Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06942


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Full Text
/ .
\
ANNO XXXIII N. 29<.
i ii mm i. .
Por 3 mezes adiantadoi -i.sOOO.
Por 5 mezes vencido* 4>500.

'

V&&
U DE DEZE.UBR0 DE Igr
Por anno adiantado 15$00.
Porte franco para o subscriptor;
EltCARREGAPUS DA Sl'BSCRlPCA'O DO NORTE.
Parahibi.o Sr. Joao RadolphoGomei Natal,o Sr. Joaquim
anaci Pereira Jnior ; Aracety, o Sr. A. de Lemoi Braga
Cear, o Sr. J. Jos de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Jos Teiieira
de Mello ; l'iauhy, oSr. Jos Joaquim Avellino : Par*, o Sr.
Justino J. Ramo ; Amnonii, o Sr. Jeronymo da Coila.
PARTIDA DOacORKSlOI.
Olinriir : lodos os rf's. i i meia horas do da.
Jgdfti9u'. GaiaaM r IVraliiba: us sdimida* e jcius-rciraa.
S. .lu.,-,. Be/crrus, llonej, Carua.ru*. Ailmliii e (uraolHD : na lerea-tV.ra
S. Lourr-nco, Pao d'Alho, Kaisretti, Lirm.tiira, lirejo, Pexlucira, Ing-aseira
Flore*. Villa-Bella, Moa-Vala, Ouricury e- Kxu', as .usi-tas-lcrai.
CB 0, Ipojiea, Serialia>rn, Rio l/oriDosu, loa, Barreno, Atfua-Prtla, Pi
acnteiraa e racial: (juliuas-reiras.
('K'uus os tormos parlen a lo horas da rasriha.
ADIKNIAl DOI Tal BU-NAM DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : legundii quintal.
Relacao : tercji eim a labbadoa.
Faje oda : quarlai labbadoi ai 10 horai.
Juie do commercio : legundu ai 10 borai quinta 110 mus d i i.
Juio dt orphaos iiegundii a quintil ai 10 horai.
Primeira vara do eivei : aaguoda escitas mal* li.
ganda tara do elrel ; uirin i ubbadoi la mal* dia.
EPUSMERIDES DO MEZ DE DI ZI'M MURO.
1 La chela ai 8 horai e 37 roinuloi dimanlioa.
8 Quarto minguante as 4 horas e 18 mmuiuida manhaa
16 La nova as 8 horas a 42 mioutoi da inauha.
'1 Quarto ereicenla ai4 horai 17 minuto da inanu-ia.
PKEAMAR DE HOJB.
Prlmalra 01 :>o minuto! da larda.
Segunda II ei Joiinutoi da manha
DIAB DA SEMANA.
21 Segunda. S. Tboiueap. ; Ss Tinitocle m.
22 Terca. S. Honoraio ni. : S. l'loro ui. ; S. t'laviano m.
23 ntiiiii. s. Servlo : S, Midonio m": S. Cleoinenes m.
J4 Quinta. S. Ddpbino h. : S. lamia ni. : S. llermina m.
5.1 Sella : Rascenlo de Nusso Senhor Jess Consto.
26 Sbado S. Esievo prolornalvT; S. Mariano.
27 Domingo. S. Joio ap. c evang. ; S. Theodoro.
ENCABREOADOS DA SUB8CRICA NO ILL
Alagoai, o Sr. Claudino Falcao Dial; Babia, o Ir. D. Sople
Biud Janeiro, o Sr. JoaoPeraira.Marlim.
EM t'ERNAMiJTCO.
O propriatarlo do DIA RIO Manoel Figuelroa da Firla n roa
livnria, prc da Independencia n. e 8.
- !
PARTE OPFICIAL
MINISTERIO D\ JUSTICA.
Decreto n. 3,043 o! 5 de dezxnbro de I8">7.
n Doclara de I entrancta a comarca do Jardim,
crala na provincia do Ceara,
Hei por bem decretar o seguate :
Artigo nico. Fica declarada deprimei-
i ra entrancia a comarca do Jaidim, cread*
pela lesoluqSo n. 578 de 29 de julho dosle
anno da asseuibla legislativa da provincia
do i'.cira.
Francisco D-ogo Pareira de Vasconcellos
do meu coiiselli i, ministro e secretarlo de
estado dos negocios da justica. assim o ta-
nda entendido o lar; e&ecular.
Palacio do Rio de Janeiro, em 5 de dezem-
brode 1857, 36.- da indepon leticia e do ira-
perio. Com a rubrica da S M o Imperador.
Francisco Iliogo Pnreira de Vasconcellos.
Decreto n. 2,014 de > de dezembro de 18.7.
Marca o ordenado do promotor publico da
comarca de Jardim, na provincia do
Ceara.
Hei por li->m desretar o seguate :
Artigo nico. U promotor publico da co-
marca do Jardim, ltimamente creada na
provincia do Ceara, ter o ordenado annual
de 6OO3OOO
Francisco Diogo Pereira de Vasconcellos,
do meu cooselh, ministro e secretario de
estado dos negocios da Justina, assim o le-
do a etttenlido e fat;* executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 5 da de-
zembro de 1857, 36.* da inlependencia e do
i ai serio.Com a rubrica de 8. o Imperador.
Francisco Diogc Pereira de Vasconcellos
. Decreto n. 2,0*7 rfe 9 de dezembro de 1857.
Eleva a 400-3 o ordenado do porteiroda se-
cretaria da polica da provincia do Rio
Grande do Nort9.
Hei por betn, sobre informaQao do presi-
dente da provincia do Rio Gran le do No te
elevor a *0U o orieuado do 3003 marcado
na tabella n 2, que acompanhou o lcrelo
n. 1,898, de 2t le I'evereiro do correnteanuo,
para o porteiro da secretaria da polica da
sobrediti provincia ; (cando nesta parto al-
terada a mesma tabella
Fiancisc > Diogo Pereira de Vasconcellos,
do mea consellto, ministro e secretar.o de
estado dos negocios da jus ica, assim o le-
liba pi; ten iido e faca executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em !> de deze li-
bro de 1857, 36.* da inlepeuloncia e do im-
perioCora a rubrica de S. M. o luperador.
Francisco Diogo Pereira de Vasconcellos.
3. secgSo. Ministerio dos negocios da
justi?a. Ilio de Janeiro, em 9 de dezembro
de 1857 Fui presento a S M. o Imperalur
o ollicio de Vmc. datado de 16 de rua'go ul-
ti ni >, acompanhado da representarlo do es-
envao do jury da corte, expon lo os embi-
raQOs que ene mira para bem desstnpenltar
as obrigai;(i;s quo a I-si Ilio incumbo, sobre
o que pediti provijencias, que Vmc. enteode
necessarias, lazando vero pre;ui/o qui sir-
freoserviQi punlic> pela lem ira coi que
sao expen litios os ii"gocios, p >r nSo io ler
o nico escrivo dar a lodos elles regular
andamento, julgan lo por s.t) convenienu a
nomeafo de mitin.
.Nesse mesmo ollicio pondera V'i.c que,
leu lo sido s.inio Jos'le Almeida Hornea-
do porteiro do jury, por poetara da tilma
cmara municipal da 22 ieseteuibro Je 1853
deixou ella de eurcer s respectivas fuuc-
i;odsatca sessSo quasaabrij em Janeiro do
correnta anno, presvrJa pelojuiz dedirei-
to da primeira vatra, naqual entij as exe--
cara ; duvidanl- cornludo Vmc adrnit'i-io
Da sessao. a qu'. posteriormente leve de pre
si i ir, por entender que sendo o porteiro do
jury um verladeiro oflicial. accrescenJo o
nSo ter ella prestido ju am^no porante ai -
toridade al.;una e que, posto n3o llie pa-
reja nocossariu que o j iry tenha um portei
ro e peeial, nao duvidana aceitar aquello
individuo, se sadlssesse aclnr-.se ello regu-
laim nte nomeado, desejando nes o caso
saber quaes os emolumentos que lhe com-
peten! pela chamada dos reos o teslemuolias,
e polas cerlides que passar.
Sando ouvi lo o conselliciro procuralor
de ruma, e confonn>ndo se o masmo augus-
to senhorcom o parecer por elle dado, man-
da declarar a Vmc, quo sbreos p miera-
dos inconvooieates resultantes do invenci-
vel traba I lio i n posto ao nico esciivao do
jury, pode e deve o iuiz que presidir o jury
emquanlo o poder comtanla mo esol
ver coovenienlemcute, noinaar um doses-
criviles loseu juizo, ou da qualquar outro
que mais livre si considere, para com elle
servir nessa sessio, sj o juramento ja pres-
tado por seu ollicio ; laculda Je esta que no
foi jamis nega la a qualquer julgador, na
taita ou impenmento tenporario dos olli-
cies que peranta elle servem, o disposiges
e pratica auti |uissiina, que nSo val de en-
contr a legislacSo vigente linio no foro
criminal, como no civel, visto tuo lar-se na
razao capital de M nao dever sobrestar n is
aclos judiciaes, nam interromae-los pelo
fortuito impel ment do um ollic-ial do jui-
zo, que bem pode ser substitu Jo por oulro,
sp.m offensa das 1'ormalidaJes subslaociaes
do mesmo juizex
Que he applicavel ao porteiro do jury a
mesma doutrina ; mas que, ten lo ja si" lo
aceito oque fora nomea lo pela Illmi. c-
mara municipal, que lhe fixou ordnalo
pago pelo cofre, deve elle conirnuar no ser-
vico, deferinJo-lhe o juiz presi lente do jury
o competente juramento antas de abrir
sossao, do qua se far men pectiva ; juramento este que s servir pa'a
essa sesso, deven 1o repelir-se em tolas as
nutras que so seg ir m ; e que ao referido
porteiro ae con'.arilo os emolumentos como
os dos porteiros dos au litnos d Justina.
O que communico a Vmc. para sua intel-
ligancia e execuQao aparle quo lhe toca.
Daos guarda a Vmc Francisco Diogo
Tereira de Vasconcellos.---Sr. juiz de Jireito
da saguiila vara da corle.
3.aaecefio. Ministerio des negocios-da
justica. Rio do Janeiro, o ti 9 de dezamliro
de 1857. Toado sido presanta a S M o
Imnera tor o requer ment de Francisco Jo-
quim de Nazaretb, qiieixanlo-so tlhaver
sido por Vmc. suspenso do exnreicio de es-
crivo desso juiz. por lampo in lelinido, e
pelo nico motivo de Ma d* conlianc ; as-
sim como a informacao oor Vmc. dada a e-it'1
respeito, em scu ollicio de 3 de lev rcifo
ultimo: ouviJo o conselheira procuralor
da Boroa, e ennformando-se o mesmo ali-
oslo senlior com n parecer por elle dado,
liouvo por bm decidir que sao injnri licas r.
inadmissiveis as razfles no dito ofllciO alle-
gadas paia justificarsemellianlasaspeosSo,
poiquanto a le desconlioca inleiramenlo a
simples falla deconfianca couu fun lamen-
to bastante para lestiiuir, ain In que tenpi-
rariarr.ente, un empraga !o da Classe a que
o supplicanie perlenc?, nom concede a os
jui/.es do paz o arbitrio deque V-t.c. lancou
mio, sejaoj i|ii~.'s firem as cirC.umsiancpH,
Haos exemplos que p ooam auontar. \ ioi-
o i i a le peSSOll ; S* faC M'. ler
reCobido do supdic nal ipriam laivet -
conselhar ouir.i quulqucr pricelimeuto la-
gal, mas nanea aulorisa-lo a consliluir-se
juiz em caus propria, ai suspender o sup-
plicant1*, mrmenle nSo o accusaitJo do cul-
pa ou erro no seu ollicio : cumprinlo oor-
tanto que elle seja restituido ao exercicio
do emprego de que foi suspenso. O que
communico a Vmc. para sua ntellgancia e
devi Ja execugSo.
Oeos guarde a Vmc. Francisco Diogo
Pereira de Vasconcellos.Sr. juiz de paz
do segundo dispelo da fregueza de Santa
Anna,
3.' SeciSo.Miaistaro dos negocios da
justica.Rio de Janeiro em ti da dezembro
de 1857. Illra. e Exm. Sr.Deu V. Ene. con-
t no son ollicio n. 411 A de 26 do mez pro-
ximolindo, da quo. lendo a cmara munici-
pal ila villa de Jlangaratiba convidad > a fo9o
Alves Rubio, all resiliente e advogado no
foro, para prestar juramento de t juiz de
paz do actual qualnenuio, recusira elle
exorcer o dito cargo, funlando-se em qua,
na qualidade de a ivo?do. lhe era isso in-
hibido. So mesmo ollici > exaOa V. Exc. q-ie
as orlemnacOes, liv. 1 tit. 48 e liv. 3" til.
28 prolnbem o exercicio de advogacia aos
magistrados, em cujo numero iulga cim-
preltenJidos os juizes de pz, em faco do
aviso de 12 de imrco de 1836. no lhe cons-
tauJoquetaes ordenar; ?s f s-eni revoga-
das, san Jo pelo contrario jmandad iS obser-
var pelo aviso de 28 de agosto de 18*3 ;
mas que deixando osse preeeito da ser g
taimanteobsarvado, pois quo em alguas lu-
gares exlstem juizes de paz exercenJo ao
mesmo lempo a alvogacia, submetiia o ne-
gocio a deciso do governo imperial. Ou-
vi lo o conselheiro p.-ocura lor da cora, e
conformanlo-se S. M o lmperaJor com o
parecer por elle dad), houve por bom de-
clarar que aosjuizes da paz, na limitaQo
das fuucr;0os quo ora exercam, n3o lie ap-
plicavel o aviso de 28 de agosto ds 1843,qua
se refere exclusivamanle aos juizes muni-
cipacs, n3o exiuindo por couseiu inci in-
compalibilidada de direito nos advjgados
para oceupare no cirgo de juiz de paz, co-
mo a praiiea otem coulirmalo, segundo V.
Exc. mesmo declara no sau citado ulli.:io.
U que caminunico a V. Exc. para sua intel-
ligencia.
Dos guarde a V. Exc. -- Francisca Diogj
Pereira de v" isconc silos.Sr. prjsidante da
provincia do Rio da Janeiro.
^ Decreto n. 2,08 de 9 de dezembro de 1857.
Sopara, na provincia da Parahiba, O lermo
da Inlependencia do da Bananeiras, o os
termos de l'ombal e Catle do da Palos;
e crea nuiles os luga'es da juizas muni-
ci aes que accumularo as funegoes de
juizes dos orphaos.
Iloi por bem decretar o seguntc :
Art Fica Si.'arado o lermo d Inde-
pendencia do de I! uaiiei ras,na provincia da
Parahiba :e llavera nelle u:ujui minicipal
o de orphaos.
Art- 2- L'icm sepralos os le "iros de
Pombal a i'.atole do de Patos,na masna pro
vncia ; e llavera nclles um juiz municipal e
de orphaos.
Art. 3- Fieain revogadas as disoosicoas
era contrario.
Francisco Iliogo Pereira de Vasconcellos.
do men conselbo, ministro e secretario Je
estado dos negocios la justict, assim ole
ulia cntenioe far;a executar.
Palacio do Rio de I ineiru em 9 de deiem-
brolle 1857, 3i' da iu.lcpcii leucia e do im
Jcrio.--Coin a rubrica lo S. M. o I upera-
Jor.-Francisco Diogo Pereira de v'ascon-
callos.
Decreto H 2,0(9 de 9 de deztmbro de 1857.
Grc no termo da Sinta Anua d) Livranun-
to, na provincia de S. Pelro, o lugar de
juiz municipal qua accumulaia as l'uiic
Cjs Jo joi/ dos or,'li ai-.
llei por bem decretar o seguinto :
Art Laico. Ha ver no termo de Santa
Anna do l.ivramanto, na pro'incia do S. Pe-
dro, um juiz tn un cid 11 o Je orphaos.
Francisco Diogo Pereira do Vasconcellos,
do mau consilio. ministro c secretario da
estalo dos negocios di Justina as-im o te-
nha eulendiJo e I'.ija executar.
Paiacio do Rio de Janeiro em 9 de dezem-
bro de 1857, 36' da in lepcnJenci e do im-
perio. --Com a rubici da S M. o Impera lor.
Francisco Diogo Pareira de Vasconcellos.
MINISTF.'tl ) l)\ GUERRA.
Dicrelo X. > 050 de 9 i/ dezembro de 1857.
AulurM orrelil kuppleinemar de 1,297:57Ijl'.l
para as ileappc^s dn minisleiio da guerra iu e*-
crcicio il 1836 a 1857.
Sanio iiisullicienle o ere Uto aberto no
art 6.- d lei n. 810 de 15 de- selemb o ilu
1855, para alguns artigos >1 despeza do mi-
nisterio da gu 'ira : hu por bem, na con-
formdade do S 2 do art. 4 da le ll 589
de 9 de selembro de 1850, e tenJo ouvilo o
mou conselbo de ministros autorisar o ere-
lito supplemeiitar de 1,2)7 578JI59 mis ru-
b icas onstanls da tabella qua com este
baixa, deven lo esta niaJi la ser lvala em
lempo competente ao conhacimuilo do cor-
po legislativo Jeronymo Francisco Coalho,
do meu cinselho, ministro e secretario de
estado'dos negocios da guerra o tenha assim
entend lo e exp-c os despachos necessa-
rios. Palacio do ItIO do latieiro em 9 -le de-
zembro d) 1857, 3I" da independencia e do
imperio. Com a rubrica de S. M. o Impe-
rador. -- Jarooymo Francisco Coelno.
Tabdlla distributiva do crdito supplemen-
tar mitorisiil i por decrelo desl data,
para o exercicio de (856 a 1857.
Art. 6.'da lei u. 810 de 15 do sjtembro
da 1835.
s j.' Escolas militares..... 1 20d;000
S 6." Arsenaes de guerr, ar-
mazens de artigos bellicos e
conselbos a.lmmistralivos. 450:000^1)00
S 7.' Hospitaes......... 5.0005000
.'< (.ommaulus do armase
inspccjOes de corpos..... 5 OOOjOOO
10 ForcV de linha......600:O0J3JO9
g H Corpo de sauJe...... 2*:00;000
5 12 Rep rti?no ecclesiastica. I 000>009
13 CratificaQfJes diversis.'. 36 0005000
g 14 Invaiilos......... 9:4009000
s. 17 Fabricas.......... 18:3737159
5 19 Obras militares......120:0007000
5 20 Diversas despezis evan-
tuacs............. 30:0007000
1,297.5737159
Palacio do Rio de Janeiro em 9 la dzim-
bro lo I857 Ipronymo Francisco Coelli >
G0VERN3 DA PaOVlNlA.
^3i pe lenle do dia tli da 1-i'Hbro.
OMeio,Ao E"ri. hi'ni di irrssno. Acenso a r-
nerijao do ollicio le V. Bu. d honlem, cinreapoi-
la ao m*u ollicio ile II *1> crranle, com i f|'ia| re-
nalli a V. Etc. por rupia a lei prninial n t"i la
'2 de j'iiilii ileala anna, porcui diapaaicfooslitnile
li frejue'a d i llinilu dveran spr r- ul i .. s-^un-
la a lei provincial n. I "iT de II de marrn de Islli,
linie.i i|< V, Ete. Iio'jvatf* de prover acerca li
iv-iii\1 i di r I n I i I m na pl I" i'-piriloi Ilerli-
ra-na V. Bir. une n.i In posivcl nnnuir a io.
I >r<|:in|i> .i meiieionada l-'i l'n -in rmala -r-m ser
V. Etc. r .i ii -; -. 1'. i 111. mi r luCiinn: I ledll le:s c nio-
n i-, a de t'i'in'i-ii ovarno imperial.
Nii |i oir.ii.tn i i -rn;ii ila j'ins liri-.vi pirorliial um
eniicmari da aal.irida l de \'. E\<". t>ii proctirei no
iil-u oioio rilail. Raloo paraitadido de a|ai*> expn-
iiiin la e.ie-i 4nliinenlo9, confurin >-m'' prleiUmeii-
la ruin aa inl-iir.i que presidirn! adopcioda re-
ferida lei, e qo nio palian diriir-e ao n-.....i-
iio do episcopado. Longe de injm prelin ler mover
a consrienda de V. Ene. ; raei como a razio alle-
gada por V. Etc. na.ie cato ruase a (alia de preciaa
consulta, aiaecuro a V. Etc. que nao ae traa de dar
elleclividade diiposir.Vi legialaliva iem a iodtipen-
aiel aatentar;o de V. E(e. e o raconheeimenlo de ,
sua jiiris.licc.ln, qua a asiembla provincial nao po-
da qotrer quebrantada. Assim, parece-rae perroit- '
Iido esperar que V. Etc. lleudando ai convenien-
cias publicas e aoi iateretse do pasto espirilnal, pro- ;
videnciara i bem da eiecu;ao d< lei, e pecio que
em um pa z csthotieo, como o nosso, sera desala- I
nenie apoUu li lo esse eiemplo de rcconliecido das- i
velo de V, Etc. pelo bem de lodos os liis de ana
diocese, e do bom acord de V. Eic. com a legis- !
Isca-i provincial.
IJiio Ao presidenle das Alagai, dando i-k nria
de ler maadado dar pasiigein para all na escuna
Linda ao cidele Msnoel de Cervallio Peas de An-
drade, que va i acompanhando o objeeloi enviados
para aquella provincia na referida escoua.
D't>Ao Em. comroan Unle soperior da guarda '
nacional do K-cife.Da correipoddencia oflicial que '
me fo< preiente acerca das occarrencias que se de-
ram eio JaboaUo, entre o delegado de policu e o
cipi.a i Jus I-'rau:isi-1 Pereira da Silva, se nao raoi- I
Ira qoe o delegado einbaragisse, como pretende o
tenenle-coronel commandanle do 8 balalliio da
guarda nacional, a ruvisla para hoje marcada e para
i qual a na inultos dial failivam.porquanlo o referi-
do capilao foi H'i-iii pro'nveu embarat^iis ao servio
Ja palela. Pelo qna jolgo conveuienle que sej
elle a I >er-i r>. e que V. Esc. igmlique ao mesmo
le.....lu-eoroiiel commandanle do 8. balalhao, que
o servido publica nao pJe ler salisfeiln conlrariau-
to-se de lal sorle as autoridades urna s onitas, *m
vea de se auxiliaren), e, pondo da parte caprichos,
con-orrerein ao lim. que todos devem ter em mira e
esfoiear-te por preencher.
A> Ur. eliefe de polica determino remella a V.
Ec. a rela(Ao do. inapecloraa ds quarleiro do 2.
diHriclo do lermo da capital, como V. Etc. lolicita.
e que m: un nen la ao delegado de polica desse dis-
triclo a oh.-r ncii do ar|. i.| do decrelo n. l:i">i da
l> de abril de I85i, que V. Ele. recordar, igaalmen-
ao iiiMi-ioaa 11 lente-coronel.
Com as providencial qae se tem dado, e com as
que V. Eic. lomar pira regalaridade do servido do
bata-Iban de que se trata, eipere qae nao conlinuem
aernalliantea qaesloes prejadiciaes boa ordam,a qua
lerei com V. Ec. a satisfaclo de ve-las desappare-
cer complelainaale. OHiciou-se ao l)r. chee de
polica.
Dito Ai onman lante das armas, solicitan-
do a eipecgao de seas ordens, para terem inspeccio-
nados os reerulas Miguel di.Silva Mello, Manoel An-
tonio doi Sinlos, Francisco Jos da Sdva, Manoel
Ignacio dos Sanios, Antonio Franciseo d'Assompc,io,
Antonia Quiriuo Torres e Jos .Vives da Silva, que
lile serao apre-eulados coro esle ulliciu.
HiloAo meiina, aecusaodo recebido o son ollicio
la iioiiifin, communicaiido o que occorreu na ma-
nlia antarior na casa de detengo, e as providen-
cias dadas por S. Eic. para manutenco da ordem e I
repres'ao dos que a parlorbaram.
Uilo Aojuic de direilo da Bonito. A' conde-,
rajao dn governo imperial s ibmelto o ollicio que di-
ngio-ma Vmc. em dala de 3 do crrenle, participan- '
. lomo nao s.rvir o ollicio -le orplios da villa do Bo- i
I uilo Jos Joaquim II /.erra de Mello, lim de provi- '.
i"i-iw o me. governo, se entender jualo, ua con- i
fonnidaie do arl. I. do decrelo n. 1291 de 16 de!
d-tembro ds 1831. Eolrelanlo mediana a necesa-
ria iul..ruia.;,\ i poderi ser caisada a nomeai;aodo es-
erivao de orphaos iulerino e encarregar-se a subsli-
laielo do escrivilo doenta a um dos oulros esenvaes,
jue a sen arbitrio nao podem recusa-la.
DiloAo juia municipal da 2.' vara ilo Kerife,
nreveinndio de que tora aliada pasa 2) do crren-
le a siliila do brigue uAdolplinn pira Fernando,
cainpriulo que Smc. fac embarcar na vespera os
sentenciados que lera de para all seguir, timan Ja a
respectiva relami a esle c ivrrno.
Dito\o bacliard Anlouio Jos da C isla llibeiro.
hiendo estar cienle de lor Smc. aasuuii lo em l
di crranle o evercicio interino de procurador Bacal
da lliesouraria la faenda.
DiloA Ih '- -u- ir i proviucial. Dar mandar en-
tregar ai pagador das ob-'as pul.luas a qoautia de
M97"iOI)ri., para pasamento das deapens que lica-
raiu por lali-faier, relahva a obra do 12. lan{o da
estrada do tul, que tenia ido encampada, se e-lava
razenlo por adunuislrorlo, e ullimamenle mandou-
-a -ii.ji ii i,., piri sar coneluida por rr.nii,,|.n,o.
'. ni ni.....-ni-,- directoiii dai o liras pubUeaa.
Dilo Ao presidente do jury, para dispensar de
servir na prsenle sessao do msmo jury, ao eii uhsiro Joo Loil Viclor l.ieuilsier.Coiiiuiuuicou-
se ao director das obras publ ca.
PorlariaEionerando ao capao Braulio de Amo-
rim l'.iverr.i do cargo de delegado de Flores, visto
ler de re-pouler a couselliu.Fueram se as enmmu-
ieaeBea,
DilaConcedendo :l mezes de licenra ao comman-
danle superior da guarda nacional de doiaon.i, Jos
Joaquim da Canba Kego Barioi.
DilaAi ageole dos vapore! Iir-nil rm, para dar
pisaagem para a corle ao cadete Francisco Bezerra
Cavalcanli.Communicou-se ao Enu. commauJan-
te dos armas.
TilIBU.MAL DO COMMERCIO.
Sessao administrativa f.m 24 de dezembro
de 1857.
PreiiJencia do K.vm. Sr. deiembargador
So uza.
As |n doras da manhaa, arbando-ie prsenles os
s'rs. ilepulados llego, Basto, l.enios e supplenle Ra-
nina e Silva, abrio-se a sessao.
He lida e approvada a acia da aolecedenle.
DESPACHOS.
L'm requerimento de Soullial Mellors A; Cimpa-
nina, pedio lo cerli la-i de sua matricula. Cuno re-
qiier.
O jlr i le m--nio, pedinlo o registro das nomea-
i;0's le HH caixeiros, que ajunla.Regislrem-s'.
Ojlro de Amorim, Faria, Guerra & Companhia,
replicando anda os despachos desle Iriliuual.Haja
vista ao Sr. deaembargador Bical.
Odlro de l.emos Si iuvs Souza Monleirn, infr-
malo pelo Sr. desembargador li.col, pedindo o re-
gistro de lea contrato social.Rgis(re-se.
Foi presente a cotarro oflicial dos precos corren-
lea, relativos a semana finda. Mandna-se ar-
chivar.
Nada mnis ha vendo a tralar, o Sr. presidenle le-
vanlou a sessao.
I.IVRE NAVECACAO DOS ItlOS.
A liuguagem de que nsa o Semanario ao ocra-
par-.e da miisAo especial de que e-la encarregado o
tm. Sr. conselheiro Paranhoa pelo govsrno impe-
rial junio das repblicas do l'rala, noi cnamou a al-
leneSo, pois consta nos que um dos ohjecloi da ne-
goria^ao que vai abrir o Sr. Prannos Assumpro
relaciona-se com o principio da livre navegable
doi grandes rios da confluencia do Piala, proclama-
do pela Confederarlo Argentina.
O Brasil celebren Iraladoi de nave-aran com a
Confederatin, Repblica Oiimlal e Piragua., onde
si enconlra consagrado aquella principio, e'pra a
i li'PC-o de um regulamenlo alirar ido por parle das
poleocias aviaes^do Paran, Cruguav e Paraguay,
devam eslebelecif-se regras fita* para a navegaran
desle rios. f.reiido elfecliva ai estipular-Oes eonlidas
uaqoelles Iraladns.
Nio Juvidimos de que a Confederadlo Ar2nlin.i
e a Repblica Oriental se preslarao aos desejos do
'nperio, e nao podemos acreditar uoi s moinenlu
em que o Paraguay se negu a isso, pnis ha sem au-
vida al.Mim o Paraguay a potencia lluvial mais iu-
leressada em manler am todo o seu vigor o principio
da livrclavegicao a que e-la nbrigado, porque lem
elle nao leria vida etlerior, ou se conservarla em I
um aslado perpetuo de aralo.
O Paraguay, desde que se declaroa inlependenle,
ro prehendeu que esla independencia nao podil ei-
slii s?m qoe lhe foase perraillids a livre navega- i
c.an do Paran' ; o durante o dominio de Rosas pro- i
corno dejialde consegu-I. A queda desle, para a '
i qnal alia's nao Cuntribafo, franqoeon-lhes as portas
lo l'rala. Mais larde o Paraguay, com o lirn de asie-
gorar-aai para seinpre a livre transito pelas guas do
Pirana", lirmnu tratados de livre naveglcKO com
ICinfedericjlo a com o Brasil Sem. c-innliineuto
i porein das parles conlralaiitca, eipedio um regu'a-
I ment de navegaeSj para o Rm Paraguay, reguia-
meiiln qui dearoulieria os direiloa da C'iifederar.lo,
e que com raala u Brasil eooel lerou nllen'ivo, oo
mies destruidor di libcrdjde d i nivegiro eslipu-I
11 11 pelel tratad '-.
< Paraguay nao p ireceu omrrshender que a Con-,
federaran lena direilo a esiranlur -i eicloso di han-,
lena ergealioa la navegara i dn Paraguay ; jolgoa
inailo natural que m se ippliCMM o principio da li-
vre iiaveiiar.lo aoi hoi, sobre que nao lem dominio ;
e que na parle desles. qu parienre a varios ribei- .
rinlios, poda regular a nave-.'arlo a seu bel prazer :
em Hender aos direilos dos nutras.
O Paraguay obriga-it a adplar o principio da I
livre navegtc.ao ; celebra Iraladoi niste sentido ; de
conformidade com ellas, os ribeirinhos do Paran' e
Paraguay podem navegar estes rioi em toda a sua
eilensao ; porm na pralica di/.ia um : apodis nave-
gar somanle al a' Assumptou ea oulro : apodis
subir man acim da Assnmp;ao, conformanln-vos
com os regulaoienlos que voi impnnlio.> Franca-
mente, esla formula de por em pralica eslipulaces
claras e terminantes de Iralados vaulajosiiiimos ao
Paraguuy nao a cnmprelieuJemoa.
NAo potemos julgar que o governo do Paraguay
receie qae aquellos que se iuteressam na livre nave-
gado dos nos lenham o desejo de ingerir-se nos ne-
gocios interiores da repblica, e menos qoe lenham
a iiileiipe.i i di fomentar ou auxiliar a mudauca do
governo do Sr. Lpez.
Nao podemos lambem jubzar que baja por parle do
Sr. Lpez o desejo de isolar-se afim de impedir que
o contacto do eslrangeiro inlroduza no puvo para-
guayo o germen do urna ciihsacao que considera
em oilrem i a banlada, pois, por mais que feche as
portes da repblica, esla nflu deixara' de sentir a be-
nelica nilluencia do progresso que faz a civiliu^.io
nos piizes viiiulios que a rodeam.
Nao comprehendemos poli eisa resistencia do Pa-
raguay a' franca eiecucao de eslipulav,es que en-
cerram um principio que be para elle urna quesiao
de ser ou nao ser ; e deaejamos ardeiilemenle que o
Sr. presi lente Lpez, nennselha lo pelos verdadei-
ros inleresses deisa repblica, nao se empenho em
eslorvar aos seus vizinhos o uso de um dinito que a
mnguem mais que a elle conven na > embara(ar.
.Naciuiidl Aigeniuo.
O SEMANARIO
Notamos no artigo do Semanario que publicamos
na nossa ullim pagina, e na sua coulinuacao qae
publicaremos no prximo numero, cerlo espirito pre-
judicial a' exacta apreciarlo de lados qae podem ler
una explicaron mui obvia.
lato traz grandes inconveniente', porque, coacta a
opiui.ln, e extravian 1 i-a, afasia 01 goveruoa do pon-
i a que desejam chegar por meio de coiicess5es re-
ciprocas, bateadas na equidade e no iulerasie bem
comprehenJido dos povos.
Nao sabemos al que ponto esleja dos segredos dos
gabinates brasileiro e argentino o responsavel do
Semanario, que l.io emieenttraenle faz urna
guerra ent-e o Paraguay e o imperio ; comtodo 111-
?luiando,-nos a crer que exagera o perigo, que exa-
gera os preparos bellicos e as disposicss, em que ie
ada o nono governo, a quem sa atlribue urna doci-
lidade poueo honrosa a' sua repolaca >.
A visita doSr. Paranhoi a S. Jos, e soa presenea
nesls capilal, de passagem ao Paraguay, nao iao lac-
ios que devam despertar alarma, neiu reticincias,
desde que se nao eiquerlo ai re unios de franca e
cordial imizade que noi ligain ao Brasil, relaees
que para o bem commum de ambos os paizes, p'-lo.
altos inleresses do commercio e da ci>ilisar;ao.
aquello govirno e o nosso cullivam com especial
agrado.
Cerlo que existe entre o Brasil e a Confedcracao
Argentina cssa solidariedade moral que se ola i-
li" lo la. a, nao-es que ni iicliain na vanguarda da
civilisac,ao : e que se lorua miis posiliva quando
uina prxima viiialiaiica e os inlere.ses m-ileriaei as
ni-n',"ii e.ii consUnle e frequenle coiiimuuicar;ao.
Disto porein a una alliau;a, por causas que. se bem
nao allecluin lioje no-sos intereases. polemalfecla los
muito para o (nluro, ha nina distancia iininenia. Nao
he urna quesillo armada negocio i.i i simples como,
apezar de suas refloxoas, parece acreditar o Sema-
nario, para quo um governo se ingira nella, sem
que ra/. mui poderosas o conluzam a esse exlre-
mo, sempre falal aos inleresses mal vilaei da hu-
manidade.
He fura de duvida que o governo paraguavo, rom
menoscabo quica' do seu proprio commercio! do de-
senvolviiiiento de sua rrque/a, do sou adianlaiuculo
material e prugreito iulelleciual, lem restringido ii.i
pralica n principia da livre navagacllo dos rios a qu
se obriou i'xp iiilaneaiiiente ; c quo isto pode dar
inargem a mu graves e.seri.is complicaces; n >rciu,
nao pensanios com o Semanario, u para nul'ior
dizer, cora o sru respinsivel, que a guerra, e.-se ll i-
gello de lodos os lempos, necesarios com ludo a's
vezes para arrancar as sociejadei de sua cga igno-
rancia e barbaridade, e para restituir aos povos o
usa ile seus inalienaveis direilos, esleja lia inmi-
nente como se pretende.
AinJa lia muilo que esperar das evoluces da di-
