Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06934


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Full Text
OBTA FEIRA Ili DE DEZEMBRO DE i87
Por 3 mc7.es adiantados 4S000.
Por 3 mezes vencidos 4J500.
Por anuo adiantado lojOOO.
Porte franco para o subscriptor^
----------->-.*---------4
EiXCABRBGAPOS DA SUBSCRIPTA O DO NORTE.
Parahibs.o Sr. Joao RadolphoGomes ; Natal, o Sr. Joaquim
gnaco Pereira Jnior ; Aracaiv, o Sr. A. de Lomos Braga ;
tearj, o8r. J. Jote da Olirnra : Miranbao, o Sr. Jos Teiieira
'le Mello ; Puuhy, o9r.Jos Jaiquira Avellino ; Par*, o Sr.
Justino J. Ramos ; Arai.onas, o Sr. Jeronjmo da Costa.
PARTIDA DOS CORREIOI.
Olin.la : leles o* lai, aaOi raeia hem do da.
IgikirasBu Oalaaoa a i'arahba: as cgepj'ai o laxtai-falrai.
S. A.H15". Hcterrus, llunilj, t^iruaru'. Alliuliu o t'laiiliiln* : r
S. Lour.>(.,. .'") d'Alho, Niiarcth, Laraoeiro, Rrt-jo, Paaqael
~l*'f*> Villa-VIIa, Hoa-Viala, lluri.urv tlu\ m qtwtaB-tdr
Cabu.lpojuia.HTiahiom, Itio Formo, Una, Barreen, Aua-Prcla P-
enleiris Aatal : quima--!,ir.,..
i Todo oa trreles parlen a> 10 koraa da raanh-a.
lerea-aleira,
i, lng-.iteira,
A0DIBN9IAI DOI TtIRDNABt DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas a quintal.
Relacao : tercas ferai a aabbados.
Ft zonda : quartai t aabbadoa as 10 borai.
Julio do commercio : segundas as 10 horas quintil lo miie dil.
Iuiio da orphaoa .-segundas | quintal ai 10 hora.
Primeira rara do elrel : iigundu i senas aa meie da.
Segunda Tira do dril : uariai < labbadoi a* maia dil.
EPHBMERIDKS DO MEZ DB DEZEMMBRO.
1 La ebeia as 8 horas e 37 minutosdamanhaa.
8 Quarto minguanta as 1 horas a 18 minutos da manhaa.
6 La nova as 8 horas a 42 minutos da manboa.
'I Quariocreacenta as 4 horas a 17 minuto da minlii.
PREAHAR DB BOJE.
Prlmalra as 3 horaa a 12 minutoi da urda.
Segunda as I horas e 6 minutos da manhaa.
DIAI DA SEMANA.
11 Segunda. S. Anoton. ; S. Diosrorom.
18 Terca. A S. Albina m. ; S. Eusebio b. m.
16 Quarla.S. Ss Auanias. Amias e Mizael mili.
17 n .intn. S. Floriano m. ; S. Calanico ni
18 Ssta S. Esperidiao b. r. ; S. Baziliano m.
19 Sbado S. Daro m ; S. Fausta.
20 Domingo. do addvento. S. Liberato ni.
W% L Tk rflIS nWE1 Y JTIY A 1 2*n,"i^0, 'nforme ,e a ">>" do "es que deve gnu
V AjVafl A E Isf & lili Al ""*. pr"a de P'laclo> desde o principio da ra
de S. r*fanciaco al o da ra do Sol est corapre-
lienili lo no plano do mellmramenlo do porto desta
KNCARRBGADOS DA SU38CRICA HO IUL
Alagoai, o Sr. Claudioo Falcio Dial; Babia, o f r, D. Dopra
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Pe rer a Va Mim.
EM PEUNAMBCO.
O propriltirio do DIARIO Manoel Figuelroi da Paria la
Hvriria, praca da Independencia n. e 8.
OOVBBKO DA PROVINCIA.
Expeliente do da 25 le sonaaM-o.
% CircularA' tolos os vigarios.Kemelto-lhe o
captulos 3 9 do rtgulamento de 30 de Janeiro di
18-H. dado para exeeuco da lei o. 601 da 18 de le-
cidade, e quando o n.lo esltja, que medidas convm
(oirtar-se pan que e.-.j obra nao embarace o mu-
rrio plano.
ilo.Yo inspector do arsenal de marinha, ap-
lembro de 1850, e determino-lhe que publique e d' provando a compra feila por Smc. a diversas pes-
aos seui freguezet as necea-arias lnslracr,6es na fr- i S0M de gneros e mais objeclos predios para for-
ma pieicnpla nos arts. 98 e 99 do roesmo regula
ment, e proceda ao registro de toda as trras pos-
auidas de aua freguozia, situadae fura dos limites da
decima, nade esla sa cobrar, recebando ai devidas
declararles dos respectivos proprietarios e doa forei-
ros, comer-ando a contar-se o primeiro prazo para o
registro, qoa lie de doos atinoi, rio I." da Janeiro
'prnsimo vmdoaro, nos termos do arl. 91.
Recommeodo a Vine, a pentual observancia das
disposiro-s comidas no capitulo 9 do citado regula-
minio, arts. 91 e legaintes, a das deciso-s do gover-
no imperial acareado assompto,solicitando Vmc.
opporlunamente os esclareciroentoi que fonm pre-
cisos, para que o registro se faja em regra, e com
faellidide, legando as providencias que o governo
imperial tem dado para esse fin.
9 de detembro.
OlUeioAo commandanledas armas.Acensando
recibido o ntido que V. Etc. me dirigi em data
de 11 de novetnbro, coinrniinic.nl i ler mandado
caminto, e que se recoiha pre-o ao seo respectivo roi-oll-ial ob o eipecioio prelexlo de acompanliar
corpo, afnn de ser em conselho jolgado, para o que o feneral inspector, que tinlia de ir aquelie baile,
lim ja re 'unitario a' presidencia a oa exonerar-ao i Saiba finalmente que urna guarda de honra foi
do cargo de delegado de polica, de que se acha re- ; postada em palaeio a noite, lob o commando de um
vestido. capilao (nico oflicial que della fe parle) o qual
rnnflrm1.0' VIn/Tt i" 0",-Pim"'."- ,r !'enJ."emanbaa assist.do a'parada como ajudanle aisislir, por maiores qu< 4m~III^ertopfis^
oelno, alfares de breada, nao qoena ir ao Club e sim ao Re- conciliadorasi., a duas partidas na msmi Boito. baviam de ahir eleiios sefa saqua'emas. i> Que des-
Para outra vez, se for convidado assilirei ao ment to solemne de Que nao leja este mondo nrn baile eonslanle !.... i palavra de honra, ele. ; esta Irtlele era moilo de- mar,oes que se ha feito aoi inspectores de qoarteirao
IM Uabu, com quanlo tiveie om carlAo de con- esperar, he compalivel e ale natural ao carcter de mas estes as despreiam, e vio deixan Jo que esle vi-
vite, com que fui honrado e que mullo a,>reeiei,na- ; quem a praticna. l)i/.ia um dos seis eseolhidos por ledo de couaaa assim continu.
da sei, porque nSo foi. esle circolo : a o l)r. Feliaardo disse-nos qoa nao se
i muale, infelizmente nao poda devia votar senaoem rasgados, porque nos circuios
ajudanle de ordens, encarregado do detallie.
UiloAo direelor interino da colonia de l'imen-
teiras.-Inleirado do que Vmc. me participa em
seo oflicio da 30 de novembro prximo lindo sob n.
31, acerca da prisao e deatino qoe tiveram os eri-
minoso de morte Joao Venancio Uiogenes iaa dos
S itiloi a Maooel Joaquim, tenlio recommendar-
_ Iba que envi recrelaria da polica as partieipa-
r.'-o'lirr ao astado-mainr do respectivo quartel o le-, u" 'elalivas a objeclos policiae>, alim de serem-me
nenie do 8.' balalhao Manoel Jos da Menezes, em Ps"le por intermedio do respectivo chafe.
Declnenlo do almoiarifado daquelle arsenal.Oeu-
se aciencia a Ihesonraria de fazenda.
DitoAo director das obras militares, approvan-
do o contracto celebrado com Jos ilygino de Mi-
runda, para a factura de um forro com rotla no
centro que se deve pr em utna das maiores enfer-
maras do hospital regimenlal.
Uito^Vo mesmo, dizendo ler approvado o con-
tracto feilo com Manoel Antonio Teiieira, para a
factura aisenlamenlo do gradil do hospital
^'.'i'ia'mJl?.^0, JE n"e,SM0S :?bo.eo,.'l,J,.,.,t! r,"' '''' P algomi intermillencia, que apparece
o pela quiolta de 1:7029152 momentneamente "
Tem estado vago o locar da elironisla desla capi-
tal ; e cerlameme os npniej de tal mister nao com-
peosam o precaljoau, para que eu o tome a mira ;
mas lambem he lamenlavel. que passem aa novida-
des desapercibidas em maniedo prejuizo da his-
toria.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PBRNAUBUCO.
PARAHIRA.
10 de dezambro de 18.">7.
Permillir-me-ha, chiro amigo, que daite o Jal-
ee far mente, em que, a hem do fardo proprio, me
tenho conaervado, para dar-lhe noticiae deste lor-
regi- rao, que nao mais lignra as columnas de seu Dia-
reis.
virlude de requisito do |ui/.o municipal do termo do
Rio-formoso, por onde esta sendo processa lo, jul.'n
conveniente reioeller a V. E\c. a copa Inclusa di
informarlo ministrada pelo respectivo juiz acerca da
'maieria do ella lo oflicio, a qaa reipon lo.
DitoAo menno, dizendo estar inteirado de terem
sido ali.tadnt com > addidos oa 10.' bitalhao os i re-
crotas deque S. Es.c. trata em aeu ollicio de 5 do
frrenle n. IMti, e racoiomandaiito a e\pelir.lo de
nrdens, para qae sejam aprsenla toi a esle governo
os outros rios de nomea Manoel dos Prazeres l.ima
e Chrxpim Fernandes Peiioto, que deizaram de as-
seular prai;a por serem menores ds 18 .mu)-.
. UiloAo chefo de polica.Em cumprimenlo do
r aviao da secretaria de estado dos n-jocuis daju de 25 de njvembro uliiuio, espt;aV. S. as nacessa-
rias ordens, para que as nomeaee*. de in-perior-s
de quirtairao nao reeaiam em cidada qu iiili.-,i lo-
no servido aclivo da guarda nacional, e quando por
absoluta falla de pessoas que uao eslejam quahca-
dai, ou Jam da servido de reserva, for ni lispensa-
vel numef para essescargos os qualilica losdaqoella
diste, solicite V. S. o preciso coGsenlimenlo desla
* presidencia, ouvido o respectivo coinmandanle lupe-
riur antes de .fazer-se ellsrliva a nomear^ai.
^ DitoAo meimo, dizendo que pode man lar alu-
"star pela qaantia de UUJOOO rs. aonoaes. a casa de
que traa o seu ollicio n. 1,2)1 da 7 do correule,
visto que o delegido do 3.' dinriclo desle lermo ne-
i e sda della para seguranza da pessnss, qoe por se-
rem presas a' noile, ou por qualquer oulio motivo,
leuham de ser demoradas naioella di-tricto por al-
gum lempo, devendo, porem, a despeza do alo-
* guel correr pela verba polica e iaguraoc,a pu-
blica.
D'loAo mesmo, inleirando-o de ter-se manda-
do (i '_ ir a despeza com o forneciinento de agua pa-
ra a guarda da ribeira da Uja-Visla de jallio a no-
vembro ultimo.
DitoA' Ihesoarari* de fazenla, para que infor-
me qual a renda qne se tem cobrado das (erras
perleneenli's a al lea da Indios da Escida aforadas
pelo governo imperial e que applicaco se Ihe lem
darlo.
* UiloA' mesma, reeomtm iidaudo que espeja or-
den', para o dssuacho livre de direitoi de 622 bar-
ricas de cimento viudas da Europa as barcas frau-
eetag uEmma Malliildee, Cirthagiiip, Farnau loo
e Cont Regare* por conU do conlrato delirado
por Joie' Antonio de A'auj i. com o arsenal de
riulia.( i i'iuioui '."i a' esle.
UiloAo direelor geral da inslruecao publica, di-
ando que p le aul Tisar a compra do* objeclos pre-
' cisos aula d seto feniniuo de (oianni, roustaii-
tes da re ii;,i i qoe veio amina ao s-u oilcio de 7
do correle, com eicei><-aa do relo^io, cornprindo
l*-:; ic a eompelenle cotila seja enviada e-I i presi-
dencia, a lint de a maular indemoiaar.
CircularA's cmaras mumeipaes da provincia.
Remello por copia cmara municipal de..., pa-
tea conheciininlo, e alim de o fazer constar a
quem compele, o aviso do inin slerio do imperio
de 21 de novembro nllmo, sob n. 2S, declarando
que o juramento de fldelidade a consiiioiroo e inii-
leis do imperio, que os colonos estraogeiros deaem
-prestar para ohterem carta de n ilur.i'.isirlo, |de aer
lambem recebido pela cmaras municipaea e juizes
de paz, qu com as coplas das declarar/i-s felas pe-
los solicil.ui.es, remllenlo igualmente ao presdeme
da provincia as do termo de joramenlo.
Olll'ioA' cmara municipal do Recife, inleiran*
do-.ide qus licam Jadea as ordena ao director das
obras polilkas, para mandar franquear ao engenhei-
ro cordeador as plaas, que peilencendo ao archi-
vo d?quella repartirlo, fnrem por elle pedidas para
copiar, alim riese poder organisar o archivo lopo-
'gi.iplitco, deque trata aquella cmara.
DiluA capitaodo parlo, enviando opia do de-
rrelo n. 2001 de 2 de oulnbro ultimo, bein como o
reglamento a que ae refere, criando duas compa-
nlnas de aprendices marinlieiros, sendo urna nesla
provincia. Remelleu-se lambem copias atlicao
naval.
DitoAo inspector dn arsenal de msrnha,lransmit-
11 ii t l, para que tenha etecucan na parle que Ihe loca,o
viso n.01 da mariulia de lUdeootubro ultimo.deter-
iiiinaii Jo, em vista rio que ponderou o presidente do
fonsclli) di admini netes, ou brreles, actualmente admillidoi, como
mullirme, o eorpo de impenaes marinheiros e oa
inarinlisgem 1a rmala, sejam luhsliluidos por ou-
tros, segundo o mo lelo que o mesrao conselho apr-
sentela e ora sa remelle a Smc. com esle olli-
cio.
UiloAo rapilAo do pollo, dizsndo, que para se
poder salisfaer o aviso do imperio, junio por copia,
lorua-se preciso que Smc, ouvinJo o respectivo en-
iin- cir-
culos onde havia maioria da eleilores eaquarem.it,
Esqueeeram aotdreclnres os fagueles ; mas coma como bem no Pilar, Ar* e Pombal, sahirem eleitns
fossem vizinhos, os do Hecreio ssrviram bem para saqusreraas e luzas : e nos circaioi da capital, a
creio.
Sao segredos "da nalureza que n3o lita explica Club,
qoalquer crealura !...
Saba mais que u guarda fo relira la, porque o
digno majoi do balalhao jolsou-a urna ucrescen-
ciao, lal qoal eslava concedida.
Entremos agora uo maii dillicil ; a dascripcao do
baile.
No Recreion que foi dado no edificio da assem-
bla, vizinho de paredes meias do palacio urna ba
da de msica esteva na porta pira tocar- urna per;
a entrada de qualquer dos inleressantes convidados, ] mais dorador, mais bem edificado. I dade da maioria habilita a qu'alquer que
a orna alentada girndola de foguetu taudava seu ] Nao iei a razio por que o per' emblema da aris- a lazar um juizo seguro a lal respeilo.
ingresso no edificio. tncracia, o presunto, caracterstico do bom goato, Pelo circulo do Pilar s lia eleilos 5 desputados
(.incenla ecinco delicadas jovens abrilhantaram o lombo, as coslellas,'el reliqua, nao lem conquis-! falla o sexlo ; o Sr. I)r. lertoliano, sendo chele d
o saiao perfeilameufe ornado, e profusamente il- lado a par des porilns, boliiiholos, e bailas de ealal- polica, propoz-se e sabio eleilo por aquille circolo ;
laminado, quando orna girndola gigantesca subi lo, seu lugar cooslante nos bailes. I nao foi iato mais do que urna vaa ostenlacao, nao
es e annunciou qoe ia principiar o baile. O progresio vai-ie decidindo pan aqoelles. He era possivel que na sua cichola entendesse que este
mistar crear urna a \ondade.No aterro da lloa-Visla, era urna
loja da vender bilhetes de lotera, se vi om relabulo
com o seguinle dislicoHilhties i:O00s009 rs.O
que signilicara" elle? Sera o cusi de cada am bi-
Ihete a quanlia inlicada, ou a sotle grande "! Em
qualquer dos casos, a coosa he duvidosa, e precisa
urna e\|ilirsr,i,i.
Moeda falta.Apparecem ni circulac^o moe-
,..l (\ ,-- r > .----------------- -.- ...K..-., u --------,.-.--a^,i,^i,ii ,i iiicuiaraa IIIUC
imuoi. () silencio nesle caso nao foi igual do as- Lampina, onde a estrategia e traieao liieram dar das de j.A rs. de prata falsificadas. lie l o que fal-
sentimenlo. um.i funesla maioria aos rasgados, sahiiem sorneule lava para mais nos llagellar ; o que vale he, que
Dizem que o baila oi in utroqaa jurin, qnero di- ratgedos enaltados. Nao era possivel, pensando-se : sendo ellas tundidas deia bem conhecor a sua iin-
zer, solido e mulla.lo, ou por oolra, que os gaslro- bem, qoe o taes rasgados conconessem para a elei- I perfei^ao, uao obelante moilo convem que se l
n- nomo* encontraran! solidos bastantes a lisongear, e : cao de homens que sem duvi.la baviam de se oppor i d.sao conliecmenlo. para que nao proanda o i
n- mesmo abslruir, o estomago. a's suas vistas e aos seus e-curos designios. Veremos i A ella de S. Demdiclo.Uomingo 13 do
:C,a I *- m baile aasim com Bous alicerces deve ser m jilo i-o que faz a fulura assemblea provincial. A morali- renle l'elejoa-se na igraia do Roiario da llua-V
.... m.,n ilnr a.lor .,...: I.........I.U, l i A.. 4. A ~ ^.._:..,._ i i. __ .... -. ._
iconhecer
A msica tocou o hymno nacional, em honra do I
dia, cada um par tumnu seu posto.
11 Ver -i h quanlos loiletes de bou
presunto, lombo, e coslellelaa
m goslo, quanlos! Tambem dtze i-ine, que hou\eram fruclas filias,
i.uta um deve, para sanar ene mal, ir fazeDdo a olliinhos maladores. quanlos rostinlms leiliceiros Nao sei.
chronica do que mais Ihe agradar, a assim a res- | qoanlai cinlora delicadas, quanlos p nullt, lllll.l si! ? A i, ". .1, II. 0<..0,,1^- ,n.n~_ .. k,. MDIlIn, -III .- .__,__^ I.. _______ .1 i,. ...
Uilo Vo mesmo.Nao sendo admiasiveisas razes
que Vmc. allega em seo ollicio da 28 de novembro I
ollim ), sobre vinda do c.ipell.io desaa colonia e do '
sojunlo ssrgonto l'ilippe Antonio de Maraes a esta
capital, alim de dep>rem no eoasellio de iuvesliga- |
sao, a qoe lem de responder o captlao Jos Gomes |
de Al nai la e o lenle Joaquim MarinlioCavalcanti
de Albuqaerque, lenlio a declarar-lhe qoa cumpra
o qoe a semeltiaule respailo Ihe foi ordenado pela
presidencia.
UiloAo commindanle da Fernando.Contien-
do que da-se ah a->un lan-ia da milho, convm que
Vmc. empregoe esie genero no susleulo das petsoas
a quem s- dever etape, maudaudando-o moer ou pi-
lar, como he coilume.
Uilo Ao b.icharel Theodoro Machado Freir
Pereiri da Silva, dizendo estar cenle, de haver
Smc, na qualidade de juiz de dreilo imorino, osa-
do da laculdade que Ihe concede o arl. 236 do regu-
lamenlo n. (20 d.> 31 de janein de 18,2, encarre-
gindo os juizes moniripaes de Serinhaeru e llirrei-
roi de fazerem as suas vezas na junta revisora da
qualilicafao dos jurados uaquellas lermot, alenla a
impMsibilidale em que Vmc. est de o fazer por si,
peloi motivos que aliaga.
Uilo Ao director das obras publicas, declaran.! i
qoe a lliesouraria provincial tem ordem para pagar
a imporlancia da I. prc-laca> da obra da empedra-
meulo do ateiro dos Afugados.
Uilo Ao juiz municipal supplenle da primeira
vara. Remeti a Vmc. copia da guia do reo Vicen-
te I .."reir da Silva Maozinha, a qoal foi-me re-
manida pala presidencia di provincia das Alaga,
que a receb'U da tecreliria > polica com a infor
mac.a.i que a respeilo dae(ecuc,a> da senlein;a do
referido preso exiga p,rd latisfazer a requisito
leta por esta piesideucia.
E porque das informai-as da eacrelarja de polica
das Alagiiaa a desla provincia resolta que a guia do
reo loi remelli l.i em lempo ai juiz municipal da
primeira vara desla cidide, on le se nlo n-mitra,
nao poiso daixar da esiranhar semelhauta ezlravin
de um documento la o impirlanta, cumprindo que
v me. fi-calise o esla lo do cartorio ilai eiccuroes, e
proceda contra quem ach ir em culpa.
Uilo Ao juiz de paz do I. di-lriclo de Agoas-
Bellai. Na le e as JeciA-s rio governo .'Crea de
duvidas em malaria eleiloral. aclum-se roaolvida
m is que Veje, propoz em sea oIBeio de 23 do uovem-
mi- I''0. qo Jepois di delibrelo do respectivo col-
[ leaio, na ha necessi lade de lomar em connderaclo.
I'oriaria Uimiiiiiiio a Florencio Pereir*. do
Itirros do lagar do direelor di adoia de Indios do
lirejo dos Padres, e no.neandj para o lubslilu'r a
Jos Itoliisues de M iraet.
Dita Ao agente dos paqa-te brasileiros, para
dar transporte para a orle aos recrulas Joao Evan-
gelista da Silva, Anlooio Manoel e Januario Jos da
Rocha.Cimmoiiiciu-te ao capilao do porlo.
Uila Ao gerente da Peraembueana para
dar passagam para Alag n no vapor Persinanga a
ao iPiiaute reformado Francisco Goucalves de Ar-
roda.
pnniahilidade e o Irabalho divididos lornar-se-hao
mais suppor:avei.
Uou eu o etemplo, e, como son essencialmenle
monarchitla, quero bisloriar-llie os festejo* do da 2
do curreule, anniversario ualalicio de S. M. o Im-
perador.
>ao sei se sabe, que comquanlo esla proviucia,
mal piiciniinha la por essa, livesse oulr'ora suas li-
tilares republicanas equinociaes, lie essencialmenle
monarchlsta.
He esta orna qualidade. que Ihe nao podem re-
eo-arseus mais injuilos deiafleitoados.
lie cerlo que uao lem lido occasiao do moslrar-
se a acredilar-se por am aclo eslrondoio da leal da-
le, mas he de erar que uao esperdicara' a primeira |
occasiAo azada.
Em villa do qse determinou solemnsar de urna
maneira cslroulosa o anniversario ualalicio do
sea monarcha.
S. Evc. o Sr. Dr. Manoel Clemenlino, qoe nao
consenle que alguem Ihe leve a dianleira nesse no-
bre senlimenlo, de saa parle fez qaaulo emjat esteve
por solemuisar aquello dia.
Lego que e aurora com leus rosaos dedos abri
n porlas por onde Apollo liuha de entrar Inuin-
phante, o rauliao que no dia 7 de selembro estive-
ra '" lelluv i 1". rel.omlinu da alegria na frente do
palicioda pre-i lencia, em manifest risco daquel-
la eapoeira, que por um milagre de equilibrio,
eonservoo-ie li'me como impvido gaerreirn inte
a devastadora inelralha do 'Uunralou.
I.ma banda de msica marcial da pacifica guar-
da nacional, enloou o hymno nacional, esa cancho i
patritica, saodan lo aqa'elle l'.ii-totn dia que deu a '
America o tea primeiro monarcha.
Aquella banda percorreu a cidade dando i seas
habitantes os emborat, e couviJamlo-ns a fazer cor-
(am a risonlia aorora.
Foi um dia magesloso. O aslro do dia esteva ful-
goranle, ama s nuvem a uAo einhacioo.
Ao raeio dia orna soi-diaanl brigada composla
do 1- balalhao da guarda nacional, a urna aparva
quantilain do eorpo fio, colloeou-se no pateo do
gentes all se reuuiram, lie empreza superior ai mi-I inlioinou urnas doze libras do carnei de dilleren'tes
nlias forjas,
Uesignar esla ou aquella beldade, be injuslo
Mencionar esla ou aquella qoe brilhoa na scholish.
e warsoviana, he impoltica. Declarar aquella oulra,
qua "ii l-il.ivd com a lleubilidade da caima lie im-
prudente. >
S sim dini, que senli sensaroes eslranhas, no-
vas, incgnita', naquella noile de delicias.
Nao sei se foi efleilodas eihalar;Oes magnelicas ;
animaes na mais pac lic'a conciiiagaoo; rosciando a
quelia massa inerte com una rio rubro liquido
doulor mostrar que linha circulo na provincia para
se apresenlar a' depular;ao provincial.
O.Sr. Tertuliano nao pode ser depulllo ; o lugar
de chefe de policia he incompstivel com o de de-
pulado : vollaremos a eslo asuinplo.
Chegou o Sr. Beaorepaire, presidente ullimamea-
sua im-
convem que se loma
mal.
cor-
. ista,
e com grando pompa, a Imagen) de S. Uenediclo.
O vapor nacional Persinoogm, entrado doi
portoi do sul, condazio os seguinles passageiroa : An-
lonio Moreira l.emoa Jnior e ara criado, laael da
Farias l.emoi, Jos l'olinu de Araujo, Cielana G. da
Croz, Ur. Antonio Aunes Jacoina Piros a 3 fi I los,
U. Alaxandnia Alvet Jacome Pires. D. Maria Alo-
xandrraa Alves Pires. U. Ignez Isabel Alves da Sil-
va, Antonio Jos da Silva, desertor do oilavo bala-
lhao, Alotandro Acoli da ilarros Pimental, Joao
Manni.o Falco e I criado, padre Manoel Fortunato
de Paivae um cri.ido, Firmino Francisco F'loras.
Ilotpital de Carldade.Evisliam oo da 1i du
corranie25liomense.l| mulheres tratados pela ca-
le nuineario paro esla provincia ; felicitamos a S. ridade, 8 homens e 16 raolheres qoe pagam a casa,
relizmtnte o lempo eslava fresco, e a fermenta- b. pela soa iioraear.flo ; contamos qoe S. Es., ex- e 11 prac.ii do corpo da polica.Total 91 doentei
ao custoa a pronunc.ar-se. pnente como lie, esludara' primeiro os caracteres I Mortalidade.Relaco das pessoas qua forauj
Assim lindaram nossos feslejoi, dos qaes me te- de nos,a (erra, para depois .i-lie. fazer o sea juizo I sepult.d/s ao eemiterio publico no dia 13 do cor-
paro muito saudoio, o aqu lindara ea se nao livetse com seguraiiQa : entre ni ha homens que, leudo o i renle :
pare..i i-iiie tramp rlado a um palacio de fadas dos Sr. leueula euronil lletirique de lleaurepaira Ro-
conlos orienlaas, onde os bellos lluris dtmanilo, rae bn.
de rigoroso dever dizer-lhe que a 7 do correule des- sorriso nos labios, dorura n.s palavras, o seu cora-
embarcou do vaporo Paran", vdido dos porlos donor- S'1n 'ia veneno ; necultam dpbaixo de exterioridades
e .i Enn. presdeme Horneado para esta provincia,' ollicosas um intimo inofcismo : S. E\. deve acau-
lelar-sc destes. Nao he islo um conselho, he apenas
arrelnl.iv.im em turbilhes Je Huidos, que me fa-
ziam Jamar lambem, uu quando menos a minha ca-
bera.
Eu nanea dansei, ajamis lamenlei essa falla Je
c implemento Je minln educar.iu,
l'ois bem. naqaella noile oansei cm pensamenlo,
dansei em espirito, e lamenlentei nao poder danssr
cnrporalmenle.
Eslou boje convencido da que a dansa he orna
verligem epiJemica, qu, urna vez Jeseuvolvida, ar-
resta luJo e ala -a a loJus.
Esiao para mim de-culpado, os vellios, que alir.im
osjaneiros a nm canto, a disembarasam aspemos.
Eu os i mi,.i pur Jmenles; mas boje reconheco,
qoe san aireclados daquell.i deliciosa epidemia.
S. Exc. foi acnmpanhado desde o desembargue
ale palacio, peloSr. vice-presidenle, varias aalon- i
dados fuuccionarios pblicos, e inultos ofliciacs da
gu-rda nacional.
Tomou posse honlem do seu cargo peranle a c-
mara municipal, e acha-se presidndo aos destinos
da provincia.
um tviso da um Parahibano que desejs ama boa ad-
uiii)i.(r c, i para sua provincia.
Esla' na polica o Sr. Ur. Manoel Clemenlino ;
e-t.io os vaqueiros livres de perseguisdei dos seus
amos chefes de policia.
Toado ido a' capital dar o mea voio como eleilor,
deniorei-mo all alguna dias, e tiva de assi.iir aos
festejos do da 2 de dezembro. Ai'isli ao corlej
Oue Usos o illumina alim de dolar esla trra, da qual esleve potMO coucorrido ; hoave urna brigada
lanos inelhorainenlos que precisa, lie quinto al- coinmandadn por nm lenle-coronel, msicas em
mejo. doble, ele. A' noile liouveram dous bailes solemnes;
I enho urnas conlas a ju.lar com a reparlisao da assisli a ambos, esliveram sollriveis ; em ambos
alfandega, asquats nao camera ja a tomar por estar hoave pouca aniroaflo, o esp ritos parecen eslar-
a fecliar-ia a mala, e desejar encjixar eita no cor- I se arrefecendo. Alguem Miagara preslet a niorle de
reo.
N'lo goslo de observar cerlas parcialidades, birr
Jote, parjo, eseravo, 6 mezes. Talano.
Tliereza Maria Je Jess, branca, casada, 65 an-
uos. Cancro.
Total2.
Dia I i.
Viclorina, prela, I Jia. Ttano Jos recemuascidoi.
I.aurianiu Mara da Coooeicao, parJa, lolleira, 35
annos. Kheumalismo.
I'olal2.
Ate atnanhaa.
<&ommunitb0&.
... ,* .-------------------- ^^------ ----- vwi n, (tito? | :, ,i.i i i i ..-
lindo visto o riquissimo al.lo, quiz lambem pes- | e Jesforrnzinhus bem inesquiuhos, que por all e
car alguma couta Jo loilelc das seuliuras. Cnmmelli
o sacrilegio do escoar-me durante urna ronlra-dan-
sa, nesse osando sinclorom das parliljt, mais im-
penelravel do que um harem larca.
I'elizmeiiio eslava solitario.
Fique deslumhrado I.'ra espelho de lamanho
crescido reproduzla com lidelija le assombrosa os ob-
jeclos fronleiroi, e represenlava um segundo toilete,
perfeilamenle semellianle ao em que me achava.
Alli as deidades daquelle saneluariu corrigiam os
del eilos Jas vales, relocavatn as airosas ciliec.i-, mo- I
dilieavam as ondalasfies dai crespas opas, e esluda-
vam as mais graciosas altitudes, as posiees mais
affaveis e feliceiras.
din espelho he para ama joven o mesmo que o
da i as vezes sem neiihuiii proveilo para a li/.-n la, e
em grando prejoizo das parles,
E poil para rorrecsao disso prelend) fazer alguinas
rellexes, que vir.lo muilo a proposito.
AdeosAlea primeira. Saude, e felicidades Ihe
desojo.
N1..0LA0 IL1IIL n
Pob Pbdbo Berxud.
"~\\v.
Havia piucos momentos qua Flamel repoasava
quando repentinamente o m.nlello balea com vio-
Itneia a porta. A esm rumor repetido moitas vezea
o e.ct'plor eslremecea, sahio di seu adurmecimenlo,
e pareceu siiigularinenla confuso pela fraqueza sus orgai:isai;ao, vencida pela uecessidade vulgar de
um lomnn reparador.
__Mr. Flamel grilou da ra urna voz vigorosa.
I o ni.iile.lli) recahindo libre a porla aiialoa a ca-
sa tuda.
__Que ha i-so disti Nicolao consigo a aurora
vein apenas rompeiido.
E romo cli' niav iin-no com insislenria elle occul-
tou o livro cabtlislico na parle mi s serreta de um
IhIiu velhn. e depois desceo mormu-audo cODlri o
malcriado que vmha assim incummuda-lo. Chegan-
du diaule da porla exterior atiri um postigo, olliou
para reennhecer a pessoa que o nhainiva, e pareou
nioiin incerlo sobre o que rievia faier, abrir a porla
pu vollir para o sea gabinete.
Alna, senhor, repelin-llie a nio-m i voz ; somos
mis. >ou eo Guillierme, ainig de Gauluer.
Ouvinlo e-las pslavras Flamel loruou a olhar pelo
posligi, reconli-ceu Gmlherme. e lodo o corpo Ire-
meu llii repentinainenl* ; om pretenlimenlo sinislro
agitou I lies o corando t da nnpre.-.l i foi 1.1 > viva que
Fiam-I leve mulo Irabalho para tirar ascadeias, a
levantara, barril de ferro que davam eguranra a
parta, precauces necestarlas nesse bom lempo de
guerras civh. Eiiilim Nicol'o abra a porla, a enian
seu- olio- mi un alraz de Guillierme a nos I.rae ,.
de moilvs man' .'lio o pobre Gaalhicr sem san -
lidos.
Grande Dos I exrlamou elle com 01 tnlloci-
1a. lerna ndo-se horrivelmeule paludo.
I iH- ni dur.inl- um moinenlo com fulminado
contemplando o amante de 1,-onnr.
palacio, onde eslava o parque de artilharia e alli fez gabinete para o lillerato, o labiralorio para o chi-
mieo, o mappa para o guerreiro, o observatorio pa-
ra o aslrouomo, e as tahuas de Iogarilhinos para o
algbrico...
He ara trasle indispensabilistimn, em um loilele.
I m rico lavaloria com todos os seus perleuces se
ostenlava de um lado, carregado di lodos os produc-
tos dos alunbiqiiaa de l'iver desie a inmemorial
agua da rainlu d. Hungra, chrismada em agua de
colonia, mu lo antes de Kossooth ler acabado rom o
emblema da realeza daqaclla nacao, l o e\(ra:lo
do mil Odres ; desde o relrogrado mieasjur, al a
prn^ressisla baiiha de orni ; desde a intolerante es-
sencia de rosa, al o conciliador palchoulv.-
Sobre um bofele ailavam delicados upallohoi de
leda, nos quaes nial cabiam meu|ded) pullegar, que
asconlinencias, deu aa salvas, a os vivas com a me
Unir ordem a disciplina.
Uescrever-lhe a firmeza, o garbo, o arreganho da
guarda nacional, >a disciplina, seu asseio, e lus-
tre sao couiis que excedem a minha penna mi.ir.i-
menle paisana.
A 1 linha, cajo comman laule anlava ao que pa-
rce-, um pouco alarefad'i cora oa coOVilet a teus
subordinados para o baila do Ciaba, apenas deu
uns quirenli e poo;oi homens para mn-tarn
He cario que os soldados daquelle rorpo lem oc-
cupa{es mais ser,as, v. e. aervirem de ama sece.a,
etc., por Ciinseuiiile nao he de eslrinlnr oppare-
ccein pnucos.
Comman lou a brigada em miiiialara, o tenen-
COMMANDO DAS ARMAS.
tlaartel tener! da commando daa armas do
Parnambaea aa cidade do Recite, em 12 o
deiembro de 1857.
ORUEM DO DIA N. 63.
Hsvendo o brigideiro coui-nandanle daa armas
inlerino, delerminado ai Sr. capilao do *. balalhao
de artilharia a pe Braulio da Amorim B-zerra, por
ollicio de 27 de nalnbro allimo, era observancia
aa ordens do governo e da presidencia, exaradas em
ollicio de 26 do mesmo mez, que sem perda de lam-
po i/e,s regresar a' esta eapilal 19 prsras de linha
do destacamento que comman 1a ua comarca de Fin
rea, o menno Sr. capil i do-reipeilaiido a ordem
emanada da primeira auloridade militar, jolgou de
preferencia obedecer ao Sr. juiz de direilo da reeri
da comarca, aceitando as objeesoes que esle llie li-
t*n, para nao levar a elleilo a eiecuelo daquella i m-ro das br'ilhanles flures do jardu'n parahibano.""
urdem, chegaulo a piulo de pirliripar mu espa- Sabe mais que S. Exe. o Sr. Ur. Manoel Clemen-
cificariamenle to quarlel-general esla sus formal
desobediencia.
la coronel Antonia Gamillo de Hollanla, que apro- deviam substituir aquelles que nao po.lessem resis-
sentoii-se no rigoroso uniforme.
S. S. daariaernanglo-ieioafa lem nm lypo bri-
taiiuico ; e bifurcado no sen paeiScaglccli, a fren-
la da brigada, dava-ooa ni ares de uirt general in-
gle?, a lala de urna columna alliadaf no fro de
Inkerman, ou em frenle a Sebaslopol.
I,ma tripularlo ingleza que o vio patsar perfilon-
te, enloou o ogot save Ihe king, com o maior
enlliotMinn. e entre Ires barritas bem pulidos.
Entrelaniu que o nosso commandanle de brigada
pela primeira vez qoe ee veem laes astados, drsem-
peuhoa cabalmente a sua mistan, liorna Ihe srjj
feita. '
O cortejo esleve brilhanle, se bem que poaco con-
corrido de paisanos, porque a secretaria be avara
de seus convites, embora impresso.
