Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06930


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Full Text
APNO XXXIII N. 281
SEXTA FEIRA H DE DEZEMBRO DE I87
r nww i
Por mezes adiantados -ty'000.
Por 3 mezes vencidos 4J3C0.
Por auno acliantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.]
n
ENCARREGAPUS DA 31BSCRIPCVO DO NORTE.
Pariliibi.il Sr. Joao Hldolpbo Gomes ; Natal, o Sr. Joaqun)
gnaco Pereira Jnior ; Araealy, o Sr. A. de Leraos Braga :
reir, o Sr. J. Jos de Oliveira ; MiranhJo, o Sr. Jos Teiicira
de Mello ; Piauby, oSr. Jote Jiaquim Avellino ; Pir, o 8r.
Juitino J. Ramos ; Amasonas, o Sr. Jeronvmoda Cosa.
PARTIDA DOS CORRBIOI.
Olina* : todita 04 Olas, as !) e meia hora* 'fia.
Iguarasau', Guiaina l*araliiii.i: awa temaslas a seatas-felras.
s.AatiOtBeaerro*, Benito, Caraira', aiuhi..... <..iaiiiui".: ., uu-ea-felra.
S. I.oorenco, Pao d'Alho. .Nasarclh. Liaineira, Itreio, PeMaeira, Innattra,
Flore, Villa-Bella, Boa-Vijla, Ourieury En', Has .|uarl....-l,ua..
Cabo, lpojuca,-Vrinhaeni, Rio PorBaoao, IJiia, lum-iros, Agua-Prvla, Pi
menlriras e .\al.,l : uuinla.s-l't'iras.
ITedos os crrelos parlein a* 10 horas da marina.
AODIKNilIAI DOI TRIBUNABI DA CAPITAL,
Tribunal do eommercio : secundas quinlaa.
Relaeao : tercas ferai sabbados.
Faienda : quartas a sabbados as 10 horas.
I u izo do eommercio : segundas aa 10 boraa a quintas so maio dis.
Julio de orphaoi segundas quintas as 10 horas.
Primeira rara do eivel : segundas oseiiaiae mel da.
lagunda Tara do clral ; nanas e sabbados ae mala dia.
EPHEMERIDE8 DO MEZ DE DKZK.IMBRO.
1 Lu chela as 8 horss e 37 minutos dsmanhaa.
8 Quarlo minguante as < horas e 18 minutoa da manhaa.
16 La ora as 8 horas 1 42 minutos da manba.
24 Quarlo crescente as 4 horas a 17 minuto da nianba.
PREAMAR DB HOJB.
Prlmalra ai II horas (42 minutos da mantisa.
Segunda as 12 horas e li minutos da tarda.
DAS DA SEMANA.
7 Segunda. S. Ambrosjo are doul da igr.
8 Terca, vj. A Concecao de N* Sra padroeira do Impeli.
9 Quarta. S. Leocadia v. m.
10 Quinta. S. Melrhiades p.; s. Eulalia v. m.
11 Sexta S. li.inia/ p. ; s. Trason 111.
12 Sbado Ss Sercuo leitor m. ;s. Epimaeho m.
13 Domingo. 3. do advento : S. Luza v. m.
KNCARREGADOS DA 8DB8CRICAO NO BUL
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Babia, o Sr. D. Dopis
alio da Janeiro o Sr. Joao PereiraMarlini.
EM TERNAMBUCO.
O proprietarlo do DIARIO Manoel Figuelroa de Baria o sus
li'rraria, pnc da Independencia n. I e 8.
"
PAHTE OPFICI AL
TRIBUNA!. DO GOMMERCilO.
SeSSIO ADMINISTRATIVA EM 10 DE DE7.EMBRO
DE 1857.
Presidencia do E.rm. Sr. desembargador
Souza.
As 10 horas da manhaa, achaodo-se presenta os
Srs. depulados Reg, Basto, l.entns e snpplenle Ra-
mos a Silva, abrto-se a tsalo.
lie lida a approvarin 1 acia da antecedente.
DESPACHOS.
I m requer enlo de Francisco de I'aola Caral-
canli de Alboqoerqae e oulros, pedindo o registro
dos eslalolos do Nuro Baneo de Pernambuco, e do
decreto que 01 approvou, com diferas alterarles.
Registrera-s.
Oolro de Amorim, Faria, Guerra & Companliia,
informado pelo Sr. desembargador li-c.il. pe linio o
reuislro de sea contrato Boeial.. Volte assignado o
contrato por todos os socios, na Corma do art. 302 do
cdigo do eommercio.
Nada roaia haveudua tratar, o Sr. presidente le-
vanto! a sanio.
SeSSAO JUDICIARIA EM 10 DE DEZEMBRO.
Presidencia do E.rm. Sr. desembargador
Souza.
Faltn o Sr. deputado Ramosa Silva.
Julgamentos.
Appollante. Francisco Quiotioo Rodrigues Es-
leves ;
Appellado, Manoel Alves Guerra.
Foi confirmada a senlenc-a appellada.
Appellanles, Hesqoita & Naves ;
Appellados. Alves & Croi.
Foi reformada a snulenra appellada.
Appellantes, Joi Nicolao Pereira dos Santos e
oolros ;
appellado, Joao da Bocha Wanderley Lina.
Ficon adi.ido o jolgamento.
Appellanle, Jos Ilygino de Miranda ;
Appellado, Joa Antonio de Oliveire.
Foi jalgida a desistencia que fez aquello da ap-
pellajo. ,
Pas$agcm.
Embargante, Victor Laane ;
Embargarlo!, o< administradores da masas fallida
de Deane Vonle ,\ C.
Do Sr. desembargador Gilirana ao Sr. desembar-
gador Villares.
Appellantei, a viuva e herdeiros de Domiugos
Adunan Ferreira ;
Appellado, Joa Gabriel Pereira de l.vra.
Do Sr. desembargad.ir Villares ao Sr. desembar-
gador Gilirana.
Appellnnte, o jnlro especial ex-nflicio ;
Appellados, Amorim & Ir mam.
Do mesmo ao mesmn.
E mala nada havendo a tratar, o Sr. presidente
eucerrou a seiso.
O secretario,
Dr. Aprigio Guimariies.
lie sabido qoe o nono governo h.i dirigido aos
representantes jonlo das potencia* sign.ilarias do tra-
tado da Paria ama nota circular motivada pela ulti-
ma da Porla, relativa aos principados.
Nella se manifesla que as commuiiicac,o>s da Tur-
quia nao serio bastantes para obrigar a Prussia a
que abandone a linha de conducta que lia trabado
nesle sssumplo ; acrescinlando qae nao publicara' s
11.1 definitiva resoloflo al qae so rena a confe-
rencia da I'.iris.
Do espirito desle docomento parece dedor.ir-se
que se ha considerado a publicado da nllima circu-
lar como prematora, e nao causa satisfagan que a
Porla haja manifestado deatjo de oppor-se a'a reso-
lucOes dos divans.
O governo ja recebeu resposla ao projeclo do se
snbmelter o assumpto do Ilolstein a' diela.
A Austria declara ncli.it-.e disposla a tegoir nesla
quastao a mesma linha de conducta que a Prasiii.
DINAMARCA.
Copenhague 8 de oulubru.
Mr. Plong ha dirigidu a sua interpell.ic.io relativa
a' Conillluic.'io geral da mouarcliia. perguntandose a
conatilaifio de de oatubro de 1832 ni-lia leual-
mente, ou se regia a de 5 de julho de 189, esclusl-
va de Dinamarca.
O ministro do interior, Kriegar, reapondea negan-
do que su represente orna parle da monarchia o di-
reilo de adoptar meddas que afteclem o Estado im
geral, a acrescenlon que o governo comidera a cons-
tituido geral eomo legitima.
Depois de urna di-cus-A 1 em qae tomar.im parle
grande numero de representantes, a a son a' ord'm do dia.
depois de termos sido despojados, espozerarn-ooe a*
venda. A cada un de .....sendo distribuidas urnas
ceroulas e um jaqaeao, por tal guisa levaram-noa a
perenrrer depois a cidade de Toiii*.
< Depuia de havermns sido compellidos a dar cin-
co ou seis rollaa por ella, acorrentados pelo pesro-
cu, fomoa de novo conduzidos ao berganlim, afro
de qoe os mercadores viesaem ver qaal liuha bom
appetile, qual nao, e verificar que rt(a eram mor-
laes as nosaas feridaa. Feito isto, alies lornaram a
lear-nos para a prai;a, onde os mercadores oasaa-
() collegio de Bons-Enfants tinia-se entao torna pobres, semprc promptas a sacrificarein -se inleira- cava obra de meia hora proatrado ante o Sanliisi-
el nim i-i ira n I a r a. IriAl.i .v- a.n. ^.________ 1 .___l__^__a_____ a.ll>a a> __>_. 1.1.._... .. I. -----* *J. #s_________*___f ___*_ a 1 ____
do nimiamenle restricto am suas proporgOes. Daos mente por eilea, e a soecumbirem sob a prostrac.ao
porem iuspiroa ao senhor Adriano, o bom, prior de da fadiga oa aos ataque? do contagio. A' dojura de
S. Lzaro, para dar seu beneficio a S. Vicente de seo olhar, ao nilractivo coniolador de so.is palsvraa,
Paulo, a coja siinplicidada eila s proposirao espa- sua piedade s mplas e vira reconhece-se a carida-
vorio. e, segundo a phrase encantadora de Mr. de de que ha lomado a forma humana neasas sanias
l.estocq, cura de S. Louren(o,Jacob n3o leve lan- mc^as, que sao chmalas pelo seu nomeiranias le
la paciencia para ohler Raquel, quanta o prior de randado, ci Elas terSo, diz \ cenlo de Paulo, Ira-
S. Lazar para conseguir um SI.M de Mr. Vicenta, c.ano
tanto este receiava cretcer 13o asinha, e precipitar as casas dos doenles, por capilla a reja parochial,
0) designios da Providencia, como orrindo elle se por claustro as roas da cidade, por clausura a obe-
rain-nos orna revista, igual a que ha lugar na | e.pretsava. liencia, par locutorio o temor de l)es, e por veo
m cnvallo 011 de u-o boi, fazendn-se nos; Foi ahi que se formaram, como em um cenculo a sania modestia. E casas infaligaveis servidoras
mo Sacramente na igreja ; depois rezava-lhe neaaa
poiic.lo o oiRcio, applicava-ae leiluras serias.
1.1 1 ni lo linallsava a ceia, ia escrevir, o smenle
deilava-se duas horas depois dos demais, alim de
aalisfazer lodos os encargos da realeza dos pobres,
que o adornava.
l.uiz de uaciroz
letal. 85 bois.
Hospital de 'aridade.Eiisliam no dia 9 do
crranle l't homens a 29 mulheies Iraladoa pela ca-
ridade, '.> homens e 17 mulheres que pagam a casa.
S. Vicente de Paulo li ivia allingido aos seos oi- e 10 pravas du corpo de polica.Total 8i doenles.
abrir hoeca para observar 01 denles, apatpando-ie- apostlico, asses missbnarios zelosos, que bao pe- de lodos os desherdsylos das riquezas c das felirida- i calcareis sol vossos p*.
lenla e cinco anuos: era o met de selembro de
1660. lia algum lempo que elle dizia a seus ir-
111 o 1- :
l.'m desles dias o miseravel corpo Heste velho
peccador ser deriibalu e reduzidu a p ; e vino
nos as ilharcas, sonlando-se-nas as Tandas, e fazen-
do-se-nos audar de vagar, trotar e correr, depois le-
vantar fardos e mais logo lutar a fim apreciar a for-
ra de cada nm, e mil outras sortes de brutalidades.
Eu foi vendido a nm pescador, que vio-se
constrangido a desfazer-se logo de roim, por n3o ler
tiada mais contrario que o mar ; do pescador pas-
(So dia 2"> de selembro arinleceu que adormeces-
ausa
sei a um yalho medico, insigne descoliri tor de quin-! la poca, como ermpre !
U-e-ssnejas, bumem mui doril e Iralavel... l.'m an-
no depois om renegado de Nica, oa Saboia, com-
pron-me e Iransporloa-me para seo "tamal, da'-so
este nome ao predio que se possu como ren leir,
do Grao Seuhor : este predio licava as montanhase
onde o paiz he ettremamenie quente e deserto.
L'ina das Iras mulheres que elle linha, era grega
chrislaa, mas sehismatica ; urna oulra era larca, a
qual servio de instrumento a' granle misericordia
de Dos para apartar n.lo s o marido da apostasia,
como lambem livrar-me do captiveiro. Desejando
saber o nosio modo de vida, ella me vinha ver lo-
dos os dias nos campos em que eu abril fosaos.