plomacia, dos conselbos do patriotismo, da boa dis-
posieao dos nimos, da liuguagem da razao e do di-
1*"^' "l,,e* 1uo f,,,lfue represenlar-se o quadrn
de desolacao, que com cures l.io vivas e auiuiaJas
pinja o Semanario.
E dainais, o governo paraguaya be demasiado
perspicaz para n.lo compreheuder que a ubiqaidade
moral nao reconhece limites que mais larde ou mais
cedo penetra por loda a parte ; que ella he como
as uuveni que paco paia e.palharem se depois em sua mimen- la-
de ; que vivemos em um scalo em que ludo leude
ao deseiivolviinenlo, a liberdade limitada em lodas
s suas nauifesiai; ies, em urna poca emlim coja sa-
lieucia moral mais proemineiites, se podemos exprci-
sir-nos, be o Cu a head do y anteen, ou, como da-
se irn escriplor conlemporaneo. Urna neceiiidade
inevitavel e nilefinila de e lado, como a um signal dado, em lodas as parles e
em lodos os povos. Em outro lempo, nao mailo re-
moto, um povo era ama individualidade d alinda e
isolada. Viva para li ni, e por ti s. Para elle reser-
vava seu Iraballio, e seu Irabalho era o nico que
lhe eslava desuado. Era para li lambem e por ti,
que pensava e que senta. Separado dos cetros por
mil obstculos e mil contrastes, era seu obieclo. eua
regra, seu horisonla, ne compter qoe sor sol, el n-
rompler qu'avec soi. Surgiram (res oo qnalro in-
venefles, fruclo das especular/es da inlelligencia, e
0 mundo pbysico Irantformou se. A siencia fallou
e as liarreira- materiaes rlesapparereram. ^iao mais
dislaucias, nao mais diliculdades inlissnluveis ; pa-
rece qoe n-1 restiriain mais oblaculos do que aquel-
les que se nao inlenlassem fazer desspparccer. A
Ierra dividida pr largo lempo, cmn graude Irahalho
nlre maos zelosas, loniou-se o campo commum de
um Irabalho mais ferlil a' medida que be inelhor
preparada ; e lodos vivem para lodos e por lodo*, e
al quaii se po-leiia dizer em lodas as parles. Hoo-
lein cada am vil o inunde enlre eslreilus limites,
.unaiilij* o mando sera' a patria de cada um. o
^Nacional Argentino.^
CO.WEMEN'CIAS RECIPItOCAS.
Nao podemos ver com m lnl-reiu;.i o inleresse e o
empanbo com que o governo do Brasil procora acti-
var o desenvolvimento da riqaeza das provincias de
Malo i iros-1 e Paran, pois os paizes confinantes des
(as, entre os quaes se acha a Confederaran Argen-
tina, ClheraO sem duvida v.inlagens positiva*do pro-
gresso e .i-.li.iiilaineiilo daquellas provincias brasi-
leiras.
iiiin.eri', desde que se acabaram as lulas inte-
riores, coiisagron ellcazmcnle todas as suas forjas
orgauisar;ao da sua administradlo, a grandes empre-
sas de olilidade publica, e ao progresso de sua in-
dustria e commercio. Toda a.sua aliento se dirigi
para os mellioramenlos muraei e materias de alia
importancia, e seus elementos productivos, qae aug-
mentan! cada dia, foram exclusivamente consagra-
dos ao desenvolvimenlo da riqueza particular e pu-
blica, dando resultados verdaderamente lisungeiros.
Basla comparar aluuns dos algarismos que servem
para apreciar com exaclidao o progreso de um psit,
para que esleja ao alcance de lodos julgar o que tem
influido no llra/il til amias de paz interior, sob a
sabia c hbil directo de um monarclia iiilelig-nl
e illuslrailo, que lem sabido nrgauisar e regularisar
lodos os servir;o< pblicos. Os ilocumentos nfliciaes
que temos a' vista dan para os annos de ISili e I8>f
as cifras '".'ulules : I .
18lti. IS")li.
Entradas geraes do imperio. 13,092,080 19,71.1.661
\ -il.ir das imporlociies .26.096,75.1 IJ.ili.S7li
dem ilas eiporlai;Se 26,815*016 15.319.307
Destes algari'inos resulta que ii no eipace do III
anuos a impnrlar.io augmenta l*i e a exporla.-ao
S, e qoe por onlra pule a renda augnicnlou du-
rante o mesmo periodo (il \.
Observareni-'S com e-pecialiiadn que desde ls",0,
poca interior iqaella em que se eslabeleceram en-
tre o imperio e estas repblicas relacOea de boa ami-
zade, al o anuo de ISili ; o commercio de impor-
lacao ex|iirlar;ao entre o l'rala e Brasil alqnirio
um augmenlo de ptrlo de -Jim e ale t como resella do legoiaU !
IS'oO I s.-.ti
Valor da impnrlara'o de produc-
ios brasileirua......1,123,391 2,415,262
1 lem de expirlar;ao de pro-
rtuclos do l'nla.....812 816 2,296,316
Esles alj.iii.nios provam (Videntemenle que u
arcrescimo das relar,ei ccmmerciaes cutre u Brai I
a o Prata, qoe fui um des resollado! da poltica
que inauguro'1 o proiiunciouii-nlo d Malo, recahiq
em favor do l'rala, pois em 1850 exislia umi .nlle-
renea de pello de cento por cenlo a fovnr do ireipa*
rio entre as impurtaroes e exporlar.iea, < em IhM
estas ebegaram a igualac-se com mui caria dille-, O partidocolorado paro,conscio da derrota i trocou com o do Paraguay tubre a minSu do Sr.
completa que o aguardava, declamo, balendo em i consellieiro Amaral. Eiu verdada, n.io pode lia-
ver man in-i leracoo, in ju paciencia do qua a que
transpira dis notas do Sr. visconda de Marau-
guape.
Daquella repblica labe-se apenas que o decan-
tado vapor que se dizia disliuado a fazer t> canluio
beneficio de navegar entre Assuinpc.ao e Albuqucr-
que, nao fui, como ja dissemos, seuao um observa-
dor ou, aepiS* mandado a' nossa Ironteira. O uuico
passageiro que levou em sua primeira viagein foi
0 Sr. cnsul americano Baiuberger, cujas cordiaai a
iiiluna-1 ei i .iio. com o presidente Lpez iao de lo-
dos conhecidai.
Nao coma que o vapor legressasse a Mato-Cros-
so, neiu ine-u." que bouvesse di.-|iosie"ni alguma pura
SrO.
O Sr. Lpez poiem &di>a o que faz, c provavel-
mente esse amor extremoso pela iiavei.ie,lo de Ma-
1 >- S. Jos, Florida, Canelones, I parcial, e cdilicaulepulnu Morning Posl do
Londres, je lullu ollicial daquelle Sr. presi-
dente.
Futre os curiosos artigos dos ltimos "Semana-
rios le-te um em que u Sr. Lpez te maravilba de
que o Sr. cunsellieiro Paranhoa aceitaise a mis
ss.Io de que se aclia encarregado, roulieceudo a
lundo, como coiihece, du o uSimiuariou, a ques-
lo e leudo-si prouuuciado sobre ella l.io franca-
menie.
(,)uo diremos mis do redactor do Semanario, ou
do ex-redactor ,porque agora esta' iucombido dessa
tarifa, segundo a fo do mesmo Seiuauarirn, um
Sr. l ja ui'ju ; que diremos nos das inlenr.ies do Sr.
Lpez a' visla do seo jorual, que nao cessa de iuvec-
livar-uos, e que t.lo afoulameule lem fallado sobro
ai quesie peuJeiiles'.'
Couliemos, porm, que S. Exc, agora qae roe em
renja.
O governo do Br .sil desrja com razao dar impul- retirada, que nao concoma s ornas, porqoe o go-
. so ao desenvolvimenlo da riqueza de todas as pro- veruo comprimiia com rodo do ferro o voto livre do
' viudas do imperio, tanto das Inugiiiquas como das cidadao '..,..
i mais preximas de sua aceito, pois cada urna deltas A chapa do partidofusionla, oo ministi-
lem iguaes direilos sua solicilude e desvelo. : rial, para representantes por M mlevido, de qua
A proviocia de Mato-lirono, e parla da do Pa- ja demos conhecimentu aos leilores, soffreu umi pe-
rana' e do Rio Grande, privadas de uieios de com- quena in lili -ar.iu dias antes da eleuao.*
j miuiiea;ao cominodos e btalos pelas vias nterin- Os uomes dos Srs. Dr. 1). Manuel Herrera y Obes
. res, nao pdenlolvantar-se nem prosperar a par O D. Santiago Seyogo, foram sobililuidos poloi dos
das oulras, man favorecidas pela nalureza sob asle Srs. D. Francisco Itordenaua, o D, Andrs I.a-
ponlo da vista, e menos eipostas aos inconvenieoles mas.
de umi poaicao geokraphica, que sem ser ma' se tur- Mo grado a inipressao desfavoravel e o desgoslo
nava desvanlajosa durante a clausura dajuelles que loe no animo de alguus dos volantes causara seine-
| liirin.i'ii o l'rala, emquanta nao fmse proclamad! a Ihanle modiheaCoIO, quablicadi por uns de incon-
' livre navegaban dos nos. e nao exislissem rela^oes veuieule c de rxlemporauea, e por oulros de lor-
: amigaveis entre as potencias lluviaes deesas gran les prora, a cbspa Iriuiupliou.
1 arterias ribeirinhas tleslinidas a dar vida e prospe- Em Montevideo liavia noticia, mas n,1o ollicial,
{ ridade aquellas provincias como \ lodas as regise! l' resultado da eleieao de alguns dos departamentos
que hanham com suas ae,uas. mais prximos, como
Hoje que csiao eslabelecidas sobre bases seguras Maldonadu e Minas.
i e ealavais, e por coniinimciai mutuas, as boas re- Noa qnalro primeiros veoccu coiiiplelameule a
' lasos entre o imperio e seus vizinhos, e sem duvi- \Mn iiunislerial.
da alguma de boa poltica, por parle do governo No ultimo eeoiegoio o partidocolorado puro
I imperial, procurar que aquellas provincias coiham raolar victoria, labiado eleilos o redactor do Na-
; vanlagen; reacs da nova ordem de cusas, como nao ciunal Joo Carlos Comes, e mais dous do mesmo
! o he nem o sera' inenoi, por conveniencia propna, credo._
I dos governus vizinhos, contribuir para esle ob- 'ao irregularmcnle. porm, se fez a eleieao, lio
i jecto. escandalosos foram os vicioi de que a ineirai'n, que
Se da paz eom o imperio, da ordem interior des- governo da republici resol veo incontinente mau-
le, do iau augmento de riqueza, resultaran!, como dar nuiulh-lo. ,\u vingou paranlo o Inumubo do
lemos prvido, vanljgens reaes para o l'rala, be
inrpieslion.ivel que a prospeiiilade das provincias
fronteirissai do imperio Ir-ira' nual, se nao naalor e
mais directo resultado para paizes cjulinaules da-
quellas.
pregoeiro da anarcliia, toja presenta na cmara se-
r a em verdjde um 11 illo pira aquella desolado
piz '
Pode pois onsi lerar-se elizmsnle passada a cri-
se do Estada Oriental, leudo a aulondc.de frustrado
Os producios das provincias brasileiras do Alio a lempo os pinos dos revolucionarios, e manliJo a
I cuguav, Paran', o Paraguay serao sem duvida ordem e a lei. Oxalt que aproveilando a sita-; io, descanso a peuua calorosa de jornalisla u'Assump-
uin dia um contingente para uoiso mercados, e por- prorure agora o governo da repblica realisar as ra- o, pensara' eom mais calma e frieza sobre esse
ventura algumas de nussas produe(ei ouconlrarao | formas in raes e materiaes de qoe o paiz lano ca-
all consomo, qaando a pussibilidade di despachar | MWi e para as quits sem duviid di-poe doi ele-
facilmeuie os producios do Irabalho o da in lu-lna meulos precisos.
deseos habilanles produza o arrescenlamenlo de Por decrelo de 27 do paisa lo foi nomeado mi-
siii povoii;.iu pla em gra$ao. Em lodo o caso, o I nislro interino da fazen.la o Sr. D. Federico Nin
cuininercio de Iransilo que se verilica por esles pai- : Revs, olb lal-iuaiur do mesmo iniuislono, qua es-
zoi augmentara' na razao da proiperidade daquel- i *ava eucairegailu du expedieule d-s le a retirada do
las provincias. | Sf. .""'e. A uimear-ao interina lera pur lim ga-
Cremos pois que a Confederacao, como o Para- raolir o Sr. Rayes a conservando do sea ernpre-
guay e a Repoblica Orieul.il, devem ver com satis- go de ollicial-iuaior, como dedara o referido de-
ion i ns eslonws une I,ir o imperio em favor du i creto.
adiautameuio da Mato-Croiso, Rio Grande o Para- Creou-se em Mantevi leo urna guarJa de honra di
na', e que Ibes convein ajuda-lo em seo empenho ) conslituicao e do governo.
com lodo o inlereue que devem despertar os senli- i O projeclo da creaeflo dassa guarda, que foi ap-
menloi de boa vizinlianca entro povui que desejam provado por decrelo di 21 do'pissado, he coucebido
sui prosoeridade reciproca. seguinles leniini :
Ja existem onlre Corrientes e Enlre Itios, ;e as Arl. I. Formar-se-lia urna saarda com o li-
provincias brasileiras do Paran'e Rio Grande, re- lulo deGuarda di con tilaiQ.lo e do governo, j ebegado a' Concordia um proprio piocedeule da cosa
lacues commerciaes de cerlo vulto, e mediaule (a- e,n lionra o apoio d > presidente da repablica. do Uruguay cima, dando aviso ao commandanle do
cihdade e concessOes a loe nao devalamos se bao | Art. 2. A guarda la compon de um corpo ; departamento, coronel Baez, do que no dia 22 linha
le prestar o governus da Coufederac.aa a do impe- forman 1o duas u mais companhia!. Por ora ai duas chega.lo e acampado em freule a' povoacao braiilei-
rio, aqueil.-i lehee. a iquiru.io una voifdadoiraIP'imeira que teorganisarem,douomoar-so-lslo "
impurlancia em proveilo de lodas aquellas pruviu- I.' do governo, 2.J da lei.
cias, e purlanio de ambos os paizes. Arl. 3. Eite corpo lera por clufo na categora
Cremos lambem, e o desejamos, que a Rpob!ica '\e coronel a S. Exc. o Sr. presdeme da repblica.
i mental e o Paraguay eoncorram efticazmeole S. Evc. pruvor as deinais nounaeoti como for do
para o mesmo objacto sim seu inleresse proprio, ', "" superior agrado.
porque, le grabas aos me.os poJerosos de que pode i Art. 1. A guarda de honra u-ji-i urna banileira
dispor o imperio para desenvolver e conservar o i simples da patria. Em uina das suas listas brancas
negocios, e se ouvencira' de lodo o deacerto do
sen procedimenlu.
Como o Sr. Lpez diz que espera ancioso o novo
ministro do Brasil, e declara eslar .disposlu a fazer
sacrificios aoidolo da paz, a Iruvuada sem du-
vida se lia do dissipar, e depois das suas anieaeas vi-
ra' a bonanza...
Alada a respello do Paraguay encontramos no
lomal Ordeu, do Baenos-Ayres, do dia 29 do pai-
sado, a seguinte noticia, que ir.iuserevemos apena!
como urna curiosidade, i.io desarrazoada o oilrava-
gaule nos parece '.
Por um passageiro clugado bonlem do Uruguay
no vapor Corc,a,i> ie nos coinmuiiica umi noticia
de (auto vallo, que s a repetimos aqu ptli cuuli-
anea que nos inspira a pessoa que a da'.
a Segundo essa pessoa chigada no dia 21, havla
progresso suas provincial confinantes dss rep-
blicas do l'rala, e as boas disposi^ues deslas, aquel-
lis provincias adquirem cora mais rapidez a impur-
lancia que suas riquezas nniuraes Ibes lem reser-
vada, os immeiisos lerrilorioi desertos, porm nao
se iuscreveri : Guarda de honra da coustituc,au e
-lo governo, No lio: Bilaiba-i sgralo. As iel-
Iras serao estampadas com tinta de impronsa, e a | que acuna fallamos :
ra de S. Borja, urna divitao paraguaya* de 800 h-
meos.
" Esla (in; i linha sabido de Ilapaa, e alravesn-
do u territorio argentina das Musei Correuliuas,
situndose em territorio tambora argentino, o
A'ravessar assim, sem mais nam manos, urna
purgan de lerrilorio argentino, e collocar-e em all
lude bellica em frente do lerrilorio brasileiro Nao
temos isso por provavel.
Aqui ii in- -reven.-i, a correspondencia oflicial de
mua da baste seii de ferro.
Arl. 5. A ban lena deque Irala o artigo me-
menos ricos do que aquellas provincias que as re- cedenle icra aprsenla la a S. Exc. o coronel do cor-
publicas ilo Prala poseuem as fronleiras brasilei-
ras, adquirirao lainliem urna impoiiancia igual, sem
que se torne ntcessario sacrificio algum.
Do Xacional Argentino.
PA RAUDA V.
Pelo I pura recebemos o Semanario de le
2') nc iiuvcmbru. S'nliir.us que ao Iralar dos ai-
soniplps, que na a.tualulade lauto preeccupaiu u
governo ilaquella repblica, a redaegao do aSema-
iiarin o fao em tormos menos comedidos, e.com
uina acrimonia que nada ju-lilita.
po. por urna commiss.io de senhoras, presididas pe-
los Sras. D. Dolores Vidal i'ereira e 1). Miria Gr-
ela de Raquea*.
J i eslavam orgaoila la! duas companbiai, e no
mea los os respectivos ollieiaes. A aproiCDlacilu .la
banleira au prcaid-nlo pela comniiss.lj de senhoras
veiili.-ou-.e n i da 27 do paaiado.
Di/is-ie em Montevideo que a creae.lo daitl guar-
da (era um maneja puramente eleiiural. lie uso
pottivel, mas compra.Coufoisar qie fqi um manejo
licito e honestu.
Acaba de cslabalecer-se na canal do porto da Mon-
Crernoique o Semanario nio tem o direilo de WvhIoo, no ponto denominado Uuico lugiec, um
preiulgar as IntenCoitei do Brasil pira aliralur a e-le l'barol, enllocado sobre una euibircmaj fuu lea la a
ealimealoi boslil, e de malevolencia ao l'aragiiav, 'I'"' cliiiniin allpont.lo.
fundndose piiucipilmeule em arligisde perlodl-I Sendo aqaelle Banco uro di mais perigisos eico-
cos. e em correspon lelas muilo errneas. I Mos que lem a evitar o' navega lores que deinin-
0 Semanario deve antes reonliecer que o Bra- | ''*,n o porto de Montevideo, psra coalieciineulo del-
sil lem dalo ao governo do Paraguay reitera las lci a I"' Iramcravemoi Iraluzi lo o documento olli-
provasdos seos desejos de clugar picili.-anienle a' eial, publcalo nos jornaei de Montevideo, que no-
soluiao das quesles pendentes enlre elle e aquella 'i.0' eslab8lecimento do pliarol a quo noi refe-
republica ; e a nova raisso conliida ao Exm. Sr. ruuos.
conselheiro Parauhos, nao he smao mais um les-
lemiinhe dai boas iuieiu;0s do imperio.
A redan;.in do Semanario noi parece mailo mal
o Capitana do porto.
Avian aos navegantes.
Empreza re l'hanies ni Biu:o Inglez e
liba
informada quamlo assegura que o Exm. Sr. presi-j dos Lobos. Montevideo, 18 de iiovembro de ISiT.
denle da Confederadlo e todo o governo tiesta re- *-* abaixo aasigi.ado lain a honra de part-cipar a
ceiam as vistas do Brasil; pois fundadamente acre- ^ s- 1"' da H> do oriente licou cslabelccido o
dilamos o contrario, desde que as relaeois de fran- pbarol no Banco Inglez.
ca amizade que exiaiern enlre a Confederacao eo Oponiaoeal tundeado em ele bracas de
imperio, longe de dar lugar a inspirar recios, ou ,=B*'. e demora 63" NO do Cerro de Montevideo ;
disconfianeas ao governo argentino, eil3o elat.ele-
cldassot.re bases lacs, qoe offerecem garantas po-
-iliv-isda lealdade do enverno imperial. Alero di<-
io, parece-nos algum lano singular a prateueflo do
Semanario de querer penelrar o pen-ameulo do
gabinete argentino.
Cerlameule qoe se o governo do Paraguay (ver-
se as iiie-m i- opini's ilo reluctor d j -S-mauarie,
e eua mesina predlsposielo a desconfianra, nao
liaviuiiins de esperar que aquelle cuirespoii la aos
buii desejos do Brasil, lio claramenle demonttra-
doi em varias circjinslaiicias, e agora mesin i ao
U'f SO da lilis das Flores ; 30" NE do Cerro do
Po da assucar, rumos lodos magnticos : aos 3i,
li long. Sol, e 50 5V Long. tjesle de Greenvvicb,
sendo visivel no dislancia de t"> a 12 milhas, e mos-
trando una luz lixa e branca.
o O que o ol no a-sU'ii 11 ie compraz era com-
muuicar a V. S. para o divido! elTeilos.
" Dos guarpe a V. S. moilos annos.Joan T.
de Lebirona.Sr. coronel e capitn do porto Ga-
briel Velazco.
No da li do correle devia ler lugar em Monle-
llio de Janeiro.Minislerio dos negocios estran-
geiros, em :il de agosto de 1857.
O abaixo assiguado, do conselbo de S. M. o Im-
perador, ministro e secretario de e.ladu dos uegocius
estraiig'ir.js, lem a honra de acrusar o recebimenlu
11 nula qa lhe dirigi em II do niaio ultimo, S.
- K\c. o Sr. D. Nicolao Vaiqoea, minitre das rali-
';'_- extenorea da repblica do Paraguay, em res-
poila os uuservacOei quo o governo imperial julgou
dever fazer, em 2fi de Janeiro do correnle anno, so-
bre varias disp,sii;6es dus regulamenloi promulga-
dos pelo governo da repblica, com o fira de dar
nxecurlo ao Irala-iu que eclebroa com o imperio eiu
ti da oln il do anno prximo passado.
v t) goveruo imperial er que, diriginlo aquellas
oblorviCoei, usou de -i ii direilo que na i lhe poda
-er cnileslado em observancia ras obrigardei io
lemniinente enntrahidas pelo imperio e a repblica
no tratado c na convengo de 6 de abril do auno
pass-ido.
Estando a observarriei do governo imperial con-
forme s cutidu'es pira a n iv j-.e.'i.i dos tos da re-
publica, como foram estipula las por mutuo conve-
nio e solemne accordo, nio podero deiiar de sor-
tiren u'-i i a respoila o algumas proponcijii da no-
ta de S. Eic. o Sr. mioiitro dai lelaeSes exterio-
res.
a Nao podendo entretanlo ronlicuar nena nege-
ci.ii;.lo aclualmeule, por ourtos negocios utgenles
que lem na coufeJerac.ao argentina o Sr. conselbeiru
Jos Mana do Amaral, ministro do Brasil, acredita-
do na repblica, entendeu S. M. o Imperador dever
enviara' Aisumpeilo o Sr. conselheiro Joi Mara
da Silva Paranbos, dando-lhei o planas poderes no.
cnenos para cliegar a um accordu amigavel cora o
governo da mesma repblica.
t O Sr. conselheiro l'sranhos lem de manifestar
lodo o pensaineiilo do goveruo imperial eobre a
qoesiao verlenle, e quanlo este deseja por termo a
deiiutelligeneUi 13o contrarias aos intetesses de am-
bos ns 'in/'.-.
O governo imperial ca' cen da que urna dia-
cussao tranquilla e franca dos uuer-os-es especiaes,
que is relacoes enlre os dous paites garanlem as es-
lipnlaees do tratado de 6 de abril, lera' o desejado
acreditar junto desse governo um novo mi'-istro, pois I Jun1'4 E-ouomica A-Iminislraliva da capital. Esl
quando se traa de dar una soluto pacil
le interuaciniiaes, convem uilo aze lar
e n.l j levar as cousas para um lerrenn
ditlicil teuo Impoulvel lodo o accordo. Desejam
no inleresse mesmo da Republira do l'araguav, em
cuja feliridade lomamos parle, qoe se terminen]
vil, ae-Uicao des luembrosque bao de COapot a J efeilo do fazer desappvrecer as dinieiildades eVis-
enies por motivo dos regulamentos liscaes e de po-
li ra a qnes. 'rporac.i.i lem na repblica ai atlrbuieois das nos- i hcia, que o governo da repblica julgou poder
aeipiriloi aaligai tima mnaieipae. adoptar sobre a navegacau commum, iodependenla
qu- Urna I partidorasionislaliana aprsenla lo a lisia \ de previ* inlclligenea com o governo imperial.
dos seus cinlidalos, cujo Iriuinplu pareca fora de i O abaixo assignsdo espera que esla resoloeao
lo governo imperial, sendu maduramente apreciada
<>colorados porosconlinuavam no proposilo
; amigavelraenle as queslOes que leem pen lentes com l'8 ":1j coneorrer n urna, ao meuos ni capital, cerla-
o Brasil ; e he animados desles senlimenlos qu nos i mele por alo po lereni praliear all as gentilezas de
permiilimos dirigir eslai rellexes ao nosso colle
da Assonijic-lo.
Deixe-se o Seiianario di dar fe > cirrespoo-
dentes 13o mal infirmados como aqoelles que llie
piulara a Confederacao em armas para uina cruzada
pie foi Ihealro o departamento de Minai na eleieao
de representantes.
Sao estas as noticias do Estado Oriental de algum
inleresse viudas pelo .Camilla.
As de Bueuos-Ayres rarecem do importancia.
ao Paraguay ; o porto do l'araua' eNeioa de navio* 11*'aava partera Iranquillidade em lodo o Estado,
de gm-rra brasileirns, que devem ir bombardear as i '* goveinador prosejum rm sua vi-ila ios deparla-
suas forliilezas, o sul do Brasil preparando-se para ""ni"4 da Campanha. No da-iS do passado havia
marchar solire as fronleiras paraguayas, e que o in- c,"gado ao A/.ui. Dalli consta que dirigi uina
formara de lanos oulros aprestos bellicos, que na c"iiiiuiiioara-) asseuibla geral solicilaudo per-
sao senao inveiires delles, porm que o Semana-
rio acolhe corn uina credulidade eslranha.
Al a imizade e as coniderarflei qu* o Sr. aene-
ral I;rquisa lem justamente dispensado ao Sr. con-
selheiro Paranhm, a quem ha mailo aprecia por -uas
bellas qnal,.la les ; as visitas de corlezia que >a Inn
trocado enlre os representan!!! de duas potencial
amiKas, o Brasil e a I- ram; i, e oulros incidentes or-
dinarios da vida, silu para o u Semanario motivos
di alarma '. N'a fallaremos das conferencias reiterada
que diz o Semanario lem bavido no Paran' en-
lre a Sr. conselheiro l'arinbos e o ministro da L'niai
Noria Americana, pois anula nao ebegou o Sr. La-
mar, que deve sob-Iiluir o Sr. I'eden. que se rclirou
miitao paro estar mus lempo ausente da capital. A
asseuibla rcuiiiu-seno da 2 do crrenle para con-
ceder a licenca pedida
Conslava que o sr. Al-uu preleulia inlornar-se
cun o excrcito do sul ale as Salinas Grandes, e ope-
rar em cuinl.iiiae.l i com as divises da Baha Bran-
ca, que m in liavam is orden, do corouel D. Wen-
ceslao I'.IUII'-I ...
A .Urden- do I" do correnle, diz que, segundo
rcenles noticia! fidedignas, ha ancear-sede novo
uina prxima iuvasio dos I unos sobro o Pergami-
no, viada cora elle, legando parece, o cacique
Crlala.
Acrescenla, porm, que as forcas da repblica es-
de-ta ca nal seis ou sele semanas aniei da ebegada i 'avara prevenidas, sendo de espetar que o resultado
do Sr. I'aranhoi ; mencionamos apenas este fado I Cu,oe 'eu v'ur e disciplina,
futuro o
para que na futuro o semanario receba sempre
com mais reseixa a< noticias dus seus corresponden-
es que lomam algum inleresse nos negocios do
Paraguay, correspoudinles que mais parecem ler
empenho em lemiar a desconfianza pur inimia le
ao Bra-il, e que devem ser pagos pela ie.1 indo na
rae,1o da quanlidade de milicias que remelein.'e du
supposlo inleresse cum que servem aos luleresses do
ParaaniVa
leriiiinarcmns dizenlo que temos o arligj cnco-
miaslico do o .Morning l'osl. que o Semanario
lr..nscreve. O Mlrniog l'ust .. Ion' tea* nnlivos
para Iriliular elogios ao governo do l'aragoay, porm
sem prejudicar a e-te potera Mcaiar-ie ils dizer
qoe o governo do Parean*) he o mais liberal e o roe-
Ihor organisalo dos da America do Sul. O Mor-
ning l'o-t >. nos perinillira' discordar de opini.io com
elle a esle re'peito, nbservanda-lbe alem disto, que
exagerarnos de semelbaiile nalureza prejudicio ale
ai boas causa*. Saonol Argentino.
Jornal do CoMmercio do Ri >.
pelo g iverao da repblica, ptoduzira' itus desejadus
elfeilos.
O abaixo assignado reitera a S. Exc. o Sr. D.
Nicolao Va-ques os proleslos de eua petfeila eslima
o diilni,-la cousidciaeilu. Viscuude de Marm-
goape.
o A S. Exc. o Sr. DfN'icolio Visques, miois-
(ro das relaees exteriores da repblica do Para-
g'iay .
" \ia a repablica do Paraguay !
Minislerio das relacci exteriores da repblica
do Paraguay.
i A.sumprau, 26 de mjio de 1857.
Ao lllui e Exm. Sr. I). Jos Miria da silva
l'.ii mil i., do conselho de S. M. o Imperador do
Brasil, ministro e sccrelano de esladu dos uegocius
elrangeiror.
tilo interino de retardes exteriores, lem a honra de
dlrigir-teoo lllra. e Exm. Sr. minislro e secretario
de eslado dos negocios eslraugeiros do imperio do
Brasil, alim de levar ao seu conliecimenlo rs aclos
lesagralaveis do Sr. conselheiro D. Jos Maria do
Amaral, enviado extraordinario o ministro plenipo-
tenciario de S. M. o Imperador do Brasil, juuto au
supremo goveruo da repblica, scompanhaiidu em
copia Irgalisnda as notas de II, 1 "i e 1'i desle intz,
que l i'jiiiiiiiiii os aelos enunciadus.
E.ses prucedunentus de S. Exc. o plenipulenci.i-
rio do Brasil emanaran! da nao conformidade do a-
baixo assignado com suas prelenr,oes no projeclo do
protocolo, e na minla que depois apresenloo, lira-
da .I), mesinos nrligos do protocolo, de conformidade
com o Ibeor da nula de S. Exc. o Sr. minilro dos
i negocio* eslrangeiroi do Brasil, datada cm 2ti de ji-
U Igoverno deterininou a entrega de Ire mil
libras esterlina* por conta do euprestimo iu-
glez.
O Sr. Christie, ministro da Inglaterra na confe-
deracao, chegeu a Bueuos-Ayres nu da I* do cr-
reme, viudo do Rosoli i.
A 25 do p ssa I. iinlall,.a-se a Esrola-modelo, cu- neiru ultimo, a qual o Sr. plenipotenciario do Brasil
ja organliaraa foi eooflad* ao Sr. S.rmenlo pela releve em seu poder ale que, desengaado de obter
inuiiicipalnlade da capital, lodos os objeclos ase | resull ido, a dirigiu ao abaixo tnignodo, e'u des-
cessanos ,io eslahelecimeulo mandaram-se com- le mez com o sello da legaeao do imperio do Brasil
( na confederacao argentina, uo que demonstren pou-
ca respeit a esle goveruo.
prar nos Estados-Unidos.
As dalas da C uifeder-nl] Argentina alc.ancam a
28 do passado. Ni la de novo occorrera depois das
nltiin is Delicies que ludamos.
OSr. conselheiio piranlios eslava anda no Pira-
na', mas presuiuid-se que a sua inn-i i all eslava
terminada.
S. Exc. deu no > i* 21 um esplendido janlar a
que as.Mir.nn o vice-preii lenie da coiifedeiaroo.
us luiiislios, o corpo diplomalico, e nxais alguinai
pessoas de poiifto ollicial. Esse janlr Ioi moti-
vado por nutro com que Sr. Chrislie, iiiinis-
trn da Grla-BfeUnba, oliqiioa o Sr. Pra-
nnos.
Eslava Umbral no o Paran-i'- o Sr. barSo de
\1 ,, ,
.. l.v
O alnixo nssgaado, em sua lesposla de II desle
' mez a' refer la nula .le 2'i de Janeiro, nao (ule coo-
Iorinar-se cora as esisreuicias de S. Cae. o Sr. nij-
iiisim .in. n m eiaa e-lrangeiros do Brasil, er ha-
ver j.i.iiiioado a sua nao conformidade.
o As.im ine-ino piula em copia anloii-ata oulra
iinta, que e un dala de 15 de-te mea, dirijo o abaixo
.i-i.uidi *o ex pre ido plenipotenciario do Brasil,
pediiio1!! se dtsliga.-e o Correntn* Ilernardino Gos-
laviao da ii i- d-rio do naxio de guerra biaiileiru
-. lapora'i. t-sr-s eomparere pcraul o Sr. chele da
.o le ndei pol uina an u-ai;ao de ge_
. i [.ara I"
i di. I icisiieiilsi
RIO DE JANEIRO.
12 de li z-Miihro.
O paquete in2lez Ciniilla, entrado hnotem d
Itio da l'rala. Ira/ data* da Boenos-Vyres *t 3 e Ban i n* confederacao, o que levar'
de Montevideo ale 5 do correnle. gnu lo noi coma, cama petcia qae loJol
Kealisaram-se as m --' previ '-. As medida* *'- coiilieaem.
vi inl''-.--e n* cansa que lhe rsped* inrenioSr.
qve i.i chegar* i.a iioile de 27 da p.i>sado. pleuipolriiciario parti da Asumpr;Ao ( .ia a ciddo
f.i acoilillo como mereca, e le novo con- do 1'arana', deuaii.lu ilcsprezad* es-a nula, coma
de ubi
110, se-
ie-

