Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06925


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Full Text
-

KHm XXXIII N. 279.
f
/'
Por 3 mczcs ailiantados 4#000.
Por 5 mczcs vencidos 4-$'500.
SEXTA FEIIU \ DE DEZEMBItO DE 18o7
Por anno adiantado 15fj000.
Porte franco para o subscriptor.'
ENCARHEGAliOSDASlBSCRIPtAO DO KORTE.
Parah iba. o Sr. Joo Ttadolpho Gomes ; Natal, o Sr. Joaquina
Ignacio Peieira Jnior Araratv. o Sr. A. de Lemoj Braga;
Cear, o Sr. J. Jos de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Jos Teixera
de Mello : Piauhy, uSr. Jos Joaquina Avellino ; Par, o Sr.
Justino J. Ramos ; Amasonas, o Sr. Jernimo da Cosa.
FARTIDaV DOI CORKIIOS.
Otille : todos os rijas, as u e meia hars do da.
Inarawa, (Manta Paraklkai na, ..'nunda- ulaa-Mra*.
8. AMio,Betuiiii*, Boatta, Caraira', Aiiinho c Ceraakaai: aa lerea-raira.
2&%ti7!X2^-Uul' "'"""' **-""' "'
(ledos o conatos partea ae 10 horas da manhJa.
AOD1EN01A* DOI TkUBCNABI DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintil.
Retaceo : tercas fciras e saneados.
Fazenda : quarus a sabbados as 10 horas,
luie do commercio : segundas ai 10 horas qulniai o mile da.
Juio dt orphaoi segundas t quintas al 10 horas.
Primeira Tara do eivel : ugunda eleitai aa mala d/a.
Segunda rara do elrel ; uanai a sabbados aa mal* dia.
EPH8MBRIDRS DO MEZ DB IIKZKMMBHO.
1 La eheia as 8 horas e 37 minutos dimanhaa.
8 Quarlo minguaote as 4 horas e 18 minutos da manliaa
|6 La nova as 8 horas a 42 minutos da mondas.
2i Quarlo critcenle ai 4 horas a 17 minuto da manbaa.
PREAMAK DB HOJB.
Prlmalra as fi hnns e fi minutos da manbaa.
Segunda as > horas e 3|) minutos da larda.
A OS SRS. ASSKJNANTES DO NORTE.
Embota os vapore* procedentes do Rio
de Janeiro tenbam de seguir para o norte
dentro de 12 horas, por elle recebeao os
Srs. assignantes deste Diario das referi-
das provincias um supplemcnto feito
especialmente para clles com as noticias
dostil, deque for portador ; o qual nao
indo incluido no masso ira' directamente
ao nosso correspondente, em cujo domi-
cilio o mandarao receber ; licando assim
completas as noticias do Brasil como as
da Europa.
DIAt DA 6KMANA.
SO Segunda. S. Andrc ipp. ; S. Euprepio m. : S. Jnsiina t. m.
1 T;.rc. S. Nahum prof. ; S. Eloy b.; Ss. Castriciano.
2 guara. S. ltjlbiuav. m. Ss. Poncianoe Adria mm.
3 Quinta S. Francisco Xavier app. das Indias.
4 Sota. S. Barbara v. m.: S. Pedro Chrjsologo b c dou. da igr
5 Sebbado. S. Heraldo are. ; S. Sabbas m. ; Ss. Primo e o ralo
6 Domingo. 2. do Advento ; S. Nicolao b.; S. Lconcia m.
PARTE DFFIflAL
COMMANDO DAS ARMAS.
8rtcl gaaaral conmando da* rata* di;
Pernarabaeo t> clitad* de Beclf*, em II do
deiembro de 1857.
OKE.M DO DIA N. 60.
O brigadeiro coinman 1anle das umai ioleriuo,
l.i/ cnii-hr a guarnirlo, que luyendo o Sr. jnir.de
direilo da secan 11 vara desla cidade, liarliarel Ale-
landre Bernardino dos Keis e Silva sido despachado
por derreto de 7 do mea de novemhro a'timn, das-
embarcador para a realo do .Maranhao, e por isso
llenado na dia 27 do dilo mal, o eiercicio daa func
J6ei de subir da gente de guerra desla guarnic.au,
pe-id-m-ia nos Urinas do decrelo 118 A de 21 de
junl.0 de I8i">, foi serv.la nomear o Sr. juir muni-
cipal da'referida vara, hiclnrel Francisco de As-n
da Oliveira Maciel, para servir interinimenle o lu~
gir de aud lor.
(Aa'igoado.; JuSo Jos da Costa Pimenlel.
Conforme.Demetrio de Cu-mi > Coelho, alfares
ajdante da ordens, ancarregado do dclalhe.
perfeitamenle livres para eslabeleeer e regular as
k.m:abrb&ados DA B8CRICAO O BUL
Alagoai, oSr. Claudino Falcao Diai; Babia, ol. I). Dupia
Blod* Janeiro, o Sr. JoaoPereira Martina.
EM PEIINAMBUCO.
O proprlatarlo do DIARIO Manoel Figuelroa de Faria n laa
Mirara, praca da Independencia n. B e 8.
uas inslitures domesticas a sea bel prnzer. ornen-1 um eicellenle microscopio. Acreseen
te de conformidade rom a constilnijAo dos Estados- escalpello, o ellier, porque para ver.
I nidos. Como conssquencia natural, o congressn di- era preciso lomar Imnovell esses enle
servar, a experimentar, e levando rnenle comnosco, pois levam-na ,i caja, acostnmam-na a procurar seo
entemos, ah o sustento, i viver do acaso, de pouco, e de qoalg'ier
e no interior, alimento. A lonedade lie a base de toJa a repu-
les de urna vida tilica.
V/.Z^'^kZ'J.T "lTn,.a10 qe I";"''0,0 ,a 'I0'"1, qoe como as cl.ammas. Tifa- A formiga qae n.1o l.e desdenl.osa e aceila lodo o
sr a admMhL o "em ZS*Z!2 "" I ,n' d9 re,,Sar-D09 a ommeller nossos pnmeiros alimento. I,, por isso me.mo meno. inquiaia? me-
ssna aomiiimo oo sem a escravalura, segundo as crimen. nn< * preicripce. da co.is.i.uicao poca da sua ,dmi.! Nenhuma ..lid., nos chamav. mais n,.nrment. ^aT'lvto ?& To \ r.To "^ "
.So. A MMfldlB esiMM MM* ht .lM< do quo a dos Alpes, o p.it do. (taller, dos Ilober e i.nJo em mulliplicar em .. cidS". o nunZ do,
conslilui(p do. bstadoi-ljnidos; dos Bonnel, porem o asludo serio a qoc qoeriamos comparlilhadorss. Em sua generosa malernidade
enlregar-nos. impedio-nnsde vtr o Alpes. O h>m- para com aquelles que ella no geron, em son so-
n ou a epept cierna desses inrinilamenle Brandes liciluile para com esses lilhos de honlem que lor-
iio prevaleceu sobre o drama dos inlinilamenle pe-1 nain-se linje jovens cidadaos, nasca um senlimeulo
qnenos. A vida 'sobreludo a vida soffrrdora e que novo e mui raro enlr* os iusectos ; o da fraleruida-
era preciso fazer soffrer I fallava noi iiupercepli- de;Latreille e Iliiber).
veis mais alio do que esses gigantea de ueve em seu O poni mais obsouro, o m.iis curioso dcla edu-
sublime reponso. ; cacao, lie sem dovida a commnnicaCao da liogui-
\ principio no lago de denehra, dtpois dianle g*m, que nos lambra as formulas da maroneria. Ella
nos Alpes de Berne, emlim mi margens do lago de permiltilhes Iransmillir a urna grande multidao de
l.uccrne ontinuavamos avisos, muilas vetes complicado, e mudar m um
momento a marcha de urna columna inleira, a acjAo
sobrio, imagem severa a tocante das virtudes da re- i hir, s suas criadas nao julgam o lempo favoravel, te i e um quarto, qaanlo mailo, lodo esse povo eslava
publica... e abi encontr esta cousa sem nome lemem alguma lampesUde, ou se o dia est multo advertido, levntalo, e tinha subida de lodo o suli-
Eis-aqai a caria em qne M. Buchan^n, pro dos Kstados-Uni 11, esp'ica o? seus designios e a
sua poltica acerca de Ksnsas. He en Icrecn 11 a
M. Silliimn e a qnsrenta e doas uniros profsso-
res e membros do clero do eiiaiodi Coaaee-
lical ;
Ssnhores.Vollaulo cidade, de|iois*s) quinte
das da ausencia, a vossa Memoria san da,a me foi
entregue pelo intermedio de M. Horacio Kmg, da
repartirlo dos corrsios. A funte dislincla d >n le el-
la provin, assim eolio o seu carcter particular, in
decidem a apartar-me do man theor oriiiuirio de
proceJtr em semelliaule caso, dando-llie una res-
posta.
o Aventurad em prinvirn lugar quo ao princi-
pia fundamental di cjnsliiuij.lu di\s Esla1os-L'ni-
dos e das oossas in-litui;0s poldicas be que o pavo
far proprias as lelt, e elener os seas pro-
prios govcrnanles. i Manifestis drpois o vo,*o
pear- de que m lenhs violada este p-ioripio.
e que, pelo intermedio do governador Walker.
lenha en empregado anj esercito o do qual um dos
lias lie forjar o povo d? Ktnus.a ohede-*r a l-is que
n.lo So nem as iqii nem ai dos I lo.-I t i .. a
leis que, segunda a evilanria, elle nlo fez, a enver-
nantes que elle n:lo elegeo ;" e com crollario ao
que precede, representis que estou a ahertamente
ligado a' gran le derrogacln di nasau caricler Daeio-
nal, violando, na sua pirtirii'ari Isdo msis asaeoeial,
o juramento solemne pr-stadi pelo presdeme de
insnlcr a corHl'tu'jflo da no-a oniaa. o
ii Slo grsve> ascuiaf.oas, viudas ds linmens da vos-
so carcter elevada, esefoisein fundadas, ac.-arrels-
nam, a desh >nra da mu noase. Mas, m razflo da
sii.i gravitado, a Juslig commum, para nAo dizsr a
Ciridade dinsta, etigia qae anles de proferi-las es-
tivesseis convenc los de q'ie ellas repnusavam nlne
algara fon lamento. Se nlo for asn, clisa reca-
liira i c un urna c ii leiuna ;,v i infamante sobre os
seus aalures.
Tiris vi cumprido e cora o tioinea que, por nnis inlisnoque s'js, he n
primeiro magistrado do vosso piiz Nele casa, no
ves, ou eu, e illsjaBo; E se fjrstes vi, sera' om eiemnlo niemn-
ravel desls venale, quo os pracaiiccilus polilieng
s.lo eegos aiiidi em relajan a'existen-ia de fados es-
loreos mais simples o mais palpaveif. Eiainiue-
m is e-tes reelot.
o Q lando a>sumi os deverts da presidencia, a
de marjo pasiado, qoal era a condiro ri* Ksn-
sas /
Aquella lenilor'o tinha sido oigansado em vir-
lude do selo da congresso de :!<> de marji de 1851,
e u governu em tolos os seus ramos eslava em pa-
na ii|,.thi;."i.i. l'.m gavernalor, mu seerslario do ter-
ritorio, um juic lupremo, d nis junes supplentes.
um marechal e um (irnciirador dedistricla. Imitan]
silo Humead is por uieu pro leees.or anhre o avisa e
riinseinliineuln di S'imiIo, e dsseinpenlHVam res-
peelivamrnle as suas fiiucroe'. Um cdigo de leis
lilil i silo vola lo ,i 11 legislatura territorial, e o
poder julicario si eiii[ire.n i em elucidar e fazer
eieculsr estas leis.
a 11 b: ni verlade que ums controversia sa las-
citara |irecedenlem-nte acerca d i val daile da elei-
gi* dus meiiil) os da le;ilatura lerrttori .1 e das leis
vnladsa por ellas ; mas ns poca em que entrei f-
li ;nliii'.'nt em ruuejoes, (^ongressu reennhecera
esta legislatura soh lili" -i ? n I es furnias e por difTereu-
les actos, o deltalo enviado a'cmara drire-
prestntanles, conforme a le Irnilorial, a alnva de
cuinprir o sen lempo de servir ni ve-pera da risa
nha maiigiirajil.i. Na realidada acliel o (averno de
Iv.iiisal IAo bein c-tabelccido com o de oulroqsl-
qier lerritorlo.
a Neslas cireomstancias, qual era o meu dever ?
Nao era luslentar ele gnverno contra a violencia dos
h un mis sem le quoeslivsm determinadas a diii-
gi-lo un a Iti ili i-li ; impedir que nAo fo'se subor
nado pela farca, inflieiiciado, na liagaaceta d<
i ihi-IiIum; ni, a fazer cim que as lais fusem fielinen-
I" et.ecuUd.is'.' I'i nesle inlniloe ne-io niluilu s-
menla, que euriei furris militares a Kuisas para
nlirar como posss comitalus. aju lando os magistra-
dos cms a esecutsr as lei. A condijlo do lerriturio
n iquell* inoinenln lornava esta precnujAo aholula-
meule necessana. Nesle estada de conHS, nAo leris
eu sido justamente ceusuiado se eu livesse deiado
n marechal e oulros funecionarios seinelhaules iii
imp itencia de ese-ular os arrestos e srlenjas dos
Iribiinaei de jinln;i eslaliclerrlos pelo congresso ou
soh sua aatorisaeAoespresia pela legi-lalara lerrilo-
rial. i* en llvesse Ismbem I iler.i lo que o proprio
govorno se lorna-s om objeclo de desprezo aoi olhos
do nevo ".' E eis com la lo o que chamis forjar o
povo do Kinsas a obedecer < leis que nAo sAunam as
suas nim as da* Estados-Unidos !* E lie por eises-
faclos que me deuiihciaes como Icndo violad > a meu
juramento solemne !
o Pergunlo u qae leria podido ou devido fa/er f
Terieis vih desvj ida que ea abandunasse o gnverno
l--iiinri.il, -am:: ioii.nl i como ello o lem sida pel
enngresso, as violencias llcgaes, e que cu livesse re-
novado dcsla inauejra as scena de guerra civil e de
eflsisAi de saugue que os patrilas lem ja deplorado
no pa z' l;ora islo verdadeiram mente e imprimir urna mancha iii lelcvcl uu carc-
ter da rniiilia adininislraran.
A Imillo mui voluntar amnle qae a necessi lade
de enviar forras mili|-re ao Kinsos para caadjuvar
a etecujAo das leis civis ni- fiz honra a nosso paiz
Mas que a eensnr* recala sobre a calleja dos cul-
pados Donde aurjio esla.nece-sidadp .' lima parle
dos habitantes do h escrulinio. o rainedm americano, aempre para cotri-
gir tu,los os erros, lena empreh-ndido crear um go-
verno indepndenle por si mesmo. Sa esla tentativa
livesse sido heni surce lida, ella tari i naturalmente
no kansas sub
he ao menos om ponto decidido pelo mais elevado
tribunal que recunhecem as nossas leis. Como se lem
podido duvidar dislo seriamente, he o que he riiflicil
de cumprehender. Se urna confederajAo de etados
soberanos adquire um novo territorio em commam,
coi lainenje nina porrSo de enlrc elles nAo poda ter o
dirtilo deeirluir o oulro de gozar, prohibindo-liie
de que para ahi Ir importar o que quer que leja
que se recnnliei;a como a propriedaile a con commum. Atasquandu o povo, islo lie, os residentes
de boa fe desse territorio, procede na elahorajAo de
urna constituir i do estado. eulAn be seu direilo
decidir a queslto, importante por si mesma, se man-
iera', modificara'ou abolir'a escravidAn. A elle e
a elle -o perlence rcsulver a queslAo fia de qual-
quer intervenjA cstran2eira.
Na iiiiiini i da legislatura territorial, o lempo
i* chegado para o territorio entrar na l.'niao, e en-
consequencia ella voten urna lei para a ele (So dos
delcBados eocarregsdos de fazer orna consliluijAo de
Estado. Esla lei era boa e justa as soas clausulas.
Ella conferia o direilo de sulTragio a qualquer habi-
tante -bona hde do territorio, e afn de impedir
a fraude e a inlroducc.Ao de odadAos perlencenles a
Estados vizinhos uu reinotos.lunilava mui de propo-
na o direilo aqaelles qae lioham residido tres mezes
anles da eleico no territorio. Para todoa os resi-
dentes qualificados, saja qual lora orgsnisacAo a qoe
tenham podido perlencer precedentemente,era ama
oppnrlunidade real participar na eloieo e exprimir
i a opiniAo no escrulunio, relalivamenl* a escra-
j*' loo. t.oin ludo ni ni t i- homens sem lei nem por
hso de xar.un de resisislir ao governo territorial. El-
les recusaram ou reconhecer, ou volar, e os mam
bros da eonvenjAo fera.a eleilos legal e regularmen-
le lem a iua inlervenjao.
A eouveujAo se reunir proiimamenle para
comprir e dever solemne de dirigir ama constitu
jAo para os seus commitlentes e sua posteridade. No
estado de rebelio nascenle qae existe, actualmente
no Kamas. he meu dever imperioso empregar as
tropas dos Esladui-Unidos, se for neeasario, para
defender a convencAo conlra a violencia e para pro-
legar os habitantes de boa fe no eiercicio de seo di-
reilo de saftrngin qmhdo a eonsliluirao for sub nl-
lidi a sus adopjAj na regeijio.
Teuho plena ronfisnja de que n governalor
Walker nAo Kk de empregar as tropas seno pan re-
ilstlr a urna utgressAo positiva, uu paia fazer execu-
lar as lei.s, e islo lmenle quanlo o podei de um
magi-icado civil liver sida provada iusulliciente.
o Segundo o prudente c\e.......dado por M. fcfa-
dison acerca da convencAu de llarlford. as comlnni-
Jnes illegaes e perigo>as, como a couvenjAu de Te-
ptcka, al* serAo perturbadas, lalvo se lentaren:
praticar algum acto que os ponha em conflicto com
a contiluic.au e as leu, e nesto caso seria ni combat
dos e destruidos por todas as forjas do governo.
Comprindo este devtr, tere a approvajio da minha
prupria rnnsciencia, *, lenho disto a humilde conli-
aosji, a da meu Deoi.
a Agradeeo-VM os protestos que me fazeis de que
IAo ceasareis de rogar n Dios para que faja da mima
essas observaeoes.
fcm l.ocerne o luear predilectico da nosos pas-
seios.e esludos era um hosquezinlio de pmheiros que
tica olni do lago. Nenhuma paizagem !ie mais d-
miravel se dirigimos a vista para adule, nenhuma
he mais seria e mais solemne se nos voitamos para
o Sainl (riihard, e o ampliillieatro dos n:oule-.
Mas esse esplendor, esias gran lezai desappareriam
ao primeiro paito qoe davamos debaiio dos piuliei-
ros. Podamos crer que eilavamns no fim do mun-
do. A claiidade diintnoia, quasi l-il ig os ruin ira
cessavam a mesma vita pareca ausente.
Eis o eil-ilo ordinario desies bosques ao primeiro
aspecto.
Ao egoado lodo mada. A sulocajAo, ou ao me-
noi a subordinaran que os pinheiros impem aos ou-
de lodo o povo. Jisla lin^uagem consiste princi-
palmente no toque das antennas, e mesmo nm leve
choque das manliiiulas. Ellas insislem lalvez pa-
ra persuadir) balendo com a caheja sobre o Ihorax.
tinflin succede-lhes carregar o ouvinte.o qaal en-
tAo nAo faz resistencia alguma,e l'ansporla-lo ao lu-
gar, em que esta' o objeclo desasnado. Nese caso,
que sem duvida he o de una couss dillicil de crer-
se, ou de esplicar-se, o ouvinle convenc la unc-se
ao outro, e ambis vAocontiuir novas teslemunhas,
qae asea larno fazem a mesma operajao em nu-
mero sempre crescenlp. Nossas palavras pirlamen-
lares arrebatara mull 13o, transportar o auditorio
elc.,i) nao Ao melaphoricas entre as formigas.
A estes vivos acenos ellas acrescantam muitus nu-
. ,---------------------- ------,-----------------------------|---------------------------------- .l.a ', I, tlil ,,ll IIIUIIU, OU'
iros vegetaei qaa querem creicer a sua sombra es- I Iros raovimentos pouco eiplicavci-. Slo cavalgada
claree* o interior, e qu.an lo nosso ol ios e-tAo -
coslumados a essa espeeie de crepuseulo vemos mui
lo maii ao loirge, e observamos muito mellior do que
na mistura ineiplieavel dos bosques orJinarios, em
'Iii" lulo noi ambaras}*,
(I que este noi apre'sentava a primeira vita sol
uas nobres e fnebres columnas que pareciera ser
de um templo, era o espectculo da moile ; porem
de ama morte nao enlrislecedora, de ama morle or-
nada e rica, b-m como a natureza concede moitas
vezas aos vegetaes. A cada pssio velhos Ironcoi de
arvores curiadas, mas nao arraneadas pelas raizas,
appareciam robarlo, de um ineompsravel vellado
verde, estofo magnifioanoente formado de finos mui-
gos e que enc.iulava a vista pelo, seos reflejos.
Mas onde eslava a vida animal Nofsu ouvido a-
ceslomou-sea reconhe-la, a adevinha-la. NAo fal-
lo do aaiebio da melharuco, da grasnar do picanjo,
senhor vtsivel do luear. Pens em outro povo, ao
qual as aves fazem a guerra. I'm grande losurro.
lao fiarle que encabria n murmurio de um rehilo,
adveilio-nos de qoe as bespas frrquenlavam o bos-
que. Ja linhamos visto sua inorada para onl mais
de ama nos tinha conluzilo, desconfiando de nossi
visila, visivelmenle pooco benvolas.
Mesmo nos lugares do bosque pouco frequenlado
pelas bespas sahiam alguns ruidos conloaos e ines-
plicaveis dus pinheiros vivos. Eran) iaas dryadas ?
-a seus inimigos interiores Ruidos 13o Iracos que
pouco ae percebiam
Pareca o m?io termo enire o romor o lilenrio,
qae nSn fallava, mis la fallar.
l'"oi somante na exlremidade do bosque, que em
um lugar obrigado illuminado pelo sol aclumos de-
bnxo de ama pedra um humilde furmigeiro de for-
"gas amarellas. Na verdade era pnoca coosa, na-
ad.ninislrajA,. um exemplo de juslija e de bmdade. I da eslava anda feito ; era ami simples agglomera-
" 1 udeis aju lar-me grandemente a real sar est. JAo, alguns cidatAos sem
beaji*eiercende vossa influencia para mitigar a a-
gilajaj aeccional que exiie agora em relijao a escra-
vidAo, ag lajAo que (em prodnzi to maito mal e nada
le bain, e que, se poden* triumpliar, arruinarla o
escravo asnn como o senhor. Faire cora istu urna
obra de verdad eir plnlanlropa.
Cada da da rolnhi vida linio qnanto estou ahai
to dos devere da iniiilia elevada posijAo se eu alo
liver a continua assi-lencia da Providencia Divina.
Atiitn, pondo a minha ruiifianei nella a nella m
nutro a boa eaperanga da que e"li m. lornaia capaz
de fazer juslija igual a todas a-^porjAes da Unido,
e ,e ervui assim de mim como ee um humilde tus
trallenlo para restanelerer a paz e a harmona eulre
o povo dos diflerenlcs Estados.
James Buchanan.
(Journal Des Uebilt.)
AS l'ORMIAS.
Por J. Miclielct.
!.
Sua vida domeslira, e loas nupcial.
Signinini a ave (I) na liberjide do na, do espa-
ee e ds luz. M,9, a ierra qoe libamos demdn,
nao nos de sava. As mendias do mando alado nAo
nos mpeliam de ouvir a queita de um inundo in-
linita de Irevss e de silencio, cuja linguagem he
quasi muda, e que carece anda de voz.
Em una palavra contra a ave elevou-ie em nos-
ss juslija a red una j i do insecto.
E-ta re 1 -mi i "i be r.M lamente dignada alian-
Jilo pelo numero dos que reclainam. No'sas cullec-
rej desse genero, linda IAo novas, e IA i incomple-
tas, conten ; le LslreilleJ perlo de cem mil espe-
cies Porem oulro calculo verosmil, fundado em
qne cada planta nutre pelo menos Ires especies de
insectos dill'erentes, levara, segundo o numero das
plantas mohecidas, o de seus b .hitantes a 3(iO,IKIU
specles i;,ui.|. II- e l.scordaire.)
Se nolarmus que cada rspecie he espantosamente
ferun la, arlureinos, que a menor leaiAo desse in
nuineraxel pavo, se fo'se possivel conla lo, offere-
ceria mais milhares do que os animaes superiores
nllerecein de dezenas e centenas. Alm disto uo
la-a* que lodo o enle nutre a oulros em sua super-
ficie, na ospeasura da >eus solido!, em seus Haldas,
ecmseu langae. Cada Insecto he atn pequeo
mundo hsliiudo por oulros insectos, estes couiiu
ain I i oulros.
I'oicm istu nAi he lulo. Nal massas que mis
inlgavamos iniueraes eioorginiras, existem aoimacs
deque seriara preci-os 13 milhots paia chegar ao
lamanlio du menor grao de areia, os quaes nem por
i-si dnxaiii de ,ip r-iMilai un esboja da inseclo, e
l-in o ilireito de se chamaren! insectos comejados.
Equal o seu numero".' Uina- especie forma com
seus de-lrocos urna parle dus Apeninos, e de seus
alamos provean o enorme eaplnha(o da America,
chimada C rlilbsir.". lenflu chegado a ese pon-
i cuidavamos que fila** terminada esla grande re-
vela. Paciencia Os molate**, qn* lem formado
tantas ilhas no m ir du Sul, que colirem completa-
mente as ultimas experiencias o prnvam, com seos
corpas microscpicos as mil e dozeulss leguas que
nos sepaiam da America do Norte, e-ses mflaseos
Ao qusliliciilos por muilos naturalistas, como in-
seclos em eubrxAo : de aorta que suas tribus fecun-
das chegun como unta dependencia deise grande
povo soprrinr ; e algarn diriaia cuma candidatos a
iiignidadede insectus.
Koi pooco mus na menos na cpnra da morle de
laalileo que nasceu Swammerdam, o (jalileo do in-
linilamenle pequeo. (Jae sabia-se antes delles dos
" lous inlinilos/o Nada. A celebre pagina de l'as-
coal, la j citada aobra e mirajAo da houiauidaile, lia velha e IAo moja, que
corneja a conhecer sua prodiglau ignorancia, abre
rinfim os olhos i realidide e despcrla enlru dous
ahysmos.
A esp-cauli lile a profis,1o nos absorvem por lal
maueira, que eu liiilu pas-ado a mellior parle de
minha vida na ignorancia em que a humaniJade
permanereu por lanos serillos.
O anuo de lo51 foi para mim u que para ella foi
a era de SwammerdaiB e de iialileu (fgolp* deci-
sivo foi dado pelos livroi dos dous Ilober. Elle*
observadores, respoudeudo com fados os antigs hv-
pitheses do inslinclo reg, mostraran! as abelhas'e
as formigas, nAo mais arles invariaveis de urna re-
gularldade mecnica, porem (acuidades improvisa-
dora, uma ii,veii(Ao variada para corresponder is
iihVuld i les mais impreviilas.
Adiar em exnlencias IAo diflerenlcs da noisi esses
elaroes que parerem humano-, eaie crepuseulo da
alma nos caua a principio susto. Porem ana im-
prwsa* infanlil indiana do homeiii. desapparece logo,
c cele o lugar a urna alesria lefleclida. Qae cora
cidide. A repblica acha
sa-_so em seu eslado elementar.
Ea disse repblica. Esle be o (ermo proprio, prin-
cipalmente para as furm cas. Al sociedades das
abelhaslem uma sombra de reale/a. A mili ahi be
ama, e se nao ordena, pelo menos he trtala como
raan*. Porem as numerosas femeas que perpetuam
acidado das formigas, b-andas c enturas que seu
povo conduz e governa sem ceremonia, nao lem ccr-
amente nenlium aspecto real.
Suas colonias sao fortunas. A femea alada no mo-
mento do amor voa si. e sem aaxHio. Poosa no
primeiro abrigo, qoe eocunlre, e airan -ando as pro-
pini azasahi espera. Se algumas formigas a en-
contramesla salva. Eslas lem piedale delta e dos
ovos que semea sobra a Ierra.
ie.se o germen de um povo. E-las primeiras
chamam oolras, e bein exptutajsv, o ierren, ene-
jara a construir a a cuidar us ovos, dos quael sa-
nem nuyos obreiros para o trabalflo. E a i i la le lie
"Mi-tini ia e,im por encamo.
Ao redor da II iresta na i lardamos em achir po-
pulares man adianlada, nHhor eslabelecidas. Ao
udeste, bera guardados do norte palos pinlieiros.de-
ba x i da alguns carvalhos carregedos de lagartas dous
va.los fbrnvguoiros de formigas amarellas prospera-
ran) e agilavara se Com iucrivel actividade. Debii-
xo dessa ceo rlg iroso e om vento fri eslas Iribos ro-
bustas apphcam-se maravilhosamente a fabricar de
palhmliai, pedaemhos de pao e ouros m non es |i-
geiros linas iMbitajdes'quentei, fechadas e cobeilast
bein como os horneas cobrem anuas de vanos le-
los de culmos.
Ficam por haixo as babllajes sublerraneas, em
que o povo se refugia durante'u iuvernu, quaudu o
i alio da casa acha-se caberlo de nev.
As formigas amarellas nii temem o so!, o qual
' parece dar II,ei a cor. Seus trabalhos exteriores fa
zem-se durante o dia, consistem principalmente
em altear o madciramanlo superior da habitajAo.
Com a pouca Ierra que empregam, ellas mlsluram
Tulhas a ramiohos de pinheiro. Se acham algnm ar-
quead-, dohrado ou no loso, apreciam-no muilo e
servem-se dele como arcada, oo mellior ainda co-
mo arco diagonal, porque o arco ponludo ha mais
solido. As numerosas roas que conduzem ao exte-
rior dirigem-se em forma de leque ; paitem de
um punto cemral e eslendero se para a circunfe-
rencia. Sala* baias, mas espajosas dividem a mas-
a do edificio. A mais vasla lira no cenlro, ha a
mais elevada e destinada, pelo qoe parece, as com-
mun carnes publicas. A-ham-se ahi a todas as ho-
ras cidadAos muito alan-fados que pelo contacto ra-
u do suas antennas especie de lelegrapho elec-
parecem cominunicar aos oulros as noticias,
Ircoj
deilado a ba-xo o governo existente, i rescripto e re- J'ltf bein furmadu nAo sentir praz-r vendo com s
r inhecido pelo connreno, e o lena sululilaid i per
um governo rev duciunario. Era (al* nina liarpajao
do mesmo carcter que se nina p irji i do povo'do
Conneclicut enipiehen-esse eslab.'lercr umgov.rno
separado nos seos limites pira reme ti ir alguns dai-
nos reac ou imaginarios de que por ventura se qui-
xa-senl da palle do governo | cipias poslo em ex-cucAi. destruira qualquer anlo-
iidade legal e prodiizirta uma anaichia univenal.
o 1)3 especili-ar mais parijeol,irm?ulc um e-talo
de cousas de qua apenas Inllei tin linn.n eeraes que
lem--exigida presenta de larcas militares no
kinsas.
a O eongresso doi Eslados-Unid.-s declarnu roni
pradenlemenl.' qae a vsrdadeira laUntjaa t> a verda-
deira significajAo do arlo organisador do tenilnrio
era, nAo inlroduzr legialalivamsnle a eseravalura
em nen'inin territorio, nem IAo pouco exclu la, mas
confiar elle cuidado aos seus lubilaiile*, deindos
formigai aiigmenlar-se a grande cidade ? O espirito
par I ida a lurte, a alma ocropando o infinito cm sua
iiiiu I" J
E-tas Idas fermenlavun em nm em (833, lempo
em que n noisu velbi I; auineiix a aires oblarta-
dorai nal *f rrailoi a s\-I-mas un- moslraram em
infinoi iateclos prodiglossaiCRle inferiores sj abe-
Ihas e fnrmi.-^s, na miseravel lrar|, que devora nos-
so. cslufos, essa ficuljii- insular de variar aoa trie
c de oppoi urna nova :,slnrla i- n ivas nece-si ladci.
Ki i unos lusiui de admiajau cm admirajAo.
P ir isso, ausnjo ebegou o verSo, dettmei as col-
lerjes, e ine-ino Part, esoluio a llladar l, a ol-
(I i Este Irabalho he ezlrahido de urna nova obra
de Mr. Michelet inlilulauM aO lusecln quesahi-
ra' a luz breveiiieule ein seguimento da aift* pu-
blicada o anno passadu.
(Noli do original raneci.)
das ordeui e direejoas mutuas. Ha uma especie de
furom.
NAo ha nada mais curioso do que observar os
moviinenlos e os diversos (rabillios desss grande
povo. hmqaanto amas vAo ordenhar as lagarta--,
cacar insectos ou procurar maleriaes, oulras leden-
lariai enlregam-se inlriramenle aoi coidaJos da fa-
milia, a educajAo dos filhoa. Occupacao immensa e
inccssanle. se jnlgannos pelo muvimenlo continuo
dai amas em redor dos berjos.
I.ogo qaa cabe uma gola d'agua. ou penetra um
raio de sol, ha om movimenlo geral, uma mudanra
le lodos os filhos da colonia, e islo com ardor infa-
i'gavel. Vemo-las levarem e.un delicadeza esses
linios que pesara lano quanlo ellai. mesmas de
andar em andar colloca-los no punto necessarin.
O que ser' essa escala de calor com quarenla grnoi
senAo o Ihermomelro"?
Islo ainda nlo be ludo. Os cuidados da amen-
lajAo, o que podenamos chamar a amamenlarao,
sao lambern mais complicados do que entre as abe-
las. Osovosdevem receber da bocea das amas uma
homiilade nutritiva. As larvas tomam o biscalo.
Aquella que torua-se nvmpha. njlo leria a forca de
sabir do casulo se as amas nAo eslivesiem alenlas
paia abn-lu, livrar a pequea formiga, e aeosluma-
la a luz. Nos formiguelrus arlificiacs, que forma-
mi para ver de mais parlo, podemos ob-ervar nina
particularidade, que lluber lamrnla nao ter visto.
Leves raovimentos dalos pela nvmpha ao seu ca-
sulo, aJvcrtem que soa hora he chegada. Nos nos
cumpraziamos em ver as amas nssrnladas sobre os
rins como pequeas fad.is immoveis, esprcilando
cuidadosamente dcbaixo desse veo mudo o primeiro
desejo de liberdade.
Cima soccede a todas as rijas superiores, a for-
mguinha naice fraca, e incapaz de ludo. Sun pri-
meiro! paslos sao lio vacillautes que ella cabe a ca-
da momanto sobre o joe ho. lie preciso, por as-
sim dizer, sustenta-la pela mao. Sua grande vita-
lidad* somonte se manifest por orna necessidade
incrssnle de aalrijfn. Assim, qaando durante o
grande ealor, he preciso abrir grande numero de
easulos por dia. ellas collocam as recemoascidas em
um mesmo ponto da cidade.
Eo vi umdia ama mostrar a (abeja anda paluda,
a nina das portas daci .ade. passou depnis o lumiar,
e poi-se passeiar pelo alia do fiirinigueiro. Porem
nao Ihe fui permiltida pnr inuilu lempo essa im-
prudencia. Uma ama. enrniilr.indn-a, |nmou-:i pe-
la rabeja, e enraimuhou-a braudamenle para uma
das norias mais viilnbu.
A fa-inigoinha ret-tio, deixou-se arraslar, e lan-
do cncoulrado no caminho uma liavezinha, apro-
veilou-se delta para fa/er lincap e eeyolar as f.r-
ras de sua conductora. I.i a. sempre branda, dei
xou-a por um instante, deu nma volta, p vetn de
novo, ale que a f mivguinha eansada reolveu-se a
obedecer.
Quandn ella i m lomada algumas Toreas he preci-
so dirii-la, entinar-las* a cnuhecer o la'bvrintho in-
einque correm montadas urnas sobre ai oulns, pe-
queos dciles por meio de golpes sobre as faces.
EnlAo levanlam-ae, e lulam doas a duss puxam-
se por ama peroa, por uma mandbula, por uma an-
lenna. Muilos chamam a isso brinquedo, mas nAo
sou desla opimao. Enlre um poto IAo applicado,
IAo visivelmente serio, esla gymnastica lem lalvez
uro lim hygienico que nao sabemos.
I raamos iao bem a' nosias prisioneras, qne ellas
acoilumavam-se a sea novo domicilio, e Irohallia-
vam a oossa vista como se eslivessem em sea furm-
saeiro. I ormar.nn uma cidade em miulalora com
portas, cojo numero era cuidadosamente augmen-
tado, principalmente nos das de grande calor, sem
davida para dar r a seus filhos, os quaes lioham
0 cuidado de enllocar perto das portas.
Ao anoitecer ellas feirhavam as portas, segundo
seu invariavel costumo. como se lemessem alguma
invaso noclurna de vagabundos sem industrias Es-
pectculo interessanle. de que iamos gozar muilas
vezas diante dos grandes formigueiros em pleno ac-
lividade. .Netilmm qtiadro lie mais variado ; do to-
das as panes a grondes distancias, vceni-se vir Tin-
gas fileirasdo formigas.tra/ttijo cada urna delhs al-
guma cousa,urnas uma pallia, ouirasuir raminho de
pinheiro, ou (sejrundo o paiz) negras follias do abe-
to. Bein como um lenlioiro que volta ao anoitecer.
esla iraz um raminlio, um feite imporceplivel. ou-
lras emlim que pareciam voliar de-orcupadas, vi-
