Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06927


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Full Text
AN\0 XXXIII N. 281.
V
Por 3 mezes achantados 4>.'000.
Por o mczcs vencidos 4^500.
SElilNDV FEIRA 7 DE DEZEHBBO DE 1857
Por auno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor;
ENCARREGADUS DA SLBSCRU'CAO DO NORTE.
Paraliibi. o Sr. Joao RadolphoGomes ; Natal, o Sr. Joaquim
gnario Pereira Jnior ; Araraty, o Sr. A. de Lemoi Braga :
Oar. o Sr. J. Jos de Oliveira ; MaranhAo, o Sr. Jos Teixeira
de Mello ; Piauhy, o Sr. Jos Jaaquim Apellino; Par*, o Sr.
Justino J. Ramo* ; Amaionat, o Sr. Jeronymo da Costa.
PARTIDA DOI CORRKIOI.
OlitxlB : li'Aos o* da*, es O e me.i Loras lajaarasaa', CoaaaM e ParaliIlM: na. aguaita* s sesias-leiras.
S. Aalio,Bsame, honiu. Caara', Aliinh-> e Gara......... h ien-a-f.>.-.
s. l,<>iir<>ni,-, Pao U'Albt). Nasarethi Unoelra, Itrejn, Pesquen, truarvira.
Fluir, Vilu-Beiu, Boa-VltU, Oaricarj E", aa qaarUa-ieirai.
(:ah..,l|H,joca,s.-Miiiijcra, Rio Forana, Una, Bainlroa, Agua-Prcia, Pi-
eateiras e oai.,1: a^rlales-fel___
. ledo oa crrelos parlera aa lo horas da raanhla.
AODi8NaiA DO THIBC.NAE DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio : segundas quintil.
Relaco : tercas leirai e labbadoi-
Faienda : queras e sabbados a 10 horas.
Juie do eommereio : segunda* as 10 horsi sj quintal ao msio dii,
Julio de orphaos i segundas a quintas ai 10 horas.
Primaira Tara do evel : aguoda senas se mel da.
legenda ira do elvel ; nirtai Mbbadoi a* mala dil.
EPHEMKRIDES DO MEZ DB DEZEMMBRO.
1 La ebeia ai 8 horas e 37 minutos damanbaa.
8 Quarto minguen le as i horas e 18 minutos da manbaa.
16 La ora es 8 hora- e 42 minutos da manbaa.
14 y usrio crescenl* as 4 horas a 17 minuto da manlia.
PKEAMAR DB HOJB.
Prlmalri ai 8 horss t .10 minutos da manbaa.
Segunda as 8 hotii e S4 winutoi da tarde.
DA* da semana.
7 Segunda. S. Ambrosio arr dom da igr.
8 Terca. J< A Conreicao de N Sra padroeira do Imperio.
! Ou.iria. S. Leocadia v. m.
1" Quinta. S. Mclrhisdes p. ; s. Eulalia v. ni.
lt Stu S. Daina/o p. ; -. Trason ni.
I- Sbado S- Sereuo leitor m. ;s. Epimacho m
13 Domingo. 3. do advento : S. Luit v. m.
E.NCARREGAD'IS DA SUBSCRICAO HO UL
Alagoas.oSr. I laudino Falcao Dial: Babia, or. D. Dopra
lode Janeiro, o Sr. Joao Partir Martini.
EM PEHNAMBICO.
O proprietario do DIARIO Manoel Flguelroa da rirla D sus
(vraria, pnca dt Independencia u. I e 8.
PARTE QFFICIAL
MINISTEKIO DA FAZENDA.
Decreto n. 2034 de 25 de nocembro de 1847.
Permita a varili :urA do pceo liquido real das mer-
cadorias sujeilas a riiteilos na razSo do peso eom
u abalimento das leras marcadas na lana ; da
regrai para ea verificara i.
Usando da autoritacAo concedida pelo arl. 29 da
Itt n. 369 da 18 de selerobro da 1815. e arl. 1(i da
lei n. I i de 28 de outubro de I8t8, hei por bem
decretar o se.uinte :
Arl. I. O* inspectores das alfandega concederAo
a verilicacAo do peso liquido real das mercadorias
sajeitss a direilo* na rarAo do peso enm o .itimten-
lo das taras marcadas ua tarifa eni vigor, quando o
dono da merca loria on seus prepostot req'iertrem a
nrdenarAo a mesina verilicacAo quando o feilor con-
(tren.e do de>pacho, ou o da conferencia da sabida,
a redamaren) no interesse da fazenda publica.
Arl. 2. Para ser adinitlida a reclamaco. e conce-
dida a vei ilicira, da que (rali o artigo antecedente,
lie indispeusavel qne as notas para o despacho con-
tenham a declararlo do peso liquido da merralnria,
na forma do arl. 33 do decreto n. 1911 de 28 de
marro, desle anuo, e que a ditlarerir;a reclamada srja
de dos ou mais por ceulo.
i onico. Eteeptuara-te al o lim da fevereiro de
18 is os deipachos das merca loras que n*l tarifa
anterior naa pagavam direitus na raz&o do peto, a
respailo da* quae* os inspectores das alf&ndege ad-
mit'ii ao o dcpaclio e a reclamacAu, e cuiicedeao a
verificarA i, mesmo sem a declrenlo do peso, se a
parle mostrar que elle nao cumia.da facturas ori-
ginaos.
Arl. 3. Sera' pirmilIHo a' parle, pira qae o pen
liqoio possa verilic.ir-ie com exacti-iAo, separar das
mercadorias os envoltorio*, tanto externo* como in-
ternos, com exrepcio por n dos papis que robriiem
as mercadorias, dos enfeites que as adornarem, c
dos lquidos e materiaes noeessarios para sua con-
ervaco.
A'l. i. O numero dos volme* designado* para se
verificar o p-so liquido n.Vi sera' menor de I em 20,
de 2 em 50 de 3 em 10,1. e aasim por diaule, po-
dend) piirmn o* insiieetores dos alfandegas, nos des-
p,icli iros qeneros coja verificara, traga dtmtio a' marca
doria, reduz'r a' proporrjao esl.belecida, segando es
circorsistanrias a a qoalidade das menina.,
Arl. 5. As riilTsreucas minore* de 2 reconlie-
cidas pala verificacao, nao serio alUnlila-, quer em
I ivoi da faienda publica, quer em favor das paites ;
devendo a mercadoria ser despachada neise caso com
o abilimeuto da tara legal.
Arl. 6. O depr peso b'olo lera' logar l-
menle un casos etpressamenle determinados na ta-
rifa em vigor, e no* oulros quando o despachante o
preferir por brevidade do espediente, (can lo per-
miltida a venlicacAo do peso liqoido real das merca-
doria* qae pela mesma lana estilo sujailas a despa-
cho por peo biulo, sob a formlaem qoaesquer
oulros anvollorios, para se pagaren) os direilo* na
razao da quinlilade venli-ali, un forma do piesen-
te decreto.
Arl. 7. u un lo em nm mesmo volme vierem
acondicionadas mercadorias que pagam direilns por
seu peso liqoido coro oolras que os paam por seo
peso tirulo, sera i lodas ellas separadas e pesadas,
para pagaren) direitos pelo seu pe*o real, sendo as
despetas a'cusa das merca loria*, amia mesmo n>
caso de que ajre'datnac.ao nao sej do douo ou s-us
prepoiloi.
Ail. 8. A* dispezas preciaa* pira a venfi'ac,5o do
peo liquidj cjrrerao por conla do reclamante.
Arl. 9. I'icain revogadas as di trario.
Bernarda de Souza Tranco, do meo conselho, se-
nador do imperio, iimiislro e secrelerio de e-la 1 >
dos negocio* di fazenda e presidente do tribunal do
Ihesooro nacional, assim o leona entendido e fara
eiacolar.
Palacio do Ri i de Janeiro, im j", de novernhm de
I8J7, 3H da Independencia e do imperio.Com a ru-
brica de Sua Mageslade o Imperador. K-Tiiardo
de S >c ta Fnnco.
A thtsouraria de Sergipe. llernardo de Souza ao servido publico, conservando todava as honras de de Janeiro, em 18 de novembro de 1857.Solicilno r
tranco, presidenta do tribunal do (hemuro, deca-i suas palenlas. I V. S. no seu ollieio de de agosto do anno proxi-
ra ao Sr. inspector da Ihesouraiia de fazenda da Art. II. O presidente da provincia podera', dan-i mo pretrita, ser eiclareeido sobra as te^uinles du- i
provincia de Sergipe, em respoita ao seu ollieio n.' do conla ao governo, nomear por lempo determina-' vida* :
58 de 2 de^eltmbro nllimo, que na,i pode *er ap- I do um oflicial general oo soperior do exercilo para 1* Se, lendo boj" o* trihunaes do eommereio por!
provada a portara, pelo mesmo Sr. expedida res- i inspeccionar aguarda nacional, regendo-se nessa i adjuntos, alm do l-cal, irais dous oalro* desemlnr- |
peeliva alfandega, mandando aponlar es emprega.los eommissao pela legi.lac.ao e instrorrOes proprias das gadores, pdenlo estes substituir o dilo facal nos
qne n.lo comerjarem o Irabalho as 9 horas do dia, insp*cr,6es militare* dos Corpus do exercilo, ns par- j seus impedimento*, e no caso allirmalivo, qoal delles
4ior ser contraria a' di*poir,a da arl. 59 do decreto te que Ibe r appltcavel. dever.i exet
de 20 de novembro de 1850 ; cumprindo por tanto I Arl. 12. Tambero pudei o presidente da provin-
que no ponto da alfandega o Sr. inspector fara ob- 1 ria, sempre qae convier an servido, nomear proviso-
srvar o disposto as deeises do Ibesouro n. 7i de nameote olTtciaes de linha para commandanles su-
27 de fovereiro en. 12 de 28 do maic,o de 851, periores, e do* corpos da guarda nacional, ficaodo
expedidas a esse respeilu alfandega da corle, so-; dispensado do exereirin os eltectivos, como permute
bre a inlelligencia do cilado arl. 59. o art. 61 da lei de 19 de selembro de 1850, al qne
13 I cessem as razies que acomelharam esta providencia,
A* presidencia do Maranbao.film, e Exm. Sr. ] da qaal dever dar parle motivada no governo. Se
Deferindo o requerimeolu dos directores da rom- os olllciaes de linha forem do quadro elTeclivo do
iniiliia Mun'i.ir i i Maranhense, remello a V. Ex.
naa inclusa* copias os regimeulos de 19 de Abril da
1702 e de 13 de malo de 1803, a bem iisim o* di-
verjo* alvaras, carias regias, bandos e proviides,
concernenIns a' mincTcao dooarn, para qoe V. Ex.
far;a observar a* suas di"posires, que anda existi-
rem em vienr, advertinln : 1-, que em virlnde do
arl. .11 da lei n. 51 i de 28 de ouluhro de 1848, de-
vera fazer a nomearilo dos guarda-mures substitu-
tos, e marrar o* distnctos da jurisdirr;ao de rada om
dalles, altendendo prinripalineutc a's distancias que
li ni ver entro os diversos logares onde se descobrirem
minas de miro, a' jiromplidao a lacilidade das me-
dito*, e a' ciiinmo li.lade das parle* nleressadas ;
2', que a roncts.Ho da* dalas minerae* nao se de-
vera' verili-arsem que os prelendiules lenham pago
o imposto de que trata o arl. 33 da mencionada lei
de 1818.
exercilo, devera' preceder aulorisarao do ministerio
da soerra.
A'l. 13. A pena de prisSo, mareada nos arls. 91
e 97 da lei, be elevada a quinze das.
exercer interinamente as respectivas fonc-
jOes".'
2" Se o art. O do titulo nuiro do cdigo com-
mercial pmliihe ab*olutamenle que (acam parte do
memo tribunal os prenles dentro do grao deca-
rados, e commerciaule* qoe lenham soriedade entre
i ; ou se, permillindo tcitamente que sejam piles
membros do tribunal >omo nos deinais Irihunaes ju-
diciarios), ni veda qae irvam ou inlervenham em
urna mesma quesiao conjonclamente?
3* Se, sendo omi*as as inli uries de 5 de se-j
lembro de IS'iO acerca do numero de votantes lie- :
eessarios para formar n collegiocommercial, nao sera !
indi*penavel qoe estejam prsenles 20 cleilores, na
Art. !(. A gaarda nacional podera' ser rhamada, mero que o arl. I i do litlo nico do codso roro-
por deliberado do governuou do presidente da pro- : mercial declaroo preciso para a primeira eleicAo ".'
vincia, a servido de corpos de.larados, e einpregada 4 Se reolvida allirmalivameiite a primeira par-
na guarnirao e polica das fronloiras, nao si. no. ca- te da secunda dovtda, e sendo elaitos ao mesmo
sos de qiie trata o arl. 118 da lei, mas tambero lempo* prenle* no* grao* referidos, e rommcvcian-
qoando houver perigo ou anteaba de invasao da ini- tes que sejam serios; deve recaliir a preferenria so-
Expediente di da 12 de novembro.
Ao tonulado. Ten lo siJo deferido o riqneri-
mentu de Samuel Datra, relativamente ao traspor-
ta de algumts fazendas para a provincia de Malo-
liroisa, polos parlo* da Confe 1-rarAo Argentina, no
bngue hespantiol Julio n, expira o Sr. ado>inilra-
il ir interino da mesa do eonotalo as dispensa* ue-
ces*arias oara aemelliante li n, nos ternm do decre-
to ii. 1833 de 25 de outubro da I85G, visto nao ha-
ver acWalinenl* eiulnreacl) nacional que 10 piopo-
lia) a carg* para aquella provincia. E porque nao
fura regular o pro-e lmenlo do Sr. admlnilrador,
eilgindo o pagamento por deposito dos gneros na-
(louiei sujeitos ao* direiloa de eipnr(ar;ao, segundo
o dispnato no arl. 4. do referido decreto, desde qae
te piopsi a' carga aquella brigoe, compre adverli-lo
de que, em qoalqaor das hypolhases estabelecida*
pelo cilado decreto, o deposito ou raur.Vi exigida de-
va ser tima couseqoencli da faculdade para o trans-
porte, a qual s pode ser conferida na corte pelo
governo imperial, e nanea om acto preliminar, e
anlerior a' referida concessao, como evidentemente
se condece dos arls. I- 2' do mesmo decreto.
MINISTERIO DA JUSTICA.
Decreto n. 2,029 de 18'Je nocembro de 1857.
Di or.',nisar io guarda nacional das provinrias do
imperio limilroplies com os Estado viiinhos.
Em virtude da remitirlo n. 520 de IV de feverei-
rn de 1850 e do arl. I3S da lei n. 02 de 19 de se-
lembro do mc-ino nnno, hei por bem decretar o se-
guinle :
Arl. 1. A L'uar la narional das provincias do im-
perio lirnllroplies com E'tado* vizinbos ser orga-
nisada e regida n i roiifonnidade da lei o. 602 de 19
de lelembro de 1850, e da* ins(rurr;es a regulamen-
los expedidos pira sua exacuro, rom as alierace
abaixu declaradas.
Arl. 2. Toda a forja da guarda narional seri di-
vidida em commnodna superiore*. de s rle que ne-
nlmma parle delta, quer seja do servic;i) activo, quer
da reserva, deixe de licar subordinada a alguin dos
ditos commandos.
Arl. .). () presiilente da provincia podera', qaan-
do jnlgae ennvenieute, nomear om ollicial de linha
pira presdanle ou membrn do ronsal'io de qualifi-
cat.lo de qualqurr paroebia ; rom lano qne no pri-
meiro caso nao sej prejudicado o direilo de Igom
outro memliro, a qnem compita a presidencia, por
ser mais graduado oo nuis auligo no posto, ou mais
velho em idade.
Arl. i. Nos casos de que trata o art. U do pre-
seule decreto, podera' o presidente da provincia in-
cumbir, em rada municipio, as altnhoir,e* proprias
do conirlho de revista a um conelho e(tecial com-
posto de Ires ofliciaes de linha honorarios, ou da
guarda nacional que nao lenham f'ito parte dos coti-
selho* de qnalilirarai da parorhias do mesmo mu-
niripio, e marrar os prazos denlio dos quaes devam
esse* conelhos especiaes comerir e concluir o seus
Irabalho.
Arl. 5. A renda neeessaria para a qua]ifcac,ao
do guarda u irimial lica reduzid i a' mlade do que
exige o arl. 9 3 1 da lei de 19 de selembro de 1850.
Arl. 6. Na provincia de S. Pedro do Rio Grande
do Sul serio dispensado do servico aclivo da guarda
nacional o proprietario da fazenda de gado que nella
residir, e o seu capataz, se ahi se marrarem cinco-
enla, ou mais cria* animalmente, iliqoella- onde
nao residir e proprietario, ou em que se marcarem
quindenios, ou mais crias annualineiile, sera dispen-
sado um p'Io, ou vaqueiro, alem do capalaz.
Sempre que se completar u numero de qtiiiihenlai
crias marcadas, alem de mil, cunreler-se-ln igual
dispensa a maisum pean, ou vaqueiro.
Arl. 7. Sarao dispensados do servido aclivo, nao
ob-laote perlenceretn 4 lista respectiva, guando vo-
lonUriamenle se naa preslem, o* individuos que oh-
liverem baixa do servic/i do exercilo por haverim
completado o lempo marcado na le.
_Arl. 8. O* guardas nacionaes du servido aclivo
no pnlrrao *er nomeains inspectores de quarlehao
nem oiliciae* de juslija sem previo eomentimentu
do prelldenle da provincia, ouvido o commandante
respectivo.
Arl. 9 Na falla de odi-iaes de linha podera' o go-
verno nomear para os postos de majores e ajudantes,
os olfiriaes da guarda naconal que ja liverem ser-
vido em corpos de*(arados pelo capareo de um anno,
ou mais. t)s majores serao escolhidos de entre os
que liverem pelo in-nos a patente de c ipilao. e os
ajudantes de entre os que liverem a de subalternos,
e perceherao, elem dos sold* proprios de (ae* paten-
tes na linha, as vanlagens correspondentes ao eaer-
ciriode seus postos na guarda nacional.
Art. 10. O* eoromandantes superiores de corpos,
assim como os de serenes e de comnaohias avulias,
poderao *er demillidus dos cominandos, se convier
migo externo, e sempre que o exigir a seguranza du
Estado.
Arl. 15. A designadlo dos guarda* que devam fa-
zer parle des corpos destacados sera' regulada por
in-truo.cs .jo presidente da respectiva provincia,
podendo|'ser indislinclamente designado* para ser-
virem as fronleiras os residentes em qualqutr mu-
nicipio.
Arl. Iti. Os corpos destacado* podero pa fronleira para serem empregadns fura do imperio,
se assim o exigir o servido do Eslado.
Art. 17. Serflo isenlos do recrutamenlo o* guar-
bre o mais volado, procedendo-se a' nova eleirao em
lugar do* menos volado*, a respeilo de qiiemse der
o impedimento legal '.'
5" Se, decidida porem negativamente, naa sera' |
roal que nu julgaraeiilo das appellajes seja o se-
gundo sorteado, a resprito de quem se der impedi-
mento para servir cunjunclamenie com o primeiro
na mesma caasa, substituido por outro torteado
desimpedidu !
tja Se ueste ultimo caso, e as sessoes admini-
Iralivas, tratan lo-se de quesles, foja decisao de-
penda de tutian il completo, deverao os menos ve-
das nacionaes que, por attestados dos commandanles t lados ser subslitoidos por supplenles desunpedidos *'
tas compatiliias, visto* de Ires em tres mezes pelos j E quando nao seja preciso que o tribunal esteja
ORIGINAL DO DIARIO OE PERNAMBUCO-
6DB DEZ6MBKODE1857.
0 dia dottt de dezcmbro.Tlicalro d''ApoVo.Thra-
tro di Santa Isabel.O porl de L'imaniar.
.(//lia-' palacras sobre o Sr.llippolylo Uadaul!.
O kilendario poltico dm povos conla moito pou-
ros itias. e oulr'ora ales poucos di.* oran con.asra-
doi a lisonjear o orgulho a amnr proprin dos prin-
cipes por motivos meramente particulares
Al nacea qoe eramabsorvidas completamente pe-
lo soberauo, nao linhain parte uessas solemnidades
reaei.
Q jen lo l.uiz \IV dizia a l'elil c'esl moi nao
1 ill iva n'um seuli.Io fi dede ; a l'ranra era exrlusivam-nli elle, e nada
mais; a semelhanle aiorpacao linha aoa raiao de
aer ; derivava da propria nalareza daa instiluicots
que eniao estavam em vigor.
Hoja porem a queiiai lomou um carcter mala
r.ompativil com a dignidade do hoinem. En rigor
o primeiro magislra lo de orna nacao ja nao he um
11 un > in no senil to vulgir do termo,he orna abstrac-
c.1i, a psrionilicaijao viva e palpitante da nac.Vi a
que pertence ; de sorle qoe o sangae derramado
para defender o estado que elle lyrobolisa, as
riquezas despendidas para manler o e*plonlor do
cargo soberano, a sumpluu'idade com qoe o povo so-
leranisa esses dia* r!,amados uacionae, lado isto he
' oinmuin a lodos os ddlereutes memhros desle po-
vo, val de todos para om, e de um para todos : he a
verdadeira glorificac,ao da soberana nacional, perso-
nificada n'ura individuo,nada de usurparlo, nada de
airlusivismo.
As fasta* do dia 2 de dezembro lem este caraeter :
lie o povo brasileirn que applaude o anniveisario do
seo iiasciment i poltico ui dia ai nlversario do uas-
nment natural do seu magislralo supremo.
llluniuiHi.oi-, paradas, o paviltio aori-verde, e o
le lodos os iio mu*ics pela* ra* da eulade, e espectculos em dous
Iheatro*: eis os festejos com que se celebrou este
anno o diz dous do dezembro.
O Iheatro d'Apolio, que ha modo lempo se arha-
va fechado, mas on le presenten.rula trabilha urna
vez por mz urna compaulua dn amadore, deu no
primeiro um inlerassanle espectculo.
Depois da rompanhis ranlar o hymnn nm mI
ante o retrato de S. M. o imparadoi, collorado em
om Ihrono mignilicamentc d-coiado e iluminado,
repreenlou-se"uma exeelieiite rornsdla, ornada de
msica, intitularlal'alavra de Ral,da qaal'ptsia-
remos a dar um peioeno extracto.
Em 1705, D. Joan V, eolio na idade d 17 anuo.,
pedio a D.Pedro ll,eo pai, para umr-soao exerri-
to portusuei, que se arliav* peleijanAa com aaCaa-
telbauo* lob u cmimanlo do maiquez de Midas ; e
na desejandn D. 1' Iro ., paiar do fiiho, ordeuoo
continuadas caridas afnn de d siuadi-le de seme-
Ihanle idea, e enlr*gou-o a I). Antonia de Menr/es,
lidalgo veldo, recummendando-lbc que nunca o le
amparasse, e esla recoinni.n l..r.' repeli el-rei a
Oulros lidalgos que acompiuhavain o filho.
Em uma desla rabadas soecedni qae n principe
eneonlraiie a II. Itranca da Mbiiqueiqoe, s dirinlia
da marqueza de Riba-mar, que ninravam em nina
quii o i de Villa vteoea, e lualianattdtr-M por
ella, rrelenleu por ludo o* molo* fallar-lhe, e pa-
ra ele fim escolheu o seo eamarisli D. Aulomo de
Menezes para levar a' subiinha da marqueza um ra-
iii dhele de llares, a dizer-lhe que desejava fazer-lhe
uma visita, o que bstanla assuslou a l>. Antonio,
poii que es-a dama era sua futura dovi, a eulao el
chefes dos corpos, mostraren) que estao fardados
que lem sido sempre oromptos para o servido.
Arl. 18. O* commandanles superiores da guarda
nacional poderao accumular o coininanlo mililar
das fronleiras, se forem oomeados para esta eom-
missao.
Arl. 19. O lempo decorrido em erviro da eampa-
nha sera' cornado no duplo para a reforma dos ofli-
ciaes da suarda nacional a que perlencerem.
Arl. 2't. As pracas da guarda nacional que servi-
rero em corpos destacado* as fronleiras por doze
annos completos, segnida ou inlerpelladamenle, l-
cuau isentas de lodo o serviro da mesroa guarda em
aualqurr logar onde residirem.
Arl. 21. () gaarda nacional que liver sab-tiluto
em am corpa destacado ficara' igualmente l*enlo de
todo o semi.o ordinario em quanlo durar o do mes-
mu corpo.
Arl. 22. As diposirG>* do prsenle decreto pode-
rao ser applicadas a lodos as provincias fmnteira, a
algumas dellai ou a um* parle *>mienta do seu ter-
ritorio, como deliberar o governo, leudo emeomida-
raijao as circumstancias peculiares de cada ama.
Ail. 23 Fica revogado o regularoenlo provisorio
que haixou com o decreto n. I70 de 22 de fevereiro
de 1850.
Francisco Diogo Pereira de Vasconcellos, do meu
cnn-elbo, miiiiilru e secretario de eslado dos nego-
cios da juslici, assim o teuha enleudida c fara exe-
cOlar.
Palario do Rio de Janeiro, em 18 de novembro
de 1857, 36* da independencia e do imperio. Com
a rubrica de S. M. o Imperador. Iraucisco Diogo
l'ereira de Vascoucellos.
Decreto n. 2,030 de 18 dt nocembro de 1857.
Declara qae o juizo commercial he o nico compe-
len! para o julgamenlo dos prejoito* e damnos
rausadus por eli-lioarao dentro dus pollos do im-
perio e no alio mar.
Teiido-sesusnlado duvida sobre a rompelrnria do
julio cororoerrial para julgar os prejuizos e damnos
causados por ab.ilruar.lo dentro uos porlos do im-
perio :
Altendendo ao que a elle respeilo dip8 a rerola-
rao n. 3.58 de I i de acost de 1815. o resulamenlo
ii. 57de 19 de maio de 185b', arl. (i., g 5., 118 e
sesuinles, o coiliso commercinl, arls. 750 e 751, e o
r"-ilamenlo n. 7:17 de 25 de novembro de 1830, arl.
"* legoinles : ji.'iorameuto do porto, e indique o que puderia anda
lerdo ouvido o meu conselho a lado, com cujaef'fazer o governo Imperial para que e*se serviru to-
pareeer me conformei, por minlafCmperial resolu^aol inasse pioporrOes mais longas.
le procurou por Indos os meios illodir o principe.
Entretanto, lento o principe reparado que I).
Francisco da Veiga, um dos lidalgos da soa comi-
tiva, andava sempre melanclico, prelendea inda-
gar o motivo de semelhanle melancola, e pora talo
procurou uma occasiao favoravel. Eniao, soobe da
bocea de D. Francisco, que a causa da tristeza que
n arabrunhava era o ser dosprezado por D. Branca,
a qual depois de mil juramentos de constancia e li-
drlidade, no da em que essa dama se retirara de
Lisboa, fin ira-lbe uma carta, diisoadiudo-o do
seu amor. O principe perguula-lhe onde ella eii-
lia, e ilii-nil qoe era a in-ma I). Itranra que elle
tambem amava, promelteu a I). Francisca) que llie
vmgaiia a alTronla que lindaf recebiilo, e para este
Tim, reiimu lo toda a sua equpaselo, par o para
Viliaur.i.a, mandando adunia D. Antonio de Me-
nezes participar a marqueza, que lencionava ir des-
cansar em sua qoinla, rircumilaucia muilo aprecia-
da pelo camarilla, pois que prevenio a marqueza do
que se havia pa vigilancia para com o principe.
A marqueza receben n principe ao clitao de mul-
las locha* acesa, e cedeu-lhe u seu palacio, reti-
ran Jo-se pera um ptvilhao que havia no jardn), po-
rem mandn fechar lodas es porta* que lavam en-
trada para o mesmo jardn). D. Francisco da Veiga
que se havia occullado entre as arvores, aproxi-
ma-so do pavilhao, e ahi cantando, fez apparecer D.
Branca a janella, que linha contiendo a voz do
amante, e depois de ler uma longa conversara ., elle
eonhece que a caria que linha rerebido nao Tora es-
cripia por D. Branca, mas airo por D. Antonio de
Menezes, qua latnbein havia enviado a D. Branca
orna carta igual, como sa fura remedida pur D.
Francico.
t.i ian lo o* dou* amante* estavam a conversar,
ve-am ipparecer o principe em uma das varaodas do
palacio, entao elles s occullam. Vendo o prinripe
que j nao havia mais niuguem no jardim, desee,
mas encontrando a porta fechada, procura eulrar por
um portan que dava para o campo, e encontran-
do-o igualmente fechado, sobe por uma arvore pira
cima do muro, e obriga a D. Antonio a fazer o
mesmo, o qoe eom bastante dilliruldade coneguio,
e depon n principe salta para deolro do moro, dei-
x linio ah u siu veldo camarilla.
Dirige-se ao pavlhio, cuja porta tambem eslava
fechada. Entretanto como visse aberla a janella em
que I). Branca eslivera a conversar, penetra un pa-
vilhao. Depois apparece I). Branea, lingindo-se soiu-I
o imbua, acompanhada pelo principe, e sob este
j djsfarce eonta-lhe todo o trama das curtas, ardido
j pelo velho lidalgo, dizandu-lhe que estiva disposl,
I caro I >.>,, ..brisada a casar-se com elle, a asiassiua-
lu em i noile do casamento.
Sihendo n principe de toda esla historia, preten-
da leva-la para l.i.boa, pois a julsava par da roan-
rha qoe Ibe impulavam ; entretanto apparece D.
Iranrisco, deila em ierra o velho lidalgo que ainda
ae ardasa sobre ii muro, e a quem o principe linha
ordenado que losse rhOOJOt a sna romiliva ; en-
1*0 elle in-ulla n principe, e o desala para um duel-
lo, ao que II. Branca te npp6e enllocando.se entre
elles. Neala momento I). Franri-ro lemhra an prin-
cipe a promesa que Ihe li/.era de nanea pralicar ac- i
'.ii alsuina que fosse contra ua flianidule de mo-
uarrha, e que forlificava romPalavra de ReiRe-'
eriiberendo o principo que n.1o havia precedido co-
mo piomellera, manda r amar a marqueza, e pe-
ranle tolos pede-lite a mo de sua sobriuha para
|l l'rancisro, ao que leoppoe a marqoeza prelex-.
laudo ser elle um lid-lgo pobre, e romo la I nao me- i
recetor deuint rica luid-ira de Riba-mar. Eolio i
o principe o nonia i*?ii eaoaariata, ordenando a D.'
Antonio que Ihe eulregne as insismas, e D. Fraucis-
CO casi rom a foriiiosa e rica D. Ilranca.
Cinrloio e o cpectaculo com rima comedia em :
um acto Brando l'ai e Filho, e lano esla como a
l.'furam salisficloriameule desempeobada pela I
complrlo, ilevr.lo preferir o* mais votados, ahsten-
do-se de intervir na decisao os menos votados, que
forem impedidos '.'
S. M. o Imperador, a coja presen;* levei o rilado
officio de V. S., lano ouvido o conselheiro procura-
dor da coroa sobre laei duvidas, e a srcr,ao de juslie,
do eonselho de eslado, hoove por bem,por sua impe-
rial reolurao de IV do crrenle mez, e de ronlormi-
dade com o parecer da mesma seecao, qiie se confor-
mou cora o do referido procurador da coroa, decla-
rar, quanlo a' 1* duvida, que a sohslituirao, no calo
proposto, devara' recahir no desemhargador mais
anligo por sua Hornearan, posse e exercicio na rela-
can ero que primeiro servir, segundo o regiment e
platica seguida lias retarde*.
Pelo que respeila a' aeguuda, que as palavra*
nio pnderAo servir conjuuctameute no mesmo lri
banal eicluem loda a a de dislincr,Ao ou li-
mitarlo, mormeule tircorreudo, no sentido contra-
rio, iiic.lculavcis inconvenientes ua adminslracao
da jailifa, e as funcroes dos trihunaes do eommer-
eio ; devendo porlanto enlender-se que esta dis-
po*irAi> fixa nina prohibirla absoluta sera a menor
restricco.
ijuauu a' lercera e quarla, que se deve proceder
na forma pur V. S. indicada, licanlopor conse-
queucia piejudicadas a quinla e sella duvidas.
O que enmmunico a V. S. para sna inlelligencia.
_ Daos guarde a V. S.l"rancicii Dioso Pereira da
Vasconcello*.Sr. Jos Ignacio Vaz Vieira.
Deu-te conherimenlo ao quaitel-general a con-,
ladoria da marinba.
Ao quarlel-general da marinha, delerminando
que expela as convenientes ordans ao coromanilaute
da e-l ir/m naval do Maranho, para qae mi so
mande balisar aquella das barras do lio Parnahyba ;
que servir aos vapore* da companhia de Pernambu-
ro, que leem feilo para all viagem, na inlelligencia
de que se aolorisa a presidencia do Mar.mli.Vi a
despender o que for neressario com a constroccAo de
boiaa m rompelentes amarrarle*, mas anda a fazer ;
examinar e indicar o lugar onde deve aer enllocado
um pequeo pharolele, que he reclamado pelas au-
lohdadei da provincia do Piauhy.
Deu-se conheeimenlo ao ministerio da fazenda e a !
eontadoria da marinha, bem como ai presidencias
das dila**provincias.
li
A' inspeer,ao do arsenal de marinha di corle'
delerminando, em eonsequencia do que requisilou
o ministerio do imperio, para poder delerir o pedido
da companhia hraaileira de Paquetea a vapor, sobre ,
o pagamento de que trata a con iieao 22'. da con- !
trato de 3 Janeiro de 1855, qne fac;a verilicar, neo s |
tonelagem de rada um dus vapores eOyapork,
Cruzeiro do Sul, Paran, e ToOMOl, com o* quaes
pretende aquella companhia comrar a execular o
dito ronlralo na linha do norlc ; m* anda a torra
e veloridade dos meamos, como dispe a condir,ao