I Damos a' quanlia de J-' o valor a um pila-
cao.
lisadas e enrgica, opporlunnmenle lomad < pe
governo da K**puliliea tirienlal conliveram os anar-
clu-' .-. ui.|i r.iratn coulialiea lid populor.lu sensala.
e earaiilirain a ordem publica.
No dia 29 do me/ passado proce.leii-se na rapi-
lal io acto d *leic5o doi represntenle eom a rutii
P-ii.-i. calina e Iranquillilade. I'resuiiua-se qu*
nos diversos deparlameiiloi do Estado snecedera o
mesmo.
11 11 i la> o ni eeipera de soa \ ir11 la .pie i.ilo linha re-
cebido a rj**po*la qua espera** : respondeu que
ni im leu i | em Ierra ao Cureiilino, c repbcando-
.N i p.irte ex'e, r Iran-rrev .'nios olgnni artigo du lhe que seria escu-.i 1 i ro a reiposta da Hola, diese
iNaeiunai Araenlino do Pirana', relativo* a'que*- que reipon.Wii, inai n.io cumprlo ; e -e (ez baixsr
lio do impel., com o Paraguay. Por ellei 'ere..- .,' ierra o r.fei lo I. .rrenlin', esle a luiuuein se a-
isbecera' o bom lenso, a lucidez e a iiupareiol dada proiinUa, e men s ao Sr. cliofade pblici*.
rom que a cuul'e leraed aprecia oessi quesia.i, el O abaixo lasignado roiu a S. Exc. o Sr. inuis-
pr,.cura deivinerer a* ppreheiw'.es da nosso aniig |iro?qu- le lirvalevar eia Correspondencia ao Im
amigo e proteg lo. I eoubeciineolo d* S. M. I., e qu* irnlia ahondarla
Un i?.manan,. Iradurimos e aluno publ aran. I de enn-iderar su* nola rio 26 de janelio, no inleres-
a currnpuu-Jeuci.1 oilicul que o goveruo imp*iial' aC de .xJjo o* paizea era guardar o couvanlo de li

