Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06923


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Full Text

ANNO XXXIII N. 277.
*
V
Por 5 mezes adiantados -.s'OOO.
POr 3 mezes vencido 4$500.
QIMT4 FEIRA 2 DE DEZEMBRO DE .857
Por anno adiantado lsOOO.
Porte franco para o subscriptorJ
------- -1
DIARIO
ENCABAEGADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE.
Prahibt,o8r. Joo RtdolphoGomes ; Natal, o Sr. Joaquim
Ignacio Peie r* Jnior ; Aracsty, o Sr. A. de Lemoa Braga ;
Cear, o Sr. Jos de Oliveira ; Maranhoo, o Sr. Jos TeixciM
de Mello ; Puutay, oSr. Jof Jiaquim Avellino ; Par, o Sr.
Justino J. Ramos ; Amasonas, o Sr. Jeronjmo da CosU.
PARTIDA DOS CORRBIOf.
Olindt : lodn^o das. iiOr meia har* do dU.
|guara**u', Unimna e Parahiba: dai -.,-un ii- e .eita-ffira.
S. Aato, Bcvrru, Uunilj, Caruaru', Aliinho e Gatltltl! oa icr^it-feira.
S. Loaren^o, Pao d'Alho, Naiareth, Lim ivire, Rrejo, l'.--.| n-i-.i, luga te ira,
Flores, Villa-Bella, Rua-Vita, Ourkury e E*iT, na quarU-fdrai.
Cabo,lpojaca,Ss?rinaS.-ea, Rio r'.iriii...., IJu.i, Barreiroj, Agua-Prcta, P-
tentciraB e IN'aial: quiDias-ft-raf.
(Tedoa oa crrelo partern a* 10 horas da aanhli.
A.CDISSGUI DOS TKIBONAI DA. CAPITAL.
Tribunal do eommareio : segunda a quintal.
Silicio : tare** faina aabbadoa.
Fazenda : quariai aabbadoa aa 10 horai.
Juno do eommareio : legundii ai 10 horai qulnin o maia dit.
Julio da orphaoi taaguoda a quintas ai 10 hora*.
Primaira vara do elreJ
Ianda Tara do dril
Iniai ao
ee.
iigunda a aaiUa a* meu da.
uirtu a aabbadoi aa maia dia.
EPHBUERIDES DO MEZ DE DEZEMMBRO.
1 La ebeia ai 8 horas e 37 minutoi damanhia.
8 Quarlo mioguanle as 4 horas a 18 minutos da mantisa.
10 La nova as 8 horas a 42 minutos da manha.
'4 Quarlo craieania as 4 horai a 17 minuto da inanbaa.
PKKAMAB 1)8 HOJE.
Primaira ai 4 horai a 30 minutoi da larda,
segunda ai l,horas e 54 minutos da machis.
DIAI DA SEMANA.
SO Segunda. S. Andi app. S. Euprepio m. : S. Jnslina y. m.
1 T..rca. S. \. Iium prof. ; S. Eloj b. : Ss. Castrciano.
2 Quina. S. albina v. m. Ss. Poncimoe Adria mm.
3 Quinta S Francisco Xavier app. das Indias.
4 Seita. S. Barbara v. m.: S- Pedro Chrysologo b edoo. da igr
5 Sebbado. 9. Geraldo are. ; S. Sabbas m. : Ss. Primo e Grato
6 Domingo. 2. do Advento : S. Nicolao b.i S. Leoncia m.
INT.ARREGADOS DA SDB8CBICA NO Sl'L
Alagoai, o Sr. ( laudino Faleao Dial; Babia, o Sr. D. Dspia
loda Janeiro, o Sr. Jooo Pereiri Marlins.
EM PERNAMBUCU.
_O propristarlo do DIARIO Manoel Figuelroi da Faril n lu
uvraria, praca da Indapandencia n. i a 8.
AOS SRS. ASSIGNANTES DO NORTE.
Embore os vapores procedentes do Rio
de Janeiro tenham de seguir para o norte
dentro de 12 horas, por elle recbenlo os
Srs. assignantes deste Diario das referi-
das provincias um supplemento feito
especia I me ate para elles com as noticias
dosul, deque for portador ; o qual nao
indo incluido no masso ira' directamente
ao nosso correspondente, em cujo domi-
cilio o mandaiao receber ; licando assim
completas as noticias do Brasil como as
da Europa.
EXTERIOR.
PHILOSOPHIA DA MSICA.
A alma humana (diz um peridico francez don-
de tradnziinos este artigo), lia suset plivel do urna
inlinidade de raodificaces, de sensacoes e de exalta-
os.
O lioinem olliando em torno de si, v os objectos
que o circumdam; se raciocina, aprecia-os segundo
o seu justo valor, e se naquolle momento escreve as
suas observacoes, faz prosa. Mas ue um objecto o
impressiona mais (ortemente, o sen corceo eoche-
se de admiracao, e o espirito exaltado Ihe faz ver as
musas cima da realidade ; naquellu momento, se
pretende exprimir o que sent, escreve poesa. Se
o seu enihusiasmo anda cresce, se a sua imagina-
cao se excita novamenle, ja no encontra palavras na
linguagem humana para exprimir o que sent ; com
o auxilio das suas bellas visoes, procura novos ac-
centos, e se escreve esta linguagem do seu xtasi,
corapoe msica.
A vista disto julgamos poder dizer, que a prosa
be a observacao; a poesa a exaltad o : e a msica
o extase da alma encontra-se as vez alguma prosa,
que hombrea coto a poesa, como succede a certas
paginas de Vctor Hugo ; o acha-se poesa, que
corre parelhas com a msica, como acontece a al-
guns versos de Limartine, mas ha sensaces que a
mais bella poesa no poderia exprimir. Se Lamar-
tine conhecesse a scencia musical, ti-ria cerlamente
computo excelleotes pecas de msica. Muitas ve-
res a msica est na alma ; mas esta nao possue o
mecanismo para exprimir, o que lez provavelmente
dizer a Lamartine:
ii Ab si javais des paroles
Des images, des symboles.
l'our peindre ce que je sens !
hi uta langueembarrasse.
l'our rveler ma pense,
Pouvail creer des accents!
No lia pois se nao a msica, que possa expri-
mir a uiaior exaltacao do espirito, o ideal do pen-
sameulo : porque a msica be a linguagem divina
Se os aojos fallara, devem (aliar ero msica ; se o
amor pude dignamente explcar-se, nao he se nao
por meo da msica ; se a mais viva alegra pode
(azer-se comprebender, he s com o auxilio da mu-
sica.
O apaixonado amor nspirou as setitiinuniaes
nielo lias; a estouvada alegra inspirou a msica
das densas ; e o enihusiasmo patritico, deu origen)
aos cantos guerteiros.
So a msica he boa, deve fazer vibrar no nosso
roraco o sentimenlo que Ihe deu vida ; deve ins-
pirar-nos ou o amor, ou a illuso ; ou a alegra, ou
o enihusiasmo ; deve finalmente fazer nos rir, cho-
rar, bailar o marchar para o combate. Se a musi-
r nao produz estes efleitos, untao so pode conside-
rarse como urna agglotnerajo de notas e como
um ridiculo : nao he msica.
Sem phanlazia, sem paixo. sem coracao e sem
espritu, ho absolutamente inpossivel compor boa
msica. Estas qualidades necessaras em todas
as bellas artes, lornara-se iodspensaveis nesta.
A scencia musical be a grammatca que ensina
a escrever pensamenlos concebidos; mas nao serve
para os crear. Qualquer individuo, embora esrre-
vera O seu idioma correcamente ; se fr destitui-
do de deas, nunca chegat a escrever um romance.
Teem havido compositores celebres, apezar de
nao serem fortes na scencia musical ; e homens as-
saz versados em msicas, mas incapazes de compo-
n ni uma aria.
Bellini nao era dos mais habis na composieao,
mas quando creava as suas arias mais pathelicas
pensava na mulhor a quem sdorava.
Cada nota era urna vibricio do seu corac,iio ; ca-
da phrase musical, um voo da sua inu^inacao tra-
ducido em harmona.
Se, por conseguidle, urna peca de musica he a
exprossodo petisainenlo do compositor be natural
que toda a msica dj um povo seja a expressao das
ideas da naco.
As ideas nascem dos coatume, e po? tanto a mu-
sica que he a expressao das ideas deve ser lainbem
3 expressao dos costumes.
Os povos selvagens conservara os prmillivo cos-
tumes, leen ideas simples e por consequencia, una
msica momentnea he sem g'aca.
Nos, os povos civilizados da Europa, temos cos-
tumes complicados, aperfeicoados, requintados,
ideas vastas paixes exaltadas pela educaco.
A nossa musica he como os nossos costumes di-
versos e complicados, ora suaves e delicados, ora
severes e enrgicos.
A proporco que a civlisacao progride, msi-
ca vai complicando-se.
Era suave esimples no lempo de Cimarosa, Ho-
zart e Gretry ; lomou-se mais enrgica debaixo do
imperio de Kossini, e augmentou os seus effetos
sob a influencia de Meyerber e de Verdi.
Quanlo mais o seculo avanza mais ella se torna
fragorosa e talvez chegue um da em. que nao soja
senao um immenso ruido.
Nos ento deixaremos de ter musica por have-la
com superabundancia. Os extremos tocam-se.
Na propria Europa temos differentes gneros de
musica.
A Allemanlia, nacao philosophica e calculadora,
tem urna musica grave e scentilica : a Italia tem a
melodiosa eapaixooada ; a Franca, alegre ou en-
tliusiastica.
Os Allemaes executam bem a musica instrumen-
tal ; os Italianos rautam com paixo as suas arias ;
osFranncezes dizem com vivacidade as cances ; os
Hespanhoes deleilam-se com as suas seguidillas ;
os Inglezes no raeio dos seus negocios, ouvem a
musica dos outros, mas nao a tem propria.
Onde nao ha exaltacao, nao ha musica : a lin-
guagem dosdeuses nao se falla na Bolsa.
A Italia e a Uespanba teem a trra e o mar qae
se assimelham.
D'aqui resulla, que a Tarantella he irma da Gi-
tana.
A opera cmica be umi crearao franceza, e re-
produz o goslo da na$o, a varidade !
Urna pouca de comedia e urna pouca de musica,
sorrsos e lagrimas, a alegra no meo do trgico,
urna dose desentimento e muito espirito.
A marseilhese he urna crearao franceza, o a
cancao do enihusiasmo, da patria e da liberdade.
Os soldados francezes percorreram a Europa ao
som daque'.la canco-
Os lugares, assim como os costumes, sao fonles
de inspiramos musicaes.
Feliciano David nunca leria podido imaginar o
seu Deserto, se nao sahisse de Priz.
Para compor boa musica, he preciso em prirpei-
ro lugar ler inspiracao, depois scencia para escro-
ve-la com verdade e Iransmitlir aos ouvintes os sen-
timentos do compositor.
A linguagem musical nao he de cerlo tao ciar,
que possa ser entendida por toda a gente ; deleit
os ouvidos da multido, mas nao toca seoo os co-
racoes delicadamente dispostos.
He urna linguagem vaga e indefinida : as ima-
gens que representa alravessam o espirito como vi-
soes ; so reminiscencias que se ds|ierlam, fibras
do corajao que se commovem, ideas e phanlasmas
que alravessam os esparos entre as cores do iris e
revelacoes divinas, l'o.le-se aprender a ler esla lin
guagem, som nunca cliegar a compreliende-la.
DMA VISITA A CARLOS MARA WEBER
KM 1825.
_ N'uma cidade situada nos cotifins da Saxonia,
viva anda em 1840 um honrado negociante, o
Sr. C..., condecido pela mstria com que tocava
rebeca, e pela benfica sympathia que liuha pelos
artistas, principalmente os msicos.
OSr. C... renerava profuiijamoni<> n* grandes
mestres e entre ellos senta urna especia de idolatra
por Paganini e Webcr.
Muainlo se representavam no tbealro de Dresda
as operas d'usle ultimo, para poder assislir a ellas,
nao hesitava em sujeitar-se s grandes despezas e
fadigas de viagem. que n'aquella poca se torna-
vam indispensaveis; mas nunca tinba conseguido
colllocarse, durante o espectculo, n'um lugar
donde podessecommodaiuente contemplar o Ilustre
compositor.
Em qtianto a visita-lo, nunca o fzera porque
o seu grande acartliamento nao lh'o permitiia.
Um bello dia, apenas receben urna carta do seu
correspondente annunciandodhe a representado da
opera Eurianio.pariiu inmediatamente para Uresda.
Logo que ahi chegou, indagou onJe era a ha-
fiarau de Webor, e assim quo soube o que dese-
java, foi cnllocar-.se defronte da casa do maestro,
com a esperanza de o ver ao menos pordetraz das
vidra^as; e por militas horas se conservou firme
no seu posto, sem conseguir o seu intento.
Entretanto o cu linha-se coberlo de nuvens. o
troviio rebombava e a ebuva comerava a cabir mas
o nosso eniliusiasla permanecia tnsensivel a ludo.
A conieceu, poriu, que passou por aquello
sitio Schmiedel, amigo de Weber, o vendo C .
ao qual condeca, plantado como uina estatua no
mojo da ra, debaixo de unja copiosa chova per-
guntoii-lhe admirado que fazia ali, ao que C..
responden confessando francamente os seus desi-
gnios.
Schmiedel pediu ao Sr. C. ., que o esporasse
alguns momentos e separando-se d'elle, dirigiu-sc
aprosadamente residencia de Weber,
Passados alguns momentos, voliou o disse a C.
que Weber o esperava. Com effeito, o celebre
maestro, penhorado por una admiraeo tao viva
e ingenua, resolver receber em sua casa o eulbu-
iasta diletante com toda a cortezia. -
Como me pulava o rorarao quando entrei na
habilacao do AN elier I dizia poia repetidas vezes o
Sr. C. .. aos seus amigos. Weber sahiu do ga-
binete, recebeu-me com as maneiras mais a ff a veis, .mente a quinhentoi mil hectolitros, a matada do
e vendo que a minha excessiva commorao rae im-1 *'"no eons?miao-
pedia de fallar, foi o primeiro a romper o silencio,
gQLHETM,
NICOLAO FLVMEL. )
Por I'i'.ub') Hkiunu.
IX.
tihenndo i ra de l,aTnfrniterie,Nicolao apres-
sou atada m.is sua rarreirJ. lliaiila da easa ile Sa-
ra elle parou agitado por mil angustia", e reculheu
us t iwaa.
t-icou om momeiilo apota lo a petad* am alr*.
v*r-< a precipilar- I.inliiu recobrando a coraxatn, rtiria"o-e resoluia-
menle para a escala, subi, e enlrno na cainnra da
moja. Com :'m olliar vido Interrogue ludo ao re-
dor da ai. eapl.roe tolos o< euii>'. ladea a parles
sJeaaa liabit?io Miilarte. As-n-'.i la |"la ausencia
de Sara, elle licoo a principia aniquilado.
Todava, cerlo de qur a moca inl Wann. parque
anida eilavam lM disperso lodos os objrelM prepa-
radoipara a viane o, FUnni lamhroo- manifestados por Sari, da lnioi"aeena e ds anea-
S de em delsw 1-ini lo por ella. < ptnsou com
profaoto terror que fura praltfede em crirae p^ra
arrancar deeae lua.r a pobre mili. EhtCe om grito
de colara e desespero escs|uu ilie do peiio, c eli'e
etclamau i
Man Pee, un* lereia pied*4e de arim
K aperlando entre as m.io> a frente arjente, pra
rurou urna rMpiraceo. Netae niomenle e eini|iiaiiiii
atliava-ie em uiu estado de alialimeiilo coiitpk-lo,
ooviram-se ra e.i'ada de iu,i leira i|ue comluaia a
ratnar, em que ella eslava, eejeei pesados e Ipfee-
ados. Miaulao P'.:tiru ;i r^be^a. e (lensanio que
ia ter a esplirarao di inx.teriu liorrivel que paira-
va ao redor delle, correo pira a poila ; mas qoan-
doahi chegou, vio apparecer Eustaquio.
A physinuomii ordinariaments tranquilla do dlg-
no sacriilao, ei.irimia viv ai:ila(iio, e o suor que
eobrla-llie aa faces. Iiem romo a deintdem de ma
peasoa, iudicavain que o hnralo roen.m,rio aca-
bava contri aeui habito* re enlrii;ar-ira oma carrei-
() Vle Diario o. 27*.
Que falsifica(0es se no lizaram nos annos aeguin-
lei para reparar, pela fraude, o dficit causado pela
enfermidade e fraeo rendimeolo daa vinhas'.'
Nao se fabricariam viudos de todas as especial,
nos quaei nAo entrn um tomo de sumo de uva ?
Em 18IK. o imperador Nicolao mandou suppri-
mir por om ukasa as fabricas de inhos francezes
eitabelecidas em seos Eilados, e qne nlregavam
annualmenta mais vioho ao consomo do que proda-
ziam todos os viohedoi de Franca.
Ora, exislem l.inhem no ousso paiz fabricas deste
dzendo-me, sorrndo-se :
Sei que gosiaes da minha musica, e que dese-
jaes ver-me; julguei por consegualo do meu dever
pedir-vos que viesseis a minha casa, porque nao
posso consentir que os meus partidarios se ensopen)
chuva.
Eu aprend de cor o Frcyschulz e a preciosa,
cujos trechos so diariamente cantados on tocados
em minha casa.
Hoje acho-me aqui con a esperanca de ouvir o
Eurianio, cujas bellezas j antecipadamonie me
deleitam.
Desejo de todo o corarjao que apreciis o
Eurianto com o mesmo amor com queapreciaes o
Freyschulz ; mas devo preven ir-vos que he um ge-
nero de musica nleiramento diverso.
Nesla minha ultima opera procurei contentar
trabem os sapientes da arte, que se queixam de
eu escrever com mu'na si'ngeleza.
Eu, porm, nao tenho culpa : cscrevendo o
Freyschulz, segui os impulsos do corarlo, e asse-
guro-vos que eslava bem longe de imaginar que a
minha msica adquirisse tanta popularidade.
O Sr. C. pediu finalmente a Weber para que
Ihe deixasse ver algum dos seus raanuscriplos, e
Weber, sorrindo, apreseniou-lhe o sparlito, do
Obron, do qual tnha concluido o 2. acto.
Esla he musica para Inglezes, disse Weber : es-
crorendo esla opera reassnmi o meu antigo estylo,
e p ocurei escrever melodas claras e frescas.
Julgaes vos, meu veneravel mestre, que os In-
glezes tero capacidade para comprebender a vossa
musica ?
Certa mente.
Urna nacao que por esparo de tantos annos ou-
vueadmiroua Haendel, Haydn. e Mozart, nao
pode deixar de ser ntelligenle na arle musical.
Demais, aceditae que'me ufanara, militse
tivesse sido o aucior do seu hymno nacional, (iod
save Ihe Rng4-^
Quando esiavam n'isto, cnlrou a Src. Weber;
Schmiedel despediu-se, C... queria imia-lo, mas
o maestro delendo-o, disselhe:
Se nao tendes algum compromisso, ficae
com nosco.
O menos que posso fazer em favor de quem sof-
freu o iurommodo e aborrecimenio d'uma jomada *" ouiro luoito maii seguro, parlindo de princi-
de dous das para me ver, he convida-lo parajanlar
comigo.
C... aceitou o convite com verJadeira graftdao.
Weber assentou se ao piano, locou alguns coros
e algumas arias do Oberon, al que vieram
avisa-lo que eslava o jamar na mesa.
Uuranle ojantar, Weber esteva muito amavel
e coi tez.
Trincliou, encheu os copos e moslrou-se muito
extremoso para com a esposa e Cilios.
No fim, quando o vinho tinha soltado a lin;ua
aoSr. C.esieconfessou francamenieao maestro,
queaopinio que anteriormente formava do seu
carcter era muito diversa da que tinha naquolle
momento, pois sempre ojulgara um lano orgu-
lloso.
Sou, ho verdade, alguma cousa altivo, mas
nao son orgulhoso.
Como o prova o Faeyschutz, eu tenho cora{iio.
Sei que alguns me tecusam de trazar a cabera
muilo. erguida ; assim he, mas islo s acontece
quando tenho a traiar com tolos,oti importunos.
Por exemplo quando ma cerfam e causticara,
dando-me mil conselbos falsos ou conlradilorios.
entM pooho em campo toda a minha altivez, sem
nunca me esquecer todava, que o meu talento,
qualquer quesej, vem-mede cima.
No dia seguinie C.. escreveu urna carta a We-
ber, agradecendo-lhe todos os obsoquios que re-
cebara, e pedindo-lhe ao mesmo lempo que acei-
tasse una coroa do louro, a mais b-lla que linha
podido obter do Sr. Seidel, (jardineiro da corle,)
em troca d*uma penna que bavia lirado da escre-
vaninba do aulor a Freyschulz, e que tenr.io-
nava conservar como um objecto verdaderamente
precioso.
A scencia fornece-nos o proeesio segoinle, basea- loflrivtl, mas o nosso escriptor que e do sobra o principio que o alcohol misturado eom o nos seus momentos d mo humor, acha qae o almo- aqui passamos, que era todo o meo fim
vinho, se deietivolve antes dalle sob a iulloencia do co he deleslavel, grita com o criado. I Tea do c. .\ll>.
calor. Mal que acaba da almfar aluga nm borro, e co-
Segando eite prineipio, faz-se evaporar no banho-1 rao nao lem lempo a p.rder, pois vem com a lirme
maria uma cerla quanlidad* de viobo que le snppde tencao de partir no outro da, eomtra a correr Ceca
falsificado ; colloca-se um poaco cima ama pequ*- e Meca, vai a Pena, de la eos Capnchoi, d'alh a
na lampada ou candela acesa ; te o liquido esliver Collares, de Collares t Pedra d'Alvidrar e chega i
falsificado com o alcohol, v-se, om pouco antes da tarde ao hotel mais muri que vivo, sem ler en-
contrado aqui nenhuma das peisoas qae sqai es-
fervora de vinho, formar em volla di luz om circulo
de vaporesavermelhados com forte cheiro de espi-
rito do vinho.
Porm se o vinho he natural, este circulo Iumino-
genero, as quaei tem obtido medilhas de-honra nai! esposirOes, apezar do eodigo penal, que pune fal- I rece quasi logo debaixo doi vapores d'agaa que se hora jamar ; ms na ditposicSo de espirito em que
sicac.iu dai bebidsa com a pena de seis das a dous' desenvolvem. | eslA o viajaule, lodo I lie parece mao.
IV, l'alstficacao pelo accido cabonico. Uepois de ter comido moilo, vai l Seliaei eco-
Para VOS convencer.le.
.l Opiniao.i
OS AFORMOSEAMEM OS UE PARS.
Sa l.ou irn ha o ceulro do rboodo
material, Parii he o centro do
mundo dis iolelligeDciae.
Em um artigo recenle|sssigualamos em largoi ira-
iao com demora. Novo motivo de mao humor pa- ros aa mu da ioialeb'ridaded* Pana e" "oVieioi
ra o nosso liltealo, que vinba a Cintra para ver e que ae deviom empregarpara subistilair ama orgaoi-
ser visto.
Sao huras de jantar, senla-se mesa e servem-lhe
annos de priao, e ama malla da 16 a DO francos,
alem da conliscarao do liquido ; apezar das penas
anida mais gravas, promulgadas depois de 18U.
I'orem vejamos os tristes progresso da industria
sobre este assumpto.
O vinho he uma materia muito compoila, na qual
oceopam o primeiro lagar a igoa, o alcool e o as-
sucar.
Pela analvse chimica de urna materia inneilaginosa ; os cidos Inico e car-
bonico ; o Iralaites de cal, de alamina a de ferro ;
o bilarliale de polassa ; o chlororelas derodium,
polassiom, calcium, magnesicum ; os solalos de
potassa de cal ; um oleo essencial particular a ca-
da vinho, e qa* Ihe da' o perfume ; finalmente, ama
duplicada materia colorante azul amsrella, a qual
combinando-se diversamente, forma ai dillereutu
cores dos vinhos.
He do conhecimentol dai diversai substancias qae
compoem o viuho qae le tiraran) os meios de o fal-
sificar.
Ai falsilicicoes mais usoaes sao feilas:
I. Pela agua.
Mail fraco e menos colorido, o vinho misturado
com a agua pode diiliogoir-ie pelo gosto, pela vista
e mesmo pelo chairo; mas para que uma pessoa se
nao engae, he necessario moilo aso e nm profundo
coohecnnenlo para comparar a outro vinho da mes-
ma idade do mesmo clima.
O proeesso popular consiste em observar a etten-
so do circulo tirancenlo qae se furnia ao redor do
vinho log > que se inclina ligeiraroeute o copo.
Para verificar a mistura da agua pode-se tambem
deixar cahir algumas gulas de vinho sobre um pan-
no brinco e observar a mancha avermelhada e a ex-
leosio do circulo aquoso queie forma em volla desle
ponto.
Finalmente enche-se o fondo di nm pralo com o
vinho luspeilo ; laura-ie-lhe no miiu om csrvao em
braa, e cbrese lo com om copo.
U ar do recepient* dilala-se pelo calor, e o liqui-
do precipitare ahi rom forma.
Ao redor do copo uola se um circulo composto de
parles neniaras, cuja exten.-ao indica o grao da falsi-
BeaeSe.
Estes processas sao boas, porem a scencia forne-
pio que o visillo natural, sujeilo a evaporaran, deixa
por termo medio um residao de '22 grammas por
litro oo 1,000 grammas.
Pesa-se porlanto 1.000 grammas do liquido em
quesi.io. Ui se evaporar ao banlm-inaria at que se
leuha obtido um residao de consistencia viscosa ou
popa ler,
Se o vinho esliver falsificado pela agoa, o peso
desle residuo sera' moilo interior a 21 grurninas.
Pode-i* lamtiein operar sobre nina mais pequea
quanlidade, 100 grammas por csemplo, e eslabele-
C,er a relacao proporcional.
Acabamos de nomear o h.inho-maria : lem-nos
acontecido por inuilas vezes encontrar pessoas, mes-
mo sabios, a quem esta palavra puuha em tor-
tora.
Dir
sarao racional disoidem actual, para abastecer a-
bondanlemeiile a capital de a^ua salubre tanear
as clradas publicas.
Nao queremos voltar aobre esle assompto, poito
qae fuste ligeiramente tratado nos estreno limites
de om s artigo. Nosso fim hoje he lanQ.r nma va-
la d'olhosem geral sobre os trabalhos de Pars ja em-
prehendidoa e os que esiao para uso.
Tudo quanlo te refere a capital da Franje lera
desla fraude, lembrai-vos' mec.a a passear de om para onlro lado, sem se apro
que o gaz ualaral em dissolurao no vinho se desan- limar das senhoras que all passeiam,porque nao ai
volve sempre com lenlidao pelo contado com o ar, conhece.
em quinto que a efervescencia he mudo mais activa i Cantado de passear vem sentar-se nos l'i/ei, on-
e mail rpida quando, por falsilicacao.elle esl com- ; da se demora al alta noile onde pOde lorp.ender I nao io uina imporlaucianaeio'ni, miVnropie'
pr.mido no liquido. uma ou oulra palavra amavel que algum homem di-1 O dito a* Carlos Quinto a Francisco 1 : o Latelia
Agilai, pois, o vaso que o conlem, e te virdes ngia a Knhora qae acompinhava, O uosso litUralo | non urbii, i*d orbn e, nuura foi mais verdadeiro do
reaumar a ellervescencia e lomar-ie mais viva, po- '. que naquelle da v todo pelo lado mao, pareceu- que hoje. Os camiuhut de ferro alm disto etto fa-
deii coDCletr ha fraude, porque se o liquido nao es- Ihe que aquellas phrases amaveis erara palavras talmente desuados a crear immensss agglonieraces
liver faliilicado pelo accido carbnico,este phenorne-
uo o,lo (em lugar.
V. Falsificaras pelo asmrar.
F'azei evaporar o liquido supeilo n'oma eolher de
ferro lobre o carvo ardente ; se elle esliver falsifi-
cado, deixa nm residuo viscoso, doce, correodo *m
fio e lendo o gosto do assucar.
ur -tiTio-as que liznicavam leniveii aventuras
sane dos Pizes com eslas idai.
No oolro dia ei-lo a carainho para Lisboa, anima-
do de pessimos senlimentos contra a sociedade ele-
gante, e desesperado por tudo que Ihe aconleceo na
su i digressao a Cintra. Chegado a casa, a priraeira
coma que faz he aenlar-se a masa e eicrever para o
se sedeilar n'uma pequana quantidade|de vinho ualu
ral bailante ammoniaco ale que o cheiro se faja seu-
lir depois da mistura, e que ae Ihe ajunlem algumas
godas de oma diisolucao concentrada de aulphydrato
de aiiiin uiiaco, em lilli ando, o liquido aprsenla orna
cor verde tem mistura quando o viuho he natural.
Se ao contrario elle esla' falsificador cor que elle-
rece he azul, vermelha ou ruta bem caraclarisada.
M. I'aure serve-se da gslaiina como ageute mais
eguro para reconhecer a cor falsa dus viuhos.
A gelaliua precipita cora facilidade o eorlim la-
no que entra na composieao dos vinho.. Porm a
allioidade do corlim ha to grande pela materia colo-
rante natural do vinho, qae elle precipili-se sempre
com esta, emqaanto que deixa livres os toceos e de-
cocrdei que servem para falsificar o vinho ; porque
a gelaliua na > lem acrao tobr* eslas sanslancias.
Eralim, termiuariinos ciliado os diversos proces-
sos que M. Joordier publicou uo jorusl Le Paxs
de 10 de oulubro de trl.it :
lluaudo a cor do vinlio ha natural, o accido sol-
phurico nao a muda de forma alguma : e como
roiilia experiencia, d rrami-ie no liquido que se
-hemos qui esle apparelho de chimica re- 1ucr eipertmenlar uma dls-olue.io de polassa : esle
cebeu o noine do sea inventor, e que se emprega pa-sara' iininedialamente ao verde garrafa ou amore-
para aquecer de um modo soave, e uniforme qual- nado, sem precipitado.
Sao eslas as principis falsificajOes que e.tragam jornal de qoa he correspomlenle.
nossos vinhos e ot tornara mullas vezei pernicioso! ; I Segaiste-lo passo a passo e vistes ai ideas qoe o
anida ha outras peiorrs ; porm, para ai encobrir dominavsm. Imagine agora o qoe tira'quando ar-
tolas, o iuUress* lordido inveniou faliificajoes, o- raslado pela critica a que he tuieilo loto o escrip-
hreludo na cor. lor, elle comecar a recordar as suas ms impres-
Uigamut alguma eoasa a esle respailo. ses. A critica degenera em maledicencia, e a panna
1 ara reconhecer se om vinho esta' colorido arti- molhada em fal nao conhece limites. Nada Ihe hi
ficialraent*, fillra-se por um papel de mala borrao, vedado. Vai ao inlerior das familias e lauca ahi a
branc. deiordem com uma inicial imprudente, com uma
Se o liquido for natural, a cor pasta rom o vinho; phrase equivoca, com uma deslas observares rnali-
ie elle for falsificado, a cor fica uo papel. cio-as que fszera nascer a suspeila, onde ludo era boa
Eis-aqui outro proeesso : enche-se de vinho uma f, harmona e socego !
garrafiuha, melle-se dentro de om copo grande cheio C charaa-se a ialo terever urna correspondencia
d'agua, volia-se o girgalo para o fundo do copo la- rfdlieiosa oa am fulhelira V t lia de alguem ijui-
pando-o cora o dedo p llenar, demudo escapar al- zar da vida de Cintra por o que laes escriplores et-
gumas gotas. Se a cor for falsa veris promplamente cravem '.' liad*, porque malla genio etla ttmpre
prtripitar-si no fundo do copo goltinhit coloridas, dispoila a acreditar o mal. Mas he preciso coraba-
o que nao tem lugar sen lo o vinho natoral. ter estai ma's irapresses e dizer siog-laraenle a
Os sabios in lir,,in ainda oalros meios : verdad*, desengaando assim minios qae esiao I-
Srgondo M. Chevallier, os vinhos lalos, tratados ludidos pelas falsas noticias destes viajantes lille-
por oma solucao de polassa, oaisam para uma dir ralis.
verde garrafa oa araoiensda quando sao oaloraes. j Queres lu, mea amigo, diverlr-le era Cintra.
