiiidade. No consultorio c nlral horneo- cer os cabellos ; assim como i.....nperialde
patinen rua de Santo Amaro (Mundo Novo, lyrio de I ;
?
va n -Jaira/, da matriz de S. Antonio

portas ein fronte
Liivr.t monto.
ilo
liiialo que admira.
Sodas de ijua Iros, faz inda nova a l?200 o
eovalo, cortes de ditos coin l'.l ova-los a
i, gollinh s borda las linas a i
ditas a 1(000, cortes de l"i com hallados,
f.i/e i I nova a .---. ea-as frailCOZas linas a
Precisa-se de uma ama para o servido
do una casa do pouca familia, em lora e
Portas taberna n. 81, defronte do becco
Largo.
~ A sociodade que gyrava nesta prar;a com
a lirma do Copes, Irmo Branda >, i'oi ex-
tinci.a no dia 30 de junho, e substitu la pela
de Lopes ix Irmos do r. de julho em dian-
te. Recite 30 de junho de 1858.Lopes, Ir-
mSo A: Bran io.
Dii-se GOOeOOO a juros razoavels, tolos
por hypolhcca ou en panes por pennores :
na rua da C.adeia de Sanio Antonio, casa n
8, s dir quem da.
l'recisa-se alugar um Di'deque para
todo o servios : na ru do Kaogel n. 6i.
l'recisa-se i lugar una morada con
cinco ou seis quarlos, e que tenba quintal,
com preferencia na rua Nova ou no Aterro
da Boa-Vista quem quizer alujcar dinja-se
_ ao paleo do Cor o Santo n IS.casa deTimm
H4NG SCO AMOMO PtSSOV DE *- a v..,ss3
- l'rectsa-ae de uma ae para coznn i
81RR0S
; ao irclo este pequeo romance, que
.i|n /.ir dc c nier pone s paginas, com lud >
fui o rrflectir de r1 uitas horas He sem lu-
vida. Irabalho imperfeilo, m ser de lal au
veste um liomini la cabeQa ato .
!.' ees, por diversos preeos.
Francisco Jos Augusto ferreira, vende
por conta e risco de quem pertencer 25 po-
dras de cantara de. Lisboa, sendo oite solei
ras, palmos !S, 3. I, 10 homhreirns de \'2 1]2
1,1, dez ditos 6,1,1 : a tratar na rua da
Mucda D. 2, confronte o trapiche do Cunha.
Rodnlpho
0 LOCO ASSiSSilO
POR
e engummar em asa de I un
soas, e que lem i scravos : na rua cs>i
do llOSI '1 ,C lellu do i'' i : i"
ova n.5
- Fazem-sc cipa-, natinas e
de ', ol
a cura e 0 \
lado da orimnrosa da vida.
.-
O Dr. C.isanova pode ser procra-
lo a qualquer hora para visitar doen
;.' i s e piatiicar qualquer opera<;8o de
eirurpia especialmente de partos
'..': em sen
ICOXSILTORIOHOIIKOPATHWO^
-.ti-. lisCruz' -"'

No u e-mi consultorio tere s
''.; os mais acredita los ni "dir
';" hooi'";- Ihii os em lint'
',_ glbulos b r : eiras n
mli. m vari s or..
tez.
- ..

Na le. i-
'
viua. i."""' "'i1;. '" .. cpgj, viatolas : na rua le \pou
lor, en quem alcm de rallaren os condec- preCjM_SB je um criado U
inentosn cessarios para urna boa execucSo, ,,, .,.,,.,,.,,., ,,,, ,,,, ;
sobram as dllicul lades e contrariedades,
com as ijimes encontra-se tais pequeo passo ; mar. confia lo na i ro-
56" a vara, musselina encarnada mnilo lar- ,ecc5o ,j0 publico, que conhece sersempre
\racaty. no Cetra ; polen lo, para contra.
lar, dirigir-so a rua da C.adeia do Ilecife,
casa n. 28, primeiro andar.
O ahaixo assignado enisina lalim, rlie-
torica o geograplria : na rua do Collegio n.
17, segundo andar.
AfTunso Jos do oliveira.
i .i c iva lo.
e
a
mc!l:or
.\.i officini di
i la II ia-\ isl' u. i. i
paciente, edesejoso de animal qualquer ae- se rel le 58 1 i
5ilo que contenha alRiin principio demora- as 5 la tarde, seje qual foi i
hilado, espera tan bem desla vez para si urna mesmo cboveu lo,
- l'rocisi
Airda esi- i de ve ider a me
liior f i iniia que li. no mercado, vlnda de
Ooianio, na Uberun grande da Soledado.
boa vontade e coadjuvacfl i i.io valiosa, ni-
camente bastante ii nao desanima-lo.
ubscreve-se nesta typograpbie, 1 volme
i2-00U.
.
11 ..i i ii ru i A rim n.' *8, ou ei
dn, padaria do Vai adouro.
A 11 1-1*11 i% -. ^

lia typograpbie, ou com Manoel Joaquim do
l'arauo no mesmo sitio.
Fazeudas. "sj




DIARIO DE PERNAMBUCO SAMADO 7, DE JL'LIIO DE 1858.
Lotera
' < $
ii
P
DA
romncia.
Corro sabbado 3 Je julho as lo horas da
- inauhSa.
P. J.J>yme.
Precisa-so de urna senhora q as liabilila^oes necessanas para encarregar-
so do ensino do urnas meninas nesta cidade,
em casa deseas pas; alUnca-so o bom tr-
lamento : quem tiver ditas babililacoes e
quizer ''iicarregar-se daelucac3o das mes-
mas meninas, dirija-so a livraria da praca
da Independencia ns. 6 e 8, om carta fecha-
da, com as iniciaos A. M., declarando sua
morada, condiqOes a que se sujeila. seu
estado o conhecimeuto do sua conducta
moral.
COMPANHIA
Vigilante de vapor de
reboque.
lie convocada a assembla annual ordina-
ria desta cumpanhia conforme o arU 36 dos
estatutos que regem a mesma para o dia 12
lo corrente mez no escriploriod e Roth &
Ridoulne ra do Trapiche n. 12.
~ Oirurece-se um moco para feitor de si-
tio ou para outro qualquer servico : quem
precisar, dirija-se so Recife no becco Lar-
go n. i.