Ai seis huras Ja larde o parque rortejoa o rei
dos slrus, que se relirava e deu o signal a outro
regosijo.
Saba qoe aqu ha duas sociedades de baile. He-
creio e Clob, e que ambas a porfi, quizeram lo-
lemnisar aquella gran la dis.
Sabe que a rivalidade desenvolveu-se entre ellas,
e que cada qual quera conquistar para si maior nu-
Itr ao lnrbiliijo dos scholislis, warsovianas, walsas,
ele. e ele.
Em um contlo eslava om rico estojo' de costura
,..,i.-i i., e,. innoineraa bauatellas de que carece
o bellql#eio para preparar, collocar, roordenar, su-
bonlireT.r e adjeclivar om railhao de nihllida les,
com que elle sabe alaviar-se.
Seria um nunca acallar, se qnizetse dier-llie ai
variadas e delicadas turmas dos difiranles objeclos,
que em profu-ao ornavam aquella loilele, no qual
presidia o mais delicado e lino bom goslo.
D'alli encaniiuliei-mi ao quarlo dos refrescos, c
vi desde a espumosa cerveja at o espirituoso aham-
pagne, desde o macio madeira at o abrasador porto.
Era una cecran completa, dii-na de ornar as casas
do mais dilcil lord dos Iteinus-Unidos.
Anda fui ao laboratorio culinario, e alli conlrei
onaluralsado cal, n cha indialico, a o cooforlante
chocolate mu indgena.
Al massas eram em profusao, a variadas.
Auliti aos diversos servicns, que foram feilos com
mana proprieda ie e asseio.
As dez horas S. Exc, deiando a clob" por nm
ponco, hoiiruu o Rerreo com ana preseuea, dau-
san lo unas duas ronlradaiisas OtofllcUlaa.
Is fngos subiam cnnslanteuieute aoar ; e a popu-
E porque semelhanle farlo n,1o possa ser militar-
mente tolerado lem que traga no futuro falaei con-
arquearas, e no presente grave compromellimento
da disciplina que vejo com pezar enervada pelo ser-
vito dos destacamentos de polica por longo lempo,
segregadas as pradal de seus respectivos corpoi ;
mas qua eonvm a Indo o Iranse manler, com i sabia
a espressamenle recommenda o Exm.Sr. ajuJante-
general do exercilo em rcenle data.
0 mesmo brigaJeiro determina, que o menciona-
do Se capilao seja rendido no com nan I Jo desli-
eos m i u o i es Flamel fe/, depor Gaulher em su i pro-
pria cama, e sem aguardar a ch'gada do hornera da
arle, lavou elle mesmo a fronte e o roilo de sou cha-
ro lilho com tola a daliradeza que urna mulher ta-
rta podido mostrar. Feilo isto, collocou o primeiro
apparelho ; pois adquirir as huras vagas da sua
inocdade algunscnihecimeotos de cirargia.
Punco riapoil toda a casa tve noticia do aronteci-
menlo. Acordada pelo rumor do m irlelle. I'ernelle
n.lo acudir logo ; mas leudo oovi lo o gritos de
dor que linham escapado ao marido, ella chegou
pouco depois para romijarlilhar do desespero do ea-
criplor. O medio i'iu|'i i|.-.,i um puuco o co-
rara > da Flamel, prescreveu um (ralamento. ere--
[' n leu que Gaulhier poderii re-airar a saude, ma>
depois de longa convalescenri. Ueste da em diau-
le Nicolao deaprezaoJo teus Iraballios, poz-ie ca-
beceira do lilho em eompanhia de Eustaquio, seu
bel amigo, vigiando noile o dia sobro o ferido al o
mmenlo em qua o vio lora do perigo.
Mcolio Fame', o copista pacifico, o calentador
im a.-iv-l, nioslrou ama riedicarao heroica. Ivn.
qo.tnlo daron o periodo dulorota da doensa.elle es-
qneceu le de lulos, e p-edigio inaaJiln, nao lem-
brou-se mais do livro mjslerioso, dianle do qaal du
ranle urna noile iuleira experimeotara tormentos
atrozet. Esquecea, com) se nunca livessa exis-
tido para elle couta seinelhanta, assim como perdeu
a lemlirauri di entrevista que havia da ler em Pon-
loiae com Ssmael. Gauthier enirou emlim em eon-
valeicen^a dous mezes depois da noile em que Gui-
Iherme o achara no chao. Ouvindo o me iico an-
nunciir essa melhora, Nicolao parecen recobrar ama
vida nova ; soa Ironte radiou de alegria, e pouco
falln para que abrarasse o medico, lal era a seu
Iranspurle.
XXVI.
A eanvalaarenija. ,|e Gaulhiei restiluio a memoria
a Flamel, e foi enluo que elle lembroii-ie das pala-
vras de Sunuel e de su i entrevista. Oppnmido por
essai lembraiir.aa o escriptur licoo moilo angus'ia-
Jo; todava, dapvis de amaldiroar seu asqoecimenln,
jnlgou qua poda repara-lo. Chamou Euslaquio em
eo Botillo, ronti u-llie n qoe se p's-.ira anlre elle e
Samuel, e depois rogui-lha que fossa a Pontoise,
alim de ceriilicar-se, se o Ja-lcn ah se achava, ou
lino, generosamente oll'erereii o palacio ao Cub laS',(> allluio ao paleo de palacio, jiara gozar, no bal-
para a sua parlidt teini-nlcial ; o que faz produ- Ilo luar, os suns Jas duas musitas, que em borboles
ztr assim um susurro de descooleulainenlo,
sos de censora sMyrira.
Saiba agora, que essa rivali lade subi a poni Je
elevar no mercado o prejo dos cravos a 160 rea ca-
da um, fado nico nos annacs dos cravos da Para-
hiba ; anim como qoe leudo o Recreio tratado
com antecedencia a nica msica que ha na capital,
o Club leudo envidado lodos oa miioi di oble-la,
manduii buscar urna a Goiihna.
Saiba mais qMie os convites para a ofllcialidade de
linha para o Club, liveram assim um carcter se-
Morlu '. asaaeiina to Jisse o esrriptor com ollms (
hanludos de 1. grima. ; m-u orgulho, minha alegra ,B lh" den.ira algum aviso mJicaiiJo em que lagar
| se refiigiava.
Euilaquio poz grandes dillicol lides antes de a-
ceilar esa uiis-;:i, e instroa se moilo ladignadada
procurar um fillio de 'araal, sen lo elle sacnstrio de
ri, i -..-reja parochial, p"m Nicolao rogoq-lhe lan-
o, upplicou-lhe IRo aiTetHoaaanlenla que o piedoss
Euslaquio rcsigiiau-se, e parti pata Pontoise.
minha vida, mora '. merlo
Uuondo csiis palavras rom acrenlo dnl toso elle
linha-sa ajoelln lo dianle de I, lullier, e cubrn-lbe
de beijos a fronte e o ralla mnchalo- de aligue.
Amia rtafoeaU' perdida tida aesperani-odi nl-
vo-lo,'dsie einfim Gailherme. Esgotsda pela perda
de sen aangue ni'U pobre amigo aaU' apenas des
iaiii'1". Porem ndo pircamos nm nstenle ; corro
a c isa rio nie'liro mal etpernnenla lo em frrimenlos,
em iuoiiIo Vine, vai collocar liaether era am teita,
Tnlo acabado etlaa pa'avras, e Cordado rapida-
mtnle de que tnan-ira encontrara o eorpe do amigo,
Guilberme sibo em procura do medica. Em pou-
lar pur orna prompta fgida o sanio furor da mull
dao amotinada dianle de ana casa, e vida de viugar
em sua pessua a paixao do Senhor.
Tanda noticia desse resullado Flamel cabio un
grande Jesalento. Com ludo recobrando nova ener-
ga, a' yiala de Gauthier dedicou-sa mail do que
nunca ao cuidado de aasegurar por meio da cabala
a riqueza e a ventara do li'ho. Ja possoidor das
doas primeiras parlas da obra, resolveu empregar ,
lulo, afim de penetrar o segredo occnllo nos hie- | de piedade ergulhosa, sin, eslou doudo
'Oglyphos de caJa falla. Tolavia cunvenciJo da iro de outros metaes, e depois com
insiilli
s- derramavain das dnas alias do edificio.
As II horas algomas familias, conciliadoras,
i-n ni io o Clab, para ondo linham ido a amuilas
instancias, vieram nara o Kecreio, elevado assim
o numero dai encantadoras svlphidis, que nol mag-
oetisavam.
A-sim p.isson-se ligeiramenle e noile, al as 5
horas da manhaa, em que una enorme giranJola an-
nunciou o fim do encanto.
Ao eilrepito bombas (ornamos
da iedlii.il....
ao prosaico reino
todas as vezes que elle ia aportar Gaulhier nos lira-
res, pensava em grandezis, em Ibes iiirns incalcu-
laveis, em medicina universal, -ule e mocilaJe
eleruai. Euslaquio muilo afilelo por ver a imagi-
nario do amigo abandonar-se a esses loucos ar-
dores, tenlava (aze-lo ouvir a voz da razo, rio bom
santo, porem o digoo sacrisiao nao couseguia ne-
nhum resulta U .
Sim, respoudia-llii Flamel com urna nnrassao
Fazer ou-
_ ----------------_ __ r- ----- o oaro ruinpor o
icieucia de soas luies para alcancir esse resol- i elixir de longa vida, ludo isso be ama chimen, c
lado, nnaginou um meio asas hbil para sopprir uel" a mullidau voss er som-nle nos faclos
aaa impolencia. consomados, palpavcis a raproduzidos lodos os dias.
Naverdala, rocu compadre, disse elle om da Pebre tacri-lao Enlfa nao leu a Biblia ? ignora
i l-.u-iiqui.,, por muuso jamis conseguirc decifrar 0"e a Esciiptura falla em cein logares diversos de
e e-gr,manejo, mas esles livros Te loruariam mui alohimia, e de ineioi cabalsticos ; qoe os palriar-
lu intelligiveis sabuiellidos ao exame dos maiores ; <''"" u.1u viviain qualrocenlos a quiuhenlos annoi
SduluSi, iienio pelo aso do elixir da medicina universal? Nao
Sem duvila, respondan o sacrislo, mas alem la que foi por meio da granJe obra que Salomao
da que ssi obra be do demonio, haveria para voss l'le adiar bas>aiila ouro para acabar o templo de
nao lmente o perigo da figaaira am confia-la a Jerusalem "? Essat tciencias luram ricolludas na Eu-
s indiscretas, coma lambem, se esses voluntes roPi e Kogerio Baeon, o maior sabio, o pliiloiopho
MAMANGIAPE.
9 de detembro de 1857.
Ja li a minha ultima correspondencia de 19 do
pistado transcripta no seo Diario de 2i.
Compre-me em primeiro logar agradecer o favor
que me fez salisfazando o mea ultimo pedido.
O estado desle lermo, era telarlo a paz e escitsez
dos gneros alimenticios, vai na meiraa. A nlubri-
JaJe publica porem a-bi-se em extremo alterada ;
veio nos dar as boat testas a feUre am h ella: cretef-
do tem sido o numero dos atacados, e alguna casos
funestos ja lem apparecido; o mal parece ir loman-
do rorpo. esperamos providencias do governo da pro-
vincia. He mais orna pena que oslamos sollrendn
pelas nnssas olTeusas a lieos ; estamos rom a fome e
pest, falla guerra, e a jolgarmos palos nosso me-
rerimenlos, a deviamos esperar a cada memento. O
nnsso vigario esla atacado de fabre ; ela' loria esta
edade enlregae no senlido espiritual aos cu lado-
de nm nico sacerdote, o qual, nao nbslanla n seu
/.elo e aolividade, nao podera'd-'-yinpenhar Uto gran-
ambas at lociadudei Raereio eu.lub... Eu puuco
ai aprecio, nao e-lou mais na idada das paitOes, s
vejo claranienle a pura, a descarnada realidarie ; en-
caro as Coasai como devem ser, e nao como aflo.
Concloo esle com a s-guinle declarari. Tendo
salnlo impresso no seo Ulario uc 2 "do pa-sado
urna puili-,;._i a podido assignada O Argos. o
allribuindo alguem a palernidale daquelle etcriplo
a mim : declino que nada li-nho coru aquella es-
cripto. (Jianlo entender que devo censurar o Sr.
Manoel Clemenlino por factos mal pralcados como
autoridade publica, leubo diposrao batante para o
fazer como cu,re-pun.lente ou corno cidadao, assig-
nando-me se preciso for: nao iou hornera de re-
meiidiuhos, e nem 13o pouco de perguniiuhat ; nao
he ilo de um cavtlleiro, he sim proprio do sataoaz
parahibano.
A le is ; al breve.
IS3DSC 2E4\ S
Abertura ai eaiattr.O Sn, Dr*. Praxedei
Pilanga, It izenlo l.uiz Carina, mlicos do exer-
cilo, pralicaram no da I da correule a abertura oo
cadver do soldado Israel Constantino que alli talle-
cer, rom o li.u de vori-ar o juio que baviam feilo
de qun a molestia que eonsumia aquella duenla li-
nha sua sede na
at enl anliis do peilo- i.lo he, nos lin-
de tarefi. Ss o mal ...lo declinar logo, acho cont- fe, no coraCao. A necre.cop.a real,sou quai com-
inenle que u governo lome alguma madida nesle pielamente a diainosil ; poit que os Sr. Ur-.
que os
roulraran o bofe e-quer 11 lo lo euJurccido, Je tur
ennegrada, e cheio de tubrculos, ja em h-.-iu. ,.,,
e a llierindo ao sacco 'pericardio qoe envolve o co-
rasao. Esle. com quanlo nao apresenlasse letao or-
gnica, como se presuma, em vitla das ivmptomas
que foram observados, e qae a iudicavam," nao des-
meollo com Inda a lappoilflo ; pois que es.a enlra
nha nao nioslrou molestia orgnica propria, nao
funecionava iiormalmeiile, o que segando a etplica-
S.lo dos aeiihi.-res mdicos, provioha da adherencia
que linha conlrahido com o bufe, e do aadureeimeu-
lo desle, que mecanicamenle o impoisih lilavam.
He astim, bem eiludando os stmptomas Jas molei-
lias durante a vida, e depois at" le-Oes nos cadveres,
que se pode bagar a ler bom cabedal da s-.iencia
Je curar, e ervo por consiguiilo um Jistinclo pra-
lico.
(uarila quebrada.yo sabbado a larJe Ires
linmens que putavam urna carrera, como de co-lume.
sem fazerem cato algom do que qur que esteja no
caui utio, rieram lio forte euconlru.lo ni guarila da
,,t. __ leiilmelli Jo consulado, que aquella foi abano, que-
a ? r T ,t\mf;i'c')i- e,f' ;.alc 'J""-1 l-rou-se, e segundo refere o co.iimaiHa.ile da guarda,
em ligura humana qo.z leiUar-ra. : a ninguem pro- por um tri, nao esmagou u.n preto que ..lava ao .\-
rne- 7t T b"".-di" '.'" "" Ca"Ce' m"""' """'. da guarda enlenden-
m m P ,P 'U< iyi',",:>* e *cf"u, l'or 'I qae nao devia donar irem a Tresna os laes Jesas-
mim, e que a uto eslava co.nproiuettido pelos pr.n- | ira i,,s, prenden-as a ordem do Sr. Ur. ebefe de po-
lica, e reinetleu-os a aulori Ja Je policial Ja diltriclo:
sentido. Niii parlicularcs devemos com reaignarao
supporlar estes castigos, motlrar-ooa caridnsm para
com os enfermse desvalidos, e irmos por et.es meios
descarregando taas culpas que pesara sobre mis, e
alcanzramos por esle modo a miaerirordia divina.
O commercio tem esla lo muito limitada am anal
operarfies. A quebr do Banco Ainericam lulluencioo
lambem nesla homn-opalhica parle da^mun lo ; o
aurar aOo lem prero, isto ha, o prt> que lia nao
da' para eobiir as despezas do fabrico"; os seiihores
de engeubo, alimeiilando-se em esperanzas, siao
enchendo os aeoa depsitos. Presentemente nao ha
objeclo de Iroca. O proprio rradilo nao etreo a ac-
tividade que Ihe be propria. ,
Bem apreciado,v-se que o eslado prsenle he lodo
eirepoonal ; se o novo anno de IKVS nao melborar
eile eslado de coasai, vai ludo mal.
I'i.unelli-llie ni minha ultima corresp.iu tencia
dar-lhe nolieia do resultad i da eleieo provincial
que se proceleu no dia 22 ilo patsado novembro.
Como Ihe di.se, sou eleitor, e como lal fui dar o
meo voto. Cheeando na vespera do da 22. loi abl-
ela porem comorehendendo que era bstanle para
punirn do delicio, se lal n ora. o lempo de prisao
decorrido desde a guarda ale soa residencia, e que
eslava em sua alijada solla-los, incontinente libertou
os mecos, que licam habilitados para nao sii quebra-
ren! quanla gairila houver por ahi, raas al quaula
canella estiver ao alcance das suas carTor-as. Nao In
nada como ludo mais he l.tsloiia.
Embugaiot.Consla-nos qai em slgumis mas
da froguena Je S. Jos se encontrara cerloi embu-
rujos armados de cceles, cerlameule para algura
lim siuistro. Consta mais qaosdo constantes as recla-
ceder ans desejos de Samuel, potto nada foe mais
perigosa Jo que urna viagem a Hespanha. Os ami-
gos Je Flamel, principalmente sua consone, empre-
. aiam In lo pira faze lo luud r de deler liiinacao,
mas u escriptur permanecen inalxlavel. Vellido
conlem utn segredo. o risco de ser despojado dclle.
Ah : ah ah dise Nicolao sorrindo, ja pre
v. eslas Jilliculdades. Em i nmeiro logar, em vez
de d'zer que sou proprielario desle esgrimni;o, con-
fessarei que he am deposito confiada a' minha de-
licadeza, i.iianl.i ao perigo de ser de.p'jado, ha
um meio muilo singular de prevenido, he nao se-
parar-me dos dous livros, porm guarda los em um
lugar impenelravel. e ao abrigo de lodos os olbos.
Mas enUo como podara' consultar a etse res-
peilo, e interrogar sobre as figuras invsteriosas t
Bella quoslo I liro ama copia de ambos os
livros; terminada esta, divido-a einmuilus parles,
o mostr somenle de nm e.n ora os folhetus qae
compiem a obra. Ouando cada sabio consultado
separadamente hoover dado sua opiniao. rconirei aa
apreciariet, e lera que uenhum tenln conliic maulo
disso, postuirei emlim a chave dos caracteres cala-
!n.lieos : a grande obra nao sera' mais am myslerio
para mim, e terei vencido lodos os oti-tamln--.
Penolrado de admirarlo pelo arrazoa-lo de seo
pmdente amigo, Eustaquio inelinao-se em simcio.
Mgurais horas dep"it deisa convenicao, Flamel poz
njioa a' obra. Trahal'iou ''uranio oiio noiles eom a perior, quando ella he bem acabad*, rernnea o enra-
mis profundo que lem havido,Kogerio Bacuo, clia-
toadu o milagro de aeu seculo, publicou um Opta
mtijus no auno de 1270 conten l a revelacao dos
aegredos iuau litos, com o aotilio doa quaos sa con-
seguira dominar lorias as Ion-as da nalureza. Etse
",',- majas, obra preciosa e rara, ropiei-o, esla-
dei-o palavra por palavra, lenho-o na memo-
ria.
Sim, Kogerio Bacon, feilicciro mellido por
ordem do papa duraute dez annos em urna masraor-
ra para espiar seos erros ; mal las opiniti fo-
rim cm 1-u,n na-, reprovadas !
Sua opima) demonstra inalhemaliramonle que
o oaro. embora seja corpa imples, pode er creado
por cerlas nperaees, e que o corpo humano pode
ser remocarin. Alem disto, acrescentnu Nicolao Iri-
uniplialmeiite, am.inli.la os sabiis darla sua opiniao,
e enm as privas na man cnufiudirei cnMo, charo
amigo, sos incrdula ignorancia.
Mas em lodo isto, perguulou Euslaquio, qual
ha a sua ambicao?
Oure-m. Ha duas medicinas : a primeira he
o elixir perfeilo, chimada a rnecina da ordem so-
penna o o pincel, e cora ardor infaligavel. Ten'o
c psogiiidn emliin etecular inin copia fiel rins daos
Itvrot mgicos, Nu-ol.io dincio-te loga, coran o an-
nuueiari, a' casa dos liomena mai labios da l.'ni-
vertilide, e Mibmolleu 'sua erudito os folbetos
epa-ados qoe a'ahava de faz*r. Haveudo dado iLrz
das a cada dout-.r para fojmuUr ama opiniao, o
Uoiis dias depoit, n digno amigo Jo iscriplor vul- etrriplor licou aoparenlemenle Iranqnilln duranle
"
Vida Diario n. 2>i7.
lou a' loja eablibaixo e sombro. Ten!o-se apra-
sinlado em lod-as as linspe tariat ,1o lurar, e lando
procurado por Lula a parle o voilu ealrangeiro.
liu-la I no soinenie c uiseguirajadquirir a prova de
que o Judio apparicra ese demorara muilo. dias
em Pontoise, mas que lendo os habitantes desco-
psse lempo ; porm n* resudado minea sua pacien-
cao humano. Medra servio-ae della para o pai de
Jasan. A m*alcna da urdem inferior he am elixir
destinado a aer derramado sobre o metal derretido :
pela aua aeran nblem-e barrai de ouro. Ouero pns-
suir essa medicina. Primeiramente bel rio restituir a
ripios de conciliac.lo proclamados e BoaMoa por I idos
aquelle que de boa f procu.-a.ani a uuiao, a fili-
cida ia da grande familia brasileira ; depoii de con-
versar alguma- horas rom os candidatos o pessoas es-
(ranlias a' quesiao cleitoral, rbeguei com sorpreza
ao coiihecimenlo de qoe o Sr. Ur. Felisardo repeilia
loda a iJa Je concillaran, e qoe anuiente a admiltia
onde a soa perniciosa inlluencia foase intaflicienle
para obler Iriumpho para o sea partido. Vi, li a 1-
ui i ra a chapa do I ir. Felisardo, lia panno para man-
gas, assim hoja precitao. O Sr. Dr. Felisardo Irahia
nlmenle a boa f do parlido conservador em Ma-
raanguape, issignoa coulraloi, comprometleu a sua
euiregando-lhe os folheloi da ana copia. I m decla-
rara qua o esgrimanrjr nao linha iiaubum senlido.
oolro fomenta vira nelle formulas para chamar o
dira.iiiiu, um lerreiro zumbara da credulidade do
escriplor, e tolos Ihe baviam dado ai cusas mniln
impoltdaraenle com urna indtflereiira capaz de fazer
desesperar. Uepos desae bellu resultado Flamel leve
deiejosde laucar ao fogo os d,os livros magteot, mas
antes Je executar essa resolut-.io ettrema, etaininou
nu\ameuie as imageus cura atlen;ao, e inedilou
muilo lempo sobre cala hieroglvplio.
Nao etclamou com convrro depois dete ei-
ludo, estes livros nao conlem urna menlira. Nellea
n.lo ba feitlraria nem invocarnos aot demonios ; mas
conlem realmente o segredo daalebimia. Para com-
pletar a obra somonte falla-me a lercoira parle, e
lilie/ essa parte coutenha uina chave, ti -.a etpli-
eac.3o.
XXVII.
Apezar dos desengaos que infiria, Flamel resol-
veo perseverar em seut sforrns esperando que o a-
caio fana uascer cedo ou larde um* inspiraran reve-
ladora em seu e.pirilo. todava a paitao'do ouro
ndo era em Nicolao um senlimenlo do cobija. A ter-
nura cega que alio etperitneuliva paralcom o filho,
era qe nsp.rava lo escriptor loda essa energa, cuidando em sul prosporidada futora.
I anrio-llie tjuilherme declarado o amor de Gaulhier' gu an lermo de
para com Leonor, elle senlira a principio um pezar do Compoilella.
COMARCA DE GOIANNA.
* l*V de dezembro.
Ijm brado de loceorro, qae de seu careare no ng#-
nbo Pao-araarello dirige ao Etm. Sr. presidente
da provincia a limara liberta Rita no maior luga
de angustia e alllicj.lo.
Sabem lodoi na povoacao de N. S. do 0' quo leu-
do meo bom senhor. que Dos leoha em gloria, ac-
commeltido do lerrivel fiagtllo do cholera mandou
chamar algunt sius vizinhos. e porania ellei em teu
ltimos, e bem tristes instan!.. de vida, declirou en-
tre oulrai couaas, que rienava liberta a sua escrita
Hita; enlregaudo seis horas dapois la alma pura
ao creador.
Ora sen lo essa declsracao l.1oiolirane,julgaei com-
pleta a mulia veniora, por paisar da estado do ca-
liveiro para o de liberdide.
Terrivol decepc.lo l
I m cunhaio de meu bom senhor, jolgando-so
comdireiloa eer seu herdeiro universal, para Inga
inrisluu a laura conlra mim, a conlra orua lobrinha
do meu bom senhor, que se consumi minha pro-
tectora ou antes meo anjo da guarda. A forja apo-
ilorou-si de mim,chaman I --me ana cscrava, e amea-
cando-nie com surras, o cora vendor-me a algara se-
nhor rio engenho tigre. Vendo minha proleclora
que minha libar la le enava em perigo, aconselhoo-
se eom o Ur. Florines advosado na cidade de Goiau-
na, e esle un me talamente requere., o toqueslro da
nimba pesaoa, alin de que eu b-m garantida pidei-
e mover conlra esse meu lyraiiho aceto da reduc-
'.ao de lestamenlo nuncupalivo a publica forma.
I-rilo o depuiilorie minha pessoa, e posta a icjao
m jaita, o meo t\ ramio, romo que moderou sua sa-
''- c '"<" contra mim. Mas, com maito n o di-
go, recra leseen em odio contra minha bemfeilora, e
em nm dia a espanroa em saa propria casa : pelo
qoi apresenloa a minha proleclora urna quelxa em
juila sendo secusador cora lirenca do joito no impo-
dinieiilo da queixosa, o me-mo Dr. Floripei.
\ en lo o meu 1% raimo que os trabalhos Ihe cres-
ciam, asientou que se demba arana de lado vea-
den i-nie a aigura poderoso do lugir, qse eslivesse
a eavalleiro das autoridades e da lei, para assim ad-
quirir a dupla vaulagem de embolsar o proejo da
venda e adargar-so eom o nome e valimenlo do
comprador contra as acc.oii civil e erimiiiaet pro-
posias e.n junho. Atsun aconlecoa : vendeu-me a
Manoel paulino da Cunta Gouveia, rendeiro do
engenho Po-Amarello, pelo commodo prejo de
)" W, s ib a i-.iiiI;i;,1j de sustentar a lide contra mi-
nba liberda le, e de prolego-lo na aejao criminal.
Feilo este pacto, inmediatamente Mmoel Paulino
da C. G. roqner io Dr. Eslellita, com quera moilo
P'ivava, que, sendo elle meu comprador, nao po-
da consentir que eu eslivesse om poder do deposi-
lario (enenle-coronel liento Joi das Neves Wan-
derley, que anida abonado por ser lonhor de enge-
nho nao era chao, e que por isso fosse removiJo o
meu deposito para outro Jopositario chao e abo-
gado.
Passe mandado, foi n despacho do juiz, a eu fui
irada do poder do Icneiile-corouel Beuto, senhor
lo eneenho Canabrava. onde qua i _u goza va dessa
liberdade lao gallada c appelecida por lodos mor-
mente pelo misero captivo, e fui depositada, quem
n dira cm poder do bacharel Virialo Aurelio da
Ceahl Gauveia, irmaj de meu novo (yranno Ma-
noel Paulino, e seu ioco no engenho, qoe mora na
mesma casa Je vvenla com o deuoailafjo seo ir-
lo:::
Fui logo, como sa devia esperar, e foi coucerla-
Jo entre o comprador e ofli-iaes da remorao com
u-sniiniienici do juiz posta a' disposi;ao rio irm3o do
'l'pnslario. Eale molemlralado como eram IB abra-
iaas caplivas em Ierra de mouro-. Ah '. porque nio
morri no mesmo da, o hora em que meu bom io-
ohor, asseutoo fazer-me reliz Pelo meooi nao
extremo condecen lo a distancia enorme que sep.ira-
va o pobre filho da Sara de urna moca que partencia
a uina daa casas mail antigs de Franca. Depois de
ter .11, Lirado ett.i piulo, a seu ver louca e sem es-
peranza, a (er visto b.ilJados os raciocinios, pelo
amor Je Gaulhier Flamel etaminaia friainenle o
estado Jas cuusas e calculara com aoJaeia os meios
da fazer o filho vencer a distancia que o separava de
Leonor. I. uno o ouro possuia no seculo XV o poder
mgico de la/-r prodigios, o escriptor quiz possuir
Ihesouros.
A Tonlade ptrseveranle Je Nicolao e o Irubalhos
a que elle -e enUegava licaram iulluciiferos, e a ins-
pir.i.;1u nao veio em loceorro di soa impolencia.
Com mais alguns mezes do desengaos Nicolao leria
ciiouciado a toda a esperanza. O eco leve pieJaJc
de aua eoragm l.'m Jia, que o escriptor eslava
muilo abalido, recabeu orna missiva. I'm pobre ci-
gano de le/, queiraada e vestuarios rulos apparecea i
porta da loja, entragon-lhi um lullieti, e desappare-
reu logo. A leilura des-e blhalc causou a principio
a Flamel nina alegra infinita, l'or elle Nicolao soo.
li qu- o pai de Sira tn lo sabido felizmenle do rri-
no de Franca, achara emlim um refugio em San-
ru.io m-.'ni e nada I Prefer tido embriaguez da
alegria, aos loucos e etlereis prazeres desle mondo o
reliro a a Iranquillidade da aljpa, liqu-i pobre, li-
vra da miohas paitei e doi vicios dos homens,
do ir depois desla vila para as regos loperiores.
como romoiro, e munido de birdao elle de.tou a lu- Tu qoe fosle querido do nimba lidia, renuncalo
ji. lernelle consternada. Gaulhier quasi reslabele- ries-jo de potsuir o segredo da cabala. Promelti a
o. e aparloa-se de Part Jopois Je lar promellid.i i Sara, e obeJ-cerei se o etigire, mai lomete o phi-
losnpho he digno Jetia iiiiciacao.
Mainel uavia estas palavras com alinelo reli-
lioaa.
Nao he pan mim que Jisejo as riquezas, res-
punJeu elle ao velho. Laborioso e aem uecesiidade,
nao (enho looca ainbicao. Mas Gaulhier araa urna
mora de familia nobre. Entre riles a distancia lia
immensa ; nao podando euche-la com ttulos, qoeru
sapprimi-la a' forrjs de riqaezas. NicoGo contou
eii.> a Samuel o que Guilberme Iha diueri sobre u
amor de Gaulhier para com Leonor.
G lulhier he o lilho do Sara, disse o velho eom
melancola, alie salvou raeus dias, lia de ler o mari-
do de Leonor do Malessx.
Depois dessas palavra-", Mmoel refleclio, c tiran-
do alguns papis a om livro de formas extraordina-
rias, do lando de urna caitnlia occulla debati do
Iravesseiro, acretcenlou :
Estes papis signados pelo conde de Malessy
sao os lilulos de -minas importantes do que-elle a-
inda uie ha rievodor. Ha anda oulras dividas nessa
eaiiinha, Berry, d'Orloans, os maiores iiomes Je
Iran-i rerorrerain a mim. Portador deslcs papeii
seras ererior de lodos. Ho -ni i a esle livro. conli-
nunu o velho abrindo dianle dos olhos de Nicolao o
volums que tirara da calimba, conlem a lerceira
parle di ubia ra-alislica, e em suas ultimas tullas
a chave das ligaras e dos hieroglvpboa. tgora ja
qoe persistes era penetrar r.-t- jnlarioa, vuu dizer-
le aquillo que os livros ndo le revelarain.
O I-i a-lna ontre-'ou a Flamel* os papis, a caiti
nha e o litro. Uepois recolhta suas fur a si o escriptor, e duranle urna hora doa Ihe lodos
os segredosda grande obra, i.'ujinlo acabou ella
acrescenlou :
Agora ja cunipri a promossa qae Sara levou a
apollara, pao ir reonir-me a ello era ou mundo
inelhur.
una rica ollera a S'.inl Jacques Je la Boucherie pilu
bom etilo de sua vi.L'em.
Nao leudo Samuel fallado em tul missiva do livro
que perder, Nicolao serapre cheio de previdencia
leve o cuidado de deixa-lo no fundo de seu escon-
drijo para sutilrahi lo ans acnnlecimen'os da viagm;
mas lavan eom igo a opia dos dout volme-, espe-
rando obler do vtlho a eiplicacao dos hiernglvphos.
Hamel leve logo motivo para fiear grandemente sa-
lisfeito de sua prudencia. Depois do haver viajado
una semana em paz encontrn um bando de ciga-
uos, e vio-se despojado nao somenle da bolsa, mas
lambem da copia dos livros preciosos, danrio-se p .r
felu de ficar assim quite. Apezir dessa rircumstan-
cia deploravel para o seu gruido corarao, Flamel,
iln em dianle ao abrigo dos ladinos, c'inlinooa seu
caminho, a conioloue not das do jejom for(l ;o
Emlim che-
-it viagora, isto he, a Sao Thiago
A penevarauri do escriplor nao fui esleril ; mis
se um s rila durante aua viagem elle houvrs-e ee 'i-
1 do a faliga uu au desalent, teria visto dosvanece-
j rem-se ludas as suas espiranc.at, porqua o Jia Je sua
ebegaria foi o ultimo da etislencia rie Samuel. Ten-
do comeguido sem Irabalho dtscobrir a hibitacia do
velho, I l miel p le appaiecer a lempo para recolher
as ultimas palavras e ai revolai-rs do veneravel
l-raelili, que se achava esleudidu sobic am k-ilo di
Joros.
Oove me, dsito o moribundo etlendondo ama
mao descarnada a Nicolao para allribi-lo a li. O que
qoeres lab-r, recui dizer ios maiorai fi talgos da
Europa. Nem us lofliiinentos, nem is torturas po-
deram arrancar-me a revelacao dos labios. Porm
vas saber rsse segredo. F^.rutando a ull rna vontade
do minha filha, etplirar-lo hei ot maiores arcanos da
Cabala ; algumas palavra ser.lo sullicienles. Mas
anlesde iniciar ten espirito nesse mt Icros n.lo pos- I
to deitar de rogarte que renuncies ao deiejo de si- !
ber o que prometti a Sara eniinar-ta ; liara niinlia ,
pilavra, consona la feliz ignnranria.|Mas lu snrris, Je Gaulhier.
I lamel licou mu paniativa, depn nube rom os
ilhoa batihadoa de lagmnas qual ba o tim da rrai
1 birlo que era am Israelita, elle apenas podera evi- I mais phautasticos l.nuavam-.j em sea espirito, e
cil offriri perplexidale mais peniveia. Contando j porui vot nao as comprehenderia. Antea de fa-
Bl lia-, as hora, e os minutoi elle viven pelo menos zer-lbe conhece-las, quero ler a opin<3o dos doutn-
um tecolo duranle ee< dez dial. O dessiento, o res sobra os preciosos livros. Arnanhua sera' o meu
orgulho e a alegria li-puiav-m allernalivamenie en-
Ire si sena pentamenlos ; os caslollos a os sonhos
laude e a razio ao nosto amado senhor Carica VI, i Thiago de Compo'telli, isto he. ni Galicia, provin-
depois enchere de thosoaroa as caitas do Balado, e Cla ''' Hespinba, e que o velho m ircava-lhe um pon-
Gialhior sera' algom dia o primeiro h ,mem do rei-
no depoit do rei Tenho tambem oulras esperancas
Iriumpho, compadra, al amanba.
No dia seguinle Flamel eslava mui triste. Todos
os sabios interrogsdos linham erguido os hombros
lo rie reun,lo para una entrevista neste lu^ar Unto
mais imperiosairiente, porque annauciava-lhe seu
fim prximo.
E-a onlein era seguida dj pro:r.ea de iniciar
Nicolao
lim de q
Flamel relleclio Ires dias sobre i-vi mifllVB, e de- soaros ; nao o tiz por dedem, por despre/o dos go-
poij de ler melilado solllcienlemiute, tesolveu ac- I zos haitianos, pois o fundo Je cada coosa nao conlem
nao podes compre!.ender-m". Tambem quines ooro,
tonnas uina riio-i lade eleri, i I Ufana to a.piras a
lirar ,t. mloi ib-ia. dessa lana de tolos os uiale ;
l'-ns desejos para salifazer, vaidades para loriar,
paitcs |iara siriar Collado por ventura a exis-
tencia, lal qual os liomeus a sollri.n, n.lo he sullicieu-
lmente cbaia de lllosdei vivar nfla he toiTrer, nlo
he aspirar ao repouto dn imnulio 7 Qoeres < uro para
nos ugridoi e nos myterins cabalis'.icos a- goior o elevnr-lo, para corrom; c; e ladutir, aberr.i-
qoe podne fazer a grande obra. ';!u F.u, pobre procriplo,tena podido pr-ssoir Ihe-
Esaa ultima confilencia eigolou rs for^n Je Sa-
muel, porque acab.ndo-a o velho rituou cahir brau-
dainenle a rabeca. fecbvu o olbou, ciutuu os bra-
r o.,re o paito, e mu le\e tup io ccapou-lhe dot
labio.-. II telhu Itraelila eslava morto. Nicolao vi-
giou ebre ot retas do pai de Sara, e depois que
enmpiio para rom elle os ltimos deveres, vollou
pora a F.anca, liazct.Jo os papis, a caixiuba o o li-
vro cibalisiicii.
r )i/i)titar-?e-fta.)
MUTILADO


