Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06922


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Full Text

ANNO XXXIII N. 27(.
0-
Por o mezes adiantados 4#000
Por 5 mezes vencidos 4<500.
TER{A FEIRA \ DE DEZEMBRO DE 18^7-
Por auno adiantado LJOOO.
Porte franco para o subscriptor.'
i------m~m-----4
ENCARREGADuS DA si uscmrt.:.vo DO norte.
Parahiba, o Sr. Jojo RadolphoGomes ; Natal, o Sr. Jnaquim
Ignacio Pereira Jnior ; Aracety, o Sr. A. de Lemos Braga i
t.'eara, oSr. J. Jos de Oiiveira ; Mirmhao, o Sr. Jote' Teeira
d Mello ; Piauhy, o Sr. Jof Jaaquim Avellino ; Par, o Sr.
Jutlino i. Ramos"; Amnooai, o Sr. Jerunvmu da Cusa.
PARTIDA DOI CORRBIOI.
Olindir : to.Ios os ilia*. a. o .. meta horas Jo ilia.
Iguar.iasiT, Guiarais,- l'araliiha: na* sea-un.taa e setlas-fcra*.
S. .tulju, licaerros, Rolla. Caara', Allnili > e Gcraiihmii : na |. S. Loareocn, Pao il'Allio, Naaarell,, Limur.ro, Braja, l\>.|ueir.i, lua-aicara
Flores, X'illa-Ht-lla, lloa-Vi,ta, Ouricur. I Bu', n.i, iiuarUa-lcirai.
Cabo, l|>ojuca, Serinliaem, nio Forauao, Urna, barrearos, Aaua-Preta, Pi
uvotcira* a .Natal : quinta.-feiras.
[Yanta* osiorreio, partein as 10 horis da manUa.
AODIBNQIaV* DOI TMUAN DA CAPIIAL.
Tribunal do eomraercio : segundas quimil.
Kelacao : terca! tairai aabbadoi.
Fazenda : quarUi ubbidoi ai 10 horas.
iuio do eommercio : segunda! ai 10 borai quimil to aiiii dli
Juno do orpoaoi iiaguodii i quintil ai 10 borai.
Primiira Tin do eivel : Mguodii a anua la aaaia da.
ganda rara do elral ; aarlaa a aabbadoi aa mala da.
BPHBUBBJDE8 DO MEZ DB DEZE.MMBBO.
1 La ebela ai 8 horai e 37 minutos dainanliaa.
8 Quarto miuguanta as boras a 18 minutoa da manhaa.
<6 La ora as 8 boras a ii tmnutoi da manhaa.
'4 Quarto craicenta ai 4 boraa a 17 minuto da tnanbaa.
PKKima DB HOJE.
Primaira ai 3 horis a 12 minuloi da urda.
Sagunda ai i borai e i minuloa da manhaa.
DIAt DA SEMANA.
10 Segunda. S. Andr- app. ; S. Euprcpio m. ; S. Jnslina v. m.
1 T rea. S. Nahum prol. ; S. Eloj b. ; Ss. Caslriciano.
2 Quarta. S. Kalbinav.m. Ss. Policiano e Adria nun.
3 Quinta S Francisco Xavier app. das Indias.
4 Seita. S. Barbara v. m.: S. Pedro Chrysologo b- edouf. da igr
8 Stbbado. S. Geraldo are. ; S. Sabl>as m. : Ss. Primo e Grato
6 Domingo.2. do Advento S. Nicolao b. S. Lconcia in.
KM .ARREGADOS DA tCBSCRigA NO IDL
Alagoai, o Sr. Claudine Fileno Dial i Babia, o Sr. D. Pipa
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Partir Marlini.
EM PERNAMBTLO.
_O proprielario do DIARIO Manoal riguelroi da Fina n la
maria, praca da Independencia n. I a I.
PARTE QFFIGIAL
MINISTERIO DO IMPERIO.
Sua Maullada o Imperador lia poi bem ordaar
que provisoriamanla a* ub'wve o s-gutnie regola-
ineiilo, cunU'ii lo ai bases do* coslratos da cnlomsa-
ejta aulimelli la pprovaga.o do governu imperial
pela A-uci.-li Caotral de C.lonisagaj meta corte,
ni coufriui lada a para eiecegnn do arl. 2'J do
conlral i do iti de niirgo. do crranla anuo, appro-
vado p.ir decrato le S do misino mez. Palacio do
Rio ile Janeiro, 26 de seieailjro da 1857.Mrquez
Ja Oliuda.
CAPITULO '.
Cimnromisso d Associagao central ra Colonhtagao.
Arl. I. A associaga central de coloumci i cuin-
proioatle-se au aeguiole :
v 1. A a liaular aos I azen teirus e luvradores de
eoueeilo, rundanle as precisas segurancia e juro de
6 por ceulo an auno, na forma do arl. 7 do contra-
to celebrado coro o governo imperial era liti de mar-
co dt 1857, as quanlia* naeessarias para o trans-
porta dos colonos, desde o lujar da sua residencia
at o porto da desembarque, eni qualquer parte do 1
imperio qoe for designado.
5 2. A f'cr lanibt'in adi infmenlo, com o juro |
frrenle na praca rio Rio da Janeiro, para a
importadlo de colonos encommendados por quaes
quei tulras pes*uas e cimpmhias uao referidas u"
eitado art. 7. obsevando-se tiesta calo o que jr
preiiarnente eonveucionado.
g 3. A garantir aoi c dono* atiim importados os
Irai cJoTotos da subvenga i oncadida pelo giveruo
na art. K. I. .l > dito contrato, sanio 183 por adul-
to de 10 i i anuos, e 12 por meuor entra 5 e IU
auno.
E os gastos de transporte e eitab-lcimnlo dos colo-
iii alirn *le ser deduiidt das respectivas despezas,
fazandn-te o competente abilimeoto oa divida por
ellea eoulrabida.
5 I. A satisfazer igualmeate as encoramenda pa-
ra eogajarneolo e 'noor*cai de colonosqua Iba li-
aerern o* amprezarioi ou eompanni* de aaaoaliiagfle,
ja subvencionados ou favorecidos pelo governo im-
perial com aotllios pecuniarios, precedeudo nesle
caso ajailea especiaes ; ten lo-se em vista a maior
ou menor necessidade que os d'tot colonos tiverem
de coa ijuv-tcao, e servio lo de ba*e a importancia
daquella subvanca j, que ten' no todo oa em parte
gaianlida pelas eroprezas menciona lar.
5. A prevenir com a precisa auteceiencia
ncerca do nome do navio que transportar os colonos
cneorotiienda los, da poca de sua pa*ti la e lera^o
provavl de sua chezada ao porto cotiveneiouado.
- '>. \ reeeber as suns hospedarlas e depsitos
ns colonos qoe mo segatrem irnmediatamenle para
os -cus destinos, fWnecendo lites alojamento, sus-
tento, e o inaia qoe llte< for iudispensavel, por con-
la das passoas ou empraisnus que os ttveretn eo-
commendado.
Noi portoi de desembarque em qne nao exi-lir-m
ainda laes estabelecimentos pruvi ciai;ao pira qua os ditos colonos nao liquem priva-
dos da abrigo e subsistencia, debitando as despe-
is respecttvaa a quem competir.
8 7. fornecer, quinto ja posiivel, e pircuu-
Iraloa especiaes, os interpretes de qua carecerem
aqqelles particulares ou conipsiilnas que tiverem de
rebeber um Homero mais avultado de colonos.
S 8. A promover e facilitar os engsjaineolua dos
c linos que impirtar pirana cunta i medanlo as
competentes ni Wmnia^es ou dos emigrantes e
nutro* individuos que procurarem suas hospedaras
depoiitis e prol'c^ao, distnbuinlo-os no pa>z por
quem Ibes prop irctonar unios te eUsbelecimento,
de Irabslbo ou da qoalquer servif.
I er.l i preferencia nessa distribuido ai|ullis
que lir.nreio suas ene'tnoian cia, declarara que < sujeitam a* d -p '*". ''- i
lamentare* respectiva*, 6 ns clausulas ueraes
dos contratos adoptados pela assuciarAo e apptova-
dos pelo governo.
Arl. 2. A associacao Iranqueara' a tadai'aa pes-
soaa, etnpreas e couipanhias, que recorrerem ;i sua
tulervpni;ao, os auxilios e favores applicaseis ao
transporte, recebitnenlo e eslabel.cimento de colo-
nos e emigrantes no paiz. de conformidad* com os
seos estatutos e contrato celebrada com o goveruo
geral.
Arl. :l. I'rovilenciara' sobre lodo qoe possa con-
correr para n b >tn xito dos engajameiitos e ex*cu-
rio dos respectivos contrato*, solicitando dos pode-
rea do Estado as medidas que pirecerem uecessa-
rias.
CU'ITULO II.
Bases geraes que devetu ser tomadas em conii lera-
co para a apreienlacao das prop stas ou eucom-
meudas de colono*.
Arl. 1. A* pessoa*, amprezarios e companhias
que pre'.enderem engajar e contratar colonos por
inli-i : tin da Aasociacao Central, deverao declarar
em anas propu.las o seguiul* :
: I. O numero de familia* e colonos quest pro-
pe a contratar, a sua nacionalidade, proli-soese
apttdao aus Irabalbos pua que foreni destinados, a
locan. .i le em que livrem de ser ettabet'Cidos ou
prnpregados, a itatureza dos contratos mediante os
quaes devam ser eugajad ia( o porlo de de Iii e poca da chegsda.
^ 2. Que a* Ierras que possuem e deslinam para
o estabeleciuieiilo ou Irabalb > da colonos agricidas,
rumo proprietarios ou fureiros perpejuus, ou palo
s\sienta de parceria, se actiam livtes de quesles
ou pendencias judiciaes, onu ou obrigu;es.
; :l. t.i i- as mesillas Ierras esWlo situadas em loca-
li Jo le salubre, de fcil coiumunicai^ao para os po-
voadon, porto* e mercado*, e de ferlihd ule regular
em relac.iu a cultura quelites be luais apropriada.
" I. ti ia tem construido caas ou alojainentus
proviiurio* com c.ipacilade e separares neeessa-
riaa para recolherera ou acotnmolareiu as familias
e colonos agrcolas que encuminenilarem, ou que
sera* satisfaila esta con llr.lo dentro de certo prazo,
e provada por ducuraento.
> 3. Oua os lotes ou prazos que tanciunam vau-
der, ou aforar aos colonos, se acliam medidos e de-
marcados, em parle derrubados e memo cultivados,
uu pelo menus que laes trabaliio* preparatorios es-
tarlo proraptos ante* da chegada dos resmos.o
qua fara eooslar pir allestados ou docuraeulos va-
l o S b\ Que esses lotes ou prazos cmtim timi rea
sullicieut', ni' menor de cean mil brabas qnadradas
para cada familia, deven lo u respertivu preco ou
foro ter indicado uas proposlas coufortue a esliroa-
c.io geral mais razoavel.
E.ta di nlo obsla a que laes lotes pnssam
er subdivididus, se os colonos os desejaram meno-
res.
- 7. Ilual o genero de cultora adoptado na fa-
jen la ou colonia destinada ao eilabeticimruilo dos
colonos eugajados por contrato* de parceria ou de
a ilario ; especnkau I. no primeTo caao qual a por-
;3o de terreno, planta- ou arvores. que urna fami-
lia possa cultivar, bMietieiar n colher ; e no segan-
do caso, qual ojnriiil iikis faveravel qoe puderao
arbitrar, inrluiive o alojamento, sustento e nidia
suppriinetilos di coslutne.
?i 8. Quaes os salarios que ollereeetn aos colonos
que qoizerem enaajar para unirs m-ciipsce-, ser-
vido* uu inisteres as cidades, puvoace.. einprc/as
lo e-Ira las e mais obras, leudo altturao aoa Ira-
halho*, ollicios a prolis.cs cuuvetiienles, rom alo-
J imeulo e sustento ou seui el les a esculla dos mes-
inos colonos.
Arl. .V t)s iiroponenles deverao tainlieni declarar
de que modo poderao saltsfazer as condices dos res
pecl'.vot cunlratos relalivainenle su transportes dos
colonos para o lugar de eu esialielecitiiento ou em-
prego, aus fiiruecimenlos gratuito* uu por adenla-
ment que tem de fazer nos primeiros tempos. e au9
soecurros de mlico e botica de que os inemos ca-
recerem : com especific ica > do* m-io* de condueo
mais biratos dos teneros alimentares mais usados, e
dos respectivos preces, alein ile nutras tirpurnsUu-
eia< que julguein dever ni n-ioii ir para seren loma-
das na divida consideracao.
V'l. ti- Finalmente aojeil r-sa-hle *; rtzri-. ;t-
rae* ou bises dui conlrnlns aloplnlis pela Assncia-
'..lo l.siilfai, e approvadas pelo r-overim imuerial, e
>m aaptelalidade i* clausulas qua pasiam a MI
mencionada- n capitulo -eguinl-.
CAPITULO III.
l.lao*ulas a que .e cibritfam os ana ijadorai de i li-
nos para eom a As.oo.ic.i Central de Colontaarflo.
Al. Qt pvopoaiaQlea eng-ja lorc-. nos cnntraios
qoe celebraren! coa a Asso-iacla Ceolral, lando por
lira a encotnnieuda ou engajaieiilo de colonos, de-
vem obrigar-se
S I- A g.ranlir os avancos que a as*ociar;lo lizer
para as despezas de iagetn dos colonos quaudo ca-
recerem de-leauxdio. prestando p.ra o dito lim a.
eoiivenienles cautelas, como lira dito no capitulo I.
5 2- A embolsa-la. no prazo de I { atino*, e
mediana f^eataojasi igoae* se por unir i lorina nlo
for convencionado), do* referid.* adianlanunlos e
seus juro*, na raa i 4a 6 no casoa ,k. arl. 7 do
contrato gaial de 26 da marc,o j i rele ido, on o uue i
for aplatado, dalas oulrai circumitiuciai cima
declaradas.
S 3' A pagar as despezas que os dito* colonos li-
zecem as hospedarlas e daposilos da associacao, ou
nos porlos a lugares de desembarque em que nao
eiistirem aiuda taai estabelecimanlos.
A pagar igualmente a eommissao de engaja-
meuto que for estipulada nos cunlratos, em Tilla das
clausulas das respectivas propnitas.
S 5- A aceitar uscolano* que tiverem eneommen-
dado, e qua forem rtlectivamenta engajados e tratis-
pirtados por soa conta ; a recebados no lugar de-
stgoado, e faza-loi coudozir immediatamenle, cora
auas bagageos, para os seus deslnus, pelos pret;os
mais favoraveis [ola o podendo ser gratuitamente ,
a a fazer-llies os nacessarios fornecimenlos e adiau-
taueiitos, conforme tur estipulado nos contratos com
os inesmos colonos.
S 6- A reconhecer na A-sociac.io Central o direito
de velar sobre a sorle dos colonos contralados por
eo intermedio, e da inteirar-se da maneira por que
os contritos gao observados por urna e oulra parte,
afim de provi leuciar, corno melhor convier, eiilen-
dendji-se para issncom os engajadores.
5 7" A participar a uie.ru i associacao qualqaer
occurrencid extraordinaria qaese der na colonia, e
a declarar seis mezes antea de lindar o prazo dus en
gajamentos dos colonos o qoe julgarem conveniente
a bera da surte futura deslas, alim di que continua
ella a inlervir com os seus bous ot ;io* em favor da-
quelles que se tiverem conduzido bera, e carecerem
anda de aua proierc.lo.
Ai. 8* Os presos das passagens dos colonos, desde
0 lugar de sua residencia nos paizes donde sahirem
al o ponto de daierabarqua no imperio (aos qu es
licarSo obrigados o proponentes', serao de 80Q a
1 10- por adulto, e de 6Uj a I lu? por menor de IU
anuos; as enancas da d anuos para batxo letaj p,s-
sagens livres.
Aa indicadas dillerenras de prer.. dependirao dos
paizes da procidencia dos colono*, da maior ou me-
nor dttliculdade de engajamentos, dos transportes
por larra li o porlo do embarque, e por mar ate o
do desembarque, e liualmente dos ajustes qoe se li-
zerem com as linbas de navegacao, expedidores de
colonos, e oulra* circonidanciai.
Nos referidos prego! de psssagem serao incluidas
to las as despezas fetas ni Europa que nSu forem
especilicadas nui contrato. ; e bem asiun us seguros
de vida dos colonos, conforme sa puder obler das
respectivas companhia*.
CAPITULO IV.
Coudic,es geraes e commuus aoi divenos contratos
entre os colonos e os engajadores.
Arl. U- As passoas ou companhias nos contratos
que celebrarem com os colonos que vieren) engaja-
dos por sua conta, ou qua forem contratados depois
de importados pela aisociarao, obrigsm-se ao se-
goinle :
S I" A adianlar por s> ou por intermedio da As-
ociaca Central a importancia de que carecerem o*
colonos para os seus transportes, desde u lugar da
sua resi leu.id al o porto do desembarque.