lercera do referido contrato, e a sua lOlacAo para
passageiro*. de ennformidade com o S -' d arhgo
I*da resoluto n. 8(i de JS de maio da anno pr-
ximo pretrito ; devendo do resulta lo dar paite a
esta secretaria de eslado.
A! de Pernaiiburo,delerminando, a villa do que
represenlou o meslre poleeiro do respectivo arseual
de marinha Pedro Jas de Freitas, por nao ter sido
este empreo comprehendido na tabella a-quo se re-
fere o avio de 5 de selembro ullim, designando os
veuelmenlo* dos operarios e oulros individuos em
pregados no dito arsenal e nos da* provincias da Ba-
ha e Para, rom como das informarle* dadas acerca
de lal preleurao, que o sopplicanle, visto acbar-se
no gozo do referido emprego por mai* de 21 anuos,
seja nelle cinservado com os vancimenlos que na
mencionada tabella se marcaran) ao meslre da ollici-
ni do puleeiros do arsenal da Bihia, sem que lo lavia
sirva islo de cxemplo para oulros : a cujo respeilo
expedir' as orden no-r.sari.i-.
Daa se couheciinento ao ministerio dos negocios
da fazenda, e a eontadoria da njariiida.
Ao ministerio dos negocios do imperio, acen-
sando a recepcAo do aviso de 3 do correnl, remet-
iendo, por copia, nao s o decreto n. I.98S de 10 do
mez prximo pretrito, qoe innova o contrato cele-
brado pelo uoverno imperial com a compoiOiia de
navegaran e rom.nerrio do Amazonas, mas (arobem
as condiees aunexas ao inesroo decreto ; e preve-
na ln de que, na cottformidade da requisicio que
fez ii'n iti.i aviso de igual dala, referindo-se ao men-
cionado contrato, fi-am expelidas as convenientes
orden, para que os presidentes das provincias do Pa-
ra' e Amazona*, de accordo com o commanditite da
e-lac.io naval do MaranhAo, manden) proceder a col-
locarAn das I, as e pharoletes de. que trata a condi
rio 20'.
Ministerio da mahiniia.
Ex|iedieute do dia 2 de novembro.
A' presidencia da provincia de Pernainhiico, de-
terminando que mande ev.iniiiiar as condiroes me-
diante as quaes foram aforado os terreno de mari-
nha em qoe esTA edificado o liapiche DoVO silo entre
o arsenal de marinha e a na da l.iugaela, e bem
assim a que cnudires se lujeitell o propnetaiio do
referido trapicha para o construir, e d de lulo
parle a esta secretaria de e-ta io ; declarando quaes
os predios cuj tlesapropriaeA) se doveria fazer des-
de ja em beneficio do mesm i arsenal, visto como na
rel.ie.ln iil.nn lu-ule leinellida a ele ininist-rio es-
IAo inrluindos, nAo os que cotiviria desde ji desa-
propriar, purm lo los os que o deviam ser para o
mllinram.iil) fuluio do eslabelccirocnlo, o que lu
porta ero avullada drspeza ; delerminando oulro
sim que examine cuidadosamente o serviro do me-
da 31 de outubro do crranle ano.
Hei por bem decretar o seguiule :
Arl. nico. O juizo commercial he o competente
para jnlgir ui prejuizos e damnns causados por abal-
A presidencia da provincia de I'ernambueo, rom-
inuiiir ni lo qua o capitn do porlo da mesma pro-
vincia pniiderou, em ollieio de t de maio ultimo,
maca i, tanto no alto mar (arl. 750 do cdigo com-! que, vista do lersiro que all preslam os vapores
mercial) como nos porlos do imperio, e as indemni- j de reboque, torna-se desnecissario a pralicazem o
a{es correspondentes, devendo as capitana doi | cter mandado construir no respectivo arsenal de
porlos limilar-se a verilicar se houve iufraecAo da | marinba, para ser entregue Associargo dos Pral-
policia do porto, para o ellrilo nico de appliear | eos, ua conformidada do regula meu lo* de 28 de fa-
penalidade que por ella eouber. vereiro de 1851; a determinando que expera as
Frailasen Diogo Preira de Va*concellos, do mea convenientes urden, alim de qae o dito cter que
ronselho, ministro e secretario de estado do* negoei- por emquauto perlencendo ao referido arsenal, d-
os da justica, asim n lenha entendida e far;a execo- I vendo empregar-se em levar agoada e manlimentos
lar.Com a rubrica de S. M. o Imperador.Frau-
cisco Diogo Pereira de Vasconcello.
3" serrAo.Ministerio do negocio da juslica. Ro
companhia de amadores, que actualmente din ao
publico desla cidade m-ii urna occasiao de distrae-
rn e recreio.
O Sania liabel solemnisou o dia douscom a primei-
ra repre.enla;ao du drama, intitula lo- O Medico dos
Meninos, (ladurcao do franrez Le Medecin de
Etifanl*)), he, e nao no* engaamos, produerdo do
atoree da Mara Joanna oa a Mulher do Povo, o
Sr. Anicel e Dennrilean, e fot dado pela primeira
vez em Par no thealio liaiet.
Por mais insigmlicanle e nullo que possa parecer
o no*sojuizo sobre o mrito des*a producrAo, aven-
toraremo-nos a dizer que ella nAo se distingue,
uem pela rostidlo, nem pela eileusAo do desenvol-
viinenlo : he um trabadlo simples, roas bem con-
cebido, e delineado coro babilidade : coro lulo o
seu ellrilo na siena nAo he grande.
Eis-aqui o dado dramaliro : Uelormel, ollicial da
marinha real parle para alalia em um navio, de
cuja guarnirAo faz parle, e deixa a -u i mulher, Lui-
za, em Paris.
Ah um esludanle de medicina, Luciano, manrebo
de grande inlelligencia, e esperances da familia, que
esla .a concluir o seu curso, ao ve-la, apaixona-se
por ella, e se preva'ece da ausencia do marido para
seduzi-la, e loma la cmplice de um amor crimi-
noso, fugindo ambos para a aldeia de Jeurre, onde
Luciano nao desmenlindo seu lalenln, cnnstilue-
se medico de grande reputaran, principalmente em
molestias H rrianr-as, dslinumn lo-se sobretodo pe-
la -ua caridade e amor an* pobre,
A vida dos don* amante corre feliz e tranquilla,
apena alsuma vezes anuviada pelas recordar-es do
passado, que um echo rta conicienria desperla Ihe*
por inltrvallos, no mcio desia existencia repartida
entre o amor, o esludo e a caridade, e ainda mal
embelezada pela preseuca do Lucila, menina de
Ires anuos, anjo de innocencia o furmu-ura, fruclo
dessa umao illegilima,
le no meio
u Daquelle engao d'alma ledo e ceso
o t.luea fortuna nao deua dorar muilo,
que o velho Jernimo, anligo amigo da familia de
Luciano, condoido da dasolirAo da mAi desle, vem
procora-lo, fazenda um trajelo de 127 leguas para
ep na-la de Luiza e couduzi-lo ao lar malerno.
Mas ve' Lucila, romm>ve-se nela soa belleza e sor
risos innorenles, e chora a' idea de separar-la de
sen pai, pelo que desiste do eo projecto.
Ao mesmo lempo, porm chega a Jeurre om via-
jante desennhecido que prnenrava Luciano : he De-
i "niel, implacavel, mis prudente, que querendn
eviiar o estrepito de om eicandalo, tem explicado aos
seas amigos, em Par*, a ausencia de sua mnlhir
como resudado de eccordo entre amb>, e vem bos-
ca-la com Lucila, que elle nao qaer qoe o pablico
aiba que he filha d oolrem. Elle nAo pode lar-Iba
amor, deve mesmo odia-la ; roa qaer salvar o de-
coro de seu noroe, e occoltar a' sociedad a deshon-
ra que lem penetrado no intimo de sua fami-
lia.
A lei favorece seu prujeclo, porque nAo ronsenl
que a mulher raada poa dar oulro pai a seus ti -
Ihos ; um marido em laes rirrurmtanrias he assim
un* especie de editar reponsavel, que nAo pude I
em jaizo dar autor aos arligos curamunicado que
sAo iinpressos na sua gazela.
Desfarle fortalecido, e com vontido enercica, su
licsm a Luciano o esludo e a caridade, envoltos na
d ,r da saudade quasi levada a riesesperacAo.
I;'.sta parle do drama que forma o I-a 2'arlo*,
passa-se na ullma poca do reinado de LuizXIV.'
Vem a revolucjAo de 89. a repblica e as guerras do
imperio. Todo esta' mudado.
Do/e anno depois do aeonlermeolo* qoe arba-
mos de narrar, arha-se no castalio da Delormel urna
rapaiiga de 15 anuos,orphaa de inai infeliz, a quem,
segundo se ere, uma graude dor moral levara a' le-
pultura.
CruiiJo-se, viven Jo sem ai caricias, sem o beijoi
i embarcacOe que fundearem no Lameirgo, ou
em outros servico, qoe muila vezes se ollerecem
obre a costa, e pira os quae lem sido preciso Ira-
lar baicac,as.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE l'ER-
NAMBCCO.
pars
7 de novembro de 1857.
Lmlim o correio da Inlialraz aos Inglezes uma
boa noticia. A cidade Smta dos Musulmanos e dus
i Brahmiues, a ci lade que tioha sido escullla por
( elles como o quarlel general da insurreirao. De-
.i.i, rabia i. i poder do general Wilson. Fula I i
de s?tembro, que o ataque comerou, e desde aques-
te dia, as Irincheia* foram lumadas c os Insleiee
eram enhores de uma das portas da cidade. Mas
esle primeiro combale Ibes cuslara caro, e se cal-
rula ero iO nlli-nos e (09 toldados o algarismo
dos moilos e do* feridus, lauto uesle fedo c in i na-
quelles que se secuiram al 17 do mesmo mez As
tiulleiai om pouro circumslanciadas clugam so-
mente al esla ull-ma dala, comlulo soube-se, por
i ii ler ir.o lm de um principe iudgena, qoe a 20, a
cidade inleira eslava em poder dos Inglezes. El-rei
de Delhi e seus lillius se salvaram, dtsf.rr.ados em
routheres, e a morparte dos cipsyos se pde igual-
mente escapar, alraves>andu o rio", purque o sene-
ral \Vilson nao leve bastante forca para per*e-
gui-los. Parece, segundo certa vendes, qoe varios
regimentos cipavos propozeram submeller-se, obn-
g*ndo-ee a entregar aquelles dende si qua tinham
assassiuadot miilheres e meninos, mas o general re-
cusou ouvi-lm, declarando que qualquer parla-nen-
iar que viesse di parle delles seria taciilicada a'
bocea de ama pec,a de arlilharia.
Estas boas noticias regosijaram muilo a imprensa
ingleza, e com eil-.-ito a loroada de Deihi lie um bel-
lo f-ilo de armas, quando se redeca que a divisAo
do general Wilson, ainda depiisde r reforrada
pelas tropas de Nicbolsun, nAo conlava maii de 71
mil homens, e que se apoderou de uma ci lade de
cero mil domen*, defendida por 25 mil soldadas,
afeito* si manobras e a' disciplina pelos proprioi
Inglezes, e que deviam ler ao menos a coragem do
desespero.
Ma* d'-jrar idamente o complexo das ottlras no-
ticia* Irazidas pelo nltiino correio esla' longe de ser
i.i i favoravel. Todo o reino de Onda esla' em ar-
mas ; o paiz de A**am, al boje tranquillo, seacha
em insurreir-Ao : al a* porta* de Calcuta', a 30 le-
guas diquella cidade, o espirito de rcvolla gauhoo
as Iribusdo* Saulhals, que expulsan) do sen territo-
rio os empreados inglezes, e se apo*sam dos dinhei-
ro* da eompanhia e de ludo o que pertence ao*
iubdiloi inglezes. Vario* regiment, ehtre oulro*
om regiment de anilina i indgena eui llvdera-
bad, seBestAo rebellando, desarmam-os, cailigam os,
dizimam-o, mas|nem por uso deixa da er exacto
que o ineetidio da inorreirAo continua a se pro-
pagar, n-jauto a' guarnicAo encerrada na cidadilia
de Lucknow, anda ha > esla' livre : sabe-se que
ella esla' sempre cercada de perlo pelas tropas mi-
merosas de Nana-Saib, qae nAo se afagou, como se
havia dilu, e se aguarda r ni impaciencia o resulta-
do da nova tentativa do general llavelock, qoe le
havia posto em marcha, que passara o'umgee a 19.
lu lo ialo na he bullanle, e ae nao fosse a lo-
mada de I lelhi, as nol ca serian) pes&imas. Ver-
la le he que os reforcis comei;am a chegar. O cor-
reio nssignala a 'entrada no Gangu de cinco oo
e s transportes carregado de tropa. Se se dve
dar crdito a algon jornaes inslezes, entre oulro
0 Daily -Naws, nao ha nada promplo ero Clcala'
para receber as (ropas e dar-lhes o meios da entrar
em cimpanha.
O* trainpiiries, as equipa^ens, os vestido!, os
proprios vivres e as municAei fallavam absoluta- \
mente, e se pode recear que os desasir que tive-
rain lusar na Crimea, experimenten) lAicruelmen- i
le o exercilo de Bengala, sm razAo da incuria e da !
incapacitado da admini.liarao, eucarregada de pro-
ver as uecesidadesdo soldado. Apena* roe be da-
do resumir aqu os receios experimentad is pela im-
prensa ingiera, e qoero crer que ha exageraran ues-
tes receios, e que ella ha sido mal informada.
E gabinete inglez para que delle se possa esperar que,
apezar dos initineto* anlenles de sea chele, nao se-
mei a discordia na Europa, acerca da queslAo do*
principados danubianos, que e aproxima da hora
em que deve ser resolvida. () divn da Valachia
acaba, com elVoilo, de se pronunciar como o divn
da Moldavia, em favor da uniAo das duas provin-
cia, sob o governo de um principe cslrangeiro, com
ama constituir >, e sem que ,11 -n la a Suzerania da
I u | lia. Assim, ja nAo e*la a ciperar soAre esle
puni se nao .a decisAn solierana do congresio de
Paris.
Eu i ligara que esta decisao nAo era dovidosa, e
as innilias carias prece lenles Ihe annonciavam qae
uma manira de quaim potencia contra Ire se pro-
nuncia v,mi em favor di uniAu ; mas segundo os
boato que se e nAo perseverara na sua primeira opiniAo, e a pro-
| pria Rusta lem mudiliada a roa maoera de ver,
i e a Franca re-,ta sosinh* cora a Sardenha para de-
| fender a causa d i uuiAo.
lCsta mudanra inespera la f.ii molivadi, segundo
I em, pelo propriu rararler, das elelria-s que aca-
bara de ler lugar ni Valachia. A principies perro-
nageiis nomead -s para fazei parle do divn Ao re-
publicanas cotihecidos que, em 1818, lenlaram fa-
zer ama revolut*do no paiz, e que drpoi* deta epo-
ra foram banl los das principado'. A Rosta e a
Prussia recearam pois faien lo prevalecer os vol
de*tes homiu, dar forra n' i lea revolurionai la de
qui o* part iarii* di uniAi sto rrpresenlaule.
Sibreesle ponln a verdade ainda nAo be rnnhe-
ci.la, mas como n eonnreaeo de Paris se deveru' reu-
ni, mu hrevemenle, nAo lardaremo* a cnnhece-la.
Lm fado que lem alsuma iinpnrlancia merece ser
notado, porque pode produzir algumas modifica-
ra* na poltica de uma das gran le potencia, a
Itussia. Ja Ihe faile na moleitia de el-rei Fiede-
rco (juiliierme que foi atacado na* sua* facilida-
des mentoaa, e que tem quasi perdida a memoria.
Parece que as forcee physicas de el-rei lem sido um
i poaro recobradas, m*s os medicas declararan! qae
pira a inl-iro restabelerimenlo do illuslre enfermo,
i era indiapensavel que elle e ab ; durante cerlo lempo, e que re*igna*e provisoria-
1 mente as suas funece* reaes. Dcil a esla orden),
! el-rai delego*, durante Ir mv.e-, o exercicio do
; poder real a sea iana i o principe Frederico da
i Prussia, herdeiro presumptiro d* coroa. F;m virla-
! de desle reirnpta assign ido pelo punho de el re,
o principe Fredenro (juilherme lomou as redis do
governo a puhlicou um manifeslo no qual declara
qoe a sua firme vonlade he dirigiros negocio ob-
servando c-rriipul ishmente a ronsliiuir.'io e as lea
do reino, erunf.rma a* nlenc**, por elle eouhe-
cidas. de el-rei. O. negocio* do ministerio de eilado,
dos diversos ministerios e do gabinete civil e mili-
tar serAo expelido com no paia1u. A formula
executora sera'a aeguinte : Por moi alta delega-
ran de el-rei, o principe da Pruisia. Ao terminar o
principe rug a I -.- que Ihe d a torca e o ioc-
corro neressario para cumprir a delegar-o qne Ihe
fai feila, segunda o contenta de el-rei e conforme
o bem do paiz.
O principe real lem apena* dou* annos de menos
que el-rei ; he da idade de lio annos. Seu (ilho que
deve um dia oceupar o Ihrono da Prussia esta' para
i casir com a pincoza real da Inglaterra, lilha maii
e a* ternuras de mAi na infancia, essa rapariga, cu SAo obvia a* desvautagens de lemelhanla es ado du Reeife e o obrigarA a abrir essa* ra* rslreilas,
ante Lucila, semrlhava-se a' ruta a que fallava o de coasas ; todu o nosso eommereio martimo ha qae deslustra ni as encantos da Vencza americana,
nrvallio da manbaa. Sem cor, nrm perfume e tem feilo furiosamente por embarcares pequeas, e ao
l vida, ella deliuha, a como o cysne que sola o ulli- pas*o qoe os iiomos rivaes, os commerrianles da lia- Traten)-* agora da pretnclo do Sr. Cadsult, -
I mo canto de sua dor, inclina a cabee,. para moirer, i Ina e Rio de Janeiro, gozam do beneficio da nave- cerca da solurAo do problema da quadratura do cir-
; anda que amada por Frederico, que deseja sua rnAo. i ga^Ao rpida que Ihe* proporcionan! varia linha* culo.
Jernimo, o liel Jernimo, que se lina impasto o
dever de velar por sua existencia, be o nico ente
que cnmpieh.-ii.le i.i dor nula: Delormel alva
apenas as apparrncias, ma no fundo do leu r iracAo
linda dureza e rig >rs pira Lucila. A libra do
mariili ultrajado, fenda uma vez, sangra sempre.
Jernimo insta com elle para que sejam empre-
gi lo. os meio de salvar a vida de Lucila, e faz rom
e vipuret transatlntico, o vasos dessas compa-
nhias, obligados a fuu 1 -areni no LameirAo, e ahi
detcairegarem aum inuUi dillieuldade a daspeza,
su Irazem para aqai insignilicante quanlidade de
mercadoiias, e neuhuma carga levaua da nona pro-
vincia.
Mais senivel ainda se iornaria e) oussi iufe-
riondade em caso de suerra entre o imperio e algu-
que seja chamado um medico de nomeada, qae se j mi naejAo martima, pois que qualquer embarrarlo
ada cialn a vinle leguas a em quem todos lallain
muilo bem. Chega este, e coro grande espanto v-se
qoe Luciano, que adiando sua ti ha a borda dn t-
mulo, esqoece que be pai, para ser somente o ho-
rnera da ciencia. Lucila ja' desfalecida e iam movi-
meuto, chega abrir os olhoi; meu pai u, diz ella.
Sua ultima palavra, seu derradeiro suspiro foram
para o autor dos siui dia. Delunnel rurva-se aos
devere d natureza : elle nao era o pai de Lucila ;
nossa de grande I atara o, que, em eonsequencia de
um tempural, ou de um combate com o inimigo,
precisasse procurar abrigo para tratar de alsuro
concert erelaztr-se de vivere, aguada e munire,
nAo leria onde faze-lo com seguranza enlr o Mar-
nliAn e a Babia,
lie verdade qoe com as obras projecladas para o
mell'.or,.....Mil i do porto desta capital, toinar-se-ha
elle sosre livel de adirotlir Inda a casta de emhar-
Iba, pois, o oulro o que elle n.lo p de colher. i raques, porm sAo |irecisos para alcanrar semelhan-
Foi i aa elle o primiiro grito de sua alma, diz De- | le letullado despezas que foram avalladas em mais
1 aii-l, e depois acrescenta : inadem.i elle Delor- de cinco milhe* d cruza lo*, a lalvet venham a
mel morreo... perdoai, senliDr, vossa lilha. euslar multo mai*, peto que leamos de licar por
Frederiro, que esta' presente, sulla uma exclama- i moiloi anuos anda n'am eslado de nferioridade em
Repele-se conslanlemente que a inlelligenria e o
tlenlo nAo sAo um altrihulo exclosivo de alsons in-
dividuos, nem desle ou daquelle povo ; entretanto
quando um liainem derconhecido do vulgo na car-
reira das leltra* e da* ciencias ou das arles, se apre-
stla e diz : 1- -a-] ii uma descolarla que eu li/,
eis-aqui um invento que me parece mui til, um
problema que resolv, a' eusta de muilo trabalho e
arduas vigilias. A inrredulidade e a invrja lira
dam : He impussivel E-le homem he om ver-
dadeiro impostor, esl' louca, e como tal deve ir
para a casa do orate*.
Em lodo os lempos e em todas as sociedade lem-
se vi.to semelhanle procedimento acerca de todos a-
qaelle* que fazem algama cousa que nAo pode ser
comprehendida pelos espritus vulgares ; mas entre
o* pivns in(antes, a de*crenca a retpeilo da iniel-
isencia desconheri las que se elevan) cima do | dralnre do circulo consiste em fazer-ia de am cir-
r-i) de grande dor, a Luciano tomaudo-lhe da indo,
e levando-o para o leilo, diz :
.Nem a vm, nem a miro, senhor.....\ seu ma-
lilla .'..,.
Como se ve, ii* sAo unieimeole ai personagen*
qoe enlrarp no enredo do drama, -imple- na esseu-
cia e na forma, mas abundante de belleza no que
toca ao desforhii de qualquer ac^5o. A exlenslo, mo-
ii iiaini e frieza dos leus dialogo*, lira em grand
'-lar.la i- piaras da Babia e do Km, se o illuslre
Peruambucano que se echa a frente do gabinete
nio ahrarasse com ardor e coadjiiva**e com tola a
energa doseu patriotismo am projeclo que, modes-
to em appareucia, pai* que uAo ex ge milharrs e
milhares de coutns, vai todava collocar Pernam
buco na mesma posic.Ao que a soa rivaes no locan-
te a' navegaiA> rpida, e importancia estratgica,
em caso de guerra : queremos fallir da estrada e
parte o efleito detsas bellezas, porque fatigando o j ferro ltimamente concedida para n sul de-la pro
espirilo do espectador, da' lugar a orna certa dia- vincia, e que, como reta des coudii-oi do contrato
IrarcAo, que luterruiiipeinlii a alinelo, nao previne | de concetjAo, nAo he senAo o primeiro palio para a
o desfecho qual elle he ; porem islo nAo altera a es-
sencla do drama, e nem Ihe lira o merecimenlo que
ja' Ihe reeonhecemo.
A Sra. Manuela, o* Ss. Ciermano, Raimando.
S .una e Lima, ilaaempenharnra coro graode feliciJa-
le a* suas diflerenles parles.
ere que, distante apenas alguma horas do porlo do Re-
cife, o obslituira', por ora, para a embarcacOe
de grande lotarAo, a mai* tarde o ajul.ua' a dar
cummum, ou por meio de grandas etforro, ou por
que ellas foram dotad is enm o fugo sagrado do genio,
he de uma exlensao inromroensuravel.
'lodos o* iiaules homens que huuraram a snti-
soidada foram viclimas des sellas dai jnvrjai da
medocridade ; c sem no remontar a ea eras qoe
e perdem as noiles dos tempis, encontramos como
exemplo desta verdade Cableo, C-dombo e Franklin,
e nesle tirulo a historia contempornea nos mo(ra
dona grandei homen, que, nAo obstante o iramenso
talento com que foram dolado*, Iragaram inaudita
amarsuras : Lord Byrnn e Lamartioe ; o primeiro
c pule descansar dos insoltos e motejo da crilira
isnorante e invrjua, quando o velho romancista
Waller Si ol se encarregoo espnnianeamenle de de-
fende-lo, a o anregooa como um genio predestina-
do, como ama da* glorias mais esplendidas da C-rAa-
Bretanha, declarando ao mesmo lempo qne a litle-
ralura daquella poca linha como polos Chauteau-
briaud e Byrnn, o primeiro como prosador, e o se-
gundo como pela ; e Lamartine vto-se lAo perse
conla do immeum movimenlo cammercial, de que guido no principio da sua entrada no mundo, que,
e>la provincia se tornara' o emporio, quando ligada
Agora passemos pira outro as')mplo. Ainda qoe
eontinuem as quebras nos Edadus-Lnido* e a baixa
do assocar, nao devein os noisos agricultores desa-
nimar, poi* que ela baixa s pode ser devida a es-
perul*c*es as piara- da Eoropa, e breve sera subs-
tituida por um movimenlo continuo de ele*.
0 incremento da- eslrad is de f a vapor lem aogmenladu o namero do* consumido-
res de as-ucar n'uina raza) inailo maior que o aug-
mealo da pruJucrao ; tusares ha onile ha poneos
anuos u asiurar vendase na* boliCJi, e buje da ali-
meiiii, objeclo de primeira necess dade.
1 o futura magnilieo perlence nccentriamenle
aos paizes producliare de a'socar, e neahnma re-
giAo he mai* apla pan elle do que a que orrupa o
norte do imperio, dos Abrulhos alo o Para.
I ao prodisa sobre oulro* pontos de vista. para
com as nos-.,- provincias do norte, a que concedeu,
a par de um clima constante e ameno, a natureza
ha tido verdade ramente e*ra*si ni pardilla do por-
to naturae para essa importante pnrr.lo do impe- I a e faci
rio, que mai* e avizinha do velho continente, e
eslende-se dude o MaranhAo alo a Baha.
por va frrea* i'- feriis solidoe qoe regara o l'o-
caniins, o Parnahyba, o S. Francisco, e coj mor
parte ainda perlence ao dominio dai feras a do In-
di > bravios, repellidos de lodos 01 pontos do litoral
pela eivitisaran.
I.luarenta e oito milha ao sul desla cidade do Re-
cife, distancia qne vencem em qualro horas os To-
eanlinsn, Tamar e nutros vaporea de boa marcha,
jazia esqoecido, desle JoAo l-eruanles Vieira qn
a li mandoa edili-ar uma fortaleza, nm pnrlo, o de
I unan-I are, qae, na opiniAo de todos os navegante*,
que exploram as nossas costa he o melhor de lodo o
norte do Brasil, e onde poden) ancorar a maior
segundo elle propria conlexa, fui uma vez obrigado
pelos conselhos de om velho livreiro a qoeimir uma
culi-crio de pocias, que h je. a com grande pezar,
elje repota mais bellas do que lodas qaanla foram
poblirada* depois, e que lem concorrido para Ihe
immorlalisar o nome.
fie orna prova da que quasi (a las as srandes glo-
ria*, quasi lodos os nome immorlaei que a gerac-.lo
presente acclama e venera,nAo Ao reconheridot pa-
lo contemporneos, -Ao glorias, 180 triumphos pos-
Ihumo*.
Nao queremos com i*to dizer qne lodo aqoelles
que nuuonciam ama deicobert, um invento, a o-
lurAa de um problema que, por muilo anno e se-
embarcar-oes a tiro de p.-tula de Ierra, i. um fond culos paiaaram por indcrilravei.. linliam empre a
de lama e rea, que olfarece toda a aegaranca a razAo am sen f.ver.linha sempre adiado a verdade;
narra formada por ama solurAo de conlinnidade do ,,,; pmdenria aromelha que, em quanlo o lempo,
arrecife de do/.enia hrai.a* de largura, he frauro a a d*'ii..o depanonada o erlirecila, a critica
qualquer hora, e uflrrece a' entrada e sabida dos na-' justa, habililada e competente nao pronunciar o seu
vio, de t a 8 bracas d'asua. arresta soberano, o profanos, por assim dizer, de-
0 ancoradoaro prolesido, alm dos arrerifes pele vem calar-se anle aquelles que vem fazer tac an-
pinl>i de Tamandatc e das llhntas, heiempre man nuuriu.
o emdarque e desembarque, tao incom- I Antes de enlrarmia no a*umplo que no* losserio
modo e peri^oo no LameirAo. j *' linha que preretem, releva declarar que nAo le-
1 le eite o" perla detinalo a sapprir as fallas do mottm mente e.tabelecer compararAo entre o gran-
*) mosqueico, all ja exilie edilieado pela com-',,M bomen*. ea,o nomes rilamos e um ind.vidoj
dillerenja de longitode, nAo compredenla menos pinbia l-ernambucana de vapore* costeiros am espa- ""'o eompatriola, cojo nom amia ha bstanlo de- mal gravada.
da 369 leguis, nAo ha amas da* nana ci ates Coo armazem eom uma pon da desemtarqae ; li ri-r ;',!|,',|''*"^ -Sera isto ui
ilo litoral, cujo porto posia offerecer abrigo real all que a estrada de ferro do rio Una concentrara'
embarescGes de alta tonelagem, fragatas a' vela ou alo* produelo desa imp irlanlis*im ribura, que su
vapor, nem mesmo As grande eniharcar;oes mer-1 em estucar etporta boje mata de 50.000 sarco* ; he
caoles eflos vapores Iransatlanlico, que boje lAo all qae em pouro anuos veremot livanlir-se como ; gaem pude dizer lim ou nAo acerca da sua prelen-
importanle papel repreientam nal noas rela^oe, por encanto uma nova cidade, cojas roas largas e rAo. Aindamis: Qaando a Inglaterra qoiz reu-
comoi consumidores do uoisos productos. I plantadas Je arroradoi fariu vergonha aoi moraJutei i mr em ico stio os pruuacies da iodoilria de lodo o
Nessa grande exteniao de rosta, qoe, em razao da
culo um quadrado : nAo he aisiro ; e qoal qaer pei-
-i.i qae lem algama mu-fies de geometra, sabe qua
tetla -ciencia rhama-se quadratura a redurrAu de
uma ligura qaal quer em um quadrado equivalente.
Esla IransformacAo s pode ser oblida aproxima-
tivamente para as ligara eorvilinha, pela razAu de
que e se lem adiado aproximativamente a rerar-Ao
do dimetro para a circumlerencia, relac.no sem
a qaal uma ava iacAo precisa he impoilivel.
Seguudo no disse o Sr. Gidaatt leve a bondadede noadiiigir, elle nAu qoercouhe-
rer a circunferencia que he deconhecida, e eom u
iiarnel-n conbecido esiabeleeem.uma propun_ao geo-
malriea que Ihe da por quarlo termo o lado do qua-
drado procurado, cuja igual lado elle prova por uma
eqiia.;uo simples do segundo grao, que ie rasulve
2 a
em \ ; e quanlo a figura ie detnooslta clara-
b
mente por um termo medio proporcional.
Como elle he Brasileiro, em vez de dirigir-ie a
alguma nacao etlrangeira, qne tem duvida podo
aculher ai suii raz6e, prefere dirigir-se ao uoo
governo a lim de que auxilie a publicaran qae etta
promplo a fazer com lodat as garantas poiiiveis.pois
que esta ialeiramenla convencido de lar oblido uma
solocAo exacta desle problema al hoja considerado
mpotiivel, e assevera que isla he verdade.se algoera
quizer estabelece-lo pela relacAo do diamentro sobre
a circamferencia.
i infe.-a que lem .irba lo tanta diffieuldade em-le-
var isto ao conheeimenlo de todo quanlo achon em
resolver o problema, e esla persuadido qae e nao
achou a verdadeira olu;An, ao meooi elevou-ie a
mgrr iproxiniarao possivel.
Diz que nu Diario da I da novembro, provara
pbvsiranieiita que o qualiado du circulo, seudo
I uto em uma chapa de metal da mesma espenora,
eia igual em peso nu circulo tanto quinto u quidra
dn da hv polhensa, essim romo as nulas de lvpo-
crales fritas pelo memo meio eram iguaes om peso,
-me jo privada a igualdade suptili-i.il em cada
uma de per si,
Lina solucAo aproximada, lirada da cncyclopedia
intitulada um MhlO de factot, diz ede qua est
longe de ser tAo iiiuples cuino a ua -,.lur.lo, e que
a ligara que ipreoMlon no Dii>riu n.lo sabio com as
proporr&es que deviam lir, cm censequencia de ler
i l-uia malhematico da quadralora do circulo.
Elle ni pretende revelar o seu adiado as pesso
habilitada*, e.em qaanlo nAo o flzer,parece que nln-
um cinird como a prophecia do conego
de Liege, e os prodigios dn Americano Home? O
lempo o mostrara.Entra tanto nosio prefesturdr Da-
lliemilica d se, quando tliea-no* a esle problaua,
que a reipecliva suluc.,lo en impoiiivel ; mal o
(empo do o magiller dixil ja paoa.
(.Abiallahtl-Kratief.l