ILEGIVEL





=5t
de abril o anni inl|rior, por urna justa concilia-
rio da* dillerenca's que n olivara Mil rommnnirarao.
Nao permuta Dtoa que urna in-i-l-ncia indieliuivel
pur partero liras I lime infructuosos us voto? e o-
esforc.os do l'araguav, para mantir paz e ai boa.
reliriie com o imperio.
l>IA.R10s >E PisHNAMBCO CAUDADO 2(1 bi DEZEMBBO BE 18*7
\
O aballo is>ignadn ipproveila isla opporloui-
dade pira renovar ao E\n>. 8r. Ministrlos negocio'
slrangeiros do Brasil a seguranc,. da, sua mais dis-
lincla consideracao i alloapreco.Nicols Vasqort.
.1 Kio de Janeiro. Mfnlalerio dos negocios s-
(rangetroi, Jl de ago.io de 1857.O ibalxo aisig-
uado, doKonselho de S. M. o Imperador, ministro
remano da dado dos negocios eslrangeiroi, Irin a
honra de acensar ncibida a noli qu. Iba dirigi, em
b de maio ull.mo, S. Exc. o Sr. I). Nicolao Val-
uta, mioialro dn rdares eilerture da Repblica
do Paraguay.
A nota de S. E. coolem uioi apreciarlo dos
actoi e prorediineolo. do ministro breaileiro ni As-
lumpto u Sr. couselheiro Joto Maris do Amaral,
que nao poda ler o atsiolimeiilo do governo impe-
rial. K
a Ai informarais que o gverno imperial racebeu
daquelle ministro minifelatn qoe seu mera ni-
camente chegar a un accordo coin o goierno da re-
ubliea sobre o objeclo principal de sua missao, islo
a, oblar lodas ai tazoaveii facilidades para a nave-
gic,ao lluvial estipulada no tratado de 8 de abril do
auno passado.
O mismo ministro nao poda ler em mente fal-
lir a consideraban devlda au governo da repblica ;
eo carador e circumpcr;ao abantara que nao leve
iimellunie inUDclo, por maii animada que fossa a
discussao, a que deuem logir as disposic,6es dos n-
ajotameiilos lluvinei da repblica, contra que tile re-
elamoa de eonformidade cora as inilruecoes do so-
vara* imperial.
ComoSr. coBSalheiro Jos Miria da Silva P-
rannos vai habilitado para eiplicar e restabeleeer os
fictos, a que alinda S. Eie. o Sr. ministro das rela-
ioei estertores em sua referida nota, o abaito asig-
nado prescinda de referir-so especialmente a tiles
nasla saa reiposta, e nproveila-se da opporlunidade
para riiterar-lhe os proltsloa da sua perfeita estim
disliucla considerado.Visconde deMaranguape.
11 a nollc'" do 'h'1' em Montevideo alcancav m a
31 de oulubro. A caretia no iul ia sempre em aug-
mento. A cmara dos senadores linda sanccioiado a
le que concede um einprestimo para os caminhos
de ferro de Valr.aiaizo a Sanligo, e de Santiago a
nica*
A forja do exercilo permanente da repblica se
havia lixadoem2,757 prtcat das Irn aimin ; e i
martima am urna Traala que serve de preiigang,
Iris vapores, mi corveta, doos brlguai, um bruue-
escaua, a urna brigada de marinha com 220 pracs.
Enconlram-se nos peridicos do Chili noticias* de
algumai das repblicas do Pacifico.
No Per permaneciam as eouiai no mesmo es-
lado, leudo liavidu apenas algumai escaramurai in-
significantes entre os sitiadores a os sitiadoi*. Islav
nao fora lomado pelas tropas do govorno como s"r
disse. Anegurava-se que quando chagasse a arlilha-
ria de grosso calibre, que haviaro remanido de l.ima
o eeneraKtstella, dariam o assallo.
Da America Central e de Venezuela nadi ha de
ovo. Ambos ostia estados conlinuavam em paz.
Era Nova Granada assemhlas dos dlfferenles
Estados discutiam e sanccionavero as leis redimi-
das pelas necesidades dos povos. Em Mompos h i via
occorrido urna ptquena desavenca entre os liberaes
os conservadores, por motivo d*i eleie.io de repre-
sentantes. No leve porem eonseqoenciai graves.
Estabelecea-se em Honda ama lypugraphia que
sircara com a poblicecSo do jornal denominado El
vapor.
No Eqaador reinavn a paz dos sepulcros. No da
IJ de etembro ebrio o congresso as suas sessdes, sera
que asse acantecimento prodozisse a menor tentarlo
no povo.ija hibitaado a farca parlamentar com que
se bosce cobnr o despotismo militar, que impera na-
quilla chamada repablica, onde se representan! em
mimatara as grandes aceas do iinpirio romano sob
a tyranuia doi preteranos. No Equador, a repbli-
ca uao inste no nomo e na forma ; mas na realida-
de o povo nao toma parle nos negocios pblicos, e
nos qaarleis se decide da sos sorla.
Sobre a revoluto de Bolivia le s ni Commer-
eio de Salla a legointe correspondencia :
a Tapiza, til de oulubro.
Ja sabera que o Sr. Linares enlrou na fortaleza
de Duro sem ser percebldo, e lomoa a arlilharia vo-
lante'dozemil armas, toda a prala cunbada eem bsr-
ra.que Crdoba por seguran; all havia depositado:
e com 700 horaens raarcbou logo para Cochimbam-
ba. Alli ; ihe passou o esquadrao de cavallaria.
Crdoba foi alaca-lo, e acaba de baler-se sanareula-
menle. sahindo Linares vencedor.
A acta da Paz a favor de-te ja aqai en. Nao a
pode conseguir para mandar-lh'a. O coronel Marli-
nez, prifeiio de Tanja, sahio com ISO homens, po-
rem em Cinii foi lorprendi lo por I). Mariano Ca-
bero, e p'isioneiros elle e a sua gente. Em lim Cinti,
Chica, Chuquisaca, a Paz, Oruro. Cichmnbamba,
ludoesl peloSr. Linar". Chopita fezaqui o pro-
nunclainento e marchou b ,nlem, levando gente com
general Avila. Opinaro tolos que Polo-I rn ier-se-
Foi concedida pissagera para a ti. companhia '"-'*> epplieata pena aeadamiea da reten-
to 1. baialho de rcservanla guarda nacional da Ia" ** *,,,I" Dl"-'e I" eongregaeJo entrando
corle ao capitao-da 4. Manoel Dias da Cruz. SfiZZ d, SSTmSZ ". lU* *m7" "
i? i i i|iiud^.i't ti .i una pt'ii.i, .ic le Dii nsl't e^rliirort-
Foram concedidas as horas de posto, .- sabor, j .....os no governo, fic.ndo anlr.tanto aoapMia a
De major da amiga guarda nacinil do Bu-jo, P*a1te da doi bachare-s. Compre povm
me-
nso lie l.'io mi Como se quer dizer etilo qui lam-^
bein 11.1o uli-la a conservara i da laruldado d
diciaa, academia de marinln, militar, das heli.
le, e tantas ouiras imporlanles m-liluirOes- de en-
sillo que Jlii lia.
Pe le porem a eqoidarle, que a ler de realisar-se
imellianle medida, nao sej com prejuizo dos len-
tes jubilados, pois dia a miiur injuatiea diminar**
llies a graliricir,ai) depoii de 33 ou :K) annoi de ser-
souras e Iguassu. ao major ajudante d'ordeiH do '-' '.nder ao pr.,,iKm' .VC^Jal ^^t.1* tt"^tl Zbem 't^c^rZ
rommando superior da mesma guarda, Antonio Z^^^^^^^t^Z
i n|ui ui smiga gnarua nacin 11 do |iu-|o, > rae aos oacnare-s. I.mnpre povn
em Pernairbuco, ao rapilao da niesma "jarda n- "*"*'"" I"1" "'" '" ou '- dos signatarias do pro-
onio Ilenriqucsto Miranda ; uV^SS!^ ^ """ ",M qm"0 ""
Do lenle-coronel da Guarda
nacional de N'as- \ Nie se como diridirl o governo esta qn
Cunea de Caslio :
De major do 6. corpo de cavallaria da guarda
nacional da provincia do llio de Janeiro, ao capi-
lo do mesmo corpo Joaquim Antoniojdo Andrade.
De coronel da guarda nacional de S. Paulo, ao
lado nao pode deitar de pesar no animo do governo
o mal que MOrerlo lantei hachareis pela retencSo de
sua cartas, e a con.ideraQAo de qui muilos ilc-llrs fo-
ram arrastadoi por um falso espirito de corporacAo,
e um nccs-o de ii de. I'arece-me que a solacio m.is diana, mais con-
lenenie-coronel reformado Fiancisco Antonio de teniente seria os proprioi lentes riasislirai espon-
laneamenle da aecusato, julaando os delinauentei
i* .....' !!-.___I- .,__________ *
Olneira.
Foram commulladas,
saber, em ?00S para
ja assas ponidos pela demora que lem bavido na ei-
pt-Jn.ao ia. iuis cartas, e pelo perigo p.r que pss-
ha a primeira in.inuacao, p,is por om eipresso que
hontern lomaram do prefeilo de Polo.i ao cz gover-
nador desta, Ihe diz que se sOslenia a lodo o transe
qoe nenhum auxilio poder dar-lhe. porque esta m-
commnoicavel, e Crdoba se linha retirado para
Paila. v
Os horaens sensatos, a qoem ouro, julgam qne
Me esia acabado a favor do Sr. I.iuares, e que em
breve teremos a psz.n
13
Insiilulo dos advogados-------Conferencia de
lOdodezembro, presidida pelo Sr. I)r. Caelano
Alberto Soares. As 6 horas, presentes os Srs.
Caelano Alberto, Lui Fortnalo, Salles Rosa,
Perdigao, Castelles, Cordeiro, Firmo, Silva \'e-
Iho, Tbomaz Alvos, Paes Lema, Moreira Tava-
res, Franca, Belisario, o Silva Nunes, abre-se a
sessao.
Le-se c be approvado sem dbale o parecer da
commissao de jurisprudencia sobre urna indicacao
do Sr. Dr. Caelano Alberto.
Opina a commissao ( composla dos Srs. Alva-
res uo Azevedo, Luiz Foriunalo, Casiclloes)
que se adopte a idea da mesma proposla, resol-
vondo-sequeo membro que apreseniar ao insiilu-
lo qotlquer poni de direilo para ser discutido,
seje enearregado de redigir a decisao fundamental
do instituto com as razOes mais palpitantes que
prevaleceiam na discussao, alim de ser archivada,
e dola se lirarem as cartides que forom pedidas ;
e no caso de que elle nao o fai;a, ficar esse iraba-
Iho a cargo do secretario.
Coniinuando a discussao sobre o 2. que-ilo da
queso de liberdade proposls pelo Sr. Dr. Cas-
iano Alberlo, julga-se a materia suflicieniemcnie
discutida, e decide-se :
1. ( Por 8 volos contra 7. ) Que, no caso de
deixar alguem em seu solemne testamenlo escravos
que sirvan temporariamente a alguem, dando-se-
Ihes no lim do prazo a caria de liberdade ; se for
mullier c liver filhos durante o lempo em que era
obrigada a prestar seivicos, esseslilhos sero livres.
2. Que nao sero ellos de modo algn? obriga-
dus prcsiac,ao de servidos.
Fica prejudicada a ultima parle do quesiio. ( E
resolvendo-se que os fillios nascidos nesse interval-
lo sao escravos, de quem o serio ? )
_ P06I0 votac>> o 3. quesiio, decide-se ( por
12 volgscontra 3 ) qje, sendo os servicos deixa-
dos a pessoe certa por lempo limitado, nao poder
essa pessoa transferir a oBtrcm esses servidos.
Quanto ao i. quesitot vonce-se que, se falle-
cer o fructuario durante o prazo em que o escla-
vo deveria prestar-lhe servii-os, cessa a obrigac/io
de os prestar ( 13 votos contra 2.)
Considura-se prejudicadu o ultimo quesiio, que
lie o seguinle: Se for escrava, e liver filhos
nascidos nesse prazo. qual a condicao destes, e a
queserao obrigados? a
D-se para ordem do dia da seguinle conferencia
( que ser previamente annunciada : ) 1. elegi
do membro que duvo preencher a vaga deixada na
commissao de jurisprudencia pelo Sr. l)r. Urba-
no ; 2. discussao da proposla scienlifica apresen-
lada pelo Sr. Alvares de Azevedo, e que sera im-
portunamente publicada.
Lcvania-se a sessao s 7 horas e um quano.
14
Por decretos de 7 do crreme foro nomeados:
Juiz municipal c do orphaos dos termos do Ca-
tol<- e Pombal, na provincia da Parahiba, Jos
l^odegario da Rocha Farias.
dem do lermo da Cachoeira, na provincia da
Babia, Francisco Gongalves Mariins.
ThesouTeiro-porteiro da secrelaria de policia
das Alagoas, o amanuense da mesma repartifo,
Alipio Anio da Silva Freir.
Foi declarado sem affeilo o decreto de ti de ou-
lubro ul.imo que nomcou liscal do tribunal do com-
mereio do Maranhioo desembargador Joo Paulo
le Miranda.
I iverao ineri.'- da serrenlia' Vitalia c forau no-
meados.
Partidor dojui/n municipal e orphaos do termo
deTaabat, emS. Paulo, Juo V de Toledo.
Contador do mesmo jui/o do tr-rirjo .le Qupxera-
muliim, noCefr, Joaquim de Farias Lemos:
Distribuidor e eentator ilu lermo dj Capclla,
em Sergipe, Antonio da Silva Lemos.
Contador! partidor do mesmojuizotermod>
Capaila Satyro de Sooa Telles.
Tabellio-publico da Cachoeira, na Babia, llel-
vrvio Vicente Sapacaia.
Foi promovido a.ienenie-curoner comaandanlo
do I. baliio da guarda nacional de Malo-Grosio.
o capitao Leopoldiiio Lino deFaria, -
o Instiluto dos Sordos Mudos, a pena de 4 moze aiam de ana retencSo 'mai's dilatad
do piisao e mulla correspondente em que foi con- H"n\a na facul.iacie oulra ceremonia, acompinha-
deinnado Antonio Ferreira de Souza Cruz e em da *' Srs."Je P'mpa. por oecaiao da conce-sSo do
Bala nnmniuat A. ~.... r- i I "'"' ,lut>' ao Sr. bacharefvClememe l-'alcao
,aios perpetuas a de moile a que foi coiide;.ina o escravo Victorino, imposta pelo jury de Valeoca,
da provincia do Rio de Janeiro.
Por decreto de lO do correle foram romeados:
Chafe de policia da provincia de Goyai, o juiz
dedireilo Antonio Candido da Rocha
Juiz de direilo da comarca de Sapucab), om
Minas-Garaes, o bacharel Olegario Herculano de
Aquino e Castro.
Juiz municipal ede orphjos dos termos de Par-
nabyba e Piracuruca, no Piauhy, Theophilo Fe-
nelon de Almeida Fortuna.
dem da Casa Branca, na provincia de S. Pau-
lo, Jos Alves dos Sanios Jnior.
dem do de Silveiras, na inosma provincia,
Gustavo Julio Pinio Pacca.
Foram exonerados por assim o lorem pedido :
O juiz de direilo Olegario Herculano de Aquino
e Castro, do cargo de chefe de policia da provincia
de Goyaz.
Miguel de Castro Mascarenlias, do de juiz mu-
nicipal e orphaos do lermo da capital da provincia
do Kio Grande do Sul:
Leocadio de Andrade Pessoa, do de juiz muni-
cipal dos termos de Parnahiba e Piracuruca, na
provincia do Piauhv.
Amonio Augusto da Fonseca. do de juiz muni-
cipal e orphaos do lermo da Casa Branca, em S.
Paulo.
Foi removido, por assim o liaver pedido, do
lermo de Jaguarao para o do Pono Alegre, na pro-
vincia de S. Pedro do Sul, o juiz municipal Jos
de Aiaujo Brusque.
Teve merci- da sorvcniia vitalicia da ofTicio de
porleiro da chancellarla do tribunal da relajeo da
Bahja, Joaquim Antonio da Silva Godinho.
Foram promovidos por decroios de 11 do cor-
rente :
O capilao Mauricio Jos de Souza Damas, ao
posto de tenenle-coronel commandante do balalhao
n. JO da guarda nacional da provincia da Babia.
O capilao Januario Pereira de Carvalho, a ma-
jor commandante da sec<;ao de balalhao da reserva
n. 3 da mesma guarda nacional.
O alfares cirurgiao do esquadrao de cavallaria
o. 2 da guarda nacional da provincia do Rio de
Janeiro ao poslo da capilao cirurgiao-mor do com-
mando superior dos municipios de Itaborahy e Ma-
rica da mesma provincia.
Foi perdoada a Zeferino Machado, soldado do
corpo municipal permanente da corte, a pena de 2
mezes de prisao a que foi condemnado.
Commutada om gales perpetuas a pena de mor-
lo imposta ao re escravo Jos Calalao, pelo jury
de Itaguaby.
16
Instituto histrico. As 5 horas da larde
de hontern achando-se reunidos os membros da me-
sa, visconde de Sapucahy, conselheiro Candido
Baplisia, Dr. Lagos, Pono Alogre, Dr. Macedo,
J. Sorberlo, Dr. Souza Fonles, e Pereira Coru-
ja, grando numero de socios effeciivos, correspon-
dentes o honorarios, e cnlre ellos o venerando
Monte Alverne, pessoas da corle, grandes do im-
perio, ministros o conselbeiros de estad.), membros
do corpo legislativo, lentes, professores, artistas,
chefes de reparticoes, oflciaes do exercilo, da
guarda nacional e da marinha, pessoas gradas pelo
seu saber e represeniac5o civil, e Iliteratos de lodas
s nacOcs, annunciou o hyinno nacional a chegada
de S. M. o Imperador.
S. M. Imperial foi recebido no vcstibulo do
paco por iodos os socios presentes e enlrou na sala
destinada grande sessao, urna das mais ricas do
palacio, que se achava ricamente adornada e pom-
posamente Iluminada.
Depois de ha ver S. M. Imperial saudado o es-
colhido auditorio, e lomado assenlo, acenou para
que lodos so senlassem.
Terminado o hymno, que foi executado por ex-
celente banda, em urna das inmediatas salas, pe-
dio o presidente do instiluto, o Exm. Sr. finen-
de de Sapucahy, permissaoaS. M. o Imperador
para abrir a 12. sessao magna do instituto em
commemoreso do 18 anniversario da sua installa-
co, e pronuociou, oblida ella, o seu elojueniis-
simo discurso.
O Sr M. de Araujo Porto-Alegre leu o sen
relalorio, dando conta dos trabadlos durante o an-
no social.
OSr. Coruj, a pedido do Sr. Porlo-Alegre,
fez a mitin do appendice ao seu relalorio sobre os
proparalivos para a expedirlo scienlifica nacional.
Seguio-se o Sr, Dr. Macedo, orador do insti-
tuto, que procedeu leilura do elogio histrico dos
membros fallecidos, o senador Cassiano, o rlielo-
rico Paulo Menezes, o doulor Souza Mariins, o
brigadeiro Tobias de Aguiar, o militar Joao Ilen-
rique de Mallos, o maihemaiico Lino Amonio Re-
bello, os socios eslrangeiros Villadelbo e Adriano
Caslilho, eos conselbeiros Duarte Silva e Emiliano
Faustino Lins
Terminou a sessao lando o Sr. conselheiro Jo.-
Feliciano de Casiilbo o elogio histrico do finado
socio Adiiano de Castilho.
S. M. I. relirou-se com as formalidades com
que fora recebido, eoSr. visconde ia Sapucahy
voliando sala levanta a sessao.
i a que oi condemnado | Souza hiho. Achuu-e presente o Sr. presidente da
provin-n e outras pessoas importanles. Servio de
padrinlio o Sr. Ur. Crispiniano Soares : elle e o dou
lorandu reeilaram brilhanles discursos. Ilouve de-
pois um esplendido janlar, dado pelo Sr. Dr. Flelo
pai. la-ru eiquecmdo de dizer que por caosa das
formalurae tem luvido varios bailes janlares entre
os quaes eipecialisarei o bailado Sr. senador Qoeiroz
o (sniar do Sr. Castra, cujos lhos concluirn! osle
nno os seas eiludo.
A admnii-irar.io do Sr. Firninles Torres vi
realisando as esperances que geriimenle si deposila-
vam ella.
S. Eic. tem applicado eipecialminle o sen cuida-
do ao melhoramenlo dsi estrada, e a nscalisaclo dos
dinlieros ellas cpplicsdos ; a lollia oflicial apparece
sempre recheiida de providencias expedidas niste
sentido. Na verdade o escndalo era aran de ; gasta-
vam se centenas de eonlos. e nem ao menos sa parli-
cipava a presidencia em que se havia felo a appli
cai;ao da quantias recelndas, quaes os concert, ou
os melhoramentos ollido. Ela curineidade do Sr.
Fernandas Torre, de sbei em que e gaslam os di-
nlniroi da provincia, hi de ineommolara muila
geni ; m.s telando assim o uor do povo, lia de por
cerlo obler as benjaos desta,s
i) presidente lem estabelecidO"o fvstema de incum
biraacomara moniclp.ies a liscalisa'tAo deslas obras
panucas, ohtendo aisim o duplo resultado de dar vi-
da e aoiniai;io ao elemento mnnicipal, que havia in-
falizmerile cahido em Ido complela nulii l.ide, ede
eiercerjpor meio delle urna certa inspec;Ao tobre es
les trabalhns, al boje ufa completamente isenlos da
direcco e superintendencia admm stralivs. Jen.
feilo maia ; certa onras mooicipaes, de focnnteila
vl vantagem para a provincia, hao merecido a oa
ltenlo e auxilio ; he assim qu* elle r mee leo a c-
mara desla capilsl a quanlia de lOtWQf o enge-
nheiro Eliol, alim de que ella lira cal$ar pelo vs-
tama de Mac-Adam a ra de S. Benlo, orna das
pnneipaes da cidade.
Alguns lem notado a mnima reserva e prudencia
com que S. Eic. lem procedido no preencliiroento
dos cargos pobleos. Etislinlo infelizmente aqu,
corno em loda a parte, alguns fiinrciinanos que nao
preenrhrm, nem podem preencher os cargos que oc-
cupam, queriam que S. Eic. se apressasse em lubs-
niui-los por pessoas idneas. Na verdade elle tem
preenchido os lugares qoe achoa vagos, ou cojos ser-
v-nlusnos lem espontneamente pedido demissno.
.Mas por ora i ao deve esperir mais de urna ad-
uiinisIraeSo que apenas romees : S. Ene. nao pode
conbeeer unda perfeilamenti todo opassoal do func-
ciomlismo ; devese Ihe dar lempo luliiciente para
que ohtrnha informa(Oes calmes a insuspeilas ; logo
que e.leja de poss dilUs eslon certo que Ihe no
fallara' o animo para arroslar o compromellimenlo
individual que Ihe possa provir da demissAo de um
ou antro ma'o emprrgado ; digo compromellimenlo
individual, por no estado de dissolur;o em qne se
icham os amigo partido, cssas queizas nao po-
dem tomar as proporr,6es culossaes que oolf'ora al-
can;avain.
As poucas nomcariifs que S. E\e. lem feilo, alem
dessrem em geral niuilo acertadas, lem recahido
iud'Stincl8mrhte em pessoas que pertenceram ao
doos antigos partidos, pelo que tem sido bem aceitas
pelo publico.
Entretanto a I.'i tem-se mostrado desagradada da-
quellas qoe por caso recahiram em liberaes, embora
no ouse conleslar as habi|i|s(0ea do uomesdo.
Esta f .Iba,depois que mudou de redacto, lem re-
crudescido de virolencia. Alguns dos caracler.s mais
dignos desta provincia, e al nnliaos servidores do
partido couservador lem sido por ella accredidos e
insultados. |)ii-e que se traa de montar oulra fa-
lla, destinad a ,combate la no terreno para que
ella chamou a dieu mos de ver rrproduzirem-sc as sernas em que o an-
liitos gladiadores da impreosa e tuailo na fac re-
cprocos insultos com o maior e.'candalo a des-
caro
E-las violentas dialiibes nesta poca de conei-
liacao, ou pelo menos de gernl ealmiria, tem incur-
rido na desapprovarSo geral dos homens honestos
de tolas as parrialida 'is.
Um dos aclns do governo imperial, que mais
lem excitado as iras da lei, be a suspendi do Sr.
raola .Macludo, commandante snperior da suarda
nacional de Jicorehv. Uiz-se que este acto foi mo-
tivado pela indebita interferencia desle icnbor ua
leijAn de M'2\ das Crazas, e parece receiar-se
qn- elleseja seguido de oolros semelbanles.
Den aqui lembrar o fallecimenlo do senbor ba-
rAo de Jacareiiy grande, do imperto, commendador
da ordem da rosa, e om dos homens miis abstalos
dequella cilide.
Fur estar ueste capitulo das noticias, funtbre de-
vo dizer qne no principio do inez passado nm lal
l'irmino suicidou-se em Sa nlo, dea lando-se rom
urna navalha ; atlribue-se esta desgrana a um desar-
raigo inrnial.
No da 12. um furriel do contingenta qoe parti
niar nesta capital um curso regalar de preparato-
rios, mais ampktmeiite descnvoliido do que o ac-
tual, que conerisre o eran de bacilar! lem Ultras,
como o colleaio de IVdro II.
No da lio do mez pa-sado fallecen o Sr. Au-
guslo Terra, esiudaute do 3. auno.
Cnala que ern l'iralubi municipio de Ln
srassa com malla inleuidade um Ivpho, deque
su em urna la/ -n la oram afferladas 'vite e (antas
pessoas, acliando-sa urna dellas moribunda.
O bahll Sr. Romeirc, guarda-livro da caita
hlirl do Banco, annuncion pelos jornaei que vai
abrir om corso de esrrpturcc,Ao commercial do
primeira de Janeiro protimo roturo em diaute.
O Sr. Cortines Late, estudanle do quinto anuo,
acaba de publicar um follieln intitulado;:Eslu lo
ligeiro sobre os qoalro primeiros seculos da Hade
me lia. l'oslo que iDCompeleuli para etpor um jui-
i.o acerco de sciencia 1.1o vasta e dillicil, como he que.para nAo espedijar o inoilo precioso iernpi) coir
a Historia, direi. como curioso, qoe me pirece que justilira?iei, qoe de nada valein,dipenso-me de re-
lerir. V amo pois ao que importa, sem prembulos
e cavacos escusados.
Disejava, meo caro, desla vez cootir-lbe urna his-
toria bem longa.bem bonita de bstanle inleresse ;
porem nem lodos os nossos drtejoi Ao reilitavei, e
nem Roma ia fez em uro dia'
En da susAodo jury, qoe leva ltimamente lugar
por i-so urna nutra vez deita dotapparecar eus Cri-
mea, alguna dos quaes liem alroze--. Isso porem ae>
contece da mema maneira nos paizca maii culto.
O collegn de edueaaados vai em um progressj no-
lavi-l. lie urna Instilnicjio que lia de recordar sem-
pre ao Cearense o.uome do seu fundador, o Dr.
l'.ie llarrelo.
NAo s-i se pasiarei a fesla un campo, ou mesmo
naila cidade, mas desejo que Vmc. a lenbi mui'o
inellior, do que esta se-ine figuran lo a qoe liei de
ter no crranle anuo.
1*. S. Pallaeaa no principio desle mti a Ema.
viscondesa do Ico. Era*usa virtuosa e|n sa, una
nai carinhosa e desvelada, a desceu a' campa cober-
ta das heneaos de reuleiiares de familias pobre, que
encontravam nella amparo seguro dos maiores apu-
ros da miseria.
Jlonlern canloa-ie nesta ciliada nm ollicio solem-
ne pelo descanso elerno de ua alma, assislnido a
ese acto o l)r. Miguel l-'ernandea Vieira, seu filho
mais velho e seos numerosos amiaos.
Ei de-Sabueiro, e 13:0005 em legados, dentro das lor-
ias de sua Ierra, que.be maior de 100 eoulos de reis.
RIO GRANDE 1)0 NORTE.
Nalal -JO de delfinio i de 1857.
Fai ohritndo a Inlerromper a niinb correspon-
dencia cum Vrae. por molivs bem ponderosos, raa
o aulor desse escriplo revela rauito esludo e habili-
dede na eacolha da melliores opinifis nes ponlos
controversos.
O dia 2 de dezemhro foi festejado na forma do
colume ; houva le-Ueum, parada e lliealro '
nona ; a guarda nacional aluda comporeceu em pe-
queo numero.
Carta particular.)
Jornal do Commercio do Rio.1
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DI'
l'EH.NAMUCO.
MaranhAo 7 de dezembro de 1857.
no lermo da Villa da Estremoz qoe en loe queiia
fallar minucionmente ; mas como nAo gasto de di-
zer seuAo aqoilllo de que lenho i erfeiiu eooheeimen-
to, calo o bieo quanlo ai minucio-idales, at qoe
certo camarade, em quero leuho algoma aanflanca
me f.irners de lodo os dados neceisnio, conform
Bita reila a eleicAo de depolados provlnriaei, e e obrigou ; e por isso agora de paisagen esbocar-
nos ,eis diilnciu em que ia divide a provincia, cada llia-hei tmenle ese qaidro sem lodavia deieer m
uin dos qnai-s da cinco dapiiiadus e Iros supplenle. pirticolaiidadei e eircomitancias que o singalari-
l'ela capital foram eleiloi no dia 6 do corrmte
Sr. :
Dr. (jayoso, promotor poltico.
Dr. Sebailiao Braga, juiz de direilo.
liarlo d Coroal.
Coronal Augusto Cesar da Rocha, agricultor.
Dr. JofMigoel l'ereira Cardoso, medico.
seguinle .
Tenente coronel 'taymundn Serra l.ima, agricultor,
l'enente coronel Ferro, dem.
Major Marcolino BrandAo, i lem.
Miauel Rodrigues None, profeisor da latim.
Dr. A. Marque* Rodrigue.
Os eleitos do dtslricto de Alcntara ou S. Benlo,
sAo o Sr. .
Padre Jos Diogo, agricultor.
PidreSaraiva, vigario da Alcntara.
Dr. Tolentino Machado, medien.
Olavio Costa Ferreira, agricultor.
Rodrigues de Oliveira, profissor de primeiras let-
Iraa.
Filla-no ainda saber ao certo o resullido da elei-
rA i not dislrictos da GuimarSes Cavias e Alio
SerlAo.
O Sr. Paes Brrelo nSo se envolvi de maneira
alzuma na manifeitacjlo do voto ; e Islo ptrmiltio a
esta nnniia provincia presenciar orna eieirao iivre,
coosa de que ella ja dAo si lembrava, e mesmo nAo
julgava poasivel.
Na eapilal, onde a eleirjAo foi boa, al-umai pes-
soas organlsaram urna chapa que prevalecen depois
de haver corrido algum prigo. Felizmenle porem
um dos candidatos que bem oa mal se repolava com
forja de fazr triumphar onlra chape, deiistio de
ua candidatura, altendendo a cerlos pedidos, ti
chapa do partido Iriumphoa completamente.
Os inllueulesda opila! de da a idea de indicar can lualos aos circuios do inte-
rior. Estes arranjaram-se, como se coslama dizer,
com a prala di caa, escolhendo geralmenle para de-
pillados e supplenle. urna influencia de cada urna
das freguezias, que de ordinario era om l.ivrador,
luiente coronel da suarda nacional, om padre, om
professor ou um escrivSn.
Algumas pessoas entendem que esta ileicAo vcio
demonstrar a nece ifin de lomar mais brilbanle n repreentacao pro-
vincial. luir- julgam que nao ha inconveniente
Abrio-e o tribunal no dia 16 do mez da novem-
liro protimo pastado e encerroo-se a II do crten-
le ; enlraram em julgamenlo cinco iro-e-so-, as
e,-oes chagaram a durar vmte e qualro hora.
O matul s anulados, enf>rruscados e mas..i lo.
maldiziam-st da sua orle, como ce sobre elle pe-
siS'e urna grand* calamidade nAo obstanti le
agrenble summeil-de qoe gozavam drame os ialer-
rogalonos e debate, (.lu bella altencAo !
Denlre os reos julgadus tres foram eoudemnados
morte, e pioleslaram por segundo jalgamento, nAo
leudo si de a om distes bem cabida a pena, por isso
queeracomplici e nAoaator dodelicto.de que era
tecusado.
O Dr. Castillo Brinco, ja que presidia o tribunal, inlerpoz qualro appalla^Oes
da decisao do n.eimo tribunal, com qaen nao con-
formn.
O eommiisiries da juslira, clieios di si, a iemi-
Ibanle. a Cesar, qu. no mcio da lempealade, dizia
aoi naulai allerradoiCuesaTem vehisenliam qoe
o a sua presenta ni villa de E-lremuz era una bar-
reira invencivel e segura fuga dos criminlos,e que
por isso deviam estar desciuiadoi na sua (orea de
qurer ; porem o vigario Candido que havia respon-
dido ao jury pur dous procesaos de falsidade de tes-
tamenlo, e que foi unnimemente absolv lo, mus
appellado pelo juiz de direilo, desappareceu da pri-
o, em qut sa achava de om modo bem regolar !
E va agora indagar daquellei a quem se conlion a
sua guarda, como foi iiso ? Qoe historia que hAo
de contar !
Malo me Calatea pelil, lasciva paella :
El fugil ad slicas...
Aqui ha agora om rancho militar, com une os ra-
maradis toldados nndam vendendoazeile as eanadas,
porque o pao do lal refeilorio, alem de amargoso nAo
chega para encher a barriga desses lhos di Marte,
rapazas dilliois de contentar, mis qoe em o negocio
verlenle lem alguma razAo.
O Sr. Caelano da Silveira Amaral ji etla no ejer-
cicio do lugar di inspector da Ihesouraria de faten
da deila provincia, para qu hivia sido nomeado
em sub.uiuic.Ao ao lenle coronel Bonifacio Frin-
cisco Pinhiiro da Cmara. S. S.. zelnio e prudeiile,
vai dando a conveniente direreAo a repartirlo que
dirige, e oa aeos sobordinados mostram-re >atisfeilos.
Aqui ebegoo om navio csrrrgado de farinha de
noile de festa entre nos, e lal foi ainda elle auno.
Ja' as dez huras da noile iinmen-o era o concurso |
que descoma pelas ras da cidade em riemanJa dus
templo. O velho e a chenca, o mancebo e don-
relia, lodos a porfa corriam a igreja para laudar o,
Infante que baisoa da etlrema altura para cementar
enlre 01 homens o amor e a esperanca. Foi um
noile bullanle o qne Boa deita lonsas saudades.
O vapor ingle/. eUed/vey.O vinln dos portas
do sol. Irume a eu bordo os "segoirile pas.-geiros :
Mitheo M. Ceroanlee, Luir. I.eiieor, Angelo Bit-
laneo/rl, Julio domis Villar, Ellas l.eAo Pioeg, Se-
rafim T. B sloi, Pedro de Alcntara Veras, \. da
Richa Bastos. ,
O vapor nacional .iToeanlina.a ehegada dos
porloi do norte, Iroute a eu bordo os seguinle pn-
sageiroi:
Joaquim Jos de l.emos Piauhy, Francsco Maia
Corles, Jt.e Joaquim Caroeiro e um escravo. Joao
Vicente Duarte, Dr. Joe Mana de Albuquerque
Mello a um escravo, Jos Manoel Rodrigues, Anto-
nio Jos Ramos, Antonio Jos da Silva Lrite, Ber-
nardo Marliuho, Bonerla Mara da ConceicAo, o In-
dio Aletandre, Vctor Auguslo Nepomuceno, Lnia
M. e sua familia, Dido e sai filba, um at-prar;a da
armada, um desertor e Ir escravos a cnlrecar.
Hospital de Curtdadl.Etiiliam no da >> t -23
do correla 5 hominse3l molhere tratados pela
caridade, t homens e I j molhere que paaam a casa
e II pnca do corpo de polieia. Total 88 doenles.
Dia i.
Eti.liara 25 homens a 30 mulleres Iralados pela
caridade, t homens e 15 mullieres que pagim a
casa, e 10 pravas do corpo de polieia. Total 8t
doeule.
Mortalidad*:.RelarAn dai pessoas qoe forint
lepulladas no cemilerlo publico, no dia -2.\ do cr-
ranle :
Manoel Vital da Silva, pardo, lollairo, 35 auno-
phlhiaica.
Antonio, branco, 3 mezes ; eonvulsoei.
Raquel, parda, eiposla, 3 mezes ; ervsipela.
rranciica, branca, 3 anuos ; ttano
Florianno, prelo, ei;rjvo, tre uirzei ; sarna reco-
Ihidas.
Total 5.
Mataiouro publico.Maloa-se no dia 23 para
c inamo do dia 24 do correule, a laber :
Conmanhia das carnes verdes ......4 b"is.
Ricardo Romualdo da Silva........7
Manoel de Souza Tavares..........' if
Manoel Joaquim I).arle.......'. | a
Luiz da Queiroz............ \ t
Clemente.......... ,