Segundo M. Filhol, plisrinacealico em l'oulou-e, Vera aqui paisar alguns das e veras, se oque let-
les em alguraas coi re-pondeocias nao he lado ami
pela.
Nao enconlras cerlamrnla aqui os prazeres dai ci-
dades, nao ha esl* tumultuar incessanle, esse bull-
en, i-e rumor de uilhares de vuzet. Ha socego.
N.lo admiras as maravilhas da arle, mal contem-
plas as bellezas da creajao.Nao eilendes a vista por
em cada paiz, e e isas cidades, cojo paitado nao uf-
terree nenlium exemplo, carecen de ama organisa-
cao inteiramenle nova, lie debaixo detle poni de
villa elevado, que courm orna pessoa colloaar-se
para julgar exalaraente dat necesiidapet futuras de
Paris, que contara no fira desla scalo doas mi-
Ihei de habilanlet te, como tudo fiz preiurair,
o augmento de sua populajao nao se detiver. I A
boa administrarlo lie a que conciliar ai poisibilida-
dei do pretente e prever o folaro,regeilaudo as metas
medidas, lolocoes provisoriae e sempre cusilas.
A creac.io dos boulevardt lornou-se hoje una ne-
ces,idade para lodos o burros ; he inditpeotavel se,
parar a entrada dai carcas dos caminlioi de ferro
cortir ero largai viat euai raanai profundas de cas-
tas e de rois estrellas, qoe nao tao maii loleraveis.
Etla neressidade he lio evidente qae tem feito sur-
gir iimajinoliidao de projeclo-, algnoa do* qoaes ja
foram adoptados pela auloridade municipal, lud-
quemo-los de patsage.
Antes de todo Iret boalevardt novos devera ter
eslabeleeidos a partir do chalcon d'Eiu.
I*. O primiiro, debano do nom de boultvard do
Norte terminara' n* barreira Pomouniere.
2-, ti segundo, Irajado na axe masrao do Chale-
aod"F.,m vai lindar na barreira do Troue, do qual
lera o nome.
8*. Finalmanle o (erceiro, qae provavelmenla nao
era' exeealado tinao depon dos dous primeirui, por
causa dai daipezas qoe deve occaiionar, unir aa
prsrai eenlraat ao arrabalda do Templo. He uma
gran le arteria interna penetrando at o cutai ao de
Paria.
O bnulevard do Tron vira' a ter o centro das
habitarais destinadas a classa operara. Sera' o ver-
dadeiro boulevard do puvou, alravessando em dia-
gonal o n- disliicto, do qual aformoseara' os bairroa
quer liquido quando.se recela a accSo inmediata e
de.igual da i li,imina.
A uperac.io consiste simplemente em pegar de
um vaso chelo d'agua oo de ouiro qualquer liquido |
a fervor, no qual ae mergulhs um outro vaso con- j
tendo a materia lobre a qual se quer operar. Cin-
linuemos.
II. l-alsilic.icao pala cidra.
O proeesio popular consiste em lanjar algumas
ra desordenada. Tendo emfim ehrgado Euslaqoio,
den am profundo suspiro, respirou livre nenie ;
depois dise com yoz comniovida :
Pelus sinos d" S.inl Jacques-ta Biocherie !
nao has de rscapar-me mis desta vez Fugir asim
sem dar unvido a. pslavras de om amigo, he uma
acrao indigna. E para que '.' Para acomparitiar uma
Judia, pois adevinhei lulo. M-s n,io sera as juro-o pelo l'.io da Saint Jacquet '. Nao te dir
que o demonio per l-u tua alma, que nina msldils
ribalda fui preferida digna e exetUenle madama
Pemelle!
Madama Petadle, repeli o cscriplur levando
a mi fronte ; depois acrescentou : Sim, aran uma
Judia, coinii os Judeusio eipellidos ; sigo-a, dei-
)i a Irai.c. Alem disto essa lilha de Israel ha de
c inverter-ie ; ella o torou sobre o berro de nosso
Bil.
leu fiho disse o sacrisiao remando com
horror. Mas entau estas perdido ; oma fogueirs
ne'le inundo, cliainuids alemas no uulro, eis-ah a
la serle !
0'' importa esquija-ie de mira, e sobrelo-
do retire-ie.
M s, de'grajadu, proseguio o sacrislao visi-
velmeule coiiimo-ido pela re'oluc.io do amigo, hoje
mema mandei allix^r uina prometa de casametilo
entre ti e Diadema Pemelle. Amenlila nosso cu-
ra ainiunciara eoa iiiiiu prxima aos seut p.irorhia-
nns. tem >e'< que na* pod.i partir ; madaina
remelle morreria ; eaanriea um escndale linrri-
vcl, e eu pobre laCfialAo, devena fogir paia sempre
la luz do il>a !
I lamel Hie enva nenhoaai dcs>,is palavra. Ah-
un** pelo seu ileaeepere esleea enlrtsee a't pernle).
vila'ic mais crueis. poique Sara nao rrapnarecia.
Ja' Uvera o p^nsameiilo de corre em prefer da
.Io lia, mas i'-'iioiando para ond* havii de dirigir os
i passos, se resi/naia a e*C* espera terrivel, Eustaquio
> enganuo se cun o ar pensativo do amigo ; cui-
dou que iros cou-elhus o tiuhain rommovdo, e
i icresrelltou :
Devera" nlfererer nma vela para n altar de
, Saint Jarqus, pois ful certamen!* pela prolecc.io do
padroeiro de nos.a pareehle que consegu alcancsr-
: le. Impaeieute por nao ver-la voltar.avistei euilim
, da janell* de la casa tua sombra na praca. Des-
I cer e seguir-te as pisada* foi grande trabalho para
Faltificaiao do tinho e meios de a conhecer.
O vinho, pala instituirn do Salvador, tomou-se
ama materia neceuaria do sacri-io de nossos alia-
res, e se por culpa de ora homein esia materia for
f.l-ilicada oO allerada, lomase malina invalida,
lilaila ou inconveuianle, segundo a uslureza e grao
da falsificarlo ; e he aos olhos de Dos ama prufaua-
i;.lo tacrilega.
Ii mira (orma, a falsilicacao dos vinho* praticada
obre uma tao grande escala entre no<, e aoi olhos
da consciencia, he om verdadeiro ronb-t, que exige
rasliluijao da parte do falsificador ; ijnal oeuli, a
I ais tiraran do vinho he ama conspirarlo contra a
-ao le publica, e para mullos horaens ora verdadei-
ro envenenaraeolo.
F-r-mos pois om serviro lano aos sacerdotes, co-
mo aos commlrrianlet conscieoeiosos e aos consumi-
dorei. iiidicando-lhes ai diversas falsificacOes do vi-
nho e os procesios que te devem empregar para as
descobrir.
E para qae in.<;ii,io aecuiem de exagerara \ cila-
remos dous fados que juslili-ain lutlicirulcmen'.'
nossat I .'.uiliaiir,..
Em ISIrj, a cmara, dos depuladoi nomeoo uma
coramissao para se occopar unamente da falsifica-
rlo dos vinhos em Paris.
Ora, aobre um consumo annual de pnuco mais ou
manos um railhaii da hectolitros de viuho, ot calc-
los da commi-.io elevaram a rento e sessenla mil a
cifra des hectolitros de vinho falsificado.
M. I.igrange, em tea relslorio, prova qae o cal-
culo oo viuho falsificado poda e evar-** anuual-
minhas peruas velhis, mas emfim aqui eslou. Ma"
lama Pemelle, qual enviai um aviso alo lardara'
em vir reunir suas filicilarOei as miuliai para *gr-
decer-l* de teres recobrado ra/,io.
Emquanto o tacriaiao assim raciocinava dando a'
saa voz a manir brandura, Flamel arrancando-. a
sua dor patseava cora agiitajao. Ouraute esse pas-
eio n escriptor cheaou diaute da mesa, sobre a qual
Sira col acara a caria aberta.
A villa de Nicola'o hiou-se sobre este papel ; el-
le tomoo-o com mao febril, mat apenas percorreu
algumas linhat, deiioq cahir a caria, eiclaraou
cora desespero :
.Muren '. morreo '. Paz lin aoi leus das para
escapar *' deshonra !
Asiuslado pela exclamarlo de Nicula'o, Eu correu para elle, mas a voz eipirou-lhe nos labios.
Yendo u olhar sombro, a tronte baila, e o rosto l-
vido do amigo, Eustaquio senlioo terror peneirar-
llie o corara. Confemplou com e de Sara, que eslava am p, e linha ai raaoi con-
vulsivamente aperladas pela dor.
Morrea '. morrea repino Flamel ; ali '. ao
ineiios poderei reunir-me a ella '.
E Nicola'o dirigindo se para a perla ia sabir,
quando. Eustaquio dominando tea proprin terror cor*
reu elle, e agarrnu-lhe a mao, lizeu lo-lh* cora
uma vnx vinda do curatao :
yuere raorrer '. uiorrer por umi Jodia, por
uma pagaa '.'
E acrescentou em voz bsixa :
Se madama l'eruelli ehegaise ar;ora, nos o tal-
i varuiinot !
M<* a vqulade do MeriilSe mo poda ser sulli-
ionle para reler I lam 1. F.le esrapuu-llie das
i inaoi, e ia pastar o luuiiar da porta, quando bri-
Ihou nal trevas a tlaridade vermelha de muitas lo-
j chas, e oma companhia de archeiros do preboste de
| Part invadi a cmara de Sari, e iulereeplou a pai-
sagem.
Ouil dos senherc, perguntcn o sargento con-
sultando um pergaminl.o que trazia na mao, e di-
rigindo-se aoi dous amigos, qual dus scuhores cha-
ma-se Nicolao Flamel ".'
O joven eirriplor ficoo mudn'dianl* de'sa per-
guola, oa antes somenle comprthcndeu ama couia,
i islo he, qoe novos obstculos^!* oiipunham a' saa
I passagtm. Mas Eustaquio pnseutiuJo algam per-
pode-s*
iim estas materias.
a Este l ,1-iiieac.io, diz
tarnbsm reconhecer.
o 1. Pela prova ;
2. Pelo cheiro pronunciado do elher actico
qoe cuiilcra o alcool obtido era deshilando este vi-
nho fal-ilicado ;
i 3. Ot vinhos adicionados com eile producto
fornecem uma maior qoaulidade de extracto! ;
i. Estes exlractos nao se comportara com o al-
cool como faiera o extractos obtidos doi vinhos pa
ros ; na verdade elles oll'ericein maior dillirol Ja-
le em si deixar separar neste liquido ;
ii O extracto oblido dos vinhoi falsifieados com
o cidra, aquecida no banlo de oleo a uma tempera-
tura de 200 a 10 graoa, deia desea*olver um aro-
ma particular e reconhecido.o
III. Falsificarlo pelo alcool.
Urna lei de 1\ de junho de I8JI, irl, 7, isenla de
todait os direitos us agoas-ardeoles, oa alcool bota-
dos nui vinhos. comanlo que a quanlidade nao
ex-eda cinco lilrus por heclolilro e que os lquidos
sojeilos a esta operaraooai coutinham mais de Jl
p. c. de alcool puro.
He islo o que se chama vinagre.
Ora, a sombra desla lei, pralicam-se uma mulli-
da de falsilicarOet.
I. iinpram-se no ul xnibos muilo carregados na
cor e que ji leera sido igoardeolalos antei de se-
ren exped do*, aguardantam-se de novo, teja fora
da barreira, ou no armazem de deposito, com pei-
simas aguas-ardenles, e chegam a Parii conlendo 40
oa fiO porcenlo de alcool, e n3o pagam mais que
os direilas ordinarios exigidos pelo vinho.
Ella grande quanlidade de agurdenle que con-
lem o vinho, nao serve se nao para encobrir copio-
sas ailierrs de agua misturada com vinagre, de na-
nena que um heclolitru de vinho aaiirn falsificado
faz nout, lre, mesmo qualro. u M. Chvalicr.)
De que modo havemoi de conhecer a fraude f
Primeiro pelo goslo. Estes vinhos, longe de ipa-
gar a ledo, causam grande seccuia ao paladar e pro-
duzera uina embriaguez phrenelica, duenlia,fecunda
em rrimei e em enfermidadei.
P le-te tambem recooLecer o vinhos sohrecarre-
ga los de alcohol esfregando algumas golas as raaos
at a' leccura : se o vinho esliver falsificado, sen-
I*-* um lorie cheiro icolio!.
O amiiioniaco pro luzira' o mesmo efi'eiio : se se
laucara algumas guitas de amoniaco em um copo
cheio da vinho, a cr faz-ie azul quaudo ha falsa.
e Seu lo o vinho colorido arl finalmente, cora a
potassa te obterao as colorajes abaixo designa las,
segundo a nalureza das substancias mais habllual-
raenle empregadbs, e coja nomenclatura he a se-
guinie :
Empregando na laUlicacJu da cr do viuho as ba-
gas de eogos oa chulo, cora a dissolujao de polassa
olilem-s* uma culorsat;ao.
Cora as papoulas silveilres anexada, ciozenlo a-
inorenado.
Pao da India..... vermelho.
Sabugueiro...... roso.
Belerraba...... vermelho.
Araoraa....... ruxo escure.
A11enturo...... rxo azulado.
Ilerva dol cachos .cachos da
India....... amarellu.
Campeche...... ciiizeulo armado.
* Purlanto, a potatsa tem a dupla vautageui de
e es subslauciai que uella
fazer couliicer a fraude,
le emprrgaro.ii
Oo Direito.)
{Da Niao.)
go grande para o amigo, vencen sua perturbarlo,
dirigindo-sa resolutamente ao sargento dos archei-
ros, disse-llie :
Ooe motivo o Iraz aqui, par* qae procura o
senhor Nicolao Flamel, o mail tabin, e mais virtuo-
so doi aicriploret da parochia de Saiot Jacques-la-
Boucherie '.'
Timos ordem do preboita de conduzir o s-
nior Flamel a' pnsao do Chatelel, como acensado
pela voz poblica de haver lido commercio de amor
com umi Judia, coosa prohibida pela lei, e ponida
com a fogoeira.
Crande Dos disse com sigo o sacrisiao es-
treraecendo de terror. Mas he uma calumnia lor-
noa era voz sita. Eu, saeristao e siueiro de Saint
Jacques la Uoueheiie, respou 'o por Nicolao Fla-
mel : he mea amigo, d*ve ser pelo minos tneio
anto para gozar de minha estima.
Nicolao nao compreliandeu'nada da aecusarjo ler-
rvel feila a elle ; licuu iramovel como danle,
absorto em seo desespero. Entretanto era grave o
crime de que o aecusavam. Fin boato, algumas pa-
lavras, tuih.im bastado para ser dada a ordem do
preboste. O* jovens e'rriplores. que liiiham se-
guido madama l'ernelle a' casa de Flamel, haviam
reconheculo em Sira uma lilli". de Israel, adevi-
nliado tem Ireuelhe que era a amanto de Nicolao.
Por isso nao linliam delxado de repetir em lodosos
logaies qoa o piedosi e sabio Flamel enndemnava-
se por uma Judia, leudo essas noticias chegado aos
ouviloi de ni- unas almas devotas, haviaiu-te espi-
Ihado cora extrema rapidez. O preboste livrra cn-
iilieciiuenti) disso au mesmo lempo que chegava-lh*
a par* de am archeiro que recebara a- cunt Ini-
cias de Bernab respcilu do menino loriado, de
Flamel, e de -ara. O priboile ordenar* a prieta
dos culpados.
X.
Eustaquio nao ignorava quanto era expedid a
ju'lica do prebisle ; por isso resolvea disputar seu
1 amigo aos archeiros. Apezar de sua asseveracao, o
sargento Dio pareca couvencde. Cumprehendendo
que o culpado era o joven eicriplor que licara mu-
do i apoderar-se siroplesmeul* de sua peisua quan-
do de repente madama remelle spreseulou-se en-
j Ir Flamel e o sirgcnto.
Stohor Nicolao... disse ella aperlando-lhe a
Cintra, l. de lelembro de 1837.
Meu charo aini.eo.Parece que he moda dizer
mal de Ciulra. Cus cicolheram para victima o Vc-
tor, e nao ha mal que uo digoni do teu hotelo
atranco he meo, o jaular pesstiuo, os quartos deles-
laveis.
A uuvi-los, direia que sao uus svbarislas[cos(uma-
dos a n n. palacras e laulus banquetes .
Outrus, man maldusus, escolheram para soas fie
timas as senhoras que aqu vem passar u verao,
e nao hacaucanque nao faeam a reipeilo od-
ias.
(luiros, nao labendo de que ralbar, gritara aonlra
a falla de diverltmeiitus e nao ha cuusa que nao di-
gam contra quem nao vai ledus os das passear a
varzea di Collares, jaular em plena estrada, con-
tra quem uo vai de uiauh,i,i e de larde patsear a
Pena e ao Caslelln dol Mouros Ora, j he voutade
de fazer gritara !
Daqui a pouco sao capazri de pedir para aqoi
um Ihealro, um paiseio publico illuminado, um
Ciliado cora *s mas lujas de modas e nao sal que
mais.
. I.embra-re ero Lisboa qualquer Iliterato de vira
Cintra. Aluga aran cirruagem e manda trotar para
aqu. Como paga, qoer que o Irem venha era duas
h na-, tem s* timbrar que os cavallos pudem Turar-
le cora uma agulha e que falloa de forja hu de for-
jusamaule vir de vagar. Chega o nussu homem limi-
to iie-espendo, apeia-se ao Vctor, quer que este
puuha fura ui hospedes qua l tem para Ihe dar o regenerar elles mesmos.
sobre un sem numero de casas,mas pasmas em pre-1 Hilemos. Eslabilecldo este bnulevard
euja desla vegetacao luiuusa, mas vs formosos ar- '
votados escoulendo a Iragosidade de altas mouta-
nhas, mas eipraiat a vala por etle honsoul* un-
raenso, mat deecobres alera o ocano !
Nilo admiras sobarbos palacios, ricos edificios, qoe
o poder do homem levaulou nessa Ierra secca ri-
da, uus admiras o poder de Dos e ris-le da peque-
nez humana !
Mai nao penses qoe eu le convido para vires aqu
viver vida de aitaeliorrla. ^o, tambera se vive para
o mundo, e encotilraiu-se prazeres que compensam
treta a falla dos lliealros e bailes, dos pe***!* illu- i
iiiiu.idul e de Unas oulr.is cousai de que eslis por I
cerlo cauca le, como eu o etluu quaudo o \ ei,io le
aproxima.
lia aqui ioeiede.de e muito escollnda: e converia-
se inus ueste- dous roezes de C'.ulra, do que em lo-
dos os dez m-zes em Liabea.
E a razao he simples : he porque *qoj| nos encon.
tramos lodos us diae, sin quinto que era Lleboi lie
oraa randade eiiconlrariiios-nus. liiia visa em Lis-
boa he negocie serlo que preeiaa medilir-sc, ni
quanto qoe aqui he negocio da todos os nstenles.
Ahi vs as paisoas do teu conheciinenlo no i he tro,
riras vezet uo passeio, alguraa eoeeell* nos bailes, e
quasi nunca era sua rasa. Aqui ve-las de m nii.ia na
llegaleira, de Urde em Sitiis e a unte em cas,i, se
qoere vitila-lat,
Mai diz-s* que nao se encontra viva alma Pe-
der andorinas todos os diat em correrlas para a Pe-
na, para Collares a para os Ctpuchos Ooern aqui
etla e le demora vai a totoi es'es sillos quando Ihe
apelec*, tero eslar a espera que venlism alguns figu-
ro,., de l.isbo* para cun elles se encontrar.
xe liles nao veein niiiguem, guando por aqui di-
vagara, qa* te quinera da sua ras aurle. Oue v-
uliain sentir em algamns lindas lardes dasles das
calmlos uos Pisoes, e verao a maia geulil e forraos*
cavalleira goveruan Jo dexlrameule um cavallo baio
alravessar ao galope aquelle sillo tao pitorasco, se-
guida de numerosi comitiva.
(,)ue venhaiii em cerloi diat passear ao Caslellu
dos Mouros, e verao por aire aquellas lorluosas ala
raedas algumas lindas llores dai inargem do Tamisa.
Mat vinde patsear Pena e a outros molos sinos,
porem a horas em que te pode partear e nao quau-
do a manhaa inda vem na ierra, e encontrareis entre
muitas seuhorai e-luna veis por suas maneiras e fi-
nura de seu espirito, algumas bellezas que voi r.u.in
desviar os olhot das magnificencias da creacao, que
voa i u.io esqueeer todas as pompas da nalureza pa-
ra admiiardes esses entei privilegiados !
Vinde e deroorai-voi, e lereis occasiao de ver
lodo, de divertir-feo, e de taber que a maior parle
do que se diz e escreve a respailo de Ciulra he ludo
uma fbula inventada por algum malicioso.
E nao quem dizer cora islo que se viva aqui pa-
Iriarchalmnile, que aisell-a do dos vendado em-
balen? no pello d'.s pessnas que frequenlam Cintra,
nada ; mas o qoa eu posso aflirmar-te, he que sflo
falsas essas aventuras que alguem imagina.
Esle -i ios. pela tua iminensa pona, convidara
a amar, e eu sei de alleijOei que aqui oraejaram
este auno e de oulrat que aqui se continuara tran-
quil menle, mat ludo iilo he n Mural e di iieiihuin
modo allinlalorio das conveniencias sociaei.
i .loan lo vieres paitar *qn> alguns das, veril le
Inet ainoret sao digno, de reparo da critica irapta-
cavel de cetina moralistas.
Nunca pude tolerar esles censores da moral pu-
blica, que gntam contra a devaisidao de costumes
n'uma Ierra em que os co.lomes sao tao severos, *
onde a riqueza he considerada falta quasl irrepara-
vel. Que deixem o prximo s negado, e se quirem
regenerar sociedade, que tratera primeiro de se
. mana ni
leira do 8- dislricto aera' dividida por cario numero
de largas estradas, entra ai cjaae* luda as roa* se-
cundaria! podaran melhorar.
No l*f S* O 3" dislrirlos, existen) oulros projeclo*
raaduraraeute esludados. Alguns ja foram adopta-
dos.
Em primeiro logar o uboolevard de Monceau.
que eme-,.., da Magdaleua pira terminar oa na bar-
reira de que lem o norae, ou para inclinar-ie lobre
a barrenas da It 'ule.
Em segando lugar, a rreajao de umi larga ra
miado a estajo do Norte ao de Sa<> Lzaro peloi
bairroi Montholon I. mi,arliiie ; a abertura de ora*
ru chamada Kiiuii, aqual, parlindo da exlremiifi-
le da ra da Paz, vira' i i minar n* do Havre. He
um dos iiHlhorametiliis mais otis, porque nao ha
era Paris uina Mlajie coja eprosimajOei Ido aca-
udadas e obstruida, como as de S. Lizaro.
Finalmente prepet-ta lambem : mu com menos
empenho, unlr-e u alto Moulmartre ao centro de
l'aris pela abertura de dous boulevardi,uti dui quae*
virn lerintnar na del llahanot e outro legueria era
perellelu cora o boulevard Uo Nard.
O especlidor pudera', paneando no boulevard cir-
cular, trajadu no, lados da colima, admirar em todas
a. suas faces o magestoso panorama de Parii, hacia
nice no univtrso, onde a nalureza lem reunido,
des le o lempos geolgicos os mais remotos, todo que
he preciso para a cdilicajao de urna grande cidade.
Ond adiar cora efleito ara lerreno 18o rico em ok-
lerues de toda a especie, come o de Parii'.' mais li-
voraitlmenl* inclinado sobre as margen* de um
grande rio, mas eleganleraenle ornado por essa cin-
tura de collioas conertaa de bosques, dominando ai
linaoiidadei caprichosa! do Sana ? Ue ue o cere-
bro da einlisac.ij moderna, eiviliiijo poderosa do
vapor e da electricidad*, de.Imada a invadir e du-
minar o mundo. Por isso vele qoanlas paginai de
archilectora a humanidade ja tem es.riplo *obr* esl*
bello solo 1 No cenlro, na cilcu Nolr* Dame e a
Capella Santa lambrum a idade media e S. Luir ;
ma adiaiile, o Louvre oa a Ransicenja, tilo he, a
grja e a eleganjs temperando a aeveridade da*
grandes linhi* ; mai* longe anda, a migeitade da
irle romana e grega. Temo* tallado do arco de
triiiuipho da E'lrella e e Magdalena. Finalmente
n i i euiro eleva--.- o monulilhu eevpciico coiileiii-
poraneo ou anles mais anligo qoe Moysi. Por ven-
(uri nao ha iiloja uina lyutheie completa da hielo-
'I) Parii com *ui arrabaldes occopa hoje uma
tupeilicie de 3,403 Indares, j6 ares U 7 canteares.
ou ;ll,uj"),tii|/ metros quadralos, e ti leguas o um
quarlo de circomferencia nu 24,8'JO metros.
A superficie comida pelo reciulo lodo abaluarlad )
he de 857,5S8,0U0 metro*.
A tupeilicie do depirlameolo do Sena ha
17 j.SOO.HOO metros.
As fnrlificajOei lem oecasionado ama despeza da
110,000,000.
Estradas publicas. Paris emit 1,474 estradas
publica-, coja exleusau he de S8^CSS metro*, a *-
ber :
Comprimeoto 11,100 Metros.
melhor quarlo, e como esta exigencia uao possa ter
satjsleila, U te acommola eom o que Ihe deslioam,
e pede logo alraojo. Servem-lhe uina comida muito
mao, e lera poder acrascenlar una palavra, tao
comniovida eslava.
Ella chega a proposito, disse Eustaquio com
sigo dando um grinde suspiro.
Eutdo voltandO'te para o sargento allrihio-o a
um canto da sala, e disse-lhe era voz baixa .
Ilouve encano em ludo islo ; pois nao somen-
le o joveo Nicolao nao coramelteu ura crime tao
enorme, como tambera nao existe nenlium vestigio
de Judia nesla casa. Ora, sendo a cmplice neces-
saria para estabelecer essa aeeotejaO, nao exislin-
do ella, a mputacao cube por si mesma.
Cim elleilu, disse o sargento procurando com
a vista, nao vejo nenhuiii* lilha de Israel, salvo se
essa miilher for Judia, acre.cenlou elle designando
ma lama Pemelle.
Ella exclamou Eustaquio assuslado por lal
u; | osic,io, he a irosa de Flamel !
Todo isso esla' mu bello, tomou o escrupu-
loso archeiro, mas lenho ordem de preuder aquelle
joven escriptor, e, pelo diabo, bel de eonduz-lo ao
Chslelet.
Ii /en.lo islo o sargento, repelo o saeristao, e
ehegando-se a Nicolao, disse-lhe.
li preciso segoir-uos.
Segui-los V pergunloq o amante de Sara com
espanto, e laucando a villa ao redor de ai romo se
desperlasse de profundo tonino. Para onda .' Para
que '.'
Priiiieiramrule ao Chlele!, depois a' praja '
de Creve. por haver lido commercio cora urna moca I
judia. I
Nao ha Jodia aqu, exclamou Euttiqoio para I
impedir a reiposla, pela qual seu amigo ia tornar
lefia a etperaiira iropossivel ; alem di-to eu, laeria-
lu e sineiro de Saint Jacques la Houcheri...
Veiiham Vmcs., disse o sargento interium- '
pendo o digno funccionario, e vollando-se para os
homens de armas, que esiavam em p junto da por-
la, apoderem-s* desle oven ribsldo : o senhor pre-
boste saliera' ajnstar-lhe as conlas par* sua maior
saliifacao.
I'.spetem, em nome do eco exclamou mada-
ma l'ernelle lanrando-se entre Nicolao e o archei-
ros ; o senhor I amil he innocente.
Oujam-rae, disse Eustaquio lornaudo-s* au-
daz pelo exemplo da viuva ; nio somenle m*u ami-
lievera ainda fallar-te do lyrio e da camelia, da
ajuecna e da violeta, mas isso livava-rae longe, e
reservo paie outro dia.
go nao lev* commercio rom Jodia, porem illa' para
casar cora esta bella viuva.
licando eloquenle a' vitli do perigo corrido por
Nicolao, o digno sacriilo leve nesse momeulo uina
m-,ur--cio Iriuinphaule. Sorrio de alegra a acrci-
eenlou ;
E para prova de minha- palavras aprsenlo es-
les papen. I- ia, sargento : Proroesta de casa-
mento entre Pemelle e Nicolao Flamel, escriptor.
I.eia lambem islo : o Baiihot publicados em Saint
Jacques la Boucherle annunciando-a fulera uniao
entre I), l'ernelle e Nicolao l'lamtl !.... Era fim to
provas em que a assignalura do nosso cera esta' es-
cripia rom letras magnilic,.....
I fano desse argumento, Kustaqrsio laucn ora
olhar da Iriurapho sobre o chele dos aicheiros, ruja
plivsionomu perder sua expressao le dureza. En-
tretauti' uraa circumslancia iiuprevista apre-sentuu-
se de repeute, e fez estremecer o engeuhoso *a-
crittao.
(Joe menino he aquelle '.' pergunlou o sargen-
lo xendo o berro. (Juera he sua mat '
Esle menino exclamou Flamel precipitndo-
se para o lilho, he mea saugue, he minha vida, in-
guero loque nelle, do contrario Ihe acontecer mal '.'
Irr tomou o humera do preboste, nao sera
alguraa Judia a mai delle.
I in silencio profundo acolhru e-la? palavras.
Euslaquiu firou horrivelmentc paludo, porem ma-
dama Pemelle inspirada pelo -en coracao, dingio-ie
ao herjo, e disse cora impsiibilidid*
Esse menino he mea. Son sua iiih.
-- Se he assim. rsipondeu chele doarcheirui,
lorna-sc evidente que \ mes. anlliiparaiu um poa-
co o leeremenlo. Porem todo isae ainda nao he
Mitluiciiie. A tenhora la/ u juraineiilo de ser a noi.
va de Mr. Nirut.io flamel que se acha preseute '
Juro estai prompla paia casar cora elle, como
Iod.i a mmiv i deve lazer, respoudeu viuva cora do-
torosa eill o.au.
E \'me., senhor eeeriplor, jura ser lealuienl*
oluluro esposo de mdanla Pemelle '
Flamel guirduu o lilencio. Eostaqaio e-tremn-
c*u, mas dirigiudo-ie a elle diise-llie eiusvoz baixa
e rapidamenle :
Jura afim de salvares tua vida para leu filho,
vislo que a mai ja he mora. Faz* o juramento, do
contrario tea tillu licara orphao.
Avenidas 27
Boulavardt 24
3aminhos de
ronda i
Seecui tem sa
hida 8
l'r.jas no m-
cruzilhadat !fl
:aei :t
Unas 1, m
11.190
I5|50S
19,379
i, 711
0,811
:,I77
:wa,796
Tolal 1.471
Caas.O numero das
1855 de 30,770.
8i,6b.,
em Parii
era em
O momeulo era lopremn. Tudo ia depender da
resposta de Nicolao, e lano madama Pemelle como
o saeristao lilatam o olhoi tobr* sena labioi.
Enlao '.' pergunlou o aargeolo admirado de
nSo receber nma prompta reapotla !
Juro respoudeu o amante de Sata coro voz
iniilelliglvel, e contemplando o lilho com o olhos
dieras di lagrimas.
A' vista dei-as provas soipendo a execujau de
minhas ordene, disse emlim o chefe dos archeiros.
Nao tmenle su ha qoi christao a chnstaa promel-
lidos em legitimo casamento, mas lambem uio eu-
eontre asombra de uma Judia.
E volla u Jo-.-o para us seus homeus de aunas, dis-
se-lhes.
Eia, v. leme, para o Chatelel.
Collocando-ie a' frente de seui toldadus, afaitou
se linlamenle e desappareceu emfi n cora grande
allivio du sacrl-l.io e da m i I.me Pemelle. nuanln
Niculao, lumou a ruao da viuva, condutn-a pare
jimio do barco, aioelhoa diaul* della, c dnse-lhe
com profunda eraojo :
Vmr. salvou a vida desle menino e de tea pai,
aeja bera Jila Ue ora era .liante sou seu por loda
a vida, pirlenjo-lhe.
Comenles'.' exclamou Eustaquio transportado
de an>gria, rtimpnrat leo juramento "?
^'iverei par* o meu filho, responden I lamel
ao envide do amigo entrcfaulo qae madama Pemel-
le lomava nii.i'iiino nos braco*, vi,lo que elle pei-
deu e iii.i.
lendo acebedoeelae palavras, e escriptor recahio
tristemente sobre ura escabellu, rrzou o brajos
..be o peno, filuu os olhos no chao, e abandouuu
seu peo,amento asmis pioluudas rellexAes (ique-
eeudo-ie da viuva e de seu digae amigo.
Retiu-ie, cuii.ui.uire, diste o saeristao, era voz
baixa a madama Pemelle que tinha o menino uos
briros. Iieixe Flaiuel enlregqeaoi seus piuiameu-
lot. Amanhaa ell* vollara' para ama-la, o abra-
car o filho. Ue minha paite nao o perderei man
de vista.
Dcil an conseibo de Euslaquio, a viuva sabio da
cmara --e Sara, ultou para o seo domicilio, dei-
ndo o itcrisiao inslallar-ie resululamenle ao lado
de itu amigo.
(C
MUTILADO




