Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06928


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Full Text
ANUO XXXIII N. 282.
OlARTV FEIRA 9 DE DEZEMBRO DE mi
.
Por 3 mezes adiantados A'000.
Por 5 mezes vencido* 4500.
Por anuo amantado 15$000.
Porte franco pura o subscriptor.;
)
ENCARREGADUS DA SI BSCRll'CAO DO NORTE.
Parahba.oSr. Joio Radolpbo Gomes Natal, o Sr. Joaqun)
__ gnaeio Perera Jnior; Aracalv, o Sr. A. de Lemol Braga ;
" Ceara, o 8r. J. Jos de Olivcira : Miranho, o Sr. Jos Teiieira
da Mello ; Piaiihy, oSr. Jos Jaaquim Avellino ; Para, o Sr.
Justino J. Ramos ; Amaionai, o Sr. Jeronjmo da Coila.
PARTIDA. DOI COKREIUI.
Olin.li: lodo m dias. eate meia horas Jo da.
InafUM, (iuiaiuia e Parahilia: na. nfaadae e leius-felras.
S. Mi, BaMTM,, Boniu, Careara', Allmho e Oeraahau : na terca-feira.
..i:_Lo""":.^ f*" "''" Issaosiir., (raja, PaHMira, logasen,
Flores, V ia-u.ila, Boa-Viata, Oarkarjr a En", uaaaarua-rejni.
l.aliu,lpojaea,eriDliaen, Rio Forowso, ton, Baimros, Aa-
nvotFiraft e riaul: nuioias-feina.
(Tcdos o> correiua patleo aa 10 horas da asnilla.
Prcte
AODIKNtalAI DOI T&IBDNABI DA CAPITAL.
Tribuna)do eommereio : segundar a quinlai.
Kelacao : tercas feiraa 1.1 bb.idoi.
Paienda : queras a rabeados ai 10 horaa.
Juio do eommereio : oeguodaa ai 10 horaa quintal ao nal* dli.
Juio da orphaoi i segundas a quinUiai 10 horaa.
Primaira Tara do eirei : aagundaa a leiiai a* nal* da.
leganda rara do eivol : nanas a labbadoa a* mal* dia.
EPHKMERIDES DO ME! DB UI'.XI MMBRO.
1 La eheia asSIioras e 117 minutos dimanhaa.
8 Quarto minguante as 4 horas e 18 minino da manliia.
6 La noca as 8 hora; a 12 minutos da manbaa.
2 y uarto creicenle ai 4 horaa a 17 minuto da minliai.
PREAMAR DB MOJB.
Primaira ai l" horis a 6 minutoi da manhaa.
Segunda ai Id borai e 30 uiinutoi da Urda.
PARTE OFFICIAL
ras da manhaa, achando-se prsenles os
bargador Villares, e depoladoa Basto, l,e-
TRIBUNAZ. DO COHHSHCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 7 DE DEZEMBRO
DE 1857.
Presidencia do Exm. Sr. detem bargador
Cilirana.
As 11 horas
Srs. deserob
moa luppleutr Ramos o Silva, faltando o Exm. Sr. presidente o secretario interino Reg,
abno-se a -e-sao.
' He lida e approvada a acia da anlecedenle.
DESPACHOS.
Lm Ircquerimenlo de, l.obo, Medeims, Brilo &
r.nmpanhia, informado pelo Sr. deiembargador lis-
cal, pedindo o registro do seu contrato social.Re-
gistre -sr.
Oulro de Gnimsraes Aj Alcoforadn, informado pe-
lo Sr. desembargador Retal, pe lindo te Ihe mande
ragislrar aa altrameles que fieram cm siu contrato
social.Como requer.
- Oulro re Amoriro, Parta, Gima & Companhia,
salisfazendo o parecer fiscal.Volte de novo ao Sr.
desembargador fiscal.
Fui prsenle a enlajo ofTicial de cambios des-
eonto de letras, relativa a semana fioda. Archi-
va-ie.
Nada mais havendu a tratar, o Sr. presidente le-
vantan a essan.
EXTERIQRT
nc
O ,< Annuaire militaire poblica o seguinle sobra
os cargos que oceupou o general Caveignar.
Loiz Eugenio Cavaignac, alumno da escola pc-
lylecbuicu em 1820, foi despachado capilflo do cor-
po de engeuharia em 1830, cliefe de balalhao de
zouavoi em 1837, coronel desle corpo em 1811, me-
ad,al de campo em 184, fea ai seis eampaiihai em
bf'ics. e fol ferido em frenle de CTierchell e de
ftlilianah.
Em 1843 foi condecorado eom a commenda da
Leman de Honra, governador geral de Alegria, ge-
neral de divislo e ministro da guerra em 1818.
No dia 24 dejunho do meim auno, em presen-
ta do perigo de que se achava ameacada a socieda-
d, om decreta da as lodna os poderes ejecutivos que elle depoz no
No mesmo din a assembla declamo que elle me-
. recia as hendaos da palria e Ihe confino de novo o
podar ejecutivo com o titulo de presidente do con-
selho de minislros o qual conseivou al 20 de de-
zembro de 1818.
Membro da assembla legislativa, nao lendo que-
rido reeouheeer o novo rgimen fui retirado do aer-
tqo em 19 de fovereiro de 1852.
O general Cavaignac publicou ama brochara so-
bre a regeneia de Argel.
Na ultimas eleiciie* que liverem lugar no mez de
janho foi novamenie eleilo depnlado por Pars.
Aa exequias dn general Cavaignac ter.lo lugar
manhaa aabbado, ao roeio dia, na iure.a de S.
Luiz-dAnlIn.
INDIA.
Sobre as operarles que prreederam a lomada da
Delhi, eacrevem de Doinbaim a' Preste com dula
de 3 da oulubro o srguinle :
' A lomada de ellii ha dilTundido a elegria nesla
capital.
Poseo dar-vo sobre eile fado pormenores bastan-
te completos.
O treru de sitio eheuau a Delhi no dia 5 de ic-
lerubro, e desde nquelte momento comedirn) a oc-
cupar-se furnialmenle du asaalto.
C>na(rniranl-se vHrias baterias as altaras que do-
miu id a cidade, e a curia dislanria da pnrlas, de
maneirn que podiam bater em brecha os nuvos ba-
luartes.
Tuilo islo nao se fe* sem algoms resistencia por
parle dos sitiados, perdendo ns Inglezes dout ofli-
ciaes.
No dia 8 de selembro rompen-se o fogo ronlra
os baloarlis de Caihoiere de Moree que sofTreram
limita.
O i i migo responden com ir edalha um fogo
ile fozileria bem sustentado, mas que nao cauou
a minio damno aos siliadores.
Nos diaa 10 e 11 f-z o inimiio lortidas que nao
rorrespooderam so que esperava, apazar de serem
protegidos pela artilharia da pni.
No dia 12 o baluarte Cashmere e orna parle da
cortina a'jcente etlavam deslrufados.
Immedialamenla e adoplaram madidas para dar
o aisallo, e o general Wilion publicoa urna ordem
do da indicando a con lucia dhs tropas.
Nada de quarlel aos revollosoa, se dlzia naqnella
. nrdein, mas a malanga das molheres e d.n cran-
fas, aisim como a dos nao eombatentes, prohiba
severamente.
Einlim cliegoo o da 14 de selembro : os Inglezes
sut'iram ao analta e eslabeleceram um alojamenlo
no baluarle, apezar dos esforfosdo inimigo.
Iinmedialamenle se Inmaram aa portas de Cash-
mere, de Csboul e de Mourt e assenlaram-sa pe;as
de grosso calibre nos pontos donde se poda alcanrar
os rebeldes n aeu refugio.
Euiao, grande numera de babilanles sahiram da
eidade para enlregsr-se, ac quaes se dea qaarlel.
Alguna cipayos fizeram oulro lano, mas nao fo-
^f din altendidos.
. Pela tarde, a parle principal da cavallaria ini-
miga aihio da cidade lomando o camioho de Ka-
vari.
Na mesma hora, ns siliadores occnpsram a cida-
de ingleza, a casa Skinner, o collegio e os terrenos
adjaceutes.
O inimigo possnia ainda o baluarl ale Labora, e
demals para aquelle lado, o palacio Seleymgarh e
Mi p nilus principaes da cidade.
Entre os ofliciaes f-ridoa na areflo do din 15,
NICOLAO FLVMEL.
Por Pedbo Berand.
acham-ie n general Nicholson, o coronel Campbell e
o major Redd, do balalhao Simuur.
As mainres perdaa resultaram do alaque da pas-
sagem que conduz a' mesquila de Jumua, e do ala-
que da porta de Caboul.
A brecha perto da porta de Cashmere nao foi de-
fendida formalmente ; lambem poderam os Ingle-
zes apnderar-se do baluarle Hoari marchando pelai
muralhas.
Ao amanhecer do da 15 vir.imse corpas cous-
deraveis de rebellea pasear a ponle ; oulros sihi-
ram pelo lado de Kolub.
Os siliadores aproveilarsm a imite para Immhsr-
deaiem a ri lade com a arlilharia de grosso calibre
apprebendida ao iningo.
Durante lodo odia 15 bombar learam os arma-
zen, que no dia lf> foram lomados de a-sallo pelo
regimenlo numero til de infanlaria.
Por este meio se apoderaran) os Inglezes de va-
rios moileiros que dirigiram immadiatamenle contra
o palacio.
O inimigo abandonou a sua posic,ao de Kishen-
gunge, onde linha urna balera de cinco pegas de
calibre 18, qoe foi orcupaia imme listamente pelos
soldados do regimenlo de infaolaria eoropea nu-
mero 52.
Nao me foi possivel recolher mais pormenores.
O ultimo despacho procedente de h'eipnur an-
nuncia aue no dia 2i> eslava em poder dos Inglezes
loda a cidade de Delhi.
Emqaanto ao rei, rao se sabe filamente o que ha
sido dalle : cre-ie geralmenle que consegaio esea-
pai-ae com seus rious lithos disfarcados em Iraje de
mulher ; oulros suppO-m que elle seus filhos foram
colindes ; mas se esta noticia fosse certa, o governo
te-lo-hia publicado immedialamrnle.
El Clamor Vuhlico.)
Urna oulra correspondencia tratando da lomada
de Delhi diz :
Os sitiados foram aban taando aor.ceitivimcnle
as casas, ras e pracas que oecupavam, e os Ingle-
zes se apossaram dellas : os rebeldes deizaram lam-
bem a posirio de Kishengunge, concluiram no dia
20 por evacoar complelamenle a cidade, sahindo
della a guarnirlo na melhor ordem, e levando com
ligo o rei e seus dnus llioi. lie 13o nejado o
que se disse da familia real fiiir favor de um dia-
arce, como que o rei recusara sabir e calina em
podar dos Ingleie<.
A prosa nao se achava complelamenle cercada,
e assim poderam os siliados ellecluar a soa aahida
com a matar Iranquillidade pela ponte de barcas
que linhain eslabelecido sobre o rio qoe corre perta
della.
A resislenria qoe oppnzeram antes de adoplar es-
la resoluto eilrema tai lenaz ; a cilade foi di-pu-
lada palmo a palmo, a ainda depois de evaca la
pc'o grosso das Iropas que a guarnecan), a peque-
a divisan_qoe licu nella para proleger a retirada,
fez os mus incriveis prodigios de valor.
Apparece desmentido que o general llavalock le-
nha^ lido parle alguma na lomada de Delhi.
Consta positivamente que unido ao general Ou-
Iram, atravenou no dia l'J o (Jangrs, para lavar ao
cabo a ja por tres vezes frustrada empreza de libar-
lar a guarnirlo de Lucknow. Ta someule depois
de eumprida o seu p.oposita e que pensara marchar
sobre Oelhl, se he que as Iropas rebeldes do reino
de Oude Ihe permillia n que pndesse assim verifca-
lo. O general Wil.on ha sido lao s o que lu diri-
gido o alaque da pra;a.
Qae os anles siliadores le enconlram a sua vez
sitiados e no rnaior aporo, he orrselo que as ulti-
mas noticias confirman) sobradamente.
O general Wlliofl e as mas Iropas nao ha* en-
contrado vivares nein proviso.sile nenhume claise
na cidade, cuja lomada Ibes ha cuslado lauo lempo
e lano sangue.
A seis millii. ao norte de Delhi, o re dcsi cida-
de, e a goariiic,,1o que sabio della lograram encur-
porarse com as numerosas partidas da Ionios in-
-urrecciooadoi, que lio os verdadeiroi senhores do
pan. Com ellas bis cercado completamente a De-
lhi. e o general vV||jon sa eneonlra sem communi-
cai;es, aem meins de Hender a cura dos seus Ten-
dos, a ven lo dizimadospela foms e as enfermidades
os soldados que com vida Ihe deijara o ferro tai.
roigo.
A crdadela de Locknow continua a resislir.
O general Oolram escravia nu da II de selembro
o segumtc :
o Boas noticias I llonlem ha feilo voar orna mina
a quslrocenlos assaltantes. A gaarim-au fez urna
sorlida alorlunada. u
A pastagem do t.anges rustan molo Irahalho aos
generaea Havelock a Oulram, mas uia jalcaram
prudente apresentai ama balalha decisiva aus Indios.
A'a insorreiees de que demos noticia, detemos
acrescenlar conli m.nlas ja' por d.spaihos lelegra-
phicos; as qae no Asgan, em Palna, enlre os Sin-
Ihals, no Bshar, m ova e no Hewah rebeolaram
ullimamenle.
Neele territorio linha penetrado, a' frenle de om
corpo consideravel de indgenas K >wer Singh, chefe
dos rebeldes de Arrah, de accoido com as tropas do
rajah.
O regimenlo n. ,"> de cavalhria irregular, qoe li-
nha lido mandado marchar ronlra Kower Singh pss-
s.oa7.'B,. s. sua" fileiriH loS' I" logrou avisla-lo.
sir Colla (.smphell tinha enviado de novo mil lio-
mena para >uHocar o movimeoto.
;l.a Esperanza'.
INGLATERRA.
O ct Daily-New. poblica o saguinle :
Os horrores da Crimea reprodutir-se-ho
aobra urna maior escala na guerra das In-
dias ?
Urna carta de Clenla nao deija duvida alguma
sobre a falla de m-ios em que se leem adiado as
aolondades de allomas localidades em soccerrer os
soldados interceptados na sua marcha sem que ll.es
seja possivel realisa-la com a resularidade p ssivcl :
Estas autoridades nao tesn podido prover conveni-
DIAB DA SEMANA.
7 Segunda. S. Ambrosio are dout da igr.
8 Terca. >Ja A Conceicao de N Sra padrocira do Imperio.
9 Quarta. S. Leocadia v. m.
10 Quinta. S. Melchiades p.; s. Eulalia v. m.
11 Sita 8. Ilmi ./'i p. ; s. Trason ni.
12 Sbado Ss Sereuo leitor m. ;i. Epimacho m.
13 Domingo. 3. do advento ; S. Luzia v. ni.
ENCARRBfjADDS DA 8DB8CRICA RO IUL
Alagoai, o Sr. Claudino falcao Diai; Babia, o Ir, D, Dunn
loda Janeiro,o Sr. JoooBersiraMartina.
EM PERNAMBl'CO.
O propriatarlodo DIARIO Manoel Figuelroa da Tarla a ma
livraria, praca da Independencia n. e 8.
Ira da.igreja de Saiul ia-Jscqiies|Boocherie.lem-
leilo moras al em seu sanluar
de aaylo nao he mais una
lizes !...
assim o direilo
protejan para ds infe-
Sica, sim, suspirn Flamel, u lempo actual he
moi Irlata, e luda lesa nao presagia boa eaooa. A
rainlia Isabel governa o rei, o duque de Orleana
governa a rainha. a SaYoisy, o mais davasso e mais
ralsano dos ti taigas ds corle gola O'leans. E isso
em assim ale que o duque de Borgonha triumphe
pois nao ralla-se de nada menos que de alguma prna-
za projims de Joao Sans Peur.
Eulrelanlo, lornou Eustaquio, procura ler
amigos nos doas campos.
Fa;o o que pisso. responden Mela', pois
emhm lenlio da empregar Uaolliier. Mas, suspirou
o eseriptor, a aroizade dessas seuhores cosa muilo
caro.
Bem, bem, dista o sacrisiao levan(andr-se. s
homem sabio e pro lenle. Porm he cheicada a ho-
ra do ngelus, vulto para a igreja. Se queres se-
guir-me, rallaremos anida de (iaulhier.
Ja aesbei, disse l'lamel fechando om inanua-
cripto e deponlo a peuna ; lerm nei assa homvel
lareft.
E dirigindn-se a Parnall, diss collocamlo rilante
dalla um volume coberto da livores doaradas :
Vi a' nn.sj casa, e guarde este livro no baho
grande ; he urna obra prtoiosa. Anles de lirar co-
pia della,quero egtuda-la com o maior cuidado.
Dita islo, .Nicola'u vollou-se para Euslaqaio, lo-
mou-lhe o brajo, e depois de ter lancsdo uro all-1
iil .11. .. i___-_. la. a. ~.
entemenle is necessidades das tropas que marchan)
para Calcula se bem que o numero deslaa nao eice-
desse a qoatro mil homens.
Depois de 4 diaide demora o maior nmero delles
ficavam a bordo dos transportes no rio, e islo du-
rante o mez mais insalubre do anno.
Os soldados do regimenlo n. 52 qae esla ha algam
lempo em Calcula e em Barrackpore astiveram 48
horas sem alimenta na poca do Mohurrum.
Seas cousas sao administradas assim em urna cida-
de comoiCalcul, e qoasi da mesma maneira a bordo
dos navios que far no interior do paiz?
O navio da marinha real do enromando do canit.lo
Peel. lendo o cholera a bordo, ficou varios das sem
ser desinfectado.
0ando o general Neil chsgou a Allahabad, nao
linha commissario e quasi Iba fallavam os vveres.
Os soldados de llavalock tur, lido que lofTrer mais
pela falla de foroecimenlo do que peta foso do ini-
migo.
Os desgranados fugitivos a bordo dos barcos a va-
por do governo, eolio quasi lodos morios de fome.
As damas recentemenle chegadas da Inglaterra
confirman) eslis as*erc,es.
Em toda a parte o commissariado da' provas da
sua negligencia e improvidencia.
Se ai autoridades de Calcula nao (em podido pro-
ver as necessidades de 7,000 homens que acontece-
r' quanta liverem que fornecer 25,000 homens que
devem vir da Inglaterra?
Eslarao elles destinados para serem novos marlv-
rei do commissariado'.'
O clima de Bengala e de Behar ha mais imalubre
do qne o da Crimea.
Os nossos soldados chegando a Cilcala' logo depois
de e ssarem as chavas, na eslar,io mais doenlia nao
adiarlo vveres, a antragaes ao euojo da distancia
da patria sern viclimas ceilas.
Os servicios do commissariado e de transporte ei-
tao complelamenle desorgamsados em Bengala.
Os soldados de llavelook acham-se eaposlos as in
(empereis, sem barracas, com rer;oei usoflicientes
e seos soccorros dos mdicos.
A ralla de dinheiro he a causa de lodo o mal, e
se a desgrana quizesse que livessemos urna Crimea
indiana, o aaioialaria leria coocorrido
grande responsabilidade.
(l'nion.)
_, SLISSA.
Uizem de Berna a 30 de oulubro, qoe ja saoVo-
nliecidas as elei.;cs para o grao comelho nacioaal,
eiceplo as do caniao dos (irise<.
O resallado nao mudara' em nada a polillca lede-
ztt'tsrzsS' saxrsst \. yssxzsusf* ,5elevaJo ear80' i ssx-s: tsixzzsss** o,coD-1
principe. i rica Central. Isle ministro plenipotenciario devera
Ignora-se lodavia quaes seriain o lugar e a occa- I dir'gir-se ao sel posto dentro de om mez. .
relsla sem lites fazer o mais siao para realisarem o crime. S eslou bem informado, como me parece eslar
io, os segoinles cruelissimoi fac- Julga-se que os indicios qoe houve na vespera e i ja eslA feila a escolha da pessoa, que nos deve re-
1 no mesmo dia em que se fizeram as priies, prximo presentar nesla quesian diflicil e complicada ; re-
ence ao parlido dos
parte da miss.ta de
Jo, e cujoa resudados podem ser falaea ao ejercita
inglaz. antes liliador. o Morning-Posl
Assim lambem podereroos dizer qoe esses plenos pequeo commenlar
de coiispirar,ao que os despachos ofliciaes manifes- lo
aZVm?.;.^^^ k A*"*M, de Sj"" (Pridencia do Boro- ao pal.cTo.'maV'quV fVr.m 'SUSTttSSi hioTin mdipiomii; q^Jeill
illo mais graves que o meneo- baim J malarara grande numero de negros porque se com esta projecta. ^ Toryes. e que oulr'ora fez parle
Gye o general Laurenie '.'
Mas seja como se queira ; a nos parece-nos que a
guerra antes de concloir-se, hade passar por muilas
e variadas pitases.
Poderao venceros Inglezes all onda se apresen-
lem am grandes masaas ; mas nao se trata sii de ven-
cer boje n'um encontr c amanliaa em oulro ; Ira-
la-se de conservar, nao pela forra das armas, a ni-
camente o lerreoo que se pisa ; mas sim lodo n im-
roenso territorio que anles oecupavam com a misma
paz e IraiiqutliiJe-ia.
ciplina, foram
compunham.
acolitados todos os soldados qoe o
TRPOLI.
O bey de Trpoli negou-se a obedecor s orJens
do -iili.u, que Ihe foram eommuuicadas pelo cnsul
inglez, o qual linha mandado allUar nos lugares p-
blicos o firman do cnsul.
Islo pode dar lugar a um conuieta grave, em qne
de certa nao ha de licar bem o vassallo da Sublime
Porta.
para ama
Iguns, e
> SERVIA.
Belgrado, 23 de oulubro.
Um anligo amigo pessoal do et principe Miloseh
tlbrenowich, que adminislrava os bens deslc, foi
preso honlem.
Pareea que se Iratava de deslhronar o prineipe
.1 landre Karageoigewilck para elevar ao poder
a Miloseh. K
A maior parle dos senadores estavam complicados
no crime, e muitos linham recebido mil ducados ca-
da i. a, para assesurar o golpe de Estado.
Esta quanlia foi encontrada em casa da al
oulras n iao jogado ou gastado.
Tres individuos do senado, dos quaes dous s3o p-
renles da esposa do principe, e o oulro seuador por
lieranca, iguoravam a con-pnaca.
O principa Alejan Ir ha moslrado grande pra-
lencta em nao mandar prender mais que Ires sena-
dores que appareciam cmplices do projeclado cri-
me conlr a sua vida.
-Vos demais os collocou na alternativa de aposen-
tar a sua deroissita, na sollrer as ennsequencias do
processo eassnn oplaram palaeaaamiasls.
O comul de Franca, Mr. Dessessarles, ha prole*.
lado conlra esla conduela.
INDIA
Nenhuma noticia nova se lem da India, mai co-
iiln- idas ja' lod.is es correspondencias olliciaes e
particulares. pJe apreciar-se o sentido de urnas e
oulras.
Resumindo. poi, as que lem um carcter oflicial,
podemos dizer desde ja' : ,
1. 1
Qaa o eiercita insurgenle vencido ep) Delhi nao
ha sido destruido ; que evacuou a cidade, a lomou
posicao a ama dialaucia raui curia as tropas In-
glezas.
2.'
Que uenhum dos corpos do eiercita commandado
por Nana Sahib, ha solTrido a menor derrota.
3.-
Qoe o reino de Oude se acha lodo sob as armas,
reuuindo om ezereito de 125 a 150,000 homens.
4.-
Qoe o paiz de Assam, e dos Sanlhaes e o IIjliar se
enconlram em plena insurreic.io.
5.*
Que Ilourg Suig, chefe de sangua real, balido e
de.lroc.ado pelo major Eyre, como.Nana-Sahib o foi
pelo geueral Havelock. se acha a' frenle de um nu-
meroso ejercito, e esla' manobrando, de modo que
ameac,a a Sanger, e pode eicilar insurreicOei em
Uhopal e em Bundelsamd.
Que havia minia agila^ao e anda algumas revola-
C,8es parciaes na Saiudia e no Beloulchisan ; que o
espirita da in chegando al lal ponto as presidencial de Bombaim
e de Madrasta, que ha sido preciso fazer numerosas
eirurses e desarmar muitos regimenlos.
Al aqui be o que podo lirar das nolicias ofliciaes,
isle he, aquellas que o governo inglez qoer commu-
nicar.
Eti quanlo ao qne se saba pelas cartas que bao re-
cebido os peridicos fraucezet ou belgas, anda apre-
enlam a situarlo moilo mais Irisle.
Assim, por ejemplo, reforlado-tm a ellas, pode-
mos dizer que os insurgentes de Delhi, nao smenle
nao foram derrotados, senaoqae nem seqoer se deve
RL'SSIA.
S. Pelershaigo, 22 de oalabro.
Assegura-se que o ukase regulando a siloarao dos
rvios, assim como os termos em que se entregara'
u (errilorio em propriedade aos lavradores, se publi-
cara no dia 18 de dezeuibro protimo, eiimversario
do nascimenln do imperador Nicolao. Se formara'
ama eommiislo presidida pelo grao duque Coestan-
lino, encarregada de dirigir e vigiar os couvemos re
lativos aosarrendamenlos que se celebrara ntreos
rendeirus e os proprielarioi.
Algons grandes proprialarios ae adanlarem vo-
luntariamente aos desejos do goeerno.
Segundo ai noticias recetidas dos dislriclos da
frouleira. parece que os propietarios destas comar-
cas Iratam de buscar meio de cubrir a falla de bra-
cos que deve resultar da emancipaco dos colonos.
Com esla objeclo assegoram logo a posse das Ier-
ras s familias dos colonos metanle a preslacAo do
Irahalho pessoal em vez do pagamento da renda.
Desle modo se vai prep.rando a transieran do novo
estado da coasas, prevenindo-se para evilar as per-
das qoe resultarlo para moilos proprielarios, alguus
dos quaes se arruinaran) complelamenle.
O decreta ullimaneuia publicado relavo ao eom-
mereio do Mar .Negro, e que anles ie linha commu-
meadu as poleoci.s inleressadas, ha provocado j.i
reclsmares dos governos de l.m Iras e Vicua, se-
gundo os quaes se oppe o dilo decreta ao estipula-
do no Iralado de Paris, de 113-0 abrir ao eommereio
mais qae Ires portas na cosa asitica do Mar Ri-
fo.
Os no-sos representantes no eslrangeiro bao rece-
tado ordem do dar acerca desle ponto eiplicacf.es sa-
tisfactorias, f.zeudo notar, sobre ludo, que essa res-
inero, he lo someule uina medida provisoria que I c.'s deTe,,
ej,gem a siluac,,,, do Cauca,, e os regularemos a Je
de alfandegas e d quarenlenas. .;.... .T-"
O grao- 1,1 jne Miguel regresara" em breve da ua
M.u-ii), echegara' aqui quasi ao mesmo lempo que
o imperador. O principe tuiha iJo por Tola a Mus-
eo w com objeclo de ver as fabricas.
A prjima volla da coila se anuuncia por a che-
gada de minios generaes que vem do estrangeiru.
Os generaes Grabbe, Slragau.II, NasimuiT e Ubilch
acabam de chegar.
AMERICA.
Receberam-s* em SoutlT.mpioii pelo vapor ame-
ricano Fallen a, noncias da Nova Vork de 17 de
oulubro, que aiinunciam urna mclhora nolavd no
TlleoM renslico, cujo resttll.ili ha sido ama subi-
da de lodos us valore Das priucipaes bolsai d-s Es-
lados Lindos.
O general Walker nao ha renunciado anda, se-
gondo parece, aos seas projectos eipeliccmoarios
conlra a Amerira-Csnlral, mas vem-s com salista-
cao qae o gnverao do presil'nle Ituchauan dicla me
didas enrgicas que lograran inulilisar os planos dos
lilibusteros. Com esta ohieclo se ha reforca lo a es-
lacao naval dos E.'.adoa Unidos no golphu do M-
xico.. r
_f INDIA.
Lma caria de Cswnpoore com dala de 22 de agosta
l".' Pm !"*, |,unJaUu- 0M '"S' o qua iro seguinle
noin qua lem a talai as Irospas de
l-se o se-
MXICO.
->o jornal hespanliol La Crnica
guinie :
Por via dos Estados Inidos, e com a data de 18
de selembro recebemos nos nolicias do Mlico.
A mediado anglo-iranceza foi regeitada peta go-
verno mejicano.
O giivernn mejicano exige qqe se receba como
mni'lro do Mjico o Sr. I.fragua, que te nolem e
determinen) os pontos sobre que deve versar a me-
diarlo, e con'iecidos estes ponina a recebido o seu
ministro, entao enviara' as inslrucres qoejulgar
convenientes.
O mesmo jornal Iraz nm
^"ew-York, na qual se l o seguinle :
o Heraldo de honlem que envi a V. vera'
noticias da Vera Cmg al 19, e do Meiico al 15 de
selembro.
A litoaeto do paiz era espantas.!.
Alero do que diz o 1 Heraldo consta que Co-
monfort nao se alrevegdo a desfazer-se do cmigres-
so porom golpe da Estado, quiz entrar em arraujos
com os pais da patria, estes qusrem que Comonforl
acceda a Ires punios, que sao a basa do arranjo, a
que se prestan).
la Corlar todas as relarea
2. I.iberdade de culto ;
> Declarar nacionaes os bens do clero.
Slellano Goloaeo.
lodos foram eleilos qaasi por unanimidade.
He sabido qoe segundo o firman da convocacao, e
conforme os antigs usos, a presidencia dos divans
compete de direilo ao metropolitano.
I.spcrnnza.)
Diz-se que Comonfort se presta s duas primeiras
con lir-s, mas nao a ultima.
Descobrio-se una conspirarlo em Vera Cruz e um
deposita de armas em Jalapa.
PER SI A.
A uHima mala do Levante Iraz as seguiulcs noli-
'icran :
ao do successor cors depende ordina-
riamente aqui, como na maior parle dos povosorien-
laes, da vonlade ejclusiva dn soberano reinante, o
qual elege enlre os membros da sua familia.
Desle a mirle do herdeiro suppislo, occorrida no
anuo passado, se ignorava al agora o nomo do prin-
cipe que o subsliluiria.
A "Nova Gazela de Prussian conlem o que se se-
oe :
Berlio.
Nao he someule na India que o mahometismo cor-
re a's armas, pois que em oulros ponlos lamben) se
man testa a anunosidade dos secianos do falso pro-
pliela.
Para provar islo, cilamoi o fado seguinle :
Em (oJas as cidade do Levante o eommereio de
armas goza hoja de uina prosperidade como jamis
se vio. hin todas as cidades da Aia Menor, da Sy-
ria c do Egy po, os europeus e os chrisiaos ubservam
que o niii.ulin,nti nao lem oulra occupac.ta mais que
muir-sede armas, e com ato Ligc e ilirmiiigham
fazem o commeicio mais biithanle. Nos armazens e
nos bazares nao he possivel adiar orna espingarda, e
as carrcgact.es deslas sao vendidas antes de desem-
barcaren). O que se pa-sa em Calcula', debaiio das
correspondencia de vislas du govjrnador geral da India, o observan)
igualmente 009 saos pollos os cumules de Smyrna,
Alejan tria, ele.
Os musulinanos 01 mais pacficos compram re-
volver*.
A Europa engaase quaudn acredila no reconhe-
cimenlo dos mahometanos pelos soccorros que ella
presluu a' Turqua, pois que os Orienlaes so veem
com 111 ligiias.lo o que se passa em Conslanlinopla.
Se amigamente aborrecan) o Russo, boje da me maneira o aborrecein ; alcm disso aborrecen) igoal-
inenlo o Inglaz, u l'raucee, o chlhlllo, Insulla-se a-
i'erlamenle o Kansimal, e nunca o chrisiao se achoo
mais desprovido do direilos e mais perseguido que
depon que 09 Estados rhrtlUuM se lem declralo
com o papa
proleclores do mahiimelismo. I) soccorro dado
Turcos os lem huro Ihado, e aa condirOes desle sor-
corro Ihe parecem umi ameara conlra" o i-lamismo.
Esles senlimenlus nao se occull.im, ames se manifes.
lam por Inda a parle, e bastara' um momento para
fazer rehenlar u conflicto. t)s viajantes e as corres-
poiidenci-s teinem a situaclo do Orienta como urna
das mais grave, c peuiain que ama deciso qualquer
ndu podera' lardar.
DINAMARCA.
A quesiao dinamaraueza complicou-sc por causa
de um novo incidente, que lalvez seja decisivo.
A cmara alia da diela auloris.ni em Plong um dos
seus membros para interpellar o sabinele, para que
Porein a esles ltimos lempos, os grandes repre- '!.\.e ,er">i"lemenle se a con.liluicjo cominum
olanle das autoridades religiogas, fazendo-se echo I, .'' "'"(,a elisia l-galminle, o que na realidade