Total. 58 bola.
Ate depoit a'ananlttv
em que as nsaembleas conlenham orna porcia de ho-; mandioca por conta do governo ; esta farinha esla
mens das localidades, e allegara qoe nAo ob-tante es- i etposla a venda a 640 is. o quarlrirAo. no raanlo
le tirillento, o novo parlamento miranhente conle- que os nossos malulos vendem a 40. O beneficio
r un numero aallirieiite de pessoas habilitadas. de temelliante providencia eslava no preco. mas sen-
il Bina. Sr. Paes Birrelu continua a merecer una- i do este como he,timos um mal, em vez de um bem.
nime aceitado, e a dedicar-se com todo o proveilo i Ainda se faz sentir, alem da caresta do vveres a
ao cuidado de bem administrar a prov ncia. : penuria dos troros miudos; por isso que a onica pro.
A ramai a municipal di Catias, de que Ihe falle! vi lencia lomada a reipeilo foi a rerr.essa do 0:000?
na miulia nlbma, ja capituloo, pre-lando-se a tomar i em prala do thesouro ihesouraria de.la provincia';
ojuramenlo no Dr. Smval, como lite liana lermi- ; quanlia que posta na circulacAo importa o roeimo
nantemeuje ordenado a presidencia. | que laucar um copo d'agua no Ocano.
A eleico provincial correu em lodosos logare* I Os lenhores de engenho esto desanimados com a
de que ha noticia, livre de ro.irc/m e de fraudes, pa-
ra o que no diizaram lalvez de concurrer certas
providencias enrgicas que me consta haver tomado
o Sr. I'.ir< Brrelo.
baila no prerjo do assurar, porque esperando um
vm lacro, passarAo por grandes sacrificios.
O da 2 desle mez nAo foj bem f'slej ido, como era
de esperar : apenas eanlou-ia o hwnno nacional em
v arios criminosos importantes lem sido nllimamen- frente do palacio do prraidenie, que ofTereceu o seu
e presos.merecendo especial menean JoAo Saluiliano copo d'agua ; e dah pouras pessoa perrorreram a
Cutrim, a.-r o-a do de ler assssinado urna til lia por I ras da culada acompaohadas de nma banda de mu-
nAo ler querido preslar-ae aos seus desijus inceslno-
E'la Culriin he membro inlluente de um partido
na comarca de Vianna, logar oude mora e a cuja ca-
dea se aclia recolhido.
E o corpo de polria, que aqui existia em completa
deaoraaniSHijAo, acab de receber um extenso e mi-
nucioso reaulamenlo, fruclo da iulelligencia e do ze-
lo do Sr. Paes Brrelo.
Ja chesou do Rio a autnrisac.Ao para ser enrorpo-
rada a nos-a compauh a de navegarAo fluvial, e a
noticia de haver concedido um novo Banco para asta
provincia.
No dia 2 fallecen de urna apoplesia folminanle o
enmmendadnr Joaquim da Cosa Barradas, cojo fi-
nara Mato-Orrsso, llevando disputa com um sol-11|,0, o Dr. barradas setrelariu da prima, le Italia
dado do corpo hxo p r amor fde certa belleza vulgi- raado ha Ires dia.
viga que prelen na levar comsigo, desparoo om Uro I Fallecen lambem ollimamenle Sebaatio Jos da
no seu rival; arta porem, lave a farluna de evita-1 Silva Qninlauiha, deixandn uroa olTrivel lortuua a
lo, e a carga oi ertr no estomago oulro soldado I seus solxinhos filhos do Dr. Jos Tbomaz da Silva
uo mesmo contingente, que morrea poucas horai Quinlanilba.
depois.
No dia II, foi as.,,.signado na friauezia de Agua
chora um Lino de tal, Dio tendo sido posiivel cap-
turar o esaissino.
Na l.oi.-litoirAo fai atsaasinado Itaphael Tilles de
Farias por Manuel Pimenle, com una facada e um
golpe de machado na caliera; tambem evrdio-sa o
delir-queule.
I m escravo do S'. commendador Santos Silva
cabio da l'onle Crande e afocou-re no Tiel.
llouveram diverso onlres rrimes de menor gra-
vidade, que deixo de mencionar. Felizmente te-
mos no Sr. Bastos um chele |de policia inielligenle
e zaloso i cumpre dar-lhe iuleira liberdadi a am-
pio meios de acro.
Em roiiipensarAo desla Iristei noticia, devo
aniiunriar que o Vinle e cinco de Marjt fulha
publicada em llu' ob inspiraran de umpen yeraadeirsmenle conriliadur e minio dedicada aos
inleresies da lavoura nos noticia que, visla das
n.foiin.rm recibidas de diversos punios )
cu, julgi-se salva a memoria das roeada para a
plamarAo de milho, e desvanecido o recelo da gran-
careslia.
O dia 8 loi ama constante festa religiosa pela po-
hlicarAo ,1o dogma da immaculada conce-^Ao de Ma-
ra. Leilura da bulla pontificia, dous serrudes um
de manbAa ootro a* noile, nma esplendida procisAo,
acompanhada por toda as autoridades, por toda a
suarda nacional e trepa de linha, e por lodo o povo,
salvas das fortaleza, girndolas de fugelas vibradas
pela piedade dos liri, a Iluminado geral e volun-
taria de toda a cidade, ludocoiitribuio para lolernui-
aco desse da, em cojo fertejo se msnifeslou de um'
modo inconlestavel o espirito religioso dos Mara-
nhenses e a inlluencia da vez respeiiavel do seo vir-
tuoso prelado. Pe noile adianle. ja depon de con-
cluidas lodas as solemnidades, numeroso concorso
de povo acoinpanhado por uroa banda de msica foi
dar vivo e soltar fugeles a' porta do nos.o hispo D.
Manuel Joaquim da Sdveira. S. Etc. Rvm. devia
estar bem salisfrito nesie da, e nAo era sem justo
desvanecimento qne elle se rerordava de haver in-
vocado qualro vete, por occasies ditlerenles a pie-
ruvin- dade do povo niaranhense, qoe lodas qualro vezes
esle Ihe liavia respondidopreslo sum.
lambem noticia a mesma folba que o Sr. J
oim Carnario, rico fazendeiro de Campias, pl
dos rovos bacba-
inaiiift,ta(,au contra os
S. PALLO.
10 de dezembro de 1857.
Neita pequea cidade, onde aclatse a rademlca
lano avolla, a aliento publica sa preoeopoo qoasi
etclusivamtnle no mez de novembro rom a sorle
feliz ou infeliz dos e,tu la rile, nos sens examas, com
a aun brilhmloras, on eepirhns.
Consla-me que no anno houveiudalgencia ple-
naria ; no 2- nmas 6 ou 7 approvat;8es simples ; no
3' tres reprovaroe, 2 approvaenes simples, e 3 de-
aer^Ses do exame ; no < o 5" anno amas 9 ou 10
appruvaraV-s simple em cada um alem de urna de-
san;lo no ultimo. Assim no anno superiores pa-
rece ler havido mais rigor nos julgamentos do que
nos inferiores, qoando o conlrario fora mais conve-
niente.
E.les soccessos a prineip:o ala cansaram grande
snacAo ; porem o espirito da intriga Isnfou m,1o
dellas para converle-los em bramas contra algores
do lentes.
Prncurou-se estimular ot brio
reis e leva-Ios a la/er nm
seos examinadores.
NAo se pode formular um juizo obre o mereci-
menlo de lodos esses julsameciln, mas conla-me
que os qoe foram approvados limplesmenle ja li-
uham lido guau approvarftes nos anno anteriores,
ou receberam agora mais de urna esphera prea.
Diz-se. porem. que o nivel dos jmenlos baiioii
no. ulliniui dias do exame
A juslir;a acadmica nAo he infallivel, romo ne-
nhuma outra ; mas he incnnleslavel que tules pro-
pende pan a indulgencia do que para o immereci- :
i!o rigor.
A ceremonia da eonce-Ao do aran a os novo ha-
chareis leve lugar no dia 20 ; na vespera linham-sr
elle reunido o elcilo para o seu orador no dia se-
guinle ao Sr. Cuimares. moro di bailas quali lades ;
raa qne Tora um dos approvados limplestninle. Lo-
go, porem. que o Sr. Dr. Ramalhn presidente do ac '
lo, aesbon de conferir o grao ao 57 burhtreii derla-
roa lindo o a-lo.i nAo consenlio que o M.Coimrae.
Iseseo discurso que previamenl- havia submellidu '
a sua approvac,Ao, sem duvida por juicar que elle
contralla oflenia ou allusts ao lentes, u orador
di-se enlAo que prololava im nome iln seus colle-
sa, no qsie. foi apoiado por algn desle-. sem mai-!
novidida lurninnii o acto, que foi mullo Concerruln !
lalvez porque se esperare presenciar nellc algum
pl-, lio eilr.ionlinario, que se nAo leo, sraras ao
l.iin seno des novo deularea. A presrnra doin-
Camavel Sr. Dr. Bastos, chefe de polica* interino,
snn duvi 11 lainliein milito coucurreu para a aianu-
lein.io da urdern.
Pene s das depois, porem apparereu em nma da
oa-
quim Carnario, rico fazendeiro de Campias, pla-
an meio atqueire de Iriso, de sement vlnda de
(.amandocaia, e que parece perleocrr especie
In-iium compositumn. A sera velo moilo bem,
conlendo cada p 5 a 7 espigas de (iO grAo, termo
medio, e dea 3 carros de paveas, que devem pro-
duzir pelo menos 20 alqaeues de grAos. Na rns-
ma fazenda lambem loram cultivados o centeio e a
resala, e produtirem abundantemente.
Nesle mez lomaram pasea ,, camra de duas
novas villas, ereada este anne. a saber, a de Be-
Ihem no da 1., e a de Campo-Largo a I i.
A 37, o aenlior presidente vlsitou o qnarteis
do culpo lixo e do de permauenle, e cnnsla-me
qoe se mostrara aatiafailo. Os seus commindanle
oa Srs.. lenente-ci rois CalvAo e Caoanea, s3o na'
verdade onlciaee dignos t zelosos : o mesmo joizo
fago a respeilo dos majores, e em geral dos deroais
ofliciaes desse rurpo*.
Antes da concluir esta darei urna breve esla-
litlica dos exame d facoldade, que acabo da
Irahir do iiPuhlicadorn e oCirrein Paulistanori.
liona r-m nos cinco aunos da facoldade :
Apprnvar plena-..........
Ditas simples...........
Reprovacoe...........
Perda de anno.........%
Deixaram de fazer exame......
CEARA'.
Eorlaleu 20 de dezembro de 1857.
ICscrevi-lhe ha das pelo Ignara.-, ma como
sopuuho qne deitei de rontar-lbe eniAo Indo que ia
por ca, eicravo-lbe lioje lambem aperar de estar
bem cerlo, que pouco adiautarei na prsenle.
A polmica em que actualmente eslAo empenha-
dos os part los aqu, he tmente para taberem qoem
lem mais empregadoa do ara lado, parecendo-me
que Islo e encaminha a chamar aa vistaa da admi-
uisIrarAo sobre os nteresses de ambo. Parece que
os joniaes prrlendem urna distribuirlo, palo menos
igual, na. ii'imr.e/iM doa jnize munjcipae, qoe el-
Ira euppOem eslarem muilu prunnias, mas qoe nao
lerla lucar Uo cedo, s>eundo o que dipe o decreto
n. 2,012 de i de novembro do renle anno. NAo
devo presomir que elles ignorem esle decreto, mas
pelo que Icio na fnlhas persoedo me que nAu esloo
mullo |nge da verdade nessa ronjsclura.
O vapor Igoaratsn levou em sua ultima viagem
_ i mais da 2,(100 arrat de farinha. Brande porgAo de
" laboado, e divers. s oulros gneros da provincia, e
a loca aso no porto de Mundabu. levara om grande
rarrrgamenlo d? algoilAu, que se arha empalado na
Imperatnz por falta de meio de transporte para isla
capital, e que fcilmente poderte ur levado para
aquello porto, e d'alli condueido para e-ta ou para
isa rapilal, onle melhor convieasi a seas dono
281
27
3
I
3
O julgamenlo de inlro lucieres a passadores de
____ | sedulas falsas lera' lugar no dia 2ti do crrante. No
sica.
Aqui est misiionando o Rvd. Frei Serslim d
Colaina ; louvaveis lem sido os esbirros de S. C. em
chamar ao sanio aprisco da relino lanas ovelhas
dispersas, e qne infelizmrnle ae afastam do verdadei-
ro carainho por onde devem transitar, a Taremos vo-
tos, para que lautos laciilieios sejam coroados dos
inai. bellos resultado.
Um moc.o que ti diz um dos grandes da trra, de
Irinta e pooro eonus de idide, acaba de caar na
freguezia de Villa Flor com orna seuhora maior de
sesenta annos Quanlo o brilho do ooro deslumhra a vista, cor-
rompe a alma, e fascina o corarao !
NAo gosto de jornadas mui lorigas, a ja me acbo
om pooco fatigado por isso aqui lico descantando,
ale qua tomando algaam alimento, a recoperaudo as
lorr i-, possa conliuoar a viagem.
A a revoir.
PEaiJianca.
318
lloaveram alem disto duas apprnvac/n plenas em
douloramenlo, urna reprovaro.
as tulas preparatorias hoiiveram :
Eiamet de latim...... |s
sle frannee;..... 3(i
" de ingle/...... :i(
o de rhetoriea..... 2'.l
n de ccnmstria .... 1 i
a de plnlosophia. :!(;
de historia..... <(
-'b">
F.-trs evames livc-am o seguinle retallado :
Vppruv.iaies plena"......||7
simples.....| |.'>
RrprovaiVe<.........(3
165
Alem disto drivarain de romparecr a etame
'.I esliid.nlcs, e nAu foram chamados por Falta de
lempo 07.
PAGINAVULSA.
H93D>J.r IffiEix J
Operara cirurgica. Acaba o Sr. rirorgiSo Jos
Francisco Pinto Guimsriei de pratcar na ra Impe-
rial, a ectomia do escroto, no Africano Manoel Bar-
bosa, seguindo omelbod do professor Velpeao, em
coniequencia de elephauliasis dos orgaos genilaes,
qne de hi mailo padeca; adminislrando-se-lhe o
chloroformio rom bom resoltado. O tumor pesou
12 libras, nAo comprehendintfo mais de qualro li-
bras de serosidade accomulada as (nicas vasinaes.
assim cunsliluindo urna hydroccle dupla, que fre-
quenlnnenle complica ela"molislia. Atmlio a ope-
raeAo o Sr. Dr. Caelano \avirr Pereira di Brilo.
foubo.O Sr. Dr. Aguiar foi rnubado ha dias por
om seu escravo oa quanlia de 500?. Consta qm as
mais minuciosas indaiac/>es se lera feilo para desco-
brir o roubo, mas o escravo maliciosamente o uc-
cull, nAo ub-lanle achar-ie preso.
Ktpaneamtuto. Foi um desse dias pis'.idos es-
i ama lo na roa Nova um individuo em pleno da,
sem que houveise qaem o acadite, e teria o of-
femor pasiado a seu salvo, seuAo fura o Sr. Belmiro,
que ao pi.sar no acto da conflirto, lomara re-
soluto de agarra-lo, sendo depois couduzido a ca-
dea por nm soldado di cavallaria.
Cidade de Olinda. Bem ti i.le he a situaran da
cidade de Olind, oulr'ora eapilal de Pernamburo.
O povo que alli habita parece que de todo vai sendo
.-.querido, pois nem mesmo a agua se Ihe concede ;
quando esse recurso lem quasi renerido, como pas-
samos a demonstrar. A ristirna do caminbo do Man-
i que fornecia agua a populacho, exhaurio-se ; a
biea do Rosario, esa qne melliores proporr^'es poda
olferecer, corre lentameote, e nAo pude prvtr era
a ora dcimo da mesma populacAo: eu.lnn eilAo o
habitantes condemnadoa a beherera agua da i me
do iuilagres e do viradouro, urnas vetes -alubia e
oulras salgada. E poiera' assim continuar esse es-
lado de vetaeAo 1 Por certo qoe nAo, porque is>o
importara' em nada menos do que acabar com aquel-
la cidade. Em nome pos daqae'les habitante.. ,. -
dimos a quem competir, que faja remediar esse
mal.
t ma nereisidade. He se absoluta necessidade
que quanlo antis teja construido um ces nos fon-
dos do lliealro da Santa Itabil, porquanlo a marc
ja' e echa em peqaena disiancia e a contii.oar em
o cae, em breve causara' a ruina do mnino lateado.
Deipejos. A algon annos viainnt jonlo a ponte
da Boa i-ta ao lado esnaerdn am despiio oohlien
vapor eguint. sera \ me. sabedor do ultimo resal- boje porm se echa elle mudado par junto d aree'
taoo uesse pleito imporlaotissiino, ,,, desde o sen \ de Sanio Antonio, seioindo por d. Irat da auliaa ca-
comeeo ten ceuptdo a aliento de-ta ridade, cada idiia al a primeira cocieira, com o qoe nAo pequ-
vrz do. m modn mu. signilicativo. 0 lnomni.ido causa aos moradores daqiirtl- logar
tero"-.!'Hna,",'r^^.,d.,a. l2?L"?!f.J !.&???. ,,rec,8 ".Pwlaiilo.qno se f.S. remover para ao",/
BEPAHTlQAO DA POLICA
DESl'A-CHAKAM-SE PEL\ POLICA.
Dia 16 de dezembro.
O escravo Benedicto, obtevn passaporle
para o Araraly, em companhia de seu
senlior.
17
Oslnglezes Henry Ringhlbey e Thomaz
Davio, lrgitimaram-se para oblcr passapor-
tes para a Inglaterra.
A escrata Alexandra, obleve passaporle
para o Rio da Janeiro, em companhia de sua
seuhora.
~ 23 -
Os escravos Seralim e Flonnda, obliveram
passaportes pa-a a provincia de Minas, em
companhia de seu senhor.
A escrava Raymunla, obteve passaporte
para o Rio do Janeiro, om companhia do seu
fenlior.
2
Manoel Theophilo Alvos Itiheiro, Icgiti-
tnou-se para obler passaporle para Ingla-
terra, levando em sua companhia dous ir-
tiiiins menores.
Conforme.O secretario,
Rufino Auguslo de Almeida.
prasidenle da provincia a de grande numero des au
o oovirani. M
u Por ultimo, ubrilhantru n arlo o lllm. Sr Di-
David Canavairo, com um bem elaboriJu e eloonan!
la u une. '
O Etm. Sr. priaidrnle da provincia, para mais
solimiiitar esae da a orrasiln, dirigio-se com todo
oa ocios para o salao do corlejo, e ibl ,, Sr. Tenret-
ro Aranba deu vivas a' S. M. o Imperador, a' inde-
nendancia do Brasil, a' r. nsiiiun.ao poltica do im-
perio e a' familia imperial.
o O numeroso amigos do Sr. Trnreiro Aranli n
acompanbaram alea' ,ua casa, onde Ibes loi nlTere-
cldo umeopo d'agua. Repelidos e enlhuti-slicos vi-
vs da ios a' S. II. o Imperad- r, a' nossa indepen-
dencia, n familia imperial, a' romliluicao poltica
do trapillo, assim como io Exm. Sr. Cirro, digno
presidente da provincia, ao Sr. Tenreiro Arinhi, a'
.ocedade \pirana, e a' on.Jo dos Brasileiroi, re-
lumbarini unammemenle cuirc.poudido pcrlodoi
os que se achavam presentes.
Todos e.le actos foram amrilhantei peca, locadis pela, harmon.u.a. mu-
sical do lircuro batalhAo deartilharia a infamara
da guarda uacional. ""'limara
*I 5. Eic. o Sr. presidente da provincia merecen
os sinceros elogio, de lodo. o. socio, pela maneira
delicada a allenciosa, poique pre.tou-a pan coin-
memorar a installaeio da sociedada ; e Maja en do
esperar, porque S. Etc., liil.o de urna das mau he-
roica provincias do imperio, como a da S Paulo
de-.a trra da libirdade, nao deiiaria de coadiuvar
a animar com a so. preaanca urna lAo un e Dirio-
lica iiitiituican. b v"""
MaranhAo.
Alem do que diz a cana do nono correipoodeule
eraoutro logar Irantrripla, apmai anconliamoi no
o legaiule anassinalo :
paby o colono porluguez Domingo. Alves da Silva
por ootro eolooo de nome B.rnardo Antonia liou-
cilv.s. Ilavendo-seesle refugiado na. circomvizi-
iihanras desta cidade cot o flm de evadir-se pira
Jora da provine., foi pre.o em ri-a de om JoAo An-
.1J""' ""'! c,,e,e de Poli,ii' "dar. o de-
legado dar urna busca.
_ Ceara.
*.i!, "?,te*nl" MU do nosso correspon-
deoie, que vai am outro lugar.
_ Rio Grande do Norte.
Os viveral eontinuam a con.ervar precos fablo-
01. O commercio acba-sa qua-i paraly.ado pela falti
do reos miados. A presidencia a. teu.al.vas par
memorar ou sanar de urna vea esses males nao
vexam a populado. "
Parahiba.
Nada digno de mencao se i uo jornal qne all sa
pu nica.
Chegaram, sahidoi desle porlo :
Ao do Para, a 30 do passado, o patacho din.mar-
qaeez Mana, com 9 dias.
Ao MaranhAo, a i do corrate, o vapor de ier-
ra Beberiben, com 3 dia. B
Sahiram para esle porlo :
Do do Para, a 3, o vapor da companhia dn ama-
torias Rio Negro, deven 1o tocar no MaranhAo.
Uo do MaranhAo, a 13, o patacho Tamega. de-
vralo tocar uo Acaraci.
r/

diario 2* VttwmbuiQ.
-- s.........- .-., pa......uv n........, ..v ..ua neje sentido em tod)
assurar mateiivadn ta no mercado desia cida- i o urbe caliohco, auaudn clirga essa nmte de vanla-
, ,* ?'." a 'tai nil as vendos ou a relalhu I ra em que a grrja rernemnra a viada do Ale-'ia
esla a ,b patacas. Se islo nAo he orna usura moui- Chela de enramo indelinio e ,ie eiparaoca iubi
uusa, nao se. enlao que nome menea. O alaOlAo lusas, a noil. de nal-l ba nadada pr lodos c ni
i, lia pouc.s semanas eslava a 8;i01. i o mus vivo enlhu.iasmo. Nasla bella Venca an-
elo que tiloma essa baila, a lulo ricana, qsie nAo cede a nenhum onlro paii em reli-
st o monopolio, que corlo negociante, ainda excr- aiosidade e fervor ; be grato de ver o ardor e Bra-
cera sobre a piara. f.ma rom qoe os liihrs da Sama Ooz
Lhegoo de llamburgo urna embarraran consicna- pre-suro os para o sarilino sublime
vende se a
.Nao sei quil
e preparara
ao loque de
T.iibo ooviilo iliter que he pro va ve I qoe o en- .I,a das rasas desla ridade. Nla'ael se despa- ineia noile. llora mvaterii
nio apioveilo a cirrnlaiicia .ie havtrem nilu 'rl'ara 'loso, mas be de es......
O vapor inglez Medway, entrado do ;>urlos do
'21 do rorrele.
As noticias mais imporlanles serta enconlridas em
outro lugar. Alm dessas eis o que de mais ba :
ueuos-Avret.
flosas prole-loo contra o coufisco de seus bens e
pedio ao governo Ib'os man la.se 'e.liluir. O lu-
dios contiouavam com suas currerias ; o presidente
achava-io para as banlai das fronteras planean lo
meios Ja defeza constante contra os ludios. Cinco
milhdes de pesos Traeos foram volados pelas cmaras
para a consIrucjAo de um porlo na l.igoa dos Pa-
dres.
Montevideo,
As eleiees, apezar Ja graode (empastada que se
dizia ilevia haver. foram feilas no meio da paz e
s>re".o o mais completo pos.ivel. A's urnas nAu con-
eorreramo--cloradosao menos na rapilal. O par-
tido da fusao, islo i e, oblanco,poia que ese
partido -e compAi em loa maiuria da membro-
desse credo, foi u vencedor na lula elnloral. O Dr.
I.amat be om dosdeiuladoi pelo Moolevido.
Mina gerae.
0 anniversario natalicio de S. M. o Impera lor,
foi solemnemente fedejado pelos Mineiros. Kalleceu
0 brigadeiro reformado Jacinlbo Pinto Teiteira,
commandante superior da Kuarda uacioual de Santa
I. libara e Calill.
S. Paulo.
A presidencia do Etm. Sr. I'ernandrs Torres vai
rea'i-an.ln na esperanzas que am geral ae deposila-
vam nella. Cro dos seus m-ia incstsanles cuidado
he o roelborainenio das Iradas a a fi.cali.acAo do
dinbeiio pblicos. Fallecer o birAo de Jaearehv,
tjrande do imperio, cummenda ivr da or'em da Rosa
e um dos mais abastados fatendeiros dc-ta cidade.
Rio.
Por avso de II do crreme foram nomeades :
1 ara deputado do ajudante general no corpo de
eiercilu de obiervacAo ltimamente man dada orga-
nisar na provincia de S Pedro do Rio i,rauda do
sol, o coronel do Estado maior de primeira claase
1 edro Mana Xavier de Calro ; e para engenbeiros
junto ao mesmo eorpo, o major Jote Mana Pereira
Campos, eapilAo Amonio Augusto de Anuda, e o
prmeiro tinenta Jo Cerqueira de Aguiar Lima.
relleceu no da 13 o leador pela provincia do
MaranhAo Jernimo Jo de Vivairos.
Al o fim do prximo fevereiro sAo e-peradas nri-
le portu a dez canhoneiras que o no.ao governo
mandilo comprar em Inglaterra. Foram baptizadas
com o nnines seguinles :
llajahv, .Araaoary.,. Ilrcuyo. Parnabvba.,
lele, Belmonle, Iguatem), Mearim, Iva-
">> a eAraguava.
Bihia.
A atsemblca provincial foi prorogada al o dia 91.
A carne verde regula diariamente a vUO rs. por li-
bra. r
1.a-e no Jornal da B.hia :
Hontern as horas da manbAa, de.cendo pela
laieira do laboao, ecm deliuo a toa loja, o ne.o-
ciante Francisco Jote' da Faria Villaca, morador
llana dos Sapaleiro, foi aceomn.ellido por Jote'
Antonio Lago, que Ihe cravou tres punhaladaa as
co-las, sendo um em cada pa e oulra no lootico ;
mas felizmente nAo ramio penetrantes.
O Sr. Villar; senliu que alau'm com pAsso vio-
lenUs se Ibe aproxirnava por detraz, quiz voltar-se
para ver, e f0 eotAo qoe recebeu as punhaladaa. A'
terreira abrafnu-se com o agerisor,|qae rrojou ao
,chAo e Inmou-lhe o ponhal, mas nr>ia occasiao ebe-
I Baram Francisco Jo.' Pereira l.eile, e um Urbano
da frtgnezi do Pilar, e prenderam o criminoso, qae
| nAo neguu o seu delicio.
* Aa feridas por ora nAo aroeacam perigo emi-
nenle. '
Baaa l.age que foi caiteiro do offendido, linha
publicado pela imprensa escriptus contra elle, e o
re.pecl vos aolograplios devlern ser honlem a 10
hoias ethibidns ua Jalao municipal da seguuda vara
a requerimento do mesmo aiaredido.
Chesaram proco 11,0 patacho Amazonas II, rom lidies, a 13. o
hriiieoAlinirjuleocorn II,a a 1.1 obrigue UainAo
com S.
S.lnnm para este porto :
Do do Rio, a 13, a barca Cecilia, e o palacbo
bsntflmo.
Do da Babia, a 1(i, a rana iZaloaa, ;e a 17, o
palhahote Dou Amigaao.
Achavani-se carga para e-le porto :
No do Rio, o brigaa Almiranle.
No da Baha, o brigue Velo/.
Apsa chazada do Mednay, enlrou o vapor
Tocanlinso. linda dos porto! do" norte do imperta.
As datas de qoe loi portador, sao as tagnlniea : Pasa
H. MaranhAo 17, Ceara >i). Rio Crande do fiarlo 21
e Pir-biba 23 do crrenle. De pouco interewe Ao
as noticias que nos jomaes enrnnlraruna, epez.sr dis-
-o, eis o qoe digno de m-ncao ha :
Amazona..
Nenhuma miela, nom Carla recebemos dessa
fronleira do llrasil, eremos que devida a sabida do
pre-cnle vapor da capital do Paia antes da chegada
alli do vapor coileiro.
Par.
Esla provincia continua dn marasmo '.<< novida-
e. ludo corre placida e Iranqailamenle.
T*va losar no dia 5 a ioMallacAo da sciedade
\piranga. Acerca della diz o a Diariu do Urlo
P<,ra : o
Cumocs|,er.varan, instal,'oii-se rijdia de de-
sembro crranle, a pilriutica toriedade Ypiranga
em um dos saines do palanu da presidencia.
O acto nao poda aer mais animado, iiem inait
<
'aPu&cacao aptbib.
SE-
SO.NF.TO AO N4SCIMENT0 DE NOSSO
NHOR JESS CHRISTO
Gloria cantam os anjos nis alturas
;\a trra aos homeos paz, que a tona encheu.
i)e delicias, em que se convarleu
O lempo, amargo lempo das figuras.
Oa virgemdejud, canuda, e pura.
Um celeste menino hoje nasceu ;
Ven a nodoa lavar com o sangue seu
Das grabas presentea, e faluras.
Vai tu mesmo a lellilem, sabio profun-fo,
Vai la ver o que valem jerarquas,
O que vale o esplendor c desle mundo.
Quem nellevcr mais, que phintasias,
Se o estabulo vir sombro mimando,
l.m que hoje nascer quiz o Messias .'
Por Jo3o Manoel da Cunba o Azovedo

-
.\f-9ttstfirf04
- C-VMBIOS
Mi re Londrai, 2, a '.mi i. v.
c Par,a, 390 a 400 r. por fr.
Litbna, 110 por % de premio.
Descont de Ultras, 12 a 15 por cenlo.
OL'ROOn;as hespauholas. .
Ditat mexicanas.......
Moedas de tjsiot). .
de IjiiJOU. .' i
l'HA I v.Palacei braaileiros. .
Diloa eolumuariir. .
Ditos maxiranoi ,
_ ALFANDEGA.
endimetito do dia 1 a 23. .
dem do dia 21. .
315000
309' 00
165.")O0
093011
2JS(80
SSJfHO
lr'feO
53C:3fXijs7-2."i
17:0099061
353:3139789
Descarregam no dia _'S de dezembro.
Patacho LglizExpresse inercadori-s.
Birca portugaeza Flor de S. SimAo farinha de
trigo.
Brinue dinamarqaezllosk- objeclo para a e-Ira-
da da ferro.
Escuna bnllaudezaEspeculanteginebra.
Iingue suecoWillusfaiinba de Irigo.
Barca americanaHem llonIdern.
MOVIMENIO^UA AI.FANDEtiA.
> olumes mirados com MMaa .

