Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06931


This item is only available as the following downloads:


Full Text
APIO XXX1I1 S. 285.
Por 5 mezes adiantados -ii'OOO.
Por 3 mczes vencidos 4,$500.
SABBVDO. 12 DE EZEMBRO DE 18o7
Por auno adiantado 1 ^OO.O.
Porte franco para o subscriptorJ
ENCABREGAPUS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE.
Piribiba.o Sr. Joo RidolphoGomes ; Natal, o Sr. Joaquim
guaci Peieira Jnior ; Aracaiy, o Sr. A. de Lerooi Braga '
Ceara, o Sr. J. Jos da Olivcira ; Maranhao, o Sr. Jos Teixeira
de Mello Piauliy, oSr. Jos Jaaquim Avellino : Par, o Sr.
Justino J. Ramos ; Amasonas, o Sr. ieronyiuo da Costa.
PARTIDA DOS CORRKIOI.
Ollnd : lodos os dias, as 1 e meia aeras do di.
Igu.ira..u', Ui,oi a l'araliiba: na s.vun.li. e seius-fciras.
S. AolSo, IJcserrus, Bonitj, Caruarii', Altinlic c (".cranhuns : na lerra-feira
. S. loun-m, Pao d'Alho. Natarclh, Liinmurc, lln-jo, Pt>[ueira, lu*- lt,ir.
Florea, Villa-Bella, Boa-Vala, Ourieur) Km', as jnrlaMeirai.
Cabn.lpojoca, Ss-iinhiem, Rio Furmoso, Un, Baimrus, Agua-Preta, p
menleiraa e natal: quinlas-feira*.
(Tedoa oa coneiue partein as 10 koraa da minhSa.
AODIENQIAI DOS TBIBCNABI DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio : aiguodu t quintas.
Retaceo : tarcas fairaa a aabbados.
Faienda : quarus sabbadoa aa 10 horas.
Juzo do eommereio : segundee as 10 boras e quimas lo mala dis.
luio da orpbaos laegundaa e quintas as 10 huras.
Primaira rara do eirel .- sagundil nitii mil* ds.
laganda Tara do elral : nanas a labbadoi a* mala da.
EPUEUERIDES DO MEZ DB DEZEMMBRO.
1 Lu ebeii is 8 bons e 37 minutosdtmmhai.
8 Qua rio minguante as i boras e 18 minutos da man usa.
16 Lu non is 8 hora, a 42 minutos da manhaa.
B4 Quarto crescenla as 4 horas a 17 minuto di manbeia.
PREAMAB DB HOJE.
Prlmiirl < c 3o minutos di Urd.
Bagunds 0 e 54 cmulos da manhaa.
DA da semana.
7 Segunda. S. Ambrosio aredoulda igr.
8 Terca. >! A Couceicao de X Sra padroeira do Imperio.
U Quarta. S. Leocadia v. m.
l Quinta. S. Mclcbiadcs p.; s. Eulalia v. m.
11 Sftia S. Dama/o p. ; s. Trason ni.
12 Sbado Ss Sereuo leilor ni. ;i. Epimacho m.
13 Domingo. 3. do advento ; S. Luza v. ni.
SM.ARREGADOS DA S0B8CRICAO NO BUL
Alagoai, o Sr. Claudico Paleo Din : Babia, o Ir. D. Dopra
Rio da Janeiro, o Sr. Joio PerairaMarlins.
F..M FEBNAMBUCO.
O proprisiario do DIARIO Minoel Figuelloi da Viril B sus
livririi, praca da Independencia n. e 8.
PARTE OFFICIAL
MINISTERIO DO IMPERIO.
Decreto n. 9014 de 7 de novembro
de 1857.
Apprava a tabella Jos precos de transpor-
te de mercadoria* e de passageiros na
primeira atretjao da estrada de ferro de
Pernambuco da cidade do liedle, a
confluencia dos ros Una e Pirangy.
Hei por bera approvar a tabella organisada em
ronformidade da 22" das condicoes a que se refero o
decreto numero 1030 de 7 do agosto de 1852,
coalendo os precos de transporte de tnercadorias e
de passageiros na primeira seccao da estrada de fer-! 0 por cenlo sobre os presos mencionados nos ar-
pedidos sem demora ; e pagarao qualquer que seja
o seu peso, al urna arroba 400 res de estaco a
estaco, qualquer que seja a distancia ; exeedendo
porm de Orna arroba pagarao pelas que excederis-
100 reis por arroba por legua, tudo MtDpre adian-
tado no momento da entrega na eslago.
ARTIGO 12.
Os objectos que pesarem menos de urna arroba,
pagarao por tres pos cbicos o preco mrcalo para
urna arroba.
ARTIGO 13.
As caixas de chapeos, movis, pianos, ou ou-
tros instrumentos de msica, as caixas ou voluntes
contendo objectos fngeis como vidros" loteas, ou
arligos que exigem especial cuidado, pagarao al
ro de Pernambuco di cidade do Recife, a confluen-
cia dos ros Una e Pirangy; i qual com esta bai-
xa, assignada pelo marquez de Olinda, conselheiro
de Estado, presidente do conselho de ministros, mi-
nistro e secretario de estado dos "negocios do impe-
rio, que assim o lenba entendido e faga exeeu-
tar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 7 de novembro
de 1857 ; trigsimo sexto da independencia e do
imperio.Com a rubrica de S. M o Imperador.
Marquez de Olinda. Conforme. No impedimento
do ofBcial maior Jos Bonifacio Nascenla Azatn-
bnja.
Tabella dos precos de passagens e freles na primei-
ra seccao da estrada de ferro de Pernambuco da
cidade do Recife, confluencia dos ros Una e
Piraney, a que se refere o decreto desla dala.
ARTIGO 1.
A primeira seccao da estrada de ferro de Per-
nambuco da cidade do Recife, a confluencia dos
ros Dna e Pirmgy, comprehende o ewpar.o que vai
da mesma cida le do H e- i fe ao Cabo. A legua a
que se refere esta tabella, he a de 18 ao gro.
ARTIGO 2.
Os viajantes de primeira classe pagarao por le-
gua 800 reis.
Segunda 600 reis.
Terceira 300 reis.
Em todos os carros haver assentos para os via-
jles.
ARTIGO 3.
As enancas menores de 8 annos pagarao melade,
e se acommodaro duas em cada lugar, is que fo-
rera carrejadas nada pagarao, e se essentaro no
eolio de suas amas, rnaes, eu pessoas que a condu-
zirem.
ARTIGO 4.
Os bilhetes para viagem de ida e volla, denlro de
24 horas, ou de 48 horas, se nel'as se comprehen-
der domingo ou da de guarda, qnar por motivo
religioso, quer por festa nacional, sero dados com
o abatimento de 25 por cenlo do total, mas nao se-
rao transferiris.
ARTIGO 5.
Os bilhe'.es de estadio, que dao direito a ida e
valla por todos os trens, sero dados com as seguid-
les deducidos para viajantes de primeira e segunda
nlasse.
Para um mez o valor de urna viagem singela
por da.
Para tres ditos 2|3 por da.
------JPara seis ditos 1|2 por ,dia.
Os viiianles de terceira classe pagarao em cada
um desles casos 15 por corri, menos do que o que
-segundo esle sys'.ema lero ofe pagar os de segunda
classe {
Os bilheles para viajantes de primeira e segunda
classe,nao sao absolutamente transferiveis. Os de
terceira classe, porm podem servir a differenles es
cravos ou criados de urna mesma pessoa, declaran-
do esta uo acto de os lomar, e escrevendo-se no b-
ldala quanlos e quaes sao esses fmulos que preten-
de eos-pregar desse modo.
ARTIGO 6.
O bilhelede que fallamos arligos 4' e 5- de
qualquer orJeru, ou classe, que-for apresenlado por
pessoa que nao lenha direito de se servir delle, ser
tomado pela companhia, nao podendo justificarlo
ou allegaco alguma priva-la leste direito.
ARTIGO 7.
Se no fim do primeiro anno so verificar que a re-
i-i-ita bruta da compaubia derivada do transporte de
viajante excedeude 400*000 rs,. por dia, ser
feita urna redueco proporcion.il "nos precos, tendo
etn atlenjao o producto bruto derivado de cada urna
das classes.
ARTIGO 8.
Os gneros transportados do interior em direccao
ao Recife, pagarao por legua e por arroba 20 reis,
ticam exceptuados os seguales : familia de man-
dioca, arroz, feijao, milho, peixe secco e carne sec-
i-a, r algo do CearJ),os quaes pagarao 15 reis.
ARTIGO 9.
Os gneros transportados do Recife para o inte-
rior, pagarao por legua e por arroba 30 reis : li-
cam exceptuadas os seguales: farinha de trigo, e
de maodioca, arroz, feijao, milho, bacalho, peixe
secco e carne secca, (vulgo do Cear,) os quaes pa-
garao 25 reis.
ARTIGO 10.
Os viajantes nada pagarao por quaes quer objec-
tos de bagagera que possa m. acommo lar no espado
vasio debaixo do lugar em que se ssentarem no
agn ; a bagagem porm, que for confiada a com-
panhia para ir em carro proprio no trem dos via-
jantes, pagarao 100 reis por arroba e por legua ; a
iiue f r dada como mercadoria., pagar como tal.
ARTIGO 11.
Os pequeos volumes ou encommendas serio ex.
por
ligos precedentes. A companhia nao rjsponde
por avarias, logo que nao haja signal exlerior de
ter sido a caixaou volunte damnificado por negli-
gencia ou falta de cuidado.
ARTIGO 14.
Os objectos de grande valor laes como dinheiro,
metal preciosos, joias pagarlo um e meio por cen-
lo ad-valorem por qualquer distancia, sem respon-
sabilidade da companhia por casos de forca maior.
ARTIGO 15.
Nenhum volume pagar menos frele do que
400 rs. por arroba por toda a qualquer distancia.
ARTIGO 16.
O sal em saceos, ou barris, pagar 15 rs.
arroba e por legua.
ARTIGO 17.
Os saceos vasios para caf, assucar, ou man l-
menlos sero transportados gralis para qualquer dis-
tancia.
ARTIGO 18.
No transporta dos seguinies objectos poder fa-
zer a companhia urna reduccao al 30 por cenlo,
mediante ajuste previo todas as vezes que se tratar
do transporte diario, ou regular, ou de traospor-
te extraordinario de quantidades laes que encho
urna repartieao inteira de um carro apropriado; a
saber.capim, cal ou pedra calcara, lijlos, lelha,
garapas ou melacos, eslrume, madeiras de cons-
trueco, lenha, ferro, carvao, machioas e ioslru-
menlos agrcolas.
ARTIGO 10.
A companhia nao lie obrigada a iranspcrlar g-
neros ou maleriaesinllammaveiscomo plvora.agua
raz, vitriolo, phosphoros.e outros semelhanies ex-
cepto por convencao
ARTIGO 20.
Os animaos seram transportados etn carros apio-
piados por oonia e risco de sous danos, e pagarao
por legua e por cabeca os precos seguimos :
Cavados cora arreios, ou sem elles. 1,000 rs.
Bois........ 700 rs.
Porcos, e vitullas ou bezerros 350 rs.
Caroeros, e cabras : 250 rs.
ARTIGO 21.
A respeilo desles mesmos animaos poder a com-
panhia por ajuste previo fazer urna reduccao al
JO por cenlo em favor das pessoas que dulljsGzc-
rera remessas regulares, ou que as fizerem extra-
ordinarias, mas do numero lal de cabecas que oc-
cupem um carro iolero, ou urna reparlicao delle
inteira.
ARTIGO 22.
Nao ser pcrmiitido levar caes nos vvagons dos
viajantes, excepto quando urna mesma pessoa ou
familia tomar lodos os lugares de una re,)arlic,io.
Fora deslo caso os caes se'o conduziilus nos lu-
gares aproprados, e pagar cada um 400 rs. por
logua.
ARTIGO 23.
Os objectos indivisiveis de raaisde 10 e menos
de 50 arrobas que forem apresentados as princi-
paes estac/Jes pagarao alm do frele,20 rs. por ar-
roba por legua pelo Irabalho de car regar e descar-
regar, e incommodo da coudurco.
ARTIGO 24.'
Se os mesines objectos de que trata o artigo ao-
tecedeole forem apresentados as eslacoes inter-
medias, ou se o peso exceder de 50 arrobas, ou
seu volume de 300 palmos cbicos, a companhia
poder recusar o transporte, ou concede-lo por
tneio de um ajuste previo.
ARTIGO 25.
Os precos mencionados nos arligos procedentes
sero appcaveis as secedes da estrada de ferro que
se scguirein do Recife ao Cabo, com os aban-
cenlos que a experiencia desmonslrar razoaveis.
ARTIGO 86.
Os gneros transportados podero licar na esta-
co do Recife, por conta e risco de quem perieo-
cer, dous dias livres de armazenigem,lindo esle
prazo pagarao pelos primeiros oilo das por ar-
roba ..........20 rs.
De 9 dias a 30 por arroba 40 rs.
e 30 dias a 60 .... 10 rs
Naseslacoes do interior podero licar oito dias
sem pagar armazcuagem, sempre por coola e risco
de quem pertencer: lindo porem este prazo pa-
garao.
De 9 dias al 12 por arroba ; 20 rs.
De 13 dias al 20 .....50 rs.
De 21 dias ora diante .... 100 rs
ARTIGO 27.
Se passados ires mezes as memas esliir5es, os
objectos nao tiverem sido retirados, a companhia
lera direito de os vender em leilo publico debaixo
da presidencia do juiz de paz do lugar, o qual po-
der nomear, se for necessario, um escrivo espe-
cial, precedendo nmacao ao dono se for conheci-
do, e se nao o for, precedendo annuncio por edi-
FOLHSTia,
N1C0L40 mili f)
Poa Pedro ukiuid.
.nafta
XX.
ii palacio a qoe Gaattiiar se diriga era sombro
como um castalia dos antigos.. Es recaulemeiile comprada pelo lliesoaceiro do doque
de Orleatrs, e dida a Saoi do ilur.nit* dona ou tres s'colos a gnndes tidalgos.
OccapauJo um lugar ms vasto, ella conserva va
iiH{iiifi -os restos de seo esplendor psssado. As colpturas, as coluinusa appaieciam no interior, e u
ediflcio cooslrui lo oo aslyto golhlco conservara sus
arcliitectura primitiva. Cin j inlnu dslicioio sepa-
ravi-o da roa.
smenla snu part dcsle palaeio era habitada.
I nJuzi I > por Slvoisy i eslabelecer alii sua residen-
cia, o condal de M'lel'y ah se iii.lallara depois de
lar colhido o mllior aposento para a lillia. O con-
de da Maleasy aspirava eoin rdanle paix&o aos fa-
vores da coila. Velho da sessenta anuos, era ainda
mais ambicioso, porque epatar de brilhantea serviros
preslados na guerra, serviros que o linliam irroiua-
iio. rile te vira esqueri'lo durante mullos annos, e
abandonado a privir;6es. (Jusndo o valido de Or-
leaus, Savoisy, I un; m a tisla sobre elle, Ml*ss> Bl-
psrimenlou umi alegria escessiva. (fiando r.m mr/.
depois foi enc^rri'Kado de orna mi*si> a i'ouraior,
jolgou ter eheaydo erolim i realisai.ilo de aus mai
charos desejos. I.onli.in.lo Leonor Roa f ui '.i io- de
algomit criadas, afistoose de l'aris sem ei(iernnen-
tar a menor inquietado, leudo o cora^ao e o espirilo
aleg.
lljpois da partida do pai, Leonor atenga omi eiis-
tencia mui retirada. Alienas appaiaeara algaroi'
veaea ni corte por soliciUces, nao de Saroiay, mas
de Valantuia de Miln. Vreferindo a Iranquillidaile
e a solida.) as feslis roidosas, aos oraieres embriasa-
dores, goslava da pausar longos das retirada no fon-
do de soa habitarlo. Savoisy depois da partida do
"""() Vida Diario n. 283.
laes na estaques, e as gazelas por espado de um
mez. O producto da venda ser entregue ao do-
no do objeclo que o reclamar depois de deduzidas
todas as quaniias a que a companhia lenha direilo,
e ss despezas feilas com a venda, e os annuncios,
ou iotimacoes: seo dono nao forconhecido, o
reslaute ser depositado na caixa filial do Basco
do Brasil.
ARTIGO 28.
A companhia oo se respoosabilisa por esgolo
de lquidos, ou dimiauico de peso dos objectos
couduzidos.
ARTIGO 2 9.
Todos os presos de passagens, de conduccao.
de encommendas, ou pequeos volumes, de baga-
geos, e de gneros a transportar do Recife para o
interior sero pagos adiantados. Os dos gneros
porem transportados do interior para o Recife se-
ro pagos no acto da entrega nesta estaco.
AR1IGO 30.
A companhia poder fazer quaes quer reduc-
coes nos precos desla tarifa nao maioresde 30
por cenlo com asimples approvaco do presidente
da provincia, sem ser preciso a do governo impe-
rial.
ARTIGO 31.
As pessoas que expozerem a companhia a pon-
gos ou a perdas por falta de declaraco no caso do
artigo 19 ou por outras infraeces desla tabella de
precos, ficarao sujeitasas multas e ouiras penas
impostas pelo governo em seus regulamentos.
Palacio do Rio de Janeiro em de novembro
da 1857.Conforme, no impedimento do otli-
cial maior Jos Bonifacio Nascente Azambuja.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expedientado di. 1.- de deiensbro.
Ulli-i)Ao commandanle das armas, para por em
libtrdade o recrula Jos' di Asis Grela, que foi
juica lo incapaz do servico.
UiloAo niesmo, diiendo qoe pcide mandar desa-
qoartelsr o guarda I.oorenco Tibarcio dos Prazeres.
qua e--.i destinado pelo resaeclivo commandanle
para recrula do esercilo.Communicou-ae ao com-
mandanle superior do Kecife.
HiloAo raesmo, intairando-o de ter nomeado o
jou municipal da aegunda vara, bichare! Fraucisco
-Je Asna di Oliveira Maciel, para servir de loditor
de guerra. Commonicoa-se Ihesourarii de fa-
zanda.
iloAo vice-con
    Porto, Irinsroitlindo a lisia, da qual consta o des-
    tino dos emigrantes viudos para esta provincia no
    brigue Trovador.
    ilo Ao director gara! da imtraccao pablici.
    Pan poder resolver i raspsito das rnbilitac.Ge do
    professor de primeiras letlras do dislriclo de Fura
    de Portas, Antonio Knfino de Andrade Luna,de que
    Iraloo o ofTIcio de V. S. de 20 de novembro, coovm
    que V. S. informe era que materias fez ella exarne
    a fui approvido, visto nao coiislar das provis que
    acompinhiram o refe-ido oflicio de V. S. que o eva-
    neeoniprelienlesse totas as inalrriis desinnadas oa
    egunda parle do art. 47 da Ici n. 1)69 de 11 da maio
    le 185., e oolrosun, que informe o que se llie olle-
    recer acerca do pragramroi do ensiuo, paliando es-
    le professor a classe stiptrior, ese deve a sus escola
    ser regMa por ellesomsnte, ou se por mais um pro-
    fessor ou adjuuto.
    HiloAo provedor da nade.Palo seo oflicio de
    lionli-ra liquai Inleirade de hsver Vine, efl'aituado a
    mudanza da provedoria para u torrea > da alfande-
    gi. e ter sido entregue ao proprielarij a chave da
    casa em qoe fuuccionava a mesma rep,rlic" i.
    Importunamente attenderei ao que pondera Vine.
    a respeilo das dilliculdsilrs do serviro da provedoria
    na mesma sala im qua funcciouam oulraa repart.
    C6es.
    Pelo que loca as despezas da mu laae, nao ha-
    *ido uo rorrente sreicio consignado para despe-
    zas eventual! do innnslerio do imiiSno nesta pro-
    vincia, nao lie possivel ordenar queJlas --.un aa-
    lisfeitas por ei>a verba, e nao por q.Ara, como Vme.
    solicita.
    DitoAo juiz de direilo de Golanna, dizendo li-
    car eerto de ter sido installida no da 2. e encerra-
    da no dia27 segunda sesiao ordinaria do respecti-
    vo jory, lnveudo smeoto doos julgainenlos.
    HiloAojuiz da direito do Kouito, inteirando-o
    de ter remedido aecretirii da jostira o processo e
    o relalorio com qoe Smc. instrua o reearso de gra-
    ea interposlo oflicialmente da senlenca prolerida uo
    Iribuoal do jury de Caraaru', pelo qual foi condem-
    nado a pena de mora o preto Quirino, eacravo, pela
    morle do preto l.uiz, tarabem escravo, da Jos
    Frincisco Florencio.
    OiloAo bacharel Nabor Cirneiro B>zerra Ca-
    valcanti, dizeudo qoe nao cabe a presidencia deli-
    be ar ceres das qaesles que occorreram do colle-
    aio eleiloral do l.imoeiro, e que Smc. eipoz em sao
    oflicio de 93 de novembro ultimo.
    OiloAo commandaote de polica, para aprasenlar
    ao chefa di polica urna forra de 16 pri;a< daquelle
    corpo para escollar 7 criminosos al Csroaru'.
    OitoA* Ihesoorarii provincial, r.commsndando
    qae maule adiantar ao pagador dai obras publicas a
    quanta de j:ii iiwij i ra. para i eoutnuaclo das
    obras por admni-trar;lo uo correnle mez.
    DiloA' mesma, para mandar por uovamente em
    prora com o augmento sobre o valor do respectivo
    orcaroenlo, i obr do lauro da estrada entre a cida-
    de de Goiinna e a punte do Bojary, eerto Smc. de
    que se recommendi reparlicao das obras publicas a
    remessi do mesmo nrramento, afim de ser recomi-
    da ado.Fez-s o cflicio de qae se traa.
    Parlarla. Concedendo seis dias da licenca para
    vir a isla cidade, ao juiz municipal do Kio-Formo-
    so, bacharel Tlieodoro Machado Freir Pereira da
    Silva.
    3
    OflicioAo commandanle das armas, ncommen-
    ilando qne mande apresenlir ao chale de polica 3
    soldados de primeira lioha, alim de eicoltarem al
    Nazareth, o criminoso Jos I'abricio doa Sautos.
    Coinmuincou-se ao mesmo rbefe.
    DitoAo mesmo, apreienlando para recrulas do
    esercilo o paisanos Cbri s l'rancisco e Antonia Vicente Gomes.
    OitoAo mesmo.Nao estando os objeelos pe-
    didos para o forte do Pao Amarelln, oa relajo que
    acoinpanhou o oflicio de V. Etc. de 10 de uovem-
    lirn, comprelieudidos ni tabella de -2 de abril de
    1810, que regula os objeelos qoe devem ser forne-
    edus s fortalezas di provincia em tudo qua nao
    esliver em opposicao com a tabella da 8 de ja miro
    conde de Mlesy nao tardara em proseguir na eia-
    encao de seus designios, obra contada a Gauthiar pr
    finilierma, e eni.li linham vin lo para i mota as la-
    grimas e o petares. Todava se amseu corarao Leo-
    nor nao oceultasse om sentimento da amor de dia
    era dia mais profuudo, islo be, se nao amasia o fllho
    de Sari, lalvez a livrssem oflendido menos as horae-
    nagens e a assidnidade de Savoisy. Alrm dalo a
    lernura de Gaolhier, culto respeitoio e al entao ro-
    deado de mjsterio, dera mora forja nacessaria
    para resistir Savoisy. Qaanlo mais linham aug-
    mentado as peisisuiroes do valido, linio mais bav a
    creseido n amor de Leonor para com seu discreto ado-
    rador. K pooco depois ella nao poder resistir ios
    seos rogos, e deizara qae elle the irraneasse a pro-
    messa de recebe-lo em sua casa.
    Algumas horas antee de Gaulhier dirigir-se para a
    ra di Blanca MaoteaDi, Leonor retirada no fondo
    de sua cmara eslivi astenlida em omi larga poltro-
    na, adornada de esculpieras, de encesto eltvedo, ps
    loreidos e forrada de couro dourado. Dianle della.
    e sobre anal mesinha de bano embutida de ouro e
    de maifiro, ao lado de om araelro de aryalal eslava
    urna caudeia amiga qoe lanr;ava ao redor de si bran-
    da clarilla le. Hiena estofo, bordados de ouro e de
    seda cobriim as psredes, tipeles eslendidos sobre o
    assoalho amortecan) o rumor do- passos, a sobre mul-
    los movis de cedro app.ireciam pequenai e>taloas,
    relicarios, rn I -lii---. Dgras de bronze, e muitos raa-
    uuicriploi encadernados com Klremo lu...
    Km iiIoiis in'tanl's Leonor leiHo a fronle inclina-
    da sobre sua (aperara pareca enlregoe a profunda
    meditarlo.lie seo peo opprimido eieapavain su.pi-
    ros, e aeus Isliios inurmuravam palavras inintelli-
    gWels. A lillia do conde de Malei*\ poda lar deze-
    seis annoa, porm aperar de sua mcidade, suas f-i-
    coes, seu olhar ora allivo, ora lnguido, revelavam
    senao paiioes mu vivas, no menos uina ualureza af-
    fecloosa e svmpalhica. Vestida com toda a s'niph-
    eidade qje sua poiifsfa permitlia, e nHo leudo por
    adorno seno um collar de perolas, e um alfineite de
    diamantes lo peito ella pareca anda n a a baila.
    Mea Dos susprou a moga deiando rahir a
    lapegaria sobre o jnelhos, lanzando sobre o arieiro
    om olhar inquieto, a areia daquelle relogio cala mai
    de 188, nio podem ser-lhe forneeidos |corno pede i
    o respectivo commandanle.
    OitoAo chefe fe polica.Commanico a V. S.
    que ao brigadeiro commaudanle das armas, ped as
    precisas informarles, depois do exame coiivauien-
    le, acerca do fado occorrido no quartel do 2' bata-
    IIi.ii da guarda nacional, de qua triloo V. S. em
    sea oflicio de 28 de novembro ultimo, e em virlude
    do que no referido oflicio indicou V. S. foram pelo
    mesmo brigadeiro commandanle das armas expedi-
    da! as ordena para se receberem e conservarem pre-.
    os no qaartel das Cinco Ponas os guardas nacio-
    naes, que forera presos pelos agenlesjpoliciaes pa-
    Irulhas rondantes.
    DitoAocouaul de Franca.Em comprimenlo
    das ordena recebidas do ministerio da (atena am
    iviso de 16 de juuho ultimo, cabe-rae coramum-
    car ao Sr. V. da Lemont, cnsul de Franja nesta
    provocia, qua a' fazenda nacional sao devidos os
    direilos da arremalacao da galera franceza uRaonl,
    a cajo pagamento se obrigou o Sr. V. de Lemont, e
    qoe a' lliesouraria se ordena proceda a' respectiva
    Cobranr;i, que sa achava suspensa.
    Dan lo ao Sr. V. de Lemont, cnsul de Franca,
    conhecimenlo da ultima decisao acerca deste as-
    umplu, aproveilo a occasiao para offereeer ao Sr.
    V. de Lemont os meos prnle.tos da mais perfeila I
    considerarlo a apreco.Oflicrbu-se a lliesouraria. '
    Dilo\ lliesouraria de fazenda, para pagaros;
    venciraenlos ao chefe do estado maior da guarda
    nacional de (Jim la e Igoarassu', relativos aos me-
    zes de jollio a novembro do correnle auno
    DiloAo Sr. J. T. Wood superintendente da es-
    trada de ferro.A -cuso a recepto do cilicio qae
    dirigio-mi no I- no correnle o Sr. superintendente
    da estrada da ferro do Kecife, no qoal declara-ine
    qae como o ngenheiro da companhia nao pode ad-
    iiniiir que e-l-j.i esla ohrigsda pslo seu contrato a
    cercar a linha da estrada de ferro ero toda a ua
    extensao, o qua declinan lo o empreileiro da obra
    conslruir as cercas, e laucan lo a sua despeza a car-
    eo da companhia, o Sr. superintendente e o dito
    engenheiro para manter a f para com o publico, e
    evitar a parda da companhia, oceauona la pela de-
    mora da abertura da estrada, desejam tratar da
    immadiala constrocrio das cercas nos lagares mais
    necessarios, e de ootras providencias a bem da se-
    guranza das pessoas e animaes, e qne sem ee ter en-
    tretanto dos direilos que possa ter a companhia
    contra o goveino pela despeza de laes cercas, de-
    terminam-sc a submeltsr a qoesUo n' cousideraclo
    da mesa dos directores de Londres.
    A necessidade da ron-iruccao das cerca', ou de
    outras obras para defeza da estrada de ferro, nao
    pode decerlo serdisconliecida; he naos de interesse
    do publico, eomo da companhia que nao quererla
    oflerecera estrada a' circuladlo sem a 9eguranc,a ne-
    caasaria, deixando de adoptar os meios indispensa-
    veis para isso, seguado geralmenle se pralica e he
    de razao.
    A companhia nao lem a' sea cargo -rnente a
    conslroccao da estrado de ferro, mas o seu servico a
    laborarlo, que importan o goso que da estrada Ihe
    fui concedido.
    ','jies uer qae sejarn porlinl i as clausulas do
    contrato eutro a companhia c o empreileiro da obra,
    ellas nao podem inlloir nos direilos e ohrgaedes da
    companhia e do averno, qae se nao regulam por
    essaa liansaccOes.
    Aa condicOes annaxas lo decreln de 7 de agosto
    de 1852, que sao a base primordial dessi* direilos
    a obrigagS-s, nao escaparam as regras de seguranca
    qua pela condtcao *27 ao governo licou eslabelecer
    em seas regulameutos em favor dos csininhos de fer-
    ro e do seo u*o resuUr para prevenir qualquer pe-
    rlgo que venlu de mlranhos ou da propria compa-
    ubia, e em couformidade.desla condico se acham os
    arli d abril deste auno.
    Prescindiiido dessss disposires a necessidade das
    creas ou ooiras defezas acha-se exoressanienlo re-
    eonhecida e firmada em documentos, cuja autori-
    11 te u.lo -:r.' certarpenlo recusada. A entrada de
    ferro do KeciTa confluencia do ros 1 na e Piran-
    2i heexecutada segundo os trabilhos do engenheiro
    Borthwick, cuia planta e ornamento foram apnrova-
    dus pelo decreto de 13 de outubro de 18)3 Em om
    dos arligos desse orcamenlo *em-M expressamenle
    conipreli-n tidas aa crcas necessarias fencing wliera
    requisita ) e a despeza com sua construccao he um
    los elemsulos da somma lixada no art. II do citado
    leci'itu de 1:1 de outubro de 1853, ao pagamento
    ilosljuros da qual se obnuou o ftoverno. Assim no
    raef olllcio da l'J da noveinhro nao exig, nem pre-
    taiido mais do que aquillo a que a companhia esla'
    obrigada. A mesa dos directores nao poder' ter
    lu vi la a respailo da deliberarlo jusla nesla materia,
    e submeitf udo o Sr. superintendente esle negocio
    a sua considerarlo, davo e-per. r que recordara' as
    disposices e documentos cima mencionados, aos
    quaes se relera o I. arligo dos proprios estatutos da
    companhia approvsdos pelo dtereto n. 1216 de 13
    de outubro de 1853.
    Dilo Aa juiz di direito do Brejo, ceusando i
    rerrpci i do mappa estalistico dos Irabalhos do jury
    de Cimbres.
    Dito Ao juiz de direito de Pao d'Alho. dizendo
    licar inteira lo de 1er Smc. designado o da !> do cor-
    rele para a abertura da segunda ataste ordinaria
    do jory,eo dia 16 para a correicao naqoella enmarca.
    Dito Ao cap i.io do porto, apreaenlaiido para
    o se vic i i!, anua la o paisano Antonio Manoel.
    Dilo Ao juiz municipal de Olinda, auiorisan-
    do-o a maular extinguir o cupim existenle no quar-
    tel da praia de S. Fraucisco, e pregar as fechadores
    e ferrolbos necessarios para evitar a destruirlo do
    predio, sendo pagas pela Ihesuuraria de fazenda as
    despezas que com laes objerlos se licerem, era vista
    da conla que for oppocluiiameoli remedida a este
    governo.
    Dito Ao arsenal de marinha, dizeodo ficar
    -ciula de haver sido laura lo ao mar o hule de
    guerra mandado construir no arsenal pelo aviso de
    10 de igoslo de 1855, anuexo ao oflicio desla presi-
    dencia de 2i do mesmo mez e anno, reliando a cou-
    clusao de poucas obras qua nao convinha fazer uo
    eslalairo ; e que quanlo ao norae do referido hiale,
    solicita do goveroo imperial rdeos a respeilo.
    Dito Ao director das obras militares, appro-
    raudo o contrato celebrado cora Antonio itibeiru
    Feruanies para execucjlo das pinturas de qoe ne-
    cessili o quartel do Panizo.Communicoo-se a llie-
    souraria provincial.
    Dilo Ao director das obras publicas, dizendo
    que se inaudoii pogar a prestarlo a qua lem direilo o
    arrematante da conservaran da estrada da Victoria,
    por ler cumprido as coudi^oei do seu contrato em
    novembro ultimo.
    Dilo Ao meimo, approvaodo a proposla para
    o fornecimenlo por seis mezes de lijlo, areia e le-
    Ibas precisas aquella repartirlo, e aulorisaudo-o a
    efleiluar o neressario contracto.
    Portara.Coucadendo a dnnissao qoe pedio Joa-
    quim Pereira Xavier de Oliveira do lugar de escri-
    vo do almoxanfado do arsenal de guirra. Fize-
    ram-se as seguinlea comraonicacoes.
    Dito Ao agente da companhia dos vapores, pa- ,
    ra dar passegem para a Baha, por conta do governo,
    I Manoel Francisco, prac.i do excrcito.
    Igual miodando oar pasiagem para o Para' ao ba-
    charel Castao Etellila Cavalcauti Pessoa.
    COMMANDO DAS ARMAS.
    Oaartel cameral do cooamando data armas 46
    Pernambuco aa cidade do Recife, era I de
    dexembro da 1867.
    OREM DO DIA N. 61.
    O brigideiro commandanle das armas interino faz
    publico, pan coaheciraento da guarnidlo, que o go-
    veruo de S. SI. o Impera lar houve por bem deter-
    minar por aviso do iginislerio da guerra de 20 de
    noveinhro ultimo, que a licencia de tres mezes que
    em maio desle anno a presidencia concedeu ao Sr.
    lenle Csitano Xsvier de Oliveira, quando qnar- '
    lel-inestre do corpo da guarnic,ao flxa da Baha, para
    tratar de sua saude, seja considerada como sold por
    inteiro ; a por oulro aviso de 26, conceder um mez
    de licenca para se demorar na referida provincia ao |
    Sr. lenle da companhia flxa de cavallaria Jos
    Joaquim Cjelho Jnior : o qoe ludo coniloo de of-
    icios ao qaarlel general do exercilo datados de 23 e
    96 do sobredilo mez de novembro.
    O mesmo brigadeiro julga consequenle dar scien-
    ca aos Sra. commandanles de corpna, do oflicio abai-
    \o transcripto, que resolv a duvida pelo Sr. leuen-
    le-coronel commandanle do 10. i, l ilh.io de ni lana-
    ra era oflicio n. 508 de 21 de outubro, sobre o pro-
    cedimenlo que daveiia ler com as pravas que ha-
    vendo de ser escusas do servido, sao deveduras a fa-
    zenda nacional.
    Finalmente declara, que hontem seguio no vapor
    nParan com o contingente decnroeoli praris des-
    lua las dos balalhes movis aqu axislentes, com pal-
    sagem para a uuarnicaoila corle, o Sr. alferes do 10.
    balalhan di iufanlaria Jos Francisco da Silva, que
    se olTereceu para ir servir na provincia do Malo-
    Grossi, o qual diver ser all cousiderado era deli-
    iencii.
    OFF1CIO.
    1.a secc-to.Moa riel seneral do ixercito na corte,
    I i de novembro de 1857. lilm. e Eira. Sr. S.
    Exc. o Sr. lente general barao de Suruhy, aju-
    danle general do Exercilo, inteirado do sea oflicio o.
    228 de 27 da oulubro ullimu. qua aeompanhou por
    copia o do commandanle do 10." Inialh.lo de iufaii-
    taria, de 2i do mesmo mez sob o. 508, manda de-
    clarar a V. Exc. que a prac,a qoe lem de ser escusa
    do servido e qae he devedora a fazenda nacional, se
    deve deseonlar someule i a 5.' parle, carregandose
    o exeedenle da divida na respectivo titulo.
    Dos guarde a V. Exc. lllm. e Exin. Sr. briga-
    deiro Joo Jos da Costa Pimentel. coinmandanls in-
    terino das armas da provincia de IVniaiuhuco. An-
    tono Nuiles de Aguiar, depulado interino do anu-
    dante general.
    (Assigoado.i Joo Jos da Costa Pimenlel.
    i.oui.iriije. Demetrio deGusmao Coeliio, alferes
    ajudaDte de ordens, eucarregado dodetalhe.
    10
    OHDEM DO DIA N. 62.
    O brigadeiro commandanle das armas interino de-
    clara para ciencia da guarniera, que o Sr. lente
    coronel commandaiile do 10." baulh.ii de iufanlaria
    engajou no dia cinco do correnle para servir por mais
    sais annos, nos lerraos do reeulainenlo de I i de de-
    zerabro de 1852, precedendo exame di sanidad, o
    cabo de e-iiua ira da 1." companhia do mesmo baia-
    lh.' i Vicente Manoel da Bocha, que perceber aleni
    dus vencimcnlos que por le lhe competirem, o pre-
    mio de qualrocentos mil ris pasos na forma do ar-
    I-'> '!." d i decreto numero lilll de 10 de jucho de
    IVii. e lindo o eniMjiraealu uina Hat. dt Ierras de
    i 22:500 bracas quadradas, perdendo no caso de deser-
    QSo as vauUgens do premio, e aquellas a qae luer
    direilo, descoulandc-se no lempo do engajamento o
    de priso em virln le de senlenca, descont que sera
    averbado no respeclivo lilulo, nem como a perda das
    vaulagens do premio, conu eati por lei determi-
    nado,
    i Assignadoj Joao Jos di Cosa Pimenlel.
    Conforme.Demetrio de Gusmao Coelho, alfere
    ajo lana do ordens, eucarregado do detalhe.
    lentamente. Anda orna hora aulss di tornir i ve-
    lo, meu bello Gaulhier !
    Depois desdas palavras Leonor licou silenciosa.
    Por um esforjo de vontade loruou a lomar a la-
    pecana, dea alguns ponlos, parou novamenle, di-
    zeodo cora terror :
    Senhor, fazei qoe aqaelle maldito conde nao
    volle mais! L-u raanb.la empreguei ludo, colera,
    ameac.as, para lorc.-lo a fugir de raim e a u3o reap-
    parecer... quem me dra lerolfendido bastaotemeu-
    le sen orgolho, para nao ealar mais exposla s aoas
    hominagens !... Oemais, icraacentou ella, ha um
    baile esla noite no palacio de Saint Pol, o valido do
    irm.lo do rei nu pode fallir a elle.
    Tranquilliaadi por esla rellexao, Leonor lomou
    novamenle a lapecara, mas apenas meltau a auulha
    ouvio uns passos leves i entrada da enmari. Vultou
    a cabera, e licou estupefacta vendo adiantar-se urna
    persouagem de cabellos meio braucos, veitida com
    extrema elegancia.
    O conde de Savoisy mormuran ella dolorosa-
    menle lancando-lhe um olhar aisustado, e procuran-
    do em v,1o no pensamanlo umi pslavri, uina phrase
    para faze-lo sabir.
    Que disse o valido aesenlando-se sera cere-
    monia ao lado de Leonor, minba presenca lhe desa-
    grada ? Ah 1 conlinuou com afleclada Insleza, la-
    la muilo isso, pois sarrilico o baile mais brilfianle
    para vir obter seu perdao por ler merecido isti ma-
    ulii sua colera.
    Senhor, balbucioo a pobre moca levantndo-
    se com dignidad, a hora he mal escolhida ima-
    nhda ouvirei suas de'cnlpas,
    Nao, he agora que quero fazer a paz. D-me
    a ni i i ; aera o primeiro favor que terci recebido da
    setihora.
    Sa V. Exc. nao de'mr Ja esta case, cbamarei |
    minhas criadas. Oa ento, acreserntna Leonor ven-
    do o coude sorrir, eu lhe cederei o lugar.
    Acabando estos palavras dirigio-ie para aporta
    de entrada. O valido correu a ella, tomou-ll.e a
    in.1i, reconduzio-a a' cadeira que acabava de dei-
    xar, e laucan lo-- a seus i -. dis Em nome do eco, que mal lhe fiz para mere-
    cer tanto deiprezo ;
    Sua presen;* a he um ullragl. Pel ultima
    vez retire-se.
    Mas amo a de toda a roinha alma, toruoa Sa-
    voisy levantundo-se : para obter sua ternura dara
    tudo quanto possao. Seo olhar perlurboo -me ra-
    zao, abra/, .u-me o sangue Amo-a, e para qae a
    senhora coroparlirie de meu delirio nada me cus-
    tara', nenhum sacrificio detera' minha paixao. Cedo
    oa larde, Leonor, vira' om dia em que vose senti-
    r' prazer da ver-me a aeus ps. Vossc he o anjo
    qoe tenho procurado de balde enlre as mulberes
    vulgares qoe enchem a corle. L'm t beijo de seus
    labios teria para mira mais prec<> do que os maiores
    favores da forlana. Amo-a, nao posso msia viver
    sem yosGc Diga urna palavra, e lera' a raiuha de
    uossas feslas, oa maiores lidalgos mendigarao seus
    sorrisos, tudo se rnjara' I seos ps. Vole gozara'
    prazeres eternos, noiles deliciosas, annos de etican-
    lamento. Depois quando meu amigo do Orleaus
    homar lomado em sua m.1o poderosa o sceplro e a
    coioa de Franca, nssenlada entao a meu lado no
    primeiro degrfl do throno do mais bello reino, vos-
    s sera' a mais feliz, a mais lnon^-a.la, a mais po-
    derosa de todas as moflieres da corle.
    Acabando oslas palavras o valido altrabio Leonor
    a si ; mas esla por um movimeuto rpido escapoo-
    Ihe das roaos, salloa para a oolra exlremidade di
    ornara, c quiz fugir. E tendo-se Savoisy pricipi-
    lado enlre ella e a porta, ella fez ar o l\mpano
    com mao trmula. Depois como iienliuma criada
    cadi ao sen chamado, seiilio um susto mortal
    apoderar-se-lhe do corarao. I''olula a escapar a
    lodo ocu'loai perigo qua presenta, chegou a' ja-
    nella que dova para o ardim.
    Vaavl asta' vencida, diise o valida relendn a
    moi;a prestes a precipilar-sc. Aqui seos criados
    receberam de miin g ur lem de serem surdci e mu-
    dos al nmaiiha ..
    Ahsso he terrivel! exclamad Leonor varillando
    F.nl.io, peruunlou Savoisy com um sorriso de
    Iriuinpho, lera' piedade de mim '.' Demais, cres-
    NLATEKUA.
    Londres, 26 de outubro.
    O Iribunaes sao a chaga de'lodos os paizes, e dis-
    to ha muito queisusa a Inglaterra.
    Aqui al mesmo pode ser que o flagello seja mais
    lii.il, por rausa do respeilo muilas vezes exagerado
    qua ha palas formas e-Ubeleci las.
    as circunislancas dilliceis he algumas vezes til
    sallar por algumas formalidades, que someule ser-
    vein de obstar aos arlos importantes.
    Acredilar-se-ha qoe no meio das circomslanrias
    em qae esla a Inglaterra, se suscitaran) difliculdades
    entra o govarnador geral e o commandanle em chele
    inviido pelo governo para reprimir a revolta dos
    etpayos'MIe incrivel, e lodavii deu-se semelliante
    fado.
    Sir Collia Campbell, ehegando a Calcuta, encon-
    Irou as formalidades, e leve de as combaler primei-
    ro do que o verdadeiro iuimigo. Lord Canning, go-
    vernadur geral, comer, iu por se negar a reconhecer
    sir Campbell como commandanle, e at nao quiz ad
    mun-lu no conselho das Indias.
    A' vista disto sir Campbell deu a lord Canning e
    s suas autoridades 2i horas para si reudsiem dis-
    arlcio.
    Pastado esle prazo, o general aine.n;ava qne se
    embarcara inmediatamente para Inglaterra, para ir
    all dar conla da maneira por qoe o governo da In-
    dia respeilava as noinaacoes fallas em Londres.
    A coragem de lord Canning aentio enfraquecer-lhe
    o animo, e anda nao haviam passado as 21 horas e
    j reconheciam sir Campbell como commandanle em
    ebele e membro do eonselho.
    O seu primeiro aclo foi declarar em estado de sitio
    lodos os dislriclo* onde reinava a revolla, (ublrahin-
    do-os assim ao poder civil.
    Lord Canuing linha esperado muito das artoaes
    circumslaucias para caiihar nexoe na historia da In-
    dia, mas a sua *mbn_ao foi corlada logo ao princi-
    pio, e a sua resistencia s durou algumas horas.
    Demais, nao era justo que o hornera enviado a's
    Indias com a especial mis-.io di domar os revoltosos;
    qoe o hornera que o governo da meliopole julgou o
    mais capaz de consumar osle aclo, luisa obrigado a
    subordinar os seus planos a' vouladc de ora gover-
    uador nomeado em lempos uorioaes, e pana uoroeu-
    ,.i i do qual nao si pesou Jes i lamente a sua capa-
    cidade.
    He cousa sabida qae o governo das Indias sempre
    he dado a algum nobre qoe precisa fazer forlana.
    Exige-ie alguma habilitada, mas islo nao he mais
    do que urna condiego accesoria.
    Lord Canning foi nomeado neslas condices.
    Elle precisa a refazer a sua fortuna, lie verdad*
    que linha algum tlenlo ; e foi elevado ao cargo de
    governador geral em um momento em qae n3o havia
    a menor descomanla dos ternviis pengoi que iim
    cahir sobre as p^ssessoes ingieras.
    Al hoja elle isla'muito longe de se ler elevad)
    ' altura das circumslaucias, e ja' muilas vezes se
    lem fallado na necessidade de o demittir ; como
    porem tem no gabinete amigos poderosos, he di
    crer qoe conservara' o seo cargo.
    Apezar de tudo, lord Canning leve animo para
    publicar urna proclamscTio convidando os toldados
    inglezes i' modiracao, islo em um momento em que
    os espiritos excitados pelas idas de vinganca nao
    lilao em estado de alien lerem palavras razoiveis.
    O daqoeie Cambiidge ioi ltimamente em Shef-
    fleld mais mal inspirado, pois a pruposilo da inau-
    gurarlo de eerto monumento, proouuciou um dis-
    curso um lano aggressivo, e capaz de inflammar
    mais os espritus.
    Os I unieres lem sido muilo aecusa rem fazer proselylos as Indias ; se porem esla ac-
    cusacao he fondada, nao he sobre o governo local
    que ella deve cahir.
    Avaliai isto pelo segu ule f-.clo :
    Tin ollicial luferior m lio, convertido a's verdades
    do chrislianismo, lerabra-ae um da de abracar esla
    riligiao de abjuraros seus auligos erras.
    No momeulo em que loma esla deliberado, em
    luda a parle encoulra obslaculos.
    Nao julgoeis porem que esles obslaculos prove-
    nbaiii dos seus correligionarios : sao os ofliciaes, o,
    luiicciouarios europeos que Ih'os poem.
    Elles receiam os etTeilus desla abjuradlo, e a im-
    pressao que poder' piodozir entre os soldados in-
    dios.
    Cuilou-lhe a encontrar um ministro ecclesiaslicn
    que se preslasse a' sua abjurando, e aquella que o
    fez leve de defender a sua conduela perante o go-
    vernador geral.
    Dentro em pouco o novo chrislo foi demittidodo
    seu regiment e passado a' dispombilidade ; ullere-
    ceram-lhe lugar u'outrus regimenlos, onde a sua
    abjurarlo nao havia causado lauto escndalo, mas o
    novo ueopbylo responden eom razao que oo com-
    metlera enme pelo qoal marece.se ser passado de
    regiment. Eis como o goveroo local auima as con-
    versos no christiausmo. o.Vb uno disce orooei.D
    >ua-i luda i imprensa do coutinenli lera sido u-
    naiume em se indignar coulra as crueldades com-
    raettidas pelos cipayos revoltados, mas no fundo des-
    la in ligtiac.ao quasi havia uro sentimento de salisfa-
    cio m,.l di-Uri; ido, por causa do embarazo em que
    se va a Inglaterra.
    Ivm Franca, principalmente urna paite di iinpren-
    sa, nao se den ao Irabalho de dissimular a alegra
    que Iba causavam ss difliculdades di sua nova ullia-
    da. Em lugar da disfarcar islo, como aconselha a
    prudencia, a impreusa ingleza, e principalmente o
    a Times, romecou urna forte polmica com os seus
    collegas d'alem da .Mancha. Islo so serve para euve-
    nenar as relaces dos dous paizes.
    Ero Inglaterra lotos eslo irritados com a lingua-
    gem d i-j niiacs (raucezss ; em Frang loi aprovei-
    lada com goslo a occasiao de lun llm o orgulbo in-
    gle/. Posso fallar disto com coiiliecimenlo de causa,
    pois acabo de passar urna semana em Pars. All he
    quasi geral a alegra pelo que esla' succedendo aos
    Inglezes. Por consequencia a allianca rnlre a I rau-
    ca e a Inglaterra hade cuslar multo a eemalidir-ee.
    Os | ii n ir- russos li i i lido o bom senso de dissi-
    mularem mais do que os dos oulros a alegra qae nao
    polein drixsr de sentir, porem um delle-, o olnva-
    li I i Itusso, acbou om meio muilo original para
    dar solucao a's actuacs difliculdades das Indias ;
    quera esle jornal que as armas da Eorop lassem
    au-.ihar os loglazai na submissAj das Indias, mas
    i que depois fae subsiiluido o jago uiglez por om
    j protectorado europeu.
    Os orangialai leceberam grande golpe de rnao dos
    ideib\stas. Parece me queja' vos coutei que o go-
    ! veruo de Dubliu linha coudemnado exisleiuria dos
    [eloba orang'slas, decnlm < que lo los iquelles que
    lizesem parte deles s-iiam julgados iucapazes de
    exercerem as foueces de juizes ua paz.
    Esla medda foi naturalmente acollada com ale-
    gra pelos calholicos, para os quaes era urna especie
    de reparacao ; os p'ucos joruaet oraiigislas que ha
    proleslaiam vivamente, mas usjoinaes derbyslas.que
    lo principiu linliam guardado silencio, abrirn) l-
    ualmeute a bocea para approvarem a conducta do
    governo. Accusam os orangistas di serem muilo
    iutuleraules a de uio acharein salvacao fra da sua
    pequea igreja.
    l'.-ia ileiioiniiiacao de derbyslas que acabo di es-
    crever, suscila-me urna rellexao.
    Em Inglaterra as opinies adversas etiao tao mal
    definidas, qua lem de buscar a sua clasiilicacao em
    algum dos seus estadnlas. Com elleilo a elaesilieacao
    de liberaes e de conservadores nao he jaslifcaaa
    pelos fados : ha entre os romervadorii homen* que
    sao mais liberaes qu; lord Palmersleu e de que al-
    guns dos seus partidarios. Elle obriga a dividir os
    partidos em palmeslonanos e derbystas, por nao ser
    possivel classilica los de oulra maneira.
    Era tranca ha liberaes e reaccionarios, repobli-
    eaooa, legiliraislas, orleanislas e al bonaparlislai.
    O publico continua preoecupado com o sopposto
    assassiualo de que vos fallei na miuha ultima caria.
    Anda nao fui possivel peuelrar o mysterlo que en-
    volv a descoberla do cadver encontrado junto a
    uina das columnas da ponte da Walerluo. Nolei por
    islo qua a polica iiigleza nao he tao sagaz como da
    otros puzes, como principalmente a de Franca.
    Por exemplo, om Italiano que ha dous anuos assas-
    siuou, em um dos ailins mais frequentadoa de Lon
    dres, a om dos seos compatriotas, achoo mein di
    escapar a (odas as investigarles da polica.
    Para se dislrahirem dos negocios graves da ludia,
    os Inglezes discutnn sobre urna nova pslavra que
    se prelende inlroduzir na linguagem uual. Em lu-
    gar do r deipacho lelegraphico o lembraram se de
    di/er lelegram. a Os puros su-tenlam que se po-
    de dizer siroplesmente lelegrapho, assim como se
    diz epitaphio.
    Em un uii a nolicia do continente europeu, s
    lenho a fallar-vos no mao estado de saude do rei da
    l'russia, o qoal apezar de esl.r livre de perigo,
    nao te acha em isiado de tratar doi negocios p-
    blicos.
    Sea irina) e herdeiro prisumptivu deve ser no-
    miado rtgenle.
    Os divaiisjdu Danuliiojprononciaram-se quasi por
    unauinidade pela uni.iu das duas provincias.
    i-Varao'.;
    logrila exclsmoa Savoisy depois di um mo-
    meulo de rellexao profunda, julgue da immeusida-
    de da meu amor, deixo-a em sua chara solidao, re-
    liro-me levando o desespero no corirao e i ruorli
    na alma !
    Terminando estas palavras Savoisy sau Ion pro-
    fundamente a moja, deixou a cmara, e pouco de-
    pois o menor da seus passos perdeu-se ao lunge. Li-
    vra emfm da presenca do conde, Leonor sospiroo,
    olmo altenlamenle para o arieiro, e como o relo-
    gio eslava quasi vasio da parte de cima, diriaio-se
    a janella que dava para ojardun, e ah apphcou o
    ouvido ao menor rumor litando os olbos sobre as
    ras de arvores. Emquanto a condeisa assim e-pe-
    ra y,a huove um leve rumor nao lunge da porta de
    sua cmara, mas ella nao ouvio-o, e Savoisy appa-
    recen a' sombra. Apoiando se a' parede elle lancjoo
    um olhar sobre a moca, a (cuo immovel. Deixan-
    do Leonor, o valido uolara a altiracao de suas fei-
    edes, e mui versado em materia de ardis das mu-
    Hieres jolgiriadevinhar qoe por um mulivo lecre-
    lo saa retirada eia ardeutemenle desejada, e que
    soa presenca nesse momento causara a indignacoda
    bella conde-so ainda mais do qua suas.homenagens.
    Besotuto a penetrar ess* misterio flogira retirar-
    a, e depois voltra, A alliluja de Leonor, filando
    os olhos sobre o jardini e parerendo esperar, con-
    liimoo o conde em soa* conjertaros. Eul.lo juleau-
    do nao ter de tuflrer una provacao demasiadameule
    langa, elle se anuir de paciencia, e como om
    phanlaama se agachara junio da porta escutaodo,
    liban lo. e sobreludo muilo enleado.
    Leonor depois de alguns momentos de allnelo,
    vio eralim orna pequea porla do muroabrir-s e
    fechar-te novamenle corn im-b'rio.depois do ler da-
    o pasiagem a Gaulhier. Eolio o eoracfta palpitoo-
    Ihe mui forlemenle, c pouco depois o fllho de Sara
    appaiecou dianle della.
    XXI.
    Quando Leonor vio Uaulhier, eslremeceu, um
    (error iiumeuso apoderou-se do sua alma, Ulna ver-
    COKKESPONDESCIA DO DI.V1UO DE
    l'EBNA MIILCO.
    PABIS
    6 de noven bro.
    Ha ainda pela India, esle assumplo de universaee
    preoecupaces que comecaremos este bulletim. Os
    jornaes inglezes esblo era uma vea de alegr.a que se
    riiii^ii-lien le ale ceito ponto, roas que nem por isso
    se deve deixar de pesar o seu justo valor. Delhi es-
    t tomada, Delhi fui alacadi i I de selembro pela
    manhaa, e a parte setemplrional da cidade cabio em
    poler dus Ingieres; a 16 lomaram de amallo o
    armazem, a 20 luda a praca linha sido occopada : o
    rei e seus lilhus sa salvaran) disfumados em uiu-
    Iheres. *
    O alaqae de 11 leve logar sobre quatro columnas,
    uma dessas, composla do contingente de Cashroere
    foi ripalldi, as oolru Iriumpiarara ; umi brecha
    primeira nenie fura pralicada por (a de Cashoire,
    dapofs avauroo-se ao longo da* Iriucheiras at o
    principal basiio e a porta de Caboul, a resistencia
    foi muito obstinada, eos Inglezes soflraram grandes
    perda : he este um facto cuja importancia nao esca-
    pa a oiogoerD.
    Por oulro lado, como os despachos estao cheios de
    ineactidese contradie;Oai, p !--., sem desconhe-
    cer o alcauce da lomada de Delhi, na i considra-
    la ate nova ordem, como om negocio decisivo.
    Os rebeldes depois de lerem defendido o Ierren o
    durante seis das se retiraran) em boa ordem com to-
    da a sua cavallaria pela ponte de oavios que ligava
    a cidade a proviucia sobre o lomoa. Al se espa
    Ihou o boato de qae os vencedores estavam bloquea-
    dos. A'.wn como prestigio, he ielo um grande fado,
    como consequencia a questao li-a duvidosa.
    O reslo das noticias pode ser considerado mais des-
    favoraveis : so e 19 de selembro os ganeraes Have-
    lock e Outrara, depois de lerem operado sua jne-
    nlo, alravea>aram o Ganges ; Nana-Sahib esla ain-
    da em Lucknow ; se o general Eyre bateu o* rebel-
    des de Dinapore comroaudados por Kour Singb, es-
    tes ltimos imiarjaro de novo Sangos e Jubbulpore,
    e poderiam interceptar as com mu nica (5 es enlre Cal-
    cala' e as provincia- do Noroeste ; se o Punjab asa'
    tranquillo, as c 'inmunice,">es se aciiam interrom-
    pidas entre Lahore e Maullan, si a tranquilidad, es-
    la restabelecida no Deckan, isto he, na vizinhaoca de
    Bomuaim, reina gianda inquielacao em Ahmeda-
    bsd, ah mesrao onde nos primeiros dias havia uma
    manileslacao qua fuera fugir os empregados do ca-
    lumbo de ferro de Bsroda. Todo o paz de Uude, de
    Assam e dos Saullals esla' revolla lo, maoifeitam-
    se as insarreifOes militares, loto o S:iuda esta' da-
    sorganisado, ehi esla a renla arteria do Indo qua
    iev m couduzr soccorros de Kurrachee au Puujab a a
    Delhi.
    Ja nao se filia agora oa calma da india central ;
    os chefei ni ligems favoraveis ao goveiuo ioglez sao
    menosprezados, desdenhados, aban donados pelas sun
    Iropai que sa uoem iberiamente aos rebeldes. Agr
    esta' ameagada, as commonuicaces esiao interrom-
    pidas nos ai redores de llenares, a insubordinarlo se
    manifest no estado de Bengala ao norte de Calcuta'.
    As tropas da presidencia de Bumbaim sa acham era
    deploraveis disp .sienas, e-releva quanlo antes proce-
    der- ao seo desermameolo ; o Nizan causa as miii
    gravea apprcheusdes ; em o complexo dai noticias
    aiinoncia ei. vez um desenvolvimeuto formidavel
    da iii-nire'c.io, e apezar da lomada de Delhi, o re-
    celos devem ser boje mais vivos do que nunca.
    As primeiras noticias nos Irario o desembarque
    das tropas enviadas da Inglaterra : he esle o nico
    recurso e a nica esperanca subre que sa possa ra-
    zoavrlmenla cunlar.
    Em Londres Irala-se de substituir lord Cinoing,
    como governador geral dai Indias, p'-etende-si em
    eertoa .cuclos que lord GrandVille recusara' esta
    posto, que depois fora ulTerecido a lord Elphinglnu.
    Esla n-cnliii pareca conveniente, por que lord El-
    pliingioii, hoja governador geral da presidencia da
    Bumbaim, e precetenlemenie governidor geral da
    presidencia de Madrasta deve conbecer o Ierren.>.
    I a 1 un i.mili ni sia alguns circulus influentes da
    probabilidade que ha em enviar-se uma commiuau
    real a's ludias afnn de examinar a m ln;,'io ver la-
    leira do ,iuvo ; lora unn medida ju-la, por que em
    vez de se .ai mar de uma implacavel maneira contra
    os rebeldes, os Inglezes se deveriam lembrar dos
    : uU-io- solemnes doa Foi, Borke* e Sheridans cou-
    lra os crunes e excessos commrltidos por mercadoris
    vidos e adminislradures inexoraveis: deveriam peu-
    - ir que ha algum erro luu 1 .menial era um gover-
    no que urcasiona resultadus scmelhanle aos que el-
    les lem debailo dos olbos.
    Lunge de nos o peosamenlo de querer atteoaar o
    horror que inspira a uarracao da* *anBrenlaa e bar-
    baras represalasqile pralicaiu M lliodous revolla lo-;
    seja qual for i conclusao da luta empenh.da, esle
    abomiuaveii excesso* qua qualquer penm honesta
    dse fulminar, i.ioc.u u uma uodoa iodelevel sobre
    i gloria dos llindous si elles poderem ser vencedo-
    res, diminoirao o interesse qae se deve ligar aos
    marlyreada sua causa, mas parece qoe os Inglezes
    tero largamente u*adu das vantagens que pe a' saa
    disposicao a immansa publicidad? daa saas corres-
    pondencias e dos seos jornaes. Al hoja elle ts li-
    udo palavra, e nao lem poupado nada para conci-
    liar em sea favor a opniao publica. Com tudo
    quando alguem prelende chegar a essoneia das cou-
    sas, nao se trata somante de castigar rebeldes : qual-
    quer revolta contri a oppretsao estrangeira he sauta
    e legitima.
    Helevi desconfiar de lado qaanlo te diz. Ainda
    repelimos, he pela Inglaterra que chegam todas a
    noticas ; nao ha outras comraunicac,das sena a dos
    jornaes irrilidos e apaixouados, nem oulras corres-
    pondencias seuao a dos individuos qae escrevem
    cum orna mao e combalem cora a outra, a por ni-
    cos juizes homen*, dos quaes uns veera soa forluna
    ameaeda, outros receben) a nolicia da mora de om
    fllho, de um irmao e da um amigo. Sera' possivel
    apreciar de uma maneira jusla os factoa cuja traus-
    missao se deve resenlir de lanas emocoes, de lan-
    a colera, e teja qual for a eslima qua se piule,.
    para com a alta e fria raido, para com o espirito
    philoiophico da Inglaterra, nao sera' prudente dei-
    contUr das sois apreciaces em ama crise que i ili-
    ci tao repentinamente, tao cruelmente em lodos os
    seus iiislinclnt '/ A hora presente he toda para os
    rancores e para os odio*, e o facto ixmen-o da in-
    surreica,, dssapparece dianle du horror de algum
    episodios sngrenlos que ella l*m produzido. E com
    ludo n,lo se devara' convirem que sobre aquella Ierra
    abeuco.ida entre todas, berco di todas aa religides,
    escola primitiva de todas as artes. Ierra oode o co
    he clemente, a vida fcil, os homens benignos e
    bous, eme desde muito lempo debailo do jugo mais
    ciuel qae J ini-is leuh.i formado a l\ ranina humana,
    uma populacho inteira a quem se tem todo lirado,
    al os caro pus deseo* pas, al os templos dos seus
    deu.es : depuis dos sotlrunenloi que mil vezes lem
    sublevado a indignarlo dos proprio* oppreasores,
    depois de uma resignac-Jo qne espanten al os algo-
    zes, aquellea povos se causaran) aflnal dos seui sof-
    frimenlo* e da sua resignarlo ; a revolla nrrebenlou
    olre .iquelles mesmos aos quaes le linha dado como
    um ultimo ullrage. armas para proteger, para aite-
    gurar a sua propria escravidao. Uma tal audacia em
    taes homens deve fazer snppor odios e umi sle de
    vinganca elevado, at o furor, at a demencia, i o3o
    eonvira' ler piedade se oo pelos nilaa soQridoi pe-
    la lugleterra ? A India nao devera' ler parla na
    nossa piedade ? Nao lera' ella e-sa direito impres-
    creptivel para cada nacao, de reivindicar ero qual-
    quer lempo e por todos os meios, a possa do solo
    cntimo fllalgo assentando-se, e*loii resolvido a gonha invencivel eucheu-lhe o penianienlo. Fui en-
    guirdirso phantasi* para fazorapaz. 113o que com a siuceridade de orna donzella com-
    O aeohor ouaaria flear aqnl por mais lempo'.'rVehcndea sua aecao e quiz faglr ; mas eulevado
    dissi a moca eom terror ; esla' cm casa de meu pela ana alegra, Gaalhiar a|oelhuu-sa dianle della,
    pai, rilire-se, ntiri-se ja la disse-lhe com iispiitosa ternura :
    Oh nao tem nada de miuha presen;! ; vi-
    la, euvir o doce aura de sua voz, aperlar-lbe a mao,
    sei sufliciente para toruar-meo mais ditoso do to-
    dos OS humen-,
    Occulto i sombra, Savoisy ennservava-se immovel
    junto da porta. Ouviulu o rumor dos pasaos de
    tjauhier, elle se alaslnra um pauen, e nao fura vis-
    to pelo fllh i de Sara, cujo olhar eslava dirigido para
    a moca. As palavras de Gaulhier. o silencio de Leo-
    nor i iibaui acaudido um pouco a colera do fldalgo.
    Vendo o amor de um moco, lalvez sem uohreza,
    prrferido sua ternura, elle leve desejoi de inler-
    roioper violentamente essa deliciosa entrevisla. Mas
    fa/on lo um violento eslorco sobre si mesmo, pei-
    inaueceu impassivel, curioso de assislir a essa con-
    ver-acao, e a-nda mais desejiso de adiar em seu es-
    pirito fecundo ero expedientes, oa as palavras dos
    dos amantes algom meio de lomar uma desforra
    brilhanle dos desdee de Leonor.
    Animado pelo silencio de sua amad*, (jauthicr
    disse-lhe cohrlndo-lhe a mao de beij.is :
    Amo-a, Leonor ; mas tanto aqu como nos sa-
    ines do palacio de Saint Pol, vo* sera para mim
    o lulo santo, e cu licarei humildemente ajoe-
    Ihado.
    Oh '. relire-se, deixe e*ls logares, murmoroo
    a moca. Cedendo aos nos rogos cm um oouinenlo de
    I Iraqa'eza, cousenli cm reeaba-lo ; mas em nome do
    CO, lenha pie lado de mim !
    Duranle algn, instantes, Leonor quiz repelr o
    lilho de Sara ; mas pouco depuis perturbad i pela
    expre -io ap i\uada de seu iroor, -queceo e de
    que quiln logo, tro p.nsainonlo repenlino e do-
    loroso coutraliio-llie a trono, e fez Iba voliar ao
    .iilimeulo da realldldc. Luido, levantando l.au-
    ' Ihier e con luzmlo-o a um cruciliio de marfnn col-
    i loca lo sobre um tundo do velluJo, ella disse-lhe,
    i com raswlavjla
    Senhor, se eu redama-se sua proleccdo, se
    deixan lo esla casa couhasse a sua tiunri o cuidado
    de vigiar subre mim, V. S-jurara por essa ma-
    go m de Christo, respe tar-me baslantamente para
    ser seu amigo, meu irmao, al o dia ero que eo po-
    der ser soi mulher ?
    Ah eu o juro 1 exclamou Gaolhier com pro-
    I funda emocao, e esteudendo a mao para o cruciflxo.
    Servi-ls, eslar junio de loa pessoa, seria minha su-
    prema felicidad, amia qui fusse preciso todo o
    meo augue pira pagar rssi ventura.
    Pms bera,suba que aqui i desgrana paira lobre
    mim. I .o perigo lirrivel arriesga minha honra ; re-
    solv deixar esles lugares, e fugir. Tendo Gcado su
    aqui, quero ir para a companhia de meo pai. Para
    ajudar-me nesle projeclo conlio-ine V. S. Aqu
    eslou, viga sobre mim, dirija meas passos.
    S'ri feita i la vontade, responden o fllho da
    Sara. Voo j* di.por lodo para goia-la a Tonraine.
    Denlro de uma hora lerei cavados, armas, a antea
    do romper da aurora eslaremos looga de Piris. Hei
    de esptri-la daqui a uma hora a' porta du jar-
    dn).
    Daqui a umi hora l eslarei, responden Leo-
    nor resolutamente.
    Gaulhier apertuu pela ultima vez sobre o labios
    as raaos da amanle ; depois deixou cmara, atra-
    vessou o jardim, leruuu a abrir a porta por uude
    eiilr.ua, lancou-se na raja de Blanca Mauleauv
    enlrelanlo que Leonor licando e cruzou os bracos
    sobre o pello, e pareceu rellectir.
    rsesso moraenlo uuvirira-se passos no jardim. As-
    -u-i..I"! por e>se romor, a moca correu a janella,
    pensando que uma nova relleio falla Gaulhier vol-
    iar ; mas em v.io lancou a vista para Indas a. partes
    do j srilnii Aluminado pela la, uao pole deseobrir
    nada.
    Emquanto os dous amantes linhani-ss combinado,
    urna idea luminosa viera ao espirilo du conde, pro-
    iiwui'lo em sao temblante una expressao de trium-
    pho. Por -so apenas o lilho d Sara de.apparaceu,
    elle atravesao o jardim, c seguio-o a alguma dis-
    liacii, O rumor ouvido por Leeaor fri poii cau-
    sado pelo cund de Savoisv, qao caminhiva com
    precipilacdu.
    I r i i i'. .- .i la pelo silencio que reinava nuj.r
    dina, Leonor julgou ler-se enganadn, c crcupou-s,e
    logu cun u, preparativos de sua fgida, Ouando o
    arieiro marrou a hora da partida, i raoc,a fez umi
    anleute ara*lo, etivolveu-se em #ra vastu capuie, a
    foi alraz da porla du jardim esperar, (remend,
    que Gaulhier lhe lizessa ouvir o signal de seu li-
    v ramelo.
    (Coiiiimtflr-ir-Aa.)
    MUTILADO



