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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/06948
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Friday, July 02, 1858
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:06948

Full Text
*
/
ANPXXUVN. 148;
Por 3 mezei aJanta(loi *,$000.
Por 3mezc* /vencido! 5$000,
SEMA FEIRA 2 DE JIMIO DE I8I>8.
*

Por auno adiantado 15^000.
Porte franco para o subscriptor.
S DA SUBSCRIFCA'O 1)0 NORTE.
s Hodolpho Gomei; Natal, s Senhor An-
.ti ; Aracalj, o 8t. A. da Le nos Braga ;
deOliraira ; Maranhao, oSr. Jes* Taiieir*
o Sr. J y Joaquim Avetno ; Par, o St.
; Amaionu, o 8r. Jaronjmo da Coala.
PARTIDA DOS COR REOS.
Otindt todos os da*, M O e meia hars do da.
laV, Cumia e l'arahiNa as acimn.laa e aeitas-feirai.
S. Anl.io, Rewrrol, Boato, Caruaru', Allinho c tiaranhuns : na icrf a-fcira.
S. Loaraaeo, >'> d'Alfco, Naiareib, Lmueiro, Braja, l'eaqueira, Iniraaei-
ra, FIotos, Villa-llella, tloa-Vista, Otiricury a Eu', as quartas-riliaa.
Cabo, If^tfooa, Sarlafciaw, Rio Kfirnio, Una, Barrenos, Agua-Prcta,
dmrnte'ras e Rafal: aunras-rcira.
(Todua oa crrelos parlcio *a 10 auras da manh3a.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : lerunda a quintal.
Ril.ii. -u .- termal feirai a labbadoi.
Fazenda : quattai a aabbadoa ai 10 noria;
Juizo do commercio: legunda ai 10 horai quintal mel da
Dito de orpboa : aegundaa a quintal aa 10 hora.
Prime.ra Tara do civil.- legundaj a laitai ao meio da.
egunda vara da ciTal : quarUi a aabbadoa a* meio dia.
El'UEMERIDES DO MEZ DE JIT.IIO.
e Quarto minguante ai i horai a 24 minutoi da manbaa
10 La ora ai 7 borai e 5 minuto da tarde.
17 (Ruarlo rreicente ai 6 horas a 10 minutos da tarde
25 La ebeia ai 0 horas e 44 minutos da tarde.
I'ID'.AMAU DE 110JE.
Primeira as 10 horas a G minutoi da manbaa.
Segunda as 10 horas e 30 minutos da larda.
DAS DA SEMANA.
28 Segunda. S. Leao II p. ; Ss. Argimiro c Ireneo bb.
29 Terca. S. Pedro e S. Paulo app. ; Ss. Cjro c Cassio bb.
30 (.luana. S. Marjal b. ; S. Luciana ; S. Itorliniano.
1 (jrala. S. Ario primeiro sacerdote da ordem levitica.
2 Sexta. Visitacao da SS. Virgem a S. Isabtl S. Olhon b.
3 Sabbado. S. Eulogio m.: S. Jacintho m.
4 Domingo. S. Isabel rainha de Portugal vinva.
ENCARREI.ADOS DA SUBSCRIPCAO DO SIL.
Alagoai, o 8r. Claudino Falcao Dial; Baha, 8r. D. Duprad
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM rERNAMBUCO.
0 Proprieta rio da DIARIO Haooel Figueiroa da Baria, ni lu
linaria, prac di Independencia ni. a H.
fwm HHBTim M 'W menlodeprija ao recruta Joo Alve I.ira, de que
UJF1F (aJAM ,ra.l".0,eo oHiiio de hootem, sob n. 383,
Dito ao coramandmle superior da guarda nacio-
nal desle municipio.SirTi-sa V. Kxc. Ai informar
sobre o incluso requerimmto da Antonio llmriqaei
de Miranda.
Hilo ao coosal senil do Brasil em BrOiellai.Di
NO DA PROVINCIA.
tkot do da 10 de junho.
do bacharei Francisco Teixeira de
jblico da comarca do Breio, poduido I conformidadacom o que coinmunicou V. S. chega-
r.im a esta cidade 17 operarios enriados na Belsi-
ca para o serviro do arsenal de marioha, vindo tres
nobrigue Belem, e lina barca Charle Ro-
gier.
O inspeclor do arsenal que, nao leudo-se recebido a relajao doi engajados
Feruande* Monleiro, arrematante do 'com a declararlo de mas profissoes e adi.-ratamenlos
lo do... Linro da estrada da Escada, pe- j feloe, tirara da organisa-la em visla do conlr.itos,
..de rever e orear de novo a obra que com que se apresenlaram os engajados, 4 por e-l.i
ecular.Informe o Sr. director das obras occasiao observou que os adianlamentos fallos eram
considerareis, e os descouloe deviam operar-se com
os' Francisco Marques, pedindo lice ira demora grande, de modo que no coso de reicis3ofa-
Ct a Manoel Fran:iaco Marques a pense cil sfra nao est irem concluidos, e que entretanto
manaba n. 223, na piaia do Forte do | n.iu tinham os engajados trazido a ferramenta pro-
pna dos seus oicios, da qual lia falla aqui, como
declarai no mea officio da 21 de noveinbio ultimo.
Iicenra.Paisa porlaria concedendo
la, sem ordenado.
a Franciico do Amaral, pedindo se
illa supplicaula a couservajao da es-
\ de accordo com a proposla qua o[ re-
me o Sr. direclor das obras publicas.
forme o Sr. inspaclor da thesouraria da
de Manoel J os de Almeida Nones, pedindo
againento da qaaulia de IK'jSi de velas eilsia-
as que forneceu ao arsenal de guerra.Keroeltido
>r. inspector ila Ihesouraria de fazenda para min-
r pagar tob miuba rrsponsabilidade.
''ilo do conego Marcelino Antonio Dornellas, rei
dn seminario de Olinda, pediido se encamirlie
assemblea geral um requerimenlo em que solicita a
inceesao de algoraas grabas a beoelicio do me*rao
ario. Nao sendo o requerimento dirigido ao
imperial, nao cabe prandeucia cucan i-
.co do Dr. ehefe de polica, solicitando o pi-
,e ilo do quo sa despenden com o solanlo dos
esos pobres da cada da villa da Ourieory, a eou-
i do Io de Janeiro ao ullimo de maio do correle
no, seudo a importancia entregue nista cidade a
M Mara Ferreira da Cunlia, como requisita o d j-
: ido do referido termo. Remellido aoSr. inspic-
u ila Ihesouraria provincial para mandar pagar, as-
ludo nos termos lesas-.
Hilo do capilAo commandanle do destacamento da
3-irda nacioual da Villa Bella,apreseulando oa prrls
Btniuaes das pravas destacadas, relativos ao mez de
atril allimo.Volle ao Sr. iuspeclor da Ihesouraria
provincial para mandar effectuar o pagamento, ceno
dique ao commandanle do destacamento sa expide
ardein no sentido de lerem o prels rubricados pelo
mmandaute superior, e de se remelterem oulris
pira subililuirem os que vierem sem rubrica.
Dito do engenheiro civil Jos Mamede Alvee Fer-
reira, participando eaistirem algumas casas na di-
reci;.'iu que devam tomar as estradas do norte a do
Pau d'Alho, as qoaes eonvem ser demolidas.Infor-
me o Sr. direclor das obras publicas.
I 'ilo do mesmo, propondo alterarlo a' Ga condi^iio
. do contrato que ltimamente elTeriuuu para a con>-
Iruerao dai estradas do norte a do Pao d'Alho, no
sentido de ser da 7 por canto o declivio longilud-
n 11 il.is mismas estradas, ero lugar de ."> por cent).
Informa o Sr. director das obras publicas, proce-
delnilo aoi uecessanos axames.
iKc ii"rimentii de Antonio ileuriquc ds Mirandi,
mjijor reforma lo da gurda nacional da comarca ilo
Fej >, pedindo >er ad.tido a nm dos enrpos da guai-
a nacional desta cidade, na qual tem tizado a sna
esidencia.Apresenle-jjeaocoinm inlanle sunerio^^ corar
i' 'jhgMiUtSiur a'iuido, como reqoer. "Dito
", d. Teelden Brothers, pedindo se Ihea mande Mfveni
,r Ututo de aforamentu do terreno de mariulia
i, llica cadi'-ra Rosirm IlooWer & Companliia.
A,'ireseulaii lo o titulo passado nos auleoessoics dos
soiiplicaules e pagos os direitos, ec lhes puse o tr-
ilo requerido.
Dilo de Franeisco Teizeira I'eixolo de Abran e
lima, pedindo ceilidAo da patente de alteres de F'i-
li\ Ji-ode Abreu I'emito.Passe.
Dilo da Oerinano Francisco de Oliveira, p. din Jo
se Ihe couceJa u Iheatro de Sinla Isabel pjra dar
licite iepresentac/1'a. Como requer, devonJo este
er apresentailu a' directora do tliealro de Santa
I,ai.il, para seu rnnliecimento.
luto da .loso Elias Machado Freir, pedindo li-
r ac pira abrir um curso de construcrao naval.
v irme o Sr. inspector do arsenal de luariulia.
t *i>ilo de Jos Marliniano da Sauza, pedindo se
a faii.le pastar provisao da professo publico da ea-
leira de Nona Senhora do U' de (ioianua, visto ba-
ver-sa prestado a' concurso na.forma da le.Espire
a decisan.
Dito de Jos da Cruz Sanios, pharmaceutico, ole-
receu lo-se a eonlraUr n fornecimenlo dos medica-
mentos noce-arios pan o curativo dos presos pobres
da casa de deleur,ao, com o abale da larca parle da
quantia orejada.luforme o Sr. inspector da Ihesou-
raria provincial.
Dilo de Manoel Silvino de Azevedo, ei-cadele,
peuiiidi) passacem para a Babia. Fieam espedidas
ae convenientes ordens para ser o supplicante trans-
portado para a provincia da Babia no primeiro va-
por que paitar para o sol.
Dio de Manoel da Silva Mn.lonca, pedindo
FirjBjrmiiilia ao gnverno imperial o requerunanlo em
que pede ser nomeado eserivilo das ofiicinas do arte-
rial de guerra.Seja encamiuliado ao goveruo im-
perial.
Oilicio do commandanle superior da guarda na-
cional