V
i
v
AMERICA.
Segundo noticias rindas ullimamenle da America,
Nova Granada eslava tranquilla, porra Costa Rica
amescava declarar guerra a Nicaragua.
O Per continoava assolado pela guerra civil.
O Cluli eala' aguado por ama lula entre o con-
greeso o presdanle, e eslava cm vesperas de ler
um choque com oa Estados-Unidos em consequcu-
eia de ler sido delido om navio de eommercio da
llnilo encirreiM la de transportar gem auturisaro ao
territorio de l.hili miueraes de cobre.
O vapor o Canad' que chegon s Liverpool, traz
noticias da America al ti de onlubro.
Segundo o New Vorck-Herald, a sess.lo eitraor-
dinaria da legislatura da Pensilvaiii.i, convocada pa-
ra adoptar medidas para fazer frente a" crise econ-
mica doria reonir-se em llanisbarg.
Os llancas de Phlladelpbia pedem :
I. A saspensSo de pagamentos em uotas de loda a
especie, seja qual fur o seo valor.
'i. A emi-sSi immediata do papel moeda de pe-
queas qaantias, para o pagamento de notas a da ou-
Iroa crditos.
3. I iu aogmanto oa laxa do descanto.
O partido da reforma continoava lomando com
mato rigor certas medidas liberaos relativas s elei-
i-es, a liberdade de iuipreoaa, o a' eiteaio da ius-
rucrao publica graluib. O presidente nao linha
querido sanctrtonar as medidas roladas, e o cungres-
eo negou-e 1 rotar 01 onvimonlMs.
A populacSo permanecia Iraoqailla, e ninguem
pensava em pegar em armas.
lodos os. partidarios pareoiam estar dispoilos a
aobmelterem ss ao resallado das eleinie, que den-
tro em pouco se devem fazer.
S. DOMINGOS.
Dizem noticias de S. Domingos de ti de selembro,
qae neiti dala eatara a cidade sitiada por um eier-
i-ito do 8.00'J lameos eomman la los pelo general
Sanlina.
Esto linha amenr.adn bombardear a cidade s? njo
se rondossd dentro da dias ; ulgava-ae que estas
amfji; 1- imiiitiriam os hab lanos a rendaren) te.
Na< fronleiras eaiavaro 5,000 soldados de Hait :
porem eram observados por :),000 homens de Coibra.
A sie do governo foi trasladada para Santa
Argo.
TURQUA.
Um despacho de Vienna annuncia no minlsltrio
(urco urna mudanja pela qual ningaem esperava.
O sullAo no dia ljantou em caa da Rechit Pa-
cha, o que logo fez anapeilar que haveria 1110 l.inri
minislerial, em que entrara Rechid-Pacha na qaali-
dado de grao-visir.
Com efleilo, constituo-se am novo gabinete de-
baia da presidencia de Richid-Parha, ficando com a
pasta da guerra Riza-Pacha, Ali-I'aehcon>ervaia a
pasla do ministerio do interior, e Fethi-Aehmet
Pacha lornou a lomar a duecgAo geral da arlilharia,
da ciij 1 cargo fui demillido ba pouco.
Ha sabido que Rechid-Pacha he o amigo fiel de
lord Redcliffe, a a sua entrada no ministerio ha de
reatar grande s-nsarao nos principados danubianos
e na Europa, salva ter elle rsquecido as suas en-
toga* sympalhias para a pilitici iugleza em quaulo
ao que ha relativo 1' qu-loo da vini.io.
Os adroraarios da uuiAo susleotsm que a Moldarla
a a Valachia, anda mesmo com a posse da Bessara-
rabia, qoa se Ihe dar reunir, nao apreaentam as
con lires a os reeorsas materiaes necessarios para a
riustituic.ao de am Estado. ,
RUSSIA.
Sao Peteribargo 16 de oulubro.
Em breve sabara' a Earopa, que quatro Iribos
roougoles, subditas al aqui da China, nao reconhe-
cido a soberana da Ru'sta, que acaba de conceder-
Ihes isenc.lo dos trbulos por espaco da algum annt-s.
Com objecto de previnir as desagradaveis conie-
qaencias que podeiia eiperimenlar a China por el-
le acontecimenlo, os Russos eslabeleceram um cor-
dao de forlaltzas ao largo da fronleira chinis.
Fnndam-se colonias sob condi^es raiilajosissimas,
e as novas Iribusse convertem n'uina milicia fron-
leira bem organissda : com tal motivo falla-ae da
fundacao de duas cidade* novas na Siberia.
SERVIA.
I! djra 'o 24 de oulubro.
Em breve se publcala' om manifest em q,ue se
delalhem os aconteciinentos dus ultimas dias.
Corre lambem o rumor de que mu promplo se
convocara' orna assemblea nacional, para que cada
l-uvi ic.io eleja qualro depulados.
ESTADOS UNIDOS.
Os peridicos da uova Orleins de 27 de oalubro
ullimu pablicam o ducreto do governo do Mesico
reconhoceiido a nova coinpanlia de I .'luanlepee.
O camiiiho de farro principiara' as boccis do rio
Coalzocoalcoa, dezoilo meiei depois da d'la do de-
crelo, e devera' lerminar-se na razao de 2'.i milliai e
meia por auno.
Enlrelanto a companhia abrir' e conservara' em
bom estado nma estrada rom as ponlea necessarias
para o transporte de passageiros e mercadorias de
pouco peso.
Os jumaos de Nova-Voik annanciam que no dia
(i de oulubro a's 8 horas da iioite. um cmnliuio de
viajantes que passava u New Vorck Central Raibroal
foi precipitado de urna altura de 20 pe ahaixo de
Uro terrapleno, arrebatado, em um grande esparo
I pela violencia das agua'.
Anles que o mecnico livesso podido fazer nada
para evitar a qucdi, linhain desapparecidu machina
wagOea de malas e equipagens c tudas as carroagens
dos viajanles.
Dos tiuque iam ne<(e comboio, 20 licaram f rilo
e li de bastante pergu.
KiperaHsa.)
(Na{Bo.)
corrido o mundo para o allivio dos sollrimentus do des desle momlu admirara e arrastran, nesle mo- I
corpo e da alma. roeulo as naroes inliei- do Oriente ; povos de luga- ; se em sua cadeira, e como Ihe perguii'ussem a ca
Para onde se dirigem aquelles discpulos de S. res aioda mais |on cias ; e ellas fazem abencoar por lolai as parles, : lia o (roaia que acerci-ie a espera da fr-
onde se mosliaru, o nomo da Franra com c de Je- j ma.
sui Christo. Ella cheson com etleilo, na segunda-feira 27 de
D'uma conlerencia que S. Vrenle de Panlo leve 1 selembro de 1600 ; e 1 com a senliora do presidonle Gousseult.oasceu a ins- I morle.iJesligar-se da Ierra sem abalo nem violenc
Vicente de Pauio ?
Vao a I'unis e al Madagascar.
Eiles'.'
A' Polonia, a querida irma da Franca naqoel-
E aquelles ".'
A' Italia, a' Roma.
! tiluiro de urna assuciaeao do mulheres para o ser- encarou com ineffavel lernura seus queridos dii-
vi^o do hospital geral de Paria pelo auno de I153V ; cipulos, reun los lodo* eiji lomo delle em lagrimas,
Ei-los que evangelisam os campos de Franca, e as qnaes alugaram nm ap >senlo perln de Nossa c
\ cente lites diz, qaando rogressam eilenaatos a' S. nliora para dipotilo de suas provisis. Ahi pr
Lzaro.
Se
prepa-
deilou-lhes ama derrradiira bendi^ao, e cnlregou
sua alma a Dos, repolindo estas palavras : I11-
' ravam os cal los e o leilo pela manhaa ; ai (res ho-' mine, ad adjuvandum me feslina.
IIITerecamos ludo a Dos, o trabalhemos seriamen- ras Iraziam para ah lambem otcellenli pao, biscoi-
te. Vamos asaislir os pobres camponezes qae depois | lo, doces, uvas e cerojas, segando a e-I ic 10 ; no in-
do nossos trabalhoi anrenderam a esperar. Logo qoe I verno, ctdres e peras coziuhada ; e todos 01 dias
eslon de volta da misino, parece-me qae as porlas | om numero de qualro uu ciaco, cingidas de avon-
da cidade lem de cahir sobre mim e onnagar-m
por qae eu regresio qaando ha outras aldeas que nos
agoardam.
O misionarios, produziam por toda a parte fruc-
em um delles mandou-me que cantarse 01 ioavores i tos roararilhoso*.
do meo Daos. A embranca do uQuomodo eantsbi- O Sr. Justo Gurin, hisp de Genora, snecossor do
\'..",\ i nnrifT.
MXICO.
Ctie.-am a 19 de selembro as noticias de Vera
Cruz, aonde se harina feito mullas priides por cau-
aaa polillos.
O congresso mexicano reonio-sa a I i em Puebla.
As dilliculdndes ecclesiaslicas qae ha mano agi-
lam esta ctale, eslireram para proJuzir ama in-ur-
ren.ao.
A repblica eslava agitada em varios pontos.
Rebenlou em Giudalajsra urna insurreirlo seria,
que todos os das u lomando incremento.
Em Paz e-leve para rebenlar om movimonto, qne
fui aullucado peloi e-forcus do eomman lauto geral
da Pennsula, o coronel llanet.
Os soldados cansados di sotTrerem f une tnbam
reiuivi lo sabir da cidade ; sabedor disto o coronel
llanez, marchan com cincuenta homens contra os
quarleis, astetUu para elles a arlilharia, e obiignu
si? renal les a ren l'tein-s. E*les foram desarmadus
a as sjas arois pissaram para bordo do General
Ranearle > em quanto os revoltisos eram enriados
para diflrenles pontos.
Em Sitara lniia-se urna nova iuvasau orgmisada
em S. Francisco ; ludas as iniliiis da pruvincia es-
dvam em armas.
PRINCIPADOS DAfil BIANOS.
) divn ad liuc da Mol lavia inauife-ta na sua de-
rlararo, que havendo entrado no caininliu que Ihe
l>i tragado p*lu tratado de Pars, istn lie, qu* pro-
redondo a corlgnir os vola* do paiz anle Dos e 01
homens, con loda a pureza de conscirncia, # nao
len 'o outro oi>oclo seniio os direitos a inlereises da
nae.lu romana, ilaelara que os desejos maii rdanles
e geraes do paiz So :
! O respeitu dos direilns dos principados e pnrli-
rulirnieote a sua intogridado om confurmidade com
n llieordos aatlgoS Irala los celebra loa com a Subli
me Prtanos annos da 1393, 1460, 1511 a 1614.
> A onio -'os priucipados em um so Esladu, com
o noro da Romana.
3- l'm principe estrangeiro hereditario, elegido
nlre as dynastias reinantes da Europa, e cajas lier-
delms sora educado na rehiao do paiz.
< A neolralidade do leriilorin dos principado.
5- O poder legislativo coiifiadu a nina assemldea
geral, no qual estejam representados lodos us iule-
|arM) da nacao.
Todus este diroilna s b a garanta rnliecliva das
Dolencias signatarias do tratado de Pan.
rterini 28 de oulobro.
PAINAS SACRO-BltlKAPHlCAS.
(TradiKvodo bacliarel Antonio Witru-
vio Pinto Bandeira e Accioli deVus-
concellos.)
111.
S. VICENTE DE PAC LO.
A vida de S. Vicente de Paulo lia a vida da am
herar.
Com referencia a religiao lodo o santo he om h-
roe, porque esla qo8lidade nao se adquire seuau por
meio do urna ingenie forja de carcter, pelo espi-
rito de sacrificio o pela dominarlo do, proprios im-
pulsos ; ura, nislu he que cuusista o herosmo. Se
essa l'raccuo da suciedade, que v as cousai por mo-
do il;il rriiie do di religi&o, nao aceila neiii admi-
ra a sanlidada em lo lo o completo de seus eenli-
mentos e aclos, a aceila a admira ao menos comu
dedicaron ; o qoando esla lie levada al ao olvid >
da propria indiridu.ilidade, quindo nao ha aclivl-
dade interna nem esterna, que nao seja empreada
no eervico, e em prol du prolimo, nesle ca>o cons-
ttue o herosmo no seu mais alio gr.i.
Viver por lal turma ; passar a vida desolado a'
seus semelhanloi ; iodasar-lbes as necossidades para
uccorre-la*, as dures para consula-las e os soll'ri-
montos para aligeira-lus ; consagrar a' esla nobre
fim o lempo e lodos os seus estorbos, prosegui-l sem
inlcrrupeo nem descanso atravez de dillcoldadra
immensas e de bices continuos ; supporlar nesle
empenho fadigas e phvaciies eilremas, lal foi o de-
n I Hlenlo de S. Vicente de Paalo : devolamento
que delle faz hroe, e que o enlloca eulre us mais
di.tinelos hroes.
Nenlium honiem com effeilo foi ninda mais bem-
feilor da homanidade do que rile.
S. Vieenle de Paulo nascou em I570 no po-
voado de Puuy, perlu de Acqs, ao p dos Pyrineos.
Seai progenitores vviam de lavrar a Ierra", e com
mas propriasmaoscullivavam urna pequea herdade
da que se rompouha loda a so., forlaua. Elles ti-
nliam seis lilhos, e Vicenta que era o lerceiro na
ordem do nasciinenlo, orcupava-se em guardar os
rebanbos.
Os grandes deslinos nao demandam em sua ob-
jeclivacoo o antecedente de crascidos anuos, porlau-
to Vicente de Paulo prenialurameiile dea copia de
que Ihe era innata a misericordia ; pois qae anda
menino, distribua ja aos iofelizes o seu alimento o
alguna saldos que hara eeouomiado ; a quando o
pai mandava-o ao monillo buscar a farinha, se elle
enconlrava pobres* pelo caminho, ebria o sacco e
dara-ll.es puuliados della.
Sea pai, como rerdadeiro chrislaa qoe era, rego-
;jara-se com lies aclos, que preludiivam urna ca-
rnada, que om dia se dilTandiria em abandanles
soccerros por todos os inforluuios.
Depois dos oslados preparatorios para o sacerdo-
cio, feitos em Acqs e em Tolo.a, Vicente de Paulo
lomou a ordem dejpieibytero a 23 de selembro de
1600, havendu-se a-smi delicado ao ministerio sa-
grado com o fim de que soa vida no lodo podesse
porlencer aos islelllfs ; porque o sacerdule chrislo !
personifica a de licse.ioleve ser nesle mundo a
pirmaneucia do espirilo, da alma a da candado de
Jess ("Iri.lo : e quando leve de celebrar sua pri-
meira missa, dincio-se a urna capella solitaria e re-
tirada, onde pralicuu 01 santos mysterios com 3 as-
sistencia smente de dous cleiigos, denolaodo, pela
seleejao de semelhanle lugar, que serian. 01 hab-
tenles do campo de preferencia os ubjeclos de seu
zelo e abneg,i;ao.
Aprouvo sabedoria divina qoe a alma de Vi-
eenle di Faolo fosse logo posla a' provas de pa-
ciencia.
IJ que he '.' o quo sabe ".' oque pode emfnn o lio
mem que 1180 ha passado pur sollrimeulos'.' Nada !
O solfriinonlo he a pedra de loque que su faz co-
uhecer, so n'um liomem ha realmente um hornero
isto he, una energa, um coiae.lu, urna voulade a
que uonhuma adveisidade lera' forjas de abalar,
uem de vencer.
Deivando Marsolln', onde fora liquidar urna pe-
quea heranca, Vicente de Paolo se embarcara nao
f para chegar mais riepressa a Narhnnna, como
lambem para assim rconomisar algume cou-a em
beneficio dos pebres, Nesta petilo deixemo lo fal-l
lar por sua propria bocea : n O vento no era lao :
f.ivoravol quanlo convinha, se Deo nao houvesse
pormitlido qae no dessem caja Irea bergantina tur-
cos, que coliavain golplio de l.yao para aprisio-
naros barcos que v nhaiu de lleaucaire, onde lia--
va urna feira reputada no naniero das melhores da
cliristandade, e atacassem nos Ion vivamente que,
morios dous ou tres do nossos, e feridus os demais
uclu ira' l'inhranra lodo resto de ininha vida, nos
[vimos turrados a reuder-nos aquelles malvados...
Elles rarre^arani-nns de radas, e prnsegnirain sua I
empreza, lazendo milhares de ruubus... a por fim,
chelos de rateadas, ao cabo de sele ou oilodia,
tomaram o rumo da Barbaria, toca e espelunca de
piratas sem caria do ro-Tarcu. onde chesados. i
mus ni ierra aliena dos lilhos de Israel foz-me eo-
m<;ir, com lagrimas nos olho, pelo psalmn Su
per Ilumina Babylonis ; depois entoei o Stlve,
Regina e mailus oulros cnticos em qae ella se
comprazia tanto, que era ama maravilha ; de ma-
neira que aSo deixou de diier ao marido a noile
que elle havia obrado mal em abandonar sua reli-
giao, que ella repoiava por etlremamente boa...
O renegado converleu-se, e fagio com Vcenle de
Paulo, que o condnzio a Avinhau, e fe-lo entrar
n'um convento dos irruios hospitaleiro.
Por esla lampo fez Vieenle ama viagem a Ro-
| ina. No decorso de sua assisteneia nessa eapilal do
i mundo ehrlsiao. o cardeal de Oasal, rraliaisador de
I Franra, Ihe ronluu urna miasao imporlanle para
Uenrique IV, de modo que chegou a Pars sobos
mais bnllianles auspicios, podando por ronseguinte
ler fundo sna residencia na corto, mas elle aspirava
ser corlezao de urna oalra realezaelle ia passar
seas dias a servir os doenles a os valetudinarios do
hospital da candada, no arr.ibalde de S. Germano
1 e ao mesmo passo entreliulia relegues como car-
deal de llerule, fundador do Oratorio, e com S.
francisco de Sales, qne o escolheu para director de
I seu instituto da Visiiae.lo.
lie a-.un qoe os homens, qoe Dos rhama a exer-
[ rer no mundo urna accao poderosa, lem urna forra
que o. altralic reciprocamente 11 ns para os oulros*;
j elle se reconliecom de promplo, o epresaam-se a
I por em rommam os respectivos *sforr,c's para o bem
i de seus semellianles.
O eardeal de llertile ronsegnio qoe Aricentese
encarrogasse do carato de Clichy, o qual elle deiiou
em 1613, depois do o haver edificado nao s por
seus ejemplos, "como por anas boas obras, alim
do lomar a capellana da caa de Manoel de Con ly,
I laorernador das galeras do Franca, onde estere do-
I ze annos, consagrando todas as suas huras ragua
j missionar as Ierras dessa illuslre personagom ; mai
I adiando se cerrailo de nimu- hooras no meio des-
I as rtisleneias osp endida, lomou no mez de julho
I de 1617 o prelado da ama pequea viagem para ir
] occullar-se no fundo da llresse, no povoado de Clia-
| liluu-les-l)ombes, onde provou por brilhante maui-
| fesla<,'Aa, como fuera em Clichy, que am bom rara
I lie um thesoiiru para ama piruchia, sogundu a plira-
e do malhemalico Calando.
A um doming >, na occasulo om que Vicente ia sa-
bir para o pulpito, urna senliora pedio-lhe qoe re-
c iii'iicndasse a' caridade da parocliia urna pobre
f 'milia, cujoi Blho* e servoa linli.nn na maior parte,
cah di duonles, n'uma herdade diatSnte de Clialillon
obra de 111 .ia legoa. Apmuve a' fj>os dar urna/da I
ellicacia a' soas palavra<, que, deriois da pre
am grande numero de pessoas sabio para ir visitar
aquelles pobres doenles, levando Ibes pan, vinliu,
carne e inultas oalrai cousas ; e elle mesmo dep
do uflirio das vesperas, encaininhando-se para all'
com alguns moradores du lugar, sem quo aoabeis
que Unios oulros ja o linham precedido, licou mara-
vilhado de encontrar pelo caminho 01 que de la' re-
gressavam em ranchus, e da ver diflerenles delles
repousando sob as arvores pur causa do gran le ca-
lur ; vieram-lhe eni.i 1 ao pensamenlo a's palavras do
I Evangelho yua essas boas gentes eram como ove-
j ibas sem paslur.
i Eis-ah, disse ello, ama hrande caridade que
elles pralicam ; mas sim regra. liases pobres en-
I fermos lero muila prorialo ao mesmo lempo, urna
I parle da qual sera' gasta e perdida ; e assim om pun-
co lomaran a volver a Occupou-se do meio por lano de perpetuar soc-
corros oll'erocidos com lain.iulii generosi tade n'um
pruneiro impulso de eommiaaraelo natural ; e assim
he que foi fundada e organuada om 11117 a primitiva
conTraria da Caridade. precioso m-litireao que se
disseminou logo por toda a Franca, e al por paizes
aslrangeiro*.
-Mo grado seu, fui 5. Vicente de Piulo sepirad"
desle parochia, lirenria e de numerosas conveises : o dia de sua
retirada foi um dia de lulo para aquella localidad.
\ ollando a oceupsr de novo o seu lugar em casa de
(joiidy, dentro em breve foi noiueado eimuler-mr
das galeras.
Que titulo que ministerio !
vivar no meio de homens que o vicio e o crime
lem aullado e degradado ; do homens cajas meuures
pilavras sao mprecarc.es ; di homens que fremein
com furor sobo peso das cadeis ; de homens n'oma
pala>ra que esi.in sogoilos ans mais peniveii Iraba-
Ihos, condemnadus as priva^es mais rigrosas, e sao
a presa das mais hediuudas paiiei !
O rapar, o liomem de meia idade a o velho, o do-
enle, o valido e o morihundo/confan dos lodos, ha-
bitaran) o meimo lugar, e respiraran o mesmo ar.
Vicenta de Paalo apparecia cumo am amigo, co-
mo ura pai, como am anjo de consolai;ao, nesses lu-
gares de ezpiacoo onde a miseria corprea e a mise-
ria moral eram no mais alio grao ; seu amor e sua
dedicajao, igualmente ineihaurireis para enes des-
venluradu, transformaram-lhes logo o furor em re-
signado, as blasphomiai em urarei, o desespero em
um estado decalmi e de eipernnr.a : arredou-ns da
corropQao em que estavam, deo-lhes orna eonscien-
cia, o, por meio della, o senlimento da digiiidade
humana.
Elle os visilara, altendia soas qaeixis com grande
paciencia, compadeca se de saas dore, abrarava-
os, beijava-lbis as eadas, e supplicava aos ollciaei
que o iralassem mais I. mi mmenle ; e dizem qae
heoo em lugar de nm dessjs fon; idus, qoe era o ar-
rimo de uma numerosa familia.
Esle acto sublime nao esla alem de soa caridade.
Por solicilar;.io de madama d GasVdy, o nrcebispo
de l aiis tez em Ki2i nnmear Vicente"reilor do col-
legm do Huns-Eiifanls. M. Porlail e oalroi dignos
sacerdotes se Ihe reunirara, e am de poroacao em
povoarau calochisar, conleasar e deserapenhar oulros
ejercicios proprios do missionarin, com simplicida-
do e buinildsde, e a' aua propria custa, sem eaigir
nem anda querer recebar qualquer cousa de nin-
guem ; e como nflo linliam meiua para haver servo
que licassem guardando o collrgio em sua amencia,
quanlo sahiam, deitavam as chaves a om viziuho
olicio'O.
Ouem pemarii jamis que de principio lio exi-
guos brotassom laes progresisque dous jovem sa-
ce 1 lotes, sahidus das ultimas ca nada locaes, ere-
gissem na igreja um e lilicio espiritual loo admira-
vel.a que denominaram elle mesmo,Congregado
da Missao !
Esle (aclo era umi maravilha al para S. Vicente
de Paalo, que fallando um di 1 am presenra da
grande congregarjilo de S. Lararo. dizia : o ISiis ia-
mos sem ceremonia, simplesmenle enviados pelos se-
nliore bispos, evaiigelisar os pobres, assim como
Vi-so Senhor havia obrado ; eis ahi o que pratica-
mos, e Deo por sua parle fa/.ia o que (iuha previsto
de Iota a elern lade. Aprii'iv-llie d'alguina forini
aheudicoar os nossos Iraballios, o que sendo leste
miinhado por oulros liona eeclesiaslicM, esles se a-
j mia-am a nos e solicitaran! para estar comoosco,
nao todos ao mesmo lempo, ma em dilTorenle oc-
caaiSo cada um. E quem leii 1 jamis suppodo, oh
Dans, que isio ebegasse ao p em que ora esta'!
*.luin m'o tivesss entao dilo, ea toma-1o-hia como
lendo o prnposiln de zomhar de mim ; e no en-
laiilo era por ahi que Dos querii dar cometo a
companhia. F.nlAo qualilirareis alada de lozas aqoil-
lo em quo nenlium liomem havia em lempo aljuui
ensilado'.' por que nem 011. nem o pobre Slr. Por-
lail nao pensavamu quasi uislo, ah bam longe ei-
livamos d'ahi. i>
O papa Urbano VIII em 1632 approvou solamne-
molo a coDgregas.Mii da Missao.
S. Francisco de Sales, escrevia a S. Vicente di Pan-
lo: Oala que podessei ver o n eu e ir.ir.in, por-
que verdadeiramente eu vos amo e honro e'm loda a
etlensao de minha oiT'"cao. confeisando-me o mais
obrigado de lodos os homens a vossa caridade polos
inmensos beneficios frortos, qne os reverendos
mis.mininos, vosios dilectos lilhos, bao leilo em nos-
sa diocese ; os qnaes i3o laes que nao posso expri-
mir, e nem sao acreditavels senao por qaem os les-
(emonha. Todo o povo os ama, os preza e os louva
unaiiimomenle. Em verdade, senhor, soa doulrina
besante e igualmente sua conversado ; ellos edifi-
can) a lolos por sua vida irreprehensivel. (luaudo
elles finalisain a missao n'uma al.lea, partera para
oulra, e o povo os acnmpanha com lagrimas e 0-
Iras dernonslracoes sentidas anlogas, dizendoOh
mea Dos que faremos nos ; os nossos bons pa-
dres nosdeuam; e pormutos dias os vau encun-
Irar as oulras aldeias. a
O padre he chamado o ministro de lieos, pirque
ha sido constituido como o servidor dos homaos, e
porque lodos nella devem adiar a|uda e assis-
teneia.
Eala Idea do padre sT Vicente a realisoo em si, e
prelenleu realisa-la nos divenni graos da hicrar-
chia sacerdotal ; por so, depois de haver rondada
seminarios pira a educaran dos joven dia-tpulo,
eslabeloceu em S. Lzaro conferencias ecelettiasU-
cas, era que os sacerdotes viuliam |iraticar acerca
da son deveres : os doutor-a miii sabios do seclo
\VII fizerarn parte dess is sanias reunaos, c Boa-
suel colleccionando as reminiscencias do-ses primei-
taes. ellas di-tribuiam esses peqaouns regalos aos
doenles, a cada um dos quaea se d rigiim.
Em relae'10 assisteneia espirilual.ellas fallavam-
Ihes com lernura, faziam-lhes leilaras edlficanles e
os dlspuuham i confissao.
Tocante nsliluirao que existe anda boje, e que
existir semprc na ureja de Jess t.hrislo !
Eulre outroi consrlhus, dava Vicente de Paolo a
essas senhorai o da vesirom-se implesmenle nos
dias em qae fossem ao hospital, alim de que pare-
cessem senao pobres com os pobre, ao menos des-
pidas da raidade o de laxo 110 trajar, para desla
forma nilo causarem pona o e'ses miseros enfermos ;
que rendo as superllmdades dos ricos, contrislim-
se ordinariamente mais, na cansideracjio de fal-
larem-lhes as cousai anda mais necessarias
rida !
Vuzes plangentos echo iram no peilo de Vrenle
de Paolo ; ollas Ira i imam esse gemido e esse grito
de miseria extrema :
Meu pai e minha mai aban lonaram-me !
Era um menino repellido do seio da propria mai, 1 bao marcado a sua passagem pela trra com a pri-
quo o araban de dar a loz
llavera' uma explicacoiu possivel a esse alten-
lado contra os mais fortes sentnnentos da n.ilu-
reza '.'
lia, sim. A sua expliragao esla' no virio, qne
degrada a natureza humana, e que luisc.i nccultar a
piupria vorgonha ; e aluumas vezes na pobreza ex-
cessiva que nao tem oolro recurso senao esle, para
a conservado de seu li I lio recem-nascido
Os numerosos engeiladus em que abundara a ci-
dade de l'aris, confiados a milns mercenarias, eram
na (olalidade condemnado a' morle 011 a orna vida
miseravel ; Vi-ente de Paulo, cheio de compatxao,
iiotuu disto a algumas damas do caridade, qae para
logo se inciimbiram de doze daquelles meninos ;
qne em lli;(> furam Iransferidos para ama easa alo-
ro* annu, escreveu essas palavras tiaanjn eu nada fora da porla de S. V-lor, e ah Iratidos pir
que ha multo se acab ia o praio concedido pela as-
sei.bla provnciol para se fechaiem com muro uu
cerca o terrenos desocrupadu, quo coiilinara com
ras etc. : o no entretanto elte existcra em abarlo,
endo coulo de velhacos, ou servindo de despeio aos
presuieos.s.
ImmoraliJj'le.Existe 110 becco do l'imbii
uma casa q le nao a serve para guardar c.ipim,
como ni'-'!,., para devassiiio, e lalvez o crline. lie
preciso pois, que efa seja figiada pela pulida para
que nao continu par lal modo a olfender a mora-
li la lo publica.
Maracal.No domingo passado houve nm
nos meamos exercicios e asienlados ao mesmo refei-, visto como a despeza monlanlo a mais de qusrenla "i'racal monslrn no becco do Ooiaiio, que darou
ouvia Mr. Vicente fallar, parecia-ine ouvir eomo
umdiscurso de Dos.
S. Vieenle de Paulu quiz, alcm disto, que S. I.a-
in 1 1 mese,la le (iras e algumas milis de caridade.
e de lempos em lempas ellas lomavam ainda oulros
a seu cargo, tirando-oa porm a lorie alim do bon-
zaro fosse um lugar de reliru espiritual, aonde as rarem a Divina Providencia. Todava em tliSO, em
almas enfermas poJesSem depsrar corn a respectiva 'ssembla geral presilida por S. Vicente de Paulo,
cu'a- I assenlaram em itiiponder a generosa resolai-ao de
Abelly (eslemnnlia orolar, conla que viam-?e, encarregarem-se de todas essas pobres creatoras ;
torio, eulre ns missonarios, Ilibata 11 tes da cidade e
camponezes, pobres e reos, mocos e velhos, douto-
res e con-lliros do parlamento, C'iills-liomons e
mercadores, duques e arllslai, l.icaius o aoldadea,
sondo lodos recebldo, al .jados e alimentados gra-
tuitamente nessa grande hospedara da caridad-, om
qoa recobravam a aauda espiritual, o recrbiain todo
o soccorro deque tinham carencia para marchar as
vas da salvado.
n.ian t 1 reprosanlavam a Vicente de Paolo as des-
pozas inmensas, que originava essg haspelagem
rorjlinn, elle re.pon lia :
-f- Pois bem, se Deo permita qoe nao leuda-
mos mais pao, fecharemos a porla, e aps ire-
mol exorcer nosso miuiterio as parochiat da al-
dcia.
T'imanhas virludes elevaran) Vicente de Paulo ao
fastigio da cousiderarao publica.
Lniz MU qaz mor rer. o com effeilo logroa mor-
rer em seus bracos ; e a rainln regente chamoo-o
ao conselho, que creara para a gostao dos negocios
ecclesiasticos ; 110 qual se elle adiando ao par do
grande Conde, eile encheu-o de deferencias, e, sem
imporlar-se com o ler-lbo elle dito V- A. R.,
ignora pois que eu seja lilho de um pobre campo-
nez r, -lo a-senidi jcmi 1 delle em lugar de miior
disHncfao.
Relia horaeiagem prestada pela bravura i cari-
dade, pela gloria que caasa ruinas a essa gloria
qu oiiiuga as laarimas e repsra os dcsastros !
S. Vicente de Paulo deseinpenhou aquella gra-
ves lanceo com 11 desinlereise mais absoluto, nao
soiii.nio om raUcA* a si, mas anda su 1 ongre-
gar;ao, cojo deseuvolvimenlo temporal elle sempro
Julgiu sumen. .i sua missao.
A Loreua, a Pirardla e a Champanha eram por
aquella poca ass.dada- por tres llag.llos lorrlveis
a peste, a guerra e a fume ; Vicente-- de Paulo en-
va pon para essas ocluales recursos proporcio-
nados as suas desgraeis. Niihuina consideradlo da
prudencia Ilumina o delem aos qoe Ihe "obtor-
vam que a Curea he om piiz inimigo, ella res-
ponde :
O infortunio lem por patria o m iodo inte-
ro, e lodos os curar-a gencrusos por concida-
daos.
A casas das damas de caridade de Pars api-
nh nn-ae ale lo la a espacie de roupa, como se fos-
sem armazens e lujas de mercadores le grusso trato ;
e missiuuarios parlem arrogados de soc.rorm. Cm
dells escrevia de Sainl-Mihiel :1 Tenho adiado
lanos pobres, que nao me sera possivel soccorrer a
todos; ha para mais d Irezentos em granlissima
necessidade, e gual numero nos alttin is extremos
de penara : o eslido delles he horrbil>ssm 1. Mo-
tas ha em quanhdade qae perecen) i fom, e re-eio
qoe o desespero as faja caliir am uma misena maior
que a temporal.
Vicente de Paulo acolhe. acommo.1i e suslenla
em S. Lzaro os miseros emigrados de- 1- provin-
cias, eomo havia recel lo os cathulicoa di Irlanda,
que linliam si lo compellidos a abandunar a pslna,
para conservare n-se liis i sua f, Mas a caridade
de Vieenle de Paulo ara previ enle, pirque ai pas-
ao que elle alliviava a miseria, a previma igual-
mente, como v-se da carta de um dos seus misio-
nados que escrevia-lhe de Champanha :a Nona
quaresma passoo-se os campo, paia assi-lir a fazer
aisistir espiritual e corporslmente aos pobres habi-
tante de cento e trala aldeias. Qaarenla caras l-
veram o adjuluno da dez libra maosae, e por es-
le meio lie iram em estado de residir em suas paro-
rhias e nellas desempenliar tod.s as suas fanc;e
psslorae. Com as vossas esmolas compramos por
eteceotas libras fonces, mangiaes, joeiras e outro-
iii'lrumeniiis, para ojo lar os pobres a ganharem a
vida pelo irabaiho da ceifa. Noisas cavadas lem bro-
tado mu bem, grabas a Deo, e por meio das se-
ment que no enviaste, esperamos muitos allivios
para o prximo invern,
A' essas calamidades tao grave haviam accresci.
do ainda as da guerra civil em Franca. Par, um
unanle sitia l>, linha sido redundo s imisdura
extremidades; mas Vicente de Paulo em laes con-
junclurai fui a previdencia dos miseraveis : o trigo
que f IIav 1 anda aos rico, nao falleca sua can-
dado, visto como os recursos em suas rolos pare-
can, mollplicar-se.
*. Vicente de Paulo conservara-se simpre como
o prolaetordoa miseros gales, e como lat cuuseguio
que fossem funladus doze bu. pitaes, onde se reco-
Ihessem em suas enlerniidadei ; mas isto ludo au
era nada para sua insaciavel caridade.
Em 160, Laia de Maunllac, viura de Mr. le
Cra, secrelaiiu {* rainba ni.li, veiorcsilir as im-
mediaeors do collegiu des Rous-Eiifaiils: era uma
senhura de juizu recio, solida rirtude, zelo infati-
gavel e ardenle caridade ; a qual neslas eondi(oes
linha resolvilo
mil libras pur auno, sem embargo da munificencia Pnr esparo de 7 hura eooseculivaf, e com lal alga-
achav-am.se cm ajiuros para sustentar um fai- zarra que iuenn-nodou, 11A 1 sii aos moradores da-
do tan pesado.
S. Vieenle de Paulo reuni om conselho geral em
iliIS, no 1 1. 1 1 da duqueza d'Aiguilton, sibrinlia
do cardeal de Richelien ; no qual p iz cm decisao,
se desam ressar ou cuiiijnuar com e-sa obra ; e de-
pois de om largo came da queslu, elevando a voz,
disse :
Ora poi, miubas sonhoras, a compaixao e a
carrtadi lizeram-vos adoptar essas ereatunnhas por
lilhos : (endes sido suas mais pela graQ.i, desde que
soas mais para natureza as abandonaron!, queris
agora lambem aban lona-las > Mas supponde quo
Ihes nao servis de mais, constitoi-vos seus juizes
sua vida e ua murte etao em vossa maos. Voo
Morlalidade.Kelarlu das pessoas qoe foram
sepultadas no cemileno publico, no da '.) do cr-
reme :
Mara F'rancisca das Chagas, prela, sulleira, 70
annos. Molestia interna.
Uma inulher rujo noroje ignora-se, rcmellida pela
pulira. Apuplexia.
Francisca Anglica da Silva l'imcnlel, branca,
viuva, t annui. Cancro.
Pedro Jos da Grata, prelo, solleiro, 23 annos.
Phlisyca pulmonar.
Mana Feliciana da Molla, parJa, soiteira, 22 an-
uos. inllimmacAo.
Joao, pardo, 7 annos. Vermes.
Vicente, preto, escravo, 2 annos. Bexigas.
Total7.
At amanhaa.
COMARCA DE SANTO ANTA'O.
Cidade da Victoria, 7 de dezembro de 1857.
Nao davendo pasiar desapercehido o dia 2 da de-
zembro, natalicio do Augusto Monarcha Rrasileiro
o Sr. I). Pedro II ; os seohores delegado de polica
Joaquim F'rancisco de Oliveira, subdelegado alteres
Alexandre Jos da Hollanda Cavalcanli, e onlras
pe-- ais desla cidade, cuidaran) de fesleja-lo, au com
aquella pompa e grandeza, dignas da um 13o alto a
elevado objecto, mas da melhor forma, que o pouco
lempo a acanhados recursos Ibes permilliram.
Arcos decentemente ornados as frentes das casds
dos Sr>. delegado a subdelegado foram levantados,
em cujos centros si via o basto de S. M. o Impea-
dor em (lirones ricamente preparados. Ao entrar da
noile as luzes deram maiur realce aos proparos do
dia. Culn reunidas as pesioas da cidade na casa
do Sr. delegado do polica, ao ion) do msica mr-
cial foi onloado o hymno nacional ante o busto do
Augusto Monarcha Brasileiro, o lindo este, o Sr. de-
legado de polica dea vivas a S. M. o Imperador, a
Imperial familia, e a consiiiuieAo poltica do impe-
rio, os qaaes foram conespondidos geralmenta com
o maior entusiasmo. Dahi segaindo-se para a casa
du Sr. subdelegada Alexandre Jos de Hollanda Ca-
valcanli, de passagem fez-a alto a frente das casas
du Srs. Dr. jais de direlo Jos Filippe de Soaza
Ceao, o Dr. jais municipal snpplenle Joao Francisco
1.1-H10 Bitanconrt, repeliodo a msica u Ihymao, a
por <--1- autoridades ns vivas a S. M- o Imperador,
a imperial familia, e a cuiistituica j e a nadio hrasi-
leira, 01 quaes furam coirespondidos com caloroso
eiilhuaiasmo.
Ao chegar a casa do Sr. subdelegado Hollanda em
cuja frente se divisavam as arcadas bastantemente
Iluminadas, e no seu centro o Renlo magesloso du
perpeluu defensor do Braiil, retumbaran) os vivas ao
I>hyhrnnripira txteurande postaras. Dizem I Imperador, e a msica rompeu o luqoe do hymno
o por fim o Sr. Hollanda repeli os vivas, que foram
correspondidos pelu numeroso concurso qae all sa
achara.
Depois o Sr. Uolland 1 deu ingresso nal suas salas
aquellas pessoas que o deviam ler.
Ah em uma della achava-sa uma liml.t e bri-
lhante reuniAo du bello sexo.
Seguirn) a qu.idnlli.is, o um bem servido cha' ;
passaodo-se assim nina grande parte da noile na:,
mai doce uniau e alegra, que raiava nos semblan-
tes de lodos.
0 Sr. capilao Joaqun) Francisco de Oliveira mui-
las vezes repeli, que lcava fazendo dos Victorien-
ses uma idea muito diversa daquella, que Ihe havi-
am pinladu.
Cm facise deu na Sarra do Bieiro distante dista
cidade Unas a Ires leguas, qoe lem penalisadu a to-
dos. Francisco com o seu lilho Joao ^casado com li-
Ihna,) foram a uma caQaJa de riados e caitalu'a a
oliredna serra, o all rhegaudo, cada um lomou di-
versa posic.,10. Seriara conla Francisco; oilo horas
la 11 ni- mais oa minos, quando Joao veo ler com
A paz de sua alma rellsctio em seu rosto, onde li-
cou visivelmenle estampada.
Seu corpo foi conservada na c.unmnnida le de S.
Lizaro.com excepro do curajao ; esse nobre llie-
souro existe na calbedral de L>ao.
S. Vicente de Paulo, ainda depois de sua 111 ule,
continuou a servir a causa da humanidad ; por-
que ludo qae actualmente se funda em favor dos
pobre, organisj.se sob a invoc ic.iu do seu nome, e
por virtade de sua momera.
Numerosos milagrea tem sido oblidos de Deoa por
sus inioreess.in ; alguns eipirilos acanhados a injus-
tos pu I '-1.1--I1.1 1 negar, mas ao menus nao negarao
o milagro de toda sua vida : os homens de tolo os
partidos e de tolas as rrenc,as admirarlo sempre
os prodigiosos trabalhos e os estopeados succossos da
sua caridade.
Em 1727 o papa Clemente XII inscreveu-o no
catalogo dos saolus, e soa fasta celebra-se a 19 de
julho.
_ A eslataa desse padre, a honra do sacerdocio eda
Franja, esl na baslica de S. Podro, asna calbedral
do universo cslholico, no meio daquellas de todos os
fundadores de outras corporales religiosas ho-
mens illu-lres e verdeirameule grandes, puis que
tica du bem.
Abbade Degaern,
Cara de Santo Eustaquio o cuneco da Pars.
FAGINA AVULSaV
quelle becco, romo os da roa do Ara., i 1.
He motilar em fero fro.Por mais que le-
lil irnos fallado contra o abuso de an larem os bo-
leelrus a correr na cidade cum o carros, nao la 1 ra-
me lidoa corresirem se, elle coutinuam acorrer, p-
zar, esmasar, e fazer ludo quanto qu-reni, porque
cuilamicoin a impunidade. E em visla rio qoe se j seu pai, e Ihe diz quo se reltrav para casa, porque
passa todos os das, levemos ser nos quem va endi- linha somno, e o pai depois de fizer-lhe algomas re-
llexdas sobre demorar-se mai, elle insiste, e o pai
r-itar o que ji nasceu torio Nunca por ccrlo ;
qu-m p der que o fata.
t/u'o cosame.Andam pelas ras da Boa-
> isla Ires mancebos, qae t*m por costume proferi-
rem palavras deshonestas quando passam por algu-
ma porla, om quo ie aclis algmna senliora. Eise pro-
rocolber os rolos, be lempo da sor pronunciada sua I celimento lau'rcprehoiiaivel podo acarretar sen
sentenea, fie lempo de saber, se nao queris ler mais j cunspquencia*, e para que aim nju acontse 1, bus-
misericordia para com ellas. Fiases infolizes vivo-1 camos prevenir o mal, adrertiudo a esses mancebos
r|a, se d'lles continuarles a lomar caritativa cuida-
do ; mas mon er.i-i pelu contrario, perecerao iofal
livelmenle, se os reoellirdes de vos !
Estas palavras, repletas de uma eloquenca cal-
ma e pendrante, palavras que serio lembradas em-
quaalo existir no inundo um crucifio a am eora<-ao
de liomem, desfizeram todas as iodecises : o em ac-
qne se abslenbain desse inndo do proceder, que so
he propno de quera nao leva e liicae.lo.
Gabinete ptico.Sao 1.1o raros os meos de
distraadla entre rus, que de alguma sorlo nos lem
acoslumadoa licar 111 inlerentes a qual411er que ap-
pareja, mesmo capaz do diverlir-nos por algons ino-
menlos. lssi Indafleraatismo he al corlo pona con-
t continuado a casa dos eiposlos de Pars fui funda- 1 d-mnavel, porque faz preuppor lal ou qual regreno
da e dotada por arel miacoo. de cirilisaca lia passa-lempos qae aproreitam.
Con recursos que Ihe suutriini.trou um cidadao "30 sai porque agradara aos sentidos, como illuslram
de Pars, S. Vicente de Paulo estabelcceu o hospi- o espirito, e de alguma maneira moralisam. Irazendo
co dos o Velhos iararareisa no airabalde S. Mar-. Pr conseguinle o agradavel leuoido ao til a pro-
Imho. 1 voitoso .- como r. g. os lliealros. lia passa-lempos,
Era lli")7 emprehendeu aacabar com a mendicMa- *e 'aes se plom chamar, que apenas nos trazem
de da capital, o por lodus os pobres eui lugares eml'"oso,i moineuleuoai que riosapparecem com elle,
que e'les lossom manti los, instruidos e oceupadas: ''r'i que liromus dahi cousa que aproveilar paisa.
tal I i a origem da Silptrirp.
Esse projeclo gigantesco havia ido concebido para
Couslantinopla por S. Joao Chryestomo ; lleniiqiie
l\* Mana de iMedicis linh 1 n 111 Icnladu realwar
em Pars, mas sem cuiiseguirem-110 ; ora, o qoa um
granle hispo n3 1 havia anda emprehendido, o que
um grande re e ama grande raiaha haviam apenas
en-.11,1 lo. Vicente de Paulo projocta-o, da-lhe cu-
.11....i e em um anuo o linalisa !
F. comu ha Vicente de Paulo prodczido (antas
ni 11 aviiba'.' e como ha podido obler as soinmuc ne-
cessarias para a fundacau de lanos eslabelecimenlos
te calillado ?
Pela iutelligencia do corarlo.
Ede loi dolado da genio da caridade, assim co-
mo oulros homens o lem sido com o da guerra, com
o das artes, rom o da industria ; mas o genio da ca-
ridade ha muil 1 mais raro, porque consiste 110 amor
di prximo levado al ao olvido completo de si
mesmo.
Vicente da Paulo ora de osfotara mediana e bem
proporcionada ; linha boa cabera e mui volumosa,
porm b-in fcila ; a fronte era larga e magestoa ;
seu sorriso linha iuellavol locura ; sua visla era pe-
netrante, seu ojvi 1 1 sobtil, sea porle grave e sua
gravidade benigna ', elle era, n'uma palavra, nobre,
bom e amavel.
Poeto que apresentasie uma e ntigurarao externa
de pronunciada robustez, soil'na comtudo umitas
vezes accommollimeiitos de fobre ; sem embargo,
purm, nao perda um su' inslanle : ealava sempie
oceupado em orar, escrover, tomar ou dar onsellio
ou em afauar-se no servi,;o do pioxiino.
Nanea Vieenle do Paulo quiz habitar cmara que
livosse o conforto d'uma chamin, no que turnante
asientio qualro oa cinco anuos antes do seu falleci-
tneiilo ; de molo que al a idade de mienta anuos,
oceupou um iiequono e pobre cubculo de S. Lza-
ro, 1111 qoal la 1.1 a sua mobilia consistia n'uma sim-
ples nicst de madeira sem cobertura, com duas ca-
deira de pilha e um humilde catre, guarnecido
d'iim enxergau com uma caberla e um Iravesseiro.
Ello era mu actiado en) seas vesldus, anda que
este fuasen) usados o remetida los.
lia liusl.-nenle pas.i-lemp is intermediarios a esos
que deleitara os sent los e vivificara, permitla-se a
expressili, nosso espirito ; desla natureza sao os ga-
binete de oplica, de msica ele. Qaem dir qae a
vista em pintara de uma cidade nolavel, onde n isaa
b.lsa s pcrmille ir polo pensamenlo, a representa-
to de ama hilalha famosa ir iva la com toda a re-
gras da lctica, nlo enleva nosius sentrlos, naq ar-
rebata 00*10 espirito".' i.l.iein dir qoe a exccu^.lo
d uma sublime peca de msica nao suspande no-sos
ouvido, nao extasa nos) alma".' ninguem de
corlo. No entretanto ah esta' ogabinete de oplica
no aterro da Ra-Vista, onde s pulen) ver in-
l"r.'.sanies represe.i 'mos, e ii'ii, por iso a concur-
rencia tem sido como era de desojar. Sea director se
lem esmeradu em apresentar importante quadrns da
guerra da Rasiii, que lano nos den que fazer, e
pela qual tanto ulerease lomamos, e quem sabe te
us parlidislas la' lem du r-loe?.. Isto he om linio
les mim 1 ln-, e era de desojar que ese gabinele
fosse frequeulado, para que esse senhor e oulros,
a -si m animados, nos dessem ttccasiOes de distracc,des,
ristu como n-nliumas lemas. .Se havemot de estar
om c-^'a a o|bar para as parede, oi sabir para ta-
garetar, seria inolhnr que f ssemoa com .33 r. fizer
orna viagem a Landres, a Par, a Lisboa, ao Rio de
Janeiro ; asslslir a bu-I o 1 de Alma, u asaalto do
Malakoll ; admirar o bu nl.ar leamento infernal de
Siaborg e deOJesaa, ea lomada ele Rommarsoud
pelos F'rancozes : por 51)0 rs. por lauto viajar?!
na la mais biralo : d-se importancia a cousa, por-
que ella a merece, o procoremus desla sorte ler em
que eolreter a horas vaga.
t) vapor nacional Paran, sabido para os porlos
do ul, levuu a sea bordo os seguales passageiros :
Geonano II. Delhnro G., Francisco terrena Cr-
rala, Genaro Beanrhi, Stoffano Paunzzes, Francisco
Copes Vedegal e sua senliora, Tilo da Silva Macha-
do, Joi Franrisro de Cacerda e t criado, Virgilio
Alves de Lima Gordilho, ua senliora e seu oteraro,
Manoel Aives de Lima Gordilho e seu escravo, de-
sembargador Marliniano da Rocha Bastos, am filho e
I escravo, Baruueza de B:berb,2 filhos e 3 cra-
vos, Ariilidaa da Silvaira Lobo, D. Adelaida E. da
Vicente de Pa-alo ergaia-se do leilo sempre kalStlveira Lobo, Mircellino Prxedes do Souza. Cin-
quatro horas la maiihaa, arranjava-o, e a t groja dido B. de Ajalf trampas e 2 escravo, Jos R. de Al-
fazer sua orarlo e diaor musa. Os liis allluiam en- ; miida Sanios, a escrava Luiza de A. Cislro a enlre-
110 a verem-uo no aliar, o os numerosos assistcniei
Irucavam enlre s com emorilo eslas palavras
C >iiio elle celebra bem o santo sacrificio da
missa !
O telante da iiiinli.ia ara consagrado aos nego-
cios da ordem ; ao meio dia entrando no reTeituriu,
I 11 inuilas re/.es :
Meu Deus! lerei e por ventura ganliu o po
qu vou comer '.'
E elle impunha-ae a si grande miitilicarOes.
gar a Bernardo Jos Pino, Antonio Pinto da Rocha,
e I criado, Ivuzebio Joaquim de Sania Auna. Fran-
cisco de Soua Paraso e sea escravo, Jos Marianno
d Campo e 2 eaeravot, Manoel Jos Marinhi da
Cunha e I escravo, Francisco Prisco de Souza Pa-
raso e sea escravo, Jos Geraldes de Aragao, len-
le Manoel Alexandrino de A. Pila, Manoel Francis-
co do Sanios, Jos Juaquim Alves Ras, Manoel
(jarcia G. Pineutel e 1 escravo, Antonio (iarcia (i.
I'iinenlel, Francisco Vaz de Carvalbo Sodr e I es-
lodos os dias ello aeolbia em >. Lzaro duas po-leravo, Aulouio Jea da Caatro Lima a seu eicravo,
bres, para que tomassein refeicao com a tua cum- Pedro de Alcntara M. Veras,padr Candido de Sou-
munidade ; sau lava us, ajulavaos a tullir os de- za Requeiao o I eacraro, Jotta Aogaato Crrela, Pe-
grao do refeiturio, punlia-o em lugar cima de si dro da Veico Irnellas, Fnippe 'hes fazia lodi a sorle de ofticiosidade. 1 los e I escravo, Viciar laic de Araujo, 1-raiicitco
A' larde dan um pisseio pela cidade em carrua- Joa da Souza l.op.-s e son csrravo, Deocleciano de
<>mmuutcn)Ovs,
obslanle essa coiiilitoitao mrbida, elh jamis
iimiitu a pralica deseos caritativos Irabalbo.
No anno ssgiiinte prnpoz Vicente de Paulo o' ma-
damesolla le Gr.is a inaliluieao de ni.11 1 ingreg .0 1
de servidoras de enfermos pobres ; duhi proce lem
esa gerac,es da mulheres christaai qne, nao tend
oolro esposo alm de Jasas Chrislo, fazem consisiir
o leus deveres e ai SU9I alegras no serrieo dos
cede. Segoio Joao por uma vareda, caminho (como
liz o pai, dus viadas e caitai, e (cria andado cera
passis, quando seourio am tiro, e logo as vozas Je-
ss, que malaram-me ; e au mesmo lempo oono o
pai de Joao perguntar quem he? Enllo elle pela
vus c.inbeceu, que quem pergontava era o Sr. Ma-
noel Gomas d'AisurapcSo, e respondeou S. Manoel
(niea ha meu filho Joao e deicendo dt espera,
dirigio-se ao lugar do fado, onda ja achou Manuel
'"''''. que eslava mais perlo abra;adu com o carpo
da infeliz Joao, lamentando 1,1o grande desgrasa de
ter morlo ama creatura em vez de cata, e pedindo
peda i desle fado involuntario a teu pai, qae eolio
como elle dorramavam lagrimal copiosas sobre o
corpo daquelle cuja alma ja entao le achara oa eler-
n i I le.
Manuel Gomes d'Asiompto ;como conla o pai do
morlo) tmlia ido lambem a catada de espera na mes-
ma strra as direec-s.etu que elle com seu Glh 1 es-
lavaro, mas tem que elles soubessem, qoe aquella
all sa acluva, porqoe lendo chegado ja de noile e
depois qae elles U' estavam, nio pude ter percebidu
laudo se o mesmn a rrspeilo de .Manoel G mes pa-
r com elle. O Sr. Muioel Gomes d'Asiumptaa
lie um ei.ia.i.i, honssto, pai de numerosa familia,
religioso lmenle a Dos, maior de O annos, eleilur
de parochia, de ptima conducta civil e moral, e in-
capaz de praticar um hoiu cidio voluntario. O mor-
lo ora teu vizinlu, amigo, e al protegido, como
cjifessa o proprio pai, e lodus da familia, e s ama
fatalidad* produzina tan trale acontecimenlo. O Sr.
Manuel Gomes, inspector daquelle quarteirgo, fez
cjnduzir o corpo para son easa, mandoa a om da
stus filhos aquella hura dar parle a polica. O Sr.
delegado acompanhado.do Sr. subdelegado sem per-
der lampse piz.ram em marcas, a chegado a casa
do Sr, Assumptao, se elidieran) como dizem) de
pungente dor, olhando o qaadro melaneol'ro, qoe a-
presenlavam as duat familiat, lamentando uma a
marte du lilho, a esposo infeliz, e ao mesmo lempo
descolgando o seu autor, eoftra o destino fatal, que
c ni lu/ira o pal a esposo a am lugar, oode praticoa
um fado sem iulein.lo, c por ella reprovdo em lo -
dos os momentos de sua rids.
O Sr. \-,umpea 1 recolheu-se a cadeia para justi-
ficar a -u,i inocencia porania o seos concidados.
Francisco Alves caboclo bebido malou com uma
ftcada a um lal Francisco, lambem babado no dia 31)
do ollimo mez. 11 humicia coofessou o enme au-
to a autoridade policial. Esta' recolhido a cadeia
pira ser punido segundo a leis do paiz.
Vi i podemos deixar passar em silencio sem diier-
mos dua palavrts, subre o qoe avanc* o Viclorlen-
>e na folha al'oro de 13 de uovembro a reipeilo do
Sr. tenante Joaquim 1 abricio de Malos, ex delegado
de polica dette termo.
Smente, e mil voze tmenle algam Viclorieute
se da Vctor i he) despeitado podeiia menoscabar u
Sr. lenle Juaquim Fabricio de Maloi: parque em
verdade icmpre portou-ie nosla cidade com loda
honradez,e imparcialidade as tuneces dus seos era-
pregus de delegado de polica, e commandanla do
destacamento, a te atsim nao foi, compre que apre-
senlem us felos, essas arbitrariedades qae, so dii,
elle pralic.ira. Srjamos pois jostos, demos o seu a
seu dono, afaslando de noi paltes meiqaiohas. O
ir. lente Fabricio nao precisa de defeza : elle a
lem em saa propria pesoa,o seu comportamento civil
e moral he bem conhecdo dos stus superior. Baila.
A polica esta' bem servida como delegado Sr. ca-
pilao Oliveira, e I- supplenle do sobdolegado o Sr.
alferes Alexandre : ambos sao bastantemente iclivus
e cordalot.
Clioveu bastante por isles diis : o que maito ser-
vio para augmentaras agua du Tapacura".
Oigouerus alimeiiliciu cooservam o mesones pre*
ros eleva tos, c sem esperanras de decrescimeulo.
fierara a feira l'. bois, que lodos foram rendidos
ealenlanjlo-oe ai rub da carne a 7 e 7;"i(l0 reis.
A mellan carne veudeu-se nn> aisougaes a SjOOJ
Ale ouba vez.
O Vicloriense.
Cario particular.
curar-lli* um mal que ello (inba na m.o ; e por laes da Rocha Vianua, I recrulas de in-rinlia, Francisco
Ita^ na inlem i '
... nao oceupar-me desse senhor. quer pela generoeida-
nrli ile.o povo vendu-o passar polas ra, excl.i- Eslarflo Alvaa, o Jalo Bernardina de Magilhle*. deque se ligi sempre ao triamVho nuer pela eom-
mjtL, .. Wiu/o-ir.. fiiiM-eo.-Maluu-se 110 dia para; pu.ao que me inspirava o estado de allucn*. ao a-
I.is-aln o sanio consumo du du tu du corrale, a saber :
Mesmo ni carrua-em elle rerilava o ofiicio da Companhia das carnes verdea ......
Nos) Senliora, para honrar a consoladora dos Ef- Ricardo Romualdo da Silva.......
flelo1. Manoel da Silva Tarares .........
A' no,le, quaulo havia re~,resiado s. Lazare, l- .Clio.en.te.
[ villano ora que live de ver o-so pobre niagiMradn,
f>. bois. I a quem ouli'ora prorei com a sloceridade de am
I amigo da infancia. Ese mea proptsito, porem.
(> a nao pode perdurar desde qae me consta, qoe o pro-
3 a 1 prio Sr. \'abor fez de soa derrota eleiloral um nonio
MUTILADO


