Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06945


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Full Text


AUNO XXXIIU 20!)
, ,,...... .
Por 3 mezes adiantados 4j|000.
i
Por 3 mezes vencidos 4<500.


lVTA FERA :0 DE MZEMBRO DE mi
Por anuo adiantado 13J800.
Porte franco para o subscriptor:
KNCABKEGAIHt DA SL USCRIl'CA'O DO KORTE.
Panhiba.o 8r. Joao Radolpho Gomes ; Natal, o Sr. Joaquim
Ignacio Peieira Jnior ; Ancalv, o Sr. A. da Lemoi Braga ;
Ceara, o 8r. J. Jos de Oliveiri ; Maranho, o Sr. Jos Teiieira
da Mello ; Piauhy, oSr. Jos Joaquina Avellino : Par, o Sr.
Justino J. Ramos ; Amasonas,o Sr. Jeronjmoda Costa.
PARTIDA DOf CURREIOI.
Olio.le : lodoso* lias. asfl- mcia hora, do ilq.
l^u-ris-u'. toianil* e Parando,: na* s-aunda, escalas-Oirs.
!>. jtoid... teams, Boato. Caan/, Alaho GeruhMi : na lercs-frira.
S. l.our.-uco. Pao d'Allio, Xalarelh, Limueira, Bren,. Paageaba InVu.'.ra
Flor., Villa-Bella, Bga-VisU, Ouricat. I El*', na. ..uarlas-l-n... *
Cab, lr,n;iir,,S.Miili.f.m, Rio Purea.,., Lila, Barroiroa, Asua-Prela Pi-
menti-lria e IValal: quimas.frira*. '
(Tcuoa oa corrios partero aa 10 horas da nanitas.
AUDI8M1HA* DOI TV.IBONAM DA CAPITAL.
Tribunal do eoramrrcio : segundas quimas.
Belacao : tercas reirs t sabbados.
Fazenda : quartai a aabbados is 10 borai.
Juie doeommercio : segundas as 10 horas e quimas ao mala dia.
Juio da orphos laegundas a quintas as 10 horas.
Primeira Tara do elvel : sagundil eseitasa* meia dia.
laganda rara do dril ; aarias a sabbados aa meio dia.
EPHr.MKH.lDKS DO MBZ DE lHV.i: M M URO.
1 La chela as 8 horas e 37 minutosdamanhia.
8 Quarto minguaule as 4 horas e 18 minutos da mandil,
16 La ora as 8 horas ii minutos da mniihia.
21 Quarto descerne as 4 horas a 17 minuto da manbii.
PKl'.A \I AS DB HOJB.
Prlmeira as 3 horase 42 minutos da tarda,
segunda as 4 horas e tninulos da nanhaa.
D1AI DA SEMANA
38 .unda. S. Os Snut Innocentes mm. ; Ss. Castor e Cosario.
21* Terca. S. Thoufll de Cantara are. ni.
30 (.luana. S. Sabino b. m. : Ss. Vrnusliniano c Agripiniano.
31 Quinta. S. Slvcstre p. : Ss. Nominando, Donato e Sl.ueruno.
1 SCsia ; Orriiniciso do Senhor.
"2 Sbado S. Aprigiob.
;t Domingo. S. trisco presb.
BNC.ABUEGA'l'afDA UBSCBICA NO BUL
Alagoas, o Sr. Claudico Falcao Dias; Bahia, ol. V. Dup
tiodi Janeiro, o >>r. JoaoPeriiraMarlini.
M PERXAMBUCO.
O propristarlo do D1A1IO Manoel Figueiroa da Varia n ro
livraria, praca da Independencia n. e 8.
ADVERTENCIA.
Os lenhorae correspondentes dos ,-issignanles deste
oDiario, re*idenle< no interior desl, e as roais
provincias do imperio, queiram mandar s.ilisfaier a
assignatura de seas conmnenles al o ollimo no cr-
reme inez, para nao ser suspensa a re atrasa.
Os senhores asstgnanle* de zerem continuar, queiram mandar sua despedida al
o ultimo do correute msz, e, nu o fizando, flea en-
tendido que aonlinoam.
DO SYSTEMA KLKITOKAI. ESI I.M.I.ATEKIU
E UtANl.-A.
IV.
Das criticas dirigidas contra a lai eleitoral Inglesa.
Eprobroo-se, e cada vez mais a
nSo lerao porvenlura igual direilo e eni grao anula ser os eleitoras senao entre as pessoas de um ren-
mais subido, os namarosos possuidores de um prazo j dimenlo de 100, 150 ou -JU0 dias de Irabalho. Sa-
lle menos da vinle annos, a o* rendeirns >nnuae<, bemos que esta constituirlo creou duas asserablas
qoe paeam orna renda inferior a 1,250 fr. ? Que !, legislativas : o eonselho dos auciaos e o conselho dos
eis-aqui a classe media de urna cidada de condados ; quinhenlos, ambos electivos e nomeados pelos mes
Somente em preseura destas innmera* masas. Urna ultima observado a este qrjodrocoru,parado, antigo meio das divisea o da* lula* internas, esfor-
que uvaneam para aa urnas, em face d?sle immen- ; das eleires inglezas e francesa*. Ao puso que os, cando-se por fazer eapaciUr ao publico que o prin-
so espectculo da I r.m c,a abalad- pelas ba galvanismo da paillo poltica, n3o se pode evitar, e.crulinio no socegn mais profundo, coin este soce-' es*a poltica mullo reaccionaria no interior, e puuco
repelimo-lo, am movimento de terror,... E no en- ao que inspira o seniimento d'uin crande dever lio-1 racional, e muilo indepeidenle no estertor. Nesles
, ------------------------------------... ---------------------------_ ,. .,. w ._ ,. .... ^ .. bm ...u .'...... >" U* l.......... ^..---- > >|'l I I I | I 1 I II I-1-". Illll-lll l I, 1,11, a mais pacuica, a mais conservadora, a mais indt- j mos eleilore*. As condiroes de elegibilidde a que, i lauto qoem sabe se a salvar-,,o delioiliva desta Fran- nesla e lealmeule cumprido, os oilocentos mil elci- ulmos le
neniieote oue Irjtirar se nnrip. p nm h vr*i,,,,i ,i.. damiu n4n ,..*... ...ni....M ,^., nn.n.. ,.r .s.t... j- _.?v_,:.:...*__ j_ ._.._._____ ___.____ __i_ I ..^.^.. -
pendente que fiurar se pode, e qoe he excluida do
escrutinio, quamlo se o abre a' dua* cathegorias ile
individuo*, das quaes urna he muilo ignorante para
ter urna vontade e oulra muilo dependente para po
der eserce-la !
Se foi a inlenc.'io do legislador, que a proprie-
dade fosse represenlada no parlamento, entao he for-
ja reconhecer que foi bem infiel a seu principio,
ebultiando do direito de volar um sem numero de
honrados mercadores, retirados de pessoas que enet-
eem profissOe* honrosas de proprielarioa e pensio-
narios que, no enlanto contriboem lodos com o seo
contingente para os cargos pblicos e concorrem
bil de reforma nSo "ler sido" Molo omaTeide*ex- ; ?"a..K.'eil""a.'i'' do J"1* Se fui "! ''enC <\<"
pe lenlos, nao ler eslalaido nenhum grande prin-
cipio, mormeme nenhum principio aoifnrme, em
materia pujoo com razandizemgraole numero de loca-
lidadas sem importancia do direilo de representa-
rlo, maiilave-o sem juaios motivos para oulros que
nao reuniam mais ttulos a' posse rtesse direilo.
Acrescenta-se a islo, que as mais frisantes de.!-
goaldade*, as desigualdades mais iojustificavais, fo-
ram commeltidas na repartirlo do numero dos de-
P'ilados, que cada drislrirto" deve elaxer. \ mal*
palpavel he a que concedeu popular-ao rural ape-
nas melade dos asseulos que compelem no parla-
menlo a popui-can urbana, quando asta he infe-
rior a aquella quasi em melade. (1; A mesma de-
sigualdade reiuava ames de 1832, em prnveilo dos
campos ; e nao se a fez desapparecer senao para re-
produti-la em proveilo das cidadei. O arco minio
curvado da am lado, nao fui eodireilado senao pa-
ra ser curvado com escesso pelo ontro lado. Desl'arle
as cidades, um depulado representa termo medio
poneo mais de 1,20.) eleitores e 21.000 pessoas ; en-
rlauto que nos condados representa cerca de Ires
tantos o leilores e pouco mais de tres lanos de
pessoas.
Anda se v o conir.;i, oa lr|nJ, ond de_
potado de um condado repr....,,, |ermo medio
qoatro a cinco vezes mais habitante *_
potado de urna eidade. A disparidade da relacen fio
numero dos depotados para os leilores e habitan-
tes nao he menor, qn^r se trate rio* colienios urba-
nos, quer dos eollegios ruraes. Entre aquelles ci-
lam-se duas aldeias (hourg) que cada urna elese
dnas depulados, mas em nina cada depulado repre-
senta 73 eleilorea e em outra 12.500 (2)!
Os fados segninles copiados de uina revisla in-
gleza, parecem-nns resumir claramente, sob esta re-
a(,1o os effaitos seraes da lei.
O* eleilores inscripto* elevam-se i um mi h Vi em
nninero redondo. Pode-se avaliar na quarla par"
os qoe nSo com^arecessem as ciegues.
O corpo el'itqral eflerlivo he porlanlo de^f-000
iodividuos. lie cerca de nm sobre sete individuos
da popularan masculina adulta, qu'*ra"n I8H,
de 6 736 697 individuo*. |)lfl.- resulla qoa.......
5.72i,ill conlribuem para a*-"Pezas publicas sem
serem representados na c-* 1ue Vffll" *ela des-
pezas. Mas chega-ae -'""aoos multo mais nola-
veisqu.iiido seez'"18 eernpo*ic,o nomerica dos
collegio* elesl**' A,slm nil raa-llrelanha, que
enva 5'l' -"nuro'ao parlam-nto, as s's etimas
n|. ,es,e colleaioslem menos de 500 eleilores,
7o menos de 1,000, e 203 menos de 2.000. Pde-
te pis calcular que quasi metarie dos depotados das
cidades desta uarte do Keioo-lnido h nomeada pur
cerca de 100,000 eleitorss. Anda nao he ludo ,
K-ion-Knido, 232 raembrn* represemam cerca de
'220,000 eleilores, de maneira que p ide-*e admitlir
como sent quasi a verdad", que nos 658 membros
da cmara, .los quaes 330 formam a ut'ioria abso-
lula, s,1o mmenlos por menos de 300.000 pessoas.
Esiau por esta guita os destinos do pait as raaos
de um lerr.0 do carpo eleitoral.
r.ni'ideraii lo a quesillo sol nolro poni de vista,
diznt Mr. I,k--Kiug, na sess.lo de 4 de maio de
1853: tf Se examuiardcs a rrlar.io que esisle entre
as cidades a o* condados, no que respaila a impor-
tancia da propriedade, cliegarris ans segninles re-
sultados. Vas .-i la.le. a renda eunual liquida da
propriedade enjeila a Ux^ni pobres he d...........
23.181.58(1 lih. (.)79..')VW,500 fr.); no* condado, he
de 41.518,516 lili, si,; 12,602.900 fr.) ; a entretanto
a* cidades enviamAju melada inalados deputados
que os condados.
A lei da 1852 presla-se a oulra critica nao me-
nos grave ; he a grande dinereurja que se mani-
fest entre as conduces stn eleilurado e d eligiru-
lidade, segundo ellas se ar plictil ss cidades ou aoi
condados. -.
O pagamento de orna casa de 250 fr que he a base
da direito eleitoral uas cidades nao he atacado me-
nos calorosamente, como nao ezigindo nenhuma
garanta de luzes e independencia de parle dos elei-
tores. w
O Timas, ponco favoravel amradicaescomo
lie sabido, porm advogado complacenta de (odas as
causas Ja ganhe* na opiuiao, assim s esprime sobre
os eleitores de 250 ir : Todos us reformadores es-
l.n de accordo ueste ponto, que o direilo de suf-
fragio deve ser baseado na contribuirlo para os
cargos do Estado.
u Ha uina correlata etreila entre e*las dua*
ideas ; e entretanto nosao ahilU de reforma esta'
bem lomte de o haver consagrado. Elle suhslltue
em ludo o arbitrio a um principio. O locatario que
paga de eluitoel 250 fr. he no maior numero de ca-
sos moito menos afranjado c em oulros tantos mui-
lo menos inlellicente do que o seo proprietano que
nao he eleilor. O locatario de 200 fr. nao ha eleilor,
e no entanto, em multo* dislnetos, pasa urna laxa
do pobres mais que aufliciente para fazer a dille-
renra entre a sua casa e a de seu feliz vizinho. lia
urna rla.-e de individuos que nao oceupam urna
casa inleira, e que entretanto era de equidad'qoe
foiein polos a par do locatario, qoe pata animal-
mente 250 fr. ; estes sao os que nao occupnm em
uina ras, senao nina cmara, nm armrzem, utr. ei-
criptorio, e qoe pagam algomas vezes. alm do seo
lar, urna lasa dos pohres de 5,000 10 000 fr. aa-
nuaes Porm se os loralarms de 200 fr., os conlri-
buiules paia laza dos pobres, os contrihuinles
para o mncnme-lasu, tem direito de se quei-
ir da le que os ezclue do privilegio eleitoral,
(1) Da Din e de ootro la lo n<1o no* referimos se-
na a populac.au das localidades que lem o direilo
de n .ni-'r um, na mais deputados.
(2) Weslminster Keview numero de Janeiro
de I8">2.
nlelligencia livesse igualmente ttulos a' represon-
ta^ao, esta intenrao foi siiiularmeule Hlodida pela
di*poicao que faz eleilor o senhor de urna proprie-
dade livre (freeholder) de um prndocto animal de
50 fr. em cada humilde villa de condado e que re-
cusa o mesma privilegio a' pessoa que em urna ci-
dade de condados paga um larde 500,750 e 1,000 consoliu* do mio X o direilo de elcg*r directamente
franco*.
Mor parle dessas anomalas e laiaxticat dcsap-
pareceriara com hs seguinles modificacoes a lai de
1832:
la Admjssao ao eleitorailo as cidades a*sim como
nos con.la.io- le lodos quanloa pagam orna somma
determinada de niueoine-lai ;
2. Eilensao da capacidade eleitoral nos cooda
dos, a' loiios os locatarios, ou foreiros annuaes, qoe
pagam um lar, on una herdade inferior a' quanli-
dade legal acloal ;
3. E'ens3o desla capacidade na* cidades a
todas quantas pe>suas, que possuiudo um lar menor
de 250 fr. sao inscriptas em certa somma na tazados
pobres. Urna classe numerosa de cidadaos honrados,
pacficos e erelarreido*. coja voto independenle e
eonscieDcio*o seria o mais seuoro obstculo aos de-
signios de algons demagogos turbulenta*, oo de
orna ridicula vaidate, recebara finalmente urna
justa parte na representarlo nacional.
Algumas destas ideas do mais influente dos jor-
pfSin'.H.1"*8 fi'ram eubmettidas no parlamento a
mente a rejeirao" anTio''W!\) ,.i,a^e",0,, especiol-
muns, da mocao de Mr. I.ocke-King. em^'q'rre'"^
pretemts esleuder aos campos a' capacidade eleito-
ral, que as cidades resulla da um lar da 250 fr.
Somente se provou que a maioria que repelle in-
varioyelineola lodos os annos esta proposito (Sem
desanimar o seu infalisavel autor, nao in-n s riedi-
cado a causa ta eilenso da capacidade eleitoral que
M. Beiketej do ouallol; vai tliminuiudo com bas-
tante repularidade, o que parece indicar que nao
esta loriga o momento em que a cmara se unir
vollara sobre seus passos. Taifa* que eliezue esle
momento com o projeclo tle relorma eleitoral qoe
lord l'.liii. |.(,1n annuuciou para a pmiima sessao.
Seja como for, o que he cerlo he que este projeclo,
qnalquer que s-ja. nao satisfar nenhum tos partidos
que igualmente a solicitaran! com o liin e esperanzas
diversas, nem la o pouco locara', ou sera' minio de
leve, na grande e legitima influencia que a proprie-
dade ler. norial eierce nos destinos polticos do paiz.
Se assim nao fos*e, o projeclo seria apenas um cal-
culo da popularidade eonceb'do pelo eminente mi-
n.lro ; porque elle h'in sabe que seu projeclo ca-
hiria peranle a opposiealo da cmara dos larda. He
tambeni para notar que a reforma eleitoral preoc-
copa nesle momento muilo pouco a Inglaterra, e,
sob ela rtlarlo, he.evidente que o projeclo aniiuii-
ciado he apenas urna lctica de partido, que nao o
resollado de urna con vierto,.iruuii Ja e ainadurecida
pela ezpericncia.
Do systema eleitoral da Franca. Bosquejo
histrico.
As ylcissitules da rgimen eleitoral tem lid* mui-
lo mais numerosas eiu "Franca que na Incjlaterr*.
Ellas esplicam-se pela revolucj i permanente em que
Ion estado a rVaaa esde 1789. em que c.d.i go-
veroo lem procurado e crido encentrar nnniw i.
duraran em urna le eleitoral confeccionada a' sua
imagen.
Um re.'.ilameiilo de 21 de Janeiro de 1789 a Imil-
tio para t-leger os depotados do tereeiro Estad lodos
nos habitantes das cidades. alde,s e cnnmunilades
que pagassem ama eoolribaic.ao qualquer. Ueste
-iillr-mo universal restricto he que aahio a oConsli-
tuiule. O baldaseii foi a circiim.cripra eleitoral,
e a eleir;ao leve lugar por tres eraos.
A constiltiiciao de 1791 modieoa profundamente
as bases da pnmeira organisara representativa :
eleilurado, elegibilidade, nrcuins ripres eleiluraes,
tudo foi mdalo ; apenas se conservoo do amigo
syslema a pluralidade dos graos da eleir.lo, que fu-
ram redutidos a doo*.
O primeiro grao era eserrido por lodos os hab-
3IARTH4DE URTHOK*)
TOR MAX VALRET.
II.
ContlnuirJo.)
Joao e Mainel eilavam dede don* metes na Bre-
' ni..aAmbos erain llspanhoes. ambos iniliou si-
do proscriptos em eansa*ja*n** de ums dessas re-
velatjSe*, tao frequ-ntes na Paninaala, qne na falta I'mDe^wtiOTet ConreVi!
de rcullado mais serio tem pelo menos a vantagern "'"Sr quebrar
lames que pagassem urna contribuido equivalente l
tres das de Irabalho. Keunism-se elles em assem-
bla piimana, na cabera do cauto, para eleger os
eleilores que, por sua vez, eltgiam ss os represen-
tantes. Porein era misler que os eleilores fossem
coiilribuiiites, cujo reudimenlo fosse igual ao valor
de cem, cenlo e quarenla ou .lu/-nl das de tra-
halho. ]|e justo dizer que esta ullimt innov o.oo sus
citou auima'lus debates no seio da constituiute.
a Mor parle dos ci lado*. dicta Barnave, mise
imporiaro de ir assislir a urna atsemblca primaria
em qoe nao poderlo sahir eleitores, e em que de
alguma sort? so figurarlo para nomear senhores.....
Os eleilores perpeluar-se-hao em urna t claa-e, em
um cerlo numero de familias ; coucenlrar-se-ha u
represenlario entre alguns cidadaos ricos e pro-
prielarioa abastados ; ver-se-ha renascer nutra no-
bleza ; I-remos patricios e 20 milhOes de plebeu'
sob dependencia, ele, etc., etc.
A el-.'gibilidade alo eslava sujeita a condira '-
gama. As circumsctip;6es elcttoraes estenliat-se ao
departamento inleiro.
A as-emblta legislativa sahio das rleice* feitas
*ob o rgimen desta legislado. A* mudaii<;ai que
ella ah produzio silo uolaveis. L"m decreto dos das
II e 12 do met de agosto de 1792 rhainou ao eleilu-
rado todos os cidadaos que liuuvaasein mais de 21
d entre elles os membros dessa cmara. A carta de
1814 rslabeleceu uin censo eleitoral de 300 fr. de
imposto* directo*, e um censo de cleglbilidade de
1.000 fr. ao mesmo lempo, fez do districto a base da
Clrrum*rri|.r,i i eleitoral.
A le de 29 de junho de 1829 atlribuio um voto
duplo ao quarto tos eleitore* mais impolos. O
peiisamenlo de concentrar a elc-ir.T i as maos da
grande propriedade territorial e movel Iraosluzia
ueste passo vivamente.
A le de 19 de abril de 1831, nascida da revoloc.au
dejulho, manteve o principio das rircumscrip<;6es ;
mas supprimio o voto doplo, reduzio o censo eleito-
ral a 200 fr.. o censo de elegibilidade a 500 fr., e
fizuu em 459 o.....uno dos deputados.
O quadro seguinte da cunhecer n numero dos
eleilores e dos votantes desde 1815 al a revoluto
de fevereiro.
Eleifas pelos eollegios formados em virtode do se-
nalus consulto de 16 lermidor do auno \ (i de
agosto de 1802], e modificados en 1815.
= i