(mil*
l
MiMO IAJ BO OfAnTA "*'* 01 nFZKMIBO M^ lMi
"liteni larabem ...mino esa mollier tt)o, que por
ni ib l.em, aitratiio sobre si lanos mil'1- !
Smi, Eim. Sr., logo que o mualio a poderoso
Manuel Paulino, mcu segundo lyranno, etten-
ileu en braco valedor e acenou de lon^r, par prottado rehuan e a' sociedad em [pojuea, (ira-
Tila1 e Bciorro.
No uhiiuo de.les limare* n digno mi oriou, dorante 15 diat, um grande numero de fie's,
que vinltffm d* muitns pooloa ouvir a-* poll*rai la-
ca.... lila, no Olvenlo ld Reite, 1 :i de trvereiro
de 1721.
Anda poTor-se-l.a presentar casos deala iialiireza,
li ni rcenle*. A Alli'iiiauha vio no anuo I85 o ju-
ven eon le le Bulo, desprezar sua familia, para en-
son a qaeixa dad.i por minu protectora a Sra. I. Irar na eompanlna dos Jeaulas, rumo simples irroflo. gradas que sainan, da sua horca ; racooci loa 'a ninior
Angela de Mes-i,is, ronlra o mea primeiro lyraituo | A Auslria olmava a condessa Francisca Szechenve, I porte dos moradores daquella DOToaCIO, que se
e leu espancador ; e apenas ha mala de auno p.'. le j viov do con le II ill.yani, resignados seus lilao-, e aclinvain intrigados ; fe/ um remilerio cercado rom
dar Ire ou gualro late.nimbas ; e com molla dilll- I depni .le liaver di-lrtouido 2(1:000 llorn, a eus er- nina especie do muro tollo de pe Iras, cun um sl"r- U inimizades nesla freguezia, em quo desde muilos | esta ebrio ou doudo hn i urall
toldad, pode ra dar as se. lesiemui.has na* aceito | voe aggregado, cun.agr.r-.. no anim 1856, a lieos, ro de :> palmo, na parle Interior, e.u comeqoencla annos serve como coadjucior, ou como paradlo in- i Ihanles furtos, mo s m.nltratou a mdiber
de rtdoecao do leslamenio noncupalivo ; porque o no convento da. irmilas do candado, fundado por e la do Ierren ser da pedre-nllto e uno pe-mullir que se
Ur._Varalo, roen, depositario, o' n eomprador Ha- em Pinka. aliraiti sepulturas. O c.milen.i leni 200 palmita em
adiierqaanlo ao 1'queslio, que ratidlndo eu Res-.nado como chefe i.i freguezia do Apodi, lia mais do 5 anuos, e como Ojueixar-se do capitSo do oitavo batalbflo do
juiz do di re lo desta comarca da Miaorida.lo, viven- | ,,nha A"'<>'iio Jos Lauca, o que passa a es-
do alternadamente pelos diversos termos .la roesma, Pra 7* Ex.0, Honlem l0 do ""'ente as 7
nao vi, nao ouvi, nem M, quo o reverendo suppH- i *"*' V ** SS? ? E"?* ?H1 '
., ,. iii ponto de incoiumu lar tola a vizinhanca,
cante suslenlasse, ou nulnsse conlendas, discordias,
causado pelo referido capilo, quo s quem
noel Paulino, aonteguiram por lal elle nugneltsar
ao l)r. Eitellite, que esle obedeca aos .eo capri-
cho, com a lueiroa promplidan, com qoe o soiam-
hulo obe lece aos acenut o maf neli'adur.
I'elo metmo niolivo nao qnu meu advogado re-
querer a ni nha reiiiicAo para oulio depaeilerin.nem
diier afinal na causa de reduce* do leilamenin de
rueu buin seohor, emquenlo durarse a judicatura
do paiz com quein lano piivavam meu. per.eguido-
ree, e ulu a de.peilu de saber que eu viva e-pan-
cada, encorreul.da, encarcelada, e em Irabalhot
forjados, segundo alrmavain alloma, pessoas que
nie viana no nflnlio o eolre o, uacravoi du lyrvii-
no na planlacan ou limpa de calinas.
Mas apenas lomea c na d vara municipal do I"
sapplenle l)r. Joaquim Francisco Cavelranli Lu-,
ineu advogado, raquereu minlia remoeao, que sen-
do deferida nao leve logar, por qoe o depositarla de-
clarou, depoit das 21 horas que llie foram auigna-
das. que eu linda fgido com mdo dos olliciaes.
On I eu fogir Ileni quicra 1 Mas como quebrar
meus ferros, e illudir a vigilancia do guarda du-
rante o dia, paesando a noiUs em carcere Ab se
en pode futir lena ce runente proeurado a caa
de minlia proleclora, ou a domen adeogulo !
Requeren por isso meu advogado mandado de pri
Su cunlra o depositario que foi deferida na forma
da let; e indo o onViaet eiecutar o mandado, nAo
aeharain o depoiilario, que se occolloo, romo certi-
ficaran) os olticiae. O que lazer enllo '.' Iteqoerer o
juie auiiho de forja a lina de verse preso deposi-
tario, ou intimidado me enlreuava ao juii !
Fui deferida a pelirAo para ser cercado e varejado
nengenho, cora forja do destacamento ; o indo a
forja coro os ofllriae, nao encontraren! neru o de-
positario nem a miro, que fui mandado alia noite
para cata de um prente do depositario, e de mea
tyranuo, sempro em ferros o stuipre vigiada como
um martyr de Marrocoa.
Porem dir V. F.vc, e porque recorrer a mira leu-
do a comarca autoridades, civis e enminae*, o uro
delegado militar com Ion.a a sua di-posn.-Ao ".' Ah .'
eeiihor ; he verdade qoe o Hr. Lilis e o major l'i-
nheiro tm se eoberlo de honras e glorias, ajudadns
lelo mui digoo o brioio Dr. promotor: lie verdade
tambero que o Sr. Dr. jun de direilo lera reprova-
do etses altenUdos aciniotos centra e leie a autori-
dades, o qoe esti ba-lanle nenie magoado, segundo
ereio, e se meo bem estar eslivesse dentro de sues at-
IribuicSe, tslve en ja nao gemeiia. Ue verda'e li-
nalmente, qoe lud a coir arca repiova lAo inquali-
ficavel procedimeolo inda nao visto al hoja no la-
gar ; mas, senhor, quasi qoe elle (em esgolado os
recurso da lei e da auluridade, e o que mais podem
laaer he repetir a bases no encenho pera a pri-Ao
do depositario, o qco elle empre illulira'; mor-
mente agora que irritado o depositario, e seu jrmao
ruaii ajgans prente pelo cerco do encenho, amea-
jain ao juiz major Finheiro com Voc li -de pagar
i-tu ludo, ao meu advogado com jnrullos, c inju-
rias em algum jornal, atteverando e protestan ln que
a queslao Hila he queitao de capricho, de honra e
bro de familia: e minha proleclora ja esla' eihaurida
de dinheiro e por issotemo nAo servir de Isaae sacri-
ficado ao furor do meu terrivel Abro, e recorro a
V, Eic. como o mais forte da provincia, pediudo-
liie sua protecjAo, e que no meu sacrificio tome o la-
gar daqoelle, qoe no sacnliciojde Isaac sospendeu o
culelo de AbrAo prestes a descarregar-se sobre seu
innocente lillio.
V. Ec. informando-te do Sr. Dr. juiz de direilo,
que he om dos mais bellos ornamenlot da magistra-
tura branleir, e esle dos jaizea e do d gno Dr. pro-
motor sebera' que he verdade todo quauto allega a
misera e roesquinha Hila.
Ja se preparam, senhor, denoncias contra o juiz
major Finheiro, que tuccedeu ao Dr. i.ins, e qoe le-
ve o arrojo e liombrHad de mandar cerrar e vare-
jar o castalio feudal de Fao-Amarello !! Em fin lo-
dus que so tem inleressad por esla infeliz lem de
sollrer jongidos ao pelourinho. Blas lodus querendo
podem zuiuliar das roncas e bravatas de meus per-
seguidores ; mas nao assun a miseria captiva, a des-
dilosa Hila.
Heleva que V. Esc. saiba qoe o meu depositario
lemlo diio, que roe havia evadido com mede dos <>f-
ticiaes, confessa agora em urna petiro feila ao juir
o por elle mesmo assignada, que eu fui capturada, e
qoe por issu requera remojAo psra nm prente.
Mi senhor, so querem pareules prameos de-
positarios, e prenles que me entreguem ao mesmo
comprador. Alas eo quero qudquir depositario que
nao seja prente ou amigo do mea lyranno. I'ejo
Kauco, Eim. Sr., p>r que V. Eic nao ouvira' me
rado de soccorro '.' Sim ; eo o espero, se nAo por
miro ao menos pela liumani tode.
Keleva mais observar a V. EkC que os meos l\-
rannos Ao sobrinlio dp Sr. commaudante superiur,
mas do numero daquelles, que sempre o lem guer-
reado puliucamenle, o crin qnem o nobre comuien-
l'oriugal, em summA, nos aprsenla a joven Hele-
na do Mello Manual da Cmara, filha do conde da
Silvan, reiislindo as ioslaucias de familia, deiiar a
hdalguia, ornar-se dos hbiles de irmaa d oarida-
de, e dirigir-sa a Para, ueste anuo que corre, em
companhia do padre Elienne, superior geral dr mis-
-i" de S. Frauoiico de Paula, alim de preaenciar os
ejercicio da comroanidade, a que cora espontaneida-
de s ligara.
Estas vacajdet i.io pronom-i i :,i-, revelsm quanlo
a claosura lem de soave, doce e sanio !
I.minoremos qaanto j este escriplo vai lomndo-
se proliio, sem enlrarmos no assumplo principal.
(Joerrmoa pois tratar de um Pernamliocaoo illustre,
que, depoi de fruir a delicias do seculo, anls do
secuto dospreza-lo.tlle o abandona, abandona os seos
encantos apparenles, e val esololo recolher-se ao
convenio do Palnarcha de Assis.
Eis pois a soa hingrapliia.
Fr. Paulo de Santa Calharina. chamado no seculo
D. Paulo de .Maura, nasceu na cidade de (Hurla, da
provincia de Pemambacu no anuo 1571. Foram sem
progenitor D. Filippedesloara, fidalgo Florentino,
e I). Genehia Cavalcanli de Alhuqnerqoe, de r.obre
estirpe, nao s pela parle paterna do Mouras lAo fa-
mosos na historia da Castalia o Portugal, como pela
materna, de Filippe Cavalcanli, lidalgo F'lorenlino,
casado rom D.C descendem o Cavalcaolis de Pernamburo : diz as
Memorias lliitoricas do Sr. i, una ISu celebrado no
reino e toas conquista, o dos qoaes era primeiro
nelo. Conla seo segn io avn a Jernimo de Alhu-
querqni', canhado de Doarle Coelhn, pnmiro dona-
tario de Peinamhuco, com quem easou D. Untes de
Albuqoerque, irroAa do mesmo Jernimo, e av D.
Alaria do Espirito Saulo Arco-Verde, priuceza dos
Taha)ares de Olinda, familia do Cacique, oo velho
director dos I odios, a que chamavam Arco-
Verde.
D. Paulo de Moara, aisim cenhecidnno serulo,
conlava -* annos de idade quando deu a m.iu de es*
poso a soa prima D. Brites de M-llo, e leve como
fructo desle :onsorcio urna nica ti lia chamada Ma-
na de Mello.
O co o sgusrdava para outro estado, qnizque
elle primeiro parlicipasse por dona annos t dojura*
qae olTereciam os lajo de hvminco, para depos
fruir as fadigas du claustro.
A mor! prematura de sua consorte, foi em ver-
dade um golpe que o ferio na parte mais sensivet do
corajAo ; Iruuieram-lhe amargos pungentes e penas
dolorosas.
Ahi conheceu quilo momentneos sa> os prazeres
do mundo, appsrenlrs teus fruclos e ephemeras sua*
glorias ; reduzindo se alinal loJus essea encantos,
que lascintm os morlaet, im iiloeao, raidada, e chi-
meras, como diz o Apostlo. Klle presta seria at-
tenjAo as palavras d Jess Chrisln, qunndo diz, que
aquelle qae quizer ailingir a perfo rAo, venda o que
possue, ii ao pobres, e o siga : qu aqueiie que
deiiar todo por amor deile, leceber cein por um
do que pardea, e a vida eterna como maior lecum-
pensa.
A--'ni, pola, resoluto I). Paulo, da' a9 cosas ao
mandil, despreza o brazAo de soa familia, foge do
coromercio dos homens, deia os sdomos de sua ca-
sa, a vai prneorar um albergue humilde, para ler
vida aotlera e penitente. Escollieu o claustro do
patiiarrha de Assis, e pedindo ao custodio da mesma
ordem, Fr. Leandro de Jess, a sua admissibilidade,
receben dtsle piedoso prelado o grosseiro saial, na
ve-pera de S. Miguel.
Passou o anno de provaees no convento de Nossa
Senhora das Naves de cidade de Olinda, e proles.ou
a regra Franciscana, no dia i9 de selembro de 15%,
contando L22 annos de idade, incompletos.
Levado a elTeilo o seu vehemente anhelo, Fr. Pau-
lo nao esla' com ludo aatisfeilo de deiiar os p ren-
lt e amigo*, i|uer deinar lambem a patria onde nas-
ceu, porque nella enconlrava graves embarajos a
seus prugressns espirituaes.
Ohtila licenja de seu respectivo prelado, correa
Portugal e se recnlhe a' casa capitular de tua reli-
giAo, para onde se passou.
Admillidii ao collegio, faz os sens estado regula-
re e colheu uina *nmma de ciinhecmenlo". Foi
um dos pregedores famosos do seo lempo, cujo mi-
nisterio eierreu com crdito, applauso e grande
frnclo ; persuadi rom o solido da duutrina e com o
eiemple ne sua vida.
Promovido aos empregos c Mrgoi da ordem, f .1
eleilo guardin dos conventos de Nessa Senhora da
C-i.lanhe le o de Sanio Anlouio da Merciana, ero
Portugal.
Cnncluido o lempo de seu eove'no, lAo boas pro-
vas den de -na inleirrza e solicitado naquellas Com-
mis-es rlaoslraee, que no capitulo celebrado a 1 i
de Janeiro de Ifil7 foi eleilo custodio para o Brasil,
o oiUvo que conluii a orden Franciscana. Parti a
desempenhar as funcj&cs de ua all dignidad?,
dador nAo tem a mnima relarAo ; porque elle di- Com fervoroso zelo se hoove nesla pielazia ; aierlo,
temque a mello i her.mja que ieo pai Ili demou
loi o odio que llie votavim, e nAo davido que se
elle aqu e-livesre eu leiia mais um proloctor, e in-
da o espere).
Finalmente, Eim. Sr. sooo a hora dse abaterem
orses potentados de alopias. S. M. I. cujo palrocHiio
tambero invoco, o qurr, e V, Esc. o po le fazer poj
bem dela cumarra orprimida lano lempo por
eises vampiros. E Deus lambem o quer por qoe, elle
deposuil ptenles de sede, el ealallavit homile
A liberta Hila por seu advogado,
Diogrupliia de I). Paulo de Mouta, depois
Fr. Paulo de Santa Catiiarina, natu-
ral de Pernamliuco, religioso da ordem
seralica, terceiro av de Sebastiao Jo-
ne de Carvallioe Mello, Marque/. deldrnT
IV mi ni. A importancia de seu aervlcns foi osss's reconhe-
O desengao do mondo, o falso hrilhar de MOt | *? J ^L'?.f' a.q".e P'.r,""-ia' e ''.'* prudencia e orbanidade presidio sempre os seus af-
ls. Empregoii lodo os seus cuidados nao sn no
bem espiritual de seas religioios, quo sobremaneira
Me tribulavam as mais elTerluosas homeuagens e inal-
leravel nbsdiencia, como ain la no hem material dos
conventos cnnfhdns a' sua solicilude.
t) convenio de Nosa Senhora das Neves da cida-
de de Olinda, foi onde elle mais deriirnu-se e dea
provas irrefragaveis do seu zelo e consummado des-
velo : mandou levantar a paredes da capella-mr
daqnelle templo, bem como fez preparar retabillos
para os aliares, e. finalmente com o ma:ur esmero
empregou na cesa de Dos todo o ornaln, eceio
e decorajo que permltliam as clrcumslencias do
lempo.
Depols que lerminnu as fadigas do seu governo,
deiando sau lesas recordaros, tornou a' Portugal e
apra>entoo-ee na anlica casa capilular de sua or-
quadro, licando ainda um ralla de parede por con-
cluir-se. e se levanlou um cruzeiro. Fireram-se mi i-
ios casamentes] e baptiMdei. As contisiAes nAo foram
em grande numero, porque um l padie nao pndia
dar vsso a um grande numero de devolos que con-
eurriam para coinprir o sanio precedo da peuilencia,
apenas um paire daquella fregoeiia s presiava a
ruiil---ar. Tiraram-se de esmolas para cemilttin
a igreja setecenlos e lanos mil ris, pagaram se os
pedreiros, carapinas e os lijlos para la Inlhar a igre-
ja, e licou a quanlia de 65l->'iOII, que se entregou ao
llvd. padre vigano para com luir n cemileno e os re-
paros que fallam na matriz. A mistan foi sempre as-
sistida pur una grande concurrencia de povo, e lu lo
iieou em santa puz, uao constando que exista intriga
nluuma.
Em liravali, a propagajAo da palavra divina pelo
incaniavel missiouario cumejou nu di 11 de no-
vembro e duroo II dias conserotivos, resultando
desta propagajAo infinitos bens. Com efieilo, o povo
ilaqaells lugar vivia em grande divergencia, e a mr
paile das intrigas que torna esle povo dissidenle,
provnin do mulivoe polticos. Enlrilanto Fr. s ln--
ti.io. 11' com a forja da sua palavra, ja' usando das
suas ii..uieiras doceis e im nu,ui.s, np.rou urna ge-
ral rtconciliacAo. Fizeram se ainda 33 casamenlos e
pouco mais oo menos 10 baplisados : o c>milsrio li-
ruu muilo adianlado no srrvijo e ja' esta' banlo.
Para a faciuia desta obra e roncerlu da linfa tira-
r un--c (i-j'.i; de i-mola- : o povo daquella povoajAo
licou mullo compungido.
Ero Ipojuea o digno missiouario, a' fenle de oro
grande numero da liis, coneagrou urna semana m-
leira em remover urna muntanlia de pedra e cavar
o grande enlulho que etistia da anliga malri's, tra-
halhnesle que s podia ser ejecutado medanle o
poderoso auxilio de um ungido du Sondar. Csv.irsm-
se us alicerces da nova mslriz, cojo caixAo tero II i
palmos de comprimento e \H de largor. I.impou-se
um lugar, para nelle se construir o cemilerio, cii|0
perimelrn te a ha ludo fechada em roda por um va
lado, levanlou-se ahi um cruzeiro, assim como nu-
tro em ponto maior oo paleo da matriz. Fr. Selias-
li.io ao reltrnii-se deiioa rea e barro em lal qoanli-
dade, qae lolvez seja sufficieiile para luda a obra, e
dous coulot e Irezanlos e tantos mil reis em dinlei-
rn, proveniente das esmulas que lirou do chrisma,
e c-ta qnanln foi entregue o Kvd. vigario da fre-
guezia. Ue-ap|.arecer-m muilas inimizade, e o nu-
mero das conlissfies he incalculavel. O chrisma doroo
os uliun., cinco das da missAo ; e depois o Rvd. ca-
puchinho se reliroo para outros pontos acompanhada
das saudades de lodos aquellos que tiveiam a forln
de o culi, n r e onvir,
Eit em resumo a descripjAo dos Irabsllios pralica-
dot por este virtuoso sacerdote nos ltimos tres pon-
to que mai cima citamos, os qoaes Irabalhos rio
Ido imporlanles e mmencos, que so o santo prestigio
da doulrina ele Jess Chr slo os pude operar. He
um tributo a religiAo do Crucificado e uro servirn
mulla importante preiladu ao paiz.
I'm thristiio.
&ott&p0nbttuia.
lerino, nem nesla comarca, o quo apenas so pode
ler dado nesle genero, lie o csfnamenlo ou reservas
de .ligninas pessoas menos tolerantes em poltica,
pois que. o supplicanle como ri la.lu, tem semjire
-tilo !iluiTn ,la poltica conservadora, ou saquarcma:
he porm rerlo, que de 185.5 para c alguns mem-
bros da familia, frere o da familia do reverendo
.loaquini Manoel de Oliveira Costa, em bem pe-
como tambetn tula a familia em que o mos-
tno capitao he castado, com palavras inju-
riosas o olTensivas, o alarme foi tal, E\m
>r i|iii-acu lio mais do duzentas p^ssoaa,
eolfi! essin lo la vizitiliat.r.i, alguns inspec-
tores de quart' itilD, a sargento da guarda
nacional aquartelada e apilos pela ra, acu-
di apa trulha do cavallaria do Itnlia com-
mandada por um prudente sargemo, o que
queno numerse propozeram crear espontanea- i fez dispersar o povo e mandou por um so|-
menle tima cruzadacontra o supplicanle, com i dado dar parle do reTerido alarme ao olli-
quem alias at all eifiag em completa harmona, e' ';'l de estado do mesmo batalhao alim de
amizade; sem quehaja motivo algum ostensivo, ou ; Jar algunias providencias, o que prompta-
conhecido para essa opposico. I munie appareceu um Sr capit5o do indica-
Quinioao9M,.ieiiio,-qiin5o*inem-insu.|7!?11^ d? u M!*'"
n,. ......, j que anda observou a guns msu los a mes-
que o supplicanle ja n.ais lenlasse contra a vtda, I ml| f8mi,ia 0 conduzio8pitri 0 quarle| ap.
honra e fazendo de quem quer que seja. I pgreeendo depoia, lindo o referido alarme o
Ao 3--que he usas notorio nesla fregaezta. digno conimandante do diio batllio que
que o supplicanle lem empregaJo, e envedado to- tambern linlia sido cbamado por pessoa
dos os extorceos para desarmar, e conciliar essa opo- mandada tela familia Ja nSo he esta, fc.xm.
sicao espontanea, que se Ihe tem engendrado, ja Sr a primeira vez que este capitao pratica
dirigindo a palavra evanglica, sempre que ha oc- destes rae tos espantosos, uso he, Ksm. Sr.,
casiao, eai algumas vezes positivamente; ja pro- "Precipicio para a familia a que o mesmo
curandoa casa de alguns dos desafectos, como quem f'K.Vi";l,-B"do q"e recebendo deSt,s
,a,.......... ... '. injurias effectivo.um da rompa um excesso:
de veras quer conc.l,ar-se com seus .raos. 0(ne|n mut0 pruJailte tlbem |lssa |)or
A i-que nao me consta nem sei, que o sup- fraco perante o publico, concluo esta pe-
pltcante ja mais so servase do pulpito para nmearar dtnlo a V. Exc. alim de dar algumas provi-
ou injuriar alguem. dencias para que Ues fictos nao sereprodu-
Ao ;">quo nao sei que o supplicanlo livesse zitn todos os dias, principalmente em casa
alguma vez gente reunida com armas em sua casa, I"6 o referido capitSo n9o tem dominio i-
para liin algum ; antes sei, que he ello sempre pes-
soa enorme e em toda sua vida aveso ao aparato
das armas.
Ao 6'que sei, por ter visto uns, o por ter in-
lervindo em outras, que o supplicanle lem feilo ser- i
vicos e melhoramenlos em todas as gretas, em que
lem servido ; e que sao as mairi/.es do Campot 'Tan-
delo panema e do Apodi; e as capellas de S.
Sebaaliao das Caraubas, e S. Sebastiao de Mosso-
r : tojas estas igrejas, conservam documenios e
galardosr Unto Irabalhos, Iorii no sequinte capilolo
n eles suardiAn do convento de Sanio Antonio das
Ctanheira<, entilo grande casa do capitulo Francis-
cano de Lisboa.
NAo menos foi o zelo e solicilude qoe desenvolveu
no desempenlio desta nova prelazii, pelo qoe mere-
cen a mais subida estima e profunda venerai-ao de
seus religioios. F.ii sempre o norle de soa vida
claulral, a prudencia, modestia, ausleridade, pobre-
za e huroanidade, amante de seos irmos, pai H
seus subditos, esempUr, einliin, dos seus reli-
giosos.
Cliegon porm o dia em qoe davia pagar o tribal*
.i nalureza ; hsivnu a morada Cunerea n-> auno ItiO,
deixando o bom nome de religioso de eminentes
mando, abre Ihes os brai;", e'tende-lhes as mAot. qnalidadcs e preclaras virtudes.
O infeliz, qus se havia enldo engolphedo nesses en- | He com elleilo singular, e a Indo os repeilos
digno de serias altencoes. o nome d Ir. paulo de
bens cadaeos, foi em verdade um Ululo seguro para
que o claustro vlsse de quando ero vez bter em seu
porliro curdas lluslressceplrosrespeiUveis,e peraona-
eens distincla', oa quaes deitando para o mundo as ,
aureolas ganhalat,se dis|iunliama a brarar a cruz da '
morlilicai.Ao.
O huroen', qaando nAo ennheciam o< fructos.que
iperavaiu d suas la ti.a-, quandu nAo viam a re-
inunerayAo as suas lide*a e apenas descobriam urna
glonj ephemera, comprchendiam enlAo qoe, todo
qoe o muii lo mi-rece com mo liberal, era ovani-
las vanitalom, et umnia vanilas, e assim elles con-
mcI s, dando Ihe as costas, vollavain a Dos.
O II ni Pai, que se compadece sempre dos qoe
mllrein, dessa habitadlo ellierea cerlea, os esta rlia-
cautos b .leudo a por la do t Cenobio, nelle acha nina fa-
milia, enconlra om nal etlremnao, e depara com mui-
los InnAos compassivoi e amoroso.
\ orden religiosas eram, e sAo 8inda nm porlo
s'guro, para os que fogem dos escolhos do mundo.
O- conventos sAo, em verdade,asvlos bem vanlajo
sania Cathanna, anles t. Peala de Maura. nAo so
pur sua nobrez, completa abnegarlo das lempora-
Inla.les do scula, des-pego dos prenles para abra-
car a vida penitencial do clto.lro. se nAo Umbem
i por ser o lerceiro av do celebre SebasliAo Jos de
Srs. Redactores. Como prometii em minha
correspondencia, publicada emseun. 171 de 29
dejitllio passado, ajudou-me Deus, que pudesse
promover minha defeza o juslilicacao para com meu
virtuoso prelado, contra calumniosas mpuiaces,
apresentandd urna grande collecco de documentos,
dos quaes para melhor facilitar a leilura e potipar a
dispendiosa pulilicac,ao por extenso, liz um resu-
mo ou expsito, que em consideracao ao respei-
lavel publico dei publicidade nos umeros J528,
1529, e 1530 do Liberal Pernambiicano, > do
mez passado, onde linham sido publicadas as ul-
timas calumnias.
Com documentos do Dr. juiz de direilo, do Dr.
juiz municipal, do Dr. promulor publico, do
commandantestiperior.do lente coronel da guarda
nacional, da cmara municipal, presente e ante-
rior, do meu visitador da provincia, dos parochos
e podres de todas as freguezias vizinhas, do juiz
du direilo da comarca vizioha doAssu, do povo e
gente grada om geral, som di-luicgode pnliiira, c
do todas as Ionios donde so podo obier documen-
tes cntie os homens, inclusive duas tistidcacoes,
perante O Dr. juiz municipal ; tenho a humilde
eonviecao de ler provado a falsidada de tacs itupu-
taces, devidas a tramas do padre Joaquim Mano-
el d'Ulivuira Cosa, e a seu conjurado Elias, para
me embaracareni o concurso lieguezia do Apodi,
com 17 anuos de servicos, sendo quasi 12 paro-
dio, emquanio vago o bispado, que diz ser breve,
visto que lemlo perdido a lieguezia do Pereiro.por
sen pioci'dimento, sabe que nao he adnieltido con-
curso pelo actual prelado. Prove lambem para
isso, a falsidade das assignaiuras com quemeac-
cusatam, comearas e outros documentes reco-
nhecidos dos supposios assignados.
Prove mais peloexame dos supprstos documen-
tos, a porlidia com que sao repelidos duas, irez, e
mais vezea os meamos nomes de pessoas de lodosos
sexos e dada, para persuadir grande numero con-
tra mim, nan lo non possa dessa du/a o noio,
de irmao cunhados e dependentes dos mesmos
que promo. n a perseguido 1
Patenliei o miseravel ardil doom falla do autori-
dades e pessoas de f, s a[iresentirem documentos
pedidos e passados pelos do limitado circulo en-
tre si, por nao seren aqui conhteidos; e prove
lambem, Deus Inuvado meus servicos, como ludo
se podo ver dos referidos nmeros do dito jornal, e
dos documentos originaes que ficam francos lei-
tuia de tojos na casa de minha residencia na rita
da Sanzala velha n 70, 3. andar.
No firme proposito de somenlc defnder-me,
como tenho praticado sempre, e de nio deser
polmicas com adversarios 1,'to desloaes e prfidos,
que s lem por (im provoca-las as vesperas do
concurso para ver se com esta celeuma melhonnui-
le chegam seus litis; deixo ao negociante de Mo-
ror relacionado tiesta praca, Clemeniino de Croes
Noatifira. o desfazer com toda facili.lade as mali-
gnas o ridiculas invectivas, relicencias, mv-terios
e asinuaces, com queno o Diario n. 284
d'este mez, um miserabilissimo instrumento dos
penitente,
allrahem a
"2 IfL^ni'.l'T ""V"8.",'"'039 v", l** "' cunde de Oeira., e depon mar- mesmos, com sua assignatura o insulta e provoca
ro, quo altrahe as almas contemplativas, fcstas re- quez de l'.unhal, i i. i i ,- '
eonliecem, que o, Lomen, nevando erguido urna | A ., dnrt.llpi, ,__________............ ^ env*l,a "'nlS ( H. Srd,ao'... ) una
vez que o mesmo Clcmuntino o quedissede lal
gente, firmou com seu proprio nome, bem conhe-
cidoj, arrosiando a responsabilsdadc peranto os
liiliunaes du paiz, para ondo os desidia, o sinto
que elle lao longe nao possa de promplo dasmis-
carar as conlradir^oes e aleives, com que inteira-
mente alli se torce o semillo de ludo para os in-
cautes.
Como conveniente porem a minha defeza, de
passagem invoco a reminisencia do respelttvel pu-
blico, a combinar o que disse o mesmo pobre as-
aignaUrio, na referida correspondencia do Dia-
rio n. 28i, sobre o desprezo i|ue vola, com
teus irmos, ao assassino Francisco Jos Bezerra,
seu morador e valcniao, e o faci de viro mesmo
assassino assigna.lo de parceria com elles lodos, as
calumniase insultos que contra mim imprudente-
mente publicaran! no Liberal n. 1497, de O
de uutubru passado, para que j chamei a alieocao
da polica,
Ain la se torna conveniente a minha defeza cha-
mar a attencio publica para as pessoas que assi-
gnaiam es documentos puMieados a pouco ni mes-
mo Diario n. 284 que sjo com duas eicep-
es as mesmas do aesnhado circulo que se compoe
dos laes adversarios, e seus dependente', j> pu-
blicados em minha defeza no > Liberal, a us quaes
requereram e passaram entre si os dooumenloa, co-
mo costumDo por nao torcm a quem os requera na
ierra. Tertuliano Nuberlo de Gocs, um hegen-
ro do proprio Elias, e o outro gonro de seu cu-
nhadu Domingos Frei-c. Joo liarboza da Costa
helio legitimo do padre Joaquim Manoal, e Vi-
cente Comes d'Ulivuira, quo por elle assignou
rogo, be prenle do mesmo; e assim os mais assi-
gnaurios rogo.
Concloindo osla, Srs. redelores, peco-llies o
obsequio de publicar com ella o segiiinte ilucu-
mento, unidos do juiz de direilo, que citei om
minha exposirfio sob. o n. d. que assim ronti-
nuarei publicando os mais documentos por cxlen-
Esta vida porem, assim mortilirada e
lem sabore e delicias que a daleifieam,
vontsde, eembellesam oslhronos.
A liistoria aprsenla erandes personaqens, qae
deixando a gloria do mondo, foram espontaneam-n
te procurar as fadiiias da clausura. Mimare a, fa-
mosos do cumulo da gran le/a mundanal, avistando
a humilde murada dos lilhos de tiento, de Elias, de
Ignacio de Loyolla, de Francisco, de tieroardo, o de
outros servo de lieos, toroavtin nova resolurlo, de-
leimiuarjo nova. Elles In deecl.im do llueno, la
r.urta ., ia arrojavam o seeplro, para eropunhar a
cuchada com que deviam cavar a soa mesma sepol-
tara. Cailos V da liespanh, versado do peso dos
loaros, fatigado de sustentar o sreptro, parle o seep-
lro, lira o loaros, deiva o aoverno da narao, vai ba-
lar a pona do om mosteirn, e na occasiSo em que u
enrontram, uileregarn-lhe : Jiiein sois, que vuides
quebrar o silencio da nossa clausura ? o Sou eu (res-
ponde elle ) o maior de lado o pequeos ; sou uro
re ; veuho Ir. e-r o palacio pplo convento, a purpu-
ra pelo uceo : o seeplro pels em hada, o inania pela
'bedivncia, o Wamha enligo monarcha da l.uzua-
uia, seuuio o rcesmn etemplo, porque descerni do
aleoear real, foi oertr-u ao liihos de lenlo. (1 do-
quo de Cnndia.marqaet de l.ombav, o inrtyio Fran-
cisco de Romes, troca todas as honr-s, pela rnupela
la Companhia de Jess, e nella morro saniamente,
recebendo depoia da ehriitandade reverente- cultos!
O grande Non i Alvaret l'-reira, conde.tavel de
Porluaal, conde de (lorrm, Arraviloa e Bereelloo
mordomo-mor d'el-re 1). Jeto I, e senhor don-tal
nu de 10 sillas do mesmo reino ; de-preando ludes
estes titulo honroaos, Im vestir o hatillo de Uigo no I
eal e secretario de estado do lidelissimo
re |). Jos 1 ; porque de II. Paulo I. Vlonra e .
Itnles de Mello sua prima, lilha de JoAo lime de
Mello, o moco e I). Hirgarlda d'Albuquerqne ir-
milo de II. l.er-lira Cavalcanli, foi li,., de I). Ma-
na de Mello : desla e de Francisco de Mendi.nc-a
Furlado, alcaide-roor de Moor.10, roromeiidador da
\illa Branca de llira governa lor de Mauuao,
nasceu O. Mavor |.uia de Mendonca, que ctoo
rom Joao o Aleada de Mello, commisjariu ceral da
cavallaria da Iteira, alcaide-mor do I'almtlla, e se-
nhor du mamado do Oliva e do Soulo d'EI-rei e
desle foi lilha D. Thereza l.oiza de Mendonca, ca-
sada com alanoel de Carvalhu d'Alhavde, moco fi-
dalgo da casa real, comroendador da ordem de Crne-
lo, o capitn de cavados na aoerra em que ib dis-
putara a suceessilo de lle-panln, por Carlos III, que
prssou a do imperio, du qnal matrimonio nasceu o
sobredilo secretario de oslado, Sebisliao Jos de
Cirvalho e Mello, conde de Oeiras,
-Temis por lano com a lennidade de nossas far-
cai, aprsenla lo as pnneipaes acoes de II. I'anlo
de Moura, vaiSo illustre, qoe Ui honra a Pernam-
liuco que o vio nascer ; a reliejao serfica qoe o re-
eebeu no ten claustro, e observou as suas bellas
dualidades e virio le. ; e no mesmo l'.rlugal
adntlrau e llio dir o sepulcro.
De illustre nome, do memoria eterna ;
De inOgne nota, de saudosa fama.
Padre l.tno do Monta Carroello l.un
que o
AS MISSO'ES
I
SO-ES APOSTLICAS BMALUURS
ONTOS DESTA l'BOVI.M'.IA.
ivemo do Car, d ,.,., a I, de agosto dr VI,. fi^t^^CJS^A^.
leudo b anuo, de idade ; duendo, na ocea.iAo em dodeiros ininist,,.. im feilo mai, hril|,.,te, con
qoe pedir, o habito : (Jue visto buscar a religil. | qoislas, do que toda, a. niatanra, pVadaildaa lT
par se empregar nos hataildea minisleriSs dos pro-
le-, m da vida activa ; i Ihe eeria proporcionado o
habito dos serventes. .
t. Vasco Hartina d Cunt', lermiuou
goarra. O rloi .larieaoi que a historia n,.s apr-
senla em lodos o, lempo,, de,d, v,,ncipio a '
paaarao do fcvangelho as cinco pie, ,| ,,,' cn_
- sen, cjlai, nbeeido, e os Inumpli is da ClVlliacJo mmlern-
como religioso de S. Jernimo, dan o bullo, neto- : consiste no grande nomero do convertid
po de virtude
nistradores para a boa arrecadar5o e conservae.io
dos patrimonios e das olfaias, e para o prestigio e
realce do culto externo por meio de festividades, ce-
remonias e aclos semilhantes, de maneira que me-
rece nesla parle o supplicanle, nao poucos elogios,
se pode dizer'com verdade, que tem elle sid sem-
pre un coloborador eliicaz e conveniente em todas
as igrejas em quo lem servido ; as quaes tenho
viste laes serviros e provas como particular ; e a-
quilaiado-o! ollicialmente como corregedor nesia
e na comarca do Ass. A matriz do Apodi est bo-
je em um bello estado de melhoramenio, c coniem
serviros mater3es do grande importancia local, e
proporcional os quaes sendo exectitados pelo zelo
do actual procurador do Orago, e providenciados
pelo juizo da provedoria, foram todava solcilados
pelo supplicanle como parodio ; c tem sido sem-
pro animados e cooperados por sua ronstante dedi-
caco em disfazer quaesquer embaraco e prestar
seu concurso pelos meios ao seu alcance.
Ao 7 qne-iloque me consta por pessoas fide-
dignas, que nos papis que os desafectos do suppli-
canle bao promovido como documentos contrarios,
e para bascar sua opposicao ; lem sido empregados
diversos subterfugios e aruimanliasacommodaveiss
circumslancias ; ja colorar fados com significacao
astuciosa, ja.para adquerirassignaiuras do pessoas
nescias, rusticas o de outras que nao saosuju-
ris.
Ao 8' que vi, e li urna represenlarao ou pedi-
diilo escriplo, que urna grande parla de moradores
desla parodlia, de cerca de 600 pessoas para mais,
dirigi ao supplicanle, oxigindo que se oponba em
concurso desla fre;;uezia, quando liver lugar; e
promova sor della parodio, a qual rcpresentaco
lite he assim asss honrosa, porque nella fign urna
saliente maioria da populaco pacilica, laboriosa, e
sensata da freguezia, e grande numero de propie-
tarios; e non me consta, que uisso intervisse ex-
torc.io, ou alliciamento de alguem, e menos cor po-
litic.i.
Ao 9*que as pessoas, que se mencionam no
quosiio, sao lidas como perlencentes ao lado pol-
tico denominado Sulisia nosla provincia, o qual
corresponde a poltica geral denominado- ,iberal
ou Praeiro, como me explieam os intendilos nessa
nomenclatura de partidos, que eu desde annos es-
queci e lonho posto completamente de parle ; sendo
lambem reito, que essas pessoas indigiladas cslio
onire a classo mais saliente dos que nesla freguezia,
sao reconheridos por sululas.
Ao 10que estando eu na villa do Apodi, cm
servido do meu emprego, fazendo sorteio de jurados
o hospedado em casa do supplicanle sei perfeita-
mente que nao hotivo festim algum, e de nenhuina
qualiilade, por occasiaoda posseda professora de
primeiras lellras Atina Rosa Emilia, que a esse
lempo leve lugar peanle a cmara municipal ; e
al vi a referida professora diiigir-se para a casa em.
que funecionava a cmara, acompanhada nica-
mente por sou marido e mais]uma ou duas pessoas;
o possu asseverar, que ella no foi para a villa,
i pois resida lora,) acompanhada de Iroco algum :
pois quo foi em companhia de dous cidadaos bem
respeilaveis, o lenle coronel Antonio Francisco
de Oliveira, c o capilo Manoel FernandosCarnei-
ro, quo com suas senhoras foram enlo a villa, in-
do mais o proprio marido da prolessora, e crcio
que mais duas pessoas todas incapazes de consti-
tuir troco : nesse dia da posse jantei em casa do
supplicanle, onde como disse eslava hospedado; e
he gros--eira perfidia e Iraicpeira invencao dizer-se
que ahi bou ve festim, nem em casa alguma da villa,
que se soubesse.
Ao 11 que tendo rclaces amigaveis com o
supplicanle, (requemo sua casa desde o anno de
1840, quando moravamos ambos na frequezia do
Campo Crande ; e nunca vi, nem meconstou, que
morasse em sua casa, alin de rapazes e creados
seus, senao essa mu:her a que se lefere, eque lenhu
por mullur septuagenaria ; nem sei de criares, nem
immor.ilidades do supplicanle.
Ao 12 lin.ilin.-iiv,que o supplicanle desde o
anno de 1832, pouco mais ou menos, he por mim
condecido, quasi ainda antes de nossa adolecencia,
quando ambos estudavamos laliin, nao na mesma
aula, mas nesle mesmo serlao ; depois como estu-
danle, que fomos na cidade de Olinda, e finalmen-
te concluido os esludos, no circulo destas duas co-
marcas Maioiidade o Assii. ende temos nossas fa-
milias, livemos nossos naseimentos, c temos mora-
do al o peseme, leudo tilo relacoes frequentes de
anisado, e at de familiari.lade, excepto pelos an-
uos de 1841 a 1814, em que cainpanhas eleiloraos
gum, nem movis que Ihe pertenr;am,s6 sim
nuilher, lilha e bh com roupa. NSo sou
mais extenso para nao enfadar mais a V. Ex
Francisco Pedro Advincula,
ftecifo II de riezembro de 1857
______i^fl debato
ARBOKICL'LTL'RA.
Viveiros.
Pelo lermo arboricultor comprehendemos ludo o
que diz respeilo a cultura da arvores ; he esla ama
vestigios, e dao leslemunho trrecusavel, de que a ad- das grandes divises da agricollora.
minitlraeao do supplicanle Ibes foi proficua ; ja c- Vareos (aliar do vvenos, mas, anles de enlrar-
laborand'o compromissos, a montando irm.ndados, m,0' ",',,ido P"8e,,,e a-l'Ro, entendemos que
_ n o ,'i convem dizer alguma eoo'a acercada unpoilancia
como na matriz Campo Grande; ja organisando \ da cultora das arvores, c lambem em seguida da
associacoes para alimentario do cuite, e conserva-! su_estructura, orgauiiai;ilo, e desenvolvimenlo.
rao de capclles, romo cm S. Sebastiao de Mosso- \ E "' e'dade a sua etislenci he qosi lio indis-
r ; ja aeoroeoando e promovendo subscripees pa- i E!ce.,eleVo,.'lcel!ea,es"a'CO'n0 ^ 3 "** pUnl"
ra acresceniaiuenlo do eliflicio, como na capella das | Com'o fazer consirucoes .la toda a especie 1 Qa\
Caraubas; ja promovendo todas cssas cousas ao sena o resultado das ules mecnica sem hnver ma-
raesmo lempo, como nesla matriz do Apodi; ia fi-j de!.r" .... ...
nalmenle cooperando com os procuradores e adroi- ^"onde 'SffJX ^^TZ* Z
uioi ordiuarici da vida, como succede presentemen-
te no uusso Portugal '.'
Alcm do que a arvoras no silo menos uteis, at-
leudendo a que prnduzem coro tanta abundancia os
froclos, que no proporcionam oro 13o bom alimento,
e que mesmo servem paia o fabrico de diversas be-
bidas habiluaes da maior parte dos povoa. As ar-
voret t ruain a lempealurt mais igual, pois as lo-
ealidade muilo cbeat de aivores, ha no verlo me-
nos calor em \ ulule da frescura proporcionada pela
soa sombra.
Sabemos igualmente qoe eslas localidades silo me-
nus exposlos a seceura, du que as desprovidas de ar-
voredos. A ohservacao prov que as arvores reuni-
das allrahem as nuvens e delerminam a queda da
eguae pluviaes, he que as suas Toldas locadas pelos
ra ios solares, lancam na almotphera vapores quesos
que, durante a noile, u.io lugar a abundantes orva-
llioe.
linalmente. tem as arvores urna accilo aluler i-
bre a vida do hornero e dos ammacs em geral, por-
que punlicam a ar itmnspherico toruando-u mais
propiio para a respiraro. Na verdade, lecero;s fo-
Ihas a propriedade de roubar a almospliera a maiur
quantidade do gaz acido carbnico [orinado nos aran-
dos ceiros de povoac&ee pela respirarlo dos animaes
e outras diversas esusas. Porque cuino he sabido.os
animaes reeebcm utzgeneo.e eihslsm acido carbooi
co ; e lie em virlude da evlial-rao do oxytiento das
plantas, que se aconselba a toa molliplicc,ao na vi-
sinhanga das grandes cidade, e em geral na das ha-
bitadnos.
Cuucluindo : as arvores precnchem as mais im-
portante* necesidad, e he o seu papel lao impor-
tante romo o das outras plantas.
Mas o que se eulen.le por arvore '.' Entendemos
por arvore toda a plaa, cuto (ronco mais ou menos
vigoroso, se abre em pernada que siiccessivemente
se dividem n'oma iiilinidadee de ramos, vivendo as-
im or um maior cu menor numero de annos.
E podemos divid-las em doas grande serie prin-
eipaes : arvores prnpriainenfe ditas, cujo tronco bs-
tanle aro-s'a se eleva a uina certa altura sem rain h-
eacilo : e arbustos, rujo tronco muito menos voluino-
so e elevado se ramifica deade sua base.
A parles dislioclas, qoe as arvores apretcntam
na sua e-lruclora, 3o a mil, o o caule Irotiri A
rail esta' comprehendida em toda a parle da arvore
coberla pelo solo ; e, ao contrario du caule, vai-e
inlroduzindo para o centro da Ierra.
liii i --------- ......-... ..cu., 'i* ca neo ral ...... f......
a uiinda. iepois qur pre-tou ser*,eos ioapurt, ules a m'-sionaiio caporhinho l'r. Sebastian
urej i e -nciodad
g- '-' ra
Allesla.lo do juiz de direilo Luiz (onzaga de tirito
Guerra, cujo original lica em meu poder.
Atteslando sobre a materia dos 12 quesilos, con-
idos na peiico retro e supra, do reverendo vigario
servijoi qu II* einencoinuieiidado t'lureiicio Gomes de Oliveira ; leuho
Temos a considerar nella o col, ponto intermedio
entre a raiz e n caule, d'unde natcem os srguinle
.Im- orgoo eorpo ou pivol, as radculas, ultimas
divisoes do orgo, de que acabarnos de fallar.
So ra>iea o principal orgia absorvenl das ar-
vores, e lie ai eslas radculas
da Ierra a ma
para a sua existencia e ciesrimenln.
(lanle leude a dirigii-s para o eo. Esl' em
completo niitogonitmo com a raiz compoe se do tron-
co, qu em contacto curo a tena, se eleva a om-
eerla altura sem ramificacHo ; dus ramos ou primei-
ras ramificacti do caule ; e dos ramusculoi ou ulli-
ma diviso do mesmo caule.
Temos ainda a considerar internamente :
I.' A medula, lecido molle e transparente cou-
do n'un canal que podemos chamar canal roe-
dolar.
.' O corpo lenhoso, que he formado por um teci-
do duro, composlo de dislinctas carnadas concntri-
cas, e que se subdivide nos Ironcus d'uma ctrla'
dade em tenho perfeito, e alburno.
O lenho perfeilo oa coraco eoroprehende as ca-
rnadas concntricas miis prximas d medula, que
se di-iiiiEiietu pela cor mais rarregada e maior do-
rtza, sendo lambem de mais idade.
O alburno he composlo por carnadas mais exlernas,
menos coradas e duras.
Silo eslas dillerenles carnada linliosas fumadas
pela reuniilo de pequeos lubus ou vas., que nat-
cem dos nroos, prulongando-se atea eitiemidade
das radcula*.
E finalmente, na parte mais tierna, em eonliclo
com o alburno etiste a casca.
sCrve de tustenterulo a's novas plaas, dislrihuin-
do-lhes lambem pman a pouce a humidade d que
preri- ,in ; e 'e ma s a mai, logu quo a nova rail
comeca a cresrer, lemlo neeestid.id* d ebiorver os
liquido carregadus dos principio nutritivos, he por
meio do sol qu os recebe.
E, aomo temos visto, as arvora ab cipios nutr lu ns que em si modilicain, preparn-
dolos da modo que irvam un seu desciment.
Senda consideradas no lodo de soa eunsliluiflo,
eonlem carbono ou can jo, a agua oa (eos elemen-
tos gii otygeneo a li>drugeneo .certas materia (ali-
a a terrosas, lae como a polaasa, a sod, a eal, a
silica ou ir, a argila. Donde resulla que a
arvores nccessitim para viverem de absorver o ear-
bone ou cana .. aga ou materias mineraee.
E he do .olo e da atmosphera, qna tiram todas
a materias alimenticias indiipeniaveii para nu
desenvolvimeulo.
Oa Ierra as raizes tiram a auna, a substancias m-
neraes e salinas, os restos orgnicos romenlos palos
estrumes e muilo ahondnts em carime. Ue al-
mosphera qoe crea a- plantas por todas a parle,
tiram ai folba orgitn respiralorin dos vegelaei) e
gaz acido carbnico, que absortem.o vapores equo-
sos, o otygeneo.
K todas as lubslincias solidas, de qae acabamos de
fallar, no pudem penetrar as arvores senau no
estado de dissolucjo na agua, ou no astado gatoso.
Oa poros ou peaoenas abertorts, que etialem se-
perlicie d otlremidadet radiculares, sao muilo pe-
queos para perroillirem que eslas material se in-
iroluzam nu oslado solido
l.ogo que a au;ua eaire^ada de malaria solaveis
entra as radcula, faz parte dos suecos do vega
ll. E a esla fluido chamamos leiva propriarotnte
dita. Esta seiva sendo absorvida pela rail, aabe pa-
ra as follmt, e a esle pheuomeno so chama isconsAo
da -eua, ou teiva ascendente, lie pelos vaios mais
etlernos da carnada do alborno, qoe o mnviroenlo
de ascensilo se opera. Esla leiva aecumola-ie no
'.ecido cellular das folhas com os fluidos gaiosos li-
rado por ellas da alinosphera.
E quando a ieiv ascendente cbeiia ai fallas, ahi
aoflre muiias uio liiirarns : abanduna primeiamenle
grande parle da sua humidade. que he laucada na
almosphara pela face superior destes oraaos debaiio
da forma de vapor aquoso ; em seguida ai material
carbonadas em disolur,ao n eia da rusas nnem-
se ao otvgeneo da almuaphera, e formam accidu car-
bnico, gai cale que depoia a decompie, odo o
otygeneo lineado na almotphera, e o carbono fican-
do no lecido da plaa.
Elle Huido oigauiaador aisim preparado toma o
nome de cambio, e circula as nervoraa ou vasos dt
lolba, dascendo pelo peciolo al a' caica de ramo,
dando lucar a urna nova cantada de lber a de al
bunio. Por esie secundo movimenlo em sentido
contrario chamamos descendente, tendo a selva o
nomo d descendente.
Mil o Huido orgauisidor oa cambio vai para di-
versas parles do vegetal, srvanlo para o seu desen-
voltimenlo. Hae, portento, o nomo de cresci-
nienlo a este pheuomeno.
E leiuui de distinguir na arvores dnas especie
do rrescimenlo em comprimento e largua, Oo
modo como elle se opera, nAo trataremos agora, e
apenas tailam os eiclarecim'iilos muito em resumo,
que damos da analumia e phv-iohvia vegelaet, para
qu ua iio'sdi lavradores fafaro idea, ainda que
mili muilo completa | basta alleoderem a qne ei-
crevemos om artigo dn jornal ), i este teipeito.
Eulremo aaora na maleria.
Ouasi lodas ai especies da arvore ee multiplicara
e ciiam al um certa idade cm om lerrenu particu-
lar, eenservandb-ae alli antes de erem Iransplanla-
d.is para aqoelle em que lir.ujo por toda a sua vi ia.
E ao lagar destinado para esle lint chamamos se-
minario ou vivelro.
l.ogo qoe se furmaram os viveiros, comecararo a
liaver Kraudes quinlidades de novas arvore moilo
eu-oirosas, com maior abundancia de raizes que f-.n-
lil.uu o -eu bom cescimenlo. E por aqoi vemos bem
a utili lade destas por;6e de lirreno ordinariamente
fechado, ma sendo inconveniente o artigo por nos a
eele respeilo apresenlado aos nosn lavradores. E he
lambem verdaile que esl operadlo da iransplanla-
c<1u conaltlue > pur si, n'algumas partes, um ramo
especial de commerciio)
Ja que fallamos dos viveiros, devoros allender
primeiro ao losar para o seo elbeleeimeuto. Este
deve ser abrigado dos ventos forles que destruiran)
as novas arvores.
O terreno deve ler de meia qualidade, isto be,
nem nimio coropaclu, ero rouilo leve, e eslromado,
sem o que nAo pode bsver reililidaile no solo. He
deal'arla qae as arvores creadas nesle loneu le ac
comodam eos mais variados.
U viveiros nAo Ku^tam que o solo seja muito
abundante em adulaos ; acharo mesmo os propneta
nns que he desvanlajosa a compra das arvore, que
e iii.iiii u'um terreno demasiado frtil,
Na verdade esla arvore adquiri lo na'mocllade
um deseiivo'vimento proporcionado ahondante
nnlrico que linham, nAu aeham, quando mudaro
de local, os alimentos sufficiente para etifazeiem
as necctid.ides das parles erescidas pela influencia
do primeiro estado, islo he, da sua moila nutrira.
Ella arn.res na circumslancias indicadas, vno en-
fraquerendo pouco a poaco at acabaren) do lodo
passadu mallos annos.
Sendo iilo assim, porque he cooflrmado pela et-
periencia de gran ir., pralleos. e apontado por um
grande agrirollor oSr. A. lio Kreuil, no eeu roro
Iheuriro pialica de arhoricullura, he coneenienle
oseolher oro terreno de rnlie ferlilidade, como}
disieroo. Masante he melhor que esl terreno se-
ir esta radcula que a anote, tiram j, ,noilo ,erlili do J,,,,,, ntf_
loriarle da. Mibal.nc.as necessan.s ,e ||imo ClS0 serian, bem mBlor o, jntonve-
nienles.
E a carnada de Ierra para n vivelrn nAo deve ler
de spessora para mema de (il cntimos, sendo
lambem conveniente nesle local um rcservit.no da
sgu para se poderem praticar as reas qee o calo-
re- do verAo lornnm alguma vrte lAo precitas.
I'alleroos agora da distribuirlo do terreno, e pri-
meira prepararAo do solo.
Aa diversas especie ltenosos multiplicada, nos
viveiros eligen) cuidado diflerentes. Ilividi-las-
lumii para faeililar a sua cultora em qualro se-
rie :
I. Ai arvore floreslaes de folhis cadaeac como
o rarvalho. a faia do norle, etc.
2. As arvores e arboslos de rnalo de Tullas ca-
ducas.
3. As arvorts e arbustos de folhas persistentes co-
mo o i inlieiro, o ahelo, etc.
4. Ai arvore e arbasto fraclifero.
O mslbor roelhodo de semear arvore ou arhusle
em viveuo consiste em abrir retos, de ama pollega-
.l.i d'allo, e separados uns do oalro palmo a meio,
quando a sementeir he do pcvideou 'ementes mia-
da*, e Ire pilmut sendo tareco, e linear as mes-
maa seroeules urna a ama on doas a doas em eovt-
. nhas d'uma mo Iravessa de prefttodidade, cobri-las
i eom uro dedo de Ierra bem muid, e enalbar or
ntric d oincTa. 22! ,0<' """/l" I""' """ d "I" om pouco de trrico ou de i.-
SSL^SSSL^S" m"a me,m. c0<" .JL P.,.. a ?' "a''"1, rm '" < arvore.lnha, nAo fac.aro .omlir. urna. .
posto pelas carnadas mais interiores da eaica era j oulra. .
conliclo com o alburno.
E para qo, 0 ,enU nil0 dtla| du,
se-lhe.-ha om. vara ua esleto bem firme, leudo o -
cuidado era cori.r o avalla pela parle de cima e o
g.rfo pela de bati do poalo ondo leve lugar a enter
ta quando e.tlver fe.l, .olrtador.. "
i. ,^.V"0 "^ ''?*". <:n" "> dealacar da p|,n-
la-inai, no roead. f,veri,o,o. ramo. qu. devem ,,,-
u .e"', taf""**" '""braale rl'n-
ao narro ,de dou. anno.) form, de ,
a.s.m preparado, co.l. hori.otmenle
dad. do rava lo, nnipdo bero o golp. eom nm m
Iroraenlo corlante. r>tni ora ms
Pralica-te d.poi. ,ebe esle golpe eom a poda e
um pequeo m.i.o da pie, ame f.nda verilear nu!
pass. pelo cen.ro do tronco, d.scend. al 6 c.rao
pouco man on menos par. ,,,o do golpe ; man era-
se a fonda me a iberl* com ama pequea enoh, "
made.ra, e collo.-..-|l,e o g.rfo con, doo. olhc
E di.poe-.e do modo que u lber () da om .a
ache ero eonleelo eom o de entro ... por "
du. e cobrem te os golpes compr.hendendo ne.la '
coberlora a extremidad, corlada do c.vdlu utilm
bem deve lar a roawa aproprisda. '
Erttertia di borbalha ou escodo. N principio da
agosto oo na primavera pela lempo do decurso da
seganda seiva on durante a ascenso da primeira
qnandd a caica te detlaei faeilmenie do alborno'
deveremoi e.cother na arvore de mollipliear oa gom.'
roo. que apre.eutam bolo,, bem formados na ba.a
d foll.as ; tirar o dico da. folha. destes gonamos '
destacados, cooiervande apena o peciolo ; praller
lr.0:i?e0.M^,',-d0V i,""69, ami ''''>"''.
oulri' verlieai o inferior prim.ira ., fofm, d
I. qo. p.o.tr.m ,i, ,0 aibnrno. De.laca-.o depon
no gommo que do entarle aro bollo cercado
por um. pequen. cm.d. de casca, eom a forma
S. l&SVTLS* ," "eu ZS
esta enilia o fioilmenle iira-aa-lho a case* d* cada
lado da ...cao. e colloc,. o .scudo, alando lodo
A mergulhi. ou alporque he a operacao pela
qualseobriga urna liaste, anles de separada da'
planu-mai, a ter raizes, que formem novo pea,
vivando d esl arte separados d'ella. E aos novo
p ola mamo, mergulhes ou alporque.
Muilos sao os procesaos dilTerentes para pralicar
a mergulhia. Indicaremos o mais uiado, e que
mais simples he, Conaisle em abrir pequelM8 M-
vas junto a planta, que se quer mergulhar, o co-
Iher os ramos mais bem criados de um at dous an-
nos, curva-Ios, e deita-los as roesrna. covas, 0
cobn-loa da ierra, deixando-lhe. nnicamente a
exlremidade deseoherta, e voltada para o ar. E
logo que a porcao mergnlhada langa railes, 'sepa,
ra-se da planla-mai. E esla separaco deve fazer-
se antes da aacencao da primeira seiva. Assim
mergulhamos asvideiras e uina immensid.de de ar-'
vores indgenas, a finalmente lambem se podem
propagar pela mergulhia as arvores resinosas o
sempre verdes.
As estacas.sao ramos que se separara da arvore
e que gravados na ierra, n'ella lancam raizes, pro-
pagam-se por osle modo o salgueiro, olmeiro, sa-
bugue.ro, ehoupo, a mesmo o buxo esiemo quo" t
se perpeluam tambent de raminhos muilo novos,
que se poeni em viveiro lan toque sao pegados.
rara aa plantar/tes de estaca, eseolb.m se vigo-
rosos ramos do anno anterior, cortem-se em pe-
dacosde 16 a Ocentim., e plantem-se alinhado
com maior ou menor distancia confortte o viaor
das especies.
No fim de 2 ou 3 anuos he que as arvores pro- '
asara deser mudad.s.E esla transpl.ntac-So varia
conforme a especie das ar vares, por que ha algu-
mas que so passado ir.is lempo he que esto no
caso de se modarem para se defenderem dos acci-
dentes, a que n'estas circunstancias sa exporiam.
fcis o que echamos mais imprtame para diier
acerca dos vtveiros ; mas nao concluiremos o ar- .
ligo sem fallar das operarles contra os mos resul-
tados provenientes da seceura de solo e das plantas
prejudiciaes, que podem desenvolver-se.
Temos 4 meios a empregar para por obslaculos
a estes insuccessos ; e sao elles as lras,os seg-iu-
dcsamanhos, as regas, e as cuberturas.
Pelas lavras conseguimos nao s a destruidlo
das plantas prejudiciaes, mas tambera a msiot di-
visao do lerreno. Pelo menos urna lavra cada an-
uo deven praiicar-r.e.
Pelos segundos amanhos empregados contra a
seceura, remexemos e bem polverisamos o solo
com a profundidade do .') cetitim poueo mais ou
menos em toda a extenso do terreno plantado, E
estetrabalho deve por-se en praiica, ^quanJo a
Ierra endurece, seudo esle processo de grande van- '
lagetn para as ierras compactas.
Pelas regas vamos fornecer as merguIhiaSj os-
IMM, ele, a agua que necessilam. As regas pra-"-
i.car-se-hao depois do por do sol, e isto para que
a agua se conserve por mais t ,mpo sem vapori-
lar-se.
Finalmente pelas coberturas que podem ser do
fetos, de folbas seccas, de palha, etc. etc., impe-
dimos a seceura do solo, e protegemos as plantas
contra muilas causas de deslruicao. *
Sao estas as operacoos principaes, quu se praii-
cam nos viveiros. Mas quem quizer esludir a
materia com mais profundidade, consulte o curso
de arboriculltira do Sr. A. Du-Breuil, onde e>la
intercssanle questao dos viveiros vem trtela d'mn
modo cmplelo.
Sendo articulista de jornal e d'um tio variado,
nada mais podamos fazer do que esboca-la.
L. de Macado.
a Jornal da Sdciedade Agrcola do Porto. )
____( Jornal do Commercio de t,isboe.)