jiako OktBSJfKBDCO m \U fiHA n iit7MBR0 O i?
I? c -1 u 1111.. i contra mim, diii calcula de vinganc
que projeeta sobre os amigo que me sustentaran) am
nina lula, rm que nnii me jugara cog elementos
batanlei para illa, nem cun o preciso vigor de
ande para raikli-la.
II in se deua romprehender que a lealdadeqy,e
devu aos habitante* da comarca do l.iinoeirn, eu-
I o. internte me cabe a houra ile hoje representar,
a gratidta e eiliirid que me prenilem aut geiieroso
eleilorts que em inim depositaran) conlianga, me
impOem devele* mu serios para que deiie correr a
revelia a md-i da leus direilos, puf motivo e eon-
MeracOt que me 9o iutelrameole peiioae*.
sala), pois, he menos por nmn do qoe por meo
aromos que vrnhe lioje a' iinpransa, sob a respon-
sabilidad* de meu pruprio nomo, eipor de modo re-
sumido as occuneiKlj- deia eleirao, < chamar a
altei>c.So ilo governo para a coniarca do l.imuslro,
onde o Sr. N.bor, na qoalldade de Jais municipal,
es.rce urna aoloridade bruta e violenta, ao ponto de
pretender ser o arbitro de toa eipressS.9 elelloril,
uiando de ineios torpea e reprovadus, como os que
por alto Urei da referir, am quanlo que f delallis-
damente convira' discuti-toa em oceailUo oppor-
lona.
lie hoja sabido que, tillo po leno ter aleilo pelo
Lintoeiru, o Se. Nabor le urna lrainacc.au nesta cida
de, e levou para alli un candidato, compromel-
tendu-ie fue lo eleger...
Citando ii.se fado nao he meo intento oflender es-
M candidato, pesioa em quem alias recooheco titulas
le-ilimoi pire oceupar urna cadeira no recinto da
a9fmbla provincial, 'loco uelle lmente para que
te eonheei;a o movel do proced weulo doSr. Nabor,
que a.sira obrando f. u-iou o pensainento da nova lei
letoral, a qual estabilcenlo a incompatibilidades
como garanta da liberilade do voto, quer que a au-
toridada seja serupre iraparei.l e iodilTeole, e nao
tenlia iotere>se ou parle na eleiciln,
Fot isio, porm, o qoe niu entinten aquella joii,
e chegtodo au l.imoeiro comerou com lodo o esfotcn
a Irabslhar em favor do seu candidato, nao deiando
sua autoridade de ser posta em secan.
Iteumdu o collegio eleiloral, fui ella eleilo presi-
dente da rusia, por lembranca do Sr. r. Costa lio-
mes, e de eiilao por diante, compromellida todas as
apparencias de lioneslidade, o Sr. Nabor entrn na
pralica de uina sane da irregularidades,'cndalos e
desatinos misma, qua a lodo maravilhou 1
Tendo protelado os traballio do collegio, de modo
que so un dia 23 de novembro, de pois das 3 horas da
larda, pode ter lugar o recebimentodas sedulas, deu-
se. quaei ua cuiielusgo da apurado, um incidente
cutre uni o o Sr. Nabor, pela parcialidade a m f
com que, coto presidente da me-a, recusava a ve-
nlicir.ao de urna cdula, misturando-a com o grande
masau das que eslavam lidns, atlin da qoe a niinlia
reclanjac..lii nao podesse sersaltsfeila, ao inasmo lem-
po que, por cumulo do seus desparales, atreveu-.e
a querer prender-me !
Uiposlu a nao recuar aute meio algom, na e-cu
lha doi quaes nem se quer ampragava bom ieu-0, o
Sr. >abor, passado nquelle incidente, suspendeu os
trabalhos, e lequiiilou do subedelegido do dislriclc
roa guarda pare vigiar a orna, que fcava no corpo
da igreja, sob ordene as mais severas. Entretanto,
pelo correr das 7 horas da noite, na esislindo alu-
d loiei junio a urna, aprsenla se o Sr. Nabor na
referida Igreja, trayendo na man om masso de pa-
pis, e, a pretexto da procurar uin livro, pretende
erguir a urna de sobre a mesa era que se achava.
As seatinellas obstam case intento, repelindo-llte as
ordena que tinliam recebilo. Mas o Sr. Nahor ins-
ta, fazendo valer soa suicidada di juiz de dirillo, e
por tal modo le enalte, que chegt a trocar patarras
irritantes a descomedidas com o cabo roromandanle
da guarda, que manleve a observancia da ordein su-
perior.
O desagrado geral eom qoe fui recebido assa acoo-
lecimtnlo.qaer pelas sospeilas qoe desperton no ani-
mo de quasi toda a gente, que alias devia eslranhar
que o Sr. Nabr as*im se aprusimasse da urna ; quer
pela dcsmoraluacjlo em que po sua autoridade, al-
tercando eom um cabo de polica ; nao fui bailante
para qne os 9ri. delegado e subdelegado, que acud-
rain algazarra, deilassem de prender o eiho, qua
curnprio o seu devir, como urna iMisficdo que en-
tendern) dever dar a autoridade de que se achava
revestldu o Sr. Nabor.
Ksse procediinento delicado e prudente da polica,
longe de envergunhar e servir do correctivo a esse se-1
nbor, ii.io deilou a menor impreiao genciosa no seo
espirito, tanto que no dtaseguinte quera que a elci-
;ao, no estado em que se achava, qaando ja doos
tepulados eilavain eleitos, e um lerceiro, qoe era eu,
apmai precisava de 7 vulos para completar a malo-
ria da lei, fose anuullaia por cunsideririlo a elle,
que no da anterior, conforma atlegava, hava sido
ultrajado por mim e pela guarda da urna Sndo
essa pretendi recebida com todo o ridiculo a que
ae preslava, enlendeu o Sr. Nabor pregar om longo
serrnao ao collegio eleiloral, na contiuuacao do qnnl
verleu extenso e copioso pranto, c podras, qnanto mais ao eorpo eleiloral !.. No meio
lo construalo.enlo em que o chorar estrepitoso des-
sa pobie e louca creatura eollocou o esprno dos as-
anuiente, oniu grande peripecia veio augmentar o
pasmo geral : ira o Sr. Nabor que do pranto passa-
va a orna ruidosa e descommunal descompostura ao
subdelegado e oulia* pessoas respeitaveis, contra as
quaes se achava enfurecido.
A presumidlo geral rlesse momento foi que o Sr.
Nabor havia un todo perdido o penco juixo que llie
reslava, loroaudo-se litteralmenti um luuco furioso.
I rli/meiite porem, o intervallo lucido appanceu e a
eleicao continuou, dando em resultado do primeiro
escrutinio a circunstancia de licir eu ainda eiposlo
as contingencias de um segundo.
Imagiiie-seentao tudo quauto de escandoloso se
pude praticar m urna eleirao, e ainda asim nao ae
chegara' a comprehender o que fez o Sr. Nabor,
loe, a aemelhanca do morcego da fbula, q le amas
vetes era quadrupede e oulras pasaaro, ora desunzo-
ava como prndente do collegio eleiloral, e ora le-
vanla\a-se da mea querendo eipellir da igrr ja as
pessoas que o contrariaran) em seot clculos, dizen-
do-se jniz de direlto por estar fra da cadeira presi-
dencial do collegio '
No meio de-sa dopheidade de funci;9s, a impoi-
slblidade de po ler laslenlar o seu candidato foi
para ella urna realidade truel, que fe-lo encerrar-se
em casa por mais de orna hora, meditando sem du-
ida novoa desparates. Alinal vollou ao collegio,
fes reunir su. for;aa as dos intrreiiarioi pela elei-
ja > do Sr. Sil vino, paia aisim ler pelo menoi o Iri-
umplij de minha derrota, sem distribuir o papel
pava as sedulas, por orna tctica grosseira, declarou
apena o tamaito que ellas deveriam ler. Feito islo,
pncipitoo a chamada dos eleitoses para a volacao,
tazendo trocar, como foi notorio, algumas sedlas no
actu mismo ds seren entregues A despeilo de
tudo, a apurarlo dos votos do legiindo escratinio
deu me a maioria abiulula, sendo por couseguinte
en o Iciceiro deputa.io. Mas o Sr. IVahor querendo
anda resistir a esia uli'ina manifestar;flo do collegio
propoz un pino eteroliuio sob o fundamento de
que luv. n Ir eu lidu G vulni em lisia de formato
maior do que o que elle havia presrripln, embora
(ossem ellas escripias em pacel da me(a, minha elei-
'.Vi el iva nulla, purquo elle ii.i j aceitava eises (i
votos.
Eisa prct-nr.To inilignoo lodo o collegio eleiloral,
e a maioria do eleitores resotveu nao dar mais ai-
i"i c-io as ettravagancias do Sr. Nabor, que aisim
|6 quena barulbr e crear motivos de nullidade a
eleirao. Tornou o Sr. Nabor a inlerromper os traba-
lhos, e no din segmnle deu parte de doenle, passan-
do a presidencia do collegio ao secreti rio, segundo
diipoe o ait. 21 da lei da reforma eleiloral.
Mas qrjaodo trutava-se da eleicA de suppler.lei,
appurece o Sr. Nabor oa greja, e confirmando o seu
alado de molestia, nao quiz reassumlr a presideurM
da mesa, llmitaodo se a apres-ntar para aupplenle o
sao candidato, que foi novamenle derrotado.
Com essa segunda ecepi;ao, o Sr. Nabor licon
completamente draponla tu, e recolheo-se a sua
casa em quanlo se trilava da acta tidal da eleicin,
escripia sob a pressao de boatos de urna duplcala
que intilmente fui tentada. Quasi no final dessa
acta apparece o Sr. Nalmr exigiudo a presidencia do
collegio, a como se Ihe observae que nao era re-
gular essa pretendan, porquanto na mesm i acta ja
eslava mencionada a sua parte de doenle, gritou
elle qoe queriain violentar o sen direilo, que a e-
lei.ao feila eslava nulla, e que elle como preildenle
legitimo, ia proceder oolra, e dizenrio islo arreha-
uu om livro de actas, com o qoat lenlou evadir-se.
II 'iivp por tal motivo um grande tumulto, ero que
o Sr. Nalmr, locado do seo eelcctiimo, grilava como
mu notsesso, sendo retribuido com forai g- rae- .' l'or
lim foi o livro reivindicado pelos mesarios, que que-
rendo proseguir na ronclu-ao da acta, ainda Ihiii
iinnedidos pelo Sr.Nabor. qoe salino sobre a misa,
mide depois deilou-n, romo ollimo meio de baru-
lbr o ir .limbo antes que se completaste !
Nao tirando aiuda nenhum re-ullado dessa ultima
taomba. conteulou-ae eiiliin em apreieutar um pro-
testo em que emnente 18 eleiluies se prestaran a
asshinar, orna importante p>ca que furma um re-
qiieriraeolo, cujo original eo posado. I nlu o pro-
testo como o rtqueriiuento foran inicgralmenle in>-
cnplo na acta, bem como o f-cto de haver o Sr.
Nabur, juiz de direilo interino da com roubar um livro de acias.
lermiuando asim a eI ,_,!> do Liinoeiro, haro-
Ib'ida ato a ollirra hora pela autoridade mais impor-
tante que lili coilocuu o goveruo, c n-lanie agora
que o Sr. Nabor acaba de dirigir una represeolacjh)
ao Eiin. Sr. preiideute da prouncia contra mim. en-
volvendn nella muilos dos amigos que me praslarain
roadjavar,,lo,
Pouco lemeiijii por estes, pois nima-roe a con-
lianc,a de quo o governo n.lo consentir' urt per-e-
.i'icoe que so meilitarn, tenhu a dizer uuicamenle,
pelo que me toca, que desafio a pob*4ee(io da mes-
illa repr.!>entai;Ao, qua corre por ah e-palliada por
copias lomeadas pelo seu autor, para que de M-i-
noe i'.ilimniadnr pua eu convencer o istonleado
Sr. r. Nabor Caratetro Itoierra Cataleanli, aliA
bem cnidecido pelas altas proezas qoe lm praliesslu
na comarca do l.unoiiro, que infrlizmenle o \ sen-
ladg na cadeira de seu primeiro imgislfado, em que
"menle a razan, a iiluslrac.au, a luteireza e a |utli(a
'iiiliin d-vera inanler-se.
l'osjuir.r petera o tal Sr. Nabor esso preticaJuj '.'
' oda a gente dir' que nao, porque ate o semu eom-
iiiuiii Uin falla.
Kecife 8 de dezembro de ISJ7.
Jojqunii l'edra liaireto de -Mello licu.
ACTO DEPIIILASIROPU.
Os arios mcritorio mo iIatciii liciu res-
trictos somiritc ao circulo du sua ac;."io, por
que, quanlo tsto no s ja para recompensa
ilclles, visto quo sua pritneira recompensa
esl no propio fado, ao meos servir de
incentivo para a rnproduc(;iJo dos mesmns
actos cuja existencia ser sempre um padro
de gloria pata a liumanidade.
OSr. Manoel I.uiz Alves Vlanna, qnnrendo'
solcninisar o anniveriario do seu consorcio i
porum modo que melhor expressasse o son '
coii'.entamento pela cscolha que lizera, no|
dia 8 do correte, etn quo celebra a igreja I profeaior Bellrio, a familia de tas seahora, Jol<
offa das niaiores fastas da christandadea | Ba'l*"; da Costa [a quem, por ser de pequea esta-
' que pa-ou, e M\eino> em sucedo o couiuiui
mo nos.
Nogoeira Uorlia leve e ain-ta lem desi
cora o niesuio meo irmio I) imiogos, com coja sogia do, cujo \eo parece quererem lv.nlar ralruladamen-
in seaundas nopci i, ytve um piuco re- te o aulor a subscriptor do infame, asqueroso, men-
o sumus ininiigos, pelo menos' liroso e immundo libello cem que me eilou oceu-
pando.
ioiuiiiumca- ratn-aa am torno da naodeira a eaaeMaf,ta eon as. Pai'Dambuco "ds i a 'i
. I snlistas. os quaes fazendo tambera ioss modiBesfOea .,.-.,,1, n'r i rt *
iilelligencia marehnmaa em harmona, esquecendo lodo o paisa- Ms,8na \"" ura lal Clet
i) cuja sucia do, cujo \eo parece iiuererem levmlar ralculadatnen- i ra' ncun)a oulra respi
8 ds ago>to dsle auno e
m.-ntiln de (oes Noguei-
nenliuma oulra resposla letilio a dar a esses
ranc individual do cclle^ial. teu adianiamenio uto,
ele. devo confessar, que tenlio adiado satisfalorios
em vista da maoeira clara com que faz as explica-
tirado de mi
mi delle.
Nanea hnnveram iulrigaa e nem pffainas entre
. o lilliusilo Qnada Jos de ticie-, os Rosario*, o
raninos, se nao que condemno ao irais i coes c mesmo antorisado pelo depoiinenlo dohdiu-
Am.la ai clnzas dos morloi! Mm av Jimio No-
goeira mo passou ai segn las nupcia, e nem mor-
reo na villa de Marv.lo, lenho documanlos incon-
II."- que isso provea a luz da evidencia, os quaes
Conr.eic.8o (laMai deDeos-tluu lilierJade a I '"" c,,arn"'n Pequeo o que nronteslavelmenle | me aulnnaam a dizer eom todo o rigor d'.'ipre...1o.
urna sua cria, parda do idade 10 annos com
a philanthropia de philosn'jho verdadera-
mente CliristUo. O seto do Sr. Vianna cons-
tituindo orna pagina interessanle da histo-
ria da emanciparlo progressiva e voluntaria
da escravidSo entre nos, impelln-me a man
dar registra-lo como um devi lo Iributo.sem
que tentia ero mira outro lim que nao seja
Honrar a queaj merece ser honrado. Por
8. C.
($0rre3p.on&eucta5.
Kl RANE DO NURTE.
; Apodi U da niijliro de I8Y7.
tfo Diario dt l'trnambuco n. 192 e lt da 24 *
28 de agosto uitimo, sob a epigraplie Negocios do
Apodiencoiilraiu-se duas eueliurr.idas decalumias,
convicios, mentiras e ludo quanlo pode o daipeiloem
delirio phanlaoar e produtr contra mim e ininlia fa-
milia, asiingnadas por um Clemeiiiino de tluis No-
goeira ; mas segundo o qoe me bao diln, esluu per-
suadido qoa lujo islo parti do bicco da virulenta
pinna do mil r da inspirarSo potica impre.-.i na
l> pn.ra pliia Cearinse em 1818, e dos Cantos do Gal -
provain e din o mais completo desmentido si raljs he mentira, me lo da torre da igreja de Santo Antonio, inseridos na
Constitucional Norlista em 1832, e de oulras pesas
qu deiso de mencionar, eriitim. do padre Florencio 'ner. goando rmocisco Josc cnegou a' casa, foi de
dalles que vilo em original para lerein impressas com
esta.
O infeliz Manoil Theodozio be veril ule que fui
recrulado por mim em 18).), porque leuda nrdem
moi lermioanle para em praio marcado reinelter
recrolas, entre outros rrcrulei ese individuo, por-
que alera da ser riuso, u havi querido cisjir
com a infeliz qua menciona. no libello famoso a
qoe eilou respondendo, o havia epaocado ao pai
deua mesrna infeliz ; era elle menor de 33 anuo,
rom i prove com a cerli lao de baptisrno que remetti
a' presidencia : a mi he verdade que fai casada,
mas enviuvando.viveu rnullus anuos da portas a den-
tro com um sujeilo casado, at que este morreu :
entendi, e entendn ainda hoje, que nao gozava ella
do foros de viuva, e sim dos de messalina
lio falso qje eu impedme a recepto do dote, e
que desvanecesae o casamento que se disse que Ma-
noel Tlieodozlo i|n / rffecliiar d?pois de preso : ain-
da vvem o pai e ii miloi dessa infeliz, elles que o di-
gam. Manoel Theoduzio sendo sollo, ragrasson, e
logo depoi rapiou a miillier com quem casou contra
a vontade do sogro, com o qml ja' eslava bem, e
indu nina oceasiao com a mullier a' casa do logro,
que au eslava uessa oceasiao, b'icno a rnolhrr delle
com ama iruia, acudi Manoel Theoduzio, houve-
rain palavras obscenas e empusoes ; a sogra mllen-
se no meio, relirnu se Manoel Tlieu lati ceas a mu-
cunliado bomingn Freir uo leudo fitbos, fez o seu
testamento cora que fallereu, e nelle insliluio ma
ruiilhir pur sua universal herdeira, depois de sua
morle prncedeu-se legalmenle o inventaiio, c depoi
e paga a oeciins, e cumpridas todas as disposif,oe
completo despiezo esse lixo immundo era que so
bem ?e pode revolver esse (|iiJao; porque he na
bella phnse do Bario d'Althert, o despiezo o ferro
qtientc, que serve para marcar d'infamia aosca-
lumniailores. Sirvara-se, Srs. redactores de dar
cabilla a estas linliss em seu a Diario.
Sou de V. S. Alenlo respeitador e criado.
Elias Amonio Cavalcanli d'Albiiquerquc,
Illtn. Sr. Diz Manoel Freir da Silveira,
desle lermo do Apodi, que a bem de sen direilo
Gomes de Oliveira, conhecido lambem pur Sin
ama.
Pelo respeilo qoe devo eo publico, e pelo direilo
que lenho de /-I,ir mulla repot <;r, a a conjuuclos, vou iir-l'iur Io nefandas impulac,6essem
que dera a occopar me dos ridiculos e infamas enl-
teles com que soino tratados, porm s(i bem cabi-
dos a qoem us escreveu e assignnu.
Pelo que vou demonstrar, e pelo qoe d- nutras ve-
zes ja demonslrei, espero que o respeilavel publico,
juiz iinparcial.rne faro joslica, e condeinnara ao des-
prezo esses infames escriptos e seus suture.
Pcloconer do uno de 1835, por man de orna vez
fui censurado ern algumas missivas impressas no Dia-
rio de l'ernambuco, e a Echo Periiamhucano, espa-
Ihando-se enlo rpie urna diatibre contra mim se na-
ris mand.ido imprimir, l'ar eise lempo maudei im-
primir urna correspondencia sem que niencinuasse
nomes, salisfazendo-me apenas com alsumas allr.soes,
que m podiara ser percebidas pelas pessoas que con-
tra mim haviam auloado ; a essa correspondencia
juntei documentos asss valiosos, que provam o mo-
do honroso por que me compurlei no lugar de dele-
gado de polica.
'ludas essa peras correm impressas no Diario de
Pernnmbocosn. 212 de 14 de setembro de 1855, pag
3.", cois. 1. e 2.a, No mismo Diario em de ou-
lubro do dito auno apparecsu contra mim a dialibre
annunelada. I!ma necesiidade iudecliuavel me le-
vou a respiender a ella, e foi impressa etsa resposla
eom um documento no Diario de Pernambacoa n.
n. 288 de 14 de dezembro de 1833, pag. 2.1 cul?. 2.
3." e !.
Em um dos ns. do Pedro II. desle snno, que s
com muila demora me ebegou Al mitos, vi o oolra
eneburrada de desaforo,e em resposla maodei publi-
car documeiilos que desinenleni os Tactos que nells
se imputara : lera lim i lo demora nessa publicaran,
mas ella appaiecera brevemente, e por isso u3o me
oceupo agora dessa dialibre, tambera assignada pur
esse dementlo, que se ostenta de negociante foile,
e que as pr metras fazeudinias qoe vendeu fnrain
abonadas por mim nesia cidade (Kecife-, em casa do
Sr. Jos Francisco l.avra.
Na enchurradas que correm no Diario de Per-
aambueaa de 2 e 28 de aaosln silo revolvidas as cin-
zas do meu bom pal, acoimando-se-o de violento e
de outro vicos so phsntaiiadoi por uin imaglnaelo
em delirio, e um corac,ao alfectado de hydrophobis.
Meu boro e lioni-.nl i pai a foi austero o enrgico no
desempenlio de deveres como louc- iuuar-o publico,
porlava-se por modo lal, qoe era eus dia nao bou-
ve ueste municipio quem tivesse mais popolsiidade
qu elle.
I'eva muilos e bnns amigos, e sempre foi conside-
rado c estimado, nao t pelos habitantes desle termo
romo p >r lu.n. que u roiiiieceram. Se orcopou no-
sii;0:s ofliciaes foi iso devido ao seu inereeimento, e
be por esse merecimeulo que rne honro de ser eu
lilho, e nlo por haver elle lelo pesifOSS olliciass,
porque esma sempre as literam meus avi, quer pa-
ternos, quer maternos, as quaes em verdade nunca I11 essa miseria de passagem da p.n
ludo informado, mandando dizer ao genro, e dizia
de publico que se ella lornaase a sua casa, ou lha
passasse por perlo, que o malaria Deu-se aqoelle
f'Sla mi aproximarei da cleic.in d setembro de
t8,"ii : poucos das antes riessis eleirors, foi meu ir-
inAo JoSo Freir convocar os moradores em Ierras
delle, que cram volantes, para larem seus votos pa-
ra nossa chap, icomo geralmente fazem lodos am
taca occaaioesj ; nessa mesina occasin foi a casa de
Francisco Jos, que lambem era morador delle e
votante, a eonvtdon-o, aaim como au outros para
a eleico, e elle prumelleu vir ; meu irmao depois
de ir mais a oulras casas quo Ihe faltavara, volton
para a sua. Castados depois disso alguns dial foi
.Manuel Ifieodorn em pleno da a uini casa mu pro-
zima da do sugro, ene por roa veudu-o, o essaisi-
nou.
Meu irmao apenas soube desse acconlacimenlo
horroroso, mandou at depejar de suas Ierras a fa
unlia da l-raiiciico Jo.. Maso janistroqua refere
esse faci ele um modo a lomar loipeilo meo irniflo,
cnin a maior imprudencia diz, qua dizein que vi-
ve I nnci.ru jolc eomnojso em cummuuicarao, e
que he no.-o valeniao :
l'a^o lano cao deisa criminoso que qaando en-
trei no esercicio de delegado de polica diroilli-o de
inspector de quarteirao. lugar em que o chei. Dis-
le mais em um dos artigue do libello famoso a que
ven respondendo, que a soltura do recrula Manuel
Ilieodozo servio de ponte para meu cimbado Elias
Antonio passar-se para o partido do lu Meu
ciinhadus depois de Manuel Theoduzio eslar recru-
lado, fui que soube diise aclo ; acboo-n juslo, e ne-
uhuma parle leve a respeilo delle. I,iguei-me e il
liei-me ao parirlo do sul, mu livre e eipontanea-
raenle ; e meo cunhado soobe disso quando eo Ihe
disie, e depois de rae haver eu enten .ido eom om
meu prenle e amigo, que sempre perlenreu au par-
tido liberal. '
l padre Florencio sabe perfeilamente qoe eo le-
nho vontade propris e consciencia em miabas ac-
fies, porm cuino dzem que o dabo lenta a gente
para ludo, parece que tambera o lera tentado para
me querer 'ter passai por automato, ou lalvez se-
guir o prinripiu de que a verdade he a mentira
mullas v /.es repetida.
Antes de 1833-dis-e o padre Florencio a ama pe-
soa respeilavel que meu dito cunhado nao gozava na
cunli.iii.-a du partido do norte, pelo iilere-se que lo-
mav.i lirios Fernandei de (Jueiroz. Todo ne-la
provincia labem, e espccidineiue na capital desla
pruvmria, que a ogeriaa e,oa algum poneos norli.tas
luinarsm eom o meu cunhado Elias, fu, ,,or ,|e
certas ideas qua apparereram na asemblea provin-
cial em 1832 e 1833. e a' que elle se oppoz, Por
ler fura da assernbla Lunado a de.za de algores
membros da respeilavel familia Fernandes de (Juoi-
roz, qoe eniao eran) verdadtiras victimas de calum-
nias.
Elfslsno cartas e entre illas urna do prnprio padre
Florencio, queezplicam isso oplimainenle, para
testamentarias den emita o teslamanteiro no juizo l precisa que V. S. por sen despacho, determino
da provedoiia, peanle om dos antigua corregedoros, ao labelio Noronha, que a vista do resisto do les-
tSMiSST ttSlSUt 'mt-' '"- ** /verendo vigario Faustino
lirio pode pbanlasiar laes chimeras. Cora o que di- omes d Oliveira, Ihe certifique por palavra so
go nesl, p-lo que desalinbadameiile, pelos docu- i he o stinplicanle o I. testamenteiro, e se do mes-
ni.ljt. i,.,.... ...1^ .... !. __ ..__ -..-'-.
metilos junios, pelo que ja se lera eacriplo e docu-
mentado parece que me tenbo defendido, a desliui-
do as infames calumnias, convicios, e mentiras de
que estao rechelados os libello famosos, qoe acabo
de respunder, e a oulros, sem que lenba descido a
ocenpar-me dos vis e immundos doestos, que nelle
se eneonlram. Pe$o a quem qoizer iinparcialmmle
julgar a mim, a meus irmaos, e a meu condado Elias
Antonio Civalcanli.que tenham a hondada de ler pri-
meiro o escriptos que menciono no enmer, i iledi,
e qoe assiin fazeiido-ie,espero que teremos comple-
tamente ora julgaiuenlo maii qua muilo favoravel,
ssaiajl como ten.os coiniccao qoe nonas replsenos
ssMa tan Ilesas e inclumes como ai daquelle que
anlos de mis tioscnu consporcar ara seu virolentos
escriploi o Sirieraa, muilos doi qoaea ainda eiii-
lem.
yoeiram, Sr. radsclores, dar cabida a esla. e
aos documentos juntos em seu bem conceitoado Dia-
rio.
Sou de vossa merc, respeilsdor criado.
Manoel Fteire da Silveirs.
Illms. Srs. Tenenie Tertuliano de Gois
gueira, c Noberio Jos Nogueira.
Sipo 5 de oulubro ds 1837
Queiram fazer-me o favor de declarar
desla, se enire N me.
mano los.
ma entriga ou se reculierain de nos qualquer offen-
sa, em algum tempoje permitam-mo fazer de suas
respostaa uso que meconvier.
Sen amigo prenle e criado. Joo Freir da
Silveira.
Illm. Sr. Capillo Joao Freir da Silveira.
Em resposla a sua caria cima declaramos-lbe
que nunca liveraos intrigas, cora \ me. e nem
com seus irmos, e nem recebemos de Vm.cs. uffen-
sas, em lempo algum, e o mesmo asseveramosa
respeilo de nosso mano. Pode fazer
qttizer desla resposla.
Somos, seu prenle amigo e criado.
Tertuliano de Gois Nogueira, Noberto Jos No-
gueira.
S. Lourenc.o Oda oulubro de 1857.
Illms. Srs. Miguel, Joao, Manoel, e Amo-
nio do Rosario.
No-
sope
mira e meus irmos, e seu
que mora no lipanoma. bouve algu-
o uso que
mo regisio consla ter o supplicanle aceitado : por
tamo,
P. s V. S. Illm. Sr. juiz municipal se sirva
deferir como requerido lem. E R M.
Manoel Freir da Silveira.
CerGque oqus requer o suppliesme. ApoJ
2 de oulubro de 1857. M. J. Oliveira.
loaquim Jos Ca los do Noronha, labelio pu-
blico do judicial e olas por 8. M. I. a quera
Deus Guarde ele.
Certifico que revendo o livro em que se regislao
os testamentos, nelle acbei de folliasoiueal fo-
Ihas qiiinze, regislado o testamento com que fale-
ceu o reverendo vigario Faustino Gomes d'Oliveira
no qual ropiva etu primeiro lugar ao Sr. Manoel
Freir da Silveira, em segundo ao ca-.ilo Joao
Freir da Silveira, cm lerceiro ao capito Domin-
gos Freir da Silveira, qnizessem fazer a obra jiia
etn seren os seus leslamenleiros, e do mesmo re-
gisto do dito lesiainenlo consta tor aceitado o pri-
nos lentes d ese eollegio onde presenciados como
respondem protnpla, e salisfarloriamente os peque-
os ,la poneos mezes d'aula a algumas perguntas
um pouru difficeis etc. ao deixando passar desa-
percobido o mais importanle desle ultimo quisilo,
venho dizer, que a regularidsde com que comluz
V. S. os collogiaes ao raminho ds moral he sein
diivida o mais escrupuloso o pouco commumque bei
visto, por isso que nao frequenlo oulro t|tialqaer
collejio, onde deve haver a mesma disciplina como
be de esperar: visto qua V. S. a respeilo represen-
ta mais de pai que a director, tanto disto estou
convencido, que pretendo conlirmar o mou dito
era eniregar-lbe uin pequeo meu em Janeiro p.
fnluro. Agora releve V. S. qualquer falla minha
na prsenle e franca expusicao de mioha verdade,
se per accidens olloodi a suscepiibilidade de V. S.,
sendo com respeilo e considerarlo de V. S. muito
attencioso venerador e obrigado, Francisco Pe-
reira d'Arruda Cmara.
Illm. Sr. major Manoel Juliao da Fonceoa Pin-
nho. Far-me-ha favor dignando-se responder ao
p desla as seguinles perguntas :
1. Se leccionei ja' no engenho Tapipir, pro-
priedade de V. S.
2." Se lodos os seus fillios c sabrinhos que cu-
raigo aprenJerain, liveram aproveitamento.
3.-' Se morei em casa prxima a de V. S., para
que desla forma nossa V. S. informar acerca da
minha conduela civil e moral.
i.' Sedoposita aqu na capital aljjums conlian-
fa em mim, quanlo a negocios tendentes a educa-
cao de seus filhos ou tutelados.
5." Finalmente dir o que souber a respeilo do
collegio Santo Andr, que osla sb a minha direc-
meiro tastamenteiro "a lesiamentaria, e prolestado cao, e se pessoalmcm.i tjn lestsmunliado os actos
pela soa prniperidade, a i> pedirnos a Deus que Ihe
prolongue a vida que he tan preciosa e tao til para
o allivio da eos seinelhantes. Alai quitara dizer ;
roas, na deficiencia de eipresiOe qoe Iraduram to-
da qoa se pasa no meo i'corarlo, lonco mao desla
meio para dar urna prova publica de que sei avahar
os sersieu preiladui por um medico 13o duliuclo a
philanlbropo romo he o Sr. r. Ramni.
Malhildts Candida de Albuquerqoe.
.. l-ElCAtV
allV' i-**3*.'*' '"ro a mais mesaiioi
i. e?lfJ, tiot" t""b0" d" Couceicio,
erecta no arco Pn do R,efe 0 d# gg-
lli- o ., ..Ul por '<"r.8o.
lllra. Sr. Joic Valioso Soam.
Juiz por devralo.
litro. Sr. Joao Jc de Carvalho Maraes.
Joiza por el-icao.
E.ma. Sra. D.olla fiurl. Carnalro mullier do Illm.
Sr. Narciso Mana Carneno. '
Joiza por devufSo.
Esma. sra. U. Alazandnna dos Sauloi Miranda Ma
RalMaa iraulher do illm. Sr. Joto d. Caoba u!-
.., Eserivio por eielrJio.
Illm. Sr. 1-taerse* de Paula Diai Pernsodai.
Eierlvo por devocao.
Illm. Sr. Jotro da Cunha MagelhSts Jnior.
EserivSalpor eleirao.
.71 J"' .U-,Jo?nn Moceno da. Naves (fillia do
Illm. Sr. Antonio Pedro das Naves.)
Esrriva por develo.'
tima. Sra. D. Jlermina Ulioda Uia da Sil.a [mi-
s"a Anloalo Gomes da Centia a
.., Thesooreiro.
illm. sr. Jm Franei.ca de Sa' LelIJo.
iii_ -. Proc'"aiJor geral.
Illm. Sr. Joie M.rqoe. da Coila Soaras.
i, .. Procuradores.
Illms. Srs. Jos Pedro da. Nev*.
Eduardo Ferreira Billar.
Francisco Pedro daa Naves.
Ignacio Pedro da. Neves.
ranri.ru Antonio urao
lonacencio da Conha tioin.
pela vintcna. He o que consla do referido regis-
lo. \ illa do Apodi 21 de oulubro de 1857.
Km f de verdade. O labelio publico.
Joaquim Jos Carlos do >oronha.
Eslavam recoohecidos.
che.- .rain psra us pais e axis desse jauislroque que
assigaoa essas dialibre*.
Seria is.o por sir no lempo do despotismo, no lie
asmo 7 Mas hoje, que estamos em lempo de lber
dade, porque essas posires nao tan chegado pira
esse jauislroque, seus tunaos e seu pai, que aind.
vive, e a quera ainda nilo coube ao menos os losares
de juiz de facln, ou de inspector de quarteirao ".'
A qnalificacao de val-nio dada insolentemente a
meu bom pai, lalvez parla de haver elle ido visitar
a Anlouio l'eraira (jondlm (pai do padre Florencio
de quem era primo cu-irmao, por oceasiao da echar-
se o mesmo Ciui.nu entregue a mnilo. desgoslos, e
com desejos de mudar-se do lugar era que habitava :
meu pai condoeudo-e do estado de pro-Iraca i era
que o eucontroo. con luzio era sua ruiupanhia para | e,"a pilal, e depois ".'..... Esse
ua casa, onde o accolheu pelos dias preciso para os
airanjoi de >ua vi.igein, na qual fazia coinpaiibia ao
pai o padre Florencio, que enlu im rapaz.
Era aqu o lugar proprio de commemorar jocosos
episodio, mas ao respeilo as lageus do sepulcro...
Cunlinuando o janislroqoe, oo o padre Florencio,
segando se presume, e mesmo dizem, comas lavas
da convictos, diz, que andamos setenta e oitenta le-
guas pelo m. li.:iin prazer da faser mal.
-Ni rn eo, e nem meus irmaos jamis demos urna
-o panada cura o intente de fazer mal a algoem, e
nem Dos ha de permillir qoe o I ;; mu-, lie cerln I
qoe lenho viaja lo nao s oilenta cuiou cenlu e vinle
leguai buscando pelos in)o. legaes e permillidos a
todos os cidadilus hrasileiro, avilar males e livrar-
me, e a oulros delle.. Sera duvula allu le iiesae jor-
ro de malidirencia o janitroque a ler en e mus don
Quanlo
cioauaos imporlaulis que por (ssts lempos de esees-
so e ezageracei se linslili.av.iin, nao eslo li .,r? li-
gados e eouciliados, uo si'i nesta como em oulra
provincias, e deixo de relacionar nomes para n.1o fa-
zer trale. e ingratas rtcordar'S 1
lodavia ser-me-ha permillirlo dizer, qoe o padre
rioreiicio em lempos mais remotos foi protegido do
uado senador (iuerra, depuis fez guerra, nfln an
pai ti lo delle, como mesmo ptopria familia do dito
senador, com quem e.la' hoje harmunnado e .ende