velha da raiub. Esle projeclo de alhanra que a
deve mui brevemente realisar, podera' inlczir I
poltica prastiana e cerla condescendencias para
com o gal,mete iuglez, e he a esla cansa que te de-
ve atlnbuir a mu laura que se operoa na opinin
dn principe sobre a quesldo do principados d inu-
biano.
Esta quc'iau acaba de ler nma repercoraAo em
Canstaiitinopla. Quando u sullAo soube da decisAo
do divn da Valachia, se inoslruu moilo irritado, e
imniediaiaroente modilieou profondamenle a coni-
P i-ir.i i do seu gabinete, u,. lu Pacha, qse no
com-codo mez de agosto passado, linda ido brusea-
menle desalterado das suas fuucc&e* de grao-viiir,
foi chama o e reinillalado nesle potto eminente.
Esta escolha he completada como nm Irinmpdo
obtido pelo erobaixador inglez, que d (odas as pre-
ferencias a esle estadista ; mas releva confetsar para
ler juslo, que R-i-chid Pacha be, sem ruiilradii.au,
o hornera mais capaz da Torquia, que tabe unir a
firmeza nm prudenle espirilo de concilinc,Ao, e qao
ninguem he mais do que elle apio para terminar fe-
lizmente, por iim c ino'irl.i uento razoavel, as dif-
fieuldade em que se dbale a Porta Oltomana.
Entre os fictos piopn s da Franca durante esta
qiiiuren.1, ba fomente um que me parece metecer
a aiienra i dos seus Irilores, he a morle do general
' .niisu.li-. Creio que se nAo etquecer desle ge-
neral que, ero 1818, recebeu da aoerobla nacional
a terrivel missAo de reduzir pela forr,a a insurreicAo,
qae em-arava nao tmenle a propria aembla,
mas toda a Franca, e a sacielade civillsada. Ue-
pois de uma sngrenla lula de tres diai, o general ta
lomara victorioso, e a assimbla lite decretara a pre-
sidencia provisoria d repblica, com o litlo da
chela do poder execulivo. Mais tarde leve logur o
rl-i'. o para a presidencia definitiva, e os repablca-
nos apresentarim como candidato o general qoe
reuni um roilliAa e qaitihentos votos. O principo
NapoleAo apilado pela* roulttdes, obteve am bri-
Ihante Iriumpho, e foi eleilo por cinco mtlhOet de
sufragios. Mas o general Csvaiguac, cujai npir.im
eram condemnadqi por uma maioria eousideravel,
nem por iso deisava da aer uma penonagem mu
honrada e mui illuslre, em raza > do sen bello carae-
ter e dos grandes servir que tinha prelado ao
paiz. Depois do golpe de estado de 1851, alia vi-
va no redro, ocrupando-se o menos postivel com a
publica, aperar dos esfoi ros dos seo amigos que que-
riainVibrig ir as suas manobras sob a toa popolanda-
de.Foi assim qae tus ultimas elii.e,o liuham.ronlra
ana vonlade upresentada deputedo a depuler^ao do
Sena. Elle fara nomeado, mas certamente elle fe-
ria recusado prestar juramento, e a sua eleicAo te-
ria sido, por esle fado, auuiillada. ,\ morle qua o
ruuhou simplifica esla questio. Desde muito lempo
atacado de uma molestia do errarlo, o general p
fd turniamente acconimeltido no campo, a expirou
no momento em que elle parlia para a cafada. A
sua viava, joven mulher de 25 annos, quix tratar o
corpo de eu marido para o enterrar em Paris, n'u-
raa sepultura de familia. O governa enviou para o
sea funeral numerosas tropa* para Ihe Inhalaren) as
honra* militares. Uma alll'iencia tmmeoia de es-
pectadores a-si-ii j a ceremonia qae se terminna sem
desordem : nt jornaes de lo las aa cores tributaran]
nuii brillante Imm-n igem A memoria do fi-
nado.
He-iiino brevemente algamas noticias chegadas
do diversos pontos da Europa. O novo ministerio
hispanhul e-ta constituido da manara sigainle :
primeiro secretario de estado e ministro dos nego-
cios ostraugeiro, Martnez de La Rosa ; juttica, Jo-
s Cisans ; (nanea*. Mon ; marinba, aluna ule
Batidla ; interior, Bermudez de Castro ; fomento,
Silavena ; cueira, almirante Armero, presideule do
cinaellm. O ministerio assim constiloido paraca ler
um cararler um puuco mais liberal que o gabiuute
Narvaei, mas nAo parece decidido a talisfazer o vo-
to* du* exaltados, que pedem a dissalo^ao da c-
mara.
Ni Ihe fallo nunca de Portugal, cujas noticias Iba
rhegam direrlnmenle e muilo mai promplamentn
do que va de Franca. Sem duvida ahi se conhace
a cruel epidemia que devasli Lisboa, o protimo
''ni- ni d el-rei eom orna princeza de lloheii
z-il-Mii. prima de el-rei da Prussia, a a partida do
dnque do Porto para o Brasil, com iulent-nee roalri-
mouiae, seuunio se diz.
O gaverno belga va alravestar ainda uma crise
em cunsequenci* das eleirles mnnicipaei, qua lem
dado em todas ai paragens a maioria ao partido li-
beral, o ministerio qae perlence i fracfAo modera-
da du partido cathulico deu a sua damitsao.
Annunr.iam como um fado polilien, que a me-
diarlo lo aceita para iu*tar a djflerenc-a que existe
cnlie a lleipanha e u Mxico.
Bolsa. 3 por cenlo francezes 6 7: 1 I|2 por
ceuto 90 (5 ; consolidadas inglezes 88 7|8.
PEHSAffiBHCQ.
KECIFE 5 DE Dh/.EMBKO DE 1857.
AS 6 111 iras DA TARDE.
RETROSPEfJO SEMWAL
O dia 2 de dezeniDro, anniviraario natalicio de ;.
M. I. foi solemnisado na forma do esljlo. com para-
da, salvas de artilharia, cortejo em palacio e rrpre-
senlai.iies Ihealraet.
globo conhteido, convocou lados o seut homem da
ciencia para dar o plano do palacio que devia a-
brigar a* maravilha da inlelligencia,qoe deviam ta-
lar o objeclo desa solemnidade cosmopolita indu- -
Irlal, appareceram muila* propostas, mas infeliz-
mente neuhuma salisfez ao ideal que se davia conce-
bido para o palacio.
Entretanto depo-s de muila fadigas a de uma boa
dota de desanimo, um jardineiro obscuro, que havia
passado eran te parte da sua vida lias etlol, n de um
lord, cultivando florea, apretcnla-se perante os pro-
motores dessa I esla bu ma ni lana, e prope o seu pla-
no, que fui unnimemente recebido pelos homens
enlen.il lo. ; e construio-se o celebre palacio da
ervtlal, ama realiarAo do* cont phintasllcot das
Mil e ama noiles, e ama das maravilhas-do nos-
so seclo. Esle humilde jardineiro, qoe se chama
Pasin, leve depois o titula de baronets, como um
premio da sua invenrAo.
Ora, o sr. Cadaull he homem, e islo basla para
que elle posta resolver ama queslAo, dando-ie aa
condirdes de eludoje applicacao.
Soppde-ie vulgarraeute que o problema da qoa