5 i' A (aier por prego lixado, e o mais favoravel
pussivel, os adiaiilaraeuloa das despezas du trans-
porte e soslenlo tquando uao sej.i graluilamenle
desde o porto de deiembarque al o lugar du eslabe-
lecnn.Mii,., seudo calculado u dilo prego em relacao
a cada pessoa oa a cada vulume e peso da respectiva
bagagein.
S 3 A nao eligir dos colonos relriliuicdo alguma
pelo aloja ment provisorio, alo que teuham cons-
truido ou que recbam ai suas murad i i- A fazer com e-pecilicagan de prego, qoalida-
de, quanndale c s-maiialineule, us fornaeimenloi
dos vveres uecessanos nos primeiros lempos do es
(abeleciinenlo dos c .luios quo carecerem des-e au-
xilio, aendo issu estipulado nos reguiamentos da cu-
lonia, quanilu niio o >eja nos proprim c tilralu*.
S 5* A ndo peeceber pelos adiaulameulos feito*
juro ui.ii .i do que o de 6 ", por falla dos pagameu-
los as pocas mateada!.
S ti' A obiervar as cundieses que forem estipula-
das noi contrato*, de eoufonnidade com as claosulas
do capitolu 2 indicadas como bases para as respec-
tivas proposla*.
S 7- A concorrer para o hem-c-lar do* colonos,
praslando-llies toda a prolecgai e bous oflicios que
eiliverem au eu alcauce.
Arl. lo. Os culotius pela sua parla obrigam-*e :
S I" A se apre.enlarein com seus passaportes e
alienados em devida forma no porlo e da designa-
dos para o embarque, a bordo do navio que os tivir
de li,......orlar.
is 2* A licar, logo -qoe ehegarem ao porlo do des-
embarque declara lo nos contralos, diaposigao dos
etigajadores ou contraladores, alim de seren sem
demora conduzidos ao lugar de aeu de.lino ou atla-
belecimenlo.
S 3" A garanlir as suas divida* pela maneira esti-
pula la nos seui contrato*, ficando de ponsaveis pelo impurla dos adianlarueulos de suas
passagens, na ra/.,\o do prego marcado por pesioa a-
dulla, on por menor enlre :l e 10 aiinoi.
S 4' A couiuzrein se bem e pacificamente, su-
P' tan I i-se a ludaa as condiges a que sa obrigarem,
e ubservaulo as dlsposiges dos regulimenlos geraei
da Associagao Central, e dos especiaes das colonia*
em que se estabelecerem.
Al. II. Tulas a* que-ies e duvidas que se sus-
cilarein entre os colonos e as passoas ou companhias
que os .o.r Harem sarao decidida* por amilros pa-
rante a autoridad* complente, com o* recursos de-
clarados no art. 2'J, S I" do contrato de 26 de narco
jV citado.
Al. 12. S'ra' Torneada ao colono, chele de fa-
milia, ou qual iii-r oulro qoe tur contratado sem
ella, urna cadernela em que sertelaneadM com cla-
reza e por extenso todas as verbas de debitu e cr-
dito, observan lo-*r a este respeito o que se acha dis-
poslo nos SS 4" a 3- do referido arl. 21).
CAPITULO V.
Coudiges especiaes aos emiratos de venda e afora-
in-ni i de trra*.
Arl. 13. N sales con rilo* o fazen leiro, proprir-
tarin, companhias, ele, licam aojeiiog :
5 I' A entregar medido e demarrado ao colono e
sua familia o lote ou prazo de trras, vendido ou a-
fo'ado, logo que elles cheguem ao lugar de seu ei-
labelecitiienlu.
S 2' A J ir o espago de cinco anuos para o paga-
mento, u i i s ras d-spezas de viagem fritas por a-
dianlamcnti, como da importancia dus uulros sup-
primenlus, de qu* cima se fez inengau. sendu um
tal reembolso realisado em quatru prestagoes iguaes a
comegar du lira du 2- annu.
S 3" A .'sraniii. por si por seos herdeiros oo
sorcessores aos me-mos colonos a pone mansa e pa-
cilica das dtlas Ierras, uas quaes serao estes ititeira-
menle livres e indepeudanles.
i 4' A vender uu aforar ao colono que de*ejar
pessuir maior exlensao da terreno para si, para seus
prenle! no amigo*, tuaii um lote oo prazo conliguo
ou prximo 'que le em que se liver e-labeleridu,
seudo-lhe caramida essa preferencia com um abati-
ii,en n d* 10 5 no prego corrente do lugar an lempo
do novo contrato, comanlo que a importancia da
eganda venda ou aloran .etilo uao seja inferior ao
preco do primeiro lote ou ao foro do prazo piimiiivo.
Art. 11. O colonos asiira coutraladus obri-
gam-.e :
5 I". Nncaso de venia, a pagar o preco eslipula-
du nu ronlrslo por braga quidrada, dentro de cinco
anuos, a em qualro prcslacoes, na fonn i acia)* de-
clarada, e na falla de pagamento o juru de seis por
cenln.
S 2'. Mn caso de afurametilo, s pagar o lroJ*ii-
ouai, lamhem estipulado no contrate o qual sera
empre u nial, mdico i.....nel e o laudemio de
dous e roeiii por cenio na traiislareucia du respectivo
praio, eom licenca por escripia do senhorio directo,
>' nao quizer este recabe lo lauto por tanto ; lican-
do de mus sujeitos os meamos colonos aa commi*so
se faltaren) a esia* con lice*, segundo o* principios
qu regein taes emirato.
3*. A garantir a divida total conir.iluda, tanto
etu um como em nutro cato, cora a hvpotranca das
Ierras receln las e liemfeitonas qoe nulas tiverem
feilu, n.io pudendo Iransfen-la*, p ir qualquer titulo
que seja, ernquanto n,lo ealiverem e*.oneradaa da-
quelle unu. plo real emliol*o da mearos divida, -.1-
vo se iisiu c.iuseiilii o propietario, ineliaute previo
acenrdo.
\'l. I.i. r'ind-i n pi i/.o dos cinco atino* di con-
trato, far-M-lia cunta de ludo quaulo ealiverem a
dever os colono*, alim de s aalipalar um nove prav-
zn para pagamenlo'da retanle, rom a me.mi ga-
i.inlia e int'-ui jara de sais ptr canto, e mais Con-
d'cfi que loicm enlfta ciinvenciouadai.
CAIIil 1.0 VI.
Condignas e*peciae do conidios de parearla,
A-l. 16. ti, fa/endeiros eng.j llores olirisao-:
lj I'. A eiiite:ar a i caiono e sua famiha urna ex-
lensao de lerrenn e plaas em circutnstanrias de dar
producto* no primeiro atino d i chegada, e em quau-
lidaitesullicieule para que poisaiu cultivar, culher
e tieneliciar.
S 2*. A facullar-lbes lamham o plantar em outru
lunar apropria.lo os gneros alimentare*, alim de
promovrrein a loa subsistencia, permilindo-ih's ou-
(rosim a criaffla da anim i*s doine-licos, que u.io
caiMem d iiiiiiH a lavoura da fazenda.
S 3'. A providenciar de mudo qu* os producios
obtidos sejain ci>tiienieiilen)sule lieueliciadu*, Irjn--
portados para o mercado, e tendidos pelo melhor as relativas a' importancia dos salarios, com obrigi-
; P"".'"- gao de sustento ootros sopprimenlos, ou sem ella,
S V. A I bes denar inteira liherdid* quanlo ao e bem assira as obras ou servigos de empreitadi.
melhor emprego e proveilu de seu trabalho e iulelli- Art. :,.">. Em ludo o mais qoe nao for ipressa-
gencia ; a a nao deiviar colono algom para lervigo menle estipulado noi contratos enlre as partes, ub-
aliitni ao da parceria, silvo com o conseutimento do servar-se-ha o que se acha disposln na Iti de locagiu
| chefe da familia. de servigos de 11 de oulubro de 18:17. a em quaes-
5 .. A conserva-Ios as Ierras da colonia, e na qoer outras em vigor, eoncernenles a' reci*Ao dos
casa em que sa installarem.por todo o lempo do con- meamos contratos, ou a' ellcclividad das ohrigagoes
trato, que durara qualro anuos. I conlrahidas.
Art. 17. O colono e sua familia obrigam-se de Arl. 36. colonos lavradores que se comporla-
sua propria detertninarao.
OitoAochel* de estado maior da goar la oaclo-, do cahio o general O'Uonnell lieavam em cofn
nal du Rio Pormoso, dizendo qoe vista a matricula 210 milhee, em eflectivo 140 milh&es a intactos no
de Joaquim Manuel \ niela, cujo reqaerimeolo a- nltramar 100 milhdes, dos quaes nao se linha dei-
companhoa o ofticio de Smc. de 28 do passado, dada viado um s real.
pela capitana do porto, asta elle iseulo do aervi- Pois bem : h >|e depois do empreslimo Mires, ero-
go da guarda nacional nos termos do arl. 68 do regu- presumo de 300 milhoea inleiramenle cobrado ; de-
lamento de III de maio de 1846, e em vista do cita- pois do reslaheleeimeulo das poslas e consomns -
do regulamenta a das ordeus impiriaes, nenhuma depois do augmento foigado que te deu a eerlos
rumo ni'smu para sabir delle cora a cabera no um
braco quebrado, como nos ia succedeudo. t.otilamos
porlanto que issu terminara'.
Chegou a asa capital, vindo dai provincial do
or ie do imperio, o Sr. tleurique Scaprs, ensigne lo-
cador di tabeca, o qual rene a este dote eipeciil
outras qualidades iuteressantes : cavalleiro rliiliueto.
hornera de ledras e um verdadero Iiancez, cu re-
no ) i.ipi i, neieiiniiiai_ao, rern oen, ,turai)(e prazo de seus etigajamenlos le- vie lodos os seis tuezei orna informagao semestral dus dizer-se que esian quasi esgolada* as fonles do cre-
AU, "a*"- """a e P"_c'leamei!le, nao preju- i rao direito a comprar ou aforar Ierras aos proprie- olliciaes do eorpo sob seu coiniiian I', organisada nos dito, e que se tornea quasi impo dicando os direilos do prnprietario e dos seui vizi- tartos e fazendeiros coiu quem se live.eio contrata- lermoa da circular da guerra n. 72 de 20 de jullio menlo de um bom iy*leiiia de fazenda. Nao tem
n io*. neni os Inleresses dos deinais colonos. i do, ou a serem por este admilltdns de parceria, em I de 1816 e da modelo annexj a uiesma circuai, ua- succedido tempre o niesmo com o ministerio" NaT-
I > _'. A cultivar com lo a assiduidade as plan- conformidade das tases concernenle aos respectivos quillo.qne for applicavel. vaez '.'
tagnes qu* Ibei forero confiada!, renova-las, sub.li-1 contratos, com as modilicacoes que forem eniao Dilo\o inesnio, para man lar dar baixa ao sol- Na quesillo de ordem publica, qoe he, por assim
lu-las quanlo lor necessario, colher os producios e eonvenconada*. i dado daquelle corpo l'raocisco Juvencio de Cana- dizer, o cavalln de balalha dos elogiadores o nar-
deposita-los no lugar de* guado, bem como a nao se Art. ;17. Se os inesmos colonos, autes on depois I Iho, que achs-se incapaz do servu-o. ciaes '
' oceupar di oulra industria que nao seja a da colonia | de lindos us seus encajamentos, desejarem mandar Dito 4 alministragAo dos eslabelec'menlus de ca- mais a
salvo se poder ligar-se a lavoura priucipal a coro ir os leu* prenles para na companhia, ou para ridade, para qoe remeda al o da l. de Janeiro traco.
ciencia d.i proprielario se estabelecerem sob conligoes semellnnles as suas, i vinduoro nrelalorio e balaogos relativos aos inesmos Nao ha um periodo da administrago desla per-
ji^ 'lljilar-sa as presenpgoes desle quinta a on oulra* piviamenle ajustadas, poderao entender-! estabelecimeulos.indicando especialmente ai altera- j sonagem que nao se distinga pelas revollas ou de-
dlreceJo geral das Irabalbos da inesma colonia, e a se coro os proprielarios, alim de Ibes facilitaren) os j gn occorridas depois do ullirao relalorio apresen-. monslragoes publicas que nelle lenliam rebenta-
ihcia do estabeiecimenlo. | meios necessarios de im.....ti... talo assemblea provincial, e propondo quaasquer do ; a o oltimo foi lo fecundo, que um jornal con-
A pagar pela sua quota de productos os jor- CAPULLO VIH. i medidas que parecerem conveniente* em relagao ao tou no*enla e tres graves alteragoes da ordem, du-
lli-posigoes linaes. patrimonio e a beneficio dai pissoas que reclaman) rante o auno de existencia desse gabinete ; de sortc
caula.le publica. | que pode dizer-se, que a Iranquillidade, j ero um,
providencia cabe a presidencia turnar a este;repeilo randimentos indirectos ; depois de ter-se elevado a I quecido com o espirito singular qoe rssigua ...
como reclama o commandant* do batalhao n. 43- 200 milhoes a cifra da divida llucluanl. ha mais1 nagao. Ella pretendo dar aqui alguna concretos,
DitoAo commandante de polica, para que en- apurada a siluagao da azenla do que minea. Pdi e como acontece aos eslrangeiros que procurara hos-
pillida didos que nao se ha de arrepender da ter nulo a
plauas pernainbocanas. Vela sua parte os Prrnara-
bucanos a o Sr. Germano, emprezario do thealro da
Santa Isabel, bao de acollur n Sr. Scapls com toda
a svmpalhia que nos une nag&o deste artilla. He
uro lilhi da Franca, que prucura prolecgao do povo
do g-neral Narvaez. he oude te demonstra da America, o qual, pelo seu espritu e e'nlhosiasrao,
sua cimplela nullidade para a adminii- segundo a opiui.ao de um prancez, man se aproxima
dos compatriotas de Vctor IIog
S 4-
; naes a Irahalliadores livres qua lorem pelo paoprie-
I tsria eucarregados dos servigos que elles colonos dei- I Art. 38. As'proposlas para eiigajamenlo de coto
! \areio de fazer por vonlade prupria oo indolencia oos poderao canter outras dejdarages alera das m0<
o que aera verificado e redazido a termo a*siguada donadas no cspilulo segundo, e a bem das memas
por lestamonhas, perante o cjnaelho colonial, pe
lorma marcada no regulamenlo especial da colonia.
Arl. 18. Sao considerados adiantaminlo*, sujeilus
a reembolso, as detpezas de viagem, os alimento*
serao'minislrados todos os esclarecimenlos que fo-
rem pedidos, qoer sobre a natureza dos contratos
uasclausula*, qoer sobre a nacionalidade qtnli-
dade dos colonoi, conforme o de*lino que le Ihes
lornecidos aos colonos, emqoanlo nao os hoovirem quizer dar, quer'sobre nutras eircumitncias que
pelo seu Irabalhn, qoaesquer uotrus supprimenlos
uao inoucionados como ralotos.
Arl. 19. Se no lim de lempo do contrato nao es-
tiver paga tuda a divida eoulrabida, coinegarA o res-
tante della a vencer o juro de seis por ceulo ao atino
considerando-te para isso prorogado o inasmo con-
trato al real embolso, lalvo se hourer couveucao em
contrario.
Art. 20. Em lodo o lempo porm qoe seja satis-
feila a divida, antes de lindo o prazo estipulado, po-
derao os colonos retirar--? da enloma, urna vez que
priviuam seis mezes antes ao fazendairo oo proprie-
ta. in, ou que se fagaro substituir por oulra familia a
aprazimenlo desle
Arl. 21. Se dentro de qualro aonos do contrato o
colono ou qualquer mimbro da familia fallar ou se
'inpoiiibililar para o trabalho, cmiiuti ir o os de-
mais membroa della a permanecer na colonia at
complelar-se aquelle prazo. licaudo cada um dalles,
axceplo os menores, responsaveis individualmente
pela quola qua Ihe for concernenie do re>tatile da
divida da meama familia.
Arl. 22. j producto total da colheila de cada
auno e das sobras dos gneros alimenticios, produz-
l doi palos colon.i-, e que au forera por elles consu-
midos, perleucera niela la ao fazenJeiro e a uulr.i
ni.-i i le aos ditos colono*.
A melada perleuceule a estes sera enlregoe aqael-
I* para 1er lien-Imada, transportada para o mercado
e vendida juntamente com
paregam adetiliveis e caregain 'e explicaco.
Art. 39. Ss as propostas contiverem ai coodiges
que modifiquen) as bases on regras gerae* dos cun-
lratos mencionados nos captulos antecedentes, si-
rio taes modifcages admiltidas sempre que tende-
ren) a facilitar os engajainenlus, alliviar as dividas e
melhor garanlir a !orle doi colonos.