XIV.
- Em or bella larledo anno de 1407, Mainel, sua
mulher e o d'gno Euslaqi)ta|eslavam, segundo aeu
cosame, reunidos na taja. Nicola > acabava de or-
nar com lellrai de ouro as paginas de om evange-
r. Pernelle arromavajas folhai de od padre da
igreja, e o sacristn aiaentado junta da j un II.1, qoe
dava para a praga, observava seui dous amigos. Na
oulra eilremidade cinco joveus copistas Irahalha-
" v.nn em dilTereules manuscriplos com uiuila alten-
can.
Or, Nicolao, disie repenlinamenle Eailaquio,
no dia de S. .1 lio, Oaulhier ha de fazer deioito an-
uos. Tens e-p raneas de qoe Mr. de Berry o receba
entre seus homens de armas .' J.i seria lempo, vista
' sjue o moa charo atildado ja ha 1,01 corajoso quanlo
hallo. E como parece dolado de paiides um pouco
vivas, uina ou duas campanil.1- Iba fariam moilo
bem. Os duellns.e os jugos s,1o at agora os seus di-
vertimenlos. Aquelle Outlherme Faranne, seu ami-
go, e o maior avenlarciro que su lem vista, espa-
dachn) e galn o joven ropisla fsz sem estados as
tabernas. Com tal amig (j luihier asi em ma es-
vjla.
Vine, he mu severo, senhor Eustaquio, disse
Pernelle. diulhier loma os prateres de sua ida le,
e quanta a liuilharme Faranne, lie bom roo^o, ama
inuilo o amigo.
Bem anda urna omissao ejelamou Nico-
la'o haleudo sobre um manoscripto abarlo dianle de
seus nlhns. O escriplor dea-fe pressa en reparar a
negligencia da eaplsta dizendo : Esles mt-eravela ||.
helios dam-me om Irabalho esces-ivo, e se nao fos-
ee por ordem expressa de Mr. de Orleana...
Na verdad, meu compadre, dis.e Eoslaquio
litando os olhos sobre o manuscripl >, be preciso um
lempo como este em qoe vivemos, para verem-se
rousa lo eslrao'dinarias l'nis eiiifim lu', o mais
adoota de lo los os escriplore, eopias o pro e conlra.
Honlem era um manifest etcandalnao do duque
J .ao de Bogonha conlra o duqa. de O leaos ; boje ~>e "a. .^"'P''.'" perfcilo do Pan., in-
he a resposla folminsnte desle. H p,r< acabar lu-
Ihm que dessem a leu sohrinho urna genealoga il-
lulre de condeou de marquez... Mas para lodoi
psse grandes pmjocloa ha urna dilliroldade, ojo-
ven liiuilner lem de cnmmeller grandei loocoras,
pon esla' enamorado de orna moc,a nohre.
Elle eidamaram ni qualro copislas com ad-
miradlo, o sohrinho da Flamel '.'
Ha oita dias que encrregoo-me da preparar o
mais rico roissal qoe jamis iahi0 das milos humanas.
II .....111 qoiz que o nome da mulliT, a quem o li-
vro he destina.10, fosse gravado em ledras de ouro
sobre a capa, e esla noile ha de vir buscar o volu-
me ; mas a obra nao esta' terminada. Ora para dar
um livro de lal pree,o a ama mulher, Caulhier ni
pude ler ama razao : esla' enamorado. Alcm dista
soa perlu-bae.l 1, sua titularlo ao pronunciar o no-
me da mulher leriam bastado na falta de outras pro-
vas para revelar seu amor.
Mas o nome ds moja '.' pergeniaran) os escrip-
tores com aridez.
dos obstculos
Havelock
o Apezar das nossas victorias, diz a caria, o ini-
migo ocupa as melhores po Donde Ihe chega a soa artilharia nao se labe.
O certa he que boje o balemos e Ihe lomamos a
sua arlilhana, e amanhaa oecupa urna uova posicao
com mais artilharia qua d'anles.
Desde o momento em que entramos no territorio
de Ouda nao litemos mais que combaler.
Temoi sido obrigadoi a bivacar durante 22 dias
emjunraea, e com lodo isso o elTeita prodando he
qoasi iiullii
Todo o reino de Oude se levanlou conlra nos : to-
das ai aldeias eshta forlilicadas : os camponezea bs-
(etn-se com um fanatismo desesperado, lem-uos
morlo mais genle que as baleras dos forlea.
As nossas balas nao fazem damno as suas chocas guiare
construidas de ludo ; s fazem um buraco.
Nao ha oolro mein scii.ii> a baiooela, e a que ore-
jo, grande Deo'.'
Cada porla ha uina barricada, de garlo que os nos-
sos soldados cahem sem poder defender-ge.
Su a lomada de urna cabana nos lem cuslado al-
guma vez vinie homens fura do cmbale.
de Indas as classes da sociedade.supplicaraio a S. M.
que bouvesse por bem conferir a dignid.ide de suc-
cessor a seU tiln Emir Nuam, e o soberano atlcndeu
estes rogos.
Apezar de Ble eslar poblieada ollicialmcnle esla
deci,ao, aisegura-se qne na prjima primavera In-
vern iuucres em Tehern para feslejarem a procla-
marlo do principe Nizam enmo herdeiro do Ihroiio
da Prrsia.
PER1".
As rorrespondenc'iai de Vtenna aicancam alel
de selembro.
Apezar do eommereio inglez ler nllreri,| 1 50,000
iros, e o consulado 11.000, a quem descubra o aa-
sassmo do cnusul de Inglaterra, 11,0 lem lido possi-
vel aahe-lo.
Oallenlulo tai consamado ao annitecer ao p do
Ihealro, ondi havia om corpo de guarda.
Ha quem diga que o assassino do Sollv
patinado pur 18 pessoas.
doro
no de Salivan ia acotn-
MADACASCAR.
Carlas da lllia Mauricia de 12 de selembro confir-
mam o acta Ib iralon da rainha II nivalo de Ma-
dagaacar, a qual cm 25 de agosta publicou urna or-
dem mandando eipulsar de seus Estados lodoi o
Francezes a Inglezes, e mandaudo confiscar-lhes os
bens.
A cansa desta medida he serem acensados os an-
glo-francezes de quererem derrobar o Ihrono da
rainba Raoavala, para collocarem 11 elle um dusseo
filhoa, o principa Itokonlon.
A liba de Madagascar, situada a 600 kilmetros da
coala oriental o'Africa central, da qual a separa o
canal de Mojsmbique, podera conler ons qaalro
1 milhfs de habitantes, prelos, porein de feices re-
gulares.
Os Francezes perderam em 1811 os doos ou Iris
eslabeleeimenlos que possuiam na ilha, depois de
urna guerra com as tribus dos Owas, a quem ajuda-
vi a Inglaterra, que nao qoer ler na ludia por vi-
llanas as mjoei da Europa.
S'gundo diz um peridico, a Companhia das lu-
dias acaba de ordenar a compra de 17,000 camel-
los e 9.0'JO depilantes, oque prova que os Inglezes
se dispem para urna larga campanha.
Em Londres lem eauado grave embarajo a iobs-
liloijao da lord Canuta, govarnalor da India.
ludo profundo, depoii de ler exclamado triste-
mente :
Eis-aqoi todo o qoe Sara deixou a seo filhu
Se ao menos eu (ivesse os duus voluntes que com-
pe a obra, conseguira lalvez descubrir o grande
serrado..... mas este livro he someule a primeira
P*'1'..... Samuel possue as oulras dual, e Samuel
deiappareceu ha dezoilo anuos I
Nicolao eslava absorta deide algons momentos,
qoando a porla da loja abrio-ee hrandamenle, a lor-
nou a fechar-fe sem rumor daudu pa nelle, inquieta pela ausencia de lea charo marido.
Meando a prinripio immovel ella apronmoo-se len-
tamente de Flamel, entregue aos seus;pensamentos,
poz-lhe orna milo sobre o hombro, e disse-lhe com
ternura :
Oh anda esse malditos livros escriploi pelo
Diabo para a nossa coodemnarao !
Nicolao eslremecea, a lanro sobre soa casia
TURQUA.
I m jornal allemao irat a seguinle corresponden-
cia :
Belgrado, II de oolubro.
Os vaisallos presos por prevenjAo, por se julgarem
comphcei do prnjecto de alleulado conlra a vida do
principe, eiMo no hospital mililar vigiados por ama
guarda namerosa. Algons documentos que se encon
lie s de are.t.lo com a pelijdo dirigida a' dita c-
mara pela associajao de cnlunos,
lauta fez para que fosse rrgeilad .
Sabe-sa que os pelicinnanns 1 c I man o reslabe-
lecmienli da amiga oig.nisarao poltica par causa
da negativa das grandes poleneitl allemaas e dos
locados em recnnhecerotii a COOlliloicIo geral.
A gran le maiorid [de 5:1 votas contra 5 que ad-
mtttio 1 hilerp,||ar,ao da Plong, niduifesla a opioilo
da cmara alta.
A rooslituirilo communal nao he mais popular no
reino do que nos ducados.
RECIA. .
De S. Pelersbargo cicrevem a um jornal eslrangei-
ro o seguinle :
He sabido que a rainha da Grecia chegoo a SUol-
garl ao mesmo lampo que os embaijadores de Fran-
ja e da Russia.e por via fidedigna sabemos que apio-
veilaiu esta occasiao para fallar ao czar na queslao de
succeiiao ao Ihrono di Grecia.
lendo o rei Olb >n perdido a esperanji de ler fi-
nios, a corda p i-ar.i' para seus irmilos.
Da consliluijao grega e .'o prolocolo de Londres
assignado telas polenc as protectoras e pela II iviera
nasce um obstculo insuperavel para que ee alise
e.sa succeisao, pois sa exige que o rei da Grecia per-
lenca a' leligiao orlhod >xa
Os irmlos do rei regeilaram esla rondic.Vi a a rai-
nha Amelia indicou em Sllulgart a leu iiu.a 1 Clt-
mar de Oldemburgo paia oceupar o Ihrono grego,
pois elle rene as condijes prescrplas na conslilui-
jao e nos Iralados.
Esla communicajao conli lencial nao tai objeclo de
conferencia alguma especial dos imperadorea, pela
razao de nao ser quesillo de momento, e do ser tra-
tada miis larde pelas potencias protectoras.
(Prese.)
Carlos Rayni, e que he muilo condecido do presi-
denta dea Eslados-Luidos ; de que se deve concluir
que lord Claren tan si. atienden nesla quesOo ao
meraciroenlo e qualidadei do caudidaio.
AUSTRIA.
O uBoersenhalleo publica o legole :
Vienna 17 de oulubro.
Varias conferencias lem lido logar dorante esla
semana no paiacio do sub secretario de estado, ba-
r3o de Weror, as quaes lem assislido sir Seymoar
e o prncipe Rallimaki, e foram molivada por com-
municajes recebidas de Londres a embaivada in-
gleza.
Conhece-se que os negocios da India v,1o inclhor
porque a Inglaleira lem renunciado as cvaiiva di-
ploraalicas de que lem usado na qur.t.Vi dos princi-
pa ios, e o sua poltica aprsenla hoje om carcter
mais hrme. Ja nao ha receios que o gabinele in-
glez abandone a Porla, e que a Austria fique pa-
ra defender os direilos do sultn.
Nesies ultimes de-pachus. o gabinele de Londree
nao someule approva as vislas expiiinidaa na ul-
tima ola circu,r da Turqua, mas declara-as
suas e moslra-sa disposla a suslenla-las elllcaz-
menle.
Hartas circumslancias o gabinele de Vienna nao
poupara' nada para eslar de accordo com o do Lon-
dres, e durante a sessao dos divans, se lomara.1 ai
medidas uecessarias para conduzir a ama lolucu
contarme aos voloi da Porla.
Leonor de Malessy, ama dai mais nobres, bel-
las e ricas de Franca. Assim a loucura
Ihier he certa e evidente. E o senhor Flamel deve
esperar ver o sobrinho morlo por um dos adoradores
da coniessa de llalaiay, ou lanjado na ma s escora
maimorra do Chaielel, pois Mr. de Savoisj, o valido
do doque de Orleans, galantea a linda mora a ha
rival de Gaollner. Ora como este, apezar'de saos
habitas de fidalgos nem meimo he filho di bur-
(faez.....
Nesse momento, e qaando os escriplnres iam Iro-
1... .1 l l i. -...- ..,.-...........,., v o..,..,., us t-riin ores iam Irn
amigo e enlrou na igreja. Quanta a Pernelle dei-
xou a taja enlrou na casa que ficava na quina da
ra de Marivau para ejecutar as ordeus de Ma-
inel, seu charo marido.
XV.
O jovens eseiiplores ficando toa dersm um longo
suspiro de sali.fajao. Todos cinco ao mesmo lempo
duiando a peuna calur-lhei das maos, levan!aram a
cabeja. e apoiaram-sc ao colovello.
Pelas mu., a cinco ledras do alphahelo, disse
om delles, oojulgava que i.ita nos daran) om ins-
lanle de repouso com suas historias. O sacrietao ha
delcilavel como os sinos de lea igreja em dia da
grande enterro. O senlmr Flamel nao dalla de
remoer nao soi o que, e madama Pernelle he seui-
pre a melancola encarnada eom seus suspiroso aent
olhares.
ladearte, disse o secundo copista, se o seuhor
Nicola'o nao livesse .nulo, a 1...
e ji-lam mi rapidamenle
O Sr. Flamel sahe da igreja de -Sainl-Jacqnea
la Uoucherie, e drige-se para a loja. Allencao, vol-
lemos ao Irabalho.
Em poueos segundos os earriplores lomaram as
pennas, e cada om delles lando aberlo dianle de si
um manoseriplo, pareceu absorta em sua ohra.quan-
do Nicodioapparecea no limiar da loja. Vendo os
copistas com a cabera inclinada sobre o papel l-'la- I
lade om ciliar confuao, eulrelanlo qoe com gesto
lenlava gublrahir o livro a' soa vi ta.
. Todava vosas; linha prornallido abandonar es-
~.t'"~ ,e roDe,,OT enlrelenimenlos, conlinoou a mulher
do escriplor, e ha muilo lempo que paisa as noitag
leudo esse homvel esgrimanjo !
Maa, mas, balbuciou F'lamel, o legrado da
grande obra esla'aqui neslas talhas < E animan lo-
se com esse pensamenlo acrescenlou : Al agora
meus eafurr ni lem sido esteris, mas no dia em que
eu penetrar o myslerio deslas figoras cabili.ticas sa-
rei rico, poderoso ; possuirei Ihesouros, montes de
ouro !
Sonhos impios, disss friamanle a piedosa mu-
lher. Demais para que esses desejos insensatas"'
Nao lenho om filho ; Onde arharei hallante
ouro para supprir as deipezai e real ssr as ambijos
de 1. lolln.'i O Irabalho, as copias, nan dao rique-
zas, e pira meu Tildo tenho i te de Iheioaros, quero
riquezas! Meo filho he minba alegria ; seu -omiso,
soas caricias dissipnm-me os rnidados mais peniveis.
Poso por ventara fazer Gaulhier escriplor, e dedi-
ea-lo aos Irabalhri peuivea de nossa arte :' Seria
XVI.
Depois que a mnlber sabio, Flamel ficoo Iri'le e
pensallvo. Hopenliuamanle onvio um rumor de
povo na exlremidata da ma dos Escriplorea. Cor-
rea ao lumiar da porla, e a elaridade do crepsculo,
vio orna namerosa mullidao de burguezes, innlhe-
s e arllsls. >'i me o dessa reunan elevavim-se
griloi de foror misloradns com a voz gemenle de
alguna desgrajados qoe imploravam piedade. Admi-
rado desse lumulln Flamel como homem prudente
feeboa a taja o melhor que pode, e correu i roa de
Areia. Ahi um espectculo horrendo e sinislro se
ouereceu a sua vi-la. Um velhi meio abatido lu iva
cum desespero contri mallos arl.slas armados de
"aslei. Essa velho pareca causado, toai barbas
brancas eslavam manchadas de sangue, iua fronte
ferida.
I.mcemns ni agua o Jadeo o incrdulo '
grilava a mullidao.
E os limoso, cahindo sobre n victima,lentavam ar-
rasla-la para o Sena, alim de execolarem eisejul-
gamento unnime. Ameajado assim de urna mude
horrivel, o velho reuni Indas as suai forjas, e op-
poz aos anallantesuma resislearia >oprem*a. Todava
apezar da sua energa ia aoecumbir, urna massa de
chombo eslava levantada sobre sua cabeja, quando
Flamel acudi ao lugar dessa scena.
Enlao qoerem assassinar esse homem
clamou o escriplor collocando-se entre o velho
AMERICA.
L-se 110 oNord :
Londres 10 de oulubro.
Sei de ejcrllenln parle que o nosso coverno dese-
ja vivamente reslabelecer um accordo perfeilo enlre
a Gra Rrelanha e os talados Cucos. I'ara com
man certeza conseguirem este lim decidi uomear
junio ao coverno ile Washington e dos Filados da
America Central um ministro plenipotenciario, cuja
inisso especial he arranjar amigavelmenle e o mais
cedo possivel |0<|as as quesles entre a 1112 aterra *
os Eslados-I'nidos, por causa da estrada rio Panam
das libas da Babia,do prnlerlurado das tilias Mosqui-
tas, da frnnleira de Guatencala, em urna palavra lo-
ESTADOS-UNIDOS.
As cartas receladas do New-Vork alcan-
Qam al I'1 de oulubro.
No dia 13 suspenderam os seus paframen-
tos 18 liancos.
Na noitc de IS para U reuniram-se os di-
rectores dos oulros bancos e resolvern] por
unanimidade que nfo pagariam mais em
especie.
Eisaqui oque* "m correspondente de
Nfw-Vork.
O numerario existente em tojos os Bancos
n3o passa de 5 milhes e meio de dollars.
Os liancos que houtem fecharam torna-
ran! a abrir, mas s fazem desconlos insie-
nilicantes.
O povo conserva urna afilule tranquilla
e admiravcl apezar de'ser universal a cons-
tertiago ; porea) corre as caixaa econmi-
cas com talarior que podera txmbeni pro-
duzr molidas lamentaveis.
A cmara de eommereio d'Orleans reuni
so para deliberar cd.ca da situacSo econ-
mica.
NSo adoptou resoluto oIRcial porem os
peridicos locaes dizem qua est unnime
em pedir derogatorio da le de 1797 ,. 0
curso fDiQa )o durante alguus mezes ; em
quanto a esla ullim medii, alguns peri-
dicos, que parecem bem informados, dizem
que o governo 1 que o guvcrno mo esta res.lvido a adop-
'la-la.
O proco do algolio nos listidos-Unidos
curso Jo corrente antiu A collteiti dos Esta-
jos-Cnilos, que be o principal productor
1 oaigoilo, foi inferior om 588,326 balas a
le I86 ; a prudui-Qo nesle anno foi do
2,939,519, e om I8S6 foi de 3.527,843 balas.
Tal boa primeira causa da caresta.
Outra causa be o commeicio muito maior
que se faz as fabricas dos mesmos Esta-
dos-Unidos.
Asile Virginia nao empregaram em 1826
mais de 131,000 balas, em 18,0 elevou-sa
esta cifra a 297,000 e em 1857 lalvez chegis-
se a 700,000.
O total do eommereio americano foi em
1856 de 788,000 e no anno corrate avaha-
se em 8'i0,000 balas.
Calcolanio a vista deste augmento de
S 'I,ue ?? Kstados-Unidos carecem de
JOO.OOO balas da presente colbeita nao po-
iiem bear mais de dous milhes de balas
para consumo da Europa.
Ao dficit dos Estados-Unidos vem juntar-
se o de urna grande parte de a.lgo lflo, que a
Inglaterra cxirabe da India, e que pode cal-
eufar.se cm bOO a 700,000 balas : a situacSo
geral da Industria de algodSo est passando
por um penoJo de prova o qual por forca
na de aggravar e inlluir no estado lastimoso
do nosso proprio fabrico.
(Clamor Publico.)
v A NacSo.)
alcain.ai.li) sempre, e moirer aqoi ou mais tange que
me iuiporla '.'
Apoie-se em mim, conlinunu Nicohio.
E passando o braco pela cinluru do velho arrai-
lou-o para u lado da igreja de Sainl Jacques-la-
Uouchcrie.
I'endo ehegado junio da torre, Flamel agitan vio-
lentamente n cortan da sincla para c amar Km to-
qui.. -ari-lao ; mas c.in i e-le n.1o vinha higo abrir
a porla, elle procurou abrir passigem por si mesmo.
Para deei ir-se a urna aceita lo fora de sem habilos
paeilico, Nicolao linha um motivo mu lo argente.
Ouvia ao tange a voi da mullidao que torna'ra a a!
do erro, e aproiimarem-se os homens, aos qu.ies elle
acabava de arrancar urna vicl'ma. O perigo era
eminente, e escriplor desesperava de sublrahir delle
o Judeo. En.Tnn, Eustaquio leudo acudido fe* en-
trar na lorra o amigo e o velho, e fechou a porla a
face dos assallantea furios"*.
Aqui. disse Flamel eo Israel la, he um logar
de asylo sagrado. Nenlium inimigo pode penetrar
aqu para arranca-ln. Alia imite a mullidao esta-
r' dispersada, eo Ihe darei o Irage e os nietos de
fogir.
COKIIESIUNDENCIA 1)0 DIARIO DE PER-
NAMBLCO.
PARS.
21 de novemrro de t8.">7.
Sita lempre as memas qnesloes que preoocopam
a l-.uropa ; sempre a insurreicao da India em pri-
meira buha, o negocio dos priucipsdo, mas esta
qous que ,., ag,ta 0 mundo diplomalico.
Oulra quesl.lo rom ludo se produiio durante esla
qutniana, e eila dit reipeilo a interesies Uo diver-
sos e 13o numerosos, que mesmo na Inglaterra faz
ei-
e
mili lao. Nao lem piedade de um desgracado sem
efeza '.'
He om Judeo, respoudeu orna voz da mulli-
dao, e a morle ho o casligo periDiltido pelo preboste
a lodo o Israelita adiado nss roae de Paris.
Ouvindo essa aecusaejio, Nicolao ficou a principio
pertrbalo, pois comprehendeu qne o velho assim
reconhecidn corra grande pango de vida. Mas co-
mo o eac.riplor eiperimenlava para com os Israel-
Us una sympalhia moi viva, e o infeliz amearado
pelo povo, ira/.ia-lhe memoria orna vaca seue-
lli.inc cun o emhlanle de Sara, FlameT reolveu
mel rieimu vagar um teriiio aobre seos labios, e de- I mi,|a-l"- Alein de que (Ojfafi nao comenliria ; leria
do iito, o bom rei Carlos VI em seus momrnlua lu-
' dda, di alternativamente rara,, ao sen primo de
II irgoi-lia e a seu Irola, segundo dn prevalece so-
.. bre o oulro.
De .surte que o vencedor ale respaila nada
acrescenlou Peroellp, nem mesmo o direilo de asy-
lo onsauidu pula torre de nossa igreja, um privilegio
'-ajagrad...
Ja doai vezes lem-se derrmalo saugna den-
() Vid Oforo d. 278.
inpeao primeiro. Mas lem um sobrinho muilo
gastador, e oceups-se com as scieucias magtca, ere'
nos plnllros e uoaleiliceiros.
He verdade, di-sa um terceirn escriplor ; mas
elle lem nm fin), a fortuna de seo charo Gtalhier, o
mais impelui/sii dosservos do duqua da Berry.
Eis-ahi a qoeslo, respoudeu o primeiro, o
senhor Flamel he ambicioso alim de calcar de ouro o
c.iminho de Gaulliier. Ouem sabe se nao quer f.i-
ze-lo lilalgo ? Com hoasp slolas oblem-se ludo no
reinado do pobre Carloi Vi. Nada seria mais fcil
ao icuiior NicuU'o do qae comprar pergamiohas ve-
poii que visilou o Irabalho do da, disse-lhes :
Basta por boje. Os ltimos ratas do sol janeara
nma cor vermelha sobre o cume da igreja, he chana-
da a hora do repouso. P nh.im lodo em ordem,
e vao brincar no l'rc ao\ Clarea, e amanhaa venbam
bem cedo.
Ouvindo islas palavraa.os e=rrplnres levanlaram-
se. pozeram Indo em sea lugar, missaes e pergami-
nhna, conchas e pineeii ; depois farendo ao me-tre
urna profunda nirlinac.lo com a cabe
um crime. A indo destinada a !:zer urna espada nao
pode sustentar urna penna. A espada prulege e da'
gloria, a penna be humilde e permanece obscura.
Aquelle pobre rapaz, lornou Peraelle, he 1.10
charo ao meu eoracAo cumo ao seo ; por isso mo
posso deisar de con.parlilhar de eus designios a ies-
peilo debe. Mas creia-me, o Irahalho nos tem sido
ulTiciente al agora, e nao nos filiara' na. necessi-
dades foloras ; assim de-me esse livro, renuncie a
essas pesquizas tenebrosas.
Mais larde, balbuciou l'lamel occultando o li-
salvar a victima, e poz-se a rellaclir. Porm. em- 1. r'"1;" MMe-'
qua,,,,, elle procrava rm .u. imaginara,,, povo !|' "". *"" "
rodeou novament) o Juteo, e a lula parecen pres- ll'-
les a comerir de novo. A essa vista Nicolao foi in- i.l, ""',', *
a cabera, lancaram-
se alegremente tara da loja.
Entregue a s mesmo pela retirada dos cnpislai, vro n0,eio mai,'"''
Fl-mel lancou ao redor de si um olhar inqoielo o in-' Jreme renunciar a esses
vestigador. Certa d* qoe eslava ferhna as dnai | Ainda esla noile, disse
janellaa, e dea urna vnlu a' clave da porla. Aren- lar,i P,r* sempre esla obra.
den lo eniao nina candeia, foi aa fundo da lej,, im- Tenho seu juramenta, disse Pernelle eom ale-
pelbo nma mola occulla na parede. e descobrio um gria. Tome esla noile, flato que a ultima. Vele, s-
earon lr,jo myslenoso, no qual melleo a mo. Ten- lude, eu v,j orar por vossO e por Gaulhier.
in tirado am livro de perttanalnbe cnherlo de carac- | Pronunciando estas palavra., Pernelta depoz om
Irabalhos.
Anda esla noile, disse Nicolao, e depois dei-
Ohri -,- lo, obligado, disse afTeetoosamente o
Jodeo lomando respiracao, e lan(ando-se em urna
cad-ira. Mas conhece nesle o quarleirao o Sr. Nico-
lao Flamel, escriplor juramenta lo'.'
Nicolao Flamel repeli o marido de Per-
nelle singularmente sorprezo por essa persunla.
la dar-so a conhecer. mas fiel o seus habitat de
prudencia,eiaminou allenlameDle o semblante do es-
lrangeiro, e disse-llip !
Moilo Flamel '.' lim, eonheco-o.
Ah diise o velho rom satisfago, ser-lhe-hia
pos'ivel levar-lhe urna mensagem impnrlanle ?
Conforme lor sua nalurezs, dine l'lamel hesi-
tando ; porque no lempo prsenle...
Flamel lem o maior inlereise em conhecer mi-
nba commuii,cacalo, respoudeu o Judao.
Bati faile. disse emlim o marido de l'ernel-
receio ; falle, pois eu soa o proprio
Amanhaa noile em Penloi-e, Vmc. ha de sa-
ber Indo. Alim de comprir oa ull.utoi votos da po-
bre nal, alTronlei 01 pirigoa sqUB ameac.am aqu ai
pessoai de no.sa raca. Reconheeido ha urna hora a-
peua. na ra de Arcia pur nm (dalgo, oulr'ora meu
devedor, Tu, denunciada por esse homem, a a soa
voi o povu lancoa-ae sobre mim. Mas agora qoa o
perigo e-ia pas-a lo. .
O velho ia conlinoar, porm parou repenlinamen-
le como cheio de lerror, e levando as maos ao peita,
aiclamoo procurando sobre loda a sua pesioa eom
desespero :
Grande Dos esta perdido I
O qae pergonlou Flamel com urna inquieta*
{3o aisaz viva causada pelo suslo du Jadeo.
Nada, nada, repeli o Israelita sem duvidj
cahio no chao durante aquella horrivel tala.
E o infeliz passava as mitas com angoslia por (odas
as parles le seu vesloariu dilacerado e manchado da
sangeso de lodo, diiendo :
Esla perdido minha forluna, minlil vida, mi-
nba gloria, meu poder, esta perdido !
E levantando ie repenlinamenle caraiuhoo pira a
porla da lorre qoe dava para a praca.
Aonde vai I di,si Nicolao precipilando-se para
elle e recondutindo-o. nao ouve os rugidos da mol -
lidao qoe pede iem langoe I
Com lu lo, dnie o israelita tordamente, qoero
jetar o livro ; sua perda he para mim peior do que
peior du qo
Amanhaa
morle. llamis eslou anciosb por fugir.'
noile nos encontraremos em I'onloise.
livro 1 perguolou o escriplor estrema-
quem poder I eii ahi os archeirdi do
- .....------ins
Pirado por urna Mea sobila, e prreipilou-se em soc-
corro do velho. Collocando-se entre 01 algores e o
lillio de Israel, eirlamuu com lerrur:
I'uja
pr* bosta.
O ardil do escriplor leve pleno ?ucceso. Os ar-
cheiros do preboste linharn adquirido orna reputa-
cao de feroridade esmagando o povo, c tfaadeanMo
abosavam om pouco do lerror que infun.hsm, e na.i
deiiavam de ferir muilaa vetes a populacao a eslo-
cadas, por ao oavindo Flamel aanonclar 111a ap-
parir.lu.a mullidao sem csrlificar-se de qu era ver-
da 'e'ira a noticia, dispersoosa rapidamenle para forluna.
tifferentes lados e o eacriplor achou-se um momen- | Sar
mou o voiho Irvaulaiido-se e li-
tan lo om ulhar profundo sobre o semblaole do es-
criplor. Com elle,Ti. acres.rnlou, he o rnesmo ho-
mem que ella pmiou-me.
Depois disto o seibo lomou a in.ln de Nicolao, e
dis lo, Vmc. quem m ai u miiilia lilha ; sou o pai
de Ssra.
Grande Dos exrlamou flamel cslrcme-
cend,.
E queru cumprir o sen ullimn vol, cuho
marrar-lhe um punta da reaniao am Pnntoise ama-1
nh.ia a Bolle. He, de espera lo a entra la da cidade. 1
Leve com sigo seu lilho, pois quero assrgurar sua
lerc e da lignaei extraordinarios, vollou, collocou a
candeia sobre a mesa, daota da qual asientan-se, a-
brio o livro, e applicou algam Initaniei a um ei-
lo rom o velho Israel,la, .10 qu3l disse levan-
lando-n :
Judeo ou ehristlD, qoero salva-lo, deiie-roe
betju sobra a fronte do marido, abri a polla da lo- conJoz-lo, e respondo por lodo,
ja, lornou a fecha-la discretamente apos de si, aira- Nao poiso andar, disse o desgranado penival-
vessou a prac.a, e eulrou na habila.Au conjugal. 1 mela Icolaado dar alguui panos demaii elles roe
Sara repeli Nicolao dolorosameute
cobrindo os olhoi com as idAsm.
Depois de un, opiiveirn da quinze annos as
pries de Navarra,vliu cumplir a ultima voolada de
minha lilha.
Qoe
:endo.
Eu linha-ooccullado equi, disse Samuel levan-
do anida as m.los ao peilo ; era meu nico Iheiooro,
e agora nao lenho mu inda .'... En, orna obra em
Ires parles eslo encerrados meus legiedos, a explica-
cao da (,ran.le obra, os procesaos da pedra phdoio-
phal... Saia perdeo ha drzuilo annos o primeiro li-
sio, mai essa parda alo era irreparavel. E agora
acabo de rieider a leganda parle, a mais preciosa, a
callelo don arcanos m-is poderosos. F.sie icgundn
volume. emhm, cnlem a scieucia He prolongar a
vida, e de crear ouro aos inoiiloes.
E como be esse livro .' pergontao Nicolao es -
Irecendo.
Nao assemelha se a nenhoma onlra obra huma-
na. Suas runatele de ouro, suas I.Iras ala figoras a
bieroglyplios. Mas, acie*rci,iou Samuel com axal-
lacio, he preciso que eu lomea arha-lo ; a noile
cobre a praca ora as Irevao, o volme deve ler es-
eapadoavisla dciaa popula{a 13o a-tupida em sea
odio -orno em seu eulhu.i.ismo. gero ir procurar
eo u_e-i,,o.
Segunda set dirigio-ie o Jadeo para aporta da
lorre.
Delxar a lorre, disse Flamel relendo o velho,
ha camiuhar a urna morle certa. Ao menos doran-
te urna hora teja man prudente do*que foi expon-
do um Iheiooro como o leu livro aos acontecimeolos
de urna viagem. Mas. acrescentoo o esrilplor, aa
Vmc. n.lo pode sabir nesla momento, eo ire lahn-
, Ki.nu.. ns ,- I do da igreja por urna poi la occulla, rei procurar cata
Mas, dns Nicolao, nao pode lizer-rae agora precila obra.
con""r..... I iConfaf'ar--Aa-)
MUTILADO





wwttT- aeasa
.-.u.-.-.i m icuiii. 11 ii. i 1 > du Lannipor de liei i,
e ,hi meaos por litum lempo, ella pnrece dever lo-
mar o pruneiro luuar n.is prruccupa^es do publico,
(.luero f.ilI,,r da ense conuuer-i-I a liflanceira, que
se lem manifestado uos Estados Luidos da America
do Norle.
Os paquetes de New-York quea I.iverponllodaa ai
emanas *3o esperado!*, hoje com a mai* viva ancie-
dade. Al nolicias que *rjm sao lia dous mezes de-
ploraveis e so va aggravando por caria correio. Em
touseqoencia de una fouin'1. ivil especularlo sobre
us valores dos camiuhoi de ferro, tiverain iuear nu-
ruerosos fallimenlot, oa Bancos fonin sitiados com
pedido de reembolso ile deposito, e moilus denlre
ello l i jni abrigado* a suspender os seos pagaiusn-
lot ein especies. Foi ra ftow-Voirk que a crlse
nrrebeutou, mas New-Vorck be a cidade imperial,
a verdadeirl capital dos Eslado.s-l nidos, e dentro
em penco o pnico se propacoo ein Philadelphia,
lio.ion, sobre lodos ot V nliii "" lc te e-len :e a
csJo cuiniRTCi.il, isto he, ra todas al parles da
coulederac8o.
Ora a Inglalern lemimmensns interesiis empe-
nhadoa com os Euados Unidos, Ein lodos os gran-
des negocios d unifio americana, ahupdam os B
pilaes iDBlezes, e se calen am rm monos mil milba-
res de Trancos as sommas que Johu llull eontr.iu a >
primo Janalhan. Ilojo a inquiralo be eilrema nos
ceiros commerciaes da Inglaterra e ja cilam-se
varias quebras ein Liverpool e Londres. O dlnhel-
ro lornou-se moilo caro, porque as necessidaaes
que eipsiimeolam os Estados-Unidos embnrgaram
a toirenle de oaro que vinha da i. iln'ornia. O Ban-
co da Inglaterra, stim de que o sea .nuraeraiio nao
fosse lirado, elevou a lava dos seus doscontos pri-
aciramnte a 7, depois a 8 por rt mo. O Banco de
Franca wsoll'rendo a repercuitao deslis medidas,ele-
vou lambrui o seo descoulo a i l|2, em virlorie de
un.i disposicAo legislativa rcenle, que be o direilo
i oiiiniiini da Fianza em materia do commerclo.
Ja que Ihe fallo, ueste momento da crise ameri-
cana duseff' ilos ua Europa, completare! o qoadro
por slgonias noyes geraos sobre o estado dos mer-
cados europeos, no peusamento de que una eidade
' lomo a de Pernambuco que lem grandes relarues
commerciaes com o enligo mundo, lem imeresse de
conhecer as canias e o alcance provavel da sitiiacAo
Iraosiloria, mas critica, em que esln collocada a
Earopi.
O desastre dos Bancos americanos be o fado mai*
grave, porera nao he o nuco fado que Influ sobre
o mercado do dinheiro. A Allemanba se ada lam-
hemem condic,Oes mondarias e linanceiras muilo
ms, que actuam sobre as bolsas de Pars e Lon-
dres. A principal potencia da confederarlo germa-
niea, a Austria, desde I8I, nao pode reilabelecer o
equilibrio no leu ornamento, ha o B^nco de Vienna
que slevia prover por emissOes de bilbeles o dficit
dl foancas do Estado. Seme hante estado de cousas
nao se poderla perpetuar, e e Gabinete ausniaco de-
cedira que a daler de 1857, o Banco de Vienna co-
metaria os seos pagnenlos em especies ; porem em
finanzas assim como em ludo mais, nto basta que-
rer, he preciso poder. Os directores do Banco, no
Intuito de cumprir as inienres do governo, tralaram
de augmentar o mais possivei o sen fnndo metlico,e
Ja era isto urna causa grave de perturbado, pois
qus o ooro e a prala se lomaram Unto mais raros e
caros quanlo cram mais procurados, mas lodos estes
esfor(na n.lo alcanc. rain o alvo, e he evidente
que o Baoco de Vienna nao podara continuar os seu
pagamentos em especies ni poca Uva : annuncia-se
at que esla operaco foi prorogada por um nnno.
Por oulro lado, a bolsa de Paris ha sido olxlroida
de valores depois de dous annos! nao solemos dis-
pensado muilo para continuar os nossos raminhos de
fero, mas temos aherto a noisa bolsa a ludas as em -
prezas do eslrnngeiro : urna mui grande parle das
sommas necessarias para os caminhos ansiriaeos, ro-
maoo, piemunlezes, saissos, hespanhoes, ha sido
subscripta em Franca, e u nosso capital de economas
annoaes lem sido etcodido por estas sobscripce*.
iodos esles valores eslangeiros eslo depreciados,
tanto mais qoanlo os Bauque"os ri' illernuiiha que
tiutiam incessanlemenle nece fdade de dinheiro,si
oham vender em noss mercauo lodos os valores que
tinham n-ss rarletras. As nossas proprias acefies de
caminhos de ferro, que sao eicellenles, hAo sido con-
taminados pela depreciaran geral.
raes silo em resumo as consss que collecaram em
Um triste estado os negocios fnianceiros da Enrnpa.
fiao acredito em que a cris se prolougue ainda por
muilo lempo, em I rain.,i sot-ie lodo, onde ha im-
mens s recursos, e onde os verdadeiros negocios, os
negocios commerciaes e induslriaes no lem sido
gravemente atacados.
Uesle bosquejo linanceiio que loco s mais v vas
preoccopacftrs do moinenlo, passo a polnic, isla he,
primeramente s noticias da India. O correio desla
quimena n.lo nos Iroui* faetc algum consideravel ;
mas he ja* para os T11 I / e uin Iriiimpho enoimc o
ler passado 1 das sem que a insurreioilo lenha pro-
-n ido. e sem lr experimentado revezas. Os refor-
jo* da Europa ainda nao cbesaraui, e nsts Iota do
uiu punliado de borneo- contra massat, i constrva-
r.'io do sljlu '/lio bellido quinto se p le esperar.
He nesle sentido que as folhas ingleza* se declaram
salisfeitas das ultimes noticias qne annunciam a obs-
tinarlo com que os sol lados reiislem aos seus n un -
meravels inimisos. Uelbi ainda n,lo foi lomada,
mas o general Nichnlsnn foi com um corpo rio (ro-
pas, cujo numero nAo se diz reforrar o rxercilo ll-
lianle, consroBndado pelo general Vilsou. A arli-
Ihsria de sitio era esperada n s primeiros diss de se-
tembro e se devia dar o asallo cidade de 12 para
15. Assim sobre esle poni a situara o era boa, e ha
listo verda'eiramenle algoma cousa de maravilhoso
em ver a heroica confi 1115a drsle pequeo esercilo
que eonli mais de II mil bomeiis, sendo smnite
I.IK1" Ingieres, e qne se propSe heroicamente tomar
por va da Turca urna cidade (Hendida por \'i mil
soldados e por urna popuia;ao de 1UU mil almas.
Lucknow, oo paii dos Marallei, ainda esta' sitia-
da, e a sua valenle guarnido aguarda os sorcorros
qoe devam vir livra-la. Ja' Ihe conlei as minbas
precedentes carias o eforc,ns desesperados do gene-
ral llavelork, que varias wif lem avanzado sobre
Lucknow, balen o em diversos reconlros as tropas
de ,V'in-S ni, mas que uiallratado muilo mais pelo
cholera, do que pelo mimigo, liuha sido sexpre
obrigado a vollar para Cawnpoorc, onde sua posic,fto
ae loMi.ira mui critica. Hoje as cousas eslao em
melhor eslado. Um reforjo inesperado chega ao ge-
neral llaveloik. O general Oulram, que comman-
dava precedentemente a expelilo contra a l'ersia,
chegou a rennir-se corn ll-selnr!,. a qual lesarefor-
panha para bvrar Lucknow, e o general Oulram,
embora mais anligo em grso que o seu collega, de-
clsrou que servira como volonlnrio pira deisar a
llsvelorka honra de ar, Ion urna campanha que li-
uha sido (V> gloriosamente come;ada.
lie eslo o bom lado das ultima- nolirias ; o mao
lado be o annuncio de algumas insurreices |iarciaes
ua presidencia de Bambaim, iusurrt!e.6es que foram
comprimidas e punidas, mas que annunciam que o
espirito de revolla lem profundnmente penetrado na-
quella provincia. IVuir.a palavra, lodosos iuqueri-
los qne se fazem na India sito unnimes sobre as cau-
sas da revolla. Todos os cripav os pi isionciros que se
lem interrogado -be esle pouln triu dado a mesma
resposlu : os cariuchos. Assim, milhares de homens
lem perecido, (miliares de homens perecerao ainda,
porque alguna ambiciosos timfeilo crer asoldados
fanticos qoe os cariuchos eran, engordados com a
gordura devacca ou de porco. Os mahometanos lem
horror ao porco, os llindoos a luram a vacca,e uns e
oulros te repolaiam violentados na sua f religiosa,
porqne os forcaram a locar nesla sobstancia animal,
cojo conlaclo Ibes he vedado pela sua religiao Po-
bre huinanidade e como peqcooos coosas podem
gerar medouhos resoltados !
liaos palavras sumante sobre es'.a questao dns prin-
cipados danubianos, que provoca numerosas e vivas
notas rnlre os diplmalas, mas que o publico se obs-
tina a considerar como ulna coust secundaria, como
um negocio qus se dpve ittfallivelmente arranjar.
Os eleilores valacos fizeram como os eleilores molda-
vos, nomearam deputados mui decididos para se pro-
nancarem em favor da umaa das duas provincias.
A Corla fleon moi descrnenle com esla resultado, e
a Aoslria esla* talvez de peior humor ; mas com o
rotigre&so d-j Paris quiz que as dnas provincias fos-
3em cousulladss, e qus be provavelmenle, para al-
(euder a sua opiniao, he muilo pnssivel que a anido
seje admiltida, lano ma s qanlc he i da 1 ion1.a, da Rossia, da Prussia da Snrdcnbs.
L'ma eiiferniitade grava accuinmelieujl-re da
Prussja, e os bulclini qne ss succedsm, sem dar
precn-amenle receios mui serio* sobre a vida do
principe, diixain entrever com ludo que a enfermi-
dade sera' longa, e que nao ptrmillira' a el-re l're-
dericu daillierme dar durante altium lempo u seu
jerorro aos negocios do reino. Parece que o augus-
- lo enfermo soffre de cougrsloes cerebres, e que a
memoria Ihe falta completamente. Espera-se de
um mmenlo para oulro, um aclo que faca pas.ar
aulori lade real para as Moa do princepe here na-
rio iimAo do re, para eirce-la ate o cumplido res-
I iheleriininilo de S. M.
A Hesp^nha atravesa orna cri marcchal Narvacz deu nelinitivamenle sus ierolaal*
IETEHIQR.
' "
fiiiid mihwwwoco wms mn d Dnmno &* mi
CORBESro.M)ENC.IA 1)0 DIAIIIO DE
'PERNAMBUCO.
A LAGO AS.
.Maceiu ? de dezembro.
Cbariisimo Sr.
A monolonia, Inlio 1 insipedez que senlion* de
in.,i;o a culrlo d mili nn a situa^ao, .1 aunsao que ins-
pira o completo de futilidades e pedantismo que alii
so slenla,o spleen monslro falal a pisla do mome-
lo azado a destruirlo derninha individoaliriade, laes
sao 09 incentivos que imptlluam-me a rscrever esla
corrcs|iondenria.
Desde o instante em que lango mao i penna, e
"I noso procuro eslereulipando meuspensameulos dar
eipan IransformacAo, considero-me collocado em urna e
phera superior, e consequenlemeule voto au riespre-
xo as ariimai.has de m seraveis menlecaploa, verda-
deiru anacronismos, ueslu poca do progresso e ci-
vilisarao.
Occasi.lo ha qoe deiso passar um e dona mezes
sem enviar-lhe urna fadeola corrtspoiideii(;a|, e pen-
sar Vine, que sera falla de combaslivrl 7 Nao,
PAGIN& AVULSA.
Arsassinalo.Xa dia 29 de nnvemhro, no lu
car denominado Agua Comprida distante da cidade
da Viclona urna e roela leua, o indio Francisco Al-'
ves, deu urna tacada em Francisco de tal, da qual
falleceu iiislaulaneamenle, sendo o motivo que den
lugar a isso urna hebedeira. O criminoso foi preso,
e tila sendo proressado.
' ma carada (em fatal.No dia 30 do mesmo
mez no logar Baelros, distante 1 leguas da cidade da
Victoria, Manoel Gomes ri'A quarleirao malou com um liro Joto dos Sanies
Vieira. Ele inspedor eslava as 7 borae e meta da
noile em urna espera de veados, ouvio pisadas em
rilreccau da espera, e vendo um vulto entre o* ma-
los, suppoz ser a csc,a esperada, sem mais nfleslo
disparnu a sua arma, e immedtatamente uvio direr
ai Jess rtrconhertndo enlSo n sen ensao,
deiceu da arvore ein que se achuva e diiliiin.io-se ao
vulio qoe accasioooa o sen ensao, eiirnnlra o cad-
ver do infeliz Sanios, qoe Irtra por elle ferldo no
peitu com cirojos de chumbo, e urna bala qoe Ihe
sahi 1 no quadrl. Em visla de IAo doloroso qoadro
originada por urna impruil-ncia, slo be, pelo falla
de reflesuo, dirigio-se o referido inspeelor a casa do
materia ha muila ; masque nem sempre est a musa resperlivo subdelegado psra narrar-l'he o orcorrido e
prosa de composicrSes. E que de ve/es apparece enlregar-se a prisao, e com elleilo foi recolhido a el-
um forle e poderoso reagenle, que colla.-.i-ine na cri- la, e esla' sendo proressado.
lien poairjao de abandonar o campo, onde ancioso I Thealro de .San/u hahel.O variado especls-
procurava um lenitivo proprio a destruir a accSo ma- culo que o emprezario do thealro do Santa Isabel o
lefira do monolonia '. Sr. Germano Francisco de Ollveira escolbeo paras
vidos de variedades, mis descendentes de una
Mlrpa peceadnra, enthosiaslas applsudimos quilqoer
novidade, embora em desacord coro nossos princi-
pios ; mas Versatilidad em breva de-apparece a
ImpresMe, e eis-nos aob a press.lo do ledio, deleslan-
do .qnilio qoe anda ha pooco raptara nossa admi-
ntflo A volubilidad!- he o dislinclivo que mais se
noile do dia 2 do correle, foi sem duvida bem
agradavel, e melhor eslaria se alguna papis fosem
mais bem e-ludados. lie de suppor que essa falla
fosse devida pelo pouco ensain qne neeessariamenle
devia ler a comi>aiiliia com a nova elra do Sr. Sil-
vestre, que, nao obslanle, desempenhoo bem o seu
papel, e assim o Sr. Germano, Sra. Jnanna e Ramun-
a AM agora nmliomi Infurmatlo me ioi dtdi 11
lo pratidenle da cmara de dxlat,O no* sifelos
pililos por copla, liaz de noto ao meo conliecimenlo
o in-perii'.r da inslrurcao fssibllca, que nn trin sido
possivei ao l)r. Slneal conseguir que a cmara se
rena para defenr-lhe o juramento, de que necessi-
la para eierccr o seu emproeo.
o Neslas circunstancias, determino pela secunda
vez ao preibienle da cmara municipal Jet. n <,
qoe convoque a mesma camra para ofim de que se
Irala, dentro do prazo de oilo dios, qoe sciao conta-
dos ila dala da eulresa da presante porlaria, Tirando
na inlellieeijcia de que ao juiz de direilo da comar-
ca determino siesta orcasiAo. que, no caso nao espe-
rado de reluctancia da parle da cmara 00 do seu
piesiileule 110 riun| rmenlo dessa ordem, iu*laure o
cumpelente processo de rasponsabilidad, e me com
muniqoe n tu accorrer, alirn de srrem lomadas as
providencias que o caso exigir.
e Ao juiz de dir lo merino da comarca de Ca-
sias.l.ngo que esle receber, mande Vine enlrigar
por um ollleial desse julzo ao presidente da cmara
arlado ao ihaalro ein noia, qus 1 ira o drama
de que nos oceupamos, porque nelle vero a ter-
daJ ea natureza em lula com o dever, iriumplian-
do por um instanio a juella pata reder a final a
eslo.
Digamos om resumo o que lie o Medico dos
meninos.
Em Jcurre, alJria tomla de Franca um rapaz
euma rapariga foram refu;ar-se, fu^injo do
mundo, e occu'lando all sua felicidade ; mas, nao
obslanle lerem por si a mocidade e um amor ar-
dcnle, a palidez se ola em seus semblantes, de
sorie que, vendo-os, lodos diriam que o devetn a
urna causa moral, e qusndo abrar;.o sua lilha, me-
nina de dous anuos, sempre llics parece que o fa-
zem pela ultima vez ; o que devem a urna falta, a
maior deltas : a companlieira de Luciano he
municipal de Ciias o onicio 'ionio (do qual Ihe re-1 esposa de oulro, e desgarrada pela paixao, foi le-
meiio umi copia" devendo o ollicial encarrrgado da vada por seu amante a urna vida culpada ; e se o
revela em todas as aciesdo homem. Abysiniosem- do. Por essa mesma ocrasiao apreciamos as varia-
pre promplo a apedrejar o dolo, que anda ha pou- : cues do Yankee Doodle evceuladas na rebeca pelo
co nlolalrava ; monslro de ingralidao continuamente ; insigne artista o Sr. Ilenrique Scapls. em cojo gene-
dominado dos maos inslinclos e pertersidade. rn nao be possivei salisfazer melhor. Terra reir lem
Sitn, charo senhor, ha muilo que ver e analysar, o j o memo Sr. de dar o seu concert no sabio do mes-
campo he vasio, e se o deposito cenral conserva-se | mu thealro, e be nrssa urcasiAo em qoe mais disen
abundaniemenle rornecido; mas para bem ver e ana- ] volver a sua pericia, esperaran! Velo, e alguma cou-
Its^r lallam-me os piintpaes elemenloa a crilira de sa diremos a seu respeilo.
om Vollaire, o pincel de llogarl, ou a clava de ller-1 Falleetmrnto. Re'alisou- cuica para esmagar a Imlre, que sol mil formas re- meulo do Sr. Frandaeo Jos de Veras de qoem lia
produx-se nesla capital e provincia. Sin) o qoe veje 1 lamosem DONO nlllnsa pagina, e Com a sua morte
A desmoralisacao, nma serie de aberraees o sepluis- | veiu derramar sobre snas infelizes lbas a de-olarao,
mo inbllrando-se em lodo os seres pensantes. Ac- o pranln e a miseria.
lar-se o crime e deleslor-se a virlude, endcosar-e o
vicio e abiminar-se a lemperaina, proltger-se o mi
e aborrecer-sc ao humem probido A ignorancia eleva a hirsuta coma e quando o
lioinein inlelligeiite vi eslenl sarias luds as soas as-
pira(es, o homem material com asneiras e parvoiers
enlrelem as altas sociedade*, o sabio, o philosopho o
pnela desaam o riso da mullidAo, o esiupirio he as
delicias da escolhida reuniao, o riinlieiio he a capa
qoe ricen 111 defeilos, vilezas e insolencias; laes s.lo o<
eventos que por ahi deviso em sua marcha trium-
phanle.
Assim, poslo qne desviado do lamulloar de paires I 'a(,r18 Marral Lopes de Siqueira
da caudalosa crranle dos desatinos ; lodavia nem "" ''""risco rie Paula Sales
ELEICAO PAF.A DEPUTADOS FP.O-
VIRCUES.
COI.I.EGIO 00 BUEJO.
Os senhores :
Mejor Antonio Jos de Oliveira
l)r. Jos Quiotliio rie Ca-lro Lro
Or. Francisco rie Paula Baplisla
Conrgo Joaquim Pinto rie Campos
Dr. Antonio dos Santos S quena Cavalcanli
1'enenle-eoronel Joao Valeolim Vilella
Dr. J0A0 Honorio Bezerra de Meoezes
sempre me considero na posieda imparcialidade, que
devo ornar a om chronisla. Depuis, ha momentos na
vida, em qoe o homem, sem cansa, seute-se preso
da misanlropia, e lodo devisa lucohre e sepulcral ; e
por cooseqo-ncla, dominado de lal mpressao, he
mullo natural que ludo desrreva com as cores verde-
negras de sos imaginec.ao. l'asindo desse campo se-
meado de espinhos.eu vou enlrsr no eierclcio de mi-
iba misso, parlitipando-lhe quanlo ha de mais in-
teretse digno de necopar as paginas do seu impor-
tante e enryelopedico jornal.
Reina a paz e Iranquilidade lano na rapilal como
no inlenor da provincia ; porlo qoe l em Mala Gran-
de lenham appsrccidn algumas peripecias demonslra-
tivas do rancor rie quem, collocado ns posic,Oes, n3o
gosla e nem tolera a inlluencla daquedes em quem
devisa opposic,3o a seus aclos. Prova a celenma all
apparecida, que a conciliario ainda no caminh?
desassombrada, e que em vAo o ministerio procura
planlar 00 imperio a poltica de moderacao e con-
cordia.
Ainda o Em. Sr. Dr. I'cbi continua alela dos
destinos da provincia; e como sempre lodo envidan-
do, para encaminba-la lias veredas da prosperi-
dade.
Incansavel e solicilna prot o bem estar de seos ad-
ministrado!, sensivel aos males que lano os perse-
guem, S.Esc. acaba de demonstrar a hondada de sen
corado. Allendeiiilo a falla de farinha e a caresta
de algoma que em pequenas porc,s apparece, S.
Es.r. maudou ordem a um ridadao de Cururipe, para
alli comprar esse genero, enviando pelo a o ionio de
orden, da presidencia dous ronlos de res destinados
a arqoisic.io desse soccorro 1 hiimanidade allicla.
A falla de trucos era om ftsgelloqoe impedia a6
Ir tu,, ,_.,,'s commerciaes, e pois era s-s'al o clamor
nAo s do vendedor, como do comprador, ambos
preleridos, aquello de veoder e esle de comprar. S.
Em. bem comprehendendo a siluetAo, acaba de ofli-
riar ao Exm. Sr. ministro da fazenria. nu senlidu de
fomecer a provincia com alguus cotilos de ris de
moeda miuda.
O Dr. chafe de polica, activo no ejercido de soas
fiiiirie-, aeguiu para a comarca da Alalaia, onde foi
sjndicar do assasinalo rommellido na peisoa de om
lal Pedro Maracaluba. A' lempos que n.loouviamos
narrares de felos de canibalismo, e conttnle ren-
damos besanas a Dos, pela desapparic,.lo do ciiine ;
enlrelanto ja vao apparecenrio cenas, que deviam
pata sempre fugir do slo da provincia.
Oulro di.i foi assas'inado um lal Braca, agora ese
da Alalaia, amanha qoem sei'.' lisos se conrf
dos infeliiss, paro qoem o crime lie uto natural des-
abafo, > a vinganca impulsu de nobres nslindos.
No da 3 du crrenlo lera locar a inaugurado da
(Iluminarlo p;lo meio do gaz hvdrogenio, snprimin-
do-se viluslo e nauseativo osodoazeile. Outros me-
Iboramtnlos de mais rigorosa neccsidade sao preci-
sos na capital ; mas emquanlo no di-ponta a era de
soas app'.rirfies vamos contentando-nos com esle, pois
he um pas-o ja dado na senda dos beneficios. I m
vol da grallriao ao Em. Sr. vire-presidente e ao
di-liiiriu n i.ioao Introilulurde lal melliorainen'lo.
Alem das 1(1 prara qoe oolro dia mencionei, se-
guiram mais renloe tantas econsequenleinenle ape-
nes etiste a ollicia idade, musica e algumas pra^s do
7." balalhAo, que nesla provinria demonslrou se pela
sua disciplina murahdade, digno da eslima dos ha-
bilanles desla capital, que sinceros apreciam a di<-
na condocla desse hatalbao, que j nos campos rie
Morn cobiira-se de gloria, auxiliando a aniquila-
?io de um Himno, que em sena clculos infernis,
amearara oilen.lT a tnlegridade do imperio ,e re-
pblicas vizinhas.
O mez passado foi aqoelle em que llveram lugar
a parlida de alguna funecionarios, cuja ausencia he
sentida por numerosos amigos, qus sinceros aprera-
vam as distiuclas qualidades qne os ornava. Kefiro-
me ao capilAo da fragata Rodrigo Jos Ferreira,
e major Lola Xavier Torrea, ambos removidos para
a provincia do Ceara', sendo aqoelle sobliluirio pe-
lo capilao-leneule Jos Manoel da Cosa, e esle pe-
lo majar llerculano Sancho da Silva Podra, ambos
bem condecidos uesla provincia, unde lem uumero-
sos amiuos.
A salubridarie publica lie benicna nesla rapilal.
oolro lano nao accontece no interior, como na vil-
la do Pilar e Cururipe, onde a varila prosegue em
ua devastadlo.
O ciliada,! Jos Francisco Soare, membro do par-
tido liberal e um dos redactores do a lempo, foi no-
meado administrador do correio, vago pela aposen-
tadora concedida ao honrado anclAo Jo-Anlouio
Marques.
Felicitamos ao Sr. Soares por esla prova de apro-
en que receben do governo imperial ; enlrelanto
sentimos que fosse arredado da inslrurcao da moci-
dade om digno professor, qoe enlhosiasia procurara
planlar na pruvmcia a insIrucrAo, pelo melhodo de
lellura repentina, esse brilbanle floro de gloria que
once a fronte do E\m. couselheiro Antonio Felicia-
no rie Gastilho.
As iioiiiccn... do Dr. Kapozo e Soares, amlios li-
heraes, revelam o espirito de concilu cAo que presi-
de as deliberares do ministerio de I "de maio, que
assim procura lien ler ao mrito, e coogra^ar os ho-
mens sensatos dos diversos mal/. polincus.
O mrito, a illuslrar.lo, sAo oa iurenlivos que ac-
tuam nos dignos cidadAos, ora co locados a testa da
direcr^lo do impeli.
Os gneros alimenticios coniervam os mesmos
presos, e, pois, continua o llagello que laido mar-
Itrisa a homaniriarie. E qoaes s3c as causas que
concorrem para a exiguidade e caresta dos gneros
de prfmaira necessidade '.'
Pouco avulladas lem sido as entradas de assiirar e
diminuta a influencia dos compradores, o que be
mullo natural, all-ndeinlo o Iciem bailado os precos
desle genero, o que ha desanimado bastaulemenle a
ons e oulros.
O ron,mn co esla' baslanlemsnle ,'ornecido de ce-
ntro, e poilo que ecanharia seja a concurrencia de
compradores ; anivelante devisa-se grande agilacAo
nos homens rommrrcianles.
O dia 2 de dezemhro foi pouco (estojado, o que
nAo be de estrauhar, alenla a falla de tropa ;
Votos.
\2
38
>:>
21
-2A
21
A>
19
6
y
3
3
.1
I ir. Ji'.in iltrcano Alves Maciel
Jos de Sa' Cavalcnli Lius
Masimiano Francisco Duaile
L'mbelino Guedes de Mello
l)r. Francisco Carlos BrandAo
Hospital de CaridadcErisliain no dia 5 do
corranle_20 homens a 80 mulberes Iraladoa pela ca-
ndarie, 7 homens a 14 mulberes que pagam a casa,
e l) prajas do corpo de polica.Tu tal O doenles.
Da 6.
Etisliam 19 homens e 29 mulheres lialados pela
candade, S homens a 11 mulheres que patn a
ca-a, e 9 precas du corpo de polica.Total 79
eente*.
lUlaro das pessoaj qoe fora'm sepulladas no cemi-
lerio publico, no da 5 do corrento.
Sophia, prela, escrava, o annos, pblhtsca.
Hermenegildo de Barros Marinho, braiico, sollei-
ro, 2:> aiuins, inlerile.
Manoel, branco, 7 mezes, nlerilr.
Casimiro, preto, I anno, meuengile.
J0A0 Pinto dos Sanios, brancu, vluvo 75 anuos,
htriri Itiorat.
TolalS.
Dia .
Adela, prela, eacrava, 5 annos, chega can-
crosa.
Severna, prela, escrava, :l(i anuos, gaslro inle-
rile.
Zererina, prela, escrava, mezes, inlerile.
Tbeodora Mara do Lvramenlo, paida, solttira,
2 anuos, conslipar.lo.
Tolal i.
Matadouro publico.Ma(ou->e no dia j para
ron.uni do da (i rio crranle, a saber :
A compauhia das carnes verdes.......7 bois.
linar,lo Romualdo da Silva........II a
Manoel de Sooza Tstares..........7
Virgioio Horacio de Freilae......... 3 11
l.uiz de Queiroz..............1 a
Clemente..................2
Total
99 bois.
Malou-se no dia l para consumo do dia 7 do cor-
rnle, a saber :
Compaiibia das carnes verdes...... 59 bois.
Hirarilu Homualdo da Silva........ 9 i>
Manuel da Silva lavares......... (i
Virginio Horacio de Freilas........ 3
Luiz de (Jueiroz.............. 1 B
Clemente.................. 1
Tolal. .
At amanhiia.
79 bois.
titulo te$ tytiMsmtot0a
diligencia certicar a dala da enlrega.
a Sa dreorridos 8 das, depois do recabimento do
citado ollion, a cmara municipal 11A0 se liver reo-
nido para o llm qne Ihe he ordenado por esla presi-
dencia, determino a Vmc. que instaure o competen-
te processo de responsabilidade contra a referida
cmara, daudo-me lugo parte de lodo o occorrido,
afini de lomar ooUat providencias que me parece-
rem neces^arlas.
a O que 1 lie tenho por muilo erpecialmeule re-
commendaito. a
Passando a oolro assumpto, dou-lhe parle qne
acaba de ser enllocado e estreado no nosso Iheairo
publico uin luslro que a presidencia lol aulorisada
a comprar, e pelo qual pede o empresario Ramonda
a quania de qoalro conloa e lano. A eompanhia
qoe Irabalha no nosso Ihtalro' compde-se, alem de
oulros artistas muilo secundarios, das cantoras He
mortal e MalTei, do barvlhono llvpolilo, do tenor
Vaninelli, do baivo profundo Della Coso, das bellas
dansarinas Pepina e Virainia, dos encllenles sceno-
sraphos Venere e Montirelli, e do maestro Bateta.
Esta coropauliia, cujos arlisias devem ser conheci-
rtos em Pernanibuco, he composla das dnas cairesa-
i.6es qne da Italia Iroiue u Sr. Hamonda. Infeliz-
menle ella esln a Tindar o seu lempo, com ella
una das nossas dislmrrOes. Em cnmpensacllo, aca-
ba de chesar-nos de reruambnro o magelisador
Ultsses com a sua somnmbula.n
O Exm, Sr. .lunquoira Filho, no Piauliy, co
mecava a soffire as invoclivas daquclles contra os
quaes se doicida.
iNa tilla da Imperalriz, no Cear, os gados co-
nicavam a soflrer da papeiras que os malla cm
poucos das. A falla de paslos torna o sustento
difficnlioso. As nolicias mais ojmporianles vein
exaradas na presente, caria do nosso correspondente.
-Nao posen desla vez ser minucioso por falla rie
materia ; entretanto sempre qoero dizer-lhe aUuma
coosa. II> verdade que eu podera inspirar-me aqol,
como se inspira ah Mr. l'orget me not, aulor de
urnas correspondencias muilo inleressantes para o
Cearemen, na qual descorre elle com muilo espiri-
to em prosa e verso, e n'uma carta cousa, qne nAo
he verso nem prosa, pelo que nAo lem linda nome
condecido, mas qoe sem dovida o lera muilo breve,
desde que esla ah ehegar veremos, e emquanlo isto
11A0 se realisa, vamos ao qoe importa.
oLm amigo de mea conherlmenlo esloria a pby-
sionomia de cerlos personagens que se qoerem fazer
ah conlircer, pelo que nAo sao. deiando-se de re-
Iraiar laes como Dos os fez 011 ellas e lizeram, que
he u mais cerlo: dizemque elle lem descoberlo mul-
los lazaros, pelo que he muilu provavel, que em
breve Vmc. os va' ronhecendo.
ol.m da lera' Vmc. a explicacAo dessa idea, pelo
qoi tome della ola, como eu o toen agora.
Ojoiz municipal Vicente Alves pronuncian os ir-
mos Salgados no arligo 171 do cdigo criminal,
combinado com a lei de 3 de dezembrodi 18.13, pe
lo crime de inlroduccAa de moeda falsa. O procedi-
menlo rio Sr. joiz municipal lem estada sljhoje a co-
berlo rie reusura, pois 11A0 se deve considerar como
tal a que Ihe f z o peridico Sol. O proces-o ja
subi ao conliecimenlo rio Dr. Ayres, juiz rie direilo
riela rapilal, e lodos esperam, coofado nos honrosos
precedentes desse magislradu, que juslica intcira se-
ia' feila aos inriigltados.
Continua a cire-l,. dos gneros alimenticio-, sem
esperanca de baralearem IAO cedo.
O vapor Iguarasso' esla' na Jacarecaqoara, 14
leguas ou Sul da Granja, sera poder seguir para o
podo desla capital por falla de carvAo. O Srs. Pa-
checo & Memles ja Ihe mauriaram o aoiilio necea*
sano. Dizem que este felo he devido ao pessimo
carvAo que condoli aquello, vapor, fado qoe Irans-
lurnou os clculos do respectivo comnianilanle.
dia 2 boove em palacio coilejn a' elligle de S.
U. o Imperador, Assisliram a elle as pessoas mais
gradas da rapilal.
"A' noile houve ama representado dramtica, que
nAo esleve m.
A pdicia tai proeedendo cada vez com mais ac-
liVldade e energa. Perlo de 100 criminosos se lem
raplorado no-les uliimosaqualro mezes.
O Dr. Abil o araba de'procedcr a urna revista na
radeia ; d'enlre 179 presos qu alli exislem, pouco
mais ou meno, f dous esiAo sem processo, anda
qoe seus crmes sa iichem ja' reronhecidos. A urna
radeia nesla cidade, e com suflicienles cummodos,
alm de eslar em condirors hygieuicas mui favor 1-
veis chamou-se, ha pooco, Spielberg, em urna das
fo'has daqui, que prnpuguam pela causa sacroianta
da liberriadc e ila urdem !
A provincia do Rio Grande do Norle continua
a gozar da influencia benfica que lem sabido sus-
tentar o Exm. Sr. Dr. Doria. -,
Da l'arabiba nada ha digno do mencio.
a' ralnha, seus collegai Imitaran o sen exemplo c a enlanln houve cortejo, thealro a noile, indo a''tre-
na o Olbelo ou o Mouro de Venera, que [diiem-mej
tora bem repieseulada.
t) jornalismo desla provincia ha lomado mais ani-
roacao, porque alm do eTempo, que mo grado as
dilllcul-iades que ha deparado lem consesoido ver
mais de om l.i.lro, e sempre firme cm seu po.to de
honra, ha sido om forte s,ieidruio dos priuclpiot
liberaes, alem rtesle e rta eonciliacBn que se ha tor-
nado celebre com 01 seos incorrrgtveii anli jocosas
liobasdomingoeiras, de cuja appanrgo v,io crendo-
se algumas Irumizides, porqoe lufaliimente a Ierra
he pequea e todos nos cr-nhecemos; sabio a luz um
pcque.no peridico que aob o Ululo ,1o aOislraccao,a
em sentido hebdomadario val prestando algous ser-
\ ir>oa, e coaita-me que al Janeiro sahiro mais rios
-co lo um destnalo as scicncias e Ltleralora o rerii-
gnlo por alguna inuf-s talentosos desla
rainli 1 se reslgnou a aceitar ; o parlo rio novo ga-
hincla foi long 1 : a rainln se dirigi succe-sivamen-
le a Bravo Murillo, ao almiranle Armero e a nutras
notabilidades. Parece que ella nAo se pode por de
arrordo com Bravo Murillo, e fui em dellniliva o al-
miranle Amaro que foi eucariegado de compor urna
nova admiinslracAo. ludo quanlo >i tabeciiesle me-
mento he que M. M011 iidiialmenle embaixalor de
llespauha em liorna lunreiinara' nu cahinele como
ministro dea negoolM eslrang'ir s. Asuarda-se em
Midri t a chegada desla prrsona^ein para comidetar
1 ministerio. Bala eon>bnic,Ao, bom acollnda pelo
pulido liberal moderudo lera' o apoio do general
O'Donucll e de seos amigis.
1) imperador NapuleAo levinlou o acampamento
de Chalona a Hlenle nieze dirigi 'is tropas da guar-
d.i imperial urna ordem do da modelada sobre o et-
Ijlo de seu lio para lelirita-loi 1 el 1 perteila execu-
;Ao das m >noliia. Depois ila Ir rend lo orna eina-
na em Paria, Mapolelo III parti (iara o casi ello de
i, m,picana com a imperalriz e o princepe imperial.
A allencAu publica ha sido muilo excitada em
I ranc,a por causa de um pr ceso rie corrupcao de
eleilores que acaba de ser intentado a um depuiariu
lomeado pelo departamento do llaol-Rhiii, ||, III-
geon. Esla negoun que renlou inuiloa escndalo
Temos ,i vista jomaos do Par al 28 do passa-
do, do Maranho al I, do Cear e do Rio Gran-
dedo Norle al 4, e di Farahiba al 7 do r.or-
renlc.
Um acto quo, apezar de justo, magoou bstan-
le o roracao do lodos, que senlem como homens,
presenciou a capital do Para, no dia 15 do passado.
Dous soldados, quu batiam assassinado o leme
Bezerra na colonia de Pedro II, em Macar, forsm
fuzdados, poranie o corpo a que perienciam, o
lerceirodeaiiilbaria.
A caria do nosso corrcspondenla do Maranlio,
conlem ludo quanlo lia bccorrido depois do ultimo
vapor. Ei-la :
Vianua : os conservadores deram onze eleilures, e os
libeiaes deram de, sendo lirado n'entre esles o
eleilor mais volado ; os liberaes deram onze sup-
plenles, e os conservadores dez. Desle modo con-
cloio-se em paz urna choclo de pooco alcance, qoe
n.io mereca ser disputada, vislo que o deputado ge-
ralja liuha sidoilcilo, mas que entretanto aiueacava
lana agila^Do e desordem, que ohrigou o presidente
da provincia a man lar para la' o elude de polica, o
qual parece ler procedido com lo ia a moderadlo e
imparcialidade.
llua. O parlido conservador rirmonslra eslima-lo, e
os liberaes manifeslam-lhe igual c, nliara. Sem
promover rsac^Oes, a presidencia lem sirio enrgica
em reprimir lurios os aboses que ebegam ao seu co-
iihecimeulo. Trndo admoeitado os juizea de direilo
a fazer as correrc,oes de que muilot se ebslinhim, e
a respeilu do cosime das nossas animla los poli-
ciaca de mi exercarem ua cargos em lempos elei-
toraes, acaba do dirigir a seguidle circular aoijuizrs
da 1 ireilo :
ir O funcionario publico, que laiga o exercicio do
seu emprego sem previa liceuco do legitimo surerior
ou sem mulivo urgente o participado, commelle,
como Vmc. sabe perfeilameule, o crime urtvialo no
arligo 157 do cdigo ei iminal.
ulretanlu por urna lolerauda abusiva,e somma-
meule prejudicial ao sertiru publico, acontece que os
supplenles doi juizei mouicipaes e dos delegados e
lubdelegadoa de inuilaa localidades da provincia a-
bandonim os seus cargos sempre que isso Ibes con-
vem, levando a nesligeoria e o desrespeilo a' lei ao
ponlu de nem ao menos daicm disso parle es aolo-
ririaries suprim s.
Coriviudo fazer cessar semelhaole irregolarida-
de, chamo para ella a sua illencAo, elherecom-
uieniln da maneira a mais terminante, que proreda
nos I-i mo. da lei contra asaoloridades dessa comar-
ca, que incorrerem no crime, de qoe Irala o citado
artigo 157 do codiao penal.
a Pela secretara desla presidencii Ihe serAo com-
mnniradaa as licencas, qu* forcm concedidas s iefe-
ridas auloridades, e ao doutor chele de policil de-
leriiiinn nesla occanAo, que providenrie em ordem
a' que as autoridades policiaes, que Ihe sAo subalter-
nas, nao driiem nunca o eiercicio de suas fuuccrs
sem que u parlicipein ao respectivo juiz de direilo,
cumpriu lo que Vmc faca o me>mn a re-peno dos
snpplontes dos juizes muuicipaei doa termos de sua
julisdicr.lo.
o lim conclusAolenho a dizer-lhe qoe devera' Vmc.
no da 15 de cada mez communicar-me em oflirio
especial qoaes as auloridades dessa comarca, que, du-
rante o mez anterior, den.rain os seas cargos, e que
motivo- (tveram para isso.o
Temos aqu urna cmara deCaxias, qne vai dan
do mu lo que fazer ao goverun. Entre oulros fados
laes como nao querer juramentar os juizes de paz rie
om rii*lrido, excluir um vareador liberal de assis-
lir as u ii sessues, celebrando-ss rlandestmadamen-
le, pralicou um contra n qual o Sr.Paes Brralo rea-
gio com os legniolaa affmoa :
Ao preeideme di cmara municipal de Calila.
Km ollicio de 33 de oulobro ultimo Irouxe 10
curenlo o inspector veral da InsIruccAo
i$ommnulcabo%.
castigo se lia feilo esperar, ambos sentem que nao
deixar de dar-se. As lagrimas da mai de Lu-
ciano, que em seu lilho havia poslo suas esperan-
cas e n3o o ve cliegar, commovem Jernimo, po-
bre e vellio camponez que affeclando egoismo que
nao lem, e desejaiido estanca-las, se pi"o a eami-
nho para cliegar ao lugar em que seorritlta o lilho
de madama Lenionnior, e seguindo as pizadas que
Ihe permillm descobrir as carias, que a esta diri-
ge aquelle, chega por fun aldeia ein que se acha
o amante do Luiza, enconlrando-se por acaso ein
tiagem cosn uin desconhecido que alli vai sem in-
lencao dedamorar-se. De repente ouvem-se gri-
tos ; o desconhecido araba de salvar a vida da fi-
ilia de Luciano e de Luiza, sua consolarao, sen
idolo, que escapou de ser esmagada por um dos
cavados desse viaanle : a mai corre a seu encon-
tr, cheia de emoc.io e iransporiada pelo reconliu-
rimenlo; mas lem de recuar espavorida, porqu8n-
10 no salvador de sua filha reconheceseu marido.
A expiacao dos dous culpados cometa desde esse
momemo: se nao he vilenla, n.io deixa de ser
doiorosa. O Sr. Delormel, marido de Luiza,
acha-se calmo, pois que o desprezo domou o seu
furor: elle nao quer tingar-se ; mas nao consen-
tir que una menina, que traz seu nome, viva
em eompanhia do amante de sua mullier. Corre-
Ihe o dever de impedir o escndalo, c, apezar do
desespero, das ameacas e supplicas de Luciano, o
esposo ultrajado cousecne, invocando o direilo
que Ihe d a lei, levar aquella que peanle o mun-
do he sua filha, nao prohibindo lodatia a J.uizade
ser mai, o quo faz que esla prefira a companha-la,
aconlinuara vivar com seu amante. Luciano
fica pois si'i, abandonado no meio das ruinas de
una felicidade que no podia durar; mas Jerni-
mo se 1 lio dedica, e, promellendo-lhe nao aban-
donar sua filha, segu oSr. Delormel afim de ve-
lar subreella como so fura seu p5i.
Qualorze annos se lem passado, e Lucila, essa
menina arrancada a Luciano, ha crescido no cas-
lello do Sr. Delornel. suecumbindo sua mi
saudado e aos remorsos, pelo que sua filha vive s,
desoladae aleinorisada pela frioza daquelle quesup-
pfi ser seu pai, soffrendo de urna moleslia lenla
que a consume surdamente. Todas as suas ale-
gras, lo.Jas as suas esperanzas esto na vitaaffei-
coquelem a Frederico, rapaz digno de eslima
queffaz consistir sua felicidade em consola-la, nao
podendo pretender a sua mo, pois que he pobre,
eseus osmios de pintura ainda nao Ihe permitiera
enireter um brilbanle futuro. OSr. Delornel
nao lem odio Lucila : elle quereria mesmo ve-la
feliz ; mas, apezar de seus esforoos, as boas pa-
lavras expiram em seus labios, as caricias (icio em
meio retirlas por um conslrangimenlo invensivel,
que he diversamente inlreprelado pela filha de Lu-
ciano. As confidencias do marido de Luiza pare-
cem ordens que Lucila recebe, e quando o Sr.
Delornel Ihe diz que trata de casa-la com um fi-
dalgo, seu amigo, essa pobre menina, nao se ani-
ma a responder-lhe.fica aturdida ecahedesfallecida.
Um facultativo de lugar remolo, e conhecido gob
denominara'! de Medico dos meninos, acha-se
na aldeia. em que hesilualo o caslello do Sr.
Delornel, tendo sido para alli chamado por Fre-
derico, que o ronhece, a lim de soccorrer um or-
phosinho quo Lucila protege ; o estado, em que
a veem, faz que o cbamem para acudi-la: he Lu-
ciano, que pouco antes a linha visto e j conhece
a causa de seu mal. Reconhecendo-o, o Sr, De-
lornel quer expelli-lo de sua casa-, mas Luciano
Ihe diz que dous homens nao podem ser arreda los
da cabiceira de um doente o mdica, e o sac-r
dol, e Jernimo, que lem vivido Vmpre em
eompanhia da filha de Luiza, roga aquelle que dei-
xe o medico salva-la, embora expulse-o no dia se-
guinle, ao que se resigna o Sr. Delornel, licando
por este modo Luciano junio a sua filha.
Luciano nio se contena com salvar Lucila : sa-
be que a vida dessa menina depende de sua lelici-
dade, quecontisle inleiramenie no casamento com
que ella sonhara, e ludo empregar para abrandar
o coraco do Sr. Delormel, ou faze-lo curvar-se ao
que desoja ; mis razoes, supplicas, meacas, ludo
emprega em vo. Nada do que se passou entre seu
paieoSr. Delormel ignora Lucila; ludo cscuiou
sem ser vista : comprehendendo a cxlensao do sa-
crificio que quer volar-se Luciano, de quem sus
peila ser filha. a vista de lana ded cacao e de pala-
vas que Ihe lem escapado, nao aceita esse saciificio.
As palavras de Lucila, que exprimen! resignarlo
ao dever, deixaro verao Sr. Delormel, que ella lem
penetrado o segredo que envolve seu nascimenio. e,
nao podendo sollrer a deslruico do que considera-
va sua ultima felicidade sobre a ierra depois de ler
perdido a alTeicao de Luiza, provoca Luciano que
nada mais deseja doque um duello com esse homem,
que foz murchar todas as suas esperaocas, e quer
prtva-lo do maior e uni o bem a que pode aspirar
o amor e caricias de sua filha, que por suas
feicoes, e al pelo som de sua voz Ihe recorda sua
amanta. Esse duello confirma as suspeilas deLucila
relativas a seu nascimenlo : o liro de pistola, que
se d no parque do caslello e ella onve com ancisila-
de, fulmina-a como se a bala Ihe houvesse alraves-
koube i.jvcrlir.:,-, a dlsiinroao do Kiai maneirai, I
sua sensibilidade romo medico, seu trajar alagante,
ludo deu .lo Sr. Hermano Francisco de Oliveira
urna prova bem digna de estima, e conlirmou oque
nao cessarjinos de repe'.r, isio he, que so se he ar-
tista perfeito esludando-se alternamente e copiando
a njiur.'/a. por quanlo, procedendu-se asslin, se
he "urdadeiro, rondirjao indispensavel a todo aquel-
le que deseja conquistar ropularo merecida. (Juan-
do Luciano reconhece que sua filha ainda respira,
e, querendo recorrer a sua sciencia, so acha sem
forga para aproveilar-sedos meios que ella faculta,
foi execuladolaoao vivo que pareceu-nos assislir ao
que temos visto, soffrendo elle o que alguns ja lem
solTririo.
Da dou pipis encarregou-se a Sra. I). Ma-
noela, do Luiza e de Lucila. Em Paris duas
icirizcs o represeniaram ; roas aqu a necessidade,
e, ainda mais, a verdade exigiam que a mesma
anisia desempenliasse ambos. Entre Luiza, que
reprsenla ler time o seis annos, e Lucila, que lem
dezescis, ha sal semilhanca, que lodos, que cunhe-
ceram a primeira, creem v-la vendo a segunda ; e
islo era bastante para justificar essa reunio de pa-
pis que a lodos no agradar. A Sra. D. Mnce-
la, conenrrendo rom sen lalemo reconhecido, para
essa represenlaQ.io, soubo realisar as esperanzas da-
quellcs que desejavam o bom desempenho do drama,
e a exerucSo desses dous papis, em que ella mos-
Irou-se digna da repulacao de que goza, se devecm
grande parle o resultado favoravel que se conseguio.
Dizcr em qual do3 dous excedeu-se a Sra. D. Ma-
noela he dillicil: dupla cora merece pois, e isio
he urna prova da expansao de seu lalenlo.
Dous papis imporlantes, alem dessesque foram
representados pelos Srs. Germano Francisco de
Oliveira e D. Manoela, ha no drama, o de Je-
rnimo e de Delormel : e delles foram encarro-
gados o Sr. Raimundo, e Sena que os desempe-
nliaram bem. Jernimo, procurando fazer crer
que he um e.oisla, entreunto queda prova da mais
completa dedicaco, e Delormel, sensivel de cora-
cao, mas severo pelo dever, nao podem ser repre-
seniados senao por artistas demerito. Algumas
pessoas duvidavam quo o Sr. Raimundo podesse
em qualro das esludar e desempenhar o papel de
Jernimo, lo difficil c longo, que eslava deslina-
do ao Sr. Pinio, cujos soffiimentos se aggrava-
ram, a aquelle artista sahio-se bem da prova
pareca que os soffrmenios do Sr. Sena Ihe nao
permitliriam representar satisfactoriamente, o de
Delormel, eoSr. Sena salisfez.
A Sra, D. Joanna e Lima cncarregaram-se dos
pequeos papis de Toineile e de Frederico :
aquella ainda urna vez mosirou que sabia pizar o
palco, e esle comprehendeu oque Ihe fora con-
fiado.
Faliimenie porein, a discordia que se ia miro-
dozmdo em nosso lh-alro, desappareceu rom o Sr.
Coimbra.que nAo podendo mais em seu orgulbo sup-
psrlar orna pnorin interior i rio Sr. (iermsno, cin-
soguio que alguns seus afloroados rompromeltessem 1
seo criterio em materia de merilo dramtico, nAo s
app'au imdo-n em acinle to Sr. Germano, como de-
claraudnlpela imprensa sua soperloridade sobra elle.
Iodo Islo enlrelanto nao fez senao, que a illeni;Ao
publica se fuaise sobre n Sr. Coimbra, o cada vez
mais se convencessem lodos de sua inferinri-
dade.
O Klixir de Amor, composiclo lyrira de muila
ara^a e moilo e.plrilo. r0i iidTriTe'lmenle canuda
pela Sra. |). ('.armella Sr. Rergamachi. O Inglez
Machinista offereceu ao Sr. Raimundo m.iia nma oe-
casiAo de da.envolver mn vorsc.,10, pira o que he
jocoso, de mostrir pela forra do pipil o seo valor
oa cana.
//.
(&0rreS0nfcenria3.
mJjuiT "'O'tortt. -Hinliamos (ido no seo jor
uJ? 11,d,.1eor,enle correspondonel do Sr. Ca-
llolicu Pnril.no e pooco pe, Ihe demos, poran-
bu.mola a eicesso de u\o, ou a eslranheza qoe est-
renos cansa sempre om eslahdecimenlo novo, o.
m qoalquer dos easoi.nio nos mereca con.ideraco;
as p biiac.menlo de banhoi tora' do lal modo dirigido
que em cousa alguma oflendera' ao decoro do. lera-
plus qoe fieam prximo., nem mesmo ao melindro
na peaso man casta o innocoule qu 0 posta visilir
orllZ-.mra.or'",, ". Mm" "neo, qu. em-
dverl,rr?.r U rP'"l W'no cora Tur, d.
divertir os treqa,ni,dor do sinagoga.
iSol?". c""d ">' ''ri,nd'
cJ.a od, JT 2 """ P"n'P""enle om
mo.r""quemP .,:?,'" rf" """" """"
dor de nowa ZlZ?V.!2^*f m" '""-
posa
urna
O medico dos meninos, drama em cinco
ctos, escripto em franges por Anicet.
Uourgeo e Adolph- Dennery, ere-
]>iescntado pela primeira ve/, em Paris,
DO lliealro du (iail, em 2 de outubro
de 1855, e dado no ll-eatrode Santi
Isabel, em portuguez.en 2dedezcm-
bro deste anno.
Foi a scena na noile do 2 do crreme o Me-
dico dos meninos, drama tradiizido do francez, e
poslo que pouco livesse sido o lempo dado aos en-
saios, o Sr. < rermano Francisco d'Olivcira, em-
presario do lliealro de Sania Isabel, por meio de
esforc,os admiraveis conseguio rapresenia-lo salis-
factoriamenie, mostrando ainda urna vez que mui-
lo pude a ventada e dedicado.
Medico dos meninos a ha um desses dra-
mas que precisao ser senlidos, iomando-se por isto
necessario que se veja mais de urna vez. Isenlo
de lados esses excessos que aO passando do moda,
porque abundo em palpaveis inverosemilhancas,
e em extravagancias que mais terviam de perverier
o povo do que de leva-lo por bons caminhos ao fim sad0 coracao, e, cahindo sem sentidos, parece a

rtopor.lgun, mee,, i,|t,ol0, a,,., provincia. publir8, que o l)r. S.nv.l (d..,Tc de Mou no-
Do inlnno da nossa alma applauri mos o enlhusias- ,neartu por porlaria dtiU p.e.,,leci^rc d'e iu-
0 que se val, deseiivolvendo, llhmindo que pro,- l0 j aII0, delegado da inalrnecla pubh a I. ci-
desejado, que nao deva ser oulro senao a fe-
licidade da huinanidade,esse drama no pode
agradar muilo a cerla ordem de espectadores ; mas
quem for ao lliealro como coracao disposlo a dei-
\ar-se tocar, ha de experimentar sensacoes que
Ihe irao alma, e apreciando a verdade das si-
luaces e a nobreza do pensamenlo, reconhece'.!
que be nina das produces do espirito que mais
eslima merecem.
O drama que foi levado a secna, traduzido es-
pecialmente para a empresa do Sr. (iermano Fran-
cisco de Oliveira, e destinado a noile em que deu-
o o empresario do thealro de Santa Isabel, muilo
a;;radou em Paris, mesmo nesse iheairo ein que
lanas pioduccoes extravagantes e exageradas foram
representadas, e nao lem agradado menos 110 Rio
de Janeiro. Oulr'ora, laes eram as (emiendas
para a exallacao dos espiriios, lao entorpecidos li-
nham-se lomado os que frequeniavam os iealros do
boulevard de Sainl-Martin, que foi preciso explo-
rar a mina das paixoes fortes para que, pondo em
scena crimes, se conseguissem emoces nesses,
quoessas exageraroes e exalmcoesiinham lomado
quasi insensiveis as impressoes suaves c delicadas,
e por isto ilavam ao lugar,lem que se nihavam si-
tuados os thealros da < Gat e do Ambiyu-comi-
que que proiluziam essas emoces, a denomi-
nar;ao de boulevard do sanguc, ou docrime.
boje poim, conhecendo-se o mal que so eslava
causando, mal que as desordens poplales e alien-
lados, que se repeliam, demonslravam, o thealro
vae follando ao que deve ser, e o Medico dos
meninos atiesta os esforcos que so empregao
para que os espirilos se calinem e possam recelier
essas emorcs que ser vero de amenisar as rclacoes
sociaes e corrigir os desvos de homem, tornando
susceptiveis de proveilosas licoes os que frequenio
o iheairo para aprenderem disirahindo-se.
Dissemos que o Medico dos meninos nao agra-
dar muilo a cena ordem de espectadores, o com
cffeilo as pessoas que esliverem habituadas a dra-
mas da escola que vai passando, eso applaudorn
lodos que Dos poz termo cometida desses dous
homens, que a disputavam, chamando-a a si.
A modo de Luiza fez que o Sr. Delormel Ihe
perdoasse a falla, que hayia commellido, e que della
so recordasse com prazer, transportando seu pensa-
menlo aos prmeiros annos de seu casamento : a
morle de Lucila, humilhou seu orgulho, extingui
a sua culera, e as lagrimas subsiiiuram o odio. El-
le chora diante de todos, mesmo dame de Luciano,
e ambos lem compaixo do que cada um solfre"
era a prova que quera o co, e os soffrimenios des-
ses dous homens, que o amor lornou infelizes, vao
cessar. O Sr. Delormel ja se nao oppoe, que Lu-
ciano abrace o eadaver de sua lillia : abraca udo esse
cadver, parece-lhe que Lucila ainda visse, e seu
coracao eslremece anle a duvida c faz que Ihe escape
urna exclamacao de alegra, que acba echo no cora-
cao do Sr. Delormel, quo ludo dara para resl-
luir-lbe a vkb. Recorrendo a urna experiencia, re-
reconhece que Lucila ainda respira, e. sabendo da
causa que a reduzira ao triste estado em que a
veem, er poder salva-la ; entretanto, quanlo mais
precisava da sua ex|ieriencia medica, as forcas o a-
bandonam, sua intelligencia se obscurece, e elle se
desoa; mas Dos lem compaixo de seu mariyrio,
e permille-lhe reanimar sua blba. As prmeiras pa-
lavras de Lucila sao dirigidas a Luciano, e esse grito
de sua alma nao escapou ao Sr. Delormel que ven-
do a forra da natureza, cede seus direlos em favor
do seu pai; mas eslo, s dos-jando a felicidade de
sua filha, quo he, o que tarnhem deseja o Sr. De-
lormel, cede-osem favor do Frederico, que sera seu
esposo.
O papel principal do drama, o de Luciano,
foi representado pelo Sr. (iermano Francisco de
Oliveira, e em verdade nunca esso dislindo artista
deu melhor prova de seu lalenlo. O Sr. Germano
Francisco de Oliveira, moslrou-sc digno de almra-
cao pela sua naturalidade e eipressao, e confessamos
(pie, se esse papel lu cseriplo para Laferrire que
tanto admiramos no do doutor Albinus de Snei-
ro de S. Paulo e cm oulros, os Srs. Anicei-Bour-
e coucluio pela conoMonac^o de M. Migooa a uin e ["'e'" Ueberibe.
prem eslas ideas, qoe asss demonstradlo o urao de
insIruccAo dos lilbos da provincia.
liaala de massada, e, pois, aqui dou fim, e se mais
algoma cousa appareeor, pariiciparti.
Desejo-IlM saurie e prosperidad?, e que a sombra
das copada, inangoeiras, e bafejado por branrios ze-
pbiros, paasa urna lela felz Das margeus do ameno
os gritos, os grandes moviinentos dj bracos e geoiseAdolpho Dennery nao perderam com o modo
pomas, os tiros c as punbaladas dadas em scena. porqne foi desempenhado pelo empresario do tliea-
darir de Canas, se couservava rinda fina do rs-irci- '!lle as familiari-o por os im dizcr com O crime C
mez de priso.
Disponha do
Cvjiiopolila.
co do seo emprego, porque, apezar de suas reilera-
ilos instancias, a cmara municipal daquella Bulada
se recu-ava a reunir-se para deferii-lhe o juramenlo
do e-i. o, como alias be do eu rigoroso dever, nos
termo, do art. jl da le do 1.- d onlubro de 18^.
o Km vista riet? rommniiM ar.l or lenei ao presi-
I denla ria referida cmara, ein ullirio de :i riaque'le
I mez, n.lo s que me informas! dos molivol desa fal-
I la, mas que convucasse immedialaineiili acamara
I municipal para o fim indicado.
acabao por operar que fazom as bebidas fortes,
nao quererOo tv-lo scgun.la vez, |K)rque nelle nao
ancias da Tnr-
leio es
osas, exageraros o oxiravt,
iro de Sania Isabel, que leve a vantsrem e T(r Cungo,(JH p
em Paris nesse mesmo papel o artista francez. Te- asas iba di
em Taris nesse mesmo papel
mos assislido a muilas representaces, em que fi-
gura o Sr. Germano, e somos de opinio que o
O TIIEATRO E!vTRE NOS.
II.
Nova Caslro.Elexir de Amor.Inglez Mncbinila.
Quem vio o modo porque a alma de Othele quiz
prevenir a opiniAo acerca do desempenho qoe daria
o Sr. (iermano ao pspel de I). Pedro na Nova Cis-
Iro, e que pasmoo 110 Sania Isabel anle a peifucAo
com que se houe na soa difficil execucAo, anle o
Irlumpho brilbanle que ronquistou o grande arlil
la, copiando em si lodo u extremo amoroso na fe-
licidade do esposo, loda a soa desesperarlo quinto
oove da bocea do rei seu pai a enlenc.a di morle
de soa querida Ignez, e ludo o sea furor e sede an-
co-i de vinganca, quando a v mora e aindo man-
chados os vestidos du taneue das (cridas que no pel-
lo Iho abriram seus a**assinos ; qoem compara o
que disie a Alma de Ulbelo, com o qoe no Iheairo
fez o Sr. Germano, seole que, fura desse mundo,
alndi essa alma de mouro infiel qoiz ser injusta co-
mo fon nelle.
Ueixemos por om momento a ficc.Ao. Sob a mas-
cara do rnde Africano, occnl(a-ie nma alma delica-
da por senlunenlus e pela o luracan intellectual que
em longo esludo conquislou ; e s a mascara do
maiulmano Ihe firia apparecer injn-l \ como de
facto sAo e (ora para desojar que o homem gene-
roso ahafasse embora rom algum sacrificio peisoal,
o reseiilimento qne por ventura o amina contra oSr.
Germano, e qoe o leva a baplisar denullidide
urna das nossas glorias artsticas.
Se 11,1.1 conbecessemos o espirito nobre e culti-
vado qUe te occnlla debata do nome de Alma de
Olbelo, passariamus pelo annuncio em silencio o em
desprezo, o rieiiarjamos sumir-se rpido no esqne-
cimento, como he a sorle deludo quanlo he injusta-
mente oflansivo e desacreditador ; porem temos se-
rias razes pan pausar que nAo por nos, mai pelo
proprio bom senso. n homem que e-creven a pala-
vra nullidailecontra o Sr. Germano, ha de ler
o arrependiinenlo nao s de haver ferido cruel e
n les Llmenle o qoe o ador lem de mail caro, sua
'epulacSo ntislica, como de haver proferido, orna
blispbemii em materia do critica dramtica.
O aulor du annniicio anlecipoa-s, e decidilo
em tom prophelico que a tragedia seria enterrada,
leve a infelicidade de ve la perfeilamenle execatada,
e sofTren a hnrrivel decepcAo de ser enlhosiaitiea-
menle applao II a, e cogida de umi eoroi a fronle
do artista a qoem inefleclidamenle qualilicou de
nullldade.
A Nova Castro do Sr. J0A0 Daplista Gomes J-
nior, he orna tragedia Immorlal, que pelo fado que
rememora e pela belleza com que he escripia, ncha
sempre echo nos coracOes que prezara a virlude qoe
d liingolo aquella,que se fez martyr do davir, o qoe
loi sacrificada no aliar ria etiqueta.
O faelo que serve de assumpto tragedla he dos
mais importantes, e m -i heroicos, qoe coala a his-
toria poilugurza ; por demais conhecido he tile,
pera qoe nos oceupemns da sua narraflo.
Poucos h,verlo, mesmo entra nos Braiileiros, a
qoem sendo pedido um exemplo de molber des-
granada em seus amores, nAo cile lgnez de Castro ;
be um lypo de innocencia infeliz e de virlude op-
primida das maiores desgraiat a expirando aos gol-
pes de um nssassinio.
Esse grande fado exprimido pelo verso valenle e
enrgico do Sr. Gnmea Jnior, he om grande mo
tivo para a protozr ivmpalhii o ioloreste pela tra-
gedia.
Dpo a, ao Sr. Germano o a Sra. D. Manoela foi
detido o efleiin maravilhoso que ainda esla vez pro-
duzo a Nova Catiro.
O papel de t. Pedro he deises papis que de-
mandar moila forja no actor, 'aquella lingosgem
enrgica, etpres-o daqurlles seniimenlos lio vi-
lenlos devem eorreiponder de soa parle essas enso-
tos, esses transporte qoe no semblante, not ges-
tos, a na voz denuncalo a alma levada pela dor a
desesperarlo.
A scena quinla do lerceiro aclo qae se pasta en -
Ir D. AIToiiso que imperiosamente ordena para sen
filha a pai 11 la para Lisboa, o t. Pedro, qoe preve-
nido do que projeclavam contra Ignez, corajosa-
mente prolesla nao obcdecer-lhe, foi ptrfoilamenle
desempenhada por parle do Sr. Germano. ((Sr. Se-
na, anda que estragado por eufermidadei, alees
loo com vanlagem o papel de D. AITonso ; o 11A0
poup.iu esforcos, por mais qoe Iho cuslassem; pin
exprimir os siulimenlos encontrados, qoe rieipeda-
ratam aquella alma, indecisa entre o amor do Pai e
o dever do llei.
(.loando o..la sema, t. Pedro depois de dizer a
seu pai que Ignez he sao esposa, Ihe peda a revo-
girAo de sua temen; 1 de exilio, e ella Ihe res-
ponde :
Sim, por onlra mais jo o llricarist, ella vai ser. Espadaando
Ila d em leu corarlo da infamia o sangoe
a Chtmmas apagas, que (o deveram. e
Kntlo torua-se admrate! osrrebalamenlo phre-
nencoem que o Sr. Germano pronuncia eslas pa-
lavrat :
a Primeiro qae seu pello a ferir chegnei
o Hilo da ser-rae as enlranhai arrancadas :
o lia de rios correr lodo o meo sangoe !...
n K leo tingae l-mbein se for precito.
Uestes qoalro versos levanta-se o actor a loda
perfeilo, e dominando os espectadores com a roi-
gica influencia de sua voz, arraoci-lhl 01 applao
sos, masenlhasiaslas e alguns involunlaiioa, porque
assim os fez ver um ripricho a qoe nAo podemos
rielar o nome de mal eulendido.
A p irlo de Izutz confisria a Sra. Manoela foi
bem compreliendula e melhor realisadi. Us sofTri-
meulus ria molhor qoe mor re de amor por seu espo-
se e qoe he obrigaria pira salva-lo a ptdir-lhe qae
a abandone, o se alire ios brizos de sea rival, a
lula enlre o senlimenlo e o dever qoe te diva m-
qnelle espirito lAo euluoso o 1.1o infeliz, sao raara-
vrhoiimente Iradozidas pela Sra. I). Manoela. Es-
Iremcendo do amor pelo principe,ella tenia debalde
ap-rla-lo de i. deseja, mas nao pode eomprlr o que
della eiige a cruel.lade de Altonso, o (al he a ma-
neiri porque aos ps do rei deiando-se arreba-
tar como por um delirio, ella coufessa-lhe sen mor
por I). Pedro, amor qa nao se firma no desejo de
reinir, mas no de pos'uir seu corarlo, a par do qail
os diademas o que slo 7 qoe val o mundo, lal
be a naloralidade com quo eitenorisa os lantimen-
tos qne devia experimentar a (rute Icnez ; que el-
la propria lentindo-os, nAo os exprimira me-
lhor.
n 'ando a nalurera imprime n'uma mullier o
sello do genio, e aproveilsndo-se deseo favor, ella
faz por aperfaicoar com a arle a obra da natureza,
a gloria e admirar! 1 1 esperam depois de algons es-
forros : I cs alcanra, oo 10 rhega como om lignil rie assombro
que causa o seu talento ; a Sre. t. .Manoela, pois,
uom estimlala a crilica mais lisongeira, nem des-
loara centun man injusta a seos tlenlos ; as
preciosas que eucliein -na vida de arlisla,
"tvein couvenor do poder de seu la-
(Joanlo ao aulor da correspondencia, Deoa Ihe d
a r.compenaa da praga qa, ,0 \mm,,rtThe-
dos proprielario di easa H0 banl.o.
a Pareco-mo qae o nico ,
modo ejulgar com equi-
dade o carcter rio um ho-
mem, he ertminando se
haou nfio c em seu procedimento.
rii.H^ reJacl0'es "Sobremodo noa ten, ir-
:,!"d0?1 '' brlJ. Porque ai^eirt
h CO.Udo acremente e.n varios numero"
^'''nciiU.odliUnrto Sr tenent^Co-
ronel Joaqun, Rodrigues Coelho Kellv
r ruarla doerCito. O Sr. Kelly que hS^*
aEE2!mt~S?' "mi*0' bed"enteT
d.scipl.nador, ha a.dode das para ca o alvo
emafastadod. 89nd,qUe lne c4urapr^'?ri.
.?." Sl> .K '"2> W* como.homem ho ex-
%$E5?mZ dm,lia coraa cidadao he
Han,-LV,r'Vel' Como 8o|ddo% he obe-
diente sem reserva aos seus superiores, co- .
Z, S22EK*1 publico he fer'''o o cm-
m^,!"iide ieu* dveres, e Analmente co-.
rTrHi P!. 'r' be docil P"" com 0^ eus su^
bordinados e amigo dedicado sen escolha.
Uto he por certo merecedor da menor ce...
sura. Sernpeque.Srs redactores, o em-
prega Jo zeloso, o ciefe carinhoso e o amigo
Imdr nnm,rfe PUWC'meBle ** 88Q '
lindre, como que as pessoas de honra e pro-
b.dadeseoten. um choque amargurado, e
por im, ceno co co estou da in.ustica de^
?.Um(e!l?,8en,l0V(:l,n'0 Sr Kel.y, del.be-
dom.di ,V?rMUs l09cHnhas em defez.
?., r lrabr,0'' d6('uem bamos de tra-
tar, fazendo ver ao mesmo tempo n aquel-
les quo procurara atassalh,-lo, que se he
empregado publico genericamente rallando,
e.Bals ai>t o prompto cumprirneoto
de seus deveres, na rbita de suas attribui-' "
,a,U qUeror marer vesta de quem
somente quer e procura fazer ehegar as cou-
sas aos seus e.xos i e oxal que todos aquel-
les que trajam farda do defensor da patria
us,maculo da ordem e da monaehia,
mlm*f?m 2Sr-teoenle coronel Kel|y. <
quemabunda) seniimenlos uobres e gene-
rlos, c-rto o Sr. Kelly de que em campo '" '
coiatinuimenle encontrara d.sposto quera o
ua 2,/'5a P'lentearsuas eximias qua-
lidades. Nuo somos, Ss redactores, da-
que.les que bajul.m por conveniencia pro-
mi!: ,m "",e,a' na- no !* he
tnai1 nobre e sublime, f tivemos em men-
a. I. A. n'. qr ,,e de Ce'ar e a PJ'0 o
IZa mLPtit0,- CoQC'ui'eniosest. dizendo .
ser preferido ao animoso e valenle.
nocir. t. A an,,nte 1 verdade.
ecile ddezcTjbro de 1867.
I
PutJcacao apcbi&o.
doEna'r.',.riC.0'rnlu"'UO P* Baha, abordo
do paqo.l. inglea Medwiy. o lllm. Sr. Pranciaco-
1,,., 1 .. 1 T------------------j. nuil. or. treni
ai!, ,,"""i,ae' m do dislincloi Kah,
Assumiudo.em i do correute o grao da hachare
mos.
I em
r.nte saos irabalhoi aeademicos, o d.lo Sr. C.doio
oimaraeo.
Keeifo 7 da deambro de 1857.
Joi Kodrigues Tefuiri. s
SMH4ltftt#i
CAMHIOS
Sobro Londres, 26 1|2 d. nominal.
Pars, 350 n. por fr. a
Lisboa, 110 por V
< t 6)400 nova. '.
e 49OOO. ,
Prata.Perneos braiileiros. ,
Petoi columuarioi. ,
moiicanoi. .
1(3|000
ljiOOO
9JO0O
20(J0
29OOO
l860
_ ALFANEliA.
Keudimenlo do dia 1 a 5 .
dem do dia 7 ,
I05:825ll-
I:6!I5J6:H
160:521901:1
Descarres-am no dia I de dezembro.
Urca ingieraSeraphinamercadorus.
Barc logleaElita Anuatabeado.
Barca ingleuaccionarioplvora.
Barca americana Elisabacalhao.
Barca porlugoea-Maria Jose'-dlver.m .enero..
Birc ameneiniBilmercadoriai o farinha
Barca americana liniof.iendaa, fiiinha e boli-
rhiuha.
Polac. hespanhola-Emercinda-pipai rom vinlio.
Piucho dinamarqneiConcorduIrilhos de Ierro
Sumaca brasileirallailenciafom. eharolos
M0V1MENT0 DA ALKANDEUA.
Volumes entrados eom fateniae .
a a com generoi .
247
lOffil
Volomes sahidoi eomfarendas
o 1, com geoerot
Tolal I3MT
... 206
. 51
Tolal 257
IMPORTALVO1.
Viporbrasileiroolocanliii., proceiend dos porv
tos do tol, manifesloii o segoinle :
1 caiiao ls,oora-te ; a Fr. Mour.
1 dilo e I pacota iguora-se ; 1 Chritliani
Mo,
A Ir-
I dito ignora-se; a Joaquim d'Oveira Maia
1 dilo ignora-se ; a ordem.
2 picles, 1 embrolho o I ciiiole ; a Bem
IX L.
2 ditos i;nora-se ; a viuva Amorim.
2 eiiioles igoura-se ;iJ.P. da Campos
1 diloignon-se ; a N. O. B'eber ,\ C.
; a;Anlonio l.eiz o'livai
voira Ait-
re de Nesle, da Freir sngrenla, de Au-, papel de Luciano be uin dos que mais concorreram
tony e de oulros t,cri|,to.s depois da revoluco para sua reputac.o artstica. As expressoes de seu
franceza de 1830 ; BW aquellas, quo ainda nao semblante, quando entra cm scena, refietem o que se
esliverem com o paladar estragado e forem leseen- passa em sua alma : o que diz parte do coracao e
tneis de impressoes suaves, experimeolarao pra-lem (udo que faz he verdadeiro. A nobreza de que
Una.
Mnito bello e moilo ipplaodido foi o espectculo !
a que nos referimos, mas 1 applaosos dessa noilo
embora em parle merecidos, foram lambem dovidoa
ao capricho, e ao espirito de parti lo, o S'. Coimbra
foi coberlo de fl nes e recebnlo corn c plaosos. MSo Ibe devi pororn de-ianei c esie Iri-
umpho epbemero, que ;,.i,i n,i., |i tribiiUdo a Itu
mrito, ma a um capricho. '
I dilo iguora-te
vado.
I iliin igr.orajse; a Jojo K*ller ,\ C.
I dilo ignora-si ; a M. B. Qiiiuleiro.'
1 dilo ignora-se ; a Jos de Uliveira Maia.
I dilo ignora-se ; a V. T. dos Santos.
I dil ignora-se ; ao llar.lo da Boa-Villa
1 dilo ignora 11 ; J. J. Rorgea de Castre
1 embrolho ; ignora-ae a Tlomaide Etna.
1 dilo iguora-se ; a J. Teneiri Bislos.
dito ignoran ; a J. J. de C. Moraes vV
Vi-
Ihos.
I dito ignora-se ; a Anselmo Pinto da Sooza.
t hahu iguora-se ; a Gircia Itoilron.
I birril ignora-se ; a Joto Tbomaz do C. Oua- -
resma. *"
II baho ignora-se ; a i. A. Morein.
Bngui inglez Milini, viudo da Tina ^#va,
MUTILADO

ILEGIVEL



*

eiiii-.mua.lo i MuuJtii Brolhm X 0., niauifaitou o
legainlt
-i,>8 lurricm biealho ; idi mearon".
Sumaca naeioml atlmtenclaa, viuda 4a B.ihia,
,"""ii< a Antonia i.ui/. d'Oliveira Aievedo, mu-
.'.loo u ((ulula .
II) lurri. minifica it paren, :li diloi Inucinlia ;
I J.ii- J'inquim Dial finimle..
1 aunliete vidrillio ; I! irroea & Castro.
'-! pipaa lytio f irenllno, 2 dita) fumo Virginia ; a
Meuron & C.
1:2 aaceoa mlhli, 18 firdoi fiinici ; i
* Hrandio.
I pacota clinrul'H ; so comignalarlo.
t laical chaira da elgoda lavradoi bordarlo. 1
lila papal da machina, :I0 barricas icenebra. 20
aaecoa alfaiema. 209 fardoa panno da algidao, 1 di-
to Tumo, 3.200 quarlinhii, i calvle, chapeos de
filtro, I barrica car da larra, 20 aaceoa fio da al-
K-"U >, I cai*u laboinhaa para caiaa da charuto*,
t.i. caiiea e 931 a linhaa ehanitoa ; a ordem.
CONSULADO UERAL.
Kendimeulo d da 1 a5 6:213*270
Man do dit 7....... 2:720570!
twimmKwr.
Mnii.-j inflen.
franceta.
Pulimentos.....
Pl.........
Papel pardo .
Pregunto,.....
Paio<........
Pimenla da India .
Paaaaa.......
l'iilvora mulera .
americana.
Joa Diat Queijoi namengus .
Sal porlosuaz .
do Maranhio. .
Sola........
Spermaceta .
Stearlna......
Sabao de Maranhio
Cebla*.......
Toucinho......
Tachoa de cobra .
Vinho brancn .
linio ....
8:9l.%50f.O
DIVERSAS PROVINCIAS.
KenJimauto do da I i 5 .
Mam do da 7....., ,
M5sjt41
669171
97IJ6I2
Vinagre
francei. .
Iieapanhol
libra
dii7ia
barril
reama
arroba
-i i/i i
hhra
caita
libra

um
.'iI |n lre

meio
libra
libra

milheir.
h rr ufo i
lihr.i
bar de 3

pipa
... E
. barril
Eiporla;3o.
. arroba
(TOO
:300
35:000
11:000
Mil II)
T: >(>:
:700
lili III
1:300
1:(HHt
:7(lii
4:iiiki
:M0
:080
loiooo
:9V)
50:000
50:00(1
:K):(MH)
210:000
280:000
20:000
-
,750
:V|ri
1(1:00(1
6:300
1.(1011
15:000
2:000
:300
8:01)0
jjUJU PgMttMAMBOeO ,,, ,jVh
O !)r. Seball3o di) llego BtrrOfl de I.nocida, | illuslroa protectorea,
de orplifos e ausentes da ridao
Hi'vA i ii/KW W itti
juiz de orphilos e ausentes da ridao do
Recife de Parnambuco e seu termo, por S.
M 1. o t'.., que Dos guarde etc.
Faco saber que em praca publica (leste
juizo de orphSos, se ha de arrendar annual-
mente a casa terrea da travessa do Martins
n. 8, do birro da l!oa-Vista, pertencente a
:50 denienle I). Mara Joaquina Martina, de
sWOjUtjrmitlida como cscript que se actia em
|:.'i. Polor do porteirodesto mesmo juizo. e vai
800 I a, praca a requerimento de Francisco Paulino
1:500 |5* souza Cimo, logo que se linden) os das
1:201) i da '?' Recife 2 de novembro de 1857Ku
:700'. Kloriano Corrcia de Rrito, oscrivflo, o liz es-
:I00 \ crever e subscrevi.
8:(KH), Sebastian do Reg Barros de l.acerda.
iijOtiti oilltn. Sr. inspector da thesouraria
r.o'oo|Pro-v'nc'*'' em cumprimento da resolucSo
53:00ol Junta da fazenda, man Ja fazer publico,
350:000 |,lue n" d'a 23 do correte vai nova mente a
250:0001 praca para ser arrematado a quem por n.e-
300:000 nos lizer a obra do acude do Hom Jardim,
Blandin Ain
Ra do Trapiche n. 12.
que leudo-so do ret- i
rar desta cidade, lies olferece esla semana
por ser a ultima urna agralavel muito bo-
Dita exoosiqSo de vista escolhidas. Avisa aos seos innumeraveis fteguezos o
Cuera do Oriente. | amantes dos bons peliscos para passar a
I.' As esquadras Alliadas alvorando o sig-j Testa, que acaba de recebar pelo ultimo tu-
nal de guerra a Russia. viocbenado de Franca umdelicioso sorli nen-
2 a o grande bombardeamento infernal de ^ to do conservas alimentares dos mais acredi
DESPACHOS DE EXPOBTACAO PELA *ESA
DO CONSULADO DES1A CIDADE NO DA
,7 DE DtZEMBnO DE 1857.
CanalBarca inglcia aFlaalInc Cload, Paln Niih
cit C, 600 aaceoa aaiucar maacavado.
'I.nIwi Barca portuRueta llorlanoia, Minoel
do Naacimenlo Persira & C, 120 aaceoa aaaucar
brinco e maicavado.
ValparairoBrigue inglea Levanl, Amorim Ir-
maoa, 500 aceoj aiaocar brinco.
Buenoa Ayra*Brigua aoaeo ifScandlan, Ballhar &
Olivaira, 350 barrala aeaoear brancn a raeioavado
LiverpoolBarca ioglata Bonita, Johniton Pa-
ler j C, 180 taccaa algodlo.
EXPORTACAO'.
Parahiba, liiate nacional uFlor do Braail, da 26
, touelada, eondutio o atgaLl* : -- 410 volumca ge-
nero* aliangeiroa, 90 dttoa diloa uacionae*.
t'acaly, hlate nacional InveneiveU, de 37 tone-
li't.n, eondutio o aegniate : 20 volme gtDeros
atrangairoa, 3 ditoa dtloa nacionaea.
RECEBKDORIA DE RENDAS INTERNAS (E-
BAES DE PERSAMBUCO.
Ren tmenlo do dial a 5 3:668501'.)
dem de da 7....... 1:1595169
I:827ftil8
CONSULADO PROVINCIAL.
RendiraeDlo do dia I a 5
Mein do da 7 .
9:2035989
3.-4.5808S
Algodflo .
Asaocar bruto .
Arroz da vapor. ,
>. em caaca .
Borracha lina .
entrefina,
a groaaa .
Cacio .......
Cravo...... .
Caalanha......
Cmnar......
Couroi aeccoa ,
B verde* .
Farinha d'aaua .
Comma pcie.. .
(iuaraii......
Oleo de riip.hiti.i .
Piaaaaba em rama .
Puiiry.......
Salaa parrilha .
l'rui-i'i em in,i-..i..... i)
S em grao......paneiio ;
Tapioca.........alijueire
PREI.IOS DOS METAES.
OuroPeijas........ 16:000 :
" Sobaranoa...... 8:500 8:800
n Meada de lo..... 9:000 :
> Oiifat heapauholas. 30:000
a mexicanas, 29:000 :
aguiaa de 20 jeoa 36:000 :
PralaPatacas hespaiih. 1:060 :
o mexicanas 1:SM) ;
a francezaa 5 fi 1:600 :
CAMBIOS. ,lfIK,r,,* ''.'''"u'-"'"1"-
(tranca 340: llamburgu.
ACIO ;Ae;dei do B. 130 : Dan-nnto de letlra?
alqpeire
arroba
alqueire
libra
libra
n
alqueire
libra
30 libras
, arroba
libra
, arruba
6:800
2:600
2:000
12:000
10:000
5:000
:320
:WKi
:80l>
U:51H)
21:000
5:001.1
22:000
7:000
3:000
2: OO
8:(KV)
7:500
7:500
5:000
:K)
:200
2:500
l:0tK
1:000
15:000
1:000
:600
32:000
9:0')0
1:000
5:500
Nao ha
Nflo ha
Nao ha
Nio ha
t 0|.)
r
12:6629077
Caixa Filial o Binco fio
Brasil
EM 7 DE DEZEMBRO DE 1857.
Directores da semana os senhores : Va-
nouel Concalves da Silva, e Jos Pereira da
Cuuba.
A caixa desconta lettras a 12 por cenlo ao
* anno, e loma dinbeiro a premio de confor-
^midade com os seus estatutos.
PAUTA
dos pr#fo correntes do aitucar, algodao, mai*
teneros e produefes nacional s que se deipa-
cham na mesa do consulado de Prrnamburo
na semana de 7 o 12 de dezembro de 1857.
Assucar branco....... 45000
a mascavado.......... 2sl00
refinado........ 5-3120
Algodo em pluma de f.a sorte n 8000
o 2.a a "5600
i) a 3." b 78200
b em caroijo......... J- mi
Aguas ardeutesalcool, ou aapirilo
d'aguardenle. cauada
de cachaca ....... ..
a de canna.......
i distllada do reino. n
{Diario do Commerrio do Para.
ja*0t> sat$tii# jen peto*
Genebra

Licor .
caada
botija
caada
garrafa
arroba
alqueire
cauada

Arrcu pilado...........
u eiu casca .........
Azeite de mamona......
b b mendobiin e de coco. a
i b de pelxe........ -
Aves araras .........orna
papagaios'.........om
Periquitos.............. >
Bolachas.............. ($
Biscoitos.............. b
Cacau...............
Cachimbos.......,.....milheiro
Caf bom..............arroba
em grflo restollio......
com casca...........
a moido............. a
Carne secca............ a
Cera de carnauba em pao.....
i' em velas...........
Charutos bons...........canto
u ordinarios ........ a
b regala e primor ....
Coros seceos...... .....cento
Um

nm
urna
<&
mandioca........Alqueire
.....alqueire
alq. 2
. (r-
cenlo
Couros de boi salgados
* n seceos oo espiados. .
b verdes..........
de om;a........
b a cabra cortidos .
a b caroeiro.......
Doce de calda.........
s o goiaba........
b secco ..........
a jalea ......
Espanadores grandes.....,
b pequeos.....
Esleirs de preperi.......
Estopa uacioual........
eslrnngeira, nio d'obra
Fariulia de araruta.......
B B mullo
a b
Feijao .
Fumo em tolo hom .
ordinario .....
b em tulla Ihmii. .
ci o ordinario .
a b reslolho .
* (jengibre.........
tiomma.........
Ipei-acuauha.....". .
I.enha de adas grandes .
i- pequeas..... b
b b loros....... B
Pranchoes de amarello de 2 costados nm
b b louro......... a
Costado de amarello de 35 a 40 p. de
.-* c. e 2 > a 3 de I..... b
b de dito usuaea.......
Costadinho de dito........ a
Soalho de dito........... a
Forro de dito........... >
Costado de louro......... a
Cosladinho de dito........ a
Soalho de dito........... a
Forro do dito........... o
* b cedro.......... b
Toros de tstajuba.........quintal
Varas de pereira.........duzia
b a aguilhadas........ a
a a qoiris.......... a
Em obras rodas de sicupira para e. par
D eixos a a a
Mel.................cauada
i Jlilho...............alqueire
Pedra de amolar.........urna
o b mirar.......... a
a a rebolos......... a
Piassava em molhos......... um
Ponas de boi...........ceuto
Sabao............... *
Salsa parrilba...........@
Sebo em rama...........(|>
Sol.i ou vaqueta..........meio
tapioca...............5
l'nhas de boi...........cento
Vinagre..............pipa
14150
9660
9800
5:>SO
5*00
9280
900
9:hmi
35100
25000
23210
25560
3*000
lajooo
3-3000
15000
4?800
83OOO
5"i00
49000
50.500
4-jOOO
43500
996OO
5OO
11-3000
133O0U
IS7oO
9KU0
20500
35840
9210
9260
9< 10
159000
too
5100
9100
9320
9800
9610
25OOO
I9OOO
9200
19600
lijOOO
25-500
398U0
53000
89OOO
10JO00
69000
It-jUOO
109O00
79000
29OOO
S- *9800
32S000
2>500
19000
12-J000
305000
205000
Navioa entiadns no dia .
Monlevidn30 dial, polaca heapanliola Prompti..
de 175 lunrlailaa, caplflo Kamun Roa, equipattem
12, carga 2 900 quiolaes heapauhea de carne aec-
sa ; a Billar A, Oliteira. Perleuce a Itareeloua.
Maceit diaa, brigos nacional uFelicilade. de
213 toneladaa, capilao Franciaeo da Silva Molla,
equipagem 13, in la|ro ; a Antonio Loiz de
Oliveira Atevedu. Peilenea a Bah a. Veio re-
cebar pralico esegae pira o Asa.
Maranhai21 diaa, brigue earuoa de goerra uChin-
gu,a cominan lanle o primeiro leneole Igoada A-
gostiuho J.iutlrf I.
INavioa aahidoi no meamo d:a.
Terra NovaBarca iugleza Flcetewing, eapitao Ro-
berto (i. Kuighl, em lastro.
Rio da JaneiroBarca nacional aReetfa.a capilAo
Manoel Joi Kiheiro, carga acucar a mal ge-
nero. Passageiro, D. Aleandrioa Amalia, I).
Mara Antonia da Silva.
Nivioi entrado no dia 7 de daiemliro.
Rio de Janeiro 13 dia, barca ingiera Inonslanle,
de 315 toneladas, caplilo I). Wylie.aquipagem 13,
em latir, a Aalley A. C. "Pertence a Londres.
Terra Nova 28 da, bogue iuzlrz Eliaa Creive,
da 119 toneladas, capiUe) W. II. I,inven, equipa-
gem 12, catgi 19S|) barrieai com b.ralhao, a Jo-
honslon Pater k C. pertenre a Terra Nova.
Liverponl 53 dias, buea inlrza (iMusiiiHresn, de
277 Innelnda, c-pitaj 1. JuIiihIou, eqopagem 11,
carga fazeudaa e 203 barricas eom plvora, a Pa-
ln Nash. Pertance a Liverpool.
Terra Nova30 dias, brigue inglez Balrlntlia, de2il
lonelada, equipagem 11, carga 2876 barricas rom
bacalhao, a James Crabiree \ C. Pertence a Gre-
nock.
Naaio sabido no infamo dia,
llavana Polaca heapanhola aClemenliiia, capllao
Jayme Senaal, carga carne aerea.
Parahiha lliale nacional Flor do Braail, mestre
J lin l-'i ancuco Martin
genero.
avahada em 1:1551 rs,
E para constar se mandn llixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesournria provincial de
l'ernambuco 4 de dejetnbro de 1857.O se-
cretario,
A. i" da Annunciac.lo.
- Olllm Sr. inspector da thesouraria
provincial em cumurimenlo da resohiQo da
junta da lazenda, manda fazer publico, que
no dia 23 do corrente vai novamente a tra-
ca para ser arromata lizer a obra do 2.- lauco da ramilicajao do
Japomim, avahada em 10:080/ rs.
E para constar se mandou aflixar o presen-
te e publicat pelo Diario,
SecieU'ia da thesouraria provincial de
l'ernambuco de novembrode 1857.O se-
cretario,
A F. pa Annunciac.no.
COLI.F.CTOftIA DA CIDAOE DEOLIN1M
Francisco das Cbagas Salgueirn, collector
das rendas provinciaus da cidade de Olin-
da etc.
Faz publico pelo presente, qne pelo de-
legado supliente desle termo, lno loram en-
tregues dous escravos, quiseacf>am rpco-
IhiJos a cadea de-ta cidade, apprehendiJ.'s
no lugar do Paratibe, os.juaes decluraram
chamar-so Francisco, e Isabel .Mana, sendo
Fiancisco, crioul), Idade 60 annos, pouco
(mis ou monos, natural de Topadas, casado
cotn a dita cscrava Isabel Mana, prela, ida-
de de 40 anuos, pouco inais ou menos, de
na(3o Angola, qi:e peilenceratn a Antonio
Joaquim de Sant'Anna, morador que loi da
villa do Pesqueira, e que fora casado com
Francisca de Souza. da villa do Brojo da Ma-
dre de Dos, c que tendo Tallecido dito Santa
Anua, sua mulher casara-sfe com Joaquim
Baptista Vleira, que dabi mudata-se para o
RO doPelxc, na provincia da Parahiba do
norte, d'oudc rvadirsm-sa muito antes do
apparecimeulo do cbolera-murlius, o andan-
do por diflerenles lugares refugiaram-se em
Paratibe, seuJo abi presos por Manoel .u-
tios, e Lourunco Jos : e porque ditos escra-
vos peiteiiQatn aos bens do evento, sao cha-
mados quem sub'c elles se julgue com di-
reito para no prazo de 60 das contados da
data do presente vircm reclama-los peante
a mesma collecto ia na forma do art 6* do
regulamenlo de 17 de julho le t8J2 : lindo
este prazoserSo ditos escravos arrematados
e o seu prodocto recolaido a thesouraria
P'ovincial na forma proscripta nos arts. 4
o 6 do dito regulamenlo
E para quo cli> gue noticia a tolos mau-
dei passar o presoate que sera fllinado nos
lugares mais pblicos e publicado pela im-
prensa.
Callectoria de Olin la 28 de outubro de
c con-. Siaborg.
3" O gran-le bombardeamento de O lessa,
os Inglezes botando fogueles a Congrovc.
4. o grande desastre de Sinopo pelos
Russos.
5.-' Osultao Adulmedgi rodeado de lords,
principe NapoleSo, duque de CaminJg, e
me Opacha etc ere.
6.- Tomada de Dommarsund, pelos Fran-
cezos.
7.a A sanguinolenta batalba do Alma.
8.a Assallo da torre de MalacofT.
9- Assalto geral de Sebastopol.
10 a Retirada dos llussos para o norte, e
incendio da esquadra russa.
11 a Vista geral de Pars.
12. Vista do Rio de Janeito, lomada da
ilha das Cobras.
13 c Vista de Lisboa.
14. Vista do Madrid, capital do Despa-
lilla.
15.' Vista de Londres, capital de Ingla-
terra.
16.- Vista do l'orto, segn la de Potugal.
17.a Interior do palacio de Lu/. Filippe om
Pars.
18.- NapoleSo I, botando cjculo em frente
da Cathelral de Mil.o coi Italia.
O al5o estar aberto das 7 at as 10 da
noite. Entrada 560 reis.
tadosautores na Franca, denominados Petits
Pois, Celeri, Oseilln, Asperges, Charnpignox,
Carrottes,Trufles do Perigurd, Olives (.01111-
chons. Capres, Pal do loi 1. as, de Pluvir,
d<> Canard, de Bcasse do l.ibvre, do Por-
dreaux. de Caille etc. etc. : assim como
um variado soilimenlo de vinlios engarra-
fados deihllerenles partes da Kuioua, como
Sfjam : champanho ('.- II I! iiiillol c C,
Itordeaux, Madeira, ShrS, lihyne, Porto
chama lo rainlta Victoria: lambem diversos
es.iirilos, como, cognac verdadeiro, Ahsin-
iho, Kircb, e um variado snriimenlo de li-
cores linos. No mesmo estabelicimenlo pre-
Cisa-se alugar um moUque e ume prela,
prefjrindo-se ambos caplivos.
O bacliarel Augusto do Castro, pela
rapidez de sun via;em nio podendo des-
pedr-se pessoalmente do todas as pess^as
comqtH'tn entreteve relacOes de amizade
fa-lo pelo presente ollerecen Jo seu limi-
tado prestio na corte ou em qttalqiier
lugar em que se adiar.
Ccar*
Vai seguir uestes dias o patacho Santa
Cruz, capitao Jos Victorino das Naves j pa-
ra o resto da carga e passageiros, trata-se
com Caotano Cyriaco da C. M., na ra da
Cadea do Recite n. 2.
Aracaty.
O histe ExhalafSo sahe com brnvidude,
recebo car o passageiros ; a tratar com
Caelaoo Cyritco da C. M., na ra da Cadeia
do Recife n. 2
'ara Lisbot.
Pretende carregar. e sabir com brevidade
a barca brasileira Amelia, da qual be capi-
tSoJeronymo Jos Marlins, por ler parto do
seu carregamenlo engajado : quem na mes-
ma quizar carregar, pode convtiiciouar com
Amoiim IrmSos, ra da Cruz 0. 3
Para o Rio Crande do Norte ou Parahi-
ba pretende seguir a lancha nacional Flor
do Rio Grande : quem a qulzer carregar ou
frelar, dirija-.se a ra da Cadeia, luja U0J0B0
da (.iinlia Magalbaes.
jFariuka
barata.
N.i tanoaria defroute do trapiche do
Cunda, vende-se tarinlia a mellior que
c\iste 111) mercado saceos rancese mais
barato do que em qualquerotitra parte.
l'ede-se ao Sr. Antonio Jos .Men-
des i:\-c ii\ciro do Sr. Antonio Ferreira
Monteiro com aiina/.oin de atsucar na
rua de Apollo, que venlia ou mande pa-
gar a quantiaque nao ignora : na ra da
Cruz do Recife n. 51, que se Ihe icara'
assas agradecido-
Cera de carnauba e de
abelliM.
Na roa da Cadeia do Recite, loja 11. 50.de-
f ron te da ra da Madre de Dos, ha para ven-
der cera de carnauba e deabelba, recento-
mente chegada.
Cal de Lisboa, nova.
Vendem-se barris com cal nova de Lisboa
em podra, por menos do que em outra qual-
quer parto ; na ra da Cadeia do Recife, luja
n. 50, defronle da ra da Madre de Dos
No caes da alfandeg, armazem rio
Mello, venlem-.se saceos de muito bom mi-
lito. peU di mi auto preco de 5500 para fe-
char coritas, assin como arroz de vapor che-
gado do Maranhao.
Vardes d cobre
para cavilbas a 1^000 a libra ; na loj.i de fer-
ragens do Jos Antoni) Moreira Dias & C,
ra Nova n 35
--- l'rocisa-so de um reverendo sacerdote
pira c i;i--h 1 iro .!_-"iii j na freguezia
da Escada : na ruada Caleia do Recife. I >ia
n. 50, J
lo.loRiboiro do licito, achando-se wss-
ta capital desdo o dia 4 do crrente, previne
mblicj, que ten lo-lho tocado por heran-
atera'
DO
Convento de S.
Francisco d
Olinda.
O abaixo assignado tem exposte a venda
os sena muito felizes hilhelc inteiros e
meios da segunda parte cima, os qua-rs nSo OtAo sujeitos ao des
cont dos oito por cento da lei, que ora
Mi-o--iDtar>i ni i pago, na nm da Cadeia do
Recife n. 45, ou na prar;a da Independencia
ns. e 37 a 39.
Bilbetes 5s000 Recebe 4:300o
Meios 25500 2:000/
O mesmo ven leu os seguiotes premios da
terceira parto da tercelra loteria do hospi-
tal Pedro II.
Leilao de sabao
Quarta-feira 0 do cor-
rente.
PELO AGENTE
PESTAA
o agente i'estaua tara l-ilflo, quarta leira
I857.-F.U Jo3o Cuncalves RoIriguoVFranca" d" corrente, pelas 10 horas da manhia, no
lesciivao o subscrevi '(armazem do autigo deposito da fabrica da
na, carga carne secca e um:-
*&ir,.?&.
Majooo
909000
1'ij)000
lojooo
75000
14000
105000
5000
15000
45000
l5S0
15O0
15920
15*0
305000
J05O00
5240
25S00
otilo
65000
8800
8200
15200
8120
195000
J5O00
452OO
1)000
320
10*000
Erancisco das ('hagas Salgueiro.
I viuva Delphino,
cerca do
&tfmm&4t*
PABA' 28 DE PiOVEMBHO DE 1857.
Imporlacao.
Aguardante de canna pipaa
forte .... garraf.
Aoizeta.......
A/.'ilon'"......
Ateite duce.....
Alhoa........
Arma laiarinai .
hollaodrzaa. .
Aiaucar.......
lt ii.ii.i-........
Bacalhao......
llauha........
Chapeos de Chile. .
Cirvja........
Ovadinha......
Cominhf.......
(.1 mirii.-as......
Carne secca.....
Ora em velas. .
Cha hyaon......
Chumbo He niuiiicio.
Cabo de linho ....
Cafe pilado......
com caaca. .
Erva-doce......
lino aeccos.....
Fulha de Flandre*. .
Farinha de Irigo. .
Genelira em.....
>.....
a.....
Licor.........
Maisai.......

, ancorl.
. barril
. miuin;j
urna
w
1 arroba
1
barrica
. libra
um
duzia
arroba
libra
a
quintal
i)
arroba

arroba

caixa
barrica
K"a.
botijas
pipa
duiia
caixa
8:000
4:000
1:100
37:000
:100
5:000
4:500
2:000
20:000
:48<)
fi:500
4:500
1:000
8:000
5:500
1:300
1:6.10
23:000
35:000
5:800
6:0l>0
9:000
li:00(l
22:000
2l:t)0U
4:000
:130
115:000
3:400
5:000
O lllm.. Sr. inssector da thesoura ia
provincial, em cumprimento da ordem do
Ex n. Sr. presidente da provincia de 16 do
corrente, manda fazer publico, que no dia
10 de dezembro prximo vin louro,perante a
Junta da fazenda da mesma thesouraria, se
ha de arrematar, a qnem por menos fizer, a
obra do I." lauco da ramificacao do Japo-
mim, avaha Jo em 17:3605 rs.
A arrematarlo sera lei la na forma da lei
provincial u. 313 de 15 de maio.le I8.V1, o
sob as clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se prepozerem aestanr-
rematacao comparecen) na sala das sos-Oes
Ja mesma junta no dia cima d c ando,
jado meio dia, compelenlenieote habilita-
das.
E para (-.instar se mandou allixar o pr-
senle e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 17 de novembro de 1857. O se-
cretario,
A F. da Annunciaco.
Clausulas especiaos para a arre 1 alacho.
1 a As obras da ramicacao do l. lauco
do .lapo 1,un far-sc-hao de conformidade
com o orcanietilo approvado pela directora
em conselho, eapresentado ao Exm. Sr. pre-
sidente da provincir, na importancia de
17.3605 rs.
2 a O arrematante dar principio as o-
bras no prazo de um mez, e as concluir no
de 14 mezas, ambos contados na forma do
rt. 31, da lei provincial 11. 286.
3.a O pagamento da importancia da ar-
rematarlo reahsar-se-ha na forma do art,
39 da mesma le provincial n MI
4 a O ancn lanle durante a exerucao
dos trabalbos dar trans'to ao publico.
5 a Na execufo dos trabalbos o arrema-
tante sujeiiar-se-ba as prescripc,es do en-
genheiro eucarregalo )a obra.
0.a Para ludo o mais que nSosoacbar
determinado as prsenles clausulas netn
no orcamenlo, seguir-se-ha o que di.spoea
respeilo a lei provincial n. 286. Conforme.
O secretario,
A. F. da AnuuuciacSa.
- Olllm. Sr. Inspector da thesouraria
provincial, em cumpnm-.mlo da orlem do
Exm. Sr. presidente da provincia, manda
fazer publico, que no dia 10 de dezembro
prximo viudouro, peranle a junta da fa
zenda da mesma Ihesouiaria se ha de arre-
matar, a quem mais der, a laxa das barrei-
ras da ponie do Manguinlio e da estrada da
' :>,uriKa. avahadas aiuiualmenle ambas em
5:4758000 rs.
As arreroatacOes ser3o feitas por lempo de
30 mezes, a contardo !. de Janeiro de 1858,
a 30 de junho de 1860.
As pessos que so propozerem a esta arre-
matarlo coroparecam na sala das sesses da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas, com
suas propostas em carta fechada.
E para constar se mandou allixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 10 de novembro de 1857. -O se-
cretario, A. F. da Annunciar;3o.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, om cumprimento da resoluciloda
junta da fazenda, mana fazer publico, que
110 da 17 de dezembro prximo vin louro,
vai novamente a priQa para ser arremata Jo
a quem por menos li/.er a obra dos reparos
do quariol da villa do Cabo, avahada em
1.2105000.
Epara constar so mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secreiaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 26 de novembro de 1857. se-
cretario,
Antonio Ferreira da Annunciaqo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
_ provincial, em cumprimento da resolucSo|
33)0001 da junta da fazenda. man la fazer publico, i
.h-ooii 1uo "' d'a ,?de dezembro prximo vindou-
<:him> ro, vai novamente a prai-a para se arrema-
6:5001 lar a qnem por menos lizer a conservaco
10:000! permanente da estrada da villa do Pao d'A-
0 lno, avahada em 6 900? rs., por lempo de 10
mezes
E para constar se manlnu allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 20 de novembro de 1857,U
5:500 secretario, A. F. da AnnunciacHo.
Pela mesa do consulado provincial se
za publico, que os 3o das uteis para o pa-
gaiienlo, a bocea do cofre, da decima dos
predios urbanos das freguezias desta cidade
e da dos Alogados principian a contar-se
do dia l.-de dszombro prximo futuro, fin-
do os quaes incurren) na multa de '.i 0(0 to-
dos aquellos que deixarem de pagar seus d-
bitos, perlenccntes ao primeiro semestre de
1857 a 1858. Mesa do consulado provincial
M de novembro da 1857. Pelo adminislrar-
por, Theodoro Machado Freir Pereira da
Silva.
COMI'AMIIA DE SEGUROS MARTIMOS E
TERRESTRES.
1 !():(>< K>
8:500
4:500
1:500
38:000
:II0
5:500
5:700
5:000
3:000
25:000
501)
1:000
5:000
1:500
9:000
12:000
6.-000
1:700
21:000
2IKHM)
.1:500
:1i0
120:1100
3:600
DO
IMPERIO DO BRASIL.
Bstabelecda do Rio le Janeiro.
CAPITAL 1ti.O0O.<|00:O0O
Agei-cia ra da Cruz n. 15, eseriploiioda
viuva Amoriiu & Filiiu.
Aos Sis negociantes, proprietariot de
casas etc., etc., se olferece na agencia da
dita companhia nesta cidade, a realisacSo
de seguios por premios c condicroes mui-
to mdicas e razoaveis. Na mesma agen-
cia tauliem $e efleetiiam seguros tanto
para o norte como para osnl Jo imperio,
nos vapores costciros e vasos devela. A
companhia garanto a piompta ndetnni-
saco da importancia de qualquer si-
nistrots.
Pela inspeccilo do arsenal de marinha
se faz publico, quo feitos no vapor Persi-
nunga da Companhia l'ernambucanajdo na-
vegac3o cosleira, na conformidade do dis
po-lo no rnguUmeuio, acompanltando o de-
creto n. 1324 de 5 de fevereiro do 1854, os
exames no respectivo caso, machina, cal-
deras, mastroacjio, veame, amarras e an-
coras, acboua commissSo ludo isto em bom
estado, por cujo motivo foi unnimemente
de parecor que poda fazer a viagem, para a
qual ora se destina. Ins.iec^ao do arsenal
de marinha de Pernambuco eai 7 de dezem-
bro de 1857. O inspector,
Elisiario Antonio dos Sntos.
ao 1
OS una paite do sitio Cajueiro, so comelle
annuncianle ser tratado qualquer negocio
a respeilo.
Precist-se do um guarda-livros para
org annima ; a tratar na ra da Cadeia do Re-
cife n. 4.
-- Precisa-se de um caixeiro para taber-
na, de 12 a 15 annos, com pratica ou sem
ella; na prac.a la IIoa-Vista n 20.
.No da terr;a-leira, 15 do corrente, lem
de sr arremata Jos os sobrados da Passagem
da Magdalena que fazem quina com a traves-
sa dos Remedios, e os terrenos anr.exo* aos
mesmos sobrados, conforme o escripto que
para na mao do porteiro Amaro, sondo esta
a ultima ^rac, na porta do lllm. Sr. Dr.
juiz do orphios, aterro da lloa-Vista n. 9, as
ti horas, cojos predios vao a prarja a reque-
r monto do administra lor do rosto da massa
do Finado Joaquim Antonio Ferreira Vascon-
celos, por parle dos crodores da mesma.
0 abaixo assignado roga a possia a
qnem cm.TCsloua legislagao goral de 1850,
a boniato de a restituir, vis'o dclla neces-
silar. O annunciante recorre ao jornal em
consoquc.ncia do nlo lembrar-se da pessoa
rmMMo
DE
SANTA ISABEL
V RECITA DA NOVA ASSICNATIRA
EMPKEZA GERMANO.
l-:a.trc.i al nclrix
E reentrada do artista
AMOMO TCIXEIUA DE CARVALIIO LISBOA.
yUNTA-HilHA, lo l)E DE/EMIIKO.
Sabini acea o drama em Ire acdi e um prologo,
do Sr. \|-:i 1 l,al :
A POBRE
RUINAS.
Tern.inaro espclaculo com a comedia aro um acto:
OS DOUS
OF
0 h'GLEZ .AC1IVJSTX
O billietea
beatro.
Prioci(iiara as 8 horas,
achata se a' vena no escri^loro do
Gabinete ptico
ATERRO DA BOAYISTA
N. 4,
O director deste salao participa a seus
no becco do t.onr;alves, de
ixas eom sahao
de superior quali la le, muito secco, por ja
se achar armazenado lia mais de um anio,
o assirn nao olferecer boje a menor qncbra.
S.;r ven :ido em lolcs de cinco ou mais cai-
xas a vonta le dos compradores.
O agcnle orja far leilao, quinta-fei-
ra 10 do corrente. as II horas da manhia,
ei) sau armazem na ruado Collegio 11 15,
de urna infinidade Ib ohr>s do marcineiria,
obras de ouro e prala, ohjectos de porcella-
ua, vidto para eufeites de sala, candelabro
lenternas, apparelhos de porcellana pera al-
morz e janlar, quadros de passa^ens, de
gusto lindo, e ouiros muitos ebjeciosetc,
que serlo sem reserva vendidos : e bom as-
sirn varios escravos de ambos os sexos, que
tamhem serilo vendidos sem limile
O agente Borja por despacho do
Evua. Sr. Dr. juiz de direito especial do
caaimei'cio, om requerimento dos admi-
nistradores da matsa fallida de Aadrade
cV Leal, la ia' leilao de todas as dividas
activas da uiestn massa na sexta-feira 11
do crtente as 11 horas da manhia em o
sen armazem na ruado Collegio n. 15 ;
assirn como no mesmo dia tamhem se pro-
ceder' a venda em leilao do escravo par-
do de nome Ensebio, pertencente a su-
pradita massa e (pie se [acba ctimp indo
sentencana ilha de Fernando.
Leilao de vina-
gre de Lisbo *.
Qitin'a-feira 10 do corrente
PELO AGENTE
PESTAA
O agento Pestaa far leiI3o no dia cima
declarado, pelas II hor s da manhia, a por-
ta do armazem doSr. Annes, defronle da Al-
fandega. por cunta de quem pertentencer, e
em loles de urna ou mais pipas, de
10 PIPAS C()M VINAGRE DE LISBOV.
loaoKeller&C., farflo leilao, porin-
tervenQo do agente Oliveira,por conta e ris
C'ide quem pertencr, e em presenca do Sr
chanceller do consulado de Franca nesta
cidade, de Js n. :62, um volunn contento
15 pe^as de pannos de 13a avanados d'agaa
s>lgada, a bordo do navio francez -Comie
ttoger. entrado do Havre aos 15 de novem-
bro ultimo; e taTibem do JL-P n 36, um
v.dume com 300 pechas de madapnles ava-
riados d'agua salgada, vindos de Liverpool
pelo navio Linda entrado aos f> de novem-
bro ultimo : sexta-feira II do conenle, as
10 horas da manhia, no seu armazem, ra
da Cruz.
Leilao de vinho.
OLINTA-FEIKA I () 1)0 CORRES 1E
Pelo ngeine
Pestaa.
Oagenlo Pestaa far leilSo, quinta feira
10 do corrente, pelas 10 horas da rnenhaa,
a porta do ariaac'cm do Sr. Aunes, defronle
da alfandega e por conta de quem perln-
ccr, de
15 pipas com vinho da Figueia, sendo 3
pipas em barris e nicias pipis.
0 duzias de garrafas com vinho do reino,
de superior qualid?. Je.
Sera vendido em lotes a volitado dos se-
nbores compradorfs.
-- Oahrixo assignado, faz sciente aos
seus ere lores de cotilas antigs, queda dala
deste ha 30 dias, venhaui salislazer seus di-
reiios, e do contrario ser obriga lo contra
sua vontaie a usar dos termos, que a lei Ihe
con Tere.
I.uiz Freir de Atnlra le.
Na ra larga eo losario n 3 tem urna
carta para o -Sr. Joaquim Ferreira Coelho,I
que pagan lo o annuncio Ihe sera enlrcguo
Appareceti hontein
idade de a 0 anuos, pouco mais ou me
ara passar
>s fes tas divertidla o com
prove to acha-se urna es-
colha de bonitas musicaV
muito Ij-iiat s, em?.aS'ri de
j. Marinan^el', tanto pa-
ra canto e piano coma pa-
ra piano s, para finita,
rabera etc., tas nielhore
operas Traviata, Rsgolet
to, Blacbeth, Trovatore,
Vespere Sicilian', Gondo-
liero, etc.,etc >ej tai ope-
ras inteiras como pecas
aVulnas que sahirS.0 mui-
to m lis em conta de qu ti-
quer mus tea, copiada a
mao : na ra Nova n. primeiro andar.
Precisa-se saber para negocio de
interesse, seainda existe ou existi nesla
cidade o Sr. Francisco (iomalves do Re-
g: quemsouber onde elle' esta' ou al-
uemdesua familia he l'avor eominnni-
ca-lo na rita do Vicario casa n. T.
Vende-so urna cscrava co/lnheira, de
cxcollente conduela : na pr ia de Senta Hita,
casa junto ao muinho de vento
Vendem-se 2 escravos, sen lo 1 ho-n
moleque de ida.le 1i annos, de muito boa u.n feToemorestiino'
conducla.com principio de saD t iro, c I "q ^"v :':,. ,r no
escravaciioula, de 2> annos de i la Je, boa
cozinheira : na ra Di eita n. 3.
Vende-se um bonito cavallo ru? gran-
de, muito bom para cabriolet ; na ocheira
do Sr Jos Pinto da Motti, defronta da casa
do Sr. Dr Sabino, no Mun !o Novo
--- Na raa das Aguas-verdes n. C. vnde-
se 1 escravo crioulo, de idade de 25annos,
ollicial Je pedreiro, 4 b uiitvs escravas de 18
a 25 a nos, I dita com urna linda cria do 8
anus, i dita de meia i lulo com habilida-
des, todos sj do a contento, o so alianca
~uas ven las
Champagne verdadeiro.
Uaico deposito desle vinho Fina he no
aterro da lloa-Visla n 8, defronle da bono-
ca, assirn como muitos outros gneros de
molhados, tudo do superior qusliiade, por
proco razuavel para acabar.
Compra-so lima mesa elstica para
jantar, e que sirva para 15 a 20 possoas, e
que esteja com pouco uo : atra da matriz
do Santo Antonio, sotos de ciegar o portSo
do quartel do polica, no j rimeiro and r da
cssa n. 16.
Com ra-se um cavallo que anle baixo
a meio, sendo de bonita figura o gordo : a
quem convier, dirija-so a estrada de Jo5o de
li'rros, sitio j mo a capella, que se dir
quem n preiPiido possuir.
Para evitar-so futuras duvidas, previ-
ne-se a quen mleressar possa, quo a casa
terrea da ra dos Pescadores n. a?, na fro-
giiezm do S Jos, no (i le ser negor-ia la
nem lazer-sc IraosaecSo algunn com qu3iu
quer que seja sobre ella, alientos os emba-
racis e penhores que nella exis'.c om mais
de um juizo no foro desta cidade.
Precisa-se de urna ama para casa de
pouca familia na ra do Hospicio n. II.
Precisa-se de um amassador para a
padaria de Santo Amarinho.
Precisa-se alugar um prelo ou prela
que sirva para vender Crudas ; no palco do
terco n 11, taberna.
; l-'ugio do abaixo assignado um escravo
crioulo, de nome Jo..o, idade 20 anuos, ros-
to re Ion.lo, sam barba, tem a cabera de um
dedo da m5 > corlada, levou chapeo de cou-
ro: quem o pegar, lere-o nesla c dade,
ra doQuoimado n. I, ou ao Bom Jardim,
comarca do Lunoeiro, a entregar a seu se-
uhor Justillo da Multa Silvelra, quo ser re-
compensado.
Vinho do Porto e superior chamico,
em caixas de urna e duas duzias, ou em bar-
ris de oilavo : continua a vender-se om ca-
sa de liarroca ('.estro, na ruada Cadeia do
Itecil'e n. 4.
Yeuda-se urna escala pratnada, um
par do charlateiras, talim e talabarte, tudo
em muito bom estado, para ollicial de fuzi-
leiro : no pateo di J'ergo n. 118.
Vende-se um negro da (.osla, robus-
to, |iara tolo ser/ico : na ra da Gloria
ii. III.
idoertineia.A Iverlimna ana apaitonarloa do
enmarla n. 17 >la sej-m 11 ordem alogailo para aa
nullea dos das 2 e di correnle, qus ia iliitenliim
do seu molo de proeeder, por quaulo nin^uem eita
d"-poi|n a coiiiinoar a tolerar i(Ua*J escndalos
2 meio iNumoro 1191 400-,
t dito a 1496 100,
i dito 999 so.;
1 bilheic o 303 20#
1 (lito a 1261. 20/
1 mei'b 1 dito' a 1993 20*
a 1260 *20
1 dito a 2I9S 20/
PorSalusliano de Aquino ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
~ Aluga-se urna casa Ierra para passar a
testa, ua estrada do Laldoireiro, junto ao
Kvm. Sr. padre Ignacio, com 5 quartos, 2
salas e cozmha tora ; quem a pretender, di-
rij i-se a mesma, que achara com quem
tratar.
Oflcrece-se urna senhora viuva para
coser em casa cstrangeha a tratar na So
ledade, passando a igreja ti. 50.
I
Baptista Ribeiro.
IVecisa-se doum boin cozinheiro pa-
ra urna casa de familia.e paga-se bom ; para
tratar do ajuste, na roa da UniSo, casa aon-
de esleve a ty,)ographia do mesmo nome.
-- OTarece-se urna parte dele ra, a me-
llior que exista na freguazia do Pao d'Alho,
no engenbo Pin loba, co no pru'arSo os ren-
deiros que nella moraram, por3:()00? f.irles,
qiipor herauca tocona finada I). Maris de
Jess Jos da Roeba, lilha d engmho llamos! quatn piolen lor comprar,
lirija-se quanlo antes em Pe Ira de l'ogo, a
fallar eom o Sr. Manoel Pereira Monteiro J-
nior, ou na ra da Cadeia de Santo Antonio
n. 13. priauiro andar, com o Sr Candido
l'ereira Montero.
Precisa-se alugar um proto de meia
idade, forte, para o servido por moz, dando
o sustento : quem O tiver, dirija-so a ra da
Cideia de Santo Antonio, armazem de ina-
leriaes n. 17.
- Precisa-se de urna ama para osa de
pouca familia : a Iratar na ra da Hurlas n.
18, tahona.
Precisase de um ollicial do cbarutei-
ro que trabalbe bom ; na ra da Lsperanca,
taberna n. 9 A.
Precisa-se de um homem que lanba
pratica dj taberna e d fiador de sua con-
duela : na travessa da Concordia, junto ao
muro da casa de dcten?5o.
Precisa-so de urna ama forra para tolo
o serviro interno o enlomo de urna casa de
pequea familia : na ra dos Pires n. 8.
Mruada Cadeia de ^au-
to Antonio n. 6,
tinge-se com perfeicSo, de todas as cores.
Gra mua tica latina.
Achara-se algans oxeraDlares do primeiro
e terceiro volumeda obra do Sr Carlos kor-
nis intitulada Institutiones gramnalica;
et synlaxeos latina? -- ex aucloribus elsssi-
cis oplimorumquo grammaticorum operibus
excerpla-, el i o usum alumnoum melhodo
synl)eiico analtica conscripta-, per Caro-
lum Kornis de tolvarau, ax-professorcm
umversitaiis hungarica- pesMeosis, etc : as
hvrarias dos lllms. Sis M. Figueiroa de Fa-
ria, e GuimarSes Oliveira.
escripturario da companhia do
beberibe, Marcolino Jos Pupo ainda
continua a agenciara compra e venda de
acedes da mesma companhia, podendo
ser inociirado no escriptorio, ra Nova
ii. 7.
Precisa-se alugar um pequeo sitio
quelijue pelas imme liae/>es desta cidade,
isto he, estrada de Joo de Barros, SoleJade,
Lstancia, ele, etc., cuja renda anuual seja
menor de idi); quem liver, dirija-so a ra
Nova n. 11, loja.
No li del da ra da Penha n. 2 A, con-
tinu'a baver milo do vacca aos domingos e
dias s ntos, assirn como fornece-se qual-
quer comida a voulade dos freguezes, para
lora ou no misino, com aceio o presteza, e
prego comino lo : a tratar com o novo dono
|ue praliearam naijaellaa refarldaa noi(e, inn al-!"0 I"''s"" a q-ialqucr hora.
landerem o reipeilo que eradevilo ao pohlico, e ~~ lo'"> -,os llibei.'O CuimarSes, comprou
|iariicuiarinenie aa faimlias que ilie licarim cunt-' na presente lata ao Sr. Loureneo Jos de
uaa an mesmo camarule. Se puis es
len-ia na Un h.atante para os Cacar contnr, e rain- na ra da Cadeia do Itccife n. 59, co a ar-
h,Tr',n',T'e rrocedone.ilr, repreliensivel, deadaja maC;1o e tudo o mais que noli) se coatinha.
Me prole-lamoa que imkho auoiiiareinua a duIi- -,... i .., ,. ..m ,
ca. cmm. mea.no publirare.noa oVaeo nim-a.ara q" r" 'ente a esta pracs. Pernambuco
que sejam por Indos coulieri io, equem nilo quizer ae ae7en'brO de 1857.
ser loim nao ihe >sia a pella. Joo Jos liibeiro Comes.
Sa,.t7. . a "tilltla uaruta. subditos b il.nnicos, empregado na estrada
Obarateiro da ruada Cadeia do liccife, de ferro, retira ui-se para Inglaterra.
loja ii. 50, esquina defronle da ra da M-dre Precisa-se do um caixoiro par taber-
do Dos, contiu'a a vender fazendas baratas, na, com pratica ; dirija-sc ao pBleo da San-
tanto om atacado como a relalho, e tora pina ta Cruz n. 2.
vender alem do muilas fazen las boas o ha Precisa-se de um caixeiro para taber-
ralas, cortes de c-;ssa dula a 1;600e 2c cas- na, com pratica ou sem ella, que dC liador
sas de cores largas a 320, U9, 500 e 560 a a sua con lucia ; no largo da Soladido n.
vara, chitas boas de cores (ixas o covado a 18 padaria.
160, 18; o 200 rs., ditas larcas IVancnzas, de '. Precisa-se de tuna ama de leile : a tra-
bonitos gostos a 2G0, 280, 300 e3-0, mussu-ltar na ra doQieimado n. 42, loja de fazen-
Iiaas de todas as cores, bonitas a| 3Co e 400 j das de Albino Jos da Silva, ou ni ra l)i-
rs leaziohas de coies para vestido a 800 rs. feila n. 91, segundo andar,
o covado, cassa para bihados a 200 rs. a va- Precisa-se de um Kvm. sacerdote para
ra, e IcOO a p -ca. algolilo de duas larguras ir celebrar as misses da (esta no engeoho
proprio para lences e toalhas d^ me.-a a 560 Jundia, sito ne freguezia da Bseada : fa 1ra-
a v^a, caoibraias lisas para forro e veslido lar na iravessa do (jueimado n. 1, primeiro
a 2^500, 39, 3-.Y.0 o 4? a peca, panno pretx a | andar.
Precisa-se de um sacerdote para dizer
a missa de natal, cm um ciigt-uiio na fre-
guezia de Serinhaem : a tratar na Camboa
do Carmo u. 18, com Silverio Joaquim Mu
niz e Silva.
Precisa-se do urna ama para um enge-
PROVINCIA.
O Sr. thesoureno das loterias manda
fazer puhhco que se acham a venda no
pavimento teri^oda casada ruada Auro-
ra n. 2fj, das 9 horas da manhia as 3
da tarde bilbetes e meios da segunda
parte da primeira lotera do convento
de S. Francisco de Olinda, cujas rodas
audarao no dia 1 do corrente.
Thesouraria das loteras, 5 de dezem-
bro de 1857.O escrivSo, Jos Maria da
Cruz.
Lotera
DA
Provincia.
Terceira parte da terceira lotera do hos-
pital Pedro II.
Nos afortunados hilheles rubricado
pelo abaixo assignado oi-am vendidas as
seguintes sortea:
Ns. 36 4:000)] 1 mein.
1701 1:000| Bilhete.
35Tb" 200.S" Dito.
11138 200.1 2 meios.
1 '.lt. I00.S I dito.
3548 I00.S Bilhelc.
I22S lOOjf Dito.
974 1 00-i 1 mer>.
385 50.S 1 dito.
2979 50S i dito.
521 (i 50jj 1 dito.
1355 50.S 1 dito.
2511 oOs 1 dito.
9!) 50-j 1 dito.
li22 20? Bilhete.
573 201 Dito.
1993 20$ 1 meio.
998 20. 1 dito.
316 20S Bilhete.
2283 20.S 1 meio.
219S 20s 1 dito.
i82 20 1 dito.
V400 o covan, luvas de seda "de cores para
senhora e homem, chales de Illa o merino
lisos o bordados, longos de cambraia do al-
godao e de linho. e grands vaiiedade de fa-
zendas que a dinbeiro se vin lem por acom-
iiio Jadissimos precos, e d3o-se amostras.
C'li
He paga a soile grande e a immediata
e os premios ate 20$ no escriptorio do
abaixo assignado, das 9 horas da manhaa
as 5 da larde.
Lotera
DA
provincia.
O abaixo assignado avisa ao publico que
de boje em vantc se obriga a pagar a sor-
te grande e a irnmediata no da da e\-
tracro em seu escriptorio na ra do
Collegio ii. 21 primeiro andar. Vende
emporcSodc IOOjJ para cima dinbeiro a
vista hilhetes e meios garantidos dos 8
por cento pelos seguinte* precos :
Dilhetes ,$500 Meios 2|250
os hilheles da loteria recolhida sao rece-
hidosem troca de outros.
P. J. Layne,
Precisa-sede um preto bom cozi-
nheiro e de duas escravas que saibam per-
feitamente engomocar, paga-se 18$ men-
saes: na rui do Hospicio sobrado junto
ao gyninasio.
Paga-so bem a una criada forra un
captiva, que queira encarregar-se do serv
(.-o interno e oxteroo de una casa de peque-
a familia; atraanla ra Augusta, taber-
na n. I.
Na rundicao do Brura ns. 6 o 8, echa-
se urna trave que ia pelo rio abaixo ; quem
forseu dono, diiija-se a aosma, quedando
os signaos a recebera.
Ainda se precisa de um homem
perio padeiro para urna padaria na
cidade da Parahiha, dando liador a sua
conduela, paga-se bem : a tratar na ra
da Cadeia do Hecifen. 7, loja de Antonio
Lopes Pereira de Mello C.
O Sr. Dr. Miguel de Cerqueira Lima,
antes do partir para a baha, queira ler a
bondado de se dirigir a ra da Praia, arma
zea n. 10, que a sen interesse se Ihe desoja
fallar, ou anuunciesua residencia.
o
m
posuTainherlik.
O
Q

o
Q
Consultorio
CENTRAL HOMEOfA-
THICO.

ni:

\ DE SAMO AMAKO,
Mundo Novo n. G;
O Dr. Sabino Olegario l.udcero l'iulio
d runaullaa lolua ui ilisa oleii, <1esdai8aa9
Imras da inaiiliaa .i ;l d.i tHrdr. Oa conai- i
tas para Vltltai di vcr.i.i ser iliriuidoi por ^r
aeriplo, (l> pobres i.1o mediradm graloi- ''
"-'tainr-nle. (Sk
-- Na ra .Nova n. 18, l..ja de M. K. i;aju
- C ha um ^ran lesoitimoulo de obras fci-
-A
seu nome, nem o de seus paes; quem in-
teresse tiver nelle, dirija-se a ra da Ca-
deia de Santo Antonio i casa deLuizGon-
alves Agr.
nho duas leguas distante da piafa, a qual
linha capacidade para se eucarregar da di-i
^a loja r. Oda rui da Cadeia do Recife recejo da casa, que he de homem solteiro,
defonio da ra da Made de Daos, ba para s com a fabrica e emi.regados ; pagase
render chapeos prelos linos modernos p?l>jhem, c trata-so na ra do (juamalo, loja
barato p-ego de "sjOO. assirn como muito I n. 10
i boas grvalas, entre ellas algiimas do se la I O abiixo assigr.ado mu b-u-so da ra
de quadriolios para 6*0, corles de colletc Je Velba para a ra de Apollo n ao, e conlinu'a las de alfaiale, do todas as cores e qtialid-
ia, gorgurSo, velludo c lu-Uo, brins para | em sua prjlisso de fazer capas, batinas, j des, as mais bem acabadas quo se podem
sainarra* e tapas vialorias, a uso da Baha, i encontrar ueste genero, casavequese mon-
Alesandrino Cesar de Mello. larias promplaspara as seahoras que mou-
Prccisa-se de urna ama que saiba bem lam a cavallo, um gran le sortimento de dil-
cozmhar o engoaimar, para o sorvico do ferentes fazendas para vender-se e fazer
umacasa de pouca lamilla : na ra -Nova n. i qualquer obra de encomraanda
6o, segundo andar. I sera um s para todos.
nos, vesliuo ue preto, (pie nto sahe di/.er calca e palitos, gangas, fustales, cortes de
casemira de bom gosto, e outras muitas fa-
zendas, e tudo se vende por precos muito
commodos.
- Precisa-so de um coziubeiro
do Hospicio u. .
na ra
o preco

ILEGIVEL

;


DIRAIO DE PERNAMBUCO QUARTA PEIRA 0 DE DEZEMBRO 185
CMSL1QHI9 BdUOPiTUCO
DO
R1IA DA CVDEIA, DKI'KONTE DA OKDF.M TKRCEIKA DE S. FBANCISCO.
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos tanto em Untura* como
m glbulos, prepara Jos como maior escrpulo o porprcc,os bastante coramodos
HUEgos F1XOS
Botica de tubos grandes.
Dita de 24 >
Dita de S6
Dita du Mea
Dita de i>0
Tubos avulsos a.....
Frascos de tinturradomeia onc.i
Manual da medicina homeopathica do Dr Ja
.] cionario dos termos de medicina .
Medicina doMestica do Dr. Henry .
Tratamento do cUolora morbus .
Repertorio do Dr Moli Moraes .
anda
do torrente
10/000
lcono
205000
250000
30900*
15000
2OO0
l 0 dic-
20900
> f . (OfOOt
2/000
- . 6*eoo
calcado da ra da Cadeia do Recite n. !),
que visto terem abusado de sua bondade
no cumprimento de seas dereres,*que
esta'rcsolwdo a esperar aleolim
me/., (indo este, decidida-
mente entregara' a sen procurador para
cliainar a juizo um por um, nao leudo
mais con templario com ninguem, por
isso que taz o presente annuqcio em tena-
po, alim de que depois nao baja queixas ;
e ao mesmo tempo fa/. sciente, de que
tein alguna de que ignora suas moradas,
e entao estes tein de os chamar por este
Diario, declarando as quaniias, visto
nao se aecusarem do pie devem.
"". v.B,!le-S0 uma mulatinha de 13 annos,. to a 2-, cliamalole muito bom a 3-500, dito
cora habilidades : na ma Nova n. 34. largo rom lstras asselinadas a 4;400, chaly
;*'^WC?@@@ Isvrado lalOO, um completo sortimento de
:. chspelinas para senliora, gollintias, tcan-
., gitos, camisas, cuias de seda brancas, lu-
M
? ?*.?. lenou
ioja g mms
Ilua do Cabuga' n. 7.
.Receben, por to-
deros vapores da Eu-
ro|>aasobrHsdo raais
moderno gosto, tan-
tasa BBoemea to de Franca como
deLisjoa, as quaes vendem por
pre^o coiamodo como eostumam
meuron
PEORAS PRECIOSAS
^. Aderemos de brilhant.s, jj
* diamantes* perolas,pul- *
S seiras, alfioeles, brincos i
* a rozetas, bolftes e aunis $
* de diflTerentts goslos e de
* diversas pedras de valor. *
;*'
Compram, vendem oo 'if,
Irocam prala. uuio, bri-
lliantes.diamanttse pcr<<- sj
* las, if ootras quaesquer ra
$ joiasde valur, a dli.lieiro
. uu pot obras.
BBmasmmt mm *..-
OURO E PRATA. 5
4 Aderero? completo* di J
S-v ouro, meios dilos, pulsei- *'
m ras. alfineles, brincos
* lins, medalhas, corrcnlcs
| e enfeiles par relogio, e .
$ ouiros muilns objeelosde 4.
* OlirO. tmm <
1 Apsrelhos completo* de J
;?; prala para cha, bandejas, V
ai salvas, castigaes, colheres *
A de sopa e de cha, a mui- *
los nudos objeclos de %
..*.** fKBiWKeagaE > s g sos ?
& Para urna eneommenda.
Compr-se urna escrava que seja de boa
jigiira, de 18 a 20anuos, e que entenda beni
de cuzinba, engommado e costura : na ra
do Apollo n. I a, primeiro andar.
i.ompra-se eflectivaroente na ru da
-i
':*
--i
9
9
I roieas, corcies, iraneei- J Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, aeces dascompa-
nbias, e da-se dioheiro a juros em grandes e
pequeas quantias sobre penhores
Coinpra-se metal sendo cobre, Ia-
lao e bron/.e velho, por maior preco do
queem outra qualqucr parte : na fabrica
de Caldeiraria na ra Imperial 11. 118 a
120 e na ra n. 53.
--- Compra-s um ou dous predios de
sobrado, sendo situados em bo* ra, e ca-
tando em bom estad > : a tratar na ra da
Cadeia do Kecife n. 3.1, leja
Compra-se cfleciivatnente bronze, )a-
tao e cobre velho : no .-eposito da nindicSo
da Aurora, na ra do llrmn, logo na cntra-
Ja n. 28, e na mesma fundicao, cm ^anto
\maro. *
lamhem, mas com as pontas brancas, casco'
m*u0Se!a*'ai'^B.,1,n'1.es' ealgum. coos"
JC.
Com deposito ge-
% ral do seu rap rea
i

Preta, na ra da
Cruz 11. 26, muda-
mmsse para a mes-
ma ra 11. 25, pri-
meiro andar.
o
m
c-
Q
O
o
o

1
moles
sbredito'sitio.ou Do'Recife'rj
icbe Novo n. 10, em casa de l'atcu Nash
quena adiar, e levr este cavMIo a,",
a ra do Tr'ptv.
Corts de
seda.
Re
Hflf
||R
Icoberios e descoberlos, pequeos 8 gran-
&
tendem-sc cortes Je vestiJo do (
i seda de quadro a 20-3 cada corle : na ;.
^ loj da Leite, Arlhur & C. na ra do
vij Queimado n. 10. A
-- >ali,ja de l.eite, Arlhur 4 C na ra
do Quciniado n. 10. ba p ra vender um
completo sortimento de o.ifeites para se-
nhora, consistindo em camisetas, mangui-
tos, golliuhas, tiras bordadas, ntremelos,
enfeiles le cabeca, chapeos com veos e ou-
iras muitss fazendas, ludo por prego muilo dlversos P--eco
in cunta.
^ Vende-se na ra do Crespo, loja ;.,-.
a amsrella n. 4 de Antonio francisco '''
; Pereira. s?
Sedas de quadros miudos a 15200 ^
w vas de seda dos melhores gostos que ba, se- -""""* '
... las brancas, cassas para cortinados, brins;dCa' oum Patenl mglez, para homem
J|de linio milito linos, lencos de lindo bran- jsenhora, de um dos melhores fabricantes
c.is, de divrsos grecos. Asscvera-se aos
compradores, que tentiam vonude de com-
prar n3o sahir sem fazenda, porque nQo se
engeita dinheijo chegando ao custo da fa-
zenda.
Na ra do Queii.-.ado n. 37, loja de *
portas, ha cortes de colletcs de velludo cpu-
to bous por tlcOOO, velbutina sorti la a 750 1
reisocovado. chitas Iranceas muilo linasa
280rcis, riscados escocozes a 280 rs., raus-
Ulinasa 320 rs., ditas amatizadas muito fi-
nas a 340 rs., chapaos de sol de seda, para
o covado.
Baregesde laa e seda, cortes de
vinte e tantos covados a 16- cada
corle.
Corles de cambraia da Escocia, de
tres e quatro habados bordado de
$ Italia 2O5.
gg Iticos cortes de tarlatana bordada
t seoa e do gaze de sada, tolos com
babados e bertbes a 40- e 50- -
Ao preguiea que
QE.ESTA0E1H.D0
boas fazendas por pouco
dinheiro.
O f'reguica da ruado
Queimado, continua a fornecer ao publico
em sen eslabelecimento na esquina do boc-
eo do i'eixe Krito n. 2, o mais bello e varia-
do sortimento de fazendas todas de escel-
lentnqualidade e prego muito mdico. Kao
sequeima as fazendas ja por vezes annun-
-V, """""o e normes a 4U- e bos ; ves- g se qucima as fazendas ja por vezes annun-
& lios estes proprios da presente es- t. j ciadas, a saber : olindinas para TOSlidO de
vW i<-> para bailes, casameutos etc. @ j senhora, coado a 9U0 rs., largel as, cr-
C|5 Adornos para caheca do senhora, j^tesconi 12 covados, p lo barato preco de
os melliores e mais rieo que tom
[''.. vin lo ao mercado de 159, 20> e 25/
ca :i nm.

k>4n,u'#.
C, lera bem re-compensado.
Aviso eos apreciadores
da boa pirada.
Ilechcg?do a este mercado o exccllcnle
rap prioee&i do Morilautie, fabricado na
capital do Ceara, cujo deposito se acha oa
ra da Cadeia do Recite loja de raiudezas n
7. ao preco de 1*400 cada libra.
lotera
DA
provincia.
S8t> abaixo assi
3
nuca.
Paulo liaignoux denlist*, ra Nova n.il i
Na fundicao da Aurora precisa-se
de serventes forros 011 escravos, para I *B" aix0 ssignade avisa o respeiUvel
wrvirjo debaixo de cobei ta. I P," lco 1U.C ve" le os *eus muito felizes bi-
ma, na praca da liidependencii, ns. e 37 a
19, e na ra da Cadeia do Itecife n. 45 es-
qu.na da Madre de Heos '
Bilhetes 4s5uo recebe 4:0003
1 or balustianode Aquino Kerreir,
Jos l'orlunato dos Sanios Porto.
llechegaio a ra lijrcira n'14 es-
?hm,2h1 V0Ua ,,ara S- Pcdro- mp'!'"<" mi-
mo que hajoo mercado, vende-se
earetaiho; tae.l.em vende-se
..-.
-l|ii. Hwm,isi livva 11. 41 t ^'
SEGURO CONTRA F(l0.
Citii|i 1,1 iirt Alliance.
Zaiabalacida cm Londres, m marco Ha 182-!.
Capilal cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, lea a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprictarias da casas
quen mais eonvier qut estao plenamente *u- .|jao Iradinho limito
lonsados pela dila companhia pora effeciuar segu-
ios sobra edificios de lijlo a pedrn, enbertos >'
em por^-ao
una porco
novo a *00rcis a
cuia.
imO" SSf%*!* *am' ''"ni, rrra ou Mp-
i4lha igualoienusobre os objeclos queronlivarc familia na *---- u,n"..c"sa de Pouca
os masaos edificios quer consistt ara mobilia ou
fatandas de qualquer qualidada.
COMPANHIA
rto
A (tirecco tem autorisado o caixa da
ompanhia (o Sr. commendador Manoei
Gonfalretda Silva) para eli'ecluar o pa-
gamento do 19- dividendo, a razio de
2.S00 por aeco.scriptorio da com-
a
g
panhiado Beberibe, lo de novenbro de que" le "^ ---" ".W?8 das ?
piaca do Corpo Santo 11. 17.
dos aman-
tes.
I.iqui lo sao e especifico para tirar todos
os pannos, as sardas c as espinlus, refresca
inrV ?"?! a cor Iriguelra em
neo das, de un. modo particular,
'"en a o lustro e lira as rugas
lolhiiilias
para o anuo de I8i50.
Acbam-sea' venda as bem condecidas
foldi olas
impressas nesta typograpliiu,
larguras a 2/, 3-, *#e 69 tf|
12 varas. "''.
para o annoque vem, das seguintes qua-
lidades:
l'ollunlia de variedade, contendo, alem
dos im/.es, militas noticias (cientficas,
modo de plantar e collier a nova caima
de assuca, noticia sobre o mildo e al-
godao, e una serie de condecmentos
Jas artes, etc., etc., cada urna. 320
Dita religiosa, a o-ual, alem dos mezes,
se reuni a continuacao da biblotdeca
do edristao bratileiro, contendo os se-
gunles ollicos: do Menino Jess, San-
tsimo Sacramento, Senlior dos Allli-
tos, Paixo, Nossa Senliora do Carino,
San-Jos, Santa Auna, Alijo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. Santa Rita,
Santa Barbara, Almas, Corarfio de Je-
assun como oulras oraces, etc.,
......... 320
sus
etc.
Dila ea lesiaslice ou de padre, elaborada
pelo Kvm. conego penitenciario da S
ubrica, a qual
segundo
ele Ulinda
foi revista pei E\m. Sr. bisp, q
julgou certa, como de sua carta exis-
tente nesta Upograpbia.
Dita de porta, na forma usad
ra.
Vend
. 100
a al ago-
. 100
IS.
aug-
18o7Goilherme Sette, secretario.
JOHN CATIS,
corretor geral
li AENlE DE LEILO'ES COMMEKMAES,
n. 20, ra do Torres,
I'IUMEIKO AND,1R,
*^-v^ I?" do Corpo Santo
I^asadcsaude |
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- |j|
labeleceuem seu sitio da l'assagein %
da Magdalena, que lica ao norte
9
v
8
o
m
da estrada entre a ponte grande
ea pequea do Cliora-Menino, ex- J
cellentes acommodacoes para re- W
ceber todas as pess'oas enfermas @
que se quizerem utilisar de seus @
servicos mdicos, os quaes serao
""' f>to uso do solimSo, cura'a bor-
,'ueji com muila faculdade cor ser multo
nni.Sfi8tn,roj0,,lcar "'de. Esteli-
;<|u do )a he bastante conhecido nesta pro-
;vi cu e tem fe.to grandes curas, tanto q je
m m h e",l,1 |,el ins'en medico Joa-
quim de Aq,,ino Fonseca : venle-se s.men
nen00rlPOS,'t,Vn- 6 Ja rU" ,le S" ^OClSCO'
pelo preco de 25000 a garrafa.
i,T "3.cheK!"J",a loja deLeconte, aterro
da H<)a-Vista n. 7. excellente leite virginal
de rosa branca, para refrescar a pelle, tirar
ran.''?' TV ue "P1". igualmente o a-
ramado oleo babosa para limpar e fazer cres-
cer os cabellos ; assim como p imperial de
L f'oreoga para hrotoejas e asperida-
des da pelle, conserva a frescura e o avellu-
uadoda primorosa da vida.
g [irestados com <
9? O mesmo Dr.,
. para o din supra-
indicado e para exercer qualquer
outroaeto de sua profusao den-
?)3 tro ou fra desta eidade
e"
&
pod
ceitam-se
t1 Sl,r" e escravos Para fender
' Ilic.o de taa-.anqueiro, na grande f.bnea
n!,.2,",VC?s da rua uireila. esquina quo vira
Pedro n. 16, garanlindo-se, qoo por
era'
e torna-sc impor
servieo. Na mesma
vi? er procurado a qualquer horado '.):
9 da cdanoite.no referido sitio,
O a e\ceprao dos das utes, das 9 C;
m doras da manlia a's \ da tarde, @
0 que sera'encontrado no primeiro 0
t> andar do sobrado n. 9, do pateo S
S?S?a2 a mezestpodem tirar o lucro
le 2 a -t-500 reis diaiios,
tnie pela limpeza do
mancos'"C'"~Se da ollil!RS Pra pregar ta-
--- l.ava-seeengomma-se com perfeicSo :
obccco doMaiisco n. 14.
- Precisa-se do urna ama rara todo o
servieo de casi do ramilla, paga-e 18 men-
! I do Carmo.
1"- -' ^ -
"K>S
em-sc nicamente na livrara
0 e 8 da piara da Independencia.
VenJe-.sc a taberna sita na rus Direila
n. 27. e o moti 10 de se vender be o dono d-
mesma querer tratar de outro negocio:
quema prcten 1er, dirija-so a mesma, que
achara com quera tratar.
Vcude-se um perito moleque de 17
annosde idde,de linda figura, duas lindas
muluinhss com habilidades, de i lado de 16
atinas e duas molecas de 10 annos : na rua
do l.ivnmento n *.
Livros em branco de
Il-tmbiirg-o.
I'm sortimento em casa de Timm Momscn
& Vinas'ia, na pra^a do Corpo Santo n. 13.
--- Vende-se urna preta cioula. com Ida-
de de 28 annos, pouco mais ou menos, e le-
va urna cria de mezes, a qual Urn muilo
bom le'te : na rua da Madre de Dos 11. 5.
Venle-se na rua de Ai olio 11. 22. urna
escrava crioula, de 20 buhos, bonita figim,
eogomma peritamente, cozmha e cose al-
guma cousa, o ao comprador se dir o moti-
vo porque se veade.
Encerados para mesas.
Ricos encerado* para cobrir mesas, ban-
cas e pianos, a melljKir fazenda que tem vin-
10 ao n-ercado, e precos mais commodos
que em oulra qualquer parte ; na fabrica e
loja do chapaos de Joaquim de Oliveira
Maia, na praca da Indepen lencia n. 24 a 30.
Livrara acadmica.
I Rua do Collegio 21.
A Nebulosa.
Poema hrasileiro, pelo Dr. Macedo.
Cantos de Goncalves Dias.
Edicao do l.eipslg, um bonito volume ri-
camente encadernado, contendo todas as
poesas ja publicadiis, e outras modernas.
A carteira do meu to.
Cortes de laa de flores miudas a 83 i.':
y cada um com 16 covados. 636
Chales de barejje de seda, do ue- |H
''. Ihorgosto a 8>- ;'
9 l'cc'sdn tiras OU babados borda- '
9P dos de cambraia lisa e de. rainbraiela f"
i-} de tolas ns lar
} |>ecsde3 11
ntremelos bordados de todas as l'.-""
arguras, pcQas de 3 I r2 varas a 8500 *&
y? e 3-i cada urna.
l'inissimos manquitos
de novo goslo a 3a, 4# e 83 o par.
Casaveques, capinhascom mangas it
de cambraieta; e cambraia b .r- ?
dBda, chegados ultiinamentea 10s e $$
?S? lascada um.
;73 Ricos pentes de lartarugs a Ik-, '*'
2 85 e 20, cada um
<3
dasl.ivcrpool, vindos pelo ultimo paquete
inglez : em casaS.de Soulball Melior i C.
rua po Torres n. 38,
Cebol s soltas.
No armazem de Bastos & Silva, defronle
da Madre de Dos n. 28, ven-icm-s* muito
superiores ceblas soltas, pelo diminuto pre-
codc500 rs. o cento.
RC.OpOS,
Os melhores relogios de ouro, patente ii
glez, vendom-se por precos razoavois, no
cscnptorio do agente Oliveira,rua da Ca-
deia do Reciten. 62.primeiro andar.
Relogios.
Vendem-serelogios de ouro e de pra-
tas morte, preservando cm seu uso Con-
seguiram recobrar a -'ande o forras,'decois
de haver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais afllictas i3o devem entregar-se a
desesperacao; facam um comprtente nsaio
doselhcazes effeilos desta assombrosa medi-
cina, e prestes recuperarao o beneficio da
S3UG.
N8o se perca tempo em tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes enfermida-'
Accidentesepileplicos
la, concertam-se por presos razoaveis,
laz-se troco, e da-se dinheiro
na rua da Concordia n. I.
a premio
relogios de
tente
pa-
o

o
K oulras militas fazendas de goslo ^
preco
I2j, cassas organoys de cordSo a 26H o co-
vado, cambraia esiamoada de lindos pa-
drOes e cores lisas a 480 a vara, .litas mais
unas a 6U0 rs., chitas l'rancezas escuras, de
cores lisas e lindos padroesa 260, diUs cla-
ras, padres miudos a 280, itas n uilo linas
de lindos pad'Oes e 300 rs. o covado nsca-
dos monslros a 220 o covado, brotanna de
'olo com 10 varas a 2; cada urna, lencos de
cassa com cercadura de cor a 120, mussuh-
na branca muito fina a 320, dita mais lina a
360, dit*s de cores de lindos padrees a 320 e ,
a 3C0 o covado, cobertores de algodSo pro- %- aS* ^outliall Melior &C.a,rua do
.,. pnos para escravos a 700 rs. cada um, 13a-
>or lados la zinlias muito linas escunse claras a 400 rs
o covado, carmelin, fazen la ainda na> vis-
la, padres de laazinba, pelo barrio preco
de 280 o covado, cortes de riscados liance-
zes ue bonitos padres e cores lisas a 33200
cada um, cortes de collcle de setim boida-
1-s a 3/500, ditos de gorgurao de lindos pa.
dr0js a 3^500, brim trancado de puro linho
e padres modernos a 1440 a vara, ditos
ingleses de ouro, desabnete c devidro:
vendeni-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Uecife, armazem n. T>6.
SAPATOS IH) ARACATY,
ios melhores que tem vmdo a este merca-
do, para bomens e meninos, de palla e de
pielhas : em casa doCaminha A, Kilbos, rua
oa Cadeia do Reciten. 60. primeiro andar
vende-so supcnoi llnhas de algodSo
cas, c de cores, em novello.para costu-
casa d-**
Torres n.38.
Vende-se superior aguordente de
rranca, tanto em harriscomoem caixas,
cores e absyntde, edegado recentemen-
e, pelo ultimo navio : em casa dej. Kel-
Ier4 C, ruada Cruz n. 35.
M .<"moi^,l,,lnasl fle v-lludo prefo.de SJ relos de muito bm rosTo"," proorips wi
n, l,0"*a O, branco e de cores, @ luto a 1-BOO a vara, cambraia
e de
i guarnecidusde vellu.'o ele.
PALMA DK CARNAUBA.
Vende-se palba de carnauba mtilo boa.c
preco commojo : na rua 0a Madre de Dos
n. 2.
Enchams de qnalidacie, e
de 30 palmos.
Vende-se no pateo da Santa Cruz, nadara
n. usaa porcao de enchames de qualidada
e de 30 palmos de comprido.
lja
das seis
do Li-
porlas em frente
va ment
Manguitos bordados, caniisinhas e golli-
uhas ; da se amostra com penhor.
a
das seis porlas
Em frente do LivMnente
Palitos de alpaca prctos e de cores a 5/iif.O,
ditos a 4?, aitos de brim a 3?, ditos ac seda
pretos, fazenda fina a 125000.
Vende-se urna banea de mcio de
s&Ia, meia du/.ia de cadeiras ; tildo de ja-
caranda' : urna cama de amarello e uin
porta-licor : na rua Concordia n. 20.
Una fio Collegio loja tle
fazendas n. 1).
Vendem-se chapeos pelos de baeta, leg-
timos de Braga, em porcao a 1o600 ca la up,
um cmplelo sorliinunto de ruupa feita, pira
escravos, calcas, jaquelas e camisas a 100
reis cada peca.
ende-se
papel para r>rrar salas, de tolas as quali-
dades, por prego muito commodo : na rua
doCabug, loja de roiudczas da aguia de
ouro.
illi ''"Clsa-se de una ama para o servieo
1, "'"" Casa o Pouca familia, qun
d, r .V""*'"1 en8ommr : a IraUr na rua
do Collegio n 13, loja.
n.iV'nl,,,v0Sa"se de "m hf>mem preert-se
estrangc.ro, para feilor de poucos escravos.
no enguio Mussaiba, dislania da capital 4
egiiRs: raga-sebem: a tr. lar com o seu
ropnctar.o na rua Nova n. 14. segn lo an-
dar, d s 5 horas da tarde cm diante.
hl" .* Pr?rpssor particular Canuda Bal-
------------o wuusu,, p"1" Paixao Rocha, n-oridora na rua do
diasepratica qualquer operagao de cirurgia,, Rangel.rraba de dar feria a suas alumnas
assim como.accoJo com toda a promptidao wr se tchar adoentada, porm voftarT n,
aspessoas que prec.sarcm do seo prestim"'" de Janeiro ao seu magisterio econU-
o servio do partos, pracando as o-l "u;'ra a receber pensionistas, meio ditas e
m ensillara a coser, boidar
contar, grammatica.e te.
liviana ns. C e 8 da praca da
Independencia, precisa-se tallar ao Sr.
Joai|uim Antonio de Moraes.
- Jis
lielrunie da ordein tercei
ra de S. Francisco
CONSULTORIO J10MEOPAT11ICO
1)0
Dtt-P- A. C0B010SG0S0
Medico parteiro e operador.
Or. LoboMoscoso, da consultas todos 1
peraces roanuaes ou instrumentaos, quan- | "eternas, a qoe
do nao possa conseguir resultado |or rreio ler> escrever', c
- Na
do Irmbrnnjas.
Altenco
No caes do Rumos, armazem n. 22, ven-
dem-se os seguintes gneros: familia de
mandioca muilo boa, saceos com milho e
fumo em loliia, ludo por preco comino o.
Vende-se um sobrado destriorado,
em OlinJa, na rua de S. Bento, confron-
te ao Mosteiro ; na rua estreita do Rosa-
rio 11. -27). sagnndo a miar.
Van le se snperior farinlia cinsacros,
vmda do Rio do Janeiro ; na rua do Curdo-
niz, armazem 11. 16.
--- Vende-so feijno branco em saceos, de
muito boa qualidade
no armazem do Sr.
A!m?nk do Irmbrnncas. Annos, delronie da alt'andega.
I.uso-Rrasileiro tara osmio ae 1858, por Vendem-sd travejau entos de louro de
Alexandic Magno de Castillo. varios tamanlios; na praia de Santa Rita,
-- Vendes: l moleque peca, de 18 annos 1 reslllaCao
de idade, I prclo de 30 anuos, proprio ;.ara "" Vende-se muilo em conta um piano cm
ar azem de assacar ou o uro qualquer ser- i,nel0 uso> do celebre aulor Broadwoo 1, he
vi{0, 2 negras moQ s, cozinbeias eengom-|(lc ""OS110 e qua Irado, e custou quando 110-
madeiras, tu lo se vende em conta : na rua i vo ,nais de ,-t : na 'ua to Trapiche >o-
vo n. 10.
da liomeopaihia, que tantas vezes tem ven-
cido dilliculdades, que pareciam insupe-
rs vois.
Sg O llr. Rus l-ernandes, medico fuou S&
(i ra reiiltn*ia no segundo andar da
,. Jj roa eslr.ila do Rosario 11. 30, onde 1
}% *" ,irocura,lu Pa o e.ercicio oe sua p
3 ':...;,-.
peitave.l publico, que acaba decbegar para-
^aSSSSJ!? '""lura dous ,,Pritos 0llici8cs
! k^ 1 g Pr con,6into so encarro-
ado qualquer pu.lura de casas, lojas, car-
ros, tabolelas e outras qua^squer que se of-
forecer, sendo os seus servieo* por precos
muito commodos, e prometi nao tor demo-
Elias Machado freir, conslruc-
- KJ5Sf?l,r! i01-1?-" versado emons-
"d" -' lh ^ ll,P01r,ca e PrHtica.ofTerece o seu Ira-
P-u- 9 hlt, a qualquer pessoa que qui/.er cons-
lM i lia 11. 66.
Vende-se um sobrado de um andar ns
rua das Aguas-verdes n 21. com commol.,s
siilbcientes rm familia, quintal grande
m la'oecacimh, : quea, 0 pre'cnJer, di
nja-soa casa do Sr. Rufino Jo Correia de
1 tlmetda, que achara com quem tratar.
* liartitOvS.
Varetas a 35000, Emilios a sstoo ; na fa-
brica de Caslanlio & Filbo, na rua da Cadeia
do Recite 11. 15, loja de Bourganl.
No aterro da; Roa-Vista n.
55, em casa de l'oirier, ven-
de-so um cabriolct cm n.eio
uso com os competentes ar-
truir emharcscos para longo curso, n5o s
para panno, como para llie asseniar enge
nho para vapor, sen io os seus planos exami-
na los, por qun|quer repartido, o mesmo
li a modelos de 50 a 60 pollegadas de rom-
i.rimento com toda semelbanc, prompto a
navegar para o mercantil que quizer.e ensina
ncalgeiirl1^1--;:]^-^.-:'--^-^
o, fari-
uhacfciao
". \ pl"n.' e e?Pherica : a tratar na
do Nogueira
ra: quem se quizer utilisar, dirija-sea sus o 7 Le 8ua rcsileucia rua de
loja, no-aterro da Roa-Vista 11 3 i>

AlgodSo da Baha, polassa da
Russiae do Rio de Janeiro, e car*
virgem de Lisboa : no rua do Tra-
piche, armazens ns. !) o ti!
rus liHli n. 20.
Aluga-se <> 1
ra enmarar
pouca familia : na
m
o
i>a lalnici de caldeiraria sita na rua
Imperial n. 1,8a .20, predi -se dTo^^.T
andar da casa da Ni. da
Cadeia n. 4 : a tratar ,la mesma casa o^5
mciro andar. '
--- Alue-sc un primeiro andar de um
sobrado na rua do Rosario da Boa-Vista e
nina pequea casa tarrea na rua Imperial
"uezia de S. .lose : quem
e feijaii mulatinho e misturado, por
preco commodo na taberna grande ao lado
da igreja da Solodade.
Chai
fre-j
cmes lerreiros, tatoeiros, caldeifeiros .
mesmo tomanvee meninos tiara pren-
deren, o oflicio.
quom vai da rua do Q leimado
para s. rraneiseo.
No dia 3 do corren'e, firtaram n lola
,da rua do Queimado n. 8 urna caixa detar-
,taru~_
i tos.
Vende se na rua do Collgk), loja n. 13, a
7#50 reis, cm massos de 50.
No escriptorio d: Domingos Alves
alatheus, na rua do Apollo n. 2.", tem
para vender por mdico preco osseguin-
tesaitiKoi, lodos de muito superior |ua-
lidade : '
prel-ndcr. f-lio Ricos e elegantes panos,
sobrado do dous Casenira prcta. '
Coxins de linlio para montara.
Papel para lorio de sala e guarnieres.
como de lustre, marca erande.
Aviso eos logislas.
Acaba de ch.gir na rua .Nova n. 22, um
gran le sorlimeiiio de livros em branco de
.olas as qualidades, por preco muito em
conta.
- Vende-se um mulato ptimo ollicial de
fogueteiro ; a ln.tar na rua da Concorda,
conlronte o armazem de maieriass do Sr.
l'edro Antonio Teixeira CoimarSes
I'\RIM1\ DE MuMUoCA.'
Ven jem-se saceos grandes rom farinha
muito boa : na rua da Ma :ro de Deus n 2
FABKICA DE CALCADO TA-
xiado.no-ten o da Boa
Vista 11 46, defronte da
pad.rh do Sr. Costa
I Cheguem pecbinch, borzeguins com
boiracha a C?500, de boles a 5 e 5s500 sa-
|patesdebezerro, ditos do couro de lu'nrc
a 4e 4?aU0, ditos gaspiados com borracha a
5, sapatos de entrada baixa, sapatos de
tranca a 2, ditos do tspete, ditos de marro-
quiin, couro de lustre, couro proto e mar-
roqiiun, tanto para senhora como para ho-
mem, e todas asmis qualidades de cica-
dos, os quaes vendem-se por piceos mullo
' minlos, e. tem sempre troco miu lo, ose
vendem por menosdez por couto aos logis-
las ou pessossque negociam para o mato
He que bar
admira
io
luto a i>6uo a vira, cambraia lisa transpi-
rante, muito fina, com 8 varas, a 75500 a
peca, dilas tapadas muito finas, com 10 va-
ras a 6J600, ditas mais cheias a 43800, cor-
tes de cssemira 5#50o, chales de merino
le todas as'qualidades e por baratissimos
P'ecos, chitas claras e oscuras de todas as
q iaIioac.es a ico, 180, 200, 220 e 240 o cc-
v do, alpaees de cores com lstras de seda
a o60 o covado, pecas de madapoiao de
OOale 6/400, ditas de algodSo com loque
de avaiia a 1^440 cada urna, grvalas prelas
eite cor de bonitos padres a ijiOO cada
ums, luvasde tolas as qnali lides, casemi-
ras mescladas de lindos gostos, com duas
1 irguras, proprias p ra palitos a 2r o co-
vado, chales de laa com han as, campo bran-
co, de luidos gostos, pelo di'i inuto proco
le 2Sa00 cada uoi, corles de brim branco e
do cor do lindos pad oes a 29400, 2j500 e
9MO0 cada um, e outras rouilas fazendas
que se darSo amostras com peuhor.
to canto que es-
t&' torrando.
y-d rua da Cadeia do He-
cife 11. 54, he chegado u-o grande sortimen-
to de fazendas, quo na realilade torra por
pouco dinheiro ; venham verse he ou nOo
rerdadedoannuncianle, e est certo que
ninguem deixara de comprar a vista das lin-
das qualidades e de bom Rosto : o annun-
cianle peje que vendara ver a varieJade do
que existe. Riqusimos chales de touquim
de muilo boas qualidades, csaveques de
casemira, ditos de cambraia com bico a ro-
da, proprios para passamentode festn, man-
teletes do cambraia de modernismo costo,
por diminuto piecu, saludas de baile de bo-
nitas cores, romeiras de cambraia, ditas de
lilo de linho aara senhora o meninas, tanto
para vestidos groslenaple de cores bonitas
OiUito ricos corles de seda de bonitas cores!
com 3 babados, proprios para baile, pelo
preco que realmente faz admirar a vista da
qualidade da seda e do bom gosto, sedas de
quadros de bonitas cores a I58O0 o covado,
chapeos de mola a 5/500. pulceiras de pe-
dras brincas e decores, papulina oe bonitas
cores para vestidos de senliora, chaly liso e
com Rores, de cores muito lindas, chales
de merino bordado na ponta, dito liso a
I-/80. oh! que luidos cortes de casciniras
decores proprios para doutores e rapazes
de bom goslo, panno fino proto de mui-
las qualidades, casemiras pretas. ditas de
cores, fazenda muito boa, proprio para pali-
tos, enfeitcs para pescoco de enancas, saias
crioolin para senhora, mussuiina de umas
cor a 400 rs. o covado, cambraia de salpicos
para vestidos, ditas lisas de muilsa qualida-
des, mussuiina branca a 300 rs. o covado
ditas de cores a 320 o covado, cortes de ves-
tidos de cambraia, feilos, proprios para cs-
cravasa 43000, n.adapoloes de multas qua-
li lates, chapeos de sol de seda, dilos de
panninbo, meias para senhora, dilas para
homem, ditas pintadas proprias para sapa-
tos rasos, alpacas, princezas, chitas, brins,
chales de multas qualidades, In.has de car-
releis Jo 200 jardas, e muilas mais fazen las
que to a vista do compra lor se po Jera men-
cionar as qualidades e os precos, que no
tero nada a desojar em modernismo e qua-
lidades. >'a mesma luja da-se l>zendas com
?'Piihores, e lova-se em casa de familias.
Tasso IrinSos
Avisan) aos seus fregu-
zes que acaba de eUt-^ar
do hchutpnd farinha no-
va que vendem nos seus
armazens aos precos se-
guintes :
GALEGA 25-500
O'DANCE 24 500
alem tiestas tem larinfia*
novas de Trieste- nao s
da primera qualtdade, co.
iuo da muitoantga e acre-
Jitada
SSSF0
Ci:.I PEQUEHO TOQUE DE
h VARIA.
Tecas de algodSo de sacco, ditas de alg >-
do trancado proprio para loalhase roupa
doesciav.s; vende-se na rua do Crespo,
loja da esquiua que volla pare a rua da Ca-
deia.
POTASSA DA ESSIA E CAL
YIRGEM.
\o deposito da rua da Cadeia do Recite,
armazem n 12, ha muito superior polassa
da Russta, dita da fabrica do Rio de Janeiro,
e ca de Lisboa em pedra, tudo chegado ba
poucos das, e a ven ler-se por menos preco
do que em outra qnalquer parte,
Agencia
la fundicao Low-Moer.
rua da &enzala Nova
n. 42.
Nosle ostabelecimento continu'a a have
am completo sortimento de moendasemeias
moendaspara engenho, machinas de vapor
o taixas .je ferro batido e coado de lodosos
taan,ios jiara dito.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao de (errodeD. W. Bowman
na rua do liium, pastando o chafa-
ra, continua a haver nm completo sor-
timento de tachas de ferro fundido e bati-
do, de a palmos de bica, a, quaes sa
echam a venda por preco commodo e com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
Gomma do Aracalv.
Km porqcs o a retalho : vende-se na rua
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anns.
"^ellins e r*ley-ios
SBLLINSs RF.LOCIOS drpatcnle
ntgies : a venda no armazrm de
Koslrun Rooker & Comp.iiliia, es-
quina Jo largo do Corpo Sanio nu-
mero 48.
Vende-se o engenho Cachoelra Gran,
de na rreguezia do Serinhaem, de muilo boa
proiuccao, com bastantes vaneas apaula-
dds.moB copeiro com o rio Camaragibe, sem
levada por >er a bica assentada ao r da
tomada, com tolas as ferragens precisas e a,
mais obias, sendo a casa de vivenda, nova,
distante do embarque dus legoas e meia, e
da estrada de ferro urna legoa. tem o enge-
nho 120 carros de canna de cemente : quem
o pretender poJer dirigir-seao Recite aos
srs Lomos Jnior & Leal Reis, ou com o Sr.
Antonio Concalves Pereira Lima, na villa da
Lscada, n tercas-feira, com o Sr. Dr, Ser-
gio Dimz do Mour* Mattos. e bo o- geuho Vi-
cente Campello, co ., Manoei Gonclves Pe-
reira Lima, que informara dos lemites do
engenho
Vende-se superior farinha
dioca em saceos grandes: na
deronte do trapiche do Cunta.
Alporcas.
Ampolas.
Arelas mal de).
Aslluna.
Colieas.
Convulsflcs.
Ucbilidade ou e\le-
nuac5o.
Debilidadcou falta de
forcas para qual-
qucr cousa.
Rysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza noventre.
Enfermidades no ven-
tre.
Enfermidades onga-
do.
fjilas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febres biliosas.
Fcbros intermitientes
Febreto da especie.
Cotia.
Remorrhoids.
Hydropisia.
'ciencia.
Indigesles.
Inflammaccs. s
Irregu la ri da des da
menstruaco.
Lombrigasdelodaes-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas nacutis.
ObstruccSo do venlre
l'hlisica ou consump-
co pulmonar.
I'.elencao de ourina.
Hhcuuiatismo.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores. ^
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se estas ptalas no rstsheleimen
to geralde Londres n. 24*. .Slrsnd. e m
Oja de lodos os boticarios, droguistas eou-
raspessoasencarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Ilavana ellespaniia
Jendem-seasbocelinhas a 800 rs. cada\
urna dellas conten urna instruccaoem por- '
Ss8"pMul," expUcar modo dse rde-
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pliarimceutico, na rua da Cruz n. 22, "m
Pernambuco. '
Lmcasa de Henry Brunn & C. na
da Cruz n. 10 vende-se :
Cemento romano. '
Cognac em caixas de 1 duzia.
Cadeiras de vime.
Candieiros.
L'm grande sortimento de tocadores
Retratos a oleo para sala de jantar
fcspellio com moldura.
Pianos dos melhores fabricados em Ham- v
l)urp;o. v
Nova agua de malabar.
.ye,lle'se esla agua a mclhor que tem tD-
oret'r, n.Pi'r,'l,ngr .oc"be,, ulssas de
preto : na l.vr.r,. universal rua do Collegio
n 20 da-se junto um impresso gratis ensi-, 'J
nando a forma de tpplictr. '
S$T- s>|9Vtlt^fli4
no !. denoven"1fodo crreme an-
Po d'AIh ?0e"genho CuJr8'hy' I
Cinai irr0!"0 de nome Antonio,
Lm. de ,,lura e rossura regulares
canguc.ro no andar; conversa, poucofpemas
finas, tem todos os denles, he casado e fui
oes'c avodrnn!l,,ha: qUem "PP^henderd"
loescravo conduza-o ao dito eneenho ou
duePrasfiad 'UCfe' na ra da Cm" S*
eroiei. .fener?Samente "compensado. v
prolesta-se contra quem o livor acoutado.^
"" ,R, no .d'a1- o escravo mulato, de
OU mpnn f '2 ""^ 8nnbS' P0UC0 m
de l?sfr. Vh6V0U S,m'8, e c,lca de 'RndSo
delistr.8. chapeo de couro, tem urna peque-
a c.cair.z em urna foote : roga-se portanlo
as olor.dsdes policiaes. ou tfSJSX
VE2> Ca^.ura-'. e remeue-lo par. ,
M. n. de entreP'"' Bero.rdino Jos s
lena.,^1" P"S K"'Cb0 de S""8U0 **
de inan-
lanoaria
ta
AO CASTO
O Pontos da luja da rua da Cadeia do cri-
m excel-|fen.5i, recnbu icio vapo'hambiirguez os
seda com mais lindos casaveqoes de cambraia rodia-
^a loja de i porlas na rua do Queimado
u. 37, passando o beceo da Congregacilo.tcm
chegado a esto cstabelecimcnto um
lente sortimento de vestidos de
muuiJs ouTnlo'heCCnS C ""Jo-rfebico que se l,m visto nonosfomer-
tod..q. r i P rCl u,ll lo' nicamente so vendo car. .enhoras
organdins dos do bom gosto, e muiUs mais f-zemas pro-
i-n casadeRabeSchmcttau{iCompanhia
rua da Cadeia n. 37, vcudem-seolegante.
Pianos do afamado fabricante Traumann
KHamburao.
4ifiSI0 FiSi w
BU
IH.
XA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIBO DAVID W. BOWMAN. ma
RUA DO BHUM, PASSANDO O cHA-
FARIZ,
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objeclos de mecanismos Mearlas
m engentaos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna conslruccfo ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qua.dade e de todos os lmannos ; rodas
dentadas para agua ou animaos, de todas as
proporcOes; crivos e bocea de fornalha e
registros de boeiro, aguilhoes, bronzes. na-
rafusos e cavilhes, aoinhosde mandioca,
etc. etc. '
NA MESMA FUNDICAO,
seexeculam todas as encommendas coma
supcriondade ja conhecida com a detida
presteza e com odidade em preco.
Ao Goiivein.
*a ni do Queimado n. 27, esquina do
Coll gio, vnde-secumbraia de linho puro,
hnissima, dita de seda, novo gosto Dar* ves-
tidos. r
Ao Gouvcia.
Na rua do Queimado n. 27. esquina do
Collegio, venlem-se velludos para colleK
brancos e de coros, ricos padr s. chapeos
de castor branco rapados superiores.
/"^V*."J.,'8e a ,fB'slCao brasileira do
nno de 1848. na rua estreita do Rosario n.
-Jh, lo| do encalernacai.
SVSIEMA MEDICO DE
HLLOWVA
mencionar
d'eano'I',rIPn,,0S P,drfiM ",0" v"-". sedas
de quadros largos a 10200 o covado, ditas
miudiuhas a 19300, ditas multo linas de
gosto luteirameiiie novo a icsuo, lilazftih.
miuilinhasa 320. ditas com lstras deae*Z
a 750, cries de casemira a 49, ditos eufi
tads, cova los 23500. dita muito lina
prianienre de senhoras da n.oda, e mana-
se a amostra.
--- Ven le- e laasentOS para oa2cavallos. com cu-
bera, e com os competentesarrcios; e Um-
s-1 bom um cabriolot inglez com os arreos :
dita de urna largura 800,grodeMples'pSI X^SSfSST' "' '' "* ***'
PILULAS HOLLOWAY.
Este inoslimavel especifico, composloni-
teiramenlc de horvas medicinaos, nilo con-
ten mercurio, nemalguma outra Substaneis
te pronudo o seguro para dcsarreiar ma!! m'", manS0 : (iuem PC-
na compleufo mais robusta; ho inleira- l',ar e. cn,regar aoseu senlior Manoei
mente innocente
tos ; pois busca
,S\ D" cn8enD0 Dos IrirSos. em Apiru-
fdaflTo-0esCr,Vo8atyro' fle nc3o,com
Hade de 2o annos, pouco nais ou menos,
batxo e seceo, cor fula, andar accelerado, he
utbigudo o tem as juntas dos s gross.se
suspeit.-se que ello anda ganhando pelo Re-
cue; quem o apprehender, leve-o ao re- :
rido engenho, qoo se a g-atificado.
-- Fugio do engenho Caichoeira em Seri-
nliaem ao amanhecer do dia 25 do andante
Mo,oen0Vfmb:' oesc,avo P"d o nome
tleulerio. de estatura regular, secco do cjr-
po.sum tanto compndos e com inuit.s
Tachaduras provenient s de bastantes eraros
quelemnelles. o que obriga-o a qoe ando
sempre com alpargata a podado serlSo;
tem o rosto comprimo e o queiso lino, p
dora er de idade 18a 20 annos, e foi com-
Cu s Wanderley, por caria de ordem do Sr.
Antonio errclra Luslosa ; roga se a qual-
quer pessoa a apprebensflo do nesmo es-
cravo, e sendo aprehendido de o enlreea-
rem aos.Vs. Lemos Jnior & Leal Reis, nes-
m0n J0U "tme*T'n igenho cima
mencionado aoabaixo assignado que gene-
rosemenle recomp^ncar. .
Francisco Manoei de Souza Oliveira
rorcingo, 29 de novembro, das 8 as 10
horas das manhila, dcsappareceu e s.iprrte-
se ler sido furlado. do sitio na Passagcm da
Magdalena, que foi da vutb Delfino, um ca-
b.inha escravo, chamado Manoei, idade 10
annos, pouco mais ou menos, descarnado,
tallando Iheum ou msjs dentes na frente,
cabellos carapmhos, falla com a lingua nos
denles ou ho meio tataro, natural do serlBo.
eioi vestido de camisa comprida dealgodao-
zinho e chapeo de palba de carnauba roga-
se a polica ou a quem delle souber, de o
spprenender o levar ou avisar no mesmo si-
tio, ou no Recile, na rua Noy, sobrado n.
7, ou no engenho do Meio da fregurzis ua
Varzea, e promelte-se pagar bem.
Preto fgido.
Ka da 2 do correnle ausentou-se da casa
de seu senhor, o escravo Severino, crioulo.
-, *8 TnV dc idade- "tura regular, e
reforcado do corpo, troca avistadeumo-
Iho, e he um excelle.ite padeiro ; levou um
chapeo de couro : roga-se portanto as auto-
ridade policiaes e capitSes de campo a ap-
prehen.ao do mesmo, c Jeva-lo ao armazem
de farinha do reino, de Jos uarle das Ke-
nee8rosqid.dta 8loridoa !* com ge-
h'i,FL,g.!0 d^sd0 dial- d0 corrente, do
abano assignado, o escravo Miguel, cabra,
estatura alia, de 29 a 30 annos, |.go, e pou-
co se Iba entende do que querdfw'r j veio
do herido, e foi vendido pelos Srs. Joaquim
wlf* s"A".1 ABDt-4 oncalo Alves dos
Santos, em 1854 : graliflea-se com genero-
sidade a qi.em o pegar e trouxer a rua do
t,reso n. 4.
Joaquim da Silva Castro.
lr-,7.7n>0 d'* 2* de w>i0 de ,853 '"'rain do
co dous escravos mulatos, de nlouio Mon-
tciro de Icaria, um de nome Clemente, alto.
alvo, bonito de figura, cabellos louros
ccheados, barbado, olhos sgatados ; o ou-
tro de nome Jos, alto, trigueiro, cabellos
pretos r caebeados. e sabe ler ; andam tur,
los e regulam do 25 a 26 annos de ida-ie e
dizem que se acham no sertao da jahia
onde so tralam por forros : quem .;s captu-
rar c trouxer a sen senlior, s-ja er., |>eriiam
buco no engenho Vinagre, do termo do
I4uaras.su ou no Ico ao Sr. delegado de co-
ncia Francisco Manoei lilas, sera rrenropen-
sfdo com 150 ,ie gratificaco.
No dia 18 do coi rente, 'ujrjio de boi
dodoliri/jue Sagitario, um eterno de
nome Joaquim, pardo ecra\o, de 22 a
24 annos de idade, estatura regular, secco
do corpo, SO tem barba r.o tiueixn, ca-
hellos cara 1111 los e ja lem muitrs bran-
cos, be bem conbeeido por ter a mao
muito caleja.la, quando fu/jio tinbaoea-
!
s

oirier.
em suas operacOcs ecrTei-
0 romove as doencas leilegio n. 15, terceiro and
qualquer especie o grao, por mais antigs e
leazos que sejam.
Entre milliaies de pessoas ou radas com
este remedio, muitas que ja eslavam s por-
Francisoe da Silva Carrico, n rua do Col-
gratsGcado.
ar, ser" bem

ILEGIVEL


PEIW. TSJf. DE m. F. DE FARIA
1H57


Full Text
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