    s.w*at. *"
    *M**t,w ~- '- ~
    na r.i.j
    naiai, u aioreiolo de >j eolio, a comervac.a'o du
    eu-. eeatiOM* e das *uas lei '.'
    O Occidente deve derramar a civiltac,So da que
    Ha he d.poaitano nouniverm inleiru, ma i Ingla-
    terra, dando-a a' ludia, mo lem leito urna mu
    lat"i parle ;iot 1 .' 11 tenlim nii>- que1 unroi devem
    I. -.....ii .1- i- ii. direilc e r >luniiac,an. |'Htd ella tn-
    bie lado e anles de lud, iiiletisiei uin pouco bem
    egiiit.li* Irm procurado e adiado toa alifac.o na
    India, a *ahtr, os da companlur, 01 do coinmercio,
    e o di arislocracia.
    A rompanhia trasbordada pela atleniao das aoai
    couqoiilat, arruinada pelai disperse da oceup>(lo,
    t lem um nica cuidado, a anecndar,ao du imposto.
    Cono todos os meios I lie* *flii bous para arrancar o
    ni ni que ella pode aos teo miieraveia aubdllot, el-
    a se lera feilo deleitar, leudo ronsciancia diste
    odio, lie obrigada a provocar a .mbrulecimento cu-
    no garanta do leu dominio. Deilo lado nlu ha poli,
    litro pode haver progreeso algom a esperar, deale
    lado a civilisacSo nao lem compensado.
    O commercio ha igaalmanle estril para o bem :
    'na India olo hi es-a nubilidad t, eiia varledade que
    alia' da' aos seos agente* mai nfimo* o beneficio
    de cerlos coolratni e orna especie de emanciparlo
    pelo accresclmo das relacOn e pela creac,ao de novo
    tinclos!
    Todu o ioleresse dos amos eil na producto da
    um sitar* que uAo ae veude oem *e troca, ero e
    consom no paii, do opio, nicamente destinado a
    equilibrar o algarismo daa erporlarAtr da Chin
    lai fimfertAkfeUfc'j >amii..,m tbl HE7BMBB0 DI lili
    ue diremos, que a restaurarse ,ie Porta- Francisco de Laidas I.ins, juiz municipal
    supplenlo daquelle tormo ; o Sr. "
    gloria que relulga na ronto
    Ihurgii port
    noa S-iinei
    gal, que rontlilue lalre/. a quaiio mai*. glurioeo'tt*
    sua historia, o poeta lauto soube eulanr com toda
    o enndo da pera, farendo delle iepende'r a sua man
    Ha peripecia, illumina vivamente loda a arelo e
    continu aPobre das ruinasurna prortoccao de
    prime.re ordem. que para ser recomnieniadn a c..o-
    siderarao da g.nte lida, al nem carece d,.s Ixl'e-
    issdo e.Mo dos mimos de orna poesa enrgica, c
    ao meaiuu lempo suave. II* entrelaulo pira s.ulr
    que us eforcoque emprega o empresario pera o
    boro deiempenlio d* prodcele de (ante, nal, e de
    tan apurad* escolha, uao oblenham o rstultado que
    se deve esperar, que d* mi.tura com adore do
    nenio do Sr. ermano, Manuela, Raymundo
    Silvestre, e oulros. appnrecara negarles toa pronun-
    ciadas como a Ssnhora Maanita de Berros, que no
    papsl di Pobre das ruioa, om do mais inlerettan-
    te* do drama, e houve cura tal iuhabilidade e aem-
    saborla, que leria sern duvid* por *i so enterrado
    inleiramenle a peca a nio ar a poderosa emrgia do
    Coriario, a nataralidade da jov*n Igner, e a dedica-
    cao dos don. escravoa mouros, que couba ao Sr. Ger-
    mano, Sr> Manoela, Silvestre e Lisboa deiempenhar
    e que poderam desvanecer a triste e acre impretsao
    prodoiid pela senliora M irianna. Temo fo porem.
    que o Sr. Germano nem umpre sera' too infeliz
    l'aulo
    'V SI.Cotila de venda de urna caa terrea sita na ,
    praja da lloa-V sla n. I, a qual foi vendida mi
    n i praca pul lica par nrdem du Sr. Gregorio da Silva
    Salgado, major ,!o commando superior ,1o mesmo I &* SfffZ tUX.'WZ''t%: ,
    municipio, lodos all possuindo grandes ptopreda- m paiaado. em audiencias do joizo da primeira
    dos, cercados das prineipao relaces, podero co- v,ril ',0 c'"' '''" cidade, a saber :
    nl.ecer as mais palpitantes necesidades do Kio For- tZSV*?. "" "C' f*S*i 7SS* Valnr ,
    mn.n nramnv-, r. .........- L_______ l"'0"3' '. """""ada pelo Sr. JoSe Gomei f.eai. se,- |
    do o iiiaiur lance que se achou
    pela
    dioso, e promover o seu incremonio, e bem estar.
    Ninguem por cedo.
    Felismenle oseleilores desse circulo comprelien-
    deram l.em osseus legilimo interesses, elegendo
    para os represenlar esset cidadaos prestrnosos por
    seu civismo ja assas reconliecido, e comprovado em
    todas ascrises : felizmente esses eleilores soube-
    ram seguir o pensamenlo do legislador bresdeiro na
    novissuna reforma eleitoral, preferindo o merec-1 Annuii'cios porte de cartas que coodu-
    nietito d'aquelles seus conterrneos, verdadeiros *"*"> docomentoi
    propugnadores dos respectivos interesse, ao que
    inculcavam cerlos parsitas, que se agacliavam,
    para capiar-lbes os sulragios, c aodepois Ihes vol-
    taram as costas.
    Nos por tao acertada escollia felicitamos os mos-
    mos eleilores, porque de rorac.io prezamos aquella
    . 1:6Jtl^)0ti. |
    Despe/.as feilas, cunslanle da ctrlido
    junla............
    lilla dita no juiro dos felos da fazenda.
    Ao advogado Joso Narcizo Gamillo .
    Ao solicitador Joaqolm Francisco de Al-
    boquarque Saoliaio.......
    Ileciroa e mulla al :tO de junho p. p. .
    Foro que d*vi.
    Commlitao de venda a :i por cenlo
    233790
    2.59000
    30)000
    205000
    7*786
    6M2
    59400
    49O0
    ei",e eanbelamo-llia'odoo progresso,
    . ..-.0..; c sabemos apreciar os honrados
    ASaloiadrama lodo chelo de inierease e poeslaj P'edicados dos seus mu dignos representantes.
    LE*^ h!*^". cc,h ,a. popa,,,,r ""' fidae- Em um llaiz constitucional, como o nosso, en-
    JZTtmt^M^mSSS^i pidr'n: ,rei,iisr^s p- ->" *
    ooile de hoje. Eslamo orlo que hsveri ludo o es- 1ue.za so'ar sem duvida aquelles cidadaos por
    forto por parle da compauhia para pr om relavo ?s "13s esse titulo eram credore* dos suffragios, que
    a droga que ervira bellezas dessa eicellenle proioccao, e qoe o grande recoberam.
    oolro. bis a mo- concurso qu* hoje s reunir'no Sania Isabel nao V m i.
    io bnlinoico na Iu- daitar.i' o alflo sern saudadei do lindo .nlreleui- P S COm tfS lambcm nos >ngraiula-
    mento que a empieza lira preparado. lnos e do 5eu patriotismo esperamos a promocao
    m^oo%Z^lXJ??^t!l??1t'. ,' ~ "'''"o PWeo.-Maioo-e. no dia 10 para >o consideraveia beneficios para o circulo que virao
    mircadores. qa. ,.,na .obr. om impen. ,na,. va.to comumo do d,a 1 ^corran,,, Ilbw P represenlar na fulura> fl ^j, ^^
    J boi. viieial.
    8 B
    ..... i.to Sant. Isabel a pos.id. ,m. eVrnp.n na Yn"e.ra e ,0C,al"laJe'
    0'2-f. ch'.81."!8 "mP,,"du n,1,uella I"ao r*!T*m*^+ttSB&!Xi de l-elwdigna;
    multo mais ch* e seda do que ella nao Ihe pode fa- *
    z*r aceitar na* soas laas, nos seus algodSe e na* aaa
    quinquilharias, e nao querendo saldar a dillereura
    ' rooeda ou em barras da ouro, a papoola da In-
    dia abi esta' para preenchir a lacuua ; cem (nilhues
    de lioinns i3o coiiilrangidoi a se embrutecer es-
    tallar para a produccd de um
    para eftvtnenar cem milhdes de ..
    ralidade emuladora do ommeraio
    dia.
    378?'J88
    . I:24I0I2
    I.i-Imi.i, 10
    que lli* es-
    do que a n.ai palria, lando o io orcamento, aoa es- Companhia ilai carnes virds
    quadra, seus eiercilus; se ella lainbem nao tem en- Ricardo Romualdo da Silva
    onlrado seu qoiohao naqutlla poleoela, naquella
    Kraodeza, a companhia Ihe den urna larga parle
    de iiiltcencia e de dinheiro, empregou para com ell
    a ieio-cao a que devia ser mais accessivel. l'ara
    orna aristocracia coja basa esla' no direilo d* pro-
    genitura, o filbos mais moco tio o embaraco serlo,
    0 chtga intima. O lord poderam deale enlSo do-
    lar seus irmo e seus filhoi mai moro com ampre-
    gos na administrarlo da compauhia e nos seus eser-
    ciloi: f ii esle um compromifiio que asseguroa a
    companlja prolectores lao poderosos, e garanti ao
    ruesmo lempo a arislocracia contra qoalquer agita-
    SSo interna, cooiclidandn o fundamentos ,|a velha
    conslltaivao feudal. Releva pois convir que em lo-
    dos esle aju*l*a*goiilas qua.-i que nao havia preoc-
    cupa{o acerca dos inlereise da colonia, ae a
    1 o lu le, visto algum beneficio realisar-te dentro
    dos teo limites, he porque sempre e em loda a par-
    te o Ingle/, como individuo he muilo melhor que o
    en aovn no ; mas o beneOcio realizado n&o lera com-
    pensado lodos os crines commeltldo.
    Urna eeMa docura no costumei, certa semina de
    bem *Ur, nao he ludo o qoe cumpoKo de molho-
    ramaolo progresto, a minao de om povo civili-
    ador, e a Inglaterra he i ouco fondada a *e obri-
    gar por traz daquella Ierra lo iinperfeitamrnle me-
    rerid, para legitimar a conquista e fazer circular a
    mi i vinganfa.
    He poia lempo que ella denlifiqae estreitamenle
    os seu inlereises a os da colunia, que aessse da
    ver Buicameole uaquelle immentn imperio da India
    no duzautos iniliiiiesde habitantes um paito para
    ilkun mercadure* da cit, e um supprimeolo de or-
    ;ainenio para alguoa filhos mais mojos de* familias
    aristcratas, que leote-se a prosperidad* dos s*u
    aundiloi nao liria maii para a ma propria grandeza
    do que a sua espiculac.au a todo o traose. Reda nova
    estrada *ll* sera' acompanhada por syrapalhiei un-
    nimes e por vol sem reslriecao ; mes o'ora avante
    eja qual lr o resullado da lula eropeohada, a ai-
    tuajao lera' modificad*, e qualqoer modan;a Dio
    pod* ser ini,i o progresso. A grande historia que
    0,._cipn>,oi gaaharam, d uo que der, forgar a opi-
    niao publica a se oceupar-com a Indi ; qoalquer
    eiame Ihe ier* favoravel; tem dever sem hoslilidade
    para a Inglaterra ser para os Indios joslos, indul-
    gentes sympalhicos, elle* asiao deaapoasados e ven-
    cidos.
    E em primeiro lugar, en.le o qoe cuitar, a com-
    panhia dave cessar de eiislir, nao te deve permillir
    por mais lempo que ella se oceupe da India. A In-
    dia deva ser entregue a' eoroa, o ministerio deve
    responder pela tua administrarlo; he forja que o po-
    vo ioglez lome a reiulocao da ser justo pata com o
    povo d* India, ha o primiiro paito qoe aa deve dar.
    Nao couvem pois disiimola-lo ; a companhia esla' fe-
    nda no corac.lo, nada a podo salvar e a opiniao pu-
    blica na Inglaterra nao pode deinar de formular
    enoreicamtnl* o sen veradirlo : possam as diflicul-
    dades de om tribunal nao fazer recoar os Inglezet
    nesla queslao de ezlrema urgencia, e cuja olucao
    uo admille demora alguma.
    A companhid tubmeltida a nica vigilancia do
    comill central de Londres, om homem hoje com
    auloridade, amnnhaa imple* particular, lem a pre-
    tendo de represenlar os interasse* do Indoitao ; he
    verdad* que o< portadora* dos boods d* India,mim-
    bro* do tribunal do proprutario tem cerlo inle-
    reise pecun'ario comprometlido oa quesiao india,
    ma he diflicil admillir que esla circumslancia aria
    ufficienle para legitimar o aeu poder reo a rilarlo
    d* juslica e da raz.lo. O tribunal do* proprielarios
    nao difTere ero nada de urna reunan geral de accio-
    nistas ; o IribuDiil dot directores representa o conse-
    Iho administrativo,a commioSo de-yndicancia.o com
    rcissano do governo, e o governadiir geral pod* ser
    considerado como gerente. O tribunal do propie-
    tario he *>cloivamenle formado de peisoas qoe s8o
    obrigida a preenci.er certa* roodicOea lioanceira*. e
    que e alevam quai a doot mil. tribunal do di-
    reciore composto de Irinla membros he Horneado
    pelo tribuual dui proprielarios entre oa accionialai
    que posaoem pelo menos cincoenla mil francos. Os
    Irinla duectore dos quaea vint* e qnalro lmenle
    estaoem servico activo, posiuem o que se chama na
    Inglaterra o direilo da patrocinio sobre a* I odia, ta-
    ta he, o privilegio|exclu*ivo de numear para os em-
    prego que a eoroa nao reservnu para si o direilo da
    pruvar, a de nada menos ae trata do que de impre-
    sos remunerad,. em massa por emolumentos annuaes
    de tete a oilo milhoes. lie por meto desle palrocinio
    do tribunal dos directores que a alta burgoezia, a
    eompau.'.ia d*i Indiaa, conten) a influencia da aris-
    locracia.
    PEBHMIBUCQ.
    Mauoel da Silva lavare
    O iinparcial
    PAGINA AVULSA
    33 ;' &Z& y
    Charlalaes. i eharlaiaet tao um mal de qoe a
    nosta sociedad* fol tempie empelled, e entre"eles
    os peiori e mais perigosos sao aquelles qoe prof*-
    ain a arle talolir. He um marcado ele que abunda
    em di mista na novia bella cidade do Ricife, nao ha
    por assim diier uoibairro, praja ou mermo roa, que
    n5o lenha para aeu rornecimenlo o sangrador, o her-
    bolario, o toezinheiro e a comadre, o qnae incul-
    cando saber da medicina mai do qoe qoalquer um
    medico, vao espalhando remedios secreto, pomadas
    de minhoca, aguat virginaes, emplastos e pi, a ru-
    las embasadellas o vnlgo le i reala com mais fe do
    que a precrip50es de om iotelligenle medico. Te-
    mo a esperanza de qoe o conselho de hygiene pu-
    blica. disembara;ando-se nm poocodas mollas dif-
    "ieoldades que o cercare, tingara' a por termo a se-
    iu!Oanles abuso-, riesarraigando-os e eillngaindo-os'
    e qo* por um oolro lado a instrucrao mai onlvir-
    salmenl* *palhada tirara' a venda do olho dos cr-
    dulo, os quae com maia'imeira eonlianca, nio teme
    rao de por a tua laude e vvda a merc d* um ig-
    uorante. A medicina nao he orna sciencia infnaa
    no homem, nem (ambem e adquire por inipiracoes
    como te qoer Incolcar ; mas he precito anuos a pro-
    fundo! etludoi antis que se oblenham os eonhicl-
    menloi precitos para dar allivio a humunidade or-
    rredora ; pode-te crer que um ignoraole, om idio
    ta, qoe minias vetes na aaba nem ao menos ler, lor-
    no-e de tmprovi-o om orculo em medicina ? Vol-
    va-se a menle aoa risoltado, e se vira' qoanlo croel-
    meole o eropirico h,..... os credolos, e Ihes disi-
    lian-lo o dinheiro, lites vAo igualmente sacrificando a
    aaude a vida.
    Intuito------yo dia 4 do correnle pilas 6 horas da
    larde, pouco mais oo mono-. Iras individuos e diri-
    giram a taberna do 8r. Domingo da Silva Campos
    na ruada Cadna da Sanio Antonio, e all p-diram
    50rs.de ganebra, e dtpois dea haverem bebido,
    om dilles da um mpurrao em om malulo qoe se
    ochava preaiule.atiulio agarra-te com o eaitrinnlio
    e Iratoo d epanca-lo, qoando de sohllo o >eu rom-
    pariheiro que se acliava no mhnor da metma laber
    ua, viodo em leo soccorro, he lambem astallado pela
    mesma sucia, que nao obstante o insulto qu. praii-
    caiam, grilavam em alta. que ,n 1I11,,i1,|lelro
    lava ..aneando a om taxlairo. anal de por este
    modo de-perianto a odiosidale, npeliie,,, me-ma
    scena que rom pvlFr uhservamos n. ,|,a -)(, 07 a
    junbo de IR8. Nato podemos daiiar deUmcmar
    que laclo desla erdem se praliouein em urna das
    Mia poblici ra desla cidade. licando os perpe-
    tradores do enroo babiiiado ,, iepeti:rm no em
    i'Utra qoalqutr parle. Anda lielei>io de se loma-
    ren) algumas ircvnjenri, para que njdiii ilesro-
    berlo o criminosos, ahi e-1.1'
    pirlhor eiclarecira' o laclo, e ra_..
    olUm. Sr. r. chof* de polica lomaraI "de lie eo-
    iilifcuueiili). .
    -st cru da patrio Sumo informados de que **i*
    icqueoo monunienlo construido ha duj, reculo- e
    qo. serva rte balisj a nossa birra. esla' ameacaii'do
    rana, por eslar a sua greud,. apata despretada do
    pe da columna, o em di.laueia de (res pilmos ecom
    t-ei brecha*, luclmando o sou de.aba.nenlo para a
    para da inar pequtna. '
    do eliminado, se Ir
    he que.como ereraoa. u-e m.r.cer algum
    ai falla a'agua em OliiUa. Coini.Jhm os hi-
    DtlaMtaj d* linda. aquelles que lem diuheiro, a be-
    Z'*.?*"* P*K e med'''' 1"e l,a" 'em a
    mo.rerem de te I, porque nao l-m aonde enchr o
    sea c.ularo. E porque oao se observa prrce'ilor
    V, t'i 1 ",l,,rico"1" 'pa.l que du reipeito
    -dar de beber a quem [.m Jede } HC"U
    <$otvt$poni>cncia&.
    Total, \j boii.
    Hospital de Caridade.Etiiliam no dia 10 do
    crranle !! homens e 20 mulhere Iralado pela ca- "rs- redactores. Tranquillo em miuha contcien-
    ridade, 0 homens e 16 mulliere* que pagim a caa, cia e apena ocenpado no mitteraa do commercio e
    e 10 prajai do corpo de polica. Total 83 doeutet. "a ducado d* roeu filhos-, bem longe eslava eu de
    Mortalidad?.Helaran ,[s, pr....., que foram suPPur Qu eria forjado a sabir do mau descanso
    sepultadas no cemilerio publico, no dia 10 do cor- ,'ara 0**Paf um logar em *uas columnas. Enlre-
    ranta : tanto, sou a itso contlrangido, porque devo zelar
    Jo3o, prelo, escraco, 6:1 annos. Baiigas. Ul"a rspolajao qoe com lano irabalho lie! boscado
    Filippe Joso da Coila, preto, catado, 30 snnot. *r*nRari que considero o melhor hem desle rauu-
    Apoplexia.
    'ilppe. pardo. 8 auno*. Beiigas.
    -Maria, prela, ecr*va, iO auno. Gastro-inlerile.
    Tolal.
    At depoit d'amanliiia.
    COMARCA DO BONITO.
    Cidade de Caroaru'. 30 de novembro.
    _, XXXIII.
    iiona-me esqo*cido, que muilo convinlia apra-
    srntar o resollado para a elu;ao da mesa do colle- *''' e por '"" I"*" '" accoiarAo que e me faz
    ha em nomo da infortunio, o meu silencio seria aos
    de minha eooscieocia urna conderauac,ao. En
    do, e que detejo traimnitlir iulacta a tutus fi-
    lhos.
    E lano maiorse me lisura a obrigsrAo de deten-
    der-me, quauto a aecusarao que se nio dirige com
    evagerado dosabrimento, aprsenla apoiada na
    laurima oo nos gritos de urna senhora que te diz
    alllicta, que se diz desgrasada, e que em nome
    des>a alllicr.ao e dessa dsgrac,e, se considera aulori-
    adii a pedir jutlija opiniao publica.
    Ora, a meus olhes .1 deeraca he sempre respeita-
    gio eleitoral na villa do Bonito, para poder-e
    liar a forca de que dispunha os candidato ai
    ava-
    . aceilos
    pelos lados combitenler, em cojo triumpho s* era-
    panharam lodos quaotos no combale lomaram
    parle.
    Comparecern oa occaiiao da composiedo da misa
    103 elailorri.
    composla do segointe
    a meia provisoria licou
    modo :
    _ Pretidenle.
    U |oiz de paz Joao Braz de Vatconeello-.
    ... SecMtirios.
    Migoel Ferreira Velloso.
    Peregrino deSooza Magalhac.
    Escrutadores.
    Manoel Francisco de Azevido Lvra.
    Antonio Feij do Mallo Un.
    Para a mesa eOecliva foram elcilos :
    Presidente.
    0 lenle coronel Jos Joaquim Bezena de Mello,
    com 08 vol.
    Para secretarios.
    Antonio Yiclor da Silva Vieir.
    Francisco Qaintloa da Silva Vieira.
    Com 50 voloi cada um.
    Para escruladores na forma da lei.
    1 lie alomo Jus de Freitai.
    Oionizio Rodrigui* Jacobina.
    Com 10 voto* cada oro.
    Ve', purlaiito, qoe semelhanle resullado dava orna
    maioria de 19 votos ao lado dos vencedores, o qoe
    partmllia descanso, aos que pensam que fela a me-
    sa,esla vencida a eleic.lo.
    0 desanimo nao apparereu. porm, 110 lado ven-
    cido, e antes redobrando em e-Ion-,,. procorno a lo-
    do cu,lo fazer brecha no campo dos vencadore,
    para o que lembraram-te de eiEir a coofeccao da
    acta especial qu* tu te escrevo na verilicaco do
    poderes dos eleilores, na primeir reoniao, ao que
    eastatia a maioria da meia, qoe mandou escrever a
    acia especial.
    Emqoanloa acia especial te eicrevia, oscampeOes
    syravaru *m lodaiai direer;Oes, quando chegaro dous
    soldados fiei e dedicados paro o lado dos vencidos
    o conuutamanto fot geral para esle, e para aquelles
    remedenle refoico nao Ihes caueoo recio al-
    goin.
    A acia foi confeccionada mais depreisa do que se
    upponha, u quelez esba.rar aos vtocidos no espaco
    em1 que te comprehendian emao.
    Recolhides a ae dulas o reollado foi o que sabem
    e dave (er ido publicado.
    Deiiemo* islo.vamo as mai.
    r^i^u deo,re ""* "P'iaoJos Francisco
    Carneiro Monle.ro, qoe commandava o destacamen-
    to com quera estavamo. muilo aaliifeitot e em quem
    muito confiavamo. ; ma. a miseria, do nosso juiz
    municipal, qoe he geralmenle aborrecido, se .
    del.slado por tolo o povo de.l. cidade e seo termo,
    ro origem de semelhanle retirada.
    Por mais de urna vez os eleilores e grande nume
    ro de peaaoa tt haviam preparado para recebtrem
    ao estimado d lodo 01 habilanle da comarca, ao
    nosso depulado provincial, o r. Loiz d< Albuquer-
    que Martina Pereira, e mais de urna vez sofTreram
    decepcOe. '
    Na noile do dia 28 o eapilJo Gregorio Franci-co
    ne turres \aiconcello, dea um bem prvido cha, a
    que comparec.ram aquelles que te regottiaram com
    o inumpho do da U e em obsequio ao leu amigo, o
    promoior.que si ha mostrado digno de nossa consi-
    dera;o.
    Duranle o inlervallo do cli.iuhio aot are grande
    quanlidad* de fugete, o qoe dese*peroi! ii aqoelles
    queentendem que a maldade deve imperar sobre o
    bem, a ignorancia dominar a inlelligencia.
    rinda a reoniao, com a retirada daqoelle qoe a
    motivara, todas a pessoas presente acompanharam-
    no no lenenle-coronel Joao Vieira de Mello e Sil-
    va, delegado desla cidade, e na cata du residencia
    uee deram e vivas ao imperador, ao presidente da
    provincia, ao Dr. joiz de direilo da comarca, ao de-
    lgano do termo e ao depolado presente o Dr. Luiz
    o* Alboquerque Marlini Pereira ; o Dr. Marlim
    lenira. eorrespoodendo a tanta bondad* e favor,
    ueo. por sua vez, vivas ao milito nobre, brioso e in-
    dependente corpo eleitoral do dcimo dislriclo. E
    leimiouu-M a functao com o viva do delgalo a lo-
    nas a pestoai qoe haviam concorriuo para u trium-
    pho de 2-J de novembro.
    A cmara municipal daqoi reunio-se inesperada-
    mente demllllo ao fiscal desla cidade, que foi Ira
    em sissao. por om dos vereadore-, por la-
    - O h.cal nao gostoo do Ululo, e consla-me
    qoe o est ranuociando pela lobJelaiacia.
    1 alleceo lheraza Raquel de Jisus, que 1
    lado
    Ir.io.
    ponder ao jory, pelo* ferimeutos com loo, foilo
    Jahanna Alaria do Espirito Sanio, em fsvenir
    devia re-
    os em
    correte anno. ------------.....*" do
    O jury e-la convoeado para i do enlraol*
    mea. ^
    Contla-me que o promolor dera parle de doente, e
    que aera uomeado promolor inlerino o acadmico
    t r.iunsru Jos Fernandrs Gilirana.
    A ramara daqoi resalveo cnasollar ao pretidenle
    '.uVIf .' ",,,avU'nomp.t.bitidad nos luga-
    res de colleclor da. renda, ger.e. .icntar.o da c-
    mara municipal, mu ouv, diz.r que 1 secraiario
    nao remetiera o o.ricio, o qu. nao" lera agradado a
    cerlos ver.adores, que istao com a pulga oa ore-
    ____ (arta frtUultr..
    a razo porque, Sr. re tactores, nao poio p'or mais
    lempo guardar *sse silencio em que. aliat eu dese-
    java envulver-ioe, appellando para aquelles que rae
    conhecem.
    A populaso desla cidade lem lido em um peri-
    dico que aqui se publica, denominado Povon ; re-
    petidas correspondencias de urna senhora que s
    igna Joanna de Seizas Ctvalcanli. Essa senhora
    ersue muilo alio a aoa voz, e peanle o publico te
    qoeixa de qoe lenha sido eo quem a reduzra a des
    grao*, privaudo-a do usufructo de orna casa em que
    murara ella na praca da Boa-Vista.
    Ooein vir a pertiuacia e constancia com qoe a
    Sr. D. Joanna abala ceoa e Ierra, e me nao conhe-
    cer, lia do, em verdade, suppor que he ella vielim
    tacrihcada a meus planos de ambicAo.
    Enlrelanlo, u publico vai ver pela eiposicao dos
    lacios que uao pode haver desarnzoaraiulo ineiiut
    josiilicavel.
    Em 10 de niarc;o de 1855 esenveu-me o Sr. Gre
    gorio da Silva Reg, d* l.isnoa, a carta que ahaizo
    vai liansrripta como dorumenlo ob n. 1. na qual
    se me ordena que, ncebidos divertoi documentos
    uece-sarios para poder dispor da casa lerrea da pra-
    ca do |loa-\ isla, que perlencera a teu tallecido ir-
    mao Jos da Silva Kego, a fizesse vender era huta
    publica, e o liquido que licat'e, delozidas as des-
    pezas, entregaste a viova de Joao Coelho de Bnlo,
    de quera deveria exigir o compelen! recibo, com
    declarado do haver recebi.lo aquello liquido por
    esmolas. ^ H
    Com os documentos e em cumprimenlo do mn-
    dalo que ma fra cncarreeado, dirigi-me ao Sr. Jo-
    s laicizo Camello, advonado nesta cidade. e en-
    carreguei-o de dar execucAo ao dilo .Ladalo na
    parle rclaliva .10 judicial, seudo chamado para aoli-
    cilador o Sr. Joaquim Fiaucisco de Albuquerqur
    Santiago.
    U advogado a o olicilador, em disempenho de
    suas obrigates, requereram a venda da casa em
    hasta publica, sendo que, depois de haverem cor-
    ndo os preue da lei, e lio leudo apparecido re-
    clamacao de especio alguma, foi a casa arrematada
    pelo Sr. Joto Gomes Leal, oa 27 de julho do dito
    auno de 1835, pelo prec.o de 1:620?.
    Essa quaulia, com a dedcelo da' despezat que se
    lizerain e que con.la da coola sob n. 2, licou re-
    luzda a de 1:2tl9UI2 r.. que foi lilimente entre-
    gue e Sra. D. Joanna de Seizat Cavalcanli, confor-
    me as urdeni qoe eu recebera do fr. Gregorio da
    Silva Kego, e cuja ezecucao foi .pprovada pelo me*-
    mo sr. MI11 llego, como se moslr pela caria, do-
    comeulo o. 3.
    Uode esla em todo o meo prccedimenlo ueste ne-
    gocio, no cump.i,,1,11(0 Jes-e mandato, o menor ac-
    to com qu. lenha pessoal.ner.l* prejudicado a Sra.
    I). Joanna ?
    Se ella Imha direilo ca-a e nao i esmola, por
    que razao n,1o 9* oppoz em lampo venda dessa ca-
    ta em hasla publica ".'
    E que colpa lenho eu deque o Sr. Gregurio da
    Silva Kego se lenha julga..o com direilo a casa '.' Fui
    mero procurador, lu apaas mandatario, cumpri u
    mndalo too estranho a qoalquer r-zao que pos-
    ta interessar o fuudo da quinao ; tendo qoe oem
    lu einbaracado no cumprimenlo uo mndalo, pela
    Sra. U, Joanna. e nem e-ta deiiou de receber a es-
    mola qo* Ihe fura mandado dar.
    Vem ludas a- pessoa tnsalas, qu* a Sra. I).
    Joanna de Seixas Cavalcanli, fazendo-te viclima Je
    atlos de injutlira pnr miro praOcados para rom el-
    la, lorua-me alvo de accusac,n oJiosas que me nao
    cabero.
    He mesmo inconcebivil a ra3o que pntsa Ut da-
    do lugar a lanta grita, queja parece ter lilha de om
    yslMH seguramente mal arunselhado.
    A viova desvalida he por cerlo urna enlidade
    digoa de prolecsao, e seus lamemos e aua quenas
    devrm ser benvolamente acolhidos, mas lamben.
    nao he louvavcl que se queira ezplorar etsa viuvez e
    este desvalimtnlo contra pessoai que tao estraohas
    aoi motivos de laes I..minios e queuat.
    Pa-a remover toda a idoa de lesAo de minha par-
    le conlra a Sra. D. Joanna de Seixas, subm.lli o
    processo d'arrematacao da casa e 01 d .comemos re-
    aiivos a e la ao came do Sr. r. Antonio Viceu
    le do Nascimenlo Feloza advogado nesla cidade,
    acerca de cujo tenlimaiiloa de juslica maguera po-
    de duvid ir, leu 10. sempre dediado a sustentar a
    causa dot fraecs e desvalido, e leulio a tatislacao de
    ver que o juizo do Sr. Dr. F'eiloza, me he inleira-
    menle ravoravel, endo que coostr elle do documen-
    to n. t.
    Vendo ainda a Sra. d. Joanna qu* a ma causa
    iio he lulllciaole para pnjudicar a minha repulacao
    hinca um reforjo em luppoita leses e perseguicoei
    que leuli Teilo a oolra pessoa, e traa nome.da-
    ineule do engenhoPindobiiihaMas felizmenl. a
    minha conscieocia me nao arge de haver lesado a
    quem quer que seja, e a respeilo do ensuiho Piudo.
    binhaullerejo ao publico os documento! n. 56 e 7
    las pessoasinliressadas, e que iulerviirara na tran-
    sarlo do dilu engaoho : esses docuu'.enlo explicara
    pe leilamenle o raiu procedimenlo o pf.im acober-
    lo da iinpulac.6.. calouiuiosas eitn que rae Heode
    a Sra. D. Joanna de Siixa Cavalcanli.
    Bem podara *u recorrer a ec^Au do juizo e Iribu-
    oae do paiz para respomabilisar o aolor dos arlig.is
    assignados pela Sra. D. Joanna de Seixas Cavalcan-
    li ; ma prtferi faier com que o publ co fosie o rou
    (ola, e nao qoiz auccirrer-ine aqucllc oolro
    aliaet lao legiltmo como ele.
    O que 1.A0 diria, quanto nAo b'adaria a Sra. D.
    Joanna de Snxa Cavalcanli e fosse ohriaada a re- ;
    ponder em juno pela aste.roi lojnilara* a ealom-1
    oiesai que lem anturisado rom eu nome Por oulra
    parle, a sra. I). Joanna, h. cerlamente viclima de i
    ronselbo pouco awwalo*, e nsigaa escnpio ou ar-
    ligo, cojo alcance lc=al ella mitmo nao pode me-
    dir. r
    Enlrelanlo comprehend.-e que nao porta comen
    (ir e.n ver-.ne quolidiannameule Intulladoe calum-
    niado ; e por is. iao forCado ainda a dclaiar qoe,
    s" a y"- U-J'>anna de Selxat Cavalcanli se nao
    meio,
    Os deputados pt ovinciaes pelo t ii culo
    do Rio Formoso-
    Acaba dechegar o resultado da eleirao para de-
    putedos provinciaes pelo circulo do Rio Formuso,
    na qual conseguiram a maioria os Srs. lenente co-
    ronel Jos Amonio Lopes, Dr. Francsco de Cal-
    das Lins, e major Paulo do Amori.n Salgado. se a Sra. Joanna'rlV's'e^aV'csvalca'nii's. "nao I *0 "'o. Js Franei.....do Reg t,,.
    riiimpliou pois complelamente nesse poni o oanencerdiM liijaitiea para cumigo, e te nAo a-1 bn""ho "m 1^"'. 21 de novembro de 1857.
    principio eleitoral novissmo da renreoiilacjo im-1 l'"liter com a ">'>' jutiinCBClo publica", teni cons- ';. ,1,"'" or; ,- Alvro Barbalho L'cln'.a Ca-