com gemrosi
Tola|
Volamaiiahidoi comfazendas
i>, cum gneros
15
m
397
311
00
Tola I I (I
IMPORTAgajO'.
Barca sarda Paolo, vindi de Genova ,- Gt-
braltar, consignada a l.-j nos & l.eal Revs
manifostou o seguinto: '
50 voluiijcsalfizerna. 6dilos chapeos de
palha, 2o caixas enxofro.l Jilas cannella 5
Jilas panol de peso,40 ditas licor, o saceos
cria -doce, 20 dilos aman iots, 30 ditoi l-
menla do reino. 2i diios cominhos 29 di
ios nozes, 33 farJos Qgos seceos. 25 caixas
ametxas. M dilM papel branco, I ditapen
tes de inerfim, 2 ditas farra mentas, licores
spalos e estampas, 15 bairis azeitooas lo
dilos conserva de tomates, 9 lardos papel.
I guarda roupa de inogno,50j rest .as alhoe
3 lardos cord-i de llntio, 4 dilos dita de dito
ol cu xas, 150 meias ditas e 200 ditas d
qtMrto com passas ; aos consigristarios.
Brigue porluguez Venus, viudo Nuve, consignado a Thomaz do Aquino Fon-
seca Sl Filhos, manifestou o seguinle
2, 80 barricas bacactiao ; aos masinos
I arca portogueza Flor de S Si,n3o. vi'nda
. a Iriesle, consgnala a Sanndrs Brothers
4 C. manifeslou o seguinle :
3.000 barricas familia de trigo : ros con-
signatarios.
21 caixas licores, 400 remos ; a Alcxandre
1. Alves.
lcadeirascl canap; a T.iomaz de A.
r. & Filhos.
Ilarca logleza Atine Mathil U, vn i.-, do
Londres, consignada a James RyJo- C
uiaiiilcstou o siguite : '
50 ton lajas do carvo ; ao capil&o.
4,781 pecas de malci a ; a ordem.
Escuna tiollandeza Speculant. vi da di
Uolherdan, consignada a lircn ler a Flran-
I dis, maiiilestou o seguinto :
200 barricas genebra, .20 f, as jueras di -
la, 30 botijas oleo de itnhaca, 200 caixas vi-
vir'* rloa.,V,JraCaS- ti,idilu? p"Pel 'escrc-
*cr,-lOOdiUsquoijos, 2 ditas es; oras. 27
lilas uiarmore, toditas espingardas, 10 d-
as papel de i,n rtoiir, 00 Larris pregos, 50
..rJospap.liieembrullio. 5 ditos, linas, 3
barricas baca, de rame, 3 caixas Iniu,ie-
zas, 2-0 saceos arroz, 203 gigos batatas, 1
liacote amostras ; aos consignatarios
CO.NSULAUOtiEHAI..
tend.mento do dia I a 23. r.'l-01l,-S-|
ldt,u dii i......: Siti
71:1023451
DIVERSAS PROVINCIAS.
Itendtmenlo do da I a 23. 2-fllontaa
dem do dia 24. ...... 7JS31
2.60j|07
concnrrjdo e hril
lenle rninpUtado s> seu trmpe
litara mudarira sla I icul lade
--* "' ss-rois. porem apparereu em nma das cuno latla-se a lano lempo. A medida lie dr mal-
Ulnas desla cidade om prolc-io anignado ; ren, qe ta impoilanria para que tabre ella eipsnhi um iui-
ipor .1. doa ilus Itachaie, muir o Sr Dr. Rama- xo.a que ralo pos.o ajera dar o necei.irio dejen-
"V.'a?'? "" J""^', oii.ci.lir., .., lei- v, Ivimenl'. Smenle dir, qne me parece incon
tura do discurso,
brisada.
AoqiIIh leulis julgaiiilu-te offendido
qaal ful enl.in Oonjuctameola pq.
1 por este pro
perar que assun aconlera. i oulros dias du anno, nenhum lem mais foltarca e re-
para a jubilaclo oa Waslei ollimoa lampos o nono porto tem lido sena- gusij-i, do qne ella quando chesa a aoite felli ni
deverem complela-lo 1,0 legainle anno, para eller- laiilcmcnle cinco a tata navios; ec ell. ter inellior.i- que os clui.Uios assistem a mis^a ao primtiro can
para esa ridade. ''" como sr espera, lera' mullo que lioj se din- lar do gallo.
em a,, K,o Urand, d. NorU. Em |ol)Mp| os,.,s limpite concurso l.eimmemo
o presnlenle rnaulou vir da Europa mdivhlaot a s leraiiidade chal d uraudeza
ver a lu na fabrico do qocij i e di n auli isa. h-pe-
-e que no principio du anu viudouru t-t
pl
leitavil que o estodoi locrariam senl.i eollorado! alisa a
em am grande frico de llu'lrac,ao, eonra bea corle,
e|uh a Isomediata |iospercJlo du eovemo, nlu de-
Itito discurso, (vunuaiu a congregacH e lequ.re- vendo .el.ir di embaraso o r|i,a UC)Sa ridade
--. jjiii
tul. e que dalao impulso a .....t indualria que
lem um helio porvir aesla provincia, iminentimen-
le riiaduri.
ipil 1 A policia coiilin.i ui nitna aclividade, mas ueiu
. 0 u recnili in-ulo
todo saturado il-i asumoa do cunleiilaiiienlo. Illu-
niinada de um helio luar ou mergnlhada em damas
Irevas; cliuv> sa e chela de nevos 0u envolvida em
helio manto de eslrellas, b noile de natal ha sempre
mesma : ha sempre u mesmo b .licio.tempre o met-
mu inlbHiasmo, l'af lem iJj em todo 0 lempo a
1 A 5 horas dn larde, u preiideale da saciedade,
o lllm. b.Jvla Bipliitade Figveiredo renreim \-
ranli'. leudo a' sua direila o Exm. prndenle da
; provincia o I10no.au.1 .la mesma, e rodeado ,1o ron-
jelho director, declaroa aliarla a ionio, e depois de
le lisio um discurso breve, mas eludiente e Instori-
CO, dou por iii-i. lia a a 'Ocie 'a r.
En sezuida o lllm. Sr.br. Joaqolm Podra
t.nrrea de Ireits renloaum do. m.i. |,ci|. |,M.
Ihanle e enlliusia-licn discurso, qe limo, _.
vido.
" S. S. rhigou mesmo a arrebatar ao. e.perlado-
' res e a mereetr repeUdot muiio bem do Exm.
D?f.SSS. DB EXI'MUiAl.Ao PELA ESA
' t ^,^,"" '"^'ACIDAl.h NO |.|A
2i OL Dh/l-.Mi; o IIK 1857.
\al|arai/o Barra dinaraarquc/a "Waldemaro, \.
nisnni Irmos, 600 .arco anacer braacs.
I.i.IioaBarca nacional vinelian, Amorim Irrnao,
-I.) sarcoi .is-urar mairavado
PonoBarca po> lncu>/a Sania Craxa, Thomai da
Aquino Fuiera ,\_ Pilbor,55 saceos a--ncar Inan-
* a e ri.a.ravado.
I.i-le.i liaica norlo.'ucra ll.igiia, (aeilhsrmc
Carvalho ^\ C, lu caru inri.
EXPORTAg*.0'.
Montevideo, brigue taeco oScandi a, de :s7 |0.
nelada*, conduziu o segnlnle : 100 pipa aguar.
denle, |.0iObarrica e 150 laccoi com 15,232 erra-
bas e J'i bbr de as-urar **
Balllmore, urigue americana ediatenoogaa con-
duiio o seguinle : 3,0510 sacros coro I3.IJ0JJ arru-
tas de as.llCar. .
K.linouili. escuna nnroeea nSlepnem de 231 !n
iPm^2*'"* "'re'V"'v -^Water-i can
11 ,vil} arronat de assucir.

-
ILEGVEL




fc\


JfilA DE RENDAS INTERNAS UE-
AE3 E PERNAMBUCO.
li'lm,Se^d0,.dia1'-3- 303,733
dem do i....... aSBSw
J9:C50t
CONSOLADO PROVINCIAL"
Hen.limeiiln do dia | a J:i. 79:519*651
Idaro do dia 2. ... i-241/391
77:7in;'J8
RO DE JANEIRO 16 DE DEZEMBRO HE
1837.
Colares officiaee da junta dos correlores.
Cambios. Londres 26 d. a 90 ds.
Joao Severino da Silva, pelo presidente.
Emilio Gorrio, pelo secretario.
As transacces limitaiao-se lioje a saques de pe
s quena monta sobre Londres a 25 3i 1, 26 e 26) |4
d. a 90 ds.
O paquete Medway leva para Southampion
cerca de mil contos ern ouro, e oitenta para os por-
tos do norte. O Banco do Brasil descomou hoje
largamen'e.
(Jornal do Cominero do Rio.)
BAHA 21 DE F.ZEMBRO.
Cambios Os ltimos saque cffoctuadns
sobre Londres foram a 94 l|2 d. por mil reis,
60 o 90 das Sobre Lisboa tem Invicto
saques de importancia alto porcenloeja
querem 115
Frates.Nada se tem feito que nos conste.
escontos As caixas sam emiasSo tem
descontado a 10 e 12 por cento aoanno:
mas pouco, porque tolas ellas tem falta de
dinhero:
A caixa filial continua a descontar a 8 por
rento ao anuo. Muilo ouro em moeda se
lem comprar/o a 5 e 5 ii-2 por cento de pre-
mio. r
Cambios e melaei.
landres a HO t 90 diai de villa 21 1|2 d. 60 90 d.
por lj>.
24 l|2d. 601111 d. por fr.
' por m. b.
110 a 115 i) por 0(() pr.
:ll-'i,i i 3I3J00 por BU).
301500
AfiiO BltlUNAliBDCO rUBUAD \. l& DEZEMBRO L. UiV-
-Paris ),
Hamburgs r
Lisboa
Doblei hespanhes .
da pitria. .
Peca d< 65100 velhai
de i-. .
soberano .
Palaeei brsailriros .
heipanhoe. .
mexicanos .
13880
1S>00
95 95.SOO
23050
2*050
I99OO
(Jornal da /, ',; 1.
"!&Wm$Wt& tMMfCfj;
Navio endtdos no iIm ai.
niode Janeiro16 dim, patacho naeanal Valen
te, de 531 lonelada, cap 18o Jone Marque Vi -
inna. equipagem 10. carga fijie e mai. genero :
a Antonio Lula de Oliveira Atevedo.
Porlo do .ul7 di, vapor ingle oM'dwy., eom-
mandadle Arumak. Segla pira Soutliampton.
Par* e porlo InlermedMs 9 dia*. vapor nacional
oLucnlin<. commandante o 1.- lenle Pedro
Hipolyto Uuarlv.
lt','l'\'~26 Ai"< briao* '' ilonvmetlfi),
d 200 [oncladas, cpIHo S pagena 12, sarga 2,.50J barricas com bicall.a ; ,,
, Jame Crablree & C. Ptrttnre a (reenock.
Liverpool33 dias, barca ingleza Cnuader, de
III tonel.das, capilao W. Ford, equifagem 11
carga Tazendas ; a Saonders Brolhers ,5, C. Per'
lauce a Liverpool. PaiMigeiro, William Evans.
Navios sabido no mesmo dia.
BihlBarca ingle Obi Hon.le, coro a mesma
carga que Irona. Suspenieu do lamero.
Rio da Pr.ilaBrigue nacional D iqun da Terceira
capilao l'.inslino M. Bs(o<, carg aucar.
ralmoulb P-la ParahibaBarca frauceza Cornee.,
capujo Fonlaine, em laslro.
>mimw&$%..
CONSULADO DE FRANCA EM PERNAMBUCO
Vio se leudo apre-sentado nenhurn lanca-
dor na adjulicacao do em .restireo mariti
, mo que devia ter lugar no dia 24 do corren-
. te, as ti horas da manha, no consulado
rancez- O cnsul de Franca, pensando ciui
achegada de dous vapores terflo occasiona-
do a ausencia dos empreiteiros, tem a honra
de [revenir s pessoas a quero possa inte
ressar, que a adjudicarlo do dito empresli-
mo de tres contos lo reis, pouco mais ou
menos, para pagamento dos concertor. feitos
no bregue francez L'lrma, fies transferida
.para lerca-fcira, 29 do corrente mez. Ella
sera feila, n3 1 mais como rezaram os pri-
meuosannuncios em carta fechadas, mas
sim com o abatimento, e ludo lera lugar
no coos'ila lo de Franca em o dia e horas
sarna declara las,
--Por esto julio se acha depositado um
cavallo ruco, co n cangalha. sacaos e outros
v pequeos objectos, o <|ual cavallo loi en-
contrado no oitav) quarlairSo desu subde-
legaeia sam conduc or : quem so julgar com
t dircito comprela, que lue ser entregue
"TTroran lo legalmente. SubJclegaci da f-e-
guezia dos Afolados 23 d-; doembro de
I87.O subdelegado, Paes Barreto
--- Olllm. ^r. inyector da lliesouraria
de fazenda desta provincia, manda fzer pu-
blico, que no dia 9 dejaneiru doannose-
giiuite, perante a juina, tem de ir a praca,
* para ser arrematado a quem por menos lizei
o concert, que precisa o propno nacional
em que funeciona a mesma thesouraria.
Secretaria da thesouraria de lazrnJa de
l'ernambtico 22 de dezembro do 18)7.-
.Servindo de ollicial maior, Luiz Francisco
h. Paio e Silva.
Pela administrarlo do correiosefaz
publico, para conhecimento de quem con-
vvier, e em cum>rimento do artigo 9 do re-
gulamento de 15 de maio de 1851, mandado
execuiar por decreto da mesma data, que
no dia 31 do corrento, as 10 horas da ma-
nhaa, se proceder a consumo pelo fogo das
cartas atr*zadas existentes na mesma admi-
nistragao, cujas listas se aciiam expnslas no
tugar competente. Comi de emambucu
22 de dezembro de 18570 administrador,
D.imingos dos Pasaos Miranda
, CORSELHO AIIMIISISIRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar
o seguinle :
Para a companhia de arlices.
Bonetes 5.
Comjanbia lixa do Rio Grande do
Norte
lioloes granles de metal marello 1750:
ditos pequeos de metal amarello 1125: bo-
netes 123.
Armazcns do almoxarlfado.
Cobre velho, arrobas 20 ; rame de lato
de 11. 13, arroba 1 ; dito de rerr>> de n. 15,
arroba 1 ; pos prelo, arrobas 2 ; arcos de
Ierro de pollegada e meia,arrobas 10 ; bolas
. de peliamarlim i ; seccanfe,arroba l ; esta-
nto em veiguinhas, arroba 1 ; azeite dt-
eoco, caadas 47; pavios, duzias 9 : velas
stearinas, libras 100.
* bclalhio de artilharia.
Panno azul, covadosl3i3; I sinele com
as armas imp^riacs e o co 1 plente dstico
para a repaiticao o assistenle 00 ajirdanle
general do exercilo da provincia das Aia-
goas I.
Quem quizer vender, aprsente as suas
propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 30 do cnentc
Diez,
-v Sala dpssessoes do.conselho administrati-
vo para forneciroento do arsenal de guerra,
I de dezembro de 1857. Bento Jos Lame
nha Lins, coronel presidente Bernardo
Perelra do (armo, vonal p secretario.
CONSELHO ADlIlNbTltATI VO.
O conselho ajminislralivo tom do contra-
tar o fornecimenlo dos gneros abaixo dc-
claradoa par o rancho da com, anhia dos
aprendizes menores do arsenal de giicrra,
durnnlo os meos de Janeiro, fevereiro o
margo prximo vindouros :
Assucir somtnos refinado, ci'emgrSo,
\ cha nyson, paos do quatro oucas, bolachas,
manteiga franceza, arroz do Maranbao, ba-
calha Carnesecca, dua verde, l.arinhadc
mandioca, feijSo prcto ou mulatinho, lou-
cinhodc Santos, azeite doce de Lisboa, vi-
nagre de Lisboa.
Quem quizer fazer dito fornecimento a-
prescnle es suas piopostas em carta fecha-
da na secrelai ia do conselho, as 10 horas do
dia 30 do correle mez-
Sala dsS4eas0es do conselho administra-
tivo para loineciineino do arsenal de guerra
jl de dezembro do 1857 Bento Jos l.amc-
nha Lins, presid nli-. Bernardo l'cruira do
Carmo Jnior, vogal e secretario
-- Por esta subletegacia se faz publico,
queso aeba legalmente deposita.lo um ca-
vallo nico, que foi toma ;o pela rondado
Peres, a uns individuos suspeilos, que se
pomlo em fuga, deixaram dito cavallo, e
igualmente ous sellins velbos dentro de
dous saceos ; quem se jolgar con uircito,
' compareja, quejusticairdo tcgalmente ihe
ser entregue. Subdelegada dos Alegados
1 de dezembro do 1857 o subdelegado,
Jos Corgonio Pacs Brrelo.
COI LF.LTORIA DA CIDADF. DE OLINDA.
iraucisco das Chagas Silgueiro, collector
das rendas provinciaes ,la rila Je do Olin-
da etc/-
Faz publico pelo presente, qnn polo de-
legado supplcnte dcste termo, Ibe forara rn-
treguos dous escravos, qua se aci-am reco
lindos a cadeia d'?sta cidade, apprehendidos
no lugar de Paratibe, osquaes drclararam
chamar-se Francisco, e Isabel Mana, sen lo
Fraucisco, crioul>, idade CO anaos, pouco
mais ou ceos, natural de topadas, casado
com a dita cscrava Isabel Maria, preta. ida-
de de *o annos, pouco mais ou rueos, de
nacao Angola, que perlenceram a Antonio
Jo.quim e Sanl'Anna, morador que foi da
villa de Pesqueira, e que fora casado com
francisca de Souza. da villa do Brf jo da Ma-
dre de Dos, e que tendo fallecido dito Santa
Anua, sua mulber casara-se com Joaquim
iapista Meira, que dahi mudaia-so iara o
RiodoPelxe, na provincia da Parahiba do
noite, d'oude evadiram-se muito tutes do
appareciT.onto do cbolera-murbus, o andan-
do por difierentes lugares refugiaram-se em
Paratibe, sendo abi presos por Manuel Ru-
es, e l.ourcnco Jos : o poique ditos escra-
vjs peiiencam aos bens do evento, sao cha-
mados quero sobre elles se julgue com di-
reito para no prazo de 60 das contados da
nata do presente virem reclama-los aerarte
a mesma coPectoria na forma do rt 6- do
regulamento de 17 de julho do 1852 : lindo
este prazo serSo ditos escravos arrematados
e o seu producto rccolbido a thesouraria
provincial na forma proscripta uosarts. *.'
o 6 do dito regulameuto
E paraquo chegue noticia a tolos man-
aci passar o presente que ser tllixaclo nos
lagares mais pblicos e publicado pela im-
piensa.
Callectoria do Olinda S8 de outubro de
1857. tu JuSo Concalves lio irigucs Franca.
eCiivao o subscrevi.
,.^ Eranci>co das Chagas Salgueiro.
LOMPANlliA DE SEGUROS AIAIUTIMOS E
TERRESTRES.
DO
IMPRIO DO BlASIL.
Estabelecida no Rio de Janeiro.
CAPITAL 16.000.000:000
Agei ca ra da Cruz n. 15, cseriptoiiuda
viuva Amoriin c r'illio.
Aos Sis negociantes, proprietarios de
casas etc., etc., se oll'erece na agencia da
dita companhia nesta cidade, a realisarao
de seguros por premios e copdicroes mui-
to mdicas e razoaveis. Na mesma agen-
cia taubem se eflectuam seguros tanto
para o norte como para osul do imperio,
nos vapores costei ros e vasos devela. A
companhia garante a prompta ndemni-
saco da importancia de qualquer fi-
Distrot.

RITA DA'.CADEA,
10 Hi;,0FTHE0
00

DEFRONTE DA ORDEU TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
Onda seacriarasempreoa mais acreditados medicamentos tanto em unturas c
tV. ral U -I ----"- M..',o-loir m> "i'i"|JMI.> LOUIL' III i I f I L IJ I ". >
tm Slobulos, a repralos com o maior escrpulo o porprecos bastante rommodo
IIIKgOS FINOS
Bo|ca de tubos grandes.
Dia de 24 b o
Dita de 36
lia de *8 t
Dita de 60 j
Tubos avulsos a .
Frascos de tinturradomci onca
Manual d medicina homeopathica do Dr Jahr com o'dic-
1 consno dos termos de medicina .
Medicina domestica do Dr. Henry ... *
Tratauento do cholera morbus .
Repertorio ^o D Mello Movaos -
10/000
155000
2OO00
25-3000
;i',-.,o
15000
29000
PKIlUAS PRECIOSAS. M
?
2090C
1O/00
2/000
S'vOO
-:
Aderemos de brilbaulta,
f diamanle e peroln, pal-
* i'ir.i-. alflnele, briucoa '$
f e rozelas, bolfles anoei
? de dilTrrenlta nottc e de *
J diveriai pedral de valor,
i __
} -
? Compram, vendeni ou m
$. Irncam prala. uoro, bri- i?
i llianlc?,(llamantea e pero. j
fi la, e oulras ga'e>']iirr <-
S joiaade valor, a dli.beiro S
ou por obra?.
HITffdIIIMLWiiJbJj!l
de Lisho
1
*
i
ih
ilEIU I iltl
iej tu wum
Ra do Cabula' n. 7.
Recebem por to
dos os vaporeada Eu-
.,,,, S paremos complelo
rOpa >iS(W>r 'S(I(Mli,T|S | P"u Pa '>. bandeja, "
d| salva, rnlraes, collieres i
erilO (,"ONlO, t.l- $ de .opa de cha, emui- *
,l 17 8 ,0' ou,'0, bieclos de t
to (i Franca eorao 3 Pral'-
OUBO E PRATA.
Aderejo eomplolo da J
y oor, meioi dilos, pulsei-
f rus, alfoele, brinco a Sk
- rsalas, cordes, Iranccl- |
gj lina, medalhas, corrnnles <.
* e enfeile para relozio, t *
i| oolro mullos objeclosde 8
!: ouro.
Aparelhos completo de '?'
, as qiies vi;
por
pre^o commHlo <:omo costniiani.
w*&~&
St^jf,
PARA A FESTA
grande arma-
zeni de roupa feta na na Nova,jiiiir
toa igreja daConceigao dos Multares n.49.
de rou,lafeX7eC^0,Trru,'ICO U'n Rrando c variado orlimento
oe roupa leitas de gos'.os modernissinios, como se i ara palitos e sobreca-
sacas de casemiras de cores com golla de velludo e sem ella, pintado
popelina de seda, ditos de bombasina de cores, ditos de naca do ^eda
decores, ditos pretos, ditos de fustSo de cores, ditos de hrim de linho
dilosde meados do linho, ditos de ganga de cores, calcas de casera a
de core*, ditas dei fuslilo, ditas de brim, ditas do ganga de cores, col e es
i^ludo.dltoadegurgaro decores, ditos de* fuftao brancoedeco-
Oicao! oieao
Queijos de pinha, llanicngo,
SuiSSOS, de prfta lina ;
Champagne em gigos, batatas,
Helias massts p'ra terrina :
Amendoas, pascas, castinbas,
So petisco permanente ;
Mermelada he de chupla,
< hambre he de patente :
Conservas e bolachinha,
Iloa musa poitugueza,
^ozes, confeitos, macSas
Amcisa rica fianceza :
Marrasquino superior .
Licor rraucezsein i::uil :
Nada melhor que o hom roso,
O rxo de Portugal!
olera
DA
provincia
m
m-x-
'SCp
O Soares junto ao Hosario
Tudo vende com pra/.cr :
Chega, gente, o porlo velho
lia vida a quem qu^r morrer.
Hrecisa-se saber para negocio de
interesst, seainda existe ou existi nesta
cidade o Sr. Francisco Goocalvet do Re-
g: (jiiem souber onde elle' esta' ou al-
fuem de sua familia he avor commnni- ??/ ^jk tj^ lnortia/lA
ca-lo na ra do Vigariocasa n. 7. "f ^W Ui5 9clUll6
--- Precisa-se alugar urna casa terrea ou ^5 n n r~ ,-. r.\
sobradiuhu no bairro de Santo Antonio, pie- IGnaci Flrmo Javier es- V
tenndo-serui das Cruzes, ra Bella e vizi- tt lal)cleceu em seu sitio da I'assagetn 9
nhaoca, ra as Flores, ele paga-se adian- X\ da Mafdalena, que ica ao norte
lado : quem tiver annuncie para ser procu- g d* estrada entre a ponte grande
- OSr.Joa ItibeirodeFarias be rogado 3 ^ j! P^'-^CI.ora-Menino, ex- |
a vir a ra estrella do Ito-ario, loja u. &rpa- O Cl\^n^ acommodaroes para re- 9
ra desfazer um engao que houve conlia o .3 ceer todas as pessoas enfermas
senhor, isto no prazo e tres das, a contar
desta ib,la.
i corupra-se efleciivamente na ra da
Flores n 37, primeiro andar, plices da di-
vida publica e provincial, aeges das compa-
, nhias, e lia-s diiibeiro a juros em grandes e
pequeas quanlias sobre penborea
--- Na lu.idicaodoBsiim n. ft.es, conli-
I nua-s"e a comprar cITeclivaniente bronze, la-
tao e cobre velbo. .
O abaixo assignado avisa ao publico que ; Compram-se formas e mais pertaooes
de hoje em vante se obriga a pagar a sor- Para r*zer v''s de carnauba; junto a taber-
te grande ca immediata no dia da ex-!"* 6rande ds s"ledade.
tracr.lo em sen escrintorio na na dn Compram-se dous ornamntos branoo
ColleVin n >! nma.. i w I e encarnado, calix e missat, ludo em boro
.'?.'i; o "dai;: ,Vpnde uso; achando com quem tr.Ur no Cvm-
cii por.,,0 de 1 OOj* para cima dinhero a nasio.
vista Ilhetes e mcios garantidos dos 81
por cento pelos seguiutes preros:
Bilbetes .soO .Mcios 2J250
os bilbetes da loteria recolhida sao rece-
bidosem troca de outros.
P. J. Laymo,
I'recisa-se de una mtilher de meia
idade, parda ou preta para fazer o erri-
ce interno de urna familia de Iros pessoas :
na ra estreita do Rosario n. SO, pri-
meiro andar.
parecer na Passagem da Magdalena, sitio do v>. tro ou fora H-st n\A
Sr. oao Manuel Itod.igues Valonea ou a ra f L** .dtS,a C,fade Pode>-a
do llru'ii ii. 2i, armazem. g P'OCnrado a qualquer hora do
_____ggtjgg*____
oliihiliav
para o anno de f88.
Acharo-se a
folhinhas
Mar lili ao
ePar
O palhabole Lindo Paquete, capitao
Jos Pinto Nunes, vai seguir oestes dias,
podeainda receber algitma carga : para
tratar no escrptOUO dos consignatarios
Almeida Gomes. Alves \ C. na na de
Cruz n. 27.
C^'u' e Aea-
raco
Segu com brevidade o palhabole Sobra-
tense, capilito Francisco Jos da sjiva Ijalie,
recebe caiga: a tratar com Caelsno Cyriaco
la C. M na ra da Cadeia do Recita 2.
Para Lisboa sabe com brevidade, tn-
do parte da carga prompta, a barca portu-
gueza Maria Jos, capilao Jos Ferreira Les-
sa : para o reslo e passafeiros, trata-se com
os seus consignatarios Francisco Severiano
tabello & Pililo, ou com o capitao na praca
do commercio.
Para Lisboa pretendo carragar e sahir
cim brevidade abarca braslloira Amelia, da
qual he capitao Jeronymo Jos Martins, por
ter parte do seu carregaraenio engajado :
quem na inesma quizer corregir, pie con-
vencionar com Amorim Irmaos, ra da Ciuz
n. 3.
Para o Porto, seguo em poneos dias,
por ter prompta a maior part de sua carga
o veleiro patacho poriuguez Duque do Por-
to, para u reslo da carga e passaxeiron, para
0 que lora cxcellente commodos : irata-se
cora seu consignatario Domingos Alves Ma-
theus, na ra do Apollo n. 23.
Para o Kio de Janeiro, sahe no dia
20do corrente mez o bein ronhecido bri-
gue Sagitario, o qual lem a maior parle
de seu carregamento prompto, para o
restante e panageiros trata-te com Ha-
noel Francisco da Silva Carrico, na ra
to Yigario n. 17, primeiro andar ou
com o capitao a bordo.
Para Lisboa.
Segu em poucos dias o veleiro brigue
portugus Peninsular, por ter paite de
seu carregamento prompto, quero no
mesmo quizer carregar ou ir d.i passa-
gem para o que tem excellentes comino-
dos trata-sc com os consignatarios Novaes
A G. na ra do Trapiche n. "'.
Para a Baii i.
A voleira o bem conhecida somaea nacio-
nal Hortencia, pretende seguir com muita
brevidade, e tem prompto melado de seu
earregameuto; para o resto trata se com o
seu consignatario Antonio Luiz d.s Olivea
Azevedo, ra ', Cruz n. 1.
- Parj a ilba de S. Miguel sahe com toda
a brevidado o muito veleiro patacho portu-
guiz Lima ; | ara carga o p issageiros. para
oque tdm cxceilenies commodos- a tilai
rom os consigna la'rios Thomazde Aqaino
ronseca & Fitio, na ra do Vlgsrio n. 19,
primeiro andar, ou com o ca.it"m na praca
Para Lisboa segu com brevidade a
barca Ligara, por ler parte de sua carga
1 promp'a : quem na mesma oui/.cr carregar
ou ir de passagem, dirija-se a Cuilhcrrae
1 arvallio t C, no largo da Peloui inha n. 5
a 7, ou com o capiUo na praca.
i ara o vi > dri Janeiro
O v leiro biigue nacional Tes Amigos.
pretende seguir com niulia breviJade. tem
prompto meta lo de sencarregement, para
o resto tiata-sn com o seu consignatario An-
tonio Luiz de (iliveira Atevedo, un da Cr.iz
n. I.
Ol.MVEHSO ILUSTRADO,
'[irfiM'i'vco iinMiiiiiiirnl
Jornal de instruco >o e recreio.
K-ta publicigao ter comeco no mez de
jamuro de IS58. e constar de Ires nmeros
mcnsalniPnie.
o seu uni fim he publicar os retratos
e biographiasdos homens mais Ilustres por
r. .s;!;S",c"0 *, "to'u "i'nda i ?ufrarss,sust
lazai publico que se acham a venda no .ernces das paisagens, monumentos o ci
pavimento terreo da casa da ra da A uro- (la'les m8ls notaveis de todo o globo.
ra n. 26, das 9 horas da manhC.a as o n,,0?cllJ'' Universo lllustrado
imeiro ^
pateo
| Uelronte da ordem tercei-
rade S. Francisco
CO.VSLTOKIO H0ME0PATHIC0
O
Wf-P-A. LOBO HOSCOSO
medico parteii o c operador.
O Dr. LoboMoscoso, d consultas todos os
das e pratica qualqueroperacSo do cirurcia,
assim como.accode com toda a promptdSo
as pessoas que precisarem do seu prestm
para o serv.co de partos, praticando as o-
peraces mant.aes ou instrumentaes, quan-
onao possa conseguir resultado por meio
Ja homeopathi. qil8 tantas vezestem ven-
ades. aun nareciam nsupe-
ravi'U
que pareciam
H
7
-V
~
lili
da tarde bilbetes c meioi da lerceira
parte da primeira loteria do Gvmnasio
Pernamboeano, cujas rodas andarSo no
dia 0 do futuro me/, de Janeiro.
Thesouraria das loteras, 2* de dezem-
bro de 1857.O escrivao, Jos Maria da
Cruz.
Pro