grandemente protegido por uin memliro importante
d'-sa mesma familia, que l.lvea por asilm relribuir-
llie generosaroenle antigs o(lena. Esse mesmo pa-
dre loi amigamente amigo do Sr. Joao Carlos \Vaii-
derley, qoe se encarresou al de ser procurador del-
puis '.'..... Esse me ino padre e-
la tu i- um pouco litigioso, porque 00 interior desla
provincia os uortisias puros o consideran! como tal
e dizem que na capital declarnu-ia membrn da liga,
e lauto a.sim, que foi -eu iiome incluido na chapa
dos conciliadores para diputado ptovincial, haveti-
do-o lambem sido incluido na chapa dos poros, sen-
do o re*ullado ter ontido no collegio da Imperalri,
ao qual coucoirerain 51 eleilaraa t voto., c no do
As-ii >'), ende se reuniram Hj eleitores ; ha, pois,
toda a conveniencia cm se elle declarar com quem
esla em poltica.
Vollo aiuda a lal historieta de victimas.
i liiiilnin como lal considerado o fallecido viga-
rio Faustino lisreei de Uhveira. Be sacerdote res-
peilavel roi intimo amigo de meu honrado pai, meu
do uto os irmaos.
Em I87, qoando Toi ao Ceara' pedio me para em
atnlgoi, que nao .au meus irmAo, era marco uara i *"* ausencia liear tendo seu procurador, o oue a-
.I...1J-*___ .. .... i'.il.; .. I. .. ... ._____..... *
ilml do auno pa.sado ido a capital desla provincia,
alem da oulros negocies, representar ao presidente
da provincia, que euUo eta o Dr. Passos, o inconve-
niente que havia em ser provila na cadeira do seso
ceilei, e depois que volton adoeeendo fez o seu tes-
tamento, a entre us seu. amigos qoe eram lodosos
seus Tregese, nomeou-ine seu primeiro leslaraen-
leiro, como prova a cerlidao junta, e Slo depoi. de
raminino do Apodi e-sa Ani.a llosa, pata o que llie ""'" "' dou* leslamenleiros Lomeado-, meus dous Ir-
apresentamos urna rcpreietitec,.1o assignada por gran- lna'"-
h um homem que linha inmensos amigos na fre-
guezia de que era parodio ha qoa.i meio seclo, ha
na de escolher para curapnrein as diiposicoe de
soa ultima vontade a honiens que o livessem vicli-
mado .
de numero de habitantes diste municipio de um e
de oulro seso, perlenceulcs a todas as lamilla.
delle.
Mao .rumos felizes nesse empenbn, a feliz leria sido
a provincia, se fina ni etsa a iniuslira que.oflcessem
seus habilanles soba umino-a adinlni-tiaro do Sr.
Passos.
Parece qua lambem allude o janislruque a ..
e oulro amigo em juibo de.le auno ido a eia cida- ""festava, repilo, encarregar-nos das dipoir6es de
de representar ao E.m. Si. bi
veniencia que havia era par
.Apodi) o padre Florencio Gol
dalla era vigaiio Interine, pelo seu curap
pbrenelico edesregrado. A presentamos a S. Ex. llvm.
os docomenlosque compruvavain a veracidade da re-
presentarlo qoe levamos a' sua respeilavel presenta,
a'slguada por crescido numero da habitantes desla
fteguena de ambos os sesos. S. E\. Kevm.', avista
de luda, fez justit,a, mandando demllir u padre Flo-
rencio do lugar de vigario Interino em que se aclia-
ta, e sendo convenientemente substituido, lem-se
acalmado a ialriga, e ludo ma ja' serena e plcida-
mente, a mo terem essas lavas de injurias e baldues
a oue e-tnu respondendo, que vieram avivenlar odio-
sidades ja' arrefecidas Inventar cousas que nunca
ovi-iir mu, romo provarei a' luz da evidencia. Ao
despeilo do padre Florencio pela bem merecida de-
inis-ao que snllreu, allribuem-ss lulas -as nausea-
Loiii la. novellas.
Ijn nosso amigo, em o Diario de Pernambacoa
de < ou 8 de Janeiro dele annn. ja fez urna tuciinla
eiposifao sobce as duas queslOrs de que acabo de
tratr.
Continuando o jauislroque, meuciona umi grande
ralele de nomes de pessoas qoe diz le rm sido vic-
limas minhaa e de me is irmAos Esla declararon
muilo me satisfaz, porque da-me lugar a dar-lhe o
mais completo e solemne desmentido. As quealn
rio'majol Nogueira, de Manual da Cotia, da gente
Se fossemns mis estes humen que nos quer fazer
o padre Florencio, havena o padre Faustino, que
ter eu nos eonliecia desde eriani;as, que atiuoalraeiile nos
-... cida- eonfesiava, repilo, em
spo diocesano a incon- ua ullima vontade T
irochier esta freguezia | ',l nica considera^So por li s he bastante pa-
s de Oliveira. que i r" destruir todas ai calumnia, insullos e balJOe.
u curap irlamcnlo co"\"> '"" VomilarJoa.
Mas o padre Florencio be nosso iuimigo, p^rice
poi-, segundo pens, que dizendo que as haviamo
victimado o vigario Faustino, asslm se licava eren-
do '......
Quanda l aquillo, recordei-me da aneidola se-
guint-, qu* lenlio onvido referir :
Tomando em um tribunal de jurado, om advo-
cado o lugr de defensor de um reo, quando Ihe
coube a vez de fallar, erguendu-se .n..e Scnho-
'( res, o cdigo diz qoe alo nevera' rrime ou diliclii
logo o meu cliente nao be ctimiuoso
dn iniii uin dos dedo, a continu.icao du
da disse e e dovidam venliam
gideora gargalhada se
nal. n
e lapan-
arligo, lll
ver. o Urna rstro-
iio recinto do Iribu-
O racto he anlogo. Francisco Feneira Lima era
pesoa de minha amtrade, alm de er meu paren-
te ; Uve de, na qualidade dejuiz de paz, dardois
seulenca. contra elle, a' v:-la do allegado e provado.
Lima conlrehira urna divida qua confea.av, mas
queria encnnlra la em ulna retIoir/So que pr'elen-
dia do roiisenhores da divida, por nina parle da
qual foi chamado a juizo. Teve no juizo munici-
pal enlenra contra a pretendida reliluir,iln. Ora
se e.la .enlenra foi justa, justsima foi a que profer
e se esla fai injusta, Lima mino foi victima de qoem
Vej.m, pois, em que aentam, o que redigio, e o
rjue assigaoa o libello Inflammatorlo. tm oulro ar-
le S. Antonio, do liro desfecliado em meu cunliadu I advognu acama, de quem cnnipul-o,] os aul'sdi
Elias, ja' Iratei e esclareci na correspondencia im- I q"*s'So prinripH, e asiessoriou ao juir e de-te une
pressa no u I liara de I i de dezembro de 1855, a que projerio .enlenra.
im comeio desla me re-ri, e para ella remello os v
lellores, e por Isso n3o devo fazer novas repelirots.' I06
O pai do jauislroque lilhus na verdade lio mu', ''" ''' lill'<> lie o e_uint
iiKimg pela razio qoe ja meiicionei naquella cor-! A lamilla Sabe-mallo nao lem digerido pnucoi
repondencia, e porque mui legaluisnle Ihe tecrulei. *""' Jo fel, derramado por e-as lingnas, porem
om fillio, que indo reinellido para a capital, em ca- | modelo de man.i ir,,, e lofl'riinetilo lem at agora
minti evadio-se da escolla que o runduzia. Esa conl n" '"" asemplos e couielhos podidocomer uin
hislorlela da lerriuha da Garrafa, deu-se pela na- eipleiSi gerol, ele
ncira segoiule : ^llo temo intrigas com a familia Sahe-muilu, res-
Meu primo hoje fallecido, ilenvenulu Fi.lbo, de-1 pei'"",0 '" c0'"1 ellil <">< Sabera s que lia quera
legad,, rulSo de polieia de l'orlo-Alegre. vinio a i Uu ,'' ''"* acender esa iutriga,
es e termo, procuraran) no pire elle empenhar-se "a'' "'" HP*fl,D0 1ue 0I" (,,i, familia Sabe minio
comigo pela aaliora des.e recrula ; elle enlo pro- re(-0'll",<'er a nossa siiiceridade e lu de lam-
pos a venda de.sa tetra da garrafa, e a con lirio da reronliecer a maldade dos que tanto se lem rm-
mudar-e du lermo essa uenie ; lalvez i.o itissesse P,",ial!l em furgicarem esses enredos. Aceitamos
para livr-r-so dease pedido, e c,ninuncanJo-mu i "Sil ll,,V'r a rj""lia Sabo-IBolle coulido
depot, respondl-llie que o recrula j' elavi entre- ""' "P1"0'
uoe a elle, de confonmdade e ,m a. ardeni da pre- Segoramenle foi por iso as e!er6ei de setembro
sidencia, e ao presdanle eslava ltelo es, negocio i e novembro do auno prximo passado Essa cmifis-
e que ella llenvenulo lizesse o qoe entendesse : ni.la 'a cmlirma o que eu e outros amigus bem' s dilo
lieou, e vollou Benveiioto para Potlo-Ale.re ; de-;''' h. que s-mo fora o commandanle superior
poi. anda me f.lliram limo, e eu para desviar-m. '"" Manoel Fenandes, o rompinenlo teria ii,lo .n
ai.se que su se o negocio >e effecluasse cura quem eu I l'" inlallivel.
qoizesse. Dunca maudei emissario algum tratar de lia verl,l no..H,rai, ,,- .
tal cousa. e o recrula sendo reme.lido, fogio do ca- mas nao david.mo. ^ ," deaa-orlr JZ Ph "'
ininho. como ja' di*.. m0.nn, ,.,. nu^Z'^f^&ZZ
O logro do jauislroque leve duvidas comi-o por conciliarllo polilica.
causa de limites de tena, e com effailo vivemos loi- I Ouem vive e quem lera conheeimenlo do, v,.
m" !' dos nesl provincia .be as modillcarnes, iranifer-
O proressor Dantas, recurdo-ma que estando para meriies, e separaees que nelles lem liavido.
mudar se do Apodi, pur haver requerido remocAo
do emprego. disieraiii-me que fc
Sipo 3 de oulubro de 1857.
Tenliao Vmcs a hondada de declarar ao p
desla,so meu fallecido pai em algum lempo os per-
seguioouteve intrigas com Vmcs. eda mestna
(orina eu e meus irmaos, e permitiam-me fazer o
uso quo me convier de suas rcsposlas.
Sou de \ mes. amigo venerador e criado.
Joao Freir da Silveira.
Illm. Sr. Capiao Joao Freir da Silveira.
Temos mui la saiisfaccao em assever.tr aV. S
que nunca recebemos do Sr. seu pai a menor olTen-
sa, e antes delle nos recordamos com saudaJes,
pela attencao, e amizade com que sempre nos tra-
ten, selo, como do V.S. e de seus manos nunca
recebemos ollensas, e anle* lomos amizade. Pode
fazer de nossa resposla o uso que Ihe conv er.
Somos de V. S. amigos veneradores e criados.
ftliguel Jos do Rozario.
Arrogo de Joo Mariins do Rosario.
Amonio Manoel das Virgens.
Arrogo de Antonio do Rosario.
Vicente Alves Barboza.
A rogo do Manoel Mariins do Rosario.
Luiz Bizerra de Moraes.
Illm. Sr. Joo Barboza da Cosa.
l'ero-lhe queira lera bondade de declarar-me
ao p desla,se meu fallecido pai, eu ou algum de
meus irmaos temos, ou tivemos algum dia intrigas
com \ me. e permitta-me fazer o uso que tito con-
v ier de sua resposla.
Seu primo amigo o criado.------loo Freir da
Silveira.
Illm. Sr. CapilaoJoo Freir da Silveira.
Etn resposla a sua caria cima digo-lhe que
nunca t.ve com seu fiuaJu pai neincoin Vmc. e
seus manos intriga alguma. Podo fazer o uso
que quizer desla minha resposla.
Por meu pai o Sr. Joao Barbosa da Costa, Vi-
cente < romea d'livera Cosa.
Villa do Apodi 5 de oulubro de 1857.
Illrn. Sr. Profossor .loaquim Manoel Caineiro
da Cunha Bellrao.
lenha V. S. a bondado de declarar-me ao p
desla, se algum dia levo comigo c meuscunhados
iiimiz8de alguma, fora das divergencias proprias
da polilica, por pertencer V. S. ao pariido libe-
ral, eeu ao saquarema, som que molino assiin
houvesso entre nos intrigas. Se pelo natal He
1850 quando de embocada desfecharani contra
mim um liro ; sendo etilao V. S. juiz municipal
subsliiulo, mi foi logo a minha casa edeu as pro-
videncias que eslavam a seu alcance, e se repetin-
do suas visitas eu por mais de uina vez lite mos-
Irei algumas cartas particulares. Su depois ep-
parecendo noticias vagas que aquelle tiro partir do
lado do su'.dizendo-se que V. S. disso soubera.
se Ihe eu nao oscrovi dizendo que lal cousa nao a
credilava: *e por esse lempo recebeu N S. algum
ataque ou atueara de mim ou de meus cunhados,
o se os dirigimos a algum dos membros de sua fa-
milia e se finalmente nao estamos hoja reunidos e
em harmona, sol as bandeiras da conciliaco po
lilica v aliados. Permiiia-me V. S. lazer o uso
quo me convier de sua resposla.
Seu amigo venerador ecriado. Elias Amo-
nio Cavalcanli d'Albuquerque.
Illm. Sr. Tenente Coronel Elias Antonio Ca-
valcanli d'Albuquerque.
-Nunca live inimizades com V. S. c neto com
seus cunhados, por cansa da dillerenle poltica qne
seguanlos.
Quando em dezembrode 1850 dentro d'esla
villa inopinadamente deram-lhe um tiro, corri a
loJa pressa a sua casa, alim do romo juiz munici-
pal prestar-lhe lodo e qualqner auxilio au meu al-
cance ; pedindo logo um destacamento dos solda-
dos da cidaduda Imporalriz para ter aqu, a mi-
nha e sua disposico, o qual me fui sem demon
enviado. Lenibra-ine tainbuin quo V. S. mos-
trou.nie algumas carias particulares, e depois ep-
pareciaui noticias que o tiro partir do partido em
opposijio.
Quanda V. S. o sua familia so achavam nos
manares veixames, em minha presenca disse, o
sen cunhado o Sr. capilao Joo Freir da Silveira.
que o tiro vitiha dos sulislas, e logo que se des-
cob.isse o ag-;ressor troiariam-se balas ; mas nao
declaran o nome de pessoa alguma : tambem eu
diria lauto, ou mais so mo visse offendido ; rnor-
mentecotihecendoeu, que V.S. e seus cunha-
Jos sao homens
Senhores redactor-. Nao posso nem devo lao
pouco de xar em oniiisio tima resposla ao qoe acer-
ca dn colleeio Santo Andr, exisleute nctla cidade,
sub minha direecJo, avanfoo-aa no sJornal do Cnm-
in. rcni. desla cidads ; visto Como loas proposi(es
sAo lio malignas, exi-lem IJ > impregnadas de fel,
que a' ullioi vislos realla a ma vonlide nutrida con-
tra iiiiiiIm pobre uidividualidade.cuja repula(io, por
laes meio, procurou se ferir, e fe'ir gravemente, de
min.ira nl a ir-e illaquear a boa f da redacAo
daquelle peridico ua iusersSo da semelbinle ver-
rina.
Na verdade, eenhures re (actores, quera quer que
seja e.se meu graluito desallaclu ; quam quer qu
seja esse individuo que a.sira se oolra no desabono
alheio, irrogoo ni urna injuria, fe-me orna offen-
sa no que lem de mais aensivel o carcter do homem
publico, do homem sobre quem deacan.a a conlin-
ca de grande numera de familias, cojos lilho Ihe
ao entregues para clocar ; e essa ofTensa, ou, mai
propriamente fallando, esa vingan^a he por cerlo
digna de iim ente anti I il, que oiilem, pesando
srnenta a' seos taetinCtei, Ota sabe guardar as at-
tenrOes, nem as conveniencias do astado de souieda-
de, nem lao pouco os deveres de urna aiuda medio-
cre moral. Como quer que seja, no enlrarai em
largoi daienvolvimetitni da materia que con-lilne a
minha reiposla ; nao ma envolvirei noa .oblerfogios
de qne usaraiu para cumigo, afim de m>slilicar-ia a
verdade ; pois que acrusa^rs ha que, por sua for-
ma desconiiesa com o que ha real, que por leu eslv-
lo incongruente, e pelo afn que sa Ibes nula e Ira-
suda de lodos os seui piro., a melhor impugnac.ilo
que se llies pode aptesentar he llenar a apreriaco
do publico o eu enunciad? puto e simplesmenle ;
porqoe nesle caso a inlclligencia esclarecida ja' pelo
bom sanso, ja' pela illuslraro dedoz a legitima eon-
sequencia comida em laes prinripius \ istn lie, a sem
razilo com que se b.,ralea o crdito de oolrem.
A accusariq qm s9 me faz no estar' vazada por
esse mol te'.'
I' ir r-ine que sim.
No enlrelaulo, qua effeclivamenle se me argnirim
Jefeilos sem razao tullicieule ; qua ludo quanlu
acerca do collegio Santo Andr cteou urna imagina-
(dJo eminentemente phanlaalica, nao pasa de um
eiforc,o de cunc.prao, quo deiiarei de qualilicar, jA
foi eiubaranlemenli demoaatrade pelo me.mu Jor-
nal do Cnninercio n'um bem elaborado commoui-
cado que faz honra ao respectivo aulor, ndo sn pelo
modo cavalleiroso em que he concebido o mesmo.
corno ainda pelo senlimento de goiiernsidade que o
dicloo, ao qual lerapra terei reronbecido.
Oque pois aocrescnlar mal, alim de desfazer
qualquer impressdo qoe possa ainda subsistir em es-
piritas menos faceii de ceder errsoa duvida ?
Por maior que seja poror a .lena de ir-piicum
que ai absorva, nao pdenlo resistir a evidencia da
verdade, a esla em so plena nudez ex,.re.-a nesla.
palavras do me-un uJornal do Cominereios, qoe ge
neroso nao tardn etn vir reparar o mal, a qoe o in-
duziram almas mesquinhai qoa por ti aferem aos
nutro ; .Ya mitiga anterior misiva A% urna ac-
c.uwio injusta ao director do coltegio Santo An-
ir, e por isso retiro ludo quanlo a tea respeilo dis
se, por mal informado. > '
Um f.icedist., podera' ainda perforar a hesitado
sobre a IdjusIc da aoeaaiCla i que ma tanho re'fe
rido ? v
l". II ira la nesta pe a qoeslSo, do qual n.io he ab-
solutamente poasivel ladear, sobr'elevaie a miuhi
jailiBcacie fulguranle como a propria verdade ; e
para que ella leja cumplida em ledas as faces por
onde >e a encare, darei a publicidade aa seguinles
earlai de pesioas rtspeitnveis, as qoacs se patentes
o meu proceder anterior a inslallarao do rollegio
Sanio Andt e qoal o conceilo de que este gota.
Fieo aqui nestss poocas consideraron, pedindo
desculpa se de-comediii.enlo nella lia, qoe medeve
ser relevado, lanto mais qoanlo di leudo urna injusto
aggressAo.
Kecife !l de novembro de IN.Vf.
Andr Alves da Poniera Jnior.
I
>
Illm. Sr. lencnte-coionel Francisco Pereira de
Arruda Cmara. Digne-so \. S., responder ao
p desla as seguinles perguntas :
1. om que lempo fui para o engenho Mussupo,
proptiedade de \ S ensillar as primeiras letras,
msica a piano.
2. se os senhores seus lilhos liveram aproveita-
mento.
">. so morei em casa prxima a do V. S., e se
de moralijade, ordem a regularidade do mesmo
collegio.
A resposla de V. 5. muilo obrigar a quem
he de V. S. alenlo criado e venerador. Andr
Alves da Fonseca Jnior.
Em 2 de dezombr de 1857.
Illm. Sr. director Andr Alves da Fonseca J-
nior. Apresso-me a respotar ao p da sua muilo
honrosa caria as perguntas a mim faites :
Ouanio a primeira dir-lhe-hei que V. S. foi por
mim chamado logo que acabou de lereionar aos l-
Ihos do Illm. Sr. leiietile-roronel Francisco Perei-
ra de Arruda Cunara, sonlior do engenho Mussu-
pe. para leccionar lambem aos meus; islo porque
eslava muilo bem informado e linha convicc,o de
sua boa moral, da conduela exemplarcomo pai de
honesta familia e da maneira porque trausmiltia o
ensino aos seus alumnos.
Quanlo a secunda dir-lhe-hei que o aproveita-
mento (oi tamo que delles colhi, que aindi hoje
querendo que ellos sigam os demais preparatorios,
escolhi anda o collegio de V. S, e ahi se acha o
meu sobrinho e tutelado, aperfeicoanJose no latim
e basiann adiaotedo no francez.
A ierrara pergunta respondo, que nao s V. S,
morou dentro do cerrado do meu engenho, como a
casa era poucos passos anejada da minha, d'onde
so v que visilavainos familiarmente, e queem re-
sultado oblive de V. S, e de sua familia respeilavel
as melhores provas de amizade e mude! : prten-
lo u par de suas instrucces descansei inieirainenie
na educafo dos meus lilhos.
J anteriormente lenho respondido em relajo a
quarta pergunla ; e respondendo a ultima termino
tambem |ior assegurar-lhe que em Janeiro do pr-
ximo vindouro auno farei conduzir dous filhos
meus, que para esto lempo devein oslar bons do es-
cola ; logo eolllgira'desla mioba resolucao, qual he
o conceilo que faro do collegio que .est sob a sua
dirercao.
Teitho responjido. Uisponlia de quem preza ser
de V. S., alenlo criado, venerador e obrigado.
alanos! Jultaada Fonseca I'inho.
Eslavam recoohecidos,
. ^ AO PUBLICO.
Breva respostaa correspondencia do Sr. Manoel
Juliao da Fonceca l'inbo, em o Diario de 5 do
correle.
Continuo a estar persuadido.de ler consciencio-
sarnente, e com tu la verdade informado o requo-
rimento do Sr. Manoel Juliao, ao E\m. Sr,
Hispo Diocesano ; pao foram os motivos de avidei-
que [ graeas a Deus ) nao os tonho, appello mes-
ino para o Sr. Manoel Juliao, e muilo menos
imposigao, de quem impoem ( que o no conheco)
o preceilo de pertencer aquello territorio a S Lou-
renco, quem me guiou a dar a informa^ao que
dei. No cumprimenio de meu alto ministerio nao
faco coro com iiinguem, sigo o que me dicta a
consciencia. O linalde minha inforiBa^o que
lamo postemou ao Sr. Manoel Julio.nao sendo
positivamente a elle dirigido, podo-se-lhe applicar
som elTetisa nenhuma, de seu extremoso amor pro-
prio, a re[iutacao, segundo o juizo quem forroei,
que ainda se conserva o mesmo, he nao sorem as
difliculdades de socrorros espiriiuaes que movem
o Sr. Manoel Juliao o querer desligar-se desla
freguetio, paremaim, o ser lilho de Iguarassu,
ter all relacoes, amigos e prenles, propriedades,
presligio.inlluencia, desejar continuar a ter ele,
o que, perlencendo a essa freguezia, teria de alli
ser esquecido, e aqui nao lembrado, pela longi-
udeem que mora, e ler feilo de sua babilat;o um
completo rctiru, eclipsando-se desle modo, o pres-
tigio a influencia quedeseja ler, o quenao digo,
nao merecer. Esses motivos o somente estes sao
osqucjulgoo Sr. Manoel Juliao ler, elles nao
sao reprovaJos, ants digno3,juslos, e mesmo va-
liosos, porem nao sao religiosos, chama-Ios h
urna profanarlo, arobcrta-los com o cavallo de
haviam relacoes familiares, donde podesse V. S.. baialha que serve de mani em todas as devisos,
presenciar o meo comporiamenlo e csluJar a mi- subtraccGes o addieces de freyuezias ( difficuldsde
nha conduela civil o moral. desoccorros espiniuaos) he quere-los apadrinhar,
4. Ilnjliiicnle o qua lem adiado a respeilo do
eollegio Sanio Andr, por mim dirigido nesta cida-
de do llecife! Se lem assisliJo as cxplicacoes dos
profossores ; o que tem adiado quanio a seguranea
individual dos eollegios ; ese tambem sabe da ma-
neira porque sao elles alimenta'os. Com a sua
resposta muilo grato flcar o de \ S., criado l-
tenlo e respeilador.Andr Alves da Fonseca J-
nior.Em 2 de dezembro de 1857.
Illm. Sr. Andr Alves da Fonseca Jnior.
Salisfazetido com muilo prazer o pedido de V. S.,
sou a responJer-lheem abono da verdade o que sei,
e realmente he. (uanto ao primeiro quasito de
sua ob-equioia caria lenho a dizer, que precisando
no anuo de 1846 de uin professor para a instruc-
co de maus filhos, procurei nesta praca um pro-
fessor idneo para musica, piano, primeiras letras
de quo esies litiham poucasluzes.e enlo em resul-
taJo de minhas diligencias tive a fortuna de depa-
rar com V. S., que com sua Limo. Sra., acom-
| panhou-me para meu engenho Mussupe debai\o.
| A respeilo do segundo releva confessar que sem of-
| tender a susceptibilidad*, de V. S., venho dizer,
i que nao s por mim, como por mais pessoas enten-
jdidas na materia, fui recunbecido o proroplo adiau-
I lamento de meus filhos, as materias citadas.
Ao toiceiro tpico importa confessar com a precisa
borSH;;0(reF,i'"ar'fl qu,nunca ora,n M****frm*mmd^^Vvr5.
bramarlo. Foi corlo que nppareceram nol.cias lio conligua da min|la rcsidenca> hcil ,; f
vagas, oue dtziam ser eu sabedor donde vinlia o li- i ,"onc," ijhi me ioi
. .' uuiiuLviiiiia o u ser teslemunha o apreciador de sua oulima conduc-
ro cima mencionado; mesmo por pessoas nue ;;t m,,i ,,L............ ,K C
por pessoas que la cvi| e moti^ dexanj0.me saiuloso qUand0 ,s.
JE """ l'ars engenl, Tapipir. a chamado do
meu amigo para o mesmo lim, sendo que ainda a'li
nutrimos as mesmas o inalteraveis relacoes de ami-
zade. A respeilo linalmente do quarlo qoesilQ com
a mesma franrpteza e lealdade releva confessar. que
por mais de urna vez hei observado o delicado e
pouco commum Iratainaiito com que sao por V. S.
I lialados os collegiaes; viaio que.a piincipiar pelo que
diz resptito a suslcntacao dos mesmos, vejo 'ue o
i almoco satislaz precisamente o collegial, viste que
i al a mesa no est a urna amarra por assim dizer,
Na fregoeria de Cu ropo Grande, a familia e os
avia dilu cnu-as em adlierentrs do rapeilavcl capitn Mariohn ennra-
desabono de pessoa de m t,ha ramilla : U. cea- ram-e du Dr. Pin.g, e de su ha ,,' \4u
pairdc^lavr" SU,,'a eO!a """" ** !J0'U"?"-8^ e-li^ver familia do P1. I
pa-oune palavras. lo, que d'oulrus Umbem M sanararam rmM.r
JinaWraira de Amorra), Iranctsco Iteinaldo e o deu-se mesmo. M em Sania Am"
ten-ule t.irapeba i|ue ha anuo, mu tou-se pira a imporlantea familias do Uel
mlerior do Lear ] ole liveram intrigas comigo, e
""'."!" rom mana Irml a ola ser orna leve indis- pois o mesmo que e dea l
PQ,.,,lo que leve Amor.nicom meu irmao Domingos, | rar.m-w mod/licando oi rumB
do Mallos a
liru c Silva, que semiire
tvaram resihclaroenle ligadas separaran) se ; foi
nao eram de sua familia
procuraram para me deprimir, e logo recebi cartas
suas (" qua as lenho) dizendo-me que nao accreJi-
lava as noticias quo vagavatn, do que ainda Ihe
sou obrigado. Nunca fui provocado por V. S.
ej seus cunhados, e nem nunca dirigiram mem-
bros de minha familia insulto algum, e quando os
dirigissem libamos guau Torcas para repcllir
qualquer offeiisa physica, ou moral que se nos li-
sesse indeperideiite mesmo de ser auloriJade.
rtoalmeote posso dizer quo estou cm harmona
aqui com lodos r ,|UOCon. V, S e oulros somos Z0 0 pa0 ^^ 0Iras ,;,;
amigos, e mellamos de baixo das banderas d a sua saiisfacao, k-n como que nao esls volado
concil.acao polilica e se houver urna ou oulra saborear a emulio do cafe, sendo que sao sorvi-
pessoa que por celebndade se que.ra tnculcar meu dos de cha, segundo seus goslos, e paliando a tratar
gratuito tntitugo. enlregarei-o ao desprezo, como ,, j,ntar sou a 110lar a phil.n.hropia com que V.
fazer desla o uso que S. alterou os seus estatutos melhorando a sorle do
collegial nesia parle, visto que o que hei presencia-
i i ain'g0 rSPuitaa0r e c'isuo. do encerra urna ditfurensa favoravel, por exeinplu
Joaquim Manuel Carneiro da Cunha Baltrio. a pingue sopa com que estaam o profuso janta
\ tila do Apodi 7 de oulubro de 1 857. com o devido asseio, e franq.tesa, sendo que em me-
Rio Orando do ftorle. S3 commllm V. S. dirige a ordem, e faculte ao col-
Apodi 13 deoulubro de 18o/. legi.l a esculla do prato que alli enlre varios mais
Aos insultes, mentiras e calumnias adrede in- lim conven), a a respeilo da ceia
ventadas contra mira, mpressos no Diario de|ao almoco, nada ica desej
e cohonestar. Em que pois offendi ao Sr. Ma-
noel Juliao 1 s a mil gargalhsdas, porm ellas
sao improprias em negocios serios, e enlre pessoas
pese prezo. Tudo mais nao passo de caduci-
dades, c posto que algumas mereco agloria do iu-
vento, cumo a de receber retribuir;ao pecuniaria
por actos quo eslou obligado prestar gratuitamente;
nao tendo eu nunca exij-ido, ou recebiJo lies
retribuirnos, e mesmo daquelles que sem favor
devo receber conienio-me com o que mando, e
alguns por ah licam, eslou quo o Sr. Manoel
Juliao mal informado lal poderia dizer, dando o
devido descont ao desaforo do Sr. Manoel Ju-
liao, deixo de repcllir com a energa propria de
meu carcter, essas malvolas insitiuecoes
Agradeci ao Sr. Manoel Juliao a delicadeza.em
nao querer publicar as cartas quo de mim lem, po
deudo fazer logo que queira.
Tito pre'.endendo i ollar sobre esses negocios,
rogo a Deus para que conceda ao Sr. Manoel Ju-
liao o prazer de se ver na freguezia de Iguarassu,
para desle modo descansar de lanas fadigas, e
vor roroados os seus mais ardemos desejos, o que
muilo e muilo almejo ; e ao Sr. Manoel Juliao
queem seu desabafo procuro oulro, e nao o viga-
rio, Jos Ildefonso Rodrigues da Silva Dulra.___
? de dezembro de 1857.
i^aie:: _
A si ntidi-Hi,,,,, ,uoiie Ir Bai.i Mr i n
femama da Silveira muMTmmn
lctea a sombra a geraco descrida
Acorde.ie, mortal! he ao sepulcro "
na larva humana te disperta t vida.
A. de Azeeedo.
A vi li he um prantoar de acerbas dores
Ha um tnsie colhor de murchas flores, '
ira paliido sorriso ;
lim desortn areenlo e neg-o todo,
Jnde a rapta que a sede eticoQln he lodo ;
lita cainintiar conciso.
Indhontem lauta vida ella senta,
E hoje pela morle exange e Tria,
O que resta de oais 1
(jualro cyrins ao pede um corpo morto
Lma loteira ftmilia sem conforto
Finando-se enlre ais.
N'ella a esposa querida o uposo chora
irmao, a afilhada, a roiS devora
Acei bo pranto e dor.
Morte, mor, quem s' ijnde partiste
Em que taca infernal tu te Tundiste
A's ordens do Senhor f
Viva deleitando entre carinhos,
sorrindo-sc aosorrir de iuuocetitlnhos
A <*ueal de m>' servia,
ludo liojeso diz um nome-murta
rulo respira dor que nao conforta
Dos homens a.alegra.
I ti Ja ha pouco de meu pranto
Um sepulcro fiz baohar,
Onde um corpo ji sera vida
l'ranteado vi bsijrir ;
l'ranleado por aquellos
Oue hoje a dor faz lacerar
irisiesorle be de quem vive
Jue ha de e.u. pranlos se banhar.
De minha harpa mais um canto
Jrtstee pobre v lo dou.
He sincero como he triste
ll"jeo peito queocantou,
He consolo, he preco d'harpa
J te a lisonja nao mauchou,
Aceitai meu pubre canio,
Accitai eu vo-lo dou.
Mioba alan bapiisou-seem pranto imirai
.> ragoa do aollrer poriacou-ie.
. G. Dia:
Amigos, como vos, j vi mou pranto
A race requeimar-me,
Ua morte de mou pai, da irmi. a ausenta
A vida quiz gelar-me.
Amigos, se eu lembrasss o moa passado
Sem um sorriso dar.
Jamis eu rae riria, sentir pranlos
Devia eu s gozar.
liomeiro solitario a si no mundi
Oastareu ia a vida
b roorrer (irslembrado d'esses homens
Oe almas Uo mentidas.
Mas Dos asiiro nao qoiz, moatroo-me am aojo
He candida roupagem
fc Uisse-meSer teu norta e guia
l>a campa na romagem
E boje eu vivo alegre m is queonUora
"io, aim doslembraJo...
Carainho como o ceg aps do guia
Com meu astro doirado.
Nao chorem, que essa viJa he am prantear,
m mcerto dormir, longo acordar, .
Um paludo sorriso;
m deserto areento e negro todo,
Onde a fonle que a s ie eoconlra he lodo,
Um caminbar conciso.
Ntt chorem, que da dor o pranto triste,
mo da vi Ja, ao que ja na morte existe,
Um momento sequer.
O pranto sobre um morto he Tolha secc.
Vue na lousa da csmp\ o sol resecca,
Sem esla o perceber.
O que cumpre ao cadver .' Campa fra
a treva, a escuridSo, onde do da
Nao derrama-sea Ijz.
\ alma que voou, prece lervente,
Vos tristes choradores, crenca ardente ;
Que reverbera na Cruz.
O tufao, que espilbou leus I racis restos
Pasaou ; nao deiiou trilba.
A. IIfmilano.
Descansa, descance, no reino dos jualos,
lu- alma que a culpa nao pie manchar:
Que o labio visguento do mundo lodoso
Jimats em seu hrillio deisasle oscullar.
Descansa, descansa na patria dos anjos
Que a treva da campa teu corpo eacondeu ;
Desfructa das glorias que goza somene
Quem morrep'ra trra.quem vtvep'r'aoaco
_ ., Maritiho l'alhares.
jtecifB de dezembro Je 1x57.
'
urna condemnariio.
llie convier.
Pode
Srs. redactores.Nao pono por mai lempo demo-
rar o cnmprimenlo de u.n dever que nasce dos maii
ntimos senlmeiilos do meo coracao. He o pro.
fundo recoiiherimeiilo de que eslou penhorada para
com o illm. Sr. U Joao da Silva Hamo, pela ,_
licude e parliculir dedicsc,ao. que tem mostrado
ni cura de mina lillia, por adopi;ao, Mara Seve-
riiia lint, a qusl, a nao ser e3se Iralameoto deli-
cadis imo e tan proficuo, estou certa que nan te
acharia presenlemenle reslabelecida.
Mara Sevarina l.in, fui urna das psoas qoe bem
solrersm no incendio que leva lugar n .. Clnco-
l'onla, era a n.ile de S. Jnau do crrenle anno
Moca, na idada de 16 anno, ella pireria, aliento o
sen padecimeiilo, mais urna Infelli destinada flsn-
rar no rol das viciiinas di queira ealeilropbe. Mal-
tratad era exlr-nu, ii,i,i.i alaijada da urna perna,
enlrou a cuijti>o; loi o Sr. I)r. Hamoi qoa
desdi cinco das depls daquelle fatal aconteennn-
lo se pre-loa a iniinlrirlh craluilamiinla o leme-
pios, a Irata-la e eoiu lauta felicidade o
feilo, qoe obleve um cmplela vieloria sobre
rail to grave e asioitador.
Hoje, que ella se v completamente restabrlecidi
livre de ludo o pertgo, a ningacro, aballo rfc l)eo
d-ve igra tecer e-le Inaprecial benellrio lento ao
Sr. Dr. ".ncs. ruj rari lade he era limite, e coje
alma bem fofmidi partea idenlilirar que soirrem, cora 'o li a o pobres que neees-ilain dos
leo velio-o sotili ..
lem
esse