    -nediala dos interesses locaes, por eJirS dis- i '^^l^ ^^J^^^^r.^^^^T'- ,"'"d" '0"
    Imporlancla liqoida......
    Ptrnambuco 8 de agotlo de 1857.
    N. 3.Sr. Ju-e Pereira da Cunba.
    d* settinbro de 1855.
    Amigo e senhor.Confirmo a ultima
    cr.vi em i da crrante mez, e depon recebi mas
    eatimadas de II e 20 do prximo paitado agosto, al
    de aeut conleudo fico entendido, e agradrco-lhe os t
    incommodos que leve com a pendencia da venda da '
    cata que perlenceu a meo falUcIdo iruiAo Jos da
    Silva Reno, que pela conla qoe Vmc, me enviou
    com a sua de 20 de agoslo, vejo qo* prodozio liqui-
    do ahi i:24t30l2 n., qoe foram entrego a' viuva !
    de JoAo Coelho de Brilo, por eamola que eu Ihe
    mande! dar, e do que ella m nao deu agradecimen- '
    lo algum, o queme nAo admira, porque eslou bem
    ao faci do carcter de semelhanle gente. Por agora
    he o que tem a dicer-lhe quem se confessa de Vmc.
    ami.M e abrigado.Gregorio da Silva Reg.
    ->i- 'lllm. Sr. Jos Pereira da Conha.Exami-
    nei com luda allen^ao os papis sobre que V. S. o-
    licila o meo parecer, e que s.lo relativo as queixas
    da Sra. D. Joanna de Seixai Cavalcanli conlra V. S.
    Uelles vi, qoe fallecendo em Lisboa o Sr. Jote da
    Silva Kego com testamento solemne, nelle in-liloira
    seu universal herdeiro a seu irmao o Sr. Gregorio da
    Silva Reg ; que este teDhor Gregoriu da Silva Reg
    tendo justificado a sua eutidade, enviou pira esla
    provincia procuradlo a V. S., encarregaodo-o de
    vender cata da prar,a da Boa-Vista, onde morava
    a Sra. D. Joanna deSeia Cavalcanli, e de entre-
    gar a esla senhora o prodocto da venda, desconta-
    das as despezat.
    Esaaalnei te com elfeito a casa er do finado Jote
    da silva Raga, e enoonlrei orna eicriplura publica
    cel.bada ao 15 de abril de 1817 as olas do label-
    liao Miguel Pere Correa Gome, pela qoal Anlonio
    Jase Pereira de SA ua mulher D. Luiza Maria
    I ereira de Si venderam dila casa ao ref.rido Jus
    da Silva Reg.
    Essa esenptura achei-a com as competentes solem-
    nidades.
    A casa f.ii vendida em hasla publica sob a direc-
    rao des senhores advogado Jos Narcizo C.mello
    solicitador Joaquim Fraucisco de Alboquerque
    Santiago, a quem V. S. nomeoo para oftlcinrem jui-
    zo ; e lu arrematada em praca pelo Sr. Jote Guies
    laeil, p-lu preco de 1:6209001). Eiaa quaulia com a
    , ,.nC-a d-" osla* es*lln nacional ficoo reduzida a
    I: senciaes, Hcou redozida a 1:2i'.OOI2, que V. S. en-
    Iregou a Sra. D. Joanna como esmola qoe Ibe fazia
    o Sr. Gregorio da Silva Reg, e conforma as or-
    dena deste.
    Iti'-uil, do exame qoe fiz noi papeii relativos a
    este negocio qoe V. S. se hoove com probidad* ex-
    emplar, e que o seu comporlamenlo se nioslra nenio
    de loda a mpu(ac,ao detairoza.
    Nao pos>o saber em que fundamcolo basia a Sra.
    1). Joanna as suat queixas.
    Se .ssat se referem a propriedade da casa, vejo-ai
    rrrpondidas e de.feilas pela escriplura de venda e
    pelo testamento cima referidos.
    A lem de qoe, tal he o motivo de laei queixa*.
    nada lem com ellas V. o., que se limilou a por em
    execu^Ao as orJens da seu commiltenle de Portugal.
    E se ellas se referem a enlrea lolal do producto da
    cata vendida e-j hatta publica, tAo ainda mais in-
    fundada, porque he iiiuegavel que V. S. entregoa a
    Sr. I). Joanna ateo ultimo real apurado uesia li-
    quidacao.
    Parece qoe a Sra. D. Joanna, residindo ha muiloi
    annos ua casa da prac*. da Boa-Vista, por eonce>sio
    cerlamaoledo fallecido Jos da Silva llego, nao le-
    vou a bem sua mtidanca dessa casa, e a venda della
    Mt, tiesle caio, so poderia queixar-te do Sr. Grego-
    rio da Silva Reg, e nunca de V. S. ; entretanto
    fi'n;oso he reennhecer que o Sr. Grego.io da Silva
    Kego lilha de pagar uello nacional que andou por
    duzentot mil rei-, deflm-, furos ele.
    II n ei 11 apenas urna observadlo a Tazer:como he
    que, sendo a casa arrematada por 1:6209. pagou-se
    o sello de 2009 correspondente a 2:0009 Mas isso
    fies explicado satisfactoriamente com o qu* dos au-
    los te moslra. O sillo pagou-se conforme iraliacio
    fela no juizo dos feilos da falen la, que foi de dout
    conlosde ris ; mas nAo havendo lanzador que co-
    ln.so essa avaliacAo, foi o firedio a praca por 1:5009,
    e sobre ese valor lao;ou o Sr. Jos Gomes Leal
    mais I2J, licando a casa arremalada por 1:6209.
    E qoando houvesse ahi prejuizo. era para o Sr.
    Gregorio da Silva Reg e nao para a Sra. D. Joanua
    de Senas Cavalcanli.
    Parece-me haver talisfeilo o que de mim solicita
    com loda a irr.parcialidade e com espirito ua mais se-
    vera e rigorosa juslira.
    De V. S. aliento vrne.ador e criado Dr. Antonio
    \ cente do Maicimenlo Felota. Kecife 5 de dezem-
    bro de 1857.
    N. 5.lllm. Sr. Gaspar Cavalcanli de Alboqoer-
    que Uchoa.Tendo V. S. entrado na admimsli<'Ao
    dos bens de an lio,,do irmao l'edro Cavalcsnl de
    Alhuqoerque L'cho*. de cojo casal era eu eredoi, o
    havendo por convengo aceitado em pagamento o
    engeiiho Pindobinha, que perleneia a seus snbrinhos
    iiienj.es, rogo a V. S. que em honra a verdade se
    digne responder ao p deda, permillindo-me qoe
    faca uso de ao* resposta, o seguiole :
    1. Se esa* coovencao e pagamento foram Impug-
    nados por V. S., sb qualqoer pretexto !
    2.i Se foi ou n3o feto por mira o abale do Ierro
    da divida em favor dos orphAos ".'
    3. Si o Intensaos do mesmos 0>phfol foram em
    algum lempo atropellados por mime te llveram elle I
    de delaiidir-ae de algom piulo por mim proposlo.
    Com sua respoila fara' om grande obseqoio a
    quem muilo se preza em ter com eitima e v*nra-
    cAo da V. S. muilo alenlo venerador e criado Jos
    Pereira da Cunta. Recife 18 de novembro de 1857.1
    lllm. Sr. Jos Pereira da C.unha. Como de mim
    exige, mismo aqui reap0ud0 os tres quisiloi em sua
    caria exara.lo, e pode dar-lhe a publicidade que
    julgar convenirme.
    I. NAo foram impugnados por mim a conven cao
    e pagamento, e nem havia motivo para o fazer ;
    2 He publico notorio qoe por V. S. foi feilo o
    abale na divida a favor dot orphAos meo obrinhos ;
    8.a e ultimo. Ot nile.es.es doi orphaos, nunca pnr
    V. S. foram atropellados, e turante a menoridade
    daquelle nAo houve oceasiAo de pleito. Se algom
    le-peil io ou por maldizenle o contrario disser, que
    prove. i.i mili.iiiin 20 d novembro de 1857.
    Ua V. S. altenos, venerador criado. Gaspar
    Cavalcanli de Alhuquerqu* Icho.
    -V 6. lllm. Sr. Jote Francisco do Reg Uirrot.
    leudo V. S. figurado eomo (olor do menores, fi-
    Iho do fallecido Pedro Cavalcanli de Albuqoerque
    Lchoa, na escriplura pil i qual me foi cedido o en-
    genho Pindobinha, tito no termo de Ipojoc, perlen-
    cente ao inumm meoures, em pagamento da quan
    lia de 23:829#553 de qoe era eu eridor do casal, ro-
    go a V. S. o obseqoio de, tb sua palavra de honra,
    respnnder-m* ao pe desla.
    1.' S* esse negocio fui oo nAo approvado por V.
    S., por iodo q mulo, te inlereseavam pela sorle
    daquelle menore ?
    2.- Se foi ou nao prccitaminle dicolido e eonsi-
    drdo por V. S. e por aquellas peisoas, e lulorita-
    do pelo compleme j'iizo de orphaoi ?
    3,* Se eo concordei ou nAo no ahale da terceira
    parlo do debito, reduzindo-o a I5:8869XH) rt., prei-
    i mi lo me a lodos o erranjoa qoe pareceram manos
    oneroso >u dito menoret t
    4.' finalmenle, em lempo algom, para ohter es-
    te pagamento recorr aos extremo meios judiciarios,
    ou prncure por qoalquer maneira aggrarar a sor-
    te de seus lulelladu '.'
    Pei;o a V. S. a permifao de publicar a sua ret-
    posla, se tato convier a minha defeza.
    Aceite os reipeito da ettiina ecoiisideraiai.com,
    que si.ii de V S. multo aliento e reverenle criado
    Jase P.reira da Couha. K.cife 18 de novembro de
    1857.
    lllm. Sr. Jos Pereira da Cimba.Comle-me que
    lodo o negocio do engenhu Pindobinha foi feilo com :
    lingeleu a probidade de V. S., e approvado por lo-
    do que deveram (ornar parle nelle, o qa por ler
    verdade confirmo.
    Desejo-lhe asudo, e sou como sempre de V S. a-
    I ahdo Caraleanli, >ua casa, i de novnubro da
    1857.
    (Estofara recoobecidot.)
    8rs. reacloros.- He adagio velho, qun--
    pnde se mala o Ii ii ahi Sn esfolla--e eu cotie-
    renl) com esle principio matulo, porque
    tamben) sou matulo, vou pedir-lhe venia
    para corroborar a denuncia, qU0 por inter-
    medio do seu jornifl dirigi ao publico e as
    autoridades constituidas, um seu correspon-
    lente, que se qualilicou Jusliceiro o
    qual em da'a de 30 de outubro ultimo, re-
    clama atteiiyio ilis autoridades superiores
    cintra urna palrulha que em diligencia po-
    licial leve um desaguisado m Ch3a do en-
    genho Aguiar com um assassioo de prolis-
    so de noroe Marcos de tal.
    Estou intoirado deste Itcto e de suas cr-
    cumstancias, e sei que o digno subdelega-
    do do segundo districto de S. Lourenco est i
    poceendo rigorosamente sabr elle, e de
    certo a espada da jiislic* cahir sobre a ca-
    bera do criminoso quem quer quo elle seja,
    sam ser necessario incommodar as aulori-
    dades superiores, que tem muito em que se
    oceupar.
    Oque, porem, me fez sabir do roeu dolce
    anuente, nao foi de certo tratar deste fucto
    succedidocom o faccinoia Marcos, e inver-
    tido pelo Jusliceiro com as msis puras in-
    tengOese spelo amor i j-istQa, m s lazar
    o reparo devidoaoseu miesculpavel esque-
    cimento por n3o ler ba mais tempo lm-
    brado tantos crimes horrorosos, eomo o br-
    baro assissinato de Antonio Marinlio, acer-
    ca do qual est agora procedendo o honra-
    do subjelegado do primeiro districto de S
    I-ourenQo.
    Este escandaloso assassinato, praticado as
    10 horas do dia por Kdippe Flix, commis-
    siooado or si-ucunhado, por antonomasia
    Antonio Toco, he voz geral que partir de
    Mussupinho ou Improviso mediante a quan-
    tia de 100?.
    Agora, r. Jusliceiro, responda para on-
    de se refugiou o assassmo Filippe Flix,
    lugo que por este altentado foi expulso de
    Santa Rila pelo honrado Sr. Francisco Cor-
    rea de Harros 1
    Ouei-memais, no era o infeliz Antonio
    Marinno um homem branco, casado, pai de
    familia, como vos n3o tocou o coraQS'i se-
    melhantebarbaridade, licando at exposto
    sobre a trra por 2 ou 3 das o sen cadver ?
    mas no ; a vossa compatx.io recabe toda
    sobro Marcos,um insolente e tmlcreado pre-
    to, constantemente embriagado e perverso,
    reo de 3 ou 4 morles, e que a i tila na vespe-
    ra do acontec o quebrara um chapeo de sol
    oo rosto de seu amo, o Sr. JoSo Lins Ca-
    vacanti, de Mussupinho!
    Porque, Sr. Justiceiro, nilo alertaste po-
    lica, quando no dia 3 de junho do anno
    passado, suhindo da igreja de Mussupinho
    as lilhas da viuva Viconcia, seguio-as com
    urna corja de sicarios o Sr. Joao J.ins, e
    agrrenlo a pardinha Florentina por um
    braco e o malvado Marcos por outro, acou-
    tarain-na com um chicote de couro cr, por
    forma tal, que aiuda hoje verlem singue as
    cicalrizes, coto se foram de hontem ?
    Porque n3o eflamaste a alten^ao da poli-
    cia^ para o brbaro espancamento do crioulo
    JoaoAlves, praticado no pateo de Mussupi-
    nho, e de que rcsullou ficar o infeliz aleija-
    do e impossibilitado de graogear o pao para
    a sua familia t
    Deixo deavivenlar vossa memoria acerca
    de oulros factos desta ordem, porque nao
    quero tornar esta mais extensa, e nem mes-
    mo avivar recorlacoes dolorosas ; bastam os
    crimes que ahi ficam estampados para vos
    mostrar, e provar ao publico que se censura
    merecein as autor lades, nao be de certo pe-
    la occurrcncia succedida com o faccinora
    Marcos, porque ueste caso cumpiran el-
    las o seu dever; ir,as sim por nao ter-m de-
    senvolv lo a saveridade necessaria na puni-
    Qio dos criminosos, autores ou cmplices
    dos alternados referidos, c qua escaparam o
    vossa perspicacia.
    Paro aui, Sr. Juslice.ro, e fique conven-
    cido que me achara pela frente isempre que
    for preciso auxiliar a sua memoria em ca-
    sos idnticos.
    0 philanlropo.
    Srs. redactores.Como o seu conceitusdo
    jornal quasi que percorre todos os reejonca-
    vosdo Brasil, serviremos delle para chamar
    alVeucio de urna familia de Santos Leal ua
    cidade do Urejo da Areia provincia da Para-
    hiba, para que remetta ao seu prente Ma-
    noel dos Santos Leal, que eurapre sentenca
    na ilha de Fernando, o papel do ciza, J;
    compra o mais docunentos que comprovem
    pertencer o mulato escravo de nome Jos,
    sapateiro, que por morte de Joaquim dos
    Santos Leal, se quer chamar senhora do re-
    ferido mulato urna tal D. Carlota sem apl"9-
    stiiiar um s.documento, so pelo simples
    faci de mor; ella com o fallecido senhor do
    referido titula.^.
    Os compadecidos-
    iJ&ubcacao a ptbi&o.
    KEISTKO DO CONTRATO DAS SOCIEDADK
    EMCOMMANDITA.
    N. 31.Aviso de l(> de Janeiro de 185(1.
    Ao presidente do tribunal do commercio oa pro-
    vincia da Bahia,Drcida a duvida apretenlada pelo
    pretidenle do Iribuoal do commercio da proviucia
    da Bahia, acerca das sociedades m corumandila.
    3.a Nccflo. .Ministerio doi negocios da justica. Rio
    d. Janeiro ero 1G de Janeiro de 1856.
    Leve! ao conliacimento de S. M. I. o olTicic de V.
    S., datado de 18 d oillubro ullimo, em que referin-
    do que *a tipresentara para ae iuscrever no registro
    do commercio, um cuolrato originol de teciedade ero
    commandila com a declararao smenle do total dos
    fundos; sem a especifica menelo dos que os forneciam
    lem oolra assignalura que a do comraandilado oo
    iodo gerente : contrato que com aodieocia e tem
    opposic.ao do detembargador fiscal, fura admillido
    a registro pelo tribunal, em vista do artigo 3l do
    cdigo do commercio, contolla V. S. o gover-
    no imperial por deliberarlo do mesmo tribunal,
    sobre a duvi la que he rulara. Se por aquille
    artigo, licara.n d.tpensados o conlraclni de laes
    sociedades, das formalidades que pelo artigo J0 te
    exigem em geral para as tocieladei commcrciaei;
    acreacenlando V. S. que, S set auim, graves obutos
    podeiiin resultar ao commercio a il!udir-ie a ba
    fo, pod.ndose oiganisar taei sociedades com soiio e
    fondos liclicini, sem oolra garanta que a do tocio
    ostensivo oo gerente : sendo porlanlo seu parecer e
    o do (rilioml, bem como o do desembargador ll-
    al, qoe o relindo artigo 312 nao se dever en-
    tender de maneira que o acto constitutivo deesa* o-
    e'edades posta Ollar de ter revetlido de loda s
    formalidades, perniltindo tuineme que se ioscreva
    no registro om ezlraclo deste acto cora omissAo dos
    nome dos commandilariot, sua assignalura e quo-
    la< com que entrara, bailando declarar-so o fundo
    lolal, posto em ci.mmaudila ; c qoe sem a declara-
    tilo de que traa o 8rligo 311, nao te podera' verifi-
    car a respousabilidade dos locibi comman lilai ios,
    determinada nesse e oo arl. 313.
    E o mesmo auguito aeuhor houve por bem man-
    dar declarar a V.8., era toluc.to referida duvida,
    qu*, estabeleeiudo a lei, no arl. 30J, as regra qoe
    te devein guardar as e-criplurai du cudalo de
    qu>lquir s.ciedade de co.nmereio, e sendo a ocie-
    dadeem commendila una verdadiira soeiedade com-
    marcial, he claro que ella etln sugeila a ruai regras,
    de que he e\epc,;lu o arl. 312, que somante te refere
    ao reaislro do llieor do conlralo, dupemando delle a
    in-i ripi.-l-.i do nome do ocio comman lnaiin em rar;to
    da nalurezs etpecial desla sociedad, em qu* tomen.
    le|.,1o responsaseit os tocios oilensivo.
    O qoecommuoico a V. S. para sua inlelligeucia e
    locuelo.
    Ueo guardtaV. SJos Tiiomai Nabuco de
    Araujn. Sr. desemharsador presidente do tribunal
    do commercio da provincia da llahia.
    lia coile.an ilu decisea do governo do imperio
    do llra-.l de IH.",(, lomo XIX.)
    pitendo attriboir-ae-me o deaejo de perseguir a 1
    luirlos cidadaos sao all proprielarios muito abasta- i viuv.z -honcla e dma'ida.
    dos, e proeminonus pela bem murecida e geral esli- I Ou-'ram, S s. redarlore, dar poblieidadS a estas
    le seus primos.
    o poasivel
    lillms do lin.nl
    Satbatoe.
    o Sr. Campo que >a, que gozamom raao das preclaras qualidades """" ''"''-J'- ru 1U8 moil' obrigado sera".
    ioIo comiainos que I que os circumdam. Kecife, 7 de deembro de I8J7.
    Todos esses p.iizes pruvaram bem as sabida, van- ,
    na. Conven porlanlo que u- lagens dessa especie Je ropresoniacao local, porque lo o re,, 7, v ^'i''"1 ,ic0 '"itn "'-*t:E;Kjef"*Mli,,,iim^iMi'!j .di.sL!f-.o^-UmeXuT^r1.::t,rprra7od:r
    7 fhcatro de Saula /fref.A empreza de San-
    la I.sal.il levou na du0 do dia 10 do crremeA
    pobre das ralM*--e**a mw,0Si prodacCao do Sr.
    Monde, Leal. Abslemo-no de entrar em aiialvse
    robre o umecimeuto oossa obra, que h ma,, m|
    as anlisas corles da Hospanlia, no, amigos
    parlamentos de Inglatcna, nos osudos phmnciaes v
    e geraes da Fran.;.. as dietas d, Alie,,,.,,,,, e J -g? Vtm"
    Ilal.a, os depulado eram nomeados pela organisa-' Amigo e Sc-Conlirrao a dcima seronda vi,,
    jao municipal, tal qual exisiiam. | ""un
    I
    Jote l'ereira da Cuuha.
    DOCI MENT.
    da Couha, Lisboa 19 de
    Pedro Cavalcanli de Alliuquerqoe l.'cha, quando '
    se Iralou de liquidar o casal desle, e laliafasar o res- '
    pectiviis credorea, em cojo numero eolio eu mira-
    ra ; por amor da verdade e para m nha defesa, ro-
    so a V. S. s digne retponder-me o p detla, per-
    millin lu-me f 1." S foi oo ua de accordo com V. S. e com ou-
    lros prenle dos orphoa qoe aceilei em pagamen- :
    (o o engiiiho l'iodobinha ?
    i.- Se neise ajotle fu ou mo o abala da lercs par-
    que Ihe eicrav em 'J do correnle mez de- 'le minha divi la era favor dos orphao '
    rebi a toa esliinada de -21 da fevereiro do cor- \ '' S "n alajom dia os meamos orphaos sofi-eram
    .la
    minantes em suas iniii.icipslidades, ronheciam todos; dl5|!r ** ciu ",",".'" "$ < B .a-Vht., m
    seus interesse,, c estovan, acoMumados a dUco, ff^TtifSSZS&Z* ^^
    todas qnestoes, que Ihes eram v,l8es. pr.o. publica. o liquido qu. fi ar. ded/id,, u"
    Us bons ell-ilus dessa medida animaran! o le,,'is- *' desperas qu houver de faier, incloiivel o di-
    lador Lrasileiro a adopla-la, eslaliiinJo a eleicio por 're>,n.''* ,,ailJm's-a>. enlreuara" a viuva de Jao
    circuios, oa experiencia vai mostrando que ella vai ,en'ii!,, em*
    corre3|iondendo ao son tim.
    i dada de minha par, qoe os prejudicaase
    Com toa inpoila minio obrigara' a quera a. prea
    ser rom eslima e nni.t l.r.u.o de V. S. muito alen-
    lo revereut cria to, Jos Pereira da Cunba. Sua ca-
    ta, 20 de novembro de 187.
    lllm. Sr. Jos Pereira da Conha.Aoi don pri-
    meiro. qoi'ilo que me faz, retpondo allirmali.a-
    ?*-. e ?uan|o ao lerceiro, que nao 6 nunra ln.a-
    i menor pergoii;.1o, como pe-
    ,-,., i.... .. a* o _- .. ,.
    reito d.
    Coelho de linio, de quem recebrr o complanle ve da part de V. S a
    'Z'!"\\em, V'a ?Ci't '":}'" l'6 Vma'> V" "' i |1 *"" -empre enconlre, era V. S." os melhu're
    dein qo de mim leve, para Ihe enlreaar por e-mo- dse ot de rraniar tud i amiaavclinenle
    naquene circulo do Rio lornioso, quem meltiur {^\ V*L?L'.'*}}*\?\ c?-m..a .c,>"P?r conla, | Pode V. S. faier dcila re.p.tia o uso que Ihe con-
    com toda a eslim* e coDsidirai,ilo de V.
    muito obligado criado, Alvaro' Barbalho
    do que o Sr. Jos Antonio Lopes, iuiz de na? nm. p,r'' """!"> imlligenria. E nada mait unho porAvier.
    .dente da cmara munici,,,, ^i ccron', "rom. | ^^^^S^C ^ '....." s.X'V
    a ave PIEUOSA.
    N'uma aldria distante da cidade viva om ruar-
    cimiro, pai de seis filho, lodoi de lenra Idodo.
    <> frucio do seo lrab que lioha paro sutlenlar luda a sua familia e mulla
    vejes a fume se vinha seular a soleira da porta da
    mi pebre cabana.
    Opprlmidu com a pesada carga qu-lh Hnha im-
    posto a nalurera, o pobre hommi nao sabia da qo
    maneira havia de remediar ai ueces-idades da tua
    pequea eommonidade.
    iNitie tilio remulo o Irabalho erara mal pago e
    a miseria reinava dihaiiodo tediado do pai di fa-
    milia cu d.di s i e deiatocrgadu.
    En que seo velho pai nao podeudo ja eierrer o
    olhcio de lereiau, velo pc.hr a^a-allio ao roareinei-
    ro, dizendo-lhe .
    0 He-ine agasalho para me abrigar, e descanrar
    minha pesada rabera, porque meus braco enrra-
    queridos nao podein faier gyrar a linralcir.. Da-
    qui ha pouco Dos roe chamara' para si. e Iu me
    cerraras os olbos. o Assim fallou o boin do velho.
    Entrai. meu pai, respondau o martineiro, le-
    nho muilo goalo em rereber-vos, pnrem lerei d.
    "ITrr comnosen a pcbrea, parlilhareis do nono
    frun-l alimento. Seris (eslemiinha de nnsaos con-
    linuot f|i imeiilo. Com pouco me contento, re-
    plicou o pobrs pai, nao peco maii que um canto oa
    (da cabana.
    Agolltioada pila d*tMica, a mulher du raaninel-
    ro teulia o bocado !* pao" qoe comia o pobre velho '
    e lodos os das alormenliva seu mari o para qu
    mandaste nu pai para o hospital.
    O marido repeino por muilo lempo eile connlho ;
    porem cansado pelas continuas iualociatda mu-
    lher, acabou por ceder a'sua vonlade. A pobrea
    e.fria o eraran e apaga na alma us seutimeutos lie-
    bres e generlo.
    (om o corado partido pela dor e o aemblanl*
    pensativo, preste cawioh) para a cidade vinnlia,
    alitn de solicitar no hospital um logar para o octo-
    genario diente. Para descolpar esta ingralido, di-
    sta coinsigo meimo qoe o hoipicio era om logar
    honrase, e que seu amigos para all (inhain manda-
    do -mis pait.
    l'oiem ora em vilo que elle procoravt sullocar ot
    murmorint de ua eoucieneia : um lerrivel reraor-
    o o afflgia.
    thegaujo a'eidido, oblsve a aJmirsao no hospi-
    cio pura aeu p,|, e volloo Iriilemmle para a iui
    eua, lenlindo o momelo de loa anegada e aquel-
    la em qne Ihe tena Tortoro d*elarar a leu pobr* pai
    que o la couduiir a um aivlo abarlo para os ntcei-
    l'll'l S. r **
    Com a cabes* Inclinada pira o chao cnmlnhiva a
    passo lento, e a. lagrimas banhavam teu rosto. De-
    plorava a ludlgencia que o obriga.a o orna lo cruel
    uecetiidade.
    Opprifnido por esla doloroaa r.llete, tsen-
    too-a* ao po dai rumas de urna torre, para retardar
    o monumento de aa chegada.
    As cegonha iiuham feilo no alto desla (orre
    abandonada um ninho. O marcinairo trale e p.u-
    allvo tegaio com a vitla o vo de ouas deaiai av t-,
    qo se dlngiam para o la lo do tul. '
    L'ut levava no blco om peire apanhado no ribei-
    ro que corra so longo do valle prosimo ; a oolra
    levava om grande gafaahoto veida, cacado entre a
    herva de om campo viiinho.
    A lento nos movtinentos dai dual brauCIS sves,
    vio que ellas poosaram no la.go ninho, e obtervoo
    que urna gonha sdlanlou a cabecea para receber a
    o mida que seos lilhoi Ihe Iraiiam.
    Depoi, vio mai que elle aqoentavara dtbaiin
    de sua molle oa e se cooiervavam no ninho pa-
    ra viajartm por sua mai nfraquecida pela ve-
    llnce. '
    Commuvido por nle eipecleculo, o Irabalhador
    disse enmsigo me-mo :E'laa aves eniiium-me a
    eumprir os meus deveret. Reuonrio a' dolorotitsima
    separacSo, e reparlirei com meu amado pai al ao
    ultimo bocado de pao qu. eu liver.
    Tomando esla louvavel r.iolorao, senlio leu peilo
    alliviado o um enorme peto. Sustentado pela espe-
    ranza de Iratar teu pai segundo ot meio qoe para
    isso livesse, senlio qo* soai forrai e animo redo-
    bravam.
    Com o rosto sereno e o corsco alegre enlroo em
    toa cabana, abracou s.u pai com mais ternura que
    nunca, e Ihe lestemonhoo lana afleirlo, que o bom
    do ve ho chorara com alegra.
    Penuadio fcilmente sua mulher de qoe o coida-
    dot altenrts que elle liveaiem para com *o pai,
    seriam inslruccon pralicas para seus lilha, qoe ti-
    riem om da de iulmlar u pas velho e do*ule.
    U anjo da piedade filial intpirou ao pobr* marci-
    neiro a idea de occop.r noili e pela madrugada
    com o faier ee-tos de vara e gaiola para paaiaroa.A'
    burda do rihnroi corlava ramos de salgenos, e d.
    alfeneiro sobre o fostoa, e ajulado por reai dlhoi,
    lecia cesto paia o uso dos alJeoete fazia gaiolas para
    O l as.aros
    Seusfihoi mtiores eslonavam ai varal, cortovarn-
    as e ta/iam pequeo eesio* redoudo. O velho qoir.
    ttmhem participar d'estei trabalhos uleis, e assim
    pastavam os seroes.
    O producto desie* cellos dobrou o lucroi do mar-
    cineiro e a aleara reinava na cabana.
    Dan* abenroiava a familia indigente, e indicava ao
    obrero novot meloide ganhar sua vida. Croa res-
    melo virluota parece aogmenlar a indiligencia, e
    muilas vetes eugenhusai idai nascem na cabeca d
    homem rrepreheiisivel, que quer comprr cora aeui
    deverei.
    O pobre velho locava o termo de ma etislencia.
    neiihom pensamenlo amargo veio roitlura'-se ao teus
    ltimos adeos.i, porque ignorou o projecto qu* che-
    goo a haver de o levar para o hospital. Morreo
    abenr-oando tea filho, e pedinJo pai a elle a recom-
    pensa promettid. piedade filial.
    O filil applaudiu-s* por ler aeguido as tuat hoai
    inspirar;oes. Um lerrivel remano pesarla (obre a
    caber;, se elle livesse Innilo de la caa s*u velho
    pai, quasi prximo a descer ao lumolo. pastando
    por pirlo da lorre em ruinas, nunca olhava para as
    cegoiihas sem um vivo reconhecim.nto. Era Ihe
    develor de ura bem inetlimuvel, a t.aoqaillidade da
    consciencia, o cumprimenlo de ura dev.r sagrado.
    II. assim qu. ubservaiido-sa a naloreza, enron-
    trnm-ae multa veies eiemplos qu* se devein teguir,
    * modelo de conduela.
    Os Romano appellidaraua cegonha deAve Pie-
    dosa por cauaa da ternura qu* ellai leem por seua
    velhos p ii, nulrindo-ns e defendendo-os.
    He o nico dosanimaes que moslra amor pelos an-
    tora de seus dias.
    As cegonha sao muito reapeiladaa. Aquello qoe
    na Ihessalia. na Hollando, na Allimanha e na Tur-
    qua, nulas.e urna aegonha. leria de a pagar caro.
    Na AUacla collorara rodat, e na Allemanlia cai-
    roei quadrados no alio doi edificios, para que as ce-
    gonhai alli vao faier s.gt nlabia.
    Acreditara qoe a vizinhanca deiles nlohoi Iras fr-
    licllade.
    A cegonha era anlig.mele hto respailad na Thes-
    salia, que era punido de morte lodo aqoelle que me-
    laste urna.
    Aa ceugoiiliaa abu;i lam jul i no Eayplo qoe o
    campo as plaoiciet etiai della coberlos.
    Klla azem immentoi srvico destroindo a* .ais.
    Iva PalMlina limpam u campo do rilo* a dot
    qoe de.iraui as colh*ila.
    Um do motivo da prediliccio que na Uollanda
    ha pela cegonha vero lalvez da singular facolda i* que
    ella tem de sentir de repente a menor tanca dos in-
    cendio. .
    I.eiriense.,
    A ">ac,ioo.
    Itnro de aUodao, pauoo*. bordado, etc. a Sebj
    Iheiilin A C. ; ""
    :> cala* e 2 volomei seJa,;veilidosMe,laa, rail*
    di baila, modas, chalos, roupas, calcado, pinnas
    de metal, faundar de algonao, millo*, bollo*, naa-
    no de l,ia ; a Tiinm, Monten & Vinatsa.
    2", barr e M meios dilot inanleiga ; a Bastut c?,
    Bali)CdX" ',ei'Jo, e DI,rl,,do' a Jos Aolouio
    73 c'" roopu fiitas, chapeos, bonete*, chapoi
    d.i ol, chales e lene,,, de fil, lecidoi de algodao e
    misto-, dito, de sosia, | barrica qoe-joi : a J. Keller
    \.^,\T i0 ""i"' dil0' """"' 5 a rse,r.,4
    d!ii".,.m"eMii" }. Johmlou & C.
    1 dito chapeo de i.l ; j. v,,
    2 d. as relogio. ; a F. J. ermaon.
    4 fardos chapeo* d. p.lba ; a & c
    12 can*, qo.ijoi ; a Burle \ Souz*.
    a. c ".'.,,ai "' C0,0,"ai ^"", Pl" ; a r. V
    .A C".na 'n.,Po'' M "' champauha, 55 dita. |i-
    eer, |(J ,, prce,0,, ,,'; f |lDdroi
    v.dro, perfam.iia, papel m.re.ana,, 3 di tasb,-
    eo.tos, mercear.as e perumaria, 2berric. .Ifin,-
    ' .' r Ca'"l P,P'1, 3 dila' P''P""- ordm
    i fardo chapen di palha ; a Patos & Rarnoi
    2 canat tee.do. de algodlo a lencos .lampadw ;
    a lienriqu* & sanios. p '
    I fardo panno* ; a Jote Pereira Cfiar.
    6 volarae. raaihina. inec.ui.mo e marceara. : a
    Limos Jnior & Leal Reis.
    II caira* leguroe* i.ceos a ssrdinhar em azelto ; a
    Dr-libeau. "
    I caira chapos*; a Chrislianl Irmlo.
    ma.a.idS p*0,",* d* la* Ruo1 '-'a Sooiaa chapoi. vellidos de barege. lenco d.
    seda, ; a F,rreir & ABJ0. B ,taV> >
    fmSBS!p,QU'"'kmm de fe" i *-
    de"aa',;Vj:c.:doV.A"r^m,ree8.....'"en"
    . ".J >?""'.c,p,laV fuff04,> ndiiro., agait,
    reliado, fi., chapeo, bonete., epfeit, pote.":
    na, cry.t.es, lenyo. de ..da, roopat, quiuqailh,ria.
    H"'i,e,ei 1 10 Mi," frucl" ssoear eiLdl 7 a
    Mooleiro c5i Lope. "
    B.^.^.'soaz',.''""" dr,B"'. ?rM "P*1 I
    CONSULADO GERAL.
    Keodimenlo do dia 1 a 10. 16-7903*71
    22:0968209
    r-mi .^VERSAS PROVIJICIAS.
    Reodimeulo da da 1 a 10. 1-051S63K
    ld*md "un....... vm
    l:107ii