As mais etlernos ttem maior idade, e acaham .ec-
cando.
A organisaro, que acabamoi de deacrever a res-
peilo dus troncos, applira-ae do mesmo modo eos ra-
mo, r.museulus e igualmente a raizei.
Nos ramos temos a considerar os boles e as fo-
Ihas.
O boies conlm no sea involucro escaruono o
germen das nossas llores.
As fallas silo compo.l.s do pecriolo e dn disco. O
pecciolo be formado pela reuniilo de pequeos vaos
ou lolioa, que se prolongan) at ao disco, onde se
espandem, unindo-ae d distancia ero distancia, 'ar-
mando urna especie de rede de malhai muilo jun-
tas.
Esla moilo apparenle rede forma as nervura ou
coilas ta folha ; q,eada malha ee euche d'ura lecido
muilo molle anlogo a da me tulla.
E sao as folbas rom a ettremidades radiculares
os urglos mais necessaria para vida vegelalivsj.Ab-
sorvem na almospherii um parte dos ga/e- neces-
sarios a tinturan, e a su funccSo principal consiste
em prenarar no seu lecido os fluidos aborvido-. por
ellas o pelas raizes, d serte que possaro conrorre
par a formadlo de novas parles.
Neslea mesmos orgitm, que acabamos de de.-crever
quandi et mina los com o microscopio, lemus a
considerar oulrus mais ailes
cerdocio, como ca
parodio interino
c a qne se da e nome
(lessauoreavaiii um pouco nosas amigaveis rular-oes [ d lenlo va-rutar e cellular.
quo depois voltaram com a rr.fli.xao da idade, e cor- lecido va.rular apre>enla a conligoraciio de pe-
rur du lempo : eslou pois bom habilitado para dar 'ueno,. ",l)"9 "u ">"> 1"' unem de dtalamela em
un, He. lesicnunlto de verdade. dizendoque o mrftt^\Z^Z^^
pilcante lem passado sua vida no exercicio do sa-' apparencta se lem comparado, e com razto, a agua
apello ; como coadjucior, c como d' '"bao. quando se aalla,
; .pie lem doseinnenhado coro cri- L*' P.VTJ,'" Ji.* l*T"'"* q,a*a<1e"5revPm'"A '"" <""
ter.o romm.ssues ecclesiasl.cas ; que tem servido todo, o. puntos d vegetal ; EZ ">fliSarV
empregos civis do nomeacao do governo e de <-lei- prt'Prarai;au dos fluidos, Inru.n lo-o< proprio para
cao popular, sendo deputado provincial nesla pro-I" ""'r'30 ''"' "res.
vinci. em diversas legislaturas i que em toda 1IJTiffL' S TES^thL^^^''M'
vida publica lem sempre gozado de co:icollo, laiDI Logo que ai '.mente, se lancam a Ierra, e que
merecido destinreao. quer no desempenlio dos de-'i!in influenciadas pelo agentes necesaario eo seu
veres civis, quer no dos Ecclesiasticos ; lio laboro- d-ee","l*mcnto, demb.racam-se do involucro,
so.cmui.o dedicado ao betn publico; ,em sem- uffSSESTZSS? '"'"^ "mell""le'
pre gozado de liom conceito, como o de urna con-1 Eslas sement absorvem primeiro a humidade,
duela particular, honesta, regular o monlisada. He "'uroesceui, as iuae folhas len.inaes eagriMioan, a tera
radcula ou rn lmenlo da raz alunga-ae ; o envo
E fallemot agora das diversas operarOes pratica-
das n s viveiro.. Eslas sao : a multiplicar,!.., a
tranplan(ac-3n, os cuidado qoe deve ter o lavra-
dor para que nao baja a ssrctir. do solo, e .Igumai
.miras de que aqui ...lo fallamos por n.lo le cm a
maior importancia.
A multiplicarn das arvores rnmprehrnde doas
operares dilinrlas : a natural ou por rueio das te-
nientes, e a artificial, ou pela divislo.
He a natural a qae mais conven) arvores. Ai-
im oblemos Individuos mais saos, ... us vigorosos, o
de maior vida.
Aa scmenles devrm aeltar-se em hora estado. en-
do rnlhidaa bero maduras, e pcilencendo i oltiina
colheila.
Piallcarse-ha a semenlrira na primavera. E.
quando chega esl epnra, prepara-se a Ierra dos
algreles, a que se junta urna p..rran de eelerco, e-
palhando depois as semrnles o.i ein lilil ou a la :
vallando o R'.-io da profundidade que enlerr.m
segundo a sua geosaur*. K termina-e a opera.;....
rehundo os algreles coro palha, ou folhas aereas,
que ao destina 11, a impedir a seccora da Ierra, n
que, cerno j4 diisemos. deve ser tido ero ceiisi-
tleracilu ; alrm do que re tleve sachar datante u ve-
rao para destruir por MI meiu aa planta nociva,
regando tambero quandu fur necessaria.
l>o recorrendo i smen!es desuadas pel nalu-
reza para a reprodurcao da epecie, snrooi obriga-
du a dividir o individuo vegelel em um cerlo Ho-
mero de parle, f-zendo p..r meto de cerlo proces-
aos desenvolver em cada om aeargtoe que Ihe fal-
lam paro poder vegetar d.lidamente.
I'samoa desle modo de multiplicarlo no para
a atvores qoe nao dao sement ferl-ia, mas lam
bem para aquellas qoe assim silo mollipliradas mais
de promplo, e linelmeul. para as que nAo re-
produznam p.r meio das scmenles com as qualid.
de que as distinguen).
A mulliplicacSo artificial c, mpreliende poli os en-
teilns, I mi rgulbia, e as claras
A enverlia he urna operaran pela nal fazemoi
eom que o tronco e raizes .e qualquer arvore de
inferior qo.l dale usleiilem uro ramo escolhilo
d nutra mais estimada qoe nella se implanta : d-se
em gral o nome degorroasi ramos que queremos
perpetoar, e ao que se enseria ; e o deravallo
u prumsgemao Ircnco oo ramo ero que te en-