No dia 3 do correnta se ha de arrema-
tar cru v>rca publica do Dr. juiz municipal
da segunda vara, um solo na ra da Concor-
dia, contendo 400 palmos de frente, e fundos
para o rio de que he oreiro Joo Carneiro
Machado Rios, por execucao do Manool l'e-
reira Magaltiaes contra os religiosos do con-
vento do Orno desta cidade.
l'ede-se ao Sr. Antonio Alves da Fon-
seca Jnior o favor do appareccr na ra do
Collegio n. 21, terceiro andar, afim de con-
cluir o negocio qua sabe, sob pena uc se
publicar qual s<"ja esse negocio.
l'recisa-se por aluguel de um preto es-
cravo, moco e robusto, por quem se dar
to 30 a 40J mensaes, e sustento conforme
for elle, como bem de um moleque : na ra
de llortas, sobrado do um andar n. 128, ou
no armazein do Mines n- 5, confronte a es-
cadinha da alf-.ndega.
HOSPITAL PORTDGUEZ
DE
De ordem do illa:. Sr. presidente convoca-
c a assembla gersl dos senhores accionis-
tas, para urna sessao extraordinaria no do-
mingo, 4 de julho, as 11 horas da maiibaa.
no mesmo hospital.u secretario,
M. F. de Souza Barbosa.
A administrado geral dos estabeleci-
mer.tos de caridado avisa aos inquilinos dos
predios do patrimonio dos mesmos estabe-
lecimentos, qne na forma do respectivo con-
trato iro novamente praca no dial.-de
agosto as ren las das casas, cujos inquilinos
nao liverem realisalo o pagamento dos seus
dbitos at aquella epuca. Adminislracao
geral dos cstabelecimentos de caridade 26
de junhode 1858.O escrivao,
Anionio Jos Gooies do Correio.
Arrenda-se no menos por lempo de
um anuo, um sitio na Capunga nova, com
cocheira, estribara para 2 cavallos muito a
rrnnmoiii), qur.ito para feitor, galliuhciro de
lijlo e cal, cacimba de soffrivel agua de
beber, poco para lavgSm de roupa, bastan-
tes arvoredos, algn ja dando fructo, casa
a beira da estrada sobre 'lo, "sen lo a sala
da frente assoaltiada e fi ir-uito fresca
o clara, por s r toda cercada de janellas,
leudnos la ios terrado com varanda e al-
grete do lloros, e portSo de forro ; propor-
cionando assim o dito sitio decente e agra-
riavel residencia, alcm de ficar muito perto
da cidade. No sitio, confronte, propriedade
do Sr. Dr. Jacobina, existem s chaves para
ser visto pelos pretendentes, e a tratar ahi,
ou na ra da Cad< a do Recife, primeiro an-
dar da casa n. 3, servinio de esenptorio.
'' Affonso Jos do Noronha e Vas-
conccllos, cu-urgiSo dentista e gal-
0 vanisla tem a distincta honra de Vi
A palentear ao respeitavel publico "
t .e.sla caP'lal que colloca denles ar- '; V
7^ tiliciaes pelos processos de chapa s$
? cncherto e presso do ar e de mola, @
$ estes ltimos a 55 cada um, asse- g@
. verando-so comer-se tudo com elles,
n3o ha o menor encommodo sen.li)
Compra-so orna proprieoaj ,ua em alloma
das principan mus d'aala , e que renda poti-
to mais ou menos .COgOOO r. annuars, estando o
predio em bom estado, e desembarazado; quim
quitar, (rali na ra da Cruz.eicrlplorio n. 49,
Compra-se elfectivamente bronze, lao
tan o cobro velho : no deposito da I'uiide5-
da Aurora, na ra do Krum, logo na entra-
da 28,o na mesma fuudic3o,em S. Amaro
Compra-se efftcli va monte n ruadas
Reres ii. 37, pritneiro andar, a plices da di-
vida publica e provincial, acedos das com-
panhias, o d-so dinheio a juros em grau-J
des e peauenas quantias sobre penhores.
Na ruano Queimado n. 33 K, nova loja,
compra-se uina sineta quo tenlia o peso,
pouco mais ou menos, do 16 libras, nova ou
usada.
Hr*T*4
Yende-ia urna ptima e-irava da Costa, mora,
boa quilandeira c urna dita crenla, mura, eneom-
madeira, coza bem chao, connha e lava : uo palco
do Carino u. 6.
SEMENT DE ALCODAO'.
No consulado britannico ra do Trapiche
n. 13, ha para vender por um proco muito
commodo urnas 90 barricas da melhor se-
ment de algodSo de Nova rleans nos Es-
tados Unidos.
Novas pampelinas de seda muito ricas
para vestidos abo covado, novas sedas la-
vradas para vestidos a 13200, cortes do col-
letes de velludo a 700 res, ditos de fust3o
a 500 reis, lencos de seda grandes a 1?, ditos
de cassa a 200 reis, cortes de calsa gasineta
padroes ricos a 2?, ditas de brim a 80o reis,
luvas brancas ara homem o senhora a 300 o
par, cobertores de paTo a I58OO, camisolas
de 13a para escravos a 15400, roupa feita
azul e de cores para ditos a 900 reis cada
peca, chapeos de sol de panno a U800, ma-
dapolao mdilo lino a 3;6u0, 4?, '15500, 5550O,
c outras muitas fazendas baratas, na ra da
Collegio loja n. 9.
-- Na ra do Queimado n. 4, primeiro an-
dar, vende-se 1 jog> de diccionarios fran-
cez (t'onsecaj, 1 uito de ditos portuguez
(Fonscca o Roquethe), 1 grammatica Rur-
gain, 1 nova guia de cunversacSo franceza,
e diversos livros que se venderlo por preco
commodo.
Vende-se um cavallo de carro ; os pro-
tendentes dirijam-se a ra do Cebo 11 22,
para o examinaren), e para negocio, a ra
do Queimado 11. 44.
Vendem-se 2 escravos mocos, de bo-
nitas figuras, de idade de 18 a 20 annos,
bons carreiros : na ra Dire>ta n. 3.
Vendem-se tijolos de marmore do 10 e 12
pollegadas quadradas, cadeiras genovezas
braucas e pretas, singeias e de braco, e so-
fs, per precos commodos : em casa do Bas-
lo & Lomos, ra do Trapiche n. 17.
Vende-se urna mulatinha de 13 annos.
prendada e do boa nducta : quem quizer,
procure na roa Aurora, loja da quina
n. 62.
~ Vende-se prensa de iithographia,
com bi.stantes dras ja com estampas aber-
tas : quem a oretender, dirija-so a ra dos
Copiares n. 29.