ObS-a?
s = 2 2
te
va *k*
z vs se
2I.7II 1 "..200 0.7
20,066 14.316 0,71
- S aa -o B "o B ai S as*: 3 = ce
99,125 81,259 0,85
88.603 7i,655 0,81
91,598 86.515 0,91
* 0 _* ? S :
a *- J s*
^ -3 -.
. z =-
y. !C ES
166,083 125,090 0,75
171.013 123,211 0,76
198.836 151,720 077
201.371 164.862 0S2
220 010 173.694 0 79
240.963 190,827 0.83
Eleices de maio de 1815
de agosto de 1815 .
deoulubro de 1816.
Eleicftes felas em virtude da le de 5 de fevereiro de
1817 e da da 29 de junho de 1830.
Eleirai de fvereiro e
roarjo de 1821 .
Elei^Oes de iiuverabro de
1827.......
Eleic-oe* He junho julho
de 1830.......
l.len.ao falla em virtude da lei de 19 de abril de
1831.
Ele(oesdejulho de 1831
de julho de 1831.
de novemliro da
1837 ....
de marc t de 1839
da julh .le 1842.
> de agosto de 1846.
\-se pelo quadro que sb a Heslaurat>i lie su*
se lornou mais cousiJ-rave ,.,,.i. ./,lr |1S J~
lames a os Inscriptos. Verd.de he que em nenhuma
epoca do regiimn parlamentar em Franca, a lu*
foi tao viva entre os defensores e os adversarios on
ule* osimmigos do governo. Silb a monarchia d
jullio. a indiir-renca publica da' graiualinenle lugar
a urna t-l aeimafao, que salvo uina McillaeJIa sensi-
vel em 1812, nao deixa de augmentar, mas sim sem
atlingir, mesmo em I8S6. a elevada temperatura, se
as-im nos podemos exprimir, o dos ardores polticos
do precedente periodo.
Momio o., numero dos novo* depulados, cnnslde-
ravel primeiramenle em 1831. como na Inglaterra,
depon dos bilis de 1832, e pelas intimas razOes. en-
fraquece-se gradualmeule depois para nao se rcer-
gur senao em 1816.
Eis-aqui as cifras officiaes :
Propo-v'*"0 fio
n...OS ilepina-
JOS por 10(J.
0.49
0..34
0,31
0,17
0.22
VI.
KL-ian do sullragio elciloral.
Ele regur-n, prinripaliuenie como o instiloio o
decreto d^ fevereiro de 1852 coostilB* o mi ele',,ri,1 ma'* ,arn que jaiiisis servio da base a
iieiiMn governo antigo uu moderno ; porm he ao
rjwe..... lempo o que csige no mais all 1 grao do pait
assirn chamado a pr ern esecocao soberana po-
pular em sua maior etlen-ao, este espirito de mo-
derarao e de conserva cao que se chama na liela-
teirao espirito p Juico e que na 1 hi oulra cousa se-
nao a iiilelligencia. ou se o quizessemos, o 111,Inicio
das neressi laue. d'umi situ .1; io dada.
Uepulados Depulados
reeleitos. novos.
1831. . 211 226
1831. . 301 158
1837. . 314 V8
1839. . .SI
1842. . 358 101
1816. . 38 111
A* influencias Jos doos lados anhelavefh pela viu-
da do na*** preiidefils, e sos chagaJa esmeravam-
se em captar Ihe a benl^/slpncia.
Ja Ihe di-se que o Eim.r T. do AflMra.1, como
fiel e leal delegado do governo imperial, pareca" ter
empos tem si lo esla a linsuage-a de cerlo viudo com o (irme proposito de real sar sinceramen-
sliustingssenao depois! partidos a respeito do principe da I'russia ; ha oilo le o pensamenlu de concliac,ao aconselliado pelo Ji-
para mis, de espersjnjas illimita las para oulros, fo- de ler -hi,lo das tabernas, embriagados com o gesto para dez annos que se t.tllava de um modo inleira-j lustrado gabinete de i de maio, e a sua conducta
co mystenuso em 3b a Providencia elabora tolas provocador, eim a injuria nos labios, e moilas vezes mente contrario : enlo nao disliogaian o rei e o fa- em sido paulada por essa hil a, porlando-se sobre
as ideas que eclarferem nu aclivam sobre o mundo, rizas sanguinolentas, assallos aopoli. o expelli- turo succa.nr ; conlundiain-os pelo contrario em esse assumpto com a maior netilralidade, e tratando
quem sabe se nao a encerra esla grande urna cm inenlo violento do p.irli 1o menos numeroso deshon- suas aceiiscres e em seus odios. ] com a inssio.i benevolencia, affabilidade e corlezia a
que daqui a pouco serao lancados 9 milhes e ', de ramo arto miis imporlanle da vida polilica de uos- Exprobavam ao principe como ao rei, nada c.im- lodo* sem demonstrar preferencia a um ou outro la-
vlos ? Quem sabe se a'il n;o est o ultimo degrao sos visiuhos. preheiiderem da sua poca nem do seu paz, conti- do poltico : esse bello procedimenlo da 1.a aolori-
A. Legoyl. miaren, o reslabcleciinento rhimerico das insiitui- | dade tem sido apnlaudido por lodos os horoens ho-
Rcvue Couleinporain. c.Vs moras de vellnce, rnislrarem-se sempre iiiimi-1 nesios e qne desejam o hem real da provincia ; S.
------------ mrapazes das ila* llberaea e progresiva ; de- i Ezc. reprova a licencosidade da imprrnsa, suas vi-
A doenra de Frederjco t.uillierme IV rei da Pros- signavam o princip e o re romo obstculos rege-. rulencias, aggressdes pessoaes e esteris discu'SOet
sia linvia produzido una viva raoslo em t nli a Al- nerarao da Prus-ia ; riaimvaiu sobre elles as vin- polticas ; elle deseja que o jornalismo se eleve a al-
lemanha, onde esle suberano lie geralmente amado : ganras populares, eoaefleilo* sohrevieram aps as
e respeilado hoje esta emorao principia a se acal- atnearis. .\a inez de junlio de 1819 atlenlaram con-
mar, ou porque as noticias da saude do re sao me- Ir. ,1 \i 1,1 .lo principe (uillnrme em nina pequea
ctdadada Prossla rhanana, e a 22 de malo de 1850
oulro atintalo foi rommelttdo coulra a vida do rei,
ciernis, nao se prestava nenhum sentido, apenas dif-1 c,a, objeclo de lanla^snliriiudes, de tantos lerrnre* loros inglezes nao vio ai
fenam eui nm ponto : os membros do conselho dos
aunaos deviam ler 10 annos,* ser casados ou viuvos.
A constituido do anno III desappareceu sob o
golpe de Estado de i8 hrumaire, e foi substituida
pela do anuo VIII, segundo a qual os eleilores nao
liveratu mais senao o direilo de apresenlar candi-
datos, de cujas listas chamada* de confianza deviam
srr eleitos os membros do Iribonalo, do corpo legis-
lativo e do* anciao*. I'm senatus-consulln* orgnico
de 16 thennidor do anno X modilirou esle systema
creando collegio* de dislriclo rerrandS*einal} e eol-
legios de departamento. Os primeiros eram compos-
los de 290, os segundos la* assembleas de cantan. Um senalus-consultus de
18 floreal do anno XII e um regulanienlo de 13 de
maio de 1806 inlroduzram novas mudanjas. O acto
aldicional de 23 de abril de 1815 instituto urna c-
mara dos representantes, e conferio aos eollegios de
dislriclo e de departamento, insiitui los pelo senatos-
da ti'\ ..|ui;o 1. se nao est ah a soloc,ao sem replica
do eterno problema da ordem e da liberdade?
He innegavel que n tilTragto universal tem uina
grandeza inagestosa. Elle seduz por sua marsvi-
Ihusa simplicidade a pur este encanto poderoso da
onidade que sempre leve o dom de caplivar nosao
paiz. He sem duvida urna machina colossal e de um
poder mescriplivel ; mas um menino Ihe compre-
h'nde o mecamamn. Ante ella desapparerem as
Complica^es, dillicoldades, irregularidades con-
Ir.is.'it.ns do rgimen inglez ; na ha lransac?ei en-
porq
Inores, uu porque o rei lem prvido o governo de
seu reino delegando o es*rcicio de sua auloridade
soberana a seo irmo lioilherme, principe da Prus-
tre infliiencias contrarias, nao ha rompromissos, nem i sia, herdeiro presumplivo da cerda. A deleg4C.au do
conces-oes reciproca* ; n3o s ha nm principio fixo re lie temporaria ; deve durar Ires mezes, e al
e iiivahavel. que estonde a r7.oura sobre lodos, so- menos se a s.ude do rei se reslahelecer anlc;l Ella
bre as individualidades mais elevad is como sohreas I tem a data de 21 de nutulnn e logo no dia segoiute
mais obscuras, sobre as inlelligencias mai* elevadas
como sobre as m ds humildes, sobre ns maiores co-
mo sobre as miis mo leslas posirftes,o principio da
igualdale S b esta bandeira n.lo ha rorrupc,ao.
nao ha mti un larao ; corrompci, pois, inlimidai, pois,
a Praoeg inleira !
Nao ha ma(s latios de dependencia, romo sob as
doa ultimas mon trehias entre o governo e os depu-
tados, entre os deputados e os eleitores ; por conse-
goinle a mais completa liberdade de acrao em lo-
dos os graos da esphera poltica.
o principe real lomou a direccao dos negocios do
Elido.
O re esla' por ora livre dalla, e assevera-se que
ja' senle escellenlea resultados do repoaso absoluto
a que se entrega. Pode ser que elle lome as releas
do governo na epoca determinada, islo he. no liru
do mez de Janeiro ; epera-e qoe soa saude tstejt
tallo comp:etamente rest-belecida do abalo octasio-
nado pelos excessos do estudo e do Irabalho.
Porque o principe esta' revestido de orna .inlori-
o qunl recebeu um I' rim-nto.
Os parliJos cahimniam o principe tiiiilherme.
Depala do acontaeimeoto do rei Frederico Unilher-
me IV, a Prastia lem passado pir mais de nma cri-
se perigs-a, e jamis o principe permtllio critica al-
guma sobre a polilica do rei ; pode ser que o rei e o
principe estejam disrordes un algomas partiriilaii-
dadas pouco imprtante*!, mas consnliain-se sempre
a r.-p "lo 1I0 ti-n doa metos. T 'in-se aisla algumas
vezes o principe (intlhenne, na Coria dos senho-
res. o 011 na oAssemblea nacional*
testar ccrlas ideas de governo, in
la missao que Ihe incumbe, que seja calmo, honesto
disculidor das reformas qoe pissarn promover npro-
gresso moral e material, e ja se lem manifestado so-
bre semclhaiile assutnplo, e palenleado seu despra
zar em vista de algumas mesquinhas e ridiculas ag-
gresses jndividuaes trocadas nosdons peridicos des-
la capital.
He mmto de esperar que para (liante se cohiban),
eompenetrindo-aa da alta missao confiada impren-
sa, e escoimando-a dessas odiosas diatribes inconve-
nienles por lodos os principios.
A provincia acha-se tranquilla ; reo eslado by-
gienico nao he satisfactorio: a varila epidmica lem-
e desenvolvido em alguns logares fazeudo numero-
sas victimas : o velhoe arraigado preconceilo da nos-
la Prus-ia con-: sa classe menos illoslrada contra a inocular-So faz
oppogicao com que grande numero de habitantes do centro nao
A legislacAo do sullragio universal pode resumir-
se em algumas palivras, e he esle anda um dos composirgo da admit.,,,,.-] Vupermr do reino. O
maiores testemunhos em seu favor. Cada departa- : ministerio ficara' lai qual e^ist*. j, ,,| ^ ,m duvida
ment nomeia um depotado na razAo de 35 mil ele-; o que o principe quiz ezprimir e>~ >ua declaraei*
lores. Um decreto da poder ezecutivo divida os de- *
parlamentos em circumscripcss eleiloraes iguaes
de sua opiniAo, sempre inspirada por uina dedicaban
sincera a pessoa do rei e a' eonslilalcjla poltica da
dade delgada e temporaria, segue-se que elle nao. monarchia. Eotrelaulo he ver.lade que o principe
mudara nado u marcha geral do Enverno, nem na | lem sabi lo tornar-se popular na Prussia rlienan.i,
cujas provincias s.io animadas de "um espirito emi-
nentemenle liberal ; mas esla popularidade tem sido
nao la alem de urna eipeaicge simples e moderada lance m.To de*se poderoso preservativo e o resudado
em numero ans depulados que deve eleger. Este
numero he revisto de cinco em cinco auno*, depois
do recenceamenlo da popularlo (3). Cada circums
'.nprao n rnr i um deputado. O sulfragio he directo
e universal ; o escrutinio lia secreto ; os eleitores
votam 11a cabeco de sua communa. Sao eleilores,
com o nica c ni lira 1 de justificaren! nm domicilio
de sei* mezes 11a commnna em que deven) volar, 10-
--, ,.----------------t a^aalaa,,,, ,lo|a.l., voil.a u>
annos e que estejam 110 gozo le seus direitos civis
e polticos, disposicao qoe ezclue lodos que incor-
reram em condernuarjoes de lai uatureza que Ih'os
faca perder.
A' estas cansas de indignidad* a lei acrescentoo
um cerlo numero de mi.......ni1- por delirios cou-
lra a propriedade, emir 1 a ordem publica e contra
a moral. As listas eleiloraes *R* permanente* ; e
devem ser annualmeule correg dasreomo se faz lam-
ben) 11a Inglaterra. Ellas sao anisadas por nm cerlo
esp{o de lempo, na parle domaire.Qualquer
eleilor omillido pode reclamar sua inscripcao ;
qualquer eleilor inscripto polo reclamar a esclusa
de algom individuo 111 lvidamente inscripto ; o
mesmo direilo incumbe a' autoridade. As rerlama-
c6e* sin julga las peto maire e djotM membros do
conselho municipal designados por esle conselho ; o
appello he levado peranle o ol da paz do cantan,
que be ohr gado a decidir dentro em dez dias. A
daeMe desle rnagiilrgd 1 he sem recurso ; mas pode
ser deferida por violac,ao"da lei, ao Iribunil de cas-
sacAo, que deve ular com rgana'*.
de 21 de oulobro, na qual se Hola s pasSas, se.
goinles : o mmha firme vonlad* he dirigir os nego-
cio* do governo, observando conscienciosamente *
constituida j e as leis do paiz, e conforme ss inten-
res por mim condecidas de S. M., meo irinao real
e senltjr, por lodo o tempo que S. M. o julgar ue-
eessario....
o Os negocios coiilinuarao a ser dirigidos no mi-
nisterio do estado e nos diversos ministerios, assim
como nos gabinetes eivia c militares, como o lem
SIil. al., -s|UI. 11
Esta linguagem do principe da Prussia fez calar
as preleiir,es que com-riv.im a agilar-seao redor de
si, assim romo nos circuios de Berln, e lem reani
matos vclhos e dedcalos servidores do rei. Pde-
se dizer que o principe (iiiilherme he Del a stu pro-
gramla, porque ninauem lem daridado nem de su.
lealdade, nem de sua brobidade de principe e de ci-
daao.
O principe Guilbherme sera 'rei, quando chegar o
dia determinado pela Providencia. Esperando esle
lia elle lar.,' o lirosimo da augusta e trahalhasa
missao, que Ihe ha desuada ; e talvez a Prussia se-
ja asgiui preservada dos perigos de urna das preci-
pitadas mudanzas de systema que assigoalam mullas
vezes a viuda de um novo soberano.
Entretanto a influencia do principe real, e he
provavel que seus senlimentos pessoae* se revelen)
mais de orna vez e n seus aclos quasi reaes e na at-
liluda da I'russia ; h* por issu que ss procar.i sa-
ber quaes foram outr'ura e quaes sao boje, as opi-
iiuies do principe, suas ideas sobre a polilica geral
I da Eoropa, suas vistas sobre a Allernanhi, e seos
sempre nina forra para o governo do res e nunca
um emhararo. Os successns to principe neslas pro-
""cias lem provado nicamente que o rei tiuha
""**' nina sagacidatle rara, e uina hbil pre-
% aso ,, confian!) .
seu irmAo o governo supremo des
Q- 1 -------r w -...i pi'iiiit a jai
oanto as de-tsezas maleriaes da cleijAo. corren) I designios sobre o fuluro da Prussia.
por cunta da cominniia e uso do candidato, como
n* Inglaterra, onde vimos a que somraas con-idera-
VeS st jlinam.
S,1o elegiveissem cond rio de domicilio, todos
os eleitores maiores davala e cinco adito*.Era
impossiv-l enea leiar menos a esculla do paiz. Qual-
quer funcraii publica retribuida be fneompali**!
enm o man lato .le d>pu(a lo. Vimo* >| >e na lula-
O principo da Prussia na he mais crianra ja
compleloo setseula anus ; o rii. seu irmAo, lem
seseula e dous. O principa h> um dos mais enligas
oflieiaaa d> esernto ; e como desde muilo lempo es-
ta' revestido das maiores cargos, lem adquiido
grande experiencia dos negocioi pollltcos e aJmi-
mstrativee.
) rei Frederico Gatibarme IV, prevenido qj
Ierra esuincompatilnlida le 11,10 csisle para Irtnlaeseu irma- sena um dia seu'succeisor, 'uuiz adianit-
nove membros do governo. | lo na pralica do goveroo.
Os aasso* eollegios eleiloraes lo presidid is por 1 Pouco dn
da eievaca do rei, o princip". ce-
direitacomo na InglatMra, pe'o-ma.re- 1 pelos I n.ral de infaolsrla, fui ,, ea | lugar-t-iieme do
quatro assessores i', ser armada pode ser postad* em. auioris-ijio do.pras
denla a i|* das ossiias.ned nos' rredoresj O e-
-nihnio flea iberio (Urania dous diaar^fisuierva-
rflo e a nlegrideus da ur* no scrutimo, alo o
momento da leitaira*** v.-ti, sloas.eataradas em
as mais mniur<"oas precaures. Esla leilura lem lu-
gar publicamente em preseuja dos eleitores. A
ruiiia.;-i- geral dus voios opero-se na calief do de-
partamento em srssAo publica, pelos cuidado* d'uma
coimi8sao composla de ires membros do conselho
aral. O presidente desla commissao proclama os
deputados cleilos. A* per,as relativas a' eleipso sao
depois enviadas ao corpu l-gis|aiiv, nico tribunal
competente para prouuuciar-sc sobres soldale des-
las eleicoer.
O quadro seguinle resume as operac/ies e as oniras
maoileslarOes do luflragio universal desde 1818:
>
? "?.
ISV SO x 3S o
P3 H P3 - 0
s
c- c ~ *
2 * Ce 5 O > I ea2
-
I =
= 3
Arma terrivel as inAus das faenes, elle pode il
r a sociei-ade as mais lerriveis avenluras ; ma
de laiiili.-m nis moincul
rigo apierno e reconi
auno*, qoe vivesem ile seu rendimenlo ou do pro-1 ""i""*" ,' a '"''m, t pi
docto de sen irabalho, e uppriinio lodas as condi- au,4"'| fu"lle" ul'"n P'
es de elegibilidad, para os eleitores do segundu .'' *'" "nca ; ui.ig
segu
grao.
A* consliluinlesdo anno III vollaram ao regirr"
de 1791, cuja base ampliaran) admillindu na* **"
tes primal 1.,. lodos os ciiladAos de 21 anno*. "'r,m
ellas mantiverain a di*posir;ao que nao perin/13 *'e"
mas pela mobilidade espressiva de tur**"-""' P*~
la energa apaisonada de seu olhar, Jaaallivez que
bnlhava em sua fronte vasta e ntore^' ^"'* ,m-
glllarAo enlliusl.i-la a a Viveza 4fi'T****0 do n-
dalos as tendencias meditativa*-* msaciavl am-
bic,ao inlellecloal das raras /le"l"onaes. Havta
dou* ou tres auno* que eia -'"ado enlre os -amp-
iares polticos mais dislir"8,ll" Madrid. Fogoso
em suas opiuie*. e moi'/,""",r"" P"a com a
quelles, qua nao .duj^"' seo, l1'1"*' ,inna "'"-
sos admiradores e aV*1'0.".8 0B' cado comec.da r fanaltco.. lora com-
pletada em Patf"oma 1',"' "" 1ue *"
novas raiiam/!";,1 "*, loii"" >'m"- E"> lee*
a eu carcter. Pelo seu etcessivoa-
llherdadr, pelo seo horr, r de lodos os
de lodosos privilegios, reconheci.i s o
suas cadras.
do. o eteravo que a-
de fazer qaa esladeai a tuytm 'osiums da. aacOe.I^^u^hi7dwde'a l'.a'Z'v.nli l''no"
viziiiha* aqu-lles que trabalham em qualquer sen- I',1! trazado que seus
lido para felieidade da seo paiz. I.'mdos por prin-Jdanlo a polilica lo d
cipios polilico* corarenns, e**es dous mancebos n:i
linham neuhuiui aemellian^a nem nos gustus \y
no carcter. /
Joao de Villa era um C grave, licilurno e indolnole. Berber noljj ,'"'"
tilicas na oPuerla del Solo, lomar das* ou/ '
vanas de ehoenlale, dormir a sela. e fu' "' .
cliiriitosno Prado admirando a* gracia -i.-ja-ap
las de seu paiz, constiluia ami smina.j (j .
e contemporneos. Eslaraos
-senganados a respeilo dos a-
poslolos modernos e de seus novus dogm .*, |ga
follados das inudanca de vistas inces.anleinenle re-
pelidas, e quaiilo a religiau tao habituados a ver o
seclo e a igicja seguuein Iranquillamenle dnas li-
nhas diamelraliiieiile oppottai, que aos olhos de nos-
pode lam.,!!, nis moineulos ds cri,e, salva-la d'um
perigo .apierno e reconduz-lo por urna evoluc.lo
az e prospendade. Nni-
alavra do sullragio um-
oero conliece sea fulu-
-^..inguera pode dizer o que ella prepara do
A*sisiimo, a uma prnv,c3o $ol.rliIlei t mj|
ll' ,,m P"'S'""' 1"e foi sobineuido o destino
ue um grande povo.
le um "' .fic.ram. um porqu. a pe.ca par.ceu-
Ihe um d.verlimeiilo mu delnlavel. oo.ro porque
ei.amrou-,e de m.damesella de Monlbru,,. P '
INaoempreheii taremos decidir qual dos dous foi
m''nlalligeme 00 mai* f,|lem ,ua hwlta.eaa.S.rii
comecar d. novo a eterna e intil diseussao'enir. os
caracteres tranquillos e os caracteres apaiionalo*,
entre a vegelacao e a vida. O cerlo he qoe Jo.10 e
Jlanoel gozsvam. havia quasi dou. metes, de quasi
tinla a somma de felicidade que eran
nhecer, bem que soas d
profundamente Ju
que eram capaz-s de es-
as enslencias d.llenssem
passava lodo o dia 110 mar,mai-
10 alegre quando havia bom veulo, e quando os pei-
es dignavam se de pegar da '
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[3] Acaba le se-lo pelos decretos imperiaes a 20
de maio de 1857, que elevaran) o numero dos de-
putados de 261 a 267.
ravam o casjello da peqoena cidade, ler-e-hia fcil-
mente persuadido de que a* arvures 11,10 estendiam
seus ramos ncim* de sua cate;*, seolo para abrga-
lo, qoe os passarinhos cautavam para saudaram sua
sua passagein, que as gielas floridas espalhavam pa-
ra elle s seus suaves perfumes. .S'esses das a Bre-
lanlia parecia-lhe um canto privilegiado da eraatjge,
um verdadeiro paraso terrestre. Suas costas cobcr-
tas de pe Ira. eternamente batidas pelo mar, suas
cilluias revestidas de unes, suas planicies planta t-s
.le trigo, as quaes o veulo communica as undeac/ies
das ondas, seu rimo de rochedo* cintentos que in-
uuinoraveis sargados coroam com orna franja viva,
mTna ajfiama.lu u coinraanilo do cor-
po un esercilo dosguar la.. ,) pe,pe presidio lam-
l.*m o ministerio do estado he assim que .e chama
ern uerlin a r.oni.lo dos ministros privado* do e-
lauo ; o que se Chama em ootrus paites o conselho
de ministros; o que forma por toda .1 parle o cor-
po do governo a a rabeen da admini.tracAo.
o anno de 1850, o rei deu a seu irmlo, com o
governo da fortaleza federal de M,vence. ., go-
verno militar da Prussia Phanana' a Weslpl.a-
li.ina.
Era esla a recompensa da boa condeca do prin-
cipe, e dos encllenle* servidos por elle prstalos a'
causa da ordem em 1849. No meladas perUrbacdei
que agitavam a Allemanha, n principe linha con-
seguido reprimir, quasi sem derrmamelo ds san-
goe a insurreicAo dos demtgogos do Talalinado e do
-'..i- tura lo de Badn ; havia reconqoi.ta 1v a pra.a
de Kista.lt ao* revoltoso*, operaco dihlcil, porqu'c
nporlava pres-rvar contra qualquer ataque ;- for-
lilicacdes anda nao cabalas desta fortaleza fad-ral,
lao pre-iosa par;, a ConfaderacJo germnica, prin-
eipet.uilbermecedo leve toda a conliinca do rei
seu innao, oqualo associoa o mais que foi posi-
vel, a sua poltica como ao seu governo.
Ueoojs dos acDotecimento* que seguiram-s> re-
vuliicao franceza de 1818, o rei confino ao principe
liii.literme ama missao imporlanle junio da rainha
.le Inglaterra ; o principe d-sempenliou eta nlissga
com grande successo, e am l.on.lres fez-se uma
grande upimAo de seu juito a recti lo. A InpiUalo
que elle ah produzio nao ful s-m efleile para a al-
lianca concordada enlr* o principe seu filho o a fi-
ina primognita da rainhi Victoria. SaJje-se qae es-
te casamento sera' muilo breve celebrado.
Sabe se lambem que a filna do principe da [Vns-
*ia ha pouco e*pnsuu o grAo-duque de Bailen, i.lo
he, o -ol.oa,, mai popular do paiz, onde o eierc.to
prussinno, <'s orden* do principe, rmbateu a reso-
lur.io e reslaheleceu a ordem em 1819.
Estas duas allianesi s3o a prova esplendida do
bom conceito, de que goza a pessoa do principe nos
paites, em qae e|ie leve occasiAo do se fazer co-
.nherer.
Esiste na Prussia, como em lodos os eladns da
Allemanha, numerosos partidos polticos nu religio-
sos, que se disputain coin urna influencia mais ou
menos regular a direcrAo do governo. Enlre estes
partidos, algn* ha que se prevalecen) de lodo qoe
pode anfraquecer a autoridade, que nao desprezam u
les paites lia puuco uinuot. t'ru.g,ai ,. qe por c,a.
sa de sua distancia escapan), calvez, em ceno medi-
da a' accA* directa do poder central.
Os partidos nAo leem respeilado ISa pouco a prin-
ceza real da I'russia, e alguns a lem perseguido rom
foror. Esla princesa, egnn lo dizem, todos aquelles
que a rnnheeem, he lao dislibeta pela elevacAo de
eu espirito 01110 pe i sol del de sua lus.roccrio. Ir-
moa do grao duque reinante de Sise YVeimar. foi
educaij em Wannar na cd-le de seu av, o grao du-
que Cirios Augaslu, lao afann de era considera la como e centro d* grande mnvi-
mento Iliterario, que Invia hrilhado no lim do se
culo decimi-oilavo. A corle de Culo* Augusto esta-
vas.iba inflaenei* daelasiai ue Schilier, de Wie-
lan, de tioelhe, Oi dous primeiro* liaaiam morri-
lo poneos anuos a tl-s ,lo itarim-iilo da prin :eza
Augasta, mas Goethe anda viva ; e era omnipoten-
te na corla do grao dii ue que au depois o fez mi-
uisiro.
Pode-te dizer que GtC lie prpsidio a educaclo da
prineeza real da I'russia. e esla circumstanria 11A0
i'm oeivadn de influir sobre ociracler singolar-
menle liberal e tolerante desta piincesa, cujas opi-
......s nao agr.uiao a ce-tas sellas religi sas, que nao
eslSealtlreacaenta assignalada* na Prus-ia pelo ar
dar do seu zelo e do seu espirito de proselvlismo.
A prineeza da l'rtis-ia he protestante e ale o pre-
*nle nao i tem ucciipado teriamenle sen.lo da elu-
rarla de leas lilhot, sobrelado lem educado, pan qne um dia seja um hain e sabio
re; da Prussia, digna berdeira da gloria e vir-
in.les de seus evos. Fui a princea qae primeira te-
ve a idea da oa*atnento ,1^ sea lh. rom a prineeza
reil .,1 Inglaterra ; ella vio uesla all.anca uma ga-
rant.1 para o pregrawa das deias lib-raes na Prae-
si* e para a desenvolv usnto success.vn e .jncero
das verd.t.ieiras coodirues de unid luonarchiii cons-
lilneioaal.
Nite as pode tli/er qual aera um dia a influencia
oa iri-treza da Prossia I ibra o principe cuido re ;
mas pole-s? affirmar qn*. assim cuino seu marilo,
a prineeza experi-r,la pelo re seu eanhada ama 11-
reicaotineara, uma dedicarlo a toda priva, uma de-
rereneia refpeilosa, que jamis se im desmeiilido,
deve-se a-.rescenlar que a prineeza da Prussia honra
a Mbederia da rei e proclama sempre os grandes
serviros, .j 1- e|t. tem prestado a prussia.
A l'rus.ia lem a maior eooBaaca un principa Gui-
nierme, cortamente porque ella "ama e honra a .eu
re, ella assi.le sem temor a provocado, que o prin-
cipe faz n-s|. momento to poder soberano, e nao se
"inquiete com assoas consequencias quaesuucr que
possam ser os supremos designios da Providencia.
'Journal des Debat.)
do a chava am.va^eTe^Tlet.^ !u" "' ''"Oes em que a vista pede se
habitantes d, o-a,lomc,,,?,l,,,r:madesTon.iam"a '".>" caDlerepl.t..a do infinito,
sa velha
ol
a espenencia as rrenras arlent-s, os
juvenis de nussos vitinhoseslo bem prrto de
melhar-se a um anarlironisuio au a ama ingeneida-
de ; porein Manuel era ll-spanjiol, e islo ba*(ava
pora descolpa-lo. Dentis linha espirito sullmeiile
obstinada d aazol. Voltala* lo pdra B .. elle de"-
vorava o producto de sua pe.cria rom o ap-tit- fe-
roz que su os mariaheiros e os cacodores conhecem
e nao deixava de achar em seas salomes um sabor
particular. |itl,0is lumava dous ou Ires
e adormeca cum a Iranqnillidade de um.
ciencia e a esperan;* de uma brisa favor
da seguinte.
O lempo qae Joao eomagrava a ess.-< .Jiverliioen-
losaqualicos, Manuel passava-o em grande parte no
I castillo de Cernan. no qual Jorge Serve! a apres.....
i0,1 tara desde os pnmeiios dias de sua rhegada a Bre-
cliaruto?,
boa culis-
ravel para o
. 1 ,j *', 'mi uiiei ,. ,--. ..,, ,..
ilead o I-de jmieiro alr 31 Bd**ar#-fi^0i f_ Para que mesmo um Irancez Iba perdoasse crer a-
elle senitss* jamis 11 menor alapj-:
davia as idea* modernas linha* ar
lroduzir-se dehauo aa monolorV
evislencia. lego comer o Ir' P",m'
dn.n iimi-i :l)tof > inri rei .
ImeminlM ni,-,.!-, Ip 0 lrWB"*' I*5?jT
qnani ttcluflva di ile*
irA a..~i OuItp p;|r^
peln -"'i tepirtto, A-
r,,,-,.!. l.'ilnfi.- ijiie JiTio |i-
ido rneio de in-
lub*IUaH df^.l
pf o!
rero : (tminha pa-
IVI"' AI
1 ama e*pi
\lcm-rlislo era rice, get^* ""'
amii; s ; hnhi emlwn nm
que ninauem se inqteta^
crtseen(ic rf"
*nln vintee oilo*>ano
?lSZ**fa~*'*.......>mu" ",n-
per.
B'i
bello, nao por e.-a telle paramente materi-
al qu "edVz as.v.uvas f.z meditar ^a^sU.
OlVide Dior* n. W
inda em alguma cuusa.
Tolitvio nAo fallavam sombra ao retrato que a-a-
ham n de esb.ir.tr. Ilavia mai- au lacia te imagina-
ra 1 do qu- orca real noque Manoel chamava a in-
damavel energa da seu carcter, bstanle egosmo
na punca r ma que fazia ilos nli-l .culos, que a son-
ta,le deoulrem podio oppor-....., um, mi-lun mu.
Dolavel de vaidnde 1.....ni na. altas aspirac/iei de
seu argalha, emflm om germen de ambicg pesaeal
bem desenvolvida debsiio da generalidad* de sais
loolrina* e do nobr* desinters** I soa* palavras.
lie eeria parera qn* Mannal nao liaba vivido sofli-
-leulemenle |i,ta .|u- .s latos liaros des,, nature-
n po lenem manifestar se, o lena rapelli la de boa
1,-roiuo arru-.M i,,s mentirosas o qoeflamo
leUales lecoitheridas.
')i don* pros'riplns linham vindn B
ni.a. .Nao lardar em cahir n, grara do velhu ab-
11 le que ezercia a> faurres d* esmuler em casa da
baruneta.
Sob o previo de entemologia e de botnica ra d-
milti lo na bibliulhera.na qual madamesella de Mon-
Ihriin qoasi sempre se achava. p. associava-.e aos Ion-
- paaseias meio caridoaoi meio stienliflcos que o
sabio ecclesiaslico sua discipula davam pilos arre-
dores, do ca-lell.i.
Mo ilrevendn-se a ir don ve/es por .lia a casa de
madama de Ornan, e preferin to as canversacoes
miiinasdi manh.la a* viiitas officiaes da trele,rm-
pregava o resto de su .s h iras m |iasseios solilaroil
que proloagavam-se maltas rezei ase illa noile, 00
em conv-rsaees rom Mr. Serval, a qual linha seos
oliiu* a nninen-a vanlagem de -er o eocarregide d >s
negocto. e ron.-lheiro Ultimo da lia de 1111 lame.el-
la de Mnilbrun.
Na ipparenria a sida d Manoel era ir,o monoto-
ni. e tranquilla mm 1 a ie Jo.io n. realidade ara
ama perpelai ilternilivi de ilegrla e de ,io
laudasen, ama tempestado sem lim. Ilavia cerlo* dias
1 aqu |ior
-pero,
i em que
..,,. ,. ......'" "" "'"" leiiiresijtf aem un. Masa rertus das n, o,,.,
^-e ,1 para nu- P rara.,, em B .porque agr- quando elle llrave.s.v. a cava,:. s |, u% di \Z
""tes a lllaicao mu, p.l.oresc d,ss pequea | al.etro., a. chanecas, a, Yettdos *!.. V
cn.npiinhsm em sua apinlia o espectculo mais gran-
dio.o, e mais potico que elle linda admiado. Mr.
Servst pedia lambem n-sses da', sem rece.o de ser
interrumpido, fazer a lista de todas a, familias rica,
da departamento, remontar al as raizal mus pro-
blemticas das arvores genealgicas de lodos os fi-
dalgnles da provincia, e contar a hisloria de toda* as
demandas famosas pleiteadas desde trila anuos no
lugar. Nao podemos provar que Manuel o OBVilie
sempre. mas he cerlo que ouvia o militas vezes sem
enfado, porque nada do que passavaso nesse paiz
habita lu por Marida poda parecer-lite inleinmin-
le falta de lalerene. Qaal en a ra/.Au de la lo liso !
Mirlhl o encarar de eerla manerra, dcri-llu uma
resposla iosignificante com certa inlouario, lomara
ouvindo-o certa altilude ; em urna palavra ellijul-
gava-N amado.
Na manilla seguinte parta parao caslcll com o
coracAo cheio .1 alegra, c invmci 11 .le que 11 pri-
meiro olhar de M .rilia I* confirmar suas esperaoca,
litar para sempre su deilino. mas ou |i .r falalidade,
nu pur designio ja concebido as roosa* Inmavaio
s-mpre entilo um g-ilu de-o
Marlha nuviu In rom liten;
doulas dis-eila,oles do abba la que era nblolulimen-
le impossivel oiiler della uma phrese ou um olhar
ora ella moslrava nina alegra Inuca, urna neg!IL:..I
com o direilo de esquecer no da segaiulc o que li-
tera nu dissera na vespera.
Chegava As vezes a decidir que 11A0 iril mais ao
casiello. Esla segunda r-lurio, se lai era, nao re-
islia jamis ao primeiro raio do sol. Quanto a pri-
meira ella eonsegoia conserva-la em luda a soa for-
ra al a pona da bibliothrca : porem se Marlha o
acolhia com um snrriso alfecluoso.
COKRESPOXUENCIA DI) DIAKIODE PEK-
NAMBL'CO.
A I. AfillAS.
Maceio t> de detemhro de 1857.
Pelo i'l'ersinungaii qie aqu rhegou no dia 22
rereb algons no meros do seu Diario, e deparei ron
a ultima rana que Iba dirig em data de 16 estam-
pida a 1!), agradeco-lha a pulilicarAo d.quelle dilata-
do mistiforio, em que prnrure des-rcver-lbe o esta-
do da provincia. Pela pret-ta com que Vmc. man-
dou imprimi-la. vejo que Uve raa o ere rotar eam
a sua benevolencia e boiihomia ; commetti porum
urna nmtsslo que lenlarei agora reparar, aproveilan-
do 11 ptimo portador qoe se me nllerere 110 regre-so
do rrl'-rsitiuiign, cojo r ,mm unanlo pelo seu cavil-
leiri.mo. corl-tia e ellab ti tule lem raptado a lym-
palhis,egrangeado a amiude de tolos quauo, 1
cominoaieira : o s. Aires Uereh-a be um digno
'dll -ial de natfi armado.
Desde que aqu se soobe com rertez* que se aeda-
va nnreeada presidente da provincia oEvm. Sr. \n-
gelo lhom.it do Am.iral. en-aiarain-se 01 d*u* par-
tidos polticos para se extremar, e rande Irabalho
leve o no-so vice-presidenle I. J. M. Ichoa em ir
routendo-os.
No dia 7 de elemliro a gente conserva tora trans-
forman o peridico que publican o expediente, da
p-esidencia em ergio do partido, daudo-lhe o titulo
le iConcillaeaoii : a radaegla em rhef* da folhi foi
pourn depois dada ao director geral da in-lruceau
Publle, J f da Silva litara ; a frente da redacrAu
do lempo, que como Vmc. sabe, he nrg.io da
gente liberal, cunlinuiva o Or. J. Mauricio da s Iva
he achar a vanla ;qoe se lem lomado uma molestia
quasi endmicaJ ampia safra onde quer qoe appare-
r,a : nos melados do correle anno a pobre e infeliz
povoa;Ao de Cororipe foi aggredida desabridamema
desenvulven,lo-se depois a fome : a vice presiiencia
enviou-lbc alguns soccorros pecuniarios vintajosa a
proseilosameuli empreg.-dos.
No principio desle mez foi a (brscente villa do
Pilar assallada pela ine-ma pesie : a cmara munici-
pal reclamnu pruvidencias e soccorros do governo : a
presidencia nomaou uma commissAo de soccorros p-
blicos eomposla de um hbil medien, do delegado de
polica, do vicario da fregoeziae de doos prettimosus
eidadAos, aos quaes man ion entregar 5005 l'ra lee-
cono dos indcenles e desval los qoe fossem ae-
comineiti los. .Ne-tes ltimos dias 11 vemos noticia de
que lambem na cidade de Pnelo grassavam as be-
tigas com alguma iulensidade, mas anda nao se ma-
iiifeslavam eum asaslador carseter : enviaram-se la-
minas de pus vaccinieo, recommendando-se a ino-
cularan. .Nao consta que em atgum ootro ponto da
provincia reinein muleslias epidmicas.
O estado de segoranra de pessoa e propriedade
vai liMOgeire : o no*so mu digno e islimavel chefe
de policia, Ur. Manoel Jos da Silva Neiva, conti-
na a empregar as mais enrgica* medidas para a
repressAo do crime, acompanbando-o neste nobre
einpeuho as autoridades policiaes ; ltimamente foi
elle a villa .le Alalaia, ..lim de tirar por si mesmo n
prucesso dos indignados como aulores de um tiro
disp.rado de emboscada contra um individuo de
noine Pedro Cunaratuba : o juit de direilo lomnn a
iniciativa nesse negocio, e a instancias drlle be que
lu o chefe de policia instaurar o processo. Ha moi-
10 que n crime se 11A0 slenla allaneiro pois, ao de-
licio segu de perlo ajusta punicao ; os facinoras'a
criminosos de imporlincia tem sido presos oa perse-
guidos pelas IreqeenlM diligencias das autoridades
policiaei, homisiando-so us pontos etlremo-, da po-
vosrAo ; iiltimamente fez se a imporlanlissima cap-
tura do faiuigerado Moeord, facrn.ora de nomeada,
que ha tres para qualro anuos sendo preso e lemel-
11 o para esla capital, ronseguio evadir-se.
Estamos sb os rigores do capir. iniio ; o Ih-rmn-
metra e I,ilireninat marra a' sumbra 8.- quando
a snl cbsga ao zenilh .. 74.- ao nadir: apezar do
rxcessivo calar, punca Reata tem ido pasear a festa
lu.a .\^ capital. Alud! Ihe n.lo fallei to noiavsl
progreno que ella leve em sua illaminiel* aos sor-
dldos e asquerosos lampeO -s de azeilc succederam,
les.ie o principio deste mea, ntidos lampees a gaz,
qoe moito melhoraram a illamiqclo, nao s em
relar.lo ao art-.i, como lamben) a ex'.ensa.i e maior
hnlliu das lutes : o contraanle dessa illiimin.ir.lo
oSr. Salusliano de Castro ef.rga-se por bem cum-
|inr as condignas do seu contrato.
Osgea;rosde prim-ira necessidade e*lio por alto
prego : iillimainenle hoove grande caresta de farl-
oda depa>: oque levoe a vice-presidenci.. a lo-
mar ,1 providencia do mandar comprar fra algamas
accas desse genero, as quaes vieran, no *Persi-
nunga.
I ale.
paaiisaaca.
cerlimenle elle memo n,1o o asroprehioilla, nas
apenas a linha entrevisto descobria mil caosai mui
naturaes daquillo que al entao Ihe parecer extra-
ordinario, inaudito, e vollava para II... quasi con-
tente.
Infelizmente nao obtioha empre om resullado to
sati.factorio. A's vetes m.ios cuidadosas de uma
aprovtmava I camarista feebavam de tal mo lo a ianella nne n
ua esdeira da dellecom casto abandono, se inclina
va para ler no mesmo livro com iolimidade frater-
nal, ella senlia-se alegre, esquecia-se de lado, ..
cava diante de sua le.m la Ir como o menino que
retema respirarlo .liante da bolha de sabAo que re-
ceia ver desfazer-se no ar.
Em quanli via Marida Manoel nAo rra pois mui
digno de l.islitna ; poreiu sollria mais rules provn-
res. Acontec 1 os vezes, e jallamente quando elle
julgava-si mais pr.stes a alcanrar a felicidad*, que
Manda passava um, dous nu tres das, sem appare-
cer na hiolietheea. .Nesses das apenas .Manoel vol-
lava a B... terna** a ganhar a galope a estrada de
Ornan. Vagava toda a larde nos arredores do cas-
lello, equaii lo anaileeia proeorava um lugar no
campo, d'uude avisUva a> janellas da cmara de
llartha.
Paremos aqui ; receiariamos que cssas COnliaaai
h-sitires e em- erabfticadas no, eaninhos desaem
urna r*l*a idea da carcter de Manuel. Era um ra-
pt de 1-naginar.lo. um lauto romntico, ma< n.lo t-
mido, minio mais apaixonado que *entimental, bem
romo lodo* ns meridmnaes. Elle mesmo admirava-se
de ludo o que ssnlii e fat..i desde dous mezes; pois
se algons Iriomphos de salAo oblida, segundo a>- re-
gias estratgicas saliiamenle, applicadas n.lo o li-
nham lomado fit'io, pelo menos linham Ida iiisr-ira-
I 1 nma 1 lea exagerada de sna .rra contra as inrli-
naces do r .ra.; 10. Emli-n ellaamava, amava pela
lo. Ora elle achava prlmeira vai. e a amor faz e fari sempre qoe moilas I
tii.i imni-rtuliavel as 'olire*, e e.lraxagamias srjam Litas pelos hotuens
d '
lo los os raracleres e de todo- ... 1 11
Drizamos Manoel em am campo. Ella ahi passa-
va mullas v ,-- liingi. d .ral esperan la (ine anna-
eli de erianca, zorobava eam elle e com a abbade, e r-r -elu/.n careara de Vlirlha. \..., -...-riaiiva
tnes lazia dar jias-eos immen:,,* pelos campos em febril sua rader
prorura de alguma flor que nao lo eslava janlo della Maooel nAo sibil >* eslava mais
fu-ioso do qaa deleitado, porein a.......s fin va s, o
desronlenlamenlo e colera dommavam lodos os
oulros enliineulo*. Elle arrusava Marlha de nao ler
corar*,* di eagna'-lo, *jar**i a -i me,un. nAo tor-
nar mais a ve-la sem fallar-lha de seu amrir em ter-
n309 I0 Claros UU! ella ni nod- mtia er/.-_--
r-i ex .11 v a-aa ale a loueurn ; ell
tregava-se a lupposigi i.... ridiculas quaulo *b*ur-
las, e formava mil pr..j>clos abs .lul.inenie impoasi.
v*i, A sombra .le Mirlha am sapneai* do
vista alravs das eorlinai baslava para mudar-llie a
disp isn-ao .le -.pinto. NAO emprehenderemo* ipli-
rar romo um faclu IA11 -:
or raio de luz na 1 achava meio de chegar a elle.
M .noel vollava entao em om eslado dc furor sem
mime para o seu aposento, qoe era lambem o de
J11A11, e irritado de ver este darmir profundamente,
entretanto que elle estava Innnenlado pela vigilia
ocordava-o sem piedade para fiter-lhe soffrer o sup-
pl ca prolongado de uina conversacAo muilo ins-
pida.
I) -pois do sero que acabamos de contar, o repou-
10 lo pobre Joo lena poli corrido perigos serios, se
.Manuel, procurando o es paco e a frescura, como lo-
dos os enl-s abrazados pla tabre, nao livesse deiza-
do a cmara alguns minutos depois de liavcr entrado
para descer ao jardun.
Era urna deuai riailej de verlo em que a nilurr-
ta transfigurada pelo luar, aprsenla aspecto* lao
mgico* que paMcia mui natural fer sylplioipa*tia-
rem sul.re a pona das nerval e danrar-m Iliacamen-
te sobre as peala* des marganda*. Nenhum 1 folhi
Iremil, lila Iranqaillu eslava o ar. Uooi roasim.es
occullos nos lasinins enlregavam-se a uma d-ss,is Io-
tas obstinadas que temos valo terminar meil vetes
pela 111 irle do vencedor, e o mnrmar o I nglnquo de
uma c-cala acompauhav i canliaoamenle, es-es can-
tos lem lim ; porem ngo fura |iela claridad* da la,
nem pelo rouiinal, nem ji.la cscala tjue Manuid
'Ii' 1 xa'a -11 a cmara ; |-or iss, nio dea-Ibes 11 en,'mina
aitenrao. Cimiabivi a paisos lirgos enlr* d .u- a .--
gr*|*s le riav-.r.i- re.-or .and .--.- I- lo!..- o* crime*
rnmmelli los por M irlha i- la di 1 em que ;. vira
pela primeira vez, e fatendo isforcos de unagiilai n
para I smos I m rl i 1 lismo e per
ule. .ra sua con Inri .) irante u ultim sergo
Ksrrevia-lhe em pensaroenlo hilheles t-n na
lieoniros, cujas menores palavras profou lamente
meditadas d j: m esroagar e confundr a culpada.
1 de dais hara dense etercicio e|i \oliou
para a '11 a rain ara um pooco alliviado por esa viu-
.|tie nanea mental, eeicrefco simplesmeuti a carta se-
- gunle : "
M irlj|i, :,Ria-a, vo s,. n jile les le moito lem-
eng de madameselia de M mtbron
mides e |g0 previsto a pr*. po. Amo-a. todava nao ei oi|u- p
PAGiN AVUL3A.
ismsa iH\ s
Ainia a sentinelta da ra do Mondego.__
Porque razan nao ha de ser rendida esse senlinella
que etTfClivameot* se arha postada em ama porta na
ra do Mondego Ser por ventura porque os eos
servirs rejan] reclamados por alguem V Talvez sup-
pondam que tratamos de atgum soldado, mas 11,'n, y
he, e sim um paisano, que em uas conquistas cn-
ten leu que devia se lomar celebre pregaudo-se'rons-
lantemeule em urna roala uoe e dia, sem que to-
dava more neise casa. .Nao almira que elle assim
pratique, o que he para notar he, que sendo obser-
vido por todos os muradores daqoella rea, nao o li-
ve-.e s.do anda pelo dono, ou dona da casa em q-ia
faz o *en apozenlo. lalo he por deinais, e nao deva
ser consent,],).
Wi retpoita. Se bem que om pouco (arde
satsrazemoi o ennv le que as lez o lloa-vi.lano em
soa rorres|iondencia inserta no Liberal de 19 do
correal*, refutando o qoe haviaanos dito emnossa
Pagina de I do mesmi mez. quando (raamos da re-
inada do Sr. Kiiuo Jos C.,de Almeida da subde-
legada da Boa-Vt.la, da falla qne principiava o
I' >vo a experinrenlar do seu exercino. isse o
correspondente que vista do sermso de en-
ciimmenda qoe hrtala lido n.i pobre e degenerada
Pagina Avulia, que etj o autor do artigoito brinca-
vi com os seas leilores, ou queria desl'arle pagar "al-
guma divida ao seu dolo. Em primeiro lugar de-
vemos dizer ao eoresponnenle qoe ou nao deuou de
se engaar, suppjndo o que haviamos dito, um ser-
111A0 de encommenda, ou enlAo quiz imputar a re-
dicen,) da Pagina aquillo deque elle seiiaca|iaz, e
em segundo que uao deixon igualmeule de se enga-
am 1 revelarao de Dos, e agora pergunlo a mim
mesmo se vussi) nao he a mais vulgar da todas as
muflieres.
Perdoe-ine fallar-lhe assim, perdoe-me ; tenho
padecido muilo esta noile, leudo padecido moilo ha
doos mezes que amo-a. Ha dous mezes!.. por vento-
ra ...i 1 amei-a empre NAo foi i. que lornoo-me
delicms os primeiros sonbos ? Mn lo. vossi? qoe lor-
iiou-m-doro ecruel para com as muflieres que lentei
mar Eu er* vida de amor, encoolrava ap-11.- o
phanlasma dalle, e quebrava meus dolos. Por lim
juliaei qus esgotava minhas forras em procura ila
uina clnmera, e aecuava a Dea* de ler-ine felo en-
trever um txpo irrealisavel nesle mundo.
Emfim rnnheci-a, M.rtha, e julguei a felieidi-
de n*)isi**l -odre a trra, ler-me-h-t inda'engaa-
do Mli! smlo que na poderia solTrer um dftesi-
gisto. se eo per desse minha fe era voss.- ludo eslari.t
nadado para mim.
Mas para que fallar-lhe mim ? I alvet sea eu
o nico culpado, talvez vo-f me julgue indigna de
-eu amor. Todava cslou rerlo de que se vnssi- me
ama*se, ea s-rla bom, arria gran le. Se por vaidadn
para elevar-ine acina da multidAo por appliusos que
inliinamon* despret.iva, irnpiit a mim 111--1110 redes
, Irabalho'. que nao fara so livrsse a esperanra de
jae v.....-. Ni nlhs? hara dediter-inc om dia: Es-
. I 11 conl 'ni-, isfaa ufana dr vossij \
Mas i| se Ihe Imparta ? devo duer-lhe i*so ?Sim,
I quero dizer-lhi ludo boje. Ilonlem quando seus
olhos enconlrarara os meus, alrevi-tne a cier que
ios-e me amava. Mo se irrite, a illus.in fri trev*, a
vi- .'leve u rndalo de ap.igar-lhe alr onllimove*.
ligio, i.u o sei, .Marida, 011 .1 mulhrr n.lo falla a-
qoellaaqeem aun com olho* usunhus e lum da
tumbar i 1,
Uas, onde e-pr.r.i Vn-'- ach.ir a felicidad*, se
- e/a .1 amor .' Cuida q ,e o asludo a a rontem- '
I. h ilure 1 1 osaara salMarir I .das as neres.
'; < '". lo do b .-...: y\ lera' inda rnm-
'V11 lisJo que os livrfj. 111 nlem. que a nalurrza ho
jida, que imenle alravcs do amor l.e*que pndemns
eiilrevera Daos'*.. Talvet vosesiba isso lano ro-
m-ieu. lilvezJulro..Oh! r go Ihe.digsmel verda'e
Sei quererlas muflieres quebram um corigo em
es.ropulo, e rreriam eommctler 11111 ciima se lallas-
sem .1 u..ns lolo da* pre.rniire* da nriedade ; po-
rrm i i:., gran ie cm lodo, rula pode obrar ro-
js ,, ,l,.s escavas d. u-o.. Uiga-||ga verda-
em sea cama- neitn. Vois- era a mees olhos 11 uim cre.lura man
en re.- de, cu Ib'l peco de joelhu .' a
MUTILADO
ILEGIVEL