do que se ha diipendido com os rorpos da guarda
ujcjjiiial sob seu commaudo superior. Volte ao Sr.
inspector d.i Ihesouraria da fazcud para que, nos
lonnos de -na iiiforimcao de lioulcm, sol) n. 248,
mande processar a divida de que se Irata, alim de
que poasi ler lugar odevido pagamento.
lulo ao Dr. ehefe de polica, solicitando o pasa-
mento das despezas feitas pelo delegado do termo de
Sanio Antis, nos mezes de fevereiro a raaio do cr-
renlo auno, com o sustento dos presos pobres de ca-
i|.,i da ciiiade da Victoria. rieiin linio ao Sr. ins-
soureria provincial ryjn mandar pac];,
.ermoi legaes. *. J-r^
reetorarjsol- v .mTfunican-
Ira esf -r & "er receb|da pro-
__. ,ro ! lanco de mil bracas da es-
lindare, deque lie arremtame II. A.
.1 por isso tem direito a receber a presla-
. .li lente.Remedido ao Sr. iuspeclor da
irn provincial para que, a" vista do compe-
rtifleado, mmle pagar a importancia Ja
;o de que sa traa.
18
lerimento de Albino Fieueira Ramos, preso
rula a berdo do patacho nt'araliibano, pe-
sej posto m liberdade.Nao lem lugar.
o de Juse Manuel, c-praca do ezercito, pe-
e pasamento dos sidos e mais vencirnenlos
n llie licou a dever.informe o Sr. inspeclor
i-souraria de fazenda.
lo de Joaqu m Jos da Cosa, es-praca do exer-
i.Jem.Informe o Sr. inspeclor da lliosonra-
la fazenda.
jiVxJc Mancel Augusto de Ficueiredo, recorren-
.. iiil-paelios do Dr. ehefe de polica relativa-
nle ao embargo que lulerpozeram a sua viagem.
-Informe o Sr. Dr. ehefe de polica.
i Mielo do coinmandania da divis.io naval, part
i lo pira se providenciar como convier, qua se-
i eomtnonieacSa do enmmaudanlu da canbo-
iiera Tielc, nAo lem o despeusuro desle navio or-
d 'in para salisfazer lodo o fornecimento precito a'
guarnir.lo respe'liva.Informe o Sr. inspector do
arsenal de marioha, providencian lo logo como con-
vier.
Dilo do priiidente do consellm administrativo pa-
r i loriiociineufii do arsenal de guerra, apresentanda
a cotila da familia de trigo eompreda pira o presi-
dio de Femando.- Remedido ao Sr. inspector da
Ihesouraria de faada para ordenar o pagamento,
e-Uiid i nos termos legaes.
quatriennio crrante, dere fazer parta da junta ra-
visora dos jurados o presidente da cmara tran-
sada.
Dito ao bacharei Francisco JoJo Carneiro da Ca-
nha. I'ropondo-ia Lu/. .Calbeiros do Reg Barros
Cavalcanli a montsr ara macliinismo cora o lim da
melhorar o fabrico do assucar, como se ve do sea re-
quorimentn dirigido a' asaembla legiilaliva provin-
cial, resolv uomear urna eommisso composlade
Vmo. a do Dr. Manoel da Barros Barrito, e Auto-
qoe atnanli.la, a ama hora da tarda, receber no pa-
lacio do goveroo a depulac.Vi que por parte da mei-
ma assemblea lem de apresautar alguus actos legisla-
tivos sancca.i.
Dito ao mesmo.N. 16.Manda S. Eie. o Sr.
presdanle da provincia Iransmiltir por copia a V.
S., alim da ser prsenle a' assemblea legislativa pro-
vincial, a iiifurmac.'io ministrada pela cmara muni-
cipal de Santo Auto, em 7 do crranle, sobre o in-
cluso requerimento, que devclvo, de Filippe Caval-
Expedlente do da 10 de junho de 1858.
ODieio ao Eim. enviado extraordinario e minis-
tro plenipotenciario do Brasil em Londres.l'asse
o mos de V. Exc. a continuadlo da corresponden-
cia, trcala entre esta presidencia eo superiiileu-
ilonle da e-Irada dn ferro desta provincia, a roepai-
to ilo (Mineen do pagamento dos juros da primeira
seroao, sobro o qua V. Exe. recebera' sem duvida
a uliinia dcciiao j0 governo imperial.
Ditn ao V,\tn. presidente dn Maranlio.Acensan-
do raaebiao o olHeii que V. E\c. mo dirigi era J"
ni no ullimo be-tne ili/er em rcspoila, qie
- iiHndei pr a' disposirilo do command inie
eiilencitdn inililjr do l'iauby Manoel
< ido p; a o i rc-
jue i e fui im-
Oulrosim notou que o numere dos serralheiros ou
ajuitoies, e o dos caldeireiros na i era pro|>orciouado
ao das outras especialidades, de qua Uataram os
meus ollicim de 21 de novembro do auno passado e
de 7 da Janeiro desle auno, pois serralheiros viei.im
12 e caldeireiroi 5.
Em vista do exposto, e do que V. S. rommuni-
coo-me, espero osdous moldadoras, o quanto aos
mais operarios qua mo estiverem engajadas, rogo a
V. S- u 'i i os engaje, sem que primeiro rommuni-
que-me as suas profissOri e as on lices, com qua
pode oble-los, alim de, considerando as circumslau-
cias do arsenal e os engajamenloi feitoi ah a em
Vorlusal, resdvar como convier.
enovo n V. S. os protestos da minlia mais dis-
ta consider.icaa c estima.
Dito ao ehefe de polica.leudo por despacho
desta dala aulorisndo a tbesoarara provincial a pa-
gar a importancia da conta das carnizas, que o ad-
ministrador da casa de detenclo mandou manufac-
turar para as presas pobres reeolhidas aquelte e-la-
belecimentii, assim o commanieo a V. S., em respos-
ta ao seu oilicio de 1'.) de raaio ullimo, mb u. 1(i7,
e ao mesmo lempo recommendo-lhe que advirla ao
mencionado administrador que semelnanlea despe-
zn se uo devora fazer sem aaloriacAo.
Drto ao mesmo.Davendo tomar-se noval provi-
dencial para fazersa efl'ectiva a indemn sac.ln das
qaanlias despendidas com os presos da casa da de-
lonc ii, viudos de unirs provincias, recito nenio a
V. S. que fara organisar, e me remella, relajOes
parciaes doi presos que se acharen neslis coudi-
(es, sem que da importancia do seu sustento tenha
sido o cofre provinoial m lamn-,i I .
Cada relelo dever comprehender os presos de
nma so provincia, com declararao das qoautias des-
pendidas com cada um dalles ato o lira do cerrante
mez.
Convm oolro iim que V. S. remella a esta pre-
sidencia no litu |de cada semestre, acontar do 1.
de junho prximo viuduuro, relaeei temellianles or-
ganisadas pela forma cima declarada.
Dilo ao inspector da tbesouraria de fazenda.
Maulo V. S. entregar aj corainandaole da compa-
nhia fiza de cavallana a quantia de l:oO0g rs., para
continuar na compra decavallos para remontada
cavalhada da mesma coinpanhia.Communicorj-se
ai commandanle das armas.
ao mesmo.Transmiti a V. S., para os
ente? exames, as pnmeiras vas dai relac.les
do* venciraentos abonados pela colleclorla de rendes
geraes dn municipio de Uoianin nao s aos recrulas
FaOstulino Jos de Souza e Atetandrino Manoel de
Carralho, que forara da-lmados para o s;rvic> do
exarcilo, nas tambera a i pracas da guarda uacional
qua o escollaran al esta capital.
Dilo ao mesmo.Remello por copia a \ S., pa-
ra saa inlelligeneia e direrca i, o aviso d, tnniste-
rio da marmita de 12 de fevereiro ullimo, resillando
os vencimenlos qua devetn porceber os artifi.-ei em-
barcados nos navios da arsjada, e o decreto n. 2110
de 2(1 do referido mez, regulando os veiicinieutos dos
ullic,es da nutica.
Dio ao mesmi.Em isla do que me requisilou
o conialbo encaminado do abasleciraento dos esta-
bclec mentos de marinha, no oflicio a que sa refere
o de V. S. de i desle mez, autonso a V. S. a man-
dar entregar ao agente comprador OedeJio Forjaz da
Lcenla a quantia de nm cont de rii, para urcor-
rer s compras miudase urgentes para tom cimen-
to do nlmoxarifado de marinha.
Dito ao commandanle sapenor da guarda nacio-
nal de Olinda. 1 en lo ouvido o delega lo de poli-
ca do termo, acerca do oilicio que V. S. dirigio-me
eu data) de l> da min-o Bina, eabe-me declarar-
lite quejo dilo delegado procedeu regularmente, e
a acgaotda jumioi nao deve ser embargada por pre-
leiiQoesLexageradis e atleocoas que no s.tvco uio
po lem astender-se lano.
Dito ak> commandanle superior da guarda nacional
do muoiripin de Uoianna.Expela V. S. anas or-
dens, para que um dui corpos sol seu nominando
superior do a gaarda de honra para acompanhar a
preciis.lii', de S. Benedicto, da cidade de Uoianna,
no dia 29 do corrente.
Dito ao juiz de direito da comarca de Santo An-
13o.Em soluc,Ao materia do seu oflicin de 26 de
abril, transmuto a Vine, mo su a iuformar3o do jOiz
de direito da segunda vara de-la capital, como o
parecer do>ccosel!ieho presidente da relacJo, de con-
formidade com o qual dever V-ne. propor a dn-
vida que se Iba offerece, acerca da conlagem dai
cusas palos termos do prucesso perante o jure ae- 1
pois de despaehsr como entender justo. reqopr
menlo, que acompanhou o seu_/tfliio, o" ^ "> "I8-
volvo. ^<^--^' n
Dilo ao inspecto- iiie- --^a proviocial.In-
teirado do d " ' d* do corrente,
lob n. 170, d'er em respusta que mande
V.neJj1iii"",l0yHn''D'e "n praca os pedagios, que se
ajsaezeMTria barreira do (iiqm e as pom.es d> Bu-
jar}, Magdalena, Tacaruna, Caiasiga, Jab. aiao, M -
loeolomb e dosCarvalhos, servralo de base a assa
arrematarlo o pr'e compaobou o rilado oflicio.
Dilo ao mesma.A'inuindo ao que me reqnisitou
o director interino da reparlicAo das obrai publicas,
em cilicio de -2 do corrate, iob n. 1SI, e ion 11 em
visla a sua infnnnacAo datada de t), son n. 177, re-
commendo a Vine, que mande entres ir ao tliesou-
reiro pagador dadnella repartidlo, por meio de rhe-
quos de uraconlode ris cada um, contra a eaixa
lilial dn Banco do Brasil ue-ta capital, a qaaulia de
26:6159 " comante do pedido junio, para as des-
pezase fazer-se no crreme mez com as obras por
a iminislracao a cargo da mesma repartirlo.Com-
rauuicuu-se ao director interino das obras pu-
blicas.
Dito ao mesmo.Vendse no Diario de Per-
nambuco um atinuncio da colleetoria da cidade de
Olinda, pelo qual sao chamados os intertssados a
preseular ,.- suas reclama;es a respeito de um es-
cravo de nomc Maipicl, fugitivo, e considerado pela
mesma colleetoria como bem do evento, cumpre que
Vtnr. informe ci'co jnslanealaminle acerca do pro-
cediinento da referida colleetoria e dos seui funda-
mantos.
_ Dito ao impedir do arsenal da'marinha.Mande
Vmc. fazer os reparos e subslituc.oes, de que pre-
cisa ojlinle il'araluliin ', segundo o oilicio, junio
por copia, que bontein dirigio-me o commandanle
da eslacao naval, sob n. 7.1.Commuuicoa-se ao
commandanle da e-lacio naval.
Dito ao mesmo.Inleirado de quanto roe com-
iiiiimca Vmc. acerca do ensajamento na llnl-ica,
dos operarlos para esse arsenal, tenlio a deelarar-llie
que nesla dala dirijo ao consol geral dn imperio na-
quella paiz as ordeni conslantes do oflicio ionio por
copia, podendo Vine, encommendar a ferramanla
precisa, como prope em seu citado oilicio.
Dilo ao mesmo Ao sea oflicio de 28 de maio ul-
timo respondo dizendo-lhe, que far;a com os empre-
/.anos da iliuuniiac.13 e gaz os ajustes necessarios pa-
ra a illuminacao do arsenal, e submetta-os a appro-
vacilo da presidencia, atienden lo a luda a posaivel
economa.
Dito ao "capjtaj do porto.Fajo apresentar a
Vmc, para o lerviro da armada, o recroli Jos
I'requele da Silva.Conrnunioou-se ao chele de
polica.
Dito ao director do ariinal de guerra. Mande
Vmc. alistar na rompanhia de aprcndizes desse arse-
nal, depois de lavr.ulo o Ierran, de que traa o ar-
ig< i do regolamenlo de 3 de Janeiro de IS J, ,,
menor Vicente Ferreira da Assuinpcao, que llio sera
presentado por parte do inspector do arsenal de
marinha. (Jiliciouse ao inspector do arsenal de
oiariulia para mandar apresenlar o menor.
Dita ao juiz muni.-ipa' e de nrphiloi do Isrmo de
s-""nbAem. ( un a copia lacinia do oniclo, que
i i'njsirad.ir do correi res-
*** mam 'Uoio,
teme proposla, e espero quo Vmc. de bom grado s
prestar ao desempenho desia eommiisAo. igual,
mulatis mutandis. a Amonio Pereira da Cmara Li-
ma e Manoel de Barros Brrelo.
Dito ao bscharel Nabor Caroeiro Bezerra Caval-
canli. Tenho presente o seu oflicio de 2'.1 de abril,
cuntendo as informarnos exigidas pelo oilicio desta
presideneia de 15 do mesrao mez, alim de ser latii-
l ici a requinclo da aisambla provincial, e em
vula do quanto Vmc. expendan, nao posso daixar
dcdizcr-lhe que muitoirregularraente proceden Vmc.
com os arpillo!, de que trata; e porque no seo officio
Vmc. excedea-ie em alluioes estranhas ao objec-
11, divo declarar-lhe que na correspondencia ofli-
cial deve limitar-ae ao a guardando a davida decencia e respeito antonda-
de superior, e mais advirlo-lhe que nao he permitli-
do as aotoiid idoi subilternas publiearenx a corres-
pondencia olficial antes da decisSo do governo, como
Vmc. fez, estampan Jo em um jornal desta capital o
referido oflicio, ja de ai IJo estranhavel.
Dilo ao direclor inleriuo da reparlicJo das obras
publicas.Itemetto a Vmc. o incluso requerimento
de Antonio dos Santos de Souza l.e.lo, afira de que
informe sobre o seu objaclo, como resolveu a aisem-
bla legislativa provincial.
Dilo ao mesmo.Com o leu officio de 23 do maio
ollimo, sob u. 171, recebi nma copia da parte, que
leu o arrematante do pelagio da liureir do Man-
guind, acerca do facti occorrido naquella barreira,
ao amanbacer do dia 16 do mismo mez, e era respos-
ta tenho a declarar a Vmc. que deve iransmider ei-
sa parte ao inspector da raeucioaa la barreira, para
ter logar o procediraento determinado no artigo .">-
do regniameoto provincial do 1, da selembro de
1838.
Dito ao inspector interino de saude publica. Na
conformidade da resoluca i da aisemblca legislativa
provincial, baja Vmc. de informar sobre o incluso
reqoerimento da Ordem Terceira de S. Franciscudu
convento de Nona Senhora das Nev da cidade de
Olinda. Communicnu-se ao !. secretario da as-
semblea legislativa provincial.
Dito ao delegado interino da repartirn espoeial
das terral publicas. Em resposU ao'ollicto, que
Vmc. me dirigi em 8 do corrente, acerca do terre-
no de que trata a pelicilo da D. Roa Constanza Le-
al do Sacramento, tenho a declarar-lhe queaeo re-
ferido terreno n3o he devoluto, nao Ihe be applica-
vel a lei n. 601 de 18 di selembro de 18i0, nem o
anigo 3.' do rsgulamento, que beixou com o decre-
to n. 1.118 de 30 de Janeiro de I83, e Ihesouraria
perteoee a administrarlo doi proprios naciouaes, na
conformidade do S 13 do arl. 1.- do decreto n. 870
de 22 de novembro de 1S.il.
Dito ao oousillio ene arres id i do abaslecimento dos
eslabelecimentos de marinha.Ficando tuleirado da
j le achar fanceioaando o cnisilbo eucarregadu do
abaslecimento dos estabelecimentns de marinha, se-
cando me coinmunicou no seu ofiicio de 20 de maio
ultimo, tenho a derlarar-lbe que roandei entregar ao
agente comprador ledeiko Forjaz de l.acerda, a quans
lia de om cont de res, para oceurrer s compra-
urgentes e mili las, e visto estar a flotar o correule
ezercicio, aotonso o conselho a comprar, dos objec-
tos indicados na rel.ir.1o anntsa ao citado oilicio, os
que forem precisos para abaslecimento do almoxari-
lado de marinha, durante o I. trimestre do ejerci-
cio prximo vin lotiro, devendo observas se as com-
pras o disposlo no arl. 'J do decreto de 20 de feve-
reiro deste auno.
Dito ao consellm administrativo para fornerimmto
do arsenal de guerra.Rccotniuendo ao conselho ad-
ministrativo para fornecimento do arsenal de guer-
ra qne, nos termos do regolamenlo de 1 de dezem-
liro de 182, prom va a compra dos objectus mencio-
nados no pedido junto, os quaes i,1o necessarios ao
mesmo arsenal.Commuuicou-se a thesouraria de
fazenda.
Dilo cmara municipal da Olinda.Como re-
salveo a aassmblea legi-lativa provincial, informe a
cmara monicipal de i Um la sobre o reqoerimento
incluso por copia, da Ordem Tercoira de Sao Fran-
cisco do convenio de Noesa Senhora das Naves desia
cidade.
Portara.O presidente da provincia, conforman-
do-so com a proposta do tenente coronel comman-
danle do balalhAo n. 3( de infantera da guarda na-
cional do municipio do Brejo, datada de 8 de maio
ultimo, aearca da qual informen o respectivo com-
mandanle auperior, em oflicio de 10 do citado mez,
resolve nomaar olliciaes para o referido balalho
os cidad.los leguintis :
- ------------------, ----------------1--------------------- -, ..,-., .... i. (.j.t; ..!,,I.-
IIIO t ereira da Cimera Lima, para que, tendo ero canli da Albuquerque, e assim Oca respondido o of-
visia o mesmo reqoerimento, que ser presente a ficio, que V. S. me dirigi em 21 de maio ultimo,
\ me, proceda aos exames necessarios, e me de o seo com a copia do parecer da Ccmm'.siao do orcameuto
parecer sobra ai vantagens, que poisa ofTireeer o sys-1 e conlas mauicipaes.
Dilo a' cmara municipal de Sanio Aniao.Man-
da S. Exc. o Sr. presidente da provincia declarar a'
camraa municipal de Saulo AutAu, quo no foram
recebidoi a planta e ornamento, a que ae refero a
mesma cmara, aro seu oflicio de 19 do corrente.
Dito ao tenante coronel commandanle do batalho
n. 26 da guarda nacional da comarca do Bonito.
S. Exc. o Sr. presidenle da piovincia manda decla-
rar a \ S. que nao existo na seerelaria a propoita
a que allude o seo oflloio do 16 de abril prximo,
lindo, e qua V. S. deve dirigir-se a' pendencia por
intermedio do commandanle superior competente.
Officio ao Exm. presidente da provincia do Cttr.
I asso a'i roaos de V. Exc, para o convenientes
eiaraei, a primeira via do conhecimentn e copia do
termo de entrega dos artigos de fardamento e mais
objeclos, que pelo arsenal de guerra se remMIeram
a disposicaode V. Exc. no hiale nacional me-tra Jacintho Nuues da Cosa.
Dito ao marechal de campo commandanle das
armas interino.Pelo oflicio de V. Exc. da hontem
sob n. 387, fique inleirado de haver fallecido no dia
antecedente o recrula Juilino Talles da Andrade,
qae ainda nao havia sido alistado.
Dilo ao meimo.Communico a V. Exc. qoe a sa-
bida da escuna oE luviges, para o presidio de Fer-
nando, ficou transferida para o dia 1 i do corrente.
Igual eommnnicrao se fez ao chafe de polica, juiz
municipal da primeira vara desle termo, direclor do
arsenal de guerra, e comelbo administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra.
Dito ao mesmo.Em villa do que representou-me
o Dr. ehefe de polica, sirva-se V. Exc. de ordenar
que amanhaa a tarde se Ihe apreseutem 3 palrulhai,
e nao duas de cavallaria, as prar.ii que houveram
diiponiveis al 30 para palrulbas a p.
Dilo ao chefa de polica.Com a informaran dada
pelo commandaule do corpo de polica ero 25 de
maio ullimo, sol n. 222, respondo ao oflicio que V.
S. me dirigi em daquelle mez, sob n. 421, com
oulro em qua o administrador da casa da ilelonr.lo
representou sobre a neceiiidade de ser conservado
no destaeamento da mesma casa o cabo qae o com-
mandava, e que paisou a segundo sargento.
Dito ao inspeclor da tbesoaroria de fazenda.Tra ni-
miiiiiiilu a V. S. as reler/ies o prels dos venciraentos
dai pracas da colonia militar de Pimeoleiras, relati-
vos aos mezes de abril a maio ultimo, o aoloriso a
entregar a respectiva importancia ao alferes Antonio
Ka}mundo Compeli, nomca Jo ajudaute do direclor
da uieim.i colonia.Coinmuuicou-sj ao direclor da
colunia.
Dilo ao mesmo.De V. S, as suas ordens para que
a importancia do sold e elape, que vencen u leuen-
le do dcimo batalho de infantaria Nicacio Alves de
Souza, no mez corrente, e oca do jutho, aenslo e se-
lembro vindourns. seja entregue nos devidos lempos
ao alferes quarlel-raeslre Jos Cietaiw da Silva,
conforme peje o mesmo lenla no requerimento
junto.Cuinmonicou-se ao commandante das armas.
Dilo ao director geral interino da in-truerAi, pu-
blica.Pode V. S. autorisar o professor publico de
instrusrto primaria de Cabrobo a comprar, para aso
de sua aula, os nbjacloe constantes da relara in-
clusa, assisiia.la pelo secrelano do governo.
Fica as,un respondido o oflicio de V. S. do i- do
corrente, son n. 80.
KelacAo a que se refere o oilicio cima.
1 Mesa de .5 palmos de comprmanlo
e largura correipondente .
1 Escnvaninha........
1 Cadeira..........
1 Livro de 200 folhas para matrcula.
1 Dilo do 100 ditas para lanramento
de guias e cairos aponlamelos. .
3 Carleiras com 12 palmos de compri-
mcnlo cada urna, i a 5 palmos de
altura e largura correspondente, a
128001)..........
12 Tiuteiros de metal braucu a 2(1 rs.
6 Bancos de 12 palmos de t uipri-
menlo cada um a 4? 2 Cabidas para chapeos a 3J00O .
1 Pote......., .
1 Coco de folha. ,.....
ranga.
Estado mainr
Alferes secretario.Manoel Rodrigues
1." enmpanhia.
I'. i pilan.O tenante Joi da Silva,
Tenente.O alferes Jos Ma
2.
Tenente,O alisasa^cTetario Joo Pita Alves Ma-
ckl. .
3." companhu.
lente.O alfares liento Moa-ira do Albuquer-
que.
Alferes.Domingos Unmis de .in Ira le.
4.' rompanhii.
Ciniao.O teuanlej da 2.a Unminiano do Reco
Cauto.
Alteres.Leonilo de Olivoira Malla.
5." coinpanhia,
Capil.lo. O lenle da -\. Jos Theodoro Pereira.
lenle.O alferes Amonio da Silva Barroi.
6.a companhia.
CapilSo.f) icnenle Joaquim Becerra da Silva.
Tenle.Antonio Rodrigues Lima. Communi-
cnu-se ao commandanle superior do municipio do
Brejo.
Dita.O provincia resolve, nos trreos do artigo
70 das instrueres de 25 deoulubto de 18"i0, que li-
qae sem elleilo a nomeacao do eidadao Antonio
Joaquim Ferreira da Costa, para o poslo de capillo
do 6." companhia do balalho n. 36 de infantaria da
guarda nacioual do municipio do Brejo, visto que
nao solieilon a soa patente no prazo marcado no ar-
t'S i 77 das citadas instrueres.Communicoo-se ao
coromandanla superior da guarda naci 1,1 do muni-
cipio do Brejo.
DilaO pre-idente da provincia, atlendendo ao
que reqoereu o professor publico de inslrucrao pri-
maria da villa de Cahrobii. bscharel Joaquim da
tost Donrado, resolve conceder-lbe um mez de li-
cenca com ordenado para tratar de municou-se ao director geral interino da instrueco
publica.
Dila O presidente di provincia, atienden do ao
que Ihe requereu o capilao da., companhia do | ba-
lalho de infamara da guarda nacional do munici-
pio do Recife, Antonio Francisco Pereira, resolve
conce ler-lbe seis rne/.esMe liooaea para ir a Europa
tratar de toa ssade.
Dita.O presidente da provincia, lando em visla
o oilicio, que Ihe dirigi o cumulndome superior da
gaarda nacional do municipio do Kecife, em 4 do
crrente, do qual consta que o segundo lenle do
r balalho de artilbaria da mesma marta nacional
Jos Ignacio do Luyla se acha ausente do respecli-
vu districto desle 2 eado, dia em que se fiudou a liceura, que obleve pa-
ra ir corle, resolve privar do poslo o referido le-
gando lenle, noi termos do i 2 do artigo 65 da lei
n. 602 de 10 de selembro de Is ,D, e ordena qua nes-
le senli.11 se expejam ae convenientes ordens.
Commuuicou-se ao commaudhuto superior da guar-
da nacional desle municipio.
K.rpcdicnte do srcretario do governo.
Oilicio ao ehefe de polica.S. Exe. o Sr. presi-
dente da provincia manda communlcar a V. S. que,
por despacho desta dala, autorisou a tbHonrara pro-
vincial a pagar ai despezas feitas no mez de abril
ultimo com o sustento o curativo dos presos pobres
da Mel de delaneito, conforma V. S. reqoieitoa em
sen onicio de l de maio dr-t anuo sol n. ' 7.
Ditoao mesmo.O Lim. Sr. preaidenle da pro-
vincia manda coinrannicar a V. S. que mandou pilr
diapoeirjato do marechal commandante das armas o
senleiiciado Manuel Ferreira de Souza, de que Irata
0 oilicio de V. S. de 8 di cor-rente, bera como as
pracas que o escollarara,afira de que opporlunaraente
regressemeslas para a provincia do MaranhSo, a que
nerl- iicem, e leja u sentenciado remellido para o
1 Fernn lo, ondo lem de cutnprir a pena,
"-'8-
ul ilativa
a.,
que ja se expedio ordem ao commandante do presi-
dio de Fernando, aflm de ser remellido para cita
capital, disposic,ao de Vmc. o escravo, a que se
refere o citado officio.
Dito ao juiz municipal sopplenle em exercieio do
termo do Cabo.deceb o oflicio que Vmc. me diri-
gi em 2i do mez prximo (indo, pailicipando ler
mandado alixar editaes em conformidade do arl. 11
do decreto n.817 de 30 de agosto de 1851, por ha-
ver fallecido o 1.* labelliao de notas e escrivao do
Crime, ecivel Iguacio Toleuliuode Figueiredo Lima,
o fien ceno do mais que a seraelhaule respeitu me
declara Vmc. no citado oflicio.
Dito ao regedor do Oyiunasio.Devendo-se ar-
ranjar convenientemente o museu do tiymnasio, que
lem de receber as colleccGes formadas pelo profes-
sor I.uiz Jacques lJrunet, em commissau no ceutro
da provincia, mando qae, pela Ihesooraria provin-
eial, te entregue para esse lira a Vmc. a quantia de
2O0500O : u que Ihe communico para iua inlelli-
geneia.
Dito ao professor do Gymnaiio Luiz Jacques Bru-
net.-Tenho presente o oflicio que, da villa de Ca-
brobo, dirigio-me Vmc. em dala de S, de marco,
expondo os trabalhos, qoe tero execuladu em desem-
penho da eommisso, que Ihe foi encarregada, as
dilliculdadesda sua viegem de volta, c as preciiis
que experimenta.
Dcferindo ao que Vmc. solicita, tcnli reolvido
prolongar ale o fuu do corrente mez a hccnc.a com
que se acha Vmc, mas lando cessado a eommisso
por que llie fra assi^nada urna sraiili-aco especi-
al, nao ha possivel remeder-lbea ordem, que Vine,
pede, para a colleclona de Villa Bella.
Sarao entretanto salisfeilas as despezai da con-
ducho dos objeclos ramellidos por Vmc, quer para
o musen do Uymnasio, quer em virtude das ordens
do governo imperial, c o regedor do mesmo (ivmna-
sio sera' habilitado com os meioi precisos para guar-
da e conservacao dos objeclos desunidos ao rouseu.
Pode Vmc. no eeu regresso por Papacara, demo-
rar-se alli pouco lempo, para o fim determinado pe-
lo roen antecessor, e espero quo Vmc. conclu bre-
vemente a sua viagem, e venha coordeuar as collee-
res do masen.
Dito ao direclor interino da repartirlo das obras
publicas.Itespundu ao seo oflicio de hontem, sob
n. 186, declarando que pode Vmc. nr lear ao ex-
Ihesoureiro dessa repartirlo Amonio Gonclves de
Maraes, que passe ao agente pagador Raimundo da
Silva Maia, 01 saldes, que exislirem em seu poder,
das quantias pedidas nu mez prximo fin lo, nao s
para os reparos dos estragos causados as estradas pe-
las cliuvas e endientes dos rios, mas lambem para
a obra do caes do largo do palacio da presidencia,
riinfci me Vmc. requisilou no citado oflicio.Com-
municou-se ao iuspeclor da Ihesooraria provin-
cial.
Diloao mesmo.Approvoa deliberacao.que Vmc
tomuu, de applicar e saldo, quo exislia da quantia
de,tinada compra de urna barrara para o servir,
desea repartjrao, ao pagamento doexcesso de despe
No de Walely Forsler & Companhia, pedindo por
cerlidao se John llenry Krabbe he oa nao socio da
sua sociedade.Ajunte procurarlo.
i>o de Gregorio Anluues de Oliveira, senle de
leiloes, pedindo lcenr,a para fazer urna viagem a ca-
Longe de ser islo nma razao para que aa cousas
vSo bem sob esta influencia, pelo conlraiio ai cousas
vio de mal a peior, e islo se conceb. Podara' a l'ur-
quia fazer realmente eicclba de um protector,
quando o tratado de Parii foi feilo precisamente no
pital do Imperio a tratar de sua saule.Ajunte ai- intuito de abolir qualquer protectorado exclusivo 'l
les I 1 lo de sua m I -lia.
Sendo concluios os autos de rebabilitjclo de Dea-
na Voule ,V Companhia, o Iribuiial uegou-a.
Fui com visla ao Sr. drsembargador fiscal :
requerimento de Joao Baplisla Fragozo e Ig-
nacio Pereira do Valle, pedindo o registro do con-
trato de sua sociedade, sub a firma de Fragozo iV
Valle.
Nao
Htatiht.
bavendu mais qae tratar encerroo-se j
SeSSO JODICIARIA EM 1. DE JCL1IO.
Presidencia do lixm. Sr. desembargador
Souza.
Falln o Sr. desembatsader Villares.
Juigaountos.
Por nao haverem comparecido os Srs. desembar-
gador Villares e depulado sopplenle Oliveira, u3o foi
julgadaa appellarao enlre parles :
Appellantei, Joao Piulo de I.eraos cV Filbo ;
Appellados, Antonio Iguacio do Reg Medeiroi
e o Dr. curador geral.
I'ai.'agem.
Appellantei, Eliai Emiliano Ramos e outros ;
Appellados, Manoel Cuilodio Paixoto Soares
outros.
Nada mais hueve a tratar.
O secretario,
Dr. /iprigio (uimares.
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
RAMBUCO.
Paris 7 de junhu Ue 1858.
A paz ; os plenipotenciarios europeos (rabalham
era conferencia para regular as ultimas pilases de
quesillo du Oriente ; os bomens polticos da Franca
se entregara ao descanco. Er Londres, as excentri-
cidades da opposico lem futo correr ao gabinile
Derby pars n hoje conjurados ; na Austria, os ar-
chiduques governadores Ua ilungria e de Milao es-
l.io em Vienna.
A cbrouica poltica da Franca he pobre : os gran-
des corpos do Estado estao eiii ferias, a conferencia
de Paris celebra sessOes afasladas urnas dai outras.
Pur occaiiao da residencia da rainha de llollanda, a
corle sa iransporlou em grande pompa a Fonlaine-
bleau. Ha ah feslas e cacadas, depois des qoaes o
imperador ira' successivamenle, a Pomblieres para
alu lomar bauhos, a Cherbonrgo para ah presidir as
solemnidades mantim
. a Clialous para ah presidir
as manobras da goardahmperial, e a iropealris a Bia-
za, na importancia de I2-MI reis, que se deu na i "" para dalu se diriair lalvez ao territorio bespa-
quaulia pedida no mez prximo lindo para a obra do nbcl. ludo islo couduzira' mui longe, no lim da es-
arco do Afogadinho : o que communico a Vmc. para \ 'acao, poca em que es soberanos enlraro em Pa-
10-nili)
65000
3JO00
36-000
IcVH)
2 i -000
DJfOlVO
9320
5210
990O0
Dilo ao commandante superior da guarda nacio-
nal da comarca de (iaranhnns.Era risposla ao leu
oflicio de 17 de abril prximo lindo, tenho a decji
rar-lhe que, devendo em cada muui,j>**-nSOiiir-se
om conselho de revista, sir" * ..pistaran em vi-
gor, e estando --^lilolal ob "o commando
de v_-8. co ,.. eneti iida em doos municipios, em
:u um dellos deve o presidente da cmara muni-
cipal respectiva servir no conselho de revista, ebeer-
vando-se, quanto aos membros que a devera compr,
ai dispoiices do rtigo 53 do decreto n. 722 de 25
de oulubro di 1850.
As.'im resol vi ia a duvida propoita, espero que oo-
lro embaraco n3u retarde o rumprimeuto doi arli-
gos 34, 35, 36 e 37 do decreto u. 1130 de 12 de
marco de 1853.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Anuuindo ao que me requisilou o Dr. chele de po-
lica, em oflicio desle dala, sob n. 5-i, recommendo
a Vmc. que mande ndianlar ao cabo Manoel Vicente
de Araujo, commandanle de urna escolla de guardas
nacionaes, qae conduzio sele sentenciados da co-
marca do Bonito para esta capital, a qaaulia de rs.
1OOS0O0, por conta dos vencimeulos da mesma escol-
la, visto nao ler.-ni viudo os respectivos prits, cuja
remessa se recommenda ao delegado daquclle termo.
Coramunicou-se ao chefo de polica.
Dito eo mesmo. Approvn a medida que Vmc.
propoz em siu officio de boje, sob n. 182, de ser pos-
lo novaraente era praco o lervico da capatazi.i do
algodao, com o aagmenln da quarla parle sobre o
prec.i> do contrato, que termina 110 ullimo do corren-
te mez, visto nao haver apparecidu licitantes ao mes-
mo serviro, segundo Vmc. daclaruu no citado oflicio,
que fica assim respondido.
Dilo ao juiz de. direito da comarca de Sanio A-
ilo.Atlendendo ao que representuu-mo Uellarmi-
110 dos Sanios Bulen, da eidade da Victoria, deesa
comarca, e Vmc. informou em 10 de margo ultimo,
cumpre declarar-lhe que, vi>ln o aviso de 27 de
maio de 1833, nao pode o tabellan Antonio I.misero
da Silva Cosa, successor de Martinbo da Silva Cos-
ta, e de Jos Cavalcanti Ferraz de Azevedo, escre-
ver na provedoria de capellaa e residuos, excluido
do oflicio dos seos antecessores, e quanto a's hvpo-
thecaa ; certameole be competente para lavra-lai
em suas notas qualquer dos tabelliaas ; mas seu re-
gistro deve ser encarregado nes belliao que cumpre informe Vmc qual deve ser, na
conformidade do decreto:n. .182 de 14 de novembro
de 1846, locando lambem a Vine, designar quera
deve subslilui-lu nos termos do arl. "1 do decreto 11.
817 de 30 de agoslo de 1S5I. Oque commuuicu-lha.
para soa iuteliigeucia e para o fazer constar ralo ni
ao juiz municipal do termo da Victoria, mas tam-
bera aos tabelhaes contendores.
Dilo ao dilo da Boa-visla.Visto qua um dos
mappas que acoropanbaram o oflicio de Vmc. de 1
de moio ollimo, sob n. 28, declara que foram con-
deronadoi 2 reos do crime de homicidio, e se inler-
poz recurso dai senleno is de 4, entretanto que nada
consta doa 3, que devera completar o numero de 0
que se menciona, devolvo a Vmc. os referidos map-
pai, alim de fazer a devida correcc.lo, observando
os respectivos modelos.
Diloaoinspeclordoarscn.il de marinha.__Mande
Vine excluir da companhia de aprendizet mari-
nheiroi o menor Antonio da Silva Valente, o qual
deve eer entregue a Felicia Maria da CooceicJIo, de
quero he falli.
Dilo .10 mesmo.Mande Vmc fazer os concertos
necessarios as duas baheiras rte-lin idas ao lazareto
do Pina.Comraunicou-SD ao provedor da -"ade do
porto.
Dito an capiblo do porlo.Pelo oflicio qoe Vni.-.
me dirigi hontem, sub 11. 07, liquei inleirado dri
deilino que tiverara os paisanos Manoel Mari,1, Ma-
noel Sabino e Manuel Joaquim.
Dilo ao direclor do araenal de guerra.
Vmc. reculher a este arsenal 3030 carluzos
dos, que se acbam a cargo do empo de pof
loe qiMreT responaavel o ot-quarlel i"
ri"'iL-^'iToso 'ln Slvira Telles, fotufe
tea conheciraeuln, e em resposla ao officio, que me
dirigi h 11.ir,n, sob n. 1S7.Coinraamcou-ie ao ins-
pector da Ihesooraria provincial.
Dilo 00 ominan lame do corpo de polica.De-
volvo a Vmc os prorasso dos conselhos de iuvesli-
gactle, a que se refere o seu cflkio de 25 de maio,
para qne, nos termos do artigo 15S do legulamenlo
provincial de 2 de dezcmbji de 1853, nomee os con-
selhos, que devem julsar os soldadoi do corpo de
seu commando Jos Joaquim de Sant'Anna, Joan
Mendes da Silva Cavalcanli e Manoel Joaquim Sa-
raiva.
Dito ao direrbr das obras obras militares.Res-
pondo ao ollie o, qua Vmo. rao dirigi em 0 do coi.
rente, declarando que pode contratar com Mauoel
Jciqaiin dos Santos, pela quantia d 77tO00 reis,
a factura da parede, rom porta e fecbaUura, que
lie proeilO levantar no quarlel do 9" batalho de io-
(antaria, alim de dar-se raaior espap ao calabouro
do mesmo quariel.Communicuu-se ao inspeclor ua
tliesouratia da fazenda,
Portara.O presidente da provincia resolve exo-
nerar o mejor Bernardo Luiz Ferreira Cesar Lnorri-
to do losar, qne interinamente exerce, do ajudanle
o director da colonia militar de Pimentoiras, e no-
Inc.i para o mesmo lue.ar o alferes de primeira li-
nda Antonio Raimundo Campello.Fizeraiu-se as
comraunlcacoes necessaias.
Dila.O pre-i lente da provincia, conformando-ie
cora a proposla do Or. ehefe de policia de 5 do cor-
rente, sob 11. 522, resolve nomear para os cargos po-
licaes do lernio de Iguarassu', abaixo declarados, os
cidadaos leguintes :
Supplenle do delegado.
3*Francisco Joaquim Cavalcanli Galva.i, por fal-
leclmenlo do leuentecoronel Jlo Antonio Cavalcan-
li de Albuquerque.
4'Jo.lo Franci.seio.do Anuir!, por tstar vago.
1 '''V*"j*an.... jg AraujS'Sttva, por se haver
-tillado Urbano Jos de Mello.
6"los F'ilippe de Mello, por fallecimento de
Sebaslnlo Anlouia de Mello Albuquerque.
Suppleulea do subdelegado do primeiro districto da
fregoexl de Iguirassu'.
1.Francisco Cokles Teixeira de Aranjo, por es-
lar vago.
2.Antonio Gomes C.ordeiro de Mello, por se ha-
ver mudado Julio Feni.inilnio da Silva Mello.
3.Juo Cavalcanli de l.acerda ti.ilv.lo, por eslar
vago.
.Francisco dai Chagas Muniz, por fallecimento
de Delmim Gomes Ferreira.
Supplenle do subdelegado do segundo districto da
mesma frrgaizia.
2.O lerceiro supplenle, Hermano Jos da Silva,
por ciar vagu.
3.Francisco Xavier Dias, vago pela remorjo de
Hermano Jos da Silva, qoe oceupava eslo lugar.
Commutiicru-se au chafo de polica.
Dita.O presidente da provincia, atienden !n an
que ellegod o ridaililo J,ao Francisco do Amaral,
resolve conceder-lbe a exonerarlo que pedio do car-
go de 6. itippleiile do juiz municipal e da orphaos
do termo de Iguarassu', para que havia sido nomea-
do por portara de 17 de maio prximo findo.Cum-
municou-se ao jnlz de direito da primeira vara des-
la cidade e a' cmara municipal de Iguarassu'.
Dila.O presidente da provincia rosolve prorogar,
alo o lim do corrente mez, a licenca concedida ao
professor da segunda eadeira de leicncias naluraei
do gymoaiio provincial Luiz Jacques Bruuel, que se
acha em commiirao do governo no interior da mes-
ma provincia.Fizeram-seas eoinunicaccs ueces-
sarias.
Dita.O Sr. agente da companhia:de paquetea de
vapor expec.i as suas ordens para qua, no vapor que
se espera do sul, eejam transportados para o Ceara' o
furriel do meio balalho daquella provincia Fran-
cisco Valerio da Costa e sua mulber.Communicou-
se ao commandante das armas.
Expediente d<> secretario do governo.
Oflicio ao marechal de campo commandanle das ar-
mas.S. Exc.o Sr. presidente da provincia manda
declarar a V. Exc, com referencia a' sua iuformacao
de II da maio ullimo, sob 11. 297, que nesla dala in-
deferio o requer.ineutode Julio Rodrigues, Cenador
da companhia lisa de cavallaria desla provincia.
Dilo ao inspector da thesouraria provinciel.O
Exm. Sr. presidente da provincia manda declarar a
V. S. que, com os seus oflicios de 0 e 10 do corrente,
sol na. 170 e 180, recebeu copias dos termoi de arre-
111al.1c.lo dos empedr,menlos do 7. o 8. lances da es-
trada da Escada.
Dilo ao 1. secretario da assemblea legislativa pro-
vincial.N. 165.S. Exc n Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. que vai ser remedida
a' Ihesouraria provincial, para o lim conveniente, a
relar_;T.o nominal dos Srs. depulados proviociaes que
assistiram a'a scsses al esta data.
TRIBUNAL DO GOMMEHCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM I. DE JULIIO
DE 1858.
Presidencia do t:.cm. Sr.descmbargador
Souza.
A's 11 Imras da ir--'' os Srs. dr ' e supplenle
damos
Fu-
ria, no palacio do Elyeeo, o anligo e tradicional
caslello das Tuilenas, sollrendo urna transformado,
cuios trabalhos devem b>m durar dous annes.
Ni ultima arlo legislativa celebroa o curpo le-
gislativo 35 esies, que foram consagradas ao exime
de 161 projeclos de lei, entreo quaes se observara
0 cdigo da u.inulta, o chaman ento da claise de
1857,_ai conlas do exercieio de 1835) o ornamento
de 18'iU. as sulislituires no exercilo, a levsflodoi
arligis do cjdtgo d, (irocesso, as medidas ( segu-
ransa geral, civersos decretos, os transportes dos
despachos na Corsesae na Sardciilia, as cn.lai pu-
blicas, as peuaues s victimas de 11 ds Janeiro,
a sub.-liluicao do crdito territorial, os IraballiM con-
tra as innuiidares, a reducro da laxa dui despa-
1 los lelegraphicos ; emlira a lei sbreos ttulos,
etc., ele
I'ratou-se em primeiro lug3r de urna nova orga-
nisacao para a Alhena francua, a" frente da qaal
Siria collocado o prineipe "sapoleSo a quera o impe-
rador pretendo dar una verdadeira pos-cilo. lie
esta resolnrjte mui issenlida de N.-paleSo III. O pri-
men u declarou querer depender smenle de si i e
nao ter relacoei te nao cora sigo, a lira de obter al-
Inliuices mu ampias, pirticularmenle a nomeacao
de lodos os empregos civis, a aprisemacdio para o
emprfsos militares. S o exercilo e a marinha fica-
riain sob a direcc.lo dos raiuialros, de que dependem
buje.
M. Viclor I-'oach, cooselheiro do tribunal de cas-
sarao ser chamado a' direcc.lo dos servirlos civis, o
general de Salles ao commando do exercilo da
frica.
Os funrcion rios elevados da administrara.1 da co-
lonia africana sao pouco favoraveis a toda isla gran-
de iuuvac.ao, es, analmente o general Doumas.
U'oa medida grava emana da iniciativa do gover-
no francez: lrata-se de levar por urna urgente per-
suasao 09 eitabelecimenlos de caridada publica a
veuder seus bens immoveis e a collocar o valor em
aplleos do Estado. O valor capital desias propie-
dades excede a quinheolos milhes, e Napoleo III
loma a peilo execurao de'Ia medida, que derrama-
ra na circuladlo urna multidao de riquezas immo-
bilisadas, que duplicariam qnasi a renda dos eslabe-
lecimentos de caridade, e prestariam s finanzas do
estado um iroporlauto servido. Isto tem produzido
urna grande enmelo, o o mez panado os debales do
uegocio relativo as perlurhaces occorridas a 6 de
marco ultimo era Clialoii'-Sur-Sione, liveram lugar
peraule o tribunal correccional daquella cidade, of-
fereeeram apenas ura inuilo mediocre interesse : al-
guns turbulentos valsares proclamaram a repblica
aos ouvidos de algn.- papalvo, sorprendern! um
posto, mas ludo islo em eondir/ies 1 io miieraveis,
que nao ha relalorio de sem'lliaules audiencias.
J que fallamos da Franca, digamos um milito
cruel succesio que leve lugar na Inglaterra, que nem
pur Isso deixa da ser fraocez : urna nova desgrana
acaba de ferir a familia nal de Orleans, ja Uto cruel-
mente perseguida depois de alguus anuos. \ duque-
za de Orleans morrea sbitamente a lis ( neo
na sua residencia de Richemnnd, perto de ..*..
Neuhuma pnnceza nanea se mauteve mcibor do qu.
ella, pela dignidade do carcter, elevadlo de espi-
rito, pureza de vida privada, no mera das asilaces
publicas, na posse do respeito de todos.
liinl ora alia livesse, enlre lodos os membros da
familia em qne o seu casamento a fez entrar, as u-
pinies mais firmes, representare voluntariamente
0 papel mais aclivo, se moslrasse prompla para re-
5,Incoes mais fortes uas cousas publicas, e embora
chamas.? de-I'.irle lobre si a alinelo pnblica de
urna tnaneira inleiramenle particular, ella leve a
rara felicidade de se achar collocada pelas suai qua-
lidades pessoaas cima das injurias de todos os par-
tidos. Quando a morle muito imprevista do Hoque
de Oileans a tornou viuva, olla se cunsagron exclu-
sivamente, embora muito moja, a' educajao de seus
lilhos, e nunca deixara de preiidir a esla taicfa com
tanta prudencia e inlelligeucia como dedicaran. De
1 la le de II annos, esta princiza nascera a 2 de Ja-
neiro de 1S1 , casara-se a 30 de maio de 1S37, e era
viuva dme 13 de julhode 1S12. O conde de Paris
e o duque de Charlre, BaMCtdoa eobre os degraos de
um graude tbrono, e laucados sobre a Ierra estran-
geira pela tormenta revolucionaria, quando eslavam
innda no berra, quando ja' nao tinham pal, se a-
cham pois completamente urphaos : se algoma causa
lhes pode adobar a amargura desle lerrivel infortu-
nio, be a grande heranea de virtudes, de nobre
qualidades, que lhes legaram seus pas.
E a infeliz rainha Mara Amelia, ella que julgava
|pr chegado ao verdee do seu calvarlo, qoando Dos
Ihe loiiiou a sua lillia querida, a rainha dos delgas,
alguus dias dep.ois de Ihe ler tirado seu augusto es-
poso, o rei Luiz l'elippe : Oh I roen Dos, disio ella
eii'a 1, fazef que isto seja a miuba ultima cruz sobre
aterra! Masilla nao linba esgolado a laja do in-
fortunio, e em poneos mezes, fecha 01 ribos a duas
das suas oras ; boulem era .1 duqueza de Nemours,
hoje he a duqueza de Orleans E com ludo a vene-
ravel rainha, e*quecendo o peso dos annos e todas as
rudes provaees por que lem passado, he quem con-
sola seos dous netos lacrimosos.
A Franja Irat 1 dentro dos seas limites, nisto mo-
mento,- ai grandes quesloei da poltica europea, lio
era Paris, fui a 22 de maio que se abrtram as con-
ferencias.
Celebraran] nina sess.lo mais lonqa do que sa pre-
ver. (".," Iicacfies novas (80 capa/es de lhes f le
Blas i.n.ma. A importancia das Metidas a
titelligeneia anterior qae M deve e*la-
0 be 0111 nciocio Mrtetderavel. lim
i, a qiiesl.lo dos principado-, o acia de
lino, o futuro do Montenegro,
ios icriame', e. e inleiramaole
Poden.' ella ee aproximar da Austria para separar
os leus inleresies dos do resto da Europa ? Ella se
esqaecede que a conferencia de Paris he uro tribu-
nal sem appellajao, qua be soberana e omnipotente,
que dispe ite urna maueira absoluta da surte da
Turquia, que da mesma maueira qoe delta fez urna
potencia ludependeulc, pod) lubraelte-la a's regras
que Ihe convierem, que pode estender ou apertar
as suas frooleiras, sustenta- a, faze-la viver ou dis-
pedaca-la, segundo os saus designios ou seus inle-
resses, ou antes ella uo o eiquece, sabe-o mui
bem, e he isto o que ella rereia, mas o medo be niao
comelheiro, perturba o espirito, faz mullas vezas
ver a salvacao onde esla' a parda. Em todos 01 ca-
sos, nesla cncurailaucia, como diz o jornal Nordn,
a Turquia aperlando a m3u a' Austria, sao dous
maos sujeitos, ora, paralylico que te arrima a um
baleleiru para desfechar nm mao golpe, antes da
chega la do gendarme.
O bateleiro ie mauteve lo aqui em equilibrio,
com bastante felicidade, mas se lr atacado de urna
caimbra, o que sera' do paralylico?
He ruad-Pacha que a Parla eseolheu para re-
presenla-la as conferencias. O conselho de mi-
nistros leve varias reunies, mesmo no lempo do
Ramazam, relativamente a's iostruejoes qoe se Ihe
baviam dar. Esle diplmala, ao deixar Couslanlrao-
pla, dispuz o sea ileuerario ce maneira a lomar em
caminho os cunselhos d'Aostria. Todo esle proce-
dimenlo da Porta he ao menos imprudente, des-
perla toda a altenr.lo da Euopa, demonslra-lbe que
o llalli boraayoon destinado ao melhoramenlo da
serle das rajas chrtsiaas, a organisarSo da igualdade
e do bem-eilar de todas as popalaces do imperio
nao tem sido em esseucia mais do que um lecido de
proraessas Ilusorias e impotentes, faz qoe este pe-
nga exterior a que se attriboiam todas as iofei mida-
de! de Turqua, lorne evidente, com uro trisle es-
plendor, ludas as soas desordene e as suas lulas do-
mesticas. E nioguem se deve engaar, he sob esta
preoecuparao da questao do Oriente menos resolvi-
da do que nunca, qua se abriram ai novas conferen-
cias.
A caasa iminediata desla mesma queslOo do Ori-
ente, que deve estar presente as conferencias, he a
sorte doi principados danubianos : ao ver como a
Turquia eomprebende a sitaajao que o (ralado da
Paris Ihe creou, podia-se receiar que um dia a ques-
tao do Oriente reanpareceiselqoasi toda inteira. Cora
ludo, a un 1 j e a 111 lependen:ia s3o coodices que a
generosidade da poltica franceza nao deve abando-
nar, cumpre que nioguem eada preoccupajOesnies-
quiuhai e indiviiiuaas, cumpre qae ningaem te ei-
Muejade que a soberana da Turquia nao be e nanea
foi a respeito dos principados Moldo-Valachoe seno
urna su/erania puramente nominal. E a Porta nao
tero podida cuidir um so asanle, seriamente, que
a Europa reunida em Paris, om conferencia solem-
ne, queira mudar o Ululo e a nalureza do poder, de-
clarar que os estados Moldu-Valachos, seus adiados
tributarios, fa/.em parle do sen dominio, que a sua
suzerania tornoo-le orna verdadeira soberana.
Ella nao pode contar que a Europa reunida fa-
ce do muudo, para campletai o aclo que fundn ua
Europa a poltica ila civilisaciio nova, faja para ella
nm verdal.iro trafico das MrjOea e Ihe escravise es-
tados, que lem salado garantir para cora ella toda a
sna independencia, uu leiuro mesmo da grandeza
da mooarchia oiiomana.
30utro aasumpto deve impor grave dever aoi ple-
nipotenciarios. (Jueremos fallar dos destino de II m-
teuesr.i, a respeito dos quaes a Austria quererla sera
duvida poder declinar a la competencia.
Ao pasee qae a Botnia a llcrzesovina recobra-
vam penas urna tranqoiilidide apparenle ; a des-
pello dai sympaihias croadas por una causa verda-
deramente sagrada, apezar ras repressularoes ema-
nadas de altas regio, os Turcos recomejavam no
Montenegro hostilidades ire vtzes injustas, l-to
foi um infortunio para auas armas, e elles soffteram
ama aangreota derrota em lirahovo. Um dos seus
seneraes, e a maior parle dos seus ofliciaes ficararo
sobro o campo da batalba, as suas pejas e as las
l.agagens cabiram as m3os dos Monleuegrinos, que
foram estabelecer o assedio litante de Klobuck.
A Franja que ja tiuha chimado a alinelo geral
sobre os perigos da occuparlu turca, e sobre a oppor-
lunidade de um protectorado colleclivo, arhou 1109
successos actuaes a juilificajan da ma idea, ella guar-
dou pois essa altituda, qoe Htesta a sua sollicilu.le
para com a independencia dos pe,penos estados, e
o apoiu que lem sempre ,i sua d sposijao, quando
elles s.io ameajadoi. Ella reeordou a lodos por ama
nota publicada na soa folha ofcial, o poder do di-
reito e o valor ell'ectivo doi principios de roodaracio
a de paz, proclamados no Iralado de Paiis. Em no-
mo desle tratado, em nomo do direito, das garantas
que elle assecura, das obrigajes quelmpe, ella iu-
lerveio era Coualantinopla, eulre os Montenegrinos
e os Turcos, para embargar os ataques forja ar-
mada desies contra o territorio e a indepen-
dencia daqnelles. Sem procurar de sorle algu-
ma apoderar-se de urna aejao e altribuir-se
urna influencia exclusiva ella appellou para
ai putencias signalariai do Iralado, os conviden a
se eulenderem para tratar.dos meios de prevenir ora
conflicto quasi inevitavcl, eulre os Munlencgriuos a
os Torcos, para maior precaujao enviou duas naos
com desuno a fundearem no Adritico.
Esla argomeutaj.lu teve seus resultados, as uolras
potencias se deram pressa em obrar no mesrao sen-
tido. Novos passos foram dados junio Porta, e o
governo de Ablu Medjid, deferin Jo emlira a esle
consellios, Irammittio a seu rommissario e ao coro-
mandante das forjas, a ordem furinal de suspender
as h -lili laido-.
deslava saber, se grajas aos esforjos commmis das
potencias, o negocio nao poderla receber urna so-
lucln amisavel, se a Porla aceitarla a delinnlac.io
das Ir antenas eobre as bases do tutu quo, e sobre
ludo a iudapeudeucia de facto do Montenegro '.'
A Franja, a Rusta e a Inglaterra eslavam de ac-
cordo sobre estes dous poulns ; a Prussia lambem
nao sa llnha apartado, quando Fuad Pacha fez cui-
lim, (liante do conde Walewski, lord Cowley.o con-
de Kisselef, M. de HalzfeU, o bar.lo da Ilu'buerje n
represenlanle da Sardenha, reunidos em Paris, no
ministerio dos negocio! estrangeiros, asdeclarajes
mais satisfactorias em nonie do seu (overno : cum-
pre esperar a sua inser '.ole.
Cabe hoje aos plenipolonciarioi concluir a sua
obra : apezar du segredo guardado sobre as comniu-
nicajes trocads nos ollimos lempos ntreos gover-
uos, sabe-se que os seus representantes, se reuuiram
sol felizes auspicios ; todava a solajaodas ques-
illos em lelisio ln sido preparada, mas nao adopta-
da..I ma parle fui deixada ao acaso, e o trabalho
das conferencias nao se parecer' com una simples
I10mnlos.1c.ao comida am rigorosos lmites. Alera
das quesloes que fazem parle do eo pregramma, lia
outras que se ligam directamente a' execucao do tra-
tado de Paris.
Apezar dai pharopbarrices do algans jornalislns,
que nenluim esforjo de imaginajao desanima, cum-
ple allirmar que nao se sabe nada do que se tem
passado uas lesses celebradas no ministerio dos ne-
gocios estrangeiros : os plenipotenciarios lera guar
dado o mais absoluto legrado sobre soas deliberaren
as quaes devem durar ale o fim de jaldo.
G. f
------- %
ERRATAS. .
A dala da nossa primeira correspondencia d
ris publicada hontem, he de 21 de maio air
Na correspondencia de Hambnrgo no ult
ragrapho oude diz 100 colonos, leia-se 100
tonel.
pa-
co-
PORTDGAL.
Lisboa, 23 de maio. (( no 0
Senbor redactor.tendo estado ause .hej vom_
alguna dias por negocios parliculares, , Kl
do a Lisboa, retardada no crrelo a r u
ollicial da miaba eleir.io de depulad J^^J.
IjV daspeza de 8 C0"er '""' n!"
P;^prov,>c,a1.-.'om, "%*? Z^
' provine
'nopla be fello se-
, lo do 1 I 'iil-
I teis ir da I o -
ctio deisado
aenle com o
I, quan-
lia"-
26." Resolvido a nao aceitar aquella
era do meu dever dar immediata r
quem assim me den urna pn.va de.
lalvez ; mas a culpa foi iovolantaj/
cade espero que dando qiianio .-
jornal a' ioclnsa caria, me ajude
possivel a minlta 11 'a.
Ajttda, -2 de m:iio de '.
ao de mi.
preco.
I)
Senbores elcilore
Acabala de me d
eseolheu
lo : linio o"
Se tal -
que
mr


