Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06939


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Full Text
\po xxxui 12r
Por o mezes adiantad'os 4^000.
Por 3 mezes vencido 4$o00.
#
TKRJVFEIRA 22 DE mmn DE W7
Por auno adiantado ljOOO.
"Porte franco para o subscriptor?
ENCARuEGADUS DA SUBSCRIPgVO DO NORTE.
Finhibi.o 8r. loso Radolpho Gomes ; Natal, o Sr. Inaquim
guaci Pereira Jnior ; Aracaty, o Sr. A. de Lemot Braga :
Cear, oSr. J. los de Oliveira ; Mirinhao, o Sr. Jos Teiiein
de Mello ; Piauhy, o Sr. Jos Jaaquim Avelllno ; Par, o 8r.
Juatlno J. Ramos ; Amaionas, o Sr. Jerunyino da Costa.
PARTIDA DO COHIBIOS.
(lo-
l~
-Ir : leos o* dias, MHf me
Cuaima l'rtrahiba
lioral do lii.
imillas e .ealas-friras.
s. aatee, Batanea, Hunii, Caraira*, Alliaao e Geraaaaaa : na terra-frira
g. Lourpneu, Pao il'Alhn, Nsurrlh, Liaaoeire, llrejo. Paaajaain, Ingaieira
lure, Villa-Bella, Roa-Vista, Oaricurr Kia', na. .|.irls-r..|ra..
Fiara,
Cab,i,lpojaca,ScrinliBUDi. Ra Forawso, Um, Bj
-nleiraa e Metal : quintas-reirs.
Tedos os correioa parlen as 10 horas da rnanh^a.
Agu.-Prela
AODIRNaiAI DOS TRIBUNABi DA CAPITAL.
Tribunal do eoromarelo : legunda a quintal.
Relaco : tercaa feirai iibbtdof.
Patead! : quartai < aabh.idoi ti 10 borai.
J uiio do eommereio : segundas as 10 horas a quinta i ao mala dil.
Juio da orphaoi segundas a quintas si 10 horaa.
Pnraeira Tara do efvel : lagnodit a lexiai a* nal* d/i.
Isgunda rara do civil : uarlas a aabbadoi ss mala da.
EPHRMERIDEg DO HEZ DE IITZTM.MBRO.
1 La ebeia as 8 horas e 37 minutos damanlia.
8 Quarto minguaoleaisS horas e 18 minutoada rtanhia.
Lu non as 8 horas 42 minutos da manh.ia.
'*" Quirto crescaola as 4 horas a 17 minuto da mantisa.
PHEAMAR DB HOJB.
Primalra as 0 horn a 18 minutos di manhaa.
iigunda as 0 horas e 42 oiinuios da Urda.
PARTE OPFICIAL
.MINISTERIO DA JTSTICA.
B.t serrao.Ministerio dos neaocios da jaili^a.
Rio de Janeiro, ero Ifi da novembro de 1857.
Illm. e Exm. Sr.'Joro o olllcio n. 91 de 21 da
julho do anuo paitado remelleo Y. El. o do juti
de dirailo da comarca de Castro, da la lo de II do di-
to Diez, etpoudo os emhtraroi e as dovidas qae tem
enconlra'o n etecocao do decrelo n. 707 'le 9 de
ootubro de I8O, que dea regulamenlo i le de i da
jolho du mnmo auno.
Expele o joiz de diieilo qae, lento de comparecer
M tettemonhai do aummario para seren repergon-
tada noplenario, e morando algomas a longai dis-
tancias de ruidincia do dito juii, tem elle lanzado
mao de dilTerenles arbitrios allm de seram ellas in-
terrogadas de novo, mas qae leera sido sm iurlo
todas estas diligencias ptlo felo de na lerem algu-
mas meios de se trinsportirem cinema di comarca
de fallaren] lo meiroo jala os da as corapellir para
darsm seu depoimeoto, sendo elle aesim obric-ado a
marear pra/.os para o cornparecimenlo, mandando
notifica-las por ufficiaes da joalica do lugar em que
morara, adiando em ilgomaacireoinitancias a dsci
aao da eaosa, oo jalgando-a am oalras inlipendenle
da audiencia de laas leileraonhas. Consulta tambera
eise magistrado se tam procedido regalamiento ap-
plicanlo aoi reos condemoadoa mora ou a gal
perpalaas, na eontormidade da citada lei, o recurso
da arl. 499. 2. do regulamanlo a. 120 de 31 de
Janeiro de 1812.
Dapois de envides o jo.ii de direito da primeira
rara criminal da corle, o conselheiro procorador da
corda, e consultada a scelo de jaslica do coiisellio
de estado, hoase por bem S. M. o Imperador, coo-
formando-ee cora o parecer da mema secrao, decla-
rar por sua imperial resolurao de 11 do corrate
mez, qae dispondo o final do irt. 9 do decreto n.
707 da 9 de oetubro de 180, que na eonclasla do
libello, assim como do seu aJditamento a contrarie-
dade se indicarlo as tastemsnhas qo>a as parles li-
verem de apreienlar, e eatabelecendo o art. 10 do
mesino decrelo, qae finio o prazo do arl. 8, na
pnraeira audiencia, presentes o promotor, a parle
aecusada, o reo, seas procarndores e advogadoi,
o |aia filando !<- pelo e-crivao o libello, eond.rle-
rtade mais pecas aprsenla las, a a inqainr.lo das
testetaunhaa, as qoaei poderAo tambem o procurador
as partes fuer as pespuntas que algarero cnnvenl-
ealis, he. claro que as teste munhai a inquirir nao
sSo as do aummarie a aim aquellas que a parle in-
dicara eomo necesarias para soilentaram a ieeoaac,ao
09 o defiza, e que as mesmas partas incumbe o de-
ver de as ipreaentar em juizo empregando as dili-
gcociaa precisaa para conseguir o sao eumpireei-
mento espontaneo, ou recorrendo aos meios correc-
tivos qae as leis consagram como apropriadns para
faze-lo efleelivo. I ouvir neramenle algumas das leslemunh-n do lum-
mario ie o ju'gar preciso para nms completo escla-
recimeota da erdide, direilo esle cujo eiercicio se
calende i partes, que cerlo nlo podera ler (acuida-
des mais ampias do que aquellas que aos juizs se
coneedem no empando da ricrupulosa invest ga^ao
dos farloi lujeilos sua deciau.
Sen lo corrate a doulrlns deapplicar-sa o arl. 1 .i
' 2 do eilado resulameoto n. 120 de II de Janeiro de
1842 eos casos radicados pelo dito juiz de dirailo, lie
regalar e como lal deve-se continuar a observar a
pratica por elle segoida.
O qae eommiinieo a V. Etc. para devida iulel-
ligencia e para o faztr constar a'quelle juiz de di-
railo.
Dos gnarde a V, Etc.Francisco Dioso Pereira
di Vasconcello".Sr. presidente da provincia do Pa-
ran'.
DAS da semana.
21 Segunda. S. Thomap. ; Ss Timislocle m.
22 Terca. S. llononio m. : S. Floro ni. : S. Flaviana m.
23 Quarta. S. Servulo : S. Midonio m' ; S. Cenmenos m.
24 Quinta. S. Delpliino b. : S. Feriila ni. : S. Ilermina m.
25 Siu :- Nascment<> de Nosso Senhor Jess Cnrisio.
26 Sbado S. Estreo prolomalyr; S. Marinho.
27 Domiugo. S. Jojo ap. e evaog. ; S. The.doro.
ENCARREGADOS DA SUB8CRICAO NO ILI.
Alagoai, o8r. Claudino Falcao Das; Babia, or. D. Dopn
lio da Janeiro, o Sr. JoaoPeriiraMarliDi.
EM TElNAMBUCO.
O proprlalarlo do DIARIO Manoel Figuelroa da Varia n roa
irraria, praca da Independencia n. S e 8.
3." sercAo..Ministerio dos negocios da jn*(ic,a.
Rio de Jineiro, em 2I de novembro da 18">7__Era
seu otticio de 18 de (evereiro do anuo protim i lin-
do, dau V. S. ennll lo giverno imperial da duvida
sascitada no tr bnnal do coinraereso dessa provincia,
obre ler elle ou nao direilo para symlirar da m >-
ralulade e rapacidade dos administradores le trapi-
ches o armaiens de depoailo, e por cnnseqaenria dar-
llies oo negar lies a patente, ali n Je que o meimo
goveruo a resolv.
Alguna inembros do roesino tribunal o,miVi pela
sllirnialiva, com o fundareiilo d qua he principio
geral e rorrele, que todo o depo.ilario deve ser
pasoa qoe adlarassi aaranli.s para poder responder
pelo valor dos objeelos confiados a' sna guarda, e que
a nao ser aasim, acontecera dar o tribunal ptenle
de administrador um intividuo d-sl bililacjdei, e al havido na pra;a como poaco apto
para atarear tao importante cargo, e qoe aiiim en-
tend am ass -lir ao tribunal o direito de negar a pa-
tale, ainla m sm > no caso di ler o impetrante oh-
tido alfandegamenlo da tliesouraria geni. Ha V. S.,
porem, de.parecer contrario, i face da litter.it dis-
poaicao do arl. 87 dn cdigo mmmerci.il, porqas ahi
nao v consignado e apenas obrigado o Irapicheiro a ir peranle o Iribn-
n il aasignar o termo de fiel depositario para a' vista
dalla ae lian man lar pimar a respectiva patente, a
qoe n'i ten lo poia o tribunal o direito de n -mear,
lainb'in n p >dia etercer o da syndicancia, e eniao,
se negaHe a patente a un indivldao complente,
mente habilitado pe i Iheaooi aria, como apto para
tercer o olllcio de Irapicheiro, i>n eslibelecer con-
flicto desagradavel entre o tribunal e a mesma t lie -
caria.
Oavido o presidenle do Iribunal dn eommereio da
capital do imperio, declarou elle que os Iribunaeid)
eommereio nao llnham direiro de negar aos trapi-
cheiros e administradores de armazrna de deposilo a
patente qoe Ihea reqoereasem, por queuto nem o
cap. 5 do lit. 3 parle primeira do co li-n rominer-
eisl, nem aau regulamenln organizo no ill. 18 Ihes
coneedem lal dirclo, confarindo-llies lmente sobre
estas agenles auxiliare* do eommereio, o direilo lo-
tea a ubrigacao da a Iroilli-los a a.signar lermos de
fien depositarios dos j-uen. qua recebrein, e de
Ities irarMr multas una casos dos arla. 8'J e 90 do ei-
lado cdigo, a que den ret.alim.ialo o decreto n.
862 de 15 dezembro de I8"il. y le em verdad nem
laea trapich-ima a adminiatra lores sao obrigados I
solicilar litlo dn Irihanal, pois anda que o atl. 87
do cnlig enmmircial pints ser imperativo, v-ee
d i lint dslls qua obrigacio de asognar termo pa-
rante o Iribunal be condicional, por que a uuic
pina qu< Ibes impeis he a panla do direilo para h a
varem alogoel, o los favores que o coligo conce-
de aos matriculado'.
Que nao lioova am 11 prace lente algum peranle o
tribunal do eommereio da corle que lem adraillido
lotos os que h.lo requerido.
Coosultadi por ultima a sereno da jaslica do con -
aelho de estado, honve S. M Imperador por bem,
pala aaa impsnal resolarjSe de 21 do crreme mez.
eonformar-se com o partear dado pela mesma sec-
co, da que, a' risla da doatrina do art. 87 do coli-
go eoosmarcial, nao poda ser duvido*a a proceden-
cia dos argumentos apreaentadoa por V, S.
O qae commuuico a V. S. para sua iulelligeneia
ejpara o fazer constar ao Iribunal do eommereio des-
sa provincia.
Dos guarda a V. S.Franciaeo Diogo IVreir.i de
Vasconcellvs.Sr, Manuel Massias de l.rao.
Decreto n. 20^0 de 2> de novembro da 1857.
Crea no lermo da villa de S, Jos da Parahiba,
da provincia de S. Paulo, o lugar de juiz mu-
nicipal, que accumular as funefes do juiz
dos orplios.
Hei por bem decretar o seguinic :
Arligo unico. Haver no lermo de S. Jos
da Parahiba, na provincia de S. Paulo, uro juiz
municipal e de cupimos.
Francisco Diogo Poreira de Vasconcello', do
meu consellio, ministro e secretario de estado dos
negocios da jusiica, assim o tenha entrndiJo e
faca execular.
Palacio do Rio de Janeiro, em 25 de novemLro
do 1857, trigsimo sexto da independencia e do
imperio. Com a rubrica de S. M. o Impera-
dor. Francisco Diogo Pereira de Vasco n-
cellos.
Decrelo n. 2,037 de 25 de novembro de 1857.
a Augmenta o vencimenio do carcereiro da ca-
deia da cidade de Paracalu, na provincia de
Minas-Geraes.
Hei por bem decretar o segUnie :
Arligo unico. Fica elevado a 2005 o venci-
mento do carcereiro da cad?ia da cidade de Para-
calu, na provincia do Minas-Geraes, revogadas as
disposicoes em contrario.
Francisco Diogo Pereira de Vasconcellos, do
roou conselho, ministro e secretario de estado dos
negocios da jnsiit;a, assim o lenlia enienJido e fa-
ca execular.
Palacio do Rio dn Janeiro, em 2 de novem-
bro de 1857, trigsimo sexlo da independencia
e do imperio. Com a rubrica de S. M. o Im-
perador. Francisco Diogo Pereira de Vascon-
cellos
NII.0LA0 FL.11EL. >
Por Pedro Bbrxud.
XXXII.
ro idmente depnis de ler pasudo o iillimo d-
groda sombra pn-ao feudal qae Mainel i ii le alian -
lonar-se aleeria que enchia-lhe o eomc,o. Eta-
ruiuou alguns instante, n mullanle do lilho sem po-
der exprimir soas impres.'a de oulra inaneira aenlo
.rom lo.piros O lauto a (i lullnrr, sera Inforaaar-M
dos novos meina, rom coj i auxilio o eserii-lor resi-
tuja-lhea liberdade, licou fr'o e lombrlfl e como do-
niinadu por urna Inie/a nrofaada. Admirado de lal
indiQeienca, Nicolao qeii bar "ene myaterio.
xjau'.hier, dise-llie apertandn alleelnnaamenl"
mo do loancebo. eslns mui Iri.le. A Mierda i
nao satislaz leo eereeao. Falla, qoe dot le Ui. inf-
frec. qae satisfagan te lornaria lelu '.' Orleua, dia-
pOe de mm, de tu loo qoe ponan. Oie posea facer
pira restituir a alegra a tua alma, a seren la le i
la fronte ?
Charo lio, reapondeo lantliipr profiindamente
eommovido, daqui a puncas hora* Vino, mnliecer
meu pen asperir. Neate inom'nlo nm dever iin(>erioso oIh.m-
iii a deita-lo. Ale li evemeiitp.
Acabando islas pilavm exlrao^ linariaa, Ganlhier
quiz al.-t.ir-- .
Deisr-ine e\elim..u Flamrtl relandn o filho ;
mas Eustaquio, Parnelle, tua b)l ma Irinha esli a
espera de tua v illa !...
Importa minlia felieidade, Inlvez i minln vi-
da, nao demorar me lois um si. m imeilo.u Von
na ..-> islanes Mattant, a casadi conde de Ma-
\, -\.
Ah di-se Nicolao corr emblanlemenoa; inqoie-
l.i na., pos'ii ao menos seguir-la ?
Gsalh.'er nlo responden, mis escapando doahra-
a;os do es.-.'iplor, afasiou-se e dasapparaecu lo.> com
etircra procipilacao.
() Vida Diario n. 291.
MINISTERIO DOS NEGOCIOS ESTRAN-
GBIROS.
1. SeetiOa Rio de Janeiro. Ministerio
dos negocios eslrangeiros, em 24 de novembro de
1857.
Havendo-se dignado S. M. o Imperador or-
denar que \ me. lenba exercicio nesta secreloria
de estado, assim Ufo commuuico para sen conhe-
cimenlo, prevenindo-o de que, alein do ordenado
que actualmente percebe como empregado do corpo
diplomtico em disponibilidale activa, petcaber
mis, do dia em que comecar aquelle exercieio, a
gralificacao mensal de 200?.
I'revaleco-me desla cireunstaneta para oftjrecer
a Vtn. as seguranzas da minha estima e consiJe-
raco Viscotidede Maranguape. Ao Sr.
Luiz Pereira Stidr.
GOVZIRNO DA PF.OV1NG1A.
aQxpe diente do dia 12 le doietnM-o.
OlllcioAo Exm. presidende da Bahia, rugan In-
llie se sirva de f.zer rliegar ao ronherirneiilo de
Clemente Alugnai a eopia da infirmacAo ministrada
pala directora do tlieatrn de Sania Isabel acercada,
condicoes com que elle se prope a dar neata cidada
representac' lricas no ep DitoAo Exm. presidente do Itio Oanda do or-
'Kespondendo ao ollicio que V. Et. se servio
dirigir-me em t do correte requisitando a breve
remes. do fardamenlo destinado a' companliia fita
dessa provincia, remello inclusa i relacSo doa ohjec
los que se achara promploa no arsenal de guerra pira
aaguirern na primeira npporlunidade, conforme as
ordena que nesta sentido etpedi.
Releva declarar i V. Ex. que a demora havida
nesse foroecimenlo tam sido motivada pela grmde
aftluencii de oulros pedidos, sitisfeltos com urgen-
cia pelj arsenal, segunda diclarou-raa o respaclivo
inspector.
DitoAo presidenle do Caira'.Acenso s recep-
co do nlli.-io de V. Ex. de :I0 de novembro ultimo,
no qual exige saber se pJe remrtter pan e-la pro-
vincia com destino a' ilha de Fernando o sentencia-
do Jnao Pereira Lima, que o requeren ti V. Ex., e
alguns oulros; e cabs-ma dizer a V. Ex. que a re-
ferida illia tim ja' grande numero de prasos, eoj
s.i-ieni,ii ,io lorns-se dillicil. Comladn poden' V.
Ex. mandar remelier para alh o diln l.ima e algom
oalro coiidemuido aos Irabalhos pblicos, notando
V. Et. qae lo lis as despezis qae nao forem a cargo
dos cofres genes devtrao ser saliafeitas por usa pre-
st leiieia.
DitaAo coromandanle das armas, lizendo que
hija de previ teociar, cimo eonvier, isbre a necaisi-
dide que pondera o director das obras militares, de
urna ordenan.;-! pan o servido daquella repartifAo.
DitoAo tiiesmo.Era resposta ao olli-oo que V.
Ex. me dirigi em t) o0 crrante sol n. 7!l:t, lenlio
a declarar-lhe que esta' dest nado a sabir para o pre-
sidio de Fernando no dia 20 do correle o brigue
nacional uAdnlpho, da que na cusignalorio Eduar-
do Ferreira Hallar, pudendo V. Et. fazer transportar
para essi occasiao os ailfieiaes e proras a q#e se re-
fera o seu citado ollieio, e remellemlo-me urna rela-
Qao dos que houverera da seguir, afira de ser paca a
importancia ,ias respectivas pagen. l>eu-se
imnela di tbida do barro ai juiz municipal da
I" vara, recomuien lando-se-lhe a remeasa opporlu-
ua da. guias a relarao dos senlenciadus que livcrein
de embarcar ; olliciou-se no ehefe de polica, e lain-
hem ao couselho adtuinislrahvo do arsen-l de guerra
para fazer embarcar npporluiianieuti os gneros que
tem de seguir para n presidio.
HitoAo mesmo, declarando que sa mandou in-
demnisir o 1 balalhao de artilliana a p da quanlla
de -J009 que se dispenleu com o -eu tranipoile de
Olinda para a lorale/ do llrnm.
HitoAo mesmo.Pelo olllcio que V. Ex. mi di-
rigi em 10 do correnle sob n. 795, fiquei cienle da
Tornando a li da sorpreza, Mamel lembrnu-se da
qoe nao lenlo mais de lemer a Savoi.y, o liiho de
Sara nao curria nenhum perigo junto a Leonor.
Tranquilidad i por e.la refl'tan, volloa pnra a prr;i
de Saint Jacques-la-Kouchene com o coiarSo allixis
n pelo que aeahava de tazar.
l'ernelle e o sacrisljo li-aram eslopefic os quando
Nicolao appareceu dianle driles. Mas qoandosou-
licr.ini o que sa passara entre o pai e o lilho, costa-
ran) minio a comprelieuder como nm hoir.em 13o
prudente deixora tiantliier correr a novas aventurns
depoii de hava-lo apenas arranca lo de um perigo.
O digno eicriplor leve de empregar loda a sua elo-
queucia para aplacar essa ternura asau-tada, e feilo
islo deixon a molher e o amigo, e mui pensativo foi
fachar-se em aeu gabinete.
Nao era sem experimentar as mais vivas perplexi-
dades qua Mamel volliv.i para conliuu.ir a obra .g-
prema. Depoi de lar fechado prudentemente a por-
ta, correu an forno. Mas, apenas lineng a isla nos
cadinhoa. um arilo de de.encano e de deiespero es-
i-apou-lhe do paito, e alie lieou alguna iuslanlea comu
lulminadn.
A causa da sorpreta do esrriplor era Mala inoi
limpies, p .r falta de eUldadoi e de aliinenlo o fogo
llnha s. apagado, depon de hiver consum lo o car-
vao. Jolgando-ss pelos ealinlios que nlo aprsenla-
vam mais nenlmm ve-l'gio de calor, is>o Uvera lugar
de.ie maltas horas. Tornando a ai do espanto, Ni-
colao deploroo amargamente nina aventura i,l i m
Todava, enrno esperava continuar a experiencia
ausa mesma nolte, qoii .ber a que tr* de perfei-
.;lo cliegara a gran-li obre. Tirando enl.tiaos cadi-
ulios, e dfeolinn I -os lancaH a vla no interior
toa vasos. Keponlinamenli a.nnallidereu, ai mos
IremeraiM-llie, nm -or fri cnbrio Ihe a froule.-e
en i indo faliar-llie a Ierra debuto doa pr-, :i. ,ij_
xon-se rainr em um a p Mirona. I'.--., rom oclo ex-
Ir i irdinarii doroil. Igunt .niniil ... Dominando em-
li n ~oa peiiiirb.iciVi, Nicolao lornou i Invanlar-se,
mellen as maTni em um ridinlm, e lirn urna barra
de metal lintlianle e a n irelln le relletoi le uro.
O ir o ourn etrlim >n Mam ti examinan lo de
novo es-e maravillloso producto, non. !
I) escriplor corrau a... nutro; cinc vasos, d'fco-
hrio-us, reconheceu que tod.s islavam chelos le ou-
ro, lineo i l.re .. ,i,-..|li i i, que elles COIIliuilim, e
depois que reuni o melal filou sobre elle um ulliar
ler sido alistado para o aervico do exercito o reerula
l.oiiren.;o I ihureio dos I'razares.
Por eata occnsiAo previno a V. Et. de que ai par-
ticiparles desse commandn a' presidencia aobre o
destino de recrolas sergo d'ora avante respondidas
regularmente no fim da cada semana, para roaior
facilidade do espedanle, salvo o caso am qae possa
liaver neceisidade de prompla aolueo.
DitoAo chefe de polieia.Inleirado do qoe V.
S. me communica em seu ollicio de hontem sob ii
1,313 acarea da faga dos preaoi qae se verificoa na
caa de delencAo no dia 9 do crranle, recommen-
do-lhe que, ouvindo o respectivo administrador, me
informe como se evadiram os referidos presos ; com-
prindo que se lomem provi tirem acloa semellianles, q0a deven) lornar-se im-
posstveii afim de nao diminuirem aa randas van-
tagens daqueile eslabelecimsnlo em relac.lo a' admi-
nl'trafSoda jusllca.
Dito Ao director geral interino da imlruccao
publica, dizendoque, a'visla do resallado do concur-
so a que ltimamente sa proceden, nao pode ser pr-
vido na cadaira de instrureAo primaria de N". S. do
O' de Ipojuca nenhum dos concurrentes que a ella se
propuzeram.
DiloAo cnsul da Franca, eommnnican lo qae,
segundo a informadlo verbal recibida dathesoararia
o ihesouro decidi que da venda da galera Kaool
sao devidos direilosde 5 e nao de 15 por etnto, e
qae nesta conformidade se proceder'.
DiloA Ihesooraria de fazeuda, rommunieanlo
lar deferido o requerimenlo em que Roslron Rooker
e Companlua pedem licenr i para levar a eil -ito a
compra dos terrenos da marinha n. 165 A, e 165
B em frente do rio Capibanbe na freguezia de S.
Jo-.
DitoA' meima, declarando em respoala ao seu
ollicio n. 738 de i do correnta, que deve ser abo-
nada ao capitn commandante da companhia fita de
cavallana desla provincia a importancia dos dO ca-
vados, qae comproo para a remonta da mesma com-
panhia, appliean lo-se para essa compra o producto
da venda de 15 eavallos incapazes do aervico, alm
daquella que ja Ihe foi entregue pela Ihesouraria,
e para a coniinuac.lo da remonta mande S. S. en -
Iregar-lhe a qaanlia da 1.0008.
DitoA" mesma, autorisando-a a remelier ao
commandante do presidio de Fernando a quanlia de
13:0003, qoe unida ao saldo all existente pode chi-
nar para fazer faca ai deipezas daqoelle presidio
noi mezes de novembro, dezembro e Janeiro ; di-
vendo essa quanlia ser entregue npporlanainanle,
me liante as necessarias caalelai, a Eduardo Ferreira
11 ilili ir, riin.ign.ii.ino do brlgae Adolpho, qae lem
de seguir pin iqaells presidio no da 20 do cor-
renle.
DiloAo conselho administrativo do patrimonio
dos orphaoa, dizendo, em riiposla ao sau ollicio
communieando que os educandos do collegio dos
orphaos, Tlwmaz de Aqoino C.ulinhode Amar.il,
Cyrillo Cesar Pats llarreto leudo acabado a lien-
ta que Ihes Tora concedida, nao vollaram aindi
liara o collegio, que os referidos educandos devem
ser eliminados.
DitoAo director da colonia de Pimeoleiraa, di-
zendo em resposta an sea ollicio de 21 de novembro
allmio communieando ler concedido ao cirorgiao
dijuella colonia Francisco Marciano de Araojo l.i-
m.Micenrs para vir a eita cidade, qoa nao esta' era
JUai ailribui(e< a concessao de semelhante Iiconr.i,
que io pude ser dada pelo presidente da provincia.
DitoAo mesmo, declarando em solucao a con-
ulta de Sme. se deve augmentar o pessoal das olll-
cin.ts, que f i diminuido por Sincera virlode do
que Ihe recomraendou esle guverno em ollicio de II
daqoelle mez, que por ora nao ple let lugar o aug-
meiilo de que traa.
DiloAo mesmo, approvando a nomeaco do et-
cadete Joao Theoloro dos Sanios de que Irela o of-
licio de Sme. de ) de novemlno, para apoulador,
porcebendn porcm elle a gralilicacilo diaria de 500
reia, a nao a de l~, como propOe* Smc.no eilado
ollicio.
DiloAo eonselho adminilratlve do arsenal de
guerra, para promover a compra dos gneros e maia
objeelos constantes da relarao junta, afim de serem
enviados para Fernando.Commuircou-se a Ihe-
souraria de fa/.enda.
DilnAo Dr. Cosme Sa' Pereira, rommisaario do
goveruo junto a asaociacao de enloniaaro.Accu-
o a recepro do aao oflii-ind. !l do correnle, no
qual \ me. parlicipa-me nao k) o *awajaT- i > do e-
me do estado doi colonos oo brigue oTrovador e
\ rae. no da 5 do correnle assislido a -e-s,io da di-
j rri,to da issociarao e proced lo da maneira qoe re
lata, commuuican 1 i me as Hplica{0ii qoe receben
I da direrr.i ., e as resolac,Oes lomadas nesaa occasiao
I acerca de varios punios ; e ficando da ludo inleira-
do, lenho a dizer-lhe pelo que loca ao destino dos
quanttas que nao livarem applicifio iramediat,
qoe devem ellas ser empregadas em om eslabeleci
melo bancano, na forma presenpta no art. 9 dos
estaiotoi da issociacao ; o qoal devi ser ob-ervido
emquanto se nlo l.-r Impossibilidade de iua eteca-
eflo. ou o conlrario nao for legalraente deierrninado.
"'l0Ao capillo do porlo, dizendo fi.-ar cenle
i de lerera si o julgadoi apios para o servan da ar-
: tna la os menores Manoel dos Prnzeres Lima, e
' Chrupim Fernandes Peitolo, e determinando qoe
seja poslo em liberdade o de mine Joo de Dos le-
loaa, ltenla a eufermidade qae o iihahilila pan o
ervico, conforme Vmc. declara.
DiloAo mesmo, apresenlando para servir na ar-
mada o recrola Pedro Jos da Silva.Commun-
coo-se ao joiz de direilo de Sanio Anlao.
HiloAo arienal de guerra,appruvaudo o eonlrac-
lo calibrado com Eduardo Ferreira Bailar, para o
Iranaporle, em um dos navios de que he elle contig-
nsl.no, da carga o passageiros que por parle do
goveruo teem do seguir para o presidio de Fernando,
cerlo Sme. da que o referido navio dever partir no
da al do crreme.Ciinmuiiicou-se ihesouraria
de f./end -.
DiioA' cmara do Bonito, delerminando que
romeca ao juiz de paz da fiegue/ia de Grvala Jinlo
Capiairanode Toraes (lallmdo, os linee a miia ob-
locloi necessarioa que ella requisita para os Iraba-
lhos a que lem de proceder no anuo vindouru i
junta qualilicidora de volantes da mencionada fre-
goena.
DiloAo bacharel Jnao llireano Alves Maeiel,
determinando que quantn antea entre nn etercieio
do lugar de juiz municipal o de orplnios de Uoian-
ni, pan o qual fra nomeado por decrelo de
8 de oulobro ultimo, devendo ethibir a respec-
tiva carli no praio de Ires mezes conlados desla
dala.
O preaidenle da p-ovincia, em virlute dn arl. i7
da le provincial n. 4JI de 22 de junlu desle anuo ;
resolve o siguile:
Art. 1. Haver no collegio dos orphaos deSaula,
Theraza nm aicripturario e um procorador.
Arl. 2. O eicriptarario e o procorador lerao no- '
meadjs pelo presdante da provincia, mediante apre-
senlacao de eonselho administrativo, a proposla do i
lliesoureiro para o lugar de procurador.
Arl. 3. O procurador prestar llanca a jaizo I
dn eonselho, salvo sendo alunado pelo Ihisoo-
reiro.
,Arl. (. Ao escriplarario ineombe fazer, sob a
napeccaoe directo do secretario, toda a escripiu-
raeile de que trata o arl. 13 do regulamento de 13
de Janeiro de 1855, a qoe pelo secretario Ihe for
determinado, observaudo o art. I do mesmo rega- i
lamento.
Art. 5. Ao procurador incumbe, recebindn as or-
dens do thisoureiro, cobrar ns rendimenlos do pa-,
trimomo dos orphaos, enlnga-los fielmente ao mes-
mo theionreirn, ou quem esle determinar, e fazer |
ai despeas ordenadas pelo Ihesoureiro.
Arl. 6. O "seriplu.ario e o Ihesoureiro vencerlo
cada nm 500b annoae.
Art. 7. O mor lomo sera' nomeado pela misma
forma que o e.criplurano.
Art. 8.E-les empregados serao demillidos pelo ,
presidente da provincia, oavido o eonselho idminis-
trativo.Kemelleu-se copia ao eonselho administra-
tivo do patrimonio dos orphaos.
DaNomeaodo o bacharel Jos Bonifacio de S
Pereira para aoblelegado da freguezia de S. Frei
Pedro Goncaives.Communicoa-ie ao Dr. chele de
polica.
DitaCouce lendo a Graciano Jos de Freilas li-
cenja para ir a Fernando no brigue Adolpho, le-
vando no mesmo brigue os gneros mencionados
na relatan assigoada pelo secretario da provin-
cia.
inll tramado, e ficou em orna contemplara.) cheia de
Iransportes.
Meo Dios he Orna riqueza, he um Ihesouro I
marmrea Nicolao... Mas, conlinuou elle, como
aperfeicnou-sa a obra J Enl3o a que grao de calor
apagou-se o fogo Mvsterio misterio anda '. Sira.
a grande obra csla acabada, mas pela mlo do acaso,
; grande raestre de todos nni, e minha igoorancia lie
lao profunda como dantas !
Avi.la do Ibesooro longe de satisfazer o deseios
de Maroel, enlregou-lhe o pena,manto a urna Or
i etcessiva. O eicriptor etperimentoo.ura desses des-
esperos que ibitem a enragem maia enrgica. A
principin ficou em ora aniquilamenlo profuu lo. Tor-
nando a si,n;lo qui/ continuar aeus Irabalhos, e como
sua fronte eslava rdanle, soa reapirac,ao abrazada,
elle cedeu necessidade de dar repona ao espirito.
Tendo a alma cheia de Malaxa e de dii rieifu o la-
boratorio aeui tancar ao menos um ultimo ulliar m-
: bre o orno que eslava no el,o.
leudo vollalo na vespera Flarael nao podera an-
da dar Bltenr,a i a laja, nem conceder alguna inoinen-
toi aos amigos, a fra a mnilo cu-lo que Peruelle
conseguir onier algoma ranpotta u mi pergnnin
Nicolao pensava nisan ao deitar o gabinete, e ou por
necessitade do distrahir o pensameoto ou por aflei-
1,-ao resolveu reparar sua negligencia. Passaram-ie
duus horas emquanto o eseriptor tenisvi pr,r ,,,,| rui.
: dados escapar a si mesmo, a aguardava com impa-
ciencia a xolla de Gaolhier. Inqoietn rmlim pe|<
ausencia prolongada de seu charo liiho, nao p te
mais dominar sna anzuslia, e sahiudo de casa eami-
nliiu para a rti i de Blaoei Manlenoi. Chocando an
mel dessa ra vio iinlim Gaolhier em n apo-alo a
urna parede ; mas apenas lancoo os olhoa lobre seu
semblante, corren a elle e dlftse-lhe rom terror :
t)ue nova dasgraca le aconteceu ?
I) lilho de Sara es ava liorrivelininlc paludo, e
seus ollios etpriniiain urna dor alr >/.
Ella fogio, desapparereo, reip n lu Ganlhier
euro vnz alterada. Ooandoseparri-me de Vine., cor-
r a'caaa d) entile de Males.x. N;l polen i,, ,-,,n-
aet v ir no cor-rao > peiis.titi'iit.i de quo Leonor I s.e
li.!:'I, eu la su|.,,liear-ltie de joeilt >s q,|a ,1i-.p..,.
que inda amava-me... loria cralo e.n ana pala-
va. eaqaieeendii-me coma le om aonho m i !. t.-.r-
rtvel cena do palacio da Sainl Pul... poia bem, ella
fugio, deaapparecen I)t cralos inslenles de seu
' pal qoasl laucara.ii-ine lora da j-i de sea auio I...
COKKESPONDENCIA PARTCULAK DA
NACA'O.
I.onlre 16 de novembro.
Ja recebemos pormeu>rs sobre a lomada de
Delhi.
NMo se pode negar que este feilo deirmaa he assaz
glorioso para a Inglaterra, porque foi somenle com
8,000 horaens apenas, sendo so nula I eoropeoi.
rine se tommi d assallo urna pracv defendida por
30,000 eipayos, que se delentleram com o m.ior.en-
cariiicimenlo e lanto assim que foram necessa'rios
seis das para os Inglezes se apostarem compellamen-
le da praca.
De cento cincoeula mil habitantes qae viviara em