,4

'
\


CAMUIUS
Sobre Londres, 26 tj-i d. nominal.
f Paris, 350 ri. por fr.
a Lisboa,1IU por %.
Descont de letlrai, I > por eenlo pelo banco.
Ouro.tincas hespauholai.
Moeda de ttSlOO vtlhai
e a moo nova-
a 40rJ0. .
Prata.PalacOei braiileiroe. .
Paaoa eolurnnari a. .
meiicanoi. .
BALFANUBUA.
endimeuto do d'a I a 9 .
Idim do ola lo......
aasoo wjoori
it>|0
Ifi-tOOll
Woot
2*000
atyooo
tarjen
190:1 ItJM'.i
lb:lelOtf*h
MUTILADO
Kereba, pois, o S'. Lr. llamo, esle nfiipeilo
leslemunlio da minha eterna grslidlo, que he larn-
Inni o Intiuli nuil Ingenua do recotilieriinenlo de
, minha filba pur adoptan ; c couvenca-se de que,
nr, e pasando a sega- i i.mlo cu como ella, raieioui i man ar Jeules otes
est cm relami
_ aManpu
Uascarreeam no da 11 de dezeu.bro.
Barca ingleziSerapliimmerradorias.
Brca ingleai'ro'pero--bacalhao.
Barca americana Elisabacalhao.
Barca ingieraMi:i]inrolouca, qoeiioi e c-
veja.
Barca trancenCarmnmerradorias.
larca americios--I;ni3_ralill|la c lachinha.
Palaebo americano Echofarinha da trigo.
Barca portusoe.a-Maria Jos.'-divario. goieics.
Somaca br..il_||,,.afjl__irtfm ""
vtm. VM.ENI DA AI.KANDBGA.
Volomenutradoieom faienda ....
a a cora generoi ."
\
886
75
Volomaisahidoi cnmfarendas
cora -eneros
Talal
Total
10111
350
"TI
ILEGIVEL


CONSULADO (ERAL.
Hemlimenlo do da 1 a 9 IfcSMjMft
Uam do di 10....... 1.I9J80
1G:790471