DIARIO DE PERNAMfcUCO SEXTA FEIRA 2 DE JULHO DE 1858.
\. aleirao mull.
II i anuo i|ik> iis tli-ilores de ora circulo da lleir.i,
na u. malta benevolencia para comi., pretende-
ram fa/.er-ine a honra qae me faosles anor. Uta
delleo, un tlus mais nnlires, mais puro-, e mais in-
lallgeolaa, caraneros nos mullos que conharo, la-
mido!, eqaec>do, nena vasta uranj.i da capital clia
ni i la a as provincias oncarreo)u-se de vir a Lifboa
conaulur-me. Reepondi-ltie como a consciencia me
dase qoe Me devia re'poudpr, e o mea nome fot
I -lo de parle, lia ('.mira n l.i-lui.i lie mal- pe'lo e
a rniumuiiicarilo mam fcil do que dos remotoi e
quasi impervios aerlas da llair.
I Ui vezei nos comicios populares, mullas na iin-
prea. lenha manifestado a minlia intima coinioc.io
de qne nenhum ciiculo eleiloral deve escolliar para
sen rqreaenianle individuo qua llie oto perlenr,] ;
que por larga, etperienria nao lenh i condecid., as
suas necesidades e miserias ; os -us recurso* a es-
peranzas ; qiie nao (eolia com os que o eleserem
i :iiiiiiiiiii,l,n!ifilc interesse, interesses que variam,
que se modilicam a al ae contra,bien, de provincia
para provincia, dedislricto par estricto, e as v/.es
de consallio pira tonselhn. Esla doulrioa, posto
qua lilil i vanlagens no preaenle, repulo-a sobre-
ludo imprtame pelo tea alcance, pelo eos reeal-
ladoi em rel.if.5o .10 futuro. He. no roeu modo de
ver, o ponto de Archimede*. 0111 fulcro de alavanra
dado o quid, as eraoes qua viere 111 depon de rj
pdenlo laucar a sociedade n'om molda mais purlu-
llue/. e maii ensato do quo o actual, inulili-anjn as
1 opias ao mesmo lempo servia e bastardas de insi_
I incoa peregrinas qua em roeio serulo lein dado so-
baja, provas na >ua Ierra natal do que podem do
que alera para manieren) a par. e a ordem publicas
e sobretodo urna honesta liberdade.
Durante metes, no decurso de dous anuos, ijve
do vagar pelos dislriclos ceulraes a eplenlnoiiies do
reino, pude entao observar amplamente qoanlaa
miserias, qoanlo abandono, qaaulos venames pesam
aobre os hebitanlas das provinciaa, principalmente
do dislriclos roraes como o vosio, que consliiuem
grande maioria do pal/. Vi com dor e liislea de-
linhadi s a moribundo o resto da institiiicei mu-
nicipaes que o absolotiimu nos deita'ra : vi com m-
dignacao essas solemnes mentiras a que impamente
chamamos inslruccao primaria e educarlo religiosa
vi a agricultura, a verdadaira indualna de Portugal,
liOando inulilment por d msullicienria dos aeua recorsos ; vi em resoltado do
erro* econmico que pullutam na nona legislarlo,
a ron' organisacSo da propiiedade territorial e a oa-
igualdade espantosa na deslrihuicao das populace
ruraes, precedida da mesma origem, a dando-nos
10 sul do reino urna imagem das solidoe sartaneja
da America, a ao norte urna Iran Jo cm parsperli
vi : vi a injusta repartirn e a pelor iipplicacilo do
(ritilos a encargos : vi a falla de egnrauc.a pessoa
e real, especialmente nos campos, onde o homem ha
obrigado a conliar s em si e em eo para a ohler :
>i um tv sienta a Imini.lralivo, mo por si e passimn
*m relacflo a Porlueal, com urna jernrehia de fue
clnanos e urna diatribalcle de funccijea qua toroam
remolas complicadas, gravosa, ale impossivai a
a in iin-u?c.i- e a juslica para as classes populares, e
incommod.s epuliadoras para as alias clessti : vi,
sohreluilo, a falta da vida publica, a concentrar.10 do
homem na vida individual, e de familia, que be ao
mesmo lempo esnsa a elTeilo da decadencia dos po-
voa que m dizem livres : vi todo e.pararem f lerue-
rcm ludo do governo central ; confiaren) nslle como
se fosse a Providencia ; maldizerem-o como se fose
o principio mo ; ideas completamente falsas, posto
que bein descuipave n'ui.i paiz de cenlralna^ao ;
ideas que significan) una aluicacan tremenda da
coiaciencia de cidado, e da aclividade humana, e
qoesSo o symplnma infallivel de que os mala p-
blicos procedem mo da vontade desle ou daquelle
individuo, da ndole particular de-la cu daquella ins-
tituido, mas 1111 do cilado moral da ociadada e da
ndole em gcral da toa organisacao.
E 1 -lo que vi perspicuamente, aperar de nina ob-
servarlo transiloria, vi'-em-o todos os dias, palpam-
no, a o que mais he, padecem-o centenares de lio-
incns iiouestos e inlelligenloa que vivein obscura-
mente por essas villas e al leas de Portugal. Como
os seos vizinhos ellas sao virlimas da nossa absurda
or: misaran ; disso a que por anliphrase chamamos
administrarlo e Enverno. He eolre taes homens
qoe o circuios deveriam escolliar os seus repra-en-
tanlcs ; he enlrc elle que n escolherao por certo
no da em que comprcheuderom que o direilo eleilo-
ral he om espada de dous gumes com qua o cida-
dSoa esl.lo armados para se defenderem a si e a seut
lilli'.s mas com qua lambem p dem aisassinar-se e
"-as-ina-los. Foi oque disse a lodo aquellese
nao foram pouensque dorante a 1.....lid perigrina-
i.iio pareceram confiar, senilo no valor das minhas
opinies. .10 menos na sinceridade della. Interro-
gado acerca do Unitivo que soppunha possivcl para
o> males qu presenciava, indique) sampre, nao cuino
remedio definitivo, mas como prepararlo para elle,
como in-li umcni, s de orna relorma futura, a eleijo
delusivamente local e os esbirros comanles pera
ibter contra o interesse das facees. dos partido
dos covernns a reduerflo dus crandes circuios a cir-
eolos de ele ir a singular, que um da posam servir
a real iiiracjo da vida inunicipsl, a egprestfto verda-
deira da oda publica do paiz, a garanta da descen-
Iralieaela adrnimstraliva, como a descentrahsa$lo
iidiuiunlraliva he a garaulia da liberdade real.
Fortes tendencias para a eleicflo da loralidade se
manifeslam ja por mullas parles, e 05 governos e a
|iarcialidades vem-se runslran^ido a transigir com
ean insttnclo salvador. Se nao me he licito ,
gloriar-me de ler contribuido para elle te desenvol-
ver, serme-ha licito, ao menos, applaudi-lo. He o
primeiro passo dado no caminho do verdadeiro pro-
gresso social : cumpre nao recuar.
Mas, pensamlo assim, como podara eo sem det-
inentir a miulia consciencia e a> minhas palavras ;
sem Irahir a verdade, tew vos Irahir a v proprios
ceitar em silencio o vosso mandato ? Ka honroso
merecer a confianza do netas com-iciados, mat be
mais honroso viver e morrer honrado.
Nao havera' no mel de v um propietario, om
lavradnr, nm advogado, om cornmeicianle, qunlquer
individuo, qur, ligado comvosrn or interasses e pa-
lacimenlos commun*, lenha pensado na solurao das
qoesloes suciaes, aduiinistralivas e econmica que
vos un, nrt mi ; om homem de coja probidade e bom
juizo o trato de mullos unos vos tenlia certificado 1
lia sem duvida. Porque, pois, nao haveis de esco-
Ihe-lo para vosso mandatario '.'
Os que nao veem como au 1 e-ii idea da represen-
taran eiclu-ivamenle local o pruneiro co d urna c-
llela da liaii.runn.-rur.., que serao ao ratsmo lempo
administrativas a polticas, podem sem desdoiro nao
so aceilar, mas ale solbcitar o vossos otos. Nin-
guem deve alTenr os seus actos livres senilo pelas
|iropnas opmies, pelas doulrinas que lem propaga-
do. Afferir pelas minhas ideas o mru proceder he o
que nicamente fco.
Ilecusando o vosso favor era por isso vo-lo agra-
de menos ; e a prova he que vo-lo retribun com
etlea cunselho. que nao ser3o bons, mas que eviden-
rerrreiile silo desinltressados. Da confianza qoe mos-
Irasles ter em mim deriva o rueu direit a dar-vo-
los.
Aconselho-vos, como acabis de ver urna couia
para a qual os estadistas de DtaGatlo ulham coro su-
prema despreso, a elei(.1o da campanario, s a alei-
rao de campanario, a eleicao de campanario, per-
mitli-me a eipres*Sn, at a ferocidade.
Nao ser se poderail loffrer o aflrontoso ridicolo
qoe anda associado a' doolnna que vo inculco. Eu
poara. Em mim este alto esfurco be o habito qoa re
sulla do longo Iralo. A agoda e graciosa invacliva
le depulado de campanario lem ralis veneraveis. Co-
nllevo-a ha muilos aunos. Alein dos Pjrenoa anda-
va ja em servido dos ambicio.os, dos o'lliciaes de po-
lilico ha bm meio sculo. Os oossos poltico encar-
II los iradozram-a para teu uso. He que, assim co-
mo Iraduzem leu, Iradnzemo mais, poslo qoe, se me
ha lie.lo diza-lo, o far.eui mal, ir uilo mal da ordi-
nario.
Iiidubiiavelmenle este paiz trasborda de homans
grandes, de profundos eladislas. Aqu o eatadist
Mace coa onasce o poeta : precede a etcola : dispen-
sa a, ele. Sou o pruneiro em confesea-lo. E a painao
di homens grande, dos piofundoi esladis.as he a
Ml*a(ae da patria : he asoa vocarao, o seu deslino,
a sua suprema Muida le Estes v'ares Ilustre per-
lencem, porcm, ao paiz : he do paiz qae devem ser
denul do-. Knicii ein-iio elle- assim, a parece-me
que entendem bem. Em tal caio eleja-os o pan.
'Joan lo alf-oin vos manjigar de poita em pona e
cora o chapeo na m3o o voseos volos, retpoiidei-lhe
como os eleilores dos diversos cireolos do reino Ins
responderan, se o 3o juizo fosse urna coata desme-
tuiadamtnle vulgar :
Somos ama pobre cr ni qne apena coohererr.os
as nossas uecessidades, e qoe queremos por mam.a-
lario qoem lambem as ci nhera e qua nellas lenha
Hi* i qoem saja verdadeiro inlerprele do nossos
o, das iiosaas esi ranga, dos uossos aggravoi.
s depulados do ootios circulo procaderam de
ascolha ansluga, entendemos que as opinies
w "^Vjninles 110 parlamento rapraaantarSo a tatlifa-
l v~TJjoe, o compleinenlo ra esperanzas, a re-
' 'guravo da verdadeira manira nacin-
''"i"- inhinY"0 ob9,e 1ue ,e a"nda ao inlerc-
vencimanlo as lulas do poder, eoneenlra-te n'uin
ponto, simplifica-as, obllo u pudor, a cenlralia-
ao he o glande meio de o conservarer,,. Nunca et>
perein do partidos e-sas tendencra. Seria o suicidio.
D.1I11 vem 1 sua iiicoiiipelencia, a nenhuma antorida-
de do seu vol nesta materia. He preciso que o pal!
da realidade, o paiz dos rasaes, das aldea, das val-
las, das cidades, das provincias, acabe com o paiz
nominal, inventado as secretarias, nos quarleis,
nos clubs, nos joinaes, e eomlituido pelas diveisat
canudas do funcionalismo qoe he a do fuuccioualis-
mo que quer e que ha de ser.
A ceutralisarAo lem ido al a't s.iluriinp., A jerar-
clii 1 adiuiiislraliva rhezou ja, por eiemplo, arro-
gar-sao direilo de declaiar suspensa 00 em vigor
as leis civis e criminaos do remo e a aerlo rio Iri-
huuaes. la-leo arl. :tj" do cdigo a Imm-iralivo e
atludae a ficados. Vede e alguin govtrno, te algum grande
esla Hala sabido de qualquer parle propuz a ua re- I
vogarilo. fiSo o esperis j-imais.
O pooer qua pela ijiuiuiud le do funceionario
criminoso, que pelo monopolio na distribuirlo da
ludas as funcc/ies retribuidas, qu pela monstruosa
inveocAo do contencioso administrativo, que pelas
uns uu menos ilsfarraias dictaduras, ruja nrce-si-
dade elle mesmo cria, que por mil coiiceases arrau-
esdas a' fra queza ou a' consciencia parlamentar,
acli 1 grande facilidades para penetrar na esphera
doi oulros poderes, deve ir longe na propna esphe-
ra. E vai.
Querei encontrar o governo central ? Do bergo
a' cofa e11c.1ntr.11-l por Indas aa pba-es da vosta vida
raramente para vos proteger, de continuo para vos
incommodar. Nada, a bain dizer, ie move na vida
collrciiva do povo, que 11.I0 venba de cima o impul-
so, ou que pelo manos o governo >c nao asaucie a es-
e impulso. Enlrai, por azemplo, no presbylorio da
primeira aldea que loparrie. Veris ah um homem
ruchen,I,, a pa da agua benln, apagando ou accen-
dendo as velas, arrumando os ciriaes. leo governo
central. O laeraUo exonerado com o titulo pompo-
so de Ihetoureiro, he -eu funccioiiario ; be a mao
delle eslendida al o gavelao das v.tlimenlas. Ee
persona6em lem caria pela secretaria d estado.
lito he impoasivel que eja racional, sensato. Essa
immeusa luirla de milhes de homeus por seis ou s-
te homens he forzosamente abiurda. Deve haver um
da m que a sociedade, como os ludividuoi, cliegue
a maioridade.
NSo ruceis que a desreiiIralUacdjo teja a disgre-
garan. II governo central ha de ler sempre urna ac-
cao podertsa na arJn.inislrarno publica ; ha de cin-
gi-la, mas cumpre reslrmgir-lhe a esphera rteulro
dos justos limitas, e os seus juito limites tu o aquel-
les em que a razo publica, e es demeailrar. de
tpenencia provaram que a aua aceao he inevilavel.
O mbito desta nao deva dilalar-s mais.
A cenlreiaagao. na copia portugueie, como hoje
ansie e como a s.ilr, m,,., he o fidei-cemmisso lega-
do pelo absolulitmo ao novemos representativos,
mas enriquecido, eiagerado, he, derculpai-m a
pbraie, o absolutismo liberal. A difl'ereiir.i eslA nis
lo ; d'antes os frustos que da o predominio da cen-
(raliearao soppuuha-te colhe-los um Ir inem cha-
msdo ri_: buje eolhem-no seis oo ele homens cha-
mado minislio. D'anles o cortz3oa repaitiam en
tre si esse froclos, e diziam ao re que ludo era del-
le e paia elle, hoje os iniuisiros reservam-o para
si ou d -Irihoim-u- pelos qua Ibeaservem de vez de
bracea, de miles, palo partido que o defande, e'di-
zem dapois qoe ludo he do paiz, pelo paiz e para o
paiz. nao meiilem. U paiz deque fallan) he oaeu
paiz nominal ; he a toa clieulla, o seu funrciona-
liamo ; he o proprio governo ; he a tradcelo mo-
derna da phr.te de Luiz XIV ol'lac c'esl iuuid, un-
nosa rinreriade.
Nao acooso alguem m particular ; descrevo^um
faci geral : nao sirvo, nem combato nenhum par-
tido ; pago-vos com a franqueza um punco rude da
minlia linguagein a vosa beuevolancia. Se accua<-
se, arcusava-uie lambem a mim e lalvez a v. Nin-
guera e-la cima das piiAe, dos preconceiloa, das
formlas e da ndole da eua poca. Nem te qoer__e
moilo heos estadillos o cabio, e me he concedido
avahar esa alia capacidades. A carue he fraca.
Srjarn quae forera as nossas aspiracoe, aa nonaa
Ihemias, e, aa quizerem, 01 notaos(uhos qoanlo ao
luluro, vveme- no preienla a qoando nao no9 abs-
lemo da poltica, enhleiramo-nos nos partidos m
vze ale, em o querermos. em o sabermot. Como
tive a honra de v^ fazer notar, a qurilao da li-
berdada na sus plan lude e na toa aii esl fora, 011 ante cima do pululos. Se, confor-
me creio, a eleijao na qual quizaste queeu titate
urna parla honorfica manifesla a vossa propentos
para manter o ministerio actual, nao se dednz do
que vo di^n a uecestidade de mostrar propeusSe
contrarias. Por ora nao e trata sena 1 de aloplai um
pnnaipio, ama reura, cujas consrquencias verda-
leirameule importantes virgo mais larde. Nao im-
porta, em rrlarilo a estas coiisequeneas. qoe esro-
Ihais neale ou naqoelle partido : o qoe importa he
que escullais d'entre vs ; o que importa he que o
circuios ruraes nao nbriguem algum homem grande
a consumir dez minuto em procurar no mappa do
remo a situarlo relaliva do dialrirto qua reprsen-
la, e muilos horas em soletrar o mues mmanoa.
eiilhico, mounaco. barbaros, qoe nasse mappa de
iunam rios, monte, lunarejos, aldeias, fregueziar,
ronnelhoa era qoe nonca oovio fallar. Pelo re-
cohIos da votsas pitloreacas monlanhas, pelos vos-
sos valles frondosos, palas quimas ,. gianjas mais
ralelas, no ampo oo as povoagc. deve habitsi
alnum amiuo do ministerio que merera os voasos
vele. Dai-lh'o, se entendis que os'homens que
eslio no poder sao menos maos do qua os seus ad-
versarios.
Nao me consenlindo a hrevidade do lempo a a or-
ificia de oulras ccopacoes espnr-vos lodos os mo-
tivos porque dou lauta importancia doalrina alei-
loral que uhmetlo A voasa consideracfio, nao tenho
dueilo a inaittircn que a sieais com a imibaiavel
firmeza com que inlimamente creo que a deverieis
seguir. Nessa hypolhese, se vos apreseolarem eaadi-
daturas de individuos eslranhos ao vos o circulo en-
jo r; rarter lijo potsais avallar por vos meemos, 'con-
sent em que vo lembre om arbitrio para nao tar-
des ludibriados. Consultai aquelles qoe peisoalmeu-
le 01 cunhecer.m, mas s aqulles, que, pagando
tributos, e nao ditfroctando-os, viverem no meio de
vot la longo anuos do producto do seu (rabalho oo
da ni propriedade. a que gozarem de solida rep-
lalo de lutdlueiicia e de probidade. Como homens
de brm. e cuniu leudo iutereiaes analoos aos vos-
sos e conlundidos com os vosos, elles nao poden)
enganar-vos. Escolhei o que elles escolherem : re-
geilai o que elle regeilarem. Vanea qoal partido
vencer terais ao menos um procurador honesto ;
porque lodoa os parlidoa team no seu sao cante bou
rada, fcscusado be dizer vos o quo nisso haveii de
faenar.
Depoto, quando nlgoem, que accidentalmente se
acha no meio de vo, sm casa, sem han, sem fami-
lia, sen mduslria destinada a augmentar com van-
tagem propna a riqueza commum, e so porque o
seu lalher na mesa .10 tributo ficou posto para esse
lado, se mostrar demasiado solicito em nobililtar o
vosso voto pela esculla de algum celebre estadista
era que nunca lalvez ouvisU fallar, ou em livrar-
vos deeleserdesaleum m'o cidadflo, cuja nialfei-
loriaaeiculaieda sva hooca pela pruneir.i vez, vol-
tai-lhe as eoalas. Padre, militar, magistrado, fonc-
Clonan,, civil, aeja quem for, es. s homem que lauto
se asila, aiUicta pela voasa honra eleiloral, pelos
vosso ecrrloa ou desacerlos polticos, pode ser um
partidario ardeute a de-inlere-sado ; mat he mais
provav! que seja ora hvpocrita, um mlseravl que
|a lenha na algibeira o prc,o lo vosso ludibrio, oo
que por sarvicos abjeeto espere obler ou dos que
sao RfjjaajjM, uu dos que querem faier o immenso
aJ|Tm de o srem, a realiaaclo f e*Ji,.rie- 1a llia nao legitima, e acerca das quae
V podis saber urna cousa ; que as haveu da pa-
l'ermitlirne. senhore eleilores, que termine ela
carta, ja demrsiado eztensa, reilerando-vos os pro-
testos da inmli 1 gralidAo pe. vossa bondoda para
oinigo, e sseaurando-vos que me tallece ambi-
eao para aceilar os vosros votes conlradizeiido as mi-
nhas opinia, tebeju-nie avareza para buscar n3o
perder jami um ceilil da vosa slima.
Ajoda, > de malo de 1S:-S.
A. Ilercolano.
(Jornal do Commercio de Lisboa.)
Z"cmoW.8,,i e"-"-ao representados e
a ni\ a abandonai-.'
.i..-amia na arilhm..l*J,*r^,"e_ de_n..'** P"'.: | 'oleques, quando apanlnm-se
"talada dt nossa iolelligencia
es:
r..nov,Vma das lcal.d.;;,Iue Paiz nao he
....ao avtoncrpres.se a vo,',,,,""ni 'Ju aliaoluto,
da, vattatUiciiar a depulaca e\?"er?" ": "
ik i elej m iquelles que C^l'anarm, fazei
com '|Uf vdem a pie-i ir ,-is vossas >i;^'hcum de
perto. I' brlamenle ios habitar n'av2j*i vus"
sd raracler.^ ali-ler-vo; lano, rredai-vo',,lM'le-
1 riueaVc.bilcrio qoe Tusca o brillin .\,'"m'
. S le como ha razo que sejae'*
ur-ijN.io ieu.ua para vos dar aenSo u, 'il
'uta'0 ''" P'Upanaiio. ,.
t. de ue.eiiores ao etladistas parece-me
11 il.la.
1 '"Y viario heo simplonia co
pre-
..1 deseentraliaadora, a desren-
10 impretenvel da adminislra-
'mini-lracao da paiz pelo
I. palpavel, effccliva da
i anarchia, sem revo-
rasenao m.l. Pa-
1 .-omear pelo
'I ca reuasca.
de acr,l,i
>r em
oe
?AGNA AVULSA-
Toquen o> sinos.Nao goalamos moilo da met-
(er-nos, cora os tinos, mas forra be que eulremos
agora ueste terreno, para notar o ahuau qoe delles
razem os vadioa, que as festividades invaden) aa
(orre, des .greja.. He sabido que, por dispo.irao
le le, nao davem os rapiqoes durar mais de cinco
minuto cadi om, os lacrisldea e cheles da eorpora-
gBaa, que sSo us responsaveis pela infraovao, nao
ignorain e 08 e 1 da passo, 00, meihormeiita dizendo, o que (.uvm.es
-1 a cada momento ? Tucarera os moa por lempo n-
nor ao consagrado como perimltido, poi que us
-se as torres, dillicil-
menle dena.n os sinos parado. Anda lerea-felra,
pela fesla de S. Pedro, nolamos essB abuso ; segura-
menle I. cariin a lepiqne o laes moleques ubra de
1..na iiura cuiseculiva E nao latsimo aiuda com
I lno, a qoe a ajantava o loque Onudei no Carino
esin Santa Thereza, quando deram por fin a sua ta-
refa, coineraram voz em grila uina alerear.do h .ni-
vel aobre noam forte melhor | qoern prceiulicsse mais cabalmenle as formlas do
etc. etc. Ora, islu be iiilnleravrl ; fpacian-
v-leJoh podera'sujipiular loqurs de ainus por
mi,"1' '1 bio interrompida, o por lim co, i'.*'"'i'i indesrriplivcl de orna eorja de marra-
donot. Kjwneia deva sor entila pelos respectivoi
lazer do li^'es alada nao fazein lud m
ver se airo -i','1" detaa insperrilo om b
r, e ecouomii..,*^''8Vi"n melhor de
remos de Kr esle Sj oiivulos alheios
ambram cu arl. 8 i; E os Sr.. II
mo-lo eiironlrar quaai sempr. Senhor cadete,sen-
t' lo I Para que enlutar maia a qoem ja traja olo-
loii'.' A quem o crepa da orpliandade loma como
que taado para as tllDaa generosas'.'... Aleta volta
a esquerda, volver, marcha !
Ueineidencia.Mu ignorem o qne seja reinci-
dencia us nao 1 roles.,, na materia jurdica he cou-
sa natural ; mas qoe lato ao d com aquellea que o
nao devem, he iiidesrulpavel e digno de lodo o re-
paro, toril -n lo-o- iluplicadainenle responsavcii. O
tformigulro animadoe cuja existencia assignalamns
de oolra orcasiao n'uina ra da ltoa-viala, e qua lem
baslanle discernimculo para apreciar a forra da
reincidencia, nfto obslanl hsvermos-lhe fito joli-
ta o oposleriori, ha reincidido no faci qoe censu-
ramos rom lamanha forra, qoe indica orna reacio
inUncional da parle delle ; mat esperamos que clie-
gue a melhor neenrdo, tiperamos que nao cencerra
mais com a sua pedra para o edificio do escndalo,
que ja he entra mis lito ampio, mormtnle rom o ac-
ere-cuno qoe Ihe ha frito o rrdaslrurle.o Estilo as-
stgnalas na tregoas at vermoa o resultado.
I'arlnha de mandioca Anlehontem leva
no mercado de S. .los a KtlO por cu.a da prodnilda
na provincia ; a progressao qiiati que he geomelric!
/ ma guarda permanente no Manguinho.He
de Inda a cnnveniaucia a existencia de urna guarda
no Alanguinlioou Opung, eompotta de certo na-
mero de pravas tullicienle para eonler 01 dyseolos,
que abundan) por aquellasrirciimvizinbanr.aa, nos li-
mnea do josto. All quasi sempre daose'conflictos
mais 0,1 menos graves, quasi sempre lem lugar desa-
vens devida a eriaza da ausencia de uu,., pni-
ca immediata, a qua se jolgam furlar snavem.nle
os refractarios, crino de ordinario acontece; porque
a accao directa da aulorid.de policial I cal de ordi-
nario la chega fora de lempo, qoando o erim. e.ta1
parpelrado e o delnqueme a alvo da aceto da foira
publica. Snlimellemuststa censderac,e a' autori-
da-Je competente para que, apreciada em si e em
aoa ralacoes, seja satiifeila orna medida qua he re-
clamada pela seguranza publica.
Irmaasde Caiidade.Pelo Avon, que to-
cn quarla feira nesle porto, vieran, para o collegio
daa orphaas tei denas filhas de S. Vicente de Pau-
lo, de coja acquiiirn devem resallar fruetos de ver-
dadeira ulihdade para aquello estabelecimentn. Cou-
liamoa que, sob laes anspicio, a educar 10 alli dada
dava atanmir proporroes mi. complela e mesmo
man adequa lh.a, i,a a por-
que crece o pestoal, como lambem pela razao de
uovas luzesque ellas Ihe Irazem.
A guarnirao da prora.Honlem foi rendido
ateta servio o conlingenle do primeiro balalhao de
ruzleiros da guarda 1 acion.il dealacada, e para sohs-
lilui-lo no mesmo serviro autrou o segundo bala-
lhao de caradores da meama guarda.
fin alfaiate s direila*. Referio-ie-nos om
relo bem singular, que nao pedemos ler em silen-
cio. Lin alfaiaii que em algnma parte ja' fo con-
Iramesire, e que boje Irabalha na loja do Sr. ,
pilhoo de certo iigcito ama casaca quasi nova, em
que ja' era preciso reformar a gola, pregar novo bo-
toes, etc. : trabalho que ao moito poderia custar
urnas :i horas ou anda menos de applicacao. Decor-
ndo dous mezea dorante o quaes o noaao protogo-
nisla ia sempre illodinlo o freguez com aoaa labia e
dicholes. enlendeu este qae ja'nao podia er ben-
volo, e insiou vivamente con) o alstala, para que
Ihe enlregane a Casaca, imearando-o at de o ne-
nuneiar a polica e proceder pelos meios legae. Foi
lodo emhalle. O notso alfaiale modoa de I. ja t
nunca ni.1- dea nova den. toga-se-no qoa Ihe
pabhqoemos o nome, m) por noiaa vez lambam que-
remo ser benvolos, a' ver se Ihe basta esle aviso
Ruado Pilar.Ha n'oma (raveaaa da ra do
Pilar um monte de immandicia levantado m grande
parte por certo carroceiro, qae nao qnerando lomar
0 trabalho de ir depejar mais longe os rclrocos dos
bou que (em, vai enlulhar um lugar de tramito pu-
blico ; segnindo atse bom exemplo, alguns moiado-
res dos arredorea levam para all todo o lijo que lera
em ras ; para o fado d ;aes ullimo e para o de lal
carroceiro, pedimo ao respectivo fiscal qoe altea-
da, e qae mullaodo-os faja enlrar em seas de-
Monte Pi dos Caireiros.-Sob esle ltalo Ira-
am os caueirot de organisar orna tociedade, cuio
Um be o soccorro dos qoe perlencendo a' e-si elasse
por ventora cahirern na imljgancia on nee do auxilio da candade. lendo aoa origem n'um pen-
samanto grandioso e bello, a associacJo d.rige-se a
um lira recommendavel e digno doi mainres loovo-
rs. 1 ermitla Deoa, pnrm, qua a arvore que des-
ponla tao eaperaneosa nao venha a fenecer pela in-
difrerenra que caracKrisa o seclo. Cnitinoem o
associados a de-envolver firm.s o semiinentn que os
levou a dar ese passo, qce nada podera' contra seus
esbirro a calumnia e a maledicencia.
Triftifo ao mrito. Nao seria jnslo, conve-
niente e consolador mesmo que a cantara munic.pal
mndame tirar em ponto grande o retrato do Dr.
Jo-c Eustaquio Gomes, e o ofierecesse ao grande
hospii.,1 do caridade ? Su ha om homem entre nos
que por sua beneficencia enha merec 1o as beiuaos
da populado, he -em duvida o Dr. Gome. Sera
pon ralo o recoiiheciinentii do apreso que entre nos
se da a virlude. He mitler que o castigo desanime
apiatira do mal, ma nao he menos preciso que a
recompensa e a gloria acerquen) de estimulo o cami-
nho eplni,oso do dever.
Soberba e ervetdade. Conlaram-noa o te-
uinle fado, que revel da parle de qoem o perpe-
irou tenao as paleras detti pigraphe, ao menos
urna maldad espantosa, lilha em duvida de nina al-
ma vil, de nm coraran iii.rr.na4n d. eilupnlo cep-
liciirno e miseravel impiad.ide. Fallece orna enho-
ra, e pouen momenls antes d dar o seu espirito ao
-readur, quando depois de ser ouvida no tanto tri-
bunal da penileneia, quer reconciliar-se rom um seu
prenle, que se d'/.ia oliandido por aquella que es-
lava a deiiar esle valle d I igrimas e miserias. Aleu
padre, diz ella ao ronfessnr, ide a cata de I-"***, di-
zei-lhe, que se elle ollendau me, e lem dilo r'ons-
ciencia eu o perdo, moi ro tranquilla, sem levar
peranle o Supremo Joiz, que lem de julgar a mim
e a elle ufTensa alguma. Se purm fui eu quam
deo motivo aa auas queixas, pedi-lhe, padre, qae sem
parda de lempo venha perdoar-me, venha junto ao
meo leit.i de agonas perdoar a sua parela, que nes-
le momelo solemne loma a Oro por lealemiinha
em como quer perdoar e aer perdoada.... a Parti
pressuroso o sacerdote a casa do Sr. F"*. Esle o
oovio com escarne; zombou das palavras da muri-
boud, e afinal diste eheio de si. Se an a olTen Ii
nao quero o en perdio, se pelo contrario, que mor-
ra em paz, eu la' nao vou I......
O vapor naciania I guaran, o, aaniou -' .-,,
pnrlos do norte, levou a seu bordo os seguintes oas-
sageiro : r
Manoel Antonio Guimaraas. Manoel Zeferino Dia
Brrelo. Fredereo da Coila Keit, Joaqom Gomas
Sanl Anna Reg, 1 criado e i scravo, Jos Gonral-
vei Villa-verde, Joi Francisco Martina de Alm.ida
aua familia e 2 criadoa, Fredanco Velloso Koop, Sn.
Antonio da Silva Araujo, Joaqun) Joa de Sonza
Serrano, Jos Joaqun) de Snoza, Antonio liento da
t.o.la, Antonio Francisco Arras, Rosa Mer.nrana e
1 escrava, madamoiselle Ciemenre, Antonio Fran-
cisco Ramo e 1 criado, Sebaatiao E.ibano de Oli-
veira Sallea, Marcolmo Pereira Jacume e 1 criado
Antonio Lop.a Freir, Manoel Antonia Pereira di
linio |*oui.io Corre, da Catiro, Manoel None. itou-
eae, J. Mana Dupral.
Hospital de caridade (I- de jullin.)
Lxistiam i humen e S mull.eres tratados pela
candada, 9 homens e 18 inulh.res que pauam a ca-
sa, e J prara do corpo da pulicia.I olal 87.
Al am nl.aa.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSAO' EXTRAORDINARIA EM 1G DE
JINHl) DE 1838.
Presidencia do Sr. Barros lego.
Prsenles os Sis. R.go, Viaana, Mello, Gamei-
ro. Ol.vcira.e l-igoeiredo, abno-se a sessio, e foi
.ida e approvada a acia da antecedente,
ro lido o seguinte
EXPEDIENTE :
Um olTicio do Exm. presidente da provin-
cia, autorisanJo a esta cmara a despender
ate o fim do exereicio coirente pela verba
de eventuaes 1:57; o pela d expediente e
impressoos 2735, e recommendando econo-
mia ni applicacSo destas quantias.--A cma-
ra ficou inteirada o mandou communicara
contadura.
Outro do r-ngenheiro cordeador, dizendo
que por haver dado cordoaclo a Joaquim
Gon?aves Salgado, Dar f/.or muro em um
seu terreno na ra do Forte freguezia de S.
Jos, ver que segundo a planta da ci lado,
tem o peticionario de cvanear trinta ou mais
palmos, afim de licor no alinhamento de-
terminado, e como tod.is os particulares
quando o bem publico reclama qualquer par-
te de terreno do sua posse, exigem sempre
kideiianisatjato, pareca b-^m rasoavelque se
exigase delles alguma paga, quando trverem
de i ugoientar a sua propriedade rom terre-
nos pblicos, como no caso actual em qm
uo se trata de 2, 4, ou <> palmos, mas de
trinta pouco mais ou menos,A commissSo
de i difloaoSes.
Outro do liseal de s. los, commanicatido
que or Ihe constar que Antonio Jos do
Oliviri, vendia plvora na na l-nporial, e
traba! ha va om rogosartiiciaes.varojara-lho a
tro para o Rio de Janeiro.--Que a contadorta
de
.\ _
lizosse a subida de um por cento, e como
isto era muito dispendioso a Furners, ello s
quera' subir ura por oitenta do extensio
Sendo os terrenos desapropiados em min-
ga por Providencia, lambem do muita eleva-
C80, Furners nio quiz recebor os terrenos
desapropiados.
as victimas desta desintelligencia ou des-
ta intriga, somos nos : a companhia no
podando se oppor a Furners descarrega so-
bre nos. Nflo be que Furners regeite all-
ulla Ja primeira planta dos Mornay pelas
encostas, mas nao sei porque capricho a
companuia levanlou urna terceira planta pe-
lo meio do grande valle de Utinga e Olinda
em toda a sua extenso ?
l'ela linha das encostas, pequea seria a
indemni.sar;3o que pediramos pelo terreno
porque comparativamente a terceira linha,
pequeo he o prejuizo que nos dara, embo-
ra a companhia niio tenba mais direito de
fazer nova desapropriar;5o depois da primei-
ra ja feita.
A companhia agora quer desapropriar os
terrenos desta terceira planta.dos quaes nao
por-
f--- --------------.. . ^...-.......
isa baixa nascollectas dos carros, abrindo
nova om nomo do quem comprou o de n...
Oulrodo mesmo, nio se oppondo a que
Marcellino Jos Lopes construa urna cbaminO
do pedra e cal no oitao do lado do poente do
seu sobrado na ra do Mondego, e abra no
mesmo oilo urna janella e faQ estribara,
visto que ludo fica dentro da sua proprieda-
de. -Goucedeu-se licenca.
Outro do advogado interino, aecusando a
recepcSo do desta cmara de'J do corrente,
o respondendo que convm o he de direito a
lomada de posso de qua iratou o mesmo olli-
cio, mas que poda mu bem ser dispensada
a posse judicial, quando nao ha o resultado
de seuteoca.Inteirada.
Entrando em discussilo urna peticSo de
Joao Carneiro Machado Uios, pedindo licen-
ca para edificar em o terreno de marinlia de
que tem titulo de posse, silo na ra da Con-
cordia, destinado pela planta da cidade em
parle para a construccao do paco municipal,
e em parte para urna praca, resolven-se que
se llie.asseao governo da provincia, pe- sD..euUS ucsu, terceira pianta.uos qua,
dindo solucao do ollicio quo a cmara diri- ha interesse que compenso o prejuizo
gio ao mesmo governo, para alterar a plan- que elle be incalculavel.
danecrrt,l.%lVil^cierre,,,1 del,n,d0 a0 Esta li"a PO"cos passos distante da ca-
%. ZZ .^l,,cafes(1faculares. sa de vivenda do engenho Utinga, esta casa
Portsuoccasiaoobr. livetra requereu anda ha pouco foi FeediGcada e augmenta-
?/ .n ,S3e . ! f.r, .1 i"2 d '\Tl """o P" d companhia e do empreile.ro, muitas ve-
ra urna praca ah, da qual he pusse.ro, como zes hospedavam-se e assistiram por muitos
outro am idnticas circumstanc.as. afim de dias nessa cas. que virara reedificar e ao-
,r! rr!.08 "VI!"0* ,osseiro8 es" crescentar. e agora vai licar inutilisada com
Urp .vados de usar delles como Ihea con- esl. terceira liuba ; e taes engenheros nun-
,.'c. u.,| __jj_. u, c nos Jisseram urna palavra para n3o fa-
menfhrn ,.i Pfm V lT onorago de zermos tao grandes despezas que vamos par-
?ch.Z.rL C0mmSS.' de. P0l,C,a' pot se der "K0"' P"" mais a linba'por um excel-
aciarsobrecarregadode oulros trabalbos, e lente vergel de ha muitos annos cultivado,
ii.n "g" f' ",?,ead0 8rP'- coitUguo a casa do wenda.a o deslroe quas
o. . n"?i-"i?118.' cofnm, d Poli- todo.porque o corla em toda a su. extet sao.
ca urna pelicao de Joao Antonio de Souza O valle de Utinga e Olinda, sendo baixo e
Qneiroz ped.ndo suspensao do ed.tal que estreno e mn.tanhjeito. ^freq"entes, Jos!
r .r. rf m ',' rbhur' ^^ M n00 t*1" to 1ue Pgeiras, enchentes do riacho U-
iw mataduu, Porcoae carneirna. tinga que o rga todo, tem-se de fszer os
MaHaTr'.r^^ .'" P8" u. Anna sierros mu altos, e. dea.propri.cao q"e se
tlstu.i; "J"? Lc,,,01a.A.n'<'n'oLuiz Al- quer faaer he do 17 emeia bracas delargu-
ves Bandera, Antonio Moreira Iteis, ernar- ra. Ha quasi toda a largura Jo valle As
kn?oM vf^'V. r.'*10*!.0 <;"'lbernle Bre" Pequeas aparas que tem de restar aos lados
kenfcld lrancisco Doinell.a Mendur, Fio- Ja estrada em umou outro canto tem da fl
renco Gomes da Silva, desea,bargador Fr.n- car inulil.sadas, porque a"eauada d? fer
M.f,V.iqU,,n V0meS ^ibe'r0' ^"cisco empata o transtS para esta, canto f 2
Maitins lia poso. Joao Jos de Carvalho Ju- transporte das canis. Pass. m" s aih.
S.qsUrR".P5"ei T UT' lo}\,os POf 5,n deoito edificios indive 'urna
rt :iU5pAnt0a,0llreSd9,!ou' casa de recolher bagaco muito bem cons-
P,'ui!c ff Fernandes s.queira, JoSo truida, e que custou 8050UO reis, e que, hoif
Joa Hir,Ui\.J0*e iC'va,h0. d\ Fons*c*> nao se faz com menos de 2:00'Ja5oO? inaS
t,?, ?"? Uf M'randai ^"o A'ves bar- mais pass. a linha por cima do ura partido
^'cr^nLT\XleVdO'Pare^eTrd0 de oiabei'as. conservadas e imadas de
n? a g w" M,na Venanc' de Olive.ra muitos annos e que produz annualrm.^.-
Um. Basto, Manoel da Silva Santos, Pedro 2:000.000 reis. annualmente
^AunnaJ '' lBVinloifs'> s"ssa- E '^ 1"? " ^ por Indamniara. de
t.u ianool herreira ACiolt, secretario a es- ''"aulios darano Miitruem o cr.ra'.- lia a 'enor
crevi. --liego, pro-presidenteBarata de Al- "
n.eida.Oiiveira.~Mello.Figueiredo.-- Ga-
ineiro.
(^omutmcaDo.
ESTRADA DE FERRO.
II.
Srs. redactores.F.m outro artigo qne
Vmcs. se d.gnaram publicar, eu disse que
mostrara como |se pretende roubar nossa
propriedade, uossa pequea fortuna, a mim,
minha mai e a meus irm3os, n5o em beni-
ncio da estrada do ferro, roas em proveito
de especuladores que pretendem lucrar a
iodo transe a pretexto della Eis o facto :
somos senhores e possuidores dos enge-
nhos Utinga, Olinda e l'rovidencia, que s5o
todos edificados as oiesmas trras.
A estrada de ferro linha de passar nos
terrenos destes engenhos. Ha nos dous
Llinga o OImda um muito extenso valle de
mais de tres i.il bracas de extensio e mui-
Ussimo estrello. He este valle que da todo
valor a estas duas propriedades porque qua-
>! que constituiam as nicas trras sacha-
rias, donde tiramos os nossos productos.
Este valle he do tilo grande valor que, sendo
to lo plantado de canas pude produzir de
cada planta 25 mil paes de assucar, o que se
pode realisar em qualquer occasiao em que
nouverem forcas para isto, anda que sejam
par se moerem as canas em novosengcuhos
que se levanten)
A sua estreitesa ainia he motivo de sua
maior fortindade, c em verdade so as tr-
ras dess valle de urna forca productiva es-
pantosa.
Quando os Srs. Mornay fizeram os estu-
dos graphicos para obterem o privilegio da
esirada de ferro, levantaran! a planta
zii.tr