Delhi so tiearam alguna milhares de individuos que
nao perlenciam ao eterciiu rebelde.
He lameulavel dizer. que lodos esles desgra-
sados foram panados ao fin da espa la e que os tol-
dados inglezes nao deram quarlel.
1.1miu io esle faclai nao et.' menciona lo renio na
relaro que faz o Globe, a esperu anda para a hon-
ra do nome ingles, que nao seja exacto.
Pode deeolpar-se al cerlo ponto que os logle/es
fizeisem una jusiica severa, despedada e mesmo
B'nda que a exercessem contra os culpados, e espe-
cialmente contra aquelles afamados com as ai mas na
mAo;mas ni.r de represalias, imilitar os cipaxos que
naaeacraratn borneiis indefeos, mulneres e' crian-
..-. -n I i Odioso.
Anda tuna vez eu espero que esle fado oao sera
confirmado. '
Orel de Delhl tinhi aelmlolmeio de evadirse,
mas nma forra de cavallaria enviada era sua perse-
guido, tendo alcanralo, enlrcgou-so cora a condi-
ffle de se Ihe conceder i vida.
Bm se Iha polia fazer este favor, pirque malar
om homi-m na idado de 90 anuos seria mal ir quasi
um moribundo.
Alim de que esle favor nlo he grande, vislio rei
de Drlhi vae a ser enviajo a Calcula', onde lie pro
vavel que passe em prisa os poneos das que Ihe
re.lam di vita.
Dous do aeus dona filhoa e om doa seos nelns na
foram 13o feli/.es como elle, poli que sendo tambera
captralos foram inmediatamente rutilados, e os
saus cadveres transportados a Delhi hcaram exma-
los dianle da casa da polica.
A lomada de Delhi foi comprada mui cara pelos
Ingieres, que perdiram nn assallo 1230 horaens en-
tre morios e leridos, coraprtheujendo-so ueste no-
">(ero 61 tifliriar..
Fot quasi o terco di tropa rte abati. Recatale
igualmente a noticia de que Lucknoxv tinha sido
soccorrtda quando eslava nu ultimo extremo, pois
qae os revoltosos linham minado as deTaiisas dos si-
liadoa, e algomas horas mais larde, estes leriam ca-
bido em poder dos anidados de Nma-Saib.
O getieral llavelock, a' frente da 2,500 homens
atravesmu o Gangei no dia 19 de selembro, a du-
rante orna marcha de 5 das por paiz inimigo, le-
ve qoe eombater varias vezei com elle, ale qae no
dia 25 chegoo dianle de Lucknoxv e comecoii a de-
sembaracar esla praca do envciliraento, mis nio Ihe
b-slando ia|0, leve no dia srguinte que assallar as
forlicacies onde ib achavam entiincheirados os sol-
dados de Nana-S-nli.
Te la-ha elle conseguido ?
lie islo qoa a noticia deita anda na incerteza.
Mas bi un fado cerlo, que a pouca tropa de ge-
neral llavelock, diminuida um quinto nos ililleren-
les combales que leve que sustentar, nao era assiz
forle para levar coinsigo de Lucknoxv a Cawopore as
mulhere e as enancas encerradas na primeira deslaa
pracas.
He verdade que a postran desle desgranados me-
Ihoroo minio desde que o defensores de Lucknovv
Toram ahailecidos de raonirea di lodo o genero, e
de proviates que Ihe permitiera poderem resistir por
mullo lempo an inimigo, mas nem por isso demora
de eilar anda sitiados como dtiles, e solados n'um
paiz dominado pelo inimigo.
Diz-se que o general llavelock mo ficou em Lne-
know, e que depoii de ter soccorrtdo prat;a se re-
tira ra a Caxvnpore para all esperar novns reforeos.
As las emprezas de Delhi e de l.ocknow eusla-
rain an eterciln itiglez doua dos seos melhores gene-
raes : Niell inorlo dianle desla ultima pra^a, e Ni-
choiaon, mono em cunsequencia das fertdas que re-
cebeu dianle de Delhi,
A lumada desla praga foi da grande vantag-m pa-
ra os Inglezes sob mais de um conceilo, por qoe o :
exercito de llombaim que se linda conservado fiel!
ale agora, comecava a dar aiguaeslde deaafTeicao.
Demais n Panj.tub que ie tinha distinguido pela '
soa dadiearao a causa inglea, e cojai Iropaa concbr- I
reram cora os Inglezes no aasedio de Delhi, comer- i
va a manifestar descoulenlnmenlo.
Asami he de esperar que a sorle do rei de Delhi e |
dos seus partidarios fara' rrfleclir a lodos aquelles
que teem desrjos de se revoliarenr
Um poueo antes qua as noticias que acabo de vos
dar fossira conhecidas em Inglaterra, lord Palmiri-
loit leva ocrasiAn de fazer om discurso no janlar da-
do, palo novo lord Maire.
He dificil imaginar al qae poni chega o patrio-
lisino inglez, sobra ludo quando he excitado pelo
voaso generoio vinho do Porlo.
Se vos leoibra, foi h'uina semelhanle circoraslan-
cia, islo he, depos de beber, que sir James Graham,
eui.ln prmeiro lord do almirantado, concedeu o sir
Carlos Napier a permisio de si apostar da Crons-
ladl.
Sir Carlos Napier lornou lano o caso ao serio que
al chegou a promeller ir n3o sn a Cronsladt ro.no
a S. Peleraborgo ; mas pastado o fumo do vinho
pareceo-lhe a cousa mais grave que nem seqoer ten-
tn aventorar-ie.
Da misma maneira, Inrd Palmsrslon etallaudo-
se cora as proezas tos soldados ingieres, proezas que
ningaem nega. aos confina to Chauvinismo o mata
excessivo e o mais riliculo.
a Nenhuma na;an, disaa elle, ha excelidn In-
glaterra, seja em .>lliiaes, seja em soldados no co-
ubeetmento dos deverea da profiasao militar, oo no
zeloe na iulelligeneia com que sao preenchidos es-
tes deveres.
Islo anda qae possa ser objeclo de replica pode
anda patear, poii o imbre lotd si contena com
dizer qoe os Inglezes nao sao excedidos pelos oo-
(ros.
Mas que se deve julgar disto que te segu
.. Por (oda parle ha farlos trama coragem pro-
digiosa, por loda a parle Ihe foi necessirio lular
com a iimi audacia contri forraa superiores e
triara; 'i r por loda a parte ; por loda a parle onde
ha privarnos a supporlar, nudo o soldado deve com-
balar o inimigo frente a frente, individualmente ou
conectivamente ; por oda a parle erafim onde ha
perigo, nenlioma inri i aobre a superficie di Ierra,
o i...... dizer, po lera' coraparar-ae com a nosaa, e
sem me entregar demasiado a' vai.lade nacional,
posso ail rrr, ir que nenhuma nac,Ao do orbe pode
igualar em bravura a populacho das libas Brilaoni-
cas. )
Nao he, poja, adoravel eile tealemunho de bra-
vura e de heroismo que o prmeiro ministro de In-
glaterra ta' dos seus administrados ? N.lo se icre-
laria qoe ja la' vai am scalo denle qoe o exercito
inglez se moslrno com lodn ai soai qualidadas, mal
tambem com todos os seus defeilos nu sitio da Se-
bastopol ?
Quero ler ai palivras de lord Palmeralon, Here-
ditaria que sao os Inglezes a quem in cabe ai
proezas d'uma coragem prodigiosa, dis lulas le-
uirrari i. de corpo a corpo, e do desprezo do pe-
rigo.
Pela maneira qoe vio as consaa nao devieis fi-
ear a Imirados se daqui a alguto lempo nuvirdes di-
zer, que foram os inglezes que lomaram Mala-
knir.
Mas ainda nao acabamos com lord Palmeralon e
com a sua fanfarrice.
Nesle mesmo discurso, us lemoi as paisagens se-
guiutes :
Se jamis qualquer narao ealrangeira inugi-
nasae qoe os e-forcus que lemas feilo pela India nos
. lem enfraqtieci lo no itilerior, e que era etiegado o
, lempo tle mostrar nina allilude diflereule daquella
que Ihe eonvem lomar no momento em qoe somos
fortes, a' maneira como se lem manifestado o espirito
da naeafe, a presan com que se lem preenchidn aa li-
leiras do exercito,e em sutnma a' facilidade com que
se lem organisado a nosaa forja defensiva, Ibes fana
Corriieeer que muilo se llnham engaado em imagi-
nar que era chega lo o momento da no-aa fraque/ i.
Mas a quem se dirigir' esla phrase 1
D que nacRe estrangeira quereria fallar o nobre
lord .*
Prelentle-se que o etnbaitador francez leria pedido
explicara a este reapeito.
-\las na minha epiniae sera dar mulla imporlan-
ca ,is bravutas excita.las pelo vinho, e que nao li-
nhem oulro fim nail que eteilar os applausos dos
convivas de lord Palmerston.
Mal em lodo o caso ha un homem que nao per
doara ao prmeiro ministro de Inglaterra ler queri-
da rehallar todo o relo da Europa em proveilo da
Graa-Brelanha, e le ler lanra In, por assim tlizrr, a
Inva as nares ealrangeirai. "
Este homem senla-ie boje no Ihrono ta l"rnnra e
em quantn a inim eslou persuadido qoe o discrsj
de lord Palmerslnn he mais capaz de Iranstornar a
allianea angla-franceza que todos os esforros da di-
plomacia f.S. I.
Nos joruaes inglezes acboo artigo seguinle une vos
dirijo lal qual :
" Ha alguna dias, que o general Thompson e lord
tioderich liveram urna entrevista na secretaria dos
negocios eslrangeiros cora lortl Clarendon para Ihe
apresenlar urna pelijao dos memoro, do eommereio
da Leedi e de Kradl'ord pedindo ao ministro que em-
pregue loda a tua inflmela para com o governo
portugnez, linde aisegurar a l.vre navegado do
no de Zambese, e ohter, as colonias porluguezaa
obre as corlea orientis e oceidentaet da frica, a
hberdade de tramito e de tranaaccoes eommerciaei,
que o peticionarios ereem necessarias ao desenvolvi-
rnenlo dos recorsos das colonias e dos direilo- ind-
gena*.
Lord Clarendon esculnn com muila allm;.lo os fac-
los que Un foram submell.dos. e den a deputac.ao se-
gorancas satisfactorias a respailo dai nlencoei'do go-
verno.
O Dr. Levingstone, di.se o ministro, deve parir
para Lisboa com aa maiores reeominendaroes para o
rei e o governo de Portugal, e recehe. a proleecao
eortlial do embaixador inglez em l.iaboi noa eafor-
coe que lentou assegnrar a livre navegaran do Zam-
bese, e a maior facilidade naa Iraniacces commer-
ciaesenm o inlevior ta Alriea.
Lord Clarendon enlrou complelamenle na vistas
da depataeRo, taea como estao expnstas na pelfclO, e
parecen particularmente encantado da neceas'j la le
le animar a cultura de algod.lo por lodoi os raeio
irnauinaveis.
Urna nutra depularao da aaaociar,1o britsnnica,
acompiiihada rio Di. I.evingilone, ha ldo goalm-n-
le urna entrevista cora Clarendon par Ihe expor tinao
imuoi tanto lena para o governo enviar um navio para
verificara-e mli iradura.lo Zanibest e subir esle rio
ale onda seja pttssivel.i.
Nao lera se dilo qeil H|| a resposta de lorl Cla-
rendon a esla segunda depulacao.
A duqueza de Netnoori acaba de fallecer na Ingla-
Ierra, Tinha tido o sea botn sucessso havia quinte
das, a a soa siluaro eia lia boa, qnando poda de-
-|ar-.-e.
Infeliimeule una morle suhits a rnnboo a sea ma-
rido, sem que esle, nem a rainha Amelia, nan ab-
llala h iliii treni no menno palacio, livetsein lempo
de ac lir para recebar a seo ollimo su.piro.
A duquiza de Nemours centava apenas 31 anous
de idadr.
Eis ahi ludo. ICu linha parado aqu, apoiado a esla
parede, resolvido a aguardar a valla de Leonor, e
a morrer a' sua porta.
Emquanto Gaullnardizia ealas palavras, una la-
grima curren Ihe dos olhos ; Mainel o vio, e seu
cor.ir.lo parliu-se do dor. A lembiaut;a do onco
amor, qoe enehera ua vida, vultou-lhe a' memoria,
e como elle amara Sara com loda a ternura de sua
alma, rumprehendeu o sollrimento do lillio.
Enton amas milito essa moga '.' pergunlou Fla-
mel a Gaulhier coiidtizjiido-o para longe da ru.i de
Blanca Manlisux.
Ella tornoo se minha vida, disse suspirando o
Irisle amante.
Callada murmurou o oseriplor.
Depois acreaeenloii :
Todava ella he de familia nobre, nao podes
aspirar a' sua mao, sendo sobriuho de escrtptor obi-
coro. sera nome, e sem riqueza...
He verdad*, mas cu posauia o coradlo de
Leouor, e haviamoi da isr unidos Saliendo qua
distancia roe teparivi deila. eu esperava]que ira-
mos par hu pal/, lunginq.i) vtver e amar-noa.
Mas le a nobre inora Irahio la fe, esqueceu
seu amor '.'...
Botan irei procurar a morle no raeio tle al-
gnrai balalha !
Grande Drot! exclamnu Mame'com suslo.
Eo eseriptor eaminhindo refleclio prolun la-
mente. Chegaitdo a' casa condnto (.aullner a' sua
eemara, e dapois tle faze-lo assenlar-ie junio da
' si, disse-lhe :
Visto que a ron loisa de Malees] lornou e o
alvo de la vi la, osonho de leu corara i, sera' la
mnlher perame leos e o homem. K isso aa tara'
em Traur.i, em Pan-, na igrja parochial tle Sainl
Jacques-l.,-1! mcherie.
Ma. i|ie liaulhier com increduli lade, isso
lie imposiivel !
r-Oove-mr, lornnu o eacriplor, leudo jorado
consagrar minha vi la a' la felieidade, hei de cum-
plir Ramenle minha palavra, a .Ir; te h .|e c imc
a Irabalhar. Agora etijo de II que nlo de". "
casalpor nenhum motivo. Certamente :".'" "'"'
rnrrerea nenhum perigo, i.....i ." "' ,efa livre '
e man fe-cunda em impit
Sedotido por estas ,.nri..|o llwn.'l, parliei-
pando da sua- i-cranra, t.anlliier promellan lado
o que foi ex'S'do dflie. Livre desjg euMo de lodoi
Mr. Abaltacci, minislro da jusiica em Franca, aca-
ba tambem de fallecer na idade de fia annos.
Bullelim commercial.
A 'toarlo financeira que (era peiorado de dia
para dia, ciiegnu a um puni lal que s pode ser
salva por om remedio enrgico.
Na Irlanda aa coosas trm-se passado favoravel-
| mente, e se bem que grande numero de individuos
lem recorrido aoi Bancos, esle tem sostenalo o sea
crdito,
(luiro lano n,1o lem aeonlecido na Eicossia e em
- Liverpool.
Nena ultima rilado um Binco importante leve
que -1 -pe [i ler os seus pagamentos, a dous Bancos
i principies de Glaseoxv foram obrigados a lubraelter-
! se a mesma necessidade.
Alem disso as fallencias no alio negocio Ho suc-
eessvas, e sobre ludo en're as casas qae tem rell-
enes com os Estados-Unl Jo'.
Conleniar-me-heicora mencionar-vosalgomai del-
ta* e sao :
MM. l)-nni.tonn e Comp, IItm.i-h. Faenlvman e
Kigg; MM. Broadwoode Birrlav, Foot r. lilho, Sao-
derson. Sandman eComd, MM'. ooglas e Weste-
rofl, MM. Niylet Vickers e Comp. MM. Ogle e
Corap. ele.
Os doui Bancoa de Glaseo- que lem suspendido os
seos pagamentos sao :
A Waslero Bank o Scbolland e a C Iv of ulas-
coxv Bank.
A euapenso desle Bancoa e a neceisidade em qoe
se achirara oulros de salisf.izer ai numeroaal dili-
gencias de reembolso por parle dos depositarios, li-
raram o Raneo de Inglaterra orna grande parte da
reserva metlica e tle liilhetes, ja muilo rfiminuida
pela especie de paalco que se linha manireslado em
Londres.
A reserva dos hilheles, e a porciao disponivel da
reserva metlica linham chegado ao ponto, que pas-
sados alguns das, o Banco nao p le, sob nenhum
pretexto, descontar nenhuma e-pec e da papel, ain-
da que osse revestido da assignatura do todos os
Rothschilds da Europa.
Ja em 1817 a situit^ao tinha sido tao critica, e lord
John Boesel, entao ministro, nao heailou, na amen-
cia do parlamento, de aulorissr o Banco a elevor a
einissao dot seus bilhales alm da cifra presenpta
pela le con.lituliva do dloBmco, obri.ando-se a
pedir ao parlamento um bil de in lemnidade.
Em 187 esla medida restabeleciu a eoiilianrja a
tal ponto, que o Banco nao lave mceisidade de usar
da autori-.rl >.
Mas desla vez parece qne mal he mais profundo
Com elTeito, quinla-fetra ultimo, lord Paltner*ton
adoploa a mesma medida qae lord John Rossell aa-
torisamlo o Banco a exceder a cifra legal, dos bilhe-
tes.
Na manhaa segoinle o Banco linha j usado da
lutorisarao.
Pensa-se que o parlamento ser convocado pata o
I* oa 3 de dezembro a lira de regular este negoeio.
A medida adoptada pelo governo leve por efTailo
immediato reslabelecer a ronan;a que linha quasi
desapparecido.
Desde o niomenlo em que so leve a cerleta de
que u Banco pu lia desmotar os seus papis, vilie
que polia estender indelinidara-nte os seus recor-
aos, n.lo se cuidatan em nutras medidas para as ne-
cesidades que pnsaam ipparecer.
Era quantn an mais, a-^egura-se que se o Banco
nao recehesaa a autari.arlo ren-.tonada, Iros casas
das mais iinpnrlautri da' Inglaterra setiam obriga-
do- a impender ..< .eoa pa .amentos.
Ksquece-me dit.er-voa, que alguna dias antes o
I Banco linha elevado a tle/ por eruto o preeo do des-
I cunto, a ejoe aera obrigado a eonaarvac-lo aasim em
i quanlo for tilinga lo a lera cifrados seus hilheles
alm ta cifra legal.
A bolsa recuperan a ana lirme/.a tlepois <11 medi-
da gove'rn.imenial, e os eejMoli lados ticharara a 89
e um qaarlo e 89 e meio em dinheiro a villa, e a
i 8'J e 3| e a 88 e 7|8 a pnin.
As iioltciat das ci lader ;;anof iclnr'iras s3o desi-
gradaveis : os n-gocios s.lo qua.: millos, o compra-
dores ollerecetn presos Ulo banoa que us labricanles
nao pndem vender.
O Irei por cento porluguezes esiao a 13 e mel,
Sarao.
CORRESPONDBMCfA DO DIARIO DI'
PEKSAalBUCO.
Paria, (i ii nove.i.bro de I8")7.
/!eci Na u'iiin i vez fallamos na penuria em qoe nos
raaiilioii i-n oa noaaoi ea.-riptores a poetas. Iloje te-
mos qoa annunciar nina des.aa obras felina para >-
lrave>s8r de m i em m,1o o mundo inleiro. Um
livro lodo saludo do corarao, um livro ao inasmo
lempo sympalhico e ettraordiuarin, o ulnseclon de
Michelet.
Ja na primavera de 1856 o omnenle artista, po-
eta, l'gendirio e grande historiador dera ao publico
diversai paguiai que elle eserevera para se distrahir
lo tolas as coa-as dolorosas que Ihe eaura a polti-
ca, para deicanaar das fadigas de seu grande traba-
Iho histrico. Entao lralava-se do Paisirinho se-
gu do nai libertades do fi. do eipaco da Int.
Desla vez, drpoiide ler failo o seu grande esta-
do e a sua palhelica turrara i dessa lerrivcl poca,
que se chama o seclo XVI. tile lo rou o cami-
uliu da Suissa, o se dirigi ao lungudas estradas cora
o seu cor|)o tle piulieiro, provaudo a agoa era cada
fonle, perguotando-lhe si ella linha a virlude de
apagar Indas as causas amargas do pastado do pre-
sente, procuran lo qual tle tantas fonles aera para
elle a agua di l.etlies, e asta ondi sagrad i n.i Ihe
fallas.
Elle eilabelecea-se em dnus lugarea de Lceme,
e ah os aeus ..lito, s; alunaran! para o chao, sobre
este mysterioso e mudo lilho da no-I-, qua n-sie
inundo lulas as tribu an.midas peraeguem ou de-
vorain oo despre/un. I'r-n-ot enlao oue a jusiica
he onlvenl, q ie a estatura em nada oliendo ao oi"-
reito, qoa se alguempo teise suppor qui o direilo nao
he igual, e que amor nmversal pode inclinar a bo-
t inca, sena rala em favor dos pequeas, e elle di.se
que para esle pavn ......i -,i.-. que ino.tra a lodos as
mais lories imagena do amor deaiutereisado da de-
dicar.lo publica, e o senilmente sncial ni sna man
rdeme energa, elle linha utna rnust a f.zer, eom-
prehende-lo, explica-I, se era posuvel, introlu/ir
ah a lu/, a benvola inlerpratacSo, Fez poli o sao
gabinete do loeulorio re nao sei que anligo conven-
to transformado era eslalagem.uma pega mui vasta
que por s-le janellasabortas inbre os montes. 0 ago
e a cidade, em urna trplice etposit;ao dava ao -u
rniacroscopio um dia magnifico etn tolas as horas.
O (rahalho da observagao comerado lias inonlanhas
e no hinque de piuheiro se conlinuava ah, depoia
n<* eslava seguinle. seconeluio em Franca, em I on-
lainebleau, em plena Ti. resta, e entao o eicriplnr
poila e artista, depois de ler enelr.i lo poueo a pm-
o reeeio, ll.un.-l lornou a pr gravemente o barrete
aobre a rabec.i, labio, e dirigi se para a ra de
Bianrs Manteaut. Chigan.lo dianle da casa do conde
de Haleiay mandn pedir-lhe i honra de fallar-lhe
om niomenlo.
XXXIII.
O ronde de Malesay, no momento em que o es-
eriptor chegou a'sua casa, eslava em lula cora aa
maiore perplexulades. Depois de liaver desempe-
orado brevemente etn Touraine a mlaato confiada
ao seu zelo, fura obrigado reunir-se a Savoiax, e
participar de sea exilio de Paria. Mui sorprezo por
adiar sua lilha Leonor oa corte do duque de Ur-
leam, na se assuslara tolavia demasiadaminle, e
li ara mesmo um tanlo ai,ra lecido ao viudo por ler
obtrahide a pobre moca aoi perigoa de urna cida-
de oceupada pela genio do duque de Boorgoane.
.Demais se o lidalgo bonvessa conservado algoma
I desconlianca, ler-se-hia Iranquillisado nlriramente,
vendo Leonor colloca la em unta casa nobre a cun-
liada aos codad de urna viuva das mais respeita-
I vil.. Uesejoao tle ronstriar as boas gra(ai da Sa-
I vony, elle n.lo mudara nada da pnihjgo dala a li-
l Iha. Esperando ver ela piolo de Valentina de Mi-
| lan, mostrou-ae Mllifeila de que ella rotee a todas as
ic-ias. e participaste da vida agitada da corte do
duque. Halaga) julgava-se pois o mais tlilosode le-
dos os borneas Animado pelo valiste de Urleans,
j prururalo pela mor pirte dos lidalgos, elle altrihuia
loraenle ao sen merccimtnloessa fortuna maravi-
Ihota, sem duvidar um instante de chegar qualquer
ia os ligoi lades mal elevadas.
EnlretantO r-si proiperidade foi tan cphemera
-Jii iiiln f ira rpida, e acalma no mesmo i\\i em i i
Stvoisj volloa para Paris seguin-o o doq do Or-
I leaoa, que recoariliaia rnin n .oo i. nlorno pruno
.1 'a-I Sl-i. Peni Desde o III linelo etn ,| i ii xah In
rernltrou -- -u logar n i raarie do re, o favor .lo conde
l.lecahio r-pilim menni leouor lenlovol-
lilo com i i'-1 "' ''< roa da Itlanes Man
i i .. ,-are -.-u eoinparlilh ir de su, deagrat; i, e un-
ir l -|.re/i la, e p.iu -n llepoil e qleri la p .. ti | ...
tas, auas ainigaa de poneos mezes. II aven lo ligado
-na. e-peran- .- de f-nlutia a' ainiz i le da *. ivaii.x- o
ro i le tirn profund intente afli co por e-.a de.gra-
i-i, e .i ii 11 n m .'- ra/.l i, porque inultos erado-
ras lairnavam-ae engente., llera .-omo .en pii, I o,.-
i r pareca entregue a um petar lerrelo .leste na
volta. Uetirida to funjo de sua c.miaia passava
co no mundo tenebroso e myilerloso, do aloran, ah
encontrou o que he com ni nlo a luz, sobre ludo o
amor, e della fez dardejar os mais penetrantes cla-
roes sobre os caros lliesouros da alma. Com o sea
tlenlo generalnador, salufezendo ai suKs necessi-
dadei de eipan-ao.elle leve lodo o cado de nada dar
aos lyslemas, e eulrar as disputas scienlilicas ; an-
tes que lulo, ella quiz transraildr todas as impres-
' -s do -*u i-iir.ir.l) eternamente joven, e o seu leilor
aps elle, as experimenta lodaa.
Ao principio a gente fica impressionada deste lu-
gar sem limites que o nstelo tomn na nalureta, fi-
ca-fe|alerrorisado da revela^ao imprevista desse in-
linilo vivintaque etnto em loda a parte, por mal
invisivel que se fara, no fundo da Ierra, lio fundo
io ocano, e as profundezai insondaveis do ar que
nos cerca.
Itacua-se ante a Idea dessa guerra immema qae
se faz a luda a vida, desaa guerra lernvel, trabalho
do inferno que faz a salvarlo do mundo ; a depois
a gente se lianquillisa ao pensamento de qoe os lo-
tete* herbvoros lem nlo a represiao do melonho
en,, .di tineuio vegetal -do miin lo primitivo, de qai
os inmetor herbvoros transpondo loda a lei e loda a
medida, chegaram para os reprimir os insectos iu
jeecivoros, que esles robustos e lerriveis (xranos da
creara pelas suas armas e pilas suas azas nao letn
sido vencedores dos vencidos, e nao lem levado ao
cabo as especie, mais fracas, por que sortre todo o
povo insecto a sobre o sen vno man altivo sobreveio
a grande aza, o Ixraoo supennr, o pasiannho. lie
por estas destruiQes successivas qne a prodcelo ha
sido continuada, e as especie- equilibrada).
He por qua esta obra se termina com a aspereza
d'acc,ao que ella eomporla, qoe convm que a pana-
gem do insecto seja accelerada, a sua vida compre-
mida, e qoe do amor a' morle, e da morle ao amor
elle cyre ueste circulo rdeme. Por mais breve que
seja cita circulo, nao o percorre se nao a' cuita da
metam .phosrs dolorosas, que pancera urna serie de
de raerles succenivas.
Para o insecto sobre todo, girar e parir be mor-
rer : para o pai primairamenle amar he mrorer,com-
pre que elle se d, que arranque o melhnr de si,
qae pereca em (i, para reviver naquelle a quem li-
vor tranamiltido o sea germen de resumirlo. E
para i propiia mu a condeninac.ae he quaii sempre
a meima.
Ella amara', parir', e em breve morrara'. O a-
mor nao lera' para ella teu premio e ricompens,
ella nao nao vera' seu fillio. nao lera' as couiolac,oei
da morle, nan se vendo sobreviver u'oolro, confiar
a naloreza a enntinuacao da malernidade. O or-
phao lineado ed na vida, lem fome, lem fri, he o-
brigado a prnver por si mesmo ai auat necesiidadei
al o dia era que loma a seguoda forma. Confian-
do entao, cerca-te de filinhas, aceita d cilmente as '
Ireva, i eaereia, o cativeiro do sepulcro, cora a
consciencia da vitalidade qua aeumulou por tea tra-
balho anterior, sabe que em breve elle vai viver
urna vida tranquilla e suave, vai resplandecer em
ludo o esplendor da juvenlute, no meio do hlito
momo da primavera e de ludas as lluies aromalicai.
Ei-lo que sube para a luz, se enhila, quer agradar,
e voa para o objeolo amado, se transfigura am todo
o esplendor do seu enfeiie e do amor, ama, depois
morre glorificado.
Mal como, no mondo das inseclas, esla lei inexo
ravel e fatal da morle nao lera' exceptes 'f Se ai
mais se reunissem, aa eoganaisem o destino, associ-
ando eslas vidas curias em urna vida commum e de-
radoora, onde o seus|iilhos mconlrasem urna roai e-
lerna .' Ai formigas, as abelhas, os tertulios, ele, o
tem realisado.
Para illulira morle, ellas crearam a lociedade,
a cidade, lu aalvat;aodo lilho, a conservarlo do
talara, o trabalho, a economa ha sobriedade ; e ais
que esle mande que ainda a poueo que na sua mis-
sao originaria de comhale.de deslricc.au pareca ama
forja atrozmenle fatal, tnrnoo-se pelo esforz do co-
rarao malorno nm mundo de harmona social alta
raunle morali.ador. \ niat-rniJaJe nao be lado pa-
ra o inserto, vida coinmti n o miro lu/. no limiar de
utna ordena anda mais alia de senliiuerlos, a coope-
raran Maternal.
Grande e sublima melormorpho Ihosa do qoe a dos mudos e das Iransformacnet qua
cnduzram o mo, a a larva, a nxmpli a lomar
aaaa.KUi faz dizer ao nosso aulur eslas pelavras
qae lerminain e resamnm seu livro : oSim, ludo vi-
ve, lude sent, e ludo ama. Maravilha verdadera-
mente rallgleea No ianile material que se apro-
funda debaixo dos seus olhis, vejo para me tranquil
Itaar om infinito moral A personalidade ato huja
reclamada como monopolio pelo orgolho das eipe-
eies eicolhidas, veje-a generosamente extendida a
lodos, e dada aoi mondos.
O golpli.i.) da vida me nariceo deserta, desolado e
estril, se ahi eu ni i encontrassa por ladea as para-
eens o calor e a lerntira do anor universal na ani-
vemlidade da aira. ..i
Mas parando n-sts claco, o nano elogio syinpa-
llnco e a nosn analxsa ucomplela, tao t,i i pooca
cousa aos no-sn olhas, qua nao tenlariamoa etlende-
la, e seremos anda contentes da -ua medida, se es-
tai pnucas linlns vaierem ao nossophiloaopho alguna
liilores de mais alem do oeeano.
Ao lado da apparicao desla obra que he a lodos os
ratpeilos utn acuntecimenlo Iliterario,ha ainda livro
por as-igualar estes das : a oNormanda deconheei-
da.o urna historia das libas da Mancha, Jerisey
Gueiiersey, um|esludo em que Francisco Viclor Hu-
go, o lilho do gran le poeta, mulroa qne o sen joven
talento pen.au fiiipre no exilio na patria alsenle,
e que elle Ihe enviou cora esla dolorosa epigraphe
do proscripto romano : oSine me liber ibis in ur-
bem.
Depoii a publicacS) da correspondencia al boje
poueo eoohecida da caria de Leopoldo e Wolfgaug
Mozart. lia poueo lempo asaignalamos como" uio
fado imprtame da poca contempornea, a entrada
las arles na lilleralara : ja se lem lomado populares
as figuras do mu gran les pintores ; de mui gran-
des aeriptores eis aqu a du maia illutlre lilho da
Allemanha musical, que apparepece com lodo o en-
ranin que se liga a maravilhosa raoocldade do sea
genio.
O padre IGnschler, ifm sacerdote artista, senlio
i que I / a muito inas para a ttluria do seo maeitro*
de pro liten;.1., lazando couliecer a todas e.las car-
las precilas do que consagrando-lhe oraa obra bio-
graphica. A evncarao he .omplela, e desde ai pri-
meiraa Tullas do livro novo, o leilor enlra encanta-
do ii.-1 familia, no seio da qual uaaceu Mnzarl, fa-
milia piedosa e reaignada, loda a Allemanha chria-
lla, onde reinavam a orden, a caridade, o gosto
das coatas bellas, digno berc.9 do msico, do arot
ideal. .
O leilor parle cora Leopoldo .\otarl, cale homem
venta tetramente superior pela consciencia simples
e ingenua do pro '..gio.o deposilo que Dos Iha ron-
lioo, segn fs.es lilhoi lao mo.;oa, urna lilha de onie
long)t illas un silencio e as lagrimas. Um ',,.i so-
menle para obedecer ao conde que -.perava cahir de
nova em graea, ella ie mh'.srara com a mullida.)
hrilhanle que SBEhia os salOea do palacio da Sainl
Pol. a entao vira repentinamente appareeer Gao-
lhier diante de li. U-- i-i i i/ t/ni'ii doente, fieara
les.le e-se dia entregue a uraa profunda melan-
cola.
Perseguido pelos credores, ulcerado pela deagraca,
a conde de Malessy e-lava pois dominado por ira-
presses mui penixeia, quando Flarael mandou pe-
dir-lhe audiencia. Em qualquer oulra cireuraslant-ia
o li-lalgo leria repellidu o ousado hurguez, mas nes-
se momento e-qu.reu-ae de sua subeiba, e ordenoo
que fosse inlruiluzdo o eseriptor. Levado presen-
il do conde, esle fez se o maia humilde que pode,
ahiixou os olhos, rurvou a cabera, a iocliuuu-se
profundamente.
Senhor, disse emlira Nicolio tlepuis de um
motlenlo da silencio, soa o menugitro de ara ho-
mem de irado aos inleiesses da gloriosa casa de V.
Etc., e di.pisto i fazer tolos ua Menucio para Hie agradavel,
Como .' pergunlou o conde com sqrpreza nao
enteudo.
Entrelanto nao ha na.1i mais imple.. Y. a
prova de que ininhai palavraa ntoallevaaa, heqne
e-lui encarregado de oll-n-crr a \. fcx. o meio
maia seguro tle recobrar o favor alo nobre con le de
Savoi a-lamou Malcs-v no cumulo do
De veras
evpanlai.
_ Joltl \ .
fia de raaar de I,
--I--I a fazei ;
diilg i nan lem un --. es -o i
bul-a. ti emba r. do ro
Etc. mesmo. O conde de Saivosi
ije a tros dia, e- r isimenla nbn-
-/-s .n rmes, e lod li ia a digno li
i-.uiu no ) ;:i I i da
E !:-' p -.- ettrcino, e a