Art. 40. Quando porm tiverem ellas de alterar
as referidas bases em algum dos seus pontos a*sen-
ciaes ou asdisposiges dss leii em vigor, ifro, de-
pois de discutidas, levadas ao eonhecimeulo do go-
l-'ual exigencia sa faz aopilrimonio des or i i* em oulro ponto da llespanha, era aderada duas |
phSoi. ; veeei por emana. E por i*io nunca o geueral Nar
DitoA eompanhia de lleberibe, para que mfor- vaez deixou o > -lenn dus estados de sitio, das d-
me razAo porque nao se tem cumprido a cmidicao | poilagoes, das prises em chosma, da concenlragao
II do contrato de II de dezembro de 1818. que' da aulondade ; em urna palavra. da syslema da
obrig aquella comranhia aconstruir um chafan/ em compressao levado a ollima extremidade. Queiig-
Sanlo Amaro, a ae esta' ella prompla a elleiiuar a niliea luto isla ".' Que o general Narvaez desconhi-
conslrucgao desse chafariz, eoja u*ce*sidade lie sen- ce e dearnnheeeu sempr* os meios de conservar a
verno imperial, para
ivel.
Olio An commin lanle de Fernando, direndo
que nao leudo o estado a obrigagao de alimentar a*
familias doi pre*o, nao pode ter lugar o qoe pede
o sentenciado Leoncio Bezerra Cavalcanli da Alliu-
buquerque, cujo requerimento se devolve.
DiloAo mesmo.Declarando-m* Vine cmeu of-
ii -i., da i do corrente, qoe tornase indispeusavel a
breve remessa dos 600 alqaeires de farinha de man-
dioca, que foram solicitados para eise presidio, por
pprova-laa ou sobmede-las a' I quanto ha algumas rogas de particulares e mui pou
ordem publica ; como em todas as occasoe* ap-
pella para a forga a para a dictadura, os resultados
Jo os que *empre lemos valo.
E qoe diremos da sua conduela na quislao pol-
tica ? Depois de ter sido membro doa celebres comi-
ic* conctitocionaes, a de ler declarado a eonalilugao
de 1815 o non plus-ultra das constiluiges, au
apresentoo urna reforma, que aasostando o liberalis-
mo de mis, estave muito longo de filisfazer a exi-
gencias do* oulros ".' Ainda ie a iivisse completado !
Porm nao ; vacilante e limido em lodo, deixou a
go, que, sem exatera-
co, pedem dier qn* sao o povo re da nona poca.
Iltupital de varidade.Exisliam uo dii 39 do
corrente 21 boinens e 3ti mulheres Iraladoa pala
caridad*, 6 horneis, e 11 mulheres, qu* pagain
a casa, e 10 pragai do corpo de polica. Total 81
doeoles.
Helagao dai pessoas que foram sepultadas no eetu-
lerio publico nu dia 28 do corrente.
Manuel, pardo, 6 dias : ttano dus resemoascidos.
Honorata, branca, 3 mezes ; convulsei.
Joaqoim Jos di Saul'Aiina, qoe dizia chamar-M
Paulo Ferreira, aenleociado da cadeia dula ri-
dade.Bexigas.
Lua Francisco Porlella, pardo, loltairo, 21 anuos;
benga.
Iguez Mara da Couceii.ao, parda, sollaira, M Milj
pardo.
Benedicta, preta, Africana lirre, aolleira, 60 anuu; :
angina.
Ednvigei Maria da Aunuociagau, caiada, 15 aunoi,
ferida no ulero.
Joanna Maria dos Saotoi, pirda, ioa, 60 anoui ;
hv.lropesia.
Total 8.
Ilia 8.
Luciano, prelo esclavo, 30 auoos; baxigif.
diliherarao do corpo legislativo, como parecer con-1 cas perlencenles a nagao, para serem desmanchadas, la mesma reforma incomp eta, e hnje, depon de i Joiquim, brinco, 1 mez ; hemorragii.'
veniente. lenho a dizer-lhe, que nao compeliendo que iej a | um anuo de omnipotencia ministerial, achamo-nos i Paula Maria do Carino, preta, lolte'ira. 48 anuut ,
Art. 41. A Associagao Central facilitara' aos emi- nagao qaem alii menos lenba, quando o resultado
erantes espontneos qoe desejarem e recorrerem a'
sua inlerveiigao o meios de transporte ao seu al-
cance, os recebera' em saas hospedara* e depsi-
tos, aconselhando-osa dingin lo-us, alim de se es-
tahelecerem no paiz.
oulra melad, perleo-
cenla ao mesmo fazen lf iro, alim de Ihes ser cradl- dilos emigrantes, ou com os colonos engajados por
tada pelos pregos constantes da cunta corrente do cunta da as*oc acao serio observadas as liases ou
negociante cora a compelenl* deduccao dos gastos
de lodo o trabalho deve ser applicado en favor do
estado, que sostena o presidio, oo antes era bene-
ficio e siisieiilaei dos individuus que ahi se
acharo. I seguida a e*sa reforma ".' Alenlou nicamente eape
Portelo, declaro-lhe, qoe eitou mui pouco de- peron >* que aeaharam, e viseo precariamente cora
Arl. 42. O m-iii i- emigrantes, para serem ad- liberado a fazer remes mitlidose conservados nos dilos eilabelecimenlo*, de vivare* para o prendi, que produz bastante ao | formislai.
devarao mo*lrar-se habilitados a pagar, quer em | menos para auiiliar aas suppnmento* felos pelu es-! Sera precito maior prova de iuaptidao '.' Remon-
dinheiro, quer em trabalho, despez* que ah live- lado, cumpriu lo que ss aproveite devidamenl* o | lemos, pola, a poca das eleiges, e ver-se-ha que
nro de fazer, ou apreienlar com seus pa**anorle | lervigo dos presos e soldados que o enmpoem, e que apezar de ter, como se disseisemos dianle dos olhos,
alle*lados de boa conduela e de aptidau ao trabilho. i em vez de cxporlarem aqnillo de que precisara, j o exemplo di ques* passou em 1850, o general Nar-
Na f*lla desla* condiges serao aceito* abonos ou re- Iratem de *ustentar-se pelo seu Irah.lho ajuilado VAez seguio semnre o mesmo *vslema, empenhan-
comrnendai.oes de seus cousulei, ou de peisoas de P'la fecundidade do terreno, polendo Vine, raqui- do-se como lenii re em alrancar eleiges unnimes,
concedo. sitar os inilromentoi e machinas que lurem uecesa- i O resudado foi, como nao poda deixar de ser, o qu
Vr(. 13. No* contratos que se celebrarem com os' ras, quer para lavrar a Ierra, quer para o fatrico
dos
sem nos ronstituirmos. E por ollimo, que gran-1 aneun-ma.
des resultados, qoe grande* conseqoenciai, qoe be- Maladouro publico. Malon-se no dia 28 para
nehcios (rooxe o general Narvaez, j nao digo para j cousumo do dia 29 do correle :
o pal/, mas para a sua mesma existencia poltica em | A companhia das carnes verdes.
Iticanl.i Romualdo da Silva .
buis.
Manuel d Sooza 1 a\ ares. .
Virginio Horacio de Frailas.
l.uiz de Qaeiroz......,
Clemente..........,
... 78
.......12
.......8 o
.......3 u
.......2
.......1 *
Total. 106 boin.
du preparo, transporte e coiiimisso "de venda.
Ar|. 21. Venlicado a*im o reo lmenlo liquido,
currep,ni lenle a meae.io dus colonos, ser dedozida
a imporlaiicia das preslages annuaes para p menlj das passagens e adianlaroenlM cima referi-
[ dos, aendo toes preitages reguladas enlre mximo e
miuimo, em aileugao a boa ou un colheila do auno
r.spectivo.
Arl. 2. Nao nbslanle o di*po*li nos dous artigo*
precedentes, lera' facultado aos colonos pagarem as
ditas preslages annuaes Cun os proprios producios,
lujo depois de cernido*, al a importancia dai mes-
mas, bem cumo .en lerem o restante dellei ao fazen-
deiro, oo a quem lim oir-reca mais vaulagens ; e
i'lo no cato em qu preliram assim dispor daquelles
pro lucios aiile* da beneficia los, e pelos pre os cr-
renles no locar.
Arl. 2. Os colonos polerao concorrer em com-
inom com urna diminua relrlboigfa mensal para a*
despezas da medico, eufarmeiro a inedicameulos
de que carecerem em suas molaatlm).
I-ico enlendiio que uina lal coulribuigai sera' cal-
culada sobra a melad* as ditas deapelas, poi^-
a oulra metade perleuce ao fazedeiro pagai. ^ a>
Arl. 26- As infracces das di'posigei dos conlv^
tos a .lu regulaineiitos especiaes de cada colonia da
rao lugur a imposigao de multas convencionaea de
103 no mnimo de lOil? no mximo, ai quaes a*
raoapplieadas pelo joiz arbitral,leguodo lur dispotlo
nos dilos_r*gulamentos.
Arl. 27. As ollenus phvsiras le I ja pelos fazen-
deiros contra o colono ni-mlir .. ,te iui familia,
bem como as injuria! praticadas contra a honra dos
mesmns, darao logar a resci*au dos reiprclivos con-
tralos, com perda de qoalquer qoanlia que esles ea-
liverem a dever, de conf .rmulade com o dispu.lo uo
arligo 10 da le de locagao de lervigos de 11 de ou-
lubro de 1837 ; alm das penas em que incorrereui
pelai demai. I-i. em vigor.
Arl. -8. O* colonos que pralicarem ou procede-
reui da mesma sorle cnulra o fazendeiro ou pn*oas
le sua familia, alm de iucorrerein as ditas penas
em vigor, dario lmbela jula causa a rescsao de
seos cntralos, e a serem despedidos da fazenda, li-
j cando sujeitos a pagar em dobro o que ealiverem de-
vendo, e no, termos do artigo 8- da citada lei de II
de oulubro.
Arl. -j-J. O abandono voluntario, e a ausencia da
da colonia aem justa causa, sujeilam os inesmos co-
lonos a pagarem pelo seu trabalho o reslo da divida
coniligoes constantes dos captulos anteriores.
Arl. 41. Esses contratos poderao ter transferidos
pela associagao cora as mu ilicsges que forem ra-
zoavais, e de accordo com os colonos, as pessoas ou
companhias que os quizerem recebar para Ibes dar
aslabelecmeulo, emnrego, ou Irabalho.
Arl. 15. Nao serao carrega las como dividas aos
colono* as commis*s pagas a assoeigai paraos
engajamentos dos memos e transferencias dos seus
contralos, nem as despeza* com elles feilas nos p l'H di desembarque % as hospedaras e depsitos
da inesm i a.sociagao.
Arl. 46. A ia colono! qu se conduzirem bera du-
rante o lempo le seus angaiamenlos de parceria ou
alariu eom u* pirticulares, facilitara' a assuciago
os meios de mandarem vir os seus prenles, bem cu-
mo de s eslabelecerero como proprielarios ou f i-
reiros perpetuos, no caso de qoe o* ditos particu-
lares nao possam satisfacer convenientemente taes
desejos, de conformidad! com o di*po*lo nos arli
gos finae* dos dous captulos precedentes.
Arl. 7. A Associagao Cenlral emliin ace tara'
qoaeaquer proposlas razoaveis e fundadas, que le-
uliam por objeclo a vinda para o imperio de emi-
aranles espoulaneos, inediaule a sua intervenga.i, os
'avures ouloJJradoi pelo governo imperial, eosadian-
lamentos iiili\t\pensaveis com juro de 6 por cenlo dol
que viarern para le d.leb.'lecerem com destino pre-
viamente lixado, na conformidad* deaeua estatutos,
combinado* com o que dispoe a tal respeilo o con-
trato de 26 de marco, de que s* tem ledo mafia
lln de Janeiro. 2S de julho de 1857 Mrquez
de Monle. Alesre.Bernardo Auguslu Rscenles de
Azambuja.Francisco Jo* Fialho.Hermano Lii-
hicb.Frauciico Jos da Mello Souza.
GOVERNO DA PH0V1NG1V
Expediente do dia li de nonmoro,
OflicioAo Exrn. commaiilaDle das atin-s recom-
meii l .i. in a expedicao de suas orden* pira que no
dia 2 de aezeinrro viniouro, anuiversario oala-
licio de S. M. o Imperador forinem em grande pa-
rada no paleo deste palacio, ti 5 horas da larde, os
corpos de l.a linha reunidos a guarda nacional des-
la colad, e subo cumulando do nll:ia| a quera com-
petir, curnpriudo que a gaarmcao desse da seja fal-
la pelas placas da guarda nacional que nao mar
chareni.
iloAo chefe polica, dizendo que lendo--e de
reunir u coii'eltm da capitana do porto parajolgar
seus prodoclos ; o que ludo muito re mu en-
do ao seu zelo e aclividade.
DiloAo director da colonia de Pimenleiras, au-
lorisando-o a eoranrar a* velai precisas para o aliar
da capella daquella colonia e a 1mn.istr.ir) dos Sa-
cramentos, com lauto que se nao gaste mais de tres
librea de cera pir mez.
UiloAo director das obras militare*, para que
mande lr)lr os reparts de que carece a fortaleza do
llrum. C-imtnunicoti-se ao cominau lanle das ar-
mas e a Ihesouraria de f izenda.
HiloA' Ihesouraria provincia
deram ja por oulras vezes us mesmus meios empre-
gadns era occasies anlogas : a qnda do gabinete
sostenlado por cortes onanimes. E porque '.' Por-
que al.nl ida a opiniAo pohlira, e afasladoi, como Clemauta
tentou empre o general Narvaez os sustentculos
conslitucinnaes do congress) do9 depuladoi, o anoio
1o parlamento nao serve para nada a um ministe-
rio, a nao ser para arrriiiua-lo.
E o qoe fez com a imprenta o ministerio Nar-
vaez J Cheio de presnmpgao desvanerimenlo,
quiz n.lo su ler urna tribuna donde sabi*sem ni-
camente ai vozes dos seus parriapi, mas lamben) mudo mni
Gado muri no dia 21) para cousumo do dia 30 :
Cumpanbia das carnes verdes .
Ricardo Romualdo da Silva.....
Mauorl da Silva lavare*......
Veris*imo Horacio da Frailas. ,
l.uiz de Queiroz ,......
72 boii.
II
8 >
3 >
2
1 u
Tolal. .
Mi d'amanhaa.
\<~
ErtRATA.
No oKelrospeclo de hontem, s liuhai 53, em
vez de: a criie li naneen a desle auno he reputada
calamitosa do que a de 181 aunoi: I. ?-
Iinhas 57. em vez de : posto qua
para que oppnr- ; eonaliitril urna Imprarnta e urna opiailo publica, em : a de 1817 : a
limainenle remella o on;*menlo, balauc.s e realo- que no podeise ter cabilla nenhuma idea, nenhuma nesla nidada hajam duas u Tres ca-asqueTenliaio
rio de qoe Iralam os 55 11 e 12 to regulamenlo da- ph'ase que Ihe fasse hoalil. Insensata pretenrao relagd'i cornmerriaai directas com a luglattrr.i
queda reparligao, de m i lo a evitar qu baja demo- Lev m a repre**,lo da imprensa ale aos ullimos li- I la-se com os E'ladoi-I nidos.
ra na apresentagio daquellas pegas a assemblea pro- i miles ; forjou cadeias, adoplnn a* mais lencas pfe
vineal. j eaugoe*, e malou, a quem '.' Em Madrid a um jor-
DiloAo arsenal de gueira, p*ra mamlar alistar i nal dos qoe mais o linbam elogiado. Supprimio a
na companhia de aprendize* daquella arsenal, u me- \ liberdade da imprensa, porm nao malou a oppo-
nor Jnao Jase Neporoocrno, urna vez que seja elle I C'lo ; a upposigao viva, sarculira, julgadora, lerri-
considerado apio para o servigo.
Kilo Ao meamo, r-e numen I in lo que c m rale
com o dono ou consignatario de algum navio a con-
I duccao de gneros e ohjecles para o pre*idii de
Hernando, bem como dos sentenciados, olliciae* e
praras di prel, que para all houverem da se-
goir.
PurlariaAo garanta di eompanhia Pernambuca-
na, para dar passagens de estado para Maceio, no
vapor ePersinoigan, ao dasembargador Loureogo
Jusu da Silva Smliago.
Mandou tambera dar pis*agen* para all au* Drs
Delurisano Pinto de Araujo, Francisco de Paula
Peona e Francisco Jos Martin* Penna Jnior.
COMMAiNUO DAS ARMAS.
taWartel ganrral do commando da* armas ale
Pernambuco na eldad* do Recite, em Mi de
novembro da 1857
OR11FM DO DIA N. 50.
Tara solemnisar o aonlversario nataliciu do S.