Vende-se urna casa de tijolo, sita na
villa do Cib- por detraz da matriz, ruada
Agua, a qual tem os seguintes commodos :
urna grande srfa de frente, outra de visitas,
e 4 qnartos, sendo um quarto o a sala do
visitas assoalhados, fica muito perto da ba-
nlio, cin urna vista excellente : os preten-
dentes dirijam-so ao reverendo parocho
desla Ireguezia.
Farinlia
3^000.
Vende-se fariuha de mandioca a -Oou o
sacco : no lorie do Mallos, armazem de Ile-
meterioo; Iruiao, confronte ao trapiche do
algodao.
~ No aterro da lioa-Vista n. 80, vndese
azeito doce a 560 1 garrafa, esper .'acete dos
Estados Unidos, lino, a 1-300 a libra, bola-
chinha ingleza ltimamente chesada a 360 a
libra, conservas inglezas a 1J00.
JVovidade de Pa-
rs. I
Vendom-sc na ra do Queimado n. 27, ar-
mazem do Couveia, ricos cortes de novidade
deParis, fazenda lnteiraniPiite nova e de lin-
dos gostos, tendo cada corto 16 covados, por
20? rs., grosdenaples do lodas as cores, mui-
to boa fazenda a 1^500 o covado, ntremelos
e tiras bordadas para senhora, para todos
os precos, ricas camizinhas de linho borda-
das, e manguitos, tudo por 205, corles de
cambraia de cor com babados, tendo 13 va-
ras a 3/200, cortes de grosdenaples com 25
covados, por 40o, c outras muitaa fazendas.
Vende-se um sobrado do um andar na
ra da Roda n. 42, em muito bom esta 'o :
quem pretender dirija-se a travessa da Ma-
dre do Dos n. 9, quo achara com quem tra-
tar.
Na ra do Rangel n. 62, armazem da
porta larga, existo anda um resto do arroz
pilado de 2J00 rs. a arroba, o qual faz mul-
to boa obra.
2 Attencao. 1
.jj Kissol, relojoeiro francez, vende S
r relogios deouro e prata, concerta Jg"
52? relogios, joias o msicas, ja aqui he 55?
k$ conhecido ha muitos annos,habita 110 $
-;.j pateo do Hospital n. 17.
P
*&

',;.-;
iv-it^i
A 25400 E 24880. M
; Novos cortes de meiis casemiras
jH do 13a de cores differentes, para cal- %
9 cas pelos baratos presos cima men- f>
Clonados: na loja da ra do Quei- >:
firanear
i
nao he curar he dis- @
truir, ftS
A
2 mado 11 10. deLeite, Arthur
P ri".fIOItSltSiSKSISMtS
Ferrara.
Foles ingleses do melhor fabricante, tor-
nos oa mais guarnecidos, e safras as mais
bem calcadas, o o mais preciso para o bom
ferreiro e bom serralheiro ; na loja do for
ragens da ra da Cadeia do Recite n. 56 A.
Vende-so um mulato padeiro, excel-
lonto amassador, e forneiro : na ra da Ca-
deia do Recife n. 48.
Vende-se um cabriole! com o cvalo,
caso convenua ao comprador, por prego mui
em conta : a fallar na cocheira de Fra de
Portas, com o respectivo caixeiro, onde
existe o mesmo cabnolet para ser visto,
sendo que he do patente Inglez, muito for-
te, e vendido a preco em conta, por ter al-
gum uso, acompanhando-o os| compelonles
arrcios.
Vende-se um rico cabnolet inlci-
ramente novo com os suus competentes
accessorios : na ra do Hospicio n. 22 ;
igualmente na mesma casa vende-sc um
bonito carro de 4 rodas (americano.)
Musscliiias encarnadas.
Na ra do Crespo n. esquina que volta
para a ra do Collegio, vendem-se musseli-
nas encarnadas de bonitos gostos e boa qua-
lidade : na mesma loja vendem-se riscados
francezos a 160 o covado, pecas de madapo-
13o com pequeo toque do avaria a 20oo a
peca.
lina do Crespo n. 10.
Loja de Jos Concalvos Malveira, vondo-se
cigarros de papel pardo chegados a pouco a
55000 o milheiro, dito de papel branco a
300 reis o maco. ',
Pechincha.
Vende-se superior farinba de mandioca,
saceos grandes, 75 a 79500 : na ra do Quei-
mado n. 14, loja de ferragens de Jos Rodri-
gues Ferreira.
Na ra do Queimado n. 8, vendem-se
iiccionarios.de Moraes, sexta cdc3o, publi-
cado esto annoem l.lsbia.
Domingos Alves Matbeos tem para ven-
der em seu escriptorio na ra do Apollo n.
23, por precos modicos.os soguintes ar igos:
l'anno de algod3j trancado, da Babia.
Jacaranda superior.
Azeito de palma, em cascos.
Fio de algodao.
Cochinsde linho para rioi.taria.
Itetroz do Porto, sortidos, muito superior.
Mercurio doce em caixas de u na libra
Couro do lastre, marca grande.
Superiores cutilliflrlas, c linas.
Tanuaria.
Bigornas, enxos, sachos, cutelhas, q tudo
o mais que se faz misler ao bom taniieiio:
ua ra da Cadeia do Recife n. 56 A.
IJS,
Em casadeRabeScbmettau ftCompanhia,
ra da Cadeia n. 37, veudem-seolegante
pianos do afamadofabricanto Traumann
da llamliurjio
mt Vendem-se estojos co:n navalhas e Jl
yJJ mais pertenecs proprios para viagoih :^u
t na loja de Nabuco & C, ra Nova '.
n.2, C [
Cera de carnauba.
Antonio Comes da Cunta o Silva recebeu
nova romessa do cera de carnauba de supe-
rior qualidade, c est vendendo por preco
commodo, fazendo alguma difforenca do
preco a quem comprar graude porefio : na
ra da Cadeia do Recife, loja n 50, dcfronlc
da ra da Madre do Dcos.
Agencia
da fundicao Low-:>Jo
ra da Senzala o\&
n. 4<2.
Nesteostabelecimentocontlna'aahaver
um completo sortimento do moendase
meiasmocndasparacngenho.machinasde
vapore taixasde ferro batido e coado de
todos os tamanbosDara dito.
REMEDIO IMCOMPAKAVEL.
m
i.?
3
O
.;:
>f
a posicao involuntaria nem empre
go do cloroforuio cem es inalacOos v3
do ether.
Limpam-so boceas a 10} que fi-
cm preservados os lentes por 8
annos de qualquer correcejio sein
atacar o alvilho dos mesmos por
formas muito modernas.