MUTILADO
lal ponto qua elle se en:,- gana -> diabo.
mag-alade infernal qo ..--, iltr-l!.' nn n -, um
ihe. uro. Aja le-... ilgumas mil I-lol ...
lie multa murinu. 'I-i a.j levitilando-ie
cen olera, temelh mies in- il :. 11-...
>-u .or, i ..i-iiiiao TI.ai i i ti|.a-.\ el, nler-
rompen 11 .. eun le, ..........i pi-( | .. ,-.i u&,
n-1 le V. Ee. primeira urd m.
Uutinlo eaaaa ..liv. pronunciada' com lirm-ia
e grvido,I. conde ficou estupefacto, sua colera
de.apparoeeo, e elle julgoa ura ilutante r*!ar 0-
nl.auJo,

O amigo discreto que rae enva, conlinuou
Flamel, nao pOe limites i sua dedicarao. OITerece a
V. Etc. b talante ooro, nao tmente pan recobrar a
imita le do con le de Savoi-y, tean lambem para
linear longe de li burgoezea insolentes pagando suas
dividas. Esse am ge des.ja fiear d-scouheeido de V.
Tixr. por alguns dias. Maa ae V. Etc. deaeja reco-
nheeer sua dedicaran, iti.f./en i i seos volot mais
charos, isso Ihe sea fcil. Esse amigo tem om filho,
objeclo de toda a ua lernora, o qual enamoroa-s
luucamente da nolne lilha de V. Exc.
Finiendo, disse n conde com repugnancia ,
mas pelo menoi esse filbo he nobre '.' Sua cas he
Ilustre, igual i anliga rari dos condes de Ma-
lesay !
0 mancebo n3o be indifTerenle a senhora
Leonor.
He de alta linhagem 1 repeli o conde com
impaciencia.
Esse c.isimeulo renovnra o Inilho de sua ca-
sa, dando a V. Exc. mi. i grande riqueza.
Besponda-me, gntoii o coude, esae moro he ao
men', eavalleiro '.'
(I homem que poe -ua riqae/a aos pr-s de V
L>-. n.lo lie de raca nobre ; n,i |.-m lltolot nem
bnzAo, r--.i lilho ho l'.-uio como elle.
-Oicubor e-ta Ionio, meu charo, alisse eoia Mo'es-x com -'ili'ibo deapreto,
Enlao.V. Exc. rep-lle minha propoila lor-
nou ,V rolan.
Nao quero oovlr mais urna palavra a es-e re, -
p ul ..
i: m mranlo c-m n : -.:, ,, ,. ,\\ .ra eseriptor, n
1 I- i acres -nt-.u .
-- \\ Ino-.e, a ap,aircer dianle de
-
M -s *. P'c ( i devo satisfaz o bt
r 'i" a in.l i da bell i rondes
Otar. que-.;i nobre e de c i grande, res-
'..... ule.
' :, P i -alv.-.-m ; I, itiibirr ,,..
ra i a go e do .(! Iinbeg.m, ,:,... Flamel grave-
raeiiie .- on grande admirac e de*Milesx.
Dilo i-t-, .. .-, npl r iiir,,,.,,,. .. ,, ;,y lllni r,--
peilosainente, deitou o lallo, sahio da raa, e des-
" pareet-u p i o i-, na exlieiniade da roa de
lilanes Manleaux,
.' "oiifiniidr-ff-Aa.,
' rio loriar, i
":.'tu -.ssas feliz,
X

!


!
i
anuos e uiu meuiuo de tele, ja irania arllsla-., e-
es la lonja* mu-ra alraves da Eumpa lem iodo o
iuteietse pailn-ticu da mili almiravel, da mala lo-
cante etpedicAo. Uo S itibourg se vai a .Munich, a
Lilil, entra-se ern Vienna, e ah um pouco do glo-
ria ja os leudo precedido, loda a ge ufe vem ver o
virtuoso da seis anuo, principo, udalan e lidalgoi,
o propno imperador quu inslalla \Vull";yni; no eolio
la itnperalriz Mna Titerera, no meio da tua bella
e numeroa familia, e de que tazia parle a arrhi-
doqueza *Miria Antoinelle, que depoi .lev a ser a
, infeliz rainha da Franja. D.poii da ama demora
*m Sal/bonru, parlem aiuda. Dota ve* | para
Vusbduri, Stollgardl, Manheim, Mayenc, e o nos-
so virtuusu se Inrnou um maestro, eveita paula
da todo pela riivrrsidade do eu lalanio e fecundi-
dde da toa iroaginacao, improvisando loccessivH-
raenle com igual facilidad* ao piano, na mbeea c no
rita.
epoia ti lo locresii mi.le em Vertadle na
coi le de Luu XV, leo jando as uro- de alarla I.eck-
tuiska, com aquella lamiliaridide qua comporlava a
sua tdade, em Par,; I.nndr.s e Haya, tempre eje-
cutando e compongo coosaa novas, aempre encanta-
dora) e ja magnificas. As 13 annot, drpois de uina
segunda viagtm a Vienna, deia aioda Salzboorg
para descer para aaviagens luniuiuiaa da Italia, fat
eiecutar em MUS i a aua primelra opera, de; o da
=e ler leito ouvir imi ecbos de aples e de Vtnea,
e ilaln eul.lo etle matilro de I i annoa crescau, pro-
duzindo obra sobre obra, com cipanlo universal,
dislriboindo os aeotjpapeii, aeguindo ai repelices,
rimnilu as toas repiesenlacei como as mais con-
aumadas Iiunlem em llalla, lio|a na Allemanh,
amanhUa em Franca, moairando ao mundo o que lie
o genio, na sua fecundidade, divino como aua as-
rancla, e lodavia tirando de todaa estas obras primas
mala gloria que fortuna. Uesgrec.adamenle ascartsa
tnadmidas, dlo padre (ioscliier param em \ de abril
de 1787, poca da morle de Leopoldo Mozail, a nao
se he arli>la com a creado da immorlal parlic.Ho de
D. JoSo, e de oulra operas que segu'm nt a morle
1:1o prematura deate maestro incomparavel. Com-
tudo eila publicarlo n.lo dena de ler lodo o seu al-
cance, nao be urna pura satisfacHo dada a urna Tila
curiosidade, he ainda urna licSn, e todos desejam
rom o traductor que este exemplo de orna vida chrli-
13a, no aeio de orna exittencie tola mundana, aeja
seguida por lodoi estes mancebos, que cultivando as
arlet ou ai Itltias, parecam paailtg veze esquecer
qua Deus he a fonle do que he bello, grande e du-
radouro. G'. M.
PEB1AMBHCQ,
PAGINA AYULS&.
Chtatro de Sania tabtl.K empreza de Sania
Isabel lava hoje a aceaAs Memunas do Uiabo,
ciijo producto aera' aplicado em favor dos isvlos
de nitudicidade, projeclados neita piovincia. O Sr.
(itrniann, por este seu procedimento, acaba de con-
firmar qua o bem, qualqoer que saja a nossa po-
sicao recuiso, he aempre de Fcil execocSo, urna
vez qua hajam em nosso coraran os seolinienlos de
philanlropia e generosa dedicarlo que aconselham a
aua pralica. Artista cousummaoo a habili Sr. Germano quer musitar ao povo pernamhucano,
que oto lie so esta a face de sua pessoa qu* he dig-
ua de consideradlo : a' par das elevadas 'acuidades
do artista, elle nutre lamhem os preciosos senljmen
fus que ligam o humero ao homem, e c.lreilam desta
arle o vinculo aocial. No que nunca admiramos
baslanlemeule a e (cellenca de urna bella eccSo, na
podamua deiiar de applaudir a feliz idea que leve o
Sr. (jermano de coocorrer com um beneficio para oa
asylo de mendicidade, cujo projeclo fui por nos
Mudado com o mais vivo jubilo. Receba, poi
Sr. (jermano os uossoa sinceros parabens, e crea
qua a genaroaa iotencao que o anima de lal sorle ha
da colorir a parle de (ianthier que Ihe cabe detem-
peuhar, que Ihe proporcinala' mais orna oecasiSo
de obler um Iriumpho as igualado no palco do San-
ia Isabel. A Jumamos a balieza de urna aceito uo-
bra, aeja quem lor que a praliqae, nSn podemos dei-
xir de tributar lodo o elogio que merece a orchestra
do Santa Isabel, que gratuitamente te presta, no es-
pectculo a que dos referimos, lie sempra helio ver
- o enlhuiiairuo e fervor com que as diversai classe
do povo pernambueano saben, abracar at ideas gran-
diosa*. Recbalo laixbem os inembr'is da orche*lra
da Sania Isabel, que tanto concurren) para realzar
u anenlo dae no le de repretentacao, as nosaat cor-
diaet felicita^es.
Insolencia moleeal.Em um desloa das, rc-
tirando-se da gu-rd.i para sua casa um ollkial de
lioha perleiicenle a esta guaiuicao, foi le mimoseado com urna furmidavel vaia na ra .to-
va, por um grupo de muleques que o aeguiam, aeto-
viaudo e giilando papa-iuan.do. O ollkial btm
comprehtudendo que a luelhor maueira de obrar
tena a prudencia, refugiou-rea ver se se passava a
lempettsdv, em um curiedoc da niesma tua. Jjas,
Dio obslanle, vio que os molequcs se nao dupersa-
vam e que era pretiso ir para casa : aahio do eorte-
lor, .iHr.iiir .ti tuda aquella balera queja Imita cha-
Ditido maior numero de espectadores e pule apres-
erdameiite ganhar a ponte da Boa-Visla, e escapar-
te felizmente inclume no plijsico. Osmolequet de
nossa Ierra eslo acotluuiailoa a dar vaiat, qua as
vetea sao acompanhados de pedradas nos pobres
mtndigot que Iransilam pela ma recorrcnJo a cari-
daJe publica, ficam acubeilados de punicAo, o vao
por eila maueira to'itando-sc lAo ousadot que ser
ililliril (Juma-Ios. Que nao |i- j.i misas ocres -.s um
inspector, um polica, que es .narre e leve-os a' ca-
sa de delencAo para lereiu mimoseadoi com duai du-
ziat da bem coinpntsados e putados bolos '.' !
O ruubo i cata do Sr. Ilrando.A policia
proceden 1o as mais minuciosas averigua^es acerca
Un rouho leito au Sr. Uraudao na noiie do da I i do
errante, acaba de desrobrir osen aolor. Nao he
stni grtnde pejo que van us lral.n de senulliante ob-
jeclo, ni '.s a no>ea mit'u a lano um ubriga. (guan-
do em urna de nutaaa l'aginas demos Balela deste
roubo, declaramos que olgumai susptilas peaavam
aobra o seu caiieiro de menor idade, de ser elle con-
iiveiile, mas quao longe eBlavaruos de pensar que
nutro fosse o autor, islo he, que lossa eae qua ae a-
cht preso ; a ver lado, poriu, lui detcobnla para
salvara ionuctucia assiu ultrajada, ftiiiguem por
ceilo pudea' p'n>ar que o prolrgidu do Sr. Uran-
J.-1j), esse que acolheu em toa rasa e luda.toa lamilla
^ii i occasiAo a man amargurada, e em que oulros Ihe
negtvaiu a ho^pilalidade, fosse quem s-inellianle ac-
to puliente; sun,foi esse mesmo,qor leudo terebido
Linios beneficios do Sr. BrandAo, u runlr-u o leria
metmo ai l>ur essa modo que se pagam os beneficios prestado
* toa irmAa e a loda sua familia '.' Que ingrato !
Que moostro Quizaremos poupar a dor qua dila-
cera u coracu de nina desventurada mai, mas como
faze-lo '? Ao alcance de todos tein rhegado lAo he-
diondo lime, e a propria cunfi'iAo do criminoso ao
obleligado nAo deiiou sem duvida de augmentara
veigouha e a dor de sua infeliz mili, que mil vezes
preferirla a mulle do que teslemunhar a deshonra
de seu lithu, e uieimo a ra e de loda a faniil'8. In-
sensato I Somos nif.iitnadu de que pstte do ruu-
bo fura encontrado no seu polcr, menos algomas
letras e outros papis, que, segundo foi por tile roo-
bador declaradr, fortn queimsdoa para que nao ap-
parice-sem. I.amantamos a dcs^ra^a dese moco, e
iio quizeramos crer que decendendo elle de pai
liourados, a laalo ousasse, mauchando astim o seo
noine.
Furlot de galHrhas.Ja nflo se pode mais
ter galliitlias rni quintaes, lo ni pelo alto preeo
porqoe se veiiil-m, cono porque os ratoneiros nao
a deivim engordar. IHfeiiai sao os qociioos de
semelli-iitet fuilo", mas do que serve se ninzoem ns
* allende ? II i vista o que ic passa na Soledade,
que rara he a noile que nAo se lazem lemelhtnle'
furloa, r qoal a providencia que se ha lomado J
Chega a tanto a oo*adia deatei l.drcs porcotque a-
inda nieimo niuil cedo vAo furlar gallinhas, como
em una deisas nuiles pascadas succedera em urna
rasa na ra da Santa Croz.
// spilnl !-' Cariitadr.Eiisliain no da I'J do
correle '1 homen e '.I mulheres tratados pela
canda le, (i homeiis e 10 nulheret que pagam a casa
e f 1 pradal du curpu de policia.'Total --'i doenles.
Da X.
Eii-liam 2bhomeuse3l mulheres tratado pela
candado, asa, o 11 pravas do corpn de polica. Total 81
doeule.
Morlalidade.Hela;Ao das |>e5oas qce forana
sepultadas uu ceiniterio publico, uo da Irl do cur-
rante .
Joaquini Aaluues l.tile, braocr, citado, 37 auuos,
phlliisica.
lraaciico, brinco, 7 mev.es, iullaimnacSo.
Manoel, blanco, I dia, Ulano doa leceiu-uascidui.
Tolal3.
I'i i 19.
Paulino I rancisco Xavier, pardo, aulltiro, i.' au-
no, diarrha.
'oaqnim, pelo, Mertte, ulltiro. J timos, olor-
11.1 .
I ni prvulo encontrado na piula do convenio do
Gimi.
I.ucreci de \lmeidl, prtla, olleira, 60ta)not, lie
piule.
Irancisco, pardo, ti mc/es, beiigai.
I'olal i.
Iti 0.
. Inniu Manuel, paulo, lolleiro, 0 auuvf. ralharro
clin iiico.
Vana, parda, I mr, lelaso.
Uula da Hora, parda, toileira, 10 aunes, osi-
nella.
lolal8. .
Ualadouro publico.Malou-ie no dia II) para
un.umo do da -jii do corrale, a aabef :
ntnpaiihia da ritan verdea ......i-: i i-.
II" arlo llvmiial ii> di, Silva........! a
Manoel de Souzn Tai res.......... ii a
Klauoel Juai|onu lavarle..........
Luil de Queiroz.............. I
( 'emente..........,......\
CAMAMA MUNICIPAL DO KjEClFE.
MSESSAO1 OKOl.NARIA EM 9 DE DEZE1IBRO
D 1857.
I'resdeiicia do Sr. llego e sllbut/uer(u'.
Frsente os Sr. Presea, llego, Viaona, Barata,
Mello, e linmeieo, tbno-se a sessAo ; e foi lida e
approvada a acia ta antecedente.
Foi lido o spguinle
EXPEDIENTE.
I m odicio dn procurador enviando os halanceles
da receila e despeza municipal dot mezes do oulu-
bro e novemhro ultimo.A comroiuao de polica.
Oulro do mesmo, eommunicaudo que, em cum-
primenlo da le, mandoo para a maniiea de Santo
Amonio e Uoi-Vnia t cera precisa para o aelo dt
co!"li,ac.Ao da mista votiva do Espirito Santo, que
devia ler logar as mesmas igrejat no dia 2 de no-
vemhro ultimo, por occasiAo da elticXo dot mem-
brus da at-embla provincial, matquecimo dei-
xasse de htver ana ceremonia religiosa, e n8o livet-
ae por contegninta a cera o uso que deveria ler, tra-
lou de arrecada-la, e eom ellelln anecadou a qoa
mandou para a Boa-Viila, mat nao assim que foi
para a matriz de Santo Antonio, por haver it op-
puilo a tua entrega o joiz da respectiva irmandade;
oque fa/iascienle a cambra para teu conhecimenlo, *
tlim deque lomasse a eile retpeiln as providencial
que bem entenJesse.Que te olliciasse ao juii da
ir manda lo, pedindo-ihe declarasse em vlrloda de
que lei licuu cora a cera.
Oulro do fiscal du Keclfe, declarando que nada
occorreu de extraordinario na sua iiegoetia na se-
mana ultima. Ao archivo.
Uolrn do isbdelegtdo em exercicio da fregoezia
de S. Frei Pedro (ouealves, pedindo msndaste a
eamara pagar ao clrurgioJof Antonio Marques o
Irabalho que leve da andar em corridas ntquella
ubdelegacia, e o respectivo fical em diversos cita-!
belecimenlos, em que se venden) gneros alimeoli- I
cius, nu dia 31 de maro. deste anuo de que rasul-
loo serem molan os individuos comanles da re-
lacao que enviava, cujat mullas ja linham entrado
para os cofres detla cmara.Mandoo-se remetter
a contadura para informar te ji foi paga ou nao
etla despeza.
Oulro do fiscal de Sanio Antonio, dando parle do
qu? fuera na sua freguezia na semana ultime.Ao
archivo.
Oulro do contador, dizendo que o pape i qua re-
qoer JoeqsJm Alves de Lima Ihe sejara enlirguet,
deviam ffcar archivados na cooladoria, pudendo e pe-
llcionai io requerer cerlidAo dellet.Deftrio-se oeste
senlido ao peticionario.
A' committAo, a quem na fe'Ao anterior forana
remellido o aolographo -do orcamenlo da receila e
despeza municipal para o anno foluru, e ai pelicdes
doi empregados da rasa a do cemilerio, pedindo aug-
mento du teut venciraentoi. declarou qoe achara o
ornamento mclhodica e regularmente felo. e atien-
den ao pedido dos empregados propondo o aoginen-
lo que enlcudeu razuavel e compativel com o calado
das rendas, eemprs ciesceniet, e de necetiidade
villa da cnruujslanciti acluaes do paiz, sendo a tua
proposla approvada rom pequea alleracfs.
l'on leroii a coiiiini-sa i a necessidade de augmen-
tar a cainaia as loas reas por meioi de imposic,ei
sobre cuusas ndo iibsolulameiile indispeusaveit a vi-
da, ou de mero lino, e como n'ma d'ellaa iudicou os
fagos ariioi.es ; foi aceito o teu peniainerlo, deixan-
lo-se porern para a sea a rreacAo de tars impoticOes.
Piopoi mais que do saldo provavel de 1S:.9;7MI
qoe figura no orcamenlo, lirada a palle para o aug-
mento dos ordenados, e para elevarlo da velba des-
uada a limpeza de ruas.o realo 6a applicasse a cons-
Iruceao do paco municipal, astira como diise qoe
a.hava conveniente que a cmara tolic'tasse aolori-
s-i..i" da'-fassemlilea proviucial nao so pa controlar
com a comptnliia de illummacio a gaz o forneci-
meulo do luzes para as prises, visto que tido ex-
cessiva e continua a ter, a despea que te az com
azeite ; temi buubtm para ar. i matar o imposto lo-
bre toduso vehculos ile cnnduccAo.
Detpacharam-te as pelir,Gei do bachard Eludido
Aulrau da Malla e Albuquerque, Francisco Joc
Regala Brig. Francisco Antonia I......i, Francisco
l-erreira de Mello, Francisco Jas Gomen de Sania
Rosa, l>. Ignacia Joaquina l.opet dt Silva. Joaqoim
Jos de Farisa Ntvet, Jos Columbino de Araujo Li-
ma, Jmc Francisco dos Sanios Miranda. Luit Amo-
nio Siqueira, Manuel Jos Danta*, Pota Mari di
CouceicAo, SebasliAo do llego Brrelo, viuva de An-
tonio de Pauta de Sooza l.eAo Juniur, Jote Fran-
cisco Carneiro, Joaquim Alves Lima, e hvanluo-se
a seasAo.
Eu Manoel Farreira Accioli, secrelaiio n snbcre-
vi.llego e Albuquerque, presidente.! tanca, VI-
anna, Bego, Finio, Mello e baroeiro.

