Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06944


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Full Text
.
VMO XXXIII IV. 208
Por 3 mezcs adiantdos 4{000.
Por o mczes vencidos $500.
TER-FEIIU 29 DE DEZEMBRO DE I87 ..'
Por auno adianlado ljOOO.
Porte franco para o subscriptor^
ENCABREGAPU8 DA SrBSCKIl'CA'O DO NORTE.
Parahiba.o Sr. Joio RidolphoGomei ; Natal, o ir. Joaquim
Ignacio Peieira Jnior ; Ara:aty, o Sr. A. de Lenini Braga ;
Cearl, o 8r. J. Jos di Oliven ; Meranhio, o Sr. Jos Teiiein
da Helio; Piauhy, oSr. Jos Jaiquira Avelllno ; Par, o Sr.
JiuUdo J. Ranioi ; Amitoois, o Sr. Jeronrmoda Cosa.
PA&TIDA DOi COBRKIOI.
Olinda : todos on Hit., a, o ,. mo BOr a.n a,.
lgu.rn>u', bui.nna e l'arah.l.a : nai aes-un.las e .eius-feiras.
>. .nidu. Beierru, Boniu. (.iruariT, Allinlio c Oreiituini
>>. Luureuc.i, Mo d'Allio, .Naiarelb, 1.
Flores, Villa-Bella, Rua-Viata, Oaricurv r E,u-, na
Cali, luojOca.Sorinlijem, Kio t-orea.uo, Una, B
n?nl*irar e Platal : quima.-(vira-.
iTeduioi correiu. parlen ai 10 borai da nanhla.
na terca-feira
esqueira, lug-aivira
Mire, Breja,
quarlaa'Ieii
Berreiroe, Agua-Preta, Pr
40DI8N Tribunal do coramercio : tenuodat a quiln.
Relicto : tercii reira labbadoi.
Pareada : quartat abbadoi ti 10 horai.
Juno do eommercio : legundn ai 10 horai a qu ln la i aa mil. da.
Juno da orphaoa i sagundil a quintil ai 10 horai.
Primal.-a Tara do eivel : neuridii aaaitaaaa mala da.
.undt na do (Tal I uariti a Mbbsdoi aa ra.ie dia.
BPH8MBRIDE8 DO MEZ DR DEZEMMBRO.
1 Lu ebeia ai 8 horai e 37 minuiotdamanbai.
8 Quino miunuaule as 4 horas a 18 miuuiui da minbaa,
16 Lu nova as 8 horas a 42 minutos da manh.ii.
1 i y uario erescanta at 4 horas a 17 minuto da manual.
PxKAMAR DB HUJ K.
Prlmalra as 2 horas a 84 minutos da larda.
s.gundt ai < horat a 18 tninuioi di manhai.
ADVERTENCIA. i lmenle se adunia aala grande prospendade male- dono do qaadro, o senhur o rerlamou a ltalo do .he-
O aenhores correspondentes dos ..signantes deste r'81 1ue "psnla e admira a Europa inleira. riut, e os Iribunaes lli'o adjudicaran). Assim o (ere
Diario, residentes no inlarior desla, e na mais' "epois das qualidades iao eraiucnlemiole prati-I por nada.
provine!.! do imperio, queirarn mandar salisfazer a i CaS *. )0,,"Vi" d. espirito inglez, de-en volvida, por I Se o ocopvholder quar ceder soa propriedade
assignalnra deseuteoroinilanlesal o ollimo uoeor-l "'" 1R''"*rCIC""1 direi, de nlwvenc.ao nos su o pode fazer recorrendo ficc,9o seguinte. Vai
renle mez, para nao er soapenta a remaaaa. inleresics geraea e locaas do paiz, lia a le eleiloral j peranle u tribunal do manoir, faz au tenhor do
Os aenhores .signante, dcla cidade que n3o qni-! (,ul* |,e,d?ve ,ob,,0,lu osle oro pacilico e utiera-1 feudo a outorga do immovel, e esle o transmute ao
i el da liberdade poltica. Ha o que demonstrara' um comprador, qne por ts.e modo se torna seu proprii-
riaraa ltenlo do mecanismo desla le, da maneira lario, mediante a .alisfacao de um dir.ito, pa
porque ella seappca de seus mritos, e talvez que m.tmas condicSes do precedente possuidor.
DIAI DA SEMANA
28 Segunda. S. Os Saut s Innocentes tnm. ; Ss- Cislor c Osario.
29 Terca. S. Tbouiiz de Cantarla are. m.
30 (Juana. S. Sabina b. ni. ; Ss. Venusiinianu e Agripiniano.
31 Quinta. S. Slvestre p. ; Ss. Nominando, Donato e Mmervino.
1 Serla :- Circtinicisao do Senhor.
2 Sbado S. Aprigio b.
3 Domingo. S. Krisco presb.
EMiSIltGaD" DA 8UB8CB1CA NO SIL
Alagoai.oSr. Claudino Filrao Da.; Baha, o Ira D. Dop
lio da Janeiro, o Sr. JoaoPeraira Martina.
EM PEIt.NAMBL'CO.
O proprialtrlo do DIARIO Manoel Figueltot de liria o lu
liTriria, praca da Independencia n. 8 e 8.
zerein eonlinuar, queirarn mandar sua pedida al
o ultimo do crrenle miz, e, nao o fazendo. fica en-
tendido que eonlinoam.
PARTE QFFICIAL
COMMANDO DAS ARMAS.
artel Ieaeral do aenuuide d.a amas de
Pernanabnco aa cidade da Recite, ena _'S de
deiembro de 1857.
ORDEM DO DIA N. 66.
O brigadeiro commandante das armas interino faz
pnblico, para qoe lenht a devida observancia, qae
o govrroo de S. M. o Imperador hnuve por bem de-
terminar, por aviso do ministerio da guerra de 27 d
novembro ultimo, que o Sr. eapellao da reparlua.
ecclesiastiea do eaercilo, padre Joao Cvrillo de Li-
ma, foise servir no 2- balalliAo de inlantaria estac-
ciunado na provincia da Babia, por troca com o Sr.
capelln padre Antonio de Mello e Albuquerqne,
que pasaara' a servir no 4- batdlha de arlilhana a
p ; o que constou de oDieio do quartel-geueral do
ei'rcilo, datado de 3 do crrenle.
Oulro airo faz publiro o mesmo brigadeiro, que no
dia 18 deste mez reuniram-se ao batalhao 8- d in-
fantera, a qae perlencem, viudo- ra corle, na Sr.
leuenteJos Alves Teiieira e alfares Joi Jo3o de
Lirvalho.
(Aiaodo.; Jnao Jo. da Ote Pimenlel.
Conforme. Demetrio de Cuanti CeH)o, alferas
Ijudante de ordena, encarregado do detedlie
EXTERIOR.
DO SYSTEMA EI.EITORAI. EM INGLATERRA
E FRANCA.
Ero Frinfa, sob a monarcliia parlamentar e nos
lempos tnais placidos desla monarchia, jiunca era
sem urna vaga inquirla;g> que seus amigos viam
apro>imar-se a poca de nm novo appello ao paiz.
Embora o priviligio eleiloral estivetta ent.v, quasi
. etclusivaiTiente em mos da propriedide movel e
territorial, e deal'arte se podes esculha, ao menos para a maaulenrjlo das inslilai-
Oet fundamentaes, todavia os espmtot mais lirmes,
os que mais f depositavair. no futuro, n.lo pmlnm
benu serretas apprehenses. Dir-ie-hia, qae pur
urna mysleriosa mluirio Ibes era dado eulierer no
fondo aa orna eleiloral, verdadeira bocela da l'-m-
dora, este lugabre e implacavel genio das uaioes
modernas a Kevolatau.n
Se estas apprehensdes lem sido confirmadas pe-
les Tactos, te os eleiloies de 500 fr. enviaram a c-
mara que fez a revoluto de 1830, se > eleiture
de-201) fr. nomearam es dacioia qoa fez a repblica de 1818, compreliande-
e qainti he diflicil eiimir-se de certa anciedade,
no momelo em que esle immenso mecanismo do
suffragio oniversal val funecionar pela quinta vez,
no momento em qoe este OE tipo (o que adevinlia
charadas) de 10 milli'a '4 de vozes vai de novo
laiifar a face do E-phinge a palavra do enigma
qL-a ha tanto lempo preoecupa noito paiz : o ac-
curdu delinuivo da ordem e da liberdade !
E:o bailo se diz que esle suOraum ainda quaodn
foi abandonado sem contrapeso a iuliuencia das opi-
nioes aitramas, como em 18i8, deua maioria aos lio-
meni mais modralos da partido virturioio, qoe no
mesmo anno esle sollragio cliainou ao lliruno provi-
dtnrial o homem co|o nome era por si so a mais
alta perioiiilicacao das ideas de iirdem, qae em
1850 elegeu uina cmara, cuja grande maioria pro-
curava aa coni'unjcoei polticas man proprias p,ra
assegurar otriumptio rieslas ideas qae finalmente em
1852 acclam iu successivamenle a realeta deeennal e
e realeza herediiaiia ;-h,'p obstante todas estas re-
_ corda;es, o espirito invuluolariamente se alivia
"~a*-il< desle novo e solemne des-lio aos instincloi
revolucionar n> qoe li> qoa nao lem abandonad a Franca.
Falitos o< paizta emj\at em virtode da orna Ion-
Ka pratice da liherJile pjliiic, de om respeilo re
cular pelas lusluuic^es s qua devem sua forrv e
grandeza, de ama legisla^ao previleu'e que entre-
gue a eleigao i humeen ezprrimentados por soa
hbil moderarlo, por soa placidez reaulula, pr sau
amor sincero, purm ratoavel e paciOco do progres-
o, felizes os paizes em que o appello peridico do
povo ena seos comicios nao desperla nenhuma sul-
llcitude pelos intereses mais charos do goveroo e
da sociedada !
Na primeira ordam destes ptizea deve-ie eollocar
a Inglaterra. Ahi p dem o< partidos disputar o es-
cruiiii'o com ardor, com violen ii, e alcem fu-
ror ; porm qoalqoer que sa)a a vivacidade da lu-
la, sabe-se da aoleraSo qae o lulTragiodos eleiti-
res recaliira' sempre em um circulo de horneo, de-
dicados ao principio du p ider, e que o gabinete
chamado por sua vez do neio do novo parlamento,
sera' limbnn eleito d'enlre esta plyade de polti-
cos paeili o moderados, qoe igualm-nle pruf-s-
aam o re^peitu mus sincero, mais de licado, qU'Si
dis-eram >s, mais superilicioio pela lei eonstitocio-
nal da velha Ioglaterra. Desde o profundo des-
meinbramento dos partidos, prodozido pela grande
"en -rai;.io de sir Robert Seel, em iNili, pode-se
mesmo dizer qua cada vez se turna menos ensivel
a cor, que distingue os compel uf no m nisterio.
e qoe as modificacdes dos gabinetes produzem um
cuello apenas apreciavel, ao menos sobre a directo
dos negocios interiores da Inglaterra. Ue ambos o
lados as mesmas promanas da reformas e melhora-
menlos ; de ambos os lados procura se allingir o
ni.imo alvo, e pelos meios pnneipaes ; apenas >e
diverge no qua he menos importante nat mino-
cio'idades. E grabas a esta ni r i viII, -a seienida-
de do li iri-onie pulilico, grabase conlianc.a que ella
inspira a ludas as clases da suciedade, a egoranc,a
cum qoa cerca todas ast raniacce he que inerssan-
de suas impeifel;6e
Anles dos bilis de reforma de 1832, o direito elei-
loral resullava de ama nuil 11 loo da cartas locaas,
de costumts, de privilegios cconheeidos por leis
especiis, e muitas v>zes relativas nao as pesioas,
mas a localidades ou corporales. Todavm, atravez
da cunfaso, incoherencia e irregularidades desla
Ins apparece um fado dominaute que resume com
bastante elareza e espirito que aoccesiivamente a
mar. Ete fado ha o seguinte : a eleic.io eslava
rendeiros de Ierras que dallas ettrahem, alem da
reodas e dos iliversos onus a que estao sujeitas, om
simples producto di 250 fr. se o arrendamenlo tem
pelo menos essenla annos de durarlo, e de 1.250
fr., se tem ao menus vinie anuos ; :( os cessionaiio<
destes arrendamentos; os rendeirds por anno ,5
que patn urna leurja oo renda de 1,250 fr. pila
menos. No caso de ser a trra arrendada a muilos
rendeiros por auno, estes d versos rndenos sao elei-
lores. se o total da renda, dividido por seu numero,
d para cada om orna tanja d. 1250 fe pelo menos;
A propriedadi i fr echo Id oo copyhold. he livre ou -
onerada da subsliluic.ao._Se he l.vre, a posse he pie- aquelles qu. possoem. por sua vida ou durante,'
na, completa, sam restricto alguma ; e o que lem [ v da de multas pesoas 6), urna Ierra de produelo
t.'u '. k.!! ?Z 'Zl' "'!"' "oca;'a. .,-1 liquido animal de 250 fr. ; 6- os q
choldsdurante su
ta-la, ele. Nesle caso, chami-ie fee-simple. Uu
he onerada de ubsliluic.ao, a entilo recebe o mime,
na nguagem do nireilo de fae-laiU oo estala in
lail, oo simplesmente lalill.a A substituido pode
ser geral {estale in lail general! e entao o i'mmovel
passa aos herdeiros em liuha directa sem nenhuma
.qn.a.S|,.')aHa,De'",e "a,n m"" d? ri,l""'- Pw I dislincCao .le sezo pude tambem ser especial, islo
L d pel" ,,n.n"nci '"esisiivel qoe e- j he, o immovel pode ser onerado em proveiio dos li-
arcia sobre seos rindeiro., por su-s riquezas, por ; Ihoe ou dai lilhai smenle (eslate in tail m.il or lail
i-u. lardos de ramilla, pelo tmmenso patronato qoe fermalej, e, oeste ciso, os homem ou as mulhere he
o governo puma a su, dispo-ijao. a ari.locracia era | que herdarn.
qoasi senhora absoluta do escrolinio. ac lolarava Entre as nutras especies da propriedade, imoorla
que sobresahissem u. nomes sympathicos a ,,i po-1 distinguir anida g qoe nao foi alqonida pare ai o
nuca, a sua supremaca. Lms etemplo caraelerj-! para seoa herdeiros
sara este immenso priviUsio :
mqoanlo alnumas
localidades obscuras de 100 a 200 habitanles enva-
vam ao parlamenlo un depulado. cidades de
100.200 a 300,000 almas nao eram nelle represen-
tadas.
Emquantoo tataratea territorial seenlhrmlsiva na
sala de Santo E'ieva>, o (ulerease industrial, que
ded. o comee,.! deste seculo, g-nhara um lugar ele-
vado no paiz, ahi era regularmente oppnmido por
orna legislatura egui-liea. eiclusiva e loda domina
da pelo desej) di saliifazer ai exigencias do partido
]u elegera.
Sob a pressao da opioiao popular qoe talvez em
nenhuma epuca houvesse lomado um caracier lao
amaacidor, sob o golpe da revolujao de 1830, e so-
breludo soba ameira de nma creado de paresdei-
Unida a vencer soa resistencia, a cmara dos lordi,
drpun de rej-ilar por Iresvezes snecessivas o bilto
de reorma votad > pelas eommonas, ass.gnoa por
fimo que terrores engeridos Ib. faziam coosiderar
como o acto de decadencia do grande partido dt or-
dem na Inglaterra, como o prembulo de orna serie
de medidas revolucin-ras destinadas a arrastrar
rpidamente o paiz aos obxsmos de um oulro uu-
venta Iras.
Eis-nqui a eeonomia deste billa, coja applieacao
naojoslihcou al aqu nenhuma de-la. melancli-
cas preoccopaces, que anida asiegora ao partido da
ierra country pa.tj,, uma vasla e legitima parte
nos resudados do escrutinio.
I.
Di eapacidade eleiloral.
Como o direito eleiloral se funda sobre a proprie-
dade. ronyem lancar om rpido volver d'oll.os sobre
soa orgamsacao na Inglaterra
Em geral, dividem-se ahi os immoveis roraes em
las pessoas,
qoe lem fre-
\ i lo ou dorante a vida de mu-
que oslan no gozo delles no momento
Total.
no, excepto os pares irlandezes nao eleitos membroi Inglaterra
da cmara das lords ; quarlo, os junes supre > os Paiz da Galles .
doi Inbuo.ies ; quinto, es commissanos e agentes du Escossia .
tribunal dos fullimenlos ; seilu, os membrus do cle-
ro anlicano, presbiteriano* ou smenle caihulico. Inglaterra .
'9 ; stimo, os masistrados da polica metropolitana ; Paiz de Galles. ...
oitavo, os Sdi'rifl- dus condados, os maires e jui- Escossil......
Z'S ordinarios bailleij das cidades, sendo estes ma-
--ira lo. encarrenadoi pur lei de presidir as eluc/i--; Tola) geni.
nono, as pessoas que exercem os empresos e funerdes
creadas depois de 25 de oulubro de 1705, assim "co- I84ti.
mo um grande numero de oulros einpregos, cuja Inglaterra
numerata.) nao poderia ler aqu lugar ; dcimo, as 1'aiz de Galles
pessoas que lem contratado com o governo fnrneci- : E,cossn .
ment da qualquer genero que seja, salvo sa fizerem i
parte das suciedades rommerciaes approvadas pel.i Inglaterra
| ,-------------------I ----- sa- -w ...... > i i a aa .-!? iipuiuiulili y I |l> Jllll O
na preparacao das listas eleiloraes e da elei.an. S.lo soverno locorpo.aled ou conlmaem como herdei- l'.iz de Galles
igualmente eleilore*, os possuidoros defreeehold
por meio de casamento ou de iiuiiieacao para om
beneficio. i
cida es ha que quasi inleiras perlencem ou perlen-
ceram om dia a om so e mesmo proprietariu. O
rnesu.0 se d em graude escala em muiUs mas da
Londres '.21.
No caso de suhsiiluic.io, aquello em proveito de
qoem esli onerado o immovel, lem um direito que
os jurisconsultos inglezes classilieim entre os direilos
de propriedade, e a qoe dao o nume de eslale io
remaindem, ou propriedade inallenavel.
EmPim, por urna Rafia de direito, o credor hy-
polhecano (morgagir, he ainda considerado, ern re
lacao i condi,0es do eleitorado, em cerlos casos,
como proprielarm do immovel hyoolhecado, eo mes-
mo se apphca nquelle a qaem foi coiihado om bem
immovel para ser iradilado a um terceiro < (rustre),
em luanio nao le realisou a oolorga.
Chegamos finalmente as condicOes do eleitorado.
Etislem na Inulalerra doas categoras de eleito-
res bem disliudos entre si : os eleitores dos conda-
dos counly elector*) ou doi campos que represen-
tan, no parlamento a fortuna territorial ; e os elei-
lores das cidades cilies and burga ileclors que re-
--......, ,u,eiuP'esentim a fortuna industrial ou movel. Os pri-
naln..irS7.J ;aZf"*-*"*? be.....vres de me.ro. nomeiam as cinco decim.a-lerceiras partes
qualquer l,Co feudal. e_os -copvholds- oo b.n, do. m.mbro. da cmara ; e a. oo.ra. at*S
seuao debaito de orna cundirn
que onera o immovel em qualquer mao base fee) ;
aquella de qoe nao te pode guzar sen3o durante a
sida de uma pessua designada vestale fur the life of
anmher, ; a propriedade de que io se goza durante
um prazo determinado ;estste for years ; e final-
mente a propriedade, ou mai. ezaelameute, o gozo
animal v'-6tale froto year lo Jrear). Cooo eximido de
um eslate for years, citaremos os arrendamentos
einphyteulieos (que geralmenle sao de nvenla e j em 31 de julho, condiclo que nVse reqoer para""
nove annos; dos terrenas de.linados a eon-tractOes, Ierras havidas por heranca, casaineuto ou por uvioe-
e que, ao expirar o alusuel, vollam para o poder do aga > para um beneficio.
proprietario com as con,lrucs5ei realiadas. Estes! As coodic,oes relativas a capacidad, eleiloral nao
"!'!:?."' sa la eom,nu" "J Inglalerra, que sao applicauas aos eleitures das Ires Universidades.
Estes eleitures s3o : os afellowspoetas laureados
O pagamento dos impnslos oo lascas geraea lo-
caea nao pode ler considerado, no sentido da lei co-
mo um onus (ehatrge) das prosperidades de que se
acaba de fallar, nem he, alem disto, necesario qoe
eslas propriedadei paguen, a laxa territorial ( liod
lu).
Os possuidores de Ierras por deposito (troslces e
os proprielarios de hens hypolheeados inorgagers
somente sao eleitores, se rec'.ber actualmente o Ira- sidir as eielcueT'ao pod*-m 'aprVieiiiar-
po.t. do rendnnenl. desla. Ierras. Nao sao el.ilu'e. di latos na. ci lad.s em que sau eucarreg
os credores hypothecarioi [morgigers! os proprie- "
linos cojos hens esiau em poder de umtruslee,
lenao quan lo recebem as rendas.
Para as Ierrasfreeholdoucopyhold, pos-
se deve s.r semeslral. e para asierras" que se oceu-
pam o titulo de ren leiro, a posse deve ser amiual
Escuisia
que unir ora, e muda h 'je em alg'umas localidades,
depindem de orna cssa e reconherem a suzerani.
lo dona dessa casa, lie sabilo que, sob o reaim.i
lerceiras parles sao eleitaa lo p,\as cidades ; 2 pe-
l.*8.,.r** un've'sidades de Oxford, de Cambridge e de
peloe einco po. lo-., Os Cinco pnrtos
liol.lin 3 ; 3
MAIHA DE PNTBIO
POR MAX VALKEY.
(.114^1 -.l. ,.L -----. 1'i "s," =........." .1- paiai "inc piilg,,a Ul CI nfO DO r 10-
leoaai. a cabera .chef-lieu de um feudo chamava- So cidades marilimas dos coudadot de Susiex e de
e, em Inglalerra como em Franja, o manoii, (de- Kenl, qoe gozam, nos lermos de orna antiqusima
, ("n"n"-". Permanecer, demorar ) carta, de diversos privilegios polticos e jo rielarlo..
de,l..^^:","0,'" mnoir-- um f"fm, Os bilis de reforma de 1S32 fi.aram o numero dos
. a!. r con,,*"aa4 siento do senhor membros da cmara em 658, dos quaes sao nomea-
,ii.-,.. i lm V "" I''" ,'"n"''"n '"" < i ',0, P'" Inglaterra. 53 pela Escossia e 105 pela Ir-
.ierr. dominicales,, ou ,,omin-,, (de I.Him -lo- ; Loda. E.la repirlicSu fu. depon mallo de lev. ma-
mus p.rque loeava:n__ immedial.mente a casa. I dificada, em vnlodeda soppre^a.i do privilegio elei-
i-ias ierras anda h .ie sao conhecidas na inglalerra loral em dua- ou tres pequeas cidade
en ?.nT.e. .en"l8""!"")U".'!''"J<) r,,, fo' livi ,"" Ele"ore. das c.dadei.-Esle. eleitores devem ser
vain .''""* *"""'" do. vassallo. arriere-, ma.ores; proprielarios ou localario. no lugar em que
cues d1,r,,,al.n t P1 i '"* luK" 9"" con(1'- V0,,1,n d* CM 1ue re,,0i",, nnualmenle ao menos 10
nomed.TV ",* 'i0",'"""" q lom.r.in o Hb. ,50 rencoi'. O elellore devem ler sido ins-
e estvl invlT '"!' t"'"1'"' ""ha'' Crp"'S e0m0 U" nu r""-,r ou e'eiloral, e eT
recel.,. b .. ,,' ." ""l "* >'")'-' ,0'rt il' """'P^ f"> '" lar. caso o proprielario
lelerminid n 1 f .""^ "'." fr ho"u""co I ou lC*,*r, "P" P'W requerida a meaoi um
o por um contrato escrito e .ynaliattma- auno antis du 31 de julh.i.
co. Outras eram chamadas fo k-land, e a sua
imn.missau tormava ohjeclo de om simples acto, cs-
eueaimenle re.oaavel, da voniade do senhor do
leudo estas ordinariamente se dislribuiam enlre o
cu l.vadore.. Today., h., prrc.rij ?
tolo primitivo, esta propriedade, aela taita de e\er-
cicio do direito de reivindicitao, tomou, com o lem-
po, algn, dus caracteres da propriedade incommu-
tavel. s, por exemplu, por morle do pal, o smhor
do feudo linhi habilualmeute r.mrllidn i proprie-
dade ao lilho, esta Iransmissao, consagrada pelo oso,
t-rimnav, com auxilio da juriiprudencia dos Iri-
bunaes, por se lomar .ob cenas cundidas, um di-
reito em proveito d.sle ollimo. Aetualmeute em ca-
da ntigo feudo ou manoir exisle uma corle ou
tribunal minoriii. Nos archivo! deste tribunal,
archivos essenrialmenle judicniri.,., sSo depo-los, em
originan oo em copias, os ttulos de IrsnsmissOsi das
propiedades copyhold, litlos qoe corresponde
aos no.sos antigus sveox ou iclenombremenls (1
e o possuidores nao podem justificar seos direilos
senao debano da firma de om extracto.de orna co-
pla destes ttulos. D.hi provm o seu born de co-
pyholderi.M
Embora hoje apenas exista nm numero mullo pe-
qoeno di copyholde submellilos a foros ou direilos
inanonaei ;minoriaux), lodavia, como a lei aolo- I oosaoles de 31 (L"julho"
risa a \ en.lj am .....I............_... m a.. .. .. '.
Nos lugares em que existe laxa dos pobres ex-
ge-se qoe o eleltor tenha .ido lava I durante o mes-
mo periodo, e he oongado .,' lalisfazer, al 20 de
lulho ao mai. lardar, a la quola para os doze .lil-
las em j de Janeiro. Sobre ino requer-se que ius-
t.Hauo po... ..| di C1%a ou da ioe,.Sa ,,,
domicilio elTeclivo durante o espacu Jo .el. ,
ci lade ou pelo menos, em um rale de sele milhas
,11 kil. I|i da dil. cidade. Nao he necessario qie
lenha sido sempre proprielario ou localario di mes-
ina casa ; pode l.r oceupado mui.is loecessivtm.nle
nos doze raezei qoe aipiram a 31 do ju'h ; por es-
ta orcapac,o d.ve ler s do imme liata bem qoe suc-
cessiva, islo he, sem soloc.au conlinoidade.
mu-mi lu maltas pe-soas oc-upam conjundamenle
a mesma caa, cada uma deltas he eleilor, se o pre-
50 lotiil de loe irlo, dividido pelo Domern dos loca-
tarios, da' ao meius 250 fr. para cala um dellea. 4'
Alera dos eleilores de 250 fr., a lei concede o di-
reilo de votir as ci lides as pessoas que nrllas go-
zam do direilo da burguezia, e alem dnlo, na cida-
ie de Landre., sos membros das corporaroes indui-
triaes (liverymen).
Aos eleilor-i desla categoria a lei n3o impSe ou-
Ira coiidifao senao a da inscnpc.lo na lisia eleiloral,
e de uma residencia ellediva de seis mezes ao me-
ros, legatarios ou esposos, a execocao de nm conlra- Eicossie
tu celebrado por seus autores ou por sua mulher. j
.Miseniju 1 incapac lale cumeca 12 mezes depois Inglaterra .
da posse da iieraiica, da enlr.ga do legado ou du ca- | Pal/, di Galles
smenlo; undcimo, tanto os pencionarios vitalicio,
ou temporarios da cori; duodcimo, o. raembro.
do parlamenlo, que nao sendo olliciaes do exercilo
ou da arma.la, aceilaram fuocc.d>s pobliras, salvo
e o emprego confer lu rom otilar a uma poca anle-
rior a 1705.
Os oUlciaei municipaes nomeadns pnr lei para pre-
se como can-
agidos de cum- Escossia.
pnr esla rormilidide.
Preparacau das lula eleitorae*.Ninguem pola
votar senao foi inscripto,........ de 20 dejolho, as
lasel.itoraes aunuaei. Os eleitores ja inscripta.
Total.
. 771.8.0
17,772
82 lili;.
. 902 311
Eleilore dos coudad ...
..... 475,036
..... 37.3M
..... 48.953
Eleilorts das cidades.
..... 32.342
.... II 205
29.597
a ordem de convocar 01
1819
que recebera uma pensao vitalicia ou temporaria da
Universidad.) ; os ascholarso (oulros laureados pen-
sionados, mas de ama ordem inferior), e todas as
pes.ois qoe pos-uem ttulos acadmicos conferidos
pelas universidades.
Incapacidades e excluyes. Nao podem votar,
as cidades como nos campos, as segoiules pessoas: ale esla dala, ao mais lar nr, que as redamacoes
1
nao tem mais neies-ida le de f.izer diligencia lodos
os anuos para se mautereiu un listas, porque ah ei-
13o por dever.
A pr.pir.ioio deslas lisias lem logar qoasi do
mesmo modo nos condados e na. cidades. Nos con-
dados, sao redigiilas pelos clrigos ou escrivaes dus
juizes de paz (0), as cidades pelos ollieiaes munici-
paes encarregados da distribuido dos soccorrus da
paroehia (overseers Eslas lisias sao depuis aflitadas
as diversas subdivises da circum-crip^to eleiloral,
psra que os eleitores oraillnlos possam reclamar e
prosiginr, se ha logar, a radiaran das falsas inscnp-
tei. Os eleitores omitlido. nao p.. lem reclamar sua
iuscripc.au senao at 25 de agosto. Ue igualmente
pnmerro, o pare, do reino, excapto os pares lliao-
d_ezes, qu.in I nao fazem parle da cmara dos lordes
7, ; segundo, os meuures, os alienados e os idiotas;
ss rnulh.res e os eslrangeiros ; os in lividuos con-
demnados por falso tesleinuuho, por subornar;ao de
leslemunhas, e pilos crimes comprehendiloi sb a
denominadlo geral de felonyo 8) ; lirceira, as pes-
soas a qoem se traspassoo'llicticiamenle a proprie-
dade smente para lites cijiifrir o airale eleiloral.
A Iransmissao operada em laes condenes he nolla
por dire.to, e as p irles assim coma os olliciaes mi-
nislenaes qoe prestaran, sea concuna a' redeecSo
dnelo, sitTrem orna malla de I.OJII francos ; qu'ar-
to, os individuo, soccorridoa pela parochiu, no auno
que expira a 31 de julho.
Nao podem volar na circamscrip;io em qui exer-
cem suas fnncres, sb pena de um mulla da .OO
letal geral.
Eleilore dos
cuudados.
Inglaterra. .
Paiz de Galle..
Tolal geral
48 545
78.550
944,473
Eltilure das
cidades.
Anuos.
1817.
184.
I87.
1818.
Eleilores
condado'