PRAGA DO RECIFE, !. DE JLIJlo de ihjS
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Gotares nlriaes.
Cambio sobre Londres35 1|S Sil d|v.
RECTIFICACAO".
30 de junlio.
Cambio sobre Londres>:> ||i !KI d|v. nao 60 div.
riel. Rnbilliard, prndenle
P. Burga, aertUrl.
CAMItlOS
Sohre Londrae, 2 3)4 a 25 d a 90 a 60 d v,
Par, 3!H) a 400 r. por fr.
Lisboa, 105 a 110 por canto de premio,
Rio de Janeiro I (_' por 0||) da rebate.
Descont de letlra, 10 a 1-2 prtenlo.
OL'ROOnjas hespanhola. .
Dita mexicanas.......3lj|000
Pec,aa da 6j>iOC. I7t00
Moeda de IIJOUO 90300
Dila de 20a ... 208500
PRATA.PalaeOe braaileiros. -(ihii
Dito columnarias. 2^080
Diloa meiicanoa IMiu
308000
32001X1
I8|000
28100
29100
Vovo Baoeo de
Pernambuco.
EM 1 DE JLHO DE 1858.
O Banco descunla a 10 por cento ao anno,
na presente semana, e toma dinheiro a ju-
ros pelo premio e prazo que se convencio-
nal
BALANCETE DO NOVO BANCO DE PERNAM-
BUCO, EM 30 DE JUNUO DE 1858.
Dbilo.
Vinho de Lisboa linio
Dilo dito brauro ....
YiuagAe de Lisboa linio
liiln branco dilo
Londres
30 d|V.
m d|v. .
Mi d|d. .
lyo i.,, i.
\ mid.
Cambios"
la i
*S
Pari.
llenova
llainlinr'.-i) :Viii|d.
,'mslcnlain 3 /n|d.
Madrid 8 rUv.
i 3|