    SS3^ -?$; r.
    CAMBIOS
    Sobre Londrer, 26 1|2 d. nominal,
    t Parts, 350 r*. por fr.
    e Lisboa, 110 por J.
    lleseomo de lelira. 12 por cenlo pelo banco.
    Ouro.Onjas hespauholar. 291500 a 30JOC0
    ktoadsi da 69100 velhas .... 169000
    b>i00 novas .... 161000
    9000.......99000
    Prata.Palacoei brasileiroa......290OO
    Pesos columnari a......29000
    menanos......, |aJSjOJQ
    ALlANEtiA.
    endlmeulo do da I a 10. .
    dem do dia II. ,
    236:2979255
    27:1879762
    263:785901.
    Descarregaro no dia 12 de deieir.bro.
    Barca porlogoezaMaria Jo*.'divar.o gneros.
    Brlgoe porluguezTrovadoridem.
    Barca inglezaSeraphlnameicadoria*.
    Barca Ira 1,re/aCarmnmerradoiias.
    Barca americant--Umaofaiiiiha de Irigo.
    Barca inglenElisa Aunalahoado.
    Barca ingl.iaMissianaiiof.rro e obieclos para
    ogai.
    Palarho americanoEchufarinha de Irigo.
    Patacho americano1 Darlingidem.
    MOVIMENTO l)A ALPANDEUA.
    Volme entrados coro faienda .... MO
    com genero* .... :|28
    Tol.l
    Volomeiiahidoi comfaz.odss
    o i. eom gneros
    668
    200
    139
    Tvlsl 339
    IMPORTACAO'.
    Kirca franeeza Carmn, viuda do Havre, con-
    signada iH.O. Bieber i\ Compauhia, manif.ilou o
    tiguinle :
    150 barril e 150 meio diloi manleiga, 10 raiaat
    sardinhat, 50 dita queijm, 4 dila e 17 volumra le-
    cido* de algodao, de seda, de la* e millo, papel,
    etc., 1, caira c*h;ados, pelle, chapeo de sol, pen-
    t.s, porcelana, etc. ; aos roii.ignalarios.
    15 barr, a 15 meios ditos inanleiga : a M. J. R.
    e Silva.
    5 caira redas, enTeil., filar de leda, franjas, es-
    poras, ele. ; a \at \ Leal.
    1 Caira setas e marcearas ; a Mine. Theard.
    25 barr e 25 meio ditos man Liga ; a C.rvalho
    ij, C.
    1 caira ronrca e bolinhos; a Cliapronl \ Bir-
    trand.
    2 calraa carros e cavallo* para meninos a Barro-
    ca & Castro.
    30 berriras Trelo, 16 cairas licor, 3 dila aardi-
    nhi ; a M. J. Alvet.
    6 calta vestido, chapeos, camisas, raleado*, cai-
    tas de (abaco, roopa, etc. ; a Lu Antonio de Si-
    qucira.
    4 cana* pianos ; a J. Vigne*.
    1 d.la sapalo. de selim ; a Habe Sclimellao & C.
    1 raisa livros ; a J. P. de l.emo*.
    riM*' Ul p,rel1"' f* *u wio t a J. S.
    2 cauas relogioa ; a J. elourhe.
    ( orto a",''' '" "lei0, d'10' 'D,nle''(i, i '
    ., voiomes lecidos de algodao, de la, mirto, rel-
    radoi. Mfinete., lenco de algodao, ele. ; a Uenrv
    ni...... iV C.
    5 volume* e 3 caira* Uddoa a, ,|godao |,,a
    de leda e mirto* ; a Jame* Bviltr f, C.
    I. cana, quinquuhanaa, :| "ditas tellaria, 21 dilas
    licores, > barr purcellana ; a O. A. Bourgroi'.
    10 cairas atua de colonia, pillea da mairoquim,
    eiireilei para senhora, porcelana, vidro, ele. ; a J.
    uaptisla Frasuzu.
    30 risos champauha, 16 caira* roup*. holet, pa-
    pel, col.heles, bijoulena, porrellana. calcados.qutn-
    juilhariat, cameias, ele. ; a J. reruaude* Prenle
    v anua.
    a) caita* leciJot de algodao ; a Jame Rv ler
    i\ C.
    ill |igoi rhampaiiha, i barr, vlnho, Soaitaa t*-
    cido de algodao e de Ua ; a C. J. Aallv A Com-
    psnbia.
    31 cairas e 2 fardos lecidos de algodao, da sida,
    mirlos, chales bordados, vrlludu, objecloi do moda,
    , EXPORTACAO'.
    ruli ,"!.""! do No,l* l,ocna n'nal Folia du
    Onda., d, #, tonosoeloo, condurio o ..gainte -V
    roame* genero e.lrangeiror, 57 dilo. dlio. nacio-
    Rio Grande do Sal, barca nacional Santa Maria
    'Sin nJIit* i?"',"--i* ,' :-i3 barrica.,
    JOO neias dilaa, 1,122 volme.
    RECEBtUORIA l)E RENDAS INTERNAS E-
    RAES DE PERNAMBLCO.
    Rendimenlododial a 10. sajwn
    r
    9:4878735
    *?>*t--jmse n$ pettf>
    Navio* entrado* no dia ||.
    New tork-30 dias, palhabola americano a| Dar-,
    Haga, de 212 tonelada., eapilao W. M. Terrv
    equipagem 7, carga 1,654 barricas eom farinha de
    \'iV aund'r> Brolhe" A C. Perledc* a Mew-
    Richmund-33 dias, brigae americano nChalanoo-
    gao. de 280 'oneladas, eapilao Rorae., eqopag.m
    "/"'W.-WT-ynea.eoni farinha de Irigo ; a
    Wha.l j Forster&C. Partence a B.llimo... '
    Pnelo4 du*. litla nacional eC.slroo, de 53 le-
    nladas, meslro Francisco de Castro, equipagem
    ..carga pedral de amolar e coaroa : a Domiuaoi
    Atoas Maiheoi. Perl.nce a Pernamboco.
    ftavio sahidoi 110 mesmo da.
    Nawfondland Brlg.e Ingle. Melin.n, eapiloo
    Juho Dajcer, om laalro.
    Rio de JaneiroBrgoe nacional Manoel da I-reitis Vctor, carga asiocar e agaar-
    denle. PasBReirrH, Joaqalm E. de Madeiro e 2
    escravo, 2 e.rraro. du eapilao, FranciMi da Sil-
    ye Moi.te.ro 2 eajeravo, Fr.LCisco das Chaira*
    Piulo e 2 eseravoi. *
    CearPatacho nation>r-.S>nta Cror, capitSa Ni-
    colao Jos Pereira, cama varioi genero. Pa*a-
    a-iros, p,dro Jote de Amorim, Francneo C. da
    Mocha Cimpeli. Candido N. de Mello.
    MaceiBarca ingleza uNeth.rloni), eom a mesan
    carga que Iroare. Saspendea do lameirSo.