ir-
-

01*1110 u rfcftSASiucoOr\ilTi WtHi i DI i.. >.,, fcfc-
H*I, PUpliOlidO UiiM ili\! i (fue liiKve'.'Hiiii tima** c.
no ,.,",, por ...... LI h^^o.T,"|..Vl,dVibM^,"""H*lfc Francisco d* C.hag.S ,verr,i
.o>euipu-algum livemet coni elle IrarTsarce para I Hlli il>il.(i-'n.l.., .i___ m, Su.ipli'ilte.
* Casas iie pe Irn -a cal.
2 Ditas de coclieiras. -
juahda.les, e nlan ja o correspondente que tn.lo
<|iiaulo .lisie em lea abuim, nlo pa-sou de un oiliu'o
<|ue pretender laucar obre nos, ma que nao perno,
porque o Sr. maj.ir Anlunes no fai a divida ju-lira.
tbano Iranscrevemos algnn documento, uue ,i-
h -'-......-
i|U
all oervii;os do Sr. Rufino, e para os quaei
chamamos alleucao do correspondente, para que
, r"poinli se raa tambem senua,i encumiiieuda-
"Alienan el viiiele.
. .DOCUMENTOS.
.. .i c- *" -presdeme da provincia cm
oiisellio creado iixlj el la ie o ni corpo de suarda
inuuicipae. voluntario, e a ..odo, segundo determi-
na a ioi de 11) de iiutubro do (lm pastado, e decreto
TeMlament- de 23 do mesmo mel' e anno. nomeoo
a a. para segundo commaiinionle de una das .eis
eompanhia. de que he composlo ,efe. ido corpo coin
a graaluacSo de lente, e com o v..ncimeolo de (id
'V'nmisasi, e 20} de forragem
Turas ; e ordana, que eu
paro dua* cavalga-
parlicipe a V. S. para sua
nlelligencia, esigiudo taber, ae aceita e:,u nomrar,ao
para se Ihe expedir o conveniente tiluln.e significando
ao mesmo lempo a V. S., que no cato <|e aceilar se
dever apresentar ao lenente-coronel Manoel Caval-
lunli da Albuquarqua, cominaudRiite geral do
corpo. #
Dos goard a V. S. Secretaria dn governo da
Pernambuco 20 de janeiro,.delHi2.Illm. Sr. Ru-
fino Jos Correa de AlmeidaVicente Thomaz Pi-
res do I'igueiredt. Camarso, secretario do governo.
Tendo o comelho do gnveruo approvado em viln-
de da lei e proposia por V. S. feita na pessoa do l)r.
Antonio Peregrino Maciel Mooleiro.gpara cirorgiAn-
mor da legiao das guardas nacionaei do seu com-
mando, e nade liulino Jos Correa de Almeida para
quarlel-meslie da nesmii ; assim o communieo a V.
S. para sua inteligente, para fazer puhlicar. Quan-
lo a graduarlo que devem ler, romo a lei n.io a de-
signasse, uao pode igualmente o eontelho desienar.
Dos guarde a V. S. Palacio do enverno de Pcr-
nambucu 95 de Janeiro de 1833.Illm. Sr. Manoel
deCarvalho Paes de Andrade, coronel ebefe de le-
giao.Manoel /.-ferino dos Sanios.
Illm. e Exm. Sr. presidente. Kolno Jos Cor-
rea de Almeida, lenle qoarlel-meslre da legiao da
guarda nacional desle municipio, a hem de seu di-
reilo, precisa que o Illm. Sr. coronel chafe de legiao
Ihe atieste seo tuppliranlt tem riesenjpenliado os de-
veres de quarlel-ilustre coro honra e assidaidade
desde sua nomeac,ao ale o pie-ente. E se durante
o lempo em que a dita legiao esleve aqueridada se
leve alguma qurixa contra elle : por lanoP. a V.
Eic. Sr. presidente Ihe delira na forma requerida.
E K. Me.
Atlesle. Palacio do governo de Pcrnambaco 17
de deiembro de 1833.Albuqoerque.
Em virlnde do despacho retro, atiesto, que al o
presente tem o qoarlel-mestre de legiAobem detem-
penhado as fonccOes de seo cargo.
Quartel de legiao 4 de Janeiro de 1834. Manoel
de Cetvalhii Paes de Audrade, coronel commandan
le de legiao.
Rufino Jos Correa de Almeida, juii de paz do 3o
dislriclo da Estancia, a hem de seu direilo precita,
que V. S. Ihe atieste, que conceilo lem merecida o
supplicanle no ejercicio do emprego de joiz de paz,
nao s pelo que respeita a conducta civil, mas lam-
ben, a moral : por tanlo P. aos Sr. presidente e
mais vareadores da cmara municipal desla cidade
Ihe alieslern o requerido. E It. Me.
Alteslamo. que o aopplicanle tem merecido desla
cmara muito bom conceito era qualidade de joiz de
paz, nao Ihe condando cousa alguma em desabollo
de sua conduela moral.
Itecife em sestao ordinaria de 22 de junlio de
1834. Ealeves, pro-presideule.erreira.Cos.
; Silva.Oliveira.Sooza.
Avista do que V. S. acaba de repretentar-me, ro-
go-lbe a liem da causa publica, haja de lomar conla
da vara at que se aprsente o seu unimdialo.
Dos guarde a V. S. Palacio do enverno de Per-
nambuco 22 de Janeiro de 18.15.Manoel de Carva-
llio Paes de Andrade. Sr. Rufino Jos Correa de
Almeida, joiz de paz do lerce:ro dislriclo da Boa-
Visl.
Illm. Sr. Devendo en na qualidade de chafe da
'2.a legiao desle municipio, nomear tenenle quartel-
ine-lre para a mesma, e lia vendo o Sr. comuiandante
superior lembrado-se de V. S. por ler servido na an-
tiga legiao de que fazia parle u balalhao da Boa-Vi--
la ; estando V. S. no bairro da mcime, por lodos
estes motivos queira lomar conla do inesino pustu, e
nelle etereer as funcedes do sen cargo.
Dos guarde a V. S. por moilos annos. Qoarlel
do Itecife 20 de abril de I83r>.Illm. Sr. Rufino Jo-
s Correa de Almeida, tenenle qoarlel-mestre da
.!. legiao. Manoel Thomaz Rodrigues Campello,
coronel da S. legiao.
Atiesto que o Sr. Rufino Jos Correa de Almeida,
cumprio exactamente as suas obngardes durante o
lempo une servio o cargo de sub-perfeito da fregue-
zta da Boa-Visla, do qual den a sua demiieao, por
motivos que allegou, leudo moslrado-se -erniue zelo-
so, inlelli.enle, e as>iduo no servico publico, sem
quo houvcsse qoeixa alcuma de haver eiurbilado de
uas alIribuicOes. U que por ser v*rdade e me ser
pedido allir.no sob mmha palavra de honra.
Secretaria da perfeitura da comarca do Itecife 2 de
agosto de 1830. Manoel do Nascimento da CostaJ
Mnnleiro. '
Illm. Sr.l.embrado estoo que V. S. me promel-
leu dar resposta acerra do que Ihe fallei paraceilar a
asubperftitura dessa frecue/.ia depais queseencerras-
se a assembla provincial,e porque ja Ioi ella fechada
voo de novo rogar a V. S. que se digne ajudar-me
no trabalho dn perfeitura, aceitando a sub-perfei-
lura dessa fregueiia da Boa-Visla, em o que muito
agradecido me deix.ua'.
Aproveilo o ensejo para cerlilicar-lhe, que deseju
a V. S. todas as felicidades, e constante saude.
Dos ruarde a V. S. Perfeitura da comarca do
Recife 11) dejunho de 1s37.Illm. Sr. Rufino Jos
Correa de Almeida, ofticial maior da assembla pro-
vincial,O perfeilo da comarca, Francisco Antonio
S Brrelo.
Em mam de 18iO Ioi pelo Eim. Sr. eonselheiro
Honorio Mrmelo Carneiro Leao, presidente da pro-
vincia nomeado subdelegado da Ireguezia da Boa-
Visla, e servio al outubro de 1N.VJ.
Alteslo que o Sr. Rufino Jos Correa de Almei-
da, subdelegado da freguc/ia da Boa Visli, durante
o lempo em qoe tem servido, lem desempenhad
niuilo bem as func(ei .lo mesmo cara", e que por
este e oulros motivos, o considero como um dos mais
zelosos, iiilelligenle e honrado empregado da poli-
ca, e ha merecido a miiihe confionra e considera;ilo,
assim como a estima dos habitantes do seu dislriclo.
Seerelana da policia de Pirnambucu Ij de abril
de 1851.Figurira de Mello.
Atiesto, que o Sr. Rufino Jos Correa de Almeida,
durante o lempo que commigo servio na qualidade
de subdelegado da fiesuezia oa Boa Yila, desempe-
nhou as Tuncces do seu cargo com malla aciividade.
zeln, e honradez, tendo-me por sso merecido sem-
pre luda a conli?nc,a ; sendo que, quanlo sua con-
duela particular nunca me constou nada que o po-
dese desabonar.
Recife 28 de juulio de 1831.Jos Nicolao Risuei-
ra Cosa. ,
0 Sr. Rufino Jos Correa de Almeida, me lem niel
recido o conceilo 4* aufondade prulia, enrgica, ze-
losa acliva no comprmeme de suas obrigac.oes : e
este conceilo tenho in^nifeslado ao Em. Sr. presi-
denle da provincia verbalmeute e por escriplo.
Secretaria da polica de Pemiimhuco 8 de abri-
de 18">2.Anselmo Francisco Perelti.
Atiesto, e consla-iue que o Sr. liulino Jos Correa
de Almeida, parante o periodo que tem servido de
auloridade policial, tem desimpenhado o cargo com
iolrlligencia, e reconlrecida aciividade, promovendo
pelos meios ao seu alcance o soreg que ha gozado a
Ireguezia em que eerce o emprego de subdelegado,
e comen ando a precisa harmona comas autorida-
des mllilaies.
IJuartel general na cidade do Itecife em 5 de ou-
tubro de 18.V2.Antonio Correa Seara.
Alteslo, que durante o lempo te nimba adminis-
Irar.io, tem o Sr. Kulino Jos Correa de Almeida,
mostrado aciividade, zslo e inlellisenea no exerci-
cio do lugar de subdelegado da fregue/ia da Boa-
Vista.
Palacio do governo de Pernambuco 14 de outubro
de 1852.Ribeiro.
Ernjulho de I8.')(i foi pelo Exm. Sr. eonselheiro
Sergio Teixeira de Macedo, prndenle da proviucia,
novamenle nomeado subdelegado da Ireguezia da
Boa-Vasta.
O Sr. Rufino Jos Correa de Almeida exercendo
al hoje com tafo, inteireza e dedicarlo o cargo de
subdelegado da freguezia da II h Vista, (em Confir-
mada u bom conceiio que delle ja fazia, quaudo o
nomeei para esle eargo.
Pelada dogovenio de Pernambuco 38 do mano
de I>m7.Sergio de Macado.
Declaro, qoe o pro.cdimento do Sr. Itulino Jos
Correa de Almeida, como auloridade policial fia ue-
cue/ia da Boa-Visla, lerr silo nn meu entender sa-
UafaerOTio visto o inleres*e que tenia na BMBuleneSo
ra ordem poblica, e na pertegoic.0." des eriminoeiH
Declaro mai, que sempre se niKiileve em perleiU
harmona com e-te cummundo, durante q^lcnipn que
o lenho exercido.
Qaailel do cmnmandn d?s rm's de Pernambuco
,' scjolho de ISJ7. general Coelho.
O Sr. itulino Jo Correa de Almeida, sempre
mereceu-nie muiln bom eooeeilo e estima ; e c mo
agenl^inlinal lem deseovolvido bastante aciivida-
de, e d_dicaro, e nao me eonslam qneixas que pos>
am pip'iuan'ar a ana repula{to.
Recife l da nulubio de j>"j"Jo.iquim Piral
Machado Purlolla. -
Atiesto, que o Sr. Bul-rio los Correa de Almeida,
subdelegado da tregoexia da Boa Villa, contigo Itr.i
.-ei \ nlo multo bem,
retarla da polica de 1'eriiamhneo 33 de mJvo
de I8'i7.II Dr. Poljcarpo Lope* il" Leao.
2 sece.lo.--Palacio do governo de Pernamboee em
1 i le aluil de 1857.Km resposta ao flirio .le 7 do
i irrenle em q'uc VmC. p'de a exoucrai_;io do c.irsu
de subdelegado da rregoezia da ttna-Visla, tenho a
daelafar-lhe que a vista da niforiii-irrin ministrada
pelo C.efe i'e piliria, e comanle da copia inclusa,
n.io he poftivel conceder a exoiierar,1o pedida, vi-lo
r|ue sdo necessarios os eos rervicos. e esta presMen-
cia espira que Voii continuara' a presta-Ios.
Dos guarde a Vine.Joaqum Pires Machado
Rufino Jos Correa de Almeida, sub-
1856 jiitilm ,le 1857, e juntatnento dos
baptisados no mesmo pnriodo.
) l.ivres. .... 88
)Escrtvos, ... 2
Casamentus.
poder conceder a demisOn que pede o dito JOaqUim 110 Santa Alina Cortez.
suMelecado, pela noces.idade que ha anda de seu DelegidOdO di.trido Iliterario,
julo, V, FIxe. mandara' o que )r. FraacisiO do Reso limos llarrcto
, for servido. mi._.i j- """*'
Do, guarde a V. Bte.-Ilto. e Exm. Sr. I)r. Jo3o Coelho tta slva J *'
! Joaqun. Pires Machado Por.ella, vie. presidente fc jZ rZ ?,, '*S,,^\.
prav.ada.-0 ch.fe de polica Dr. Poivcpo Lopes '"l"<:, iOA Sa"t"S PerelM
do l.ejo.
I. ecc.m.Secretaria da polica de Pernambuco
2 de nuembro de IS"i7.
Illm. Sr.Transmuto a V. g, para seu conbeci-
mento, e pira o fazer constar ao inspeclore de qu.,r-
leirao do seu dislriclo, que com V. S. se esforcaram
por deicobrir o sssassino do finado vlce-eensal in-
glez Thomaz (iollan, a inclusa copia dn cilicio que
em dala de 31 de ouiubro lindo, me foi expedido pe-
lo Exm. S.. presdeme da provincia acompanhado
deoulra do que Ihe dirigir o cnsul de S. M. B.
nesla provincia, agradecendu por parle de seu gover-
no os eersicos prestados em Ul emergencia pelas au-
toridades policiaes.
Dos guarde a V. S.,ira. Sr. Rnfino Jos Cor-
rea de Almeida, subdelegado da freguezia da Boa-
\iila.t) chele de polica, Dr. Polvearno Lopes da
Leao.
2. secrSo.Palacio do governo de Pernambuco
em 31 de oulohro de 1857.
Illm. Sr.Transmiti a V. S. o ofleio por copia
junto, que fei-rne dirigido pelo cousul de sua ma-
gestade nrii.i-iii -a nesla cidade. agradeceudo por rn!- a c i .
parle de sua dita magestade a V. S., a as mais a.iZ "C181;^0 .dos Srs- engenbo .que tem em-
ridaoe policiaes os seus esfoicos para descobrir o ai- Pf'pdo meios para o melhoramento do
sassino do finado vice-con
    Dos guarde a V. S.lisnveooto Augusto de Ma- "r- Doniirigus de Soiua I.eSo.
    gaihaes laques.Sr. Dr. chefe de polica. Manoel Pires l'erreira.
    Illm. e Exm. Sr.Ker.ebi ordens de S. ,Exc. o Miguel Aucufto d- Oliveira.
    ro,Dde,^rfd?cl,7mTr0H'IO,ne20Ca' ^"t8*'- l!l-''Cao dos Srs. de engenho que procurara
    ros, de agradecer em nema do gov.mo de S. M., e cultivar o caffi
    por va de \ Eic. o Illm. Sr. Dr. Polvcarpo Lopes r,r m., t ,ll'var .caL'
    de Leao, e as auloridade. policiaes. por" seus zelosos Tl mingos de Souza l.eao.
    esforc para descobrir o sssassino do finado viee-: ..J:r8nclsc0 Xav,er ,,),es Brrelo,
    consol Sr. Thomaz (Alian; Micito-me de ser o ErlstetU na freguezia de Santo Amaro de
    orgao de levar ao conhecimente destss seuhures lou- JahnatSo 13 pianos e 18 carros, destt-s ti de
    vores iao bem m-n....... aluguel.
    159.- Inclusive 1 cus qu serve de cadeia.
    LISTA DE SUBSCRIPTORES,
    rendo algumas pessoas e-n vista a atili-
    Idadede se crear um ponto para reunido das
    i Familias desta freguezia em das festivos,
    I Uveram por convite edificar um predio com
    de Bsslos. Iesse destino- As vanfhgena das Icmbran-
    ment"S havidos de marceo deiga so Ues, qtiedis
    Bapttsados.
    bitos.
    Tolsl. .
    I Livres.
    ' I ICscravos. .
    Tota!. .
    Livres. .
    Prvulos. .
    Kscravos. .
    Prvulos dito.
    Total. .
    90
    :9l
    72
    iti
    135
    49
    47
    7
    238
    ltelac;uo nominal dos proprietarios que cu-
    raui gratis pelo svslema hoiriuopalhico.
    Os senbores
    t..........u^u ., ,ic uutuuro ue mu. nim. e exm. rxp i.- -
    jr. Beuvenuto Aoguslo de Maaalhiles Taque., pre- J0U0 Augusto 30 Sotiza Leao.
    lideule da provincia.Ilenrique Aoguslo Cowper, l 'J'alloel Pires Ferreira.
    lonsui. Conforme, Francisco Lucio de Castro. i Antonio Pereira da Cmara Lima.
    Aproveilo a eccasiao de oerecer a V. Exc. meos
    protestos de alia eslima e considerado.
    Dos unarde a V. Exc. Consulado hritanniro em
    Pernambaco :i de outubro de 1857.Illm. e Exm.
    S '
    side
    con
    Conforme.O secretario, Ilufiuo Augusto de Al- > ''rancisco Pedro Sos res Kraiidfio.
    *'.',?'' Antonio dos Santos de Souza LeSo.
    Illm. Sr._(loando l.ve a salisfacao de mandar os J03o llippolvl.. de Meira Lima,
    agradeci.n.ntosdo meu governo ao Dr. Sr. chele de i Virsinio Carneiro I cao
    polica, e as mais autoridades policiaes, nao especifi- """"" l'8' ne" le,-
    qoe, mime de V. S., julgando mai, regular de I *, r "^be.roe sangrador,
    manda-las ao chefe da repaiiieo, deixanrio a elle a ?n anctsro de Barros Reg,
    escolha e a applicac;lc
    los llraiid.iu, por fgido, i'ui 1o de i'UiliO.
    Jos Domingos da Silva, eriminoso de mor-
    ir, pres.....n 29 dejunho.
    CordolillO Jos.', por briga ; Jos FsOSliDO
    Das, Norberto Jos de Lima e CalJino
    los, lodos como complico- no assassioato
    de Francisco Ignacio.assim como na pro-
    pii mtilher Anglica Mari* da ConceicSo ;
    Justino Jos de Lyra e Francisco das Cha-
    gas, millos para averigoacOes policiaes ;
    o Gregorio Pereira de Carvallio, por deso-
    lirJiente, lodos em -2'J dejunho prozimo
    passado
    Jos Pereira da Silva, para servir voluntario
    no exercilo da armada, em 19 de julho.
    O que todo consta das respectivas parti-
    uevera cada suliscnpior contribuir com a cipaees, as quaes me reporto.
    quanlia de 200. Encerradas aprsente subs- ; E para que o referido conste onde convier,
    cricao, se estabelcccrao as condicoes da (iz passar a presente, que va i por mm subs-
    ;ao em estatutos cspeciaes que se- | cripta e assignada, nesla cidade do Recite o
    ispensilo qtialquer incon-
    vemenle, pois que a haimonia boasrela-
    ,,s iiislinctas e as distracc/ies
    innocentes a que se podem as mesms en-
    tregar sao por todas apreciados. Neste n-
    sito ho aberls a presente assiguatura.
    Jaboato 25
    palmam qoi mernil feral.
    Mas posso asseverar a V. S. que lendo o maior re-
    couheeimento de sua energa e lelo na descoberta
    do Bfsassilia do linado vice-coniul, liz especial meii-
    ?ao do nome de V. S. na minba parlIelpscSs ao
    conde de Clarendou, e porlaulo e.pero que'V. S.
    aceitara os ditos agrnderimenlos como dirigidos a V.
    S. tanto quanlo ao chefe de polica.
    Dos guarde a V. S. Consulado brilannico em
    Pernsmliurn 5 de novembro de 1857.Ao Illm. Sr.
    Rufino Jos Correa de Almeida, subdelegado da
    polica Ilenrique Augusto Cowper, cnsul.
    4. scelo.Receb o ofliciole 13 du correle, em
    qoe Vmc. me participa ler tatisfeilo a recommenda-
    cao que Ihe fiz, de visilar os lucares denominados
    llelem e Campo l.r a me. bem como as suas im-
    nieiliacos, e de propor-me as providencia' v"e 5C
    deveriam adoptar no caso de apparec epidemia.
    E em resposla lenho a decU'-'i e CoavoaboDa
    medidas por Vmc. leejrpradas, e mullo e^limare que
    o alf"ss reformado Manoel d'AssumpfAo Ssiiliano,
    e o cnladao Thomaz Carlos Perelti, coulinoem a pres-
    tar com a mesma randade sorcorrvs pobreza, rece-
    bendo de Vmc. a coadjuxa^ao que lao gcoerosameii-
    le ollerece.
    Dos guarde a Vmc. Palacio do governo de Per-
    nambuco 15 de marro de 1856 Jos liento da Cu-
    nlia e rigueiredo.Sr. liulino Jos Crrela de'AI-
    meida.
    4. sac^ilo.Respoudendo ao oflicio que Vmc. me
    dirigi em dala de hontem, prevaleco-me da occa-
    siSo para agradecer e louvsr os impurtantes servicos
    que Vmc, empregara no caridoso e espontaneo em-
    penbo d; miuurai o< soflrimentos da genle desvalida
    do Campo Grande, Belem c Z.umki, durante a qua-
    dra lastimosa porque pastamos. Fica expedida a
    conveniente ordem a' thesooraria de fazenda para
    ser paga ao pharmaceulico Joaqun. Ignacio Ribeiro
    a importancia do medicamentos fornecdjs a Vmc.
    Dos guarde a Vmc. Palacio do coverno de Per-
    nambuco 1(> de maio de 1856.Jos Benlo da Cunha
    e Fiaueiredo. Sr. Itulino Josc Correa de Al-
    meida.
    O vapor nacional oPersinunga, vindo de Ma-
    cen e portos intermedios, Irooxe a seu bordo os ss-
    guintes passageiros :
    Lino Vieirs, Jo- Vieira Porto, F. A. Firo>",
    Presciliano de Barros Accioli Lins e um criado, De.
    Jlo Francisco da Silva Braga.
    l/oxpilal de Caridadt. Exisliam no da 28
    do correle 25 homens e 2'J molheres tra-
    tados pela caridade, 7 homens e Iti mulberes que
    paitan, a casa, e II praras do corpo de policia.To-
    tal 88 dornles.
    Mortalidade.ltel.ie.lo das pessoas qoe forsro
    sepulladas no cemileno publico, no dia 28 do cr-
    renle :
    Joanna Mara da Coneeic,ao, branca, \iuva,8l an-
    nos ; molestia interna.
    Miliciano, pardo, 11 mezes ; convulses.
    Andr, prelo, Africano, cscravo, 28 annos ; gaslro
    iulerites.
    Manoel, pardo, 8 das ; ttano dos recem-uns-
    cido.
    Anselmo Antonio Fernandas, preto, 7 annos, lomor
    no baile veulre.
    Total5.
    Matadourn publico.Malou-" no dia 27 paro
    consumo do da 28 do corrcnle, a saber :
    Compendia das carnes verdes......17 bois.
    Kicardo Komualdo da Silva........8
    Manoel de Souza 'lavares.......... i
    Manoel Joaqulm Duarle..........S
    Luii de (Jucho/..............2
    Tolal. til bois.
    Malou-se no dia 28 para consumo do da 29 do
    corrcnle. a saber :
    Companhia das carnes verdes........51 bois.
    Manoel de Sonsa Tevares..........5
    Duarle.....................1
    Lu/, de (Jiieiro/..............2
    Ricardo Romualdo da Silva........'.
    Tolal. 70
    A\e amanliaa.
    Ri'!.ir.'ni dos processos concluidos e para se
    concluir do primeiro e segundo dislricto.
    A saber:
    Primeiro districto.
    Tres processos 1 por ci ime de ron lio, 2"
    por furto de cavallos em flagran te, e 3 por
    oiTensas physicas.
    Segundo districto.
    Ci.ico processos :l',i'eS' por cime de
    oflensas physicas, por crime de estupro o
    o* for crime d morte.
    Rela^So das pessoas por correcc"" na casa que serve de ca-
    e--
    1 Francisco Jos l'aes Barroto.
    "1 Antonio Lucas dos Santos.
    3 Marcolino Jos.
    * Jos Correia.
    i> ElesbSo, erioolo.
    6 Maria Magdalena.
    7 Antonio Jos.
    s FranciscoMendocda silva.
    9 Antonio Jos.
    19 Francisco Mendes da Silva.
    H Antonio Flix.
    12 Joio llibciro de Andrade.
    1.1 l'edro Flix.
    14 Manoel Po.
    15 Antonio Pi.
    16 Manoel J.iaquim.
    17 Caelano de litros.
    18 Frederico Joo Lins.
    19 Joo Pereira do Ramos.
    '20 Raimundo l'io.
    21 Filippe, crioulo.
    22 Mathias Amonio.
    23 F'raucisco Gomes.
    24 Antonio Barbosa.
    25 llemelerio Ferreira,
    2fi Agostinho l'ereira de Mello.
    27 Antonio Ilenriqoes.
    28 Jote lenlo da Costa.
    '2t Pedro Jos de Sant'Anna.
    30 Joanna Maria das Virgens.
    31 A'.rx -ii i! ma Maria da Concei(; 32 Pedro, cscravo.
    33 Manoel Jos de Araujo.
    31 Filippe Santiago da Costa-
    35 Manoel da llora.
    36 Francisco Carlos.
    37 Amonio da Suva Mello.
    38 l.uiz de Franee. Montuno.
    'i'J Maria Maglalena.
    i( Maria da Penba.
    41 .Inanna Mana J-s ii i
    i- Florencio Flix da SihassJi'
    i3 Manoel Joaquim 1'onsjR
    4 Marcelino Antonio.
    45 Marlinho Pereira da Silva
    46 Felisa)ma Mana da Confl
    47 Silvina Maria do Espirito Santo,
    48 Constancia da AssumpcSo.
    49 Clemente, escravo.
    50 Jos Alexaudre.
    4t Manuel Jos da Paz.
    52 Fraucisco.
    o' Vicente Ferreira;
    54 JoSo tiualberto.
    55 Antonio de santa Auna.
    56 .M'iiocl Itil'siro.
    57 llosa Maria da Trindade.
    58 Seveiina Maria.
    5!) ledro Flix.
    6U Florencio Jos.
    61 Antonio Fraucisco da Silva.
    62 Antonio Flix,
    63 Antonio Lucas.
    64 F.lcsbao, escravo.
    65 l.uiz Crrela.
    66 Antonio Mai.oul.
    67 Francisco l'ereira.
    68 Juvencio.
    69 Antonio Barbosa da Silva.
    70 agostinba Pereira.
    71 Joanna Maria da Conceiqao.
    "'2 ller'beliuia Mara da ConceiQao.
    7.'i Filippe !\ery.
    7 i Piroiino Jos de Sooza.
    75 lieniz lerreira daCru.
    76 Auna Joaquina.
    77 Josquina Pintada.
    78 Emiliano.
    79 Joo Antonio.
    80 Francisco Marlins.
    81 Lindolpbo.
    82 Remar lina Maria.
    83 Maria FeijfiO.
    84 Antonio do Espirito Santo.
    85 Manoel dos Santos.
    86 Alexandre Carreiro.
    87 Joo, escravo
    8S l.uiz Matheus de Frani;a
    89 Mano ICaraarada.
    90 ( lara Maiia.
    9i Josephs da ConceioSo,
    di !" n-.ima Joaquina.
    93 Iheodoro Joaquim.
    9t Antonio Viclotiano.
    95 Joo pires.
    96 Carlota Joaquina.
    97 Ado, escravo.
    98 Manoel Col rea.
    99 Fili 4e Santiago
    100 Joaquim Ferreira.
    ioi Fiore. lo Jos.
    10*2 Maria da Luz.
    |03 Manoel, crioulo.
    lOt Evaristo dos Santos.
    I US Francisco Carreiro.
    loe Caelano, Portuguez.
    ru ulteriormente organisados.
    de mari-o de 1857.
    Jos Francisco de Souza Leo,
    JoSo Francisco Xavier Paes Brrelo.
    Francisco Cavalcanti de Souza Leao.
    l'Otuiugosde Souza Leo.
    Antonio Francisco Paes de Mello Karreto.
    Antonio desonza Leo.
    Manoel Pires Ferreira.
    Francisco de Pind liorges.
    Francisco l'edro Soares llrandSo.
    Pedro Gon?alves da Koclia.
    Joo Coelno da Silva
    Francisco do Reg narros liirreto.
    Jos Maximiano Pereira Vianna.
    Joaquim Pereira Vianna.
    Jos Fernandes da Cruz.
    Silvestre Dantas Lima.
    Antonio Pereira da Cmara Lima.
    .Miguel Filippe de Souza Le3o.
    Manoel Olympio Carneiro Leo.
    Manoel Ignacio de Albuquerque Maranliao.
    >irgirno Carneiro Leo.
    Francisco Antonio Pereira da Silva.
    Antonio dos Sanios de Souza Leo.
    Jos Cavalcanti de Albuquerque Wanderley.
    Perrainio Francisco de Paula Mesquita.
    Jos Mendes Carneiro da Cunha.
    Aristteles Carneiro da Cunta e Albuquer-
    que.
    Miguel Augusto de Oliveira.
    Vicente de Araujo Pinheiro.
    Manoel de Souo l.So.
    Antonio de Carvalho Soares lirandao.
    Jos Comes dos Santos Pereira de Ilaslos.
    lose Francisco Pereira da Silva.
    Jos Francisco Pereira da Silva Jnior.
    Mrnoel Filippe de Souza Leo.
    Amaro Fernandes Daltro.
    Exm. barSo deSuassuna.
    Manoel de Souza Leo Jnior.
    Dr. Francisco Elias do Rogo Danlas.
    Rufino Augusto de Almeida, bacharel firma-
    do pela academia de scieticias jurdicas e
    sociaes da cidade de Olinda e secretario da
    polica da provincia de Pernanibnco, por
    Sua Magestade o Imperador, que Dos
    guarde etc.
    Certifico que o delegado de policia do 2.-
    distrlclo desle termo Joo Francisco Xavier
    i aes.Brrelo, desde que entrou no exercicio
    do dito cargo.em abril de 1856, fez premier
    e reoietter a esta repartirlo, os segumtes
    recrutas, desertores e criminosos .
    l.ourcncoGoiesdc Lyra, para recruta em
    ' de m.iio.
    Raimundo Josc da Silva, criminoso evadido
    da cadeia de S"-, > .....i.w...
    de maio.
    Manoel Jos da Paz. desertor do 10." bata-
    lliao de infantara, cm 8 de junho.
    Luiz de Franca Malueus, para averiguaqOes,
    em 8 de junho.
    Jos l.ourengo e Joaquim Duarte, ambos por
    seren desertores do 2\ batalhao de arti-
    I lia na e os Dretos Loureni-o lenlo, Fran-
    cisco RomSo e Maria da Paixo, estes pa-
    ra averiguacoes em crime de furto, todos
    coa ollicio de 27 de junho.
    Sevenno P-reira Bezerra da Cunha e Fran-
    cisco Joaquim de Barros, para recrutas,
    em 2 de julho.
    l.uiz Nunes da Silva, para recruta, em 12 de
    julho.
    Manoel (iregorio, tambem para recruta, em
    17 >.c julho #
    llemelerio Paz da Silva, para averiguac,es
    em ciime de roubo, em 21 de agosto.
    Manoel Francisco do Mascimento, desertor,
    em 30 de agosto.
    Francisco Jos Comes, para recruta, em 4
    de agosto.
    Anacilo Francisco Antonio, desertor do t0\
    I-a Mii;V). em 9 de selembro ; e o escravo
    Fabo, p&ra averiguacoes, em 22 de se-
    to n.bro
    Florencio Josc de Sant'Anna, para recruta,
    em 2j de aeteathio.___. .^sssBijjaajsjsssj
    ev da Hora, \ja>Doel Tbomz. Jovenete
    ker'is.v^..-i;t,^ > ;, K rranea e
    V^+tiP*0 W}"", *dos pi> averi-
    secretaria da policia de Pernambuco, aos 70
    de julho de 1857 -Subscrevi, eassignei0
    secretario. Rulino Augusto d'Aireida.
    N. I! -No mesmo perodo cima mencio-
    nado, foram tomados pela mesma delegada,
    i cavados, e entregues aos seus legtimos
    possuidores.
    (Continua).
    diario iW y&ctnm^y.r.-.
    As noticias de Macei, de qoe foi portador o va-
    por noso rorrespon lenta, transcripta era oulro lugar.
    ^MlliftMllH^.
    MANOUCU E MADEMOISELLE I.ENORMAM).
    Man iirh era um principe armenio de grande e
    crl-bre limita d<> Mizia. Victima da revoluces
    qoe a^soUrarn 1.1o repelidas vezes o seo ps/, expa-
    Inou-se e eslabeleceu-se, sem recursos, em urna ci-
    dade da Itoumelia, ende se dedicuu ao commercio.
    I'.ni poucos annos l m u--. immensamenle rico.
    Con.par>va-s* a oa lorluna a de Buuker, seu com-
    patriota.
    Meado pela mais estrella amisada cem o pacha
    de Koulschnock, Tersenirki Ogloa, e (om o cele-
    bre uran-visir MusUpha-RairdClar. eguio este ul-
    timo a Consianlin pa, e tomn purle acliva nos
    acontecimenlus polticos que linhan pol lim ving.r
    a morte do excelleme ullflo Sslim III, eslranzula-
    do no serralho por ordem do seu primo Musla-
    phalV.
    leudo morri.lo Bairaclar na sua gloriosa empre-
    za, l'a/.endo sallar o deposito d polvor* imperihI,
    de cuja explosfln fji icllsna, Mannuch, proscripto