^JHlllil-H- v-
lilARl t>BNAMSCtS() t'uM *X11U 5 01 Mr/EMBliO ftk lf
Se paasarmos da margen] direila Jo Sena pan a
asqoenla. ,liamoi :
Prime.ro. o projerlo de continoar-se i roa de
Hrniif ale o no. lalvez depoia ao desemhareadoo-
10 do iioi (e por uina Iniha poucu maia ao menos pa-
rallela a> boulevard Segando. A cieat,ao do boulevard S. (ermano,
qoe, purlindodi pona da T. urnella, vai a" encru-
zilluia do O 'ron. Este bonlevard lera uma grande
iiiiiu.i l-m-id per can. i dai commimicsroe qi a eata-
belece entre a parierais ronsi lerav I i mais hal,i la -
da do a va rae, o embaicadooro dos Caminhos de ferro de
Lyso e de Oilean. Da Talor a uma snperfle eon-
aideravel de terrenos, vagos, asaca ruulloa biirroa
.moni adoa de caas > lliaa.
Terceiro. O pi. lougamento da ro dat Eicolaa
al provino lo Jardim daa Planta.
Quailo. a, abertura de dou boulavarda bem ne-
crsaaii s nana Immema cloaca, que ia chima arre-
bolle Saint Hirceau.
O prlmairv aaria i eonlinuacJJo do bonlevard
Monlparnasie, partindoda gianda alea do observa-
torio, a terminando depola da om de.vio no boule-
vard do hospital, inundo deale modo a eicola mili-
lar da ViPceniie e a eitarao do caminbo de ferro
do O'tle ao da Urleana.
O segundo podara lalvet dirigir-te diagnnilmeo-
la, da barrain di llalla a earcaneiai da Panlhaon,
sopprimindo a roa Mouli'elard. Nao aera' muilo
ca lamente o que se litar por eaae irrabalde Seint-
M.irceau, onde eiialem tantoa vicio e iniserias,e lem
aldo lao despret-ado ale aqu.
tmlioi lem-ae tratado gualraenle de arredar at
aproiimac.oea da ponte doa Invalido! por uma ra
que veulia terminar perpandirularmente na avenida '
lourvilla, nal Immetliace da carola milil-r. No
meamo poni rhtga tambera o boulevard S. Germa-
no, aendo prolongado.
Todas grandes viaa de cirrolarSn, que acaba-
moa de enumerar, uma ret eieculadei a lodaa el-
las ilo neceaariaa em um lampo mai oo menos lon-
go) a superficie inleira de l'aris Orara' dividida
como um immenso laboleiru de jogar damas. Em
cada cata sadia e an jada, as pequeas ruis aa reedi-
licarlo bein depreisa, porque querido ebr uma
Dova va de circularlo, ella lem p por aisun dnw, o raelhorameulo ao redor della.
Onerv.r-i-ha sem duvida qoa a maior parta
daa novas vial cima enumera las, sao perpendicula-
raa ao Sana ; he porque p.rllelos a eate no enatem
a caes, oa boolevarda internos a alternos, o caminbo
ailralegico correado parailelamenle com as fortifica
{Bota
Poia bem, todoa eatei melhoramentos nao sao mais
do qaa una pequea parle do aoe resta a fazer.
Em noiso primeiro artigo distemos : Paria luflo-
ea-aa nos limilaa do diieilo dt entrada ( octroi ).
Com tfleilo ahi elle sufToca-sc, e qaaesquer que sa-
jan) as dillicul lades administrativas que suscita a ei-
tenslo destea limites ale ae forlilirarea cado ou
tarda ae le>l de recorrer a esta medida.
Mas neala pre%islo ha indispensavel e predente
crear lugo em todo o recinto comprehendido hoje
entre o muru das sele casas e estas furlilirarei, no-
vas rose, qoa servirlo de alguma aone de centro aos
almhainenlos para o futuro rrgolarea deala zuna
abandonada al aqoi a' impotencia e a" desorden)
a liniiii.iraltvas das pequeas commanas. Diiemoa
que sera' prudente proceder-se a islo logo, porque,
aa esptrir-se que o terreno tomando om valor malor,
se gastara' infinitamente mais.
Ha cincoenta annus que le trata do bonlevard
de Marceau ; que aa ganbna creandose enlio :' Ha
qualro anuos que o buolevard do l ron leria sido
muilo mai> eronumice. Na creaclu daa novas vas
ha sempre venlaaem em ser apreasado e em anleei-
par o ro'ivimenlo das poprnacOts ; deve aa saber pro-
vocar estes movirnenios e Dio argoi-los! Qaanlas
provas poderiamoa citar em apoio deete principio ?
Se proseguirmoa na serie doa mellioramenlos, que
ilo hoje indispensaveis i Pars, encontramos, alem
da distribuirlo daa agoai, o aslabeleciroento do des-
pejo mechanico poi|meio de labos fechados, com-
plemento dos esgntos, a execnclo da novas fontei
riiuuiiineniaea, a abertura da novo caminhos, uma
seria de outras medida administrativas, entra oa
quaea colloramos em primeiro lugar a inadinra do
hospicios para lora do recinto de Paria, a oonunut-
flo do grande Irabalho de restauradlo a separarlo
doa principies monumentos pblicos, o caroinho de
farro das piaras de marcado, etc. Mas dir-ae-ha,
nln se pode emprehender Indo ao mesmo lempo,
sem duvida ; mas o movimento esta' dado, nin-
goem o pode deler ; compre adiar ao menos os
intio de o continuar, ae nao accelerare.
O anligo Paris nao esia' mais ero retarlo com os
novas nacesaidades da circularlo n vapor. O ianlo
mais camiuharroos, mate Paris se tornara' absorten
le, e nao he cerlamente hoje, que se pode laucar
mo deesas medidas da anima monarchia, desses -
diclos, que loocamente lenlavam oppor-se ao seu
engrandaeimenlo. Essas medida foram innoleis ;
ellas o serian) ainda Pode-se dettr as ondas do
mir ou as nuvens do cu'.' Mas se ningaem pode
faier parar esse movinienlo, deve-se domina lo.
organua-lo eom oa recursos reonidus do otramente
municipal, do crdito privado, da ssioclacao doa
capilaes. A administrarlo nao chegara' prmpla-
inente a sati.fazer todas aa necesidades legitimas.
seno appelian lo para a laiocino.lo, atilisando os
recursos do seu ornamento na. emprezas nao sus-
caailivris de srrem raalisados pela industria, taes
como a reparar.;- o dos monumentos, a mudan;,! dos
hospicios, a sanidade.
Podrr-se-ia conceder a compendia! a abertura
dos-boolevards, dando-fe un direilo de preeinpcfi
naa zonas later.irs, esta* compauhias adiarlo na.
zonas de mais valor um recurso suDiciente para
prosperar, se forem organisadas com sabedor.a. Ve-
ja-se o qu e passa em l.ylo, onde uma ra mu-
nomenlal, a roa Imperial de mais de mil me-
tro de cumprimenlo, araba de ser toda creada por
urna companhia, que parece dever prosperar e en-
grandecer-se.
Essa sociedades tero, se bem nos lembramos, em
aerees ou em obligarles, um capital de perlo de cin-
coenta milhuus. Sua obra rhega Mizmenle a are
um. lie igualmente na asaociaclo dos capitaes pri-
vadoa, que a cidade de l.ylo lem adiado oa recarso
neceeeanos para operar orna vaata disiribuirao d'agoa
pura a todoa oa edificios e renovar aeu velho calca-
manto proverbiale p oro commodo.como lados at em.
Poia bem, porque a administrarlo municipal de
Paris, em vista da obra immensa que lem de fazer
daqui a om pequeo numero de annos, Dio appella-
ria para as companhia na distribuirlo d'agua a na
crearlo dos boolevards ? Ella duplicarla isiim a soa
acrao.
A c dada de Paris lem grandes recorsos, mas se
ellas lem sido sofliciente al o presente, quero afllr-
mara que no futuro serlo elles sulllcienlea para dar
um impulso salular aobre todos os pontos? Nlo o
crsmos sinceramente. A obra da receneraclo de
Paria lornou-se uma necessidade ; nio pode ser leva-
da cem rapidez, lenloas'uciando-seoorcamenlo mu-
nicipal s forc.ai de orna indoslria privada, seria e
poderosa, lendo dado provas em operar6es anlo-
gas. Em ama publicarlo especial, a Kavisia niuni-
cipal vimos que, ha mrzes, algomas rompanhias in-
glezaa fizeram oileracimeiilos 1 cmara para a con-
cluido do boulevard de Sebastopol.
(i Operaron de-la nalureza, ditia o representante
des., i companhia. fcitae por asaocia;Oes de nm gran-
de valor tinanceiro a por meio de um eysterna de
sobvenclo pagavtl por annaidades, se effacluam sera
'.....i.iini encargo real para a cidade.
rendas de toda a nalureza, qoe a consequeucia for-
a.la do trabalhna a fazer ae. cnbrem e eee,dem as
annuidades da subvenclo. Resulla pois desae ayile-
roa esia dopla vantagem : que a cidade nao fez, io-
nio pegar com uma dai maoa o que recebia com a
outra. e qoe ella goza inmediatamente e aem a bol-
ea abarla para Irabalhoa importantes, que fazem o
bem estar e a prosperidade da popularlo.
A grande iularven;lo da industria privada oa re-
generado de Paiii nos pajece iinipensavel ; s ella
pode repartir com eqoilad todos os melhoiameulos.
Qeanda se orna a margem direila, quando ahi se ass-
tam milhes, be justo, he possivel nlo emprehender
logo esses doos boulevards do anahalda Saint Mar-
ceau, de que temos fallado ? Senao ae fazem obras
nao em os bairros de loo. eleva-se sem compara-
do poaaivel o prejo dos alugueis : moa se Irabalha-
se ao mesmo lempo noi bairros pobres, onne os ler-
renoi sao b-ralos, nao be evidente que se eilabelece-
ro loso habilates novaa e modestas, e qoe dahi re-
sullai.'i umaalular equilibrio '.'
lie sobre os boolevards do Tron e do arrabalde
Saint Marceao, que veremnf contiloirem-e casa
para o operario, para o cidadlo menos abastado, ha-
bitacfiessadlas, arejadas e agradaveis. Se o bosqoe
de Bolonha he o pas-elo das rlasses ricas, o bosque
de Vincennes, alurmoiaado, regenerado como aqurl-
le, vii a aer o passeio apaixonadn para todas as cita-
ses operara du 6.-, 1.-, 8.t, loi, etc.
Quando pensamo al qoa ponloo deslino do ope
rano depende da sua habilaclo, nlo podemos deiisr
de desejar com um ardor felirieilanle, qoe o manlo
se mostr sem demora nessa
i n.-eiiio aciiua que a disfribuiclo das agua nifs
domicilios, qoe S crearan dos serviros do despejos I
mecnicos por meio d lubos lechedos leilo por lnn
de-embarar.r Paria da mais de mil loneis, que alu
i'ircolam diariamente para a disliuibuir.'io d'agua e .
desses rarrns ignobeis. qoe vio a Vilella : que a orea-
^.1o do caminhn de ferro dos mercados suppiimira ,
laoalmmil- perlo da qualro mil vehirulos, cloalmni-
te de-tniadoi no leu abaslerimento ; mas isto nao
sera sulllcienla para desob-lruir Pars, lie absolu-
tamente ntcess.irio prohibir durante o da, un meio
das ra, o transporte de madeiraade ronatracao, das
pedrat de cantara, etc. qoa eudiem a va puidieai.
.Nulo no ha ilnli-ol.ia.ie sena ; consegoir-se-ha.
quando se qui/.er. Ternus senpre notado a immensa
desordem, que reina nos transportes internos das cl-
dades ; ha vardade que nlo se pode subslilui-la pela
or.tem admiravrl doa caminhos de ferro, mas todava
ha muito que fazer para apaifeicoar o estado actual
das cousas.
Einliin onlro melhoramenlo pooco cuslmo e ot'lii-
limo, que temos esludado a qoa ha muilos annoi mos-
Irainns ser o primeiio, he a applieaclo da correspon-
dencia telegraphica por bailo prreo (vinte e cinco
centimoa por despacho,1 a todas aa correspondencias
particulares, que titerera, logar na e\lem,lu da baca
da capital. Semelhanle estabelecimenlo nlo cu.la-
na um millilo a aa receitaa aeriain impamente aaf-
lirienies para rolirlr as daspezas da eiploraclo. Re-
soltara dahi uma economa de lempo i nenien I* v. I e
uma facilidade derelacas, de qoe mngoain faz idea.
Nlo he esta um projeclo vago, mas seriamente eslu-
dado e aprofundado por nos durante mullos annos,
om projeclo approvado pelos homens mais compe-
tentes.
Uuzenlaa oa trezentas eslaces telegraphicas, re-
partidas judiciosamente em toda a etlanslo da lia-a
da Pars, desde Slo Cloode al Vincennes. desta Slo
Denii al Velleprif, permillria a cada habitante des-
Ic immenso recinto corresponder ae, em alguna mi-
nlo-, d um ponto a oulro sem incommodo ootavel;
a al nada ae opporia a qoe esta correspondencia se
eilendeise ao interior do domicilio por um syslema
de os parlieolares, ramificando-se em torno de ca-
da csiar o. Esta Idea lalva offend.i nosso hbitos
i primeira vista, mas euuvenram-nos de que a idea,
qoe pioseeue, he por aei prilica e simples, nlo obs-
tante parecer eicentrica.
(PraiM.)
Agairem osla hmiiem e malau-ao, exclamoa | Irado a belri da praia no Hospicio o cadver de um
1 prelo, que se suppe haver se tingado, e para all
(ls criados hesitaran) em por mos sacrilegas sobre arroja >o com a tnrhtnte da mare. Consta que o suh-
o prelado, quando om inanceLo, prompl.i como o delegado da lloa-Vi.ta proceder a respectiva ves-
rato, lanru se sobre l.regor o, dembou-o elevan-: loria no me-mo MdIVrr, e que e reconhecera ler
lou o piiuhal para leri-lo. Kra o pagem qoe tiulia sido com eff-ilo tingado.
lia/i.l. o Inspo. fi-oa pura r-emee/f.).Por ene modo andavi!
tm unante anda, di.se a rainha. Kspera urna no da :V) docorr.nle pelas ruai da Una Vala, depms
em para acabar rom elle, Kart, mea biavo, das !) |,ras da noit, orna mulher procuran tu para
' legorio? comprar ovos para remedio. Qoem labe o que se !
uie, roramendo spirilum occultava sob esse pretexto ; qoein nos dir' que com
ta I
do deriiolidor
ombras de casas. A mleeravel habitarlo do opera
no nao he por ventara a rtbaolaelo do la.-o da fami-
lia e a causa da desordena sem numero', que sao a
sua consequeucia ? O chele da familia foBe de uma
asa inh.bilavel e procura na taberna um asylo con-
tra o horror, que essa mesilla rasa II inspira, tlue
a geraelo que so prepara, gore emtim que a seienria. n rredilo e a as-oriai;;lo lem creado!
An lados rfos nielhoramenlos, que acabamos de es-
bozar rapilammte, compre indicar um novo resu-
lamenla da Iran-porle no interior de Pars. Pars
he geralmente obstinlo rea movimenlo em lodos
o sentidos d< qoasi 30,000 vehculos de loda a espe-
cie, e em vio se ~reariam boulevards, se tilo se subs-
titulase t desoid-m actual um rrEDlaraents maiase- dem qoe van para os meic...
vero, mus eompleln do que acuelle qoe si lem ob- dem para a condcelo de lama e'iiniu'n
arrvado at boje. l|icJi)I1............
ESTUDO HISTRICO.
/ ultima noilt de uma rainha.
_ Por f. t.
U invern era rigoroso ; a cidade de Paris, que
nlo se eslendia tntlo alm da libela que lumia ho-
ja a Cit, nao linha sido nunca assaltada por orna
rnova maia vilenla e por veutoa n-aia impetuoso.
As mais solfas rasa., at mesmo as que nlo eram
roberas de colmo e feitss de barro senliam-se aba-
ladas al aos aheerces. O proprio Sena mugia a pa
recia querer sabir do laito para inundar a cidade,
como nesses lempos f,za mulla veze.
lodos pois chelos de temor conservam-se em casa
esculiudo esses ruidos sinislros com ttrrur e rogando
a Heos qna aparlatse de cima de Paris os flagelios
qoe amearavam-na.
Chegado ba orna semana da cidade de Roma, on-
de lora buscar as reliquias que o papa lite concede-
r, o bispo de Toara, Gregorio Florentina, peniava
com saudades no co puro e no clima feliz da Ita-
lia, lio dillerenles da horrivel teropeslade qoe ma-
gia neise momento. Mais de uma vez, assostado
por algum grande eatrondo, deuou o volme de
pergaminho em qoe escrevia para voltir-ie para
doos sacardotes. seus vigaiios, um dos quaas dorma
profundamente, entretanto que o outro fazi.1 voltear
andeos dedos as contal de um rosario; mas var-
onlioso da sua agitarlo ao ver a calma desses ho-
mens, elle pr. segua era seo Irabalho que consi-
tta em rever a pedido do papa certa paasagaua
de soa Historia ecclesiailica Francorom, liUri
decam. a
Revia uma desaas passagens que mostram qoanlo
nesaa poca o christianismo nascente era ja presa de
miseraves discossOas de palavras e soblilezas Iheo-
logica, hoje nlo s sem valor, sanao linda intena-
mente inintelligiveis, qoando da repente om rodo
de cavallo e 4% homens armado ae fez ouvir, di-
rigindo-se para a aposento oceupado por t.reson
de Tnors.
A esse ruido o bispo eslremeceu ; o vigario qoe
man, ajuntou as mo eiciamando: ,< Miserere
mei eus,ecunduin n agnam mserscordiam luamo.
o oulro que dorma acordou em ulna desordem de
idea em que dominara o temor.
Ue repente a tropa paruu lianle da porta na qaal
leu violentamente, ao mesmo lempo que uma voz
exclamara :
Abri, da parte da rainha l're lesnmla !
Alguna criados d eram-se pressa em obedecer ; a
porta rangen sobre seus gonzoi e um pagem coin os
vestidos ensopados d'agua da chava cutrou sem ou-
Iri formalilade alao quarlo em que Gregorio de
lours Irabalbava.
O aspecto desse mensageito nlo era psra Irn-
quillisar mnguem, pois seu rosto plido assombrado
por longos cabellos prelos em desordem, eiprimia
uma inquietarla siiiistra.
lia parle da raiuha l're legun.la, meu padre,
disse elle, compre que me sigi ao paco agora mis-
mo e em nenhuma demora.
Filho, respondau o hispo eom um sorriso for-
rado, quando mesmo eu quizesie subtrahir-nie a
esie couvile, nao vejo nenhum meio para isso, pois
aua escolta parece formidavel. PeSo-lhe aomen-
tt que me do lempo para rezar ama carta ora-
rlo.
Ratera' no paro, pois la ba preciilo de suas
oracues. Nlo perca lempo ; venha.
h lomando um capola depell de urso que vio
em rima da r.nu do bispo, envolveo com elle o
ancua, anaslou-u para um cavallo ella.lo qoe om
hornera da escolt. legurava pila redea e lodos parli-
ram a galope. r
Detall de dez minuto, de marcha, pouco mais ou
menos, chegoram diante do paco iiloado na-, caldas
de Juliano. La os esperavam.porqueno aos prmei-
ros signaes que o pagem dea de ioniza om a bo-
sina que Iraz a a liracollo, as portas abnram se e
a escolla enlrou sem atronar a rapidez aa in-rcha,
ranada alto lomtnte nos pateos interiores. Muilos
pensamenlos se tinham succedido no eipirito do
bispo de Toara durante o trajelo de seo aposenlo
ao palacio da raiuha ; e releva dizer que esses pen
saraeulos eram de nalureza pouco tranquilli-adora.
blle condeca a lamha, e, posto qoe em nada a li-
vesaa ollaoclido, nlo poda augurar lenlo previses
aiu.slras aobre a entrevista que ia ler com ella ; por-
qoanto com bons designios nao o lena mandado
uscar dessa aorta durante a noile.
Foi encommendaudo a alma a eos que elle des-
ceu do cavallo pira ser iulroduzdo em uma vasta
sata onde achou a rainha eslendida em om cama
lorinada depelles de animaos lerozea e cobtrla de
ricos lecidos. Gregorio nao tinha visto essa ptince-
za ..... ie o da lerrivel em que o sanio bispo ooaa-
ra tutar contra a v miad real, tomando a deleza de
I releilato. Coslou-lhe por tanto moilo raconhece-
ta no puaulasrua lvido que Iha apparectu estendi-
do no leilo real, a' claridad daa luaei que duaa
inullierea immoveia como estatuas aegoravam.
Gregorio de I uurs chegoo-se para Junto oa rai-
nna, prostroo-se segondo os usos onentaes inlro-
duzdos pelos Romanos al nessa corte barbara, e
esperou em silencio que Fredegunda Ihe dmgisse
a palavra. s
Em vez de ameaga, em vez de vinganca, obispo
clicio de espanto, recebeu da rainha a ordim de le-
vaular-e e da aproiimar-ae do leilo.
Meu padre, disse-lhe ella com vor fraca, le-
nho necessidade de voisas eahorlares, pois sois om
santo amado de laos, e o povo falla rom transpor-
te dos nulagres oblidos por vosaa iulcrcesslo.
Rainha, replicn o bispo com humildad, nao
pasto de um pobre peecador. e soa apenas um dos
mais indignos servos de leo-.
Dizem que a' vossa voz us doeules sararo, e os
enlermos ficain slo. Mea padre, importa que a-
asteis a morle que marcha para mim.
S lieo. pode brar milagrea; repilo-vos, he
so a Heos que os deveis pedir, por quanlo eu nao
sou sanao um pobre peecador,
Gomulirei de dons a la greja de Tours;
mandar; fazer om relicario da ouro massiaao para
as reliquia que Iroiuesles de Roma ; conc.dei-le-
hel o perdi de 10 pf,l0, dar-l.-hei lodo o ouro
qoe me pedir. Cura-me.
porv.,.8" PUM '"" "U"a CU" >" ro" U"
\tZ Sfn29i} P'' nSo pu" ",oner ""a-
Mea l,|im Clotar.u nao lera idade para reinar,oca
gadamenle, e le eu morrer desgracado dille des-
grarado do repoaso do reino. Ora esse repouso
rustou-me earo ; foi predio derramar mullo sangua
para cemenla-lo. Cura-me.
Hepito-vus. poderosa raiuha, os miagres i.lo
pertMicern ionio a eos e elle nao os dispense a'
rainha voz. K
Tu me repelle. Ah nlo sabes enlla que an-
da soo rainha f Nao sabes que com um Mioal de
mir.li. cabera posso fazer eahir a la 1 IVnho sup-
plino, bispo, que prolongara as torturas durante
urna semana sem descanso, e sirvo-me delles para
punir o desobedientes. Cura-me poia, ou prepra-
te para aollrcr e morrer.
Seja, fela a vonlade de Heos, responden Gre-
gorio ajoellian.lo-.e.
Fredegunda sallou sobre ii rama como uma lea,
''*nu'' emumassovio de prala, deu un. ,ig.|
lm.""" ,0du'' al,uelles 1ue Pur Ul" i"' d
,u......"> ba pouco n.ivia afaslado.
ella.
nova .o.i
meo fiel k-.il'. Ooedecas, Gregorio?
aln ii,a,i o. las, Dom
meuin.n murmurava o anciao.
He repente Fredegunda aralmou-se dianle dessa
resignadlo,
ll-lua-le, Karl, Hriiem-ma ni com este bispo,
ningoem entre ante- que meu asiovio o chame.
Vio le.
A rainha he obedecida. L'rn das lozes que as daas
ascravassrguravam, fui posta sobra om braco de fer-
ro pregado na pare.le para ene oso, e Gregorio, lin-
da aturdido da cena que acabava de passar-ie, a-
ehou-se a -os com a rainha.
Enlio nao podes rurar-me. nao lena o poder
dos milagies ? Jors-me isso sobra la salvadlo?
Juro-o em prateura de>la imagem do Sallador!
Eniao, Gregorio, se nao pudes ajudar-mc a
viver, importa qoe me prepares para morrer e liso
nlo he um dever mais fcil. Entendea ? morrer I