8jOK'
I5jil.-ni,
1*810" >i.-,
183350 Rh;.
401HO
19970
950
950 '
950
mo 3:
Accionistas .
Acje........, .
Garanta da emisio nominal reis
314:1529880........
Deposito..........
Letras caucionadas. .
Letras depositadas......
Acr;8es depositada......
Letras descontadas ......
Alugael de casa.......
Fornecimenlo........
Despeas geraes.......
Joro..........
Caita.
Nota do lliesouro para caranda da
emsao .... 123:0009000
Notas do banco prala
e aobre .... 2.5:0219721
missiuaa quanli. de Ires cont e qu'inhentos mil
res oo antea dou coulo de re, porque qoerem
que retbamos em conla o conlo a quiuheoios mil
re qut no deram pela primeira desapropriaeflo.
. porque uto, senliores redactore,' porque a coro-
panhia ere que lem dabaiio do pe, tolo tile Per-
Bambuco.
Eilranliam o pedido qoe Oamos por tal indemni-
ajao. Dous engenho, que tirara lodo o sau prodo-
to> deist tao aileuio valle, de ha tantos auno ama-
rihado. e todo, lavradiot a adobados, terreno qoe
tolo cohtrlo de cana anda qne deacanee cada auno
melada, produz 12 mil paes de assucar, qBe or-
reapoode a 170:0008 animalmente ; um vergel da
dilTerente frotas, ma o da oiabeiraa. oa aditicios
que se derribam, a iiiulibdade em que lica a casa de
vitanda, o incomraodo qne da ao edilicios do eu-
ftnbM e dependen!, tanto de Uluga como da
Ohnda, a ao manejo dalles a lao promma viaii.haii-
fa da estrada de f.rro ; o riieo mesmo qua Iraz o
transito do tren por prximo de ura fazenda e a
palmos ue dutancia d casa da proprielaria, todo
ilo he caro pela qoautia de 28:0009 ? Km ptdimo
m.i quanlia para evilarmo toda a conlestacaa com
a companhia da estrada de ferro, que disue de mu
(os recors e peina dispor do muudo todo de Per-
nambuco ; que nao nos convera lal desapropriacao
por prejo algum; mais nos val antas vender o enge-
nho ; antes uto qoa perder o rico valle que da-lhe
todo valor e producto que tiramos a lodo o mais que
poderamo lirar levautaudo outro eu^euliu uas
proximidades.
Verdade he que se disse a meu irmilo qae nao se
atienda para o preco da desapropelo a lodo esle
prejono accenorio que consideramos, a que 3o
moi grandes era ai meirao, mas somante ao valor es-
pecial dos objeclos qoa ,e de.apropriarn. Anda as-
sim o uosso pedido esla' mu a qum do valor do
qu se nos qoer tirar. Mas e-ia opuuao nj he con-
forme ao que disprte o regulamanlo cilado no seu
arl. 12 5; -, que ae concebe uestes termo : Os ar-
bitro ailenaero a localidade, ao lampo, ao valor
em qoe licar o resto da propriedade, ao daino que
provier da deaapropriacAo, e a quaesquer oulras cir-
cumstaucias qua inlluam no precio.
E porque, enbores redactores, daiv. a companhia
oa engenheros seu, a linha dos senhores Morusys
pilas encuata que no da' comparativamente 13o pe-
""Va'-JlI^"T'"".a P'anla om floenos prajuizos, pra nos depredar asiira, dcslroin-
nn^ nolrf ."Til30 "" l0d0 este Valle > a" n0'" P'P"ua"e ? aera' porque a.,,' por meio
iio pcio centro delle, mas a um OU outro d0 v,lle m'* f,cil a slrada, do que pelas encuatas '
lado e quasi sem occupa-lo, servtndo-se qu.- p'i,0 PuriUB no valle lem-.ed. guindar altos aterro,
si exclivamenln das encost.s das eleva- pe e"col' rabalho nao pode aer maior, quan-
cOes que o lornam em toda a extencSo Le- "," "0"0"',"' 'a?"'- A raza, ha o capricho estupi-
v.ntada a planta assim. quasi nue nenhum u'e2 rano orSolho i l,e P* so nao s.gu.r .
prejuizo dava-nos compasenle3'" que \tT* ^ "^ U"a fWMU '
Kstrnlaol, r26' "g0r- ,r"a he P"*ae ,,e ""cUo< "le r"" d" ""o
i^u pianta loi approvada por decreto do rgolho, nda cuala a qoero assim pralica, e ii cao-
governo, e nos bem satisfeitos ficamos con- ?a a ru'na de Bra.ileiro, euja fazenda oSo foi roo-
tanaoquonos n3o dariam maior incommo- b"d"-m" '"" e tem cuslado muito suor a aua
do ; mas cedendo estes dislir.ctos cavallei pa" a "'
ros a urna companhia de Londres o nrivile- D,claran""' 'nhores redaciores, que eslamo
Rio que haviam obtido doRorcruo do la- Z^h. Te,l"a" co'" .e qi"h"coa m.l reis
sil, esta mandn n.i. oi OVeruo " lir* 1ue cebemos pela d.sapropnarilo ja' fela e a da-
oslrarl. rlTr. Par" Recular as obras da moa gratuitamente, com lano qu. nao pas.e a es-
L erro.PngeDhf I OS n'oma boa par- <" por Iraz do engenho Uliuga, e menos pelo
..-7^-tiii^io taomesquinho, que nada de "
bom podcuV ~4ntir assentaram de fazer
na planta dos Srs. ,,.., - s modifi-
cacOes que Ibes foi posstvel lazc, emir*
quo evitassem os trahalhos dos Srs Mornap
Oraum trabalho assim caprichoso de en-
gennetros da companhia so podia produzir,
como produzio mui grande augmento de
diiiculdades c um excesso de despeza fa-
buloso.
Estes desvies quo os engenheros da com-
i feto da linha dos Mornays,
Li-5 :00fls0l 10
60:0008000
187:8758908
72.000801 U)
1!2:lUOsoOO
212.08031 3
33:600(000
606:2552I7
2:fr25ll00
5:l81j(ltl
t:9il82S3
46878
118:0248721
45 .
28 1,
5:1'.'?
-jii-
22H/
Credilo.
Capilal. .-......
Emasao.........
Deposito da direcr^o .....
Jos Antonio de Fuueiredo Jnior.
Letra por dinheiro recebido. juro
Titolos em caur.io ......
Conl.s corrente com juros ,
Deicontos. .......
2,977:l51g620
2,000:0008000
481:9008000
72:0008000
12:1018050
35:6698608
215:6808113
100:0090'JO
26:1998919
2,977:1510620
O goard. litro,
Francisco Joaqun) Pereira Pinto.
ALFANDEGA.
Rtndlmento do dia 1..... 9:1698234
Descarregam hoja 2 de julho. j
Barca portocoezs Ligaira diversos paneros.
Barca americana S. Jame o resto.
Barca InglezaEl sabacalhto.
Barca inglezaLindamercadorias.
Brigoe inglezArensidem.
Bnge americanoBraudy-Winefarinlia e bo-
lachinbas.
Brigoe americanoOrellalaboado.
Sumaca hespanhola Violante vinho.
MOVIMIENTO DA ALFANDEGA.
Volme entrados tom fazemiat ....
cora generoi ....
168
311
grande valle. Declaramos que preferimos dar gra-
.lis a linlia desspropriada no inlaresse de doblada
quantia da que ptdimo pela linha do grande valle.
E ido he bem fcil a companhia ; ella qua se acora-
mode, di todo o interesse ao Sr. Fumess para aeei-
Tr-*-liia desapropriada, e detxe-nos em paz.
Ma 'hia^oa qoem quer que aja conla
eom 2:0003 \,si... ueTiitscarregar sobra na loda a
bilia de aeu caprich ^
Dous conlos de ris piv.. s lia i!il"ai valioso
em duas proprtadades de lano vaiu. >>^
Nao he o punlialdo latrocinio que noTiJc'de^'Rj,
a ou a vida
>'. utrii artigo mostraremos como Ingleze da oom-
Total
Velami
lubido com fazendas
mu gneros
482
176
314
Total |tt
CONSULADO GERAL.
Itendimanto do da 1..... !:268607
52 3|ia7|8
544
510
46 1|2 i
41 3|*
850
Melaei.
Pecas de 88000.....
llura hesp.inliola. ....
Ditas mexicanas. \ . .
Apoias de ouro dos Estados Unidos
Soberanos (a prala). \. . .
Ouro cerceado (a oorf) . .
Patacas hespanhola ....
Ditas brasileira......
Dila mexicanas. . e
Vinle francos......"'
Cinco francos. ......
Prala (marco)....., .
Fundos e ac/ies.
3 por cento de aseutamenlo.* 46
C"ll|inns .
Divida defTerida .
Banco de Portugal. J1
Dito cominercial do Porto
Dilo mercantil, dem. .
BEVISTA COUMERGI
De 11 de malo a todej"
O mercado continua na mesi
esperanzas de melnora, parte
continuamem daclinaQ3o de p
nosassucares e nos cereaes hou
e mais animaQ5o.
As entradas durante o puriodo
vista foram de importancia, vltidi
taros depsitos avultados queja,
collocar alguns gneros em peioj.
Os furldos de 3 p. c. tem sido ou
e o mercado tem estado animadnos
As accCes do Banco tambem "f"
das, e os presos licam firmes. Jo
IHPORTAC&O. le"
Assucar.O mercado conserve^",,
ate ao finj de maio, ijmitaudo-se i,
pequeas parceliag par~cojsumo %)
nos mascavados de PernamBuT!ir~p\?
portar, sendo 350 saccOi do liesolvi-
No principio de junho oom a notic
praca do Portse faziam compras par
portar parajlnglalerra, e as chegadas ih ,
quete mais favoraveis a esle artigo en .
gnus mercados do Norte.
As vendas nio s tomaram mais animagii
posto que s para consumo, como os pien-
se toru.ram mais lirmes.
As entradas no periodo da nossa revisla
s3o 335 caixas,763 barricas, 96 feixcs e tW
saceos, sendo 8 caixas, 2 feixes, 460 harr
do Rio de Janeiro, 327 caixas, 94 feixef
barricas e 1:610 saceos da Baha, 7 brn
e 10:149 saceos de Pernambuco, 37 barric,
e 309 saceos do Marannao, 229 barricas di
Cabo Verde. i
Os depsitos a 10 orcavam-se
Cstxas r'eixes Barricas Saceos
4:778 298 5:938 56:320
AlgoJ3o.l'nucas ou.nennum.s vendas na
do Maranhio, entraramO s.cc.s da B.nia,
169 do Marannao e 3 de Angola. Deposito
cerca de 800,
Arroz.O mercado eontinna quieto, en-
traran) 3:753 saceos de Bissau.
Agurdente.Temos continuado a ser sup-
prido com aguar lentes de Glasgow, Brasil e
Madeira, ha pouca animacao, e os pregas sSo
eslrangeira 34- 65, Madeira 28- 48200, "
308, Brasil 608 nominal.
Na alfandega existe alguma reita de caj
e palmeira de 22-, que n3o tem achado com-
pradores.
Cafe Entraran. 4:672 s.ccasdo Brasil o
817 de Angola, incluindo neslas 14 de Galio
Verde, o desta ultima procedencia he procu-
rado, no de S. Tome a sahid. para consumo
lio regular, porcm o de Angola he dedlcil do
realisar. Par. as quaiidades do Brasil con-
serva-se muito frouso, e pequeas parcellts
so ven.lem nicamente para trra.
O deposito be de cerca de 13:000 saccas,
das quaes sao 9:500 do Brasil.
o do da 1..... 1:4281601 "".H" -o ""f nrasu.
DIVERSAS PltOVINCIAS. GacaOih^ra^ram TOjjaccas da Baha, 12
010 dial..... 322556 7 do ,>ar e27 de Loan Ja, ne^rrrrr^----- '
IIS tlt- lt'.\ l'i H( \ \' ii 1 Pl.'l a Mi.'^ \ IZIima rr.11^., ca u Cwa- .... .. '""
Benilimtnto --
DESPACHOS DE KXPOKTACAO PELA MES V
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DI A
! DE JLLHO O 1858.
MoiilevidoBrigue dinamirqaez allolsleimn, Bs 1-
l.ir & Olivera, 250 barrica assucar.
Itosano Bnpiio baroburguaz aTritoi.fi, Amori m
l(i!i,i,,,, 125 barricas a*sucar.
GibrallarBrigaa francez Dordogoe, Isaac, Cu rio
e\ i'.., ',ti'i aaccoa asiucar,
LisboaBarca porlgoea Mara Jos, Man oel
Alves Guerra, 16 rooroa seceos.
EM'OKIACA'O.
Porlo, barca pnrlugoeza Fernandas Ib, cor, du-
zio o -cpninle : 305 rasroa mel, 5SS poolas de
boi, 4 sacras alendan. IHM) saceos e 32 barriqun illas
asiucar, 145 courns salpadoa, 48 dilo de be/, rro,
200 cocos secos, 40 caixOes doce, 1 ancora a.- uar-
dente.
Um de Janeiro, brigue nacional Feliz Deal ino,
de 207 toneladas, ennduzio o seguale : 80 pipas
agurdenle, 2 caixas com 31 arroba e 21 liba aa da
aaaucar, 52 acco cera de carneaba, 300 u tolhos
pall.a de carnauba. 63 ditos cnuriuliua da cabr a, 180
arroba vilele, 900 alqueire al.
RECEBDORIA DE KENDAS INTERNAp GE-
RAES DE PEKtlAMBLCO. i
Rendimenlo do dia 1..... 8n68332
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1..... 3:^00357
BOLETIM.
LISBOA 10 DE JUNUO DE 1858.
'
Preros correntes dos gneros de importafao do
Brasil.
Silo autorisados nnr nma Hlsnr.4ia.sA Z I. ri,oaXro ar" mostraremos como Inglezea da eom-
cretoaueanrr.wnr.r??.i dl.!,I,0,,30 d" '?e- Panlna conlam pelos m..o. jud.cia.s defraudar-nos
notir--?,. r.Pu P ?"U' qU8' dS' "" "US'a l,rl,r,edade. "> (o que he o mai.) be
P" "V'o laculta a execucSo da estrada arre- >nltjirmente. .Ilegal a nova deaprupricao que
uar-se ale urna milha para cada lado da nos 1uer l,z*r< anda qoe no pagassem josio valor ;
planta, segundo a maior utilidade ou con- '' ,llna 'mquidade, be um roubo, porque nao s
veniencia que tudo se reduz a menos trustn aue'em arraoar o qoe he nosso por um valor ei-
veniencia que tudo se reduz a menos Rsto ?ue'e'n """."' ? 1ae h0 n0M0 P- -
iunu.Jos nessa tao salutir disposicSo es- 'n,,n,ol "' ">> qae a lei nao poimit-
beleeld. para o bem e convenca 1 *&3SSSXSS* "' >" ^m-
casi com <> suhd
Um barril cntn '
renl duzia.c
jectos p-
pccliv
f
do respectivo, e achara
"olvora. o. (lila-
os ob-
*es-
lt.
inos a so) iillencao ptii^ora de 18!
mos-llie reapecliva <' ,'"' elle "
Senhor remos prudenciar, <;
cia como meio
desviado on ve
lii'in datvl r
"iilior ra '
l i.
-------- '" .'^,111,1 umiiuni^ilij es-
taoelecida para o bem e a conveniencia da
estrada de fe-ro, o ainda com o espirito de
contrariar todo o trabalho dos Mornavs,
quando as obras so foram approximando do
engenho Utinga, os engenheros da compa-
nhia com.'<;arm a levantar outra planta
muito ditTerente e arredada da plantados
Mornays quasi.se n3o urna milha ; pela qu.l
plaa a linha desviando-se da direceo de
oimda, e passando por oulros terrenos de
Utinga, vai passar mais pelo nosso engenho
Providencia contiguo aos duus primeiros
Levantada esta nova planta dentro do pla-
no de urna milha da primeira, a compa-
nhia de d?sapropriac3o de terrenos recebeu
ordem da companhia da estrada de ferro pa-
ra desapropriar as terrenos desta nova plan-
l deUiing. e Providencia, ficando assim
an.ndonad. a primeira planta dos Srs. Mor-
nays pela encosta dos altos que guarnecem
o valle de Utinga e Olinda. A comp.nhia de
esapropriacSo, assim autorisada entendeu-
se comnosco, os senhores dos ditos enge-
nhos, e desaaropriou amigavelmente e nos
termos das dtsposices legaes, os terrenos
desta sogunda planta. Esta seguuda planta,
como se v da copia que para a desapropria-
cao nos foi dada, e quo couservamos em nos-
;so poder, ostava approvada pelo engenheiro
lem chefe da companhia, o Sr Peuiston, e
l pelo engenheiro do governo nos termos do
i- do art. 4 do regulamento de 27 de outu-
bro de 1855
Nio liouve a menor dilliculdade nesta de-
sapropriacao, pela qual nos deram |:50n
porque pnra nos era mais commoda do que
a linha dos Srs. Mornays, que ombora pas-
sasse pela encosta das olevacOes, todava
m alguma sempre feria o longo valle de
Utinga e Olinda ; ao passo que a linha desa-
propriad.comdireccSo Providencia, pas-
sav. por terrenos de uouca uiilidado.
A companhia porcm,que, como lie sabido
conlratou a construccao da estrada com o
emproitolro Furners, n3o podo fazer algum
desvio da liuha primitiva, sem o assenti-
"iito do emprcilciro. Foi de commum ac-
n com (. encarregado do en.preteiro, que
anhi. desviou a 'iih.'da "diVecoiJe Jt"",!!!!0 a'a">"ia.r''"' I""" '"' ,
oria o empreiteiro se nilo im c un
"^enhetro da companh certa
'.or outro motiv,. ' ^vo
,JP"'iui7odemuil'> "nir
.n ",ls-va p, >* cornos ,i7?
'^ .w Ws,BOmo-|lW.vr.o.fo
Samado
lus da Sita Cisneiro (iuimares.
otte$$0ttt>tncia.
Senhores redaciores. Tend lido na Pagina
Avulsa publicada em au Diario de hoje (! de
julho) um arligo sob a epigraphe A partida dos
Ireos ia ealrada de ferro, no qoal se diz qoe nilo
fem sido rasularmenle eumprido o aviso que sa fez
ao publico quanto a hora da partida dos treus das os-
larse. ; em ordem a rcslal.elecer a veracidade desle
facto, devo declarar qu ha registro nos Irens, no
qoalsa lanca a hora da entrada e partida drllr-s de
cada ealac.ao ; esle regiiiros podem ser vistos no
escriptorio da companhia, t delles conata qne a par-
tida doa treus lera sido sempre ns horas tizadas.
James Terapleton Wood, aoparinlei.dente.
Eacriplorio da coiupaobia da estrada de ferro !
de jolho de 1858.
WuMicacao apebibo.
AO DIA 2DKJLLI10,
Cari sunt prenles, cari lber, prnpinqui, fa-
miliares ; ed mniir. omnium caritate patria
una complexa eat ; pro qoa quis bono dubilet
moriera oppettre. i ai sil profulurus l
Cir. de Officiis.
Til t, Dou de Julho o primo dia,
Qoa volve ,. anuo as bahiana plana 1
Aos veterano ir. l nilo perteuco !
Tao radiante sol, tea Bol eterno
Como o< faz exultar, ao inoro inflamma 1
Emqnaalo o polo apa.centar estrellas,
Bmqaanlo as apuas para o mar enrrerem,
I-'.in,iu.mo a sombra errr do maule em roda,
Futura eraran, dilosa prole
Detaa chara Baha ha de appla.dir-le !
Genle na. pude ser, he mon-lro insano
Uuem lem un, coracJlo em cujas libras
Nilo pode penetrar ccla-lp fugo
Domis siililirae amor, amor da patria !
Enlbusiasnio tanta tambera sent
O 1','it', 11. v c 1111. o amaval saxn
!>o dia encello da querida patria,
Em qoe colonial, lereulio jugo
Ao abytmo infernal c'o despotismo
Valeroso Bal.ian. sacnl rai
la seo haroitoa fetos ja' desfrulam
No Olimpo nmnip 'l-iit- o jualo premio !
Dos arililnso, Iralcotiro (reso
Como livinii Bnat, ao ptnalaa,
d cada II ln ii I la
lile
Algodio de Pernambuco . 1G0
Dito do Maranhao e Para. . J) 150 155
Assucar de Pernambuco branco IB 187W 29OOO
Dito masravado......... O l-7'.UO 13550
Dito do Kio de Janeiro m. . 1-iini 19400
Dilo da Babia h......... 1>K0O l.-sOOO
"T'saMi''0 mascavado...... ll"0 19I3O
-T4Wjol,ara bruto....... 1>iOO
'"l^-a-^h,,* .-'de....... AguardeiisTfe-il "- Hraiil. 2-3000 231 (MI
P iU^OOO
Alpina.....T^*/t!^- \. 850 900
Arroz da India (Coa). . .". .1 i-sOO 43oO
Arroz do Maranhao e Para oft. * SIHI ;,>-_>iiii
Dilo dito melhor........ 0 5TWb-iiS800
Dilo dilo supenur . . 63UOO 0 '
Azeite de Angola de Palm. . alm 296OU
Dilo dilo de eeo....... 25700 28(MI
Caf do Kio primeira sorlc. . (JO Snooo :i32U0
Dilo dilo segunda dita..... ttoioa 29600
Dito dilo Icrreira dita..... 2301M1 29100
Dilo da Babia . . 2-^iOO 3aOQ0
Dilo de Cabo Verde . 57000 59200
Dilo de S. r. e Principe. . . :i,T800 39900
Dilo de Angola...... 305OIJ :iti(Mi
Carao do Par . . 39400
Dito da Babia....... 35200
Dilo de San Thom . l> 39900
Lera amarella de Angola . % :i
Dila dila de Benguela. . ) 335
Cravo do Maranhao...... 0 100 1X0
Dilo girofo...... 1> 200
CotUTM seceos do llio refago . 217 227
Looros espichados de Minas . 217 22?
D.los ditos da Babia . 1!U I'.IT
Ditos ditos de Angola...... 0 100 1(10
Dilos salgado do Maranho. . 0 112 152
Ditos dilo de Pernambuco. . ,) 137 217
Dilos ditos da Haba . > 137 157
Ditos ditos de Angola. , > 1(10 1o
Dilos dito, de Cabo Verde . . 155 1li".
Ditos dito das libas. . 1) 110 2\'i
Cominho..... .1. IS800 2S20O
Denles de marlim lei...... % 1?5(X) 19700
Ditos dilo meiau. . a l.viotl 19MO
Dito dito eserv. . 700 lalOO
F.rva-doce...... <& 392OO 3a4O0
larinlia de pao....... 700 8)0
(.omina copal araarella..... a 39500 39600
Dila dita vermcllia....... 38500 39GOO
Dita dila ordinaria........ 19100 29000
Melaco...... p 139000
Oleo de copahiba........ Pimenla da India........ 100 H'rooii 1:111
Salsa parrilhada Santarem. (aJ lf.3000 l7-i m,l
tapioca........., . Urzella de Angola....... ;i 292OO
M'l 99000 V- ,,"!
I'tla de Benguela....... OSHO !i?:iiki
Dila de Cario Verde ... T'iKlil
\ aquetas do Para'....... 29900 ii-kki
Ditas de Pernainbiiro...... 29IOO :t--2iiii
/'.'.ryior/orrO.
Agurdenle. . ... P- > 1890002 309000
Aeite dore..... ... iliu. 29850 29950
Amando, doce era minio, . Manlia de pnreo.... Mtalas..... '..'. i-mi 538IMI 360
Cera Inane cm grume. 380 ilMI
DiU dila em velas . 120 i'l'l
Ceblas .... y so 90
i nii-i i..... . A 300 :itio
(.evada..... A 250 _'S(l
Carne de vneca ..... ; a 129000
de porco. jl-iiiiii
Chouricat .... ,-ii,i
Farioha de trigo. . ii ,,,,i.,
Manleiga do pareo.....
Milho..... I';,-
guma cousa se tem feito a 3f. No das m
procedencias n3o consta nada Teito, nrec
nominaos, urna partida de 90 saccas a segu
par. Marselha, di/.-so ser de conla propha
haverao em deposito 1:340 saccas, sendo cer-
ca de 60 das colonias.
Cera.o deposito era limitado, porcm l-
timamente tom cheg.do 3 partidas do An-
gola e Ide Isissau. poslo que os preros t-
s?grr,c?,rirraeza'asiraa^os3--
Courijs.--Consistom os supprimentos om
cerca de 16 300.sendo 9,600 Jo Br.sil.e 6 700
daa coloni.s, em geral este genero esta em-
palado, eapeuas nos consta transacos no.
ms de maio nos salgados do Maranhao, e m
timamento nos ae Pernambuco e llhas
Gomma do Brasil-Do JIaranh5o a Per-
nambuco entraran, cerca de 4 OuO arrollas
ha pouca an.mac3o,posto que se izesso um.
vena, a 19 00 na da Pernambuco. foi de T.-
nr. hm rrlnferlr'JPOrque os compradores
52 3 e6 4 m0erzerseCem ^ ,53 1935 ^
Deposito cerca de 2:00o arrobas
Marfim.-Da Angola entraram 1:177 ponas
e urna porQ3o em saccana, poslo que a Jo-
cura coulioue a ser restricta, os precos para
as qual.dades molles sustentam-se.
Melaso.-Tem continuado a chegar suratt-
nSo nh ?rSSI- 0a,erc*d0 'c.SnjoaOoH,
ThOOO rf "nr S P.re?S term d-clmado a .
v, nil. m' P ? Mte prqua St f u'l"
venda, mesmo ass.m nao ha compradores,
pois que tanto aqu como uo Porlo o depos.I
lo em primeira m3o he maior de 900 a l :o'oo
pip3S.
Oleo de copahiba e ourucu'.proCos no-
mi naes por falla de vendas, deste ulttmo ar-
l'gr, e?traraal ult"" "-ara, deposito cerca de 6U0.
Salsa parrillia.Apenas consta a veud de
urna part,d. da de Santarem a semana p.s!
O deposito he apenas de cerca (* "'>
J*- de Angola
3:200 saccas, u ~ co or
algumas que se re.iis.rn su
superiores de Aogol. e iieugueli;
e 93300 rs., no ha precos ara as h
entretanto urna partida de liocht '*.,.
nos ns de m.io a 63 rs. a prazo de 3 1'
na de .Mocambique lambem se tem fei
guma cousa a I2 rs
Depois cerca de 11:000, sendo quati
de Angola e Benguella.
EXPOKTACAO'
Agurdente.-Alguma de vinho de 30 .
apparece val a 8/ rs.
AzeiteHa falta de concorrcncia ao m
cado. o que tem feito animar os precos 11
tes ltimos das, chegando haver veni
em Aldea-Gallega a 23600 rs. p.radepj-'
preco este que sen3o sustentou e vo
2380 e 2/500 rs '*'
As trausaccoes para embarque sito limi-
tadas, principalpalmento para os portos de
norte
CereaesAs cearas em consequencia li-
laila de chuvas e escessivos calores que hou
vo, a.iresentam mao aspecto.
Kstas circumstancias deram causa a alta
de precos, os trigos subiram de 100 a 120 rs.
por alqueire, porem om consequencia de te-
rem augmentado as entradas baixaramdo
20 30 rs.
Sal.-Os nossos prcQos sustentam-se. c o
deposito hf diminuto.
Vinho.O m.l das vinhas (em contiauadM
a iltseiivolvei-si', os embarques sao mu li-
mitados, em gcral sao por conla dos donos
dos navms, ou de encommendas.
K,.lllAKCAi.OES DESPACHADAS.
Braail.Vapar Iham.r, varias ni-oinniendas.
.Maranliao. Lilienladr, M pipas, 21. nielaaXL.ff
barr de viuagre, 25 de vinho, ln de aieilseMH da
carnea, 300 barrica de farinha, Hesitas de cha' II <
velaa de cera, ( de sebo, (MI mollios de cebla, I '1
arroba de Ltalas, 3 volumes de COOllDhoa, a Tallos
teneros.
Par.'.Falil Ventora, 2S barr, ancoras a l
cia ala vinho, I pipaa, 8 aMtaa a 10 barriada vi-
nagra, 112 e 2 billias de aaeite, 86 harr- da arar
2i~ eaisai d. cera, i de queijo, 22 de
batata,90 ', mas, |faVhaarriaaa
cevaihuha, |r> ai"
al '