IVEKSAS PUOVIHCIAS.
Reodimaulo do da t a 9 9T9S.r>2
dem do dia 10....... 729114
I;0iljii3b
EXPORTADO'.
Ido de Jjneiro, ingue nacional Firman, de 172
melada, couduiio o scgoinl : 1 caiv.lo velas
'le carnauba, 1 barrica cara, 60 mollioa pellti de
obra, 75 pipss aiiuardenle, 1,520 uceo atsucar, -JO
en, algodao, 11 barriquioha farinha de aramia,
'2..JO0 coco rom casca.
RECBBUKIA DE RENDAS INTERNAS E-
HAES DE PERHAMBUCO.
Reodirneulo do dii 1 a '.) H-16>^On5
M.m do dia 10....... 127M67
8:-89*i3
Kn.llmeiito do dia
idtm do da 10.
CONSULADO PROVINCIAL.
Ia9
16:1278119
i .>l(i/ii;i
20:637783
&m Navio enl actos no dia 9.
Aiauj diat, liinie nacional Piedarv. d O la-
iivl.iJu, medre Joaqun] Jote Alte dss Nevei,
quipngtrn 10. car sal palha ; a Bsrlliolomeu
l.ourenco. Pariente a Peruambuc.
Aracily7 din, hiiile nacional Capibaribea, de
39 loneladaa, meilre Trajauo Atilun da Coila,
equipafem 5, carga farinha de mandioca e man
gentroa ; a L. li. de Siqueira. Pertence a Per-
narobuco.
Paraliiba12 horai, biale nacional aCamoe d* 28
loneladaa, meilre Antonio Franenco da Cosa,
auipagem I, carga loroi d mangue ; a I. da S.
Boavula. Perlence a Parahiba.
Ierra Nova30 dias, barca inglea uProspiro de
208 (oaeladaa, capilgo Thomaz Taoerna, equipa-
gem 14, carga 3,051 barrica com bacaluao ; a J.
Palor & C. Perlence a Liverpool.
Nanua enlradoa do dia 10.
Kiclimond 32 dial, patacho americano uE< he, de
196 loneladaa, capilSo R. King, eqai|iagem 8,
carga 1,780 bairicaa eom familia de trigo e maia
daaros ; a Saonders, Brolhers i C. Perlence a
New-York.
Manlevido3 dlaa. brigoe francei Irn.ao re 168
tonelada. Capillo IMoadeau, equ ga osses ; a ordem. Perlence a Bordean*-. Arri-
boa cora agoa abarte. Seu delino he llnrdeaai.
Parahiba12 horai. hiale nacioual aeiiceicio Flor
daa Virtudes de 21 loueladaa, meslre Aletandnno
da Coala e Silva, equipagem 4, cargti torea de
mangue ; a Paulo Jote Bapliila. Perlence a Per-
narobuco.
Rio de Janeiro25 dlaa, brigoe dinamarquet Nexo
de 319 tonelada, capillo P. II. Marchar, qui-
pagero 10, cm lastro ; a Aranaga & Brytn. Per-
lence a Copenhague.
Aracaly8 dlaa, hi.it nacional Aurora, de 39 lone-
ladaa, manir Joto II. de Almeida, equipagero 5,
carga farinha de mandioca e mai, genero* ; a Ca-
minba & Falli*. Perlence a Parnambuco.
I.uu trea76 dia, brizne dloamarqoet Fingal de
204 tonelada, capillo llago A. Frimodt, equipa-
sen! 11, oarge fjt-nl.n e maia seeros ; ao enn-
aul dinamarqoez. Perlenoe a Walkondlmrg. Velo
refrescar e segu para t Cabo da Boa Esperance.
Ierra Nova30 diaa, barca ingle Nelher tono, de
250 lonelada, capilo F. Eales, equijagem 15,
carga 2,730 barricaa eom baealhno ; a Jamas Crab-
tre Je C. Perlence a Liverpool.
Maraedle Porl Venira 46 diaa, do ultim-i porlo 35,
galera franerta Raoniu, de268 toneladas, capilo
Rondel, equipasen 18, carga vinho e maia gne-
ros ; a Lniser Tisael Frere & C. Pertence tu
Havre.
Oberva{So.
O vapor nacional a Paran, vindo dos porlos do
norte, seguio para o Rio de Janeiro.
miHtf.
, -v*a-...a..-.,. -....*..-. .-*.
pela quantia de 45184)20 rs., principal do urna
letlra vencida em 25 de marco do 1853, cora
o juros de itm e meio p.ir cenlo desdo a-
quella data, e porque qtieira o supplica.ile
protesta*- para iiterromper a prese i cio e
resaltar o scu direito : requer a V. Exc. o al-
mila a justilicar queo suplicado sjacha au-
sente em lagar nao sshi lo.e provsdo quanto
basle, e julgado por sentenca, saja o sou pro-
lesto intimado ao sui>plicalo por erutos
nos lemos do art. 45.1 $3.*doood. com
Assim pede a V. Esc. Illm Sr. I juiz
especial do commercio llie delira. -E R. M.
Moraes e Silva.
E mais se nao continha em dita peticilo
aqu copioda, a qual me sendo aposentada,
nella dei e profer o despacho do Iheor se
gualo :
Distribuida. Justifique. Recife 27 de ou-
tubro de 1857.A. t. Perelli.
Uislribuicao.A. DuarteOliveira.
E maia so nao conniva om dito despacho
em virtude do qual lavrou o eacrivao o ter-
mo de protesto do thoor seguinte .
Termo de protesto. -Aos 28 do outubro
de 1857, nesta cidaie do IVcife de Perna.n-
buco, em meu carlorio vaio o supplicntc
Manoel Jos de Amorim, e peanle mim e
as testemunhas abaixo assignadas, disse
que protestaba pelo conteudo na sua iieticilo
retro, que^ Hca fazen lo parte do prese te
termo. Eu Maximiano Francisco Duarle,
escrivao o escrevi. M-moel Jos de Amo-
rim. Jos Goncalves deS- Leopoldo
Ferreira Martina Kibeiro.
E mais se n5o continlia em dito termo, e
protesto, e tolo o justificante protir/.idu
suas lostomunhas sendo os autos conclusos
em vistas dos meamos, dei a sentenca aqui
copiada do thoor, forma, modo o niancira
seguinte :
Avista da inquiricao de lis a II j. 7 verso
julgo provada a ausencia rio supplicado em
lugar nlo sabi lo. e manto que para ser-lho
intimado o protesto do lis. 2 versse passein
editaos com o piazo de 30 lias o cusas
Recife 3 de novea,bro de 1857. Anselmo
Francisco Perelli.
E mais sn n3o conliuha em dita sentenca
qui copiada, om viilude da qual o escrivao
que esta subsc.evcu mindou pss\r a pre-
sente carta com o prazo de 30 dias, pela
qual e scu theor se intima e hei por Mima-
do ao juslilicalo Brasiliano No-borlo da Cu
nha de U>do o conteudo na ;oti;au e termo
de protesto aqui ludo transcripto pelo que
toda e qualqucr pessoa, prenles, amigos,
ou conheciaos do justificada o poteraof*-
zer scienle do que cima tica exnosto : e o
porteiro do juizo Jos dos Santos Torres p i-
blicar e alunar a presente nos lugares do
coslume, e publicada pela imprensa.
Dado e passada nesta cidaae do Recife de
Pernambuco sob meu signal e sello deste
juizo que a este serve ou valha sem sello
excusa aos 6 de novetnbro de 1857.Eu
Maximiano Francisco Daarte, cscrivSo o
subscrevi.
Anselmo francisco Peretti.
j-iAt DlMaMsiMOOOhE\TA rURA li ./ m,/i.viirt Ug iii
.<.<*;*. ir*
--- O Illm. Sr. inspector da tbesouraria
provincial, em cumprimento da resolugSo
da unta da fazenda, manta fazer publico,
. que no dia 33 do corrento vai novamenlea
p-ac para ser arrematado a quem por me-
nos fizer a obra doarjudo do Itom Jardim,
avahada om 1:1559 rs,
E para constar se mandou afllxflr o pre-
sento o publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de
l'ernambuco 4 de dexembro de 1857.O se-
cretario,
A. i 4* AnnunciacHo.
- O Illm. Sr. ins.ector da thosouraria
provincial em cumorimento da resolucSo da
junta da fazenda, manda fazer publico, que
^ no dia 23 do corrento vai novamente a pra-
ca para ser arrematada a quein por menos
j^flzer a obra do 2.- lanijo da ramilicacao do
^>poraim, avaliada em 10.-080/ri.
E para constar se mandou afiliar o presen-
r te e publicaj pelo Diario,
Secreta ia da thesou aria provincial de
l'ernambuco de novetnbro de 1857. O se-
cretario, ',
A. F. pa AnounciacSo.
COLLECTORIA DA CIADE DE OL1NA
. Francisco das Chagas Salguelro, collecLor
das rendas proviuciaes da cidado de Ohn-
da ele.
Faz publico pelo presente, qne pelo de-
legado supplente deste termo, le foram en-
tregues dous esclavos, qu ) se acoam reco-
llinios a cadeia desla cidado, apprebendidns
no lugar de Paralibe, os quaes declararan
chamar-so Francisco, e Isabel Mana, endo
_ Francisco, crioul.), idade 60 annos, pouco
nais ou menos, natural de Topadas, casado
com a dita escrava Isabel Alaria, preta, ida-
de de 40 anuos, pouco mais ou menos, de
natao Angola, que pertencernm a Antonio
Joaquim ao Sanl'Anna, morador que fol da
villa de Pesquoira, e que fora casado com
Francisca de aouza. da villa do Urejo da Ma-
dre de Dos, e que tendo fallecido dito Santa
Atina, sua muluer casara-se com Joaquim
Baptista Vieira, que dani mudaa-so patu o
Rio doPelxc, na provincia da Parahiba do
norle, d'oude evadiiarn-se muilo antes do
appaiecitnento do cbolera-murbus, o andan-
do por dTcrentes lugares refugiaram-se em
Paralibe, sendo abi Tesos por Manoel Nu-
iles, e Lourencia Jos : e porque ditos escra-
vos pe. teuQam aos bens do evento, sflo coa-
madoa quem sobro elles se julgue com di-
reito para no prazo de 60 dias contados da
dala do presente virem reclama-los peranle
a mesma colleclo ia na lorma do art. 6' do
regulamento de 17 de julho do 1852 : rindo
este prazo serSo ditos escravoa arrematados
e o seu producto recolhido a Ihesouraria
provincial na forma proscripta nos arla. 4.
o 6.' do dilo regolamenlo.
E para que ebegue noticia a todos man-
dei passar o presente que aera tllixado nos
lugares mais pblicos e publicado pela un
prensa.
Callectoria de Oliuda 28 de outubro de
1857.Eu Joao tonrjalves Roirigucs Franca,
oscrivao o subscrevi.
Erancisco daa Chagas Salgueiro.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commen-
dador da imperial ordem da Rosa, ejuiz
de diroito especial do commercio d;sla
cidade do Recife, capital da provincia de
Pernambuco, e seu tormo, por S. M. I. c
C. o Sr. D. Pe Iro II, que Dos goaods ele
Faco saber aos que o presente ediial vi-
rem, que no dia 19 do crrante mez, se h3o
de arrematar per venia, a quem mais der,
depois da audiencia deste joizo, na casa de
tiflnba residencia no largo da Santa Cruz n
70, os bens seguinlcs : um sof com o en-
cost dopalinba, avli-do em40; duzia e
rucia de oadeiras, de madeira po d'olen, a-
valiadas em >9 cada urna ; um jogo de ban-
cas ordinarias de quatro pes, avahadas am-
bas em 59 rs cujos bens vSo a prar;a por
eiecucSo rie Manoel Lopes Joaquim Ignacio do Carra I ho Mendonca, o
Lo liavendo lanzador que cubra o preco da
avallaco ser a arremita^ao feita pelo pro-
co da adj'idigo, rom o abatimeuto da Ici.
E para que chegue ao conhecimento de
todos mandei passar editaes qne serilo pu-
blicados pela imm-ensa, e allixadus nos lu-
gares desgnalos no cod: commercial.
Dado o pasaado nesta cidade do Recife, ca-
pital da provincia de Pernambuco uot'dc
l'-zombro do 1857. F.u Maximiano Francis-
co Duarte, escriviio o sebscrevi.
Anselmo Francisco Perelli,
O Dr. Anselmo Francisco PeretUi, corameo-
dadorda imperial ordem da Rosa, e juiz
de diroito especial do commercio desla
cidade do Recife, por S. u. i, e qj ue
Uros guarde etc.
lago salier aos que o presente edita I vi-
rem, ou delle noticia tiverem em como Wa-
# noel Jas de Amorim me fez a peticSo do
theor seguinle :
Diz Manoel Jos de Amorim, que elle be
credor de Urasiilano Norberto da Cunta
e
a
>o
i-
i-
to
o,
A
i-
s-
'OS
I.

.
A parle de Saloia ser feita
Manuela.
Terminar o espelaeulo com a graciosa cninodia em
um arid, ornada de msica :
BILHETES D LOTERA.
Principiara as 8 horas.
Os bilhelea acham-se a" venda no escrlplorio do
Iheatro.
Gabinete ptico
ATERRO DA BOAYISTA
N. 4.
O director doste salSo participa a seus
Ilustres protectores, que tendo-se do reti-
rar desta cidade, Ilies offerece esta semana
por ser a ultima urna agr lavel e muito bo-
nita exposico de vistas escolhidas.
Guerra do Oriente.
1.a As esquadras AHia las alvorando o sig-
nal de guerra a Russia.
2 O grande bombardeamento infernal de
Siaborg.
3 O grande bombardeamento de Odessa,
os Inglezes botando logeles a Congreve.
4." o grande desastre do Siuope pelos
Huesos.
5. Osullao Adulmedgi rodeado de lords,
principe Napolcu, duque de Cambridg, o
me Opacba etc. ere.
6." Tomada de llommarsund, pelos F'ran-
ce/es.
7.s A sanguinolenta batalha do Alma.
8." Assaltoda torro de MalacorT.
9' Assallo geral de Sebastopol.
10. Retirada dos liussos paia o norle, o
incendio da esquadra rus-a.
11.a Vista geral de Pars
12. Vista uo Rio de Janeiro, lomada da
ilha das Cobras.
13. Vista de Lisboa.
14. Vista de Madrid, capital do llespa-
nha.
ira o 5i o ti.; Janeiro
sceu* com toda a bievidalo a barca Vaya;1
{^arrutado en calvas de I <: duziaa de
garrafas, bemeomo cm barril du .4- e 8-
n7-a carga o passageinos, trata-se com Cae-Ia pif<;o commoclo.
tano C. da Costa Horelra, ra da Cadeia do! nresidento Recita I declara aos Bocinada mesma sociedale, que
Attencao! Lotera
Rio de Jrnero
O brigue Hercules sfgue no dia 16 do cr-
rante, so recebe passageiroa e escravos a
frele ; a tratar cun Caetano Cyriaco da C.
M na la da Ca-lea du llecife n '2.
agente Dorja por despacho do
E\m. Sr. Dr. juiz. de direito especial do
commercio, em requerimento dos admi-
nistradores da massa fallida de Andrade
& Leal, l'aia' leilao de lodas as dividas
activas da mesma maisa na se\ta-l'eii'a 11
do correnle as 11 horas da manlma em o
sen arma/.em na ruado Gollegio n. 15 ;
assim como nomesmodia tambemsepro-
ceder a venda em leilodo escravo par-
do de nonie En/.ebio, peitencente a su-
pradila massa e (|ue se [aclia enmprindo
sentenca na ilha de Fernando.
Por ordem do Illm. Sr. deseinborsador M. da
Rocha llaslns, o aur-.nte (lli>eira f.ira' leilao da mobi-
lia da aua caa, a inr parle feila pelo Itaptista. e to-
la miiitr) bem conservada, eooalsllodo em caileiras,
banca*, aaH, Iremos, piano, candelabro, laaleraaa,
reloaio de mea. rico eiileilea para dita, banca de
inoano para yign, ditas com eapellio para costura,
armario com eapellin para cheiro, riqosaimos cs-
pelhos de Jacaranda' para veiir, um dito de angieo
dilo, 1 guarda-vestidus e nanla roupas, loto* ie
olo e ni ui i,hi acabalo), rommodas de Jacaranda
e da amarello, lendo una dellns se^reilo bem etecu-
ladn, msa arande para janlar, um aparador r in
de de amarello de ifislo moderno, meta de amarello
grande com gavetas, dita paro advoijado, I guarda
livrofcam banca, um ptimo lavatorio eom e5pellio,
bacia, jarro e mais arnujoa de porcellaua dnurada,
quarlinlieira redonda de Ires ordena, matquezaa,
banqnlnhaide yavela, rama franeeza rom colchao de
marioquim e eorllaadoi noros, redomas grande
com planta, camal de vento, cabide para roopa,
porla-lnailias, tear para bordar, lavatorio de pare-
de, akuina obras do ooro, relogio dito, e nutro
rnaitoe objeelos assas necesurios ; aegonda-felra II
do crreme, a. III lloras d manbaa na sua supedi-
ta casa : na ra da Aur-ira, a pruueira depois da
ponleiinha.
10 PIPAS COM VINACflE DE LISBO t.
foram autores do aononcio com titulo de--
protestono liarioa de 7 dn correnle, que
elles socios nlio iguoratn que a s'icicdade t
ootem obrig.cSn de man Mr avisar aos l;"-;.i do Kosano n. Hi, primeiro andar,
Jos Pires de Carvallio, faz ver ao res-
peitavel pablico que pretende abrir de
novo seu antigo estabelecimento da ra
ditos socios para aasessOea ordinarias, pois declara manqese propdea apromptar
o estatuto assim o determina; o Mmiiem
iio devem ignorar quo se nao no le prestar
cuntas liaveu lo abandono da parto dos dilos
socios autores do anniiurin, por nao com-
Provincia.
Os abaixo assiguados tem cxposlos a ven-
com muito asseio jantaies., bandejas en-;
feitadase toda e qualqucr encommenda \ da na sua loja no aterro da Boa-Vista n. 56,
oropela desiui inolissao : nu mesmo c8.' bilhetes e meios da lotera de S. Francisco
>ui iu> tlUllMO iip iimimnl, pur HaU CUIII- li- i
parecerom lia mais de um auno, como Ibes tabelecunento enina-Se aqualquer pes-
Joao KelleriVC, farao leilSo, por in-
tervencao do agente Oliveira,por cont e ris-
a de Londres, capital de lngla- codo quem pertenc*r, o em presenca do Sr
chanceller do consulaJo de Franca nesta
Ierra.
16. Vista do l'orto, segn la de Potugal.
17. Interior do palacio de l.uiz Filippe em
Paris.
cidade, de Js n. ;62, um volume conten lo
15 pocas do pinuus de I5i avanados d*agua
salgada, a borlo do navio Trance/. rCotnte
. ., i,,. -o"', um uu navio iraiiucz >iuonuo
18.a NapoleSo I, botando oculo em trente Roger entrado do Havre aos 15 de novem-
daCatheiraldeMil.io em Italia. |bro ultimo; o lambem de JL-P n. 36, um
nao estar aberlo das 7 ate as 10 da [ volumo com 200 pec^s de madapolOes ava-
Eotraaa 500 res. r.a.Jos d'agua salgada, vindos de Liverpool
noite.
ivitob
*-" .-..-*.A0*
i ela mesa do consulado provincia'l se
za publico, que os 3o dias uleis para o pa-
gamento, i bocea do cofre, da decima dos
predios urbanos das Ireguezias deata cidade
e dai dos Afogados principiam a conlar-se
dodia l.'dedazeinbro prximo futuro, fil-
elo os quaes incorrem na multa de i 0(0 to-
dos aquelles que deixarem de pagar seus d-
bitos, pertencentes ao piimeiro semestre de
1857 a 1858 Mesa ilo consulado provincial
16 de novembro Ib 1857. pelo adminislra-
ppr, Thaodoro Machado Freir l'ereira da
di i va.
GOHPaUfRM DE SEdUROS MARTIMOS E
TERRE5TKES.
DO
IMPERIO DO BRASIL.
Estabeleclda no Rio de Janeiro.
t CAPITAL 10.000.000:000
Age; ca ra daCiu/. n. 15, eserptoiioda
viuva Amorim & Fillio.
AosSrs. negociantes, propretarios v
casa etc., etc., se offerece na agencia d
dita companliia nesta cidade, a realisaca
de seguios por premios e conduves mu
lo mdicas e razoa veis. Na mesma agen-
cia taiubem se eflectuam seguros tan
j.ara o norte como para osul do Imperio
nos vapores costeaos e vasos devela.
companliia garante a prompta indemn
sacao da importancia de qualquer
lustros.
Tribunal do commercio.
Por esta secretaria se Taz publico, que ia
data de 7 o crenle, foram registrados
estatutos da comjanhia Umao mercant
quo tem por fim estabeleeor na provincia do
Alagoas urna fabrica de liar o t- cer algo Ido,
e urna fun1ic3o dalla depen lento ; o o de-
creto n. 19S0 do 22 de agosto deste anno,
que autonsa a encorpor.(-T i da mesma, e
approva os supradilos estatutos.
secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco 10 de de/embro de 1857.-Dr.
Apriglo CuimarSes, ollicial-maior.
B Illm. Sr. inspect r da Ihesouraria
provincial, em cumprimento da resoluto
da junta da fazen la, manda fazer publico,
que a arremalac3o do ped-giu das barrcira.s
.lo Manguiuho e Capunga. foi transferid
para o dia 17 do coTenle. E para constar se
mandou allisar o presento e publicar pelo
Diario Secretaria da ths lurana provin-
cial de Pernambuco 10 de dezembro de
I8J7. O secretario, A F d' Vnnuncia^rio.
Conselho de adminisiragao naval.
Tendo-se de proceder uo dia 21 do cor-
rente mez o contrato pelo lempo a decorrer
do I- do Janeiro ao ultimo de marco, prxi-
mo, para o forueci ment de arroz, agur-
dente, azeilo doce de Lisboa, bacalhau, car-
ne secca, rafe em gr3o, farinha de mandio-
ca, feSo,sal, touciuho de Sanios, vinagre
do Lisboa velas stearinas, carne verde, pao,
bolacha, o azeilo propio para luzes
qualquei que seja a quali.Mde. aos navios
tle guerra da armada, barca e excavacao,
enlermaria de marinha, e Africanos livres
existentes no arsenal de inariiiha ; bem co-
mo do effectuar-se a compra de bonetes de
(.anuo azul, conforme o tno.lelu quo adia-
se patente no alraoxanfido do mesmo arse-
nal, necessai ios aos ditos oavios, convida o
conseibo de adminisiraQao naval aos pre-
tendemos a apresenUireiii as suas pio^ostas
eni cartas fechadas at as II horas da ma-
nha po mencionado da, adverlindo-se que
os gneros do forneci metilo a excepcao do
a2eiie para luzes deverio ser da pruneira
qualidade.
Sala do conselho de administraQao naval
om 9 de dezeabro do 1857.-0 secreta io,
Alexati.lic Rodrigues dos Aojos.
CONSELHO AUMlNISTItATIVO.
O conselho administrativo, cm cumpri-
monto do art. 22 do regulamento do 14 de
dezembro de 1852, faz publico, que foram
aceitas s pr -postas de Luiz llogis de Cer-
quoira, Rufino Antonio do Mello, o Antonio
Joaquim l'auasco, paia fornecerem :
O I." 100 meios de sola de ba qualidade
a 55300 reis.
0 2 -100 meios lo sola de igual qualidade
a 59301 reis.
O 3.- si bonetes para o meio batalhao da
provincia da Parahiba a 3>.
E avisa aos supradilos vendedores, que
deverSo recolhcr os respectivos objectos ao
arsenal de guerra no da II do correnlo moz.
Sala dassosses di conselho a1milustra-
tivo, para roriK-cimcnto do arsenal ilo guer-
ra, 9 de dezembro de 1857. Bernardo Pe-
reira do Carino, vogal o secretario.
pelo navio Linda,>. entrado aos !> de novem-
bro ultimo : sexta-feir 11 do correnle, as
10 horas ds manhaa, no seu armazem, ra
da Cruz.
Pura o taio de ..nieiio.
Segu por estes dias o bem conhecido bri-
gue nacional Llvira, tein a maior parle do
carregamenlo prompio ; para o reslo, pas-
sageiros e escravus, para o que tem bous """ Aluga-se o sitio que foi do fallecido
conwiodos : traia-se cun os consignatarios -llr Bernardo, no paleo di Carmo da cidade
V & S^'Mfc^i,
l'oruandes A Fillios, m
R-cife.
%
&%i
ra n Caiieia do
-