    desde enlio. Iraclou de tngir. A sua caber,! foi
    posta a prero. Seguido de seus liis servidores,
    alraves-ou a Turqua, armado completamente, e
    veio refugiar se en Bucharest, onde fez militas
    obras de caridade. Esla cidade deve-lbe a grande
    khan ;especie de hospedara) qje anda boje existe.
    Oto me/.es depois. advenido eerelament por Kos-
    sew, pacha e successor de Teneniki-Uglou em
    Houtschourk, de que seus inimigns lentavam apo-
    derarse da ua pe,S"a, deixuu a Valachia e passou
    .i 1 rsnsylxania.
    Lina aventura trgica assignslou a sua chegada
    a esle paiz. Manouch, de urna coragem e inire-
    pidej extraordinaria, era desse homens para qnem
    o medo he urna palavra va, urna expressu sem
    send io.
    Ilavij apenas cinco minnlos qu" linha chegado
    ao porto da Turre lermellia, e fumava, smlado
    Irauquilamciue sobre urna pedra, esperando que
    Ihe acabasum de vililar as malas, qiisndn orna 1. il-
    la, eviileulemenle dirigida contra elle, Ihe levou o
    cachimbo. Sarprebendido, nai nao SNo-tadi, Ma-
    nooi.ii vae buscar oulro cachimbo, e torna Iranu"-
    lamenle para o inesnm '. ',. ." """'', ."'
    , ., iji..i.i'ju o,i,a segunia baila Ihe bale violenta-
    mente irn punhn de um punhd qoe Ihe sahia da
    dula. Desta vez levanta a cabrea, alim de nsse-
    gurar de onde liuliam partidos os dou< tiros. Vio
    dou-- turros que o linham seguido de busque em
    bo-que, de monte em monte, por espado de oitenta
    leguas. Desespersdos por nAo poderein aleaura 11
    uo Icrrilorio Iransylvano, e por verem que ihes es-
    capara, e que alo podiam por is>o obter a samma
    liroineili.ia a quemo levasse morto oa vivo a Cous-
    tdiilinnpla, lii.liam-so collorado para o malar, sobre
    as alturas, no fundo das quaes se acha a grande tor-
    re rio porte austraco.
    noiehl n.ium-,iu Manooch sem mudar de po-
    aljo: t.etzencnU anonzintch bes gilcl.t Iztnn
    marte.
    ( Estpidos! mostremos-Ibes como se mala um lio-
    mem. 1
    E no repente, pegando em una pequena carabi-
    na d'Alep, rioinenta embutida de prala, que nun-
    ca largava em viagem, eiigalilhou-a e apontou-a
    para os torcos. Um delles cabio ferido morlalmeii-
    te. Emqoaulo ao oulro uno querendo experimen-
    tar a leniivel destreza de Mauoucb, affaslou-se a to-
    da a presas.
    Da Transylvania passoo Manouch a Austria, e da
    An-lrii parti para Fraoea, onde habitou cinco an-
    uos. Ocrupava, em Pars, nm palacio sompliiosa-
    menle rnnbiliado. Alto, bello, bem feito, anda jo-
    ven (linha tunta c sele anuo), de urna iDtelligen-
    cia e eruihrao pouco commum, de um espirito em-
    miueiileiiieiile distincto, soube aclunaiar-se bem
    depresna com os coslun.es francezes, e foi b-m de-
    pressa reputado, segundo se diz. o ma^s elleganle
    Keslriingeiro da poca. Mauoueh fallava doze lin-
    s, passava pelo Brummel ..r.. lum
    BEPARTlCJtO DAFOLtCSa
    Ocr.urrencia do da 26 dp dezembro.
    Foram presos : a ordem do Illm. Sr. Dr.
    chefe de polica, o Portuguez Joio Comes
    Bibeiro, por crime de ferimentos graves
    praticados na pessoa de Manoel FeliX de
    Oliveira e Silva.
    A ordem do subdelegado da rregoezia do
    Recife, Manoel Ribeiro de Frenas, e o pardo
    Antonio Comes Baha,este para averigua
    c,oss policiaes por crime de furto, e aquelle
    por briga.
    A ordem do subdelegado da freguezia de
    S. Jos, Constancio Alves da Silva, para le-
    cruta, eo pardo Jos Custolio, por ser en-
    contrado com una liaiouela e estsr bastan-
    te ebrio.
    A ordem do subdelegado da freguezia da
    Boa-Vista, o pelo Tliom Nicolao, para
    averignaqes policiaes por crime de turto.
    E a ordem do subdelegado da freguezia
    dos Afogados, o pardo Marcelino Ferreira.
    por crime de turto.
    Foram presos : a ordem do subdelegado
    da freguezia do liectl, o marujo fcancel
    Joo Maria l'hual, a reqtiisrao do respecti-
    vo cnsul.
    A ordem do subdelegado da freguozia r/e
    S.Jos, Bellarmiuo de Santa Rila, por ser
    encontrado com unta laca de ponta.
    A orilem lo subdelegado da freguezia dos
    Afogados. Manoel Joaquim Pereira da Sil-
    va, i ara recruta.
    E a ordem do subdelegado da freguezia
    dos Afogados, o cabra Marcolino Hispo da
    silva.
    - 28 -
    Foram presos: a ordem do subdelegado
    da IVeg'ifzia do Recife, o Suisso l.uiz I.an-
    dino, par coireccSo
    K a orden, do subdelegado da l'reguezia
    dos Afogados, o preto escravo Vicente, por 1107 F.ederico Damasceuo.
    crimo ue roubo. j ji F.sctavos fgidos que loram entregues a
    ---------------- seus donos
    KRECl'E/.lA DE JABOATO'.
    DMA ESTATISTICA.
    Serie de ciuadros concernentes a'mesma
    freguezia.
    ConlinuacSo.)
    JUIZtS DE Faz.
    Primeiro districto.
    t Jos Francisco de Souza Lejo .
    '. i JoitO VugUSlQ dr Souza I c,*o.
    .; .1 isc Francisce Pereira da mIva.
    i Dr. Francisco do Reg lanos Brrelo.
    Segundo districto.
    1 Silvestre Dantas Lima,
    2 Manoel i'o onza Le30
    :t Antonio Pereira da Cambra Lima.
    i Jos Mcn es Carneiro da Cunha.
    TabelliSo de notgs c escnvSo dos uizos da
    subdelegada e()e paz Uo primeiro dis-
    tricto.
    i Francisco Martios ferreira dos Sanios.
    A**", crime de' tuVrTeicJO;?
    Cn(Hu>-Alvsjs i!e Cjiveti,., por nrtp. til ca-
    vajlos un oUititsJe lt Co entuba.
    Airtonio*ei,t(rtrnlati'sade mort", em :i
    de novembro.
    Casemiro Alexandre Marinbo, par, recluta,
    em 27 de novembro.
    Manuel Joaquim de larros, por crime de
    desobediecia, em 21 de novembro.
    Autonio liarbosa, para averiguacoes poli-
    ciaes, em 12 de dezembro.
    Manuel de tal, para recruta, cm 27 de ja-
    neiiode 1857.
    Antonio Francisco da Silva, para averigua-
    cuas, em 29 de Janeiro.
    Jos Francisco de souz;, para recruta, cm
    26 de Janeiro.
    alexandre Pereira, por desobediencia, em
    17 de l'evereiro.
    Pedro Jos Rarbosa do i\ascimento e Antonio
    braz do Valle, ambos por insultos, em 94
    de feveieiro.
    Andr Corsino, para recruta, cm 20 de fe-
    vereiro,
    Francisco de Borges c Severino Jos de Tor-
    res, ambos por desordem, em 24 de l'eve-
    reiro.
    Jos Rulino de Souza, Manoel Rulino de -\ni-
    /a, Mi-noel .ioiii|uiin de barros, Juo Fran-
    cisco, Pedro Jos Pereira, e Jos Alexandre
    Muniz, estes- pora currecQo ; Aulomo
    Moieiia de Lima, Lourenco Jusliniaoo de
    Barros e Jofio Muniz, por andarem arma-
    Oos ; Maximiano Jo;c dos Prazeres, por
    insultos e Flix Custolio dos Reis, para
    averiguacoes em crime de furto de caval-
    los, lodos estes cm de ruarlo.
    Luiz Lduaido e Marlinho Jos de Souza, am-
    bos para averiguacoes cm crime tambem
    de furto de cavallos, tambem em V de
    marco.
    OsescravosFaustino e Joo, para averigua-
    coes em crime de fu rio de cavallos, cm *
    de marco.
    Simplicio Jos da Silva, para recruta em 4 de
    ni-irgo.
    Manoel Pereira da Cosa, para recruta, em 10
    de marco.
    Manoel Morcita, [ara recrula, em 28 de
    abril.
    Jos Joaquim de Torres, Thom Jos de San-
    la Anua, por insultos Joilo Jos de Santa
    Anua, AntSo de tal. eJoaquim Wenceslao
    Comes, por briga e ferimeulos leves, to-
    dos em 23 de abril.
    Carolina Maria dos Prazeres e Jos Izidro,
    ambos por briga, em 18 de abril.
    Antonio Carlos Pessoa, por furto de cavallos,
    em (i de abril.
    Manuel Joaquim Pontes, por ser ladrSo de
    cavallos, em 2b de maio.
    Jos Alexandre, para COITeCCSo, e o srravo
    Clemente por fgido, ambos em 30 de
    maio.
    *oe i .mi; C4usa de sua per'a. A
    fyu pedio a ana exlradicc/io. O governo franrez
    Plisou-se a isso, mas Manouch receben do duque
    d Orleans urna caria olliciosa que o couvidava a
    partir.
    No dia em que receben este convite, fui Ma-
    nouch a iiin,i das catas mais da moda, l'm dos seus
    amigos, o coiide de Lorien, liaba-o apresentdo,
    e a doua da casa accolhia-o sempre com manifest
    pretor.
    Nesla noote achava-se all una reoniao muilo
    maior do que de rostume. O jogo eslava eniniado.
    As apostas soccediam se com urna impaciencia fe-
    bril. Manouch jogou como de enstume muito for-
    '* e como de costume ganbou. Tulve eila (elici-
    d"dpr.viesse delle jogar em ligar nenbuma im-
    porlaim4 8l, q0P ()1,I parando com mais largoa-
    sa do qua^enhun oulro, porque a sus crande for-
    i'JinaavH('ua*,u^rigavaa isso. Seja como for. ga-
    AsperdMaojoVgMBdo sa -*, irrilam
    '"'" ,ol"r la iiit'elieidarie. ImpaS^^ de pe,dr s.mpre e
    ,.?.",-" J t, .!""* V( enoime, um rap.
    d'-se ^e ,,.eir.i que fusse
    v*hvH--i' e
    dn-e ltes
    salla, aos
    pelos |
    le a i-, ni mil frauros Depon, fa/endo
    le oilo mil I al ras, enviou-as sem sabir da
    maires de Paris#para leren distribuidos
    bres dos seus respectivo bairros. Mu ,i-
    guida chaman.lo o lenle aparte:
    .i (1 dia comees apparecer, be preciso qoe antes
    de aisjumas horas delta Paria. .NSo e-queci a sali.--
    facilo que me pedia, esloo ns ua orden-.
    Srnhor, replicou vivamenle o lente, ela*a
    bem lungc de pensar que um telv.igrrn, comu lli
    acradou inculcar-se, xicsse dar ama licilo do cava-
    Iheirt-iiio a um doa que prelen-le tar o 00*0 mais
    civibsado do mundo. Cunlesso-me dnliradamenle
    culpado. I'ecu-lhe qoe esqueca a minlia ridirul
    exclamaran; eonceda-nie, eu Ib'., peco, a sua esti-
    ma, e lera sempre em Franca um amigo sincero e
    dedicado.
    Manouch calenden ,i nido ao lenle, duas hu-
    ras depoi entrava para a eaiTUasem, nSo pensando
    lalve que seafaslava de Paris par sempre.
    ludo na vida d'esle riobre corurao, era extraordi-
    nario. No momento en. que ia paisar a barreira
    Sainl-Marliu, leudo urna mullidao de carros inler-
    rompido a marcha d'aquelle qoe ia, deloa a cabera
    fora da porlinlula. l'm carro buruuez achava-se uo
    mesmo embarazo. I ma seiihora vestida com muita
    ellegancia oceupava o ssenlo d'esie Cirro, o esla
    senhiirs, a celebndade do seu seculo, era made-
    III i-i-lie I.--!,, un, mi.
    Ora esta disie comsigo Manouch, o enconlrn
    he extranho ; he neceario ap| ser. II.i cinco anuos que desoja ver e-la celebre
    p> Ibomsa, e nunca, lano us seus saloes da rus 'l'our-
    iiun slo concorridos, se me apresenlou melhor oc-
    csiAo !
    li ii'Clinaudo-se mais fora da pnrtinhola :
    0 Mosnch, disie elle. Mosoch
    Chegou-se um criado de r. iiliiiin.n.
    a V, aquella senhura .'
    Sim meu ssnbor.
    Voi i i-i-iiuiai-,h se quer fa/er-me a honra
    de tres minutos de audiencia no seu carro.
    Mosocb foi, e volloo depressa. A advinha, con-
    sentid.
    . a Perioe-me a minha grande liberdade, senhora,
    di.se-lhe Manouch, assenlando se defronle d'ella ;
    sou eslrangeiro, a 1,1,1 cedo nSo vollarei ao seo paiz.
    lo cedo, com lelo, assim sufeedera, bal-
    buciou mademoiselle Lenormand, que linha pegado
    ina.-liinalineiiie na mAo esqueca do vititaote; e
    que segua liabas n'ella com viva altencao.
    Continu, cnntinije, replicou o Armenio, ven-
    do que ella pareca hesiUr.'.Estimara muo conhe-
    cer minha sorle.
    Pon bem srnhor, nao He pergunlarei se lem
    bastante orca il'alma para lular conlra a m fortu-
    na. ls*o ubervo eu nu seu rosto. Escole-me pois.
    1 '/. cnio ,i biogra|ihia de Manooch desde o da
    em que liaba nascidn al ao momento do seu en-
    contr com ella. Chegando ah :
    Va i em direcrao a Itussia '.'
    Sim. minha senhora.
    A S,lo Prtrr-burgo '.'
    Aiada be verdade.
    U imperador Alexandre ha dt l.i/er-llie um
    acolhimealo muilo Imuioso.
    - Eis o que lie muilo lisonieiro, palavra de
    honra.
    II. de oliererer Ihe servidos, nomea-lo fcld-
    marecial, e coiiderura-lo rom as ordens de Saulo
    Andre e ,ie Sao Wl.dnnir.
    Cada vez melhor.
    guerera caia-lo com urna das mais bellas c
    das man amaveis -rubores da corle.
    Ora esla pois digo-lhe que por mais appeli-
    ' que -eja, re.-u-n logo.
    Hem o ei. llepnis da niorle da onira molher
    que sinceramente amou, jurnu da notase '------
    ioi o meu juramento disse Manooch
    128
    o
    12
    RelsijSo das casas da povoac"'0.
    Casas de caldriretro.
    Ditas com venda.
    2 Dita de ourives.
    2 lillas de tnnoeiro.
    2 Ditas de alfaiste.
    2 l*ll! s de i ador.
    i hila de selleiro.
    3 lulas d> ni"cineiro.
    2 illas I5 Ditas de taina.
    2 Ditas de hotel.
    : Hilas ilo sa: aleiro.
    I Hila de pintor.
    1 Hita luja de l.iztnda.
    2 Uilas de aulas. -1 publica, outra parti-
    cular.
    3 Igrejas 2 em bom estado e 1
    om
    Cesario Fernando Ribciio, para recrula, em
    13 de maio.
    Jos i liemotio, para averiguacoes, em 3 rie
    maio.
    Luiz de Franca Monte i ro, por desobediencia.
    Mano1! da llora, cor se armar conlra a pa-
    tt itllia, Mara da l'.nlia 8 Joanna
    lulos por briga, em 7 de maio.
    Vicente l'erreira do Nascimento, desertor,
    em s de maio.
    rhemotin Jo e Filguelra c Pedro sVIexandri-
    no de Mello, ambos por darem fuRa ao
    desertor Vntonio Francisco, em 2 de
    m'io.
    Thomaz lerreira Salvador,para recruta,em
    2'J de mam.
    Antonio Joaquim da Molla, por suspi ito de
    ser criminoso na Ireguezia do Botillo, em
    3 de maio.
    Izidro Pereira da Rocha, para recruta, cm
    .'! de maio.
    Pedro Antonio, por espancamento, era ". de
    juubo.
    'i escravo M""liuo, do Iir. francisco Car-
    tenenle de ravallan
    ouvnio da socird>de :
    lent"' 'al 5e"hor "U cora oma telicidade insn-
    (.)om he ee lal senhor .' peig*q|0u o ar-
    aaenlo com o rosto afogueaoo.
    Qnem; o senhor mesmo respondeuq l-
    ente.
    Enl.lo, hn de permiltir-mc que Ihe diga, que
    se ach, a minha felicidade insulenle. devo adrni-
    rar-me de que o senhor qaeira ser mal inslenla do
    qu ella.
    Senhor!
    .Nada da barulho. peco-lhe eu. Nao obrigus
    om *elt: nhoras...
    Ha de dar-rne urna lasracto '.'...
    O boa voolade. Mas alesconcHa-me o
    qoe ihe pecoquero provar aos meu pareemos qu?
    e a minha felicidade, he, seguudo o senhor di. |n.
    olente, he aos caprxbos do acaso qne eo a dev. t
    nio como a sua exclamaijo poderla feze-lo suppi i,
    a algoma fraudulencia.
    Ku nao accuse, senhor.
    meu pedido, lem em seu poder urna centena de
    Iones segundo peuso V
    Pouco mai- ou mene.
    Adiiiilie que eu leuha aqu qualro cu cinco
    vers cata qoanlla '.'
    llave ler muito mais.
    Pouco me importa. Junle-sa a esses sei.ho-
    res, arrangem a mesma amma, pegue nss curtas
    por mt'lM e um dn perceiios, .1 na escolha, joga-
    r coulra o stnhvr. Alem disso nao permillu
    que rJem, nrm eu mesmo Ihe darei nenlium con-
    elbo. II i de seguir a -uas inspirarc. Esla Ira-
    lado t
    Io, -eiilmr. respondeu o ofticial no auca da
    sua admiracJo. he <\a tua p,rle oma prova de gran-
    de etinliaaea na miaba Iral.U>, purque eTifim...
    E-la conlianca he natural ; o senhor nao ex-
    pfle, pela sua parle, mais do que s sexta parle da
    miaba parala ; elou persuadido que jogara', como
    se deves-s gaohando realmente, galibar e alo per-
    der, .i tut coiisieucia esta' naso erapenhada.
    Comeca a parilda Jogava-aa eolio o eearlr,
    jogo da moda. (1 tenenle ganhon.
    M-ii- lenhores, exclama Manouch, nnia des-
    forra'.'... n
    Eneela-se srgonda parlida. lis novo parrtir
    vem senter-se defrunle do lenle, que Ihe ganba
    lano como o outru : o jogo vem-lhe com uina fell-
    eidade pasmosa.
    r Estara dispatlo a su-lcnlar um< lercere pro-
    va |ier^imla um dn- jogsdures.
    Po nao rc-piindru Manourli sorriado. O
    senhor li/ ini-|:uando-se dianle do tenenle; esta'
    com uina felicidado de mullo,,, rtipgava a minba
    vez de di7.er n -olate, mas nao quero soflrer nina
    'artista, observaran. Esloo por lodo, meus senllor.s.
    iir-ino a ,j- i'ar a' paz nu dobrado? diz o oMi.
    cial ini-i anuir j roprio -p intl .niara.
    Mesiiiu a paz mi dnbrado. O snior cuida
    Ni i bero dos oieos. inleresses, que feria mal em re-
    cu --'i.
    Esta rc-posta era um srgonda reclamo a (oda a
    galera. Ero en. abrir e lechar deolliot eslava a
    mea caberla de onro.
    n L.la' porque cu roniervo f carias linda .' diz
    n lenle rJ|ritindo-e a Manouch.
    .'.^ora niais do que nunca.
    Uaralharain-sa aa eartt e r. rlarsm-si. He pri-
    meiro lhi.ee o Ifnente tima tres pontos,
    Meas srnln res, acrere ta n'e-le momenlo o
    'i j .nriig'1 de llsiraetar, a vanlagem be loda mi-
    nba. OOerefo ais doua jugadores o liocartm o lu-
    g iri-..
    N^ la, nada Iiz-mii i'- j.igadores
    ' upv, i regia do jogo uppoe-se a isso.
    a casar.
    ,- j
    suspirando.
    Tem dous Ribos, proscenio a sybilla d'esles
    dous lhw). um morrerA joven, o oulro obler
    grandes iionr.s. A -Porta pedir a vossa eslradic-
    eSo, como a pedn, o Franca. O czar recusara,
    llavera ameacas. E-las ameacas ler3o o mesmo re-
    sultado. Compraran om dos vosso servidores...
    Posso saber ji qual d'elles ha de ser ".'
    O mesmo que me veio fallar.
    Mosoeh '.'.. lie in.riosdvel I
    - Itecrbera or.iem de o envenenar, proseguio
    friainenle a p\llionis,i, e...
    Acatie.
    E lia de envenenar-ves disse ella largando a
    man do Armenio.
    Nesla momelo o embaraco do carros acalmo.
    Madeinniselle Lenormand eslava para entrar em Pa-
    rs lis cavallos bauam as palas, e mordiam os frei-
    os impacientes. Nao queren-io drmora-la man.
    Manooch lirou do dedo ora diamante de grande
    prego, e oHereceu-lhe com lodo o cavalheinsmo ;
    ronis coreo ella recu-asse, dizendo qoe o Inste ora-
    cuioqueella linha pronunciado, nao mereca oma
    lt- real munificencia.
    i Nunca se pode mostrar demasiado reconhtei-
    mnto e generosidade, replicou Manooch com o sor-
    no mu labios, para con. aquel les que tris salvan, a
    vida.
    Salvar-lita a vi.'.a : bom o desejava, balbnciou
    -i Idevinha ; ma- desgrac idamente, nem eu nem
    pessoa alsuma seria capaz d'isso ; nAo se pode luc-
    ia: conlra o de'tiuo.
    Juigaisso? Pois bem quanlo lempo me da
    liada de vida ?
    Untis anuo.
    Conserve enlSo don minos ( joia como dc-
    r>.iii-. .i.i.irurm dous anuos e dous mezes eu
    nao vier reclama-lo, guarda-lo-ha como memoria
    minha.
    E inclinandn-se com urna perfeila poltica. Ma-
    nouch subi ,1 sua carruagem e parti.
    Chegando a Kossia, foi recebido pelo imperador
    Com os brajos aberlo, servio junto debe, Ioi Ho-
    rneado feld-m.irechal, e rav.dleiru de todas as or-
    den do imperio. Quizeram casa-lo, mas rerusoo
    ns nllerecimeolos mais seductores. A Porla pedio
    a so mira,iiro... e foi-lhe recusada.
    A Russia culii.-a tu canto e cincoenla anuos a pos-
    se, ja nao diremos da Turqua mleira.masde Cons-
    l.nliiiopla, e quer aleanea-la, separaodo do imperio
    oltomaoo as soss provincias mais imprtame. Ora,
    saben lo q-ie .Manouch era de urna das familia mais
    influentes de Armenia, esperava servir-se d'elle e
    no eo nome para se apoderar d'aquelle rico paiz.
    Comludo om anno drzmlo mezes se linham passa-
    do, e nada annunriava que estlvesse eminente algu-
    ma cals-lrophe. Os inimigos de Minourh pareci-
    im ter renunciado a persegui-lo Emqnanlo a elle,
    loanlo mai se anroximava a poca falal, mais altee,
    lava indillereuca e alegra,
    l.m da. ( era o ultimo do dous annos que Ihe
    linham concedido' eLva a no seu palacio, e |an-
    lava servido pnr Mosoch... Mosnch mais dedicado
    que nonca a eu amo. Sobre a mesa ealava um pra-
    Indesses peixe. do Volga, que -o linham tornado
    celebres des le que um opulento Svbarila, os paga-
    va, no mem do invern, a oHocenios rublo a prca;
    os pescadores eram obrigados a ir. com perign de
    vida, procura-loo a urna grande profundnlade do
    rio debaixo do gelo. .Manooch comerava a comer
    "mi, quando. lenda olbado para ofertado, diz-lbe
    con ar de irllexao :
    < 1-smbra-teMniorh, d'aquella bella senhora qne
    eslava sm carro, e rom quem eu couversei a saluda
    deParla, I., boje justamente dous annos?
    b como M sorh se iuclinava aflirmalivamenle,
    Manouch conlinaou :
    o Fui pedir-lbe queme ltae, o que os bons dos
    irancezes cliamam a brnne aventure. Sabe u que
    ella me predisse ?.. ue morreria enveueuadu, e
    que o envenenador seria. nSo adevinhas '.'
    Mosoch iorn.u-e palhdu e nao respondeu.
    ?la's trmulo, e qoe cara l.lo alterada
    do Czar.
    , acreditara
    ,..n.i"en"0",De e,la q,ie ,e'ias tu, n.lo se tena en-
    tjans,.
    eomna" "n,10ri balliucioo Mo-ich, coja plixsio-
    ".lava lvida,
    .. ..u,.,v i.,, s ,1'-inuio, e que cara lao
    ue Ipiis! proseguio alpgreinenle o favorito
    * verrjads te eu foaaa supersticioso, ai
    posso jorar-lbe...
    II, meu firl servidor. Semelhanle
    .-Ja de miro. Para que lerve ju-lifica-
    '^oo baslanie garanlido da la lid. li-
    'leira ramo le purtasl* boniem a
    ira>.le tilo fcil dar cabo de mim
    nlo ilo .iveea Ma nao foi as-
    ~ l'"n" .,
    idea e>ta' lo."
    res-lei'
    daile; pela
    mea respeilo
    lito, adiaste melhor
    ai,lar a n.iitha barca e lirar-
    de la' ficares lamben..
    :ico
    me dn abxsino cum
    Pe2a n'esla bul-a, mere,
    Pallando as-i.n. Manoulbc",1 1u el'' 'rra.o
    lade de um belie. lie rtj,'" comido quas, me-
    dor etlranba, para : col.cas ti"' ** <" oml>
    ti, ; caimbrat dolor,,.., o imptST* e 'em sen-
    .aavisla sobre Mosoch... Mosoid* TV1"'- '""-
    tei.dia ,ara elle os brac.os suppll!* J^lhos, et-
    icas laces corren, silciiciosameulclgr'v su
    Ol
    c Coorrier de l.ycn.)
    IIOr.lUVEI. DEST|5i;iC40'
    Grandes desgracas c-bam de acontecer
    na Transylvania c na Hungra. Na Transvi-
    va na consumi o logo lio casas ns commu-
    iia de l.augerorl. coro ld8S as ro|,,(.lU,.
    Na Hungra, urna espantosa t^mpestade o
    urna tromba qoe desepu a l3 deste mea so-
    brei a villa de MarialUm.a, lugar de pere-
    grinagem pertode Arad, onde eslavam reS-
    ii.das nesse lia 8 000 pessoas. A co rente
    da villa tomou immediatamenie as ,ro or
    goes ue ora no, todos os arredores foram
    itinundados e grande numeto do ressnas
    morreen, afogadaa. Ainda nSo se sabe qu'i
    ot o numero das victimas, por terem sido
    levadas pela corrent* para o Nasos
    (.a/.nie Nalionale).
    AOS VINHATEIROS.
    Lfr-se no Petit Courrier de Sar-Sur-Seine
    Na vespera das vindimas, e para fazei
    servicoa um grande numero de proprieta-
    rios, apressamo-nos eui Ihe fszer conhecer
    um processo desetberto e esperimenUdo
    por Mr. Antonio Couraon, proprieterio em
    Massey, para conservar o vinho sem o enva-
    stihar nos toneis.
    Este meio bem simples consiste em dei-
    xar o vinhu na cuba, e depois da fermenta-
    cao lancar-lbe por cima urna caada deazei-
    le. Cobrc-se v cuba coro taboas ou pannos
    para qoe o azetie lique ao abrigo da poeira
    Doze ou treze lii-os de azeile bastara para
    urna cuba ordinaria de dous metros de di-
    metro
    Mr. courdon fez em 1847 a experiencia
    com azeile de nabo silvestre; e em 1848
    com azeiledelinhaci. Todas as experien-
    cias deram bom resultado, e nova mezes
    depois quando tirou o vinbo estava este cla-
    ribcado, sem ebeiro eslranuo, e mesmo pre-
    renvel a outros vinbos da mesma novidade
    cnvastlhalos em toneis.
    Para tirar o vinho procede-se do modo se-
    guinte ttra-se por baixo pela torneira da
    cuba ale que o azeite chega quasi ao nivel
    d torneira ; e depois, para se ter o azeile
    sem mistura, recebe-sn o liquido restante
    na cuba em urna vasilha eslreila com um
    registro na base.
    Segundo as experiencias feitas n3o se per-
    de mais de dous litros de azeite na quanti-
    dade que servir para abrigar o vinho do ar.
    O azeile deve ser bem purificado.
    O azeite pode depois servir a todos os
    usos ordinarios. Esle processo dispensa os
    toneis, ou permilte esperar a occasiao em
    que sejam mais baratos.
    (Jornal do Cjmmcrcio )
    M LEGADO POR HORAS.
    Conta o Courrier dos Estados-Unido, que
    foi presente justca civil urna ^uestSo cu-
    riosa. Um certo Mac-Losboj morreu em Pa-
    rs, deixando uo ; u lesiamento um legado
    de 6.000 .)iirs (5:1001000) a urna sua so-
    urifflS res.denle em Dubuque (Lowo). SUc-
    cedeu, porcm, que a legaUn, morreu no
    iTell, "'. Cm 1ue fa|le=era o testador, e
    Ses,H,U.mn,mp rrt8nCa para os herdeiroa
    desie ultimo verificar se a legataria morreu
    depois delle. anda que f0SseSo "m Z7.
    n.ln ",' P0'131 resolver-se. com-
    E022. .aSi l10,,8|tuJes c a dilTerenca do
    tempo enlre Pars e Dubuque.
    (Ecco Popular.'
    ___ 'Da OpiniSo.)
    : I *
    Sobra Londre, 21 a0^,*,,1^
    Pans, 3'JO a 400 ra.'
    or fr.
    Lisboa, 110 por X dev..'.'.:.
    Descont de letlra-, l^a 15 porT'
    por
    OL'KOOn;ashespaiiliolas. .
    Dilas mexicanas......
    Muedas de (^JtOO. .
    de irecti. .
    PRAl'A.PalacOes brasilciros.
    Ditos columnariss.
    Hitos mexicanos .
    ilo.
    ALI'A^DIiCA.
    Kendimenlo do da I a 28. .
    dem do dia 20. .... .
    :iljooo
    30*000
    29(80
    2JS080
    1*b0
    567:89I89>
    11:21U}157
    57'J:102c713
    Volamossahidoi comfazandas
    com gneros
    a Manoel Eufragio Cor-
    DlVERSAS PROVmciAS.
    Kendimeulo do da I a X. '.
    dem dodia 29.......
    Miseiavrl! rita Manooch laemlo'la-rl"''-
    tu e.forro, a Icilirrira [allou eniao verdal?.vl0.l*n
    hoste murrer primeiro do que eu !..
    Meu bom tenlior !...
    Morro !
    Eeola-m por piedide '
    Monslro !.. Iare*-ine sollrer muilo l
    l.iviau lo-se dn bracos no ataaaalM o a'ktarrandn-
    o pelo peacoto, .Manouch eutcrrava-lbe a sua faca
    nu pello al ao rabo.
    Mi -ocb nao succuintiio. poi entreuar-s* a' josti-
    r.i, e ci-ntou ludo quanlo acabamoa de narrar, ra
    niauli.i do me.ino dia em que linha eiivenenado o
    -eu w oero-o noto, reci lera vinle mil roLlnt. O as-
    .a--iiio foi envu-o para as mina.
    Uuaiil'i aos duus lilbos de Manooch, o orculo
    ciiiiaiino-se. O mis velbo, esleve quasi murlu em
    ciiii',qutnria le una terida que recebeu dianle d*
    Varna, naaia felizmenta rosiabcleceu-se. II-* boje
    general, um din mais diililtclot do exercita miso.
    O ouiin.lilbo era camarista do imperador Nicola'o,
    que o eslimava muito. Ambos herdaram as culus-
    .,!i' riquazai i'o t'a pai.
    Manonch linha niia enorme quaulilado de pedra-
    ria, e entre ealal joiat, om ilianianle oe lal Btovsura
    e de urn orienle t.in paro, que brilbava tanto ein
    un, ,;:..,i lo escoro enme qnalqoer loa. Esto dia-
    manta I i ritl-rcriiln pelos lilbos de Manouch ao L--
    aar, e f-/. patle da* iada cuma imperial,
    Aprel .n.io i Clemencia. I "i do-romlioio do
    eaminho de lorm ,i* l.\ii riu o Me-liie ranrn
    Irouxi' no domtnsn ollimo 20 do aolembro para a
    n-i ridado, vmlade Marselha, orna dama mo. coin 17,500 arrobas da
    ira de trintaannos de Idade, tegulda por dnai ** i ^''paraso, bal
    ao mesmo i |hre e por um aoligo criad. .. I '* l?nladaa
    I alraoulli
    "d limelada
    ca dinanaique/j -.Waldemir, da
    Biu'aa^'ajSgrVaUi iuli.cii.0* doicoi *m2n^j*l* ; -*,2O0cCoa
    MELHOR EXEMPLAK LNCONTRADO" MUTILADO"
    ILETGIVEL