uumo wfwwaaic) ,t(.;a ptiK ^ d* ,}y.mm *i#
CONSULADO PKOVIXCIAL.
Lanramenlo da (locimti, da freguezia de
Sio lote, feito pelo lancador do con-
sulado provincial Joao Pedro de Jess
da Matta, publicado pela imptensa
de coiifonnidade com a portera do
Sr. administrador do mesmo consulado
provincial de I I de agosto docorrente
anuo.
1S">7 !8.',8.
Cunlfnuacnn da freguezia de S. Jo-r.
Roa dfl Forte.
numero >------Anua Joaquina da Santa
Crox, ct
importancia da decima......
dem i.Miguel Teixeira da Costa, casa
terrea arrendada por %;, importancia
da dcima.......
[dem6. Lula Gentei Sileeriei sobrad
ruin urna luja e um andar airendado por
1S0>, iinpoilanria da dcima ....
dem H.Manoel Joaqoim da Silva Brai-
leiro, casa lerrea arrendada por 120$ im-
portancia da decima .......
dem 10.Mtibial Jos das Chagas, casa
lerrea un upada pelo senhurio avaliaoa
roe I-JO?, importancia da deeuma .
dem 1^.Manoel Antonio dot Santo Fon-
lea, ca-a lerrea arrendada por 7^5, im-
portancia da decima.......
dem H.Irmandade de S. Jo>c do con-
venio do Catino, casa leuea arrenda la
por 120j>, importancia da dcima .
dem Iti.Benedicto de Btrros. casa lerrea
oecuptda pelo ttnliorio, avallada por I20J
importancia da decima......
dem IhJA.Manuel doa Anjns Ferreira,
caa terrea arrendada por uto importan-
cia da derima.........
dem 20.Mara Joaquina de Paula Cha-
ves, casia lerrea nrendada por III;,
importancia ra dcima......
dem IB.Anlauio Ferreira Pinto, casa
lerrea arrendada pr %?, importancia
da dcima.........
dem LMlgarl dos Anjos Becerra, cssa
lenca oceupada pelo senhorio, avahada
por 1118, impurlpncia da decima .
(deni-JSFrancifco Antonio de Oliveira,
casa lerrea arrendada por KIJ, impor-
tancia da derima......
dem 36.Manoel Joaquim hndrise' d
Stiuza, cata terrea anendada porS; im-
porlaneia da dcima.......
dem 28.Viuva e hetdeirus de Joaquim
Joe de Sen, rasa lerrea orrnpada pelo
Senhorio, avahada por 1-20-, importancia
a decima.......
dem :<).Aleandre Nerberle .los Sanios,
casa lerrea arrendada por 1 US, linpnr-
lanria da decima......
dem 32.Manoel Games ra hilva", rasa"
lene arrendada por 12U?, Importancia
da dcima ....
[den 34.Franriaeo Jos Das da Cosa,
meia agua arruinada ....
dem 31 A. Jeto B-rboialaeie, ca
frrea arrendada por 12iJ-, importancia
da decima......
dem 3b\Victorino Jsde Sour'a i raas-
so. ca-a leriea arrendada por 18?, im-
portancia da decima .
Idcm 1.Migoel Ndne Corrde, a ter-
rea arrendada pur 72>, impnitaucia dt
deciiuj...........
dem 3.Vreuciece Soare B-Helio, sobra-
do rom 3lejai e um indar, -ir.,.. i,,
pur48j, imporlaucia da dcima. .
I ieiu 5. O mesmo casa terrea ar-
rendada por UtisOUO, in.p .ii.n.ia da de-
cuna ...........
dem 7.O memo cata leirea, arren-
dada por K1{UUU, impoilaiicia da dtei-
Idein II.Irmandade de S. S do l.ivra-
ineiilo, casa le rea, airan jala |Hir l'.Ks,
m p.o tuina da deciina......
IJiui 11.A mesma, casa lerrea, arren-
dada por 8'oUOO impoilau.ia da d-
cima ............
dem 13.A mesma, casa terrea, arreu-
dada pur %>UU0, impoilancia da dci-
ma .............
dem 15.A mma casa lerrea, anen-
dada pur %;0UU impuiliucia da deci-
ma .............
dem 17.A mesilla, c.- mrea, arren-
dada por 8i{0COO impiirlancij da deci-
n.a........."...
dem 19,A metma, caa Ierren, anen-
dada pur IuU-oiki, Importancia da dci-
ma .............
Kua di s A'souguiiho-'.
Numero 2. Viuva e herdeirusde (.aciano
de Ceivaio Kapoao, ra lerrea, arren-
dada por '.Ki-Ooll ini| urlaiicia da deci-
lulal*. SI
lado merlo no dn 2 coirente
v Luuipairliia das eeriu verdea. .......i
Iticardu Roma ild da Silva.....T .
Manuel de Suuza lvales.......... i,
Uarte................. ;
Cleineule................... I
l.e.z de Queiroz.............. I
b'diein................ I
i tal. .
Idcm 5.Iilltus de J -e Kedriguet rio Pee
so, rasa terrea, arrendada por l2>-iiiii ,
i, 1 iutfiorl iitria da decima......
i ir ni li. viiloiiiii Feni ni Us da Costa I.'-
huis. I ma,casa terrea, arrendada poi lil>HHI,
;l do I iropoilBucia lliin K,Lu/ liomrs Sdvcriu, casa ler-
li.,;-.?. rea arrendada por 120-3 iinpmtantia
ir da dei i -...........
I I til 10. i, r ||| l| |,|., !.. ,. ||, ,-;,_.;, ,|^
a> 11 mi i i leic.i, arrendada pe i Ui>,
n iii'i '. .ma de di i.....i......
i | lino I .'. Ai.l-:n.i Ju-o I'iImi, ca.a li-r-
t I lea, alien la p i 'do. iiiipv,rlaiici,i ,1a
de una............
, I ui-. dem li.Ar ira u na Alee) I-trie na ,
"i'i'.. | cea*, l.iuj, anuida :a for lOg imiior-
lanefa u doctma........
fdein 1(1 llerdeiros da Jo .Mana de Je-
ma Muir, rasa tetrea arrendada por
10S3 imprrrt-ncia da decima ....
dem 18.llerdeiros de Joao llaptista dos
Guimart-s Palllo, casa terrea, arren-
dada por I2090UO, importancia da de-
cima ............
dem 20 Viuva de Jos da Silva I'avtlo,
ca-a lerrea arrendada por 1 Vijf, impor-
tancia da dcima........
dem 22.Jos Fernandea, osa terrea, ar-
rendada por 72s cima ............
dem 21.Bernardino Jes l.-il.io ra Ierra, arrendada por 819, importancia
da dcima...........
dem 2i).O mmo casa terrea, arren-
dada por 728000 importancia da de-
cima ............
Idm 28.Jc Viriisimo dos Anjos, caa
terrea, arrendada poi 729, importancia
da dcima..........,
dem 30.Maria Joanna de Caivalho, casa
terrea, arrendada por O0??,impurlanci da
dcima............
dem 32.Anna 'I horca do Sacramento,
casa lerrea, arrendada por lito, impor-
laucia da dcima........
I dem 34.A mesma, cata lerrea, anen-
dada por 72JOOO, importancia da deci-
ma .............
dem 36.Joaquim Antonio de Oliveire,
casa lerrea arrendada por 008. importan-
cia da decima.........
dem 1.Francisco Jos Das da (osla,casa
terrea, arrendada por 1418, importancia
da dcima...........
dem 3.Vinva e herdeiroi de Jos Dioco
da Silva, casa lerrea, arrendada por lin- ,
importancia da decima......
dem .Os meamos, casi lerrea, arren-
dada por fiOjOOO importancia da dci-
ma .............
dem 7.Os meimoa caa lerrea ar-
rendada por b'toOOO, importai ca da de-
cima ............
dem SI.Os mesrnos, casa lerrea, arren-
dada por 008000 importancia da de-
cima ............
dem II.Jos Antonio Lupe;, casa ler-
rea, arrendada por 60S, mperlancia da
dcima............
dem 13.Vinva e lierdeir.s de Jos Mo-
go da Silva, casa terrea, arrendada por
tiOS. imporlancia da decima.....
dem 15.-Ol mestuoi casa lerrea *ot
obras ............
dem 17.Antonio Ferreira dos Sanios ,
casa lerrea, arrendada por 1205 impor-
tancia da decima........
dem 19.Monica I.oiza Concalves Franca,
e oulro, casa terrea, arrendada por 120-),
impnitanria da dcima......
dem 21.Antonia Mana da l'enha, casa
terrea, arrendada por 1208, Importancia
da dcima...........
dem 23.A mmt casa lerrea, arren-
dada por 1208000, importancia da de-
cima ............
Idcm 25.Liuren^o Josliniano da Bocha
Ferreira, casa lerrea, errendana poi 1208,
importancia da decima......
Ba do Noguoira.
Numero 2.Viuva eherdeiru de Jn Uio-
go ra Silva, casa terrea, arrendada por
l20*i imporlancia da decima ....
Idcm .Manuel do Barross casa teirea,
arrendada pur 1205, importancia da de-
cima ............
dem ti.Mara (.lardoso da Silva.casa ler-
rea, arrendada por 1085, importancia da
dcima............
Llem 8.Paulo Jote Comea casa ter-
rea, arrendada por 120-5 imporlancia
da dcima...........
dem 10.Viuva e herdeirot de Jos D'ogo
da S Iva, casa lene, arrendada por 1208,
importancia da dcima......
dem 12.Manoel Jos Cbral, casa lerrea,
anendada pur I2O5OOO, imporlancia da
decima............
dem II.llerdeiros de Maria de Jess!
casa lerrea, arruinada.......
dem I (i. Vmva e herdeirot de Miguel Ju.
>c Iludrigues, e Francisco Antonio Frei-
r Jnior, ca lerrea cem lodo, arren-
da-la por 2649000, importancia da deci-
ma ............
dem 18.llerdeiros dt Francisco Antonio
Muide Corjao. casa lerrea com sotlo,
arreuladj por II8S, importancia da de-
cima ...........
dem 20.Jos Bernardo de Sena, casa ler-
iea arrendada por 1)05, imporlancia da
dcima..........,
dem 22. Couitanlinu Jos Itaposn, casa
terrea arrendada por lt>8.j, importancia
da declina...........
dem 24 Jos Amonio Marques, casa ler-
rea anemia.la por 1205, importancia da
decima............
dem 26. Joao Leite Pila Ortigucira, so-
brado com una luja e d. us audaces, ar-
rendado por 120c, importancia da dci-
ma .............
dem 28. Manoel Ignacio de Azevedo
Carvalho, casa terrea arrendada pur 1118,
Importancia da dcima......
dem 90.J0S0 Ignacio BoJrigues da Cos-
a, casa terrea arrendada por IIi5, im-
portancia da deciroi.........
dem 32. Joanna .Nepomucena da Silva,
casa lerrea arrendada pur 1085, impor-
lancia da dcima ........
dem 34.llerdeiros d- Jo3o Francisco de
Sonta Pene, cata lerrea arrendada por
1208. importancia da dcima. ....
dem 36. llerdeirus de Manuela Juauna,
casa terrea arrendada por 1088, impor-
tancia ra decuria........
Idcm 38.Francisco Ju Vi rea aireudada pnr 12 -, imporlancia da
dcima...........
llem 10.Joaqoim Francisco de Azevedo,
casa lerrea arien Jada por 1205, iropui-
lancia da decima........
1 l-rii 42.Mara Carolina de Iluto Carva-
lho, ca-a terrea arrendada por 11)25, Ira
P ilam la dadeiima.......
dem il. Irmandade de San Pedro, ca-a
terrea arrendada por I2O5, importancia
da decima...........
dem I.Ordem terceira de San Francitcn,
cr>sa terrea arrendada por SI65, impuilau-
na da dcima.........
dem 3.A mesma, casa terrea anen lada
por liit.--, impuiiancia da dcima .
dem .">. A mesma, casa lerrea arrendada
pur 728. importancia da dcima ...
dem7. Padre Joio Jo-e da Cosa I', hei-
ro, casa terrea arrendada por 1208, im-
portancia da decina.......
dem D. Joaquim Francisco de Azevedo,
caa larrea arrendada por 1208, impor-
tancia da declina......,
Idcm II.Herdeirot da Joao Jote da Crui,
ca-a lerrea arrendada pur SM.-5, impmlau-
da da deciina.......,
ldtm 13. Jo3o Pedro da Bocha Pertira,
casa terrea arrendada por ISI25, impor-
tancia da decima........
dem li. Joan Birgei Alves, rata lerrea
arrendada por I2O5, imporlancia da d-
cima ............
dem 17. Hospital e cariilade, tobra-to.
dem 19. Maiia Jus Piuheiro, sobrado
eom orna loja e dous au tares, arrendado
p r 20, importancia da dcima. .
dem 21.Antonio Jos de Meialhle Bas-
le, ca,a lerrea anendada pur ltivS, im-
portancia de deciaao .......
dem 23. Jete dos Sanloi Neve, inbrado
ruin um laja e um ao ar, arreudadu por
208. importancia d dcima ....
dem 23. Manoel Joaquim Baplhta, casa
lerrea arrendada pur I i!;, Importancia
da decima...........
dem 27. Joaqoim Jo- da Cotia Pajeara,
casa leirea arrendada por I'1 i.-, impor-
tancia da dcima........
dem 25. Antonio Ferreira Pinto, rasa
tenca aireudada por I5, importancia
da derima..........
Id ni 31. Joaqaim Francisco de Atetedo,
rasa tenca arrendada por I20j, irnpor-
Uucia da decima........
dem 3.1. lell-hino de Carvalho Bapuso,
c-sa lerrea arrendada poi 168>, impor-
liiiria da dcima........
dem 3j. Juaqulni Josc de Abreu, casa
terrea arrendada pnr 1205. importancia
da dcima...........
dem 37 -Viuva re.I na > Lelllo Filuueirt,
caa lerrea arrendada pnr 192$, impor-
tancia da dcima.........
Iileui 3SI.rsula Paulina da Virgrajl, so-
brado eom urna luja e um andar aval ado
pur 288;. imporlancia da decima. .
dem II.l.uiza Epiphanea da ConeeicSo,
casi terrea arrendada por ll|, impor-
tancia da dcima.........
dem 4:1. Viuva e herdeirot de Mlgarl
Jos '.ili-iru, casa lerrea arrendarla por
Ui-, Importancia da dcima .
i dem 15.Joaqtttm ErnOcraco de Azevedo,
casa terrea ariemlada p r 1145, impor-
tancia da dccima........
I l'in 17. Pfanritco Peilm Ftrrrira. caa
lerrea arrendada poi '.-. Importancia
da derlma..........
dem id Maria Tbeodora da A--umi rao,
lOtSOO cata lenca arrendada por 1805. impor-
lancia da decuria........
Itua de Sania ieilit.
--'160 Nunvro 2.Joaqoim Francisco de lzeve-
do, eaaa terrea arrullada par lid-, im-
portancia da tlecinia........
115800 Id, 01 .Antonio Joaojuim Alvea dos .* m-
1 -. 1 1 1 irea sireiida p.n li;. impur-
laiicfa da dcima........
l:'-ii'i dem V.J :-11111 \nt-iii-i Carneiro, ca-
ta lerrea rreudada poi lii-. inp.r'au-
1 a .1. .terrina.........
'-fro dem o. Cape II a .le N.s a Senil r da
C-mceli.a.i ta 11.11I-. c.t. lenea .riendn-
I da poi '.'6;, impvrtaocie da dcima ,
llils(Mi
W30
I 38OO
12-5n(;0
69*80
9560
(ijlWJ
68180
.8(0
KOO
68180
i.oo
128H60
.>oo
5100
.18400
r,-ioo
55100
-loo
105800
108800
loseoo
10/800
108800
108800
105800
158120
1050H
105800
101/800
Irleni 10, lOVI e lierdtiru du Juiu apo.
muceno llairtiso. ca.i terrea arrendada
por IJ.i*-, imp itauria ta ilecnii. .
dem 12. lunar.late Ce Nona Senhura
do Livramenlo, caa leraea arrendada
por 1208. importancia dt decima .
Idcm 14.II- 1 nardo Ji -e ila Cnla Valeiile,
casi lerrea arrendada | or 1168, impor-
lancia da decima........
dem 16. Hulpital le raiidade, casa ter-
rea.............
dem 18.Jos Martin Lopei. caa lerrea
arrendada por 1445, impurlancia dt d-
cima ............
dem I. Jos de Sama Anna Unto, casa
terrea arrendada por 725. importancia da
dcima............
dem 3. Justino Pireira de Faria, rasa
terrea arrendada por 1208, Impoilaucia
da decima..........
Idtm 5.Maria da Assoropcao, casa (urea
arrendada por lie-, imporlancia da da-
cima ............
dem 7.Fillppe Nery, casa lerrea arren-
dada por 1088,. importancia da dccima .
dem S>. j t Amonio II.-t. -. casa terrea
arrendada pur 848, imporlancia da d-
cima.............
dem 11.Viuva de Joaquim Jos da Con-
ceico, casa lerrea arrendada por 1)68,
impailoiiru ra decima. ,.....
dem 13. llanoel de Souza Favores, cata
lerrea arrenda a por 1449, impoilancia
da decima..........
dem 15.Benedicto Jos oarle Cedrim o
oulro, casa lerrea arrendada por 969, im-
portancia da declina.......
dem 17.Irmandade de l\otsa Senhorn do
Livramenlo, rata lerrea arrendada 1115,
importancia da dcima......
dem 19. Iruiaodada de Mona Senhora
do Botarlo, casa lerrea arrendada por
1205 r., imporlancia da dcima .
dem 21.J..-1,11.1 Maria dot Sanios Mo-
rete, cata leriea arrendada por 1208, im-
poitancia da dcima.......
dem 23. Francisco Jos Viannn, cata
larrea arrendada por 1448, imporlancia
da dcima...........
dem :!.">. Vicente Ferreira l, unes, Cata
lerrea arrendada por 728, importancia da
decima............
dem 27.Manoel JosS dot Sanios e Silva,
rasa lerrea arrendada por 1115, impor-
tancia da decima........
dem 29.ilota Isabel de Oliviira Miran-
da, casa lerrea ucupada pelo senhulio,
avahada per 18, importancia da dci-
ma .......,.....
dem 31.Ju3u da Cruz Malte, cita lerrea
arrendada pur 1208, importancia da d-
cima ............
dem 33.l'iburcio Valeriana Baplisla, ca-
sa terna arrendada por I20S (Importancia
da decima..........
dem 35.J0A0 Leite Pila Oitigueira. casa
lerrea arrendada por IOS,-,imporlancia da
dcima.............
dem 37.Ordem 1.a de S. Francisco, ea>a
lerrea arrendada por 965,impurlancia da
deciina............
dem 39. Eugenia Teiieira de Meare,
cata terrea arrendada por 96-5, importan-
cia dem 11.Manoel Custodio Privlo Soare--.
cata Wrree airendada por 728,|mpoitancia
da dcima...........
dem 13.Anna Joaquina dot Sanlus, ca-
sa lerrea arrendada por 818, imporlancia
da deciina..........
dem 45.Joaquina Anglica da Stlveira,
casa lene 1 .arrendada por 108-,importan-
cia da dcima.........
dem 47. Herdeirot de Juliana Mirla r!a
ConceicAo, casa lerrea arreodada por
108J, importuna da dcima.....
dem 49. Thomazia Maria de Jcso, casa
le rea, arrendada por 968, imptrtaocia
da deciina...........
dem 51. A mebma, casa lerrea arrenda-
da pnr 60?. importancia da dcima. .
dem 53. Viuva de Antonio FalcAo de
Sauz, casa lerrea arrendada por 608,
impurlancia da dcima......
dem 55.Urrula Paulina das Virgen, ca-
ta, leirea arrendada por 728000, im-
poitancia da dcima.......
109800
108800
88640
1IJ880
85OO
16-200
IO58OO
108600
05180
105800
108-8IHI
5rf4O0
125960
8-610
12-960
5560
->60
10-800
108800
108800
108800
5 120
l.-sil
365720
S.8610
23-5760
155120
138500
isyiao
105800
379800
128960
125900
98720
1(18*00
98720
108800
108800
17900
108800
8-5640
55IOO
68S80
108800
105800
86I0
175280
12>960
68'iSO
108800
108800
98720
78560
88610
128960
88610
128960
105800
10-800
125900
65180
125900
48320
10J800
IO5SOO
9-5720
88610
89610
65 i SO
75560
95720
9372O
85650
59400
59400
68180
Uta dulMi sliilplorio, r.-li.u unl'cliiiilij da (,ia-;ai iru, (.1 la.a.j proho e i|i,e inicuamente nacha re-
de Dous con) sua naluraliJaJe; en) cetlos papis1'
diflicil de ignalar-se, o Sr. Silvestre teta inuilo
que fazerno San.a babel. Represenlou perfeila-
menleo Arlhur, c Ismael nao fui nial nlerpreta-
do, sandamoM ao Sr. Silvestre, e felicitamos ;i
amprezi pela sua aciuisigao.
Alem da Pobre das Ruinas i,;m sio re-
prescniadas oulras pcf-ift, cuja escolha honra ao
emprezario o cuja execugao honra compa-
ro, (aiadan probo e ,|i,e men menle Hachara- a limas l lr,.rr,ca* lar,, i. ai..
irado do meiqoinbo bllelo de iattig.t lof.ml.,1 f?TI"J?,*.",n i V''V.t'*6"" qu,,i-
|ue se ade pralicar tempre, en .., cuido de minha fa- JS' -J "a-, ^I 9 ^"Xo^S Chapeo., 1 dito
nilia iuiin.rusa, c de nada man me importa. ramisas, I dito dilo do Cllllt ; a II Souza
(Conimar-jc-Aa.)
<>~mtim!utka>0&.
O THEATRO ENTRE >OS.
III.
Temos suspendido nosso juizo i respeilo de al-
guns espeaculos, por r|ue razes, que soppomos
valiosas, assim o exigiram. Nao que tenha ido
mal o llicalro, nem que em nos exprasse o deteio
de por nossa pane fazer alguma cousa pelo melho-
lltoramento da arle dramtica no Brasil, mas por
que leu) apparecido quem mellior do que nos
criticasse algumas pei;as, nao s em sua execii(o,
seno tanihem e priticipjlincnle como irabillios in-
lellecluaes. lie a delirada e mimosa penna do il-
luslrado redactor ila carleira, que devemos essas
erilicas em que a elegancia, e a escolha da forma
dispulam a palma belleza do pensamento.
O redaciorda carleira nao he um homem novo;
he uina intelligencia por demais condecida, e cu-
jo vigor c forja j em mais de urna occasiao se lem
posto musir. Conheccndo o seu valor em tees
materias, nos repoueainos em aun julzo e nos Mis-
temos de emillir o nosso sobro aquelles dramas que
tiverem merecido sua critica entendida e sempre,
proveilosa.
Apreciando como devemos o juizo da carleira,
sentimos enirelanio que ella nao diga ludo quanlo
pode e lal vez ludo quanlo peusa. Pode ser que
a populaeio nao esleja ainda preparada para rere-
ber a a entice que for de encontr* cerlos prejui-
zos, mas certo be que sa alguma intelligencia
d'essas dysiioailas servir de guia oulras no
nliia.
Urna das pecas porem que sobre nos mais im-
presso prodtiziu foi o drama o o Medico dos Me-
ninos, a traduzido peloDr. Aquino. Prelendia-
mos dar sobro elle, e sobre a traduceo o nosso
humilde juizo, se apezar de nossos esforcos, nao
nos convencessemos da itnpctsibilidadc de o pas-
satmos pelos cilios.
Stippunhamos j ler roorrido o
partido que pretenda palear o Sr. Germano
na Nova Casiro, quando nos veto convencer do
contrario o espetaeulo de 15 docorrente.
Pedro Cem foi o dtama quo nesso dia subi a
seena. A grande concurrencia dos espectadores, o
empcnlio com que apezar do cambio, eram com-
prados osbilheies cena classedo gente especula-
dora,que vivem de comprar bUbetee para os vender
depois com grande usura, certa sgitarjao quasi ge-
ral, indo denunciava anima(o e inleresse pelo es-
petaculo, excepgao de celtas figuras mysieriosas,
cujo ar taciturno, e fingidamente tranquillo, nao
podia oceultar o pensamento eslupido o vingalivo
que os levava esse lugar, aonde a maior parte
vai pelo desejo de dar ao espirito urna diversso
mais ou menos agradavel e proveilosa.
Essa animseo enlrctanlo devida em paite ao
dosejo de assislir ao espectculo, era prineiplmen-
le o effeiio de urna luta que se preparava entre nal-
guns que machinaram a urna paleada a para o
Sr. Germano, e oulros que prelendiam lodo
cusi obstar essa prelentjao estupida e vergonhosa
para Pernsmbuco.
Corria por all queoSr. Coimbra, despeila-
do por haver sido relirado do thealro, e offendido
em seu amor nroprio pelos triumphos que lem
cercado o St. Germano, despeno de suas intri-
gas, era a alma d'aquelle projeclo; que ebegando
-Nazarelh, e lendo o que tem diio a imptensa a
cerca de seu meslre, o nao podendo conler o
seu orgulho, pretendeu elevar-se a cima d'elle, pro-
movenJo-lhe tima paleada.
Duvidamos que assim seja, e que o Sr. Coim-
bra nao esleja resignado oceupar a posijao hu-
milde que Ihe deslina seu insignificante mrito
artstico. O Sr. Coimbra viciado como esl
ainda, ignorante das regras d'arle, com o pessimo
custume de fazer caretas, e que nao se corrige ain-
da do defeito de gritar descompassadamente; com
lanas iraperfeices; eremos que nunca passou por
sua cabti.-a o a pensamemo sobarbo e ridiculo
de ser por em parallelo ao Sr. Germano; para
honra sua acre litamos que o calumnian), aliribu-
indo-lhe essa machinarlo, e que o Sr. Coimbra
sabe muio bem que um actor nao se eleva com a
derrota alheia, mas com o mrito proprio.
Seentrelanio nos Ihe fazemos esta justi;a, po-
demo-lhe assegurar que nem lodos aqui a fazem,
e que mullos aflirmam ler sido devida essa miseria
s ao orgulho do Sr. Coimbra.
Seja porem como for, o qua he ceno ha que
esse mollio d'alhos aiirado na scena n'utna dasoc-
casioes em que o Sr. Germano mellior trabalhava,
nem pode manchar os louros que no mesmo luga.i
lem colhido o seu talento, nem significa mais do
i|iie a grosseira estupidez da quem a alirou.
O tli. ano inleiro reprovou essa arro, e em sua
indi;;nafo moslrou que he assim que o poto per-
nambueano recompensa ao mrito. Esse fado
significando apenas um insulto pessoal, nem aba-
ter como actor o Sr. Germano, nem elevar
como apnndiz o Sr. Coimbra.
Segundo nos informaran) eslava preparada uina
pateada formal, e por ordem do Sr. Coim-
bra prelendia-sc fazer voar dentro do thealro uru-
buis que o bom gosio d'essc a Taima poriuguez
liaba escolhido; porem o Sr. Dr. Farias, como
sempre obstou enrgicamente aos mandatarios do
Sr. Coinilna a execuco de seu plano.
O especlaculo Jo dia 15 do crreme, foi um
dos melhores que lem olTerecido o Santa Isabel,
essa foi urna das noiles em que mais brilhou o Sr.
Germano, e foi a occasio escollada para a patea-
da!!!...! !! Vergonha ao homem que lo cobar-
demente abusa de sua posicao, insultando ao artis-
ta, qua hecondemnado a devorar silencioso e inal-
teravel a injuria em plena publicidade ; desprezo
estupidez que ultraja o tlenlo, e Ihe alira face
o opprobio como a recompensa de seusesforcos.
Nao he islo,* mar. !>er,''miJ;uco vos lom collocado em urna al-
tura aonde Tos nao podetu alcancar esses insultos,
eile vos applaude, vos eslima, vos ama, e quando
lendes ludo isso, que vos importa a invejaeo or-
gulho de quem nao pode nem tocar em vosso me-
recimento comoator?
Ida o vosso caminho, os louros conquistados
com lanas ladigas, nao murclto, nem se desfo-
Iho lio facilinenle, que nao pode a inveja roubar-
vos a gloria qua deveis ao vosso tlenlo.
<|u
m
l 10 lo. 11,em e he que homem se pode chamar a
ssmall.ai'le fer.i ) sol a egide de in.|rector de.qoar-
latrlo, ha algum lempo me,perst|ue rom teut mul-
los e ultranes. Depois de minio me fazer solTrer,
conclnle na obra de malvereacalo,eereando-ma a ca-
a 111.4 doas vees, uhiiianio-ine a buscar refuslo, e
deivar de liarle o nieu eugiuliu, umeo recurso do
Milenta de mu.ha ftmilf. .
O motivo da lano odio, -n, redactores, que me
vela ete homem, he su e unirtmenle o ler eu pio-
corado provar a la -i,la.le de um documento, apre-
tenlado por um nenio.r de engenhu mo vi/inhu, pe-
lo qusl pretenda etlerquir de urna pobre viuva Iret
cativo, licitados poi --u man lo. lis.e homem tem
eiracAo, vendo mahn;radiii seus inlanlos, bote .0 ,
ervindouse dena mteravel vehculo dt \inuanca,
(mipeclor tle qgarleliA". desRracar-m, empretando
para etse llm, o mili infame e vil de tedot 01 malos,
o da intriiia e |ieieguicio.
N.lo contentes essa feral com perscauir-me, bus-
caran) mais locar 00 amago de ineu coracin, pren-
dando, mesmo 1111 met cnueuho, a meu Keuro J0A0
Hinpolvto l'ereira de Hnrae, que, nem se quer por
pemamenlot, inlerveio nota pasto dado por miro.
Conhecido e estimado por todos com quem en-
Ireleuho relar.0es de amitade, hei, al hoje, aabldo
respeilarat leis, e cumprir cum os devere d
cidadao. Chamei sobre mim a alinelo da p
aora, iniili/m.-nle, Que estas duat feral te conlma-
ram pnra me ilcs^raoareni, veji-me obrigado a jazer
occdIIo, ilim 'I nao .er victima innocente Immulada
1' merce de temelhantai jarra.
Quando o cidadao, alien 10 eomprehender ien
devere, cumpre-n eiaclamcote, a pulielt deve ter a
iMn.nle de toa liherdade, mat qoando elle olvida
esiei unios dirlamei da lei, ella mesma o deve po-
nr severamente NSn me echando abracado na te-
sonda especie, espero que a policia me coardara e
preservar minlia vida e familia dai iiios desset
abutret.
Antonio Pereira de Moratt Campello.
& C.
'2 caixes vidros ; a J de Siqueira Lima.
1 c ixote quadros e folhetos ,a J Ferrei-
ra Villela
30 barris c 20 meios tanha ; a Francisco
Alves Muiiirun Jnior C.
1 caixo espadas ; a Antonio Pereira de
Oltvi ira Hamos.
I dito bonetes
Vieira.
I cuixolc cxemplarcs :
1- a i a.
a Antonio dos Sanio
Manoel F. da
^nUicacUo at>e)t)o.
1 dito muaicaa ; a II Duinonl.
1dilultvros impressos : a GuimarAes &
valPtite.
1 caixa Jilos ; a Almeida Corees, Alvos
O t.
I dita rap a Jos Joaquim Borges Je
I dita dito ; a Sove / C.
I! ditas chajcos; a Ferreira rk Araujo
i! <,*!xa,1' nols', p",a 'npressao: a catsa
lilial do Banco do Brasil.
l7bom I Br'8u 'ng'ez Jemes Stuarl, rindo de
olicia ; le' ova, conaigiiado a James Crabtree &
C. mainfestou o seguiute :
2,550 bar icas b*calhao: ais meamos
CONSULADO CEHAL.
Ileoiltmenlo do dia I a 19. 50 im**
S *** *.......JkuSSt
b0i289j09-_>
DIVERSAS PROVIHCIAS. ~
Inde.nm,ID,d0i,,,0,?" 4 , - JOJtl.l
2:40279
Resultado da nh-c ipcan qoe, a pedido do Se Ho-
diigo da Coila Carvalho, da eidade de Lisboa, pro
movea oesla cidarle do Recite o padre Jote Anto-
nio dos Santo Letti.em beneAeio del pobre, or-
philos e viuvat deivatidiii, eccationadot pele 11a-
p,ello da febre amarella daqueila eidade, onde tem
f'ilo milharet de viclimas.
I'revalece-se deala opprtonidade o encarresalo
desta uliscripco para a;iadecer a todoa os seohores
qua o honraram coi aua coolianca, concorreodo eom
os -em doiiativot pira lo urgente calamidade.
com esses prejuizos,
TciGO
H7zX)
Tr-iaill
KMilO
8B040
.(di
M--K.IKI
105WK)
5
.'ITyitKi
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lb?:i(i'.
12:000
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15120
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179*0
255iO
I :>>!(; 1
129960
II.
Turemos o prazer de ver annuuciado o
grande concert que tem de dar uo dia 23
da correnle o- sublimes artUlas Madama
t.irardol, Idr. Henry Scapts e signor Ber-
gamasebi no thealro de San'.a Isabel, e co-
mo sejamos apologistas da msica em grao
elevado, vamos pedir aos apreciadores della
que concorram ao lltealro nesse dia, pois
devemos ter urna noile de completo prazer
vista da catacidade dosexecuteres.
Madama Cirardot he ja conhecida por ter-
se leito oovir do publico desta eidade quan-
do de oulra vez aqui releve e f,or conse-
guiute seu merilo he por todos reconbecido.
Diremos alguma cousa sobre os outros ar-
tistas e islo mesmo em poucas pilavras,
pois dos exagerados elogios beneficio alguin
pode resullar,e quem quizer verificar o que
possamos dizee n3o precisa mais do que ir
ao liten tro nesse dia, pois l encontrar a
verdade das nossas propositos.
O Sr. Henry Scapts he um dos melhores
rabequistas que as nossas plagas tem apor-
ta Jo. A rabrea he certameute o instrumen-
to mais diflicil que lia no grande arsenal da
msica, mas lamhem he o instrumento ni-
co em quo o artisti po le mistar suhlimi-
dade de genio, gosto apurado e esse senti-
seus cforcos por melliorar o pessoal da companhia,' metilo intimo que s pole dar belleza
tem contratado alguns actores, ruja escolha Ihe tra- ; execuco e provocar em nossa alma seusa-
rvauugem. Entradles contava-se a Sra. Ma- coas deliciosas : o Sr. Hemy Scapts rene
romper amarclia. arcando
jamis ella so preparar.
Cremos nao ler a demasiada confianza, e que a
redaecaio da carleira esl no caso de dar o primeiro
passoem semellianle terreno, acreditamos e ousa-
mos al esperar que o fr.
A nossa critica cuidando pouco no mrito ilite-
rario do .Iran 1,vi de occupvr-se com especialidadc
da exeeucao.
Ser boa a per;a ? Eis tima ntteatSo cuja impor-
tancia confessamos, e cuja diihculdade, lie supe-
rior is nossas loicas. Foi bem realisada I lie o
que nos oceupar. L'ma critica liileraria sob-e o
ilieatro lie traballio que demanda mullo esludo e
goslo, eumae oulra cousa nos falla, qua exige
um cunliec intento nao superficial das regraa d'arle,
e isto nao lie coti7a que se adquira em poneos das.
Eis por que entendemos que faz a Carleira um re-
al serviep ao ihcatro e ao Brasil apreciando as
composices dramticas, e coma autor Jade que
Ihe diio seus conliecimenlos, plantando na popula-
rlo o goslo que Iho servir para distinguir o abom
do mo a diama, o bom do mo u ador.
Do nosso uliimo irabalho para c algum movi-
menlo lem havjdo no tlioatro, o emprezario nos
O Em. e Rvm. Sr. hispo diocesano
O lllms. Si. :
Jn Antonio de Aranjo
Jote Pereira da Cunha
Joaquim Ignacio Ribeiro
Jos Villano lia. 1 o,
Manoel Antonio (ioncalves
Manoel Francisco da Silva Carrito
l'adre Jos Amonio dos Sanlus Lessa
Manuel Antonio dus Pasaos Oliveira
.1 roo .1 i.f de Carvalho Maraca
Jale Manoel Pinto Iluto
Jote dn* Sanios Nevet
Antonio Ramos
Manoel Pereira Lemo,
Rocha, Lima i\- Ouimaraet
Ferreira ,\ Maiiitut
Campos i\ Lima
Bernardino Josc Monteirn
Jiolu Pinto de Leir.os
Manoel J.-e Leite
Manoel Luit Coucalve
Jos l'i.-i\1-1r.1 Ltile
(iuilherme da Silva Guimaraet
A111 or 111 ,\ Costa
-eha-iia 1 Jos da Silva
Joaquim da Silva Caslre
li iiiioios Ferreira dai >'e*ei (ialmarSri
Padre Joaquim da Assuiupc/io
Manuel Aulunio Terrea
Manoel Ferreira Ramos
Antonio 1 nuil; ,lve de Oliveira
Juao Cardosu Avret
.Narcno Maria Carneiro
*lanol Anlcniu Flores
Joaqoim Francisco da Silva Jnior
Manuel Amonio da Sdva Barros
Victorino Jote Monteiro
Francitcn Cotillo litan U 1
Jos Das da Costa
I .Ju Ferreira hamos
Manoel Riteiro de Carvalho
Joflo Anlonio de Malos Abreu
Antonio de Aevedo Viilarouca
Manuel Jos de Siquein Pilauga
Manuel JoscGuedet Magallutes
Marlint SauIui
Joao Bapima dm Sanios Lobo
Ju8o de Vascuncellos Patricio
I ao Igntcio Suares de Avellar
Dr. Jo-o de Almeida Suarts de Lima Bulos
Aduano k\ Castro
Manuel Ju-quim Hamos e Silva
Joao l'ereira Muuliuhn
Jo- Antonio da Costa a Sa'
Jote -I ..-oiiiin M r.na
Manoel Ferreira de S'
Manuel l.uiz da Cusa
Joaquim l'ianci-co da Silva Carrico
Florencio Martina da Silva Uorges
M non.....Mailins da Silva Borget
Jo' Mamede Ferreira Ribeiro
n .iniii^ > Bernardino da Cunha
Juso' II > -ni.1 da Miranda
Jos' 1,.11-ralve Malveir*
.'..,u Lulz Ferreira Ribeiro
Silvestre Pereira da Silva Guimaraet
Joaqoim Ftancitco da Silva Coelho
Amonio Feruaiidei de Aievido
Judo da Silva Mortira
Joaquim Francisco da Silva Sales)
J0A0 Filippe do Sanlot
D10110 Joto da Costa
Antonio Pire de Oliveira
Jase' Maria Feneira da Cunha
Jote' de Mella Coila Oliveira
Ftaaeiece Jeee' Fernn le pite
Mai ha lo i\s,i|.| 1
Joaquim I). Araujo
Guilherme Sele
Duarle lluraes da Silva
Jus Luil I erreira da Costa
Franciavce Rodrigues dot Santot
Lulz Moreira da Silva
J..-I-Antonio Ferreira
Mauoel I ei ieu a de Araujo Catiro
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DESPACHOS DE EXPORTACA PELA a.FT
liba de S. MiguelPatacho porlugoez .Limau T
t i.hVq1" Fn"Ca K""0 8 F'P-atSuerde'nte:
Lisboa-Barca nacional Amelle., Aiuorim Irinlea,
600 taceos atsucar. ""oa.
FaiinouthBarca dinaroarqoeza Preciota-, N. O.
Bieber a, C, 180 laccoi aitocar.
HK^''Uet"gI.eIs,,'V''". Meooel Jos da
Silva, 6,000 ponlat de boi.
LisboaBriKue poriuguez aProgreiiilt. T de A
Fonieca f: Filhoi, 120 saceos anacer
Coila da MiuaBrigoe poriuguez Encauladoi. 1
de A. hunteea A. Filhos, 30 pipas agurdenle.
Tr7, vT" ,d'!"m',r,,,eM Cmourdiao, Iaer
tuno & C, IODO taccoi alinear.
Buenoi AjreaBrigue tueco oScaudiao, Bailar &
Oliveira, 3,o barucas usurar.
C,|"*I752"M """"S* S'a'fer, C. J. Auilin A
(-.. 1 OjO saecus a-iucar.
BallimoieBrigoe americano eChatanooga, W|iS-
ll.j Jer.lea C. 2,100 saecus asiucar.
C,0rv"alh!rw-P04r-Ug0eM "V88'"0- Unllharms,
i.arvaliru i\ C, 47 cascus mel.
"iFXm^E? '"*'" "AtenaB- J""** Kjder ,
<-., .WO s-ccoi aasucar. w
Lisboa-Patacho poriuguez Maria Jos, Frae-
!"'"'! '* v?lu,ne'' e" eilraiigelro., 1 toda
hamet, I ca.ij. charuloi, 22j atnira. de c.ru.us,.
I secretaria.
carnauba,
Riu de Janeiro, brigoe nacional Feliz Deitlno,
da 20i luneladas, couduzo o teguiola 9 Ka
saceos cun I0.O0 arrobas de assucar
RECEBi-.UO.UA DE RENDAS INTERNAS GK
RAES DE FERtaAMBLCO. E
Rendimentododial a 19. 2l-l70aKH
,d"ud*d^....... -.Sl
23:350I91
CONSULADO PROVINCIA^""
Rendimento do dia i a 19. 7-16(,35>I1
ita> d- di......: &SS
,________________ :t:887754
:^w
{?i&xmisd $ p0tt0
Rs. 2:2885
Palacio da Soledade, 19 di dezembro de I8VT.
l'adre Jos Antonio dot Sanios Lesia.
ERRATA.
Na poesa acerca na morle Ja Sra. I). Ma-
rietla Marinatig'-lli, publicada no Diario de
II de novetnbro prximo pai-sado, aonde
sel :
Alioosangue transfund lo em pranlo,
dere ler-se em seguida :
l-.iv9n-.so allivio de prof'unla magl.
c wmtt*.
Kaviut eoliadot no da 20.
I res,, pot (,lbr,ll_49 diat, e do uliimo porln
10, barca poriuoeza Flor da S.imo., de 410
toneladas, cap,ido Manuel de Azevedo C.nario
equipagein 22, carga 3,000 barrica, com larinhe
hMAUZ"*" *"*" Ct""b- **
A carien'1( dias. palhabote nacional Subralenier.,
de 9, lonel.das.matueFranciiea Jos da Silva
. '"'P'*' ">'* uroi, m.lln., farinha
e mais genero ; a Cielauo Cvnaco da Cosa Mo-
retea. Perlene. P.m.mbucu. Pa...ge.ro., Jua-
quiin Diugo de Araujo, Manoel lo.e Tiago, e I
esciava a entregar. '
Navioi lahidoi 110 mesmo da.
Araeatj liale nacional ,.Aurora, meslre JuSo
llemiquei de Almeida, carge fazenda man g-
neros. fassag.ro. Jusliuu Pereira da Ca.la
Rio Orande do SuJ-Brigue nacional Linda Flor...
capnao Manuel Jus Machado o filbo, carga as-
MarselhaPatacho francez Geor^e, capilSo P. R
M uel, carga assucar.
Parahiba-Uiate naciunal C)neeico Flor dai Vir-
tudes, meslre Aleaodruio da Coila e Silva car
CaidoV!" ge""" l'*,"'i">- Manuel Alve-
riann.'i,riijo appaiecimentoein scena no leve para
nos outra signhc3.-;io que nio Iose querer o Sr.
Germano que o publico por si me-tao julgaase da
fraqueza da aeiiiz, que ello nao quizera recusar,
antes do conhecido e sem valor, para que oulro
motivo nao fosso dado sua recusa. O publico
estas qualida 'es que nem sempre sa encain-
tiam nos ai listas, e que taz que alguns que
siio gran les txeculores, nunca possam sa-
bir ila tili-iu 1 iila Ir, poique sua esecuQo
le montona, iusipid-t e para bem dize lo-
da material ; o Sr. Scapts he gran le ejecu-
tor, su execuc,8o he lirspa c s3, e alem
nao deixai de agradecer essa aiieneo do Sr. Ger- d\tso he feita com todo o sent ment: o
ttiaiio, o de approvar a sua rosolneao. O papel da
Pobre das Ruinas .. por ella enterrado com tan-
ta perfeieo c geito, juslihcam-na plenamcnia.
Noale drama esireiuu lambeta o Sr. Lisboa,
multo: "e nada serve, ouvir a execuco
material, (ara isso basla qcalquer realejo.
o quo queremos he o gosto, no > sentimenlo
O Signor He-gamascbi, baryono, lambem
,.ir 1, :._e ,f|."C pr0n,e"e.",UI,,! toma iwtle no concedo e por mais de unta
ve', tein sido apri ciado 110 Iheatro de San-
. CAMBIOS,
Sobre Londres, 21 a UO d. v.
e Pars, 390 a IX) rs. por fr.
e Lilboa, 110 por 5 de premio.
Descont de leltias, 12 a I j por cenlo.
01 HOOn;a<. hespanliolai. .
l>iia HMiicaaea........
Muedas de (ijIOO. '. *
de iOUO. .
PRATA.I'alaeoes bratileiroi. .
Uitoi columnariait. .
ihtos meiicaoot ...
mi carga que Iruexe. Saipende d emeiro""
I orloBngue poriuguez vrEsperauc.. capujo Jua-
H.IIL"' is- Le;"- c"rg* """ """' 'i-
i",r, lri0" Hoger, capila
l'agibel, carga astaear e tlgodflo. V
Navlot enlradee no dia 21.
Uambnrgn3 dial, patacho bollandez o/.evervor
de i,5 toneladas, capilo H. U. Schalh, equipa-
2 S"m '"'""" "> eneros; 1 C. 1.
Ailiey cv C. l'enence a Sapnenaeer.
l.oiidret-48 diai. barca ingle,., Mellioitlt,. da 378
tonelada, eapiiao Ua.1,1 Wilm, eqo.pegein li..
carga madeiras para a eitradi da ferro a James
Rydar A C. Penencea Liverpool.
Kio de Janeiru-l ,l,at, brigne tueco Eta,., da
_J loneUJa, capujo Pettereon, equipagem 12,
T.1T T, '.""r,; "em- '''"ca a Slo niele81 da, Iviguetaeco VVKu,. de 230 to-
ne.ada,, capitio Nicols Cngolo., equ.pag-m
10. carga 2,992 barricas eom (annha de trigo ; a
^. O. B.eber t\ C. l'erleucc a Cwlskrona.
Havre33 das, barca franceza olampico,.. de 213
loneUria, capilAu Pollier, equip.gem 12, carga
mercadoriat ; a N. O. Bieber C. I'eilei.ci "o
Havre.
Liverpool10 diai, brigoe inglez Filbl
22t tunela i3,, capitae T. Simpln, eqmp
carga lateada e rnait general :
iV C. Felence a Perlb.
Vcaraciilidia., hiate nacional Novo Angeliea.M
ae Ai lonelada, capitao Ju- Joaquim Alv.i da
Mlye, equipag'm (i. carga larm' a mai genero;
a l-aiicisco de P. p, de S.boia. perteuce a Per-
nambuco, Irazendo a tea burdo doat eseravm a
enireger.
ido, de
qeipagein 10.
Uu-tioii Ruoker
:il;000
3oy.(K)
IbS-'XIO
;:hki
291 ho
3)080
UhlM
Caixa Filial u Banco do
Brasil
EM 21 UE DGZSMBRO DE 1857.
Directores da semana os senhores : Ma-
noel Ignacio do Oliveira e JosC l'ereira da
Sr. hcaplsnao pole deixar dj agradar, e Cunha
A caixa desconta leltras a 12 por cenlo ao
anno, e toma diubeiro a premio de coofor-
midade com os seus estatutos.
12;9(r(l
ara o futuro, sendo j nm bom ador. Dotado
de excelbcnie orgao, de boa presera, e de feli-
ces diposicoes pata a scena, elle nada lem que
pieixar-se da Ulejieu, mas isto nao be lodo, o
campo lie frtil, he misicr porem culliva-lo mais,
lie neeessario que o esludo venba aperfeigoar a na-
luroza, c que seja educadas essas faculilades que o
desliguen!.
Em companliia do Sr. Germano pode aperfei-
eo.ir-se perfeilamenie, e va ser um grande actor;
esl em suas mJos. as circunstancia do Sr.
Lisboa o querer he poder.
ALFANOKUA.
Kendimenlo do d a 1 a 19. .
dem do dii 21. .... .
i:.l:9!.:.-h
2*2989119
iHt:2blsT93
Uls'bel, sua voz he extensa e permita, e
sus escola moderna fez com que o Sr. Jlcr-
gamaschi se torne digno de ser a; recudo
iuo t!'?Xr &*" gSl e ',Ue "ihem '""rregtm no dia 23 de dea-emir"
que he cantar bem. Barca rraneeaa-Olinda-meiea(i.rta..
Consta-nus que o nosso eximio (laulista DarcalaKiggaaaa I lor de S. SunSu farinha de
o Sr. Uueiroga, ero alluncno a.s conccrlis- Ingo.
tas vai exeeutar um dillicil solo na sua llau- Barca inglezaAnm M Mennrktabeada.
ta ile Jt-.ihem ; multo prazer temos em ouvir 'l,,rc:l Inglaa*ajiaaianarioebjacloa para o g.ir.
Itrca franc,.7a llanulvinlio.
toi
;.
6f Ufa,
mais urna vez o som mavi'so e a perfeita
cxecuc;ao do Sr. Oueiroga na sua nauta, e
isto servir n Jo so para atiiinar a lanos ge -
A a Pobre das luinas, .. rom excc|,:oda Sra. j 1II(JS qne entre nos temos, romo para mos-
Maiianna,todos08 seus adores descmpeiibaram bem lrl" 1ue cl" "osso P"'1 )a temen artistas de
oa seos papis, o Sania Bosa merece iodos us lou-I 6ral!,,B m<,rll em CUJ,J numero prima o
.,.,li;n vares o'esl. pee,, porque d,8e.T,enl,.,u o sen panel ] l^ZV-^' ^Vly ^pcra,no* '" m" I
'- "" ,f ;, '..'essa urcasiao de apreciar o mrito do Sr.
peireiiamaata nos nao roeeionamos os actores J* Quei-og, que sen. duvida alguma he o pri-
uemxi PuW,eot rul sc" me,l,- O; u.i-i'oliauisUdol'eriiaiiibuco.
papel ila a Pobre das Pininas, conliadu ao depois liescjaroos aos Srs. concertistas urna noile
a Sra Joanna, rumo ajnizadamente aronsclnou a de (lideme completa.| os c '.llmenle quem
1 ri. ira, [,.i iiiiiito mellior inierprcirad ; j em for an lltealro nesse da, lera tima noite de
Barca inslczaElisa Amia1,.lina lo.
Itrisue dinamarqneillnsk-rervrja.
Brigal iualCTJ-mes Sturtbacalliin.
Mate bra-ileirn>nvo AnIicaBeneroi do
MOVMENT DA ALFANDBUA.
Voluntes enlra.lose-m faienda ....
" com geinroi ....
Vulnmes sabidos
rr.mfazendas
Com tfencrus
in-MKi decadencia ainda a Sra. .loanna he superior a ou
ira.- que rouiecando sua car reir aceniional, tnos-
trtun logo que nao cbeisaiao mui lon^e.
Tomn patio na o IVb'cdas Ruinas, fazen-
1I.1 o |-.i[o-l d; 1-inael, o Sr Silvestre, que hara
' ido no Arlliur. 0 Sr. Silvestre be um bom
r, .I- -| i lu de loda :. sIT eiaejA, possuin I. has-
aue babilidade, a muito iuicressanle no papel de
1 ,n
i_-'.ial
S0640
di6trcelo agr lavel e perfeito piazer, c
lieos nos de aatide p. ia laml.eni o parttlbar,
W.
Tntal
T.rlal
paiz.
iis
317
7(.:>
210
ns
338
Cturcv^DnOcucta.
Si-, rerl. t iiit-s.Tomando a penoa pata nacreve
pa,,< u |.ut>i;i.. nao t itlio era vule mai nicar v anete pulque e la t paitis nu tas cea'
IMPORTA, \0\
''ii|iur nocional (ivipi.il>, viudo do sul,
mttnlr'-luu (i seguinle :
1 caixSo espadas ; a i Jos do (ouveia.
1 dilo lilas, i dito cliajcis dn lilil; a
\uvaes i\ O
C amarrados Lachos de cobre; a J. Feriiao-
de> P. Vlalilla-
3 canutes cha; eos do CI11I1, 1 dito mcr-
COKSE 1.110 A UM INIS1RAT1VO.
O consellio administrativo, em cumpn-
mcnlo doart 22 do regulamento de lito
Jezembro do 1852, faz publico, que foram
aceitas as propostas de Giiimares & Olivei-
ra, Rodrigues 6 Ktbero, Fraucsco Jos Bap-
lista, Antonio IVreira do Oliveira Ramos,
Joo Carlos Augusto da Silva, e Miranda i
VaC(incftllos. para rornecerem :
O I." 20 resmas de papel almar-o a 33600,
I dila de dito pautado por tl500.
0 2.- lOrts, a.s de papel de peso a 37200
03 8inilhei-os de tij >Ios dealvenaiia a
3? rs 200 al ucires de. cal prela a 610 rs
O*.'728 botOei grandes de metal ama-
rello liaos a 70 re., 468 ditos poquenes a
7o res
0 5.-980 cr indas de azeite de cerrapato a
2>80 rs,
O (i.-1 livro impresa para registro gertl
des prat}as efTeciivas, fgitregadaa, e addidas.
coiileiido 300 lollias. conforme o decreto d
6dedezemhro de 1831, o encale; 11*580 dn
couro.para o 10.- balalhj do iulanlaria por
'JH---IS.
E avisa aos supraditos vendedores, quo
levcio iccolher os respectivos objectos ao
at<. nal de guerra no dia 23 do corret.te me/..
Sala dassessOes d> conselho administrn-
tivo, para rorn-cimetilo do arsenal de guer-
ra,21 de dezembro de 1857. Bernardo Pe-
reira do Carmo, vogal e secretario.
COKSELHO AUMiMSlRATIVO.
f) conselho ailmlnlstrativo tem de comprar
o seguinle :
Para a companhia de artfices
Bonetes 5.
Companhia flxa do lo (;rande dn
.Norte.
Ikiloes grandes de ni tal amaiello I7: :
liios ti-qucnusde metal amatcllo 1125 ; li oetes 123. mJr
Armazcns rio alnmxarilado.
Cobre vell.o, arrobase); rame de lati
de 11- '-., arroba I ; dito de ferio de n 15
arre bal; pos preto, arrobas 2 ; arcos d
ferio de 11.llegada e'moia, arrobas lo- bolas
de petianniiiii, 4 ; seccan'.e.arroba 1 ela
nho em veiguinhas, rroba 1 ; zeile de
MUTILADO
ILEGIVEL
.