Chumbaoi-so de 2? ale 5$, arran-
ca m-se a 25 e sem g-ande sensibili-
dade, que 80 se vendo.
Botara-sj boceas inteiras muito
em conta. @
Os trabflhos galvnicos logo se f'A
annuaciarSo: largo do Collegio n. &>
'M primeiro andar. '''
te
e'-t
o
o
:.;-
Ov

.^u,;j..;-,;;
A lama trium-
pha
lie chegada le Liverpool nova osa de
bulacliiiinas 'suda cbiscoulinl. alios de
toilas as q laliJadcs, cui latas, queijos lon-
ilrinos, o minios outros gneros do primeira
qualidade. nfmguezque levar dinlieiro nao
deixa de comirar : no aterro da Boa-Vista
n. 8, defronto da boneca.
; SEGOHO CONTRA 0 FOGO,
COMl'ANIMA
. -*JLHAWCE.
^-'^sfa(Sa..ri;i em Londres,
Sarco de 1824
^> -ITAL
CLYCO mth l:- DE LICHAS ES-
TEhl INAS.
'nfbrS^S?' J],ol'"'rs k r- tem nonra do
'rios'X- iV sonhores ne(;oci:,nles' proprie-
Phia n orisadM UdiUcpm-
<*,,< .Dara -tup ,""' -obre caifi-
"u'Joio ,. \ -"-"ros ., teiha ,.
Tan. *" SO ira ... K:^
Garuado uueimado'n. 57 tem para
vender cartoes do calxetes francezes com 2
Paros com pequea avaria a O rs o cart3o,
e caixinhas com phosphoros a 10 rs. e ou-
tras mais miudez-s por baratissimos precos.
-.; vendera-se ricos espolhos com mol- fS
t duras douradfs proprios para sala : j
... na loja do .Nabuco < C, ra Nova ''''
W n. 2 ^
Ceblas.
No largo do Pclourinho n. 5-7, vendem-se
ceblas em molhos, ltimamente chegadas
de Lisboa, na barca I.igcira a 1^280 o cenlo.
CHAPEOS PARA SENHORA
Vendem-se na loja de Adriano & Castroi
ra do Crespo n. 16, esquina, chapos para
senhara muilo enfeitados a 103 cada um.
Vendem-se na cocheira do Bcmandino,
na ra do Santo Amaro, junto ra Bella,
i cavallos superiores para cabriolet, bem
como um dito pequeuo que sorve para mon-
tara do menino.
Na loja de Nabuco & C ra Nova n. 2,
vendem-so ricos chapeos do palha enfeitados
para meninas, ditos para meninos, gollinhas
e manguitos de cambraia bordados para se-
nhora, gravatinhas do velludo, lcnciuhos do
retroz bordados, lencos de seda para senho-
ra, luvas do seda pretas o do cores para se-
nhora, ditas para meninas, ditas para bo-
mem, ligas de seda, chapeos de sol de soda
com franjas para senhora, lencos do cam-
braia do lintio bordados proprios para noi-
va, etc., etc., e outras muitas fazendas de
goslos,
Nabuco o C com loja na ra Nova 4
n- 2\rpnde.u lencos do palha da In-
dia muito linos e fazenda em pecas
proprias para vestidos de senhora,
ricos espartilhos para senhora tudo
por preco commodo.
UNGENTO II0LLOWAY.
Milharcs de individuos de todas as nac<5es
podemtestemunharas virtudesdcste reme-
dio incomparavel e provar em caso necessa-
rio.quo, polo usoquedclle lizeram tem seu
corpo e membros inteiramente s3os depois
de haverempregadointilmente outros tra-
tamontos. Cada pessoa poder-se>ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pelu leitura
dos peridicos que lh'as re'.alam todos os
dias lia muitos anuos; e a maior parle deis
las sho t3o sorprendentes que admiramos
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re
cobraram com este soberano remedio o us
do seus bracos e pe uas, depois de ter tpcr-
manecido longo lempo nos hospitacs, onde
deviam softreraamputacao! Helias ha mui-
tas que havendo deixado osses asylos do pa-
decimento, para so nao submetterem a essa
operaco dolo-rosa foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das tacs pessoas na efusao
de seu reconhecimenlo declararam estos re-
sultados benelicos diante do lord correge-
dor, e outros magistrados afim do mais au-
tenticaren) sua allirmativa.
Ningi-icm desesperara do estado do su-
saudc se livesse bastante conlianca para en-
satar este remedio constantemente segiuu-
do algum lempo o tralamenlo que necessi-
tasse. a nalureza do mal cujo resultado seria
provar incontestavelmente: Que ludo cura.
O ungento he uttl,ma$particularmente
nos seguales casos.
Inriamniacao da ma-
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Cancerosa
Cortaduras.
Dores de cabeca.
- das costas.
dos membros.
Enfcrmidades da cu-
tis em gera
Lncrmidadesdoanus
Crupcocsescorbulicas
t'istulas no abdomen.
Frialdadc ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Cengivasoscaldadas.
Inchacoes.
lnllammacao do ligado
da bexiga.
tnz.
Lepra.
Males das pernas
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis
Picadura de mosqui-
tos.
l'ulmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supuracos ptrida
Tinha, cm qualquer
parlo que seja.
Tremor de ervos.
l!lcerasna bocea.
do ligado.
das articulares.
Veas torcidas ou no
dadas uas pernas.
Vende-scjestc ungento no eslabelecimen-
t geral de Londres n. 244, nSlrand, e na
loja de todos os boticarios droguistas o ou-
tras pessoas cncarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Uavana c llcspanha.
Vende-se a 800 rs cada bocclinha.contem
urna instrucc9o em portuguez para explicar
o modo de fazer uso doste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum,
pharmaceuUco, na ra da Cruz u. 22, cm
Pernambuco.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY
Ven le-se em casa do S. P. Jonhston &
C, ra da Senzala Nova n. 'i2, o seguinte :
scllins inglozes e silhOes, relogios de ouro
do patente inglez, candieiros o casticaes
bronzeados, arreios para carro, lonas ingle-
zas, lio de vela, graxa para arreios.
Jardineiro.
Tudo qoanto he misler ao bom feitor e
Jardineiro: tudo isto se encontra na loja de
ferragens da ra da Cadeia do Recife n. 6
A, de Vidal A Bastos ; assim como tudo
quantosefaz mister de boasentilherias.
Vende-se superior linha de algodSo
brancas e de cores, em novel lo, para costu-
ra : em casa de Soulhall, Mellor & c, ra
do Torres n. 38:
@ Na loja de Nabuco & C. na ra No- @
5 va n. 2, vendem-se seroulas de meia
_ e meias do 13a proprias para pessoas w
doentes. V
Vende-se urna linda negrinha de 11 an-
nos, com habilidades proprias de sua idade :
na ra do Queimado n. 35.