nham pelo contrario ainda mais sobrecarregadas ;
acabavam de ordenar as lagartas, e traziam aos fi-
lhos como a refeiejo da noile.
Aproximndose da cidade, nos pomos cm que
comecava o declivio, era bello vero vigor, o ardor,
e o zolo com que faziam subir lio pesados maleriaes.
Logo qu,! una cansa.a e ttdo podia mais, una ou
duas oulras Ihe succediam.
E as vigas c iraves Idvantadas vivamente pare-
can, animadas, subiam. A destreza e protnpii.lao
suppriam a forja. Chegando a seu lugar Vultavam
se e subiam um pouco mais do quo era preciso, c
tibaixavam entao o peso justamente sobre o lugar
queqtieri.vn obstruir ; um vivo e ligeiro movimen-
lo fazia volver-se a massa, a qual cahia a prumo
Muilos problemas deresiasiica e mecnica, eram
resolvidos por uma foliz audacia, e grande economa
deesforjos.
1 Pouco a pouco ludo se cima eehaJo. A vas-
Ja ctipula cobrindo com uma larga arcada esse gran-
de povo irabalbador om sen logilimo repouso no
oflerecia mais sabida alguma, nem porla nem ja-
nella, c pareca um monliculo de pequeos deslro-
jos do pinheiro. Eslavam lodos repausando cm ple-
na confianca errara quem o crcse. Algumas
senliaellas vigiavam, e ao menor loque de uma va-
riaba, ao rocar de urna folha, as guardas sahiam,
corriam ao redor da casa, e vollavam deicansadas,'
mas sem tluvida para continuar a vigiar e licar de
sunlinella.
Que alegra e que victoria para os pirlidarios da
escravidAo, para ludoi ns amigns do mal Iuferuo r
t>raniiM, ride e re&ozijai-vns... achou-se ama man-
cha prela na luz da natureza.
I.ancei fora lluber, e nunca livro algum me pa-
reeeu mais odioso. Perdoai-me, illuslra observa-
dor, voiso avn, vosso pai linliam-se arrebatado, en-
cantado. O primeiro lluber, o grande historiador
dasabelhas aagmen'ou a religiAo dos honians, elevao
nossos corijoes. Porem o lluber das formigas ferio
o meu.
Entretanto era de meu dever lomar novamenle
esse livro, e examinar de mais peno. I'm insecto
imtnoral, machiavelico e perverso val a pena de ser
examinado.
Mas primeiro que lulo, distingamos. I'ma par-
le dos pretend,los escravos puleria u,o ser senAo
gados.
Bula ver as forminas, magras n lal poni, bri-
Ihanles c eovernizada para suppor que ellii sao os
mais adustos e calidos de lodas os entes. Sua undu-
lar acrimonia he provada pela rhimica, a qaal sou-
he tirar de sens carpos o amargoso acido-formico.
Ellas lancam-no algomis veres, qnando eslAo em
perigo, como um veneno, contra seas ininigos. Em-
presain-no em certas circumstancias para seccar,
ennegrecer, e quasi queiinar as arvnres, em que fa-
zem suas casas. Una* substancia lao corrosiva para
os nutres, nAo o sera' para ellas mesmas Ka leria
lenta,;.,es de o crer, e allriboiria a essa acrimonia a
extrema avidez, que ellas leaicmunliam pelo mel,
por oulrai causas dulcificantes,
hypolhese aos sabios.
Ai formigas do Mxico, em um dos clim.s mais
favoraveis, lem duas classes de obreiras ; amas que
vAo procurar ai pruvisOis, oalras indolentes e se-
dentarias, que as preparam, e fabricam uma espe-
cie da mel de que lodas se nulrem.
As formigas de nossos climas, pela maior parle
incapazes de fazer mel, satisfazem a necessidade
qae delie lem lamben lo ou chopando ama especie
dessa snhstsncia, as lagartas, animaes inertes, que
sem trabilho e someule pela sua organisajAj exlra-
letu lquidos assucarados de toda a sorle de plantas.
A lransinis-ao dene mel s firmigai faz-se sem vio-
lencia, e como por om consenso mutuo.
Ella faz-i* por ma especie de lilillajAo on Irac-
jao branda, como aquellas que exerceoios sobre as
adiantado. (Juando uma excursAo be mal succedda,
e as ruivas vollam sem preza, as prelas eslAo i porta
da cidade para impedi-ias de entrar, e reenva las ao
comb-le. Ainla mais, vemo-lai abarrar eisas cobar-
des pelo pescojo, e obiiga-las a por-ie novamenle a
caminho.
Eis aqu fados prodigiosos presenciados pelo illus-
Ire observador. Elle nao creo em seus olhus, e cha-
mon um doi primeiras ualaralislas da Suissa, M.
Juvine, para examinar de novo, e deeidir sa cugana-
va-ie. Esta leslemunha e todos as que observavam
depon act-avam qae elle tinha visto muilo bem.
Admillido o fado, Iralemos de comprehende-lo.
Elle he proprio de algumas especies ; he um inci-
dente particular, um ruso excepcional, mas que en-
tra em uma lei geral da vida das formigas. Suas so-
ciedades repousam no principio da divisAo do Ira-
balho, c da especialidad* das funcis. O formiguei-
ro em seu eslado normal, romprehende, como se la-
be, tres classes : primeira, a grande massa composta
ai firgeni laboriosas, que se encarreaam do cuida-
do dos lilhos commns da repblica, e fazem lodos
os Ir; hallios da citada; leguudu, das formigas fe-
cunda, iracas, molles, inlelligenlrs ; lerceiro dos
lilhos doenlioi que nao nsscem senAo para morrer.
A inmeira classe he na realidade o verdideiro
peti. Ora, ueste povo acham-se dual divisea injui-
triaes. dous grandes corpas de ohreirns. I'm faz lo-
dos os serviros pesados, transportes de objeclos, pro-
caras longiuquas e perigosss de vveres, e em cas-
de ne,-c-id i le a guerra. O oulro que eil quasi
Submclto esla sempre em casa, recebe os mileriaes, fabrica a habi-
tara i, cuida na economa interior, e principalmente
na urande obra da cidade, a educajAo dos filhos.
As las corparajoes, a dos prisioneiros e guerrei-
ros, ii das amas e criadas sAo entre as ruivai. por
exemplo' de estatura desigual, porem idnticas em
eipecie, em or e em orgamsajAo.
A igusldade moral parece perfeila enlre esses
guerrairos de eslitura alia, e as pequeoai industrio-
sas. Se ha algums difleren;a poder-se-hia dizer qoe
a cla-se das pequeoas, que fabrica a cidade, e forma
o povo pela educajAi be a verdadeir* parle essan-
eial, a vida, a alma, a qae em ctso do necessidade
pode por si s constituir a palria
Ora, eis que Mr. lluber descobre doai especies a
ruva e a vermelln a qual falla juslamanle essa
classe essencial, esse elemento fundar.-nial das ci-
vaccas. Essas lagartas collocadas no extremo lim- | dales dai formigas. S-. filtas-e a classe accessora,
le da vida animal, de organsaeAo variavel, vivipa- is-o nn sorprendera menos. Mu o qaa falla aqu
ras durante o yerAo, ovparas no outono sAo cralo- I he a bise, o fonda vital, a razAo do ser. i. ,n- i-n i-
ras muilo humildes, e prodigioiamenle inferiores em menos admiraeAo o depravado expedienta, porque
intelligencia as formigas. O rnic oscopo as mo-tra lobsistem as rivas, d i que monslruna lacuna que
A scena mais admiravel a que se pode assistir,
he urna casamenlu de formigas.
As maiores loucttras sao, como se sabe, as dos sa-
bios. A honesta, econmica e respeitavel repblica,
aprsenla entao (um s dia no anno, be verdade)
um prodigioso espectculo de amor? da furor?
nao se sabe, poim cheio de veitigens, e, digamos
mesmo de terror. .Mr. Uuber acha nisso o aspecto
de uma fesla nacional.
<\)ue festa entao !.. eque scena de embriaguez !
I'orm nada podo dar-nos urna idea do seinellianie
ulTervescencia.
Eu a observei cm um dia tcmpcsiuo-o das seis
para as tela horas da larde. Ese da foca en-
iremeado de aguaceiros( e de sol. O liorisonte
eslava mui carregado, ponm o arse achava sero-
no. A natureza repousava um pouco anlos de
recomejar as grandes chuvas.
Sobre um lelo baixo e inclinado euvejocahir
ao mesmo lempo como nm deluvi de insectos ala-
dos, que pareciam lui-os e delirantes. Ser-me-
hia imposiivel descrever sua agilajao, suas carret-
eas desordenadas, seus saltos e suas quedas para
hc;arcm mais brevemente aos seus fins. Muilos
pararan) e amaram. O maior numero andava in-
cessantemente ao redor, o sem nunca parar. To-
dos eslavam uoanciosos por viver que isto mesmo
os embarajava. Esse destjo febril fazia modo.
Terrivel idyllio! >inguem podia saber oque
ellesqueriam. Amavam-se.ou devoravam-se? No
meio dessa multidao de noivos, que nada reconbe-
ciam, andavam oulras formigas sem azas, que ala-
ra va m principalmente as mais embarajadas, mor-
diam-nas,e pu\avam-nas lano que jul;ainos ve-las
dospedacar os amantes. Ella? queriam o soraente
sor obedecidas o faze-los lomar a si mestnos. Esse
vivo pantomino era o consclho da sabedoria poslo
em 3cjao. As formigas sem azas eram as sabias c
rrcprehensiveis amas, que nao leu lo (ilhos, criam
os das oulras, e soffrem lodo o peso do irabalho
da cidade.
Essas virgens velavam sobre as amantes, c prc-
guijosas, e inspeccionavam severamenleas nupcias
como o aclo publico que lodos os annos rufaz o
po\o. Sen temor natural era que esles loucos
alados nao fossem gozar do amor em ouira parle,
e crear oulras povoacoes independeiues da inai-pa-
tria.
Muilos cedan), e deixavam-se conduzir para a
palria e a verltide : porem oulros obslinavam-se, e
voavam decididamente nao quereudo seguir seno
o amor e o capricho.
Foi uma \isao admiravel, um sonho ilianlaslico
que nao deve jamis sabir da lombrunca.
Pela amanba nada recordava os furores da ves-
pera a excepeo dos dcslrojos de azas arrancadas,
as qaaaB luriamos adiado os vestigios de urna uni-
r lardo de amor.
II.
Seus rebaiibo- e seos escravos.
Ouando, lento lluber, soube pela primeira vez
deste fado lin^alar e prodigioso, que certas formi-
gas lem eseravns, adinirai-me muilo (lodos Dearara
igualmente admiadoa a esta evlranha ravelacAo1' po-
ra** lilil principalmente tristeza e pazar.
Oue 1 deixo a historia doi homens para procurar
a innocencia, spero encontrar pelo menos entre ns
animaes a juslija inalliravel da natureza, a recu-
len, ir da cidade, os arrabal los. ai ruaa que cundu- dJo primitiva da crearAo, procuro entre esle polo,
em ao exterior, e as Iravcs-as dos suburbios. De-| qae at niao amava e estima va, povo laborioso, i eorpo eitas guerretras uSe lesm a liberdade de ;a-
sempie curvados e comando incessanlamente. Sua
allitude lie a dos nossos animaes dom-slics. Ellas
servem as formigas de vaccis de leile. Afim de li-
rarem proveiln dellas em lodos os lempos, as for-
ra gas as conduzem moitas vezes para o formi^oeiro
onde vivem maravillosamente unidas. Ellas cui-
dara nos ovos das lagarl-s, no nasciinenlo dos filhos,
e regalara as lagartas adaltas com seus vegelaes pre-
dilectos.
as sitoaees em qae seria diflicil lrausporta-lss
e po las nos curraes, deixsm-nas no mesmo lagar, c
collocam ao redor ramos e muros de Ierra que cer-
cara tola a arvore. Podemos chamar isso os par-
ques e as ti/en las das formigas. Ellas vio nr le-
lil ir as suas vacuas a cerlas horas, e algumas vezei
conduzem os lilhos ao meio do rebanho para Ibes
diilrihuiem mais facilmenle a niilricAo. Assislu
muilas vezes, principalmente de larde, a essai sce-
uai htfllaiiden*, ao quaes ale tqui nAo falla senao
ura I'aulo l'oller das formigas.
Note-se que essas lagartas, Iransportada oo con-
sona las no mesmo lugar, tema finUgem inapre-
ci ivel da garanta e da defeza da formidavel rep-
blica. Se jo lefio das lagartas fasaim cliama-se um
pe iieno insecto e oulros animaes s-lvgens se alre-
vessem a aproxinnr-se do gado das formiga!, senti-
ran) cruelmente as Tulles mandbulas e o ardenle
accido frmico.
Nada ha ate aqu digno de censura s.ln gados e
uito escravos. Ellas faiem o mesmo que nos fazemos;
nsain do privileaio dos enles superiores, e asara
delle com blandura e com mais allenrAo do que o
homem.
Porem eis o pona delicadc. Ha duas especies de
formigas bastante grandes, e alem dislo em todo le-
meibauies, que empregam como servas, amas ou co-
zinlieiras, as formigas pequeas que lem muilo mais
arle e mais enzenlio.
liste fado singular, que parece dever mudar lodas
as nossas ideas sobre a raoralidade animal, loi des-
cobertu no principio do presente secuto. Pedro llu-
ber, libo do celebre observador daa abellias, pul-
seando nos campo, junto de lenova vio una forte
columna de formigas rnivaen que cnminbavam, e
lembrou-se de segu-la. Nos flancos algumas maii
apressadas iam e viuham como para alinhar a co-
lumna. Uepois de om quarlo de hora de caminho
ellas parara diante de um formizueiro de pequeas
firraigas prelas : ura combale encaruijado Irav u-
se a's ponas.
As formigas prelas resislem, mas em pequeo nu-
mero, a grande massa do povo atacado fugia do
combale pelas portas mais afastadas, levando seus
lilhos. Era justamente desses filhos que se tratsva ;
o que ellas con 'azAo receiavam era um rouho de
filhos. Elle vio pouco dipois as assallanles que li-
libara podido pendrar na praja, sabir.m delta car-
regadas dJs lilhos das prelas. Crr-se-bia ver ama
descila de negreiros na cosa da frica.
As ruivas, carregadas de suas presas, deixaram a
pobre cidade vuva lamentando essa grande perda, e
lumaram novamenle o raminho de soa morada, para
a qoal seguio-as o observador coramovido, e quasi
relendo a respiraran. Purera sua admirajAo aug-
mcnluu se quaudu, chegsnjo a'a | orlas da cidade
das ruivas, mu las furmigas pelas vieram receber as
vencedoras e allivia las da carga, acolhendo com ale-
gra visivcl is-es lilhoi de sua roca, que sem duvida
devam conlinua-la nessa Ierra slranaeira.
En ah pois uma cidade mixta, na qual vivem em
boa harmona formiuaa fortes c guerreiras e formi-
goinbaa prelas. Porem o que fazem estas 7 Mr.
Ilub-r uAo lardou era ver que com effelo eram l-
menle ellas que faziam lodo. S elas con-lruiam
s ellas cnavam oa lilb is das ruivas e o de soa es-
pecie qu* Ibes eram Ir-zidos ; so ellas dmimslra-
vam a cidade, a limentajAo, serviara e nolriam as
ruivas, as quaes, como enancas lilhai de gigantes,
recebiain indolentemente o biscalo de suas pequeas
amas. NAo liuham oulro Irabalho senAo a guerra, o
roubo e suas piralarias de negrelras. NAo oceupa-
vam-se nos inlervallos senAo em passear e aqnecer-
e ao sol as portas de soas casinhas.
O mais curioso he ver essas criadas civlisadas
amaren, seus guerreiros barbaros, cnidareui nos fi-
lhos, cumprirem alegremente os devere da escravi-
dAo ; que digo ? levarem o leivilismo a ponto de
approvarrro o rouho dos lilboi. lulo islo nao lera
por ventura a apparencia de um livre couseaiiineii-
lo na ordem de coosas eslabelecida ?
Equimiabasi a alegra, o orulho da governar
os forlea.de dominar seas senhores nao he para essai
pretiuhas uma liberdade interior, exquisita e sobera-
na, mpeiiur a todas as que llie* leria dadu a igusl-
dade da palria '.'
Mr. lluber fez umi experiancia. Quz ver o que
sucedera, se ess-s grandes ruivas sa acbassem sem
criadas, c se ellas pnleriam servir-se a si niesmss.
Elle pin-ou qoi lalvez essas degeneradas podeisem
elevar-se pelo amur malernal, i.io forte entie ss for-
migas.
Cellocoo algumas em orna raixa de vidro, e com
ellas cerlo numrro de njmpbas. Instinclivamente
ellas eomejaram logo a revolve-las e a embala-las a
seu modo ; mas bem depressa acharam ( eram IAo
grandes IAo eordas que era um Irabalho mui
pesado, deixaram-nos ahi pelo chAo, e abandonaram-
nos. Ellas abandonaram igualmente a si mesmas.
Mr. lluber havia deitado om pouco de mel em om
cinto da caixa, ellas nAo tinham mais do qoe ir bus-
ca-lo. Miseravel degradajAo '. Cruel paoirao com
que a escravidAo fers os senhores Nem ao menos
locaran) no mel ; nem meimo pareciam conhere-
lo ; Hnham-se tornado IAo grus-eiramenle ignoran-
tes e indolentes qoe nAu poliara mais nulrir-i*.
tina parle dellas morreu dianle dos alimentos.
EnISo lluber para complelar a eipertoneia lanjnu
dentro da caixa uma so formiguinha prcla. A pre-
senja dessa criada inlelligcnte mudoo ludo, e resia-
bcleceu a vida e a ordem. Ella dirigio-se logo ao
mel, e deu o s imbecis moribundas, fez uma casi-
nha na Ierra deposilnu nella os filhoa. praparoo-
lhei o nascimenlo, vgiou sobre as nvmphas e resii-
luio a abundancia a un pequeo povo, o qoal sendo
i em depressa Irabalha lor devia ajudar a sua ama.
I'eliz poder do espirito I'm l individuo reilabe-
leceu a cidade.
Oohservadorcoinprchendeuenl.il que com lal
luperidade de intelligenela eslas criadas devam na
reali lade enltrer faclinente na cidade a escravidAo,
e talve? i-osernsr aos seus senliures. I'm esludo atu-
rado mostruu Ihe com ell'eilo qoe assfm era. As for
niisuiuhas prelas leem om muilas cousas uma aulo-
ridade moral, cujos iignaes sAo bem visivai.: nao per-
iniliem que as ruivas, por exemplo, saiam sus para
correras inuleis, e i neani-na- a voliar- Mesmo em
as forja a recorrer a isso.
Ah lia iiai mysteriu, qne hoje ceilamente nAo
pode ser explicado, porm que a historie geral da
especie.de suas emigrajes e mudanjas provavel-
mente esclarecera, (luem nAo sabe quanlo os ani-
maes modificam-se no interior, e no exterior, em
suas fumas e em seus cuslumes por nma mudanja
de_ lugar'! (luem por exemplo reronhereria o ir-
mo de nossos cAei de lila, do cAo de S. Bernardo,
do cAu gigantesco da Persia, que estrangulava os
leies, no cAo abirlivo da II nana IAo Morenlo,
que nes-e mesmo clima a Balaran* reveslio-o de
nm pello denso, que o occulla, e faz delle qaasi
um enigma.
0 animal Iransplanlado pode loroar-ie um mons-
Iro.
As formigas lambem bAo ldo lalvez suas revolu-
joes, suas inudaiijas i bjslcas e moran medida
que o glubo habitado por loda a parle lem f.voie-
cido estas emigrajOes. Muilas especies nos agr-
lavis climas d(a America cunservarara a industria
de fazer mel ; as uossas nao o -lem fazer, o sAn
pnr isso ohrigada a recorrer as lasarlas ; dahi uma
arle, em pru^resso, a industria de criar, guardar e
cun-ervar esse u idc.
1 mas especies lem podido adianlar-sc, enlrelan
(o que oulras lem relrugra lado. Ene assim que
eu explico essa correrla das ruivas. Sao pruvavel-
mcnle classes emigradas e .esmoralisadas, frasrneu-
tos de cidades decahdas, que per.leram suas artes,
I qoe nAo viveriam sem esa- mei* brbaro e deses-
perado da esrravido. Ellas nAo lera a classe ar-
li-la, educadora, lem a qoal todo o povo perace.
Kedo/ida a vida militar, noviveriam dous diai, se
nao tivessera amas. Para nao perecerem vAo mu-
bar essas formiguinhas prelas, que ai servem, hi
verdade, poim que tambera ai go>rrnam. E islo
nAo fij no inleriot da cidade, como oo exleriar, de-
eidindo suas qneiloes, ou adiando-as, regalando em-
lim a guerra ; entretanto que as ruivas era lugar
de regularen) os negocios da paz, nem pareccm ao
menos comprehende-los.
Triumpho singular da iiilrlligincia I'uJer in-
vencivel da alma .'
III.
A guerra civil. A eilerrainajAo da cidade.
Uma paniego du lyranno he que, eail.ur i queira,
nAo pude facilroenle livrar seu captivo. Assim du-
rante o lempo em que o mea rouxinol canta, eu ve-
jo que elle sent bem piuco sua caiola, e o seu cap-
liveiro parece leve ; porem logo que o seu canto cis-
sa, comparlilho de soa melancola, c vnl(a-me sem -
pre *o espirito e-la que.-l.1o Como livra-lo 'n Elle
nao labe roais voar, a quasi nao (em mais azas.
Aehaii,lo-se livre parecera a' dous pasios. A* bber-
dades de que elle goza em Pars em uma grande c-
mara, e aqu em l-'oiilainebleau em um jardinzfnho
-Ao na verdade hem pouca cousa. Pouco se apioveila
deltas tica qaasi sempre occullo era uma groieleira
medilimlo e esculamlo. O qae elle ouve, os cantos
alegres daa lutinecras, vozei de amor e malernidade,
auginenla-lhe a tristeza, legua lo creio. lano ,ue
aqu no ar livre, sub o ceo sereno, em ama liberda-
de lelsliva, elle perdia o appel-le, e nAo quera mai
comer. I.embre-me de reslilur-lhe o lea rgimen
natural, e nutr- lo dos inserios que se ene mlram
nos bosques. Oulra ifficuldade. Quem nAo leria re-
pugntncia em procurar e conduzir prezas para se-
i em devoradas vivas ? Julguei que seria mellior dar-
Ihe insectos ainda nAo nascidui, inertes nvmphas
adormecidas. Vendimie mu lo cm Fuame!.I -mu.
onde os senhores fais&es, raja feudal, nAo dignam-se
de comer oolra cousa senao ovos de formigas.
Astim a 8 de jiinho ao anoilecer Irooieram-me do
bosque uma grande porjAo de Ierra mi-lorada de pa-
daciuho! de pao, e sobreludo de raminhos de arvo-
res du norte, espinhoide abeto, uu fulhinhas puntu-
das que parecem espinhos.
ISo meio os habitantes misturados, de lo 'os os la--
manhaa e estados, ovos, larvas, nymphai, obreirai
mui pequeas, formigas grandes qne pareciam ser
guerreiras a prolecluras, emfira algoraas que acaba-
vam de lomar leas vestidos de napcias, as asas qu*
Irazem no momento iio amor. Era ama mostra com
pela da cidade variada, porem marcada cora o mes-
rao s -nal, por qne lodo esse poro Ingoeiro tinha na
parle posterior do pescojo uma mancha igual ver-
melhu escara. Como classe e prot-iio de formigas
ellas eitavam bem carcter isadas pela soa mesma ha-
bitae.i i, anda que perturbad i ; erara formigas car-
pinteiras, das que formavam suas moradas superio-
res ci m pedacinhos de madeira.
O povo, apezar dessa grande modanja de silua-
jAo, nao eslava abatido. Conlinuava seas negocios.
O mais importante era sublrahir os ovos e as nvm-
phas aeeAo de ura iol mui bule. O mov ment
geral as tinha tirado de seus suhlerraneo e deixado
deseobertas. As formigas pequeas oceupavam-se
niiso. As grandes iam e viuham, faziam rondas,
mesmo cxleriormenle, ao redor do grande vaso da
barro qoe runlinha esse fragmeulo desmembrado ds
ci la. e. Ellas andavam com paiso firme, e nAo re-
coavam dianle de cousa alguma. Nos mesmoi nao
Ibes feziamoi medo. i > lando Ibes punhamos dianle
; algura ubslarulo, algum ramo oo dedo, ellas assen-
lavara-se sobre os rius e agilavam inaravilhosarainte
os brajas contra us como ura gato pequeo.
Em sua ronda ao redor do vaso euconlravam na
arfa formigas prelas (iranio a crde cinza, que tem-
se a[ o,salo do nosio |ardim,fei(o grandes eslabileci-
mentos. Estas n.lo recorrem i madeia, porem edi-
ficara de pedra e ral,leudo pai a cementar a Ierra sua
aliva.e para secca-la e torna la sadia seu accido fr-
mico.
terranen e saludo por lodn as suas portas.
A areia tinha desappareeido debaiso deisai lonjas
columuai prelas, n.s-os pasieios eilavam prelos e
vivos. O sol, cnjoi ralos cahiam perpeuirularmeule
no jardim, ahrasava a multidAo, a qual lodavi* ca-
minhava cada ves mail apreisada. Vivando sempr*
debaixo da Ierra,ellas devera ter o cerebro mu sen-
ivel. O grande calor, e principalmente o timor de
que esle giganici invasores nAo emprehendesiem al-
guma coosa sobre suas familias, as impellia iolrepi-
dameole ao encontr da morle.
Essa morle nos pareca quasi certa, pois cada nma
das grandes carplnleirai pelo seo laraaoho e grossar*
valia bem oilo oa dez dessas pedreins. Nos primei-
ro- eoconlros linhamos visto qoe umi das grandes
malava ama pequea com um s golpe.
Ai pedreiras liuham por ti o numero. Mal de que
Ibes servia '.' se ai primeiras fileiras morrian apenas
paravam, o mesmo havia de socceder ai legoada a
lerceiras ; pois o ejercito avanjando nAo fazia raaii
do que forneeer roas victimas, l'aes eram nossas
inquielajOes. Temamos lado pelas pequeas iodi-
genas de nosso jardim, perturbadas pela entrada de
um povo eilrangeiro, que nos mesmoi linhamos con-
dazdo, povo mal educado e brutal que sem provoca-
ci algaina tinha aisignalado eos viada matando
os pobres habitantes do paiz.
Datemos confessar quesomente bavamos compara-
do as forjis maleriaes, iem lavaimos era conla as
Ion; i- mor >c-. Vimos no primeiro choque uma des-
treza e iolelligencia da parla das prelas que nos ad-
mirou. l)e seis em seis ellas apoderavam-se de uma
das graades, cada uma agarrando e lomando itnmn-
vel ama perna, e oulras duas subindo-lhe as coalas
sallavam-lhe as antennas e nAo as deisavam mais,
de sorle qu* esse gigante assim ligado em lodos os
seas membros ficava como um corpo inerte. Elle pa-
reca perder o espirito, e nAo ler mais comciencia
da enorme superioridad! de suas forjas. Vinhara en-
lAo oalras que por baixo e por cima malavam-no sem
perigo.
A scena visls de perlo era horrorosa. Por muilo
inlaressa qaa as pequeas inspiassem pelo sen he-
rosmo, sos furia eaosava horror. Era irapossivel ver
ira piedade essas pobres gigantes garroteados, ar-
railados raiseravelmenle, posados para a dir la a
para a esqoerda, nadando como no mar, neiai on-
das de raiva e en'arnieamento, cegoi, sem forja a
sem resislencia, como Traeos cordeiros no malsdouro.
Bin quizeramos separa-los ; porem como fazi-lo?
Eslavamos dianle do infinito. Ai forras do homsm
expiam, dianle de laes mollidOes. Podamos em ri-
gorfazer-lbes um diluvio geral. Porem slo nao bss-
laria. Ellas nao abandonaran) a preza, e quaudu as
aguas se (irtsaem retirado, a carnificina continuarla.
O nico remedio porm alroz e peior do que o mal
era reunir pilha, e queiinar os dous povoi, vence-
dore e vencidos.
O que mais nos impressionoo foi qaa na realida-
de bem pouris dai grande! eslavam garroteada e
presas. Se as qoe eslavam livres eabissem sobre as
assallanles poderiam iazer-lhei facilmenle uma
horrivel carnagem, visto quo a iua acjAo era lio ra-
pila, sellas davam a morle com um l golpe. Po-
rem uo le lembravam disto. Corran allonitu, *
fugiam juslamenle para o lugar de maior psrigo,
para o centro dus inimigos. Ah nAo eslavam so
mente vencidn, paree a ler enlooqaecido. Ealre-
lanlo que as pequeas senlindo-ie era sua caa, em
sea solo, moslravam se IAo filmes, as graades eitran-
geiras, sem raizes, fragmento desesperado de uma
cidade aniquilada, nada cmihecendo no paiz para
onde liuham sido Iransplanladas, seulam qaa ludo
Mies era hostil, ludo emboscada, e nada abrigo.......
i.-tadi deploravel de ora povo, cuja palria perecen,
o que lem per'ida sens deusia !
Ah '. eu os desculpo. Nos mesmos linhamos qua-
si terror de ver essas legiei ds morle, esle terrivel
esereile de pequeos i nilelos prelos qaa linhara
esclalo o infeliz vaso de barro, nene lugar estrel-
lo luflbcado e rdeme nAo leudo mesmo espajo su-
biam mis sobre os oulros. A medida que lornava- -
ie cerls-a derrota d-i grandes, manifeitavam-se bor-
nveis app, lites entre hs prelas. Niis o presenciamos...
l-oi ama scena inesperada. Em seu pantomimo mo-
do, mas horrivelmente eluquenle ouviinos esle gri-
lo : Seus lilhos eslAo gordos :
O guloso eiercito das magrai lanjou-se sobre os fi-
lhos. Esle de ama raja superior eram muilo pea-
dos ; alera disto o envoltorio oblongo dai nvmphas
de contornos ledondos ofltrecam poneos lagares por
onde i s.em lomados.
Duas, tres, qualro formigoinhis prelai reonindo
seas e-foreos eonsegaiam diflicilmenle fazer subir
om ovo do fundo do vaso de barro pelos lados vi-
dralos. Ellas tomaran) rnlao urna resolojao terri-
vel : fui arrancarem isses caslos e condozirera l-
menle os filhoi. Operarao diflicil, pois eslo dhera
forlemenle, e leua membros eslAo alem disto pga-
los mis aoi oulros ; de lorie qu* esse desenvolvl-
meulo vilenlo e sbito nao quarlejamento. Ellas os earregavam assim mesmo,
palpitantes e dilacerados.
A principio linhamos visto limpltsmente nessa lo-
mada de filhos uma scena do roubo de escravos, mui
eommii'i) entre os homens as formigas ; mas en-
lAo conhecemos qae s cousa ers oolra. Arraocando-
os craelmenta desse envoltorio, qoe he para clles a
condijgo da vida.annnnciavam muilo bem que pouco
Ihes imporlava qoe fieassem vivos. Era carne que
levavarn, uma preza lenra para os mojos qae esla-
vara em casa, os filhos gordos entregues ao furor dos
filhos magros.
Para comprchender o horror dessa scena be mi-ler
saber o qu* sao os grandes ovoi das furmigai, qu*
impropriamente chamam-se ovos, mal qae ISo suai
nymphas ou chrysalilai, pequeas formigas organi-
sadas qne debaixo do veo fortifican) sua existencia
ainda delicada.
Ellas ahi Picara para fuerera nm progresso de is-
h lez e decr.
Esse veo mui delgado que as envolve, be como lo-
dos sabem, de cm branca amarellala. Abrindo-o
um pouco anles da -,bi la do nstelo perfeilo cha-
se om enle juslamenle da mesma rr curvado aobre
i mesmo, como o embryao homano no icio i ius
mAi. Com ni membros eslembos ella (prsenla o
aspecto da futura formiga, mas diluir* lingularmeu-
le pelo carcter : a cabsja nAo (em expressao ; le-
vantan lo-seas antennas. que entao pare em orelhas,
essa cabrja branca asieafllha-se de ara coelhu.
Smente o olhs que lio dooi ponloi negros, sn-
nunciam a cor prxima. Quanto ao mais nada faz
presentir que esse pequeo animal lo dbil tenha
de ser dentro de alio dias o enle negro e IAo enr-
gico, cheio de vida, qae val correr aobre a Ierra com
esia furor de Irabalho e da rdanle aelividade.
Compreheode ae qoe neisa estado as nymphas de
forminas leitoias e succulenlas lejam ama comid*
mailo appelitos* pira is avsi para ama infini lade
de entesqa* ai procuran) eom avidez.
Smenle abri ama nvmpha doi oltimoi dias.|Ets*
visls (com um oculo qoe augmanlava qoinze vezes)
era mui penivel. O enle iliva completo e formado,
ja prelo do venlre, arnarello na parle posterior do
pescojo. A cabejt era inlelligenle como a de ama
formiga velha. mai paluda a paliando do arnarello
o prelo. Essa cabera p-sade, ainda fraca, e como
eheia de verlgam, cahia para a direita e par* a es-
querda com ama apparencia singular de somnolencia
e de dor. Pareca dizer : Ah I tAu cedo Ter-me
chamado lao cruelmenle, antes da hora, de meu
brando berjo ao doro trabalho da vida !... Sem du-
vi la morrerei !u Todava, afim da fazer face as cir-
cumilancas desconbecidas de su*i
ida, esforjsva-se
para desembarajar ss pernn que eslavam pgalas.
As aiiieunas ja'se nchavam perfeitamenle livres, e
agilavam se para peretber o mondo novo ; esse o'r-
aAo lodo ceiebral indicara basianlamtnle a agita<;ao
do cerebro. Seu maior pezar era nao poder livrar oa
dous bracos. Elles eslavara gradados eom uma coas*
que pareca isngae paludo, e o pobr* en(, j-' pru-
dente e receioso, nao podendo complelar seus meiua
de defeza, (rabalhava violentamente pira arrancar
-en dous brajos ensangoenlados.
Expliqoei islo com alguma extensAo para fazer
O que Ibes (orna o lugar rr.oi agradavel lis que as comprehender o inleresse apaixonadn que ai formi-
rnse ras, as macieiras, os peceg'jeiros, Ibes fornecem ss tomam por essas bolas qae nossa visla acharia
'm aliun lau-ia os rebaulms de lagailai da qoa alias iii liram a especie de mel para si e icui filhos. I"' desse delicado lecida palpitar a crianca debaixo
O en-oulro foi pouco amigavel. Anda qua os I deslas duas formas enlernecedorai, ou a rrealora in-
grandes carapinleras livessem enlre si frmicas moi | norenle que ainda lonha, oa o enle ja' formado e in-
teqeenst, todavadifleriam muilo das pelas pelas I lelligente que percebe lulo e nAo p.le defender-se
rasa grandes pernal e pela msneha vermeltia sobre a I qu* mesmo antes de ver a luz do da pode ler lodos
par c posterior do pe-c eo. Kllas foram desapieda- os receios e a agilacAo da vida.
das Saspeilavsia lalvez que eslas pelas vagaban- A itnpresso mais penivel para os pequeos in-
das i i-sein einiSe enviadoi pars obserearearmar ,.,irt i,n ir.r. ,.-:__ ,
iseciosneo irio repentino, ao menos a nudez, a
ex posicio 40 at ea luz. Isso lites he lao desa-
gradavel c doloroso, que em certas especies be a
origem de suas arles, do anas mais engenhosas in-
veneVes. Os ovos. aa.nymphas daa formigas cm
seu pe |iieno casulo transparente, e ainda mais a
privada, sen lem com extrema
emboscadas a' c.donia emigran!* que Beaba** d
desembarcar. Al trandes carapinleiras inaldrambem
dai resae as pequeas pedreiras.
I.-le arlo leve re-uUatos lerriveis e incilenliveis.
Inlilizincnle o vaso eslava cnllocadu junlu de uma
maeieira cubera dessas lasiarlea paitada* que tanlu
all'geni os jardinciros e alesrsni as fui migas. Nossas
peilreiras aciliavam de lomar pusie do piecmso re- larva que delle li.
baubo, c linham-s acampadn mesmo as raizes da eentiliilida/l Irulos a
arvere p*ra mais facimenie lirerera prove.to de.it,. ,, ',,,ll,u8'! ^ ra ri8t>es atmosphencas.
Eslavam ahi debaixo da Ierra, em curpo e em um | 3 ruluauos delicados e incessanles das amas
numero infinito. para condiui-los deseando ou subindo seus Irinla
A morundade leve lugar a's onze horas. AsonwIouquarenta andares para guarda-Ios do fro, da