I
DARO DE PEKKAMBUCO SEXTA FEIRA W JLLIIO DE 1858.
litfci.
I.Ferraira.
Bihii.
Reina.
Jatboza.
Janior.
n,
darlina.
Ptrnambue '.
fMlrtll.l.
Siman, Canario,
'ernandei.
, Leal.
, < w,| i .
.te, l'ons.c*.
.M .r.illli.i i.
I i llar, Cuelmo.
tan'.
vaiia, Gonral.es.
Sahidas.
'lio de Janeiro
*Tallf*e.
mor i.
ppprehcndido como bem de evento, e ja an-
-nunciado por C(ijtal oe 18 )le junho correnle
Mesa do consulado provincial 30 de juntio
8 t u ,,mPC|l'niailo do admiu slra-
dor.T. M. 1. l'oreira da Silva.
r "n,,hhpnr"PSa '' eonsulJ'> provincial se
fZ puDliro. que os 30 das uteis para paga-
mento i a dcima dos predios urbanos das
Ireffueuai. desta cidade e da dos Afogados
so linaiisam no da 8 de julho vindouro.
Mesa do consulado provincial 3 de junho
de i858---No impedimento do administra-
dor, I. m. r. Perejra da .silva.
Batida.
0-. I .
inli.11.
irnamburo.
!!
Aar.
V ara*.
mtnra.S1 Iva.
i Grande.
n. K* ian*.
ICAt* S A1 CARCA KM 10.
iro.*o a Amiiad>, Rocha. Ligeiro
I-loriad' i, J.umla, Flor do Mac e Ai-
:aeirtM, Emilia, Monleiro I.
*"'' 'loria, Mana Ignei.
Bol re, llelisenl.
or do Val.
ttH**U
sm 901x0
>f enir.iifo< no dia'l.
,ate trauUiro Hebenhe, i^So Isidoro Brrelo da Mello, qui-
na sal ; a Pedro Borgaa di Siqaeira.
I.rnambneo.
barca franovaa Conter Rogar, de
if, capian I, l'achet. pquipat.m 15,
. i l.as.err Tumi Frer* & Companhia.
o Havre. Seguio para Maranho.
NaiToi sahidn* no maamo dia.
erra NovaBricue hule/. Runnvmede,
S. Prooaer, em lialro.
norte de toa icala Vapor nacienal
as', commanHante Antonio da Stlvelra
Janior.
5' a. *j a. n B :-> 5' =r co O o. A 0 O o. o >l> h! o S cu s =? ex m o n ~ B El * a. ** & -a EP O O O, c- a. o = C -o ^ re * *? o 2. "/ o. ,w2 (k DO a 3 iaB CW-C> lloras.
n as a = 3 *3 D stlmoiphera. = -
Vi 55 * w w Directo. V STB
CBtBS o Inlen.i-dade.
.*- IC K. | IC IC yC.cs.y.0 J * CS C* Centgrado a-" i o 5 o ? se
c B o Raaomur. O r-c
Ot ;s S 30 ~ 1 o Fahrenheil
-1 -1 Hygrometro.
B Haromctra.
Wt'-fH
?itV>da>0 i -i.
A barca
americana S. James, .eguo
para o Rio de Janeiro por toda esta senn.ua,
tem excellentes commodos para pss;igei-
ros : os pretendentes dirijam-se aos consig-
natarios Matheus Austin C, rua do Tra-
piche n. .
Kara o Ro de Janeiro.
Vai seguir com brevidade o briguc na-
ciooal Almirante, por ter parle de sua
carga pronipta ; para o resto, escravos e pg-
sageiros arete, para o que tem excelentes
commodos : trata-se com os consignadnos
lose Joaqun Oms Fernandes 4 Kilhos, rua
da Cadea do Recife.
compaiiliia
pernaiobuciiia.
0 vapor nacional Persinunga, eomman-
dantnjoaquim Alves Moreira, sahir para
es porros do sul de sua escala no dia 3 do
raez de julho eso se recebo carga at o dia
; ao meio dia, a qual ser dejositada no ar-
rnazem da Companhia Perr.ambucana.acom-
tanhada dos respectivos despachos e conhe-
eimentos ; prevenindn-se aos sentiores car-
regadores que carga alguma seguir ao seu
destino sem que os competentes conheci-
tnentossejam entregues na occasiito de de-
dositar a carga no dito armazeni o aquella
(jue por tal falta licar no armazem pagnr
inetade do frete que deveria pagar se seguis-
se no mesmo vapor.
Para o ft'w de Janeiro.
Sepue rom toda a brevidade o brigue
nacional Firma, para o resto da carjja e
[lassafjeiros trata-se na prora do Com-
tepoo n. fi escriptorio de Novacs&C.
Para Lisboa.
Aliom aonhecida barca portneueza Maria
Joscsahir* rom toda a brevidade para Lis-
boa com a carga que tiver, al 5 de julho
prximo : quem nella qui/.er carregar ou ir
d? pagem, para o quem tm excellentes
commodos, trate rom o capitao, na prac.a,
oij com os seus consignatarios Francisco
Severiano RabclloAt Filbo.
CEARA'
Segn rom brevidade o palhahola Sohra-
Icnsc, capillo Francisco Jos da Silva Ra-
les, recebe carga a frele e passageiros ; a
tratar com Caelano Cyriaco da ('.osla Morei-
ra, na rua da Cadeia do Recife n. 2, pioiei-
n> andar.
Para o M aran hilo e Para,
srgue com brevidade o bripue nacional Kl-
vira, por ler parte do sua carga promi'ta ;
par o resto, trata-sc com os consignatarios
Jos Joaquim l)iss Fernandos ; F'ilhos, rua
da cadoia do Recife,
- -
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
da fazenda desta provincia manda fazer pu-
blico, que em virtude do aviso de 10 do cor-
rente, expedido pelo ministerio da fazenda,
oprazo de 10 mezes mrcalo na lei, para
f sconto mensal de 10 por cento no valor
v notas de20Jrs. amarellas, da terreira
tmpa, que se est5o"u'hstVliiindo, orijyji^
. ox 'iffrfrr^o ijapen no i.^i&ipritltToa?
S59 Secretaria da thesouraiia de fazenda
dePernamhuco 21 de junho de 1858.Ser-
v do de ollicial-maior, Luiz Francisco de
S >aio e Silva.
V >r. Jos Quintinn de Castro Lefio, juiz de
irnio interino da segunda vara criminal
da comarca do Recife, etc.
Faco saber para que chegue ao conheci-
mento de tolos os jurados sorteados para a
terceira sessSo jndiciaria do jury deste ter-
mo a aos roais iuteressalos, que nSo poden-
do boje ter lugar a reuniSo do jury por
motivos invenciveis. Pica a mesma reunido
transferida para o da 8 do correnle, pelas
10 horas da manhaa, no lugar ja indicado no
edital que foi publcalo; e par constar,
inauiei passar o presente. Recife 1/ de ju-
lho de 1858. Eu Manoel Correia (ornes de
Almeida, escriva interino do jury, o es-
crevi.O juiz de direito interino da segun-
da vara. Jos Quinlino de ('.astro Leao.
O lllm. Sr. inspeclor da thesouraria
provincial manda fazer publico, que do dia
2 do crrente por diante pagam-se os orde-
nados e mais de.sfezas provinciaes, vencidas breementc para o porto de seu destino
ate o ultimo de junho prximo lindo.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco l.ds julho de 1858.O secre-
tario,
Ccara', Ufara-
niao e Para'.
Op Pinto Nunes, val seguir em poneos das aos
portos indicados para o restante do seu
carregamento que pouco pode faltar trata-se
com os consignatarios Almeida Comes, Al-
ves A *' na rua da Cruz n, 27.
ro Grande du sul.
O brigue nacional Parahibano seguir*
morosos arrabaldes, para onde se oflere-
helios carros, miando nao subindo rio
cima em bateis apropriados, o indi-
cifravel feiticeiro quanto incomparavel
Capibarbc, Kcomo urna propriedade
tilo invejavcl cmbellesaria por certo os
frequentados campos aas escolbidaspopu-
laces los paJxes maisadiantados < nota-
veis por sens recreios, ja por to favora-
veis circumstanctas, como pelo subido cus-
i da mesma propriedade a troco dequan-
tia comparativamente moderada, conta o
referido agente com grande concurren-
cia dos verdaderos apreciadores ao leilao
que lera' lugar no indicado dia Sabbado
10 docorrentc ao meio dia em )ionlo em
seu escriptorio, onde nutecipadamente
sera'exhibida a respectiva esenptura e se
daraoos mais esclarecimentos.
Leilao de movis
NARAD0C0LLE6I0N. 15-
ARMAZEM
Sexta-feiraft dejullio
AS 10 HORAS DA MAMIA.
'sfacoees/o t/c &fioe*a
fara loilio era teu antign armazem, de um
grande e completo sortimento de obras de
marcineiria, e outros mnitos artigos de dif-
ferentes qualidades, que m acham expovtos
no referido armazem ao exame dos snnhores
pretendentes ; assim como urna porcSo de
calcados franeczes diversos, que serao ven-
didos sem recusa alguma.
Leilao
DE
Urna lancha
Lotera
DA
Provincia.
Corre sabbado 3 de julho as 10 horas da
manhaa.
P. J.]>yine.
COMPANHIA
Vigilante de vapor de
reboque.
lie convocada a asscmbla annual ordina-
ria desta companhia conforme o arl. 3B dos
estatutos que regem a mesma para o da Vi
do corrente mez no escriptorio d e Roth
Bidoulac rua do Trapiche n. 12.
ATTENCAO
Oabaixo assignado participa ao respciln-
vcl publico que deixou de ser caixeiro do
Sr. Jo3o do Santa Rosa Munizdesle o 1. de
julho do corrente atino ; ficando-lho Mni-
mamente obrigado, tanto a elle como a sua
Ilustre familia pelo hom tratamento desde
7 de setembro Jde 181" at o presente.
Antonio Mauricio Rczerra.
(luerece-so um mo^o para feitor de si-
tio ou para otitro qualquer servico : quem
precisar, dnija-se ao Recife no beceo Lar-
go n 1.
No dia ,'{ do corrente se ha de arrema-
tar em praca publica do I)r. juiz municipal
da segunda vara, um solo na rua da Concor-
dia, contendo 400 palmos de frente, e fundos
para o rio de que he forairo Joio Carneiro
Machado ROS, por execuc.So de Manoel Pe-
reira MagalnSes contra os religiosos do con-
vento do ('.armo desta cida le.
Pede-se ao Sr. Antonio Alves da Fon-
seca Jnior o favor de apparecer na rua do
Collegio n. 21, torceiro andar, alim de con-
cluir o negocio quo sabe, sob pona de se
publicar qual seja esso negocio.
-- Prrcisa-se poraluguei de um preto cs-
cravo, moco e robusto, por quem se dar
de 30 a 4il# mensaes, e sustento conforme
for elle, como bem de um moleque na rua
de Ilortas, sobrado de um andar n. 1*28, ou '
no armazem do Annes n 5, confronte a es- '
cadinha da alf^nlega.
O ahaixo assignado declara ao respei-
tavel publico que deixou de ser caixeiro dos
Srs. Jos Antonio Moreira Das & C. desde o
dia 30 de junno, e muito agradece a estos
sentiores o bom tratamento que teve duran-
te o letnoo que estevo em sua casa.
Manuel Fcrreira Lima Jnior.
Alvcaras.
i
#No deposito de massas finas da rua eslrct-
ta do Rosario n. 12, achara a bella rapazea-
I recisa-se de dotis amassadores que* da todas as madrugadas do domingos e das
sejam peritos ; paga-se bem agradando: a santos a apetitosa e fortalecenle mo de
tratar na rua do Amonmn *8, ou em Olin- vacca feita com todo esmero e cuidado: e
da, padanadoV.radouro. espera-so quo a rapazeada. atienden lo a
O abaixo assignado relira-se para Por- I rnaneira por que he servida, nao deixar de

oteria
DA
AO MEIO DA EM PONTO
RUADO COLLEGIO N. 15.
Marcolino de Rorja fara leiln. hoj, ao
meio dia em ponto, em o seu armazem, na
rua do Collegio n. 15, de urna ptima lan-
cha, a qual se ajha exposta no caes do Col-
legio. ao exame dos senhores pretendentes,
eser definitivamente vendida sem recusa
alguma.
Na ollicina de daguerreotypo do ater-
ro da Roa-Vista n. *, terceiro andar, tiram-
se retratos desda as 8 horas da mantilla, at
as .r> da tarde, seja qual for o lempo ainda
mesmo choveudo.
PROVINCIA.
No escriptorio do abaixo assignado na rua
do Collegio n. 21, vendeni-s t-.ilhetes da lo-
tera da provincia pelos seguintes pretjos
sendo do 10l'a paia cima e a ilinheiro a vista.
Hilheles garantidos 5s500 .
Meios ditos S9750
P. J. hayme.
Arrcn la-so um sitio no lugar da Pi-
ranga, com muito boa casa, e estribara pa-
ra 8 ou 9 cavallos, boa agua de beber, plan-
ta de capim quem o pretender, dirija-so
rua do S. Miguel, a fallar rom o reverendo
padre Luiz de Aranjo Barbosa
Lotera
DA
provincia.
Oabaixo assignado declara quede hoje
em diante compra bilhetes do lotera reco-
!tiilos com o descont de 20 por cento seja
qual for a quantia ; na rua do Collegio n. 21.
P. J. La y me.
$&@-@S@ @ &
Rita llova n. 6> Be- &
gundo andar.
Joao da Silva Ramos, medico pela w
universidade de Coimbra, recebo em 101
sua casa das 7 as 10 horas da na- 4A
nhSa c das 3 as ."> da tarde as pessoas X,
que o quizerem consultar o pres- ^r
la-se com promplido a qualqurr (0
_ chamado, para dentro ou Tora da ci-
** ade, de quem precisar de seus ser- (j)
(^) vicos mdicos, cirurgicos, e de par- *$)
-A teiro- 2*
w Tembem recebe em casa alguns 'S*
B doenlas pelo mesmo preco, com que Q
Fm consequenda do mao tempo dos ltimos dias do prximo pastado mez
de junlioe a pedido de dilirenles pessoas (|ue dcixaram para a ultima bora rc-
Iratarem-se, o encerramento da ollicina de daguerreotypo lo aterro da Boa-
Vista numero terceiro andar, foi esparado gmente ateo dia i do corrente mez
de julho, dia em que decididamente terminan, pata sempre os Iraballios deste es-
ta beleeimento.
i
S
t0 A. F. da Annunciaco.
'--- O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, m cumprimeimento da lei pro-
vincial n. 452, arls. 33 o 3*. manda fazer pu-
blico, que do dia 12 do corrente, por diante,
Hgam-se asapolices de 3 ei> serie.
K para constar se mandou alTixar o pre-
ste e publicar pelo Diario.
lecretaria da thesouraria provincial de
''nambuco 1 de julho de 1858.O secre-
ta,
A. F. da Annunciacno.
NSEI.IIO AI)MllMS^' xo ai?
.*
nlsiT ara ""*.
de' a tem de com-
7.- b. .,3o do infantaria.
.,-18 ; ditos para os msicos 2?
i-ares 12tV
Meio batalhao da Parahiba.
s 233 ; sapatos. pares 152
.'uinpanhia ftxa de cavallaria.
> de algodo, pares 38.
I'rovimento de armazens.
,e de carrapato, caadas 1,000 ; lio
ydfiOj arrobas 3; madeira de quali-
(,ara masiro de bandoira, lendo 7.'> pal-
,4i coraprimento 3.
m quizer vender taos objectos apesrn-
riia> proposlas em carta fechada na se-
ria do consclho s 10 horas do di* 2 de
uo v^oximo vindouro.
Sala das sesses do conselho administra-
do para fornecirr.ento do arsenal de guer-
j 25 de junho de 1858. Rento Jos Liune-
'ha Lins, coronel presidonte. Jos An-
onio Pinto, tenente-coronel servindo de se-
cretario.
No da 2 de julho da corrente anno, de-
pois da audiencia do juizo de orpbSos, se
l)5o de arrematar por venda, para pagamen-
to de urna divida do casal do coronel Fran-
cisco llrederodiss de Andrade e sua mulher,
despezas funerarias e custas do inventario,
8 escravos e a prata portencentes ao mesmo
casal. EscrivSo Rrilo.
Francisco Caruciro Machado Rios Ju-
. langador do consulado provincial, faz
publico, iin" no dia I,- de julho vindouro
principia a fosar o lanrauumto da dcima
des predio* urbanos da freguezia da Boa-
Vista dos imposlos de 4 0|0 sobre diversos
eslabelecimontos, casas do modas c jngn de
litihar. Mesa do consulado provincial 25 de
liiuhode 1858
JoSo Pedro de Jess da Malta, lancador
iin dia i 'e julho vindouro em diante prin-
o lancamento da dcima dos
'ios da freiznp.zia (e S. Jos e
vibre di fajos esta-
:o d
pode .linda receber a frete
miudos, e bem assim esclavos e passagei-
ros : trta-se cora Braga & Anlunes, em seu
escriptorio, rua da Madre de Heos n. i, pri-
meiro andar.
Par o Assu' segu em pouces dias, por
j ter a rnaior parte de sua carga pr un; la,
a la nena Flor do Rio (irn lo ; para o resto
dinjam-s,e a rua do Vigaiio n 5.
Para a Hall a
vai seguir com brevilade o veleiro briguc
Rom Jestis, quem nelle quizer carrejar di-
nja-se n rua do Trapicho n. 14, a tratar com
Manoel Alves Guerra.
para Lisboa. ^
Seguimpieteiivclmenlc ,,i i de
jtillio pw no o bri" .jortuguez Pc-
ninlul r^irfi j da carga i; passa-
rrp^awaOS q u:,cs oflereee lnini tialameiilo
traia-se con, pjovaes* C. praca do Com-
meicio n. (i otl rom 0 car('|;,0 Irjnaeio
Ventura r"ernandes.
lugal a tratar de seus negocios.
Antonio Fernandes de Oliveira.
Aluga-se una propriedade importante
em Beberibe na beira do rio, que admitle
grandes plantacoe^ de cap m, canna eroga
de todas as qualidades tendo afumas matas
efructeiras : a tratir na rua da Cadeia do
Rcclfo n. 52.
Pagam-se hem 2 cscravas mocas sem
vicios quo engommen. com perfenjfio : Da
rua das Aguas Verdes n. 46.
lOOWOe de gratiBcacSo,
a quem pegar e trouxor ao abaixo assigna-
do, o escravo crioulo de nome Ponciauo,
que viva no trafico da escadmha da all'an-
dega desta cidade, o que fugio desta pra-
ca no da 23 de outubro do anno prxi-
mo passado, com os signaes seguinles :
estatura regular, barba cerrada, ps pe-
queos e linos, mos regulares, tendo a
marca de ura talho sobre o dedo grande,
em nutro a de um panancio, levou calca de
casimira azul cum algumas listras. chapeo
do tnassa cordecin/.a ; he faclivcl ter mu-
dado de trajos por ser muito esperiento e
regrista, quan lo falla assuslaJo ou vexado
Kagueija bastante'; este escravo veio de
Caurahira para o Recife em pagamento e
mais otitro mano Jos Rolrigues de Arau-
jo l'-rilo ; seu senbor era Joo da Cruz Cor-
de." ;o, muilo contiendo com esses escravos
em Guaribeira, Brejo de Bananeiras e Ar^a,
e outras mais partes por causa do dilo Cor-
deiro andar por esses lugares mascatiandu
com fazendas, cotn alies ; he provavel que
este escravo esteja em alguma dessas cuuiar
cas a titulo de forro, ou acoutado : porlauto
o aiinunciante protesta haver percas e dai-
nos na 1 iimi da lei, coetra quem o tivor ;
assim como consta, que existe preso em urna
, dessas cadeias, mas uao coolessa quem seja
s o |Uoa Seu senhor, porem como o annunciante nao
sabe ollicialmenle, por isso n3c tem dado
as providencias necessarias : portanto o an-
nunciante pedos todas as autoridades e ca-
pitiies de campo, ou pessoas do povo, tanto
desses lugares, como de outros, que o pe-
guem e levem-no a rua das Cruzcs, taberna
n. 20, quesera reinpensado coma dita quai'
ta cima.
Bernardina Jasr" .,do
-- O consignatario ou 'ItvfnT de 10 fardos
de papel, marea l..j^t*\-27 a 136, vindo de
Antuerpia pelrjalfue belga Charlo Rogier,
carregadorLVriylelo, consignado a ordem,
tenlia a-bondade de apparecer no csciipto-
JhtT'de Rotho & Bidoulac, rua do Trapiche
n. 12.
t*tf>.
Leilao
Sabbado 10 do cor-
rente
Manoel do Nasciinenlo da Silva Bastes
tara leilao pijr ntervenego do agente
Oliveira, do si sto e casa em -liaos pro-
pnos, no lagtir denominado Estrada de
Santa Auna (defr0me do do iir.ado Anto-
nio da Silva ejccopado actualmente pelo
Sr. Holm, soci0 gerente da casa coramer-
cialdosSrs. N. o. Bieber & C.,) o sitio
tem 385 palm()t de frcntc e ,nas ,|e u0
de fundo, he t(,d0 murado, com elegante
porfi de fen-0 para entrada, acba-se
pnmorosamcnl,. plantado de arvoredos
Iructiferos. ao^rpgahindo entre estes as
preconisadas c a0 apreciadas larangeiras
de mnligo, e ejon, , elegante e bem de-
lineado jardim adornado de lindas llores
e outros mimosw arbustos, entremeados
de vasos delca(l.JS ,., aramancheis de fer-
r-ipara maior r,.,.,-,;,,, a ,.,,,:., ,|(. viven,|.,,
sobre commodi, ,. elegante, lie rodeada
de urna escolhid, gradara de Ierro, con-
tem3 boas salae 9 quartos espeosos,
comcosinhaedijpenaa lora, separada c
apropriadamenlt tem grande senzala.
codieira para 5Uarros. estriliaria para 8
cavallos (piarlo para feitor e outral ex_
cellentes bemfeorag) ,,|0 edificadoso-
lidamente de tiji |oeca| com a symitria,
esmero-ompde ,,mod,i.-,n.,ode I8.V...
a descrila prop'rieda-
Precisa-so de urna senhora quo tcnlia
8 habilitarnos necassarias para encarregar-
se doensino de urnas meninas nesta cidade,
em casa de seus pais; alianQa-sc o hom tra-
tamento : quem tiver ilitas habililacoes e
quiZerencarregir-se .la oduca^ao das mes-
mas meninas, dirija-se a liviana da praca
da Independencia ns. (i e 8, em carta lecha-
da, com as iniciaes A. M., declarando sua
morada, con iices a que so sujeita, seu
estado o conhecimeiito de sua conducta
moral.
Precisase no rollrgio da ConcelcSo de
um reverendo sacerdote para dizer missas
nos domingos e dias santos : aqueile senhor
que se propozer a esto encargo, queira tra-
tar com o Sr. Joaqun da Silva Castro, na
rua do Crespo.
concorrer para augmento de um estabeleci-
meiilo tio mil aos apreciadores do hom e
barato ; sendo a entrada pola rua das La-
rangeiras.
Na ovaconfeitaria
Da rua do Rosario estioita,
As onze horas do da
Ha mmala que deleita :
Quem gosta de lanchear
Um bom la nena encontrar!
Basta s chelpa levar,
Que, nada lhc faltar ;
Fiambre, queijo, sequilhos,
Viuho, licores francezes ;
Cheguem, rapases casquilhos,
Sejam do Julio freguezes.
Todos serao altendidos,
l'ois elle nicas nao tem ;
Ilao de ser mui bem servidos
Todos que pagarem bem.
Ksla casa he urna mina,
Tudo aqui lio c&cellcnte ;
Chocolate papa-lina,
Tamben cal do patente.
De tardo sempre tereis,
Com muito aceiodisposlo ;
K entao apreciareis
Os charutos do hom gusto.
O numero doze
Tem esta casa ;
Nioguem liado
Nella taz vasa ;
Mas rom dinheim,
Poda Ranhar,
Quem com seos queixos
Quizer jogar.
ESCRIPTIIUCAO
Una peasoa que tem almiiia-prn-
lici^de seripla, *", : . para
fsze* alguma oej^tTini nao, sran-
lc * p<^UjajrtM^Miii'iii le seu pii'i-
iiiiio_fy-qmzei. ntjiienr nnnnneie
.-i- este Diario, ou rio contrario
(lirija-sca esta livruria. |iie se di-
r qual a liessoa (tve niiiiiiiii-ioii.
--- Precisa-se de '.'na ama para casa do
amilia, pa;a-se bi,?: na rua Relia, n. 5.
Precisa-s,-';,'lugar urna morada rom
cinco ou seis quartos, e que tenha quintal,
com preferencia na rua Nova ou no Aterro
da Roa-Vista : quem qui; nr alujar dirija-se
ao pateo do Corpo Santo n 13,rasa do'l'imm
Monsen i\ Vinassa.
geralmente sao tratados em outras
casas ; para o que tem os melhoras 2?
99 commodos. 59
e@@@@ so sstai
- Desapparereu da rua da Gloria, pro"
priedade Fundan, tres Iraves de 25 a 35 pal-
mos, *uppoe-s que levadas pela mar : quem
as livor cneontrado pode leva-lis a dita pro-
prtedado, ou avisar para ir-se buscar.
Aviso aos Senhores de en=
genho.
Francisco Jos Augusto I'erreira, com ar-
mazem na rua da Moeda n. 2, confronte ao
trapiche do r.unha, compra mel desencas-
cado o grandes^porcfies dando elle os barris
para seren chelos no engenho : quem cou-
vier este negocio dirija-se o mesmo arma-
zom, para tratar a safra toda.
Engenhcida
POEMA D1DACTICO-HEROI-COMICO
pelo
l)r. Jos Ferrari,
Acaba dechegar da Babia, a presente
obra, cujo principal lim he mostrar a
importancia e a influencia que tem, so-
breo piogresso da sociedade, um enge-
nho de fabricar assucar. Seu autor com-
para o assumpto de sua obra com todas
as fabricas que no Brasil existem, e pOe
patente quenenhuma da' maiores resul-
tados, nein sustenta mais o commereio,
do pico engenho de assucar. Aclia-se
a' venda na livraria da praca da Inde-
pendencia n. (i e S, por BsOOO rs. dotis
volumes de bella e ntida impressao.
Seguro contra
fogo.
COMPANHIA NOBTHEN, ESTABELE-
CIDA EM LONDRES.
Premios diminuidos
AGENTES
C..I .Astlej f Co*r Na lundicao da Aurora n**>citMe
de serventes forros ou escravos, pa
servico debaixo decoberta.
%% :::-;;:"'-::- :.:?,:::: C33SG
Bichas de iiam-
burgo
Na rua estreita do Rosario n. 3, loja de
liarbeiro, vendemse muito boas bichas ham-
hurguezas chegadas pelo ultimo vapor da
Europa, aos ceios e a retalho.e por um pre-
co bastante commodo.
companhia
Per- ambucana
Os senhores accionistas sao convidados
para a reunan da assemblea geral, no dia
30 do corrento ao meio dia, na sala da asso-
cia?3o commerctal benelicente.
Precisa-se de um caixeiro de 14 a 10
annos de idade, para venda a tratar na rua
larga do Rosario n. 25, e dando liador a sua
con lucta.
Precisa-so de urna ama quo saiba rozi-
nliar e fazer todo o servico de casa ; na rua
do Caldeireiro, taberna n. 60.
PVRTIDAS DOBKADVS.
Ensillo pratico,
M. Fonseca de Medeiros faz scienle as pes-
SOisque Ihe fallarare para aprender a forma
pralica do escripturar os livros commerciacs
por partidas dobradas, e igualmente a quem
mais desojar conhecer da referida materia,
que pode agora tomar mais alguns discpu-
los. As vantagens que rcsullatn do conhe-
ciment de semelhante forma de escripia,
em ludo preferivel a qualquer outra, nao s
para as casas de cianles capitalistas, mas
tambem para as de pequeos commercian-
tes, heassasreconhecida. Resta apenas con-
seguir varrer da idea de militas pessoas a
avenan que votam as partidas dobradas,
avenan que incoutestavelmente he devida a
ignorancia de mudos desses improvisados
guarda-livros de partidas simples, princi-
paes inventores dessas sonhadas dilliculda-
des ai tribuidas a qualidade daquella escrita,
quando ellas nflo existem se nao na falta de
vont.adc dellos era procurar mestres que lhes
possam mostrar a clareza e factlidade desse
systema, e ao egosmo dariuelles que tendo
deltas perfeito conhecimento assentam em
csconde-Io em si, para ostentar a maior im-
postura quando so trata de escripiuragao
eummercial. Quem do nosso .pi estimo se
quizer servir mellante a mdica paga que
inda ser de 205 dirija-se a rua do Padre
Horiano n ."> sobrado da esquina defronte
do becco do Serigado das 7 hor-as as 9 da noi-
te de lodos os das utois.
Oa:^;iH};::r-C;-:;;-3:;'O
2 O I)r. Pedro Autonio Cesar niudou ?T;
iJJ a sua residencia para a rua do lan- gr>>
el priiiiciro andar do sobrado n 1S '
Attenco.
Jos Jnaqiiim do Moraes Navarro, acad-
mico do quarto anno, aulonsado pela presi-
dencia, recebo meulnos miemos e externos
para ensino do algum preparatorios : na rua
do Sevo, outr'ora llha dos Hatos, casa >de
sotSo o portao.
I* asa de saiide|
O f)r. Ignacio Firmo Xavier, roce- \$)
be sm sua casa de saude, que fica ao
norte da estrada da l'assagem da j?
Magdalena, entre a ponte grande e a w
pequea do Chora-Menino, todas as Q
pessoas doentes, afiangando o me- *a
Ihor tratamento, o maior zelo e cui- W
dado medico. O local em que est ajw
edificada a casa destinada para esso (/i
misle.r as regras hygienicas, sobra A
2J as quaes est construida, os commo-
(^ dos de que dispe, o aceio, ordem,
X e rcgularidade que ah se encon-
^ tram, s3o condijoes ponderosas para J2
urna breve cura e completo resla- w
beleeimento. As pessoas que qutze- (A
fk. rem utilisar-se de sdu presUa-q^po- "^
dem dirigir-se ao paleo do Carino, W
(& sobrado n 9, primen andar, das fA
a 1(1 horas da tnanh3a as 3 da lame, g%
W e dessa hora em diante no seu esta- w
SU beleeimento. 1^
i

0
i
Real
'.-
onde pode ser procurado a qualquer
MTSST1 FRNCEZ.