.-
r



I
coco, ranartilT; patios, duzia* di velas
slearinas, libras OO. .
* batalhao de artilharia
Panno azul, covadosl3U; 1 sinete com
as armas imperiaes e o competente dstico
par* a reparticilo do assistenle do anidante
general do exercito da provincia das Ala-
goas i.
Quera quizer vender, aprsente as suas
propostas em carta Techada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 30 do crrente
mez.
Sala das sessdes do conselho administran-
vo para foroeciineato do arsenal de guerra,
21 de dezembro de 1857. Denlo Jos Lame
nha Lins, coronel presidente Bernardo
Perelra do Carmo. voaal e secretario.
COVSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tam de contra-
tar o fornecimento dos geni-ros aba i so de-
clarados para o rancho da com anua dos
aprendizes menores do arsenal de guerra,
durante os mezes de Janeiro, fevereiro e
marco prximo vindouros :
Assucar smenos refinado, ca' em g'5o,
cbanyaon. paos de quatro oocas, bolachas,
manteiga franceza, arroz do Maranhao, ba-
calbio, Carne secca, dita verde, farinba de
mandioca, feijito prelo ou mulatinho, tou-
cinbodr Santos azeite doce de Lisboa, vi-
nagre da Lisboa.
Quem quizer fazer dito fornecimento a-
preseote as suas propostas em carta fecha-
da na secretaria do conselho, as'10 horas do
dia 30 do crrente mez.
Sala das sesses do conselho adminisUa-
tivo para fornecimento do arsenal de guerra
al de dezembro de 1857. Bento Jos Lame-
uba Lins, presidente.Bernardo I'ereira do
i armo Jnior, vogal e ecretario.
Por esta sub elegacia se faz publico,
que se acba legitmente depositado um ca-
va lio rugo, que foi tomaiio pela ronda do
Peres, a uns indiviluos suspeitos, que se
. pondo em loga, deixaram dito cavallo, e
igualmente dous sellins velhos dentro d
duus saceos; quem se j'ilgar com dircito,
comparec, que justificando legalmeote lhe
ser entregue. Subdelegada dos Aogados
21 de dezea.bro de 1857 Osubdelegado,
Jos Corgonio Paos Rarreto.
Por esta subdelegacia se faz publico,
que se acba depositado um cavallo que foi
tomado a Belarmiuo de tal, por suspeili de
ser furtado : quem se julgar com direito ao
mesino. compareca munido de seus titules
legaes. que lhe ser entregue. Subdelega-
cia da l'reguezia dos Aogados 20 de deze n
bro de 1857.O sublelegsdo,
.lose Gorgonio Paes Brrelo.
Consulado de
Franca.
existentes no arsenal de marlub*. i bem co- gutz I una ; p.ua oarga o paasigeiros, para
mo de efl'ectuar-so a compra de bonetes de oque tdin excetlentes comnyjdos a tratar
panno azul, conforme o modelo que acha- rom os consignatarios Thomaz de Aquino
se patento no altnoxarifido do mesmo arso- Fonseca & Filho, na ra do Vigario n. 19,
nal, necessarios nos ditos navios, convida o priinuiro un lar, uu com o callao na praca.
conselho.de admiiiislrac,ao na vi I aos pre-
lendcntcs a apresciitaretn- as sos. projosias
em cartas fechadas at as it horas da ma-
n).! po mencionado dia, a iverlin Hi-se que
os gneros do foriieriinento a excopc/o do
azeite paraJuzes de ve rao "ser da primeira
qualidade.
Sala do conselho de administraQ&o naval
om9de dezej bro do 1857.-0 secretario,
Alexandie Rodrigues dos Anjos.
irifiaMi
DE
SANTA ISABEL
ULTIMA EEXTAORDINARIA RECITA DO
PRIMEIRO TRIMESTRE
EMPREZA GERMANO.
TERCA FE1RA 22 DE DEZEMBBO DE 1807.
Em beneficio dosaaylos de mendicida-
de que se vao erigir nesta cidede.
i.ojo qn m senhorp professoras da orclifslra, que
a preslam irateitameDla paia lau justo lim. liv.
ram eiaroiado orna das melliure syni| !i mu-,
represtnlar-se-ha o minio inlerpsaaiilt drama em
3 actos, que daita in sobe a acea com luda a su.i
msica, que hn .la c imposirlo do Sr. Culi, actual
rcenle a orrlifstra :
MEMORIAS DODIABO.
A parle de Robn, acra' feita pelo artista Silves-
tre, e a de Joao (jaulier, pelo ariisla (ermano.
Terminara o espelaealo eom a graciosa comedia *m
um aclo :

l*V\?*l' .___i __,-,-r-^-'-~ rl i------- -,"-**- r"*""* T*-"*? Vhflfl V--'-~- rr-,^"
^fei ;^J j.i-Jj 11 ii. .! J. |.k\.<4. I.'---3 ti> dL .1 J C2
PARA A FESTA
Ao grande arma-
zem de roupa feita na ra Nov,ajiin-
loa igrejadaConceijao dos Militares n,49.