    .

    j
    ,r"r.Vin m- 5^ lusPector da tbeaourarla
    provincial, era cump-,mento da resoucao
    da junta da f.zanda, m.nia fazer publico
    aue no da a3 do correlo vai novamenle a
    paca para sor arrematado a quem por me-
    nos zor a obra doatjude do Bom Jardim,
    avahada era I:l5rs, uiui,
    E para couatar se mandou aluzar n nm.
    sent e publicar pelo Diario. P
    S.crelar.a da thesour.ria provincial de
    Peroambuco 4 de dejembro de 1857.-0 se-
    cretario,
    .... A. i"' di Annunciacao.
    uiiim. i>r. inspector da tbesouratta
    provincia! em cumprimenlo da resolucSo da
    JuuU i,a fazenda, manda fazer publico, que
    no da 23 do correte vai novanente a pra-
    ca para ser arrematada a quem por menos
    fizer a obra do 2.- IanSo da ramifJcacSo do
    Japomim, avallada em 10.080/ rs.
    E para constar se mandou afUxar o presen-
    te e publicat pelo Diario,
    Secretada da tbesuu aria provincial da
    Peroambuco de novembro de 1857.-0 se-
    cretario,
    A. F. pa AnnunciacSo.
    COLLECTORIA DA CIDADE DE OLINDA.
    Francisco das Chagas Salgueiro, collector
    das rendas provinciaes da cidade ae Olin-
    da etc.
    Faz publico pelo presente, qne pelo de-
    legado aupplente deste termo, Ibe oram en-
    tregues dous escravos, qui se achara reco-
    midos a cadea desta cidade, epprebendido
    no lugar de Paralibe, osquaes declararan.
    thamar-se Francisco, e Isabel Mana, sendo
    rrsiicisco, crioulo, idade 60 annos, pouco
    mais ou menos, natural de Topadas, casado
    com a dita escrava Isabel Mara, preta, ida-
    de de 40 annos, pouco mais ou menos, de
    nacao Angola, que perteneeram a Antonio
    Joaquim de Sani'Anna, morador que foi da
    villa de Pesqueira, e que fora casado com
    francisca de souza. da villa do Breio da Ma-
    dre de Dos, e que tendo fallecido dito Santa
    nna, sua mulber casara-se com Joaquim
    toptista Vieira, que dabi mudara-se para o
    Itio doPelxe, na provincia da Parabiba do
    norte, d'oode evadram-se muito antes do
    appareetmento do cbolera-murbus, e sodsn-
    lo por diflerenles lugares refugaram-se em
    Paralibe. senlo abi presos por Manoel Nu-
    iles, e I.oureuco Jos : e porque dilos escra-
    vos pe, tencam aos.bens do evento, s3o ona-
    madosquem sobre elles se julgue com di-
    reilo para no prazo de 60 das contados da
    nata do presente virem reclama-los {.erante
    a mesma collectoria na forma do art 6- do
    tegulamento de 17 de julho do 185 : findo
    este prazo serSo ditos escravos arrematados
    o seu producto rccolbido a thesouraria
    provincial na forma proscripta nos arts.
    c 6 do dilo regulamento.
    Eprraquocbegue noticia a todos man-
    dei passar o presente que ser tibiado no
    lugares mais pblicos e publicado pela im-
    prensa.
    Callectoria de Olinda S8 de outubro je
    1857. Eu Jo3o Concalves Rodrigues Franca,
    eaciiv.lo o subscrevi.
    Erancisco das Chagas Salgueiro.
    O Dr. Anselmo Francisco Peretli, commeo-
    dator da imperial ordem d Rosa, ejuiz
    de direilo especial do commercio desta
    cidade do Recife, capital da provincia de
    Pernambuco, e seu tormo, por S. M. I. e
    f\ o Sr. I). PeJro II, que Dos guaode etc.
    Faco saber aos qi.e o presente edtal vi-
    rem, que no da 19 do correnle mez, se nao
    de arrematar por venda, a quem mais der,
    depois da audiencia deste juizo, na casa de
    m.tilm residencia no largo da Santa Cruz n
    70, os bens seguimos : um sof com o eo-
    coslodep inba, avslitdo em O ; duzia e
    meia de eadeiras, de madeira p*o d'oleo. a-
    valiades em 15 cada urna ; um jogo de ban-
    cas ordinarias de quatro pes, avalladas am-
    bas cm o rs cujos bens vo a praca por
    execugao de Manoel Lopes da Silva, contra
    Joaquim Ignacio de Carvalho Mendonca, e
    nao havendo lancador que cubra o preso da
    MUTILADO