fgt Paulo (laignoakdeiilisla rua da. I.aran- v;
' aeiran n.15, na mesma casa lam agua e pe- ..'.
Na rua da Cadeia, derronte da i ca gao
o. 28, alugam-se e vendem-se superiores bi-
chas hamburcuezas.
L
i
Feitor.
Provincia.
O Sr. thesourciro manda fazer pu-
blico que se acliam n venda todos os dias
uo pavimento terreo da casa ca rua da
Aurora n. 2(i,das 0 horas <\.i manhaa as 8
Precisa-sede um feitor que entenia do Ja noite, bilhetes e meios da terceira par-
plantaoSo de canna e tambem de dislilacSo te da primeira lotera o Senhor Bou
de aguardante: ni ruada cadeia lo Recife Jess da Va-sacra cujas rodas andarao
limpi-etcrivelmente no dia 5 de julho p. I".
Thesouraria das loteras 23 de junlio
de 1858.--0 escrivo, J- M. da Cruz.
ora do da ou noite, para o exer- i1}
icio da r oilicmt e partos. -'r'
- O deposito principa)
dos mes afamados charu-
tos (ia Baha do 3r. Gas-
tavo La porte, aeha-se de
hoje em diante em.casa de
Sciapliletlin &C, rua da
Cruz n. 58.
IVa livraria n. 6 e 8
a praca tia Independen-
cia precisa-se fallar ;o Sr.
Dotan, (pie morou na rua
do Ara gao e teve marci-
neiria.
D3. LOBO IOSCOZ0. i
; ;;>.NA RUA DA GLORIA CASA 110 l'l NDAoVg;
$ O l)r. Lobo Mosco/.o faz scieute gij
*3 aquem interessar possaque tem fi
;,' commodos em sua casa para re- @
\J ceber alguns escravos nao s pa- -;.:
-3 a Iratar de suas enl'ermidailes QJ
^9 como para fazer qualquer ope- J
S_; raeo. Os doentes serao tratados @
f|3 pela homeopathia ou pela allo-
< pathia, conforme parecer mais
'/} conveniente para a brevidade da
]'[ cura. Adverte que recebe gra-
-;'3 tuitamente um'ou outra pessoa
que precise fazer alguma opera-
@ cao, e que por suas circumstan-
.;;;, cias nao possam tatisfa/.er as des- j'
pezas de tratamento c nao queira 'J
.'v sujeitar-se a ir para os hospitaes. era
. . 0 preco do tratamento dos esera- .;
.- vos regulara'de 2.v a Ti.s' diarios f>.
-:
o
0
HOSPITAL PORTGEZ DE
BKSEFCENCIA
Por ordem do lllm. Sr. presidente convo-
ca-seajunta administrativa ao mesmo hos-
pital, para a sessao ordinaria no domingo,
de julho, as 10 horas da manhaa em
poni.O secretario,
M. F. de Souza Barbosa.
Arrenda-sn um sitio no lugar do Hong,
com as seguintes commolidades : boa casa,
arvoredos de fructos, constantes de coquea-
ros, mangueiras, larangeiras, etc cacimba
com excellente agua de beber, baixa para
capim, e trra para plantario : a tratar nea
ta typographia, ou com Manoel Juaquini do
Paraizo no mesmo sitio.
Fazendas.
O abaixo assignado participa ao re
peitavel publico desta praca c do centro,
que continua a ter ttm completo sorti-
mento de todas as fazcndps inglezas,
francezes c suissas e piceos muito em
conta : na sua loja 11. 18 aterro da boa-
Vista.
Duartn Borges da Silva.
Rernardino Francisco de Azevedo Ga-
aos vai a Europa tratar de sua saude, e dci-
xa por seus listantes procuradores, a son
senhora II M-ria Joaquina de Oliveira Cam-
pos, e os Srs. F.Mix Francisco de Souza lia
gslh&es, JosJoaquim da Silva, e Joaquim
Manoel Ferraba de Sooza, tirando esteen-
carregado das compras para sua taberna, e o
dito Sr. Silva encarregado de todas as suas
correspondencias e vendas de assucar como
o tem teito sempre.
Precisa-se de urna ama que saiba co/.i-
nhareerip'ommar. para urna casa de pouca
faniilia : na ruada i'raia 11 \6
Pergunta-se a quem soubor responder,
se um estabeleciraento que. vende vinho,
cerveja, genebra, pilo, bolacha, bacalbao,
arroz, charutos, sardinhas, esteiras, cale,
ceblas, carne do Caer, etc etc at rao-
col na porta, se se pode considerar como
deposito de seceos para estar aberto aleas
9,10 e 10 l|3 da noite? parece qii" to los
sabem que logo que tem behi 1 s he taberna
e nSo deposito ; e visto aa niaj tabernas no
Recife fecharein-se as 6 nos domingos o as 8
nos dias de semana, este deposito de bebi-
das nao deve estar aberto, e muito peior isto
no becco do porto das canias do Recife
becco de barulho, e a lei deve ser igual para
todos, todos pagam direilos.; espor >-se al-
Kunias providencias para es'.a nova califor-
nia, depoisdas 6 depols 'las $ da noite,
seuin voltaremos breve pa'a sahermos se
tem carta branca. 1
-- No dia .1 do corrente, parante o juiz
municipal da segn la vara,' logo que |n le
a audiencia, no lugar do istime, se arre-
matar por venda, por ser
r, casa e sitio silo na -
Barros, esquiua do be
por exccucSo contra os
cito Antonio Valenti
mulher. EscrivSo Cui
Andrc Heuri.iu
gom Europa.
a pessoa qn e por
taberna do becco Ja Csrvalha t
sol, queira leva-b > senao quer que .
que seu nome por esta folha.
Precisa-se-atogar urna ama para en-
gommar e co/inhar, for-a ou captiva, de
uieia idade; psga-sc 1; rs. mensaes: rua
Nova 11. 3*.
Aluga- se urna prcta escrava para o ser.
vico dequfilquercasa, tanto Interno <
externo: o.ueni a quizer pule procur
ma |ir,i- .
- Jo3u le
r
r\ vosreenlara de '2s a .ni diarios f, tilw"n : o.ueni a ,111/er pole procur
,: conforme a gravidade .la moles- S "ia da Senzala Velha n C8, segundo I..
1 ,- 9f Piecisi-se de urna ama frrra nil ,
B ta e o tempo de curativo. $ cravI,T pira cozinh,r. Ma ]mUn_^ ""
~K^;
I'recisa-sn de una jre> para co/inhar j
8 engommar em casa ile familia do tres pes-
soas, c que tem escravos: na rua estreita
do Rosario, csitorio do tabelliSo Su, ou rua
Nova n. 5
Fa/em-se capas, Hialina* 1 samarrss,
o capas vjatolas : na rua de Apollo n. 29.
Precisa-se de um criado fiol a dillgon-
lo : a tratar na rua do Collegio n. 23, segun-
'do andar.
NO
PATEO
Precisa-se de 11 m cria,o 011 nina criada
para urna casa de lamilla, quer forro quer
captivo para servico lano interno cono ex-i
terno : a quem servir dirija-se I Capunga'
Velha a casa da Sra. viuva Lasserre aop da
do Sr. Bonifacio que achara com quem
jja Nabuco e, C. rom loja na rua o- SJ
1 11 Satraz da matriz de S. Antonio t
veste um bomem da cabera at os t'
;'-, cor diversos presos. flj
Francisco Jos Augusto Ferroira, vende
por conta e risco de quem pertencer 25 po-
dras de cantara de Lisboa, sendo oito solei-
ras, palmos 8,3, 1, 10 hombreimsde 12 1(2
1,1, dez ditos 6,1, t : s tratar na rua da
Mocda n. 2, confronto o trapiche do Cunha.
KA I\l A DA (.LORIA CASA lili FNDAO'.
CONSULTORIO H0ME0PATBIC0
110
IIR-P. A- L0B0H0SC0S0
Medico partesro e operador.
O l)r. Cobo Moscoso, lias e pratica qualqueropera(;3o de cirurgia,
:..
Larangr-iras 11 s
Precisa-se alugar urna ama forr ..,1
captiva, para urna rasa de pouca fam ia
no pateo do Carino 11 a.! sobrado de varan la
do |ia o.
-l'rancelino Isidoro l.ea| ,\ C, tem 00
armazem do Ames, vin lo de Lisboa na bar
ca Maiia Jo.-e, harrricas pequeas cora erva
dneo e comtnbos, eseolhido e o melbor pos
sivel o qual vendes reUlho 00 por inleiro
por preco commodo, e grandes saceos com
di homeojialhin, que tantas vezestem ven-
cido dilliculdades, que pareciaa injsnpe-
raveis.
flomeopathia0
.lodiJpho
0 LOCO ASSSSIEO
POR
Neste estabelecimcnto de to grande ulilidade haver todos os dias desde as 6 horas QJJ
da manlula at as 10 011 11 horas da noito bailes trios simples d'agua corrente da Com-
panhia de fleberibe, ditos aromticos, ditos de rhoquo e chuviscos, bsnhos momos .->im-
tdes e aromticos, assim como banhos medicinaos sulphorosos e salgados, viudos de
Paris, das mu acre litadas pharmaciaa de Mes. Sarband, Vauqitelin e Pellctier Pai f.' I'ilhos.
Chamamos a allencao dos Illms Sr.-, Iirs. em medicina para este estabolecimeoto, { !l\i,';Wn. \\rfi\l FJ'\\\ II-'
lia logar reservado e completa- 'ailLliHjU illl.l I L.^VA UL
BAnnOS
lstl no prelo esto pequeo romance, que
apezar de c nter pouess paginas, com tuda
foi ii iie mui tas horas, lie sem dti-
151000 v iltio imperfeito, por ser de lil au-
S'000 alem Je faltarem OS conheci-
DOO0 'ios para urna boa execucSo,
i ladea e contrare lades,
50*000 ilra-se sempre em seu
M-Ooo mas confia lo na pro-
;,-iu< conhece ser ser
l-e r ntialf
lie chegado a loja de r.econic, aterro
da Boa-Vista n. 7, excellente ieite virgin*1
de rosa branca, para refrescar a pella |ir;)r
pannos,saraas e espiabas, igna'.nenteo a-
lamado oleo babosa para lim.j,ar e fa-'er cre-
cer os cabellos ,- assim :omo p imperial do
lyno de Florenca ^ara brotoejas e asperida-
desda pelle. Conserva a frescura e 0 avellu-
dadod. primorosa da vida.
que poder facilitar-lhes algumas curas importantes.
mente separado para as familias.
PRE?0 DOS BANHOS.
Trinla cartees para banhos Trios com lencol do linho.....
Ouinze ditos dito dito......................
Sete dilo.s dito dilo....................;
Trinla ditos para banho morno de choque, chuviscos ou Lirelo.
com lencol de hubo o loalha propria...........
Quinze ditos dilo dito. . ,...................
Sote ditos dito dito........................
1 n banho avulso fro ou momo com lencol e loalha......
Hito aromtico, mais o valor da ess*" ...........
Banho medicinal artilicial sal- .........
"Uo dito dito de Vichy ... ........
do T'
O Hr. Sabino Olegario L. Pinho, tendo de
organisar aHistoria da homeooathia du-
rante a epidemia do cholera,roga a to i s
os amigos da verdade quer desta provincia,
qoer das muras do imperio, qqjslhe forne- -.' '.j:'.\'-.:.:: i.::!'
cac com a maior brevidade pessivel, qaaes-
quer documentos, informarles nu narrcil s
exactas, que possam servir para a execucSo
dessa obra. He justo que sejam conhecldos
os nomes de todos aqnelles que em tilo ca-
I lamitosa quadra soccorn
man idade. No neis
patbico rua de Sanio
n. (i.
Precisa-so dos serv os d un criado
os mais 1 c editados m 'dica
ODr.Casanova pode ser procura- ':
;. ao 1 qualquer hora para visitar doen- .
1 s e platicarqualqner operacSo .in
rurgia especialmente de partos
^TKn!S: ^^^L-LTOUOIMEOrATHWI
Ama.o '.Mundo Novo, -_. '*'? i CVlIK' N SU
smenle para as ciim'ra:' e manda ios,
7 horas do dia as da tarda : na rua do
Hospicio 11. 7.
Precisa-se lo urna ama para o scrviQO i
de una casa do pouca familia, em Pora e
Portas taberna 11. si, derronte do becco
Careo.
A socie lado que gyratts nesta pra?a com
a firinj de Lopes, Irmo & Brandan, foi ex-
tineta no dia 30 le janhc, e substituida pela
de Lopes & Irmaos do I", de julho etn dian-
"""'' " ' unhod- 1858.Lopes, l-
os razoaveis, todos
tes por penhores :
10 Antonio, casa n.
.No 1 esmo cmis 1 : io tan sem 1
. mais 1 ci editados m 'dica
homeopalhicos em Unturas e
lbulos e carteiras nquissimas;.
mbem varias obras em francez
' .- em portug icz.
lns.fi s itiiliUres
Na livraria as.-6e8 da i-rac.i da Indepen
, ven em-se as instrucco ev>-*
vico >'.'.< guardas, extra hiflas u reg 111
to de iii'Vilana, f 1. oilinioda las a diSC/p'1"
na do cicrciu; pelo diminuto preco ueWO
reis
Prccisa-se de Uma am rio lerf* rara
criar in,.a atauna^de es das : na rua Bella n.
"25. c pa{,a-sc bem.



DIARIO DE PERNAMu^J SEXTA FEIRA 2 DE JULIIO DE 1858.

Lotera
Sabbado, 3 Je julho do correnle anno, an-
dan] as rodas da lotera da Sania Cruz, e
sirio yenda no aterro da Boa-Vista n. 56,
bilhetes inteiros e mcios, e troco para os
freguczcs.
^^
HOSPITAL POR]
DE
De ordem do lllm. Sr. presidente convoca-
se a assembla geral dos senhores accionis-
tas, para urna sessao extraordinaria no do-
mingo, 4 de julho, as II horas da manbSa,
un mesmo hospital.O secretario,
M. F. de Souza Barbosa.
A administracSo geral dos estabeleci-
mcr.tos de caridado avisa aos inquilinos dos
predios do patrimonto dos rnesmos eslabe-
lecimentos, qne na forma do respectivo con-
trato irSo novamente 4 praca no dia !. de
agosto as rendas das casis, cujos inquilinos
lo tiverem realisado o pagamento dos seus
dbitos at aquella poca. Administrado
geral dos estabelecimentos de caridade 26
do junbo de 1858.O escrivao,
Antonio Jos Gomes do Correio.
Arrenda-se n3o menos por lempo de
um anno, um sitio na Capunga nova, com
cocheira, estribara para a cavallos muito a
rom modo, quarto para feitor, gallinheiro de
lijlo e cal, cacimba de sotfrivel agua de
beber, poco para lavsgem de roupa, bstan-
les arvorodos, alguns ja dando fructo, casa
a berra da estrada sobre o alto, sendo a sala
da frente assoalhada e forrada, muito fresca
e clara, por ser toda cercada de janellas,
leudnos laJos terrado com varanda e al-
grete do llores, e portao de ferro ; propor-
cionando assimo dito sitio decente eagra-
davel residencia, alem de ficar muito perto
da cidade. No sitio confronte, propriedade
do Sr. Dr. Jacobina, existem as chaves para
sor visto pelos pretendentos, e a tratar abi,
ou na ra da Oadeia do Recifc, pnmeiro an-
dar da casa n. 3, servinJo de escrrptorio.
'. Jos d'Agona.
O secretario da irmaudade de S. Jos
d'Agonia em nomo da mesa regedora convi-
da a todos os irmSos da mosma para com-
parecerem domingo 4 de julho as 9 horas da
inanhaa para mesa geral aliar de se eleger a
nova mesa que tem de fuceionar de 1858 a
1851, porisso espera que todos os raaos
comparegam. Consistorio 27 de junho de
isas.Almi'i la Cruz, secretario.
Quem annunciou querer 6000 a juros
do 1 lia por cento, dando una casa de ny-
potheca dirija-se a typographia desde Diario
riuese dir quem da esse dmbeiro.
THEATRO DE APOLLO,
A commlsso administrativa roga a todos
os senhores accionistas do mesmo theatro
para comparecercm no lugar do costume,
no domingo 4 do corrente, as 10 horas^do
dia, alim de elegerem a nova dircc;3o.
Precisa-se sitio mui perto da cidade : na ra do Col-
legio, taberna n. 25.
3toi$W &
Coropra-se orna proprienade tira cm alguma
das principad) ras il'asta cidade, e que renda poo-
o mais ou menos 500)000 n. annuaes, etlando o
predio ero bom estado, e desembarazado; quem
quizer, trate na ra da Cruz, escritorio n. 49.
Compra-se effectivamenle bronze, lao
t3o e cobre volito : no deposito da luiuiic.3-
da Aurora, na ra do Brum, logo na entra-
da n. 28,o na mesma fundic3o,em S.Amaro.
Compra-se electivamente p* ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, aeces das com-
panhias, e d-se dinheiro a juros em gran-
des e peauenas quantias sobre penhores.
f
v,.*i&

QQi
5@S
@

9
&
O arrancar
nao he curar he dis-
truir,
Affonso Jos de Noronha o Vas-
concellos, cirurgiao dentista e gal-
vanista tem a distincta honra de J>v
patentcar ao respeitavel publico
desta caprtal que colloca dontes ar-
tificiacs pelos processos de chapa *|r
encherto e presso do ar e de mola, @
estes ltimos a 53 cada um, asse- j-
\ erando-se comer-se tudo com elles, 45
ijib n3o ha o meuor encommodo se no pl
a posicno involuntaria neta empre-
go do clorofornio nem as inalacoes &
do elher. &
Limpam-so boceas a ICj que fi- tih
cam preservados os den tes por 8 Jj,
annos de qualquer correcto sem *
atacar o alvilho dos mesmos por fe-
formas muito modernas. r.'S;
Chumbam-se de 2?at5s, arran- 35
cam-se a 2* e sem grande sensibili-
dade, que 80 se vendo.
Hutam-sj boceas inteiras muito
cm conta.
CU trabalhos galvnicos logo se
annunciarSo : largo do Collegio n.
37 primeiro andar.
Vende-se urna escrava moca com
urna cria que tem todas as habilidades
que sao cozinhar, engommar, fazer bo-
los de todas as qualidades, fazer labyrin-
tho e entende muito de costura : a tratar
no armazern de Manocl Joaquim de Oli-
ve ia & C. ra do Codorniz n- 10, cm-
frente do becco da Madre de Dos.
i@$ &g &s@
Q A sOOO O CORTE. @
i Novos cortes de vestido de cm-
braia de cores com 3 e 4 ordens de O
i' babados pelo baratissimo preco de .;';
a 5o cada corte, tondo tambem algum x
jg proprio para aliviar luto: na loja *
VP da ra do Queimado n. 10 de Leite, 3
Arthur & C. 0
Vende-se um cavallo bastante grande,
gordo e novo, e de booila pelle por ser cas-
tanho foveiro, o muito bom de cabriolet por
ter sido cnsinado : a tratar na cocheira do
largo do arsenal de marinha.
Vende-se urna escrava parda por 800o :
na ra dasTrincheiras n 29.
-- Vende-se urna escrava e um escravo,
pecas boas : na ra da Soledade n. 5.
Sal) fio castanho, amarcllo c branco.
No largo da Assembla n. 9, veudc-sc o
sabao cima, por preco commodo, para fe-
char contas.
Vendem-se 8 escravos pegas de ambos
os sexos de idade 15 a 20 annos, bem como
1 molcquc de 14 anuos ollicial de funileiro e
l dito mestre carniceiro : na ra das Aguas-
Verdes n. 46.
lia tatas.
Vendem-so batatas novas vindas ultima-
mente de Lisboa, pelo barato prego de sete
patacas (2*240 rs. cada urna arroba : na
travessa da-ladre de Dos n. 10.
Vende-se 1 escravo de 38 annos, bas-
tante robusto, por 9rjOS, 1 negrota de 16 an-
nos, engommadeira e costureira, i dita de
12, com principio de costura, 4 negra de 22,
muito boa quilandeira e de bonita figura :
no pateo de S. Pedro ti. 6, se oir quem
vende.
Vende-se a taberna do largo do Terco
n. 36, com poucos fundos.
Vende-se um cabriolet muito forte, e
em bom estado: na cocheira do Sr. Fre de-
rico llansen.
SE No aterro da Boa-Vista n. 80, vndese
azeite doce a 560 a garrafa, esperrnacete dos
Estados Unidos, fino, a 10000 a libra, bola-
chinha ingleza ltimamente chegada a 360 a
libra, conservas inglczas a 19000.
::.-
Q

>SS
^~::
I
Precisa-se de urna casa terrea no hair-
ro do Recie, Santo Antonio ou Joa-Vista,
com quintal eque esteja concertada e tra-
tada, tambem aluga-se um sobrado paga-se
ate 209 prefere-so no bairro do Recife junto
ponte nova, d-se dinheiro ou fianza :
quem tiver annuncie.
-- Augusto Comes do Andrade e sua mu-
lher D. Ignacia Francisca de Mello,como nao
livessem agradecido na occasiao a todas as
pessoa que acompanharam e tomaram par-
te na perda do cu querido filho Carlos.vem
pelo presente agradecer-Ibes e tem a honra
de ollerecer-lhc i o seu presumo.
A fama triimi-
>ha.
erpool nova rcmessa de
o biscoutinhos finos de
im latas, queijos lon-
generos do primeira
ve levar dinheiro nao
aterro da Boa-Vista
ft
A 25400 E 25880. ?:?4
Novos cortes de meias casemiras
if de 13a do cores differentes, para cal- su
fi* cas pelos baratos precos cima men- w
,, clonados: na loja da ra do Quei- ***
-: mado n. 10. de Leite, Arthur & C. 5&
Ka ra do queimado n. 57 tem para
vender cartOes do colxetes francezes com 2
Pares com pequea avaria a 40 rs. o cartao,
e caixinhas com phosphoros a 10 rs.
iVovidade de Pa-
rs.
Vendem-sc na ra do Quoimado n. 27, ar-
mazern do Couveia, ricos cortes do novidade
de Paris, fazenda inteiramonte nova e de lin-
dos gostos, tendo cada corto 16 covados, por
209 rs., grosdenaples de todas as cores, mui-
to boa fazenda a 10500 o covado, ntremelos
e tiras bordadas para senhora, para todos
os precos, ricas camizinhasde linho borda-
das, c.manguitos, tudo por 209, cortes de
cambraia do cor com babados, tendo 13 va-
ras a 3/200, cortes de grosdenaples com 25
covados, por 409, e outras muitaa fazendas.
- Vende-se um sobrado de um andar na
ra da Boda n. 42, em muito bom estado :
quem pretender dirija-se a travessa da Ma-
dre de Dos n. 9, que achara com quem tra-
tar.
Na ra do Rangel n. 62, armazern da
porta larga, existe anda um resto do arroz
pilado de 2J00 rs. a arroba, O qual faz mul-
to boa obra.
@@@@ @
| Attenco. |
>,jj Kissel, relojociro francez, vende 3^
j relogios deouro e prata, concerta y*
relogios, joias e msicas, ja aqu be vf
conliecldo ha muitos annos,habita no ij;
pateo do Hospital n. 17.

iv
Ferrara.
Foles inglczes do melhor fabricante, tor-
nos os mais guarnecidos, e safras as mais
bem calcadas, e o mais preciso para o bom
ferreiro o bom serralheiro ; na lojadefcr
ragens da ra da Cadeia do Recifc n. 56 A.
Vende-so um mulato padeiro, exccl-
lonte amassador, e forneiro : na ra da Ca-
deia do lenle n. 48.
~ Vende-se um cabriolet com o cvalo,
caso c.onvenha ao comprador, por preco mui
em conta : a fallar na cocheira de Fra de
Portas, com o respectivo caixeiro, onde
existe o mesmo cabriolet para ser visto,
sendo que he de patente Inglez, muito for-
te, e vendido a preco em conta, por ter al-
gum uso, acompanhando-o os) competentes
arrcios.
Vende-se um rico cabriolet intei-
ramcute novo com os seus competentes
accessorios : na ra do Hospicio n. 22;
igualmente n,i mesma casa vende-se um
bonito carro de-i rodas (americano.)
Mussclinas encarnadas.
Na ra do Crespo n. 5, esquina que volta
para a ra do Collegio, vendem-se musscli-
nas encarnadas de bonitos gostos e boa qua-
lidade : na mesma loja vendem-se riscados
francezes a 160 o covado, pecas do madapo-
13o com pequeo toque de avaria a 2f000 a
peca.
Ra do Crespo n. 10.
Loja do Jos Goncalves Malveira, vende-se
cigarros de papel pardo chegados a pouco a
5oOi>o o milheiro, ditos de papel branco a
300 res o maco. ;
Pechincha.
Vende-se superior farinba de mandioca,
saceos grandes, 79 a 79500 : na ra do Quci-
mado n. 14. loja do ferrageus de Jos Rodri-
gues Ferreira.
Farinha de mandioca
de superior qualidade ; na ra do Trapiche,
armazern ns. 9 e 11.
Domingos Alves Matbcos tem para ven-
der em seu cscriptorio na ra de Apollo n.
23, por pregos modicos.os seguintes artigos:
('auno de algodao trancado, da Bahia.
Jacaranda superior.
Azeite de palma, cm cascos.
Fio de algodao.
Cocbiosde linho para montara.
Retroz do Porto, sortidos, muito superior.
Mercurio doco em caixas de una libra*
Couro do lustro, marca grande.
Superiores cutilherlas, e finas.
Taimara.
Bigornas, cnxos, sachos, cutelhas, c tudo
o mais que se faz mister ao bom tanueiro:
na ra da Cadeia do Recife n. 56 A.
Eci casadeRabeSchmettau &Companhia,
ra da Cadeia n. 37, veudem-seologanto
pianos do afamadofabricante Traumann
da Hamburito
35 Vendem-se estojos com navalhas e fl
jj[ mais pertences proprios para viagom >;i
s*. na loja de Nabuco & C, ra Nova M
M* {
Cera de carnauba.
Antonio Comes da Cunba e Silva recebeu
nova romessa do cera de carnauba do supe-
rior qualidade, e est vendendo por preco
commodo, fazendo algn differenca de
preco a quem comprar grande porcSo: na
ra da Cadeia do Recife, loja n. 50, defrontc
da ra da Madre de Dos.
Agencia
da fund cao JLow-Mo
ra da $etzala ?"(ova
n. 42.
Nesteostabelecimentocontlna'aahaver
um completo sortimento de moendase
meiasmocndaspara'cngenbo.machinasde
vapore taixas de forro batido e coado de
lodosostamanhospara dito.
REMEDIO IMC0MPAUAVEL.
Batatas.
No armazern do Annes, defronte da alfan-
dega, vendem-se gigos com batatas, pesan-
do arroba e meia, pelo barato paeco de 29 o
g'go-
Vende-se em casa de S. P. Jonhston &
C, ra daSenzala Nova n. 42, o seguinto :
sellins inglezes o silhoes, relogios de ouro
de patente inglcz, candielros e casticaes
bronzeados, arreios para carro, lonas ingle-
zas, lio de vela, graxa para arreios.
Jardineiro.
Tudo qoanlo he mister ao bom feitor o
Jardineiro: tudo isto se encontra na loja de
ferragens da ra da Cadeia do Rocife n. 56
A, de Vidal & Bastos; assim como tudo
quantosefaz mister de boasentilberias.
Vende-se superior linha de algod3o
brancas e do cores, em novello, para costu-
ra : cm casa deSouthall, Mellor & C, ra
do Torres n. 38:
3@eS
@@
:# Vendem-se ricos espelhos com'rnol-'
c^ duras dourads proprios para sla :
'ojade Nabuco & C, ra Nova
na
O n.2
@
-^Atfcc
i boneca.
..leucao.
. iocisa-se de urna pessoa (|ue cnlcnda bem
uo traqalho do velas de carnauba : a tratar
na ra do Vigario n. 29.
ATTENCO'.
No deposito da ra das Cruzes n. 21, ha
superior pSo, bolachas, e boUichinhas de
lolar, as qualidades, fabricado ludo ca me-
'arinha, e tambem ha o bon) queijo do
M<] a 720 rcis a libra, cognac 19 a gar-
Cl'auoo Dubcux ja tem veljs mistas
, 'a matar formigas.
- A pessoa que na vespera de S. JoSo,
a i, ite, perieu duas pecas .do obras de al-
faiate, e um caixa do chapeo, dirija-se a
ra ilo Padre Fioriano n. 26, que dando to-
dos os--gnaes rccubcr.
Precisa-se do urna ama forra ou cap-
tiva, para casa de urna familia de 3 pessos :
quem se qui/ersugeitar a isso, casa nova por delraz da caixa d'agua, que
sobara com quem tratar ; o tratamenlo ar
lianca-se ser bom.
SEGURO CONTRA 0 FOGO.
C011PANHIA
..ALLIANCE.
Bstabelecda em Londres,
eii mergo de 1824
CAPITAL
CINCO MILHOjES de LIBIIAS ES-
TERLINAS.
Saanders, Rrolhcrs & c. tem honra de
Informar aos senhores negociantes, propie-
tarios de. rasas, e a quem mais convier, que
'st.lo plenamente autorisados pe ditacom-
paubia para elfectuar segaros sobre edili-.
ios de lijlo e pedra, cobertos de telta, e
igualmenla sobre os objectos que contive-
Ceblas
No largo do Pelourinho n. 5-7, vendem-se
ceblas em molhos, ltimamente chegadas
de Lisboa, na barca Ligeira a 1/280 o cento.
CHAPEOS PARA SENHORA
Vendem-se na loja de Adriano Castroi
ra do Crespo n. 16, esquina, chapeos para
senhora muito enfeitados a 105 cada um.
Vendem-se na cocheira do Bernardino,
na ra de Santo Amaro, junto ra Bella,
4 cavallos superiores para cabriolet, bem
como um dito pequeo que serve para mon-
tara do menino.
Na loja de Nabuco eV C, ra Nova n 2,
vendem-se ricos chapeos de palha enfeitados
para meninas, ditos para meninos, gollinhas
e manguitos de cambraia boiuados para se-
nhora, gravatin:-&.s de Velludo, lencinhos de
retroz bordados. sncs do seda para senho-
ra, luvas do seda pretas e do cores para so-
nhora, ditas para meninas, ditas para ho-
mem, ligas de seda, chapeos de sol de seda
com franjas para sennora, lencos de cam-
braia de linho bordados proprios para noi-
va.etc, etc., e outras muitas fazendas de
gostos.
UNGENTO IIOLLOWAY.
Milharcs de individuos de todas as nacOes
podem testemunhar as virtudes dcste reme-
dio incomparavel e provar em caso necessa-
no, que, pelo usoqucdelle lizeram tem seu
corpo e membros inteiramente saos depois
de haverempregadoinutilmente outros tra-
lamcntos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que Ib'as re'.atam todos os
das lia muitos anuos; e a maior parlo deis
las sSo tao sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas re-
cobraran! com este soberano remedio o us
de seus bracos c pernas, depois de ter tper-
manecido longo tempo nos hospitacs.onde
deviara soflrer a amputado! Dellas ha mui-
tas que havendo deixado esses asylos de pa-
decimiento, para se nao submeltcrem a essa
operacaodolorosaforam curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das tacs pessoas na efusao
de seu reconhecimento declarara-.n estes re-
sultados benficos diante do lord corregi-
dor, e outros magistrados alim de mais au-
tenticarem sua allirmaliva.
Ninguem desesperara do estado de su-
saude se tivessebaslanle conlianca para en-
saiar este remedio conslantemeulesegiun-
do algum lempo o tralameulo que necessi-
tasse a natureza do mal cujo resultado seria
provar incontestavelmente: Que tudo cura.
O ungento he til, maspariicuiarn.eme
nosseguiulet caaot.
lnflammaco da ma-
Alporcas.
Cairnbras.
Callos.
Canceros.
Cortaduras.
Dores decabeca.
< das cosas.
dos membros
Lnfcrmidades da cu-
tis em geral.
Enfermidades doanus
CrupcOesescorbulicas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou faltado
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Cengivasoscaldadas.
Inchacoes.
lndammaco do ligado
da bexiga.
triz.
Lepra.
Males das pernas
dos pe tus.
de olhos.
Mordeduras do reptis
l'icadura.de mosqui-
tos.
l'ulnies.
Queimadelas.
Sama.
Supuracocs ptridas
Tinlia, em (ualquer
parlo que seja.
Tremor de ervos.
L'lcerasjna bocea.
i do ligado.
. dasarticulac<5es.
Vcias torcidas ou no
dadas as pernas.