". o Imperador, determina o Lrigadeiro cominan-
tlaniedas armas interino, d conformidade com as
orJens em vigor ccom acuellas que Ihe foram ex-
pedidas pela presi lencia em dala dsSS do coi runte,
que o es|ua Irao de cavalbria, o primoiro lia
Ihio do irttlliaria, o primeiro, segundo c ler-
coiro, todos de infanuria da guarda i'3ctonal
desle municipio, o um parquo de 1
vel, mais lerriv-l qnanlo mais reprimida, nao
n9o acaboo por elledo da soa lei. mas augmeulou-
se, e-leii leu e por ledos os juma- independenles,
sera que Ihe resl.ssem mais or&aos que o quizessem
defender, alera dos que *e achavam invest los de
um carcter semi-olli-jal pelaiiuis nlagss coro os
diversos membros do cabiuete. E aisa pposigao
he sobrevive, e o acensa ; e essa opposiglo fulmi-
<$ommnuicao&.
O TIIEATKt) ENTRE NOS.
Desde muito que o lado um pouco alrazadu do
nosso thealro reclama urna critica, qu* estimulando
o talento em seu desenvulvimeolo, lizesse-o subir a
oa maior altura, cortando as azas a certas aspira-
gdes infundadas, liiesse-as desear do lugar que Iba
aisigua sua negag.ao artstica.
Nem sempre as palmas sao o premio do talento ;
na agora obre o seo sepulcro a euleuga nuxora- ," v"i urna circuin-lancia, us vezei O anlhaiiai-
vel. que mais larda a historia confirmar. mo de um be causa bastante para estroudoso at.-
I'aia'isio tantas fadigas ; para islo tantas iucon- plausos. Essa triompho momentneo nao beso o
equencias, e lan ridiculas declaragdes d* que com a impreusa tal cumu eslava antes da le vigente nao i seus esfoigos, chega a cooquistir aJmiraco dol hu-
era possivel gov.rnar I Aeerlava mais se livesse d. I mein enteodidos. A imprensa deve lambem erguir
lo que nao sabia governar, nem de urna maneira | sao brado animador, e apmar e juslilicar o eutliii-
nasmo popular. E se he possivel, nao s a luz do
nem de oulra.>
.4 Opinin
PAGINA AVULSA.
liciBv/r lsiia\ s
Caa de huilln'. Consta que o proprielario de
caa de banhos lern desanimado na continuaidlo da
empreza que encelara em ulilidada desala rica e pi-
a' | pulosa capital, a' v -la de duvidas epequices d'aqnel -
! les que deveriam franquer a concluso da mesma
empreta; convem porlanto que o mesinu proprielario
p osiga ua conclu*ao de*sa i.ii proveilosa obra, que
de arli- ''S'* dilli'uldales desapparecerau. A necessidade
Art. 31. Se os mcmos colonos disejarem mandar
! vir os seui prenles para sua rompaul.ia, ou para se
| eslabeieceicm nal mesnias Ierras ou fazenda sob
| coudiges lemelh.iules, ou oulras pie. menle ajus-
tada*, puder.lo enlender-se com os respectivos pro-
prielario!, alim de Ihes facilitaren) os meios neces-
I sanos de Irausporle.
CAPITULO Vil.
: Cundiges especiae* aos contratos de salarios para
Irabalbos de lavoura a oolros serviros.
Arl. 32. Os proprielario!, fazeudeiros e quaas-
quer locatarios de servigos obrigarn-se :
5 I. A pagar aos colonos, durante o lempo de seos
cunlratos, que nao exceder' a lies annos, o salario
mena,|, nunca menor de 10.3 no primeiro anuo, da
11; no segundo, a de 139 nu lerceiro ; sujeilo as de-
dogoes estipuladas no. meamos contratos para n em-
bolso das passigens e adiaulameulos que pagarem,
ou pelos" quaes le obrigiriro para com a Associacao
Central.
S 2. A fornecer a* mulheres dos colonos rasados
o -01161110 de que ellas carecem por prego razoavel,
conforme for ajustado, o qual sera' pago eom a leu
I Irabalho ou em dinheiro, uu palos maridos, ssguodo
I se coiivenciouar.
Se alm das molheres Irooxerem lambem lilhns,
serao o HKtento e servigos arbitrados uoi coutralos,
eguiidu stjM i lades e aptilao.
5 I. A (renspurlar os colonos graluilamenle do
poilo de desembarque ale as lazenda* uu lugares em
1 que liverein de ser ernpregados.
5 i. A firnecer tambera gratuitamente durante
ludo o lempii do contrato os instrumentos de lavou-
enlriiHlo, a lim de ser Iransmiltida ao ministerio du
imperio, que a solicita.
DiloAo mesmo, devolvendo as conlas do alu-
guel da casa que serve de quarlel du destacamento
de Barretros, nao s para que sejara nrgamsala* sem
as emendas riscos que as viciara, mas tambero pi-
ra qu* informe como foi aolorisado o aluguel dessa
casa, e se be a mesma ou oulra que serve de
cadea.
DiloA Ihesouraria da fazenda.Havendo o avi
largo do palacio da presidencia, afim tle executar
all as maiclias de continencia e as descargas que
s;io de estylo.
As msicas dos corpos reunidas tocaraoa olvo-
rada, e o tecollier do indicado dia no referido lar-
go : bem como no acto do cortejo, que- as j Loras
se lera de fazer a efligie do mesmo auguslo senlior,
para cujo acto o briga leiro commandante das armas,
so do imperio de 20 de julho do anuo pa-sado auto- : convida aos senliotes oflKiaes do exercilo cITeclivos
ri*a lo as desperas uacessarias curo as amo remes-a foi exigida, e fazendo parle della* a* que
por inlermediu du rrgedor do gymuasio remelleu du
-erlo Mr. Ilrunei encarregado pila pra-i leu a dessa
eommisso, mande V. S. pagar ao mismo regedor,
sob nimba respousabilidade a quaniia urdenada no
mo oflicio de 2Udo corrente.
HiloA mesma, inleirando-a de que por decreto
di 7 deste mez foi o juiz de direil 1 da 2." vara des-
la ridade, Alexandre Bernardino dos liis a Silva,
Horneado des.mbargador da relacao <-o Marauhao. I nanliias lixas, fin seus respectivos quinis pela or-
UdoA direccao da associagao de colonisacau em a i 1 ^ ?
Pernambuco, Parahiba e Alaguas.-Accuso a reep-1 ,Je,.n "S"'"^ manhaa as (1 horas a COmpa-
g3o do olllcio que era data de 18 do crranle diri- nliia de arlilices ; as ti 11'2 ao 8' batalhao de in-
gio-me a dnergao da associagao de culonisagao em fantaria ; as 7 ao 8' da guarda nacional ; as 7 3N csro
Pernamboci.Parahiba a Alaga-.-no qualcorarau.i,.. 0 4- batalhao de artilharia apu ; as 8 lilao 10 e
cando-me acbar-se leg-1 e iteliui'iva'i.ente constitu- I
e refortpados dus da extincta segunda linha com
sold, c aos da guarda nacional aquariclados.
O Sr. commandanlc da briga la escolher os seus
ernpregados denlre os oficiaes dos corpos de qu; se
ella compoe.
A inaithaa se passat ro isla geral de moslra aos
corpos do exercilo estacionados tiesta provincia, ao ^t\'^ f^"'0' porqU'
prio! de corle.
I "i cji.itiro turbulento. Existe na ra No-
va um certo, caixeirinho tan turbulento que faz
receiar algum conflicto. L-*.- caixeirinho tem
por costume bolir com quem pss*a, seja quem for,
alejado ou ceg. Il> bem poooos dias passando-
lhc*,peia porta um ceg, por lal modo o aper-
reuu, que se vio este forg.da a defender-se eom o
seu borda 1, e c 111 o qual por pouco deixou de que-
brar a vi Iraca di madama Theard. Ainda na 1 pra-
lica esse caixeiiinho, qne he quando passa algum
malulo a cavado aproximas della sorraleiramenlc,
e sim que seja visto melle um pao por entre as per-
illa do animal para o ver dar popas, a laucar por
Ierra o malulo, que nao esperando por (al entrega
lera neceasaiMnenle de cihir. He oecessario por-
lanto qoe em vista do que acabamos de refeiir, o pa-
iran desse caix-iro procure iud.gar doi seus viiulios,
" urna vez verificado, o faga canter, e senao for isso
ta guarda nacional cmaqnarlelanicnlo, e as coro-
in s
il-in sag i n le i e
Thealro de Sania haM.Teverooi occasiao de ir
apreciar a excedente tragedia Nova Castro que
se represenlou ni nait de 28 do corrente, ni qual \ ,ur como o Sr.
sem a menor contislagao pnmavam o Sr Germano
no papel de I). Pedro Sra. Manela no de Ignez de
1.1 mu lo porm coraegavaraos a experiineu-
scnlimenlo, mas pranle as regras darla determinar
a victoria oa 1 queda do artista.
Seria para sentir, por exemplo, que nao ce linas a
na impien,a bullanle Iriurapbu ublido pela Sra.
I. Manoela na Grags de Deo.o. Desde o eotuga
do drama apparece e continua esta mturalidada que
a diatingue e que Ihe turna tai apropriado o papel
de Mana. A innocencia da menina que uao perce-
be os lagos que Ihe arma um seductor, a dor da fi-
Iha na hora de leparar-se de sua retal, as saudades
que ella resignada sopporla da casa da saos pais, a
depois o amor esperangoso e profundo que ella, me-
nina pubre a di elasse inferior, consigra 10 joven
visconde, ludo islo he bello e peladamente execu-
lado ; maa o que he ainda mais bello, o que loca t.u
sublime be o modo porque ella tra nz a loucurn.
eu pa, que a jul;a pobre, vai encontra-la na ri-
queza, e suppondo eala o premio da deshonra, aban-
dona e repelle sua lilha ; ntte e u cortejo que ella
ve acompanhando Artbur a seo casamento a tor-
nara looca. lie ahi qoe a Sra. D. Manoela moslra o
poder de seo tlenlo, he ahi qae ella eolhe a pal-
ma a 111 i, vicejanie de sua merecida coroa de ar-
tista.
Se porm ua loucura de Mara a Sra. I). Manoela
arranca lagrimas, no vallar da raido, nesaa lola
entre as recordagoes primitivas que ae som da aan-
funa Ihe entrara u'alraa a a saa perlurbagao, ursi.a
tremor qmsi convulsiva, que Ihe agita o corpo a
Sra. D. Maaoela loca ao zauilh da perfelgao arlia-
l'ca, he o que de mala bello lemos Tuto cui
sema.
Plio he lisonja ; he o tributo qoe merece qoim
tao bem eonhece os legrados da art! e lo bem imita
a naluraea. Nao quetmamos inceusu no aliar da
mentira, endiento-nos de panno pela aetrlz qoe,
anda no coraego da vida, protnrtte nra foluro tao
rico de gloria para si e para soa patria.
Apezar todava de possuir a Sra. I). Manoela, o
thealro uao he anda o qoe devia ser. A companhia
actual cotila a par d* algum adoras d forga, oo-
lros qoi, como alguem ja dis*e, Jo 01 ucoveiros du
drama, e que so lervem para a luz do contralla fa-
zer sobresahir o merdo doi qua o lem ; ene papal,
porem, mo para qoem o faz. prejudica sempre o
efleilo scenico do melhor drama.
Temos f porm qoe o Sr. Germano vanear eesH
ddliruldade e inelhoraia o pessoal da compendia,
nao indisidualisamos e nem ha preciso,porqae uro ac-
tor como o Sr. Germano uao s* engaa em lau ma-
terias, e labe melhor do qoe nos onde MU e oude
lana o mrito.
0 S^-,,*ermanu, oaotor que mais'lem amado a
. *ii 1 w-mr. o.iioi-:b i' -i *= iiciiuiiTOBtiiic n 'i-i 1 t ti 1 1 f\ f\ a* Ha, a I
da em virluleda auloiisacao e apprnvaeao din s-osi035 Ja0. l0j0s de "''amara, e as 9 l|a
esiaiulo* constante do deerelo n 197!) de 21 i de se- companhia lixa de catallaria.
lemlirn deste auno.e du conlral1 |cel*brad 1 com o go-
verno imperial, e appruva o pelo decreto n. l'Jsii de
7 de oulubro ultimo, solicita nSo s a designagao do
commissano de que trata o arl. 30 do contrato, mas
(Assignadoj.Joao Jos da Costa Pitnenbd.
ra f.rrainenlas e utensilios de Irabalho, casa, com- I tambera que se uem as provi lencas para que possa
da, (ralamente de molestia e a roupa indispen-'
; savel.
O lempo de molestia sera' psgo pelo colono em
uual lempo de servigo, depoi* de lindo o controlo,
1 para udemiiisaguo do qne deixno de prestar durante
: a ei.lerm lo |.>, ,e assim o exigir o engajador loca-
. lario.
SS 5. Qtitlquer ootro forneeimeati), como seja di-
iiheiro para porle de carias, fumo ou tabico, ele., I cimeMiasde* 'eat'ida-ie"a"q'ue'| lefletiee.
depender de curdo culis as parles.
Arl 33. O
asod,agao reeeber por cania do unpresluno con-
cedido pelo governo o equivalente da 1.a pre*lacdo,
que deve aehar-a* reculbida ale n lim du mez cr-
renle, e outru sim pede que julgaulo a prridencia
da provincia a ilua do Negtteira appropriada para
as hospedaras e al jmenlo* provisorio* de colonos,
d as ordeus que convtereiii para se poder reaiisar a !
laa us locantes ell-ilo. dessa tragedia, e ua occasiao rnambuco, repraseula actualmente o nosso Ihea-
em que appareceu em scena u Sr. Goimbra, que re- lr0 i esfurgos, o seu talento, ajudados pela
presiuloo o papel de I). Nonu, ludo foi abafa.lo pe- [ >"ipetliia que II,t volim indos, lem-lhe erangeado
loi applausos que Ihe foi dado, antes mesmo ne pro- 1se "o primeiro logar entre o adoras brasileirus'
nonelar urna su palavra, laidas f rain as llores que ao menos um dos primeiros.
sobre elle choveram, qoe o chao licou malisadu, I r '"> PPI divertido e exlravaganle, porm dif-
alem de Ires maguilros hoqoels di cravus brancos, lieullosissuno de D. Celar, ora no paptl grave e uao
com qoe o nbseqoaram. Desde eniau coraegamos a meno diflicil de D. Alvaro, ora no lidicolo e na-
lm jornal he.p.....ol de 22 de oulubro publican KT.a''!! qU8 "?'"" '",e"'0 h"ia P"anla I ""orado Commeodador, o Sr. Germano he sempre
segumte artigo *""" puuiica o ovacao, e cum o que au us engausmos, purque ao I 0,"0 ""s applausos que recebe.
depois chegou ao nosso conhecimento de que ha-I as diversidades dos papis elle moslra a lluibi-
vindo o S-. C .imlua rescindido o seu conlralo, fra ''dado de seu talento, e que he proprio para todos
aquella a ultima noile que apparecia em scena,e que gmeros drainalico*.
Aqui, como na Europt, como em toda parla cu-
li |i que ainda est por constituir o novo ga-
binete, parece-nos conveniente fa/er algumas ub-
servages crilcas sobre a WMniigia miuisle-
rlal.
Em llespanha ha h je sua acqoiiigao por meio de permuta com ns eslabele- < clnea no lempo de Fernando Vil.
Na B'lgica ha seis, em frang nnve,
e eram 10
Ion i* ubrigeni *e .
> I. A Iraballiar cum zelo, as*iduidade e boa v*.u-
11 le, debaixo da direegao e Intrurcftea do* l./.-u-
leirus e uulros encaja.lote-, ou de quem suas vezes
llzer.
2. A ceder do salario estipulado nns contratos
! a* quillas ahi designadas para amortizacao da divida
de passagens e a.lianlaiocnloi que tne'em contra-
ludo.
E>ta des-onlo aera' em relagao ao lempo di seu'
ff. jmenlos, e feilo mensalmenle.
: '.. A pagar na razan de .VK) a 801) ris diarios
[ ou o qu* se estipular nos respectivos conlralo* as
1 fallas de servigo no* das olis que deixarem de
liaba Huir por vonlade propria.
Arl. :li. Nos conlralo* celebrados com colono*, of-
1 hciaes mecnicos, 011 engajados para oulros Irabalbos
que n.lo sejarn em fazendas de lavoura, adinillir-se-
liu quaisqoer oulras con lices que eslejam emn
i;. I', ou |.m-Min razoaveis, eolrando utsse numero acloacs acciooislas, e das acgoei dislribuidas.
Ainda que a preiideucia da provincia nenhuma
ordem ou rommonicaglo ollicial lenba raceb raspotlo deste objecto pnr parle do governo imperial,
com ludo sendo irrecusavel a existencia dos actos iu-
dicadus cima, e desejosoda concorrer para o a llanta-
ment dos trabadlos da associacao quanlu coober as
miiihas f.cullad'S, lenho SotlCItldo do governu im-
perial as urden* necessarias alim de ser habilitado cum
o* niel..* precisos para salisfazer os empenboi que
conirabio ti governo c .m a .is'ociacao, e acabo de
tiomear commisiario do governo na confnrmida le do
arl. 3 do contrato ao l)r. Cosme da S Perein, o qual
dte dar-me o seo parecer acerca do lugar mais
proprio para os eslabelecimentos cima referido., e
que nao me parece conveniente enllocar na liba do
Nogueira.