MUTILADO


.




lium.JaJo, a tamben do evoesso da calor. Um
grao de rCais ou do menos lie para ellas a vida ou
a morie.
Cruel o trafica mudanza para essas illias do
amor, tratados ai<^ enlo cora oxcessivos mimos, c
niclhor do (po princezas, ficarem repentinamente
mas, despojadas a dentadas. LancaJas sbita-
mente ao sol rdeme, arrastadas por todas as as-
perezas da. urna areia grossa, infinitamente sensi-
veisem sua nova nudez aos choques, o tallos i]ue
seus violentos inimigos nao lites poupo.
Teni se visto as cidades tomadas por um ini-
migo furioso quo o furor abra os tmulos dos mor-
ios. Mas aqu assisliamos a exbumasodos vivos
ao despojamento dessascrealuras innocentes o to
vulncra\eis, pobres carnes sem opiderme, para as
quaes o mais teve contacto leria produzido ja o
dor.
Kssa inmensa execuco sobre o povo e os fillios
oi tao precipitada que as tres horas da larde ludo
eslava quasi acabado : a cidade oin lodos os sen-
tidos despovoada e saqueada, e scu futuro aniqui-
lado sem resurreicao.
.litigamos que alguma fugitiva poJia oceultar-se
ainda, que os vencedores abandonaram lalvez esse
descro, se nos as deslocasemos traosporlando-as
rom a cidade destruida para urna coclieira fora do
jardim, .o que enlao se despenara nellas o pensa-
inento de sus familia, a qual nao podiam levar
mais nada para devorar. Com effeto sso reali-
sou-se.
Na maniu de 1. dejunho ejlas estavam espalda-
das por todas as ras que terminavamjem sua lia-
bftacao. Maso deslino dos vencidos eslava con-
summado. A cidade defunia e muda nao era
mais do que urn cemilerio, no qual com alguns
corpos dispersos somenle vam-se pedacinbos de
madeira c os fnebres espinhos de pinheiro, tao
morios como[a cidade.
Confesso que urna vinganca tao desproporcionada
ao acto que Ibo dera causa ou prolosio tinlia-me
indignado fortemente, c meu corarlo Dudando de
partido eslava muito indisposto conira essas barba-
ras formigas pelas.
\ i muitas passeando ainda implacaveis sobre as
ruinas, fiz-lhes sallar por cima dos muros (quero
dizer das bordas do vaso ) Em vao so me repre-
seulava que essas formigas pretas linbam sido pro-
vocadas, linliam,rooslrado a maior eoragem havendo
atirantado um perigo (al que eu as suppunha an-
tcripadamenle perdidas. Eram tribus selvagens,
rrueis, mas heroicas como os Iroquezes, oallurons,
os bures vnrjalivos que povoavam outrora as flo-
restas do Mississipi e do Canad. Essas razes
tao boas nao me aplacavam. Sem querer esma-
ga-las confesso que se essas pretas ferozes se aehas-
sem as vezes debaixo do nieus ps, eu nao os afas-
taria.
O desgranado vaso vasi me relinba. Na tarde
do dia 11 ainda estavamos abi assentados no chao,
c tnui pensativos. Nonos olhos filavam-sa no fun-
do, sobre a immobilidade perfeila nos obslinava-
inos em querer um signal de vida, alguma cousa
que dissesse ainda que tudo nao eslava acabado,
Kssa vomade fixa pareceu ler a forja de urna evo-
rac,o, e como se nossos desejos tivessem feito vol-
tar a vida algum miscravcl espirito da cidade viuva,
urna das victima que tinham escapado appareceu,
precipilou-se fora de campo de mora, correu...
K vimos quo levava um berro.
A noiie ebegava, e ella eslava cm um tugar in-
tciramenle, estranbo, e lioslil, povoado de scus ini-
migos. Algumas covinhas raras que podiam pa-
recer asylos eram justamente as boceas rio inferno
dos negros. A infeliz fugitiva com o peso desse
filbo, que sobrecarregava sua desgrana, corria al-
lonila e sem saber para onle. Eu fl segua com
os olhos, com o coracao, mas a escuridao foz-me
(lerde-la de vista.
Teades a pereorrer nin ladlo bullanlo afano.
o, onde um (lia ppl.careis todas eas sublimes
Iheorias do direilo, qoeaqu aprenderles ; de todos
os eonhecimenios dmanos, os mais impurlaules i
ordem pul.lica.
A primeira noeesaidada de um paiz e de um (in-
vern he a (rtica, leja qoal fur a regilo cm que a
Providencia o t.nii. enllocado a sua oraaoisaclo
publica <1ji o ruii nu.i l'r. Heilor Pinto, a ordem lieilcsordem.o des-
canso Irabtlho, a Rloria infamia, a vida mirlo a, e
juman poderla cxislir naquelle onde ai Icis fossem
eomprthendidas, o governo e a m.Riitruluri con-
Iiadoi a pessoas alheia a ciencia do direilo.
Ja vedis qual a inipoitanria da ciencia qae pro-
residn. diise direilo qoa o Kninde Cicero franeez,
Mirabeau, chamou o soberano do mondo ; e qual a
allitu.ie qoe lleve s lomar em relaejlo ao eu uhjec-
10, o julo, l,ln tierno como a verdad, lAo indepen-
denle da relima, coslomei e climas, como das ra-
tas e distancias, eque, na bella plirase doSr. Cuu-
sin, li- iiin,i dai Rtonas da ualureza liumaua.
O grio de bacharel formado, em ciencias jurdi-
ca e sociaes, que ainda da pouco icahastis de reco-
bW, voi fazendo entrar na viJa publica, nessa vida
t.lo edeia de responsabilidad e agras d.cepc,Cei, co-
mo de futuro e iilorias: vos sobreaarrega d novos
leveres para com a dumanidade e a patria.
Braail, notsa querida patria, com a fronte ins-
embrada de esperonca, ludo espera de sos, no-
vos apodlos da ciencia e do progresio : e lem ra-
za > em esperar !.. Elle condece a lei providencial
dos equilibrio!, pira que erando em sua nalureza
colosial e vigorosa, descrea de vossat inlelliRiiicias
digna de a comprebender, de vo*aaa iulelliRnicisa
que vAo impregnando daiidaa aflagsdoras do lu-
luro. Cr no vus.o patriotismo, amor ordem e li-
bsrdade, feotes inexolav.is de lodo bein-tslar so-
cial.
Sun, nesta dora lolimne, em que te confunden!
amarRora e pranto, consolacoes e regoaijos, unle
minenlo em que o coracao e aperla so preparo
da partida, depois desia uniSo da cinco annos lo
proverbialmenle fraternal, em que liveste a< doru-
ras de colleRuismo da amizade ; prumettei-lhe
com toda as forjas rfe voa almas e do juramenlo
aulemns, qoe acabsi de prestar peraole l)eo e os
horneo, realisar a vossas mais uobre conceptes,
vancr todas eisas ideas subversiva* a moral e a or-
dem publica : vos que anda sois iiumaculados da
v.Mieno.a corroii.. lo que hoja ludo ai-alta.
Succedei em inlelligeucia e probtdade a loda essa
plyade glorila de estadista e jurisconsultos que
com nulo segura felizmente hoje dinge o dtslinos
de nona trra natal ; no seut r do Sr. Pereira e
Sooza, man necestanos a lociedsdt, que o hulo-
riadore, phvsicot e piutorea, poi san lo depoailanos
do cdigo sagrado ilui uireilu e devere do ctdadlo,
lltei eusinam o justo e o injosl, o permitlido e o
prohibido, o que cada um deve religiio, patria
e ao soberano.
Itnilai a e>sesjuies venerandos que jaman lem
sabido abdicar o< eus foros, emhotaudoa epada da
juilija; s esses que, no diiar da Escrtplura, sito deo-
es pela ua nubre e bein dasenipeudada mis>ao, e
hroes nado clianrellec d'Aguecau,em o qus nao
sertain iiein domeio de bem.
Dixando os bsnens encolares, sede dgoos dos
voisus raeslres e do eculu que ves vio nascer :
leiubrai-vos que so s responsaveis por urna epocs ;
qu sao os grande domen, como diz Coostn. os
prololypos de um povo, que i elle ucenpam o
proscsuio, e que di nelle qae a historia o consi-
dera.
O dia de hoje, seuhores, h mais urna gloria para
a liistoria dos fautlos acadeinicus; lie mais urna
poca de porvir e aspirado; para a phalatiRe, que
Itvr, Renero balalhsr eipargc, lodos o ideiourot de sua llus-
Irar-ao, toda as suas inspiraos mais inlim, no
seio do uina oci*dade que progrede (lie cerlo), mas
que anda muilo pede da saut filhos, para o fim
Riandioso a que de edamada nos alio destinos das
nacue; que,por aim dizer, le debate entre a igno-
rancia e civjltsaco, snneldante ao crepsculo ma-