    Descarrecam no dia 30 de dezembro.
    Barca iuglezaCrozadorlouja e cerveja.
    Knaue iritfle/lenevievemercadorias.
    Briitne lagteaHunnymedbacalho.
    liruue irn imai.in /.--Itnsk- ubjecloi para a estra-
    da da ferro.
    Bngue laglezAnaa Melhisklaboado.
    Patacho liiIhEipressemereadoriis.
    Barca portugaea Flor de Sumi farinha a
    papel,
    ti, mu porlunuezMonteiro I- ceblas a pipas.
    Brigue liambnrL-uezMancx plvora.
    lirigue -uei-,1 Wiliu-fau'nli de Irigo.
    Barca americanaHamdlo'.ifarinha da trigo.
    Ib i-iie brasileiroValeujefumo e farinha.
    Bogue inglezJanet Petbladolouca e eervei
    MOVIMENTO DA AI.FaNUEGA.
    Volames entrados eom fazerma..... si,
    a com gneros .... 183
    1
    Tolal 309
    ... 136
    . 352
    Tolal 488
    IMPORTACA'O.
    lirigue inglez Runnymede, vindo de Terra
    Nova, consignado a James Crabstre, mam-
    festou o seguntc :
    2500 barricas bacalho ; aos mesmos.
    Bares iugleza ,.im Melbuisb, viuda de
    LouJres, consgnala a James Ryder C,
    manifestou o seguinte:
    50 tonela tas de cavao; ao capitao.
    47SI pecas de mader ; a ordem.
    Vapor nacional Tocantins, procedente dos
    portos do norte, manifestou o seguinle :
    35 rolos salsa ; a B. Francisco de bouza.
    29 ditos lita ; a Marlins 6i Pinto.
    56 ditos dita ; a Lasserre Ttsset freres
    8 ditos dita ; a Joaquim de Almeida Pinto.
    50 saceos farinha ; a Manoel Tavares Cor-
    deiro.
    50 ditos dita ; a Joo da Silva Leite J-
    nior.
    loo ditos dita; a Domingos Alves Ma-
    theus.
    JOo ditos dita ; a Miranda & Campos.
    50 ditos dita ; a Francisco Alves de l'i-
    nbo.
    100ditos dila ; a Manoel Duarte Rodri-
    gues
    I caixa ignora-sc ; a Rostron Rooker.
    I lata dilo ; a Adolf. II. Melles.
    I caixote joias; a Domingos Ferreira
    Main.
    '1 saceos ignora-se ; a Joao M. dos Santos
    Cardoso.
    1 emb.'ulho dito
    rea.
    1 pao ; ao mesmo.
    CONSOLADO CERA I,.
    Kemlimeiito do dli I a 28. .
    dem do dia 29.......

    y
    i
    '
    1
    1
    ' I

    73:759j8I7
    111Jtf29
    75:20ia74(i
    2:7611020
    3I99I3H
    :l:OS1(KS7
    'SPACHOS DB BXPORTACAO PELA *ESA
    {CONSULADO DESTA CIDADE NO'DIA
    .,.1,'ifc. Db/eMBHO I1K 1857.
    rKl'a' i-iia piirtuuue/. Mara Jotes, Fran-
    arnariv Lisboai
    seca A; F* I""1"-"" J>enos, 1. ale A. Fon-
    Costa Oa Mi0*' hi '"'('0' """Ci"-
    de A. l'onr",ll!ue porluaun tncsnlailori, T.
    LisboaBarca '"boa, 20 pipas agurdenle.
    .'no are, as"""'*1 "Amelia, Amurim Irmaos,
    i.i-boa Rir:-i ',*' ,
    de (lliseira f""'" Amella, Manoel Ignacio
    lia.leM. .Mi.u^;rro<"-i"1,l,r-
    versos earregodo. 'h I""1"1-""- -Lima, di-
    r. iMucar, ''" P'Paa cachac, :io barri-
    PorloJlarca portan
    l|iino Fonteea A i' ">a"1* Croa l,ivmaf do
    Ualwa llnjiie porij10*':i" s"cros atracar,
    earragadoret, S00iecoz "'e"'I"u|a. diversos
    -sucdrfriN ditos tiiinma.
    KXPonTAg '"*< *baa,que'^ .Ple,ios,. d,
    """" '--"i.,le. _;,,vjaaacrot
    ucar.
    r



    < "VUORTA DE RENDAS

    DUSt i.ri.r.Xk*,
    i'Mi. m&A > >* uKiiiMa w
    INTERNAS CE-
    -x RAES DE PERNAMBUCO.
    I vio m. ^a _>!). .%y I.-9I9S650
    34:4-20*754
    CONSULADO PROVINCIAL.
    Kaiidimeiiln .o lia 1 a -28. 85:753*971
    Idim do dia 2!....... 2:8)J/27
    88:5665246
    I
    *>
    i-
    >aviu* enl.idn! no dia 211.
    Ifaceiiic portos iiiti-rmertiusl da e 21 hnra!, *
    por aictonal al'erMiiuiiRa, rnmmimtaiite o e.
    -un i.i ler.eiile Joaquina Aive Momia, carga ai-
    Mear.
    !*Aw20 das, brifiue nacional almperatlnr do lira*
    sil,i do 219 tonelada, capullo Leandro F.ue*nio
    de Oliveira, eqopasein 10. carga al ; a Ferreiri
    & Araujo. Veio recebrr ordeui e legue para o
    porto! do .ni.
    Ierra Nnv-;l| diji, barca ineleza Norval.D d,
    15 limpiad, rapilSo T. Stollt, equipasen! 12,
    carga 2.8Ut> borricas com lnr.illi.io ; a Jjhnstoo
    -V Valer & oinpanliia. Perlenca a Greenock.
    .larra Nova32 das, barca ingleza eSnowlon, de
    271 tonelada'!, capilSo Rohiiiion. equipageio IB,
    carga 1,730 hrncas coro bacalho ; a James Cra-
    blrea i\ Companhia. Perleiice a Liverpool. Se-
    smo para o Rio de Janeiro.
    Navioe sabidos no mesmo da.
    ( IiIhi.1i ll i.i lvper,mi;HBrigue ingle Mary Ana,
    capitn I. Eli.-, carga parle da que Irouxe.
    Rio de JaneiroBirca nacional ,iYa\ a, capilla
    * ^. M.moel Jos PreMello, caiga asucar. Pasaageirai,
    "^ Bernar 1i> Martinho. Antonio Joc Ramos ean-
    ciava It.iiinun la. pertenrenle an capllS.
    FalmiiiilhBarca riinamarqueza Preciosa, cap'ifto
    i -. I Kiaar, carga aaaucar.
    RabiaBarca ingleza Ta..... com a mesma car;j
    que troost. Suepeodeu do LaroeirAu.
    m &
    '
    - Secretaria o governo de Pernatnbuco 19
    Je dezembro de 1857.
    S. Exc. oSr. presidente da provincia man-
    da fazer publico, que existein nesta secreta-
    ria, ja infirma Ins. os rcquerimentos das
    pessoas abaixo declaradas, os quaes teem
    deixado de ser retneltidus s secretarias de
    estado por falta de pagamento do respec-
    tivo porte no correio.
    ^>s Rodrigues de Araujo Porto,
    .cunte Umbalino Cavalcanti de Albuquer-
    que (2).
    Joaquim Jos dos Santos Araujo (2).
    A direceo da companhia de vapores a re-
    boque.
    Otogo Jaques da Silva.
    Feliciano Benedicto do Sacramento.
    ' ugusto Pater Cesar.
    . Jsc Jernimo Monleiro.
    Manoel da Rocha Lins.
    Jo3o Baptista do Amaral e Mello.
    Joio Carlos Isli-lier (sentenciado)
    . br. Jos Muniz Cordeiro Gitahy.
    >Capita Francisco Antonio Cvrvalho.
    Dito fiburcio Hilario da Silva lavares.
    Dito Jos Francisco da Silva,
    'cnenie Antonio Vicloi de S Jarreto.
    '1.- lenle Jos de Cerqueira v-ma.
    Tenente Jos Cyriaco Ferreira.
    Dito Antonio Jos Das Nuues (2).
    Aliares Luiz Vicente Vianna.
    Dito Jos Benedicto do Espirito Santo.
    Dito Pedro Marlini e Joaquim Jos Lima de
    aonza.
    ""oito Jos Vieira de Souza Guedes e Antonio
    Jos de Oliveira Sampaio.
    I. cadete I uiz Jos de Souza.
    Dito Feliciano Caliope Honleiro de Mello.
    "i.0 dito Francisco Peraira Peixoto.
    Dito Manuel Jos Gonialves (2).
    I.* Sargenta Francisco Eiuardo enjamin.
    Dito Manoel Saturnino da Cunha.
    Cabo rtieoloro Jos da Silva.
    Dito Joio Francisco dos Prazeres.
    Dito Jos l'i.iy u.ido i! Carvalho.
    Dito l/.idro Jos.
    Dita JoSo Domingues da Cruz.
    Soldado Jos Theodoro de A^edo.
    Dito Francisco Jos dos >**nios.
    Dito Thom do Ejji^10 >ianto-
    Dito Manoel da "ha.
    DitoMarcc>rtT' Evangelista da l'aixao.
    J)itoJ-**Correia Lima.
    i---Tos Bento da Cunta Figueiredo Jnior.
    Secretaira do governo de Pernainbuco 19
    de dezembro de 1857.
    8. Exc. o Sr. prei>idcnte da provincia, etn
    observancia de ordem expedida pelo minia*
    'to dos negocios eslrangeiros, manda fi-
    lar publico nesta provincia o seguate aa-
    .unci, transcripto do Joroal do Coromercio
    >. 323 de 24 de novembro ultimo :
    \Mioisleriu dos negocios estrangeiros.O
    .^oprietorios dos navios Guyana, Doos Ami-
    ^(?Isatit'l. Weii ureiro, Viiginii, Lsperiin-
    ca, FeTTClda t, Somma Viva, jtif-prehenle-
    diir. Improviso ella Miquc' a^Saata (irui,
    ^ovo Mello, Magano. P- lin, Parissioa
    Coocei^ao, e vap**n iliaoe Paquete
    . de Santos, sao rogai. em ou a.a.Ma-
    reen seus procurador. liara de esta-
    j Uo dos negocios eslrs s, dentro do
    ' prazo de 60 di js, para d. alguns escla-
    recimentos relativos aquelk avos. Jos
    Beuto da Cunha Figuenedo ..
    ejercicio d allana Indoalrll, las lanaa pira hor-,
    darphllo > *da para coser bordar, los aaorjuet, s.il
    eomun, salitre, \cs>, piedra de rnniirurrion, I,i1ril-i
    lo, duelas,lfajiaa, palo para arb.'la Inraa, insieras
    sin labrar, y preparadas para c-yi-lru.non mar.li-
    ma, el bronce y acero in lal' .. ruine em calaa- i
    tos ii plancha*, |>lomoen plancliaa o barras, hierru
    en barras ; lingnles, planrliaa llejes, buja lalaf
    oda lorai dr eslAno, cera sin Jalir-r, laico, oblan,
    bejuco par silaa, p| alambre para cercos, carel, al- ,
    quinan, brea, arados y maquinas para la Kricollo-
    ra, y en general toda priniea materia para el uso de ,
    la industria.
    AN. :l. Pagaran un 8 por ciento las lelas de seda
    de loda especie.
    Arl. i. Pagaran nn 15 por riento las manufac-
    turas y tejidos de lana, hito o algodn, l,S|ieles
    eartidas, las obras de metal, tscepln las de oro y
    piala, la ropa hecha y calzado, el papel de todas
    clases, escepto el .1#> imprimir, los in utensilios de ailes, las*drogas y lodos los ilemas ar-
    tculos que no ella a comprendido! en las olrai dispo-
    siciones de esla ley.
    Arl. .">. Pagaran un 21 > por ciento el azcar, ubi-
    co, yerba maie, caf, t, cacao, aceita de oliva, gal
    de mesa y lulo ramo di comestibles en genera).
    Arl. (i. Se escepliian del arliculo anterior el Iran
    que pagara' Ireinla pesos por fanega, la harina que
    pagara' igual suma pur qoiutal, y el maz veinte pe-
    sos por fanega.
    Arl. 7. Pagaran un veinte por ciento los caldos y
    bebidas espirituosas en genersi.
    Arl. 8. El derecho de eslingaie para los efectos
    que no enlrau il depsito sera' de un peso mone-
    da corriente por bullo en proporcin de su peso y
    lamino.
    Arl. '.I. La merma acordada a 'os una, aguar-
    dientes, licores, cerveza en casrns y vinagres, se cal-
    culara' segn el puerto de donde lome el buque la
    caiga, debiendo ser de 10 por ciento de tos puertos
    situados del otro lado de la linea, de seis de tos
    puertos rte este lado, y de tres de cabos adjntro.
    Arl. 10. La merma por rotura en los liqaidos em-
    botellados sera' on cinco por cenlo, cualquiera que
    sea su procedencia.
    CAPITULO II.
    De la salida martima.
    Arl. II. Pasaran un i por cenlo de su valor a'
    la eiporlarir.il los coeros vacuno! y caballares de to-
    da especie, los de mua y de carnero, las pieles en
    general, las garras de cueros vacunos y lanares, la
    carne tasajo y salada, las lenguas saladas, las plumas
    de avestruz, los huesns( ceniza de huesos, a*las \
    chapas de asas, la cerda, la lana sucia y tavaila, el
    aceite animal, el sebo y grasa derralidos y en rama
    y el gaoado vacuno, cavallar, de cerda y lanar en
    pi.
    Arl. 12. Todo producto y artefacto del E'lado,
    que no va espresado en el articulo interior, y en
    general Indos los producios y in-nnl irtur.is de las
    otras Provincias Argentinas, son libres de derechos
    a' so e-i" ;l ':"".
    Arl. 13. Son tambin libre de derecho! el oro y
    la pial sellada v en pasta.
    ' CAPITULO III.
    De la entrada terrestre.
    Arl. 1. Los frutos \ manufacturas de Pro-
    vincias Argentina! son libres de lodo derecho.
    Arl. 15. Se prohibe la introduccin por tierra de
    loda mercadera eslraiiera sujela a' derecho de a-
    duina.
    CAPITULO IV.
    Del depsito y transito.
    Arl. I(i. La aduana admiitra' a' deposito todo ir-
    liculo de comercio que se miroduzea.
    Arl. 17. El depsito se har' a' discrecin del Go-
    bierno en alinarenes del Estado, en almacenes
    particulares, en tierra o a' Hele en el puerto, bajo la
    immediala dependencia de la aduana, no siendo
    respon-abte el Fisco por prdida deterioro de mer-
    caderas en depsito particular, v senil i en este ca-
    so de cuenta del iiilrodaclur los gado* de almatena-
    ia veslingaje.
    A .re. .: .rreapnmLejitoilo caso al Poder Eje-
    cutivo la reglamentacin 4TI ,*-,... ,
    particulares.
    Arl. 19. El trmino por el cual se admitirn ls
    mercaderas a' depsito es li*n|ladd al plazo de dos
    anos, contados les.le la fecha de la entrada del bu-
    que, siendo aquellas de despacho forzosa para con-
    sumo transito, vencido tale liemp>', pudieudo sin
    embargo ren var-se el depsito, previo examen de
    las iiircaiicrias y pag) del almacenage y eslingaje
    devengados.
    Arl. 20. El derecha de almacenaje y eslingaje
    sera' pagado a" la salida de las mercaderas del depo-
    sito y regulara' *egun las bases siguientes :
    i." L* abultos de gneros j ludo articulo do co-
    mercio que no es| compren.lido en las lignlontoo,
    pagaran por al -acenaje \ eslingaje ou octavo por
    cenlo al mes sobre su valor en plata.
    2.' Las pipas de cald'is pagaran cuatro pesos mo-
    neda corrieute al mes por almacenado y ocho posos
    de eslingaje por entra la y salida.
    3.a La yerba, azcar, harina, arroz, tabaco, caf
    y dems articulo de peso pagaran por rada 8 arro-
    bas un peso al mes de almacenaje v dos peo de es-
    lingaje por entrada y salida ; esceplo los minerales
    qucsulo pagarn la cuarta parle de alma enaie.
    4. Todo liquido embotellado pagara' por cada
    doce butellas dos reales al mei de almacenaje, y
    cuatro reales de eslingaje por entrada v salida.
    >-' Loi caoaslns de loza, cascos de cristales, bo-
    coyes y barricas de ferretera pagaran cuatro new.is
    al mes de almacenaje y ocho de eslingaje por eulra-
    di y salida.
    6." Las ollas de fierro pagaran por docena coairo
    reales l mes y un peso a" i.i entrada \ salida.
    7.' La plvora pagara" por qiitniat nn peso al mes
    por almacenaje, y do pesos de eslingaje por entra-
    da y salida en los depsitos especiales.
    8.a El mes empozado de almacenaje debea' consi-
    derarse romo concluido.
    Arl. 21. Las mercad'rias qoe se eslrajsen en
    tramito (ara Inora dtl Estado, quedan exentas del
    -\
    &t$WttkW&
    Companhia de aprendizes luarinhciros
    ' Acbando-se creada nesta provincia, por
    ecreto D. 2u03 de 2 de outubro ultimo,
    a cunipanlna de aprendizes marinbeiros,
    ib as oiesmas condiqOes das do Rio deJa-
    atiro e Bahia, pelo que deve ser formada de
    emires de 10 a 17 annos, convida o inspec-
    tor do arsenal de mannlia as pessoas que
    queiram apresentar seus lilhos, bem como
    prenles na qualidadn de nicos ascendentes
    ou tutores, para a mesma companhia, o fa-
    inos guaiue a' \ !:. morbos ii/fte.
    FELIPE1.I.AVALLOL.
    Mariano Vrela, secretario.
    Setiembre 30 di I857,
    Cumplaee, acsese reciba, e-mmoniqaese a' quie-
    iip. earreiponda, publiquese e osertou en el Kegis-
    lio Olllcial.
    Itubnca de S. E. KIESTIU.
    uaile popular
    i):
    MASCARAS E PHA\TASI\
    EaW4Ca
    l'Al.Al.l.li: l).\ l \ DA l'li.MA.
    Ql IMA-FF.IIIA 3 I DE DE2BMBK0.
    a pedido de varios
    ingresad estarao a
    llavera baile ueste dia,
    amadores, os cartes de
    venda no lugar do costume, no da do diver-
    timento, que deve principiar as 9 horas e
    terminaras '2 da manilla.
    Rtetf*
    ! ttteApfc
    ara
    i
    erem com brevidade. cortos'de immeJia- lauo Pr
    (mente entregar-se-lbes, caso exjam, a
    dererbo de almarenaj y eslingaje por los primeros
    doce meses de- su depsito.
    Arl. -22. El Fisco es esponsable de tos efectos de-
    positados en sus propius almacenes, salvo en caso
    fortuito, inculpable de averij producida por victo
    inherente a' los efectos a' sus embases.
    Arl. 23. La aduana Dermllira' el libre transito de
    las mercaderas y producios, lauto estranjeras como
    de Iss provincias de la Confederacin Arjentina, en
    depsito, por agua y por tierra, para cualquier pini-
    to fuera del Eilado.
    Arl. :'i. 1.a adnana permitir' igualmeule libre
    de derechos el trasbordo de toda mercadera dentro
    del lrimno de sesenta das, contados desde el dia de
    la entrada del Ir.que introductor.
    Arl.95. Lis mereadorias despachadle en trnsito
    terrestre debern llevar precisamente una guia, j
    ios e-i racin- lirmai.Vi una letra abonad! por el du-
    plo del importe de los direrhos a' un trmino pru-
    dencial, la que sera' chancelada en vista de la tor-
    nagua prsenla la dentro de dicho plazo, e en su
    defecto se liara' efectivo el pago de la letra a' su
    vencimeiito.
    L misma oblizarnn tendrn los esiraclnres de
    ni- ios lerun de depsito, de uo punto a' olro del Es-
    0 pitlhaliole Lindo Paquete, capito
    Jos l'inio Nunes, vai seguir uestes das,
    podeainda reoeber algum carga : pora
    tratar no escriptono dos consignatarios
    Almeida Gomes, Alves ; C. na ra do
    Cruz n. 27.
    Para Lisboa sabe com brvidailp, ten-
    do pBrle da carga urompt, a barca portu-
    guesa Mari Josc, capito Jos. Ferreira l.es-
    sa : para o resto e passageiros, trata-se com
    os seus consignatarios Francisco Scvcriano
    RabelloiV Fila i, ou com o capitdo na prara
    <-o comntercio.
    Cear e Aca-
    pac
    Segu com brevidade o palhabote Sobra-
    *!gS^Clipitgo Francisco Jos di Silva Ralis,
    da C M a^ua .la i:^\{^\%C,VSJ>v
    Paca Lisboa pretende' carrogar c sabir
    com brevidade abarca brasil.'ira amolla, na
    qual lie caj;iiao Jtfronymo Jos M. rlius, por
    ler parto do seu ciriegamenlo engajado
    quem na mesma quizer carregar, pdio coo-
    venciouar com Anionm Iroiaos, ra da Cruz
    n. 3.
    - Para o Porto, segu em poucosdias,
    por ler prompla a manir part* oe Ba carga
    o veleiro patacho poitugue/ Duque! do Por-
    to, para u reato da carga e passageiros, para
    o que tetn escelleote commodos : trata-se
    cotnseu coiuigoalario Domingos Alves Ma-
    theus, na ra do Apollo n. 23.
    Para Lisboa.
    Segu -em poucos dias o veleiro brigue
    portugus Peninsular, por ter j>attede
    sen c.iire;ainento prompto, quem no
    mesmo quizer carregar ou ir de passa-
    gempara o que tena excedentes comino-
    dos trata-se com os consignatarios Novaet
    \ G. na ra do Trapiche n. 34.
    eir o Araca
    pelo Assu', o hiate Novo Anglica, mostr
    lose .loaiiuim Alves da .silva, sabe imprete-
    r vel mente no dia 8 do Janeiro f jturo, para o
    qua ja tam a maior parte de seu carrega
    inoiilo prompto ; tul til aluda quiz:r carr--
    garou ir de pas-agem, dirija-so- a Prente
    Vianna, na ra da Caduia n. 57.
    Para Lisboa, o hrigue portuguez Re-
    solvido esla apto para seguir com muita
    brevidade, ^or trr a maior parle do seu car-
    regamenlo run 'ihi- : quem quizer apro-
    veilar-sc da praga que anda resta, e das
    boas con Jices que o navio orferece, relati-
    vas a sua rouslruccao e marcha, dirija-sea
    ra a Cadeia do Recife n. 12, escripturio de
    altar & Oltv.ira.
    sagoiros. enrommenilase dioheiro a frete,
    trata-se na agencia ra do Trapiche n. 4U.
    O paquele Oyapoek, romina'ndante o pri-
    meiro l"ii inte A (".. de Unto, e.-para-s.j dos
    portes do norte em srsuimento para os do
    sul, ale 7 de Janeiro Para carga, pansagei-
    ros. enoni-nen'as e dtnlieiro a frele tra-
    ta-se na agencia ra do Traoiche n,40.
    PARA l RIO
    *
    *
    r
    DE
    . vgui' Com muita b ovidade o veleiro tin-
    gue nacional Tres Amigos, de primeira mar-
    cha, tem prompto doiis tercos de seu carre-
    gamenlo ; para o resto, escravos a frete e
    passagelros, para os quaes tem excllenl-!s
    cjinmodos, trata-se com o seu consignatario
    anlonto l.uiz do Oliveira Azevedo, na ra
    da Cruz n. 1.
    /^ara a Bahia
    A veleira e bem condecida sumaca nacio-
    nal lortencia, pretende seguir com muita
    brevidade ; tem a bordo dous tercos de seu
    carregamsnto; para o resto traia-se como
    seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
    Azevedo, ra da Cruz n. I.
    Sttoe.?*
    Leilo
    (Cuarta-feira 30 do cor-
    re ni e.
    0 agente Pestaa far lellfio qiarta-feia
    '0 do correte, pelas 10 horas da manhSa,
    por coma de quem pertencer, a porta do
    armazem do Sr. Aunes, del'ronje da all'an-
    dega, dos gneros seguintes cotn toque de
    varia
    10 caixas grandes com cha da India.
    7 ditas pequeas dito dito.
    'JO barricas com bolachtnha ingleza.
    LEILAO
    Ouinta feira 51 do cor-
    rente.
    Dos salvados do palhabote Eduviget, nau-
    fragado as caberas da harta da
    Granja.
    PELO AGENTE
    Ven le-se feij3o preto c rajado, a prerjo
    coto modo : ti i arnia/ctn le Fernn Jes 0. I i-
    Ibus, ra da Cadeia do Recife n 63.
    - A pess ia que em a noite de Natal, na
    igreja do Canuo iirocuraulo utna escoleta
    qac perlera, achou um allinrte de Otiro,
    querendo restiiui-lo a sua dona, teith a
    bondade de dirigir-se a ra do Caldeireiro
    n 5V, on le se-lbe dar os signaos do alfioe-
    le, aprsenlando se-lhe outras pegas del
    que fazia parte, ou tenha a bondade de an-
    nunciarsua murada para ser procurada.
    Fugio hontem 2- de de/embro, do
    silio da Trempe, sobrado i,, i, o preto Joio,
    de nacao Angola, idade2-2 anuos, levoii cai-
    ga e jaqueta de chita prela o riscos bran-
    cos, tem barba por baixo ilo queixo cres-
    cila e aparada do fresco, cosluma embria-
    gar-se milito at cahir: roga-se a todas as
    oessoas da polica, que o viretn, o appre-
    henJam, levem-no aorefeiilo silio, que se
    llies recompensara genarosamenie. Recife
    "2(1 de dezembro de 1857.
    Vende-se urna parda, que cose, en-
    ouima, coziuba, faz labyrintno : para ver
    e tratar, na ra da Uniao, casa aonJe esteve
    a lyiiiigraohia do me>aio niitnc
    Fugio na dia 27 do corrent mez, do
    eogennn lipipir de cima, urna oscrava de
    tiome Damasia, representa ler 30 anuos de
    idade, altura e corpo regular, barriguda,
    pes carnudos, tem muito pono cabello, e
    a esla gran Je ; na oabeca tem bastante mar-
    cas Oe feridas, e se distingue mui bem
    urna das marcas do um lado buscando a fon-
    te, e he mouca ; saino de vestido de cassa
    branca, e chales de chita azul, levando urna
    trouxa de roupa na caneca : julga-se andar
    pela cilaie do Recife : roga-se pois,as auto-
    ridades policiaes, e a qum a apprehender
    de entregar no collegio de Santo An Ir, na
    ra do Hospicio, que ser generosamente
    gratificado.
    --- l'recisa-se alugar urna ama que saiba
    eozinhar o diario de urna casa, e esta casa
    de muito pouca familia : a pessoa que se
    julgar habilita Ja, dirija-se a ra das Cruzes
    n. 39, primeiro andar ; pois'aJvertose que
    se paga bem.
    - Aluga-se urna boa casi na rjovoacSo de
    ISeberihe na ra lo Bru:n n. 1t.
    -- Precisa-se de um cixeiro, que calen-
    da de bilhar : ti*
    O agente Pestaa far leilito, quinta feira
    31 do crrente, pelas 11 horas oa manhaa,
    a porta do armazem da comoaohia Pernam-
    bucana. dos salvados do palhabote Kduviges,
    constando de
    Velas, cabos, agulha de marear, correntes,
    cadernaes, nxarcias, arcos grandes'e pe-
    queos, noitOes, macaco, roila.e caima de
    !^-JiC. ferrae-ns grossas e minias, e mui-
    relho de n^vio, os quaes desde ja se a-
    chain pa(i>iite.s no lugar cima indicado.
    I.eihio de algodilozinho.
    O agente Borja. por conta e risco de quem
    perieiioer.larlcilriode lli* pecas de algodSo-
    zinho, cotn pequeo toqne deavaria ; e bem
    assim -uas caixas com ricos calungas e
    rois brinquelos de chsnr-a, do diversas
    qualidades : quarta .eir no ilo correte, as
    II) horas ra do Collegio n 15.
    *A**os
    RDA E3 6DEIMADI
    i y
    r f%
    Grande e novo
    sortimeoto de fazendasde
    todas as qualidades, viu-
    das pelos ultitDOS navios
    da Europa.
    WO&ifb rVts