VENDA DRENGENHO.
Alguns consenhores do engenho S. Paulo,
situado ua freguezia dos Afogados, vendem
as partes que bouveram por beranca no re-
ferido engenho, asquaesformam a maioria
em relac3o ao valor lolal da propriedade. O
engenho S. Paulo dista legoa o meia desta
cidade, he urna bella propriedade, n3o s-
pela sua posicSo como tambem pela fertili-
dade do seu solo, he quasi tolo do varzeas
do massap e paues enxutos, de grande pro-
duccSo, proprias para cannas, lom excellen-
tes baixas de capim, e embarque no mesmo
engenb- ; os pretendentes dirijam-se aoeu-
genho para verem as obras, a qualidade, e
extensao do solo, e para tratarem aoSr. An-
tonio (.oncalves dus Santos na ra da
Praia, n. 34.
Rape,
Chegou nova reraessa de rape francez : na
ra do Crespo n. 12, loja de Campos & Lima
relogios de pa-
tente
ingle/.esdcouro, desabnete e devidro:
vendem-sca picrorazoavel, cm casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do Recife. armazem n. oC.
Relogios.
Vendc-se em casa do Ssundors Brothers
& C. praca do Corpo Santo, relogios do afa-
mado fabricante Roskell. por precos commo-
dos c tambem trancellins e cadeias para os
mesmos de excellente gosto.
Taimas de
fustao
Vendem-se taimas de fustao bordadas e
enfeiladas para senhora. assim como casa-
vequos de cambraia eil, manguitos, golli-
nhas para senhora-e menina, romeiras do
cambraia, camisinhas com golas o mangas,
tiras o babados, tudo isto bordado do me-
lhor gosto, e modelos inteiramente novos,
dos mais modernos de Paris : na ra do
Crespo, loja n 23.
Nova iua de malabar
Vende-se esta agua a mollior que ten p-
parecido para Ungir o cabello e suissas de
prelj : na livrar ja universal rua do Colleg'o
n. 20, d-sejunto um impresso gratis ent
naudo a forma de applicar.
Aviso.
Ko armazem de Adamson llowie & C, rua
do Trapiche n. -2, vendem-se sellins prra
hoinm e senhora, arrcios pratiados para
cabiiolet, chicotes para carro, coleiras para
cavello, ele.
Attencao
He barato que
Vende-se urna escrava i.
urna cria tjue tem todas as liabn.
que sao cozinhar, enjjommar, fazer
los de todas as qualidades, fazer laby
tlio c entende muito de costura : a tr
no armazem de Manoel Joaquim de
ve ira & C. rua do Codorniz n. 1G, ei
frente do becco da Madre de Dos.
Sellins e rleio=.
SELLINS e RELOGIOS de patele
inglez : a venda no armaztm di
RoglronRooker > Companhia, es-
qnina lo largo do Corpo Santo ca-
mero 48.
l\o antigo
deposito de assucar da rua do Vigario n. 27,
vende-sc por menos do que om outra qual-
q.uer parte, velas de carnauba de diferenle'
hitlas, em pequeas e grandes porc.6es<
COMPLETO !
Sortiinciilo
DE RODP FElTi I
Vendem-se palitos, calcas, colletes e ca-
misas do todas as qualidades o modelloU
que convier ao comprador, por precos com -
molos, e mandam-se em casa para maija
commodidade das pessoas que assim o deso-
jaren! : na rna do Crespo, loja n. 23.
Parinha d
mandioca.
Vcndc-se superior fariuha de man-
dioca por pceo mais barato do que etn
oulra qualquer parte: no armazem ri.
3 defronte do trapiche do Cunlia.
GRANDE ,
i)-'
i-

a,
Para
ros
r.'m
so Ve
G


o ,,
P
3V-
aos ,..
csiiit,
PoS! -
c'l0trini
tera i *i""- o
Vncrreg8lS;
"ctJut,
Calcado francez
Na rua Nova n. 2, loja de Nabuco & C ,
ver.de-so calcado francez do todas is quali-
dades, tanto para homem como para senrn-
ra o meninas, etc e perfumaras tambem de
lodos os gostos e qualidades.
.-- Vendem-sc ricas bengalas de canna
com lindospstoes, chapeos francezes, ditos
de feltro, copa alta e baixa, ditos de castor.
bonetes de panno para homem, ditos para
menino, palitos de brim para homem, ditos
do tlpaca preta e da cor, ditos de seda, ditos
de casemira fina do cor, ditos pretos, jaque- l)ilas u'las- vara 8
tas de briol, palitots de brim para meninos, Mantas de Blond,
dit' isemira preta, ditos do seda, co-
Imbo, ditas de algodSo, ditas le
as de meia muito linas, camisas
lo de linho, ditas, peito de
e do cor, ditas de peito le
ac e de cor, etc., o outras
S da gesta : di loja de N;.bu-
a n. 2, atraz da matriz.
'IH;
r loja de miudezas da rua
da Madre de Dos, t in
o ento de jarros de p< i-
i. espelbosgran lese
a, camisinhas c
tes para cabol-
s, perfumaras
les, lior/eguins
Dem, senhora
'a preta e lir-
Recebidas em direitura de
pars.