141I0 OltlBlUlfKIflO gExT* HUK *, B DEEEimO i>* IW
\<-! PAGINA AYULS&.
. A Faculdade de Direilo desia cidade inscre-
veu honiem nos seus annaes mais um dia de glo-
ria, ituunidos o Kxtit. Sr. Director Barao de
l'.auur.i;;ib'i, o damais lem .. na sala nobre,
arbando-se presentes os Exra. Srs. commandanie
dasarinas, conselheiro Antonio Ignacio de Aze-
vedo, presidente da relacao, alguns desembarga-
dores, chefo de polica, o grande numero de pes-
soas gradas, o Exm. Sr. conselheiro l)r. Autran
decano da mesma, conferio o grao de badtare) em
Diroiloaos seguimos senhores :
AgasaiolM Eimclini de l.eio, natural do Paran'.
An.celo Jusc Borge, Mar .til.ae.
Antonio Josquitn K'drtgoe Jnior, Cear.
Ueolindo Alendas da Silva Moura, Piaddy.
Francisco Kerrers Corre., Paran'.
Francisco Teiseira da Sa'. Pernambuco.
Jlo Goncalve da Silva Alonlarruyos Pernambuco.
Jos Alesandre dt Aniorm fiareis, Ceara'.
Jos Leandro deGoioye Vaaoncello>, pernambuco.
Jos Mara Kibtiro Pa'raguax, Maranhao.
llermoRtnesScrates da Silva Tsvare Vasconcel-
lo, Pernambuco.
Jos Kuliuo Pessua de Mello, Pernsmbuco.
Jos de Mendonca Reg Bsrros, Alagoa.
Tsrqiiinio Braulio de Souza Aunraulo, Hio (jrande
do ^o^le.
Padre Joaquim Giacisno de Arsttjo, Parahiba.
.loa i Florenitoo Mrira ds Vas oucello<, Parahiba.
Padre Patricio Manoel de Snuia, Paradibs.
.lo.io Srveri.no Cameiro da Cunda, Paralubs.
Joaqoim lavares
  • Joo Baplisla do Amaral e Mello, Pernambuco.
    Manoel I'iRueiioa do Paria Filbo, Pernambaeo.
    AuguMo de Castro, Rio de Janeiro.
    Domingos Monleiro Peiioto, Minas (jersts.
    Manoel Antonio Moreir.., Rio de Janeiro.
    Filippe da Mello Vascuiirellos, Alagoas.
    I.uiz HodrRiies Nunca, Rabia.
    Antonio Coluiubano Seralico de Assls Carvaldo, Ptr-
    nambuco.
    Cesar Octaviano de Oliveira, Pernambuco.
    .lo.io Bernardo de Magalhfle, B-I.ia.
    l-'rancisco Jos CirJozo (iuimares, Badia.
    Antonio Joaqun) Corre, de Araojo, Babia.
    i ioiic ilu de Almii.la Sonto. Ceara'.
    I.uiz Augusto do (Nasrin.ento Crespo, Peruimbuco.
    Manoel Joi Marinlio da Cunda, Babia.
    Jos Jorge de Carvalbal, Rabia.
    Manoel (iarcia Gil Pimenlel, Babia.
    ...I ,... Francisco de Lcenla. Badis.
    tilo da Silva Macdado, Bahis.
    Joilo Carnetro Leflo, Pernambuco.
    I rucitio*o Das Rtbeiio. Ceara*.
    Jos da Itocda Vianna, Babia.
    Joaquim Tluodoro de Cjtnelro e All)ui|rtnque, Per-
    nambuco.
    Frsncisco Jos de Souza Lopes, Baha.
    Aurelio Fcrreira IC-pinhoif, Baha.
    Jorge AugDilo de Bnlo Inalez, Para'.
    Vrenle Cyrillo Martnho, Pernambuco.
    Cenll lloniem de Almei la Braga, Maranliao.
    Kaymiiado Auguslo de Ss, Msranhao.
    Jos Kibeiro de Almtida Sanios, Badia.
    Antonio Jos d'Alcovia, Maraulnlo.
    Padre Candido de Souza Requiso, Baha.
    Jo.io de Aq uno Gaspar, Balita.
    Domingo Antonio Alves Kibeiro, Cara'.
    Gerv.izio Cicero de Albuquerque Mello, Ceara'.
    Antonio Lopes de Mendonca, Para'.
    JoAo Peisolo de Mitanda Veras, Badia.
    Miguel Cciiiuctra Lima, Babia.
    Antonio Jos de Castro Lima, Baha.
    Jos Joaqalm Oliveira da Silva. Ro de Janeiro.
    Francisco d>) Sonta Paraizo, Baha.
    Alvaro Nstor de Albuquerque Mello, Parahiba.
    Ftlipp \siier de Almeida, Sergipe.
    Il'itrique de Csrqueira Lime, Babia,
    Manod da Fonseca \avier de Audrade, Parahiba.
    Antonio Piulo da Rocha, Baha.
    "..lirado Alvaro de Cordort Lima, Sergipe.
    Justino Augusto (JaSilv, Baha.
    Manoel Alves da IWns Cordilhn, Bshia.
    Antonio da Cnnha Xavier de Andrade,' Parahiba.
    Jenuino Corito Lima, Parahiba.
    Tertuliano Ambrosio da Silva Machado, Pernam-
    buco.
    Emiliano Castor de Araujn, Parahiba.
    Antonio Jos O'A'Sumpcflo Nvei, Parahiba.
    Eha F.liaco Eltsau da Coala llamos, Parahiba.
    A por a collai.-HO do grao, o Sr. Hermegenes
    Socralcs da StliuTavares da Vasconrellus, orador
    prtviasDeDle cluilo, an nome de seus collegas,
    pioiiunt'iou o scguinle discurso ile agradecimcnlo :
    Seuhores.Rejetl.ir a i oniosa uiissao de dtrigir-
    \' i algntma p.ilavra, em uomo ^o meus charros
    illagas,sefta um erisaa tanto saaia demasiado, qnan-
    lo maior he a ronfUnca immcrcrida que, deponan.
    esa iniin ; que lenlio conscienria de minha nibliJa-
    de e nriibuiiia aplnlao.
    Saftlianl todava, como nadar, erse vol, nao do
    esHHaaaa, como ha paavea osase, porqi.e a nAo inere-
    f, iuas de amizade que cordialineiiie aprecio.
    Temos completado, mtus charos collears, o nosso
    tirocinio acadmico : '
    lacubrr.roes, e a *'
    que eoubeiles comprebender 1.1o perfeitamente 01
    ilevere de ine.lre e do pai, \i pelas vosas sabias pre-
    lceoo arraijando-nus no cora^flo a lias doolnnas
    ilo direilo e principios eterno ds vrdade o da
    _.epu..
    lutinuao brutolear o horiionle afoRueadu.
    Nao esquiraumi, meus amados collegas, om voto
    respeitoso de gratidAo e perenne reconheeimento a
    squelies que nao pouparam amor e .acrbelos, para
    levar ao cabo a espmbota tsrefa de nosta educado
    mlellectual... Aos nosios pni !.. OlvHa-lo em
    meto de nossosanrnor.s (riumplios e rigosijos, e-
    na um esquecimenlo imperdoavel contrario a todas
    as leis do corac.lo humano, seria a m re de lodos
    os impulso do cor.cao de filh >. Talvez algnns nAo
    vissem o ultimo colorido de sua obra, e com o
    eoracao rolado de saudade', eihalaasem o final al-n-
    lo, absorlui em vo.sa contemplacS I.. A e'ses, ,,,,.
    alRuma eojis que a gralidao e'reconhectmei.lo : a
    saudade !..
    Urna fembranca a osas, flores, ao desabrochar
    desiedasadas sobre a lasH fra do sepulcro : a eses
    meiro da icieucia, que irmaos em nossas lides
    acadmicas, renles no fuluro, vergavam M peso
    do desuno, varrtdo pelo Symoum do deserto, e que
    ioi.Re d* boje aqu virem receher comnosco o lao-
    rel immarcessivtl de -na. fadaa lillerarias.pelo con
    trario cnluain os bymno cele.tes proprios de ssa
    aqu eutnoo pereRriii>;3o.
    Logo que lenninou a Ieilura, mesmo Kxm.Sr.
    conselheiro r. Autran, cm lestemonho de clama
    attdadede quo se sentia possttiilo em deixarseus
    predilectos discpulos, reciou a prsenle allocucao:
    SenhoresCongralulando-me comvosco do
    homextiode vossas fadigas litterarias, haveria de
    miaba parte urna falla inqualificavel, se nao me a-
    proveilasso da opporltmidade para vos cstender do
    alto desia cadetra a mo do amigo em reconheci-
    Tieniodas repelidas demonslracoes de amor, consi-
    deracao e respeiio, que por espaco de cinco anuos
    uio benignamente me haveisdado. Gralo como de-
    vo ser a tacs lestemunhosda vossa mais pura e sin-
    cera affeicao, contai Umbem com a minha eslima,
    o os meus ardenles volos pela vossa prospera fortu-
    na ; c posto que a ausencia traga as mais das vezes
    o esquecimemo, asseguro-vos com loda a franqueza
    de quesou capaz que nunca me deslembrarei de vos
    a que a s idoa da separaco ja me repsssa o peilo
    da mais pngeme saudade. Teres oecasioes de mos-
    trarlos o que sois; e confiado no vosso culloa
    sciencta nao l.esilo em attirmar que vos mostrareis
    dignos discpulos de to sabios mesires. lie este
    empenho sagrado que hoje conIrahis, recebendo de
    mullas maos em presenca do tao Ilustrados espec-
    tadores o grao de bacharel. No uso de vossas lettras
    nao vos esquejaos nunca do juramenlo que ha pou-
    co prestasles : ao saber un a virlude, para que as-
    "ini ssjaes completos, evos lomis padrcsdo glo-
    s pais, vossos mesires c vossa pa-
    vice-presdeota
    aria .'
    ./ illusliinima cmara.Pedimos a llaalris-
    sima cmara munieip.il desla cidade para que e-la-
    belera u.na postura cm que prohiba-* corlar carne
    no agoupuis a machado E-n medida era' de
    grande utilidad? para o povo, porque ficars' llera de
    ier eiiRaiRado com as esquivlas de o.sos de qoe lie
    al.un lana a carne corlada por leinclhatile pro-
    cesio.
    i.rii-rui iaim il<|iicli(lo SI.- DISTRICTO ELEriORAL.-t.ABAMlLNS.
    Ilepuladoi.
    Os senhort:
    Rvm. vlgaria do Roqile.
    Kvm. p dre Francisco Peilolo Uuarte.
    Francisco Rd|.hsel de Mello llego.
    Supplenles.
    Dr. promotor de Garaiihuu Jo3o da Costa Dou-
    rado,
    O Sr. Marque do Buique.
    O vapor nacin.I dPeraiiiunRa.D dictado hon-
    iem de Macein e porto intermedios, Irouie a seu
    bordo os seRultiles passageiros :
    Jo Gomes Jar im, Jos Atilunes, Ignacio Men-
    des Ribeiro, padre Joi Raphatl de Macedo, 1 de-
    sertor do olovo balalbAo, R .mulo Corndi de Pa-
    ria, Antonio Das da Silva Cardjal, Antonio Carnei-
    re Penlo, Clirlslovaia de llollanda Csvaleanli, ]oa-
    quim Buarque- de >ainpaio, Manuel llnnelerio de
    Knrges Baarque, Jola Paulo Moreira Temporal,
    Antonio Chinaco Moreira Temporal, Manoel Jos
    FaliI Prente, Modesto \ irRulino da Annunciai.Ao,
    D. Mara Joaquina ds ConceirAo, -1 lilbos e urna
    criada. Jlo Raplisla Accioly, 'l)r. Ili rutan de
    Mendonca Vaiconcellos, Dr. JoAo llircano Alver
    Maciel e um escravo, Adolpho lleonque Mavig-
    nier.
    Ilospilaldt CariJade.Esitiam no dia -2 do
    cerrente 20 homens e :) mulheres Iratadoi pela ca-
    ridade, (i homens e II inuiheres que pagam a casa,
    e 8 pracas do corpo de polica.Tolal 78 doenle.
    Relae.lo das pessoa qoe oram sepultadas no cemi-
    lerio publico, no da 1 do crreme.
    Joanna Mara do Prazcres, parda, solteira, 20 an-
    uos, parlo.
    Jos, pardo, :l mezn, cnnvul'cs.
    Manoel, preto ecravo, 8 das, I. tao.
    Paula, parda, ."> metes, anRina.
    Chriillano I.uiz Wanderley, branco, sclteiro, 3G an-
    nos, inll.minacAo no estomago.
    Tolal3.
    a Uia 2-
    Mana, preta, um dia, ttano.
    Joaquina Jeronima de Jess, branca, viuva, 7< an-
    nos, phlyica.
    Alberto, branco. I dia, ttano.
    Francisca, prela, escrava, SO auno, dianlia.
    Tolal|.
    Matadouro publico.Malou-se no dia 2 para
    con-uiiio do da 11 do c.urente, a saber :
    A enmpanhia da carnes verdes.
    Ricardo Romualdo da Silva
    Manoel de Sooza Cavares. .
    Virginio Horacio de Fretla.
    I.uiz de t,i .ene/ ....*.
    Clemente ........
    . . . fiO bois.
    . . ... 13
    . . "7
    > ... 3
    . 1 D
    . 1
    Tolal . 83 bois.
    lili amaiihiia.
    EEFARTlCAO DA POLICA.
    Occurrencia do dia 25 do novembro.
    Foram preso : pela subJelcgacia da fre-
    gnezia do llecife, os marujos hespanhoes
    Jos Marta Dieres e Francisco Mara l'ieres,
    requsir;3o do respectivo cnsul, e o portu-
    guez Jacinlho Fcrnniides, por insultos,
    Pela subdelegada da fregnezia de S.
    Jos, Antonio Francisco la Silva, por furto
    decavallos, o a preta lieneJicla do Rosario,
    de quem nao consta nosta reparlicao o mo-
    tivo da prisSo.
    E pela subdelegacm ta freguc/.ia da lloa-
    Visla. o preto liberto Pedro, por acoitar em
    sua casa 2 escravos fgidos.
    II--p icharam se pela secretaria da polica durante
    o mes de novembro lindo 3i escravos. sendo : para o
    Rio de Janeiro 13, para as Alagan 5. para oC-sr
    -. pura o Aracaly 3, para a Parahiba i. e para dif-
    rerenles teimn da proincia 10, lodo em companhia
    de seus seuhores.
    Duianle o mesmo mci de novembro rnlraram no
    porto desla cidade de fora do imperio e fizeram suas
    apresenlac.ies 118 e-IraiiReiros, sendo : 8H PorluRne-
    ms, t,"> lujilezes, 13 llespanhoes, I Saxono e I llam-
    burgofz. E sahiram para fra do intimo imperio no
    decurso do dito mez 7 eslranj-eiros, sondo Potlu-
    guezes e 3 luglezes.
    CONSULADO PROVINCIAL.
    Lanr-mento d.\ decima, da freguezia da
    Boa Vista, feito pelo lancador do con-
    sulado provincial Joao Pedro de Jess
    da Alatta, publicado pela imprensa
    de confoi midade com a portara do
    Sr. administrador do mesmo consulado
    provincial de 11 deagosto do corrente
    auno.
    185718)8.
    ( Conlinuacao. )
    fravessa da ra real ou ra da Esperanca.
    na
    tria.
    Durante os intervallos, a bandado corpo de
    lela, tocou ricos c bellos peJacos
    > de musicar
    mT.Z'T'" amlta<>< *' mercadore,.-A.\g
    dlmer^T P,"'?9 "e,la c"lade um< eompsul.il
    saon f g n"l"a, E"a companhia h compos-
    wl.ma.eir. .' ,"frm;,"! do .c,,:,, distribuVlos
    no .,. d.Hr" i'" : "a '""""' "ec.re. 5
    na.Cine r?l0.An,""'.a na rus do l.ivran.enlo,
    as Cinco Ponas, 3 na Boa-Vista
    parar c.deT Se,De""",e "ipanhia, f.z.ndo-a
    ,ciona,,T 'd'CUlU "" ^ TCr al-a'" ""
    rasa oVVJL r ?U9 "bim aluma Pd., anda-
    m pelas ra. a dar tiro, .valsa, como se para os.e
    l.m houvessera recebido o. cartuchos. E. e co.lu!
    Z rermiTen,d,JaRra,,de f""" rte rwP. P
    "e''"e con,,", oj respectivo, eimmUdVn-
    le cotic uiT.PaS'8r r,V"a "" ,'0' balalhes, depoi,
    vor. m, P"i"'a' r"e,", rwolher loda a pol-
    *ua.dq, nT.'r -"". e P* a lodoau-elle
    m.n.o.q '0Ver "*" P o.eudierl.-
    -~ ''""' '""' -flhor forma de rondar. Por
    JSbfSEST' "ao no, fl pom^a""" <>"-
    bnro m.io man cooimodo parase rondar, lembra-
    er' uTra"." 2T6 "Ue ". < > om es -
    nib'u ma" |Caval,0'<""9' P*.oal. em al.ium.m-
    B**".' "" '""-venie.....; e anlo'n.
    e..a sem duvida .ere a qoe deva aer sc.lhila e
    smnf J"'d,r d,ePab"ul"- Opiimo. aKor. sim,
    me\ .dM"'". -* 'I, be de c?brlol,t o
    - a""" ''" """" P"""8 "* Se" a sm
    que nao adopte semelhanle costme. .Mnguem,
    memos PrqUe tSUmt" n lemF dos ""'""-
    i.TT ^'\d<"- Conlinuam ai ealeadsi no mais
    depioravel estado de ruma, e nao ha quem para ella.
    lance ai euai vistas.
    Caworo de Olinia. VMa muoicipalidade
    ' ''.'. 'opUr urna medida que lem abastecido
    "quilla cidade de farit.ha. por um preco razoavel.
    '"'7U u'na commi.-au de Ir. de seus membros,
    f tnnl !"a,"lou,"d'""'" dinheiro para comprar a
    e. d la tL V T' '|UC ",',ar'c- ? 5 he
    d a e i'"'"""''' "" ru'"'"r "a f ven-
    cido 'nda i ",'',,'"" "" ''Ue ''' '" >"
    le modo abas.ectda a pobreza! tS^^S^S^
    de lu,ar esta med.da. que!.,,, ', gJfiSZ
    quella cidade das garras dos especulsdorcs, que
    se apruveilam dos das de falla de enlrada para >c-
    \artm o povo.
    Ot cae*.Gonlinn. essa maUili rtca .le at.i-
    nv.e rbmnlnhe a infestar a cidade, e" mais he
    jue, sem escrpulo algosa de quem devia velar so-
    bre iso, nt.i he porque nflo bcuvo alada occasia.i
    deverno-lo as nossaLvigilus e i Je se eipcrimcntar urna boa .Untada paraasjm da-
    eipeiialrninie, Sr. dooloies, [ peilarem.
    O becco do /otario.Bem asqueroso he rem
    duvida o becco do Ros >rio, o no entretanto nenliu-
    ^d previ 'eticia se toma para que se faca a necesa-
    ria Impc/ii. Por ventura nAo sera' como as mais
    roa, digna da allenfSo do fiscal de Sanio Antonio '.'
    Cre.in qus sim. E porque nao cuida delle Al-
    gam -iiijsteiio encerr.
    Ot signaes dn tctrgraphn.l'orque razfto n.lo
    je lem lHo a inbsliluic..to da. bandeira branca pe-
    las eucanuda, como fot rjcltraiioado piloEim Sr.
    juslica, como pela con,lante urbandade e cavalle-
    rismo com que no leude sempre tratada. Hecebe
    poi o eteruo asradjeirneutos dos vosios filhoi pe-
    la inlelliger.cia, que semprt sabero aquilatar o vos-
    so zslo, e ier vossos amigos tm toss as ticiisiludei
    da vida.
    dem 2.Izidoru do Anjos da Porciuticu-
    la, casa terrea, em obra......
    dem 2 A.Jos l.ourcnco da Silva, ca-
    sa terrea, anendada por 120,', importan-
    cia ila decima........
    dem 2 11.O oieimo, casa terrB, ar-
    rendada por 1205000, importancia da de-
    cima......n......
    dem 2 1\O mesmo, casa le.rea, em
    obras ............
    dem 2 P.Joaquim Maris, casa Ierras,
    arreudada por I2HJ, importancia da d-
    cima............
    tdeni 2 O (1 ni ma casa terrea, ar-
    rendada por 1209000,importancia da de-
    cima ............
    dem 2 R.O mesmo, casa terrea ar-
    rendada por 120?000, importancia da d-
    cima.........
    dem 2 II.I.uiz Jos ..a Co-la ArMiirn,
    ce:i terrea arrendada por %9 im-
    portancia da dirima.......
    dem 2 C.A mesma, caa terrea, orren-
    dada por IMfcsono importancia da dci-
    ma .............
    Idcm 2 S.Ludovina Mara da Conceiedo,
    caa terrea, oceupada pelo senhorio, ava-
    llada por -W^OOO importancia da d-
    cima ............
    dem 2 O.Antonio joi de Frailas (iui-
    mares, casa terrea, arrendada por M3 ,
    importancia da dcima......
    dem 2 I).JeSo l.u.z Comes de A/eve ..,
    ea.a terrea, arrendada por 3IJO00, im-
    porlancia da derima.......
    dem 2 E.Antonio I naci Pereira Rosa,
    casa teirea, arrenJada por 3I9, impor-
    tancia da dcima........
    dem 2 V.O mesmo, ea>a terrea ar7
    rendada por 725000 imporlancia da
    dcima.........
    dem 2 d.I.ourrnco .Nunes da Costa, ea.
    sa terrea avahada por 72*000, imporlan-
    cia da dcima.........
    dem 2 II.Paschoal Alves de Agujar, casi
    terrea, arrendada por 725, importancia
    d docima........
    Idcm 2 I.O mesmo, casa terrea, ava-
    hada por 72SOOO0, importancia da d-
    cima ..........
    dem 2 I,.Bernardo Roque, caa terrea]
    em obras..........
    dem 2 II.O mesmo, caa lerrea ar-
    rendada.por I20J000, importancia da de-
    cima .......
    IdassSN.Lall Joic da Costa Amorim!
    rasa terrea, demolida.......
    dem 2 li.Antonio Joaquim Parbeco
    Hsaloi, casa lerrea, arrendada por 72-? ,
    imporlancia da dcima.....,
    Idea 2 V.Joan Miguel,c?sa terrea, oern
    pada pelo scnhorio, avadada por 601 ,
    importancia da dcima......
    dem 2. Amaro de Barros Correia, rasa
    Ierre, oceupada pelo lenborio, avahada
    por 300'j, imaurlancia da decima. .
    dem 2 \.Anila Jos Soares, casa ler-
    rea, oecopada pelo aeuborio, avahada
    por OOjj, 11111. 11 ...ira da decima. .
    Idm i. Padre Jos de Jesui Mara de
    ' ...concellos, casa terrea, arrendada por
    120$, importancia da dcima ....
    dem A.Viuva hcrdeiros de Anto-
    nio Marcelliuo do Espirito Santo, casa
    terrea da olida.........
    dem V t.Manoel Comes l'erreira da
    Conba, casa terrea, oceupada pelo so-
    nhor.o, avallada por 1509, imporlancia
    da decim,...........
    dem (i.Antonia Kraucisea Csrdaval, ra-
    sa terrea, arrendada par 180?, Impor-
    tancia da deciaa......, ,
    dem I B.Francisca da Coila Amaral,
    casa larrea, arrendada por 89, impvr-
    , Unca da dcima......t
    dem I A.O mesmo, c.sa Ierren, arren-
    dada p.ir 189, impnrlanria da dcima.
    dem I Cl.'iurrnc,*, casa terrea, arren-
    dada por 1209, importancia da dcima.
    dem I.Faoilina .Mara do Esplriio-
    S.irto, casa lerna, avahada por 1203,
    Impoilanria da leeim.....
    IJ,",;1;TA,"""il' J" l>narl. Coimbrai
    ra-a lerrea, arrendad, pur l'O- imnnrJ
    lanra da d.cina. '.' ""',or-
    Idem .").() mismo, casa arrendada por
    1205, imporlancia da dcima. .
    Idim 5 A.Antiitiiii Jo e Duari. Coirobra.
    casa Ierra, arrendada por !H..J, importan-
    cia, da decima. .....
    dem ." II.Antonio Joic Teiseir. I.ima,
    casa lerrea, arrendada por 1329, impor-
    lancia da decima........
    Idcm ."> C.J3o Jos dos Sanios, casa ter-
    rea em obras.........
    dem 7.l'.rmino Peisoa da Gama, casa
    terrea, oceupada pelo senhorio, avallada
    por Mv, Importantl. da daalma, .
    dem U.Antonio Joaquim lerrera, casa
    terrea, arrendada por 'Jti9, importancia
    da dcima..........
    dem !l 11.(J mesmo, casa lerrea, arren-
    dada por %9, Importancia da dcima. .
    dem 9 F.Auna Pedroaa, casa larrea ar-
    rendada por 'JO9, importancia da d-
    cima ............
    Idcii 9G.I.uiz. Mana do Patrocinio,
    casa lerrea, arrendada por 729, impor-
    lancia da dcima........
    dem !l II.Herdeiros de Antonio Vtlen-
    lim dos Santos, ct.a lerrea, arreudada
    por 729, importancia da decima. .
    dem a 1.Os mesmos, cesa terrea, ar-
    rendada por903, importancia d. dcima.
    dem 9 J.Iluiriquea Mara da Concei-
    ceicao, casa lerrea, arrendada por 50,
    importancia da decima......
    dem 9 K.Pedro Monleiro, casa lerrea,
    arrendada por 8, importancia da da-
    cima ...........
    dem 9 1..Pedro Monleiro, casa lerrea
    arreudada por 489, importancia da d-
    cima ...........
    dem 9 C.Francisca da Costa Amaral,
    casa lerna arrendada por 120g, impor-
    lancia da dcima........
    dem a A.O mesmo, casa lerrea arreo-
    dada por 1083, importancia da decim. .
    dem 9 .Jos Antonio de I-arias Con-
    t, casa lerrea ..rendada por 96$, im-
    porlancia da decim.........
    dem 9 E.O mesmo, casa lerrea arren-
    dada por 9(9, importancia d decima. .
    Ide.n II.Bernardo Ignacio de Jess, ca-
    sa' lerrea arrendada por aiis, impostan-
    cia da derima.........
    dem 13.Vicente l'erreira do Santos,
    caa lerrea arrendada por 8(9, impor-
    tancia da dcima ........
    dem 15.O mesmo, raa lerrea arrenda-
    da por 843, importancia da decima .
    dem I A.I.ui/a Mara dn Patrocinio,ca-
    sa Irrrta aeren .ada por 8i9, imporlan*
    ca da dec ma.........
    dem 17.Manee! Domingos, casa lerrea
    arrendada por 3U9, impoilanci. da d-
    cima ............
    dem la.Pedro Monleiro, rasa lenca ar-
    rendada por 72?, imporlancia da d-
    cima ............
    Ide.n zl.Jos Ignacio Borges, casa lerrea
    arrendada poi Si,?, importancia da de-
    decima............
    Idcm 21 A.Jos gnaclo Urges, casa
    lerrea e lelheiro junto arieudnda por
    1209, importancia da decima ....
    dem 23.Joao Jos da Coila e Silva, ea-
    sa terrea arrendada por 120,9, impor-
    tancia da docima.....
    dem 20.O mismo, casa lerrea arrenda-
    da por 12B, importancia da decima. .
    dem 25 A.O mesmo, casa lerrea ar-
    rendada por I209, importancia da de-
    c ma............
    dem 2") B.O mismo, casa lerrea ar-
    rendaJa por I2O9, imporiaucia da de-
    decima ..,...,
    dem 25 t. O me-mc, casa Terrea ar-
    rendada por 9(i9, importancia da d-
    cima ........
    dem 25 E.O meimo, cisa lerrea ar-
    rendada por 903, imporlancia da de-
    (gotte&pontcmiaS.
    Ra das Nvmphas.
    Ruinero 1.Antonio Unir, casa lerrea c
    leibeiro oceupado pelo senhorio, avahada
    par 1209, imporlancia da decima. .
    V"i ,t~ memo, casa lerrea jrren-
    dads por 9(i?, imporlaniia da decima .
    dem 5.Domingos joso Machado, caa
    lerrea em obras.......
    dem 7..Marcelino da Silva Lima, casa
    lerrea em obras. ...,,.
    dem 2.Joaquim Auselmo, casa'terrea'em
    obra.........
    loe.n i.Jorga da Cola Monleiro', casa
    lerrea arrendada por 609, imporlancia
    da dcima........
    dem (i.O mismo, casa lerrea arrendada
    por 009, importancia da deci *, .
    Becco da ra Real.
    .Numero 1.Rosa Mara, casa lerrea ar-
    rendada por 50?, imporlancia da de-
    rima .........
    Ideui 3. fie ie.-.co Chaves, casa' terrea
    arrendada por 70.?, importancia da de-
    cima ......! ,
    dem 5.(I mesmo, casa lerrea arr'enda-
    ada aer 50?, importancia da dcima. .
    dem 1.O mesmo, casa Ierres arrenda-
    dada por 50?, imporlancia da decima. .
    Priraej.a seceio do con.ulado provincial 2 dVi'10-
    ".'*'' l8'7-- > lancador, Joao Pedro de Jess
    'ii .llana.
    "-i.il. Joaquim, afinla, eicravo do Isabel Rlbeira ma
    l'erreira, I auno.
    lien: 1 1 ieta. c n na. escrava de Aiuusl i Celestina
    8?(it0 da Moraes, H annoe.
    1 Mara, parda, lilha de Jos Miguel Pareira, 1H me-
    s-iilO es.
    1 Maximino, pardo, lilho de Francisca das Chagas Ro-
    sas, 1; mezes.
    896 i O Mara Rita da Concejero, branca, viuva, 50 annos.
    Roberlo. pardo, litho de Candida Mara da Concei-
    cAo, l mezei.
    i-lMi Amonio, braoco, fil'io de Jale Miguel da Silva, 6
    mesas.
    Manoel, crioulo, filbo de Jo3o Gaodencio, i anuo,
    lic'.SO pobre.
    Joaquim Jos de Sanls Anna, Indio, caiado, 38 an-
    83010 nos, pobre.
    llinor.il,. branca, hii.a de Amelia Augusla da Sil-
    va, 3 metes.
    5VOO Joaquim, branco, filbo de lunado Vieira de Mallo,
    1 mez.
    tm psrvulo (ignora-se', pobre.
    19390 n priosle,
    Padre Leonardo Joao Cregn.
    49320
    fOfrJOO
    99720
    89010
    89OO
    896IO
    "95G0
    79500
    790O
    39210
    C980
    790OO
    IO98OO
    IO98OO
    10?8tM)
    IO98OO
    IO98OO
    89040
    89610
    103800
    83610
    3
    .5? 100
    5?tKI
    19300
    43500
    4-3500
    4-3500
    TIIESOLRARIA PROVINCIA!,.
    Detnonslratao do laida exilenle na cala de depsi-
    tos, em 30 de noiembro de 1857.
    Saldo em 31 de oulubro
    p. pasiado.....GI0 Receila de I a 30 do cor. 9
    ., .. --------------010:081*351
    uespeza dem..... ,
    Saldo
    010:080-53.) I
    5
    108800
    109800
    9
    10-3800
    103800
    103800
    89MO
    8?0i0
    19330
    83010
    392
    39340
    O98O
    a 180
    0? 180
    5180
    10*800
    09480
    53100
    27*000
    279000
    10*800
    13*500
    IC|r20a
    93I
    1*330
    10*100
    10*800
    1o?800
    10J800
    8*644)
    11*889
    Caa especial do calcamento das roa desl. cidade.
    Saldo em .11 de oulubro
    P. paseado.....5:83rSJ9.>5
    llecetia de I a 30 du cor. 3900
    espeza dem.....
    Saldo ....
    C.aixa especial das apolicas.
    Saldo em di de outuhro
    p. p:asdo.....87:8009000
    Receila de 1 a 30 do cor. *
    5:8399915
    2:500*000
    3:3399915
    Despeza dem
    87:800*000
    Saldo .
    Caisa especial das loteras.
    Saldo em 31 de oulubro
    p. paasad.....12:8093888
    Receil. de I a 30 do cor. 3:0913383
    Despeza dem ....
    87:8003000
    15:'.M)I*17I
    5509085
    Saldo .... 15:3519380
    Cana do etercirio de 1857 a 1858.
    Saldo em 31 de oulubro
    p passado .... 370:5959184
    Receila de I a 30 do cor. 70:743*034
    _ -----------------311.3383218
    Deapea dem .... ai:215933a
    ,, Sallo.....250:002,>S79
    Cana especial de amt.rtsac,o do capital e juros dai
    plices que forem emolidas.
    Saldo em 31 de oulubro
    p. pastado .... 4893102
    Receila de I a 30 do cor. 9
    Despea idcm
    189*103
    3199800
    Saldo.
    1099230
    R%%2L.0AS PESSOAS FALLECIDAS NA
    tKhl.LE/IA DE SAMO ANTO.MO, EM NO-
    VBMPRO 1K57. .aaaaBl
    Joao, branco, filbo de Francisco Pereira da Silva
    Sanios, 3 mese.
    Mari., da Cunha Pedroza, parda, solteira, 10 annes,
    pobre.
    Jos de Ireilas Ribeiro, branco, casado, 28 annos.
    I.aelano da Rocha Pereirn, pardo, caasdo, fii annos.
    Miabna. crioula, escravo de Aulonio Cavalcanli de
    Alhuquerqo, 20 aunes.
    Mara da Annunciaciio Carneiro Sampaio, parda,
    solteira, 48 annos.
    Maria Rosa, parda, mendiga, pobre.
    EHevao Eiras, Af.icano liberto, olteiro, 90annos
    Julio, branco, Julio de Antonio Jos Alves da Fon-
    seca, I da.
    Andr, erioulo, escravo do Dr. Sabino Olegario l.od-
    ern Pinho, S onnoa,
    RngHciana, crioula, escrava de Maria Salaberga Fer-
    reira, 1 anuo.
    Iraucisco Camello Pessoa, b.aneo, casado, 52 annos.
    Mana da Concoic,ao, pardo, soltciro, 8 annos.
    Ignacio, crioulo, escravo de Vicente Mendes Wan-
    lerley, 12 annos.
    Mara, crioula, eicrava de Antonio Pinto de Azeve-
    do, 30 annu.
    Donata, parda, filha de Maria Florencia do Naici-
    mei lo, 10 mezes.
    Joaquim, par 10, escravo de bernardo Anlonio de
    M randa, 3 meses.
    Manoel, branco, lilho de Manoel dos Santo Azeve-
    do, 3 das.
    Alesandrino Pedro de Souia, pardo, solleiro, 30
    anno.
    I.uza Mara da Conceicao, parda, viuva, 40 annos.
    Mana l'rancisea da ApreieiilarJo Quinleiro, bran-
    ca, viuva, 70 anuos.
    Francisco Leandro do Uceo, branco, solleiro, 28
    anuos.
    Sophia Conrahcs da Medeiros, pardo, solleirn, 40
    anuos.
    Antonio b'arbaza das l'assos, pardo, casado, 28
    annos.
    Joaquim Ttbnrcio Perreira, branco,vinvo, 72 annos.
    Paulo, Africano, escravo de Manoel'Barboza da Sil-
    va, 70 annu
    Pr.lrn, branco, filbo do Dr. Franciico Concalve da
    Rocha, 10 mezes.
    Joaquim da Costa l'erreira, branco, solleiro, 39
    anuo*.
    JoAo, Africano, earsvo de Bernardo Jos da Costa
    \ alent, 80 auno.
    Clara Emilia .la Silva, branca, rasada, 42 annos.
    Manoel, crioulo, escravo de Francisco Jo. Rapozo.
    10 annos.
    Um prvulo (ignora-.e), pobre.
    llof 5^.%'* Pard0, ""'' ^ anona, pobre.
    Jos Roberto da Silva, pardo, solleiro, 50 annvs.
    rT2J&da Cro1 c'""- "'"" "'"-
    JoSo Bapllsls da As.umpeJo, pardo, solleiro, 5C an-
    uo, pobre.
    Manoel Francisco da Silva, crioulo, casado, 37 io-
    nes, pobre.
    Senhort redactare*.Na Pagina Avulia do sen
    Diario do 1.'do corrente, li cm agradavel sorpre-
    sa que a empreza da caa de hanlu-s que se acba ins-
    tallada enlreo convenio do Carino c a igreja da Or-
    dem 1 'Trena, lula com emborac;os E disse com ns
    meus botes :Anda Dos e*ta' .10 eco, e seus ps
    pisam aa csbec.ai loucas dos bahltantes desle nosso
    platilla.Sim, parece que Dees zeloso da honra
    sanlidade de sua casa, quer fazir rom eisa caa de
    banbos o mesmo que pralirou coma torre de Rabil,
    metiendo a coulu-.io entre aquello que projectavsm
    eacalar o eco. E loovado seja o Sinhor Nosso Den,
    que quer aitim prtieger contra es profanadores a
    sua casa deaprol.gida e deamparad. por aqu'lles,
    que mais ohrigacao tinham de fazer arredar para
    longe csaa impropriedade, eisa impa .-.de. u (Juan-
    do virdes s abumuacao da desolaban posta 110 loaar
    "Sillo.....o 11,10 queio rep.lir o re-lo das pala-
    vras de Jesu Chrislo, sao ella lerrivets.
    (.luando li o primero snnuurin e depos a diacrip-
    c.lo reila pela Carleira, mo pude reeiitir a' lenl.eai
    de ver essa obra; foi,vi,e dase com 01 meus buir.es :
    Que lempos sao esles '.' Em que Ierra eslaoio n 7
    hin nenbuma parle do muuu c: nslao se consen-
    tira um eitabelecimenlo desle cozido ssfim com as
    poilas de um limpio: eslava reservado parosla
    nossa cidade de Rerife e para o scalo XIX, apezar
    da rehabililarno que, dizem, V.i lomando o calho-
    I.cismo, a aliominaeo de enllocar as perlas da ere-
    ja da Ordem Tercena e encoslsda a' igreja do Car-
    mo uina cssa de esnoga, urna synaeog e em um
    predio perlencenle a essa veneravel Onlein Tercii-
    ra I Disie casa de esnogs, porqoe alm na impro-
    priedade, da impiedad", uina caa de banlioi pbli-
    cos cosida as paredes de om templo, e as portas de
    outro, todos sabemos como entre nna certa ginle se
    apodera de lae eslabelerimeolos e o turnam inac-
    ces.iveis as gentes sisodss e eommedida. Bem ulil
    era a barra de banbos, maa quem podia la ir em cer-
    las occaaioes 1 Que bello especlarulu 11A0 dar' orna
    fesla da Ordem l'erceira, com o tumulto indigni-
    dades ao mismo lempo pr.licsdos nesse eslabeleci-
    menlo '.' Tornar-se-hia indispensavel a maula de
    urna guarda. Maa de que sirveria ella t Clarra-
    vam os d. Capunga por urna srnliiiclla peta impedir
    cerlos inconvenientes dos bandos uss tnargens da-
    quelle rio, e qual foi o resultado ?
    O qoe admira he, que ama corporarAo religiosa
    preslasse para islo um predio siul O que' poder o va-
    ler alguns conlos de ruis, quando comparados com o
    decoro e dignidad do seu templo, e com o recolht-
    menlo e de%0e.i1. que devem inspirar sua fialivida-
    des 1 Nada dire aos emprezarioa deaia epecola<;ao,
    qoe desprezando lamo logares maia aproprhido,
    qoe sallam so olho de lodo, i acertaste com o a -
    dro da Ordem 'l'erceira do Carmo. Deo proteja a
    sua casa.
    O Catholico Puritano. (I)
    podido merecer da me.ma aaiemlilea a revogacao ds
    1.1o irijuita quilo impla re(u!u{,lo.
    Sempre i.ulrindo eiperauras, eu me conservava
    na especializa de que me veiia l.vre do incomraodo
    de lerlencer alai fregnezia da S.'Lourenca ; po-
    rim vendo que lae esperanzas eram lardias, ou
    irrealisaveis, asseulci de recorrer ao Exm. prelado
    d:oceano para ier soccorrido no pasto espiritual pe-
    la freauez.a de Igoar.esu', onde nasc, e a' qual
    perlenci al ees. lalal disposic4o on impoil{toJ que
    me se|iareu para S. I.ourenco, nu Intuito somenle
    d. ser nuil.or curadu, aarom man economa, pm
    lendu eitirtivamenle portadores gratuito para I-
    goaraHU, Dio aateo mais di|.osto a pagar sempre
    a um qoe queira mandar a S. l.ourcnco para qusl-
    quer peqoeuiua lleco;, de bspiiado, no qoe aem-
    |>re gsslam mais de um da e inuila vezes doua.
    I ei.o o meu requeiimeiiio malea termos, e man-
    dado por S. Esc. Revio, a informar peloi respecti-
    vo, parochos, o Sr. vigarto de S. I.ourenco, ou por-
    que fosse i.yido de inleresse, ou ( o mais cerlo) por
    qus deva fater coro com quera impe o precedo de
    pertencer este territorio a S. l.ournco, o c.10 he,
    que fes do mea rcqnerlmenlo um verdadeiro ca-
    vallo de bdl.lha, la%rando-lhe urna malvola in-
    lorrnacao.
    N3o Iralarei da medicao das distancias citada pe-
    lo Sr. vigaro em contradiccao ao que eu disse, qoer
    para Iguarassu', ou S. I.ourenco, ja porque o n.lo
    julgo apto para disputar lito comiso, e ja porque o
    mismo Sr. vigaro nao sabe onde (ca o meu enge-
    nbu Taplp.re de llatso, e nem a dislancia delle pa-
    ra Iguarastu lana he a sciencia que (em dssla
    , parle de sua fregnezia ; parem somenle acerca de
    dizer na so, informac,So que : Quasi sempre a lk-
    Ocia ralla, o diflieuldade de occorru eipirilute
    scivein 1 me!umenle de apsdrinhar e cohonestar
    prelenc/ies, que seria orna profanadlo ebama-la
    religloHS .' Ora islo, ua minha consciencis que
    tea muito tranquilla, e sobre o fun.'.menlo de mi-
    nha pet ja.., 11. as mil gargalhadaa : enlrelanlo dea
    lio o Sr. vigano, p-ra qoe esmer.lhando minha con-
    duela publica oo paiticular, apreaenle um fac.,
    meu, por pequenino que seja, que lenba o eonlio
    do mvslirio ou de inenoi vcidadtiro. Qoanlo a fa-
    c idade da admini.lracao do paito espirilual, qu.
    o Sr. vigarto oolorga im sua informarlo por llave
    rem eapellaa e capellita n 1 ensenho d'Agua, e na
    Cb.ia do I-.,tev.'.o. r.as v.zinhancas de Tapipir, slo
    puerilidades de que nem preci ava IraUr-se, pn.
    quaulu sabem lo.i,s quo tus rapella.i, um he de
    ordem regular, e ambo moram na villa d. Igua-
    ras.11 (o qu d fhculla mais ai ciicum.lincia. actes
    e que quae-quer actos religiosos que all pralicam,
    ."'".""J'rA'i -a ^m"8' rosada, he sempre pnce-
    Ir
    Srs, redactores.Muito se lem Jilo o cscripio
    sobre a falla de dinheiro mitido o mormenle sobre a
    emissio das notas particulares dos Srs. Stqucira A
    Pereira.
    Ringuem duvida que este uliimo syslema possa
    trazer consei|i;cncias funestas, urna vez. quo circu-
    lan) por toda parle, que Icnliam contado com gente
    miuda, que muitas vezes nao sabem ler, quanlo
    mais conhecer a identiJade das assignaluras ; mas,
    uergUBlO eu, o que se lia de fazer para acabar com
    esta falla do moeda miuda, verdadeira calatnidade,
    lano para o rico como para o pobre? Se o governo
    a quem compela esta obrigar;ao, titean tomado so-
    bre si esle cuidado, muito bem, mas cu nao vejo
    providencias ncnbumas, acho por conseguintc, mui-
    10 acsriodo a emissao de olas particulares, una
    vez que sejam de firmas solidas, devendo o governo
    sindicar e marcar a concoriencia das sonnnas circu-
    lantes.
    aclual estado lie insupporlavo', be impcssivel
    que possa continuar por mais lempo, parece incri-
    vel que um individuo qualquer com os meios com-
    petentes, ao possa satisfazer suas necessidades, seus
    posejos, no enlrelanlo be verdade.
    U. ()
    liecife, 1- de dezembro de 1857.
    Srs. redactores. Embora retirado do mariilho
    da locedade, onde lempre reinara aa inju.eas, la.
    zindo de minha hal.ilaeo por genio, e por neces-
    tidade um verdadeiro reliro, nao poiao lodavia ser
    flilenceso ao que asacaba de pasmr eomigo e-o Sr.
    vigaro desla fregattii. de S. I.ourenco da Mala,
    n'uroa preienr.l 1 que Uve para com o Exm. prela-
    do diocesano, com 1 paco a expor. S.1o hoje pbli-
    cos c notorios os inconvenientes que (ero ackrreta-
    do a dispoiicao da lei provincial n. 336 de 12 de
    maio de ls,i, que desmembrou vari s engenhos da
    freguezia de lguaraso' para a de S. Loarenco, en-
    tre 01 quaes entre o de minha propriedade ; ncon-
    venienlea que ae lem feito sentir em dierenles jor-
    n.es da provincia, pelas representacoes da respecti-
    va cmara municipal, e al em um relatorio ds
    aherlurs d'assemlda provincial, no periodo da pre-
    sidencia do Sr. Dr. Jos Benlo, sem que se lenha
    (I) Qoando por diversss vezes temos fallado aobre
    casas de banbos pblicos, s temos tido em vista as
    vantagensque daln podem rastillar para a popularlo
    em geral. Acerca da localidade, en hora seja urna
    queslao secundaria, temos apontado eulroa lugsre
    que nao aquelle em que seacha eolloeado o eslabe-
    leiimenlo. Isto se pode verificar dos diver-
    sos nmeros em qae limo tratado deile olj.cio.
    No enlamo eremos que, em om escesso de escrpu-
    lo, nao se pode notar inconvenientes nesse estabele-
    cimenlo, por estar elle no lugar em que se arha. Nao
    he exacto qoeas paredes da rasa eslejam cosidas ai
    da igreja do Carino, pnis qoe entre um e outro ex-
    iste um corredor que o tapara; e al.m -lino he pou-
    co provavel a idea de escndalo,pni- em um banhei-
    ro nao se pode lavar mais de ama pessoa ao mesmo
    lempo, qualquir que seja a sua eondic.1i. Compre
    acresceutar que a Igreja dos Martvrios esta entre ha-
    b Incoes parlicularea ; que 10b o pavimento lerreo
    do Corpo Sanio existen] armBzens de depsitos de ge
    neros.e quea Madre de Dos esln quasi Inda cercada
    dearmazens de rccolber diversos gneros.Sem que.er
    .nos usurpara a!guem osenlimenlo dedevorAo c ac-
    lmenlo so cullo calholco. estamos pirsua'didos qus
    mnzaetn o lem mais do que n, e com ludo nao nos
    pas^ou pela idea que o eilabelecimenlo de banhos na-
    quelle logar leria ama profanai.ao aollcatbul.cismo,
    como foi a lorr de Babel : do contrario nada tei-
    mos dito a esle respeilo.
    Os /?/.'.
    () lie com effelo um grande vexi-me o que pre-
    senlemenle soffre a popnlar.au por falla de mueda
    miuda para Irocu, e raro he o que lem experimen-
    tado em mais alio grao semelhanle veame do que
    a empreza desle jornal, a qual lem de receher uas
    soa Irans.ccOe pequrnas qusnlta, e dar trocus de
    dou, e mil res, e ale' de men..s ; .na. (tndo cm
    considerarSo o risco que poda resultar da cmisSo
    desses vales no mercado, pnfeie si ffrer ludo a au
    cansar mal a nuin a ninguem : e Ionio he assim que
    o respectivo empresario lem sido amigada, para po-
    der alcancar moeda miada a compra-la com o rebale
    de 6 e li por cenlo.
    Tbcoricamenle fallando, parece que a emissao
    desses vale por algumas pessoas psia facilitar as
    nao.are..e he um evpediiulc muito ahilar, ma se
    refleclinnns no abuios que daln podem provir, cer-
    l..mente mnguem o acceilar. O direilo que para eile
    lim lem o individuo que goza na praej de um cr-
    dito equivalente a 2IKI ou 3(K) conlos, lem aquelle
    que p..de dispor de um crdito de 1(1 ou 2(1 conlos
    de res, e ale' de menos. E quem as-egurara' que a-
    quellcque goza de om credilu diminuta nao emita
    uina somm. neues pequeos valores, mnilo maior
    do que nq.rella que elle daver. emittir Mai se o fi
    zer, e oulru ilie segoirem o exemplo, nao e poder.'
    dar um. banca-rola J Para evitar estes almos be
    que temos feito aljamas nflexcs contra a untadla
    dessis vales.
    Se urna commissa. saluda do seo da .stoc acao
    comme.cial, orgao legitimo da corporsi.ao que re-
    prsenla Itesee e-sa emisaae gar.ntlade-a s.'.b ua
    responsahilidade, com pralicou acerca das moe las
    de enre de !IZ, o das de prata de I.-20. 8(XI ra., ele,
    eniaoa opeiacAiloii.ii. oulro caracl rde ootoiie ta-
    de, e a possihihdade de risco sena mais rara. Na.i
    he porque as pestoa que lem recorrido so meiu da
    emissao dme pequeo valore, n:lo go.em de urn
    credilu hem Armado, que nos lemo pronunciado
    conira om lal meio ; mas lim em conseq.nuca do,
    ahuios que daln podem provir, mo s pela falsilira-
    c;ao das aVsMf, lenAo lambem porque o t\emp'o ic
    pude lomar contagios, e pmdu/.ir graves damnoi.
    T3o pouco nao he o governo a causa desla falla de
    moeda miuda ; .He n.lo precisa enlhesourar dinhei-
    ro, nem o pode fazer de um d a para outro. Em ou-
    lro nuil.ci u deile j -mal ja' d.muii.tramo que o go-
    verno h.via mandado cunhar e imitlidu na c rcnla-
    r;ao mais de de mil conlo em ouro e prala, e que
    alnm ds.o d. Eoropa e de eulros paizes viuham
    meusalmenle para o Hraiil immensa somm.de moe-
    da metlica, asiim eremos que ma se pule com re-
    to acensar o.overno por semelbanlc falla. Batuta
    na he so aqui e en oulras provincias onde se experi-
    menta eata falla, a cort lambem sallre em giaude
    escala.
    Os Rl(.
    f3v1rie5(i3
    C.
    COMMERCIO DE (JATOS E PASSAROs!
    A ol-resse do Canad, d. o segainle canosos
    IZ'l'.Tl" S,-b'! C0""D,rcio Rslos e p.i.aro.
    nos tiiadoi Lindos :
    Ne'vV-Vork""0 d0' gal<" lma 6rande exl,n,ao
    Durante a viagem houve urna vilenla lempetlade
    e algoem gr,l0 (bnneando l.lvez) que os galo, eram
    mr.;:a,Va,!ronI,<",ii,,a,DOnaVi,' 'UM^ *>"
    l'arece qu se vende em New-Yorl. a
    pertode 2U.00 pasa.ro. cantora. Ed. c !
    .si. quasi .n.eiramenl. na. SaT* 5 ou TEZZ
    qe em em Hsjfl-WHfcaai S.r.el. p,,^?'
    amano par. a Eu.op. no comeco de "ao,U. e ,!'
    lara a New-1 ork don, ou Ir, raeze. depos '
    Quando rhegsm a Lurop, viaiam nnr ta..
    mon.aaha.do lla.u, e eomp'r.m ^ p.u.'no, ,n.
    o. criara por enlreliraent. cao.rio, pin? ,.; .".".
    lllhd.s, melroa. oulro. p.s.aro, cantores. '
    nL1 y,n,,tm "llar termo medio. Ot
    pisco ao quaes eonnam dilTerenles aria chigam
    algumas veles um preco raboloso. *
    ^o comeco dele auno c.leol.v.-se em 1HJO na
    paisarot venda.eslimando se o seo valor em 32 lliKl
    doll.r (mais d 1bo:(W0 franco. o^.uuu
    Vend.m-se lambem patisros da frica e da Ame-
    no, do Sol, que a. nao calcula em menos de 1880
    representando oro valor de 7,550 doll.rs. '
    I de calcular-., em 5,000 dollars, termo medio
    S 2,Tv000.frinco'' aalenT. d?,-
    h'res mN,wY'*. n.eoropr. d. pa...,o,cau-
    _ _.___________ (rVornmercio do Porto.)
    lllra. Sr. delegado da comarca do Limoeiro.
    lanocenao liezerra de Menezes. morador no lugar
    de ianquosdesto lermo, Lavando so qaeixsdo con-
    tra Manoel do Nascimento Rogo, S.lyro Clcmen-
    ...1 .xceprao aa musa resada. ha .erapre pnce- l," do Ke8 Medeiros, Vicente do Reg Medeiros
    ndol.ceuca do Sr. vg.rlo, e mediaole urna re- 8 tranetsco Anlonio, conbacido or sinhnrV^lT
    ' ..'?' Iem ?briBSao d. pralicar gralai- a0
    -n-----,------, .,, ,1(.ovo ,,. praucar graiui-
    laraeote, vislo que iiciihum delle- he criado, ou pa-
    go pela mesmo Sr. v.gario, par. esie lim.
    .Nao mereci alcancar de S. Ese. Rvm. a traca que
    impeiret, e qoe outros lim atrancad sem difficol-
    dade; anda pretendo requerer de novo, e se u.v.
    Tur diferida faforavelmeme a miuha prtleteCj-, do
    eilado em que arha este ne(oeio, aiaeguroaS.
    fc--
    "V" qe a. acn. esie nesoc.o, aa.eguroaS. mnnuuossupracitados.allcslem ao p desla
    11:roZdi s? lS?q" -,ou cu,sd0 pe- ^0qun;san^^n ? ""T^ resPci, d'-
    c____. #.. .? .. UOa lile leiiina. ns i...I.,-.. ,,.-
    lo parocho de S. Lourrnc,o.
    Sempra fui, e serii calholco, e disso Hoo ex'ibe-
    ranles provas ; lorh s o annos vem a minha casi de-
    sebrigar, um saceidole, k chamado meo, e ainSa o <\
    nno 1 '-,1.1.1 o havia feilo, qoando se aprisenloo
    ela nr.mi.ri va. ........ -' .. u.n__.^_ o
    -----......,, ,,.,., -r i->siiiBii iiusie queromln v I-.ln I:~
    pela primeira vez ue.le eng.nho, o eo.djuclor d. S. vembro de 18'.7 % I r
    Lonrenco, em jauiro desle anuo, sea memoria roe "'muuo soo/._sj,|va |,umaru.
    ame. v.slo como sem a co,,heerr-me de perla, nao 1 ", ,r, atleslado "Pra.Enmallo Mon-
    uvidou offen ler-me se a ii.iuii.ia razao, i despeno AleSrei '"de novembro do 1857
    o qoe me havia dito em dua carta cere, do miu Jo;l0 Lopes Delgado Leile
    alent, nao me niierendn servir n. nr. .,,.1,., It.,r..n .....
    de
    foi
    .fa-
    , -- ,----------------_- .-.- IV>I>-" J lie "H I*1"
    vincia ; creio por tanto qu V. Ex'. Rvm. lera de
    las noticia, e por sso me dispens.ua de dem.ms'rar
    aqu e-ii in.-envi im 1, lauto ma. porqoe oto qoiro
    que le lupponba, que s1 > declamai;0ri propna de
    quem ie acha iiiiuiam.nle feridnem s-us inleres.es :
    limito me poli aominte assevrar a V. Exr. Rvm!
    |ii- ha exacto ludo qianjo alega o supplieanle eui
    sua pelleta, que m. p-rece estar no caso de merec.r
    .. deie-riiiu-iiu de V. Esc. Itvma., ,,< enlrelanlo
    ra o que entender em sus pa ahe.h.na. Igoar.
    11. de selambra de 1857. O vigarto Joso Joaqu
    Lobo de Aiberlio. '
    O Eira. Rvm. Sr. hispo dignou-s. dir em le-
    goimenlo do pnmeire, o despacho segainle
    Osmol.vo. que o supplieanle allega nao sao o-
    hcenles para pode, ser delicado da friguesi, a a..
    ora pcrler.ee, e ., a-tembll provincial compete
    tormar a div.sao .Pcrcla a, e n.rrssario for. Pa
    eso da .v-ledade 18de s.-lembro de 1857.B. dt I1
    i.amhoro.
    im
    1 -
    l.i-
    'er-
    mata fehz qoe as oulras, pai, em qualquer pule
    % se encontrar um vigaro.
    2) A primeira ro que o Sr. vigario man
    de...l,rigar, e ha .1 annos qae tal s.p.rarSo .e f.;
    [3 Olga o fsr. v.gario quaes foram ns .ervicos
    rreilou. eata paila de soa fregueta, na epide
    cholenca, quando M que a v.-ilou, e >e nao he
    soa nhri-aeo faie-lo in tependenle de chamado
    seos fregus., com o finia constantemente o it
    parocho de Iguaraii, por i, ou em tua falla
    aeus lacerdotes.
    Notas do autor da correspondencia
    d.-
    lo.i
    qoe
    ma
    de
    ds
    en,
    de
    uao
    ten
    dos
    --------------------- i'w> uviiiiei/iillMl,
    facto de liavercm lirado e consumido um filho
    supphcante de menor idade, de nome Frsncis-^
    e tendo o supplieanle de perseguiros autores
    lao nefando delicio, quer que as pessoas gradas
    so desta comarca corno de ouira qualquer me
    liara conbec.inento pet/eilo dos mos costumes
    ires individuos supracitados.atieslera ao p desla
    mencionados individuos.
    Al.^,0 (juerendo, y,l.a do Li.oeiro, 5 de no-
    - ---------- .vu nu.a.ira, pon-
    de m acharan, procossados pelo crime do reduzir
    a e cravidao pessoa livre.
    Engenlio Forialeza, 10 de novembro de 18.V7.
    Joio Barbosa da Silva, subdelegado do priroei-
    ro dtsiricio de Bom Jardim.
    JiIr",n 1! i"es'ad0 ciin'Engeabo Boa-Es-
    peranca, 10 de novembro de 1857
    Anlonio Mathet.s Rangol, tenante coronel.
    Jir. h "^ eSa[.d pri0,eir0 e ""io .1-
    haiado, he voz nubLca.-Arroz, 7 de novembro de
    Alorandre Ferreira Selle, inspector.
    KaBro ao aiiosiado cima dito. Boa-Visla H
    de novombrodo I8r>7.
    distre.F"PPC d6 Me"' SubJeled0 ^undo
    . --------------- --..-., v .v.uju. ... i.r ,-.
    I.ourene 1, em jsutiro desle anuo, te a memoria me
    nao ralba, mandado pelo Sr. vigario, paradesobri- ~ -i u> muiviauos .ilanc
    ;.r-, acoberlando c c.ibomslando com o manto da Reg, Salyro Clementino do Raen frUs.
    desobnga o lim principal, que era o pedido de ama Francisco Anlonio pur aLn .mi ,V -T 9
    eis sem duvida, por que o Sr. v.Kain
    pareco ser deacoherlar e cohonestar, se atrevea ma
    a faaer um juizo tao temerario acere, de minha pre hlica n
    lencao, que na,. Um nem leve, senhores redactores, lauruesde prohssao de ludo quanlo po-
    rro ranina mele oulro lira se nao o que levu dilo. a,am urtar',e 1ue ">da hoja sao considerados Isas
    O publico ajoize pila publica(au abaiso, 1 minha c' 8 publico e notorio om loda comarca rvni.'
    prelenSao,. a.alie te em l.ea eireumilancias poioser lo H.i so st..e.......... ?' P-
    eurado eipiriloalmenle por am vigario, qu em cas..
    1.1o prqueno adultera esencialmente verdade, e
    procura laucar sobre mim om ferrete que hii de re-
    pellir com loda a energa do meo carcter ; tendo
    por unieo lim ftzer suspeito o meu pedido a S. Ble.
    Kvm.
    l'or ora basla ; mas si o resollido do meu segun-
    do requenminlu nao fr como eiptTo da inleirezs
    do Exm. e Kvrr.. Sr. b.ipo, favoravel minha jalla
    pr.lenrao, cu e o Sr. vigario de S. I.oureneo re
    dianar responder-me, eu vollarei ao prilo para nm-
    mpotenlear este negocio, e demonalrar de um modo
    mais claro e conveniente que a mulla peheao ao
    him. e Kvm. Sr. tritn, nao lem por alvo inlrescs
    profanos, e reprovadoa ; purera aun o joilissimo, e
    nico intuito de fcil.lar a distribuirlo do pasto es-
    piritual a esta grande porcle de liis, lomando me-
    nos enconnmoda e cara a moma dlsIrittoJeae.
    Perdoe-me o Sr. vigario, te no correr do meo jus-
    to deiabafo, escapou-ina alguma expres-ao mais lo-
    ca"'"
    d
    inleulo, nao rae querendo servir dallas para pobl-
    ca-lai, por que nao ha de mea costme abusar ds
    1 oi.haiie.i, que em. 111:111 algoem pos-a depusitar.
    (. m a iniir.lo, aanhore radaciores, deslas poaeat
    lintias, muito obrigaif .0 seo cooslaule leilor c as-
    signanle.Manoel Junao .a F. mec Pinho.
    Engei.ho Ta|iipii da baito da naten.bro de
    IS">7.
    Evm. e Rvm. Sr. biapo dioeeiam. |)j Manoel
    Jola., du l'onteca l'inho, morador em seu engenho
    Tap.pirc, que Un lo lido separad, urna parle da fre
    BOelia de Iguarrasaii e almelada freguezia de
    San l.ourencu do tirmo do Itecife, qual p>r-
    te eomprehende o meu engenho Tapipi.o de Bai-
    xo onde moro, lucceda que pela grande di.launa de
    lele leguas im qu le cha o menino engmho da sede
    da fregoezia de S. I.ourenco, ..ao pode o resperlivo
    parodio tatitfaier nrceisidadea espuilu.e de mi
    n.'ia uuroerus. familia e moradorts, prioeipalmenle
    na ela;ao invernosa, que torna inlr.ntilavtit ut ca-
    iniiih, do referido enger.ho para aquella povoarao,
    pelo que tendo do inlereise da Igreja, e da religiao
    o facilitar lauto quanlo seja poisivel a distribuido
    do p.-st.. espiritual ao liei, qoe o reclam-m, vem o
    supplieanle humildemente rogar 1 V. Exc. Kvm. que
    em allencao ao expoilo, cuj. veracidadeinra, ae dig-
    ne coore.ler-lhe licenra part qae elle, aat familia e
    os moradores sejam curadus pese parodio da frigue-
    *"'. de Igoarastii, a qoa icmpre perlenceu, onde lem
    propriedade, familia e muitas rel.coes, e da qual
    lien asis proiimo, qualro leguas ; cerlo V. tic.
    Kvm. deque conredeudo-lhe a pernu-.n, que impl-
    ica, nao preju.lira em nada os inler.sses do viga-
    rie deS. I.onreneo. que o nao pode deiohrigar quan-
    do deve, e faiao lopphranle, e seas adherenies urna
    rorree de n.lo pequea magnilude, e de reconl.ici.la
    Jitita : por lano, pede a V. Eir. Kvm. que Hit
    delira, facull.nndo-lha graca que requrr tominti
    no inu'lo de ver a ti, e aui seus pruvidoi era lempo
    doi imprtame tocroiro espiritual-, que Ib. lera
    falladu depoi dessa lei, que lano e tan grave males
    lem caosado aos ha. liante- do ten em. por ella legre-
    gado de Iguaris-.i El orabil ad DaiLinum.Ma-
    ooel .1 un,1,1 da Fonsrca l'inho.
    O Fxm. e Kvm. Sr. Impo dignou-te dar na fronle
    do roque rmenlo o despacho seguinle :
    Os Kvds. parocho. da fregoezia da guarassii e S.
    I.nure.ieo. nos tnformem mencionando a dala da lei
    da respecliv. separagao ueste in .irada, falacia da
    Solidado -JO de julbo de 1857. II. de Pernambuco.
    -im. e tvm. Sr. Em virtode da lei provincial
    n. Jlt.de Iri de maio de ISi. icou perlencenln a
    essa fregnezia alguns enginhu que C .un .'esmem-
    braios da de Iguaraisi'i, e eulro elle he o Tapipi,
    pri.ptledade do supplieanle.
    Bese engenho lira na eslrema desla freguezia com
    a de Iguarassu, quando muito distar desla maliu
    set leguas, segundo me consla cinco da de Igua-
    rassu. Na c.pella do eiigenlii. d'Agua desla regue-
    11a, dislando pooco mais de meia legua dcTapipire,
    lemcapcllao, e por ii.ia aulorUado par teda o sar-
    vtc., e se 1 ret,, rom didicac.au. Na l.haa do Eile-
    vao, de Igoarasni. distante da T-pip. men, de
    meia legua, tem igualmente capilla., I", Anda este
    auno o coadjuclor desla freguezia andn por esse
    lugaret desobrigaudo. (i)
    Amda mo me ueguei tervieo algum de meu mi-
    nt-lerio, para o qual fosse Chamada, e le o suppli-
    eanle e seu in.ira.i.re deprezam cases recu.ios. na
    verdade poucos, que posso dispar, e que io os mes
    1110. de que j.i d spuz o Kvd. parodia d Igoiirasm,
    1 como me cuusta nao leabe culpa. (3)
    (joasl sempre, tvm. Sr., a lidela falla, e diffcul-
    | dade da loccorm os esp.rluae, servem iofelizmiu
    le de apadrrnhar e cohuuesl.r prelenrOes, que sera
    urna 1 rnfan.u..i.. chama las rcligiofas. V. Etc. ai
    o qoe for da jasiiea. S. I.ourenco lr de stlembru
    de 18>i o Vigaro Juic Ildefoiisri Rodrigues di
    silva Dalia.
    Exm. e Kvm. Sr. l'or mais de uina tez se lem
    feito sentir au govrrn i o grande iiicunveiiienle q
    resulta da divliae lerrilorial fula pela lei ji. :IJ6
    IJ de maio de IS">i ; e ai convenientes reclainac
    dos habitantes da ande porc.lo de lerreno que I
    Inepta e caprichosamente separado deita frei.e, I
    il sa lis mi'ir ...li. ri,.t.li.>.l.. ^_> U________a a. _
    ..-.,------"'......""-"' "V-"" "eim irci.e, i-n. |icuvau, lem O titulo do ladran, o % l-ln u illu-
    do na mor parle publicad. nu. jo.nae, de-M pro- mostrara Su sendo certa dita vnz -J.L11 A Vr
    'inda ; creio por lano que V. Ex. Rvm. lira del- ,, i 0Z. tjuetmsdas, 2G
    Ueliro-roo a voz publica. -Monie-Alerrre, !6 de
    tiovemurode 1857. fa
    Eloy Joaquim de Aguiar,
    Kehro-me aoaliessado cima diio.-Oueiad.s,
    16 de novembro de 1857. "u.s,
    Joaquim Jos de Aguiar.
    Refiro-me ao atleslado cima dilo.Monto-Ale-
    gre, Ib de novembro de 187.
    Beraldo Bezerra de Ar.ujo Mello.
    Rehro-me ao aiiostado cima dilo.
    Joo Leile de Ferias.
    Hefiro-moao aiiesiado cima dilo. '
    Jos Bezerra da Cunha.
    Ucliro-ma ao aiiesiado cima dito.
    Jos Joaquim de Miranda.
    Reliro me ao attostado aciina dilo.
    Ijermtno Bozerra Cabral.
    !cfro-me ao aliesdo cima dito.
    Alexandto do Souza Rarboza.
    Refiro-me ao atleslado cima dilo___Pirah. 16
    de novembro de 1857.
    Galdino Jos de Santa Anna, inspector do se-
    gundo districto.
    Helirr>m.a voz publica.ueimad.s, 16 de no-
    vembro de 1857.
    Joao Manoel do Feria Leile. '
    Reh'ro-me ao mesmo. Ouoiro.das, 16 da no-
    vembro de 1857.
    Jus Marlins da Cesta Me|l0.
    Refiro-me ao aitesudo cima dito.Oueiraadas.
    16 de novembro do 1857.
    Joao Barbaza Camello.
    Refiro-me ao mesmo.
    Joaquim Bezerra Cabral.
    Pela voz publica. Uefiro-me aos alleslados
    fcngeabo Queimadas, 6 de novembro de 1856.
    Anlonio Vicente da Costa,
    Refiro-me ao atleslado cima dito.Caranbas.
    16 de novembro de 1857.
    Jos \ cenle da Cosa Aguiar.
    Pela voz publica. Rehro-rae ao atleslado
    lamiues, 17 de novembro de 1857.
    Amancio Correia de Mello.
    Refiro-rncao aUesmdo .cima dito.-CHIios de
    Agoa da Boa-\ .s;a, 18 do novembro do 1857.
    Antonio domes da Fonseca, inspector de Olhos
    d Agoa. '
    Refiro-me ad atleslado cima dito.Olhos d'A-
    gua de Boa-Visla, 18 de novembro de l57. "
    Joso Nunes de Oliveira Andrade.
    Rcfiro-meao aitosiado cima dilo Marinada,
    t de novembro de 1857.
    Alexandre Mendos da Bocha.
    Refiro-me ao atleslado cima dilo___Carauba*.
    23 de novembro de 1857.
    Eduardo Correa de Mello.
    Rehro-mo ao atleslado cima ditoOlho d'A-
    gua boceo,23 de novembro de 1857.
    O inspector de Queitnada. e Marinada, Manwl
    lioilrioU9g Finiente!.
    Alteslo que e.'tos senhores de que traa a pslieo
    gozam desle Ululo, pois sao los pblicos tendente
    aos seus maos folios.Queimadas, 28 do novem-
    bro do IS56.
    Anlonio Bezerra Cabral.
    Ha voz publica quo ditos senhores moncionado>
    na pelicao, tem o Ululo du ladro, e visto o que
    de novembro de 1857.
    Jos Correa Tavuira de Mello.
    Eslavam reconhecidos.
    !r vXt;". -?c rfu ,
    PRACA DO ltE..l|.E 1 E OPZKMBRO AS
    i HrlAs DA TAUllE.
    .. Cotaee ofllciaea.
    Ueseontl de lelrai-IO 0|0 ao anuo.
    1 1. 1 P" BorR".'P'>den(e inl.in.,.
    I..L)uhourcq Jnior, ttcretarlo lalern,,..
    CAMBIOS
    S*ra Londres, 26 l|2d.
    Parit, 318 r.. por fr.
    I i.boa, 98 tO por % de premio.
    H.o de Janeiro, 2 por 0,0 d. descomo.
    nil.porsstaraiao a r^^lT^Z^^o ^al^ZV^M^l^-
    ts fehz qoe a. oulraa, pjis ,m qualqil .- ,.*. ti do Ynd,dor. v 0e dvdndo poi eco
    la do vendedor.
    Accftet do Banco, o a 5 de'premio,
    vd 0uro--"""''Penh"l... 29i5TOa3O|00O
    Moida de 60ou v,ll,. 169000
    * *#S B0,rl' loW
    f 4>.......ooo
    ;<