titot-\-ti.
c CAMBIOS
Sobre Londrea, 26 i\ d. nominal.
t Paria, 350 r. por fr.
Lisboa, lio por %.
Desenlo da latlrai, 12 por cenlo pelo haneo.
Onra.-Onca heipanhol.i 2y 30SOCO
atoada do 6a>00 velha .
a a 69400 nova ...
. e 4a)0U0......
Prata.I'atacos braiileiros.....
Poio columiuri a.....
meticanot. ...
n$ooo
MfOOO
flaooo
oeOO
tuna
1|8ftt
ALFANUBUA.
endiiiieiiln do da t a 14. .
dem do di. 15. .... .
:I32:81.>8I9
-'-!:2:iri|rtO0
Jo:0)l39uii
Descarresam no di. 16 de dexembro.
Ilarca inglezaSeraphlnaroeieadorias.
Barca ... aleta\1 .-i jna.iomercidoriaa.
Barca ingleza Pro-per..bacalhao.
Bare Inglez!Elisa Annalaboado.
Barca americaoChalhenooga farlnha da Irlgo
Mugue .'ineiicanoBreezeo resto.
Palarho americano Ertvi arinha de trigo
Patacho americano1 Darais farmha.
Brign inglezHarry llamecarvu.
Brca francezaltaouldiversos geceros.
Barca hollandezaT.wee ^lldae earvio '
MOVIMENTO DA AI.FaNDEA.
Voluroes anlr.dos coni fazenriai .
coro genero .
li-
dio
Total
Volantes surtido
eomfaiendss
eom geoeros
1_>7
-------'
.'III
Totil
CONSULADO GEBAL.
Itenilimenlo do di. I ol. .
dem do dit 13......
'li
52:1233725'
3:7ti.'s77:i
:i:kmc-:.s
DIVERSAS PIIOVIMCIAS.-
Rendimcoto do da I a 11. l'^ll-ilXl
dem do dia V,......, 33CJ0I8
la.7.'S}1(
Desl'arle podemos reniderar a enterlia como om
quanlo set o quanlo possn allirmar a respailo dos ------------ -i
quesilos propostos, sem que receie poder ser con- : t^"""diriVa-S."^*.* SfT1, "'" rr T """,0 "* n"""ih" P"""-
testad, por quera amar a verdad,, l que Mb*\UMlU^Z5X L X55*l 'a" "-" '""" ^..... "-
DESPACHOS DE EXPOUTAVAO PEI.A E-A
KO CONSULADO DESTA CIDADE NO lii
, I") DE DtZKMBtiO E 1857.
Canalllrigoe inglez .(.l.urus., Saundcn llrolben
t\ a., 2,000 accas assucar
.\Ia.se||,a-|..tacho ft.ncet ..tieorge, J. p. A,|our
i\ C, 1.800 sacros a-sucar.
PatioBrisue porlu Castro, lili cascos mrl. "
Liiboa Urigoo porluguez ..Relmpago,,, diverso.
carregadore, (J saceos assocar. "'"*<;
vid... de especies intlilaa vete.
y
MUTILADO
ILEGIVEL