Qu! amanilla, que! daqui ha pouco lalvez nada res-
ta de mi,,I,a volitado! l\o e-larei mais presente pa-
ra proteger o que lo diflleilmente edifiqoei ; o qoe
paguei eom o preco de meo repouio nene mundo e
talvez cora o da minha salvarao no oulro pois Oeos
nao me perdoara' jamis lodo o aaugue que lenho
derramado; jamis, nao he, bispo''
A misericordia da lleus lie iniriiili, rainha;
aprove.lai por tanto ojlempo que ainda vos reala pa-
ra merecer essa misericordia, para obter a torca de
arrapen I,monto u perillo de vossas falla. Salvai
vosia alma, reuoaciai a' Ierra para nlo penear mais
ionio no con
Pode haver perdi para mim dianle de Dos ".'
L'm grito de anependlmeulo, om s grito de
ai lepen lmenlo pode adiar grara dianle de Heos.
Nlo eata' escriplo : Balei e abrir-se-vos-ha '.' Ar-
rependei-v* s.
Fredegunda levantou-ie lenlaminle na cama a en-
carou luamenle a Gregorio. Ella era ainda bella;
assim inclnala, man. nua rom o cabellos lullot ler
e-hia dito que era uma estatua de m-rmnre, loda
branca, esceplo os olhos e os cabellos, como enlio
la/nini os artistas barbaros dessa poca com o aoc-
corro dos monumentos romanos que deafigoravara.
E pode haver perdi para mim".' perguntou
ella anda uma vez.
ArrepeDdei-vos, o (empourize. Talvez a morle
ja tenha o braco levantado para ferir-vos.
S pois met eoufessor, hispo, e receba minha
confissao. Vais ouvir lerriveis palavra, mas pense
be.n nellas, o* rei nao podara submeller-se a'a re
gras decoudurta dos outros homens. O que lie cn-
rae para o vulao torna-se neeessidadi para eilea.
>aste momento nao sois maia rainha, porem
sim uraa pan,tente que deve confe-sar Mas culpas,
submelte-la a seu cunfessor a irrepender-ie, inler-
roinpea solemneraenle Gregorio.
A rainha esireneceu a aila allrevida inlerrop-
eo, ella em coja proien^a, ha poaco ninguem ou-
itra levantar a voi sem que primelio sso ihe fosse
permillidn ; mas tomando logo penssmeotoi mais
calmos, disse:
Daos da-me forrai pan dizer ludo e a ti para
todo ouvires.
Em uome do Padte, do 1,11,o o do Espirito
Santo 1 disse o bispo, eu voi abenro-o e oo;o de
coiiliss.io, vi.lo queeslaei na verdadeira f do conci-
lio de Nicea erepeilis com horror as infames heresiaa
de Ario e seus sectarios. Fallai, fllha ; nlo he mus
om peccadur como vi que vos Cicuta, ha o Espirito
Santo.
I-1 e lego ma inclinou-se debaiio da benrlo do pa-
dre e recolheu-se alaoni instantes.
Nlo sou desangue real, dase ella afinal.
E ena conlisslo cuiloo-lhe muilo, pois um vivo
rubor coroo-lha o roilo, e astendio-se-lhe al ao
seio.
A' hora da moila lodoi os moraos slo igoaei
dianle de Daos.
Rapariga pobre, eo senla no fundo do corarlo
orna voz secreta que prometlia-me o poder ; por isso
nlo live repooso ernquanlo nlo loi collocada entre
at fihas da rainha Andovera, esposa do rei Chil-
perico.
E viovo, ii..e-mi. elle um dia, lo serias raiuha. Na
noile desse mesmo dia elle era vinvo.
Gregorio eslremeceu.
Tranquilisa-te, padre, nlo he ainda saugue
derramado. Audnvera linha dado i luz om ti ho.
Ella a eu levamo-lo no nono dia h canda onde pe-
las medidas que lomei, ningaem se nchou -en.lo a
mai da rainha que devia ser madrinha do mesmo.
a. Seja V. M. mesraa madrinha de seu lilho. a disse-
Ihe eo. o padre comprado poi mim nao adverlio a
raiuha de que cedendo a elle conielho, seu casamen-
to com Clulperico lornava-se sacrilego e devia ser
desteji, Acabada a cerera, ma, corr a [ re-enca do
V. M. nlo lem mais mulher, disse-lhe eu e
contei n que I,avia feilo.
Bem dase elle ; a rainha entrara' logo para nm
convento ; eu divorcio me della. e poderei era fim
casar com a bella Ualtwialhl, irmla de Brunehaul
Com effeilo, ella prelerio me tasa lilis de Alhanal-
mdo, le de Ilespanha. essa conhsda de Sigeberlo
rei da Auslrasia. Bella, e moca, ella eia om rival
,,r,'ve.1..... I m anuo depois eu era rainha de Fran-
ca. G.ilswiotha fbra encontrada mora sem seu
leilo.
Mau Dos, lede misericordioso, ella arrepende-
le murmurou Gregorio.
Sigeberio querendo viugur a morle da irmla
declaroo guerra a Chilperico e cercou-nos em Tour-
08}.
Poneos dias bastaran) pira que eu Ihe cahisie as
maos ; mai eu linha dona pagem, dooi pagens fiis,
naturaea de Theruima, dei Ibes doos pouhaes enve-
nenados a Ir da. depoi o eieccilo de Sigebarlu
aparlava-se de Tournay levando comiigo o cadver
de seu rei Iraspassado com doas ponhaladas ; depois
Bruuehant cab* -
tinha querido
li-a em um claostro em lluio e l por
lodos os dias aeoutavam-na repeliudo. Da
da rainha Fredegunda.
Giegorlo occollou o roslo as mos.
caes sol, e e.ie bjeclo, e Uvera me.ra. procedido .... .n.|,,, SH ,, p
II -vaiguacnes n. n-.ai las. dara solorao ao oflirio. *
tlulro do vareador llanos llego, dui'udo qoa por
achar-se 00 enuncio da I. vara municipal de.la
cidade, hlo podia crnp.recer a sesslo da hoje,las
Mirada.
Oulro da comraisa.. de hvgiene, pedindo om map-
da e-a i -11 o 11 d morlalilade que houve do I' de
iioverahro do auno pass.nl.. ao ultimo de oulubro do
e-se disfarce alguma cousa se luteulas-e, Saja porem
como for, muilo recommendamoa as familias que
nao se deitem cahir em algum engao, porque mu
la vezea algoem, assim disfarrado, ae aproveila de
qualquer facilidade para altura assallu, e tm lal
caso aconstlha a prudencia que se Unha loda a cau-
tela.
Pergunla.Sera' permillido um soldado de
cavallana andar entregando i.Mines a cavallo sem o
seu cnmpeleiile lalim e eapada, e smenle com un,..
beugalililia drbaixo do braco '.'
Burbaridade No dia :I0 do crrente fo en-
contrado na porla da Ordem Terceira de Nussa Se-
nhoia do Carino, o cadver de un menino, que nlo
sendo engallad > em vida, foi abandonado depois de
morto. Admira qoe haj.m pais, ou alguem lio bar-
baros qoa assim proceoam, porquanlo nenhuma ra-
llo a da pira que nlo ae podesse dar sepultura a
aquella infeliz ciiam-a, tuto como exista a cmara
que se encarrega do enlerramenlo dos pobres, sem
que se lanha a menor despez. Como pon julgir d
quem pralica de oulro modo '.' he sem dnvi.ia algu-
ma a barbsridade que a tanto iudoz.
Milhoramtn!o$ neceaaoroa.Como distemos
ha lempos, grande he aHieceasidade que ha de er
ralcadn as ros do Sebo, do Mondego, e Cadeii de
Santo Antonio, porque na esi.rio invernosa nlo at
po ie irans lar por ellas pelo lmar.I que se ajunla,
e na de veilo pela poeira qoe he om lao Branda es-
cala, que ludo eslr-ga e Iraz a gente asphyiada. Se
a lllaM. cmara municipal na. lem os pre'ciso meio
P"ra calramenlos, ns pro, nelam que aejam
obngados a fazo-los, como se lem praticado era nu-
ira mullas ruis desta cidade Sempre que houver
desejus, os meios se facililam, por lano urna necea
sidade publica reclama esse melhoramenlo, conven)
concede-lo.
A cerca da rna do Sebo.Tarobem ja fallamos
sobre essa cerca de palhs de coqueiros que eaisl
na ra do Sebo, e dos inconveoienles que de sua
conservarlo pude resultar, mas as uoasas palavras
nao lireram echo n... ouvido de quem poile e lleve
providenciar. Nao he a lima, enmara que deve man-
dar levanlar o muro, mas para que nao ta obriga ao
proprielarlo a fa/e lo .'
O uiie\ameulo do pe da ponte da Uoa-J'inla
para o pono das canoas na ma Soca.Nlo er
lamhem uraa necessidade 13o orgenle o nivelamenlo
ciesse pequ.no pedaco de roa lio ebeio de altos
nanos .'
o qae tercem as posturas municipaes '.' As
posturai municipaes devendo ser respeiladas e ga-
lanti las em loda toa plemlude, sao indulgidas a cada
pasiu por cerlos a determinados individuos que a re-
paiara como letra mora ; por ejemplo aiguos la-
lierneiros, a quem prohihindo-e a venda de cerlos
gneros, a agoardenle, ellos o fazem a seu salvo, por-
que contam sempre com a impunidade. E aerlo elles
por isso culpadus Mo cerlamente, antes slo os lis-
caes, por consentir!!, que 18o escandalosamente as-
sim se abuse. Mo leremoi lido constantes em cla-
mar contra laes e laes objeclos? E porque se nlo
allende J Cerlamente he, ou porque nenhuma im-
ponencia se da' ao nosso escriplo, ou enlio porque
se qor consentir. Seja como for, continuaremos a
apontir as fallas da comprimenlo da dtveret,
quem quizer que se ollenda.
Hospital de Caridade.Etistiim no dia .10 do
crreme J| homens e 30 mulheres tratado, pela ca-
ridade, b homens e 14 mu liares que pagam a casa,
e 10 prisas do corpo de polica.Tolal 81 doenle.
Maladouro publico. Malou-se no dia 30 de
novembio paro consumo do da 1 de dezembro.
A companhia dai carnes verdes.
Ricardo Romualdo da Silva .
Manoel de Sooza lavares. .
Virginio Horacio de Freitas. .
Loiz de ijiein /........
Clemente......
72 bol.
1(1 D
1)
a
a 0
i 0
Total.
!l~ bois.
Helarlo das pessoas qoe foram sepulladas no cemi-
lerio publico, no da 30 do corrente.
Lm prvulo enronlradn na porta da Ordem Ter-
ceira de Noa Senhora do Carmo.
.Mana, branca, rannos. Escorbuto.
Pedro, prelo, 2 meze. ConvnlsOe.
Manoel, prelo, Africano, 50 annos. zYfogade.
Tolali.
rl/e amanhaa.
COMARCA DE SANTO ANTAO'.
Victoria 30 de novembio.
Sft n salubrida te nilo tlvesse marchado
entre us sem alterar;,io, de ceito que o po-
vo leria desesperado pela caresta dos gne-
ros alimenticios e falta de trocos : porque
aquellemal ( insalubridades augmentara
estes.
A PzeosocegoDm residem presentemente na nossa cidade, e
nem temos razSo para crer, que possam aer
perturbados, antes nutrimos bem fundadas
esperanzas de que os Viclorienses arreda-
ro d'enlre si, quanto e impecer ossa o seu
progresso do qual depende o nosso bem
estar.
Acaba de ser entregue ao Sr. Jos Ignacio
de Mello, rendeiro do engenlio Quandus a
sua escrava Calharina, que ha 6 mezes rugi-
r, a qual sen lo a rcquorinieulo do seu se-
nhor interrogada pelo .lelopml > da polic'k
nr capiiao Joaquim Francisco de Oliveit i,
declarou ter estado tolo esse lempo acoiti-
da por Flix Ramos, motador no sitio l.a-
I o em minhas maos, Brnnahanl que na l'nn nrlil, ss.urouva hw siaau a-Hj
perder-me. ella a suas lilla... Mel- I *Z}f?**?:
tostro em Ru3o e i., por ordem minha i... "' ,eco"" '< a cadea ura prelo de nome
cnristovfio para avtriguacoes policiaes por
ordem do Sr. delegado de polica No entre-
tanta pelo juizo munici.al se procedeu
inga, a maneira da Anlonio Bsracho, quando men-
ta farer odiada a I). Hrelira, mai qoe -I,nal faz lau-
to, e lano vale, como as materias vasadas nos eigo-
loi pai lieos.
Por agora baila, e -.,1,lolo lalvez venl.amoi de no-
novo occopar a allencao do respeilavel publico, qoe
bira nos ha de julgar.
correla.Mandou se eipedir ordem ao admiiiislra-
dor do ceinilerio para apreseular o naappa.
Oulro do fiscal do Recife. dizen'o que nada oc-
corrru na sua freguezia, alem do ordinario.Ao ar-
chivo.
Oulro do liscal de Stolo Anlonio, oo rneirao teu-
tidn.O mesmo ileilino.
Huiro do fiscal da Boaavisla, informando eerca
das casas de vender plvora, e de fabrica de fogos
artificiare, esislentei na sua Ireauezia com todas as
circunstancias que Ihe foram eligidas.A commis-
sao especial dos Srs. Reg e Mello.
Outro do fiscal de S. Jos, lamben) sobre o mes-
mo assumpto.O mismo deslino.
Oulro no contador, in(oim>n'o que Manoel da
I unseca Araojo Luna cali no caso de reeeber a quan-
lia munieipaudade.Mandou se passar mandado
Oulro do fiscal da Vanea, provando com docu-
mentos o contrario daquillo que contra elle disae o
subdelegado da mesma freguezia em oflieio de -23 dt
ooiubm ollirno.A cmara julgoo o li-eal justifica-
do, a mandou respondar ao subdelegado que s com-
peiindo a mnma cmara tomar eonheciinento admi-
ninrativamenle daquellei actos menos regularte dos
seas empregados, que o pralicam em viitu le do
cargo qu aiercem, a nao daquelles, que, embora
tanli.un sido commetlidos com abuso do mesmo car-
so, lodavia, san reputados rriminosna pela lei, ao
mesmo subdelegado caba proceder contra o fiscal a
vista de queisa de parle, ou de o lucio, qoando o eri-
me for daquelles em que lera lugar o proce tmenlo
ofllrial.
Outro do solicitador, pedindo de novo a noaotia
de loo para pagamento da cusas a fazer com o an-
dameuto das quesiei desla cmara. Mandou-se
espedir ordem ao procurador para .! .r o dinheiro.
Ootro do subdelegado da fragoeTia de Santo An-
tonio, commun cando que o inspector de qnarleiao
Jos Ribeiro Sino.es acli-ra vendendo-e agoardeule
na taberna de Joaqoim Claudino Mootairo Jnior.
a' prela Maris, escrava do Dr. Juvencio Alvea Ri-
beirn da Silva, sem a mesma prela ter apreseulado
bilheta oe leu senhor.Inleirada.
Oulro do liiral dos Afogados, informando a'cerca
da pielen^aa de Joaqum Alvrs de Lima, que reqoe-
reo, mnslraudo que nao tinha obrigacao da pagar o
imposto municipal que licou dever o inquelmo da
loja do aobrado n. 29 da Passagem da Magdalena,
que celta leve liberna, ralo nao lar o sopllicame
soccedido no mismo estabelecimenlo. Differio-se
no sentido requerido.
Oulro do fiscal da Mordiera, requisilaado as pos-
turas municipies.Mandou-se remallar.
Foram approvados dus pareceres da commissao
de edificares, um nao se oppondo a' que se conceda
a li. Clotilde Igrw da S'lvelra Baalns e euas lili,a, o
aforamemo que requieran) aogoverno da provincia,
dos lerrenoa de maiinlia, deque Ja se ,icham de
posso, entre a ru da Aurora, ao n scenle, e a do
Hospicio, ao poentr, e outro opinando que e defe-
rase favoravelmenle a pretem;ao de Antonio Hollar-
lo, que pede coucessao para fazer o muro, que pre-
tende na frente do seo tino na Capunga, segundo o
alinhamenlo do silio vizinho, ao norle, assignando o
peticionario termo no sentido da intormacao do en-
genheiro cordeidor.
Tambero foi approvado oolro pirecer di mesma
commis.ao, em qua diz qoe depon de haver allen-
lamenle eliminado, em presenra das reflai6ei es-
criptas do engenheiro cordeador, a planta do Reci-
te e as alter..c,oei que algans parlieolares Inlrress.-
dos prelendem qoe se Iha laeam. recouhtcau qoe
deve permanecer mesma planta sem illeracoet, por
que estas s Irariam despezaa a municipalidide,
qurbra no preceilos d'arle, e defeitoi e irregulari-
dades as ru-s e pravas projecladai.
A' vsi| do que eipoz o Sr. vereadar Reg, en-
cariegado de mandar vir de I rar.f a n Imagem a al-
tar p.ra a capeila do ermilerio, retolveo a cmara
que o procurador Ihe forneeesse a qaaulia equiva-
lente a 4(JOO francos para adianlamento de pirte da
despezas resparlivas.
I olido o solicitador declarado pranle a cmara
que o advogado Ihe havia dito, para elle communi-
car a mesma cmara, que era preciso que esta pres-
laaie cauc,i1o da -2:0009 para andamento da que-tao
sobre a estrada do cemilario, autortou-se ao procu-
rador a presta-la logo que fosse arbitrada.
Despacharan) se as peiiroei de Amonio Carlos Fi-
goeira de Figoeirrdo, Antonio liotacalve Bairos,
Jo3o Narcizo da Fonaara, Joaquim Alees l.ima, Jo-
s de Falva l-erreira Janior, Jus Augusto Leal, Jo-
s l'ereira do Santos Aharenga, Manoel Jos Ma-
chado (juimaraes, Manuel Doarle Rodrigues, Ma-
noel Joaquim Tav-rea, Manuel da Fnnseca Araojo
Luna, Manoal l'ereira Lopes Ribeiro, Manoel Cor-
lea tioine de Alma,da, e levantou-se a sessilo.
En Manoal Ferreira Accioli, aeerelarm a aobscre-
vi, Reg Alboquerqoe, presidente, Franca, Reg,
N launa, Mello, fjamtiro.
/. ->- C + rasolvam.
V^cac5r ptitoo.
madama
O SR. DR. FRANCISCO TEIXBIRA DE SA'.
Amigo devoUda du 8r. Teixeira de S,
nao ser para eetranharque o venha felici-
lf pelos louro, que acaba de ganhar, no
uinmo cmbale eleitoral. Nos. que joute-
oa a honra e o prazer de o inscrever em
nossa lisia para supplenlea, congralulamo-
cuto peu reliz eSCOlna. em que combinamos.
;.,,!.n0S Sbe d,l, ventar desde ja um
u/.o consciericioao sobro o futuro papel po
l.codosr. Dr. Sa, usa..amos Je,de>
pirte
.. ,.r.,, ,aU,. -.. |.c,u juno uiunict.ai se proceaeu a
.uodlPvm^.T,'^e!'U8pan,neira.,ni'll'erlre'fll!!0fr um.are9to sobre esse meto, sendo dep..si-
ttA^SeStrzxzirx zSssSA deiega" pra
rio Clulper.c. cahio debata rl.a golpea da I...111 ju^ apoaicaoMlivi conheceu polo inter-
era ves que leu Dos! 'S^oru> que Chr.stov3o era liberto, e lan-
|iui mais pur ter apreseulado o seu titulo de
liberda Je, e assim foi sollo, e est gozando
qu
Ir
prio
e eu liquei regenle do reiuo.
nao pode perdoar-me.
Conliouai vossa confissao, penitenlr.
F --------- wa> ^ '.>'>> ........ -Il|lliru i ( 1
benileilor qae prolegera-me contra Clulderieo quan- '
do eu Un'. p0r ajlo e reino mais que a nave de
uma igrejp,.... Ku lodo.
Ornada alia acabou.levanloo para o padre ciliares
cbeos de duvida, desespero. Bnllo Gregoio pon-
do-se em p e dirigindo-se com raageslade para jun-
to rio leito, pergunioo-lhe com voz solemne :
Fredegunda, estis sinceramente arreptndida !
K-loo.
Eslai resigmla a ollrer a penitencia qoe o
bspirilo Santo vai impor-vos por raiuha bocea *
Kslou.
Comprehendeis todi a enormMade de vnssos
crimes e reconhereis que merecis o inTerno e a con-
dciiinac.io eterna'.'
---- II- conlieoo.
Agora paseemos aM carr0, fmpr,g,Hoi _
porte da, raerrodorias, gneros alunenticio, ele
Canos de carga........ -.,,
Em uome do Padre, do Filho e do Espirito
Santo, escutai pois e obederei.
Deipojai-voi de todas as insignias d< realeza, or-
dena! que vos deilem sobre a c nza e fatal reunir em
torno de vos loda voa-a corte, aura de qoe as lesle-
monhas dos TOOHa crimes e da vosao poder vejara
vossa liuniiiliarao e oucain vossa palavras de arre-
ptndmenlo. I'edi-lhes perdao do escndalo que Ibes
haveis dadn ; abiixai-vos, porque o perdao di eos
so se aleauea por eise prec.*.
Eu le ohedererei, padre.
Alm disso. jiiral-roe, jurai me sol.re o livro
dos Sanios Evaogelhos, que se Dos nao vos chamar
a si agora, qae se larardrs...
Sarar sarar EntSo loda a esperanca de cura
nao asa' perdida'.' Oh : bem eabes o que le prurael-
ti, se liresses esse nulagre...
J arai-me que enlrareis em um convento e que
ah paseareis o resto de vosaos dias fazendo, peniten-
cia e chorando sobre vossos crime.
I 111 convenio para mim Kslf comprado por
meu inimigos? Mil padre, entao 11110 nbes que
inda posso vingar-mr, qm anda posso mandar cor-
tar-le acabeca, palife...
Era 110111. de Dos, pela salvarao de vossa al-
ma, arrepeudei voi ; arrependei vo, nao resta voa
orna liora para salvar-vos do nfimo. Arrepen-
de-vos !
Eu me arrpenlo, mas nao me falles em con-
venio .' ouves ? 1.! 101,1 morrer coma lenlio vivido
rainha, rainha de S.n-.no. e de Lotela.
Ella loniou o seu assobio de prala e lirou delle al-
guna son. que Dieram acu lir um pagem,
Ii Men,-me na cinza e entren) lodos livremen-
le no palacio para ouv rem a confissao publica da rai-
nha Piedegonda, que esta' s pollas da morle.
Era um espectculo grande e eslcauho ver essa
rainha. lia pouco tan lerrivel, eslrndida sobre a cui-
ra aos pes de um bispo e cercada de seu servos e de
s guardas. I'oucas lu/es eselareciam os grupo-
1 tenor. Como se descreve em um inventario
ese da parlilha de uma t essoa livre a lw;r-
deiros .' .\ote-seque este inventario foi leilo
na comarc. di unito.
Agora occonou-me oficio de qun tratou
a 1 agina Avulsa 110 oDiarioo de 2* dcste
mez da preta, queseiido liberta jazia na du.
ra oscravidSo ha muilos anuos.da qual foi li-
vre pelos esforcos do Exm. Sr. |)r. l'uly-
carpo Lopes do l.eao, muilo digno chele e
polica desla provincia, e por cujo acto de
justiga ehumanidaJe lem merec 10 os de-
virios elogios de quanlos tem chegado o co-
nhscimento desse tacto.
A ambiga.) ardenle faz que os homens lo-
bos pela rapia, e r.pozas pela astucia, quo-
btem as bartciras da le e ultrapasseni os li-
mites da jusliga,
fe os homens tivcssam os olbos abertos
sobre si tnesmos, elles variam a sua gran-
deza o n5o marchariatn por caminlus esca-
brosos a procura de uma felicidade, que el-
les no acuario ueste mundo, onde a sua
aiiibiqiio jamis se completara
sevalo a 200 rs. "rne de
Foram irazidos ao mercado 277 bois
Venderam-se calculando a arroba de carne
a 6UU0 e 9500.
Al outra vez.
O Victoriense
Carfu particular.)
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSAO' EXTRAORDINARIA EM Ih DE NO-
VEMBHO DE 1857.
Presidencia do Sr. l-'raiirn.
Prsenle os Sr?. II.rala, (lego, Mello, Pinto f
araeiro, fallando cora causa participada os Srs,
(lego o Albuquerque e Vianna, e sera ella o Sr.
Barrora, abno-se a sessao ; e fmi lila e approvada
acia da antere I ul lulo o seguinle
EXPEDIENTE.
I"m odelo do Eira, prndanle da provincia, com-
mnnican.lo licar -cenle pelo cilicio desla cmara de
7 de oulubro ollimo, dos motivos por que se na,
tem reallaado a d'sapropriai;ao na estrada de Bein-
BEPARTlCAO DA POIalCIA.
Occurrencia do dia 28 de novembro.
l'oram presos : a ordem do lllin. Sr. I>\
chele de polica, na noite de 28 do corrente,
J0.10 Jos da Cruz Muniz e Rulo Dimasceno
de Castro, m bos por molim, os quaes fo-
ram no dia spguinte postos em liberdade.