    ILEGIVEL



    avillano ser arremitacio feita pelo pre-
    go ds adjudicao, com o abatimenlo da lei.
    E para que chegue ao couhecimento de
    lodos iiianili'i passar editaes que serao pu-
    blicados pela iroprensa, e aullados nos lu-
    gares designados no col. coramerciai.
    Dado e passado nesta cidade do Recite, ca-
    pital da provincia de Pernambuco or de
    dezembro de 1857. En Masimiauo Francis-
    co Duarte, escrivao o sebscrevi.
    Anseioio Francisco l'oretti.
    f
    1>UI DI SttNAsu.uw
    f.\j\i." u u i7.i:huo >* '
    )ui<-m fts
    Pela mesa do consulado provincial se
    /a publico, que os 30 das uteis para o pa-
    gamento, bocea do corre, da decima dos
    predios urtianos das freguezias desta cidade
    e da dos Afogados principiam a contar-se
    dodia l.-de dazembro prximo futuro, fin-
    do os quaes incorrera na multa de 3 0|0 to-
    dos aquellos que deixarem de pagar seus d-
    bitos, pertencentes ao primeiro semestre de
    857 a 1858 Mesa do consulado provincial
    '6 de novembro de 1857. Pelo administra-
    dor, Theodoro Machado Freir Pereira da
    oilva.
    COMPAiNHIA DE SEGUROS MARTIMOS E
    TERRESTRES.
    DO
    IMPERIO DO BRASIL.
    Estabelecida no Rio de Janeiro,
    CAPITAL 10.000.000 000
    Agei-cia ra da Cruz n. 15, eseriptoiioda
    viuva Amoi-im & Filbo.
    Ao Srs. negociantes, proprietarios de
    casa etc., etc., se offerece na agencia da
    dita companhia nesta cidade, a realisaco
    de seguios por premios e condicroes in'ui-
    lo mdicas e razoaveis. Na mesma agen-
    cia tatnbem se eflectuam seguros tanto
    para o norte como para osul do imperio,
    nos vapores costeiros e vasos devela. A
    companhia garante a prompta indemni-
    sacao da importancia de qualquer si-
    nistrost.
    - Illa). Sr. inspector da thesouraria
    provincial, em cumprimento da resol ucilo
    da juntada fazen la, manda fazer publico,
    que a arrematado do pedagio das barreiras
    do Manguinbo e Capunga foi transferida
    para o da 17 do correnle. E para constar se
    maodou afiliar o presente e publicar pelo
    Diario Secretaria da Ules turara provin-
    cial de Pernambnco 10 de dezembro de
    1857. O secretario, A. F d'Annunciacao.
    Conseibo de adminisiracSo naval.
    Tendo-se de proceder uo da 21 do cor-
    rente mez o contrato pelo tempo a decorrer
    do I* de Janeiro ao ultimo de margo, prxi-
    mo, para o fornecimento de arroz, agur-
    dente, azeilo doce de Lisboa, bacalliao, car-
    ne secc, caf em gr3o, farinha de mandio-
    ca, fdijo, sal, louciuho de Santos, vinagre
    de Lisboa, velas stearinas, carne verde, pao,
    bolacha, e azeite propno para luzes
    qualquerque sea a qualidade, aos navios
    de guerra da armada, barca de excavac.3o,
    enfermara de inariutu, e Africanos livres
    existentes no arsenal de marinha ; bem ro-
    mo de effectuar-se a compra de booeles de
    fanno azul, conforme o modelo que acha-
    se patente no almoxarifado do mesmo arse-
    nal, necessarios aos ditos navios, convida o
    conselho de admioislracao navsl aos pre-
    tendentcs a apreseutarejn as auas propostas
    em cartas fechadas al as M horas da ma-
    nila" po mencionado di, adverlindo-se que
    os gneros do fornecimento a excepcao do
    azeite para luzes devoran ser da primeira
    qualidade.
    Sala do conselho de administraefio naval
    omsdedezea bio do 1857.-0 secretaiio,
    Alexaudie Rodrigues dos Anjos.
    CO.NSELHO AUMlMSTRATlVO.
    O conselho administrativo lem de comprar
    o segunte :
    Sinele para a reaarticao do assislente do
    ajudante general do exercilo na provincia
    das AUgoas, com as armas imperlaes eo
    respectivo distico l; bomba de ferro para
    Poqo 1; livro de registro geral das pracas
    effectivas, aggregadas e addidas, contendo
    30o tullas, conforme as instruccei que bai-
    xiram com o decreto de 6 de dezembro de
    1831, dfvendo ser as folhas impressss e nu-
    meradas I ; tijolos de alvenaria 8,000 ; cal
    preti, alquoros 200; azoito decirrapato,
    cana las 980 ; dilo de coco, cana Jas 47 ; na-
    vios, duzias9 ; velas estearinas, libras 100 ;
    papel almaco, resmas 20 ; dito alinac i pa-
    talo, resma 1; dito de peso, resmas 10;
    bonetes de pauno mesclado, com vistas c
    vivos de cores, para o 4 batalbao de infan-
    taria 27 ; charla teiras de panno msela, com
    n. 3.
    companhia
    Iliterario respectivo, os documentos em que ter parte do seu carregametito engajado :
    se funda a sobredita representarlo, e a res- i quom na mesma quizer carregar, p.-ie con-
    posta do dito professor, depois de preenchi- venciouar com Amonm lrmaos, ra da Cruz
    das as formalidades prescripus na le, ede"
    conformriade como disposto no art. )% e s,
    3. do art, 96 da le regulamenlar da instroc-
    c.lo publica n. 369, resolve que o sobredilo
    professor Manool Joaquim de Oliveira Ma-
    riel fique suspensa do exercicio de sua ca
    deira, e venc mezes a contar do I. de Janeiro ao ultima
    do feyerelro de 1858, visto acliar-so provado
    que "o dito professor n3o tem cumprido
    ex* clmenle com os deveres d.o seu magis-
    terio, e fallou o respeilo devido ao conselho
    de districto Iliterario quando em exercicio
    Je suas attnbuicoes, e mais na reaposta que
    dera no presente processo.
    Sala dassesses do conselho director da
    instruocao publica provincial em 10 de de-
    zembro de 1857 O vigario Venancio ller-
    rique de Itezeii'le. director geral interino.
    Conego Joaquim Pinto de Campos.
    0 padre Joaquim Itaphael da Silva.
    Jos Soares de Azevedo.
    Joaquim Antonio de Castro Nunes.
    Foram aprehendidos no dia 7 do oor-
    rente pela delegaeia do segundo districto do
    Recite dous cavallos : quem sejulgar dono,
    appareca munido das provas, para que lhe
    sejam entregues. Delegaeia do segundo dis-
    tricto do termo do Recite 7 de dezembro de
    1857. O delegado, Jo3o Francisco Xavier
    Paes Brrelo.
    Era praca publica do juiz dos feilos Ja fa-
    zenda se bao de arrematar em ultima praca os
    bens seguinte* :
    50 Cascos de pipas em bom estado,
    avallados por dez mil res cada un. 505000
    De Manoel Alies Cardozo.
    3 Caixes de pinho por ... 89000
    1 Barril vasio por...... 320
    16 Medidas de landres por 15000
    5 Pesas de ferro por.....1-000
    Jamos B'lesl capitn do brigue ingle/. I
    Mary Ann-Nevett, farleillo, por interven!
    Cao ponte Oliveira, em presenca rio Sr. cn-
    sul brilaooico, e por ciyita o risco de quem
    pertenc r, de corea de 200 loneta 'as do su-
    perior carv3o do uedra, qual he usado nos
    vapores de guerra >le S M B ou porc&O
    quanlo baste para occorrer ao costeio e des-
    pezas do dito brigue iiste porto, onle ar-
    ribou ltimamente por forja maior : terca
    feira 15 do crlente, ao moni dia em ponto,
    a porta da associagao commercial desla
    praQa.
    Pernambucaiia,
    O vapor nacional Persinunga, comman-
    dante o lente Moreira dever estar neste
    porto de voila dos do su I, no riia I-i
    rente mez, e como ten a maior parte dosu
    carregamonlo prom|ito, seguir com brevi-
    dade para os mesmos portos. Os Srs. carre-
    gadores mandern depositar desle ja a carga
    no armazem da companhia, competente-
    menle despachada, afim da demora do dito
    vapor ser a menor possivel.
    'M Stiitt0&
    meia la, e n. 2 praleado 27 ; botoe gran-
    dss de metal amarello,lisos 728; ditos pe-
    queos 468.
    l'ara os msicos do 2.- batalho de
    infantaria.
    Panno azul mesclado, covados 135 ; ca-
    semira encarnada, covados 8 7|16 ; dita a-
    marella, 3 3p3 ; hollan la de forro, covados
    lu lit j aniagem. varas 18 1|2; bolOes
    grandes de metal amarello, com o n 2, 374 ;
    aitos pequeos I6; ditos pretos deosso,
    duzias 18 ; clcheles pretos, pares 27.
    Quem quizer vender, aprsente as auas
    propostas em carta fechada na secretaria do
    conselho, as 10 horas do dia 18 do correnle
    mez.
    Sala das sessoes do conselho administran
    vo para fornecimento do arsenal de guerra,
    11 de dezembro de 1857. Bento Jos l.ame-
    nha Lins, coronel presidente Bernardo
    Pereira do (armo, vogal e secretario.
    Do erdem do Illm. Sr director geral
    mielitis da tnstruccio publica provincial
    faz-se publico a quem convier.que pelo con-
    selho director foram proferidas as decisOes
    infra transcriptas nos procesaos instaurados
    contra os professores pblicos de instrub;3o
    primarla das freguezias do Altinho, e do
    Cabo Manoel Joaquim de Oliveira Maciel, e
    Claudiit'i dos Sanios Lopes tas'.ello ltranco,
    pelas razoes que conslam das ditas deci-
    sOes. Secretaria da directora geral da ins-
    truccSo publica da provincia em II de de-
    zembro de 1857. O secretario, Francisco
    Pereira Freir.
    DecisSo do conselho director em sesso de
    10 de dezembro de 1857, no processo 1 as-
    ta orado cintra o professor publico de
    instruccao primaria do Cabo.
    Oconselbo director da iostruccSo publica
    da provincia leudo examinado attentamente
    a representarlo, que contra o aclutl profes-
    sor publico de ioslrucQo primaria da villa
    do Cabo Claudino dos Santos Lopes Castello
    Itranco dirigirn) a presidencia da provincia
    5 Medidas re madeira por 18000
    I Braco de balanca com concha e cor-
    rente de lato por..... 19000
    1 Pequeo caixo para sal por 500
    .''l Pedacosde taLoa da pinlio por 29000
    1 Balcao em 2 pedacos por. 2^500
    Total......109320
    De Jos Pereira da Silva.
    1 SobraJo de 1 anlar na travessa do Carino n.
    10, com varanda de ferro sacada fora, quima I
    mu-aJo,cacimba cocinlia,fora,tndo largura22
    palmos.comprimenio 5 cujo sobrado se aclia em
    concert pelo seu estado fot avahado por .
    2 :000900
    Dos berdeiros de Mara* Joseplw de Malos.
    Um terreno na freguezia do S. Jos na ra Im-
    perial, o qual tere 30 palmos de frente, e 40" de
    fundos cujo terreno outr'ora linha 1 casa terrea
    com o n. 219, que hoje se acha caliida por isso
    foi avaliado o solo por fioSOOO.
    Dj huiro Marques Colonlia.
    Um silio na estrada do Arraial, o qual lera bas-
    tantes frucieiras, e aclia-se cercado era parte com
    porto de grade de madeira, tundo 1 casa terrea
    de vivemla de pedra, e cal com 42 palmos de fren-
    te, e 120 de fundos, avista do estado em que se
    acha, sendo o solo de renda foi avaliado em .
    1:200000
    De Manoel Ferreira Chaves.
    Urna casa terrea na ra dos Pocos n. o com
    15 palmus de largura, e 33 ditos de fundos con:
    porta, e janella, quintal em aberio, cozinlia den-
    tro, chao foreiro. cuja casa lem 2 oiies, afren-
    te de lijlos est em muio mo esiido. avadada
    por 509000.
    De -Vnioino Gomes, por Anna Mara dos l'ra/.ores.
    ! Um sobrado de 1 andar silo na ra do Pilar n.
    127 com varanda de ferro, lendo da largura 22
    palmos, o comprmanlo 70, cozinlia no soio,
    quintal murado com porlao avaliado por 3009000
    Aos herdeiros de Adelino Jorga Coelho di Silva.
    Urna casa na freguezia da Boa-Vista ua traves-
    sa da Capunga n. II, aqual lem 23 palmos de
    frente, 52 de fundos, cosnha dentro, quintal cm
    aberio avaliado por 1009000.
    Ue llosa Maria de Oliveira.
    Um silio 110 Salgadinlio com 2 casas de pedra
    cal de vivenda ae quaes tem cada urna, 1 parla,
    2 janellas de frente, e de largura 29 palmos, 72
    ditos de fundos, cujo sitio wm difiranles fruclei-
    ras, e um vveiro tudo por 6:0005000
    D11 Francisco Ferreira le Mello.
    Urna casa terrea na freguezia da S. Jos, na
    ra dos Assouguinhos n. 23, com 16 palmos de
    frenle, 43 de fundos, cosnlia dentro,quintal mu-
    rado, avahada por 8OO9O0O
    De Antonia Maria da Penlia.
    Urna casa lerrea de taipa na Iragueiia dos Atfo-
    gados na ra He S. Miguel 11. 40 com 15 pal-
    mos de frenle e 55 de fundos.rosnlia dentro, quin-
    tal em aberio, cacimba propria em mo estado por
    100-7000.
    De Leonardo do Sacramento, por Maria Rosa de
    Jess.
    Os rendimenlos annuaes da otaria no largo do
    Coelho n. 3 avaliado era 2O0S0OO
    Da viuva ds Antonio Joso de AlmeiJa.
    Os prelendentes compareci as 10 horas da
    inanha do dia 16 de de/embro do correnle auno no
    escriptorio do Sr. Dr. juiz dos feitos da fazenda
    na ra do Crespo.
    Maranho
    ePar
    O veleiro e bem condecido palhabcte Lin-
    do Paquete. capilSoJos Pinto \11ne.-, a fa-
    llir em poucos dias : para o resto da carga
    a enten1er-se com Almeiia Gomes, Alves
    C, ra da Cr /. n. 27,
    O brigue nacional Elvira, para a sua
    viagem ao Kio de Janeiro, precisa de mari-
    nheiros nacionaes : a tratar com o capil3o
    a bordo.
    Para o Araoaly segu em poucos dias
    o bera conloado hiato Capibaribe ; quem
    quizer carregar ou ir de passagem, dirija-se
    a ra do Vigaiio n. 5.
    Para a B-tilia
    A veleira e bem couhecida sumaca nacio-
    nal Horlencia, pretende seguir com milita
    brf vi lade, tem pronipto parle de seu carre-
    gamento ; para o resto trata-se com o seu
    consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
    vedo, ra da cruz n. 1.
    3 gc> o ca cao npogir iJcri.amiutc.'ii.A.
    Amanhaa, 13 do correnle, haver4 sessSo
    do rnr extfao^u'lla^i:, ds assemblea geral, as 9 112
    horas da manha. O 1. secretario,
    A. A. Ferreira Lima.
    Aluga-se o sitio que. foi do fallecido
    Dr. Bernardo, no paleo do Carmo da cidade
    de Olinda, perto do hanho do mar, e com
    agua para todo o servico, e exccllentes com-
    niodos para passar-se fesla : quem preten-
    der, dirija-sc sos Coelhus, na ra dos Pra-
    zeies, em casa de Eneas Targine Accioli, ou
    na livraria n. 6 e 8, da prc> da Inlepen-
    dencia.
    Deseja-se nlugu- urna cas? com silio,
    as ras da Aurora, Hospicio, ou S Amaro :
    a tratar na ra do Trapiche n. 19.
    No sobrado n. 30 da ra da Cadeia do
    Recife. prccisa-se de urna ama do leile.
    O Sr. Villa lca, morador emOlinia
    queira dirigir-se a ra a na do O'ieioiado
    n. 28, primeiro andar, para receber urna
    carta viuda da Baha.
    PreciM-se de nina ama de leile,que
    tenha bom e bastante nao se ollia preqo :
    na ruado Collegio 11. 2."i, terceiro andar.
    Para passar Cale da fama.
    as (estas divertidas e com
    proveito acha-se urna es-
    O governo e a
    eolonisacao.
    Acaba de chegar do Rio de Janeiro alguns
    ejemplares do p,.endico das ideas de pro-
    paganda de L. P. .acd.-da Verneck, pelo con-
    de de Rozwado\v.-ki. a respeilo di coloniaa-
    c*io ven le-se a '.000 na praca da Indepen-
    dencia livraria n. 6 e 8.
    Fumo em folha.
    He muito boa qualHadn e precos commo-
    dos, vende .lose Dias liraniao, na ra da Ma-
    dre de Dos n. 28, armazem.
    Yendc-se pelo baralissimo prego de
    00 rs. a cuia do l'eijao mulatinho, quem
    duvilar veulia ver no Iioti conhecido arma-
    zem de farinbade mandioca do pateo da Iti-
    Vende-se urna negrlnhi rom ida lo de i
    17 annos. c com algumas habilidades: nal
    ra da Alegra n. 40.
    Ven iein-so barricas com bolchinha a Pggt,. (lvertdliS 6 COtla I Convida-sc aos amantes do bom ca,-,
    ingleza a 4 e .0100 e crv.i mato a 40J rs. a "'^ ll,sl"n tu>-.iliu ^ L("u I a __^1 ..
    libra: na laberoi granie ao lado da igreja, nrovotO flollA-Sfi lima CS- nl ''i 1,jl"'l,108.t; S *
    daSoleade. U'CUM t' ^L- lima is toda e qualquer qualidade : a dingirem-
    --- Venlo-se urna ccrava moca muito sa-; COilla (le boiltiiS UlUSCaS, s>';' aovo estaboleciinento da 1 ua laia
    dia, lava.cozinhaeeiisorama: quem aprc-j do llosario n. Mi, primeiro andar,
    tender, dirija-so a ra da Cadeia do Recite IIH1IH baratas, 61116883 de
    ' Venlo-seuma cama de Jacaranda e 4 *-* ClarillaIIel, failtOj),l-
    vdragas proprias para alcova : no pateo do
    Terc.0 11 C7.
    Precisa-se por aluguel de urna prela e
    de um preto, ambos escravos, a ureta que
    salba engommar e fizar oservigo interno de
    urna casa, c o preto que saiba fazer as com-
    pras e o mis necessario de urna casa : quom
    os tiver, dirija-se ao sobrado ti. 8 da ra de
    S. Francisco, iodo para a ra lella, para
    tratar do sou ajuste.
    DO
    aPlH'tO.
    ra canto e pa no como pa-
    ra piano b, para fl-iuta.
    Precisa-se saber para negocio" de
    interesse, se anda existe ou existi nesta
    cidade o Sr. Francisco (onralves do Re-
    g: quem soubcr onde elle esta' ou al-
    {;uem de sua familia lie lavor cotnmuni-
    F
    pa
    ui3os.
    be 1
    n. 7.
    a
    VI3KHDS FIXOS DO PORTO i
    DENOMINADOS: (g)
    s
    Na ra da Madre de Daos, loja n. L'l, ven-
    de-se o muito superior e genuino vinhodo
    Porto, om barra de 5.- e 8 ', e juntamente
    engarrafado das mais acreditadas marcas
    Duque do Porto e Victoria Regina
    Precisa-fe alugar urna preta que saiba
    bem co2inliar, engommar algiima cousa, e
    fazer lodo o mais servico de urna casa de
    pouca familia,aliancando-se dar-se bom I-a-
    to logo que agrade: na ra larga do Rosa- TerconTliTubTrniL
    no n. 32, ou annunrie.
    No engeaho Martapagipe, dislante do
    Recife 8 legoas, e da estacao da estraia de
    ferro, no Cabo, 2, piecisa-scde um mest'e
    de meninos com as habilitacOes necessarias
    para ensinar primeiaas letlras, grammalii-a
    portugueza e latina : quem estiver nestas
    circuuistancias e quizer exircer o magiste-
    rio, aanuncie pa-a ser procurado, ou dirija-
    se a casa do Sr Francisco de Paula Carneiro
    LeSo, no Recife, aterro da Boa-Vista. Haven-
    do 110 engenho urna capella, em iguaescir-
    cumstaucias. prefer-se a um sacerdote.
    Manoel Augusto de Meoezes Costa,
    muJou co da /101-Vista n 4.
    lima pessoa bastante hab litada ofTe-
    e0e"i98 Pr fazer oscripturacilo por parti-
    das dobradas de diversas casas, azenlo-a
    commo lamente para qualquer um : quem
    precisar, dirija-se a ra Dimita 11. 31, que
    abi so dir eom quem deve tratar.
    rabeca etc., das moiiioresir,"lonaruadoVieariCasa ""'
    operas Travista, Rigolet
    to, Macbetli, Trovatore,
    Vespere Sicilia ni, Goado-
    liero, etc.,etc.,sejam ope-
    ras inteiras como pecHs
    avulsas (jne sahirfto mui-
    to mais em conta de qual-
    quer msica copiada a
    mao : na roa Nova n. l
    primeiro andar.
    Precisa-se de um ama para casa de
    pouca familia na ra do Jardim n. 29.
    Precisa-se alugar um preto ou preta
    que sirva para vender fructas ; no pateo do
    '$)
    .
    m
    COMPANHIA
    ^
    :
    DI,
    SANTA ISABEL
    i.' RECITA DI NOVA ASSICMIUR*
    DA
    EMFREZA GERMANO
    SAU11ADO, 12 DE DEZEMBRO.
    Sabir scena n muda Intrrassante liado drama
    cu i aclos, ornada de ciuplelt :
    de naveg-icilo a v*ipor
    Ilambuio Brasileira. I
    Espera-se de Southamnton o vapoV ham-
    burguez aPetropolis at o dia 15 do cor-
    rentn, o depois da demora do costume se-
    guir para baln n Rio d Janeiro qualquer
    informadlo com osagenles N, O. Ricber A.
    C na ra da Cruz u.4.
    paia 11 m
    DE
    Segu em poucos dias o brigue nacional
    Fir ja, por ter parte de seu carregamento
    rompto : para o reslo da icesma e passagei-
    ros, para os quaes tem excellentes commo-
    dos, trata-se com os consignatarios Novaes
    i C, na ra do 1'rapichn n. 34.
    Para o Presidio de Fernando.
    Si-gjje para o Presidio de Hernando, no
    dia 2U do correte, o brigue nacional *.dol-
    pho : quem nelle quizer carrtigar ou ir de
    passagem, dirija-se ao consiga,Uario Eduar-
    do Ferreira Rallar; adverlindo porm que
    n3o recebera carga seofio at o dia 17, es-
    tando os seuhores carregadores munidos
    com as suas competentes portaras, tanto
    para passagem como para carga.
    Para Macei.
    Segu para Macei no da 15 do corrento a
    escuna nacional Linda: quem quizer carre-
    gar ou ir de passagem, para o qnetemes-
    cellentnn commojos, diriju-se ao consigna-
    tario Eduardo Ferreira Dallar.
    Rio de Janeiro.
    O brigue Hercules segu no dia 16 do cor-
    renle, s recebe passageiros e escravos a
    fele; a tralar cun Caelauo Cyriaco da C.
    M., na tua da CaUcia do Recife n. 2.
    alguns habitantes anooymos da mesma villa Ma'i081.
    do Cabo.infonnacao do conselho do districto
    liitorario respectivo,e mais documentos anuo
    xosasemelhante rcpiosentacao ; e proco leu-
    do as formalidades proscriptas pela lei,resol-
    vo em conformidade da terceira parte do art
    33 e da pnmeira parte do 5 2 do art. \)t da
    le regula-neniar da iostruccSo publica pro-
    vincial 11 369, ealtenda^ndo a que nao he
    esta a primeira vez que sobre o referido pro-
    fessor vem ao conselho queizas funda las,
    que o professor publico da villa do Cabo
    claudino dos Pantos Lopes Castello liranco
    lique suspenso do exercicio e vencimentos
    da sua cadeira por 2 mezes, a contar do 1 *
    de Janeiro at o ultimo de fevereiro da 1858.
    visto achar-se provado quo o sobredito pro-
    fessor exerce profisso in Justrial al lien no
    seu magisterio, e d mos exempios aos seus
    alumnos.
    E Qca o sobredilo professor Claudino dos
    Santos Lopes Castello Raneo obrigado a fa-
    zer que cos'1 m efTecli va mente dentro do
    A parte de Saloia ser feita pela Sra. D
    Duque do Porto.
    Im eratriz Eugenia.
    Leopoldo I.
    D. Pedro V.
    Engtrrafados e enfeila.los como o
    de Champagne : ven le-se em por-
    coes vonlade do comprador, na
    ra do Trapiche 11 40, escriptorio
    de Tbomaz de Feria.
    Con-taudo-me, que alguem ha, que
    pretende indisaor-me para com oSrcapi-
    13o Candido Leal Ferreira, destacado. na
    illia de Fernando ; roenrro portanto a este
    jornal, para n3o s protestar contra, quem
    quer quer que seja ; como tamhem par fa-
    zer ver, que o mesmo Sr. capitSo Canudo ;
    nunca doi occasi3o a inlisposicOes e sembr
    meu amigo, e amigo de to los quellesque
    sabem apreciar as boas qualidades, que o
    distinguem. Portanto o tal Sr I)., que desla
    cidade escreveu urna carta servindo se de
    meu ir.ni.', o desta sorte indispondo-me
    para com o meu amigo, aberranJo portan-
    to de sua dignadade, que procure oulro ofli-
    cio : pois o meu amigo nSo lhe acre litara, e
    nem eu lhe da re deviio apreco. Sirvam-se,
    eohores redactores.por bodade.dar de pu-
    blicidado a estas duas linhas de que muito
    agradecer o seu constante leitor
    Antonio .Nunes de Oliveira.
    Recife II de dezembro de 1857.
    I) Maria Theophila de Albuquerque
    declara ao nublico. que Manoel Lobo de Mi-
    ran la Hcnriques Jnior, seo irmao Anto-
    nioffiorgaa da silveir Lobo, deixam de con-
    tinuar a ser procuradores de meu marido
    Harloel Peregrino do AlmeiJa o Albuquer-
    que. Recife II de de/oxbro da 1857.
    Jos Joaquim da Cunta CuimarSes
    tem para vender na sua loja do tartaruguei
    ro na ra das Trincheiras n. 8, cal?adeiras
    francezas de chifre e borracha.
    Precisa-se de um fornoiro para fora
    la ci lade: quem pretende', dirija-se a ra
    do Mondego, palaria do Sr. Saraiva, que a-
    char cog <|uem tratar.
    O Dr. Jeronymo Vilella de Castro Ta-
    vares mulnj a sua residencia para a ra
    larga do Rosario, bairro de Santo Antonio,
    primeiro andar do sobrado n. 28, e ahi esta-
    beleceu o sou escriptorio de advocacia, to-
    dendo ser procura lo todos os dias uteis, das
    9 horas da tnanbSa as da tarde. As ques-
    toes de que o anniinciante se enerregar,
    durante os 4 mezes do aeasSo legislativa,
    que pasar na corte, serSo trata las com todo
    o cui la lo e znlo pelo seu socio.
    Precisa-se de um amassador para a pa-
    llara de Sanio Amantillo.
    O encarrega lo da fesla Ja Senhora do
    Am;aro da cidade do Olinda, queira ir pagar
    urna ordem que passou do restanto da mu-
    G. ADOLPHE 80URGEIIS,
    RU-I Nova II. Gl -
    Venle um bom carro novo, ebegado ha
    pouco, feito por um dos melhores fabrican-
    tes de Pars, muito commodo para familia
    Vende lambem muilas qualidades de ferra-
    gens para carro, como eixos, molas, parafu-
    sos, chaves, lanlernas, galo, couro de lus-
    tre e vaquetas grandes para coberla, tatn-
    j bem um sortimento de arreios brancos c
    amarellos, tanto para carro como para ca-
    | briolel.
    Bandejas,
    [as mais linas e de gosto's modernos, em ler-
    nos Je tres e avulso ; mi ra Nova 11. 20.
    Facas e garlos.
    Comnleto sorlcneito de talhares para me-
    sa, cabos de maitirn, iiufalo o osso, de qua-
    . lidades superiores, tempera do osso fiuo ;
    { na ra Nova n. 20.
    ollieres
    Jo mais lino metal do principo e tatenagre.
    e de out'as itualidides, co ^pelas para me-
    sa ; na ra ova n. 20.
    DiGUERREOTYfO
    PROVINCIA.
    O Sr. thesoureiro das loteras manda
    fazer publico que se acliam a venda no
    pavimento terreo da casa da ra da Auro-
    ra 11. 26, das 9 horas da manha as 3
    da larde bilhetes e meios da segunda
    parte da primeira lotera do convento
    de S. Francisco de Olinda, cujas rodas
    andaro 110 dia l(j do crlente.
    Thesouraria das loteras, 5 de dezem-
    bro de 1857.O estrivTio, Jos Mara da
    oineiro. Cruz.
    Precisa-se de um borr forneiro para urna ll.(1'llPf"C1l";M alu='8riu'n Prto dmela
    -lana ei Macei : a tratar com Taaeo Ir- ^.'fn.T.'\ZL TES** Vr mCZ' d,u
    o sustento : quem o tiver, dirja-se a rus da
    Cadeia de Santo Antonio, armazem de ma-
    leriaes n. 17.
    N rna da Cadeia de San-
    to Antonio n. O,
    tinge-secom perfeicSo, de todas as cores.
    Gra mina tica latina.
    Acham-se algnns exemplares do primeiro
    e terceiro volume da obra do Sr Carlos Kor-
    nis intitulada lostituliones gramnalicse
    et syntaxeos latina; ex auctoribus classi-
    cis oplimorureque gramtnalicorum operibus
    escarpia;, el in usum almnorum methodo
    syntbelico-aualilica conscripta., per Caro-
    lum Komis de loivaia 1, ex-professorem
    umversitatis bungaric.x pestiensis, etc. : as
    livrarias dos Illms. Srs. M. Figueiroa de Fa-
    ria, e Guimares Oliveira.
    O escripturario da companhia do
    beberibe, Marcolno Jos Pupe anda
    continua a agenciara compra e venda de
    acedes da mesma companhia, podendo
    ser procurado no escriptorio, ra Nova
    n.7.
    pare I
    Por ordem da Illm. Sr. d*;einborctadur M. d
    Rucha Uaslut, o asente iiiiinu fara' leda., da muhi-
    lia da "11 1 cata, a mor |-.n te fela pelu lluplisla, e to-
    da muilo bem consrvala, consitUnde etn cadairai,
    banca, sof', Iremos piano, cmdalubros, lanlernas, .
    rclosiode me molino para JogO, ditas com etpelho para costura, 3_dias, do Contrario S3 usara dos I11COS de
    armario com espellio para eheiroi, 2 riquissimot .-- 1 Jireito.
    [.elhos <\i Jacaranda' para veitir, um dilo de an^ico: Ocscrivao da irmanlade de N. S. da
    dito, i guarda-veslidus e guarda roupaa, lodos godo mol bem ac.ba.1os, 5 commodasde Jacaranda irmaos em geral para eleicao da nova mesa
    e da amarado, Inido una deltas segredo bem eiecu- 1 m,.i so ,.f n .11. 11 7i^ J """"'
    lado, masas graode. para jaoUr, uin aparador gran-! no da 13 do correte ; e se
    de de amarello de gusto moderno, mesa de amarello
    granda com navetas, dita para advogado, I guarda ,
    hvroscoin banca, um oplitno lavatorio com tspelho,! Jos Anluiies Guiuiares.
    bacia, jarro e mais arranjoa de porcellatu dourada, : Vluga-se urna pequea padaria ua Pas-
    .|oartinheira redonda de res ordeos, msique/.a. 1 sagem da Mag lalena, com toiososseus per
    nos de a I moco.
    Rules, cafeleiras, e mais pegas de 2 a 8
    chicaras, de lino metal, completas e avulso,
    sjfiiaiotii 1 a vonta le : na ra No a n. 20.
    Silvas
    de metal, de lindas gravuras e arabescos,
    para copos (Pagua, imilanlo prata ; na
    iNova u. 20.
    Trein para c izinlia.
    Panfilas, cassardas, frigideiras e chalei-
    ras de ferro, forradas de porcellana o esta-
    uliadas, grolbas, c.ilhercs e mais objectos do
    uso domestico ; najrua .Nova 11. 20.
    Cas ti caes
    de nio'al tino, riquissimo molelo, palmato-
    rias de ferio e latao, e muilas outras ferra -
    gens e cutelariaslioas se vendem por preco
    comtnoJo; na ,;i.i,i sorti ia loja da ra
    Nova n 20.
    Em virtule da deliberado tomada
    pela directora da AssociacSo deColonisarjao
    de Pernambuco, Harahiba e Alagoas, foi pro-
    rogaJo ate o dia 15 lo correnle mez de de-
    zembro o recebimeuto da primeira prestacSo
    de dez por canto, por isso convida-so aos
    senhores accionistas a virein realisar dita
    presUco at o referido dia 15 impreteri-
    velmente, na ra do Vigario n. 19. primeiro
    andar, com o thesoureiro o Sr. Thomaz de
    Aquino Fonseca Jnior.
    Lotera
    Provincia.
    Os abaixo assignados tem expostos a ven-
    da na sua loja n<> aterro da Boa-Vista n 56,
    billietas e meios da lotera de S. Prancisco
    le Olinda, os quaes sao garant Jos :
    Bilhete 55000 recebe 4:0003
    Meios 2?500 i) 2:0003
    Silva CuimarSes & C.
    --- Precisa-se de um caixeiro que tenha
    pratica de taberna e de fiador a sua conJuc-
    ta, e como tambom um menino hbil que
    saiba bem ler e cscrever : na rut ircila,
    palaria 11 69.
    Na antiga e bem acreditada galetia de da-
    guerreotypo do aterro da Boa-Vista n 4,
    torceiro an Jar, continua se a tirar retratos
    pelo gystema do Sr. losley de \ew-York. Os
    lindos retratos que sabein constantemente
    desta 'Stabclecimento, allestam a peffoigSo
    do methodo. N3o se ontrega retrato algum
    sem estar perfeito. AcDa-se no mesmo es-
    tabelecimento um variado e abundante sor-
    timento de caixinhas francezas e norle-ame-
    ricanas, quadrose molluras pretas e doura-
    das, allinotes e cassolelas de ouro, ele etc.
    para a colloeacHo dos retratos. Os precos
    ciintinuam a ser variavelmente de 65 a 12?
    para os retratos om caixinhas, de 75 a 20o
    para os de molduras pretas ou douradas, e
    de I4s a 22o para osde cassoleUs do Ouro.
    Das 8 horas da mantilla as 4 da tarde est
    sempre a galera e ellicina a disposicSo do
    publico.
    Precisa-se de um bom cozinheiro, for-
    ro ou escravo, para casa eslrangeira ; na
    tua do Trapiche n. 8.
    Feidel Pinto & c!, decUram que o Sr.
    Leonel Laceraa Machado deixou de ser seu
    caixeiro desde o dia 30 de nvembro.
    O abi,ixo assignado, faz sciente aos
    seus ere lores de contas antigs, que Ja dala
    deste ha 30 dias, venham satisfacer seus d-
    bitos, e do contrario sera obrigado contra
    sua vontaJe a usar dos termos, que a lei lhe
    confere.
    Luiz Freir de Aiidralc.
    Precisa-se de urna ama forra ou
    captiva pura o servico de tima casa de
    pouca familia : na luaDireita 11. 45, loja.
    ttencao.
    O abaixo assignado respondendo ao an-
    tiuncio que a seu respoito faz um venJelho
    embuste ro morador ua ra da Cniz n. 31 ;
    julga conveniente pedir ao tal laj s e iuclu-
    sivametite ao seu espolota A. |". ||. o favor
    de Iho declarar polo jornal quanto lhe deve
    equanlas vozes lli tnandou a coila etn
    casa,pois a vista de sua resposta se for cons-
    cieucioso e verdadeiro o publico o sabei
    apreciar.
    Antonio Jos Menles.
    Deseja-sa saber noticias da preta livre
    ra [denominada Luciana Maria da CooceicSo,
    que se diz casada com o preto llene licto,
    leudo esle sido escravo de Jo3o Antonio de
    Souza, morador da ra do Oueiuiado : quem
    da mes na poder dar informacOes be esp -cial
    favor para utilidade da mesma.dirigindo-se
    para isso ao Kecife ra da Cruz 11. 3.
    Obras de tartaruga
    lose Joaquim da Cunha Cuimaries, esta-
    belecido com loja de tartarugueiro na ra
    das Trincheiras 11. 8, com a Ironte pintada
    Je verde, faz seieute ao respoltavel publico
    e seus freguezes, que acaba de recebar de
    Franca um ompleto sortimento de pentes
    de tartaruga do mais apurado gosto do inor-
    t^Jo, assiui ci .-. o na mesma loja costuma a
    ter sempre um sortimento de onra foila de
    tartaruga da trra; promplilicain-se tamaem
    todos os coucertos com promptidao o precos
    coniniodos.
    Joao Jos Itibeiro Guimares comprou
    na presente data ao Sr. Louienco Jos de
    Maraes Carvalho sua casa de ferrageo3, sita
    na ra da CaJeia do Recife n. 59, com ar-
    macao e ludo o mais que uella se cotilinha,
    o que faz sciente a esta pra^a. Recife 2 de
    dezembro de 1857.
    Na fabrica de sabo, na ra Imperial,
    precisa-se de sorvetites captivos : a tratar
    na mesma fab.ica com o administrador.
    O Dr. juiz municipal supplente da pri-
    meira vara desla cilaJe, declara que d'ora
    em diante dar as suas audieucias nos dias
    do eslylo e a hora do costumo, no primeiro
    anJar do sobrado n. 19 da rui das Trin-
    cheiras.
    Aluga-se urna escrava crioulapara ser-
    vico Je ra ; quem precisar, dirija-so a ra
    do Crespo n. 16, esquina.
    L. A. Vieira & C. participa a quem convier
    que iic.bou r un o seu anndzeiu da Msoeai da ra
    do Brum no dia 16 do mez passado, licando saldo
    coru lodos os cre.lores de dilo armazem. Kecife 9
    de dezembro de 1857. Luiz Aulomo Vieira.
    Aiagt-te om qoarlo andar, na ra Nova n. 21:
    a tratar na roa do Queitaado u. 17 A.
    Precisa-se alugar una ou duas escravas que
    euleudamdo servido interuodeama cna de pcoea Ta-
    i
    A j^rane arinazeiu flk
    de roupa feita, rud
    Nova 11. 49. junto a
    igrej-i di Joncei- $
    Cfto dos 31 litares. #
    Nesle armazem encontrar o pu-
    blico um gratulo sorlimenlo de roo-
    pas fcitas, como sejam casacas, su-
    brecasacas, fraques, gndolas e pa-
    litos de panno preto e de cores, pa-
    itos e sobrecasacas de casemira de
    cores e mesclada, ditos de alpaca
    preta e de cores, ditos de popelina
    de seda com golla de velludo, ditos
    de bombasina, ditos de merino se-
    (Sk lim, ditos de fusta j liranco e de co-
    *