I'aiendu esta cnrnmuiiir 1 a direegao da asocia-
elo da coloniagao, em reapoila ao seu citado ollieio,
espero ler dev.demente informado dos mcioa |ioi
qoe aa eonslituio a associagao, do numero, dos cus
. na Ros-a
uo/e, em Inglaterra um is vezes mai* e uutrai me-
no*, segoiiiu a* circomstancias polticas do reino,
Uain is de a ininisiracao que aqu r.inslilucm su urna
pi-la, em nutras migues demaudun um muiisteriu
nun os que aqu rnn-iitucn um ministerio, deman-
dan! em outras nagAes urna limpies pasla.
Na Austria e na Prossia existe um ministerio es-
pecial de agrcullura, no imperio um especial de
arnlli.-iria ; na GrAa-Krelanha, um de crrelo, e oo-
lros de eommercio : mas em rompensacan n 1
havia nesle reino, lia qualro anuos, ministerio da
guerra.
i.ii-in a Espaa com e'las,||oh*ervares poli
lie o jornal dolida as tomamos, dar a entender que
.levrm augmentar-seos ministros al quinze ou tin-
te, alim di que lenliam lugares lodos os can-
dalos que des ullimuidias lem apreienlado a do ella apparpgi,
de........man ludo aquillo se preparara, como para la-
wr erar que o Sr. Goimhra exceda ao Sr. Germano
Risliluido pu tanto o socego, coiiliriuou a Iragadla e
Ido ao vivo representada pelos ppala d* I). Pedro a
l-uez -le Caslto, que nimios ulbos derranaaram la-
grimal, lerminada que Im a Iragedia, Gseram ebe-
-ar a scena o *r. Germino, que lu recib I.. com
de se aprsenla, o S,. Germano, lem mostrado o
que val, quaulu poder exerca inbre os aulrnus a
iu%voz.
Sr. Germaiin, es*es li uvoraa, pois, e*es applaosus,
e-ai coma, que vos lem laueadu a Ironl* sio a re
iinmensos aiiplauns, sendo coroado por orna 111110- toinpensa do vosso mrito,u enlliu-io-mo he urna
cenie menina com urna lin la cap;la de cravus, a
obsequiado com uniros lanos bo piis e II rtei que
prece leram au S-. Coimbra, m*s anda pelus veraoi
iue .i um camarote foram recitado* e distribuidos
iinpresios |iela plala. Nessi occasiao o rebulicio
foi mudo roa or, lano qua sus.-ilandose algumas
du ico a arrebatar as
vero a menina uem a
al
piraco 1 it di h
mas, e do eco Bao
lonja.
So. um grande liomein, sendo um grande artilla :
mas deveii saber, que u ltanlo crece de cerlis
gAe. para o seu de'envolvimenlo, e que por
i'onlestacts na platea deu lugar a que mudas pe*- maior que seja u vosso, perde modo em seu briho
soai corressem, denando outras a.-u.lal|.simas, ale "sse eulerros que de vez em quando ahi se faz
nns qoe iamos sendo vicltuias de ama qoed* por um parecen lo as vez*s o Santa Isabel, *m lugar de un
empurr.ia que nos deram. quando e*|iavornlos enr-1 thealro, o cemiteriodas composir&es drama-
riam sm ver de que. Releva dizer que com quan-j lira*
I > nenhum confl rio sa de*s*. lodavia tanto enlhu-
a a*mo pude dar lugar a qoe mais larde ou mais ce-
e ailo josln be prevenir o mal,
Perdoe-nos, se sendo judos, somos om pouco le-
veros ; a verdal* lem as vezes o defeito de migoar,
maa por isso nao divemos meiuir.
Nao diremos qu* 0s Sra. Coimbra. Pinto, Rai-
Epoca.u recommendando BOi partidos toda a |.ru lencia cumii
A )iscussonu faz a seguinle analvie do mioisle- nacaaaarra a boa ordem Iranquillnlade publica, por
rio Narvaez: ...... 'l"e ,e ")) conliuuar, ningu-m querer' arriscar- forga confessat que por vezas" cirrtgam'Jsua-Daiir
11 iue fez do crcdilo o miuisicrio Narvaez .' guio-1 s em ir ao iheaim. nao nara ser inommndad,, ,h!_.a. ...i. "'
moudo, Lima ale enlerram os siui papen, mai ha
forga coofeisar
I s em ir ao thealro, uo so para ser locommodado, I ulude iteii.

MUTILADO


-*>">V i
lllABlO 0i8HA!IBCC0 TBiVA flBA i). r.iTEMBao m .1*9
Apegar do ludo i(o, porcm, o thalro vai pcilri-
velnttnle.
Ha bm cal Imnavel a esculla <\i ft<>, e se
todava na lesas algamas vete infeliz a lisliibui-
;"<> ilo pjp'M, aiii'li que nn, a rompanlaa rtprt-
srnlaria melliur.
i noiH critica nAo he aquella do qne fall o selnr
lve.ni, nlo (apira matar iodo e qae he nobra, lodo
i que Iip grande ; ta critica as vze deaaftimgdo-
r.i. es ve/e^riesprezivel, ha semi.re temivel ; lie
uns *meea (ansiante au mrito artstico i honra
do actor.
Koa abstrahimo* dn homem. e id itmci o selle, c
nemonquequandn pas dis.o, a erilira rf.ir.onr;
pnrueiro a pena que a eicme dn nug a miulaca..
|ii a soflre, '
Ea pee exlravasnle. mas malla vtrdideir e
mudo moral, qno nltimameine rabia a cana tic
Mana habal, ha ama halla hcalo nadii eea rfespm
Uderaa do hiuneni qne he aflua, em se lemhra-
tem que miiila* vetes ni he ri a proflula que a-
lidM u m^ia da nnbre, iim* lamheiu a bir-
lle o a honra daquelle e os viciui a a Infamia
Inte.
A? espraeeoea que Doma* pe na hoce de K'n.
qoinda quer disuadir a bella Anua de entrar para
i Iheatrn taooque aa porte diiar de mi>i verda-
leiro sobre e'a vida de lanas dep.n len -ia- a di
lanos sarrilicios.
>> tenrimentoa do ador kean orei de Ingla-
lerracomo llie rhamavam, mn-lrnm quanlo deve
ollier om arlnr dulinclo daqutlle lalenlo superior,
a que nao lein a honra de ser migo da principa de
Calle. .No meio pnrcru dos lOlTriinenlos do homem.
varieism-lhe as humen asen ao lalenlo, e tmqnanm
no aune da rleeeeperaego, kean em seo camanm
nisldiza sita lorie, n povo no ilieairn o espera n-
eioao. Qaantae vests lera ido repelida e.u cana I
Qaanlas vees leremos vislo em cana nm semblanle
rHonho, in-frarindo a dor mais alllicliva. a Sero-
pr* matearas e noaca um semblanle. a
No Keanloilot representaran) bem, a a peca
predaiio lodo o .u efTeilo. A norprez qne proriu-
-/'ooerilo dado de om eamarole pela lord M. tai
omplela, ale dizem quealgoemque o nao eipe.
rava qui/era mandar prender a lord, qne era, nem
mais nem meuns, o Sr. l'mlu.
O Sr. 1'ierinano e a Sr. |). Manoela distinsni-
rain-se por esla (cctsiSo, romo em Iota em que
repreteiilam. Sentase qne o Sr. Cermano estav
Inleiramenle possuido do papel de kean, e era lal
i a-i.enlo de convierto cun que elle prononriava
as palavra. que kean nn meio das dotes a qoe o
'onriemnavam, diriga aos hnmen*, que fiira mistar
er om ceno para nlo dizer : aqoelle he mais um
lalenlo a lular rom as lorloraa a afona de qoe o
mundo o cerca ", a llnhaia rasSo, Sr. Germana ; la-
do o homem de\<- ain.ir soa protissao e orsulhar-.e
quanlo a t ennnhrtriria pela penna de Alejandre
Doma*, Meiides l.eal ele. Erredeqne se lia tcepli-
cos peaeimhas qno nao ubem dar alar aa lalenlo,
ha lambeni Dina srande parle da sociedade, a soa
paria ipirilualiO*, a su parle mais nolire, que pe
a inlelligenci cima de ludo.
Ndu he verdade o que riizia Kean, qu* o vosso
n '"ido lenha a (llnalo dos brarns que conta o
P'dco, nem que e aniquila ao apilo de um conlra-
reara, njo, o vosso reinado he o da inlelliseneia., c
do (Minio, e nem ha disUncia que o limile, nm po-
der qce o aniquile. A (iloiia do actor nao vive so,
c>mo dira lamhem ktan, emquanlo elle vie ; a
.'luna dn ador quanlo elle he o que vos sois, val a
pmleridade e Iriiimpha de lodos os obslaculoi que
Iheqnltarem oppnr o hjmens do ien lempo.
Vinsaudo de aliiuma sorle os opprobrios qoe fa-
rem libar a essa rlass* l.iu injuslainenle desacredi-
tada, AleiBDdre Oumas ne ees um pouco desanimador. Reduz a inuilo pou-
ca colisa a loria do actor, a-ln esperar pouco dos
hoinens a alo pode ser baslaute para matar moita
aspiraban.
E^>le e algont outros deleites, at roetmo o de
desorden do emtdo a a fraqaeta do pensoniento
piincipal, nao roubam a Aletaodre Domas a loria
e ler lirado de ana imatiinacjio inlinilamente crea-
dora mai urna bella producto.
Na eiecucio, o aotor fui comprehendido ; Kean
nada peidiu em ser rrprtsenlado no Sania Isa
bel.
"Jumerjamos um pouco tarde, e qaando n Iheslro
la pi o\imo a lechar-te ; mas agora fui q ie tive-
mm r>l.i idea, e porque nao foi realiaada nu pesiado,
i ii I"' lato raz.io para o n i ser lamber no pre-
aer.li" nu no futuro.
//.
I.IGEIRO RCpARO,
A illcgaliiUdc que prelemle o reac'.or il
'"agina Avi.ls-i no "Diario de 26 do corrcnle
laver na emsaff^ de billietes ou vales de pe-
>|ueao valor, pagareis ao portador e feitos
sonteote com o louvavel nm do facilitar os
tioros miudns, .le cuj < falta lem vin :o gran-
ito ilplnmento ao commei rio, e .ti publico
!0i gerad rulo t. ni o menot fut 'amputo.
isip.8 vales conten urna obtigaefo indivl
dual de iiueni os assign, c sito recebidos so-
meote pelas peasoas, <]ue os qnerein aceitar
<"irj treco, e. por isso nao teem caiacler 1-
gum inptitulo de creditoe assitn estilo com-
preheodidoa no principio que eslabeleu o
referido artigo. Bem sabemos, que por
unta ronvonc3o particular se po eran emit-
tir vales como meio de facilitar qualqoer
tranaac^So. a voga ou ctrcula^no dest s
vales depende do crdito ou coofianca, qui
Kispiram e assim nao l^e i ma tnaior ou
menor aceita^ao, qne estabeleco a sua ille-
galidade como se pretende no artigo citado
Batea vales conten a declararlo do certa
somma, que os signatarios se obriga mapa
gar ao portador, e portanto no sao emiiti-
dos por urna socic'ado anonyma, pira que
Ibes seja applicavel o art aoi. do cod coni-
mercial: fcil be dn^ver -. differenc;*, que
lia entre bilhetes ou acefes emitlidas por
urna sncieda le bancaria, segundo o disposlo
no art. t!97 do mesmn Ci1. e sob a respon-
sabili lade desta socisdaile e Arma de seus
geentes, que tilo sao pessoalmente respon-
saveise obratn eni nonie albeio, e os vales
de que se trata emdidos po.- isrliculares c
sob a sua responsahili lade individual; nem
elles revelam sociedad e operaces bancius
em lace do art. 120 do ja cita Jo cdigo.
Nenhnina applicao lem igual.Tiento o
art. IT.'i do col. criminal, que s. refere aos
nue fabricam moela falsa, len.lo se espe-
cialmente* em vista a lei de '.i de untubro
le 1833 ; he evi lente que em nenliuma
das especies ah presentes comi-reltendcm-se
ditos vales, e f .irc,a he concluir quo nao he
transgressao aos artigoa Citados o nem u ou-
tra qualquer lei.
.Mas so no emprego da-ju lie meio lu pe-
rigo, tamben* o ha na circularlo das lelrHj,
109 bilhetes h orle.m etc., etc., que eajrSo
mais ou menos ic ilos. lorio mator ou me-
nor circularlo, segundo for o crdito das
pesaoas qu os issignarem. Assim he evi-
dente, que nem se da immoralid ,do nem to
pouco illegaliJado nos val. s, quo ciiculam
mercado Bornale por falta de trocos, que
sao rccebidos a voulade e resgata-ios logo
qi.ie so aprsenla los : se o contriirij acon-
i.ecese, n3o loijam cit'so alg.im edeaappa-
rereriaui do mcreado--ij'so ficto.
W.
I'i.EHH RESP5TA AO (OMMNfCrVNTE
i .i 11; .< invocamos os artigoa do eo ttg>
criminal e co'nmerci;, acerca da emisso
dosses vcl 'S.que circularan! por algutis lias
ii sta ti lado," mi para est-belecer o parallelo
que se da enlru a hypolliesd que elles ligu-
ram, a que ltimamente tein occorrido a
respetlo d'squelles vles derrama los na cir-
cuUg3o pelos Sr. Sequeira & l'ereira e Po-
Ivcarpo Jos Layme, mas iiinda mi'smo con-
'odidu i|ue r.entiuira ap|i|ic- cao It-nbam ao
caao sobreo qual se questiona. perguntarc-
mos nos, serao esses vales considerados ro
IDO letra de cambio ou de trra'.' Sorflo bi-
lhetes a ordem ou notas promissorins '.' I'or
erto que nflo, porque em nenhum deases
sos si; achaincomprehsndi los os que fo-
ram ciniltiilijs, eroi conseguiule nao po-
diam regtilMimc.T.eci'ciilir como moeda li-
daciaria, aem que para esc lim houveese
precedido una aulorisa^o. Alero dn que.
oncedida mesmo a hy.otbese de nSo haver
disposicle na lei que prohiba a emissAo dea*
rali s, n ii podi ria, aborto o precedente,
|i;ilqucr outia pessoa emitlir lamben os
ios, e assim d.r logtt '.a frau 'e e ao esle-
lionato. &m tal caso, quem seria o sacriQ-
eado? O povo queja lan'o sol re ; povo
olha para o governo como seu protec-
tor natural : o povo que per lando urna par-
t=da r igalna que possue, peiora de con-
'. > i uds niuitos soiii ;ii entos que ja padece.
moa poitatit'o a declarar que muflo
caneeito nos merece a firma aocisl dos Srs.
iaqueira 4 Pereira, mas nSo podenfos con-
1 or:il que ella por si s podesse linear mfio
:.e um meio pira facilitar os tropos miudos
'oncedemos quooli/osso nicamente pera
nas transagOes mercantis, mas que ja-
mis os seus vales podessem ter valor em ou-
ra parte, porque se com o intuito o me-
Iborar a condicSo do povo, desse favor nSo
lem elle precisan, porque o gOve'QO lonn-
ria como loniou a resolu-ro de mandar tro-
cos miu los.
0 redactor da Pagina.
AOPDBUCO. ^
l'enjo sido procesudo por ordem de jui/. mu-
nicipal do Rio Furmoso, uSr. Di. Tliaodoca Ma-
chado Freir l'ereira da Silva, por consideiar-nos
autor mamlanie do e frar o Sr. Paulino Augusto da Silva Freir, olTo-
recemos agora ao publico sensato a pubjicar-ao, e o
mleiro conliecilticiiln danta celebre prncesso, qup,
terminado pelo actual e mili digno juiz municipal
supplenlo em eAercicio, o Sr. I)r. Ftanrisco de'
Calda? I.luz, fui por elle julgadoimprocedente.
Esta proresso'foi para nos una lina orc e inic-
ressanle, pois que foi nina lula rom c poder ; e
combaliamos com armas inhramente desiguaea.
Tinhamosa nosso lado- a vardadeuna josii-
{l evidente u una vontade firme da iriiinipli'armos
[icios canses ligaos da una recriminaco falsa e as-
sas odiosa; no emrelanlo que remira nos se apre-
sonlava a auioridadc publica rom largos meios a sen
alcance, querUndo-no$ offereeer em holocausto do
nosso coulrario, o Sr. Paulino Augusto da Silva
Freir.
A aatordade publica entao ropreseniada na pes-
soa do Sr. Dr. Tbeodoro, faeilaenta aceitando o I
boa lo contra nos espa Miado peloSr. Paulino, promp-'
lamente al(;ou a espada lorie da jusuca sobre nossa i
rabeca.e diligentemente expeli a sua portara ini-
cial em dala de 3 de agosto passado, ordenando fus-
sernos processado.