Pela subdelegada da freguezia do Reci-
fe. o preto escravo Eufrazio, por andar f-
gido.
Pela subdelegada da freguezia de S.
Jos, Iternardiiio Jos da Silva, por loi' JJu
umu bofetada na preta Marianna fonzaga
das fteves.
E pela subdelegacia da freguezia dos Afo-
gados, ilellaroiiuo Al es de Souza Itarca, e
Vntouio Gabriel, ambos por crime de furto,
eos soldados do corpo de polica Manoel
Joaquim dos Santos, Manoel Caetano Mar-
ques, e Manoel Francisco Suassuna, tolos
por deixirem fugir um preso.
- 29 -
Foram presos : pela sublelegacia da fre-
guezia do Recite, o maiujo rancez Chivly,
a requisQ3o do respectivo cnsul, e o pardo
Martiuiairo JosdoCarniu, por insultos.
-- 30 -
Foram presos ; pela subdelegacia da fre-
guezia do Itdcile, o crioulo Claudino, por
espincamento.
Pela subdelegacia da freguezia de Santo
Antonio, os prelos esclavos Thomaz e Justi-
no, por uspeitos de andarem fgidos.
E pela subdegacia da Treguezia de S. Jos,
o prelo Claudino de Santa Clara Pacheco,
por espancamento.
DESPAOIIAIUM-SE 1>EL\ POLICA.
Dia a6 de novembro.
Osescravos Rosa, Benedicto, Gregorio e
Felicidade, obtiveram passaporles para re-
mandar e serem all enttcgues a seu respec-
tivo senhor.
as escravas Rosa c Marcolina obtiveram
passaporles para o Rio de Janeiro em com-
panhia de seu senhor.
as
Os escravos Jos e Juliana, obtiveram pas-
saporles rara o Rio de Jaueiro, em co.npa-
nnia de seu senhor.
Os escravos Sebastii.o o Delpt.in.1, obti-
veram passaporles para o Rio de Janeiro.em
companhia de sen senhor.
O escravo Aniceto, obieve passaporte para
a I'araliiba, em companhia de seu senhor.
($0mmunicad0.
3,990
foiinado era (orno de Fredegunda, e lancavain so- Rea auton-adi p-lo i do arl. 9 da lei 11 II deali
tire ella sua c aridade var liante. anno.Inleira la.
Esculai-ine. di.se ella, peco perdao a Dos e
os horaena, Penloein-nie elles, a
loneis de tguadeiros a cavallo.
1 tii-aqoi o numero dos carros que rircolam dem dem a braco. .
111 Paiise ieo> ,111,bal le. : eslas cifras liradas da
iaiporlanle obra de Mr. Arm.1,1 IJoaaao, intitulada '
Os consumos de Paris,- (dilor l,uillaiiiuiu.
Para o transpon de pessoas.
'-irruiRens parliculares...........
I lem de aloguel por hora ou por viajero '
(lera idein por ine ou por anuo.....
dem de prara...........
'' nn.iri '.............., "
Carros de caininhos de ferro.......
Oiouibus esperases dos ramuihos de ferro.
Cairos do eilerior, chamados ocoocousa ,
ANDA O IIOMEM DA MASCARA NEGRA.
No dia I du mei proiimo paaaado subi a srena o
bello drama do Sr. Mendca Leal O II niem da mas-
cara negra Como especia lores comanles dos es-
pectculos levados pela empresa Germino, somoi
quasi oiiriRadoi, em aono da verdade a desmentir
cerlo e-crevinh.dor, qoe por maii de orna vez tem
inanife-l.ido pela imprenia, o odio que Ihe rele ve no
coraeflo.
He esse homnculo, qua por felic lade desconhe-
cemos, o que nos lera remecido materia para diacus-
rio pelo ptimo jaizo obre o ador Du-rle Coimlira.
So quera nao houver lido os u.linios Diarios, dei-
tar de reconiecer a injuslica que Ihe fai esse ae-
1.10 propriaiMBla larauho, e o espirito de vinganca
; que a lauto o lem inuvido.
Sa ha uereiios unlave no desenipenlio de Antonio
Bararlio, pelo Sr. Ceimbra, podemos aaseverar au
rriliro, que Ihe sao Vardadeiranienle ealranhai, ou
pertencendo a familiadosmvlholuaroi C)coples.que
tem om mi olho na lala ; pouco lera visto, e nada
sabe duer.
Ora dlt elle em um dos atu arlizos : a O rdela
a vnlveu o entallo I.re a cab-ea. quaudo o devia
1 Irater \ cinta. Esla he Inlereninle.., mereria
sin d uvida um privilegio semelhaule ao Ctlebre au-
tor das claras-bnias de papel...
a .#i3iii ,aiuu3 ac,jc 1 i
nudnloPr,meiro circulo para futurode-
poUdo O talento, a .Ilustrado, prob.da-
"- do meu amigo nSo me desmenteriam es-
juizo seguro. Entretanto agurdeme^
de do meu amigo nSome 'SSSUiZ".V
ejuizo seguro. Entretanto .gu,rell---S
futuro ; eo fuluro vir* sanecionur a
precisSodo st"
Eleltor do Recife.
O HIATE..PARAHIRANO. AS COSTA 1
DO NORTE.
u mate de guerra l'arahibano, de que he digno
roniinaudante o primeiro lenle d'armada Manoel
Antonio Vil.l de Oliveira, cujo nome n recnmmen-
aa pela pericia e -lo eom que lem diaempanhado
as variai e dilliceis commissdes que sa Ihe tem in-
cumbido, ia sendo victima da ignorancia do prali
eo, que tinha a bardo, asBlcudasda cosa do'
norte, se au fr a vigilancia a a aotividade sem
pir di cmmaiidanle, o naviu perder-se-hia inevi-
tavelmenle. achando-.e era um lugar dillicil, crca-
lo de pedrai e baixios, que ae descobrir.ini com a
maro bana. Estando o navio prjimo a encalhar e
iiepois de haler por tres vales, sempre a* vela e
ooniejando, o solicito eominandanle o rundeou em
tugar conveniente, era balde espirando que de Ier-
ra llie viease soccorro de algum pralieo, o qua nao
perinitlia o vento, qoe aroilava forte e forte a o mar
cavaio. que ameacava a. jangadas. Fehimenle po-
rem depoia de um oa de ellliccOes e angosuas indi-
ueis,consguio-iea cusi que aportasse um navio,
urna jangada que se encamiohav para tetra e
i' l sraS*s cperiencii doa pralicos do lugar,
deacobno-ae qoe da riscoa havla o luate corrido por
aquellas difliceis paragens e os que aiuda ha va cor-
rer por se sahir da cnnjunclura arriscada, em que o
desuno o lancara.Os esforcoi do commaudaole,
doranie e-las horaa oe aullo a terror, estao' acuna
oe ludo elogio ; o xelo e hahilidade praiiea, com
que se houve o Sr. Vital de Oivelta neita Insta
emergencia corresponden) merecida rrpuiacao.que
Ihe tem valido ot precilos Irabalhos, que Ihe ilive
a navegacao briiilaira.
Entre o perign e u c.forco passou infructfera
ama noile inleira, haldadas ai providincias, mal
uccedidos os planos deulvaco. S pelo dia adan-
te, com o rreseer da mat, soprando o vento bo-
mni. osa e felii, he que se poda livrar a navio do
Damos qua o cereavam e sem que a menor averia
viei,e e-curecer o tnumphod'arte contra 01 Iropecoi
ds nalurea rebelde.
Chegando ao Rio Grande do Norle foi o primeiro
cuidado do Sr. Vital da Oliveira mandar celebrar
rom a pompa poaaivel aoi caquinos recursos da pe-
quana ollicialdad. uraa musa cantada, em accao
de grarai a Virgem dos Navegaoles pelot meiot qaa
Iha deparara para ierra nar na pal do Senhor a via-
gem perignsa e arriscada, qoe a iodos podara ter-
minar a vida se nao fonm oa recorto* d'arla a a
proieccao di Excelsa Senhora.
Este novo perigo, que acaba de correr o ltate
uParahibano" nal tormeiilesasBicudasveiu ain-
da augmentar o inleresie e a ulilidade imineusa do-
acabados Irabalhos bydrograplucoi, qae ji laureara
o Sr. \ nal de Oliveira, qu se acba cominidionado
pelo governo imperial para proaegui-lo pelas cosa-
do norle, qae, coma se sabe, sao orneados da par-
ean perigoto, de que mullos prilicoi nlo aa ubim
livrar.
N.lo he qae aqai pretendamos faier a apologa do
Sr. lente Oliveira, mas em nosso amor pala pros-
peridade da marinba nacional, de qoe em grande
parle depende o futuro do Brasil, nao nos podemos
loriar a reun r mais um ao ttulos qoe a imprensa
Ihe tem prodigado. O Sr. lente Vilel de Oliva ra,
rujos cnnhecimenlos pralc.s Un destinan) um pl-
pel honroso em meio dessi mocidade tsptrancoia,
que hje i,lustra a armada, us dispensara da bou,
grado esaes encomios phrenelicos, qua s denuncian,
amiiade e nunca ou quaai nunca descobrem o uie-
rilu.
Se reclamnmoi a allencao do governo para 01
servico preataniisiinioi do Sr. Vital, nlo he porque
nos deniova a an>ii;ao, -enjo o inleresse pelas Coo-
sas nairlai.
D sajramos que o Sr. Vital prosegoisse com es-
mero esses tetan o Irabalho, de que nos ha dado
rao.,r .s ; m-, a- coudieei em qae o lem posto I
a liniiiisiracao quan o privara de o fazer.
&&mmtfti*
_ CAMBIOS
Sobre Londres, 26 td d.
e Paria, 3IH r. por Ir.
LMboa, 98 a 100 por % de premio.
Rio de Janeio, 2 por Om dt deeeonto.
Accao do banco 50 por cauto de dividendo por con
la do vendedor.
t e companhia de Beberibe 6CJ000 por aecl
a a companhia Perrumbucaua ao par.
I lilidade Publica, 30 por eeutoda premio,
a e Indemniaadora. 61 idea.
na! '. 1* "lr,d '*" 20 por Ql0da premio
Uisecnto de leltras, de 8 a 9 por cento.
Accoes do Banco, 40 a 1 j de premio.
Ouro.t>ni.-as despalillla. 29J500 a 3WW00
Moedat de 6o00 velhai .... 16(000
6)>iOO nova.
e 49000. .
Prata.Palacfies brasileiros. .
Peso cnliiraiiarios. .
meiicanos. ,
168000
9*vU00
2U0
29OOO
18660
ALFANDEtiA.
Randlmeuto do da 1..... 20:652a59
Descarreuam no da .1 de dazembro.
Barca ingieraLidacarvao e farro.
Brigo f'aucezFluteriosbacalhau.
Brigoe inglet1|indousIerro e carvo.
Bngue inglezArenaIridioi de ferro.
Barca francetaAiacamercadorias.
Barca pirlugueaMara Jos' diverlos amero.
Bngue porluguezTrovadoridem.
Polaca heipanliolaEmercinda pipas de vinho.
talacho americanoBresefarinha echa.
MOVIMENTO DA ALFaNDEUA.
volninea anlradoseoin fazenriai .... :|
" om geutroi .... |M
5 oiiai chapeo, dOoiles filas, etc
Thcard
13 ditas e C barricas loura, vidros, porcellana
oatlgaet oquinquilharia ; a J. I. Fragozo.
I caixa Lijuuteria peifumaria e luvas ; a J. A-
i|uino Funseca.
1 caixa liras, 11 voluntes drogas, vidros, porcel-
lana, 9 medicamentos; a 15. F. de Souza.
;"> caixas calcado ; a Rabe Sdinimellan & C.
19 ditas lactdos e chales da ligo lao, fazenda da
leda, bordados, alo. a H. Brunn & C.
1 caixa objeciosde relojoeiro ; a L. Delouche.
2 ditas lunetas. p.niei da taruruga e objeclos
para re .oeiro ; a Chipron & Uejrtrand.
li canas porcellana, clchele, obreas, alneles,
ale. ; a Uenker C.
3 caixas sedas a grvalas ; a MonuroA. Lopes.
li caixas casticaes, vidro e porcellana : a An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo.
8 caixas drogas, medicamentoi e agua de colo-
nia ; a Juau da Silva Faria.
1 caixa bolas ; a Juker.
2 ditas pianos; a J. Vignas.
4 diui chapeos a couroi para ditos 5 a Cbriitia-
ni freres.
2 dilas objeclos de sirgueiro, 40 barris e 40
meios mantel,;a ; a J. Baplista da Fooieca Jnior.
2 caitas nenies, fitas, chapeos, perfumaras ele. ;
a Jos Ricardo Coelho.
1 caixa sedas, luvas, porcellana; a Guilharmeda
Silva Guimares.
* 'lilas cartas de jogar; a Siqueira A Pereira.
33 ditas filas de eda. esperaos, colinetas, bone-
tea. mercearia. cliapOos, luvas, esporas, perfuma-
ras, brinqued., eic., a J. f, p. Vianni.
Bngue nacional Lao. vindo da Bahia, consi-
gnado a manifesiou o seguinie :
4 caixoescom69,fi0 diaruios era caixiahas,
3 saceos coro 10 arrobas de colla, 12 cossueiras
de Jacaranda ; a ordem.
Polaca Hespanhola, Ermecinda. vinda de Bir-
celona e Malaga, consignida a manifestou o sa-
guinte:
40 barris vinho, 160 caixas passas, 100 ditas
figos, 50 ditas ameixas, 10 barris alpisia, 15 far-
dos alfazema, 12 diws cominhos, 4 njloi charapo,
20 caixas dita de municao, 160 barrai de chumbo!
25 quariolas azeilede Oliveira ; ao capitao.
21 pipase 20 barris vinho, 100 caixas sabio.
250 dilas masis, 10 bailas papel, 2,0tM) resleas
alhns, 75 quinlaes d cebollas; ao capilao.
Patacho nacional aEmulacao, vindo do Acarac,
consignado; a Manoel Goncalves da Silva, roi-
nifesiou o seguinie :
31 saceos milho, 42 dilos farinha, 5 ditos ar-
roz, 21 couros salgados, 22 massos ditos miudos ,
aos consignatarios.
12 mccos gomina, 11 dilos milho; a F. T. da
Souza Nev.
29 saceos gomma, 18 ditos farinha, 7 saceos
milho ; a Tasso & rnosos.
21 saceos gomma, 2 dilos arroz, 2 cooros sal-
gados ; a Braga & Anlunes.
15 saceos milho, 4 dilos ipeeaeonhi, 1 patota
redes ; a Hanibal P. de Almeida.
90 saceos milho, 39 dilos feijao, 72 couros sal-
gados, 1 barrica gordura, 20 arrobas sebo, 160 di-
los carne ; a J. Roberto Ferreira.
43 saceos milho, 16 ditos feijo, 32 ditos fari-
nha ; a Joaquim Filippe da Cosa.
40 saceos milho; a Claudio Dubeaux.
284 couros salgados, 612 arrobas carne, 6 ga-
rajaos facto, 4 barricas sebo, 2 dilos gordura, 450
ponas de boi; a Francisco Samiano V. de .M.
26 saceos gomma, 62 ditos milho, 60 dilos fa-
rinha, 2 ditos feijo ; a F. de P. de F. 8a-
boia.
178 saceos milho; a Custodio Archanjo Soa-
res.
260 meios sola, 6 saceos gomma, 52 dilos fa-
rinha, 3 barricas sebo ; a ordem.
27 saceos gomma, 6 saceos arroz, 10 dilos mi-
Ih, 2 dilos farinha; a Joaquim Vieira de Ber-
ros.
50 saceos milho, 50 dilos farinha, 260 meios
sola ; a Jo5o Jos de Carvalho Moraes
13 barricas sebo, I sacco pennas, 160 sacco
milho t dito rarrapato, 12 ditos feijo, 48 dilos
gomma, 228 dilos farnha^8 ditos arroz. 4 caixes
queijos, 88 couros salgados, 20 massos couros
miudos, 119 dilos salgados, 151 meios de sola ; a
Jos RoJrigues Ferreira.
CONSULADO CERAL.
Kendimanto do dia 1..... I*MHHI
DIVERSAS FKOVInClAS.
Kendimeuto do da 1 .... 205BW8
DESPACHOS DK EXPORTA CAO PELA -ESA
O CONSULADO DESTA CIDADE NO DlA
1. DE DEZEMBnO OE 1857.
Xuenos-Avre Briaoe hamborgaei "Margare! O
Luiia>, Amorra Irraaiis, 40u barricas assiicar
hranco e mascavado.
PortoPiticho portogoiz Mirla, Francisco 9a-
variano Rabello & Filho, 200 siccoi macar mes-
cavado.
LisboaBrigae porloauez Relimpago, diversos
carregadores, 132 saceos somma, 50 dilos anucir
mascavado.
EXPORTACAO*.
ItiudrindeduSul, barca bniilairi*M(hll lea,
comluio o aegulute : 30 pipas ageardenla ea-
iSa, I.OjO barricas com 8,528 arrobas a 10 libres
de asiorir.
Boenoa Ayressuma heipanhela oOndlna, da
l'Jt, toneladas, condurio o Mgainla : 80 piaes a
" m"''""eachast. 150 saccoi, ca a JOO barncat com 7,981 arrobaa a 27 libra de
assucar.
Porto, barca portagniti Flor di Msit, de 32K
toneladas, condono o seguinie : 3.300 aaocsa e
II iarri-| n.ih.is eom 15.589 arrobu de assucar. 80
saceos gomma, 130 cascos mlico, 100 couros salga-
doa, 1 emio cobra velho, 1 dito carne tace, 1 ar-
roba de assucar, 6 eaixnta doea, 1 aaeeo caf.
KECEBiiDORIA DE RENDAS INTERNAS (E-
RAES DE PERtIAMBUCO.
Rendimenlodo dia 1..... 7915S
CONSULADO PROVINCIAL.
Reudiraenlo do dia I ..... 2:5892181
Voloiniisuhidoi rnnifa/eiidas
i com ^eneros
lolil
Tolal
155
IMPORTAgA'O.
Barca francen aAtaa, viuda do Havre, consig-
nada a N. O. BiabarSC, ra unf--iou o segnime :
lli barr e 150 malos inanleiga, 29 volamea e
calvas leciilos de seda, de algodo da la e mixto,
chales, pelles de carneiro, calcado, chinellaa de 15a.
chapeos paro bniiiem e senhora, ditos de 10I ele ; a
N. O. Bieber ,\ C.
i canas, 2 lardo e 3 volunte, leeido de seda,
il" al.'.nlao de loa e mulos, roupa feii, tova, cha-
pos de sida, mudas etc. ; a limrn M. A VI-
n,i,-i.
1 caiva seda ; a t:. 1. Ailley t\ C.
2 finios pannos, t>2 caima lacillos de alnidfio de
oda de lAa, chales boi da .lea, modas, chapaos etc., |
barrica queijos ; a Joa 1 Keller i\ C.
57 cansa lecidos de Ha, da liaba, de algodo d
seda a millo, lila de ed, iravatas, ronpas etc.,
40 llfaa rhaiiipacne ; a Scbaireillin A C.
75 gigo rhampaene ; a Ssonders Brolheri & C.
70 ditos dita ; a Patn Niah <\ C.
2 1 anas roupa leila, obras de cooro etc. ; a Cal
freres.
IV caitas palles de roelho, luva de sola cha-
peos, enteles de cabera, penles, li .res elr. : a Vaa
i\ Leal.
K caias e I far 'o piranoa, teridos de lia*, de le-
da, organd!, Iiarece ele ; a Ferreira t\ Araoio.
caitas tcito de lila, livro, anfeiles de cihcca
1 elr. ; a lilil A liuliiiare".
%0*tmmi9 $0 pt>Ki'd
>avios enlradoi'no dia I.
Peuedo 3 dias. Mata oaciunal oBeberlbeB. de 31
toneladas, ineslre Isidoro Brrelo de Mello, equi
pigem 4, carga pedras da amolar ; a Pedro Bor-
ne de Siqueira. Pertence a Ptrnaroboeo. Paa-
geiros, Pedro Borges de Siqueira, soa familia a 3
escravo.
Terra Nova 26 diis, hrigue inglet aBell*. da 199
toneladas, eapilo \V. Br-k., eqaipagem 12. ear-
ga 2120 barricas com|bacalhao ; a Saun leres Bro-
I',',- tk C. Pertance a Liverpool.
Phila lelphia-33 dias, barca americana aUnioii, de
19S toneladas, capilao Powtr, eqaipagem 10, car-
ga 1941 barricas com firinha de trino ; 1 Milheus
vuslm A C. Pertence a Pliiladelphia.
Havre 38 dias, loare francei Corraioa da 203 lo-
neiada, c.pitflo Fonlaina, equipagem 12, cirgt
facenda e mal ganero ; a N. O. Maber A C
Pertence 10 Hivre. a
Ricl.moud 40 di.., Larc .uneiicana Ella'., de
195 tonelada, capilao S. Sparrw, eq<.ipaKem 4,
ciraa 1,900 harrica com tirinha de trigo ; a Hen-
rv hortler o C. Perlenc a Busloo.
Navios .li, los no mesmo dia.
Ierra Nova Barca inglea Stimo, de 390 lo-
e'i'nl.sr'o C*Plla s-K"ghl, eqolpigem I...
miut&.
Mallltis.
I raixa lediii
:ill barrite.III
t lo,rodo mo-ino. coraraoniraodo que n enuenliaj.
f.e niporl, ,^.e ti'aVsVr.rouie.,. desl.ou da- a ZhS^^SZTSXT' "'" """"'" '
Italia r.nini 1 i-,ii.,|l., I __. 1- I w m frM?.
lolal
1.857
J,.ViK
892
1,992
lleuiiin.lo-se as rilras designadas para o
Iranaporle das posoas..........
Oblemos para sorama geral........
15,910
11.765
27.675
Orruagens de longo enrso.
I lera dos arrahaidas de Paria
Total
loo
11,765
Estes vehculos sao poslos era movimenlo, diiMr.
"Arinand Hoason, por um numero roosi.leravel de
2i ] cavallo. Na e eonlam menos de n.OlNI e e ajoa-
1351 lar-a 3,1100 cavallos da sella e os da tropa, obter-se-
21 ha uma cifra de parlo de i.OOO.
500 Moa asim como Par riAo possae senlo metndo
Depoj
come.;u ,, ceremooli d.. extrema unc,,,
lando lerminado. vollou-a, p, a ...J,,;,,.,,,
eo eianiplo. havia lambeni ajoelhado t- di-,e
fe pro/iwdi*. urii.i is.
A alma de Fiadegundo eslava na iircsenc. j.
Deo.
Oulro do mesmo. ao presidente desta cmara, di-
tendo lnn rumpria o mesmo presidente assumisie
quanlo ames o eierncio da l. vara municipal ties-
ta cidade, vislo que o rtsperlivo jui e-lava arlual
no eveirino ta 1. vara tle diieiit
qooiia forma o calello, se da mesma lorie, MMamaii
pro uuio o aflTailo marcado e calculado pelo autor...
E ha isso prova para que se tliqa, o actor he miio.
he impostor, be oruolhoso '.... Einliin. ludo Isto sao
nmlianas de Intrlgai.le, allenlendo ineaino 1 perso-
iiagein donde parlem, merecen.fo (odas uraa daquel
la-, tbiiza e iodeliiudis riada, eapaiaa da no' em
roufusio n mais laceiro chaebhla a do bol
Lu
-quilll
O lllm. Sr. inspector da tbesoura'ia
provincial, em cumprimento da ordem do
Exn. Sr. presidente da provincia de 16 do
co'rentp, manda fazer publico, que no dia
tu re dezembro prximo vindouro.perante a
Junta da tazenda da ,mesma thesouraria, se
lia do arrematar, a quem por menos fizer, a
obra do I.Manco da ramificacao do Japu-
raim, avalialo em 17:36o? rs.
A arrematacilo sera fe i la na forma da loi
provincial 11. 343 de 15 do inaio de 1851, e
sobasclausuliseapeciees abaixo copiadas.
As pessoas que se prepozerem a esta ar-
rematacao compreseos n gala das .sessOes
la mesma junta no dia cima afectar-do
jado meto da, compelcnterneute habilita-
rana champagne, I dita aguar- das-
E para constar se mandou
enle c publicar pelo Diario.
Socretarit
I cuias leridoi da llgodo, 1 dila papel ; a forl
Anin,o llt-l:...
2cai,as chapeo de sal dilos para homem e para
mhora ; a ll-nriqu j Sanio. '
ficaisa.rliap,,. de.ol des de ileadie, cha-
le castor, .hales de seda etc. ; a Ferreira .\
a Jola Falque.
2 ealtli sell.a. armas e porcellan
li-sM frerea ,\ C, I
dinte.
loo barris e lia
t\ (..
2 eaias brinco elr. ; a F. I.erin 111.
3 ditas roupa, I lila molJnia a chapeo
meio inanleiga
a Lasseire A
luar Curia
allixar o pro-
PEBIABBUCO.
das carrnagena, que lodos os dias percerrem suas >
ra, auslenla apena em seu recinto metale doi ca- 1
valles, que o frcqneniim......ele. etc.i
PAGINA AVULSA.
. da llie.soiiraria provincial de
1 Bas-' er"a'."bco de nivembro de 1857.-0 so-
eren n.
X. V.
officlo
qoe dirigi a esta "cmara era\",U\'"aT':"\ h!!
mea passa^o, solicitando provulenri,, oerra da
I transferencia dos deposito parliculares de plvora
IWtlute o quede mai. eilr.ordin.rio lemo, des- ktar?V ardU"*"*^ ''enCbra C'i", '"ln
coberloem lodo esle enrolo lecitlo aoeiirmoarii.ia I 0 aii.aaedaa, camisas esnirlillm. I.a--a
e a soa prudencia, lal.....e uraa educacao verdadei- Boiao. roo, fe i |'!V. ^,5 ?L" rte I 'f *" """' ua rap HlCagO do l. TanCO
rmenle lina, que inuil.i car.rlfi.a, e que sni.de das ele. ; a J. C \u(, "'.""'" Calrado, rao- do JapoTim lar-se-h;1o de Conformidade
',^7l.T,l1frhr.,I.?'.,'SC'"n'eC'M,'ccemd0 :l v"l,"""' <*' "o per.enoa. i c.ix. rh 0m ov^"mdo "Pprovado pela directora
be, adr. m'5 ." .' A ,0|"" f*0*''' *""'ro"'"' fi,a- ">S"i ate .1 s." *".' cons;luo- e P'Mentado ao Exm. Sr. pre-
berlada com a n a-cara de annnvmo. 'quena. A" **' 'a ____.--
la VnnunciacSo.
Clausulas especiaes para a arreo ataco
1.a As obras da ran ilicaco do I." lanc
"01 rn
ac
ar-----""tw i..*iii, -1 m
sidele da provincis, na importancia de .
li-ada'fr.-No dia 30 do corrente foi encon-l nesl cidade.-yae eripondiiie quilogo quiche
mSSttJTZSttKStttu l- '--"^J^Uro; E. Candido de..- '^"Van
provar, que o Antonio Baracho do Mascara Negra' llve,ra' I Trema tan te dar

foi optiiii,,miiio dosempenhado eroniado tleiorosl a-'( barris e 25 n
pile publico que o admirou, t que o rapel de critico I Souza Carvalho d C.
manteca
--._ principio as o-
. v 1 u ')ra,s,no PrZ0 de m mez, e as concluir no
a a. 8,de14 mezes, ambos contados na forma do
l irt. 31, da lei provincial n. 286.
MUTILADO

ILEGIVEL



MARIO DI KNA.MSJUC ... mu A FBIBA 3 D ui /rMbaO
*fcv
3.a O pagamento da importancia da ar-
ro-n-laguo realisar-se-ha na furnia doart,
i da memia le provincial n 986
- *a O aneantanto durante a execuguo
ds trabalhos dsr transito ao p-jblico
5 a Na excuc5 j los trabalhos o arrema-
tante sujeilar-se-ba as prescnpgea do en-
genheiro eocarregido da obra.
6 a Para tu lo o roais que naosoicbar
determinado as presentas clausulas nem
no orcamenlo, seguir-se-ha o que dispon a
rspeito a le provincial n. 286.-conforme.
O secretario,
A. F. da Aimunciagila.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, ero cumplimento da ordem do
Exm. Sr. presidente dt provincia de 16 do
crtente, manda fazer publicj, que no dia
fc 3 de dezembro pr.,ximo futuro, perantea
junta da lazeuda da mesma thesouraria, se
ba de arrematar, .1 quem por menos flzer a
obra dos." aogo da ramificacSo do Japo-
mim, avaiiada em 10:080 rs.
A arremalagao ser feta na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especiaos abaixo copiadas.
, As peaaoas que se propozerem a est* ar-
rematagao co moa regara na sala das sessoes
da mesma junta no da cima declarado,
1 pelo meio da, competentemente habilita-
das.
E para
constar se mandou afiliar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da tnesouraria provincial de
Pernt abuco] 17 de novembro de 1857. O
secretario,
A. F. da Annuacagao.
Clasulas espeeiaes para a arrematacSo.
'a As obras da ramificado de Japomim
far-se-h3o de conformidad.) com o ornamen-
to aperovado pela directora em conselho, e
apresentado ao Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, na importancia de 10:0809 rs.
2 a O anen.atante dar* pjincipio as 0-
fcras no prazo de um mez, e as concluir* no
'de doze mezes, contados na forma doart.
31 da le provincial n. 286.
3.a O pagamento oVlnporlancia da tr-
rematagSorealisar-se-ha na forma doart. 39
da mesma le provincial n 286.
4.a O arrematante durante a cxecucSo
dos trabalhos dai transito ao publico,
.a >'a execucSo dos trabalbos o arrema-
. taute sugeilar-so-ha as preacripg;s do en-
genbeiro encarregado da obra.
6.a Para ludo o mais que nao se adiar
determinado as presentes clausulas pera no
orcumenlo, seguir-se-ha o que dispOe a res-
peilo a lei provincial n. 286.Conforme.
O secretario,
\- F. da Aonunciacfio.
--- Olllm. Sr. inspector da thesouraria
I provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 16 do
con ente, manda la/er publico, que no dia 3
de dezembro prximo vindouro, peranto a
unta da fazenda da mesma thesouraria, se
1a de arremata', a quem por menos flzer, a
obra do acude do Bom Jarjdim, avaliada em
l:155:00o reis.
y A ai rematagao ser* feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas espeeiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matacSo coraparecara na sala das sessoes da
mesma junta, no dia cima declarado pelo
meio dia, competentemente habilitadas
t- pira constar se mandou allixar o pre-
a> sent e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial Je
Pernambuco 17 de novembro de 1837. o se-
cretario,
A. F. da Annunciagao.
Clausulas espeeiaes para a arrema tagatf
1.a As obras do acude do Bom Jardim se-
rSo feitas de couformidade com a planta e
org ment, approvados pela directora em
t conselno, a aposentado a approvagSo do
'. mil Sr. presidente da provincia, na impor-
tancia de 1:155$ rs.
2.a Estas obras (lvenlo principiar no
prazo de um mez, e serfio concluidas no de
cinco mezes, a cootar da dala da arrema-
tacSo
3.a A importancia da arrematarlo ser
paga em tres prestagoes, pela mam-ira se-
. guinle : a primeira de dous quintos du va-
lor total, quando estiver execulada mttMdo
da obra ; a segn4a, igual a p'imeira, de-
pois de lavrado o termo de recebi monto
provisorio; a terceira finalmente, de um
quinto depois do recebimento delinitivo.
4.a O arrematante na execugao dos tra-
balbos observar as prescnpgoes do enge-
t ^nbeiro.
6.a Para ludo o mais que nSo estiver
.proscripto oas resentes clausulas, observa-
r o que dispoe a le provincial n, 286 de 18
de maio de 1854.Conforme. O secretario,
A. F. da Annunciaco.
- O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia, manda
-fazer publico, que no dia 10 de dezembio
prximo vinJouro, perante a juota da fa-
- zenda da mesma thesouraria se ha de arre-
matar, a quem mais der, a taxa das barrei-
ras da ponte do Manguinho e da estrada da
(.acunga, avahadas animalmente ambas em
5:475*000 rs.
As arrematarles serio feitas por tempo de
30 mezes, a eoni-rdo 1.'de Janeiro de 1858,
a 30 ae juulio de 1860.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
. maiaco comparegam na sala das sessoes da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas, com
suas propostas em carta lecnada.
E para constar se o andou allixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 10 de novembro de 1857. se-
cretario. A. F. da Annunciagao.
* Olllm. Sr. inspector da thesouraria
- provincial, em cumprimento da resolucSo
da junta da fazenda. man la fazer publico,
que no dia 17 de dezembro prximo vindou-
ro, vai novamente a prc,a para se arrema-
tar a quem por menos lizer a conservarlo
permanente da estrada da villa do P*o d'A-
H10, avaliada em 6:9009 rs., por lempo de 10
- mezes.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 26 de novembro de 18570
secretario,
K. F. da Annunciagao.
- O lllm. Sr. inspector da thesouraria
_ provincial, em cumprimento da resoluc3oda
mua da fazenda, manda fazer publico, que
110 da 17 de dezembro prximo vindouro,
vai novamente a praga para ser arrematado
a quem por menos fi/er a obra dos reparos
do quartel ta villa do Cabo, avaliada em
I 21WWO0.
E para constar se mandn allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 26 de novembro de 1857. O se-
cretario,
Antonio Ferreira da Annunciagao.
O Dr. Anselmo Francisco l'erelti, commen-
dador aa imperial ordem da llosa, e juiz
de direito especial do commercio, nesta
cidaile do l'.ecil>, por S M. o Imperador,
,iue Daos gurde etc.
Fco saber aos Tjue o presente edital vi-
rem, t" delle noticia ti ver m, em como a re-
* querlmflnto dos exequenles Jos Antonio
bastse outro, no da 10 do corrente mez,
porta da casa de minha residencia, no pa-
teo da Sanw Cruz, se ha do arrematar por
postos, principia ai a co itar-se do 1- de dez-
embro, fin lo os quaes incorrem na multa
de 3 por rento, to los aquelles que deixa-
rem de pagar a bocea do co're seus dehilos,
prtencentes ao primeiro semestre de 1857 a
1858. O colleclor, Francisco das Chagas
Salgueiro,
Perante o lllm. Sr, Dr juiz municipal
do termo do Olinda, se ha de arrematar por
venda, depois de linda a audiencia do da 7
do prximo futuro mez de dezembro, as 10
horis da manhfla, por ser a ultima praea,
urna casa terrea do pedra e cal, com quintal,
na ra do la go do Amparo n. 9, avahada
por 200 rs., a qual foi peahorali pela fa-
zenda nacional, por decima de mo morta,
doanno de 1854 a 55 ao vigario prior do con-
vento de Nossa Senhora do Carino da mesma
cidade. Collectoria de Olinda 28 de novem-
bro de 1857.o colleclor. Francisco das
Cbagas Salguairo. O escrivSo, J0S0 Con-
nives Rodrigues Frang.
Pela recebedona de rendas geraes se
faz publico, que be neste corrente mez de
dezembro que os devodores dos seguintes
impostes, renda dos proprios naciooaes, lo-
ros de terrenos e de marinba, decima adJi-
cional de mao mora, imposto sobre lojas,
casas de descont, escritorio, etc., idera
sobre casas de movis, roupa, eticado es-
irangeiro, ele idem sobre barcos do inte-
rior e taxa de escravos, teem da pagar o
que ae acfiam a dever, tanlo do anno de
1856 e 1857, como do 1 semestre do de 1857
e 1858, e que lindo o refer lo mez, tera ln-
gara cobranca executiva contra os develo -
res daquelle anno. e os deste pagarao a
mulla de 3 OjO. Recebe loria de i'ei mmliu -
co I de dezembro de 1857. -- O administra-
dor, Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Pelamesa do consulado provincial se
az publico, que os 30 das uteis para o pa-
gamento, bocea do cofre, da decima dos
predios urbanos das freguezias desta cidade
e da dos Afogados principiara a conlar-se
do dia 1 de dazeaibro prximo futuro, fin-
do os quaes incorrem na mulla de 3 0,0 to-
dos aquellas que deixarem de pagar seus d-
bitos, pertencenles ao primeiro semestre de
1857 a 1858 Mesa do consulado provincial
*6de novembro de 1857. Pelo administra-
dor, Ttmodoro Machado Freir Pereira da
Silva.
COMPAiNHIA DE SEGUROS MARTIMOS E
TERRESTRES.
tn ca'regr ou ir de passagem, dlrlja-se ao
escrlptono de M bordo.
com o cap "1 1 a
PARA
DE
RIO
BKICUF. DXMA'.
Vai seguir com toda brevidade o brigue
nacional DamSo, bem conhecido pela brevi-
dade de suas viagens, e classificalo o pri-
meiro na carreira para aquelle porto : quem
nelle quizercarregarou ir de passagem, en-
tenda-se com os consignatarios Fernandes
4 Filhos, ra da Cadeia do Recite.
Para o
Rio de Janeiro
Segu por estes dias o bem conhecido
brigue nacional Almirante, de primeira mar
cha, tem pro'npto quasi todo o carregamen-
to, e so recebe carga 01 uda e passageiros :
quem nelle quizer carregar ou ir de passa-
gem, entenda-se com o consignatarios Fer-
nandos & Filhos, na ra da Cadeia do Ite-
cife.
DO
IMPRIO DO BRASIL.
Estabelecida no Rio de Janeiro.
CAPITAL 16.000.000:000
Agei.cia ra da Cruz n. 15, eseriptoiioda
viuva Amoritn & Fillio.
Ao Srs. negociantes, proprietarios de
casas etc., etc., se offerecc na agencia da
dita companhia nesta cidade, a realisacao
de seguros por premios e copdiccoes mui-
to mdicas e razoaveis. Na mesma agen-
cia tambera se eflectuam seguros tanto
para o norte como para osul do imperio,
nos vaporescosteiros e vasos devela. A
companhia garante a prompta indemni-
sacao da importancia de qualquer si-
nistros.
C(WSELHO ADMINISTRATIVO.
O conseibo administrativo tem de comprar
o seguinle :
Sola, meios200; bomba de ferro para po-
co 1 ; sinete para a repartir 1 do asslstente
do ajudaute general do exercito na provincia
das Alagoas, com as armas im^eriaes, e seu
comieiente dstico I ; bonetes para o meio
batalhSo de caladores do Ceata 94.
Quem quizer vender, aprsenle as suas
propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 9 de dezembro
proxi 110 futuro.
Sala dassessOes do conselho administrati-
vo para fornecimenlo do arsenal de guerra,
30 de novembro de 1857.-Bento Jos Larae-
nba Lins, coronel presidente Bernardo
Pereira do Carmo, vogal e secretario.
DE
SANTA ISABEL
2. RECITA DA NOVA ASSINATURA
EMPREZAGERMANO.
QniirtA-fcirn, 9 de dezcmibr de I .Sil.
GRANUB GALA.
Em festejo ao feliz amversario na-
talicio de S. M. Imperial.
llavera' o teguintt upectaculo :
Logo que o tim. Sr. praiidente da provincia e dig-
nar compartcer na tribuna, a orchitlra eieculara
urna breve ntrodaego, lin ij a qual a comp.inhi
dramtica, perante a elltgie da S. M. Imperial,
cantara o
HYMNO NACIONAL.
Depois do que reprtianlar-te-ha o novo drama em 5
aoloa, origiiidl fraooet, traducido pilo II m. Sr
Dr. Joaquiru da Aquino Fumeea :
COMPANHIA
de paquetes ingleses
a vapor.
At o dia -1 de dezombro espera-se da Eu-
ropa um dos vapores desta companhia, o
qual depois da demora do costume seguir
para o Rio de Janei'o tocan lo na l> hia.para
passageiros etc., trata-se com os agentes
A<1mson. Howie & C, ra do Trapiche No-
vo n. *.
Para Lisboa segu com toda a brevi la-
de a barca portugueza Progressista, por ter
prompta parte da carga, para o resto e pas-
sageiros,para o que tem asseadoscommodos
trata-se com os seus consignatarios T. de A.
Fonseca 4 Filhe, na ra do Vigario n. 19,
primeiro andar.
Para o Rio de Janeiro sahe ate o dia 5
de dezembro a muito veleira e nova barca
Recife, a qual anda recebe alguma carga a
Irete e passageiros, para os quaes tem aceia-
dos commodos : para tratar, com M noel
Francisco da Silva Carneo, na ra do Viga-
rio n. 17, primeiro andar, ou com o capilSo
Manoel Jos Ribero, a bordo
Deve sahir para o Porto at 15 de dez-
embro, ou nntes, se for possivel, o patacho
portnguez Mara, o que se avisa a quem
quem quizer Carregar, 011 ir de passagem ;
irata-se com os seus consignatarios Fran-
cisco -Severiano (tabello & Filno, no Forte do
Mattos n.6, largo Ja assemblea provincial,
ou com o capito na praca do commercio ou
a borjo.
Para o JRto
de Janeiro
Pretende seguir no dia (i do corrente o
brigue nacional Firma, e para o resto da
carga trata-se com Novaes &C, iu ra do
Trapiche 11. 54.
%o canto que es-
ta' torrando.
.Va rua da Cadeia do fte-
cif<3 n. 54, he ebegado um grande sortimen-
to de fazendas, que na realidailn torra por
pouco dinbeiro ; venham verse he ou nao
verdade do annuncianle, e est certo qui
ninguem deisar de comprar vista das lin-
das qualiiiades e de bom eosto : o annun-
cianle pele que venham ver a varilade do
que existe. Iliquissimos chales de louquim
de muito boas qualidades, casaveques de
casemira, ditos de cambraia com bico a ro-
da, proprios para passamento de festa, man-
teletes de cambraia de modernismo goslo,
por diminuto prego, saludas de baile de bo-
nitas cores, romeir-s de cambraia. dilas de i
fil de linho para senhora e meninas, tanto
para vestidos, groa lena pie de cores bonitas,
muito ricos cortes de se la de bonitas cores, I
com 3 babados, proprios para baile, pelo
prego que realmente faz admirar vista da
qualidade da seda e do bom (costo, se las de
quadros de bonitas cores a IB8O0 o covado,
chapeo* de mola a 5/500. pulceiras de pe- >
dras brancas e de cores, papulina de bonitas Novidalede Parto, faienda da seda com n-
cores para vestidos de senhora, chaly liso e
com flores, de cores muito lindas, chales
de merino bordado na pona, dito liso a
1/800, on que ijndos cortes de casemiras
Je cores proprios para doutores e rapazes
de bom gosto, panno fino preto de mui-
tas qualidades, casemiras pretas, ditas de
cores, fazenda muito boa, proprio para pali- |)areg"de seda com quaiiros e listras asieli
los, enfeites para pescoco do enancas, saias naHai, rovado.........
crioolin para senhora, mussulina de urna s C-roidenaples preto e de cores, muito an-
cor a *00 rs. o covado, cambraia de slpicos perior, covado.........
para vesti los, ditas lisas de muitss qualida- Dl! d,,ode rt'"'>""""> }'*, proprio pa
des, mussulina branca a 300 rs. o covado,
ditas de cores a 3-10 o covado, cortes de ves-
ti los de cambraia, foitos, proprios para es-
cravasa 49000, madapolOes de rauitas qua-
li la les. chapeos de sol de seda, ditos de
panninbo, meias para senhora, ditas para
homem, ditas pintadas proprias para sapa-
tos rasos, alpneas, princezas, chitas, brins, i,
chale* de muitas quali lades. linhasde car-1 P,^n. pre, d.e ?"* P"1 l'do.' M
proprios pa-
eila;**
uperiores
PROVINCIA.
rias manda
Lotera
Provincia.
O abaixo assignados tem esposto a ven-
da bilheles e m Grande e novo
sortimento de fazendas de
todas as qualidades, viu-
das pelos ltimos navios
da Europa.
msiem e liitra raatisada para veslilos de
lenliura,muito proprio para a lai;:Vi, co-,
vado............
Belleza de Bengala, fazenda toda de seda
transparente com listras matizadas ,
P'opria pira bailes, covado.....
Cambraia e da de Bengala com bslras ma-
tizadas, covado
firro de obras, covado
Sodas de quadriobos, covado.....
Folhos de seda aiselinado......
Mussulina branra e de cores, covado. .
G>saaa franceas de cores lixas, covado. .
Chitas francezas. o covado......
Velbulina de corea, covado......
Mantas de blond prelas e brancas, proprias
p.ira easamentos, covalo.
retis de 300 jarlas, e rauitas mais Tazen las' Ch'pV'da pallinha, Torrados,
que so a vista do con .ira lor so po lera men- ra a
Cionar as qualidades e os presos, que nao ; Chale de se'ia de cores.
19-2O0
19601)
I9IOO
1900U
29000
I9C1OO
90O
'.150
320
?0
9280
800

8
Sr. presidente desta provincia c tendo o
mesmo Exm. Sr. approvddo semelhante
aelorma manda igualmente o predito Sr.
tlesoureiro fazer publico que dora em
diante sero as loteras extrabidat pelo
plano queabai\o vai transcripto e por is-
so se acliam a venda todos os dias as lio-
ras do expediente as 9.horas da manliaa
as o da tarde no pavimento terreo da casa
da rua da Aurora n. 26, os bilhetes da
terceira parte da terceira lotera a be-
neficio do hospital Pedro II, cujas rodas
endaro no dia do futuro mez de de-
nzmbro.
Thesouraria das loteras, 28 de novem-
bro de 1857.O etcriv&o, Jos Maria da
Cruz.
Plano para as
loteras.
SlH.
MElilf DOS JIEIIMS.
U> bilheles zcham-se i venda no ascriptorio do
lliciim p.na dual recitas.
Gabinete ptico
ATERRO DA BOA-VISTA
N. 4.
O director desto Mil* participa a seus
Ilustres prolectores, que tem para esta se-
mana urna agradavel exposi^o de vistas das
mais bonitas que tem feito, todas novas,
por ser a penltima semana.
1. Vista panorama da cidade e porto for-
tes e defensas de Sebastopol.
2 lUtalha de Toulon.
3.* Vista panorama de l'aris.
4.a Vista geral de Brest.
5.a Vista geral de Genova.
6" Vista de aples avistando-se o Vol-
cSo.
7." Vista do Valle do Chamouny coberto
de nev,
8. Vista geral de Brdeos em Franrja.
9\ Os edilicios e fortes de Genova.
10.* A igreja de S Pedro em Roma, Ilu-
minada, st-n Jo urna das primeiraado mundo.
11." Constanlinopla lomada por Seras-
hir.
\1 Vista de Ruo tomada de San Severo.
13.' Dieppe, vista lomada de porto, em
Franca
ll.o Vista de Malaga, tomada da entrada
do Porto.
15.a Ponte e palacios da Concsrdia em
Paria.
16.a Praca do Louvre em l'aris.
Iiiia-. lioromeas no lago Maior.
LEILAO
de iiiobilia.
(Sem limite.)
O agente Borja, em seu armazem, na rna do Col-
legio n. is.^.m' ieil..> de um erplendido sortimen-
to de obras da marcioeiria, ihtm, .u ninerenirs
qualidmles, bem como nm lindo geno'' eiorio, obra
aqai nunca vista, tecrelaria e e*ri'\a ja* de mogno
e de Jacaranda', goarda-roupa de nolEeiri. lavato-
rio de momo com pedra e sem lia, toilettes por-
laleii, I divn, 5 cadeiras de cnehim, gosto domi-
"-ide. camai de mogno e de ceregeira para meninas,
commodaa e meias eommodas de tnogno, aparado-
res, binqoinhas, lelrale com pedra, orna poroso de
cadeiras hamburKueza, de faia, ootraa fiancezas de
ceregeira, qoidro" douradoi a' l.uiz XV, coro Hnda
estampas, que le vendern em reserva, para feeha-
liento de conlas ; urna eicelienle cama de Ierro,
de mola, de g^alo e qoelidade, aqoi n,lo vulgiins, a-
parelhosde purcellana cumpletos e novos para almo-
50 e jintar, candelabros de vidro e Inmritas, ditos
da zuico com li luzei, relogioi de algibeira. Hilos de
parede para cima de mesa, :i globos geugrapliicoa em
moilo bom estsdo, diverios livroi de direito, I i I te ra
lura, etc., novos, e bem assim urna iulinidade de
diflerenles arligos, qoe fora impossivel mencionar,
os qu 1;", etc., sexla-feira, do corrente, as 10 huras da
manliaa, em puulo.
Leilao
NO ARMiZEM DO AGENTE
PESTAA
(uinta-eira 3 dezembro.
O agente Pesian fara leiltlo, em seu ar-
mazem, as 10 horas da rnanhSaa do dia a-
ciina mencionado, de diversos objectos de
molulia, sotas, cadeiras, consolos e mesas
de Jacaranda com pedra marmore ou sem
ella, ricos guarda-vestiJos de Jacaranda
com espelh", obra de primoroso gosto, as-
sim como raobilias de dilTerentes qualidades
demadeias i; feltloa, e muitos oulros ob-
jectos de utilida le ese-ventia. Vender na
u esma occssiSo divrsas obras de ouro de
lei, que muito cnnviro pela modici lade dos
presos, queseraosem a menor reserva.
ter.lo nada a desejar em modernismo e qua-
lulades. Na mesma luja da-se fszendas com
peiibo-ps, e leva-se em casa de familias.
Veude-se um cavallo rodado quecar-
regt baixo eesquloa e est gordo, novo e
sem achaques, e tambem vendem-se os ar-
reios coinoelentes : a tratar na loja de cal-
calo uo Sr. Porto, na praQa da Indepen-
dencia.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial manda fazer publico, que do da
3 do corrente em diante pagam-se os orde-
nados e mais despezas provinciaes do mez
de novembro prximo lindo Secretaria da
thesouraria provincial de Pernambuco 1. de
dezembro de 1857O secretario,
Antonio Ferrei'a ('Atitiunciacfio.
Precisa-se do urna ama forra ou cap-
tiva, para o servico de urna casa de pouca
familia ; na pra? do Corpo Santo n. 17.
- Na padaria de Ponciano & Salgado,
precisa-se de um bom amassador, e paga-se
hem.
Atraz da matriz de Santo Antonio n.
16, primeiro an lar, precisa-so fallar com a
pessoa que he aqu encarregada dos nego-
cios do Mosteiro de S. Bento da Parahiba
ouannuncie para ser procralo. Na mesma
casa cim i com.ira-se urna mesa elstica de
iantar, deamarello. para 20 uessoas, em se-
gunda niao, poim em bom estado.
A pessoa que quizer tomar 500? a ju-
ros sob hy ..(ithcca de urna casa, ou penhoros
de ouro, dirija-se ao becco do Padi, sobra-
do n. 28.
A Drofessora particular Candida Bal-
bina da l'aixfio Rocha, moradora na rua do
Kangel, acaba de dar feria a suas alumnas
por se adiar a loentada, porm voltar no
lim de janero ao seu magisterio, e conti-
nuar a receber oensionislas, meio ditase
esternas, a quem ensillara a coser, bordar
ler, escrever, contar, grammatica, etc.
A pessoa que precisa de 4009 sobre urna
escrava, dirija-se ao atarri da Boa-Vista o.
5. loja, que se llie dir' quem faz esse nego-
cio.
Vende-se urna carroca em muito bom
estado, com arreio e cavallo ; ao p da fun-
dic3o, taberna de Jjs Jacintho de Carvalho
Vende-so urna vacca parida de prxi-
mo, que da mais de 8 garrafas de leite, e
urna bonita Vitalia, filha da mesma vacca,
de idade de 1 anno ; a fallar com Adelo
Jos de Mcndonca ; na rua Augusta, sobra
do n. 80.
Rua no va n. 60,
a, ao pe da ponte, precisa-se de offl-
ciaes e coslureiras de toda a obra.
PergunU-se a quem pnssa responder,
sea lllma. cmara municipal deliberou para
que os qurtos que coostiluem o mata louro
publico fossem alugados para salgadeira,
arma/en de sal e escriptorio, como actuil-
menle se acham occu jados, com grave de-
trimento das malangas, porque nao haven lo
commodos para ella em tal espelunca, ago-
ra se torna peior: pela afironaliva, deseja-se
saber quanto rendem ; e pela negativa, a
mesma lllma. cunara responsabilsima quem
commi'lteu o abuso.
- l'reciss-se de um cozinheiro ; na rua
do Queimado n 32.
Ouem precisar de um cozinheiro, diri-
ja-se a rua larga do Rosario n. 46.
- Kugio no dia 1 de dezembro o escravo
mulato, de nome Maraede, pertencenle ao
tonente-coronel Antonio Matheos Raugel,
Senhor do engenho Boa Esoeranija da co
marca do Limoeiro levando camisa e caiga
de algod.lo azul e chapeo de couro ; este es-
cravo que solTreu de pa'alysia, tem a bocea
um tanto torta, e puxa muito por urna per-
na : recommenda-se as autoridades poli-
ciaes e aos capies de campo, que o aj-
prehendam e levem ao Forte ao Mallos,
prensa de Jos Carlos de Souza Lobo*t C ,
ou a rua Vclha n. 69, que se recompensara.
39500
9
173(100
SfOOO
12001)0
73000
6-3000
53000
39000
9
19000
109000
9
39000
9
79500
79500
I9OOO
400
9
9
69000
. 59500
4300(1
90IH)
4300
itoooo
43000
. 49500
. 59000
pissando
n. 40.
Ditos de merino bordados a velludo .
Hilos de (lito de dito a seda......
Dilos de dito bordados em 2 ponta. .
Ditos de dito com lislra de seda ....
Ditos de dito lisos com franjas de seda
Dilos de dito com franjas de laa .
Diloa de la adamascados, preloi e de cores.
Grvalas de seda com ponas compridis a
regencia ,..........
ilas de dita com ditas a principe da Gal-
les .............
Ditas de ditas a' americana. .....
Cortes de cohete de velludo de oovoa
padrn ... a.......
Ditos de seliin branco bordados, proprios
para casamento.........
Ditos de gorgurao de teda da novos pa-
drfies ............
Hilas decalca de casemira de toda* at qua-
lidades............
Chapeos de sol de seda superiores .
Chapeos de massa francezes.....
Lencos de cambraia bordados, lino*, para
III jo.............
Dilos de dito de linho lisos para mSo. .
I.u\as de seda de todas as qoalidades, para
homem, senhoras e meninas.....
Cortes de vestido da seda de crese branco
i'ek m o mais superior e moderno qua
ha no mercado.........
Paulos de argentina de cores escaras .
Dilos de alpaca de cores lina.....
Hilas de lila preta........
Ditos de fuslao ass> tinado......
Ditos de ganga de cures......
Ditos de lirim de quadiir.hos.....
Ditos de brini pardo lino......
Ditos de brelanba de liulio hraiicos. .
Gndolas de alpaca preta e decores. .
Em frente do becco da Congregac.90,
loja ae ferragens, a segunda de fnzenda
Aluga-se urna casa terrea, nova, com
sala e quarlos, com 3 portas e 2 janellas de
frente, 3 quartos, sal atr-/, e cozinha fora,
propria para passar a fasta, por se afir si-
tuada na praia de S. Francisco de Olinda,
perto dos ba-'hos do mar : na rua do Vara-
douro. na primeira casa partindo da ponte
para Santa Thereza, achara com quem tra-
tar.
Vande-se snpenor farinhaem saceos,
viuda do Rio de Janeiro ; ua rua do Gordo-
tu?, aruiazem n,1t>.
Pede-se ao quarto supplentc dojui/o
municipal da cidade da Victoria, que antes
de ex .irar o seu tempinhu, abra um eursj
le patotas com licries de direito, contando
ja com o numero um, que ja tem pratica de
sor peuhorado, e so lbe talla o reslo : bem
me enlende ....
A corrcicSo.
Cozinha-se para fora lava-se e engom-
fuai-so com pcrfeirAo : quem precisar, difi-
ja-se ao paleo do Hospital n. 6.
Precisa se de tun; a juros com hy jo-
theca em urna escrava livre e desembaraza-
da : a quera convier annuncie.
I Al IIA DE CARNAUBA.
Vende-se palna de carnauba muito boa.e
prego comn. Jo
fazer publico, qut; em consequencia do ceira lotera do hospit-l, a qual corre no
grande prejuizo que constantemeii- dia 5 do corrente. os' quaes sao garantidos :
te lia solf'rido por licar sob sua res-, Bilhele 59000 recebe 4:ooo9
ponsabil.dade avultado numero de bilhe- Me'os Jmar87.
tes quedeixam de ser vendidos, nao llie1 Francisco Gla es de Vidigal, e Irmili
convindo continuar a soflrerem tal pie-' da Francisca vSo para o Rio de Janeiro,
juizo, reformou o plano das mesmas lote- Do engenho Dous. IrmSos, em Apipu-
rias e o subnetteu a appiovaco do Exm. 90. "ftj* esc'avo 8"lyro' 9 M," Cm
idade de 25 anuos, pouco mais ou menos,
baixo e seceo, cor fula, andar accelerado, be
umbigudo e tem as juntas dos 1 s gross*s,
suspeita-se que elle anda ganhando pelo Re-
cife ; quem o apprebnder, leve-o ao refe-
rido engenho, que sera gratificado.
O abaixo assignado faz saber ao reapei-
lavel publico, que ven leu os dous nmeros
3500 em que sanio a sorte de 2009, e 544
a de 5.011U3, em mus meios bilhetes, nlo
sendo estes garantidos. A. P. Crrdoso da
Gama.
Perdeu-se urna pulceira de ouro, do
caes do Ramos* rua do Oueimado quem a
acbou, leve a rua do Queimado n. 3, que
ra recompensado.
fferece-se urna pessoa para cobraocas
de dividas no mato, sendo para as partes do
sul ; a tratar na rua da Roda n. 20.
Atiencslo,
No dia 23 de novemb-o do corrente anno,
fugiram do engenho Peredas, silo na fre-
guezia de Sanio Amaro de Jaboatao.duas ne-
gras crioulas, com os signaes seguinles :
Maria, alta, cheia do corpo. estomago sali-
ente e seos pequeos ; a outra chama-se
Innocencia, de me liana altura, cheia do
corpo, nariz afilado e a, apega lado, nsdegas
e mimadas, remsenla 30 anuos de idade :
roga-se as autoridades pollciaes ecapilSes
decampo a sua pprehensao. e levem-a ao
dito engenho ao lllm. Sr. Jos Maximino
Pereira Vianna, que recompensar* genero-
samente.
Aluga-se urna bonita casa de novo aca-
bada, com boa sala, 2 qoartos, sala para
jantar e boa cozinha, no lugar de Apipucos,
tendo um extenso sitio para passear, e uo
mesmo ptima agua de beb-r, meluor que a
do encanamento, e bom banho. seodo a re-
ferida casa e lificada junto delle : a tratar uo
mesmo sitio, junta ao do Sr. major Osario,
a qualquer iniormagiio, na rua do Crespo
n. 4.
Domingo, 29 de novembro, das 8 as 10
horas das mauhaa, aesappareceu e suppde-
se ter sido furlado. do sitio na Passagem da
Magdalena, que fui da viuva Hollino, um ca-
briuba esc a vo, clamado Manoel, ida le 10
annos, pouco mais ou menos, descrnalo,
fallando-lhe um ou mais dente* na frente,
cabellos carapiuhos, falla com a lingua nos
deotes ou he meio talara, natural do sertao,
e lu vestido de camisa comprida de algo 13o-
zinho e chaceo de palna de carnauba ; roga-
se a polica ou a quem delle soube-, de o
appreuender e levar ou avisar no mesmo si-
no, ou no Recife, na rua Nova, sobrado n.
27, ou no engenho do Meio da freguezia da
Varzea, e promette-se pagar bem.
Lotera
3600 bilhetes a 9
Beneficio 20 o(0
li. 4003000
J.-88090O0
11:520*000
1 premio de
1 dito de
l dito de
2 ditos de 200?
4 dilos de 1003
6 ditos de 50.3
10 ditos de 209
20 dilos de 109
1155 ditos de 49
1200 premios
2400 brancos.
3600
1:0003
1:0009
400S
400"
OO
300S
200^
J00a
4:620s
11:520.3
M
-
ri:
i
m
m
i:
m
Os dous primeiros premios estSo sojeitos
ao descont de 8 por cento.
Thesouraria das loteras 24 de novembro
de 1857.O Ihesoureiro, 'Francisco Antonio
de Oliveira.
Approvo. Palacio do governo de Pernam-
buco 28 de novembro de 1857 Taques.
Conforme.--Antunio Leile de l'mao.
Lotera
DO
Hospital Pedro
segundo.
AO NOVO PLANO.
O abaixo assignado tem esposto venda
os seus muilo felizes billules e meios, da
lotera cima, os quaes n3o esto sujeitos ao
descont da lei, quesera pagopromptamen-
te na praga da Indepeudencia ns. 4 e 37 a
39, ou na rua da Cadeia do Recife n. 45, es-
quina da Madre i'e Dos.
Bilheles 5000 Recebe 4:9000
Meios 29500 2:U00l
Por Salusliano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
- Na padaria do Luiz Antonio Gungalves
Petina, em I'ra de Portas n 122, manufac-
tura-s o bom pao crioulo, redondo, e pro-
venga, assim como bolachas de todas as
qualidades, dita lina muito superior, massas
linas de todas as qualidades, ludo por pre-
gn.s razoaveis : os pretendenles dirijain-se a
mesma, que vista das qualidades e prego,
na j deixarao de fazer negocio.
I aia Tamilia que se retira para fura dis-
pOe dos objeclos seguintes : u-u rico prese-
pe de madeira, obra mui delicada; um mag-
nilico santuario tambem do madeira, de tres
faces, com vidrsgas; um quadro de pregar
fazenda para uso de tinturara ; urna tacha
de ferro fundido para o mesmo lim, que ser-
ve tambem para fabrica de sabao ou outro
qualquer uso : quem pretender ditos objec-
los, dirija-so a rua do Arago 11. 22. que
na rua da Madre de eos | vista do prego razoavel,n3o deixar de fazer
negocio. A mesma familia cima, que usa
de Ungir roupa, avisa as pessoas que tem
objectos em sua casa para Ungir, haja de os
ir buscar no prazo de 8 dias, que depois
desta data nao se responsabilisa.
Precisa-se de urna ama para o servico
de urna casa de portas dentro, que saiba
cozinhar : na rua larga do Rosario n. 14.
Quem precisar de urna escrava boa
cozinheira e engommadeira, dirija-se a rua
estieita do Rosario n. 21, que achara com
quem tratar.
--- llechegalo a rua Direira n. 14, es-
quua que volta para S Pedro, o melbor mi-
lno que ha|oo u creado, vende-scem porgao
earelalho; taiibem vende-se urna porgao
de feijao fradinho mnito novo a 400 res a
cuia.
DA
Provincia.
>i7
*

ir
i
I
i
^tisoi --:. estAmv.
I7.
venia, a quem mais der os escravos seguin- 18.* NapoleOo I, botando oculo em frente
tes: Mana de naco, idade 60 annos pouco da Calhelral de Mil.10 em Italia,
mais ou menos, avahado per OCrjrs j Ma- o sal.lo estara aberto das 7 at as 10 da
noel, de nago, 1 lade 60 anuos canoeira nuile. Entrada 500 res.
avallado por iOo9 rs ; Cosme, crioulo, ida-
de t8 anuos, avllalo por 1:2009 rs.; Rosa,
de naguo, idade 60 annos pouco mais ou me-
nos, av liada por 60o rs. cujos escravos as-
sim avahados, foram penhorados aos execu-
tados herleiros do finado Manoel Claudio
de Queiroz.
E para que chegue noticia aos licitantes, I (,
mandei passar edilaes que serSo allixados
os lugares do costume, e publicados pela
imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife I.
dedezeoibro de 1557 Eu Francisco Igna-
cio de Torres Bandeira, escrivao do juizo
especial do coramorcio o liz escrever.
Anselmo Francsco Pcretti.
Cear
tot'.MtiOtt.
__O colleclor da decima e mais impostes
da cidade de Olinda, faz publico aue os 30
dias uteis para o pagamento dos ditos im-
Vai seguir nestes dias o patacho Sania
capiUSoJose Victorino das Neves ; pa-
ra o resto da carga e passageiros, trata-se
com Caelano Cyriaco da C. M., na rua da
Cadeia do Recite n. 2.
Aracaty.
O hiale. ExhalagSo sahe com brnvidade,
recebe rar Caelano Cyrico da C. M., ua rua da Cadeia
do Keeile n. 2.
nuil do Quema-
do n. \ -
Qucrendo-se finalisar com alguns restos
de fazendas, participa-se ao respeitavel pu-
blico, que se vende por 440 rs. cada urna
vara de cassa franee/.a, lina, de cor^s lixas,
dita ingleza por 320 rs mussulina brinca,
muitO lina, com quasi urna vara de largura
a 400 rs. o covad >, dita de dita com 3 (Liar-
las de largura a 300 rs. o cova lo, seda lavra
da de cor, la-^a de muito boa qualidades
29 rs. o covado. chita francesa matisada e
muito larga a 340 rs. o covado, alpaca de
la e algodao com quad-os a 320 rs. o co-
vado, cortes de cassa de 7 varas a l;>500 reis
o corte, lencos de cassa pequeos a 100 reis
ca la um. Tambem ha para trocar as ima-
tens seguintes : S. Antonio, S. Jos, S. Joilo,
S. .1 1.1 |in n. S. Luiz, S. Miguel, N. S. da Cou-
ceicao, da l'iedade, Santa Rosa, Sanl'Anna c
S. Tnereza.
Furtaram da noite do dia 22 para o a-
manhcer do dia 23 de novembro prximo
passado, do lugar do Arraial, um cavallo
grande, gordo, 10 lado claro, novo, be-n
ffilo, ecarregador de baixo, meio ardigo
Na hvrana ns. (i <; 8 da praca da
Independencia, precisa-se fallar ao Sp.
Joaquina Antonio de Moraes.
No aterro da Boa-Vista n
55, em casa de l'oirier, ven-
de-se um cabriolel em meio
uso com os competentes ar-
reios.
Pede-se aos Sis. directores da es-
trada de ferro ou a quem de direito fr,
queiram por caridaae mandar fazer os
concertos de que muilo necessila o lurjar
da estrada que atravetsa a Imbiribeira
para a Boa-Viagem, o qual esta' em pes-
simo estado, a ponto de nao poder alli
transitar cacese mesmo cavallos carre-
fjados: anda bontem atravessando um
carro leve de juebrar as molas e corren
risco a familia que condu/.ia.
Precisa-se de um menino de 12 a 15
annos, dos chegados ha pouco de Portugal,
para caixeiro de urna ollicina : quem quizer
annuncie.
Precisa-se de ollieiaes de charuteiro :
na rus Imperial 11 41.
Altei(;ao
Gompra-se urna commoda e um relogio I Roga-se ao Sr. Joao Franciso do Re-
com sua caixa, que tenha corda para 8 dias. I o Barros morador que foi em Sibiro da
11S0 sendo de cima de mesa e sim de parede, Serra. e ullimami*nlo em Apipucos, de ap-
se a commoda lor de jacarau 1 ser melhor: 1 parecer na rua unen a dos Afogados n 13,
na rua Dircita n. 2. loja de fazendas.
Cear e Acnacu
tendo 2 ferros no quarto di-eito, e mais
un ferro noqueixo esquerdo, sen lo um doal dQ djl0 bl.j para
releri'os fenos da lorma seguinle, A, nao >
hem visivel : quem o echar, un der noticia
certa, ter 3j> rs. de grMcacao no mesmo
Arraial. a Ra^hael dos Aojos Pereira.
Precisa-se de um ama de leite, forra
ou escrava : na rua doTiapiche n. 20, pri-
meiro andar.
A mesa regedora da irmandade de S.
Cecilia, convi la a lodos os seus irmilos
(professores a comparecerem no consis-
torio da irmandade, no da 3 de dezembro,
as 0 ho'as da man>ia, aluu de se dar execu-
LEITE. VRTIILR $ C-
RL'A UO QUEMADO N. 10.
Loja de l portas.
Ileceheu um completo sortimento
do roupa feita do mais moderno gos-
lo de l'aris.
Sobrecasacos de panno.
Palitos de dito.
Fraques de alpaca.
Palitos de dito
Palitos de bramante branco.
Palitos saceos de diversas fazendas
} ludo por precos mdicos.
U propretario dos mnibus Santo
Antao e Jaboatao, attendendo as recla-
mac/>es que llie tem sido feita*, declara
aos Sis. passageiros que de boje poi dian-
te nao sera' permittido ? ninguem o uo
de charuto ou cigarro dentro dos mesmos.
LOTERA
DA
provincia.
O abaixo assignade avisa ao respeitavel
publico, que ven le os seus muito felizes bi-
| Hieles e meios, pelos presos abaixo mencio-
nados, sendo da quantia de tOOaOOO para ci-
ma, na praga da lu lepen lencia ns. 4 o 37 a
! 39, e na rua da Cadeia do Recife n. 45, es-
quina da Madre de Dos
Bilhetes 4500 recebe 4:0009
Meios 29250 2:0009
Por Salusliano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Precisa-se de um pequeo para cai-
xeiro de taberna : nt travessa do pateo do
Carmo, esquina que entra para a camboa do
inesmo nome n. 46.
- James Ellis, capilo do brigue i^glez
Mary Aun llewilo, arribado a este porto por
1 o rea maior. na sua viagom de Gardigan so
1 cabo de Boa Ksperang, precisa deS-.OOOJ,
mais ou in-'nos, sobre o casco e quilha, e
pagar as despe-
jas de seu concerio : os preteudentes tero
a bou lado de mandar suas po justas em
carta fechada no consulado britmico, ames
do meio dia de quinla-fe a, 3 de dezembro.
COMPANHIA
do
^^ HEB ;-
A direcrao tem autorisado o ca xa da
companhia (o Sr. commendador Manoel
loncalvesda Silva) para eli'ectuar o pa-
lo do 19' dividendo,
Lotera
Nos afortunados bilhetes rubricados
pelo abaixo assignado foram vendidas as
seguintes sorte:
Ns 5U 5:000S 1 meio.
2C85 300S Bilhete.
3500 200-1 1 meio.
2198 200$ 1 dito.
1984 100$ 1 dito.
887 100S Bilhete.
2571 oD.S 1 meio.
I83(i 50$ Bilhete-
1210 50j? Bilhete.
5265 50$ 1 meio.
3201 50$ 1 dito.
535 50$ 1 dito
238 20$ 1 dito.
3312 20$ Bilhete.
1414 20$ 1 meio.
2127 20$ 1 dito.
4216 20$ 1 dito.
1929 20$ 1 dito.
DA
- Na rua da Caddeia do Recife n. 15, se-
gundo andar, aluga-se urna sala e urna alco-
va proprio para um ou dous rapazes solt'i-
At o dia 10 de dezembro vindouro segne I ros morarem : a tratar nt mesma rua, loja
o patacho EmuIacSo quem no mesmo qui- n. 6.
igamento do li dividendo, a razao de
cao aos artigos 7J o .8 do compromisso, que .,,.-,1111 .. ,- j
rege a mesma .mndale. 2.S>00 por accaotscr.ptor.o da com-
panhia do Beberibe, lo de novembro de
1857.(luilliermc Sette, secretaio.
Aluga-se o segundo andar da casada
rua de llortas n. 9 : a tratar na rua do Col-
legio n. 9.
Kiuar'o Ferrora da Cunha retira-se
As pessoas que se jalg^rem credoras para Portugal.
da firma social de Costa & Ha, queiram apre- Da-se continuadamente dinbeiro a ju-
sentar suas conlas no prazo de 8 dias. Re-. ros mo lieos, sob penhores ; na rua da Praia
cife 28 de novembro de 1857. I n. 43, segundo andar.
na rua Uireila
a negocio que lbe diz respailo, visto no se
saber onde he a sua residencia.
provincia.
O abaixo assignado tem exposto a ven-
da os seus i'eli/.es bilhetes garantidos dos 8
por cento do imposto geral :
Bilhetes 5$000 paga 4:000$
Meios 2*500 2:000.1
vende em seu escriptorio na rua do Col-
legin. 21, em porciio de lOll.s para ci-
ma pelos seguintes precos :
Bilhetes l$500 paga 4:000$
Meios 2$250 2:000$
Os bilhetes de lotera recolhidos sao ra
cbidos em troco de outros.
P. J. Layme.
Lotera
DA
provincia.
O abaiNO assignado avisa ao publico que
de boje em vante se obliga a pagar a sor-
te grande ea immediata no da da ex-
traccao (apenasesta liniilisar, em seu es-
ciiptori" da ruado Collegio 11. 21, pri-
meiro andar.
1*. .1 Layme.
D-se >0$000.
Na padaria da rua dos Pescadores precisa-
se de um forneiro que seja bom.
Vende-se una hanea de meio de
s. la, meia dnzia de Cadeiral; ttulo de ja-
caranda' : urna cama de amarello e uro
pocla-licor : na rua Concordia n. 20.
Antonio Ferreira Lim avisa ao publi-
co que deixou de ser seu caixeiro desde o 1
de dezembro, o Sr. Jos Ferreira da Silva
Favares.
Perdeu-so urna scdula de l00s dentro
de urna conta do Sr l.uiz Antn o Kiqueira;
quem a adiar equi/er entregar, tara favor
dirigir se a rua do Trapiche n. 19, que sera
bem recompensado ; tratar com J. A. Pinto.
A garanta dos 8 por cento he paga
no escriptorio da rua do Collegio n. 21
primeiro andar.
P. J. L*yne.
ROB l-AIFECreUR-
O nico aulorisodo por decifaodo comelho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospitaes recommendam o
arrobe de LalTecteur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de nm
goslo agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta em uso na mantilla real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, som mercurio, as al.
fecges da pelle, impingens, as consequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convein aos catar-
rhoa, a bexiga, as contracgOes e a fraqueza
dos orgos, procedida do abuso das injec-
ges ou de sondas. Como anli-sypbililicos
o arrobe cura em pouco tempo os fluxos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantas
em consequencia do emprego da copahibe,
da cubeba ou das injccgoi^ que representen!
orirussem neulralisa-lo. O arrobe"Laffc-
m-rcurio eao iodoreto de potassio.--Lisboa.
Vende-se na botica de Barra! e de Antonio
Feliciano a!ves de Azevedo, praga de I). Pe-
dro n. 88, onde araba de chegar urna gran-
de porgSo de garrafas grandes e pequeas
vindas directamente de pars, de casa do dito
Boyveau-Lalfecteur 12,rua hiebelieu Paria
Os formularios ddo-se gratis em casa do a
gente Silva, na praga de O. Pedro n. 82.
Porto, Joaquim Araujo ; Baha, Lima mSos ; Pernambuco, Soum ; Rio de Janeiro,
Rocha & Filhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joo Pereira de Magales Leile ,
Rio Grande, Francisco de Paula Cnuto o C.
S. Si'lEBIEL > C, bauqueirosene-
gociantes, establecidos lia muitos annos
em Londres, teem a satislaccao de par-
ticipara seus correspondentes e ao publi-
co, que acabam de fundar casas liliaes
no principaes portos e distritos manu-
fctureiro*de Franja, Alemanha. Blgi-
ca e Hollanda, conservando alera disso
suas proprias casas anteriormente estabe-
lecidas as cidades mais importantes, c
portos mais commerciaesdatir-Bretanha,
e esto em posiriio de orterecer grande*
vantajens as pessoas que possam necesitar,
assim em Londres como em outro qual-
quer ponto da Europa, de tima casa para
compm ou venda de artigos, bem como
paca os negocios de transaccao de crdito
e banco de q"ualqtier genero.
As pessoas que nao forero conhecidasdo-
annuncianti'sdeveaoacoinpeiiliarsuasot-
dcjis cora os fundos Decenarios para sua
eveuccao ; (cando entendidas que os an-
nunciantes nao teem dilliculdade em adi-
antar 75 0|0 sobre os gneros recebidos
antes de sua venda.
Os precos correntes e mais nrormaces
commerciaes, (|ue forem pedidas, serio
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, ]K>dendodirigir-$e*aos annunci-
antes.
MUTILADO

ILEGIVEL


,-



C0ISULT0R10 HDIiaOPYHfO
DIARIO DE PERNAMBDCO-ODARTA FEIRA 2 DE DEZEMRRO 1857
*
DO
como
Rl A D.V.CAUEIA, DEFRONTE DA ORDEM TERCEIKA DE S. FRANCISCO
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos tanto em tinturas c
m glbulos, t preparados cora o maior escrpulo e por presos bastante commodos
PRECOS F1XOS
Botica de tubos grandes.
Dita de 24
Dita de 36
Dita de 48 >
Dita de 60
Tubos avulsos a.....
Frascos de tinturrademeia onga '.
Manual de medicina homeopathica do Dr Jahr como lic-
3 cionario dos termos de medicina .
Medicina doaiestica do Dr. llenry .
Tratamento do cholera morbus .' i .
Repertorio do Dr Mello Moraes ......
10/000
159000
209000
259000
309000
19000
29000
209001
10/00*
2/000
Itoo
* PEDRAS PRECIOSAS.
Aderacosde brilhinlti, J
diamante* e perol, pul- :*
eiras, alfioelc, briucos *
rozelai, boloes anoen !$
de didereotti goalos e da i
diveriai pedral de valor. *
Compram, vendern oo *
troeam pral.i. ooro, bri- *
E lhantes,diamanlese pero- j^
'* la, e onlras qoaeaquer j
S joiaide valor, a diubeiro j|
ou por obras.
S!___ w
l I01EI11 & MAITI.
MJA IIIDRIVU
Rua do Cabuga' n. 7.
Recebem por to-
llos os vapores da Eu-
ropa as obrasdo mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
raes*38*388as3g$8e4>*ae$. *
OURO E PRATA. *
. Aderemos compleloi da
.< ooro, mero dilos, pulsei- -'
ra, ilfineles, brincui a -
rozelai, cordes, traocel-
g liii*. medalhai, correnle J
* adentelles para relogio, e &,
* ouiros muilo objactosde
ooro.
* Aparelbos compleloi de
;* prala para cha, bandejas,
airas, caittsaes, colliere '*-
m de aopa e de cha, e muj-
gj los oulroi objeclos de I
?i prala. -
IMIillllillllllllilllliJIIIIIIIII >;. j
de Lisboa, as quaes vendem por
pre^o commodo como costuniam.
Na fundico da Aurora
de serventes forros ou
precisa-se
escravos, para
servico debaixo de coberta.
5&
I DENTISTA FRAHCEZ.

--- He ebegado a loja de Leconle, aterro
ua Hoa-vista n. 7. excellente leite virginal
ae rosa branca, para refrescara pelle, tirar
pannos, samas e espinhas, igualmente o a-
lamadoolco babosa para limpar e fazer eres-
car os cabellos ; assim como p imperial de
' Paulo GaigiiOQidenl.r.."riao7.~BT4,l ^ esda^K"5" Para b,r"^js P asper.da-
"1 na mesma casa l.m agua ep.d.nirilice. O *!./ col,serva a "escura e o avellu-
i.'3-a-v-*i.-;-.---;.i.-^ V.v-4 f-vt-vaV^I od' primorosa divida.
'Z nt-r"i.t:ff ti I ^-f^ ;-- tonllnu'a aia por apparerer un,.
O bailare! Ivo M.l.qu.no da Cu-j pulse.ra de ouro de 18 q.nlates, que se per-
ola souto laior, roga a quem levou de !Je" da ; onte da Boa-Vista ao aterro, casa
Ma casa urn torno da Icgislaciio brasilei-1?"_*.: tiverachado. leve-.
Compra-seem pritreira mao urna es-
ctavacom habilidades: na ra do Hospicio
n. 15.
Compra-se elTecti va mente calcado da
tena de todas as qualidades e lmannos, pa-
gandose bem : uo aterro da loa-Vista, loja
n. 72 A.
Comprase urna escrava crioula, pre-
ta, de 16 anuos, pouco mais ou meuos, de
boa ligura, e recolbida : qnem tiver
nuucie.
an-
*S(fW 0
Milita
.- a a ra do
apollo n. 5, que ser gralilicado.
- I'recisa-so de urna ama, para ama.
mentar urna crianga de 10 mezes; paga-se
tobem : naruade Apollo n. 22.
o
&
%
..'
5;5*
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
labtleceu em sen sitio da Passagem
da Magdalena, que lica ao norte
da estrada entre a ponte grande
ea pequea do Chora-Menino, ex- ||
cellentes acommodacoes para re- ^
ceber todas as pessoas enfermas %
que se quizerem utilisar de seus %&
S servicos mdicos, os quaes serao #
| prestados com o maior esmero. \-
a me8mo ih'-< para o iim supia- ?
^ indicado e para exercerqualquer #
5 otitro acto de sua prosso den- Q
j tro ou fra desla eidade podera'
9 *e" piocurado a cpialquer hora do tf
$ da e da noite. no referido sitio, $&
H a exceprao dos dias uteis, das ^
horas da manha a"s 4 da tarde, @
$& que sera'encontrado no primeiro @
andar do sobrado n. 9, do pateo %
do Catmo. ''\
lUjtOCO de gralilicafio
* quem der noticia certa de urna canoa
que desappareceu desde a semana passada,
um tanto velha, pega em 800 lijlos, estava
oceupada em lir-r areia, a u Java com ella
O
o
!?&
&
o
\3
egisiacao Drasilei-
iddel8i8, que ten ha a bondade de res-
lituir-lh'o ; pois que delle carece agora
urgentemente.
Para passar a Testa.
Aluga-se urna casa grande com bastantes
commodos, piotaua de novo, com o rio per-
to.em Santo amaro de Jabnatau, na ra de
Biixo : quem pretender, dirija-se ao men-
cionado lugar, no hotel da raoazeada.
- Precisa-se de um cozinbeiro : na ra
do Hospicio n. 15.
SEGURO CONTRA.FOSO.
Cnmpanliia Alliance.
WMh cm Londres, em marco da 1824.]
Capiul cinco milhoes de libras esterlinas.
Saucders Brothers & C., lea a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casa
e a qun mais eonvier que estao plenamente aa-
tor'uados pela dita companhia para effeciuar sega-
ros sobre edifieios de tijolo e pedra, coberioi de .
lilba e igualmentesobre os objocuj quecontiverea I 9 Fa lltsse |>a Vil
os jeseos ediOciosquer consista em mobilia m|*9 im .
fuendaa de qualquer qualidade
asa desanide
Meuron
Com deposito ge-
ral Pret, na ra da
Cru
z n. 60,
ra n
meiro andar
ra
inuda-
i 11 u\s-
pri-
25,
'..;-:;
^U :3-tf 0<
JOHN GATIS,
corretor geral
L Al,ENTE DE I.EILO'ES COMMEKI.1AES,
n. 20, ra do Torres,
PKIMEIKO ANDAK,
traga do Corpo Santo
Roubo de um cava II
para o auno de 1858.
Acham-se a* venda as bem conhecidas
ollnnhas impressas nesta typographia,
para o anno<|ue vem, das seffuintes (iua-
Iidades:
Follnnlia de variedade, contendo, alem
dos mezes, muitas noticias scientilicas,
modo de plantar e colher a nova caima
de Batucar, noticia sobre o mill.o e al-
godiio, e urna serie de conhecimentos
das artes, etc., etc., cada urna. 5-20
Dita religiosa, a qual, alem dos mezes,
se reuni a contmuarao da bibliotheca
do chrislao brasileiro, contendo os se-
guintes oflicios: do Menino Jess, San-
tissimo Sacramenlo, Senhor dos Allli-
tos, Pai\ao, Nossa Senhora do Carino,
Sa:i-Jose, Santa Auna, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. Santa Hita,
Santa Barbara, Almas, Corarlo de Je-
ss ; assim como outras oraes, etc.,
.te.......... 520
Dita ecclesiastica ou de padre, elaborada
pelo Rvm. conego penitenciario da S
deOoda, segundo a rubrica, a qual
foi revista pelo E\m. Sr. hispo, que a
julgou cerla, como de sua carta e\is-
teute nesta tvpographia. iOO
Dita de porta, na forma usada at ago-
" :......i o
vendem-e nicamente Ha liviana ns.
Devoto christo.
Sabio luz a terceir odicSo do livrinho
religioso Devoto ChrisWo, mais correcto e
augmentado, vende-se nicamente na livra-
800s' 6 8 d" prasa da ,ndePendenci, a
-:- Vende-se feij3o branco em saceos, de
muito boa qualidade ; no armazem do Sr
Aunes, delronie da altandega.
Vende-se na ra do Itrum. armazem
deassucar n. 2, urna carteira de amarello
em bom estado.
Vende-se urna mulatjnha de 12annos
deTrffin. "*''. lgo
Vende-se urna escrava crioula, de 13
annos denude, muito robusta, boa engom-
madeira, eapia para qualquer servioo na
ra da Saudade, primeira casa de sola do
lado do sul, a lalhr de manh5a al as 8 lio-
ras, e a Urde das 3 1|2 horas em diante.
m. .~ y60?6?"8? 3 estravf. sendo 2 mole-
9 i 1U(!S d ",ade de 9 a 16 annos. e 1 preta de
^1 nina ulade, boa cozinheira : na ra Direi-
ta n. 3
----Vende-se urna linda mulnlinlia de 13
annos, com habilidades : na ma Nova n -:i
--- Vende-se urna canoa aberla. de 8fi6
lijlos : na ra da Sen/ala Velha n. 22 pri-
meiro andar, das 6 as 9 da nunhfa, achara
com quc%? tratar. '
liTiZe""""SG ua, preta com a|gumas ha-
UUidade; na ra da Santa Cruz n. 5.
Venle-se de una sentiora que se re-
tira pura tora da provincia, 1 escrava a quem
se po te entregar todo o malicio
@
O
9
9
e#
Q

Ceblos solfas.
No armazem de Bastos & Silva, defronte
da Madre de Dos n 28, vendem-se Muito
superiores ceblas solas, pelo diminuto pre-
co de 50 rs. o cenlo.
ACL .
O l'ontes da loja da ra da Cadeia do lleci-
te n. 5*, recebeu pelo vapor hamburguez os
mais lindos casaveques de cambraia rodfa-
os de bico que se tem visto no nosso mer-
cado, nicamente se vende para as senhoras
de bom gosto.e muitas mais fazendas pro-
pnamenre de senhoras da moda, e manda-
se a amostra.
Vende-se mniloem conta um piano em
meio uso, do celebre autor Broadwool, he
le mogno e quadrado, e castou quando no-
vo mais de 1.C005 : na ra do Trapiche No-
vo n. 10.
COCIIEIRA. IUA NOVA N. 61.
Vendem-se carros novos e arrojos, arreos
para cabriolet e lerragens para os ditos, va-
quetas para cobnr carros, couros para guar-
da lama, galSo, lanlernas, velas para ditos,
e mullos outros objectos para carros e ar-
reos; vende-se tambem um carro de aro-
das de carregar lazendas, e por preco com-
modo.
Saceos com ferraba, saceos com milho.
Vendem-se no armazem de Joaquim
Fih|>pe da Costa & C. : ra do Amorim
n. 52.
Uvas de ltmirc.
Ven iem-se na ra do Collegio n. 12.
-- Vende-se vinho da l-igueira superior
em barris a vontade do comprador: na rus
uo \ igano n. 19, primeiro andar escriptorlo
ae llioinaz de Aquiuo lonseca i lilho.
~ Vende-se mnteiga i.igleza llora 1?I20
a libra, dila l'ranceza a 640, macarrao muito
novo a soo rs alelria a 480, passas muito
novas a 640, ligos a 320, linguic;s do rci"o
a 640, caixoes de doce de goiaba a 1*600.
queijos
di
ueijos de coalha muito frpscaes a 400 rs.!
Cr.onre,n0"OVOS S5W, vin1" M0,
6*0 eSOOrs a garrafa, dito do Porto engar-
rafado fetona a 13280 e 15600. cha muito
,>s',Tra .2/560' *m e 2^00 e preto a
10800, e oo tros mullos mais gneros em con-
ia na taberna da ra dos Filarlyrios n. 36.
rJT ;eill,ese "i rculatooptiio ollicial de
fofiueteiro ; a tratar na ra da Concorcia,
conrronle o armazem de materias do Sr.
Pedro Antonio Teixeira Cuimaraes.
zeite de carrap^(o.
Vendem-se na ra do Vigarion.23, pri-
meiro andar. l)*rrs com azeite decarrapato
de bo qualulaae.
Ven ie-so definitivamente urna escrava
crioula, moca, de 13 par 14 anuos de ida-
de, perfeit"monte aSa e cora prendas: a
quem eonvier possuir urna peca sem de-
leitos, pod" vr e ajustar segunda e terca-
teira, na ra de Santo Amaro, casa n. 32.
faiimu de mandioca.
vendem-se saceos grandes com farinha
muito boa : na ra da Malre de Dos n. 2.
Superior vinho do Porto
do auno
Vende-se
1 Vende-se u na escrava i.iora, com um
pequen i debito, e por preco muilobaixo ;
ua na Dircita n. 66.
vinho fino
DO POHTO.
Na ra da Madre de Dos n. 34, loja est
venda o supeiior vinbo fino do Porto engar-
rafado, das seguinles quaiidades : duque do
Porto de 1815 e 1834, todo em caisas de du-
zia, bem como em barris de 5. c 8.-, do me-
Ihorquese pode desjar, ha igualmente ge-
ropiga branca em barris do 5.
Guarda eomidas
Vendem-se guarda-comidas de rame
osmelhoresipreteem vindoao mercado, e
por barato preco : na roa da Cadeia do
Kecife loja de lerragens de Vidal &
Bastos.
BRACOS DE ROH&O PARA
BALABA
Vendem-se bracos de Koraao para ba-
lanceas, de lodos ostamanhos, bem como
de muitas outras qualidade* : na ra da
Cadeia do Kecife loja de lerragens de Vi-
dal A Bastos.
Relogios
cobertos e descobertos, poquenos e gran-
des, de ouro patente inglez, para horneo
e senhora, de um dos melhores fabricantes
de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Suutball Mellor & C.
ra po Torres n. 38.
Ao barato
0 PREGUiCA ESTA QDEI-
de i 54.
no escriplorio de Antonio Luiz
deOhvcira Azevedo, na ra da Cruz n. 1,
em CBixas de urna e duas duzias.
Superiores charutos.
Vendo Antonio l.ulz de Oliveira Azevedo,
no seu escriplorio ua ra da Cruz n. I.
Vendem-se saceos com l'eijao mulali-
nho muito novo : na ra ido Vjigario n. 5 iu
e
Kurtaram na noite de 24 do corrente do
silio em Sant'Anna. aonJe mora o Sr Nash lba'e8leln de ser liel he mui habilidosa, 2
que he junto ao sitio do Sr Tnon ;'0,cr,VG,dc,d'deilS6,'0'. MV-
cavallo de carro, ruco, com algumas pinfs ?A*X? 1r1obustos. 3 bonitas escravas,
de pedrez, grande, bem feito. g,rdo e muito L UBW dellas uma bon,u 0iba de 'dade
manso ; dinas brancas e pret^s c a cauda iaDI0S- L na rua de Aguas-verdes n. 46
lambe o, mas com as pontas brancas, cascos
praneoa e bastante grandes, e ulguma cousa
moles quem acbar, e levar este cavllo ao
sobredilo silio.ou no Hecife na ruado Trapi-
che Novo ii. 10, em casa de l'alou Nash ,\
U, se. a bem re-compensado.
Na fabrica de caldeirara sita na rita
lm|ienal n. 118a 120, precisa-se de ofli-
ciaes erreiros, latoeiros, caldeueiros
mesmo tomam-se meninos
derem o oflicio.
rato
admira
para apren-
Manoel Ignacio ae Avilla, proprie-
tano do solo em que exislem as bemlei-
tonas que pertenceram ao casal do lina-
do Joaquim Antonio Ferreira de Vascon-
cellos, tendovisto um edital no ..Diario
de Peritarnbuco em o dual se declara
a offerta cima.
Vendem-se travejamenlos de louro de
varios lmannos; na praia de Santa Hita,
restilacao '
Delronie daordein tereei-
ra de S. Francisco
CONSULTOKIO IIOMEOPA1HICO
DO
DR.P. A- LOBO HOSCOSO
Medico parteiro e operador.
O Dr. Lobo Hoscoso, d consultas todos os
dias e pratica qualquer operacSo de cirurgia,
assim como.accodo com toda a promptido,
as pessoas que precisarem do seu presumo
para o sorvico de partos, praticando as o-
peracoos manuaes u instrumentaes, quan-
do nao possa conseguir resultado por meio
dahomeopaibia, que tantas vezestem ven-
cido difliculdades, que pareciam insupe-
raveis. r
lUDARCA DD ESTABELECI"
MENT DE PIAHGS DE
, J. VIGMES
J. Vignes mudou seu estabeleciment de
Sianos da rua larga do Rosario para a rua
a Cadeia deSanto Antonio n. 23, junto da
HelaQSo.
'3 O r. Uias terninilej, n.edieo fixuu
^ ua reinlto^ia ao tegundo an.lar da cnu {fe,
m. J rua eslr.Ud do Huario u. .10, uiide pode 9
' ser procurado para o eiercicio de ios pro- 9
FABaiCA BE CALCADO Ti-
xiatJo.no terr^d i Ba
Vistft n 46, defronte da
podara di> Sr Costa
(hegoem pechinch', borzeguins com
borracha a 65500, de botes a 5 e 53900, sa-
6 Si??J?ez?rro' <1ilos 'ecouro de lustre
? e 4-.50, ditos gaspiados com borracha a
S, sapalos de entrada baixa, sapalos de
umnga 28, ditos do tpeto, ditos de marra-
quim, couro de lustre, couro preto e mar-
roquim, tanto para senhora como par ho-
meni, e todas as mais qualidades de calca-
ios, os quaes vendem-se por precos muito
ouimodos, e tem sempre troco miudo, e se
venoem por menos dez por cento aos legis-
tas ou pessoas que negociam para o mato.
Attencao
J>a(|uepassa no fundo dos dous so-
brados e pie o loro de cada palmo lie de
500 rs. por anuo, devendo os pretenden-
tes enlender-se com o aniiunciante a res-
peito do ti lulo do loro.
ven-
a de
INo caes do Hamos, armazem n. 22.
dem-se os Sgniules gneros: tarn
mandioca muito boa, saceos com milho e
fumo em lolha, ludo por preco commodo.
Fabrica de velas.
Na rua aa Cruz n. 37, prximo a loja de
lonileiro, primeiro andar, acaba-se de cs-
| tabolecer uma nova fabrica de velas do car-
nauba punfictd. que d5o muito boa luz e
todos OS santos da vene- "0,e",,in,m- Pbrieam-aedeg,7,, ue
a nui.ua iu \t m,' ij em libra, e se vendem a 129500,1?800 e
ravel ordem erceiri del13*000*. ,
W i/... i / >ende-seum sobrado dcslriorado
::.Fra,,CISCO C, ReClfe. lem linda, narua de S. liento, Zf^
um ser-l'eao MoUeuo ; na rua ettreita do Rota-
Na loja de portas na rua do Qucimado
, ii. 37, passando o boceo da CougregacSo.tom
de tuna ca- pbegado a eslo csiabelecinienlo um excel-
ente sortimento de vcsii los do seda com
babados, para divervos precos, e muias
mais uzeadas, que nao he pnssivel aquij
mencionar todas; cassas organdins dos
mais modernos padres a l/IUu a vara, sedas
de quadros largos a 19200 o covado, ditas
miudmhas a l300, ditas muito linas de
gosto iutciramenle novo a 19800, Iflazinha
miudinhas a 320, dilas com lislras de seda
a 750, cortes de casemira a 43, ditos entes-
tada, covalos 23500. dita muito lina a 4,
dita de uma largura 23i00,grosdeoaples pre-
to a 23, chamalole muito bom a 39500, dito
argo com listras assetinadas a 49400, chaly
lavradolslOO, um completo sortimento de
chapelinas pura senhora, gollintias, man-
guitos, camisas, L.eias de seda brancas, iu
van do soda do uiriiiores gostos que h, se-
das brancas, cassas para cortinados, .irins
de liuiio muito Unos, lencos de linho bran-
cos, de diversos precos. Assevera-se aos
compradores, que tenham vontade de com-
prar n3o sahir sem fazenda, porque nao se
engelta dinheijo chegando ao custo da fa-
zenda.
Na roa do Queitrado n. 37, loja de 4
portas, ha cortes de collotes de velludo mui-
to bons por IIC000, velbulina sorlida a 750
res o covado. chilas francezas muito linasa
280reis, riscados escocezes a 280 rs., mus-
sulinas a 320 rs., ditas amalizadas muito li-
nas a 340 rs., chapeos de sol de seda, para
diversos precos.
recisa-se para o mesmo de
vente forro ou capti\o ]>ara o servico in-j 'io n. 23, sa^undo ande
O Prefuiya da na to
Queiraado, continua a queimar na sna loja
n. 2, esquina do becco do Peixe Frito, um
lindo e variado sortimento de fazendas de
bom gosto, por baratissimos precos, pois
que sem ambicao se contenta com um m-
dico lucro, e nao lhe sendo possivel notar
em um pequeo annuncio tudo quanto tem
de bom para servir aos seus freguezes,
menciona apenas olindinas, fazenda de seda
e algodHo, propria para vestido de sentiora,
de gostos inleirarmnte novos a 900 rs. o co-
vado, cortes de targelinas para vestido de
senhora, fazenda muito lina e do melhor
gosto inglez, com listras de seda e carono
escuro a 123 cada um, organdys de cordSo
com desenhos mui delicados, pelo baratsi-
mo preco de440 rs. avara, cambraia estam-
pada do melhor gosto possivel a 480 a vara,
cassas francezas de lindos gostos a 600 rs. a
vara, chitas francezas escuras, matizadas
com lindos e novos padrOes a 260 o covado,
ditas claras, padres largos e miudos i 280
e 300 rs. o covado, ricos cortes de setim
bordados para clleles a 43 cada um, ISazi-
nhas escuras de mui ricos e variados padres
Sroprias para vestido de senhora e roupOes
e meninas a 500 rs. o covado. riscados
monstros de cores alegres e mu elegantes
gostos a 220 o covado, ditos francezes de
quadros de lindos padrOes a 240, mussulina
branca a 320 o covado, dita muito lina 400
rs..dita estampada de linios padrns a 320 e
40o rs. o covado, chitas linas de cores claras
e escuras, tintas fixas a 16, 180, 200 240
rs. o covado, pegas de cambraias lisas tapa-
das, muito finas e com 10 varas a 63600, di-
tas de dita mais cheia a 496OO, dila iransp- -
rente cara 8 varas, muito finas a 59400 a pe-
ca, pecas de bretant.a de rolo com lo virus
a 29 cada uma, grvalas de setim prelas o da
cor, gostos modernos a 19280 cada o*ia,
cortes de brim de puro linho a 23300, 23IO
a 250o, casoiniras de lindos padrOes a 53400
e 6# o corte, ditus de algodao de lindos gos-
tos a 13, 19440 el3600 cada um, longos para
mao 120, ditos com blco muilo linos a 360.
chales de gaze, ditos de merino lisos e bor-
dados, obra primorosa, gangas mesciadas
propiias para caigas e palitos a 560 o cova-
do, casineta prea fina a 13100 o covado, len-
gos de seda .?e lindos padres a 2f cada um,
cobertores de algodao para escravos a 700
rs. cada u, de todas estas fazendas e de
muitas outras que se nao mencionan, m*
que se venderu por bamiissloiOS precos e
se darao n ostras com penhnr.
AVISO 4_ TODOS EM GERAL
Ferramenta pa-
ra tanoeiro.
Vende-se ferramenta completa para ta-
oeiro : na loja de ferrasen! na rua da
Cadeia do RecBe de Vidal A Bastos.
POTASSA DA ESSIA E CAL
7IRGEI.
No deposito da rua da Cadeia do Recite,
armazem n 12, ha muito superior potassa
da Russia, dita da fabrica do Rio de Janeiro,
e cal de Lisboa em pedra, tudo chegado ba
poucos dias, e a vender-se por menos preco
do que em outra qnalquer parte,
Agencia
da fundic&o Low-Moor,
rua da /Senzala Nova
n. 42.
Neste estabelecimento continn'a a haver
um completo sortimento do moendas e meias
pendaspara engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de todosos
tarnanhos para dito.
TACHAS PAKA ENGENHO
Da fundicao de Ierro de D. W. Bowman
na rua do Bium, passando o chaia-
riz; continua a baver um completo sor-
timento de taclias de Ierro fundido e bati-
do, de3 a 8 palmos de bica, as quaes %a
ecliazna venda por prero commodo e com
promptido, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
Gomma do Aracalv.
Km porges e a retalho : vende-se na rua
aa Cadeia n. 57, escriplorio de Prente Vi-
anna.
Na ma do Trapiche n.
34, e;ciiptorio de No-
vaes & C ,
vende-se superior vinho do Porto engar-
rafado em caixai de 1 e 2 duzias de (jar-
rafas, bem comoem barris de quarto e
Oitavo, a prero commodo.
***! liits e rsl'io.
SELLINS e RELOGIOS depalenle
nglez : a venda no armaztm de
Roslron Rooker & Companhia, es-
quina jo largo do Corpo Sanio Da-
mero 48.
.SECRETARIAS.
As melhores que at hojetem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriototis
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Recifo
n 62, primeiro andar.
Oh que pccliiii-
cha eotu pequeo toque
de a varia.
Na loja dol'reguiga. na rua do Qucimado,
esquina do becco do Peixe Frito n 2, ven-
Pado a 23500, ditas
ditas de dito largo
que se ac*bem.
de madapol3o a 23200,
a 3*500 ; a elles, antes
Vende-se uma escrava crioula, de 22
annos, com habilidades : quem pretender,
annuncle.
Vende-se um escravo de mela idadf,
bom pescador do alto e bom para um sitio ;
a tratar na rua de Santa Rita n. 90.
Na travessa da
Madre de Dos, armazn?'
de .fos Joaquim Dias
Fernandes & Pidos,
vende se :
Vinho do Porto commum em pipas n li2
ditas dito fino em barris de quarto, dito di- ^
U> em barris de quinto, dito dito em barris
de oitavo. dito dito em caixas de 1 e 2 d, dio
de Lisboa em pipas e barrisde quinto, lico-
res finos francezes em canas de 1 d, musca-
tel.lino em caixas de 1 d, azeite doce fino
em caixas ue 1 d, passas em caixas, I12 e
M4, figos em caixas, fareos em saceos, en
xofreem caixas pequeas, e mullos oulroi>
gneros por precos razoaveis. -
Vende-se saceos com leijo rajadi-
nho'por prero muito em conta: no arma-
zem do Mello n. 7, no caes da alfandega.
Aviso aos logiatas.
Acaba de chtgar na rua lova n. 22, un
grande sortimento de livros em branco de
todas as qualidades, por preco muito em .
conta
_ VENDE-SE
^'"-ee metal para forro.
P'egosde cobree de metal.
CahosdaRussiaedeCano.
calx>sde manillm.
Lonas, brim de vela, ebnnzao.
Ua vinotes para caca.
Kstanho, velas stearinasfbanilha.
>o armazem de C. J. Astlev C
SVSTEMA MEDICO DE HOLLOWYA
PILULAS HOLLOVVyT
Esteinestimavel especifico, comnnsin.
SI*??-! de "-vas medicinaes! 'ao ""
m -ercurio, nema.gGmouTr'a'sSbslanci;
i1 mais tenra in'anria
- .tu noe seguro' JWSSSKn
na _comDla. te promplo e seeurn n.r. H-,.:--,*u,,ai0D
menle nnocenleT.. nZ'&r^0^'
tos
poi
tenazes que sejan-.
CuM PEQUEO TOQUE DE
terno e externo : a
pessoa cpie esver nes-l
mi- '^
sua nieina de pintura dous peritos olliciaes
de llamburgo.c por cunseguinle se ei.carre-
ga de qualquer pintura do casas, lojas, car-
ros, tauolet.s e outras qualquer que se of-
rerecer, sendo os seus servidos por precos
muito commodos, e prometle nao ir demo-
ra 2 quem se quizer ul.lisar, d,i ,j.so a sua
luja, 110 aterro da Boa-Vista 11. 3S.
Jw AI(;odao da Babia, polassa da @)
W Russia e do Rio de Janeiro, e cal $>
^ virgem de Lisboa : na rua doTra- (k.
A piche, armazen* ns. 9 e 11.
Uscircumstancias dirija-ce ao icmao
nistroJoao lavares Cordeiro.
PublicagSu iitterariae religiosa.
Aclia-se nos prelos di tvpoliraphia do
Itvm.Sr. Francisco Coelho de Lemos e Silva
a obra-Memoria Histrica e Biographica do
clero l'ernambuco, pelo padre Lino do Monte
t-armello Luna ; e cujo prospecto ja foi an-
nunciado por este jornal : recebem-se assig-
nUuras (de 35O00 na mesma tvpographi'a,
dorronle da igreja do convento de S. Fran-
CISCO.
-."1 ^P6880" ca de dous mezes para criar em sua cisa, 3
airna-se a rua Formosa, casa junto ao lam-
peiJo, que achara com quem tratar. Na mes-
ma casa precisase de uma ama de leite or-

i
i
i
I
a ou captivo, sem filho ; paga-se bem
& &&@0 f
12 \
azendas de
bom gosto.
Superiores sahidas de baile, de
gorgurao de seda, ditas de merino,
caponnos de casemira de cor, ricos
mantel tes de fil matisados, lindos
pasquines de camb.-aia branca e de
I1I0 bordados ditos de fil preto, su-
periores cortes de cambraia branca
bordados, com babados, e outros
com duas sais, golinbas brancas
burdadas, de muito goslo, manqui-
a

Daguerreo-
typo.
i
o
Pegas d algodao de sacco. ditas doalg)-
d5o trangado proprio para toalhas e roupa
de escravos ; vende-se un rua do Crespo,
loja d esquina que volta para a rua da Ca-
deia.
Aviso.
aos senhores
niarcioeiros
Vendem-se jo;;os de eanos para \m de
mesa : na loja de ferragni na rua da &i-
deia do Becife, de Vidal & Bastos.
Bandejas muito
fin
Vende
r CASAS DE FERRO
F.xcellentes camas de ierro para solteiros
vendem-se no escriptorio do agente Olivei
ja.ru da Cadeia do Recife n. 69, primeio
andar.
Chales
DE
TouquiH.
Na loja do canto, na rua da Cadeia do Ite-
cifo n. 54, ba para vender os mais ricos e
bonitos chales de touquim, de bonitas co-
res, e bordados a ro la, com duas palmas,
pelo baratsimo prego, que na realidade
'ai admirar ao comprador, a vista da quali-
dade e do bom gosto, tamben ha bonitas
sanidas de baile, de bonitas cores, tor piego
muito commodo. casaveques de casemira,
romeiras de fil de linho, gollinhas para
pescoco, tiras bordadas, cortes de seda de
Vendem-se nioinl.os de Ierro de todos-?* p,'*?8 d!los com 3 bbdos, pro-
pnos para baile, ditos de barege com baba-
dos, grosdenaple de cores bonitas : o an-
nunciante esti disposto a torrar por dimi-
nuto prego. Na mesma loja da-se fazendas
com jeiitiores, e leva-seemcrsasde fami-
I id i
Vende-se o engenho Cachoeira Gran-
de na rreguezia de Serinhaein, de muito boa
produrgao, com basUntes varzeas apaula-
dds.moe copeiro com o rio Camaragibe, sem
evada por ser a bica assentada ao p da
tomada, com todas as ferragens precisas e as
mais obras, sendo a casa de vi venda, nova,
distante do embarque du*s legoas e meia. e
da estrada de ferro uma legoa, tem o enge-
nho 120 carros de canua de cemente : quem
o pretender, podera dirigir-se ao Kecife aos
srs. Lemos Jnior & Leal Reis, ou com o Sr
Antonio Cougalves l'ereira Lima, na villa da
Lacada, as tergas-feiras, com o Sr. Dr. Ser-
"in lliniv ra Ua,... !._ ...
ias
enem-se bandejas muito Unas, e de
lodosos tarnanhos : na loja de terrageni
de \iclal & Bastos, na rua da Cadeia do
Becife.
Vende-se u-n escravo cr
ta figura e com algumas ha
ptimo pescador do silo
na
SYSTEMA NORTE-AMERICANO.
Aterro da Roa-Vista n. ,
Ueseja-se saber onde mora o Sr. Al-
fonso Jos de Oliveira, dilector que foi do
collegio de Santo Alfonso, ou quem he seu
correspoudiile nesia pra?S ; na rua da Cruz,
rnia/.em 11. 62.
tos bordados, camiziuhas com man-
guitos de cambraia e de fil, lindos
cortes de tarlatana com babados
brincos e da cores, pelo baratissimo
O O prero a(*-0^ cada corte, saias bran- ( r'J tt Cd bor8(las de muito gosto, lindas Z 26, armazem do materiaes.
W colchas de damasco de seda, tiras rW*^ B
% W* penores cortes de seda com baha- 7!\ *^^VJ 1 .IB HU9
l dos, ditos de g.zedesedi bordados, g Avsm Onfi snie **
iara envarii muito $) *vlB*al HSIW ht'Us
'ivs tjiii" itcaba da
os tarnanhos para reliiiaeao, peneii-as de
rame, e de metal branco, aparelbos de
metal jara cha' e cale, facas com cabo de
mariim de osso, de vidro e de metal ,
grandes e pequenas.enchadasde ierro cal-
cadas de ac, portuguezas e inglesas, to-
les, safras, lomos para erreiro, Ionios de
todos os tarnanhos para bolos e pudins ,
trem de co/.inlia de porcellana, estanhad
e francez; e outros muitos objectos de lam-
ina utilidade : na iua da Cadeia do Be-
cife, loja de lerragens da Vidal & Bastos
oios.
Os melhores relogios deonro, patentein
glez, vendem-se por,pregos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira,rua da Ca-
deia do Kecife u. 62. primeiro andar.
Vende-se um carro inglez de 4 rodas
e*assento', para t ou2cavallos, comeo-
berta, e com os competentes arreios ; e tam-
bem um cabriolet inglez com os arreios:
na rua do Trapiche .Novo n. 10, ou na Roa
Vista em casa do Sr. Poirier.
Queij&o do Sfiirio.
Vendom-se queijos do sertSo, saceos com
nuito boa farinha de mandioca, c ditos com
milho e fejilo de tolas as qualidades; na
rua doQueimado, loja de ferragens 11 14
v CEMENTO.
\cnde-se cemento, tanto em barricas
como em porgao o a retalho, por com-
modo prego para acabar, e muito boa : no
armazem de materiaes, ua rua da Cadeia de
banto Antonio 11. 17.
Vende-so superior llnhas de algodao
brancas, e de cores, em novello.para costu-
ra, em casa de Southall Mellor e,C..,ruado
lorres n.38
Vende-se
superior agurdente de
gaze do seta
Aviso
t
aos
n boa
. a;--------^** *
->S3aic,- (:on'Prase ellectivamente na ru, das
vFaFr- Flores n 37, primeiro andar, apolioes da di-
a Jiri r'l-tllO t:s vida publica o provincial, segoes daacompa-
, ....i obias, eda-sedinlieirof juros em grandes e
,1111.-.!. ,-e menas quantias sobre penhores.
He chegado a este mercad. o excellente < 111 ram-so lamaridos : narua da
rape priuceza de Monlandu, lubnuado ni Cadeia do Kecife n. 61.
n.?'aiLr0ir'^ra'nCU|','Vusil.0 s,: acha nal Compra-se metal sendo .-obre,
rua da Cadeia do Hivie na n., i,./.,s ,. ,1 1. *"!
7.ao prego de 1.-400 ea da libia o e bronze velho, por maior preco
OSr. draga, que leve botequim na 1ueem outra qualquer parte: na fabrica
rua de Moras, ou Aguas-Verdes, queiri "e Caldeirara na rua Imperial n. 118 a
r.andar buscar urna carta 1 a livrana n. 6 c 120 e na rua 11. 3.">.
-Pp^r,eQp"ls.d?1,e,1'1CI,C", (;omjra e Pre,a mulata parida
f.M o Ki" Ta ama nUe ;ozinhe I,ie pouco tcmP- 'lue s*>* ">c e ***< i P-
amilUatral.^l^'?avCi'-Sa de. P0UM ^e bem : 1ue-> tiver ann.incie para ser
lamilla a tratar na rua do Vigano, laberna procurada, ou leve a esa do lenle coro-
1 nol Vilclla, na rua Formosa.
PAKA y LEM IIVfcK I1UM GoSTi. "*
Vende-se um bom sitio com per.o de 50o
palmos de frente, e 1,50 de fundo, cheio
Me muitas fructeiras de diversas qualidades
com duas grandes baixus (-.ara capim, terre-
11. 33.
la-
no excellente fara planlagao de lgiimes e
hortalira, commodidB.les para so fazerem '
viveiros por ter camhoa d'agua salgada 110
fundo, casa solln-rl para morada, murado
na irnte e de um lado, agua de beber, ele
0 tem de todas estas bondades, quem qui-
zer mauda fazer um
moda e arriada, a
ii'fg'iie-
e llegar
de Kchuiofid farinha no
va qae vendem nos s^us
tirniHZens aos prec, s s
quintes :
iSUT.'. tb0U -1""'"'"' tan, em "arriscme cm caixas,
'."."proWrTo 'C0,tT C '^ntfa. ^Bado recnteme,,:
da Concordia n. ',)e """"onavio : em casa de J. Kel-
er & C. rua da Cruz n. 50.
6ro 111 ma de ex-
ceJI
i
morada de casa com ,
'em um forml lavel e
bemleitoalicerce p..raisso, cun 0 nalmi.<
do de frente e ll de rundo. guarnecido com
dous portOes um de cada lado ; e ho perto
da prsga por ser logo ao sabir do Uangui.
nbo para os AlIIictos : quem o t reten 1er e
quizer ve-lo, enUnda-se com o propriatario
JoseSaporiti. morador na casa annexa ao
dito sitio de maoliila aleas 9 horas, e de
tarde das 5 em diente ; e no decurso do dia
no Kecife, escriptorio dos Srs. Uastos A. Le-
mos, rua do Trapiche n, 7.
25500
O'MICE 24 5C0
alem tiestas lena familias
novas de Trieste nao k>
- daprinaeiVa qualidade, oo.
ene jUHlidHtle,
Na ru i do Crespo, loja da esquina que vol-
para a rua da Cadeia. vendem-se saceos
1. Viudos do Ccaia, por prego
com
commodo.
H.e!og'ios.
moda limito ulica e acre-
ditada
Vendem-se relogios
la, concertam-se por
faz-setroco, eda-se dinlieuo
na rua da Concordia 11. .
relogios de
leu le
e ouro c de pra-
pi-egos razoaveis,
a premio :
P "
e
Ca-
inglczesde ouro, desabnete e de vidro
vendem-se a preco razoavel, em casa d
Augusto Cesar de Abren, na rua da
deia do Hecife, armazem n. ."(i.
en.le-se na rua da Madre de Dos SAPaTOS DO AltACATY,
11. l-, armazem de Novaes <\ C.. barris j melnorcs 1" tem vindo a este merca-
de ferro, ou cubos hidrulicos; para de l t para liomens e meninos, de palla e de
psitos de fezes, a prero commodo. oar/Ai."? "," dre (:am!nQa ilbos, rua
1 oa t-adcia do Kecife n. 60, primeiro andar
Vi
en casa de RabeSchmettau(&Companhiai
rua da Cadeia n. 37, veudem-seelegante
pianos do alamado fabricante Traumann
) Ha 11,iu rao.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No antigo e bem condecido deposito da
rua de Apollo, armazem n. 2 B, ha muito
superior potassa da Russia e cal de Lisboa
cm pedra, ebegado no ultimo navio, e ven-
de-se por prego commodo.
Entre milbares de pessoas curan,,
es e remedio, muitas q'ue ja esl.vamVs oT-
Us morte, preservando em seu Uso cS
seguirain recobrar a Mude e Torcas \C ~.
de haver tentado IntilmenteTo.lni p0"
tros remedios. u,ele todos os ou-
As mis alictas nao devera enlregar-se *
desesperagio; fagam um comptienlf /,, tu.
dos elhcazes eiTeitos desta .ssombro8. edi-
saude. PreSl6S recuPe"'o o beneficio %
lWo se perca lemro em tomar este reme-
Jmpara qualquer das seguintes enfermfd,.
Accidentesepilepticos Pebres intermitientes
1-ebreto da especie.
Cotia. r
Hemorrhoidas.
Hydropisia. '
Ictericia.
IndigeslOes.
InOammages.
Irregularidades da
nicnslruagao.
Lomb gas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas n cutis.
bslrucgao de venlie
fbtisicaouconsump-
go pulmonar.
Reteugao de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios. s
Tumores.
Tico doloroso.
Cceras.
Venreo 'mal).
in ,m"teeslas P,lu,M no Ubeleimeii
to geralde Londres n. 2U. Strand e
oja de todos os boticarios, droguistas eou-
mV. ."im".enc"re" e sua vrnda em
\ e"Ct doSu|.Havana e llespanh
urna de?.?:" ". I bocetiohs *800 rs. cid.
uma dellas contera uma instrucgaoem por
"s8 piulas8eSP'Car 'n,0d *S*WSSS-
r,h?rlep08i geral be em casa d0 Sr. Soum
.pirrmr;oco'n,,ru*da,;r-n-2' -
XAROPE
DO
BOSQUB
Foi transferido o deposito deste |atOM
para a botica de Jos da Cruz Santos, ,
Nova n. 53, garrafas 58500, e meias 39000
r vend
o presenta
Alporcas.
Ampolas.
Areias mal de).
Asthma.
Clicas..
ConvulsOcs.
Uebilidade ou exte-
nuado.
Dcbilidadeou falta de
torgas para qual-
quer cousa.
Oysinteria.
l>or de garganta.
de barriga.
-- nos rins.
Oureza noveulre.
Kiiferraidades no ven-
tre.
Kiifermidadesno liga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Heryaipela.
Febres biliosas.
aviso.
sendo falso todo aquello que n3o fc* Ten
gio iniz de Moura Mallos, e bo ei.gento Vi- do.ne8te deposito, pelo que se fa
centeCampello, coa Manoel Congalves Pe-
'eira Lima, que informar dos lemiles do
engenho.
Farinha de man-
dioca.
Vendem-se saceos com muito boa farinha
de mandioca, e saceos com bom milho e fei-
jo de todas as qualidades, e por preco com-
modo ; na rua do Queimado, loja de ferra-
gens 11. 14.
Vende-se superior farinha de man
dioca em saceos grandes: na tanoaria
delronte do trapiche do Cunha.
BMITAlu- PARA 0 PLBLICO*
wtewtrt p&&vi.
Fugio de Beberibe
nr.m L2 '"f16 eSC,v,> "'Oulo de
nome Joaquim de 20 a 22 annos, pouco
mais ou menos, cujo escravo foi combado
??mn a.C*rd0Z0 de We,l. morador no
uSTSft Vem S. SgD'es "uintea : b.s-
UlIo alt,., cor preta. com principio de buco
de ba.ba, bonitos denles, levou diversas
roupa,de algodao, ri.cado.'e chape* fc"
tro ; e julgtf--- ---------=
lugaraondo
ejulga-se ter seguido para' Liioeiro
Fejao
Chegr.u taberna gran.le.ao lado di igre-
|d da holedade. urna porgao de felino muilo
novo, e vende-se por prego commodo.
1
Mif
NA FUNDICAO DEFEKRO DO ENGE-
N11EIKO DAVID W. IIOWMAN, rfA
RUA DO BRUM, PASSANDO O olA-
FARIZ,
ha sempre um grande sor ti osento dos se-
guintes objectos do mecanismos
tem parentes : a pessoa que o
pegar, leve-o a povoagao de Bebe, ibe, ou na
ua da Aurora u. 36, que ser. genrame,"
pago.
No dia 18 do corrente, 'ugio de hor
do do brigue Sagitario,, um escravodu
nome Joaquim, pardo crcravo, de 2;> a
2i anuos de idade, estatara regular, (ecco
jio coi po, s tem barba r.o que\<, ca-
bellos carapinbos eja tem muitvj bVan-
cos. he bem conheeido por te.,- as mao
muito ealej.idas, quando fugia nha o ca-
bello a nazareno, lem os pea meio apa|t.
lados, e lalla muito manso : quem o pe-
gar e o entregar aoseu senhor Manoel
Francisco da Silva Carrico, na r.,a do Col-
legio n. lo, tereciro andar, sera' beni
gratificado.
Fugio no dia 4 de outubro do corren
te anno, o escravo mulato de nome JaSi
?'"' s.ec? do cfPo. Pouca burba, potrofo
tem do lado esquerdo do rosto uma cicatriz'
nomblOSSUUCadiHi. nlhn n.____/*irU,
nomh.ossungados.olhos pequeos e fivo/
pemss e bragos arqueados quinde, ad,
este escravo foi do 8r. Manoef boma, 1,'
proporgcs; cnvos e
le
cavilhOi's
pollciaese et.i
dentadas paia agua ou animaos, de todas as tSesd ca'mp'o", que
hm, .. r-nalhae duz.m-noaruaq
sea, pa-j maleri.es n. 26, que ser generosamente n
teta ---------- *-
re-. ......g.....c..,"eb,;r."';.' I Ss=?c 25S&*- -
bocea
ilhes,
moinhos de
lafusos e
etc. eic.
NA MESMA FUNDICAO
se exrcutam todas as eucommendas com a
supenoridado ja conhecida com a devid
presteza e commodidade em prego.
I'i
MI
ainaz'-m de
1 ser genen
Este esclavo ja foiar-nrehei..
jacar 'endn0H PaXm PSSd0 So
Jacar, eidade de Coianr.
mandioca, compensado.
PEIIN, typ, de M. F. DK FAliU 1857

MUTILADO

ILEGIVEL
-


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