    res, ditos de ganga de cores, ditos de 2
    bri o branco e de cores, ditos de ris- w
    cados, oaloas de casemira preta e de (Q
    cores, ditas de meia ctsemira, do **
    merino, de princeza, de brim bran- J
    co e de cores, de gangas, e de fus- V
    les de linho, collcles de velludo. Jo <%
    gurgurao, Je selim Je fuslSo, e de 2
    gangas, grvalas, luvas, camisas, o *f
    chapeos Je todas as qualiJaJes.
    1 oonvi la pata as 10 horas da mandila no con- | tiva para todo o servico de portas a dentro : | '-.
    sistori. da mesma trinan lade.O escriviio, quem esliver nestas circunstancias, dirija-|ted<
    Tarmioari o aipclacolo com a graciosa comedia am
    um acto, ornada de msica :
    BILHETES DE LOTERA.
    Os bilhetes
    thealro.
    Principiara as 8 horas,
    ac'iam-se a' vandi no escriplorio do
    Gabinete ptico
    ATERRO DI BOA-VISTA
    bsnquinhasde aavela, cama frmiceza com colao de
    marioquim e corlmadus nevos, redomas grandes
    com 1 1a1.i1 1, cam-is de vento, cabida para roupa,
    porta-lualhas, lear psia burear, lavatorio de pare-
    de. algumas obrs de ooro, reiogio dilo, e oulros
    muitoa objectos assas oecessanes ; as-im como urna
    escrava ptima ro/iidieira e doeetri, com una cria
    de 5 rmzcs ; segumla-I-ira 11 .1,, correnle, as 10
    lioraa da iu.ii.IiAa ua sua ropiaditi casa : na ra da
    Aurura, a pnmeira de,.os dponlezinha.
    LEILO
    do
    cor-
    I. 4.
    O director deste saJSo participa a seus
    Ilustres protectores, que tendo-se do reti-
    _ rar desta cidade, serlo os 2 ltimos dias
    mesmo prazo do 2 mezes as esusas reaes.quu nJe sbbado, e amanhaa domingo,
    o trouxeram como acensado peraute o con-
    selho, e que ora o conJemnam, sob pena de
    reincidencia.
    ^tU0 .': V '..Jt5,
    Sala das ses0es do conselho director da
    instrucgSo publica provincial 10 de dezem-
    bro de 1867, o vigario Venancio Henrique
    de Rezende, director geral interino.
    Conego Joaquim Pinto do Campos,
    O padre Joaquim Raphaol da Silva.
    Jos Soares de Azevedo.
    Joaquim Ansonio de Castro Nunes.
    Decisilo do conselho director no processo
    contra o professor publico de Altinbo Ma-
    noel Joaquim de Oliveira Maciel.
    O conselho director da inslrucco publi-
    ca da prov ncia examinado ationtamente a
    reprcseutacSo que contra o professor pu-
    blico de instruccao primaria da freguezia
    do Altinho Manoel Joaquim de Oliveira Ma-
    Para o Kio de waneiro
    Segu por estes dias o bom conhecido bri-
    gue nacienal Klvira, tem a maior parte do
    carregamento promplo ; para o resto, pas-
    sageiros e escravos, para o que tem bous
    com nodos: trata-se com os consignatarios
    tenan Jes & Futios, ua ra da Cadeia do
    Recife.
    I*ara o lio de Janeiro
    segu em poucos dias a barca Yaya, tem a
    maior parte do carregamento prompto ; para
    o resto e passageiros, trata-se com Caotano
    C. da Costa Moreira, ra da Cadeia do Reci-
    fe n. 2.
    Segunda-feir.i 14
    rente.
    PELO AGENTE
    PESTAA
    O agente Pestaa fira leilfto se?unda-fei-
    ra I* do correte pelas JO horas da manha
    porta do armazem do Sr. Aunes defrontc
    da alfandega di
    10 caixas com absynthio.
    11 saceos com feijao.
    8 pipas com vinagre do \ isboa.
    Leilo de vinho
    de Ccltc
    Terca-feira !5 do or-
    rente.
    PELO AUEi\TE
    in.lia : quem as tiver, d.rtia-se ra do tVaalla n.
    Precisa-se de una ama forra ou cap-; ly, terceiro andar. ^
    Precisa-sa fallar ao Sr. Francisco Duar-
    de Oliveira dos Sautos, morador que foi
    ou lio as Cinco Ponas desla cidade, ao
    mesmo senhor ou a quem delle souber pe-
    de-se queira Jirigir-se ao escriptorio de
    Almeida Gomes, Alvos & C, ra da Cruz
    n. 27.
    Precisa-se de lomar a premio a 6 con
    tos de rcis a um por cont, dando-sc por se-
    guranza um predio de grande valor qoem
    quizer fazer semelhante negocio auouucie
    9 i qara ser procurado.
    O abaixo assignado faz sciente aos seus
    devedores de conlas antigs, que da data
    desle a 30 dias venham salisfazer seus dbi-
    tos e do contrario ser obrigado contra sua
    vonlade a usar dos termos que a le iho con-
    fere.
    I.jz I reir de Anrade.
    Jorge Clemente de llorba Cavalcanti e
    Manoel Antonio llezerra l'azem sciente ao
    resaeitavel publico especialmente ao corpo
    do commercio que iizeram sociedade na ta-
    berna sita na ra de Horlas n. 31, sendo a
    lirma social de llorn c\ Hezerra.
    Precisa-se alugar urna ama forra ou
    captiva para os serncos de um cusa de fa-
    milia ; pagi-se bem : no alerro da Jloa-
    Vista, loja de bilhetes n. 56.
    so a ra larga do Rosario n. 40, loja.
    - Precisa-se de um cai&eito para taber-
    na com prattea ua ra de Santo Amaro n.
    8, esquina do largo do Capira.
    Precisa-se de um caixeiro que enten-
    Ja Je taberoa, e d liaJor a sua conducta : a
    tralar ua ra larga do Rosario n. 2i.
    Precisa-se alugar um preto de meia
    i lade para sarvic/D por mez, dando o sus-
    tento : quem livur, di ija se ao atorro
    I! ia-Vista, loja de pintor n. 72.
    Precisj-se de una ama forra para todo
    o tvico interno e externo de urna casa de
    pequea familia : na ra dos Pires n. 8.
    Joo Jos Ribeiro Guimares, co-nprou
    na preseute dala ao Sr. Lourengo Jos Je
    Moraes Carvalho sua loja de ferragens sita
    na ra Ja Cadeia Jo Recife n. 59, conar-
    macSo e tuJo o mais que nella secoutinha,
    o qu : fdz sciente a esta praca. Pernambuco
    2 Jo Jezembro do 1857.
    Joao Joso Ribeiro Guimares
    Bl.indiii Am
    Una lo Trapiche a. 12.
    Avisa aos sous ititiutneraveis freguezes e :
    amantes dos bons petiscos para passsr a
    festa, que acaba de receber pelo ultimo na-
    viocliegado de Franca nmdelicioso sorrinen-
    io de conservas alimentaros dos mais acredi-
    tados autores na Franca, denominados Pelits
    Pois, Celen, Oseille, Asperges, Cliampignox,
    Carrotl"S,Truti"os dtl Perigor.l, Olives, Corni-
    chons
    lotices ; a ttatar ua ra Direita n. 31.
    Multa attonoao.
    O vendelbSo da ra da Cruz n. 31, respon-
    dendo ao atinunciodo Sr. Antonio Jos Meu-
    des, inserido no Diario n 28V, declara que
    a impo'lancia que o mesmo senbor lhe deve
    he proveniente do gneros que julgo desue-
    cessario explica los, por sua merco cora na
    los, e quo sendo convidado para realisar o
    pagamento, o mesmo docla ou que n5o pa-
    gan embora lhe mandasse cobrar todos os
    dias em casa, e que minios saputos tinha de
    romper nestes : ou 4 annos ; qtiaulo aos
    ainiuncios que o mesmo se: hor f-z publicar,
    ou com qnanto ignore quem s -ja, rogo-lhe
    nao envolva em urna quostilo que be mi-
    nha e sua, alguma pessoa a qaemsua m-r-
    i'ii talvez dova oh igar;os e leste nunho de
    sinizadc; .pian lo Vmc. quizer pagar, diri-
    ja-sea minha casa Q^uniJo da quanlia que
    nao ignora dorar, quo eu Ibe passarei o
    eompele.to recibo, a sou uover. Respeilo aos dous ttulos emboa-
    teiro e lapuz com que Vmc m" briniou.eu
    bolo ao desprezo porque o publico 'sensato
    que nos couhecer saliera a quem do direito
    Dertencem. Ser a ultima vez quo me oc-
    cupo com este negocio.
    Precisa-se de u.naama f irri ou capti-
    va, para o servigo de casa de pouca familia :
    na ra da Rola n 3t, sobrado Je um andar, chons. Cupres, Pal de Foi G'as, de Pluvir,
    Precisa-se do u ti reve'endo sacerdote -de Canard, de Recuse- de l.ibvre, de Per-
    para cap liao do engenho Santa Rosa; naldreau*, de Caille etc. etc. : assim como
    rus da Cadeia do Recife n. 2. um variaJo sortimento de vinhos engarra -
    . ,. %. fados Je Jifterentes partes Ja Kuropa, como declara mais|iu'si |iio|)c a ;i|
    AlCriCaO. sejam: champanhe C. H. Ilouillot O .:b.ixo assignado comprou a afereo de Bordeaoi, MaJeira, Shrs, Rhyne, Porto I fritadase toda e qualquer encommenda
    Jaboatio, e assim pe le aos dona* Jos esta- ; cnamado rainha Victoria: tambera di rersoa
    belecimi'ntos de casas de negocios, que ve- BJ*'r,{** ,Mmoi cognac verdadoiro, Absin-
    nham aferir seu estabelecimeuto, porque o '
    Atteacao!
    Procisa-se do nm mestre de msica
    na villa de lguarassu', paga-se bem : a tra-
    tar na mesma villa com o Sr. Antonio Silves-
    tre. Bezerra, ou nesta cidade com o Sr. Dio-
    nlzio Cavalcanti Ferrara.
    RETUAlS PELO NOVO SYSIEMA ELEC-
    TROTVPO.
    Jo3oThomiz annuneia ao respeitavel pu-
    blico que acaba de receber un rico e varia-
    do sortimento das caixiohaa do norte ameri-
    cano, de diversos tamaohos e gostos, e pas-
    se par touts do tolas as qualidades, e o mais
    necessario para tirar retratos pelo systema
    cima iudicado. Previno, porlanlo, aquel-
    las essoas que quizerem retratos liis e
    perfeitos, e baratissimos, venbam ao seu es-
    labelecimcnto, na rna Nova n. 23, gallera
    do Arsenioe deCadault. primeiro andar.
    S. STIEBIEL & C, banqueirosene-
    /Tociantes, estabelecidos lia rnuitos annos
    em Londres, teem a satisfaeco de par-
    ticipara seus correspondentes e ao publi-
    co, que ncabam de fundar casas filiaes
    nos principales portos e distritos manu-
    factureiros de Franca, Alemanha, Blgi-
    ca e Hollanda, conservando almdisso
    suas proprias casas anteriormente estabe-
    lecidas as cidades mais importantes, c
    portos mais commerciaesdaGr-Bretanlia,
    e cstao em jiosirSo de offeiecer grandes
    vantajens aspessoasque potaam necesitar,
    assim em Londres como em oulro qual-
    quer ponto da Europa, de urna casa para
    compra ou venda de artigos, bem como
    para os negocios de tramaccao de crdito
    a banco de qualquer genero.
    As pessoas que nao iorem conliecidasdc-
    annunciantesdeveiCoacompgnliarsuasoi-
    deiis cora os fundos necessarios para sua
    e\eucro ; licando entendidas que os an-
    nunciantes nao teem difliculdade em adi-
    antar 75 0|0 sobre os gneros recbalos
    antes de sua venda.
    Os precos correntes e mais informacoes
    comraerciaes, que forem pedidas, serao
    enviadas gratuitamente, salvo o porte do
    correio, podendo dirigir-se aos annunci-
    a ntes.
    hmcasa de llenr, Briinu i C. ra
    da Cruz n. 10 vende-se :
    Cemento romano.
    Cognac em caixas de 1 du/.ia .
    Ca deiras de vime.
    I,'ni grande soilimenlode locadores.
    Retratos a oleo para sala de jantar.
    .'-spelho com moldura.
    Pianos los melhores fabricados em Ham-
    burfjo.
    PINTES DE aOlTCIIOlC E\D
    UECIUO, 1)E FAUVELLE-DELEBABB
    DE PAUIS.
    Quatro annos de experiencia tem assegu-
    rilo aos pentes de caoutehouc a voga que
    i boje tem, n3o si em F'ranca como no mun-
    Ideinloiro; sao som corilradiC(,ilo os mais
    I agradaveis de todos os peules, mais lun ios
    que os de tartaruga, sao os unios que na"o
    114/.em caliir o cabello, por causa Ja electri -
    I cidade quo conlom.accrescenJo a estas van-
    Jose Pires de Carvalho, faz ver ao res-
    peilavelp iblico que pretende abrir de
    novo seij)antigo estabeleciment da ra
    larga do Rosario n. (i, primeiro andar, i l*f?a* "i*01 s"'''n cros q *
    J Je bfalo. A esta admiranvel invencao de
    V .mP 'iexposisao universal de 1855.
    A quem interessar.
    No dia cima designado e pelas 10 horas
    da madbHa a porta do armazem do Sr. A-
    iles defronte da alfandega o agente Pestaa
    Para Lisboa pretende carragare sahir fara leilSo de
    tipas (
    >ntade dos compradores.
    ciel dirigir a directora geral da instruccSo com brevidade a barca brasileira Amelia, da lo pipas de superior vinho de Cctle, em lotes
    publica proviucial o onselho de districto 1 qual he capitSo Jeronymo Jos Martins, por a vor
    prazo determinado pelo regulamnto' das
    mesraas afericOes finda-se em o ultimo Jo
    corrente. Recife 11 de dezembro do I87.
    Jos remandes Moateiro.
    O* ratos logrados.
    Ratoeiras de rame, machinismo int'allivcl
    de pegar ratos sabidos e tolos ; na ra Nova
    n. 20.
    luaiquer
    propria de sua prolissSo : no mesmo es-
    tabelecimeoto emina-se a qualquer pes-
    soa ser perfeito coziolieiro.
    Precisa-se de um reverendo sacerJotc
    para capellSo de um engenho na freguezia
    da F.scada : na ruada CaJeia do Recife, loja
    ii 50.
    Procisa-se de 2 caixeirns para taberna,
    na Capunga : a tratar na mesma com Jos
    ra do Cabug loja de Calcado de AlmeiJa Ferreira, na taberna pintada de
    'azul.
    Iho, Kirch, e um variado sortimento d li-
    coros linos. No mesmo estabelecimeuto pre-
    cisa-se alugar um moleque e ume preta,
    prefjrindo-se ambos captivos.
    Precisa-sede urna escrava que seja co-
    zinheira, pira urna casa eslrangeira de pe-
    quea familia : na ra da Cruz. n. 10.
    Aluga-sc urna boa casa na Capunga : a
    tratar na
    ti, 09.
    Solicita se pela polica quflquer prelen-
    t r;5o, pelos feitos geraes e provinciaes, de-
    so lia.-ac de css e lujas; pelo ecclesiasti-
    | co, certi iao de bautismo, bito e jusliiica-
    (0eS| lulo a contento, mediante mdica
    | paga ; no Rccifo, botica do Sr. Antonio Pe-
    l dro das Noves, junto ao arco da Conceico ;
    em Santo Antonio, ra do Collegio, botica
    do Sr. Cypriano l.uiz da Paz, e ra do Cres-
    po, loja de livros do barateiro o Sr. Antonio
    Domiiigues Ferreira : os prelendentes acua-
    rio nos lugares indicados pessoa competen-
    temente habilitada.
    MUTILADO
    ILEGIVEL


    DIARIO DE PERNABUMCO SABBADO 12 DE D.E7.EMBRO 1857
    C01ELT0R10 HDIiSOPitfHieO
    DO
    9ttM
    RIA DACAEIA, DEFRONTE 1)A ORDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
    Onde seacbam sempre os mais acteditados medicamentos tanto em unturas como
    ni glbulos,* preparados cora o maior escrpulo e por presos bastante commodos
    PREgoS F1XOS
    Botica de tubos grandes. 10/000
    Dita de 24 > 159000
    Dita de 36 209000
    Dita de 8 25900o
    Dita de 60 30900*
    Tubos avulsos a...... 19000
    Frascos de tinturrademeia onga 29000
    Manual da medicina homeopatbica do Dr Jahr com o dic-
    .! cionario dos tormos de medicina
    Medicina domestica do Dr. Henry
    Tratamento do cholera morbus .
    Repertorio 4o Dr Mello' Moraes
    da, San-Francisco de Asss. Santa Rita,
    Santa Barbara, Almas, Coracao de Je-
    ss; assiin como outras oraees, etc.,
    _etc.......... 520
    Dita ecclesiastics ou de padre, elaborada
    liapc fino
    Da fabrica de Lzaro, no Maranho.
    Deposito na ra >la Cruz n, 27.
    Venile-se em botes de libras e oieias li-
    pelo Rvin. conego penitenciario da S br.si a V/ooVe 500 rT, nVloja d Santos" Por-
    aeuiinda, segundo a rubrica, a (pial
    I'oi revista pelo E\m. Sr. bispo, que a
    209009
    10/009
    2/000
    1*00
    * PEORAS PRECIOSAS-$
    3 Ada regoa de brilhantca, jg
    S diamaule e perolaa, pal- V,
    * teiras, allineles, briucoa *
    a rozelaa, bolOea sannaia jj
    * de dilleieulfs goalos e do
    S diveraai pedraa de *alor. &
    i
    lia II lORITSg
    Ra do Cabuga' n. 7.
    OURO E PRATA.
    i I
    4 Adererui complcloa di j
    '& oaro, meios Jilos, pulsei- '*.
    tj roa, ilfiueles, brincoa M>
    K; rozelaa, cordea, Irancel-
    W lina, medallias, correnles Z
    {*j e cuftile para reloeio, a "
    -
    ; :?; ouro.
    Recebera por to-
    I togW | dos os vapores da Eu- Apirelhos cumplel, de
    !?.-"-" moderno gosto, tan- U^^Sg^.
    --"* to d* *ra9 como tewr.n,.,...............I
    de Lisboa, as quaes vendem por
    preeo coQimodo como costumam.
    .?
    Meuron
    je:
    Com deposito ge-
    o

    Aviso tos apreciadores
    ta boa pila d.
    Ilechegado a este mercado o exccIU-nte
    rapeprinceza.de Mnrilande, fabricado na Riscados monstros7VndVs"adreV,
    capital do Ceara, cujo deposito se acha na covado...............
    julgou certa, como de sua carta exis-
    tente nesta tvpographia. 100
    Dita de porta, na forma usada ate ago-
    >'; .......10
    \endem-se nicamente na liviana ns.
    0 e 8 da praca da Independencia.
    Ao Preguica
    QUE ESTA QUE1HAND0
    boas fazendas por pouco
    dinheiro.
    O Fregui*?a da
    ra do Queiinado continua a lornecer ao
    publico, em seu cstabelecimento na esqui-
    na do becco do Peise Frito n. 2, o mais bel-
    lo e variado sorlimento de fazendas, tolas
    decxcellente qualidade,e primos muito m-
    dicos. Nao so queima as fazendas ja por
    vezes annunciadas, a saber :
    Olindinas para vestidos de senhora,
    covado...............
    Targelinas ideo idem,corle com 12
    covados ............. ;
    Organdys idem idem, covado .
    Cambraias estampadas, vara .
    Ditas ditas mais Anas, vara.....
    Chitas fraucezas, largas, escuras e
    claras, covado...........
    Ditas ditas, iargas.escuras e claras,
    covado...............
    Ditas ditas, largas,escuras e claras,
    covado.............. 30o
    Bretanhas de rolo com 10 varas.peca 29000
    !)00
    129000
    260
    480
    600
    260
    280
    c
    o
    rua da Cadeia do Recife loja de miudezas n.
    7. ao prego de 1^400 cada libra.
    llechpgaio a ra Direira n. 1*, es-
    quina que volta para S. Pedro, o ntelhor nii-
    Ino que hamo aereado, vende-scem porcSo
    -U7 ea relalbo ; tarnbem vende-se una norrio
    i ral uo sen. rap rea I defeco rrd..i.o mnito novoaTooreis a
    i^lcuia.
    I'recisa-se de urna ama forra ou cap-
    tiva, para o servico de urna casa de pouca
    lamilla ; na praga do Corpo Santo n. 17.
    He chegadoia loja de Leconte, aterro
    da Koa-Vista n. 7, escellente leite virginal
    de rosa branca, para refrescar a pellc, tirar
    pannos, sardas e espinhas, igualmente o a-
    220
    120
    Lencos de cassa com cercaduras de
    cor, um .
    .Mas alem destas, olTerece mais aos ss
    freguezesas seguintos azeudas ltimamen-
    te cnegadas: mussulina branca finissim
    to, ra da Odcia do Recife 11. 45, esquina
    da rui da Ma Jre de lieos, na taberna de For-
    tnalo Cardoso de Gouveia, ra da Cruz n.
    57, na loja de Jos ioaquim Borges de Cas-
    tro, pra No escriptorio do Almeida Gomes Alves 4
    C-. n. 27, na ra da Cruz, venlem-se :
    A caales e con le^as do varios modelos.
    Azeile doce retinado em garrafas.
    Camas dn ferro.
    Cartas da joga.
    Chppeos de palha de Italia.
    Cocbinilhos para sofase montaria.
    Couros de lustre.
    Enchadas de ferro.
    l'arelo em barricas.
    Fio porrete e de velas.
    Licores sorlidos e marrasquino.
    Macellas.
    Mostardas fines par uso de mesas-
    Oleo de Imhaca em botijOes.
    Papel almajo.
    Vinho de Champagne em cestos e meios ces-
    tos, de garrafas e meias.
    Cevadihha em garraToes.
    Ao Gouveia.
    Ra do Queimado n. 27, esquina do
    Collegio.
    As mais linas cambraias de linho puro,
    pecas de 7 varas, grosdenaples de cores
    muito superior, dito pieto muito largo e fi-
    no, cambraia do se la para vestido, velludos
    ricos para cnllete, sedas brancis e de todas
    as cores cara vestido, ricos chalps de tou-
    quim, ditos de merino bordados e lisos, di<-
    tos de seda, chapeos de seda para senhora,
    do melhor gosto, ditos de castor pera ho-
    rnera, ditos pretos a Tamberlik, ditos para
    menino, enfeitados : recebem-se sedulas
    velhas.
    Vendem-seaaccos com frinba de boa
    qualidade, e por precos commodos : na ra
    da Cadeia do Recife n 55.
    Superior banha de porco american,
    em barris, e gomma em saceos ; no arma-
    7.em de Francisco Moreira da Costa.
    Farinlia de mandioca.
    1
    Pret
    Cru
    i, na ra
    z 11.
    i6,
    25,
    da
    mudrt-
    ittes-
    pri-

    320 e 360 o covado, dita mazada;'n7,'e do |V":0S''CC0S B"l.
    melhor gosto possivel a 30 e 360 o covado relJi,ob'-i,n.coe macassa.
    O ramsse para a
    ma ra u
    9 meiro andar.
    Na fuudijao da Aurora piecisa-se
    de serventes forros ou escravos, para
    -ervico debaixo de cobeita.
    t-@@@ i no becco d0 Marisco u.'W.
    I -- A professora particular Candida Bal-
    bina da PaixSo Rocha, moradora na ra do
    Paulo aignoajdenliaU.ruaNova n.k\ 1 "^, Rangel, acaba de dar feria a suas alumnas
    na mearnacaaalem agua e pa dentrifice. i;t por se achar aoentada, porm voltar no
    '''-::-';-::::";-:' C^-@vl;i- llm ^ Janeiro ao seu mat.sterio, e conti-
    SEGURO COWTRA FO*0. nuara a receber pensionistas, meio ditase
    iSezinhas muito linas, escuras e claras, to-
    das de desenhos inteiramente novos a 400
    rs o covado, carmelina, faz. nda anda nao
    vista, tramada e com padrees de ISazmaa,
    pelo b .ralo preijo de 280 o covado, curies de
    riscado francez, bonitos padroes e cores fi-
    xas a 3f900 cade um, cambraia lisa transpa-
    rente, multo lina, com 8 Taras cada pega a
    (lommado Aracaly.
    Nodimazem de TatSO limaos.
    ?la
    S-O-
    Companliia Alliauce.
    sUbelacida cm Londres, em marco de 1824.
    Capital cinco milhoes do libras esterlinas.
    Saundurs Brothers & C, leu a aonra da in-
    'orjaar aos Srs. negociantes, propietarios de casas
    a quoB mais cunvier que estao plenamente au-
    1 ~ e?, 0S8 para '""P^.efzercres- 73500. dita tapada tambera muito Bo/ Com
    fZmmSSl; assim,eomo P "Penal de 10 varas cada eca a 4-S00 e65600 chales
    JSaI J ^ ET**?*>*MPerida- de ISazioba muito finos a 2#/oo, ditos de
    de da pelle, conserva a frescura e o avellu- merino lisos o bordados, do mu, lindas co-
    d-do da.Primorosa d. vida. I res, casemiras enfeitad s, mescladas mu,
    ;;:I^;Se.!.e:D?omm.a:se com PerfeSo propr., f,ar. pa.its a &0 o covado, brm
    t aneado de poro Imho c padrOes novos a
    1C440 a vara, ditos pretos de muito bom
    gojto, e ale proprios para luto a 1/600 a va-
    ?^atlP de, rollele de selim bordados a
    J/aou, ditos de casemiras para calcas, finas
    e de bonitas cores a 55500 e 6SOt>0, grvales
    pretas de seda a 1?, dits de mola a 1/600.
    aip-cas de cores com listras de seda
    externas, a quem ensinar a coser, bordar
    ler, escrever, contar, grammalica.e le.
    Na liviana ns. e 8 da praqa da
    Independencia, precisa-se fallar ao Sr.
    Joaquim Antonio de Moraes.
    Antonio Lopes Pereira de Mello,
    ra larga do ttosario
    n. 14,/unto a botica do
    Sr. Pinto.
    Vonde-se calcados do todas as qualidades,
    sendo borzeguins de borracha de cores e
    pretos, sapatOes de couro de lustre e de be-
    zerro, sapalOes e sapatos entrada baixa. para
    meninos, sapatos para senhora, botins de
    couro de lustre cannos de marroquim. bo-
    tins d bezerro de.Nanles, e outras muitas
    qualidades.
    Fazendas baratas.
    Obarateiro da ruada fadeia do Recife,
    loja n. 50, esquina dofronte da ra da U dre
    de Dos, contiu'a a vender fazendas baratas, |
    tanto em atacado como a relalbo, e tem para
    orisados pela dita companhia para affeciuar segu-1 faz sciente a seus devedoi es da' loia de
    ossobra edificios de lijlo pad". cobertos de calcado da ra da Cadeia do RecifeM 9
    >Iha a igualmenusobra os objecios queeontivarem que visto teiem abusado de sua bondade
    > Besaos edilicios a 11er cons sta em mohlia ou ......._ "onUdlc
    1 bssbos edificios quer consista em mobilu ou
    a fr.ndis de qualquer qualidade.
    JOHN GATI3,
    correlor geral
    B AGENTE DE LEILO'ES COMMERC1AES,
    n. 20, ra do Torres,
    PRIMEIRO ANDAR,
    traca do Corpo Sauto
    Itiasadesaude I
    O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- ^
    ? tabeleceuem seusitio da Passagem ^?
    S da Magdalena, que ica ao norte ^f
    ':. da estrada entre a ponte grande ^f
    ..? e n pequea do Cliora-Meuiio, ex- ^
    I cellentes acommodacoes para re- v
    '% ce^er toe*as a pess'oas enfermas
    ^ que se quizeiem utilisar de seus Q
    K servicos mdicos, os quaes serao $$
    ~ prestados com o inaior esmero. Si?
    W O mesuro Dr., para o Um supra- i?
    ^ indicado e para exercer qualquer #
    ?? outro acto de sua pioisso den- $$
    tro ou fra desta cidade podera' Q
    C^ ser procurado a qualquer hora do @
    f^ dia e da noite. no referido sitio, %
    @ a excepcao dos dias uteis, das 9 fi
    borai da manhSa a's 4 da tarde, @
    ^ que sera'encontrado no primeiro fi
    ^ andar do sobrado n. 9, do pateo @
    i& do Carmo. t
    Oeronie da orden, tercei
    ra de S. Francisco
    CONSULTORIO 1IO.MEOPAT1IICO
    DO
    DR-r A. LOBO HOSCOSO
    Medico parteii o e operador.
    O Dr. Lobo Moscoso, d consultas todos os
    dias e pratica qualquer operado de cirurgia,
    assim como.accode com toda a promptidao
    as pessoas que precisaren! do seu prestimo
    para o servico de partos, praticaudo as o-
    peraces manuaes on insiramentaes, quan-
    do nao possa conseguir resultado por ocio
    da uomeopathis, que tantas vezes tem ven-
    cido difflculdades, oue pareciam insupe-
    raveis. r
    $$ O Dr. Diaa ternanrle, madieo fuou t
    - reaUaona no aeguiido andar da eaaa t\i
    Ja ra e,lr.U i do Kuaoria n. :t0, onde pude V
    \if aer proeuradu para o eaercicio de sua ptu- '
    ** m
    Rodolpho Lourenco participa ao res
    peitavfil publico, que acaba decnegar para-
    sua ollicina de pintura dous peritos olliciaes
    de Himburgo.eporconseguiite se enearra-
    ga do qualquer pintura de casas, lojas, car-
    ros, taboletase outras qnaesquer que se or-
    le rece r, sendo os seus servidos por precos
    muito commodos, e promette nao ter demo-
    ra : quem se quizer utilisar, dirija-se a sua
    loja, no aterro da Roa-Vista n 38
    miudmhos e graudos, de muitos variados
    r. i'ACeA 'XaS eexc"""t^ pannos a
    IbO, 180, 210, 220 e 240 o covado, pecas de
    ma lapolo con 20 veras a 25900, :is6u0, U,
    moa, 4S800. 5o e 056OO, e mu,lo lino a
    65100, cobertores dealgodo proprios para
    esclavos a 700 rs. ca la um, luvas de diver-
    sa qualidades para senhoras, ganges mes-
    ciauas de todss as cores a 540 o covado. De
    todas esias fazendas. e de outras muitas
    aqu nao mencionadas, S3 daiao amostras
    sob pciliores.
    Vcndem-se duas casinhas com terreno
    de chao proprio, sitas na ra da Roa Espe-
    ianca : a pessoa que quizer comprar, dni-
    ^s1ro,,,T,iean,,Tci;em :i-HK^""--s.arSGr?gorio de
    po, aiun de que depois nao baja queixas ; correr,
    e ao mesmo tempo faz sciente, de que
    tem alguna de que ignora suas moradas,
    e ento estes tem de os chamar
    covado, chi s escuras e" claras; "padrOes vender '"i^ cuitas fazendas boas e ba -
    no cuinprimenlo de seus deveres, que
    anida esta'resolvido a esperar ate o lim
    do coirenle mez, lindo este, decidida-
    mente entregara' a seu procurador para
    chamar a jurzo um por um, nao tendo
    ! contemplacao com ninguem, por
    c no mesmo
    --- Vendem-se os escravos segninles: 1
    muhta de 17annos, exc-llente figura : 1
    negriiiha de 12 annos, j cose bem e lie mui-
    i.i.uiaioiera ae os ciiamar noreste "ve'""> 'faunos, ja cuse uem e he
    oteria
    DA
    proviocia.
    O abaixo assignado avisa ao publico que
    de boje em vante se obriga u pagar a sor-
    te grande e a immediata no dia da e\-
    tracro em seu escriptorio na ra do
    Collegio 11. 21 primeiro andar. Vende
    em poivao de 100.S para cima dinheiro a
    vista bilhetes e meios garantidos dos 8
    por cento pelos seguintes precos :
    Bilhetes 4.S500 Meios 2<250
    os bilhetes da lotera recolhida sao rece-
    bidosem troca de outros.
    l*. J. Layme.
    Anda se precisa de um homem
    peno padeiro para una padaria na
    cidade da Parahiba, dando iador a sua
    conducta, paga-se bem : a tratar na ra
    da Cadeia do Becifen. 7, loja de Antonio
    Lopes Pereira de Mello & C.
    ^OIWSW-^

