Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06924


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Full Text


ANNO XXXIII N. 278.
Por o mezei adiantados 4,j,000.
Por 3 mczes vencidos 4$500.

OlIXTl FEI1U 3 DE DEZEHBRO DE 1857
Por anno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.?
J
ENCARREGADOS DA SCBSCRIPCA'O DO NORTE.
l'arahiba. o Sr. Joo RadolpboGomes : Nilil.oSr. Joaquim
Ignacio Pereira Jnior ; Aracatv. o Sr. A. de Lrmos Braga ;
>ara. oSr. 1. Joa da Oliveiri ; Slaranhuo, o Sr. Jos Teixeira
de Mello ; Piauhy, oSr. Jote Jaaquiro Avellino ; Par, o Sr.
Justino J. Hamos ; Amasonas, o Sr. Jerorymo da tosa.
PARTIDA DOI CORREIO.
Olinri*: lados dia*. a* *! e meia horas do dia.
hwij Goiaaaa a Ranhlba: ru >iinu* e aeitas-feiraa.
S. Aaliu, lleaerros. Bonita, Camaru*. Allinlio e fjeranhiiii. : n.i terrt-feira
S. I.oureofo, Pao d'Allio, sgazarrth, Liraoeaf, Brejo, l*tf'liieira, liigei'iira
Florea, VilU-Bella, Boa-Vista, Ouricury a Eirj, nastiuarlas-teirai.
Cabo,lpojaca,SernhSi-m, Rio ForarjaMO, Uaa, Barreos, Agua-Preta, Pi
nenu-ira* e > ..'.!: jala! frlrai.
(Tedoa oa correloa parlen aa 10 hora* da manhSa.
AODIKMUIAI DOI TB.MDNAU DA CAPIIAL,
Tribunal do eommereio : legundis t quintas.
Relacao : tarcas feiras a aabbadoa.
Fazeoda : quarlas a sabbados aa 10 horas.
luito do eommereio : segundas aa 10 horas a quintil lo mii da.
Juio da orphoi i segundas a quimas ai 10 horas.
Primtira Tan do eirei : seguradas aiaxlii ss Bala dlt.
tagunda vara do elrsl ; nartia sabbados aa mala dia.
EPHBHER1DES DO HEZ DB DEZEMMBRO.
1 Lu eheii is 8 horas e 37 minutos da manhaa.
8 Quarto minguanta as i horas e 18 minutos da manhia.
16 Lu nova as 8 hora a 42 minutos di manhaa.
I Quarlo ereseinti as 4 hom a 17 minuto da manba.
PII K AMAR DB HOJB.
Prima Ira ai 5 horss (18 minutos da man has.
Segunda ai o horas e ( minutos da tarda.
DIA DA SEMANA.
JO Segunda. S. Andr- apa. ; S. Buprepio m. ; S. Jnstina t. m.
1 Torca. S. \ ilium pro!. S. Eloy b. ; Ss. taslriciano.
2 Quaru. S. Balbinav.m. Ss. Policiano e Adria inm.
3 Quinta S. Francisco Xavier app. das Indias.
( Seita. S. Barbara v. m. S. Pedro Chrvsologo b e dou. da igr
5 Sebbado. S. Geraldo are. ; S. Saboas m. ; Ss. Primo e Grato
6 Domingo-2. do Advento S. Nicolao b.; S. Leoncia m.
ENCARBBGADOS DA SUB8CRICA NU lUl
Alagnas. o Sr. Claudino Falcao Dial: Babia, o r. D. Pupia
lio da Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martini.
EM PERNAMBUCO.
O proprilUrio do DIARIO Minoel I'iguelroa di Iirli o lu
livrana, praca da Independencia n. e 8.
AOS SRS. ASSIGNANTES DO NORTE.
Embota os vapores procedentes do Rio
de Janeiro tenliam de seguir para o norte
dentro de 12 horas, por elle recbenlo os
Srs. assignantes deste Diario das referi-
das provincias um supplemento feito
I especialmente para elles com as noticias
dosul, deque for portador ; o pial nao
i ,* in Jo incluido no masso ira' directamente
ao nos so correspondente, em cujo domi-
cilio o mi ndarao receber ; (cando assim
completas as noticias do Brasil como ai
da Europa.
- PARTE OFFICIAL
GOVERN3 DA PR0V1NTG1\
Expedienta do 41a 26 c Bovenbro.
OIRcloAo E 1.111. commandtnle das armas, di-
zendo fisir inleirado do molivo porque S. Etc.
deixoo demandar apresentar o capito Jos Gome
de Almeida ao commandanla superior desla muni-
cipio.
, HiloV) chefe da polica, dieendo que se man-
e don pagar agencia dos paquetes a vapor a impor-
tancia das psssagen* de do -s pravas de polica des-
ta provincia, que regrestaram da Parahlba.
DitoAo mesrn1), recoromendando que providen-
cie, para que tejan) remanidos a' presidancia at o
(lia 15 de Janeiro vindouro, lodos os mappas que
en.iaunin ser fornecidoi por aquella repartirlo,
eompreheodeolo a eslaliatica criminal relativ.. ao
,. aaaMffTnHt anno.
^r Oilov-lo uiz dos feildt da flenla. Remello
por copia a Vine, pira se conhecimeoto e rievid
exeencalo, eopia do viso circular do ministerio da
joslir;* da -26 de oulubr|o oltimo, recommendando
que as preeitorias ixepotiva expelidas por etse
juito, aa incluam tus resta das mesmaa.com a pre-
cisa deicrimiuac,Jn das que a faienda nacional a llan-
ta, das dos empreg.ido* do memo juix, e dos sellos
averbadoi ; lano as precatoras, como nos lotos
^_ originarias,-a importancia do procuralorio dot pro-
curadores dos fetos a solicitadores da fizenda, a
quena esla paga ordenados ; declaran 'o outro aim,
o meimo aviao, que nao sa devem exigir das perlas
as cosas dos pocetsos, qusndo por circum*laneias
imprevistas, ae requer a cobranza de urna divida ja
paga oa in levidamenla lanzada a coula da ama pis-
oa qaa por alta nlo he respon Dito Ao director das obras militares, para que
orce novameote o (orro da ala da enfermarla do
t hospital regimantal, e publique-e para se proceder
a ana es.ecoc.ao.
DitoAo commandante d destacamento da Vic-
toria, duendo que por ura nao se pode augmentar a
torga all destarada.
DiloAo arsenal de marinha, dizendo fiear cen-
le da conclusa* dos reparos do vapor Beberibe, e
bem as-tro de ler-se-lhe prestado as -2 bombas rrqui-
aitadas pelo commandante da eiur..i inv.il.
CircularA lodos os delegados da provincia, eai-
Rindo urna nifarmacdo sobre as casas que -crvein de
quartel ao reapectivn de>tacamento, iudicando o alu-
guel que pagam, no caso de serrn propiiedade par-
ticular, as cuiidic&es e commntos que otTerecem, e
o numero de pravas que podem comportar.
HilaAoe metmos.II mello a Vmr. por copla o
art. '2 da le n. 601 de IS da selembro da 18M). e
n capilulo8 doregolsmento n. I.IH de 30 de Janei-
ro da 1851, afii) deque Vmc., pela parte que Ihe
loca, Ihe* d inleiro eiimprimenlo ; isualmenle en-
vo Ihe a reld'.M > das madeirai reservadas, cujo cur-
ie lia probibi'lo as matas particulares sem tcenla
do governo, e Iha recommen i toda a vigilancia na
iMii-civaca i das malas do esladi e das madeiraa re-
aervadas oa da loi, e que n.l i so appielieuda lodaa as
que foram orladas as matas do estado a em Ierre-
nos devolulns, e as madeiras de lei liradas de malas
particulares iem licenr.; mas tambem prorc<1a con-
tra o< que dernbarem e lirarem, na forma das dis-
pnsires referidas e mais ordens em vigor.
lllicio Ao arsenal de guerra, pora fornecer
ao dieta de poticia 30 pares de .Igemai com cadeia-
dos.Communicnn-ie a ele.
DitoAi director da colon a da Pimenleins, ap-
provando inaneira porque tein Vmc. procedido em
r 1. 11; 111 madeiras lirada! itm liceuya ou com ei-
ces DiloA* director das obras militare i, para mandar
fater as pialaras meetsarias no qurlel de po-
lica.
DiloAo director das obras publica', declarando
que para pider resolver acerca do requerlmenln, em
que Amaro Fernanda* Deliro, arrematan!* do 7.
lanc.0 da estrada da Victoria, pede urna indemnisa-
l', azaarda esta governo a avalar;So do etceno de
Irabalho eligida por Smr. ao ajodame de engeiiliei-
ros Feliciano Rodrisae* da Silva.
Dilo A' cmara municipal deCarnar', decla-
rando-lhe que por aviso u. 130 de 30 de selembro
de 1817 foi decidido que o eacrivSo da eollecluria
nao-devia accumular o lugar de escrivao oa secre-
tario da cmara municipal.
r Portara Nomeandi a Matimino iN'arciso So-
breira de Mallo e a JoSo los Ribeiro da Moraes,
para prolensorrs de inilrirr.) primarla, este da
l.ui a aquelle de 'pojoca.Coinmunicoo-se a' Ihe-
ooraria provincial e ao director da inslrurc,ao pu-
blica.
Dila Nornean In a Mara Salom de Siqueira
ra Vareja i para profesora de iii-irucc.ij primaria
de No.-.i S-nhora do de Ipcjuca.
. Itila Conceden Jo a demmao que p'dn Joflo
llyppotiti de Soma do poato de capitn da seila
companliia do balalhAo n. 30 de guara- nacin, ie
de Garanhuns.
lila Considerando vngo a ptefg de lente
da '2. coropinhia do balalho 1 > de Barreiros, vis-
to que o cidadao llerculano F'rancelino Civalcanti. sa por um jury ingle, que eslranha verdade nao se
de Albuquerque, qae para elle foi nomeado, nao [ livera manileslado, como as scenaa sa leriam muda-
liroo patente e fiou *ua residencia no Rio For- do Em logar de conspiradles de exilados contra o
mosn. imperio, a Europa teria visto diante de si conspira- j
Dita A' agencia dos paquetes brasileiros, para | ees do imperio eonlra os.enlados. Ku teria moslra-
dar passagem para a corle, por conla-do governo a do, por eiemplo, esle roiseravel Cereau, que compa-
Josepba Jorge da Silva casada com o soldado Euze- receu como teilemunba am um processo, no qaal era
bio Jos da Silva. I inleiramente eslranho, fazendo nlarde de loa anliga
Dita Designando para paradas dos batalhoas repulacao de patriotismo, para encarcerar urna miti-
ns, 1 t 16 de mi miara e da serebo de reserva n. lid.Vi ne republicanos cridlos ; eo u leria mostrado
11 da guarda nacional do Rio Formoso, os lugares
declarados na tabella junta.
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em ISY', na ana qualidada de eipiao da polica im-
perial, debaixo do pseudonymo de "Alphonse, or-
ganisar o negocio de K-Ich para mais tarde Irahi-lo
vende-lo ; eu o lena mostrado em 1 s". dngindo-
se a miin e pedindo-me dinheiro e bombas para por
meio de orna eiplosao acabar com Mr. Bonaparle ;
lem lutado passo a passo o Instlalo, marcha elle pid, s um ente, s ama idea, so urna necetiulade
sempre firme, e animado na sania cruzada qoe em- mo se transforma, nao nasca e inorre, nao surge a
prebenden, e qunndo o jolgam, por suas circums- descarrilla, porque nao comrroo e nem deve acabar,
lancias finaneairas, nos paroiysmos da morte, ahi se porque he infinita, absoluta a eterna! Essa idea,
levauta sobrancairo, chelo de t em Dos e da con- e-<* enle, esa neeessidade he Dos.
li.inr i nos homens justos e sensatos. At aqu ape- luil* que existi sempre, i,lea de lodos os homens,
na temos preparado o caminlio para a grande obra neeessidade de loda a crearlo, Dos he ao mismo
ila regeneradlo religiosa, despertando a alinelo do lempo o alicerce e a cpula, a fonla e a mela, o
publico para as reformas exigidas pela punza da ponto donde ludo emana, e o ponto para onde ludo
doutrina evanglica, pela dignidade do culto, e pe- caminha.
la sa razao, que nao pote pacluar com as supera-
lices, a idolatra e a ignorancia que compromeilem
a s inli t.nli' da crenca ealholica, a qual he oecetsario
pretar mais luz, mais rai3o e lambem mais divin-
dade aos seos templos.
llevemos pois trabalhar por instruir o povo na
eu o teria mostrado em 8, dorante a guerra da | moral, purificar-llie o coracao e mostrar-lhe qoanla
Hu-ia, vndo procurar-na olferecendo destruir
toda u orgonisaran d,n imperio, com'tanto que tivesse
a sua dispos; 30,000 fr. que pretenda poder con-
senuir da embaitada rusta com urna M palavra
mi n lia.
Em summa, repelldo invariavelmtnte, expelli-
do em loda parte a denunciado poblcaineule por
mim a loJo o partido republicano, e-le hnmem des-
virlude eellcacia Irarou a m.io de Dees no cdigo
sagrado do .Nazareno. Lavar o culto dns manchas
com que o pollino a soperstir-ao, a Ignorancia e o
harbarismo e conservar somante o que for digno da
casa de Dos, e capaz de vivificar a aliado homem,
lazendo-lhe respirar, como diz um eecriplnr mo-
derno, urna idea mais pora da divindade, pelos ac-
tos da mais perfeita sanlnlade. O Instillo agitara'
mascarado desle modo, fez preuder a p;rlo de do- com mao respeilosa as ruinas do sanluirio viciado
FOIHETiffl.
NICOLAO FLVMEL O
Por Pkdho Bkr\id.
XI.
\Uoin is semanas depois dos aconiee menloa pr-
ndenles, o povo d> Pars cecopava-se grandemcnle
rom a expulsao dos Judeus f-ia com exeeaaivo ri-
cor. Cnnlavam-se historias mu Irisles a esse res-
peilo. Fallava-se de pobres filhos arraslados as
e,ira las pelas mais agoladas de fidiga, de fami-
lias despojlas e re luulas a horriveia priva{5es.
Nicolao Flamel lendo vollado para a Inja da viu-
va de Jacqainel, ouvia essas Irisles narrar;es com
extremo interesse. Perturbado pelo deiappareci-
menlo de Sara, elle aa resignara a snbreviver-lhe,
cuidando que elli poupsra o lilho para deixa-ln a'
sua temara. Alm disto o pobre escriplor eslava
persuadido qoe soa amante enllocada enlre a des-
honra e a iiurle por alit'im perionagem puderoao,
raeorrera ao soicidio. Apelar dessa convic^-ao, Ni-
colao pensara em interrogar Rarnab ; mas nao po-
dara acba-lo.
Bem que mu triste pela sua aventara o digno
rriado de Savoisy se atrever a reapparectr dianle
do amo.
E o menino, pergunlara, o ende, conseguiste
p-lo ao abrigo de lodas as pesquizas ?
Senhor, balbnciou o criado passando a mao
pala espadoa ferida, recelo seis pollegadas de ferro
no hombro, e por milaur* anda vivo. .
Sin lo i'so, lornou Sivoisy : mas o menino '.'
Irra ella insiste, disae romsigo o criado, cu-
jo triste estallo nao enlernecia Savoisy.
lin i a o nao reaoondes ?
Seuhor disae Rarnab forjado a eonfessar soa
aventara, mas decidido a modifica-la aerando o
cuidado de soa gloria, alguna palifes lanram-se
sobre mim, irranearam-inf O in-nino dos bracos, e
como eu dtl-n lia heroicamente o deposito confiado
ao mea telo, lanr,aram-ine por Ierra a golpes de
adaga.
Mseravel '. eiclimou Sivo-y couslirnido por
essa revelarlo.
lavado da colera, n tormidavel senhor sarcu do
punlial. e ia i /.rr uulras aberturas na palle de llar-
nahe. Mas e-le in-lruido pela experiencia, preci-
pilo-.e fora da presenta do amo. Cerlo de nao
obler nnhum perdaa paro a sua culpa, foi alistar-
te enlre o archairos do preboste, collocando-sc as-
ilen dehaixo de orna proteccao podeosa.
Ijoaiilo a Savoisy, sua colara contra Itarn.lni n,1n
lave limites .a principie, depois vendo passar-s* a
() Vid Diario n. '2T,
Com omesmo titulo das oulras pecas emanada de
M. l.edru-Rollic, i*to be, com o liltilo de docu-
mento, e sem aceitar de oenbuin modo a rrsponsa-
bilidade e a olidariedade da* asscccOes nella comi-
das, publicamos a carta segiiitile, que ele exilado
acaba anda de dirigir aos jornaes ingleies, com a
epigraphe umuilo barnlho por nada :
Senhores, grajaa unanumdade da imprensa in-
giera e do eelio sympalhico que ella eneonlrou na
Blgica, r,a Suiasa e em loda a Allemanha, nao se
trata maia desa conspira;ao tan pomposamente an-
uunciada, c cujos delalhes deviain derramar o ter-
ror em loda a Europa. O ridiculo, anda mais que
o desprezn, o malou.
Nao me occuparia mais diso, sa nao qozese
prnvar urna vez mais, com dous fados geralmeale
desconheci.lus, a fraqueza e a MVardia de governo
imperial ; que nao prohibi qua os jornaes frau-
cezes reproduzssem exaclamenle as palavns dos ac-
cusados, porque a infonna(,lo dos debales loi lob
metlida censura ministerial, mas mida vedou-
Ihei de am in ido absoluto a publicac.au da replica
dos advogados.
Todava, a imprrnea eslranseira sahei com in-
dignadlo, qoe Itarlolotli, em suia respostas peraule
0 tribunal, aa tnicas I qoe se pode conceder al-
guma coiiIhiic i, declamu, que perica aliento
presloo an Franctz, cujo nome prononciou de cinco
modos diffcrenle, que nao poderia aflirmar se e-le
eitrangero liaba bigodes oo nao, e alm disto rile
sabia dosalaono mntenlo em que elle, Barlololli,
ah entrava, sem que ama s palavra fine pronun-
ciada em soa pre-enqa. Resta-me s recordar so
lemnimenle ao publico, que esle depoiioento, mes-
mo neila forma modifieada e privada di consisten-
cia, he contrario a verdade, porque he inleiramen-
te falso, que eu liveesse enconlrado Rartololti algum
dia em cala da Maizioi ou im oolra qoilauer
parle.
a Por consegoute, acbando-sa irreparavelminle
destruida a acensarlo feita contra mim, e lando um
doa defeninras procurado necasiao para com algumai
palavra-, qaebrar o onco lijo, pelo qual me pren-
dern! no processo, proliibio-sa aos jornaes, com
am*c.i de suspender i publicarlo, se lizessem a
menor mencao de-la parle do dbale.
o Nada lia, pni*, coulra mirn, n-nl nma prov
escripia ; a aecusafio ine-m o reconliecia. Nem
l.Vi piuco ba prosa oral ; nada absolutamente, se-
n,lo esta abominavel doutrina da complicidade n-
direrla e moral, que foi dirmida contra mim, ha
dezeseis annos, no processo de Dnput/, peranle a
cmara dos pares.
" Esla evliuin ic.i i da dade media, que matnu
moralrnente o governo de Luir. I'lnlippe, uaa con-
tribuir' para destruir o de M. Banaparte ? Talvea
mais que todos os seus crimes, porque estes sAo aos
nllins dos homens de inlelligencia, faltas polticas
menos pirdoaveis, que as oensai reaes.
Degracadn, diz Machiavelo, daquelle cojos ti-
ros mal dirigidos recahrm sobre ai mesino, porque,
perdendo inleiramente saa habllidade, exalta seu
inimiso,
Se eo livesse conseguido^azer julgar miaba cau-
noite sem qoe Sira apparecesse para rerlamar o fi-
Iho, o joven fidalgo dngio-se na manhaa segiiiule
a' habilacjio da moga. Achou a cmara no estado
em que a deixara na vespera, pois Flamel a Eus-
taquio tinham-se retirado mallas horas antea. Cbeio
de torpreza e entristecido, Savoiay voltou ju'gando
que a mai segaira os irmaoa de Pars abandonando
ofillm. As feslas esplendidas dadas por Cirlor VI
a' corle cao lardaram em diesipar a tristeza qoe
esse aroutecimento causara no conde. K ponen de-
pois enlregoe a novos amores elle esquerea-se, nao
sem algom Irabalho, da bella Israelita e da teu po-
bre lilho.
Ligado i vida pela vista do lilho, Fhmel triom-
phara emfim de sua dor. Craca* i lolicilude de Per-
nelle, o lilho de Sara fora confiado aos cuidados de
orna boa mulhtr anrarregada de vigiar sobre elles
Todo* os das a viova ia cerlificar-se por si mesma
de que suas intenc,oes cram eomprida*. Aqullo qoe
as palavras e os e-forros de Eustaquio nao leriam
ohlido, a ddicai;; i de Pernelle realiou, Flamel
enlio pouco depoi* para com a excellenle mull.r,
nlo propriamenle mor, mas om leconbecimenlo
profundo, e urna alie cao seria. Todava por mais
sincera qae f.-si essa du-posi;ao de seo corceo, Ni-
colao nao t-.ria cuidado em cumprr a promessa ar-
rancada pelo earaenio do preboste, se eaiseucas im-
periosas nlo tivessem enllocado na obrigarao de lem-
brar-se de tus palavra.
A scena qae (vera lugar em r,va de Sara havia-
e divulgado singularmente, e com lano maior ra-
pidez, porque acousa pareca monstroosa. O sar-
gento do preboste linha f?liado. Os viznbns n.lo li-
nli un deixado de ouvir. De sorle qne correndo de
bocea em hueca,.essa historia chegata ao ronlieci-
manlo do cura de Saiiil-Jacqucs-la-Roiicherie. Re-
cebendo ena noticia a indignaban do veneravcl pas-
tor foi extrema. Chamado sem demora a presenta do
cora,o pobre Nicolao fora obrigado o negar seu imor
para com Sara, afim de proteger o filho Depois por
cumulo de infortunio se vira redozldi deplora-
vel extremidad! de um ca aamenlo alias activado pelo sacri IJo. O cura de
Silnl Jaeqaes-la B'ucberie marrara o dia de sua
leelehrara, e Nicolao livera de sugeilar-se sem que
Me fossa peruiitlido deixar adevinuar a menor Iris-
[leza.
Inspirado pelo tu amor palernn. I'lamol sobs-
jcrevrua todo, Pernelle respeilou religiosamente i
dor do nolvo. Esperando ganhar roa leraari e me-
i recer seo amor, ella paraceo consentir nessa uniao
; sement para assegorar os dial do escriplor, e mos-
troa para com o filho a alb-irao de ama mai. Eus-
taqno deseuvolvco om zelo todo paeticular ec-
as* rircumslanrias, e gracia an seu empeolin lodo
arhnu-se pouco depois disposto pare a ceremonia
i nupcial.
C.he'.-a to o momento de ir i Igrejl o sacrisiao foi
buscar Flamel, e arraslou-o coimigo. A igreja lora
1 adornada comaxlremo luio, e sen vaslv recinto i|>e-
zentas victimas ; e fez-sa eondemnar i quatro annos
de pnso, no inlnito de reslabilecer soa reputarlo a
cobrir-se de um novo lustra de patriotismo.
a Peranle um tribunal inglez, eu leria fornecido
as provasda orna conspirarlo contra os exilado*, or-
ginisida em Is'n, por om indiviluo chamado Ra-
vel, qoa lem relaces com a policia sob o nome de
Kvr.ii, O qua elle propunha, nao en nada menos
qae converler em ruinas o Thealro-trancez, no dia
em que Mr. Bmaparte assislisse a urna representarlo
com sua curie.
Desmascarado lambem por mim, como Cereau
e por conseqoencia, tornado intil a policia impe-
rial, prretou-lhe o ultimo servido qua amia podia,
fazendo encarcerar nma centena de compatriota*
bastante crdulos para terem confiado em suas pa-
learas.
Tambem, eomo Gerean antes delle, fez-se jolgar e
eondemnar a qaatro annos de prisao, afim di pro-
longar a iliasao, se possivel fosse.
Cuucluindo, digo, qae pirante eses magi-lrados
pblicos, eo terii litio oecasiao de fazer conhecir
urna duzia de oatros instromentos da polica, ho-
mens e multieres, os quie* empregam-ia no servido
odioso de irmar lar-ais aos exilados.
Mas ha neeessidade de mais provas'.' Nao temos
Jersey para provar, que Mr. Bonaparle conspira de
um modo incessante contra suas victima-:' tille as-
eco ron-iBjjjaimt-j^j^ujiirrfr,,' conspirador. Conspirou
im ^^IJ?Ll^F^^^'aaa^aaaTa^aa^aaa>a^a.li>^^
rou ness a noite para seiiitTTd^^^^^^^*1^*"
zembro. Ilonlem mesmo daosava em Usborne, ao
passo que conspirava cora a Russia eonlra a Ingla-
terra, nos principados, na Persia e na India. Dizeis
que esse homaro he a estabilida la ; eu vos diso qoe
lie a franilidade em pessoa, por que he a encarnarao
da fraude, da astucia, das sorprezai, das embosca ia*
dos ataques repentinos. O que losnues por sua gran-
deza, nao he senao a ion;a expansiva e a grandeza
da Franca.
Uuanln a elle mesmo, nao obstante o sea diads-
ina, nao he nem mais nem menos sabio que conspi-
rador. Crde-me, vossis liberdades o ennsumem, e
por conseguinte -,1o delesladas por elle. Elle, oa
vossas liberdades devem desapparecer. Machiavello
poderia Ignlar de nnvo rom jusilla : Nao ha ai-
lianzas seguras, senao com povo* livies. Feliz ta-
ra', pois, para vos o dia, era qui elle, como tantos
; ramios do Bailo Imperio, desapparecer no lurbi-
cunspirdcaj organisadi por elle
I
Ih.lo de algnina
mesmo.
i Sou ele.
I.edru-Hullin.
Jii'lepentlunre Hcige.)
RIO DE JA^EIRO.
O Instlalo Episcopal Religioso celehroo o ani-
versario da sua fiiu.laco no da 21 de outubro em
ses-ao solemne, i qual ass sliram mai- de duzenlas
pessoas. O Exm. Sr. hispo do Par, rommi-sous da
Imperial Academia de Medicina, da irmandade de
S.iuia Cruz dos militares, da sociedada Proleclora
das vldVaa, ,la Imperial S-ciedade Amante da Ins-
trucean, do instillo dos A~lroga.ii, do Nurieo Ili-
terario fluminense, da sociedad/, Auxiliadora da*
Arles mecnicas e llberaes, da tssoeiar;ao das se-
nlmras da caridadee da Devor' # de Notaa Senho-a
da Piedade, vieram prci""twarrair brilho a reum.lo.
A mulher que no Iriumpho do chrislianismo repre-
senten ama imporlanlissima parte, jamis ser ea-
quecida as aasoci.ic.oes reheiosas, e p >r i*so con-
tando o Instituto inuitas senhoras no seio dos seus
astoriados, julgoii de juslica convida-las i sesso so-
lemne do dia 24a
Pela primeira viz no Rio de Janeiro vieram ai
senhoras dar realce a ama unrc.lo puramente lu-
terana e religiosa, coulra a opiniao di cerlos rigo-
ristas, que eulendam ser a mulher destinada oni-
camenli aos saloc de danss Eslando o Instillo
sob a alta proleccilo de Sua Magestade a Impera-
triz do Brasil, foram SS. MM. couviiadas por una
commi'sao composla dos Exnos. Sn. Viscnnds de
Sapucaby, do orador do Instilulu e do secretario ge-
ral, mas complicando-se o amiiversario (nao Irana-
ferivel pelos eslalolol com a auliancia de S. M. I.
nao )' i' |'u Instlalo obler a honra das augustas
presencis de SS. AIM. O Exm. Sr. bispo dioce-
sano, presidente honorario, tambem nao p le com-
parecer por impossibil lade pbyaica. T,dn o muu-
lo sabe o quanto sa lem aguravado uestes ltimos
lempos o eslado mrbido de S. Exc. Revm.
A sesso foi aberta por orna allocuc.lo do presi-
dente da asiociacSo o Exm. Sr. visconde de Uru-
guay, aiguin'n-se-lhe o relatorio do lecrelario ge-
ral, e p importanle discurso do orador. Oraram de-
pois alguna socios, e os relatores das commissOcs.
Canlos religiosos execaladu* por senhoras e caval-
leiros diletlanlis allirnavam os discursos e una or-
chestra locoo a entrada e sahida dos convidados. A
reunan esleve animada e a a lu m-lraca > pruvou
aiuda nma veza verdade dat palavras Oa eacriplu-
ra : ir Labor el constancia omina vincit a Com ef-
foilo apezar das dilliculdades assombroias com qoe
liara erguer o santuario verdadeiro, diclado pelo
espirito do chrislianismo puro, nico que pode ca-
lar na alma dos povos liluslradns e pensadores.
Sera* nma grande obra de piedade qoe o Instla-
lo com o auxilio divino realisar*', embora (eulia-llio
aindi a mSo da Providencia marcaJo novas derep-
ees antes do Iriompho final. Os homens que desl-
an) sinceramente o futuro bem-eslar da soriedade,
compenelrandu-se dequo poderosa he a inlluencii
religiosa na educarlo popular, eoadjuvaiao os es-
forens da nossa sania insliloirao, e o governo pa-
ternal do Brail nao deixara' igualmente de eslan-
iler sua mao proleclora sobre a mais importante as-
sociar.lo religiosa qae exist no paiz.
Olanlo a' rehabilita;o do clero, tan calumniado
e ludibriado nos nossos lempos, dve ella ser obral inslinclo.
do mesmo clero ; onindo-se ao Instituto e Iraba-
Ihando nos mismos fins lera' oceaiiao de confuudir
os declamadores que diariamente Ihe atiram a pe-
cha de ignrame.
Ao poder legislativo compete providenciar sobre
o qoe lia de defeiluoso no aqninhoaroenlo do corpo
ecclesiastieo, alim de qoe o padre se possa uslenlsr
cora dignida e in Upendincia conveniente ao illu
ministerio qua exerce, e que jamis sirva de descol-
pa a'sua avareza a neeessidade em que o colloca-
ram por falla de meios.
Privilegiado com a razao, o homem lujeila o
mondo ph\-ico aos seus menores caprichos; accom-
melle a materia, divide, analysa, descompo, re-
conslroe e sopra o movimeolo e a vida uo que he
nori- e inanimado.
Penetra no mundo moral, investiga as leis do es-
pirito ; procura arrancar a' alma os seos mais in-
liinos sei;redos, e militas veze* nos seos vos arroja-
dos, tenia, como o cndor dos Andes, devassar os
mystirios do co Mas he a mesma razao que o re-
cluios a vigilancia, aos desviados n arrependimenlo
e aos libios o conforto.
I) protetto appareceu. 1 m pnnhado de homens,
poneos, porem comprenilrados de mi aogusla mis-
slo, ergaeram com urna s voz o grito da rehabilita-
rlo, nao tremeram diaute dos sacrificios qae ella I lies
i nponlia ; nao tremeram dianle de um lorriso ir-
nico do prsenle, fitarim simplesmente osolhoi na
cruz que lh.es tolgorava no loluro, e caminharam.
nao como o Judeu Errante di legenda, mas como os
magos dirigindo-se a Beln-, chema de coofianca e de
amor I
Tal foi, lenhores, a nobre origem do in-hlulo epis-
copal religioso, que celebra boje em sessao magua o
seu seguudo anniveriario.
Embora oo meindo do seclo XIX, embora nos
cslreitos limites de orna associa^ao principiante, os
fundadores do instituto religioso lem silo marlyrcs,
cruzados e missionarios. Cruzados lem cora as tan-
cas da irnpreiisa e com os eicudos da resignacao,
(rhe a' franueza e a' humildade, quando cima de conquistado palmo a palmo a simplicidade e pureza
lodas as suas glorias, nos tropheos de Indas as suas
conqaistas, escrove este verbo, deque tildo depende,
que lodo explica, qoe ludo rege, e lam o qual o
proprio homem he o primeiro a sentir que as glorias
lnrnar-se-hiam Irevas, e as conquistas aniqoilamento!
He justaroenle no momento em que a razao estaca
dianle do iucomprehensivel qae nisce a f : ainda
ahi ella he om fecho de sabedorias, porque se diz ao
corpo : para diz ao espirito : er !...
A crema, pois, he um remedio (Taima, e a reli-
giao portanlo una neeessidade universal. Nao he no
leite que ella se bebe, nao he do exemplo que ella
se filtra na consciencia.... reside na essenria do
homem, corre no sangoe, he iunala, e existe onde
ha razan, porque a rizao he qoe fazo homem senhor
da creac.lo e escravo da f. O alheu he um inylho.
Por miis obstruid* que se acbe a inlelligencia, a fe
agita-se as dobras da consciencia humana.e quando
se nao pode manifestar as graves revelaedra do
bom srnso, prorompe nos eloquentei impulsos do
as podia contar a mullidao de visinbos, amigos, f
curioso* mai* ou raeaoa invejosos dos duus esposos.
Pernelle eslava /astilla com a modeslia que convi-
nha sua psito di viova. O pobre Flamel fazia
os maiures es(orc,ot para romparlilhar da alegria de
sua noiva ; mas nao o ennteguia sorrindn openae
expellir do sua pliysionomia o ar de enfado e de
deslenlo que ah eslava espalhado. Todava rcaig-
nado a cx-ruiar aeu iicrilicio para assegurar o fu-
turo do lilho, elle lomara a mao da viovs, e se di-
rigir com ella ao aliar, onde o cura vestido com os
mais ricos rnalos eslava em p promplo para unir
os dous noivos.
Nesse momento, i quandn'Flamel aproximiva-se
do altar Iluminado por numerosas velas, o sacris-
tao, que at ento collorado junio do amigo nao ti-
rara um instante os olhos delle, tornea-se -insolar-
mente paludo. Urna amorfo viva e repentina agilou
sua naloreza pacifica, e seo olbar, como se livease
viilo apparecer um cxpeclro, lilou-se com horror no
fuudo de urna das galeras que eonduzem a porta
principal.
He ella mesma. grande Dos disse Eustaquio
comsigo eslreinrcendn e conliooando a olliar ; que
audacia : He aquella infame Julia que atreveo-se
ha poncas semanas a apparecer na habilarao de Ni-
colao (Jae vem fazer, senhor '. como mpedi-la de
cheiiar at aqui '.' Se Flamel a vir, ludo esta per-
dido !
O digno fiincrionsrio, em lula com os mais extre-
mos receios, procurou ein sea pensamento umi ins-
pirarlo. Depois de am instante de rellexao, na phv-
sionomia alegrou-sr. leu lo avistado nao longe de si
0 grave pnrleiro armido de soa alabarda, chamou-o
por um signal. Depois, qoaodo o tranquillo defen-
sor da Igreja parochial chegou ao alcance de sua voz,
elle disse-lhe :
Vs aquella mulher apoiada ao ultimo pilar '!
nao percas de vista nenhum de seus movimeulos,
e viga para que ella nao possa aproxiraar-se nem
dos noivos nem da capeila.
Tendo-sa o poiteirn retirado para exeeolar essas
ordens, Eustaquio corren ao cura, c disse Ihe em
voz baixa algumas palavras para reeommendar-lhe
e\ cucao rpida da ceremonia. E felo isso, foi no-
vilmente collocar-ie lo lado de seo charo Nic lio
um pouco Iranqaillisa lo por ver o alabirdeiro em
p como ama trineheira viv i entre a moca a os fu-
turos noivos, A ceremonia nupcial coinecou;
XII.
Essa moja reennbecida pelo digno laerlilie nao
1 era outr i senao Sara. Arra-lada para lonse de Paria
pelo pai, ella se vira rodeada de ama vigilancia Uo
rigorosa, que dorante muitas semanas llic fora im-
postivel l'ugir. Nao lmente Samuel nao deixava a
filha, como lambem airaslava-a aps de si com um
erando numero de Israelilis proscriplns, e cida um
destes se lornsra um guarda alenlo da pobre aman-
te de Flamel. Todava, resolvida a escapar a essa
siin.iv.jp, Sara cspreiiava um moramio favoraval,
niscLitso
Jo E\m. Sr. viscondo di Uruguay, na abertura
da sesso magna de 2 i do outubro de 1837, co-
mo presidente do Insiilulo Episcopal Religioso
Senhores.Acliamo-nos aqui reunidos para cc-
Icbrannos o anniversario da nossa .issacia^o fun-
dada em 2-1 de outubro de 1855, e depois refor-
mada e posta debaixo do augusto protectorado de
.S. M. a emperatriz.
Os fins aos quaes a UMciaelo se propoz promo-
ver os interesses religiosos ; rehabilitar o culto ; e
inlluir para a devoro publica so manifest por ac-
tos decaridade, sao to vastos, que, alenlos os pou-
cos meios de que tom poJido dispr, o o pouco
lempo da sua dimr.ao, fura injusto o mal cabido, o
reparo do pouco que lem conseguido.
EtnprelienJer cousas grandes com poucos meios,
mas com voniadec presistencia, he di^no de louvnr.
Quando so quor eonsegnir um fim grande, lie pre-
ciso comcc,ar a dispor, a pouco e pouco, os ircios
pequeos e grandes que sao necessarios. O maior
rio do mundo nasce pequeno.
Kasciliir eiigtias, et vires acquiril cundo.
O essencial he a perseveran^.
Os nossos estatutos noubindo ao Sr. secretario
geral o relatorio dos traballtos da a Iminisiraco J-
rame o anua decorri.lo, urna resenta das ollartas
receidas, e do eslado moral da associaejio. dispon-
sarn-me de entrar em considera^es sobre esses pon-
ina, cortamente os mais e importantes denlre aquel-
la^ de que eu me poderia occuior.
' Lamento, senhores, que a morte lio rcenle do
nosso vice-presilenlo o Sr. conscllieiro Emiliano
Faustino F.ns, e D3 saudades que nos deixou, ve-
nliam derramar algumas sombras de Irisleza sobre
a nossa fesla. Coisolemo-nos pottn daquillo qua
nao tcm remedio, tornan lo-o por e\eni|ilo no cons-
lante interesse que sempre mosirou por esla asso-
cia^ao.
Marchemos, embora lentamente, porm mar-
chemos sempre Nao nos dslcnha o desanimo que
podo produzir a compararlo da grandeza do nosso
lim, como a exiguidade dos nossos meios. Tudo
quanto se fizer, ninda que nio possa ser mtiito, nao
perder sua valia, porque, como disse o principe
dos noios poetas,
Naodeixeem lim de tor disposlo,
Ningtiem a grandes obra. sempre o peilo,
Que por esla, ou por outra qttalquer va,
Nao perder sou preco. e sua valia.
DISCURSO
proferido pelo orador do lnstt\ito o Illm.
Sr. Di*. Caetano Alves de Sotr/.a Fil-
fjtieira3, na sessfio anniversai ia de i\ de
outubro de 1857.
Sabr a face da Ierra, onde ludo se transforma ;
no meio dos homens que nascem para morrer ; por
enlre o* astros que suegem p do universo enilim, onde lodos os enle*, lodas as
ideas, lodas as necassidades comegara,porque devem
acabar, e leein om fim, porque liverain um princi-
Causas, porem, diversas podem influir directa oo
indirectamente sobre a fortalexa da f. O co, api-
zar de puro e diapheuo, tica por vezes obscurecido e
torvo : ao espirilo do homem acontece mesma
cousa. A incredulidade, o erro, a iguorancia, a per-
versao, a immoralidade, o lempo, s3o tambem gros-
sai e torvas nuvens que obscorecem eite outro eco.
Todas islas grande* causas roubam a's medita-
cAii intimas o lempo de que ellas precisam. t) vi-
cio, alm disto, tem, como as serpes, cores seducto-
ras : por isso nao he de admirar aoe enlie como so-
berano as regides que a ociosiJade e a degenerarlo
Ihe arassallarain, bim como nao he de admirar que
o ceg oo o embriagado confundam as sombias e a
luz.
O sculo em qoe vivemos he des2rar,adamente om
vaslo laboratorio de indiliereiiliesiin religioso. ()
homem insaci ivcl de saber e denauliar nao lem lem-
po para orar : e o seclo da especuladlo e do lucro.
A iudaslria, com Indas as tuas promissas, com todos
os seui infinitos recursos, com lodas as saas molas de
riquezas absorve o hornera de 1800. A inlelligencia
incaasdvel nns clcalos de fortuna, instigada pila
concurrencia e pelo am if do loxo, entrega-se fcil-
mente aos prazere da lula e aos gogM do Iriumpha.
l'ara ama inlelligencia que corre por esle plano, he
raisler que urna consciencia rigorosa e reflexiva nao
a embarace, eis aqu porque a inlelligencia da po-
ca deve calar o curaran que ousasse pertaibar-lhe o
orilio de ouro cora estas palavras : reparte o super-
iloo!....
A bisloria lem dado sempre exemplo de Orna ver-
dade ; no lempo em que se espiritualisa a malsn.
malerialisa se o espirito, estamos em urna quidia
dcslas ; o vapor zomba do espado, e dispensa-no* o
movimenlo ; a faisca elctrica menoscaba a ausencia
e diapama-noa a voz.
I'odemns andar mil leiotl sem mover um pe : po-
d
lo callo antign, c repellilo o estraugeirismo profa-
no; missionarios, lem levado suas palavrai e con-
solac.es, al aonde as forjas Ih'o permitiera...
marlyrea de abandono a da m lilieiemn, elles team
visto fecharera-se os olhos que mais deviam velar so-
bre a sua cauta, fugirem as maos qoe man amparo
lustre podiam proporcionar ao sanio e desinterea-
ssdo empeuho em que balalham. Marlyres, venia-
deiros marlyres, porque nao ha marlyrio maior do
que aquelle que he causado por qrtem nos devia dar
euitivo e sustento ; do que aquelle que penetra no
nimio da alma e procara cercear o aberree que o
trahilbn, a dedicaro, o sacrificio e o isolamolo pe-
nosamente edificaran!.
Nao sao eo estes os gneros de fataes conlralempos
que lera saludo alTronlar a asanciaro naseenle. A
morle nao lem sido menos funesta, derribando os
poucos esleios que a Providencia Ihe aproave dar.
O Insiilulo Religioso tem a lamentar nesle anno o
passamenlo de cinco membros cruelmente eicolhidos
d'enlre o qai mais relevantes servicos Iba presta-
vam.
Monspnbor Vicente Mazzoni, arcebispo de Edej-
sa, essa luLurante estrella de Ires raios que sumi-
se no seu borisonle de glorias, deixando os lamiuo-
aos vestigios na diplomacia da Europa, na igreja de
liorna e no corarn dos Brasileiros.
O Revm. conego Joflo Rodrigues de Araujo, dig-
no irm.ln do Exm. Revm. presidente honorario do
Insiilulo, de cuja* lu/es e alta proteccao muito es
perava o mismo Instlalo.
OSr. Joaquim Farreira Lagos, engenheiro civil,
alma nobre, orara i votado sinceramente aos inle-
restes d* reUgilO e aos lins do Intualo, socio auxi-
liador que soube, no curto pra/.o em que Ihe foi
permiltido, desempenhar o seu Ululo e justificar a
suprema couliinc* que nelle depjsiliva a nossa as-
sociajao.
O Sr. Ignacio Ferriira ds Aodrada, digno profe-
sor de piano, qua pal a' disposi^flo da sociedada,
a' que se ligara de corpo e alma, urna inlelligen-
cia distincla, u.n corael franco e o seu liedle, t-
lenlo.
Km lim, senhores, o no'so preslimo*o e sempn
chorado amigo o Sr. conselh*iro Emiliano Faosli-
no l.ins. Virtuoso ao poni de herosmo, hom, phi-
laulropico, honrado, ptimo pal, amigo verdadeiro,
eu nflo tei o que na morle do nosso vice-presidenle
mais perdea o Instillo, se a honra de (e-lo por so-
cio, ou os serviros que Ihs havia prestar, se o t-
mulo nflo viesse iuterromper para sempre a Ioniza
serie dos ja prestados ? O ronsclheiro l.ins era um
des-es poucos homens que aa sociedades se enno-
breccm de le-los no seu gremio. Em toda* as gran-
des Clises que tem atravessa lo o Instillo Religio-
so, vimo-lo eempre argnar corajoia e in lomavel '
noss.i fieute aquella relTxiva o encanecida fronte,
donda sahiram I.utos rasgos de. venia leir. inspira-
ra o, que arcumularam sobre os mulos do lustdo-
lo a maior parte dos loores qae adquiri nessa* lu-
mas apezar de sua impaciencia,as aemaaas passavam-
se e ella eslava ainda prisioneira. Um acaso avore-
ceu-lhe o desejos. Durante ama ooile de pousada Sa-
ra aproveilou n somno dos Judeus que a rodeavam,a
como oetse momento o pii eslava em ama aldea vi-
sinha, ella focio sozinha, lem provisdes, sem gois,
sem ipoio, depois de ter ti 1 i o coidido de tomar
um vestuario da meo christaa que conservara pre-
ciosamente. Ao m nihecer, chegando nflo sem Ira-
balho s portas de lima cidade, Sara obteve dinheiro
em troca de um diamante, comprou um (-avallo, e
lincou-ee no caminlio de Pars, onde enlroo dous
di-s depois de ter deixado os irmflos. 1.1 jando pissa-
va a porta Saint Aoloine, os sino* de Saint Jacqoes-
la lloucheiie loearam alegnmenle para annunciar
o casamento da I 1-nnH. O primeiro cuidado da mo-
ja quando chegara.fora ir casa de seu amante, mas
nflo leudo podido fazer com que Ihe fosse abarla,
lembrara se de ir a' I ja, e inesperadamente avis-
tara o cortejo dos n liaros, que atravessavam a pru;,i
e enlrav un na igreja.
A essa vi-la Sara elivera prestes a desmaiar ; ma
dolada de grande enrrgia, reunir suas ratea*. Nflo
podendocrr no teslemanho:de seus olhos, entrara
sem demora oa igreja. Cuegaodo ahi, nao pode du-
vidar da horrivel realidade, e setilindo deifalleeer-
se-ilii o coraban, seapoira a urna columna de mar-
inare. Asustada de Nicolao ajuelhado junio de Per-
nelle dianle de am sacerdote, a pobre mora hisitoo
comprehender o que ae passava diante della. Se no
aclo que Flamel pralicava a moja livesse visto so-
rninte a Iraieao de sen amar, ter-se-hia resignado, e
leria fgido para lotice dahi com a morle no cora-
cao. I'orein Sara lembrando-se de que era mai dil-
le cora sigo qae Nicolao perteucia a sea filho, e nflo
linda o dircilo de nnir-se a outra mulher. Inspira-
da por ese pensamento, domtnoa a pettorhaco de
seus sentidos, sospeudeu etn sen espirilo urna deler-
imnirflo suprema, jiirando|que esse casamento impiu
nao ae faria. Entflo deixando a columna, a que se
apora, ia dingir-se para o aliar quando a mao vi-
gorla da um vi-lho que enlra'ra na inreja aps ella,
sem ler pererbi lo, agarrou-lhe o braco, e releve o
sea arrojo. Esse vellio n.lo era oulro senao Samuel,
Indignada por esse obiacolo, Saia voitou-se, elicou
eslopefacla reconhecendo o pn.
Inirnsala qoe qtlcres fizer .' l'ara impedires
o casamento de leu amante, vas declarar dianle de
lodo* qoe, pobre Jodia proscripta, Coste sua amasia '
Vou dizer diaute de ludos qaa Nicolao he pai !
balbucioo a nioei.
Desgranada '. chamara'! assim a proscripc.lo e
a miseria sobre lea lilho. Alera disto, acrescentoo ia-
lindo de ludo pelas infarmares que loma'ri,
aquella mulher, com quem Flamel vai casar, Cara'
por leu filho o que ti. mesma nao p ides fazer. Ilai-
la-ma pois arrancar-te desles losare*, ja que o co
permitlio qoe eu lornasse a achar-te, deixa esses
Chrislflos.
tnos eonversar um anuo sem prnnunriar ami so
palavra ; mas em compensadlo a consciencia ador- la<.
mece sobre a omnipotencia desles mil igres, e esque- Sempre f n o prim-iro nos pingos e o ullimo as
ce-so do verdadeiru Omnipotente. E ifsun como a racon.pensia. ligo mal... O l'isliluto resolvendo
igreja emharac, 1 o carril de ferro, assim tambem a elege-lo ara aoeio beaimerito, lados lomos latlema-
consciencia embaraza as operares do ganho, e |nr "bas do desiuteresse, e sincero tinpcnho cum que
issi he preciso mitas nal devastar o templo do renunciuu a essa fraca, 11131 exprrssiva demoii-lra-
corar^o para que mhre seu lugar vi Iriumphanle a 1*0 do detido apreri, em que o linhimo*. Mor.
IocoiuoIiv.i da industria profana. r'" cn<"n um juslo : a sin falla deixara' pira a fu-
mada ni lao contagioso a incredulidade : te lodos turo ora in*app.ivel vacuo iias'fileirat do Insiilulo.
01 desvos be o mais perigoso, porque he aquello que A prova do quinto nelle se per leu sabem-oo a-
110 logar daquillo qoa de.truiu cousa alguma cons- ajoellea que astistiram a seus ltimos momentos...
fue, e comu a philosopbia forte doseculu Wlll.e a -Morreu peiisanuo na associacao qoe deixava or-
moralidada Iraca do secuto XIX trouxeratn o indif
1-1 eiii-.m 1 religioso como ama transijan fane*la,mas
indispensavel -e um passado racionalista para am
futuro neceisariaroeiile christo, livemos de ver que
o contagio invadia os proprio- claustros, e foi alber-
gar-se frio|a prcouheulo sob a eslamenha daquelle-
que, ao menos em prol da geranio vinloura, devi-
am, abrasados cum o l^vangelho, protestar contra os
desvarios da presente.
As paredes desabavara ; o ouro e a pompa mun-
dana acotnpanhavara o ebriatla alo a borda da se-
pultura ; o ri liculo, o abandono e a impie lade at-
sallavam o* templos, e al o* cnticos e a* preces re-
raoniavam-se aos dtgraos do throno de Dos envol-
vidos em lurbilhSes de fiuritnres trinados thealraes
que deleitavam orientaluieiite os oavidos dos fervo-
rosos liis, que enchiam, bi verdade, a igreja, po-
rem Iflo smenle para apreciar as delicias da mosica
ilalaua e o talento iuspiado de alguma celebridade 1
arlislica !....
Seraelhanle eslado nao podia, nao devia firmar-se
enlre mil com a omnipotencia da uuanimilade laei-
la. Em ludas as pocas o mondo lem viito erguer-
se a-ria pequea, mas dedicada 1111:1 ir i 1 como um va
lente protesto contra os grandes erros. O imperio
r mi mu a Imirou os marlyres ; a idade med os cru-
zados ; os conlemporaneai os misionario'. Os se-
culos modificara lano a ula. como a resistencia ;nao
erim mais necessarios marlyres do circo ; nflo se Ira-
ava de conquistar a for;a de armas o santo sepulcro
p'ii 1. mas que nflo quera donar desherdads. Alera
de curaprir e m o ma derer, btmtigo a occastao
de poder consagrar Ihe, como era verdade consa-
gro, as poucas palavras qae ah deixo confiadas a.s
vussos uovos.
No enlanto o irapalso esla* dado. Apezar do lem-
po, dos homens das cousas, o Intlilulo progrede,
como acabasics de ouvir pelo relatorio do meu il-
loslralo collega. Hoja be urna realidade ; ac
pilal do imperio do Brasil ja possue om instituto,
cojo fim he erguer quanlo couber em sus* forcas o
christianismi do p da impicdsde em que o quereo
envolver a incredutidide e a aiolagem do secuto.
Urna nova era comeca boje para ella ; era qoe vem
prjida de sasouadns fruetos e perfuraadittimas Ai-
res. Currei os olhos em redor de fea, e obse'vareis
que, graeaaa'ida que fralernisa todas a* classese
lodos os setos no mesmo empeuho, e grarat a urna
exlrem confianca, que eu em nome do Insiilulo
desde ja agradejo, a* mistas (alentosas patricia* co-
meeam por lomar parte nos solemnes regosijos de
urna Associacao como a nossa.
PAGINA AYULS&.
Sv'^: uSaiA s
FaculJale de Dlreito.Vm ido por demais solem
nim a occasia requena o esforjo supremo da cale- ne deve ler lugar boje no salao da Facul ladede lu-
diese : mas era ui gente, indispeiiiavel lilamente re- reilo. I laven lu-se dudado os arlos do quinto anno,
querido pelo co e pelo curarn um desmentimenlo, boje he a eollacdo do gr"o aquellas que se empe-
1 ni opp 1..,;a 1. um pi olalo emfim qoe soissi bem nharara na* lides acadmicas do ultimo anoo do curso,
alto, e que aos sons do orgflo, as olas do canto, as Setenta e cinco denodados campees sao hoja langa-
pagiaas do jornal, na eloquencia dos discorsos, nos, dos na iirilhanle senda das letras. Em brevi esses li-
ados da fe, nal eeiemonlas do cu 1 lo, era loda a parle j lentos ainda em li ii.io, desabrncbaro a sombra vi-
e por to lu 01 meios legitimo*, proclamaste aos in- vilicadora do oossn Augusto Monarcha, do maii la-
Oizendo estas palavras, Samuel aperiava ai mau-
la filha.
Mas amo-o ma pai disse em voz baixa a
pobre moca ; o abindouo de Nicolao sera' minha
morle !
Se disseres urna palavra, se fizeres ura gesto,
Flamel e-tara' perdido '. E-collie.
Mas roeu lilho'.' pergontou Sara dolorosaraente.
Obsdece-me, e joro vigiar inbre lia lilho, ain-
da que me seja preciso vollar a l'iris.
Vmc. jara, meo pai 1
llenemos estes lugares-, aqui a-mus espreitados,
se ,nus demorarmos mais ura momento, estaremos
perdidos.
1. un elTiito o porteiro dava muili alienc.Vi e essa
scena. Seus olhos filos sobre a mor e o velho pari-
eiatn reconhecer nelle* duaa physionomias da Ju-
deos. Vencida pela auloridade do pai, Sara tleixoo
cahir a cabec-a sobre o pello, e sea orar 1 dtlace-
rou se. Nesse momento o sacerdote unto as ma- dos
noivos, prononciou as palavras sacrameotaes. Ven-
do iiso a pobre Israelita estremecea, sea semblante
ti -ni lvido, um loor fro cobrio-lhe a fronte, ella
vacitlou. O pai eu*lentou-a em seas braco*. Mas re-
peniiiiai ente sencida pela dor, ella deu am gemido
sardo, e cshio desraaiada.
Minha filha '. exclamou surdamenle Simuel
abaixando-se.
Aproveitando esse momento de desfallecmanto o
velho carregou a pobre mai, e sabio rpidamente da
igreja sem exeilar a atlengAo do povo occopado com
a ceremonia nupcial. Cheganda a praca re Saint
Jurquei-la-Uooenerie ehamno dous Israelitas, seus
servos, e ajudado por elles collocou a filha em urna
especie de carro grosseiro. Mu apenas Sara foi pos-
ta nessa lileira, tornouaa abrir os olhos, e vollaodo-
se para Samuel disse-llii com voz expirante :
Meo pai, vou morrer. F.ra uorae du co vige
sobre o meu filho 1
Sara 1 exclamoo o Israelita assustado e ajoelha-
do diaute da mora, cujo semblante ja eslava coberlo
pelas sombras da morle.
A dos murmuren Sara.
E seos olhos lornaram 1 fechar-se, leui bracn*
cnhiram iuerles. Ella deu om longo suspiro, e licou
sem vida.
Samuel precipilou-se robre o corpo da filhs, ma* I
debalde apeitou-o bo corarlo, e cobrio-lhe a fronte :
de beijos a de lagrimas ; a menle de Flamel n.lo
abri mais as palpebras. I'^nlre^ue enhlo a uru de-
tapara horrivel < velho licou muito abatido. Os
doos servos, de que elle viera acunipanhado respei-
lando soa d ir dirtitirara a luuebre carruagem para
porta de Saint Aoloine, pouco depois Samuel |
sempre curvado labre o corpo da filha foi couduiido
para longe de Pars.
Eustaquio ficou mu satisfeilo pelo deappareci-!
ment de Sira. Nao a vendo mais dera um suspiro
de allivio. Cerlamente nflo conmuuicou a Flamel ,
mas observar-Oes. Mas depoii da beor.io do sacer-'
bio da todos os Soberanos. Praza aos ceos qoe esses
alelas dai letras jamis olviden! es sagrados lagos
que hoje os vao preni-r a' grande aociedade. Deo
se imerce dellis, Ihei d om futuro bullante e os
torne os libertadores di sna patria.
O aonivcisiiio natalicio de S. M. I. foi cele-
brado bonlem com as honras do costme. As seii
horas da manhaa, urna e as seii di larde salviritn
is fortalezas e embarcarles di guerra surtas no por-
to, as quaes esliveram lodo o dia eraban letradas.
Para evitar o calor da manhaa, S. Etc. o Sr. presi-
denteda provincia Iraniferio o cortejo efiigie de S.
M. e a parada para as cinco horas da tarta. Cma
brigada do esqnadrao de cavallaria.de om parque de
arlilharia e corapoila de mais qualrn balalhoes fez
as honras do eslylo. Na vespera do dia doos hoove
espectculo no Apollo e ua noile do mesmo dia no
lh*atro de Sania I-alud ; os qunrleis militare!, as
repulirnos publicas estiveram Iluminadas durante
ai duas noites.
No dia I do corrente pelas 1 horas da larde,
poaco mais uo menos, no arsenal de marinha,
cabio |ao mar um hiale qae o governo imperial
mandn construir para ser armado em guerra, a
proprio a empregar-se as agoai do Kio di Prala,
ou ,f oulro rio onde haj precisflo de operae,oes na-
vaes. He de mui lindo risco, porte de 150 toneladas,
e vai montar dous lodizioi d,e rptli Paicham, sendo o
autor do mismo riico oo plano o primeiro cons-
tructor do arsenal da corle N. J. B. I.svel. A cons-
truceflo he a maii perfeita possivel, tendo-ie empre-
gado nella boas madeiras e mui seceai. Cabio ao
mar sem apparalo algum, talvez para de evitar-se
desgosto goal que'se deu com o brlgoa barca 'lla-
marada, caso na carreira houvessiqualqoer Irans-
torno pelo methodo novo e econmico deque, eorru
um bem entendido ansaio, se servio o digno ins-
pector daquelle arsenal para realisar um tal acto.
As dimenses desse navio sao as seguintes : compr-
manlo de rola a roda 75 ps, bocea 20 ps, ponlal 8
ps e .1 pollesada, calado d'agua em carga 6 ps.
Doui meninos morpheticos.No dia30 de no-
vembro ullimo, pelas 10 horas da noile pouco mais
011 menos, foram laucados na escada do Sr. eom-
mendador Jos Pires Ferreira, por modo de qoem
tngeila, dous infelizes meninos irmos, e ambos
completamente morpheticos. Nao se ichaodoem eisa
o mesmo Sr. commendadeo, sua Esma. consorte'o
mandou chamar aonde se achava, e a cajo reclamo
nao tardn em acudir. Chegado qaa foi a sua casa
eneonlrou aquelles dos infelizes meninos, e nao
obstante a inopportanidadi da hora, e jli prestei 1 se
retirar pira sea engenho, nao vacilou um s mo-
mento em dar as providencias qae o caso exigii, a
em pessoa cunduzio os doos mencionados meoinm
para o Hospital da Ciridade, afim de serem inspec-
ciona los no segoinle dia, deixando ordera ao regen-
te daquelle hospital para 00 caso de serem eom eflei- -
lo julgados morpheticos, remilte-los para o hospital
dos Lazaros. Tivemos occasia? de ver a essea infeli-
zes meninos, nm de 12 annos e oulro de 9, e cora
eilciio causou-nos dn lo grande Infortunio. Igao-
ra-se quaes sejam os pais dessas criaorjas, nao obstan-
te ae htver indagado dellas. mas a isso se reeosaram
contenan,1,1- se apena* em declarar qae eram mora-
dores no sertao de Simaamba, lagar para ns deseo.
nhecido.
Imprudencia de um holeeiro.V lardado dia
primeiro do rorrenle livemos ocoasifio de lestema-
uhar ama imprudencia do boleeiro do cirro de alo-
-uel n. 7, que bem funesta ia ia tornando. Esse carro
pinado por doos bellos e fagosos ginetes seguia a
trote pela ra do Aragflo, mas aquelle boleeiro nao
contente da marcha que levavam, fusliga-os por lal
modo que elles dispararan! a lodo o galopa sim qua
os podesse quasi conter, e continan assim a fusli-
ga-los al que ao vollar para o alerro um dos gine-
tes com as popa* e esforcis qoe lez, arrebentoo o ti-
rante, quando aila licou salisleito aquelle hileeiro,
e aarim fui bom, porque essa mal menor vaiu preve-
nir outro mainr.
O loi/ue do recolhcr eos partidistas das musi-
das.Sao foi iem admirara qoe vimos na noile do
primeiro do corrente transitaren! aa musios pelas
roas cum (lo pequeo acumpanhamenlo, especial-
mente 111 llia-Visla, lalvoz iiso devido as providen-
cia que foram lomadas pelo respectivo subdelegido.
Si sempre se proeedesse por esse modo nao leriem 01
parlidos musicaes lomado lano Incremento, osqoaei
conviulo acabar, era' por cerlo o melhor meio o de
que se servio o mesmo subdelegado.
floi educaran.lim minino indo com lea pai
a umi casa, enlenden que devia brincar com ama
lanterna que *e achava sobre oconsolo e como o dono
da rasa Un observarse que a deixasse pira ae nao
quebrar, responden o pal qae deixasse brincar a leu
lilho, porque se qarbrasse a lanterna, elle pagara.
1.11- ptimo pai '. o ia boa educarilo I Oueexeellm -
ti menino I Necessiriimenle nimio abastado deve
ser esse pai para lalisfazer o* desordinadoi cipri-
ehos de seo lilho : mas o qae "f he 18o pobre como
Job. Desses meninos bem criados libera nos a nossa
casa. Temos nm segando Joo/mho que ludo des?-
java, al mesmo qae o seu criado apaohaaia a Ida
que via ai agua.
Caixa d'agua.Na noile do primiiro do cr-
ranle, flor um desies esqoeeimenlos que se podem
dar, encarregado de vender agua na caita da Boi-
Vi*li deixoo licar aberto om doa canoa qoe onda/.
agua para a mesma ciixa, resultando encher esli por
(al molo que extravasoo, fazendo cora isso nm mur-
murio, que fez nma pessoa que tica vizioha sabir
em procura do mesmo enearregado para o fechar, o
que com efleilo pode conseguir. J1 nao hi a primeira
vez que d esse esquecimenlo, e si continuar
pode por cerlo causar graves prejuizos, raorminle se
a companbia nao lomar u cuidado di mandar fazer
alcumas reparacOes que canee a mesma caixa, como
por exemplo um novo reboque, porque o que etisle
se arh 1 cahindo em pedicos, e as paredes eslflo por
lal forma qae bem parecer ara completo lillro.
riric.'tu |i:ii-;i ili-pul;itla>s pravlnelae.
!). DISTRICTO ELEITORAL.-RIO FORMOSO.
Depolados.
Os senhore:
le nenie-coronel Jos Antonio Lopes.
Dr. Francisco Cal las l.ins.
Major Paulo de Amorim Salgado Jnior.
Supplinlei.
Dr. Garpar de Menezei Vasconcelloi de Dram-
mond.
dote, e qoando Nicolao lornoa-se irievogavelmente
o marido legitimo de Pernelle o sacrisiao nao ple
mais runler sua alegria. Esiuecendo-sa da unlidi-
de du lunar lanon se nos braroi do amigo, enlflo
mui melanclico, e apertoo-o cordialmenle por tres
vezes sobre sea peilo innudado da alegria,
XIII.
O casamenlo de Flamel com a viuva de Jacqai-
nel foi durenle inultos mezes para os habitantes do
burra de Saint_ ''Cqoei-la-Boachehe um objecto
in--.-'.tsve de conjeclaras e de predi;6es pouco ca-
ridosas. Todava as previses dos vizinhoi da luja
esliveram bem longe de realisar-se. Naoiomenli
Nicolao lornoa-se para exemplo dos oulro*, o clda-
13o mais labirioio e mais fiel aos seos levare-, como
tambem pareceu ser o melhor e mais eondescendinle
de lodis os maridos. Nopolendo olTerecer amor
a mulher [ez-lhe esqueccr pela hondada de tua 11a-
tureza um passado mdelevil em tua lembranra. E
Pernelle na falla de cousa melhor, e devorando o
marido com lernas olhares resignoo-se a ser senao
a mais feliz de lodas as eiposas, ao menos a mais res-
peitada de todas as molhetei. Coutinaando para
com Gaalhlar, lilho de Sara, ternura qae raoslrara
no primeiro ula era que reo Hiera a pobre enano,
limara se para elle umi mi aflecluosa e dedicada.
I'raa historia das mais simples lesin para cooven-
cera lodos de que um irroao de Nicolao lendo mor-
r lo ao longe deixara ao prente o cuidado de criar-
Ihe o filho, que aioda eslava no berro,
Em om bello dia de domingo, Euilaqoio, cmpli-
ce ds velhacada, anparecera dianle ds Flamel, qae
enlito eslava rodeido de maltas pessoas, e Ihe annnn-
ciara o legado do iruiio apresenlaodo-lhe o menino.
Dahi em dianle liaolhier foi geralmenle aceilo como
brmt.o do casal, e sem nenbuma desconfianca, tflo
e-.emillar era a vida dos dous esposos. Esciiplor
muito hbil, Flamel louhe logo dar soa loja grande
imporlincia. Tendo oblido o favor do duque do Bar-
r ora dos lios do re, ganhoa sera Irabalho o apoio
desse poderoso senhor. Sendo o doque conoto de
livros, manuscriplot, e de todas as coain mai caras,
encommendava cada dia novos (rabalhot na loja.
Os sabios da corle, quedrpo.sde Carlea V. Iinham
se turnado mni numerosos, os lillerato', se&uirim o
exemplo dn lio do rei, Flam! n3o lardn em ser o
escriplor mais necupsdo e melhor retribu lo de I' iris;
(1 proprio Savoisy deiejou ler utna copia de su* mao.
(> noble senhor que de amiga de Carlos VI. se tor-
nara o valido mais intimo do duque de llrlean-, era
ura personagain mu digno de ser acatado. Por isso
Nicolao ignorando que fora elle o autor de inas des-
gracia pa-sadas, se crapeuiarj em agridar-lhe.
No meio dos Irabalho* e das prosperidades de Ni-
coi.10, litalhier, filho de Sara, crescia, e de dia em
dia Inrnava-se mais Iravesso e mais intelligente.
Activo e aapiriinoio, elle pareca maravilhcsamente
dotado pela nalurezi. Pur isso Flirail leve 1 fa o
cuidado da eseolher a carreira mais conveoienle as
dr posioei de sea charo lilho. Ntue lempo de mu-
lini e de guerra civil, entqoe a espada decidla ladn
com a esclusan do direito e sem a idea da jasllca, n
carreira dn armas parecen ao joven eseriplor dever
por liaulhier ao. abrigo dos iaforlunios. O embara-
zo do temo pai foi a principio extremo ; depois um
da elle pedio ao duque de Ra/ry que se dignaste de
admiltir a prreo de ouro o lilho di Judia enlre os ra-
pazas qoe eoraponham osea leqailo. Tocado pela
dadiva de muito- manoscriptos dos mais raros, o du-
que de llsrry aeeilou a proposla. Logo que Gm-
Ihier complelou qalnza annoi, coroeroa a servir na
casa do lio do rei, coma ia fosse filho de algum fi-
dalgo.
Comqtunlo nao parecessem ter outro titulo para
com liaolhier senflo o lio e lia, Nicolao e Pernelle
maoifesiivnn pelo joven escudiiro urna ternura ce-
ga. Nflo mente o escriplor resignara te com pra-
zer a aacrificios exeesaivos para pigar-lhe a pensao,
mai timbem.collocindo nelle lodo o seu orgolbo de-
lei(ava-se em adorna-lo de rica armaduras, e ne-
nhum estofo de alio preco era muito caro para elle.
Pernelle enchia-lhe a bolsa sempre vasia oceullando
quasi sempre ao marido o nomero exagerado de pe-
Cas de ouro arrancadas loa (raqueta porum sorri-
so oa por ura heijo de seu charo sobrinho. Feliz-
mente a loja de Flimel era moilo afreguenda, e
sua reputaran ia em augmento ; do contrario elle
nao (eria lardado em lonVcr a ruina e a miseria.
Com ludo mullos se adiniravam da prodigalidad* do
escriplor, e ainda com mais razao, porque Nicolao
moslrava-se muito econmico para lado o qae nflo se
referia a Gaolhier.
Jaleando ler boas razoes para dar assim largas ,
sua ternura palcrna, Flamel para augmentar seus re-
cursos nSu aspfrava a nadi menos do que descubrir
o searedo da pedra philosophal, isto be converler 01
metaes cm ouro puro.
Olivro cabalstico, que Sara Ihe entregara no lem-
po ae seas amores, nao se perder durante os aeon-
lecimenlos que Iinham seguido o desappiricimenlo
da Judia. 'Occullo pelo escriplor, ella escapoa d*
todo o perigo, e qaindo Nicolao lornou 1 adiar, se-
na 1 o esquecimenlo, ao menos algara repoaso para
ua alma, leiubroa-se dessa obra. E embora esse vo-
luine fuste a primeira parle do grande tralado divi-
dido em tres livros, ellu esperava cnuiprebender-lhe
o sentido, \nimadn por esse peosameulo, poi-sea
Irabalbar ; mas dui.iule timaos aouos saos esforcos
foram baldados.
Eustaquio, o digno sacri-lao, o ailistu da puiir.au
social de Flamel, eipeiiiuenlara extrema alegria ven-
do o amigo prosperar e tornar-te um cidadao nola-
vel. Confidente e conselheiro dos dous esposos, gol-
iat a de lomar parle na vida dilles, e lodoi os din,
quando os Irabalhos da igreja nao o retinham mais,
tel' mi issenlar-se na loja, e"conversar aflectuos a-
raenle cera Nicolao.
(Contimiar-se-ha.)
MUTILADO
<


*. --,_ ~
Vol..
25
95
95
35
20
lr. Candido l,oncalea ta H..rli.
. COI.I.ID DE lACARATL'.
(25 Meitarti.)
O enhores :
l)r. l-rancuco Carlos Brai.,130
Dr. Joaqu ni de Souza Un.
Dr. Serapiai. Euzeb.o il'AssumprRo *
Amonio da Cusa U ro Mouteiro
I ir. I.uiz Duarte l'creira
Dr. Salmio Olegario I u.luirn l'inlio
Ilospitallc CaUtlade.Eiuliam no da ||- do
ci-rrenle ti humen e :j(l HulbefM tratado, pela ee-
rida.le, i; humen. 14 rooll.ere. que pagam a rata,
e !' Draee. do atlM .ie |><>liria.Tolal 8i doenle.
ValaJouro publico. Maleu-se no da I para
ron.uino rto da 2 di> r-orreme, a saber -
A compaohia das carnet verdes. .
Ricardo Komusldo da Silva.....
Maiiml do Suura lavares.......
Virginio Horacio de Fraila.......
I.ui de MueUoz...........
~ S1V
7 bul.
II
7 >
3 >
1 a
Tolal.
li'J bois.
Ale nmanlta.
CONSULADO PROVINCIAL.
Ldnrainenlo da decima, da fragueua da
Koa Vista, cilo pulo lanzador do con-
sulado provincial Joiio Pedro de Jess
Ha Malla, publicado pela imprensa
Sr. administrador do mesmu consulado
provincial de 11 de agosto do crrante
anno.
18571858.
, i Continuara.i. )
Uva do Mudego.
ftum.ru 2. Hulino Jos Correa de Almei-
da, urna casa turre, uniJa a de o. 78 da
Sania Croa..........
Idara i. Jo?o llaplisla Audr Mandaem,
casa larrea, anendada por I i',-, impur-
lanria da dcima........
dem li.Joan l.eile Pnln Orligu.ira, casa
terrea, arrendada por lUo, importancia
da dcima...........
dem 8.- Simplicio Xavier da Fonaeea, ca-
sa terrea, arrendada por 1925, importan-
cia da dcima.........
dem 10.llerdeiros de Jos Antonio Pen-
na, rasa terrea, arrendada pot l0p, im-
porlaocia da decima........
dem IJ. Mara do ltosario, casa Ierre*
avahada por 843, importancia da dicima.
dem 14.Viuva e perdeiros de Jos Dio-
Ro da Silva, casa lerr.a, arrendada por
'">-, importancia da dcima. ...
Jdsm I ti. Os intimo., raa terrea, arreu-
dada por 90 >, imporJancia da dcima. .
dem 18. Jos Antonio Lupes, casa ter-
rea, arrendada por 8I3, importancia da
dcima............
dem JO. Ome.ino, casa terrea, arrenda-
da por IHkj, importancia da dcima. .
dem 2.-0 roesino, casa larrea, arriida-
da pur ~s, importancia da decima. .
dem 2i.Vinva e lierdeiros de Joi 11 o
00 da S Iva, caa le rea, arrendada por
8I5, importancia da dcima.....
Mein (i. Manuel dos Santoi Nonas de
Olivaia, ca-a lerrea, arrenJada poi 7,
Iniporlincia da decima......
dem-8. Dr. ChrisloiAo dos Sanio valcanli, casa lerrea, arrendada por 848.
imporlancia da dcima......
dem :10.Mara Josepl.a Vianna, casa l.r-
(ea arrendada por lOJ, importancia da
dcima............
dem 3. Joauua do Rosario tiunn nava
Machado, casa terrea arrendada por 10Q
importancia da dcima......
dem 34. A mtama, casa lerrea, arrenda-
da por IJ09, importancia da dcima .
dem 3b'. Jos Ignacio Xavier, cata tenca,
arrendada por 13, importancia dn d-
cima ............
lilam 38. Jos dos Sanios Naves deUli-
veira, casa lerrea, arrendada por 968, im-
portancia da deaima......
dem 40.Smiao Jos de Azevedo Santo,
casa leirea, arrendada por I20S, impor-
tancia da cima.........
dem t Manuel Joequim da Silva Bra-
sileiru. casi lerrea avallada por rJMif,
importancia da decima......
Mein i -----Joaquim Uoocalv.s I-'errsira,
cata lerrea, arrumada por 100?, impor-
tancia da decima. ,.....,.
Mam Ib. Viuva e lierdeiros de Francisco
de Sales do Albnquerque, casa terrea,
arrendada por 168S, importancia da de-
cima ............
dem 48.Manoel Joaqmm da Silva Braii-
leini, casa lerrea arrendada por 168, ira-
porlaucia da decima.......
I dan 50. lierdeiros de Mensela Hitieiro
do Santos, casa lenea arrendada por
>iOa, importancia da dcima ....
dem 52. Miguel Archapjo Feroandr
Vianna, casa lerrea arrendada por 120,
importancia da decima.......
I-Jen. 51.Maiia Carolina Ferreira de Car-
\.illm, casa terrea arrendada por (15,
importancia da dcima.......
dem 5b.Jos Antonio Bsslos, caa terrea
arrendada por 00, imporlancia da d-
cima .........
dem 58. Mara/ Caodida da Silva, casa
lerrea arrendada par 400, imporlancia
da dcima.........
dem 60.Viova e h.rd.irs da joa'o Can-
elo Pereira Freir, casa Ierren orreodada
pur I08J, importancia da decima .
dem 62.O meamos, casa lerrea arren-
dad por 144, imporlancia da dcima .
dem 04.Os me-mus, casa terrea a re, id, i-
da por 144-3, imporlancia da decima .
dem 66. Feliciano Augurio de Vascon-
12*960
109800
179280
I0j00
79560
83640
89640
79560
89610
698O
7j60
63180
7*560
109800
IO98OO
109800
ll.3s.Mi
8*610
IO98OO
329100
I6|000
cetios.casa terrea oceupada pelo senhorio,
avallada por 144, imporlancia da deci-
I ri-in 68.Irmaodade de Nossa Senhora da
Conceico de Beberibe, casa terrea ar-
rendada por 120, iroporlancia da deci-
ma.....,
Mem 70 Joo Jos Fernandos de Carva-
Iho, casa lerrea arrendada por 120J, im-
portancia da dcima.....
dem 72. Gabriel Anlouio,' cata larrea!
arrendada por 969, importancia da dci-
ma.......
dem 71.Francisco Sirooe Cordero, as
lerrea rreudada por lOp, importancia
da derima.......
dem 76. Padre Francisco Jos lavares
da dama,rasa lerrea arrendada por KM,
importancia da dcima.....,'
dem 78.0 mesmo, cata lerrea arrendada
por tlHIp. importancia dade.ima .
dem 80. Francisco Antonio (nign, .tasa
terrea arrendada por 600, importancia
da decima.....
dem 82.lierdeiros de Caelano de Carva-
Iho Raposo, casa lerrea arrendada or
i'iiJS, imporlancia da decima
dem I.Francisco Manoel da Silva' lava-
re-, sobrado com urna laja e dout na-
res,^arrendado por 650-3, imporlancia da
'de'" aT? mum'< '"'es arreudadi
por 210?, importancia da decima
dem .">.Padre Pedro Marinho FalcJo ca-
sa terrea arreudada por 1503, imporlan-
cia da dcima. .......
dem ".Francisco Ferreira da Silva, casa'
lerrea arrendada por lHj, importancia
da dcima......
IJero 9. Jos Ferreira Basto*, cata larrea
arreudada or 96, imponencia da ilc-
cima.........
llera II Jos Lucio do Cano, casa ter-
rea, arrendada por 96, imporlancia da
decima.........
dem 13.Mara Carlota da Encar'nariio'
casa lerrea, arrendada por 120?, impor-
tancia da decima, .
dem 15.Mariana Uorolliea Joaqoin ca.
sa terrea arrendada por 120, importan-
ca da derima......
I Jera 17.Luia Alves d. Soiai casa ier'-
re, arrendada por 1209, imporlancia da
Mein l9.-rctuos.' Mar'lini Gome' e
I rancitco dss Uaga, casa larrea, ar-
rendada, com uro ouario por 120, im-
pmlancia da dcima. "
Mem 21.Luciana Claudiua di Malos 'ca.
sa lirrea, arrendada por I20, impor'tin-
cia da dcima......v
dem 3.Manoel Jone Chalara,' caa ter-
rea, arrsi.dada por 1209, importancia da
decima..........
Mem 25.SebeslUo Jos da Silva sVain'
e oulro. cata terrea, arrend.d por ItatV
importancia da dcima.....
I lana 27.Mantel l'creira Teneira, ca-
terrea, arrendada por 20t'9, importancia
da decima...........
Mem 29.Manoel Jo>c liuede llsgalbtas,
casa lerrea, arrendada pos 120, iinnor-
laatla d decima......
I lem II.Manoel lavares de A-iui'oo.'cal
sa lerrea, arrendada por IdU, impor-
tancia da d-cima. ,
l-len. 33.Lat l'ereira Itapnto, casa ter-
rea, arreudada por 120, ,,,prlanca j,,
decima........
IJcm.35.O menor Klvsio, neto de Jos
Jacinlho da Silveira, ca dla por %;, imp rlanria di decima.
dem 37.Manoel Fernandes Mascare-
nlia-, cata lenes, anendada por lll-
importancia da dcima "
I lem 19.Auna Joaquloa, cata err'ca'ar-
rendada por 963. importancia dawlecima.
I lem 41.Ur. Joae' ltodrigo.es do Patio,
cata lerrea, arrendada por 132. im-
porlancia da dcima. .
Mem 43.Marcos BvaageluiU Klbeiia
cata lerrea, arrendada por K, |,,,or-
tincia da dcima.......
lJeru 15,Autonio Fernandes Lima, casa'
153120
159130
1-J9800
M98OO
129900
MpOOO
3O9OOO
9-3720
129960
129960
129960
10?800
109800
BfMO
109800
3f000
36OO0
549OOO
27000
599010
2I96OO
13/500
99720
g|M0
8?6f0
10J800
10JRIX1
109800
IO98OO
l09H()
108800
159120
I83OOO
109800
, IOjSWI
I0S(X)
s-.ii
k
I09SOO
SS5I0
II9S8O
7560
lerrea, arrendada por 1*), imporlancia
da dcima..........
dem 47.M miel Joaquim Fernanles
Valejoea, casa Ierran, arrendada por
156, importancia da decima. .
dem 49.Joo Jos' Carvallio Muras,
casa terrea, arreudada por 151-3, impor-
tancia da decima......u
dem 51 Manoel dos Santos Nones de
OHveira, casa teirea, arrendada por
(li, importancia da dcima.....
dem 53.Antonio Ferreira Lima, casa
terrea, arrendada por 120 rs., impoi-
lancia da dcima........
dem 55.Jos Marlins Saldanha, cata ter-
rea, arreudada por 108? rs., imporlancia
da deaima..........
dem 57.I rancitco Garca Chave, caiu
lerrea, airendada por III? r*., impor-
lancia da dcima........
dem 59.O mesmo, casa terrea; arrenda-
da pur 1419 rs., importancia da dcima,
dem 61.Marcelino Jos Lopes, casa ter-
rea, arrendada por 2009 rs., importancia
da dcima...........
dem 63.O mesmo, casa Isrrea e um le-
llieiro que serve de olarla, com doui
quartos, avallada por 2I63 rs., Impor-
tancia da decima........
dem 65.Domingos Peraira, os larrea,
arrendada por I4i r>., imporlancia da
decima............
dem 67.Ignacio l.u'u de Bnlo Taborda.
casa lerrea, arrendada por 1209 r., im-
portancia da deciros.......
dem 69.Jos Antonio Bitlanconrl, orna
casa lerrea, arrendada por 1209 rs., im-
porlancia da decima.......
dem 71.I) mesmo, esas terrea, arrenda-
da pur 120 re., importancia da dcima,
dem 73.Antonio Fernandos Lima, casa
terrea, arrendada por 108 rs., Impor-
tancia da decima........
dem 75.Filhos de Domingos I'ernandes
Vianna, sobrado com orna luja e um an-
dar, arrendado por 2169 ., importancia
da decima.........
Mem 77.Tlrii)andade do Senhor Bom Je-
ss da Via-Sacra, cata terrea, arrenda-
da por 21)09 "., importancia da decima,
dem 79.Jos Faustino de Cerno, casa
terrea, arrendada por II I? rs., impor-
tancia da decima........
dem 81.Constantlna Jacinlha da Molla,
casa terrea, armndada por 200 rs., im-
porlancia >ia decima.......
dem 83.Jos Antonio de BitUncourt,
cas lerrea, arrendada por 200? rs., im-
portancia da derima.......
dem 85.Dr. Jote Kodrigoet do Paseo,
cata lerrea, arrendad por 141? r., im-
portancia da decima.......
dem 87.Aletanore do Sanio Barra*,
cas lerrea, arrendada per I0B r., im-
portancia da dcima.......
dem 89.Herdeiros de Mari.i Joaqoina
da Annuncia^o, casa lerrea, arrentada
por 1J4 r*.( iinporlanca d decima. .
dem 91.Antonio Ferreira Cima, casa
terrea, arrendada por 96/ rs., Imporlan-
cia da decima.......
dem 93.Helena Gome da Silva, casa
tarrea, arrendada por 1419 rs., impor-
tancia da decima........
dem 95. Idioma de Aqoino Foiseea
Jnior, cata terrea, arrendada por 210?
rs., importancia da decirm.....,
dem 97.Victorino Jo- de S007.11 1ra-
vatto, casa lerrea arrendada por 8S9, im-
portancia da il-.nm.i.......
dem 99.Viuva e lierdeiros de Jo-c Fa-
ll da Cru, casa tarrea arrendada por
-'113. importancia da decima ....
Mein 103.Isabel Itibsiro Pires Ferreira,
casa lerrea arrendada por 96?, importan-
cia da dcima ......
dem 101.Irmandade do Sanilssimo Sa-
cramento do Uecile, casa lerrea ar-
reudada por 6(19, importancia da de-
cima ............
dem 105.Vicente Ferreira da Silva, ca-
sa terrea arrendada por SI?, importan-
cia da dec ma.........
dem 107.Viuva e lierdeiros de Francit-
co Jos d'Arruda, casa Ierre arrendada
por 200, importancia da destaja. .
dem l<>9.Severiano Pinto e outrns, ca-
sa lerrea arrendada por SOOfi impor-
tancia da decima........
dem III.O menor Apollinario Carnei-
ro, casa lenca arrendada por 114, im-
portancia da decima.......
dem 113.Manuel Antonio da Silva l(ins|
cata lerrea arreudada por SI, impor-
lancia da dcima.......
dem 115.Severiano Pinte, casi lerrea
arrendada por 120, imporlancia da d-
cima ...........
ldom 117.Jos Antonio Basln, casa ter-
rea arrendada por 108?, imporlancia da
dcima...........
loem 119.Jote Antonio Batios, cata tor'-
rea arrendada por 96, imporlancia da
dec m........
dem 121.O mesmo, casa lerrea arren-
dada por 909, importancia da decima. .
dem 121.O mesmo, casa lerrea arren-
dapa por 96, iinrsrtaiitia da dcima .
dem 124,liarla do Monle Kego, casa
ierre arrendada por 72?, importancia
da decima ......
dem 127.Ignacio Manoel Viesas, casa
lerrea arruinada ........
dem 129.O mesmo, casa lerrea arrui-
nada ........
dem 131.Jos Antooio de liilauco'url*
ra.a lerrea arrendada por 108?, impurl
lancia da dcima ....-.,
dem 133.Maneel de S* e Souia, cata
terrea arrenda 'a por IO83, importancia
da dcima.........
dem 135.Joaquim Jos d'Oliveira, csa
lerrea com um lelheiro que serve de ola-
lia arrendada por 2109, imporlancia da
decima..........
dem 137.Franeiseo de I.emos Ca'val-
canli, easa terrea arrendada por 11 ij,
imporlancia da dcima......
dem 139.Francisco Antonio Gaio, ca-
sa lerrea arrendada por I683, jmpoilau-
da da decima.........
dem 141.Mara das Navas Carnero' da
Cunha, subradu cum urna luja a um an-
dar arrendado por 6009, iinporlanc a da
decima...........
dem 143.Francisco Kodrigus da C'uij
easa lerrea arrendada por 1203, impor-
tancia da decima........
dem 115.Flora Mara Diniz o seus lI
boa, casa lerrea com um snhrado no
fundo, arrendada por 5503, importancia
da decima........
dem 147.Marcelino Jm Lopei, sobrad
com orna l-ja e um andar, arrendado por
1:001. importancia da dcima. .
dem 149.Viuva e lierdeiros de I.uiz ,o-
mes Ferreira, sobrado com orna loia e
um andar, necupado pelo seuhurip, ava-
hado por l-OOOf, imporlancia da dteima.
dem MI llenriqnela Fredetica Meuron.
casa lerrea unida ao ibrado n. 151 da
me ni 1 ra.....
dem 153.A metm, sobrado or urna'
loja e om andar, nr-copado pelo aonliorio,
avahado por 1:2003, importancia da de-
cima ......

uiuiu unmumeo qnta mu s dk detbmbbo di ihvo
lujsoo
119040
inioo
109800
109800
93720
129960
129960
189000
229110
I239G0
IO98OO
1098IK)
1O5800
99720
I99I10
I8?000
129960
1890IK)
pur .'lll-JUi, importancia da do-
een
1011? ,
I8?009
129900
9?720
I2?9G0
8G0
123960
2I9600
7?560
219600
89610
59I1MI
79560
189000
279OOO
12?900
73500
109800
9-720
83610
S31O
s-'-li.
631.80
9
9
I5.3I20
159190
21.36OO
129960
153120
5I000
IQfBJJO
499500
903O00
909000
dada
cima
dem 31. A mesma c?ta lerrea,
padn pelo tenhorio, avahada por
imporlancia da decima ....
dem 30.A mesma, casa terrea, arren-
dada por 2|nsotHl importancia da deci-
ma..........
Mem 3S.Viuva e bcideirea de Manoel
Joaquim Fereira, rasa lerrea com um
aobradinho no fundo arrendada por 300,
imporlancia da dcima......
dem I Dr. Bulino Augnslo de Almaida
e oulro, casa larrea, oceupada pelo e-
nhorio, avahada por 200, imporlancia
da decima...........
dem 3.Francisco Augusto do Olivcira
liarro, casa lerrea, arrtndada por 2008 ,
importancia d decima......
dem 5.Manuel Antonio da Silva Ros,
cata lerrta. arrendada por 300?, impor-
lancia da derima........ .
dem 5 B Mauoel Anlonio da Silva Bles,
casa tarrea, arrendada por 2008000, Im-
porlancia da dcima.......
dem 5 C.O metmo, casa terrea, ar-
rendada por 2(HI^HKl, importancia da de-
cima.............
dem 5 A.( mesmo, caa terrea, ar-
rendada por 21)09000,imporlancia da de-
cima ............
dem 7.llerdeiros de Januano Alevio-
drino da Silva Rahello, Canaca, casa ler-
rea, arrendada por 2509, imporlancia da
lecima............
dem 7 A.Thereza Gon;alvea de Jesos
Aztvedo, casa Ierre,arrendada por 2508,
Importancia da decima......
dem 9.Franciteo de Patil I) Fernan-
des, casa lerrea, arreudada por 100,im-
porlancia da decima.......
dem II.O metmo, casa terrea, arruina-
da .............
dem 13 Francisco Ribeiro da Brilo, cata
terrea, arruinada .......
dem 15.Manoel Anlonio da Silva Rtat,
cata lerrea, arrendada por 200? im-
portancia di dcima .......
dem 17.Franciteo Ribriro de Itrilo, ra-
sa lerrea, arrendada por .500,', imporlan-
cia da dteima.........
dem 17 A.Seliaslijo Jos da Silva, casa
terrea, oceupada pelo senliorid, avahada
por 3009, importancia da dcima .
dem 17.Fr.inciico Bilielrn de Brilo, ca-
sa terrea, arrendada por 200?, Impartan-
ca da derim........
dem 17 CFrancisco Ribeiro de Brilo,
casa lerrea arrcnd-ida por 1503, impor-
lancia ti dcima........
BI96OO
36000
219000
27000
I89OOO
189000
279000
189000
I89OOO
189000
229.500
229500
99OOO
9
9
I83000
158000
2790OO
183000
Roa da Paaaagam.
Numero 2. Josrphina Sebastiana Cval-
canll de Alboquerque, subrado com urna
loja, 010 andar a maisduas rnsinlia, ava-
hadu por 200-3. importancia da dcima.
dem 1.Jote' Joaquim deOliveira, sobra-
do com urna loja e um andar, arrendado
p .r 8009, importancia da decima .
dem 4 A.O mesmo, casa lerrea arreuda-
da por 600?, importancia da dcima
dem li.-O metmo, casa lerrea arrendada
por lOO?, importancia d decima.
dem 6 A.O mesmo, casa lerrea oceupa-
da pelosenhorio, vahada pir UW3. im-
portancia da dcima......
dem 6 B. -Joso' Paulinu de Almeida, or
lelheiro que serve da oan, occopadu
pelo scnhorlo, avahado por 120, impor-
tancia da decima......
dem 8.Mara Candida de Oliveir, est
terrea arruinada.....
dem 10.Thereza Goncelie de Jess A-
zevedo, casa Ierren dividida em ;l qoar-
linhos. arreudada pur 114, importancia
da decima.......
dem 12.A mesma, casa le rea demolida'.
dem 12 A. Antonio Joaquim Ferreira
de Souza. casa lerrea arrendada por |->0j
importancia da dcima .... 7 .
Mero I i.O mesmo, caa terrea arrenda-
da por I89. imporlancia da dcima
Mein II A.O mesmo, casa lerrea arren-
dada por I20J, importancia da decima .
Mem 1 ..Iraucisco das Chagas Oiiveira,
'a",e',c<""'>d*da por 6O3, imptr-
l-neij da decima '
ldi.ro 18.-0 "'"'o. casa'ler're.'de'mo'tid;
Mem 20.-l.uua Marta da Conceieao (;"
dnm, casa lenca arrendada poi 7a im
pirlaucia da dcima.....
dem 22. Herdeiroi de Ignacio Firmo
Xav.er. casa lerrea arrenJada par 500,
importancia da derima.....\
Mein 21.Aulouio Juaquim da Mello, ca-
si terrea occopada pelo senhorio, avaha-
da por 1809, imporlancia da dcima .
I i ni 26. Mari Francisca Marques da
Amorim, sobrado com urna leja e um an-
dar, arrendado por 400 imporlancia da
decima............
Mem 20 A.A metm. sobrado com orna
Joj e u-u andar, arreudado por :0, im-
pnrltiiciada dcima.......
dem 28. llierea Conrjalvcs de jsu
Azevedo.cata lerraa, arrendada por 20
iiii.ui lancia da derima.....'
dem 30.A inesina, sobrado com umi
loja e um audar, arrendado por 5O03,
Hiiporlaniia da docuna ,
ldeiuJ2.A lue.nu, caa terrea arreu-
108-100
IS9000
"29000
519000
309000
36aooa
ojsoo
129960
9
10980!)
9320
109800
SffOO
I
O38O
153000
1692OO
363000
27-5000
2I|600
453000
dem 17 D.I) meimo, cata Ierre, ar-
rendada por 200, Importancia da de-
cima ............
dem 19.llerdeiros de JooJos da Cruz,
casa lerrea, avahada por...., importan-
cia da dcima.........
dem 21.Jlo Anlonio Pereira da Ro-
cha, casa lerrea, Oceupada pelo senho-
rio, avallada por 3.50, Importancia da
dcima...........
dem 23.O mesmo, cata terrea unida a
de n. 21 da mesma ra......
dem 25.Jos Amonio de Carvalho, ca-
sa terrea, arrendada por 350, impor-
lancia da decima........
Mam 27.Manoel Anlonio d Silva Rio,
casa terrea, arrendada por 260-\ impor-
tancia da dcima......
dem 29.Jote da Fooseca e Silva, casa
Ierren, arrendada por 2503, importancia
da dcima.......
dem 31.Thereza Connives de jsus
Azevedo, cata lerrea, arrendada por
350, importancia da decima. .
Segunda ra da Passagem.
numero 1llenriqnela I rederica Meu-
ron, cata terrea, avahada por 121, im-
pnrtsneia da decima.......
dem 3.Dr. Ivo Mlquelino da Coalla
Viulo Maior, casa lerrea em obras. .
dem 5.Vicente Ferreira d.i Silva, rata
lerrea, arrendada por 120, imporUnea
da decima........
Itua de llenrique Da.
Numero 2.Jos Baplista Ribeiro de Fa-
lla, casa lerrea, arrendnda por 1208,
importancia da dcima......
dem 1.t) imkipo, cata (enea, arren-
dad por ISO, importancia da dcima.
dem *.i) me >o, cata tenes, arrendada
por 120, imporlancia da declmn. .
dem 81) mesmo, casa lerrea, arrenda-
da por 120?. impuitanria da decima. .
dem 10.o metmo, cas lerrea, arren-
dada por 1203, importancia da dcima.
dem 12.O mesmo, casa terrea, arren-
dada por 120, importancia da dcima.
dem 14.O mesmo, casa lerrea, arren-
dada por 90?, imporlancia da dcima. .
dem II A.O mesmo, cata lerrea, ar-
rendada por 90, importancia da dccima.
dem 14 CO mesmo, casa terrea, ar-
r'iuiada por 1209. importancia da de-
rima .........
Idm II B.O mesmo, casa lerrea, ar-
rendada por 240, imporlsuci.i da d-
cima ........
dem 16.Manoel Connives da Silva, ca-
sa lerrea, arrendada por lOOs, impur-
lanci da decim.......\
dem 10 A.O mesmo, casa lerrea, ar-
rendada por 72?, importancia da dcima.
dem 18.t) mesmo, casa lerrea, arren-
dad por 963, importancia da decima. .
dem 20 O intsmo, casa lerrea demo-
lida..........
dem I A.O metmo, casa lerrea, arren-
dada por 1503, importancia da de-
cima .........
dem I.Manoel Gooealvea da Silva, ca-
sa terrea arrendada por 6O3, importancia
da decima..........
dem 5 O mesmo, orna casa Ierra arta-
dada por 300?, imporlancia da decima .
dem 7. O mesmo sobrado com orna hija
a om andar, oceupado pelo senliorio. e
mal duas casas lerrea avahado por 1:1009
imporlaocia da decima..... .->(,
_ Roa Real.
Numero 2. Manoel Jos da Silva Brasa,
um sobrado com urna loja e 2 andret oc-
eupado pelo senhorio avahado por 8OO9,
importenria da decima.......
dem 4. llerdeiros de Jut Ferreira de
Mello, sobrado com urna loja o um andr
urcupado pelo senhorio, avahado por 2508
importancia da derima......
dem 6. Manoel Pereira Teiieira, sobra-
do com orna loja e um andar necupado
pelo seuhorio, avahado por 500?, impor-
tancia da derima........
dem 8.Antonio Ferreira da Coila Braga',
cas lerrea com oolra no fundo, necupa-
do pelo senhorio avahada por IDO?, im-
porlancia da dcima......
dem 10. Jlo Marlins de Barro,'sol
brado com urna loja a um indar arrenda-
do por 7.jO imporlancia da decima .
Mem 12.'rancitco Accioli Gooveia Lia*,
obrado com urna luja e um andar, oc-
eupado pelo senhorio avahado por 800?,
importancia da decima ....
dem 14.I.uiz Jo>e da Coala Aniorm,'so-
brado com urna loja a om andar, oceu-
p.idu pelo senliorio, avahado por 600*
importancia da dcima .
dem 1.Anua Barbosa Correia de Mello'
casa lerrea arrendada por losj, impor-
tancia da dicima......
dem 3. Clara Clementina Carila, cata
Ierre, arrendada por 200?, imporlan-
(ancia da decima ....
dem 5.Filhosde Jos Rodrigues dos San-
ios, cata lerrea, arrendada por IO83, im-
portancia da decima.....
Mero 7. Dr. Jos do Sanio Nuneg dei
Ohveira, rasa terrea arrendada por 300
imporlancia da decima.....
dem 9. Manoel Correia do Ncineilo,
cata lerrea arrendada por I20000, im-
porlancia da derima.....
dem II.JosDamaicenoCorreir Borge',
casa terrea arrendada por 2003, impor-
lancia da dcima......
dem HA.O mismo, casa lerrea' arrenda-
da por 2003, importancia da dcima.
leam 13. Joc Jernimo Monleiro, casa
lerrea arrendada por :luO. imporlancia
da decima......
dem 15.O mesmo, casa lirrea arren-
dada por 3009O00, imporlancia da d-
cima...........
dem 17.Jos Baplisla Ribeiro de r'aiiaa!
cata terrea demolida.......
I lem 19. O mesmo, casa lerrea tlema-
hda..........
Mein 21.1) me-mo, subrado com urna lo-
ja a um andar, dua casas terreas dos
lados, oceupado pelo seuliorio, avaliadu
per 5j09 un[ mi n.r.a da derima,
dem 23.O mesmo cata terrea demolida .'
Mero 25. Manuel Pereira Teiieira, can
lerrea arreudada por 21)00, importancia
da decima.....m
dem 27.rt momio, cata lerrea arrenda-
aapor 120, importancia -la dcima. .
Mem 29.O mesmo, caa lerrea arrenda-
da por I20JJ0UO, iiupurlancia da de-
rima ......
M ro siT?; V1"""1 "m
cado caT ""e'"" P J -.0,,-
.aio, cata terrea arrendada por 10S.S im-
portancia da decima '
dem 33 A. Manuel Jos aotai c isa
terrea anenJada por -)03, impoitaiicl
da* dcima.........
dem35.M-ria da l.m Teiieira Cavalcanl
li, casa leirea, arrendada.por 150, im-
porlancia da dcima.......
dem 35Luiz Jos da Coala Amorim, ea-
sa terrea arrendada por 9090JO, impor-
tancia da dcima ......
13.>500
I89O0O
36;0O0
319500
9
319500
238 OO
229500
319500
103801)
9
IO3SO"
109300
109800
IO98OO
100800
lOjS'K)
IO38OO
89640
83610
103800
819600
309000
63180
83010
133500
5.3OO
279000
3000
729000
229500
I59OOO
369000
679300
729OOO
5i?O00
159120
189000
93720
27.3OOO
I0850
I8.3OOO
I89OOO
lerrea, anaudada f">r Sd, Imporlancia
da decima .
dem 37.Albino 'os Ferreira da Cohi!
casa lerrea, arrendada por lila r im-
portancia da decima. ...
dem 39.t) mesmo, casa lerraa,' aenda-
11 1/ !?!5 "- |mP"lncia da decima.
M'"1 11--Manoel A Lucinda, lili,,,, do Ti-
nado Manoel Jos Marques, casa lerrea,
decdm Pr H" "" imP',r'ncia da
Mein II A.-Albi'no JutcFerrei ria Cu-
mia, casa lerrea, arrendada pur 96-3 r..
imiinrlncia da decima .
d.lu'. "~2 m"",0 cs,a ,,rr1- "-'
dada por -2 n., importancia da deci-
'''rda'rr'uli'""0' ""'"""'. 'rr'en:
cima "' imf"t*"*>' de-

Id
85610
129960
10j8u0
7560
89610
6980
896IO
6?I80
9
109800
I83OOO
123960
.59100
'.89000
6I80
836TO
27ooo
I935IH)
9
189000
I09SO0
109800
IO9SOO
159120
l*2aTai"ai^'r^. "" *""* "'*nl
na. P /-*"- ""Portancia da deci-
Idem 17.-0 meiro.'obd0'co, o'ma'lu-
ja e um andar em obras
Mam 9.-Jolo Anluniucarpinle.ro'. ..
aa.nr'lSUp,d*P"0 ,enl"i. a*li'-
WmSlStUZ ,n",or'inci da'decma.
... i. a ,or'' sv,ia,,0 r^raoos Vs.,
paga de dcima. '
'''ccl^'.T'1 m,n0r ,n''c- ^err.'
^.rdV'dSi.rpor '** i""'or,a-
ldfn,.~l1l,Cr:ii' dJ J'"" 'M"|J'. M
iZX' '"V0 fr"", remolida a o
d decima""!ad? "* im"ort^"
dem 57._Herdeir'oi' d c'.ndid Jo. de
pagV'drdecim."' .ar.r,nda'" "" 200?'
U',"f--]tn/ la V.."r'endi,d8 por ~^ '"porlancia
da decima ...
Mem 61.-Jlo Antonio Carint'eiro, caa
n, ^0CCapad'' pHo ""<"'. avahada
por 96? ri., Irrportancia da derima .
(Cnniiuiiar-se-ha.)
FREGIKZIA DE JABOATAO*.
MA ESTATISTICA.
Sene de quadit concernen tes a" mesma
Ireiruezia.
IUvLAOO DEMONsTHATn-.v DOS IIABITAN-
1F.S DA POVOACAl) DE JAHOATAO.
insen/to .lulitaia'o.
( Continuaclo)
l Antonio Francisco lo Motile, 35 annoc
hranco, casado.
52 Senhorioha Mara do Monte, 22annos,
branca, casada.
53 Antonio do Mont, apnog, branco.
5* Mana henhonnha do Monte, 3 annos,
55 Rita Mara da Concei^ao, 45 annos.par-
d, casada. K
66 l.otiretico Jos Faustino, 20 annos, par-
no, solteiro. '
57 Joao Baptista de Souza, 65anno8,bran-
co, casado
58 Josepha Mara da Conceicflo, 35 annos,
branca, casada.
. 59 Francisco Mondes de Souza, 22 annos,
branco, solteiro.
60 Car.dtdo I.uiz de Souza, 20 annos, bran-
co, solteiro.
61 Manoiil Baptista de Souza,16 annos.bran-
co, solteiro.
6-2 Jr.se de Souza. 6 annos, branco.
63 Manoel Mendes de Souza,- 3 annos,
branco. '
64 Joanna Mara da Conceir-ao, 25 annos,
branca, soltera.
63 foTte* de Sa"ta An"a',-> a""os' bra"ca
66 Anua Mara da ConcoieSo. H annos*
branca. '
67 Kaiaeria deSanla Anua, 12 anoos.bran-
ca, solteira.
68 Mara Jos daConceicao, 68 annos.bran-
ea, viuva.
69 Antonio Baptista do Souz, 32 annos,
branco, casado.
70 Joaquina Hara de Souza, 20 annos,
branca, casada.
71 Mara II,ptjsta de Souza,* annos, b-anca.
72 I.uiz Baptista de Souza, 28 a.ms, bran'
co, casado. '
73 Joaeplia Mara da Conccitjao, 21 anno-
branca, casada,
75 .un WV 18 Souza- '""" r""co
7o Manoel Jpaqutm do Saot Aona, 53 an-
nos, pardo, casado.
76 Hila Mara da Conceifilo, 48 annos, par-
_ da, casada. '
77 Dioaizio .loaquim de santa Auna, 16
jumos, pardo, casad).
78 Joanna Mana da Conceicao, 20 annos,
parda, cas i1a.
79 Bonifacio niboiro da Silva, 3 anuos,
branco, casado.
80 Mara Jos do Espirito Sanio, 28
branca, casada.
81 '1 ftibeir0 da SiIva- 8 annos.
afl 3f|C8
82 Francolina liibeiro da Silva, 7 annos,
branca. *
83 Jos Itibeiro la Silva, 5 a
81 Antonio Kiboiro da
branco.
85 Manoel Ribeiro
branco,
86 ntIS l0S (3c LJ''', 2I annos" "'"CO,
87 Paula Mari J Conceii^o, 25 annos.
branca, casada.
m !!"i'j0S9 de LJn' 5 a,inos branco-
8J Joanpha Miria da Conceicao, annos,
branca.
90 Mara de l.yra, 2 annos, branca.
J* Miionio Francisco da i'az, ,!3 anuos,
branco, casado.
92 Certrudos Mana da Concesao,26 annos,
branca, csada.
Ji Manoel Francisco da Paz, 6 annos,
branco.
9 Manoel Lourenco Gomes, 22 annoa, pr-
ao, casado.
9J Fraila Francisca d Concec3o,l8 annos,
P.ar'la, casada.
^'conie Ferreira. da silva, 35 annos,
banco, casado. '
Mara Joaquina do Rosario, 25 annos
branca, casada '
98 Vicente Ferreira da Hora,
co' V'UVI>-
a.99 Demetrio Ferreira Neves,
branco
'00 Jesulno Ferreira da llora, *
branco.
101 Cbistovao Ferreira da llora, 2
branco.
10- Mara Ignacia das Vlrgcns, H
. ranc*' soliera.
,0-> branca.
0' Antonia Ferreira da
branc.
105 Jesnina
brinca.
106 Francisca Ferreira das Virgens, 3 annos,
branca, '
107 bK. ^""'^ ** "ra' 8 annos-
108 Jos Antonio da Sil
casada.
Engenbo Iflelha.
I Jos Francisco Pereira da Silva, i2 an-
nos, branco' cafado.
9 D. Anua Isabel Pereira da Silva, 57 an-
uos, branca, casada.
3 I) Auna Pereira da Silva, 3* annos,
branca.
* I). Marta l/nacia P.-rcira da Slva,37 an-
nos. branca, solteira.
j> L>. Francisca Candida Pereira da Silva,
29 annos, branca, solteira.
6 O. Isabel Francisca Pereira da Silva, 26
annos, branca, solteira.
7 Jos Francisco Pereira d Silva Jnior,
27 annos, branco, solteiro.
8 Ignacio l'ereira da Silva, 55 annos.bran-
co, casado
9 1). Anna l'ereira da silva, 40 annos,
branca, casada.
10 Miguel Pereira de Bastos, 30 anno
branco, casado.
II Jos Eustaquio l'ereira da Silva, 8 an-
nos, branco, solteiro
12 JoSo Joso Pinto, 49 anuos, pardo, ca-
sado.
! ^"i"."* Mari"' *" 'annos. pard. casaJa.
i* caldlno Jos, 20 annos, pardo, sol
teiro.
15 Joao Pinto, 19 annos, pardo, s
16 Jos Pinto, 15 annos, pardo, solt
i- Antonio Pinto, 8 annos, pardo.
solteiro.
Iteiro.
18 Joaquim Jos, 7 annos, pardo.
19 ilrancisco Pinto, 6 annos, pardo.
w Anna Joaquina, 21 annos, parda, sol-
teira. '
2| Francica Joanna, 16 annos, parda, sol-
teira. '
22 Francisco Jos, do Salles, 32 annos.p-r-
oo, casado.
23 Josepba Mria das Dores, 25 anuas, par-
ua] casada *
a-i Francisca Mari, annos, parda.
. '"qu,ns i', 8 annos- pa da.
- Amaro, ,0 annos prcto, csalo.
2 f'lu"lu' 31 "<. Pfeto, solteiro.
-J Josepha, 9 an0Si crj j
f Luciano, 9 annos. croulo.
V> t ore',cl- 8 "nos, crioulo.
3i llieoJora.il anuos. crioula.
nr.V!',SC" A1tonio Silv?. *^ annos.
pardo, cas\do.
3* .Mara da Paix3o, 28 anuos, parda, ca-
35 Ignacio .lose do Azevedo, V3 annos.par-
do, casado.
37 Ii9' *!"'" ann0Sl Ptrda- casada-
/ Aiatniaa Joso, 6 annos, pjrdo.
J8 Irancisco Jos, 5 annos, pardo
JJ Joao Jos, 4 anuos, pardo
49 Antonia Mara, 3 anuos, parda.
H Joanna Mara, 2 annos, Darda.
,_________ Continua).
<$omnmulcabo&.
O PLAN I-HISTORIA
00
Suhliine l.alialho scienlilico, composlo pe| Sr. I.-
nenle-coronel Jo. Joaquim Rodr.gus Lupe.
lu. ,.q ? ,t0?,,*" '-"P" 'ba .le nriqu.c.r
a l.llealur. I.rasileir. ton, u,na abra ,le t.inlirre
annos,
mnos, brancr.
Silva, 4 anuos,
ca Silva, 3 annos,
58 annos,
li
llora, 8
Hora, 6
Ferreira da llora, 4
annos,
I
annos,
anuos,
annos
annos,
annos,
annos,
iea iluii
paiies, ele. ; e etta marav-i--- lcn d#
11 "~" rrnome, logo
fl., -.....m puliliclilmle.
Be. ?-,'l, ." "?"""*' fP*~aei U grandedif-
1 ,X """"' ** Pela mulli-
plicirl.de d. fact, s, nome., e dala que a circn-
icul.r, ,ra remover taea olialaeulo, e ao ni.s-
uio lempo animar pro.eilnso e.todo desse imi /r-
la.t. ramo do ccail.ecimenl,.. human.,. '
A. I.ehase coma pobl.caco 1o seu Allai-UU-
l,v .'ulTV""-, &"***. e (iergra c
dividid, em 33 quadro, ou caria preHou inriues
Dora".i?;" ""' ,rHeVi""e *"+ humanlJad",
porque conaegmo legar-lhe um livro uuivert.il, en
rio e.Cni?,nd,J *""" .btervam 0. prog "
d.tf WHlT,'"^ /"""-* ao conlieeimen.o
wJtmOfl* '?b,l!l! d Sr- lenen,e coronel Lo-
pes, he sem duvma alguma preferivel, porque nro-
ZSSLES'Et ** !"-.-.
e.nt i fl lornou- ",als aecaaiivel a' lodas a
nrm na Vem 0n,d p,Uw" COn'P" "m"" P">-
o ,3,7"am e9"", de *r""de raa.
lnCr-lhe as ideas mal eapilaes, e o carmen
I.Z..V.,, ,nBc"h,080 mel. qu coropreliendao o Sr.
ei eulecoronel Lopes nada menos he que eni,,
?.'"" de,80slo e "abalhoin-
nm.',? i, ,el'0J' ,fm "'o-, re.luiii.do-. .
r.LTP^C",'m qoadro ,m 1ue lld "'a be ei.c-
t.menle desrnpla. do me.mo modo, que .l
esqueleto anatmico se ar!,. rcpraeeotadt. o corno
humano. "r"
Em urna nica I ha de pnpel colorido o Sr. le-
loria coniemporanei *ultmos oilo seclo, de.de
a era cl.r.s.a.i de l.loTTIIW. nosso. das Vacil e
de sublime invenro sobre a de A. I.e Saga.
lenareTrtP h'nh" P"""n q"dro div,Jido "-
tenares de linhas corva, e r.rla, e cerca ,1. ,,u ,
cen o, ponto, oo grupo, obra do Sr teen! -co-
ronel Lopes ence.r. a historia universal, a na ".cao
brev,t,ID,a e indPensa,el de lodos o, ,clo, noU-
docfl0 no Jtra.il e em Portugal.
H...".irC,lum"a de"' 7p* mostra cada om
do, i ...,duos, que o. pralica.am, da. dala,'do"
eonclio, tratado,, leit, I,.,,,,,.., cercos, bloqo.io.
di HHlenrla de p.r.on.gen, da gr.ja. e do'aeea-
lo. rte.cober.-s. fomlacS.. de lrihuu.es, monumen-
bab.lidado, ou rjuati corlis conviria pua a
esperar proficuos resullados :lia esso o apanagio dos
espirito, racos. Honre pormem Pematnbuco
ipiem so lornas.se superior a iaes preoccuparjes,
quera dolado de ilispusciio e torca do vontada, re-
conliecenJo os defeitOS do mojo amigo de coser o
pao, e pelo contrario as tantagena que resullo do
eroprego de outroa systeoias, nao hestou rJespre-
zar aquclle para serjuif, o processo mas moderno,
emais aperfeicoado. Eso liomera lie o Sr. An-
tonio Eugenio Barrelier, subdilo franco/., que nao
recuando ante grandes despezas, nein poupando
esforcos, mandou rir ile Pars a macliina c oa
apanino necesaarios .le ronformidde com o sya-
lenta al ullimamante adoptado ; e acaba de assen-
i'r um fumo de coser pao de nova invngao no
Alerro da Boa-Vista, onde tem o seu eslabelo-i-
menio de padaria. Chamamos por tanlo a aiien-
tio rio publ.eo para aquel) novo forno, qua p-Je
ser observado por todos aquellas que se quiercm
convencer por seus proprios ollios do|mell.ora-
menio que ello proporciona a industria do pao.por
nossa parto seriamos injustos se nao aproveiasso.
Ha d Coimbra, o que um teu lerno amigo
Tem a offertar-ie em signal de alfeicc ;
I'urdos o seren xersos lao mal feilos.
Mas direm o que sent o corelo.
IWife 2!) denoverabro de 1857 ___J *
Bessoned'Almeida. '
Un). Sr. delegado da comarca do Liraoeiro.
Innot-encio He/erra do Menezes, morador no lugar
de Tanques desle termo, havendo se queixado con-
tra Mauod do Nascimento Kego, Salvio Clemen-
lino do Hugo MoJeiros, Vicente do Bego Medeiros
e Francisco Amonio, conliecido por i>enhorzinl.o.
pelo lacio de l.averem tirado e conaumido um filho
do lupplieanta de menor idade, de nome Francis-
co, e tendo o supplicanle de porwguir os autores
de lao nefando delicio, quer ft, as fmmm gradas
nao so deata comarca como de ou;ra qualquar que
lenlum conhecimenlo perfoilo do raaos ,-ostunies
dos ires inJiiiduossupracitados.aitetam ao p des la
o que sabem, e consta-llies a respeito da conduna
dos mencionados individuos.
Pede a V. 8. digne-se de mandar que altesteni
nosessa occasiao para iribuiarmos ao mesmo Sr. I I"" for dejualica.- F.. B. M.
rilier a nossa estima o reconliecimenlo por ha- AUesl querendo, villa do Liraoeiro, 5 de -
ver cifferecido a nossa provincia esse nao pequeo
beneficio.
Podaramos fazer urna exposico, ainda que
succinia da organisarjao e manejo de aemelhaate
vembroJe 1857. Silva Cumar.
Atiesto que os individuos Manoel do Nascitnenio
Reg, Saiyro Clemenino do Reg Medeiros e
0 Francisco Antonio, por antonomasia Senhorzinbo,
lomo, podoriamos apresemar as auas grandes van- mencionados na pelico supra, liem como Vicenlc
lagens. comparadas rom o syslerua antigo, a que do Reg e Medeiros, mencionado a parte na mos-
incoiiiesiavelmente deve ser preferido, mas esse \ a petigao, foraoi sempre indigitados pela voz pu-
trabalho nos he dispensado e supprido pelo bem eh- "ica como ladroes de profisso de ludo quanto po-
boralo parecer da conimisso de peiices da cmara d,,m (ur'ar, e que ainda boje sao considerados taes
municipal por occasiao de conceder permssao para !como ho P"blicoo notorio em da comarca, a pon-
ser collocado o referido forno, esae parecer he o l0 de se_acharem processados pelo crme de reduzir
que vai ali.ixo transcripto. a ecravidao pessoa livre.
Engenho Fortaleza, lo de noverobro de 18.r7.
Joao barbosa da Silva, subdelegado do priraei-
dtsincto de Bom Jardim.
O Progressisia.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
A commissSo de petices, aquetn foi sub-
metnda a pelico de Antonio Eugenio Barrelier,
na qual requer "a ramara permssao'para collocar An,oni Malhells R'"gd. teneoto coronel.
um forno de cozer pao de invencao ainda nao co- V0J eMra.do Prilneiro e segundo at-
Hcfiro-.ne ao atleslado cima.Engenho Boa-Es-
peranca, 10 de novembro de 1857.
llora,
Iva, 48 annos, pardo,
109 i uiza da llora ConceigSo, 38 annos.par-
da, casada.
110 AmancioJose da Silva, 12 anno, parlo,
sollero.
111 Joao Jos.- da Slra, ."> ar.nos, pardo.
H2 5obaslio Josii .la Silva, 3
pardo
279000 ,13 Francelliiia Jos
parda.
111 Alessn-trina JoJ
pardo.
I|5 Francisco Jos das Chagas, 28 anuos
parlo, casado.;
116 Alaria das Ititnedios, 23 annos, parta
osada.
117 .Manoel Joso das
pardo.
118 Antonia .Maria da Conceicno, 53 anuos,
parla, viu/a.
119 Aveliao Jos llaplisla, 4 811008, pardo,
solteiro.
120 Mana Antonia da Coimeiciio, 85 annos,
parda, solteira.
m Norberlo Jos do l.ya, 53 ntios.branco,
casado.
122 Anna Joiquina de Jess, 54 annos.bran-
ca, casada
I2.i Jo3o Alvos de l.yra, 14 annos, branco,
solteiro.
Mjoih
i:ijoo
dem JiA. S'basliao Lope liiiimai.lcs,
ca-a lerrea arrtmlada por 72J00U, un -
pollaoria da dcima.......
IUkui j B.-_ Mua d Couctico, eaaa
S^iO
bSlSIJ
uunos,
da Silva, annos,
da Suva, 5 anuos.
bagas, 2 annos,
rar-se ..esse pequeo mappa'a loealdarle do,"'eC.
pontos pirci.e.., ou pl.ases, allemlendose para a
reactivas escala, da, poca, em que tiv.r.m
.waliem lo los o horo.ns de ledra a inau lila pa.
ciencia, singular per-picaria, e perseveranca com
que o Sr lenle coronel l.ope. dedicou-e P
poder r.di.r.r a urna ... pagina a historia braid-ira
a .s.o muliss.m, obra, e comp.l.ndo urna inli-
ud.d. de dala, e fado, que ella, corren disemi-
nad sem ordem ou nato laum. '"*""
:),'!!L"n!V?3.'",l""n'!.n' '"'fados do nosio M|,
rumma ulllld.d. de acl.ar-se com a maior facili-
Ude Harea e brev.daile aqoillo que para consul-
tar ser a preciso roubar o precio.o lempo, dino por
ce tu de ser economi.,du. porqu. ,,!,e'p,, K
retroceda m..s, o esludo be Lago, a a da ru
A viM.de todo o e.pM. lldo, u Sr. lenle coro,
nel Lope, adqu.r.o por e..e relvame .ervico urna
filoria ....m.rce.vel. o ,eu nome nere.,rameu-
le dever. Iicar immorlali..do na Balera dos Lo-
men, sabio, do no..o paiz, o dos v.rdadeiros bem-
te.lore. da l.oman.dade,
Na be ... primov.iHo-se a arqoiiicAo do ali-
rnsnlo par. o c.rpo, que cUra- a manulencflo
do bem-et,r. do genero l.ura.no, ma. tambero pe-
la s .licita preitacao do preci.o alimento para o ci-
p.r.to que enterra o nico manancial da verdadeir.
I 11C111 O ltra.it aterre ancio.amente espera a publica-
''e,Si ")P 'lm. abra do Sr. lenenle-comnel
Lopes. dfsde ,. eongratulamn-no. com
pelo br.ll.ai.la triumpl.o que Ih. resollar.'.
elle
nvenrao anda nao co
nhecida nesla provincia, lendo-se dirigido a pada-
ria do supplicanle na roa do Aterro da Boa Vista,
e procedendo-se a um minucioso came, pa a
expender o scu pousamento. Examinado o dito
lorno, que he segundo o svstema de Mr. Rollan,
preenche elle as condices da saluhridade, o cosi-
ineiito d*pao usado nos amigo fomos he incom-
raodo e peri^oso para os proprielaro? eos vizinbos,
c sobre ludo lem o inronvenienle de collocar pao
sobro o lugar on Ib so lem queiinado o combuslivel
e obliga a fazer o cosmenlo por longos intcrvallos.
O noo forno previne estes inconvenientes, pro-
cura urna economa nolavel no aquecimcnlo e de
mao de obra, be de forma circular, .endo aque-
cidn por meo de urna fumallia independenle, que
permute o empreo de luda a especie de comluis-
lvtl; o forno circula a redor do recinlu reservado
para a cosidura do pao, por meios de tubos do
ferro fundido e de duas chapas metlicas que sao
movis. IJma tnanivella mu i lo fcil transporta o
ui.xo dess chapas e conduz oslas suceessivamente
a boca do forno e a collocacao dos pes fica ao al-
cance da mo.
A distrhuirao do calor se grada a vonlado com
o socorro da um parafuso Um hermometro in-
dica o momento que deve enfornar, una luz es-
clarece o interior do forno ; a colheila das brasas
se produa por si mesma por moio de um abafador
a piuca curva enllocada sobro agreda da fornalha.
O novo forno aprsenla urna economa de lempo
pois pode-se cozer duas vezes mais do que nos
fornos amigos. As vantagens desle forno compa-
radas com o syatema amigo sao as seguimos i
1. Enfornar e desenfornar com instrumentos
curios o maniaveis.
2. Lmprego facultativo d'um combustivel qual-
quer.
3. Economa nolavel as despegas dos combus-
liveis.
d. Siijipressao dai limpezas peniveis a cada op-
pera{ao.
5. Cosimenio regular e muito fcil a dirigir.
6. Lollicila esponlanea das brasas, suprimindo
o trabalho da extraeco e os raios do calor, que
comprometido a saude do3 trahalhadores.
7. Final produefao do paes ientos de qttal-
uer Iraca de cnza, e de rarvo, ofareoeodo aos
consumidores pao de milito boa qualidade.
Em face pois das rzaos expendidas he a com-
missao de [Wtiees de parecer que se delira favora-
VL'lmenie a pelico do supplicanle, lazando volos
para que os demais pcoprieurios de padaras imi-
ten ao mesmo siipplcaiite na colluc.cao de fornos
jcmelliantcs-.
Sala das sesses 2(i de Agosto de 1857.
Joaquim do Almeida Pinto, Rodolfo Joo Barata
do Almeida.
Conforme. O
Acciuli.
secretario, Manoel Fon eir
WuWtatht* ptbib.
124 SJtA Conceisao',8 ann08)
l2jJcMo"radejsus',3'i,no8'b''-
!SiiMSl0n" """ de ,esus' 8 nnos.brioci.
.......... 92
........... .!
Pardos.
Crioulos.
Total.
126
l;M FORNO DE COSE R PAO DIPIVEN-
IJAAI.NDA NAO COMIECIDA NESTA
PltOMNClA.
Acha-sc collocado no Alerro da Boa-Vista um
forno de coser pao de invencao ainda n5o conhecida Olerecida ao
nesla provincia, que olfcieccndo lana vaniagem o
propon-oes comparaiivamenie ao amigo lyalema,
muilo contribua para o mcllioramento da arle d
pamfcacio entre nos. Ho inconiesUvel que essa
industria rsenle -se de inuilos defeitus, fill.os do
scu airazamenlo, de sua m direccao, e do afern.
aos hbitos e ao processo rolineiro do trahalho ; era
indisponsavel que ella se fosse aperfeicoando, e
para isso basUva que se csiudasse c transmiliisse
para aqu o pro. esso o systema emprogados nos
paizos civilisados. Minguen porm se resolva a
tomara vanguarda n'osle proposito de pro,no\er o
melhor meto de coser o pao, lornando-o mais saho-
roso, e extirpando d'elle loJas as impurezas nas-
cidas do syslema aclualinenie empregado.
Nem lodos os espiriios lem a necessaria dispo-
sicao para seremos primeiros em abandonar nina
pratica errnea e viciosa por oulra mais commoda
o proveilosa ; a infundada desconfianza de prejui-
zos pelo melliodo novo, comparada com a certeza
dos lucros pelo systema amigo, ainda que peque-
os em relac.io ao trahalho, incule receios cap-
preliensoes; e a ronsequeneia lie que conserva-sc
sempre a mesma roiina amiga, muilo embora os
lucros nao so augmenlem por se conlinuarera as
momas condicOes de Irabalho. Nem todos su
auiuiu a e.xperitnenlar, anida que todas as pro-
SONETOS
Offcrecido. ao diatincto actor dramtico
O Itua. Sa.
A\To.\io JOS o, ARIK OOOIBBA,
Por occasifio de /inalsar-se o sen contra-
to no theatro de Santo Isabel, em 28
de novembro de 1857, c em conse-
f|ttencia da intrigas que contra elle tra-
ma rain o seus desalieicoados.
Salyra pre-lam, raljra se astimam,
guando uelb. clomnin o (el nao verde.
Ilocage.
/.lilo estremecei I Cuimbra altivo,
l)o muso trama vis n.lo |P.iie o susto ;
A fama do seu ceuio eic.l.o, augoslo
1 ae carrasco nao lente.ei-lo mal vi.o.
Per enlra f-llias de immorlal archivo,
Seu triumpl.o veris constante e julo ;
Veris que imhx vil di.faz rea. emio,
I. que a torpe caluinuit I.e sempro esquivo.
Renda culio, Colrabra, a Joao Caataae,
Por ser da cena o rci, e jnntarnenle,
Mu gmlo seja sempre ao bom liermano.
Seo Iralo para 01 mal s,ja eicellente,
(.aso elle o tenl.a. por sul.'rano
li seus zoilos dirjo quanlo lia pol.nle.
I'nge, Coiml.r, fos, o don. amigos
I uliiiin.im conlra ti sfltas aguda,
Jamis le lie. nelle, na.i l'illudas,
V que l'enroscam d'.s.-ianlalho ao. figos.
Toma pois cuidado em sus artigo,
(loo lem phre. as-a muilo papuda ;
Mai d.ze r um eaaaa .inda aluda. '
Allronlas dessa sorle os leusperigos !
Perigos nao .llr-niln, mas pretend.
Sugeitar-ine ao qoequerern, poi naopoiso
Mversem elle, coma eslou vendo.
J n3o ceio. nao janln nao almor.
Van pedir-lhe parean que esloo .'-illr.ndo,
\ ou di/.er-llici lomai meu genio ha rae*.
A senlinella da Boa-Visla.
POESA,
signe ador Antonio Jos
Duarte Coi robra.
Coimbra Ilustre, sublimado ariisia.
EfOttla o canio d'ura mesquinho vale
One ao vorie afoulo conseivar despja
Do la croa o primoroso esmalte ;
Ten brilho, artista, comparar se deve
Ao d'uma estrella que no Cu fulgura
Tu s um genio que pisando em scena
S gloria alcance, so agiadar procura.
lodos leapplaudem, porque s.Combra,
Lm lindo astro que enriquece a scena ;
(Juizera um da eu le cingir de loaros
Lssa fronte lao nohre e lao serena !...
Se eu fora un; vaie.qual foi Lamartine,
Ou qual foi o de Ignez grande contar,
Cantara leus feilos lao pomposos,
Fizera-le inwnorlal, sublime ador!
Actor gigante, se lo apartas breve
IJcste palco gsatjj, *'sabranceiro;
-Nao chore, porque vis brill.ar no palco.
Qndehojebrillia u Taima Brasileiro.
Nao chores, se tu dnixas a familia
A' quem dedicas um lao puro amor,
Vaisganhar louros, alcancar victorias.
Porque bao de applaudir-ie com ardor.
testado, he voz publica.Arroz, 7 de no'veuibre do
1 85/.
Alevandre Ferreira Selle, inspector.
Refiroao aitestado cima dito.Boa-Vista. 14
de novembro de 18S7.
Joao Filippo de Mello, subdelegado do segundo
dislnclo.
ReOro-me ao atleslado supra.Engenho Moti-
le Alegre, 10 de novombro de 1857.
Joao Lopes Delgado Leile.
Reliro-rae a voz publica.-Monte-Atente. 16 de
novembro de 1857,
Eloy Joaquim de Aguiar.
Reflro-me ao atleslado cima diio.-^Queiaiadas
16 da novembro de 1857.
Joaquim Jos do Aguiar.
Redro-mc ao atleslado cima dito.Monte-Ale-
gre, 16 de novembro de 1857.
Reraldo Bezerra do Araujo Mello.
Rehro-me ao allestado cima dito.
Joo Leile da Farias.
Hefiro-meao allestado cima dito.
Jos Bezerra da Cunha.
Hefiro-me ao aitestado cima dito.
Jos Joaquim de Miranda.
UeOro-me ao allestado cima dilo.
Hermino Bezerra Cabral.
Refiro-me ao atleslado cima dilo.
Alexandre de Souza Rarboza.
Reliro-me ao allestado cima dilo___Piraba, 16
de novembro do 1857.
Galdino Jos de Santa Anna, iaspeelor de se-
gundo districto.
Retiro-no a voz publica(,)ueimada3,16 de no-
vembro de 1857.
Joao Manoel do Farja Leile.
Refiro-me ao mesmo.Que,madas, 16 do no-
vembro de 1857.
Jos Martins da Costa Mello.
Refiro-me ao atleslado cima dilo___Queimadas,
liiJJo novembro de 1857.
Joo Barboza Camello.
Refiro-me ao mesmo.
Joaquim Bezerra Cabral.
Pela voz publica. Ueliro-me aos aneblados.
Engeaho Queimadas, J6 de novembro de 1856.
Anlonio Vicente da Cosa,
Refiro-me ao allestado cima dilo.Caraubas,
16 de novembro de 1857.
Jos \ cenle da Costa Aguiar.
Pela voz publica. Refiro-me ao allestado.
Tanques, 17 de novembro de 1857.
Amancio Correia de Mello.
Ite(ro-me ao allestado cima dilo.v-Orhos de
Agoa da Roa-Vista, 18 de novembro de 1857.
Antonio Gomes da Fonseca, inspector de OUios
d'Agoa.
Refiro-me ao atleslado cima dilo___Ofcos d)A-
gua do Boa-Vista, 18 de novembro de 1857.
J os Nunes de Oiiveira Andrade.
Reliro-me ao aliesmdo cima dilo.Marinada,
18 de novembro de 1857.
Alexandre Mendes da Rocha.
Refiro-me ao allestado cima dilo.Caraubas,
23 de noverobro de 1857.
Eduardo Correa de Mello.
Reliro-mo ao allestado cima dilo.Olho d'A-
gua Socco,23 de novembro de 1857.
O inspeeiorjde Queimadas e Matinsda, Manoel
Rodrigues Pimenle.
Atiesto que e-i-.-s seahores de que trata a pelicao
gozara deste mulo, pois sao reos pblicos ledenle
aos seus mos feilos.Queimadas, 5 de novem-
bro de 1856.
Anlonio Bezerra Cabral.
He voz publica que ditos senhora mencionados
na peiinao, tem o Ululo do ladrao, e visto o que
mostrara sii sendo certa dita voz.Queimadas, 26
de novembro de 1857.
Jos Correa Taveira de Mello.
Eslavam reconhecdos.
&atmRtfw.
CAMBIOS ,
Sobre l.ondre, 26 1 \i d.
e l'.in,::h re, por fr.
c Lisboa, 98 a 100 por % de premie,
a H.o de Jaoeiro, a por Om da descont.
AecSo do banco 50 por coto de dividendo rer eon
la do vendedor.
e companli.a de Beberibe 60JO00 por atrA
companbia l'erramhucana ao par.
f e Utilidade Publico, 30 pur eeoto da premio,
t Iodemnisadora. 61 Idea..
t d estrada da ferro 20 por 0|n da prem'o
iseonlo de lellra, de 8 a 9 per eenlo.
Accoes do Banco, io a 45 da premio.
Ouro.Oncas hespanhola.. 291500 a MMgn
Moedaa de 6OO rail. .... irjaijou
< 5100 uovas .... |6a0iKi
c 48000...... ou.
Prala.-I'alacoe. bra.ilelroa......00
Peto eoliimnarias. SffOOO
mejicano....., IffW'l
LMPORTAgAO.
Barca mulera (Pleat Wiag, vlnda de Terra No-
va, consignada a Jamo Cral.iree 4 C.
:l,000 barricas bae.lhao ; ..< masmo*.
Brigne porluguei oTrov.durii, vlndo do Pollo.
eoniiKnado a Barroia 4 Castro, maoiiettou o se-
guinte :
80 saceos rcij.1, ;<) ditos cevada, 20 dilo. fartllo,
6 canaslrai rolha. jn roda d. arco de pa'o, I Mi-
sa obra da peineta ; a Manuel Duarte K-iorl-
gue.
25 c.ix.s pomada, I fardo coiinilhos ; a M.nxt
Joaquim Ramos e Silva.
O s.ccos milite ; a Jo. Anlouio de Siqucira Ma-
chado.
i calas ferrasen, 1 dil. fel.ro de las, Mi can-
Iras all.os ; a Hurle 4 Soma.
KHi cooheles tela de sebo; a lio. 4 Ir-
mo.
8 banis prego., 2 caiioei f.rragins : a Aetonio
.il.. eir-i \inha.
I asa tu.lha, ponas, ele.; a Jwc Alvn da
oilv tiuim.r.le.
10 sacco. leijo ; a Jo o Joaquim l'ereira.
2 taii..es cuiioi da llaho ; a Domneos Al-
ve Al.
1 barril vinl.o ; a Jnaqulm Pereira Arante.
1 eaiao Ignora-se ; a Campo. 4 l.una.
2 barrica. iuora-e ; a Joaqoin. Meude. Freir.
60 aneorela e I barr ignora se ; a I.uiz J0c d
sa Araujo.
i rana. Ignora-se; a Francisco Alvis dt Pi-
nho.
50 .aecos mllho, 10 barr. >inho ; a Ferreira A
Ar-njo. tt
'roda, reos de pa'o, 5 bar.ls pregos : a Bailar
t\ U'iveirt.
f.rdo rei.lho de pellica, I caiiio ferrasen. ; a
l.ima Jnior 4 C. '
fsl. a" c;.T:' b"r" pr"ODlos; '* a-
MUTILADO
ILEGIVEL
:




fiiRO DI friUKAIMCflO Oi'lS'TA tt-iU i 0 i-i>i \ittHO i>8 lifc.
1 calilo Ignora-i* ; a Barlholomta t'rancttco da
Sonta.
"2 caitas fechad oras, 1 con4rc.a palilot; a Do-
mingos Rodriguei de Anrlrada & C.
1 barril vuilio ; a Felii Vertir da Sila.
-! caitas cotiuilhus laalhas ; 5.1 rodas da arcoa
de pa'o, 8 rancies ignora-se ; a Elias Jsc dos Sao-
loa Andrade & ("..
40 saccng foljlo, Ol canaalras a 1 lio-. :ln couhetes
velas de sebo ; a Jos U. da Rosa.
12 birria presos, 3 caitaj viubo, I dita linda, 5
cimbeles enis ; a J. J.d Carvalho Moraes.
I caiailj ijiiora-se ; a Jos Antonio da Coila A;
1 rmilo.
13 barra ignora-ta ; a Jos Carvalho dos San-
loa.
1 caita paramentos para igreja a Jos dos San-
ios Nev".
calad'* rordOes, filas, ferragciit, ele., dilo
liriies; a Antonio Joaqii'm Vai de Miraoda.
75 barra vinho, 201 caitOea dilo em arralas, 1
dilo obras de prata ; i Jos Antonio da Caaha &
IrmSos.
13 eaivie. vinhe, 1 dilo linha, 18 canttlrai eas
Unlias, 6 caltas marlelloa a aaelina, I dita fin de ve-
la, (i barrls presuntos, 6 eaitaa corda?, fO.Jitas fe
orladuras, 100 barricas chumbo, I dilo e I cunhele
Iguora-sa, 70 canaalras batatas ; aoa consignala-
rn.
5 barra pretuolos ; i Manoel Ferreira da Silva
1 IIIOC" .
1 eaisso ignora-sa ; a Thomai da Aquino Fonsa-
el & Filhos.
i dilo* chapeos, 5 ditos llnhas, 6 caitas ferhadu-
raa ferros de bruir ; a los Baptista da f'ooaeca
Jnnior.
130 canailrat batatas ; a Joo Francisca de
Araojo.
I caita nozas, 50 radas araoa da pa'o ; a Lo.il
Augualo Ferreira Vieira,
1 caixao azafates e cesliohas.- a Fructuoso U.
(ornas.
1 lata salpicn ; a Mala & Irmao.
2 dllaa ditos ; a Mauott- Fraocisco Moreira
Maia.
1 pipa, 26 barris vinho, 120eaiiei dito em ar-
ralas, | dito doce, I dilo linha, I dilo retroi, 6 eai-
taa e :I8 barris ignorase ; a Antonio l.uii da Oli-
veira Azavedo.
10 barris prsenlos, 1 ditos vinho, 60 caiiOea
dilo em sarraas, 50 cunhelas aebo : a Jote Joaquim
Olas l-'ernandes.
100 taecot milho, 80 ditos ignora-te, 1 calillo
imaucoi ; a Joaquim da Silva Caatro.
2:1 cuulteles velas da tebo, 3 barris prsenlos; a
Francisco Comes da Aranjo.
4 caltoet untes, 2 condesas doce : a Jo Peraira
da Caoba.
I calillo obras de prata ; a Moreira A; linaria.
4 ditos retroi ; a Feidel Pinlo & C.
I dilo culmi ; a Manoel Antonio Vieira.
50 saceos fej.l.i ; a Francisco Sevenaoo Habello
& Filhos.
26 barris pragos, 5 ditos emadat. I calta fecha-
durar, I cuubela bridas; a Thomaz Ferreira da Cu-
nti.
I caita livros e quinqolharia ; a Gomas A; 0:.-
veira.
I caiiflo cuviiiillios, 1 dilo livros, 2 barris ctrve-
ja, I aaceo (evada, 2 dunas de vassouras ; a Ma-
noel Francisco da Silva Carrico.
"*l*t> .84iik* +4 IMMH0

/'
A errematagao ser felta m rormn da lei
provincial o. 343 de 15 de maio de 1854, e
ob as clausulas especiaes abaixo copiadas
As pessoas que se propozerem a esta arre-
malagao comparegam na sala das sesses da
hitos, pertencentos ao priuieiio semestre de
1857 a 1858. Mesa do consulado provincial
86 de novembro de 1857. Pelo administra-
dor, Theodoro Machado Freir l'ereira da
Silva,
mesua junta, no'dia cima declarado pelo COMI'A-MHA DE SEGUROS MARTIMOS E
rsavioa entrados no dia 2.
Rio Grande do Norte4 das, lancha nacional aFelIz
da Ondas, de 29 toneladas, meslre Bernardo Joe
da Cosa, rquipsRem 3, carga assocar e mala ge-
naroa ; a Pedro Iforgea de Siqoeira. 1'assair.eroa,
Francisco Jote da Almeida, Eilanislao Honorio
da Ollveira, Jos Procopio de Olneira Castro,
Francisco Comes Borges, Antonio P. da Silva,
Joaquim Jos dos Santos.
Mcalo3 das, barca ingiera Marmion de 388
toneladas, capitn Patiy Dimone. eqoipagem 15,
carga asaucar e algodftn ; a James Ctablree & C.
Veio recebei ordena. Perlence a Liverpool.
I'erra->"ova39 das, patacho portuguex i Mara dt
Gloria de 144 toneladas eapilao Antonio de Bar-
ros Vlenle, equipagem 10, carga 2,360 barricas
rom bacalhao ; a Franciaco S. tabello i\ Filhos.
Perlenee a Figaeira.
Santos23 das, brigoe traar Charles-a-Berihe
de 299 toneladas, capllflo Papilon, equ gem II,
carga em lastro ; a O. Bitber t\ i:. '-tunca a
Marselha.
Navios aiihidos no meimo da.
ParalabaBrigoe inglez Baile- cun a misma car-
ga que troute. Suspenden do l.aimiro.
CoweiBrigua Francia Omega, capllau Boarge,
cama assoctr.
Rio-Grande-rio-SolBarca nacional Malhiljt ea-
pilao Jernimo JosTHles, carga asaucar e agul-
denle. Passageiro, Fclbberlo Jernimo Coellm.
meio dia, competentemente habilitadas
i- para constar se mamlou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thosouraria provincia" .lo
Pornambuco 17 de novembro do 1857. O e-
crclario,
A. F. da AonunciacSo.
Clausulas especiaos para a arreroatagao.
1.a As obra a do agudo do Bom Jardiui sc-
rau feilas de conformidade cun a planta e
organienlo, spprovados pela ditceloria em
conseibo, e apresentado a approvago do
Exm. Sr. presidenta da provincia, na impor-
tancia do 1:155o rs.
2,a Estas obras deverflo principiar no
prazo de un mez, e serSo concluidas no de
cinco mezes, a contar da dala da arroma-
tarja o.
3.a A importancia da arremataco ser
paga em tres preslagoes, pela maueira se-
guinte : a primeira de uous quintos c va-
lor total, quandu esliver executaJa mocado
da obra ; asegunda, iguala p'imeir, de-
pois de lavrado o termo de recebimomo
provisorio ; a lerceira finalmente, de um
quinto depois do recebimento delinilivo.
4.a O arrematante na execuco dos tra-
balhos observar as prescripc,es do enge-
ubeiro.
8.a Para ludo o mais que n Soesliyer
prescripto as presentes clausulas, observa-
r o que dispOe a lei provincial n, 286 de 18
de maio de 1854.Conforme. O secretario,
A- F. da AnnuriciacSo.
0 lllm. Sr. Inspector da thesouraria
provincial, em cumpnmeoto da orden) do
F.xro. Sr. presidente da provincia, 'manda
fazer publico, que no dia 10 de dezembro
prximo vindouro, peruntn a junta da fa-
zenda da mosma thesouraria se ha de arre-
matar, a quem mais der, a laxa das barrei-
ras da poute do Manguinho e d estrada da
Capunga, avalladas annualmenle ambas em
5:475j>000 rs.
As arreiuatacOes serSo feilas por tnmpo de
30 mozes, a conl.r Jo 1.-de Janeiro de 1858,
a 30 ce junlio de 1860.
As pessoas que st! propozerem a esta arre-
matafao comparceam na sala das sesudos da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas, com
suas propostas em carta fechada.
E para constar se* -andou allixar o presen-
te e publicar pelo D.tfrio.
Secretaria da Ipatsouraria provincial do
PernambucolO de novec bro de |857.- se-
cretario, A. V. da A unciaQSo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cui..primelo da resoluc;"io
da junta da fazenda, man Ja fazer publico,
qi'o no dia 17 de de-, ^mbro prximo vindou-
r^, vai novamenle prar;a para se arrema-
tar a quem por menos lizer a conservadlo
permanente da estrada da villa do Pao d'A-
lo, avaliada em 6:900? rs., por lempo de 10
mezes.
E para constar so mandn allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihcouraria provincial de
Pornambuco 26 de novembro do 1857 O
secretario,
A. F. da Amainen cfi'i.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em curnpi imenlo da resoluto da
TERRESTRES.
DO
IMFl RIO DO BRASIL.
Estabtlecfida no Rio de Janeiro.
CAPITAL .(.000.000:000
Agei-cia ra da Cruz ti. 15, eseriptoi ioda
vttva Atiioriin i Fillio.
Aos Sis. neijociantes, proprielarios de
casas etc., etc., se oierece na agencia da
dita companhia ncsla ciclaele.a realisat;ao
de seguios por premios c condiccoes mili-
to mdicas e ra/.oaveis. Na mesma agen-
cia laubem se eicectuam seguros tanto
para o norte cooio para osttl Jo imperio,
nos vapores costeiros e vasos devela. A
compaultia garante a prompta ndemni-
sai;,"io da importancia de rpialqucr si-
nittrot.
CONSEI.I10 ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar
o seguinle :
Sola, meios200; bomba de ferro para po-
co 1 ; sitete para a reparlic,ao do assislente
doejudante general doexerettona provincia
das Alagoas, com as armas imperiaes, e seu
competente distico I ; bonetes para o meio
batalhno de caladores do Cear 94.
Quem quizer vender, aprsenle as suas
propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia D de dezembro
prximo futuro.
Sala dassesses do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra,
30 de novembro de 1857. Berilo Jos Larne-
nha Lin-i, coronel presidente Bernardo
Perelra do i armo, vogal 8 secretario.
-- O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial manda fazer publico, que do dia
3 do correle em diantc pagam-se os orde-
nados e mais despezas provinciaes do mez
de novembro prximo lindo. Secretaria da
thesouraria provincial do I'urnambuco 1. de
dezembro de 1857O secretario,
Amonio Ftrreia d'Annunciacao.
Miilio, i'ari-prevencao.
nhaefeio
Gabinete ptico
ATERRO DA BOA-YISTA
N. 4.
0 director deste sabio participa a seus
illustrcs protectores, que lem para esta se-
mana uina agr iavel exposico de vislas das
mais bonitas que tem feito, todas novas,
por ser a penltima semana.
1 .a Vista panorama da cidado c porto fjr-
tes e defensas de Sebastopol.
2.a alalba de Touloo.
3.a Vista panorama de Paris.
4.a Visla geral de rest.
5.* Visla geral de Genova.
6." Vista de aples avistan Jo-sn o Vol-
cSo.
7. Vista do Valle do Chamouny coberlo
de nevo,
8. Visla geral de Bordos em Franca.
!> Os edilicios e forles de Genova.
10.a a igruja do S. I'cdro em Koma, illa
junta da la/. Su, mana fazer public, que! minada,sendo urna das prtmeiraado mundo,
no da 17 d. dezembro prximo vindouro, ** Constanlinopla lomada por Seras-
hir.
\t Vista de Ruo lomada de San Severo.
I3.e Dieppe, vista tomada do porto, em
Franca.
COMPANHIA
de paquetes iaglezea
a vapor.
Kspcra-se da Europa um dos vapores dcs-
ta companbla, o qual depois da demora do
costme, seguir para o Rio de Janeiro, to-
cando na Rahia. l'ara passageiros etc. tra-
U-so com os agonles Adsmsou, llowie A; C,
do Trapiche u. \1.
Para o Rio
ele Janeiro
Pretende' seguir no dia (i do crlente o
litigue nacional Firma, e para o resto da
carga tiata-se com INovoes & C, na ra do
Trapiche n. 54<
LEILAO
le mobilia.
(Hem limite.)
O ajenie Burja, em seu armazem, na roa du l'.i\~
leaion. 15, fara" MlRo de um asplendido snrlimen-
lo de oliras da inarriiieri, iinvas, de dlfTerenles
qoalldadaa, liam como um liarlo saiiulletarin, obra
aqu nunca visla, secrelanas e eacrivaniat de moano
e de Jacaranda', Kuar la-ruupa de n|taalra, lavato-
rios a mosiiu com >edra e sem ella, loilelles por-
laleis, 1 divn, 5 cadeiras de cicliim, goslo domi-
i naiile, camas de mogno e de ceregtira para maninas,
roiomodas e raeias coimnodas de mofZn, aparado-
res, bdiiquiilias, telrttes com pedra, urna porfo de
cadeiras iMinliiirtiir/n, de Tai', nutras fiancezas de
ceregeira, quadros iluurados a' l.uiz XV, com lindas
estampas, que ac venderlo aam reserva, para 1,-rh.i-
'lu'iii'i de cuntas ; una eicellenle cama de ferro,
de mola, de custo e qualidade, aqu nao vulgares, a-
parelliosde porcellana completos e novos para almo-
(oejanlar, candrlalnos de vn|ro e lanlernas. ditos afim de
de 7,-nco com li luzes, reloaoa de algdieira, ditos de i negocio
parede para cima de mesa, 3 globos generapliieos em
inailo bom astado, diversos liaros de direilo, hilera
tura, etc., novos, e bem assiin urna infinidade de
diflerentes artigo, que fura impossivel mencionar,
os quaes serSo vendidos sem recusa de qualquer prc-
C", ele, -m.i-f. un, 1 do crrenle, ai 10 horas da
inanbaa, em poni.
O prc-
WMMM.
O lllm.| Sr. iris.icctor da thosouratia
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da proviucia de 16 do
corrente, manda fszer publico, que no dia
10 de dezembro prximo vinlouro.peranle a
Junta da Tazenda da mesma thesouraria, se
ha de arrematar, a qnem por meuos lizer, a
obra do 1." lance da ramihcaQSo do Japo-
mim, avahado cm 17:36t>Srs.
A arrematadlo sera feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio do 1854, e
Sobas clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se prepozernm a esta ar-
rematacSo comparceam na sala des sessOes
da mesma junta no dia acicna declarado,
I ido meio dia, competentemente habilita-
das.
E para constar se maniou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secetaria da thesouraria provincial de
reman bur 17 de novembro de 1857.O so-
rretario,
A. F. da AnnunciacSo.
Clausulas especiaes para a arrea alacho.
1.a As obras da rao i(cac3o do 1 lango
do Japomim far-se-hiio de conformdade
com o orcanienlo approvado pela directora
em conselho, e apresentado ao Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, na importancia de .
17.36H; rs
a a O arrematante dar principio as o-
bras no prazo de um mez, e as concluir no
de 14 mezes, ambos contados na forma do
art. 31, da le provincial n. 286.
3.a O pagamento da importancia da ar-
rumalucao reahsar-se-ha na forma do art,
39 da mesma lei provincial n. 286-
4 a O arrema lauto durante a execu^ao
dos trabalbos dar transito ao publico.
5 a Na execucio dos trabalbos o arrema-
tante sujitar-so-ha as prescripcOes do en-
genheiro encarregado da obra.
6.a Para tudo o mais que n;1o se ichar
determinado as presentes clausulas nem
no (ligamento, aeguir-se-ha o que dispfiea
respeito a lei provincial n. 386.Conforme.
O secretario,
A. I-', da AnuunciagSa.
O lllm- Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr presidente di provincia de if. do
corrente, manda fazer publie, que no dia
3 de dezembro prximo futuro, peranle a
junta da fazeuda da mesma thesouraria, se
ha de arrematar, a quem por menos lizer a
obra do 2. ianco da ramificasao do Japo-
mim, avaliada em 10:080$ rs.
A arrematarlo ser feita na forma da lei
provincial n, 343 de 15 de maio do 1854, e
Mili as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla ar-
rematado comparcciim na sala das sesses
da mesma junta no dia cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
E para constar se mandn allixar o pre-
sente o publicar telo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Peruambuco 17jde novembro de 1857. O
secretario,
A. V. da Anminciacflo.
Clasulas especiaes para a arrematado.
I.a As obras da ramiucaqSo de Japomim
far-se-liSo de conformidada com o orfameu-
lo approvado pela directora em conselho, c
apresentado ao Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, na importancia de 10:0809 rs.
2.a O arremtame dar pjiucipio as o-
hras no prazo d um mez, e as concluir no
de doze mozes, contados na forma do art .
31 da lei provincial n. 286.
3 a O pagamento da importancia da ar-
rnmataeSo realisar-se-ha na forma do art. 39
da mpsma le provincial n. 286.
4.a O arrematante durante a oxecufSo
dos trabalhos dar transito ao publico.
5.a Na oxecuc&o dos trabalbos o arrema-
tante sugeitar-se-ha as prescripcOes do en-
genheiro encarregado da obra.
6.a Har ludo o mais que nao se achar
determinado as presentes clausulas nem no
orean ento, seguir-se-ha o que dispOe res-
peito a lei provincial n. 286.Conforme.
secretario,
A- F. da Annunciec3o.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
F.xm. Sr. presidente da provincia de 1C do
conente, manda fa/cr publico, que no dia 3
de dezembro prximo vindouro, parante a
junta da fazenda da mesma thesouraria, se
iia de arremata', a quem por menos lizer,
obra do acude do Ikitn Jai Jim,
1:1555000 res.
vai novamenle a pmca para ser arrematado
a quem por menos lizer a obra dos reparos
do quartel da villa do Cabo, avaliada em
1.2103000.
Epara constar so mandou allixar
sent e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
IVrnambuco -Mi de novembro de 1857.-O se-
cretario,
Antonio Ferreira da Annuuciaco.
O l)r. Anselmo Francisco Perrtti, coinmen-
dor da imperial ordem da Ros. e junde
dircito especial do commercio desta cida-
do do Beci fe, captol da provincia de l'er-
nambuco, e seu termo por S M I. c C. o
Sr. D Pedro II, que Dos guarde etc
Faro saber aos quo o presente edital vi-
rem, que no dia 13 de dezembro prximo
futuro se ha do arrematar por venda a quem
mais der, depois da audi< r.cia dcsle Juizo na
casa do minha resi lencia no largo da Santa
Cruz n .. os bens seguintes: tuna vacca
castanha com cria, no valor de 355 ; una
dita lavrada com cria por 405; urna dita
cstanha com ca por 309; urna novilba
parida por 25; urna novilha mojada, no
valjrl53; urna dita lavrada tambam ao-
jada por 165; um quarlo, castanha, velho
e magro por 205 rs. : cojos bens vSo a pra-
C* por execucao do coronel Joaquim Caval-
canti de Albuquerque, contra a viuva, e her-
deiros de Manoel Joaquim do Vas-conccllos.
E para que chegue ao conbecimento de
lodos, roandel passar editaes qne serao pu-
blicados pela improisa, eallixados nos lu-
gares desgnalos no col commercial.
Dado e passado tiesta cidade do Recite, ca-
pital da provincia de Pcrnambuco aos 27 de
novembro de 1857.
Anselmo Francisco Pcrctli.
lomada da nutrida
da Conctrdia em
14.* Visla de Malaga,
do Porto.
15.a Ponte o palacios
Paris.
16." Praga do I.ouvre om Paris.
17.a libas lioromeas no lago Maior.
18." NapoleSo I, botando uculo em frente
da CalheJral doMihlo em Ha lia.
O salo estar aberlo das 7 al as 10 da
noite. Entrada 500 reis.
&$*} mv*&0.
Cear
Vendcm-se saceos com milho, l'arlnha da
trra o foijflo miilatinlio misturado, por
prego commndo : na taberna grande ao lado
da igreja da Soledadn.
I'iccisa-se uc urna ama para comprar
ecozinher, para casa de pouca familia : na
ra Bella n. 20.
liiiii ito ColIeo lojade
fazendas u- O.
Vendcm-sc chapeos pr?los de basta, legi-
limos de Braga, em porgo a 15600 cala um,
um completo sorliniento de roupa feita, para
escravos, caigas, jaquetas e camisas a 900
reis cada pega.
I eiidd-sc
papel para ferrar salas, de 'o las as quali-
dades, por prego muito commodo : na ra
doCabug, toja de miudezas da aguia de
ouro.
Fugio no dia I. o escravo mulato, de
nome I. -.uriii lo, idade 1 anuos, pouco mais
011 menos, levou camisa e caiga de algodo
de listres, chapeo de como, tem urna pnque-
na cicatriz nm urna fonte : roga-se por lauto
as adlnridades pollonas, ou capitSes de cam-
po se dignem caplura-lo, c remette-lo para
esta cidade a entregar a Bernardino Jos
Monleiro, 011 para Riacho de Sangue donde
de natural, a entregar a seu seuuor Manoel
.Mailins de Veras.
itelogios americanos.
Acaba de chegar pela barca ameiictna
I ilion, viudo de Philadclphia, um factura
des'.es relogies de lo las as qualiiadcs, tanto
do metal como de madelra : na ra do Tra-
piche 11. 8.
Vcnde-so o deposito do massas, da ra
de llortas 11 I t ; a tratar no mesmo.
O abaixo assignado, sendo preso por
urna escolla e recolhido ao quartel do 10.-
batalhao do linha; muito agradece o boaj
trato quu" recebeu dos lllms. Srs. oflicia^s
c.pragas do mesmo balulhao, muito agra-
decido para scinpro esta p-'.ra cora os lll-;.s.
Srs ofuciaes o msicos do :5.- batalhao da
guarda nacional, conde servio O mezes. of
ierece os diuuuulos prestimos aos amigos
quo o visilaram ua prisSo.
Adolplu) Lins du Souza.
Uo ordem do lllm. Sr. director da so-
cedadedas Artes Mecnicas e Liberaos des-
ta cidade convida a lodos os socios para
comparecerem quinta-luir 3 do corrente,
as 7 horas da noite, na sata de suas sessoes,
em rcuniio geral der.idir-sc d'um
que lende ao progresso da rresma
Leilo
no imam do gente
PESTAA
lilil -ieira 3 c'ezembro.
O agenle Pestaa l'ar leilao, em sen ar-
mazem, as 10 horas da manhaaa do dia a-
cima mencionado, de diversos objectos do
mohilia, sofas, cadeiras, consolus o mesas
do Jacaranda com pedra marmore ou sen
ella, ricos guarda-vestidos de Jacaranda
com espclho, obra de primoroso goslo, as-
stn como mobilias de differenles quali lades
domadeias e feitios, e mtiitos outros ob-
jectos de ulilida Je e serventa. Vender na
. e-.ui i occasiSo diversas obres de ouro do
lei, que muito convir3o pela modiciiade dos
pregos, que serao sem a menor reserva.
Domingos Alves Mathetis, de novo avi-
sa ao commercio em nem I rjue se nao
responsaliilisa por dclnto alpim que cm
sen nome teja contrahido, visto que nada
mandara' comprar liado por nenlium de
seus lamidos.
No escriplorio de Domingos Alves
Hatheus, na na do Apollo n. 23, tem
para vender por mdico preco Oiegllin-
les artgot, lodos de milito superior qua-
lidade :
Ricos e elegantes pianos.
Casemira preta.
Coxint de I i ii lio para motilara.
Papel paia Ibtro de sala e rfuariiie Conro de lustre, marca grande.
Rendas e bicos de Itnlio.
Ditas de dito e alrjodao.
Cartas francezas para jogo
Cueiros dealgodao para enancas.
Toallias de linho |iara raime rosto.
Gil arda na pos de lio lio para mo.
Superior fumo em folln.
Fugio do engenhoCaicboeira 'em Se'i-
nhaem ao amanhecer do dia 25 'do andante
mez de novombro, o escravo pardo de nome
Eleulerio. de estatura regular, secco do cir-
po, res um tanto compndos e com muitas
Tachaduras provonieut's de bastantes cravos
que tem nelles, o que obrtga-o a que ande
semprecom slpargat*s a modado serlSo;
lem o rosto cnmpn 10 o o qucixo lino, po-
der ler de i lade ts a jo anuos, e foi com-
prado nesta praga a Sra. D. Anua Accioli
Lins Wanderley, por caria de ordem do Sr.
Aolonio^Ferrclra l.ustosa ; roga so a qual-
quer pessoa a apprehensao do mesmo es-
cravo, e sondo aprehendido do o entrega-
remaos.^rs Lemos Jnior tt Leal Reis, nes-
sa cidado ou no mesmo Hiigcnho cima
mencionado ao abaixo assignado que gene-
rostimeule recomppncar.
Francisco Manoel de Souza Olivoira.
osappareceu no dia 21 do prximo
passado urna sscrava de nomo llenedicta,
criouU de idade 15 a 16 anuos, com os sig-
naos seguales : altura media, olhos grandes
e vivos denles alvos o iguaes, nariz regu-
lar, o dedo mnimo da mao direta oncolbi-
do por causa do molestia, cor bem preta,
levou panno da cosa azul de listra o vesti-
do de cassa desbotedo, ninguem se llula
cot qualquer pesso que a for vender, poig
he furlada; bem como a escrava Silvana que
foi oceulta por Manuel Floreutiuo de Miran-
da e Albuqueruue, cale o presento nao lio
apparecida, sendo ambos do mesmo annun-
ciante ; quem aprehender leve a na de
+guas Verdes u 24, que seta gratificado.
Precsa-se do uina ama forra ou cap-
sociedado. Recife 2 de dez-imbro do 1857
O 1. secretario, Jos, llygino dos Santos.
I'recisa-se de um fornciro desemha- tfl.^:?ar."0. seJ^, d uma..c,_s.a ,Ie |,ou
rado : na padaria da ra da Sanzalan. 96
paga-so bem.
Vande-sc a legislaco brasileira co
nno de 1848, na ra estrella do Rosatio u.
'-i>, loja de encadernago.
Cortes de S
O
v.-i
o
o
seda.
Vendem-se .corles Je vestido do $
seda di quadro a 205 cada corle : na
loja de Leile, Arlhur id C. na ra do
Qiicimado n. 10
:::-
familia ; na [iraga do Corpo Santo n. 17.
--- Na padaria de Ponciano & Salgado,
precisa-se do um bom amassador, c paga-se
hem.
Atraz da matriz de Santo Antonio n.
10, primeiro auJar, precisa-se fallar com a
pessoa quo he aqui encarregada dos nego-
cios do Mosleiro de S. Rento da Parahiba,
ou annuucie para ser procurado. Na rnesma
casa cima comyra -so urna mesa clstica de
jamar, deamarello. para 20 essoas, em se-
gunda mao, porm em bom estado.
A professora particular Candi la Bal-
bina da PaisSo Rocha, moradora na ra do
Lotera
Provincia.

Os abaixo assignados tem exposlo a ven-
da bilhc.lcs e meios da lerceira parte da ler-
ceira lotera do hospital, a iiual corre no
da 5 docorrnto, os qusies sao garantidos :
Bilhete 5s000 recebe 4:0009
lleios 29500 2:0009
Silva Cuimaraes&,C
lio ongcnho Dotis IrmSos, em Apipu-
cos, fugio o escravo Satyro, de nac.So, com
idade de 25 anuos, pouco mais ou menos,
haixo e seceo, cor fula, andar accelerado, he
umbigudo e lem as juntas dos i es grossas ;
suspeita-so que elle anda ganhando pelo Re-
cife ; quem o apprehender, leve-o ao refe-
rido engenho, quo sera gratificado.
Antonio Ferreira Lima avisa ao publi-
co que deixou de ser seu caixeiro desde o t.
de dezembro, o Sr. Jos Ferreira da Silva
Tavares.
Perdeu-sc urna sedula de io0 dentro
de urna conta do Sr. Luiz Antonio siqueir;
quem a achar e quizer entregar, far ravor
ungirse a ruado Trapiche o. 19, quesera
bem recompensado ; tratar com J. A. Pinto.
Aluga-se urna bonita casa de novo aca-
ba la, com boa sala, 2 quartos, sala para
janlar e boa cozinba, no lugar de Apipucos,
tendo um extenso sitio para passear, e no
mesmo ptima agua de beber, uielbor que a
do encanamento, e bom banho, sendo a re-
ferida casa o lificada junto delle : a tratar no
mesmo sitio, junto ao do Sr. major Cesario,
c qualquer informagao, na ra do Crespo
n. 4.
Vende-se saceos com feija rajadi-
nlio por prcc;o amito em conta: no arma-
zem do Mello n. 7, no caes da alfandega.
P.UIIA DE CARNAUBA.
Vendo-so palha de carnauba muito boa, o
prego commodo : na ra da Madrede Daos
n. 2.
- Aluga-se urna casa terrea, nova, com
sala e quartos, com 3 portas e 2 janellas de
frente, 3 quartos, sala atraz, e cozinha fora,
proprja para passar a fasta, por se achar si-
tuada na praia de S. Francisco de Olinda,
porto dos bnnhos do mar : na ra do Vara-
douro. na primeira casa partindo da ponte
para Santa Thereza, achara com quem tra-
tar.
Coznha-se para fora lava-se e etigom-
ma-se com porfego : quem precisar, di-
ja-se ao paleo do Hospital n. 6.
O proprietario dos mnibus Santo
Anulo e Jahoatao, attendendo as recla-
maeoes qne llie tem sido feilas, declara
aos Srs. passageiros que de boje por dian-
te nao sera'perrnittido a ninguem o uso
de charuto ou cigarro dentro dos mesmo.
LOTERA
DA
&$9$&dd9$&9tt& miara a receber pensionistas, meio dilase
externas, a quem ensinara a coser, bordar,
ler, escrever, conlar, grammatica, etc.
na novi n. 60,
esquins, ao p da ponte, precisa-se de ofli-
provincia.
O abaixo assignade avisa ao rcspeilavel
Publico, que vende os seus muito felizes bi-
Hieles e meios, pelos pretjos abaixo mencto-
Kangel, acaba de dar Terla a suss alumnas | nados, sendo da quantia de 100;>000 para ci-
por se achar adoentada, poiem voltar no me, na praga da Independencia us. 4 e 37 a
um de Janeiro ao seu magisterio, e conti- "
Na loja do l.eita, Vrthur & C-, ii ra
do Quoimadu n. 10. ha pra vender um
completo sortimenlo de oifcitcs para s-
tihoni, consistin lo cm camisetas, mangui-
tos, gollinhas, liras bordadas, enlremoios,
e
*'0, H'MIIIIIIMJ. Lllilfl WWI UHlirioa Vllll i.lliviuja .-. ..
enfeites de caneca, chapeos com veos e ou-1 c'aes e costureras do toda a obra.
tras muitas f.zondss, -ludo por prego muito ":' nti-ss a quem possa respon
em conta. se a lllma. cmara municipal doltberou |
QltfM S>':v0fiiiP^
Stvf<.*'*J*#a
Vai seguir neslcs das o patacho Santa
Cruz, capitSo Jos Victorino das Neves ; pa-
ra o resto da carga c passageiros, trata-se
com Caetano Cyriaco da C. M., na ra da
Cadcia do Re.cile n. 2.
Aracaly.
O mal ExiMia^rio sahfl com bmvldads,
recebe car^a e passageiros!; a tratar com
Caetano Cyriaco da C. M., a ra da Cadeia
do Recife n. 2
Ceaie Acrtracu.
At o dia 10 de dezembro vindouro segu
o patacho EmulagSo : quem no mesmo qui-
zer car regar ou ir de passagem, dirija-se ao
escriplorio de Manoel Gongalves da Silva, ou
com o eapilao a bordo.
PARA 11 1111
DE
bbicE niMiir.
Vai seguir com loda brevidade o brigoe
nacional namfio, bem conhecido pela brevi-
dade de suas viagi-ns, o classificaiio o pri-
meiro na carrora para aqurlle po-lo : quem
nclle quizer cirregar ou ir do passagom, en-
lenda-se com os consignatarios Fernandos
6 Filhos, na .la Cadeia do Recic.
Para o
Rio de Janeiro.
Seguc por estos dias o bem conhecido
bnguc nacional Almirante, de primeira mar
en, tom pro r.pto qoasi todo o carregamen-
l", o so recebo carga m uda e passageiros :
quem nclle quizer carregsr ou ir de passa-
Bem, enleiida-sc com o consignatarios Fer
nandesi Filhos, na ra da Cadoa do Re-
cife.
Para o Rio de Janeiro sahe al o da 5
de dezembro a muito voleira o nova barca
Recife, a qual anda recebe alguma carga a
Dele o passageiros, para os quaes lem aceia-
dos commodos : para tratar, com Minoel
Francisco da Silva Carneo, na ra do Viga-
rio n. 17, primeiro anler, ou com o eapilao
Manoel Jos Riluiro, a bordo.
Deve sahr para o Porto al 15 de dez-
embro, ou antes, se for possivel, o patacho
portnguez Maria, o que se avisa a quem
quem quizer carregar, ou ir de passsgem ;
trali-se com os seus consignatarios Fran-
cisco severiano Rabello & Filho, no Forte do
Mattos n.6, largo da assemble provincial,
ou com o capillo na praga do commercio ou
a borjo.
O Arsenal de .Marmita compra para suppri-
metilo do Aimoxarfado os seguinies olijeclos:
agulhas de paloniba, arcos de ferro surtido, brim
da Hussi.i, brochas surtidas, bren, landeiras Im-
periaes, ditas de gurupes, eslonlio, folhas de
flanjres, linlii de cozer, lapis, papel alniago de
linho bom, dilo do peso, ditocarlucbioho, dito
mala burrao, dilo de li\a, peanas d'aco, ditas
'ava, piassaba, pregos de ferro de 4, 0 e 7 pol-
legadas, sola boa, dita inferior, livros embrauco,
railes do pescar, remos de faia, saceos de con Ino-
cuo, lijlos inglesas, tinta de escrever, e vistas
d'osso ; os pretenden les ,i venda dos diios olijecios
sao convidados pelo illustrissimo Sr. inspector a
apresenlarem as sitas propostas em cartas fechadas
com as competentes amostras nesta secretaria no
lia 5 do corrente me/, pelas 11 horas da manila
em que a compra ser effecliiaila.
Inspeccao do Arsenal de Marinlia de Pcrnam-
buco em 1. de dezembro de 1857___O secre-
tario, Alejandre Rodrigues dos Anjos.
- O collactor da decima e mais impostos
da cidade de Olinda, faz publico que os 30
lias uleis para o pigamentn dos ditos im-
postos, principiara a co itar-se do 1- de dez-
embro, lindo os quaes incorrem na multa
de 3 por cento, tolos aquellos que licita-
re m ce pagar a bocea do cofre seus dbitos,
pertencenles ao primeiro sempstre de 1857 a
1858. O collector, Francisco das Chagas
Salgueiro.
Peranle o lllm. Sr, Dr juiz municipal
do termo do Olinda, se ha e arrematar por
venda, depois-de linda a au liencia do da 7
do prximo futuro mez de dezembro, as 10
horrs da mantilla, por ser a ultima praga,
urna casa terrea do pedra e cal, com quintal,
na ra do lago do Aei.-aro n. 9, avaliada
por 200? rs., a qual foi pe.ihorada pela fa-
zenda nacional, por decima de mo mora,
do atino de 1851 a 55 ao viga rio prior do con-
vento de Nossa Senbora do Carmo da mesma
cidade. Collectoria de Olinda 28 de novem-
bio da 1857.o collector. Francisco das
Chagas Salgueiro. O escrivSo, Joilo Con-
gatves Rodrigues Franca.
Pela recebedoria do ren Ins geraes se
faz publico, que he ueste corrente mez de
dezembro que os devedores dos seguintr-s
imcostos, renda dospropnos nacionaes, fo-
ros de terrenos e de marinbn, i'ccima addi-
cional de m5o roorta, imposto sobre lojas,
casas de descont, escriplorio, etc., dem
sobre casas de movis, roupa, calcado cs-
trsngcro, ele idem sobre barcis do inte-
rior e laxa de escravos, teem da pagar o
quo se acham a dever, tanlo do anno de
1856 e 1857, como do 1 semestre do de 1857
e 1858, e que lindo o refer lo mez, ler In-1 do teneiile Francisco Ferreira Rorges. deve
garacobranga oxecutiva contra os develo- chegar a este porto a 9 do corrente om se-
P
COMPANHIA
Brnsiler-i, de paquetes a
vapor
O paquete Paran, commandante osegun-
Devendo ter hoje lugar a co!lac3o
do grao dos estiiilantes que Irequentaram
o quinto auno, coma solemnid.ide devida
na Faculdade de Dircito, e nao se liaven-
do podido distribuir os indispensaveis
convites, os mesmos bacharelandos pe-
dem a seus amigos, cm particular, e a
ios. em geral, queiram lionrn-los com
Has presencas, boje pelas 10c ineia horas
Ja manlia no estabelecimento da mes-
ma Faculdade.
Desappareceuemdias desta semana
de urna casa na ra da Santa Cruz, um
tmncelim de ouro de lei, com um pasea-
dor ecomo aro c|tte prende o relogio ja
um pouco gasto: quemo adiar dirija-se
a na do mesmo nome, sobrado de nm
andar,epte sera' generosamente indetnni-
sado do seu trabnllio.
NOVIDADB.
Cliegailos pelo ullinio vapor A Inja de ferracens
da rua Nova n. 20, ricos apparelliot de metal lino
para cha, hules a ctfeteir.i* pequeos e erandes, lar-
una de Ir*'- hanitijas, mu <_;,.i de Cliarun, a ontraa
cojos aoslos m < !TM-t- e delicado., serAo p.itantps aos
Srs. compradores, facas de maillin e oulras qnali-
dades para masa, panilla e chale ra de porcelana
para c vendein-se neala sempre muito tortita loja i precos
coinmodns.
A ruosa recadora da irmandada da gloriosa
vlrgam a marlyr Sania Ce lia siiiiunameiite grata i
illuslra confraria de Notta Stohori da > ilp l,nl-, Til-
lara ao mais rigoroso dever se deix.ise de asrade-
cer-llie a promptldlfl e disvelo, com que aceiiuu e
alialaf o coiiMle desta mesa resedora, asi.(in.1o
ene irporada, nlDSO a fe'li da ana pudrueira. como
lamliein a de Nossa Sn!iora do Bom Parlo, cuja ad-
niinj.tracto se acha a carg dela IrmanJade ; acei-
Ic. pais, ea illu-lre cmifraria os nnssis sinceros
protestos de uralidAo : nutro lauto dirige e<(a mesa
ragedora a' irmanda la de NotM SSahara do l.vr.i-
menlo, em cuj igraj.i ae ach merla a de Santa Ci-
cilia ha 17 anuos ; e sempre na mai ir harmona : he
verdade que alaun in?'nbros da mesa ragedora des-
sa irmandade lem procurado laucar ,i titania, per-
turbar a tinOi qu* reina entre as duas irmandades,
mas como asa masa rrgedora ala julga que eises
poucos membroi inconsideradamente de^avindos, ie-
presentem o corpj da irmandade, a n*m qoe esla le-
nha parte ncssni daialfai(9at, irihula-llia anda os
meamos respeilos de grati rto e eslima.
A mesini re^edora di Irmandade de Santa Ci-
cilia veru por meio dests j irnal agradecer as corpo-
racoaa de msica, que se digiiaram lo ar na fesla da
mesma santa ; dignem-se, pois, os mambros que
coinpt esas corporai;i>es, t com especia idade seus
dignus meslrcs recehsr nossos sinceros protestos da
gratido, eslima e cuusideraclo.
Cha iilos,
Vende-se na rua do Collego, loja n. M, a
75500 reis, cm massos de 50.
Circular.
De ordem do Sr. 'iresi lento da sociedade
Protectora, mana fazer ublico, que a mes-
ma deliberou eliminar aos socios, quo por
negligencia deixaram do cumprir com os
deverem pecuniarios c pesssoal : porem so
uo indcmnisarcm seus dbitos al odia 30
do prximo futuro; elicandn na sciencia
laquelle que possa ser exlinctn da socie-
dade, o S 9. do art. 47 dos estatutos, e o
S .1- do art. r do regiment SessBo em 30
de novembro de 1857. O sccrcterio, l.uiz
Marciano do Sacramento.
Jos .Elias Machado Freir, construc-
tor particular, julgan io-se versado em cons-
lrucg5o llieorica e pralica,olTerec3 o seu ira -
bal-o a qualquer passoa que quizer cons-
truir embarcagrts para longo curso, nSo s
para panno, como para Iho asscnlar erige
O primeiro secretario da sociedado recreio
e utnao convida a todos os socios a so reu-
nirem hojo pelas 7 horas da tarde alim de
elegercm nov- coinmissao.
::--:::-'-:>:'<:O%0 QXXKOQ*
;; Vende-so na rua do Crespo, loa :".
.', amarella n. de Antonio Francisco 2
...
Si
i
i
O
o
o
(3
l'ereira.
'i' hedas do quadros miudos a 19200
si? o covado.
.'.? Br reges de ISa e seda, cortes do
;g vinte e lanos covaios a 10? cada
i coi te.
Corles de cambraia da Escoca, de 2;
tres e quatro babados bordado de *S
Italia '0o. -;.:-
Kicos cortes de tarlalsna bordada S
a seda e do gaza de seda, todos com ^a
babados e berlhes a 40 e 50 ; ves- ?S
tinos esles proprios da presento es- ^
tag.lo para bailes, casamcnlos ele. yi9
Adornos para cabega de senhora, $
os melhores e mais ricos que tem .;,'.;.
violo ao mercado de l.o, 20.? c 25/
ca la um.
$ Cortes de lila de llores audas a 8?
j cada um c. m 16covados.
IS Cheles de barege de soda, do mc-
.i liiorgosto a 8J-
^ Pegas de tiras ou babados borda-
~!y dos do cambra i a lisa e de cambraicta
Vi? de todas as larguras a 2/, 3;, 4#e 6>
-j? PeCasde3 lp> varas.
-;j ntremelos bordados de lodas
y
f

i-
'.".'
m
m
larguras, pegas de 3 112 varas a 25500
e 3j cada urna.
l'nissimos manquilos borlados
de novo gosto a 3?. i) e 8} o par.
CaSHveques, capinhascom mangas
do cambraicta; c cambraia bar-
dada, chegados ullimainente a 103 e
VSt cada um
lucos [lentes de tartarug a 16J,
183 e 209 cada um
K outras muitas fazendas de gosto
:>) como basquinas de vellu lo preto. de
;te lilo borda o, branco o de cores, x
I- guarnecidos de vellu '.o etc t
;\a rua Direta n. l. ven lD-se a melhor
marmelada em lata de 2 libras por prego
muito commodo.
Na botica da rua do ftangel n. 61 pre-
cisa-se de um pra tirante, de pharmacia.
~ Ven le-se urna ovelha parida quo d
urna garrafa de loit- tolos os dias, o dono
nio se Ihe dar d s afiancar : na rua do Coto-
vello n 31.
Aluga se urna boa casa na Capunga : a
tratar na rua do Cabug loja de calgadn
n. 9.
-- l'recisa-sede dous ou tres passantes
du testa na Van*a que queira so eugajarem
um carro qurnn quizer annuucie para ser
procurado.
-- Aluga-as rara passar a l'esta e por pre-
go muito commodo, o sitio do Sr. lente-
coronel Sebastiao Lopes Cuimar3es, em Api-
pucos que (ica uo alto ao i<: de urna man-
guelra c donde se descortina 'um dos mais
bellos panoramas : a tratar na praga do Cor-
po Santo n 6, escriptorio.
Venile-se urna negrinba de 6 annos
muito esperta c bom failadeira propria pa-
ra se educar : na rua do Cotovello n. 31.
Mara.Antonia da Silva, embarca-se pa-
ra o Un de Janeiro.
A pessoa que annonciou querer com-
prar urna escrava crloula, prnta.de 16 an-
nos le boa figura e recolhila, dirija-so a
rua da Sania Cruz ua Boa-Vista n. 74, que
achara o qu) encommenla.
I'recisa-se alugai um ama captiva ou
39, e na rua da Cadeia do Kectfe n. 45, es-
quina da Madre de lieos.
Bilhetes 49500 recebe 4.0009
Meios 23250 2:0009
Por Salustianode Aquino Ferreira,
Jos For tu nalo dos Santos Porto.
- I'recisa-se de um pequeo para cai-
xeiro de taberna : na travessa do pateo do
Carmo, esquina que entra para a rain boa do
mesmo nome n. 46.
COMPANHIA
da
csj.:b sa*i;a/i. *;-
A cliteerao tem autorisado o cai\a da
companhia (o Sr. cotnmendador Manoel
(ioncalvesda Silva) para ellectuar o pa-
gamento do 19- dividendo, a razao de
.S'OO por act;;"io.Escriptorio da com-
panhia do Beberibe, l de novembro de
1857.(iuilberme Sette, secrctaiio.
Aluga-se o segundo andar da casada
rua de Moras n. 9 : a tratar na rua do Col-
legio n. 9.
Eduardo Ferreira da Cunta retira-so
para Portugal.
l'a-se continuadamente dlnhciro a ju-
ros mdicos, sob penhores ; na rua da Prata
n. 43, segundo andar.
res daque.lle anno. o os desto pagarHo a
mulla de 3 OO. rtecebeloria de fernambu-
co 1 de dezembro do 1857. -- O administra-
dor, Manoel Carnoiro de Souza Lacerda.
- Pela mesa do consulado provincial so
az publico, que os 3o das uteis para o pa-
gamento, bocea do cofre, da decima dos
predios urbanos das freguezias desta cidade
e da dos Afogados principiam a conlar-se
do dia l.'de dazemnro prximo futuro, iin-
avaliada em [do os quaes incorrem na mulla de 3 0|0 to-
i dos a (melles que deixarem de pagar seus de-
gui-nenio para os do sol ; pode receber des-
de ja passageiros, freles de ditiheiro, en-
commendas e de carga no dia da chegada :
agencia rua do Trapiche n. 40.
Aracaty.
Para o Arscaty sahe no dia 7 do co'rente
o hiate lnvencivel por ter a maior parte da
carga prompta. para o resto a passageiros
trata-se com Martins ,A; IrmSos, na rua da
Madie do Dos n. 2.
nho para vapor, sendo os seus planos exami- i forr, pRra 0 s,rvic,, do Uma casa que tem
nados, por qualquer repartlgo, o mesmo
tira modelos do j0 a 60 pollegadas de com-
primento com toda semelhanga, prompto a
navegar para o mercantil que quizer,e ensina
pilotagem lie o loa, conslrucgao, arilhme-
ttca, algebra em segundo grao, geometra,
trignometria plana e espherica : a tralar na
casa de sua residencia, rua do Nogueira
n. 7.
O Sr. Joaquim Moreira Castro, queira
dirigir-se rcssoalmante a agncia dos pa-
quetes brasileos, na rua do Trapiche n 4o,
para receber dinheiro.
Precisa-se de um caixeiro, que enten-
da de taberna ; em Fora do Portas u. 1*7.
uma senhora, para cozinhar e comprar
quem quiz>r procura na rua estreita do Ro-
sario n. 17, sobrado de dous andares sendo
no primeiro.
Na bvraria ns. t e 8 da praea da
Independencia, precisa-se fallar ao Sr.
Joaipiim Antonio de Moraes.
Na rua da Caddcia do Itocife n. 15, se-
gundo andar, aluga-se uma sala e uma alco-
va propriu para um ou dous rapazes sollet-
ros morarem : a tralir na mesma rua. loja
n. 6.
--- Precisa-se de odiciacs de charuleiro :
na rua Imperial n. 41.
ider,
para
quo os quartos que conslituom o mata-louro
publico fossem alugados para salgadeira,
armazem du sal e escriptorio, como actual-
mente se aelsam oceupados, com gravo de-
trimento das malangas, porque no haven lo
commodos para ella em tal espelunca, ago-
ra se torna peior : pela alir oativa, deseja-se
saber quanto rendem ; o pola negativa, a
mesma Ulna, o niara rcsponsabilise a quem
comtnetteti o abuso.
Fu'taram da noite do dia 22 para o a-
manhecer do dia 23 de novembro prximo
passado, do lugar do Arraial, um cavallo
grande, gordo, rodado claro, novo, bem
eilo, c carregador d baixo, meio arfligo
leudo 2 ferros no quarto direilo, e mais
um ferro noqueixo esquerdo, sendo um dos
referidos ferros da forma seguinle, A, nao
bem visivel : quem o acbar, ou der noticia
certa, lera 3o3 rs. do gratilicscSo no mesmo
Arraial, a Hapria -1 dos Anjos l'ereira.
Precisa-se do urna ama de leile, forra
ou escrava : na rua do Trapiche n. 20, pri-
meiro an lar.
- Roga-se ao Sr. Jo3o Francisc > do Re-
g Barros, morador que foi em Sibir da
Sorra, e ltimamente cm Apiparos, deap-
parecer na rua Direita dos Afogados n 13,
a negocio que Ihe diz respoitn, visto mo se
saber sonde he a sua residencia.
Lotera
DA
provincia.
i) abaixo assignado lem exposlo avn-
ela os seus felizes billietes garantidos dos 8
por cento do imposto geral :
.Bilhetes 5J000 paga fctMOg
MeidS 2.S-I00 >. 2:00 ven Je em seu escriptorio na rita do Col-
legion. 21, em potvo de 100jf para ci-
ma pelos segtt i ntes precos :
Bilhetes 4|500 paga 5:00I).S
Meios S|250 2000
Os I n i I leles do lotera recolbidos so rc-
cebidos em troco de outros.
P. J. I.ayme.
-,'.?.: -.T .1; '.v.V-.tr.T-;; VTJ fi -^ Ji, -2', ^4 ".U
1 LEITE. VRTIIIR C J
2& BL'A DO QUEIMADO N. 10. S
Loja de portas. ^
Recebeu um comrleto sorlimelo M
do roupn feila do mais moderno gos- Sil
to de Paris. ?
Sobrecasacos de panno.
Palitos de dito.
Fraques de alpaca.
I'al iliis de dito.
Palitos de bramante branco.
Palitos saceos dedivorsas fazendas
tudo por pregos mdicos.
He chega lo a rua Direira n.'.14, es-
quina que volta para S. Pedro, o melhor mi-
Ido que hajno mercado, vcude-seeni porgo
earetalho; tai-nbem vende-se uma porgSo
de roijao fradinho mnilo novo a 400 reis a
cuia.
Lotera
DA
provincia.
O abaixo assignado avisa ao publico eme Os dous primeiros premios estao sujoitos
de hojeen vante se obliga a pagar a sor- descont de 8 por cento.
le grande e a inmediata no d.a da ex- l'hes'iurar.a das loteras 21 de novembro
. 1.. ., i- i:. \___ de 183i0 thesoureiro, Francisco Antonio
trace.io (apenasesta linalisar) em sen es-; ,jc oivcira.
criptorio da rua do Col legio 11. 21, pri-1 Approvo. Palacio do governo de Pernm-
meiro anda. buco 28 de novembro de 1857. laques.
P. J, Lavme, Conforme.Antonio I.eito de l'inho.
D-se JSOjTOOO.'
.Na padaria la rua dos Pescadores precisa-
se do um fornciro que 3eja bom.
Offerece-so uma pessoa para cobrsngas
de dividas no mato, sendo para as partes do 11.20, d-se junto um impros
sul ; a tratar ua rua da Roda n. 20. I nando a forma do applicar.
i
W
[-
I
m
DA
PROVINCIA.
O Sr. tliesoureiro das loteras manda
fazer publico, c|uo cm consecuencia do
grande prejuiz <|ite constantemen-
te lia soll'rido |>or ficar sob sua res-
ponsabilidade avuitado numero de lullie-
les que deixam de ser vendidos, niio Ihe
convindo continuar a sollrercm tal prc-
jnizo, reformou o plano das misma lote-
ras e o submetteu a approvin;5o do Exm.
Sr. presidente desta provincia e tendo o
mesmo Exm. Sr. approvado semelbante
telorma manda igualmente o predito Sr.
ll'csoureiro f'a/.erpublico que dora em
ruante serao as loteras extrabidas pelo
plano que abaixo vai transcripto e por is-
so te acltam a venda lodos os dias as lio-
ras do expediente aj 9 horas da manha
as 3 da tarde no pavimento terreo da casa
da rua da Aurora n. 26, os bilhetes da
terceira parte da terceira lotera a bc-
iielii'in do hospital Pedro II, cujas rodas
endaro no dia 5 do futuro mez de de-
azmbro.
Thesouraria das loteras, 28 de- novem-
bro de 1837.O escrivao, Jos Maria da
Ci uz.
Plano para as
loteras.
3600 bilhetes a 9 1 i.4009000
Benelicio20o|0 ->.880?>000
- -.. _. mm
Il:5 0t00>l

1 premio do i.0005
1 dito de 1:000
1 dilo de 400-3
2 ditos de 200-3 400' 0O
? iliios de IOOJ?
(> ditos de 50 .nov>
10 ditos de 20- 200j
20 ditos de 100 200S
1155 Jilos de .49 4:6'409
i-'Oo premios 11:520-,
ittOi) brancos.
3600
Nova agua de malabar.
Vende-se esta agua a melhor que tem ap-
parecido para Ungir o cabello e suissas de
pro; : na livraria universal ru/ do Collegio
gratis ettsi-
SV

MUTILADO

ILEGIVEL





>


DIARIO DE PERNAMBUCO QUINTA FEIRA 3 DE DEZEMBRO 1857


COISOLTQRIO H&iISOPit-HttU
00
ra d.v.cadeia, defronte da ordem terceira de s. FRANCISCO.
Onde seachara sempre os mais acreditados medicamentos tanto em tinturas como
m glbulos, preparados com o maior escrpulo e porprecos bastante commodos
PRECOS F1X0S
Botica de tubos grandes. '. 10/000
Dita do 24 159000
Dita de 36 209000
Dita de 48 25800o
Dita de 60 30900t
Tubos avulsosa...... 19000
Frascos do tinturrademeia on?a 29000
Manual da medicina homeopathica do Dr Jahr com o dic-
.1 cionario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Ilenry
Tratamento do cholera morbus .
Repertorio do Dr Mello Mora es
20SOOO
10/00C
2/000
cfooo
????,? ??::*>3i*ifciaB3KieaB
peoras preciosas-
* S2
* Adereces de hrilhanlts, $
j diamanto e perolas, pul- t?
S Pir.is. alfineles, briucos j-
*: a ro/elas, lioles anneit **
.? de diflereules eoslos t de '#
diversas cedras de valor. *
I i
S* Compran), vendem oo *
9 trocam prala. ouro, brl &
-. lliaules.diainanlese per- -,
* las, e oulras qaaesquer 'M
g joia.de vllor.a dh.H.iro | moderilO
t
UJi IIIIRUH
Ra do Cabnga' n. 7.
jRecebein por to-
d os os va pores da Eu-
ropa asobrasdo raais
. o por obra.. g moderno gosto, tan-
msBmmamtmsss&BSBm to de Franja como
de Lisboa, as quaes vendem por
preyo commodo como costuniam.
Na fundicao da Aurora precisa-se
le serventes forros ou escravos, para
-ervico debaixo decoberta.
| JURISTA PittHCEZ.
..'* Paulo Gaignoui dentista,ruaNova n.11 i
ti Da mesmacasalem agua e pos denlrilice.
OURO E PRATA.

-j Aderecoi eomplclus da ?
ooro, ineios dilos, pulsei- 8
j ras, alfioeles, brinros e *
J rorelas, cordes, tranrel- 1
lins, medalhas, correnles j
* e enhiles para relogin, e ,?
oulros multo* objeclosde *
i*-, ouro. *-
^ Aparelhos complelix de I
* prita para rh, bandejas,
salvas, casticaes, collieres *
ig de sopa e de cha, moi- J
* lo nudos objeclos de
g prala. ,'
--- He chegado a loja fio l,cconte, aterro
aa I.oa-Vista n. 7, escolente leile virginal
ne rosa branca, para refrescar a pclle, tirar
pannos, sardas e espinhas, igualmente o a-
lamado oleo babosa para limpar o fazer eres-
ceros cabellos ; assim como pd imperial de
9 t lyno de Florenca para brotoejas o asperida-
g i les da pelle, conserva a frescura e o avcllu-
: dado da primorosa da vida.
&
&s -...... -.......' -r,.^ i "*"" ,u primorosa da vida.
Precisa-so de um cozubeifo : na roa I> '""""' ^ .:.-. V.
Mcuron
je:
Com deposito ge-
ral do seu rap rea
Pretil, na rua da
Cruz ii. 26, muda-
ra ni sse para a mes-
na rua n. 25, pri-
mero ndar.
- Precisa-se de um coziubeiro
io Hospi io n. 15.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
'r't*ti*!acida cm Londres, em margo d 1524.
Capital cinco milhes de libras estarlinas.
Saundars Brothers & C., tea a konra da in-
i>rar os Srs. negociantes, proprieta ros de casal
a que* mais convier qua asto plenamente au-
orisados pela dita companhia para effeciuar segu-
foswbreadincios da tijolo a pedra, cobertoi da
illba a igualmentasohre os objectos quecontiverem
11 Basaos edificios quer consista em mobilia oo
v. (axandas de qualquar qualidada
|(Jasadesaude
?
3
I
i
>
9

O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
tabcleceuem seu sitio da Passagem
da Magdalena, que ica ao norte
da estrada entre a ponte grande
ea pequea do Chora-Menino, ex-
cellentes acommodacoes para re-
ceber todas as pessoas enfermas O
que se quizerein utilisar de seus
servicos mdicos, os quaes serao @
prestados com o maior esmero. @
O mesmo Dr., para o liin supra- g
^ indicado e para exe'cer qualqucr O
. outro acto de sua prolisso den- >
..* tro ou fra desta cidade podera' ;]!
;|? ser procurado a qualqucr hora do 0
| dia eda noite, no referido sitio, S
C'J a i'\cep<;ao dos das ntcis, das !l g
5J horatda manliaa a's 4 da tarde, ^
$% que sera'encontrado no primeiro ^
5'^ ailar do sobrado n. 9, do pateo $$
Sdo Carmo. m
lJctronie da ordem tercei-
ra d S. Francisco
CONSULTORIO IIOMEOPATHICO
Do
DR-P. A. LOBO HOSCOSO
Medico parteii o e operador.
ODr. Lobo Moscoso, d consultas lodosos
das e pratica qualquer opcragSo de cirurgia
assim como.accode com toda a promplidao'
as pessoas que precisaren] do seo prest mo
para o servico de partos, praticando as o-
per55es manuaes ou instmmenlaes, qunn-
rto nao possa conseguir resultado por roeio
danomeopalbia, que tantas vezeslem ven-
cido difficuldades, que pareciam insupe-
raveis.
*.? O Dr. illas l'eriundes, medico fuou ^S
' J sua resiilio'.ia no segundo anclar da casa SA
, Jj rua eslrsita do Rosario n. :H, onde pode W
W ser procurado para o esercicio de sea pro-
3 liisao. :-
i

V
O
o
i
i
o
'
r *
(:
:.
m
o
m
Q
G
O
JOHN GATIS.
,. ,_ corretor geral
fc AGENTE DE LEII.O'ES COMMEKUAES,
n. 20. roa do Torres,
PKIUEIKO ANDAR,
eraca do Corpo Santo
Boubo de um cava lio
lurlaram na noite do 21 do correte do
silo era .SanfAnna, aon le mora o Sr. Nash, i
que he junto ao sitio do Sr. Amorim, um!
cavallo de carro, ruco, com alguinaa pint-s \
le oedrez, gen 'o, bem feito. gordo o muito
""fso i cimas brancas o preUs, e a cauda
amue-n, mas com as pontas brancas, cascos
nraneos e bastante grandes, e alguma consa
moles: qtiem achar, e levar este cavallo a0
s crdito silio.ou no llecife na rua do Trapi-
che [Novo n. io. em casa de l'atou taha
t.., sera bem re-compensado.
Na (abrica de caldeirariasita na rua
Imperial n. 1 i8a 120, precisa-se de olli-
ciaes ferraros, tatoeiros, caldeireiros r
mesmo tomatn-se meninos
derem o ollicio.
para apren-
>mpt 0

Ov'::-;:-Ov;;-:v.;:;;;;;oO3l
Rodolpho l.ouienco participa ao res
peitavel publico, que acaba-de cliegar para-
sua ollicina de pintura dous peritos olliciaes
de Hamburgo.eporconseguinte se encarre-
pa do qualquer pintura de casas, lujas, car-
ros, laboletes e oulras quaesquer que se of-
ferecer, sendo os seus gervicos por precos
muito commodos, e promette nao ler demo-
ra : quem so quizer utilisar, dirija-se a sua
loja, no aterro da Boa-Vista n. 38.
g Algodo da Baliia, potassa da $5
9 Rutsiae do Rio de Janeiro, e cal ($
O vugem de Lisboa : na rua doTra- (k
k piche, armazensns. 9 c I i.
Aviso aos apreciaUoreM
da boa pitada.
He chegado a esta mercado o exccllente
rap princezi do Morilando, fabricado ns
capital do Cear, cujo deposito se acba na
ruada Cadeiado Recife loja de miuduzas n.
7.|io precode bKi cada libra.
Hospital de
todos os santos da vene-
ravel ordem terceira fie
S. Francisco do Recife.
Precsate para o mesmo de um ser-
vente forro ou captivo para o servico in-
terno e externo : a pcsioa que estiver nes-
liscircumstanciasjluija-seao irmo mi-
nistro JoSo Tavarcs Cordeiro.
l'uhlicacSo iiUeraria e religiosa.
Acha-se nos prelos da typohrapliia do i
llvm.Sr. Francisco Goelbo de l^mos e Silva
i obra Memoria Histrica o Biograuhica do
clero l'ernambuco, pelo padre Linodo Monte
Carmello Luna ; c cujo prospecto ja foi sn-
niincivdo po> este jornal: racebem-se assig-
nturas ; lo 3:000 na mesma typographia,
deronto da igreja do convento de S. Irn-
risco
--- A pessoa que quizer lomar urna enan-
ca da dOTis mc/.es para criar efn sua cas i,*
dirija-se a rua Formla, eass junto ao lam-
pe3o, que achira com quem tratar. IV* mes-
ma casa precisa-sede mr.a ama de leite for-
ra mi captiva, sem lilho ; paga-sc bom.
^;;;ssog::;:;;o-;:0;:;
- i.ompra-se eflectivamente na rui das
flores n 37. primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, seces das compa-
nDiae, eda-se dinbeiro a juros em grandes c
pequeas quanlias sobre penhores.
Compram-se tamaridos ; na rua da
Cadeia do ReciTe n. 6t.
Compra-se metal sendo coin, la-
ti e bronze velho, por maior preco do
queem outra qualquer parte: na fbrica
de Caldeiraria na rua Imperial n. 118 a
I 20 e na rua n. 55.
Conpra se um preta ou mulata parida
de pouco lempo, que seja moca e sadia ; ps-
ga-se bem: que n tiver annuncie para ser
procurada, ou leve a osa do tenente coro-
nel Vilclla, na rua Formse
Compra-so em primeira mio urna es-
crava com habilidades: na rua do Hospicio
n. 15. r
Compra-se cfTcctivamente calcado da
tena de todis as quali lades e lmannos, pa-
gndole booj : no aterro da Roa-Vista, loja
i "". ^""P"-86 um oscrava crioula, prc-
W, dei6annos, pouco mais ou menos, de
boa Iigura, e recolhiJa : qnem tiver an-
Attenco
Compra-se urna commoda e umrclocio
com sua canta, quo tenha corda para 8 dias.
nao sendo Je cima de mesa e sim de pare le.
ca compoda for de jncaran la sera niullior:
na rua Inreita n. 2. loja de fazendas
>l>H'4Zji)i&
-
9
9
li-'igucrrco-
typo.
P'S
SYSTEMA NORTE-AMEUICVNO. Q<
G Aterro da Boa-Vista n. ,
3* apila i
OQ
foHiiulia
para o anuo de 18J58.
Acbam-sea' venda as bem conhecidas
lulliuilia. iinprcssai nesla typograpbia,
para o annoque vem, das seguintes na-
lidadcs: '
Folhinha de variedade, conlendo, alem
dos mezes, mu.tas noticias scientica,
modo de plantar e coll.er a nova caima
de assucar, noticia sobre o milho e al-
godo, e urna serie de conhecimenlos
Jas artes, etc., etc., cada urna. 520
U.ta religiosa, a qual, al.n dos mezes,
se reuni a contmuacao da bibliotheca
do chnstao brasileiro, contendo os se-
guintes ollicios: do Menino Jess, San-
tsimo Sacramento, Senbor dos Allli-
tos, Paivao, Nossa Seohra do Carmo,
San-Jose, Santa Amia, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. Santa Rita,
Santa Barbara, Almas, Corarao de Je-
ss; assun como oulras oracCei, etc.,
etc. ..... -.;,,
Ditaecclesiastica oude padre, elaborada
pelo Rvm. conego penitenciario da Se
(le Ulinda, segundo a rubrica, a qual
loi revista pelo E\m. Sr. bispo, pie a
julgou certa, como de sua carta exis-
tente nesta typograpbia. 100
ila de porta, na forma usada ale neo-
',- -..-. 160
\ endem-sc nica mente na livrara ns.
0 c 8 da piara da Independencia.
-^_ No aterro da Boa-Vista n.
. ,r 5'. e,n casa de l'uirier, vn-
dese um cabriolcl em mio
'- uso com os competentes ar-
reos.
Vende-se urna 'Lauca
io canto que es-
ta'torrando.
!fa. rua da Cadeia do Be-
cife n. 54, he chegado uoi grande sortimen-
to de fazendas, quo na realidade torra por
pouco dinheiro ; ven ha m verse he ou n3o
verdade do annunciante, c est corto qua
ninguem deixar de comprar vista das lin-
das qualidades e do bom costo : o annun-
ciante pede que ven'iam ver a vari lade do
que existe. Riqusimos chales de touquim
de muito boas qualidades, risnveques de
casemira, ditos de cambraia com hico a ro-
da, propriospara passamento de festa, man-
teletes docambraia do modernismo gosto,
por diminuto prego, sahidas de baile de bo-
nitas cores, rom airas de cambraia, ditas de
hl de linho para senhora e meninas, tanto
para vestidos, grosJenaple de cores bonitas,
muito ricos cortes de seda de bonitas cores,
com 3 babados, propiios para baile, pelo
preco que realmente faz admirar avistada
qualidadeda seda e do bom gosto, seJas de
quadros do bonitas cores a 15800 o covado,
chapeos de mola a 5.'>00. pulceiras de pe-
dras brancas e decores, papulina re bonitas
cores para vestidos de .senhora, chaly liso e
com flores, de cores muito lindas, chales
de merino bordado na ponta, dito liso a
*;8U0, oh! que lindos curtes do casemiras
decores proprios para doutores e rapazes
ile bom gosto, panno fino preto de mui-
tas qualidades, casemiras pretas, ditas de
cores, fazen Ja muito boa, proprio para pali-
tos, onfeites para pescuco de crianzas, saias
crinolin para senhora, mussulina do urna s
cor a 400 rs. o covado, cambraia de sMpicos
para vestidos, ditas lisas de muitss qualida-
des, mussulina branca a ;00 rs. o covado,
ditas de cores a 3-20 o covado, cortes de ves-
tidos de r-.imhr.aia, feitos, proprios para es-
cravasa4;000, madapoloes de muitas qua-
luades, chapeos de sol de seda, ditos de
tanninlio, meias para senhora, ditas para
hornera, dit*s pintadas proprias para sapa-
tos rasos, alpacas, princezas, chitas, brins,
Chales de muitas quali lades, linlliis de car-
retel* do 200 jardas, c muitas mais fazenlas
queso vista do compra lor se poiera men-
cionar as qualidadqs 6 os precos, que n"io
tarto nada a desejar om modernismo e qua-
lidades. Na mesma loja da-se Tizendas com
penhores, e lova-sa em casa do familias.
""" Vendc-se um cavallo rodado que car-
rega baixo eesquipa e esl gordo, novo e
soni achaques, e tambem vnndem-so os ar-
reos comaelentes a tralar n* loja de cal-
cado do Sr. Poilo, na praga da Indepen-
dencia.
--- Vende-se nma vacca parida dn prxi-
mo, quo da mais de 8 garrafas de leite, e
urna bonita vilella, (loa da mesma vcea,
de idade de 1 anuo ; a fallar com Adelo
Jos de Mcndonca ; na rua Augusta, sobra-
do n. 80.
Vonlese snpe'ior furinhaem sacros,
vinda do Rio de Janeiro ; na rua do Cordo-
iii/, aimazem n. 16.
iiua do Qucima-
n.
Oncrcndo-so finalissr com alguns rcslos
ae fazendas, participa-se o respeitavel pu-
"lico que se vende por 410 rs. cada urna
rara de cassa franceza, fina, de cors (xas,
'Uta ingleza por 320 rs., mussulina branca,
muiiofina, rom quasi urna vara d. largura
a 4!0 rs. o covad dita de dita com 3 quer-
as de largura a 300 rs o covado, seJa lavra
da de cor, |a-ga de muito boa qualidadea
"8 rs. o covado. chita franceza matisada e
muito larga a 310 rs o covado, alpaca de
iaa nalguda com quados a 320 rs. o co-
vado, cort"s de ci.-sa do 7 varas a isOO reis
o corte, lencos de cassa pequeos a 100 reis
cada um Tambem ha-para trocar as ima-
gens seguintes : S. Antonio, S. Jos, S. Jofio,
S. Joaquim. S Luiz, S. Miguel, fl. S. di Con-
ceicSo, da l'iedade, Santa liosa, Saut'Anna c
!> Ihereza.
FABHICA DE CALC&DO Ti-
x lat o, no te.tu da Boa
Vista n 40, defronte da
padaria do Sr. Costa.
Uieg'iern pechinch, borzeguins com
horradla a 6-5500, de holoes a 5 c 53500, sa-
palOes do bezerro. ditos de couro de lustre
a 4 e 48500, ditos gaspiados com borracha a
BS, sapatos de mitrada baixa, sapatos de
tranga a 2s, ditos do tapete, ditos de marro-
quim, couro de lustre, couro preto e mar-
roquim, tanto para senhora como para ho-
mem, c todas as mais qualidades do cala-
los, os quaes vendem-se por presos muito
commodos, e tem sempre troco miu lo, e se
vendem por menos dez por cont aos legis-
las ou pessossque nrgociam para o mato.
Atencio
No caes do liamos, aroiazem n 22, ven-
dem-se os seguintes gneros : larinha de
mandioca muito boa, saceos com milho e
lumo era rolos, tudo por preco commodo.
Fabrica de velas.
Na rus da Cruz n. 37, prximo a loja de
f inileiro, primeiro a 11 lar, acabi-se de es-
tablecer nina nova fabrica de velas de car-
nauba purilicsda. que dfio muito boa luz e
nao derramam l'abricam-se de 6, 7, 9, I e
13 em libra, e so vendem a 12*500,12;800 e
I3J00O
Vende-se um sobrado destriorado,
em Obnda, na rua deS. liento, confron-
teao Hosteiro ; na rua estreita do Rosa-
rio n. 25, sagnndo andar.
Fazendas de 1
Vendp.sc um9 escrava crioula, de 22
*""0''^habilidades :
annuncie.
quem prete nder,
--- Vende-se urna linda mulolinha de 13
annos, com habilidades : na rua Nova n. 34.
Vende-st urna canoa abira. de 800
lijlos i na rua da Senzar V.lha n. 22, pri-
meiro andar, das 6 as 9 d*a imnhiia, achara
com quem tratar.
Vende-se urna prets com algumas ha-
bilidades ; na rua da Santa t'.iuz n. 5.
--- Vende-se feij.lo branco em saceos, de ,:lalh'"'dos casaveques de cambraia rodta-
muito boa qualiilade ; no armazem do Sr. ?* e ^'.co Annes. defronie da alfandega.
Vende-se na rua do Krum. armazem
de assucar n. H, urna carteira dejamarcllo
em bom estado.
Vende-so urna mulalinha de 12 annos,
e urna preta : no primeiro andar, no largo
de S. Pedro n. 6.
Vende-so urna oscrava crioula, de 1!
annos do idade, muito robusta, boaengom-
madeira, eapta para qualquer servico; na
rua da Saudade, primeira casa de sold do
lado do sul, a fallar de manhSa at as 8 ho-
; ras, c a tarde das 3 1|2 horas em diante.
Venden-se 3 eslravos, sendo 2 mole-
ques de idade de 9 a 16 annos. e 1 preta de
meia idade, boa cozinheira : na rua Direi-
la n. 3
Vendem-se travejamrnlos de louro de
varios lmannos; na praia de Santa Hita,
reslilacao
~ Vende-se muilo em conta um piano em
mcio uso, do celebro autor BroadwooJ, he
de mogno e quadrado, e custou quaudo no-
vo mais de 1.000; : na rua do Trapiche No-
vo n. 10.
COCHEIRA, ItUA NOVA N. 61.
Vendem-se carros novos e arreios, arreos
para cabriolet o feragens para os ditos, va-
quetas para cubrir carros, couros para guar-
da lama, galilo, lamentas, velas para ditos,
o muilos outros objectos para carros e ar-
reios ; vendc-se tambem um carro de 4 ro-
das de carregar fazendas, eporpieco com-
moJo.
Saceos com 'arinlia, saceos com milito
Vendem-se no armazem de Joaquim
ippeda Costa A C. : rua do Amorim
52.
,. AO (AMO
I u tontea da oja da rua da Cadeia do Med-
ie n. 54, recebeu pelo vapor lismliurcuez os
cado, nicamente se vende para as senhoras
de bom gosto, c muitas mais fazendas pro-
priamenre de senboras da moda, e mana-
se a amostra.
Ceblas sol tas.
No armazem i\. Basles & Silva, defronte
da Madre de Dos n 23, ven'cm-so rouito
superiores ceblas soltas, pelo diminuto pre-
co do 50o rs. o cento.
vinho fino
1)0 PORTO.
Na rua da Madre de Dos n. 34, loja, esl
venda o superior vinho fino do Porto engar-
rafado, dss seguintes qualidades : duque do
Porto de 1815 e 1834, todo em caixas de du-
zia, bem como em barrisde 5. c8.-, do me-
Ihor que so pode desejar, ha igualmente ge-
ropiga branca em barris de 5.
Guarda comidas
Vendem-se guarda~comdas de rame
os memores queteem vindo no mercado, e
por Ltalo pceo : na rua da Cadeia do
Recita loja de ferragen de Vidal A
Bastos.
BRACOS DE R0W10 PABA
urna
Vendem-se Liaros de llorao
Aviso aoslqgistss.
Acaba de ch-gar na rua Nova n. 22, um
grande sortimcnto de livros em branco de
todas ds. qualidades, por preco muito em
conta.
\a travessa da
Md !re de Deo;?, armazem
de fosa Jo Kjuin Dias
Fernn des fe Filhos,
vende se :
Vinho do Torio commura em pipas e 1|2
(litas, dito fino em barris de quarto, dito di-
to erri b rris de quinto, dito dito em barris
de oiUvo dito dito em caixas de l e 2 d, dito
de Lisboa em pa e barrisde quinto, lico-
res linos franceses em caixas de I d, musca-
HEMEUIO IMCOMPARAVE L.
.. para La-
lancas. de Iodos oslamanhos, bem como
de muitas ontras rpialidades : na rua da
Cadeia do Itccit'e loja de lerrarens de Vi-
dal o. bastos.
Fi
u.
- Vcnde-se manteiga i.iglcza llora 19120
a libra, dita franceza a 640, macarrOo muilo
novo a 400 rs alelria a 480, passas muito
noyas a 640, figos a 320, linguicis do reino
a 040, caixoes de doce de goinba a 1/600,
queijos de coalba muito rescaes a 4(10 rs.,
ditos do reino novos a 2co0", Tinao a .Seo,1
6*0e800rs. a garraa, ditn do Porto engar-!
ralado feitoria a Iriso c 1;60o, cha muito1
superior a 2/560, 240 e 99000 e preto aconer'os e descoberlos, poqunnos e gran-
irsoo, la ; na taberna da rua dos Marlyrios n. 36. i c spnhora, de um dos melhorcs fabricantes
Vende se um reulato ptimo ollicial de!,|e'.iverpo01' vindos ocio ultimo paquete
fogueteiro; a Iretar na rua da Concorda,' ",g|,'z :_ em Csa de Souluall Mtllor & C.
confronte o armazem de maleriaes do Sr.
Pedro Antonio Teixeira Guimarfies.
Azeite de carrapato.
Vendem-se na rua do Vigarion.23, pri-
rreiro andar, birria com azeite decarrapato
de boa qualnlade.
fauiniix pe manduca.
Vendem-se saceos grandes com farinha
muito boa : na rua da Mairo de Djos n. 2.
rua po Torres n. 38.
Ao barat.o
0 PREGICA ESTA QUEI-
O Preffuica da rua do
Queimndo, continua a queimar na sua loja
Superior VinllO di. PortO 2. esquinado beceo do Peixe Frito, um
d(> llllin flt^ lASCa lindo e variado sortimento de fazendasde
Vende-se no cscriptorio de Antonio Luiz
dnOliveira Azevedo, na rua da Cruz
em caixas de uina e duas duzUs.
n. 1,
superiores charutos.
Vende Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
no seu escriptorio na rua da Cruz n. I.
Vendem-se saceos com fe ja o mulali-
nho muilo novo : na rua po Vpgario n 5 iu
e nm>
c-
a
sra
Na loja de portas na rua do Qucimado
bom gosto, por baratissimos precos, pois
que som amhicSo se contenta com um m-
dico lucro, e no lito sendo possivel notar
em ura pequeo annuncio ludo quanto tem
do bom .ara servir aos seus freguezes,
menciona aponas olindinas, fazenda de seda
e algodSo, propria para vestido le senhora,
do gostos inleiramnte novos a 900 rs. o co-
ado, cortes de largelinas para vestido de
senhora, fazenda muilo fina e do melhor
gosto inglez, com listras de soda e canino
escuioa 123 cada um, organdys de cordSo
com desenhos mui delicados, pelo baratsi-
mo prego do4l0 rs. avara, cambraia estam-
pada du melhor gosto possivel a 480 a vara,
cassas fraucezas de lindos gostos a 600 rs. a
vira, chitas fraucezas escuras, matizadas
n. 37, passando o boceo da ongregagSo,tem com lindos e novos padrOes a 260 o covado,
chegado a este esiabclecitncnib um excel-
lenle sortimento de vesliJos de seda com
hahados, para divervos precos, e muitas
mais fazendas, quo nao he possivel aqui|
mencionar todas ; cassas organdins dos
mais um :.--rno. padrOes a I/ICO a vara, sedas
de quadros largos a 1^200 o covado, ditas
mimiiiihas a 19300, ditas muito finas de
gosto iutciramenle novo a 15800, lflazinha
miudinhas a 320. dilas com lislras de seda
a 750, cortes de casemira a 4?, ditos entes-
tada, covados 2;5U0. dita muito fina a 43,
dita de uina largura 2l00,grosdeaples pre-
to a 2, chaniaiole muito bom a 3?500, dito
largo com listras assetinadas a 49400, cha I y
lavrado 19100, um completo sortimento de
chapelinas para senhora, gollinnas, man-
guitos, camisas, recias de seda hranrns. lu-
va un seda dos meltiores gostos que ha, se
das brancas, cassas para cortinados, brins
de liuho muito finos, lencos de linho bran-
cas, de divrsos presos. Asscvera-se aos
compradores, quetonham vontade de com-
prar n3o sahir sem fazenda, porque nao se
engella dinheijo chegando ao cusi da fa-
zenda.
Na rua do Queimado n. 37. loja de 4
portas, ha corles de colletes de velludo roui-
to bons por 1150OO, velbulina sortida a 750
reis o covado. chitas francezas muito linasa
280 reis, riscados dcocezes a280rs., mus-
sulinas a 320 rs., ditas amalizadas muito li-
nas a 340 rs., chapeos de sol do seda, para
diversos precos.
pequeas, e ntuitos outros
gneros por precos razoaveis
Ferramenla pa-
ra tanoeiro.
Vendc-se fenamenta completa para ta-
noeiro : na leja decrragens na rua da
Cadeia do Recife de Vidal i Bastos.
POTASSA DA RUSSIA E CAL
YIRGEM.
No deposito da rua da i.adeia do Recite,
armazem n 12, ha muito superior polasss
da Russia, dita da fabrica do Rio de Janeiro,
o cal de Lisboa em pedra, tudo chegado ha
poucosdias, e a ven1or-se por menos prego
do que em outra qnalquer parte,
Agencia
la fundicao Low-Moor,
rua da *Seiizala 'ova
n. 4<2.
i"ete estabelecimento continu'a a have'
um completo sortimento de moendasemoias
moendaspara engenho, fachinas de tapor
e tatxas de ferro batido, coado de todosos
Umanhos para dito. **
TACHAS PARA-^ENCENHO
Da fundicao de (errOa#0. W. Bowman
na rua do Bium, pascando o chafa-
riz, continua a havei^m completo sor-
timento de tachas de ferro fundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de*>ica, as quaes A
scliama venda por precocommodoe com
promplidfto, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
(omina do Aracaly.
rJm porgOes e a retalho : vende-se na rua
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anna.
Pfa rua do Trapiche n.
3-5, escriptorio de 31-
vae.s c C ,
vende-se superior vmlto do Rito engar-
rafado em caixas de 1 e 2 duzias de gar-
rafas, bem como em barris de quarto e
oitavo, a preco commodo.
^""'lliuse rleirio8.
' SEl.l.INSe RELOGIOS deplenle
'.'. -v--a'nl!'ez : >,el"'i, no arma/.! dt
k", $f :< "ostrn Knoker iV Cnmpinliii, as-
"s^sir-qnina Jo largo do Corpo Santo na-
zi iner"
ro .48.
C( 1 PEQES TOQUE DE
i
fy
Superiores sabidas de bailo, -de (*
orguriode seda, ditas de merino, 2
de m --- Francisco urui vimgai, e ir m- ------.....; "" tuna ae a
da francisca rSO para 0 llio de Janeiro. porta-licor : na rua Concordia n. 20.
' uiiii.-h'. ;,-. v..^-.u M'-': OO O-OO v^H':';; ': la' e!" ,l""'1 de Ladeirai ; tudo de ja
O Ca,es de VnliKal, e Irmili- c'lrai>da : urna cama de a.narello e ur
rail liara n llin ,1 i........ m. h i i-I ,.>............ *,_ __
'> capolinhos de casemira de cor, ricos -
^ mantel tes de fil metisados, lindos t)
SL basquines de cambraia branca e >'e 5?
W filo bordados ditos de fil preto, su- W
V?) periores cortes de cambraia branca !|^
A bordados, com babados, e outros ftA
)(*. com duas sai-s, golinhas brancas ^
g bordadas, de muito gosto, mangui- W
:y tos bordados, camizinhas com man- $
jgi gilos de cambraia e de fil, lindos /Ja
Z oortes de tarlataoa com babados H
<*Q brancos e di- cores, pelo baratissimo S5
^) prego de 205 cada corte, saias bran- /$,
(g cas bordadas de muito gosto, lindas ,Js
w colchas do damasco de sed, tiras W
?) hordadas, pegas deentremeios.su- 3)
(\ periores corles de seda com bata- iA
g dos, ditos de gazc de seda bordados, *1
'f gaza de seda para cavados, muito W
f^ lindos padrOes, e ouiras muilas fa- (g|)
jja zendas de gusto : nos qualro cantos Ss
gj na rua do ueimado, luja do so- W
^) brado anierelio n. 29.
PARA QLE.M TIVER HUM I.OSTO.
iQtL...
Vende-se um bom sitio com peno de 500
palmos de frente, e 1,50? de funjo, cheio
'le militas fruetnras de diversas qualidades,
com duas grandes baixas para capim, terre-
no excellenle para planlacSo de legumes e
hortalica, commodidades para se fazerem 2
vivi-iros por ter eamhoa d'agua Salgada no
fundo, casa sorfrivel para inorada, murado
na trente e de um lado, agua de beber, etc
c alem de todas eslas bondades, qifem qui-
zer mandar fazer um- morada tic casa com-
moda e aceiada, ja lem um for mi lavel e
bem feito alicerce pa'ra isso, com o palmus
j de frente e 110 do fundo, guarnecido com
dous portrjes um de cada lado; e he perto
da prnca por ser logo ao sabir do Mangui-
I nho para os Afllictos : quemo rrclendere
'quizer ve-lo, entenda-se com o proprialario
JosSaporit, morador na cisa annexa ao
lito siiio de manhaa al as 9 horas, e de
larde das 5 em diant- ; e no decurso do dia
no llecife, escriptorio dos Srs. Baslos & Li-
mos, rua do Trapiche n. 17.
Pe^as d.i algodaode sacco. dilas dealg)-
d3o trancado proprio para toalhase roupa
de eperavos ; vende-so na rua du Crespo",
loja da esquina que volla para a rua da Ca-
deia.
Aviso.
aos senhores
iiMareineiros
Vendem-se jogos de cari os para pe de
mesa : na loja de lerragns na rua da Ca-
deia do Recife, de Vidal A Bastos.
Bandejas muilo
las.
Vendem-se bandejas muito linas, c de
todosos tamaitos : na loja de lerragens
de Vidal A Bastos, na rua da Cadeia do
Recite.
Vende-se um cscravo crioulo, de bou
ta figura e eo! algumas habilidades por ser
ptimo pescador do alio, e proprio para o
servico martimo i na rua da Concordia n.
26, armazem de materiaes.
Tasso IrnsSos
Avisam aos seos fregu-
que acaba
ditas claras, padrOes largos e miudos a 2S0
e 300 rs. o covado, ricos cortes de setira
bordados para colletes a 49 cada um, iSazi-
nhas escuras de mu ricos e variados padres
proprias para vestido de senhora e roupoes
de meninas a 500 rs. o covado. riscados
nonstros do cores alegres e mu elexantes
gostos a 220 o covado, dilos francezes do
quadros de lindos padrOes a 240, mussulina
branca a 320 o covado, dita muilo lina 400
rs.,dita estampada de I ni ios padres a 30 e
400 rs. o covado, chitas finas de cores claras
e escuras, tintas lixas a 160, 180, 200 e 240
rs. o covado, pecas de cambraias lisas tapa-
das, muilo finase com 10varas a 6s600, di-
tas de dita mais cheia a 49600, dita transpa-
rente com 8 varas, muito liii\ 5j>*oo "pe-
- uc, pecas do breii nria de rolo com 10 varas
- a 29 cada unta, gr ivatasdesetim pretas e da
cor, gostos modernos a lo280 cada una,
cortes de brint de puro-linho a 2-9300, 2?100
a 2/50), casemiras de lindos padres a 57500
e 6/ o corte, ditas de algodao de lindos gos-
tos a 19, 19440 e 19600 cada um, lencos para
mao a 420, ditos com blco muilo linos a 360,
chales de gaze, dilos de merino lisos e bor-
dados, obra primorosa, gangas mesciadas
prop. ias para calcas e palitos a 560 o cova-
do, casineta preta lina a 19100 o covado, len-
cos de seda de lindus padres a 20 cada cm,
cobertores de algodao para escravos a 700
rs. cada um, de todas estas fazendas e de
muitas outras que se n3o mencionad, mas
que se venderSo por baratissimos precos, e
se duro amostras com peuhor.
AVISO A TODOS EM GERAL
Nendem-se moinhos de ferro de todos
os tamaitos para relinacao, peneiras de
rame, e de metal branco, nparellios de
metal 1 ara cha" e cale, lacas com cabo de
marliui de osso, de vidro e de metal
grandes e pequeas,encltadas de ferro cal-
cadas de ac, portnguezat e inglezat, to-
les, safras, ionios para ferreiro, lomos de
lodos os tamaitos para bolos e pudins ,
trem de COzinha de porcellana, estanliado
e francez; c outros muitos objectos de sum-
ma utllidade: amada Cadeia do Re-
cife, loja deferrageut da Vidal & Bastos.
as me.lhores que at hojotom apparecido
a estemercado : vendem-se no eschototie
di agente Oliveira, rua da Cadeia do Recite
o 62, primeiro andar
Chales
DE
rllco
ir
es que tcaa de
de Kfchuioud farinha no
va que vendem nos seus
arniazeus aos prec s se-
guintes :
25 500
O'ABCE 24 BCO
alem destas tem farinha*
novas le Trieste nao f^
(U primeira qualidade, co
mo ua miiitoantiga e acre-
ditada
?
Vende-se na rua da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes&C. barris
de ferro, ou cubos hidrulicos; para de-
psitos de fez.es, a preco commodo.
jucSo
gaos
Os mclhores relogios de ouro, patente ir
gloz, vondem-se poriprecos razoaveis, ni,
escriptorio do agente Oliveira,rua da Ca-
deia.do Hecife n. 62. primeiro andar.
Vende-se um carro inglez de 4 rodas
e4asscnto, para i ou 2 cavados, com co-
berta, e com os compelenles arreios; e tam-
bem um csbriolei inglez com os arreios:
na rua do Trapiche Novo n. 10, ou na Roa-
Vlsla cm casa do Sr. I'oirior.
Queijao do st rlao.
Vendem-se queijos do serlSo. saceos com
muilo boa farinh a de mandioca, e ditos com
milito e foijao de todas as qualidades; na
rua do Queimado, loja de lerragens n 14.
Vonde-se superior Hutas de algodSo
brancas, o de cores, em novello.para costu-
ra, ora casa de Soulball Mcllor o.C.a,rua do
l'orres n.38.
Vende-se superior agurdente de
Franca, tanto em barris como em caixas,
licores e absynlhc, chegado recenlcmcn-
te, pelo ultimo na vio : em casa deJ. Kel-
!cr & C, rua da Cruz n. 55.
IClOglOS.
Vendem-se relogios de ouro c de pia-
la, concerlam-se por piceos raz.oaveis,
fuz-se troco, c da-se dinheiro apremio:
na rua da Concordia u. i.
relogios de pa-
inglezesde ouro, desabnele r de vidro:
vendem-se a preco raz.oavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. ."G.
SAPATOS l0 AltACATY,
los melhores que tem vindo a este merca-
do, para limneus e meninos, de palla e de
prelhas : em casa de Caminha \ Filhos, rua
oa Cadeia do Recife n. 60, primeiro andar
_Na loja do canto, na rus da Cadeia do Re-
cil'o 11. 5*. ha para vender os inais ricos e
bonitos chales de touquim de bonitas ro
res, o bordados a roa, com duas palmss,
Dlo baratissimo prego, que na realidade
faz admirar ao comprador a vista da quali-
dade e do bom gosto, tambem ha bonitas
sani las de biile, de bonitas cores, for pceo
milito comrnolo. casavoques de casemira,
romeiras de fil de linho. gollinhas paia
pescoco, tiras bordadas, cortes de seda de
bonitos padres, ditos com 3 habidos, pro
pnos para baile, ditos de barege com bina-
dos, grosdenaple de cores bonitas ; o an-
nuiciante esta disposto a torrar por dimi-
nuto preco. Na mesma loja da-se Tazendas
com j-enliores, e leva-seem c-sas ae fami-
lias.
Vende-se o engenho Cachoeira Gran-
de na Ireguezia de Serinhaem, de muito boa
pro luccSo, cora iiastanlcs varzeas apaula-
das.moe copeiro com o rio Camaragibe, sem
levada por ,-er a bica assentada ao p da
tomada, com tolas as ferragens precisas e a-
mais obras, sen lo a casa de vivenda, nova,
listante do embarque duis legoas e meia, e
da estrada de ferro urna legos, tem o enge-
nho 120 carros de caima de cemente : quem
o pretender, rodera dirigir-seao Kecife aos
Sr*. Lomos Jnior & Leal liis, ou com o Sr.
Antonio Concalves VV.reira Lima, na villa da
Ksrada, ns tercas-feira?, com o Sr. Dr, Ser-
gio Diniz de Moura Mallos, e no crgrnho Vi-
cente Campello, ron Manoel Conclvcs Pe-
'eira Lima, qua informar dos lanles do
engenho.
Farinha de 111 i n-
Alporcas.
Cambras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Ooresdecabeca.
das cosas.
dos memhros.
Enfermidades da cu-
lis em geral.
Enfermidadesdoanus
ErupcOes escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Gengivasescaldadas.
Inchaces.
Inflammagodofigado
da bexia.
G$t&1n4 m9tH>$.
di oca.
Vendcm-se saceos com muilo boa farinha
de mandioca, e *accos com bom milho e fci-
jao do lodas as qualidades, e por preco com-
modo ; na rua do Queimado, loja de ferra-
gens n. 14.
Vende-se superior farinha de man
dioca cm saceos grandes: na lanoaria
dcli otile do trapiche do Cimba.

m casa de RaheSchmetlau&Compsnhiai
na da Cadeia n. 37, veudem-seelegante,
pianos do afamadofabricanie Traumani
leHantburjio.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No antigo e bem conhecido deposito da
rua de Apollo, armazem n. 2 B, ha muito
supciior potassa da Russia e cal de Lisboa
em podra, chegado no ullimo navio, e ven-
de-so por preco commodo.
CilISIG- tOk Dll
NA FUNDICAO DE FERRO DO FNCE-
NIIEIR0 DAVID W. ROWMAN. rVA
RUA 1)0 BRUM, PASSANDO O HA-
FAKIZ,
ha sempre ura grande sortimento dos se-
guintcs objectos de mecanismos proprios
pera engenhos, a saber : moendas e meias
moendas la mais moderna constroeelo : la-
chas de terro fundido e batido, de superior
qualidadc e de todos oslamanhos; rodas
dentadas para agua ou animaos, de todas as
proporcOes ; crivos e bocea de terna I ha e
registros do bneiro, aguilhcs, bronzes na-
rafusos e cavilhOes, a.oinhos de mandioca
etc. e:c. '
NA MESMA FENDICA'O,
seexeculam todas as encomraenda coro a
superioridado ja conhecida com a deYida
presteza 1 cemmodidade cm prec.o.

UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as naces
poden, testemunh.r as virtudes dcsie reme-
io on,C,rnPPa|rnaVel' e pra0V,a.r em "so nemsa-
corn?, mili uso 9udelle tizeram, lem seu
corpo e membros inte.ramente saos, depoi
f.m n."r emp|;efiado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que UVas relatar lodos os
las sao S- S 8nn?s ; e a m,ior Parle de's
raedicVi0 sor',re1ndent que admirara os
coi 1 arT S cc,e,,res- Quantas pessoas re-
de se" brS ^ SOberano remdio so
rnanecidoi^ e. pernas' lepois de ter per-
devum sori?Ir82 lemP nos hospitaes, onde
operacao dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso dessp nr^ i
medio. Algumas das t.L pessoa's"n efuJIo"
de seu reconhecimento, declararan"estas re
soltados beneheos d.ante do lord correcc
dore outros mag.strados, alim de mais .u-
tenttearem sua allirmativa.
Ninguem desesperara do estado de an
saude se t.vesse bastante confianza pa?a n
sa.ar este remedio const.ntementa.^eeiun-
do algum lempo o tr.Umento que necessi-
tasse a naturezado mal, cujo resultado 2? a
provar mconlestavelmnte : Que ludo clr"
O ungento he ui.l, ma,pariicutarmen
nossegmnlet casot.
Inflaoiinacao da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosqui-
tos.
PuImOes.
Queimadelas.V
Sarna.
SupuracOes ptridas.
Imita, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.'
do figado.
das articulacOes.
Neias torcidas ou no-
dadas as pernas.
v-_j- oes Dernaa
toUr.rfl'f",nBgU 0l? lelec."en
10 geral fle Londres n. 24*. ,Slrand .en*
fi'. Z? "o.icrios,'droU1st,s e ou'
toda PJ eD ..m.i" ;,ea,80"-'-cada bocctinba.conlcm
raman0ir:S em P'ez para explicar
o modo de faxer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum
XAROPE
DO
BOSQl}
Foi transferido o deposito deste xsroce
para a botica de Jos da Cruz Santos, na rt
Nova n 53, garrafas 5500, e meias 3t0oo,
sendo falso todo aquello que nao for Tendi-
do neste deposito, pelo que se tez o presente
aviso. r
IMPORTANTE PARA OPIRLICO-
Para cura de pbtysica em todos os sen
inTereoteagros, quer motivada por cons
tipC0es, tosse, asthma, pleuriz, escarros de
sangue, dor de costados e peitos, palpitaran
oocoraeso, coqueluche bronchite, dorna
garganta, e todas as molestias dos oreaos
pulmonares. B
AMenco.
No dia 23 de novembro do correnta anno,
lugiram do engenbo Pereiras, sito na fre-
guezia de Sinto Amaro de Jiboatao.duas ne-
gras cnoulas, com os signaos seguintes:
Maris, alta, cheia do corpo. estomago sal -
er.to e soios paquenos ; a outra chama-se
Innocencia, de eJiana altura, cheia do
corpo. nariz afilado e apapagalado, nadegas
empinadas, representa 30 annos de idade :
roga-se as autoridades pollciacs e capilSes
de campo a sua apprehensao. e levem-a ao
dito eng-oto ao lllm. Sr. Jos Maximino
l eretra Van na, que recorapeusar genero-
samente.
Domingo, 29 de novembro, das 8 as 10
horas das manhaa, desappareceu e suppoe-
se ter sido furtado. do sitio na Passagem da
Magdalena, que foi da viuva Uclfino, um ca-
brinhaescravo, chamado Manoel, idade 10
annos, pouco mais ou menos, descarnado
faltando Ihe um ou mais dentes na frente!
cabellos carapiohos, falla com a lingua nos*
denles ou he meio tataro, natural do sertSo,
e tai vestido de camisa coruprida de algodao-
zinho e chato de palha de carnauba : roga-
se a polica ou a quem delle soube-, de o
apprehender e levar ou avisar no mesmo si-
tio, ou no Recife, na rua Nova, sobrado n.
27, ou no engenho do Meio da freguezia da
Varzea, e promette-se pagar bem.
Fugio de Beberibo
No dia 29 do crrente o escravo crioulo de
norr.e Joaquim de 20 a 22 annos, pouco
mais 011 menos, cujo escravo foi comprado
ao Sr. Joao Cardozo de Mello, morador no
l.imoeiro, e tem os signaos seguintes : bas-
taue alt, cor preta, com principio de buco
de barba, bonitos dentes, levou diversas
roupas de algodao, riscado, e chapeo de fel-
tro ; e julga-se ler seguido para Limoeiro
lugar aoude tem prenles : a pessoa que o
pegar, leve-o a povoacflo de Beberibe, ou na
rua da Aurora n. 36, que ser* generamente
pago.
No dia 18 do corrente, fugi o de lor
dodobrigue "Sagitario, um escravode
nome Joaquim, pardo crcravo, de 22 a
24 annos de idade, estatura regular, seceo
do corpo, s tem barba no piei.xo, ca-
bellos carapinltos eja lem muitrs bran-
cos, be bem conlteeido por ter as mao,
muito calejadas, quando fugio linha o ca-
bello a nazareno, tem os pes meio apale-
lados, e falla muito manso : quem o pe-
gar e o entregar a o seu senltor Manoel
Francisco da Silva Carneo, na 1 ua do Col-
legio_n. 13, terceiro andar, sera' bem
gratificado.
Fugio no dia 4 de ontubro do corren-
te anno, o escravo mulato de nome Jorge
baixo, secco do corpo, pouca barba, potrozo'
tem do lado esquerdo do rosto urna cicatriz'
hombrossungados, olbos pequeos e rivos'
pernas e bracos arqueados quando anda
este escravo foi do Sr. Manoel Thomaz, ex'
carce^reiro, levou vestido camiti delgo-
dozuiiin delislras, calca de ganga azul, e
dous chapeos, sendo um de pello e outro dn
tellro, ambos usados, ctkbaqueiro: roga-
se pois a todas autoridades pollcieese capi
tScs de campo, que o apprebendam, e con
duzam-noa rua da Concordia, armazem de
materiacs n. 26, que ser generosamente re
compensado. Este e.*ciavo ja foi appreben
dido o anuo prximo passado 110 engenho
Jacar, cidade de CoianD.
PEKN. TYP. DE U. F. DE FARIA 1857
MUTILADO
ILEGIVEL


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