67.1)6
70.884
59,474
Irlanda.
dus Eleitores das
'. cidades.
O numero dos eleilores
.50 312 .
.55.317 .
49 311 .
no Reino Unido
de mata d'um milhao, e lende cada vez a augmen-
lar-seao menos na Gra-Bretanlia. As o em sentidos diverso, que se manifdstam na Irlanda,
explicam-se por oscill.jea analogea ni raovimenlo
da emigragao. Calcula se que ecca d'um quarlo
dos eleilores nao comparece as eleice.
Os 511,026 eleilores dos condados na Inglaterra
e no paiz de Galles, dividiam-se em 1846 pur cale-
sonas, como demonstra oieguinle quadro :
hreeholders
virlude
contra as insciipjes ind.vidss devem ser significa-
das, ao mesmo lempo ao oftlcial municipal e ao elei-
lor. cuju titulo he contestado.
Todos os annos, advogados eleilo', ai mai. da< ve- j Cop>holderi .
zes no foro de Londres, 1 n.imeados pilo lord chau- I Leaholders proprielarios, eiri
celler, -/.., encarregados de 15 de selembro a 31 de d'um p.azo Mnphylaalie)
oulubro, as diversas circuoscnpces que Ibes sao "
assignadas, de decretarem em (imneira instancia so-
bre as recl-mar. vertentes sobre as lisias e de as
fecharem delinitivameule. A' sua clugada, o advo-
gado revisor (revising I, .rrisler os da' a conhecer aos
esenvaes dos juuoa d> imc, oa aoi overseerso, is-
gaiid., se Irala de um condado 00 di uma cidade, e
estes f.jiicci imri ,s devem fazer com qu. Ihes cingue
as niSus d'enlro em pouco lempo os domnenlos re-
lativu. as reclamares, para que possa fixar lem de-
mora o dia e o lugar em que as parles lerao de Com-
frincos, os magia Irados da pniiem melropolilaiM, os parecir em soa presenta.
azeniee enea.legados da percepran dos direiius da si- As audiencias de orevising barrister 1,10 publicasj
ra, d alfandega, do sello e da registro, dos direilos as parl.s podem acompanhar se de um procurado-
sobre as Janellis e casa, edus direilos de posla. (allome}; ou agenle, mas au de um advogado. Sa'
Os individuos empregidos ou assalariadus por um 1 >* aleilores conteslados nao conseguiram prova'r seu
Ctmdldlto, na 1 p.idem volar no dislricl.i eleiloral em direilo, sao rucados da lista. O appello das deci-es
tie esle can lidalo preteude os sultragios dus elei- | barri.Ier he levado peranle a corte dos cum-
Rendemis anuuaesde 1,2-50 Ir. de arren-
damenlo...........
Muiros.........
Tolal.....,
319,189 magistrados pioviuciaes
10.939 eleilore.
35,097 Oesde qae o ..Sherifu lem reeebido a ordemsUe
cunvucdr-ni, (ransmitle a d-litro em ttes dia. aoi
magistrados das diversas circumscnpce* eleitoraes.
Estes magistrados sa, o propri-, S herifx para as
eleiries dos con lad s ; as cidades que lera orui
caria de eucorporaca.i uto heque f..rm .m umi
01,111 mi que atorara por um acto do parlamento do
direito de uomear seos cfuciaes municipios;, ijo o
inairee oulros roagi-tradoi municipies ; e as
cidades nao encorpi.radas, fonccionanus especiaei
aunualmeule nomeadns pelo Sclienf.u
A eleijja.i deve ler lugar 0U0 dias antes e dehe-
sis das lepo da data d'uma proclamarlo especial
que o Scherilu he obrigado a mandar pobhcar,
d'enlre os dous di s da recepj.10 downl.No dia
indicado o Sdierifa abre em pessoa as eleiedes de
condado, e o oflatiel monicipal as das cidade-. I. o
817 378 v\ri|^, presta juramento de comprir lealmente
suas funcroe-, declara a eleir.l 1 aberla e faz conhe-
cer os Humea dos candidato.. L'sa-se entao subirem
os amigos destes aoshuslingsa apresentarem-noi
aos eleilores, solicilaiido-lhes os seus sulTragius. O
candidato apparece por seu termo e appella para as
s\mpalhias dus eleilores por orna profis.ao da f ca-
lurosa conforme as ideas polticas que communga.
de o numero dos candidatos he uual ao numero dol
depulado. que o dislriclo elritural lie autor 1.a lo a
uomear, o voto lem i 11.me lulamente lugar pela
simples elevarlo d.s maos dos eleilures (-horw of
li inda e o rea..liado da cinc 1 he inmediatamente
proclamado. Prcin he o ca-o mais raro. A'i
mal das vezes o numero dos eleilores he duplo oa
triplo sobre u numero dos representantes que se de-
vem elegir. .V'.ia snuari, apresenlam-se duas hy*
pothesas : uu o Vula pela elevafao da. maos patees
decisivo ao candidato desaposeado, e en ao esta
s tiei.lo terminada ; ou o que t> maia das vezei
acontare, para ter lempo de influir sobre os eleito-
res, elle recoma opoli, i-1u he, o vol indivi-
dual e successivo de cada eleilor, em lugar do vol
em massa, e ue-te caso o presidente do cullegio elei-
loral he obligado a dar as providencias necessa-
nas.
Ellas consistem em fazer estabelecer em oro 'er-
lo numero de locsliades (quinze quando muito as
eleicoes dus cundidos), p-qumas coi>slruc(Ses
(boullis, guarida', em que se inslalla umpoli
clrrknomea lo peloScherifouMaire, se-
gn lo ,1 n iidie/a da elenco, com um registro que
contera os nume. dos eleitures.
Opooldeve c-iner.ir nu dia seguinte a' sessao
do.how of banli, as nove horas di m-mlia. e
terminar no oulro da as qualro horas da larde. Cs-
Tolal.
839 797
48 019
!HI.3o
978,121
letal.
122 (170
II7.4
12(1.221
108,785
he pon
317.270
25,879
38,967
108.795
13,115
514,026
risa a veuda em dinheiro sob cun.lic.des moilo favo
raveis ao delentor. algumas de.ta. propriedades a 1-
quirern anda o heriol. Onde eiisl. esle direilo,
o lierdciro, por morte do possoidor, deve ao senhor
do manoir a mais bella cabeja do seu gado, que
lie eseolhida por e seoscav.llos, ou de seus ulensis amoros, oo a mais
nena pera de seos movis. Um icopyh .Mero pos-ma
um quadro de grande valor. O senhor do manoir
ini mandou oflerec.r por elle 75 000 francoa. que
toram recusados. Alguu. lempo depon, morrendo o
(1) Sempre que pode peccar a fidelidade pela im-
propnedide di phnseologia porlagueza, havemos
par melhor pensado cooservar inallerivel a origina-
lidade do escriplor.
N. do I.
rnes que eu emnregava em penetrar o lenlido de
suas menores palavras, em invenlar omi inlerpre-
ueao de i-us eests mais iroperreptiveis, elle pa-sa-
va-os l-iiian 1 .-ihe uma Imgua divina, uma lingua
que trazia-lhe incessanleme.ile ios labiit a palavra
amor, essa palavra queeu nao llrevia-rae a pronun-
ciar diant. delta, rec.au lo desfater o enramo que a
rennha junto de innii. Mas o qu. he ama pslav-a'.'
Nao eoinpreheiideu ella mil vez-soque se pa.sava
em m m ? Nao a vi profundamente c-.mmovida ou-
vindo-me .' tulla seus olhos menliam f Quem aabe ?
Nao me assemelhava eu todos os homoni que ella
linha conheddo 1 Desperlava sua curioiidale.de-
leilava-lhe a iinagiiar_ao. era emlim como am ora-
lor ou om poeta isso nao Iha tirava o direilo de
dar o corarlo a nulrem. Ol'. ella ao sabera' la-
maii qiiaul 1 amei-a, quanlo amu-a !...
No momento em que Manuel repela a li mesmo
es,as palavras. rompern) os appl,usos de ludas as
parles, e um homem gordo de maoeiras om pouco
Vulgares, qoe nao deixava por is.o de ser Mr. Ser-
vel, o advog'd miis af.rnado do departamento de
Fiaiiterra, vollsva se para elle com semblante ale-
-<>. exclaman lo :
Aquelle sao artistas '. que diz a esse respeilo
lloin Manoel '.'
lie mu bello o duelo, responteu Manoel em
um (um Ido fiio e distrahidu, que Mr. Serve! dei-
vou u lugar que oceupava junio do joven slrsngeiro
pira ir procurar em outra parte ouvinies mais en-
Ihusiaslas.
Os leilnres nao te admiraram de seo zelo pela m-
sica, quando souberem que o mancebo louro, graci-
oso, e delicado, que acabas.1 de cantar om duelo da
Norma, era seu ti I lio uuico, ao qual elle enviara
regularmente cinco mil franco, cadi anno a Par,
doranle lo lo o lempo qoe pa>sira em esludar Mo-
zart Beellioveo em vez de seguir o curso de di-
reilu.
O Cicero bii ti-brello recebeu felicilar;5es mai
, 1.
Qum ha podido amar om mulher bella e artista
sem mal lizer em cerlo. momentos seu talento e su.
belleza 1
Quera nai ha visto nos olhare. de admirarlo filos
obre ella um. prufameo de soa pessoa? Qoem
nao s' ha miado pelas eroocOes que sua voz tatia
mecer, romo por orna especie de prostituirn de sua
alma '.' Cimo re.ignar-se a ver a molli.r amada fal-
lar ao publico 1 lingaa por excelleucia da paulo '.'
E a cantura he tamo essa lingua que na lingoagem
ordinaria as palavras exprimem aorneole as idea" ;
he a inl iaca 1 que Iraduz ludas as gradaares do .en-
cmenlo, li '*a mulher diz : Adoro-no fallando de
sea cao, e quando murmura a. mesmas palavras ao
oavido do amante, is Ires avilabas, de que comple-
se esse verbo, nao mu lora. Tadavia que abvsino
enlre es<*s duas phrases !
Manoel pensava tambem, como lodos 01 naraara-
dns, que ha orna atroz e impudente ca-qudharia da
parle de uros mulher em espalhar sua vida em r-
danles accenlos dianle de um homrm.do qual ente-
se amala, em mostrar-se a elle rom o pinto palp-
tenle, os olhos humilos de ternura, romo pira di-
zer-lhe : V como treme a miuhi voz, com.ipalpi
la o raeu cracl,, como comprehindo o amor i' irru
dasgrar_ un) diverlimenli, pois quanlo I. huueer embriagado
perturbado alo o delirio, lornar-me-hei frii e nn-
psssivel. e n lerei para leus sotTrimenlos seoo om
sorriso de desdero.
Tolas essjll irapressoes elle experimentara enviu-
do Marlha cantar, porem nunca no grao de violen- ------
cia .a que ella* ehegaram no momento em que come- jB_yolii 'o qoe esclarecidas. Entre as pe.suas. que j B,., do tempo. nao deitari de prodigahsar soas
Eleilores dos Condados.Sao eleilores nos conda-
dos : ai pessoas que po-suein por hrranro um
freehold estte,,propriedade livre) de um rendi-
raenlo liquido annual de 40 achillings (50 fr., ; 2- 01
2 He o qoe explica a puuea solidez de um grao-
de numero de casas desla cidade.
I As oniversidades elrsem aeis depatados.
i) Adverle M. Cuihoh !,B ilsh-Empire, Tomo II ,
que eala he uma das dispusieses da le qai mus fi-
cilmenle permille crear falsui eleilores. ti pessoas,
amigas do fuiuro candidato, podem reumo-se para
comprar em cummum uma propriedade nrliana de
om producto annual de 2,500 francos, e desl'arte
adquirir o direilo d. votar sem ler efleclivimente re-
sidido no lugar, visto como 1 lei estende o nio da
residencia legal a' 7 milhas da cidade.
allradivo se nao apparecesse as vezes alravs du
sorriso estampado em seus labio., cerli frieza, infle-
vili 11 I.. iej. e astucia ; porem neise momenlo fon
preciso ler olhos muito exrrcilados para apreciar es-
a revelaco do verdadeiro caracier da marqueza,
era o empenho e a calor com que
lal
frlicilava
e la'entos
moja nao
Montbrou,
madama de Cernan pela belle/.a, grara,
da mor,e que achava-se nu piano. Essa
era ouira senao madimesella Martha de
sol,, nma e herde'ra prasompliva da baroneza.
I ma loara dontella de qoinze annos, fillisa da
marqueza briuc iva com o leqoe ao lado das duis a-
migas, e lancava farlivimenle olh.ires cheios de in-
genua salisfacao .obre oslaros de fila os hraceltles.
de que via-ae adurnada pela primen a vtz de tua
vida.
A pouco. pastos de distancia meia dozia de man-
cebos estavam reunidos ao redor da viscondesse Ju-
lia d. Cernau, viuva pouco trale de nm marido lep-
tuagenano. Ainda vedida do lulo que lazia resa-
Inr admiravelmenl. a alvura de .eu. brarus de
suas espaduss a linda e casquilhi viicondessa pare-
ca dar pooca aliento a rau.ica, e diriga de quan-
do era quando om sorriso ou orna palavra lo. seis
a inradoies corno para impedi-los de esquecer que
ella era no sallo a msica mulher com qua Ihes era
permitirlo occopar-se.
O reste do auditorio po lia comprehender-se em
duas grandes divi.oes. Ue ura lado do -alio estiva
reunida a arutocricio feudal do departamento, do
nutro os borsnezes escolhi 10. de B... O caslello de
Cernan eia um terreno neutro, no qual ludo, po-
dan) enconlrar-se ora rompromeller-se ; se os no-
bres e os plebe.. nao davam-se ahi as maus, ao me
uos conleraplavam-se face a face.
liem quirera tal ve/ a baroneza abrir exclu-
sivamente suas portal aos habitantes dos caatello.
vizinh .s porem o bar,lo de Cernan tivera, com-
muilos iiulros desejos de ser depulado, e deplo-
i raudo a triste necessidade a
lacee.
O proprielario ou o rendeiro da orna propriedade
rural nao pule votar em um con lado, se e priedade em virlude da le llie cunfare o direilo de
volar em urna cidade.
CondiC"es de elegibilidale. Ninguem p-le ser
eleilo era ura cundido, senao justifica ura rendimen-
lo territorial de 15.000 fr. pelo menos, como pro-
prielario o,i po-suidor durante sua vida, ou duran-
te vida de inuitu pessoa, de uma le-ra sila nu rei-
no lili lo. O possuidor vitalicio deve provar qu.
sea goz> deve anda durar, no momenla da eleicau,
ao menos 13 anuos.
Ninguem pode ser el.ito em uma cidade, sena >
justifica ura rondimeulo de 7,503 fr. uas mesmas
condicoes.
m 1 -I inir candidato, antes ou no momento da ele-
C3o, he obrigado a' juslificar, se se o requer, o reii-
dimenlo exigido por lei. Se he eleilo. nao pude lo-
^sV*,"l0ieQlutleP0's (le l,r depo-lo na meta da
cmara as pcc,as que conipiuva,u *.io >-..a;.Uo..i.
No caso de hsver declarado ou justificarlo falsa,
sa ,-lhe communica las as pena, di am delicio ordi-
nario (mis demeanour. Esta joslificatao nao he
exigida dos membros eleitos pela. Uuiversidades,
nem de fillio primogenilo de am par do reino.
Nao p dem ser eleitos lano uas cidades como
no. campos : primeiro, os menores, os alienados e os
idiotas, os individuos condemnados por crime e por
faci de ame.ira ou de corruprl, por occasiao das
eleires ; segando, os membros da cmara dos eom-
muns declarados fallidos, que nao pagaran) a seus
credores dentro de 12 mezes, depois da declaradlo
do falimiento, e cuja cadeira, em consequencia deste
fado, foi declarada vaga ; terceiro, os pares do rei-
Esle docomenlo he inl.ressinte por mais u'um
titulo ; prora parle indica a relarao que exi-le
em Inglaterra enlre as propriedades" luleiramenle
luret freehulds,, as proprie 1ades que ainda esl3o
presas pelo lar;o feudal (copypolds;, e as que u.lo es-
lo em poder de seu; po-sui lores senao pur um ar-
rendamenlo emphyleutic,. Paren o que ha nelle
de mais nteres.ante he tornar rlaro o tran le no-
mero de rendeiros animar-., outr'ora chamados__te-
naiils er will, porque nao lem arrenlamenlo lito
e o proprietariu os pude d'spe lir previnindo-os com
anleripa(a.> de seis metes. A di.po.n_lo dobil
'le 1812. que a estes rendeiros couferio o direilo
---------, eleiloral. condecido
IHe lenham parecido fundadas em motivos senos, j clausula Chandas, deriva,.,!,, o nnme de lord Chan
mon |ileas II em Londres. Elle po le cond.mnar
n,s cosas, ale 25 fr. os autores das reclamadle- que
na, I1 --
_ ma vez julgados pelo adoga.lo revisor, as li-la-
sao Irn.miiii las, as cilades, ao eicrivao grellier
da cidade, que as Irau-creve em um registro esp--
cial. Esle mu stra I, he obrigado a' deposila-las
ern mi. de ulli.-i ii municipal g-ralmenle u maire ,
qu deve pretilir as elir,es. Nos condados sau
reenviados ao esenvao grellier) da justic,! de paz
que as trauscreve rxaetsmeme era um registro. Es-
le registro al deposlo antis d.i dia 31 de novembro.
as maos do Scherif,, do condado 12 a cuja guar-
da a lei o confia.
As ijjtas assim preparadas sao validas por um
anno.
Os honorarios dos advogados
pelo tlie-ouru publico.
da eleilur apresenta-ae por sua vez peranleor-pi.il
clerke d s.u nome iud cando o do caodldalo pot
revisores sao pagos
O quadro siguinle contera os principaes elemen-
tos da eslalislica eliitorul do Rtino Unido em diver-
1839.
Inglatnra ,
l'aiz de Galles
Escossia .
Cra-Bretanha.
Eltitores dos condados.
........ 452,651
........ 36,833
........ 47,002
Eleilores das cidades.
(5) O maior numero dos arren lamentos em Iogla-
terra sao feitus por anno, M. Celloh, Ibidem.
li Etemplo : A leguu dina Ierra aB para
que e.te a usufruiste durante ma vida. Depois da
atarte d.B, elle volla ao dominio de ouira pe.- I les e as rua.
soa designada pelo testamento. Tal he a sub-iiluign,
mais ordinaria. Ou enia.iA'eguo B ama Ier-
ra, da que (uvera' propriedade, ou mais exaclimen-
le oaafruclo uor que a substituirlo nao concede na
realidide siuao um usufructo pela durarlo da vida
deCa d.
,7, Sabe-se qne os pares da Escoda e da Irlanda
na,, sao, por direito membros da cmara dus lords.
Smente vinte e oilo pare, de Manda he que lera
a-senio na cmara em virlude de uma eleirio vita-
licia. A Escocia he representada por 16 pares elei-
tos pira cada aes>3o.
$ A legialar.lo penal ingleza cnmprehenle sb o
nome genrico de falonyo oa allanta tos contra as
pes-oai e as propriedades que dao lugar a tpplica-
,io du penas mais graves.
,9 E das rommuuhes dissidenles.
(10) Funcciunarioa gratuitos noneados petan.
nha e escolhidos da alia aristocracia. Suai funcres
ilo ao mesmo lempo judinarins e administrativas.
Como juizes, esta' a seu cargo om crio numero de
delicio, conln as pessoai, as proprieda les e a ordem
publica. Comu administradores, sao encarregados de
inspeccionar as d.spezas de 111tere.se p'ovtuc.al que
le poe a'cargo dus condados, mormulle no que
respeilo sos asylus dos alienadus, a. prises, as p n-
O Clerk of l'eace nlu he um e- rn.lo
por
quera (juer volar.
A p.rdu p II clerkcida candidato lem um a-
genie que registra os volos, para verificar ai ins-
cnpces do registro ollicial. S"o intervallo de cada
um dus duus das dorante os quaes deve dorar o__
poli, uclerkremelle publicamente aoSclie-
niToa aomaireo registro doi vulm sella n e
obreado, e esle Ih'o deve restituir no dia seguinte
no mesmo estado em que o recebeu e na preseuca
do Cullegio eleiloral.
No dia imraedialo ao encerramenlo depoli__, o
presdeme da eleic.3o manda desfaze-lo e reclama o
seu reniHado.
as cidades, opolicomee 1 as oilo lloras da
m.nha e encerra-se as qualro horas da larde, du-
rando desl'arte apenas um dia.
Terminada a eleicao o Scherif trinsmille us
Inglaterra pelo nome de i "ornes dos eleilos ao escrivao da coros, cora toda,
i.d,. o nnme de lord Chan s P'ris justificaliva, lisias eleiloraes, regiilros do
lo. que a prepul e a fez a Inplar. conservan p ira a poli, ele.
ar.slocracia a m.ior parlo de na ai.liga inllieucia III.
'obre a eleiflo do. cundidos. H. f,lCi| de compre- Q unlo cusa na Inglaterra uma eleiello.
iieuuer cun elleilo, que e.les rendeiros pela! O- pullem lugar a etpensas dos candidalos.
precaridade de -eu titula, eslao inleiramei.le em l'ara prevenir quaquer raacajssi-, a le decidi que
meas de seus proprielarios, que os enviara elei- dei.eza d'umbuolli..So deve pastar de 45 lib.
i'O-s e Ihes dictara seu Tolo. Esta clausula he (ara- (1.123 fr.) para una leie.lo de condado, e 25 lib.
nem o alvo da lo los os proiecms de reforma da le 1 >2i fr. para uma eleicAo de ci 11 lea e delegados en-
ral, que lem par Dm issegarar a in lependen I eariegidus peloSchenlToa pelumairede pre-
da |,aili Jo ndir as clenes as diversas suhliv s6es du dislriclo
eleilural recbem cala um, sempre a' costa dos can-
didatos. 2 guineos .',0 fr.) cada um a os agentes doi
cu dus eleitures, e acabar a ueserclo
da Ierra, comecad. em 1832.
O qua Iro prece lente d-inonstra alem disto, que
a propridalerural na Inglaterra esta dividida en-
lre 392,117 ch-fes de familia, enrapreheudidos os
1...SSU1 lores em virlade d'um arren lamento emphy-
leut.ro e^ nio comprelieii I1-I.1. os beus do clero.
Dos 35I.57 ele,lores das cil
250 fr.. ni mi ivaui nu mesmo
tenores burgueze. r os membroi das Corporaroes I ;! 275 fr.); em Balh, *~i.257 lib. '34.425 Ir j"
IJIt i!.!.* r'.'-Tr* eW 98V ,,,rlu,ive Escos. a. em Liverpool, a 2.627 l.b. (65,675 fr.) em Cova'.!
"o.6"0."' ue -, raavain om total de 318 389 a 2 781 lib. 69.600 fr.) ; em Cork, 7,203 lib.
n como se aegue por queotidtdes (180,075 fr., Nu. pruprios lagares em que a eleicao
polisI guiuu. Esl-s desperas nos dilnclos elei-
toraes era que os candidatos sao numerosos e ra
que se he ubrigado 1 fraccionar o voto, allingem
geralmenle uma cifra muiloelevada. Asiira he qoa
lades. os eleilores de j as ultimas eleicdes ellas eleverara-se, segundo ura
auno a 281,526 ; os d-eomenlo olTIci-l. em Challenh.m, a 931
lib.
grelTi.i) uo .enlido qu a e.la palavrat danto! ent
l-ran,i ; suas funcres participara au mesmo lempo
as de e-envao e de urgi do ministerio publico 11..1
dividindo-.e
^conservamos a mocita ingleza.)
I>e 10 1 l. 99.149
Oe 15 a 20 (8 032
Ue 20 a 2.5 SI.M7
Ue 35 a 30 24.881
le.'W a 40 32,611
De 40 a 50 21.181
De 50 a 70 23.071
Oe 80 100. 15.585
Para cima. 21,649
II.
Du eleirea.
Mirm lo he lis.uM |o o parlamenlo, e se lem de
proceder a novas eleir/ie- geraes, o lord chanciller
recebe da coros em cunselln privado a ordem a-
n ta'p.la rainha para preparar aa cartas de enn-
vocai;ao loi eleilores (vrrils e para dirigidas aos ma-
rados eucarregadas de reunir os collegios elello-
rs esl.s historia ; pois o rime acabiva de converler
em c.rle/a um, vaga Stripeita que elle nutria desde
miiilii lempo. Via um rival nesse mancebo que can-
lata om riu-t. rom ella.
Bem qae eslives-se cm a cabera epoiada na m,le,
niugoem no lallo vis Mi ditlinelameiile romo elle a
fronte luminosa He Martha, as n teaffiei de seu-
admiriveis c I,ellos negros, e as linhae harinoinusas
de sea corpinbo. Quanlo tola a vrda da mura e
do mancebo cas^ava nos son. que rvlt-l.ivim seus
eachiam o isl*. da ca.lello rte Cernan, bem pouca
eram capares de apreciar a obra prima do celebre
compositor italiana, e a miravilho.a Inlelltgencia
mu,leal diquellit que a linhara interpretado.
Na extrenn la le do salao eslava manta la a dona
da ra, a baroneza de Cernan. Era uraa mulber d.
- ---ma an ,,n, >ovi de um amigo ministro de
Cirios \. Su 1 pl.v.ionoin.a escapava pela sua nul-
li lade a lo.la a ub-ervarln. A'primeira visla era
impossivel dizer nada a .-u re. wilo, senlo que ira-
dous pellos elevados ao piesmo Irnipo por um mes- /.a m-hre,nenie -uas ren Is de lUeofon e seu vest
Wo'rhylhmo, e esses sous onind.i-ae pareciam.cau-i do de tellu lo prele,
falllirjea doas almas, -iiiinito .-as oih.,s procura-t Jonlo da baroneza achava-se ouira mulher, nn
vm-se e pc.ieiravam-ie, elle linda deiejus de apu- 0., IDaoi mais mar, 1 du qae ella, qu .1 pelo lalhe
lihal.v a une -juiro._. afferl ,do du rnrpiuli.i e pelrfl arlilicius da loura.lo
^C*r|amenle-elle trmj-a diiil Coiasige. Cuino parada r.n.servar anida ilgomi p.e.unipca.,. 4.111
pode dovidar (l,isao por lano lempo ? I'orvenlu-a po-I ga de infancia de madama de Ornan, a m-rquer
dia elle ve-la lotos os das e n.lu ama-la .' F. ella
porqui nSo?.. Nao he Jorge bello, dislincto ? Em
qae cigea lenh vivido ele agora Os longos,.-
de t -l.te estafa desde oilo das ao caslello, e o bal
le era dado em sua honra. Era evidente que fura
mu bella., e seu temblante ttrfa sido anida aiss
visitas e seas apert.is de mo aus fuuccionarios c aos
pequeos proprielanoa de B...
Esa eendescenria lalerenedl creara enlre o cas-
lello e o. I.ali-iaiit-- da pequea cidade relar>i que
mada-na de Cernan lican lo viuva nao sedera an
iroii.lbo de romper. Alera dislo os joven, mora-
dores dos caslellos viziuhos nao leriam tido solli-
cienlea para om baile, e se as mage.tosas esposas
dos fidalgolri brelO's rlamavam conlra esle flagran-
te -te.pre/o da decencia e essa .nnm .ra evidente
dada .ios principios revolucionaris. seus maridos e
suas filhas aceilsvam de ba vnnlade uma derro-
nacao das usos e ro.iumes da nobreza da Baita Bie-
la.iba rumpensada por ura noiavel reforjo de sem-
blantes alagres e de Inlerpilus dausadures de
p,.ik.
Decidi.lame-nie nao era a aris|nrr,-.ria que levara
a vanlagein. Se o porte e o e.sluario das mocei
de B.... era de prov neis, devemos confess.r queai
douzelLs educadas sombra das lomudas heredi-
tarias eram pela maior parle cimponezas groneir..,
ainda menos iniciada, que as primeira. na d.lica-
dezas da civilisarao.
Astim julgavam o. fidalgoi do lugir, e linha se
vislo mais de um depois dessas reunioes laucar >eu
corajo e seus litlos de nubreza aos pos de alguma
Cirre da plebe com grande iudignacao da provin-
cia e ainda maior desespero das mais de familia
que linli-m uma eollercao mui variada de filhas de
sangue illu.lre, ma. iufelizmenle de m-iior idade.
Essis inurmidades, cavavam abyaraos de ininiza-
de enl>e 01 duus campos feminiius. llostisem to-
dos us poulos. smenle concordavam era uma in-
veja sera limites da riqaezi, distinrc;,1o, e dn bri-
Ihanle vistuirio parinente de mademesela Monl-
brun. Eiea iueeja traduzia-ti por amargas crili-
es de ieui gastos, e de lea carcter, crilica que
haseasam-se se escrupulu ern pluma,liras exage-
rar;e, em calumniai mui gratuitas. Dedarav.ra-
na altiva, desdenhusa, pedante, emlim ejcenlii-a,
idjeclivo quo re rusar/ies. Era geralmenle admitlido que ella jogaa
va a espada como cavalleiro di Sainl George, escre-
ver ura tratado de astronoma, e fumava viole cigar-
rinh-s por din. Quando algomas mulherrs velhai,
(raladas e conioladas por ella, exallavam aula bon-
dade diente de algura. viuva rica, e cham*va-a a
providencia doa camponezes, e.la ergoia os hom-
bro., pronunciava em voz baixa a palavra socia-
lismo. Os mismos humen, de ordinario ladina
doi indulgencia para com molhcres bellas como
Marida, t.unavam de boa vnnlade parle nesse con-
cedo de murmuraees absurdas.
Mi lees 'e II.....saber tres olliciaes de cavalia-
ra qoe ealavam di guarnirn na cidade, om pro-
fesor de rhelurica, dous e-rrevenles de csrlono e
om poela nao eomprehendi.lo, rnnsideravam-se jos-
tamenle olfendidus pela soa indluereaca para com
seas madngaes em prosa e em verso, pela soa pr-
sislenria em nunca assistir aos bailes dados pelo
bprefeitua, au. enrertus msicos, e sos terreiinv
do campo, d ,s quaes a visennde-sa Julia nao recu-a -
va ser o mis bello ornato. O lidalgos dos
arrejeres lindam muilas quena-, Bum numpru
dellei a quem as Ierras da baroneza Irrisn sido
grande iiiivilin para reilabderer o brildo de jma
ena iiulr'.ira lloresceiile, lindam vislo idsnluta-
raenle repelli las sois preler,i.,",HS a ma.) de .Marida
depois de haverem-se resignado durante mera. 11-
leiroi a fazer despezas exurditnnles di Iuvib ama-
relias, grvalas decore., e cumpriraeiitos mvtdo-
logicos.
Quando Manoel vio ma.lame.ella de Monlbran
denota o piano, levanlou-se, e eguio-lhe co(n olhar
ancioso todos 01 innvimenlos. Pouco depoisjlnr......
a assenlar-se com colera : ella diipui.li>-" f Ci">-
(rr segundo dueln c mi Jr< Serv-'- 'i-llle nns-
ttr f.izer nm immenso eiforC" ''"" supporlir
novo snppliciosem que "'
tortarai. Abr ____"
lamente: ."'
-----f------------------------_.---------------------------------------- epaj >a.a> ~ rialilll VI' lllCa,"1' r | I- | | 11 -
irinunaes de juanea, coogregadoi lodos os lmnest.es rae. e de fazer proc.der as ele ces. Sa se trata ape-
petos juizes te paz. as de prover a uma vacancia que leuda sodrevinrto
II tma das grandes corles do reino ellajtilga durante a eao. owrilhe preparado e trans-
aill.n.vllafl, Di.l. 1.1,. ....... .^1_=.-.1__ .I.... _..
sube.,naumul todas a. coiitesfac,oes civil.
12 O Sheiif,, he om magistrado nuaieado pela
coroa. Elle convoca os eleilores, presile as elelroe-
e Iraiitraitle o re-ullado so governo. Al soas oulrn
lunrr.jes ,ao muilo divenas. Elle he encarregado da
exerucilo dos jateas civis a criminis. K.one o jorv;
recebe as canr..e. ju linarias ; e cobra as mulla"*.
Na realtd de o malar numero de suas foncees s.lo
de-e in pe. dadas pilos sub-thciif, va juizis ordinario!
b,lili. I]
as : ..y jando podere lalltr-lhe '.'o Logo que ces-
suo o calilo, elle levaotou a rabera, e vio madame-
sela Monlbruu alr-ve.-ar um sallo dejogo, entrar
em am camarn contiguo ao apu-enlo da baronezi,
e fichar a porla. Seulio um alivio enorme : nin-
guem poda mais ve-la, ouvi-li, nem fallar Ihe.
Durante cinco ininutoa lanriio ao redor de ai um
oldar iileg.e, como quera ve se livrs de um pesa-
dlo; entao reparou qu. Jorge nao eslava mais uo
sallo.
Velo-Ule logo om pemamenlo horrivsl, om des-
ees p.o-ame..los que Induzemse iminrdiatainenle
por soflriraenlo pl.vsirn, e apenara o celarlo como
nma roa., de ferro. Elle deu aUuus passus. depois
parou. C im que direilo poda abrir a porli que
madamesella de Monlbran feedara '.' L'mi idea lu
miosa atravessou-lde nesse instante o serebro. Ja-
rla uma larga veranda em loda a fachada do caslelo;
elle poda diegur por adi a0 camarn e ver o que
la se passava. fcr fazer de espa ; porem 11 paixao
edegada a cerlo grao de exall-cao nunca de eaciu-
pulo-a. Elle enlrou na veranda, e ctegou algus se-
gundos depois dame da porla du camarn.
Aornadanfauahi am olhar, respirou livremen-
le: madamesella de Monlbruu eslava s. Alravs
da cassa iransparente das cortinas elle vio-a meio
deitada em ura mfa Mu era mais a creatura des-
lembradora qu. cem pessoas comleinplavain pouco
sales com adroiracao 00 inveja ; sua fronte eslava
p.llida.seu olhar lnguido; havia Um deslenlo
indizivel em soa allitade.
Aquella mulder ama, di sera a Jorge, ou a mim Coi.vem que en o saib.
Impellioa poda, a qoal cedeu sem .iiflculdade,
entreabio as cortina, e achou-se a tres pastos de
madamesella de Monlbruu.
Ao romor causado por ene mnvimenln.Marida re-
t.rou a man da d-onle, a sem leslemunhar sorprea
era susto litmi sodre elle um oldar Inste e profun-
do. Manoel julgou-ie amado, e ia laucar-e-ll.e aus
pes quand > a p .ra abno-se repentinamente. O re-
totnellsdsema walis, e mociuha 1 .ma deque ja
tallamos hzeram ao mesmo tempo irrupcao no ca-
marn.
Eo bem sabia qoe havia de acha-la. exclamou a
don/ella com alegra m.mil. Marida,ha cinco mi-
nulos que meu irin3o a procura por loda a '"
Entra, Gasia,, conllnuuu ella volland"'*a Para a
porla.
Lm mancebo di cabellos f.iNa'es e ralbado de lu-
vas precipiiuii-sa no i-.,i, ,r,,i. e lembroo a mada-
mesella de Mnn.tiru.i que d-via aatnar rom elle
M mHm ioi.i"u-ll.e o braco ; ...luame,,!- transforma
da ,.'"" diante de .Manuel viva e graciosa, e Lu- .
rou-lt.e ellas palavras -oirn. lo :
Mis dan.a nunca, ^r. Belraar ?
A n.d.cnarao Itnpadio -Manuel .le reiponder.
Sahm I,- a moeii.ha lura. que fieara alriz, vottoo-
mlllidn pelo presidente da cmara speaker) e sol a
auinri 1 .le da cmara, l'urem ae a vacancia lem lu-
gar em consequencia da morle d'um meradro ou de
-ni elevar.!., i dignidade de par, o presidente deve
dirigir .eowrilaogreflierda curoa (cl.rk of
lile crown ura dos principaes (iinccionarirs cnllo-
cidos sod as ordem de lord clianreller, e que lera
ua entrada uas dual ranuras. He esle alio fui.c-
cionario que' de enranegado desta miasao, excepto
quando ospeakerIransmitle directamente aos
de pleiteada, at despetat sao linda cnn-idiraveis e
dabilualmente elevara-se a' cerca de 10 000 fr.
Vd-se que pur esle unieo fado, que, para dispu-
tar na Inglaterra o eoffiagio eleiloral, he preciso
nao s (Impar de grande lorluna territorial, mu ain-
da preparar--e para ora sacrificio contidrravel uui-
cainenle para pagar as cusas legaes da rleirlu. E
eui.elanio estas cu-tas sao nada compir.tivamento
a', imraen.a. desperas qae tem por nbjecto conci-
liar as symoalliias dus eleilores. Queremos fallar
di crrupr.iu eleiloral, e.ie vicio rameal dai elei(S.|
inglezat, vicio profundo immemoiial, universal, mai
que de por ventura o obstculo manieguru a' inva-
ae victoriosa do partido ra liral na rimara, e por
lal forma a salvaguarda mais elllcaz ao elemento fun-
damenial da coiisliluiriu ingl.za, do elemento arts-
licrilico (13..
Anles de ludo convem saber o que pemam 01 In-
-leie-.1 1 11: .rali la le do corpo eleiloral, .era fallar
iiie-irio as macbniages de que elle pode ser objec-
lo. E.s como sa exprime a' este respeilo una dos sa-
bios cominenladores da ronslitoic,.io ingleza, M. Ho-
mer.liau C.i. (Tde Britiid Cummoiweallr, 1854; :
C Quera quer que luja e-lu 11 I nossas eleic.les. par-
(13, Quando se estuda a compasillo da com ra dos
c. nuil jns de qoe se nula a predominancia desle e-
lemenlo. De i5t> membros, a ulti-na cmara con-
rava 2.5 olllciae. da m lie a eiclusivamenle eleilos
d'ari.lucrada. B m rquezea. 7 cunde., 63 lordl, 56
:...r Mirles, 133 irruios uu Tildo, de pare, 85 membros
casi.ios ou filho. 00 irmiu. de pares. *
Idale. Manoel achou-a horrivel. Enlrctanlo nao
havia nada maia ilegre do que essa mofa.
Ficando s. elle lancoo-se no suf, justamente no
logir deua in por madamasell; de Monlbruu poz a
a cabeca sobre o cuxim im que ella se apoira, e as-
p mu lenlameute o vago perfome que ahi deixara ;
mu pooeo depois ce leudo a um senlimenlo invo-
luntario, vollnii para o salao, rai-lurou-se com um
grupo d. conversadores, e vio Marida dansir com
omi mistara de admirar,,, de furur. O inevita-
vel Mr. Serve! o e.pera.a ain ta adi.
Veja que be'lu casal disse o advngado deeig
oando com a mao Marida e seo cavalleiro.
O msitci-bo, cora a qual madamesella .Martha da
M ni bren walsava, era a eopi* exacta da gravora
de modas do mez precedente : r 1 le dos cabellos e ta
barba, f.-rma dn eollele, attitnde ronvrnienle, nada
Ihe lallava. Tudo laso constilu'. aos olhos de Mr.
Servel o Ivpo supremo da elegancia e do bum gosto.
Como ella esmaga lodas as natras mu heres !
coiiii-.uon o advgadn contemplando Martha. e elle,
qoe bello cavalleiro Creio que poderia cuidar em
ser para ella mais do que liso. > 1 > acredito muito
due a amizade de infancia lenha felo aquella velda
marqoeza do Kosbsc vir da out>a extremidade da
I-ranea para apresenlar baronez, sau filho e sua
filha. Suu capaz de jurar que ah ha algum pense-
menlo matrimonial, .leaconfiu della apezar de aetJ ar
orgulhoso. Nao me admirara que heuvetse alguma
brecha em sua riqueza. Ilei de vigiar. E no cnnlralo, e por mal a-lula que ella seja, nao con-
seguir enganar-roe.
Manoel eilava fallo de pacl.neia, quando o lim
da walsa fez diipersar-se o gropo de que fazia parle.
Separuu-.e do .dvogadu sem nenhuma ceremonia, e
motejo, e de compiiraenlu irnicos .obre seu des-
den) aos vaos .Iiv.m tmenlos das seriedades e sol.re
seu zelo irontoderadu pela .ciencia. Manoel, cojo
erraron eslava cheio de tristeza e de amargara, leve
a principio menua espi ilo do que era preciso para
repellir 1 icloi 1 ...ament Uo (eniveis ilaquei; depois
un. lo por senlir-se quan ridiculo dianle dos ele-
/anles de II..., os quaes* desprezav rurdiilmente,
>>ao leve por lim mais espirilo algum, e julgoa-ie fe-
liz, quando uma raazurcka veto por termo a esse
lomeio de palavra..
Ueste vez Martha dansava com Jorge. Isao era
de mais. Manoel enlrou no salao de jogo, s balen-
do no b'ac,o de um mancebo que segn atleotameo-
le as vic.nludes de um piccolo, diise-lhe :
l(ao, reliremo-uo. ?
O olhar de Julo deii-,n dez de psos para fitar-te
sobre o amigo com lal expresta-i de e.paulo,que M-
noel jolgnn necessaria urna evplu arlo.
Eslou com uma hornvel eox.queca ; elle calor
mala-me.
Como qoizeres, diese Jnao levanlando-ie.
Alguus minutos nepoii a rarruagem dos duas ami-
gos lodava na estrada de B...
_ Tudas aa mulheres 180 semelhanles, exe|imou
Manoel repeniinamente lanzan lo fora nm rharulo
qoe aradava de aeeuder com e maior cuidado ; todn
las fras, engalladuras, casqurlha*...
Eu cuidava que lu amavaa madameiella de
Monlbran, disse J..1-, com o lum mais braudo.
Eu I amar aquella mulher de marmore, aquel-
la sereia sem coraban _,
E os rasgui de benefieenda e de sen.lbllidade
de que tenias veze. roe leus fallado '!
Ora, di.se Manoel sali-felo de adiar nina op-
leuluu apruiimar-ie de Martha. Pnr sua iufelici- | poti;,lo qu perrailtia-lhe fallar de Martha, a derra-
dale o cavalleiro da moc,a apoiuu-se no incnsli ,|a .mar aui colera, sau virlude. de appiraln, sentibili-
pollrnna ein que ella eslava as.enlada, e tenlo a- dade de herona de romance E conlrado uraa attilude que fazia resabir as creta, de ram por orphaas de opera cmica, i- depon quando
na pess.11, pareceu decidido a dizer-'1- por quanlo lem lilhos.abanduiiam-nia mercenaria par irem pra
lempo f.wse pi.-.iscl finezas (ir" an|,puntia irresisli-
ve.s, se julg.irm.s pele ..-isode sallsfedls qoe ani-
ma va-lde o seml.l "*e-
.Nao sabe" Ia" "esse, Manoel mis(ornu-e rom
01 i,,,,'.idnrrs, que a v i-coirlessa Julia eatua re-
/, au redor de si. Um novu supplicio adi o aguar-
dara.
lirar a pli.lan.ropa por luda a parle. ..\l Uetpa-
nlmlai s.lo aceitadas de seren ignorantes, ler.suae.
Anles quero 110,00 menos -ei r..m que pono contar '
Ma. que peosaremot deessi llhai de I'rotho que
pas-am de ..ma the..na ssrnlimeiilala uma di.cus'3o
oi.ilo.......na edo l-iio de um doei.le ao transporte
li valia l'redro mil vezes orna mulder que lem
A visrondessa n.lu pnopra nada para caplivr Ma- I--"e-meiile det ainini..
noel ; masen.......eo que possoem tulas a. mnlhe-1 Note-es que se algum imprnlenl. honvesse aven-
res ra-i|.i,|i.as para aprenarem o gr-o de adm.racjloMorado diain de Manuel r_ue j|.
que um dnmem mucede as ta gr-caa, recondereri
desde minio lempo qu pro lig-lsava inalilmenle
aoi sumaos mais sedoclores, e seus vestuarios m-i.
ini.nilaveis. O despeiin ipie ella senlio eoemenlou
en.ivelmenle. quand.1 juignu desrnbrir que Manoel
amsva Marida. Julia .leleslava Mai Iha pela lea
belleza, peina eos talento*, pnlo que alleclas. de.- e est
denda-lne, e talvez annl 1 mais pela poilclii qoe oc- .ahe
rtbi pndera expe-
rmieniar cm sua vida alku.,s senlimrnlos de amor
p.r entro dumem. elle o t.ria li -sitado dai-Hia
1, rolo com o chicle rom que semitasj o podre
avallo de aloe, .el, o qual lodavia Helara o lucidor
que pedia.
Em re.posta JoSa anitoe a fnma<-i de seu clurulo,
fundo da rarruagem, como quem
que e Inte, e acba pouco
11 leu-se II
perfeilamenla
eain.c" a----- a-, -- -........-------.....--" h" "rain anaz, volido-. nnnn*-ina, e talvez anu i mais pela pnairi qae oc- alie nerteilame r.U ile. ... >... 1... o. ..a.. J
um pdrese em lodas a pag,-1 mcm. d.sempenltar digueneuie o empr.go de con, I ella quiz ler o prazer da rtnganci. OpPr,ra.o-o de (ConfinKar-.e-no.