oincia.
felues bilbetes rubricados pelo abaixo as-
signado :
Hs 553
3409
2964
2or
.S2S
2831
")I2V
-2287
2508
2361
2,2
070
2568
29i7
93 i
1550
1107
".42
82
127(1
3469
218
Sao pagas as sortea grandese os premios
ate 20$ no escriptorio
nado na ra 1:000$
1 lOOOj 1 ineio.
i-OO.s- 2 ditos.
200$ 2 ditos.
IO0.S 2 ditos.
100$ 1 dito.
i uns 1 dito.
50$ 2 ditos.
50$ 2 ditos.
50$ 2 ditos.
50$ i bilhete.
50$ 1 dito.
20$ 2 meios.
20$ 2 ditos.
20$ 2 ditos.
20* Bilhete.
20.S* 2 meios.
20$ 1 dito.
20$ 2 ditos.
20$ Bilhete.
20$ i meio.
20/j 1 dito.
contaia, alem da estampa lilographada
quatro paginas em folio, descreyendo a bio-
graphia nos reslratos, ou a noticia dos mu-
nunicnlos que forera'bntregues junto com
a lolna.
Nos tres primeiros nmeros serao publi-
cados os retratos e biographias deS. M 1.0
Senhor]). Peiro II, e S U. It o Senhor I)
Pedro V, e o do hilante I). Luiz. duque do
Porto '
Nosseguintea metes serao publica los os
retratos da actual imperatriz e princeza im-
perial oo Itresil, do I). Fernando II de Por-
tugal, do infamo I) Joao. da rotura rainha
de Portugal, de O. Maria II, de I), le 1ro I do
i.rasil e IV de Portugal, de I). Miguel, Men-
acs 1,,-ai Janiur, Aleudre ll-rculano, du-
queida Tere ira, du,ue de Saldanha, conde
tialonte de Santa Maria, S da Handeira
Sefiir i [ mei'Ja Garrctt, Vatco da (iama. Alfonso de
segunda parte da segunda lotera do! Albuquerque, etc etc.; bera como os mo
collegio dos orphaos. r.umntos e cidades, a saber vista do Ido
Foram vendidas as se,iuintes sortes nos ,ane'ro' panorama de Lisboa, vista do
lorio, de Coimbra, de tliaga, deCuima-
rdes. de Vianoa, de villa Iteal, de Mafra,
palacio das Secessida les, igreja e torre dos
liengos no Porto, ponte do Poito, Uom Je-
ss em Braga, palacio da lirejoeira, prxi-
mo a MoncSo, no Minho, naufragio de Ca-
rnees, o magnifico monumento e descrip-
cao da famosa estatua equestre de el-rei O
Jos I, no lugr.r do Poco em Lisboa, etc.,
etc., etc. '
Cada anuo serao publicados 18 retratse
i vistas das mais importantes.
Para esta publicacao subscreve-se em Per-
narnbuco na rua Ca Cadeia do Iteole n. J,
primeiro andar.
in anno 38 nmeros e 36 estampas 20;000
seismezesis 8 > t(;ooo
Tres mozes 9 9 6sOO
Ummoz 3 > 3 3:000
l'cpois da obra publ.eaJa distar caja
mSom a""'c" Pul,1,eacau lle um an"
--- Na Estrada >"ova, taberna do Antonio
ue"errosiCrrela, se dir qu-m lera para
vender 100 pea do coqueiros com um anuo a
dous Ue nasc Jos. de escolente quali.ta lo e
por comraodo preo : tambera se ven le a
retalho.
... Precisa-se. lugar um primeiro ou se-
o un Jo andar de um sobrado, preferindo-se
na ircgiiezia de Santo Antonio, pagando se
a i.uilaJo; quem liver, dirija-so a ruado
crespn. 23, loja Ue Antonio Gongalvcs de
P
uo ahaixo assig-
legio ii. 21.
lioga-seao Sr. Joaquim Gelsino deMes-
Iri
sacro com I lp> arroba de Tar.nha de : Cr'""xle mez de >^mbro cassou os pode-
8.0, 1 libas dtelas, | ditas do caf, l
lOlija azeitp doce ou genobra, 1 arroba ba-
ihao einbmlliado em um couro, 5 s ,c
TJ,Z";*..on* 'carnado : quem o
diri-
seSo
ipen
BCllOU ou tiver noticia doditocwallo*
ja-sc -
rua
SS1I0.
es que elle c sua mullior haviara confer Jo
aseucunhado Manoel Antonio Dias, para
liquidacaoda casa do fallecido Manoel Anto-
nio uias, sogro do anuunciante, ticando as-
ura do nenhum effeito a respectiva procura-
a Antonio (; mcalves Ferreira'cases, l,3^9 mcsmo nnonciante e sua mulner
do Apollo n. 2, uno sera recompon-'T
is-garam uo cartono de paz do escrivao
idirtto, na Irpgnezia da liscada.
--- Chegou urna porCao do rap fabricado I 7dft55S.,Mll C?T*' n)orador na
pelo lian Lira, em r.aranhuns: os nreten- ^-V 1. .a!,Sa"to A,,l0ll" 26, pre-
den.es podem procura-lo na rua Z S,,cr-' Z\ h!", ." ^ JoS1, Wnt0 de AraJ. "-
uia em casa
I)-se para amameutar pessoa capaz 1
urna enanca e paga-sa bo n : quem estiver
dirija-so ,1 rua das
.-. i-m i.arannuns os preten-. Cisa fallar i-,r 1 i,
dem procura-lo na rua da Concor- t-ra de 11V "nt
sa de Manoel Firmino Perreira. I ., s-
Afiiassadoresa
nesias circimsUncias
Precisa-se do dous amassa lores
------------ -, UM.,' III. ... I -|------- V
-- Aiuga seuina csa lerr.a ao pdaDa-; e a ll0lle. "O referido sitio,
dara em Santo Amarinho, a tratar na mes- '..? a "\cepcao dos das uteis. das )
mapap,a/a borMdamanha a*s 4 da tard
&tt^^^%%2 ^---encomradonon,.
Espirito Simo, por cuna da loja di bahus. ar do sobado n. 9, do
Precisa so de urna a.na torra ou esc-a- ''"Carmo.
va, para casa de familia que s'conlem duas );3:'3;'?-'>;'ii^-flRfr' (9S7SSa.i
pessoas para o sorvico interno e estenio : v
no aterro da Boa-Vista n II, se dir.
ArrcnJa-sca mata da propriedade Api-
pucos ; os prcieudenies dinjam-se a casa '
o respectivo admiuistraJor, munidos de
fiador idoueo, no dia 28 do corrente, palas:
10 Uoras da rcanliaa.
Desappareceu no dia sesta-feira, M do
corrente, um menino de nome Liz di, Fran-
ca, menor de 10 annos, lilbo de Jos Cori-
ro da Silva, que indo em companhia de um
primo a Kora de Portas, deseucanlrou-se do
me.-mo, e at hoje nao se sabe noticias : por
isso quem do mesmo souber ou der noticias,
ilinja-se a rua do Fogo, casa do Sr. Jos, pin-
tor, n 12. r
Precisarse de douf escravos para o ser-
vico interno de urna casa,,paga-se bera : a
tratar na rua Imperial sobrado n. 67. se-
gundo andar.
Obras de tartaruga.
Jos Joaquim da Cunha Guiraaraes, esta-
beleciio com loja de tartarugueiro na rua
las irincoeiras o. 8. com a frente pintada
de verde, faz sciente ao respeitavel publico
aseos Ireguezes, queseaba de receber de
tranca um completo sorlimento de pente-
de tartaiuga do mais apurado gosto do mer-
cado, ssim como na mesma loja costuma a
tersempie uro sorlimenlo do obra feila de
tartaruga da Ierra ; promptificam-so tams
bem todos os concei'tos com promplidao e
preces comino los.
Da-se at 1:0003 com hyrolheca cm
urna casa lerrea livro e desombiracada (sen-
do em boa rua;; quem lat negocio quizer
lazer, dirija-so a rua da Yirac/ao n. 9, que
chara coa quem tratar.
- No engenho Martapagipe, distante do
iiccire 8 legoas, e da esUcO da estrada de
fciro, no Cabo, i, piccisa-sede um mestre
Je meninos cora as habilitaccs neces^arias
para ensillar primeiras leltras, grammali-a
^ortugueza e latina : quem estiver nestas
circumstancias e quizer exercer o msgbt'.-
rio, annuncie para ser procurado, ou dirja-
se a casa doSr Francisco de Paula Carneiro
Leao, no llecife, aterro da Boa-Vista. Haveo-
do no engenho urna capella, em iguaes cir-
cunstancias, prelere-se a um sacerdote.
:-\:000 :::-.:: :.?;:
vi?
o
u
o
m
9
9
Q
-
Meuron
je:
Com deposito ge-
ral ti o seu rap Alea
Preta, na rua da
Cruz n. 26, muda-
ramsse para a mes-
illa rua ii. 25, pri-
meiro andar.
1

w;
T-::
:':-
se
para
b Roubo de um cavallo
Furtaram na noito de 21 do corrente do
sitio em Sanl'Anna,
manso ; cimas brancas e arelas, e a cauda
lamben, mas com as poutas brancas, cascos
Draneos e bastante grandes, e alguroa cousa
moles: quera achar, e levar este cavallo ao
s inredito sitio,ou no RcciTc na ruado Trapi-
che Novo n. 10. em casa de Patou Nash &
u, sera bera re-compensado.
governo e a
colonisacao,
Acaba le chegar do Bio de Janeiro alguns
C
dencia livraria n. 6 e 8.
Precisa-se do urna ama forra ou cap-
tiva, para o servico de urna casa de pouca
Emilia ; na praca do Corpo Santo n. 17.
Na liviana ns. 0 e 8 da piara da
Independencia, precisa-se fallar a Sr.
Joarpiun Antonio de Moraes.
irm7nl,'0 rTemat'arV L* B-VI-gem^e ha de
,Z,T .as re,,das dos silios de Coqueiros,
Pertencentfis ao patrimonio desta irmanda-
tdMTttWsd,r,iam oco".dto-
?da f'1 irraandade no dia domingo 27 de
des^rfaaS IOnoM "^a, munido
de seus Dadores, para poderem concorrer no
co da arremacao. secretario, J. J. Co-

O
O
m
de serventes forros ou escravos,
servico debaixo de cobei la.
''.' .''"^'S-S-ft r<.:ur>;?.: **.<*
g tmmn mmm. %
.. lauloU.iisnoa1|eni8l.,ruaNova ii.ll i *&
V- '-'"-"^^";--."';-'l^^S torisado pelo governoVr^laVe^socedar
^rrVin/r ;:^;v;;\-v;'-:-"''-''-' ''"de medicina. Kste
SLGURO CONTRA FOtO. goslo agradavel e laci
Companhia Altiiiucr.
SaMbataeidj cm Londres, m marco da 1824.
Capital cinco milhocs de libras estarlinas.
SaunJars Brolhers & C, ten a konra da in-
orwar aos Ara. negociantes, proprietarios de casas
i a quesj mais r.onvier qua estao plenamente u- i P"rtps, da idade critica e da acrimonia he-
??.' dil> "mP.a"hia par. 'effec.u.r segu- %*RtS!*XL 1^. Vt^l
Consultorio
CENTRAL HQMEDPA-
THICO.
RUA DE SAMO AMARO,
(Mundo Novo n. G)
B O r. Sabino Oleaario Lodg.ro Pinho ^
& da conulla lodos os nas olei, dedes8
P hora* d manbrta a 3 da lard,. Os convi- VJ Ul par, vuila deverlo xr dirigido por 1^
a ecnplo. O, pobres ao medicado aralui-
wlamenle. 2,
BOB LAIFECTELR- ww"'
O nico autorisad; por decito do conutlho real,
derreo imperial.
Os mdicos dos hospiuies recommendam o
arrobe de Lallccleur, como sendo o nico
tonsado pelo governo e pela real socieda-
de medicina. Este medicamenlo de um
sto agradavel e fcil a tomar em secreto
esta em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, sora mercurio, as af.
fcecues da pelle, impingens, as consequen-
cias das samas, ulceras e os accidentes dos
venda as bem condecida
rupressas nesta typographia,
para o anno que vem, das seguintes qua-
lidades:
Folbinba de variedade, contendo, alm
dos mezes, inultas noticias scientificas,
modo de plantar.e colber a ora canoa
de assucar, noticia sobre o milho" e al
godo, e urna serie de conbecimentos
das artes, etc., etc., cada urna. 320
Dita religiosa, a qual, alem dos mezes,
se reuni a contiiitiacao da bibliotbeca
do ebristao brasileiro, contendo os se-
guintes oficios j do Menino Jess, San-
tsimo Sacramento, Senhor dos Affli-
tos, Pai\ao, Nossa Senhora do Carmo.
San-Jos, Santa Anna, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. SaDta Kita,
Santa Barbara, Almas, Cora cao de Je-
ss ; assim (-orno outras oraces, etc.,
^.e,c.......... 320
Dita ecclesiastica ou de padre, elaborada
pelo [\vm. conego penitenciario da S
dei Olinda, segundo a rubrica, a qual
foi revista pelo Exm. Sr. bispo, que a
julgou certa, como de sua carta exis-
tente nesta typographia. iOO
Dita de porta, na forma usada at ago-
!'.a- .......ib
>endem-se nicamente na liviarians.
6 e 8 da praca da Independencia.
>^ Jf?*0. rO
ROA DO QEIMADO
Grande e novo
sortmento de fazendas de
todas as qualidades,?Ju-
das pelos ltimos navios
da Europa.
ros,obre edificios de tijolo a pedra, cobertos'da
ha a igualmentisobre os objectos quecontivarem
.Novidade de Paris, faieuda da seda com ra-
banera e li.tra maliiada para vestido de
ftihora,muilo proprio para a eilaco. eo-
vado..........
Belleza de Bengala, fazenda loda de i'ed
lranparenle com li-lros matizada ,
propna paia haile-, covado.....
Cambiis t ,eda de Bengala coro lislras iua-
'ii j l ., covado.........
liareg de seda com quadros e li^m asieli-
nadas, covado.........
lirosdensplts prelo e de coie, muilo "sql
perior, covado.........
Dito dilo de dito muilo largo, proprio pala
forros de obra, covado......
Sedas de quadrivho, covado.....
Pono de eda aiselinado......
Mutsulina branca e de cures, covado. .
Osas franeezas de cores li\a, covado. .
Cintas franeezas, o covndo......
Velbutina de cores, eovado......
Mantas de lilond prelas e braocas, proprias
para easarneoloa, cota lo.....
Panno lino prelo e de core, para todos o
presos ............
Chapeo de pallinha, luirados, proprio pa-
ra a etlirao..........
Chala de td de cores, superiores ,
Dilo de merino bordados a velludo ',
Ditos de dilo de dilo ed.......
Dilos de dilo bordados m S poula. '. '.
Dilo de dita eom liilra de seda .
Ditos de dilo liio com franjas de seda .
Ditos de dilo com franjas de lia .
Dilos de lia adamascados, preloa e de ereil
Grvala de leda com ponas comprida i
regencia...........
lilas de dila com dilas a priocipe de (ial-
Dilas de dilas a' americana. ..." .'
Corle de collcle de velludo de novo
iaaoo
IsWi
letn
180OO
.'.-IXMt
lbOO
950
950
320
.-i'iii
80
WIO
a
9
iteooo
9
173000
99000
129000
70000
(>9oon
55000
39U0U
proprios
novos pa-
9
19000
loeoiM)
9
39000
*9
750II
79500
19000
9
9
05000
.55500
15000
59000
4*500
350UO
llOOO
ia50u
5I0OO
rlios, a bexiga, as contracQOes e a fraqueza
dos orgilos, procedida do abuso das injec-
coes ou de sondas. Como aiili-syphililicos
)S mev0s fl.l.i;;e ... '. ------, .,.--------*----------->, vuiuu niu-M puiiHii'.Os
, f.,.H ed.",cl0s1"er conS'st* ro mobilia ou o arrobo cura era pouco lempo os Ilusos re-
'i raiandas da quabjuer qualidada.
JOII.N CAT1S,
correlor geral
E AGENTE DE LEILOES CO.MMEHC1AES,
n- ao, rua do Torres,
PIUMEIllO ANDAR,
Taca do Corpo Santo
o iVl""^ "! '""'o no dia '.Ido correte
oescravo Antonio,mulato, de
; cuntes ou rebeldes, que volvem incessantas
em consequencia do emprego da copaliibe,
da cubeba ou das injeccoes que representen!
OTirussem neutralisa-lo. O arrobe LatTec:
mercurio eao iodoreto de potassio.--Lisboa-
--Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca de I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar urna gran-
alar.coramarV;iadV,caraVe?c^-'- '"' ?-C^f*-*S ga"'hS .gr"-nd^ '
tt>L&0& &&**(**.
lIctrtiamlittcjitiA.
Domingo -27 do corrente lia veri sessSo cx-
traorJinaria da assembla g 1.1, as to huras
: Ii manha
A obra do hospital Pe lio II, pre-
cisa de olliciaes depedreiro c carapina.
Precisa-se de uoia ama forra par tolo
o ssrvico uit. rno e externo de urna casa de
pequeoa familia ; na rua dos Pires n. 8.
n.i 12", fc'. -9' I"11 "' 'aiificado.-Ma- mas i i'ernambuco, Soum : Rio de Janeiro
,,'.''s" Aq"1",0 de Aibiiquerqoe. ocha & Filhos ; e Moreira, loja de drogas ',
tna rfo ri e l0,nar a P,em, a cnn- Vllla ^ova. 'oSo Poreira de .Magatcs Leite :
H ",',t,i"'HCe"t0' <1land?-se Pr stl:: ni0 ('ri""lp. Francisco de Paula Coutoi C,
A quem interes.-ar.
Solicita-se pela polica qualquer preten-
cSo, pelos feitos geraes e provinciaes, d-
se ba.-aco de casas c lojaa; pelo ecclesiasti-
co, certidao de baptismo, nbito o jusiilica-
efles, ludo a contento, mediante mdica
paga ; no Recife, botica do ^r. Antonio Pe-
dro das Naves, junio o arco da Concejero ;
Cai-
padrti ... a ... .
Dilos de selim brauco bordado
para caiamenlo. ...
Dilo de gorgurao de seda de
dr6rs .........
Dilo decalca de csseinira de todas as qoa-
lidades..........
Chapeo de sol de seda superiores .
Chapeos de masst francezes.....
Lencos de cambraia bordados, lino, pira
inSo..........."
Luvjs de leda de (odas as qoalidadta, i'.aia
liomenr, seoliora e mininas.....
Corles de veslido de seda de crese brancos
rek m o mais superior e moderno que
lia no mercado ..........
Pablos de argentina de core escuras '.
Dilos alpaca de de cores lina.". .
Dilos de dita prela.......
Dilos de fusldo ass'tiiuilo .....",
pilos de ganga de core ......
Dilos de brim de quadiinlius.....
Dilos de brim pardo lino. ....'.
Dilo de hrelauha de lindo branco. '. '.
(joiidulasde alpaca prela e de fute. .
Ero frente do becco da .Congregado.'Manada
loja Se eregens, a segunda de fazenda u. 40.
-,,' Cubos sortidos ra Kussia,
10 e Maniilia.
Lonas d Kussia, bros e brin- S
zoes. -a
Cobre e metal para forro com fi
presos. ;
Oleo de linhaca e Velas stean- fi
as. -a
Estanho em barrmbas, Bar- ja
9 -"ii.a. :*
Q \ inlios linos de Moselle e Joan- a
(m nisberg espumoso, e de Bordona S
0 em quartolas. 5;
6 C. J. ASI LEV r\ C. Q
Nova agua de malabar.
Vende-se esta aua a melhor que tem ap
parecido para tingir o cabello e suissas de
pie!., :11a livraria universal rua do Collegio
'i.20, da-sc junto um impresso gratis ensi-
llando a lumia dnapplicsr.
Charutos,

'.-
u dos Prazeaja n. 10, qua s?r recompen-
sado.
compras nem de cobran
belccimento.
IMIir .Mili IIC -'- ------^...w pv iiii|f<;ii,iuB -1
de seu esta-jJ>""llld*'rena Pbrotuejas asperida- lerentes azeodas para vender-se e fazer,
.u^.peJ?lf.n^r!a:rescur eoavellu- qualquer obra lo'encort.mcnda o Vi"1 "T^*"*"""?
Krt um so para todos. S" | SUS^S^
1 dado da primorosa da vida.
. S'.l
sao ehegadoi e aeham-M a venda os ver.iadeira
ingletea pairnlr: na na
armazem de fazendas da
MUTILADO
ILEGIVEL
.



\
V
DIARIO DE PERNAMBUCO SABBADO 2C, DE DEZKMBRO 1857
', I
Vendem-se latas com marmelada mui-
to rfjva, de t e 2 libras, queijos do reino
mmto frescaas, -tudo po* prego commudo :
na ra dos Martyrios n. 36.
Chapeos pura seuhoras*
Itequissimos chapeos cbapelinhos), tanlo
de boda, corno de jiallia do Italia, de diver-
sas cores, ditos de palha de arroz, dilCs de
roco>coraaljofares,os maislindosquese pode
encontrar eui i'ernambuco. (Juanlo o preco
muguem deixar de comprar, a vista da
quklidade. os goslos 3o os mais modernos
em Pars : na roa do Crespo n. casa de
. Falque-
Camisas francesas.
O luaior,.ciis completo sorlimtuto de
camisas franceza, que se pode encontrar,
tanto brancas, como do cor, lisas e borda-
das, assim como de fuslSo de algodao, e de
linho, endem-se em porcSo e a relalho, por .,"
menospreco qneero outia qualquer paite
no esTabelecmento de J. Falque, ra do
Crespo n. ; na inesma casa ta utn sor t-
mente de grvalas, sem igual nesta praca,
sendo ricas mantas de velludo, cbamalole,
sed, e gorgurSo, chamadas Principe Al-
berto, o de todos os leitios, que se pode
desejar, por prego mullo razoavel.
Charutos superiores.
Teni para vender Antonio Loiz de 01 i -
vena Azevedo, no seu escriptorio na ra da
Cruz n. 1.
Viiiliu do Porto em eaixas
de urna e duas duzias.
Vende Antonio I.uiz de Oliveira Azevedo,
no sen escriptorio na ra da Cruz n. 1.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo tem
para vender no seu escriptorio na ra da
Cruz ti. I, camas de Trro, lavatorios de Tr-
ro, gomina arbica tina.
liu de
BLANDA 11HE
fua do Trapicho Novo
n. 12.
Avisa "amantes dos bons peliscos, que i
acaba dereceher pelo ultimo navio cli gado
do Franca, um soilimento de conseivas li-
iiK-m u as dos mais acreditados autores na
1 ranga
Vendorr.-so bandos ou almoTadas do(de escravos ; vcudc-se na ra do Crespo,
clina para augmentar os ponteados das se- loja da esquina que volta para a ra da Ca-
nforas ; na ra da Cadeia do Kccifo n. 24, doia.
Li\ ros em
primeiro-andar, casa de Manoel Antonio da
Silva Aulunes.
#lgod!o da a-
Iiia.
mineo.
Algod&o da Baha e
alg'Otllo.
Vende Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
no seu escriptorio na ra da Cruz n. 1.
Vendem-se duas canoas de conduzir
materiaes, em bom uso, e fabricadas do no-
vo, pegando urna 1,800 lijlos, e a oulra um
ruilbeiro; a fallar com Francisco Tiburcio
de Souza Neves, na ra do llrum defrontc do
rhafariz.
- Vendem-se cadeiras para sala de jun-
tar, muito fortes, e mesas para dito, por
pregos commodos : na ra das flores u. ti,
de L Pugi.
Vendem-se barris de quinto com su-
perior vinho de Lisboa, tinto, branco, e vi-
nagre ; no armazem da ra de Apollo n. 5.
Veudem-se saceos com farinha, che-
gados agora do Ceai no Novo Anglica, as-
sim como ditos com milho e gomina, dem
armazenados no armazem do caes do Hamos,
de Francisco de Paula Figueira de Saboia,
oa tratar no seu escriptorio na ra de Apol-
lo n. 5.
Prezepio.
Na confeilaria 39 A, confronte ao Rosario
em Sanio Antonio, vendem-se lindos objec-
los para prezepio.
VINHO DO PORTO SUPERIOR.
Duque1815.
Em caixas de urna c duas duzias de gar-
rafas.
Chamico.
Em barris de oitvo : vende-se a prego
cmodo em casa de Barroca & Castro,
ra da Cadeia do Kccifo n. 4.
Vende-se um sitio em trras proprias,
distante desta cidade meia legua, com casa
de pedra e cal e cozinha, coberto das me-
lliores larangeias, jaqueiras, mapgueiras,
cajueiros, coqueiros e oulras mu i tus fruc-
teiras, com baixa e planta do capim, e boa
agua potavel, todo cercado de cerca nativa :
a tratar na ra do Kosario da Koa-Vista
n. 23.
Vende-se um preto de nngfo com ol-
cio de pedreiro, bastante robusto para qual-
quer seivigo; na ra da l'raiade Santa Bit
n. 13.
A' Soleilade.
Cbegou venda grande ao lado da igreja
da Soledade, uui novo sorlimenlo de frucias
verdes e seccas, como sejam :.maguas, pe-
ras, eastanhss, ameixas, gingeras, abru-
nlios, passas, figos, emcaixiuhas do 4 libras,
ainendoas, marmelada, queijos do reino e
do serillo, muito novos, e todos os mais g-
neros tendentes a esto estabelecimenlo, por
um preco commodo.
Espartilho.
Em casa de J. Falque, acba-se um sorli
inanto de mais de 500 espartilhos, de todas
as qualidades e fuilios, tanto para senbora,
como meninas, requissimos espartilhos de
cbamalole, selim e seda, braneos e de cor.
para senhora ; quanlo aes precos tem de
3*000 a 305000 : na ra do Crespo n. 4.
Bouecas.
Grande, e variado sorlimenlo de bonecas,
vestidas e por vestir, de todos os lamanbos,
at mais de 3 palmos de altura, os piceos
3o mais razoaveis, do que em oulra qual-
quer parle. Em casa deJ. Falque, ra do
Crespo n. 4.
Vendem-se travejamentos de louro de
varios tamanhos : na praia de Santa Kila
resttlac3o.
CAVALLO?
Vende-se na ra do Cano, coebeira de Al-
meida Guedes um cavallo gordo e bom an-
dador de ludo.
(]hapeos de sol.
Vendem-se na ra Nova n. 2.2, casa
de relojociro, por preco mnilo em corita.
V'eniie-se marmelada muito nova em
a 60D rs., dita em quarlas, passas, fi-
gos, nozes, amendoas, bucoitos em caizi-
nhas e em Iilira, concervas, azeilonas, ma-
ga de tomates, presuntos, queijos de i Inlm,
ditos llamengos', vinhos para mesa e linos,
champagne, marrasquino, licoies e mais
gneros por prego commodo : defronte
casa da relago n. 28.
f Cortes de vestido do seda da ulti- g
.4a ma moda, mais modernos do que os j
W debabaJos, senlo de superioj ouali- ;??
dade vendem-se na loja de Leite, **?
W Arlhur & C, ra doQueimado u 10 @
l\a loja*
das seis porlas
Em
Vende Aulonio Luiz do Oliveira Azevedo,
no seu escriptorio na ra da Cruz n. i.
Fasendas baratas.
Obarateiro da ruada Cadeia do Hecife,
loja n. 50, esquina defronle da ra da M' dre
de heos, contiu'a n vender fazendas tiaralas,
tanto ciq.atar.ado como a relalho, e tein para
vender alem de muitas fazendas boas e ba-
ratas, corles de cassa chita a lc600 e 2?, cas-
sas de cores largas a 320, 4*0, 500 e 560 a
vara, chitas boas de cores lisas o covado a
160, ISO e 200 rs., ditas largas francezas, de
bonitos gostos a 200, 280, 300 e3a0, mussu-
li .as de lodas as cores, bonitas a 360 e 400
rs., laazinhas de cores para vestido a 800 rs.
da [o covado, cassa para bahados a 200 rs. a va-
ra, c 13500 a pega, algodao de duas larguras
proprio para lenges e toalhas de mesa a 560
a vara, cambraias lisas par, forro e vestido
a 2#5O0, 3o, 35500 e 4o a pega, panno pret a
"2/400 o covadi, luvas de seda de cores pra
senhora e homem, chales.de la e merino
lisos e bordados, lengos de cambraia de al-
godao c de linlio, e grande variedadede fa-
zendas que a dinbeiro se veudem por acom-
modadissimos precos, e d3o-se amostras.
Cal de, Lisboanova.
Vendem-se barris com cal nova de Lisboa
em pedra, por menos do que em outra qual-
quer parte ; na ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50. defronle da ra da Madre de Dos.
.Livramento FABRICA DE CALCADO TA-
xiado, no aterro da Boa
Vista ii. 46, derotite da
padaria do Sr. Costa.
Cheguem pechincha, borzeguins com
borracha a 65500, de bolOcs a 5 e 5o500, sa-
patoes de bezerro, ditos de couro ae lustre
a 4 e 4a50O, ditos gaspiados com borracha a
5t, sapalos de entrada baixa, sapatos de
tranga a 25, ditos de tapete, ditos de marro-
quim, couio de lustre, couro preto e mar-
roquim, tanlo para senhora como para ho-
mem, c todas as mais qualidades do caiga-
dos, os quaes vendem-se por pregos muito
commodo*, e tem sempre troco miudo, e se
vendem por menos doz por cento aos logis-
las ou nessossque negociam para o malo.
Vende-se um carro inglez de 4 rodas
e 4 assenlos, para 1 ou 2 cavallos, com co-
lieria, e com os competentesarreios ; e tam-
bem um cabriolet inglez com os arreios :
na ra do Trapiche .Novo n. 10, ou na Loa-
Vista em casa do .sr. l'oirier
Vende-se na ra da .Madre de Dees
n. 12, armazem ce Novaes Si C. barr
de ferro ou cubos hydraulicos, para de-
psitos de fezes, a prero commodo.
Vende-se muioem conla um piano em
mcio uso, do celebre autor Broadwood, he
de mogno e quadrado, e custou quando no-
vo mais de 1 .Odor : na ra do Trapiche No-
vo n. iO.
pnRaffc
do, de 3 a 8 palmos de brea, as quaes so
ecliama vendapor preoocommodo e com
promptidao, embai-cam-se ou carregam-
se em carnosem despezas ao comprador
Gomia do Arucalv.
Em porgoes e a relalho : vende-se na ra
da Cadeia n. 57, escriptorio de l'aronte Vi-
a una.
SelHnse r,Ie>ioa
SELL1NS e KELOGIOS depalaule
i^loglc : a vend do armaiva de
Koslroii Hooker cv Cnmpanhia. ea-
qum.i do largo do Corpo Saulo nu-
S >
ero 48.
Vende-se o engenho Cachoclia Gran-
Ido na freguezia de Scrinliaeni, de muito boa
produegao, com bastantes varzeas apaula-
das.me copcirocom o rioCamaragibe, stm
levada por ,-e.i a bica assenlada ao p da
tomada, com todas as ferragens precisas e as
! mais obras, sendo a casa de vivenda, nova,
cobertos e descoberlos, pequeos o gran- distante do embarque duis legoas e meia, e
des, de ouro pilente ingle/, para homem da estrada de ferro urna legoa, tem o onge-
e senhora, de um dos melhores fabricantes nho 120 carros de canna d cemente : quera
de Liverpool, vindos pelo ullimo paquete o pretender, poJera dirigir-se ao Hecife aos
inglez: em casa de Soulhall Mcllor & G. USrs l.emos Jnior & Leal Keis, oucomoSr.
ra po Torres n. 38.
nos, de luslre c marroquini da lodosos ta '
manhos, eludo se veude por pregos com-I
mojos : na esquina da ra das Crnzes n. 2.'
MI 7,110
Vtiitlem-8* sacros de Virio* Um&nhos jom mailo
liuin milho, e prr preco cou.modo : ua ruu du (,>uei-
inadu, lojl n. 1 .
j^ovo sorlimen-
to de ricas
obrs de bri-
com a
devida
NA MISMA FUNDICAo,
se executam todas as encommenda's
superioridade ja conbecida com a
presteza e com odidade cm prego.
Chapeos a Taniberlik.
Ka. loja n. 50 da ra da Cadeia do Recife
defronle da ra da Madre de Dos, ba para
reuder chapeos pretds finos modernos, pelo
barato prego de 70500, assim como muito
boas grvalas, entre ellas algumas de seda-
de quadrinbos para 640, cortes de folleto de
seda, gorgurSo, velludo e futtSo, brins para
caiga e palitos, gangas, fustes, cortes de
cisemira de bom gosto, e outras muitas fa-
zondas, c ludo .-e vende por pregos muito
cenimoJos.