MUTILADO



ktlO Dm&NASiBCCO SEfiUNDA fBIEA DI MIEMBRO DI llftf
A abtrlur* q*>e era upia das preoceupardes ruis fardeules da se-
mana, lormu-i* uma verdadera decei ?,.. INflo le-
va lugar |it nao eslarero conr.luido* ludo* o* traba-
lhos ; e anda nao se eabe lo certa quinto lera lugar
esa* H',1. _ii ,i;.", i. .
0 Toeanliii* < cheguu no dia 4, e ai noticias de
que fui portador f.raiu de>li(gida< de mleres-e. .V
proposito : leoios que observar anida esla vea, que
dtsde que cuinpaubia brasileira de paquetes a va-
por dliiT.>u a estada do* seus vasos ueste porto, de 24
para 12 horas, ella mesma linda nao pude cumplir
asa alteraco, pon que o uienos qae u lem demorado sao 20 hora*, entre din e nolle, rom
ij.suJe atropello do servic.o dos msanos taperas, e
risco ua occasiao da saluda a' alia ool, e que nao
esta longo de causar mu retallado fule, ou por
parda uu grande avaria da algn* do< barcos. Em-
l) ara se deeru qoasi serDpre etsa il!er*nt;a de ullo
liorat, neiu o cominereio, n-m nin.uem se pude
apruveilar llalla", porque be lampo perdido. Com
neito, ltimamente veriflcou-se islo : o veper fun-
li u as 7 horas* meia da maubfta, euiregaram-se *a
cartas depois de 9, e as t fecharam-se aa malaa. Ve-
le poit que oeste caso.o iliberal favor das 12 huras
ainda nlo foi cumplido !
1 amos pur variaa venes demonstrado a neeessidade
qo* ba em vollar-ae os 21 lloras primitivas, que os
vapores se demoravam ueste porto a bem da popu-
lado do uorle, cujo canto,pu len.us diier sam oigu-
llio, que be Pemamboco. mas apenas foram em par-
la altaniidaa aa notaaa relleoe*, dtelaraodo-ae que
at tus 12 horaa devariiru *er contadas dedia -claro.
Em eonsequencia da insistencia qut taraos feito a
este respeilo, algoero suppuz que eramos movidoa
por ulerease proprio, peisuadidos taitas que aislm
pralicavamoi em razau da neeessidade que temos de
mandar para o norte as noticias vindas do sol trans-
criptas em nosso jornal, o que nao poderia ter lugar
a' visla da glleracao da demora dos tapnre oeste
porlo.
lie ama completa ilUisao Essa redcelo de ho-
raa nlo cafisa-nos a ns a maior d.fTereuca ; se ha
quem pause de oulra surte, podemos afiaocar-lhe
que esl em uin perfeilo engao, he urna pura ele-
vosia. Yetaos regulado os nussos Irsuaihos de lal
manaira, que, sem embaigo da res lucao tomada pe-
la inulto soberana companhia d* paquetes brasileiros.
podemos sempre remeller aos nosios arsignaotrs,
qur do norte, qoer do sol, tim supplementu ar-
ranjado no maanio dia em que chafar o vapor com
as noticias por alies Iratldsa. Podemos.Ipos fallar
afoulami-nle ueala matarla, pois nao precisamos de
nm tal favor p^ra que o noaso jornal rohtinue a ser
o orgao da roaior publicidad desl* oa Abrolho* ata
o Alto Amazonas : e podem fiejr eertos aquelles que
por ventura iiulriam esia doce illoiao, que labora-
vam num completo engao.
O paquete de S.ulamplon nada Irouze digno de
cer reprodoiblo aqoi, relativamente a espher* poli-
tica. Confirmou a tomada de Delh, mas annuucia o
desenvolvimento da iu Indias ingieras. A;quebras rommerciaes nos Estados
Luidos aioda nao pararam ; mas de 300 rslabeleci-
meutos commereiaas de dilTerentas calheaoriag esla-
vjin comprninelliiloa nasle desnslre. A tata dn dei-
ronlo na l'uiau americana se havia alelado a 36 por
canto ; a reperciusa.i deas* calaslrophe mercantil se
tinha feito seutir profundamente no Reino Luido da
Gr3a Bretanha, onde algumas casas coinmercbes e
slabelecimeniot bmcae* haviam suspendido as soa
operac6es. Segundo as ultimas dalas, a tata do des-
cont nesle ultimo paiz havia sabido 10 p r eanlo !
Esla itmana bou>er*ni rtoas lolemnid.ides Ilite-
rarias o .cieiitiii-as nesla cidade.
Mo dia 3, leve logar na Faculdade de Dirail* a
collacSo du grao de l.acbarel a 74 mancebas qoe
frtquanlaram o curso de aelencias jurdicas *-
claes : foi o ramale da carreira iscolaatica, dos so-
n'ios dourados, da franqueza e geueroiidade da vida
do esludaole, e u conuco das amarguras, das trai-
ces e contrariedades da exiilencia positiva do lio-
inini na sociedade.
A oulra sol.iiiniJade variiicoa-se no Gvmnasio
Provincial ; foi a dislribuicda dos premios entre oa
alumnos qu* mala se distinguirn! : fui urna ver-
d ideira fesla Iliteraria, chaia de emorao e de en-
thusiasmu, pietiiid pelo d ctamea se\eros da Jus-
llja. As i||aii;fies, o sentiinento da condescenden-
cia, ludo desappareceo em presen<; do devar.
Dspois que a congre^afao dos prolessores, reu-
rtiJa era esso magna, e presidida pelo director
Jera.1 da iostrttc;o publica, declnrou quaes os es-
tudantes quedeviam ser premiarlos, .ultou p.ira a
sala otido devia tor lugar a ceremonia.
l'assaJos alguns minutos, estavam presentes os
Evrns. Srg. Hispo diocesano, presid>inle da pro-
vincia, consellieiro, Jos Btiito, i|ue ia presenciar
o resulU'lo da iiisliUiic.jo lilieraria, qtie Pernam-
bnco llie Jeve, o effeiivo director geral de instruc-
ro publica, varias personagens de disliocco, e a
fongregajo do Gymnasio presidida pulo mui di-
gno regodor doeslabdecimenlo.
O Sr. director interino da intruccao publica
deu o (igual para comecar a ceremonia. O Sr.
secretario leu a lista dos alumnos approvados cotn
distinecao e dos approvados, cuj os no mes sao os
seguinies:
Rtlnra' dos a\umno* gue /Iran e.vaminadot.
1.a anno.
Apprnvados com dislinccao.
Iranciseo Anionio Carneirn da Cunli'a.
Jo< I lumia/. Carneiro da Cuoha.
Jos Eduardo de Piuho Borges.
Approvados.
Jus da Silv* Loya.
Joaquim Piraa Ferreiracom eiain* incompleto por
Ihe fallar o d'asla de lalim.
1.' anno.
Apprnvados com dislinrcio.
Alfreda Allonao Keireira.
' .hrijlovo do Keco Barros Falclo.
Juio Manoel de Meaquita Barros Wandarlej.
Amonio Fr*nclseo de Paula Corre'a de Arau'jo.
Augusio Carntlro Monleiro.
Approvados.
Jun Cavalrtnli Uchda.
Manuel de Barros Wanderley l.ns.
.Manuel Joaquim Save Jnior.
H 'sobarlo Baibosi da Silva,
llorad* da Sonza Le**.
l:\n\ao da (Janhi Basfotcom esame incomplelo,
pur Ihe fallir o de arilhnielica.
I.uii Goncalvet dji Silvao d'oula de lalim.
Antonio Luiz Ferreira de Menezes Vaaconcellos de
li r n ni mu ndfdem.
Em seguida o mesmo Sr. secretarlo pro-
clamou os nomes de cinco estudanles que linliam
sido considerados pela coii;regacao dignos de se-
rem premiados : foram lies no segundo auno o
menor Francisco Antonio Carueiro da Cunba, cora
0 prinieiro premio, que lie uma coroa do llores
articiaw, uma medallia de ouro, em cuja faco
5e H como symbo'o urna coliueia e esla legonda 1
Gyntnasio Provincial do Pernambuco.eno rever-
o uin ramo do llares, o estas pslavras. premio so
inurito.eumlivro ricamen.e enradema.lu. No 1.
anno foram premiados 3 esludaulecAlredo Affonso
Ferreira, com o primeiro premio que lio igual ao
mesmo do 2 anno ; Cbristovao do Reg Bjrros
Falcao, com o 2 premio que consiste om urna rae-
dalba de prala c*m uma orla da ouro, e um livro;
o Auguaio Cama ro Monleiro, com o lercoiro pre-
mio, ums molalha do prala e ura livro.
IVpoi. deste cto, o Rvd. Joaquim Pinto de Cam-
pos, conego da capaila imperial e prolaasor de elo-
quenci* do liymuasio. em cumpriniauto a um ailico
do re^ulamento inlerno do eatabeleciuienlo.pronun-
:iou urna e!. quelite alloruc.5u anloga ao aasumpto,
em qoe ae tornou um verdadalro inlarprete da emo-
_ao, que encina razia palpitar da enthusiasmo u
coraciio dos espectador*'.
ElSiqol a alloi-uc'io :
Spnhores" :
" A ceremonia que cala de 1er lugar en-
chou-Dosda mais vvm omocau a lodos m-.s
que^i preseuciamos, o muilo principalmen-
le aos pi meus meninos, he o premio do trabalhoe
loe do amor cotn que vos encammhamos;
e para vossog pais a satiiTac,3o, i plenilude
lo lodos os stius volos, da lodos os scus
desejus,
Esu scena enleruecedra jamis se apa-
gara Ja vossa mr-moii, quelquer que seja
a posigao que a Providencia vos (eolia des-
tinado na Ierra, e por mais long.i que seja
a tdade a que chegueis. Possa este espec-
tculo encjntaJor sertir-vos do mais foi le
incentivo a novos loiros nos annos que se
vo seyuindo, de modo que o Cyamasio
Provincial de Pernambuco se honre sempre
agradeclmenlog cela honra que acaba de i'a-i Virginio llorado ua Fraila
zer-lhes, vimlo.presidir a primei'a fi'Sla ol- '"' He yueiroz.....
ficial desla ordem, que a provincia lest.emu-
nha SSo llores que comevam a desabrochar
neste horlo risoano, mas algumas das quaes
ja eshalam bem suave aroma.
Sr. director geral da instrucr;no publi-
ca, Sr. regedor do Gymuasio, Srs professo-
res desle instituto, estes meninos disseram-
mehoje a puridadeque nao aiinavuiu con
palavras que tesieinunh-ssem a cada um de
vos a inmensa divida em que lhus estavam.
Assitn deve ser, poique elles apenas balbu-
ciam alguns termos technicos da e&cola, e
felizmente ainda n3o prenderm as leis do
mundo elegante. Venha, portanto, o indig-
no ministro do Dcos da innocencia inter-
pretar a gratidao destes espinlos anglicos;
e [lermilti-me que em vosso itome abrace
cada um dos laureados.
" A minha palavra loi breve ; mas os jo-
vens que della me eucarregaram atnam a
verdade, e a verdade he otnui^otente.
Tenno concluido.
Acabada a lu ura deale breve discurso, os meni-
nos laureados foiam successivamente abracaJov rom
grande eflosAo de ternura pelos Etm*. Sr.. bispo
diocesano, presiJente da provincia, o conaellieiro Jo-
s Henlo, fundador da institincao, regedur lio (ivni-
naso, director geral da iiislrucrao publica t profes-
sqres doa dous anuos.
Foi uma verdadeira solemiiidade em qu-i o senli-
mento do enlhuslaarru e da ternura fizera n vibrar
Total. 53 bois.
Air i/iyiois da ama/tliita.
BBRATA
ao discurso |it'onuiicado | or occasio da
collar;to dos graos.
fvo qainlo periodo, em lugar das palavras :e ja-
mis poderia etislir naquelle onde as lea foasam
eompreheudi ia>diga-se :uiide aa lais fosseui nial
comprehendidaa.
No nono : em lugar daa palavras :em qo* livea-
les as docoras de cnllegoismo e d* ainizadediga-se :
m qua fruales aa dolaras do colleguiMiio e da
amizade.
No dcimo quarto, em logar dtulvida-le em
meio de nosos inanorra Iriumphoa, diga-se .* de
nossos maiores trlumphos.
No dcimo quinto, em lagar devergavamdi-
ga-se:vergaram.
ALFAMJEGA.
aVeudinienlo do d a 1 a 4 .
dem do dii 5 .
7:(i00tllrs
33:21 J,:l8
105:8-i9ll-J
Descarregam no dia 7 de dezembro.
Patacho amerlesnoBresefamilia.
linca americana-Elladem.
Barca francezaAzac*merodorla.
Patacho poiluguezUuqu* do Portodiversos ga-
lleros.
Bares portogoeaMaris Jos'dem.
Polaca despatilllaEinerriudadem.
Patacho dinamirquezConcordiamereadoriaa.
Balea ingleaMalinabacalhao.
Baica nacionalYayapipas vaaia.
MOVl.MENO DA AI.FANDEGA.
volumes entrados com fazenra..... 235
* com genaros .... iUi
Srs. RcJactores. Acabo de ler no seu jornal
uma correspondencia contra o estabeleciment de
baiilios, que so est collucando na casa simada en-
tre a ordem 3. e o convenio do Carmo ; e digo
com franqueza, que liquei bastante sorprendido.
Kstaria de mais tima resposta ninlia a esta cor-
respondencia, principalmente quatido a mui digna
as curdas mais .eosiveis do coraC50: foi ura verda- redaccao, em urna ola a citada correspondencia,
deiro tnumpho para o digno regedor do Gvmnasio, j.r..__.
par, o censor e para os .BeanHveil profe.aorea, qoe I a desflaz P0,,W Pur l,olUo. se n "mesemos de ver
nao poopain esforcos para elevar o eelahelecimeulo reproduzida a mesma alicantina em nome de Deus,
ao grao de eaplandor a que he de.lioado, que 0 lal correspondente nao conliece, ou dos San-
rallecerarn duraulea aemana 31 petsoas, sando :
6 homens, (i mulheres, e II prvulos Iteras ; 3 bo-
uiens, 2 mulheres e 3 paivulus, asc/avus.
**MNHWv)j
PAGINA AVLSA
'SZDUl lEla^ y
Um* familia infeliz.Esisle na roa de S. Gon-
caio uma familia tao tofeliz, que aem duvida eicita-
r a compaitao de lo ios qo-dnto saabarem do aeu es-
tado de miseria. Fallamua da familia do Sr. Fran-
cisc* Jos de Veras, que lu laudo sempre emu a Id
veraidade da unte se acha ameacid* de perder o aeu
uinco rrinio, seu pai, que no leito da doi geme em
eonsequencia de uma grave infermidade de que foi
accninmelli lo, e d< qual san duvida tan de soe-
cuinli r. lie com soa inorle que lera de lcar esas
inf.liz familia, composla de 5 lilhaa sollairas, e um
rapaz que aun nenhuin maio de vida nao llie poda-
r s,er til reduzida miieria, se ama m.'io beuelica
nao se enuipaducar d* suasoria. Relava ponderar
que o Sr. Francisco Jos de Veras lie empregado na
consolado geral no logar de guarda, e de cojo empre-
go com grande dilliculdade tira a >uu subsistencia
e da sua familia ; mas leudo de vagar ella por >ua
mu le, da qo* meio lanrara meo soas infrlzea lllbas
para viver I E>sh dea he bem hoiflvel !
Bilhetet de lotera do Rio de Janeiro.Por
mais severa qua seja a prohibirlo para na. se pjder
vender ua provine bilhttea de loleries do K'O de
Janeiro, jmala ae comeguir, purqoanlo sendo od
uegocio i,io lucrativo, tolos o buscain com avilez, e
cogiiain us meius de Iludir a le. Segando ha voz
publica, grande lie o numero de la*s nrgocianle, que
escandaloaameule a infringen! com a veuda do."
seus liilhelea.
JerguillaQoal a razio porque se ha de consentir
que as calcada! se facamsem o curnpeleote nivelamen-
lo.para lcarem nnu aliase outras miis bailas ?Ndo
sera mais conveniente mesmo mais prvril"So para
u publico que ellas sejam ludas por igual 1 A pasfar,
como lem paisado, semalhanle precedenl, rnoilo
breve taremos calcadas ero lorma deescade. E qoan
to ser islo bello.
Jinda o$ cae. Srs. fi.caes, alien lam nos pelo
amor de Deus, olliem qus na noit* do dia 3 do ror-
rele, uma pes-oa de consideraba <, foi aasallada no
campo de palacio par ums matillii de eSes, que bam
Ihe cuslou desvencilhar-se dallas, e deu ^rarjas a
leos licar com o aelirecasaco rlo. Etamos persui-
didos que se lal lia hnuvesae aconlecido. ceilim-n-
I* no seguinlo di* licaria avlincl. a rara canina, ba
precian pois, que o seuhorui lenham cmpuiao dos
seus seiiielhanle--, previuindo um mal que se hoje
auccade a elles. amanhaa llis poder suceder a si ;
e leinbiein se du que di*se u lauco, que qoem u seu
iniuigu poupa, na ado* Ihe morra.
Pagaos. Sa lanrarmos as nossas vislas sobre
mullas casas nesla cidade, eneonlraramus sem duvl
da om grande numero de erlanca! pag3a<, i:omn se
este Sacramento de ni la vle corra em om grande pecralo, asim sendo rouserva-
dd>. Se asses pais q le asaim pralicam rifieclissem
com un poueo de aliencio sobre ese objeclo, certa-
mente cuiiheceriaio que privando aisim seus niho<
lo baplism, arriicam-nos a se nAo salvaren!, e por
rojo mal s -r.i.1 igualmente responsaves par* cam
l>os. He preciso, por lano, qje como ratlmlcos
observemos us precitos da nossa religio, fazenlo o
que ella nosensina, e manda a Sania .Mad Nilo devemvs reincidir ni mal, quando podemos re-
media-lo, para que purilicadas sejam aa nossas cul-
pas, purifiquemos igualmrnle a de nossos lillios, la-
vando-as com agua do baplismo. He um couselbo
prudente, e que miigaem o dever recasar.
BLEICAO para deputaos pro-
vincia es.
coi.i.egio ue flukes.
t"9 Eleilorei.)
Uepuladoi.
us senhores : Votos.
Conego Joaquim Pinto de Campos 7'j
Padre Marjal Lopes de Siqueir* 79
Major Anluniu Jos de Olivcira 77
l)r. Francisco de Paula Baplista Hti
l)r. Antonio da Siqu*ira lo;
Dr. Joa Qulnlino 3(j
Heaeuha anal) tica dos prejoa porqo* se vende-
ram os geueroa n* temaua que liudou
los em quem elle nao acredita.
Ora, quai |uer esirangeiro que leia o seu jornal,
e nelle deparo com este artigo,onde se diz que urna
casa de bandos he cousa sacrilega, impura, obra
da Satanaz, que Jess Cbristo fuliniin.ii com as pa-
lavras de abomina^o, desolajo ele. O que dir
de nos ? O quo dir de nos a Europa em peso,
quando saiba, que una cidade, como a do Recite,
con; mais do cem mil habitantes, em um clima
abrasador como o nosso, nao lem bandos pblicos,
e nein se quer um eslabelodimenio particular para
esse fin'!
Os hatillos fros sao para nos urna neeessidade
bygienica ; para loma-Ios no iiiar,de inisler grande
despeza, c incommodo pura ir ao airecife ; para
loma-Ios doces, de inisler ir alem do urna logua, e
mais no verao, por que no invern de impossivel
toma-Ios no rio pulas clioias, ole.Por lano a neees-
sidade de uma casado bandos era palmar; mas
onde, em qua localidade ?
O palio do Carmo de o centro da freguezia de
Sanio Antonio, epodo dizer-se que de toda a ci-
dade ; era pois all o ponto proferivel para um es-
tabeleci ment dessa ordem ; mais nenhum oulro
local, nenduma casa se oflerecia seno aquella que
se aedava em construccao, e poda receler todas as
modificacios necessarias para o elleilo, com quan-
lo fosse acandada, e nao tanda todas as pioporcoes
necessarias para um estabelccimenio em grande es-
cala.
Donde vem a idea da impureza e do sacrilegio
de urna casa de bandos ?JOs amigos Imbam os ba-
ndos ou ablucoes como do precoiio religioso ; e de
cerlo a reli;io edristaa nunca recommendou a
porciria como precaito divino, nem prohibi os
bauhos, pelo contrario a Inglaterra os lem pudlicos,
e a assemblea nacional de Franca os decretou em
1851. Nao da cidade, villa, ou aldeia na Eu-
ropa que os nao lenda pblicos ou particulares, e
na Amurica creio que somente o Brasil ilao goza
dessa vantagem.
Mas a casa de bandos es; i encavada entra duas
igrejas! quid inde Ida perguntar ordem
lercoiri por que assim o fez, e ao (..armo por que
o cousenlio. E se alai se fez urna casa, nao foi
de cerlo para esiar vasia ; e lano valia urna venda,
urna loja, um botequim ele, como uma casa de
bandos. O que lem de ver o que se passou na Ca-
ptinga, ruargem de um rio descoberto, 011 le
inorain immensas familias, com uma casa fuellada,
quanos separados para uma s pessoa, e onde,
segundo um regulamenlo da polica, nao podero
entrar senao pessoas decentes, nem coiisentir-se
alariJo, vozerias, ou escndalo de qualquer especie"?
A casa de bandos nao est unida as paredes dos
lumplus ; nom tein porlas ou janellas para nendum
dos atrios, quo Ides fico de lado. Se o bando
fosse um sacrilegio, s por que fica junto urna
igreja, a que mariyrio nao eslariam condemnados
os religiosos do Carmo, ou a familia que mora ua
oulra casa da ordem lerceira'.'
Parece pois que o correspondente nao leve por
fim evitar escndalo por demasiado escrpulo reli-
gioso ; outro foi o seu intento; mas por doje dea-
remos aqui.
O ante-dvpocrita.
Total
Volomtssahidoa eom faz*ndas
" com geueros
Total
CONSULADO GERAL.
Kendimeulo do da I a 4 .
dem do da 5.......
639
187
375
5:639.468
5759S08
(,:-2IjoJ7G
7|a8|
8d
119 d
DIVERSAS
Rendimento do da I a
ld*m do dia 5 .
PROVINCIAS.
B0B|5ia
969929
90351 i I
A carne verde lem sido inallerarel lio prero de 1(,
18, e M patacas, breve a teremos KaOOl).
A c*rne steca tambem conservou o prero de 7 e
83 por ?rroba, nos HMMa, e as Iaberna*s320 rs.
pur libra.
A farinha lenlo bailado alguma couaa na semana
diitecadenle,tuniou eo mesmo preco d* 400, 489, 500
e 5ti0 rs. por cua. O que he boin dura poueo.
O milho nJo fez alleraco de 3J0 a 3(i0 rs, por
cui*.
O fe ja o tambem no fez alterado em preco, ven-
deu-sede l3l0 a I.TJWIpur rula.
O hiralhao, nao obstante lr che jado 10,018 bar-
ricas, coiifervou-ae a preco a 150 libra.
A familia de Irigo n9o sofl'*u diminuirlo de pre-
co, apezar mesmo o* ler chegadofiil barricas, sen-
do 110 um recommendaio para o decrescimeulo dos
pica,
A manleiga coiiservua o pre(ode !l(>0 131-20 por
bia.
O assutar tambem n.iofez dillerenca em preco,ven-
deii-se do melhor a -iX) a libra, a do mais mferior
1811 rs.
O azeil* da mamona nao baisoo de bit) rs. a aar-
raf-.
^uMimcdev i pettDo.
COMMANDO SUPERIOU.
(Juatiol fjetierul do coininaiido superior
da guarda nacional do municipio do
Recite i de de/.embio de 1857.
Illm. Sr.
Tendo sido publicdo nos nmeros vft e titi do
Dlaro de Pernambacu n os Ires ollicios qu* em
dalas de 11, e ls do mez prolimo paiaado, foram-
mc, por V. S. dirigidos ; e nao deven lo eu suppor,
que uma lal publicacilo fosa* aulorlaada por V. S.,
que para u f.uer teria cerlamenle solicitado a conve-
niente permissao dele eonimaudo superior, tenho to-
dava ne eitranhar-lhe que dos archivos dessa bala-
lli i aaiain copias de soa correspondencia oflicial
com esle mesmo commando para s.rem enlreaoes ao
dominio da pulilicidade, cun a infrarcAu dus precei-
toa da disciplina e da conveniencia do ir \if, o, que
revela que a vigilancia qu* V. S. deve eaercer,' lem
deiva.lu de ser continua, periniltindo qu* sejam d-
vasa ios os registros do balalhu que commanda.
Cou.iudu poia qu* um tal fecto nao pasae desa-
percibido, e nem se repita, inminente con tendo os
referidos ollicioa instara desrespeilosa, que aquel-
la publicidad* ven: dar circularlo e vulto, u que me
les na a sabir do proposito em que me ado de re-
levar a V. S. urna l.l fatla.se nAo !ivese em alien, ao
os seua servi(o> prestados no halalli.ih, a iieisiitindo
na peisuasio de que neiihuma parle leve no mesmo
laclo, posto que em qualidade de chele de>se eorpo
saja V. S. o primeiro respoiisavel peranle este chu-
mando superior por todas as fallas uccorridas no ba-
lalhSo, vuu por meio deale racuinineiidar-lbe mui-
l>;!'40 rs. por ca- l" poailivameuie que nenhuma correapoodencia uu
O azaile de olivera lamham couservoo o prero de
7:20 a garrafa.
O carvao ujo passou de J80 a 30 n. a mochila.
Ha porque se acabaram as malas.
As galliuhaa subiram de l^iSil a
""'.' eouiiriuiii-jciii de qualquer natureza, de aubordua-
O peiie, nesse 2*nero ha ezrusado fallar porque do par* superiur, quer de V. S. para m ni, quer de
bem poucas pessoas a que o comain pela earcslia a ofllciaes de.se corpo para V. S., aeja poblirad* em
que lem chinado. | azelas fulhss publicas sem permissao desle com
Os ovos venderam-se a 3 por I(i0 rs. | mando superior no primeiro caso, e de V. S. no se-
A verdura vendea-se rara, e de sua falta poueo se | guodo, u qae ludo sei caraprido.coiim pero.com a
DESPACHOS DE EXPOBTACAO PELA ESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
5 DE Dk/.EMBnO DE 1857.
LiverpuolBarca nulezs uBouita, Augusto Mnniz
Machado, 503 chlfies de bal
I.i-I' H liare porlusueza Ilorleucia, Manoel
FriMltee dos Santos, 5 barris mel.
LisboaBrigoe pnrlonuez Kelampagou, Tliomaz
de Aquinu f/unscca i l'illios. 110 saceos assucar
Basca vado.
Buenos-Ajres Bricue hambarguez oMargarel or
l.uizs, Amorim liinus, 1211 barricas assucar
branco.
HavreBarca franceza Colote Rogero, Isaac, Cu-
no ^ C, Jacaranda'.
EXPORTACAO'.
Rio de Jane ro, barca nacional uRerifiti, de 33
loiieladaa, conduzio o eguinle :2,369 aceus Com
12,815 arrobas de assucar, 03 sai ca com 301 ai ro-
bas e 21 libras de algudio, 70 pipas cachaca, 5,112
meius de sula, 11 mullios de palha, 86 duzias de
cocos ,le lirar agua, I cauao espanadorea.
RECEUnDORlA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia t a i 2:9936061
dem do dia 5......, 1.0715088
3:68j)0i9
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendimenlu do dia 1 a 3 8:2015372
Idam do da ....... 1.002/617
9:2035989
PKACA DO RECII E, 5 DE DE/.EMBRO DE
1857, AS 3 HORAS DA TARDE.
lletisla semanal.
Cambios \ anciedade com que era espera-
do o vapor da Europa, lornou o
movimenlo mercantil da semana
intairamenle apathico, e a sua
cheg.da no dia 4 aujiii-nlini o
d'sanimo, nJo s pelas mas Bal-
ela* dos precd* como pelo bati-
mento do crdito ; por estas cau-
sas n,1i> podem-s colar o pre;* doa
cambioi com Hnneza. As ultimas
tranzacc;oe el-cluaram o a 26
l|2, mais he provavel que oa pri-
meiros oblanham 27.
Assucar |-'ii-ram->e poucas vendas al a
chegada do vapor rnglez, regu-
lando os branros de ij a 49500, oa
smenos de .'15700 a 39*00; os
mascavados lios de 298'>0 a 35; e
o i- amado Caual a 23350 ; povin
depois das noticia* vm las da Eu-
ropa, o mercado ticouinleinm>o-
lc apathico, e nada mais se fez.
Enl.aram 22,800 saceos.
Algodao Aconteceu a esle produelo o mes-
mo que ao assucar ; venden se dr
85 a 85200 por arroba dos linos e
a TgOOO a segunda sorle, porein
com o desanimo das noticias nem
por 7-5 por arroba aeliou compra-
pradur. Enlraram 453 iacca.
Courns------------.\s ultimas vendas eOectuaram-se
a 20 rs. poi libra, preco que hoje
he nominal.
Ago'ardcnle- Depois da chegada do paquete do
Mil baiiou para 1159 a pipa, mais
nao ha deposilo.
Bacalhao- .-----Vieram ao mercado 4 carrega-
meutos, dos quaes doas seguirn*
para o sul, e dous enlraram. lle-
lalliou-.-a de 145500 a 159, e (ica-
rain em ser 12,000 barricas.
Cama secca- Dizem que o carregamenlo de Bue-
nos Ayres que es.ilia no porlo
Vai partir para a tlavana, o que
a verificar-ie, licain no porlo
15,000 arrobas do Rio Grande,
tendo-se vendido esls de 59500
a 75000. Hoje entrn um car?
rexaruenlo de Buenos- Ayres, que
. nao sabemos se licar*'.
Farinha de trigo-Enlraram dous carregamentus de
Richmond e um de Philadelpbia,
c un oa quaes o deposilo subi a
1-,:UK) barricas, relalbando-ie de
249-500 a 259500 a de Riclimaud,
de 279 a 289 de Trieste, a 258 a
de Genova, de 229 a 239 a de
Ballimore, a 2i9 de PlnUdel-
phia.
Dlla de mandioca- Chegaram algans suprmanlos daa
provincias do noite e do Rio de
Janeiro, e 01 preros taizi de bailar.
Manleiga----------Veudeu-se a 800 rs. par libra da
ioglrza e de 540 a 550 da france-
za, licando em ser 400 barricas da
priineir* e 1,000 da segunda.
Descont---------Reinteram-sc letras a 10 por celt-
io ao anno.
locaram no porto : 2 vapores, 2 navios com ba-
calhao e I da madeiras.
Enlraram : 5 em lastro, 2 com bacalhao, 3 com
farinha de Iria-i, 2 eom carrezamenlos da Europa,
7 de cabolagem, I cora carne 1 para completar u
caireaniento.
Sadiram : 2 navios em lastro, 6 com gneros do
paii par* a Europa e 1 de'cabulagem.
I icaram no porlo 79 erobarcaroes, a saber : i a-
rr.ericanas, 31 brnsileiras. I dinamarquesa, ti frau-
cza, 2 hamburgaezaa, :1 heapauhalas, 15 inglesas,
I uorueguense, 10 purtuguezai, 2 sardas e 1 sueca.
BULLETIM.
LIVERPOOL 8 UK NOVEMBRO DE 1857.
ImportarHo.
I.lvres de direitos par* o vendedor.
Ca\allos seccos,10 a 1:t
-. ... um.
dem salgados, 23 a 30
>.......7| 1l)|
dem dem Kia 20 i o 5| i) 7|
dem de Peruaiiiburo, Baha, Maranho e Para por
Seceos salg., 2(i a 30 | )
o espichadus lli a 20 ,. 1
Curtidos i 1 !l .
Motilados sainados, 40
aliO i. ... 12 d
dem do Ccare, Parahiba Macei por ..
Secos salg. M a 32 i. ,a ... .
Molhados .1 45 a50 )8 ,|-J
Cumar por libra bom. s*,10
Ordinario.....
Jacaranda por tonelada, do Kio
a Haba......i 20
(iergelim, por quaileiro. 60|
Plassava, por 2240 do Para u. 18
Babia....... I2||n
l'iminm, por 112 Iba. bom. 7| a B|6
Salsa p-rrillia por libra boa i|8
Inferior......Mi
Tapioca por 112 .. Bio superior. 60|
Ordinaria iuvendivsl 40| i5|
I ruc por do Para bom. 8l|2d
Fundos e Camilos.
Fuodoa inglezes.
Bancode Inglaterra (acciies 209 10