Ja assim nos vendo gamer o nosso figaJal, o gra-
tuito inimigo, o Sr. Paulino, sob a forla pressao
desso odioso processo instaurado ei-onic.io, cuida-
dosamente procurou anda outro meio de cruelmen-
te ferir-noa. e logo de prompto recorreu a impren-
sa Felizmente portn anlesde sajujios por ahi ag-
redidos, fizemos patele ao paolico a falsidadeda
aecusacao, que esse lioinom ingislo, a quem nem
por pensamenlo ollendemos, to duramente sobre
nos lancava ; leia-so o Diario de 31 do agoslo
passado, e alii vcr-sc-lia esle nosso proteslo.
Logo em ssguiJa no Diario de II e 12 de
selembro findo, fomos torpemente atacados peloSr.
Paulino, que, respondendo com um cstvlo proprio
de algum bolocudo, ou selvagem, a aquello nusso
prolcslo esrripto em termos polidos, e sobre mu der-
ramando toda sua negra bilis, vilmente procurou
macular-nos.
Lomos esses Diarios, e delicadamente demos
a este inimigo desleal as precisas resposias publica-
cadas nos Diarios de 2, o 15 de outnbro, es-
cripias ellas en* esijlo condigno com a nossa posi-
cao social, e nao no estylo proprio daijuelles que
facilinenle baraleain a honra albeia sein a propria
respeilarem; eticamos rom o espirito convencido
de que o publioo nos fezjustif*.
Espedida, que loi, essa portara inicial no dia .'1
de agoslo passado, por ordem do Sr. Dr. Theo lo-
ro, para a inauguracao solemne de nosso processo,
quiz a providencia, que a vara municipal inmedia-
tamente fos.-e entregue ao Sr. Dr. Francisco de Cal-
das Lins, e esse magistrado imparcial, e austero
enta rigorosamente investigando lodis as circums-
lancas do facto, procurando zelosamenie a verdade
aem altender as consideracoes pessoacs, depois de
tonga inquiricao, e minucioso exame dos autos
despronuncio i-nos.
Esta sentenca be um monumento de gloria par o
Sr. Dr. Francisco de Caldas Lins; nos a Mere-
cernos agora com a publicago de nosso processo ao
conhecimento e altencao do publico, que lendo-as
desinlerassada mente com certeza conliecar, que
ainda apparecem homens, que completamente sa-
tisfazem os deveres de magistrado.
Tambera claramente conbecer o publico sensato
pelas parle, ofliciaes do inspector S. Tiagb, que
nao foi infundado o lerrivel boato, que se propalou
logo depois do Sr. Paulino so dizer espancado, e
de sobre nos langar lio odiosa impula^ao desse lac-
lo, de que se prelendia cercar o nosso engenho, e
prender-nos ante mesmo de formario Je processo o
reconlieciment de criminaliilade para tamo se pres-
tando o Sr. Dr. Tbeodoro, intimo amigo do Sr
Paulino, e cujo abuso da forca e de auloridade so-
monte irazerulo enlao para nos eonseqoencias mui
serias, pozersm nossa casa em alarma, o nosso es-
pirito perturbado, e assim pioduziram aquella nos-
sa caria (ao errada, e falsamente interpretada pelo
cerebro esquentado, e vingalivo do Sr. Paulino.
Claramente ainda conbecer o publico na publi-
cacao deste nosso processo, que nunca albeio a elle
foi o proprio Sr. Paulino, embora instaurado fos-
se ex-ollicio, por que alm de ser elle amigo intimo
do Sr. Dr. Tbeodoro, foi visio em sua casa noen-
gcnlio .lundi de cima, durante aquclles dias cala-
mitosos o grande inspector S. Tiago ; e de mais a
mais forneceu o seu proprio engenho Jundia de ci-
ma, tres lestemiinbas, das quaes urnas Ibe tan* ser-
vido de mesire de assucar, e oitlra be moradora mes-
mo dentro de seu cercado, bem porto de sua propria
residencia.
Resta-nos agoni em lim gradecermos a lodos
os nossos amigos as provas de amizade, que nos
prodigalisaram em nossa cruzada foi o nico le-
nitivo que Usemos no meio de nossa afllicco; e sao
factos que minea poderemos esqnecer, pois que cla-
ramente demonlram elles, queapezar de Indas essas
marbina{ON infames de nossos rancorosos e g-atui-
los iniraigos, e queapezar de nossa pessos estar en-
lo sujeila a essa pressao judiciaria, sempra a nossa
reputaoo esleve soberanamente sobranceira a esses
perigoa medonbos, com que a sitiaram a estos nos-
sos amigos, pois um reconhecimenlo eterno cor-
dealmenle tribuamos; c ao Sr. Paulino, e aos
nossos perseguidores de novo enviamoso perdo,
tilho da candado lao repommendado por Jess
Christo.
Dr. Candido Goncalvcs da llocha.
Engenho Sipo, 20 de novcmbrodel857.
Illm. Sr. I)', juiz mnnicipal do termo. O |(r.
(.aiiJilo liono'lvet da Hucha, a hem de precisa quo V. S. se'diana mandar qoe o escrita 1
Counbra Ine di por eerliilS.. o llieor de lodo o pro-
cesio que contra o suppliraule se iintaurou pelo sup- i
potlo (acto ae ser considerado mandante do eapunrs-
rnanlo, que di; solTrera I'aolino A.iBn.to da Silv,
rreire, desde a portara inicial at o despacho de nao
prunoniia eieiploando-e os termos de (onetatio,
ata, juntadas, mandados, cerlidoes e vi,la ; ludo de
coiiforniidade com a le a o e.lxlo : por lauto, pede
le. fc, K. ale.
Do. Kio l'ormos'i 3 da novembro de lri.-7.
Cald-s.
Joiciiumes Caimbra, Uoellilodo puldico judicial e
nota., e do reaulro ueral das hvpothecas, aaerivao
do rnme. cnel, orphot. ausentes, capailas e 11-
duiK, dasla edada do Ido lormoao e seo lerna,
comarca do mesmo nome. da provincia de l'er-
n.mbiico, par S. M. I. o C. que leo ^l.de etc.
S.-rlilico, qoe revendo o- aulns de que a petiQo re-
tro N menean, delles consia setem a< pera- pedida,
por eeilidao do Ihejr, fotuia, modo e m.meira e-
Kuinle :
Portara.
Oescrivan Colnltra, antoando e*la. com ns ollirioc
iiieliiioado iaspaelor do l. qoarleuai da freaue/ia
d l na, expera maiidauo para que sejaiu nolilica I -
Anlmilo Jo.c. 1 .| -|.,, de l|nl|.,nda. PraiHl'CO
I ernandat la Silva, Mana l.uiza da r.onreirSoe Ihe
lora da. \ ira-na, que lem de depnr cnmo'lesteinu-
naaaa proce.so qoe al ser inalaarada eunlra o |)r.
t-audido (...ncalvfi da Rocho, pelo f,c, referisa nos
meninos ollicios. alim de que romparecm na casa de
niniha residencia, em o da H do corre'nie pelas H lio-
rat da manha.i. iinlidiado iuoalinenle o Dr. promo-
tor pub leo, e o predilo I, m.nUe- da Hucha.
Compra. Kio Formoso 3 de agosto de IK'iT
Machado da Silva.
Parle olllcla!.
Illm. Sr.Itiispundendo ao ollicio de V. S. datado
de linnlem, leulioa honra da di/.er-lhe, que he exac-
lo ler sida atacado o cidadio Paulino Auan bilva Freir, indo do Cnqueun para seu angaaba -
10 horus na noile rio dia -J.I do trrenle, por
tres indivl usa* que te acliavam de emboscada lia es-
trada ; ma. I- li,monte i urna recelada riis que lli-s
descarreunrain, locou-llie em um hombro, re.ollando
urna leve enmustio. A voz publica Indulta o lir.
Candido como aulur desse alternado, por ser a nica
pessoa do lagar com quem o (ill'endido esta em desin-
lelliKeuvia, p,.r rau-a de nina queslao de ierra, islo
iio.to. \ >j. determinara o que devo fa/er : mas
dv,. ponderar a V. S. que a iienle do lunar nSo se
presta o qu,|qUer diligencia que te dirija a retlv ho-
mens de quem elles s rrream.
Dos iiard. V. S. Jundia de llaio -JH de jo-
Ilio de Ir*,,.- Illm. Sr. Dr. d.leaado llieoduro .Ma-
chado Imre Pere,.. .la Silva Jon.oi._J,Mq .lM.
da silva Bai Omelo.
rain Mana l.uiza da Con,ei...lo, .Nazaria Iheodoiai .er.do ii.uueriio aubre o fado comame"da por-
.ia Mrfzeii*. \tuu, a la. ?
enanoarde a \ 8. Jondia de Bailo J de aaos- Kesoondau qu indo ea,a ,| Sr. Paulino na noi-
roie 1S,,.Illm. Sr Dr. I hendoro .Machado I re- la e-oinle do occorrid,,, ella Iba contara qiie ll.ih.i
re |,-reiia da s Iva Jnior, diu,,i,.,0 delesado do levado ama pancada no hombre direilo. viudo do
Rio Innnos .- Juaquim Juseda Silva Santiago, ins- engenho Coqueiro para sen ena-oho Jundia de O
pcelor inlerloo. m, diiendo-lhe .. mesmo Sr. Paulino que loppu
i a 'j qaalineao. I nha ler .ido mandado dar pelo Dr. Can lirio (,nn-
\nsll diis do me/, de ao mu.o de Kouo Senhor Jesus(.l,ris|o,|. |s;,-, na.! I.'n.i
s da oamara deta ridyde do Kio Pormoaa, pro-
vincia de Pernambaco, aun.la foi viudo o Dr. juil
manicipal aupplenle, Francisco de Calda* Lint, ce-
rnan e-envao ahaixu as.ianudo, ah cnmparereu o in
dloladn Can lidu Concalve da Hucha e o jon Ihe
fez a* eguinles :
Peiguiila.(Jual o seu nome *
Itespondea chamar-se Candido Genctlve* da
Rocha.
P De qnem he lilho ?
R.--De Francisco lioncalves da Rocha.
r.llue idale tcm '.'
II. ;t9 aemofl.
P.Seo estado ?
R. Casado.
P.Sua proflnflo, no meio do vida .'
|J.Agriniliura e medicina, anude he formado.
P.Soa ii.-tii.n li ;,i.!.> ?
R.Rrasileiro.
P.O lugar de sen naacimenlo '.'
II.l-'reiiuc/ia de Sanio-Antonio da chlale do
Recife.
1'.Sabe ler e eserever '.'
R.Sabia.
E como nada mais respondeu, nem Iba foi pemun-
lado, mandaa o oh laviar o prtsente auto de qna-
liHcafSa, que sai pelo m> smo indicizdn assiunado, de.
p r. de ihe ser lidn e a^har conforme, esiinna.lo com
IV:.una lo a requerimcnlo do indiciado, le elle
leslemunlia tabla a r.i/3o de.ta intriga I
Retpondeo que o meamo Sr. Paulino Iba hsvlsdi-
to ar |ior causa He qoeallo de Ierras.
1'. por nada mai< slier e nem Ihe ser pergonlado,
deu-te por lindo ele depnimenln, depois de lite se
lido e n acbar ennforme, a-nuna Antonio dos Sanio*
Vital, por elle, visto nAo s ilier, com o juiz, do qoe
ludo dou fe.
r u Jote Comes Coimhra, escrivo qoe o etcrevi.
Cal la<.Antonio j, Santos Vital.Avres de
Albuquerque liima.I)r. Candi lo (onclvts da
Rocha,
Sexla Imlomonha.
I'raucisco Felii Baptitla, ile annns do idade,
agiicaller, casailn, morador no mt;enhn Judia de
lama, natural de lina, aos c-lnmea dissa nada.
I e.iemunha jurada aos Santos l'Lvaiieelhos, em um
hvro dellet, em qoe poi a sua mao direita e pro-
melleu dizer a verdade do que soubetie e Ihe fosit
periinlado.
F; sendo inqocrido sobre o fado constante da por-
tara, al'.!
Respondeu qu? sabe por ouvir dlfsr a mais a I-
auem. que e-ie bavia levado urna pancada, vindo do
eiiceulieirn Coqueiro para seo enu-nho Jondia' de
Cima, as 9 hura* par* as 10 da noile em um do* diai
le qiiiiiiu-ieira do mez pascado, a qne dizem 1er o
O indiado be um honrado pai de familia, o heu |
caa'ler he u de um eidadao respetlador das lei-, i
como be geralmenle sabido.
Iiiverosiinil puis, nesarra/nada a infundada he a '
imputaran que obre u indiciado si queira laucar de
faclu ii l n.ii i .11.
Paranlo, nao el n indiciad., no can previsto pe- !
Im artUot til do ru.iia...... proeetw criminal.
->H.i rio reaulameuto n. ISO de :t| ,ie Janeiro de IKi,
vi'ln como dn dtpoimenla das lealemanha* e de niaii
peno** do prcenie proceno, nao pode a aalorl ade
rniivenrer-se da *li*l*ncl* da delirio, nem de quem
ieja o ileliui|,i< ule, como expresamente anigam
o juiz, do que lodo dnu fe. Eo Joik tioniet Coiin- I Dr. Candido o autor dente allantado.
bra, e-entilo o escrevi.Francisco Caldal Lia.Dr.
Candido onralves da Ro-he.
Assenlada.
.Vos II dia do mez de agnlo, do anuo do N*ci-
monlo da Nosso Seulior Jess Cbriito de I87. nesla
cidade do Rio Formoo, pioviueia de Pernamhoco,
em casas da cmara detla cidade, onde fui viudo o
Dr. j ii i ni.un. i, i snpiileiite Fiancisco Calda* lins,
eomiao e.rrivci ahailo asiianadu, ahi preaenlea o
Dr. promotor publico e o indiciado o Dr. Candido
doncalves da Rocl.a, e seu advocado o Dr. Francisco
de Paula Penni, pS|u juiz foi inquirida U*l*ma-
olis deMe -iiiniiiii o, adianle se ve, do que para cons-
tar f-;o eite termo. Eo Joa Comes Coimhra, ei-
erivla que o esrrevi.
Piimeira le'lemunha.
Franciteo F'ernandes da Silva, 34 anuos de idade.
agricultor, rasado, morador no engenho Jundia de
Cima, natural do Brejo da -Madre d leo, ana cos-
ime die-e nada, lealemanha jurada tos Sanio*
Bvangelho* eai um livro delles em que pos a sua
nulo direiiH, e promelleii di/er verdade dn que sou-
bee e Ihe fosse perguntado.
K sendo inquirida sobre n fado comlanl* da por-
laria a 0*., que Ihe fot lida :
Date, que linha nnvido dizer, ser o Ilr. Candido
Imii5lves da Rocha, o mandaule dessa lien-1 fei-
la em Paulino Auauslo da Silva Freiie, mas que el-
le leslemunha, na taba se foi ou nao, e que i-lo
Ihe ditsera Jos l.ins, morador nu enanillo Cuquti-
ro, o qual lainhtm Ilaha nuviilu di/er a oolros.
Peraiiniado qoal o mutivo que causoa este espan-
cameulu '.'
Repondoi que nilo labia.
Pergeniado se elle letiemanha achata o Sr. Dr.
Candida capaz de praticar esses allenlados, itRun-
do seus precedcnlet'?
Respondeu, que para si, julcava incapaz de lal ;
cnjai perguntas furam fetas a requerimeuto du ad-
vocado do indiciadu.
E |ior nada man saber e nem Ihe ser peraontado,
deu-ie por lindo esle rieponnaiilo, riepnia de Ihe >er
lito e o acbar mullirme, aiiia Maitinhn Jos dt
Sania Anua, vi,lo nAo saber cicrever, com o juii, do
que doo Ir.
h eo Jo-e Comes Coimhra escrivSo, oe>crevi.
Cal las.Mailuiho Jaa de Sania Anua.Avres de
Albuqueque Gama.Dr. Candido G-nncalves da Ro-
ehi. Franciteo de Paula Penna.
Por lana.
O Sr. (HaTivIa Coimhra. pa-e mandado para se-
ren Iranias dehaixo de vara, e sobre as penas da
le, as test.muidles que deixarain de comparecer hu-
le, para deporem n (aromarte noe e.td' inaiaa-
aiiio eonira o r. Candido Uencalte* da Kocha,
(elas ol -usas pradeada* nu Paulino Augusto da
Suva Irene, uipnn. aquella que he moradura no
termo de Barrelrnt, hem como, que sejam lamben
nnlilicadas as te-temuulias indicadas pelo intpecloi
de qanrteirao em s.u Hiri que se artbajaateae
meamo inmm.rio, devendo ledas ellas comparererem
no da IK do crrente, pelas !1 horas da roa-
nhfla.
Assim o compra. Rio-Formoso, II de agoslo de
ISji.Cald.il.
Acenlada.
Ao< 18 dias do mez de aguata de |SJ7 annns. net-
ta ci lade do Rin-Fu
Pergunlado so ouvio fallar qual a razo qoe roo-
tivou irroellianle oceurrenria i
Respondeu qoe ouvio dizer a Paulino, teo e-
nhor de eimenho, e outroi '.er sido por cauta da
que-l/iu i'e Ierres.
li por nada mais saber nem Ihe ser pcralinlado,
deu-se por lindo e-lo depoimenio, depois d* Hit ser
lido, awiena Antonio dot Santos Vital, visto nao
saber, rom n jin, de qoe ludo dou f.
Eu Jue tiuines Coimhra, ecnvao o escrevi.
Caldos.Antonio do Sanio. Vital.Avres da Al-
boquerque (ama.Dr. Cundido (onvaive* da Ro-
cha.
Inierroaalorio ao indiciado Dr. Candido l.oncal-
v e. da Hocha.
-\o prnneiro dia do mez de selembro de I8.V7 sn
nos, ne-la cidide do Hio Formnio, provincia de
Pernamhiiro, em casas da residencia do juiz munici-
pal sii|iplenle o Dr. Francisco Caldas Lins, sin pr-
senle n indiciado u De. Candido Congalves da Ro-
cha, livre de Trros e sera rouslrangimeolo algum,
ptlo mesmo juiz Ihe foi ftilo o inlerrogalorio do mo-
do que se segu :
Pergnnlas.
Prgiinlado qual o een nome
Respondeu rliamar-e Candido (oncalvo da Ro-
cha.
De onde he natural }
Da cidade do Reeifc.
(ule reside nu mora '.'
No engenho Sipo da rieaiie/ia do La.
A quanlu lempo all rende .'
Ha olio auno*.
Uu.il a su, profiwleaa mtiosd* vida ?
Aarirultura e medicina.
Onde eslava au lemp em que se diz ler aennt*-
culo o faelo'.'
>'o engenlio Mamiicabat.
Conhece as pessoas quejoraram ueste rroce-sc, e
S quanlo lempo '.'
Conhece nicamente Antonio Jos Cavalcanli.
lem alcum motivo pailicurar a queallriboa te
faci ofltcial '
Nada.
lem faelns a allegar on pro.va* que juslifiquem ou'
mnsireni sua iuiiuce.icia ?
ll-'-puii.ieu que por meio di sen advocado, cue-
rela as provas de > ia innocencia, o qual estando
presente, nflrrereo-t* por escripia e pedio qoe se
juntis* ios aotos ; e como nada mtis respondeu e
ntm Ihe foi pcrkuiilado, mandou o juiz laviar o
presente auln, que vai assicnado pelo indiciado
depois da Iba ser lido e adiar conforme, rubricado
pe., juiz, a adiajnada pelo meamo ; do que doo f.
h eu Jas (ornes Coimbra, taarivla que o escrevt.
Francisco Calda Un-, Dr. Candido Concalvea da
Rocha.
F.-i.va rabriesdoainUrroRtlaria em todas as soas
rollios com i rubrica que dizCaldas.
Defeca.
Evercendo o precioso .nreilo facultado pela ahia
dnpssleas ,t0 irlt ts g (i 0ll roJ# pfotjg,,, cr|mi-
nal, r mbinado com o ait. II.". do mesmo eodiao. o
tnd ciado ollerece a comiderar^o da illuslreda mlel-
licencia e imparcialidade de V. S..III111. Se. Dr. jui/
manicipal, a iua defeza, fondada em alleea^iles e
provea que pruna f .la 1 ho rte re.pnnder a V. S. em abono
da verdad* e conf,.,,,,, a ,ninh, ro,cieIlciai poden-
oov. 65. usar daala i.iinl,., r,pos como Ihe con-
Deas go.rde a V. s. muitos ,nos. De V. S. el-
b, .?.n. IiKendr ",',' re>P"'d"r. Fr.n.i.co l>-
b ... de Albuqo-rque Mm.le-Negr.., vicario
Povoacao da Una, 7 de ago.to de Ih.,*. '
D irunielilo.
Illm. Sr. coadjuclor padr* Antonio Jaenmt d* A-
--.... ., ,. ^.iiu.u wasfniH i. i.unin..--.ii- raujo.1{ e-pci luame ule dir iio-riie a V ||,,,
oam quanlua ene publico losirumenlo de procura- mo roaujulor dula freguezia de Una e aSaana A
(po bailante virtin, que no anno do naacimenlo de alta cniHeraco, pediudo digne-ia lar a bondade
Aossu Senhor J.sus Christo de 18,7. ana cinco di-s de reip.,der-ine meimo no p desta aotqua.it,,,,:
do mez de aaoslo do dito anuo, ocla cid-de do Riu bailo ilutado,, pirmiltiudo-me fazer uso de na re-
rormoso, prov ocia d* Prrnambucn, em meo cario- "
lio veio o I)'. Candido (onfalve da Rocha mora-
dor no enanillo Si|i, que o re neheco p*lo proprio
de qu ge Irala e dou f, e por elle me loi dito pe-
..., ........ 1 .-------" p-B-..u inri, n.ridiu em le.la.
rameas Itslemunha, abato, ...lanadas, e porania do ecgenho Coqueiro ao Sr. I'aolino Aocu.io da
dS IIXV.H1 JB lu I .irm lifti. JA.> .. 1 .u naia^nr. ^ Vil. #_'_______
i.rinnso, pruviecia He Pcrnaml.u- cao que se Ihe queira laucar pelo f-elo iminoso
Z'.nV.\ ni residencia do ,n.t municipal sua- j platicado a peatos n oidodio Paulino AoguttO da
penle o Dr. Francisco Caldas l.ins, anude en eacri-| Silva Freir,
bal-
por roja raz3o lun o indieado pe-
mMc.,K ?' al" P"""'" Ur. pro I rime V. S. comparecido por mais de urna vez. Os
motor publico o indinado e seu advocado, pelo juiz I incommo.ios de um prncewo allerlam a honra, a l-
1 ."a1.1'?.'.'!".-"'.*9 ,!,le."lun,las d""e "'mmario co-1 berdsdea a fortuna, diz .1 cons.lheirn Pimeula Rue-
o, esaotempre um mal gftve que se nflo deve
causar por mutivo* liaeiros e Irivolns.
ato adianle se v, do que para constar pa>so esle
(crino.
En Jus iiinirs Coimbra, escrivilo que o es-
crtvi.
Secunda leslemunha.
Jlsria l.uzia da Coiiceicao, idade de 17 anno, sol-
teiie, moradora 110 engenho Coqoeiro, natural de
S. Denlo, aos eoMumes ilisa* nada, 't'ettemunha ju-
ra la aui Santos Evangelbe*, em que pea a su* mi*
direita, e prninetteu dizer a verdade do que suubes-
e, e Ihe lo..e personladu.
E sendo inquenda pelos factos constantes da porta-
ra a folhat, que Ibe lu liria ".'
Respondeu, que na noile de -J:l da jaiba pa-sado,
ella le'leinui.lia na puiia ile sua cata, as'J hura ii.
ninte, clieaaram tres individuos, o quaes ella alo
pode rouliecer. |iediram foco para a-enderem
rharolus, e te&oirain para as banda do engenho
Jundia' de Cima, e que dahi a meta hora poueo
mai* 011 ineiio--, pausara tiara o meen lado o pro-
pietario deste enanillo Paulino Augusto da Silva
Irtire, ouvinln ella dahi ha pouco orna pancada,
qoe pouco depois nube ter sido da la no menciona-
do Paulino, c que nada mais sabe.
Pwgantada como, de quem naba o que acaba
de narrar '.'
R'spou.leu, que de nm portador do mesmo Sr.
PauFiin, que la avisar ao leneiile-curouel MaianliSo
o acuiileride.
1: data a palavra ao reo para contestar, dlsse que
nada liaba a conle.tar, e por nada mais saber, e
nem Ihe ser p-. anulado, deu-t* pm limb. este de-
poinieiilo, depo s de Ibe ser lido o adiar ennfurme,
llgAa pr eiu llernardode Alhnqucrqu Fernan-
das dama. vi.lo nao taber anignar, ruin o iota, do
que ludo dou f.
Eu Jote Comes Coimbra, eicrivla que o e>screvi.
(tildas. Remarlo de Alboqueique l-'ernande
U processo instaorado contra o indiciado, he aem
din-ida alcuma bascado em orna mullo ligtira
inoilo frivula conjectora.
No dia _':! do mez prximo pa-ado, em Ierras do
engenho Coqueiro, a 9 para 1(1 huras da noile, inda o
eidadao Paulino Auau.lo da Silva Freir para seu
engenho, Iba deram urna leve pancada no hombro.
Islo fui participado pelo inspector do lusar, ao juiz
manicipal elteciivodn lermo, acrecentando o ins-
mo in-peclor, que esse laclo era pela voz pnhlica
imputada ao indiciado, por ser este a nnica ptssoa
con, qnem o ulfendido 1 < 111 deainlelligencia por -an-
sa o qoreloea de Ierra..
Nflo pode o indiciado roneeber aor e o pre-ili
latpeetw enconlruo esta voz publica..
lal voz publica nao ha, cuino pa.s o indiciado a
demonstrar com razfic, a qaae* pruvam plena-
menle n iiiiiucencia rio uidieiaao.
Pnmeira r*zflo.A tuipeil* que diz o inspeclor, d
a voz publica como fundamento da impotaeflo do de-
licio ao indiciado, he rjeserresoada, como s demons-
lr* com o documento sob n. I." Ve-ao desle docu-
mento, que da queslfl da Ierras batidas entre -.. of-
lendido e o in tinado, saino esle ticlcrioso.
oe inlere*se leria pois o nllensor em miniar e-
panear o offendido Se o motivo da iunnizade que
e diz haver entre o ull'en lulo e o indiciado, he a
quel,1o de Ierras, e se esta Hilo pude razoavelmenle
dur Iu2ar a urna aospeila contra Pe, be vista, que
nem ao menos ha ligeiro indicio contra o mesmo in-
diciado ; por quanlo, nao ha nm faci ceiln a inini-
zade un desiolellicenc
Segunda razflu A voz publica, que contra o in-
dinado diz Inven, inapeclor, nflo he alleslada pelas
le.lemuiihas. A primeira lestemuuha, pezar da
relacOe de dependencia que lem tura o irilendido,
,ina.Ayret de Alhuijucique I. mu Dr Candi- pnrquanlo mora em Ierras de seu engenho. nilo de-
do ttencalvea a Rocha. pe com ludo eonira o indiciado.
.. .,.. I "tira le.lemiinh. Es.a lislcmunba apenas ouvio dizer por ulna s,.
nassna I neodnra das \ iraens, catada, de idade P'sso. que lamhem linha envido, que o indiciado era
, 1 '"Tu' ,n"r'1"ri' n0 "'"dio Coqueiro. natu- | qoem te imputava ollcnsa ; diz es*a lestemunlia,
ra do Aliiiii!". e aoa coslumes diaa nada, lesie- ; que nao sabe o motivo pelo qual se allribue a illen-
inunha Jurada ao Santos, em que puz a sua mao di- [ ** ao indiciado, e que o juica incapaz do crime que
ilivrodelt-s, e promelien dize. verdade se Ihe imputa.
Essa leslemnnha, por tanto, he favoravcl ao indi-
ciado, e nao cuitvein para que esista voz publica eon-
ira elle.
A s.gun'a Iciltmaoha he mora lora em Ierras do
(ucenha Coqueiro, no logar do delicio, e no enlre-
lanto dia, qu. nao sabe a quem se allribue o momo
dll'CtO,
A lerceira lestemonba, mu d leaunda, moradora
com esla na mesilla casa, e em Ierras do engenho Co-
qoeiro, do um amigo intimo do (Hendida, declara
que nAo tal a da cauta da ofleata, e nem aquem ella
-o Impute. Alera disto, o seu depuimenlo acerca do
faci niiiniiusu. he veruiimel na paite em que ouvi-
ia n --> ni ia pamada, aqual ful leve, como dizem o
inspector, todas ^s lealamonhat e conita dos daen-
meiilm 11-. I, e ; ; e foi dada ni- mu..* tesleinui.lias, dase que pela presente,
i'onsliluia seu bataule procurador ao Dr. Francisco
de Paula Penna, em ludas ai suai causa crimes e
civeil e commerciaes, movidas e por mover, em
que alte fot autor ou reo : para o qut cedia e Iria-
passava ao dito sen procurador tono os poderes se-
ae< e especiaet em direilcs concedidos a ede ootur-
canle, atim de que em seo nome possa licurar tro
Inda as suas preteiicOes, cana*, e dtmandas crimes,
civeis, connnerciaes a eclesisticas movidas on por
movpr, em aue elle oulorganle for anlor ou reo, an-
te qua.squer autoridades paliein(*, ou adminitlrali-
voi.reparlicdei puhliras.audiliirios lribun.es de jus
tica, detda na jaixei de paz, e de iubd*lec*cias al o
supremo Iribonal de jolu;a: uiar de lorias a* arrete
reedrao* permitlidr* por lei : propnudn-as, dtsitiinrio
e variando della : pedir, aceitar, e conceder esperas,
moratoria, concordatas, ciunjn une- e compromi-
so; gtaignar pali(det, lermoa, eoaflaeaM, prnieiius,
cnntrapsol(atoa, dasiatonaiss, o quaesquer ootros
autos neressanus : preil.r juiamti.lo de qualqoer
nalureza que sejam ; nomenr prrilns, louvadu* 00 ar-
bitros ruminen ion-, joriiciaes e extra jodiriaes ; in-
quirir e contestar Irslrmunhas, rerelier de eus de-
vedoies e das ilaces e depeillo* publico* nu par-
ticulares, qualquer objrclo, divida nu riinheiro que
Ibe perlenrer, dando recibo, ou quiluc.lo do que re-
ccher ; scauir im lorias as sua cailai de arrien*, qoe
Valetta como palle ria presente, po leudo su lista be-
leaat o* podare* dela sua aanerslidade, ou com res-
liiire., e aulorisar 01 subestahrlieimeiilot, a suhes-
tabcleceicm em mires, mesmn pira Tora do nnpeiio,
e revocar os suheslabeleeimentus, liranrio-lhe tempre
em sea inleiro vigor 01 poderes do pnsenle.
Reservo para a toa pessoa Inda a nova citarao, sal-
vo a* de conciliaeo, que com sua iufcrir'acSo a
far.
Em fe de verdade as;im o dise a uutorgoo ; e
sendo-lhe este lido aisicnon com a* teilemuniai pra-
senlt. Eu Jo- Gumts Coimbra, primeiro label-
li.lo publico o subscrevi e Hiiaoei em publico e raso
do que uso. Emlettcmunho rie verdade.Eslava
usignal publico.Jo.e t.oine, Ciiiniar*.Dr. Can-
dipo (nncalve* da Hucha.llernirdo de Alboquer-
qne Etrnande* (ana.Josa Cameiro l.ins Bar-
radas.
Sello.
N. t.1(10.pacou 160 r.Rio Frirmoto 7 ile
agnsio de 1857.Paca Brrelo.Maduretra.
Documenlu piimeirn.
Illm. Sr. Dr. juiz municipal.Da o Dr. Candido
i bangalva* da Rocha, que a bem de eu direilo, te
I Ibe faz preciso, que V. S. mande que o escrivflo
Coimbra, revendu os auto* de manulencao em qoe
I litigaran! o snpplicanle e Paulino da Silva Freir,
I Ihe d por cerlirio n In.ur de eenleuca que n-anu-
[ linio n supplicanlc nn leimo ria queslflo : as.im pe-
'.'e V.*"1 """ Sr' tr- l"n municipal, Ihe delua.
E R. M .
Despacbn.
D.Rio Furmoso ^1 de acost de 1857.Caldas.
Cerlidao.
Josc domes Coimbra, piimeuo labelliilo publirn dn
judicial iiul>t. efciivAo de orphflos, capellaa e
residuo*, e Ubelliae do iegilro geral des h> po-
Ihocas. nesla cidade do Rio Forman, provincia de
lemn buco, por S. II. I. e C. o Sr. 11. Pedro
II. quo Heos a liar Je etc.
CvrtlOee qoe revendo a ja*tiBc*eo de Paulino Au-
gusto da Sdva Freir, s. i.re limites do leira coma
ser a sentenca pedida por rerliiao a srguinle :
Senlen^a.
islos estes 8ntos, depounenlo de lestemonhas,
vislnna a folhat, nao lem luaar o rnandido da ma-
nulencao, requerido na peticSo a folba-, pelo que o
indeli o, pnrquanlo lie duvidosa a po canle-. un terreno em quesillo, e se ach ese terre-
no de presente na pea** do lopplicadot como se v
no auln de vasluna donde consta lerem osaupplica-
riut pi,iiii,:ie- no iiieiiriniia.il. terreno feilas ha tres
annu, por tanto-promovam os luppluantas o neo di-
reilo p> r ac^flo ardlnarla.
n.. Formo !.i ,1.111o tc
S Riheiro Campos.