Ricos cortes do vestidos do seda de
cor e braucos
Cortes de cambraia de seda borda-
dos ao lado
Grosdenaples preto cncorpado, co-
vado I55OO a
Uito de cores c branco, covado
Soda branca lavrada para vestido
de noiva, covado 1?00 a
Belleza da China, fazenda toda do
soda, covado
Selim preto maco para vestidos,
covado 2;700
Velludo prclo o melhor possivel,
covado
Meio velludo preto o de cores, co-
vado
Velbutina prata o do cores, covado
Kolar do Paris de seda com lisias
matisedas, covado
Ricas sedas de cores de novos pa-
droes, covado
Diana de seda lavrada mui linda,
covado
Setintias de quadros e listras, co-
vado
Popelinas de seda o laa, padroes
novos, covado
Baroge do seda, padrOes miudinhos,
covado
CorgurSo de seda com llores, covado
Panno preto e de cores, prova do li-
m3o, covado 3/ a
Casomira preta solim,covado 19700 a
Musselina do cor e branca, covado
Chitas franeczas do cor claras o es-
curas, covado 280 a
Cambraias organdys.novos padroes,
vara a
Cassas francezas linas, padroes no-
vos, vara a
protas e brancas
Manguitos o golinhas bordadas
Tiras e enlremeio; bordados
l'ulceiras de velludo, froco e fita
Lencos de cambraia, linos, com la-
by ri albo
Chales de merino com franjado laa
Ditos :lit.os de seda
Ditos ditos bordados a seda
lutos ditos bordados a velludo
Ditos de seda de peso
Cortes de casurnira de cor linos
Colletes do dita o do seda bordados
Chapeos pretos francezes modernos
Grvalas de seda compridas com
anucl
Paletots de alpaca preta c de cor,
forrados
Condolas de alpaca preta c de cor
'etots de brim pardo e bretanha
.)S do fuslau, ganga e outras fa-
:ndas
de alpaca preta
ando ') becco da Onjrre
20500
IjpSO
99500
19*00
i;j00
5;500
15*00
750
151110
1-920
19000
000
15000
G40
850
75t)0
352011
320
360
15280
500
320
5
5
0
9
15000
45800
6-000
tr'.->IIU
ll^OUO
CjOOO
5
79OOO
7:000
55000
4000
4-500
3:800
PILULAS HOLLOWAY
Estelnest.f.'avel especilico.composlonl-
teiramente lie bervas mcdiciiiaes, nao con-
tera mercurio, ncm alguma outra substancia
delectorca. Benigno maistenra infancia,
ea coinpleicao mais delicada he igualmen,
te prompto o seguro para dcsarreigar o nial
na coinplois'ao mais robusta ; lio inteira-
mente innocente cm suas operaces e efTei-
tos ; pois busca e remove as.doencas de
qualquer especie c grao por mais antigs e
tenazes que sejam.
Entre milharcs de pessoas curadas com
esto remedio,muitas queja eslavam s por-
tas morte, preservando o ni seu uso ; con-
seguiram recobrar a saudee lorgas, depois
do liaver tentado inulilmcnlotodos os ou-
tros remedios.
As mais alllictas n."o devem chtregar-so a
desesperaclo; facam um competente enuaio
dosollicazes effeitosdestaassombrosa med
cia, e prestes recuperarao o benelicio da
saudc.
No so perca lempo ens tomroste reme-
dio paraqualqucrdas scguinlos onlormida-
des :
aducir.
AccidciilcscpilcpUcus
Alporcas.
Amputas.
Arci.is. mal de).
Astil ina.
Clicas.
Co.nvutsocs.
Dcbilidado ou exte-
na cao.
Debilidadeou falta de
forcas para qual-
quer coosa.
Dysinleria.
Dor do garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza noventre.
linfcrmidadcsno ven-
tre.
Enfcrmidades no liga-
do.
Ditas venreas.
Pebres intermitiente
l'ebrulo da especio.
Cotia.
ilemorrhoidas
llydropisia.
ctericia.
Indigesloes.
InOammacdes.
lrregu la ri da dos da
menslruacSo.
Lombrigas de toda
especie.
Mal depedra.
Manchas n culis.
Obstrucijao doventre
Tisica ou consump-
Cao pulmonar
r.cU'iirao de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secun-
darios.
{Tumores.
acSo, do lado
d
Enxaqueca. Trico doloroso.
Herysipela. Ulceras.
Febres biliosas (Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulasno estabeleimen-
togeralde Londres n. 24*. strand,ena
loja de lodosos boticarios droguistas ou-
tras pessoas cncarregadas de sua venda em
to.la a America do Sul, Harana eUespanna.
Vendem-se as bocetintoas a800rs. caita
urna dolas conten una instruccoom por-
tuguez paraexplicar o modo desse usar
deslas pilulas.
0 deposito geral he cm casa do Sr. Soum
pharmaceuUco, na rua da Cruz u. 22, em
Pernambuco.
Ven le-se a taberna do largo do Tc.-qo
n. 3(i, com poucos fundos.
Batatas.
Y$Mem-se batatas novas vindas uitima-
sbO" -lo barato preco do seloil moU'iiii'-
Na rua do Queimado n. 37, nova loja de 4
porlas,acaba-so de receber pelo ultimo vapor
viudo de Franca, ricos cortes de vestidos de
seda com 3 babados para 30}, 50, 60, 70 e
80?000, ditos sem babados a 255, sahidasde
bailo a 235, 24, 25 a 30/000, enfeites para
cabeca do melhor gosto que se podo encon-
trar a 105 12 o 145000 cada um, manguitos
bordados de cambraia a 2/300, 3 o 55 o par,
camisinhas bordadas com manguitos o gol-
linba a 13/, gollinhas bordadas a 19200,
15600, 25200 o 25500, tiras bordadas a 800,
900 o 15 a vara, cortes do barege a 79, gaze
de seda a 700 c a 800 rs. o covado, foar de
seda a 800 rs. o covado, grosdenaples mofa-
do a 19 o covado, dito limpo boa fazenda e
15800 o covado, dito preto a 1-5600, I98OO a
25, mantas pretas de fil bordadas a 9 e 199,
chapclinbas para senhora muito boa* fazen-
da a 145, chales do merino bordados a 69, 8
e 119, ditos de touquini bordados a 209,
cortes do cambraia de salpicos a 55600, ditos
de seda pretos muito superiores 805 a 905,
chales do merino pretos a 45. lencos de re-
troz a 2-, chapeos de sol de seda superiores
a 105, ditos a 7a, ditos de pello francezes 79
a 89, chapeos de lebre a 69500, ditos de fel-
tro linos a 55500, ditos de feltro enfeitados
para menino superior fazenda a 55500, cor-
tes do casemira bordados a 65500, ditos lisos
a 4?, cortes de brim de linho a 25500, ditos
a 25800, ditos de meia casemira a 258OO, ca-
misas francezas braucas de linho a 45500,
ditas de madapolSo linas a 25400, 25500 e 35,
ditas de coros a 25500, ditas de mosqueteiro
a 49, mussolinas brancas a 320 rs. o covado,
ditas de cOr a 320, 360 o 400 rs. o covado
muito linas, chita franceza muito superior
a 280, 320 e 360 o covado, ceroulas de linho
muito linas a 39, gnardauapos bmneos a 39
a duzia, luvas de lio do Escocia a 900 rs. o
par, muilo boa Tazenda, (lela branca a
480 o covado, ditas de cores muito finas a
900 rs., grvalas de retroz a 25, ditas do se-
tim bordadas a 35, ditas de seda a 60o, 800 e
19 cada urna, cortes do seda branca com lis-
tras azucs assolinadas a 2O9 o corle, cam-
braia de salpicos muito lina a 00 rs a vara,
tilo de Iiuho liso a 6i0 a van, dito bordado
a I5OO a vara, meias do soda brancas 5 e
55, boa fazenda, ditas pretas 45, lencos de
soda para homem a 29, ganga de cor a 300 e
560 rs., bombazina a 15400 o covado, panno
lino preto a 35, 35500, j500, 5500, 7 e 85,
dito cor de caf a 35 o covado, dito azul 3j>
a 59500 o covado, casemiras pretas a 29200
at 49 o covado, damasco do 13a de duas lar-
guras a 25800 o covado, dito estreito a 800
rs., velbutina preta e de cores a 750 o cova-
do, velludo preto a 69 o covado, brim bran-
co de linho a I5200, 15500 o 29 a vara, gra-
vatas com um annel por 59500, meias bran-
cas para homem muilo linas a 79, 8 e 103 a
duzia, cassas francezas muito linas a 480,
560 e 600 rs. a vara, collarinhos brancos a
220 cada um, lencos de labyriulho a 15, pa-
litos de ppimo, de casemira e de lpica, pre-
tos o de cores, calcas de casemira e colletes
de gorgurao do seda, tndo muito bem feito
e para diversos procos, sarja preta para for-
ro a 15200 o covado, cortes de colletes de
casomira bordados a 5-, ditos de gorgurao
de seda a 3.98OO, c multas mais fazendas que
nao be possivel aqui fazer meDfSo del las
polas muitas vari ladea que fe eacontram
aqui neslc estabeleciment : quem quizer
ronha ver o traga dinueiro, que nao yj sem
fazenda barata.