    TatilicicSo de 1009 oor cada um, autorisada
    4o decreto n. 1591 de 14 de abril de 1855.
    CAPITULO V.
    De la manera Arl. 2 sendo que a apresentacSo dos mencionaiios io' v ""'caderiai ile Impurlacioo iot>ra ios vilorai
    * ei, S...n,ll.. ... I... ____,..-, J.........i .
    em segundo lugir deve preceder a compe-
    tente lictuca do juizc dus urphos.
    at lnspec(;o do arsenal dis msrinha de Pe''
    Bambuco em 'J6 de dezembro de 1857. 0
    ispecior, Eliziario Antonio dos Santos.
    FCOMPAiNHlA DE SEGUROS MARTIMOS E
    TERRESTKES.
    DO
    IMP HIO DO BRASIL.
    Bstabelecida no Kiu de Janeiro.
    * PITAL 16.000.000:000
    Agei cia ra da Cruz n. 15, eseriptoiioda
    viuva Amoriin o; Fillio.
    Aos Sis. negociantes, proprietariot de
    casas etc., etc., se olf'erece na agencia da
    dita companhia nesta cidade, a realisacao
    i% seguros por premios e rjoodiccoef mui-
    to mdicas e razoaveis. Na mesma agen-
    cia l uiuliem se efictuam seguros tanto
    para o norte como para osul do imperio,
    :ios vapores costeiros e vasos devela. A
    oinpanliia garante a prompta indemni*
    lacao da importancia de (lualipier si-
    nistros.
    i A companhia (xa decavaliari.a preci-
    sa contratar para o fornecimento da cava-
    ^(frdia da mesma, capim, milho, mel c farelo,
    ludo de primeira quali lade, e receber as
    proposlas cm carta fechada, na secret;ria da
    mesma, nu dia 31 as II horas. #.
    CO.NM LADO DE BLENOS-AVRES. "
    Por or iem do governo, fai-se publico o se-
    Cninte :
    l,Y.\ DE ADUANA PARA EL AO OE 185S.
    EL PRBSIDENTE DEL SENADO.
    liuenns-\\rcs. selii-mbre -2H de |S",
    Al Portee Ejecutivo del K-lad
    Folhini s de
    alinanak.
    Acliam-se a venda na (vraria ns. e 8
    da piarla da Independencia as (olhinhai
    comoalmanab administrativo, mercan-
    til e industrial para o .mito de 18."iS a
    liiOrs. cada uma.Tndo o [itero do tra-
    balhotypograpbico subido mais de t'
    por cento do que se pagara no amo
    passado, nao loi possivel ao editor on-
    ?I su- o ni eco antigo como desej.va e
    mesinoo accrescimo nao esla' emreU^au
    ao (iicro que elle paga aos openos.
    Na piara da Indepe-nr^neia, liv.a-
    ria n" (i e S, precisa-se ?1ar an Sr -lose
    Cypriano Antones, rrri mofou para as
    ras do lado da Peo*- e se igacra onde
    se ocha.
    Oapei'erreOfypo.
    ISoaterr',a "'-Vista n.*4, terceiro an-
    BiiSPHAL PlIKTDGUEZ
    DE
    33a^i3^a'd2^
    Por ordem do illm. -r. presidente interi-
    no conoca-sea assetnblca nral dos senbo-
    res accionistas, para a sessao orumaria no
    domingo, 3 de, Janeiro futuro, as 10 horas ti*,
    mantilla, no sal.lo do Hospital.
    Real Hospital Portuguez de. Beneficencia
    28 de dezembro de 1857. O secretaiio iu-
    ter i no. Jos Joaquim da Cesta Maia.
    Deposito
    cera ae carnauba e veUs.
    s-bo refina i o e em ruma.
    Fio do algodiio da lahia.
    Sola e pelles de cabra.
    Comma do Aracaty.
    arriscom breu.
    ^o largo da Assemblca confronte a porta
    da insueegao n. O.aonde se vendo uor meos
    prerjo que em oulra qualquer parte.
    Avs Sn. esludan tes.
    ^3 ra Direita n. 83, vende-se a selecta
    ingleza, o >. tomo do diccionario inglez.
    Historia do Brasil por Salvador, Konier trai-
    te des prn-uves, varias tradceles de Cicero.
    e o verso da select iogleza.
    Aviso ;io eoiom^reio
    Os abaixo assignados avisam a tolas as
    casas de sois freguezias, que no dia 3 do
    prximo mez de Janeiro nao trabalham.
    Jos Antonio de Araujo, Manoel Custodio
    Peixoto Soares, II. de N. J. J Guedes, Ma-
    noel j is Dantas.
    Wm. H. Stewar), sua senbori e um
    limo, Wm. Doorc sua seabora, Jobn llrews-
    t-r, AlfreJo Guptborpe, todos da estrada de
    Ierro, vilo para Inglaterra.
    companhia
    Novilla le He I'arii, fazenda di eda com ra-
    runiem e i-lia roatisirta para vesli.los de
    enliora,mullo proprio pan a ular.lo, co-
    ya 10 ......... .
    Belleza de Benuala, fazenda toda de e la
    iranspareule toiu liilrai malirada ,
    propna pira bailes, covado.....
    Caoibraii a itda de Beugala com lislras ma-
    uladas, covado .........
    I'aresi de seda com quadros e lislras asseli-
    uailas, covado .........
    Grosdenaples preto e de core!, muilo su-
    perior, covado .........
    Dilo dito de dito rouilo largo, proprio para
    firros de obras, covado......
    Sodas de quadrinho, covado.....
    Folhoi de seda asselinailo......
    .Miiuliiia branca e de cures, covado. .
    Cusas frauceas de core lixas, cuvado. .
    Cintas francesas, o covado......
    Velbuliua de cores, covado......
    Mantas de lilond prelas e bramas, proprias
    pura r.is mieiilu, covado......
    I'aiuio lino preto e de cures, para lodoi os
    prerjos............
    Chapeos de pallinlia, torrados, proprios pa-
    ra a Mlsffo..........
    Chales de seda de cores, supniores .
    Ditos de merino bordados a velludo .
    Hilos de Hilo de dilo a seda......
    Ditos de dilo bordados em 2 pona. .
    Diloa de dilo enm lislra de seda ....
    Ditos de dito lisos com ir lujas de leda .
    Ditos de dilo com franjas de laa ....
    Ditos de laa adamascados, prelos e de cures.
    Grvalas de leda com puntas compridis i
    regencia...........
    Ditas de dili com ditas a principe de Cal-
    le .............
    Ditas de ditas a' americana......
    Cortea ,ic collcte de velludo de nnvos
    padrts ... s .......
    Dito de selini branco bordados, proprms
    para casamento.........
    Hilo, de jurguro de seda de iiovos pa-
    drn ... r
    Dito decalca de w/,nil'a ,, {oA't, alli
    hdades.......
    Chapeos de sol de serta inperlnre ) \
    Chapeta de rnassa francfzes
    Leu.os de rambraia bordadas, Tinos, para
    mo.............
    Lusas de seda de lodas as qaalidadci, para
    liomeni, seuhorai e maninas.....
    Cenes de vestido de seda de crese brancos
    u S'ek'm o mais superior e moderno que
    iia no mercada........
    l'alilos de irgaulina de cores escaras .
    Ditos alpaca de de cores fina.....
    Ditos de dita prela........
    Dilus de fustn asa*Uada.....,
    Ditos de !aii|{a de cores......
    Ditos de bnm rte quadrinhoi.....
    Ditos rte bnm pardo lino......
    Ditos de brelanha de linbo branetn. .
    Con.lulasde alpaea prela e rta cores. .
    Ba frente do becco da Coiisresecflo,
    loja de ferragens, a sesunda de fizenda
    IfiOO
    isioo
    i;ooo
    2s000
    i ilion
    sao
    950
    320
    JJliO
    C2S0
    800
    saoo
    17>000
    '.l.;00(l
    1^XHJ
    7.^KK)
    sOOO
    3C00
    ICOOO
    IOjOOO
    3
    39000
    S
    T--,tl(l
    "8500
    IjOOO
    Jiano,
    Em casa de J. Praeger & C-.rua da
    V1"/. n, 11, lia para vendrr um piano de~'
    "'I"" uno modelo e de boa construecrj,
    obra de afamado fabricante Erard'de
    Pars. -
    Eugne Cliquot
    a lieiins
    participa ao publico que o nico deposito
    Jo seo bem conliecido vinho de Cham-
    pagne em Pernambuco se acha em casa
    dos Sis. J. Praeger & C,
    hm casa de Henry lirunn V C. ra
    da Cruz n. 10 vende-se :
    Cemento romano.
    Cognac em caixas de 1 duzia.
    Cadeiras de vime.
    Um grande soi timentode tocadois.
    Retratos a oleo para sala de jantai.
    Esnellio com moldura.
    Pianos dos melhores fabricados em Ham-
    InirRo. *
    Na roa Nova n. 18, loja de Id- A. Caj
    & C, ha um grande sortimeuto de obras fei-
    tas de alfaiate, de todas as cores e qualida-
    des, as mais bem acabadas que se podem
    encontrar neste genero, casaveqoes e mon-
    tarlas promptas para as senhoras que mou-
    tam a cavallo, um grande sortimento de dif-
    l'ercntes fazendas para vender-se e faier
    qualquer obra de encommeoda ; o prece
    str um s para todcs.
    Charutos.
    S. Praeger, ra da Cruz n. 11 tem
    continuadamente um escolbido sortimen-
    to de charuto* da llavana, e das mais fi-
    nas qualidades da Babia.
    Seguro contra
    00
    jOll
    4 0000
    58000
    i-iOO
    acouo
    iss-ioo
    .9500
    .JIIIOO
    passaudo
    n. 40.
    REMEDIO 1MCO.M PARA VEL.
    fogo.
    dar, cor'''u*"se a l'"r retratos pelo svste-
    ma .v .t?-anier,Mno- A perleiQSo dos re'tra-
    .hidos deste cstabelecimento he assas
    COJUI*
    en depsito ; \ en los prodiictia de e-porlarion. so-
    bre sus valore, en plaza al tiempo de su depacho,
    embarque, con escepcion de aqoe||.,s que pur so na-
    lualeza puedan ser clas'ilkidug previamenl coyol
    derechos se calcularan pur una tarifa de avalos rut-
    ina la baj'i la misms baso de precios.
    Arl. 27. La desisnaciuu de las mercaderas \ ."
    doctos que hayan de incluir* en la tarif* J* Ia*
    balda el ai tirulo anterior y sus avalos s"" fijados
    cada sen mezes, por nna'eominision compuesta di
    lascoatro vistas de aduana y cinco comuierciantes
    n.itnli'adoi por el Trihuna' 'i Commercio ; esa |a-
    rifa sera' presentida i la aprobscion del l'oder Eja-
    culivo.
    Arl. 28. Siempre qoe una manufactura s roiapo-
    siese de dos 11 mas materias qoe tensan rtotlgMaoO1
    por esta le) diferentes derechjs, se cobrara' el que
    corresponda a* la que debe pagar mayor derecho.
    Art. 2!). Los vistas sern acompalos rte veedo-/
    res para el aforo de los artculos para consamo
    produelo, de esporlacion. .
    Arle 30 Los veedores serin nnmbraloa n cjfl,.
    siou por el gobierno, qoedando autorisartn -'.,t,,,,
    terminar su numero \ duracin em el 1
    de su camo. depa
    Arl. .11. Las merca lorias qoe 'P pon/l da, sio
    ello, sern afralas deliuiUvameiileyat-jun alsun
    admitirse luego a' isla respecto
    por parle de los interesado". j/rminto que re-
    Las que resoltasen averiadas^/o para conocer su
    quinen n venta em remate *"d, eblendo am-
    "^vilor, sern despacliadas i*nta ite venia del re-
    glirse ste la vi-la decesenlsda denlro del ler-
    malad.ir pblico, que rio el cual. I vista, de a-
    inino de nula diave loa inspeccion, pralicai
    cu'idi con el veettii sanas.
    so afjr> como s/'ue rtifeiencii enlre el villa vee-
    Hn. 32. E/'|l"''! 'I iforo de alguna mercade-
    rlor mlered'a's no loelqldo en la tarifa de ave-
    ria o fruyriera' su de hala allanar |a ilifi.
    Iiii" sryef pudieudo avenirse lenlra' la Aduana el
    ciiIIhjT r'"lra laminen ser nblieurta a'quedirs*
    liculo por el avalo que le quiso asignar;
    rl, 33. Lo tnaniflesloi debarn tiasar-e prrrisa-
    e a' la C na lona rtrulra de lis cuarenta \ ocho
    nuil de concluido su deipicho fuma os por el vista
    de *a.,iK tts inglezes
    si vapor.
    l o lim do aiinc espera-se da Kuropa
    jm'diis vapores d".-ta companhia, o qual de-
    pois da demora <'" COStome, seguir para o
    iio de Janeiro locando na Bahia e para pas-
    sageirosetc t ala-sc com os agentes Alam-
    son HowieiSC. rf' do Trapiche .Novo nu-
    mero 42.
    ahecida do publico desta capital.
    A VISO.
    Oesappareceu da ra da Aurora urna pre-
    la de oome Jiiaq ,na, crioula. de Idade 0
    annos, pouco mais ou m>nos, fula, alia
    nwgra ten, fa|la de iguns denles frente
    no andar he a iressada, pes grandes, betcos
    Sfossos, muito hdina e viva, supjOo-se a-
    char-se refugiad, nesta cidade. ou no bair-
    ro ele v. Jos ou em FAra de portas : ro-
    seasauto 1 laiies policiaes e aos capitSes
    lecampo queaappreh n latn e levem casa
    doEsm. Sr. BarSo da Boa-VUU
    generosamente gralilicados.
    -- Vende-se um balea" novo, sendo
    louro : na ra da Cadeia de San
    n. 14. tab.rn
    Brasileira
    c paquetes
    va por ?
    que sero
    de
    Antonio
    COMPANHIA
    Per nambu enra.
    O vapor nacional Iguarasstt, rapitSo An-
    tonio M ve.ra Mactel Jnior, sahira para os
    portas do norte de sua escala, no dia ,1o
    prximo mez de Janeiro as 6 horas da tarde
    principiar a reoeber carga ,10 ,l,a 30 do
    correle para os porto* da Granja e Acara-
    cu e no da 31 ,,ara os {do Ceara fl Aracalv,
    nos das 2 e 3 de Janeiro prximo vin-
    dooroparaasdo4sftfRio Grande do Mor-
    tcct'arah.ba. A carga ser depositada
    armazem da omoana e
    Aftencao.
    Vendem-se linguas *.lo Rio Grande, etn
    salinoura. grandes e muito Irescies, or
    Braco commoilo ; na uberna da ra dos
    Martyrios n. :it;
    - Vendero-se 9a jangadas de 6 palmos do
    grossura ; para ver. em Pora de I'orl.s. do
    lado da maregrante, passaolo .. arenal.
    a tratar, na ra doAmorim n. 3.!, seeunlo
    andar. b
    ei JC'Se ,"n:, porto "'""iras des.
    concerUd.s, a maior parte bastante novas :
    na ra do brum. passaudo o clufari
    metra casa.
    Vidros para
    drac
    a prt-
    VI-
    I ~'
    A
    El iofruerlpla liene el hom r de Iransrnbir a/ -
    E. a' los efecto* que la constitucin previene. \r-
    que lia tenido ilacin definitiva en esta ('/
    en Mitn d" 2 del corriente : Es-
    El S-uarto y Cntara di Kepresentanles 'e-
    Mdo de Baenos-Vires, reun lo, en \a-;'> la
    rteral, han ancioiia.1i, r l(|ur v f,ler-* S,
    i;ui-nte : ley de A luana para e"l iv "
    CAI'III '--' '
    On \* ,ie..,ia manl'ma. ,irn'-r-
    Arl. 1, S>n libres de Ini i d-rechi .,, pe Ir*
    011 el oro y la pial -rilada en pa-,1 x ,| pipeil
    rreciosi suelta', lal imprenta, su* ij ||io|r*liS, f
    de uso e,clu-1e de imprimir, las pr<, p,rI rrii,
    os.tilir. |i ; o os impresos, lo* Jf frsela, b'-na.
    fs planlis de toda esp-rie, las f(,pi par, corral,
    rliiin de Ifna. iilem'de piei1ra^ima, provincias1
    -al y I" las las producciones^K
    rgenlina*. ^nln tw ,^<" *' orn ?
    AH.S.Paa^5TC{Qori
    1 011 |iiedras pre-
    I plata latirada r- **j""d'-'wd I.orladas de oro y
    osas ni Hlaywsw. col| abo ,or.
    veedores.
    Arl. 34. Los cnmerrianles aceptarn letras pana-
    deras a' 1 111/.-s precisos. ., pasara de mil pesos
    al importe del derecho : el que no pasare de eila
    suma era' laliafecho al conlido,
    An. 35. A niii2uii deador do plazo eomplido se
    le admillira' ('despacho en las offeinos de Adoam
    ronce (endsele sin ambarga tres das de trmino!
    1 tpun d,pa*ad el.ivi.-o para efedoar el paso de
    loa erP'ho' quo liqoi lera al contada.
    Arl. :il>. Se aulorlu ai Poder Ejerotivo, para que
    piieila permitir la libre inlrndoceion de semilla, -
    loadas a' la aoricullara j a si mismo de aquellos
    (culos, que, a'so juicio," considere esclasivamen-
    i'de.tni.i 1 ,s al rallo divino \ sean pedid. por co-
    raencaraa ios de laa Iglesia, ,, maiordomoi de co-
    fa)., |s instrumentos ii 1......n,. ,,ra i, ne_
    na tai mqomaa para la pli.....cien denuevifa.
    "'""Ins i l mneble > herramienlai da
    ,1 auef V y 'sr'"" dc'11""1''- eKloiivamentaa'
    |i|ecinienlo.
    Art'!" i-""1 '^ **' |,*ida tadi m.
    1 '-lo Comuiiiqueje al l'oder Ejwuiivo.
    10
    - -evera vir acom-
    pannsda dos competentes despachos o
    nheetmentos, o com os rolu"
    tivuspintos, do contrario
    algum, os conbecimeotos
    sssignados no dm i. o
    CIJ-
    OS dos respec-
    no lera destino
    Sero entregues
    ex;iedienle da se-
    rcncia so Fechara no dia 5 ao meio dia.


    lureca as
    na
    eondicies
    --s.a-. .- ...,-,

    COa
    33rnsileirj
    [)anhi
    de paquetes
    'por
    Espera-se dos portos do sul ale i ou > de
    Janeiro um dos vapores desta companhia, o
    qual depois da demora do costume
    para os portos do norte. Para
    seguir
    carga, pas-
    Vendem-se caixas com vidros de todos os
    lamanhos ; na ra da Cadeia do llecife, loja
    Compra-seorna carteira de duas ban-
    cas e de i,ma s face, em boni us .- a tratar
    na ra da cadeia do Recife, luja n. 6.
    Precisa-se de u i f irneiro : na ra e-
    treili do Rosario n. 13. Paga-se bom orde-
    nad.
    Na roa das Larangeiras n. 18 preci-
    sa-se tratar 2 cixeiros para nm estabelcci-
    mento de molha los nesta ci lado, sendo om
    qoe telina ratica para lomar cotila por ba-
    mnco.e da se bom ordenado on iotiresse
    casa, mu ve/, que offi
    precisas.
    Aluga-se o segundo andar do sobra 'o
    da ra do Pilar n. 1i( ; a tratar no primei-
    ro an larda mesma casa.
    l'recisa-se de urna ama de leite : no
    puteo Uo IVrco n lii, segn lo andar
    Precisa-se d u:n c.tisetro
    pralica de e igdnho, que
    con-ecimenio de sua pessoa: no eogenbo
    novo de Muribeca,
    -- l'n-i.i vp.-pera do festa umerioulode
    nome Harcohoo, perteocente ao abaixo as-
    signado, e com os signaes seguintes :
    16 a 18 annus, s.-iu barba,
    pouca aliura, escrolos eres
    leque f-ii i scravo da s-a i
    radora na Soledades e foi coziobei
    de pasto, denominada CovadaOnca: q
    pois o levar a seu senbor, ser '
    pensado. Recife 2! de
    laudio Dubeux.