LiverpoolBarca ingltza nBonitan, Barroca 4 Cas-
(ri), 327 cauros i>li|ailoi.
EXPORTACAO*.
Parlo, patacho porluguei Mi ido, di J2'J lont-
lada, eon litzlo a segunda : 3,000 saceos com
15,000 arroba* de as.ncar.
RECEBi-.HOIU \ DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERrUMBLCO.
Rendimenlodorlial a 1*. 11:8:T>->r,
Mera do dia 15....... 3.-9679124
-wr.W5e*v*'
-
1 i:79J-)78
'M.oWmxm$ #& mutua
Navios entrados no dia 15.
Macai e porlos inlarmed o H riiaa e 5 horas, va-
por nacional Ptrainaiiga, cominaodanle o e-
guudo if nenia Joaqulm Alves Moraba.
Rio de Janriro 15 'Has, baica porUgaea l.iei-
ra, de 391 toneladas, capillo Jo3o Ferreira Bas-
tos, eqarpasem 13, em lastro ; a GoimarAts Ler-
valho Si C. Pcrlciiee t Lisboa.
Navios sahidos no memo da.
Prlo Paiacbo pnrlaguti Maris, capillo Anto-
nio R. A i ven, carga asaacar.
Rio da Janeiro Bogue sjaciooil urJerculsin, capi-
llo Manoel da Canda Caadla, carga assucar, pas-
-.iseiro. Francisco Caelan, Aagnslo llmela.
West lndiea Barca americana uElla, capillo S. S.
Parraw, em lastro.
Liverpool por Macei Barca inglesa ulncenslao-
le, capillo David Wjli, ero lastro. Pasiegairo,
Mr. Vineent.
Penedo lliate nacional tCapibaribe, medre Isi-
doro Brrelo de Mello, carga varios /enero*. Pas-
sageiros Adolphn II k-, Dr. Antonio I. de F.
Saabra t eseravo, Jos Das de Almeida, Joanna
F. de R. Cavaleanti e ( lilhoa.
Rio Urande do norte Laucha nacional Flor do
Rio Grande do Norteo, msslra Msnoal Jos da
Paulo, carga varios gneros. Passagairaa, Ma-
nuel V. da Silva Santos, Francisco A. Salles, pa-
dre Bernanlino Ferreira l.oslosn, Gal Uno A. Bre-
gara, Francisco los de Almeida, ManoelS.de
Medeiros, Jlo Rolriguea de C. Barroso, Maria
F. da Albnqoerqua Ferreira, Pedro A. Iltnove-
do, Jo> Paitlo Dantas.
nhl po menrionado di, al vertitidn-ge que
os gneros do fornpcimento a cxcepQfio do
azeite para luzes deverao sor da primeira
qualidadu.
Sala do conseiho de adminstraco naval
em 9de dezeobro de 1857.-0 secretaiio,
Aloxandre Rodrigues dos Aojos.
CONSELllO ADMINISTRATIVO.
DIA6W mtmuotaW)..(uu fi m <. u* ifc9io di iui
l*ara o Hilo de Jnneiro
Sjjlio de dila I. Joanna dos Passos : snliba-
. do 19 do correle au mtiio dia em potito, no
segu cm poucos das a barca laya, tcm a escriptorio do dito Agente, a quem previa
maior parte do carr.-g*ment prompto ; ara menle poJem recorro os pretndanles para
o resto e passageiros, trala-se com Cela no
C. da Costa Moreira, ra da Cajleia do Reci-
fe n. a.
l'ara Lisboa pretende carragar c sabir
O consolho administrativo tem de comprar com brevidade a barca braslleira Amolia, d
Manoel Jos Teixeira Bastos, cavalleiro da
ordem da Rosa, e juiz de paz maia votado
deata freguezia de 8. Jos do Recite, em
virtude da lei etc.
Fago saber, que devendo proceder-se na
terceira dominga de Janeiro prximo futu-
ro arevisSo da qualificac.i'io na cooformi-
dade doart. 35 da lei de 19 de agosto de
1846, se faz mister, que os eleitores e sup-
plentes, abaixo designados compareca) a-
lim de proceder-se a formacSo da junta de
quahlicacBo, segundo o disposto no g 1. do
art. i." do decreto n 843 de 19 de aetembro
de 1855 combinado com o art. 4 e seguintes
do decreto n. 1812 de 23 do agosto de 1856 ;
pelo que em execucSo do art. 4 da refer la
lei convoco-os para que ae acbem na igreja
da Senhora do Ierro, pelas 9 horas da mi-
nhaa da mencionada terceira dominga (17 de
janoiro do aniu prximo vindourn), sob
pena de incorrerem na multa comminada
pela mesma lei.
Eleitores os senhores :
Joaquina I,. >i. da Franca.
.1 j.Io Jo-.- de Moraes.
Manoel Ferreira Accioli.
Manoel Joaquim Ferreira Estevas.
Joaqaim Pedro dos Santos Rezerrs.
Jlo Francisco Regs dos Anjos.
.lo."i:i de Brito Crrela.
Jo9o Soares da Fonseca Vellozo
Manoel da Almeida Lima.
Antonio Moreira de Mondonga.
Filippe Santiago Cavalcanli de Albuquerque.
Vicente Licinioda Costa Carapello.
Francisco Itaptista de Almeida.
Joaquim Francisco de Mello Santos.
Jos Simplicio le Si Esteves.
Jos Cartos de Souza Lobo.
Manoel Fonseca de Medeiros.
Miguel Jos da Silva.
Antonio i.nnc/Wes Pereira Lima.
Jos Francisco Bento.
Joaqulm Jos Tavares.
JoSo Francisco Bastos de Olivcira.
Supplentes os senhores :
Francisco Antonio das Chagas
Dr. Inoocencio Serfico do Assis Csrvelho.
Hemeterio Maciel da Silva.
Padre Albino Je Carvalho Lessa.
Antonio da Costa Reg Monleiro.
Manoel Camello Pessoa.
Jos Francisco de Souza Lima.
Domingos Azoredo t'.outinho.
Jos Verissemo dos Aojos.
Francisco vntonio Pereira de Brilo.
Antonio Francisco Alves.
Joo Joaquim de Figueiredo.
Tiburcio Valeriano Biplista
Francisco Joaquim de Souza
Jos Raymundo da Natividade Saldaras.
Jos do Fre las Bar boza.
Maximinno Francisco das Neves.
-Manoel Joaquim de Souza Vianna.
Elias Marinho Falco de Albuquerque Ma-
ranhao.
Antonio Emigdio RibeUO.
Jo3o das Virgens Molla.
Rraz Antonio da Cunha e Albuquorque.
E para constar mandei fazer o presente
para ser aullado nos lugares mais pblicos
da freguezia, e ser publicado pela impre is.
Dado e passado nasts cidaie o freguezia
dnSan-Jas do Recite aos 15 dezerrbro de
1857.Eu Jos Gongalves de Sa, esc.ivao
o escrevi.
Manoel Jos Teixeira Rsstos.
0 lllra. Sr. Inspector da thesouraria
provincial, em cumprim 'nlo da resolugiio
da junta da fazeada, manda fazer publico,
que no dia 31 do crrante vai novamenlu a
prega para ser arremtlads a quetn por me-
nos lizer a obra do I.' I.inr/i da ramilicagSo
do Japomim, avaliada em 17:3609 rs.
E para constar se manlou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
l'crnambuco 15 de Uezembro de 1857.O se-
cretario.
A. F. da VnuuncUc.no.
o seguinte
Sinele para a repartidlo do assistentc do
ajudaute general do exarcilo na provincia
das Alagoas, com as armas imperlais, c o
respectivo distico 1 ; bomba de ferro para
poijo 1; livro de registro geral das pragas
fffectivas, aggregsdas e addidas, conlendo
30 folhas, conforme as inslrucges que bai-
xaram com o decreto de 6 de dezembro de
1831, devendo aer as folhas impre.ssas e nu-
meradas i ; lijlos do alveuaria 8,000; cal
prela, alqueires loo ; azeite de carrapalo,
caadas 980 ; dito de coco, canacas 47 ; pa-
vios, duzias 9 ; velas estearinas, libras 100 ;
papel almago, resmas 20 ; dito almario pau-
lado, resma 1; dito de peso, resmas 10;
bonetes de pauno mesclado, com valas o
vivos de corea, para o 2. batalhao de allan-
tara 27 ; cbarlateirasde panno msela, com
meia la, e p. 9 prtteado 27 ; bole* grao-
das de metal amarello, lisos 728 ; ditos pe-
queos 468.
l'ara os msicos do 2.' batalh3o de
irjlanlaria.
Panno azul mesclado, covados 135 ; ca-
semira encarnada, cavados 8 7|16 ; dita a-
msrella, 3 3|8 ; bollan la de forro, covados
101 1|4 ; aniagem, varas 18 l|2; botes
grandes de metal amarello, com o n. 2, 378 ;
uitos pequeos 162; ditos pretos de osso,
duzias 18 ; clcheles pretos, pares 27.
yuem quizer vender, aprsente as suas
propostas em carta fechada na secretaria do
conseiho, as 10 horas do dia 18 do correnle
mez.
Sala das sessoes do conseiho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra,
11 de dezembro de 1857. Benlo Jos Laiee-
nha Lins, coronel presidente Bernardo
Pereira do Carmo. vogal o secretario.
Em praga publica dojuzdos fetos da fa-
zenda ae ho de arrematar em ultima praga os
bens seguintes :
50 Cascos do pipas em bom esiado,
avahados por dez mil ruis cada mu. 50^000
De Manoel Alves L'arJozo.
3 Caixoes de pinho por ... 89000
1 Barril vasio por...... 320
16 Medidas de landres por 10000
Pesas de ferro por.....1S000
Medidas de roadeira por 15000
Brago de balanga com concha e cor-
renle da lalao por .... 1S0OO
Pequeo caixao para sal por 500
31 l'edaros de laLoa d: pioho por. 2-""u06
1 Balcao em 2 pedagos por.... 29500
loiil lio c ipitao Jeronymo Jos Martins, por
ter parte do seu carregamento engajado :
quem na luesma qu7prt(rregar, pode con-
exanie da escriptura da compra pelo actual
proprielarin, procurado deste, e o mais
que enten Ven :t-m- ~ 2 carueiros grandes e
gordos, proprins ile menino andar montado,
vencionar com Atnornn Irmos, ra da Cruz por ser mulo mansos nj ru, da Madre U9
Deoa n. 36 A.
Do sitio do Cajueiro, que rol d > rile
iTancMci Com s de Olivelra agente
ci lo Sr. JoSo Jos da Cruz, desencaminha-lde leildpsi be sentios-e possuidorde um si-
ram-so 3 ovelhas e 2 carnelros ; pele-se | lio, cIi.Tjs prjiprios, no lugar d| Torre, eom
qualquer pessoa que delles souber, manda- frente a margem do rio i:apib*rib9a jusla-
los no dito sitio, ou na taberna dq Cajueiro,; mente defronto do da Exma. baronesa de
que'sn gratificar. i l'.oberibe, na ponte de lleno, e com funJo
Kugio do ensenlio F.squecido o cabra para a estrada larga e.m direiturt ao Recife,
n. 3.
- O brigue nacional Elvira, para a sua
viagedi o Rio de Janeiro, precisa de innri-
nheiros nacionacs : a tralar- com o capilSo
a bordo.
Para a IJ liia
A veleira e bem conhecda sumaca nacio-
nal HortPticia, pretende seguir com nimia
brevidade, tem prompto parle de seu carre-
gamento ; para o resto trata-so com o sou
consiguatario Autonio l.uiz de Olivcira Azo-
vedo, ra da cruz n. 1.
Para o Presidio de Fernando.
Segu para o Presidio de Fernando, no
dia 20 do corrente, o brigue nacioaal Adol-
pbo : quem nellc quizer carregar ou ir de
paaisagein, dirija-se ao consignatario Eduar-
do Ferreira Hallar; ailverlindo porm que
nao recebera carga senao at o dia 17, es-
tando os seuhores carregadores munidos
com as suas competentes portaras, lano
[para passagem como para carga.
Para o Rio de .faueiro,
Segu em poucos dias a barca nacional
Adelina, por lera maior parte do seu ear-
regamctito prompto, para u resto da mes-
ma e passageiros para osquaes tsm expel-
ientes cominillos : trala-se com os consig-
natarios Bastos ci leiiii-, ra do Trapiche
n. 17.
Para o Porto, segu em poucos das,
por ter prompla a maior parle de sua carga
o veleiro patacho porlugaez Duque do Por-
to, para u resto da carga e passageiros, para
o que tom cxcelletilo commodos : trala-se
com seu consignatario Domingos Alves Ma-
lhers, na ra o Apollo u. -23.
Total
1953-20
- Na coebeira do Guedes, na *rua do Ca-
no, ba bons cavailos para se vender, excel
Icoles para cab-iolet.
Precisa-se de um caxeiro para pada-
ria, que abono sua capacidade : no paleo da
Santa Cruz, a entrada da ra do Rosario
n. 55.
(.luilherme Pinto llennjues va a Eu-
ropa, levando em sua companhia sua mu-
Iber e dous lilhos menores.
- Os Sis Paulo Francisco do Paula Mon-
tenegro, cadete Jos Manoel Correa, Theo-
lonio Flix de Mello, Jos Joaq lim dos San-
Izidoro, com i tade le 20 anuos, lnixo, g'os-
so, cabello cacheado, com marcas de bexiga
pelo rosto, pernaa grossas, muito pachola,
anda sempre limpo, gusta de jogar, j faz
um armo que trabalha na estrada de ferro,
aonlequer que rsteja iulitula-se por forro:
quon o pegar, dirija-so ao engijnho Esque-
cido, que ser bom recompensado
Manoel Rogerio ou La Igei io, do dad
ilnl4annns, pouco tnais ou menos, fiibo
nico, e mo-rendoseus pas na comarca de
com perto de i 000 palmos do com -.rmenlo
e 200 de largura ; oqual aclia-se pn moro-1 captiva
smente plaa lo de lindo pomar de la rau- milla;
geiras foeroa de 600 ps, .lo jaqueiras, fruc-
ta-pSo, mangueiras, eoqaeiros, sapoliaeiros,
pinbeiras, Irmeiras, hananciras, e muitas
outras arrores, algumas de reereio ; tem
excellenlc baixa que da permanentemente
capim para susteut'< de 4 cavallos, sendo
dividida no centro por um aterro alto ser-
vindo de pasaeio, murado dos lados com a
Goianni ha mais de um anno, passou-se pa- j forma e consistencia de caes, na cxtons3o do
ra esta freguezia de Maranguape, c ueste ] 3o palmos, plantado de cepas, que dilo ovas G : ("em soulier onue elle eta ou ,
-- ti abaixo assignado faz%cienle .ios seus
llovedores de cuntas aoligas, que da ifata
deslo 30 dics venliain Raiislazer seusjjcbi-
los e do contrario ser obrigado contra sua
vontaae u usar dos termos que a lei Ihe coii-
fee.
I.oiz Freir de An Irado.
Precisa-se alugar urna ama forra ou
para os servlc.08 de um cusa de fa-
. pags-se bem : no aterro da lloa-
Vista, luja de bilbetes n. 5G.
Precisa-so de um reverendo sacerdote
para capellAo de um engenbo na freguezia
da Eseada : na ruada i.adeia do Recife, luja
n 50.
Precisa-se saber para negocio de
intere$*c, seainda existe ou existi nota
cidadeoSr. Francisco Goncalves do Re-
correr de lempo lam assislido era varas ca-
sas com O interesse de urna pequea pags, e
sabinlo ha pouco de urna dallas diffamou a
lamina do seu beml'eilor, este otTendido-i'oi
queixar-se ao subdelegado do lugar, e dan-
do o.dcm para ser proso, como foi, remet-
teu ao delegado de Ulinda como recruta.
em bundancia, sobre lala<'a de ferro tao
perfeila, que fornece agrad.vel sombra, a
cusa do sitio, recemementi edificada com
to laa solidez, esmero e belleza, assim como
outra para baobos com tanques, cacimbas c
bombas, c tolas asmis obras sao fei tas pe-
los, Jos Cuilherme, Antonio Jos da Costa, I Certa pessoa da mesma freguezia como nao
eJoao Alves de Brito, tem cartas de Goiao-: conseguirse solta-lo, consta que fra procu-
na na livraria n. 6 e8 da praga da Indepen-; rar euipenho no Recife para quando lt clie-
dencia. ga r ser sollo, o como talve/. allegue razoes
Antonio de Souzi Teixeira, por haver injustas, previne-se as autoridades que ne-
oulro de igual nomo, s* assgnar por An-johum est mais na razilo do ser recrutado
Ionio de Souza Teixeira lleire. do que este individuo, que aleo das razos
-- Compra-se u asa prela, c um relo, es- ditas he um grande vadio.
cravos, que sejain fiis, e nao tenhain vicio ; O escrivio do jury do termo dcst ci-
algum, devendo a preta saber cozer. ensa- | d-'de mudou seu cartorio para a ra Augusta
boar e engommar, eo prelo saber fazer as
com iras de uina casa, e botar canoa (decar-
reira ; quem os tiver annuncie para s-!r
procurado ou dirija-se a praga da Indepen-
dencia n.iieS, que so dir quen os p e-
ti nde.
n. 15, primeiro andar.
VctorSouvage retira-se pata Frang,
e pode a lodos os que se jolgarem seus cre-
dori'.s nueiram apresenlar as suas contas
npsles tres dias, na ra da Cruz n 20, na
ce teza de que as contas que forera aprsen-
(ueuidesua familia lie favor COmoiun
ca-lo na rua do Vigariocasa n. 7.
Precisa-se do um caxeiro que cuten
da de taberna, e d fiador a sua conducta : a
tratar na roa larga do Rosario n. 25.
O abaixo assignado, faz seiente aos
los artistas mais abalisados do paiz. sem al- seus ere lores de cootas antigs, que da data
leucao ao cusi, e somante com a mira no (lesle ha 30 djaSj veham salislazer seus de
conlortoe descanso dos pesados e assiduos! bilos e do contrario ser obrigado contra
irabalboi do proprrlano durante a velhico sua vontade a usar dos termos, que a lei Ihn
no seio de sub familia. A todas eslas obras C0Ilrere
accresce a edficagao de um caes o mais per- Luiz hreiro (le Adrado.
leiio, e seguro a ma geni dorio em frente ... 0uem annuncou precisar de80Os
da casa, c no espago daquelle para esta, na ,i00u, a .)rcraio pr0cure na rua do Cotovel-
iim bello jardim delicadamente esbogado e Io n. 36 'com porUo de ferro.
plantado de arbustos c da lindas llores.
Fugioda cochoira dos mnibus um ca- ladas depois de sua retrala, nao seiSo al-
vallocom os signaos segaintes i poltro de lenlilas.
^uita attencilo.
companhia
Bmsile'a de paquetes a
&M< De Jos Pereira da Silva.
I Sobrado de 1 andar na iravessa do Carreo n.
10, com xaranda de ferro sacada lora, quintal
rrju'ado,caciroba cocinlia.fora,leudo da largura 22
palmos.roniprimenio 56 enjo sobrado su ada em
concert pelo seu estado foi avahado por .
2 .000*4000
Dos herdeiros de Mara Joseplia de Matos.
Um terreno na freguezia de S. .los na rua Im-
perial, o qual ten? 30 palmos de frente, e 40 de
fundos cujo terreno outr'ota linlia I casa terrea
com o n. 219, que hoja se acha cabida por isso
foi avahado o solo por (3>000.
De Izidio Marques Colonha.
Um sitio na eslrada tanles frucleiras, e aclia-se cercado em parle com
port.io de grade de madeira, tendo 1 casa terrea
de vi venda de pedra, e cal com 42 palmos de fren-
te, e 120 de fundos, avisla do estado em que se
acha, sendo o solo de renda foi avahado em .
1:2008000
De Manoel Ferreira Chaves.
Urna casa lerrea na rua dos Vocas n. o com
15 palmos de largura, e 33 ditos de [lindos com
porta, ejanella, quintal cm abeito, eozinhl den-
tro, chao forero. cuja casa tem 2 oiloes. afren-
te de lijlos est em muio mo estado, avahada
por 508000.
Do \mnni i Gomes,por Anua Mara dos Prazeres.
Um sobrado do i andar sito na rua do Pilar n.
127 com varanda de ferro, tendo de largura 22
palmos, o comprmanlo 70, cozinha no soiao,
quinlai murado coro porfo avahado por 3:000$
Aos herdeiros de Adeliuo Jorge Coellio da Silva.
Una casa na fregutzia da Boa-\ isla na iraves-
sa da Capunga n. 11, aqual tem 23 palmos de
frente, 52 de fundos, cosiulia dentro, quiulal em
aberio avahado por 1009000.
De Roca Mara de Oliveira.
Um silio no Salgadnlio com 2 casasde pedia
cal do vivenda as quaes tem cada una, 1 porla,
2 j mellas ilo frente, e de largura 29 palmos, 72
dilos de fundos, cujo sitio tem di Hrcules fruclei-
ras, e um vivero tudo por 6:00051100
Da Francisco Ferreira Je Mello.
Urna casa terrea na freguezia da S. .los, na
rua dos Assouguinbos n. 23, com 16 palmus de
frente, 43 de fundos, cosnba dentro,quinial mo-
rado, avahada por MiojOoO
De Antonia Maria da Penba.
Urna casa lerrea de tapa na freguetia dos Alle-
gados na rua de S. Miguel n. -16 com 15 pal-
mos de frente e 55 de fundos,cosinlia dentro, quin-
tal em oberio, cacimba piopiia em mo es'.ado por
100-^000.
De Leonardo do Sacramento, por Hara Bosa de
Jess.
0< rendimentos annuaes da olaiia no largo du
Coellio n. 3 avahado em 2005000
Ua \iuva de Amonio Jos de Almeida.
O pretndanles comparerao as 10 boias da
vapor
O vapor Tooanlins, emiinandanle o pri-
meiro lenlo Pedro llip lolyto Duarte, es-
pera-ge dos porlos do no'to em seguida pa-
ra os do sul ate ao dia M de CO'rente, l'ara
carga, eucommendas, dtnheiroa l'rete c pas-
sageiros traa se des le ja na agencia rua do
Trapiche n. +0.
primeira muda, prelo taxilo, cauda a-
para Ja ; e levou oangslha usada : quem o a-
char o levara dila cocheira, sei ro.-.ompen-
sado.
- No dia sexta-fei'a 18 do correnle. dc-
|iois da 8udie e ausentes, ser arrematada e;n hasta pu-
blica u escrava Maria, crioula, avahada por
500? rs., perioncantc a heranga jaecnto da
finada Paulina Alexsndrina f.nimares.
- Precisa-se da um caxeiro pan una
lojs de louga vi l'ada, aiu la mesmn que seja.
algum homem de meia idade. qu i dfi fiador
a sua conduca : a li afr na rua da Cadeia
do Recite, loja n. 64
/Vovidade sem
ia^.
Lelao exlror-
dinario
e ultimo
QUINTA-FEIRA
O -i.
17 1)0 CORRENTE
c&mssii'j'
Correio ptt'l.
RelacOo das carias seguras, viudas de Ma-
cei pelo vapor Persinouga, para os se-
nhores abaixo declarados :
Conrado Alvaro de Corlova Lima.
Joaquim Comes de Soutn.
COMPANHIA DE SLC.LUOS MARTIMOS E
TERRESTRES.
DO
IMPERIO DO BRASIL.
Estabelecida no Rio ele Janeiro.
CAPITAL .G.OOO.OOOtOOO
Agei'Cia rua da Cruz n. 15, eseriptoiioda
viuva Amorirn & Fillio.
AosSrs. negociantes, propiietatios do
casas etc., etc., se oiferece na agencia da
dita companhia nesta cidade, a realisaro
de seguros por premios e condiciones mili-
to mdicas e ra/.onveis. Na mesma agen-
cia taubem se efl'ectuam seguros tanto
para o norte como para o sul do imperio,
nos vapores costeiros e vasos devela. A
companhia garante a prompta indemni-
saco da importancia de qualquer si-
nistros.
O lllm. Sr. ins-pector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resolucio
da junta da faz.enda, manda fazer publico,
que a arremataco do pedago das barreiras
do Manguinho e f'apunga foi transferid
para o dia 17 do correnle. E para constar se
mandou allixar o presente e publicar pelo
Diario Secretaria da thes luran provin-
cial de Pernambnco 10 de dezembro de
1857. O secretario, A. F. d'Annunciaco.
Conseiho de adminis'racno naval.
Tendo-se de proceder uo dia 21 do cor-
rente mez o contrato pelo tempo a decorrer
do r do Janeiro ao altimo de margo, prxi-
mo, para o fornecimento de arroz, agur-
dente, azeito doce de Lisboa, bacalho, car-
ne secca, caf em grilo, farinha de mandio-
ca, fejiin.sal. toucinho de Sanios, vinagre
de Lisboa veas stearinas, carne verde, pao,
I olacha, e azeite p'oprio para luzes
nualquer que se a a 'qualidado, aos navios
de guerra da armada, barra de excavaco,
enfermara de marinha, o Africanos livres
existentes no arsenal de marinha ; bem co-
manlia do da 16 de dezembro do correnle anno no
escripiorio do Sr. Dr. juiz dos fetos da fazenda
em sen armazem na rua do '.'.oilegio n. 15,
far ledrio de lo ios os objeelos evistentos
Do mesmo, consislindo em mobilias de ja-
caranda ear. arello. pianos de mesa, um
lin lo presepio, secretarias, guarda rou as-
de amarello e de noguei a, toilettes, espe-
Ihos porlateis para barba, lavatorios com
pedra, aparadores, mesa clstica grande,
guarda !our;a, mesas simples de jantar.mar-
quez s, cama franc.e/as e mais objectos de
marcmeiria ets., obras de ouro o prala, ob-
jectos de porcellaiin para enfeites do sala,
candelabros, lanternas devid'o, candieiios
Je globo, de diflereatns modelos, quadros
moderniasimos, quinquilherias diversas e
outros mullos artigos qtn fra impossicl
mencionar, e que serao delinilivamente ven-
didos sem reserva algum*. : nosupradito dia
as 10 horas da n .-.nia .
LEILO
de algodo.
O agente llorja, por conU c risco de quem
perleneer fara loiiSo de 186 pe^as de algo-
dSo, com toque de avarla, quinia-fuira 17
do corrente ao m-io dia en poito.
--- O agente Olivcira nao podendo .con-
cluir em um s Uia o leilHo da molona ter-
tencente *u IIlna. Sf. desembargador M da
Rocha Bastos, em consequi-ncia da mulli-
plicilade dos artigos, cominuara o leiUo
dos restantes, cmsistindo em cadeiras de
dill'ouMilcs qualidades pT sala, s-letas e
toilello, baoiiuiulias de jogj estanie para
livros com hinca, linJa banquioha de cos-
tuia, mesa ilejautar. dila para engomma-
dos, sof, bancas correspondentes, enmmo-
das, candelabros de 6 luzes para: cima de
mesa, lanternas, relogio btonzeado muito
superior, espelhos grandes do Jacaranda os
mais perfeitos para loileltn de senhora, um
magnifico saniu.iio de Jacaranda linda-
8
Confronto o beceo do Rosario de Sinlo An-
todio chegou honlem da Europa urna po"-
eiio decestidhas com tamsa muito proprias
para as pasto'inhas de^ositarem suas olTer-
tas nos presepios : junto aquella nov lade
veio urna nova remessa en tornos de azafa-
tes redondos brancos, ditos de con lerdas, ba-
laios de vime o do palliioha, francezes mu
apropriados para costura de-nenho-a, balai-
nhos le cores e sem lampa, obra (i ni-sima e
mui delicada, propfia para pr-'nlas do mo-
cas, balainli.is matiza los para brinquedos de
meninos, eoatas de dilferontos tamanlios pa-
ra compras, eestos breguezas para sitios
folios de correia, canasiras iavradeiras equi-
valente aos panacu's, canastras com propor-
q-js do barco para meninos pequeos Kste
eslabolecimento tcm o c inlinu'a a receber
da Europa obras desta natureza, por isso o
seu proprielsrio garante aos seus fregUOZOS
um razoavei proco, Unto melor sen lo por-
?So : ha neste mesmo estabeleciment s-
snesr b anco lino ex?erimentado,muito pro-
pio pira doces ; venle-so as arrobas o a
retalho, assucar mas-avado secco en arro-
bas e as libras, assucnr relindo a retalho,
caf idem, bolachiuhas de va'as quali la les
de araruta, bscoil is doces, fatias, c final-
mente pao e bolacha, tudo fabrica lo com
a melhor farinha do mercado.
Casavequcse in-
feites-
lu do Crespo n. 23.
na la do Crespo.
do Crespo n
_Venlem-so casaveques de cambraia, fus-
lo e lil, tanto pra senil >ra co yo para me-
ninos, gosios delicados e modelos ioteira-
mente novus, e riqussimos inl'eitcs pira
cabeca, de no'os gustos o prerjo barato; as
aim como outr.'s muitas fazenias madernas
propias para a estacSo da l'est.
Vndese un molcquc crioulo d* mui-
lo h a conducta, e urna escrava boa coz-
iil a : na rua Direita n 3
- Vende se urna estufa por prego pun-
to ; na rua da Ladeia do Recua, loja
61.
- Venlem-sa tr'.vejamentos de loass de
varios lamanhos ; na prar^a do Sania Rila,
reatilaco.
- No da 18 do correnle, na rua das
Triucbeiras, se ha de arrematar ao meio
Jia, dojois da audiencia do Dr juiz munici-
pal da primeira vara do c'ivel, um sitio de
terras.com cas de vivanda, no lunar da
estrada da Tor e, por execuo.lo de JoSo Fer-
reira dos Santos, cintra os herdeiros de Joo
Fir-nino da Cosa Horadas.
Precisa-so comprar lOescavos mogos,
de boa figura e sadios, para servico da cam-
po, e unu escrava que engomlo e cozinha :
na rua da Cadeia do Recife n. 3S, primeira
andar1
Ven lem-se chapeos de follro para S3-
nhiri a Tamherlick, do ullimo gosto, che-
ga.los pelo ulli.no navio de franca, assim
como c'iapans do Chille linos e ordinarios, e
do molas ; na praga da Independencia ns 7
o vcndelliSu da "rua da Cruz n. 31, ple
Sem rehuco palomear a face do publico de
que he proveniente, o que lhed*ve o abaixo
assignaio, po lindo Ihe seja mais verdadero
do que. foi no annuticio que fez inserir tro
Diario n.985, aonlo escreveu mentiras de
caada e meia, mentio em dize' que me
convi lou para pagamento, menlio quanlo
diz me lor eu recusado a pagar menlio tor
fin quando fallou em sapstos o nos impro-
visados anuos, etc., ote. ; desnecessario s3o
tolos esses nauseabundos protestos, coo os
quaes pretende terminar a polmica que de
sua es ontanca vontade principiou, decla-
re-se com vontade ou sem ella, complete a
obra para que o publico sensato como dzv
julgue se sao ou nao bem empregados os "i-
tulos que justamente Ihe del em meu pri-
meiro annuncio--A. J- .tiendes.
Milita ttttiiclo.
PoJe-se encarec lamente a urna capacida-
de mgica, moradora ni rua de.vjolo, o
especial favor de n3o se 1 ;mliiar de um mogo
que ha muito Ihe vota o mais i.iopinado des-
precia ; parece-me que a Exin. capacidade
uflo ignora quem seja.
stteng&o.
O ven lelbao que 130 estpidamente jul-
gou desacreditar utna pessoa com langar
duas iufsmes rabiscadelaa as columnas do
jornal, nao pela q janlia que a mesma pes-
soa Ida, deva, e sim por meramente satisfa-
zer os amsrellos caprich .s de um senbor
l'osig) Social, quoira ler a hon lade de nao
continuar a sacrificar assim o crdito de
pessoa s que prez a m a honra, do contraro
se arrapen lera, porm sera tarde a arns
'voras : despre/.e, porlanlo, as garantas que
oui casos laos Ihe offrega o tal PoscSo so-
cial, e aceite o conseiho provoiloso que Ihe
da um queobserva
O abaixo assignado vai provincia das
Alagse, o deis:* por seus procuradores os
Srs. Ignacio Luis de Brito Tabo-ia, Marce-
lino Jeronymo de Azovedo o Fortunato Jos
Dias do lampaio, limito este encarregade
le tolos os negocios de sua casa.
Jos Congalves Halveira.
O Si. ajudante do guarda-mor da al-
ia d doga.
~-^_ Consta-nos (pie o
senhor ajudante do
guarda-mor da al-
andega, o Sr. Luiz
(jomes Ferreira, anda por alii tolo a per-
la do a pedir aos capitaes dos navios e ou-
ii-.is pessoas mais, attestados em como
nunca pedio para encarregar-se do esti-
va ment dos navios e (pie deste modo pre-
tende provar quelie lilso o quanlo areS-
|ieito havemos dilo. Ora dar-se-ha acaso
que S. S. queira provar com os attestados
dos capitaes que acham-se no porto o i pie
passou-se lia um, dous c lies me/.es com
capitaes que se ausentaran*? Queremos
ver em que termos so concebidos seme-
Ihantes attestados e veremos se a verdade
deixara de apparecer.
P. R. T.
llecile 15 de de/.embiodel857.
Desappareceu da arcada da alian-
daga Urna i i ni nlia com lio de ouro e
com lelreuo a Novis A C, vinda do llio
pelo vaporTocantins,quem tiver noticia
della pode dirigir-se a' aKandega ao des-
pacliante Vieira de Souza que sera' re-
compensado.
muitas om vasos primorosos, symotricamen-
te collocados. a estrada ao correr do sitio
ale o rio, e o alargamento deste foram tara-
bem, aquella aterrada, e esle desat. rrado, a-
largado e alinhado a grandes expensas o
consumises do proprietario, em proveito
do publico, como so tomar mais evidente
logo que o governo se decida a formar a pon-
te projectada, cuja ulilidade tantu para a-
quelle como para este, nao cabe aqui de ,
uionslrar. Os salutferos ares da Torre, c o leguas ; Pga-so bem,
infallivel augmento futuro que traa a cons- lrtar ". rua a } n
truegao da indicada ponte, pelo mullo que
dimiuuira a distancia para a cidade, s;1o de
certo incentivos fortes para a procura do lu-
gar tao appcterivel.c conseguintenienle para
que a propjioiodi! mullo alli suba do valor.
4 encanta tora posioSo do ailin, casa c suas
depen leticias .inclusivo casa de fuilor, co-
cheira, estribara e gallinheiro), de apra zivcl
e arrebatadora que he, torna-se inexpli-
cavel, o nada poderia condignamente des-
creve-la senao a penua de um verdadeiro
poeta. Com tilo bellas pro^orges paraa-
menisar e prolongar a vida, e supposlo cus-
tasse tudo quanlo lica dcscriplo cerca de
*l) oOOi, em tempos de mor baraloza de ma-
l riaes e jornaes, o proprietario acha-se dis-
pislo a desf z.ir-se de dita sua pro.liedsde
por qualquej prego razoavei, indepeiidenle
do prejuizo, quer a dinheiro, parte a vista e
parteaprazo, ou totalmente o pra/.o, ou a
arrcnda-la por prazo longo ; a quem, pois,
estas iMiidirOos convierem, dirija-so ao
mesmo.
--- l'recisa-se de urna ama forra, ou urna
prela captiva para o servigo de urna casa de
duas pessoas ; no paleo do Paraso, segun-
do anJtrfque faz quina para a rua das Cru-
zes, porcuna de um agouguo.
--- Uaai w-feira, 16 do corrente, linda a
audiencia do Sr. Dr. juiz municipal suj-
ple.nte da.segunda vara na casa de sua re-
si icncia, no pateo do CollegiO, sera arrma-
la la em praca pubiiea a casa terrea u da
rua do Nogueira, por execugilo de Jos
Francisco da Cosa, contra Manuel de Barros
.Nasciinenlo, a .aliada em 1:5009, he a ultima
praga, escrivo apliala.
Na sexla-feira, 18 do correte, cm
praga publica do illm. Sr. Dr juiz muiiiri-
pal da primeira vara, que toia lugar na por-
la da casa n 19 na rua das Trincheiras, lin-
da a audiencia do mesmo Sr. juiz, que prin-
cipia ao ineio da, se ho de arrematar di-
versas dividas que foram do casal do tinado
Jos Francisco Relem, e couberam ao lier-
deiro Jos Rodrigues do l'asso como admi-
nistrador de sua niulher, no inventario e
partillia do mesmo casal; as quaes divi Jas
vilo S praga por execugo que ao dito l'assos
movem os oordeiros de Auionio Martina Iti-
beiro. lie a ultima praga.
- O Dr. Joao Mara Seve, medico, mu-
dou sua residencia para a rua do ollcgio,
casa n 10, segundo andar, por cima da bo-
tica, on le pode ser procurlo para o exer-
cicio de sua profissffo, especialmente para o
servico de partos.
- Precisa-so do urna ama que saiba co-
zinbr e eugomiuar, rara casa de m ito
pouca familia : a tratar na loja do livros.
lelrunte uo arco de Sanio Antonio.
-- (J Dr. Jeronymo Vil-jila de Castro Ta-
vares mu lou a sua residencia rara a rua
larga do Rosario, b.iino do SmiIo Antonio,
primeiro andar do sobrado n. >8, e ahi esta-
beleceu o seu escriptorio de advocada, po-
dendo ser procura lo todos os dias ulcs, das
9 lloras da maulia as da tar le. As ques
toes de que o auiiuncisnle se enc-.rregar
durante os 4 mezes de sessao legislativa,
que ,,as-ai- na corto, scrSo tratadas com todo
u cuidado e zjlo pelo seo socio.
* Ama.
'' Na rua la Mnguelran. 5 precisa- ^p
i.'.' sa de urna ama, que coziube bem ; ";?
; i., promeite-se boa pag. ;; <
Precisa-se de urna mulber de meia
! idade, que saiba cozinhar tora da cidade S
sendo diligcule: a
?0 Tambem pre-
cisa-se de uiccaixe o portuguez, ou bra-
silelro de 1 \ a 15 anuos, para urna
Tora da cidade 5 leguas com pratica,
olla a tratar na mesma casa u. o.
Precisa-se de urna ama para
pouca familia : na rua Bella n. 10.
casa de
ido por dentro, um piano mo- i "' com frenle Pra rua do Qoeimado.
- Vends-se urna escrava com c a ; na
rua das Trinciieiras n. <6.
AOS AMANTES DA MSICA.
irnEAiriE
DE
SANTA ISABEL
V RECITA MMVa 189 iiMTl'R*
BA
EMPREZA GERMANO-
(JL'INTA-I EIRA, 17 DE DEZEMBRO.
Sobini scena, a pedido a mniM pe, o moilo
tirell'iile ilriiina em !t actos e I prlui;u, iloSr.
M. ii'lc- Leal :
A POBRE
DAS
RUINAS.
A x-trii Joanna Januaria fara'
das Ruinas.
a parle de Pobre
Terminar o espelaeolo coma crarinsa comedia m
um aclo, orn.i.J.i de cuuplrls :
B1LHETESDE LOTERA.
# Principiara as 8 horas.
Os bilheles acharo-fe a'venda no escr lorio do
tliealro.
derno e de grande valor, redomas com pes-
uas, jarros e garratintias de porcellan, e
de jaspe, trem de cozinha ; assim c itrio urna
saccada de podra, unu Irave de amarello, e
assim mais unu escrava ptima cozinhe'ra,
cm urna linda cria de 10 mozes : sexta-fei-
ra 18 do corrente. s lfi horas da manha, na
casa de dito Sr. desemba'gador, rnt do Au-
rora.
Leilao de V/cn-
das inglezas, 'raneezas,
alleiDas t; sui^st".
0ARTA-FEIRA16 DO COR-
RERTE.
NO ARMAZbM DO AGENTE
^ESTAA
O agente Pestaa honrado com contianga
da maior parte das imprtenles casas im-
ii.taior s de mercadorias de Mauchester
l'aris, LvSo, Brest, etc. etc., fara lelao em
seu arina/em no da -runa designado, c pe-
las 10 boras da manbBa de
Um completo e ni ni varia-
do sortimeuto
DE
4ie?