ILEGIVEL





MABIU DB HBf IF.7EMB&0 i,;-' nw
li.-ui.,i measte) i ;,.- i i, (. --, devo ler notado, que ha
ni grande numero de eleitores que^nflo desronht-
cem o* prlmeiros rudimento tta poltica, ma que
o, alem di'lo, incapaies le legitimar o -cu vol e
que por con c,ao, da inlimi.l.cilo ou da sedcelo p. 1*0 iNAu ha
a menor duvida____ .. em moral, cducac.au e ini-
IrucV'TMma pailoinuilu Cliiisideravel ta populadlo
decie p-ii/, esta' ao nivel das oulras populare* do
mundo cinilu.ido que deiiam mai< paia desojar de-
l'jiiu desl te'..o,lo. \i. 183'. o
l-i.> i.-i.i, vcjamoa, segundo o u funes.> como se
roercadejam os tuftragioa do cleiloret. O jornal in-
gle* su pe o cato man favoravel e niait raro, o de
um candidato que na' o tu pnmeiro patio na car-
reira polillo e que nao quuewi evcr a aua eletco.
tn.lo ao luOrigio livie e independenle da seus man-
dantes.
Esto candidato, que nio pode orcupar-seem pai-
loa cun ai minuciosidad da ricino, tem por ne-
cessidade uro agente, e-la asante he quasi irmpra
um procurador ;l lomev A .le utllcu* n.u.is-
leriaei ha que ordinariamente a confia o cuidado da
negociarlo ; a direc^ao da aeu espirito, a nalorea de
occopac.0es, um cerlu conhecimento especial do co-
rceo humano, Ihea garanlem como a' uinguem a !
boa fortuna dea IruntaccOe entre a conciencia e
o Interesse. Muilo- lem granando, como caballeta*,
lio elevada repolac,3o, que o candidato! o* dispot.m
a' cuela de enormea sacrificio ; nao pondo duvida
em maoda-loa vir mudas vetee de um a' oulro ex-
tremo di I(ia.ltterra. Quitado o momento de prepa-
rar a eleic,a<>, represeola-no o Timei o candidato
A e eea agente 11 em grava coulerencia aobre o
melca meii cusinos de chegar ao resollado desijado,
e eslabelece-st entre ellea o icguinle dialogo, que he
~^qia escellenla comedia :
O candidato.Porem. meo charo, a' que litlo me
pedia lainatiha quanlia ''
O agente.Temos de pasar despejas de imprei-
lo, de-pezas de locaei para inilallacao do eonselho
encarregado de defender o vossos interestes,des-
pea de pessoal.e sobretodo o honorario do agen-
te que devet ,v> ir ler com o eleitore para confir-
mar-Ibes o titulo qae lende a seu suffragiot, o*
empregado lito, os corraioe, a msica, as procis-
soei, a illumiuar io, etc.
O candidato.Mas ludo iilo nao poderla cnsler
100,000 fr. *
O agente.Pedia, lie verdad*; ma he qoc.com
algum embarace \ mat he forfi que aaibais, meo
charo senhor, que, ero qoalquer dislriclo eleiloral,
ha tempre um cerlo numero de votos que por qoal-
qaer meio se devem ganhar. E o que queris, ne-
nlium de mis lem a culpa, se eiles pro tires humen,
estilo habituados, em dia de eleicfln, a' achar as ta-
berna abarla e a mesa posta.... lambem el I es sti
votam por um candidato generoso....
O candidato.Uniendo,ni votam no candidato
qoe Ihes .ler de beber a' vonlade.
O Agente.Sun he so i*to ; lia eleitores de msi-
elevada classe, como flo os pequeos mercaderes ( e
aqu tenlio a lista delles na algibeira ), qoe o uso
manda que se Ihea d algum dioheiro pelo seo voto.
Que queris ? altes lem seus negocios e n.lo os qoe-
rem compromeller em nade. Esta sorania lem varia-
do com os lempos, boje, as circumslancias em que
nos echamos, com a concurrencia que nos oppoe o
vosso adversario, ser.lo precisas duas Ibs. (50 fu.;
Por ootto lado o ollimo candidato de nosso partido,
M. V......deixou aqoi pelas ultimas eleiroes algo-
Risi dividas, que esperan) que n a paeoemos...
O Candidato (encolerisado).Porm lado isto, se-
uhor, he corrupciln, he mauifeila viol.r.lo da le ;
uuoca eonsenllrei em 1er cmplice....
O Agente.Ss nio fdr assim, perderei a eleic,.1o.
V'oaao adversario far em breve, se ja o nao est ra-
zando, exactamente n mermo qoe lenho a honra de
propor-vos ; e se o nao eombalerdes com as ines-
mas armas, advirlo-vos que lereis apenas vergonhosa
minoria.
O Candidato 'abrandando-se).Ma he rerlo que
todo Isto se saber', e a minha eleioao sera' objeclo
de orna policio ao Parlamento.
O Agente.Quinto a isto, descansa! ; nosso ad-
versario estar' m idnticas circumslaocia, e nao
aera' elle que nos txprobre o que elle mesmo bou-
ver tambem praticado. De mais, ha de te pensar que
Ignoris ludo quanlo se li/.-r, e Tica por minha conla
faze-lo erar a' nosso adversario. Agora he evidente
que saropie ha seu risco uestes negocios ; he fcil
porem eseapar-lhes com om pooco de boa vontade.
Fica portanlo atsenlado : fechareis os olhos a turto
quanlo virde, livrai vo piiaripalmenle de pergun-
tas indiscretas, e aOirmai com indignarlo que nao
corrompeile ; qoe sois incapaz de faze-lo e qae se
o chegasse ao ouvidos que alguem o fazia em vosso
nome, enrgicamente denunciarais os criminosos
autores da corrupcjlo. Sol orador, caro senhor, poi
etil.lo, qoando apparecerdes na piala-forma, animai
hbilmente o vosso discurso com um bello movimen-
lo oratorio contra esta infame corrupto. Elogiai
alio e bum om a independencia bem conhecid, o
patriotismo e a pureza incurruplivel de vossot elei-
tore....
O Candidato (iulerrompendo).Oh agora ha de
mais, eo dizer emelhaiile couta toda a gente ale
os meninos, roe onverganhana de tanta impudencia.
O Agente:Em toda io.-a vida nunca cah.ste,
caro tetihor, em IAo grande erro. Acreditai-me,
quanlo mais for profundamente corrompida esta
genlaih, lano mat ella vos applaudira' qoando e-
levardea a't noven sua Independeucia e ua probi-
dade.
Aqu, diz o uTimei, termina a conversarlo.
Quaulo ao rerultado, ei-lo aqui : o agenti obtein car-
ta branca, e ludo se pasea como foi conviudo : com-
pramos o eleitores ; o candidato he admillido oo
ejtpellido ; porem paga em lodo o caso a sommi rls-
eada em que o agente leva nina enorme coT.mlssao.
M. Berkeiey, que ha dez annos repele o mesmo
discurso em olas as sessdea e com a mesma for-
ln, astim se exprima na esao de 9 de agoito de
I89, por oceaiiao de requercr o voto por escruti-
nio lcrelo : Dize, seunores, que ha grande exa-
gerarlo na idea gerabmtnle receblda da profunda
corrupto do corpo vTv, ral I.imilar-me-hei a re-
cordar vos a memorave evasta de 1835. Eis a lin-
goagem de que enlSo e eervio principalmente o
honrado M. lex. Edw. Cockburn, que he boje um
doa doho eminentes collegas. Convidado pela eoin-
misiao para fazer conheeer o resultado de soa ei-
peiieuci.i tubre a corrupiao eleiloral, elle resp-ndeu:
O pobhco e ii legislatura nao poderu fazer Idea da
iniensidade desla corrupto. Quaodo se 1 lie per-
gonlou se, em *oa opiniao, o mal nao proviiitin
principalmente da imperfeicao da le sobra o de-
poimenlo das teslemunhas na devai em mileria de
bribery:uN,lo concibo um so caso, relorquio elle
em que seja possivsl provar que -boovebriberyy
inda qoando se a (enha prelicido com vulgar lubi-
lidade.
A cmara oovio moitas veze as ronfisse mais
edificante sobre este ponto. Em 18)0, M. Koe-
bork linha propotlo a formarlo de urna cotiimi-.lo
parlamentar, a' cujo cargo estives-o inquirir de cer-
toe fados de grosseira corrop;So em mullos collegio<
eleiloraes.
Uulro radical bem conhecldo, M. lluncom-
be, querendo, por motivos qoe se nao conhecein,
assim abortar a proposito, lembrou-se de pedir a'
cada membro de per si, para que tudos aflirmattem,
sob juramento, ijue nuuca haviam comprado um s
eleilor.
tr Quanlo a' mim, disse o autor da niocjlo com ry-
nisino ililli.il de compiehender, eu nao podia pres-
tar o joraoienlo que propouho. Po.teria lalvez prs-
talo a* retpeilo de Finsbory; porm detgracadamen-
le para naim, fui oulr'ora candidato da moilo pura e
nuito immacolada aldeia .hourgi de Pontefracl. Ki-
aadai.) Ora eo gaslei 1.U0I) tl.OUO.OOO fr.) em
Ponlelracl, e confesso que gatlei ero erosseiras ma-
nobras da corrnpr.lo. Ntt entanlo fui derrotado.
i Ucsarajadamenle fui lambem candidato de lleilford;
olii fofvencedor por tees vezes e duas vezes venci-
do ; ms*devo dizer que deixei na pra^a muilo rr.ais
da 30.000 (700,000 fr.Vinha de lular contra len-
dencias aristocrticas, o qoe costa moilo mais caro ;
tinlia de lutsr contra locatarios semanarios, cojos
vol eslavam a' mere d*e seus proprielsrio. As-
sim, por exeroplo, lord Silisbory de grande numero de seo locatario, e eo live de pa-
gar-Ibes lijlo e cal, e de fazer-lhes edificar casas.
tiestas edih luei aeiseola C tres. Despend melade
de miu diuheiro em corrupto direcia e a oolra me-
lada para sustentar as nimbas relares. Uepois do
qne acabo da dizer, nao lenho necestidade de arre
cenlar qoe nao nosso pie-lar juramento. Eo qui-
xera smenle ver os ponanos que os preslastem;
lie fariam cerlamenle a a Im raoAo de aeu paz ;
o povo correrla em lurbillidei para ee-los entrar na
sala de iuqoiric^o, e v-lo vrollar com um parerer
contra seu collegas, reputados culpado dista ma-
nobra de qae ellas meimos seriam lao perfeilamtn-
te innocentes... o
A moceo prepoila por M. Doucombe foi reneila-
da ; porm a pruposiclo principal, relativa a' for-
iiiai,.lo de urna comrois-o de mquirir;io, o panou
em duvida por urna pequea malaria. Alera dislo
esta inquirirlo oo devana lirn liyislalivamenle es-
tril, uso porque II, Hoebuck na.i liouveste d*rBeni-
trado, com toda a cvidtucia, a existencia da cor-
rnp; i i un grande etrala ; mas qoando o honrado
metnhro requrreu urna peualidado severa contra os
acloe que assignalara com orna abundancia de provas
verda leiramenie extraordinaria, a cmara llia res-
pondeu pela adopto da ordem do dia. fcis-aqui um
espcimen da llnuuagem que, na previsao deile re-
ullado, 51. Itoebuik lite linha (ello ouvir com o re-
lator.
i ..... Se queris corromper. n,1o farnis lei
contra a corropi^ao. fiada mais de hypocriiia ; bas-
tante ja lendes. i-zimos leis conlra a corrupsio ;
|, i-> ni* noiles disculindo-at, e o hornero qoe roait
houver rilado ira com os os en< IUU.IXHI fr. na ;il-
g'belra comprar o pnmeiro lavar que se Ihevlle-
recer. "
o fos somos os hoinen* niais tiv procrilai desle
nvindo. Patiamns horas em faief leit que|sab'iDos
seren iouleis. tliieremoi fazer i.anlo e nos ibaii-
dunamus ao vicio, l'onint al luje uin bando da hy-
pociilat. Uin homain vi para o collegio eleiloral
com ..U guineos na algibeira e diz :
<' NI*querucorruprao, nein que Bella se |.lle_.
> lenho o olhos
com|iaralivamenta>a oulro fictos .1 lewesejBO genero, da lis qoe po lean so
(Calcula-si que em I orino me lio, mu eleica i d spu- que os auxilenlos d
la da por tres candidatos, costa pelo menos Hll) O.Mi a j crelo. II sempre e prin.-ip.'lme
cada un : nos di.tridos muito p ipnloaoa, he dupla a
.l.'.p-... A' 'lile malo de IhIT, ni opera de una
eleo.ln sera I, o desolado de S"ili Diirhain esorovia
a seitiiiule rarla seus roniinilleiiles :
o Desde que pala primeira vez (eolieltel o vueaoi
siillranios, em ls:l^, saben que duas veies fui eleiio
em una eluvio contestada. A experiencia dedal
\n, na.ia ha mat* ftil do. lie uiAicil decoueober-aeuma situacA
advrsanos do esoruliuio se- '. tiaila. como ii|oella em que en acliava-i
joria Irurc.lo rta oreira era qusn completa
lao .litos-
le. .V obS-
ognienla-
le a grave injuria trurcao da ureira
qoe ( faz ao pSvo iuglez loppeiido qoe poderla lia>I ram-e dore cada vez que linha nece-i lade de
ver neresi lade de oecDltir o acto maii imporleole oiirinar re|ieliain-se com raait frequencia os lu-
de toda su., v i la poltica. mores oorinos.ia em cnniequencia da n-|Jir.i na ure-
r Vame fallis incessaiiiemeiiie. diz a M. Ber- Ira ai febres InlermillenlH nio ma dTixavam um
kle\ re-pon endo-Ibis, ,tt aiv.z. van"ii| do leao da de repnuiu e, por cumulo de infortunios, eu
britannlco, nenhom do seus artos quer lusimolar : | haea. deieiperadn da medicina, inivlme por lee
porem a altivez varonil dvste bravo lajflo leommoda- sido desengaado por prillerM de nota, a l'iuem enia
duat elei(es me eiiin.iu, que, se bemque poueo e endlent-menle, ve-lo-lieis, com ovlo serrelo luna ltimamente tecorrido uo designio de a lu o
eleitores hajain tan r.irrupt.s como sois, todava as na eleic,u< luraet. Vos misnioi. seuliores, nao jul- ; me sngeilar.
feslaie apparalo iletlivilios and pnreda-) que acom- gais vosea dignidad! cnmproinelliJ, voaea honra I Corra o mez de Janeiro do auno proirmij passado
pauham na eleic.ao, devem eu.lar an candidato que corou que manchada, quanlo em vossos clubs ,! quando Uve a fortuna de enronlrar-ine com uin anu-
le prepara para urna lula viajo'oaa, plo meno de '
I i 1 ,000 lib. i de 300 a 3".>,lKkl fr. Como a re-
i|ue devem
letlras.
aioinpauliar o uso de vussas | Francisco Anloii'ti (iu Castro. Im uto agoa he a M a"lea bebida daraola acomida.
i Setissliao Anl(iuu) tos Santos, ncgiicif ulp oo do c esta'tntrodoild entre ellM.
n-
He venia lo qiip a (urtuiiii uem sempre fa- AustricliatiQ Z.f'iiiin ta Malta, inspector,
vorece os mais djgnns ; e.para que isio as- Uanoel la Cadilho Alvos, ri ladSo.
slm aconteria, |alii eslSo os (ovarnos, que I KerculanoHanoel de .s, artista,
muitas vezes trocara a juslit;a, que devem i Francisco Ribeiro da Coala, alferes.
a Ciencia e probidade, oelo po lominio dos Atiesto que h i venta.le* i que se diz \u-
faeores ; alu esto igualmente os sentimco- gusto Cesr de Albuquerque, atieres
tos iKnobeia, que na liberdade das espfcu*i Tertuliano de Almeida Furtedo, negociante.
partirlo de.t despea nai pimima eieicftai nao diz
iw ni com o meu goii nem com o meu Inleresies,
decid mo me apresrntar mais perinta vos.Daily
News, 7 de milo de 1837.
O jornal qae reproduz eata carta, a faz seguir
com a siguiule observarle !
He evi lente qoe eila enorme despeza obligato-
ria monnpolisa as candidaturas na maos de om pe-
queo rircolo de hnmen. Vejamos o qoe eaniaram
as eleijOisde Suulh-Durham disde 1832. L'ma. elei- refurni., a revucar;ao das lea dos cereaes a
c,au contestada siippe coinmuminenli lies candida- das troca
lanar di uni.li da in.iiur nohreza du pai/, rrgeitais w>. no sitio do Sr. Maura Vizmlio do meul a quein re
pelo li.illul as petire, indisreetas de admhJMe. I>le> o meu Inferanla ; e-te, dep lia je ouvir-me,
t)s parlidaiios du voto pobliru rostumam encerrar inilon para que eu c iiisullasse o Dr. cirolino, vislo
eila dlaeaMla observando, que se a crorup;ao e a como drrlarei-lhe, que anda u nao havia botcado.
mi un lario exercim, em lempos ordinarios, granle Ao indirar-me esse hbil facultativo, o meu referido
amigo fez-me sentir que alie lena r&eracer-ine a
msior r.oiii ni.; .. | i pela sua ir mlieod i halnli lado
inllencia u i retullado do escrutinio, nio empecam,
as circumslancias graves, a gr.ude e verdadtire voz
do pan de te facer ouvir livremenle. e cil.un sobre
ele assumplo o gloriosu Iriumplm do vol popular,
quando reqoereu successlvarnenle o lihtrlamenlu
do negros, a enianoip irao do caihdica, o hill de
liber-
tos que a pleiteam. Se cada um delles zaala 375.01KI
fn., perfazuma summa total de 1,123,000 fr. Se al
1817, leni havido doas eleirTie*, duplira-te esl som-
ma. Acreseenlando estas despezas as cusas Irgaet,
chegaramos .i um total de qna-i don. millies e miio
francos detda 1832.n
O Timeio avaluiva por noc.isi.io das ultimas elei-
Sts, as despez.s de bribery, ero urna eleijio geral
em 53 milh&es de franco !"
Enirelanla he sabido que, depois do bil de refor-
ma, urna rieio.i.i se faz por um preco menor do que
.-interiormente. Em 1812, a elei^au de M. Camng
cusiuu-llie para mais de om milbao de francos. Ver
dade seja que ni-la poca podia-se fazer vir pintores
de om a ooiro extremo do reino ; esta faruldade foi
sopprimlda pelo bil de 183-2.
Conlinuir-se-ha.
A legovl.
He\ue conle.oporanea.,
PERS2SBUC0.
PAGINA atVULS..
perai-Sn eirurgica.O Sr. Dr. Prxedes uomes
de Souza Pilanca pralicou no dia 21 do correle a
operaran do briro de lelne duplo e compliradn, em
urna enhnra de 18 anuos, lendo por ijudanles os
Sis. Drt. Joic Aogoslo Pitanga e Jo,1o Mara Sve.
I A opor ir.iu enrreu hem e a 21 do mesmo mez prali-
Compreheude-se que, no meio desles formidaveis j cou referido Sr. Dr. Prxedes a extraerlo dos al-
ian.;.... o governo, mormenle im um paiz em que a hueles,ereronheceo mu bum resultado. Este Irahe-
adminislracan local he muilo independenle, nao p-' "'0 foi felo com chlurophormio appliradu pelo
de sen,o com grande difliculdade, influenciar sobre | Sr. Dr. Seve.
os eleilores. Tamben quasi que o governo nao (ez Praztres da puta, He este o objeclo qne
tentativas nesle sentido senao nos dislnctos cojas elei- m"' ocrupa a maior parle da populacao desta ri-
Ces exerrem grande inlloencia sobre a upinao e
lac'S interesseiras arnoldan>lu-se a certos
servidos que s3o a prova de ura carcter in-
digente, ciin |ti isla tu mullas vezes impor-
tantes posices.
Jos .Noguoira Bastos, nuguctanlo e pro^i
tario
Jono Lopes Delgado,
i Sehasti.lu Jos da Cosa.
Mas, tudos esse factos, e ou'.ros de igual | Jos Pereira de Azcvedo, negociante c pro-
esuecie, proprios de todos os lempos, nu prielario.
avultam anle os ollos dos homens de talen- Manoel M. da Silva, artista,
lo e de conscie cia, ricos de aciencia e de | Synaco Jos Fernandos 1 Silva, artista.
pmlii lado, os quaes aclum em si mismos Jos iio i auno Gaslro Corris de (lliveira,
e appliearao, e j porque fados auteriore muilu o
reo iiiimendaviuj em oras desla gener.
Don dias depois desla conversaran eu f.irle-
menleacroroniellidu das fehres intermitientes ; e pa-
receudo me azada a occasiao. mandei chimar o Sr.
hr. Carolina ao Salgad nho. lugar de rnuiha nsid-n-
eia, a sendo por elle iniuuciosamenle axaminado,
respondi a minha consulta que meu estado era
gravissimo ; ms, que, te eo quize>se vir Iralar-ine
neita ridade, e com paciencia e re>i)-ilar,,1o me tub-
inalletse aoe preceilus e opera;e>, que Ihe pareciam
nereisarias, enlrelinha esperanzas de por-me hom.
Eslas palavras calarain em meu espirito como um
balsamo soave de coulorto eram como a lahoa
tliiclnaiile, que encentra o naufrago prestes a sub-
meriiir-se em profundo mar. Nesses ullimos annos
a medeclma so liuha para mim palavras de desani-
mo, de deseuuano, e, pois, de tal esperanra acbei-
me posiuido pelo que me disie o Sr. Dr. Csrolmo,
que para loso vim residir na praja de 8. Jo. nesla
eidade, e priucipiei a ser tratado por aquelle facul-
tativo.
onlava eu apenas um mei de tralamenlo.
haviam dasapparecilo as intermitientes e
mil consolac's deliciosas As emoQOes inef-
faveis, que o conhecimento e a pratica do
bem llies trazem, sao lliesouros de immen-
artists.
Manoel Moreira ra Cosa Passos, tenenie.
Joquim Jos Cesar, negociante.
eja
oaiiain nesapparecido as intermitientes e a uretra,'v"',,--------"'-----"."" -m-- i -"-
obstruida ame- por dou estreilamenios. que nao da-,lell0 contra a nalureza, se bavendo rece-
priiieipalnieute em Londres. Ah, a preienca das
grandes admiuistrariles dos prinripaes funecionarios,
Ihe d (alviz algous meio de Inflaeneia, e mullas
vezes se o lem oceupado de exeroe la. I i
ISao he lmame pela rorrupr,3o que os randidalos
oblam -ns e|.-ir,lo, he liinlinn pila inliatidaelo. A
inuinidariio einpreg-se (obreludo a reipeilo dos
narcadorrs. Kefere Mr. Heikeley que, na elecoes
de 1811, om meniliro da aristocracia, ucapiaa Itous,
tendo-se aprisentado candidato do partidoloij
em Westminiler,|as dama mait nobres encaminia-
ram-sr, em magnificas equipagens, para rasa de eu
forneceiiorr, declarando-Ibes que, e nao volasiero
pelo capitn, ellas e soas amigas immedialan.enle
Ihes retuariam -na rlienlells. Os merradore pro-
melteram, e, romo o vol he publico, exerutaram as
lias promessas. L'm vendedor de cafe, em casa de
quem e reonia orna vez por semana urna sociedade
de alfaiales da eidade, e a quem pilas damai linh>m
promettido dar-lhe, ou manler-lbe, oo finalmente
relirar-lhe, segondo seo vol, o fornecimenlo de cer-
veja de sua casa, leve a idea de ir volar modo cedo,
pensando que os eleitores deifavoraveis ao candida-
to loiy que gabavam o sen caf, nio desco-
bririam seu nome enlrq os inuilos que deveriam vir
depois. Vaa esperanra um alfaiete, que fui volar
alguna instantes depois delle, lu o seu nome e in-
mediatamente communicou a descoberta seus ca-
maradss, que nao pozeram mei p em seu caf.
Segando o mismo M. Berkeiey, esle syslima de in-
iitim.l-r.io be aempre lao exagerado iis provincias
qoe, mormenle nos pequeos collegio eleiloraes, os
ineira tori-, para e luhlrahlrem ;'. presslo de seo
cliinles, lem rennonciado fzerem-e nterever nas
lista ileilorae.
Em enmeqnencia das dilliculdade e sobretodo das
d'spezni qne arraila unta eleo.ln. concebe-se que o
assenlos eleiloraes 1-inlim a mouopolisar-se em um
cerlr numero de maos, e ha naca admirar o numero
ronsiderave de uovos membrot que cada elon.au en-
va a cmara.
Eis-squi, segundo o n't'imei, o numero doi novos
eleitoi de 1832 a 18.17 :
1832.373. Ii
1833139.
1837.199.
18l.181.
1847__Sil.
185-2 199.
1837.189.
Todo isto le passa na Inglaterra, n.lo por que a
legislariio sea desarmada contra a corro pe, .loe a inli-
midao.i,.. I'elo contrario as leis ai.uiid.m ; .rnen-
le lioam sem e\.oui,io pela exlrema dilliculdade de
obler provas dos fados acriminados. Em primeiro
lugar os Iribuuaes ordinarios sao os competentes
para lomar ciuihecimento desses fados; alem d'isto,
existe no seloda cmara ama eommisao especial-
rfienle enearregada de receber e de juluar as recia-
niaees de qoe podena ser objeclo, por parle de uin
can lidalo dirrola.lu ou de qual quer eleilor, urna
eleifao oblida pelos meios que a lei condemos. A
oranisaoaj desla n mu,i-.,1o e o seu procssee mere
cem espacial inuiuio como urna das manifeslactjs
mais cararteristicas do espirito parlaineular do In-
glizes. ,\a abertura de cada setso, a cmara, ao-
bre proposia do presidente, numeia urna com-
1.....'"' geral das eler,es ii rompo-la de leis
doze membros, qae sero enrarregados de presidir ai
diversas commissOei speriaes de letelo. Estes
membros fnrmam o que se chama fimiliarnienle
paiticrauj- ptuHttUl Sao dispensados os inembios
da commissao geral, os membros da cmara que tero
de ida.ie para mais de seiseula annos, e os prinri-
paes mini.do. O reilo d.i cmara he dividido em
seis lotes, e os membroi de cada lote vera, rada um
i seu Im no, servir nas coinmis*Aas de aleie*,o.
(.arla p. Iio.lo conlra urna elnoao deve proreder
ou ii'um eleilor. ou 'um elegivtl ou dorandid.lo
vencnlu. O peliciouarlo lie abrigado i fuiuecer
ciur.lc do pagamento des cusas a que pode ser con-
demiiado por qoe as coriie-laces sempre dao lugar
cusas, coiisideravis, a conunissau as lano i a
conla da parle que suecumbe. A eleirao nao pode
er atacada sinSo por om dos do OS modos senuintes:
I. empngo de manobras interdictas por lei ; .pro-
clamarlo do escriilino antes ou depois do lempo le-
gal ou pelo contrario quer pelas requisic/irs, qUer
por indioacOaj especiaes du irrilque prescrever
a aleicao.
Aspeli;5es sao reenviadas pela cmara a commii-
iilo geral da eleic/ies a qoal indica o dia em que
cada commissao ter tirada a sorle. Formada a
commissao, os nomes de icos Miembros, em nume-
ra de cinco,>.lo commonicados aos peticionario que
o podein recusar em lolalidade. Os cinco membro
definitivamente e-colludo preilem jurameutu piran-
te n cmara e eiilram iroroedialaroante no exercicio
de sua funrcdei.
O p-lici. n.rios, sjadados por suas leslemuuhas
e por seus advogados apresen! un-se euiao peanle a
commissao, e comec,am us debales entre elle e a
parle adveria representada pelo membro cuj elei
'.,oi be atacad* uu antes por seu eonselho.
A commusao lem o direilo de reclamar todis as
peca relativas a eleirao couleslada, de citar e ou-
vir (odas as leslemunbas, sob a fo do juramento at
o piomo depulado cuja electo he atacada. (I( ou-
^idas a* paites, coininiisao pronuncia urna decl-
>ao que he urna verdadeira senieuca. soberana, sen-
do interdicto a cmara o direilo de rave-la e limitan-
do-o a asseuorar-lne execai.ao com elleilo. se a
eleirao annullada, n cmara derlara vago o assenlo
indevidamenle ocrupado e o presidente emilli um
wril a para quo se proced a urna nova con-
vocado do corpo eleiloral, O depulado que por
esla guisa foi convtncido de corrupto nao pode
pres"iitar-se a nova eleirao. yuaoduas eleices de
urna eidade tem si Jo mudas vezes annolladas por
caos de corrupto, a eamura pode relirar-lhe pro-
visoriamente ou definitivamente o direilo de ser re-
presentada no parlamento. Yesl caso, ella faz
por si su e sem o concorso da oulra cmara, om
verdadeiro acto legislativo, pois que inudihca as
bilis de 1832.
Mas estas condsmnacoes i3o extremamente raras
ellas qua-i que n.lo apparerem sinao no oso de urna
evidencia palpavel ou o'umi eonfiliao formal do
membro arcusado. He fcil de coinpreliender-se
esla indolgenria do tribunal, quan lo se pensa que
elle lio compoito de membros, nenbum dos quaes
poderia prestar o jarameulo pedido por M. Dun-
combe.
Em fece da manisfesta impolencia n'uma lei, ru-
jos aulores -jo os primeiros inleresados ero violar,
ronviiiha procorar.fora da derrota ja passada da re-
presriio penal, um obstculo material, a perpetrarlo
de laclo da corrupto, e este obstculo, alguns ho-
dade. Nao ha um de nos-oi arrabaldes,"ainda me-nio
o in.iis deserto, qoe nao se ade o/rapa.lo por bellas
reun ii-., cada qual mais cheia'de encanlos. Gru-
pos de cavalleiros, cairos e mnibus apmhadoi de
humeni esenhorai, todos caminliam pressuroios para
lomsrem parle nos folgarna .'a festa, ero cuja dislrar-
cSo eocrupim eheui de regosi|os. Ouaulo he isto
bello e encantador ? Sim, lie no meio desses gosos
a roigis que e faz eiquecer por um momento, nu-
tras irivares porque passamos ; e ai de mis se as-
sim nao fura Esia panada a fe-la, mas nao para-
ram com ella oulroa festejos que se preparam nos
air.iiaes, como por exemplo, Santo Amaro, S. tion-
ralo if Amronlo, devoto il.n donr.elas, N. S. da Sau-
de, S. I'aiiialenn, N. S. da lloa-Esperanri, e oulras,
e anlio novo rehulirn a novos fulnare ae succedem,
e com o quaes se v pastando a lempo.
Pintura municipal.Etia finalmente eslabe-
lecida pela lllma. cmara una postura em que ter-
minantemente prohibe a conduce ao de gneros em
carro posado por preto livre e escravoi; o que
resla v-r he, te havei algoma infrarcan. I 'uiinlo a
not estaremos sempre promptosa maufesla-lat, todas
as vezes qoe a uhservarmos.
O cuteamento da. ra do Sebo, Moudego e
Cadra de Sanio Antonio.Por vezes lem. s mos-
trado quilo rieres.ano se fa o calamento deseas
ras, e os inconvenientes que resultsm de serem
conservadas no estado em que se acharo. Como he
sabido, he por essas roas que ha manir transito de
ravallos e carro, e nao ae pude, na orraiian em que
por ellas passam os me-m s cavallos e cairos, tran-
ilar, sem que js o eaniinhaiile n.flaeado com a
grande pneira qoe se levanta, e na establo invernosa
que nao liqoa coberlo de lama. E serA pmsivil que
nao se allende a Uo justa rsclamaeHu .Nao ha ra-
zao, porque sendo esaaa roas as mais publicas e trau-
sitadas da eidade, parece que devari ser igualmente
a que ni H- devesseni merecer a altencao daquelles
que podem pievenir eisi falla. Nao Iraiaam de In-
leresses particulares, e sim da necessidade publica,
que reclama esse melboramenlo, e pelo qual lisia-
mos.
/'oa pirffunta que nao o/fcnde.Qail a ra-
zao porque te ba de conaenlir que dentro dos m-
nibus se fume ? Por ventura nao lera o proprictario
delle o seu regulamanlo, e que em ..m d ,eus ar-
tigo prohiba semelhanle abuso E colno he que em
tal se roinenie J Anida m.is, nao estar' marrado o
numero das pessoas qoe deve comportar o uin um dos
mnibus '! E como lie que sa consenle que receban)
m.uur numero, com incommodo daquelles que nel-
vain passagem a urna algalia de numero I, ja entao
a lunilla orna de Homero 5 !' o qae com prazer fo-
ra inopinadamenla presenciado pelo eximio profes-
or o Sr. Dr. Sarniento, que me havia por veze con-
l'essado o meu deploravil etado. a a quero mandei
chamar, em ausenria do Sr. Dr. Cardinu, para con-
ullar se, i vista de lao satisfactorio resultado, Ihe
pareca tamhem necessario como aquelle, que eu me
pre-lasse a esrarifirarao da ureira.
Cnntinnou o meo tralamenlo por mais quatro oo
cinco inezei, mas nao soo eo por cerlo o mais com-
pleme para desrreve-lo ; essas operareis deliradis-
im. em qoe tanto se faiia sentir a pericia do hahll
professor, o uso de instrumentos de tao tsriada for-
ma, empregsdos segundo a marcha da molestia, o
elleilu benfico, qoe Irazia cada um desses Irabalhos,
em que lamo sa manifetlava o zelp e paciencia do
diiliuclo operador, -lu nolros lanos qosdros que -.
pnderiam ser convenienleminle desjenhados por um
iiomem da sciencia. A mim, anWna cabe-ma a
mellavel s.il.fac;ao de proclamar allamenle, que no
rabu de cinco ou sen mezes de Irnjamenlo pelo Sr.
Dr. Carolmo, achav:i-me radicalmente curado de
orna molestia, que solTrera por espaoo de qualorze
annoi, e que me arrastrara al as borda do t-
mulo.
Ma restsbeleeido como aehava-rae dea enfermi-
dade, que algumas vezes declinara da intensidade
depois de loucos (calamentos, devia eu repular-me
radicalmente curado Para mim sao retava-n du-
vids a esse respeito, porque desla vez tenlia eu a
uretra lao regular em sua pperares, como antes da
molestia, o que nunca e deu por occasiao de oulras
curas: mas oulro duvidavam que o mal deiasse
da vnliar.
Eis a circumslanda qae havia suspendido a pu-
blicacjlo da cura, e que creio haver desappare-
De feito, ha decorrido nm anuo! e algons mezes
em que o mais iive inrommodo imluza-me a acre-
ditar que anda resla algum germeii do anligo mal,
que de fuluro se potsa desenvolver ; e, pois, pens
que he temp de cumpnr o dever duplicado de que
Tallei, sem que alguem lenha o direilo de qualilicar-
me de lemerarin.
Que o prsenle publicaran importa para mim um
duplicado dever, fcil he de cempreheinler-se,
visto como sou a ella obligado por dous motivos im-
perioso.
Primeirameut psrece-me qoe n.lo ser destituida
de inleresse para a sciencia a cora le urna ml que por esparu de quatorze anuos, alem de resistir a
diverso, iratainenlos, lora anual clasificada de in-
eoraval por vanos pr. fessores, alus mui d.slinclos ;
rslmoorno rerommenda se a raridade associada a
- -----a------------ T-- --' "mu- ii i.i f-rj fl (Hfhl.lfje SOClHs1;< 'A
le. viajero f Dacse-he caso que no respondam que companao qoe eo ir.d.<,u. ao. a, padecem de mal
os nriininnilartoi ,9 m .. ......,.> i..... .'.. idoniin,. l.k.i r....i....... .-'. P'uecein ae mal
os incuromndados sAo os qoe se inudam'.' Is.on.iu
he po proprielariii, porque deve lemhrar-se do rifilo que
diz:(liiem ludo qoer, ludo perde,e baja vista o
que ha bem puuco lempu sunredeu aos que quebra-
ran! as molas, e por feliridade nao quebrou as per-
nas aos passageiros. Rom nAo se fez em om dia.
Corrida de rile?.O fiscal da fre.oezia da
Boa-Vista mandou, ha das, malar urna porreo de
raes que infeslam as ras, mas nao foi isso bastante
para acaber com to infernal raja ; precisa por-
tanlo qoe nao suspenda a sua nenioin, com a qa.it
lua grande servido ao povo, livraudo-o dessa rara
que latilns males rausa.
Ilnspilalde Caridad.Exisliam nos das 23
26 e 27 do crrenla 23 homens e 29 mulheres tra-
tarlos pela carldade, (i homens e 15 mulheres que
pauam a casa, e 10 pra;as do corpo de polica.lo-
lal 85 (lenles.
Maladouro publico.Matou-se no dia 2( para
consumo do da 27 do crrenle, a saber :
Companhia da carnes verdes......58 bala.
Kicardo Homnido da Silva........<)
Manoel de Souza lavares..........5
Manoel Joaquim Doarle..........3
l.uiz de ijueiruz............., ;| 0
Total. 78 bois.
Mirlalidaile.Helaran das pessoas qae foraro
sepultadas no cemiterio publico, uu dia 2(i do cr-
reme :
Joi Francisco Bendita, pardo, solleiro, 36 an-
nos. Beiiitas.
Anua Antonia de Jess e Silva, branca, casa Ja,
3(i anuos. I'litlnsica.
Leocadia Mana da Conceirao, pirda, viuv, 21
anuos. Tubrculos pulmonares.
Domingos, pelo, escravo, 18 annos. (.astro-in-
tente.
.1 .luna, parda, 2 mezes. Diarrhea.
l.r urenro, pardo, I mez. dem.
Total(i.
Dia 27.
Eperidiao, pardo, 8 dias. Ttano dos recimnas-
eido..
Migoel, prelo, escraro, 30 annos. Hiperlrophia.
lolal2.
lile amixnha.
idenliro o hbil facultativo, de cujas m.ios receb, _
reparasflo da saudr, que eu ja lulo ousava es-
perar.
Em segundo lugar o Iralamcnto, ou ante, a cura
que recib do Sr. Dr. Carolmo. eoiililuio-me leu
devedor de um debito iusoluvel ; foi a sua mao ex-
perimentada, qu arranrou-me as garras do tmulo,
tuestes a devorar-me. salvan io-n,e a vida, alus mu
preciosa para urna pobre familia, que ero mim ico
seo nico arrimo. E quanlo desvelos, quanlo ze-
lo, qu.nla paciencia forain piedlos para obler-se ta-
maito resultado \
E P"r nlora orna tenue qoanlia que offereci ao
sr. Dr. Carolmo, remunera o trabalho que empre-
goa em minha cura ? Nao ; mil vezes nao : eise
trabalho nfl.i he pagavel, porque mo tem preco__
poique nao se vende porque fu pode ser oxenla-
do por amor da bumanidade, e assim nao pode achar
oro equivalente em duilieiro de contado.
Constituido assim devedor insolvavel, um dever
resla ine a cumpnr, o qual felizmente n.1o excede a
minha forras, he proclamar minha gralidao para
com o meu hemleilor, a quem, para ludo dizer, e
talvo o. decretos da Pruvidenci, devo g vida....
Digne-se, poi, o Sr. Dr. Carolina de receber pela
presente, a expressao mal nur lu... a> um
..^auiui.icui", acomendo-a corrn demonslrariio
hel, do quesinto no mala inlimo de meu corado,
nica rifTerla que posso fazer-lhe em rimunerario de
quanlo Ihe devo.
E Vmcs., Srs. redactores, scrvlndo-se da dar pu-
blicidade a este bullante resultado que faz psrte de
urna clnica honrosamente conquistad.i, como ja por
vezes o lem felo a pedido de ootros que como eu
lem do Sr. Dr. Carolmo ohlido curas lemelhanles.
com islo nuda meuus fara' do que enneorrer para o
bem da humanidadr, me ennstituindo igualinenle,
seo muito obrigado venerador e criado,
Francisco I eireir da Mello.
deiros interpretes do bem e do mal.
I-. iidii lia ingrati jilo que niereca) ser t5o
exprobrada, como he aquella que se com-
collectona.
^iiHi^nDi*.-
US KiBVLAS.
so valor, que Ibes scivem de alta reoompen- i francisco Jos da Silva Pe.eira, escrivo da
sa ; ese as posicOes ti'ie ellos ahi conquis-
tam n,"iij s3o mui brilbanles aos olhos do
egosmo, e do srdido inleresse,so todava
muito mais solidas.
Srs. doutores, esrlarpci 'os, como vos
achals, pela sciencia, lembrai-vos sempre
que sois os defensores naluraes da religiao
calbolics, apostlica,romana, e da conslijui-
qHo poltica deste grande, imperio,nossa ca-
ra patria. Qualquer que for a alta posicSo,
que oceupardes, os vussos esemplos, bous e
mOos tero de reectir vivamente sobre to-
dos aquelles, que menos favorecidos de co-
nhecimentos nos cootemdam como verda-
llojs que (orna a lallar-se ns eipedice da fri-
ca, que tanta el Ta lem alcanzado aoi Kianoezes, e
qoe oovimos fallar roulinuamente em kabvles, pu-
blicamos o segunde interessatile artigo de Benjamn
tiasllneau, onde te vera' a orgem derte nome dado
a's Iribiis baibaras do litoral.
A reuiuao ile mullossorbisJcas fixasl per- sempre descalcas.
bertas com visillos que nunca deixam, os |a-
lylas inqnielain s* poueo, fnr das soas villas, do
lunar onda poderla passar noile, srlum se deila-
d.i. pelas mas, rilante das fa4, e lambem sobre es
lugaresdo mercado, no meio tfi-isens sacros, oteu-
lillo p nulas, s- a noile esl.' escura, he precuo
multo cuidado em ii.Iii por o^i sobre a harnua de
algum Indgena enrolai*o no seu bornous, que Ihe
tee an mesmo lampo deve-IMo de leito e de casa.
() kabyla pobre anta quasi tempre de cabeca
detcoberi. a t lem para a cnbrir o capoz do seu
l.-nr i. .-... i luiros, mai felina, trznn tohre a cabe-
. C rapada um petado brrele felo de patn e la.
Os elieiks u-am de turbantes, rousiltindo em ama
cinla comprida e eilreila de, teda e de mooMelina,
enrolada a' rnda de um btrrele vermelho ; dipo-
i{So da voll. asada como a difieren; da fazenda,
-"itlingue ot divtrsus graos nas luncr't admii.islra-
tivti.
Muilos ksbylas trazem chinella ; oulro envol-
vem -imple.menta o p em rorreie de relie de boi
ou de vacca, cuj pello he voltado para fre, e qoe
aegnram com urna pequen corda alada perna. A
maior parle, p.irm, dispensam e-la aspada de cal
do, e andam com os ps mjs. Muflas vezes goar-
nerem as perna rom polainas sem pelmilhas, bor-
dadas a la. Os chefe trazem cliinellssam lempo da
paz, e bolas encarnada guarnecidas esa espuri,
alternada ulemsgues.u em lempo de guaira.
O roitume das mulheres he o mesmo que o do
homeni, t' exceptan do burnous, que nunca uiam,
e com a differenc de nBo alarem o kiik caber; e
ringim ns rins com urna longa cinta da fazenda
braura ou ralada de diflerenle cores, que te ata por
liante e cu|s ponas cahem at ao chao. Andam
$ttMicoc3e& ptmo.
Iiido dola o talento, a constancia, e outrus
dons preciosos, abusamos dnsses dons em
p ejui/.o das verdades justas e santas.
Karei especial meticao da prudencia e mo-
derarjo que vos devem servir de uleis or-
namentos no uso de vossas letras.
Km vossa vida activa o publica vos acha-
ris mullas vezes no campo das discussOes
Ahi, o vosso dever he combaler todos os er-
ros, mais por amor da sciencia e do bem pu-
blico do que pelo desejo de vos mostrardes
superiores aos que se obstinam em errar.
Desta sorle, a vossa digtii a Je pessual,
manlida t defendida sem cs*gerac3o, evi-
tar odios e inimizades inuleis, e dispora
melhor dos nimos para as conquistas cal-
mas e pacificas da razio.
Aqui termino, Srs doutores. Meus dese-
jos e.-lfii sabidos : que olios s3o sinceros, eu
VO-lo altanen.
Aianeo-vj.s igualmente, que siio estes os
dosojos de tod os os varOes rospeilavis, qua
forain vossos dignos mestres, alguns uo>
quaes ja avanzados em urna vida inteira de
dedicara,) ao servico publico, cliems de eti-
thusiasmo, vos estao contemplando como
novas existencias preciosas que h3o de hon-
rara patria.
Dr. Francisco do Paula liaptisla.
Eleioao dos Illins. e Eira. Sis. que sshirSo
elitos na mesa para servirem no anno futuro
de 1858 na rmsndade de Nossa Senhora da
Soledade, crela na fregue/ia da Boa Visla, desla
eidade, a saber:
Juizes Prolelorea.
0 E\m. e Itvm. Sr. D. Joao da PuriScacao Mar-
ques Perdigo, Bispo Diocesano,
Illm. Sr. commendador Jos t'ires Ferreira.
.lili/ por eleioao.
Illm. Sr. Dr. Silvioo Cavalcanli de Albuquer-
que.
Juiz por devocao.
Illm. Sr. Amonio Gomes Pessoa.
Ju7a por eleico.
A Extna. Sra. D. Oslla d'Albuquerque Cma-
ra, espoza do Illm. Sr. Dr. Gabriel Soaies
Kapozo da Cmara.
Juiza por devocao.
A Exina. Sra. D. Isabel Joaquina de Figucircdo,
epoza Jo Illm. Sr. brigadero .loatiuim Ber-
nardo d Figuoiredo.
Juiza proieclora.
A lrAm. Sra. D. Francisca Guimaraci, mulher
do Illm. Sr. tenente-coronel Jos da Silva
Guimaraes.
Escrivao por eleioao.
0 irmao Joaquim Jos Martina.
Escrivao por devocao.
O irmo Illm. Sr. tenente-coronel Sebasliao Lo-
pes Guimaraes.
EscrivSa por eleijao.
A Exma. Sra. Jozefa Francisca Pinto Ri-
gueira Ramos.
Escriva por devocao.
A Exma. Sra. D. Julia Candida de Souza Mar-
tina, esposa do Illm. Sr. Joaquim Jm>* Mar-
tina
Thesoureiio.
0 irmao Bernardo da Cunha Teixcira.
Procurador geral.
0 irmao ex- juiz Dr. Antonio Luiz Cavalcanli de
Albuquerque.
Procuradores.
O irmo ex-thesoureiro Luiz Pereira Rapozo.
O irmao Manoel Ferreira Fiallio.
irmo illm. Sr. Major Luiz Jos Pereira de
Carvalho.
0 irmo Illm. Sr. lente Manoel d'Azevedo do
N aciment.
^OtC5pOttl>CttCttt.
Sr$. redactortt.L'm anuo ha, que eu live o pro-
posito da bu.car a colomnai de eo conreiluado
Diario para fazer conlircidn um farlo, cuja publici-
da.le impoilava para mim um duplicado dever. Bo-
lla acabava eu de aer corado radicalmente de urna
cnfeimidade giavissima pelo Se Ur. Carolmo Fran-
cisco de lama Santo. ; tal era a importancia deesa
cora, que nao poda deixar de insprar inleresse ao
homens da sciencia. e muilo mais ao que padeces-
sem de mal idntico.
tina circunistriicia de que depois fallare! suspen-
deu al boje a execujau dessa minha delerminarao ;
mas, desapparerendo ella actualmente, he rhegada a
oppoitunldade de cumprir o fallado dever, o que fs-
rei, principiando por descrever o estado em qoe me
adiara nles di cura, para depuis narra-la como he
pos.ivel a quem nao he priii---ion.il.
II quatorze anuos, quo fui accommettido de ama
infl.iminac.Ao de ureira, da qual, por minha vida la-
boriosa e por oolras circumslaucia qoe tena por de-
mal referir, nunca cootegu curar-me, aperar de
haver sempre buicado o recuraus da medicina. Tor-
nada a molestia ebronica, aggravou-se excesiva-
mente por occasiao da revoltillo de 1818, durante a
qual levei vida modo que a uretra achuu-e qu.iti inleirainente obs-
tru la.
Era a minha slluacilo bem anlicliva ; mas urna
longa experiencia lizer.imme crer, que era iruputsi-
vil s ihir il-lli : e pui que eu salitfatia a necessi-
dade de cnrinii',anida que muilu me cusiese, ia vi-
vendu resignadu,' ale que fui accommetlido de om
ataque violento de releufjo de oorinas, que fiz-in
de vi
passar miis de viole e quatro hora sem verler urna
mens polillros pensaram encoulra-lo no vol tecreto, <<. apezar de arhar-s a bexiga repleta pon de
ll romo existe em _Franca. Opioam elle que ot! faier-me temer um rnropimeiilo, qoe lalvez liveste
candldal-i eriam muilo menos inleretsados em com-! luaar, a au serem os sorcorros da arle opportuoa-
prar rs votos, em defitienria do meio de enrar ,i menle empreados.
Ainda nao me arhava reslahe'ecido desle ataque,
qoando apparereu-me um oulro, em vista do qual
resolvi-me a deixar meu sitio no Silgadinho para
execurao lel do contracto sabendo que ot eleitores
podem receber impuminelite por duas mos. Po-
rem o bal .a eria sobretodo o meio de fazer cessar a
Inllmidaelo donde quer que ella podeise provir.
fcllc snuli.na principalnieule ao partido da Ierra
es.eS|lo.ouu ,,, )lf ii,, ., querormamseu
uiumn, porem poderoso baluarte conlra influen- lro' obreveio-me nova retenerlo de ounnas, nao me-
ca deinorralira nas eleic,0es sob esla relara.i, elle "' ""rival que a primeira : e posto qoe o empn-
r a um alcance immento, inealcolavel. lie o que de novos moos Irouxesse-me Isom eluvio, (oda
e.i lio i" "" "v*,"*n" ai amlgoi de.la inaravllho.a v'a f"' elle aoompaiihado do triste conliecinienlo de
li li'i'ie ,"" ""'"UU"' polillcas que. iri felo, que o e-lreilameule se havia ausineniadn.
'bum llii'mer,',',u V '"'W" ** ,B,". l'm 1 tom effeilo, tres mezes depois deste ultimo s!aq.ie,
. m^n.,-^ .h'" I'"-">i onlra, riuesle, fo. v l
vin.im rom o pnrlitjti d
DISCURSO
quena fuculdade de direito do Rccife re-
citott no dia i de mil uin o do corrente
anuo o Dr. PrancUcode Paula Baptista
como padrinlio no doutorament de
Joao Jos Pinto Jnior e de Jos Libe-
rato Barroso.
Illms. Srs. Dra. JoSo Jos Pinto Jnior,
Jos I.itmrato Barroso.Na vasta carraira,
que nos outros, homens de vocarno para as
sciencias, encelamos e cujo horistmte he il-
limiado, o grao de doutor be apenas um
ponto (Uo, no qual o viandante, leudo ja
camiiihado mu Un, drmora-se un poueo,
pa-a receber com ostentado o premio de
suas looibraces e fadigas incessanles ; e,
enloquecido de prerogativas e habilitaqoes,
que muito o ennobiecem, patpnlea o aeu
reconbecimento para com aquelles, que,
sollicitos o ajudaram a consegui-las.
Estas minhas pslavras, Srs. doutores, se
por um lado annunciam justse mui dignos
motivos para vosso regosijo nesta occasiao
Lio solemne, por outro lado annunciam o
dever, que haveis enntrahido de continuar-
des a cultivar o vosso espirito, do modo a
mostrar-vos cada vez mais dignos do im-
portante grao, quo acabaes de receber.
E taes so os votos que laco, congratu-
lan lo-me cumvosco pelo bullante resulta-
do de que os vossos esforqos acabam de ser
coroados.
as sciencias vocrn no monopolio a sua
morte; ellas querem naturalmente expan-
dir-se : e dah vein essa le da atrcelo, que
liga os homens do letras entre ai, o os faz
amarem-se reci.'rucamente
lista simples considerarlo be a prova ir-
recusavcl da sincrilade dos meus volos
pelo vosso engrandecimentn nas sciencias.
Agora me he diicii mostrar-vos r) uso,
quo devois fazo-de vossss letras. Calar ou
Msanos.
O irmao Domingos Francisco Tavares.
0 irmao ex-esenvao Jos Anlunes Guimaraes.
O irmao Francisco Jos de Souza.
O irmao .lanuario Constancio Monteiro du An-
draile.
O irnijo capilao Joao Baptista de Souza Braga.
Dito Joaquim Amonio Pelisnaus.
Cadele Polycarpo Jorge de Campos.
Francisco da Costa Atnaral.
Kx-thesouioiro Bernardo Roque.
Luis de Azevedo Souza.
Ex-juiz Bernardino Jos Monteiro.
Dr. Silvio Tarquino Villas Boas.
Zeladores.
O irmao ex-lhesoureiro Jos Antao de Souza Ma-
galhaos.
Lx-escrivao Pedro Ignacio Baplisla.
Piecife 17 de dezembro de 18 J7.
lencenlet a' mesma tribu, eonslilue o Rabila, donde
procede o nome de K-hilar.
O lerrilorio principal, ocropado pelos kabyl't
que se acha entre a provincia d'Arel e a de Cons-
lanlina, chama-se particul.irmpulo Kabylia, mas ha
quasi lanas K.b)lias como moiilanhse, porque os
Kabvlas, l.uio.i lu- fura dos planicies pelas nvasoai
-ur.-ossiv.il dus p uu. conquistadores, refu.ui ,nn-.e
sobre as altas monlauhas.
Os Kaliv se a-semelha a' da Suiia. Abrisadut por delraz las
suai mullannos inarceisive, lem podido resistir
al boje, a's diversts inva-fies e a' influencia de to-
da e dominarlo estrangetra.
lima das dillereuc,as mais entiveis entre os Ara-
bes e os Kabyla he a linajoageHn. O Kabylas sao
os nicos inliis que i .1 i failam a lingaa rabe ;
o seu idioma he a heiberia. do seu ai-liso nome de
Herbis, Os Uerhers ou Kabvlas san o mait anli-
goi habitantes da Argelia. Tem-se concordado em
os fazer descender das serarjoes cliam.it.. auloc-
llione, iiliij.in.i e gcluliana, e podem ser con.idea-
dos como os restos e a mistura de todas as raras rojn
rararler independenle riatillo, em diversas pocas,
a's difiranles invasnes, que le sucrederam no solo
afficaito. As occupae.e successivas do povo con-
qtiislsdnrea quese ap'opriavam das planicies, os lem
impelirlo para tusares do maiadifliril acceiso, e es-
le povo, em oulro lempo dominador do pan, se
aclia asiim div ido em grandes fraerOe tomadas
pelo andar do lempo eilranhns urnas a's nulras.
Foi -i, depois da inv.-a*n rabe que os Uerhers co-
mroaram a ser denominados Kabylas. A unifornii-
dade dos caracteres physicos e muraos qua se obser-
va entre mKabyla da Argelia, deTunis, de ||ar-
roco, do Vatis e de oalias localidades por onde se
acharo espalhados, prova claramente que fonnain
um rae primitiva, pura e sem mancha.
O Kahj la em geral, he de esl.lura mediana ; lem
a pella morena, os olhos negroi. os cabellos pecio-
oo cotlanhos e lisos, a cabe; arredondada (differe
nislo do rabe', a fronte um pooco descoberta, o
queixo .eloudo, o nariz qaasi em ansulo recto ; >
venias sao om poueo abertas, os labios msis grotto*
do que se observa em oulra qoalquer rac;a caacasia
na ; o todo do rosto offereca urna forma mai re-
donda do que oblonga. O kabyla, de mediana es-
tatura, lem o corpo bem proporciona lo, musculoso i
robusto, activo como so de indinarlo lodos o mon-
lauheie.
Assim como os rabes, o. Ksbylas nascem brancos
e conservam-se brancos loda a sua vida, quando o
Irabslhos ns nao cvpQcn ao ir loe do sol. ascida-
des, es mulbeies-ilo de urna brancura deilumbran-
te ; mas as da montanba, sem nascer queimadas pelo
!', lornain ae desde infancia de una cor morena
que se approxima muilo da cr de ferruuem. Tem
bellos olho preto ornados do longa pelauas, e o
denles de ama alvura pasmos. Tem a reputado d.
eicederem as mulheres rabe em belleza.
O amor d iiitependencia, a avareza e o eiume
So os Iracas alientes do carater nacional dos Kaby-
las; a destreza, a torea e a bravura formam a
qualidades dominantes ; -l > espirituosos, de cost-
me- sooiaveis e de febril dis|iosie;Oes.
.Nunca reronhecern dominacao; inimigos dos 11 ?s-
panhes, foram-o tambem mais larde dus urcoi, e
aj hnje lem-n lito lambem tos Kranoezes.
O K i \l i gosla do irabalha da trra, prefire a
hbil.fio fixa, o uguierbis leuda, e a aericullura
ao e-lado de pastor ; possue no mais alto ei.i i e amor
daestabilidada. Este carcter dislimiue-o nolavel-
menle da |i jul aoi i .naba, essentualmenle nmade.
O carcter sdenla rio de Kuly ba, a aua aplidao para
a iudu(iia e para o comniercio, approxima-o, muilu
mais rio qu* rabes, das nafes da Europ.
O Katyba culliva meuosot cereaes do que o rabe,
ma em compensarlo oceupa-te moilo da jardina-
gera ; pa-a a vida a plantar ; tem em casi graos,
lavas, nabos, boboras, rebneles, bele'ravas, pimen-
la, nielei, e froctos de varias especies.
loduelrioso e sedentario, o K.bvla nao he pregai-
roo como o rabe, que I lana' aplidao como ne-
cessidatles. Nao passa os di**, rnnio elle, a fumar
d'anle da sua habilat;a,i ; fabrica azeit*, iab9o
preto, rom aieile de oliveira e a cinza do looreiro-
roa. O Kabyla manufactura rciiei, esleir de
c.ien.ir. ...i, 'a corda de pello de cabra, fabrica
iii-lriiiiieiitns aralurios, armas, e joias de prala e ou-
ro. Os Flissaa fazera as armas tiranos, os Beni-
Abhr as espingardas ; a fabricado da plvora esl-
conctulrada na tribu dos Itehoulas. Em Avl-el-Ar-
ba, lev un habilidade industrial al ao" poni de
faierero moeda filia.
Entre o Fenaias, existe urna olaria, para a qual
se val buscar o barro aos Deni-Oarbis,
Obrigado pela necessidade o Kabvla ferreiro, pe-
dreiro, atraale, armeiro, fabricaule'de moeda, mes-
mo da falsa.
Os Kabyla sao muilo oper-ticiosoa cada om
delle naz ao peilu um pequeo bocado de pergami-
nlio onde -e acha eacripto um versculo du Alcor,1o.
Julg.im e-i,.r iisiim livrea da todn o mslelicio e de
todo o incidente, estn de lal maneiru peuuadidot
da ellicacia desle arouleltu que cheuam a pendura-
los ao pescori do seus cavados. Tem lodos muito
re.pono aos eus amarahouls, vellio venerando,
que exercim obra ellea grande inlluencia. Este
humen levara urna vida muilo austera ; veem te
sempre recolhidas em profunda ineduai;.) oa oceu-
pado a percurrer a coula de um rosario ; a soa
sanlidade he heredilari.
I- liad.,s entra narAai moaulmanas, o Kabyla
poisuem um cdigo prnprio, cojas disposifOe nao
proceden) nem do Alcorao nem dus comentar ios -a-
urado, mat oo usos anlerioris qoe se lem conser-
vado alravez dos seculot.
Os Kabylas lem escola abertas para lodat a cri-
anejaa, situadas nas casa contiguas mesquitas di-
rigidas ordinariarneule pelo moezzin. O siste-
ma de ensillo aproxima-ia do metbodo de eiisino
inutoo.
11- obeles kabylas usam vezes om elegante coi-
tumi naloso ao do Turcos,
Podem riesigoar-se o kabylas, como os Auvergne-
zes da frica. Quando a Ierra natal nio Iba da'
meios de sobiiilencia, doteem a montanhas, emi-
gran) por um etlacao oo p ir muilos anno<. Nas
planicies, alugsm os seus braco* para a eolhelta.
Ns eidade* fazem-se mo^oi de carga e pedeiros
tipil, feilaa aut ecnumiai, traiem o pequiLo
ihe- inrii para a iii'iiit.ni'ia, par comprar om e-
eingarda, lima casa, um jar Jim e urna mulliei
Com esle requisitos silisfsi-e a sua ambicio.
Staffirdshire Advertlser.)
(A Opiniao.)
CMx*&.:^:?i','$
PRAtA DO RECI FE 28 DR DE/.EUBRO AS
3 HORAS DA TARDE.
Olanles offlciae.
Descont de letras13 0|0 ao anno,
'P. Borges, prndenle interino.
L.Doboorcq Jnior, sicrelarlo interino.
CAMBIOS
Sobre Londres, 24 a 90 d. v.
c Pnris. 390 n 400 r. por fr.
* Lisboa, 110 por % de premio.
Deseonlo da leltras, 12 a |5 por ceulo.
OL'ROOne;* hespanbolas. .
ilis inexiran........
Moedaa de i".?iiiu. .
' de 490OU. .
l'RATA.Patacos braiileiros. .
Dito eoliimnari*. .
lutos mexicano ...
318000
303'1)0
163-VJO
9831X1
29OS0
ano
1*680
Caixa Filial do Banco do
Brasil
EM 28 DE DEZEMRRODE1857.
Directores da semana os senhores : Ma
noel Gonrjalves da Silva, e Jos Pereira
Vianna
A caisa desconta leltras a 12 por cento ao
anno, e toma dinheiro a premio de confor-
midade com os seus estatutos.
ALFANDEA.
endlmenlo do dia t a 2G. .
dem do dis 28......
553:3158789
I-1:576} 197
vir iratar me ne la ci dade e eniao obtive orna me- fallar com proveilo, dizendo couss verda-
Ihora consideravel ; mas infelizmenle a cura nao foi dp.ias, tal he 11 lei me sien p inimion radical, vislo como, vollandu eu para o meu dilo i- ,,',..:' rqV, ?.. ?t. ,nlm,B ,Ie
quesi-s ,ul viriim.i de um oulro, que ia-me .-uslando a vida ,
mal,,,-,.,, de.lacam-se nber- I P'o que em e-lado de desespero liusqiiei anda ela
lerrore. intlinctivo., que elle .-p, e,. A,, "., ie dos instrumentos ci.urKiro,,rom nne pri-
qu. u, fazem estremecer pelas Im.veis evenlu.l,- lendlan, dar pri.elpl. a minba cura', ell!ei ,,,
---------------------------------------------------------------__ n,L'" '"l", limilando-i.......,,, uso rio remedios in-
I) Se a eCB* do governo sobre a. el.iroe. hel tV^^.^;;",^;:?.,.t?:""V:::^""" V**'
qua-. nnlla Inglaterra, em comp.nsaCao 38 de an,.,.., e, mi, ',, clllllV,|u mT\..,." """1
leus membros entran para o parlamento romo de- oneracjlo eauvenite, como
pala t,i-, Du cominelieiide-se que em muilos rato feudo ahaiidon
Nos abaixo assignados attestaraos, que
oalferes Manoel Joaquim de Olivelra Cor-
chatuz. ex-commandante do destacamento
desta eidade, se portou multo mal, tanto
que carregava com a odiosidade de seus ha-
bitantes a excepfSo de urna meta du/ta,
que partilhavam suas torpezas) e por isso,
que contra ellesettnha ja alevantado um
clamor publico.
N5o se pejou de amear;r a maitas pessoas
com chicote, e pona de baioneta ; nSo li-
nha a menor duvida em requestar qualquer
moca soltetra, fosse qual fosse sua condi-
Qio; atacou urna mulher casada, em sua
iropria casa; c seluzio una oulra, cujo
resultado foi achar-se hoje sepHrsda de seu
marido, e seus flbinlios, gmenlo sob o
peso da ignorancia, h da deshonra.
Sen lo tambem cerlo, que o destacamento j
se acoava em perfeila relxai"io, vagando'
os soldados pelas ras de dia, e noile. des-!
calgus, ii. em camisa. O que por ser ver-
dade assignamos.
Cidade de Guianna 9 de dezembro de 1857.
Pelo 11 lista Jos dos Alijos .Vvelar.
Francisco Jos da Silva ferer.
liarlbolouieo Gomes de Albuquerque, ca-
pitfio.
Francisco Jos de Freitns, flseil.
Jos Joaquim Pereira Compos, proprietario
Mil nio Joaquim l'inbeira de Garvalbo, ar-!d'aaua
tista.
567:8918986
Descarreaam no dia 29 de dezembro.
Rriffo iiulez(ieaevievemerradorias.
Brign* ingle*Jane l'obblaloImioas.
Patacho kelelExpresaemercaderas".
Rrii-ue laglat Millianlbaralhao.
Itxrca inglezaElisa Anuat..boado.
Briane Ingle/.Hunnymedb-calluo.
Bciljue iiiiil-zAnii,'M-llusklatinado.
Barca americanaam llonfarinha.
Bngue dinamarquezRuskubjeclo para a eitra-
ila de ferru.
ltrigue uecoWillusfarinha de trigo.
Barca porluguea Flor de S. Sim.io farinha d*
Iriuo.
Brigua hrmileiroValeulefomo.
MOVTMENTO DA AI.FaNDEGA.
Volume entrados com faieuda ....
v com gemroi ....
Volumaa subido comfazandas
, eom genero
Total
Total
256
IMPORTAU'O.
Vapor hamburguiz opetropolis. vlodo de
llainburgo, maniestou o seguinte
6 caixas l.izcii las, 4 ditas ditas de soda,'
i ditas ditas de seda ealgolSo, t dita e 5
fardos Jilas de lia, 1 caixa um piauo, l dita
bordaduras, 2 ditas obrits 4e ouro, 3 ditas
conservas, 6 embrulhos amostras ; a Ttnn
Monsen t Vianna.
I barril e 10 caixas licores, 3 ditas cho-
colalu, 5 ditas conservas, I dita confeilura
e cha, 2 embrulhos amostras : a J. IVaeeer
& C
20caixas queijos. I diU fitas 1 embrulo
amostras ; a Antonio l.uiz Rodrigues
3caixas fazendas, Sembrulho amostras;
a N. O Bieber & C.
caixa fazen las, 3 ditas quinqiMlharia, 3
ditas cotiro de bezerro, 1 dita dito de lus-
tre, l ditae I barrica ferragens, 1 embrulho
amostras ; a J. Halliday & C.
1 caixa obra de ouro, 2 barra bichas, 1
caixa couro de lustre, 1 dita Olas ; a Do-
mingos Alves Malbeus
1 caixa obras de ouro, 100 ditas queijos ;
a Isaac Curto & C.
2 Tardos e 10 cains fazendas de 13a. 18
dits dita de algodao. 9 ditas dita de seda
e algo '3o, 2 ditas dita de soja, 4 embrulhos
auiuslras ; a Schafheillio & G.
3 cuxas obras de ouro, I dita relog s, '
ditas lou^a de coiinaa ; a Uabe Sclimet-
tau & C.
4 caixas fazendas de seda e velludos, I
Jila dita . 2
algodiio, I dita bordaduras, I dita franja de
Hela dozia de nrac,oe e algn versculos do Al-1 sed, 1 dita chapeos de sol, 1 dila pennas do
corlo conslilucm a sciencia da maior parle do Ka- avetruz, 1 embrulho amostras : a Jodi Ke-
ler & C
l.er bem n Alcorao, escrever I..... as paisaijens i..;.'., r .. i j-. .. < j
que elle eonles, ecomenlarlb. asnumero-assen- fenda, ditas e 2 faMos lazcn-
tenge, he o grao mai elevado da sua uitrucs5o ; aas' emorulllo amustias ; a H B'Uon C.
s os cadis chegem a tanto, I caixa fazendas de seJa 1 emb'ulho li-
Oi Kabvlas hahitain as monlanlns ot aoj comn tas de dita, 6 caixas chapeos e capas, 3 di-
mais elevad, i ; vimos villas cunslraidas com certa tS lillingraphias e fitas de Seda ; a Chris-
regularidade e al cerlo ponto suhmellidas a'>me- tlani iV IrmSo
tina grande .implic.dade rei- i Caixa bolOes ; a l. F. Timtrj.
2 ditas fazen la de seda, 1 embrulho -
mostras ; a llenrique & Santos.
I caixa quinquilliarid eeoiiserva; aJ.J.
Iri
no na. ma-b-tiiiao,).., as msis das vezes muilo a- ,
ceiadas, comparadas com as dos rabes. Huraco,
comeo,, praticado junio das paredes, servem para '
deposito da proviaoe. laes como froclos ecros, le-' ,
guies, azeile em.nteiga. derretida em vaso de GoT,es.
barro, esle biiracot sao fechado cora largas pedia-,
robera de ierra ba'lida. Conservara oa giaos em
vasos de argila toldarlos paredes ou lados a for-
te i-stiras oe puo. Jarra ou polea conlcn.) ai
proviso* d* uso diario, tae romo leil, manteiga e
mel.
Algn coitos de vim, duas pedrs destinada-a
muer o gr3o, potes de barro muilu mal feilus, eslei-
rs de junco e pillei de caimito servindo de janeo,
compem a mobili. \'noile estendrm as esleirs
sube a qoaes se deiiam, lento o cuddo de en-
vulver a cabera nu kaik para se garanlirem das injo-
rlai do ar.
Na familia kabvla, mulher goza de mais liberda-
de do que a mulher rabe ; ndo cobre a caa como
aquella ; he muit.s vezes admiliida a' reunan dus
homens ; come junlatnenle com a familia, inesmo
qu m lu ah apporecem eslraujeirns. As mu Iberas
kabylas (.atliih-rn eulie si n tralullio da lide rn-eira
e o Irabalhos de agrcolas, aos quaes te entregan!
juntamente com seus marido, tboupam-se duran-
le u dia em tecer lazendas, em moer o trigo e na
ct./inba. tieralment* moe-ta trigo, legando ne-
eesld*de d- cada funiha, e sflo as mulheres enear-
regada. deste Irabalho. qu. fazem ranlando. Ile-
Ihes lambem necessario a' noile ir busyar u prnviOo
lo", muilai vezes a grmies distancias, *
de cabra.
Para a faliricarilo dos tcri.ltis de lila, "ils-se ni h-
bitos laboriosos d.s molhere* de Barsaeha ; os bur-
nous dos Bem-O irlilan sao muilo estimados n-
luuilu delira.ms e muilo scnsi-
> veis; lenho muila honra a sus, rplibli lude........I podem 3V votoi l.zer pender
r porm nomai me. So quero que naa m digai* I gabinele.
como. Aqu leude 5 000 guiheo J lomai o, el |-, Ellilo da suppret>a.i do- ahourpourris
oa-i me follis de nada, em qu-i.lu uaometfc-l lo v legalidad* da aadiejo ao depnUdo mt
o meiarde. -v ,, .,.....i p,., mullo lempo dnviduta, a anda
II i quem se- per ua liri que un humnii bou-; n'e-les uliuiius lempa, as cumiiiis-iies ae btlinham
rado poi- ignorar o uso q-ie ieva o seu dinheiro I d ella. I'oiern mudeinan ente Bpplicaram a le
portm elle d.aeiar' os olli,., e dift' fj* ouliaiu 4a I83, que nos materias rivis, autori.
tr Oh I uo lia^Juvi la, bnu v*ja qua l5o ber- 11 comparara da* parle, e aadiao sob lara-
a laa a labernai ; ma eu ni vio I por nada.o I meato. As rninmi<-0*i de al*i(M s.lo demais ai
Vimos que Mr. bunrombe despeo lea yiO/XKJ fr. nica cmnmiises d cmara que pu em lazar pres-
are cinco aliic/3ai. fcia ciita odd* lem da euuimv | tr uramauu ii teiiimuuhai que ouvam.
tola a linguagem falliz que n3o correspon-
de aos seiuiinenlos do COracSo rcceio i)3o
poder desenhar-vus os meus peusameulos
pela palavra.
Em semelhan'.e aperto, d.'.vendo ser mu
breve, espero todava quo no poueo que pic-
tendo dizer, possaes adiar o que ha de mais I Jos Alvos Moreira Gouto.
i es trtinlii, inleressatite e verdadeiro. Jos Anlonto Fe. reir.
I,en,h o-niu, srs. doutores. de ter liJoem i Juvnal Antonio Leito rommercio.
Cicero o que a li-i do hiniem lio a razSo : I Manoel Aluxandre Garcn, alfares guarda a-
iqui a ra/.iio applicada ao proceder he ao conal.
ni "ino lempo a sahedoria e a virtude, c mi Francisco Gaedei do Fsirpilo Sauto, all'eres I Beni-Abbi ceopam o primeira lugar pela qual
a nica differenc* qoe a sabedoria he lima guarda nacional. dada aimntiJde d*t estoio a vestido da lu-
! setnela, e a virlude be una pratica. Joaquim Jisi* de Mello Jnior, tenante guar-' *" O* ***-Onilla fabficam o leeidei eom o li-
Destes poucos pensamentos,quc resumem ^a nacional,
hand".- cloqueiitemenie nnlhies de pensameutos,' Manoel Itiplista Rodrigos, capillo rel'or-
conclue-se que estes dona bens a sciencia \ nudo.
v a vi lude' estilo tSo ligados entre si, e de Francisco Alvcs de Sou^a, tenentu.
tul modo se combinaui que cunstltucni urna i los Bastos de Moura, teuenle.
das mai* formnsaa liarmnnias ta oaUreza ] Gandido Moreira da Gusta, proprietario ne-
moral faite.nos um* dullas, que o nosso I gociante.
i,ni., ciniie^uido, quando sobrevuu me om tumor; e3"r,,",se b,!"l'ri' Jes le I g>> enfermo c de- Honorio Carnctro de Menezos Cavalcanli, ne- cmnioiemjola a
ourinoso, que ful seguido tle oulru, u *J*a|, na api- sa'*-'lllai,t). gocjailtc.
iiiau do facultativo que o abri, e que fui o Sr. I)r. '? I'ois evi lente quo a boina, a probi la- i Anttinio Pereira da Silva, r.egnciaute.
Starmeiiio. era indico ceno de rniura m urelri, Je o amor pela jusiica, a subnissao a toda J-.3o l-Vrroira Campos, negociaule.
como foi depon com mais razio vinficado. i a idea de dever sao cuuUn,oos ititWclinivels Mtooel Francisco Coeiho, artista.
2 caixas chapeos ; a Joaquim de Oliveira
Mal.
3 ditas fazenda de seda, chapeos e par fil-
maras, 1 dita obras de ouro, 1 dita quinqui-
Iha-ia e fazenda de seda, t dita cordas. 150
barrls manteiga a ordem:
2 ca xas calcados ; a Demisse Leclere.
2 ditas fazendas de soda: a G. J.Astlev
& C -
? caixas quinquilharii. rendas e luva, 9
ditas modas, 1 dita lerrsgem ; a Feidel Pin
to 4 C.
I dila modas ; a M. C de Albuquerque.
1 barril ii i cesto chapeos ; a viuva Amo-
rim i\ Filhos.
I oiia livr. s ; a (.eorge Furncss.
1 c-ixa pannos, luvas e um livro : a J. F.
P. Vianna.
I caixa obras de ouro ; Bcnvel Krunn.
3j caixas chapeos a I.. II Wvalt.
I dila livoos ; a Hurle ,\ Sun/..
I dila fazeodas de cabello de cavallo a
F. (;. de Ohveir*.
3U raixs (iu\ tjos ; a Tasso ii lrm.10.
sempre rarregad.s con, ,.si,|.,,. diu, fazen s e intuli-zas. 6 ditas dila
lie principalmente no invern qne ellas se uceu- Je alaTinilo a Met rs--iilhll
pam n.i r,,bncar.1o do k.ik., e dos lecnlos de pello
er de mi.ter.
''"? """"......o mai proaredi*
a n..non,, du ladu do passo largos ; e a lal |n*u(o rbegou qu
me um da alguns pato dislanlo de caea, e senil
neeeatldade de ouhnar, dppoi de alguna e-f.uoos
inutpis, fui accimiiietlido de um d,ir ISu violenta,
que al pnvoo-me '(e pedir sorcorio i m nlia rami-
lla. F.uiiei logi no tralamenlo condecido, mi
qual cu-luiiiava obler alium allilio; ilns anda o ndo
\ un.
h mallo sobrio ; n >"'i raalor regalo
m u,m especie de guisa lo compoilod
ae*do* de earn* corlados ou pcalo, muid mudo, 20 cou os salgados, i barra cebo; a .lose
e gordura decaineiro.de l.....le>, de alhnse plan- Joaquim UiesF. i\ Filboa.
iromalica, an vapor d. nuaes I em r .ur o i 22 Saceos lariuliR. I >FHrrsfr!tv ...u,, ,i.
litio que cu
O kabvl
consista
I,
de
la iroanaitcaa, ao vap
roosrnu-tftu em um pa.-.i !..r
\ltlllS pralos de p0, om;
bal,uia de eoainlii do* in-is rico
rtieiks. Milu ronh.'i-em 'i uso do* gario* nem da.
facas ; o pequenu piinb'l t|-,e rada kabvla Ira/, sus-
penso ao pesclo sen o- ib.' par l.er a barba Lo-
go qu* o appelile els' aalisfailo, um canlaio rom a- I
Vapor nacional nlguarassu',* vindo dos
porius do norte, tnatiifcstou oaeguinla :
81 saceos millio, 31 ditos farinha 2 ditos
gomina, a ditos caruauba ; a lasso Ir-
int)
2 vos o\ i;.
14 saceos milho, 13 ilitos farinh a Frao-
eisco l avaros ta Mlva.
pi
22 8.CCOS arinha, i garrafo azeile de
iiiapalo. t pacol., cura, | e 1 cajfca f*T-
cald-ira a om cntaro, zendas, edilai'Krne
26.1 saceos familia
a Cufgel i Irmao.
. II 1 nos nnlno, S di-
toaieijao, 5 ditosgitinma, _> caixOes ohiec-
tos ; a Josc Antonio Baaloa.
1 caixote e 1 barrjio cama etoucinho;
gu* l'iisi a' roda e*da um beb por iva vi ; aja Manuel Pereira Ma^ullulcs.

-


ILEGIVEL
I'.


DURO DB fNifC0O mi' \ fKiuA. x,i DI .iMKtobRO Isi
*
*brnse 4 cunhetes ferragens, 2 CsiirJes
miuiezas; Fiancisco Custodio de sam-
paio,
* 8 molhos palhas, 2 esteiras, 2 surres car-
- ne^a Gabriel S R.da G.
1-7 saceos saceos fariuh, 85 ditos milho.
ditos feijao, 4 Jilos arroz, 1 caixao cer-, 170
couros miudos ; a Joaqun Fdippe da Costa.
46 couros salgados ; a Joaquim da Cosa
^Freir IrniSo.
11 saceos feijo. 25 ditos farinha, 4 ditos
gouima, 56 ditos milho, 1 dito carnauba. 55
couros salga los, 157 nieios de sola ; a Ma-
nocl Cougalves di Silva.
15 saceos farinha ; a Manoel Joaquim R e
Silva.
l barrica queijo londrlno ; a Jos Antonio
Bastos.
^ I caixote carne scea ; a I.uiz Francisco
de Sampaio.
10 meios de sola, 20 molhos courinhos,
1 21 couros salgados, 1 barrica cera e peonas;
a Domingos Jos -la l osla Lages.
8 saceos farinn, 2 barricas gorama ; a
M.ioel Joaquim Seve
81 iecot omina ; Novata & C.
20 dito familia, 75 rtiloa 3 barricas e calila
aaawam aul.a ; a Juaquim l.opet Ferreiri.
38 aaccoa carnauba, 13 mnlhot couriolim, 3 meios
ola : i Antonio Ornas it> Coila Sil*.
KM saccoa familia, 13 diloa feijao, 407 roeioi ola,
I fiinJi carnauba, J. cuuroj laigaJoB ; a JoSo Jos
da Carvalho Moraea.
158 arcu raiinha, 23 diloa milho, 1 dilo arr-
palo, 2 dilos fuljan. 16 itili' Koiiima, 6 dilna ipeca-
cuanha, | dito penoag, 7 cauros talgndo*, 16 molhoa
Vcouniiho 394 m,ios sola, 4 barricas sebo ; a Jos
Roiriguti Ferreira.
29 accos farinha, 8 Jilos milho ; a Joaquim Fran-
cisro Das.
68 dilot farinha, 3 lito-, carrapalo, 2 couroi sal-
gadot ; a Antonio Bandeara de Mallo.
43accoi farinha, (2 dilos millio ; a Joaquim VI-
ira de I! oros.
15 saceos farinha ; a Jos Lourenco da Silva.
35 dilos milbo, 8 dilOs farinha, 5 dilos gomraa, 3
diloa ffijSo, tj rouros s*lea<1u ; M, Aliono A. A.
v' 112 saceos fanoha ; a Draga ,\ AMonai.
14 dilos ilila ; a Firnvuo ijonc,alve- Frer*.
423 dilos dita, 22 dilos feijao. 71 dilos gorom.i 214
dilos milho, 6 -litos carnauba, 19couros alea-los, 33
couros de cabra, 3 molhos cooriiihos. V70 dilos de
palha, 2 canoes carne e loucinho, 2 dilos vel, 7
barra sebo, 9 ditos azeile, 3 faidoa fatenita*. I cai-
ta i vidru.-, 3 dilos qusljos, 26 dalias de labias ; a
ordem.
\ a, CONSULADO uEKAL.
Keo Imieiilo do dia I a 26.
dem do dia 28. .
fe&Wm..0 -S I |HHtt0
nos vapores costeiros u vasos devela. A
companliia garante a prometa indemni-
sarao da importancia di* qualquer si-
nistrot.
Acompanhia fixa de cavallaria preci-
sa contratar para o forneeiment da rava-
llia la la magma, capim, milho, mal e fardo,
eapilaoM. L. Edil, equipagarnj lud0 de primeira quali iade, e r. cebera as
proposlas em carta fechada; na secretaiia da
9ft>83 mmol.
Navioa enliailos no lia 27.
Tarfll Nova28 Has. barca imleta tTatHt, de 358
tonelada", capilSu liemce Jinea", eqinpagem 15,
carg.i 3,138 barriras rom bacalhto ; a Ssunders
Brothers i C. Perleuce a Ladre.
Ballimire32 dia*, barca rinerirana llarrielt'ii.
de 437 tonelada
13. carai 9.300 lumen ro
or.tem. IVrlence a Hallinior-.
Te.r. No,a--, diaa, brigoa Ingles M llesenl... de nestna' n" da 31 as 11 horas.
220 toneladas, capil i Richard Sinlliorne, equi-
pagein 13, carga 2.850 barricas csid bacalhao ; a
S.iun le- Urolliers A C. I'erleuce a Terra Noya.
Navios sahulns no menino di?.
MontevideoBngue sueco aSeandias, espilla ti. V.
Sydiin, carga assucar e agurdenle.
I'lnladelpliiap,lacho americano Breeze, capilao
W. S. Outenh, em laslro.
l'.ira os po> i.i. il -ul Barca inglea Hollies} n,
cora a inesma carg que Irouse. Suspendeu'do
lameirao.
Navios entrados no da 28.
Liverpool38 dias, bngue hambnrguez iHaaey,
de 180 loiiela.las, capillo Jacbsor, rquipagem II,
carga far.en las ; a ordem. Arrihou com agua
aberia, seu deslioo era pira Singahorls. IVilence
a llamborgo.
A'ac.ilN10 das, hiate nacionil Inveneivel, de
37 l in-l.i ia. maslre Joaquim Jos da Silvaira,
equipigem -I, carga farinha de mandioca e msil
seeros ; a Martina Irmaes, Perleuce a l'ernam-
huco. Passageiros, lr. Epiplianio Aslodillo e sus
familia.
Sania I. iih,rin i23 dias, hrisne nacional a-Valle,
de 190 tonelada!, eapillo Frederico Jos Prales,
eqaipagem 12, carga farinha de mandioca ; a Ma-
noel Ignacio de liveira. Peiteuce a Saula Ca-
tharina.
Terra >ov.i32 dias, brigae ingle .Kelpie. de
176 toneladas. capilAo II. Bulley, equipagem 12,
c-rii-i 2,325 barricas com barafbao ; a Saondeis
Brollurs 5i C. Perleuce a Liverpool,
Navio sabido no mesmo dia.
Rio de Jan.iroBrigue nacional Sagilarioj', capi-
lo Jote Mano-I Fiam, carga asaucar. Paasa-
geiros, M inoel E. da Silva, sua confiada e 2 filhos
menores, Ernesto A. Simas.
por couta iie quem perlencer, n porta doar-,
ma7iin do Sr Anuos, dntrontn di alfandega,
de 60 saceos com feijo mulatmlio e rajado,
chegad proximami'iitn a.o me'rcado.
Leilao
do
Gasaveques de
CADBilA' F^TAO E FILO".
r
-* *
n. *J3
'1:3178013
2:442|774
73:750|6t7
DIVERSAS PROVIHCIAS.
Readimtnto do dia 1 a 26. .
dem do dia 28.......
2:6958976
658953
, 2:76IJ929
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
28 DE DKZEMBuO DE 1857.
Falmoulh--Barra dinamirqneza oPreciosa-, N. O.
B eber & C., 300 saceos assacar ma-cava lo.
I- jlcn luth Barca dioamsrqueza aPreciosau, I. Ily-
. der, 1 arco aasucar braneo.
tttuaniis-AyresBngue belga aEogeoio, Amorim
Irm.los, 40 oipas agurdenla.
, ValparaiiBirca dinamarqueta Waldemsr, A-
omrlm Irmlos, 8-1-1 sacros as Lim>aHarca portuguei Progressislao, Fonaeca
Medeiroi, 300 saceos assacar braceo e masca-
vado.
LisboaBirca portuguea Progressisla T. de A.
F. & Filho, 21 cascos mel, 15 pipas caduca.
.J.isbasBrigua portugnet Resolvidoa, Mola lr-
mios, 38 saceos gomma.
LisboaItrigoe porluguez - C, 100 sa-cos gnmma.
Lisboa Barca pnrlogaeza L'geirn, (oilherme,
Carvalho S C., 59 cseos mel.
y EXPORTACAO'.
Rio de Janeiro, barca nacional aAdelina, coniu-
, i......uninle :1,458 barricas com 10,822 arroba*
e 9 libras de sssucar, 5,1100 cocos com caica, 50 du-
* a.zias de cocos de lirar agua.
i dem, br gne nacional Sagitario, condono o se
guile:3, lOi) saceos cmn 15,500 arrobas deassu-
s car, 2 caitoaa espaiiadorea.
RECEBfcUOniV lE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERRAMBUCO.
H-ii limeulodo dia I a 26. 30:0683313
dem do dia 28....... 2:4328791

CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimeolo do dia 1 a 26.
tem do da 28. .
algoduo, mait
que se de di Pemamburo

PALTA
k dot prtfos correnles do atiuear,
leeros e proucrOes naeionaes
cham na meta do consulado
na semana de 28 de dezembro de 1857 a 2 Janei' o
de 1858.
5SSi>Vranco.....
mascavado........ .
,i refinado......
Algodao em pluma de 4.' sor le
i) -*>- 2.a
a 3.a D
k em carolo. .........
Aguas ardenleaalcool.'oo espirito
d'aguardenrc. .
de cachara .......
a de cannu.......
o dislilada do reino. .
Genebra
D
Licor .
caada
uina
un
a

milheiro
> arroba
Uin
i
uina

fe
|
Arroz pilado...........
d em casca.........
. Azeile de mamona......
a d roendobim e de coco.
D b de peixe......
Aves araras.......
a papagaios.......
Periquitos............
Bolachas............
Biscoilos............
Cacau .............
Cachimbos......., .
Caf bora............
. u em ti.lo reslolho...... -
t> com casca........... b
a moido............. >
Carne secca............
Cera de carnauba em pao.....
0 em velas...........
Charutos bous........... ceulo
b ordinarios........ '
- regala e primor .... a
v Cocos seceos......,.....cenlo
Couros do boi salgados.......%
b seceos ou espisados..... o
o verdes..........
b de onr;a........
a a cabra corlidos .
.. i carneiro......,
Doce de calda.........
. a a goiaba........
b secro ..........
jalea ..... ......
Espauadores grandes.....
n pequeos. .
Esleirs de preperi.......
Estopa nacional........
b eslrnngeira, in.'io d'ohra
- Farinha de ararula.......,
a a milho......
b mandioca.....
Feijao.............
Fumo em tolo bom.....
o ordinario .......
em folha bom.....
n a ordinario ....
v b reslolho .....
Gengibre...........
Gomma...........
Ipecacuanlia.........
Lenha de achas grandes......cenlo
o b pequeas..... b
, i b o lrus....... B
Pranchoes de amarelh) de 2 costados um
d louro.........
Costado de amarellode35a40p. de
c. e 2 X a 3 de I..... a
b de dito usuacs....... b
Cosladiuho de dilo........
Soalho ile dilo...........
Forro de dito...........
N Costado de Inoro :........
Cosladiuho de dito........
Soalho de dilo...........
Jorro de dilo...........
? a cedro ..........
loros i!e latajuba.........
Varas de percha.........
b tggilbadaa........
r a quirij..........
Em obras rodos ie sirupira para c
,, b eitos a b a
Mal................
Milho..............
r Pnlra de amolar........
a a lillrar.........
a b rebulos........
piasaava em molhos........
Ponas de boi..........
t Sabao ..............
S,i?a paacilba..........
Sebo em rama..........
Sola ou vaqueta.........
1 apioca t.............
L'uhasde boi ._.........
Vinagre..............
Secretaria do gverno de Pernambuco 19
de dezomliro de 1857.
S. Exe. o Sr. presidente da provincia man-
da azer publico, que existen neMa secreta-
ria, ja informa ios, os requerimentos das
oessoas abaixo declaradas, os quaes teem
deixado de ser remettidns as secretarias de
estado por falta de pagamenio do respec-
tivo porte no correio.
Jos Rodrigues de Araujo Porto.
Vicente Umbelino Cavalcanli de Albuquer-
que i,2"
J aquim Jos dos Sanios Araujo (2).
A direcQlo da cumpanhia do vapores a re-
boque.
Diogo Jaques da Silva.
Feliciano Benedicto do Sacramento.
Aaftusto Pal.r Cesar.
Jos Jeronimo]Monleiro. ,
Manoel da Rocha Lins. *
Joio Baptisla do Amaral e Mello.
Joao Carlos Isli-lier (sentenciado)
llr Jos Muniz Corileiro Gitahy,
Capilfo Francisco Antonio Cs'rvalho.
Dito Tiburcio Hilario da Silva Tavares.
lito Jos F'rancisco da Silva.
Tenenle Antonio Victor de Si Barreto.
1." tenenle Jos de Cerqueira Lima.
Tenenle Jos Cyriaeo Ferreira.
Di*o Antonio J >s Uias Nunes 2 .
Alfares Luiz Vicente Vianna.
Dito Jos laneiicio do Espirito Santo.
Dilo Pedro Marlini e Joaquim Jos Lima de
Souza.
Dito Jos Vieira de Souza GueJes e Antonio
Jos de Olivei'a Sampaio.
I. cadete I.uiz Jos de Souza.
Dito Feliciano Caljope Monteiro de Mello.
2. dito Francisco Pereira Peixoto.
Dito Manoel Jnse Gonijalves 2\
1 sargento Francisco Eluanlo Benjamn.
Dito Manoel Saturnino da Cunta.
Cabo I beoioro Jos da Silva.
Dito Joflo Francisco dos l'razeres.
Dito Jos ltayrrundode Carvalho.
Dito l'i'lro Jos.
Di'.o JoSo Do mingues da Cruz.
32:5010101 Su,Jado Jos Thendoro de Azeveilo.
Dito Francisc-f Jos dos Sanios.
Dito Thorn do Espirito Sanio.
Dito M noel da l'enha.
DitoMarcolino Evangelista da l'aixSo.
Dito Luiz Correia Lima.
Jos Rento da Cunha Fifrueiredo Jonior.
Secretaira do governo de Pernambuco 19
de 1ezi;mb-o de 1857.
8. Exc. o Sr. presidente da provinria. nm
observancia de ordem expedida pelo minis-
terio dos negocios estrangeiros, manda la-
zar publico tiesta provincia o segtiinlo 80-
nuncio. transcripto do Jornal do Conomei ci
o. 323 de 24 de novembro ultimo :
Ministerio dos negocios estraogeiros. --Os
pro ..'rielnos dos navios Guyana, Dona Ami-
gos, Isabel. Aven ureiro, Virginia, Esperan-
ca, Feliei.lade, Somrai Viva, Emprehende-
dor. Improviso. Relia Miquclina, Sania Cruz,
Novo Mello, Magano. Piratinin, Purissima
CouieiQilo, e vapores S. Sebastiaoe Piquete
do Santos, s3o rogados a virem ou manda-
rem seus procuradores i secretaria de esta-
do dos negocios estrangeiros, dentro do
prazo de 60 di ;s, para darem alguns escla-
rec iranios relativos quelles navios. Jos
lenlo da C.unlii Figueiredo Jnior
Companhia de apremlizes raarinheiros
alqueire 23000 Achando-se creada nesta provincia, por
decreto n 2003 de 24 de outubro tiltimo,
una comoanhia de aprendizes marlnhei'os,
sob as resinas coudi^es das do Rio de Ja-
neiro e Babia, pelo q ie deve ser formada de
menores de 10 a 17 anuos, con vi la o inspec-
tor lo arsenal de iiiaiinlia as pessoas que
queiram apresentar seus filhos, bem como
parentes na qualidade do nicos ascendentes
ou tutores, para a oiesnia companhia, o fa-
zerem com brevidade. ce.ios deimmelia-
lamenle entregar-se-lhes, caso exijam, a
-'tai ili j glo de 100? por cada um, auloi isada
no decreto n. 1591 de 14 de abril de 1855,
sendo que a ppresentac..io dos mencinalos
en segundo lugar deve preceder a compe-
tente lict n;a dj juizc dos urphilos
lospec?flo do arsenal d- ni ruina de Per-
nambuco em 26 de dezembro de 1857 0
ins.cctor, Eliziario Antonio dos Santos.
PARA O
Maranhao
e Para
O palliabolc Lindo Paquete, capitao
Jos l'into Nunes, vai seguir nestes dias,
pode anda receber alguma carga: para
tratar no escriptoio dos consignatarios
Almeida Gomes, Alvos & C. na ra do
Cruz n. 27.
- Para Lisboa sahe com brevidade, tpn-
do parle da carga prompta, a barca porlu-
gueza Maria Jos, capiSo Jos Ferreira Les-
sa : para o reslo e passageiros, trata-se com
os seus consignatarios Francisco Severiano
Rabello & Filtio, ou com o capilao na praca
uo commercio.
(na! tn-cira 30
rente,
O agento Pestana fara lcTlo qiarta-felri
30 do correte, pelas 10 horas da manhSa,
por conta de quem perteneer, a porta do
armazem do Sr. Aunes, defronte da alian-
dega, dos gneros seguinles com toque da
a va na :
10 caixas grandes com cha da India.
7 ditas pequeas dito dito.
20 barricas com bolaclunba ingleza.
LEILAO
o1'i na feira 51 do
C'ir-
eira 51
rente.
Dos salvados do pulliabote Kduviges, nau-
fragado as caberas da barra da
Granja.
PELO AGENTE
Pestaa.
0 agente Pestaa far leilao, quinta feira
80:0623939
5:691/032
85:753>97l
Cear e Aca-
rac
Segu com brevi Jale o palhabole Sobra-
lense, capitao Francisco Jos da Silva Ralis,
recebe carga: a tratar com Gaetano Cyriaco
da C. M na ra da Cadeia do Recife n. 2.
Para Lisboa pretende", carragar e sahir
com brevidade abarca braslleira Amelia, da
qual he capil3o Jeronymo Jos Marti US. por
ler parle do seu carregamento engajado :
l'.ieni na inesma quizer cirregar, pJe con-
venciotiar com Amorim IrmSos, ra da Ciuz
n. 3.
Para o Porto, segu em poucosdias,
por ter prompta a maiur parle de sua carga
o veleiro patacho porluguez Duque do Por-
to, para u resto da carga e passageiros, para
o que lem excelleate coaimodos : trata-se
com seu consignatario Domingos Alves Ma-
theus, na ra Uo Auollo u. 23.
Para Lisboa.
Segu'cm loncos dias o veleiro brigue
poituguez Peninsular, jjor ter paite de
sen Ciiregamento protnpto, quem no
mesmo quizer carregar ou ir de passa-
gem para o tpie tetn excedentes eoinmo-
(Jos trata-se com os consignatarios Novaes
< C. na ra do Trapiche n. ."i i-.
Para o Aracatv
pelo assu', o hiate Novo Anglica, mestre
Jos Joaqoim Alves d Silva, alio impitue-
rivelmeule no dia 8 de Janeiro l'iluro, para o
que ja lem a maior parte de seu carrega-
mento prompto ; qn m anida quizer carre-
gar ou ir de passagem, dija-se a Prenle
Vianna, na ra da Cadeia n. 57.
Para Lisboa, o brigue portuguez Re-
solrido esta apio para seguir com muila
brevidale, por ter a maior parle do seu car-
regamenlo contratad* : quem quizer spro-
veilar-se da praqa que anda resta, e das
(mas con lices que o navio olTerece, relati-
vas a sua eunslrucr;au e marcua, dirija-sea
ra da Cadeia do Recife u 12, escriptorio do
/faltar c, Oliveira.
31 do ronenle, pelas 11 horas
a portado armazem da companhia l'ernam-
bucana. dos salvados do ralhabotc F.duviges,
constando de
Velas, cabos, agulha de marear, correntes,
cadernaes, inxarciss, arcos grandes o pe-
queos, noiloes, macaco, roda e caima de
leme, ferragens grossas e miudas, e muitos
outros objectos pertenceules a ap^arelho de
navio, os quaes dasde ja se acli.nn patentes
no lugar aci na indicado.
I.eilaodc algodao/.inho.
O agente Borja. por conta e risco de quem
perlencer,far leilao de 164 pegas de algodJo-
zinho, com pequeo loqne deavaria ; e bem
assiin duas caixas com ricos calungas e
mais brinque los de crianga, de diversas
quali lades : quarta feira 30 do corrente, as
10 boras da manilla, em sen armazem, Da
rui do Collegio n 15.
Kua ti<_Cres|)u
Ven lem-so casaveques das quali lades i'ici-
ma m ncionadas. .lodos enfeitados e de mo-
COr* dellosos mais modernos que pr.sentemente
existe neslem meicado, tanto pra s^nhora
como para menina e menino, veslidinhos de
cambraia bordados para menino se baplisar,
gostos 11 iuisshiios. tanto curtos como com-
pridos, gollinhas bordadas da tulas as qua-
li Jades, com lagos e ponas largas, mangui-
tos bordados com lago de fila e sem lago,
camisinhas para dentro com golla o peito
bordados, euire-meos e babados, ludo bor-
dado e muilo lino, riquissimo* chapeos para
senhora e eufeites para caboga, tu lo islo sSo
fazendas de goslo e quali lado, o melbor que
se poje desejar.
- Joao Pereira de Araujo Cardozoe
Sebasti&O Paz de Souza terh contratado
entre si sociedadecommercial sob a fir-
ma de Cardozo & Souza.
- Fugio da fabrica de sab3o da ra Im-
perial o preto escravo, Jos Boi, com os se-
guinles siguaes : as lales bstanle salien-
tes, tem um golpe no brago direito, renlido
de urna venlha, (leales limados, tem por
coslume emb-in^ar-so a ponto de perder os
sentidos; quem o pegar leve-o a dita fabri-
ca, que sera recompensado
- Precisa-se de tuna cozinbera e urna
ama secca, ambasescravas, para urna fami-
lia estrangeira. agradando paga-se bem : na
11 ra do Trapiche n. 12, escripiorio.
- O abaixo assiguado avisa ao resaeita-
vel corpo do commercio, que tem amigavel-
meule dissolvido a sociedade que tinha com
o Sr. Joaquim da Silva Sanios, com a firma
social do Nello 4 Sanio*, na loja de louga,
sita na ra da Caleia do Recife ti. 29, desde
o da 15 do corrente, e de cuja data em di-
a ule le .ti associado com o Sr. Manoel Anto-
nio Vieira, tambem abaixo assignado, d=i-
ven lo d'ora em diante gyrar a mes na casa
debaixo da firma de Vieira & Netlo, ficando
mesmo responsavel pelo activo e passivoda
extincia firma. Recife 29 de dezembro de
1857. -- Narciso Jos Netto. Manoel Antonio
Vieira.
Jnalquer sacerdote que quizer acci-
*

RA DO IOEIMAD0
Grande e novo
todas as qualidades, viu-
das pelos ltimos navios
da Europa.
.Nuvidal* de Paris, fatenila da seda enm ra-
rt>aern e hlra malisaaa para vc-ii Ui- de
aenhura,nioilo proprio pata attlaa;au, co-
vada............
Belleza He Bengala, fairnda leda de seda
transparente cem le-traa maliadas ,
propna para hailea, eovado.....
Cambiaia e sada de Beegala ci.m listraa ma-
tizadas, eovado .........
Barega de seda com quadrooe lislraa aaieli-
aadaa, eovado.........
Groidenaplas prelo e de cores, nimio su-
perior, eovado .........
Uito dilo de dito mullo largo, proprio para
farrol da obra", eovado......
Sodas de quadriehus, eovado.....
Folhos de seda aiseluisdo......
Mssulma branca e de ceres, eovado. .
Cataas fraaetaai le edret fixai, covadv. .
Chitas Irriiieeiaa. o eovado......
Velbulina de cores, eovado......
Manas de blond prelas e brancas, proprias
pura cus.imenliis, covalo......
Pauno fino prelo e de cores, paia lodoi es
prego ............
Ctiapeoa de palliuha, futrados, proprios pa-
ra a r- ,._, ,..........
Chales de teda de cores, suptnorts .
Dilos de merino bordados a velludo .
<."M)0()
2,-tOO
5-3120
6;800
toiiK)
ti?000
18700
canada
caada
botija
canada
garrafa
arroba
1SI00
530
JSOO
9280
8800
3280
8f.O
9300
3-3VK)
i ollaii s de
almanak.
Acbam-se a venda na livraria ns. 6 e 8
da praca da Independencia as l(illiinlia>
com o almanak administrativo, mercan-
til e industrial para o anuo de 1858 a
GlOrs. cada uma.Tendo o preco do tra-
ballio ty )o;;rapbico subido mais de (0
por cento do <|ue se paga va no anno
passado, nao foi possivel ao editor con-
servar o preco antigo como desejava e
mesmo o accrescimo nao esta' em rclaco
ao pieco que elle paga aos opranos.
F.m resposta a segunda pergunta da
alma do Daniel, no Liberal n. t,56t, sitios
a dizer que as or.lens superiores all s,lo to-
das observadas,* nao ser alguD desaffeigoa
do do Sr. coronel Leal, niuguem dir o cin-
trarlo, pdenlo inquirir de todos estes que
andam poralli, chegalos receniomente, fa-
gam o non u qoe lizenios O-a. ha csacio
que este vvndoiro Ju.11! t.aetano j cum.rio
alli sentenga, e alinal n3o he bom humen.,
a 11*10 S'-r lana bonlade do coronel, ja elle
teria regressado ; mas, senhor, que lem o
Sr. coronel Leal com um lio nem que he pes-
stio, e que cutnpro una sentenga por la-
drSo '-' suppomos que proce lmenlo algum
n.lo existe em desabono do coronel. Esmera-
mos no primeiro barco ain la mais informa-
ges a tai respeilo, par.- provarmos tao ni -1
entendida vinganga.
A Seutinella do Corpo Santo.
I Farinha de
taruma capellana em urna comarca perto unos de oim de diio a seda,
ua ca.ni.al, dinja-se para tratar, ra ra do
Hospicio n. 9, das 9 horas da manhaa at o
meio dia, e das 4 as t> da tar le.
Aiuga-se um sobrado com grandes
commodos, no bairro de Santo Aulomo : a
fallar com Jos Hygino de Mi- un Ja.
VenJe-se una casa terrea na 1 '.apunga
velha, sendo ni est-a 1 que vai em direitura
ao Lasser. A casa he nova, acabada ha pou-
cos lempos, e com madeiras da nielli ir qua-
lidade qu-) ha no paiz. e com proporgOes
para se levantar um sobrado pelo bem for-
nido da madeira, assim como oilOes dobra-
dos. A casa he grande, e olferece grandes
c. mimlos para numerosa familia : a tratar
na ra larga do Kusirio n. 22, segundo an-
dar.
REMEDIO 1MCOMPARAVEL.

mandioca
o
9
19920
23560
23O0U
IO3OOO
39OO
la* km)
3800
83000
5-3500
.I9OW)
5a.00
-3OO1I
4">IHJ
9SCU0
(iO-'iO
113000
133000
13700
9600
2500
338 ill
3200
3210
3110
1530(10
3100
30J
3100
9320
3.SOO
30
2jUU0
l^MMJ
COMPANHIA
a vapor.
Al o Um do atino espera-se da F.uropa
um dos vapores desla companhia, o qual de-
pois da demorado costumn, seguir para o
Rio do Janeiro tocan lo na liahia e para pas-
sageiros ele trata-se com o< agentes Mam-
son llowie & C. ra do Trapiche Novo nu
mero *2.
^,^^ff2<..-.
Alqueire
alqueire
alq. 2
9
0 123000'
1) 8-^)00.
p 123000j
D lorooo
I l"3tKK !
45000
li 4?IKKI
quintal 132811
'1 i/U 13600
0 19920
i) 19280
par 309000
0 -.'ii-oon
caada -Jlo
alqueire 2$0U
uina 6M)
1 1. 1
i) IClIHI
Din ^-"Kl
rPlitu 19200
A 9130
ffl 199000
;i 0*000
meio 4.3200
i 19200
cen'o M^il
pipa 40.SKKI
luspecgilo 1:0 arsenal de inar'uiha.
Vutorisada esta roartigao pelo Exra. Sr
presidente da provincia em dala de honlem
a cont-atar com pessoa competente a factura
dos roparos de tnisler no escaler da prove-
Joria da sau Id e em urna balieira do Laza-
reto, convida o lllin. Sr. inspector a quem
9200 queira tomar o encargo disso a apresaular-
se-ihe 110 dia 29 do crrente, as ll horas da
maii.'iaa aliin ds traUrdo ajuste
lnspccgao do arsenal de m 1 mlia de IVr-
uambuco 21 Je dezembro de 1857.--0 secre-
'aiio, Al x ni i'v Rodiigues dos Alijos
de prevenir as pessoas a qviein possa iute-
ressar, que a adjudicagSo do dito empresli-
tno de lies contos de rcis, pouco mais ou
menos, para pagamento Jos cuncert- .1 fetos
no brigue francez L'Tma, fiea transferida
para tHigs-feira, 29 do coi rente mez. El sera feita, nii mais como rezaram os pri-
neiros annuncios em cartas fechadas, mas
9OOO SMn com abjtiuienio, e ludo ter lugar
1-j-iHio "o cusnl.i o de Franga em o da e horas
33tK)0! cima declara las,
2JO0OI Por esta sublelegacia se faz publico,
j que se acba legalnieute depositado um ca-
153000 j vallo rugo, que foi lmalo r.ela ronda do
JSJ55 Pere, a uns nulivi luos s^speitos, que se
"'pondo em tuga, deiiaram dito ca/allo, e
igualmente dous sellios velbos dentro de
dous saceos; quem se j ilgar cO comjarega, que juslilican lo legalmente Ihe
sera entregue. *ub elegacia dos A logad os
21 de dezeu,bo il" 1857 1 subdelegado,
Jos Gorgonio l'aes Barreta
GOMI-AMll.V DE SEGUROS MARTIMOS E
TERRESTRES.
DO
IMP RIO DO BRASIL.
Estabelecida no Rio de Janeiro.
lefioo
IStKIO
23VJ0
33800
-3000
8*000
IO3OOO
63000
I23O1MI
80000
6*100
39000
a- 438OO
3230011
23500!
COMPANHIA
Per nambucana.
O vapor nacional [guarass, BapitSo An-
tonio ^ilvei^a Maciel Jnior, sahira para os
00'tos do noite de sua escala, no dia do
proxi "O mez de Janeiro as 6 boras da tarde,
principiar a recehir carga no dia 30 do
corrente para os porto* da i;rauja e Acara-
cu. e no di 31 para os |do Ceara e Aracatv,
nos dias 2 e .'! de Janeiro prximo viti-
douro para as do ,ss Rio (.rande do Nor-
te e Parablba A carga ser depositada no
rmszetn da cjmianhia o devora vir acom-
uanadados comnetentes despachos e co-
nhecimentos, u com os rtulos dos respec-
tivos portos, do contrario nao ter deslino
algum, os conhecimentos serao entregues
assigiiados im da i. O ex .tedente da ge-
rencia se fechara no dia 5 ao meio dia.
contpaiihia
Brasiletra de
r\IMT\L 16.000.000-000
Agci ca na do Cruz n. 15, cseriptoiioda
viura A mu i ni
Aos Sis negociantes,
c 1- s etc., etc., se offereci
dila companhia nesta cidade,a roalisarSo
de seguios por premios e condici'oes iikii-
lo mdicas e razoaveis. Na mesma agen-
cia tambem se efiectuam seguraos lauto
pa
paquetes a
vapor
F.s.-ie-a-se dos portos do su! at 1 ou 2 de
Janeiro um dos vapores desta companhia, o
qual depois da demora do coslume seguir
para os portos do norto. Para carga, pas-
sageiros. cn<"omnicn lase duihciri a frele,
traia-so na agencia ra do Trapiche n. 40
O paquete Oyanock, commandante o pri-
meiro tenenle A C. de linio, ei|iara-se dos
pnilos do 1101 teem s<*guimeiilo para os do
sul, at 7 de Janeiro. Para carga, passagei-
" ros, encommi-n las c dinheiro a frete tra-
proprielarios de t&-se na agencia iua do Trapiche n 40.
na agencia da
Mftrt.
"^ Vende-se superior farinha do San-
3 ta Calharina agranel, a bor Jo do bri-
^a goo Valle : a tratar no largo do Cor-
p po Santo escriptorion 6, ou com
:.,; capitao a bo-do-
\endem-se batatas inglezas muito
novas em gigos de mais de 2 arrobas a
7.S' o gifjo : no armazem do caes da al-
andega n. 7t, do Paula Lopes.
Presuntos.
J. Praeger i>; C. ra da Cruz n. II,
receberam presuntos novos de ptima
qualidade.
J. Praeger & C. ra da Cruz n. 11,
tem para vender : carne de ganso fu-
mada ptimo petisto, assim como carviar,
salmao, lagostinho em latas etc., etc.
Vende-se um bom e bonito cabrio-
letcom arreios: no pateo do Puraizo
n. 10.
companhia
Brasileirri de paquees f
vapor.
Pela curta demora dos paquetes neste por-
io, 12 horas sem excepgSo dos domingos ou
dias Santos, em virtude do novo contrato
com o govemo imperial, devendo por isso
o expediente ser frito com a maior celerila-
de possivel. em attengo aos interesaos da
companhia e dos particulares : o agente da
companhia faz publico, para chegar ao co-
nbecimento das pessoas que prelenlereTi
emb rcar nos vapores, as seuiutes disposi-
gOes tendenicsa obter-se a devida reulaii-
dade do ex edioule.
Os paquetes serao annuncialoii para o dia
pro va .-el da sua chegada a <>sle porto.
Os volumesde carga serao engajados con-
dicionalmenle a'ca vspera do dia annun-
cialopara as chegadas dos vapo es, e rece-
bidas seriio todas as encommendas, conhe-
cidas por frucias e doces encaixotados, e ou-
tros olijectos de pequea eutidaJe.
No da da chegada do paquete todos os
objectos tanto de carga como do encom-
mendas serao levados a bordo pelos reinel
icoles ou seus propostos acompanhados de
orden po-escri.lo do agente.
Com os tscravos que s3o remelti loe a
consignago s"guir-se bi o msmo cima
declralo quanlo ao seu embarque.
Os dinlieiros a frete se o recebidos antes
ou no propiiu dia ria ci"garla do vapor al
a horado expeliente designada no annuu-
cio que sera posto no escriptorio da agen-
cia e na praga do commercio.
t'sSrs. p-ssageiros podem pagar as suas
passagens com antecedencia ou 110 pro^rio
dia da cnega la do paquete ale as horas do
expediente anr.unciado
ti expediente sera semprc fechado 2 horas
antes da mrcala para o rec-bimento das
malas no corr io.
O agente da cotnpanhia previne com es
pecialidadc a tolos os senhores prelcnden-
les a embarques, que as disposigas cima
declaradas, sendo tendentes a obter-sa a
deuda regolari lade pela fiscalisag?o que
sohieos vapores lem as alfan legas do im-
perio, nao obstante do gozarem das vanta-
gens c privilegios dos navios d guerra, vao
ser postas en rigorosa etfectvUade, sem
excepga 1 alguma.
Agencia da companhia brasiliirade pa-
quetes a vanor. em Pernambuco, ra d"
trapiche n. 40, ao- 28 de dezembro rl '8>7
Thonuz de Faria.
Saceos com farinha u- muito boa
UNGENTO HOLLOWAY.
Htlbarea de individuos de todas as nagfes
podem teslemunhar as virludes deste reme-
dio incomparavel, e provar em caso necesse-
noj que, pelo usoquedelle lizeram, tem seu
corpo e membros inleiramente sillos, depois
de haver emprega.io intilmente outros tra-
laiiienlos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas inaravilhosas pela leitura
dos peridicos que Ih'as re'.atam todos os
dias lia muitos anuos ; e a maior parte deis
las sao tao sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobiaram com este soberano remedio o uso
de seus bragos e peinas, depois de ter per-
manecido longo tempo nos hosptaes, onde
deviam soHrer a amputagSo I Dellas ha mui-
tas, que havendo deixado esses asylos de pa-
dec ment, para se n3o submetterem a essa
operago dolorosa, foram curadas completa-
menie, medante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na efusSo
de seu reconhecimento, declararam estes re-
sultados benficos dianle do lord correge-
dor, e outros magistrados, alim de mais au-
tenlicarem sua allirniativa.
iNingaem desesperara do estado de su-
saude se livesse bstanle contianga para en-
saiar este remedio constantemente, scgun-
do algum tempo o tralamento que necessi-
tasse a naiureza do mal, cujo resultado seria
provar inconteslavelniente : Que ludo cura
O ungento he ultl, mas particularmente
nos seguinles casos.
scSii
patate inglez._^
* 11 rinnmii,. arliam-ie a venda 01 verd>deira
lipni conheeiaua iclliiii ingleiea palala: nwoa
1'lo rrapiclie-Novo n. 12, anuaieni de fazeudas dt
Adamsuii i\ C, Uowia, m
I Compra-se cllectivamente bronze, lao
, tao e cobre vclho -. no deposito da fundiga-
|da Aurora, na ra do Hium, igo na entra-
da n. 28, e na mesma fundigao, em Santo
Amaro.
Piltilas depurativas do
lr. Alian.
Venlem-se nicamente no escriptorio de
Vicente Ferreira da Costa, na ra da Madre
de lieos n. 22, a 1- cada vidro, o 10/a duzia.
' Recommendamos ao publico este excellente
SOI'tlinentO de Ia7endaS de i remedio, til a tolas as molestias, entre as
quaes se menciona : febre amarella, nter
mnenle ou sezOes.e de outra qualquer qua-
lidade, in ligestSo, rheusatismo, erysipela,
coostipagao, ele., sendo que seus benficos
elTeilos se estendeqi igualmente is moles-
lias chronicas. Aos senhores fazendeiros e
mais habitantes do interior, torna-se neces-
saiio supprir-.se deste meJtcamento.
J. Praeger & C, ra da Cruzn. II,
vendem os gneros segointes : champagne,
m8ica Eugene Cliquot, dito de Rruch rou-
eber i C, vinho do Itheno em caixas de
urna duzia, dito de Madeira em ditas de di-
la, dito de Sherry em ditas de dita, ditodo
Porto em ditas ne dita, agurdente de Fran-
ga, tanto em banis como em garrafas, dita
ingleza, superior, Pal Brandy, licores mui-
to linos da acreditada marca Itiwire Frerc-ss
marasquino verladeiro. sardiohaa em quar-
las e rucias lat-s, marca bosset ervilna,
i'etits Pois, em ditas ditas, marca Bosset'
conservas finas, inglezas, francezas e alie-
ni.>s, em latas, de todas as qualidades, de
carne, peixe ftinrlaga, maguas seccas, bo-
lacha de Hambu'go em latas, chocolfto
francez, agua de Seltezs para reiresco.
Nova agua de malabar
Vende-se esta agua a mellior que tem ap
parecido para Ungir o cabello e suissas de
prelo : na livraria universal ra do Collegio
n. 20, d-se junto um impresso gratis ensi-
oando a forma de applicar. '
>odia.'!l de dezembro de 1857 haver
urna reuniu dos subditos britanoicos para
os fins mencinalos no acto do imperial
parlamento b. Ceo W. cap 87, no Consulado
Britannico as 11 horas em ponto Consula-
do lrilannico em pernambuco 28 de dezem-
bro do I8a7.--A. Augusius Cowper, cnsul.
- Prccisa-ee de um pequeno de 14 a 16
annos, para caixeiro de taberna, ao qual nSo
se dovela dar um bom ordnalo, mas que
esie entenda do negocio, e d fiador de sua
conduela ; a tratar na ra de Hurtas n. 31.
- Precisa-se de um caixeiro le 14 annos
le i lade, que d dador a sua con ucta : na
travessa do Serigado, taberna n. I,
Precisa-se de um cralo; na ra do
Hospicio 11. 0.
I'recisa-se saber onde reside o lllm.
Sr. paJre Azevedo, abridor, para fazer-lho
urna encommeoda : annuncio ou dirija-se a
esta lypographia.
iS'o pateo de S. Pedro 11. 6. se dir
quem vende urna mulata e urna crioula com
habilidades e do bonita figura, e urna negra
com urna cria, perf.ita cozmr>eira.
Vende-se um carrnho f-ancez de 4
rodas, com arreos para -2 cavados, lulo no-
vo edo melhor gosto; na ra do Hospicio
11. 3, sobra lo.
Vende-se um carrinho de 4 rodas.ame-
nes 110, novo, para um cavallo com os com-
petentes arreios tambem novos; para ver
tratar, na cocheira do lllm. Sr. Silveira, de-
Tronle deS. Francisco
Vende-se o ex-ellente fumo de Cara-
nhuns, o mellior que he possivel, s varas :
no deposito do pao da ra estreita do Rosa-
rio, defronte do becco da igreja No mesmo
deposito precisa-se de um criado qUo siba
plantar capim, para nm cavallo, coiiubar,
ele n que queira ir para Garanhuns.
txiste urna carta para o Sr. Victorino
Ferreira de Souza, na ra do Raogel n. 81,
vitua de Portugal, de sua familia.
Os Srs. Antonio Germano CarbalhoBe-
zerra Tole e Lazilio Benvenuto da Silva, es-
ludantes uo seminario episcopal de Oliuda,
queiram mandar ao Recife, ra da Cruz, bo-
tica franceza do Sr. JoSo Soum receber urnas
canas indas dosertao do Amo'.
Precisa-se de um bom IrabalhaJor da
masseira para urna padaria no Cear ; tra-
ta-se na ra da Senzala Velha a t6.
Aluga-se o terceiro aadar da casa da
Collegio ,i. 1"; nXruado Crespo
1*200
ISBOU
IciOO
1*1)00
2I000
1-600
950
950
320
3260
9280
800
teiOO
9
17-000
9-000
12JO00
7.-IKIII
6*000
0*000
:!*ooo
9
I3OOO
lOsOOO
3*000
7*000
icooo
s
6-000
55OO
4-000
53000
49500
3-000
4*000
4C-V0I
5*000
Alporcas.
Caunbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Uoresdecabega.
das costas.
dos membros.
F-nrermidades da
lis em K"1 al.
Cnlermidades doanus
ErupgOes escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieras.
Cengivasescaldadas.
Incbages.
lnllammago do ligado
da bexiga.
lullaiiiiiiagjo da ma-
triz.
Lepra.
Males das peinas.
dos peitos.
de ollios.
Mordeduras de rcptis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmes.
Queimadelas.'-
Sarna.
Supurages ptridas.
Tiuha, em qualquei
parte que seja.
Tremor de ervos.
L'lceras na bocea.
do ligado.
das articulages.
Veas lorcidas ou no
dadas as pernas.
linos de dilo bordados id 2 pona.
Dito de dito com lislra de seda .
Ditos da dito liaos com franjas de stda
Ditos de dito enm franjas da la ....
Dilos de 1.1a adamascados, prelos e de cores.
Grvalas de aeda com punas compridas a
regencia ,..........
Dilas de dita com ditas a prinripe de Gal-
les .............
Ollas de ditas a'americana......
Corles de collete de >elludo de novos
padris s .......
Olios de selim braneo burdado, proprios
para casamento.........
Ditos de gorguiao de seda de novos pa-
dfrs ............
Dilos de caiga de caseinira de todas as qua-
lidades............
Chapeos de sol de seda soperioies .
Chapeos de niassa franerzes .
Lencos de cambraia bordados, linos, para
inflo.............
Luvas de seda de lodas as qualidades, pata
horneas, seulioras e maninas.....
Corleada veslido de stda de corase brancos
a i'c-k m o mais superior e moderno que
lia 110 mercado.........
Palitos de argentina de cores escuras. .
Dilos alpaca de de cores fina.....
Ditos de dita prela........
Dilos de fusISo ass-linado......
Dilos ^Je ganga de corea......
Dilos de tu 1 m de qiiddiinlios.....
Dilos de bnm pardo fino......
Dilos de brelaaha de Imito branda. .
(jnudol.isde alpaca prela e de cures. .
Lu lenla do becco da Congregarlo, passaimu
loja ale farragens, a segunda de faieadaf n. 40.
S STlKlilLL o. C, banqueirosene-
gociantes, estataelecidos ha muitos annos
(in Londres, teem a satisfaccSo de par-
ticipara seus correspondentes e ao publi-
co, que acabam de fundar casas liliaes
nos priucipaes porlos e distritos ir.anu-
luctureiros de Franqa, Alemanlia, Bi'lyi-
ca e Ilollanda, conservando alem disso
suas proprias casas anteriormente estabe-
lecidas as cidadet mais importantes, c
portos mais commerciaesdaGi-Uretarba,
e estao em posiciiode oleiecer grandes
vanlajens as pessoas que possam necesitar,
assim em Londres como em outro qual-
quer poni da Europa, de tuna casa para
compra ou y^.11 |j de artigos, bem como
para os negocios de transaccao de crdito
3 banco de qualquer genero.
As pessoas quenaoioremconliecidasilos
anniineiantcsdeveaoacompenliarsuasor-
dens com os fundos necesarios para sua
exeuccio ; ficando entendidas que os Bn-
nunciantes nio teem dilliculdade em adi-
antar 7 0|0 sobre os gneros recebidos
antes de sua venda.
Veude-se este ungento no estabelecimen-
to geral de Londres n. 244, Slrand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
loda a America do Sul, llavana e Hespanha.
Vende-se a 8Uors. cada bocetinha,conten
urna nijiruccao em porluguez para explicar
o modo de faser uso deste ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
pharmaceulico, na ra da Cruz n.22, em
Pernambuco.
Vende-se um bonito cavallo rodado
muito novo na ra do (^ueimado loja de
ferragens n. 15, e para ver-se na coxeira
do Sr. Tliome, defronte do convento de
S. Francisco.
55 Cabos sortidos da Russia, Cai- @
^ 10 e Manillia. %}'.
B Lonas da Kussia, brins e brin- 3
/-'-.es. #
jej Cobre e metal para forro com @
@ prego*. .;;/
-jJJ Oleo de linhaea e Velas steari- @
na. Q
"^ Estanho em barrinlias, Bar- g*J
lilha.
Vinlios linos de .Moselle e Joan- j
nisberg espumoso, o de Bordeux ^5j
O
m
era quartolat.
C I VQTI W V P "
Os precos correntes e mais informaees
commerciaes, que forem pedidas, serao
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, podendodirigir-se aos annunci-
a ntes.
PE.YTES E CVOHCIIOEC M-
KLC1UO, DE FAL'VhLLE-UELEBAKH
UE PAUIS.
Quatro annos de experiencia tem sssegu-
rado aos pentes de caoulcbouc a voga que
buje tem, nao s em Franga como no inun-
de inleiro ; siio sem contradicgSo os mais
agradaveis de lodos os peutes, mais bran los
que os de tartaruga, sao os nicos que nSo
fazem caluro cabello, por causa da eleclri
cidade que conierD,aecrescendo a estas van-
lagens a de nilo serem mais caros do que a.\
de bfalo A esla admiranvel invengan de
exposigSo universal de 1855.
BOB LAlUXTELll-
O nico aulonsado por decisaodo conselho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos bospilaes recommendam c
arrobe de Latl'ecteur, como seudo o unict
aulonsado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto
esta em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
foccoes da pelle, impingeos, as consequon-
cias das sai as, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos humores; convni aos catar-
rhos, a bexiga, as contraeges e a fraquez
dos orgos, procedida do abuso das injec-
goes ou de sondas. Como auli-sypbillieos
o arrobe cura em pouco lempo os fluxos re-
centes ou rebeldes, que volvem iucessai.ta.-
em consequencis do emprego da copahibe,
da cubeba ou das injeegoes que representem
o virus sem neulralisa-lo. O arrobe Laffec:
mercurio eao iodorelo de potassio.--Lisboa-
Vende-se na bolica de liarral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praga de I). Pe-
dro n. 8S, onde acaba de chegar urna gran-
de porgao de garrafas grandes e pequeas
vindas dilectamente de Pars, de casa do dilo
Koyveau-l.aUccleur 12,ra bichelieu Pars
Os formularios dao-se gralis em casado a
gente Silva, na praga de D. Pedro n. 82
Porlo, Joaquim Araujo ; Babia, Lima ; Ir-
maos; Pernambuco, Soum ; llio de Janeiro,
lincha & Filhos ; e Momia, loja de drogas ;
Villa Nova, Joo Pereira de Magates Leite ,
Francisco de Paula Couto a C
Ausen'ou-se 110 dia 25 do corrente a ,
noite, pelas 7 horas, um nula linho de i lade "' (rande,
lil anuos, altura regular, tosIo pequeno, ;?..-. '-.; <:.f.-t^^'.-- :.<: ;.::,:
com urna ferila na perna direita, e junta- ,-' '""*' '"^ ",x '- ''' *- f- -.-.
nenie 11-n moleque. grosso, altura regalar, 1 7 fl <1 IillWll 1 B 11 S'/l
olhos pequeos, beigis g'ossos, i lado 20 S
anuos pouco mais 00 menos, crioulo, e le- '..}
Consultorio
i eilo (1 i iVijao.
O agento Pestana fara leilao; terga-feira, qualidade e por proco eojamodo ; n
i o norte como para osul do impeno, 29 do corrente, pelas 10 horas da manbia, lao p do arco da comeigao n. 5j.
vou um su'rao de couro ; ambos slo filhos
do Marauho, chega los ha pouco lempo,
com jrados ao Sr. *,ntoiiio Iticar-lo do Reg .
roga-se as autoridades pnheiaes e capii
de campo que os peguem e levem-"- rus
Direita n. 20, que serUu I- recompen-
sados.
Precisa-se d "'" t"-s,5oa I'"* o serv-
CQ interno >> um" c,sa estrangeira qu co/.i-
nlie >.">B0.'n >.e : na ra \ova n. 17, se dir
quem precisa
CENTRA*- HOaEOPA-
THICO.
RA LiE SAMO A.MVHO, Q
Mundo V(i\o 11. li :_-
(I llr. Sal.ino Olegario Ladear* Piaba J.,
il.i mu- ni.i. lo.ioa os -im alan, deadi8 "
linraa 1I1 manilla . las para vir.ilaa daverju aer iluigidoa por -"-
O pobres sao medicadot gralot- 2
ra Jo
n. 11.
Aluga-se urna ama para todooservi-
go de portas dentro, menos engommar ;
quem a isto se quizer empregar, dirija-se ao
largo da Trempe, sobrado n. 1, que tem ta-
berna por baixo, que achara com quem tra-
tar, dando-se bom ordenado.
Compra-se urna portada de cocheira,
com a grade ou sera ella, ou duas portas que
tenbam de 11 a 12 palmos de altura. n5o taz
mal que sejam de louro : quem tiver an-
nuncie para ser procurado, ou dirij-se ao
aterro da Boa-Vista n. 6fi, padaria.
A quem interessar.
Solicta-se pela polica qualquer preten
g3o, pelos l'eitos geraes e provmciaes, de-
seoibarago de cesas e lojas; pelo ecclesiasti-
co, cerlidao do baptismo, bito e justiGca-
gcs, ludo a contento, mediante mdica
paga ; no Recife, botica do Sr. Antonio Pe-
dro das Naves, junto ao arco da ConcelgSo ;
em Santo Antonio, ra do Collegio, botica
do Sr. Cypriano Luiz ds Paz, e ra do Cres-
00, loja ue livros do barateiro o Sr Anfonio
Domiogues Ferreira : os pretendentes acna-
rao nos lugares indicados pessoa competen
temen.e nabilitada.
Mano,
Em casa de J. Praeger & C ra da
Cruz n. 11, ha para vender um piano de
nqnissimo modelo e de boa constructio,
obra de afamado fabricante Erara de
Pars.
Eugne Cliquot
a leims
participa ao publico que o nico deposito
do seu bem condecido vindo de Cham-
pagne em Pernambuco se acha em casa
dos Srs. J. Praeger 4 C,
Era casa de llenrv Brunii C. ra
da Cruz n. 10 vende-se :
Cemento romano.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Cadeiras de vi me.
L'm glande sortimentode tocadores.
Retratos a oleo para sala de jantar.
Kspeldo com moldura.
Pianos dos mclliotes fabricados cm Ham
burgo.
- Na ra Nova 11. 18, loja de M. A. Caj
& C ha um grande sortimenlo de obraa ro-
las de alfaiiit, de todas as core qualida
des, as mais bem acabad" Hae se petera
encontrar nesle gpn'". casaveques o mon-
taras prompl** i"rt as senhoras que raou-
lam a eav"u um gran le sorlimenlo de dif-
I ,.. qualquer obra de neos;menda ; o prego
sera um s para todos.
A 19-200 res.
Nar-ua Nova 11. 18. vendem-se cortes
** de casemra de algndflo e brins escuros 'l'a-
v$ zenla muito lorie, propria para o diario
cuites e para caiga.
S
aa escupi.
<*' Uniente.
*' -' ASA ? a*"' <*X T'l ".?V x*> /*"' x> ,s->
Vende-se urna escrava com L-s anuos
de idade, sadia, e propna para to lo o serv- Veolem-se bons saceos com milho e
go de casa e rua : a tratar em Santo Amaro, I fejo, rece ule a, en te cnegados do norte : a
na primeira das casas do Sr. Antonio Joa tratar no escripturio de Manoel Congalves nhaoas, grelbas, colheres'e mais cbiectos do
Comes do Correio. Ida Silva. I uso domesi':o! na rua Nota n. 20.

Charutos.
9. Praeger, rua da Cm/, n. II tem
conlinuadam ule jm escolliiJo sortimen-
tode charutos da llavana, c das mais li-
nos qualidades da Baha.
'i tem para cozinha.
Panellas, csssarolas, frigideiras c chalei-
ras de ferro, forradas de pureeUa-na e esta-
'

ILEGIVEL



DIARIO DE PERNAMBCCO TERCA FETRA 29 DE DEZEMERO 1857
GOISDLT0R1O H^IIOFTHlCO
oo
Rl V DA'.CADEIA, DEFKONTE DA OltllEM TERCEIKA DES. FRANCISCO.
Onde sachara.sempre os raais acredilados medicamentos tanto em tinturas como
im glbulos, preparados cora o maiot escrpulo e por presos bastante commodos
HRECOS F1XOS
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 2* 155000
Dita de 36 % ancn o
Dita de 48 a > 255000
Dita de 60 30900S
Tubos avulsos a...... 15000
Frascos de tinturrsdemcia onga 25000
Manual da medicina homeopathica do Dr Jahr com o dic-
.1 cionario dos termos de medicina .. 205009
Medicina domestica do Dr. Henry........ 10/00*
Tratamento do cholera morbus......... 2/000
Ho --torio do Dr Mello Moraes........ Clf-OO
Lotera
DA
e
* PEDnAS PRECIOSAS- *
1 Aderegot de brilhenle, *
w diamanto e perolai, pol- *
J ierras, alfinelea, briuroa ^
ee erozelaa, bolOese anac) jj!
8 de diflerenlM sontos e de V
S diveraai pedra de valor. *
f
k
u.'i Bi iiiRnn
Ra do Cantiga' n. 7.
OURO E PRATA. I
i *----z___,J
*
Jj Aderecen complolui de
s oaro, meios ditos, pulsei- J'
j*j ra, alfioeles, brinco e *
3,- rozelaa, conloe*, trancel- i
* lin, medalhas, correnlea *
ReCellflUl nnr til. enf"a Para reloaio, e *
i.cuci;ciu por I.O- I outroimdlos objecin de *
Compram, vendem oo (Jos OS V nnrv di ICll. i ouro-
g trocan, pra.a.ooro, brl- | UU& S VapOrtJ(la U- 3 Ap.relbo. completo, de
8 ^eVu\""aVat.M 1 roPa asobrasdo mais p^-p"-'^. b.nd.j...*
las, e ouiras quauquer w r *; alvas, cardigaei, collierea <*
^ jota, de valor, a dii.lie.ro lUOtlerilO OStO. tilII- S de sopa e de cha. e ntd-
juu por obras. BustU, IKU $ (o ou(ro objec(os de |
LW**^.^^ to de Franca como tiSS^mmmmm
de Lisboa, as quaes vendeiu por
pre$o commodo como costumam.
^&@l@-S-?@@v::-' ?'< : veo,ie-se a 2:000 na praga da lodepen-
;>. dencia livraria n. 6 e 8.
fi' '"" Prec'sa se do urna ama forra ou cap-
) tlVa> Pr o servido de urna casa de
m
Meurou
je:
Com deposito ge-
ral Treta, B ra da
Cruz 11. 26, muda-
ra msse para a mes-
illa ra 11. 2o, pri-
meiro andar.
o
o
8

Na fundirn da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
servico debaixo de coberta.
pouca
familia ; na praga do Corpo Suato D. 17.
- No engenho Martapagipe, distante do
Recife 8 legoas, e da estacao da estraia de
ferro, no Cabo, 2, piecisa-se de um mest-e
de meninos com as habilitagrtes necessarins
para ensinar primeires lettras, grammaii a
tortogueza e latina : quein esttver nestas
cjrcutnslancias e quizer exercer o magiste-
rio, arinuncie pa'a ser procurado, ou diriii-
se a casa do Sr Francisco de Paula Carnl'O
Leao, no Recife, aterro da Boa-Vista. Ilaven-
do noengenhoumacapella, em iguaes cir-
cunstancias, prefere-se a um sacerdote.
libras de tartaruga.
Jos Joaquimda Cunha Guimaraes. esta-
belrcilo com loja de tartarugueiro na ra
das Irtncbeiras 11. 8. cora a frente pintada
de verde, r*z scienle ao respeilavel publico
e seus treguezes, que acaba de receber de
rranca um completo sortimento do pente-
de tartaruga do mais apurado gos'o do mer-
|cado, assim como na mesma loja costuma a
LlT SHUinrfl lim cnrlimunlrt An ,.K. r..:a^ .1 ^
BEHTISTA FRANGEZ.