Coi .li.l.ido-...... 3 88 lli
Beduzidos...... ri7
Futido* d.......3l|i87 3|8
Eslrangeiros.
Belgas........41|29l|a 9li|
Brasileiros......598| 1|2 a I00| l|2
.... 4 l|2'J6|a98|
Dinamarqaezes .... 3^83| a 85|
Ucspanhes.......".10 a II
Defleridos 325l|2a3|4
Passivos 35 3|ta6 1|4
.....2 1|263 1i2at>1 l|2
.....497| a 8
.....518 1|2a 19
1856 13 I |ia 41
.....4 -
... 1853 33 1|2
Rssos ....... 5104| a lObi
1 11296 a 98i
fr.2980 fr.
* lr381,90
367,20
Metaes preciosos.
Par 01153 7719*77110';
11 eaixal de Angola, o 18 barricas da S. Tliorod.
Mailim, 1,534 ponas de Angola.(Jurucii, 135
paneiros do l'ar.Salsa parrillia, 223 rolos da
mesma procedencia. L'rzella, 2,005 saceos de An-
gola, 800 de Cabo-\ er Je, e i I dos Acores.
Calculamos as existencias lujo em 10:01)0 sac-
eos de caf, 12:000 a 14:000 de airoz, t :000 de
cacao, 9,000 de iinella, 4:500 de gomma copal,
1:400*gamelas de crag.300 paneiros de ouruc,
1:000 rolos de salsa panillia, e 1:200 ecas e
faidoi de algoJo.
O mereaJo Je assucar ja antes Jas circunstan-
cias especiaos em rjue mis adiamos, se acliava pa-
rausado, e os compradores esperavam redcelo de
piecos, para realisarem algumas compras.
He de esperar que logo que as iransacr;.oes com-
meiciaas se restabeloeam, elles declioem.
O movimenio de assucar no mez de outubro foi
de potica importancia, devendo notar-se que os
despachos feilos tiesto mez eram em geral de sondas
anteriores.
Consumo.
Caixas Feixes Harneas Sac.
fcm seiembro. 255 e 63 3852
Do 1- a II do nov. 131 8 1 1138
lleevportagao.
Caixas l'eixes Barricas Sac.
o preamar de 2.1 e 29 a 25 e 31.
Iiro de 1857 Juse Fauslino Porlo.
Em .". dtzem-
a^ij.**,*.
Hollandezes
n
Mexicanos .
Portuguezes.
Banco de Franja aci;6es .
Fundos francei.es.
Ouro em barra.
Poiluguez em raoeda.
1 Brasil.....
One.i. hespanliolas. .
" americanas.
Prala em barra ....
Pesos columnarios hcspaii.
Palacas hiasileiras .
a Has das republiras I1.-1 .
oedas de 5 francos .
Cruzados nuvus.....
Cambios.
Lisboa......
Porto......
Rio de Janeiro .
Babia e Pernambuco
Amslerdam .
Ilainburgu ....
Pari-......
11-1
n 77l
7K| a 78|G
" Z"1 _
o 5|1 7|8
o 5|4 a 5|(i
0 |ll 1(2
11 5 5|8
1 1|ll a !|ll
5|
V
'.I0.1d52a521|8
52 3|8a52l|2
10 d v 2(i
3m d. 11.19 l|2 a 12.
13.10 1|2
2.5.85 25.90
. 3 d v. 25|25 a 25| 10
O Banco de Inglaterra elevou o juro sobre letras
em 12 de oulubro de (i para 7 ; em 19 do mes-
mo para 8 *,, ; e em 5 do curenle para 9 *.
Numerario. O estado linanceiro coinmereial
des I* a noasa ultima, tem sido runsideravelmeule
iofluido pelo augmento da las.* do juro pelo Banco
de Inglaterra que em diversas occasioes a elevan de
0 a U ';.. A crise nos Eslados-Lnidos, abrangendo
a suspeiisjo dos Bancos, e a quebra das principa**
firmas coinmerciaes, lem prodaziJo grande aperlo
no mercado monetario, no qual os emprestimus fri-
tos a' cun( .nina da India, lem concernido a aug-
mentar.
O valor de dinheiro no continente igualmente au-
blo, c o joro do Banco de Franca, foi elevado 7 ,'j
". que denota o ahsorviineiito de capital, lie sa-
tisfactorio todava notar que n-,i> obstante as gran-
des qoebras nesle paiz, Londres se ach* livre de em-
baracos, e sente-se loda a conftanca de qoe as rala-
efles commerciai's lornanlo alinal ao s:u estado
normal.
As reuiisias de ouro paia os Estados-Unidos, e
oulra. parles como a tabella junta musir, montara a
jrau le- -omina-, ejulga seque maiurea quanlias sa-
'*> expedidas para fazrrem face aos empregadoa pa-
ra gneros e fundos pblicos. A lata do joro em
II.niihnc; lem chegado a '.< ', resenlinJu-sa nesla
praca assira como em Franja as fsllencias nos Esla-
doa-lj'nidos.
Com o juro do Dance de Inglaterra a 9 \, poaca
acllvdade se pode esperar ; ae as diMculdades
coniiuoaiem, e liouver maior procura para a eipor-
t't,ii de metaes, he duvidu" ee o augmenlo do juro
011 diiniuic.i 1 de prazo sera' o meio mais elTicaz de
suspender a sabida dos metaes ; no entanto as medi-
das lomadas inspirara conliauea a titulo de prutege-
rem os interesses geraes do paiz.
A enlrada- e sabidas de ouro, prala, Ir., desde
2 al 31 de oulubro de 1857 -5o as seguinles :
Entrada*.
Do Cnnlinente (prala). ... i! 370,000
De frica (ouro)....... 11,000
De Alean Iria (dito) .... 413 000
Da Australia (dito)...... 877.000
Da Rsala ,diio)...... 110,000
Daa Weil Iudies e Mxico. 220.000
Km oulubro, .
Uo 1- a II de nov. 10
As existencias a 11 orgavain-se.
Caixas Feixes Barricas
3242 226 14II
52 372
Saceos
4.T667
L'mbarcaces despachadas.
Maranho.Pancho porluguez LiberJade, ca-
j/ioSilsa: carga, 10 pipase 20 metas ditas de
vinagre, 10 barris de azeile, 12 de carne, 40 cai-
xas de cebollas. 20 de cha, 160 de passas, 15 de
ac, 61 de vellas de cera. 50 barricas Je farinha,
4 surroes Je nozes, 5 e 20 meias barricas de co-
tninhos, 316 valumesde figos, 150 de batatas, 14
saceos de feijoes, 2 de cevadinha, 52 pecas de ca-
bos de Cairo, 353 peJias, e varios volumes diver-
sos.
ParaBrigue porluguez Ligeiro, capitao San-
ios : carga, 50 barris a 2 ancoretas Je vinho, 15
barris de vinagre, (I de azeite, 108 de casca, 30
de loucinho. 30 de pei.xe, 100 caixas de massas,
184 Je vellos Je cera, 24 1 Je batatas, 418 de pas-
sas, 9 Jequeijos, 10O Je cebollas, 29 saceos Je
leijo, 46 de cominbos, 5 de alpista, 3 de alfaze-
ma. 99 moios de sal, 250 ancorlas de azeilonas,
2/>7 voluntes de lifjos, 10 do amendoas, 46 de
conservas, 10 barricas deca, 17 de ervadoce, 15
Je covaJinha, 030 pi-cas de loura, 100 lages e va-
rios volut.-.es Jiversos.
Maranho.lia rea brasileira Lusilania, capitao
Souza: carga, 14 pipas, 20 metas Jilas, 121 bar-
ris, 11 ancorlas o I caixa Je vinho, 37 pipas.
148 meias Jims e 20 barris Je vinagre, lo l bar-
ris de azeilo, i 00 Jo carnes, 40 de toucinho, 21
barricas de erva-doce, 3 de amendoas, 10 de ceva-
dinha, 1 de cara em grume, 20 e 28 saceos Je co
minhos, 5 surroes Je alpisia, lOet harneas Je
nozes, 250 canastras e 3 caixas Je btalas, 160
cajxas, 10 canastras e 1:000 molhos d cebollas,
45 caixas, 4o meias Jilas, 89 quarlos e 5 volu-
ntes de passas. 00 caixas Je massas, 98 de vellas
de cera, 00 pecas Je cabos de cairo, e varios gne-
ros diversos.
Fniradas Ja barra.
18 de oulubro.Barca portugueza l'araense, Jo
l'ar.
dem idem.Escuna poriagueza Nereida, do llio
Je Janeiro pelas lillas.
Idam idem.- Barca portugueza Esperanza, Ja Ba-
bia.
16 iJemPatacho porluguez Cautela, do Para.
25 idem. Vapor hainbuiguez l'elropolis, Jo Rio
de Janeiro, seguio para o norte a 27.
31 idem.Palacho porluguez Emilia, da Baha,
dem idem.Brigue porluguez Flor do Mar, do
Maranho.
2 do novembio,Vapor sardo Villorio Emmauuel-
le, do Kio de Janeiro, seguio no mesmo dia pa-
ta Genova e Marselha.
9 idem,\apor itiglez Teviot, do Rio de Janeiro,
seguid no mesmo dia para o norte.
10 dem.Briguo porluguez L'niu, do l'ar.
C 2.001,000
Exportado.
Para o Cbu da Bua-Esper.iiica
a Pennsula e Brasil. .
" a Aleaan' a.......
i) Neiv-Vur ........
> a India en. rala 710,000
em ouro..... 38,000
too 000
88 000
30,000
708.0U0
778,000
i 1.701,000
resent-, o povo, porqu* verdura s i* pode comer em
pauella gorda.
O anuz pilaJo vendiu-sa de 120 a 160 rs. nur
libra. r
A balda conservou o preco de 10J e 125 r. por
libra. '
O vapor uacional Turanlim, sabido para o
Para e portos ii.term.dioa, levou a seu bardo 01 s- ,
guinles pa^sageiros :
Antonio d* P. P. Pacheco, Antonio B. K. Dantas,
sua srntiur* um oscravo, Yiceole Abel P. da Ci,,-
c*, Domiugos A. de Oliveira e *eu criado, Jos Al-
vea da Silva, e uma criada, Daro <. da Silveira, Dr !
Anionio L. de Mendonc.e, D. F. M. d* Vascoucelloa !
2lilhaj el menor, Francisco B. Curdeiro e 1 *>cra-
vo, Acacio T. da' Costa Muniz, Manuel F. (f, de
Aievido, Dr. Aniceto Joi Borge<, Aoguslu B. d* C.
e Silva, Dr. Caalano E. Peaos, sua aenhora, 8lilhos 1
e 5 escruvo, e I criado, Iguaciu do llego liairos Pes- i
soa, D-. Rs>mundo A. de Si, Joao R. V. Bauna,
Dr. (cugil llomem de A. Braga e ama ciada,.
Braulmu C. du Hago Nunes, e eicravo, D. Fraucisca
R.de L. Das e escravu, Dr. De I.mo M. da Silva 1
Aloura, Joilo F. M. de Vaaconcellos. Anionio A. de '
Almaida, Dr JoscA.de A. liaren, Joo I. R. Lo-
pes, 1 ordenanca e 1 eicravo, padre Trajano de F.
I I.1111., seu eacravo, Beruard Noral, Juao P. Mon-
1c ter cultivado o cngeuho o formado o co- ilelro ,1 s,u"- ,
raeflo, n3o s dos dtstinctos alumnos ouc'a T vgpl' 'n*'" "Me,,lw-Jn. "Uido pao Kio,
lioj* premia, e a quem cingo a fronte, m.s|J:,0'."?,ro,,MO" "" bMi' os 8'" Psa-
(te ouiros que ni serte dos lempos Ihes bSo
ilc succeder, como Dos permiUir, a vis
de o nobre e furmoso exemplo-
li
Av.nit.', pois, meus queridos meninos /
O campo que se vos abre hn immenso cotnp
o desejo Jo homem, risonho como a pers-
lierltva da gloria que vos acea Eia, mar-
i-hai em solemne pructssSo ao tempU da sa-
hedoria Feliz uuem pode sibir t.lo alio !
A admirarlo do bello, o cullo da verdade,
o euthusiasmo da virlude, e a venerac.30
sincera ao Dos da sapiencia sejam as vos-
sas divisas nos gran Jes eerlatnes a que sois
.'llamados.
"" geiros : ----- ,
ho l.ui. de P Ribelro. Dr. Loi II. Nun... Dr. Jos
isla Jorge Carvalho, Ur. I. |. uliveir* da Silva. Eli';
.a,"vl'.:".r- .-", A .rt S"". M. J (i. Wi
F. LIM, 11. Vinno.,;, D;'A'.rd"A".a'.:
Olesio, A leue.ra de Uacedo, A. C. lam, s. E. di
R. Das.
Hospital de Caridade.Eiialam no dia 4 do
crrenle 20 hoineus 30 mulhcr** Irslsdos pela ca-
ridade, 6 horneii* e 11 mulheres qu* pagam a casa,
e pravas do corpo de polica.Tolal 79 rloeutea'.
Kel.-eio das pessoas que Curara sepultadas no cerai-
lerio publico, no da i do crreme.
Pedro, pardo, li anuo* ; talano.
Lucia Mana do Sicaiuenlo, branca, 03 annos ; 111*-
Ettn. e Bvdm Senhor I N3o era>*ai-| vSOlHgSZi das, .oovoi.o,,.
vel que o Pastor desla i,rejn gn recusasse a Luit'
maior eaaclidao.
Dos uuarde a V. S. Illm. Sr. Rudolpho Joo Ba-
rata de ilmeida, lenle coronel chele do 2. bala-
liiau da auarda nacional deate municipio.Barao da
Boa Vala, commanda. 1 le superior.
Conforme.
O secretario.
I- ir mi no Juse de Oliveira.
SONETO
A tentiditaima morte da E\m. Sta. t.
Laiiiiana Kosu Candida Ueyutira Pin-
(o de Sou/.a, oliitecido as Kxinas Sta.
sitas presada* lilhas.seus di(;nos genios,
'Mos e netos.
Baatimortai. qui In Domino
iiioiiuiiiur Hequiescat in pace.
Etpois. mdl, av.. maiieilremnsa.
Jamis o mundo vio, Jamis ver ;
I-mi .1 a que inorreu e viva esta
Na celeste Silo, SiSo ditota.
Segoindo a le de Chriti (ervorosa
Em vida quanl-i lem dispensa e da,
ll-.ce e eral* memoria asistir'
D*ssa nobre Matrona curidosa.
Perderam lodos, sd o co ganhou,
N* morte desla Inclvta cleinenle !
Ou' templos de virtudes nos legou '.
0*ni na trra viven tao santamente,
Quem tao chrisiu no mando se perloa
Keviva la nos ecos cternsmtiils.
Amen.
Por Msnoel Rodrigues do Pesio.
>C
vir abeucoar coinnusco oslas miiiiosas pre-
missas de Uto gloriosos trabalhos.
lllrn. e Etm. Sr. presidente Fstes me-
ninos sol a animado:a prasenua de V. Etc.
larSo para o anno s'jguinte prodigios de es-
ludo. Digoe-se continuara acolite -los como
m-us nihus, c aceitar em nome de todos e da
(.'jiij5iegai,uo do Cyamasio os aisis cotdiaesl idtnael de Sou lavare'.
Ferreira doa Sauloe, branco, solleiru, 21 aunu ;
oibulu.
Ir homem qoe fui echado na porta do ho-pilal dt
caridade. e l.lleceu logo ; apupl*ti.
Tolal 5.
ilalaiouro publico.Malov-ie 110 dia para
cuusuniu do di* do cuireute, a a*ber :
A companhia da* carnes verdes.......1.0 [,;,
Ricardo Kuiuualdv da Silva........*
.<'<<:,
QAJHaMM
Sobre Londr*, 96 1|2 d. nominal.
* Paris, 350 rs. por fr.
* Lisboa, 110 por %.
I'escoiito de cticas, de 9 a 10 por cenlo ao anno.
Ouro.Onca* liMpaulwla*. 2Ht500 3O8OC0
Muidas de tolOO vtlhas .... 1b>Ouu
< bliXI nova .... IbOOO
49000....... 9SOO0
Prata.Patacoes brasileiros...... aaoOO
Peaus coliimnarivs...... aOO
masicauo*....... ljejbo
CffMtot.
Algodao de Pernambuco por lib. :
lloin.....
Mediano .
Ordinario
Idem idem da Babia bora. .
Mediano .
Ordinario. .
Idem do Maranlnlo, libra long* :
Alcntara. .
Ilapicurii. .
.Casias. .
Idem de machina onm ....
Mediano. .
Ordinario .
Assucar por 112 du llio, bramo
l.ouro .
Maacavado .
Idem de Ptrnambuco brauo. .
Looro. .
Maacavado .
dem da Balita e Macelo brinco.
l.ouro. .
Mascavado .
Balsamo de cupaiba por claro.
Torvo. .
Borracha por a Tina.....
Mediana .
Ordinaria .
Cibera de Negro.
S mam!.;. .
Do Cear, pelles. .' .
Sernambv. .
Cacao, por 112 libias:
Para bom.....
Babia, n.....
Cafe, por 112 Rio 1." sorle .
Segunda .
Escolhido .
Idem da Babia primeira sorle.
Segunda .
Escolhido. .
Castanha por 112 i do Para nov.
Sebo por 112 i do Bio Grande:
Bom e duro .
Mediano .
Escuro ....
ChlTres, por 12:1 I de vacra. .
Ordinarios. .
Cinta* d* osas* pr tonelada :
Branca. .
Frea. .
Clin] por h de cavallo. .
de vare*. .
Cobre vellio por ,1.....
Couroa por h do llio,
Soceos do :iu 33 ,,
d* 20 a 24 .
de 'I ouro-, 35 a 40
Idem do Rio Grande, por a.:
Salgados, de 65 a 70 h
de 15 a 50 *
1- de vacca 40 a 48
Preros.
10 '(da 101|2d
9Md>. 10 d
9 l|id i) l Ii2d
:t|d
8 1|2d
8d a8 1|i d
10 'ida IB Sil d
10 J|8d 10 '.d
10 da IOIiJ d"
9 d 9 3|4 d
9 I i d a !i t|2d
9d*9 1,1 d
X l|2 d a Si :l:i d
2l| a2|
23|6
22| .. 33|
2:i| >, 2iit>
22|
2| ..22|
2*| o 2ti|
211 2.1|
2l|b>. 22iti
2,2
2|
f|3
ll
II d
9 d
7 l|2d
85|
81, a 85|
1I| 1ti|
10| .. 42|
5:l| 11 .')8|
42| 43|
:W| >, lo,
4| a 52|
28, o 30|
Algodao.O que cima Tica dito reapeito a cares-
ta de diohairo e o seu alto prco, he o principal
motivo da estaguacao em qoe se acha o coratnwcio
em geral, e portento sera' deanecessario lomar a l-
lodir a esle fado quando Calannos nos oolros gen*-
rus, etc.
A baia no algodo desde a ootsa ultima re2ol*
l|2d. purlb. as dQerenles qoalida es de Per-
nambuco ; de I l|3 d. a I 3|8d. por k oa* da Ba-
bia ; *i;8d. a I 1|2d. por as do Maranho.
O total vendido este auno al 5 do correle, monta
ero 2,291,690 saccas, incluindo 187 090 do Brasil.
As entradas al n.esira dala .o de 1,992,180 sc-
ci, incluindo 138,277 do Brasil. A quantiriad* a-
prosimada em ser 320 850 sacos, incluindo 13,490
de Pernambuco, Paralybe, etc. ; 6,150 da Baha *
Macrio ; e 4.450 do Maranho.
Assucar.A baila cm assucar desde 8 do paisado,
reuna de 9, 12,(i p. 1| u,,., conforme ak d ft>-
reules quali.lacles ; es vendas rm.nl -m 29,850
reo*, e 630 canaa do Brasil aos precos de 30|9 p.
112 Iba. pelo d Bio Grande ; 22| e 3I>| pelo da Pa-
rahiba ; 23, e:ll| pelo de Pernambuco, e 2r9 e
2.ii<; pelo da II .Ina.
O letal do assucar entrado do Brasil :
F.m Liverpool at 31 de outubro.
1857 he de 70,209 tonelada-, incluindo 24,665
IN.iti a 65,708 >, t8,30
1855 e 55.560 14,374
Eiportado ale 31 de oulubro.
1857 h de 841 tonelada", incluindo
18>6 6,429
1855 d0
Em ser al 31 de oulubro.
1857 he de 2:1,927 tonelada*, iuchiiudo
18.56 15.832
1855 i> 14,034
Alaite de palma.A ven.las montara
Inneladis os preroi de 49, t 45, X. 41 10|, I 43, e
Ero ser, em3l deonlubro de 1857t.835 toneladas
, 18561 800 ..
1 Aieile doce.-As vendas sao de 320 toneladas de
medid* aos prero* d* t 59 pelo de Galllpoli ; 55
|0| e 56| pelo deSevilha, etc., e I 51 !' 51 15i e <
V. pelo de Lisboa.
Emser, em 31 de outubro de 18571,250 toneladas.
1856-1,700 d
Cco.A* allimas vendas foram de 85, pelo do
Para', 84|6 peluda Baha. Em ser, em 31 de
oolubro, 490 liceo* r. barris da lodas as qualidade.
C.fe.As tranaarcoee em eafc lmitsram-se a 100
saecus do C-ar*' a 50| c S3|. e um pequeuo lote do
da Baha, uidinaiio, a 16,6 47| por 112 Iba.
t.ourus. Bauaram da 2 d. 3 1|1 d. por Ib. con-
forme qualidade.
Dumaate..De dnlcaltixa realisacao principal-
meule depuis d* sabida do juro.
Gomma de palie.Como a quantidafle em ser he
pequea, lac.tm.nle se elTecluain vendas aos preros
acuna uoladus.
37
2,010
413
6.918
5,078
1,890
em 1,750
Sal das da Larra.
11 .lo oulubro.Brigue porluguez Experiencia,
para a Babia, por Sclubal.
IJem idem.Vapor nrrUz Tyoe, para o Rio de Ja-
neiro.
15 dem,Galera portugueza NovaSublil, para o
'orlo, por etulul.
Idem idem.Brigue porluguez Facbeco 1' para o
Rio de Janeiro.
16 idem.Barca porlugue/.a Maa Jos, para
Pernambuco.
28 idem.Brigue porluguez Tamega, para o Rio
de Janeiro.
30 idem.Barca prlugueza Paraense, para o
1'orlo, por Setubai.
31 idem.Batea portugueza Mara Carlota, para
o Bio de Janeiro.
Idem idemBarca brasileira Ada, idem-
dem idem.Vapor liaiuburguez Teutonia, Jeto.
dem dem.Btigue porluguez Africauo, para a
Babia.
dem idem.Patucho porluguez Liberdade, para
o Maranho.
1 de novembro.Brigue porluguez Cal.bar, paia
0 Rio de Janeiro.
6 dem.Patacho porluguez Josephioa, para a
Baha.
7 iJem. vapor brasileiro Cruzeiro do Sul, para o
1 i o de 1 a Huiro.
6 dem.Escuna prlugueza Delia, para a Bahi.
dem idem. Brigue porluguez Ltgeiro, para o
l'ar.
50| 1 52|
ll| a 2i|
f 6 a c 7
14 5
9 1|2 ri a 13 d
10 1|2d 112 1,2 d
12 d
2d
7 I|4da73|4d
LISBOA 13 DE NOVEMBRO DE 1857.
listad*! do mtreadu.
o 11 de oulubro a 12 de novembro.
O morcado continua parausado, em eonsequen-
cia do eslado saniurio da capital, que lem levado a
desanimasio a lodas as iranaccijes commereiaas :
portanto nossos procos sao positivamente uominaes;
apenas no melacose lem feito alguma cousa, liaven-
do hnje em ser apenas uma partida de 100 pipas
por vender.
Os gneros importados nesle periodo tem sido
cm geral armazenados pela (alta de compradores e
vendedores ao mercado.
As entradaa consisten! em :Algodo, 198 sac-
cas do Maranho, e 100 fardos de Liverpool. As-
sucar, 236 caixas. 0 barricas, 750 saceos e 2 fei-
xes da Babia, 03 barricas do Para, OU saceos e
230 barricas do alarenho.Arroz, 662 saceos do
Inglaterra, e 5,894 aliucires em casca doPara.
Agurdenle, 40 pipas e 25 saceos da Inglaterra. -
Cacao, 150 saceos da Baha, e 150 da S. Tliom
e Principe.Caf, 17 saceos do Ro, 22 da Ba-
bia, 3:775 deS. Tliom e I'rinci|ve. 8 de Ango-
la e 10 de Cabo-Verde.Cominhos, 98 surrOes
do Mogador.Cera, 1,290 gamelas de Angola, e
ol do Cabo-\erde.Gomma copal, 226 saceos,
Navios a carga.
Rio de Janoiro,liarca prlugueza Paquete Sau-
dade,
dem dem.Brigue porluguez \ ajante,
dem.Biigua ponuguez L'niao.
dem.Patacho ponugutz Farlo.
dem.Patacho porluguez Flor du Mara.
Babia. = Barca portugueza Esperanza.
Ideai.Brigue porlugez (.onde.
dem.Biigue porlu;utz Esperance,
dem.Patacho porluguez Emilia.
Pernambuco.Barca prlugueza Gralido.
dem.Birca portugueza Maria Feliz.
dem.Brigue poiluguez Constante,
dem.Riigue ponuguez Monleiro 1.
Pai.Patacho porluguez Cautela.
Rio Grande.Escuna inglcza Keriu Pagic.
itifoMM itfjfk: -r-- *mtf*
ftavioa entrados oo dia 5.
Londres45 dias, barca laglota El-a Ano,d de
328 toneladas, capitao Samuel Madlu, carga ma-
deir*. Perlence a Liverpool, a ordem.
Rio 'i* .In-ii i30 dtas, barra nacional Yaya, de
279 toneladas, capilao Jos Joaqnim Pereira, a-
qo.pagem II, caiga far liba da mandioca mais
K-uero', a Barroca e Castro. Peilence a Pernam-
buro.
Rio de Janeiro 15 daa bare* americana Archer.,
de iu.i toneladas, capitao Lewia, equipagem 14,
em lastro a ordem. Scgoio para West lnd.es.
Boriios-Avre*30 dias, briaue hespaoh-l Pe,.lio,
de 209 toneladas, rapitao Juan Ciaanova/equipa-
fem 12, carga 2800 quintara hespanhee de carne
a Mauoel Alvea Guerra. Pertence a Barcelona.
Naeio sahidu no mesmo dia.
Rio de Janeiro B.-igue nacional uDamo, capillo
Manoel .1 -e Viena.earga assucar a aguardante.
Para e portos intermediosVapor nacional Toeaj'n-
l.ns,.. comniuiiianie o I.* lenle Pedro Uvpolvlo
Hilarle.
Rii de JneroVapor inglez Medwav,* rcmmao-
dinte I. I. Harumak*.
MAl'l'A demonsfro/i.-o U'agua une te ce o banco da
barra dc*le porlo na semana ltimamente
____ fmda.
i S
iNuminacao
doidtas.
Domingo .
2.* tena.
3.* faira.
1. fera. .
5.a rer*.
6." fera. .
Sabbado ,
Preamar.
16 pea ndete*
17
16 o
16 a
15
15
14
Baia mar.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, ero cumprimento da ordem do
Exm. sr. presidente d provincia de 16 do
correntc, manda fazer publici, que no dia
3 de dezembro prximo futuro, peante a
junia da lazeuda da mesma lliesouraria, so
na dn arrematar, a quem pur inenos lizer a
oBra fJoa. lanfo da ramificacao do Japo-
mi n, avallada em 10:08l'5 rs
A arrenuiatjo sera feta na forma da le
Er.hV,nCi "'i3*3 e '5 de mato de 185*. o
sob as clausulas espectats abaixo copiadas.
Al pessoas que se pro?zerem a esta ar-
remalacdo coai^arecam na sala dassessOes
da mesma juma no dia cima declarado,
pelo meto uta, coaipeteoiemente habilita-
das.
E para constar se mandou ifflxar o pr-
seme e publicar pelo Diario.
Secretaria da mesouraria provincial de
Pernamtiucrjl 17; de novembro de 1857. O
secretario,
A. F. da Af)iiuncac,,Hi.
(lasulas especiaes para a arremalar^ao
1.a As obras da ramtflcar;9o de Japomtm
far-sc-ho deconlormidada coa o orcamea-
lo approvado pela directora em conselbo, e
apresentado ao Etm. Sr. presdeote da pro-
incia, na inipoiUnca de 10:0809 rs.
^-a O arrematante dar pjincipio as 0-
or*s no prazo de um mez, e as concluir no
oedoze mezes, cornados na forma doart.
t.ua le provincial n. 286.
3.a O pagamento da importiucia da ar-
reu.atacao reahsar-ae-ha na forma doart. 39
da mesma le provincial n 286
i,;f f,r,'e,ntnie durante a execaco
dos trabalhos dar transito ao publico.
0 a Na csecu?5o dos trabalhos o arrema-
tante sugettar-se-ha aspreacriprOes do en-
geni.eirj eucarregado da obra.
6.a Para ludo o maia que nao se acbar
deieiminado as piesentes clausulas nem no
oi-amenlo, seguir-se-ha o que dispfJe a res-
peilo a le .rovincial n. ase.tonforme.-
0 secretario,
A. F, da AnnunciacSo.
O Illm. Sr. inspector da t> esouraria
provincial, em curiprimento da ordem do
t\m. Sr. prestlente da provincia de 16 do
corrente, manda f./er publico, que no da 3
de dezembro prximo vindouro, peranle a
junta da fazenda da mesma thesouraria, se
na de arremata--, a quem por menos lizer, a
obradoaSuJedonuin Jardim, avahada em
l:15o?0ouieis.
A arrematarlo ser feiU na orma da le
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
as pessoas quese propozerem a esla arre-
mutacao comparecen! na sala das sessOes da
mesma junta, 110 dia cima declarado pelo
meto dia, competentemente habilitadas
1 para constar ae mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial Pernambuco 17 de novembro do 1857.-0 oe-
cretaiio,
A. I', da AnnunciavSo.
Clausulas especiaea para a arreuialacSo.
J.a As obras do acude do Bom Jardim ae-
ran leitas de couformidade com a planta e
orcineiilo, approvados pela directora em
conselbo, o apresentado a approvacjo do
Exm. Sr. presidente da provincia, na impor-
tancia de i:ij..- rs.
2.a ICstas obras deverSo principiar no
prazo deum mez, e sor3o concluidas no de
cinco mezes, a contar da data da arrema-
ta^o.
3.a A importancia da arremata^ao ser*
paga em lies preslacOes, pela mauera se-
guinle : a piimeira de dous quintos di va-
lor total, quando estiver execulada motado
da obra ; a segunda, igual a primeira, de-
pois de lavrado o termo de recebnwmo
provisorio; a lerceira finalmente, de um
quinto depois do recebimenlo delinitvo.
?.a O arrematante na execucao dos tra-
balhos observar as prescripcOes do euae-
ueiro.
6.a Para tudo o mais que 11 aoeaiirer
proscripto as .rcsen4.es clausulas, obaerra-
ra o que dispOe a le provincial n, 286 de 18
de maio de 1854.Conforme. O secretario,
A. F. da Annunciacjio.
- O Illm. Sr. Inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Extn. Sr. presidente da provincia, manda
fazer publico, que no dia 10 de dezembro
prximo viudouro, peranle a junta da fa-
zenda da mesma thesouraria ae ba de arre-
matar, a quem mais der, a laxa das lian ei-
raa da pome do Manguinho e d estrada da
Capunga, avalladas animalmente ambas etu
5:4755000 rs.
As arrematacGes serSo feitas por lempo de
30 mezes, a conltrdu 1.-de Janeiro de 1858,
* 30 de juiilui de 1860.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
MtatjSo comparecam oa sala das sessOes da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas, com
suas propostas em carta fecuada.
E para constar se oaandou allixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 10 de novembro de 1857.U se-
cretario, A. F. da AnnunciefSo.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em curnpi imeuto da raaolucSo da
jauta da fazenda, man ia axer publico, que
uodia 17 de dezembro prximo vin-iouro,
vei uovsmenle a praga para ser arremtalo
a quem por menos lizer a obra dos reparos
do quariel da villa do Cabo, avallad* em
I.21U8UOD.
E para constar se mandou Misar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 26 de novembro de 1857.O se-
cretario,
Antonio Ferreira da AnnunciacSo.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da reaoluqao
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que no dia 17 de dezembro prximo viudou-
ro, vai novamenle a prar;a para se arrema-
tar a quem por menoa lizer a conservado
permanente da estrada da villa do Pao d'A-
Iho, avallada cm 69009 rs., por lempo de 10
Dezes.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaiia da thesouraria provincial de
Pernambuco 26 de novembro de t8.Y7.-o
secretario,
A. F. da AnnunciacSo.
0 Dr. Sebasti3o do llego Barros de I.acerda,
juiz de orphSos casenles da cidade do
iU'Cire de Pernambuco e seu termo, por S.
AI. 1. e C, que Dos usrde etc.
Faco saber que em praca publica deste
juizo de orphaos, se ha de arrendar annoal-
tnente a casa terrea da travessa doMaittns
n. 8, lo b-irro da Boa-Vista, perlencente a
demente D. Maria Joaquina Martina, de cou-
formi lade com o escribi que se acba em
poder do porteiro deste mesmo juizo e vai
a praca a requeriraenlo de Francisco Paulino
de Souza Cirne. logo que se lindero oa dias
da lei. Rccife 2* de novembro de 1857 Eu
Flortano Correia de Brilo, escrfvSo, o lizes-
crever e subscrevi.
Sebastian do Reg Barros de Lacerda.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resolucao
da junta da fazenda, maula fazer publico,
que no dia 23 do corrente vai novamenle a
praqa para ser arrematado a quem por rr fi-
nos lizer a obra dot$ude do Bom Jardim,
avilada em 1:1553 rs,
E para constar se man loa allixar o pre-
sente o publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco de dezembro de 1857.o se-
cretario,
A. r' da AnnunciacSo.
; Olllm. Sr. ins.eclor da tbesotirana
provincial em cumprimento da resoluc-no da
junta da fazenda, manda tarcr publico que
00 dia 23 do cor.ente vai novamenle a' 1ra-
vi1 para ser arremtala a quem tor menos
fuer a obra do 2. lanco da ramilicacio do
Japoinun, avahada em 10:080/ rs.
*! p.*r.c_onsUl.so. mndou allixar o prsen-
lo l|J pet in.-., te e publicat pelo Diario
.i.- ;i,ec,eU thesnu'ari
" l'ernambuco de novembre
*v ,l- Crol atr m
I
II
II l{9
\i
ObaarvaejM,
NesdirTereDlM anroradmiros do purlo osrilloo o
baua-mar d* 12 e 20 a 13 1t2 t 21 Irl pe* iogteies,
cretario,
A F. pa Anouncar;io.

a provincial de
brode 1857,-Ose-
Peranle o Illm. Sr, Dr. juiz municipal
MUTILADO

ILEGIVEL
-


--^-.--
DiAKIO Al MstNABBUC -H.i MiA IhA
li IMMMIi&i) JtS i i*.


do lerniu do Olinda, se ha de arrematar por
venda, depuis de mJaa bu licncia do da 7
do prjimo futuro mez de dezembro, as 0
. horss da m.nliR., por ser ultima pr.Qa,
yma casa terrea do pedra e cal, com quintal,
na ra do la go do Amr-aro u. 9. avahada
por 2009 rs., a qual foi pejhorad. pela fa-
zonda nacional, por dcima de uiuo mora,
do anuo de 1854 a 55 ao viga rio prior do coa-
vento de Mossb Nenbor. do Carmo da mesma
cidade. Collectoris de Olinda 28 de novem-
fbro di 1857. u colleclor. Fiancisco das
Chagas Salgueiro. O escrivo, Joilo i.un-
itivos Rodrigues r'rsngs.
Pela mesa do consulado provincial se
az publico, que os 3o dias uteis para o pa-
gamento, bocea do cofre, da dcima dos
predios urbanos das freguezias desla cidade
e da dos Afogados priucipiam a contar-se
do dia 1. do dazombro prximo futuro. fin-
lo os quacs incorrem na multa de 3 Ofl to-
dos aquellos que deixarem de pagar seus d-
bitos, perteucentes ao piimeiro semestre de
1857 a 1858. Mesa do consulado provincial
26de uovembro de 1857. Pelo administra-
por, Theodoro Machado Freir Percira da
Silva.
"COMPA.NHIA DE SEGUROS MARTIMOS E
TERRESTRES.
DO
IMPcHIO DO BRASIL.
Estabeleeida no Rio de Janeiro.
CAPITAL .0.060.000:000
. Aget'Cia ra daCru-. n. 15, eseriptoiioda
viuva Aiiiorim & Fillio.
Ao Srs. negociante, proprietarios de
caas etc., etc., te ol'erece na agencia da
dita compauhia nesta cidade, a realisaco
de seguios por premios e cordicries mui-
to mdicas c razoaveis. Na mama agen-
cia tambem e efi'ecluam seguro tanto
. 'para o norte como para osul do imperio,
nos vapores costeirot e vaso devela. A
companhia garante a prompta indemni-
saeuo da importancia de qualquer si-
nistros.
CORREIO CERAI..
Pela administradlo do correio so faz pu-
, blico, que a mala que deve cuuduzr o va-
* ^ior costoiro Persinuuga para Maceio, fecha-
se hojef"; do crrenle, as 5 horas da tardo
fin poolo.
Pela subdelegada da freguezia do Po-
go da Panella fui apprebendido um cavallo
ruco quem se julgar cam direito a elle,
dirija-se a mesla subdelegada, queiustifi-
ctodo Ihe sei entregue.
De nrdem do lllm. Sr. juiz de orphos
0iB'\ess cidade e seu termo, f*Qo publico, que
no dia 15 do corrale, a porta da casa da re.-
sideucia de S. S ir i praca por venia o
escravo Krederico, pardo, e escravo dos or-
phSos liihos do finado Euiz Ignacio Hibeiro
Roma, avslistoem t:80u9 Recif* 7 de de-
zembro de 1857 0 1. oscriv3o de orphaos,
i 5 l'lonano Corris de Rril.o.
3 O gran le riomlurdeauenlo de 01esa,
os Ingldzes botando logeles a Congreve.
*.* O graudo desastre de Sinopo pelos
Russos.
5 Osullilo Adulmedgi rodeado de lords,
principe. Napoleao, duque de Cambri 1g, e
mo ((pucha ele. ere.
6. Tomada de lommarsund, pelos Kran-
cezes.
7 a A sanguinolenta batajha do Alma. *
8. Assallo da torre de Malao.ft.
9*. Assallo geral de S baslopol.
10." Retirada dos Russos para o norte, o
incendio da esquadra russa.
II. Vis a geral de Paris
12" Vista uo Rio de Janeiro, lomada da
ilha das Cobras.
13 Vista de Lisboa.
14. Vista do Madrid, capital do llespa-
nha.
15.* Vista de Londres, capital de Ingla-
terra.
16. Vista do Porto, segunla de Potugal.
17. Inloriui do palacio do Luis l'ilippe em
Pars.
18. NapoleSo I, botando ceulo em frente
da Catheiral do.Mil.io era Italia.
O saiao oslar aberlo das 7 ate as 10 da
noite. Entrada 500 reis.
K


>*,
Cear
COISLtOESO HIlOPSiCO
DO
RITA DV.CXDtlA, DEFKONTE DA ORDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
Onde soa"tiain seinpre os mais acreditados medicamentos lano em untura como
em globales, prepara ios cora o maior escrpulo e por probos bastante cooiinodos
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1
? t r > +.;4;.*> t :
6
PEDRAS PRECIOSAS'
>"^*'
t Aderaos de brilbanles,
f diamantea e peredas, pul. j
* eirai| allineins, brinco ^
^ t ruzelas, lioles auuei* g]
de diflerenles auslos e de ;*:
t divenai podras de valor. S
4 ~
Compram, vendein 88 lns u Vaitltr^u ; lltanles, Mft
UJ1 BE m\'.Av
Ra do Cabuga' n.
i OURO E PBATA.
K
7.
.tecehem or n- !g "'".i*" rlo".
1" ^ oulro mullos obieelotc
4 Adere^o^ cninplolua da |
: ouru, meioi dilos, pataei* '$
J2 rs, alfiuFlc, brinco a
* rezelas, cordoes, Iraneel- *
S lina, medalhas, correales *
i*i-__r.:._______--i--! *
*
Vai seguir nestes dias o ptar|m Santa
Cruz, capilo Jos Vicloiino das ISeves ; pa-
ra u resto da carga o passageiros, trata-se
com Caclano Cyriaco da C. M na ua da
Cadea do Recile n. 2.
Aracaty.
O hiato KxialaciM) saho com brevidade,
recebe car^a o passngeiros ; a tratar com
Caelano Cyriaco da C. M., na ra da CaJcia
do Recife n. 2.
Ceaie A carac.
At o dia 10 de dezembro viudouro segu
o ptlar.ho EmulaQo : quem no mesmo qui-
zor carregtr ou ir de passagem, dirija-so ao
escrlf.lorio de Manool Goncalvts da Silva, ou
cum o capilao a bordo.
I*ara o 'rto.
Seguir al o dia 12 do crreme o brigue
Espeiauca, para carga e passageiros, trata-
se com Barroca & Castro, i a ra da Cadea
do Rocife n. *, ou com o MpilSo na prai^a.
'ara Lisios.
Pretenocarregar, e sabir com brevidade
a barca brasileira Amelia, da qual lie capi-
to Jsronymo Jos Mirtina, por ler parl<; do
*eu carregamentu engajado : quem n ines-
ma quizer carregar, pode conv. nciouar com
Amorim Irniaos, ra da Cruz n. 3.
ft las, e oulras qaac *. juiasde valor, a dii.liairo ^
, uu por obras. W
* :
<;.
ropa asobr^sdo tois
moderno gosio, tati-
to d Franca coraio
& Aparethos rumplelut de .1
prala para rh.i, handejaa,
^, salvas, cattlfae, colheres '*_
ffi de sopa e decli, mu- "
S los oulroi oujec'.os de -
V prala. -^

as quaes
ves
por
pre^o commodo <;oino costumaiii.
ITMIlTl
Di.
- 'recisa-so alugar um pequeo sitio
quefijue polas immo liac)os desta cidade,
isto he, estrada de JoS > do Barros, SoleJade,
Estancia, ole, etc., cuja renda animal soja
menor de 200J : que ai tiver, dirija-so a ra
Nova n. II, loja.
No hotel ila ra da Penba n. u> A, con-
tinu'a hivrr o-Sodevaoca aos domiugos o
lias s Dios, a>sim como foiioco-se qual-
qu'-r comida a vonlade dos feguezes, para
lora ou no mesmo, com acoio e presteza, e
prego conmodo : a tratar com o novo dono
DO mesuro a qualquer hora.
PRuTE-TO.
Os socios da sociedalo Protectora ven-
do a circular que o -r presidente da mis-
ma ociedade mamlou publicar no Diario d"
:l do corienio, doliburtudo elijjinar os so-
cios, que por negligencia deixaram de cum-
prircom os devores pecuniarios o possoa
fazoiii sciente ao mes
Convento.de S.
Francisco de
/fagua dos aman-
tes.
Liquido silo e especifico para tirar todos
loa pannos, as sardas c as espinhas, refresca
I a culis e faz dosappaieoor a edr triguelra em
cinco dias, do um molo particular, aug-
meuti o lustro e lira as rugas das pessoas
LOTERA
DA
O abaiso assignado tem oxposlo venda
provincia.
O abaiso assignade avisa ao respeitsvel
que tem feito uso do solimao, cura a bor-I Publico, que veule os seus multo felizes bi-
tueja com muila faculdado por ser muilo Hieles e nieios, pelos prefosabaiso mencio-
fresca e som prejudicar a saudade. Lsle li- naJos, sendo da quaulia do lOOj'JOO para ci
quido ja be bastante conbocido nesla pro- | m, na praca da Independencia us. 4 e 37 *
viucinelem feito grsndes curas, tanto que; 39, e na ra da Cadeia do Rjecife n. *5, es-
os seus muilo felizes billieles inteiros e i t.;in sido rvceilado polo insigne medico Joa- quina da Madre de Dos
meios da segunda parte d< primeira lotera quim de Aqumo l'onseca : ven le-se smen-
cima, os quaes nlo ostiio sujeitos ao des-1 te no deposito n. 6 Ja ra de S. Franciico'
cont dos oito porcenlo da loi, que ser j pelo prego de 2.5OUO a garrafa,
pro-.iptam.'iile pago, na ra da Cadeia do ... lio chegado a loja de Leconte, aterro
Recife n. 45, ou na praca da In lependoncia ; da lioa-Visla,n. 7, excedente leite virginal
ns. 4 e 37 a 39.
Uilheies 5.5000 Recebe 4:;000
Meios 2?500 2:000/
O mesmo vendeu os seguinlos premios da
terceira parto da tercoira lotera do hospi-
tal Pedro II.
2 meios Numero 1191 400
1 dito 1496 loo;
1 dilo
1 bilhete
1 dito
1 meio
1 dito
1 dilo

llitl
1496
999
303
1266
1993
1 tG
2198
.'
50,
'20}
20/
809
2U;
20/
Por 8alusliauo de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Antonio Lopes Percira de Mello, IW
de rosa branca, para refrescar a pelle, tirar
camos, sardas e espinhas, igualmente o a-
lanii.ro or o babosa para I impar e fazer eres-
cer os cabellos ; assim como p imperial de
lyrio de Klon-.nca parabroloejas e asperida-
desda pelle, conserva a frescura e o avcllu-
dado da primorosa dt vida.
:..3
O
O
&
Mearon

1110 5r. prosiJeule, que
bu pretendo geguir a laucha nacional Flor
do Rio Grande : quem a qui/.rr canegar ou
frelar, inja-se a ra da Cadci, loja d Jo5o
da Cunha MagalhOcs.
. >:z
SANTA ISABEL
4.1 RECITA 114 NOVA ASS1 GfiiTliBI
DA
EMPREZA- GERMANO.
KslriM da Hi-lrir.
~s(i.ai E reentrada do artista
mOMO ii:i\tll\ W CARVVLIIO LISBOA.
QLIMA-IEIIIA, 10 DE DL/.EMUHO.
.Sabir,1 1 cena o drama m lrr< iclui e um prud'g'i,
, da Sr. alendes I.---.I :
A POBRE
RLIVAS.
1 ermlnar o epciaculo com a cnmeJia tm um telo:
OS DOUS
ou
0 NGLEZ IACI1IMSIA.
Prioeipiara is 8 liorai.
*U bilhete* cham se a' vindi no rcri, Ijriit do
bealro.
SALiO DrimTO-
DE
Santa Isabel
IEHI A FlilHA. 8 E UE7.EMBRO l)E 1877.
. VOCAL KHSTMIE,TAL
Dado por
HenriqueScapt, violinista e J0S0
Bergamasclii, lwrytono.
PRIMEIRA PARTE.
l.'Oovfrlara pela orcliesla.
2. Aria da opera All a, do micslro Verdi, pelo Sr.
I)eigamachi.
, 3. lirand plianUsia, eieculada no piano, pelo Sr.
F. Lanbk*.
I. Aria da optra Allili, canlau. ptla Sra. Caimel-
la L. Col.!-.
5. Huelo (calado no piano violino pelo Sn.
I.emlike e Scapl'.
(i. Duelo da opra Harbairo de S'Vilha, cantado pi-
la Sra. Carroella I.. Cola o Sr. Bergintch.
8. Vanket Uooaie. etetolado pelo S'. Scapli.
? SECUNDA PARTE.
8. Ouvarlura pela orrbealra.
9. Darlo da opera Lucia de l.amermoor, cantado
pela Sra. (, nn-lli e o Sr. OerK-maichi.
II). C-raiiSe plianlasia 110 plano f re pelo Sr. F.
I.erulAe.
II. A'ia aa opera l.nmbardi, pelo Sr. Bergama^ctii.
I.'. Variarfiei do Carnaval de Veneza, de Pagani-
ni, polo Sr. Scaplt.
Cerlua na prolecc,ao do reap^iUvel publico desla
heroica e bella provincia, 09 annunriantei eonUm
cj;n a ia< prolecc,flo, que 01 Tara' Icrnamenla
grato.
O oncerlo principiara' *t 8 borz e mcia.
Eulrada 53 <>
Dj bilbales ecliam-ae venda do icriploria do
Ibcalro.
c nipanhia
PnriiHiiibiiCrinH.
culo vencidas o j virtude do Ihe
soureiro de dita socioda le nfio ter al boje
prestado as cuntas relativas ao? fundos po-
cuniarius da mesma socielade, como h?
obrigado pelos estatuios, o por ignorar do
oslado de dita soeiodade, resucito a dinh.ii-
10 quo deve exislir em caixa ; e quanto aos
deveres peeSOC.1, so fallain lio por nao sorera
avisados ha muilo lein.o, conformo dispon
os mesmos estatuios. Mo si ndo estas fal-
las occssionadnS por negligencia, e sim po-
los motivos expendidos, os mencinalos
socios protestara c mira a deliberado toma-
da pelo Sr. presidente, e nao so suge laiu
a deliberado alguoia sem quo o thesourei-
ro aprsenle o balanco goral da sociedede
dociineulaJo e legalisado, edoclaraiu quo
nao entia 3o rom quanlia alguma para a
caixa da sociela lo anlos do bataneo poli io,
O vapor nacional PcraiOUOga, comman- pondo-so lodos eoi dia com a sooie lado logo
daute spgundot nenie Joaquun Al.es Mu- que o bidango soja a presentado em plena
reir, satura para os pori.os do sua escala n|ae*s9a, examisa lo cjulgado exacto
O Sr. thesourei ro das loteras manda
fazer publico que te acliam a venda no
pavimento terreo da cosa da i uu da Auro-
ra n. 2, das 9 horas da raanhSasS
da tarde biltete! e meios da segunda
parte da primeira lotera do convento
de S. Francisco de Olinda, cujas rodas
m.laiao no dia 16 do correte.
Thesouraria das loteras, "> de dezem-
bro de 1857.O escrivao, Jos Alaria da
Cruz.
Lt olera
DA
Provincia.
faz sciente a seus devedores da loja de
calcado da ra da Cadeia do Recite n. il,
que visto terein abusado de sua bondade
no cum primate de seus deveres, que
anda esta'retolvido a esperar ate o lina
lo crrente me/.,' lindo este, decidida-
mente entregara' a sen procurador para
chamar a juizo um por um, nao tendo -^
mais contcmplac3o com ninguem, por ;.
USO que fazo prsenle aniuincio em lem-
po, aliin de pie depois nao liuja c|uei\as ;
e ao mesmo lempo faz sciente, de <|iie
lem ulgiiii deque ignora suas moradas,
e enio estes tem de os chamar por este
Diario, declarando as quanlia, vislo
iiiio se u-riis iicn do que devem.
Aluga-sc um primeiro andar de um
sobrado na ra do Rosario da Boa-Vista, e
Urna pequea casa terrea na roa Imperial,
freguezia ue S. Jos : quem pretender, fallo
na ra das Cuzes, ultimo sobrado dodous
andaros i).!), quem vai da ra do Queimado
para S. 1-rancisco.
- .No dia :i do corrcn'e, furtsram na loja i
da ra do yuei ado n. 8 urna caixa de tar-
taruga, ten Jo no centro da lampa urna cha
G
j-c:
Cu ni deposito ge*
v ral Preta, m run da '
-;5 'ruz 11. 6, inndri-
i3 rani-s para a mes-
illa ra ii
25, pr-
m
m metro lindar. a
Na fundicfto da Aurora jirecisa-se
de serventes forros ou escravos, para
tervco debaixo de cobeita.
8 9SBTBTA fumm. %
:. I'anln (,..i,;n(.u(deul5l.,ruaNova n.41 i *'
V> na inesmaraatem agua e pa denlrilic*. @
^:v :-; -;G-: }&
SEGUUO CONTRA FO0.
('..'ii.p.n,loa Alliance. .
Sibalecids cm Londres, am maroo d 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saimder Brother & C, lea a konra ds in-
Ki(tictes -JOO recebe 4-.U009
Meios ao250 2:C005
Por Salustianode Aquino Ferer,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Aluga-se urna bonita casa de novo ac-
bada, com boa saia, a quarlos, sala para
jamar e boa cozinha, no lugar de Apipucos,
tendo um extenso sitio para passear, ,'e uo
mesmo ptima sgua do beber, inethor que a
do encanamento, e bom banho, sendo a re -
fonda casa edificada junto delle : a tratar no
mesuio sitio, junto ao do Sr. m.-jur Osario.
e qualquer inlormacao, na ra do Crespo
u. *.
Aluga-se urna cass Ierres, nova, com
sala e quarlos, com 3 portas e 2 janellas de
Vi.-", frente, 3 quarlos, sala aira/, e cozinha lora,
>..'; propria para passar a testa, porse achar si-
f. luada na piala de S. Francisco de Uiiiida,
l perto dos baolios do mar : na ra do Vra
douro. na primeira casa parlindo da ponln
para Santa Thereza, achara com quem tra-
tar.
Quem tiver um sobrado pars alugar,
bastante grande, no bairro de S. Antonio,
dirija-se a ra das Cruzes n. 34, primeiro
andar.
Aluga-se um ir>ulalinho delbannos
de idade, ptimo para criado ; quem pre
tender, dirija a ra do Padre. Floriano D. 3-i.
Precisarse de um ollicial tachador
de lamancos : na ra larga do Rosario n. "i.

p. d miro, com as iniciaos M j' S P. : ro- 'C"Wt ,os Srs* n8ciaD'es. proprietarios de casa
ga-so a quem for olTerecidu o obsequio de
a apprebender, e levar a mosma loja, que
alcm da recompensa, licar-se ha agrade-
cido.
Na
ns. (i
precisa-se de um
dia 7 do corrf nte as 6 horas da larde, e so
recebo carga hoje por lodo da, a qual sera
deposi8da no armasen da companhia
aconi, a.ihad j dos despachos e cunhocimen-
to, quesorSoentregues no dia da sabida
dopois do meio dia.
Deve sahir para o Porto al 15 do dez-
embro, ou antes, se fer possivcl, o patacho
pnrtnguez Maria, o que so avisa a quciD
quem quizer carregar, ou ir de passagem ;
trata-sc com os seus consignatarios Fran-
cisco Severiano Rahollo l'ilho, no F'orte do
Mallos n.6, largo la assmblea provincial,
ou com o capilao na piara do coinmercio ou
a bordo.
Terceira parte da terceira lotera
pital Pedro II.
Nos afortunados bHieles
peloabaixo assignado foram
seguintes sortes:
lo lios-
rubiicados
vendidas as
COMPANHIA
Firasilt ra do paquetos
vapor
O pquoto Paran, commandante o segun-
do lenle Francisco Ferreira Iturges. devo
chegar a este porlj a 9 i > crrenle om se-
guimento para os do sul; podo receber des-
de ja passageiros, Ireles de dinhoiro. en-
coinmendas o de carga no dia da chegada .
agencia ra do Trapiche ll. 10.
Aracaty*
Para o Aiacaly saho no dia 7 do co rento
o luale 111 v ii'-i vi' I por ler a maior parlo da
ca'ga pronuta. para o resto a passageiros
ir-la-se i-o:n Mallos i\ Innos, na ra da
M i.l c do Dos ll. '2.
Uocie 4 dezembro ;ie 1857.
t's socios da re esma.
Joo Jos RibeiroGuimarSes, co-noron
na preso itc data ao Sr. Lourn^u Jos de
Moraes r.rvalho sua loja de ferragens sit
ns roa da Cadea do Itooife n. 5<), co^.ar-
mc3o e ludo o mais que nella leconlinha.
oqua f 2 sciente a esta pra^i. Pernambuco
i de dezembro de 1857.
JoSo.Jos Ribeiro Comes.
Vcnde-se na ra de .pollo u. ti, urna
escrava cnoula, de 20 anuos, bonita figur.,
engomma perfoitamente, cozinha c coso al-
goma oousa, o ao compra !or se dir o moti-1
voporq ie si vale
Vendem-se 2 escravos o 2 escr-.vas do
boniUs lig jras o mocos : a tratar na ra da
Cllela do Recife n. ><.
t^ticeradus |*ara metas.
lucos encera 1o para eobrir ilusas, ban
cas e pianos, a melhor fazenda c o lem vin-
to ao mercado, e probos mais coinmodos
que em outra qml uer oaito ; la fabrica o
loj de chaplea de Joaquim do Oliveira
Mala, na p ac da luicjen tencia n. 21 a 30.
inomaz Fetzpatrick e sua senhira,
sub utos b iUnnicos, empregado n estrada
le ferro, reliam-se para Iazlat3rra
Preciso-s. de um caixo ro pan lab r- ..* ,i~ V-fCT
na, cum prstica ; dirija-so ao pateo da San- ne,,aBO"u-
f
- 38 1:000.$
1701 1:0005
:>.V7i; 2IIK
1938 2U0.-J
r.'.n. 10D.S
3318 1 00.S
1228 100
:>7 100.;
583 50$
2979 )!'.S
"10 oll.S
1353 ")0,S
ll 50$
999 505
(>-2 2D.S
573 205
1993 205
998 205
.-li; 205
228. 20.S
2198 205
182 205
I meio.
Bilhete.
Dito.
2 meios.
I dito.
Bilhete.
Dilo.
I meio.
I dito.
I dilo.
I dilo.
I dilo.
I dito.
I -dito.
Bilhete.
Dito.
I meio.
I dito.
Bilhete.
I meio.
1 dito.
I dilo.
He pajja a sorte grande e a immediata
e o premios al 20S 110 escriptoi io. do
abaiso assignado,das9 horas da inunlia
S^fosS.
DA
Baile popular
DE
Mascaras e pliunlasia.
NO
PALACETE DA RU V DA PRA1A.
Seguiida-fcim 7 de dezembro.
A pe ddo de varios amadores, tiaver bai-
le noste da o qual sen o ultimo este auno
por ter dase pintar o sali; os corlOes de
imgrespo eslarflo a venda 110 lugar do cos-
Unr.e no dia do diverliniento, que deve ter-
minar as -1 horas.
Gabinete ptico
ATERRO Di BO-YISTA
H. 4.
0 director desle ssl3o participa a seus
Ilustres trotectoros, que teudo-se de reti-
rar desla cidade, llies offeiece ests semana
por ser s ultima urna agradavel e muilo bo-
nita ezpusicSo de vistas escolhidas.
Cuerra do Oriente.
1.a As esquadras Aladas alvorando-o sig-
na! Ae guerra a Ruaste.
2.' o grande bombardeamento infernal de
Siaborg.
Leilo desabri
OQarta-feia 9 do c i-
reiite.
PELO AtiKNTl
PESTAA.
O gente restaa faia I ilao, QUarla feira
9 do cofrontc, f cas 10 hor s ila manrifla, un
armaiem do antigo deposito da fabrica da
viuva iielphino, no boceo do Concalves, de
cerca de
(iOO caixns <;oni saban
te superior quali !a le. piuito seceo, por ja
se achar armazenado ha m*is de um anjo,
e assim nflo ortereccr boje a menor qnobra
Sei ven do em lotes de cinc > on mais cai-
xas a vonta le dos compradores.
- U agento Uorja fara leilo, quuiia-rei-
ra 10 do correte, as II horas da mauba
en s de uina inlinidade de obr s do marciueiria,
obras de ouro e piala, objeclos de porcella-
na, vidro para enfulles de sala, candil >br..
iilernas, appareihos do pnrcellana |''i'i al-
inoi.0 e jantar, quadros de passageus. de
gnslo lindo, e ouiros muilos ebjeeloseto..
que serilo sem reserva vendidos : e bom as-
sim va'ios escravos de ambos os sexos, que
tambem sero vendidos sem limite
apete Borja por despacho do
E\m. Sr- Dr. juiz de direito especial do
commercio, em reriueriment dos admi-
nistradores da massa fallida de Andrade
& Leal, Tara' leilo de todas as divida?
activas da mesmu massa na se\t,i-l'era 11
do corren te as 11 horas da manlia em o
seu arma/.em na rna do Collegio n. 13 ;
assim como no iiKsmo dia tambem se pro-
ceder" a venda em Icodo escravo par-
do de nome Eu/.ebio, pertencente a u-
pradita massa e pie se acha cumprindo
sentenra na ilha de Fernando.
la Cruz u. -2
Precisa-se do um caixeiro par taber-
na, com pratica ou som olla, que d fiador
a sua coaduett ; no largo da .Sol?d-.de n
16, padaria.
Precisa-se d3 urna aun de leite i a tra-
tar na ra lo Queimado n 42, loja de hien-
das de Albino Jos In Silva, ou inruaDi-
ieita n. vi, segundo andar
- Precisa-se dn orna ama pa-a um enge-
nbo duas legoas distante .la [naga, a qual
tenha capacidade para so oicarr.'gar da di-
-eccao da cass, que ne de borneo, solteiro,
so com i fabrica o empregados ; paga so
bein, etrala-sj ni ra do animado, loja
o. 10. J
O abaiso assigcadn mu lou-se da rna
Velha pata a >ua do ivjoIIi n l') e c. mlino'a
emsu. profisaHo do favor e,.s, .aVi,. I^P0'"
simarraso capis viatonas, a uso da Idbia \ usla
Al'xandrino Cesar de Mello. por cento pelos se;uintes procos :
-- No dia2Vdo maij do 1853 fngiramdol Ddlietes .'IO M ios 2.s2.il)
Hm urFaSr!.a V,?,n'n.o1nalS' toiro de rana, um de nomo Clemente, alto,
alvo, bonito di figura, caballos louros e
Cacheados, barbado, oluos sgatados ; o ou-
lro do nomo Jos, alto, triguairo, cabellos
p-etos c cacheados, e sibe ler ; ondamjou
loso regulam do -n a 20 anuos de idade,"e
lizem quo so acliam no sertao da Babia I
onde se tratam por fu-ros : quem os rajlu-|
ri r o troaxor a seu Mador, s ja om Pemam- ao gymnasio.
bjeo no engenho Vinagro, do termo de1 Pgs-se bem a urna criada forra ou
Ip'uarassu', oh no Ico ao Sr delega lo de po captiva, que queira encarregar-se 'U> sorvi-
ivraria ns. l> t: S la praca
Independencia, precisa-se tallar ao Sr.
Joaquina Antonio de .Mornes.
Na olficna de calende da ra lar-
gado Rosario n. 2*
caixeira.
Jos Eliss Machado Freir, construc-
tor pailrrular, julgando-se versado em cons-
truceao llieorica e pralioa.offorcce o seu tra-
ba I o a qualquer pessoa quo quier cons-
truir embarcarles paia longo curso, nao s
nara panno, como para llic asscnlar enge
abo para vapor, sendo os seus planos exami-
na los, por qunlqui-t rojiarlK-o, o mesmo
lia modelos do 50 a 60 pullegadas de r.om-
i'i iiiifiilo com toda somellunca, prompto a
navegar para o mercantil que quizer,eensina
pilotagem tbeorica, construccSo, arithme-
Uoa, algebra em segundo grao, geometra,
trignometria plana e esphenca : a tratar na
casa n. 7.
O Sr. Joaquim Moreira Castro, queira
dirigir-se cessoaimante a sgmcia dos pa-
quetes brasileos, na ra do Tra.iche u 40,
para recebar dinhoiro.
Precisa-se ue urna ama para comprar
ecoziohar, para casa de pouca familia : na
ra Helia n.20.
- frecisa-se de um feitor o um caixeiro
ambos l'orluguezes no largo da Assem-
bloa n. 6.
' hachare! Deolindo Mondes da Silva
Uoura roga a seus amigos rosi lentes oesls
cidade, queoilesoulpem do nfio fazer-llies
pcssoalmento sua visiti de despedida em ra-
zio da brevidade do sua partida, e offerece-
los seu diminuto prestimo na cidado da
iherosiua, onde pret-nlo demorar-so ato
ma'r<;o do auno prximo futuro.
- Pordeu-se no dia 2 do crrenle, desde
o meio da punte nova do Itecil'eem seguida
ao c/.es do \pollo, c desle a rna que segu
om frente da torre do MalacoU" a entrar na
ra de Apollo, um livrioho 17, tomo dos
Mystorios de Pars,mri par debotes de ouro
para punhos de caiuisas de homem e urna
livela de ouro lisa, cosida em um cinturo
d9 couro do lustre para menino : quem ti-
ver achado e quizer restituir, dirija-sea ra
do Quuimado n 8, segundo andar, quesea
gratificado com o valor do que poder lacs
objeclos.
Precis-se de tripolaco nacional para
o bergantiu nacional Du.iue ila Terceira : '
quem se julgar habilitado, dirija-se a bordo
do mesmo.
Aluga-se urna casa em Santo Amaro
de Jaboatii i, ua ra do bom Costo, para se
passar festa, com coinmodos, muilo fresca
ejunto do banho: quom pretender, i'irija-
so so mesmo lugsr, a Joio Lail ds Paz, ou
nesta praca. na ra Dircila, taberna n. 8.
A Sulla C'.sa do Misericordia do olin-
da Ua a premio a quanlia do 1:150-5 rs com
S e meios garantidos aos H bypoltaeca em propnedaJes naquella, ou
nosla Cilado.
Precisa-so do um menino de 12 a 15
annos, dos chegadus ha pouco do Portugal,
para c?ixeiro do urna ollicina
annuncio.
Aluga-se o 4.- andar da casa da ra da
Cadeia u 4 : a tratar na mesma casa pri-
meiro andar.
a que* mais convier qu esto plenamente aa-
torisados pola dita companhia para alleciuar segu-
ros sobra dulcios da tijolo pailra, cobertos ds
tilh* a igualmenitsobre os oLjoc.cs quecontivsren
s maspsos edificios quer consista ra mobilis ou
i fiztndas de qusiriuar qualidads.
J4JHH GATIS,
corretor geral
li AUBNTB Dli LEILCES COMUEHCIAKS,
n. 20, ra do Torres,
PKIMlilK ANDAR,
i raca do Corpo Santo
COMPANHIA
do
A direccSo tem autorisado o caixa da
companhia (o Sr. commeudador Uanoel
lioncnlvesda Silva) para ellectuar o pa-
gamento do I.)- dividendo, a razao de
S300por ici;ao. Escriptorio da com-
panhia do Beberibe, 15 de uovembro de
1857.Guilherme Settc, secretario.
Gasadesaude

V. J. /yne
rotera
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- ^
labeleceu em sen sitio da Passagem *
da Magdalena, que ica ao norte |
da estiada entre a ponte grande j
cu pequea do Chora-Meniuo, ex-
;. cellentes acouimodacoes para re- '<;*
^ ceber todas as pessoas enfermas $5
que se quizerem utilisar de seus
pievencao.
A
Domingos Alves .Mutlieus, de novo avi-
sa ao commercio em geral que se nao
responsabilisa por debito algum que em
sen nome seja contraliido, visto que nada
mandara' comprar liado por nenlium de
seus fmulos.
lie chegado a ra Direira n. 14, es-
quina que volta para S. Pedro, o melboi mi
lnoque halno mercado, vende-scem portan
earelalbo; tatnliem vende se una porcSo
de reijo tradiubo mnito novo a 400 reis a
cuia.
Preciss-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para o servico ae urna casa de pouca
familia ; na praca do Corpo Santo n. 17.
t
i>m*>?
Para uuia cucommenda.
Compra-se urna escrava que seja de boa
figura, de 18 a 'JOannos, e que enlenda bem
de cozinha, engomroado e costura : ua ra
lo Apollo n. 1 A, primeiro andar.
compra-se eiieclivameule na ua da
Plores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, aeros das compa
libias, e da-se dinheiro a juros em grandes e
pequeuas quanlias sobre penhores
Compra-se metal sendo cobre, la-
tiio e bronze velho, por maior preeo do
queem outra qualquer parte : na fabrica
de Caldeiraria na ra Imperial u. 118 i
120 c na ra n. 33.
Compra-se um ou dous predios de
sobrado, sendo situados em boa ra, e es-
tando em bom estada : a tratar ua ra da
Cadeia do llecil'e n. 3:t, loja.
3lifljH30,
provincia.
O cbaixo assignado avisa no publico que
de hojeen] vante se obriga a pagar a sor-
te grauJe e a immediata no da da e\-
traccAo em sen escriptorio na ra do
Collegio n. 21 primeiro andar. Vende
10().> pira cima dinheiro a
g serviros mdicos, os quacs serao @
;. prestados com o maior esmero. ^
mesmo Dr., para o lim supra- JJ
)!? indicado e para exercer qualquer
;'. oulro acto de sua prolisso den-
S-3 tro ou fra desla cidade podera' $
$} ser procurado a qualquer horado $&
..V da eda noite. no referido sitio, %j)
ii} a excepc.io dos dias uteis, das 9 gj
H horas da manhia a's* da tarde, Q
;;. (pie sera' encontrado no piimeiro %}
O andar do sobrado n. i), do pateo ($
A lo Carino. d:
Metime (la orein lercei-
ra de S. Francisco
CONSULTORIO IIOMEOPATIIICO
DO
DR-P- A- L0B0M0SC0S0
Medico parteii o e operador.
O Ur. LoboMoscoso, da consultas todos os
das o praliea qualquer oporar;So decirurg'a,
assim corno,accode com toda a
folliiiiltas
para o auno de 1858.
Acliam-sea" venda a Ijem conliecidas
folliinlias impressas nesta typographia,
para o auno que vem, das seguintes qua-
li da des :
Follnha de variedade, conteudo, alem
dos mezes, militas noticias scientiticas,
modo de plantar c colher a nova canna
de assuca, noticia sobre o millio e al-
godo, e urna serie de conhecimentos
Jas artes, etc., etc., cada urna. 320
Dita religiosa, a qual, alm dos mezes,
se reuni a continuacao da bibliotheca
do efaristao brasileiro, con tendo os se-
guinles ollicios: do Menino Jess, San-
tissirao Sacramento, Senbor dos Ailli-
los, Paixao, Nossa Senhora do Carmo.
Sa.i-Jose, Santa Auna, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. Santa Uita,
Santa Barbara, Almas, Coracao de Je-
ss; assim como outras orar-Oes, etc.,
te; ......... 828
Dita ecclesiastics ou de padre, elaborada
pelo Kvm. conego penitenciario da Se
de Olinda, segundo a rubrica, a qual
foi revista pelo E.xra. Sr. bispo, que a
julgou certa, como de sua carta exis-
tente nesla typograpiia. 100
la sao rece
a lotera reco
hidosein troca de outros.
P. J. Laymc.
Precisa-se de um picto bom cozi-
nheiro e de duas escravas que saibam per-
feitamentc engommar, paga-se ISs men-l
saes: na ruido Hospicio sobrado junto
assira como.accode com toda a prompliSo,, Dita de porta, na forma usada ate aeo-
as pessoas que precisarom do sou prestimo .... 5...
para o sorvico de partos, praticando ss o- .' ,' .**_' ..' "
poraces loanuaes ou inslrumcntaes, quan- >endem-se nicamente ua livraria ns.
/
licia Francisco AIiiiojI Das, sara roen npen- C<> interno e externo de urna casa do peque- [ para .S. Pedro u. 16, garanlindo-s, q^o por
s-docoT\l5U9 de gralilicacao. | na familia ; a IraUr na ra Augusta, laber- espaco do :( a- uiezes^i
Li viuda
ca?
dtltMtlIt.' t. ... Fbgio no dia 3 o eses vo cabra, de no-
21 Kua do Collegio 21. me Gassar, do idade 15 annos, cara larga,
A Nebulosa. olhos gran les, cabellos de mili.to, mal on-
Pocma hrasilpiro, pelo Dr Maccdo. carado, a arellia nsquer la foi fura 11 em pe-
Cantos do (oiiC/il/os Dias j quono, corpo refori;a/Io, levou jaqjola de
E IqO d.i Le >sig, u.ii bonito volum? ii r seado azul, caiga de briol cor do crno com
camento eocaderasio, cutiendo todas ss I <* dos lados, Chapeos de feltro cor de
aoisiss j*. publicadas, e outras modernas, cinza.: rogvse as auliritades policiaesse
A carteira dmeJtio. dignom captura-lo e canduzi-lo a casa do
InUressao.te romance do autor da More-. ,en sonhor Joso l.iopoldo da Silv, na ra de
ni .ha. Aguas verdes por cuna do latoei-o, no pn-
Almr.nak do lembr'ncss. O'ciro andar.
LOSO Brasileiro oara o snno Uo 1858, por ^ fundiQo do Brum ns 6 e 8, acha-
Aii'.xau lo .Magn.i do Castillo. se- nma trave que ia pelo rio abaixo ; quern
Vendes* I moleque pec.a, de 18 anuos' f'^rseu dono, uiiija-se a c.esma, quedando
le idade, I prd.o do 3') aun is, proprio >ara i os siguaes a recebors.
sraszem de sssacar ou oulro qualquer ser- Ainda se precisa de um liomem
'ico, n ^gras mocis, cozinheiras e engom- perio padeiro para nina pad
do nSo | ossa conseguir resultado .or a eio
la homeopathia, que tantas vezestem ven-
cido dilliculdades, que pareciam insupe-
:Vo*doo-s@oo
1 ^ O Dr. D,a, lernand.,, ..d,e. tm 5
. -na re-ilMi'ia no legundo andar da cata *.
g li ra <-lrita daltosaiio n. :(0, onda pode 3?
-,r t prucura 9
-- >:;: ...-.,-..- -.: ..r..^.. .',^;-,;#-:-
Itodolpho Louienco |.aiticiia ao res
peilavel publico, que acaba de chegar para-
sua ollicina do pintura dous peritos rdliciaes
do llsmhurgo.e por conseguinte se encarre-
ga de qualquer pintura de casas, lojss, car-
ros, labolctas o outras qua> squer que se of-
zes^podem tirar o lucro|fereeer, sendo os seus servias por precos
ceitam-se
,at>rpndizps livres e escravos para aprender
ollicio de tamanqueirn, na grande fabries
de lamancos da ra Direila, .-s mina quo vira
de i a '. jiM reis diarios, e torua-se imp.ir-
t'.nie pela limpeza do sorvico. Na mesma
casa prrcisa-SO do olli'iaes para pregar ta-
maos.
- l.ava-sec cnpomma-sc com peifiic3o :
no beoro do Ma< i-co u 1*.
.Precisa-se de urna ama para todo o
servido de casa do lamina, paga-se I- inon-
saes, se agradar pagar-se-ha mais ; trala-se
na ra do Colovello u. 61
Precisa-se do urna ama para o sorvico
diario do una casa de pouca familia, que
saiba tambjn engomuvr : a traUr ua ra
do Collegio n. 13, loja.
Precisa-so de um homem ,prefert-se
eslrangeiro, para faito.- de poucos escravos,
no eogenho Hussaibt, disianta da capital *
leguas : paga-so bem :
milito commodos, e prometteDu lerdemo
r : quein se quizer ulilisar, dirija-se a sua
loja, no torro da Boa-Vista n. 38
*? Algodo da Bahi
la, potassa da S
Russiae do lo de Janeiro, e cal
virgem de Lisboa : na ra doTra- />%
picbe, armazens ns. !) e 11.

Aviso ao aprt citiorts
ta ba pilada.
He chegado a este mercado o excellenle
rap princcza de Morilande, fabricado na
na
ni*M% &******.
S n.li iUsgunio Su" SSai^aSa d?p0si'i se *-
ESES*sevenda emconla: ni ,u* ^rf dal"al,iba-dando "iidor a iuJar-a s5"r"s ,aurdee!",iule ?w**iwV$Lm,ainu"
Vendolse um sobrado de um sniar na! conduela, paga-se l.c.n : a tratar na ra | Acha-so justo contratada para ser Na |abl.ica ue C8Mea-ari.tta na ra
smctrtr5:^^1-^r^ht^^r^-iJ; ^dc A"ton, SftiSr. L?SSfiBZ *&**.^i** **o
Aguas-verdes n 21, com romio.i 1 .-
ar*. familia, quintal grande | Lopes Pereira de .Mello Ov C.
m "S !o e cacimbs : que-ti o ireicnder, di | Precisa-so de una ai.a que saiba bem
rija-sea Cosa do Sr, llufino Jo c Correia de'cozinhar e engommar, para o servido de
Almci la, que achara com que jj tratar. j urna casa de pouca familia : na ra No\a n.
. .i.ariltOS. l65,segunloand.r.
Albuquerqu Maranbao, edar-se-ha balanco '"'aes lerreiros, latoeiros, caldeire
no dia 5 do correle : quem se julgar com mesmo tomam-se
dircilo a ella, apparega no dia indicado ne
mrso.a taberna.
O abaixo assignado tem contratados
O Sr. Dr. Miguel de Corqueira Urna, vender sua uharna
Varetas a 3J000, Emilios a 23100 ; na fa-' antes de partir par. a Hable; queira ter .. "g \"", J [\' c^ en re le L.Jf. 1
briea do CasUnho & F.ID ., na roa da Ctdei. bondaie de se dirigir a ru. da Pra-a, arma- "ar. 'o
meninos para apien-
derera o oiiicio.
Rotibo do una cavullo
Furtaram na notle de 21 do co. rente do
! sitio om Sant'Auna, aon te mora o Sr. Masli,
toda e qualquer pessoa que sejul- no ho junto ao sitio do Sr. Amorim,
So aterro da Boa-Vista n. 26, primeiro
anlar, p-ecisa-se do um criado ctivo e in-
lolligente : quem se *chr em taes con li-
(iV"i. a;iri'sruie-o S mesma casa para en-
trar em j-stc.
salase cozinha fra ; quem a pretender/di
nj-i-se a n.esma, que ach.i com quem
tratar.
Offercce se um. senhora viuva para
coser em esas eslrangei-. : a tral.r n. So-
i lodade, passando a igteja n. 50.
andar.
Precisa-se do um snceHote pra diier
a missa de natal, em um engenho na fre
guezia de SeriOhOem : a tratar na Cambo
do Carmo n. 18, com Silverio Joaquim Mu- externas, a quom cnsinara a coser, boidar, Iros mdicos, sob penhores ; na ra da l'r'aia
uize Silva. i ler, escrever, contar, grsmmatica, etc. {n. 43, seBuudo sudar.
(i e 8 da praca da Independencia.
Vende-se a taberna sil. ns rn Direila
n. 7, e o motivo de se vender he o dono di
mesma querer tratar de oatro negocio:
quem a pretender, dirija-se a mesma, que
achira com quem tratar.
- Vcnde-se urna escrava peca, com idsjlo
do 18 annos, e comas habilidades seguin-
los : cose chao, faz renda, labyrintho, l.va
de s.bflo, e< gotiim. e co/inha o diarlo de
urna casa ; est propria para urna cas. de
familia : quem a pretender, dirijs-se a ra
da Alegra n 40.
Vende-se um perito moleque de 17
annos de idade, da linda figura, duas lindas
multtinhas com habilidades, do idade de i"
annos, e duas molecas de 10 anuos : ns ra
do I.mmenlo u 4.
Llvros em urlico
H =inburo.
Um soi tmenlo era esa do Timm Momsen
iV. Viiiassa, na .laca dol.u>poSanto n. 13.
Vende-se urna pela cioula, com Ida-
de de 28 annos, pouco mais ou meos, e le
vs urna cris de :t me>zes, a qusl tem multo
boinleite: ns ra ds Madre de Dos u. 5
Vende-se urna mulatinha de 13 annos,
com habilidades : na ina Nova n. 34.
Tilulus depurativas do
Dr. Alian.
Vendem-se uniesmento no escriptorio do
Viccute Kerreira da Costa, r.a ra da aladro
de Dos n. 22, a 1? cada vidro, e 10/a duzl.
Recoinmcndamos ao .-ublico este excellenln
remedio, til a todas as mulesii.s, enlrc *a
quaes se mencin. : febre amarrlla, inter-
mitiente ou sezes.a de outra qualquer qua-
Iida4". indigesio, ria-un..llamo, erysipela,
conslipa^Jo, ele sendo quo seus benficos
lcitos se_e.stondem igualmente >s moles-
tias ehronicas. aos senbores fazendeiros e
m.is habitantes do interior, torna-ge neces-
ssiio sjpprir-se desle medlcr.menlo.
Lracasa de I lem \ biiinii & C.
da Cruz n. 10 \ende-se :
Cemenlo romano.
Cognac em cai\as dc 1 duzia.
Cadeiras de vime.
Candi eiros.
ra
Itangel, acaba de dar feia suas elumnas sobredito sitio,ou no Recife na ra do Trapi- |jui mande sortimento de tocadores
r < por ae adiar adoentada, porcm voltar no che oto n. 10, em casa .le l'.iou Nash & Retratos a oleo para sala de antar '
- lim no Janeiro ao seu magisterio, e conti- C sea bem re-compensado _- .. '., j""-
i D.ra a reCeber pemionisias, meio diinsc --D-m continuadamente dinheiro a }u- ^*Pl'"iocoin nioiauro.
Pianos dos melliores fabricados em Ilam-
IjurRO.
MUTILADO
ILEGIVEL





DIRAIO DE PERNAMBUCO SECUNDA FEIRA 7 DE DEZEMBRO 1857
reos.
No aterro da Boa-Vista n.
55, em casa do l'oirier, ven-
de-se um cabriolelem d.po
uso com os competentes ir-
Milita, fari-
nha e feiio
Vendotn-se seceos com milhn, farinha da
trra e feijSu aulatinho o misturado, por
preco commodo : na taberna grande ao lado
da igreja da Soledade.
Charutos,
Vende-se na ra do Collegio, loja n. 13, a
785041 reis, em massos de 50.
No cscriptorio do Domingos AI ves
Matheus, na rua do Apollo n. 23, lera
para vender por .mdico pretJO os seguin-
les rticos, todos de mnito superior (jua-
lidade :
Ricos e elegantes pianos.
Casemira preta.
Coxins de linlio para montara.
Papel para forro de sala e guarnio>cs.
couro de lustre, marca grande-
Hendas e bicos de linho.
Ditas de dito e algodao.
Cartas francesas para jogo
Cueiros de algodao para criancas.
I oallias delinhopara moe rosto.
Juardanaposde linho para miio.
Superior umo em folln -
Cortes de


seda.
o
Vendem-se cortas Je vestido do jj
FARINHA DE MANDIOCA.
Vendem'se saceos grandes com farinha
m'.it'i boa : na ra da Madre de Dos n. 2.
FABRICA CE CALIBO Ti-
xiado, no uterru da Boa
Vista El. 40, defroote da
padaria do Sr. Costa
Cheguem a pechinch', borzeguins com
borracha a 63500, de botOes a 5 e 55500, sa-
pates de bezerro, ditos de couro de lustre
a 4 c 4;5U0, ditos gaspisdos com borracha a
59 sapatos do entrada baixa, sapatos de
tranca a 29, ditos de tapete, ditos de marro-
quim, couro de lustre, couro preto c mar-
foquim, tanto tara senbora como para ho-
mem, e todas asmis qualidades de exila-
dos, os quacs vendem-se por precs muito
commodos, e lem sempro troco niiudo, e se
vendem por menos doz por cento aos legis-
tas ou pessoxsqne negociam para o malo.
-- .Na ra Direitl n. 14, ven 'e-se a melbor
marmeladaem lata de 2 libras por preco
muito commodo.
que barato
admira.
Na loja de 4 portas na ra do Queimado
n. 37, passando o beceo da Congregarlo,tem
chegado a esto estabelecimcnto um cxcel-
lonle sortimento de vestidos de seda com
babados, para divervos pregos, e muitas
mais fazQodas, que nflo he possivel aqui|
mencionar todas ; cassas organdins dos
mais modernos padres a 1/tOO a vara, sedas
de quadros largos a 1j200 o covado, ditas
rniudinhas a lo300, ditas muito linas de
gosto iuteiramente novo a I08OO, lilazinha
iiiiudinhas a 320, ditas com listras de seda
He
ptimo pescador do alto, e proprio para o
servico martimo : na ra da Concordia n.
26, armazcm de materiaes.
Tasso Irmaos
Avisa ni aos seus fregue-
zes que acaba de chrgar
de lilchmond farinha no-
va que vendem nos seus
arm.zei.s aos prec s se-
gu ntes :
GALEGA 25500
O'DANCE 24500
alem des.as tem farinhat
novas de Trieste nao m>
da primeira qualidade, co-
mo Ua mutoantiga e acre-
ditada
8SSF.
Vende-te na roa da Madre de Dos
n. 12, armazcm de Novaos o; C, barril
de ierro, ou cubos hydraulicos; para de-
positas de fezes, a pi eco commodo.
CM PEQUEO TOQUE DE
Pecas da algodao de sacco. ditas de alg>-
diio trancado proprio para toalhase roupa
de escravos ; vende-se na ra do Crespo,
a oO, corles de casemira a 19, ditos enfes- |0Ja da esquina que volta liara a ra da Ca-
tada, covados 39500. dita muito lina a 4;, dea. P
dita do urna largura 2ol00,grosder,aples pie- .. ,,..
A (I lAiiU
O I'onles da loja da ra da Cade;a do Reci-
to* 89, chamalole muito bom a 33500, dito
largo com listras asselinadas a 4o400, chaly
lavrado lolOO, um completo soriimenlode f
seda diquadroa 203 cada curte : na .Ti chapclinus para senhora, gollinhas, can- le fecebeu relo vapo- himburguez os
loja de l.eile, Arthur & C. na ra do ^v gitos, camisas, meias de soda brancas, lu- j J1"1*,"^- casaveqoes de cambraia rodca-
&1 Queimado n. 10. @ vas de seda dos melhores gostos que ha, se-jUo'dtf bir"'luo se lem visto no nosso mer-
'las brancas, cassas para cortinados, brins ? nicamente so vende Dar as senhoras
de lindo muito linos, lencos de linho bran- Il"ni Sos'", e muitas irais fazendas pro-
cos, de div-rsos pregos. Assevcra-se aos! Pr,i,,pnre de senhoras da moda, e msnia-
compradores, que tenham vontado de com-isc amostra.
Na loja de l.elte. Arthur 4 C, na ra
do Queimado n. 10. ha p:ra vender um j
complelu surtimiento de enfciles para se-i
nhora, consislindo em camisetas, mangui-
los, gollinhas, tiras bordadas, ntremelos, I
enfeiles de cabega, chapeos com veos eou-l
iras muitas fazendas, ludo por prego muito
m conta.
r Vende-se na ra do Crespo, loia fifi
v.s amsrella 11. 4 de Antonio francisco *
Pereira.
Sedas do quadros miudos a
o covado.
Beregcsile la e seda, cortes de
Tinte e tantos covados a I6.3 cada
corte.
Cortes de cambra ja da Escocia, de
P tres e quatro babados bordado de
v# Italia Uc.
Sft Ricos cortes de tarlatana bordada
** a seda e do gaze de soda, to los com ^
babados e berthes a 40.t e 503 ; ves- *<*?
liaos estes proprios da presente es- &
^ Lacai para bailes, casamenlos ele.
Vende-se urna crioula de 14 anuos de
idade, do pcrleia saude, sem nenhum de-
feilo physico, de bonita figura, prendada, c
su para urna familia desta capital. Amanhaa
4, e 5 deste moz, se achar pira ser vista e
indida na ra
Vande-se a legislacSo liras leira do
nno de 1848, na ra e*ireita do Rosario n.
"26, loja de encadernacao.
r
faz admirar ao comprador, a vista da qoali-
dade e do bom gosto, tamben ha bonitas
ahijas de baile, de bonitas cores, por preco
muito commodo. casaveques de casemira,
romeiras de fil dc'linho, gollinhas paia <
pescoco, tiras bordadas, cortes de seda de] vendida na ra de Santo Amaro n. 32.
bonitos padres, ditos com 3 habidos, pro- Vo,.iio.. .. i.:.i..r- i......:
prios para baile, ditos de barege com h, ha-
dos, grosdenaple de cores bonitas ; o an-
nunciante est disposto a torrar por dimi-
nuto prego. Na mesma loja da-se fazendas
com penhores, e leva-seem casas de fami-
lias.
Vende-se o engenho Cachoelra (.ran-
de na freguezia de Serinhacm, de muito boa
produegao, com bastantes varzeas apaula-
das.me copeiro com o rio Camaragibe, sem
levada por ser a bica assenlada ao p da
tomada, com todas as ferragens precisas e ai
mais obras, sendo a casa de vivenda, nova,
distante du embarque duas legoas e meia, e
da estrada de ferro una legoa, tem o enge-
nho 120 carros de canna de cemente : quem
o pretendor, podera dirigir-se ao Recito aos
Srs. Lomos Jnior Antonio Concalves Pereira i.ima, na villa da
Estada, as lercas-feira?, enm o Sr. Dr. Ser-
gio Dioiz de Moura Mattos, e no ei gento Vi-
cente Campello, cou Manoel Con^ilves Pe-
reira Lima, que informara dos lemites do
engenho.
Vende-se superior farinha de man-
dioca em saceos grandes: na laucara
defronte do trapiche do Cunta.
Diloj de din preta......
Unos de fulla a*.tinado ....
Diioi de ganga de ci"irc* .
Hilos de lirim de qdadiinlius. .
Ditos de lirim pardo fino. .
UiIo de brelanha de linho hranros.
, Condolaa de alpaca prela e decores.
4-OOOi
."0001
Ifr'iOO,
: 300o
3000
13500
.'KW0
fi
ROA 00 nuIIMASO
Em treme do becco da CongrettarJIo, passando
loja de terr.igens, a secunda de tozend^ n. 40.
Na ra Nova n. 18, loja de li. A. Caj
& C ha um gracfdesortimento de obras fei-
tas de alfaiale, de todas as crese qualida-
des, as mais bem acabadas que se podem
encontrar neste genero, cusavequcs e mon-
taras promptas para as senhoras que mou-
: tam a cavallo, um gran le sortimento de dif-
erentes fazendas para vender-se e fazer
qualquer obra do encon menda ; o precc
sera um s para todos.
A 1200 reis.
Na ra Nova n. 18, vendem-so cortes
de casimira de algodao e brins escuro, a-
zenla muito forte, propria para o diario
cortes e para calc,a.
(Kronde e novo|
sortimento de fazendas de!'^
todasas qnaiidades, viu-
das pelos ltimos navios
ta JEir.'i>a.
-..iianihuit.
KCUISIO
&

prar nSo sabir sem fazeoda, porque nao se
engelta dinheijo chegando ao custo da la-
zenda.
Na ra do Queiieado n. 37, loja de 4
portas, ha cortes de colletcs de velludo mui-
to bons por 11jOOO, velbutina sortida a 750
reis o covado, chitas france?as muilo linasa
2S0reis, riseados escocezes a "J30 rs., mus-
sulinasa 320 rs., ditas amati/adas muito fi-
19>00 ^ "asa3*rs., chapeos de sol de seda, para
^, di versos precos.
:.:-
t
Me

V*J

IOS
$$ Queimado, continua
Adornos para cabeca de senhora, f'j
/\ os inelliores c mais ricos que tem
: vinJo ao mercado de I5>,99 c 25/
w ca '$ Cortes de I5a de llores miudas a 8-5
"^ cada um com 16 covados.
5 Chales de barege de suda, do me-
S llior goslo a 8-?
prcguica que
QUE. ESTA QUEIIAHDO
ooas fazendas por punco
dinlieiro.
O Preguica da ruado
a fornecer ao publico
coberlos e descoberlos, pequeos c gran-
des, de ouro patento inglez, para bomem
e senbora, de um dos mdhures fabricantes
de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Soutball Mellor A C.
ra po Torres n. 38
Ceblas soltas.
Noarmazem de Bastos & Silva, defronle
la Madre de Daos n. 28, veuJem-S muito
superiores ceblas solas, pelo diminuto pre-
co de 500 rs. o cento.
Relogios,
Os mclhorcs relogios de ouro, patcntcii,
glez, vondem-se por precos razoaveis, no
nscriptorio do agente Oliveira.rua d Ca-
5-n casadeRabeSchmettauj&Companhiag Novidadede Parta, rateada deseds com ra-
rua da Cadeia n. 37, veudem-seelegante, oauem e luir malisada para vellido de
pjanosdo alamadofabricante Traumann' 'diora.nioiio proprio pan a xagu, co-
>ado............
I Belleza de Bengala, Calenda loda de 'p a
r"~ A ^ A P?**<3 Irampareule com listras matiiad8 ,
M.ia '&': propria para haitei, covado.....
Cambiaia e sida de Bengala com lislras ma-
uladas, covado .........
harege de seda com quadros e lislras esteli-
nadas, covado.........
Crusdenaplts preto e de cotes, muilo so-
perior, covado.........
Dito dito de dito muilo lar^o, proprio para
Cirros de obrai, covado '......
Sedas de quadhoho, covado.....
Kolhoi de seda apelillado......
_\i u--ii 11iia branca e de cures, eovado. .
C.'-sas francesas de core* lixas, covadu. .
Cimas trncelas, o covadu. .....
, torrados, proprios pa-
coma
devida
Pegas de tiras ou babados borda- '<'
f dos do camliraia lisa e de canibrainli %;';
' '; de tolas as larguras a 2/, 3j, 4# e 6? 0U
m pecas de 3 1(3 varas.
ntremelos bordados de todas as '
;:. larguras, pechas de 3 1|2 varas a aflOO S
I e Sacada urna. O
<& i'inissimos manquilos borJados flfe
.;_ do novo gosto a 3?, 4# e 8j o par. ^'
'i Casaveques, capinhascom mangas ,':.
de cambraiela; e cambraia bot- vf
dada, chegados ullimamentc a I0> e ^
11 cada um. .'J':
Ricos pentes de tartarug a l(>-, y[
189 6 20-3 cada um.
E outras muitas fazendas de gosto *
como basquinas de velludo prelo, de ''
fil brdalo, branco e de cores. B
guarnecidos de vellu !o ele.
? sequeima as fazendas ja por vezes anr ju- ^''i eoVi -?>Polntes arreos; etam-i
@ ciadas, a saber : olindinas para vestido de ^m U01 "r'olet inglez com os arreios:
i'A senhora, covado a 900 rs., largolinas, cor- S?..u" uo r"P'che i\nvo n. 10, ou naloa-:
S tes com 12 covados, p lo barato preco de y,aU_!?0,M ulSr- |,0lrier-
I
9
O
PALIIA DE CAKNAUliA.
Vend-'-se palha de carnauba muilo boa.e
preco comino lo : na ra da Madre de Ueos
n. 2.
Knchatiis de qnali Jade, e
de 30 palmos.
Vende-seno pateo da Santa Cruz, padaria
n. 6, urna porcSo do enchams de qualidade
e de 30 palmos de comprido.
IVa loja das seis
123, cassas organJya de cordao a 2n o co- i
vado, cnnibrain eslamoada de linios n-
droes e cores lixas a 480 a vara, dilas mais
linas a 600 rs., chitas francezas escuras, de I
coies lixas e lindos palrOesa 260, ditas ca- !
ras, padrees miudos a 280, ditas i uilo linas
de lin los pad Oes e 300 rs. o covado risea-
dos monstros a 220 o covado, brelanfa de
rolo com lo varas a 23 cada una, lencos de
cassa com crea Jura de cor a 1-20, mussuli-
na branca muito lina a 320, dita mais lina a
360, ditas de cores de lindos psdroes a 320 e
a 360 o covado. cobertores de algodao pro-
prios para escravos a 700 rs. cada aro, la-
zinhas muito linas escures e claras a 400 rs
o covado, carraelini, lazen ta ainda na> vis-
ta, padrss ile lilazinha, pelo banto preso
de 280 o covado, curtes de riscaaos france-
ses de bonitos padrocs e cores lixas a 39200
cada uro, cortes de collele de setira borda-
dos a 3/500, ditos de gorgurlo de lindos pa-
drons a 3^500, brim trancado de puro linho
e padres modernos a 13440 a vara, ditos
prelos de muito bom gosto, proprios para
luto a 1s600 a vara, cambraia lisa transpa-
rente, muito lina, com 8 varas, a 73500 a
['IOS.
Vendem-se relogios de orno c de pia-
la, concrtam-se por preros razoaveis,
laz-s<; troco, eda-se dinliciro a premio :
na rua da Concordia n. i.
relogios de pa-
tele
inglezcsde ouro, desabnele
vendem-se a preco ra/.oavcl,
Augusto Cesar de*Abren, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 06.
SAPATOS l0 ARACATY,
dos melhores que lem vindo a este merca-
do, para homons e meninos, de palla e de
prelhas : cm casa de Caminha A Filhos, rua
oa Cadeia do Kecifo n. 60. priu.eiro andar
Vende-so superior llnhas de algodao
p9ca, ditas lapadas muito linas, com 10 va- brancas, e de cores, em novello.para costu-
ras a fi^flin rl i tic r.hnl m i.oiin nx. ra < m .t .- t (.. ^ ..... 1. .. I 1 .i l i__...
c lie. vidro:
cm casa de
ras a 6600, ditas mais cheias a 45800, cor-
tes de casemira a /On, chales de merino
de todas as qualidades e por baralissimos
precos, chitas claras e escuras de todas as
qualidades a 160, 180, 200, 220 e 240 o co-
vado, alpacas de cores com lislras de seda
a 560 o covado, pecas de madapolo de
2/900 at 6^400, dilas de algodao com loque
de avaria a 19440 cada urna, grvalas prelts
ede cor de bonitos padres a I9100 cada
urna, luvasde lodas as qualidades, oasemi-
ras mescladas de lindos gustos, com duas
Urguras, proprias p ra palitos a 29200 o co-
vado, chabs de laa com barias,campo bran-
co, de lindos gustos, pelo diminuto preco
le 29500 cada um, cortes de brim blanco e
de cor de lindos pad Oes a 23400, 2?500 e
29600 cada um, e outras mullas ftzeodas
que se darSo amostras com penhor.
lo canto que es-
ta'torrando.
.Va rua da Cadeia rio Re-
cife n. 54, he ctiegalo uoi grande sortimen-
to de fazendas, que na realidade torra por
pouco dinheiro jvenham verse he ou nao
verdadedo annucianle, c esta certo que
portas em frente do Li-
vranu nto
Manguitos bordados, camisinhas e golli-
nhas ; dase amostra com penhor.,
Na loja
das seis portas
Em frente do Livrament
Palitos de alpaca pretos e de cores a 5/000,
ditos a j, ditos de brim a 39, ditos de seda
rretos, 11/.eiida lina a 129000.
Vende-se urna banea de meio de
Ja, meia duzia de cadeiras ; rudo de ja-
caranda : urna cama de amarello e um
porU-licor : na rua Concordia n. 20.
Vendo-sc urna ovelha parida que d
urna garrafa de leite luios os dias, o dono "'Oguem deixara de comprar a visla cas liu-
no se Ihe dar do aancsr : na rua do Col- d8S Qualidades e de bom oslo : o annun-
vello n. ti.
Kua do Collegio loja de
fazendas n. 9.
Vendem-se chapeos prelos de baeta, leg-
timos de Braga, em porcao a 19600 cada um,
um completo sorlimenlo de roupa feila, para
escravos, caigas, jaquetas e camisas a 900
reis cada pega.
Vende-se
papel para forrar salas, de todas as quali-
dades, por preco muito commodo : na rua
doCabug, loja de miudezas da aguia de
ouro.
Uencao
fVo caes do Ramos, armazem n. 22, ven-
dem-se os seguinles gneros: farinha de
mandioca muilo boa, saceos com millio e
fumo em fulha, tudo por prego comino to.
Vende-se um sobrado destriorado,
cm Olinda, na rua deS. Bento, conlrou-
cianle pede que venbam ver a vare lade do
que existo. Kiquissimos chales de touquim na
de muito boas qualidades, cisaveques de
casemira, ditos de cambraia com bico a ro-
da, proprios para passament de festn, man-
teletes de cambraia de modernismo gosto,
por diminuto prego, sabidas de bailo de bo-
nitas cores, romeirss de cambraia, ditas de
lilo de linho para senbora e meninas, lilo
pira vestidos, grosdenaple de cores bonitas,
rxuito ricos cortes de seda de bonitas cores
com 3 babados, proprios para baile, pelo
prego que realmente faz admirar avistada
qualidade da seda e do bom gosto, se jas de
quadros de bonitas cores a 13800 o covado,
I chapeos de mola a 5/500. pulceiras de pe-
dras brancas e de cores, papulina de bonitas
cores para vestidos de senhora, cbalv liso e
com (lores, de cores muito lindas, chales
de merino bordado na punta, dito liso a
4i800, oh! que lindos cortes de casemiras
do cores proprios para doutores e rapazes
de bom gosto, panno fino prelo de mul-
las qualidades, casemiras pretas, d tas de
cores, laceada amito boa, proprio para pali-
tos, enfeiles para pescogo de criancas, saias
ra.em casa deSoulhall Mellor c.Ca,rua do
Torres n.38.
Vende-se superior agurdente de
Franca, tanto em bar is como em cai\as,
licores e absynthe, ebegado recentemen-
te, pelo ultimo navio : em casa deJ. Kel-
ler & C, rua da Cruz n. 55.
POTASSA Di BUSSIl E CAL
YIRGEM.
>o deposito da rua da Cadeia do Recite,
armazem n 12, ha muito superior potassa
da Hussia, dita da fabrica do Itio de Janeiro,
e cal de Lisboa em pedra, tudo chegado ha
poucos das, e a vender-se por menos prego
do que em outra qnalquer parte,
Agencia
ia fnndicao Low-Mc r.
rua da /Senzala Nova
n. 42.
Neste estabelecimento continu'a nave
um completo sortimento de moendas emeias
moendas pura engenho, machinas de vapo'
e taixas de ferro batido e coado de todosos
lmannos para dilo.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fnndicao de ierro deD. \Y. JJowinan
na do Bmm, passando o chala-
continua a liaver um completo sor-
te ao Mosteiro ; na rua estreita do Rosa- ? J >eiiliom, mussulina do urna so
rioii 23 sjom dnm.l..- cora400rs. o covado, cambraia de sulpicos
no D. a, Jgiindo anda. Para ve5tl ios'dilas lisas de muiU* qual.da-
- Van tese snpenor larinha eraisacros, des, niussuliua branca a 300 rs o covado
viuda do Itio do Janeiro ; ua rua do Curdo- ditas de cores a 3-i o covado corles lo vmu
ni/, armazem n. 16. | lidos de cambraia, folios, proprios para es-
Vande-se f.ijo branco em saceos, sdeicravas a 490OO, ma lapoioes de mullas qua-
ruuito boa qcalidade ; no armazn do sr. li lades, chapeos de sol d seda, ditos d
Aunes, delionie da allandega.
- Vendem-so Iravejan entos de'louro de
varios tamaitos; ua praia de Santa Rita,
restilaco
-- Vende-se muilo em conta um piano cm
meio uso, do celebre autor Hroadwoo I, he
de mogno e qua Irado, e custnu quando no-
vo mais de 1.000? : na rua do Trapiahe No-
vo n. 10.
Aviso aos logistas.
Acaba de chrgar na rua .Nova n. 22, um
gran le sonimenio de livros em branco de
'.odas as qualidades, por prego muilo em
conta.
Vende-se um-mulato ptimo ollicial de
fogueteiro ; a tratar na rua da Conco.cia,
confronte o armazem de mBieriaas do Sr.
I'edro Antonio Teixeira Guimares.
, iiti niii io, meias para senhora, dilas n
homem, ditas pintadas propiias para sapa-
tos rasos, alpacas, princezas, chitas, brins,
chales de muitas qualidades, linhas de cai-
relis de 200 jardas, c muitas mais fazen tus
rjueso vista do coepra Jor se polera men-
cionar as qualidades eos pregos, q'ie nio
erao nada a desejar em modernismo e qija-
.,!.. I ,_ IV- ^^nen.o 1..;.. 1.. .... i________ .
riz,
tmente, de taclias de ierro fundido e bati-
do, de 5 a 8 palmos de bica, as quaes so
ecliam a venda por preco commodo e com
promptidao, embarcain-se ou carregem-
se em cario sem despezas ao comprador
(omina do Aracalv.
Km porgos e a retalho : vende-se na rua
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anna.
a rua do Trapiche
5*
NAFUNDICAO J)E FERRO DO ENGE-
NHEIliO DAVID W. BOWMAN, WA
RUA DO BKM, PASSANDO O CHA-
FA RIZ,
ba sempre um grande sortimento dos se-
gal n tes objectos de mecanismos proprios
para engenhos. a saber : moendas o meias
moendas da mais moderna conslruccao ta-
chas de ferro rundido e balido.de superior v"i',"V'"
qualidade e de todos os lmannos ; fflHSS!! u c,('rPS-,cov^-
.roporcocPsa-ac,r!vUoasOU T^l od" ^^Sf^STr. "T"
rafusos e cavilhes, coinhos de mandioca
etc. etc. '
NA MESMA FUND CAO,
seexeculam todas as encommendas
superioridado ja conhccida com a
presteza e commodidade em prego.
Auencao.
Vende-s" a melade do sitio Juca, na fre-
euezia de liezerros : quem a pretender, di-
rija se a loja de Manoel Jos l'ereira Borges, DMm d.dit. com ditas a prlMdpe'da (al-
ado da Victoiia, que se dir quem: '**.......... .
Ditas de dilas americana......
Ac% '.mii,,:,, I Curtes ile collele de vellodo de novo
MI V(Ja. padrOrs ......
. n 27, esquina do D'l""s<> selim branco
Col gio. vende-se cambraia de linho puro, .J"" ""men'0-
linissima, dita de seda, novo gosto par. ves- '" ,,'lf' 8orgu" de "d
tidos. I.... "7 ..*:.....
. g-y j Hitos de caira de cas*mua de loilis as qua-
AoCaouvea. \,-,hM'^ ',,;.....
n,t- -.. j- r\ Llianeos de soltlosprla ^mcriorcs .
Na rua do Ouetmado n. 27. esqu na do Chapeo de rnaan francas .
i-ollpgto, vendem-se velludos para collele,. Lencos r!a cambraia borJados, linos, i,ar
brancos e de cores, ricos padro-s, chapeos "ia-
de castor branca rapados superiores.
Vende-se um cabriolet patente inglez,
com coberta, cm boi> estado, e juntamente
um excellente cavallo com os arreios para o
mesmo ; quem pretender, dirija-se a co-l
cheira do Sr. Joaquim, na ma da Senzala1
Velha
1?2O0
11600
15100
1JO00
39000
1.rcro
950
OSO
:i2i>
J260
9280
800
vende.
a rua do Queimado
precos ....
Chapeos ile pallinlii
ra a rslarao .
Chales de sed de cores, soprnores .
Ditos de merino bordados a velludo .
Hilos de oito de dilo a sede......
Hilos de dilo bordados em 2 pona. .
itos de dito com lislra de seda .
Hitos de dito lisos com franjas da sida .
Ditos de dito com franjas da la .
Ditos de hla adamascados, pretos e de cores.
Gra\ata de seda com ponas compridas a
regencia
bordados, proprios
de novos pa-
VIRAOS nos.
J O II A N N I S-B K R c.
i-:
S5MRKLING M0SELLE.
f 1 ASTLEV & C.
VENDE-SE
Cobre e metal para forro.
Pregos de cobre ede metal.
Cabos d.i l iissi.-i ede Cairo.
Cabos de manilba.
Lonas, brim de vela, ebrusio.
Clavinotes para caca.
Estanho, velas ttearnas e banilha.
Noarmazem de C. J. Astley & C.
Ha para vender um pequeno sor-
timento de obras do ouro, do ultimo gos-
to, que se vender'muito em conta : na
ruada Cadeia n. 21.
Nova agua de malabar
Vende-se esta agua a irelhor que tm ap-
parecido para tingir o cabello e suissas de
preln : na livraria universal rua do Collegio
n. 20, d-se junto um impresso gratis ensi-
nando a forma desppiicar.
m?**i'*fmtitf.
Ditos de dito de lindo litos para mo. .
Luvas de sed de todas as qoalidades, para
bornen, senhoras e nwninas.....
Corles de veslido de seda de crese hranros
i l'i-knn o maii superior e modeinu que
ha no mercado.........
Palitos de arsentina de cores escuras .
Ditos de alpaca de cores tina.....
39300;
17SO00 ."T" Fu8' desde odia I. do correte, do
9^^,'abatxo assignado, o escravo Miguel, cabra,
12cno: estatura alta, de 29 a :0 annos, gago, e pou-
" co se Ihe entende do que quer dizer ; veio
do Serid, e foi veudo pelos Srs. Joaquim
Pereira de Sant'Anna. e Congalo Alves dos
Santos, em 1854 : graliica-se com genero-
sidade a quem o pegar e irouxer a rua do
Cres;o n. *.
Joaquim da Silva Castro.
1^0001 No da 2 de novembro do crreme sn-
no, fugio do engenho Cursahy, comarca de
10S000 I Pao d'Alho, um escravo de nome Antonio,
Cagange, de idade de 36 annos, poaco mais
|ou menos, de altura e grossura regulares,
eangoeiro no andar; conversa pouco, pernas
finas, tem todos os denles, he casado, e foi
8 escravo dos berdeiros do finado Caetano
"^O0|,,unClvc.sda Cunha : quem apprehenderdi-
7fO01'o escravo, conduza-o ao dito engenho, nu
na praga do Recife, na rua da Guia n. 6*.
lOOOlque ser generosamente recompensado, e
o protesla-se contra quem o 'ver acoutado.
Kugio no dia I. o escravo mulato, de
"5000
rijooO
53000
39000,
9
I
9
39IHK1'
5
9
69000
U-OO
nome Luiindo, idale l annos, pouco maist
ou menos, levou camisa e caiga de algodao1
de lislras, chapeo de couro, tem urna peque-)
na cicatriz em urna fon te : roga-se portanlo
as autoridadps policians. 011 capiltps de cam-f
posedignem captura-lo, e remette-lo para
esta cidade a entregar a Bernardino Jos
Monteiro, ou para Riacho de Stngue donde
de natural, a eulregar a seu senhor Manoel
Martins de Veras. *
- Do engenbo Dous Irmiios, em Apipu-
cos, fugio o escravo Satyro, de nagao, com
idade de 25 annos, pouco mais ou menos,
baixo c seceo, cor fula, andar accelerado, he
umbigudo e lem as juntas dos res grossas ;
supeil-se que elle anda ganhando pelo Re-a
cife ; quem o apprehender, leve-o ao refe-
rido engenho, que ser gratificado.
Fugiodo engenhoCalchopira em Seri-
nhaem ao amanhecer do dia 25 do andante
mez de novembro, oesciavo pardo de nome
Eleuterio. de estatura regular, secco do cjr-
po, ps um tanto compridos e coro muits <
Tachaduras provenientes de bastantes eraros
que tem nelles. o que obnga-o a que ande>
sempre com alpargatas a ttoda do serlSo;
tem o rosto comprido 00 queixo fino, po^
der ter de idade 18 a 20 annos, e foi com-
prado nesta praga a Sra. D. anua Accioli
I.ins Wanderley, or carta de ordem do Sr.
Anlonio^Ferrelra Euslosa ; rogase a qual-
quer pessoa a apprehenso do mesmo es-
cravo, e gendo aprehendido de o entrega-
reo) sos Srs. Lemos Jnior & Leal Reis, nes-
ss cidade ou no mesmo engenho cima
mencionado ao abaixo assigntdo que gene-
rosamente recompancari.
Francisco Manoel de Souza Oliveira.
Domingo, 29 de novembro, das 8 as 10
: horas das manha, desappareceu e suppoe-
, se ter sido furtado. do sitio na Passagem da
Magdalena, que foi da viuva Hollino, um ca-
brinha escravo, chamado Manoel, idade 10
annos, pouco mais ou menos, descarnado,
faltando-lhe um ou mais denles na frente,
cabellos carapinhos, falla com a lingua nos
denles ou he meio tataro, natural do sertSo,
e foi vestido de camisa comprida de algodo-
zinho e chapeo de palha de carnauba ; roga-%
se a policia ou a quem delta souber, de o
spprebendor e levar ou avisar no mesmo si-
lio, ou no Recife, na rua Nova, sobrado 11.
27, ou no engenho do Meio da freguezia na
Varzea, e promette-se pagar bem.
Preto fgido.
No dia 2 do corrente auaentou-se da casa
de seu senhor, o escravo Severino, crioulo.
de 98 annos de idade, estatura regular, d
reforgado do corpo, troca a vista de um o-
lho, e he um excelle.ile padeiro; levou um
chapeo de couro : roga-se perianto ts auto-
ridade pnliciaes e capitaes de campo a ap-
prehensSo do mesmo, e leva-lo ao armazem
de larinha do reino, de Jos Duarte das Ne-
ves, que esl aulorisado a gratificar com ge-
nerosidade.
Fugio de Beberibe >.
No dia 29 do corrente o escravo crioulo de
nome Joaquim de 20 a 22 annos, pouco
mais ou menos, cujo escravo foi comprado
ao Sr. JoSo Cardozo de Mello, morador no
l.imoeiro, e tem os signaos seguinles : bas-
tar te alio, cor preta, com principio de bugoaa*
de baiba, bonitos denles, levou diversa,
roupssde algodao, riscado, e chapeo de fel-
tro ; ejulga-se ter seguido para Limoeiro
lugar onde tem prenles : a pessoa que o
pegar, leve-o a povoagSo de Beberibe, ou na
rua da Aurora n. 36, que ser generamenle
pago.
No dia 18 do corrente, fugio de bcr
do do brigue ((Sagitario, um escravo de
nome Joaquim, pardo ecravo, de 22 a
24 annos de idade, estatura regular, fecco
do corpo, so tem barba no queixo, ca-
bellos carapinbos e ja lem milites blan-
cos, he bem conlieeido -por ter as nao,
muito calejadas, quando fugio tinba o ca-
bello a nazareno, tem os ps meio apale-
lados, e falla muito manso : quem o pe-.,
par co entregar aoseu senhor Manoel
Francisco da Silva Carrico, na rua do Col-
legio n. 15, terceiro andar, sera' bfm
;i atilicado.
e;
ipiclte n.
i'iptorio de no-
vaos & G ,
vende-se superior vmho do Podo engar-
rafado em caixas de I e 2 dosias de gar-
rafas, bem como em barris* de quarto e
oitavo, a preco commodo.
^ellins e r|egfio8
SEI.I.INS e RELOGIOS depalanle
infile : a venda no armazem de
Itoslron Kooker iV Companliia, es-
qoinu Jo largo do Corpo Sauto nu-
mero 48.
SECRETARIAS.
As melhores que ate hojetem apparecido
a este mercado : vendem-se no esenototiw
do agento Ohvpira, rua da Cadeia do Kecifo
n 62, primeiro andar.
Chales
DE
Touquim.
Na loja do canto, na rua da Cadeia do fle-
na praca da Indepen- i cife n. 54. ha para vender os mais ricos e
bonitos chales de touquim, de bonitas ro-1
res, e bordados a roda, com duas palmas,
pelo baratissimo prcc,o, que na realidade '
t
lidades. Na mesma loja da-se fazendas om
penborea, e leva-se em csa de ramillas.
Veule-seum c vallo rodado que car-
reja baixo c esqulpa e esla gordo, novo c
sem achaques, e lamhem vendem-se os ar-
reios competentes: a tratar na loja de cal-
alo i.'o Sr. Porlo
dencia.
--- Ven le-se um escravo crioulo, do lioni
' ta figura e com algumas habilidades por ser
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PEltN. TYP, DEM. F. DE PARIA: 1857.
MUTILADO
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