Vondo-se urna escrava parda por 8OO9:
na na das Trincheiras n 29.
Sablo castanho, amarcllo o branco.
No largo da Assembla n. 9, vendo-so o
sabao cima, por preco commoJo, para fe-
char contas.
Vcndem-sc 8 escravos pecas 'o ambos
OS sexos do idide 15 a 20 anuos, b'm como
PLCIHNCHA DE MADAPOLAO' COM
PEQUEO TOQUE DE AVARIA.
iVa loja do Pre-
guica, na rua do Queimado, esquina do bec-
co do Peixe Frito n. 2, vende-se madapolao
com pequeo toque de avaria a 25800 a p--
Ca. ditos largos a 35 e 3/500, ditos ditos fi-
nos a 49 e 49500 a peca, cambraias lisas tinas
com 8 varas a 2500 e 3$ a peca, pecas de
cassas de quadros finas com alguns furos do
cupim e com 10 varas a 29800 cada urna.
Coziiilia.
Louga forrada de p de podra e estanha-
da, para todos os misteres de cozinhe, assim
como o mais que se torna indispensavel a o
bom cozinheiro : na rua da Cadeia do Re-
cito n. 56 A, loja de ferragens.
Mesa.
Ricas facas o garfos de cabo do marfim e
osso lino, colheres para sopa e cha, dio
melhor metal, eludo quinto he preciso pa-
ra o bom adorno da boa mesa: na rua da
Cadeia do Recifa n. 56 A.
3 Cabos sortidos da Russia, Cai- (/
'j& 10 c Manillia. S
Lonas da Russia, brins c brin- i
zoes. fc
Cobre c metal para forro jjojji ',>.
prego*. S
Oleo dciinhaca c Velas st^ari- &
uas. X
Estanho em barimbas, R.u-_ ja
rillia.
Vinlios linos de Moscile c loan- ga
nisberg espumoso, c de Bof-deux ffi
,5 cm <|u.11 tulas.
23 C. J. ASTLEY & C.
afusilo pu
no.
NA FUNDICAO DE FERRO I)Q ENGE
N11E1RO DAVID W. BOWMAN *A
RUA DO IlllUM, PASSANljO'llA-
FARIZ.
ha sempro um grande sortiment0 dos se-
guimos objectos do mecanismos proprio
pura engentaos, a saber : moen^,,^ ,"
mocudas da mais moderna consfrucc20 ,
chas de ferro fundido o balido, "de u^rio;
aualidade e de todos os taman ,os roda,
dentadas para agua ou animaos de todas as
proporcOcs; crivos e bocea d rornalha e
registros do boeiro, aguilhes, lJronzes oa
rafusos e cavilbOes, noinhos d'e mandioca
etc. etc. '
O
:i3
3
3
::-3
i
Mi
lia
O ultim.
Vende-se milho
dade, em saceos pe
precinho decamirai.
armazem de Remeten
do sobrado confronU
godao.
PublIcacSoj
Continu'a a vender-se i
do Nascimento Pereira, na
6, a Theoria de Direito Pon,
r3o, em 8 volumes, brochura
vista.
FARIN
A 4,000 rs. o sa
cuias.
Vende-se na taberna de Jo
Barros, travessa da Madre d
Vendem-se travs del
grossuras, por barato prec<
por traz da igrejade Santa
do veulo.
uiol.uu
MilhoaO^ e6, 00 por
sacco.
Milho em saceos de sup
recentemente ebegado : i
Cuerra, conronto ao trapi<
e em fronte da rua da aladr
~ Venlem-se dus escr
mulatinha de idade 14 anno
menos, e outra mulata do i
annos : na rua Direita a. 7'
vende.
Eelo
jr qualidade,
armazem lo
' do algodao,
9 Dos.
is, suudo urna
pouco mais ou
de de 20 a 25
so dir quem
cohertos e descobertos/pequenos e gran-
des, de ouro patente inglez, para homem
de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Soulbali Mellor & C.
rua po Torres n. 38.
&&*t &<*$ fj^i.
a
grande,
1005000 de gratificacSo,
a quem pegar e trouxer a0 abaixo assiana-
do, oescravo crioulo do( nomo Ponciauo.
que viv.a no trafico da c:5cadinha da allao-
aega desta cidade, e qu 5 fusio rica nra-
ano di. 23 de outubn, Sf.nn" proS-
mo passado, com os si enaes spcninirs
estatura regular, barba ^rSd.'TT%-
quenos e finos, maos regulares, tendo
marca do um lalbo sob re 0 dedo
em outro a de um panar ,cio, levou caVc'd
casi mira, zuj g al "U n.s li-|r nhannn
ias listras, chapeo
de massa-cor de c\t .; e.factiv^j ler mu-
dado de trajos por ser muito espri
regnsta, quando falla assustado ou i
fiagueija bastante ; este escravo vi
t.aurabira para o Recife em pagam
mais outro mano Jos Rodrigues de
jo Porto ; seu senhor era Jo3o da Cre
deiro, muito conhecido com essese
em Guaribeira, Brejo de auaneiras
o outras mais parles por causa do di
deiro andar por essos lugares mase
com fazendas, com elles ; he provf
este escravo esteja om alguma dessas
cas a titulo de forro, ou acoutado : i
o annunciante protesta haver percas
nos na fojma da lei, contra quem i
assim como consta, que existe pre.so
dessas cadeias, mas nSoconfessa qu
seu senhor, porem como o annuuc
sabe ollicialmente, por isso nao t>
as providencias necessarias : portal
nunciantepedoa todas as aulonda.
pitaes do campo, ou pessoas do po
desses lugares, como de outros, <
gueni e levem-no a rua das Grates
n. 20, quesera reuipensado com a d
lia cima.