T---*5ri. aa -aj"
COMPANHIA
de paquetes ingleses
a vapor.
No dia 22 deste mez espera-so do sul o
vapor Mcdway, commandantc Haminack, o
qual depois da demora do costumo seguir*
para Soulhsmpton tocando nos portos do
S. Vicente, Tenerife, Madeira e Lisboa, pa-'
ra passagens etc. tratase com os agentes
Adamson, llowie& ('. : na ra do Trapicho
Novo n. 42. N B. Os embrulhos s se rece-
bem ate duas horas antes de fecharem-se as
malas e depois inais una hora pagando cn-
lao um palacio alem do fete.
Para Lisboa segu com brevidado a
barca Ligcira, por le.- parte de sua carga
p (impa-. quem na mesma quizer carregar
ou ir de passagem, dirija-se a Guilherme
furvalho & C, no largo da Pelouriuba n. 5
a 7, ou com o capitn na praca.
Neste armazem encontrar o publico um grande e variado sorliinento
de roupas feitas de gosios modernissimos, como sajan) palitos e sobreca-
sacas de casemiraa de cores com gila de velludo e sem ella, palitos de
popelina de seda, ditos de bouibazina du cores, ditos de alpaca dosela
de cores, ditos p'etos, ditos de fusto do cores, ditos de brim de linbo,
ditos de riscados do linho, ditos de ganga de cores, calcas de casemira
de cores, ditas de fostao, ditas de brim, ditas do ganga de cores, cohetes
de velludo, ditos de gurgunlo decore, ditos de fusto brancoede co-
res, camisas e luvns de tolas as qualida es, chapeos de fellro finissimos,
ditos pelos do seda, ditos de castor branco com pello e rapados, grava-
tas finas, o outras muitas fazendas de gosto, que avista dos presos e
quslidade> das fazeidas i s freguezes no deixarfio de coiiiprar
;n : (|iiL'lii loulici'uuju ello eaU' ou al- tu. j;iuiidu iui tiuJCiltode loca<.x)ies.
gueindeaua iailia be favor eommuni-1 Retrato* aolfo para salado jantar.
ca-lo 0a ra do Vigario cata n. 7. tapelho cm moldjura.
Pianos los melbore i'abricados em Ham-
Ijiiiro.
Nova ngua de. malabar.
Veude-se esta agua a pacllior que t*m ap-
parecido para tingir o cabello e suissas Je
prelo na linaria universal ra do Collegio
u. 21), d-so junio um impresso gialis ensi-
uaud.o a forma deapp'icar.
^PROVINCIA.
A
ios
amigos e
8*m*.
:
v-
O consol de Fringa tem a honra de pre-
venir s pessoas a quem possa interessar,
que quinta-feira, 21 do crreme, as 11 horas
da manbaa, sera procedido na chancellara
do consulado de Fraoga, ra do Tra.iclis
Noto n 14, segn.lo andar, a adjudicagao
publica em carias fechadas do um empresii-
mo oiarilimo da quanlia de 3.ouo,'ooo, ron-
co mais ou menos, para concert do brigue
francez l'lrma, ebegado ha pouco nes'.e por-
to com agu aborta. O dito emprestimo ser*
garantido com o corpo. seus pertencea e c*r-
regamento do dito navio. As cartas serSo
bertas publicamente, e recebidas no con-
sulado de franca, ao mais tardar at II ho-
ras do mesmo dia.
COLLECTORIA.IU C1DADE DE OLLNDA.
Fraocisco das Cbagas Salgueiro, collectoi
das rendas provinciaes da cidade de Olin-
da etc.
Faz publico pelo presente, qne pelo de-
legado supplunle deste termo, Ine forain en-
tregues dous escravos, qui se acnam reco-
Ihiaos a cadeia desta cidade, pprehendides
no lugar de Haratibe, os quaes dechraram
chamar-se Francisco, e Isabel Mara, sen lo
Trancisco, crioulo, idade 1.0 anuos, pouco
mais ou menos, natural do Topadas, casaio
com i dita cscrava Isabel alaria, preta, ida-
de de 40 tinos, pouco mais ou manos, de
nac,3u Angola, que pertenceram a Antonio
Joaquim ue Sani'Anna, morador que foi da
villa de Pesqucira, e que fora casado com
Francisca de aouza. da villa do Brojo da Ma-
dre de Dos, e que lendo fallecido Uito Sania
Anna, sua mulner casara-se com Joaquim
Raptista Vieira, que dam mudara-so para o
Kio doPelxc, di provincia da Parahiba do
norte, d'onde evadiriin-se milito entes do
apparecimento do cholera-murbus, c andan-
do por diferentes lugares refugiaram-se em
J'aratibe. sen lo ahi presos p'jr Manocl Nu-
iles, e Loureugo Jos : e porque ditos escla-
vos pe. tengam aos bens do*evento, s.lo cha-
mados quem sobre eller se julgue com di-
reito par* no prazo, de 60 dias contados da
data do presente vfrem reclama-los {.erante
a mesma collecto ia na forma do art 6- do
regulamento de 17 do julho de 1852 : Dudo
este prazo serao ditos escravos arrematados
e o seu prud'icto recolni lo a Ihcsourariu
povincial na forma proscripta nos arla. *.
c 6 do dito regulamento.
E para que chaguo noticia a to ios man -
le passar o prescoto que ser flixado nos
lugares mais pblicos e publicado pela im
prensa.
Callectoria de Olinda 28 de outuhro de
1857Eu JoSo (ongalves Itodrigues Franga,
esciivo o sub ere vi
Erancisco dasChagas Salgueiro.
--- O Hlm. Sr. Inspector da thesouraria
provincial, em cumprimenlo da resolugao
ua junta da lazeada, manda fazer publico,
que no dia 31 do crrente vai novamentea
prag para ser un emitida a quem por me-
nos lizer a oh a do I laogo na ramilicagQo
do Japouim, avahada em 17:3609 rs.
E para constar se mandn alllxsr o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial dn
Permmbuco 15 de dezembro de is7.U se-
cretario,
A F. da AnnunciigSo.
-- O conselho econmico do balalhao 10
de infanlaria c olala paia o rancho deslas
pragas e pan o hospital regimenlal dun>nle
o ti imeslre do t- du Janeiro ao ultimo de
margo do anno vindouro os gneros ua me-
Ihor qualilade do mercado, cujas proposlas
serfio apresentadas em caria feixada no da
"J8 do mez vigente uu secretaria do mesmo
balalhao pelas 10 horas da inaiihaa. Para o
batalhao : c-,lc em C'rogo, assucar roascava
do, refinado carne veide, dita secca, bac-
Iho, fanuha, fcijao, arroz plalo,azeile do-
co, vinagre, toucinho, sal, h nha em acbese
piles de ? e 6 ong.is Para o hospital : car-
ne verde, fringas, toucinho, cha, cafe mol-
do, assucar b'feiico refinado, manleign, ar-
io/ pilado, alel ia, araruta, pao de 4 ongas.
doce de maimelada, vinho do Porto> azeile
doce, vinagro, leite de vacca, ovos, lenh
em acbs, sal, firinha lavada, bol>chiiili>s
de fi'aruus e bolachas (.>uartl no Hospi-
cio 17 de dezembro de 185.- Lino Augusto
do Carvallo, atieres ageute
COMPA.NHIA DE SEGUROS MARTIMOS E
TEBRESIttES.
DO
IMPERIO DO BRASIL.
Bslabelecid.i no Kio de Janeiro.
CAPITAL 16.000.000:000
Agei ca i-ua da Gra n. 15, eseriptoiioda
viuva Ainoriin & Fillio.
Aos Srs. negociantes, proprietaos de
catas ele, etc., se oferece na agencia da
dita companliia nesta cidade, a realisaco
de seguios por'premios e cordicees mui-
lo mdicas e ra/.o.iveis. Na mesma ar;en-
ciu t.uiilieiii se eflectuam seguros tanto
para o norte como para o sul do imperio,
nos vapores costeiros e vasos devela. A
companliia garante a prompla ndemni-
sacSo da importancia de qtiakjuer si-
nistros.
Conselho de ad.iiinistraco naval.
Jendo-sn de proceder uo dia 21 do cr-
reme mez o contrato pelo lempo a decorrer
do V do Janeiro io uliimo de margo, prxi-
mo, para o fornecimento de arroz, aguar-
aa^nte. azeite doce de. Lisboa, bacalbao, car-
ne seco, caf em grao, farinha do man lin-
ea, feijiio, sal. toucinho de Sanios, vinagre
de Lisboi, velas steirims, caine. verde, pao,
bolacha, e azeile proprio para luzes
qualquer que seja a qualidade, aos navios
uegueira da armada, Tiaica de excavac.no,
enfermara de marinha, e Africanos livres
MARI COTA
OSEFFEITOSDAEDCACO.
Principiara as 8 liorai.
Ql'AKTA-FEIHA, -r.\ DE HEZEMBKO.
foranc/e concef/a
fMAlfHSTIHEWAL
Dado pelos artistas
Anua Guardol, Henrv Scapf cGiovanni
Ucrg.iinasclii.
PHIMEIKA PAUIE.
1 Ouvfitura pela orrlip>lra.
'J.dr.in c |ija dus I.uiubard, pelo Sr. > mvamii
Barga maachi.
3Carolina do Travalore, pela Sra. Amia Iji-
rardut.
1 Snuvenir de Bellini, palo rabequisla lleiiry
Scapla.
Duelo o Sr. Ciovanni Bergaiuasrln.
SEGL'NDA PARTE.
6Sfrnpliooia pida orclielra.
7Cavallaa de Ernaei, pelo Sr. (iiovaiud erga-
masclii.
8Concert ^e llanla pelo Sr. Fiauciseo .lose Cor-
nil de (Jil-i i'.;l.
!Ca\alina da Traviala, pela Sra. Amia (ji-
rardol.
10Vankea Doudle, pilo Sr. Heinj Sc qui&la.
II Duelo da Norma, pela Sra. Auna Cirardol eo
Sr. Uiovinni Uersamiachi.
TEKCEIKA PAUTE.
12Svmphonia p^in nrelusira.
13branda aria da Tra'iala, pfla Sra. Anna (ii-
raidol.
IIt) Carnival de Veneza, pelo Sr. Ilcnry SeapU.
15Dorio do NlbaeodoMfor, prla Sra. \niia (ji-
rardsl t o hr. Giovanni Baraamaiclii.
Os precia f3o os do enaluine do Ihcalr.i.
Oa arliataa Anua Girardal, Benry Scapti e Gio-
vanni tteri(Hinachi, nn|ilorara ao rcapritaval pulli-
eo conlinuB a depender com ellca a aua rosluiiiada
prolec^ao, honranil'i-i^ no priaenli cnnrerlo.
Os bilhetes aeham-ae a'venia ale odia -Z\ no
hotel iiilrf, t no dia do espectculo no lacriptwio
do lliealro.
Comecara' a 8 liara-.
Leilao extraor-
dinario
e ultimo deste anuo.
TERCA FEIRA 22 DO CJllE.NfK.
Transferid o leililo de seu armazem na
ni do Collegio n. 15, qun devia ter lugar
no dia 17, para lerija (eir 22 do crrenle, as
10 horas da inanhaa, iraprelerivolmenle o
qual consista em inebilias da j'Ciranl'
mirello, pianos de mesa, um lindo pro-
sepe, secretarias, guarda-roupas de amarel-
ii e ue m.:iioii .i, toilettes, espelhos porta-
teis para barba, lavatorios com pedra, e sem
ella, aparadores, mesa elstica, guarda-
loma, mesa simples dejanlar, irarquezas,
vanas camas francezas, leilos para enan-
cas, e mais objeelos do marcineiria ele ,
obras do ouro e prata, objectos do porcel-
ana para enleites de sala, candelabros, lan-
lernas de vidro, caudieiros de globo de dif-
luientes modelos, novos, quadros moder-
nissimos, qiiinquilharias diversas o outros
muilos rticos que fora impossivel mencio-
nar, e que serao defiiitivamenle vendidos
sem reserva alguma.
Leiio e uuia ptima cs-
crava
O agente Boija, pm gen armazem na
ra do C.oHegio n. 15, f*r leil i de urna es-
cava de bonita figura, de 18 aunos, com
bastantes habilidades ; teica [aira "_'J do cor-
rente, ao uioio dia em ponto.
I
freguezes-
No deposito da roa de S. Francisco n. 6,
acha-se um gran le sortimenlo de diversos
gneros alimenticios pata a fasta, como se-
jam : amoixas, muscatel. abruuhos, passas,
ligos, diversos bolos francez es, bolachinhts
de araruta, sardinhas de Nantes, vinho su-
perior para todo o prejo, champagne, cer-
veja, coguc, genebra, etc.; a.-sim como
urna grande porfo de charutos do melhor
que ha uu mercadu.
Oieao! oicao
*
Qucijos de pinlia, Dantengos.
Suissos, de prata lina ;
Champagne em gigos, batatas,
Helias masssfl p'ra terrina :
Amendoas, ptssas, casimbas,
Sao peliseo permanoule;
Marinla !a he de ctiujola,
O Fiambre lu de patente :
Conservas e bolachinba.
Boa anuixa poitugueza.
Nozes, confeiios, maguas
\meixa rica frantnza :
Marrasquino superior
Licor franec. sem uu.il :
Nada melhor que o hom n'ixo,
O loxo de. Portugal!
Li\ ros em
brinco.
> endem-se na ra Nova ii. 22. casa
de retojoeiro, por prero milito em co.ita.
Precisa-ce de urna mullicr de rneia
idade, parda ou preta para fazer o serv-
ce interno de nina Familia de lies pessoas :
DA ra estreitn do Ilosaiio n. ."0, |ui-
meiro andar.
.^ Antonio de Pa la llollan canti, cstudante do segundo anno do :\
'.''. CursoJuridici). autorisalo pelo go- ;.*
.:; varan provincial, ensillara particu-
\.t lamiente geometra o lalim, a come- -'
A cardj Janeiro prximo : as pessoas .-'-,
;,> (pie se (|uizerern matricular em sua 9
'' aula, dinjam-se a ra Vclha n. 77, '#
:.- segundo andar. 0
--- Vendem-so lats com marmelada mui-
lo nova, de I e 2 libras, queijos do reino
multo frescaes, ludo por pre?o commodo :
n\ rua dos tfartyrios n. 86.
i>'o pateo de S. PaJro n. 6, se dir
qu^m ven le una mulata escrava perl'eita
O Sr. tlitsoureiio das loteras manda
fazer publico que te adiara a venda no
pavimento terreo da casa da rua da Auro-
ra ii. 2, dus 9 horas da manha as 3
da tarde bi I leles c meios da segunda
parte da segunda lotera do collegio de i
orpliaos cujas rodas andarao no dia 24
dojcorrenti!.
Thesouraria das loteras, 10 de dezem-
bro He 1857.O escrivao, Jos Maria da
Cruz.
Precisa-sede '.i amassadnres : na pa-
daria da rua dos Pescadores.
Precisa-se de dous escravos para o ser-
vico inte.no de urna casa, Ipaga-se bem a
tratar nt rua Imperial iSobrado n. 67, se-
gun lo andar.
Precisa-se do tomar a premio a 6 con-
t* de rcis a um por cunto, dando-se por se-
guranca um predio de grande valor quem
quizer fazer seinelhaiile negocio aunuucie
qara ser procurado.
j Augusto Carneiro Monteiro da Sil- 'g
:', va Sanios, doutor em medicina, po- ,v>.
:'._ dera ser procurado das 9 horas da
" manhiiaas4da larde na rua do Ores- *9
? po n 9, primeiro anltr, e das 5 Ja -,'j
~-. larde as 8 da manha na pooar;o ?~l
.; do a. ipucos onde est sembr ",
Jj; promplo a exercer a medicina a el- W
9 rurgiio a obstetricia. i$
l?csapparcceu da arcada da alian-
doga urna caixinha com lio de ouro e
com lutiuiro a NovafS i C, vinda do Hio
pelo vaporTocantins, quem tiver noticia
della pode dirigir-se a' alC.mdega ao des-
pacliantc Vieira de Sotr/a que sera' re-
compensado.
Manoel Rogerio ou Ludgcrio, do idade
dolannos, punco mais ou menos, lilho
nico, e inorrendosous pas na comarca de
Goianiia ha mais de um auno, passou-se pa-
ra esta freguezia de Maranguape, e neste
correr de lempo tem asistido em varias ca-
sas cum o inleresse de urna pequen pag, e
sahiiido ha pouco de urna dcllas diffamuu
familia do seu bomfeitor, es'.e offendido foi
qucixar-se ao subJelegado do lugar, e dan-
10 ordoin para ser preso, como foi, remel-
RUA CO OUEIXADfi
O Soares junio ao Rosario
Tudo vende com prazor :
Chega, gente, o pono volho
Da vida a quem quer morrer.
engommadera, cozinheira, costtireira, do-
cena, o ftz tola quali lado de labyrntho,
urna negra com iguaes habililades, "um mo- l?u ao delgalo de Olinda como recruta.
lequa de l."> anuos e u n mulatinho Corta pesso da nresma Ireguczia como nao
FURTO. conseguisse solta-lo, consta que fn nrocu-
i.lia nando-se no dii I9doco'rente um rar empenho no llecife para quando It che-
preto para carrejar utna mala ate o embar- 8ar ser sollo, e como talvez allegue razoes
que em Fura de Portas, aconteceu que este lnJ"stas, previne-so as aulori lades que ne-
prcto desappa'eccsse, levando ej) dita mala nlmln est mais nai razao de ser rccrulado
do quo esle individo, que alem das razfies
>d. 3

ile aIi?odo.
rera feiru *2*i do cor-
rate,
* calcas de casemira, I collete de velluda
preto, 1 gravita de seda. 1 par de borze-
giiins, 1 chap i preto. algumas camisas en-
gommadas, longos brancos, 3 paiitols de
brim, tudo roupa co a algutn uso, diversos
papis, I rologiode prata dourado, 1 bone-
ca de cera, una porcao Je chaves ordinarias
para reloglO, 1 frasco com lintas linas em
besigas, I livro em francez intituladoUn
acaba dorecber pelo ultimo navio chgadol miUion de l'acts. A mencionada mala he de
de Franga, un) sortim-n'o de conservas ili-1 cedro e esU em madeira, accrosee quo em
mentaras dos mais acredita los autores Ba|clnM ''' ma'8 travessciios enibrulhados
Franca. i crn bmgoes : i|uem der noticia desses ob-
''- i 11 K i i i i i > jecto na rua iNova, loj franca/.a n. H, sera
t.willlllll ^.lllt recompensado Na mesma mala contlnha
vende champagne ('. II Rmillot&Ca a2S?'mais alguns come-Uves, e por cima do
uiuin ah
/ua do Trapiche .ovo
n. 12.
Avisa aos amantes dos bons coliseos, quo
ditas he um grande vadio.
D\GIEUBE0T\?0.
No aterro da uoa-Vista n 4, terceiro an-
dar, continua-te a tirar retrates palo novo
sysiema norte-americano. A perfeicao dos
retratos sabidos desse cstabelccimenlo be
ansas conlieeida do publico desla capi al.
Lotciia
DA
Uuipo doas jacas empencadas.
--- Convida-se a um sacerdote ou religio-
so, qm pissa ir celebrar urna missa to ios os
a duzia, Bordeatix Saint. Juheu Medoc a 12:
a dn/.ia, Porto Rainba Victoria muito supe-
rior a 2-2; a duzia, Duque do Porto a 20}i
Scherey, Riiin, Madeirl a 2ft>, cognac rerd-| 'onMOgs dias sanios nj logar dos Rem<;-
deiro a 909 a duzia, absynthio klseh e varios I dios em um oratorio particular, sendo a
O agente li:>i ja tr.nsforio o leilao de al- i !'cor's eom PrcS"s comino los ; na rua do 'ondueco a carro ou a cavall >, dando mais
golao aniiunciado para odia 17- para terca- r,a 'dio Novo n 12 ninatencao de 50 missas para os das que I
reir 32 du coi rento, as 11 horas da manha, Ven lem-8" oos moloques, senio um : nao tiver leero, com a esmola de l?0l)0 :
rua do Collegio 'lo u a,mos eoulro da 10. duas mulecas de quolle Sr. sa-erdoe ou religioso quo se
1 lu a II, o iM)a negra cozinheira e engom q*izer incu i.bir, dirjase a rua dosOdirteis
madeira : na rua do Livramento n. *. | r>. 18, que achara co i quam tatir, das 6 as
- Vendinseno al.iro da I! la-Vista n. i!* huras da manha.
provincia,
em o
u. 15.
seu urnihzein.
na
PAEA
Mai^anho
e

Leilao
Terga-feira !2 to cor-
rente
PELO AGENTE
il
O agente Peslani..fai leilao lerc)-feirt
22 do con o oto i porta do armazem do Sr.
Aunes defronle da aifan.lega por cotila de
quem perteaeer de
25 imixis com cerveja.
ith barris com dita.
(UU latas de mani'la la
gneros reconteinente ch^gados a este mer-
mado e despachados na ultima semana.
O palbabote Lindo Paquete, capitn
Jos Pinto uos, vai seguir uestes dias,
pode ainda receber alguma carga: para
tratar no escriptoiio dos consignatarios
Almeida Gomes, Alves N C. ua rua do
Cruz n. "27.
Qear e ca-
raca
Segu com brevidade o palbabote Sobra-
lens;>, capitao Franciscj Jos 1 Silva Rltis,
recebe carga: a tratar com ''.aelano Cyriaco
da C. M tu rua da Cadeia d.i Recite n. 2.
- Para Lisboa sabe com brnvidide, ten-
do parto da carga proni'iti, a barca porlu-
gueza Maria Jos, cipilSo Jos Ferreira l,es-
sa : para o resto e p:>sagciros, trata -si enm
os seus consignatarios frineisc Severiano
Rabellocx Filh >, o i com o capilo na praga
do commercio.
Para o Arscalv segu em mucos dias
o hem conheci-io hiate Capibaribe ; quem
quizer carregar ou ir de passagem, dirija-se
a rua do Vigaiio n. 5.
- Paca Lisboa pretendo carragar e sahir
coro brovidade birca braalleira imelia, da
qual lie capitao Jeronymo Jos M rtlns, por
ler parte do seb carregainrnto engajado :
quem na inesma quizer c rregar, polo con-
venciouar com Ainorim Irmaos, rua da C uz
n. 3
- Para o Porto, segu em poucjsdias,
por ter prompta a maior pnrtt de sua carga
o veleiro patacho porluguez Duquo do Por-
to, para u resto da carga e passageiraa, para
o que letn oscellente commodos : Irata-s
com seu con'ignatato Domingos Alvos Ma-
theus, na rua do Apollo n. 93.
Para o Ro de Janeiro, sabe no dia
2li do correte mez o bem conhecido bri-
gue Sagitario, o qual lem a maior parte
(losen carregamento promplo, para o
restante e passageiros trata-se com Ma-
noel Francisco da Silva Cariico, na rua
do Vigario n. 17, primeiro andar ou
com o capitSo a bordo.
80, vinhos supe-ores engarrafados do Porto
e Feitoria a 1928*, dito a Madeira sueca a lo.
Collares a 8>0 rs superior d' Lisboa a 6toj
Kigueira a 50, garrafas, geaebra do llollan-
da e frascos, pavides e estrellinbas bran-
cas e.amarellas para sapa a *8U o arralrl
aletria, macarro, laiharim, paisas, figo^
amjCSaS, nozea, nninndoas, zeitonas, quei
jo de prato, latas dn l|2 e 1|4 com ervillias.
Vendn-se manteiga Ingleza a 900 rs. a
libra, dita franceza a 620, bau'ia do porco a
900, toucinho de Lisboa a OO rs cha hvs
son a -290SO, assucar perola a H0. marmela-
da a 600 rs a libra, vinho da Figueira a 560
dito do Kstreilo a iOO rs. a garrafa : na ta-
berna da estrella, no pateo do Panizo n. 1*
/unto a boii'-. di
r.
'in-
to, ni rua Iat'|?a do Ko
sario u 14, filme* e
ioja de cali; do,
vendem-se borzeguins prelos c do tolas as
cores, sipates de couro de lustre e de be-
cerro de Nantes, sapats de couro de lustr.-,
entrada baixa, para bomem e, meninos, bor-
Tncopiierus.
lie chegado da America a bem acre litada
agua para tirar caspas e amanar cabello :
na rua do Trapiche n. 8
Prccisa-se de urna ama para o servico
le casa de dous boniens solteiros, prefere-
se escrava, c agr lando os servicos nao se
pOo duvida cm pre;o; na ru do Colleuio
n. 20, Ioja.
--- Piocisa-so de um criado : na rua do
Hospicio n. 9.
Obras de tartaruga.
Jos Joaquim da Cunha Guraaraes, esta-
be|"ciio com Ioja de tartarugueiro na rui
das Trlncbeiras n. 8. com a frente pintada
de verde, faz scienle ao respeilavel publico
0 seus freguezes, que acaba de receber de
Franca um completo snrliraento do pente-
de tartaruga do mais apurado gos'o do mer-
cado, assim como na mesma Ioja c.'Slumaa
ter sempre um sorliinento de obra feita de
tartaruga da trra ; promptifcam-se tima
bem to los os concorlus com promplidao e
pregas commo los.
O abaixoassignado avisa .no publico que
de boje em vante se ubrigu a pagar a sor-
| te grande e a immediata no da da e\-
traccao em seu escriptoiio na rua do
Collegio n. 21 primeiro andar. Vende
em porcao de lOO.s' para cima dinlieiroa
vista bilhetes e meios garantidos dos 8
por cenlo pelos seiruintc* procos :
Bilhetes sOt Meios-2/2.")0
os bilhetes da lotera recolhida sao rece-
bidosem troca de outros.
P. J. Layme,
Avisa-se as ressoas quelirereto de
hitos na rua larga do Itosano, deposito de
C'iarutos n. 32, que hajam da os satislazer
quanlo nao serio chamados pelo Diario,
p^ra se le. niiraic 11 das coplas quo contia-
hiram.
REMEDIO I.MCOMPARAVEL.
lr. Pes'ot.
Dentista iraiicez.
lio volta de Franca, aonde esleve algum
lempo a instroir-se em um novo procasso de
oxlribir os calos dos ps, oilorece-se p*ra
por 0111 execuyao ease sublime mellioJu
pelo qual quasi dor neuliuma solTro o pa-
ciante, por causa da npi lez com que he foi
ta ; neuliuma retrihuigao perceberi se
pessoa continuar a sentir dores. Igualmente
tin a venia nin cxcolleule reme lio para
doeiiQa de olhos (OpbtalmisJ cojos elToilos
experimentados as provincias do Gear,
Kio Grande do Norte e l'arabiba, o lo-in -,
digno do neot'i 11 mdaQao ; mais de duas
mil pessoas tem sido c nadas com es'o es
pociGjO. Oannuncunte pode ser procurado
na rua Nova n 23, fabrica do chapeos !,
sol, dis7 e rneia as II hors da mauliaa, del OiTerece-se una parte de trra no en- sal,e i?em lcr' escrRV5r contar, desappare-
Gronde e novo,
sortimeuto de fazendas de
todas as qualidades, viu-
das pelos ltimos navios
da Europa.
Movida I de Paria, fairuda da arda rum ra-
" '. "in a liilra maliaa'la para vealiaua de
Pfulinra,nimio pruprio para a f Idrao, co-
lado ............ 15200
Delicia de Bengala, lazanda toda da aeda
Irantparenle com lilraa maluadaa ,
propria para l, cavado..... IcCOO
Camhraia aeda de Bengala com listraa ma-
liail-, covado......... I;1CK)
Barpge re seda com qnadroa e lislraa aeeli*
nidaa, covado........ 13000
Groidenaples prelo e da coiea, muilo an-
perior, covado......... 2a0U0
Diln dilo de iiiin muilo largo, proprio para
f.Tios de obra, covado...... I56OO
Sedas de quadriuhos, covado..... 950
Folin de aeda aiselliudu...... 930
Mussulina branca e de coren, covado. 320
Caesaa Trncelas de corea lixae, covado. -260
Chitas franreaa, s covado...... C380
Velhulina de cre*. covado. ...... 800
Wantaa de hlood prelaa e brancas, propria
para ras;imenlus, covado..... o
fauno lino prelo e de corea, pala lodoa oe
piec.08............ 9
Chapeos de pallinlia, lmalo-, propiiot pa-
ra a r>lrao.......... .I30OO
Chales de aeaa de corea, euptriorrs g
Diloa de merino bordados a velladu 17-000
Hilos de mo de dilo a seda...... 9IO00
Ditos de dilo bordados em 2 pona. l/.-m-'i
Hilos da dilo com hstra de aeda .... r.-oeo
Oilos da dilo lisos com franjas di atoa ti&oOO
Olios de dilo rom franjas da laa .... .'i-.ooo
Ditos de lila adamascados, prelos e decores. '.if'H.H)
liravalas de seda com pvulat compridaa S
regencia...........
Dilas da dita coro dilaa a principe de fiel-
Ifs............. 9
Ollas de dilaa u'americana...... 180O0
Corles de cohete de vellodo de novos
padrSti ... a....... lojfOOO
Dilos de selim branca bordados, proprlos
para casemenlo......... j'
Uilos de gorgurao de teda de novos pa-
dift............ 3|00<)
Dilos de calca de casemira de todas as qua-
lidade............ j
Chapeos de sol de reda superiores 7;O0
Chapeos de massa trncete*..... ~cS00
Leu(os de cambraia bordadoa, liuos, para
mo............. IftOO
Ditos de dito de lindo lisos para nio. 400
Luvaa de seda de lodas as qualidadea, para
boroen-, aenhoras e mininas..... $
Cortes de veslido de seda de corete brancoa
fek m o mais superior e aiodeino que
ha no mercado......... 8
Palitos ;te argentina de cores escoras c000
Ditos alpaca de de cores lina..... 5c00
Ditos de dita preta........ IcUOO
Dilos de toalla nss'linado...... 59000
Ditos de canga de cores...... 49O0
Dilos de brim de quadiiulios..... 3;O00
Olios de brim pardo lino...... 4000
Dilos de brelanha de hubo brancoa. 49500
lino lotaidl alpaca prela e de cores. 51000
Em Treme do becco da Congregado, passandu
Ioja ile Terragens, a segunda de ia/end.-s n. 40.
UNGENTO IIOLLOWAV.
Militares de individuos de todas as nacoes
podem testemunhar as virtudes deste reme-
ii r..-vi,i,t.iviiiniiuoi a iiiiuucaiira ( retan
" .'.! ,TiSC d. Um Pa,x^lro P TObran-, dio incomparavel, e provar em caso necess