    cima
    que tenha
    seja solleiro h dii
    l'ela curta demora dos paquetes neste por-
    to, 12 horas sem xcepc.lo dos domingos ou
    das Santos, em virtude do novo contrato
    com o governo imperial, devendo por isso
    o expediente ser teito cora a maior celeriia-
    de possivel. em altanero aos nlercssesda
    companhia e dos particulares : o agente da
    como 'libia faz publico, para chegar ao co-
    nhecimento das pessoas que. pretenlerea
    embarcarnos vapores, as seguintes disposi-
    coes tendentes a obter-se a dovida legulari-
    dade do excediente.
    Os paqoetes sero anuunciados para o dia
    prova/el da sua chegada a este porto.
    Os volumesde carga serao engajados con-
    dtcionalmente atea vespera do dia annun-
    ciadopara as chegadas dos vapo es, e rece-
    bi las serao todas as encommendas, conde-
    cidas por fi ticlase doces encaixotados, e ou-
    trns objectos de pequea eutidade.
    -No da da chegada do paquete lodos os
    objetos tanto de carga como de encom-
    mcnJds serAo levados a bordo pelos remel
    tenles ou seus propo.tos. acompanhados de
    ordem porescripto do agente.
    Com os escravos que s3o remeiti loe
    cousignac.ao. seguir-sc-hi o mesmo
    declarado quaolo ao sou embarque.
    Os ditih nr.is a fn-le serao recebidos anles
    ou no proprio dia da chegada do vapor at
    a hora do expediente designada no annun-
    cio que ser posto no escriptorio da agen-
    cia c na prar^a do comn'ercio.
    OsSrs. passageiros podem pagar as suas
    passagenscora antecedeucii ou no proprio
    da da chegada de paquete ale as horas do
    expediente annunciado
    ii expediente ser semprc Techado 2 horas
    antes da mrcala pura o recebimento das
    m Has no correio.
    O agente da companhia previne com es-
    pecialidade a todos os senhores pretenden-
    tes a embarques, que as disposices cima
    decaradas, sendo tendentes a obter-se a
    devida regularidade pela iscalisacSo que
    sob/eos vapores tem as alfan legas do im-
    perio, nao obstante de gozaren, das vanta-
    gens e privilegios dos navios d- guerra, v3o
    ser postas em rigorosa etlectividade, sem
    excepcao alguma4
    Agencia da companhia brasilera de pa-
    quetes a vapor em Pernambuco, ra do
    Irapiche n. 40, aos 28 de dezembro de 1857.
    Ilioniaz iie Faria.
    T" J10 Pcrcila d'1 Araujo Cardozoe
    Sebastiao Paz de Son/.a tem contratado
    entre si sociedadecommercial sor afir-
    ma de Cardozo & Son/.a
    Precis?-se d, um criado
    Hospicio ii. 9.
    UNGENTO IIOLLOWAY.
    Milhares de individuos de todas as naces
    podem testemunhar as virtudes deste reme-
    no incomparavel, e provar em caso nece-se-
    no, que, pelo usoquedelle Gzeram, tem seu
    corpo e membros inteiramente saos, depois
    do baver era pregado intilmente outros tra-
    Umentos. Cada pessoa poder-se-ha cor.ven-
    cer Oeasas curas maravilhosas pela leilura
    d?as Kl'Sf qUC '"'aS re!alam to,los "s
    las sin S """?* ; e a mior Parl" ^ls
    mJt?, ?orP-endentes que admiram os
    mdicos mau celebres. Quanlas pessoas re-
    cobra rara cora esto soberano remedio o uso
    m.?P?. C0* Pe'"a". depois de ter per-
    rVams?rl0,'SOle,ni,u nos hospitaes, onde
    dcviam soflrer a amputagao! bellas ha mui-
    , que havendo deixado essesasvlos de pa-
    nfu rlT ,para se na -bmetle'rem a essa
    me,aS do.,orosa- foram curadas completa-
    mente, mediante o us desse precioso re-
    de se'r gU!'"'S das taes Pessoas> na e''"^o
    snlu,l,.c ^lme"t0' dc'"ram estes re-
    sultados beneheos dtante do lord correge-
    dor.e outros magistrados, alim de mais au-
    tenticarem sua allirmativa.
    san la8"","' dese?Pcrari' do estado de su-
    saude se t.vesse bstanle conhanca para eo-
    sa.ar este remedio constantemente, segiun-
    {lo a|gurn lempo o tratamento que necessi-
    tasse a naiureza do mal, cujo resultado seria
    provar incoutestavelmente : Que ludo cura
    O ungento he un, tnt,particularmente
    ., <*<" leguinlet casos.
    Alporcas.
    Caimbras.
    Callos.
    Canceres.
    Cortaduras.
    boresdeeabeea.
    das costas.
    dos membros.
    Enfermidadcs da
    tis em cera i
    COMPANHIA NOKTHEN. ESTABELE-
    CIDA EM LONDRES.
    Premios diminuidos
    AGENTES
    di .Avstley <$-C'onf*panhia.
    Nova figun de malabar
    Vende-se esta agua a melhor que tm *p-
    parecido para tingir o cabello e suissas de
    preo : na liyraria universal ra do Collegio
    n. 20, d-sejunto um impresso gratis ensi-
    nantlo a forma dn app'icai.
    S. STIEIEL & C, banqueU.ene-
    ;;ocimtes, es!al)elecidos iia'muitos annos
    em Londres, teem a satislacrao de par-
    iyaai-a seus correspondentes e ao publi-
    co, que acaban, de fundar casas liliaes .
    tos piincipaes portos c distritos manu-
    lactui-eiros de Franca, Alemanha, Belgi-'
    ca e Hollanda, conservando alen disso
    suas proprias casas anteriormente estabe-
    lecidas nas cidades mais importantes, c
    portos mais commer^iaesdaGr-Bretanlia,
    e estao em posiefio de oft'erecer grandes
    vantajens as pessoas que possam necesitar,
    assimem Londres como cm outro qual-
    quer ponto da Europa, de urna casa para
    com pa ou venda de artigos, bem como
    para os negocios de transaeco de crdito
    o banco de qualquer genero.
    As pessoas quenooremconbecidasdos
    Miiiitiriciantescleveiuoacompenbarsiiasor-
    dens cora os fundos necessarios para sua
    exeucqo ; cando entendidas que os an-
    nunciantes no ttem difliculdade em adi-
    antar 7."> 0|0 sobre os gneros recebidos
    antes de sua venda.
    Os precos correntes e mai informal oes
    commerciaes, (ue orem pedidas, serao
    enviadas gratuitamente, salvo o porte do
    correio, podcndodirigii-.se aos annunci-
    antes.
    DE OUTCIIOIC END-
    RECIUO, DE FAUVELLE-DELEBAKK
    DE PABIS.
    Quatro annos de experiencia tem assegu-
    rado aos pentes de esoutehouc a voga que
    fioje tom, nao s em Franca como no mun-
    de inleiro ; s3o sem contradiccao os mais
    agradareis de lodosos pentes, mais brandos
    que os de tartaruga, s3o os nicos que n3o
    lazem caluro cabello, por causa da electri-
    ctdade que contem.accrescendo a estas van-
    lager.s a de n3o serem mais caros do que aa
    de bfalo a esta admiranvel nvenc3o de
    exposiQ3o universal de 1855.
    BOB
    na ra do
    lnrlammac3o da ma-
    triz.
    Lepra.
    Males das pernas.
    dos peitos.
    de olhos.-
    Mordeduras de replis.
    Picadura de mosqui-
    tos.
    Pulmoes.
    -nlcrmidades doanus Quoimadelas.'-
    -rupcoesescorbuticas'Sarna.
    Ustulas no abdomen.SupuracfJes nutridas.
    e ou Talla de Tinha, em qualquer
    cu-
    calor nas extremi-
    dades.
    Frieiras.
    Gengivasescaldadaa,
    InchagOes.
    lunammacodoligado
    -* da beuci.
    parle que seja.
    Tremor de ervos.
    Ulceras na bocca.
    do ligado.
    das artieulacCes.
    Veas torcidas ou no
    dadas nas pernas.
    Vndese este ungento noestabelecimen-
    logcrai de Londres n. 24*. uStrand, e na
    IO|a de todos os boticarios, droguistas e ou-
    tras pessoas encarregadas de sua venda em
    toda a America do Sul, llavana e Hespanha.
    vende-se a 80ors. cada bocctinha.conltn
    urna instraccSo em portuguez para explicar
    o modo de fazer uso deste ungento.
    O deposito geral he em casa doSr. Soum,
    pha.-maceulico, na ra da Cruz o. 22, em
    Pernambuco.
    J.
    -Ar-FECTEUR-
    O meo amontado por ecisodo contelho real,
    decreto imperial.
    .r?hme.idlC?S.rOS h0SP'taes "-ecommendam o
    arrobe de Latlecteur, como sendo o unicn
    autonsado pelo governo e pela real socieda-
    de de mediana Este medicamento de um
    gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
    esta em uso na marinha real desde mais de'
    60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
    PO com pooca despeza, sem mercurio, as af
    feccoes da pelle, impingens, as consequen-
    ctas das sarnas, ulceras e os accidentes dos
    partos, da idade crit.ca e da acrimonia he-
    reditaria dos hn mores; conven, aos catar-
    rhos, a bexiga, as contraeces e a fraqueza
    dosorgSos, procedida do atuso das injec-
    coes ou de sondas. Como anti-svphiliticos
    o arrobe cura em pouco lempo os"fluxos re-
    centes ou rebeldes, que volvem incessantas
    em consequencia do emprego da copahibe,
    da cubeba ou das in,eccoes que representem
    o virus sem neutralisa-lo. O arrobe Laffec
    mercurio e ao iodoreto de potassio.-Lisboa-
    --vende-se na botica de Barral e de Antonio
    Feliciano Alves de Azevedo, pcaga de D. Pe-
    dro n. 88, onde acaba de chegar una gran-
    de porcao de garrafas grandes e pequeas
    vindas di.-ectamente de Pars, de casa do dito
    Boyveau-l.afJecteur I2,rua bichelieu Paris
    Os formularios dao-se gratis em casa do a
    gente Silva, na prara de D. Pedro n. 82
    Porto, Joaquim Araujo ; Bahia, Lima & |r-
    maos ; Pernambuco, Soum ; Rio de Janeiro,
    liocha & Filhos; e Moreira, loja de drogas
    Villa Nova, Jo3o Pereira de Magates Leite ,'
    Rio (.rande, Francisco de Paula Couto & C.
    -:,$ Cabos sortidus il.i Russia. Cai- -'.-
    Te, ___. 11 !l 'aP
    .-_
    -::
    l.lill- i>.

    ro e llanlia
    Lonas da Hussia, brins
    zoes.
    Cobree metal para lorio com
    pregos.
    nas.
    Estanbo
    i Iba.
    Vinbos ;
    nisbei
    em quartoiai
    em liarrinlias, Ifu-
    inosde Moselle e Joan-
    ;; csjnimoso, e de Bordeu.x
    o
    Praeger &.JC, ra da Cruz n. ti,
    vendem os gneros seguintes : champagne,
    marca Eugene Cliquot, dito de Bruch Fou-
    CherdlC, vinho do Rheuo em caixas de
    urna u/ia, dito de Madeira em ditas de di-
    la, dito de Snerry em lillas de dita, dito do
    Porto em ditas oe dita, agurdente de Fran-
    ca, tanto em barris como cm garrafas, dita
    ingleza, superior, l'ale Brandy, licores mui-
    to linos; da acreditada marca Riwire Freress
    maras|uuio verJadciro, sardiolms em quar-
    Ihs p.- metas latas, marca Bosset ervilha,
    [1'etltS Poi* em oilas ditas, marca Bosse'
    conservas linas, inglezas, francezas e alle-
    nutes. em latas, de todas as qualidades, de
    ne, i-eixe e horlalica, macSas sei cas, bo-
    -3
    o
    o

    Consultorio
    CENTRAL H0ME0PA-
    THICQ.
    RA DE SAMO AMARO,
    (Mundo Novo n. G)
    O l)r. Sabino Oleaanu Lailgirs Pinho
    dn ciinnullia Iniluioi din oleii,

    o
    Imras da inaiihaa' n 3 da lardi.
    ! para vmlaa devero cr dirigido!
    ta pobres ao medicadui L-r.ilul
    teadafl '->'
    O i-onvi- f^
    por ;-j
    S3 ecripto. Da pobres ao rnedicadui aralui- <4?
    "^tinenlf. B
    Pillas depurativas do
    f)r. Alian.
    Vendem-se nicamente no escriptorto de
    Vicente Farreira da Costa, na ra na .Madre
    lacha de Hamburgo em lalas, clmche de Dos n. 22, a 1^ ca>., .ilri., e 10/a duzii.
    francez, atoa d Seltezs t'r- reiresco. Recomroendamos ao publico este cxcelicnta
    a quem nteressar. i remedio, til a tudas as molestias, entre as
    f'-bre amarella, nter-
    seguintes: iiade emquartoias.
    i.cor.o franzino, gj, r tcTiirv i r
    scidos Este rao- | -. ........ i^ii l '-
    " aa easa j\ 1-2(10 res,
    a: quem --- \a ma \ova n. 18. vande3-se cortes
    era recom- de casemira de algodSo e brins escuros 'l'a-
    Solicita-se pela polica qu.lqu-r preten- I"8' sft menciona
    'fio, pelos reitos geraes e provmciaes, Oe- miit*nl.-o sezOes.a la outra qualquer qua-
    I ida le, in ligesiao, rhetn.ittsmo, or y si pela,
    co stipscSo, etc., sendo jiue seus benficos
    sitos seestendem igualmente as ntolcs-
    sembaraco de casas e lujas; pelo ecclesisti-
    ." i >i rtilaode Imptismo, bito e jusuflca-
    :]'; cOes, ludo contento, medanla mdica
    .--. paga mi Recife, botica do >r. Antool > IV-, |i,sehrrmicas. aqs senbores razendeiros e
    ' i dro das .\,vcs, junio ao arco da Conciugao : m,,';i habitantes cV interior, inrna-se neces-
    etn Santo Antonio, ra do f.olle-io, botica s*fio supprir-se deste melicame nto.
    1 cortes e para calc,a.
    Si
    aiilr-

    MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO MUTILADO
    ILEGIVEL


    DIARIO D PERNAMBUCO 01 ARTA FEIRA ."O DE DEZEMBRO .1857
    C0ISBLTGR10 HjISQPaTEIC
    DO
    y
    Us m&
    I- v W%
    RFA DA CADEIA. DEFRONTE DA ORDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
    Ondeseacnara sempre os mais acreditados medicamentos tanto era unturas como
    ni glbulos, reparados cora o maior escrpulo e por presos bastante commodos
    1'liF.gOS F1XOS
    Botica de tubos grandes. 10/000
    Dita de 24 15300*
    Dita de 36 203O00
    Dita de 48 i:>-..o
    Dita de 60 3ii00
    Tubos ayulsos a...... tsnoo
    Frascos do tinturrademcia onca 25000
    Manual da medicina homeopathica do Dr Jahr com o dic-
    J cionario dos termos de medicina......, 2OS0O
    Medicina domestica do Di. Henry......, OOOC
    Tratameoto do cbolera morbus......, 2/000
    Repertorio do Dr Mello Moraes..... ffc-oO
    * PEORAS PBECIOSAS. S
    >
    * ..\.lern,-"5 de brilhanUl, Jj
    > .i, amanten e perola, pal- s*
    * ierra, alfinele, briuros &
    I c rozetas, boloe e aneen *
    .?: de diflerentts oostos e le
    J diversas pedral de valor. ?S
    : Compram, vendem oa w.
    J Irocam prala. ooro, bri- 9
    Ihaiites.diamuolese pero- S
    * las, e onlras qaaenqoer /i
    J joiaide valor, a diiiheiro j
    ou pur obraa.
    U.'a 31 IJR1VS
    Ra do Cabuga' n. 7.
    Recebem por toJlfiS
    dos os vapores da Eu
    ** :: jamas ;:??. ?. *$
    | OURO E PBATA.
    jjj Aderen comploli da *
    tj ooro, meios dilos, pulsei- i'
    S ra, alfnele*, brincos 8
    " rozetaa. cordei, Irancel- i-
    g lina, medalhas, correles fe
    es para relogio, e *
    mallos objeclosde *
    9i ooro.
    J Apirelbos completos de .
    ropa asobrasdo mais 1 p",tpfh''. un-iejas, s
    * $ salvas, easti^aes, colheres <*
    lsOdernO OStO, ta!- $ espaedecl.A, ad-|
    - -p-, w S los oulros objectos de J
    ^ to de Franca mm Ig,^,...........................|
    de Lisboa, as quaes vendem por
    prego commodo como eostuniam.
    1 meuron 1
    3
    $
    Coni deposito ?-
    ra> do seu rape rea
    'ret, nn rua da
    Cruz n. 6, muda-
    ra mase para a mes-
    illa rua n. 25, pri-
    meiro andar.