c
Hipan
Peruambuc na.
O vapor nacional I'ersinunga, comman-
dante o lente Murena devera estar nesle
porlo de volla dosdosul.no dia I i do cor-
renle mez, e como lea a maior parto do S"U
carregameiilo promplo, seguir com brevi-
daJe para os mesmos parios. Os ^rs carre-
gadwea mandem depositar des le ja a carga
no armazem da eorpsnhia, compelenlo-
mente descachada, aliin da demura do dilo
vapor ser a menor possivel.
Maranhao
c Para
O voleiro e bem conhecilo palhabcle Lin-
do Paqucle, capilSoJosc Pinto Nanea, a sa-
hir om poucos dias : para o resto da carga
a entenJei-se coro Almci.ta Comes, Alves &
O., ra da Cruz n 27.
O brigue nacional 11 vira, paia a sua
viagem au Rio de Junen o, precisa de tu a: i-
nbeiros nacionaes : a tratar com o capillo
a bordo.
- J'ara o Aracaly segu om poucos dias
o bem cunt -cido hiate Capibaribe ; quem
quizrr carregar ou ir de passagem, dirija-se
a ra do Vigai io u 5.
Pura h 15 hi.i
A veleira e bem couhecida sumaca nacio-
nal Hortenci, protn le seguir c >m mulla
brevidade, tem prompto parle de seu carre-
gimenlo ; para o reslo trata-se com o seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, ra da uruz n. 1.
COMPANHIA
de navegv.cft, a v;>)oi
[fiimhnrgo Brasjeirn.
Espera-so de Soulhampton o v buiguez l'elropolian al o dia 15 do cor-
renle, e depois da demora do coslume se-
guir para Rabia o Rio di Janoiro qualquer
i'iloimac.ln com os agentes N. O. Itieber A.
C, na ra da Cruz n. i
mu o m
DE
poucos dias o brigue nacional
cumpiia. Foi este o motivo que obrigou-
uos a deliberar o que diz o anniiucio di
Diario de 3 do conente. Nada mais portante
teremos a diier Sala das sessois 9 de de-
zembro de 1857.--Luiz M. do Sacramento,
secretario.
ttencfto.
O abaixo assignado respondendo ao an-
nuncio que a seu respeito faz um vondelhao
embustero morador n ra da Cruz n. 31 ;
jiilga coiveniente pedir ao tal laps e inclu-
sivamente au scu espoleta A. 1". M o favor
de lbo declarar pelo jornal quanto 1 he des'e
equautas ve/es llie mandou a coila om
casa.pois a vista de sua resposta se forcons-
cicncioso e verdadeiro o publico o sabera
apreciar.
Antonio Jos Menees.
Heseja-sa saber noticias da preta livre
denominada Luciana liarla da Conceicao,
que so diz casada com o pelo llene.iicto,
lendo es'.e sido escravo de JoHo Antonio de
Souza, morador da ra do Oueimado : quem
da mes na poder dar iiil'ormaQes he especial
favor para utilldade da mesma,dirigindo-sc
para isso ao llecife ruada Cruz n. 3.
Vntide-se doce .le caj secco e d calda
muilo boa qualida Je e enfeitam-se bocetss
para meninos-, quem qui'.r'r dirija-a*! na ra
da Florentina casa do Costa Le lo, dofronte
da cocheara.
-- A ojo scoocom farinha de mandioca-.
no armazem d-t lle-neteno di l'avao, no lar-
go da sssembla.
- Vende-so um cavallo alazSo, grande,
do bonita figura, que anda do baixo ate
meio, quo s:rvc par* carro ou cabriole!: ni
cocheira da rui do Sol, confronte ao porto
das canoas n. A.
- Vendom-se duna casinhascom terreno
do chao proprio, sitas na ra da Roa Espe
ranga : a pessoa que quiznr comprar, diri-
Ja-se a segunda taberna ',o Gregorio de
tal, a qual (ka. na mesna rui e no mesmo
correr.
Vendem-se os escravos segnintes : 1
mulata de 17annos, excellcnl ligara ; I
negrinha de 12 anuos, ja cose bem o lio mui-
lo diligente em tu lo ; e 1 proto de meia
idade, bem sadio e robusto, bo n comprador
e coiuheiro, todos por commodo prego : ni
ra do Cabug n. 9, seguudo andar.
lie barato que admira '
I'ara adquerir IVeguezia, ven em-se pen-
tes de tartaruga do ricos gustos para atar
cabello a 35 e 3-.500, lu"as de seda do coros
a l?000, o outras miudezas muito em coala:
na ra ilireita n. 54, loja ds C. I. Gatn,
Comura-se urna morada de casa te-rea
no bairro da Boa-Vista, as ras da doria.
Velua, Santa Cruz, do Rosario e Conceicao,
ou no bairro de Santo Antonio, n3o exce-
lendo de 1 000? a 1.2i<; ; quem a tiv.i para
vender, dirija-se ao armazem do beccodo'
Gong I ves n. 4, das 9 horas da maiitiaa as 4
da tarde.
Cumpra-se urna secretaria com pouco
uso : na loja n 3, prximo ao are > de Santo
Antonio.
obras de f-trtura.
Josc Joaquim da Cunha Cuimarfies, eala-
belecilo com loja de larlarug eiro na ra
A inosa desla eonfraria avisa ao publico,|J|,S l'rincheias n 8, com a frente pintada
que durante as ferias defteara de Celebrar- | 'ia enJe, faz sciente ao rospeitavel publico
a missa, que cuslumava Uizer as 10 horas, | e sous freituez-s, que acaba du receber de
?8**?*0*?8 daSantos, emS Fraucis- Franca um completo sortlmonto de pentes
soa ser perfeitocozinheiro.
Caf da fama
Convida-se aos amantes do lom cafe,
('',0<-'olat cha", bolinlios e releseos de
toda equaiquei qualidade: adii-lgiiem-
^"onovoestaliBleclincatoda ra Luga
do Rosario n. V6, piimeiro andar.
I'recisa-se saber para negocio de
inteiessc, seainda existe ou existi nesta
cidade o Sr. Francisco tioncalves do Re-
g: rpiem souher onde elle esla* ou al-
guemdesua familia he l'avor communi-
ca-lo na ra do Vigariocasa n. 7.
i 91 %l;
aOVINGIA.
O Sr. tliesouieuo das loteras mand.
la/.er puhlico que se acliaoi a venda no
pavimento terreo da cusa da ra da Auro-
ra n. 20, das 9 horas da manliaa as ~>
da Urde bilhelea e meios da segunda
parte da pilmelra lotera do convento
de S. Francisco de Olinda, cuja rod: andarSo no dia l(i do correnle.
ihesouraria das loteras, 3 de dezem-
bro de I87.O escrivao, Jos Mara da
Cruz.
de Olinda, os quaes s3o garantidos :
Bilhete 5;000 recebe 4:00o?
Meios 5500 2:00o
Silva GuimarSe8 & C.
; Precisa-se de um caixeiro que tenba
pratic de taberna e de fiador a sua conduc-
ta, e como lambem um menino hbil quo
saiba bem ler c escrever : na ra Diroila,
padaria n. 69.
Precisa-se do urna ama forra ou cap-
tiva para todo o servico do portas a dentro :
quemestiver nestascircumstancias, dirija-
so a ra larga do Rosario n. 40, loja.
I'recisa-se de um caixeiro para taber-
na com pratica na roa de Santo Amaro n.
8, esquina do largo do Capim.
Precisa-se de um caixeiro quo eulen-
da de taberna, e do fiador a sua conducta i a
tralar na ra larga do Rosario n, 2.
Precisa-se alugar um preto de meia
idade para servico por mez, dando sus
tent: quem livor, dirjase ao aterro da
Roa-Vista.(loja de'pintorn. 72.
OUerece-se urna parle de trra, a me-
lhor que existe na freguezia de Pao d'Albo.
no eugenho Pindoba, como prorarSo os ren-
deiros que nella moraram, por 3:00o fortes,
que por heranca tucou a finada Mara de
Jess Jos da Rocha, ulna de Bernardo, do
eng^nho Hamos! quem pielcnder comprar,
dirija-se quanto anles em Pedra de Fogo, a
fallar com o Sr. Manoel Poreira Monteiro J-
nior, ou na ra da Cadeia de Santo Antonio
n. 13, pnm-iro andar, com o Sr. Candido
l'ereira Mouleiro.
Piecisa-se de um boxem que tenba
pratica de taberna e de fiador de sua con-
ducta : na travessa da Concordia, junto ao
muro da casa do detengao.
Precisa-so de una ama forra para todo
o servido interno o externo de urna casa de
pequea familia na ra dos Tires n. 8.
Joao Jos RibeiroGuimaiSes, cotnprou
na preseuto data ao Sr. Loureogo Jos de
ile (nula, porto do bauho do mar, e com
agua para todo o servico, eecellentes coin-
niodos para pissar-s n reala : quem preten-
der, dirija-se eos Coelbus. na ra dos Pra-
zeies, enic'sa de Eneas Targiue Accioli, ou
na livrana n.6c8, .la pr.ca da In lepen-I
dencia.
hmaridi
ii hora
lho.
de
(o nu s i ;S(!
do lio ni Conse-
co, on le est erecta innandado.
Deseja-se alug*r urna casa coro sjlio,
as ras da Aurora. Hospicio, ou S. Amaro :
a tratar na rus do Trapiche n. 19.
--- No sobrado ti. 3s) da ra da Cadeia do
Recife. precisa-se de urna ama do leile.
- Aprsgi annuuciada para o esclavo
Joao, cioulo, perante o Dr. juiz de orphSos
licou traosferida para odia sexta-feira, as
II horas dia, na e sa do mesmo juiz.
ROGA-SE ff,i
q a certo joven (socio novo), que acaba f
..v em Sus, da ra do Cr*spu, que baja ';'.
g iie tialar mellior a quem vem a sus 9
-.v casa, o ros seus csenos tt
' l>*!rU caro' tom8 Ul" Ciiselho, trato f"
.;;;, Teliiora quem vem a sua casa, do _'!-,
. contrario passar pelo dissabor de S
"* al>uina desfeila ";
':., e um amigo 9
X.
O br. Villa Rica, morador em Olinla
quei'a dirigir-ge ra a ra do Oueimado
n. 28, prirneiro andar, para receber urna
Cirta viuda da Babia.
DiGERREOTYPO
Na anliga e b-im acreditada galera do da-
guerreotypo do aterro da Roa-Vista u *,
lrcero anlar, conlmua se a li-ar retratos
pelo sy.-.tetiia do Sr. losley de Sew-Yoik. Os
lindos retratos qua s.hem constaiilemente
liaste sUbclccimeiito atlestain a peiteicilu
le tartaruga do mais apurado gosto do nier-
C*do, assim co .;o na mesma loja cosluma a
ter se.iipie um sortimanlvi .lo obra foila de
tartaruga Ja Ierra; promptilieam-se lambem
lodos os colicortos com promplidao o presos
COIllllH) luS.
Joao Jos Kibeiro Guimaraes comprou
na presento dala ao Sr. Lourcnco Josc de
Moraes Carvalho sui casa re forragaas, sla
na ra da Ca lea do Recife u. 59, com al-
mario e In lo o mais que nella st contiulia,
o que faz sciente a esla praca. Recife 2 de
dezembro do 1857.
Na fabrica de sabio, na ra Imperial,
procsa-se d; serventes captios : a lia tai-
na mesma f-b ica com o administrador.
O Dr. juiz municipal supplente da ori-
meira vara desla ci lado, declara que d'ora
em diante dar as suas audieucas uosdi.s
do esiylo e a hora do coslume, no prirneiro
anlar do sobrado n. l!i da rm das Triu-
cheiras.
.-litiga-so urna oscrava crioula para sor-
vico de ra; quem precisar, dirija-so a ra
do Crespo n l, esquina.
Xa ru t csireit do Rusa-
rio n. lis, prirneiro andar,
vende-se um cabrlnha do 10 annos, muito
esperto o sali, e urca escrava di oaco, de
40 annos, muilo possinte e ptima vende-
dora de ra
--- ViMide-seuma mulata de idade 22 an-
nos, pouco mais on menos, a qual cozmha,
engorama bem e coso alguma cousa ; e um
domelhodo. Nio se entreg ro-.ralo algum j moleque de bonita figura o possanie para
se o estar perfeilo. Acia-sa no misino os- qual uier servico ; a gratar na ra das Flo-
tnbolecimento um variado o abtiu lanle sor- "
timento de caxiuhas francezas e norte-ame-
ricanas, qua los e mol luras prclas 0 duura -
das, alunles e cassoletas do ouro, etc etc.,
res n. 2:i.
Na noite do dia 8 evadio-se da casa da
abaixo assignada, sita na estrada de Joao de
Barros, a crioula por nome Francisca, tendo
para a collocQao dos retratos. Os precos levado no d um pequeo Ierro por causa de
continan! a ser vaiiavolmanlo de 6 a 12> oulras rugidas, com os stgnaes seguinlcs :
para os retratos em caixinhas, de 73 a 203 no rosto do ladoesquerdo nina costurado
para ps de molduras pretas ou douradas, e (rol je, o do lado di eito urnas verrugas, e ni
de 149 a 83a para os docassolet-s drf ouro. j frenta da cabeca tom o cal) dio corta '.o mais
Das 8 horas da manha as 4 da tardo osla i rento que o tolo; a mesma fui ton nesta
semine a galeria o elliciua a disposic3o do occasiao quo Tugio II4JO0O em ouro e 85
em prala : portento roga a todas as utiii-
da lesea qualquer pessoa que a pegar, a lave
a dita casa, que serlo genorosamenlo re-
compensados Assim como proto-ta proc-;-
der contra qualquer pessoa quo a tenba ho-
miziada.com tola a justiga.-l) Ignacia.
L. A. Vieira & C. participa a quero ronvier
que aciliou cun o eu aiiuaeiu de a.sucarda run
do Bium na dia Ib do me/ passadu, tirando salde
com tojos ns cradova de dilo armaeiu. llecife 9
de det-erultro de ISJT. Luiz Anlunio Vieira.
Alnga-sc um quartu ansiar, na ra Nova Q. 21:
i tralar na ra do Queirnadu II. 47 V.
Prerisa-se lujar una ou duas escrava qua
enleii l,i(ii rio ervir;.i internn de ama c na de pcuc.i fa-
milia : quero as liver, d rija-se a ra da Apollo n.
10, terceiro audar.
fina pesio.i que cosluiiH en-jar-se para emi-
nar primeiras lellraa lora dsta pr.n,, Bcieniillca a
qoeiu couvier que resido na ra .lo Sebo casa n. 13,
Precisa-as aliar ao Sr. Francisco Duar-
publicu.
/lgodu) da Bar
la.
Vende Antonio Luiz de Oliroira Azovelo,
no seu escriptoro na roa da Cruz n. 1.
Ven.lem-se saceos de farinha por pre-
co commodo; na ra da Moeda n 16.
Vende-se oleo de ricino em latas, mui-
lo novo, por preco comino Jo ; na ra do
Vigsrin n. 5.
Vende-se eijio muUiinlio multo no-
vo ; na ra do Vigario n. 5
Vinio da Porto ffiiiwir.
Em calxas de urna o duas duzias. lem pa-a
vender Antonio luiz rio Oliveira Azeredo,! le do Oliveira dos Santos, morador q e
no seu escriptorio na ra da Cruz n. I.
Fll O tllifO{IS.O,
Vende Antonio Luiz do Oliveira Azevrilo,
no seu esc iptorio na ra da Cruz n. 1.
Venle-se um bonilo nogrodoilade
foi
ou ho as Cinco Ponas desla cidade, ao
mesmj senhorou a quem delle souher pe-
de-so queira dirigr-se ao escriplorio de
Almeida Gomes, Alvos & C ra da Cruz
n. 27.
Preciss-se de tomar a prc;mo a G con
* 20_'.?!?* 5ir Bnca-se a qual. la-^S de res a um por cont, dando-so pr ae-
DE
SANTA ISABEL
a." RECITA DV NOVA ASSIGMTUIA
A
EMPREZA GERMANO
SAUBAO, 13 HE DEZBMBBO.
Subir a acea n rooito inlert-sanle lindo drami
em i icios, ornada de cooptis :
gnata
i C., na ra do Trapicho n 34.
Para o Presidio de Fernando.
Segu para o Presidio de Fernando, no
dia 20 do coironte, obligue naci ul Adol-
pho : quem nellc quizar carregar ou ir de
passagem, diriia-se ao consignaiirio (Eduar-
do Kerreira Uallar; adverlindo porcm que
no recebera carga seuao al o da 17, es-
lando os seuhores Garruladores munidos
com as suas competentes portaras, tanto
para passagem como para carga.
Para Dtace.
Segu para Maoei no dia 15 do correnle a
oscuua nacional Linda : q ;em quizor carre-
gar ou ir de passagem, para o qne tem ex-
cedentes commoios, dirija-se ao consigna-
tario Eduardo Ferreira Bailar.
rio; quem o preten ler, dtrija-sc a ruado
Quoimado n. 8, segn lo an lar.
Precisa-se de um bom OOtinhoiro, for-
ro ou escravo, para casa cstrangeira ; na
ra do Trapicho n 8.
Feidel Pinto & C, dcl"am que o S".
Leonel Lacor da Machad i deixou do ser seu
cilxeiro di's le o dia 30 de novembro
-- Oabeixo assignado, faz sciente aos
seus ere lores de cunts antigs, que .1 data
s de-
contra
Ihe
confere.
Luiz Freir d? Andrade.
Precisa-se de urna am forra ou
captiva para o servido de urna cana de
pouca (ainilia : na la Direita n. 15, loja.
Vende-se na ra da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaos Si C, barril
de ierro ii cubos livdraulicos, para de-
psitos de le/.es, a preco commodo.
i\a ra do Tra-
piche o. 54, encriptono
de novaes & C.
Vende-se superior vinlio do Porto cn-
nem lder-se lrausacc,3o algum com quei
quer quo soja sobre ella, ltenlos os emba-
razos e penhoras que nella existe em mais
do um juizo no foro dest cidado.
padaria de Sanio Amarinho.
No da terca-lcira, 15 do correte, lem
de ser arrematados os sobrados da Passagem
da Magdalena que fazem quina com a trates-
si dos Romedios, e os terrenos anr.exo-i aos
mesmos sobrados, conforme o escripto que
para na mao do porteiro Amaro, sendo esta
a ultima praca, na porta no Illm. Sr. Dr.
juiz do orphaos, aterro da Boa-Vista n. 9. as
ti lloras, cujos predios vao a praca reque-
rimento do administra tur do resto da massa
do finido Joaquim Antonio l'orreira Vascon-
celos, por parle dos eredorea da mesma.
O abaixo assignado roga a pessoa *
qnotn emprestoo. a Icgislacilo geral de 1850,
a bou lado de a restituir, visto dola ueces-
sitar. O annuticiaiite recorro ao jornal em
consequencia de nao lembrar-se da pessoa
a quem fez o em prest mo.
Firinino II rculano Haptista Kibeiro.
Precisa-se alugar mn ^ieio de meia
idade, forte, para o aervlQO por mez, dando
o sustento : quem o tivi:.-, duija-.-.e a rus da
Cadeia de Santo Antonio, ar leriaes n. 17.
Parta di Cddeia de ma-
to Antonio ii. (inge-se com perfeicjio, de lodas as cores.
Grain uta tica la tilia.
Acham-se algons exemplarcs do prirneiro
e terceiro volume da obra do Sr Ca los hor-
uis intitulada Institutiones gram ualica;
et SVntaxeos lalina; -- ex aucloribus classi-
cis optimorui.que graminaticorum operibus
exccrpt.T, et in usum alumuorum melbodo
syiilneiico-aualitiea coascripia-, per Caro-
lum Komis de ToivaraJ, ex-prfessurom
universilalis hungarca; postieusis, etc. : as
livrarias dos lllms. Srs. M. Figueirua de r'a-
ria, e CuimarSes Oliveira
O eseripluiario da eouipanliia do
beberibe, Mareolino Jos Pupe anda
continua a agenciara compra e venda de
accoes da mesma companhia, podendo
ser procurado no escriptorio, ra Nova
n 7.
- l'rccisa-so de un reverendo sacerdote
para capelln de um engoubo na freguezia
da Kscada : na ruada Cadeia do Kecife, loja
n.50.
-JoaoHibeirpde Urito, achanJo-se nes-
ta capital dosda Otilia do correnle, previne
ao publico, quo leiMo-lhe tocado por heran-
ca urna parte do sitio Cajueiro, s con elle
eiinunciaute sei Halado qualquer uegoeio
a respeito.
Precisa-se de um gua-da-livros para
org^.nisar a cscriplura?ao de urna socteJa le
annima ; a tralar na ra da Cadeia do Re-
cife n. *.
I'recisa-se deum bom enzinheiro pa-
ra urna casa de familia, o paga-se bem ; para
tralar do ajuste, na ra da Uuiao, casa aou-
ic estevo a typographia du mesmo nome.
Ao grande arinazeiii ^
5 ^ iNova o. 49.junto ii H
6 igrtji da Loncei
<;ao dos Militares.
m
m
*~........m"~.....- 0
1)3 Naste armazem encontrar o pu- (A
,A blico om grande surlimento de rou- /ga.
W paa fetas, como sejam casacas.su- w
'i) brecasacas, fraques, gndolas e pa- ^
/a lils de panno preto e de cures, pa- ^j,
W lits e -ubrecasacas de casimira do V?
@) oorea e mesclada, ditos de alpaca ()
B P.rcla e Je coresi ditos do popelina ^
3 '
guranca um pre lio de grande valor quem
quizer fazer seinelliaule negocio annuucie
qara ser procurado.
I'recisa-se de urna escrava que soja co-
Znheira, pira una casa esliangoira de pe-
quena familia : na ra da Cruz n. 10.
Aluga-so una boa casi na Capunga a
tratar na ra do Cabug loja do cilgado
u 00.
U abaixo assignado faz sciente aos seus
devedores de cuntas antigs, que da data
deste a3U diasvenbm aatiafazer seus dbi-
tos o rio contrario ser nbrigado contra sua
v.miado a usar dos termos que a le llie con-
fero.
L'iz l-'reire do Anlrade.
Jorge Clemente de Itoiba Cavalcanti e
Manoel Autonio lezerr* Tazem sciente no
reswoitavel publico especialmente ao corpo
lo commercio que .lizeram suciedade na ta
berna sita na ra do llortas n. 31, stndo a
firma social do liorna \ Bezcrra.
- Precisarse alugar una ama forra ou
Captiva para os servidos deum casa do fa-
milia ; pag:-se bem : no aterro da iloa-
Visla, loja de bilhetes n. 5b.
Precisa-so de um ama para casa de
pouca familia : na ra do Jardim n. 29.
Precisa-se alugar um preto ou preta
que sirva para vender rucias ; no pateo do
Terco n. ti, taberna.
de sed com golla do velludo ditos
de honibasina, ditos de merino se- 9
in, ditos do fuslo brauco e le co- gfc
rea, ditos do ganga de cores, dito de 2;
* br u branco e de cores, dilos do is-
tp>) ca ios, ei l;as do casemira preta o do
cores, mas do mota casemira, de A
g[ merino, de princeza, de brim bran- J2
wcoe de cures, do gangas, e de fus- w
( tOes de liiiho, colloies de velludo, do IA
egurgurao, de selim de l'ustSo, e de 2
gangas, grvalas, luvas, camisas, o w
%}) chapeos de tujas as qualidados. ik
Precisa-sede caixeiros para taberna,
ua Capunga : a tratar na mesma com Jos
de Almeida Ferreira, na taberna pintada de
azul.
Procisa-so de nm mestre de msica
na vula de Iguarassu', paga-so bem: a tra-
tar na mesia villa com u Sr. Antonio Silves-
tre li'zerra, ou nesla cidade com o Sr. Dio-
uizio Cav leant Ferreira.
RETRATOS PELO NOVO SYSTEM A ELEC-
TROTYI'O.
JoSoTliom-z annuncia ao resp.itavel pu-
blico que acaba de rcc>ber uu rico e varia-
do soriimento das caixinhas do noi lo ameri-
cano, de diversos tamaitos o gostos, c pss-
se par lojisdeiotasas qualilades, eo mais COMPANHIA NOKTHEN, ES'IABELI-.-
2 do dezembro do 1857.
Joo Jom; Ribeiro CuimarSes.
.Na ra larga eo Rosario n. 32 tem urna
carta para o 5r. Joaquim Ferreira Coelho,
que pagando oannuncio lbe sera entregue.
Blandi Ain
Boa do Trapiche n. 12.
Avisa aos seus innumeraveis treguezes 9
amantes dos bons petiscos para passar a
Testa, que acaba de receber pelo ultimo ni-
viochegado de Franca nmdelicioso sortimen-
to de conservas alimn tares dos mais acredi-
tados autores na Fraucs, denominados l'otils
Pois, Celeti, Oseille, Asperges, Champignox,
'arrotl'S.TrulTosdu Peiigord, Olives, Corni-
cbona Capres, Pal de Foi C as, de Pluvir.
de Canard, de Hcasse do Libvre, de Per
dreaux, de Caille etc. etc. : assim como
um vaiiado sortimento de vtnhos engarra
fados dedifferentes partes da Europa, como
sejam : chatupanhe C. H. Bouillot & C.
bordeaui, Madeira, Shrs, Rhyne, Porto
chamado rainha Victoria : lambem diversos
es,irilos, como, cognac verdadeiro, Absin-
iho, Kirch, e um variado soriimento de li-
cores linos. No mesmo eslabelecimento pre-
cisa-so alugar um moleque e umu preta,
prefarindo-se ambos captivos.
Para passar
is fiestas divertidas e foco
prove to acha-se urna es-
col ha de bonitas msica,
muito baratas, eineasa de
G. Maiiiian^el, tantopa-
ra canto e |)iauocomo pa-
ra piano s, para flauta,
r*beca etc., das melhores
operas Traviata, Rig^olet-
to, Wacbeth, rJrovatore,
Vespere .S'iciliunj, Goudo-
liero, etc.,etc., sejam ope-
ras nteiras como pe9as
avulsas que snirao mui-
to mais em conta de qual-
quer msica copiada a
mao : na ra Nova n. 21
prirneiro andar.
S. Sl'IEBIEL & C, banqueirose ne-
gociante, establecidos lia muitos annos
em Londres, teeui a sutitlacrao de par-
ticijiar a seua correspondentes e ao publi-
co, que ;icahun de fundar casas iiliues
no |)i-iucpaes porto e distritos manu-
fuctiueiios de Franca, Alemanba, Blgi-
ca e Hollanda, conservando alm disso
suas proprias cusas anteriormente eslabe-
lecidas as cidade mais importantes, e
portoi inai commerciaeda(ji-a-Bretanlia,
e esto em posirflo de offerecer grandes
vantajens as pessoasquepossam necesitar,
ussimem Londres como em outro qual-
quer ponto da Europa, de urna casa para
compra ou venda de artigo, bem como
para os negocio de transacqSo de crdito
o banco de qualquer genero.
As pessoa* que nao forem conhecidasdo-
annuociantesdeveaoacomprnliarsuasoi-
dens cora o fundos necessario* para sua
exeucro : licando entendidas que os :>n-
nunciantes nao teem ditliculdade em adi-
antar 75 0|0 sobre o gneros recebidos
anle de sua venda.
O preco conente* e mais inf'ormacoe
commeiciae. que forem pedidas, sei-ao
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
crrelo, podendo dirgir-sc aos annunci-
a utos.
l.ra casa de llenrv Brunn o ra
da Cruz n. 10 vende-se :
Cemento romano.
Cognac em caixai de I duzia
Ca deiras de vi me.
Candieiros.
L'm grande soi timento de tocadores.
Retratos a oleo pai-a sala de jantar.
Espellio com moldura.
Piano dos mellioies fabrkaiios em llam-
liurKo.
Seguro contra
fogo.
CIDA EM LONDRES.
Pretio dim in nidos
AGENTES
C. .Astlev *Co^panilla.
Charutos.
necessario pa a lirar retratos pelo systema
acim- inlicalo. Previne, porlaolo, aquel-
las ressoaa que qufz9rem retratos liis e
porfeitos, o baratissimos, venham ao seu es-
tabelecimento, na ra Nova n. 23, galleria
de Arseinoe do i', i-ianU, priuicir< andar.
En virtu !c da delibcracao tomada
pola directora da AasooiaCSo de Colonisacao ,
do l'ernambuco, Parahiba o Alagoas, foi aro-
rogado ai.'o din 15 do correte mez le do- S. Praeger, ra da Cruz o. II tem
/embroorecobimentoda primcira preslscao,i;____i" ____ u i
da de/, poraento, por isso oonvid.-se aos ",U ada? m escolh.do ort.men-
senhores accionistas a virem realisar dita ; Ue tl,a|ulos ua Havana," c das mais fi-
prestaQio alo o referido dia 15 impreteri-il,us qualidade da Baha.
!^r"le1,,na rV;.d .VJ?'ri c 19r Pria,eiro I a foad.cao do Brura a. e 8, conti-
lm,"n i? ln,eouretro o Sr. Thomaz de nua-se a comprar eQecttvamente bronzo, la-
Aquinol-onseca Jnior. I tao e cobre velbo.
MUTILADO
ILEGIVEL


DIARIO DE PERXAMBUCO gEXTA FEIRA II DE DEZEMBRO 18">7
coisltorio wmmmm
DO
RUA D.V.CADEIA, UUFRONTE J)A ORUEM TERCEIKA DE S. FRANCISCO.
Onde seacbamsempre os mais acreditados medicamentos tanto em tinturas como
m glbulos, t preparados com o maior escrpulo o por precos bastante commodos
PRECOS F1XOS
Botica de tubos grandes. .
Dita de 2*
Dita de 36
Dita de 48 >
Dita de 60 *
Tubos avulsos a.....
Frascos de tinturrademeia onca
Manual da medicina homeopathica do Dr Jahr com o~dic-
J cionario dos termos de medicina .
Medicina domestica do Dr. Henry .
Tratamento do cholera morbus ...
Reoertorio lo Dr. Mello Moraes .
10/000
159000
209000
259000
309OO
19000
29000
Flores n 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, accoes (iascompa-
nhias, e da-se dinheiro a juros em grandes e
pequeas quautias sobre penliorcs
Comprarse metal sendo cobre, la-
tao e bronze vellio, por maior preco do
queem outra qualquerparte: na fbrica
de Caldeiraria na ra Imperial n. 118 a
120 c na ra Nova n. 33.
- Co.-npra-se um ou dous predios de
sobrado, sendo situados em boa ra, e es-
tando em bom estado : a tratar na ra da
Cadeia d o Recife n. 33, loja.
20900
10/001
2/000
eoo
*:fe** *****? m
PEORAS PRECIOSAS. $
* Adereco de brilhanlai,
m diamante* e perolat, pal- .j*
*; leiras, allindes, briueoi jjK
fe rozlas, hol5es t inoeu *
de dilTereoIrs soslos e de (*
_ diversas pedras de valor, f?
~ I
* Compram, vendem oa 8*
jjj troeam prala. ooro, bri-
K lhanfes,diamaotese pero- '
*j la% e onlras qaaeiqoer t
^ joia de valor, a dlidieiio
* ou por obras.
I01EIIA SIA1TE.
MJ* II MR1I8
Ra do Cabuga' n. 7.
Recebem por to-
dos os vapores da Eu-
OURO E PRATA.
*$**&$&
lolliinlias
pra o anno de 18*58.
Acham-sea' venda as bem conlicciclas
folliinlias
imprcssas nesta typographiu,
3 Adereoo. eomplelos de mn n nn '-------- j H|<.
$ ooro, l.l dilcV, pnlsei- i [ Rj,0 ann 'l"e vem. Seguintes qua-
* ras, alflnelcs, brincos i |''andes :
g rotelai. cordbM. Ir.ncel- Folliinlia de variedade, conlcndo, alem
lins, medalhas, formules a
*j e enfeiles para reluci, o ?
^ oalrot rooUos ohjeclosde *
<* ooro.
>9.
^ Aparelbos rompidos de 5
ropa asobrasdo mais Pr,,ap* bandejas, 8
i* "alvas, enslifaes, colheres -i
moderno rosto, tan- & o"<"paedech, eniCi- i
8 i- j- 17_ M ,0" 0,,lr0, objeclos de*
9m6sm&*mm9*.&m t ue Uranca como p"'-
* *-4-?'*-
HsaanHBHBBW&BsaBf
de Lisboa, as quaes vendem por
preyo commodo como costumam.
%&v3S0Ow-^v^;;;^/o
-.
Meuron
Com deposito ge- 2
$ ral |J Preta, na ra da
9 Cruz n. 26, muda- @
$ ramsse para a mes- 3
^ ma ra n. 25, pri- g
9 meiro andar.
Na lundicao da Aurora precisa-se
le serventes forros ou escravos, para
erviro debaixo de coberta.
:'@&*$$@ Se-"
1 DENTISTA FIUHCEZ.
Aviso eos apreciadores
da boa pita d.
llcchegado a esto mercado o excellenle
rap princesa de Morilande, fabricado na
capital do Ceara, cujo deposito se acha na
ra da Cadeia do Recile loja de miudezas n
7.ao preco de lj*00 cada libra.
LOTERA
DA
provincia.
O abaixo assignade avisa ao respeitsvel
publico, que vende os seus muito felizes bi-
inetes e meios, pelos precos abaixo mencio-
nados, sendo da quantia de 1009000 para ci-
ma, na praca da Independencia ns. e 37 a
39, e na ra da Cadeia do Recife n. 45, es-
quina da Madre de Heos
Bilheles 49500 recebe 4:0003
Meios 2-5250 a 2:0003
dos mezes, militas noticias scu-ntilicus,
modo de plantar c colber a nova caima
de assucar, noticia sobre o milho e al-
godao, e urna serie de conbecimentos
das artes, ele, ele, cada urna. 320
Dita religiosa, a qual, alem dos mezes,
se reuni a contimiarao da bibliotheca
no chrislao brasileiro, conlendo os s.'-
guinles Officios i do .Menino Jess, San-
tissimo Sacramento, Senhor dos Allli-
tos, Paixao, Nossa Senhora do Carino,
San-Jos,-, Sania Aupa, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis, Santa Hila,
Santa Barbara, Almas, Coiarao de Je-
sns ; assim como oiihas orarOes, ele
n.,cfc- .......- 320
Dita ecclesiattica ou de padre, elaborada
pelo Kvm. conego penitenciario da Se
de Olinda, segundo a rubrica, a qual
loi revista pelo E\m. Sr. bispo, que a
julgou certa, como de sua caita exis-
tente nesta typograpliia. iOO
Oita de porta, na forma usada ate aro-
" :......ico
vendem-se nicamente na livraria ns.
<> e 8 da praca da Independencia.
Sil
do
A'-sn'
Innaos.
Vendo-se um carro o um cabriole! de
4 rodas, ct: bom estado : na cocheira da ra
das Flores, que foi dJo Mara.
Familia de mandioca.
Millio saceos grandes.
Feijaohiancoc macana.
Gommado Aracatj.
.Noarmazem de Tasso limaos.
l^a vua, larga do Rosario
n. 14,/unio a botica do
Sr. Pinto Na tanoaria de I ron te do trapiche do
Vende-'se calcados"de todas as qualid.des, *[ ^nue-sc hrinha a melhor que
sendo borzeguins de borracha de cores o: fx,Sle n mercado saceos grandes e ma.s
pretos, sapatoesde couro de lustre e de be- barato do que em qualquer outrn parte.
Iflrrn --....,-. ..... .... _.. .
ende-se
J^ordo doNovoOlinda, ou com '.-papel para f?,r dejodas as qu.li-l Vede-se caf superior vJnd'o do Rio de
Pichincha.
Farinha
barata.
ap fino
m
Paulo GaignoaxdenlUU.ruaNov n.4l i J>
'& Da meama caa lem agua e pt denlrifice. Cy?
#*>:&&# .v-:> Q?Q&& --
SEGURO CONTRA FO0.
Companhia Alliaoce.
SibIcida cm Londres, m marco da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saundars Brothers & C, tea a honra da in-
'oraur aos Srs. negociantes, proprietarios de casas
a quea inais convier que esio piona me me an
orisados pela dila companhia para ffeciuar segn-
rol sobra edificios de tijolo e pedra, cobertoi da j
i*lha a igualmenUsobre os objaclos queconverera
i msao8 edificios quer consista em mobilia ou
(anudas de gualquer qualidade.
JOHN GAT1S,
corretor geral
K AGENTE DE LElLO'Es COMlIBaUAES,
n. 20, ra do Torres,
P1IIME1RO ANDAR,
raca_do Corpo Santo
ItJasa desnude I
O Dr. Ignacio Firmo Xavier cs-
a fabrica de La/.aro, no Maranl.o.
Deposito na ra da Cruz, n, 27.
\enlc-seem botes de librase meias li-
bras a 1/000 e 500 rs., na loja de Santos Por-
to, roa (Ja rus da MaJrede heos, na taberna de For-
tunato Cardoso ds Gouveia, ra da Cruz n.
ol, na loja de Jos Joaqui-n Borgcs de Cas-
tro pracj da Independencia n. 3.
Por Salustianode Aquino Ferreira, ~ Vinhos linos do Porlo denominados:
Jos Fortunato dos Santos Porto. l,uQUfl o Porto, Imperalriz Eugenia, Leo-
poldo 1, l. Pedro V, engarrafados e enhila-
dos como o de Champagne : vende-se em
a pnreo^s a vonlade do comprador, na ra do
tmbem_yende-seuma porcao! 'r,r,,cl,e *0, escriptorio de Thomaz de
--- He chegado a ra Direira n. 14, es-
quina que volta para S. Pedro, o melbor mi-
mo que hajno mercado, vende-se em pon-lio
earetalho; tambem vende-se urna i
de reijao fradiabo mnito novo a 400
cuia.
... Precisa-se de urna ama forra ou cap-
uva, para o servico de una casa de pouca
ramilla ; na praca do Corpo Santo n. 17.
. /Igua
aos
les.
a
res a
au-
o Preguica
!)
QUE STi onEIBUM
<.- fazendas por pouco
dinheiro.
O
.
reguica
a
Uqodo s3o o especifico para tirar lodos
, OS pininos, as sardas c as espinhas, refresca
a cutis e laz desapparecer a cor Iriguclra em
cinco dias, de um modo particular,
men,a o lustro o lira as rugas
fresca e.sem preJud,car a sau^de. | tSST^f^VSSSiTi
raa do 0u-imado conlinu'a a l'orneccr ao
cuiar, aug-| publico, em seu cstsbelecimeiito na esqui-
rlas peSKUS ;)a do b.xco do Peixe Frito n 2, o mais bel-
C:
',. tabeleceu em seu sitio da Passagem
^ da M&gdalena, que ica ao norte
j da estrada entre a ponte grande
I c a pequea do Chora-Menino, ex-
,j. cellentes acommodacoes para re-
J? ceber todas as pess'oas enfermas
| que se quizerem utilisar de seus
:.| serviros mdicos, os quaes serao
M prestados com o maior esmero.
"' me8rao Ul'*' Para Uln supra-
* indicado e para e.xcrcer qualquer
Q oulro acto de sua prosso den-
^P tro ou fra desta cidade podera'
^ ser procurado a qualquer hora do
@ dia e da noite. no referido sitio,
$ a excepqao dos dias uteis, das 9
?p horas da manhaa a's 4 da tarde,
9 que sera'encontrado no pri meiro
9 andar do sobrado n. 9, do pateo
@ do Carmo.
Ueironie da ordeui tereei-
rade S. Francisco
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
DO
DR-P-A-LOBO HOSCOSO
Medico parteiro e operador.
O Dr. Lobo Hoscoso, d consultas todos os
das e pralica qualquer opcracSo de cirurgia,
assim como.accode com toda a promptido,
aspessoas que preciserem do seu prest mo
para o servico de partos, praticando aso-
peracoes manuaes ou instrnmentaes, quan-
do nao possa conseguir resultado por meio
d" hom.ec!pa^"; 1a lanUs Tezes tem ven-
cido ditticuldades, que pareciam insupe-
guajsrgmar^ivvq^i^
lem Sillo ri-1-nil..ln ... i.. in.Un. _.JI. ,.
teni sido receitado pelo insigne medio Joa-
quim de Aquino Fonseca : vende-se s'unen
lo no deposito n. 6 Ja ra de S. Francisco'
pelo preco de 2jOU0 a garraa.
He chegadoia loja de cconte, aterro
da Iioa-Vista n. 7, excellente late virginal
ue rosa branca, para refrescar a pe le, tirar
pannos, saruas e espinhas, igualmente o a-
lamado oleo babosa para limpar e fazer eres-
ceros cabellos ; assim como p imperial de
lyno de Floreoca para broloejas e asperida-
desi da pelle, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa di vida.
--- Lava-seeengomma-secom perfeicAo :
no becco do Harisco n. 14.
A proessora particular Candida Bal-
bina da PaixSo Rocha, moradora na ra do
Kangel, acaba de dar feria a suas a/umnas
porseachar aaoeutada, porm vollar no
nm de janeiro ao seu magisterio, e conti-
nuara a receber pensionistas, meio ditas e
externas, a quem ensinara a coser, bordar
ler, escrever, coala r, grammatica.o te.
Na liviana ns. G e 8 ta praca da
Independencia, precisa-se fallar ao Sr.
Joaquim Antonio de Moraes.
Antonio Lopes Perena de Mello,
la/, sciente a seus devedores da* loja de
calcado da ra da Cadeia do Recife n. 9
que visto terem abusado de sua bondade
no cumplimento de seus deveres, que
anda esta' resolvido a esperar ate o Jim
do corrente mez, lindo este, decidida-
mente entrgala' a seu procurador para
chamar a juizo um por um, nao tendo
mais contemplacao com ninguem, por
rareis.
mi
O Dr. Das Fernandn, madieo fnou 1
ua re>i.lii'n do segundo andar da caa ?i
da nu eatraita do Rosario u. 30, onde pode ~*
er procurado para o eiercicio de ma pro- @
liuSo.
>^@
--- Rodolpho Lourengo participa ao res
peitavel publico, que acaba de chegar para-
sua olcma de pintura dous peritos olDcises
de Hamburgo, e por conseguinte se encarre-
ga de qualquer pintura de casas, loias, car-
ros, taboletas e outras qnaesquer que se of-
ferecer, sendo os seus servicos por precos
muilo commodos, e promette nao ter demo-
ra : quem se quizer utilisar, dirija-se a sua
loja, no aterro da Boa-Vista n 38.
(2)
i
Algodo
noo
129000
260
480
600
260
2S0
300
99000
220
120
Olindinas para vesli los de senhora,
covado...............
Targlinas dem dem,corle com 12
corados ..............
Organdys dem dem, covado .
Csmbraias estavpaias. vara .
Ditas ditas mais iuas, vara.....
Chitas fraucezas, largas, escuras o
Claras, covado...........
Ditas ditas, largas.escuras e claras,
covado...............
Ditas ditas, largas.escuras e claras,
covado ..............
Rretanhts le rolo com 10 varas,pega
Riscados monstros, lindos padres,
covado.............
Lencos de cassa com cercaduras de
cor, um..............
Mas alem destas, offorecc mais aos s
freguezesas seguintes fazendas ltimamen-
te cnegadas: mussulina branca linissima a
320 e 360 o cov*do, dita matiza la, lina, e do
melhor gosto possivel a 320 e 360 o covado
laazinbas milito linas, escuras e claras, to-
das de desenlies inleiramente novos a 400
rs o covado, carmclma, laztnda anda n50
vista,.trancada e com padres de Ifiazinba.
pelo Inrato preco de. 280 o covado, cortes de
riscadu francez, bonitos padroes e cores li-
sas a ,j200 cada um, cambraia lisa transpa-
rente, muito lina, rom 8 varas cada pera a
79500, dita lapada tambem muito lina, com
l ya ras cada peca i 4,-800 e 636O, chales 1,
de ISazinha muito linos a -'#200, ditos de'
merino lisos e bordados, do mu lindas co-
res, casemiras enlejiadas, desdadas, mu
proprias para palitos a2200 o covado, brim
aneado de poro l.nho o padroas novos a
a vara, dilos prelos de muito
zorro, sapatOes e sapatos entrada baixa, para
menihos, sapatos para senhora, botns de
couro de lustre cannos de rrarroquim, bo-
tns d bezerro de Nantes. c outras muitas
qualidades.
Fasendas baratas.
Obarateiro da ruada Cedcia do Recife,
loja n. 50, esquina dnn-onto da ra da M le lieos, contio'a a vender faznndas t.aratas,
tanto em atacado como a relalho, e tem para
vender alem de rautas fazendas boas e ba -
ratas, cortes de cssa chita a 1;600 o 25. cas-
sas de cores largas a 320, 440, 500 e 560 a
vara, chitas boas de cores fixas. o covedo a
160, 180 e 200 rs., ditas largas francezas, do
bonitos goslos a 260, 280, 300 e3a0. mussu-
11 as de todas as rores, bonitas a| 36' e 400
rs., laSziohas do cores para vestido a 800 rs
o covado, cassa para babados a 200 rs. a va
ra, e 1>50O a p^-ca. algoiao deduas larguras
proprio para lencos e toalhas ce mesa a 560
a vera, caml>rais ligas par forro e vestido
a 2*500, 39, 39500 e 4> a peca, panno preto a
"2/40(1 o cova k luvas de seda de cores para
senhora e homem, chales de 13a e merino
lisose bordados, lencos de cambraia do al-
godilo e de linbo. e grande variedade de fa-
zendas que a dinheiro se vt n lem por acom-
modadissimos precos, e dao-sc amostras.
Cera de carnanb* e de
abeilja.
Na ra da Cadeia do Recie, loja n. 50, de-
Ironle da ra da Madre de Dos, ha para ven-
der cera de carnauba edeabelha, recente-
mente chegada.
Cal de Lisboa,nova.
Vendem-se barris com cal nova de Lisboa
m pedra, por menos do queem outra qual-
quer parte ; na ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50, defronte da ra da Madre de Dos.
--- No caes da alfandeg, armazem do
iieno, vendem-se saceos de muito bom mi-
nio, pela diminuto preco de 5-3500 para fe-
CDar conlas, assim como arroz de vapor ebe-
gado do Maranhao.
Va roes drf cobre
para cavilhas a I3OCO a libra ; na loja de Ter-
ragens do Jos Antonio Mureira Dias A C .
ra .Nova >--
11 33
--- Vendem-sa 2Joscravos, sen lo 1 bom
moleque de idade lannos, de muito boa
conduela, com principio de sapn-iro, e 1
cscravacrioula, de22annos de idade, boa
eozmheira : na ra Ilireila n. 3.
ti
Vinlio do Porto e superior chamico,
cm caixas de urna eduasduzias, ou en bar-
ris de oitavo : conlinu'a a vender-se em ca-
sa de Harroca & Castro, na ra da Cadeia do
Recife n. 4.
Vende-se una escrava cozinbeira, de
excellenle conducta : na prtia de Senta Rita,
casa junto ao moinho de vento
Vende-se muoem conta um piano em
meio uso, do celebre autor RroadwooJ, he
de mogno e quadrado, e custou quando no-
vo mala do t.OOOj : na ra rio Trapiche No-
vo n. 10.
AUencfio
No caes do Ramos, armazem n. 22, ven-
riem-se os seguintes gneros: farinha de
mandioca muito boa, saceos com milho e
fumo em l'ollia. todo por proco commodo.
--- Veodcm-sotravejararnlos do lourn'de
varios tamanhos; na praia de Santa Rita
reslacflo '
Vende-se ama mnlalinhs de l3annos,
habilidades : na ma Nova n. 34.
c que bar, o
admira.
Na loja de 1 portas na ra do Qiirimado
n. 37, passando o breco da CongregacSo.tem
chegado a osle estabclccimcnlo um excel-
lente sortimento de vestidos de seda com
habados, para divervos procos, e muias
mais fazendas, que nao he pnssivel aquil
mencionar todas ; cassas organdins dos
mais modernos padres a 1/100 a vara, sedas
de quadros largos a I3200 o covado, ditas
miudinhas a l>300, ditas muito linas de
gosto iutejramente novo a 1^800, lazioba
miudinliiis a 320, dilas com listras de seda
com
flclof
"';*T4
cnbertos c dcscoberlos, pequeos e gran-
des, de ouro patente inglez, para homem
e senhora, de um dos melhoros fabricantes
de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete
inglez: em casa de Soutball Mellor A C
ra po Torres n. 38.
Ceblas solas.
No armazem de Bastos & Silva, defronte
da Madre de Dos n. 28, venlem-sa muito
superiores ceblas solas, pelo diminuto nre-
50 de 500 rs. o cento.
-elogios.
Os. mclhores relogios de ouro, patente ir
glez, vendem-se por precos razoaveis, no
a 750, corles de casemira a 4?, ditos enfes- P|Seri^toLl ^r "8onlo_Oliveira,rua da Ca-
tada, covados 99500. dita muilo lina a 4- 1
dita de urna largura 2U>0,grosdenaples pre-l
to a 2, chamaiole muito bom a 35500, dito I
largo coni listras assetinadas a 4s400, chaly '
Itvrado 19100, um completo sortimento de!
chapelinas para senhora, gollinhas, Ean-
gultos, camisas, i/eias de seda brancas, lu- I
vas de seda dos mclhores gostos que ha. se- "i t ?, 0il ^ ^ S razoaveis,
das brancBS, cassas pata cortinados, brins I 'c da"8e dinheiro apremio
de Iinho minio linos, lencos de linho bran-
cos, de diversos precos. Assevera-se aos
-*---------- o^-" "IIIVIIC
1a doRecien. 62.primeiro andar.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro e de pra-
rua lias Aguas-verdes n. 6. vende- compradores, que tenham yontade de com-
so 1 escrava erioulo, do idade de SSannos
olbcial de podreiro, 4 bonitas escravas de 18
a-2j anuos, 1 dita com una linda cria de 8
annos, 1 dita de meia dado com habilida-
des, todos s; .'.fio a contento, e se alianca
^uas vendas.
Iiampajone verdad eiro.
tloieo deposito deste vinho lino heno
aterro da Boa-Vista 11.8, delimito da bone-
ca, assim
prar n3o sahir sem fazenda, porque n3o se
cngolta diuhejo chogando ao cusi da fa-
zenda.
Na roa do Queiruado n. 37. loja de 4
portas, ha cortes de colletcs de velludo mui-
to bons por i I $000, vnlbulina surtida
na rua da Concordia n. 4.
relogios de
tente
pa-
res o covado. chitas francezas muilo linasa
280 res, risca los e.-coeczes a 280 rs., mus-
sulinas a 320 ts., dilas amalizadas muito 1-
ZkESrrrui s,,uiros***Sw:peoadeso1 desedB-para
niollu.los, ludo de superior qualuade, por
e-jorazoavel para aeabsr. ? i *v. .(% Ott.
iodo
C'h tposaTainherlik.
Na loja n, 50da rua da Cadol*. do Recife
Iclronte da rua da Madre ce Dcos, ba para
tender chapeos pretos Tinos modernos, pelo
ralo p-ec.0 de 7!>50u, assim como muito
lioas grvalas, entre ellas algumas de soda
de qusdrinhos para 640, cortes de collcte de
soda, gorguro, velludo" e fu.-tSo, brins para
caiga o palitos, gangas, fustOes, rerles de
casemira de bom gosto, e outras muitas fa-
zondas, o ludo se vende por precos muito
comino ios.
~- Vende-se urna espada prateada, um
par do charlaleiras, talim e (alabarle, ludo
en muito bom estado, para ollicialdo fuzi-
Iciro : no patoo dci Terco n. 18-
Vende-se um negro da (.osla, robus-
to, para tolo servico: na rua da Gloria
n. 114.
Livrofl em branco de
Hamburgo.
llm soitimenlo em casa de Timm Momaen
& Vinasaa, na praca do Corpo Santo n. 13.
Kneeiados para mesas.
lucos encerados para cobrir mesas, ban-
cas e pianos, a melbor fazenda que tem vin-
do ao mercado, e pregos mais commodos
que em outra qualquer parte ; na fabrica e
loja de chapeos de Joaquim de Oliveira
Maia, na praga da Indopen lencia n. 24 a 30.
- Vende s? 1 moleque pega, de 18 anuos
de idade, I pre'.o de 30 annos, proprio para
-r^iazem de assucar ou oulro qualquer ser
igo, 2 negras mogis, oozinbeias e engom-