    Algodao da Babia, potassa da &
    SW Russiae do Rio de Janeiro, e cal
    O virgen de Lisboa : na ruadoTru- (A
    ^ piche,armazentns. 9 e u. 9
    Na fabrica de culdeu-ariauta ama
    Imperial n. 118a 180, precisa-se de ol'li-
    iaes lerreiros, latoeiros, caldeireiros
    raesmo tomr-n-se meninos para apren-
    derem o oflicio.
    Ronbo de mu cavallo.*
    Furtaram na noite do Jl do edrrente do
    sitio em SanfAnna, aou e mora o Sr. Nash,
    que 10 junto ao sitio do Sr. Amorim, um
    cavallo de carro, rugo, cot algunas piut s
    de oedrez. g'anlo, bem Mito. g.,rdoe mui,o
    manso; cimas brancas e aretes, e a cauda
    lambem, mas com as oontas branest, cascos
    conipra-se effeclivamente na ra da
    flores n 37, primeiro andar, upolices da di-
    vida publica e provincial, aeces das compa-
    nbias, e da-se dinheiro a juros em grandes e
    pequeas quanlias sobre penbores
    - Compra-s urna morada de casa to-rea
    no bairro da Roa-Viste, as ras da Gloria
    Velna, Santa Cruz, do Rosario e Conceicao,
    ou nobairro de Sanio Antonio, n3i> exce-
    leu lo de 1.000? a 1:2005 ; quem a tivjr para
    vender, dir,ja-se ao araazem do becco do
    Goncalves u. 4, das 9 horas da manhiia as 4
    Ja tarde.
    Compra-se urna secretaria cora pouco
    uso : na loja 11 3, prximo ao arco de Santo
    Antonio.
    Na fuadicao do Brum n. 6 e 8, conli-
    nua-se a comjrar eueclivameute brooze, la-
    tao e c.bre velbo.
    Compra-se metal sendo cobre, la-
    tao c bronze velbo, por raaior prero do
    queem outra qualquer jiarle : na lubrica
    de Caldeiraria na ra Imperial n. 118 a
    120 e na ra Nova n. 00.
    Compra-se um ou dous prelios de
    sobrado, sendo situados emboa ru, e es-
    tando em bom estado : a tratar na ra da
    Cadeia do Recite 11. 33, loja.
    ' m*8k
    para o auno de 18u8.
    Acham-sea' venda as bem conhecidas
    lollimlias impressas nesta typographia,
    para o anuo que vem, das ieguii4i qua-
    lidades :
    lolliinha de variedade, contendo, alm
    dos mezes, muitas noticias SCientilicus,
    , modo de plantar c colber a nova caima
    de assuca, noticia sobre o millio e al-
    godio, e nina serie de coiilieciuientos
    Jas artes, etc.. ele, cada nina. ."20
    brancos e bastante grandes, e aiguoTa coosa
    "IhllV, qu-e.'n acl,,r. lovsr este cavallo ao ,
    2h vi. S'ln'.ou no Itecire na ruado 1 ,,,;-:JJ'la religiosa, a pial, alem dos mezes,
    (-., sera bem re-compensado
    k\
    I1
    'aga-so bem a urna criada forra ou
    captiva, qu8 qeirj encarregar-sa A serv-
    na familia
    na n. I.
    a tratar na ra Augusta, taber
    se reuni a contiuuanio da bibliotheca
    do christao brasil.mo, contendo os se-
    guintes oUicios: do Menino Jess, San-
    tifsimo Sacramento, Senbor dos Alili-
    tos, Paixao, Nossa Senhora do Carino,
    S.i.i-Jose, Sania Auna, Anjo da Guar-
    meia
    ..rrador
    e co/.iuheiro, todos por commodo preco : ns
    ra do Cabuga n. 9, segundo andar.
    -'Vrmde-se doce de caj Secco e de calda
    muito boa qualidade e enleitam-se bocetas
    para meninos: quem quizer dirij-sa n ra
    da coclinira..
    A 65 o saccocora farloha da mandioca:
    noarmazem d^ llemcterio & I'avSo, nu lar-
    go da sssembla,
    Vende-se um cavallo alazSo, gran le,
    de bonita figura, que anda de bsixo at
    aeio, que serve Dar* carro ou cabriolet: ni
    coebeira da ra do Sol, confronte ao porto
    das canoas n. A.
    Na ra cstreita do Rosa-
    rio 11. 25, primeiro andar,
    vende-se um cabrinha de 10 annos, muito
    fsperto e sadio, e usa escrava da nac/So, de
    iOaonos, muilo posstnle e ptima vende-
    dora de ra.
    Vende-se urna mulata de idade 22 an-
    nos, pouco maisou menos, a qual coziuha,
    engomma bem ecose alguma couss : e um
    cnoleque de bonita figura e possanie pera
    qualjuer servico ; a tratar na ra das Flo-
    res n. 23.
    flgodSo da Ba-
    ha.
    Vende Antonio l.uiz de Olivcira Azevedo,
    no seu escriptorio u ra da Cruz n. I.
    --- Vendem-se saceos de firiuba por pre-
    ?o commodo ; na ra da Moeda 11 16.
    Veude-se oleo de ricino em latas, mui-
    to novo, por preso commodo ; na ra do
    \igario n. 5.
    Vende-se feijSo mulatinlio muitn no-
    vo ; na ra do Vigario n. 5.
    Vinho do Porto suparior.
    Em caixas de una e duasduzlts, tem para
    vender Antonio luiz de Oliveira Azeveuo,
    no seu esciiploiio na ra da Cruz n. 1.
    Fio de aigodao.
    Vende Aniouio Luiz do Oliveira Azevedo,
    no seu esciplorio na ra da Cruz n. 1.
    Veude-se na ra da Madre de Dos
    n. 12, arraazem de Novaes & C., barris
    de Ierro ou cubos hydraulicos, para de-
    psitos de lezes, a prero commodo.
    [\a ra do Tra-
    piche 11. 54, escriptorio
    de Novaes tV C.
    Vende-te superior vinho do Porto en-
    garrafado em cai.vas de 1 e 2 duop raz
    garrafas, bem como em barris de 4- e 8-
    a pre<*0 commodo.
    Pilulas depurativas do
    Dr. Alian.
    ^ Vcndem-se nicamente no escriptorio de
    Vicente Ferreira da Cosa, na ra ca Madre
    de lieos n. 22, a 1; cada vidro, c lo/a dUElt.
    Itecuinmendanios ao publico esta esc-lleol
    reme lio, til a todas as molestias, entre as
    quaes se menciona : lebre amarella, inter-
    miltetuo ou sezOes.e de outra qualiuer qu,
    l.dade. indigesta", rheumatfsmo, erysiMla
    cousiipacao.ric sendo que seos beoeOeo
    elleilos sersleudeui igualmente. s moles-
    tias clnouicas. Aos senhores fazendeiros e
    mais liabiiautes do interior, torna-so neces-
    saiiosupprir-se deate medicamento.
    Nova a#ua de malabar.
    Vende-se ola agua a melhor que t^m p-
    psrecidopars lingir o cabello e 8USS8S de
    prelu : na livra'ia universal ra do Collegio
    11 20, d-sejunlo um impresso gratis ensi-
    llando a forma de applicar.
    ralas, cortes de cassa chita a 1S600 e 2. cas^
    sas de cores largas t 320, 440, 500 e 560 a
    vara, chitas boas de cores fixas. o covado a
    160, 18J e 200 rs., ditas largas h-anc^zas, de
    bonitos gostos a 2C0, 280, 3'l0 e 3a, mussu-
    li .as de todi-s as cores, bonitas a| 36" e 400
    rs laSzinbaS de cores igra vestido a 800 rs
    o eovado, cassa para buhados a 200 rs. a va-
    ra, e 15500 a p-ca. algodao de duas larguras
    proono para lences e toaihas de mesa a 560
    a vf ra, cambraias lisas par rorro e vestido
    a 2/foOO, 39, 3*500 e 4S a pei;a, panno pretP a
    2/400 o cova K luvas de soda do cores para
    senhora e homem, chales de Iaa e merino
    lisose bordados, lencos de cambraia de al-
    god3o e de linho, e grande variedade de (-
    zendasque a dinheiro Se vendem por acom-
    modadissimos precos, e dSo-se amostras.
    Cera de carnauba e de
    a be Illa.
    fra ra da Cadeia do Recite, loja n. 50, de-
    Ironte da ra da Madre de Heos, ha para ven-
    der cera de carnauba edoabelha, receate-
    mcnlc chegada.
    Cal de Lisboa, nova.
    Vendem-se barris com cal nova de Lisboa
    em pedra, por menos do que em ouira q u-
    quer parie ; na ra da cadeia do Recite, loja
    n. 50, detronteda ra da Madre de Dos
    Va roes dn cobre
    para cavilhas a 15000 a libra ; na loja de ler-
    ragens de Jos Antonio Moreira Dias e C.
    ra .Nova n. 35-
    --- Vendem-se 2 |escrsvos, sendo 1 bom
    moleque de idade 1 annos, de muito boa
    conducta, com principio de sapateiro, e 1
    escrava crioula, de 22 annos de idade, boa
    coznheira : r:a ra ireila n. 3.
    Na ma das Aguas-verdes n. 16. vnde-
    se 1 escravo cnoulo, de idade de 25 annos,
    ollicial de pedreiro, 4 bonitas escravas de 18
    a 25 annos, 1 dita com urna linda cria de 8
    annos, 1 dita de meia idde com habilida-
    des, todos sjdSo a contento, e se alianca
    suas vendas.
    Champagne verdadeiro.
    nico deposito dcste vinho lino he no
    aterro da Uoa-Vista n. 8, defronte da bona-
    ca, assim como muitos outros gneros de
    moldados, tudo do superior qualilade, por
    preco razoavel para acabar.
    Chapeos a Tamberlik.
    Na loja n. 50 da ra da Cadeia do Reci'e
    defroole da ra da Madic oe eos, ba para
    #ender chapeos pretos finos modernos, pelo
    barato preco de 7-300, assim como muito
    boas grvalas, entre ellas algumas de seda
    de quadrinhos para 640, corles de colleto de
    seda, gorgurSo, velludo e lu-to, brin para
    cala e palitos, gangas, lusloes, cortes de
    casemira de bom gosto, e oulras muitas te-
    zondas, e tudo se vende por presos muito
    cemmoios.
    Lafvros em branco de
    Ha ni bu r o.
    Um sortimento em casa de Timm Momsen
    iV Vinassa, na praca do Corpo Santo 11. 13.
    caicerados para mesas.
    Ricos encerados para cobrir mesas, ban-
    cas e pianos, a melhor blenda que tem vin-
    do ao o ercado, o precos mais commodos
    que em outra quilquer oarte ; na fabrica e
    loja de chapeos de Joaquim de (lliveira
    Maia, na pra^a da Indepen Jencia n. 21a 30.
    Sal do A*su'.
    A bordo do Novo Olinda, ou com 'l'asso
    Iruioos.
    Farinha
    barata.
    Na tanoaria delronte do trapiche do
    Cuaba, vende-se farinha a melhor que
    existe 110 mercado saceos grandes e mais
    barato do que em qualqueroutra parte.
    Vinho do Porto e superior chamico,
    em caiXas de urna e duas duzias, ou em bar-
    ris de oitavo : continu'a vender-se em ca-
    sa de Barroca & Castro, na ra da Cadeia do
    Recife n. 4.
    Vende-se urna escrava cozinheirs, de
    escellente conducta : na pria de Senta Rita,
    casa junto ao moinho de vento.
    Vende-se muito em couta um piano em
    meio uso, do celebre autor Rroadwood, he
    de moguo e quadrado, e cuslou qaando no-
    vo mais de 1.0005 : na ra do Trapiche No-
    vo n. 10.
    Attencao
    No caes do Ramos, armazem 11. 22, ven-
    dem-se os seguiules gneros : farinha ue
    mandioca muito boa, saceos com milho c
    fumo era folha, tudo por prego commodo.
    Vendem-se travejamentos de louro de
    varios tamaitos; na praia de Santa Rita,
    restila<;3o
    Vende-se urna mulatinha de 13 annos,
    com habilidades : na ra Nova n. 34.
    He que barate
    admira.
    Na loja de 1 portas na ra do Queimado
    11. 37, passando o becco da Congregagao.tem
    chrgado a esto esiabelecimenlo um escel-
    lente sortimento de vestidos de seda com
    babados, para divervos precos, o mimas
    mMS fazendas, que nao he possivel aqui|
    mencionar todas ; cassas organdins dos
    mais modernos padrdes a I/IOO a vara, sedas
    de quadros largos a 15200 o covado, ditas
    miudinhas a Is300, ditas muito linas de
    gosto iuteiramente novo a 13800, laazmha
    miudinhas a 320, ditas com listras de seda
    a 750, corles de casemira a 4?, ditos entes-
    tada, covados 25500. Jila muito lina a 45,
    dita de urna largura 25i00,grosdepaples pre-
    to a 2^, chamslole muito bom a 35500, dito
    largo com list-as assetinadas a 49400, chaly
    lavrado 15100, um completo sortimento de
    chapelinas para senhora, gollinnas, man-
    guitos, camisas, c eins de seda brancas, lu-
    vas de seda dos mclhores gostos que ha, se-
    das brancas, cassas para cortinados, brins
    de linho muito finos, lencos de linho bran-
    cos, de diversos presos. Assevcra-se aos
    compradores, que tenham vontade de com-
    prar n3o sabir sera tezenda, porque nflo se
    eugeita diuheuo chegando ao cusi da te-
    i zenda.
    Na ra do Queimado n. 37, loja de 4
    portas, ha corles de colletcs de velludo mui-
    to bons por 11^000, velhutina sortida a 750
    reis o covado. chitas francezas muilo linasa
    280 reis, risca los escocezes a 280 rs., mus-
    sulinas a 320 rs., ditas amatizadas muito fi-
    nas a 340 rs., chapeos de sol de sed, para
    diversos piecos.
    %o calilo que es-
    ta' torrando.
    I\a ra da Cadeia do Re-
    cite n. 54, he ciicgalo uti grande sortimen-
    to de fazendas, que na realidade torra por I
    pouco dinheiro ; venham verse he ou nao
    verdadedo annuncianle, e est corto que
    ninguem deisara de comprar a vista das lin-
    das qualidades e de hom gosto : o snnun-
    ciante pede que venbam ver a varielade do
    que existe. Riqusimos chales de louquim
    de muilo boas qualidades, casaveques de
    casemira, ditos de cambraia com bico a ro-
    da, proprios para passameutode test, man-
    teletes de cambraia do modernismo gostp,
    por diminuto preco, sabidas de baile do bo-
    nitas cores, romeiras de cambraia, ditas do
    tilo de linho para senhora e meniuas, tanto
    para vestidos grosleuaple de cores bonitas,
    muito ricos*cortes de seda de bonitas cores,
    com 3 babado, proprios para baile, pelo
    preco que realmente faz admirar a vista da
    qualidade da seda e do bom gosto, sedas de
    quadros de bonitas cores a 15800 o covado,
    chapeos de mola a 5/500. pulceiras de pe-
    dras brancas e de cores, papulia de bonitas
    cores para vestidos de senhora, cbaly liso e
    com llores, de cores muito lidas, chales
    de merino bordado na ponta, dito liso a
    4/800, oh! que lindos cortes de casemiras
    decores proprios para doutores e rapazas
    de bom gosto, panno fino preto de mui-
    tas qualidades, casemiras pretas, ditas de,
    cores, fazenda muito boa, proprio para pali-
    tos, enfeites para pescojo de cnangas, saias
    crinolin para senhora, mussulina de umas
    cor a 400 rs. o covado, cambraia de salpicos
    para vestidos, ditas lisas de muitas qualida-
    des, mussulina branca a .100 rs. o covado,
    ditas de cores a 320 o covado, cortes de ves-
    tidos de cambraia, teitos, proprios para es-
    cravas a 4o00, inadapoles de muitas qua-
    liades, chapeos de sol de seda, ditos de
    pannintio, meias para senhora, ditas para
    homem, ditas pintadas proprias para sapa-
    tos rasos, alpacas, princezas, chitas, brins,
    chales de muitas qualidades, linlias de car-
    retis de 200 jardas, e muitas mais fazendas
    que s vista do compra lor se podera men-
    cionar as qualidades e os precos, que nao
    torao nada a desejar em modernismo e qua-
    lidades. Na mesma loja da-se fazendas com
    peuhores, e leva-se em casa de familias.
    Tasso Irmaos
    Avisam aos seus frage-
    les que acaba de chegar
    de lilchmond fariulia no-
    va que vendem nos seus
    ariiiazens aos precos s-
    Pichincha.
    Vndese caf superior vindo do Rio de
    Janeiro a 5c60 a dinheiro^ vista no arma-
    zem do Snr. Antonio Anoes Jacortie Pires :
    Vende-se um carro e um cabriolet de
    4 rodas, en bom estado : na cocheirada rus
    das Flores, que tei do Jos Mara.
    Aviso aos logislas.
    Acaba de ch-gar na ra Nova n. 22, um
    a tratar na ra de Apollo n. 9, ou no mesmo' aran*!.. B.*r -".rua SVt v 22, Um
    armazem : 8ranJe sortimento de hvros em branco de
    \l 1 uoaas as qualidades, por preco muito em
    eiide-se coma. v "*"
    jiapel para forrsfr salas, de todas as quali-L "T No escriptorio de Domingos Alves
    dades, por preco muilo commodo : na rua Matheus, na rua do Apollo 11 23 tem
    do Cabuga, loia de miudezas da agui.de pai a vender por mdico preco os leguin-
    -Vende-se urna banea de meio de ^'R05'todo ^ muito superior ua-
    sala.meiaduzia de cadeiras ; tudo de ja- Ricos elegantes piano,
    caranda : urna cama de amarello e um Casemira pela,
    po,ta-l.cor : narua Concordia n. 20 CoXns dc 1nho ^
    dO C0IeIO lOja de Papel para forro de sala cguarn.roe
    fazendas n. 9. ?,01"j de !ust,'e\"Y"ca Gadc '
    Vendem-se chapeos pretos de baeta, legi- !? a VT"" 1 inho'
    timos de Braga, em porcSo a 15600 cada um, ",ta8 de dito e algodao.
    um completo sortimento dc roupa feita, para Cartas francezas para jopo
    Cueii os de algodao para mancas.
    rmj Toalhas de linho para mao e rosto.
    lYa loja das seis
    portas em frente do Li-
    vra ment
    Manguitos bordados, camisinhas e golli-
    nhas ; d-se amostra com penbor.
    N& loja
    das seis portas
    KeiOtgios
    Os mclhores relogios deonro, patenten
    glez, vendem-se por precos razoaveis, no
    escriptorio do agente Oliveira,rua da Ca-
    deia do Kecire u. 62.primeiro andar.
    Relogios.
    Vendem-serelogios de ouro e de pra-
    ta, coucertam-se por piecos razoaveis,
    laz-se troco, e da-se dinheiro a premio :
    na rua da Concordia n. i.
    relogios de pa-
    tente
    inglezes de ouro, desabnete e de vidro:
    vendem-se a preco razoavel, em casa de
    Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
    deia do Recite, armazem n. 36.
    SAPATOS 1)0 ARACATY,
    dos melhores que tem vindo a este merca-
    do, para homens e meninos, de palla e de
    pielhas: em casa de Caminha A Filhos, ru
    oa Cadeia do Kecife n. 60. primeiro andar
    - Vende-se superior llnbas de algodao
    brancas, e de cores, em noveilo,para costu-
    ra,em casa deSouthall Mellor &C.a,rua do
    Torres n 38.
    Vende-se superior agurdente de
    Franca, tanto em barris como em cai\as,
    licores e absynthe, chegado recentemen-
    te, pelo ultimo navio : em casa deJ. Kel
    ler & C. rua da Cruz n. 55.
    POTASSA DA MSSIA CAL
    TIRGfiM.
    ."No deposito da rua da Cadoia do Recite,
    armazem n 12, ba muito superior potassa
    da Russia, dita da fabrica do Rio de Janeiro,
    e cal de Lisboa em pedra, tudo chegado ha
    do queem outra qna.quer parte, SSe^^fcat
    Agencia
    da fundirn Low-Moor
    rua da Sensata Nova
    n. 42.
    este ostabelecimentocontina'aahaTer olae, edolado di Km.?'"" COStura de
    nm completo sortimento de moendase meias trente da cabaw Um79J2R^ "M
    moendasparaengenho, machinas de Tapor rente, que o todo i a !! f """s
    e tanas de ferro batido e coado de lodosos ^s.ao que rugi iiZn^m lou nesU
    tamanhos para dito. em prata? poru, ?o ro^ f^. Ur e i88
    TACHAS PARA ENGENHO ^iKSi&'li:
    Da fundicao de Ierro de. W. Bowman d,la Cs. que serao generosamente rT
    narua doBium, passando o chala- oTrTmX m,.i ASSID como P*U proce-
    nz. continua a baverum completse.- ZESSS^JE^f"****
    tmenlo de tachas de Ierro fundido e bati- M.ria gn.ci. V rr I
    do de 3 a 8 palmos de bica, as quaes s, Fugiodo engenboCaichoeb^, em Seri-
    iirliam a venda por preco commodo e com nl|aem ao amanbecer do dia 25 do andante
    promptidao, embarcam-se ou carreeam- '" de novembro, oesciavo pardo de uonie
    se em cari, sem despezas ao comprador S^BKHft'S 5S.iU
    Comma do Arucatv. r.chadur.s provenientes dei bastanscravs
    fcm porces e a retalho : vende-se na rua que tem nelles, o que obriga-o a ate ate
    da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi- sempre com alpargatas a rr oda do se-Hn
    anna. iAm n .(i.i mmm _
    Sellius e relee ios
    SELLINS e RELOGIOS eptenle
    '' -1 <' : a venda no armaitm de
    Rusliun Rooker i Companbia, ai-
    quina do largo do Corpo Saulo Da-
    mero 48.
    Vende-se o engenho Cacltoelrs Cran-
    ..-----^ .... ,, u.i-iiiiii i..u-noiMi8 i.rau- :-----, "" i" eugenno tcima
    de na freguezia de Serinhaem, de mu ito boa lne,|cionado ao abaixo assignado ,que geoe-
    ro Uirc.ui. rnm lu.hu>i... ,,,,. ....,,i. rosamente recnmnxnrir
    im'Iio, fori-
    nliacfeio
    Vendem-se saceos com milho, farinha da
    Ierra e feijSo mulalinho e misturado, por
    preco cojnmodu : na taberna grande ao lado
    da igreja da Soladade.
    Vende-se um mulato ptimo oflleial de
    fogueteiro ; a tr*tar na rua da Conciiicia,
    confronte o armazem de meterias do Sr.
    Pedro Amonio Teixeira GoimarSes.
    FABBICA DE CALCADO TA-
    xiado, no aterro du Boa
    Vista n 40, defronte da
    padaria do Sr. Costa
    Chcgaem pecliinch, borzeguins com
    borracha a 6f500, de hotOes a 5 e 53500, sa-
    pales de bezerro, ditos de couro de lustre
    a 4 u 4550o, ditos gaspiados com borracha a
    5?, sapatos de entrada baixa, sapatos de
    lianca a 25, ditos do pete, ditos de marr,)-
    quiin, couro dc lustre, couro pre.to e iiur-
    roquim, tanto rara senhoia como par ho-
    mem, e todas as mais qualidades do calca-
    dos, os quaes vendem-se po
    comino los, e tem semp
    vendem por menos dez
    las ou pessossque ne
    "Uintcti
    GALEGA
    O'DAHCE
    25500
    24B0O
    alem destas -em familias
    novas de Trieste nao p
    da primeira qualidade, eo
    mo da muitoantiga e acre-
    ditada
    85SF0
    CM PEfiEgG TOQUE DE
    Pecas d 3 algodao de sacco. ditas de alg>-
    d3o trancado proprio para toalhas e roupa
    de escravos ; veude-se na rua do Crespo,
    loja da esquina quevolla para a rua da Ca-
    deia.
    AO dT
    --< ---------*- ~~......viia, uv mu m; i
    produrgao, com bastantes varzeas paula-
    das, rnoe copeiro com o rio Cmara gibe, sem
    levada por ser a bica assentada ao p da
    tomada, com to las as ferragens precisas e as
    mais obras, sendo a casa de viveada, nova,
    distante do nnbarque du-s legoas e meia, e
    da estrada de ferro urna legos, lem o enge-
    uho 120 carros de canna de cemente : quero
    O pretender, podera dirigi'-se ao Itecife aos
    Srs. Lentos Jnior & Leal liis, ou com oSr.
    Antonio Congalves Pereira l.ima, na villa da
    Cacada, as lergas-reiras, com o Sr. Dr, Ser-
    gio Diniz de Moura Mattos, e bo engenho Vi-
    cente Campello, com ManoelCongalves Pe-
    reira Lima, que informar dos (entiles do
    engenho
    Vende-se Superior farinha de man-
    dioca em saceos grandes: na tanoaria
    delronte do trapiche do Cunda.
    _--------- w i'ol jii.m/c rosit
    tauardanaposde lindo para mao.
    Superior fumo em folln.
    W&n*$ f*m*v$.
    m .- ?ugio de Beberibe
    No da 29 do mez passado o escravo criou-
    lo de non* Joaquim, de 20 a 22 annos, pou-
    co mais ou menos, cujo escravo fu Com-
    dr no'nm'- J030 ,C"aos ""o mor.-
    Em frente do Livrainento tS/JSffJZ^!K,'T;."**^
    Palitos de alpaca pretos e de cores a 5/000, Pft leve-o a povoagSo d Beboribe on^
    "los a 4J, ditos de brim a 3, ditos de seda ["" da Aur<"-a n. 36, que sera generosama
    retos, fazendi lina a 123O00. Ie P8o. 8 erosamen-
    ""^ a T" Fu8l0na noite do dia 7nsra rtn ~
    tetiios r-=Mrs&^
    Ja.^.W A V^ J& VO do corpo. ps grandes, beigosSS nn
    cobertos e descobertos"; pequeos e gran- *SE^^U*F2Z***M-
    des, de ouro patente inglez, para homem nheiro, sabTtraliaS*^ .2*re*.7i-
    e senhora, de um dos melhores fabricantes de engenho de m 1ST de C"IJeir
    de Liverpool, v.ndos pelo ultimo .paquete e talvfz nS^TS SMZS"*'.
    inglez: em casa deSouthall Mellor & C. pegar leve a rua da?A, 7 : quem
    rua po Torres n. 38 %* recompensad AgUas-verdes 50, que
    iZmSTZ? idd.'deCori?30! preta
    menos, 30 tonos baM..P0,,C0 ma,s ou
    mmmm
    bem recompensado. l0S' q ie 8era
    escravo dos herdtirc a~ "o, e ro
    Goaealrasda r?.nh, inado ceuino
    na praca do Recife n ,* en8enho. "
    na cicatr Saff ^SSS* WM'
    esta c,d.de %nU\'ZTr*0 T*
    saan t^^t^
    Martina de ras SeDOr M,noel
    baixo c sece. or'fP.?C.0^a's.. >*.
    no rosto dl2doe^^HS,gQaes seui"t KoUe.fid?.r^;e11.Uerd0 um costurada
    tem o rosto compn.10 e o queixo Uno, po^
    dera ler de Uade 18. 20annos, e foi com-
    fsl P,'8? Sra. inn. Accioli
    Lms Wanderley, por carta de ordem do Sr.
    Antonio rerreiraLuslosa ; roga se a qual-
    quer pessoa a apprebensSo do rresmo es-
    cravo. e sendo aprehendido de o eolreca-
    remao.srs. Lentos Jnior & leal neiN nes-
    sa cidade ou no1 mesmo engenho cima
    O Pontea da |nj da rua da Cade fe n. 5i, recebeu pelo vapor hsmhurguez o> ,
    mais lindos casaveques de cambraia rodea- 1
    dos de bico que su lem visto no uosso nier
    i3t casadeltabeSchmettauf&Companhias
    rua da Cadeis n. 37, veudem-seelegante
    pianos do afamadorabricante Traura.un
    eHamburso.
    ilCASHG mi
    IHO
    XAFUNU1CAO DE FERRO DO ENGE-
    NHEIRO DAVID W. BOWMAN, r RUA DO BHUM, PASSANDO O HA-
    FARIZ,
    ha sempre um grande sortimento dos se-
    guintes objectos de mecanismos proprios
    p*ra engenbos, a saber : moendas e meias
    moendas da mais moderna couslrucgao ; ta-
    chas de trro Tundido e balido, de superior
    qualidade e de todus os tamanbos ; rodas
    dentadas para agua ou aniames, de todas as
    recistros -le boeiro, aguilhes, bronzes, pa-
    rafusoi e cavilbOcs, i^oinh.os de mandioca,
    etc. ele
    NA MESMA FUNDICAO.
    se executam todas as enromrnendas rom .
    superioridado ja conhecid. com devida
    presteza e com odidado em prego.
    rosamente recompangar..
    Francisco Minoel de Souz Oliveira
    --- Domingo, 29 de noveutbro, das 8 as 10
    !"** 8.S V. S' 0JesPPfeceu e supie-
    se ter sido lunado, do sitio na P.sssgf m da
    Magdalena, que fo. da viuva Delfino, umea-
    briuhaescavo, chamado Manoel, idade 10
    r.'iu'i i*CO W"a U menos' carnadn,
    iVhMii? um.ou m.8,s dentes na frent'
    cabellos carapmhos. falla com a lingua nos
    denies ou he meio tat.ro. natural dosertSo,
    e ro vestido de camisa coroprida de.lgodao-
    zinho e chajo de palha de c.rnaub. : roga-
    se a polica ou a quem delle soober, de o
    apprenender e levar ou avisar no mosmo si-
    tio, ou no Recire, n. rua No?*, sobrdo 11.
    27, ou no engenho do Meio da reguezia da
    varzea, e promette-se pag.r bem.
    I-I'I N d'a 2* Je ni,i0 de ,853 fuglram do
    ico dous escravos mulatos, de Antonio Mon-
    tciro de F.ria, um denome Clemente, alto,
    alvo, bonito de figur., cabellos louros
    Cfcbeados, barbado, olbos sg.lados : o ou-
    tro de nome Jos, .Ito. Irigueiro, cabellos
    pretos e caebeados, e sabe ler ; audam jun-
    tos e regulara de 25 a 26 annos de idade, o
    dizera que se achatn no serlSo da Baha,
    onde se tratam por forros : quem os captu-
    rar e trouxer a seu senbor, seja em Pernam-
    buco no engenho Vinagre, do lermo de
    Jguarassu ou no Ico .0 Sr. delegado de po-
    lica francisco Manoel Das, ser recompen-
    sdo com 1505 ae gr.tiIici.gao.
    No dia 18 do correrte, fugio dc 11 1
    do do brigue ..Sagitario,., um eicravode
    nome Joaquim, pardo ercravo, de 22 a
    24 annos de idade, estatura regular, secco
    do coipo, s tem barba r.o queixo, ca-
    bellos carapinhos e ja km muitrs blan-
    cos, be bejn condecido por ter as mo,
    muito calejadas, quando fugio tinl.a o ca-
    bello a nazareno, tem os pes meio apah-
    cado, nicamente s.' vende para as senhoras ,
    dc bom gosto, e muitas .mai* fazendas pro-
    pnamenredesenhoias da moda, e man Ja- 1 oroporgOcs ; crivos e bocea de tomaina e lados, c falla muito tr>n -
    Sea amostra. rni*ilrr>. .lo Imnlm o(.i>lll,r.0o k... -
    Vende-so um c;.rro inglez de rodas
    e 4ssenios para 1 ouacavallos, coui co-
    quem o pe-
    gar e o entregar no sen senlior Manoel
    Francisco da Silva Ca rico, uatrua do Col-
    legio n. 13, terceii-0 andar, sera' bem
    gratihcado. "
    PERN. TYP. DE M. F. DB FARIA 185?
    MUTILADO

    ILEGIVEL


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EI7NSB5EB_A61AYQ INGEST_TIME 2013-04-24T17:00:03Z PACKAGE AA00011611_06931
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES