Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06926


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Full Text
AMO XXXIII N. 280.
' I W I
Por 3 mezes adiantados 4,000.
Por 5 mezes vencidos 4$500.
i 1
y
SABBADO 5 DE DEZEMBRO DE I8S7
Por auno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor?
EJICiRREGADOS DA SL BSCIill'CAO DO NORTE.
Parahibt.o Sr. Joao Radolpho Gomes Natal, o Sr. Jnaquim
gnacio Peieira Jnior ; Aracalv, o Sr. A. de Lemoi Braga ;
Ceari, o Sr. 1. Jos da Oliveira i Maranbao, o Sr. Jos Teixeira
ile Mello ; Piauhy. oSr. Jos Jaaquim Avellino ; Par, o Sr.
Juslmo J. Ramoi ; Amasonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
PASTIDA DOI COR RE01.
Olindi : todos os dial, II o mcia horas do da.
Ifurain'. GutaaMa l'arahiba: na< ngMaas e aeilas-fciras.
S Ama.., Ileimo, Bonnj. Ur.r.\ Alunho ,- Gnihu: na tcrca-fclra.
Fl ',..vTlu"i u ? IS":"'-'"' ."-r., re,o, Pc,.|Ujra, Inga.eira,
Fio"". Villa-Helia, Roa-V.sta, Oarfearjr Esa, na, ,,.arla.-Ic,.
<-ab,p,lpojiica,S.rinhrn). Km Kwmuin, Una, Barreiroa, Aitua-Preta. Pi-
BU'nlciraa e IS;,r-i J : quintas-frira*.
(Tedoa oa corrfioa partera aa 10 horas da mantisa.
AODlKNGIAi DOI TRI1U.NABI DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio : ieundai quintil.
Relaeao I tereai reira aabbadoa.
Fazenda : quarua aabbadoa aa 10 horas.
Juio do eommereio : segundas ai 10 horai quintal to mala dil,
Juio de orphaos i segundas a quinUa ai 10 horas.
Primelra Tara do eirel : segundea a senas aa mal* da.
legonda Tara do elvel ; uariai aabbadoa aa man dia.
EPUBHERIDBS DO MEZ DB DEZEMMBKO.
1 La chela ai 8 borai e 37 minutos damanhaa.
8 Quarto minguanla as ( horas e 18 minutoi da manhaa.
16 La ora as 8 horas a 42 minutos da manhaa.
** Quarto erescenla as 4 horaa 17 minuto da manba.
PII KA MAR DB HOJB.
Primelra as t horas e 54 minutos da manhaa.
Segunda aa 7 boraa e 18 minutos da Urde.
DIAI DA SEMANA..
0 Segunda. S. Andr ai.p. : S. Euprepio m. ; S. Jnstina t. m.
1 Turca. S. Vahuoi prol. ; S. Eloy b. ; Ss. i.i.trinan.i.
2 (Juana. S. II11 luna v. m. Ss. Policiano e Adria mm.
3 Quinta S. Francisco Xavier app. das Indias.
4 Sexta. S. Barbara t. m.: S. Pedro Chrviologo b edoui. da igr
8 Sebbado. S. Geraldo are. : S. Sabliasm. : Ss. Primo e Grato
6 Domingo. 2. do Advento ; S. Nicolao b. : S. Leoncia ni.
PARTE OPFICIAL
- MINISTERIO DA JUSTICA.
Decreto n. 2,013 de 4 de novembro do 1837.
Separa os termos de Benevenie e I uarapary do
de iJapemerim e os de Linhares, Sania Cruz e
Nova AlmeiJa, do da Serra, na provincia do Es-
pirito Santo ; e crea nelles os lugares de juizes
municipaes, que accumnlarao as fungues de juizes
dos orphaos.
Hei por bem decretar o seguinte :
An. i. Os termos de Benevenie e C.uarapary
ficao separados do de Ilapemirim, na provincia do
Espirito Santo; e baver nelles utn juiz munici-
pal o de orphaos.
Art. 2. Fico igualmente separados os termos
de Linhares, Sania Cruz e Nova Almeida do da
Serra, na mesma provincia, e liaver tambem
nelles um juiz municipal o de orphaos.
Art. 3. Fico revogadas as disposices em con-
trario .
Francisco Diogo Pereira de Vasconcellos, do
meu eonselho, ministro e secretario de estado dos
negocios da justica, assim o tenha entendido o faca
execular.
Palacio do Rio de Janeiro, em 4 de novembro
de 1857, trigsimo sexto da independencia edo im-
pono. Cora a rubrica deS. M. o Imperador.eFran-
cisco Diogo Pereira de Vasconcellos.
Decreto n. 2.018 de7 de novembro de 1857.
Separa o termo de Queluz do de reas, na pro-
vincia de S. Paulo, e crea nellc o lugar dejm
municipal, que accumular as funecoesde juiz dos
orphaos..
Hei por bem decretar o seguinte :
Artigo nico. O termo de Queluz fica sepa-
rado do de reas, na provincia de S. Paulo, e
haver nelle um juiz municipal e de orphaos: re-
vogadas as disposices em contrario.
Francisco Oiogo Pereira do Vasconcellos, do
meu eonselho. ministro e secretario de estado dos
negocios da justica, assim o tenha entendido e faga
executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em de novembro
de 1857, trigsimo sexto da indopendencia edo
imperio. Coma rubrica deS M. o Impera-
dor. Francisco Diogo Pereira de Vaseoncellos.
KM ARRUGAD'IS DA 8B8CBICAO HO iL
Alagoai. o Sr. Claudino Fileno Diaa; Babia, o Ir, D. Dupri
lio da Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM FERNAMBUCO.
O proprietarlo do DIARIO Manoel Flguelroa da Faria n mi
l.vraria, pnca da Independencia i.lil.
Deerelo n. 2,0t di li de ttotembro de 18.Y7.
Marca o veocimento do eareeireiro di eadeia da vil-
la de Cube, na provincia de S. Paulo.
Hei por bem decrelar o segaiole :
Art, nico. Kiea marcado ao correio da eadeia da
villa de Cala, na provincia de S. Paulo, o venci-
mento annoal de .Mi-
I-', ancuco Diogo 1'errir.i de V i sonre I os, do meo
eonselho, mioiilro e lecrelario cios da joiligt, atiim o tenha entenlidoe faca exe-
cular.
Pal ac do Rio de Janeiro, em l. de novembro
de 1857, 36' da independencia edo imperio. Cim
a runrica de S. M. o Imperador.Francisco Diogo
Pereira de Vasconcellos.
Decreto p. 2025 de 14 de norrmbrc de 1857.
Marca os vencimentos dos carcereirosdas cadeas das
villas do 1.1u.miento, Cangnssu' e Peno Fundo,
na pnavin. i i de S. Pedro.
Hei por bem decretar o seguinte :
Arl. nico. Fica marcado a cada um doa cerrei-
'oi das cadeias dai villas do l.ivramenio, Cancoei e
Paso Fondo, ni provnola de S. Pedro, ovenrimen-
lo animal de Mi-.
I- raocisco Diogo Pereira de Vasconcellos, do meo
eoselho, ministro a secretario de estado dos negocios
da joalica, assim o tenha entendido e faja execofar.
Palacio do Rio de Janeiro, em I i de novembro do
28>7, 3t>" da independencia e do imptrio.Om a
rubrica da S. M, Imperador.Francisco Diogo Pe-
reira de Vasconcellos.
Decreto n. 2.026 de 14 de novembro de 1857.
Augmenla o veneimento di carcereiro da eadeia da
cidade de Morsima,na provincia de Miuas-lierae*.
Hei por bem decretar o eeguinle :
Art. nico. Fica elevado e Jl i- o veneimento
animal do careeireiro da eadeia da cidade de Mari-
auna, na provincia de Mina (jeraes, revogadas es
disposicoes em eoulrario.
Francisco Diogo Pereira de Vasconcellos, do meu
eonselho, ministro e seerelario de estado dos nego-
cios da joslica, asum o tenha entendido a Tata exe-
eatar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 14 de novembro
de 1857, 36* de independencia e do imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Francisco Diogo Pe-
reira de Vasconcellos.
Decreto n. 2,027 de 14 de nocembra de 1857.
Maree o veneimento do carcereiro da eadeia da villa
de Santa Isabel de Paraguasso', na provincia da
Babia.
Hei por bem deeretar o aeguinle :
Art. Uoico. Fiea marcado ao carcereiro da eadeia
de villa da Sania I sabe I de Paragaassu', na provin-
cia da Babia, o venclmenio annual de 60j.
Francisco Diogo Pereira de Vasconcellos, do meo
consalhe, ministro e secretario de estado dos nego-
cios da Justina, assim o tenha entendido e faca exe-
cutar.
Palacio do Rio Janeiro, em li de novembro de
1857, :lli- da independencia e do imperio,Com a
rnhri-1 de S. M. o Imperador..Francisco Diogo
Pereira de Vasconcellos.
Decreto n. 2,032 de 18 de novembro de 1857.
Augmenta o veneimento do carcereiro da eadeia da
cidade de Curiliba, capital da provincia do Pa-
ran'.
Hei por bem decretar o seguinte :
Artigo unici. Fiea elevado a 480} o veneimento
do carcereiro da eadeia da cidade da Contiba, capi-
tal di provincia de Paran! ; revogadas as dispnsi-
ji em contrario.
Praneisco Diogo Pereira de Vasconcellos, do meu
eonselho, ministro e secretario de estado dos negocios
da j-istiri, assim o tenha entendido e fara executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 18 de novembro de
1857, trigaaimi-sexlo da independencia e do impe-
rio.Com a robrlea de S. M. o Imperador. Fran-
cisco Diogo Pereira de Vasconcellos.
Decreto n. 2,031 de 18 de nocembro de 1857.
Marca o veneimento do carcereiro da eadeia de vil-
la leopoldina da pruvin a de Minas Geraes.
Hei por bem decrelar o seguinte :
Art. nico. Fica marcado ao carcereiro di eadeia
da villa Leopoldina da provincia de Minas Geraes o
vencimentj annual de lio;.
Franeisee Diogo Pareira de Vasconcellos, do meo
consalho, ministro a secretario de e-u lo dos negocios
da |olica, assim o lenha entendido a faca ejecutar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 18 de novembro de
1857, trigsimo-sexto da independencia a do impe-
rio.Coro a rubrica de S. M. Imperador.Francis-
co Diogo Pereira de Vasconcellor.
MIMSTF.RIO DA GUERRA.
Decreto n. 2,016 de 7 de novembro de 1857.
Crea o lugar de assistenle do ajuJante o Je
i-uarlel-moslre-gencral do exercilc junto aos com-
mandos das armas das provincias, marcando os
vencimentos (pie Ibes compelem.
Hei por bem determinar quo aVm dos ajtijan-
tcs d'ordens e dos secretarios dos commandos das
armas das provincias hoja junto aoscommandante*
das armas, e sob suas inmediatas ordens, un as-
sistontedo ajudante-general, accumulando ao men-
ino lempo as funcr/jes de assistenle do quallel--mes-
tre-general. com as vaula^ens correspondentes ao
seu posto, e as da arma de engenbaria em com-
n 's-i.io de residencia ; podendo o guverno separar
Uimp.irariamenie as tuisct-us cima designadas, no-
meando dous assistontes tiuanJo for coosideravul o
numero o's tropas existentes em al^uma provincia.
As nome.acos serio feilas pelo gorerno sob pro-
picia dos cominandantes das armas, e por inter-
medio do ajudante general do exercilo, nao sendo
os proposlos de patente inferior de capii.no.
Jernimo Francisco Coelbo, do meu eonselho,
ministro e secretario de estado dos negocios da
guerra, o tenha assim entendido c expr-a os des-
pachos necessarios. Palacio do Rio de Janeiro,
em 7 de novembroMe 1857 trigsimo sexto da inde-
pendencia e do imperio. Com a rubrica de sua ma-
gestade o Imperador. a Jernimo Francisco
Coelho. *
Decreto n. 2,17 da 7 de novembro de 1S57.
Supprimo na provincia deS. Pedro do Rio
t-rande do Sul, as reparlicoes de ajudaute o quar-
lel-mestre-general.
Hsi por bem mandar supprimirna provincia de
S. Pedro do Rio Grande do Sul as reparlicoes de
ajudante e quartel mestre general, mandadas crear
pelo decreto n. 762 da 22 de fevereirodo 1851.
Jernimo F'rancisco Coelho, do meu eonselho,
ministro o secretario de estado dos negocios da
guerra, o tenha assim entendido e expelaos des-
pachos necessarios. Palacio do Rio de Janeiro,
em 7 de novembro de 1857,trigsimo sexto da in-
dependencia e do imperio. Com a rubrica de S.
M. o Imperador. a Jernimo Francisco Coe-
lho.
GOVERNO DA PROVINCIA
Expediente do dio 27 de naveaba-o.
Oflleio Ao Exm. presidente do Rio Grande do
Norte.O desertor do corpo de polica dsssa provin-
cia Mathias Felippe de Santiago, de qoe trata o olli-
eio de V. Exe. de 12 do corrtnte, acha-se alistado
no corpo policial desta provincia a condertraado a 15
mezes de prisao, pelo crime de injuria e amea<-a ao
superior, como consta do ollicio junio por copia. A-
Hm de ser elle enviado para essa provincia, segundo
\ Ec. requisiiio,espero nesta dala as convenientes
ordens autorisando o agente da companhia dos pa-
quetes a dar-lhe passagem no vapor que se espera
do sul.
O que eommunico a V. Exc. para seo eonheci-
mento e em resposta ao citado ollicio.
DitoAo commandanln das arma', ioteirando-o
de que pelo commandante de policia'lhe sera apre-
sentados para rcenlas do exereilo o tambur da
guarda nac mil desle municipio Andr Francisca de
Araujo e o guarda Jos de Assis Garca___Den-se
sciencia dioso ao commandante do corpo cima.
Igoal ao guarda Manoel dos Santos Fragoso.
Dito Ao mosino, duendo licar inleirido de ter
sido extincla a enfermara militar que eslava a cargo
do 4.o lut,ni.,,, de anudara a p. e declarando lia-
ver ordenado o recolhiroenlo ao eofre da lazenda do
sold perlencenie i mesma enfermara.
DitoAo chele de policia, lazendo-o seientede
ter so mandado pagar opporlunamente, vislo perten-
cer a axercicios lindos, a divida de qne pede paga-
mento o lente Manoel de Ar.evedo do .Nascimeuln,
proveniente de luzes fornecidas ao quailel do desta-
camento de Goianmnha.
DitoAo cnsul geraldo Brasil em Bruiellss, de-
clarando em addilainenlo ao ollicio de -21 do corre-
le, que nao he preciso ncni mesmo conveniente que
todos os artistas un clli -iaas engajados srjam de 1.a
classe, pas sob um chele podem Imtalliar oflirjaes
de oolras classes, variando por esta ratilo os sala-
rios.Igual ao cnsul geral do Brasil em Lisboa.
DitoAo eominandanle superior de Goianna, di
zendo qoeconvindo ter o governo conhocimenlo d s
nlliciaes que commaudam a guarda nacional, e que
se observem as diep0ir;ei em vigor a respeito das
liceo;aie ausencias dos olliciaes, compre qae S. S.
as observe e faca observar.
DitoAa director geral da insIruceAo publica.
Havando prvido as cadeiras de piiineiras lellras pa-
ra meninos de Ipnjaca Lut e Muriheca, e a cadeira
para meninas da Ipojuca. como a V. S. ja communi-
qnei, lenhii resolvidn n\o prnver lias cadeiras para
meninas de SerinhAem e l.imoeiru nenhuma das
concurrent's de que que tralovV ollicio da V. S. de
20 do crrenle, o qual foi-me presente com as pro-
vas do concurso a que ullimainenle se procedeu pa-
ra o prnvim na das referidas cadeiras.
O qae eommunico a V. S. para sua inlelligencia.
"loAo ii.i-..'ii i, cnnimnnicanlo ter designado m
proles.iits. padre Vicente Ferreira|de Siqueira Vare-
jao e Simplicio da Cruz Ribato, para e>aminadore<
M concurso a que se ha de proceder no da 30 do
crrenle para preeiicliimeiito da; cadeira deprimeiras
lellras do sexo masculino de Ivossa Senhora do O' de
Ipojoca.
,. ',0Ao arsenal de guerra, para mandar rero-
Iher aos respectivos arm.iaens os arlivos de armi-
nienl'i e corrame mencionados no mappa junto,
couferindo-os com as relaees, em vista das quaes
oram foruecidos ao 9." balalhuo da infanta-
ria.
UiloAo arsenal da marinha, recommendando a
pedido de suas ordens, para o engajamento
do machinista da barca de excavarjao, aoturisado
pelo aviso do ministerio da marinha, de II do cr-
reme, euieii leii'lo-se Smc. com a casa de S-rouel
Power Juhnston i C. para ser eftetoado esse en-
?ajaineuto pelo fabricante Low-mos de Liverpool,
eocarregado da raetura da machina para a barca,
nos termos do onicio de Suir. de 25 do cor-
rente.
DitoAojoiz municipal de Olioda. remetiendo
as chaves (16) do quartel dessa cidade qoe deitou o
le halalhao de arlilharia a pe, eumprindo que hija
a precisa vigilancia e cuidado, para qoe se nao de-
teriore o referido quartel.
PortaraNomeando a Izidoro de Freilas Gam-
boa pera professor de primeiras lellras da fregoeia
de Muribeca.Fizeram-se as^convenieutes cuinuiu-
leaCeVefa
DilaEionerando a Jiaqum Bisilin le Barros do
cargo de subdelegado do Allinlio.Coiumuiiicou-se
ao l)r. cli.fe de policia.
DitaA' agencia dos paquetes brasileos, para
dar passagem para a corle, por cont do governo, a
Francisco Henil da Guerra, queteve baita do exer-
cilo.
TRIBUNAL DO GOMMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 3 DE DE/.EMBRO
DE 1857.
Presidencia do K.rm. Sr. deiembargador
Sou:a.
As 10 horas da manhaa, aehando-se prsenles os
Srs. depulados Reg, Basto, Lemos e supplentc Ra-
mos a Silva,o Sr. presidente abri a sesslo.
He lida e approvadu a acia da antecedente.
DESP\CI10S.
Um requerimento de Julio & Conrado, salsfazen-
do o despacho desle tribunal, de 26 de novembro
passado.Regislre-se o contrato social e o addila-
mento.
Outro de Bernardino Pereira do Valle Porlo e
JoSo Ribeiro Lopes, igualmente satisfacen lo o des-
picho desle tribunal, de 26 de novembro prximo
paseado.Registre-se o contrato social i o addila-
mento.
Outro de Francisco de Assis Brito e Manoel dos
Res Ouaresmi, tambem satisfazeiido o despacho des-
te tribunal, de 12 de nnvembro prximo passadu.
Registre se o contrato social.
Outro de Guimarites g Alroforado, p- lindo o re-
gistro de algamaa alterares ao sen ronlrato de sn-
ciedade, que querem cunlinuar.Uaja villa ao Sr.
dasembargador fiscal.
Huiro de Bernardino de Vaseoncellos, des tin lo
da pretenro a* um dos novos lugares de correlor
eral, e padindo a entrega dofrespeetivo requeri-
mento.Como requer.
Oolro de Loba, Mediiros, Brito & Companhia,
pedindo o registro de sen contrato de sociedade, que
ajuntam.Ilaja vista ao Sr. desembargador fiscal.
Outro de .Manoel do Nascimento do Prado e Ma-
noel de Vasconcellos Jnior, dirertores da compa-
nhia Lmao Commercial, informado pelo Sr. desem-
bargador liseal, pendo o registro dos respectivos
e-i iluto-Itegislrem-sr.
l'oi presente a colarao oflical dos precos eorren-
. relativos a lemana linda. MiDdoo-se ar-
chivar.
Nadamais havendoa tratar, o Sr. pre:idenle le-
vantoo a se-sao.
SBSSO JUDICIARIA EM 3 DE DEZKMBRODE 1867.
Presidencia do Bxm. Sr. desembargador
>"on;o.
F.siiveram prsenles todos os membroi do tri-
bunal.
Juramentos.
Appellanle, Antonio Pereira Guimaraes ;
Appellada, I). Mana Francisca dos Primes Du-
rites e outros.
l'oi eonfirmad.1 a senlent;a appellada.
Appellanles, Mosquita ,\ Neves ;
Appellados, Alves Cruz.
Ficou adladu o joltzamenlo.
App?llanle, Joao Pinto de Lenma Jonior;
Appellado, Jnaquim Pinheiro Jacoinr, por si e
comn admilnisrador de sua lilha.
Fni confirmada a senlenca appellada.
Appellanle. Francisco Ooinlino Rodrigues Es-
leves ;
Appellado, Manoil Alve Guerra.
Ficou adiado.
4nr,nt.. ..t.PJ"-'aa'T' t- ],e,,r ,,aa 'aude, voltou em 29 do mez passado pa-ilhi monlavam ac'oo 10,(100 homen, quasi (odas das
PaVf! +TLS1 leranaisco Anlooio r. Vienoa. e somou da novo a direeCao do seu mi- que j,' esuv.m no paz das qne v.eram de Bom
inndiiaa ila> u..i.. uA. i. nislerio, deque durante a sua ausencia te achava baim, Madrasta e Sngapore. Os reorcos que tem
F-Pm.ii^ nida havnnd r.ar V L""-o *n""'S>. vice-secrelario de estad o bario de sido mandados de Inglaterra, apenas h.viim come-
ence" a sessAo P""**0* v'[""- | cado a ch-gir a Culcu.a' em pnne.pio, de ss.em-
A loa rolla foi precedida por om decreto aisigna- bro. Desle modo se pede calcular, que qoando este
do por elle e pelo ministro das linancas de Bruck, governo all tiver todas as forjas reunidas, fcil
ordenando a introducto de om sello mu clavado, mente ira' vencendn a insumido; tanto mais que
para lodosos jornaei, a' comec.ar do I. de Janeiro hoje Oellii, principalmente ptac;a doi rebeldes, ci-
de 1S58.
O secretario,
Or. Aprigio (inimaraes.
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PER.
NAMBL'CO.
Ilamburgo 5 de novembro.
I ni acnnleciinciilo importanle.que com tudoja nao
causara' sorpreza, foi a delegaco dos neaocios do
governo da Prossia no irmao de el-rei e successor da
coroi prossiana, o principe da Prnssia, por urna or-
dem de gabinete de 23 de oolubro que o encarrrgou
da regencia pelo espado de Iras mezes.
Duvidava-se por algum lempo sa el rei reganharia
as suaa farsa inlellecluaes para poder azer essa no-
meaclo ; os mdicos comludo n.lo tinham perdido a
eiparanc;a, a no dia 22 de oulubro elles declararam
chegado o momento para apresentar a el-rei para as-
signatura a ordenada gabinela ja prompla ha das.
O grandes dignilarios.presentes em Potsdam, foram
immedialamenle chamados para o quarlo real, afirn
de serem teslemunhas desse acto importante, e na
preseora dos mesmos, assim como na da rainha, do
principe da Prussia e doi mdicos el-rei assignou o
documento. Julgou-se dever concluir esse aclo com
tanta prassa que a elle nSo assistio o presidenta do
consalho que se achava pelo momento em Berln, e
o qual s delle leve conhecimento depois de eum-
prido.
O priaeipe da Prnssia lomou conta dos negocios
do governo no mesmo da, e dirigi a' nar;ao um ind-
nifesto declarando querer goveroar segundo as in-
lencoes de el-rei, a' elle conhecida, e respailando
cooscienciosamente e ronslui(iio e as leu do paz. A
impressao desse manifest fui moito favoravelem ge
ral, e sobraludo o paragrapho que falla da comli-
iuii;.io Iranqnilliiou a muilos, que anda se achavam
em duvida a' respeilo da creacao de om delegado de
el-rei sem a cooperario das cmaras. Essa duvida
porem nao era justificada. He verdada que a Cons-
tiloi;ao nao trata de om sobsulecimento, e s se fal-
la da regencia que deve ser approvada pelas cmaras,
no caso de prolongado impedimento de el-rei. Por
isso se obrou segundo as bases do direito do estado e
do diredo dos principes, a al mesmo os legislas do
partido hbiral declaram agora que he indubilavel
o direito de el-rei de nomear um delegado para ca-
sos de impedimento por espado de pouco lempo.Com
ludo se julga que mesmo depois de decorridos os di-
los tres mezes, el-rei, que se acha em melhoras, nao
podera' lomar as redes do governo. Entretanto a
opiniao pbulica cada dia se manifesla mais em favor
do principe, e os ullimoi pas*os dados na qoesian do
llollrin se llie attnbuem cooiomerecimenlo pessoal.
Na verdade nao he diilicll para um principe na Al-
leni ii,ha de ganliar popularidade.
Tenho de referir mais dous acontecimenlos nola-
veis: um novo ministerio na Turqua, presid lo pelo
amigo de lord Redeclille, Reschid Pacha, e o recur-
so das dual graudts potencias da AUemanha a1 Die-
ta Allemaa em negocios^do Holstein. Fallarei pri-
meirauenle do ministerio (orco.
Conheeemos o passado em negocios dos principa-
dos danubianos. Primeramente as .eleicca foram
em senlidoeonira a uuia.i. isto he, coulra a poltica
franco-russa. A Franja e a Russia, juntamente com
Vislo a limitada exteosao da imprens.i jornalisla
da Austria, esta' claro qoe os motivos que dictaran)
o dito regulamenlo sao mais de carcter poltico do
que linanceiro.
O vapor hamborgoez oPelropolis.M esptao Paol-
sen, aqu chegou no dia 2 do correnle-, trazeudn
9,153 saceos de caf e IOS cassoeiras de Jacaranda'
do Rio de Janeiro, e 1S7 mingles de fumo da
Baha.
hio por trra.
O efleilo que na Europa em geral tem feito a no-
ticia da tomada dessa prac.a he satisfactorio pira a
causa ingiera ; pois se er que urna vez vencida es-
sa difliculdada. pouco a pnuco as tiopas inglezas irao
balando os rebsldes por toda a parle, se bem qne se
ectiem estes fortes em muitns pontos e dispnsloi a
disputar a victoria a todo o cusi, como dissoderam
prova no cern e as os que observaran! alternamente os snecessos dessa
nistas da companhia dos vapores, na qual foi a' di-
recjio aotorisada de frelar um ou dous dos barcos
aos Inglezes. Nao creio, porcm, qoe a mesma di-
rectora usara' dessa autorisacao, lanto msis qoe o
terceiro barco (Piloten de Joinville nao se echa
anda promplo. que assim (icaria nterrompida es-
ta inleressante luha, que comer a ganhar muito
crdito pela regularidade das suas viagens.
LONDRES
8 de novembro.
Amanliaa sigoira de Soulhamplon para o Brasil
o vepor Medwayv, a por elle recsellerei para o
Recife a presente carta.
No final da minlia ultima correspondencia enm-
maniquei a noliria de que continuara no servco da
linha de Soulhamplon |ao Rio de Janeiro esse pa-
quete, apezar de liaver eu enlrelido por om pouco
a esperante de ver fora daquella carreira om navio
qoe por suas peasimas condeces na arttialidade, se-
gundo se me afltrms, devana ser condemnado por
inoavegavel. Mas infelizmente ahi o terlo anda o
passageiroa dessa linha, por cojas cmmodidades
tem a directora da eompanhia dessr-s paquetes bem
pouca considerarlo : bastara, segando ella prova-
velmenle, qae os vapores a seu cargo cheguem a
Soulhamplon e ao Rio dentro dos limites qoe a exi-
men) da mulla ; e quanto ao mais os passageiroa
podem sollrer, bem que a elles e ao eommereio feito
por essa aarreira deva a companhia urna graude
parle da sua prosperidade.
O I rail, cooliuoa ua carreira do Mediter-
rneo.
Tivemos aqu noticias de Pernambaco ale ." do
mez ultimo, trazidas pelo uPelropolis chegado a
Soothamplon no dia 29 do mesmo.
As dalas do Rio de Janeiro chegavam ao da-
quella mez ; o que da mus nolaval eilrahiram
alguns jornaes daqui dessas noticias sao as observa-
coes hitas sobre a favoravel eiecurao que vai lende
a nusa nova tarifa, e de quo vai o llusouro colhen-
do grandes vantagens pelo ronsi leravel augmento da
renda das alfandegas, a ponto de haver o guverno
submsilido 1 .ai,ce;.lo imperial um decreto para no-
vas m idilicac -s de direitos sobre varios arligos
laes como cobre, chapeos, calcado, tabaco, marm-
rea, papen impressos, perfumaras, lilhographias e
outroi.
Aliim disto acrescenlsram essas mesmas filhas que
o ministro da fazenda havia Horneado em nda urna
das alfandegai ilo imperio urna cotnmissao inspec-
tora encarregada de relatar aunualmente os elTeitos
da nova tarifa e de assigualar os impostas qoe devam
-------... ser modificados uo inleresse dos causumidore e do
a frussn coiiegnlram a annullarao dessas eleicOss, eommereio
leitas illegalmenle, e Reschid Pacha, que nao quiz Pelo qne
Em 23 de oulobro houve urna reun jo dos accio- grande e santa inaorreirau, alias manchada de hor-
cunseiilir, se rrtirnu.
O Sr. de Touvenel, o irnbaixador francez em
Coiislaiitinopla, Iriumpliou
debaiio do grao-visir Alt Pacha par.icia confirmar
esse triumpho. Tiveram entilo lugar as novas elei-
roes na Moldavia, as quaes com grande maioria, as-
sim com as eleutVs na Vaticina resultaram em fa-
vor da uniao desses dons principado'. Mas agora se
iiianifeslou orna reaejao siria em Constinlnopla con
Ira essa victoria.
A pezar de creada pela influencia da Franca, o
novo ministerio nao occullou a sua repugnanciacon-
tra a umao, e proleslou em urna nota circular diri-
gida as potencias da paz de Pars contra toda e qual-
quer den.au dos divans da Valachia e Moldavia, He
verdue que os divn., logoqne.se junlaram, ne-
niium caso fizeram do dilo prolesji, t se declararam
pela uniao debaiio de um princSie heredilarin es-
traugeiro, e isso foi om novo tridmpho para a Fran-
J*; Horem apenas a Europa occidental liana reci-
bido pelo lelegrapho a noticia da declaradlo dos di.
vaoi, que de Coostanlinopla o lelegraphu trouxe a
milicia de urna mudanza de minislerio, e que o ad-
verssrio decidido da umao e o amigo declarado de
lord Hedclille ae achava de novo a testa dos nego-
cios.
Os divam da Moldavia e Valachia tinham votado
em favor da poiittca franceza, e a Porta responden a
esse vola levantando de novo por meio de Keschid
Pacha o eslandarde da poltica anglouslriaca.
Este Hconlecimeiilo causou inmensa sensarao em Pa-
rs, falla-e da chamada do Sr. de Thooveiiel, o qnal
deve ser substituido pelo Sr. de Boorqueoev.prisen-
lemenle embauador em Vieotn, u qoal ja" debaiio
do governo de Luii Philippe se acbou encarregalo
da missao em Conslantinnpla.
Nata se sabe anida a respailo dos pastos que le lo-
marao nena qoesiao, segundo se diz a conferencia
de Pars se reonira no decurso do correte mez para
resalar definilivameule a quesiao dos principados.
Fallarei agora dos negocios do lloileio.
(luando Iba escrevi a rainha oltima de nenhum
modoso esperava om tal aconlecimentu. A impren-
sa olltciosa, tanto austraca como qrossa la eeforca-
va para mostrar quanto prejudicial sena qualquer
acceleracao nesse negocio,a alguns jornaes at diziam
que antes que os lados de Holilein e Laoemburgo
lomassem a insrialiva e se duigissem a Diela Alla-
maa, a Diela nao linha competencia de ingerir. Mas
os negocios mudaran). Em 22 de oulubro a Dieta
Allemaa leve a sua pnmeira ses>ao depois das ferial
lo verao, e ja na seguinte ses-j i do dia 29 Ihe foi a
presentada orna queixa dos E-lados de l.auembor-
ge, e ao mesmo lempo os ministros federaos da Aus-
tria e da Prossia pediram a Dieta de tomar em
coii-i leracao a posirao do negocio do Holslein.
Nao se conbeca a causa des-a mudanra repentina,
mas jolgi-M que foi o effeilo de urna uota circular
do gabinete dinamarquez de principios de ootuhro.
Nessa ola o gabinete dinamarquez fallando das
decises da oltima assemblea dos estados do Hols-
lein, levanta argumentaciies tao violentas e mostra
tao pouca vontade para terminar ai dulerencas de
maneira conciliadora, que na Ioglaterra a opiniao
em avor da Dinamarca foi muilo enfraqueeida.
Parece qoe lambeta pelas oulras grandes potencias
nao foi bem acolhido esse precedimeoto amear ulor
da |ihii( dinamsrqueza, proccdiinenlo que s pode-
' "er -usienia,lo pelo apoio estrangeiro, e he em to-
que respeita ao estado poltico do Brasil, pu-
blicaran! essas mesmas follias que a opiniao publica
e o governo te orcupava anida muito dasiluacAo ac-
!.."l.""-. fto?!?lhJ* imperio para -com o Paraguas, mostrando
raceios de nma prxima roptura com esla repblica;
e se tem igualmente espalhado nesta copilal que a
provincia de Boenos-Avres acaba de celebrar urna
alliancalefeDsiva e ollensiva com o Paraguay,
mailo de proposito, segunda se er, para o fin de
se auxiliarem contra o Brasil, como esla rep-
blica tenha de achar-se em guerra com o impe-
rio.
A imprensa trm-se abslido de ajuizar da impor-
tancia desta medida, ou por nao acreditar lalvez na
veracidade de urna tal noticia, ou por comide-
ra-la de tao Iraca eonsequencia, caso se dsse o
conflicto, que oem vale a pena de comenta-la.
/tm verdad* n.i,. he fcil de crer-s* que o Brasil,
oando livesse de subir o Prala com ama esqoadni
provincia de Buenos-Ayres prelendeise oppor-lhe ;
porque esle Estado, que alias possuo bem fracos
recursos contra orna guerra martima, moito pouco
poderia para eslorrar o passo da esquadra imperial,
ornaodo-se desle modo quasi nulla a sua preten-
dida allianca com o Paraguay.
A Inglaterra vai mandar em breve para as aguas
do Prala, segundo sou informado, duas ou Iras fra-
gatas a vapor, afirn de vigiar all os soccessos da ac-
tual pendencia cutre o Brasil e o presidente L-
pez.
NJo duvido que esta preeaoc,ao por parte do go-
verno ioglez chegue mesmo ao ponto de al emba-
rarar a marcha do governo imperial, alias justa e
moderada, nesla emergencia com o propoiito de di-
minuir i lulluencia que ao Brasil se segoii em re-
sillado delta questao. mas que e Graa-Urelanlia re-
cela pelo cime que lem de ver o imperio sempre
preponderante, par sua sabia e liberal poltica, no
Rio da Prala. E mesmo pode ser que o'uin cato de
conllirlo entre o Brasil e o Paraguay livesse aquelle
de lutar constantemente com embaracos da Ingla-
terra a pretexto de proteger direitos de seos subdi-
los residentes no Paraguay.
A Graa-liretanha julgarla provavelmenle ganliar
assim ludo ; porque consolidando de fado os inle-
resies uule/.es, all creados, contra ai forras impe-
rtis que por ter poder maior do que as* do Para-
guay tanto maior receio causiriam} por ootro lado
diminuira as vanlageus que ella suppi o Brasil
esp.ia tirar desle coulltcto. E desta manciaa se ve-
rificara o queja predisse a respeilo do modo porque
a Inglaterra vira a encarar a qaestao actual entre
aqmlles dous estados ; islo he. qae se ioclinara' oa-
luralmeule para aquella lado donde Ihe resulte
maiores vantagens ; a he bem de ver-se qi .....pre
que esta paz poder diminuir a iolluencia do Brasil
no lado do Prati, jalgara conveniente faze-lo, por-
que assim conseguir maior grao de prubabilidade
para ganhar ascendencia, qoe all aspira, como por
toda a parte. Veremos o que a este respeilo nos
diz o futuro.
A corveta Imperial Maranbairou, deixou Porli-
moulh no da !. do correnle para Cheibargo. onde
entrara na docka para limpeza. lauto neste porto,
como em Plymoolh, cnnsloo-me qae fora esse navio
da armada imperial,moito elogiado pela perfeicao da
sua conslruecaoe mesmo pela boa ordem em que
lie elle munido. De Cherborgn segoir a crvela
para Lisboa, e dalli para o Rio de Janeiro, onde
ehegeri provavelmenle em fivereiro do auno pro-
roroso rrimes bem dignos da punirn divina e hu-
mana, deicnbriram logo nesse ilumnenlo, lao pre-
nbe de violentas paixes, orna tendencia para sua
progressiva dissolurao ; e atsim se vai verificando,
porque passando o primeiro impulso, a msurreic.au
tem perdido sempre terreno, devendo pro*ava)men-
le acabar por aniquilar-se totalmente. As carnicirias
de Delhi e Cownpoore foram o principal caracte-
rstico da in-urreica.i da India,que se nao fora man-
chada de tantos crimes, leria por sem duvida mere-
cido a sympatltia do mundo.
Lorkiion eslava aioda sitiada pelas forjas de Neoa-
Sahib ; mas conliiva resistir a's forjas rebeldes ale a
chegada dos reforros dos generar* 'llavilock e Oo-
Iram, qoe para all marcbavam depoii de haverem
feilo juncino em Cownpoore no dia 19 de setemhro.
Lord Canniog conliouava a expedir reforros ao ge-
neral vviiison, qoe commandou em chefe o cerco de
Delhi, e hoje se mostra de todo disposlo a auxiliar
sir Celios Campbell na miisao militar de qoe asta'
investido, apezar de qae se acredita anda qoe nao
he por ora satisfactoria a indiligencia entre essas
duas autoridades, chocadas por vezes pela pretencao
desle oltiuio em sojeilar a presidincia da Calcula'
a' lei marcial, contra o qoe se declaroo primeiro.
Os Inglezes porem residentes em Calcula'e outros
pontos desse dislrictu se echan) pela maior parte
descontentes com lord Caoning, cuja administrarlo
eombatem por pouco enrgica e imprevidenle: o go-
verno inglez pelo contrario tem sustentado o seu
delegado, cojo procedimenlo vai approvando.
As ultimas noticias de liong-kong sao de 10 de
setembro ; oessa dala o almirante Seymoar conli-
nuava a bloqueiar o rio de Caniao, e ja havia feilo
varias presas em alguns juncos e lorchas que lia -
yiam violado o hloquoio. II ing-Kmg se resenta
ja muilo dos efleitos do bloqueio ; pelo contrario
Macao eslava fizando mili llorescente eommereio,
anda que se espeiava, que a pooco fosse isso di-
minoindo.
Lord Elgin, o liaras Groa, e Mr. Reed. commis-
sarios da Inglaterra, F'ranca, e Kslados-L'nidos jun-
to do imperador da Clima, eraru esperados em
Hong Kong no dia2de selembro, donde segui-
riam sem demora para negociarem com a corte de
Pekn a actual quesiao. Mas pelas ultimas noticias
parece que o imperador celeste se recosa a receber
qualquer agente diplomtico ; a a ser issin he de
esperar que se ache sua mageslade diiposla a sus-
tentar a guerra contra a Inglaterra, que o sen com
mis.ano Veh cornecoo ha mais de um anno.
I allereu em Pariz no dia 29 do mez ultimo, de
aneurisma, o general Cavaignac, dictador da Franja
em junho de IKiS. Seus restos morlaes foramen-
terrados no ceiniterin de Monlmailre no da 31,
endo acumpanhados por maltes dos namerosos
amigos daquelle general.
No prjimo mez se reunir'em Paris o eongreso
que devera' discutir e resolver a famosa qoeslo da
I ii! ,,i dos Principados..
Os divans uad hocojaderam leus votos em fa-
vor ds idea uniuuila, de que he priucipal parllda-
rin a l'ranja.
El-rei da Prussi? se arha ja em eonvale'Cenja ; o
seu estado de fraqup/.a mental, porm na) Ihe per-
iniltiodo assidiaidaile nos negocios do K.la lo o de-
liherou a paisar por lies mezes ai principe da Pni'-
sia a direcrai dos negocios pblicos. O principe da
Prussia lem ja Irabalhadn com os ministros.
O conde d l.avradio obleve ja de el-rei da Pros-
sia o con.e ni i inenio real para o casamento da prin-
ceza Stephsinia com el-rci I). Pedro V. Na prima-
vera prxima lera' lugar o casamento de sua ma-
geslade li lehs-tina.
As noticias do marcado monelario de Nova-Voik
lem sido ainde a.-u-ta loras. Varios Bancos haviam
suspendido seus pagamentos em moeda ; do qae
haviam resallado numerosas quebras. Em Ingla-
terra se lem resent lo moilo o eommereio desie
abalo, havendo fallido ja varias casas de grande im-
portancia ; a em conseqoencia do grande pedido de
dinlieiro, qae de Nova-York lem hiviJo, o Banco
de Inglaterra lem ido levantando o seo descont al
9 por cento ao minimo.
Os fundos pblicos lim-se resentido lambsm
desta crise. Os do Brasil porcm se conservan) com
pequea difTerenca.
do o caso nolavel, que a gaztla de liruxellai La
Nordn qne,como le sabe,hi o org.lo di politica ros-
al, ie declaroo em todo a favor da urna reclamar!
das duas grandes potencias cllemaas a' diela allemaa.
Esse passo, como disse. foi dado.mas com moila cir- a
cumspecoao, porque a Prossia a Aoslri. se Hmila- '^^^2T'd.'marinTd.^".
Oconselheiro Carvalbd Moreira, enviado do Bra-
iil lie-la corle, fui a Poilimoolli com toda a legarao,
rara em dar simplesmente parle da poiicao da qaes-
tao holsteineza, sem ajuntar a proposla de tomar a
Diela medidas positivas cootra a Dinamarca.
Olliciosamente se Tez saber, qoe nao se entenda
ama aejao positiva da dieta, mas que bastava achar-
se o negocio do Holslein eulregue a' Dieta, e guar-
dado o carcter dessa qoestao como negocio pura-
mente allemao pelo fait accomplida entrega a
Dieta qae is rado, nenhum prejuizo resollara da demora. Mas
todos os membros da Diela nao parecem dessa opi-
niao, logo que na sessao de 29 de oulubro os mi-
nistros da Prossia e da Austria tinham feilo o seo
depoimenln, o ministro do Hanover se levantou,
apresenlou a proposla ralegorica qoe a Dieta de-
elarasse nulla- todas as diapesiees da consliloirao
do Holslein por serem incompaliveis com os direios
do Holslein a' respeilo da sua posirao na monarchia
dinamasqueza.
Diversos outros estados,como Oldemborgo, Cohur-
go apoiaram essa proposta hauoveriana, e com gran-
de intereise se espera saber como a Aoslraa e a
Prussia procedern na Dicta a' vista do parecer dos
pequeos estados da AUemanha.
Em :tl deoulul.ro se encerraran) as cmaras de
llesse eleitoral. O seu principal trabalho foi a obra
da conslituijao, do qoe dea conta oblendo urna de-
clararlo conforme de ambas as cameras a' respeilo
das propostas do governo. He verdade qoe o mes-
mo governo nao se acha entendido com essa decla-
rarlo, e anda antes do encerr..menlo da Dista ella
tentoo obler om resultado rr.ais grato por rceio de
ama nova proposla. Mas ambas as cmaras unni-
memente regeilaram a nova proposla, exigindo do
coverno que apresenlasse a na decl-r ,io a' Dieta
Allemaa para finalmente se concluir a criae eniisli-
turional que ja se arrala desda 1s".'i. Na< nnva
eleicies que desde entao tiveram lugar foram elei-
(os quni todos os antigos membros, a por isso o go-
verno pouca esperanza tem de obler das cmaras o
que pretende o conde de Buol-Schaoioslein,qoe,co-
mo se sa labe, liaba ido para Carlsbad para resl.be-
do Brasil ; e foi recebido a seo bordo com todas as
honras devidas ao seo alio cargo.
O eapilAo de fragata .vlvim, commandante da
corveta, -llereceu a aquelle diplmala um eseolhido
luocheoiie, a que tambem assisliram os oulros
membros da legarao imperial. Lina salva de arli
Iberia de dezeicle liros, foi o derradeiro signa) com
que o commandanle Alvim honrou a visita do mi-
nistro do Braiil a bordo do navio do sea com-
maudo.
Diaa antes desta visita o meimo ministro havia
convidado a um esplendido janlar no palacio da le-
garao em Londres, a oOUialidade da mesma corvcti
e um eseolhido circulo de oulras pessoa'.
L'ma muilo importante parte do drami, que ha
ja alguns mezes se esl representando na lona
Oriental logleza, teve Ja siltirau : Delhi nao esla'
mais em poder dus insurgentes Dipoia do um as-
sallo das tropas mglezas conln a prari, o qual du-
rou desde 11 a J'l de letembrn, a aulondade da
rainht fd reitablleeidl nesse ionio, sendo o> amo-
tinadm d lii expnlso com grande perla, comquan-
lo tenham as tropea de S. M. de lamentar a parda
de mulla genle ; sendo o numero da feridos c mor-
toi 600, alin de 50 olliciaes A noticia deste lue-
cesso chegou a l.onires por via de llnnbaim, cujas
dalas sao dos primeiros diaa de oolubro. Em Cal-
cul nao era ainda positiva e-ta nova no dia 21 de
setembro, em eonsequencia da tinga distancia em
qoe se acha de Delhi, e da dillicoldade que tem os
correms de cli-garem a essa capital pelo eslalo de
in.uneic i desse dislricto.
At hoje nao sao por ora ennhecidas todas as par-
ticularidades da queda de Delhi; mas i-m breve se
espera aqu a prjima mala da India, por onde sera'
o publico provav-lmente informado de lodos o de-
talhes dessa batalha. He porem ja sabido que, de-
pois de haverem sido batidos para fora de Delhi o
revoltosos, se foram concentrando para o lado do
LISBOA.
13 de novembro.
No dia de novembro leve lugar a abertura so-
lemne das cmaras legislativas ; a concurrencia do
povo e depulados, foi mui diminuta, lomou a pre-
sidencia o Kxm. cardeal palriarcha do Lisboa ; que
declarou aberla a sesso, estando presente o minis-
terio.
0 presidente do eonselho leu o decreto pelo qual
S. M. incumba o ministerio deem seu nomo abrir
a sessao ordinaria do anno do 1857 a 1858, e len-
do em seguida o seguinte discurso :
Dignos pares do reino e senhores deputados
da narjo porlugueza.
Em cxecucjio do decreto de que acabaes de ter co-
nhecimento, cutnpre o ministerio, por commsso
de S. M. o dever de abrir a presente sosso legisla-
tiva, na conformidado do que dispoe a carta cons-
titucional da monarchia, e a lei de 16 de julho do
prsenle anno.
Nem a tranquillidade publica, nem a boa har-
mona em que nos achavamos com asnages oslran-
getras, leem solTrido alleracao, depois que foi en-
cerrada a ultima sessao legislativa.
a As obras publicas teem progredido com acl-
vidado. Um grande numero de operarios, team sido
cmpacgados na conslrucfo das estradas. L'ITaciua-
ram-se trabalbos para o melhoramento de alguns
dos nossos portos, o procedeu-so aos estudos neces-
sarios para continuar a dar impulso, lanto aosmeios
do vacao ordinaria, como aos decommunicacao ac-
celerada.
Abrio-se a circularlo publica a sccrao do ca-
minho de ferro do Carregadoas virtudes, e prose-
gue-se rom toda a actividado nos irabalhos para
entregar em breve a mesma circulaeao a saccio das
Nistudes a Ponte do Val!e.
Pelo complemento da linha lelegraphica elc-
trica internacional, e por cubito da convenci que a
esle respeilo celebramos com algumas nages, acha-
mo-nos hoje cm communicariio directa e rpida co-
mo os diversos K.slados da Europa. Trabalha-sc
com actividado para concluir denlro do psiz, a com-
municacao entre os pontos de verdadeira impor-
tancia, pelo mesmo meio telegraphico,
" Assgnou-se o contracto delinlivo para a cons-
Iruceao do ratninho de ferro do norte. Foi adqui-
n 11 pelo Estado o ratninho de ferro de Lisboa a
Sanlarera, o eclebrou-se, para chegar a esto resul-
tado, um accordocomos empreileiros inglezes. O
goveruo de S. M. iisotj para a rcsolueao destas
questOes da aulorsarao, (|ue para esse fin Ihe ha-
veis votado; c ser-vos-ha dado conta circuinstan-
ciada do modo porque cada um deslcs negocios foi
decidido.
adoptou as medidas que eniendeu sorem urgentes e
opporiunas. lie gralo ao governo de S. M. o ter
de vos declarar por esta occasiao, que cm tao tristes
circiimslanrias nao fallaran) nobros e solutares ex-
emplos de dedcacao e caridade chrislia. A Provi-
dencia parece attender as supplicas que Ihe sao diri-
gidas, lornando-se evidente que o llagello lende a
perder a sua intensidade. Para evitar, quanto pos-
sivel, a repeligao do mal, serao offerecidas a vossa
consideraco pelo governo de S. M, as medidas
preventivas adequa la?.
ii O respectivo ministro e secretario de Eslado,
ves apresentar o nrcamenlo da receila e despeza
Jo Estado, e as proposlas de le, convenientes para
o restabelecimcmo do equilibrio das (naneas.
Depois de urna calamidade qna trouxe, roma
paralvsago do eommereio, a consideravel diminui-
co de um dos mais importantes ramos da receita
publica, reconhecereis quo necessario e urgente
he altender situacao da fazenda publica. Pode
comludo o governo de S. M, assegurar-vos que
nao serao cnmprometlidos, nem o progresso de
obras publicas, nem o pagamento regular a todas
as classes dos credores do eslado.
O soverno de S. M. conta como apoio
do vosso zelo e illtistracao para levar a effeilo as
medidas que sao imperiosamente reclamadas pelas
necessidadesde administracao do eslado, equeom
breve vos serao apresenlados.
Esl aberia a sessSo.
Por decret de 6 foram adiadas em corles ge-
raes para o dia 9 de dezembro prximo.
O eslado sanitario do Lisboa nao ter melhorado.
as febres continuam com a mesma forca de 3 de
onlubro a 9 de novembro foram atacadas 8242
pessoas e falleceram 2634. o dia em que houve
maior numero de fallecimenios foi o de 23 a 24
sendo victimas 119 pessoas; a media he de 222
casos diarios e 71 fallecimenlos. o que termo medio
da um fallecimenlo por cada 3 casos. Nao se
faz idea o estado de terror em que ost a popula-
ao ; tendo havido lalvez mais estragos durante a
cholera morbus que reinou o anno passado, com
ludo o pnico nao foi tao geral nem tao completo.
A doserrao anda continua, tem-se calculado em
maior de 30 mil o numero de pessoas que tem
abandonado Lisboa palos seusarrabaldes e provin-
cias ; o eommereio acha se paralysado, as transa-
cues sao quasi nullas.a miseria becada vez maior,
einfiii boje cm da ninguem considerara como des-
terro una vagom a Costa d'Africa, porque de
ceno se melboraria muilo de condc,oes sanitarias,
Temos semillo a falta damuilas pessoas de
consideraco, entre estas doSr. Fausto cirurgio
muilo honlieci lo e a de um dos directores do Banco
de Portugal, oSr. Joaqun. Pereira da Costa, S.
M. para galardoaros servaos de tao estimado ca-
valleiro nomeou visconde do Pereira o seu (ilho pri-
mognito Joaquim Pereira da Costa.
S. M. o cardeal Patriarcha de Lisboa c o con-
selbeiro, par do reino Jos Hera Grande achara-
se gravememo enfermos o primeiro j foi sacra-
mentado e recelara muilo pe a sua vida.
Acha-se eslabelecida em Lisboa urna cotnmissao
encarregada de distribuir por diminuto preco urna
sopa econmica abundante c saborosa as pessoas
necossitadas ; as autoridades e facultativos leem
rivalindo cm qual hade de prestar melhores e
maiores servidos durante a crise porque eslamos
passando.
As subcrpcos a favor das victimas da epide-
mia lem recebido muilos donativus, em geral a
populaco apezar de aterrada lem dado provas de
verdaderamente chrisiao. A associaijo commer-
cial icm tambem prestado grande serviros durante
a crise,resolveu ullimmenle distribuir cem mil res
para cada um dos monte-pos que estiverem
exhaustos de fundos. S. M. tem-se con-
servado (irme no seu posto e nao be da quelles cuja
bolsa lie menos franca a cariadade publico.
L.
HESI'ANIIA.
I iilioa 13 de novembro.
O jornaes da vizinha Uespanha aleancim at '.I
do rorrenle.
O primeiro medico da real cmara declarou em
um bulellm pobicadona azela de Madrid que a
rainha Isabel entrara no nono mez do seo eslado de
gravidez. O parto Inesperado com brevidade, a de-
ram-se ordens para perinauecerem nos postos os olli-
ciaes commaodanles das bateras qae devem dar as
salvas da ordenenra, e os homens tambem que devem
haslear bandeiras nos lugares do oso. No deraais, a
intereisante rainha Isabel goza de saode robustis-
imia
Corra qoe o summo pnnt.lice nnnoira ao convite
que da corle madrilea Ihe havia sido enderezado,
sobre o ser padriiiho do principe \ e lencionava de-
legar, como o praticoa para com o primognito de
> a pule .i n. o leas poderes n'am cardeal de sua corle.
Corre tambem que, a ser princesa, os padrinhos serao
a infanta I). Mara 1'eruanda, e seo esposo o doque
da Monlpensier.
(.oiran) j outra vrz boatos de crise ministerial.
Eram descouhecidas as causas desle facto. A tres,
porem, fazem alguos sabir ; uas, ao lera rainha re-
colado rubricar as oomeaijes de D. Joaquim Arme-
ro pa>a director geral da cavallaria, de Echague para
ripii.w general da etranada. de Itos de Ulano para
director da arlilharia, e de Mirucol para director da
mi.intana ; oolros, de nao haverem os ministros po-
dido eombinar-se qaanio as qoestdei de faxenda ; oo-
lros dnalmente a orna limpies qoestao de eliqoela ;
a he o ler S. M. chamado para o despacho o marque
de Saota Isabel, preferindo-o ao general Armero que
eslava com elle na anle cmara.
O ijoe he certo he ler a Madrid chegado o Sr. Mon,
no da 2> do passado. A conferencia qoe travoo pa-
ra logo com a real saohora, com o nao lev tido resol
ledo algam immedialo dau azo s mais incongruen-
tes discasses, e aos maii acesos comentariea.
As folhas de 26 da oulubro liufiam publicado a no-
mearao do novo ministerio que saccedeu ao gibioe-
ti Narvaei, como segu :
Ministro dos negocios eslrangeiros e do ultramar,
D. Francisco Marlinei de la llosa.
Ministro da grac.a justica, Jos Joaqun) Casans.
Ministro da fazenda, I). Alexandra Mon.
Mnislro da marinha, II. Jos Maria Boilillo.
_ Mmiilro do reino, D. Manoel Bermadei de
Castro.
Ministro do fomento I). Pedro Salavea.
(ovarnador da provincia de Madrid, D. Itaphae)
de ISu-los e Canilla.
Creio que ja Ihe titilia communcado qoaei lo os
novos ministros.
O jornalismn tanto em Pars romo em Londres, ao
oceupar-se do ministerio hospanhol lem-lhe libera
lisailo elogios grandiloqoos.
Da sala dos mioislros passemos sem trami(ao a
campesina rosliquez da Calaluoha, e de mais pontos
ainda na monarchia.
He extraordinaria a abundancia da colheita de mi-
nio ; porlanto luna o prece desle cereal. A eolhei-
ta do muIio ulo he tao mesquinlia como a incolca-
ram ; os precoa baixaiam, porem pouco, em raza o
dos gandisimos direitos.
Conilava pela imprensa o haver-se ordenado o co-
mer de estudos preparatorios para um caiuiiho de
dejara pelo eaminho de ferro, auim conip de Cordo-
va a Savilha no verao prximo.
Ha lodo o fundamento para afirmar qne a quei-
to relativa ao destino dos bem da igreja e a dimi-
nuic.io dos das festivos ao numero exislenle em
I-ranea, e mais Ire que sao solemnes em Haepanha,
se acha resolvida entre o governo heipanhol e a
Santa S.
Aeaba de chegar a Pars o doque de Osiona qna
foi embaixador de Hespanha na corte de S. Pelen-
burgo. O imbaixador de S. M. Calholica em Parii,
o duque de ttivas, bem condecido na Europa illus-
trada pelos seas eseriptos, esta recebendo diaria-
mente naqoella corle disliuctas provas da alia esti-
ma que o imperador dos l'rancezes lem aos seos ta-
lentos e aos serviros que tam prestado a' soa patria.
No dia 18 foi com i lado para urna cacada qoe devia
venficar-se nos bosques de Compiegoe em compa-
nhia de SS, MM. A noticia qne crculos ..uanlo i'
sobstiloir-ao do marquez Torgol na embaixada do
Hspanha, he desmentida pelas folhas de Parii. O
duque de Alba, segundo urna correspondencia ds
l'aris, sabio para Inglaterra, onde permanecer' 15
dai, eocarregado de urna miiiao eipecial do gover-
uo hespaohol.
Recolbeo-se a corle de Madrid o baro de Aorlega
conselheiro da legarao e consol-geral de Porlugal,
naqoella corte.
O principe Clarlorisky, marido da condessa da
Vista-Alegre, lilha da rainha D. Maria Christina,
foi agrariado com a tiran-Croz da Cirios III.
Vai levantar-se o eilado de sitio na provincia da
Savilha, do mismo modo que ja' se euecluoo na de
Cranada.
Assevera-se qoe o Sr. Mon devolver o ornamen-
tos especlaes a cada ministerio, para qae revendo-os
de novo, comerou por fazer-lhes qoautas economas
forem eompaliveii com o sarvic/i. Dizem de Paris oa
ullimoi despachol da telegraphia elctrica que no
mercado dos fondos heovera grande animarlo no
f indos hespaohes, apreienlando-ie em alta o que
he devido a definitiva organisicao do minislerio.
Nao deixam de ser om tamo cootradloriai as mi-
licias relativas a qoestao do Mxico. Corra em
\era-Croz que o sanguinario Alvarez fora assassi-
oado. A inquietarlo c a guerra civil iam em eog-
menlo. Nesle ponto porem nao ha dunda emqoaolo
a veracidade das informaroes recebidai.
Porm acerca da preiideocia entre o Mixixo e o
Hespanha he qne nao ha toda a aflnicao nos peri-
dicos hespinhes. l'm delles escreve : oPara res-
tabelecer a verdade dos fados cremoi poder aisegu-
rarque a Franca e Inglaterra ja lem coohecimanto.
de que foi icceila pelo Mexieo a mediacSo auglo-
frauceza na desinlellgeucia daquella repblica cora
a Hespanha. Nem outra eoUsa poda aeootcer, a-
lenla a circumstancia de qoe essa mediacao foi soli-
citada pela propria repblica mexicana.
Por nutra parte, diz ootro joroal da Madrid :
Digam o peridicos o queqoizerem em contrario,
nos alllrmamoi qoe o governo hespanhol nao rece-
beu commuiiicarao alguma oilici.il de ter sido ae-
ceila ou regeilada a mediacao de l-'raora e Ingla-
terra em a nossa qaestao com o Mxico. Esta noti-
cia no estado actual do negocio, deve chegar por via
i! is potencias medianelras, e al agora estes aioda
nada Iransmilliram ao governo hespannolD.
O governo dos Estados-Unidos mandn a
gradecer ollcialmente ao governo hespa-
nhol, o auxilio que os vapores desta nac3o
"Blasco de Caray e Lejo prestaramao an-
glo-amoricano llinoi.so as aguas de Cuba.
Declara o governo da IIni3o, que este rasgo
de heroicidade, que salvou a vida a mais de
600 pessoas, tem sido repetilo con troquen*
ca pelos navios hespanhes, mostrando que
ainda sao digno! heideiros da valente e ge-
nciosa raca castelhana.
O nome de lasco de Garay me recordou
agora quo nSo devo passar em silencio urna
cefio pratica la ltimamente pelo governo
mglez, e que honra sobremaneira a CrOt-
Dreta' ha
Acaba o gabinete de S. M. brilantiica de
enviar urna coramissSo especial a Hespanha
com o litn de examinar em todos os archivos
pblicos os documentos que po&sam confe-
rir a Blasco de Garay a prioridade no inven-
to das machinas de vapor applicadas na-
vegado, prioridade at hoje aUribuidaao
inglez James Watt. Parece quo nSo tendo
sido decisivas as primeiras investigaepes,
manifestaran os commissarios que eslavatn
dispostos a nao desistir nem affrouxar em
suas diligencias, aflm de nao privar a nacao
hespanhola da veneracao universal de qae
he credor um de seus illustres filhos.
He bem conliecida a maneira porque ou-
tr'ora os cortezaos inglezes extorquiram ao
francez Salomn de Caos, entao encerrado
na ltictre como visionario e doudo varrido,
o segredo das suas primeiras e valiosas ten-
tativas sobre a acco motora do vapor de
agua, para conferiren essa honra e dotarem
com o fruclo dessas importantissimas expe-
riencias a um de seus compatriotas.
Um seculo se encarrega de reparar o que
outro perpetrou.
O que acho anda de mais notavel na re-
cento determinaco do governo inglez, he
a prova real e altamente Irisante de que de
dia para dia se v3o aniquilando as barrei-
ras das nacional iades para se constituir
litimanidade inteira n'uma nica familia.
Ksses caprichos e rivalidades egosticas o es-
teris h3o de ceder totalmente iolluencia
das ideas generosas do seculo actual.
O governo hespanhol antes da sahida do
Sr. Pid Ido ministerio dos negocios eslran-
geiros e da direccSo dos ultramarinos, pa-
rece que conlratou com a companhia orien-
tal peninsular um aervico quinzeftal de
correios de vapor entro Hespanha e es suas
possossoes da Asia, A companhia oriental
que al agora deixava as cartas, de Hespa-
nha em Hong-Kong 'China! ter obrigaQSo
desdo o I de marco uturo de fazer duas ex-
pedices meusaes de Hong-Kong a Manilha
em barcos de vapor para levarem a corres-
pondencia hespanhola.
L.
ISTEHIOR.
ferro que parlindo d' de Cordova a Sivilh em Pal-
i ma, va terminar em fcrija ; e oulrn qua parlindo do
A folla lamenlavel de navio? que se experimen- eaminho de Madrid a Saragoca.enlre linio e Bpila,
la em a nossa marinha militar, vai sor cm breve le,mi"e no indicado ponto.
Allirma-se po'ilivamenle que se abrirla a circula-
cao na primeiro de novembro o eaminho de ferro,
desde Albacete a Almanza. Terminada a ponte de
Montea. o eaminho de (erro pela parla de Valen-
cia avanc i de Jativa at a estncHo immediata. O es-
paco que licar por concloir. e que forma o dillicl
po-io .mlarSo em diligencia em tres huras, pndendo fa-
zer-sa a viagein de Madrid a Valencia em 16.
Al a Alicante r-ie-ha cm va frrea no decano
do correnle invern. A sergo de Villaiccca a Tole-
do estar' concluida em miio.
supprida. O governo trata de reali-ar a autorisacao
que a esle respeilo llio foi conccJida, arlnido-se ja
contratada a conslrucr.in de urna ombarearao de
{uerra moviJa [>or vapor. A nar.io que alm das
gloriosas reeordaces da sua bislora marilinia, ron-
serva ainda t:io importanles possesses ; nfio poda,
sem desvantagam e sem desdouro prolrahir a adop-
Ood.Tnd. C00.ceD,r",,10 ,K? '"'.! 'ao dos meios de occorrer a lao imporlanie necessi-
tiade, onde i insurreicilo conta aioda maisdeljOi-. l
mil homeos. dade.
As tropai ioglezai empentadas do assalto de De-1 Um grande calamidade vem lecentemcnieaf-
l'arece que existe firme proposito de que tslejam
RIO DE JANEIRO.
21 de novembro.
O Instituto Histrico e Geograpbico Brasile-
ro, celebrou hontem a sua 13' sessao, honrada com
a augusta presenca de S. M. I. Acharam-se pr-
senles os Sn. visconde de Sapucahy, conselheiro
Candido Baptista, I)r. Lagos, Pono Alegre, or-
berlo. Ur. Souza Fontes, Coruja, Sebasliao Soa-
res, Cunha Mattos, Drs. H. de Figueiredo, Fer-
nandes Pereira de Barros, Filguciras, Capanema a
Maximiano Marques de Carvalho.
Consiou o expediente do seguinte :
Ollicio do Sr. ministro do imperio, remetiendo
varios relato! ios de dillerenles presidentes das pro-
ducas.
Outro do vire-presidcnle da provincia do Para-
n, o Sr. I. Antonio Vaes de Carvalbaes, remet-
iendo a rolleccJo do Icis daquella provincia.
Foram prsenles alguns nmeros do eCorreio
Oflical de -Miuas-Gcraes.
Todas osiaa ufierlas foram recebidM com agiad",
Foram a eommissao a que esla altela a memoria
do Si. ronde Bozwadowski algumas olas acerca
da mesma memoria, na parle em que irata do pro-
eedimenio do governo brasiletro para com os esiran-
geirot engajados, conlraiiando com documentos of-
liciaes mirlas asserees daquelle senltor, sendo para
notar queesses documenios sio dos proprios indivi-
duos apoulados por elle romo vctimas.
Occupou a atleneao do Instituto o Sr. I)r. Fil-
gueiras, leudo a parle final da sua memoria sobre a
origem da primeira organisaco administrativa do
Brasil. t
Levaniou-se a sessao as 7 horas da tarde.
22
0 eonselho administroiivo da sociedade Au-
MUTILADO



~ey.y .>, *mL^wvr% ,
I
KlliMora da Industria \i:ional, oulohrou sua sos-
s;io no da I (i do crranlo, sob a presidencia do Sr.
conso'lioiro Mari/, oslando reunidos os Srs. conse-
lheiros Maris a I)ias de Carvalho, l'rs. liurlama-
que, Uliieia Fausto, Bernardo Azamlilija, Capa-
ncma. Lagi, Naettnles, Jos Ilonifario A/ambu-
ja Azevedo, Souza I.0I10, Pereira P nlo, major
D'cs da Silva, Enqaie), Fornandes da Cunlia e Vi-
eira Pinio^ e os Sis. socios elTeclivos Pedro .i'AI-
raniara Lisboa, Jos Ricardo Muniz Houlanger e
Va noel.
Leu-so um oflicio da direcloria da sociedade de
cultura da colonia de 1. Francisca,af-radecenilo as
sementar de arroz, e o Auxiliador da Industria Na-
cional, que se Ihe enviaran), a prometiendo cotn-
muoicr \ sociedade Auxiliadora os resultados que
obliverem os colonos civilisados e laboriosos, por
pieni foram distribuidas as ditas smenles.Ficou
o cn9ell i inteirado.
O Sr. Alcntara Lisboa odereccu alguns exem-
plares de seu follieto impresso com o Ululo Ensei-
;;nemeni el crJil agrcola du Bresil. *
Ajjradceu-se, c a pedido do autor fot remeUido
um exemplar a soeco de agricultura para olerpor
a -.eu jui;:o.
Enviou-se a mesa um requerimenio dos Srs. F.
I-. Pinto e Com)., donos da ollicina de encader-
naroda ra do Ouvidor n. 87, pedindo nao so a
freguezia como o ti mo de fomecador da sociedade
Auxiliadoro da InJuslria Nacional.
Recebeu-se coro agrado o ofTerecimenlo dos mes-
mos senhoTes. do um calhalogo da sua sua livraria,
e um voluine da obra do Dr. Sicard intitulada
Monographie de la cannea sucre dla Cbine, dte
Sorglio a sucre.
Fez-se mercao de urna caria do Sr. Manoel Joa-
quim de Almcida Cocllio, da provincia de Santa
Calharina, acompanhando nina caixa com bagens
de baunilha.A sessao de Agricultura.
Filtrando em discusso o parecer da secgo de in-
dustria fabril sobre o pedido de privilegio do Sr.
Casanova, para fazer potassa segundo o processo de
sua inven;uo, licou adiado dopois de fallarem niui-
tos socios, lando o Sr. Dr. F'auclo apresenlado
urna emenda a conclusao do parecer, e o br. Dr.
Capanema, proposto que o impetrante seja convi-
dado a fazer experiencias que provem as pessoas
proressionaes da sociedade que no seu processo ha
melboramento.
23
Na noile de anle-honlem foram no lliealro lyrico
presos al|;uns espectadores pelo delicio de darcm
pateada no tenor I.elmi, que cm abono da verdade
leve itisnpportavel.
OoanJn rompen a primeira paleada, o camarote
da polica ara oceupado pelo delegado, o Sr. Dr.
Araojo Lima. Besp.ilaiido o direito d> povo, S. S.
absieve-se de intervir, e deixoo que paleauem o
lenor. Mas o Sr. chefe de polica nao peniou do
un ino modo, #, nssomindo a |urisdierSo, mandou
olrar para a plalea e cirralar pelos corredvrea uina
rohorle do poheiaes e fez iiicontinenle prender a
Iris individuos, que enlre oulroi ireienloa ou qoa-
trocenlos demomtravam o desgasto que geialrocnle
s senta dse ouvir o Sr. I.elmi.
Parllndo de um magistrado de lino a discrir.lo,
r-ie telo causoo eslraoheza. Pareca natural que S.
Exc., se linha para ai que as paleada* Interrom-
piam o espectculo, chamasse a ordem por meio de
algoma adnioesIscSo branda os inlerruplores ; mas
prender a dooa ou tres individuos, sem a menor lo-
limaran previa, e qoando o reos do allenuado eram
do Ireztntor para cima, no paieceu ju.-ti^.i. mas
im capricho.
No entaulo contioaoo o espectculo. O lliealro
era urna prara d'armas e o povo nao qoiz entrar
em urna lula, para a qual era provcalo, eom of-
fensa de seis bros.
No lim da representado chamoo-se a sceoa a Sra.
I.oriui, que fui applaodidn como mereca, por ser
urna excelli'nle anula e ler dasempenhado balla-
iiieiiteo papel da Traviala.
Chaiuoa-ae lambem em seguida o Sr. I.elmi para
receber a paleada inlerrrompida pela polica. Ma,
apezar da insistencia do publico por mais da vinte
minutos, o lenor nlo veio i sceoa, e o Sr. chefe de
polica tolerou que os espectadores Ikassem ludi-
brlados, porquaoto o Sr, I.elmi, qorrendo otteular
a prolercuo que Ihe dava a aolori dado, fui toma'r as-
aenlo em um camarote da primeira ordem, muile a
seu oslo e como quem zombava da indignarao pu-
blica !
O Sr. chefe de polica merece nos considerado,
quer pelo seo cargo, quer pelas suas quididades pes-
soaes. Ma, como representante de um povo livre,
levemos oh-ervar-lhe que a polica nao he um po-
der soberano e caprichoso,mas sim um poder secun-
darlo cojo primeiro dever he zelar pela digoidade do
idadAo nao oflende la. O lliealro nao he calab-
lecimenlo do estado, nem casa patrimonial de pe-sea
.I- urna : he om recreio para o qual concurre lodo o
povo, qoer pelos bilheles deloleria, quer pagando
M senhas de encada. Qaaodo o lliealro for patri-
monio individual ou Uo clames privilegiadas, en-
tilo o goslo dos c-pecladores deve ser paalado pelo "
bet-piazer da quem os regala ; mas se o publico fe u
regala aoa cu.la, nio qoeira a pulida ser lito bel-
licusa em nm lugar picilico, cade a recebein gra-
luitameule para fazer as fuuccfies de um juiz de
paz conciliador e nao a de um inexoratel recro
lador.
O Brail he um paiz de liberdade, diz-ae geral-
menle ; mas a liberdade do cidadfto brasiteiro con-
siite em fazer cu deiiar de fazer o que apraz po-
lica, e em poder str preso a lodo o instante, at
porque deigosia de um tenor que nao se anima-
ra a cantar mi oulro lliealro do mundo, por maia
ridiculo que isst.
as
Ante boolem ao meio dia liouve reuniio
da Palestra Scienfica, honraiia enm a augus-
ta pre^enca deS M. o Imperador. Estive-
ram presentes todos os socios excepclo
dos Srs. De. Freir AlIemSo e Malta, que n3o
poderam comparecer, o primeiro em conse-
quencia de uchar-so ausente (Ja corte, e o
segundo por immodos physcos. Assistirarn
tambem a sessao o Kxm. Sr. ministro da
guerra, dire:tor da escola, militar, varios
lentes da mesma e nutras notabilidades
scienlificas.
Aberta a sessao pelo presidente do Ji, o
Em. Sr. conselheiro Antonio Manoel de
Mello, e depois de approvada a acta da reu-
iiio anterior, o Sr. ])r. Lagos, dando coma
do expediente, Tez leitura de urna carta
acompanhan lo a remessa de urta lagarta
em cu jo abdomen se desenvolver com vi-
gor um cogumelo j reccbiil com agrado e
mandada conservar no musen da sociedade.
Omesmo senbor apresentou Palestra
varias prcpaiac,Oes ichtbyologicus por ello
peileitamente conservadas, cominunicando
ao mesnio lempo eslar colligindo eclassill-
cando as diversas especies de peixes quo
habitam no interior desta bahia, e que em
lempo opportuno olTerecoia para o museu
1* Palestra a sobre lita OsUectjSo.
O Sr Dr Capanema offereceu um exem-
plar das TaboasdeKobell para determinarjSo
dos id era es, por efle traducidas para uso
"los alu tinos de escola militar ; e fez em se-
guida a exposico do seu novo methodo pa-
ra anajyse da plvora.
O Exai. Sr. conselheiri) Candido Baptista
do Olivcira, depois de passar em resenha o
processo e formulas usadas na dcteriDiua-
:lo das distancias lunares que se e t pre-
gam no calculo das longitudes terrestres,
indicou o meio pratico de averiguar-se os
principaes dados da obsorvaQao se acham
correlos, antes de instituir sobre elles o
ralculo das lonnulns.
Dcmonstrou depois disso que a diflerenca
entre as distancias appareniu e a verdadeim
lie comprehcudida dentro do determinados
L"-- ~.T
*-.< **

DtVtlO DinMUIDDOO ^\\\T>n 5 01 DEBEMIIOM mi
co precaiia, que 80 collocam sempie lio lado onde
se aclia a forc,a.
Na obslanle o acerlo e a prudencia com que o
n ivo presidente lem procedido em todos os seus
actos, e a gerel tympalhla que lem encontrado, pa- ,
rece qas a Mygarehia, oue eslava aeoatnnada a pos- provincia vai para 16 i......n ; nlo poucos amigos que
or, can atejoaaa de lodos, os ouvidos dos presi- I aqu ifiw/ rov^.n. .<>.... ..............-...(!.
deules, e a diipor da adminiatraelo como da cousa
propria, val dei\ indo enlrevor !,..... desconlenle-
mi-iilo. Oque he oerto beque S. El.ja' foi inti-
mado |iara esquecer 01 seus principias polllicoi, e
romper aa suaa rela(oai escolsticas. Crelo porem
que o sr. lorres nao he horneo que se deixe faoil-
ineiilo iolimidar ; nem devera' elle esperar o nao
despertar o de.aonlenlamaulo de DNsoa algoma.
I nm. in.o presideutes que lem conseguido ahafar
d unprensa, e vivar par ||gni mezes urna vida de
e.pe.lirul.'., eulre cunliniMs Ir.uisac^-ies, humilia-
Sn e DWOdiat. Mas S. El. eatV rouilo cima de-la
[quena poltica ; romlanlo que continu a encon-
trar argo e sincero apoi) na inassa da populag.lo i
ims h ineu- illu-lra loi e Imneslos, deve progredir
impvido seaondo os diclaiyes de sua conscleucia, e
sem dar grande importancia a'a impnltules e ridi-
cula" gaifonas de um ou oulro ambicioso, que se ar-
repolla por nao poder continuar a dominar a admi-
nistrado, e a fase-la inroineulo dos seus lucros
pessoaea, ou de suas familias.
Ha no.....-ii paiz om syslema poltico muilo ce-
lebre nos noaaas aunaes parlamenlares, ijueconsiil*
em alirar alguna ossus aos que mais alto latem ; mas
este syslema so pode Irazer em multado o lomar
man numerosa a loatilha, e mais alroadorea os la-
lidor
iu* a seo hoapada facililou o d|guo iee-pratdeule
da provincia, Dr. Joaqoim Dt-lplmio Rlbero da
Luz. coja Interina admioislraiao par u diier de pa*-
agem' agradou geralmenle.
( Sr. senador Carneiro de Campos presidio a aal
'ocia vai para lli annoa
den ira revio-oa agora ; suas Idea* eonhecida-
meule modera las e in.ineiras verdadeiramenle con-
ciliadoras alargarlo anula mal o circula de sua
rol.ieei, que .er.o oulros lanos apoios do governo
I rovincial.
A nova a lininis'rarlo cn-nnlri asm o espirito
polllico mni favoiavelmenle prediipnsio ; e acrec-
amos que a cu lurno a provincia lera' em sen
actual adininslradnr n-terprele liel de suas mais ur-
gentes necessidades e director aclivo de las ten-
dencias iciaaet.
rada Heos como desejamos nos os Mineiros a ad-
aainlstrafio cuja inaoguraejo esta prxima.
E asiiiii remato e-1,1 primeira miasiva.
(Carla particular.)
T.'-? '?' f0'"1" ,'"......"'"''' """ I MM dp Mr- Oder seu sogro. oite passa-
ila, nuiitos dos seus amigos, e entre estes"]
Mr. Jeinron. antigo director dos museos
lia Carneiro da Cunha e dua
I
co I
PROVINCIA UO PARAN.
Corltiba 12 do novembro de 1857.
Tenho um tal amor aoslyoos, e nina pai-
XitOlSo pronunciada pelos prelos, que alii
mo tem V. disposto a occuoar o seu jornal
co-n cousas desta provincia,que fique certo,
est no caso e milito no caso de marecer as
honras da discus-.no.
No fabiico de mirillas missivM nTo me te-
nho de haver com questes abstractas da .
poltica, fujo desta senhora como de um cao f!,u H!'?aJr".M JJ.,ae,D! soa ",l1"'
:Z |d.mnado e fique sto dito de pass-gem pa- f^ritl^^T^^^H.
Col ciruranlo Inglai, I. P. I.azartsle a toa tenhora
A primeira eleir.lo provincial por circuios oea.i
la provincia nao eslreion iflo mal como moilotagoii-1 damnado : e fique sto dito de pass-gom pa-
ravam. S. he verdade quemuiu illualratOes da am-1 r Que niio me sipponham da raga dus ca-
bos os amigos partidos Dio foram contempladas, a malces.-Nao cieio, meu a :.igo, nem mes-
des 'a* nada ni. rlaftTil! ,c.,da,leira5 nu,1"'1- mo ^ conciliacao quanto m.is em libara.
,,;Vr.Ln,e'TuP ra,;:,:'8..dmbqem h.P'v Se !! SS""*!". \ I*?"
o seu de-moronamenlo. Ja muilo havemos clama-
do contra semelunie capricho, roas nada se alien- '
de. Deosqnelri que nos enganeinu, mas rpceia- I
mos bem graves conseqoeucias de una til coiucr-
\.ll io .
I) vapor nacional Touatiua entrado huntem
da portas do aal, Iroata ao seu bordo eisegnlntea
passaaelrm : Fraocieea apoliuario Leal. Amonio V.
I" Nascimanlo Faiioza. Joaqum Jasi Pereira. Joan
le^lat'lllla Jl .V/u^a^a^Ju-r: Ma! < gj *& ^
no. i francisco Teixeira. Antonio Teixeira Carvalho P"eDUS, os restos murlaes do generala
Lisboa a sua senhora, Silteslre Francisco Mena, le- i "'ls-
nenie Jos Avelina da Silva Jacques e seo criado *" no,'cias commerciaes'aao anda peiores do que
danta.
ooorraspondenla ao lempo de ?srvioo prestado
rorum commuladas :
En tale, prrpelu.
-->r.rf
nacionacs, e o Dr. Aulial,
ao coreo do llluslre'finado.
Ogenoral Cavaignac suecumbio a urna
hypertrophia dn corar-So
Oulro jornal allrma que foi Mr. Fossv,
primo do general, e nao V Piscatory, que
pena de inerte imposta
.' -..... |'-ort iir iiiviio imposta
velaram junto ,0 ,co A",;""1n- '. P'lo jurv da Victoria, na
provincia du Erpirilo Santo.
I.uiz Ayrea de Almeida Freilas, \lsnoel Antonio
Sapardo, Manoel F. dos Sanios. Manoel Carneiro
Lacio de Souza, Js. Joaqoim Alvaa Bmis, Alexan-
dre y.anoll, Francisco lisleves Alves, JnSo Angosto
de Vasconcellos l.eitao, Manuel de Moraes Ahreu e ,
Lima, InnocencTu Saluslianod Souza, Dr. Jos An- l'orcenlo to inez, nu a lili por cent ao
!?."'" ?! J iulia a seu escravo, D. Mana Ama-
escravas, Vce-consul
--------------------- -.--....na, tC-lVIKUl
porluguez Jlo de Almida Montciro, Joao l-'rancia- ".......-.-..., ,..,.. P...tu.m u. w-
'' "'reir de Souza Braga, Antonio Jos Kicaes. n,l'ro naquclle paiz que o Banco elevou a laxa do
do. elll.i II .i .-. r 1 l> I _______ .._______-. _______________ _
O numprn das casas fall Jas nos EHados Unldot
anla pur 900 o passivo .e-i-* quehras por 'JO mi-
Ih0s de pasos.
O descont em New York adia-ie na razo de
.... d >>' por rcnii ao iinin,
Na somenle p"r esta eau- desufdeiis da India mulla* casas Cramerciaes tem
a he a procura dt d-
fallido em In^lalerra, e
nheiro i
dpcinli>
a !i por 100, amiuncian'lo oltimamenle o
de 9 fdra ja' o descont elevado
.Mirlicl (Jaral, Ires e ex-pra^as doeiercilo, 1 az-praea da armad. Brea ruana que
O vapor inalez Medwaya entra lo lioulem doi' '* 'C Pr caolo.
Kia-aqoi como o oEconomisl refere o estado da
Balsa de Londres em "do passado :
Temos que dar conta, de urna semana
de grande agitac,flo no mercado rrouctario.
Na quarta-leira, em consequencia da procu-
porl.sda Europa, Irouia a seu honlo os sesunt
passagciros : Emeslo Augusto da Osla SintSaa,
Bruno Nicols, Joaqum Lope da Almeida, loa lilha
esua mira, Fortuuato Cardozo de (nuveia, Jo^
Antonio da Cunha, Benrlque de Oliveira Soares,
rancisco Teixeira Morques e sua aenhora
de ..I.-11111 prenle ou patrono, lambem ha verda'de
que se achou a Brande vaulai-em da se quebrar para
semine a influencia dos ucenlroi ou dos anligos
caudilhos de partido. Comquanto em alguna circu-
ios as influencias de freeoezias Irala.sem de succe-
de que tem o paiz de ver ilar-sc desenvol-
vimento aos seus interesses maleriaes c mo-
raes, e de a ppl car-se hemos seus recursos
para o conseguimeoto ilesse desiieratum.
----------_----------.......---.... ., j 1.UV..C r-------- ------- r, ....... .. .......-.., .1 n I I 1 a I .: I.] .
aer aos ceiros na coiiecao caprichosa da chapa, He esta a poltica quo adoi to, e oue creio
e pe C0ticerla..ein miIl i n,r, ,.,. .i-:.__ .!..___j__._ i. .. .
urna nova formula destinada [a 'verificar os
resultados obtidjs pelas formulas que dai
directamente a grandeza da distancia geo
cntrica, ou a vordadeira entre a la e i
uutro astro observado.
e se concerlastem enlra si para impor aos eleilorrs
a randidalura das nolabilidadei de aldea; entretanto
alaons nnmes nolaveis coiiieguiram fazer-se eleger
so pela fort do proprin inereciineao.
Ueve-se lomar ola de cerls couicidcneiasadmi;
raveisqne llveram lucar nessa elel{jo. O juiz de
dirallo da Franca, Dr. .Manoel Banlq, foi eleilo pele
circulo de llapelininea, e o promolor da enmarca do
llapelininua pelo circulo de Mogirairm e Franca ;
o juiz municipal de MogimiriiD "foi aleito pelo cir-
culo da capital, e o Sr. coneeo Joaqum de Andrada
o foi pelo circulo de MogimfrirB ; ora, esle Sr. ecue-
to se havia apresanlado eandidalo pela capitel, cim-
bado na proleccaodo seu prenle o Sr. Joaqum An-
lomo Mendes, que se diz dispr dos 11 eleilorps do
Sania Isubel. A raapeilo deete reverendo observare!
que he eslrangeiro, e que alguns dQvidilo, nao sei se
eom razio, que aeja naloralisado.
Serlo meras coincidencias ou cambalachas eleilo-
raes ?
He lambem digno de inenc.ni qoe a maior parle
dea depulodos e anpplaalaa a'" asemhlea geral feram
derrotados na eleico, oo nao se apresenlaram can-
didatos ; .o doua deses depuladot e oulros lanos
aupplenlea conseguirn! Inomphar.
O Sr. Dr. Bodrigues dos Santos foi eleilo depola-
lo por dona circuios, Bio Claro e Tauhal, e Sr. Dr.
Ribas dapulade per Santos e Iguape, e primeiro up-
pleule por Mogunirim e Frauca.
Nestes Ires mezes tem de icunir >e os depu(ado<
dos oirculus ; enlio provavelmeme novos partidos se
agruparlo am lomo de novos estandartes; de
um lado veremos naluralmeule aquelles que acom-
panham a tendencia geral dos espiritos para os me-
Ihoramenloa econmicos, uioraea e admiuislralivos,
que o enverno (rala de promover ; de oulro lado se
collocarSo oa espirilos emperrados, cujas ideas po-
lticas se arystaliaaram, e os que nao perdoain ao go-
verno o nlo querer conlir.uar a scrvir-llies de ins-
(rumento para a aalisfacio de auas paiiOes, ou aug-
mento de sua fortuna.
O overno porem deve lembrar-se que a parle mais
bella da sua larefa he pr-ee freote do movimento
dosespiritoi, de modo a dar-lhe urna direcc,lo sabia
e provelosa aos pblicos inleres>at. Nem he islo
urna simples conveniencia; be una nere-s: i ole im-
periose, ligada a soa propria conservado. So assim
se siliar.i da lulella da olygarchia, e o's cofres pbli-
cos dos denles de insaciaveis harpas.
Annoncia o aAraasojaba que os Sre. Jos Ver-
Kuairo, e Amador Jordlo promelleram fazar ,'i sqa
euala urna airada propria para rudaKem dea le Kio-
Llaro alo o Jaguary l lea.ias.i caso fo-aem ele.tos
memhro* di assernbla provincial, e que depois de
verificada a soa allelo amia confirmaran! a pro-
messa dianlo de grande numero de eleilorcs. He
dosi'arle que o homeni de fortuna adquirem um di-
reilo indispulavel aeslnna poblica, e iullucncia po-
lilica ; e ala como fazem oulros qoe aferrolliam as
suas riquezas, e saivam-se da poltica para aogmen-
Esta mesma f.illia, escripia por urna das capa-
cidades maj. pronuuca 1--do veliio parlidoliber.il,
o Dr. Tinto Jnior, acaba de publicar um artigo no
seo nllimo numero, onde depois de acontar os erres
e aicessos dos dous amigos partidos, dll que acaba-
rain por Icrem um nico principio o inleresse, e
os seus cheles por nico dogma o patronato, e eon-
clue convidando os liomens da todas as pareialida-
dee a se onirem, e firmarem os principios de uina
tota ordem de cou-as E.la em eeral he a lingua-
emda nnpren-a iiesla provincia. r.mn eacepro de
ma umea fulln, que parece Iraballiar para a r'eilau-
raclo dos .-1111-0. parlidos, traludos e assaisnados p-
oa seus proprioa chefes
.-SS.HS ZZSZXZXXS aasSSSES SUM96
' arana gozar dessas vanlagens, se soubesse
.i 11. .. ... ..i-.......... ._ .. .
na igieja des. I rancisco ollicics fnebres pela alma
lo fallecido bngadeiro Uaptiael Tobas, com a maior
- ..aptiael I oblas, com a maior r ""' aniaecn>, so souoesse
pompa, e com as honras miliares que Ihe caliiam. O r, 1 <-UC S eSta t0'rn do pt'SSOBS habi-
nenso ; a ntreja esleve Inte- "t*das para os empregOS
concurso de povo foi immenso ; a lureja esleve iil'le-
ralinente cheia, hem como lodo o grande pateo res-
pectivo. Os Srs. Marlim Franci-ro Voiga. e Marcou- co para'esses QV*~m'a7^'omBrtr'li'na
daaracilar.mbrUha.laa discurso,. En. I., l'iraci- que csUo habilitados paraoi Ber'm^o ie'n
Lll.l.^... uril....ln .H.1*.___ ___l_ .
. ., ......'-- ."^. I.I.I lili, i ll.l'l-
caba, Mosy-Mirim a mulos oulros lugares lambem
celebraram mi!sa8 aulemnes por esle illuslra
morlo.
Do magro relatoro escripia pele Sr. Dr. Almei-
da, qu indo eutreuoo a admio slrajao da provincia an
Sr. conselheiro l'ernandes Torres se depreheode que
nos olo meiaa da aua a.lmia -tr.i :, de obras publicas 3X)AG7fX0 ; a i.ber : em ponas e
estradas T/i'oill); em cunearlos d malriara, ca-
delas, etc., !l3:i(ilsS.->U; ora, hecertoque nunca bou-
ve Mo grande clamor acrenla mo estado das entra-
ilas como hoja e as euertic. medidas que esla lo-
man, lo o S'. Torres para eslirpir o abusos escanda-
losos que haviam nesse ramo do ikivci publicjmos-
Iro ale que ponto se havia ahusado dj boa la do Sr.
Almeida.
Sin sai qoe iuslincliva desconfianza senta esle sc-
nhur contra todas as pessoas illoslradas, que o pode-
riam convenieniemeule auiiliar com os seos conae-
Ihos, ao mesmo lempo quedeposilava luda eonfianra
em qoem nlo Imha a necessaria capacidade, ou fa'-
cilmeuie abusava da sua l.oa f.
A i Le b noticia a proiima demis3o desle aenhor
do cargo de vico-presidente : acredito qoe elle sin-
ceramenle a deseje A visla da eralopposnlo queen-
conlra na unprensa, e da falla de apoio que acba em
lodos os aropos em que se divide a provir.cia. Mas
N aeuiamigas asseauram que ello sen. conservado
porque aqu ala ha penan habjlilada para sohslilui-
lo, c porque lem urande pulroncs (unto ao (terne.
fcslou certo porem que Ioio que este se convenra da
necessidade dessa Bubstiluicilo, nlo encontrara dilli-
eoldade .m realisa-la. Iv.lo pens que sejam pm-
tilein-.ticos o i.ilenio admlnialraliva a illuslrasso do
Sr. Almeida ; mas n,i se pode contestar que ella be
um admiiusi.ador infeliz.
No dia Jj do passado mez chegou a Sanios a
barca porluaueza Sania Clara, ronduzndo lli colo-
nos, que se atham conlralados por diversos fozendei-
ros do Anlparo.
Nos dias -J\ e >'.) rcuniram-se em Santos os credo-
res do Sr. Julo Oclatio NcDiss, por convocado des-
le, e na tendo podido cheeur um aecordo, esle -e-
nhor fez a sua declararlo de fallftnento no mizo
compelenle.
Honveram duas defezas de (beses na Faculda-
de, com inlervallo urna da outr ; a primeira pelo
!r. (..irililo t.oinea de Vasconcellos tiuanabara, que
pela se.unla vez leve um re-ullido infeliz, nlo obs-
lanle dizer-se que he om noca de tlenlo ; a secun-
da pelo Sr. Cltmemle Pateta de Sou.a, lho do len-
te do mesmo lime, o qual nbleve approvacilo plena,
a ee^uu lo >e diz eom tontea. Esta me'z he lodo
de etamea para a Facoldade ; consta que lem divi-
do urna ou duas reprovajaei no 3. e i. auno, e
allomas ipprovaroei simples no 5.*
O Mata lliealro parece que se quer regenerar ;
MINAS (jEltAES.
Ouro-I'reto, II de novembro.
Tardos iramos nos a rememorar com soccesso as
vanlagcns quo da remessa de iiuticias imparciaes do
Levant"ou."s-a-'se;.;.o as 3 boras da Urde. rdm",;,,,,raac.Por0pV:nb,:caa, V'^c'^^ "* ^
Consinla pois que nos prevalecamo das facilida-
des mullales da uniformidade do pensar de ead
um a l.l respeilo, pus que fajamos conhecidas d
S!*. SLrma.M '*'" mais salientes da pro
vir.cia de MI nal, qil a0 ,e,ece 0 o|vid d
* a a-1 mane d.i sido votada no seo, o Bal
lublicidado no imperio.
S. PAC LO.
10 de novembro de IS.YT.
(.luando escreviaa mlnha nlluna rorresponlencia,
nm pe de vento leviu de sobre a nttnlii mesa, sem
que eu o visse, lima le suas lolha, de serle que Ih'a
lemelii truncada ; nao sei coma por la' ae poderam
arranjar rom ella.
O jr. reraaudei lories lem nlreado rom feliei-
ilidi a sua adtainlslnca. Ulierzado nee.....ras da
cien;.!, provincial, e bavendn-se abslido abolula-
meiileda lalervir n.lia, ful comludii 1.1o feliz oue inaresso
- nabina onde podi contar com deci- i eandada
leve sor adoptada'pels qiie 'tiverem mais
amor a trra de Santa Cruz do que a sua
barriga,
Entro pois em mafrla depois do in.lispcn-
sivel cavaco que acabo de dar. l'rincliarci
pelo principio, isto he, fallar-lhe-bei boje
da posse no novo presi lente com que esta
provincia acaba de ser presenloada. Tomou
boje dossc o Sr. Liberato nos roaos da ca "a-
ra municipal com as formalidades doeslylo.
O Sr. Carvalhaes, que ha mais de um anuo
ailininistrava a provincia corno vice-presi-
dente, pass.ua ago-a a exercer as luuccOes
de chele de polica.
Entra pols esta provincia em nma nova or-
dem de cous s ; as ligur s estSu a postos.
tnachin. montada, e pois toca a trahalhar.
Serai observador dos movimenlos do engo-
nho administrativo, e faco votos a lieos tiara
que esses movimentos sejam aciordcso bar-
moniosos.
No Paran ha muilo ou quasi tudo a fazer :
provincia nova e de grandes reculos, neces-
sita do administradores activos e traba-
jadores. Oque fara o Sr. Liberato '.' Ha una
palavra, que ah esteve por muilo lempo na
berra, eu a empreguei tambem esperamos.
As interinidades vilodesapparecendo. Veio
nos um secretario, que nfo he interino, e a
polica tambem leve o seu. Itecebeu tam-
bem o Paranagua o seu juiz de direito, e a-
guarJa-se um inspector para a tbcsouraiia,
que tambem nao he interino.
As duas repartises liscaes da provincia es-
tao anda reunidas por falta de pessoal. <-
monstrer a necessidade de sita saparacSo,
alim de que as rendas possum ser mais bem
administradas, he cousa superllua : toda a
questSo se resume nos meios que devem ser
empregados para o conseguimiento da um
bom pessoal, com que se orianise a repar-
li7flo. r
Se a provincia desse ajtida de casto aos
empregados quo do outras provincias quizes-
sem vir para o l'araua.levan lo em cotila pa-
ra as suas aposentadoras o lempo de serv-
co que ja livoiem em outras repartido.>s do
Imperio, creio que seria fcil a acquisieo de
um pessoal solTrivel, nuo s para o servieo
da administrat-ao da lazenda provincial, co-
mo tambem para as oulras reparlicoes. que
sorlrem lalta de empreados habis.
Oexpedicnte que lembro, talvez ojulgaom
muilo dispendioso : porem mina opiniSo
he quo uisis dispendioso se torna o pagar-se
a empregados impertios, solTrendo grave-
metilo o servido publico.
Esla aulorisada a creci do Ivceo, con-
eilllli.lr..- .... -._,___. '
--------.0.v_, .... ,.,.,,,.., r SUH BUIIIII
Iloyiilal de CarldaJe.Eti'Uin no da :i do
crrante -20 bomens a 30 mulheres (rilados pela ca-
ridade, (l bomens e li mulheres que pagam a casa,
e 8 prac,n do corpn de polica.Tolal 78 doenles.
Mata'louro publico.Malou-'e no da :l para
consumo do dia do crranle, a saber :
A companhia das earnes verdes.......31 bui.
Hicardo Komoaldo da Silva........8
Manoel de Sooza levares........ .">
Virginio Horacio de Freitas......... 8 "
I.uiz de yueirez.............. 1 u
Total.
iS bois.
Ale ihpoif daamanhiia.
BEFAaTlQAO DA POLICA.
Illm. Sr.C'immunico a V. S qoe ehegaado ao
meu cnnhecimeiito no dia JS do mez ullimamenle
preleriio, que eiislia om cadver n.epullo dentro
de orna lagiia, distante desla cidade urna lesna, pun-
tualmente para til* me dirig com dous ficuilativos
e mais pissoas necessarias para fazer a veslora ; na
ver.lade enconlrei nm enrpo de homem qoe se re-
conlieceu, ser I.uiz de Franca, morador nesta ci-
dade, e pela observado fela ennheceo se que fora
morlo de um tiro, e passaodo a fazer as mais minu-
ciosas indngares para desrohrir o autor de Uo br-
baro erlme, de cerlo, colhi Indielot de ler sido per-
pelrador o individuo Jos Pereira, que se achava no
engenho Canna-Urava, onde o mandai capturar,
sendo recolludo a cadeia desla cd-Je no dia 30 do
dito mez, assim como tenho dado principio ao com-
pleme processo.
Dos guarde a V. S. Delegada de polica do ler-
mo de l.oianna, 3 de dezembro de 1857.Illm. Sr.
Dr. Polvcarpo Lopes da LeAo, chefe da polica da
pronnea.O delegado de polica Loz Francisco
I eiieira.
IVcionadns ns V-i,m.l a l""sn' o""""* haleram-ae como selvpgcns,
'raio ? reK"'"menlOS ; e apezar das amando sempre ; l.ombraes-vos das no.sas mulhe-
jrnaaea. vanlagcns qu a le propotcionnu rea em Canopoore Malaram ludo quanlo encontra-
aos proessoies dessoestabelccimenlo, ainda """ haule de si, sem comiserarao, tanto a tiro
nao po e funecionar por falta de professores I""10 a b;,lnnel9 : depoia de lerer massacrado lo-
~ -- ~~*~ ..wiwwi IIIVIIH/, OllHill
nao po c funecionar por falta de profesores
apezar de seren os mais bem pagos que eu
conllevo ; porque os de sciencia podem per-
cebor do encmenlos at 2O009, e os de
ii-'uas 1:200. QoanU g.-nte nao conheco
para os emprego-, .
Sirva pois esla correspondencia do annun-
entanto formigam pelas grandes ca'pitacs
pouco ou nada conseguindo-
IVossa coi te, por cxeuiplo, ha urna moci-
dade cheta de vida e de talento, que nada
faz, porque nSose resol ve a deixar a ra do
Ouvidor, o asdislraccesdo grande mundo
Queria dizet-ih mais alguma cousa : po-
rem sou forjado a por aqu ponto lina!.
Ateoulravez. Tenho pena do nao poder
continuar.
i Carla particular).
Jornal do Comniercfo do Rio,
PAGINA AVUL.S&.
302) .; IfiJHak
Oa partido! mugirn c ar lutu eonsei/uenciai.
.Vio foi sem gren ie admirara, como diateiDM em
urna de no'sas ultimas oolicias, que vimos na nmle
do I. do oorrenle iransilarem as musicit pelas ras
com mu pequeno acompaiiliameulo, a altribuimoa
rom juslo fundameulo que fos-e por ler sido obsta-
da a paisacem dos partidista! oa ponte da lloi-Vila
pelo respectivo subdelegado, e com o que nos nao
ensanam.il. l'or rase modo julsavamus que na se-
gotnle mul oulro lano siiccedosse. vi.lo como Iguaet
providencias havia o mesnio subdelegado lomado e
com proveilo, se por ventura capric.o.amenle nllo
houvesn qoem a isso si oppuzesie fallamos dos
parlidislai, que na iioile do du do crreme ao en-
cenlrarem obilaciiKt na ponto quaudo acompaiiha-
rama molleado 1. bal.lnlo de guano, nacionaes,
dando,ivas a lle.panha e morra a pn|icia, prelvii-
deraui mnosraliar a ordem que llies havia sido im-
po-la. e ortiore quizeram passar. Vendo o mes-
mo subdelega lo que o conlliciosc ia lomando serio
procuren o mostr da musita, e em nnme do Eim,
Sr. rommandaule dai arma*, ordenon que ale pro-
seguitia, e a dispersaase, noque foi promptanienle
ItUndido. Alguns toardas porem do I. balalhio e
nitros do >. que se acba destacado, despenados por
i'so, ousaram insullar ao referido ubde|e(ido, le-
vando um o seu arrojo a ponto de o querer fenr'rom
a baioaota' Tratada aisiin a lula, e ata em run-
de dilliculdade. foi nao si preso es<6 qoe iuvesho so-
bra o subdelegado fomj mais :l do bal.ilii.ao deslaca-
do, e quanlo nm ser conduzi los ao quarlel do It)
batalata do infintana appareceu o Sr. lenle Mi-
guel Iternaido (uinleiro que ri-conlieceudo lerem
i oo seu b.lalbao. pedio que sob sua responsa-
Pelo vapor Medway.n entrado honlem de Soo-
Ihampton, tendo tocado em Lisboa, Madeira, etc.,
recebemos as cartas de nossos correspondentes de
Itamburgn, Londres e Lisboa, que lram transcrip-
tas em oulro lusar deile DUrio. e lambem gazelas
francazas e portugueza, as primiiras al 8, as se-
gundas at l'i do pesiad.
A febr amarelta continnava a faier victimas em
Lisboa. O numero dos atacados diariamente anda-
va, termo medio, por 22, a o dos morios por 77,
o que da' um fallecimenlo por tres cajos de febre.
Confirma-so a lomada de Delhi pelos Inglezes, e
corre que os generaes Havelork e Wilson lera.i bre-
vemenle promovidos a' difrnidade di commendado-
res da ordem do liando em remunerarlo dos servi-
ros prestados nessa occasiao.
Os Indios lialeram-se com bravura, laplo que a
Cidade s foi por elles evacuada depois de seis dias
de combale, nos qUaes os Inglezes soflreram perdas
consideraveis.
So dermns crdito a om despacho de Marselha a
evacuacao da praja psloa ludios foi feila de proposi-
lo deliberado para que, penetrando nella os Ingle-
zes, podesaerr elles silia-los e redazi-loi mais faeil-
inenle, visto quo nella se arhariam os mesmoi falles
le lodo.
S;a como for, he cerlo que o. oblados inglezes
pralicararn actos horrorosos o enlrarem cm Delhi.
Bii-aqni como a esle rerpeilo se exprime urna
caria escripia de Agr e publicada uo Eventos
Mar :
Os nossos soldados baleram-se como selvegcns,
ra incess nlo de dinheiro que no Hanco se
notava, tornott-se geral a apprehensao de
urna inmediata subida da laxa do descont
aOporcenio. Rcalisou-se esla expectativa
naquinta-feira, dia em que o minimum d i
laxa foi lixado a nove por canto, pjr letras a
95 dias.
I soutros lljncos descontamde 8 at 8
|9 por cento.
Sahiram hoja do Banco 14,000 libras em
barras de ouro. Tambem foram d'alli reti-
ra los para exportarlo a Lisboa 35,000 so-
beranos.
i Durante a semana linda diversos gene-
ros soTreram urna baixa no preco.
as perdas soffridas pelos especuladores
de assucar, sebo, etc devem Ur si lo con-
sideraveis.
Olijrougli llankde Liverpool esta pa-
gando aos depositantes, cujas reclamaces
n3o cheg m a 200 libras.
o As importarles de ouro durante esta se-
mana consistein nicamente de 40,000 libras
aa ilussia, c alguns milliarcs do libras de
rnXn,m,r? I)0 c<"'linentc nos veio urnas
140,000 libras em prata.
Os embarques foram avuludos compre-
henJendo 204,592 libras em ouro nelo Ara-
bia, que sabio de Liverpool para Nova-Vork
no ultimo sabbado 956,817 libras, quasi
nido em prata, pelo Itivon, no dia do cr-
reme para o Oriente; 9,000 libras pelos
vapores Washington e Ariel, para Nova-
jork, e 26,000 libras pelo Canam para as
'lidias Occidentaes.
_. -_ -(------^..... ... ...-. -a.,o \fS1 > lllUlll-
ques de numerario que o Macara levava
amanhSa para Nova-Vork.
O prego da barra de prata he do 5 s. I
7|8 por onca
Em pri-.lo perpetua com Irabalho, a pena lam-
bem de morle impo.ta ao eterato Auoslinho, pelo
jor> di Jacobina, na provincia .la Baha
I o amontada aencorpuracla do anco de dep.i-
itos, dewonloi e tmirta do Miraotito. cm .. ca-
pital da J,n.N.:ll0u3, organisado sob o plano do Ban-
co de Poilo-Alegre. .
O Dr. Urbano Sabino Tcssoa de Mello fu. eleilo
presidile do instituto dos idvr.mdoi.
fallecen o deniilnrsador porlusuez Adriano Er-
nesto da Brrelo Cattilho, irmio do celebre peda.
Kio da Prala,
as noticias maia importantes sao as siguiles, quo
sa lieui no .Jornal do Commtrcioa :
O i.SEMAvARIOo DO PARAGUAY.
" A ultimas noticias que publicamos do l'-ragua\
rain di du., do |o de oulobro ; s agora temoi pr-
senle o ScriLiiiarioii do da 10. Continuando a dar
conla do que | ,ie p,p| acerca do Hrasil. eo-
meramos por u, que ,,, fl,_
zeta redigila pelo pre.idente Lpez aprecia a diplo-
macia brasileira.
Na ana vasta eriidrcao invoca S. E. ao come-
tar a aulondade de Polybi, p,,, nus di,a, qoe urna
polmca injusta he ma. de tolas as njuiticas t ol-
mes dos l.om.ui. Duvid.mo.de que este), bem ri-
lado ou bem Iraduznlo Polybla. po nao enmprehen-
d.ino. corno lodos os irnnes, o rapto, ,ooh, 0 ho-
micidio, nilus de depravadas pihOes dos lodividuos,
Paran.
No dia 12 do pasado lomou posse da presidencia
o Dr. Francisco Libralo de Mallos. S. Ele. fui
muilo nem aceito por ambos oa credos polticos.
N'umj corresin ndeiiria deisa protincia, Irinscripta
no Jornal do Commeicio, se le o segunde :
" lisia aulorisada a crenr,ao do Ivreu. confecciona-
dos os re.'ul.ifneiilin, e ape/ar das grandes vauligriis
que a le iroporrionoii aos piofetores deise eslabt-
leeiinenlo. anda uflo rde funcionar por ralla de pro-
fessores, apezar de seren o mais bem pagos que eu
comiera ; poiquanlo os de icienci. podem percibir
vauciiueiiUt ale 0tKi>, 0i de lingual l.OOo.n
.. ,. Hahit.
t.onlinua a lemir-se gr.ndi falla de dinheiro miu-
io ; anda me,m tre,ecindo-se o premio de o e 6
por cerno nao se o enrontra.
No da 30, por oeeatia. de subir a sceoa o /Vota-
T....t "'i,,ale M"",li' companhia Iwica.
Ma';o:rvin;zeLa';;rnanju,,a,',''Da'*,cu'o'iei
-Miceio.
A grandt falla di farinha que em geral se sent
em leda a provine, levou o Em. presdeme e,
viar a um ...gociaiit. de Cururipe doo. e..mo, de
reu. afim de d. ser.m .11, empresado. na compra
desse seero para baslecunenlo publico
^lamben, a falla do troco, miados i. f ,
O Dr. chefe de polica teguio par. a villa di Ala-
Itii.allm daivndic.r da morle ull.mamenle all
r-'lic.d. am um til Pedio Mar.caloba, que, diz-se
loi um acto de vrrdadeiro canibalismo.
Aule-lionlem era o dia marcado para a iuaogura-
> da iliumiuacao a' car lo u........ .
pojian, na.cer. UX dos" KH^ .^^ ^^^s^ ?, 2gff
para o li n uo jornalisla paraguayo a auloridada eom A vahnl. .-n.i. "jorogeneo.
quesequereifei.ar, tonto ma. quanlo MZ do Pilar JcUrrL ,,B "-"B" M MI
*lelq,.r'.q:i,r:,c,:r";.;gonroccu,,<"do Bras"" &?" M"De"licios ,e ,cUm por um ^
Dual he a moral, peronl_x> Semanarion, que Acliam-.a -------- ..i. ..
inspira os ac.o, da diplomacia bra.ileir.,.' Essa mo- cidadid tmffZ .irft.. ZtSJJH**"*
^"""J; <">""> -Wnfcaa de sua imprensa ce,, .end^^^^^g^nle P PrV""
ofllc al contra o goveruo paraauayo, em sua cons- Apor.ro feila neiar.^r.mome'i^l a a
.0.1. em crear por toda, as partes mmlgos ao Para- \ Penido, ,"i,?!'"."J?."i," !' V"1"1* d"
gnay. lodavia temos lido satisfactoria nolicia de1 bro deS""'a? ^'S "" U de noven'-
que malvolas ins.igare. n*o tem mcoolrado c-.o U^uSSmM^S!SfmS!S
apezar da decijida perseveranCa do governo brasi- nheiro "" Frant,": remande. P,-
Iciro. i >. **", 99
Sa a amanea da. p.l.vra. moral e polilica M-\t.- cron,l1a.ao.el'r.lL. k ,.....ffl
rec. um lano esl-anh. e mcoherenle, nao he a rea- L. l?Z!S13ffZ***S.'. 8
lidade, mas tiiu diplmelas do Brasil nu. ruin- n, .'. T. ". 1veo,0"'' Riburo e Silt. 81
pr. pedir coniasde.ia^p^rn.eeomradirro K' Stt.^0^ Uto 71
A polmca eilerior. qual a raz9o a conceb. ade-
line, e a moral a enconlra, lem por base a juslic. e
a moleracao. t.oncibar a um povo a amizadi do<
viiinbH, procurar apoios a' sua fraquezi, defendi-
lo contra as prctonedea do orgulho e as mvases da
rojea, e se algoma vez pode ser permitlido o irdil,
nao o empregar senSo para manler relaces de be-
nevolencia, e evitar occasics de rompimenlo entra
naeoes que de continuo a ambicio, a invea e o inle-
resse pructirara dividir ; laes.devem ser o objecto e
os meios desse rimo de polilica designado debaiio
do nomo de diplomacia.
Medite conscienriosamenle o governo imperial
na sua marcha ern relacao a's nossas queslOes, e veja
e compre eses beneli os deveres.
i.luereino-ni.s enllocar cima das opinmes re-
cehidai. muilo disimiles .i.s sublimes coiubiiucoes
de polilica transcendental, de ondea grandeza d<
'jatos procura dehald.- encubrir a immoralidade dos
principios e a infamia dos meios ; que distancia tao
grande existe entre ea poltica, cheia de bond.de,
da riu-a n -* nl.l .-.a___: .
hilii.-a. ... .I.srA i:_i..j ranie existe entre ea poltica, cheia de bondade,
Ju a-se que serlo limitados os embar- de p.z e de pliil.nirepa, e as combinac6e. profun-
ie ae numerario Hile o \iarrara lev., das, .i~i i---------------------------__. '___.
, i--------------1----- v i iiininni mi I i i I II 1
dai, os clculos inmensos qoe suspendem ou preei-
pilam a queda dos Bsladrx !
Temos em geral observado qoe a lingoagem do
saliinele imperial he equivora ; suas promessa. nao
e.iao de aecordo com a cerleza, soa march. nada
As ultimas noticias de Kova-York siio uH'l'JSXl'1' ?m a ce"0"> < m.rch. n.da
ainda mais deslavoraveis l'm de pu.ttivo. ale suas meac.i apresenl.m om
A _i. i "eslavoravels- carcter de ambinuidade que obnsa o Parazuiv a
Iv-.He, ? C0"tmUu 8 P,9la,r d t0d Para" 01a,"r-!e P armada aM.prtaaa^.
i J sano, a o cambio Subre Inglaterra n3o n6s envolie em conlinuos desassocegos e .gilarfies;
permute vermoscessar as rcme>SBS de ouro Com fr'queocia vemos a poltica brasileira afllr-
do nosso mercado. n,ar a mentira e negar verd.de com igoal segu-
A laxa do descont em Nova-York he de '""s4 '"""' Por(,m '" mai' '"'Orgeiro para o or-
36 por cento 80 anuo. gu.iio e mait fcil a iiicapacidade mandar do que
Alista das fallencias mercantis darn- F^'aSf.".^? ,"",=,""'Na Sa'd
te esta semana he .o extensa como grate I nlk.hu que o Bras',1 e amoidi ao^piri.o de cel-
tm Londres, talliram John llaly & C,. que '" naCes Alauns gabineie. mandara noias, os
tinliatn relarjes commerciacs com Nova-! parlameulos levantam a voz para reclamir a exe-
^ork o com o Canad; J. Ja lira y A C. cor- c"r'1(> "os iraiidoi em favor da raca arrleina. Po-
stores de navios e seguros : Powies Uro- re,n dur'in,e dl"" seculos raeo a urecia triste'e
tbcrsrk C, que negociavam com o Sul da
America. L'm Liverpool oolam-sa cm as
principaes quebras zs de J S. de Wolf & C
R. Wiison, llallett ; C lloherlMorrow. Sun
eCabuth.e Gold o Davies Km Geanock
Andrew Slewart 8l C suecumbiram em
cousequencia dacrise ameicana. Comtudo
a mais grave de todas as suspenso, duran-
te a semaua, foi a dos Srs. Naylor, Vickers
& C. fabricantes de ferro e ac, de Schelliold
de Liverpool.
FUNDOS.
1 por c. consol, a dinheiro. 88 l| a 3|S
Id.m a prazo ...... 88 ti* a lliS
l por cenlo porluguez 42 a 4.')
AcrCS do Bauco.....209 a 211
Cambios.
Amesterdam. a'v. 11,11! 1p2 a 11,17 112
a :l iiipl "
< i. "b"i ui aineira topo, 71
. Vi. Mariauno Joaqum da Silvi. ... 66
. T Supplentes.
I-; lente-coronel Paulo Joaqoim Telle. Jnior I
. Dr. Miguel Alve Teiloia ....
-i.-Dr. Joie Correa da Silva Tilara. '. IK
Poremaa" .!T,.,1f,'*VM d",08 p,'m(iro, >PPltes.
Pauto Td t r'Vr d 'nenie coronel
ves le.tza 8m ,egU"d Dr- M,M| AU
Chegaram procedentes desta porto :
Ao do Rio, a 16, o patacho Valeole com 7 dias,
a 11, a barca amerlca .Cora, com 5.
Ao da Bihia, a 2, a barca porlugu.za olterntin-
com 2 dj Ub"8Ue ngl" "'"""'
Salurim do Ro para eslefporto : a 14 o brigoe di-
ii.marquez oNexo., a 17 barca americana Roter.a,
a 18 o I-nao. porlogue.Resolvido. |9 o patacho
po.tugue. Un,.,, 8 I bgu(s us,gii,ro e .24
o brigue porloguez .Peninsular.
Aehatam-8. a carga par. este porto :
INo do Rio, o patacho aV.Icnleu.
Ko da Bahia, a polaca Zeloza e o palhabola
Dous Amigos. H'inauoil
O vapor hamborguai Tiolonia. d.tia partir no
da 2 do correle.
i0mmuuicaio&.
---------I -|-v-.- *!, .111. ,|, I--. I 1 .
dos o homens que cnconlraram. esses anidados pra-
licaram. simo dize-lo, o qoe de ordinario pralicam
tolas as tropas quando lomam una cidade de assal-
lo. As mulheres foram victimas dos seus ullrages, e
aosotTieiaes lornoo-se impo-sivel conte-los sem que
livessem lanrado foso a cidade.
Os jornaes da India puhlicam urna proclamarlo Jo
zeneral Oulram, da qual se ennherem os aclos de
crneldade que se cnmmetleram cm Dinapore sobre
os rip.iyos inoltensivos :
O Soube rom senlimentos de horror e Indiana^,,
diz o ceneral. o. fados pruva.los pelo inqiierilo
se reconhece evldentemenle que os soldados eo
ropeus mancharam as soas maos no sannue de ho-
mens inollensivos que haviam deposto as soaa ar-
mas por rabmtliao s ordena do governo brilannico,
e que esl.varo por consequencia ao abrigo da boa
f d'esse governo, cuja replselo se acha compro-
meltida pela cobarda dos assassinos.
OoKossido jornal da India, il,'|ronla da exe-
eato dos rebeldes que foram aladns as hocca dai
peras da ardlharia ern Kurruchec, e depois melra-
Ibados.
Tinham ja chegado ao langea aleons dos reforens
enviados da tiran llrelanhn,mas sesondodizo Jour-
nal des Dehal8i),agoarda-oi em Calcula a mesma sor-
te que Iiveram seus companheiros da armas na Cri-
mea.
N.da eslava preparado para recebe-lo ; ludo llies
filia, al mesmo vveres e imnm .".--.
Nao obstante a queda de Delhi, a nsurreicao con.
Iinua a eslender-se : novos regimenlos se lem revol-
Hdo, lodo o reino de Oude e varios oulros dislriclos
declararam se por ello. Mesmo i 30 liguas de Cal
cata ja tem h.vido prononciamenlo..
lima embaixa foi enviada a Londres pelo rei Sam;
compfte-se d. sete peison^gens, cojas atlribuirfies
nSo eniao ainda lo .qoi bem deliuidas. Soppe-se
qoe lodos sele s.lo de alta linhagem, por isso que jan-
lam a rnesma mes.
Os seus bilhele. de visita teem os sccuinles nomes :
o principa .V y. Nobbawons Krom M'un Haheenai
Siva, filho mala velho de S. M. o primeiro rei de
Siam ; o principe N. S. Supralilh krom M'un V.s-
nniiarlh Nibbudhorn, ssgundo niho real de S. M. o
primeiro rei de Siam.
^ O principe Chnnrah Chnlalookvio, tcrcerofilho de
S. M. a primeiro rei de Siam.
Sondelch l'harparamciidr, Maha Mongkul, major
re Siamensium.
Ci.an M'on Sarbedh Bharkl\.
Phya Munlri Surisnangse.'
Ksie. pertonageni orienlaes Irazem todos nm cran-
rle rhapo de forma comea, cujo cumplimento da
aba parece indicar a diantadt relativa. A aba do
chapeo do fllio mais velho do principe re de Sam
he da largura de sele pollegadas ; e menor para os
oolros, c os criados nao lem nenhuma.
A emhaixad. siamense deviu assislir quima feir.
i, a um banquete dado pelo lerd-maire na sal. eg>-
pria de Mansin Hoose.
A que.lio dos principados danubianos acha-se
tnais complicada que nunca.
Ailirma-se que nao obslanle o voto dos divans, a
I urania e a Aoilrla n.1o contenlirdo que na. margena
do Danubio te lev-ule om reino iudepeiidcnte.
Esla rncaina opmiao ha quem asegore que he ja
lambem parlilhada pela Russia, Prussa e Piemuntt,
P
iluta maioria. Enlretanlo grate f i o pe'rlgo por que ; ma do ararlo de sua noinearb.
pawtii, porqusnio a dyaardiia bareaal le e.ir- L Uto mnente n. capital, 'onde foi luzida e nume-
. e..l,?^''!''''r'',''l'''r.'.n'a,0'i' **![" reeepca-o que presencio., esle u bonidle
1V;;i'"0',ouve-lewn,l--i1u'J<>,-'a'iyto<'jua^ corre.,M,i.deule seno lambem iH.cid.le. do l'.ua-
rnlorri. T "y"'"' i"'-,'i"1"'. Como o Rlloi ,eu, hybuna e de Barbacena legando nos con-ta, grande
re, salvas raras e honrosas eznptoa*. | foi o rieioi.sn de c.dadaos, alero das pessoas invesli-
as occiirreiiriai mil.r.Vi.l"."."""i""" "" ". ""-J' penatei rominiinidade car-
"i .1.'""'''U.'"}" ** Pr?- >">l> icnlaram a obra, co... o auxilio di afu-
mas lulenas que Ihe foram Ci.nceli.lai, hzeram-no
impo. tanto orejto"da paHIeidadTe! imnrr,! """' "'"V' a-C"1?''".,,n que ,e"""- iN"10 s0"dl) P^re'
Kscrevamos. ""aia' ""peno. .inda assim bastantis ... meiaa para que igualmeole
Chefion Imnleni a e.la rapiiai cr ,. f;'sse -eparadu o interior du le.nplo, resolveu o mm
Carlos Crne.ro de Campo., .. q0!| .^7.*ir? I'800 ? '.Clie''"l Provincial Fr.Ja.ge de Sania
goterne imperial o presidencia da prevnola ..... C' '" K*H*yaUa anlribyi.
O iirolhiinculn qoe enronlrou S. F.vc. de, le n un ) '",ri"" I"* POdesse levar a .Otilourna empre/a de
n, provin-i coja adm.....ara., b U ,h"a 'a'li',' V T ^""^ "'"--
. leotomonha o juiz, qoe geraluienle se for- ttn' de c ., V, ,','rV .'i'u i l""!'"6 "'"""> d'i-
rarlo de a nnmoarao. ... a n ... M,r?". e lano maia aehatido-
iol. l^ u II,. r... .. '-----H ""*- -.--------<.......-~ r -.o. nu. e i-iemuni.
milla le me romoi entregues para serem recolludos de sorle que a I-ranga he a nica potencia que una
ao seo respeclivo quarlel, o que sendo allendido I na pda reunido dos doos principados,
osrecebeu. equando os conduzia om o-lle. eva- Houve no Piemonle alguus disturbios que toram
' ""',1al,,lin,lr '-l>io faclot dewa or- loa., pacificados.
Em Franca falleceu o dislinclo militar gentral
Cavaianar.
Kis-aqui como o Courricr de Pars ., da' conla
desle infausto aconleci.i.rnlo :
Anle-honteii (28, as 4 horas da tarde,
o general Cavaignac, que resida no su cas-
l-llo d'Ournes, communa do Chateau-du
l.nir Sartlie), sabio de casa para Ir exami-
nar os trabalh s dos seus operarios a fazer
om seguida urna vista a Mr. Gustavo de
lleaurnont, seu vizinho de campo. Mal aca-
bava de descer a oseada, quando de sbito
parou, e eslendeu a sua espingarda a um
criado que o segua, dizendo : o He singu-
lar, parec"-rne que me sinto incoratuolado.
No m.smo instante o gener.l cabio n s
bracos do bou criado, o qual corren precipi-
tadamente para o amparar, lluvia perdido
os sentidos ; alguns instantes depois, o ge-
neral cessava do oxistir.
Acoin.anhada de Mr. I'iscati'irv. m.-.d.
Cavaignac, cuja dor he Toril de catnprehen-
der, \ artto para o Mans, onde alcancou do
demse dao.ea nao se loniarem'as mais enrgicas pro-
videncias, o mal se eslender. e muilo sanaue Ic-
renios dt ver correr, e qoanlo ser .so laiiientHV.I
para a noasa provmcie iao eres. : la em citili-arao !
Conlainos que ai autoridades lomarflo isso na d'evi-
da considerado, envidando lodos os esforros, porem
qoe nao sereprodozam fados desla ordem.
O concento ae V. .y. lo Carino do rtecile.U
muilo lempo o convento de f.. S. do Carmo se re-
seulia da necesiidade .le alauma. reperarei, mas a
falla de recursos a impossibillava de se ubrrearre-
aar de Ido crande despeza ; eulrelanlo, uS fallando
le oa bom desejos e Uo re.peilavel communidade
llaroburgo.
l'aris .
i.
Marselha.
(ieiiuva
Madrid. .
Cadii.
Lisboa. .
Porto.
12,0 3l1 a 12,1 li
13,10 l|2a I;t,l2 ||3.
a' v. 25 27 l|2a 25,40
a:im|l 25,85 a35,90
a 25,85 a 23,93
i. 2.R. a 26
17:i|l a 18 l|l
18 3| a li) I(.
" 52a52i|8
52 118 a 52 3|8
- < i|u o n* Km carias de noeiui correipouijenies enconlrarlo
o* Iciim > m.,1011- desenvolvimenlus xobre u-cslado
!> l.d -n dos ,iiii.T'fi(r- p.M/es tiu velho muado.
O vapor Tocar.'lns a sabido do Bio a 26 do pas-
sado a entrado homem em nosso porto, trouxe-uoi
jornaes do Kio al aquella dala, da Babia ar I e
de Maceiri al 3 do crreme, nos quaes vera aa te-
goiulis noticia! :
Foram publicados os segoinles decretos :
Pelo ministerio da jostiga :
N. 201.1 que separa os termos de llenevenle e
Goarapary do de llapem.rim ; e os di l.iubarea,
Sania Cruzo Nova Almeida, do da Serra. na provin
ciado Jispiiitj Santo, aerea nillei lugares de joi-
ee rnunicipaes.
N. 2018 que separa os termos de Qoeloz do de
reas, na provincia de S. Paulo.
Na 2021, 25. 2ti e mareando e augmentando o
ordenado dt diversos carcereirot.
N. 202, dando ergaatwege a' suarda nacional
das provincias de imperio liimtrophes com os Esta-
dos tundios.
N. 20:10 declarando que o juizo comm.raial he o
orneo compelenle para o julgamento dos prejuizos e
.1 .mi.os causados por ab.lroac.3o dentro dos portes
do imperio e no alto mar.
'Pelo ministerio da guerra :
N. 2016 creando o lugar de aisislenle do ajadan-
!e e de quarlel-n.eslre-general do evereilo Junto
aoi c, mu..m i..- das amas das protincias, e mar-
cando os \ encmenlos que Ibes compelem.
Foram nutueados :
Por deerilo de 12 do pa.sado :
Juiz municipal derriba.* do Mar de llespa-
mulilada lula contra a cemitarra dos Torro", do-
rm, esse lempo os gabinetes dos principes, os ora-
dores, nao tem lagrimas nem voz para lao lamnta-
tela infortunios ; s principes chnsiaos assislem a
esse combat como em oulro lempo os Rominos,
seniados no Circo, a.isliam ao cmbale dos gladia-
dores, eapplaudiam aos que sabiam rnurrer.
A re -i,in e a bumanidade Ibes gritam : acodi
aos t.rejo. ; nao se degolla somenla os que se de-
fenlem ; oseles mais moCfensivus, telhos, mulhe-
res, enanca., s8) victimas do ferro, ou moriem oas
romas das casas em que se abrigat.m. Esperemos,
respondi.m os diplomtico ; se queremos conser-
vir es.ai provincial depois de have-las conquislado,
cuinpre deixar que .. debiliten, os elementos de sua
resistencia ; antes de permillir que a (irecia renas-
r. de mas cinzas cumpre qoe esle novo rorpo po-
lllico lique extenuado, e nunca pnssa apre.enlar
obstculo ao emprmenlo dos vastos proieclos de
nossa amld^ae.
Cumpre saber prjmero qual o qoiuhao qoe nos
cabera das cinzas delas provincias que ardem. Es-
peremos ; os Ciegos Iraficatam ; deixemot que ar-
lara os seos nano. Cumpre que deapparc,a a ban-
deir. do. Helenus, e que o mar Egeo, como o mar
lomo, eo veja Inmolar nossa bandeira. Os Cre-
sos sao pobres ; os Turcos ainda lem algom dinhei-
ro, nada ha qoe gauliar combatendo por Jess Chris-
lo contra Mafoma.
Uesses nlcolns ver^onhoros volrendo os olho*
para a America Meridional, podemos faier um julio
.omp.rai.vo, e impirc.almenle examinar, o proce-
der do Brasil para com Montevideo, a suas sinitlra
lencuei para com o Paraguas,.
<< O principio de toda a le' he cobrir com urna ga-
ranta o inleresse do fraco e o do poderoso, o humil-
de rancho do pobre e o sumpluoso palacio do rico ;
esse principio nasce da moral universal, e le publi-
ca, que emana da misma fonle, quer que os direito
dos Estados pequeos nao tejain menos i.grados e
menos imprescriplives do que os das potencial de
primein ordem ; eom que nomo deveremos clumar
a vioiacio desse principio fundamental T Pergunla-
ino-lu t poltica brasileira ; porem ad nos responde-
rao a amb.rao, o orgulho e a intrig.
Julgamoa oue os tntadoi de paz a que nao pre-
silia juslica, que a sinceridade nao subsereve, s3o
apenas engaadores treguas qoe so oppflem Iracas
Imrreiras ambicao. lodavia, para evitar esses in-
conven.enle podtr-se-ha recorrer a lomar por ga-
ranta dos tratados de paz a franqueza ea modera-
rao dos qoe o houverem dictado. Esse recurso aeria
nao lo o man honro'o, purem lambem o maia segu
ro ; comprehenda o Imperador do Brasil qoe sao de
pe ira os froclos da arvore da inlquidade, cabera de
alio e podem quebrar a sua cora larde ou cedo.
t Ouies os resul|dos da diplomacia brasileira I
Oui o soldad.s lenham largado as armas, porem
que lem continuado a guerra dos gabinetes enlre o
impar... e a repblica. Nao leem havido batalhas san-
grentas, de que ao menos teria sabido honra valor:
em troca vemos succeder-se por parle do Brasil ig-
nnbeii combales, em que a inveja, a conopeo, n
ardil, disputara o suor dos povos, senieiam por tod.
parle a .le.-, nli.mei, preparam criminoso rompi-
ae.ilo no ni un uto em qoe finnava um benefici-
nba, em Minas Ceraes, o lr. 1-ideiis do Audrade 'e"'.."'! "T". "i V qae J"1"'"" uro '
Botelho. co e salular tratado de aintzade, commtrcio a nave-
Coneiio da imperial capella o padre Jos Julio de
Fel
loas l.oui-i,, h in.lepeudpules, que se nao de.sarao ; lo.am receber e o emprime.ilarain.
!'.!!...o VMi'.Us.r'"?'" """"' I"* K'"'" '"""- 1 '"-1- '"-mfe-taees f.,las cora aque'la alf, bdida-
,oda quo lesiau U""-"a-'1J- Xa,ii i,,"J" ; 'lp '"|""-"" "" carcter min.iro ,, pote diier qu.
man que .lesie que so pr.nuuuar na assembli mu. livenm menos e-sa de-naida ro oflirial ,i
forte raa.or.a em ap, dd gno< ,, de v(r ,.,, do ,.,,.,, <"f <"l^
Uro,..ra..u,sl.lea, rn0, ,1 qoe p.recem hoje 1 que er, acolhido ,. d.gn delg. i d" to, no l
ma.s ltimamente l.onlus olvaarehie, como sep.m nlhAele sincera do. di.llneJot cavalleiroarevelou
lodo, homens de cjracier iluciu.utes ou d. pusi- .o ptlwlemeata u a.pieud.do ?>iSSSuSSSi
eja too allomo i,'. Se ,, ,.a boba esla' .
para otuiclo. .up..nUo,, ,. ,,,. reato da,!
ahr.rp.rau,,,,..,,-. ,.. p,., lnw|,0lia 'J")
po.lanto que ..istr.bu.nto um., p,r de MMa di-
nheiro para rila, nos lomen.... dignos do premio U(.
nos agaarda por e-se aclo de leligio. Permllta-noi
Araujo Vianna.
lu recou.lurido o Dr. Francisco Honorato Cidide
no lugar de jala municipal e mpliAos dos termos reu-
nidos de 8. Francisco e Porto Bello, i,a provincia de
Sania Calharina.
Por decreto de 1 i :
O 8.* escriplurario da Ihesouraria de B. Paulo,
Joaqoim Floriano de Toledo Jnior, para ellicial da
secretaria da rnesma Ihesouraria, a o +. escriplura-
rio. Amonio Francisco Socber, para amanuense.
- Por decreto de 17 :
Juiz municipal a oiphaoi do termo de l.oreua, em
S. Paulo, o Dr. Cirios Canuto Malheiro.
Foi c. .i.ii.oi.i i.i em gales perpetuas a penad,
morle imposta ao reo escravo Salvador, por sen-
lenca do Jar) d. Jundiahy na provincia de S.
Paulo.
l'or decreto de 18 :
Ds prilic.ntes da Ihe.ooraria de Pernamboco :
Miuuel da Purili.-ai;ao Comes, para 1. eseriplura-
rio da mesma thesourarti.
Anselmo Joaqum Barbosa Tinoco, para 2." da
Ihi.ooraria do Bio Crand. do Norte.
Augusio Joaquina de Carvalho a Birillo Lelo Si-
raiva, para ainauuei.-es da secretaria da dita Ihe-
souraria do B.u lenle dn Morle.
Foram lambem concedidas as demissSes que pe-
dirara Ouarla Marques de Sampain de solicitador din
felus da fazenda da provincia do Bio Crindi do
Sul, e Baymundn Anloi.io Cmara Bitleucourt e
Ulivelra de amanuense d. alfaudeg. de P.rauagua,
sendo Lomeado para esle eioprego o pral.c.nle do
Ihesouro nacional Antonio Joaqum Bracete Jnior.
l'or decreto de 20 foi exonerado, o sea pedido, do
lugar de jala municip.l e urphaos do termo de Pi-
ralv, o Dr. Joaqun] llypolilo Ewcrlon de Almeida.
Sol) pr..posta do K.vin. hispo do Bio de Janeiro
foram .presentados :
ti padre Amonio l.nir Esleves de Carvalho na no-
va parenla de Nossa Senhora dos l'razeres da villa
de l.agei, prov'i.ria de Santa Calharina :
O padre Manoel Piulo dos liis na paroch. de
sanio Amonio de S da villa da Maceas1 provincia
do Bio de Janeiro.
Foram perd >ados:
Aos soldados do c rpo municipal permanente di
S. Paulo, Malinas Schiier e Lucas li>an.-li.t. II..-
driuues u crirao de deserrau aggrav.du, cm que in-
eorrer.m.
A Jos Dias da Cruz l.ima, a pena de uui inez
de sos.i.n.ao do emprego di administrador da mes.
do consulado da curta, em que foi en Jen.mulo por
;.,.,,, I. .----- ...------------'----- (."... iii,f,o- nos aguama por e-se acio uo leltm.lo. IVmiiii.
.nem, porem a ,...,., he eompn.ta de pes- .;'" da autoridad., que a na., pequen, distancia o .asura n mu digno e reipeilavel provincial Ir jo,
Dui-i., e indeuen.lpules. une. se ilaifal.!. loiain rrceber e o cuinnriuieiilarain ___...- ,.:_..____.. .' *"".
que Ihe tributemos os notaos elogie, p.loi lertirn*
que ha prestado ao riinvenl a que perlence, e ni.,
menos a v..s, respeilavel cninmunidade.por baverde*
coinprehendido quao neeew.rio he oculto que nos
deve merecer o le.nplo di >.osa m.li sanlisiima.
O filtrado em ruinas do aterro da Boa-1 i Nao se pode d.r muor dtsproposilo do que a eousir-
vasao ue.se predio em rainal do ierro da Boa-Vina,
"i-j ^^..-j niLUiiiwu , maireautori8'9HO para fazer transportar o ,-r.........-.-. ~....... v
I corpo le sen marido pelo caminlio de ferro ,.""* dojuiz do |uiz de direito da piimeira vara.
Concedida utorigaeSa, o corra do """,?1",0 u co""10 u'- Jo",im c,('la"u
Igruer.il loi collocado, embucio no seu ca-
n! li.iv i'nm ,,U? ma U,>IIIIM8"I'. Pisca-!rngeiros, em siibtliluirao ao linadn Dr. Piub.iro
'. i ""aran, lun.r, e es'e lgubre prestito Cuunaries, o Sr. Juaquun Teizeira de Macedo, ami-
101 a lours tomar o comboio express do ,""'n"! da mesma i.crelana.
oarninho de Ierro d'OrlRans, por meio do Sr- ''"'a Godefr.y capitn
nai chcgdu a l'a- is honlem a noite ''* a'l,i,'"'>-foi agraciado com o ha
,, O cadver do general foi conduzido em dc-8'Ul" d* A,iz-
l'aiis para o aposeulo que elle ocecupava ein
garlo.
Isio nos faz lembrar qo. no reinado de Marco
Aurelio, os Sarmalas, desperando vencer os Bo-
maios, commandados por Caesio, mandaram pedir
paz pur ce.n anuos.., purem com a reslricejo men-
tal de r..ii.| .'--I,, ao cabo de dous anima. Nao he esse
0 modelo dos Ir-la^os de amizade fe.los pelo Brasil,
invocando sacrilegamente o i.on.e da Siutissim.
1 r.uiladei.'.'
lodo, os (rala os eumeram dizendoHatera de
guia em dame e perpetuamente paz intiolavel,
unta i sincera, amizade perfeila... e he raro que lu-
do alo lenha a durarlo d. piz dos Si.malas. Sim-
pre Iralados, empre alliancas para eustenlarem-ie
mutuameule. Sempre neguciafe. mysleriosas, e ar-
ligos secretos p.ra em um momento dado romper ta-
ses v.uculos.
a Tal o qoadro da nossa historia diplomtica com
o Brasil.
A esse arli.m sego.se o apanhado de aUomas no-
ticias de M,iio-i,n,.,, publicad.! aqui em orna cor-
rcspoudeuciasdu Crrelo Mercantil, e de algom ac-
los oflieiaea relativos ao nosso exercilo.
a No Paraguay nao se fazem publieacoes desla
ordem. e
S. Paulo.
O d redor da Facol lade de Direito negou a pala-
vra au bacharel encarregado por seus collegaa de
recitar o discurso da agradecimenlo na occasiAo da
collarao do grao.
Falleceu o barao de Jacarahy, rico proprielario e
--tiin.il o cidada...
I.e-n no oCorreio Mercantil ;
Aoe Ilustres Srs. ele.tores da
comarca de Garanhuns.
A honra, aenhures, qu. digniitii dar-me, eenslt-
lu.ndo-rao humilde depulado a.semhla legi.ut.v.
desla Provincia, quando lambem elege.les ma.s ou-
lros c.dadao, de 18o subido mrito, e illaalrargo p.ra
o mesmo cargo encb.o-me de nobr. orgollio, con-
stn7.,ltaM',,l,,' convencm-me an.l de
que nutrs para comigo uma amizade, coaiid.ra-
c.1o, qu. nao me confei.oeredor, t nonca tos sabe-
rei indemnisar. embora alimente os mais ardeotes
Jesejo, de, am algoma eouia mil, poder ser a e.sa
imprtame comarca e Garanhuus, onde vos l.nho,
leobo inleresse, ararnos, e familia.
Se m. loase dadoodomda pnvi.lo : se soobesie
qae morle nao nos sorprende quando mais rebes-
los julgamoi vivar, cerlameole que aguardara na
c.m.ra occasiSo opporlona para dirigir-voi do alio
da tribuna um vol do mais profundo recouheci-
menlo pe a h.re, e mu honrosa eleieao, qoe sobre
mim uzesles rteahir. H
A incerteza porui de viv.r al l, a rudez da
minhas e.pressoes, a lalte, qu. a roudel do, raeu,
labios devida a curlez de rainha inlelligencia, fa-
zem-meapressar o cumprimenlo de um dever oue
inrontesl.velm.nte.julgosagrado__
A imprensa tambero ha uma tribuna, lambem
lem seu. oradores, eom a diOerenra. porm, que no
parlamento as difliculdsde, .a maiores, e cou.e-
guinlemenle maiores sao os embaraces de quem, co-
mo iu,.e v baldo dos recurso, da inlelligineia.qo.o-
ei.|qUer "peDder com "cerid.le o que n'alm.
E. pois, illnslres senhons eleilores de Caranhons,
aceitai.n.slas Imhaa os prole.to. de minha mai. al-
ia con.ideracao e re.peilo, emquanto pessoalmenta
nao o far.o.
Podis asseverar aos meus nobres eonslitointis,
dos quaes f.zeti digna parle, qoe, se Doo. no me
der expreisao prra oa meus labiui. afim da defender
promover com dedicicao os ulereases da protin-
2M'",* d,,""C'''e,m Nfsaaal. as minh.i inleu-
coes, desde jatos antrroo, ..rao de, sempre .notar
rom o meo tolo cooseieocioso auoelln o... m.u
..abiliiaaos.stiv.rem p.ra ezercir" lo lar^SS
Cidada do Kecife, 4 de dezembro de 1857.
O Padre Franeiieo Piitolo uirle.
O Sr. ajtidante do guarda-mr da al-
l'andega.
rali^o!SfS!Sf! L*E Sr- Loit C">">" *
re. ajudanle do guarda-mr da alfauega, prepa-
m,".mPa c^""t^," 1" emo. em o SSmmm-
raumeado iraprisso ,m o n. 271 desle orn.1. a raa-
S1 proce,m""0 d a S- Pedindo ... c.pl-
desLa 1 "a,,5 "i" enc""">"-'<> do eslivament.
HS^SSSSS" T "melhnn" rni.Ur geni, por
"2, "'' Aguardamos a d.feza da S. S.,
e enUo diremo, o que por .11. no. for aogaerldo-
o enlrelantu, a0 p, 0 Sr. .;.,. iSwSZl
remos, l.mosprov.i do que di.semos, e ..la, ,0-
parecerao em lempo. E se o Sr. .pidan" ,,'aer
abaia? q" "*"" "" mi'" P.lho
Becife 4 de dezembro de la".7.
T.
K (Tradaceae.)
Nos ihauo assigmdos. declrame! pelo prsenle.
'';;(l' d? ^. Ferreir.. .jd.,nl. o CarJ
da-n.ur da alfandega. empregamoa o eslitador quo
arrumou as carga, do Ziska a da oUainha de
.Je,
Pernamboco, iii de novembro de 1857.
Ziska''"*'10'-*''""'' M' K'mp' mm" do b,i'?ue
a.!S P,r',ele "rlSc?' I"" assignalor. lopra lio
eoe Xk. "" Kl"np ra",r* d br'-
Conaalado brilannico em Pernamboco, 26 de no-
vembro de 1857. '
Assignido.A. Angosto Cowper, comal,
tai btleralmeule Iraduzido do original em inalez
que me foi apresenlado e ao qual me reporto, l.o-
do-o arsignado ne tirietor.
Becif. ,| de dezembro de 1857.-FillPpe Narv
Collar;., traductor do -T. do Commercio.a S
(rutava reconhecido.^
ESTRADA~DrFEI{RO.
L'm creseido numero de proprielarios pertencen-
les as reguezias do Cabo o Kscada aguardavain an-
cosos a prometala abertura da estrada da ferro
para o da 2 do corrento mta.e a d'antemao haviam
preparado os seus assucares e mais producios de
suas fabricas para remossa-los para riila estrada,
quatido.conira loJa expeciativa, virara roallogrados
os seus desejos, seto que para islo enxerguem uia
motivo jusitficaiivo, pois lia sabido que diversas
locomotivas percorrem diarimeote toda linha al
ao Cabo, rebocando os carros empregadot na con-
duccao dos raaleriaes, ferrageits, e areia para a
mesma eslrada, o e poia esta tem supporiado esses
grandes pesos sem quealgumaccidenleh.ija occorrido
oslando o essencial para a sua abertura concluido,
por que motivo se nao franqueia desde ja o sou
------ .j ,..... ,. ,u ,.....].icio i.cMiea sou
se .c!^',rCal'dV'p^gemJpr .'JIV^ ^^.^^^J P" -nducr,.
vinria ; anles ditso pnrm uno quesiao de an.ore
deu lunar a om assassiualo linio mais lamentavel,
quanlo nao en a victima aqoelli, a quem le din
dos seus gneros? Seo motivo he o que geralmen-
le so d, de nao eslar a linha cercada dos lados,
i. como evigo o regulamento respectivo, node-sebem
corpo lixo de S. Paulo. Bita acompa.'hoo-o para I^ m,nan(l-fe aos niprogados do vapor, que porem
pidir-lhe saiisfarao e no primeiro pooso Iravaram- 1n>nl andem so mente a tneia forja, c da mais as
c da ronienda. lios oulros soldados enmpanhei- i locomolivas do Irabalho da estrada, nao se emnre-
^J^oiStS^S^S^^! dari3men,e "!. ** K -
j.arar nm tiro sobre o contendor. A hala acerloo ,ue5mo "conven ion la que as oclras.
sobro un. dos olficiostis companheiros, que morreo ^om relardamenlo da aberlura. soffre a agri-
og0, cultora por quo do dia a dia mais encarece o so dif-
Mina,i Gane. liculta o transport actual, o so pode encontrar re-
lomou posse da presidencia da pro.inda i o dia medio li esle mal as vantagens nu.! Iba olTarere a
l> do passado, o muse he ro Carneiro di Campos -- ____ ," mioreco a
que ullimamenle fr. ..orneado. i v" ferre*' ,0,Trc campanilla por que vai d agora
rralava-ae de fundar du.s assnciares qoe moi. pcdemlo o lucro que poderia arroca.iar neste cor-
les inieresses devem dar a cus fundadores e a renle mez, que he um dos do maior entrada de as-
;.....- -** "- ..S...U v,ai-imu provincia. A primeira, he para .. filmen de louca I urar
tmanles P.nheiro, prulnsor de ihelorira e poetice I a villa ilo Cele. A segunda, lera por lim cham.r I '
do imperial colleq.o de Pedro II. |c sujeilar ao irabalho agrcola e industrial o> Bien- I *" 9s'leram os "oressados desla eilrada, quo
Foi uomeado ollicial da secielaria dos negocios I digos, va ios e oc.oso, sem d.sliiicr.iu de .dade >e- (S Srs ']'""" incumbe a direecao dess negocie
I)'. Piiibeiro o ou conJ.cao.
Coyar.
O Ur, l'raiiriico Jonuarto da dama prisidenle o-
do I balilhao limamenlr i.nmeado para all, auidi nao bivii chi-
tbilo da ordem I gado. A a.semblea provincial delib.rou euiiessiode
... -... | |- (je selembro. que os seos trabalhos na eslacAo u
Por decreto de 13 foi aposentido o uiz de direito : raimo, leri.rn roraeco O hora, da tarde. anS- I air dJ .?. 1 .'-' con"->>l' carpin-
Aotouio da AraujoF.rr.ira Jacobina com o ordena-Lindo as!-da uo.le. j2 f!.,"' a" ft m"'.""a teto cidade, o Srt.
i auao reuppe da Coila e Migail Filtppe da Caita,
. -----------,.. -,.,., ,,
lomando em considerarlo as razos expendidas,
aciivem a abertura da mesma.
Deu rom elTeilo soi carrera para o ocano, no
da I do eorrenie. um hiile de guerra nacional fi-
hricada pelo, habata mestre conlr.-meslre crpin-
r e
I


'
-
.
MUTILADO
ILEGIVEL
-
i




buftio tr*ttk*utim iAiAr*o i< F7smb&o m un
-"*_7 -"
- ------n^^MCM > X*;, HH '
Cuasia-nos por pessoas iHettitinaa e profastionafs,
que o refen.lo hiala foi construido com ludo o pri-
m ir e asm-ro. por hu nSo paitemos rteiiar da Irib-
lar os tW-ii. li.'ni msreri.los encomio ao IIIrn. Sr.
inspector do referirlo arstnal, miliario Aiilmiio da
Santos ; lano pila solieitU'le com que dirige os ne-
ro*ios de aua repartidlo. Como pela acertada esco-
Iha, qoe fez de artillas lila eximios para o f.ilirico do
mencionado navio.
VnUicacao apcMbo.
, DESPEDIDA
Offererirl o tactor
ANTONIO JOS 'AR'I'E OOmURAi
por
Occasiito da. sua ultima representaran na
Kmpreza-liermauo.
em a noite do dia 28 do rae/.
prximo passado.
II i livra n pello, que ao ador eximio*
Smla em canto-, de om ardenle amor ;
Me grande o genio, que p'ra clurin sin
Mil coris busca, di viva/ fulgor !....
lu a vi-la litiiii.su i no relrala altivo,
* Km grata aceitas quo a palillo pmdoi;
I ic a turna agalla, c ao estridor dos bravos.
Mil lourot erescem, do leu genio a lux !...
Que os bellos genios, como o ten, criados,
A par dos loclos, que lio longoa sao ;
llevivem aempre nos aoiiaea da historia,
Que eterpa gloria, no partir Ihe dao !...
' \ voz da fama, qoe l'exalta o nome,
S Mili no peilo irbeolar-me em flor ;
Suave cauto que mal podem lahiofi
Verter-He as notas tl'imm. rtai ardor.
Qoe a arle lie bella, qando a loria aua
Allinge a infla, d'iu Que a arle he grande ao perpaasar do (emplo,
tonda gloria Ihe erguera Iroplieut !..,
Nao ',ii mentidos os meas frageis livniuos,
, No peilo os simo vigorar com T ;
Se a lyra ao genio consagrar e eleva
Sublimes cautos, ero qoe a musa ero.
Fulgidaa cordis, busque embora o zoilo,
Negar-te ao genio, denegrir-Iris a cor ;
leu nmne atiesta ai geraroas viudmir.it.,
Mil novas coras d'iimnorul valor !...
Oaa o helloa genios como o leu creados,
1 -.\ par dos seculns, que la~o Luana sito;
Kevivero sni pie na domada historia,
Que alema gloriado porvir Ihe dio !...
Por um apreciador do mrito.
Dita Trigo estrangeiro........
tapioca......... .
l'r/.ella de Angola.......
Dita do llenuurla........
Hila de Cario Verde......
Vaquetas do Maranlio.....
Vaquetas do Para'........
Ditas de l'ernainburn......
Brporlarilo.
Agurdenle...........
A/eile doce...........
Amendna duc em milo, .
Uanha de porc.........
BaUlai.............
Cera branca em (ruine.....
Dita (lila ani velas.......
('.eludas.............
Onleii).............
Cevada .............
Carne de vacca .........
de porco. a .
Figos..............
Farinha de trigo.........
.Mauteiga de porco.......
Mill.o..............
Paios..............
I'rcsonlns...........
Sal trigueiro grosso.......
Triso rijo do reino.......
Dito mulle...........
Toucinlio............
Vinho de l.ishoa linio.....
Dito dito branco........
Vinagre de Lisboa linio .
Dito branco dilo ,.,..,,.
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Joso Marcelino da Ilusa.
I.uiz Jos Pereira SimOes.
Freguezia ile S. Jos,
Jos Cunegundes d Silva.
Freguezia da Una-Vista.
Antonio Moniz pereira.
Inlonio Jos da Moraes.
Firmino da -uva Amorini.
Joso Com; Uves Torres.
ji'Mf Jos Rodrigues do Passo.
Londres
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Madrid 8d|v.
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Fundos,
iusrripres de :i por cenlo 13 .1 i i l| '
Coapooa ...... 42 a i:l 1(2
Divida deflerida as l|i 29
Caininho llanca de Purlugal. 53GB a 558B.
Dilo du Porto..... 340* a 23j
Metaei.
bjow ajoto
I5JI50 I530"
149300 14*300
IX?VH) IS-'iOO
BtKI OTO
900 1170
0j_. li")
:l-,;n 3)570
Si 895
,
CAMBIOS
obre Londres, 26 t|2 d.
c Pars, 348 ra. por (r.
* a Lisboa, 98 a 100 por % de premio.
Hit de Janeiro, 2 por 0|n de deseoolo.
Ace.lo do bancQ 50 por ceolo de dividendo por con
ta do vendedor.
c compaohia de Brberibe 6O5OUO por ac.a
conipanhia Pemambncana ao par.
e l: lilidade Publica, :<0 por cenlo de premio.
c c Indemnisadora. 61 ider..
1 c da estrada de ferro 20 por 0|0 de premio
Discouto de ledras, de 8 a l) por cenlo.
Acc.6e*/ dn Banco, 40 a 4 de premio.
Ouro.Oucas hespsoholas. 299500 a 30?0ro
Pecas de 89000. .
Oaoai hespanholti......
Ditas im-'v -.1:1 1-.......
Aumas d" uur.i ds Kilados Luidos
Patacas hespauliolas.....
Ditas brasileira........
Ditas mexicanas. .......
Vinte francos. *......
Cinco Irancos........
IIAMItLKCO .'> DE NOVEMBRO DE I8'>7.
Cara 1 do .M.iraiiliiio e Para'. S a 8 l|J
Caf do Kio de Janeiro ordinario, i 1 i l| n
Dilo inelhor........ 3fBa4 1|2i.
Dito d lo. ,....... 4 ;,|8 a 4 7,8
Dilo superior....... 5* 51(3 h-
AlgodJo do Brasil longo fio 8 a 9 l|4
Dilo do Mar. e Para' inais ordiil. 7 l|2 a 8 '| i.
Couros do Rio tirande..... lia llii?
Dilo da Baha....... 12 l|-J a I! .
Dito de oolriis parios..... II l|2 a lia
AHoear liranco da Babia 22 a 2i -
luto Mascavado idean..... IS a 20
I'iIh iir lien ,!. l'ein iinliucn Mu ha.
Dito masravado dem..... 18 1(2 a 20
Desconios........ o 0i raalo.
Moeda de 69100 velhas
e 69400 notas
4e000. .
Prata.Palaeoea braaileirot. .
Peaoe eolumuariis. .
meiicanos. .
, ALFANDEtiA.
>endlmenli) dn d'a I a 3 .
dem do IH-tKK)
16^)00
9B000
2"O0
2KKMI
19860
11:50.1966:1
31:4039421
72:6099081
;
i mf*x

'-'.:>
Descarregam no dia 5 dn deiembro.
RrigUe ingle/Arenmercadorias.
Patacho ameiicaooBresefarinha de trigo.
B irea americana Ellaidem.
linca porlugaezaMaria Joit'mercadorias.
Patacho poilogoezDaqu do Portodiversos g(-
neroa.
MOVIMENTO DA ALFANDEdA.
Vnlumes entrados com fatendas .... Ii9
> com gneros .... 220
Kavios enlradns no da 4.
As-n)> das, hiala nacional Novo Olinda, de 35
toneladas, meslre Custodio Jos Vlinna, eqoi-
pagrm .i, carga sal ; a Tana Iroius. l'erlence a
Pernanibnro.
Ass13 das, escuna nacional Lindas, de 150 '
neladas, eiinipagem II. carga sal; a Vallar Oll-
veira.
Rio de Janeiro 16 dia<, barca inleza cil'loiling
Cloud, d 240 loilrladas, capilSo T. \V. H. T'aw.
fi|iiiia. em 12, em hslro ; a John.lon I'ater & ('..
Pertence a Liverpool.
New Port J das, biigue ingle/ -Airy Ilaiup, de
839 toada las, capilao Thomaz llnni, eqii'pagein
10. car
Roslrun Rooker ^ C. Perlones a Falmoolli.
Rioi te Janeiro 7 das, vapor nacional eTocan-
lins, comnian.lanle o pnnieiro leuente Pedr..
llippoKIo Duarte.
Soolliaiuplon e parios intermedios 2i dias, vapor
inglez Medwayu, commaudanle I. I. Ilaiuin.k-.
Nai io saludo no mesmo dia.
Canal pelo Otara' Barca ngle/.a Halhildt, ca-
pillo Dnale! M. Phuu, em laslrode areia.
Total
-'Volumes sabidos com fatendas
com gneros
.179
180
8.1
265
Total
CONSULADO GEBAL.
Rendimaulo do dia I a 3 :L898j786
Uem do dia 4....... 1:7409682
T
5:6399468
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do da I a 3 .
dem do dia 4.......
4359632
372J880
8089512
Masimiano Francisco Duarte Kegucira.
llanocl Joaquina Silvcira.
Di. Rulino augusto de Alinoida.
I.uiz Jos Nunea do Castro.
Jii-tii Jn.|. de Fariaa.
Amlrc AIvps da Fonscca.
Manotd Jos da Silva ( illo.
Francisco Antonio Cavali-anli C.oussciro.
Joo Antonio da Silva G illo.
ij^iJJ1 Gabriel Alfonso Regueira.
Fregu.'zia dos Afogados.
Francisco Rodrigues Carioso Barros.
Antonio Honorio de Carvalho.
Tonente-connil Francisco Luiz Maciel Vt-
anna.
Freguezia do Pojo.
Joilo I.uiz Vicior Leutliieu.
I'rancisc Jos Vianna.
Freguezia do-S. Lourenco da Malta.
Jos Ferraz Daitro.
Francisco Jaciotho Pereira.
Freguezia de Santo Amaro de Jab lato.
Antonio de Garvalho Soares Brandao.
Pedro Soares de Carvatno Brandao.
Antonio Joaquim Anluncs.
Joao Luiz Itibeiro de Farias.
J0S0 Ferreira Gavalcanti.
Jos Igoacio Rodrigues.
Manoel deSouza Leo.
Antonio dos Santos de Souza Le3o.
Jos Joat|uim das Chagas.
Munbeca.
Manoel dos Santos deOliveira Conc,aIves.
A todos os quaes e a cada um de per si,
bem como a todos os interessados em geial
se convida para com parece rom na cssa em
quefoi cadei*, cm a sala das sessOes do ju-
ry, Unto no roferido dia e hoia, cotn > nos
mais das seguinles em quanto durar a sos-
s3o, sobas penas da le se t'altarotn
t> para que ebegue a noticia de todos,
mandei passar o presente edital, que ser
lido e allixstio nos lugares mais publicse
publicado pela imprensa, como retnetter
guaes aos subdelega tos do trmo, para vu-
Idica-los e mandarem fazer as notilica^Oes
oecessarias aos jurados, aos culpados e as
testomuobas que sa actiarem nos seus dis-
trictoa.
Uidade do R cife 3 de dezoutbro de 1857
Eu Manoel Correia Gomes de Almei I, escri-
vo interino do jury o escruvi.
Jo3o Dmiz Ribeiru da (lunba.
O Illm. Sr. insp Ctor da tbesouraria
provincial, e j, cumprunenlo da resolu^o la
junla da l'azenda, mana l'azer publico, que
uo dia 17 de dezembiu prximo vin louro,
vai novameule a Draga para ser arrematado
a quem por menos li/o.r a obra dos reparos
do quaiiel du villa do Cabo, avahada em
1.21(101100.
K para constar so mandou allixar o prc-
seule.e publicar pelo Diario
Secretaria da thesnuraria provincial de
Peruambuco 26 de novembro de 1857.O se-
cretario,
Aulonio Ferreira da Annunciat^flo.
- O Illm. Sr. inspector da tbesouraria
provincial, em cumpriinento da resolugo
da junta da lazenda, man la fazer publico,
que ni dia 17 de dezembro prximo vindou-
ro, vai novamenle a praga para se arrema-
tar a '-uem por menos izer a conservaQio
permanente da estrada da villa do Pao d'A-
Iho, dvaliada em 6.9003 rs., por tcm jo de 10
mezes.
E para constar se mandn allixar o pie-
sento o publicar pelo Diario.
Secretaiia da lliesouraria provincial de
Pcrnambitco 36 do novembro do 1857.O
secretario,
A. F. da Anniincistjo.
com penle dstico I ; bonetes para o uieio
batallio de caladores do Ceara 94.
Qut-m quizef vendar, aprsenle as suas
propostas em caris fechada na secretaria do
co'iselho, as 10 horas do dia 9 le dezembro
prximo futuro.
Sala dassessOes do eonselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra,
30 de novembro de 1857. Bento Jos l.ame-
nba l.ins, coronel -resiliente Bernardo
Pcreira do Carmo, VOgal o secretario.
(i Illm. Sr. regelor do Gyinnaio man-
da declarar, qoe no dia 5 do crrenle, pelas
11 horus da uianli<, proc-.der-se ha nasle
estabelecimenlo a distribuicSo dos jifcinios,
designados notit 3.' capitulo 5 do regimen-
t de 25 de jutho de 1855. Secrctaiia do
gymnasio provincial de Pernanibuco 3 de
dezembro do 1857. O secretario, Antonio
da A-suiiir.rao Gabral.
COMI'A.NHIA DE SEI.l ROS MARTIMOS E
TERRESTRES.
DO
IMPERIO DO BRASIL.
Bstabelecida no Rio do Janeiro.
CAPITAL 1(1.000.000:000
Ageicia na da Cruz n. lo, ese iplotioda
viuva Amotim v Filho.
Aos Srs. negociantes, proprietaros de
casas etc., etc., se offerece na agencia da
dita companhia nesta cidade,: realisacao
de seguios por premios e cordicees mul-
to mdicas e ra/.oaveis. Na inestna agen-
cia tambem se eflectuain seguros tanto
para o norte como para osul do imperio,
nos vapores costeiros e vasos devela. A
companiia garante a prompta indemni-
sacBo da importancia de qualquer si-
nistrot.
7. A stnguinolenta batalba do alma.
8.1 Assaltoda torre de Malacori.
9- Assalto geial .ie S^baslopol.
lO.i Rrtirada dos Russos para o norte, e
incendio dn esquadra russa.
11.' Vis a ge al tle Pars.
12 Vista uo Rio de Janeiro, lomada da
liba das (obras.
13 c Vista du Lisboa.
II.' Vista do Madrid, capital do lles,-.a-
nha.
15.
trra.
16.'
17.
Piris.
18.' NspoleSo I, ludan lo oculo em frente
da Csthedral de.Milo cm Italia.
O salSo oslara aberlo das 7 al as 10 da
noite Entraa 5G0 reis.
Vista de Londres, capital tle Ingla-
Vista do Porto, segn'a de Potugal.
Interior do palacio de Luiz Filippe em
:'XM.00$
4J.
flHMfl
DE
:l."
RECITA HA NOVA AsMC.NATl.RA E
ti VS VENDIDAS
DA
EIVIPREZ-VGERMANO
SABBADO, 5 DE DEZEMBBO.
BSPECTACULO VARIADO LRICO-DRAMTICO.
Reentrada do artista
'twej/it y'aic( Sabira scein a eicelleula drama tm :'. acloa, urna-
do de msica :
Cear.
Vai seguir nestes dias o patacho Sania
Cruz, capilSo Jos Victorino das Neves ; pa-
ra o resto da carga e passageiros, trata-se
com Gaetano Gyriaco da G. M na ma da
Gadea do Recite n. 2.
Aracaty.
O hiato Exhalaban sahe com brevidade,
recebe car^a e passageiros ; a tratar com
Caelauo Cyriaco da G. M., na ra da Gadeia
do liedlo n. 2
\ eaie A cara cu.
At o dia 10 de dezembro vindouro segoe
o patacho EmolaQSo : quem no mesmo qui-
zer ('arrogar ou ir de passagem, dirija-sc ao
escrlptono de Manoel Gonc.ulves da Silva, ou
com o capilo a bordo.
i'iXYn O Dito,
Seguir at o dia 12 do enrente o brigue
Esperanca, para carga e passageiros traa-
se com Barroca & Gaslro, na ra da Gadeia
do Kecife n. 4, ou com o capil3o na prac.a.
Para o Rio
de Janeiro
30M ;?&
DESPACHOS DE EXPORTAtAO PELA ESA
DO CONSULADO DESIA CIDADE NO DIA
. 4 DE DIZEMBaO DE 1857.
LiverpoolBarca iugleza Bouila, Saondera Itro-
thera Si C., % aaccaa algodao.
Bupnos-Ayrea Brlgoe hambnrgaei Margare! &
lanza., Amorro Irmaoa, 360 barricas aasucar
braneo e maacavado.
PartoPatacho porlu^uez Maria, Francis-o S-
i nano Rbe lo Fillio, 60 aaccoa asnu-iir brin-
co maacavado.
LisboaBrlgoe porloguez Relmpago, diversos
cairegadoras, 200 aaccos asaucar maacavado, 100
dlloa goroma.
LisboaBrigue ps'togaea Progressiila, Thomaz
de Aqotne Ponseca di Filho, 82 cascos mal.
Lliboa Barca porlugaeza Uorlencian, Maaoel do
Naecimeola Peraira, 260 aaccoa aaauoir maici-
vad*.
EXPORTACAO'.
Rio de Janeiro, bfigue n.tcional Damjoo, de 234
lamia las condoli o aegulnle : 2,1)0 aaccoa com
10,550 arrobas de aasocar, 50 pipis agurdente, 10
ditas eapirilo, 75 meioa de sola, ICO cooriohos de
cabra, 3 caUolea livroa.
y (Jaeenslowoo, barca ingle llindoae, de 412
toneladia, condoli o seguate : 5,400 aaccoa com
27.000 irroba da aaaucer.
RECEBtDOlUA DE RENDAS INTEKNAS GE-
BAES DE PEKNAMBUCO.
Randlmenlodo dia 1 a 3 1:841*570
dem do da 1....... "jIo'JI
t&m*& fcf
2:593ft06l
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimeoto do dia 1 a 3
dem do. dll I .
6:0569351)
2.I45/IV22
8:201i'zS
BLLLETIM.
LISBOA 13 DE NOVEMBRO DE 1857.
Prfot correnlet do jotero de importanw do
Ilra'il.
Algodao de Pernamboco .
Dilo do Maranlio e Pora. .
Aaastear de Peruambuco branco
Dilo maacavado.........
Dito do Rio do Janeiro ni. .
Dilo da Halda b.........
Dilo dito mascavado......
Dito do Para bruto.......
Dilo de Cabo Verde......
Agurdenle de canna do Brasil.
Alpiala.............
Arroz da India Goa1......
Arroa do Maranho e P. ord. .
Dilo dilo inelhor........
Dilo dilo sopenor.......
Caf do Rio piimrira sorle. .
Dito dilo segunda dita.....
Dito dito lerceira dita.....
Dilo dilo escollia boa......
Dilo da Babia.........
Dilo de Cabo Verde......
Dilo de S. T. e Principe. .
Dito da Angola ........
Cese do Para.........
Cera amarella de Angola ....
Dita dila de Bentuela......
Gravo do Maranlio......
Dilo girofe...........
Couros seceos do Rio refu;o .
C-ioros eapichaloe de Minas .
Cnuroa espicliaJos da Babia. .
Hilas ditos de Angola. .
Diloa silgados do Maranlio. .
Ditos ditos de Pernambuco. .
Ditol ditos da Babia......
Ditos ditos di Angola......
Ditos ditos da Cebo Verde .
|i;|.is ditos dea ilhae.......
Cominhos............
Denles de marliui lei......
Dilos dilo rasiSa.........
Ditos dilo escr.........
Erva doce............
Farinha de Iriso ameiicaua. .
Farinha de pao.........
Goiuuia copal amarilla.....
Dila tilla vennelha.......
Dila dita ordinaria........
MilHO.............
Oleo de eopahiba........
Onrucii.............
Piinenla da India........
Salsa parrilha Saularein.....
Dita dita Gurupa'........
9 170
n 150 160
(i) 25600 :i.~2iki
2510 1 29500
)> 350 2-'iO
39700 VHK)
253iX> 29100
'.$100 t*500
i> 3*200,
r 52-SKHI i
'N 700
B 9800 59000
500O 59100
V>bOO 5*800
UHMM) 8*300
lrl> )500 *400
l-IIKI ilOlO1)
2;600 2*700
I9H0O 1*900
11 2^*00 3*000
a 15600 4-5700
i) 4*200
i 49000
5*100 59600
it 2iM) 300
300
100 180
a 200
217 222
ii 277 297
237 257
jj 160 200
212 ->>)
217 237
n 17 207
ti 160 220
200 210
1 210 240
.1) 2S500 3*0011
> l100 1*750
m 19200 19300
ti 6(Hl I3IOC
( B 89000 99OOO
81 Hl
at 45800 5*200
* 49600 5900(1
n 19800 19900
P 5.V3UHO
B I8MO0 503000
100 ISO
n 1M1
(al icaotKi 17-MHKI
n 109U00 119000
Olllm. Sr. inspector da tbeaooraria
provincial, em cumprimento da ordem do
E\m. Sr. presi lento da provincia de 16 do
correnle, manda P/er publie >, que no da 3
de dezembro prximo vindouro, perante a
junta da fazenda da mesma tbesouraria, so
ha de arrematar, a quem por nunos lizer, a
obra do acule do Hom Jardim, avahada em
1:1559000 reis.
A arrematacSo ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as c-latisulas especiaes abaixo copiadas
AS pessoas quese propozerem a esta arro-
matacao comparecam na sala das sessoes ila
mesma junla, no dia cima declarado pelo
meio dia, competentemente habilitadas
i', para constar se mandou allixar o pre-
sent e publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco 17 de novembro do 1857.-O se-
cretario,
A. V. da Annunciacilo.
Clausulas especiaes para a arreroalacao.
1.a As obras do acude do Bom Jardim se-
rlo l'eitas de couformidade com a planta e
orcunento, approvados pela directora en,
eonselho, o apresentado a approvacSo do
Exm. Sr. presidente da provincia, na impor-
tancia de I :I55* rs.
2.a Estas obras deverSo principiar no
prazo de om me/., eserSo concluidas 110 de
cinco mezes, a contar da dala da arrema-
lac3o.
3.a A importancia da arrematado ser
paga em lies presl&cOes, pela man. ira se-
guiule : a primeira de dous quintos Uu va-
lor total, quando estiver execulada 11 i.i.-nlc
da obra ; asegunda, igual a p imrira, de-
pois de lavrado o termo de rtcnbiminio
provisorio; a lerceira liualmenle, de um
quinto depois do recebimenlo detinitivo.
4.a O arrematante na oxecucao dos tra-
balhos observar as prescripces do eiige-
nheiro.
6.a Para tudo o mais que n Soestiver
proscripto as 1 tsenles clausulas, obste ra-
ra o que dispOe a le provincial n, 286 de 18
de maio de 1854.Conforme O secretario,
A. F. da Annuncia(;3o
--- Olllm. Sr. Inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da or.lem do
Exm. Sr. presidenlo da provincia, manda
fazer publico, que no dia 10 de dezembro
pioximo vindouro, perante a jonta da fa-
zenda da mesma thesouraria se ha de arre-
matar, a quem mais der, a laxa das harrei-
ras ta poole do Manguinlin e da estrada da
Gapunga, avahadas annualmente ambas em
5:4759000 rs.
as arremalaces sero IVi tas por lempo de
30 mezes, a contar do 1.- de Janeiro de 1858,
1 30 de junho de 1860.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
malacfio comparecam na sala das sessOes da
mesma junla no da cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas, com
suas propostas em carta foc inda.
E para constar se mandou allixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Peruambuco 10 de novte oro de 1857. O se-
cretario, A. F. da Annunciaco.
Dr. J080 Diniz Biboiro da Cunha, juiz muni-
cipal suppleute da segunda varr. e prepa-
rador dos processos do jury desta cidade
do lenle, etc.
Faco saber que pelo Dr. Silvino Gavalcan-
ti do Albuquerque, juiz de direilo interino
da primeira vara ciminat desta. comarca,
me foi com municado ha ver designado o dia
15 do cor-ente, pelas 10 horas da nianha,
para abrir a qui .la sessao j 1 liciaria do jury,
que trabalha em dias consecutivos, ha-
vendo procedido ao sorteio dos 48 jurados
que teem de servir n. mesma sessao, cm
couformidade do artigo 828 do rci{ulamenlo
n. 120 de 31 de Janeiro de 1842, foratn sorlia-
dos e designados os cidados seguales :
Fregunzia de S. F.-ei PedroGoncalves.
Aulonio tornan les dr Araujo.
Uuill erme. Jos Pereira.
Jos ie Aquino Fonseca.
I Ir. Juo Maria Seva.
Joaquim Tneodoro das Chagas.
Joaquim Filippe da Costa,
Jos Luiz de Azevedo Maja.
Dr. Joaquim Francisco de Miranda.
Freguezia de Santo Antonio.
Felesbiuo de Garvalho Raposo.
Justino Pereira de Farias.
Jaco me G-raldo Maria l.umachi de Millo.
Dr. Braz Florentino Henriquus de Souza.
Coi re i o feral.
ftelaco das cartas auguras vindas do sul,
pelo vapor Tocaulios, para os senhores
abaixo declarados :
Garvalho & Ir r.flo.
Francisco de Paula Lima.
Francisco Vaz So Ir de Garvalho.
Galdino di Silva Martina.
Izi lora Senhormlia Lopes.
Joanna Princeza de Oliveira.
loSo lijn de Caalstraiio.
M iiui'l EuTraziao Crrela.
M.noel Ferreira da Fonseca Lyra.
O vapor inglez MeJray'reccb? as ma-
las para o Rio de Janeiro o Babia boje {$) as
i 1 horas do da. \
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Por esia secretaria ,, Taz pblico, que
nesUdaia foi inscripto no livro'da matricu-
la-dos commercianies o Sr. Antonio Luiz dn
O.iveira Azevedo, ei la liSo Portuguez, de 31
annosde i lade, estabtlccido nesta cidade
com negocio de me. cadorias nacionaes e es-
traugeiras, e t grosso. Secretariado tribu-
nal do commercio da provincia de Pornam-
biico 4 de dezembro de 1857, Dr. Apngio
Gu i maraes, ollicial maior.
O Ar-cnal du Marmita compra para suppri-
mcnlo do Almoxarifailo os sejjuinles objeclos:
agullias de palomba, arcos du ferro surtidos, brim
da llus.-ia, brochas surtidas, bren, bandearas I na-
periaes, ditas de guropes, cstanlio, ollias de
llandres, linlia do co/er, lipis, papel almajo de
linlio bom, dilo de peso, tlilocariucliinlio, dilo
mala borrao, dito de lixa, pennas d'ajo, ditas
d'ave, piassaba, pregos do ierro de 4, 6 c 7 pol-
logadas, sola boa, dita inferior, li\ ros umbrtico,
roJes do pescar, remos de faia, saceos de con luc-
ro, lijlos inglezei, linla Je escrover, e vistas
d'osso ; os prelenJenlcs a venda' dos ditos objeclos
sao convidados pelo illustrissimo Sr. inspector a
aprcseiilarem as suas proposlas em carias fechadas
com as compelenls amostras nesta secretaria no
dia 5 do correte inez pelas 11 horas da maulla
em ipic a compra ser elTectuada.
Inspercao do Arsenal de Marinlia de Pernam-
buco em 1. de dezembro de 1857. O secre-
tario, Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Peante o Illm. Sr, Dr. juiz municipal
do termo do Olinda, se ha de arrematar por
venda, depois de linda a audiencia do dia 7
do prximo futuro mez de dezembro, as 10
4jors da manha, por ser a ultima praca,
una casa terrea de (.edra o cal, com quintal,
na ra do ia go do Amparo n. 9, avaliada
por 200n rs., a qual foi pe.ihorads pela fa-
zenda nacional, por decita de mo mora,
doannodo 1851 a 55 ao viga rio prior do con-
vento de Nbssa Senliora do Carino da niesoia
cidade. Gollectoria da Olinda 28 de novem-
bro dj 1857.-0 colleclor. Francisco das
Gnagas Salgueiro.-O cscrivao, Joo Gon
falves lio irigues Frang.
Pela lecebadona do rendas geraes se
faz publico, que he ueste correnle mez de
dezembro que os devedores dos seguimos
impostos, renda dospioprios nacionaes, t-
rosde teireims e de marinba, deci-xa adi-
cional de mo mora, imposto sobre lojas,
casas do descont, esoriptorlo, etc., idem
sobre casas de movis, roopa, eticado es-
uangeiro, ele idem sobre barcas do inte-
rior e laxa de escravos, leem de pagar o
DEPOiS M DEZKSEIS ANNCS.
No inlervalln ila primiiro ao sesundo apio, o Sr.
Ilfiirique Ac-ipts, tnalan violista, por nbirquiar a
enipriia, prealir-ae-ha eiccular em sua rabera
as nulas variaees do
YANKEE DOODLE
ou
VS BECOSDACOES V AHERIGl.
Em seguida o Sr. Berzamasclii canlara' a excllii-
le ariri da irj>era
.No lim do segando ael *ift 'irnm., o Sr. Barasnias-
chi e 1 Sra. D. CariMlia eaolarao o 1 1 -1 > da
opera
0 BABBEIBO llESEVILIH.
I'erminar o espcelarula ruin a linda comedia ero
etu I :
Pretende seguir no dia (i do corrate o
l>iigue nacional Firma, e para o resto da
Carga trata-se com Novaes & C, na ra do
Trapiche n. Til.
l'ara o Rio de Janeiro sahe al o dia 5
de dezembro a muito veleira e nova barca
Recife, a qual ainda recebe alguma carga a
Ircte e passageiros, para os quaes tem seda-
dos cominillos: para tratar, com M.noel
Francisco da Silva Carneo, na ra do Viga-
no 11. 17, primeiro ani r, ou com o capilao
Manoel Jos Ribjiro, a bordo.
Para LiSDOft.
Prolcnde carregar, e sabir com brevidade
a barca brasileira Amelia, da qual lie capi-
to Jerouyrjio Jos Martins, por ter parte do
seu carre;ainento engajado : quem na mes-
ma quizer carregar, podeconveiiciouar com
Amorim Iruios, ra da Cruz 11. 3.
l'ara o Rio Grande do Norte ou Parabi-
ba pretende seguir a lancha nacional Flor
do Rio Grande : quem a quizer carregar ou
fretar, dirlja-se a ra da Gadeia, loja de Jo3o
da Gunha Magalhaes.
MAiBfiCOTJ
0SEFFE1T0SDA EOUCAQftO.
A Sn. I). MaiioelKi fara' a parHr de iMaricoU.
I'riu-'i ;.i,u.i as S h r,i '.
fSALiO DO THEATRO
, DE
Saiif i\ Isabel
TERCA-FE1RA, 8 DE DE/.EMBRO DE 1857.
y.Sane(c ca-ncef/a
VtCALEISSMlBTAL
Dado por
Henri(|ucScapts, violinista e Joo
lei-gamasclii, Iiarvtono.
I'RIMEIHA PARTE.
I. Oavarlora pela orchesta.
-. Aria da opera Alli:a, do maestro Verdi, pelo Sr.
Bergimuehl.
3. Grande pliantasia, eterulada no piano, pelo Sr.
F. l.emlike.
i. Aria ila upara Altda, cantada pala Sra. Carmel-
la I.. Culs.
5 Duelo i...|.|il.iilii no piano e violino peloa Srs.
l.emlike e Scapls.
6. Duela da opera (i til i-im de Ssvillia, cantado pe-
la Sra. Carmella I.. Coll < o Sr. Ben^.maachi.
8. l'ankee Daotlo. expoulatlo peln Sr. Scapts.
SEGUNDA PARTE.
H. Ouvertura pela indiestra.
!). Duelo ta opera l.uria de l.amermonr, cantado
pela Sra. Csrmella e o Sr. Bergamaichi.
10. i.r.ni 1- pliaulatia no piano Curte palo Sr. F.
Lanalika
11. Aria -a opera l.ombardl, pelo Sr. Rergama 12. Variaia>e do Carnaial de Veneza, de l'agani
ni, pola Sr. Scapis.
C-rlns na prnlecr3o do respeitavel publico ileala
lieroici e bella provincia, os annunhantes eoalaan
com a iaa protecrAn, qui os Tara' eternamente
grato.
O enneerto principiara' as 8 horaa e meia.
Entrada 59 rs.
ii- bilhetct acbam-se rende 00 ascriploiio do
Ihealro.
c iiipaiiliia
Pernaiobticana.
o apor nacional Persinnnga, romman-
diiiile segundo l'iienle Joaquim Aires Mo-
reira, sahira para os portosde sua escala no
dia 7 docorrenteas 6bo recebo carga boje por todo .lia, a qual sera
depositada no armaz^m da compntiliia
acoinpa.ihado dos despachos o cotihectuico-
tos, |ueserlo entregues no dia da sabida
depois do meio dia.
Deve sahir para o Porto at 15 de dez-
embro, ou untes, se fur possivel, o patacho
portngoez Maria, o que se a'-'isa a quem
que 11 quizer carregar, ou ir tle passagem;
trata-se com os seus consignatarios Fran-
cisco SoverUno Cabello jj l'ilh.i, no Forle do
HaltOS n.6, largo .ta assembloi provincial,
ou com o capito na pra;a do commercio ou
a bordo.
COMPANHIA
Brasileira de paquetes a
vapor
O paquete Paran, commandanle o secun-
do lenle Francisco Ferreira llorgcs, deve
chegar a este porto a U do crrente em se-
guimenlo para os do sul; pode receber des-
deja passageiros, freles do diuliciio, en-
couimendas e de carga no dia da ebegada
agcucia ra do Trapiche n. 10.
Aracaty,
Tara o Aracaty sabe no dia 7 do co'renle
o ljate lnvencivoi por ter a maior parle da
carga prompta. para o resto a passageiros
trata-se com Martins \& IrmSos, na ra di
Madre do Deos.n. 2.
Baile popular
&stl&*9.
1)15
Mascaras e (ihatitasia.
MO
IAl.ACETE DA RA DA TRAA.
Segunda-fetra 7 de dezembro.
A [mo de virios arnirlores. llavera bai-
le nesle da oqual sera o ultimo este anno
porter de se cuitar o SalSo ; os carlOes de
itngresso estarSn a ven la 110 lugar do cos-
que se achara a dever, tanto do anno"de tu.ine '""'' do divcrtimouio. que deve ter-
1856 e 1857, como do 1 semestre do >.e 1857 niin!lr as 2 l,oras-
e 1858, e que lindo o referido mez, lera lo-
gar a cobranza esecutiva contra os deve Jo-
res daquelle anno. e os desle pagarao a!
multa de 3 |0. Recebe lona de Peruambu-
co 1 de dazembro du 1857. O administra-
dor, Manoel Carneiro deSouia Lacerda
Pela mesa do consulado provincial se
az publico, que OS 3o djes uteis para o pa-
gamento, a bocea do cofre, da decima dos
predios urbanos das (reguezias desta cidade
e da dus Abogados prucipiam a conlar-se
do dia I do dazembro prximo futuro, (in-
do os quaes incorrem na mulla do '.i 0|0 to-
llos aquellos que deiiarem do pagar seus de-
bilos, portencentes ao primeiro semestre de
Is57 a 1858. Mesa do coirV'lado provincial
6 da novembro de 1857. l'elo edminislra-
por, Theodoro Machado Freir Pereira da
Silva.
CORSBLHO ADMINISTRATIVO.
O eonselho administrativo tem de comprar
o seguate :
Sola, meios 200 ; bomba de ferro para po-
50 I ; sin te para a re.pariic.ao do assistente nieOpacia etc. ere."
lo iju Jante general do exercito na provincia 6." Tomada de Hommarsund, pelos Frau-
das Alagoas, com as armas imperiaes, cseujcezes.
U agenteBorja du ordem do Illm.
Sr. Dr. iuizde orphaos, transl'crio para
o dia sa lilla do 5 do cot ente as II horas
da inanli.ia, o leil&O da loja de chapeos
da praca da In iepem
do iuDecido Joso de
qual nao pondo ter
cha
enca n. 3 i, Ciue loi
l'reilas Kibeiro, o
ugar no dia do
mesmo mez.

'.- 0t9
--Z
Gabinete ptico
ATERRO Di BOA-TOTA
I. 4.
O director d-sle sabio participa a seus
Ilustres protectores, que tendo-se de reti-
rar dcsla eidadn, Ibes ofTeiece esta semana
por ser a ultima una agratlavel e multo bo-
lilla exoosi(;a'i de vistas escullidas.
Goorra lo Oriente.
1..' As esquadras Adiadas alvorando o sig-
na) de guerra a Hussia.
2.a O grande boinbaideamonto infernal de
Siaborg.
3 O gran le bombirdeamento de Olessa,
os Ingleses botando l'oguotes a t:ongrove.
4." O grande desasir de Sinopo pelos
Russos.
5" Osultao Adulmodgi rodeado* de lords,
principe NapoleDo, duque de Ci.mbr'g, e
ClssoctACaio ti)ponc>-t)jhtcA
-jJccttam!mcr.tt.*i.
Domingo, 6 do correnle, havera sessSo or-
dinaria do eonselho, e ext'aordinaria da as-
sembla geral, devenioa oiimcjra coraecar
as 9 lloras em potito.O I. socretario,
A. i. Ferreira Lima.
--- l'recisa-se alugar um pequeo sitio
quoli^ue pelas mmeltacOes desta cidade,
islo be. estrada de Joa j de Barros, Solelade,
Estancia, etc., etc., cuja renda annual seja
menor de 200.5 ; que-n tiver, dirija-so a roa
.\ova n. II, loja
No hotel da ra da Pcnhi n l.l, con-
tinu'a liaver e So do vacca aos domingos c
dias Santos, a>sim como fornece-se qual
quer comida a voulide dos f cguc/es, para
fiira ou no mesmo, com aceio e presteza, e
preco cominoio : a tratar com o novo dono
110 m.'smo a qualquer hora.
No aterro da Roa-Vista n. 2C, primeiro
anlar, precisa-se do um criado activo e in-
teligente : quem se achar em laescooai-
r0es, npresenle-se mesma casa para en-
trar em ajuste.
Frecisa-se de uai cozinheirn : na ra
do Hospicio n 9.
Aluga-se urna casa Ierra para passar a
festa, na estrada do Caldeireiro, junto ao
livm. Sr. padre Ignacio, com 5 quartos, 2
salase co/.inna fra ; quem a pretender, di-
rija-se a inesma, quo achara com quem
tratar.
<<>ieria '
DO
Hospital Pedro
segundo.
O abaixo assigna Jo tom um resto de seus
muito felizes bilbetes e meios da presente
lotera, na rus da Cadeia do Recife n. 45, e
na pra^a da Independencia na. 4 e 37 a 39.
Por salusliano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
> I'dga-so bem a urna criada forra ou
captiva, que queira encarregar-se do servi-
co interno e externo de urna casa de peque-
a familia; a tratar na ra Augusta, taber-
na n. I.
Vende-se uma mulatinha de 13 annos,
com habilidades : na rna Nova n. 34.
Fugio no dia 3 o esc avo cabra, de no-
mo Casuar, do idade 15 annos, cara larga,
olhos grandes, cabellos de muhlo, mal en-
carado, a orelha esquerda foi furaJa em pe-
queo, corno reforjado, levou jaqueta de
r sim.Io azul, calca de brim cor de carne com
listras dos lados, chapeos de feltro cor de
cinza : roga-so as autoridades policiaes se
dignem captura-lo e cooduzi-lo a casa de
seu senhorJosel.iopoldo da Silva, na ra de
Aguas verdes por cima dolatoeiro, no pri-
meiro andar.
Na fundiQo do Brum ns 6 e 8, adia-
se uma travo que ia polo rio abaixo ; quem
for seu dono, dirija-se a mesma, que dando
os signaes a recebera.
Atten^ao
0 ador Antonio Jos buarte Coimbra, Dio
podendo desjodir-se pesso.lrr-e .te dos seus
amigos, o fas por este jornal, vllerecen lo ao
mesmo lempo seu diminuto presumo na ci-
lla !e de Nazaretn, on le lonciona demorar-se
lgiins .lias.
Ainda se precisa de um homem
perio padeiro para tuna padaria na
cidade da l'arahiha., dando liador a Sua
conduela, paja-se hom : a tratar na ra
da Cadeia do Recife n. 7, loja de Antonio
Lopes Pereira de Mello A' C.
Antonio Lopes Pereira de Mello,
faz scienle a seus devedores da loja de
calcado da ra da Gadeia do Recife 11. 9,
que visto terein abusado de sua hondade
no cumprimento de seus deveres, que
nuda esta'resolvido a esperar ate o lim
do corrente mez, lindo este, decidida-
mente entregara' a seu procurador para
chamar a juizo um por um, nao teudo
mais routcmplaco com ninguem, por
isso que fazo presente animncio em lem-
po, alitn de (pie depois nao haja queixas
e ao mesmo tempo faz sciento, de que
tem alrpins de que ignora suas moradas,
e eiitiio estes tem de os chamar por este
"Diario, declarando as rpian.ias, visto
nao se aecusarem do que devern.
O escrivo da irmandade de Nossa
Senliora da (junceicao da Congregaco,
de ordem da actual mesa i-egedora, convi-
da a todos-os Srs. irniaos da referida ir-
mandade, a comparecerem na igreja da
mesma Senliora, pelas'J horas do dia (i do
correnle, alim deque reunidos em me-
sa geral, elejaiu uovos funecionarios que
tem de servircm no futuro anuo de
I88.Jos Azevedo de Andrade.
-~ Ven !e-se meia arroba do uvas musca-
leis, brancas; na ultima casa, na estrada de
Joao Fer andes Vieiru, encosla lo ao alagado
do Manguind
Vende-se a laberna sita na ra Direita
ti. 27, e o moti 'O de se vender hn o dono di
mesina querer tratar do outro negocio:
quem a preten 1er, dirija-se a mesma, que
achara com quem tratar.
Vende-so uma escreva nega, com idade
de 18 anuos, e rura as habilidades seguin-
tes : cose chao, faz renda, labyrnlho, lava
de sabSo, e.igou.aia e cozinbi o diario de
uma casa ; est proprii para uma Casa de
familia : quema pretender, dirij-se a ra
da Alegra n. 40.
Vende-se um perito moleque de 17
annos de idade, do linda figura, duas lindas
DTOJltintiaS com habilidades, do i lade de 16
anuos, e duas molecas de 10 annos : na ra
do l.ivra ment n. 4.
Lafvros em branco de
lia alburio.
lim soi lmenlo era casa do Timm Momscn
A Vinaasa, na .vari do Corpo Santo n. 13.
Precisa-se de umaatt>a quesaiba bera
cozinhar e engommar, para o sorvico de
uma casa de pouca familia : na ra Nova n.
65, segundo andar.
P.eeisa-se de um caixelro de 14a 16
annos de i la.I*, e que d fiador a sua con-
ducta ; no deposito de massas linas, no pateo
do S Pedro
O Sr. Dr. Miguel de Cerqueira Lima,
antes de partir para a Bahis, queira ter a
bondado do se dirigir a ra da i'raia, arma-
zem 11. 10, que a seu inleresse se Ihe desej
tallar, ou annuncie sua residencia.
Pelo fgido.
N> dia -2 do correnle ausentou-se da casa
le seu senhor, o escravo Severino, crioulo,
de 28 anuos de idade, estatora regular, e
reforjado do corpo, troca a vista de 11 *n o-
Iho, e he um excelle.ile padeiro ; levou um
chapeo de couro : roga-se porlanlo as aulo-
ridaJe policiaes e capites de cimpa a ap-
prehensao do mesmo, o leva-lo ao armazem
de farinha do reino, de Jos Duarte das Ne-
ves, que esta aulorisadoa graticarcom go-
norosidade.
- Precisa se de um Rvm sacerdote jara
ir celebrar as missis da festa no engeuho
Juodia, sito ne freguezia da F.scada : a tra-
tar na Iravessa do Queimado 11. 1, primeiro
indar.
O edital publicado no Diario n. 27S do
correnle mez, para arrematarlo de 3 vacc s,
3 no.vilbss, e 1 quartio, por execucao do
coronel Jjaquim Covalcaoti de Albuquer-
que, contra a viuva e herdeiros de Manoel
Joaquim de Vasconcellos iica trans' 11 la a
mesma arrfraalscSo para o dia 17 do cor-
renle, e nao no dia 13 como foi annuncia-
do por engao; depois da audiencia do
Exm. Sr. Dr. juiz do direilo especial do
com rere o.
Coiipra-se utn ou dous predios de
sobrado, sendo situados em boa rus, e es-
lando em bom estad 1 : a tratar na ra da
Cadeia do llecifo n. 33, loja
- Precisa-so de um sacerdote para dizor
a missa de natal, cm um engeRho na fre-
guezia de SerinbBem : a tratar na Camboa
do Carmo n 18, cotn Silverio Joaquim Mu
luz o Silva.
Aluga-sc um primeiro andar de um
sobrado na ra do Rosario da Boa-Vista, e
uma pequea casa terrea na ra Imperial,
freguezia de S. Jos : quem pretender, falle
na ra das C-uzes, ultimo sobrado de dous
andares 11. 9, quem vai da ra do i.laeimado
para S. I- rancisco.
No da 3 do corren'e, furtiram na loja
da ra do Quei 1 ado n. 8. uma cai\a de tar-
taruga, leudo no centro da lampa uma cha
pa da ouro, com as iniciaos M J S P. : ro-
ga-so a quem for offerecido o obsequio de
1 apprehender, p le.ar 1 mesma luja, que
alem da rccooipensa, licai-se lia agrade-
cido.
Vende-se uma preta cioula, comida-
de de 28 annos, pouco mais ou menos, e le-
va uma cria da u mezes, a qual tem muiio
bom leite : na ra da Ma ir de Dos 11. 5.
OITerece-so uma senhora viova para
coser em casa estrangetra : tratar na So-
ledade, pasean !<> a Igreja 11. 50
___ Na Imiria ik- e S da praca da
Independencia, precisa-se fallar ao Sr.
JoaipiimAntonio de Aloris.
Desappareceu om das desta semana
de uma casa na rita da Sania Cruz, um
trancelim de ourode lei, rom um passa-
dor eioin o aro que premie o relogio ja
um poUOO gasto : que 11 o arliai dirija-ae
a ra do mesmo nome, sobrado de um
andar,que sera' generosamente indemni-
sado do seu trabalho.
Loteria
DO
Hospital Pedro
Segundo.
Corre hoie as 9 horas, os premios
grandes sao pagos apenas hnalisar a e\-
Iraceo no escriptorio do abaivi .i.-m;;-
nado.
P. J. Lyn*.
Na tilli.-ma de calcadc da ra lar-
ga do Rosario n. 24, precisa-se de um
caixeiro.
Jos Elias Machado Freir, construc-
tor particular, julgando-se versado em cons-
irucclo theorica e pralici,oflerece o seu Ira-
balbo a qualquer pessoa que qui/.er cons-
truir embarcarles para longo curso, nSo s
para panno, como para Ihe assenlar enge
nlio para vapor, sendo os seus planos exami-
nados, por qualquer reparticSo, o mesmo
lira modelos de 50 a 60 pollegadas de com-
primen to com toda semelhanca, prompto a
navegar para o mercantil que quizer.eensioa
pilolagem theorica, construcefio, aritbme-
ttca, algebra em segundo grao, geometra,
trignometria plana e espberica : a tratar, na
casa de sua residencia, ra do ogueira
n. 7.
O Sr. Joaquim Moreira Castro, qneira
dirigir-so rcssoalmante a agencia dos pa-
quetes i: asilen os, no ra do Trapiche n 40,
para recelier dinheiro.
Precisa-se de un caiseiro, que enlen-
da de taberna ; em Fora de Portas n. 147.
Precisa-se e uma ama para comprar
e cozinhar, para casa de pouca familia : na
ra Bella n. 20.
Precisa-se de um fornciro desemba-
r.nl 1 : na padaria da ra da Senzala n. 96 ,
paga-se bem.
Precisa-se de dous ou tres pssssntes
de festa na Varzca que queira se engajar ein
um carro quem quizer annuncie para ser
procurado.
-- ihi-'.t-s- para passar a festa e por pre-
co muito commodo, o sitio do Sr. teuente-
coronel SobasliSo Lopes Guiuiarfles, em Api-
pucos que Iica no alto ao p de uma man -
gueira e donde se descortina 'um dos mais
bellos panoramas I a tratar na praca do Cor-
po Santo n 6, escriptorio.
Lotera
DA
provincia.
O abaixo assignado avisa ao publico que
de hoje em vaste se obriga a pagar a sor-
te grande e a immediata no dia da ex-
tracrto (a penas esta finalisai) em sen es-
criptorio da ra do Collegio n. 21, pri-
meiro andai.
P. J. Layaio.
Precisa-so de um foilor e um caiseiro
ambos Portuguezos no largo da Assem-
blea n. 6.
Precisa-so de uma criada forra ou es-
crava, para todo servido do uma casa ; no
pateo da Penha, sobrudo n- 4.
O bacbarel Deolindo Mendes da Silva
Maura roga a seus amigos residentes nesta
cidade, que o desculpem de nSo fazer-lbes
pessoalmeute sua visita do despedida em ra-
/. lo da brovidade de sua partida, e offerece-
Ities seu diminuto preslimo na cidade da
Tberesina, onde pretende demorar-se ate
mareo do anuo prximo futuro.
Perdeu-se no dia 2 do corrente, desde
o meio da ponte nova do Itccil'eom seguida ,
ao caes de Apollo, e deste a ra quo seguo
om 1 ente da torre de Malacoff a entrar na
ra de Apollo, um livrinho 17. tomo dos
Mysleriosde Pans.um par debotOes de ouro
para puiihos de camisas de homem e una
livcla do ouro lisa, cosida em um cintur3o
da couro de lustre para menino : quoin ti-
ver acbado e quizer restituir, dirija-se a rna
do 1,1.....mado n. 8, segundo andar, que sera
gruilicado com o valor do que poder lies
objectos.
Precisa-se de tripolacflo nacional para
o bergantn nacional Duque da lerceira :
quem se julgar habilitado, dirija-se a bordo
do mesmo.
Aluga-se uma casa em Santo Amaro
do Jaboaiio, na ruado Boto Costo, para se
passar a testa, com comino los, muita fresca
e junto do bando : quem pretender, dirija-
se ao mesmo lugar, a Joo Luiz da Paz, ou
tiesta prac,a, na ra Oireila, taberna n. 8.
A Santa Casa do Misericordia de Olin-
da da a premio a quautta de 1:3509 rs., com
hypoibeca em propriedades naquella, ou
nesta cidade.
Precisa-se de um menino de 12 a 15
annos, dos chegtdos ha pouco de Portugal,
para caixeiro de uma ollicioa ; quem quizer
annuncie.
Aluga-se o 4.- andtr da casa da ruada
Cadoia n. 4 : a tratar na mesma casa pri-
meiro andar.
Aceitam-se
aorendizes livres e escravos para aprender
ollicio de tamauqoeiro, na grande fsbrica
do lamancos da ra Direita, esquina qua vira
para S. Pedro 11. 16, garanlindo-se, qoe por
espaco de 3 a -i mezes.podem tirar o lucro
de 2 a 500 res diarios, e torna-se impor-
tante pela limpeza do servico. Na mesma
casa precisa-se de oiciaes para pregar ta-
mancos.
- Lava-seeengomma-so com perfoicSo :
no becco do Marisco n. 1V.
Precisa-se de uma ama para todo o
servico de casa de familia, paga-se 129 men-
saes, se agradar pigar-se-ha mais ; trata-se
na ra do Cotovello o. 61.
- Precisa-se de uma ama para o servico
liario de uma casa de pouca familia, que
saiba tambem engommar : a Iratar na ra
do Collegio n. 13, loja.
Precisa-se de um homem 'prefert-se
estrangeiro) para feitor de poucos escravos,
no engenho Mussaiba, dislanla da capital 4
leguas : paga-se bem : a tratar com o seu
proprielario na ra Nova n. 14. segundo an-
dar, d s 5 horas da larde em diante.
Acha-se justo e contratada para ser
vendida a laberna sita na ra de Hurtas n.
31, perlencunte a Elias Maiiuho l'alcao de
Allnji|uerqu-i .Maranlio, edar-se-ha halanco
no da 5 do crrente : quem se julgar cora
direito a ella, appareca uo dia indicado na
uus'i.a taberna.
O abaixo assignado tem contratado a
vender sua laberna sita na ra de Hortas
n 31, e 110 dia 5 do corrente estar balan-
cianlo; toda e qualquer pessoa que sejul-
gircrelor dam-smo, pode aesse dia appa-
recer para receber o quo se Iba dever. I' -
liasMsrinho lalcao de Albuquerque Uara-
lltiflO.
Quem tiver um sobrado para alugar,
bastante grande, no bairro de S. Antonio,
dirija-so a ra das Cruzcs n. 3, primeiro
andar.
- Aluga-se um rr.ulatinho de 16 annos
do Idade, ptimo p.ra calado; quem pro-
tender, dirija a ra do Padre Floriano n. 3.
Precisa-se de um ollicial tachador
de lamneos : na rna larga do Rosario n. 24.
dos ainaii-
. tes.
Liquido s3o e especifico Pra tirar todos
os pannos, as sardas e as espinbas. refresca
a cutis e faz desapparecur a cor triguelra em
cinco dias, do um molo pailicular, aug-
111 n a o lustro e lira as rugas das pessoas
qui tem feito uso do solimSo, cura a bor-
luej c mi muita faculdade por ser muito
fresca e sem prejudicar a saudade Lsle li-
qui Jo ja de bastante condecido nesta pro-
vincia tem fc-ilo grandes curas, lauto qoe
u in sido leceiado polo insigne medico Joa-
quim de Aquino Fonseca: "ven le-se smen-
le no deposito n. 6 Ja ra tle S. Francisco'
pelo preqode.2*-000a gatrafa.
gU'A
MUTILADO
-.
ILEGIVEL
-





DIRAIO DE PERXAMRTJCO SARBADO 5 DE DEZEMRRO 1S.VT
COISMTORIO HSSQFiTHiCO
DO
RUA DA'.CADEIA, DEFRONTE DA ORDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
Onda seacham sempre os mais acreditados medicamentos tanto em untaras como
m glbulos, prepara dos cora o maior escrpulo o porpregos bastante commodos
PRESOS FIXOS
Botica de tubos grandes. 10/000
* Dita de 24 159000
Dita de 38 > 209000
Dita de 48 359000
Dita de 60 309008
Tubos avulsos a...... 19000
Frascos de tinturrsdcmeia onga 29000
Manual da medicina homeopathica do Dr Jahr com o dic-
.1 conario dos termos de medicina ; .
Medicina domestica do Dr. Henry .
Tratamento do cholera morb s ...
Repertorio 4o Dr. Mello Moraes .
20S0O
to/ooa
2/OC'O
co
1 PEDRAS PRECIOSAS- &
l Aderetotde brilhantts, *-
w diamantea e perolai, pal- K
9 aeiras, alneles, briuco> $j
rozelas, bolo>> e anneia
* de difl'creules (tollos e <\t -
4 diveriaa podra de valor. *
'* Cotnpram, vendem 00 "
Irocam prala. oaro, bri- p'
: lhaoles.diamaoleae pero-
* las, e oulras qoaesqotr *
5 joiaide valor, a diiihtiro *
* uul'.n obras.
I0IHA & mito
J II IDR1.BI
Ra do Cabuga' 0. 7.
Recebem por to-
dos os vapores da Eu-
ropa asobrasdo mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
I OURO E PRATA.
Jjj Aderen eomplelus da %
oaro, meios dos, palsei- k-
j! ras, alfineles, brincos *
-4: rozelas, cordei, Irancel- &
$ lins, medalhas, correales &
9! e enfei-- para relosio, e *
$ oalros mallos objecin de *
i* ouro.
g Aparelhos completos de *
ft prala para cha, bandejas, si
$ salvas, aatUeaeii colheres 5
j* de sopa e de ch.'i, e mui-
;' los oulros obieclos de *
* prala. $
de Lisboa, as quaes vendem por
pre$o commodo como eostumam.
Ra Nova n. 60,
esquina, ao p: da ponte, prccisa-se de offi-
ciaes e costureiras de toda a obra.
Re chegado a ra Direira n. 14, es-
quina que volta para S. Pedro, o melhor mi-
lo que hajno mercado, vendo-scem porgao
earetalho; tambem vende-se urna porcSo
de feij5o fradinho innito novo a 400 reis a
cuia.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para o servigo de urna casa de pouca
familia ; na praga do Corpo Santo n. 17.
-S^mpt-. s
Compra-se.um preta ou mulata parida
de pouco tempo, que seja moga e sadia ; pa-
ga-se bem : queai tiver annuncie para ser
procurada, ou love a casa do tenente coro-
nel Vilella, na ra Formosa.
Para urna encommenda.
Compra-se urna escrava que seja de boa
figura, de 18 a 20 anuos, e que entenda bem
de cozinha, engommado e costura : na ra
do Apollo n. I a, primeiro andar.
compra-se effectivamente na ra da
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, aeges das compa-
nbias, e da-se dinhoiro a juros em grandes e
pequeas quantias sobre penhores
Compra-se metal sendo cobre, la-
tao e bronze vellio, por maior preco do
queem outra qualquer parte: "na fbrica
de Caldeiiaria na ra Imperial n. 118 a
120 c na na n. 53.
Compra-se efTeclivamente calcado da
tena do todas as qualidadese tamanbos, pa-
ganiio-se bem : no aterro da Itoa-Vista, luja
n. 72 A. '
Na fundicao da Aurora piecisa-se
de serventes forros ou escravos, para
-ervieo debaixo de coberta.
| DENTISTA FRANGEZ. |
Paulo Uaignooidenlisla,roa Nova n.41 t J?
:} lia mesma casa lera agua e pos denlrifice.
SEGURO CONTRA FCMBO.
Compaahia Alliaoce.
abiabalecida cm Londres, em mirr.0 de 1824.
Capital cinco mlhoes de libras esterlinas.
Snunders Brothers & C., tea a konra da in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas
a^ quem mais eonvier que astao plenamente au-
torisados pela dita companhia para effeciuar segu-
ros sobre edificios de tijolo e padra, cobertoi de
iilh a igualmente sobre os objectos queeontiverem
os Basaos edificios quer consista em mobilia ou
'faxendas de qualquer qnalidade.
fCasadcsaude I
'X 0 Dr. Ignacio Firmo Xavier es- 9
. labeleceu emseusitio da Passagem I
% t,a Magdalena, que lica ao norte |
s da estrada entre a ponte grande ||
l e a pequea do Chora-Menino, ex- J
? cellentes acommodacoes para re- W
W celier todas as pessoas enfermas #
Js que se quizerem utilisar de seus #
M seivl8 mdicos, os quaes serao @
5? prestados com o maior esmero. %
X O mesmo Dr., para o lim supra- ^
*^ indicado e para exercer qualquer i$
':'. oulro acto de sua prolissao den- @
^.troou fra desta cidade podera' Q
';) ser procurado a qualquer horado (S
gl dia e da noite, no referido sitio, {,':
g> a excepcao dos dias uteis, das 9 0
jj horas da manliaa a's -V da tarde, fjg
--- Me cliegado a loja de I.econte, aterr0
da Roa-Vista n. 7, excclleiite leite virginal
de rosa branca, para refrescara pelle, tirar
pannos, sardas e espinhas, igualmente o a-
lamado oleo babosa para limpar e fazer eres-
ceros cabellos ; assim como p imperial de
lyno de Horenca para brotoejas i: asperida-
desida pelle, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa da vida.
I Meuron 1
mrt0
i
--------y
quesera encontrado no primeiro
andar do
do Carmo.
fp quesera encontrado no nr
andar do sobrado n. 9, do
pateo Q
etionie da ordem lercei-
ra de S. Francisco
CONSULTORIO IIOMEOPATHICO
DO
DR.P. A.LOBOJIOSCOSO
Medico parteiro e operador.
O Dr. Lobo Moscoso, d consultas todos os
das e pratica qualquer operacSo de cirurgia,
assim como,accode com toda a promptdSo,
as pessoas que precisarem do seu prestimo
para o servico de partos, praticando as o-
peraQOes manuaes ou instrumentaes, quan-
do nao possa conseguir resultado por meio
dabomenpalbia, que tantas vezestem ven-
cido dilculdades, que parec a m insupo-
raveis.
$9 O Dr. Dias Fernandas, medico fiou CS
&} ">* residtoeia no segundo andar da casa fs
. da rna eslrsila do Rosario d. 30, onde pode S
W? ser procurado para o ejercicio de sua pro- '*&
m '"> m
@@ iMf -@@s^@6
- Rodolpho I.ourenco participa ao res
poitavel publico, que acaba de chegar para-
sua ollicina de pintura dous peritos olliciaes
de Hamburgo.epor conseguinte se encarre-
ga de qualquer pintura de casas, lojas, car-
ros, taboletas e outras quaesquer que se of-
fi-recer, sendo os seus servicos por precos
muito commodos, e promette nao ter demo-
ra : quem se quizer utilisar, dirija-se a sua
loja, no aterro da Boa-Vista n. 38.

Com deposito ge-
ral do seu rap rea
Preta, na ra da
Cruz n. 26, muda-
ram=se para a mes-
ma ra u. 25, pri-
meiro andar.
*
O

O
m
,JOIIN GATIS.
_ corretor geral
fc AGENTE DE LEILO'ES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
*raca do Corpo Santo
Rouho de um cava lio
Furtaram na noite de -2% do correnle do
sitio em hanl'Anna, aonle mora o Sr. Nash,
que he junto ao silio do Sr. Amorim, um
cavailo de carro, ruco, com algumas pintea
de podrez g-an c, bem feito. gordo e muito
manso ; cimas brancas e gretas, e a cauda
lamben, mas com as pontas brancas, cascos
Drancoi e bastante grandes, e alguaia coosa
m? V-. quera acnar. 8 levar este cavailo ao
souredito sitio.ou no Recife na ruado Trapi-
che Novo n. 10, em casa de l'atou Nash A
U, sera bem re-compensado.
Na tabrica de caldeiiaria sita na ra
Imperial n. 118a 120, precisa-se de olli-
ciaes lerieiros, latoeiros, caldeueiros .
mesmo tomatn-se
derem o oficio.
meninos para apren-
.J@3
Consultorio
ffolhinhas
para o auno de 18^8.
Acham-sea* venda as bem cotilleadas
folhinlias impressas tiesta typographia,
para o anuo que vem, das seguintes iiua-
lidades:
I'olhinha de variedade, contendo, alem
dos mc/.es, umitas noticias (cientficas,
modo de plantar e colher a nova canoa
de assucat, noticia, sobre o mlll.o e al-
godao, e urna serie de conhecimentos
das artes, ele, ele, cada urna, o20
Dita religiosa, a qual, altn dos mezes,
se reuni a continuarlo da bibliotlteca
do ebristao brasileiro, contendo os se-
guintes odiaos: do Menino Jess, San-
tsimo Sacramento, Senbor dos Allli-
tos, Pbulo, Nossa Senliora do Carmo,
San-Jose, Santa Auna, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. Santa Itita,
Santa Barbara, Almas, CoracSo de Je-
ss ; assim como outras oracOes, etc.,
Ix.etc- ........ 320
Dita eccles.astics ou de padre, elaborada
pelo Kvm. conego penitenciario da Se
deOlinda, segundo a rubrica, a qual
loi revista pelo Exm. Sr. bispo, que a
julgou certa, como de sua carta exis-
tente nesta typograpbia. 400
Dita de porta, na forma usada ale ap-o-
Ia- ,......,,i0
\eiKiem-se nicamente na livrarians.
ti e 8 da praca da Independencia.
-- Vende-se urna n<>grinha de 6 annns
miiitoespertacbem falladoira propria pa-
ra se educar : na na do Cotovello n. 31.
No aterro da Itoa-Vista n.
5, eincasa de-se um cahrioletem rr.eio
uso com os competentes ar-
^t.-

reios.
9
Algodao da Bahia, potassa da .
Russiac do Rio de Janeiro, e cal O
virgem de Lisboa : na ra doTra- /.
A piche, armazensns. 9 e 11.
SttttftM -M#5
Aviso aos apreciadores
da boa pitada.
Hochogado a este, mercado o escellente
rape princeza de Morilande, labricado na
capital do Cear, cujo deposito se acha na
ra da Cadeia do Recite loja demiudezas n.
7. ao preco de 13*00 cada libra.
LEITE. ARTIIIR C-
RA DO QUEIMADO S. 10.
Loja de i portas.
Itccebeu um completo sortimenlo >fe
do roupa feita do mais moderno eos- :k
to de Pars.
Sobrecasacos de panno.
Palitos de dito.
t fraques de alpaca.
^j Pehirts de dito.
$K Palitcs de bramante branco.
"U ,,,*litoi saceos de diversas fazendas
'JSSSJS Prefs mdicos.
jr r?r;-T.-rt;.?.,RjRi
Sg?*s

i
Lotera
0A
O
provincia.
OabaiVo assignadotem exposlo a ven-
da os seus feli/.es bilheles garantidos dos 8
por cento do imposto geral :
Bilhetes o.sOOO paga :000.s-
Meios 2.s")00 >, 2:fl00,s-
vende em sen escriptoiio na ra doCol-
legion. 21, em porc&o de lOO.s para ci-
ma pelos seguintes precos : ,
Bilhetes (|500 paga i:000s
Meios 2.s2r>0 2:00*)|
Os bilhetes de lotera rccolliidos sao re-
cebidos em troco de outros. ,
I*. J. L.iyme.
A pessna que annanciou querer com-
prar orna cscruva.crioula, preta dn 1G an-
nosdeboa figura e rccolhii, dirija-se *
ra da Santa Cruz na Itoa-VisU n. 74, que
achara o que encommeuda.
I CENTRAL HOMEOPA
1 THICO.
RA DE SANTO AMARO,
9 (Mundo Novo n. 0) .
.. ,,r' Sabino Olegnriu Ludgtr l'inlio m
jj* dacontultei lodo os dias nleis, desde as 8 &
ff hnrM dl """bu" as 3 da lard. Os convi- @
-f9 ls pn viziigs deverSo ser dirigidos por ,
SS escripia. Os pobres sao medicados cralu- '*&
^lamente. f^
?L4@-@ @@
COMPANHIA
rio
A dueccao tem autorisado o caxa da
companhia (o Sr. commendador Manoei
Goncalves da Silva) para ellectuar o pa-
gamento do 19- dividendo, a razao de
2x000 por accao.Escriptoiio da com-
panhia do Bebetbe, 15 de novembro de
1857.(juilbetme Selte, secretario.
--- O-se continuadamente dinhoiro a ju-
ros molicos, sub penhores ; na ra da l'raia
n. 43, segunio andar.
LOTERA
DA
provincia.
O baxo assignade avisa o respeiti-vel
Publico, que vende os seus muito felizes bi-
iheles e meios, pelos precos abaiso mencio-
nados, sendo da quanlia de I0o.:000 para ci-
ma, na praca da Independencia ns. e 37 a
39, e na ra da Cadeia do Recite n. 45, es-
quina da Madre de Dos.
Bilhetes 45500 recebe 4:0003
Meios 25250 2:0003
Por Salustianode Aquino Fetreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Aluga-se urna bonita casa de novo acu-
nada, com boa sala, 2 quartos, sal para
jantar e boa cozinha, no lugar de Apipucos,
lendo um extenso sitio para passear, e no
mesmo ptima agua de beber, melhor que
uo encanamento, e bom banho, sendo a re-
ferida casa edificada junto delle : a tratar no
mesmo sitio, junto ao do Sr. major Cesario.
e qualquer informacSo, na ra do Crespo
n. 4,
Aluga-se urna casa terrea, nova, com
sala e quartos, com .'! portas e -2 janellas de
frente, 3 quartos, sala atraz, e cozinha fora,
propria para passar a festa, por se aohar si-
tuada na praia de S. Francisco de Olinda,
perto dos banhos do mar: na ra do Vara-
douro. na primeira casa parlindo da ponte
para Santa Tliereza, achara com quem tra-
a r.
A proressora particularCandida Bal-
bina ila Paixilo Koclia, moradora na ra do
ngel, acaba de dar loria a suas alumnas
por se achar adoenlada, porm vollar no
hu de Janeiro ao seu magisterio, e conti-
nuara a receber penaiooistas, meio ditas e
externas, a quem ensinari a coser, bordar
ler, escrever, contar, grammatica, etc.
preveocao.

Domingos Alves Matheus, de novo avi-
sa ao commercio em geral pie se nao
responsabilisa por debito algum que em
sen uome seja contrbido, visto que nada
mandara' comprar fiado por nenhum de
seus lamulos.
Na botica da ra do Rangel n. (4 pre-
cisa-se de um praticanle de piiannacia.
Aluga-se urna boi casa na Capunga a
tratar na ra do Cabuga loja de calcado
n. 9.
\cndcm-se suecos com milito, farlnha da
torra c feij3o mulalinho e misturado, por
preco commodo na taberna erando ao lado
da igrcja da Soledade.
Charutos,
- J1?A'de"se na rua do Cnllegio, loja n. 13, a
73500 res, em massos de 50.
Noescii|)torio de Domingos Alves
Matheus, na rua do Apollo n. 2"., tem
para vender por mdico preco os seguin-
tes aitrroi, lodos de muito superior nua-
lidade : '
llicos e elegantes pianos.
Casemira preta.
Coxins delinltopara montana.
Papel pata forro de sala e guarniees.
como de lustre, marca grande.
Rendas e bicos de linho.
Ditas deditoe algodao.
Cartas rancezas para jogo
Cueiros de algodao para criancas.
loalbas de linho para mSoe rosto,
(suardanaposde linho para mo.
Superior l'umo em folln.
S Cortes de 8
I seda. g
S$ Vcndem-sc cortes de vestido de ttk
^ seda de quadro a 20? cada corle : na r
luja de l.eile. Arthur & C. na rua do **
^ Queimado n. 10. g
O S>Sss-@@ SS5 2&S>
Na loja de l.eile, Arthur <\ C., na rua
do Queimado n. |0, ha pura vender um
completo sortimenlo de enfeites para se-
nhora, consistlndo em camisetas, mangui-
tos, gollinhas, tiras bordadas, cntrerneios
enfeiles de cabeca, chapeos com veos e nu-
tras muitas fazendas, tudo por pre^o muito
em conta.
O
.to amsrella n. de Antonio Francisco 5?
S Pereira. Vi
; Sedas de quadros miudos a 15200 0
W o covado. f?5
* Baregesde lila n seda, cortes de 3*
?& Tinte e tantos covados a 16- cada ''
S corte. -
^ Cortes de cambraia da F.scocin, de ??
V3 tres e quatro babados bordado de it
9 Italia *30g. g|
gg Ricos cortes de tarlatana bordada A
a seda e de gaze de seda, todos com 5^
babados e berthes a 40- e 503 ; ves- V
'SP lios estes proprios da presento es- '.'
tar;a ) para bailes, casamentos etc. Q
j! Adornos para cabeQa do senhora, A%
t- os inelhores e mais ricos que tem ^
h vindo ao mercado de 15;,805 c 25,/ 5V
? cala um. '.':
@ Cortes de 15a de llores miudas a 8s !"
i-5 cada uin com 16 covados.
a Chales de barege de seda, do me- ]''
;t* Ihorgosto a Sr g
2 l'i'C'sde tirns ou babados borda- f<3
;.- dos de cambraia lisa e de cambraieta -"'!-
%['} do todas as larguras a 2/, 33, 4# c 63 ^
.;'.;. pecas de 3 1|3 varas. S
' ;' ntremelos bordados de todas as J
; larguras, pecas do 3 li2 varas a 25500 *??
W e sacada urna. i':
tfg L'inissimos manquitos borlados tA
fi do novo gosio a 3-j. 4# e 83 o par. a
ia Casa\equcs. capinbnsciiin mangas 5
de cambraieta; o cambraia bor-
*? dad, chegados ltimamente a 10; o &
9 125 cada um S
'.I 1S3 e 90 cada um.
; K outras muitas fazendas de gosto Jjj
v,3 como basquinas de velludo prelo, de
Z lilo bor la :o, branco e de cores,
' a, guarnecidos de velludo etc.
PALII A DE CARNAUBA.
Vende-se palha de carnauba muito boa.e
preco commodo : na rua da Madrelde Dos
n. 2.
Eiichaus tk; qnalidade, e
de 50 palmos.
Vende-se no pateo da Sinla Cruz, cadaria
n. 6, urna porcto de enchames de qualidade,
e de 30 palmos de comprido.
Na loja das seis
portas em frente do Li-
vramenfo
Manguitos bordados, camisinhas e golli-
nhas ; da se amostra com penbor.
Na loja
das seis portas
Em frente do Livrnment
Palitos do alpaca prctose de cores a 5/000,
ditos a s, ditos de brim a 33, ditos de seda
pretos, lazenda lina a 123000.
Vende-se unta banca de meio de
sala, meia duzia de cadeiras ; tudo de ja-
caranda' : urna cama de amarello e um
porta-licor : na rua Concordia n. 20.
Vende-se urna ovelha parida que d
urna garrafs de leite tod.is os dias, o dono
n1o se Ihe dar de aliancar : na rua do Coto-
vello n. :!t.
Vendc-sc saceos com Icijao nijadi-
nho por pteejo muito em conta : no arma-
zn do Mello 11. 7, nocaesda alfandega.
~ Na rua Direiti n. 1 ven 'e-so a melhor
marmelada em lata de 2 libras por preco
muito commodo.
lina do Collegio loja de
fazendas n. 9.
Vendcm-se chapeos pretos de haeta, leg-
timos de Itraga, em porc^o a 15600 cada um,
um completo surlmenlo do roupa feita, para
escravos, caigas, jaquelas e camisas a 900
reis cada pega.
Vende-se
papel para f'rrar salas, de todas as quali-
dades, por prego multo cummodo : na rua
doCabug, loja de miudezas da aguia de
ouro.
Attencio
No caes do Ramos, armazem n. 22, ven-
dem-se os seguintes gneros: farinha de
mandioca muito boa, saceos com milho e
fumo era folha, tudo por. preco commodo.
Vende-se um sobrado desttiorado,
em Olinda, na rua de S. liento, confron-,
te ao Mosteiro ; na rua estteita do Rosa-
rio n. 23. sagnndoandar.
FABRICA BE CALCADO TA-
xiriiio, no trro da Boa
Vista ti 46, defronte da
padaria do -Sr. Costa.
Cheguem pechinrh*, borzeguins com
borracha a 65500, de botOes a 5 e 55500, sa-
patesde hezerro, ditos de, couro de lustre
a 4 e 4;50O, ditos gaspiados com borracha a
', sapatos de entrada baixo, sapatos de
Uanca a 2, ditos de tdp?t(-, ditos de marro-
qum, couro do luslre, couro proto c 111-1 r-
rnquim, lano j.ara Senhora como par I10-
mem, etodas asmis qualidados ecalca-
dos, os quaes vendem-se por presos muito
commo.io<, e tem sempre troeo ni i u do, e se
vendem por menos dez por cont aos legis-
tas ou pesso?sque negociam pina o malo.
Rua do Qucima-

0
Qucrendo-sc finalisar com alguns restos
de 'acendra, partieipa-se ao reapeitavel pu-
blico, quo se vendo por 440 rs. cada urna
vara de cassa franceza, lina, de cores lisas,
dita ingleza por 320 rs mussuliha branca,
muito fin, rom quasi urna vara de largura
a 400 rs. o covadii, dita de dita com 3 quar-
tas de largura a 300 rs. o covado, seda lavra -
da de cor. la-ga de muito boa qualidade a
23 rs. o covado, chita franceza malia, la e
muito larga a 3*0 rs. o covado, alpac de
laealgodo com quadros a 320 rs. o co-
vado, cortes de eassa de 7 varas a 13500 'res
o corte, lencos cada um. Tambera ha par trocar as ima-
gens seguintes : S. Antonio, S. Josj, S. Jolo,
S. Joaquim. S. I.uiz, S. Miguel, N. S. da Con-
ceicSo, da l'iedade, Santa llosa, Saut'Anna c
S. Toereza.
Vandese snperior farinha empaceos,
vnda do Rio de Janeiro ; na rua do Cordo-
niz, armazem n 16.
Vende-se feijSo branco em saceos, de
muilo boa qualidade ; no armazem do Sr.
Annes, defronie da alfrndega.
- Vendem-se travejamtnlos de louro de
varios tamanbos; na praia de Santa Itita,
restilacSo
Vende-se muito em conta um piano cm
meio uso, do celebre autor Broadwool, he
le mogno e quadrado, e custou quando no-
vo mais de l.OOO: na rua do Trapiche No-
vo n. 10.
Aviso aos logislas.
Acaba do ch'gir na rua Nova n. 22, um
grande sortimenlo de livros em branco de
todas as qualidades, por prec,o muito em
conta.
Vende-se um mulato ptimo oilicial de
fogueteiro ; a tratar na rita da Concorcia,
confronte o armazem de maleriaas do Sr.
Pedro Antonio Teixeira GaimarSes.
FAItINIIX DE JUNUl )OA.
Vendem-se saceos grandes com farinha
muito boa : na rua da Malre de Daos n. 2.
Superior vinhu do Furto
do anuo de 1K54.
Vende-se no escriptorio de Antonio Luiz
deOlivcira Azevedo, na rua da Cruz n. 1,
em caixas de unta e duas duzias.
Superiores charutos.
Vende Antonio I.uiz de Oliveira Azevedo,
no seu cscriptorio na rua da Cruz n. I.
1 "i.
He que bar
admira.
Na loja de i portas na rua do Queimado
n. 37, passando o brocada Congregado,tem
chegado a este esiabelecimenlo um cxcel-
lente sortimenlo de vestidos do seda com
babados, para divervos presos, c muias
mais fazendas, que nao he possivel aqui[
mencionar todas ; cassas organdins dos
mais modernos padroes a 1/100 a vara, sedas
de quadros largos a 19200 o covado, lilas
miudinhas a 19300, duas muilo linas de
goslo iutciramcttle novo a I58OO, ISazinha
miudinhas a 820, ditas comlistras de seda
a 750, cortes de casemira 1 'o, ditos enfes-
lada, covados 25500. dila muilo lina a ir,
dita de urna largura 29400,grosdeeaples pre-
to a 2"^, chamalote muito bom a 3*500, dilo
largo com listras asseuadas a 49400, chai)'
lavrado 15100, um completo sortimenlo de
chapelinas para senhora, gollinhas, man-
guitos, camisas, moias de seda brancas, lu-
vas de seda dos melhores gustos que ha, se-
das brances, cassas para cortinados, brins
de linho muito linos, lencos de linho bran-
cos, de diversos procos. Asscvora-se aos
compradores, que lenham vontade de com-
prar iiiio sahir seui fazenda, porque no se
engetta diuheijo chegando ao custo da fa-
zenda.
Na roa do Queimado n. 37, loja de 4
portas, ha cones de colletes de velludo roui-'
to bone por 119000, velbutiua sortids a 750
res o covado. chitas francezas muilo linasa
380 reis, riscados eseocezes a 280 rs., mus-
sulinas a 30rs., ditas amacizadas muito li-
nas a 340 rs., chapeos de sol de seda, para
diversos prego.
Ao preguica que
QUE ESTA QDEIIUDO
Ooas fazendas por pouco
dinheiro.
O Pre^piea da ruado
I Queimado, continua a fornecor ao publico
em seu esiabelecimenlo na esquina do bec-
co do Peixe Frito n. 2, o mais bello e vana-
do sortimenlo de fazendas todas de expel-
iente qualidade c preco muito mdico.j No
se queima as fazendas ja por vezes annun-
ciadas, a saher : olindinas para vestido de
senhora, covado a 900 rs., largelmas, cor-
tes com 12 covados, pdo barato prego de
125, cassas organdys de cordao a 260 o co-
vado, cambraia eslampada de lindos pa-
droes e cores lisas a 480 a vara, dilas mais
linas a 600 rs., chitas francezas escuras, de
cores lixas e lindos padrdesa 26C, ditas cla-
ras, padroes miudos a 280, ditas muito linas
de lindos padroes e 300 rs. o covado rsca-
dos monstros a 220 o covado, hretanha de
rolo com 10 aras a 25 cada urna, longos de
cassa com cercadura de cor a 120, mussuli-
na branca muilo fina a 320, dita mais lina a
360, ditas de cores de lindos padroes a 320 e
a 360 o covado. cobertores de algodao pro-
prios para escravos a 700 rs. cada uw, la-
zinhas muito linas escurr.s e claras a 400 rs
o covado, carmelin, fazen 1 anda na vis-
ta, padroes de laazinlia, pelo barrio prego
de 280 o covado, cortes de riscados franco-
zes de bonitos padroes e cores lixas a 3;00
cada um, cortos de collete do selira borda-
dos a H/500, ditos de gorgurao do lindos pa-
droes a 3^500, brim trancado de puro linho
e padroos modernos a Is440 a vara, ditos
pretos de muito bom gosto, proprios para
luto a 1-600 a vara, cambraia lisa transpa-
rente, muito fina, com 8 varas, a 75500 t
pega, ditas taoadas muito linas, com 10 va-
ras a 65(00, ditas mais chcias a 45800, cor-
tes de casemira a 55()o, chales de merino
de todas as qualidades e por baratissimos
pregos, chitas claras e escuras de indas *s
qualidades a 160, 180, 200, 990 o 240 o co-
vado, alpacas de cores com listras de seda
a 550 o covado, pegas do madarolSo de
VBOOat 6#t0, das de algodao com toque
de avaria a 13.440 cada urna, grvalas preUa
ede cor de bonitos padrOes a 13100 cada
urna, luvasde tolas as qualidades, casemi-
rss mescladas de lindos gosios, com duas
larguras, proprias p- ra palitos a 292OO o co-
vado, chai :s de 13a com barias, campo bran-
co, de lindos gestos, pelo di..-nulo prego
de 23500 cada um, cortos de brim branco e
do cor do lindos pad oes a 23100, 2?J0O e
23600 cada um, o, outras muitas fazendas
que se dardo >. musirs com penhor.
\o canto que es-
ta' torrando.
.Ya rna da Cadeia do Re-
cife n. 54, he ebegado um grande sortimen-
lo de fazendas, que na roalidade torra por
pouco dinheiro ; venham verso lie ou no
verladedo annuncante, e est corto que
ninguem doixar de comprar a vista das lin-
das quilidades e de bom gosto : o annun-
cante pede que venham ver a varielade do
que existe. Riquissimos chales de louquim
de muito boas qualidades, caaaveques de
casemira, ditos de cambraia com hico a ro-
da, proprios para passamento do festa, man-
teletes do cambraia dn modernismo gosto,
por diminuto prego, sahidxs de baile de bo-
nitas cores, ronieir. s de cambraia. ditas do
Blo uc linho para senhora e meninas, lauto
para vestidos, erosdensple do corea, bao i tas,
o.uilo ricos cortes de seda de bonitos coros,
coc 3 babados, proprios para bailo, pelo
preco que rcAlmrulc faz admirar .vista da
qualidadoda soda o do bom Rosto, sedas do
quadros de bonitas coros a 1;0o o covado
chapeos do, mola a 5/.")00. pulceiras do po-
dras brancas e decores, napulina rfe bonitas
cores para vestidos de scntiorn, chaly liso o
com fiares, do coros muito lindas, chales
do merino bordado na ponta, dito liso a
t;800, oh que lindos cortos do casomiras
decores proprios para doutores e rapazes
de bom gosto, panno fino proto do mili-
tas qualidades, casomiras protns, ditas de
cores, fazenda muito boa, propriopara pali-
tos, on'etcs pan peacoeo de cnangas, saias
crinolin para senhora, mussulina de urna s
cor a 400 rs. o covado, cambraia de silpicos
para vestidos, ditas lisas do milita^ qualida-
des, mussulina hranea a 300 rs. o covado,
ditas de coros a 320 o covado, cortes "de ves-
tidos da cambraia, feitos, proprios para os-
oravasa 4-3000, madapoloes de muitas qua-
lidades, chapeos do sol de soda, ditos de
sanninho, meias para senhora, ditas para
homcm, ditas pintadas proprias para sapa-
tos rasos, alpacas, princezas, chitas, brins,
cIsIps de muilas qualidades, linhas de car-
reteis de 200 jardas, o muitas mais fazendas
quo s vista do compra lor so poera men-
cionar as qualidades e os pregos, quo nao
torao nada a desojar em modernismo o qua-
lidades. Na mesma loja d-se fazendas com
penhores, e leva-se em casa de familias.
Vende-se um cavailo rodado que car-
regaba i xo e esqu pa o est gordo, novo e
sem achaques, e tambem vendem-se os *r-
roios com letentcs : a tratar m loja de cal-
gado do Sr. Porto, na praga da Indepen-
dencia.
Venle-se um escra vo crioulo, de bon
la figura e com algumas habilidades por ser
ptimo pescador do alto, e proorio par o
servico marilimo : n rua da Concordia n.
26, armazem do maleriaes.
Tasso Irniaos
Avisam aos seus fregu-
zes que acaba de ellegar
de lichmoiid i".: 1 iiilit no-
va que vendem nos seos
arimtzens aos precos se-
guintes :
GALEGA 25500
O'DANGE 24.500
alem destas cm fariuhat
novas de Trieste nao s
da primeira qualidade, eo
rao da mnitoantiga e acre-
ditada
Ceblas solfas.
No armazem de Uastos & Silva, defronte
da Madre de Dos n. "8, vendcm-se muito -o ..iu6.uo uo ,u,o ooMuonUaucs
superiores ceblas solas, pelo dimjnuto pre- de mell como de madelra : na rua do Tra-
go de 500 rs. o cento
uelogios.
s
Os melhores rtlogios do ouro, patn le d
glez, vendem-se porjpregos razoaveis, n cscriptorio do agento Oliveira,rua da Ca-
deia do Recifo n. 69. primeiro andar.
Vende-se um carro ingloz de 4 rodas
o 4assentos, para 1 ou2caval!os, comeo-
berta, e com os competentes arreios ; e tam-
bem um cabriolct inglez com os arreios:
na rua do Trapiche .Novo n. 10, ou na Boa-
Vista em casa do Sr. Poirier.
Relogios.
Vendem-sc i-elogios de ouro e de pra-
la, concertain-sc por piceos razoaveis,
l'az-sc troco, e da-se dinheiro a premio :
na rua da Concordia n. i.
relogios de pa-
Kelogios americanos.
Acaba de chegar pela Larca amariesna
B Union, vndo de Philadelphia, um factura
uto 'destes relogios de todas as qualidades, tanto
de metal com<
piche n. 8.
Attencao.
Vende-se a metade do sitio Juca, na fre-
guezia do llezerros : qoem a pretender, di-
rija-se a loja de Manoei Jos Pereira Borgea, '
vend d* V,ctotia "6 se dira luoS
nos
tente
Vende-se na rua da Madre de Dos
11. 12, armazem de N'ovaes & C. barris
de ferro, ou cultos hidrulicos; para de-
positas de fezes, a preco commodo.
Gul PEQUERO TOOOE DE
fARIA.
Pecas di slgodSo de aaoco, ditas de algu-
dao tiangado proprio pura toalhase roupa
do escravos; vende-se na rua do Crespo,
loja da csquiuu que volta para a rua da Ca-
deia.
Al! CiSTD
O Pontos da loja da rua da Cadc:a do Itcci-
fo n. 54, recebeu pelo vapo' hainburguez os
mais linios casavrquos de cambraia roda-
dos de hico que se l-m Visto no nosso mer-
cado, nicamente se vende para as senlioras
de bom gosto, e muitas mais razendas pro-
priamenre de senlioras da moda, e manda-
se a amostra.
Re ;s
cohertos e descobertos, pequeos o gran-
des, de ouro patento inil>'z, para humom
e senhora, de um dos nivlltores fabricantes
de Liverpool, viudos nelo ultimo paquete
inglez : em casa de Soutball Mellor A C.
rua po Torres n. 38.
ve
iglezctde ouro, desabnete e tlevidro:
.utdeni-sc a preeo razoavel, cm casa de
Augusto Cesar de Alircti, na rua da Ca-
ileia do Kecife, armazem n. 56.
SAPATOS ItO ARACATV,
dos melhores que tem vindo a este merca-
do, para homens a meninos, de palla e de
pielhas: em casa de Caminha ,V Filhos. rua
oa Cadeia do Kecife n. 60. Drirreiro andar
- Vende-so superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello.para costu-
ra, em casa deSouthall Mellor &C..,ruado
Torres n.38
Vende-se superior ajjuptdente de
l'ranra, tanto em barril como em caixas,
licores e absyntlte, chegado" recentemen-
le, pelo ultimo navio : em cosa dej. Kel-
ler & C. rua da Cruz n. 55.
POTASSA DA EDSSIA CAL
YIHGEM.
No deposito da rua da Cadeia do rVccire,
armazem n 12, ha muito superior potassa
da P.ussia, dita da fabrica do Hio de Janeiro,
o cal de Lisboa em pedra, tudo chegado ha
ooucos dias, e a vender-se por menos prego
lo que em outra qnalquer parte,
Agencia
la fundicao Low-Mot.
rua da tanzala Nova
n. 42.
Ne8te esiabelecimenlo contnu'a n have

estado rnm """ CarrCa em mu'l b("n
7M ', ?marrf'"e cavailo ; ao poda fun-
d.gao, uberna de Jos J.cinlbo de Carvalho.
Ao Gouveia.
Ka rua do Queimado n. 27 esnuina do
Co lgio, vende-se cambraia de hSho puro
liniss.ma, dita de seda, novo gosto%ZSnt
Ao Gonveia.
Na rua do Queimado h. 27. esquina do
Collegio, vendem-se velludos para collete
brancos ede cores, ricos padr-s. chapeo
de castor branco rapados superiores.
- Vende-se um cabriolct puente ingloz.
com coberta, em bom estado, e juntamente
um excellente cavailo com os arreios para o
mesmo; quem pretender, dirija-se a co-
cheira do Sr. Joaquim, na rua da Senzsla
Velha.
Vende-se urna crioula de 14 annos da
idade, de perleila saude, sem nenhum de-
leito physico, do bonita lgura, prendada, o
so para uma ramilii desta capitel. Amanh3a
' Cj-JTesle mez e chara pira ser vista e
vendida na rua de Santo Amaro ti. 32.
."/St" l'W*> brasileira do
.,"."? oe 1M8> ,,a r"a eslreitado Kosatio n.
2b, loja de encadcinacao.


XAROP
DO
OSQIT
I01 transferido o deposito deste jarope'
para a botica de Jos da Croz Sent, na ruv
Nova n. 53, garrafas 5S500, e meias 80oo
sendo falso todo aquelle qoe nSo for vendi-
do neste deposito, pelo que se faz o presente
aviso. r
HrmARR PARA 0 PUBLICO.
Para cura de pbtysica em lodos os seu
dincrentes graos, quer motivada por con*
tipsgoes, losse, aslhma, pleurz, escarros de
sanguo, dOr de costados e peitos, palpitacSo
no coracSo, coqueluche bronchite, drtr na
garganta, e todas as molestias dos oreaos
pulmonares. *
Rettfl esiabelecimenlo contnu'a a have co so 'he entende do que quer dizer ; veio-
um completo sortimenlo de nioendase meias do Serid, e foi vendido pelos Srs. Joaquim
moendaspara engenho, machinas de vapo> p"era de Sant'Anna,* e Congalo Alves dos
etaixas de ferro batido e coado de lodosos Santos, em 1854 : gratifica-se com genero-
LAmaiihc !.n .i-tiv sidado a nuem n npcar ,1,1)... ___
tamanhos rara dito.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fnudic.io de Ierro de ). \V. Bowman
na rua do Utum, passando o chaia-
riz; continua a lia ver um completo sor-
timent de tachas de Ierro fundido e hati-
llo, de 3 a 8 palmos de Itiea, as rptaes sa
echam a venda por preeo commodo e com
promjitidao, embacam-se ou earregam-
se em carro setn desnezas ao comprador
Comma do Ai-acalv.
Km porgOes e a rotalho : vende-se na rua
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prenle V-
an na.
'$ rua do Trapiche n.
54, escriptorio de ?io-
vaes cfc G ,
vende-se superior vinlio do Porto engat-
raado em caixai de I e 2 duzias de {jar-
raf.is, bem como em barris de quarto e
oitavo, a precio commodo.
V-r73j "-ellins e r^Ieg-io^
9ELLINS e RELOGIOS deplenle
inglez : 1 mmi 1.1 no armaztm ric
Koslron Kooker A Companhia, es-
quina Jo largo do Corpo Saolo nu-
mero 48.
. SECRETARIAS.
As melhores que at hojetem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptoiio
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Recifo
n. 62, primeiro andar.
Chales
DE
Toiiqiiiiu.
Na loja do canto, na rua da Cadeia do Re-
cile n. 54, ha para vender os tnais ricos e
bonitos chales de touquim, de bonitas ro-
"os, e bordados a roda, com duas palmas,
pelo baratissimo prego, que na roalidade
la admirar ao comprador a vista da quali-
"ade e do bom gosto, tamhe-n ha bonitas
sani las de baile, de bonitas cores, ror prego
muito commodo. casaveques de casemira,
fomeiras de fil de linho, gollinhas para
Pescogo, tiras bordadas, corles de seda de
bonitos padros, ditos com 3 babsdos, pro-
prios para baile, ditos de barege cora baba-
dos, grosdenaple de cores bonita ; o an-
nunciante esta disposto a torrar por dimi-
nuto preco. Na mesma loja da-se fazendas
cont penhores, e leva-se em crsas de fami-
lias.
Vende-se o engenho Cachoelra Gran-
de na freguezia de Serinhaem, de muito boa
prolucgao, com bastantes varzeas paula-
das,me copeiro com o rio Camaragibe, sem
levada por ser a bica assentada ao p da
tomada, com todas as ferragens precisas e as
mais obras, sendo a casa de vivenda, nova,
distante do embarque duss legoas e meia, e
da estrada de ferro uma legoa, tem o enge-
nho 120 carros de canna de cemente : quem
o pretender, poder dirigir-se ao Kecife aos
Srs. Lentos Jnior & Leal Reis, ou com o Sr.
Antonio Gongalves Pereira Lima, na villa da
Lscada, as terc-as-feirac, com o Sr. Dr, Ser-
gio Dim/ do Moura Mattos. e no engenho Vi-
cente Campello, con Manoei Conglves Pe-
reira Lima, que informar* dos lemites do
eng enho.
Vende-se superior farinha de man
dioca em saceos grandes: na tanoaria
delronle do trapiche doCunha.

&*qm**fnmto.
> '/'
... FUg, aesde 0 dja do corren, do
abaixoassignado, o escravo Miguel, cabra,
estatura alia, de 29 a 30 annos, gago, e pou-
co se Ihe entende do que quer dizer ; veio -
m casadeltabeScbmettau&Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudom-seelegante,
pjanos do afamado fabricante Traumann
cllamhurso.
v'Mfj '., i' w*v-
w
IHO
SK FUNDICAO DE FERRO
III
sidade a qnem o pegar e trouxer a rua do
Crcsjon. 4.
Joaquim da Silva Castro.
- No dia 2 de novembro do crreme an-
no, roclo do engenho Cursehy, comsrea de
Pao d Alho, um escravo de nome Antonio,
Cagange, de idade de 36 annos, pouco mais
ou menos, do altura e grossura regulares
canguoiro no andar; conversa pouco, pomas
unas, tem todos os denles, he casado, e foi
escravo dos herdeiros do finado Caetano*
(.ungalvosda Cunha : quem apprehender di-
lo escravo, condnza-o ao dito engenho, ou
na praga do Recifo, na rua da Cuia n. 64.
quo sera generosamente recompensado, e
protesta-se contra quem o tiver acoutado.
Fugio no dia 1. o escravo mulato, de
nome Lnurindo, idade 14 annos, pouco mais
ou menos, levou camisa e caiga de algodao
de listras, chapeo de couro, tem uma peque-
a cicatriz em uma fonte : roga-se portanlo
as autoridades policiaes, ou capitSes de cam-
po se dignem caplura-lo, e remette-lo para
esta cidade a entregar a Bernardiuo Jos
Monteiro, ou para Riacho de Singue donde
denaturi.1, a eutregar a seu senbor Manoei
Martins de Vi-ras. s i
Do engenbo Dous IrmSos, em Apipu-
cos, fugio o escravo Satyto, de naeSo, com
idade de 25 annos, pouco mais ou menos,
baixo e seceo, cor fula, andar accelerado, he
umhigudo e tem as juntas dos ps grossus
suspeita-se que elle anda ganhando pelo Re-
cite ; quem o apprehender, leve-o ao refe-
rido engenho, que ser gratificado.
--Fugio do engenho Calchorira em Seri-
nhaem ao amanbecer do dia 25 do andante
mez de novembro, o esetavo pardo de nomo
Eleulerio. de estatura regular, secco do C3r-
po, rsum tanto compridos e cora muites
Tachaduras provenientes de bastantes cravos
que tem nelles, o que obriga-o a qoe ande
sempre com alpargatas a modado serlSo:
tem o rosto compri lo e o queixo lino, po-
dera ter de idade 18 a 20 annos, e toi com-
prado nesta praga a Sra. U. Anu Accoli
Lins Wanderrey, por caria de ordem do Sr.
Antonio;Ferrelra Lustosa ; roga se a qual.
quer pessoa a apprehenso do mesmo es-
cravo, e sendo aprehendido de o entrega-
ren! aos srs. Lemos Jnior & Leal Reis, nes-
sa cidade ou no mesmn engenho cima
mencionado ao abaixo assignado que gene-
rosemente recompengar.
Francisco Manoei de SouzaOliveira.
Domingo, 29 de novembro, das 8 as 10N
horas das manhSa, desappareceu e suppe-
se ter sido furtado. do sitio na Passagem da
Magdalena, que foi da viuva Delfino, um ca-
brinha escravo, chamado Manoei, idade 10
annos, pouco mais ou menos, descarnado
faltando-I he um ou mais denles na frente'
cabellos carapinhos, falla com a lingua nos
denles ou he meio tataro, natural dosertflo,
e foi vestido de camisa comprida de algodao- *
zinho e chapeo de palha de carnauba ; roga-
se a polica ou a quem delle souber, de o
appreiiender e levar ou avisar no mesmo si-
tio, ou no Recife, na rua Nova, sobrado n.
27, ou no engenho do Meio da freguezia da
Varzea, e prooette-se pagar bem.
Fugio de Beberbe
No dia 29 do correte o escravo crioulo de
nome Joaquim de 20 a 22 annos, pouco
mais ou menos, cujo escravo foi comprado
ao Sr. Jo3o (.ardozo de Mello, morador no
Limoeiro, e tem os sigues seguintes : bas-
tante alto, cor prela, com principio de bugo
de baiba, bonitos dentes, levou diversas
roupasde algodao, riscado, e chapeo de fel-
tro ; e julga-se ler seguido para Limoeiro
lugar anude tem prenles : a pessoa que o
pegar, leve-o a povoagSo de Beberibe, ou na
rua da Aurora n. 36, que ser generameule
pago.
No da 18 do corrente, fugio de bor
dodobrigue -Sagitario,), um escravo de
nome Joaquim, pardo escravo, de 22 a
24 annos de idade, estatura regular, secco
do corpo, s tem barba no queixo, ca-
bellos cara 1 ilnlos e ja em muites Inan- "
eos, lie bem conheeido por ter ai mo,
muito calejadas, quando fugio tinlia o ca-
bello a nazareno, tem os pes meio apale-
(ados, e fulla muito manso : quem o pe-
gar e o entregar ao seu senlior Manoei
Francisco da Silva Carrieo, na rua do Col- '
lerrio n. 15, terceito andar, seta' bem
gratificado.
DOENGE- Fugio no dia 4 de outubro do rorren-
NHEIRO DAVIJJ W. ROWMAN i*A lea,,no escravo mualo de nome Joro,
RIIA DO RKiriM PAsewim A '-,,. baixo, secco do corpo, pouca barba, potrozo,
TARir KL1H' PASSANDO O <-A- tem do lado esquerdo do rosto uma cicatriz,
rAisi, hombros suugados, olbos pequeos e vivos
ha sempre um grande sortimenlo dos se-!pemas e bragos arqueados quando anda '
guintes objectos de mecanismos proprios este escravo foi do Sr. Manoei Thomaz, ex-
carceireiro, levou vestido cami de algo-
daozinho delistras, caiga de ganga azul, e
dous chapeos, sendo um dn pe'lo c oulro de
fltro, ambos usados, e Ubaqueiro : roga-
se pois a todas autoridades policiaes e capi-
tSes de campo, que o apprehendam, e con-
duzam-noa rua da Concordia, armazem de
materiaes n. 26, que ser generosamente ro
compensado, t'ste escravo ja foi appreheti
didooanno prximo passado no engecho
Jacar, cidade deGolanna.
para engenbos, a saber : muerdas e 1
moendas da mais moderna conslrucgo ; ta-
chas de ferro fundido e balido.de superior
qualidade e de todos os tamanbos; rodas
dentadas para aj^ua ou animaos, de todas as
proporges ; crivos e bocea de fornalha e
registros raftisns a cavilhOea, nioiubos de niaudiooa,
etc. eic.
\ NA MESMA FUNDgA'O,
soexocutam todas as encnmmendas coma
, superiondado ja conhecida com a derida
I presteza e commodidade cm prego.
PBK>. TYV. 1)K M. t. Dt FAK1A lua
MUTILADO


ILEGIVEL
a* -



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