t
n
.Va rua da Cadeia do Re-
cife n. 54, he chegado u-i grande soitimen-
lo de fazendas, que na realidade torra por
pouco dinheiro ; venham ver so ho ou nao
verdadedo aiiuuncianle, c est curto que
ninguem deixara de comprar a vista das lin-
das qualidades e de bom gosto : o annun-
ciante pede que venl'am ver a variejade do
quo existe. Kiquissims chales de touquim
de muilo boas qualidades, casavequtu de
casemira, ditos de cambr8ia#com bico a ro-
da, proprios para passamento de test, man-
teletes de cambraia de modernismo gosto,
por diminuto prego, sabidas de baile de bo-
nitas cores, romeins de. cambraia, dilas de
lil do linho >ara senhora e meninas, tanto
para vestidos, jjroslenaple de cores bonitas,
muito neos cortes de seda de bonitas cores,
com 3 babados, proprios para baile, pelo
prego qui realmente faz admirar a vista da
qualidade da seda e do bom gosto, sedas de
quadros de bonitas cores a 13800 o covado
chapeos de mola a 5#f>00. pulceiras de pe-
dras brancas e de cotes, papulina do bonitas
cores para vestidos de senhora, chaly liso e
com (lores, do cores muito lindas, chales
de merino bordado na ponta, dito liso a
4/800, oh! que lindos corles de casemiras
decores proprios para doutores e ra.azes
de bom gosto, panno (ino. preto de mili-
tas qualidades, casemiras protas. ditas de
cores, fazenda nuilo boa, proprio para nali-
mglezesde ouro, desabnete c de vidro:
1 vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Ah cu, na rua da Ca-
deia do Recite, araiazem n. 36.
SAPATOS DO ARACA1Y,
dos mclhores que tom vindo a esta merca-
do, nara horneas e meo i nos, de palla e de
prelnaa: em casa JoCaminha A- Flhos, rua
oa Cadeia do Recife 11. 60. primeiro andar
Vende-so superior Ilnhas de algodao
mancas, e de cores, em novollo.para costu-
ra, om rasa de Southall Mollor iVd.rua do
Torres n.38.
rnadeiras, ludo se vende cm conta : na rua !tos- enfeiles para pescogo de criangas, saias
Direila 11. CG.
No aterro di Roa-Vista n.
55, em casa de l'oirier, ven-
de-se um cabriole! em meio
oso com os competentes ar-
bom
o ,ue 6*0 presente annuncio em 'tem- K^Tfflete^ K- ffio?.
3#o00. ditos de casemiras para caigas, linas
ede bonitas coros a 55500 e 67000, grvalas
pretasdesedaa iS, dil.s de mola a 1/500
alpacas de cores com listras de seda a 560
covado chitas escuras e claras, padroes
miudinhos e graudos, de muitos e variados
IbO 180, 210, 220 e 240 o covado, pecas de
malapolao con 20 varas a 25900, 39600 45
4.5500, 49800. 50 e ;600. e muilo lino
b.WU, cobertores dealgodSo proprios para
escravos a 700 rs. ca 1. um, luvas de diver-
jas qualidades para senhoras, gang,s mes-
claaas de todas as cores a 540 o covado De
todas estas fazendas, e de outras muitas
aqu no mencionadas, se darao amostras
sob penhores.
po.alim de |ue depoisno baja quei xas ;
e ao mesmo tempo a/. sciente, de que
tem alguns de que i-nora suas moradas,
eentao estes tem dos chamar por este
Diario.., declarando as quantias, visto
nao so aecusarem do que devem.
Lotera
DA

O
da Baha, potassa da
Russiae do Uio de Janeiro, e cal tl
99 vujem de Lisboa : na rua doTra-
M piche, armazensns. 9 e II.
Na fabrica de caldeiraria sita ama
Imperial n. 118a 120, precsa-e deofli-
ciaes lerreiros, latoeiros, catdeireiros >-
mesmo toma-n-se meninos para apren-
d rem ooflicio.
Koubo de nm eavall >.
luilarain na noile do 2V do concillo lo
sitio em SantAiina, aon 1o mora o Sr. Nash.
que he junto ao silio do Sr. Amorim. um.
provincia.
O abaixo assijrnado avisa ao publico que
de boje era vante se obliga a pagar a sor-
te grande e a immediata no dia da ex-
tracrao em seu escriptorio na rua do
Collegio n. 21 primeiro andar. Vende
empoirao de lO.s' para cima dinheiro a
vista bilhetes e meios garantidos dos 8
por cento pelos seguintes precos :
Bilhetcs l.soO Meios 2$250
os bilheles da loleria recolh da sao recc-
bidosem (roca de outros.
P. J Lsyme.
Anda se precisa de um homem
peno padeiro para urna padaria na
adade da Parahiba, dando liacor a sua
conducta, paga-sebem: a tratan rua
da C.ulea.lolUxile.i. 7, loj;,d,: Antn,,,
Lopes l'ereirade M-ll(1i\ C.
So escriptorio de Almeida Comes Alvcs & | Casemira pela.
Coxini-
libo, fari-
nha efeio
Vendem-se saceos com milho, farinha da
trra e feijau mulalinlio e misturado, por
prego commodo : na taberna grande ao lado
da igreja da Sohdade.
Ve de-so um bonito cavallo rugo gran-
de, muito bom para calniolct ; na cicricira
lo Sr. Jos Pinto da Motti, lofronle da casa
do Sr. Dr Sabino, no Muo Novo.
No escriptorio de Domingos Alvcs
Matheus, na rua do Apollo 11. 25, tem
para vender por mdico preco os seguin-
tes artigo, lodos de muito superior qua-
lidade :
Bicos e elegantes pianos.
rt::s?; as i c\nrsde pi,tia-no ?rimeir" -s^-
tamnem, mas com as ponas brancas, cascos | Comora-sc um riv-illn
oler :SU,,lS gra"dieS' C algun,a C0US* a ">, d de Ci?. "flgor
"bredito'sZ r;h"ve";''"cst0cr',-,ll" n,,cmonvtor- *'"-" '"
ch'.V.vou noRec',en,l,r,t<,vlrpi-.,,"ro8' sili0 J "lu pella,
('sera bom r?.'- "*" '6 lalou IS"sh 'len. o pretende pessuir
iTi^Ts, U,Tm,S''10 Par. urna encommr
- ia0a se iiem a urna criada forra ou ; Compra-se urna osrriva r,
mSSXS&'SSr^ ."" ^^ ng""' "e ,8 ^ anZr e q
/, ?, 1" extefQO ''" "">* casa de peque- de cozinha, engommado c
na hmili, ; a tratar M rua Augusta, talu-r-: do Apollo Ks
C, n. 27, na rua da Cruz, vendem-se .
Actales e con lecas de varios modelus
Azcite doce refinado em garrafas.
Camas de ferro.
Cartas de jugar.
Chapeos de palha de Italia.
Cochinilhos para solase montana.
Couros de lustre.
F.nchadas do ferro.
Prelo em barricas,
fio porrete e do velas.
Licores sonidos e marrasquino.
Mace lies.
Moslarlas finas para uso de mesas.
Oleo de linhaca em bjlijoes.
Papel almaco.
Vinho de Champagne em cestos e meios ces-
tos, de garrafas c meias.
Cevadibb.a om garraftjes.
Ao Gijiivci ;.
Una do Queinado n. 27, esquina do
(;oiiogo.
As mais finas cambraias do linho puro,
pecas de 7 varas, grosdensples de coros
muiio superior, dilo preto muito largo e li-
L"Tr d? Se',B parl vesliu. velludos
ncospara cllete das brancas de todas
as corespa-a vestido, ricos chales de tou-
quim, ditos de mermo bor lados o lisos, di-
Compra-so um civallo quo ande baixo :los de ,seJa' chaPeos de seda para senhora,
a meio, sendo de bonita figura e gordo: a ao me'j'ipr gosto, ditos de
ada de JoSo'dc "
que se dir
$mpt$ d.
Compra-so urna mesa elstica para
jantar, c que sirva para 15 a 20 pessoas, o.
ue estoja rom pouco uso : atraz da matriz
de Imlio pa montara.
Papel para lorro de sala e guarnientes.
cont de lustre, marca fjiande.
Kendas e bicos de linho.
Ditas le di lo e algodao.
Cartas francezas para jn;;o
Cueiros de algodao para crianras.
loalhas de linho para mfioe rosto,
(iuardanaposde linho para mio.
Superior iumo em folha.
Aviso aos logistas.
Acaba de ch g-r ni rua .Nova n. 22, um
gran le sortimenio de livros em branco de
.odas as qualidades, por preco muilo cm
conta.
Vende-se um mualo ptimo oflicial de
rogueleiro ; a tratar na rua da Concorda,
confronte n armazem de m'.toriass do Sr.
Pedro Antonio Teixeira CoimarSes
FABRIG1 BE CAL?AD0 TA-
xiatlo, no a trro da Boa
Vista n 10, defronte da
piulara d) ,S'r Costa
Cheguem pechinch, borzeguins com
borracha a 6?500, do botos
crinolin para senbors, mussulina de umas
Cira 400 rs. o covado, cambraia de salpicos
Vende-se superior agurdente de
Franca, tanto em barris romo cm caixas,
licores e abaynthe, ebegado recnteme
le, pelo ultimo navio : em casa dcJ. Kel-
ler iv C. rua da Cruz n. 55.
POTASSA H BSSIA E CAL
RGEM.
rvo deposito da rua da Cadeia do Recite,
armazem 11 12, ha muito superior potassa
da itussia, dita da fabrica do Uio dn Janeiro,
o cal de Lisboa em pedra, ludo chegado he
poucos dias, e a ven ler-se por menos preco
do que em outra qnalquer parte,
Agencia
ia fiiiidigflo Low-31c r,
rua da Vnzala ova
n. 42.
Neste estabelccimcnto conlina'a a have
nm completo sortimento de moendasemeias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taisas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundjrao de ierro de D. \V. Rowman
na rua do Bium, passando o chafa-
riz, continua a haverum completo sor-
para vestidos, ditas lisas de multas qualida- ,lmen, de tachos de Ierro fundido e bati-
dos, mussulina branca a 300 rs. o covado, do- de3 a 8 palmos de bica, as riuaes sa
ditas de cores a 320 o covado, cortes de ves-
tidos de cambraia, feiios, proprios para es-
cravas a 4?000, madapoles de muitas qua-
li ia Jes. chapeos de sol de seda, ditos de
tanninrio, meias para senhora, ditas para
homem, ditas pintadas proprias para sapa-
tos rasos, alpacas, princezas, chitas, brins,
chales de muitas qualidades, lidas de car-
releis do 200 jardas, e muitas mais fazendas
que so a vista do comprador se podera men-
cionar as qualidades e es procos, quo nao
terSo nada a desejar em modernismo e qua-
lidades. Na mesma loja da-se fzendas com
penhores, e lova-se cm casa de familias.
asso armaos
Avisa 111 aos seus fregue-
ses que acaba de chegar
de Kchinond arinha no-
va que vendem nos seus
arina'/cus aos precos se-
guinte/j :
GALEGA 25500
O'MHCE 24 SN
alem destas tem arinhas
novas de Trieste nao .-
daprimeira qualidade, co-
me da muitoantiga e acre-
dtada
CM FOUEilO TOQUE DE
A?AH!.
Pecas de algodSode sacco, dilas dealg
dilo IrancadO proprio para toalhas e roupa
de escravos ; veode-se na rua do Crespo',
loja da osquiua que volta pata a rua da Ca-
dera.
>-
AO CAV?0
O Tontos da loja da rua da Cadeia do ricci-
fe n. 5*, recebeu pelo vapor hamburguez os
oscravo dos herdeiros do li
mmm
co"s"f,l(,r.engo b0 ""i18 ,rmaos- em Apipu-
niaoe oe 25 annos, pouco mais ou menos
uXuonT,' C,T r,S> *0dar erado" he
stZsX m i.8 Jun,8s dos I s ss.se
rife n >om qe e"e in* hsndo pelo Re-
c re quem o apprehender, leve-o ao ref-
ndo engenho, que ser gratificado
nhV0mg, en-genboC"icboeir em Seri-
nl.aem ao amanbecer do dia 25 do andan e
leuloerirf0Dlb:0.' e,C"VO fard0 dc o""
Eleuler.o, deest.tura regular, secco do cor-
po res um tanto compridos e com muilis
m. r-',"iProven,enle" debslntes cravos
quelemnelles.o que obng.-o q0e ande
semprecom alpargata a a oda do se.-lao:
lem o rosto comprido e o queixo lino, po-
dera ler de id.de 18.20annos, e mi om-
1 wM P.,,Sa Sri' u- *na Accioli
'? cderley' ,POr c,rU de "en, do Sr.
Antonio Ferreira Lustos. roga se qual-
quer pessoa a apprebensflo do mesmo cs-
cravo. e sendo aprehendido de o entres.-
ZV?*/"- Lemo" Junior& LeaI Rcis,nes-
'^'^,ou no mesmo ngenho .cima
mencionado ao abaixo assign.do que gene-
rosBinente recomponcari.
Krancisco Manoel de Souz Oliveira.
Domingo, 29 de novembro, das 8 as 10
horas das m.nhfla, desappareccu e suoroe-
se ter sido furtado. do silio na Passagem d^
Magdalen., que foi da viova elfloo. um c."
biinha escr.vo, chamado Manoel. Idade 10
7li.riI?00 m*,a U men0!'' escamado,
tl "'e "muOU "" dente frente,
?n?"08 ""P"1". '!! com lingua nos
fo vo8I^ne(,,ne,0 t"Ur' n,,ur>1 do sertao.
e 101 vestido de camisa comprida de lgod3o-
zmho ecb.ieo de p.lb. de carnauba : roga-
se a polica ou quem delle souber, dio
apprehender e levar ou avisar 00 mesmo si-
tio, ou no necire, na rua Nova, sobrado n.
w. ou no engenho do Meio d. frenuezi. da
\arzea, e promeUe-se pagar bem.
Sa N di' 2* de m'i0 de 1853 foglram do
Ico dous escravos mulatos, de antonio Mo-
(01ro de Far... um dc nome Clemente,"'to
alvo bonito de figura, cabellos louroa e*
cicbeados, barbado, olhos sgaudos ; 000!
tro de nome Jos, alto, Irigueiro, cabellos
pretos e caeheados, be ler ; .nd.m jun
lose regulam de 25 a 26 .nnos de id.oe e
dizem qoe se acham no serlSo da Bab a
onde se tratam por rorros : quem os c.piul
r.r e trouxer a seu senhor, s.ja em Pornam-
buco no engenho Vinagre, do termo de
uarassu ou no Ico so Sr. delegado de De-
licia Francisco W.uool Olas, ser. recomncrT.
s.do com 150o de gr.tilicacio. '
No dia 18 do renle, fagio fe I 01
Jo Jo brigue ..Sagitario,., um aciavode
nome Joaquim, pardo ccrevo, de 22 a
hasempre um grande sortimento dos se- T4a',n08de idade> ttura regular, secco
guintes objectos de mecanismos proprios d0 C0I'P wlem barba no quei.xo, ca_
para engenhos, a saber : moendas e mci.s "ellos cara pin hos e ja tem muit. $ bran-
nchama venda por pre;ocommodoe com
promptido, embarcam-se ou carregam-
se cm carro sem despezai ao comprador
(jomina do Aracaty.
Km porcOes e rotalho : vende-se na rua
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prenle Vi-
aona.
^ E* *el!inse rJIej:io.
.^ SELLINS e RKLOGIOS depalcnle
i"-lt'/ : a \en,la no armaitm d*
LgS,B "*''"> Kookar & Companhia, -
**$gim q o i n a Jo largo do Corpo Saulo nu-
A mero 48.
Vndese o engonho Cachoelra eran-
do na freguezia do Serinhaem, de muito boa
proJucciio, com bastantes varzeas apaula-
das.moe copeiro rom o rio Camaragibe, sem
levada por ser a bica asseotad. ao p da
tomada, com tolas as ferragens precisas e .3
mais obras, sendo a casa de vivenda, nova,
distante do embarque dufS legoas e meis, e
da eslrada de forro urna logoa, tem o enge-
nho 120 carros de canna de cemente: quem
o pretender, podera dirigir-seso Kecife aos
Srs Lemns Junior & Leal lteis, ou com o Sr.
Antonio Goncalves l'ereira l.ima, na villa da
tscada, n>s lercas-feiras, com o Sr. Dr, Ser-
gio Dini/. de Moura M.ttos, e no engenho Vi-
cente Campe I lo, con Manoel Concalves Pe-
reira Lima, que informara dos lemites do
engenho.
Vende-se superior arinha de man-
dioca em saceos grandes: na lanoaria
dcli otile do trapiche do Cunda.
-----, no arma-
zem do Snr. Antonio Annes Jacome Pires
a tr.iar na rua de Apollo n. 9, ou no mesmo
armazem.
.Forneiro.
Precisa-se de um bou forneiro p.ra urna
raaos1"" em Macei: lr,wr com Tasso ,r-
_*e?3t?d intowrt.
zXmSisnsAum escrav
lo redondo, sam barba tem -o f.nno*- ros"
dedo tsThsS&ft! achc;PbeTdede nm
dados por proco muito commodo,: na rua j Janeiro a 5560 a dinheiro vista
dof.abuga, loja de miudezas da agu, de *- *
ouro.
Vendse una banea de meio de
stla, meia dii/.ia de cade-iras ; tildo de ja-
caranda' : urna cama de umarello e um
porta-licor : na rua Concordia n. 20.
Una no Collegio loja de
fazendas n. 9.
Vendom-se chapeos prelos de baeta, leg-
timos de Hraga, em porcSo a 19600 cada um,
um completo sortimento dc roupa feita, para
escravos, calcas, jaquetas e camisas a 900
res cada peca.
Na loja das seis
portas em frente do Li-
vra ment
Manguitos bordados, camisinhas e golli-
nnas ; dase amostra com penhor.
Ha loja
das seis portas
Em frente do Livraimnto
Palitos de alpaca pretos e dc cores a 5/000,
dilos a 4?, ditos de brim a 3S, dilos dc sed
pretos, fazenda lina a 123000.
cou-
cidade, a
ro : quem o peg.r, lve"-o "nesta
rua do Queim.do n. 1, oa "o Bom
comarca do Limoetro, a entrorrar .
bor Justino da Molla Silveir,gni,o "1 Se"
compensado. veir., que scr re.
m^a- onugio de Beberibe
No d,a 29 do mez p.ss.do o oscravo crio,,
lo de nome Joaquim, de 20 a 22 anno*
co mais ou menos, cujo escravn ?,S ,.pou"
domnaLm0eirO* lu8r do Espinho preto e
tem os signaos seguintes: bastani .u
corpret., cora ptiocipiode buSe b.,K'
onuos denles, levou diversas 2X*
"fNpir dVTr.fr;,.;,";chpes'"de rou"
seguido para
pareotes : a ji
voacllo de BoL
te pago. que sera 8enerosmen-
lugar aonde tem pareotes : a ,
ra o Limoeiro,
s pesso. que o
--- Fugio n. noite do di. 7 s n
rente, o escravo Hypollto crinS / nCOr"
ros, estatura pouco cima h. 2* d """
do corpo. ps grandes! beicoVer^1"' SeCC
ca barba, com falla d 22 ",trZ' P?V
la descansad, onici.l da2i nle> fal
nheiro. sabe r.b.lb.rem c"sa dTo" i^"
de engenho de esBucar. be L "lde,r*
e taire, queira p,ss.r' TJgf-'lSS?*
pegar leve a rua das Aguas-verdea n ^n6"1
sera recompensado. M n 50' I"6
Be;;"dict.g.i0AnnK0 ; ^KS0 a ^
menos, 3o snnos m5?,J2* ma,s ou
pes grandes, levou diversas Scf, dS' *
-^''o^r^ri^^^r
dous chapeos apret e Z?r*T z,,,
massa. cop.s'baix.^ e beir. ..ra. ,nC de
pegar leve ao seu senhor v auem
boaiaoon n. camhoaVl, rrmgan?oe U'
verio Joaquim Tanius^TtoVV S'
bem recompensado *"ws, qie sera
Sr."Jo^,nmVoUfeSCim?rVO Vicente d
Albuquerque, do eJenhno0 frT'!?,ntl de
pesdel2ded.zembrode RSr 10 d "eio
didoa 4 do corrente r,.r.' 8Preheo-
seu sonhor acn c !,J? n?'W ,0
mrzev.dio.se^SKrv'C0---
'egular, gecco do
o.eissguintea:1igS^L*?!' '
corpo, pese nariz chato.
s o bim Ip* n.t. .____ t
com
1 cor fula, testa re-
cicatri
suissas c bisodes ;'e'sYe cri
1 ao Sr. Jrancisco Ma
te.npnncipio de pe ,rnir0Si lcvou ^^ -
"ispeo de palmha,
com doas calcas
^JOlmt^Jgg\
rssassg
fr.coCzm-rS brDC?S" um corle de
ir.ncez, .um, camisa de senhor. :
tstassSv^


iB ca8adeKabcScbmettaul&Companhi.s
rua da Cadeia n. 37, veudem-seelegante.
pianos do alamado fabricante Tr.um.nn
i. Iiamhlirtfu.
I2C43ISM9 PA1 Eli;
NAFUNDICAO DE FERRO 1)0 EGE-
N HEIRO DAVID W. BOWMA.Y, VA
RUA DO BBUM, PASSANDO O CHA-
FAR IZ,
Para urna oncommonda.
Compra-se um escrava ue sejadeboa
ue onlonda bem
'. costura : na rua
lar.
- conipra-se eliecliv.araente na rua da
* 1
MUTILADO
ILEGIVEL


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