Paulo (jaignoox dentista,ra Nova n.4l : jj
W na mesma casa tem agua e pos denlr i tice. CjS
SEGURO CONTRA F0O.
Cnmpanliia Alliance.
btabelecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cinco miltaes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, lem a honra da in-
formar eos Srs. negociantes, proprienriosdecasaa
a quea mais convier que estao plenamente au-
lorisados pela dita companhia para effectuar segu
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos de
tlha e igualmenUsohre os objectos quecontiveren
os uasnos edificios quer consista em mobilia ou
*m falencias de qualquer qualiilade.
JOHN GAT1S,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERCIAES,
n. 20, ra do Torres,
PKIMEIRO ANDAR,
ra?a do Corpo Santo
Ausenloo-se do Rio l'm n......no da !l do correule
o aarravo Antonio,oiulalo, de idade 30 auno, bailo,
eorpn regoUr.cor amare>lada, cara descarnada,b.ib
nenhuma, ollios veimellms ^.leuaija al^uma cuu>a,
cojo escravo eu.luma andar embarcado, e se discon-
fia andar embarcado ; quera o pegar, le,e-o a ci 'a-
d do Rio-Furmoso, ao Sr. Juse Mana de Imei-
da, ou nesl-i praja ao abano assguailo na nada
Ca4ia do Rcife, n. 9, que ser.i gialilicado.Ma-
nuel All'iiisn Aquino d. Albuquerque.
Hrecisa-se de tomar a pieraio 4 a 6 con-
loa de res a utn por cento, dando-se por se-
guranca um predio de grande valor quem
quizer fazer seirrelhante negocio annuucie
qara ser procurado.
He chegado a loja de Leconte, aterro
da Boa-vista n. 7, excellente lette virginal
de rosa branca, para refrescara Delle, tirar
pannos, saraas e espichas, igualmente o a-
famado 0U0 babosa para limpar e fazer cres-
cer os cabellos ; assim como p imperial de
lyrio de FlorenQa para broloejas easpet ida-
oes da pelle, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa da vida.
^Casadesaude |
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
tabeleceu em seusitio da Passajjem ^
da M&pdalena, que lica ao norte
da estiada entre a ponte grande |
ea pequea do Cliora-Menino, ex- *
cellentes actmimodaroes para re-
cebet- todas as pessoas enfermas '.,':
que se quizerem utilisar de seus .':-
servidos mdicos, os quaes serao O
prestados com o maior esmero. (
^ O mesmo Dr., para o fim sunra- Sg
' indicado epata exercer qualquer ;
H outro acto de sua profisso den- O
W tro ou fra desta cidade podera' ':-
ser procurado aqualquer hora do
C..3 da eda noite. no referido sitio, &
^3 -excepcao dos dias uteis, das 9 $'-
f$ liorasda roanliaa a's V da tarde, {';
? quesera'encontrado no primeiro -''
@ andar do sobrado n. 9, do pateo ?-
J do Carmo. .;.
&
9
JJetronie da ordeTn tercer
ra de S. Francisco
CONSULTORIO HOMEPATA ICO
DO
DR-P- A- L0B0H0SCOS0
Medico parten o e operador.
ODr. Lobo Hoscoso, di consultas lodosos
das epratica qualquer operagao de cirurgia,
assim como.accode com toda a promptidao,
as pessoas que precisarem do seu prestirno
para o servico de partos, pratiesndo as o-
peraces mauuaes ou tnslrumentees, quan-
do nao possa conseguir resultado por me<,
da homeopatbia, que tantas vezestem ven-
cido dtlhculdades, que parectam insupo-
ravets. r
Roubo de um cava lio.
Furtaram na noito de -21 do crtenle do
bem todos os concortos com [uonjpiidao e
prego commodos.
Da-se at 1:000o com hypolheca cm
urna casa terrea livre e desembarcada (sen-
do em boa ra;; quem tal neeocio quizer
fazer, di rija-se a >ua da Viragao n. 9, que
achara com quem tratar.
I'recisa-se elugar urna casa terrea ou
sobrsdiuho no bairro de Sanio Antonio, pro-
fenndo-serui das Cruzes, ra Hulla e vizi-
tihanga, ra uas Flr>res, etc paga-sc adian-
taio : quem ti ver anuuncie para ser procu-
rado
Oicao! ocao
Queijos de pinlta, flamengos.
Suissos, de prala lina ;
Champagne em gigos, batatas,
liellas mass>s p'ra terrina :
Amendoas, p S3o petisco permanente ;
Martnelada he de Cha-jeta,
O fiambre lie de patente :
Conservas e bolachinlia,
Boa ameixa portugoeza,
Nozes, confeitos, macaas
Ameixa rica franceza :
Marrasquino superior
Licor francez sem igual
Nada melhor que o bom roxo,
O tOxo de Portugal!
O Soares junto ao Rosario
Tudo vende com praxar :
Chega, gente, o porto velho
Da vida a quem quer morrer.
Amassadorcs.
l'recisa-se de dous amassafores que en-
lendam perreilamente da sua arte, e sejam
desembaraQ^dus na lendedeira ; paga-se 25J
r. e nao puxam a macnina : os pretenden-
tes dtnjam-se a padaria do Villa-verde, na
iua Imperial n 173.
Ausentou-se hontem 22 de dezembro,
do sitio da Trempe, a eserrva Benedicta, de
tiagao Costa, de ida le O anuos, pouco mais
ou menos, levando um taboleiro demang-s,
c-juse sapotis; levou vestido de algodfl
rtscado, um panno da Costa e um chales
amarrado na cabega : quema pegar leve a
rusdosPrazeresn. 10, que ser recompen-
sado. '
-- lioga-se ao Sr. Joaquim Glsino de Mos-
quita tetina a bondade de a aparecer no es-
critorio dos srs Rostron Itooker c C, pata
receber urna caita.
Lotera
Proviivcia.
Os abaixo assignados venderam os se-
guintes premios da segunda parle da lercet-
ra lotera dos opha.s, na sua loja no alar-
io oa Boa-Vista n. 56 :
l neio n. 553.....4:on0soU0
dito n.3409.....1.0005DOO
Bilheten. 670.-1. j. L. u5oo
1 meio n. 2508 -dem. 5050uo
1 dito n. 2364 -I lem. 505^00
B.lhete n i76.-|Jtm. aojOoO
Estao a venda os bnnoits e meius da lo-
tera do Gyranasio.
Silva Guiniar3esc< C.
provincia
O abaixo assignado avisa ao publico que
de liojeem vantc se obliga a pagar a sor-
te grande ea immediata no dia da e\-
fracrao em seu escriptoi io na ra do
Collegio 11. 21 primeiro andar. Vende
em porco de ls para cima dinheiroa
vista bilhetes e meios garantidos dos 8
por cento pelos seguintes preeos:
Bilhetes s500 Meios 250
os bilbetes da lotera t ecolltida sao rece-
bidosem troca de otitros.
P. J. Layme,
Lotera
DO
Gymnasio.
Primeiro do anuo de I808.
O abaixo assignado tem exposto vende
os seus multrr relizes bilbetes inteiros e
meios da terceira parte da primeira lotera
do Gymnasio. os qoaes n5o estao suj-iitos
ao descont dos oito por cento da le O
se reuni a continuarlo da li,ll>liollieea, J#40<) o cova li, lovas de seda de cores para
do'cliristao brasileiro, contendo os se- '""'" "", e homem, chales de ISa e merina
guinlesollicios: do Menino Jesus San- lis"" b.d r, c >iao e drlinlio, e grande venedade do fa-
tifsimo Sacramento, Smnlior dos Allli- zendas que a dinheiro sevmdem por acni-
tos, Paixao, Nossa Senhora do Carino, modadissimos pregos, e dSo-se amostras.
San-Jos, Santa Anna. Ani da Guar- T,!| /l I ehnn nntta
da, San-Francisco de Issis. Santa ta, L,ISl]
Sania Barbara, Almas, CorarSo de Je-e
sus; aSSim como otttras oraees, etc., | quer parte ; na ra da Cadea do Recife, loja
etc. .. ,a>......320 i n. 50, defruiileda ru da M-dre de Dos.
Dita ecclesiastics OU de padre, elaborada
pelo Hvm. conego penitenciario da Se
de Olinda, segundo a rubrica, a qual
foi revista pelo E\m. Sr. bispo, <|tic a
julgou certa, como de sua carta exis-
tente nesta tvpogtapliia. ',00
Dita de porta, na forma usada ate
'i1- ;......ICO
Vendem-se nicamente na livraria ns.
t e 8 da praca da Independencia.
-Venle-seum mulato ptimo ollicial de
fogueteiro : a trtar na ra da Concordia ,
confronte; ao armazrm de materiaas do
Sr. Pedro Antonio Texeira Guimariies.
Vendem-se travejamentos de louro de
varios taBanaos : na praia de Santa Rita
restilagSo.
^fos amigos e
fregwezes-
No deposito da ra de S. francisco n. 6,
acha-se um grande sortimento de diversos
gneros alimenticios para a fesla, como se-
jam : ameixas. muscatel, abrunhos, pasaas,
Blaildll Ame
vende champagne C. II. liouillolcv C. a 28,
a duzia llordeaux Saint, Julien Medoc a* 12
a duzia. torio lliinha Victoria mullo supe-
rior a 2S9a duzia, Duque de Porto* a "J0j rs.
Sche.'ey, Itliin, V"*^eira a 20, cognac Terda-
deiro a 20s a duzia, alisy.'thio ktsch e varios
Vetidem-se barfis com calnova de Lisboa ''cores com ptecos coL modos ; na ra do
Trapiche Novo 11.12.
Vende-se um preto de nagao com olli-
cio de pe Irciro, bastante robusto para qual-
quer seivigo; na ra da Praiade Santa Rila
n. 13.
FBRICA DE CALCa TA-
xiado no aterto da Ii>
Vista n. 46, defronte da
padaria do Sr. Costa
Chcgoem pechincha, borzeguins com
BLANDIN UNE
/ua do Trapiche Novo
n. 12.
Avisa aos amantes dos bons petiscos, que
afo-'k ----- ..... k*--'""--
ir.n norri,eha a 6c500, de botos a 5 e 5?500, sa- j acaba de recaer pelo ultimo navio chegado
patOesdebezcrro, ditos de couro de lustre. de Franca, um sortimento de conservas li-
a 4 e 4-;500, ditos gaspiados com borracha a
5?, sapatos de entrada haixa, spalos de
tranca a 2a, ditos de tapete, ditos de marro-
quiut, couro de lustre, couro preto e inar-
roquirn, tanto para senhora como para ho-
rnera, c todas asmis qualidades de caiga-
dos, os quses vendem-se por pregos muito
commodos, e tem sempre troco miudo, e se
vendem por menos dez por cento aos legis-
tas ou pessoas que negociam para o mato.
He que barato
admira.
Na loja de i portas na ra do Queimado
n. 37, passando o heceo da Congregagao.tem
chegado a esto estabelecimento um excel-
menlarias dos mais acredilados autores na
Franca
Pianos.
m casadeRabeScbmettau&Companhias
ra da Cadeian. 37, veudem-seelegante,
pianos do afamadofabricante Trauraann
ibliamburgo.
g VIMOS FINOS DO PORTO 9
Gomma do Aracaty.
Em porges e a retalho : vende-se na'ra
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi--'
anna. w y
Vende-se sopet ior farinba de man-
dioca em saceos grandes: na tanoaria
delronledo ttapicli*e do Cimba.
Vende-se a taberna sita na rus Direlta
n. 27, com poucos fundos, muito propria'
para principiante ; quem a pretender, diri-
ja-so a mesma que se far lodo negocio. No
primeiro andar por cima da dita taberna,
se vende urna escrava muito moga e bonita
figura, contendo todas as habilidades.
Agua de soda e^
limonada Grazoza.
Vende-se no escriDtorio de E. 11. Wystt
ra do Trapiche Novo n. 18.
Soda-Water
intctaes sobre o sitete W D, sobre a cor-
rento boue urna chavinha de ac, da cas
dos engenheiros inglezes, sitio da viuva
Lasserre ; quem o achar ou ttver noticias
de||e. dirija-seao referido sitio, ou ao sub-
delegado do Kecife. que sera generosamente
tecompensaito.
A obra do hospital Pedro II. pre-
cisa de olliciaes de pedretro c carapina.
PROVINCIA
O Sr. Ihesoiiretro das loteras manda
fazer publico que se acbam a venda no
pavimento terreo da casa da ra da Auro-
ra ii. 26, das 9 horas da manba as 3
da tarde bilhetes e meios da terceira
parte da prhanm letnra d0 Gymnasio
Pernambucano, cujas rodas andaio no
da 9 do futuro raez de Janeiro.
Thesonraria das loteras, 24 de dezem-
bro de 1837.O escrivao, Jos Hara da
Cruz.
Lotera
DA
Provincia.
Segunda parte da segunda lotera do
collegio dos orphos.
roram vendidas as seguintes sortea nos
lelles bilhetes rubricados pelo abaixo as-
signado :
Ns. 553 4:000tf
3409 1:000 1 meio.
296 400.S 2 ditos.
2903 200 2 ditos.
2828 100 2 ditos.
2881 100 1 dito.
3124 100 1 dito.
2287 50 2 ditos.
2508 50 2 ditos.
2364 50 2 ditos.
2482 50s 1 bilhete.
t70 50 1 dito.
2508 20 2 meios.
2947 20 2 ditos.
934 20 2 ditos.
1550 20 Bilhete.
1107 20 2 meios.
3142 20 1 dito.
582 20 2 ditos.
127t 20 Dilhete.
3409 20 1 meio.
218 20 1 dito.
gneros por prego cutnmodo : defronle de
casa da relagao n. 28.
Vendea -se bandos ou almofadas de
dina para, eugmentar os penleados das se-
nhoras ; na la da Cadeia do Recife n. 24,
primeiro andar, casadeManoel Antonio da
silva Antuiies.
Presuntos ingle-
zes para fiambre.
Acabam de sabir da all'andega, e estao
vpoda no arniazcm de Tasso Irtnaos.
0
0
$
DENOMINADOS: >j
Duque do Porto. '0
Impcralriz Eugenia. gk
Leopoldo I.
1). Pedio V. W
Engarrafados e enfeitados como o
de Champagne: vende-se em por- (ffi
cues a vonlade do comprador, na *a\
ra do Trapiche u 40, escriptorio W
de Tnomaz de Faria. (?.
Tasso Irmaos
Avisara tos seus freguezes, que em con-
soquencia de novos sorliaentos, que aca-
bara de receber de Iticlu ond, lem redu/ido
lavrado 1-5IU0, um completo sortimento de ,
Chapelinaa para senhora, gollinnas, n an- "S^0.sdajifar,l.'has a vena em seus *r"
gitos, camisas, metas de seda brancas, lu- "
vas de seda dos me'.ho es gostos qae ha. se-
das brancas, cassas para cortinados, brins
de linno muito finos, lengos de linho bran-
ci>s, de div -rsus pregos. Assevera-se aos
compradores, que teriham vontadede.com-
prar n3o sabir seni fazenda, porque nao se
engelta dinheijo chegando ao custo da fa-
zeuda.
Na ra do Queire.ado n. 37, loja de 4
portas, ha cortes de colletes de velludo mui-
to bons por 1 IcollO, velbutina sortida a 750
reisocovado. chitas france?as muito linasa
: 280 res, risca 1os e>cocezes a 280 rs., mus-
Isulinasa 320 rs., ditas amatizadas muito fi-
nas a 340 rs., chapeos de sol de seda, para
diversos preeos.
Na ra da Madre de Dos, loja n. 34, ven-
de-se o muito supeiior e genuino vinhodo
Porto, em barris de 5.- e8.\ e juntamente
engarrafado das mais acreditadas marcas
Duque do Porto e Victoria Itegina
Ge ADOLPHE BGRGEIIS,
Rui Nova II. O -
Vende um bom carro novo, chegado ha
pouco, feilo t tes de Pars, muito commodo para familia.
Vende laiubom n-uitas qualidades de ferra-
gens para carro, como eixos, molas, uarnfu-
lo canto que es-
ta'torrando.
Para acabar por este anno.
Ta ra da Cadeia do Re-
cife n. 54, ha um grande sortimento de fa-
zendas por pregos os mais commodos pussi-
veis, que na realidad* faz admirar ao com-
prador, a vista da quali lade c do bom gosto;
o annuiiciante pede quo verifiquera-se da
verdade : sahilas de baile de bonitas cores
1*9, caaveques do canibraia roteado de
Me^uataafo l.r. '.T de,,u- ,b,c>. Proprioa pare as seohoras de bom gos-
...inilns pe-,
dtoesa 280 rs. o covado, mussulina de bo- |
mermo bordados de velludo, cousa muito
ooa t4jt ojtus bordados de relroz a I0;5H0
rs., ditos de merino lisos a 4;800, rometras
de filo de linho a 25500 e 39500, ditas linas
a 4/, dits de catnbraia para senhora e me-
ninas a 2o e 2*500, cortes de vestidos de
seda com 3 babados a 80;, cousa muito lina,
groslenapies decores bonitas a 1#920 o co-
sttio em SanfAo
ua, aou le mota o Sr. Nash,
-- Manuel Caruciro Leal pTptese, te de-
clara, que nunca deu auto, isacao a se filho
menor do mesmo nomo, para cmPra de b
jeclosde qualquer natureza, por au arta
"elle presentemente hab,l,uC0es nec ssa
r.asparaessel,,. |)a mesma forma decora
que o mesmo seu fllho ausentou-se de lia
casa em das ueste crreme luez/e atd
presente tgoor. qui, 0 moUT0 u Qe "^ u
.praticarsemelhante falta de obediencia a
por^ue,nU^V^^rlerS'''0"'^
goem que desoja tirar proveit,, da is-
noraucia ie um mogo de menor idade 8
Soledade, que.ra dir.gir-se a esta lypogra"
tln;i, rjuesedeseja fallar-lce.
An a de leite.
i.m Fra de Portas casa n. 11, preciaa-ae
de urna ama de leite : paga-se bem.
"Vo-*q,- fa!la.r um chorrtnlio de es-
que Irol'inloao sitio do Sr. Amorim,
cavallo de carro, ruco, com algumas pintes
do oedrez gran lo, bem folio, gordo* omito
manso; cimas brancas o .irr.tas, e a cauda
tambe 11, mas cora as puntas brancas, cascos
braueos o bastante gran les, e t.lguma cousa
moles : quo.n aeiiar, o levar este cavado ,0 t'mag.lo, branquinho. procuie no sobra,!
rdito sino ou no Recife na ruado.Trap! *> m da Treraje 1, que se .e e.ur
che Novo n. 10, em casa de l'alou Nash \ I B"a. que "<>'"e uilro-
C, sera betn re-compensado. | Precsa-se de um caixeiro que tenlia
Na liviana ns. t 8 da praca ,la ; "'O conducta e platica de taberna, perai
Independencia, precisa-se fallar ai*. Sr. "'f'^B"!b,^Tu J,a Pr balao : pare tratar,
Joaquim Antonio de .Moraes. | SS? tZtt da'ta'rde.6 hr,S *'
O governu e a
colonisacao.
Acaba re chegar do Rio de Lineiro alguns
xemplare'ioa|i|.endice ais ideas le-pro-
Mgaada do L. P. .acerda Verneck, pelo con-
dide llozwaJowakt, a respeilo da -:oloiiisa-
Sao pagas as sortes grandes e os premios
ate 20 no escriptorio do abaixo assig-
nado na ra do Collegio n. 21.
i*. J. ]>yme.
--- Chegou utra po'go do rap fabrcalo
pelo lianleira, em Garanhuas: os pretn-
denos podem pr,cura-lo na ra da Concor-
dia em casa de Manoel I'irmino Ferreira.
Da-se para amamentar pessoa capaz
urna enanca e pag-so bem : quem estiver
nes'as circuTistancias, dirija-se a ra das
Ti tncheiras, loja de eucadernador, que acha-
ra com quem tratar.
Seguro contra
fogo.
COMPANHIA NOKTUEN, ESTABELE-
C1DA E.M LONDRES.
Prem ios di m in n idos
AGENTES
CI.Astley ^Companhia,
______^vmpv g-
- compra-se effectivamenle na ru da
Flores n 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, aeges das compa-
niii-is, e da-se dinheiro a juros em grandes e
pejuenas quautias sobre penhores
Na luadigao do Brtiin n. 6 e 8, conti-i
nua-se a enmurar effeclivamente bronzo, la-
t3o e cubre velho.
Compram-se dovs ornamentos branco
e encrnalo, calis o utissid, ludo en bom
"so ; adiando com quem tratar no Cym-
liasto.
amarellos, tanto para carro como paraba! | S^ell^.tStt
Ao Preguiea
QUEESTA'QUElMAflDO
boas fazendas por pouco
dinheiro.
O Preguiea da
ra do Queimado conlinu'a a fornecer ao
publico, em seu estabelecimento na esqu-
na do becco do Peixe H ,to n 2, .A ^o^^T^^Z" CSTs^K
11\ o iioritiibi iinrlinionl., .1.. r<.nn>4*.. ..*... / ., *
*-aOO, o/. 53500, 65 e 75, ditas muito linas a
05 lengos de caa.braia a duzia a 19, 1C300,
19500 29 e 2/80O, gravatas de cassa a duzia
ISjOO, ditas de mola a 1 e 18400 cada urna,
alpaca preta fina a 600, 700. 8f0, 9'i0 e 19 o
covado, panno lino preto a 2g500, dito mais
uo a 35, 35500, Kg e 55 o covado, dito muito
tino a 790CO o covado, cortes de velludo, fa-
zenda muito boa a 79 e 7/500, dito muito fi-
no a 125, pecas de chita escura com toque
l1e mfu a 555UO, mussulina de una s cor a
400 rs. o covado, manguitos com collarinho
para senhora e meninas, bordados a 8 e 105
cada um, chapeos de sol para sonhora a
15800 c 25, (til >s do seda a 2#5U0, corles de
cass enna g 23, chales trelos de merin'a
-5800 e Kg, casemira prela a 19, l#200, 15500
-'3 e 29200, e muito lina a 23800 o covado,
cortes de vestidos fettos para senhora. de
cambraia s 35200. madapolOes, a peca 25800,
31 350, 3/500, 3, 48500 e 55, e muito fino
a 0/. chitas de cotes escuras, a pega 5*00,
5/500, 61 e 79, e a cov.do a 160, 10 e 200
Ifias
hora a
mazens aos segutnles :
(alega ....
Haxall .'. .a 255000.
Dunlop. ,j
Macanee 1 _
Colombia .[ -245000.
Contmuam a ter farinhas de Trieste das
marcas rimeira qualidade e
Loja de calgado francez e
da trra.
Vende-se todo o sortimento de calgado,
tanto francez como da tena, e entre elles
borzeguins francezes c da trra para homem,
sapatos de entrada bai&a oe urna eduas so-
las, ditos de transa con salto para homem,
senhora e meninos, ditos de la propnos
oara quem padece de frialdade, e mesmo
para andar em sitios, sapatinbos de' meni-
nos, de lustre e marroquim da lodosos la
maullos, e tudo se vende por pregos coro-
moJos : na esquina da ra das Cruzes n. 2
iHiLHl
\ endem-ie accoa de varios (roanlioo com muilo
biim milito, e por prei;o conuoodo : na ra du ijuci-
mado, loja n. I i,
Fariuha de
manci.oca.
Ven le-se saceos com boa farinha de man-
mos pa Jioes a 320, 340 o 360 o covado, di- dioca por menos do que em oulra parte : na
ie. oranca a 300 e 320 o covado, cuales de ra do Oueimado loia n 14.
Va ra do Tra-
& lmoiMtle. %
Ou sale atE. H. Wyatts Office, ra de Trs-
piche Novo n 18.
Pechincha
Poucas vezesapparecem pecbinchas como
sejam, toalhas de panno de linho puro, de*
vara e meia de comprmanlo, com lebvrin-
thoebico de linho as ponas, pelo d'imi-
oulo prego de 58000 !! I s com a vista acre-
dita^0 a exiguidade do prego ; no deposito
n, 6 da ra de S. Francisco.
Ven lern-se duas moradas de casas ter-
reas na ra de S. Miguel, nos Aogados ns
gundo8.;darrat,,rna "" lmperi" n" ,69' se;
Cartas Anas.
Cartas para voltsrele no deposito de ra
de S. Francisco n. 6, a 500 rs. o baralho. I
Seda e la para
bordar.
FiU seda e ISa e de todas as cores, tanto -
pia bordar como para quaesquer oulras
obras: ven ie se no deposito da ra de S.
Francisco n. 6, a 120 rs a meada de seda, e a
librada laa a 78500.
Vendem-fe sacros com farinha de
mandioca, oiilbo e gomma do Acaracu'; ng
escriptorio de B'aga & Antunes, ra da Ma- j
. -" VcnJem-se3 escrava* com excelentes
habilidades, de i -ade de 17 a 25 annos, 1 es-
cavo de idade 26 annos, bom canoeiro, cala-
dor, coiuha, relina bem assucar e tem boa
con lucia, 1 dito de 22 annos, bom oflicial
le peireiro, t eses va de 26 annos, com to-
das as habilidades que se lazera precisas *'
ums casa de familia ; "
se vendem a contento
Verdes n 46.
Vendem-si cadeiras para sala de jan-
lar, muito foiles, e messs para dito, por
oregos commodos : na ra das Flores 11. II.
de L. Pugi. .
Vendem-se barris de quinto com su-'"
pertor vtnho de Lisboa, tinto, branco, evi- 1
nag>e ; no armazem da ra de Apollo n 5.
--- Veudem-se saceos com farinha, che
gados agora do Ceata no IVovo Anglica, as-
sim como ditos com milho e gomma, dem *,
armazeoados 00 armazem do caes do Hamos, '
de Francisco de Paula Figueira de Saboia,
ou tratar no seu escriptorio na ra de A pol- 1
Ion. 5. .? '
Livros em
lira neo..
lo e vanado sortimento de fazendas, todas
de excellente rjualidade.o pregos mutln m-
dicos. N3o so queima as fazendas ja por
vezas annuiicia las, a saber :
Olin linas para vestidos do senhora,
covado...............
Targelinas idem idem,corlo com 12
colados..............
Organlys idem idem, covado .
(amorales estampadas, vara .
Ditas ditas mais linas, vara.....
Chitas fraucezas, largas, escuras e
claras, covado...........
Ditas ditas, largas.escuras e claras,
covado...............
Ditas ditas, largas,escuras e claras,
covado..............
Brelanhas de rolo com 10 varas.pega
Htscados monslros, lidos uadres,
covado.........'......
Lengos de cassa com cercaduras de
cor, um......'........
Mas alem dcstas, olTerece mais aos seus
freguezes as seguintes f.zeudas ultimar..( n-
te cni-ad is : iiiussulnia branca liutssinia a
900
128000
260
480
600
260
280
300
25000
220
120
piche n. 54, escriptorio
de Novaes & C.
Vende-se superior vinlio do Porto en-
em caixas de 1 e 2 duzias de
m como em barris de 4- e 8.
modo.
1EGA9ISHG PAMA UU
-m------, ^ ,v, v o it/v"uw a iou, mu
rs., cambraia desalpicos, a pega 336OO
de duas larguras para vestido de seul
NAFUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, A
RA DO BRUM, PASSANDO O cIIA-
FARIZ,
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
pira engenhos, a saber : moendas e metas
moendas da raais moderna construegao ; ta-
clias de ferro fundido e batido.de superior
qualidade e de todos os tamaitos ; rodas
dentadas para agua ou animaos, de todas as
proporges; crivos e bocea de fornalha e
registros oe boeiro, aguilhes, bronzes, pa-
rafusos e cavilbOes, Bombos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUNDICA'O,
seexecutam todas as encommendas coma
superioridade ja conbectda com a devida
prest"za e c<>m odidade em prego.
Cli 1 p*?os a Taiuuerlik.
to 03 estes escravos
na ra das Aguas-
Vendem-se na ra Nova n. 22, casa
de reloioeiro, por preco muito em conta.* I
VIMIO DO PORTO SUPERIOR.
Duque1815.
F.m caixas de urna e duas duzias de gar-
rafas.
Chamico.
Em barris de oitvo : vende.se a preco
comrrdo em casa de Barroca & Castro,
ra da Cadeia do Recife n._4.

nscado francez, bonitos padi Oes e cores li-
l aligado de poro linho e padroes novos a
15440 avara, ditos pretos de ...u.to burn p Vende-se superior agurdente de
gosto e ate proprios para lulo a I/6U0 a va- '.lanr.a' tan,o em barris como em caixas,
ra cortes de rllele de selioi bordados a lC0l'es P absynthe, chegado recentemen-
3/500 ditos de casemtras para caigas, linas j te, pelo ultimo navio : em casa dej. Kel-
'JXSU^SVSfSff ,er&c-raada Cruan-55-
alpecas de cores com Itstras de seda a 560
covado, chitas escutas e claras, padtoes
iniudinhos o graudus, de inuilos e variados
gostos, cores lisas e escolenles pauuos a
160, 180, 2i0, 2U e 240 o covado, pegas de
ma lapolao com 20 varas a 25900, .'i;6t0 45
W00, 45800, 55 e 36O0, e muito litio
65400, cobertores dcelgodao proprios para
escravos a 700 rs. ca Ja um, luvas de diver-
sas qualidades para senhoras, gangas mes-
?$mm&.
lolfeinlias
para o anuo de liili.
ciadas de tudas as cures a 540 o covado. lie
todas estas fazendas, e de oulras muitas
aqu nSo menciouadas, se dato amostras
sob peubores.
Algodj-.o da Ba-
ha.
Vende Antonio l.uiz de Oliveirs Azevrdo,
no seu c;ct 1 ,rtottona ra da Cruz n. 1.
Faaendas baratas.
Obarateiro da ruada Csdeia do Recife,
loja n. 50, esquina defroute da ra da M dre
POTASSA DA EOSSIA E CAL
YIRGEM.
No deposito da ra da cadeia do RcciTc,
armazem n 12, ha muito superior potassa
da ttussia, dita df. fabrica do Itio de Janeiro,
o cal de Lisboa em pedia, tudo chegado ha
poucos dias, e a ven ler-se por menos prego
do que em outra qnalqucr parte,
Agencia
a fundir o Low-.Woor,
ra da /?*'eii-?alu ova
n. 4*1.
Neste estabolccimeiito continua % haver
nm completo sortimento do moendas e metas
moemlaspara engenho, machinas de vapor
e taixas )e forro batido c ruado de lodosos
tamaitos para dito.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fiindieao de Ierro de D. \V. Bowman
na itta do Bititn, passando o chala-
calca e |.alils, gangas, TustOes, cortes de
Cfsemira de bom gosto, e oulras muitas fa-
zondas, e ludo se vende por pregos muilo
Ci 111 11 IOS.
COH PEQUERO TOQUE DE
AJARA.
Pegas de algodSode sacco, ditas de algo
d3o trangado propriopara toalhase roupa
de escravos; vende-se na ra do Crespo,
loja da esquina quevolta para a ra da Ca-
deia.
Vende-se um carro inglez de 4 rodas
e 4assentos, para I ou2cavailos, com co-
berta, e com os competentes arreios; e tam-
bera um cabriolet inglez com os arreios:
na ra do Trapiche Novo n. 10, ou na Boa-
Vista ero casa do Sr. Poiner
Vende-se na ra da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes & C-, barris
de ferro ou cuboshydraulicos, para de-
psitos Je lezes, a prerocommodo.
~ Vende-se muito era conta um piano em
meio uso, do celebre autor Broadwool, he
de mogno e quadrado, e custou qoendo ro-
vo mais de 1.C003 : na ra do Trapiche No-
vo n. 10.
Relogios
cobertos e dcscoberlos, pequeos e gran-
des, de ouro patente inglez, para homem
esenhora, le um dos tiiclhores fabricantes
'e Liverpool, viudos pelo ultimo paquete
inglez : em casi de Southall Melloi A C.
ra po Torres n. 38.
Reosnos.
Achara-se a
l'illiinlias
1 1 -i lento em elactdo cono a retalho, e tem para
unca as bem conheculasl vender alem de muitas fazendas boas e ba
,'riz, continua a lia ver um completo sor- 0s mclhres elogios de ouro, ratenlein
1 : 1 1 ,.t ... i 1 r ir 1 glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
; tmenlo de taclias de Ierro fundido e bat- eWiptoriodo agente Oliveirs.rua da Ca-
de Dos, conltu'a a vender fazendas baratas, iiz continua
ti ment de tai
o, relogos de pa-
tente
exiepgao.
Dtla religiosa, a qual, alem dos mezes,
a vira, cambraias, lisas par- forro e vestido!
a 2^500, 3;, 3*500 e 4? a pega, panno preto a I
inglezes de ouro, desabnete e devidro:
vendem-se a preciorazoavel, em casado
i Augusto Cesar de Abren, na ra da Ca-
deia do Recife; armazem n. 36.
Domingo, 29 de noveinl.ro, das 8 es 10
horas das maiataa, uesajpareceu e suppe-
se ter sido rurtaUo. do sitio na Passagem da
Magdalena, queToi da. .iva Delfino, um ca-
bnnha escravo, cbaim > Manol, idade 10'
annos, pouco mais ot tenos, descarnado,
faltando-lite um ou m-is deDtes na frente,
cabellos carapinbos, falla com a lingua nos
denles ou he meio tataro, natural do sertSo,
e oi vestido de camisa comprida dealgodao-
zinho o chapeo de pslha de carnauba ; roga-
se a polica ou a quem delle souber, de o
apprehender e levar ou avisar no mesmo si-
lio, ou no Recife, na ra Nova, sobrudo n.'
27, ou no engenho do Meio da freguezia da
Varzee, e prometle-se pagar bem.
No dia 18 do corrente, fugio de bor-
do do brigue Sagitario, um eicravode
nome Joaquim, pardo ercravo, de 22 a
latinos de idade, estatura regular, secco
do corpo, s tem barba r.o queixo, ca-
bellos carapinhos e ja lem muitrs bran-
cos, he bem conheeido por ter as ibo,
muito calejadas, quando fugio tinha o ca-
bello a nazareno, tem os ps meio apale-
lados, e falla muito manso : quem o pe-
gar e o entregar aoseu senlior Manoel
Francisco da Silva Carrico, na ra do Col-
legio n. 15, terceiro andar, sera' ben/
gratificado.
-- Fugio do engenho ConceigSo, em Be-
beribe, o escravo Kranctsco, crioulo. preto,
de 18 anuos do idade, sem barba, bem pare-
cido, com urna etcat iz em cima do nariz, I
e com marcas de chicote pelas costas e na-
degas, be natural do sirtSo do Ceer ; quem -' j
o pegar. Ieo-o ao refe-ido engenho, ou na *
ra uo Quein ado 11 14, que ser* generosa-
mente recompensado ; e roga-se este favor
especialmente aos =.rs capilaes de campo e
as autoridades polictaes
--- Do engenbo Matapiruma, na freguezia
da .scada. ausentou-se no da 30 de nove in-
oro do crreme anno de 1857, um esciavo
de cor fula, de 20 annos de idade. pouco
mais ou menos, marcado de reino as cos-
tes, altura regalar, olbos esbranquigedos,
tes apalbetados. andar defeituoso como de
quem softreu molestia nos quarlos, denles
completos; quem o pren 1er pode leva-lo ao
seonordo mesmo, o coronel Henrique Mar-
ques Lias, no referido engenho, ou nesta
praga a Jo-c Cavalcanli I ins, na ra da Cruz
do Keciln defmnt* do chal'ariz, e ser devi
damentc gratificado.
Fugio 110 da 25 do correnle o pardo
l.aiirinio, que representa ter a idartedei6
annos. cor clara, c> bellos crespos, cheio do
corpo, era escravo de .M miel Marlins Veras,
morador no Riacho dos Porcos, provincia do
Itio f.raude do Norte : quem o apprehender
o podera lerara ra do Queimado, loja n.
44, que se.a recompensado do seu trabalbo. .
Contiou'a a estar fgido o servente do
Hospital deCa idade, (jueeni outro annun-
cio se disse rertencer ao Sr Domingos Pi-
res Ferreira, sen o escravo do Dr. Gervasio
Campel.lo Pires Ferreira ; o qual lem us sig-
oaes seguintes : cor preta, com idade da
quarenla c tantos annos, alio e cheio do
corpo, c he quebrajo : quem o pegar, leve
ao mesmo Hospital, ou ao Sr. Domn gos Cal-
das Pires Ferreira, na estrada de Helero.
Fugio no dia 'J2 do corrente o escravo
Joaquim, crioulo, com idade de 23 annos,
pouco mais ou menos, levando camisa de
algodaoiii'boc raiga de riscado azul, lem
nm dos res bastante luchado proveniente
deerysipellasque sollre ; sabe-se que elle
anda por esta ctdf de trabalhando de srven-
le em obras 1 articulares : quem 6 pegar,
pode entregar na praga da Boa-Vista, era ra-
do Dr. Peietra de liiilo, que sera recom-
pensado.
PEKN. r. DE al. F. PK FAK1A -187

i
>
J.

MUTILADO

ILEGIVEL



*
. *

'


Full Text
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