dr. chumbo, de listras, palitot limbem de
ganga da mema co-, porm lisa, levou una
Supoiioies lu lculos de ma Irejerola, calca parta amarellada para mudar, porque
marUm, tartaruga, boTalo, unto para ho- passa a semana em casa do mestre, sapa-
mens como para senboras, chamados-l)n- tSo di couro preto, chapeo de nalRinha.
chesso-o por preco eommodo : etn casa de ,<.m l2 ,,ara IS anuos, chamase Olimpio
J Falque, roa do crespo n 4. Laurino Cordeiro Leite. he orphSo do pai e
ic-se leij.iomais baiato do<|ue]mi, Ulhodo fiHecidoeapilao antoDioKran-
emoutraqualquer parte: no la
Corpo Santo armazem n. (i.
go
do
cisco Le le e Felicia llilirii de Uarros l.eite,
foi ciiado e educado em casa da ma.lrinha,
lo los os das utei.s. Igenho Pindobi, fienuezia de Pao d'Alho,
I'ro/ine-se o respeilavel publico, que valor de 3 0005fortes, que por heranc.a to-
nSo faga negocio algum com I). Candida Icn a lioa-ta l>. Mara do Jess Jos dallo-
Mana dos i'razeros ne.m com seu lilho *n- cha, Ulna de Berna-do, do Ramos, en 18:il :
Ionio Can'ido c a Souza sobe as I nuern pretender coman-la. dirija-so ao Sr.
Manoel Peroira Monteiro Jnior, en Pe Iras
ecu indo para casa do mestre na rua
(nc lieos mais celebres. (Juautas pessoas re-
cobraran) com este soberano remedio o uso
de seus bracos o pernas, depois de ter per-
manecido longo lempo nos hospitaes, onde
deviam Surtiera ampulaciio! Helias ha mui-
Las, que havendo deixado esses asylos de pa-
dec nenio, para se tifio submelierem a esse
operarjlo dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das lacs pessoas, na efusao
de sen recoiihecimenlo, declarara ni estes re-
sultados be.nclicos dianle do lord correge-
sc.iavas Jen-ro-.a e tros Olas Kmil ana,Ma-
ria pretas.e Minervina paida,oor ser esta so-
de Fugo, o-! a i Sr. Candi lo Pereira
Dtiora casida com A ionio Manoel Ribeiro, I ro, na rua ia Cidea de Santo Antonio n 13,
moradores na Ireguoia do P d'Alh ). primeiro andar
- Fugio no da 5 do corrale a prela lsa- Ma ma do Trapxha Novo
n i-2, preci
bel, Angola, representa ler 40 anuos, pouco sa-aa lugar um mole fua e tuna preta cap-
mais ou menos, he do estatura baixa. c sec- : tivos.
olera
ca do corpo, tem tolos os denles na frente,
e he bem parecid, levou vesti lo ja usa lo,'
e panno da Cosa tambem salo: quema'
pegar love-a na trav-ssa do Dique, no se-
j segn lo andar por cima da fabrica de cha-
rutos, que seta r 'Compensado
Prccisa-se de um comhciro f irro ou
captivo, para co'/iuhar pars seis caixerose
trabalhadores forros 'lo urna paJaria : quem
Ine convicr entrar ueste scrvic), procure na
rua dos Quaiieis n. IS, quo achara cotn
qu')m tratar.
OlVe ece se um sacerdote chegado ha
pouco da Curo -a, pa a dizir as inissas do
fatal, iqui ou mesmo lora em algninenge-
nho : a tr.i!ar na rua do Livramento n.20.
--Precisa-se de urna ama pira sorvl^o de
cozinlia : quem quizer di-iji-se a rua da
Auro a ti '2, que se dir qu--m precisa.
MV
M;&i
ilc
Para o llav
O logro francez Carmn, tem prrlo do seu
carregamento promplo, recebe alguma car-
ga a lete : a tratar com os consignatarios
,\. O. Bicbcrij C na rua da Cuiz n 1.
Para Lisboa.
Segu cm poneos ilias o veleiro brigue casa do .rFaque na rua do resjo n. 4.
eu mano o Sr. Ignacio etc., o qual nao
sendo coslutno fazo; isso, lem causa.lo os
maiores cuidados, e neuliuma noticia ha
quam drt da to-lo visto: rogase a quen
iintei- : suu')'r noticia delle, dar parto ao seu mes-
tre cima dilo, nu em casa da madrinha, na
rua linperial n -210, que ser a familia do
meninu nlcrnatn-.iite agradecida.
Nu ppara da Independencia n.2u,
t\sle um hoaiem de moa idade, (|ue s.i-
bi' ler, eicrever e contar solVivelmenle,
o (|u.il desoja arrumar-sede caiveiroetn
uljjutna padaria ou armazem de assucar :
a tratar no lugar mencionado.
..Na rua da Pcnba II. S, continua a lia-
ver mao de vacca nos domingos, faz-se pla-
tos o fornece-'c com las para fora jior
preco cnmmoio.
Prccisa-s) fallar aoSr. Jote Cy prla no
antunes, para so cnt egar um carta na li-
vraria n- 6 o 8 da prar;a da In lepen leuria.
D-so al l:C009 com hypothecw cm
O abaixo assignado ainda tem um resto urna casa terrea livre e desembarazada iscn-
! seus muilo falizes bilhetes inteiros eldoem boa rua^; quem tal negocio quizer
meios ds lotera do Collegio das Orphos 1 r"zer> dirija-se a rua da Viracj n. 9, (jue
lsposQao do respeilavel publico, nt pr^a | 'chara com quem tratar.
.i i .. i*- i -- i ... oi.wv,v#o lKiiuiuiii .iiiiuLo nu iiiro (tirter,e-
D.re la n ,, Ioja de o un vea do 8r. a nei ico dor, e outros magistrados, alim da ais au-
oseo minn u Sr iroirin aIi i\ rtual n-\m .. r*.. "^ uinis *u-
tenlicarera sua ailirmatfvi,
.Ningucm desesperara do estado de su-
saudeae tivesse bastante coplianca para en-
| Consultorio
CENTRAL HQMEOPA-
THIC0.
RUA DE SAMO AMARO,
: (Mundo Novo n. 6) ;#
]'* O Dr. Sabino Ulecarm l.odgar* Piulio ..
t; da consultas lodos os diae oteit, desde as 8 %?
'fr lloras da manha as :i da larde. Os convi- tjfe
5jJ les para viillaa deverflo ser dirigidos por ^jj
^ ecriplo. Os pobres sao medicados gralui- 9
^lamente.
::? ooo ::- ::>oo--->oo ::. qq$l
ROB LAfl-'ECrEUK-
O nico autnritadu por eciiio do conselho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospitaes recommendam o
arrobe de LafTecleur, como sendo o nica
autorisado pelo governo e pela real socieda-
dede medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta em uso na maiinhi real desde mais de
60 anuos; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, som mercurio, as af.
fecqes da pelle, impingens, as consequon-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; conven) aos catar-
rhos, a bexiga, as conlraccoes o a fraqueza
dos orgSos, procedida do abuso das injec-
coes ou de sondas. Como auli-sypbililicos
o arrobe cura em pouco lempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que olvem incessantas
em consequencia do emprego da copahibe,
da cabella ou das injeccoes que representem
o virussem neulralisa-lo. Oarrobe l.aflec:
mercurio e ao iodureto de polassio.--Lisboa-
Vende-se na botica de lian al e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, piarla de-D. Pe-
dro o. 88, onde acaba de chegar urna gran-
de poreo de garrafas grandes e pequeas
vindas di-'erlamente de Pars, de casa do dito
Boyveau-l.alTecteur 12,1 na hichelieu Paris
Os formularios dio-se gratis em casa do a
gente Silva, na pnce ao l'edro n. 82 --
Porto, Joaquim Araujy ; Baha. Lima & lr-
maos ; Pernambuco, Soum ; Ilo de Janeiro]
Rocha 6c Filhos ; o Moreira, Ioja de drogas ,
DA
9
(wmeta.
4:O0O>'O0O por 5r/OOO!i
Corre repera de Cesta.
DJS
..;.- ..i.'._.j. -1-r.-""- ~' i""".v Villa Nova, Joiio Pereira de Magales Leite :
saiar esle remedio cousiaiilemenlp sppiihi. ,. .. .^ 1 ..
dn aii.ur. io,,,,,.. 1,..... "=iciii<-, sefeiuii- Rl() (,raniie j.rancico de Paula i.oulu c (,,
uo aigu.n lempo o liuiaineiito que neceasi-
PESTES DE CVOtClItttC IW
que neceasi
tasso a nuluieza do mal, cujo resultado seria
provar ncontestavelmcnte : (Jue ludo cura
O ungento he til, ma nut ttgmimlM caros.
InHammac&O da n.a-
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de ca beca.
das cosas.
dos membros.
Enlermidades da cu-
tis em geral.
Enlermidades doanus
Erupcdes escorbticas
Pistolas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremi-
dades.
Friciras.
Gengivasescaldadis.
Incliaqoes.
Quem dcixo'j umcha;code sol ni
l" ^or/a8*ns de J. J. K^llcr, no aterro ua Inllaminaco doligado
o -Vista, piiJo procurar, dando os sigmes da bexisa.
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos pe los.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosqui-
tos.
Po lines.
Qtieimadelas.V
Sarna.
SupuracOes ptridas.
Tinha, etn qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ilceas na hocca.i
do ligado.
das arliculicOes.
Veias torcidas ou no
liadas nos peinas.
KtCIDO, DE FAUVLLLE-DELEBAHR
DE PAKIS.
Qustro annos de experiencia tem assegu
rado aos pentes de caoutehouc a voga que
hojo tem, nao s em Franca como no muo-
de inicuo ; so sem conlradicr;ao os mais
agradaveis de lodosos pentes, mais brando;
que os de tartaruga, sao os nicos que nao
fazem caluro cabello, por causa da eleclri-
cidade que conlm.acctescendo a estas van-
lagens a de no seren mais caros do que aa '
de bfalo. A esta aimiranvel invengan Ai
exposieo universal de 1855.
A quem interessar.
TOcita-se Pili polica quilquer preten
c,3o, pelos leilos genes c provinciaes, d-
se buraco de casas e lujas; pelo ecclcsiasti
co, certilo de bapllsmo, bito o justilica
ccs, lude .1 contento, mediante mdica
paga ; no Recife, botica do Sr. Antonio Pe-
dro das Ni ves, junto 110 arco da Coi.cc^So ;
em anlo Antonio, rua do Collegio, botica
do Sr. Cypriano l.uiz da Pac, e rua do Cres-
ta In c jendeucia ns. 4 e 37 a 39, o na rua
la Cadeia do Recife n M, esquina 'a Ma ir
de Heos. Sen lo esia a ullin)i lotera (ue I
corre este auno, nao deverSo os senhores -- Precisa-se Mugar urna casa teuea ou Vende-sejeste ungento noesliibelecimen-1 POt Ioja de.livros do barileiro o Sr Antonio
ogl lores daxar escapar a occasiao de an- sobradiuho no ha uro de Santo Antonio, pm- to geral de l.ondrea n. 21, nSliand, e na l'orj.ingucs Ferreira : os preten lentes cha-
Ricos mantel otes para senhoras, tanto de da por mais urna vez pjderem teniar a sorte lt,|!" '"-se rui das Cruzes, rua Helia B vizi- |0ja de lodoa os boticarios, droguistas c ou- rao nos lugares indicados pessoa competen-
seda como de tilo bordados e lisos com en-, pera oassarem a festa mais regaladamente, "'anca, rua das. Flores, ele paga-se adan- iras pessoas encarregadas de sua venda em temente habilitada,
feites a velludo e bico, ditos do cambraia e melhor saborearen) os bons pasUis. talo : quem tiver annuncie para ser nroru- 10 la n America do Sul, Uavana e llespinha.
branca com lilas de cares, ultima moda de Bilhetts aouo Recebe l:-ti(i0 ralo Vende-se a 80o rs rada bocctinha.conlcm
Paris, os precos silo muitu razoavois: em Meios 3s50 .. 3:000/ Precisa-se do una ama p.-.ra cozinar umajinjtrucciio em portuguez para explicar
porlutjuer. Peninsular, por ter parte de
sen c.irrcjjament prompto, ruicm no
mesmo quizer carregar ou ir de. passa-
fjem para o riue lem excellcnles eom mo-
dos Iiala-se com os consignatarios Novaes
e> C. na rua do Trapiche n. 3.
Par a illia de S. Miguel sahe com toda I primeiro in l^.r, casa do Manoe
abievldade o muilo veleiro patacho portu-| Silva Antunes.
Vendem-se ear.riros muilo gordos,
cavados em xiqueno
reUlho : do sitio da capel a doChora-me-|
nio.
- Vendo z-se bandos ou almofadas de
dina para augmentar os penteados das -
tihoras ; na rua da Gideil do Itecifo n. -2i,
Antonio da
0 descont dos oilo por canto da le ser o engooimar para um
pago em qualquer das lojas cima aunun- tratar na ma di Oilcia
Segwro contra
homem soltiro : a
le ioto Anuonio u.
urdem terecina.
Por Salusliano de Aquino Ferreira, Precisa-sede urna ama de ldte,quc
Jos Fortunato dos Santos Poito i,nha liom ( bastante nao seolha prec/> i
... precisa-se de um forneiro : na pida- ,,., mado Collegion. 25, terceiro andar.
"'ASSS!; Btencbard, cralos P.ecisa-,c saber para negocio de
lo Sr. Geo: Furness rciinm-se para logia- inleresse, se anda existe ou exwt*o ncsla Cognacem cai\as de I
tanto em p como a ciadas. :,, defrnnl
o modo de fizer uso deste ungento.
O deposito geral lie cm casa do Sr. Soum,
pliai niacciilico, na rua da l.ru/. n. cm
Pernambuco.
Em cafa de llenrv Brunn (.\%C. rua
da Cruz n, 10 vende-se :
Cemento i oinnno.
Iu/.i.i.
| trra em con Ranina do mesmo.
i cid.ule o Sr. Francisco Goncalves do He- i Cadeiras de v imc.
bg'Oo
COMPAMflA NORTHEN, ESTARElK-
CIDA EM LONDRES.
Vreu'iios dim iii nidos
AGENTES
C'..5-.A.stit'cv lj-C'p panlua.
MUTILADO



ILEGIVEL

-.



DIARIO DE PERNAMJMCO TERCA FSlRA 22 DEDE7F.MBRO 851
C0ISLI0R10 H&I10PATHIC0
V.
DO
Rl A DA'.CADEIA, DCFKONTE DAOKDEM TERfEIRA DE S. FRANCISCO
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos tanto em limaras como
M|MUy,l preparados como maior escrpulo e por presos bastante commodos
HRF.goS FIXOS
Botica do tubos grandes.
Dita de 2*
Dita de 36
Dita de 48
Dita de_
TubQfr-avulsos a
frascos de tinturrademeia onca
Manutl de medicina homeopathica do Dr Jahr com o'dc-
i "mnario dos termos de medicina ..
_^ Medicina domestica do Dr. Henry .
Tratamento do cholera morbus ,
Repertorio o Dr. Mello Moraes .....
Doce dt; caj secco.
I Na ra do Queimado; esquina do becco do
| Peise Frito, loja n. 2, vende-so doce dp caj'
f) secco o mais bem feito quo he possivel, e
em hcelas muilo bem enfeitadas, propria*
para presentes, assim como tambem de cal-
da em barrilinhos.
10/000
55000
20000
259000
3000*
13000
29000
* MUMHBlBanaHHUHH 9
j PEORAS PRECIOSAS- S

i Aderece de brilhantci, $
diamante e parola*, pul-
'* leira, alOnetea, briuroa jjj
?; a rozetas, bolOes e annei 2
* de diflerentea soslos e de sg
* diverta pedraa de valor. *
* S
'. Compram, vendeaa ou
trocam prala. ooro, hri- t
m lhanlee.diamanteae pero- ,',
* las
Sjoi
1-
20ooe
10/000
2/000
cfooo
loiEiXi & man
U.'i II lURini
Ra do Cabuga' n. 7.
Rece bem por to-
dos os vapores da Eu-
Minwmmniiiii laium mMiumii
g OURO E PRATA. .
Aderejo completo de
& ooro, meioa ditos, pulsei-
?3 rae, alflnele, briucoi e &
jjj rozetas, cordoea, (raneel- &
* lina, medalhas, correnlps j.
R e enfeite para reloaio, e
ouiroi mullos objectoade *
ooro.
Aparelhoj cmplelo de a
iiites.iliainaDiese pero- t.^r __u_ $ "P"" mpieto de m
>, e oulras qoaesqoer 1 P S ODTrtS (lO lllllS i pr8,i p8,a eha' ba"dejaa, *
alde valor, a dlbheiro mpHnrn. ,-* I !? "'''"f' olhares
. por obras. $ "itaerilO L'OStO, tan- <*opat decha, roc_ |
? rv 4^ 17- % ,0' oulr'" obitoa de
8K8er*3e*s*:*E5K**k 10 ae Jaranea corao p1'-
de Lisboa, as quaes vendem pop
pre^o commodo como eostumam.
AO GGUVEIA
Rui do Queimaoo n. 27,
esquina do CoIeo.
Flores, minha gente! flores artificiaes, as
mais lindas e perteilas que se pile desejar :
capellas, ramos, bonquets, enfeitcs, palmas,
etc., tudo a gosto lo comprador, e por pre-
go que espanta de barato A Testa ahi est,
venham as llores, que se acaban, de presa.
Presuntos ingle-
zes para fiambre.
Acabam de sabir da alfandega, c cstSo a
venda no armazom do Tasso Irmiios.
Chapeos de cas-
tor a 8,s000 9*000 e 1O.sOOO.
Superiores chapeos do castor preto a 8p,
ditos broncos a !t9, ditos supciores a 10?
cada um : na loja do sobrado amarcllo, nos
quat'o cantos da ra do Queimado n. 29.
Taimas e sabi-
das deban 20.s000, 25S000 e r.o.s-ooo.
Lindas taimas e sabidas de bailo, pelo ba-
- Ven ie-se um ciulUo ptimo olliei al de Na ra do Crespo n. 17, vende-se um.
fogueteiro ; a tratar na ra da Coneorcia, escrava com habilidades e urna cria da 2
confronte o armazrm de materiass do .Sr. annos. "
I-eite puro a 210 a garrafa.
Vende-se todos os dias irla nurjhai.
t.
; Pedro Antonio Teixeira (uimarics.
Jlgod o d^ J8a-
Iiia.
Vende Antonio Luiz. de Olivcira Azovedo,
no seu escriptorio na ra da Cruz n. i.
Fazendas baratas.
O barateiro da ruada Cedeia do Recife,
lojan. 50, esquina dorronte da ra daM'dre d,So trancado proprio para toalhase roupa
Loja de calgado france'z e
da trra.
Vende-se todo o sortimento de calcado,
I ralissimo prer;o Scima mencionado, man
I leles de fil matisados, superiores cortes de
sittoquefDidocirurgiaoManoolBefnardino, ttnlo,fncezPomo da trra, e entre elles
umomicoadianteda Soledad*, na estrada I bo'"Kuins francezes e da trra para homcm,
deJoSo de Barros, no primeiro sobrado a I faPlos de entrada baixa de urna eduasso-
ftsquerda, passando o sitio da Cscala. '..ditos de transa co-n salto para homem.
COI PEQUEO TOQUE DE
AYARIA.
8 FflTPntlne to i
^ M^^TCtfCC.9 MC |Cambraia bordados com h.bados."chales de 2,"?5;Sl*t'l!t2f r?C
8 ^ # W t0uqui,n b,anco 8 25,00' dltos up-nore RS?.lS a60, 28 3:i;
g gOSlO. 2
::
Mearon
je:
Com deposito g-e-
--- He chegado a loja de Lecontc, aterro
O a Boa-Vista n. 7. excellente leite virgina
de rosa branca -......'--
te

te
y.
para reirescara pelle, lirar
pannos, saruas e espinhas, igualmente o -
lamado oleo babosa para limpar e fazer eres-
cer os cabellos ; assim como p imperial de
lyrio de Florenca para brotoejas e asperida-
des da pelle, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa da vida.
Antonio Lopes Pereira de Mello,
faz setente a seus devedores da
Tal (O SeU rape: rea $ical(:adwdaruada Cadeiado~ ec'.f'e n. 9
Pret* ni ni la |,,Ue V'Sl terem al>"sado de sua bondade
t^reta. lia Tila da g 0 cumpnmento de seus .eve.es, que
<9 CrUZ 11. 2, IIIUcIl- S ainda esta1 resolvido a espetar aleolim
ramsse nara a mes- a ciorrei,te mCT-. ndo este, decidida.
@I mente entregara-a seu procurador pata
pi'l- ^cltamar a jutzo um por um, nao tendo
? mais contemplaran com ninguem, poi
m
^ Cortes de vestidos de seda de co- 2
J res com babados, superior fazenda, W
(^ tanto em gosto como em qualidade. gh
hedas de quadrinhos de varias co- iZ
res. t2)
(rosdenaples de todas as cores. ()
Cortes de seda para vestidos a kfk
20^)00 reis.
Bareges de cores, padroes intoira- W
mente no vos. (#,
Cambraia organd, de delicado t
gosto. W)
Corles d cassa com barra e ha- 3)
< bdo. 2
(l Cam'zinhas, manguilos.gollinhas, j
W tiras o entremeios, calcinhas para V?
(9 nenina, e outros muitos objectos, (^)
J tudo por preco muito em conta : na p*
S loJa d0 I-eile, Arlhtir & C. ra do W
Queimado n, 10.

a
__periore
brancos e de cores, cortes de barege com
babados, linda fazenda denominada gaze de
seda para vestido a 15200 o covado, chalv de
seda matiza lo, imperialistas de seda a 900
de Dos, contiu'a a vender fazondas baratas,
tanto em atacado como a relalho, e tem para
vender alem de muitas fazendas boas e ba-
ratas, cortes de cassa chita a 1600 e 2?, cas-
sas de cores largas a 30, t*0, 500 e 560 a
vara, chites boas de cores lisas o covado a
160, 180 e J00 rs., ditas largas Trancezas, de
iitos gostos a 260, 280, 300 c 3X0, mussu-
liaas de todas as cores, bonitas a 36u e 400
rs., laa/inhas de cores para vestido a 800 rs.
o covado, cassa para babado a 200 rs. a va-
ra, e 15500 a peca, algodao deduas larguras
--.. para homem,
trabn e menino, ditos de la proprios
< pera quem padeCe de friald.de, e mesmo
I para andar em sitios, sapatinbos de meni-
1 mS'h e mrrqu'm da todos os ta-
rs. o covado, fazen la nova e de muito gosto j P" """"? le.nt!? e toalhas de mesa a 560
para vesti lo, lindo organdys transparente. !l0!",,",! bsas par- forro e vestido
9 na ra n. 25,
m meiro indar.
Na lundirao da Aurora precisa-s
de serventes forros ou escravos, para
servido debai.xo de coberta.
Aos senhores <1<; eugentio
e negociante* em
Goianua.
Vende-se o sitio quo fica por detraz da Mi-
sericordia, na ra das Porteiras, muito pro-
prio para passar-se qualquer das festas do
annoem Goianua. A casa he de lijlo, mui-
to bem e novamente construida, tem 2 sa-
las de frente, 2 corredores, 6 quartos, sala
de janlar e cozinia, tem eslribaria que ac-
commoda muilo bom 2 cavallos, um terreno
muito grande, poco d'agua de beber, la-
rangeiras, limeiras, bananeiras, jaqueiras.
maogueiras, pilombeiras, ele e para mais
de 200 ps de caf. Ouasi melade do terreno
que est devolulo, pode ser aproveitado com
plantacGes de ananazes, inlian.es, maca-
o melhorque tem apparecido. tiras borda-
das, pecas do entre meios bordados, e outras
muitas fazendas de gosto : na loja do sobra-
do amirello, nos quatro cantos da ra do
Queimado n. 29.
Vende-se champarme do superiores
marcas, Mnet & Chandon,Comiede Marcuil,
superior cognac franenz em barris e em cai-
oas, ahsynlhio suisso em caixas, ludo por
prego commodo : na tua do Tianichc n. II
Venie-se
tima porco de taboas e caixfia de fazendas
francezas, muito em conta, assim como al-
eona caixoes de fulbas de Flandres : na ra
do Crespo n. 4.
rzegiiMN
8 DENTISTA FRBCEZ.
g alo liaignoaidentiala,roa Nova n.41 i *>"
W na meaiDa caa tem agua e pn ilenlrilice. @
B&&3*#gt 0%%te
SEGURO CONTRA FO0.
" Companhia Alliance.
aVttbelecida m Londres, m marco da 1824.
Capiul cinco milhoes da libras esiarlinas.
Saunders Broihers & C, te* honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprierarios de casa*
a queai mais eonvier qut estao plenamente au-
torisados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobra adulcios de ijolo a pedra, cobertos da
Ulba igualmentasobra os objeelos quecontivarem
osmsBoslificiosqiier consista em mobilia ou
faaendas da qualquar qualidade.
JOHN GATiS,
corretor geral
E GEME DE LEILO'Eh CU.MMEIICIAES,
n. 20, ra do Torres,
PKIMEIKO ANDAR,
praga do Corpo Santo
tsso que tazo presente aniiuocioem tem- rheir.
do alim i clleiras, ou anda cafe : :. tratar, ou em Gui-
po, anm e (pie depom nao baja queixas ;
e ao mesmo tempe- faz sciente, de que
tem algunsdeque ignora suas moradas,
Casadesaude
5S
te
eentao estes tem dos chamar por este
Diano, declarando as quunlias, visto
nao se aecusarem do que devem.
Grnmniiiic* Mina.
Acham-se alguns exemplares do primeiro
e terceiro volume da obra do Sr Carlos Kor-
nis inlitulada Instituliones grammatica
et synUxeos latina; ex aucloribus classi-
cis oplimorurt.quR grammaticorum operibus
excerphp, et in usum alumnorum methodo
synihetico-analitica conscripta-, per Caro-
lum Komis de Tolvarad, ex-professorem
tiniveisitalis hungaric^r pcslieusis, ele. : tas
hvrarias dos lllms. Srs. M. Figueiroa de Fa-
na, e GuimarSes Oliveira.
No engenho Martapagipe, distante do
"eeire 8 leonas, e da estacao da estra 'a de
ierro, no Cabo, 2, pt.-ci.sa-se de u i mrslre
de meninos com as habilitarles necesarias
para ensinar primeiraa leltras, gramr- ati lortugueza e latina : quem eativer nestas
circumslancias e quizar ex.-rcer o magiste-
rio, annuncie para ser procurado, ou dirja-
se a casa do Sr Francisco de Paula Carneiro
LeSo, no Itecile, aterro da Boa-Vista. Haven-
do no engenho urna capclla, em iguaescir-
cumstancias, prefere-se a um s:cerdote
anna noenaenho Mariuna, on no Hecile na
fua do Collegio n. 17.