:<'
iiiienda
TODAS PIKIPRUS I)KSTEMF.'\0\D0 A VON-
TADE -i COMPRADORES APRVZOIlO
KSTVI.LO, OU A VISTA COM BOM DES-
CONT.
O dito agente espora que seus numerosos
amigos, a quem muito dove inleressaro pre-
sente lelao, nao Jeixaro de pela vez pri-
meira honrar o seu armazem consorrondo a
um leilao tao iinporlanle e que Ibes deve
assegurar lucros vaolajosos para bem goza-
ren! us passatempos da prxima festa.
___O agento Oliveira fa a leilSo, por au-
'ara o llio de ..aneiro
Segu por estes dias o bem conhecido bri
gue nacienal Elvira, tem a maior parte do tonsacao competente, de um sitio de Ierras
carregamento prompto ; para o resto, pas- na rua do Sebo. ^^oa.Ir.emie:.10bMr.
sageiroa e escravos, para o que tem bons ISoa-Vista, o qual
mo de eflectuar-se a compra de bonetes do I eom modos : irata-sa com os consignatarios
anno azul, conformo o modelo que acha-' hernandes & Pulios, na rua da Cadeia do
se patente no almoxanfado do mesmo arse- Recife.
nal, necessarios aos dilos navios, convida o
conseiho de adminiatrafSo navi aos pre-
tendenlcs a apresentarem as auas proposias
em cartas fechadas slc as 11 boras da ma-
No loja do Itipn.iiile Diinonl, rua Nova n.!),
exisirm in los iia Europa eils primalroa edabela-
cimentos masleieado Rio de Janeiro a< mais novas
op.rae a os meltmie. pe.lafos lirados das obras de
Verdi, Sunilo II icca-i.egra e oulras, si>jam p no i, puno e canin, an pira dams. Aeharia lam-
bem os senhores flaalislas um Eranda nortinento ile
msicas pita V.Uas e il.ns.s, e nns duelo* para
Maulas de operas inti iras rhe^a las ullimamenla da
Italia. Na iiiesins lofa t
orlimenln da in-lrnnienl is ile loils a' qoalidailcs r
praCM, viol., Ilaolas, rabera, e em c"ral toda o
i ii-trame ni '. para msica inihlsr e orclirstra.
Rospondendo-se an annuncio inserto
no Diario de IVrmrabiico a respeilo do on-
carrega io da festa da Senhora do Amparo da
cidade de O.inda, declara-se que nada se
deve a musica la mesma festa, pois logo no
da seguinte foram pagos todos os msicos.
Doaingo, 13 lo corrente, sanio d i hos-
pital de cari lade um servente de nom JoSo,
eseravo do Sr. Domingos Cues Foreira, o
qual tem os sg laes seguintes : cor prela,
alto e cheio d > corpo, con i li le de quaren-
ta o tantos aunis, com un dlo turto de
nina das ma >s, e he q-iob-ado : quem o pe-
gar leve ao mesmo hospital ou a cisa de seu
refer lo senhor Domingos Pires Ferreira.
A mesa regadora da rmanlvle de N.
S dj O' de Ipojuc, Taz saber que no dia 27
do corrente, pelas 9 horas do dia, lvenlo
todos os irnia >s d*? dita irmanla le compa-
recer no consistorio da igr ja de dita Se-
nhora para se elegiros ivos funeconarijs
que tem ds servir no poximo seguinta an-
no de 1858, o para constar ai publie >u o
prsenle,Jos \ntooio Pires FalcSo, juiz.
Manoel Cardoso de Vargas, thesoureiro.
Precisa-sede 3 amassadores: na pa-
daria da rua dos Pescadores.
Ao Sr*admnUlra 1 ir do correio.
O conego Rochael pal a S S que qual-
quer carta que di sul ou norte, que por essa
administra<;3o for dirigida ao aBnunciaate,
seja remettid para a agencia do Brejo, on-
de he mora lor o anninciante.
Jos Oiogo de Peona, sub lito portu-
guez, retira-se para fra do imperio.
Na rua Augusta, casa de solSo con-
fronte ros (ioelhis, precisa-se de um homem
forro para an lar com urna carrosa.
0
Ao Nova n. 49.junio a
igrej-i da L'oocei*
cfto dos Militares.
(0)
Caf da boa
fama.
Conforme se annunciou, ac'ia-se aberto
este estabelccimento, sen lo cun o me|||->r
gosto possivel on io os freguez^s achario
escolenle caf, chocolate, cha, bolinhos e
refrescos do tolas as quali lades, assim co-
mo preparam-se jan tares para fura, biudoi-
jas enfeitaiis e qualquer objecto de comi-
da : ua ru larga do Rosario n- 46, piimeiro
andar.
-- Pergunta-se a m5i da pobreza se no
Damero dos viote pobres inclu ia o bem
conbecido orpbSozinbo o Uszanza, pois se
im'alw "a quem estaja emcii-ciinstancias de rece-
bar desU_s esmolas, elle be um, para tomar
o seu trago.
0 vistozo
Vende-si channanhe. de superiores
mareas, M sel & Chan lon.Comte de Marcuil,
superior cognac francs em barris e em ci-
uas, absyntbio suisso em raixas, tudo por
preju coinmodo : na rua do Trapiche n. II
Comiiraw-se nioeias vclhasde 16- rom
2 por ceuto de premio : na rua da Cadeia
do Recife loja de cambio n 38.
Precisn-se de urna ama de leite,que
tenha bom e bastante nao seollia prero :
na ruado Collegion. 20, terceiro indar.

m
'$y N'esle armazem encontrara o pu- ft
A hlico bui grande sorlimenlo de rou- /^
*^ pas feias, como sejam casacas, so- w
W brecasacas, fraques, gndolas e pa- |>,
il ''ll^S ''" Panno Preto e de cores, pa- ^
W liis e sobrecasicas de case, ni ira de W
ijfy cores e mesclada, dito* de alpaca jfij
A prela e de cores, ditos do popelina t,*.
J? de sed com golia de velludo, dilos W
9 de bombasina, ditos de moriu se- aW
|j| lim, dilos de fuslao branco e de co- r,
res, dilos de ganga de corea, ditos de 2
brim branco e de cores, ditos de ris- Vf
ca los, ClQas de casemira preta e de (01
Z merino, de princeza, do brim bran- ^
W coe de cores, de gangas, e do fus- (v)
^ tdes de liuho, col leles de velludo, de (jflj
rA gurgurao, de selim de fustao, e de /,
g gangas grvalas, luvas, camisas, c 9
(p9 chapeos de todaa as qualidades. $)
sISS-sSfSSKg-S^si
Precisa-se de tomar a i reno i a 6 con-
los de res a um por ceulo, dando-se porse-
guranca um predio de grande valor, quem
quizer fazer se mol lia ule negocio aunuucie
qara ser procurado.
Grammatica Intiiia.
Acham-se 8lguns exemiilares do primeiro
e terceiro volume da obra do Sr Carlos Kor-
nis intitulada institutiones grainojatica?
el synlaxeos latina: -- ex aucloribus classi-
cis optimorurr.que grammalicorum npe ibus
Manoel Augusto de Menezes Costa | "cerpbr, el in usum .lumno'um methodo
mu i.u le residencia psra a roa da Coacei- fJ55^i,4* ~aiwlp^' po,r Ur-
efio da o.-Vista n un' Korms ue lotvarad, es-prolessorcm
- Precisa-se po'r alusuel de urna r.reta e! J','"!!?"1",1" ""B1''-" l'lieus;s, etc. : as
I livranas dos lllms. Srs. II. I'igueiroa do Pa-
rla, o Cuimaraes flliveia.
JO.OOO de giftificacao.
Tendo desappirecdo dos aruaazons da os-
trada de ferro, oas Cinco Ponas, e de oulras
parts, aonde exislem objectos e materiaes
da dita estrada, grande quanlidado de fer-
rsgens c mais objectos; o emprcitoiro da
Diesma oHerece 'OOs d < gralili"ar3o a quem
doscobrir a pessoa ou lugar aonde exisla
objectos e ferragens perteucentes' a dita es
Irada, aflm de que se proceda conforme a lei
e se^ein punidos. O mesmo empretoiro pro-
melle guardar om sogreJo a pessoa que o
informar, sendo necessario No escriptorio,
rua do Trapiche Novo ti. 1
--- Aluga-se a loja do sobrado da rua es-
trella do Rosario, Iravessa para o Queimado
n. 3, onde tevo loja de barbeiro o Sr Fran-
cisco Pinto Ozono : a traU-r no deposito de
padaria, junto.
--- l'recisa-se de u n sacer lote para ir di -
zer as missas de Natal em um engenho, dan-
do-se a con iiiceo oaga-se bem : quem
pretender, dirija-se defronte do Corpo San
Ion. 17.
Lotera
DO
Convento de S.
Francisco de
Olinda.
CORRE 1IOJE.
O abiixo assignado apenas tem um reslo
de seus folizes bilheles inleiros e meios da
lotera cima, os quaes nao esUo sojeitos ao
imposto da lei, cojo descomo ser pago na
rua daCadeia do Recife n. 4.">.
Por Salusliano do Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
- Precisa-se alugar una escrava que co-
zinha e engnmme para >;ma pessoa, paga-sc
bem : na rua da Cadeia do Rccile n. 36, pri-
meiro andar.
Precisa-se alugar urna ama forra OU
ciptiva, que saiba cozinhar e engommar, a
qual paga se bem ; na ru Augusla, casa de
Anaclelo Jos do Mondonga,
Ino Edwin Bobera, corretee ge-
ral ea;;enlede luiles mudou o seu es
criptorio do segundo andar da casa n-
38 da rua do Trapiche para o primeiro
da casa n. 9 da mesma rua.
Na roa estreita do Rosario n. M, se
gundo andar, precisa-se de urna ama que
eo7inheoengomme para mocos so I te iros.
t) Sr. Jos Lleulerio de Azevedo queira
dirigir-so a rua do Vlgario n. 19, primeiro
an lar, a negocio que Inediz respeilo.
Precisa-se para a cidade de S. Lui/.
do Maranbao d-j urna pessoa que seja per-
leito carapina e que aiem disso saiba de-
senlare entenda de serrallieria, para ser-
vir n'uma fabrica de descascar ano/.,
movida a vapor : quera reunir as cir-
eumslaiicias indicadas e ronvier coutra-
tar-se queira entender-se com Almeida
domes, Alves & C- no seu escriptorio rua
da Cruz n. 27.
Quarta-feira, 16 do corrente, em prs-
ca pelo juizo dos fei tos da fszonda nacional,
se hu de a'rematar os b >ns seguintes, por
execufics da mesma, contra seus deve 'o-
res moa casa terrea, sita na Iravessa dos
Marlyrios n. 4, com 18 palmos de frenle, 50
da fundo, ni/iiiia fora, pequeo quiulal
murado, e cacimba meeira, por 800;>00l>, pe-
nhorada aos berdefros de Manoel ios Piu-
sa, tutela os de Francisco Mmele de Al-
meida ; u;oa armacfio de loja de madeira
de pinho, conlendo 3 armarios pequeos e I
grande, tudo por 2'J, penhora la a Joo da
Ora : os preten lentes comparecam no lugar
e ora do costme. Recifo 13 de dezembro
de 1857 --O slicitadorwlo juizo,
Joaquim 7heodoro Alves.
O cirurgi3o Francisco Marianno de
Araujo Lia a, de volta da commissao de que
foi encarregado pelo governo da provincia,
da consultas todos os dias na rua da Gloria
o. l, e o le ser chamado a aualquer hora
PBra partej-r, extirpar plipos, e mais ope-
races inherentes a sua arte.
II A. Rjeltger & C. fazomscentc eos
seus amigos e ireguezes, que transleriram
a sua casa n. II, do aterro da Roa-Vista,
para o n. 29 da mesma rua, antiga loja de
modas de Benedito Rruno Ven le-se no a-
terro da Aoa-Visia, loja n. 29 urna armac.3o
completa, toia euvidr.Qala, e quasi nova
propriu para qualquer estabelecimento, por
pre?o coinmodo.
tem 37 palmos de frente
pntre a rua Nova dos Limoeiros, e sitio de
O Joanna dos Passos, forman lo uo-.a vela
por alugue
de um preto, ambos escravos, a preta que
saiba engommar e fazer osrvigo interno de
una c.ah, c o prelo que saiba fazer as com-
pras e o maia neesssario de urna casa : quem
os tiver, dirija-si ao s ibrado n. K >1a rua de
t. Francisco, inlo para a r.ia Rolla, para
ralar do seu ajuste.
>o enge.iho Martaoagipe, distante do
Recife 8 leguas, e da cstaqo da estrada de
ferro, no Cabo, 2, piecisa-se de u i nesl'e
de meninos com as habilitacAes neces-arias
pira e.nsinar primeiris lettras, g'amxaiiea
RETRATOS PELO NOVOSVSTEalA ELEC-
TROfVPO.
JoSoTbomtz anouocia ao rcspeitavol pu-
blico que acaba de recebar u ; rico e varia-
1 i sorlimenlo das caixinhas o nort ameri-
cano, ue diversos lamanhos e gostos, o pas-
se par touts de io las -:.s quali la les e ri mais
necessario pa-a tirar relalos palo system
cima indicado. Previne, porlanio, aquel-
las pessoas que quizaren retratos liis e
portugueza e latina : quem estiver nestasj Perleitos, e baratissimos, venham ao seu cs-
circumstancias o quizer exrrcer o magist -I tabalecmcnto, na rua Nova n. 23. gallera
rio, annuncio pa-a ser procurado, ou dirijs- Je Arscnio e de i'.adault. primeiro an lar.
se a casa do Sr. Francisco de Paula Carneiro
LcSo, no Recito, aterro da Boa-Vista. Ilavcn-
do no engenho urna capella, em iguaes cir-
cu natalicias, prefere-se a um srcerdote.
- Alugi-se o silio qae foi do fallecido
Dr Rernardo, no paleo do Carino da cidade
de Olin la, perto do banho do mar, c com
agua para todo o servico, e excedentes om-
- Em virtu le da dliberaeflo tomada
pela directora da assnciacSo deColonfsacSo
de Pcrnambuco, Parabiba < vlagoas, foi ,ro-
roga lo ato o
zecibro o rec
governo e a
L7
c
cao
Acaba de chegar do Rio do Janeiro alguna
exemplares do ii, pagands de L. P. Laearda Verneck, pelo con-
de de Koiwadowski, a resp lito da colonisa-
< 'O : venJe-se a 21900 na prsaja da Indepen-
dencia livraria n a e 8.
jos Joaquim da Cuaba CaimsrSes
t im para vender na BUS I ja de larlaruguoi
ro n rua das Trincheiras n. 8, calgadeiras
francezas de cbifre a borracha.
- Precisa-se de um forneiro para fora
laciiaiie: quem pretender, dirija-se a risa
15 lo corrente me/, de de- j a Mondego, pa laria do Sr. Saraiva, quo a-
bimantoda primeira DreslaQ3o chara co quem tratar.
Aluga-se um snl3o de um s ibra lo de] modos para passar-se a festa : quem preten-
uin andar em muito la rua, com os com-
modos segunles : 2 salas, 2quartos, fogSo,
latioa com frente para dita rua do Sebo, I e cele-sc o uso de um grande quintal e ca-
'"-.""i'-ara o Aracatv se-ue om poucos dias Oiilinando pelo nascente e sul com dita roa cimba ; d-se preferencia a alguma senhora
o lie-n conbecido hiate Cspibaribe: quem Nova dos Limoeiros, estrellan lo oela dita viuva honesta, quo nHo tenha grande fami-
quizer carregar ou ir de passagem, dii ija-se i rua abaixo ale lindar no fundo do dilo silio lia ; na rua do Caldeireiro n. 2, das 9 boras
rua do Vigario n. 5.
dos passos, e pelo poenle com o mesmo i do dia em diante.
le.-, dirija-se aos Coelbos, na "rua dos Pra-
zeies, cm casa de Eneas Targino V'ccioli, ou
na livraria u. 6 e 8, da pra^a da In lepen-1
dencia.
I)eseja-se alugar nma casa com silio,
as russ da Aurora, Hospicio, ou S. Amaro :
a tratar na rua do Trapiche n. 19.
da dez por c uto, por isso convida-se osI --- Precisa-se de urna ama de meia id.a-
senhores accionistas a virem realissr dita'dn para tolo o servico de casa, prefere-se
prestscSo at o referido da 13 iinprelcri- escrava : na rua da Rola n. 02.
velmenle, na rua do Vigario n. 19, primeiro; Precisa-se ''- dous amassadores : na
andar, com o thesoureiro o Sr. Thomaz de padaria da rua do Livramento n, 34.
Aquino Fonseca Jnior. Precisa-se eo um Irabalbador, e do
, iirn c,i viro: na iiadaria da rua Direita
i'Orficiro. 'n. 24.
Precisa-s de um boa1 forneiro para urna Alugi-sc para o servico interno nmi
padana em Macei : a tratar com Tasso Ir-1 mulata de 14 anuos: na atado Collcgiu u
maos, jio, terceiro uudur.
MUTILADO

ILEGIVEL

\


DIARIO DE PRXABUMCO Ql \RT.v FEIRA ICDEDEZEMBRg 1851
COISLTORIO HiIlOPTHICa
DO
RA DA'.CADEIA, UEI ONTE DA ORDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
Onde seachain sempre os mais acreditados medicamentos tanto em tinturas como
ai globalos, preparados cora o maior escrpulo e por precos bastante commodos
PRESOS F1XOS
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 24 159000
Dita de 36 209O00
Dita de 48 259000
Dita de 60 3H.-00
Tubos avulsos a...... 19000
Frascos de tinturraderaeia onc,a 29000
Manual da medicina homeopathica do Dr Jahr com o dic
A cionario dos termos de medicina ,
Medicina domestica do Dr. Henry .....",
r. lamento do cholera morbus ... ,
Re.?ei torio o Dr Mello Moraes .
JBMBOBnMMBBMBMMMB
* PEORAS PRECIOSAS. j*j
* Arternos de hrillianles, jss
'* diamaue* e perolaft, pul* !
T; eir, alfinMes, hriuros $
boles e anoeii ffi
...jtM goslos e de
iii\ersd5 pedras de valor.
20900*
lofona
2/000
1*00
je B rozelas, v.ub. .
'"' de difiranles goslos e de >'
i
a nun.
lea n etnwsi
Ra do Cabuga' n. 7.
wmamaatWB mamam
| OURO E MATA. I
Aderen enmplclm d*
onro, meios ditos, polsei-
$ ras, alfinele*, brincos e "
jj rozetas, conloes, traneel-
jg lina, medalhas, correnles "...
guintet ollicios: do Menino Jess, San-
tsimo Sacramento, Scnlior dos Ailli-
tos, Pai\ao, Nossa Sen hora do Carmo,
Sa:i-Joe, Santa Anna, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. Sania Rita,
Santa Barbara, Almas, CoracSo de Je-
ss ; assiui como outras oraees, etc.,
etc. ........' 320
: Dita ecclesiastica ou de padre, elaborada
elo Rvm. conego penitenciario da S
2 Olinda, segundo a rubrica, a pial
foi revista pelo E\m. Sr. hispo, que a
julgou certa, como de sua carta exis-
tente nesla tvpogrnpliia. 400
Dita de porta, na forma usada at ago-
ra. ... ......100
Venelem-se nicamente na livrara ns.
0 e 8 da praca da Independencia.
DO
. Compram, vendem oo w
j; Iream prala, ooro, Lri-S
M Ihanles.diamantese pero- j^
* las, e oulrjs qaaesqocr
*. joiasde valor, a dlulieiro S
** wi
Hecehem por to-l-^K*P,,r?,,"S*
"" fv* yj % oolroi mallos objeclos de *
dos os vapores da Eu- &in- ,.
> Aparelhos completos de *
ropa asohrrisrio mais pr'p". bandeja.. *
^ salvas, r,iiir;H'-, collieres .:.
^=,"u.....I modernogosto, tan- g^^"Ju-j^|
mmmmmmmmmS to do ranea a |ift.....................J
de Lisboa, as quaes vendem por
prego commodo como costimiam.

O
f
O
O
Q
Q
o
m
m
Meuron

Aviso 3os apreciadores
da boa pitada.
Con deposito ge-
ral do seu rap Alea
Preta. na rna da
Cruz n. '26, miidi-
ram*se para a mes-
ma ra n. 25, pri-
meiro indar.
Cortes de chita
fin indo lan.
Na loja da ra do Crespo n. 14, vendem-se
cites de chita de ricos desenhos, fingindo
liia a .'to200.
GOMMA F. FEIJAIV
muitonovo. saceos grandes, e mais barato
que n'outra parte : na na do Queimado,
loia n. 27, esquina do Collegio.
Cortes de chita
baratos.
Na loja da ra do Crespo n 14, vendem-sa
corles de chite em relalho. com 13 covados,
tinta segura, a 15700 e 15800.
Vende-se urna preta moQa, boa coz-
nhcira, engommadeira e iioa em todo o ar-
ranjo de casa, propria para cracao por ler
urna cria de um mez, e ter multo leite ;
quem Dretonder, dirija-.se a ra Nova n. 48.
Vendem-se saceos de farinha da trra,
por preco cotnmo Jo ; na ra da Moeda n. 15
Farello.
Vcnde-se farelo em saceos ; no armazem
doSr. Annes, defrontc da escadinha.
--- Vanie-se um brigue novo, bem cons-
truido e de m rcha superior.de -20,000 arro
b8s de carga, e 12 ps dagua ; a tratar na
ra da Caieia do Itecife n. 4.
Cilampa ne verdadeiro.
nico deposito- desto vinho fino he no
aterro da lioa-Vista n. 8, defronte da hone-
Vende-se urna mulatinha de 13 auno.-,
com habilidades : na rna Nova n. 34.
Vinho do Porto e superior chamico,
em caixas de urna c duas duzias, ou em bar-
He chegado a este mercado o excellente
rape princeza de Moriluide, fabricado na
: capital do Cear, cujo deposito se acha na
,; ra da Cadea do Recile loja de miudezas n.
fe |7. o preco de IsiOO cada libra
0 "" "e cl,egado a loja de Lecontc, aterro
A da Boa-Vista n. 7. excellente leite virginal
. de rosa branca, para rei'rescara pelle, tirar
pannos, sardas e espinhas, igualmente o a-
0 famado oleo babosa para lunpar e fazer eres-
,;.;. cor os cabellos ; assim como p imperial de fm
M lyno de Florenca para brotoejas easperida-l llltl" 16 O tt*)|a|.
,t* i des da pelle, conserva a frescura e o avellu- J O .ti I"
vis ; dado da primorosa da vida.
@ --- l.ava-se e engomma-se com perfeicSo :
;> I no becco do Marisco a. 14.
':;,-- A protessora particular Candida Bal-
^;bma dal'aixiio Rocha, moradora na ra do
f} Itangel, tcaba de dar feria a suas alumnas
por se achar adoenlada, porm vollar no
lim de j8nero ao seu magisterio, e conti-
nuara a receher jiensio.nistas, meio ditas e
externas, a quem ensinara a coser, bordar,
ler, escrever, contar, grammatica.e te.
Antonio Lopes Pereua de Mello,
faz sciente a seus devedores da loja de
calcado da ra da Cadeia do Recite n. !>
que visto terem abusado de sua bondade
no cuniprimento de seus deveres, que
anda esta' resolvido a esperar ate o lim
do correnle me/., lindo este, decidida-
mente entregara'a seu procurador para
chamar a juizo un por um, nao leudo &> a S.s'000 COOO e IO.S'000.
fonnarosSrs. nego'cnTJsVproprieWriMdVcisas m,ls onlemplaeao com ninguem, por! ,.f|uneriorcs chapeos do castor preto a 8s.
a qnot mais convier qu* esio plenamente tu-,lsso '\'."' 'f- prweotB annuocio em tem- c 1, u"i^na ii^'n i2L Kp.loT! a 1
orisados pola dita companhia para ffeeiuar segu-. P-'" que depoisnSo baja queixas ; -0J" d ?b-r'd "",arcl1"- "
ros obra edificios de tijolo a padra, cobertoi da[e a0 rne3mo tempo faz sciente, de que
3M
Na fundiqo da Aurora precisa-se
de serventes forros ou esclavos, para
servico dehaixo de cohurta.
% BEITISTA FENCEZ. S
2^ Paulo aignoax denlialt.raa Nova n.41 i ~g
t? ua mesraa caaalem agua e pu dentrilice. 'i,;
SEGURO CONTRA F00.
Companhia AlliaDce.
Eaubelecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, ten a konra da n-|
das de baile a 20.SOO, 25^000 e oOgOOO.
Lindas taimas e sabidas de baile, pelo ba-
rrlissimo proco cima mencionado, mante-
letes de lil malisados, superiores cortes de
camhraia bordados com bdbados, chales de
touquim branco a 25J000, ditos superiores
brancos o de cores, corles de barege com
bahados, linda fbzenda denominada gazede
seda para vestido a 15200 o covado, chalv de
seda matiza .'o, imperialistas de seda a"900
i. o covado, hizenla nova e de muilo gosto
para vestido, lindo organdvs transpare-Mc,
o melhorque leni apparecid'o. tiras borda-
das, pecas de entre meios bordados, e outras
muitas fzendHs de gosto : na loja do Sobra-
do am-.rtllo, nos quatro cantos da la do
yueioiado n 29.
Chapeos de cas-
Na ra da Madre de Dos, loja n. 3i, ven-
de-se o milito superior e genuino vinho do
Porto, em barris de 5.- e8.', e juntamente
engarrafado das mais acreditadas marcas
Duque do Porto e Victoria Kegina
G. BOLPHE BOURGEilS
Rin Nova n. 61.
Vende um bom carro novo, chegado ha
pouco, feito por um dos irelhores fabrican-
tes de Paris, muilo commodo para familia.
Vende tambem muitas qualidades de ferra-
gens para carro, como eixos, molas, parafu-
sos, chaves, lanternas, galflo, couro de lus-
tre e vaquetas grandes para coberta, tam-
bem um soitimento de arreios brancos e
marcllos, tanto para carro como para ca-
briole!.
Vende-so oleo de ricino em latas, mui-
lo novo, por prego commodo ; na ra do
Vigariu n. 5.
Vinho do Porlo superior.
Em caixas de urna e duas duzias, tem para
vender Antonio luiz de Oliveira Azevedo,
oo seu escriptorio na ra da Cruz n. 1.
Fio de alg-odn.
Vende Anionio I.uiz de Oliveira Azevedo,
no seu escriptorio na ra da Cruz n. 1.
fltap fino
Da fabrica de Lzaro, no MaranhSo.
Deposito na ra da Cruz n. 27.
Vende-se cm botes de libras e meias li-
bras a 1/000 e 500 r?., na luja de Santos Por-
to, na da Cadeia do Kecifo n. 45, esquina
da ra da Madre de Heos, na taberna de For-
tunato Cardoso de Couveia, ra da Cruz n.
57, na loja de Jos Joaquim Rorges de Cas-
tro, praca da Independencia n. 3.
Ao (ouveia.
Ra do Quoimado n. 27, esquina do
Collegio.
Asmis finas cambraias de linho puro,
pegas de 7 varas, grosdenaples de cores
muito superior, dito preto muilo largo e fi-
no, cambraia de se la para vestido, velludos
ricos para cllele, sedas brancas e de todas
iasc.oresa a vestido, ricos chales de tou-
quim, ditos de merino bardados e lisos, di-
tos de seda, chapeos de seda para senhora,
do melhor gosto, ditos de castor para ho-
mea, ditos uretos a Tamberlik, ditos para
menino, enl'eitados : recehum-se sedlas i
velhas.
Familia de mandioca.
Milho saceos grandes.
Fe i j o branco e macassa.
(jommado Aracaty.
No armazem de Tasso Irmaos.
_ io.i'"i"ii em caixas de urna e duas duzias, ou em bar-
CmaA.,a, ,'m f>o mullos outros gneros de : f de oj 0 C0Illinu.a Tender-Se em ca-
molhados, tullo do superior qu.lidade, por ,a de Barroca & Castro, na ra da Cad.eia do
Itecife n. 4.
Vende-se urna escrava cozinheira, de
expeliente conducta: na praia de Senla Rita,
casa junto ao moinho de venlo.
Vende-se muilo em conta um piano em
meio uso, do celebre autor Broadwood, he
de mogno e quadrado, e custou quando no-
vo mais de 1.0003: na ra do Trapiche No-
vo n. 10.
"Vende-se
--r-rrw, uiM gaspiauus toiu uui >wio o papel para forrar salas, dotlas as quali-
j-, sapatos de entrada baixa, sapatos de dades, por preco muito commodo : na rus
tranca a 25, ditos de tapete, ditos de marro- do Cabuga, loia de miudezas da aguia de
1 illiuil ffnirii do Incln OAnro nrolA a mor. n>..n
pre^o razoavel para acabar.
FABRIGa DE CALCaDO IA-
xiado, nojiterro da Boa
Vista n. 46, defronte da
padaria do Sr. Costa.
Cheguem pecliinch, borzeguins com
i borracha a 65500, de botOes a 5 e 55500, sa-
palOes de bezerro, dilos de couro de lustre
i 4 e 45500, ditos gaspiados com borracha a
No caes da alfandega, armazem do
Mello, vendem se saceos de muito bom mi-
lho, pelo diminuto prer; de 55500 para fe-
char conlas, assim como arroz de vapor ebe-
gado do MaranhSo.
quiui, couro de lustre, couro preto e mar-
roquim, tanto para se.nhora como para ho-
mem, e todas asmis qualidades de cilia-
dos, os quaes vendem-se por presos muito
commodos, e tem sempro troco miudo, e se
j vendem por menos doz por cento aos Digis-
tas ou pessoas que negociam para o mato.
>al do Assu*.
A bordo do Novo Olinda, .ou com Tasso
Irmos.
Farinha
barata.
Na tanoara delronle do trapiche do
Cunha, vende-se farinha a melhor que
existe no mercado saceos grandes e mais
barato do ((lie era <{ii.alqner outra parte.
He que barato
admira.
ouro.
Vende-se una banea de meio de
sala, meia du/.ia de eadeiras ; tudo de ja-
caranda' : uma cama de ama relio e uro
porta-licor : na ra Concordia n. 20.
l\a loja das seis
portas em frente do Li-
vra ment
Manguitos bordados, camisinhas e golli-
nbas ; da-se amostra com penbor.
Na loja
das seis portas
Em frente do Livramcnto
Palitos de alpaca prctose de cores a 5/000,
ditos a 4, ditos de brim a 33, ditos de seda
pretos, hienda lina a 125000.
| MMIOS FI\0S DO PORTO
$ DENOMINADOS:
Duque do Porto.
() Impcralriz Eugenia.
am Leopoldo I.
D. Pedro V.
*2 Engarrafados e enfeitados como o
t9 de Champagne : vende-se em por-
4 coes vontade do comprador, na
JZ ra do Trapiche n. 40, escriptorio
de Thomaz de Faria.
cobertos e descobertos, pequeos e gran-
des, de ouro patente ioglez, para homem
e senhora, de um dos melhores fabricantes
de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Soulhall Meilor A C.
ra po Torres a. 38.
nelogios.
uo necne n. o. pnmeiro andar.
Relogios.
rossoDrataincios de lijlo a partra, cobertos da <-" mcauo tempo taz sciente, de (|ne Vende-se a taberna, si la na ra Di-
lema a igualmenUsobre os objeclos quecontiverem ; D;m alguna de que i;;noi a suas moradas. re'la n 27 cum pequeos fundos, a vonla le
o mesos edificios quer consista ara mobilia ou e euto estes tern dos chamar noreste dos comPradores. o motivo do so vender he
B faiaiidas da qualquer qualidada. '.Diario-, declarando as quanlias, v! <,0n *'uerer.lr8t',r de outro negocio ; na
io se aocusaretn do que devem.
Lotera
*m faiiuidas da qualquer qualidada.
JOHN CAT1S,
corretor gcral
AliENTE DE LEII.OES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
PKIMEIKO ANDAS,
area do Corpo Santo
" '''*' ^ ^*" '**' ^*r "^" "-' -.*J" ^i' w '
HJasadesaude
j-s O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- g
;;: taheleceu em seu sitio da Fassagem ^

DA

ferecer, seudo os seus serviros por precos
I>\11 I 1 1 -, 1111 :I- ,1.1 .... *_-._______
hija, no aterro da Doa-Vista n 38.
Na fabrica de caidcirariasita na ra
Imperial n. 118a 120, precisa-se de olli-
ciaes lerreiros, latoeiros, caldeireiros e
meninos para apren-
provincia.
O abaixoassignado avisa ao publico que
de boje em van te se obliga a pagar a sor-
te grande ea inmediata no da da ex-
traerlo em seu escriptorio na ra do
da Magdalena, que fica ao norte ^
da estiada entre a ponte grande "\-:
o a pequea do Chora-Menino, e\- ':-. ,
cellentes acommoda^oes parare- f Collegio n. 21 prime.ro andar. Vene
todas as pessoas enfermas @ em poi-rfio de 100 para cima dinbeiroi
(lui/.erein iitibsai- il> u>n* f !. i.;ii... ...-.
querer tratar de outro negoc
mesma se vende uma bonita escrava criou-
la, idade 28 anuos, sabendn lodo o servico
de urna casa de cozloha, e costura.
Uelog'ios ameri'anns,
Em eisa de Henry Forster & O vendem-
se relogios americanos para por em cima de
mesa.
Vendem-se seceos com milho em grao,
e barricas com farinha de milho : na ra
da Senzala Velha, armazem n 106.
Rita do Queima-
n \
Vista bilhetes e meios garantidos dos
por cento pelos seguintes precos :
Bilbetes i.s>00 Meios 2^250
os bilhetesda lotera recothida sao recc-
bidosem troca de ou I ros.
P. J. Layme.
Obras de tartaruga
Jos Joaquim da Cunha Cuimarcs, esta-
blecido com loja de lartarugueiro na ru
oeieciao com loja de lartarugueiro na ru W1 ''" na ouiras muiias que
das Trincheirasn. 8, com a frente pinta la sc ve,,de,a Pr qaalquer um prego ra-
de verde, faz sciente an reniilvol nnKIin l^oavel.
'f^ que se quizerem utilisar de seus C:
Z serviros mdicos, os quaes serao
% prestados com o maior esmero. Q
me8mo Di'.i para o im supra- [
,* indicado e para exercer qualquer @
R outro acto de sua prossao den- (fe
tro ou fra desta cidade podera' Q
!, ser procurado a qualquer hora do ffi
0 dia edauoite.no referido sitio, Q
@ a excepcao dos. das uteis, das 9 ^
'.'i liorat da monhaa a's V da tarde,
t- quesera'encontrado no primeiro ^
andar do sobrado n. 9, do pateo Q
O do Carmo. e.--
lieionieda ordem tercui-
ra de S. Francisco
CONSULTORIO II0ME0PATHIC0
DO
Dft-P. A. LOBO HOSCOSO
Medico parteiro e operador.
O Dr. Lob'i Moscoso, d consullas todos os
dias e pratica qualquer operagSo de cirurgia,
assim caao,accode com toda a promptidao,
s pessoas que precissrem do seu prestimo
para o sorvigo de partos, praticando as o-
peracOes manuaes ou mslrumentaes, quan-
da homeopalhia, que tantas veztstem ven-
eido dillieuldades, que pareciam insupe-
raveis.
% O Dr. Das Fernanda!, medico, fixoa '"'
('. sua re.iltru no -.-miJo andar da cesa f'-,
JT di nu eslreila doKusario 11. JO, onde pode g
\& ser procurado para o eurcicio de -ua pro- ''
% I"h.1o. ,.-..-.
f-3-?:>Ov.>,;;-r.:--.;:-
Rololoho Lourenco participa ao res
peitavel publico, que acaba de c'iegar para-
sua olucina do pintura dous peritos olliciacs pequeas quantias sobre penhores
dell.imburgo.eporconseguinteseencarre- Na luadicao do Bnnn n es conli-
ga de qualquer pintura do casas, lojas, car- nua-se a comprar elTecti va mente bro'nze ia-
ios, (tolelts e oulras quaS(iuer que se ol- tao e c.bre velbo.
f.'l'iljl il a) Itlt .ln KM na.^^ _
Para liquidar, vendom-se cortes de cassi
cinta com barras, pelo diminuto preco !e
UBOOcada um. cissas francezas linas eco-
resixas a440 a vira, dita mais inferiora
>-'0, mussulina branca lina o muito larga a
ioo rs o covado, uita mais estreili a 300 rs. l -"- "" "-"", uei i c
0 covado, l'azenda de 13a de quadros, lio de me"">r gosto possivel a 32 e 360 o cuvadi
l 300 rs. o co- i I3zmhas muilo linas, escuras e claras, lo-
reguiea
QUE ESTA QDE1U1D0 I
boas fazendas por poncoS
dinieiro.
O PreTuica da
rnn do Queimadn continu'a a forneccr ao
Dubtico, cm seu cstsbelecimento na csiji.i-
na do tueco do Peixe I-rito n 2, o mais bel-
lo e variado sortiinenlo de fazendas, tolas
de excellente <|ualiilade,c pregos muilo mo-
diebs. \5o s queima as fa/.oadas ja por
vezes aonunciadas, a saber :
llin Jinas paia veslidos de senhora,
covado............... 900
Targflinas idom idem,corte com 12
corados.............. I23OOO
Organdys idem idem, covado 260
i'.Mi.iirai-.s esta a pailas, vara WO
Ditas 1I1I s mais finas, vara. .... 600
Chitas francezas, largase escuras e
claras, covado........... 260
Ditas ditas, largas.escuras e claras,
covado............... 23O
Ditas ditas, largas.escuras c claras,
covado.............. 300
Irctanhas de rolo com 10 varas,p?ga 251)00
Itiscados monstros, lidos padroes,
covado.............> .
Lencos de cassa com cercaduras de
cor, um..............
Mas alem destds, olforecc mais aos seus j
freguezesas seguintes fazendas ultimar.rf^i-
te chegadas : iiiussulina branca liuissim
3-20 e 3 d
Na loja de 4 portas na na do Queimado
n. 37, passando o becco da ongregacao.tem
chegado a esle estabelecimento um excel-
lente sortimento de veslidos de seda com
babados, para divervos presos, e muitas
mais fazendas, que nOo lio possivel aqu]
mencionar todas ; cassas organdins dos
mais modernos padrOes 1 1/100 a vara, sedas
de quadros largos a 1?200 o covado, ditas
miudinhas a tc300, ditas muilo linas de ? >-i.|/ni, a uemuor azenai que t n vin-
gosto iuteiramenle novo a 1?800, laazinha 0s mclhores relogios de ouro, tatente in do ao mercado, e piecus mais commodos
miudinhas a 320, ditas com listras de seda 6*,ezt vendem-se por precos razoaveis, no aue em outra quilqier parte ; na fabrica e
a 750, corles de casemira a 45, ditos soles- escriptorio do agento Oliveira,ra da Ca- '"Ja de chapaos de Joaquim de Oliveira
tada, covados 25500. dita muilo lina a 4?, dei* do "ecife 11. 62. primeiro andar. M'. na praca da Independencia n. 2 a 30.
dila de urna largura 2^400,grosdenaples pre- i
to a 25, chamalole muito bom a 33500, dito j
largo com lisias assetinadas a 4ii, chaly j
lavradolatOO, um completo soitimento de
ch.pelinas para senhora, gollinnas. aan- Vendem-serelogios^de ouro e de pra-
gullos, camisas, -reas le seda brancas, lu- ____, .
la, concertam-se por preqos razoaveis,
faz-se troco, e da-se dmheiro a premio :
na rna da Concordia n. \.
Tasso Irma os
Avisam aos seus freguezes, que em con-
sequencia de novos soitimentos, qUe aca-
ban) de receher de Richmond, tem reduzido
os precos das Cariabas a venda em seus ar-
mazens aos seguintes:
Galega .\
Haxall .'. .a 209OOO.
Dunlop. .)
Macanea. .( .,.
Columbla .} -a^OOO.
Contiouam a ter Carinbas de Trieste das
marcas primeira qualidadee
IVa ra do Tra-
piche n. 54, escriptorio
de Novaes & C
Vende-se superior vinho do Porto en-
garrafado em caixas de 1 e 2 duzias de
garrafas, bem como em barris de e 8.
a preco commodo.
JLivros em branco de
Ha na burgo.
Um sortimento em cssa de Timm Momsen
a Vinassa, na praga do :orpo Santo n. 13.
Encerados para menas.
Ricos encerados para cobrir mesas, ban-
cas e pianos, a melbor Cazenda que tem vin-
'o ao mercado, e precos mais commodos
ue em outra quilquer parte ; na fabrica e
relogios de
tente
pa-
220
120
v., ,. w.....^.,.....^ud..u
vas de seda dos mclhores goslos que ha, se-
das brancas, cassas paia coilinaoos, brins
de linho muito finos, lencos de linho bran-
cos, de diversos pregos. Assevera-se sos
compradores, que tenham volitado de com-
prar iio sahir sem fazenda, porque nao se
engelta dinheijo chegando ao custo da Ca-
zenda
Na ra do Queimado 11. 37, loja de 4 >
[?apor^SJeab^^^ > "*3- de vidro:
reisocovado. chitas francezas muito linasa venden'-e a preco razoavel, em casa de
280reis, risca los ccocezes a 280 rs., mus-1 Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
pulinas a 320 rs.,ditas amalizadas muito Q-|deia do Recile, armazem n. 06.
nasa 340 rs., chpeos de soldcseds. para! SAPATOS DO AKACA7Y,
diversos precos. | dos melhores que tem vindo a este merca-
l ^k /..nln swnmr*. An do, para homcns o incniuos. de palla e de
-uO C-.SfilO ClUe CS" Prclhas: emcasadeC.aminha,VFilhos, ra
1 loa Cadeia do Itecife n. 60, prirr.eiro ailar
ta' torrando. ..^^^"^* -^o
.Va rna da Cadeia do Re-
cifo n. 54, he chegado um grande sortimen-
to deCazcndas, que na realidade torra por
pouco dinheiro ; venham verso he ou nao
verdadedo annuncianle, c esl certo que
ninguem deixar de comprar a visla daslin-l ler & C. ra da Cruz n. 35.
das qualidades e de bom gosto : o annun-
brancas, e de cores, em novello.para costu-
ra, em casa ileSoulhall Meilor ACi.rua do
Torres n.38.
\ende-se superior agurdente de
Franca, tanlo em barris como em caixas,
licores e absynthe, chegado recentemen-
te, pelo ultimo navio : em casa dej. Kel-
de verde, Caz sciente ao respeitavel publico
e seus Creguezes, que acaba de recebor do
branca um completo sortimento de pentes
le tartaruga do mais apurado gosto do mer-
cido, assim como na mesma loja costuma a
ter sempre um sortimento de obra fnita le
tartaruga da trra; promptificam-se tambem
lodosos concertos com promptidao e precos
commodos.
Na fabrica de sabSo, na ra Imperial.
precisa-se de serventes captivos : a trata1"
na mesma r.brica com o administrador.
- Precisa-se de,' uma ama forra 011
captiva para o servico de uma casa de
pouca (amiba : na ma ireita n. 43, loja.
Deseja-sa saber noticias da preta livre
denominada Luciana Maria da CooceicSo,
que se diz casada com o preto Benedicto,
leudo esle sido escavo de Joilo Antonio de
Souza, morador da ra do Queimado: quem
da mesma poder dar inl'ormacoes be 'special
favor para utildade da mesma.dirigindo-sc
para isso ao llcciTe ra da Cruz n. 3
Precis-se de urna ama forra para lodo
o servico interno o externo de uma casa de
pequea fimilia : na ra dos Pires n. 8.
rente, muito lina, com 8 varas cada pe^a a
mar, coz
15 anuos
- No pateo de S. Pedro n. 6, vende-se "3500, dita tapada tambem muito lina, com
orna negra de meia idade que sabe ongom-1u vars C8(,a peca a 4J800 e 65600, chales
zinhar e cnsabor, um molcque do io ISazinha muito linos a 2/200, ditos de
s e um niulalinlio de 10 annos. I merino lisos e bordados, do mui lindas co-
- endem-sn para mais de 600 barricas resi casemiras enfeitadas, mescladas, mu
vasias, na padaria do pateo da Santa Cruz, | uroprias para palitos a2/200 o covado, brim
seodo a entrada pela ra do Rosario, n. 55. |t'aiicado de poro linho e padroes novos a
va mesma-cimpra-se papel de embjulbo '3440 avara, ditos pretos de muito bom
Diarios a 100 rs. a libra. gosto, e ate proprios para luto a 1/600 a va- |
Vende-se um terreno alagado de ma-1rH- cortes de cohete de selim bordados a
rinha, no lugar dos Coelhos, em frente do i 3/500, ditos de casemiras para calQ-is, liuas i
rio Capibaribe, em bom lugar, e por prego ] e de bonitas cores a 55500 c 65000, grvalas I
commodo ; a tratar com M. J. Lopes, ra da
Alegra n. 34.
-j ... w v .*>-.... UIIIIUU-
cianle pede que venyiam ver a vari lade do
que existe. Riqusimos chales de touquim
de muito boas qualidades, cisaveques de
casemira, ditos de camhraia com bico a ro-
da, proprios para passaraento de Cesta, man-
teletes de camhraia de modernismo gosto,
por diminuto pre?o, sahidts de baile de bo-
nitas cores, romeirts de cambraia, dilas de
lil de linho para scnlior.) e meninas, tanto
para vestidos, ros lenaple de cores bunilas,
muilo ricos cortes de seda de bonitas core",
com 3 li-ili.irlo-, proprios para baile, pelo
preco que realmente faz admirar avistada
qualidade da seda e do bom gosto, sedas de
quadros de bonitas cores a 1580o o covado,
chapeos de mola a 5/50O. pulceiras de pe-
dras brancas e decores, papulina cores para vestidos de senhoja, chaly liso e
com llores, de cores muilo lindas, chales
de merino bordado na ponta, dito liso a
4/800. oh! que lindos cortes de casemiras
decores proprios para doutores e rapazes
de bom gosto, panno fino preto de mui-
tas qualidades, casemiras pretas,' ditas de
cores, fazenda muilo boa, proprio para pali-
tos, enfeitcs para pescoco de chancas, saias
crinolin para senhora, mussulina de uma s
cor a 400 rs. o covado, cambraia de salpicos
para vestidos, ditas lisas de muitsj qualida-
des, mussulina branca a 300 rs. o covado,
ditas de cores a 320 o covado, cortes de ves-
Fumo em follia.
;.mw $.
compra-so effectivaroente na ra da
Flores n 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, aeces das compa-
nuis, e da-se dinheiro a juros em grandes c
pretas de seda-a 15, dil s de mola a 1/500,
alpe cas de cores com lislras de seda a 560 o
covado, chitas escuras e claras, padrOes
miudinhos e graudos, de muitos e variados
(goslos, cores fixss ecxcellenles pannos a
De muito boa qualidade e precos commo- 1 ,tiu> l80, 2C0, 20 e 240 o covado, pecas de '
dos, vende Jos Dias Bnndao, ua ra da Ma- 1 madapolo com 20 varas a 25900, .'i;600, 45,
Jre de Dos n. 28, armazem. 45500, 45SOO, 55 e 56OO, e muilo lino a
flj 65400, cobertores de IgodSo proprios para
V? ^-^rf'^k^K escravos a 700 rs. cala um, luvas de diver-
sas qualidades para senhoras, gangas mes-
claaas de tjds as cores a 540 o covado. De
todas estas fazendas, e do oulras muitas
aqu nao mencionadas, sa daio amostras
sob penhores.
A 650 s^ccocom farinha de mandioca:
no armazem di llcmelerio i\ l'avao, no lar-
go da assenibla.
Jlgodio da Ua-
Compra-sc metal sendo cobre, la-
muito commodos. epromee nao ter demo: .-~ '" ,? melal SC'"'J COUre' '?"
ra: quem sequlzer\K2S*SfrijLti 1 1ao e hro,,/"e vcl,,0I' ?or ma,or P'^ dt
loja. no aterro da Roa-Vista n 38 queem outra quuliiuer liarte : na lahrics
lo
ja
18 a
mesnio toma n-se
dei-em o olicio.
floubo de um cavallo.
Furtaram na noite de 24 do correte do
sitio em Sant'Ajina, sonde mora o Ir. Nash,
quo ho junto ao sitio do Sr. Aniorim, uui
cavallo de carro, ruco, com ilguraas pintas
do oedrez, gran le, bem fdito. gordo e muito
manso; cimas braoess e > re tas, e a cauda
tambem, mas com as puntas brancas, cascos
brancos e bstanlo gran les, e Jguma cousa
moles : quem achar, o levar este ca valioso
sbredito silio.oa no l'.ccife ns ruado Trapi-
cne Novo n. to, em casi dq l'atouiNash &
I ^.T'. Iin... ______
pjeem outra qualquer |
de Caldeiraria na ra Imperial n.
120 e na ra Nova n. 33.
Comura-se um ou dous pre lios de
sobrado, sendo situados cm boa ra, e es-
tando cm bom estado : a tratar 111 ra da
Cadeia do Itecife n. 33, loja
--- Compra-se um braco de halanc' gran-
de lloT'3o, que estej em bom estado : quem
liver annuncie, ou dirija-se a ra da Sen-
xa U Velha n 50.

Peca de madapol.'o fino com pequeuo to-
que desvara : na rua.do Oueimado 11. 4.
Ven lem-se harneas com boUchnha
ingleza a te 55000 e erva mate a 409 rs. a
Lhra : na taberna giandcao lado da igreja
da Soledade.
Vende-se urna ccrava raor;a muito sa-
dia, lava, co/inha e engomma : quem a pre-
tender, dirija-se a ra da Cadeia do Recile
n. 49.
O* ralos logrados.
Raloeiras do rame, machinismo inlalhvel
de pegar ratos sabidos e tolos ; na ra Nova
n. -20.
Han dej s,
as mais linas e de gestos modernos, em tor-
nos de tres e avulso ; na ra Nova n. 20.
Facas e garios.
Completo sortimento de talhares para me-
sa, cabos do marlim, bfalo e osso, de qua-
lidades superiores, tempera do osso lino ;
na ra Nova n. 20.
o llie res
do mais lino metal do principe o tntenagre.
e deoutras qualidades, completas para me-
sa : na ma .Nova n. 20.
1 fi
w
para o auno de 180*8.
r... sera bem, "e-Mmpo'nsa.'o. """*""" "I- ^ham-sea' venda as bem conhecidas
Anda se precisa de mn bomem foUun,,a "npressas nesta typograpbia,
,1.,;.. 1 Pa|,a o armo hdaih.'s :
---------------- r.-.r---'-' f--
cravasa 45000, madapoloes de multas qua-
liJades, chapeos de sol de seda, ditos de
panoinno, meias |>ara senhora, ditas para
homem, ditas piuladas proprias para sapa-
tos rasos, alpacas, prineczas, chitas, brins,
chales de muitas qualidades. Dolas de car-
reteis de 200 jardas, e muilas mais fazendas
que s vista do comprador sc podera men-
cionar as qualidades eos precos, que nao
terflo nada a desejer em modernismo e qua-
lidades. Na mesma loja da-se ('zendas com
penhores, e leva-se em casa de familias.
B1asso Irm'Sos
F0TASSA DA BSSIA E CAL
YIRGEH.
No deposClo da ra da Cadeia do Recife,
armazem n 12, ha muilo superior potassa
da Russia, dita da fabrica do Rio de Janeiro,
e cal de Lisboa era pedra, tudo chegado h
poucos dias, e a ven ler-se por menos preso
do que om outra qnalqucr parte,
Agencia
ia fundicio Low-Moor,
ra da tnsala Nova
n. 42.
Neste estabelecimento contina'a a have
umcompletosortimentodemoendasemeias
moendaspara ongenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhns para dito.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicio de ierro de D. W. Bowman
na ra do Bium, passando o cha ta-
ri 7., continua a liaver um completo sor-
timento de tachas de ierro fundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica, as quaes so
L'dinm a venda por preco commodo e com
i i a. _k r .----------' -" .ec-ii.iina venoa por precocommooe com
tidos do cambraia, folios, proprios para es-i ,.___,-j- 'i '
cravasa 45000. madapoloes de multas qu- Pl0mIld'l. cml.arcam-se ou carregam-
se em carro em clespezas ao comprador
Gomma do Aracaty.
Km porcOes e a relalho : vende-se na ra
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anna.
""ellins e rslegion
SELL1NS e RELOGIOS depalente
iiiRlez : a venda no armaztm d.
Itoslron Rooker V Companhia, es-
quina do largo do Corpo Sanio no-
mero 48.
Vende Antonio I.uiz de Oliveira Azevedo,
no seu escriptorio na ra da Cruz n. 1.
Fazendas binaras.
Obarateiro da ruada Cadeia do Recile,
loja n. 511, esquina defrote da ra da Mdre
de Heos, conliu'a a vender fazendas t.aratas,
tanto em atacado roxo a relalho, e tem para
vender alem de mnilas fazendas boas e ha
ratas, cortes de esssa chita i I600 e 2-5. cas-
sas de cores largas a 320. 440, 500 e 560 a
vara, chitas boas de cores Qxas, o covsdo a
160, 180 e 20D rs., dilas largas irancezss, de
bonitos gOStQS a 260, 280, 300 e 3^0, mussu-
liaas de todas as cores, bonitas | 360 c 400
rs laSzlnbas de cores para vestido a 800 rs.
o covadp, cassa para buhados a 20") rs. a va-
ra, c 19500 a p^ra. algo ISo de duas largues
I proprio para lences e loalbas de mesa a 560
i ir r*Q <\a e*t I \ v > 11 < I i l i .< i-i" -. r, *. t!J_
i> rio
se precisa ele
padeiro para moa
pal
cidade da ParaJba, dando Itador a sua
conducta, paga-sebem: a tratar na ra I
da Cadeia do Recife n. 7. loja de .^iionio'
Lopes Pe ;rade Meilo C.
- Na livrara ns. (i .- 8 di praca da
Independencia, precisa-se fallaa. ao Sr.
Joaquim Anl .o de Sloraes.
Precisa se de uma ami I ti ou c.ip-
tiva, para o servic de uma casa i'e i.......a
Lunilla ; na prac* do Corpo Santo i 17
"
Polbinba de variedade, coutendo, alem
dos mezes, nimias noticias scicntificas,
modo de plantar e colhera nova caima
- de assuca, noticia sobre o milho e al-
" godao, o uma serie de conbecimentos
das artes, etc., etc., cada uma. ~rHi
Dita religiosa, a qual, alem dos mezes,
se reunioa conlinuacao da bibliotbeca
AnOlI'fihfKi d(" lmnen proprio para lences etoalhas de mesa a 560
a||j Hules, cafetriras, c mais pcqs de. 2 a 8 a 2r50i), 35, 3S500 e 45 a peca, panno preta a
I. ROtnnlniaa a avnUn 2^400 o cova b luvas de sida do cores para
seniora o homem, chales de |3a o merino
lisose bordados, lencos do cambraia do al-
godo e de linho, e grande variedade de fa-
zendas que a dinheiro se ven lem por acom-
modadissimos pregos, e dSo-se amostras.
Cera de carnauba e de
abellta.
chicaras,de lino metal, completase avulso
sortimento a vontade : na ra Nova n. 20.
Salvas
de metal, de lindas gravuras e arabescos,
para copos d'agua, imitando prata ; na ra
Nova u. 20.
Trem pura eozinlia.
Panellas. cassarnlas, frigideirts c chalei-
ras de le.io roadas de purcr-llana e esta- ,>a ra ua i.aucia oo necilc, loja n. 0, de-
nhadas.grelhas, colheics e mais objectoa do IVonteda ra da Madre de Dos, ha para ven-
uso domestico ; na ra .Nova n. 20. der cora ue c:irnaul,a e dc abelha, recente-
LlHStlCaeS : u-ente chegada.
de melsl lino, riquissimo molelo, plmalo- O1 de CjlSOOn, UOV.'l.
rias de ferio e latHo, e muitas outras Ierra- Ven iem-so barris com cal nova de Lisboa
gens e cutelarias linas, se vendem por prego em pedra, por menos do que em outra qu !-
commodo; na muito sorlida loja da ra quer parte; na ra da Cadeia do Herir loia
.Nova n 20. I n. 50, dcfronlc da ra da Madre de Dco's
Venle-se o engenho Caehoelra Gran-
de na freguezia deSerinhaem, de muito boa
AviSiim aOS .SCIIS freClie- rjroJuccao, com bastantes varzeas apaula-
n > lau Mwn t ua m.put das.o.e copeiro com o rio Camaragibe, sem
ZCS llllti (.'alia (le cle^ar ,eval1a Pr fer hica assentada o p da
. ,' i / i tomada, com todas as ferragens precisase as
(le lUcnilOllU tarilllia IIO- mals "1rfl*. sendo a casa de vvenda, nova,
d distante do embarque duts lecoas e meia e
Om IIOS SeUS da estrada de ferro* uma legoa! temeTci.ge-
riil'7i'llS ldi nrprn v_ "ho 120 carros de canna de cemente : quem
riliaZCIl! HOS prt((OS se- ,, prnienler, polera dirigir-seao Itecife aos
Srs Lemos Jnior A: Leal Keis, oucomoSr.
| Antonio Concalves I'creira Lima, na villa da
i Kscada, n-s tercas-feiras, com o Sr. Dr. Ser-
gio Diniz de Moura Mattos, e bo engenho VI-
icenteCanipello, com Manoel Concalves Pe-
reira Lima, quo informar dos lemilis do
engenho.
Vende-se superior farinha de man-
dioca em saceos pandes: na taimara
delronle do trapiche do Cunha,
...ai, ni praga oa independencia n. 2 a 30.
Milho, fari-
nha efeio
Vendem-se srecos com milho, farlnba da
ierra e feij3o mulatinho e misturado, por
preco commodo : na taberna grande ao lado
da igreja da Soledade.
- Vende-se um mulato ptimo oflicial de
fogueteiro ; a tratar na ra da Concorda,
cunlronte o armazem de materiaesdo Sr.
Pedro Antonio Teixeira Guimaraej.
Cha pos a Tamberlik.
Na loja n. 50 da ru da Cadela do Reci'e
derronte da ra da aladre ce Dos, ba para
render chpeos pretos finos modernos, pelo
barato preco de 7500, assim como muilo
boas grvalas, entre ellas algumas de seda
de quadnnhos para 6*0, cortea de cohete de
seda, gorgurao, velludo e fustSo, brins para
calca e jalits, gangas, rustOes, cortes de
ctseraira de bom gosto, e outras muitas ra-
zondas, e tudo se vende por precos muito
cemmoaos.
--- Vende-se um carro e uta cabriole! de
* rodas, em bom estado : na cocheira da ra
das Flores, que foi do Jos Maria.
u Atso 80S l6'8lss.
Acaba de ch< gr na ra Nova n. 22, um
grande sortimento dc livros em branco de
todas is qualidades, por preco muito em
cono*
^sifttt*'* m%9|)4
guntes
GALEG4
O'DAICE
25-500
24 yo
alem destas tem farinha*
novas de Trieste nao f*
da primeira qualidade, co-
mo da muito a litiga e acre-
ditada
SSSF0
CM PEQUEO TOQUE D^
A VA
Sm casadeRabeSchmettaufi&Companhias
rna da Cadeia n. 37, veudem-seelegante,
pianos do afamado fabricante Traumann
IsUamboroo-
Na ra da Cadeia do Recile, loja n. 50, de-
^^r Sco!! NA FUXO.CAO^'fcRno DOENGE-
i volla para a ra da Ca- N1IKIHO DAVID W. BOWMA.V, WA
Pecas de algodSodo sacco, ditas dc a
dilo trancado propr
de escravos ; vende
loja da esquina que
dG'a- RA DO BRUM, PASSANDO"O flA-
Vende-se um carro inglez de rodas FARIZ,
e*assentos para I ou 2 cavailos, com co- ha sempre um grande sortimento dos se-
berln.e com os competentes arreios; elam- guintes objeclos de mecanismos^ nronrins
bem umcabr.olot inglez com os arreios: p,a engentaos, a sabe: m< endas eme as
v?T?at!?7i'ie DV ,0' U "" B0" I mwnd" ,,a mai* moderna construecno-u.
Vista em casa do Sr. Poir.er | chas (le ferro fun,)|(|o (( Mq> de Jlgj
-- Vende-se doce de caj seccoe de calda qualidade e de todos os tamanhns rodas
muilo boa qualidade e enleilam-se br-celas dentadas p.ira agua ou animaos, de todas as
Dar niiinos: quem qiier dirija-ee na ra | proporcoes; crivos e bocea de rornalha e
I 11 I i > iln i i na ra : f i I. ._____ u
Fugio de Beberibe
[No da 29 do mez passado o escravo eriou-
10 de nome Joaquim, de 20 a 22 annos, pou-
co mais ou menos, cujo escravo foi com-
prado ao sr. JoSo Cardoso de Mello, inora-
do- no l,,moeiro, lugar do Espinho Preto, e
tem os signaes seguintes: bastante alto,
cor preta com priucipo de buco de baiba
bonitos .lentes, levou divers.s pcas de rou-
pa deagortao de listrss, e chapeo de fel-
i.r,U j*. ter se^id0 P o Liraoeiro,
lugar aonde tem prenles : a pessoa que
pegsr, leve-oa pevoacio de Beberibe ou na
ra da Aurora n. 38, que ser generosamen-
te pago.
-- No dia 2 de coverobro do correnle an-
^A a%,1 d en8enh0 Cursahy, comarca de
I ao d Albo, um escravo de nome Antonio,
cacange, de idade de 36 annos, pouco mais
ou menos, de altura e grossura regulsres.
cangueiro no andar; conversa pouco"pernas
Unas, tem todos os denles, he casadore fo.
escravo dos herdeiros do finado Caetano
.oncalvcs da Cunha : quem apprehenderdi-
to escravo, conduza-o ao dilo engenbo, ou
na praCa do Recife, na ra da Guia n. 6*.
que sea generosamente recompensado, e
protesla-se contra quem o tiver acoutado.
Domingo, 29 de novembro, das 8 *s 10
horas das roanhfla, desappareceu e supre-
se ter sido furtado. do sitio na Passagem da
Magdalena, que oi da viuva DcIGno, um ca-
biinha oc.-avo, chamado Manocl, idade 10
annos, i.ouco mais ou menos, descarnado
faltando Ibe um ou mais denles na h-ente'
cabellos carspiohos, falla com a lingua nos
denles ou he meio latero* natural do sertSo,
e foi vestido de camisa compridadealgodao-
zinho e charco de palha de carnauba ; roga-
se a polica ou a quem delle souber, deo
apprciiender e levar ou avisar no mesmo si-
tio, ou no Recife, na ra Nova, sobrado n.
27, ou no engenho do Meio da freguezia a
vanea, e promette-se pagar bem.
No dia 24 de maio de 1853 fuglram do
Ico dous escravos muiatos, de Antonio Mon-
tciro de Faria, um de nome Clemente, alto
alvo, bonito de figura, cabellos louros
Cfcheados, barbado, olbos sgatados; o ou-
tra denomeJus, alto, trigueiro, cabellos
pretos e cacheados, e sabe ler ; andam iun
lose re^ulam de 25 a 2G annos de idade e
dizem que se acham no sertSo da Baha
onde se tratan) por forros : quem os captu-
rar e trouxer a seu senhor, seja cm l'ernam-
buco no engenho Vinagre, do termo de
Irfuarassu ou no Ico ao Sr. delegado de po-
lica Francisco Manoel Das, sera recompen-
s.do com 1505 ue gratilicacao.
No dia 18 do correte, l'ugio de boi
do do brigue Sagitario, um escravo de
nome Joaqun), pardo escravo, de 2i! a
24 annos de idade, estatura regular, setco
do coipo, s tem barba i.o queixo, ca-
bellos carapinlios e ja lem muitcs blan-
cos, he bem condecido por ter as mo,
muito calejadas, quando lugio tinlia o ca-
bello a nazareno, tem os pes meio apale-
lados, c falla muito manso : quem o re-
liar eo entregar aoseu senhor Manoel
Francisco da Silva Garrir/), na ra do Col-
legio n. 15, terceuo andar, $eia' bun
gintilicado. ,
rugi da Magdalena um esclavo de
nome Cosme, que reprsenla ter 20 an
nos, bastante preto, de estatura regulai,
sem barba, ede[es liropos, este escravo
esteve na Babia tres annos; be muito la-
dino e suppe se estar nesta cidade ou
ter ido para a comarca de Goiaona donde
he natural ; quemo apprehender leve-o
ao escriptorio do major Belartnino do
Reg Baiios ra da Cadi i.-i do Recife n.
da Flori ntina casa do Costa Leite, dcfronie registros de'boeiro, aguilhcs,"bronzes"'^-
rafusos e cavilbOes, moiuhos de mandioca,' ',s- ouao sobrado grande da .Magdalena
da cocheira.
Vende-sena ra da Madre de Dos ctc-otc
n. 12, arma/.cm de Novaes \ C., bar is MESMA rl.NDlCA'0, ., jo:
de ierro ou cubos bvdraulicos, para de- ^SSSLX,1!^$?**" /""P.' I Bal' e !"-omelte-s,: boa recompensa.
..,,. i.,(.,. j isupcriondado ja conhecida com a dcvida ---------------:________________' _____
psitos de tezes, a preco commodo. I presteza e com odidade cm preco. I PEKN. TYP. DK M. F. PB FAH1A 1857
que oi do Sr. Viegas e que be boje do
oirmel .lofio Joaquim da Cunha Reg
MUTILADO

ILEGIVEL



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