Couro de lustre
marca castello, muito grande a 4}0oo a pel-
le, e *fcO00 a duzia : na ra Direita n. 45.
Marroquim
a 1S600 a pelle, e 175000 a rluzia, fazenda
sem defeitoe boa qualidade : na ra Direita
Sellins e raWios.
SKI.I.INSeREI.OIOSile patente
in|le7. : a venda no arrnaz.m de
RosIronRooker & CorDPanhia es-
quina lo largo do Corpo Santo Da-
mero 48.
IVo antigo
doposito de assucar da ra do Vigario n. 27,
vende-se por menos do que em oulra qual-
quer parte, velas de carnauba de differonles
hitlas, cm pequeas e grandes Doreoes.
COMPLETO
Sortimento
DE ROPA FEITA
Vendem-se palitos, calcas, collctes e ca-
misas de todas as qualidades e modellos
que convier ao comprador, por precos com-
tiioios, e mandam-sc era casa para mais
commodidade das pessoas que assim o dese-
jarem : na ma do Crespo, loja n. 23.
Farinha de
mandioca.
Vcndc-sc superior farinha de -man-
dioca por preco mais barato do qilc cm
ntilra qitalr|ucr parte: no armazern n.
"> defrontc do trapiche do Cunlia.
GRANDE
PECIIiNCIIA DE MADAPOLAO' COM
PEQUEO TOQUE DE AVARIA.
Na loja do Pre-
guca, na ra do Queimado, esquina do bec-
co do Peixe Frito n. 2, vende-se madapolao
com pequeo toque de avaria a 23800 a pe-
Ca, ditos largos a 39 e 3/500, ditos dltis fi-
nos a 45 e <3500 a peca, cambraias lisas linas
com 8 varas a '2f500 e 35 a peca, pecas de
cassas de quadros tinas com alguns furos do
cupim e com 10 varas a 2i800 cada urna..
Cozinha.
l.oiir\ Torrada de po de pedra c estanba-
da, para todos os inistcres de cozinhe. assim
como omais que se lorna indispensavel ao
bom cozinheiro : na ra da Cadeia do Re-
cife n. 56 A, loja de ferragens.
Mesa.
Ric^s facas o garfos de cabo de marfim e
osso lino, colheres para sopa e cha, do
melhor metal, e tuio quinto he preciso pa-
ra o bom adorno da boa mesa : uaj ra da
Cadeia do Recife n. 56 A.
Cabos sortidos da Russia, Cai- $p
rocIUanilha.
Lonas da Russia, brins c brin- i['
zes. y
Cobrec metal para forro com '''>
O
O
VendC'seJeste ungento no estabelecimcn-
to geral de Londres n. 244, aSlrand, e na
loja de todos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas desua venda cm
toda a America do Sul, llavana e Ilespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocctinha.contm
urna instruccSo em portuguez para explicar
o modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral ho em casa do Sr. Soum,
pharmacculico, na ra da Cruz n. 22, em
Peruambuco.
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOWAY
5g
.- ..,-.- .
fj Nabuco i\ C com loja na ra Nova
W n 2, vmdein lencos de ralba da In-
fi* dia muito finos c fazenda cm pecas m
proprias para vestidos de senhora, '*v
i ricos esparlilhos para senhora tuJo SK
por preco commodo. K
Calcado francez
Na ra Nova n. 2, loja de Nabuco & C,
vende-se calcado francez do todas ?s quali-
dades, tanto para homem como para senho-
ra e meninas, etc e perfumaras tambem de
lodos os gostos e qualidades.
-- Vendem-se ricas bengalas de canna
com lindos castoes, chapeos francozes, ditos
de fcllro, copa alta c baixa, ditos d*. castor,
boXetcs de panno para homem, ditos para
men;no, palitos de brim para homem, ditos
do lyaca preta e di cor, ditos de seda, ditos
de casemira fina do cor, ditos pretos, jaquo-
tas de >nm, palitots de brim par meninos,
ditos do casemira preta, ditos de seda, ce-
roulas e linho, ditas de algodao, ditas de
meia, camisas de meia muito finas, camisas
francezs, peilo do linho, ditas, peito de
fustao branco e do cor, ditas d,J peito de
mussrlina^branca e de cor, etc., c outras
[finitas fnzeTlaSide gesto : na loja do Nabu-
co & C, ra Nov n. 2, atraz da matriz.
Na rus do Queimado n. 8, vendem-se
diccionarios d^Jloraes, sexta cJc"io, publi-
cado esto armo im Lisboa.
"s me-mos edificios, quer consista em vnd. mi ta-Mm im miinhuiH
m. ou em fazendas'dJ qualquer qua- *,&?*%& S-STSK
lidade.
Goll
igi e Santo Andrti.
o abjr assignado, director e proprieta-
"io este stabelecimento, avisa aos pas,
enearregadi dos collegiaes in er-
"" que do dia 29 do corrate mez s3a
ob iga los pagar a importancia do trimes-
tre de julho a setembro deste ai uo. e que
pumentes s terSo lygtr al o dia a
de julho, passado o qual d>'ixar-sc-ha
receber, e de continuar no cllegio aquel-
las, cu]os pas, tutores o encarregados se
BRgareni a e^ts-obrgacoes.
Andr ATvEa ^^LousCc. Jnior.
O l>r. Ixssa residente no'lu.f pituj mili-
tar ra dos Pires, cura ra liralmenv^em
poneos diasos bydrocaies por mais volu-
mosos quo sejam, sem prrigo algum para o
docnte.
rea e enssboadc; para ve-la,na tyi>ographia
do Jornal do Conmercio na ra da PraitO
43,cqm o Sr. Igmcio Bento de Loyola.
Attenco
Acaba de cbegaa loja de miudezas da ra
da Cadeia, esquita da Madre de heos, um
rico e variado aoi imenlo de, jarros de por-
celana e vidro p-rsila, espelhos grandes o
pequeos, moldura dourada, caraislnhas e
l' oilinlias para seniora, enfeites para cabel-
lo, neas Otas coinavelludadus, perfumaras
!de muitas e oplinas qualidades, borzeguins
decouro de lustre para homem, senhora e
meninos, palitos \^.caseuiira preta c br
Ianternas de vidro .-neta'
Recebidas em diretura de
pars.
Ricos cortes do vestidos do seda do
cor e brancos 3
Cortes de cambraia de seda horda-
dos ao lado 5
Grosdenaples prcto encorpado, co-
vado 1?600 a 2;500
Dito de cores c branco, covado j920
Soda branca lavrada para vestido
de noiva, covado 150O a 25300
Belleza da China, fazenda toda do
seda, covado 15V00
Setim preto maco para vestidos,
covado 25700 5O0
Velludo preto o melhor possivel,
covado srSOO
Mcio velludo proto o do cores, co-
vado 15400
Velbutina preta e de cores, covado 750
Folar de Paris do seda com listas
matisedas, covado 15100
Ricas sedas de cores de novos pa-
drees, covado 19920
Diana de seda lavrada mui linda,
covado 1-000
Seiinhas de quadros elistras, co-
vado 900
Popelinas do seda o 1.7a, padrees
novos, covado 1*000
Barege de seda, padroes miudinhos,
covado 640
GorgurSo de seda com flores, covado 850
Panno preto e de cores, Drova de li-
mSo, covado W a 7*500
Casemira preta setim,covado 15700 a 35200
Musselina de cor e branca, covado 320
Chitas franeczas de cor claras e es-
curas, covado 280 a 3G0
Cambraias organdys.novos padroes,
vara a l}280
Cassas francezas finas, padroes no-
vos, vara a 500
Ditas ditas, vara a 320
Mantas de Rlond, pretas c brancas 5
Manguitos e golinhas bordadas 5
Tiras e ntremelos bordados 9
Pulceirasde ve.llu.lo, frocoe fita 5
Lencos de cambraia, linos, com la-
byrintho 15000
Chales de merino com franja de 15a 4*800
Ditos ditos de se la 6*000
Ditos dilos bordados a seda 6J*50O
Ditos ditos bordados s velludo 0,000
Ditos de seda de peso
Cortes de casemira de cor finos G5OOO
Cohetes do dita o de seda bordado-- 1
Chapeos pretos francezes modei; '00
Gravatas to seda compndas
annel
Palelots de alpaca prota
forrados
Gndolas de alpac* r
1 'lots de brim Dr
'O fnstfi
para
pregos.
Oteo de lindara c Velas steari-
nas.
Estanto cm barriiidas, Bar-
rildo.
Vinlios (nos de Moselle e Joan-
nisberg espumoso, e de Borden'
em quartolas.
C. J. ASTLEV & C.
-3

PILULAS IIOLLOWAY
Estolnestimavcl especifico,compostoni-
tciramcnledc liervas medicinaes, nao con-
ten mercurio, nem a Iguma oulra substancia
delecterca. Benigno a maistenra infancia,
ea comnleleao mais delicada be igualmcn,
te promplo o seguro para dcsarreigar o mal
na compleicio mVs robusta ; he inteira-
mente innocente cm suas operac3ese effei-
tos ; pois busca e remove as.doencas de
qualquer especie c grao por mais antigs e
leazos que sejam.
Entre milhares do pessoas curadas com
esle remedio,muitas queja estavam s por-
tas morte, preservando em seu nso;con-
seguirn] recobrar a saude e forjas, depois
de liaver [colado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais afilelas nao devem cntregar-se a
desesperacao; facam um competente ensaio
dosellicazcs ciTeilosdcstaassonibrosa med
cia, e prestes recuperario o beneficio da
saude.
N3o se perca lempo cm tomar este reme-
dio para qualqucrdas seguintes enfermida-
des :
Accidcntcsepilepticos
Alporcas.
Ampolas.
Areias(mal de).
Aslbma.
Clicas.
Convulsocs.
Dcbilidade ou exte-
nuaciio.
Debilidadeoufaltade
forcas para qual-
quer cnusa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza noventre.
Tebres intermitiente
Febreto da especio.
Colla.
Hcmorrhoidas
Hydropisia.
Ictericia.
Indigestos.
InOammacOes.
Irregula ridades da
menstruaco.
Lombrigts de toda
especie.
Mal de pedra.
Manchas n cutis.
ObstruccSo deventre
Tsica ou consump-
qSo pulmonar
Enfermidades no vcn-Retenc;7o deourina.
lre- theumalismo.
Enfermidades nofga-lsymplomas secun-
do, darios.
Ditas venreas.
Enxaqucca.
Ilerysipela.
Fehres biliosas
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendetn-sc estas pilulas no estahclcimon-
to geral,lo Londres n. 244. strand,,e na
loja de lodosos boticarios droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Havana eHespanna.
Vendem-se as bocetinhasa800rs. cada
urna dellas conten una instrucc3oem por-
tuguez paraexplicar o modo desse usar
'estas pillas.
> deposito geral he cm casa do Sr. Soum
iiieeiilico, na ra da Cruz u. 22, em
~buco.
@ Na loja de Nabuco & C. na ra >o-
Z va n.2, vendem-se seroulas de meia
<* e mcias de 13a proprias para pessoas
6{? doentes.
Vende-se urna linda negrinba de 11 an-
nos, com habilidades proprias de sua idade :
na ra do Queimado n. 35.
VENDA DE ENGENHO.
Alguns consenbores do engenho S. Paulo,
situado ua freguezia dos Afogados, vendem
as partes que houvcram por heranca no re-
ferido engenho, as quaes formam a maiora
em relacao ao valor tolal da propriedade. O
engenho S. Paulo dista legoa e meia desta
cidade, be urna bella propriedade, nao s
pela sua pnsic.T > como tambem pela fertili-
la le Jo sen solo, he quasi todo de varzeas
de massap-o paues enxutos, de grande pro-
dcelo, proprias para canrias, tem excelen-
tes baixas de capim, e embarque no mesmo
engenho ; os pretendentes dirijam-se ao en-
genho para verem as obras, a qualidade, e
extensSo do solo, e para tratarem ao Sr. An-
tonio Concalves dos Santos na ra da
Praia, n. 34.
Rape.
Chegou nova romessa de rap francez : na
ra do Crespo n. 12, loja de Campos & Lima
relogios de pa-
tente
infjlezcsde ouro, desabnete e de vidro:
vendcin-sca precorazoavcl, cm casa de
Augusto Cesar de Abren, na ra da Ca-
deia do Recife. armazern n. 36.
Relogios.
Vende-se cm casa de 6'aunders Brothers
mado fabricante Roskell. por precos comino-
dos c tambem trancellins e cadeias para os
mesmos de excellente gosto.
Taimas de
fustao
Vendem-so tilmas de fuslo bordadas e
enfeitadas para senhora. assim como casa-
vcques de cambraia e fil, manguitos, golli-
nhas para senhora c menina, rcmciras do
cambraia, camisinhas com guiase mangas,
liras c babados, tudo isto bordado do me-
lhor gosto, e Eiodelos inteiramenle novos,
dos mais modernos de Paris : ua ra do
Crespo, loja n 23.
Nova n<*u* de malabar,.
Vondc-se esta agua a melhor que tem ap-
parecdo para Ungir o cabello e suissas de
preto : na livraria universal ra do Collcg:o
n. 20, d-se junto um impresso gratis ens'
nando a forma de applicar.
Aviso.
No armazern do Adamson Howie & C., ra
do Trapiche n. 2, vcnJem-sc sellins prra
homem e senhora, arreios pratiados para
cabriolet, chicotes para carro, colciras para
cavello, etc.
Attenco
He barato que
admira.
Na ra do Queimado n. 37, nova loja de 4
portas,acaba-se de receber pelo ultimo vapor
vindo de Franca, ricos cortes do vestidos de
seda com 3 babados para 3O5, 50, 60, 70 e
805000, ditos sem babados a 255, sahidasde
baile a 235, 24, 25 a 30S000, enfeites para
cabeca do melhor gosto que se pode encon-
trar a 105 12 e 14-5000 cada um, manguitos
hordados de cambraia a 2/300, 3 e 55 o par,
sinhas bordadas com manguitos e gol-
inblr*!*-~.'!" gollinhas bordadas a 15200,
1?600, 25201/7^9^0, tiras bordadas a 800,
900 c 15 a vara, con de barege a 75, gaze
de seda a 70o e a 800 r. -vado, folar de
seda a 800 rs. o covado, gro^Sijii^ples mofa-
do a 15 o covado, dito limpo boaSizenda e
15800 o covado, dito preto a 15600, l58tr:-<4
25, mantas pretas de fil bordadas a 9 e 12*,
chapelinhs para senhora muito boa fazen-
da a 145, chales do merino bordados a 65, 8
e 119, 'itos de louquim bordados a 205,
cortes do cambraia de salpicos a sfiOO, ditos
de seda pretos muito superiores SOoaOO?.
chales do merino pretos a 45. lencos de re-
troz a 25, chapeos de sol de seda superiores
a 105, ditos a 75, ditos de pello francezes 7*
a 85, chapeos de lebre a 69500, ditos de fel-
tro linos a 55500, ditos do feltro enfeitados
para menino superior fazenda a 55500, cor-
tes de casemira bordadas a 65500, ditos lisos
a 45, corles de brim de linho a 25500, ditos
a 25800. ditos de meia casemira a 39800, ca-
misas francezas brancas de linho a 4*500,
ditas de madapolao finas a 2*100, 29600 o 3?,
ditas de cores a 2-5500, ditas do mosqueteiro
a 'o, musselinas brancas a 320 rs. o covado,
ditas de cor a 320, 360 e 400 rs. o covado
muito finas, chita franreza muito superior
a 280, 320 e 360 o covado, ceroulas de linho
muito finas a 3>, goardanapos brancos a 35
a duzia, luvas de to de Escocia a 900 rs. o
par, muito boa faznda, flanela branca a
480 o covado, ditas de cores muito finas a
900 rs., gravatas de retroz a 25, ditas de se-
tim bordadas a 39, ditas de seda a 600, 800 e
19 cada urna, crt'sde seda branca com lis-
tras azucs assolinadas a 209 o corte, cam-
braia de salpicos muito fina a 900 rs. a vara,
fil de linho liso a 610 a vara, dito bordado
a 1*00 a vara, meias do seda brancas 49 e
5~, boa fazenda, ditas pretas 5, lencos de
seda para homem a 25, ganga do cor a 300 e
560 rs., bombazina a 19400 o covado, panno
fino preto .1 35, 35500, /|?500, 55500, 7 c 85,
dito cor de caf a 3* o covalo, dito azul 0-5
a 55500 o covado, casemi'as pretas a 29200
al 45 o covado, damasco de lila de duas lar-
guras a 39800 o covado, dito estreilo a 800
rs., velbutina preta e da cores a 750 o cova-
do, velludo preto a 69 o covado, brim bran-
co de linho a 19300, 19500 e 25 a vara, gra-
vatas com um annel por 59500, meias bran-
cas p&ra homem muito linas a 7*, 8 o 10* a
duzia, cassas francezas muito finas a 480,
560 e 600 rs. a vara, collarinhos brancos a
220 cada um, lencos de labyrinlbo a 15, pa-
litos de panno, do casemira c dealpca, pre-
tos e de cores, calcas de casemira e colletes
de gorgurao da seda, tudo muito bem feito
e para diversos precos, sarja preta para for-
ro a 15200 o covado, cortes do colleles de I ds guerras do Oriente,
Superior *
nha de umiii
Domine0* Alves Watt"
vender emseu armazern d;
lio por balso do cscriptoru
nio Jos de Castro, muito <
nha de ^mandioca em sacco y
precos mdicos.
* i\avasnovasebara,
Na ra 1o Encantamento, tab
quina n. 77 tem muito boas favas,
se a 80 rcis 1 libra.
Attenco.
Vende-se um sitio de torras propru
arvoredos de frt -ctos e casa '< 'Cdra
no lugar da Pirai.'gaifst'
quem o pretender, dirija
Rosario n. 11, que achar
Milho ti
O ultimo desem
Vende-se milho do llio,
dado, em saceos perfeit *mi
precinho de cantarada : no
armazern de Hemeterio S Ii
do sobrado confronte ao' tr
god5o.
PablicacSojiiiridict
Continu'a a vender-se m cay
do Nascimento Pereira, nte rua\
6, a Tbeoria de Direito Pftnat po<
rao, em 8 volumes, brochura, .
vista.
FARINli
A 4,000 rs. o sacco
cillas.
Vendo-sena taberna de Joaqoi
larros, travessa da Madre de Ose
Vendem-se travs de louro 1
grossuras, por barato preco, pai
por traz da igreja de Santa Rita,
de vcuto.
Vendem-se 2 cscravos pecas
25 annos, 1 dito bom ollicial de pedr
26 annos, 1 mulaliuho de 16 anno
linda, com oflicio de cozinheiro, co
bolceiro, 1 preto de meia idade, di
boa conducta, sem vicios nem acha
raparigas de 12 a 20 anuos, com algui
btlidades, por precos razoaveis : na.
reita n. 66. "
Milhoafi^e 0,500 i
sacco.
Milho em saceos de superior qualn
receutemente chegado : no armazer
Guerra, confronte ao trapiche do alg
eem Trente da ra da Madre de Dos. ;
Vendem-se'duas escravas, seud
mulatinha de idade 14 annos, pouco m-J, u
menos, e oulra mulata do idade de 20 a 25
annos : na ra Uireita n. 72, se dir q^m
vende.
Reio
cobertos e descobertos, poquenos e gran-
des, do ouro patente inglez, para homem
esenhora, de um dos melhorcs fabricantes
de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Southall Mellor & C.
ra po Torres n. 38.
e*r****f***&0#.
#
i
$
x*
racha para borne'
muitas qualidades
quenos, compride
sortimento de miu
los mais mdicos pi
'imneos
' e 500 rs
e Iiot
190.
NA FUNDICAO DE FERRO DO J
nheiro'daviD W. UOWMA
RA 1)0 BRUM, PASSANDOO
FARIZ.
ha sempre um grande sortimento
guinles objectos do mecanismos p
para engenhos, a saber : moendas
moendas da mais moderna construcc
chas de ferro fundido e batido, de .>
qualidade e de lodos os tamaitos
dentadas para agua ou animaes, de
proporces; crivos e bocea de fo
registros de boeiro, aguilhOes, bror
rafusos e cavlbes, coinhos de m
etc etc
NA MESMA FUNDIC.V
se executam todas as encommend
superioridade ja conhecida com
presteza e com odidade cm preco
RICAS FRANJAS DBSBDa
pretas bordadas a velludo ultimo
tambem decores muito delicadas
estretas: no aterro da Roa-Vist
miudezas n 82, quasi confronte a
^_ ^.TACIIASPARA UNGEN
Da t> "-o de Ierro deD- W.
na ra do "-., passan '< ,
rz, continua a ha, ,..? eoi
ment de tachas delcriolu'"
do, leo a 8 palmos de bica,
ccliama venda
:nge-
N.iNA
C.HA-
dos se-
roprios
o meias
8b ; ta-
iuperior
; rodas
todas as
rnalha e
izes, pa-
andioca,
\t
as coik a
a devida
gosto e
largas e
a loja de
matriz.
110
Uowman
o chafa-
_ psorti-
s nmodoecom
por preco coi
i u carrepam-
proiniitiilao,einl];ircam-se o
se em cano sem despezas a
ris c cariada :
n. 40.
na taberna da r
^comprador
pato cm har-
ua das Cruzes
- Vende-se um sitio na po-^ lu ,-
ro, tendo 100 palmos de frenl**?? _.'U
do, tem duas casas contiguas,^"*" j
30 (.almos de frente e ootra *;V,0
le limueiros e com bastantes VrlTrll ZZ,
'. Iructo : quem
io da Aurora,
imeeiros e com bstanle!
rangeir.-.s novas, algumas ja di
pretender, dirija-se ao colleg
que achara com quem tratar.
. 5fa ova de
ama cam
_ eneros, c (|ue
i ->s : os preten-
dentesdirijam-sea na do l>llcs n" 22-
,,. ,_ __ ) coalha muito
Vendem-se qucijos d. ..
frescacs a 640 rs. a libra : n fUa Us Mar
tvrios n. 30
Fugio no dia 26 de junho prximo pas-
sado mez o cabra Simao, com os signars
seguintes: alto, um tanto cheio do con ,
cabellos pretos e crespos, com umacica I
dcjimj.alhon 0 Jcujrande de um dos p
muito V*& ^-e barbJo?1^ ,tr,,L s
a barda antes de sahir para nao ser conbt >
cido, quer passar por forro, trabalha de r.r.-
rapina c pedreiro, levou ferramonta de u H
o outra cousa ; foi da cidade de Nazarel
pede-so, portanto, a todas as autoridade. i
capitaes de campo que o mandem apm
hender c levar em Apipucos ao seu scnbor
Josc Cesario de Mello, ou a casa de detencao,
e promette-se pagar com g.nerosidade.
Fugio no dia 20 do corrente, pelas 7
horas da noitc urna prela de uacSo Angola,
ponime Ignacia, com os signaes seguin-
tes : representa ter 50 a 55 annos de idade,
levou vestido de chita encarnada, o panno
da costa com listras tambem encarnadas,
cabello bem aparado, e pintando de branco.
costuma trazer um lenco em roda da cabe-
ca.le quando anda inclina-se para a frente,
tem os dedos das mos um pouco encolhi-
dos, e principalmente o dedo mnimo de
urna dellas, levou tambem saia preta nova e
mais alguma roupa ; julga-se andar pela '
ponte de Uchoa ou Arrombados : roga-se
as autoridades policiaes, ou capitacs de cam-
po a aDpreliensSo da dita preta, e conduzi-
la a Fra de Portas, ra do Pilar, taberna n.
84, defronte do becco Largo, onde se pagar
toda a despeza.
-- Pesapparcceu na noitc de 21 de abril
do correnle anno o escravo de nomo Flown- ,,
tino.com os signaes seguintes : estatura al-
ta, cor mulata, sem barba, espaduas largas,
ps grandes, rosto comprido, olbos casta-
nbos, cabellos pegados, falla grossa, muito
regrista, tem falta de 3 dentes ua frente, era
um dos lados do queixo tem urna lisila,
levou chapeo de couro e camisa de riscasb-
nho : quem o pegar leve-o a fundic3oda .au-
rora em Santo Amaro, que ser genero-
mente recompensado.
Dessappareceu do engenho Pcnediolin,
termo de Nazaretb, um cabra de nome Jos,
alto, espadaudo, cabellos crespos, hos
grandes e brancos, nariz afilado, peitofun-
do, ps grandes e cbatos, pernas <. er -
costando os joebos, maos grandes
larba j^Sri 'W fechadas, ida
uivetc, urna i; mei
tras pecas do rnup 'l|-ie,
leve-o ao referido en,, ,lo
livraria n. 6 c8 da praca- da luden
quo ser recompensado. i
IOO9OOO DE GRATIFICACfi '
Fugio do Rio de Janeiro, *
do marco do corrcnla anua,
dinho de nome l'rederico, o p'
laque mudou o nome para PediTlJ
15 anuos de idade, bonita figura, c,. 7''
nacs seguintes : alto, tem um dcnrt|'l
nfrente, beicos grossos, gagueja.,pi',
co quando s assusta ; tem m3i
Vcnde-sc
conduzir assucar c oulios
admiltc iiinoii dous caval
Fariiil?^
... iS com farinha
vendem-se saceos grande c mais barat0
muito fina, vinda de Goianu,. na laberna
que em qualquer outra parSule(]a,Je>
grande ao lado da igreja da
ara ac
r.
Borzegnins de couro do
moni a OriOO, ditos com sal
COCO, dilos pata menino e ,,.
loes do bezerro 59800, ditot
lustre para ho-
to para senhora
)C1>
aos
casemira bordados a 5*, ditos de gorgurao
de seda a 3;800, e muitas mais fazctidus que
nao he possivel qui fazer mencSo dellas
pelas muitas vari iades que se rucontram
aqu neste cstabelccimcnto : quem quizer
ha ver o traga dinheiro, que nSo val sem
nda barata.
para meninos
. lustre para se-
19500, sapatos de couro do ditos de marro-
nb.ra 34, 35 e 36 a 1#800,L alcrro (la Bon.
quun de cores a 800 rs. : Hmiudc^gj, ,,uas I
Vista n. 8-2, ultima loja de'
confronte a matriz.
Ricas estampas
le santos, poni
. no aterro da Roa
grande a 1/1,00 cada um- tc ma, _
Vista 11 82, quasi confron
KIC08 C"
fr'
para o lado do Catteted'onde he lilh
o levar a ra da Pcnha n. 6 receDei'"."
lilicacrio cima. l>cscoufia-se queaiU"
barrado de ajudanle do cozinha pr U^
guma pratica. l'rotesta-so contra quem Ib
der couto.
150000 DE GRATIFICACiO
Attenco.
No dia 23 do junho de t57ftlgio
desta praca o pardo Balbino, escravo
do Sr. Or. Antonio da Silva Paltro, e
como suppoe-se estar nos arrabaldes desta
cidade, por sor cozinheiro e talvez por igno-
rancia de quem o tenha em sua casa, por
inculcar-se de forro, o qual healfaiatc, com
idade do 8 annos, pardo, trigueiro, de boa
altura, um tanto barbado, bracos cumpri-
dos, olhos vivos o vermclhos, secco do cor-
po, cabeca redoma, orelbas um tanlo aca-
baadas, com marcas do cicatrizas as per-
nas o pode o mesmo ter mua lo o nome pu-
ra nao ser conhecido, lera 130* de gratifica*
Cao quem o prender e levar ao sobrado n
88 da ra Direita, tereciro andar.
Fugio no domingo, 20 do corrente, um
moleque crjoulo, idade de 20 annos, DflXO,
corpo regular, com utua orelha turada com
urna argola, cor fula, levou vestido nina 1
misa de chita preta, cale de casemira es-
cura, jaqueta de brim pardo, te- loRidn
do Recife, foi em llebcribe er
um cavallo iuc.o puxan.lo n"
Icomcabr 7 e c^nff^'','-
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