Roupa feita.
Na loja de Leite, Arthur & C. ra
j^ "* '>>"e,IBi,do n 0, ha tara vender
'p um completo sortimento de roupa
39 muilo barato prego,
u.. w *

te-
te
te
te
te
AuFnloa-e do Kio I i rm .,, no rtia OdoeorreDte
p^ I o cscravn Anlonio,mulato, de idade 30 anuo, baiti.,
UJJf. Ignacio Firmo Xavier es- ^|C0'P regular.ror amarella<1a, cara descarnada,b-rba
tabeleceuem seusilio da Passagem
da Magdalena, que lica ao norte
da estrada entre a ponte grande
ea pequea do Chora-Menino, e\-
i? Ce' en,es acumraodacOes para re- T
^ ceber todas as pessoas enfermas #?
^ que se quizerem utilisar de seus $
^ servicos mdicos, os quaes serao @
,^ prestados com o maior esmero. j|
*& 0..me8mo D'-' Par o m supra- %
^ indicado e para exercei- qualquer %$
g outroacto de sua proissao den--
l& tro ou fra desta cidade podera'
@ ser procurado a qualquer hora do. gj
3 da e da noite. no referido sitio, &-
W exceprao dos dias irteis, das 9 @
$ horas da manliaa a's i da tarde, &?
te quesera'entontradono primeiro %';
andar do sobrado n. 9, do pateo
^ do Carmo. v-v.
mtetete-te tete OOtete
Defronie da ordein tercei-
rade S. Francisco
CONSULTORIO HOMEOPATUICO
1)0
DR-P- A- L0B0M0SG0S0
Medico parteiro e operador.
O Dr. Lobo Moscoso, d consultas todos os
das e pratica qualquer operagao do cirrgia,
assim como.accode com toda a promplntao,
as pessoas que precisarem do seu prestimo
para o servico de partos, praticando as o-
peracoes manuaes ou instrnmentacs, quan-
.do nao possa conseguir resultado por meio
da homeopathia, que tantas vezestem ven-
cido dilliculdades, que pareciam insupe-
raveis.
>te?
_'
liu.lo.
r.**v <*x .-> .-.,
O Dr. Diaa Fernandei, medico fnou ?sS
ta reiidanaia no egundo andar da caa ex,
da ra eatreita daKosario n. .30, onde pode J
SUr**"1"*- p"a eerci,:i0 de sua pro- "
Roubo de um cavallo
Fnrtaram na noite de 2 do corrente do
sitio em SanfAnna, aonde mora o Sr. Nash,
que ho junto ao silio do Sr. Amorim, um
nenhuma, ollio* vermellm KaGuaij i alloma coma
cajo ecravo r.iluma andir embarcado, e se rtisron-
lia andar embarcado ; qUPm o penar. lep-o a c 'a-
de do Kin-Furmo.o, ao Sr. Jos Mara de Almei-
da, ou neala praca no abuso asonado na ruada
Oadeii dn Heeire, n. J, que sera E,alin.:ado.Ha-
noel Affoneo A quino d Albuquerque.
Precisa-se alugar orna ama forra ou caliva para
t>doo presa da ludependaucia n. 38.
<&ompt &
t.ompra-se eflectivaroente na ra da
Flores n 37. primeiro andar, apolices da di
vida publica e provincial, accOes das compa-
nhias, e da-se dinheiro a jaros em grandes e
pequeas quantias sobre penhores
Na lu.idicao do lir-.im n. 6 e 8, conli-
nua-se a comprar efTectivamente bronzo, la-
13o e cobre velho.
Cotrpra-se uma prela, cum preto, es-
cravos, que sejam deis, e nao tenham vicio
algum, devendo a preta saber cozer, ensa-
boa- eengommar, eo preto saber faeras
comyras de urna casa, e botar canoa (Je car-
rea ; quem os tiver annuncic para ser
procurado, ou dirija-se a praca da Indepen-
dencia n.6e8, que se dir quea os pre-
tende.
Compram-se pecas velliasa !6500
na rua da Cadeia loja de cambio n. 38.
Compram-se peridicos a 4;>a arroba
no pateo do Carino, esquina da rua de
ilorlas n 2
para senhora, pretos e de rores, ebegados n
ultimo paquete hatnbnrguf-z; em casa de J-
Falque, rua do Crespo n. *.
O** ratos logrados,
Ratoeiras de rame, machinismo inlallivel
de pegar ratos sabidos e tolos ; na rua Non
IH)i(lej;t,
as mais linas- e de gostos modernos, em ter-
nosde tres e avulso ; ni rua Nova n. -20.
Facas e garios.
Completo sortimeuto de talhares para me-
sa, cabos da marlim, bfalo e osso. de qua-
lidailes superiores, tmpora de osso lino :
na rua Nova n. 20.
ol lie ros
do mais lino metal do principe u tatenagre.
e de outras qualidades, completas para me-
sa ; na rua Nova n. 20.
Apparelhosde a!moco.
Dules, cafeteiras, e mais pegas de 2 a 8
chicaras, de lino metal, completas e avulso,
sortimento a vontade : na rua Nova n. 20.
SaJvas
de metal, de lindas gravuras e arabescos,
para copos d'agua, imitando prata ; na rua
Nova u. 20.
Tiem para eczinha.
Panellas, cassarolas, frigideiraa c chalei-
ras de Ierro, forradas de porcellatin c esta-
nhadas.grelhas, colheres e mais obiectoa do
uso domestico! na rua Nova n. 20.
Cisticaes
de melal lino, riqmssimo mtelo, palmato-
nasdererroe latao, e muitas outras ferra-
gons o cutclaiiasliiias. se vendem por preco
commodo; na muito sortija loja da rua
Nova ii
QTO tetete tetete tetetetete
Gouva.
Riu di> Queimado n. 27,
(esquina do Collegio)
Vestidos de seda do babados, em cartoes,
ultimo gosto para a testa, ditos sem babados
de todas as cores e precos. ditos adamasca-
dos, lavrados.clc.etc, chaiyde seda borda-
do para vesiidos, camisionas e gullinhas
bordadas de todos os precos e qualidades,
velludos para rollete, cousa noa, casemi-
ras superiores, e ludo quanto possa ser pre-
ciso na poca actual ao bom gosto da rapa-
zeada e ao bullo sexo
AO GOUVEIA,
Rua do Qu< irnad u. 27,
esquina fio Joll. oto.
Chancos, chapees para a Testa 1 cheguem
rapazes do bom tom Tem de lodas as qua-
lidtdes e para todas as caberas ; o precinho
he de camara-ia : bous castores rapados,
ptimos, francezes Tamberlick, Carij,
Na ole3o, para menino, enfeitados, para se-
nhora os melhores que ha de seda, etc etc.
Vende-se marnielada muito nova em
libra ii 600 rs., Uila om quartas, passas, fi-
gos, nozes, amendoas, biacoitos em caixi-
nhas e em libra, concervjs, azeitonas, ma-
ca de tomates, presuntos, queijos de plnba,
Jilos llamengos, vinhos para mesa c linos,
champague. marrasquino, licores e mais
gneros por prego commodo : defronte da
casa da relacSo n. 28.
Ao canto que es-
ta'torrando.
Para acabar por este anuo.
/Va rua da Cadeia do Re-
cife n. 5*, ha um grande sortimento de fa-
zendas por precios os mais commodos pussi-
veis, que na rcalidade faz admirar ao com-
prador, a vista da quali lade e do bom gosto;
o annunciante pede quo verifiquem-se da
verdade : sbilas de baile de bomlas cores
a 259, ca. aveques de cambraia ro ieado de
bico, proprios para as senhoras de bom gos-
to, pelo diminuto prego de 10/, ditos de ca-
semira a 12?. chales de touquim de muilas
qualidades, chita fianceza de bonitos pa-
Jroes a 'J80 rs. o covado, mussulina de ho- vezes annunciadas, a saber :
a 2#500, 3.3, 3s500 e 4; a peca, panno pretw a
"2/400 o covade, luvas de seda do cores para
senhora e homem, chale de la e merino
lisose bordados, lencos de cambraia de al-
godSo e de linbo, e grande variedadede fa-
zendas que a dinheiro se vendem por acom-
modadissimos precos, e dao-se amostras.
Cera de carnauba e de
abeiha.
.Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, de-
Ironte da rua da Madre de Dos, ha para ven-
der cera de carnauba e de abeiha, recente-
meniu chegada.
Cal e Lisboa, nova.
Vendem-se barris com cal nova de Lisboa
fim pedra, por menos do queem outra qual-
quer parte ; na rua da Cadeia do Recife, loia
n. 50, defrunleda rua da Madre de Dos.
tihampagneyerdadeiro.
nico deposito desto vinho fino he no
aterro da lioa-Vista n.8, defronte da bone-
ca, assim como muitos outros gneros de
motilados, tudo de superior qualidade, por
preco razoavel para acabar.
FABRICA BE CALCADO TA-
xiado, no aterro dd Boa
Vista n, 46, defronte da
padaria do Sr. Costa.
Cheguem pechincha, borzeguins com
borracha a 65500, de botoes a 5 e 53500, sa-
paloes de bezerro, ditos de couro de lustre
4e 4s500, ditos aspiados com borracna a
j>5, sapatos de entrada baixa, sapatos de
tranca a 23, ditos de tapete, ditos de marro-
quim, couro de lustre, couro preto e mar-
roquim, tanto para senhora como para ho-
mem, e todas asmis qualidades de calca-
dos, os quaes vendem-se por precos muilo
commodos, e lem sempre troco miudo, e se
vendem por menos dnz por cento aos logis-
tas ou nessoss que negociam para o mato.
Farinha
barata.
Na tanoaria delronte do trapiche do
Cunba, vende-se farinha a melhor que
existe no merca do saceos grandes e mais
barato do que em qualqueroutra parte.
le escravos ; vende-se na rua do Crespo,
loja da esquina que volta para a rua da Ca-
deia.
Vende-se um carro inglez de 4 rodas
e4assentos, pura 1 ou 2 cavallos, com co-
berta, e com os competentes arreios; e tam-
bera um cabriolet nglez com os arreios:
na rua do Trapiche Novo u. 10, ou na Boa-
Vlsla em casa doSr. Poirier
-Vende-se doce de caj secco e de calda
muito boa quahuade e enfeitam-se boceles
para mimos: quem quizer dirija-se na rua
da Florentina casa do Costa I.e,ie, defronie
da cocheira.
Vende-se na rua da Madre de Dos
n- 12. armazemtle Novaes & C, barris
de ferro ou cubos bvdraulieos, para de-
psitos de ezes, a prero commodo.
Vinho do Porto e superior chamico,
em caixas de urna e duas duzias. ou em bar-
a. iltaV0 : conlinu'a vender-se em ca-
Becire S7" rU* d' C'dei' d0
mrrVenda"semui,oem conla um piano em
meio uso, do celebre autor Broadwood, he
de mogno e quadrado, e costn quando no-
vo n i o l:0W : "" ru" d0 ** N-
S&arSjwsrsrtts
e senhora, de um dos melhores fabricontes
de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete
ruI1roVoersC8S38deSOUlbl,IMe,,0r A C"
Relogios,
SmFSEEZ re'Og0S de 0nro' tenti
fwn'nrr T"se Pr PrevOs razoavois, nt,
relogios de pa-
tente
'"glezesde ouro, desabnete e devidro:
vendem-se a
prec,o razoavel, em casa de
Na rua da Madre de Daos, loja n. :ti, ven-
de-se o muito superior e genuino vinho do
i orto, rm barris de 5.- e 8.'. e juntamente
engarrafado das mais acreditadas parcas
--Duque do l'ortoe Victoria Repina
G. ADOLPHE B0RGE8IS,
Rui Nova ii. O .
Vende um bom carro novo, chegado ha
pouco, feito por um dos rrelhores fabrican-
tes de Paris, muito commodo para familia.
Vende tambem muitas qualidades de ferra-
gens para carro, como eixos, molas, parafu-
sos, chaves, lanlernas, galao, couro de lus-
tre e vaquetas grandes para eobert, tam-
bem um sortimento de arreios brancos e
amarellos, tanto para carro como para ca-
briolet.
Ao Preguica
QUE ESTA QUE1IAHD0
iioas fazendas por pouco
dinheiro.
O Preguica da
rua do Queimdo conlinu'a a fornecer ao
publico, rm seu cstabelccimento na esqui-
-i
to
He que bai
admira.
Na loja de. 1 portas na rua do Queimado
n. 37. passando o beccoda CotigregacSo.tem
chegado a este estabelecimcnto um excel-
lente sortimento de.vesiidos de seda com
babados, para divervos precos, e muitas
mais fazendas, que nao he possivel aqui|
mencionar todas; cassas organdins dos
mais moJernos padres a 1/100 a vara, sedas
do quadros largos a 1^200 o covado, ditas
miudinhas a l?300, dilas muilo linas de
gosto iuteiramonte novo a ts800, Uaziobi
miudiiihas a 320. ditas com bstras de seda
a 750, cortes de casrmir a 4?, ditos enfes-
Augusto Cesa,- deAbreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 36.
h 1U SAPATOS O ARACATY,
dos melhores que tem vindo a este merca-
d?,,'"". homens meninos, de palla e de
flr^Ji em C?ha deCaminha & Filhos. rua
v*'", d0 Recife n- 60- PMa,eiro andar
nt^n *?* suPer,oHlnhasde algodao
brancas, e de cores, em novello.para costu-
Torr?.B.MdeSoulna11 Mellor *C.^r do
Vende-se superior agurdente de
Iranra, tanto em barris como em cai\as,
cores e absynthe, chegado recentemen-
e, pelo ultimo navio : em casa dej. Kel-
ler C, ruada Cruz n. 55.
POTASSA DA RSSIA E CAL
YIHGEM.
>o deposito da rua da Cadeia do Recite,
armazem n 12, ha muito superior potassa
da Russia, dua da fabrica do Rio de Janeiro,
J, HL'sbo"e-,pe,lra' luJo chegadohi
poneos das, e a ven Jer-se por met
do que em outra qnalquer parte,
ios preco
Agencia
la fundjcfto Low-Moor,
rua da Vnzala ffova
n. 4*1.
este eslabelecimento contina'a a har
lada, covados 23500. dita muito lina a 4,1 un completo sortimento de moendaspmniis
l: ""!!: .HE" SS'ES'^JP .f! .m..e"<,as K* en"ho. muuST,d" SZ
chamaloie muito bum a 35500, dltojo lisas de ferro 'balido e coado de lodosos
largo com lislias assetinadas a 4B400, 'chalv
lavradoljiOO, um completo sortimento de
chapelinas para senhor, gollinbas, man-
guitos, camisas, c.eias de seda brancas, lu-
vas de seda dos melhores gostos que ha, se-
das brances, cassas para corlinajos, brins
de linoo muito finos, len?os de linho bran-
cus, de diversos precos. Assevera-se aos
compradores, que tenham tontade de com-
prar nao sabir sem fazenda, porque nao se
engeita dinheuo chegando ao custo da fa-
zenda.
Na roa do Queimado n. 37, loja de 4
portas, ha cortes de colletes de velludo mui-
to bous por ti 5')00, velbutina sortida a 750
res o covado. chitas france2as muito iinasa
280 res, riscados escocezes a 280 rs., mus-
sulinasa 320 rs., ditas amalizadas muito fi-
nas a 340 rs., chpeos de sol de seda, para
diversos precos.
VIMIO DE CHAMPAGNE-PRIMOR,
X BIKBKRtfi CUMPAHU.
Rua da Cruz n 4.
Receberam por um dos ltimos navios de
*^i^
na do becco do l'eixe I-rito n 2, o mais bel- : Franca a flor do vinho de Champagne ven-
lo e variado sortimento de fazendas, to las de-se em caixas de nma duzia.
de excellente rjusli Jado.e precos muilo mo-
dicfts. NSo so qucima as fazen Jas ja por
para o anuo de 18158.
Acham-se a' venda as bem condecidas
nitos padrdes a 320, :to e 360 o covado, di-
t branca a 300 e 380 o covado, cales de
merino bordados de velluJo. cousa muilo
boa a 14?, ditos borJa los de retroz a 10^500
rs., ditos de merino lisos a 42800, romeiras
de fil de linho a 25500 e 39500, ditas linas
a K, ditas de cambraia para senhora e mc-
blliinlias impressas nesta tvnopranl.ii ninBS 2o e ^"0, cortes de vestidos de
nai-aoannniiui>r,.m A \ seda com 3 "abados a 80?, cousa muito lina,
H,aJ di'S ,l,C'"t-s qua- grosdenaples de cores bonitas a 1/920 o co-
Inl,ules :
Folhinha de variedade, contando, alem
dos ine/.es, muitas noticias identificas,
modo de plantar e eollier a nova caima
de assucar, noticia sobre o milho e al-
godao, e urna serie de conliecimentos
das artes, etc., etc'., cada tima. ,")2()
cavallo de carro, ruco, com aiguinas"pinls Dita religiosa, a qual, alem dos mezes
de pedrez, grande, bem feito, gordo e muito I
oso ; cimas brancas e cretas, e a cauda
tambem, mas com as ponas brancas, cascos
brancos e bastante grandes, e alguma cousa
moles: quem achar, e levar este cavallo ao
sobredito silio.ou no Recife na ruado Trapi-
che Novo n. 10, em casa do l'atou Nash a.
U, sera bem re-compensado.
Anda se precisa de um liomem
peno padeiro para una padaria na
cidadi; da Parahiba, .lando fiador a sita
conducta, pagare bem: a tratar na rffa
da Cadeia do Becifen. 7, loja de Antonio
Lopes Pereira de Mello A C.
se reuni a continuado da bibliotlieca
do ebristao brasileiro, rontendo os se-
guintes ollieios: do Menino Jess, San-
dsimo Sacramento, Senhor dos Allli-
toi, PaixSo, Notsa Senhora do Carmo.
San-Jote, Santa Auna, Anjo da (Juar-
linJinas para vestidos de senhora,
covado...............
Taigclinas idera idem,corte com 12
cotados..............
Organdys idem idem, covado \
lia i, liraias rsta-rpaias. vara .
Ditas ditas mais finas, vara.....
Chitas francezas, largas, escuras e
claras, covado...........
Ditas ditas, largas,escuras c claras",
vado, cortes de seda de boa q'-.ali Ja Jo a 25?, covado...............
sedas de quadros padioes bonitos a 1?8u0 u | fitas ditas, largas,escuras o claras,
covado, dilas de muito boa qualidade, que: covado.............\
faz admirar, pelo diminuto preco de 25500 o Bretanhes de rolo com 10 varas.peca
covado, corles de casemiras de cores a 4*200, Riscados monstros, lindos padroes,
15500, r>/, SSOO, 6; o 75, ditas muilo linas a
10?, lencos de cambraia a duzia a lo, 1(300,
15500, 25 e 2/800, grvalas de cassa a duzia
IsOO, ditas de mola aloe 13400 cada urna,
!I00
125000
260
480
6U0
260
2S0
300
2C0U0
220
covado......
Lencos de cassa com cercaduras de
<'". ">.............. )O0
, Mas alem destas, ofiorecc mais aos seus
alpaca preta lina a 600, 700, 800, 900 c 15 o freguozesas seguintcs fazendas ultiniarr en-
covado, panno lino preto a -.'550o, dilo mais le enejadas : mussulina branca (inissima a
liuo a 35, 35500, 4e55 0 covado, dito muilo 320e 360 o cov-do, dila matizada, lina e do
lino a 7-5500 o covado, cortes de velludo, I'-1 melhor gosto possivel a 320 e 360 o covado
zenda muito boa a 73 e 7#500, dito rauilo ti- j "aizinhas muito linas, escuras e claras to-
no a 12.5, peer s de chita escuia com loque 1 Js de desenlies inteiramente novos a'400
de mofo a 535I0, mussulina de urna so cor a o covado, carmelina, fazenda ainda nao
VJ.MIO DE MADEIRA.
Verladeiro e velho.
Km casa de N O Bieber& C, rua da Cruz
n. *, ha anda um resto dote excellente vi-
nho dos annos de 1832 e 35, assim como
Malvasia ; o qual vende-se regular a 140o em
barril de Ip, superior a 245 a duzia de gar-
raias, primor a 4s5 a du/ia de garraas.
1 "",LeniJp"sc por lre6uez'. excellente lei-
le a 320 por garrafa, cuja superiond'de se
garante, leva-se bem cedo a porta do fre-
guez : trata-se na rua larga do Rosario 11.
J7, sobrado de um andar.
T"nAend,!ni"se 1ueiJ()s muito superiores
a J;Up ; n0 pateo do Carmo, esquina da
rua de H irlas.
Vende-se urna negrinha de 7 a 8 an-
nos, peca muito linda ; na rua do Oueimado
n. 35.
a
loja
4u0 rs. o covado, manguitos com collarinhu
O governo e a
coloisaeao *
da, San-Francisco le Assis. Sania Hita, 1 P*r* senhora e meninas, bordados asfe to|
cada um, chapeos de sol para senhora a
IS8O0 e 2-5, ditos de seda a 2^500, cortes de
cassa chita a 25, chales pretal de merino a
rio 2-soo e 4/, casemira pela a 15,1/200,1*500,
Dita eccleiiaitics onde padre, elaborada Ia? e ^^OO, e muito lina a 23800 o covado,
pelo Rvm. conego penitenciarlo da Se *t" "Je vestidos eitoi para senhora. de
""......- A".................HSK'aartsftwsBa
a Santa Barbara, Almas, Corceo de Je-
ss; assim como oulras oral-oes, etc.,
ho re tsta
peto E.vm. Sr. bispo, que a
julgou certa, como de sua carta exis-
tente nesta typographia. loo
Dita de porta, na forma usada ate 11 go-
Acabs de chegar do Kio de Janeiro alguna 1* '''".. ,r'0
exemplares do appendtce as ideas de pro- venem-$e nicamente na livranans.
psgamlade I.. P. Ucerda Vene',!,, pelo con- '' e s da praca da Independencia,
ne de Itorwadowski. a respeiio da rulomsa- ..':.': :':-;'-v"'.'.-- '.-". r\.-::.::. i'"'
-- -rensa s .. r ? T**' m"S "-">''" do que os l
t.v. Ir. ""* i1"11 r,,rM "" Mp- -:- Cebaba ios, sen ?,..... superioj quali- 5?
uva, para o sen im ii. un. n.... .,.. ,,,,,.., v.? ,i...i_ ,...
j uaiin venlein-se na loja de l.eite, '-..
Arlhur& C rua do Oueimado u lo --
"i s (L orara d.i 't'Qtetetetetetete\& te te tetei :te
-- Vende-se farinha de milhu de lodas .-
quali ladea a Vio rs. a lilira, In l> a 50 is. a
libra, saccode milho i 5?500, bonitos ps de
craveirus e ditos Jealecii : quem preten
dv? dirija-se a rua das Cinco Ponas n. 152,
1 coulroiilc a forlaleza-
a, para o servico de nma csa ile
lamilla ; na prat; do Corpo Santo n.*l7.
Na liviana ni. .- S d^ praca da!
Independencia, precisa-se [aliar
Joaquina Antonio de Moraes;
... Prens-seTe urna ama forra para tolo
o st-.rvico interno e. externo de oflm casa de
pequea lamilla : na rua dos Pires tf. 8.
ofoOO, ai e 73, e a covado a 160, 180 e 200
rs., cambraia de salpicos, a pc,-a 356OO, IQis
de duas larguras para vestido de senhora a
j:600 o covado, manas de velludo para selr I cortea de rliet-
la de cavallo a 7-3, ditas de algodao a 3->00- WOd.
ditas de lila a 4*500, chapeos do chili po,
diminuto prego, e muitas mais fazen Jas
que so a vista do comprador menciona-se!
mesina loja da-se fazendas rom penho-
res, c leva-.-e em casa d- familias,
Na rua Velha n. 69, se dir quem ven-
te n mais linda negrlutia que se podo de-
sfijar paia um presente, com idade de 7
annos.
vista, tramada e com padres de laazinb
pelo b .ralo prego de 280 o covado, cnes de
riscadorrsncez, bonitos padres e cores li-
xas a 39200 Cada um, cambraia lisa transpa-
rente, muito lina, com 8 varas cada peca a
W50O, dita tapada Urr.bom muito lina, com
tu yare-, cada pega a 4-8'jO e 63600, chales
He laazmha muito linos a -Voo, ditos de
merino lisos e bordados de mui lindas co-
res, casemiras eofeitadas, mescladas, mu
tiropnas ara palitos a 2/200 o covado, Lrim
aliado de poro hubo c padres novos a
i-llO a vais, ditos prelos Je muito bom
''.!'/"''.'""'""'s P8"1 lul" a l^6UO a va-
de selim bordados a
(las seis portas
Em frente do Livrament
Sortimento de palitos de alpaca preta e de
cores a SOOO, ditos pretos a 5000, de brim
a 33OO, ue sarja prela a 123000.
Va.lja das seis
portas em frente dp Li-
\ ra Bienio
Cambraia mussulina de gostos novos a
500 rs. a vara, fazenda nova no mercado :
da se amostras com penhor.
- Vende-se um bonito cavallo ruda do
na cocheira do Sr. Tliomr, delronte do
taannos para dito.
TACHAS PARA ENGENHO
Ua fundirlo de ferro deD. W. Bowman
na rua do Bium, passando o chafa-
riz, continua a haverum completo sor-
timento de tachai.de ferro fundido e bati-
do, de o a 8 palmos de bica, as tiuaes sa
echara a venda por precocommodoe com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
Gomma do Aracatv.
lim porgOes e a retalho : vende-se na rua
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anna.
Sellins e r*leffio
SBLLIHS e RELOGIOS depataole
tniile : a vetadas no armaztm da
Kostron Rooker ; Companhia, e-
qoina Jo largo do Corpo Sauto nu-
mero 48.
yendc-seo engenho Cachoeira Gran-
de na freguezia de Serinhaem, de muito boa
proiucgao, com bastantes varzeas paula-
das,me copeiro com o rio Camaragibe, sem
levada por ser a bica assentada ao f da
tomada, com tolas asf.iiragens precisas e as
mais obras, sendo a casa de vivcnda, nova,
listante do embarque duis legoas e mcia, a
da estra la de ferro urna legua, tem o ciige-
nho 120 carros de caima de cemente : quem
o pretender, poJer dirigiese ao Hecile aos
srs Lemos Jnior & Leal Rea, ou com o Sr.
Antonio Congalves l'ereira J.ima, na villa da
Escida, na lereai-feirai, cm o Sr. Dr. Ser-
gio Dmizde Mouri Mallos, e no ergrnho Vi-
cente Campello, con Manoel Conglves Pe-
reira Lima, que informara tos leroiles du
engenho
Vende-se superior farinha de ma o
dioca em saceos grandes: na tanoaria
delronte do trapiche do Cunda.
Pianos.
-n casa deltabeSchmcttau&'Iompanhiai
|rua da Cadeia n. 37, veudcm-seolegante,
i pianos do afamado fabricante Traumann
I Manilnif^o.
I VINHOS FINOS DO PORTO i
S DENOMINADOS: fe*
MIX.RO
]\ovo sortimen-
to de ricas
obras de bri-
lhantes ouro
e prata.
Na leja dos abaixo assignados na roa a
Cabuga n. 11, confronte a rua Nova 0 pateo
da matriz tem ltimamente chegado eran
de sortimento de joias tanto para sennoras
como para homens e meninos, continan,
os pregos razo.veise pass.m-se contas "om
responsabilidades, especifican Jo a aaMa. '
do ouro de Uou 18 q il.ics. Ocando assim
sujeilos os mesmos por qualquer duvida. ,
Seralim Irm3o.
Farinba de
mandioca.
Ven Je-se saceos com boa farinha de man-
?:.CdoP?urmn.0d8od.ojaUe S P",e :
I\a rua do Tra-
piche n. 54, escriptorio
de Novaes 6 C.
Vende-se superior vinho do Porto en- '
ga. ralado em caixa de 1 e 2 dunas de
garrafas, bem como em barris de 4- e 8
a preco commodo. ,
Milho, fari-
nha efeio
a^i0arsod,0ed.,dae.Uberna *'">" ^
Chapaos a Tamberlik.
Na loja n. 50 da rua da Cadeia do Beci'e
defronie da ru. da Mad.e oe Deo. ba narS
ndr chapeos pretos finos modernos
barato prego de 78500. ,ssim conm mui o
boas granjas, entre ellas algumas de sala
de quadrinhos par. 6*0. corles d^"ollele t
seda, gorgurSo, velludo e ruHao, brin para
caiga e-palils, gangas, fuslOes, corles de
SSSLlta*i Se vend9 1' P-cos mui?o
cemmodos.
BCAiisMo nn m%~
NAD,CA0 DE FERRO DOENGE-
JHEIRO DAVID W. BOWMAN, a
SFA D0 BRUM> passando o Lija-
FARIZ,
ha sempre um grande sortimento dos se-
gu.ntes objectos de mecanismos prooX
ngenbos. saber : moendas emrtat
para
moendas Ja mai, moderna co^rtruceio "ta*
chas de ferro Tundido e batido de,.?.
qualidade e de todos o itamai'ihm W
3en..adas par. sgu, on i." '*%
proporgOes; crivos e bocea de fornalha i
registros Je boeiro, agoilhOes, brome" ra
fe **j*GESt*l mindJca,
NA MESMA FNDICA'O
uljm todas asencommendss con.
super,or,d.de ja conbecida com a devbla
presteza e com odidade em prego.
an-
i
8
Duque do Porto.
Imperalriz llugenia.
Leopoldo I.
I>. Ped., v.
Engarrafados e enfeitados como o
de Champagne : ven le-se em pnr-
gdss a vontade do comprador, a
rua do Trapiche u 40, escriptorio
de Thoma/. de Farm.
(2
m
i
i
i
;m Sr.
OO1
Pega de madapolflo Tao com pequeo to-
c i
pretas
alp
cova
miu linhos c grau i, s, de muitos e variado*
gostos, cores hxas eexcellentes pannos .-.
160 iso, *.o, -2.-0 e 2tu o covado, pecas de
madapolio co.-.. 20 varas a 29900, 39600, *>,
-Siiu, (j muito lino a
no""r.. dIa 2 de covem>fo do corrente
Pao d-A.LdO.engenh0 CurMby- '" de
Pao d Alho, um escravo de nome Antonio
Cacange. de idade de 36 annos, pouco m?s
2LS2T' de "i0" e ross"" regulares
cangue.ro no andar; conversa poucofpernas
hnas, tem todos os denles, he casado loi
ESA cereiros d0 -? S?
.ongalvcsda Cunha : quem ipprehender di-
to escravo, conduz.-o ao dito engenho, ou
na praca do Recie, na rua d. Gu.a n. 6i
que seta generosamente recompensado,
protesta-se conlra quem o livor acoulado.
-- Iioroingo, 29 de novembro, das 8 as 10
horas das m.nh3a, desappareccu e suppe-
sc ler sido furtado. do silio na Passagem da
Magdalena, que foi d. viuva Uellino. um ca
bnnha escravo, chamado Manoel, idade 10
?..i i?00 """S n,enos' escamado,
(aliando Ibe umou mais denles na frente
cabellos carap.nhos, falla com a lingua nos
denles ou he meio tat.ro, natural dosertSo,
e ro vestido de camisa comprida de algodao-
zinho e chateo de palba de carnauba : roga-
se a polica ou a quem delle souber, de o
apprcnender e levar on avisar no mesmo si-
tio, ou no Uecife, na rua Nov, sobrado n
27, ou no engenho do Meio da freguezia da
\arzea, e promette-se pag.r bem.
No da 18 do corrente, ligio de bor
dodobrigue Sagitario, um ecravode
nomeJoaquim, pardo escravo, de 22 a
24-aiinosde idade, estatura regular, secco
docoipo, stem barba r.o <|ueixo, ca-
bellos carapmlios e ja lem muit.s blan-
cos, he bem conlieeido por ter as man
mmto calejadas, quando fugio liona o ca-
bello a nazareno, tem os pes meio apalo-
lados, e billa muito manso : quem o pe-
gar e o entregar ao seu senhor Manoel
r rancisco da Silva Carrico, na rua do Col-
legio n. 15, terceiro andar, sera' bem
gratificado.
--- Fugio do engenho Esquecido o cabra
liidoro, com i lade de 20 annos, biixo eros-
so cabello cacheado, com marcas de Lxica
pelo rosto, pem.s groan*.*mnito p.chola,
na sempre l.mpo. gosla de jugar, i (./
um anno que Irahalha na estrada d ferro
aonde quer que estpja inlitula-se por lorio*
quem o pegar, dnija-sc an engenho Esque-
cido, que sera bem recompensado.
Fugio do engenho Decanto em Sen
nnaem um cahrinha crioulo, de nome Clau
dio, o qual suppoe se ter-se dirigido rara o
lenle, ,. isaln fui compra lo em julho do
corrente auno o Sr. Joaqun Vieira Coe-
Iho. eslabelecido na rua do Crespo o es-
cravolem os signaes segointea : caballos
' -
C500, 4>W>0, 5> o
6 loo, cobertores dcIgodSo proprios para
escravos > too rs. caa um, luvas de diver-
sas qualidades pira si nhori
clauas de lud s as c u
gangas
l'iue deavaria : nu rua do yueimado n. 4i.isol) ponhores.
tcs a ."i'i o covado he
todas estas razendas, o Je oulras muitas
qui au nu-nciunadas, se daiao amostras
Na rua do Cabuga, leja n. I(i, ven-
dem-se caixas rom feijSO Iradinlio vinJo
ltimamente Jo lorio, sen lo e.-le muito no-
vo e da ultima colli ila.
Vende-se nina jas melhores tabernas
da cidade de Olin I-, na rua do Amparo
n tratar na mesina com Jos Manoel |dos
mes- Sanios.
'
- Ven Je-se um sellim com os seus per-
lenes, ludo com muito pouco USO : quem
pretender, dirija-se a loia n. 41, na rua do
Queimado. '
llax.-ill .
I'unlnp. .
Macanee .
Colombia
Continan ;i
marcas fiimeira quali Jadee
2.I-0CO.
.1
/ n Ji ;i (10.
ler farinhas de Tin
misa branca, caiga a/,,1, o chapeo de bafll*
prela: quem o apprebender, e levar aoTla
engenho, ou nesta praca ao Sr. Mannel Con- ""
| gal res Ferrein, na rua da M.ieda n. 3, se-
gu" nwr, ser generosamente reci.m-
>[r Jas densado.
*
PEIIN. 1 vn. E M. F. OE FAKIA 185?
MUTILADO


ILEGIVEL

. .


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