i
.liantes ,
e prata.
ouro
Relogios.
Os melhores relogios de ouro, : atente in ,
gloz, vendem-se por pregos razoaveis, no engenho
Sorlimenlo de palitos de alpaca preta e de
coiesaSoOOO, dilos pretos a ooOO, de briui
a 3iO0, de sirja prela a 120000.
Presuntos iogle-
zes para fiambre.
Acabam de sabir da alfaudega, u cst3o a
venda no arni8cm de Tasso lrinos.
Os ratos logrados.
Hitooiras de rame, machinismo infallivel
de pegar ratos sabidos e tolos : na ra .Nova
n. 20.
Bandejas,
as mais linas e de gostos modernos, em ler-
nos de tres e avulso ; na ra Nova u. 20.
Facas e garios.
Completo sortiraeato de talhares para me-
sa, cabos de mailim, bfalo e nsao, de qua-
lidades superiores, lempara de osso lino ;
na ra Nova n. 20.
^olheres
do mais lino metal do principe e tnteuagre.
c de oulras qualidades, completas paia me-
sa ; nu ra Nova n. 20.
.p pare II loe de al moco.
Bules, cafeteiras, e mais pegas de 2 a 8
cbicaras.de Uno metal, completas e avulso,
sortiment a vonlade : na ra Noa n. 20.
/Salvas
de metal, de lindas gravuras e arabescos,
para copos d'agua, imitando prala ; ua ra
.Nova u. 20.
Tiai para eozinlo.
Panellas, cassarolas, frigideiras o chalei-
ras de ferro, forradas de porcetlann o cs'.a-
uhadas, grelbas, colhores c mais objectoa do
uso domestico: na ra .Nova n. 20.
C;isti(;aes
de metal lino, riquissimo moielo, palmato-
rias de ferro e lal3o, e muitas outras ferra-
gens e eiitelarias linas, se. vendem por prego
commodo; na muilo sortida loja da ra
.Nova n. 20.
Fariuha
- barata.
Ka tanoari delrontc do trapiche do
Cunlia, veode-SC arinlia a niellior-rjne
existe no merca do saceos grandes e mais
barato do que em qualquer outra parte.
He
escriptorio do agente Oliveira,ra da Ca-
deia -.'o Hecife n. 62. primeiro andar.
relogios de pa-
tente
inglezcsde ouro, desabnete e devidro:
vendem-se a prero razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do lecifc, armazem n. 36.
SAPATOS DO ARACATY,
dos melhores que tem vindo a este merca-
do, para homeus e meninos, de palla e de
prelhas : em casa de Caminha cv Filhos, ra
oa Cadeia do Hecife n. 60, prioeiro andar
Vende-so superior llnnas de algodao
brancas, o de cores, em novello,para costu-
ra, em casa de Soulhall Mcllor &C ,rua do
Torres n.38.
Veinle-se superior agurdente de
Franca, tanto em Larris como em cai\as,
licores e absyntbe, cliegado recentemen-
te, pelo ultimo navio : em casa deJ. Kel-
ler & C., ra da Cruz n. 55.
POTASSA DA HDSSIi CAL
VIRGEN.
No deposito da ra da Cadeia do Recife,
armazem n 12, ba muito superior potassa
da Russia, dita da fabrica do Rio de Janeiro,
o cal de Lisboa em pedra, tudo chegado ha
poucos dias, e a vender-se por menos prego
do que em outra qnalquer parte,
Na loja dos ahaixo assignados na ra do
Cabug n. II, confronte a ra Nova e paleo
da matriz tem ltimamente chegado gran-
de sorlimenlo de joias tanto para senhoras
eir. Lima, navil!. da ^J^^Z^J^T^ contaTcom
Lscada n^ terg s-feuas con. o &r Dr. Ser- re^onVsabiiiaados> especificanlo qualidade
6,0/)rInJr?/ .9,e??Cn6?o 1 'Jo^rode 14 ou 18 q diales, cando assim
cente Carnpello, con. M.uoel Cong.lves Pe- mesmos por qualquer duvida
re.ra L.ma, que inform.ra dos lcm.lesdo Jel m P Seralim & IrmSo
genho.
Vende-se superior farinha de man
dioca em saceos grandes: na tanoari
delronte do trapiche do Clin lia.
$imtofi$ hsmrt*
P
ara casadeRabeSchme'.taui&Companhias
ra da Cadeia n. 37, veudem-seolegante,
piano- do afamado fabricante Traumann
It.llamburfio.
Farinha de
mandioca.
Ven 'e-se saceos com boa farinba de man-
dioca por menos do que em oulra parle : na
ra do Queimado loja n 14.
VIMOS FROS DO PORTO
i
I
DENOMINADOS :
Duque do Porto.
Impcralriz Lugenia.
Leopoldo 1.
1). Pedro V.
F.ng'rrafados c enfeitados como o
de Champagne : vende-se em por-
goes vonlade do comprador, na
ra do Trapiche n 40, escriptorio
de Thomaz de Faria.
I
i
i\a
do Tra-
Na rae da Madre de Dos, loja n. 3, ven-
de-se o muito superior e genuino vinbodo
Porto, em barris de 5.- e8.", e juntamente
engarrafado das mais acreditadas marcas
Duque do Porto e Victoria Regina
G. DOLPHE BURGESS,
leii-i Nova 11. 01.
Vende um bom carro novo, chegado ha
pouco, feilo por um dos irelhores fabrican-
tes de Pars, muilo commodo para familia.
Vende lambeni muitas qualidades de ferra-
gens para carro, como cixos, molas, parafu-
sos, chaves, lanternas, galilo, couro de lus-
tre e vaquetas grandes para concita, tam-
bera um sortimento de arreios braneos c
amarellos, lento para carro como para ca-
briolet.
Ao Preguica
QUE EST QUEMANDO
boas fazendas por pouco
(linlieiro.
O Presuica da
que barato
admira.
Na loja de i portas na na do Queimado
n 37, passando o beceo da Congregngao.tem
chegado a eslo cstabeleciaicnto um excel-
lenle sortimento de vestidos de seda com
!i h.i.in-, para divervos pregos, o muitas
mais fazondas, que nfio he possivel aqui|
mencionar todas ; cassas organdius dos
mais modernos padrOes a I/10O a vara, sedas
de qoadros largos a 1?200 o covado, ditas
miudinhas a 1:300, ditas muilo linas de
goslo iuteiramento novo a 15800, laaziuha
miudinhas a 320, ditas com Iislras de seda
a 750, corles de casemira a 4?, ditos enfes-
lada, covados 2;500. dita muilo lina a 4?,
dita do urna largura 2?iU0,grosdenaples pre-
to a 2:, cbamalole muito boma 33500, dito
largo com I istias assetiuadas a 45400, cha I y
lavrado 1-?ll'(>, um completo sorlimenlo de
chepelinas para senhora, gollinhas, rcan-
gultos, camisas, pobs de seda brancas, lu-
vas de seda dos melhores gostos que ha, se-
das brancas, cassas para cortinados, brins
de linho muito linos, lengos de linho bran-
eos, de diversos pregos. Asscvera-se aos
compradores, que tenham yontade de com-
prar n3o sahir sem fazenda, porque n3o se
engelta dinheijo chegando ao custo da fa-
zenda.
Na ra do Queimado n. 37, loja de 4
portas, ba cortes do colleles de velludo o>ui-
to bons por lljOOO, velbutiua sortida a 750
reis o covado. chitas frunce?as muito linasa
280 reis, riscados escocezes a'iSOrs., mu.
sulinasa 320 rs., ditas amalizadas muito Fi-
nas a 340 rs., chapeos de sol de seda, para
diversos precos.
Ao eanto que es-
ta'torrando.
Para acabar por este anuo-
.Va ra da Cadeia do Re-
cife n. 54, ha um grande soilimento de fa-
zendas por fuegos os mais commodos pussi-
veis, que na realidade faz admirar ao com-
prador, a visla da quali ladee do bom goslo;
o annuuciante pede quo vcriliqbem-se da
Tasso Irma'os
Avisam aos seus Ireguezes, que cm con-
soquencia de novos sorlimentos, que aca-
bara de recebar de Richmond, lera reduzido
os pregos das farinha a venda era seus ar-
mazens aos seguintes : i
Galega i
Haxall ... .a 25aOOO.
Dunlop. .)
Macaneo- .(
Coiumbia .( wvw.
Continuam a ler farinhas de Trieste das
marcas rimeira qualidade e
Agencia
4a fimirat) Low-.*Iotr,
ra da Vnzala i^ova
n. 42.
Neste ostabelccimento continua have
um completo sortimento de moendaserooias
moendaspara engeiho, machinas de tapor
e taixasde ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicdo de Ierro dei'. YV. lowman
ui as, ditos de transa com salto para homem, proporgocs
ra do Uiurn, passando o chala-
8SSF.
Loja de calcado francea e
da trra;.
Vende-se lodo o sortimento de calgado,
llanto francez como da trra, e entre ells
Domingo, 29 de novembro, das 8 as 10
horas das manbSa, desapparecen e suppOe-
6e ter sido furlado, do sitio na Passagem da
Magdalena, que fui da viuva Delfiuo, um ca-
brinhaescravo, chamado Manoel, idade 10
annos, pouco mais ou menos, descarnado,
fallando-Ihe um ou n.ai dentes na frente,
cabellos carapinhos, falla com a lingua nos *
denles oa he mcio tataro, natural do sertao,
e i o i vestido de camisa comprida de algodao-
zinho e chapeo de palba de carnauba ; roga-
se a polica ou a quem delle souber, de o
apprehender e levar ou avisar no mesmo si-
lio, ou no Recife, A ra Nova, sobrado n.
27, ou do engenho do Ueio da freguezia da
Varzea, e promelle-se pagar bem. '
No dia 18 do corrente, fugio de Lor
do do brigue Sagitario, um escravode
nome Joaquina, pardo ejeravo, de 22 a
2 a o nos de idade, estatura regular, secco
do corpo, so tem barba no queixn, ca-
bellos carajiinhos e ja lem muitrs blan-
cos, he bem conheeido por ter as mao,
muito calejadas, quando fugio tinlia o ca-
bello a nazareno, tem os pes meio apale-
lados, c fulla muito manso : quem o pe-
gar e o entregar aoseu senhor Manoel
Francisco da Silva Ca rico, na ra do Col-
legio n. 15, terceiro andar, sera' btm
gratificado.
Fugio do engenho Esquecido o cabra"
Izidoro, com idade de 20 anuos, baixo, gios-
so, cabello cacheado, com marcas de bexiga
pelo rosto, pernas grossas, muilo pachola,
anda sempre limpo. gosta de jogar, ja faz
um anno que trabalha na estrada de ferro,
aondequer que rsteja intitula-se por forro:
quem o pegar, dirija-se ao engenho Esque-
cido, que ser lem recompensado.
Continu'a a estar fgido o serveute do
Hospital de Car idade, que em nutro annun-
cio se disse lertencer ao Sr Domingos Pi-
res Ferreira, sendo escravo do Dr. Gervasio
Campello Pires Ferreira ; o quai tem os sig-
naes seguinles : cor preta, com idade de
quarenla e tantos annos, alto e cheio do
corpo, e he quebrado : quem o pegar, leve m
ao mesmo Hospital, ou ao Sr. Domingos Cal-
das Pires Ferreira, na estrada de Delem.
Fugio no dia o do corrente a preta Isa-
bel, Angola, representa ter 40 annos, pouco
mais ou menos, he de estafara baixa, e sec-
ca do cor; o, tem todos os denles na frente,
e he bem parecida, levoo vestido ja osado,
e panno da Costa tambera usado: quem a
pegar leve-a na travessa do Dique, no se-'
segando andar por cima da fabrica de cha-
rutos, que ser recompensado.
Fugio no dia 2i do corrente o escravo
Joaquiui, crioulo, com idade de 23 annos,
pouco mais ou menos, levando camisa de
moendas da mais moderna conslrucgilo ; la- j algodaoziL'hoe caiga de risesdo azul, lem
chas de ferro fundido e batido, de superior I um dos ps baslante luchado proveniente
ra
piche ii. 54, escriptorio
de Novaes te C.
Vende-se superior vinho do Porto en-
gai talado em caixas de 1 e 2 du'/ias de
garrafas, bem como em barris de
a prero commodo.
* e8.
iilio, fari-
nha efeio
Vendem-se srecos com milho, farinba da
Ierra e feij3o mulatinho e mislurado, por
prego commodo : na taberna grande ao lado
da igreja da Soledade.

na
NAFUND1CA0 DE FERRO DO ENGE-
NHE1RO DAVID W.BOWMAN, NA
RA DO BRUM, PASSANDO O HA-
FAR1Z,
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
paia engenbos, a saber : moendas e meias


borzeguins france/ese da ierra para homem, | qualidade .e de todos os lamanbos ; rodas de erysipellas que soft're ; sabe-se que elle..
sapatos de entrada baixa de una c duas so-1 dentadas para agua ou animaes, de todas as anda por esta cidade trabalbando de serven-
na
tnvimnyvvo, crivos e bocea de fornalbaejfe em obrss particulares: quem o pegar,
um, passando o cnaia- >ennoril e meninos, ditos de la proprios| registros ue boeiro, aguilbes, bromes, pa-'pde entregar na praga da Boa-Visla, rm ca-
l riz, continua a haver um completo sor- para quem padece do fiialdade, e mesmo' rafusos e cavilhOes, moinbos de mandioca, *a do r. Peicira de Brito, que sera recom-
| ti ment de tachas de Ierro fundido e bati-I para andar em sitios, sapaiinhos de meni- etc. a'c.
itmmmmmmammm^mHmmtomwwmmt^tmmmmmmmmmmmSSBB
, : do Dr. Peicira de Brito,
I pensado.
Dos premios da segunda parte d* segunda lotera a beneficio do collegiode Orphos
extrahifia a 'J4 de Dezemhrorie 1857.
S. l"hl'..M>.
J. Falque receben um sorlimenlo de cha-
peos de sol d
seda verde, proprios para a presente estsgSo,
ra do Crespo u. 4.
Sa cocheira da ra das Flores n. 33,
ha para vender-se um bom cabriolet coro
cubera e pntalo de novo quem o quizer
comprar, dirija-se a_rua estrella do Rosario
n. 39 A, que achara com quem tralar.
yudo francez,
Veudem-se borzeguins de merino de sola
e vira para menino de todus ps lamanbos,
socos de mai roquira de todas as cores e ta-
manhos, tudo por pregos commodos ; ui
loja da esquina iLi ra das Cruzes n 2.
Os mais superiores e modernos chapeos
de palha para senhoras e meninas, com < ri-
fe 11 o s e sem elles, bonoles de palha para me-
ninos, c um grande sorlimenlo de chapeos
avelludados, pretos c de cores, para liomens,
tudo chegado ullimamenli no vapor Pe.lro-
polis, e por pregos muito l'avoraveis : na
praga da Independencia, loja de chapeos de
Joaquira de Oliveira Maia,
Vende-se leijao mais barato do rpic
em outra qualquer parte: no largo do
Corpo Santo armazem n. (i.
. ireguezes*
No deposito da ma de S Francisco n. 6,
aclia-se um grande sorlimenlo de diversos
gneros alimenticios para a festa, como so-
jam : amnixas, muscalel, abrunhos,'passas,
ligos, diversos bolos franceses, bolacliiuli s
de aramia, sardinhas de. Nuiles, vinho su-
perior pira todo o prego, champagne, cor-
veja, cognac, genebra, etc.;, assim com
ni/ia grande porcao de charutos do melhoi
que. ha no mercadn.
Blanin Aine
vende champagne (.. II. Itouillot 12S000
260
40
600
260
280
300
25000
220
120
ra do Qusimado continu'a a fornecer ao
publico, em seu cstabelecimento na esqui-
pannTb7anco7fo7rado>s de I do boceo do l'eixe I-rito n 2, o mais bel-
lo e variado sortunentu de lazendas, todas
decxcellenle qualidade,e pregos muito mo-
dicos. Nao so queiraa as fa/.endas ja pur
vezes annunciadas, a saber :
Olin linas paia vestidos de senhora,
covado...............
Targenas Uem idem,corto cora 12
L/ftlCaUO Il'aUCeZa Organdys idem idem, covado .
Cambraias estmpalas, vara .
Ditas ditas mais finas, vara.....
Chitas francezas, largas, escuras e
claras, covado...........
ilas ditas, largas.escuras e claras,
^-^ i covado...............
M 1 /A_ k -. Hilas ditas, largas.escuras e claras,
\ Jllrl II! SlS '",vad'J..............
^-^*-a^* r-^ ~*-w K-w Rretanhts de rolo cora 10 varas,pega
Riscados monslros, lindos padroes,
covado...............
Lengos de cassa com cercaduras de
cor, um..............
Mas alem destas, olerecc mais aos seus
freguezesas seguintes fazendas ltimamen-
te chegadas : mussulina branca fiuissima a
320 e 360 o cov.-do, dita matizada, lina, e do
melhor gosto possivel a 320 e 360 o covado,
iSizinhas muilo linas, escuras c claras, to-
das de desenhos inteiraroentc novos a 400
rs. o covado, carmelina, fazenda inda nao
vista, trangada e com padres de lazinba,
pelo b ralo prego de 280 o covado, corles de
/\L! r- (k! i ..-.. rk riscado francez, bonitos padres e cores li-
/M\J& 8Mllt/9 C- xas a :;200cada um, carabraia lisa transpa-
rente, muito lina, com 8 Taras cada pega a
79500, dita tapada tambera muilo lina, cora
10 varas cada pega a 4;800 e 636OU, chales
de laaziuha muilo linos a 2/200, ditos de
merino lisos c bordado*, de mui lindas cu-
' res, casemiras cafeitadas, mescladas, mu
proprias [ara palitos a 2/200 o covado, Lrim
trancado de poro liubo c padrn novos a
19440 a vara, ditos (.retos de muilo bom
gosto c ale proprios pira lulo a l60o a va-
ra, corles de rollete o scu bordados a
3/50. ditos de Casemiras para caigas, linas
lede bonitas cores a 58500 c 67000, grvalas
pretas de seda a ir, un s de mola a i^oo,
1 alpacas de cores cora listras de seda a JO o
I covado, chitas escuras e claras, padres
" iniudiiihos c graudos, de muilos o variados
a du/ia, iiordeaux Saint, Julieu Medoc a l -1 gostos, cores xas e excedentes pannos a
a du/ia. Porto Itainln Victoria Ti mo sopee' 160, ISO, 21.0, 220 e 240 o covado, pegas de
rior a 12: a duzia. Duque do Porto a _>(>:: ma l--.pol.lo con 20 varas a 27900, "reo, 4;,
cherey, llhin, Madeira a -".3, cogTnc verta- 45500, 49800,55 e &9800, e muilo lino a.
deiroaSOJa duzia,absyntliio,kisch o varli 63400, cobertores detlgodSo proprios para icsqueida. passando o sitio da cscala,
licores- com pregos coi modos; na ra do escravos a 700 rs, cada um, luvas de diver-
Tia,ieho Novo n. 12. as qualidades .pira senhoras, gangas mes-
Ven le-seum mulato ptimo olilcTal de ciadas de todss as cores a 540 v colado, lie
fogueleiro ; tralar na ra da ConcO'cia, I todas estas fazendas, e de oulras muitas
confronte o armazem de materia- Pedro Anlouio leixein GoimarSed'.' 'sub penhores.
verdade : sabides de baile de bonitas cores
a 253, caaveques de cambraia roleado de
bico, proprios para as senhoras de bom gos-
to, pelo diminuto prego do 10/, ditos de ca-
scuiira a 123. chales da louquim de muitas
qualidades, chita franceza do bonitos p-
dies a 280 rs. o covado, mussulina de bo-
nitos padides a 320, 340 o 360 o covado, di-
i la branca a 300 o 320 o covado, cuales ae
9O0 merino bordados de velludo, cousa muilo
i boa a 14.3, dilos brdalos de relroz a |Qy50O
rs-, ditos de merino lisos a 4?800, ronieiras
de fil de linbo a 23500 o 33500, ditas linas
a 4/, ditas de cambraia para senhora e me-
ninas a "23 e 23500, cortes de vestidos de
seda cora 3 babados a 8O7, cousa muilo liua,
grosdenaples de cores bonitas a 1/920 o co-
vado, corles de seda do boa qualidado a 253,
sedas de qoadros padres bonitos a ISSuO o
covado, duas de muilo boa qualidade, que
faz admirar, pelo diminuto prego de 2o50 o
covado, corles de. casemiras de cores a 4200,
47500, 5/, 07500, 63 e 73, dilas muilo linas a
103, lengos de cambraia a duzia a lo, lc-300,
19500. 23 e 2/800, gravatas de cassa a duzia
I3OO, ditas de mola a 19 e 13(00 cada urna,
alpaca preta lina a 6C0, 700, 8J0, 900 e 19 o
covado, panno lino preto a 2;500, dito mais
fiuo a 3-3, 39300, \g e 53 o covado, dito muito
lino a 77510 o covado, cortes de velludo, fa-
zenda mullo boa a 7c e 7|5O0, dito nuilo li-
no a 1-7, e.-as de chita escuia com loque
de mulo a 59500, mussulina de una s cor a
400 rs. o co?ado, manguitos com collarinho
para senbora e meninas, bordados a 8/ e IO3
cada um, chapeos de sol para senhora a
I38OO e'2-3, iIjs do seda a '2u0, corles de
cassa cima a 23, chales (.retos de merino a
2*800 e 4/, caseirnra preta a 13, 1/200, l3i"0,
J3 e 27:200, u multo lina a 2;800 o covado,
corles do vestidos l'eitos para senhora, de
cambraia a 33200, madapoloes, a pega 28800,
3( 39)00, 3/500, 17, 49500 e 53, o muilo lino
a 6/, cintas do cores escuras, apega 5.3OOU,
5J500, 6 e 73, e a Covado a 160, 180 e 20U
rs., cambraia desalpicos, a pega 3-7600, laas
de duas larguras para vestido de senbora a
1:600 o covado, mantas de velludo para selr
U de cjvIIo a 7-7, ditas lio ulgudo a 3?"2O0-
ililas de iia a 43-OO, chapeos do Chili po,
diminuto prego, e muius mais fazenlas,
que s<> a vista do comprador mcnciona-se.
Na raesma loja da-se. fazendas cora penho-
res, e leva-so em casa di- familits.
Leilo puro a 210 a garrafa.
Vende-se todos os dias 1 ela minh.'a, no
sitio que f ji do cirurgiau Maiuel Bernardino,
um pouco adiaute da Soledade, na estrada
de .loao de, llanos, no primeiro sobrado a
CS PEQUERO TOQUE BE
AYASiA.
Pegas de algodao de sacco. ditas de algo-
dao trancado proprio para toalhas e roupa
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PEHM. 1TP, DEM. F. DE PARU. 1867.

MUTILADO

ILEGIVEL



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