Remar dio lo
Fugiono dia 26
coa a
devida
ote pie
NA MESMA FUNDICiao
seexecutam todas as encomminua's
superioridado ja conhecida cofo t
presteza e com odidade em Pre^0
TACIIASPARA ENGE,nIO
Da fundicao de Ierro deD- \\. Bowman
ua rua do Bium, passancJo o chafa-
riz, continua a lia ver um ""ipletosorti-
mentodc taclias delcrro fundido e bati-
do, leo a S palmos de bica, as (iuaessc
ecliama venda por picroconlmodoccom
piomptidao,embarcam-se o, curregam-
se em carro sm despezas a(,COmprador
Vende-se azeite de carra pat0 em jj.r.
ris encanada : na taberna da rua aas Cruzas
Vende-se um sitio na po oaQno do Bar
ro, tendo 100 palmos de fren,^^ de fun.
do, tem duas casas contiguas, seuJo u|nj, de
He 50, cercado"1,
pinheiras e la-
20 palmos de frente e oulra
de limoeiros e com bstanles
rangeir.s novas, algumas ja d frucl0 uem
pretender, dirija-se ao collegio da Kai..rn
quo achara com quem tratar/ "' Aurra
Vende-se lima car.,
conduzir assucar e outros
admitte um ou
ora nova de
, (eneros, e que
tlous cavalfoj
cenles duijam-se a rua de^
queijos
a libra :
-nos ollii'ial del
sado mez o cabra S
seguintes: alto, um
cabellos pretos o eres
de um talho no dedo
muito fallador e bar
a barda antes de sah
cido, quer passar po
rapia e pedreiro, le
e outra cousa ; fai /
pedo-so, portante a ,
capil3es do campo i '
hender e levar em f
los Cesario de Mell>
e promette-se pagai
Fugio no da
horas da noite urna
por nome Ignacia,
tes : representa ter
levou vestido de ci
da costa com listr
cabello bem aparadi
cosluma trazer un
Ca,{e quando auda
tom os dedos das o
dos, o principalme
urna dellas, levou.'
mais -.Ijiuma /ou[
ponte de Uchoa o
as autoridades polii
po a aoprehensao i.. ..i preta,
la a Hora de Portas, rua do Pilar,
84, defronte do becco Largo, ond
luda a despeza. I
Pesappareceu na noite de 2
do corrento anno o escravo de no
tino, com os signaos seguintes:
la, cor mulata, sem barba, espa>
ps grandes, rosto comprido, o
nhos, cabellos Deados, falla gn
regrisla, tem falta de 3 dentes na
um dos lados do queixu lom ui
levou chapeo de couro o camisa d
uho : quem o pegar leve-o a fundida
rora em Santo Amaro, que ser g
mente recompensado.
IOO9OO RE CRVTIFICACAO-.
Fugio do Rio de Janeiro, q(
demarco do corrente anno, 1
dinho de nome Frederico, o qu
la que raudou o nome para Cedro,
15 annos do idade, bonita figura, con
naos seguintes : alto, tem um dente
na frente, beicos grossos, gagueja 1
co quando so assusta ; tem mi <
para o lado do Calteted'onde he lili
o levar a rna da Pcnha n. 6 rece^
liGcacSo cima. l>esconfia-se que'.
barcado de ajudante do cozinha fv
guma pratica. l'rotcsta-so contra (
der couto. s
~ 1 ugio no domingo, 20 do correr
moleque crioulo, idade de 20 anuos
corpo regular, com urna orelha l'ura'l
urna aTgola, cor fula, levou vestido u
misa de cnila preta, calca de casei>
cura, jaqueta do brim pardo, tendo'
gordo o novo, e de boni't, llepor ser cas".' | do Recife, foi em Reboribe o carreg
tanho loveiro, c muito Lom e cabriolet por um cavallo ruco puxando a pedrez
ter sido cnsinado : a taaiar na cocheira do I com car,ret0 e cangalha, e tomou '*
largo do arsenal de ma[rinnB. Para o Recife : roga-se as autoridir-
Vcnde-so I escravL ,j0 38 annos, bas-! c'aes a captura do dito moleque e'>/
tante robusto, por 9ot I noerota de'l6 an-!' 5 tambem se roga a qualquer (
mis, cngommadeira eJostureira, 1 dita d I dalle souber, dar noli''
12, com principio de costura, 4 negra de '' ",ll,rJi do Anl0'
muito boa quitandey p ,i bonita iigu -?s. quesera
- Vendem-so
frescacs a 640 rs.
tvrios n. 30.
os preten-
Pires 11. 22.
'lo coalha muito
a rua dos Mar-
Farialia.
vendem-se saceos grandcs com farinha
muito lina, vinda do Ooian,, c mais baral0
que em qualquer outra parlc uberna
grande ao ado da igreja d., Soledade.
-- Vendem-se 2 escravos e s de 20
25 annos, 1 dito bom olhci.,, ,, pVodreir0( de
96 anuos, 1 mulaunbo da ,6 annos '
inda, com oll.no de cozu,heir0i C0pcir0fve
bolce.ro 1 preto dmela ldue do muit
boa conducta, sem vicios nPm achaques,
raparigas de 12 a 20 anuos, cora algUmas ha-
biliiades, por preces raz.)aTejs. ua rua ,.
relia n. 66.
1 Novos corles do veslido :de cam.
:j braiade cores com 3 e 4 ordcns d0
..;. babados pelo baratsimo preso de
?.| 5>cada corte, lendo ,lambcm algum
;;. uroprio para al.v.ar ,ut0 na loja
; da ruadoljucunado n 10 do Loite,
-,.3 Arthur ;C;v:

O
n.-,'-
> a
N/icri ur\u r^vr^^/IDl ad CMrnMTDAnn
MI ITII i\r\r\


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