    v-

    MUTILADO

    ILEGIVEL




    PraU.Palacflei braiileiroi. .
    Paaot roliiinnariis. .
    meiicaiici. .
    ALPANUEGA.
    endlmenlo do dial ....
    dem do dia ,
    $000
    3O0
    1ti0
    20:6J2JVJ
    20:8)35101
    De&cirreuiiri no da i Ac. dezembro.
    H'ifi iiiKletaMeliuabatalhao.
    Brigue inglezAranaIrilhn de ferro.
    I'alarho rllnaroarqoetConcordiacerveja oleo.
    Harea franceaAtacamercaduras.
    l'olara l.npanholaEmercindapipai de vinlio.
    Baraa porloga.ilMana Joan' diveriua ganen.
    Brigue porlugUHiTrovadordem.
    Talacho po.logoezDuqu. do Purlndem.
    Baica inglataFleal Winbaealluo.
    Barca americantUniaofaiinlia e bolachinlia.
    Barca ameiieaua Elladem.
    Patacho rnerleinoBremefarinlia a farelo.
    * MOVIMINTO l)A ALFANOEA.
    Voluntes tutrados eom fain.iai .... 140
    com geuirot .... S80
    Total
    Voluinti a.ihidoa eom faiinda
    < a eom gneros
    Kendirnentn do dia t
    I le ni do dia 3 .
    Total
    CONSULADO (.ERAL.
    370
    ili
    203
    as
    1:6138852
    2:2519.tl
    3:8983786
    DIVERSAS
    llen.1imii.to do da I .
    dem do dia 3 .
    PROVINCIAS.
    2.-)SC68
    t asnao
    M8fS39
    DESPACHOS DB RXPORTACAO PELA UESA
    IX) CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
    3 DE l)!-/KMiinO DE 1857.
    Bucnot-Ayrea Brigue hambarguez Margare! c
    l.uiza>, Amurm Irmau., 325 barricas assucar
    * liranco e malcarado.
    LisboaBriRoe portBiuez Rilimpago, Thoraaz
    de Aqaiuo FoDseca ii Fidiu, 10 cascos niel, o
    barrica, cun assucar mascavndo.
    Lisboa liare p.-rlogueza Uorlencii, Manuel do
    Naacimeoto Ptraira, 130 saceos assucar maica-
    vado.
    PortoPatacho porlugaez Mara, Francia'o Se-
    veriano H-.be lo d; Filho, 281 taceos assucar mas-
    cavado.
    Ooil Barca ingleza Hindous, Saunders Bro-
    thers v\ C. 600 saceos as-ocar mascavado.
    LiverpoolBarca logleta Bunitau, Saoodert Bro-
    Ihera $ C, 146 laceas algodo.
    RECEBbDOKIA DE RENDAS INTERNAS GE-
    RAES DE PERNAMBUCO.
    Reudimeotodo dia I..... 89ig566
    dem do dia 3....... 0478004
    l:8li>570
    CONSULADO PROVINCIAL.
    Rendimenio do dia 1..... 2:5899131
    Mam do; dia 30.......' 3:4667859
    6:0569350
    }
    Navios entrado no dit 3.
    Paraliiba24 horas, brigue de guerra nglez'Sircan,
    cominindinle 1. ll.Selwva.
    Terra Nova38 das, brigee inglez Melina, de
    150 toneladas, capilao R. Ksarnej, equipagem 10,
    carga 2,238 barricas c>m hacalho ; a Saunder
    Brolhen & C. P -rtence a Terra Nova.
    Slacei e porlos intermediosI da e 23 horas, va-
    por nacional Ptrxinunga. eommandanle o se-
    guodo lente Joaqun. Alvn Moreira, earga va-
    rios gneros.
    ttaliia10 das, lamaca nacional ollorteneia, de 94
    tunela-las, capilao Joaquim de Soma Coulo, equi-
    |Mgem7, carga varios gneros; a .nlonio I.uiz
    de Olivera Aaevelo. Perlence a B'lii*.
    Ac-iracu'1.1 dias, lancha nacional Flor do Rio
    Grande do Norteo, de 32 toneladas, meslre Mi-
    guel Jase' da Coila, equipagem 4, earga t Pedro Borges de Siqueir.i. Perlence ao Rio Gran-
    de do Norte.
    i Navios aahidos no menao da.
    PortoBarca porlugueta Flor da Maia, rapllao
    Antonio Hibelro Lopes, carga astucar, msl e mais
    gneros.
    Buenos-A>reaSumaca lieipinhola aOndir.an, capi-
    lao Pedro S in.ii, carga asauear i agurdente.
    BahaPatacho porluguet Maria da Gloria, eom
    a rnesma carga que troote. Suspendu do la-
    meirao.
    fS.
    neo
    O lllm.j Sr. inspector da thesouraiia
    provincial, eni cumpriment da ordem do
    Mxm. Sr. presidente d provincia de 16 do
    corrente, manda fazer publico, que no dia
    ? 10 de dezembro prximo vindouro,peranle a
    'Junta da fazenda da mesma thegouraria, se
    lia de arrematar, a qtiem por menos lizer, a
    obra, do i." laen da ramificacao do Japo-
    mim, avaliado eni 17:3609 rs.
    A arrematadlo sera feila Da forma da lei
    provincial n. 343 de 15 de maio de 854, e
    sobas clausulas especiaes abaixo copiadas.
    As pessoas que se prepozerem a esta ar-
    renmtacSo comparecam ni sal das sossOes
    'da mesma junta no dia cima declarado,
    |ado rueio dia, competentemente habilita-
    ' das.
    E para constar se mandou allixar o pro-
    . tente e publicar pelo Diario.
    Secretaria da thesouraria provincial de
    Pernambuco 17 de novembro de 1857.O se-
    cretario,
    A. F. da AnnunciacSo.
    , Clausulas especiis para a arreo:alacio.
    la Asobras darao ilieacflodo I.* Ian._
    . do .lapo r.im far-Be-hao de conlbraiidaiie
    rom o orcamenlo approvado pela directora
    eni consellio, e a presentado ao Exm. Sr. pre-
    sidente da provincie, na importancia de .
    17.360; rs.
    2 a O arrematante dar principio aso-
    bras no prazo de um mez, e as concluir no
    de I* me./.es, ambos contados na forma do
    arl. 31, da lei provincial n. 286.
    / 3.a O pagamento da importancia da ar-
    . rematagilo realisar-se-ha na forma doart,
    39 da mesma lei provincial n 386
    4 a O arrematante durante a exerucao
    dos trabalhos dar transito ao publico.
    5.a Na execuefio dos trabalhos o arrema-
    tante sujeitar-se-ha as proscripces do en-
    genheiro eocarregado ita obra.
    6.a Para lulo o mais que nao so achar
    ' determinado as presentes clausulas nem
    no orcamenlo, seguir-ge-ha o que dispOea
    respeito a lei provincial u. 286.Conforme.
    O secretario,
    A. I'. da AiiuunriacSa.
    - Olllm. Sr. inspector da thesouraria
    provincial, era cumprimento da ordem do
    - Exm. Sr. presidente dt provincia de 16 do
    w corrente, manda fazor publio, .jue no di
    3 de dezembro prximo futuro, peraute a
    junta da fazetida da mesma thesouraria, se
    ha de arrematar, a quem por menos h'zer a
    obra do a. Janeo da ramificacao do Japo-
    uiiiii, avallada em 10:0809 rs.
    A arremataefio ser feita na Torma da lei
    provincial n. 343 do 15 de maio do 1854, c
    sob as clausulas especiaos abaixo copiadas.
    Ai pessoas que se propozerem a esta ar-
    rcniatacSo comparecam na sala das sesses
    da mesma junta no dia cima declarado,
    pelo meio dia, competentemente habilila-
    . das.
    K para constar se mandou allixar o pre-
    sente e publicar pelo Diario
    Secretaria da thesouraria provincial de
    Pernambuco 17de novembro de 1857. O
    secretario,
    A. V. da Annunciac5o.
    Clasulas eapeciaes para a arrematarlo.
    1.a As obras da rsmificacSo de Japomim
    far-so-hao de cooformidada com o orcamen-
    lo approvado pela directora em conselho, e
    apresentado ao Exm. Sr. presidente da pro-
    vincia, na importancia de lo:080s rs.
    .' 2.a O arrematante dar pjincipio as o-
    , hras no prazo de um mez, e as concluir no
    de dozo mezes, contados na orma doart.
    .i.ila lei provincial n. 286.
    3.a o pagamento da importancia da ar-
    reniatacSo realisar-se-ha na forma doart. 39
    . da mesma lei provincial n. 286.
    4.a O arrematante durante a cxecuc,3o
    dos liabaUos ara transito ao publico,
    i >.a Na cxccucflo dos trabalhos o arrema-
    tante sugeitar-se-ha as prescripr;6os do en-
    genheiro encane gado da obra.
    , 6.a Para ludo o mais que nao se acbar
    determinado as presentes clausulas nem no
    orcamenlo, seguir-se-ha o que dispe a res-
    peito a le proviucial n. 286__Conforme.
    secretario,
    A. F. da Annuncas3o.
    Olllm. Sr. inspector da thesouraria
    provincial, em cumprimento da ordem do
    Exm. Sr. presidente da provincia de 16 do
    corrento, manda fa/er publico, que no dia 3
    "- de dezembro prximo vindouro, peranlea
    junta da fazenda da mesma lhe8ou7ara',*e>
    na de arrematar, a (iucm por menos lizer, a
    ^.J,0 Sude do llum Jardn., avahada em
    1:1559000 res.
    A arrematacSo ser feita na forma da lei
    provincial n. 343 de 15 .le maio de 1851, e
    sob as clausulas especiaes abaixo copiadas
    As pessoas qoese propozerem a esta arre-
    maiacao comparecam na sala das sessoesda
    mesma juma, no dia cinja declarado pelo
    meio da, competcntemenie habilitadas
    E para constar se man lou allixar o pre-
    sente e publicar pelo Diario.
    Secretaria da thesouraria provincial Je
    Pernambuco 17 de novembro do 1857.O se-
    cretario,
    A. V. da AnnunciacHo.
    Clausulas especiaes para a arremalacao.
    _1.a As obras do agudo do liom Jardim so-
    riio feitas de conforinidade com a planta e
    orcamenlo, approvados pela directora em
    conselho, o aprosenlalo a approvacSo do
    Exm. Sr. presidente da provincia, na impor-
    tancia de 1:155; rs.
    2.a Estas obras deverSo principiar no
    prazo de um mez, e serSo.concluidas no de
    cinco mezes, a contar da data da arrema-
    lacSo.
    3.a A importancia da armmatacSo ser
    paga era tres preslaces, pela maueira se-
    guinte : a priuieira de dous quintos do va-
    lor total, quando estiver executada melado
    da obra; asegunda, igual a p imeira.de-
    puts de lavrado o termo de recebirnento
    provisorio; a lerceira linalmcnte, de um
    quinto depois do recebirnento delinitvo.
    4.a O arrematante na execugao dos tra-
    balhos observar as prescrioces do euee-
    uheiro.
    6.a Para ludo o mais que n Soestiver
    proscripto as jresen+es clausulas, obsarra-
    ra o que dispOe a lei provincial n, 286 de 18
    de maio de 1854.CouTorme. O secretario,
    A. F. da AnnunciagSo.
    Olllm. Sr. inspector da thesouraria
    provincial, em cumprimento da ordem do
    Exm. Sr. prostdento da provincia, manda
    fazer publico, que no da 10 de dezembro
    poximo vindouro, peante a junta da fa-
    zenda da mesma thesouraria se ha de arre-
    matar, a quem mais der, a laxa das barrei-
    ras da ponto do Manguinlio e da estrada da
    cafuinga, avahadas animalmente ambas em
    5:4759000 rs.
    As arrematagOes serSo Mas por lempo de
    JO mezes, a contar do l. de Janeiro de 1858,
    a 30 de junho de 1860.
    As pessoas que se. propozerem a esta arre-
    ma lagHo comparegam na sala las sesses da
    mesma junta no dia cima declarado pelo
    meio da competentemente habilitadas, com
    suas propostas cm carta fechada.
    E para constar so mandou allixar o presen-
    te e publicar pelo Diario.
    Secretaria da thesouraria provincial de
    Pernambuco 10 de novembro de 1857.-0 se-
    cretario, A. F\ Oa Annunciagao.
    -- O Illm. Sr. inspector da thesouraria
    provincial, em cumprimento da resolugao
    dajunla da fazenda. manda fazer publico,
    que no da 17 de dezembro ,.roximo vindou-
    ro, vai novamenle a praga para se arrema-
    tar a quem por menos lizer a conservago
    permanente da estrada da villa do Pao d?A-
    ino, avahada em 6:900? rs., por lempo de 10
    mezes.
    E para constar se mandou allixar o pe-
    seme c publicar pelo iaiio.
    Secretaiia da thesouraria provincial do
    Pernambuco 26 de novembro de 1857 o
    secretario,
    A. I\ da Annunciagio.
    ~- o i im. Sr. inspector da thesouraria
    provincial, en cumplimento da resolucoda
    juntada fazenda, maula fazer publico, que
    mua 1/ de dezembro prximo vinlooro
    vai novamenle a praga uaia ser arrematado
    a quem por menos lizer a obra dos reparos
    i.aiwo'uo Ja VHU d0 Cab' avaliada e'"
    E para constar so mandou allixar o pre-
    sente e publicar pelo Diario.
    Secretaria da thesoura.ia provincial de
    Pernambuco 26 de novembro de I857.-0 se-
    cretario,
    Antonio Ferreira da Annunciagao.
    hUAlO KW*HSi*MB13&) BRXTj, PU \ )l DC7.EMB80 & IM
    l.i.j.ci, tum ... ao qiialquer si-
    taqSo .la
    lustros.
    CONSELHO ADSlinISTRATIVO.
    0 conselho administrativo lein de comprar
    0 seguinle :
    Sola, meios 200 ; bomba de ferro para po-
    co I ; siueto para a repartig3o do asslstente
    do aju.lanle general do exercito na provincia
    das Alagnus, com as armas iinperiaes, c seu
    competente distico I ; bonetes para o meio
    batalnio de cagadores do Ceai 94.
    Quem quizer vender, aprsente as suas
    propostas em carta fechada na secretaria do
    conselho, as 10 horas do dia 9 ..le dezembro
    prximo futuro.
    Sala das sesses do conselho administrati-
    vo para fornerimento do arsenal do guerra,
    30 de novembro de 1857.- liento Jos Lame-
    ria Lins, coronel presidento Bernardo
    1 ereira do (armo, vogal e secretario.
    IOIZO DOS FEITUS DA FAZENA.
    Cohrancada divida a-Mna anecaiaia pelo iiiizn dos
    fallos da fazenda, no met de novembru pr..x.mo
    lindo, n taber :
    Imposto sobre lujas......
    Tata de escravo.......
    8i/a dos bous de raz ....
    HestituicOes de toldos.....
    Decima nddlciooal das corporaces'
    de mo mora.....*
    Dito sobre barcos do interior '.
    Juros.....
    Multas ....'.'.'. \ \ [
    Cusas.......
    Sellos averbados ,
    Dizinia de chancellara .'

    1:2159816
    1703000
    l:O3l2O0
    166*333
    33.4180
    1^00
    215*715
    !76|-2
    65I57H
    7o660
    55688
    3:8865009
    1 *Hm*&k9.
    O Arsenal de Mirinha romprs para suppri-
    menlo do Almoxar.fa.lo os seguala objeclos:
    agullias de palomba, arcos da ferro surtidos, briin
    da Buasia, brochas surlidas, breu, banJeins Im-
    penaes, ditas do gurupes, eslanl.o, fallas do
    landres, Iml.a de cozer, lipis, ra,,c| a|,a0 de
    lindo bom, dito do peso, diiocartucl.ioho, dito
    mata borro, dito de lisa, pennas dW ditas
    lave. piMMbe, pregos de ierro de 4, (i e 7 pol-
    legadas, so(a boa, dita inferior, livros embranco,
    redes do pescar, remos de aia, saceos du con Juc-
    gao, lijlos Ogivas, linla de cscrever, avistas
    d osso ; os prelondenies a venda dos di los objeclos
    sao convidados polo illusirissimo Sr. inspector a
    aprcsenlarem as suas propostas eui cartas fuciladas
    com as competentes amostras nesta secretaria no
    da 5 do crreme mez pelas 11 Loras da aianl.a
    em que a compra ser elecluada.
    lnspeccao do Arsenal de Marinlia de Pernam-
    buco em I. de dezembro de 1857___O secre-
    tario, Alexandre Rodrigues dos Anjos.
    a Ocollectoraauccima emais imcostos
    dacidado de Olmda, faz publico que os 30
    das uteis para o p.gament., dos ditos im-
    postos, principiara a coatar-se do 1- de dez-
    embro, lindo os quaes inenrrem na multa
    de3porcento, todos aquclles que deixa-
    rem de pagar a bocea do cofre seus dbitos,
    pertencentes ao primeiro semestre de 1857 a
    i8.)8.--o collector, Francisco das Chacas
    Saigueiro. "
    do !rmerarl? "!m- Sr* Dr J"12 moncipal
    n f a lln,la' fe na e -ffemalar por
    venda, depois de linda a aulicncia do dia 7
    do prximo futuro mez de dezembro, as 10
    Doras da manha, por ser a ultima praca
    urna casa terrea de pedra e cal, com quintal!
    /iw 8 d Am'"ar0 9- vahada
    por.?00 rs., a qual foi pealiorads pela fa-
    zenda nacional, por decnua do mao morta.
    do anuo de 1854 a 55 ao viga rio prior do con-
    vento de Nossa Senhora do Carmo da mesma
    cidade. Collecloria de Olinda 28 de novem-
    bro d3 1857.-0 colleclor. Francisco ds
    c.T.8*n Sal8ue'ru--cscfivao. Jo3o Con-
    galves Rodrigues Franca.
    I'cla recebedona do rendas geraes se
    laz publico, que he ueste corrente mez de
    dezembro que os devedores dos seguinles
    impostes, ronda dosproprios nacionaes, tt
    rosde le renos e de marinba, ecima ad li-
    ctonal de n,So morta, imposto sobre loias,
    casas de descont, esciptorio, ele, dem
    sobre casas de movis, roupa, calcado es.
    trangeiro, ele idem sobre barcos do inte-
    rior e taxa de escravos. leem do pagar o
    que se acham a dever, tanlo do auno de
    I8M e 1857, como do 1 sempstre do de 1857
    e|!8o8, e que lindo o rrfcii io mez, ters In-
    garacobranga executiva contra os devel-
    les daquelle auno, e os desto paganlo a
    mu Ha de 3 0,0. Itecebelor.a de Pernambu-
    co t de dezembro de 1857. ~ O administra-
    dor, Manoel Carneiro deSouza l.acerda
    Pela mesa do consulado provincial so
    az publico, que os 3o dias uteis para o pa-
    gamento, a bocea do cofre, da decima dos
    predios urbanos das rreguczias desla cidade
    e da dos Abogados principiara a contar-se
    do da 1 de dazembro prximo Uiluro; fin-
    do os quaes incorrem na mulla de :i 0,o to-
    los aquellesquedeixaremdo pagar seus de-
    jillos, pertencentes ao primeiro semestre de
    185/ a 1858. Mesa do consjlado provincial
    6 de novembro de 1857. -Pelo administra-
    dor, Ihcodoro Machado Freir l'ercira da
    silva.
    COMf ANHIA DE SEGUROS MAMTIMOS E
    TEBRESTHES.
    DO
    IMPRIO DO BRASIL.
    I'.slalx'Ioi'ida no Ilio de Janeiro
    . CAPITAL 16.000.000:000
    Agci ca 111a da Cruz 11. 10, cseri])toiioda
    viuva Amoiiin cv Tillio.
    Aos Sis. negociantes, propiielarios de
    casas etc., etc., se offerece na agencia da
    dita companhia nesta cidade, a realisarao
    de seguios por premios e cordiccoes mul-
    lo mdicas e razoaveis. Na mesma agen-
    cia tambem se eflcctuam seguios tanto
    para o norte como para osul do imperio,
    nos vapores costeiros e vasos devela. A
    companhia garante a ptompta indemni-
    Sjegao do cnnlencioso da (!.c-.iur,.ria da (alenda
    de I ernambuco. I de mvembro .1 18)7.-0 prncu-
    raum inral dns Teitos, limando Alfonso de Mello.
    - Pela inspucgao do arsenal de marinha
    se laz publico, que fcitos, na conformidade
    uo regulamento acompanhando o decreto n.
    1324 de 5 de fevereiro de 1854, os exames
    necessarios no casco, machinas, cal lei ras,
    apparelhos, mastroar;3o, veame, amarras e
    ancoras do vapor de reboque Camaragibe,
    pertencentoa cjmpantiia vigilante, achou a
    commissSo ludo ato em hora eslado, sen io
    por conseguinto de parecer unnime, que
    poda essi embarcagao continuar a servir
    nspecgao do arsenal de marinha de Pernam-
    buco em 3 de dezembro do 1857. O inspec-
    tor, Elisiario Antonio dos Santos.
    O Illm Sr. regelor do (ymnasio man-
    da declarar, que no dia 5 do corrente, pelas
    II horas da manha>, proceder-so ha liaste
    estabelecimentoa dislribuigao dos premios,
    designados no til 3. captulos do regimen-
    t de 25 de julho de 1855. Secretariado
    gyrr.iiasio provincial de Pernambuco 3 de
    dezembro do 1857. O secretario, Antonio
    'a Assumpg5o CabraI.
    HUAYIO
    di-:
    SANTA ISABEL
    3.- RECITA DA NOVA ASSIGNATDRA E 2"
    DAS VEN DI HAS
    DA
    EMPREZAGERMANO.
    SABBADO, 5 HE DEZEMBRO.
    O proKramma do epectacnlo que lem de sokir
    acea 9tr.. amanl.a.i mesmo publicado por este
    SALAD DO THEAT80
    1)10
    Santa Isabel
    Conco.to vocal n instrumental dado pelos
    S-s llnnnque "capisej. Ileraamaschi, ter-
    ga-fcira 8 de dezembro. '
    laile popular
    Mascaras e pluntaaja.
    \To
    PALACETE DA RA DA PRVIA.
    Sabbado 5 de dezembro.
    A pe lido de vanos ama lores, haver bai-
    le neste da o qual sers o ultimo este auno
    frn^p' ** s? p"llar ,a os carloes de
    imgresNO estarn -vs4ao t|Mr ,, cos.
    turne no da do divertimeulo ,0 deve ter-
    minar as 2 horas.
    ./
    Gabinete ptico
    ATERRO DA BOA-YISTA
    N. 4.
    O director deste salao participa a seus
    illustres protectores, que teui para esta se-
    mana urna agradavel exposigao de vistas das
    mais bonitas que teo le i lo, todas novas,
    por ser a penltima simana.
    1." Vista panorama da cidade e porto for-
    tes e defensas de Sebastopol.
    9- llitalha de Toulon.
    3." Vista panorama de Paris.
    4." Vista geral de llresl.
    5." Vista geral de Genova.
    " Vista de .aples avistan lo-se o Vol-
    cSo.
    7." Vista do Valle do Chamouoy coberto
    uc nev,
    8.a Vista geral de Uordeos em Franga.
    9: Os edilicios e fortes de Genova.
    t0.> AigrejadeS. Pe 1ro em Coma, Ilu-
    minada, sendo ornadas primeirasdo mundo.
    11.'' Conslanlinopla lomada por Seras-
    hir.
    \1 Vista de Rudo tomada de San Severo.
    13. Iiieppe, vista tonuda de porto, cm
    Iranga.
    14.a Vista de Malaga, lmala da entrada
    do Porto.
    15.- ronte e palacios da Concardia em
    Pars.
    16." Praga do LouVre em Paris.
    17.a lili., liorumeas nolagoMaior.
    18. Napoleo I, botando oculo era Trente
    da Catholral deMiUo em Italia.
    O salao estar aherto das 7 at as 10 da
    noite. Lnlrada 500 reis.
    COMPAiTHIA
    u vapor.
    F.spera-se da Europa um dos vapores des-
    la companhia, o qual depois da demora do
    costume, soguira para o Rio de Janeiro, to-
    cando na llahia. Para passageiros etc. tra-
    ta-se com os agentes Adainsou, llowie \ C,
    do lrapiche u. i2.
    ~- **ara o Kio de Janeiro sabe ale o da 5
    de dezembro a muito veleira e nova barca
    Reare, a qual anda recebe alguma carga a
    Irele e passageiros, para os quaes lem aceia-
    dos commodos para tratar, com Mtnocl
    nonC\Tndr1raei?o;nT.,QO'"a ^^ W.!^|5"* 'lem o pegar e irouxer a~ruado
    :.' pr'm(Vr? andar, ou com o capitSo Crespo n. 4.
    Joaquim da Silva Castro
    A Santa Osa de Misericordia de Olin-
    da da a premio a quautia de 1:350; rs.. cora
    Ufa loja
    das seis portas
    Em frente do Livr;.ment
    Palitos de alpaca prelose de cores a 5/000,
    ditos a '13, ditos de brim a .1>, ditos uc seda
    pretos, la/.endi lina a 25000.
    Procisa-se de tripolagao nacional pira
    o bergantn nacional Duque da Terceira :
    quem se julgar habilitado, dirja-se a bordo
    do mosmo.
    Aluga-se una casa cm Santo Amaro
    de Jaboaln, na ra do Bom GostO< para se
    passar a fasta, co.11 commodos, muito fresca
    e junio do banlio : quem pretender, dirja-
    se ao mesmo lugar, a Jo3o l.uizda Paz, ou
    Beata praga, na ra Direita, taberna n. 8.
    --- Fugio desde o dia I. do corrente, do
    abaixo assignado, o escravo Miguel, cabra,
    estatura alta, de 29 a 30 annos, gago, n pou-
    co se Ihe eutendo do que quer dizer ; veio
    du Serid, e foi ven lido pelos Srs Joaquim
    Pereira de Sanl'Anna,- e Cnngalo Alves dos
    Santos, em 1854 : gratifica-se com genero-
    Agwk
    (\\i irilin-l,;ra'dc i-iejui/o que
    UUS aJUIctll" te lia sollrido por ticar
    tes.
    - --^-vS BSXV49BEC
    ooiisiai.icrncii-
    sob sua res-
    ponsabilidade uvultudo numero de bilbe-
    tes que dei snn de ser vendidos, nao liie
    I convindo continuar a sollrerem tal pre-
    I.iquilo sao e ospecifico para tirar todos jui/.o, icfoimou o plano das mesmas lotc-
    os pannos, as sardas e as espionas, refresca ri. ...!-----....'..
    a cutis e faz desapparecer a cor triguelra era
    cinco dias, do um moJ.j particular, aug-
    men a o lustro e lira as rusas das pessoas
    que tem feilo uso do sulimao, cura a bor-
    tueja com muita fecul lade or ser muito
    fresca e sera prnjudicar a san hde Esto li-
    quitoj he bastante cnnhecilo nesta pro-
    vincia.! tem feito grandes curas, tanto que
    tem sidoreceitado pelo insigne modic > Joa-
    quim de Aquino Fonseca : vonde-se somon-
    te no de.msito n. 6 la rui de S. Francisco,
    pelo prego de 25030 a garrafa
    ras u osubinetteu a appiovavo do Exm.
    Sr. presidente desla provincia e tedo o
    mesmo Exm. Sr. approvado semelbante
    jetorma manda igualmente o prcdito Sr.
    Il-esoutciro la/.ci pul)lu:o (jue dora vm
    diante lerdo as totoriaa extrahidas pelo
    plano que abaixo vai transcripto e por is-
    so se acbam a venda todos os dias as ho-
    ras do c\pcdiente as 9 horas da manhaa
    as 3 da larde no pavimento terreo da casa
    da roa da Aurora n. 26, os bilhetcs da
    Vende-se una cnoula de 14 anuos de!
    1 lade, do perfeita saulo, seo nenhum de-i ,et'^(-'."'a Pa't fe-ito physico, de hjnita ligura, prendada, c1 nelicio do hospital Pedio II, cujas rodas
    so pira urna familia dostacapitsl. Amanhaa endarao no dia S do futuro mez de dc-
    *, e 5 deste mez, ae ciara pra ser vista e nzmliro
    vendida ni ra de Santo Amaro 11 32 ,' .
    Desappareteu em dias desla semana ''C01'1}"" loteras, 28 de novem-
    a caa na ra da Santa Cruz, um do lho'-O envo, Jos Mana da
    propriedaJes naquella, ou
    hypotheca em
    nesta cidade.
    l'recisa-sc de um menino de 12 a 15
    -. ---o- ^--* |'i \>>iii.ioi,
    ou com o callao na praga do conimercio ou
    A I i 1 ,
    a bordo.
    COMPANHIA
    Brasiletra de paquetes a
    vapor
    O paquete Paran, eommandanle o segun-
    do lente Francisco Ferreira llorgcs. deve
    chegar a este port.i a 9 lo corrente em sc-
    guimento para os do sul ; podo receber des-
    le ja passagoiros, Ireles de dinlieiro, 011-
    commendas e de carga no dia da chegada .
    agencia ra do lrapiche 11. O.
    Aracaty.
    Para o Aracaty sahe no da 7 do 00-rente
    o hiate Invencivol portera maior parte da
    ca-ga prompta, para o resto a passageiros
    tr^ia-secoin Martins .& IrmJos, na ra d
    Madre de Dos n. 2.
    lia
    Manoel Jos llib.iro, a bordo.
    --- Deve sahir para o Porto al 15 de dez-
    embro, ou antes, se for possivel, o patacho
    portngucz Maria, o que se asisa a quem
    quem quizer carregar, ou ir do passagem ;
    cisco1evCe^no^T.n,rfrfrla,lr l"5' ''ecisa-sc do um menino de 12 a 15
    auos n la,"; n !V rte d. ,nnos' dns legados ha pouco de Portugal,
    com o'rai I3. n nmH f ',rov"lc,al' P"a caixeiro dduma ollicina ; quem quizer
    1 rnnimprp.n nai linuncip
    --- Aluga-se o andar da casa da ra da
    Cadeia n 4 : a tratar na mesma casa pri-
    meiro andar.
    Aceitam-se
    anrendizes livrea e escravos para aprender
    ollicio de tamanqueiro, na grande fibrica
    de tamancos da ra Direita, esquina que vira
    para S. Pedro n. 16, garantiudo-se, que por
    eapaeo de .! a 4 mezes^podem tirar o lucro
    1 de 2 a S;50o reis diaiios, e torna-se impor-
    iUnte pela limpeza do servigo. Na mesma
    casa precisa-se de ollieiaes para pregar ta-
    raaneos.
    ! Prccisa-sc de urna ama para todo o
    iservigo de casa de ramilla, paga-so 12-?men-
    jsaes, so agradar pag*r-se-ha mais: trjta-se
    ;na na do Cotovello n. 61
    Precisa-se de urna ama para o servigo
    ario do urna casa de pouca familia, que
    saiba tamhin engomnirr : a tratar na ra
    do Collegio n. 13, loja.
    Precisa-se de um hornean preferv-se
    eslrangeiro) |iara feilor de poucos escravos,
    no engeuho Mussaiba, dislanta da capital 4
    leguas : paga-se bem : a tratar com o seu
    proprietario na ra Nova n. 14. s-gun lo an-
    dar, d> sonoras da tarde em diante. '
    Acha-sc justo e contratada para ser
    vendida a taberna sita na ra de Hurtas n.
    31, pertencenle a Elias Marmho Fatcao de
    AlbuquerquaMaraiiliao, edar-se-ha balango
    no dia 5 do corrente : quem se julgar com
    dircilo a ella, apparega no dia indicado na
    mesma taberna.
    O abaixo assignado lem contratado a
    vender sua taberna sila na ra de llortas
    n 31, 0110 da 5 do correlo oslar balan-
    -'i.iii lo ; toda o qualquer pessoa quo se jul-
    gar credor da m sma, poe nesse dia appa-
    recer para receber o que se Ihe dever. E-
    liasalarinho Falcao de Albuquerque Mara-
    nl.ao.
    Quem tiver um sobrado para alagar,
    bastante grande, no bairro de S. Antonio,
    dirija-se a ruadas Cn.zcs 11 3i, primeiro
    andar.
    Para una cncommenda.
    Comprs-se urna escrava que soja de boa
    figura, de 18 a 20annos, e que enlenla bem
    de cozinha, engommado e costura : na ra
    lo Apollo 11. I A, primeiro andar.
    Aluga-se um ir.ulatinho de 16 annos
    de idade, ptimo pira criado : quera pre-
    tender, dirija a ra do Pade Floriano 11. 3
    Precisa-se'de um ollicial tachador
    de la mancos : na ra larga do Kosario 11 'Jt
    !v.>t!$
    LEILO
    de mobilias.
    (8em limite.)
    O tenle IL.rja, e.n cu irmauro, na roa do Col-
    legio n. 15, rara' IsirSo d um Mplendido anrlilDea-
    lodeoliias de niarcineiri;', novaa, d* .'.r*-r-i I- -
    'I" ''' ,|"-- bfm cerno um lindo cmulluorio, obra
    aipi. nunra Ma, secretarias c MCrivsntai de m2no
    e de Jacaranda', Euarda-r.iupa de nogneire, lvalo-
    rio de inocuo cun pedra e sem ella, tnilelles por-
    liteia, 1 divn, 5 cadeiras de orl.im, s"Slo dumi-
    naiile. camas de molino e .le eereaeiri para meninas,
    coiumodas e ineias cunimndas de mogno, aparado-
    res, liaiiquinl..i<, .elrale* cun pedra, urna po.rao de
    cadeiraa hamborgaezai, de Tai-, oolrae fianeexei de
    cereaeira, quidros duura.loi a' Lsiz \V, cun lu la'
    estampa, que se venderAo^em reserva, para fecha-
    menlo de cuntas ; urna oicellnnle rama de ferro,
    de mola, de gesto e qualidade, aqu nao valuares, a-
    parelliosde porcellana com(.leloj e novo para almo-
    ro e janlar, eandelabfo* de vidro e laniernas. dilOf
    de 1 neo com 6 luzei, icIoe.oj -'e alg.liei.a. duos de
    pare ie para cima de mesa, :i lobos geegrephiei en.
    muiln bom eeUdo, d.verus livros de direilo, hilera
    lora, etc., novo. e bem assim urna infinidade de
    dillerenles nriien^, q..e fura impossivel mencionar,
    os quaes serSu vendidos sem rerua de qualquer pre-
    50, ele, sexia-l.-i.a, i do corrrnle, as 10 lluras da
    111 i.iIi.ih, em poni.
    agenteB01 ja de orlem do Illm.
    Sr. Br. juiz de orpliSos, Iransferio para
    odia(sabbado5docorrente as II horas
    da ruanhaa, o leilao da loja de chapeos
    da praca da I n Jependencia n. 31, que foi
    do fallecido .lose de l'reilas Hilieuo, o
    qualuBopoude ter lugar no dia I-do
    mesmo mez.
    *f) j &tt>&t0&.
    ^v>SJOS> "- .r ;-v!.-/ ^
    >
    ara
    Vai seguir nestes dias o -patacho Santa
    l.ruz, capujo Jos Victorino das Neves ; pa-
    ra o resto da carga e passageiros, trata-se
    com Caetano Cyriaco da C. M.t na ra da
    1-adeia do lieciie 11. 2.
    y.
    acaty.
    O Inste Exhalago sahe com brovilade,
    recebe carna e passageiros ; a tratar com
    Caetano Lyrifco da C. M., na ra da Cadeia
    do Kccifo 11. 2
    * eaie A carac
    Pao d Albo, um escravo de nomo Antonio
    Cacange, de i lade de 36 anuos, pouco msis
    ou menos, do altura o grossura regulares,
    canguciio no andar; conversa pouco, pernas
    huas, lem todos os denles, he casado, e foi
    escravo dos herdeiros do tinado Caetano
    (.oncalvcs .la Cunda: quem apprehen ier di-
    to escravo, cuiduza-o ao na praga do Recife, na ra da Guia n. 64,
    quo ser generosamente recompensado, e
    protesla-se contra qumi o livor acoutalo.
    Perdeu se no dia 1 do corrente, desde
    o meio :.i ponte nova do Kefeem seguida
    ao caes de Apollo, e desle a ra que segu
    em Irente da torro do MalacofT a onlrar na
    ra de Apollo, um livrinho 17.= tomo dos
    Lotera
    Hospital Pedro
    Segundo.
    Corre amanhSa as 9 horas, os premios
    grandes sao pagos apenas finalisar a e\-
    ttacrao no escriptorio do abaixo assig-
    nado.
    \ J. Ivyiio.
    Na officina decalcado da ra lar-
    gado Rosario n. 24, precisa-se de um
    caixeiro.
    Precisa-so di; um feilor e um caixeiro
    ambos Portuguezcs no largo da Assem-
    blea n. 6.
    Precisa-se de urna miaja forra ou es-
    crava, para tolo servigo de urna casa : no
    pato da Penha, sobraden 4.
    -No dia i de novembro do corrente an- a oow o cora'io, pegas ae madapoISo de
    110, fugio do engenho Curs.hy, comarca de #900 al 6^100, dilas le algodao com toque I
    I ao a All'), um escravo du nomo ,n-.. de. ivari* > l.-tUnei,l. ,,,. ,.,.-.______.. I
    pregui^a que
    QUE ESTA QUEtMAllDO
    boas fttzendtis por pouco
    diiiheiro.
    O Preguga da ruado
    Qucimadu, continua a fornecer ao publico
    em seu estabelecimento na esquina do bec-
    co do Peixe Frito n. 2, o mais bello e vana-
    do sortimenlo Je fa/.eudas todas de excel-
    lente qualidade o prego muito ino lico. .Nao
    s queima as fazen las ja por vezes annun-
    eiadas, a saber : olindinas para vestido de
    senhora, covado a 900 rs., largclinas, cor-
    tes co 111 12 ovados, pdo barato prego de
    123, cassas organdys de cordSo a 260 n co-
    vado, cambraia eslampada de linios ds-
    dies e co-es lixas a 480 a vara, ditas mais
    linas a 600 rs., chitas francezas escuras, de
    cores fixas e lindos padresa 260, ditas cla-
    ras, padroes miudos a 280, ditas mullo linas
    de lindos pad oes e 300 rs. ocovado risca-
    dos monslros a 220 o covado, bretanha de
    'olo com 10 varas a 2o cada urna, lengos de
    rassa com c-rca lura de cor a 120, mussuli-
    na branca muito lina a 320, dita mais lina a
    360, ditas de cores do lindos pa.lroos a 320 e
    a 360 o covado, cobertores de algoJao pro-
    pnos para escravos a 700 rs. cada u-w, la-
    zinhas muito linas escuras e claras a 400 rs
    o covado, carmeliii-., fozen la ainda na 1 vis-
    la, padi > do laazinlia, pelo barrio p.-ego
    de 280 o cova lo, cortes de rifea los frauce-
    zes cada um, cortes de collcle do setim horda-
    dos a :/jOO, ditos de gorgunlo do lindos pa-
    drf)>s a IIJ'SOO, briro trancado de puro linho
    e padroes modernos a IjliO a vara, ditos
    prelos do muito h un g-isto, proprios para
    luto a 1*600 a vara, cambraia lisa trnsp -
    rente, muito lioa, com 8 varas, a 73500 1
    noga, ditas tapadas muito finas, com 10 va-
    ras a 65600, ditas maW encas a 45800, cor-
    tes de caaem ira a -jOj, chales de merino
    le todas as quahdades e -.or baratissimos
    pregos, chitas claras o escuras de todas u
    lualids les a 160, 180, 200, 220 e 2W o co-
    vado, slpscis de cores com listras de scda|
    a 560 o corado, pegas de madapolao de
    de urna casa na roa da Santa Cruz, um
    trancelim deourode Iei.com um passa-
    dor ecom o aro (|ue prende o relogio ja
    um pouco gasto : quem o achar dirija-se
    a ra do mesmo nome, sobrado de mn
    andar.que sera* generosamente indemni-
    sadodoseu trabalho.
    Circular.
    He ordem do Sr. presidente da sociedade
    Prolf clora, manda fazer ublico.que a mes-
    ma deliberou eliminar aos socios, que por
    negligencia deixaram de cumprir com os
    deverem pecuniarios e pesssoal : porem se
    nao indemnisarein seus dbitos ale o dia 30
    do prximo futuro; e Picando na sciencia
    aquello que posss ser extinelo da socie-
    dade. o s 9.' do arl. 47 dos estatutos, e o
    * .1- do arl. 1- do regiment. Sessiio em 30
    lo novembro de 1857. O secreleno, l.uiz
    Marciano do Sacramento.
    Jos Elias Machado 1-'reir, construc-
    tor particular, julgando-se versado em cor,s-
    trucgilo theorica e pratica.olferece o seu Ira
    baino a qualquer pessoa que quizer cons-
    truir embarcegoes para longo curso, nao s
    para panno, como para Ihe assenlar enge
    nho paro vapor, sendo os seus planos exami-
    na los, por qulquer ropartigSo, o mesmo
    .ira modelos de 50 a 60 pollegadas de com-
    pnmento com toda semelhanga, prompto a
    navegar para o mercantil que quizar,?ensilla
    jiiiotagem theorica, construegao, arithmo-
    iica, algebra em segundo grao, geometra,
    tngnomelria plana e esplienca : a tratar na
    casa de sua residencia, ra do Nogueira
    n. 7.
    O Sr. Joaquim-Moreira Castro, queira
    dirign-se cessoal.-nante a agencia dos pa-
    quetes brasileos, na ra do Trapiche n 40,
    para receber dioheiro.
    --- Precisa-se de um caixeiro, que enten-
    da de taberna; em Forade Po'las 11. 147.
    Precisa-se ue urna ama para comprar
    e cozahar, para casa de pouca familia : na
    ra Bella 11. 20.
    O abaixo assignado, sendo preso por
    una escolta e recollndo ao quarlel do 10.-
    balaliao do linha ; muito agradece o bon
    trato que recebeu dos lllms. Srs. ofliciaes
    c pragas do mesmo batalhao, muito sgra-
    deeido para sempre esta para com os lllms.
    Srs otliciaes e msicos do 3.- batalhao da
    guarda nacional, aondo sorvio 20 mezes. of
    ferece os diminuios prestimos aos amigos
    que o visitaran) ua prisflo.
    Adolpho Lilis do Souza.
    - Precisa-se do um louiciro desemba-
    rado : na padaria da ra Ua Sanzala 11. 96 ;
    paga-so bem.
    Va botica da ra do Rangel n. 64 pre-
    cisa-se de um platicante de pnsrmaeie.
    Aluga se urna boa casa na Capuuga : a
    tratar na ra do Cabuga loja de calcado
    n. 9. *
    -- Precisa-so do dous ou tres passautes
    detesta na Varzca que quena so eugajarcm
    um carro : quera quizer aniiuncie para ser
    procurado.
    Aluga-se para passar a lesta e por pre-
    go muito commodo, o sitio du Sr. tonente-
    coronel Sebastio Lopes Guimaraes, em Api-
    pucos que lica no alto ao pe de urna man-
    gueirac donde se descortina um dos mais
    bellos p; noroiiiss : a tratar na prag do Cor-
    to Santo n 6, escriptorio.
    Maria Antonia da Silva, embarca-se pa-
    ra o Kio de Janeiro.
    A pessoa que auuuu:iou querer com-
    prar una escrava crioula, preta de'lG an-
    nos de boa ligura o r.-colhi la, dirija-sa a
    ra da .lana Cruz na Boa-Vista 11. 71, que
    aclia-a o qu > eucommenda.
    Precisa-se alugai uini ams captiva ou
    forra para o s irfitju le uaia casa que ten B
    urna senliora, para coziuliar e comprar:
    quem quizar procura ua ra estreita do Ro-
    sario o. I-, sobrado de dojs andares sendo
    doavtris a 1?ii0cada una, grvalas prets
    ede cor de bonitos padroes a I5IOO cada
    urna, luvas de lo lis as qualilides, casemi-
    ras msela las de lindos gustos, com duas
    lirsuras, proorias p ra palitos a 29200 o co-
    vado, chai -s de Ua com barras, campo bran-
    co, de lindos gostos, pelo di inuto p ego
    le 2S500 cada um, cortes de brim branco e
    do cor do lindos pad oes a 25V00, 23500 e
    25600 cada um, e oulras mullas fazen las
    que se darao amostras com penhor.
    AttencaO.
    Vende-si a metade do sitio Juca, na fre-
    guezia de Bszerros : que n a pretender, di-
    rija se a loja do Manoel Jos Pereira llorges,
    - da Victoria, que se dir quen
    Ale o da 10 de dezembro vindouro sogue %? ,'j c,
    1 patacho Kmulag3o : quem no mesmo qui- "MJLCls-
    :er carregar ou ir de passagem, drja-se ao lalUilUS
    -icrl.it a.*.. 1.. \l -...... I ,......_____ 1 : .
    O
    ze
    eserlptorio de Minee,concave daSilva,u
    com o capilao a bordo.
    i'ara o '"orto.
    Seguir ale o dia 12 do corrente 0 brigue
    Ksporanga, para carga o passageiros, trata-
    se com Barroca & Castro, na ra da Cadeia
    do Recife 11. 4, ou com o capil3o na praga.
    Para o Miio
    de Janeiro
    Pretende seguir no dia 0 do corrente o
    brigue nacional Firma, e para o resto da
    carga trata-se com Novaes & C, na ra do
    Trapiche 11. 3i.
    Mystenos de Paris.ura par de boloes de ouro na cidade
    para punhos de camisas de homem e uma!vcndo-,
    hvcla de ouro iia, cosida em un ciotnrffo VenJn-se urna carroga em muito bom
    do couro de lustre para m
    verachadoe quizer rostitu..,
    do Queimado n 8, segundo andar, quo sera
    gratilicado cotn o valor uo que poir tacs
    .- ............ *. ...... 1
    em un ciotnrffo 'enjn-se urna carroca em muito 1
    neuino : quem ti- "alado, com arreio e cavallo ; ao p da I
    ir, dirija-se a ra "o, taberna de Jos Jaciulho d Carva
    ns de qnali lade, p,
    de 30 palmos.
    Vonde-se no ptt-oda Smti c uz, padaria
    n. 6,'uuia porgao de enchams do quahdade
    c de 39 palmos de comprido.
    - D bacharel Deolindo Men les da Silva
    Moura raga a seus amigos resilenlea insta
    cidade, que o desculpem de nao fazcr-lhes
    pessoalnienle sua visita de despedida em ra
    fun-
    -jrvaiho
    Ao Gotiveia.
    ^'a ra do Queimado 11 27, esquina do
    Coll gio, vend-se cambraia de hnho puro,
    lioissiina, dita do seda, novo gosto par* ves-
    tidos. '
    Ao Gouveia.
    Na rua do Quimado n. 27, esquina do
    Collegio, vendam-se vellu los para oollete,
    bramos o de cores, lieos padroas, chapeos
    de castor branco rapados superiores.
    Vende-se do urna sendora que so rcli-
    1 para lora da provincia, urna escrava a
    ,.. .".i.ii,..-i...- >ui umh ue iic-pe.ii-ia em 1 a- '" i"lla "'" ua provincia, uina escrava a
    zao da brevida.ledesua partida, e otierece- j'Iiem se pode entregar todo o maneio de
    Ibes seu diminuto prestimo na ci lade da "m* c',s, e alera de ser fiel he mui hsbill
    na, onde pret-Mile demorar-so ate doa. ^ escravos de idade d: 26 a 30 anuos,
    sera vicios e muito robustos, 3 bonitas es-
    cravas, ten lo umi dolas urna bonits lilha
    de i Jade 8 aunos ; na rua das Aguis -verdes
    n. 46
    Vonde-so um cabriolot pitento inglez,
    com coberta, em honestado, e juntamente
    um excellcnte cavallo com os arreios para o '
    mesmo ; qoom preten 1er, dirija-se a co-
    cheira do Sr. Joaquim, na rua daSeuzalal
    veiha.
    margo do auno prximo fuluro.
    A a loja das seis
    portas em frente do Li-
    vramenio
    Manguitos bordados, camisinhas e golli-
    uuas; dso amostra com penhor.
    Independencia, precisa-se fallar a Sr
    Joaquim Antonio de Moraes.
    - Na rua ua Cad.leia do Itocife n. 15* so-
    gunio andar, aluga-se urna sala e umi alco-
    va proprio para um ou dous rapazes soltei-
    ds morarom : a tratar na mesma rua, loia
    n. 6. '
    ii*eVeiicfo.
    Domingos Alvos .Uallieus, de novoa\-
    sa ao coinmereio em geral que se nao
    esponsahilisa por debito algiim que em
    seu nome leja contrahido, visto que nada
    mandara comprar fiado por nenhum de
    seus lainulos.
    - Atraz ua matriz de Santo Antonio n.
    l, primeiro an lar, precisa-so fallar com a
    pessoa que he aqui encarregada dos nego-
    cios do Mosteiro de S. Rento da Parahiba,
    ou aununcie para ser procura lo. Na mcsuia
    casa cima compra se urna mesa elstica de
    janlar, deamarcllo, para 20 pessoas, em se-
    gunda mo, porm em bon estad.
    -- A prolessora particularf,Cao liJa Bal-
    bina da PaixSo Rocha, mora lora na rua do
    Kaigel, acaba de dar feria a suas alumnas
    por se achar adoeutada, porem voltar no
    lim de janero ao seu magisterio, e conti-
    nuara a receber pensionistas, meio ditase
    externas, a quem cnsiuar a coser, bordar,
    Ier, escrever, contar, grammatica, ele.
    mu Nuva 11. 60,
    esquina, ao pd da ponte, precisa-se de olli-
    eiaes e costurciras de toda a obra.
    PergunU-se a quem possa responder,
    sea Mima, esmara municipal deliberou para
    que os quartos que constituem o matadouro
    publico fossem alugsdos para salgadeira,
    armazemdesal e escriptorio, como actual-
    mente se acbam occupaJos, com grave de-
    trimento das malangas, porque nao havenio
    commodos para ella em tal espelunca, ago-
    ra se torna peior : pela afirmativa, deseja-se
    saber quanlo rendem ; o pela negativa, a
    mesma lllma. cmara res^ousabilisc a quem
    cominelteu o abuso.
    Furtaram da noite do dia 22 para oa-
    manhecer do dia 23 do novembro prximo
    passado, do lugar do Arraial, um cavallo
    grande, gordo, rodado claio, novo, bem
    feilo, c carrogador de baixo, meio ardigo
    tendo 2 ferros 110 quarto direito, e mais
    um ferro no ucixo esquerdo, sendo um dos
    relerilos trros da forma seguinie, a, nao
    bem visivel : quem o achar, 011 dor noticia
    certa, ier* 3119 rs. do gralilicacao no mesmo
    Arrai-1, a Rapnael dos Anjos Pereira.
    --- Precisa-se de urna ama de leitc, forra
    ou escrava : na rua do Trapiche n. 20, pri-
    meiro anlar.
    ^*a padaria de Ponciano & Silgado,
    precisa-se do um bom smassador, e paga-se
    nem.
    Ciuz.
    Plano para as
    loteras. .
    3600 bilheles a a
    Beneficio 20 opO
    l:400sOO
    2:880900
    tt:5 0OOO
    1 premio de
    I dito do
    1 dito de
    2 ditos de
    + ditos de
    6 ditos de
    10 ditos do
    20 ditos do
    ll5 ditos de
    1200 premios
    8400 brancos.
    200|
    100,
    105
    49
    :0008
    1:000
    400;
    400*
    00
    mos
    200s
    i.:f,-
    11:5205
    3600
    Os dous primeiros premios esiao sujeitos
    ao descouto de 8 por cento.
    Thesouraria das loteras 24 de novembro
    de 837.-0 thesouroiro, iFrancisco Antonio
    de Olivera.
    Approvo. Palacio do govemo de Pernam-
    buco 28 de novembro de 1857.Taques.
    Conrorme.Antonio l.oite de Pinbo.
    Lotera
    'DA
    provincia.
    O abaixo assignado tem exposto a ven-
    da os seus i'elizes bilhetcs garantidos dos 8
    por cento do imposto geral :
    Biihetes 5x000 paga i:000S
    Meios 253OO >. 2:000
    vende em seu escriptorio na rua do Col-
    legio n. 21, em porcao de 100.S' para ci-
    ma pelosseguintes preeos :
    Bilhetei .s-">00 p'aga i:000,>*
    Meios 2. 2:0004'
    Os bilhetcs de loleria recolhidos sao re-
    cebidos em troco de outros.
    P. J. Layme.
    LEITE. ARTHIR $ C
    RUA 1)0 QUEIMADO N- 10.
    I.oja de t portas.
    Recebeu um completo sortimento }
    de roupa feila do mais moderno gos-
    to de Paris. *
    Sobrecasacos de panno.
    Palitos de dito.
    Fraques do alpaca.
    Palitos de dito.
    Palitos de bramante branco.
    Palitos saceos de diversas fazcudas
    ludo por pregos mdicos
    -
    1
    i
    I
    ;
    -U:-
    <*%
    Lotera
    DA
    provincia.
    no primeiro. O abaixo assignado avisa ao publico juc
    Na liviana ns. e 8 PIIOVINCIA.
    O Sr. thesoureuo das loteras manda
    fazer publico, que em cousciiuencia do
    t --------~- .-,, ~ -
    le grande e a immcdiata 110 dia da e\-
    traceiio (apenasesta finalisar) em sen es-
    criptorio da rua do Collegio 11. 21, pri-
    meiro andar.
    1\J. Layme.
    Lotera
    Provincia.
    Os abaixo assignados tem exposlo a veu-
    da billntes o meios da terceira parte da ter-
    ceira lotera do hospittl, a qual corre no
    dia 5 .10 c rrentc, os quaes sao garantidos :
    Bilhete 53000 recebe 4:0003
    Meius 29300 11 2:000-3
    Silva Cu i maraes A C.
    I.ava-seecngomnta-so com perleicao
    no liecco do Marisco n. 14.
    S. M ll-.lill-.l. i C, baiiqueirosene-
    gociantes, estal>elecidos lia muitos annos
    em Londres, tecm a sahsfacco de par-
    ticipar a seus correspondentes c ao publi-
    co, que acabam de fundar casas filiaes
    nos principales portos e distritos manu-
    facturaros de Franrja, Alemanha, Blgi-
    ca e Hollanda, conservando a lem disso
    suas proprias casas anteriormente estabe-
    lecidas as cidades mais importantes, c
    portos mais commcieiaesdaGr-Bretanlia,
    e estao em poseaode offerecer grandes
    vantajens as pessoas que possam necesitar,
    assim em Londres como em outro qual-
    quer poni da Europa, de urna casa para
    compra ou venda de artigos, bem eom.o
    para os negocios de tramaccao de crdito
    e banco de qualquer genero.
    As pessoas que nao ioi-einconhecidasdo-
    anntiiiciaiilesdeveioacoinpenl^aisuasoi-
    dens cora os fundos necessarios jwra sua
    eveucrao ; ficando enlendidas que os an-
    nunciantes nao tecm dilliculdade em ad-
    antar 7.i 0|0 sobre os gneros recebidos
    antes de sua venda.
    Os preros cot entes e mais informacf.es
    commerciaes, que forem pedidas, serio
    enviadas gratuitamente, salvao porte do
    correio, podendo dirigir-so aot annunci-
    ICTES W CV01TCH0LC E^D-
    ULCIDO, DB l-'AUVI-.LLE-DLLLBAKR
    di: PAKIS.
    Qualro annos de experiencia tem assegu-
    rado aos pentes de caoutehouc a voga que
    boje tem, nao so ein Franca como no mun-
    do Tnteiro ; sito sem contradicho os mais
    agradaveis de lodos os peutes, mais brandos
    que os de tartaruga, sSo os nicos que nao
    lazem caluro cabello, por causa da electri-
    cid-de que contcm.accrescendo a estas van-
    tagens a do nao seren mais caros do que ax
    de bfalo A esta admiranvel invencao de
    expo5i-.au universal de 1855.
    Compra-se cflcclivamentf bronze, la-
    ISo e cobre vellio : no.deposito da fundicSo
    da Autora, na rua do Brum, logo na entra-
    da n. 28, e na mesma fundicSo, em Santo
    Amaro,

    MUTILADO
    ILEGIVEL


    DIARIO DE PERXAMBUCO SEXTA FE1RA DE DEZEMimO 1857
    C0ISULTQR1Q mG?THC9
    &* &
    no
    RUA DA'.CADEIA, DEFRONTE DA ORDEM TERCEIRA l)E S. FRANCISCO.
    Onde se acbara sempre os mais acreditados med camn los Unto om unturas corno
    am glbulos, preparados coni o maior escrpulo e porprcgos bastante commodos
    PRECOS FIXOS
    Botica de tubos grandes. 10/000
    bita da 24 159000
    Dita de 36 209000
    Dita do 48 255000
    Dita de 60 30900*
    Tubos avulsos a...... 19000
    Frascos de tinturradcmeia onQa 290o0
    Manual de medicina homeopathica do I)r Jahr com o dic-
    J cionario dos termos de medicina
    Medicina doweslica do Dr. Henry
    Tratamento do cholera morbus .
    Repertorio 20900
    10/001
    2/000
    Imc
    * PEDRAS PRECIOSAS- 3
    Aderecoa de brilhanlts, i
    * diamantea e pereda*, pul- *>
    '*! aeiraa, alfinetes, briucoc j
    a rzalas, botoes t anoeia *
    * de difieren! noslos e de i*>
    js diversas pedral de valor. ^
    * Compran), venden] no $
    Irocam praia. ooro, liri-
    - Ilianttw.riianianteae. Peroj,'
    as las, e oulras qoaevquer
    i s esaaBsmttsmasa s
    *j OURO E PRATA. &
    ^*.
    ^ Aderecoa.romplcfui de*
    '&. onro, meios dilos, pulsei- ?Jj ras, alfioetes, brincos e ;
    {$ rozelas, conloes, trantel-
    IW* II MRH5I
    Ra do Cabuga' n. 7.
    _ !?? lins, mcdalhax, Trrenlos %
    JKecebera or to-S enfeMe" p"" relnal- ?
    .-. |* m ijj oulroa moilos objectos de
    dososvaporesda En- "ro ~ ,
    S Aparelhos completos de ~
    ropa asourasdo mais i p"p" bandejas, -
    & salvas, enrac, collieres 5
    KK5M........ m^ernogosto, tan- i*.^-^
    ........I"1"11"".........'" t de *""$ como ISSgia^gaag^
    de Lisboa, as quaes vendem por
    pre$o
    como costumam.
    Q

    i
    9
    :
    M3
    Na fuidiro da Aurora precisa-se
    ile serventes forros 011 escra.ro>, para
    servico debaixo de cobci ta.
    S BUTISTA FRAHCEZ. $
    l'aul li.ii.'iiom dentista, r ua No> a n I i
    ..'? na mesma casa lera agua e pos lenlrilice.
    :;;.:,-:;::':
    SEGURO CONTRA FO'sO.
    Companhia Alliance.
    fctabalecida ero Londres, em marco de 1824.
    Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
    Saunders Brothers & C, tea a honra da in-; '-.-
    formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas
    a queai mais convier que efio plenamente au-
    torisados pela dita companhia para efTectuar segu-
    ros sobre edificios de tijolo e pei'ra, cobertos de '
    Ulha a igualmentesohre os ohjer.trs quecontiverea
    os Masaos edificios quer consista ara mobilia ou
    >>- fstandas de qualeiuar qualidade
    iCasa desande
    nfe
    O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
    tabeleceu era seusitio da Passagein Jg
    da Magdalena, que tica ao norte
    da estrada entre a ponte grande W
    ea pequea do Cliora-Menino, ex- ';*
    cellenles commodaees para re- v
    ceber todas as pessoas enfermas @
    que se quizerem uttlisar de scus O
    serviros mdicos, os quaes serio &
    f' prestados com o maior esmero. Q
    ^* O mesmo Dr., para o lim supia- .,;
    !' 'D'icac'0 e Pal"a exercerqualquer '
    H outro acto de sua profisso den- .;
    3) tro ou fra desta cidade peder' '..';
    3 ser procurado a qualquer bora do ([J
    j0 dia e da noite, no referido sitio, Q
    @ a exceprao dos dias nteis, das 9 .;';-
    9 lioratda manhaa a's i da tarde, ?._:-
    @| que sera'encontrado no primeiro [i
    @ andar do sobrado u. 9, do pateo O
    @ do Carmo. :':
    Uetiome lia ordeiti lercei-
    rade S. Francisco
    CONSULTORIO 110MEOPATJ1ICO.
    DO
    MP. A. LOBO HOSCOSO
    Medico parten o e operador.
    O Dr. Lobo Moscoso, d consultas lodos os
    dias e pratica qualquer operagao de cirurgia,
    assim como,accode com toda a promplidao,
    s pessoas que precisaren! do seu prestimo
    para o servico de partos, praticando as o-
    peragOes manuaes ou instrumentaes, quau-
    lo nao possa conseguir resultado por meio
    dahomenpatbia, que tantas tezestem ven-
    cido dilliculdades, que pareciam insupe-
    raveis.
    'omprn-sc cm prirreira mSonmaes-. Vende-sc orna oviiba prrida que d
    crava com habilidades: na ra do Hospicio urna parrafsde leite tolos es dia?, o dono
    n. 15. nfiose llie dar i do alian? :r : na ra do Colo-
    compra-so cllectivamentp na ra da vello n. 31. .
    Flores n. 37, primeiro andar, nplices da di-1 Vendc-se unta nrgrinha de C annos
    vida publica e provincial, sccoes das compa- limito esperta c bem falladeira propria pa-
    nojas, eda-se dinheiro a juros em grandes c ra se educar : na ra do Cotovello n. 31.
    po.menasquanlias sobre penhores Vende-se saceos com teiiao raiadi-
    Compra-se metal sendo cobre, la- nl10 por p.ero muilo em conta: no .-., m.i-
    lo e bron/.e velho, por maior preco do
    queem outra qualquer parte : 'na abrica
    de Caldeiraria na ra Imperial n. 118 a
    120 e na rita n. ">.
    Compra-se erTectivamente calcado da
    Ierra de todas as qualidades e tamanhos, pa-
    gando-se bea : no aterro da Roa-Vista, luja
    D 72 A.
    Comprase urna cscrava crioula.pro-
    ta, de 16 annos, pouco mais ou menos, de
    bor lisura, e recolhida : qnein tivcr an-
    nuncie.
    Atiene, Lo
    Compra-se urna commoda e um relegio
    com sua caixa, que tcnba corda para 8 dias,
    nao sendo de cima de mesa e sim de parede,
    sea commoda lor de Jacaranda ser melhor:
    na ra Direila D. 2, loja de fazendas.
    lie chegadu a loja de Lecontc, aterr"
    da lioa-Vista n. 7, cxcellente leito virginal
    de rosa branca, para refrescar a relie, tirar
    pannos, sardas e espinbas, igualmente o a-
    lamado oleo babosa para limpar e fazer des-
    ee r os cabellos ; assim como p imperial de
    lyno do Florenca para brotoejaa < asperida-
    desda pelle, conserva a frescura c o avellu-
    dado da primorosa da vida.
    -' r**^
    m
    k5
    para o auno de I80.
    Aeliam-sea' venda is bem conhecidas
    folbinlias impressas nesta l> pograpbia,
    para o anuo que vein, das seguintes ipia-
    lidades :
    Foibinia de variedade, conlendo, ale'm
    dos mezes, militas noticias scientilieas,
    modo de plantar e coibera nova canna
    de atSucar, noticia sobre o millio e al-
    zem do .Mello n. 7, no caes da alfandega.
    -- .Na ra Direita n. t, ven 'e-se a mellior
    marmelachiem lata do 2 libras por preco
    muilo commodo.
    lina do Collegio loja de
    .fazendas n. O.
    Vendcm-se chapeos prctoa de bactt, leg-
    timos de Itraga, em poroso a 1^600 cada um,
    um comtleto sortimento de roupa feita, para
    cscravos, calcas, jaquclas e camisas a 900
    rcisrada pega.
    Vende-se
    papel f j>ra f >rrar salas, de lodas as quali-
    dades, por prego nitrito cummodo : na ra
    dof.abug, luja de miudezas da aguia de
    ouro.
    Aenco
    5
    ^"o raes do Ramos, armazcm n. 28, ven-
    dem-se os seguintes gneros: larinba de
    mandioca multo boa, saceos rom milho e
    tumo era folha, ludo por preco commodo.
    Fabrica de velas,
    Na ra iia i'.n.z n. 37, prximo a loja de
    fumleiro, primeiro an lar, cibf-se de cs-
    taliolcccr tuna nova fabrica de velas de car-
    Acabn
    Aviso ros logislas.
    de chi t;ir na ra Nova n. 22, um |
    Vendcm-se saceos cora f.'ijio mulati-
    nbo muito novo : na ra ido V|igario n. 5ui
    Ao canto que cs-
    ta' torrando.
    ISa ra daCadeia do ge-
    cife n. 54, he chegado uti grande sortimen-
    to de fazendas, que na realidad torra por
    pouco dinheiro ; venham ver so lio ou no
    verdade do annunciaute, e est certo que
    ninguem deixai de comprar vista das lin-
    das"qualidades o do hom Rosto : o annun- Vinbo do Porto commum cm pipas e 1|2
    cianle pede que vensam ver a variedade do ditas, dito lino em barris de quarto, dito di-
    - to cm b .rris do quinto, dito dito cm barris
    deoitavo.dilo diloem caixas de 1 e 2 d, dito
    do Lisboa em pipas e barris de quinto, lico-
    res linos irancezes cm caixas de I d, musca-
    tel.lino em caixas del d, azeite doce lino
    Vende-sc tima banca de meio de
    Aeab* de clirgar na ra Nova n. aa, um i 4 j i
    grante sortimento de livros em branco de's'a-mc!a d"zia de cadelras tudo de Ja_
    todas as qualidades, por prejo muito em [caranda : tima cama de amarello c um
    conta. I porta-licor : na ra Concordia n. 20.
    i ihilas depurativas do
    Dr. Alian.
    Vendem-se nicamente no cscriplorio de
    Na Iravessa da
    Madre de JDeos, armazem
    de oos-i Joaquini Dias
    Fernn des & Fillios,
    vende-se :
    que existe. Riquissimoa chales de louquim
    de muilo boas qualidades, cisaveques de
    casemira, ditos de esmbraia com bieo a ro-
    da, proprios para passamento de Testa, man-
    teletes decambraia de mo lernismo gosto,
    por diminuto prego, sabidas de baile de ln>-
    nitas cores, roneiraa de cambraia, ditas de
    filo de linho para seuhora o menin*s, tanto
    para vestidos, grosdenaple de cores bonitas,
    muilo ricos cortes de seda de bonitas cores,
    com 3 babados, proprios para baile, pelo
    prego que realmente faz admirar avistada
    qualidade da seda e do hom gosto, se.ias de
    quadros de bonitas cores a lc0o o covado,
    chapeos de mola a 5/500. pulcciras de pe-
    dras brancas e de coi es, papulina de bonitas
    cores para vestidos de schors, chaly lio eInoeiro: na loja dcer
    com llores, de cores muito lindas, chales I (., \ ,- i i> ,i
    da merino bordado na ponta, dito liso a l
    /800, oh que lindos corles de casemiras
    decores proprios para doutores e rapazea
    de bom gosto, panno fino preto de limi-
    tas qualidades, casemiras prrtis, ditas de
    carea, fazenda 'nuito boa, proprlo para pali-
    tiauba purificada, que dao muito boa luz r. tos. enfeiles par pcscoQO de ciaiir;as, saias
    no derramam. Fabricam-se de 6, 7, o. i* cjcrinolin para scnbora, moasulina de urna s
    13 em libra, e se vendem a 129500, 1-J.S00 e cora 400 rs. o covado, cambraia de s^l^)icos
    SWOOO paia vesti ios, ditas lisas de mulla* qualida-
    Vcnde-SC um sobrado destriorado, des, mussuliua branca a .'O rs. o covado,
    godo, e unta serie de conliccimcntosl le ao Mosl
    em Olniila, na ra de S. lenlo, conliiin-
    Mcurou

    (om deposito g"e |^
    % ral *retj, n,t na da
    Cruz n. iG, muda-
    ra mese para a mes-

    ma ra n. 25,
    prn-

    '..-
    mm
    flIU i
    V O Dr. Das remande, medico
    f'h sua resnUn'ia no segundo andar da casa ff.%
    Ij. da na eslraila do Rosario n. 30, onde rod J
    'if ser procurado para o ejercicio de sua po- V.,-
    ;-..-
    5( IIS.10.
    --- Rodolpho Lourenco participa ao res
    poilavel publico, que acaba de chegar para-
    sua ollicina do pintura dona peritos olliciaes
    de Hamburgo.epor conseguinte se encarre-
    ga de qualquer pintura de casas, Injas, car-
    ros, laboletas e outras quaesquer que so of-
    lerecor, sendo os sous servicos por precos
    muilo commodos, e prometi nfto ter demo-
    ia : quem se quizer utilisar, dirija-se a sua
    loja, no aterro da Boa-Vista n. 38.
    ft meiro nudar.
    JOHN GATIS,
    .____ corretor geral
    E GEME DE LEII.E COMMERUAES,
    a. 20, ra do Torres,
    PKlMEIRO ANDAK,
    :raca do Corpo Santo
    llouho de um cava lio.
    Furlaram na noito de 21 do correle do
    sitio em Sant'Ann, aon le mora o Sr. Nash,
    que he junto ao sitio do Sr. Amorim, um
    cavallo de carro, rugo, com algumas pint'S
    ae Dedrez, g anio, bem faito, gordo c muito
    manso ; cimas brancas e pretss, e a cauda
    tambe n, mas com as ponas brancas, cascos
    brancos e bstanle grandes, e nlguma cousa
    moles: quem achar, e levar este cavilo ao
    snbredito sitio.ou no ReciTe na ruado Trapi-
    che Novo o. 10, em casa de PetouNesh &
    C, sea bem re-compensado.
    Na fabrica de caldeiraria sita na ra
    Imperial n. 118a 120, precisa-se de olli-
    ciaes fereiros, latoeiros, calueireiros r
    mesmo tomam-se meninos para apren-
    Jeretn o ollieio.
    las arles, etc., ele., cada nina. 520
    Dita religiosa, a quul, a'em dos mezes,
    se reuni a continiiaeao da bibliotlieca
    do christao braaileiro, rontendo os se-
    guintes ollieio : do .Menino Jesus, San-
    tusimo Sacramento, Senlior dos Allli-
    tos, Paixao, Nossa Senbora do Carino,
    Saa-Jose, Santa Anua, Anjo da Guar-
    da, San-Francisco de Assis. Sania Rila,
    Santa Barbara, Almas, Corarlo de Je-
    ss ; assim como outras oraeoes, etc.,
    etc. ......... 520
    Dita ecclesiastics ou de padre, elaborada
    pelo Rvm. conego penitenciario da Se
    deOlihda, segundo a rubrica, a rpiai
    lbi revista pelo E\m. Sr. bispo, que a
    julgou certa, como de sua carta e\is-
    1 tenri nesla typograpliia. O
    Dita de porta, na forma usada ate ago-
    ra. .......160
    VenJem-sc nicamente na livrarians.
    <^~, No aterro da Roa-Vista n.
    r\vv-4____55, emcMade Poirier, ven-
    - i^^/_v;'^ de-so um cabriolet em ocio
    !=v
    reios.
    Kelogidl americanos.
    Acaba rtc chpgar pela barca ampriona
    nion, viudo de Pliiladelphia, um factura
    na ra estreita do Rosa-
    rio n. ->. s.igiuido andar.
    FABSICA LE CALC1D0 TA-
    xiado, no ferro da Boa
    Vista n 4d, defroutt d i
    padaria do Sr. Costa.
    Cheguem pccliinchr-, borzeguna enm
    borracha a C5500, de bolOCS a 5 e 5c5OT, sa-
    paloes de hezerro, ditos de couro do lustre
    a 4 c 4S60O, ditos gaspisdos com borradla a
    5& sapalos de entrada baix, spalos de
    Irania a 99, ditos de tapate, dilos de marro-
    quim, couro de lustre, couro preto e mar-
    roquim, lano rara senbora como para bo-
    mem, e todas as mais qualidades do calca-
    dos, os quaes vendem-se por precos muilo
    conimo'los, e tem sempre troco miu lo, e se
    vendem por menosdez por canto aos legis-
    tas ou pessoas que negociam para o mato.
    uua
    oueima-
    (i
    Oiicrendo-sc finalisar com alguna restos
    de fazendas, participa-se so respeitavel pu-
    blico, que so vende por 410 rs. cada una
    vara do cassa Iranceza, lina, de cors lixas,
    dita DBleza por 320 rs mussulina branca,
    muilo lina, rom quasi una vara de largura
    a 40.0 rs. o covado, dita de dita com 3 quar-
    las de largura a 300 rs. o covado, seda lavra
    m .T fil ." .S'S(|"i"","l'S,,;",to '^'ecor. laga de muito boa qualidade a
    ditas de corea a 320 o covado, cortes de ves-
    tidos de ramhiaia, feilos, proprios para es-
    crayasa 4j000, madapolOss de muitas uua-
    11.la des. chapeos de sol de seda, ditos de
    panninho, meiaa para senbora, ditas para
    luiuicm, ditas pintadas proptias para sapa'
    tos rasos, alpacas, priocezas, chitas, brina,
    diales de minias qualidades, linhas de car-
    reteis de ano jardas,'e muitas mais fazen Jas
    que s a visla do compra .or so po lera men-
    cionar as qualidades e os precos. q'*o nao
    terao ntda a deaejar cm 'modernismo e qua-
    lidades. I*a mesma loja da-se fazendas com
    penhores, e leva-se em casa de familias.
    Vende-se um cavallo rodado quecar-
    rega baiso c esquipa e esta gordo, novo e
    sein achaques, e tambera vendom-se os ar-
    reios com elentcs : a tratar na loj de cal-
    a lo oo Sr. i'oilo, na pra^a da indepen-
    dencia.
    Ven ic-se um escravo crioulo, de bon
    ta (jura e com algumas habilidades por ser
    ptimo pescador do alto, o proprio para o
    servico marilimo : na ra da Concordia n.
    26, armazcm do materiaes.
    nasso Irfisaos
    em caixas ue 1 d, pissaa em caixas, l|2 e
    t|4, figos em caixas, Trelos em saceos, en-
    xofreein caixas pequeas, e muitos outros
    gneros por presos razoaveis.
    Ferramcnta pa-
    ra ta noeiro.
    Vende-se Ccrramenta completa para la-
    ierra geni na ra da
    e iie Vidal di Bastos.
    FOTASSA DA HDSSIA CAL
    s fregue-
    ehegar
    de metal pomo de madeira : na ra do lia-
    piche n. 8.
    Vendc-se o deposito do ma'ssas, da ra
    de llortas n Ifi ; a Iratar o mesmo.
    i Al II \ DE CAhNaUBA.
    Vend-se palha de carnauba mnilo boa.c
    preco eomrrolo : na ra da Madre de Daos
    n. 2.
    \m
    nsuitorio
    p
    '$ CENTRAL HQ^EOPA-
    THICO.
    ULA DE
    SANTO AMARO,
    (Mundo Novo n. C
    o
    o
    O Dr. Sabino Olegario l.uilge'ro l'inho n.
    a consulta, lodos os dias nlcis, desde 8W

    Algodao da Babia,
    potassa da W
    Rutsiae do Rio de Janeiro, e cal
    vrgem de Lisboa : na ra do Tra-
    piche, armazem ns. 'Je 11.
    3? les pan viiilas rtever.io 9rr dirigidos por 5
    ;7J Cicriplo. O pobres ao niedirados cralui- r'''
    " lmenle.
    COMPANHIA
    do
    JMvnz-wmms itb. bim:.
    A (luecrao lem aulorisado o caixa da
    companhia (o Sr. commcodador Manoei
    Goncalvesda Silva) para eHectuar o pa- Toallias de linho
    gamento do l'.l- dividendo, a razao de Guardanaposde l'inbo para nio.
    H.id por ac<;ao.Ese iptorio da com- Superior fumo cm folln.
    paohia do Beberlbe, IT> de novembro de Vaudc-se a legislacKo brssileirs do
    1857.(iiiilbermc Selle., secretario. nno de 1848, na ra estrellada Rosario n.
    F.luarlo Forreira da Cunba rctira-sc "6' lo-i* do eiicadernac i.
    para Portugal. :: O^CO^'^O^^OBQ QOO
    -- lia-se coutinuadamenlo dlnbuiro a ju- -.;.' A -\ I
    ros mdicos, sob penhores; na ruada l'raia (& 8iB*I*,S l^
    ti. *3, segn lo andar. ,JVI i>^^
    Vendem-se seceos com milho, farlnha dr
    Ierra c feij.l.j mulatinho e misturado, por
    preco commodo : na taberna grande ao lado
    da igreja da Solodade.
    Cha: utos,
    Venle-se na rua'do Collegio, loja n. 13, a
    "5500 res, em massos de 50.
    ' No esc iptorio de Domingos Alvcs
    Hatheus, na ra do Apollo n. 2, tem
    para vender por mdico preco osseguui-
    les artigo:, lodos de muilo superior qua-
    lidade :
    Ricos e elegantes pianos.
    Casemira prela.
    Coxina de linho para montara.
    Papel paia forro de sala e giiarniecs.
    COUro de lustre, marea grande.
    Rendas e bJCOS de linho.
    Ditas dediloe algodSo.
    Cartas 'ianet/.as para jogo
    Cueiros de algodao para enancas.
    para inaoe rosto.

    Aviso aos apreciadores
    ta boa pitada.
    He chegado a este mercado o excellcnle
    rap princesa de Morilandn, fabricado na
    capital do Cear, cujo deposito se acba na
    rita da Cadeiado Recife lo,a de miudezas n.
    7.|o preco de I9KJO cala libra.
    Hospital le
    todos os santos da vene-
    ravel ordem terceira de
    S. Francisco do necife.
    Precisa-se para o mesmo de um ser-
    vente forro 011 captivo para o servico in-
    terno e externo: a puoa queestiver nes-
    tascircumstancias dirija-sc ao irmao mi-
    nistro Joao lavares Corde 10.
    .::0:;O o
    o
    Vendem-se corles .le vesldo de
    k seda d quao a 209 cadi corle : na "'
    ; loja da Leite, Ailhur v Ooeimado n. 10.
    -- Na loja de Leite, Arlhtir & c, na ra
    doQueimado n. 10. ha para vender um
    completo sortimento de eafeitea para s-
    nhora, consistindo cm camisetas, mangui-
    tos, golliohas, tiras bordadas, entreuieios,
    rnfeiies de caheca, chapeos com veos e ou-
    lras muitas l'jzendis, ludo por i reco muito
    pin conta.
    ::'....'...',..."..'"..*% .'-. '". -
    yy', .......-.........- ..,..;.,.-:,.-...;......-
    Vende-se na ra do Oespo, loia ;':
    narella 11. 4 de Antonio Francisco ,*'
    I iraguerreo-
    v amareua 11.1 ue Antonio francisco g
    ;f Pereira. *?
    0
    po
    @ SYSTEM A NORTE-AMERICANO.
    0 Aterro da Boa-Vista n. ,
    A quem uileressar.
    Solicita-se tela polica qinlquer prcten-
    c3o, polos feitos geraes e provine:es, de-
    soinbaraQo de casas e bijas; telo ccclesiasti-
    c.o, cerliJ.to de bapiismo, bito o juslillca-
    coes, lulo a contento, mediante mdica
    paga ; no Recife, botica do Sr. Anloni ) IV-
    LOTERA
    DA
    provincia.
    O abaixo assignade avisa po respeitavel
    publico, que venia os seus muilo felizes bi-
    Ihetese meios, pelos precos abaixo mencio-
    nados, sen.lo da quautia do OOJVJOO para ci-
    ">a, na praea da Independencia ns. 37 a
    39, o na ra da Cadeia do Recife n. 45, es-
    quina da Madre de Dos.
    ISilhetes 42500 recebe 4:0001
    Meios 29250 2:0003
    Por Salustianode Aquino l'eireria,
    Jos Fortunato dos Santos Porto.
    - Cizinha-se para fora lava-su e rngom-
    mi-se com perfeieSo : quem precisar, di i-
    ja-so ao paleo do Hospital n. 6.
    Alnga-se urna bonita casa de novo aca-
    bada, com boa sala, 2 quarlos, sala para
    jantar e boa cozinha, no lugar de Apipucos, 'X <:ortcs do cambraia da
    tendo um extenso sirio para passear, ene ';; ,r's. e 'lualro babados
    mesmo oplima agua de beber, nieltior que a Italia a 20a.'
    do cncanamento, e bom banho, sendo a re- Q ,iicus corles de larlala
    fonda casa elificada junio delle : a tratar no
    mesmo sitio, jupia ao do Sr. uwjor Cosario,
    c qualquer inrormaco, na ra do Crespo
    11. 4
    Aluga-S3 urna case fprrea, nova, com
    sala e quarlos, com 3 porlas e janellas de
    frente, 3 quarlos, sal atr^z, e COZnha fora,
    propria para passar u resta, por se a,c'iar si- [''.
    luada na praia de S. Francisco de Olinda,
    porto dos banhns do mar : na ra do Vara-
    douro. na primeira casa partindo da ponte
    para San ti 'Ihcreza, achara cora quem Ira-
    lar.
    Ilechegalo a ra l>rcria n. 14, es-
    quina que volta para S. Pedro, o m Ihoi mi-
    Inoquo ba|no a creado, vende-se em porcito
    earetalho; ta'triiem vende-se urna poicSu
    de foijao fradinho limito nove a 400 re* a
    cui.
    12200 '-.;
    Precisa-se de urna ama forra ou cap-
    uro aas >eves, junio ao arco da CorceicSo .... .
    > uva, t-ara o servico de urna casa de pouca
    familia ; na praca do Corpo Santo n. 17.
    cm Santo Antonio, ra do Colleio, botica
    doSr. Gypriano Luiz da l-azv o ra do Cres-
    po, loja de livros do barateiro o Sr. Antonio
    Itomingucs Ferrcira : os pretondenles nctm-
    rao nos lugares indicados peasoa competen-
    temente habilitada.
    Roga-se ao Sr. lo."i 1 I rancicc > do P.e-
    go Rarros. mofador que Coi em Sibu da
    Serra. e ltimamente em Apipucos, deap-
    parecer na rua Uireita dos il 'gado. 11 13,
    a negocio que Ihe diz reapeito, vislo nao se
    ,abei junde lio a sua residencia.
    Sedas de quadros miudos
    ? o covado.
    -;[J H/.reges de lila e seda, cortes de. ft
    aak vinle e tantos covados a IO7 cada
    g corle.
    Curtes do cambraia da Escocia, da '
    bordado de tl
    ...*.<, .vira u-,...... i-iii bordada
    ".'^ a sda e 1I0 gaze de sada, to los rom
    ;;' babailos e bertbes a 4< ~ e 509 ; ves-
    ';? lides estes proprios da prsenle es-
    :- tacS'i para bailes, casamenlos ele.
    .;g Adornos para cabeci oe senbora,
    ':'\ os melliores e mais ricos que tem
    ;;; vindo ao mercado de 152,202 c 25/
    ca Ja 11 m.
    Cotes da 13a de llores audas a 8;
    Cada un c .01 ICcovadOS.
    Chelea de barege de seda, do me- 7*
    llinr goslo a ;;; /,i
    Pcq sde liras ou babados borda- w
    ViT* dos de cambraia lisa c de camliraieta O
    Q. de to las as larguras a 2/, 3?, 4 c 6> ti|
    ;-. p eis de 3 f|9 varas. t
    Enlrom ios bordados de todas as '.'.."
    ^ larguras, pocas de 3 l|2 varas a S9500 "-/'
    -. e n^ cada nina. r '
    :,J Finisaimoa manquitos borlados
    O de"?!"-i?.10 ?!*: *.* c 8s PRr- i''--

    O
    ..;-
    t .-
    :
    -.
    O
    29 rs. o covado, chita franr. 7.1 malisada e
    muito larga a 310 rs. o covado, alpaca de
    lia e algiuiao com quad'os a 320 rs. o co-
    vado, cortesde cassa de "vara a 19500 res
    o corte, lencos de cassa pequeos a 100 reis
    cada um. Tambem ha para trocar as ima-
    gens seguintes : S. Antonio, S. Jos, S. ioSo,
    S. Juaquun, S. Luiz, S. .Miguel, N. s. da i.on-
    ceicSo, da l'iedade, Santa llosa, saul'Anna o
    S. Tuereza.
    Vende-se nma vacca [arela d prxi-
    mo, que d mais de 8 garrafas de leite, e
    urna bonita Vitalia, lilna da mesma vacca,
    de idade de 1 anuo ; a tallar com Anacido
    Jos d .Mondonga ; na rua Augusta, sobra-
    do n. 89.
    -T- Vonde so superior farfolla en sacros,
    vinda do Rio de Janeiro ; na rua do Cordo-
    ni7, armazem n 16.
    Vende-se fi-iiao branco em saceos, de
    muilo boa qualidade ; no armazem do Sr.
    Aunes, defronie da alfandega.
    Vendein-se 3 estravos, sendo 2 mole-
    ques de i lado de U a 16 annos, e 1 preta de
    inda idade, boa cuzinheira : na rual)irei-
    la n. 3
    Vcndcm-se Iravejamentos de lour,o de
    varios tamanhos ; na praia de Santa lUla,
    reslilacSo.
    Vende-sc muito em conta um piarmem
    meio uso, do celebre autor Broadwooi, be
    de mogno e qua Irado, e custou quando no-
    vo mais de 1.1009: na rua do Trapiche No-
    vo li. 10.
    COCHEIRA, RUA NOVA N. Gi.
    Vendem-se carros novos e arreios, arrcios
    para cibriolet e ferragens para os dilos, va
    Avisam aos sen
    zcs qne acaba de
    de Kchniond '.nnlia Do-
    ra que vendem nos seus
    ctriiazetiS aos prer s S3-
    gotntea :
    6&LE6A 25 500
    O'UHCS 24 5110
    a lem desfas tena familias
    novas de Trieste nao s
    da primeiiSi qnaiidade, co
    mo da muitoantiga e acre-
    ditada
    Vende-se na rua da .'ladrede Dos
    n. 12, armazem de Novacs&C. barris
    ile ferro, ODTCubos liydraulicos; para dc-
    positas de fezes, a preco commodo.
    GI PE0E80' TQOE DE
    A?iRiA, .
    Pecas da rlon.j.io de sacco. ditas dcalg)-
    dao trancad roprio para toolhase roupa
    de escravoa mde-ae na rua do Crespo,
    loja d* esquiu. que volla para a rua da Ca-
    doia.
    Vende-sc um? escrava crioula, do 22
    annoj.com habili Jadcs : quem prole uder,
    No deposito da rua da t.adcia do Recife,
    armazcm n Il>, ha uauilo superior potassa
    da Itussia, dita da abrica do Rio de Janeiro,
    e cal de Lisboa em pedra, tudo chegado ha
    poneos dias, e a ven ler-se por menos proro
    do que em outra qualquer parte,
    Agencia
    la fundic&o Low-Mo'T,
    rua da 8nsala lio va
    n. 4'i.
    NoBte estabelccimcnlo continu'a a have
    um completo sortimento de moendasemeias
    noendaspara engenho, machinas de vapor
    e taixas ic ferro batido c coado de todosos
    tamanhos para dito.
    TACHAS PARA ENGENHO
    Da fundieao de Ierro deD. \V. llowman
    na na do Bruna, passando o cliala-
    riz, continua a liaver um completo sor-
    timento de taclias de Ierro fundido e bati-
    do, de3 a 8 palmos de Inca, as (luacs so
    ucliama venda por preeocommodoe com
    promptido, embarcam-se ou carregam-
    se em carro sem despezas ao comprador
    Gomma do Aracatv.
    Km porefies e a retalho : vende-se na rua
    da Cadeia n. 57, cscriplorio de Prenle Vi-
    a-nna.
    Sfa rua do Trapiche n.
    3^, eBeriptorio de ?lo-
    vaes ci: G ,
    vende-se superior vinlio do Porto engar-
    raado em caixas de 1 e 2 duzias de gar-
    rafas, bem comoem barris de rpuarto e
    oitavo, a prceocommodo.
    > **^ellns e f"l^io
    'v'-^ SELLINS e RGLOGIOS depalenle
    - intli : a venda no armainn t
    -V 'lloilion Itooker ; Companhia, es-
    ' ^4V quina Jo largo do Corpo Saulo na-
    A mero 48.
    SECR5TARUS.
    As melliores que al hojetom apparocido
    a ust mercado : vcndcm-se no escriclotia
    d i agente Olivcira, rua da Cadeia do Recifo
    n. 62, primeiro andar.
    Chales
    DE
    Vicente Ferreira da Costa, Da rua da Madre
    de Dos n. 22, a 15 cada vidro, e 10/a duzia. -
    Itecommendamos ao publico este escellenle
    remedio, ulil a todas as molestias, entro as
    quaes se menciona : fcbre amarella, inter-
    mitiente ou sezes.e de outra qualquer qua-
    lidade, ndigeslo, rl-eunalismo, crysipela,
    conslipacao, etc., sendo que scus benficos
    efleitos se eslendem igualmente rs moles-
    tias clironicas. Aos senbores fazendeiros e
    mais habitantes do interior, torna-se neces-a,
    sario supprir se deste medicamento.
    Em casa de llenrv lirunn A C. rua
    da Cruz n. 10 vendc-se :
    Cemento romano.
    Cognac em caixas de 1 duzia.
    Cadeiras de vime. *
    Candieiros.
    Um grande soitimcntode tocadores.
    Retratos a oleo para sala de jantar.
    lis pe lio com moldura.
    Pianos dos melliores fabricado! cm llam-
    burgo. .
    VENDE-SE
    Cobre e mclal para forro.
    Pregosde cobree de metal.
    Cabos da Russia c de Cairo.
    Cabos de manilha.
    Lonas, briinde vela, ebrinzao.
    Clavinotes para cara.
    Estanbo, velas slearinase banillia. .
    No armazem de C. J. Astley & C.
    lia para vender um peipienosoi-
    timcntode obras do ouro, do ultimo gos-
    to, que se vender' muito cm conta : na
    ruada Cadeia n. 21.
    XAROPI
    DO
    mosQMm
    Fol transferido o deposito dr-sle xarofe
    para a botica de Jos da Cruz Santos, na rut
    Nova n. 53, garrafas 511500, o meias son.-
    sendo falso todo aquclle que no fnr vendi-
    do neslo deposito, pelo que se faz o presente
    aviso.
    IMPORTANTE PARA OPl'RLICO-
    Para cura de pblysica em lodos os sen
    11uereotes graos, quer motivada por cons.
    tipacOes, losse, asthm. pleuriz, escarros do
    sangue, dr de costados e peitos. palpitacSo
    no coracSo, coqueluche brouchitc, dor na
    garganta, e todas as molestias dos oreaos
    pulmonares.
    t
    annuia i ;.
    AO CATO
    0 Pontea da* loja da rua da Cadeia do Itcri-
    fe n. 51, recebsu pelo vapor hambiirguez os
    quelas para cobrir carros, couros para giiar-! mais lindos casavcqufs de cambraia rodea-
    da lama, galao, lanleruas, velas (ara uilos,
    e mullos oulros objectos para carros e ar-
    reios ; vende-se tambem un carro do 4 ro-
    das de carregar fazcnd's, epo'pceo com-
    modo.
    Vende-so minleiga i.igleza llora 1?l20
    a litara, dita Iranceza a 610, macarrao muito
    novo a 400 rs alouia a 4i>, passas muilo
    novas a 640, ligos a 320, linguic ia do rei o
    a G10, ca Idas de doce de goiaba a 1^600,
    queijos de coalha muito fn-scaes a 400 rs.,
    dilos do reino novos a 2j5oa, viuho a .">(0,
    64o e 8U0 rs. a garrafa, dito do Por lo engar-
    rafado feitoria a 19280 e l-diOO, cha muilo
    superior a 2.#5G0, -a?\{) o 2joIO e preto a
    loSuo, c oulros muitos mais gneros em cun-
    ta ; na taberna da rua dos Uarlyrios n 30.
    Vende-se um .. i.L.to oplinio ollicial de
    fogueteiro ; a Iratar na rua da Concorcia,
    confronte o armazcm de niteriaaa do Sr.
    Pedro Antonio Teixeira Cuimaraes.
    FAKINIU HC JUMU CA.
    Ven lem-sj saceos grandes com farinba
    muito bou : na rua da Malro de Daos n. 2
    Superior viiaiij d > Porto
    do auno de i," i.
    Ven le-se no cscriplorio de Antonio 1,-iiz
    deOliveira Azevedo, na rua .la Cruz n. I,
    etn caixas de urna e duas duzias. -
    Superiores charutos.
    Vende Antonio l.ulz de ovcira Azevedo,
    no seu eseriplorio na rua da Cruz n. I.
    e
    que
    WdtO
    -..:
    Casaveques, capinbaa enm manna
    Precisa-se de olliciaes do charuteiro : I S de carr.braieta ; e cambraia bur- '
    na rua Imperial n. 41. *
    9 1X9 cala um
    -J-. Ricos pcnl"s de tartaruga a
    " 185 e 2().-> cada um
    Coupra-so u-n prela ou mulata parida
    de pouco lempo, que saja moca e sadia ; pa-
    ga-se bem: que ti tiver annuncie para ser
    procurada, ou leve a casa do liticulu coro
    no! Vilclla, na :ua l'ormosa.

    ';;' E oulras muitas fazendas do gosla
    ..': .orno basquinas de vrilu lo preto, de '
    . ti lo borda o, branco o de cores, $0
    :'_ guarnecidos de veilulo ele. .;..
    -I, **> > ,-rv v ,r, f,t <-> /V-*^V ." .">, ^^ f\ <> .Tk.
    Na loja de I portas na rua do Qudmado
    n. 37, passando o beccoda Cougregar;8o,tem
    diegado a este estabelecimento um excel-
    lcnle sortimento do vestidos do seda com
    babados, para di ver VOS precos, c muitas
    mais fazendas, quo uo he pessirel aqui|
    mencionar tolas; cassas organ lilis dos
    mais modernos padrOea a lelil) a vara, sedas
    de quadros largos a 120(i o covado, ditas
    miudiohss a 19300, ditas muito linas de
    goslo iuleiramonte novo a 1>N00, Iazinha
    uiiudinhus a 320, ditas com listras de seda
    a 750, curies do casemira a 4j, ditos entes-
    tada, cova los 29500. dita muilo lina a 4,
    dita de urna largura 29400(grosdeoaples pre-
    to a 2?, eliamilole muilo liom *" 3550U, dilo
    largo rom listras asselinadas a 49400, chaly
    lavrado 1-rU'O, um completo sortimento de
    chspelinas para senbora, goiiintias, man-
    guitos, camisaa, oieias de soda brancas, lu-
    vas de seda dos melliores gostos que ha, se-
    das Brancas, cassas pata colimados, bros
    de liobo muito linos, lencos de linho bran-
    cos, de div-rsos precos. Assevera-se aos
    compradores, que tenham vunta le de com-
    prar n3osabir sean fazenda, porque-nanse
    eugeila diuheijo Cbegando ao cunlo da fa-
    zenda.
    Na rua rio Cocinado n. 37, loja de 4
    porlas, ha cortea de col lates de velludo rcui-
    to bous por 119000, VHlbutina surtida a 750
    reis o covado. chitas francefas muilo iinasa
    2S0 reis. risca los e>cocezHs a 280 ra., mus-
    sulinasa 320 rs., ditas amatizadas muito li-
    nas a 340 rs., chapeos de sol de seda, pata
    diversos precos.
    dos de bieo que se lem visto no nosso mer-
    cado, nicamente se vende para as senhoras
    de bom goslo, e muilas mais fazendas pro-
    priamenre de senhoras da moda, e manda-
    se a amostra.
    Ceblas 8oItas.
    No armazem d. Ilaslns ,^ Silva, dcfrqnle
    da Madre de lijos n 28, ven tem-si muito
    superiores ceblas soltas, pelo dimi nulo pre-
    co de 5U0 rs. o cento.
    -
    cober'.os e dcscoberlos, pequeos o gran-
    des, do ouro palelo inglez, ''ara homem
    esenhora, do um dos melliores fabricantes
    le Liverpool, viudos pelo ultimo paquete
    inglez : em casa de Souliall Mellor A C.
    rua po Torres n. 38
    B
    glOS.
    Na Joja do canto, na rua da Cadeia do Re-
    cife n. 54. ha para vender os mais ricos e
    bonitos chales de touquini de bonitas ro
    res, e bordados a rola, com duas palmas,
    pelo baratsimo preqo, que na realidade
    laz admirar ao comprador a vista da quali-
    dade c do bom goslo, tamben lia bonitas
    salidas de baile, do bonilas cores, jor prero
    muito commodo. casaveques do casemira.
    roraeiras de filo de linho. gollinhts paia
    PesciiQo, liras bordadas, cortes de seda de
    bonitos padiOes, ditos com 3 habidos, pro-
    prios para baile, dilos de barege com baila-
    dos, grosdenaple de cores bonitas; o an-
    'uncianle esta disposto a torrar por dimi-
    nu o preco. Na mesma loja da-se fazendas
    com penhores, e leva-sc em c sas de fami-
    lias.
    Vende-se o engaito Cachoelra eran-
    do na freguezia de Serinliaero, de muilo boa
    prolurco, com bastantes varzpas apaula-
    das.ma copeirocom o rioCamaragibc, sem
    levada por ser a bica asscnla la ao p da
    Kugio no dial.oescravomulato.de '
    nome 1/urinJo, ida^e 14 annus, pouco mais,
    ou menos, levou camisa e cal$a de algodao
    de listras, chapeo de couro, tem urna peque-
    a cicatriz om urna fonte : roga-se portento
    as auloridsdes policiaas. ou capitSes do cam-
    po se dignem cattura-lo, e remette-lo para
    esta cidade a entregar a Reroardino Jos
    Monteiro, ou para Riacho de Sangue donde ,
    de naturd, a entregar a seu senbor Manoei
    Martina de Viras a
    Do engenho Dous IrmSos, em Apipu-
    cos, fugio o escravo Satyro, de naco, com
    idade de25 annos, pouco mais ou menos,
    baixo e seceo, cor fula, andar accelerado, lie
    umhigudo e lem as juntas dos ps gross's ;
    suspeita-se que elle anda ganhando pelo Re-
    cife; quem o apprehender, lova-o ao refe-
    rido engenho, quo ser gatiCcsdo. "%
    Fugio do engenho Caichoeira cm Seri-
    nliem ao amanhecer do dia 25 do andante
    mez de novembro, o esclavo pardo de nome
    Eleuterio. de estatura regular, secco do C3r-
    po, res um tanto compridos e com niuit's
    rarhadiiras prnvenient-s do bastantes cravos
    que lem nelles. o que obrtga-o a quo aile ,
    sempre com slpa>gats a modado se:tao;v
    tem o rosto compri 'o e o queixo fino, po-
    dar ler.de iJade 18 a 20 annos, e foi com-
    pra lo nesta praa a Sra. t. Anua Accioli
    l.nis Wandcrley. por caria de ordem do Sr.
    Anlonio^Kerrdra Lustosa ; roga se a qual-
    quer pessoa a apprehensilo do mesmo es-
    cravo, c sondo aprehendido de o entrega-
    remaossrs hemos Jnior & Leal Reis, nes-
    sa cidade ou no mesmn ungenho rcima
    mencionado ao abaixo assignado que gene-
    rosamente recompensar.
    Francisco Manoei de Soza Olivnira.
    Dcsapparcceu no dia 21 do prximo
    passado urna sscrava de nomo Renedicta,
    crioula de id8de 15 a 16 anuos, com os sig-
    ilaos seguintes : allura media, olbos grandes
    o vivos denles alvos e guaes, nariz regu-
    lar, o dedo minimo da mSo direita encolhi-'
    do por causa de molestia,'cor bem prela,
    levou panno da costa azul de lislra e vesti- .
    do do cassa desbotado, ninguem se Iluda
    com qualquer pessoa que a for vender, poig
    he furlada; bem como a escrava Silvana quo
    foi occulla por Manoei ITorentiuo de Miran-
    da e Alhuquerque, eat o presente nao ho
    apparecida, sen.lo ambos do mesmo annnn
    tomada, com lo las as fair-gens precisas c as c'ile ; quem aprehender leve a rua de
    mais obras, sendo a casa do vivenda, nova,
    lisiante do embarque dus leguas c mcia, e
    dr. estrada de ferro urna legoa, tem o enge-
    nho 120 carros de canna de cemente : quem
    o pretender, poder dirigir-seao llecifo aos
    Srs. Lomos Jonior & Leal Reis, ou rom o Sr.
    Antonio Conr-alves Pereira Lima, na villa da
    focada, ns lercaa-feiraf, com o Sr. Dr. Ser-
    gio I).ni/, de Moura Matlos, c ro Cigrnho Vi-
    cente Campelln, co n Manoei Conclvrs Pe-
    reira Lima, qii3 informara dos Icmilvs do
    engenho.
    ^ariohademan-
    Os melliores relogios d* ouro, walenle ir
    lcz, vendem-se por.'precos razoaveis, no
    eseriplorio do agente olivcira, rua da Ca-
    leia do Itccifc n. 62. primeiro andar.
    Ven le-se un carro inglez do 4 rodas
    n4assentos, para I ou 2 cavallos, comeo-
    burla, o com os competentes arreios ; e tam-
    bem om cabriole! inglez com os arreios:
    na rua do Trapiche Novo n. 10, ou na Roa-
    Vista em casa do sr. Poirier.
    Oiitijlo Vendem-se queijos do serlao, saceos com
    Tuito boa farinTia de mandioca, e dilos com
    milho e feijio de tolas as qualidades; na
    rua doQoelmado, loja do ferragens n 14.
    Vende-se superior linhas de algod?o
    brancas, c de cores, em novello,rjara costu-
    ra, em casa deSoulliall Mellor MJ.a,rua do
    Torrea n.38.
    Vende-se superior agurdente de
    Franca, tanto cm barris como cid caixas,
    licores e absyntlic, chegado reeentemeo-
    te, pelo ultimo navio : em casa dcJ. Kel-
    ler A (.., rua da Cruz n. 55.
    dioca.
    Vcndcm-se saceos com muito boa farinba
    de mandioca, e saceos com bom milho e fci-
    jSo de todas es qualidades, e tor preco rom-
    iiiinlo ; na rua do Uucimado, loja de ferra-
    gens u. 14.
    Vende-se superior arinlia de man
    dioca em saceos grandes: na tanoaria
    del ron le do trapiche do Cunda.
    *'
    ICIOg'iOS.
    Vendem-serelorjios de onro e de pia-
    la, concertara-se por *precos razoaveis,
    faz-setroco, eda-se dinheiro a premio:
    na rua da Concordia n. i.
    de
    tente
    gio*
    pa-
    inglczetde ouro, desabnele c re vidro:
    vendem-se a prceo razoavel, em rasado
    Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
    deia do Recife, armazem n- -"C.
    E I PATOS liO A R ACM Y,
    dos melliores que tem vindo a esta merca-
    do, para bomens e meninos, de palla e de
    prelhas : em casa de Caminha rv Filhus, rua
    oa Cadeia do Recife n. 60, primeiro andar
    'n casadeRabeSchmcttau&Companhias
    rua da Cadeia n. 37, vcudem-seclegame,
    pjanosdo afamado fabricante Trauman!
    ii.liambuio.
    Potassa da -Anssia c cal de
    Lisboa.
    "No antigo o bem conherido deposito da
    rua de Apollo, armazem n. 2 II, ha muito
    superior potassa da Rassia e cal de Lisboa
    cm podra, chegado no ultimo navio, e veu-
    te-se por prec,o commodo.
    HO
    NAFUNDICAO E PERRO DO ENGE-
    K1IE1RO DAVID W. ROVVMAN, WA
    RUA DO BRUM, PASSANDO O CHA-
    FA R1Z,
    ha sempre um grande surtimiento dos se-
    guintes objectos de mecanismos proprios
    para engenho?, a saber : moendaa e meias
    moendas la mais moderna construcc^o ta-
    chas de fciro fundido e batido, de superior
    3iialida.li! c de todcs os tamanhos; rodas
    untadas para agua ou anioiacs, de todas as
    proporcOcs ; envos e borra de fornalha o
    registros e boeiro, agnlbfles, bronzes, pa-
    rafusos e cavilbOes, a oinhos de mandioca,
    etc. ele.
    NA MESMA FUNDICA'O,
    seexecutam todas as eneommendas coma
    superioridado ja conhecida com a devida
    presteza e ce mniodidade cm preco.
    Aguas Verdes a. 2t, que ser gratificado.
    Domingo, 29 de novembro, das 8 as I6\
    horas das manhaa, desappareceu c supfrte- .
    se ler sido furlado. do sitio na Passagem da
    Magdalena, que foi da viuva Hollino, um ca-
    brinha escravo, chamado Manoei, idade 10
    annos, rouco mais ou menos, descarnado,
    faltando Ihe um ou mais denles na frente,
    cabellos carapinhos, falla com a lingua nos
    denles ou ho meio tataro, natural do sertSo,-.
    e foi vestido de camisa comprida de algodao- '
    zinho c chapeo de palha de carnauba ; roga-
    se a policia ou a quem delle soube-, de o
    apprehender c levar ou avmr no mesmo si-
    tio, ou no Recife, na rua Nova, sobrado n.
    27, ou no engenho do, Meio da freguezia da
    Varzea, e promette-se pagar bem.
    Fugio de Beberibo
    No dia 29 do correnle o escravo criolo do v
    nono Joaquim de 20 a 22 annos, pouco
    mais ou menos, cujo escravo foi comprado
    ao Sr. Joao cardozo de Mello, morador no
    l.imoeiru, e lem os signaos seguinles : bas-
    la. ic alto, cor preta, com principio de buco
    de baiba, bonitos denles, levou diversas
    roupasde algod.lo, riscado, e chapeo de Id- <
    Iro ; e julga-se ler seguido para Limoeiro
    lugar onde tem prenles : a pessoa que o
    pegar, leve-o a povoacSo de Bebei ibe, ou na
    rua da Aurora n. 36, que ser gencramente '
    pago.
    No dia 18 do coi rente, fu j;io d< 1er.
    do do briguc Sagitario, um escvode
    nome Joarpiim, pardo tferavo, de 2i a
    2iannosde idade, estatura regular, seceo
    do corpo, s tem barba r.o |ueixo, ca-
    bellos carapiilios c ja tem niuitrs brnn-"" j
    eos, lie bem conliceido por ter as mo,
    muito calejadas, rpiando iiigio tinlia o ca-
    bello a nazareno, tem os pes meio apa le-
    lados, e Calla muito manso : quem o pe-
    gar eo entregar ao sen senlior Manoei
    Francisco da Silva Corriro, na rua do Col- "
    legio n. 13, terceira andar, sera' bem
    gratificado.
    Fugio no dia 4 de outuhro do torren-
    te a nao, o osera vo mualo de nome Jnr.-e
    baixo, secco do corpo, pouca barba, potrozo'.
    lem do lado esquerdodo rosto urna cicatriz'*
    henln os-migados, o Un is pequeos e vos*
    pernas e bracos arqueados quando anda' "
    esle escravo foi do Sr. Manoei Ihomaz, ex-
    carceireiro, levou vestido camisa do algo- ,
    dozinho delislras, calr;a de ganga azul, o
    dous chapeos, sendo um de pello o outro de~
    fellro, ambos usados, c Ubaqueiro : roga-
    se pois a lodas autoridades pollciaes e cap -
    ISes de campo, que o apprehcndam, e cou
    duzam-noa rua da Concordia, armazem de -
    materiaes n. 26, que ser generosamente ra
    compensado, late esciavo ja foi aiprehen
    dido o anno prximo passado uo engenho
    Jacar, cidade deCoiann.9,
    PF.RN. TY'\ DK M. F. PE FAKIA 1857
    MUTILADO
    ILEGIVEL
    .


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