    19
    ':-
    Sv;;-2
    ftiudico da Aurora precisa-se
    de s -Trentes forros ou escravos, para
    servico debaixo de coberta.
    I BEH7ISTA FRiNCEZ. g
    J Paulo Gaignooi dentista,raaNova n.41 I j?
    3 na mesma casa tem agua e pos dentrifee. ?f
    t&x0:::-ry':oo c:-o &&&&
    SEGURO CONTRA FO0.
    Companhia Alliance.
    Isubalecida cm Londres, ra marco de 1824.
    Capital cinco milhes de libras esterlinas.
    Saundars Brothers & C, tea a aonra da in-
    famar aos Srs. negociantes, propietarios de casas
    a quea mais convier que esto plenamente au-
    torisados pela dita companhia para afiectuar segu-
    ros sobra edificios de tijolo a pedra, cobertos <*
    llhi a igualmente sobre os objectos que contiverera
    o msanos edificios quer consista im raobilia ou
    tu. faiendas da qualquer qualidade.
    JOHN GATIS,
    corretor geral
    E AGENTE DE LEILO'ES COMMERUAES,
    o. 20, rua do Torres,
    PK1MEIKO ANDAR,
    raca do Corpo Santo
    Precisa-se de tomar a premio i a 6 con-
    losdereis a uoi por cenlo, dando-se por se-
    guran?a um p/edio de grande valor quem
    quizerfazer seinelhante negocio annuucie
    qara ser procurado.
    He chegado a loja de Leconte, aterro
    da Roa-Vista n. 7, excellente leite virginal
    de rosa branca, para refrescara pelle, tirar
    pannos, santas eespinhas, igualmente o a-
    famado oleo babosa para limpar e fazer eres-
    ce r os cabellos ; assim como p imperial de
    lyrid de Florenca parabroloejas e asperida-
    les da pelle, conserva a frescur e o avellu-
    dado da primorosa da vida.
    Obras de tartaruga.
    Jos Joaquimda Cunha Guimaraes, r-sta-
    IipIpc lo com loja de tartarugueiro na ru
    das 1 rinceiras n. 8, com a l'reute pintada
    de verde, faz sciente ao respeilavel publico
    e seus l'reguezes, que acabs de receber de
    Franca um completo sorlimento di> penle-
    de tartaruga do mais apurado gos eado, "ssnii com i na mesma loja costuma a
    ter sempre um sortimento de obra feita de
    tartaruga da trra ; promptilicam-se trms
    bem todos os concertos com promplido e
    [iri'Qns commodos.
    Oieao! oieao
    Qcpjos de pinha, flamengos,
    Suissos, de prata lina ;
    Cbarr pague em gigos, batatas,
    Relias massas p'ra terrina :
    Amendoas, passas, castanhas.
    S3o petisco permane*-
    Martnelada he < "u ^ota>
    G linmf"""- Iie tle patente :
    Conservas e bolachinha,
    Boa amnxa porlugueza,
    Nozes, confeitos, macas
    Amci&a rica franceza :
    Marrasquino superior
    Licor francez sem iaal :
    Nada n-elhor que o bom rxo,
    O roso de Portugal I
    O Soares junto ao Rosario
    Tudo vende com prazer :
    Chega, gente, o porto vclho
    Da vida a quem qu'^r morrer.
    Amassadores.
    Precisa-se do dous amansadores que en-
    tendam perfeilainetite de sua arto, e sejam
    d'sembaracdos na lend>deira ; paga-se -25j
    rs. e n5o puxam a macbina : os pretenden-
    tes dirijam-se a padaria ao Villa-verde, na
    rua Imperial n 173.
    Koga-se ao Sr. Joaquim Golsino de Mes-
    quita tenha a bondade de ayparecer no es-
    criptorio dos Srs Roslron Kooker i\ l'.., para
    receber urna carta.
    Lotera
    Provincia.
    DO
    a
    Gymnasio.
    Primeiro do bddo de IS.'iS.
    O abaixo asignado ten expost venda
    os seus mullo fezes bilhetes inteiros <
    meios da tereaira parte da primeira lotera
    00 Gymnasio, os quaes nSo esto sujeitos
    ao descont dos oilo tor ce^to da lei o'
    No Mateo de S. Pedro
    mesmo vendeu os seguinies premios da lo-
    tera do Collegio dos Orpliaos.
    biliiete
    rucio
    bilhelc
    dito
    .Numero
    >
    3526
    2881
    332
    3169
    200?
    1003
    50/
    20/
    quem ven le u-m mulata e urna crioula com
    ha bil latiese de bonita figura, e urna negra
    com urna cria, perfeita cozintieira.
    Vende-se um camnlio f'anccz de 4
    rodas, com arreios para 2 cavados, ludo no-
    vo e do m.lhor gosiu ; na rua do Hospicio
    n. 3, sobrado.
    Vende-se um c.irrinho de 4rodas,ame-
    ricano,- novo, para uai cavallo com os com-
    petenies arreios lambe t novos; para ver
    tratar, na coebeira do Ilttn. Sr. Silveira, de-
    fronle de S. Francisco.
    --- Vende-se o excellente fumo de Gara-
    ntaos, o mellior que he possivel, as varas :
    no deposito de pao da rua cstreila do Rosa-
    rio, defronte do becco ii se dir J^iod o cova li I uvas de seda do cores pera
    W1SII
    DA
    deposito precisa-se de um criado que sai lia
    plantar capim, para um cavallo, cozinliar,
    etc o que queira ir para Garanhuns.
    Vende m-se batatas iii;le/.as muilo
    novas cm gijos de mais de 2 arrobas a
    PorSalusliano de Aquino Ferreira, I ^> o jij;o : no armazem do caes da al-
    : Fortunato dos Santos Porto, fandegan. do Pailla Lopes.
    Presuntos,
    J. Praeger A C. rua da Cruz n. 11,
    receberam presuntos novos de ptima
    qualidade.
    J. Praeger iV C. rua da Cruz n. 11,
    tem para vender : carne de ganso tu-
    rnada ptimo petislo, assim como carviar,
    salmSo, lagostinho era latas etc., etc.
    Vende-se um bom e bonito cabrio-
    let com arreios : no pateo do Paraizo
    n. 10.
    Vende-se um mulato ptimo official de
    fegueteiro: a tratar na rua da Concordia ,
    confronte ; ao armazcm de maleriaas do
    Sr. Pedro Antonio Texeia Guimaraes.
    -7- Vendeqj-se travejamentos do louro le
    varios tauaniios : na praia do Sania Rita
    resti|j>c3o.
    "" Vl'nue-se marnela 'a muito nova cm
    libra a 00 rs., dila em quarlas, passas, li-
    gos, Dozes, aicnuoas, bi^coilos em caixi-
    nhas o em lilua, concervas, azeilonas, ma-
    ca do lmales, presuntos, queijos de | luna,
    ditos Uaroengos, vinhos para mesa o linos,
    CfiampagDA, marrasquino, licores e mIS
    gneros por preco commodo : defronte da
    casa da relacao n. -2S
    ... Vendam-oe bandos ou almofadis de
    cuna uara augmentaros penteados das se-
    nhoras ; na rua da Gadeia do Itecife n. 21,
    primeiro andar, casadeManocl Antonio da
    :ilva Antunes.
    PROVINCIA.
    O Sr. Ihesoureiro das loteras manda
    fazer publico que se acbam a venda no
    pavimento terreo da casa da rua da Auro-
    ra n. 26, das 9 horas da manbSa as 3
    da tarde bilhetes e meios da terceira
    parte da primeira lotera do Gymnasio
    Pernamhucano, cujas rodas andarao no
    da !l do luturo me/, de Janeiro.
    Thesouraria das loteras, 24 de dezem-
    bro de 1857.O escrivo, Jos Alaria da
    Cruz.
    Aluga-se urna amn para todo o servi-
    co de portas a-dentro, menos engommar ;
    quem a isto se quizer empregar, dirija-se ao
    largo da Trempc, sobrado n. I, que te ti ta-
    berna por baixo, que achara com quem tra-
    tar, dando-se bom ordenado.
    Existe urna carta para o Sr. Victorino
    Ferreira do Souza, na rua do Kangel n. SI,
    vinda do Portugal, de sua familia.
    Os Srs. Antonio Germano BarbalhoBe-
    zerra Tole e liazilio Benvenulo da Silva, es-
    ludantes no seminario episcopal de Olinda,
    queiram mandar ao Hecife, rua da Cruz, bo-
    tica france/.a do Sr. Joao Soum receber unas
    carias viadas dosertao do assio'.
    - Prccisa-s de um t'om trablhador de
    masseira para urna padaria no Cear ; tra-
    ta-se na rua <* senzala Velha n 106.
    itruga-se o terceiro andar da casa da
    ua Jo Collegio a. 17; na ruado Crespo
    n. II.
    Prrcisa-ee de um pequeno de la 16
    annos, para caixeiro de taberna, ao qual nao
    se duvida dar um bom ordenado, mas que
    este cntenda do negocio, e d lisdor de sua
    conducta ; a tratar na rua de Dorias n. 31
    Precisa-se saber onde reside o lllm.
    .^r. padf^,. a*ed0i abri(lort p.ra faZer-lhe
    urna cncon.Tjenda : innuuu^ ou dirija-se a
    esla typograihia.
    nalquer sacerdote que quizer acei-
    tar uma capellnia cm urna comarca perto
    da capital, dirija-se para tratar, na rua do
    Uospicion. 9, das a horas da manliaa at o
    raeiodia, edus 4 as 6 datarle.
    Aluga-se um sobrado com grandes
    cor-molos, no bairro de Santo Antonio : a
    fallar com los Ityginode Miranda.
    Precisa-se de urna pessoa para o servi-
    qo interno de urna cesa estrangeira que cozi-
    nhe e engoma e : na rua Siova n. 17, se dir
    quem precisa.
    O abaixo assignado avisa ao respeita-
    vel corpo do commercio, que tem amiga wl-
    mento dissolvido a sociedale que tiulia com
    o Sr. Joaquim da Silva Sanios, com a firma
    social de foetto& Santos, na loja ilelouca,
    sita ua rua da Gadeia do Reciten. ^9, desde
    o da 15 do orrente, e de cuja daU em di-
    ante tem associado com o Sr. Manuel Anto-
    nio Vieira, tambem abaixo assignado, de-
    ven lo d'ora cm diente gyrar a mesma easa
    dobaixo da lirma de Vieira & Netto, (icanio
    mesmo responsavel polo activo e passivodi
    exlincta lirma. Roe 1 le 29 de dezembro le
    .1857. .Narciso Jos Netto.Maaoel Antonio
    Vieira.
    Precisa-se de ama cozinheira e uma
    ama secca, ambasescravss, para uma lami-
    da estrangeira, agradando paga-se bem na
    niidu Tidotciie u iz, escriptono.
    seniora e homem, chales Ce laa e merino
    lisos o borla los, lencos de cambraia do al-
    godao o de linlio, e grande variodade de fa-
    zondas que a dinheiro se vtndem por acom-
    mudadissimos preqos, e dao-^c amostras.
    Cal de Lisboa,nova.
    Vondcm-sc barris com cal nova ile Lisboa
    em pedra, por monos do queem nutra qual-
    quer parte ; na rua da Cadoia do liecife, loja
    n. 50, defri.nteda rus da M-dro ''o lieos.
    FABUCi yE Ct\LCaD0 TA-
    xiado, no atenu (1 i ijoa
    Vista n 46, defroute da
    padaria (io Sr, Costa.
    Cbegucm pechincha, borzeguins com
    borracha a 6s500, de hotoes a 5 e 5?500, sa-
    patoes de bezerro, ditos de couro de lustre
    a 4 o 4-500, ditos gaspiados com borracha a
    59, sapalos de entrada baixa, spatos de
    tranca a 2?, ditos de tapete, ditos de niarro-
    quim; couro de lustre, couro preto e mar-
    roquim, tanto para senbora como para ho-
    nem, e todas as mais qualidades de colga-
    dos, os quaes vendem-se por presos muilo
    commodos, e tem sempre troco minio, e se
    vendem por menos dez por cenlo aos logia-
    las ou nessoas que negociara para o mato.
    barato que
    admira.
    Na loja de portas na rua do Qucimado
    n. 37, passando o becco da Congregado.tem
    chegado a esle csiabelecimento um excel-
    leole sortimento de vestidos de seda com
    babados, para divervos pregos, e muitas
    mais fazendas, que n"io he possivel aqui|
    mencionar todas ; cassas organdins dos
    mais modernos padrOes a I si un ,1 vara, sedes
    de quadros largos a 19200 o covado, ditas
    miudinbas a lc300, ditas muito linas de
    gosto iuleiramenio novo a tosOO, laazinha
    miudinbas a 320. ditas com lislras de seda
    a 750, corles de casemirsa V-, dilos enfes-
    tada, covados 2*500. dita muito tina a 4:,
    dita de uma largura 2>100,grosderaples pre-
    l"a2?, cbamaloie muito bom a 335C0, dito
    largo rom lisias assetinadas ? 42400, chaly
    lavrado 15100. um completo sortimento de
    chapelinas pra senbora, gollinnas, ran-
    illos, camisas, neiaa de soda brancas, lu-
    Seda e laa para
    >rclar.
    1 na seda e 13a e'de trflas as cores, tanto W
    para bordar como para quaesquer outras ".;
    obras: ven le-seiio deposito 1% rua de S. |,J$
    l'r-ncisco 11. 6, a 120 rs a meada de seda, c a j!$
    6
    ' Saceos com farnha de mi
    qualidade c por preco commodo^
    eo p do areo da bi^eicao 11 55.
    libra da laa a 78500.
    cehincha
    He
    c unios ingle-
    zes para fiambre.
    Acabam de sabir da alfandega. o eslao a
    venda no armazeui de Tasso lrmos.
    Pon cas
    sejam, to
    vara e meia
    1I10 e hico de linh'i ns ponas, pelo dimi-
    nuto preco de 5?u00 !!! scom a vista acre-
    ditarlo a exig.idade do prego; no deposito
    11, 6 da rua de S. Francisco.
    Fariiiha de
    mandioea
    ? Vende-se superior farinha de San-
    :-. t Calbarina agranel, a bordo do bri-
    ':.' gue Valle : a tratan
    01 no largo do Cor- ,
    vezesapparecem pecbmchascomo g ,,0 s,nl0 escriptorion. 6, ou com o $
    ilhas ds panno de hubo puro, de $ C8pitao i,ordo. ^
    - d,comP.,m,nto. con, labvr.n- e>fJW&@?@S ^g? ^^^1 .
    \ende-se um bonito cavallo rodado 4'
    Diuito novo na rua do Qucimado loja' de*
    lerragens n. i, e para ver-se na coxcira
    do Sr. Tliome, deronte do convento de
    |S. Francisco.
    --- Vende-se uma escrav com J8 annos
    de i 1ade, sadia, e propria para todo o serv-
    Agua de soda
    e
    limonada gazoza.
    Vende-se no escriotorio de E. 11 Wyalt, P t*** ^ :'tr*l?r m *""">. 0
    rua do Trapiche Novo n 18. "ii'T" d,".CM" do Sr- Antonio JosV
    Soda Water
    k lmonide.
    On salo at E II. Wyatts Office, rua de Tra-
    piche Novo n 18.
    Gomma do Aracaly.
    Em porcOes e a retalho: vende-se na rua
    da Gadeia n. 57, escriptoriojic Prente Vi-
    nna.
    Vende-se superior farnha de man-
    dioca em saceos grandes: na tanoaria
    defroute do trapiche do Cunha.
    Vende-s a taberna sita na roa Direita
    n. 27, com poucos fundas, muilo propria
    para principiante ; qumn a pretender, diri-
    ja-se a mesma que se fara todo neg icio. No
    orimeiro andar por cima da dila tabirna,
    so vende um escrava muito moga e bonita
    figura, contendo todas s habilidades.
    i
    Gomes do Correio.
    Vendem-se bous saceos commilhoe
    leijao, recenten ente chegados do norte : a
    tratar no escriptorio de Manoel Goncalves
    la Silva.
    Vendem-se duas moradas de cafas ter-
    reas na rua de S. Miguel, nos Aogados ns /
    16 e 68 ; a tratar na rua Imperial 11. 169, se''
    rundo andar.
    ^Cartas finas. '
    Carts para voltarete no deposito da rua
    le S. Francisco n. 6, a 500 rs o baralho.
    Vcndem-se3 escravas com excellentes
    labilidades, de i 1ado de 17 a 25 annos, I es-
    travo de idade 26 annos, bom canoeiro,' caiay^
    lor, cozinha, refina bem assucar e tem boa
    conducta, 1 dito de 2 annos, bom official
    le pedreiro, 1 esc.-ava do 26 annos, com to-
    las as habilidades que se fazem precisas
    ima casa de familia ; to'os estes escravos '
    ie vendem a contento ; na rua des Aguas-
    lerdes n. 6.
    Vendem-s cadeiras para sala de ja--'
    lar, muilo fortes, e mesas para dito, p
    Sm casa lel!abeSchmettau:&Companhias
    rua da Gadeian. 37, veudem-seolegante,
    piano-do afaniaolabricanii' Traumann
    .. lianilii.rtu.
    ras de seda dos me'.boes goslos qoeha, se- crf 011, is
    Jas brancas, cassas para cortinados, brins| S S@ 9S909||
    DO
    m
    '3
    O
    .i
    O
    o
    ;.;3
    t^asadesaude |
    O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- |g
    tabeleceu em seu sitio da Passagem ^
    da Magdalena, que ica ao norte
    da estiada entre a ponte grande *??
    ea pequea do Chora-Menino, ex- ^
    cellentes acommodacoes para re- V
    ceber todas as pessoas enfermas (}
    que se quizerem utilisar de seus Q
    seineos mdicos, os quaes serao
    prestados com o maior esmero. @
    O mesmo Dr., para o im supra- "/
    indicado e para e.xercer qualquer :.'::
    J outro acto de sua profissao den- C:
    (ji tro ou fra desta cidade podera' @
    S5 ser procurado a quah|uer ora do fi
    (^ dia e da noite. no referido sitio, S
    B a exceprao dos das uteis, das !) S
    3 horas da manhaa a's 4 da tarde, ji
    @ quesera'encorftradono primeiro A
    Q andar do sobrado n. 9, do pateo A
    Q doCarmcv-
    Deronte da ordem tercei
    ra de K Franeisco
    CONSULTOUIO 1IO.V1EOPAT1IICO
    DO
    DR-P.A.LOBOIOSCOSO
    Medico parteiro e operador.
    O Dr. Lobo Moscoso, d consultas todos os
    dias e pratica qualqueroperacao decirurgia,
    assim como.accode com toda a promptid3o,
    as pessoas que precisarem do seu prestimo
    para o servio de partos, praticando as 0-
    peracOes manliaes ou instrumentaes, quan-
    donao possa conseguir resultado por rueio
    dahomenpalbia, que tantas vezes tem ven-
    cido diiculdades, que pareciam insupe-
    raveis.
    Na liviana ns. t e 8 da praca da
    Independencia, precisa-se fallar ao Sr.
    Joaquim Antonio de Moraes.
    governo c a
    eoloiBsa^ao.
    Acaba de ebegar do Ilio de Janeiro algons
    "xemplare-> do appendice das ideas do pro-
    oaganda de L. P. Laeerda Verneck, pelo con-
    didc ltoz\valo\vsi,i, a rcspeito'da colonisa-
    Na rna a. :.. 1. j. D .us. loja n. 34, ven-
    de-se o muito superior e genuino vinhodo
    Porto, cm barris de 5.- e 8.*, e juntamente
    oogarrafado das mais acreditadas marcas
    Duquo ,10 Poitoe Victoria Regina
    G. DOLPHE BiRGiQIS,
    rhi Nova II. 61
    Vende nm bom carro novo, chepado ha
    pouco, feilo por um dos ccelhores fabrican-
    tes de Pars, milito commodo para familia.
    Vende tambem muitas qualidades de lerra-
    gens para ca-ro, conioeixos, molas,paralo-
    sos, chaves, lauloruas, galao, couro de lus-
    tre e vaquetas grandes para coberla, tam-
    bem um sortimento de arreios brancos e
    am.'irelios, Unto para carro como para ca-
    briole!.
    Preguica
    QOEKIAQESAflDa
    i>.:is azendas p-or punco
    dinbeiro.
    da liabo muito finos, lances de linho bran-
    cos, de diversos preeos. Assevera-se aos
    comDradores, quetcniam vontade de com-
    prar ngosahir sera fazends, porque nao se
    engeita diuheijo chegando ao cusi dafa-i(3)
    zeuda.
    Na rua do Queirado n. 37, loja de 4
    portas, ha cortes de colletes de velludo n>ui-
    tooonsporllsooo. velbulna sortida a 750
    res o covado, chitas francezas muilo linasa
    280reis, riscalos escocezes a 280 rs., mus-
    sulinasa 320 rs., ditas amatizadas muilo fi-
    nas a 340 rs., chapeos de sol de sed*, para
    diversos piecos.
    *
    8
    Os abaixo assignados venderam os se-
    guintes premios da segunla parte da lercei-
    ra lotera dos orphiios, na sua loja no aler-
    to ua Boa-Vista n. 56 :
    ' 1 meio n. 553.....4:0f0j000
    1 dito n. 3409.....1:0003000
    Hilheten. 670.-P. J. L. 5OCO00
    1 meio n. 2508 dem. 50?uno
    I dito 11. 2364-I lem. 50n00
    Bilhete n. 1476.Mem. 203000
    Esto venda os bilhetes e meios da lo-
    tera do Gymnasio.
    Silva Gumar3es& C.
    Manoel Carneiro Leal polo presente de-
    clara, que nunca deu aulorisacao a seu filbo
    mehor do mesmo nome, para compra de ob-
    jectos de qualquer nalurez, por nao acbar
    nelle presentemente habilitrc0>ts nacaasa
    ras para esse lim. Da mesma forma declara
    quoo mesmo seu hlho ausentou-se de sua
    casa em dias dcsle correte lucz, e ate o
    pr- sonto ignora qual o motivo que o lovou
    a pralicar semelhanle falta de obediencia a
    s?u pai, o que devo suppr ter sido Iludido
    por alguem que deseja tirar proveilo da ig-
    norancia Je: um moco de menor idade.
    Atra de leiie.
    Em Foia de Portas, casa n 11, precisa-se
    de uma ama de leile : paga-se bem.
    Precisa-se de um caixeiro que tenha
    boa conducta e pratica de taberna, para to-
    mar conl de u na por balaneo : para tratar,
    no paleo do Terco n. 12, das 6 as 9 horas ua
    manhaa, e das 4 as 6 da Urde.
    - Precisa-so alugar um primeiroou se
    guillo andar de um sobrado, prefenndo-se
    na freguezia de Santo Antonio, tagando-se
    a tianta Jo; quem tiver, dirija-so a ruado
    Crespo n. 23," loja de Antonio Gon$alves de
    Oliveira.
    s^cwlrw 0
    i*reguiea
    a
    Compra-se etiectivamente na rua da
    Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
    vida publica e provincial, aOQOes das compa-
    nhias, e da-se dinbeiro a juros em grandes e
    pequeas quantias sobre penhores.
    Compra-se uma portada de cocheira,
    com a grade ou sem ella, ou duas portas que
    tenham de II a l'l palmos de altura, nao faz
    iniil que sejam de louro : quem tiver an-
    nuncie para ser procurado, ou dirij-se ao
    aterro da Boa-Vista n. 6C, padaria.
    - Compram-se doQS ornamentos branco
    e encarnado, calix e missal, lude eic bom
    uso ; adiando com quem tratar no Gym-
    :3ttf>*
    roa puhlicL. em seo roloeimciiio na esqui-
    na ao occn do Peixe Frito n 2, o mais bel-
    lo e va-iao sortimento de azendas, todas
    dbexcellenteiUa|uaiie)e preeos muilo m-
    dico;. Nao si) nuoiuia as azendas ja pur
    vezes Minunciada. saber
    Clin linai para vesliu,s de sennora
    covado........
    Targidiuas io.102 idem.cd.^ oml2
    co a-ios..........
    Organdys idem dem, covado *.' '
    Gambraias estampa jas. vara
    Ditas ditas mais finas, vara.....
    Chitas francezas, largas, escuras e
    claras, covado...........
    Ditas dilas, largas,escuras e claras,
    covado...............
    Ditas ditas, largas.escuras e claras,
    covado ..............
    Brelantias de rolo com l varas,pega
    Rucados monstros, lindos padres,
    covado.
    900
    12C000
    2G0
    480
    600
    VIMOS FIXOS DO PORTO
    DENOMINADOS: (
    Duque do Porto. i
    Imperalriz Eugenia. rt
    Leopoldo I.
    D. Pedro V. w)
    Engarrafados e enfeitados como o
    ifl de Cliampagne : vende-se em por- (j%
    . coes a vontade do comprador, na &
    ff rua do Trapiche < *" i.i.orio w
    r^ ,i_ .. .."ilelana. (i
    #SS@ SS@ @SS @@9
    Tasso Iriua'os
    Avisara os seus freguezes, que em con-
    sequencia de novos so.-lmenlos, que aca-
    bam do receber de Richa ond, tem reduzido
    os preqos das farinhas a venJa em seus ar-
    mazens aos seguintes:
    (alega .,
    Haxall ...'... a25?00o.
    Iiunlop. .j
    Macanee. i _. ___
    Colombia i}- -"24J0OO.
    l'.ontinuam ter farinhas do Trieste das
    marcas nrueira qualidade e
    S55rF-
    WLIIQ
    Venrlem-s* lacros de varios liman) ns rom mnilo
    bnm miliio, e por prero cummodu : na rua do yuei-
    o c^iuoque es-
    ta' torrando
    Para acabar por este anno.
    .Va rua da Undeia do Re-
    cife n. 54, lia um grande sortimento de fa-
    zendas por preeos os mais commudos possi-
    ves, que na realidade faz admirar ao com-
    prador, a vista da qoali ladee do bom gosto;
    o annunciante pe e que verifiquero-se da
    verdade : sahdas de baile de bonitas cores
    a 25S, easavequcs de cambraia ro ieado de
    bico, proprios pura as se to, pelo diminuto prero de 10/, ditos do ca-
    semira a i;. chales do iouquim de muitas
    qualidadps. chita franceza de bonitos pi-
    droes a 280 rs. o covado, mussulina de bo-
    nitos padrOes a 320, ;tio e 360 o covado. di-
    ta branca a 300 e 330 o covado, cuales de
    merm bordados de velludo, cousa muito
    boa a 14, ditos borda los de retroz a 109500
    n., ditos de niorimi lisos a 4;800, romeiras
    de fil do linho a 2-500 o 39500, ditas fins
    a 4/, ditas de cambraia para senbora e me-
    ninas a 2f e 25500, cries de vestidos do
    seda com 3 baba Jos a BO9, cousa muilo lina,
    grosdenaples decores boniUsa 1/920 o co-
    vado, cortes de seda de boa qualiilado-a 85, Igarrafado emcaixasdu I e 2 duzias de
    Irccos commodos : na rua das Flores n 11
    teL. Pngi. -
    - Vendem-se barris de quinto com su-
    leriorvinho de Lisboa, tinto, branco, e vi-
    lag'e ; no armazem da rua de Arollo n. 5.
    Veudem-se saceos com farinha, che-
    ftdosagora do Cear no Novo Angelic, s-
    m como ditos com milho e gomma, ide/
    itm8zenados no armazem do caes do liarnos
    Francisco de Paula Figueira de Saboia,'
    tratar no seu escriptorio na rua de Apol
    n.5. %
    Liaros em
    Drsinco.
    :
    J
    2Vendem-se na rua Nova 11. 2, caSa
    relojoero, por prero muito em conta I
    VI DO PORTO SUPERIOR.
    Duque1815.
    Jim caxas de uma e duas duzias de gar-
    Cbamieo. \
    Em barris de oitvo :%ende-se a prero-
    Ta d,. ^casa de B.rroca & Castro,
    I da (.mlp'.i - na da Cedeia io Recife n. 4.
    ': --^o
    AUm
    i.PiJsn,,1""SP no dia 25 do correte a 4
    "aras, um mulatiuho de i lade
    niHdo, luja 11. 11.
    a ru
    Tra-
    piche 11. 54, escriptorio
    de Novaes v: C
    Vende-se superior vinhodo Porto en-
    II anuos, llura
    com uma ferda na'^i
    Regular, rosto pequeno,
    se las de quadros padioes bonitos iSfiO u
    o'-vado, iiirs oo muito boa quah'lado, que,
    taz admirar, pelo diminuto preco de2o5"Oo
    covado, cortos de casemiras de cores a 4*200,
    4-500, 5/. 5j500, 65 e 7o, ditas mullo linas a
    too lencos de cambraia a duzia a 15, lc-300,
    IOjOi). 2B o 2/81)0, grvalas de cassa a duzia
    15j00, ditas de mola a lo e toiOO cada urna,
    alpaca pieta fina a 600, 700, 800, 9 covado, panno lino preto a 23500, dito mais
    nuo a 30, 30500, 4/ e 5o o covado, dito muilo
    lino a 7o5C0 o covado, cortes de velludo, f<-
    zenda muito boa a 7o e 7{500, dito muilo fi-
    no a 12, pecas de chita escura com toque
    de mofo a 59500, mussulina de uma so cor a
    garrafas, bem como em barris de 4* e 8.
    a preco commodo.
    chismo im sn-
    1H0.
    NAFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
    NIIEIRO DAVID W. BOWMAN, \A
    RUA DO BKUM, PASSANDO O oHA-
    FARIZ,
    ha sempre um grande sortimento dos se-
    guintes objectos de mecanismos proprios
    para engentaos, a saber : moendas e meias
    nte *n moleque. yro54ir!i', e jun,U-
    *os pequeos? bei?o. grost"^^1^
    anos, pouco mais ou menos, croi>^" (l
    iw um snrrao de couro ; ambos sSon*.
    de Maranhao, chegados ha pouco lemp^
    nm prados ao Sr. Antonio Ricardo do Reg .
    riga-se as autoridades policiaes e capilaes
    de campo que os peguem e levem-os a rua
    Direita n. 26, que serao bem recomocu-
    dos. '
    - Fugio da fabrica de sabao da rua In
    erial o preto escravo, Jos Rol, com os si
    puntes signaes : as ontes bastante sali;
    to, lem um golpe no braco direito, rend.
    dt urna venlha, dentes limados, tem |
    lome em^nagar-e a ponto de-pindw*
    isotidos ; qaem o pegar leve-o a dita fabri-
    la, que sera n mpeosado.
    'e mjyembro, des 8 es 1(1
    ppa'reccu e supie-
    sitio na Passagem da
    #viuva Hollino, um ca- .
    ainado Manoel, idade to
    ou menos, descarnado,
    ou mais denles na frente,
    abelloscar .,inhos, falla com a lingua nos i
    drn;e,< 00 nc meio 1 a taro, natural do sertao. '
    [o vestido de camisa comprida de algod/"*
    ho e chaceo de palba de carnauba ; rt F,
    a polica ou a quem delle souber, de
    iiprebender e levar oo avisar no mesmo
    20000 -'0 e 20200,ca;e,niia l",la t^OO, 1500
    cortes de veS,'^ nna a -8"0 covado,
    0 cambraia 9 3o2\? lo,l"s p,,a s.nhor. de
    registros ie boeiro, apuilhes, bronzes, pa-
    rafusos e cavilbOes, moinhos de mandioca.
    nt n n, n
    etc. etc.
    Domingt
    liras das mee
    seter sido fur
    bgdalena, qi
    ttinha escrav
    Hnos, poucc
    Utando-lhe
    Lotera
    DA
    provincia.
    O abaixo assignado avisa ao publico (|ue
    dehojeem vante se obriga a papar a sor-
    te grande ca immediata 110 da da ex-
    traerlo em seu escriptoi io na rua do
    Collegio n. 21 primeiro andar. Vende
    cm porrao de 100j>' para cima dinbeiro a
    vista bilhetes e meios garantidos dos S
    por cento pelos seguintes procos:
    Bilhetes ijOO Meios2$50
    os bilhetes da lotera recomida sao rece-
    indos 1 111 troca de outros.
    V. .1. I.nyme.
    D-se para asfuipnUr a pessoa rapaz
    c o vende-se a 2-000 nafrara da Indepen- aP' criffnca c paga-se bem : qi
    dencia livraria n. (i e 8. tiestas circumstancias, diriia-ae
    d
    I'recisa-
    juom estive'
    a rua das
    1-se de urna ama forra 011 cap- l'rincieiras, luja de encadernador, que acha-
    tiva, .ara o Service de urna casa de pouca ra co'" <|upm tratar,
    familia ; na pa?* do Corpo.Santo 11. 17, V:| r'>a d" Stflellarle n. 70. tolos os dias
    -. No engeaho Mat'apagine disUBln rio so vc" '" u,n ''1X" l1'' ''"i1"" de 1-000.
    Recife Slegoas, e dv^oaciio da estrada de "~ Furtou-se um relogio de ou-ono dia
    ferro, no Cabo, 2, piecisa*sode um mesl-e '"" docorrente, com os seguintes stgaaes :
    de meninos cora as habilitaedes necesarias I "omo ''" ;,",(,r lames Barber, York, meio
    para enslnar primeiras leltnft, eralboati-s F.rrenl cunl chave, patente inglez, com as
    porlugueza e laliua : quem estiver'estas 'n'c,,es "ohre o sinete W 1) l>, sobre a cor-
    circomslancias e quizer exercer o nia-i-t reirteboueumacbavinUa de acn, da cas
    rio. annuucie para ser procurado. niidirii.I illoa engenheiros inglezes, sino da vi uva
    para o auno de 1858.
    Acham-sea' vendaos bem conhecidas
    folhinhas impressas nesta typographia,
    para o anno me vem, das seguintes tiua-
    idades:
    Folhinlia de variodade, contendo, alem
    dos imv.es, militas noticias scientilicas,
    modo de plantar e colher a nova caima
    de assucar, noticia sobre o milho e al-
    godao, e urna serie de conhecimentos
    das artes, etc., etc., cada uma. 320
    Dila religiosa, a qual, alem dos mezes,
    se reuni a contimiarao da bibliotheca
    do christao brasileiro, contendo os se-
    guintes odiaos: do .Menino Jess, Snn-
    tissmo Sacramento, Senhor dos Allli-
    tos, Paixo, Nossa Senbora do Carmo
    San-Jos, Santa Auna, Anjo da Guar-
    da, San-Francisco de Assis. Santa Rila,
    Santa Barbara, Almas, Coiaiao de Je-
    ss ; assim como outras oraces, etc.,
    etc.......... 320
    Dita ea lesiastics ou de padre, elaborada
    pelo Rvm. eonego penitenciario da S
    de Oliisda, segundo a rubrica, a qual
    o revista pelo E\m. Sr. hispo, que a
    julgot cerla, como de sua carta exis-
    tente nesta typographia. V00
    Dila de porta, na lorina usada at ago-
    ra...........160
    Vendm-se nicamente na livraria ns.
    6 e 8 da mar da Independencia.
    Cs saveques de
    CABBKAI- FTA0 E FILO.
    320 c 360 o cov.do, dita matizada, una, e do i icooo o covado, mantasde Vello? senhor* a
    rnelhor gosto possivel a 320 e 360 o covdo,, U de cavHo a 78. di,s ai.r,,r.4>'a,a s"lr
    I ... -o l,"JO, I^Ollll.
    speos do <;ii,i
    ia-zmhas muito li.is, escuras e claras, lo-! ditas do 15a a 4-0500, oh
    das de uesenhos inleiramenle novos 4U0 diminuto
    ,Pi>.
    reco. e muitas mais fa/onr
    rs. o covauo, carmelina, loz nda anda nuo que so a visla 10 con pudor menciona^?'
    vista, trancada e com padies de ISazinha, .\a mesma loja d-se I zc,,)s ,.,,. .';'"'
    pelo b-ralv,re.codo 2S0 o covado, conesne res, e leva-se em cas-, d.^ rartjlj.g
    riscado francez, bouilos padies e cores fi-1 SaPATOS DO Alu xas a 38200cada um, cambraia lisa lranspa-,dos tnelhorcs que lem iodo fcestfl -ie
    rente, muilo lina, cum 8 varas cada peca a do, para homens c meni"s. 1>' alia h"
    70500. dita ia;'.da tambem. muito lina, com | nielhas : em casa de Camin ,i. aju '
    10 varas cada pec,a a 4o800 c 606O0, chales loa Cadeia do liecife n. 60. "
    de laazinha muilo linos a -f*>b, dilos del Vende-se sutierio: llnhas
    ios, rua
    e-ro ndr
    merm lisos o borlados, de mu lindas co- brancas, e decores, em noTello,p. *~r
    res, casemiras enfeitadas, meseiadaa, mu jra.em casa de Southall Mellor CxC...'^ ~
    proprias para palitos a 2^200 o covado, Lnm I Torres n 38.
    t aneado de poro linho e padres novos a Vende-te
    tollo a vara, dilos prelos de muito bom
    IgodSo
    os tu-
    ua do
    aeuardenh,
    Ivua
    i. Cs
    re
    p 11. 'J,-
    Ven lem-se casavpques das quali ladea ci-
    goato e ate proprios para luto a l#600 a va-
    ra, cortes de Rollete de selm bordados a
    3/500. dilos de casemiras para caigas, finas
    ede bonitas cores a 50500 c 63OOO, grvalas
    prctas de seda a lo, ditas do mola a lSOO, i
    alpacas do cores com li.-iras de seda a 560 o
    covado, chilas escuras e claras, pa ires
    iniudintios o graudus, ue muios e variados
    gestos,cores lisas eexcellenies pannos a
    160, 180, 21.0, as e 240 o cova lo, pecas de
    malapolao rotu 20 varas a 20900, 39600, 4o,
    4oo0, 43800, 5? o 59600, e muilo lino a
    60*00,cobertores dcalgodo proprios para
    escravos a 700 rs. cada um, I uvas de diver-
    sas qualidade, para senhoras, gauets mes-
    clr oas do. todas as cores a 5*0 o covado. he
    todas estas hiendas, e de outras muitas
    aqu nao mcnciuuadas, se uaiao amostras
    sol pcnbores.
    Na loja n. 50 da rua da Cadeia do Rec'e
    defronte da rua da Madre oe Dcos, ba para
    render chapeos pretos finos modernos, pelo
    barato p'eco de 75500, assim como muito
    boas gn vaUs, entre ellas algumas de seda
    de quadrinhos para 610, corles de cohete de
    ^ Ja, gorgurSo, velludo e lustao, brins para
    o.llm? ^h'os' 8"Ri lusles, cries de
    ,',""" dc "" goslo, e utas muitas f-
    cemao ios"'1" ** VeDde Pr pre?OS n,uil
    COH PEOEBO TOQUE DE
    Pecas de algodao de sacco'. ditas de algo
    , "aneado iropriopara toalhase rouna
    e! escravos ; vende-se na rua do Crespo,
    loja da esquina quevolta para a rua da Ca-
    gO(l
    o
    I lia.
    -\
    ?a-
    pCllUl* djjUIMUCIIUi
    Franca, lauto em barris como ein cai\.
    licores e absynthe, chegado recentemer/-q*ia.
    te, pelo ultimo na vio : em casa deJ.Kel-|c- Vende-seum carroinglez deirodas
    ler o. C, rua da Cruz n. 55. b\ssento*, para 1 on 2 cavailos, com co-
    POTSSA DA ESSSIA ECAL!neme"",-os'empelentesarrei0S
    YIRGEI.
    No deposito da rua da i.adeia do Recife,
    armazem n. 12, ha muito superior potassa
    da Russia, dita da fabrioa do Rio de Janeiro,
    n cal de Lisboa e'" pedra, tudo chegado ha
    poucos dias, e a vender-se por minos prer^i
    do que em oulra onal jucr parte,
    a rus. cabriole! inglez com os arreios.
    Vista etiTrapiche Novo n. 10, ou Da Boa-
    Veisa do8r. Poiner
    n. 12, arrrs de ferro ou d?tie Novaes & C-, barris
    psitos de fezesf.l'vdraueos, para de
    Vende-se mufrerocommodo.
    do do brigue Sagitario, um ecravod.
    nome Joaquim, pardo efcra\o, de 22 a
    * jlAannosde idade, estatura regular, seca
    m .d^dl,,00^0' stfra barbar' q0,q
    bellos carapinhos e ja lem muitr s bia
    eos, he bem eonheeido por ler as m-jf
    amito calejadas, quando fugio tnliaorA
    bello a nazareno, lem os pes meio apale
    lidos, e falla muito manso : quem o pe-
    or e o entregar aoseu senhor ManoeJ
    francisco da Silva Carrico.na rua do Crfi
    l^;io n. 15, terceiro andar, sera' bem
    gratificado. ^
    Fugio do engenbo fonrcicSn, cm R-
    tieribe, o escravo l-rancisco, crioulo. preto
    dc 18 ar,nos de idade, seib barba, bem pare-
    cido, com uma cicatriz em cima do nariz,
    a com marcas de chicote pelas costas e na-
    degas, ti* natural do sertao do Ceara ; quSi
    o pegar, levo-o ao referido etigeoho, ou na
    rua 00 (jueioado n. 14, que ser generosa-
    pente recompensado ; e roga-se este favor
    especialmente aos Srs. capilaes de campo e
    is autoridades policiaes.
    Do engenbo Matapiruma, na freguezia
    da F.scada. ausentou-se no da 30 de noveat,
    bro no crreme anno de 1857, um escravo i
    de cor fula, de 20 annos de idade. pouco
    nais ou menos, marcado de relho as eos- 1
    las, altura regular, oibos esbranquicados

    fniuliyao Lew-Hoi r.
    ruix .
    Vende Antonio Luiz do Oliveira Azevedo,
    DO seu escriptorio na rua da (.ruz u. 1.
    Fazendas baratas.
    Obarateiro da ruada Gadeia do Recife,
    loja n. ", esquina defronle da rua da &l dre
    , !< nzaia i 'ova
    11. 4.
    1 meio uso, do celebren conla um piano err
    de Diogno p quadrado.'or Broadwood, h
    vo mais de I.KlOo: na nstou quando no-
    vo n. 10. 'o Trapiche No-
    -1
    un mi nciona las, 'o los enfeitados e dc mn- ,l "eos. contiu'a a vender fa zondas baraUs
    011 dir lj.-
    seacasadoSr Francisco de Paufa Carne'iro LM4erre quem o acnar ou tiver noticias
    l.co, ao liecife, aterro la Boa-Vista HirVen-- '' "" dirija-se ao referido sitio, oa
    do no engenbo urca capelia, jm iguaescir- delegado do Recife. que sera generosamente
    lano em atacado como a relaiho, o tem para iMn,.ri|,, J,
    v>n ler alem de muitas azendas boas e lia -
    ralas, cortes de c ssa chita a lc600e2o ca -
    cumsUncias, prfel ire-se > um stceidole.
    I)a-s at 1:0009 rom hypolheca era
    uma ca terrea hvre e desemb.raca la sea-
    do em boa ruj/: quem tal neeocio quizer
    ter, dirija-se a rua da Viracau 11. que de i lade, quedetiadora sa con
    roa quem trotar. I Uv recompensado.
    A ulna do hospital Pedro
    cisa deollicas de pedreiro
    Precisa-se le uro c dejlosos mais rnodei nos que pr. sentmenle
    existe nestem meicado, tanto p*ra senbora
    romo para menina e o onino. vestidinhos de
    cambraia bu.-a los para.....nio se baptisar,Isas da corea largas a 320,440, 00 e 5i>0 a
    gustos riiiiiissimos, tanto cortos como com- vara, chitas boas de cores Fixas o covado a
    aosub-l l'ri '"'* gollinhas bo da 'as de t .las asqna- '6", 180 e 200 rs., ditas largas Dancezas, de
    li.ia les, com lacoi o ponas largas, mangui- '' mitos gostos a 860, 280, 3 <- e 3a0, mussu-
    tos bordados com laco do fila e sem laco, I H -as de todas as cores, bonilas 36ue400
    Icamlsinhas ."^ dentro com gall* e peito |rs., laaziohas ir enes travestida aSOOrs.
    , .do-, enlre-meios e baba dos, ludo hor-; o covado, cassa para babados a 200 rs.a va-
    ra, e lj500 a peca, alg idilu ,1 ; duas largu as
    I proorio para lenco-.- e loalbas oe mesa 1 560
    -a : ualfazendas le gostoe'qualiJade/o melhor quela vra, cambraias li.-as par rorro e vestido
    I e n/'iiie desolar ----- *- "~"'" 4o a pe^a, panno pelo a
    Neste astabelecimento contina'a nave.
    am completo sortimento de moendas emeias
    moendas para engenbo, machinas de 'apor
    e'taixas le Trro balido <; eoado de lodosos
    tamanhos tiara di<>.
    1ACHAS PARA ENGENIIO
    Da Fundicao de (erro de S. VV. Bowinan
    na rua do litum, passando o chata-
    riz, continua a haver um completo sor-
    tai Ims de (erro fundido e bali-
    do, (lr."> a S palmos de Inca, as quaes .>
    echan -i venda por prere-commodo c com
    promptido, embarcain-se ou earregam-
    se em carro sem desnezas ao comprador
    fes apalhetados. andar deeiluoso cmoda
    quem soffrcu molestia nos quartos, dente/
    completos ; quem o pren ler pode leva-lo a^
    lenhordo mesmo. o coronal Henrique Mar-*,
    ques Lins, no referido engenbo, ou nesta
    praca a Jo- Cavalcanli I ins, na rua da Cruz 1
    do Kecifi defronle do chafariz, e ser devi
    damenie gratificado.
    Fugio no da 25 do crrente o parioV
    Laurinrlo, que reprcs-nla ler a idade de 16 }
    rinos, cor clara, ci bellos crespos, cheio do
    corpo, rr escravo de .MninelMartins Veras,
    siorador 110 Riacho dos Pareos, provincia do
    Rio Craude do Norte : quem o apprebender
    o podera le rara rua do Queimauo, loja n^
    4, que sera recompensado de seu trahalh.
    . ( Continu'a a oslar fgido o servente do
    e senbora, de OOI dos melhores fabrican.,Hospital de Ca idade, queim oulro annun-
    deLiverpool, vindos pelo ultimo paquVio so disse rertencer aoSr Domingos P.
    mgl-z : cm casa de Southall Mellor C* Ferreira, sen :o escrava do Dr. Gervasio 1
    rua po Torres n.38. I ello Pires Ferreira ; ri qual tem os sia>
    uva'.wvIa. 0 Minies: cor neta, con idade ,1a
    fcUei[fi(lS. "''" lantosannos, alto echeio rio
    j0l8ii,no quebrajo: quem o pegar, lev-,'
    Os melhores relogins dr miro, : r.ir.|,ein idas ,f; iii.spital, gtez, veodem-se por preeos razqaveis, no .:;""/ na est-adi uc Uelcm
    rscriptorio dft agente Oliveira,rua da C- J""l" '..' -* do crreme o osera',
    dcia lo reciten. 62. primeiro andar. tJUC"" ''"'"" r'm ma-ie de 23annnl
    -Si
    cobertos e descoberlos, pequeos t
    des, de ouro patente inglez, paia ho.
    reS
    itgay
    ele
    "' Uigod3d ou menos, evand' r,"nnl
    P omoo.s eee.lcad S TV
    a- deerys,pehta,,ie IIIChlltll%'*;
    nd.porqu-wfcaj sibe-Se JSVil?
    II, pie-1
    > < ea rapia, dado e muito lino, riquissi moa chapeos par
    uro de iv annos sertiora e enfeiles para cabeca, ludo islo sa
    : 11 01 'iml. ... Ir --. *'
    '
    en ohraiida.le trab'aJbrido'de'aerveS
    Pf'e ntreK.^icul.resi quem
    SEI.I.INS e REI.UIOS depalanie t,,'8 ao r-*eie, JCa da Boa-Vis
    iii-i,./ : endi nn irmax'oi ,ic inglezcfcde ouro, desabnete e de v^'Hd+ensado. Mo, qua> m
    11,i.ir..1, Itnnkcr Ov CnmpinhU, e vin.l.-in-:.- a preco razoavel, c-in <*la."'!(
    ir 111, i i-a 1 ii I a ru du Corpa Sanio aa-1 1 1 ,-, r.i--------
    Augusto Cesar ,1. Abieii, na rua* rd {
    Idea do lijeciic, armazem o. 06. rciN. jyn.
    /
    "
    o pegr
    ta^mi
    eia rece
    "Vrjfriiu
    ua
    MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO MUTILADO ILE6VEL


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