.le etla por publicada em m.lo do eitriv.1o.-Ri.
airo Campos.
E mal* se nao conlinha em di(* sen(anra,aqui liel
maule copiada dn proprio original qu* consta de me
cou-a que dutida fa;a, por miin escrita e ast.gnad
nesla rulada do Ro Fonnuio provinria de Pernam
buco ans 24 dia do mez de acnsio de I8j7, Irigeii
mo quinto da indepenleutia do impeli do Brasil
___- .,------------------....,.... w u..^., o .uiiiiiidiiAiio, e con. a no documento a (
tabal no hm'^' verda"r-0 """"" Na' ' idiieiii.io nuil lien.Joan i.nmea 1 ...n r. n^....____ ...... ^ *
labelliilo poblico.Jo.- Come* Coimbra.
Sello.
N. 4.Rs. .120.Pagon :120 de sello. Rio For
mo-n-Ji de .oslo do 18J7.Paes Brrelo.Mario
reir.
Doromenlo segundo.
Illm. Se. He.nardo l'erreira llastos, toa casa
'do noesoulits c, e Ihe luise pergonlado.
h sendo mquerida sobre u laclo consume da por-
I lana a lolbas '.'
Respondeo, que na niile de 2.1 dn mez passado
1 pela* !l hoiai penco mais ou men., appararerem Ir
individua* em casa della releme nha, pediado rog
I liara Charolo, a que dahi seguiram para as bandas
do encenho Jiindi.'deCima, atpjemalshl pun-
co pesiara paia o mesmo lado o proprielario desie
engenho Paulino Augusto da Silva Freir, sendo
que ha pouco* montemos depo!* ella Irsleinunha
onvira n som de duas pancadas, una ria* quaes ihe
parecru ter balido no chao.
Perguntada como sabia ser esla pancad dad* em
I animo '
Ueapeodeu, que labe, por |he ter dilo o poriado-
re do niennoiado P.ullna, ,,e j,ln mandado
detla eommuiucar o occnitido ao tciienle-cur.iiel
Maraniiao.
no
l(et|iola. ,
Illm. Sr. Dr.Como V. S. me permit*, compre
ni" re.p.iiirier equi meimo :
Primeiro, que em nina noile do mez prximo pe-
nuln n Sr. Paulino A
do engenho Coqueiro para a
Jim urna p-nra.la de leve, eunlra na anca do aval-
lo. Com a que e.|e a, as.usl.ui. Ignorando elle o que
sena, parou mais odiante o cavallo, e vio dou- vultos
parad.s no matine luaar: ido foi oque belmente
nov" J
la
CAMIIIDS
, .............."* u mrr prc\imn nos- < 1
o n.Sr. PaiiliiioAuauin da Silva Freir, f,ohre landre, 2li l|2d.
tua caa,sentio no hum- 'ris, 318 rt. por fr.
dizfr, e do que cnllijn e todas as pesioas snna-
11 que o rata fui pos engao,
Segundo, que pela* e. ellenlet qOalidades do Sr. I
do ro? '"'"' "r^M'Pi;iiili;.l|5 Paul.no. lem .id .le casa bstanle sentido nafre-1
doeed.go rio proceeto iaaioal, a 2b do regolamen. a.ie,,., por lodo, a vos publica lu,,., que fnsse
lo ciladu, que aa autoridades criminaes nan obleada p.....
pleim ciiiihecimenlii do delicio, nem indicio vehe d
mm.S.h- ,"",1"",<'"- "'" i?"" "lu-oc,lente o cer ,.ni0 f.m, ^ conheetm.
summann, esta alara, que na bv polhete prevista por
es.* rtico*, est m*nifestaniente incluido o caio .,
prsenle, visto cono, tendo m*mo verdade que bou- (re,ueia. nnr ... 1 :..j. .'_ ,
v.ofac. er,mino,, indicio, nflo ha vehemente*. ffi&mE3At2* ''""
nem liceiros de quem teja o delnqueme, e minio H. ......u"
menot que possa ler sido o indiciado autor de lal fac
lo criminoso.
Perianto, nada mais re>ta ao indiciado do que di-
zer, que da illotrai;o e imparcialid-de deste joizo,
espera que nflo eja pronuncirdo. I". ca-e jaaliea,
com quilco documentos.Francisco de Paula Penna.
l'rucurai;8o.
Imperio do Bratil, provincia de 1'ern.wibuco.
l-.-l.iv im a armas Impariae*.Procuia;ao bastante
que faz n Dr. Cnidido doncalves da Rocha.Sai
Listoa, <>H a KMJ por % de premio.
a Re de Janeiro, por 0|p d. descont.
Aesao do banco 50 por ceulu de dividendo por cen
I* do vendedor. v
companhia de Beberbe 6fCC0 por arca
* ffn'pauhia Pereambucana ae par.
: labas^ft*"*-
Oileolo d.Ve'lla.'.'d. T,^...^ "-
Act*,.dI..B. neo, iWd. premio0'
Our.Cncas hepanhulai. .,
aSoedat de bCiOO velba '
* M00 nuva
41-000. .
Prata.PalaeSe* brasileiros. .
Peso* columnarie*.
meiicano*. ,
arasM
30fOGO
I65IW.I
16J00"
9O0!i
2JR0P
29OOO
lt8WI
posta como me fur prtci.o, qa* atrei a V. Rvma.
uimiian.enle leronh.cido.
Pnmeiro, se tuube ria emboscad* que na noil* do
da 2.1 do 1 r .mu.,1 p.i..j,i mez, lizeram em larra*
Caixa Filial du Banco do
Brnsil
EM aO.De NOVEMBRO DE 1857.
Directores da semana os senhores : Josp
lerelra Vianna, e Mano. I l^nscio da u,-'
VCI Til.
A caisa desconla tettras a 10 por centono
anno, e toma dmbeiro a premio de con/01-
midade oom oa seus estatutos.
a.a. ALFANOEI.A.
analmente de da 1 -jh. ,
mam do c, wt
Silva Freir.
Segundo, Se a voz publica d* freguetia lem-m
indiglUdo como autor ...11 se me juls* como iuno-
cente.
Tercciro, u qn( sabe de ininha vida civil mo-
rsi.
lien toarde a V. Reaj, por moilos annot. Sou
aev.n.ma. olinca.10 e cerlo venerador e criado,
Cainndo (.uiicaivti da Rocha.
Kespoil*.
Illm. Sr. Dr. Reipondendo coniciencinxmenl*
e corno verdade, que, em quanlo aoi queiiloi que
\. s. oiga de iimiii responder :
Au pnmeiro, que nao me consta que V. S. em-
boscase alguem ou mandasae fa*r. com o lim d*
tazar mil, e menos na nnile ae 3 do prozimo pai-
sa :o mez, o meu prenle e amina, n Sr. Paulino
Auau-lt da .Uva I reir, em larrat do ngenho Co-
queiro, e, segundo o meu mudo dt pemar, julgo V.
S incapaz rie commeller semelhanle *clo.
Ao secundo, diao que lenho ouvido dizer a petioai
len-aias que attiibuem esse fado a engae, e em
quanlo o ser V. S. in ligtdo romo mandanle, ain-
da nao ouvi dizr por pessua alcuma de criterio, e
sosim, que V. he innoctnle.
Ao tuceiro, diao qoe V. S. he pai de familia e la-
bonoeo, em quanlo a soa vida civil e mural he tem
li-la, como por lodos os hahiUnlrs di -la fregucsia
lie conbecida.
He o que lenha a alicatar, e podera' V. S. lazer
uso da presente como qoizer.
Povoiicao, I i de acnato de IHYT.
Seo reverente obr cario criado.O padre Anlo-
niu IdMiie de Arauji.
Conc'nso.
Aos (I diat do mez da selembro de 1857, neila fre-
Suezia 1 11 H1.1 I' 11......1, provincia de l'onumbaco,
em mea carloro, laca esle auloi concitan*a Dr.
Maduriia.
Deaparbo.
A' prnmoloria para dizer o que aebar da joilica.
Rio Formnso, II de lelembro de I8T.Caldas.
Proinoco.
Avi.lr da* prnva* deslea aulut, V. S. fr*' joit.
Kio I iiiinu-u. -2\ rie 1miu 1. da 18)7.O promo-
tor publico, A. Cama.
Pronuncia.
Vhrfnteate* anlns em vulude da ama c>mmunica-
ciio efllclal do inspeclor de qoarleirao da fregoezia
de Una, Juaqum Jos da Silva Sanliagu, na qual
menciona ler ndo accommellido por lies homens,
e por um dellet eiborrinado cmn urna eacelada o ei-
dadao Paulino Aocuslu da Silva Freir, aenhur do
engtnbo Jundia' de Cima, quando na noit* de j de
juilio 1 o .-. rrenl* .1 nu para o ico engenho le dir i
a'a do encenhii (". queiio, ordiunu tsle juno que
eonira o Dr. 1.,minio Cun^alve* da Rocha, ius-
laurasse um summann rnme, vi.lo ler si lo elle
inenriiinado pelo referido inspeclor como a pessoa
a quem a vo/. publica uidicitava mandante ries-a
espiiicanianlo ; piocedeo-se no* ollaiioie* lermo*
do processo, n.lo ouviria* lalt leslrmonha indica-
das pelo inspeclor, romo habilitadas para hem orien-
tar a aiituriilade no rieacobiimeuto da verdade. foram
presentes a esle inqueriln, o (ammariado e o Dr.
promotor publico.
As leslemuiiha foram eontcsle* em dizer, qoe no
dia 23 dejulno, plaa tu |,ora da noile, diricjndo-
aaetidaiigo Paulino Aogasla da Silva Fraile, do
encenho Coqunro para o il* Jundia, de tu* Dreprie-
Mtde, ao paanr pe* estrada, foca arccmmellido por
ires humen, armado- rie rcele, qne all te chavara
emho^ailoe, e um driles con-ecuiu dar-lhe orna
pancada no bomrro, e qoe le acto criminoso era
pelo rdleiidido aiiriboido o ummariado Dr. Candi-
do l.uno.ilvrs da Racha, nica pessoa com qoem o
Hendida linha mricas por quisiiiea rte (erra* : in- [dein do
leirocada* ateica da voz publica, qu* *e riiiia ler-ie
manile-lado contra a indiciado, nada dizem, limi-
tando- a darem o olfenriido como origen) ou fonle
dea iminilai.-.io.
58:it7.l;l7
MtWlaaJill
are. JSl^ *&*' rf **"toZ
Barca ingleza-Linda-carvaoal.rro. "
Brigue inglezArenaIrhot de retro.
Hrigoe f'ne*zFlolerinc-b.c*lhao.
o ac hespanhola-Emercinda-dive.su. genirot
ftrro". """,n""*>a" ~ 5SS trimo, de
Pataeho marietnn Bresefarlnha da rico
MOVIMEMO DA AI.FaNDEGA
volme* tutradosenm fazeoda.....
* com gei.tro* ...",'
de
To(al
Volme* sabidas com faztndas
eom gaaeroa
72
(M7
I<1
I*
il
RE.NDIME.MO DA AI.PANDEia'dE
naubuco DO mez DE NOVEMBRO.
n. Iniporlaro.
Ilireitns decnisiimo. ',.....095";>|.'ii7',"i
Uilns de I por rento de roexportaa
para os porlns do imperio......
Expediente de 5 por rento dos gencru-s
eslrangeiros navecados por cabola-
aem..........T. .
Dito de l|2 |.r r. dos gneros do paja*.
Dito de I l|2 |K.r c. .los ceneros livre.
Armazenagem das mcrcadorias.....
Dita da plvora. ........
Premio de \\i 0|Q dos aantn'ad'o* .' .' .'
,. Interior.
Hullas calculadas nos despachos. .
pilas Sello ii\n do papel.......
Patentes dos despachantes.....'. ".
Dita din ijudaiili'- dot dito*......
F'eilio de litlos dos despachantes, dos
caineiros despachantes, etc......
Eiiiuluiuciilus de cerlidoes. ......
680
PER-
1133213
!:308;k1.
aOB 161
2:9225149
B9i,-(J8
*Kt5b87
6:28l9StJ(.
_ rom
1.0033635
*0tl
13832"
Kctraordiitaria.
Produelo de impugnarle-.....
609:22l39b
309O
Ks. 60n:252?*5l I
.N'rM fii/titnli-n tt/tcUt.
I'inhi'ii.i .... 288:>(7b>H5S
Aawgtiadoa M:37a|653
aVpoaloa.
Em balainii nn iillimo de
uulubru ........
Entrados uo rorrenle roez
Sabidos .......
i: I9.lsll!
6:GtN)a.V2M
1 : 7930639
1:189870
Fvi-leiili'............
.vrii trgtiinles etpecie*.
Dnheio..... 3:307." 173
Letras......11:327 86
Conlribuiro de caridade.
Remlimenli. aceta mez.........
AJfande;a de Periiambii.-u, 30 de sovembro de
1837.
escrivo,
1 mi-lino /ose do* Nna/o,.
CO.NSCADOGERAI
Rendimenlo do dia I a 28. .
dia 30.....
vM:(34d7(9
037J7
90:8623811
8:08Hi6l
!:9J2-5J..h
ie-a imtnilai\io. IIIVKUH*: iMiiivunit
e!.^',er!a '" 1"ei'" P,"'cipao ,f- Rendimenlo do d!. i. 2! '. .
, .....-........ ..c <(ur. .curio r... .'ja pa.uciparao III
I8j(..Joaqmm Cor- hcial II. 3, du que a voz publica iudiciUva o um-
riiariado como aulor de-so ulieniado, por ser a nica
pSisna do loga com quem o oflendido eslava tin
riesintelligenria por causa de urna qneslo de Ierra*,
ma esla declaracSo, sub ISo fraro fundamenlo, nSu
adianta mais loz qoe aa ilepuintnlut da* Ittlemu-
rarlnno .. aul n.. .. --------7 -------- -, ........o ...ais mi qoe os uepuiintnlu das es emu-
cos, -ue d2,?d.Tr, ^ "" "? V" de 'T "" **""" ",od U'" """' "* "" Pr"">P-
tmi-d OUe ilUVl'..! laCa. IKir 1.111.1 ...li na. 11..0M. ... ... ... --_ .^.. ._. r .'
cSo de ler por islo o summariado re- In lo mandar
1- ipancar au nllandido, -eu contendor em am pleito
I- ja e.linclo. e no qual satura victorioso, como alleca
- tommariado, e const* do documenlo ii A. 25.
ria
parlicipacilo ollicial a II. :| J, indicio ou presomp-
CSo de ler sido n tuiumanado i, mandante doeipan-
camenlo que diz aridadaa Paulino da Silva Freir
lersollrido na noil* do referido dia 23 rte fl por
quanlo a susprita que lem o efTeodido de que t-
mente do summariado Ihe poderia ler viudo o mal.
por ler com elle desinlellicenna em rtzao de um
Sipo l.d. ,cusi de 18,7-Sendo V. S. hxpeelar ,d.i.o jadicial.iem qu. esla. ,.., suVpil.rseim a-
rto qo.ile.rtlo. a que pe.lence e-le meu encenho, cu- cmp,hada, de nutras circuraslanci., H.ff
,o encare, de.emnenh. de.ri. ,..............,. ', rosUlulr ......ri( p^gah^a^^
i -1 nn que mora essa mesilla le-lrmnha, que ella
nao vio a presos quo a deu.
Do dfpoimenlo riera me-ma leitcmonha *e con-
I gomado *a ella Ixlemunha sabia qae.n havia cha, que nflo ha voz publica que proclame o inili-
ado mandado oar estas pancada, e qual ciado autor, nnn de qualquer mancira respoiu.vcl
c'' pelo delirio.
"le.ponri-u. qu de nada labia a lal respaile. A i|uarla le.lc.nuiiha decl.ra, que indo vi/il,,r o
i. nana a palavra aa reo pata eantealar, asta dlssa I ollenoido, ete Ihe di-sera, que linha levado nina
que nada I ni,a a COUlealir,
pancada, c que s
a i'cini flitaa a. iw ac
I-. por nada mus -al.er e nem Ihe er pergiinUdo, .Ma* eisa mesma teilem
H'u-,e por lindo cele depolmente, depel* de ihe ser zei s, b e. quem reeahll
\" 1 u ""|f"rnie, aaahjnea por ella Antonio pois, he evidente qqe nil
naos llamos, por nao saber utaignar, rom o jui/, diciado, contra elle ha smenle um- vaga e infuiida-
se poda queitar du indiciado,
muiiba di/, que mo nuvira di-
"S a impolac.o da cllensa. E
ndo ha voi publica contra o in
do que tuno don le'.
i'.i lose' C une. Coimbra. esdivao que n escrevi.
Calda..Aiiluiiiiri,Aleude Ramo*.
da ronjeclan da oilniduio.
A quinta tislenin- ha. moradura e mesire de tsu-
. Avre, de;AII,u-car do engenho, propnedade di. ollendido, rii (am-
qinquc .ama. Dr. (.andido (.unualvcs da Ro- i hem que o illendi.....he dissera que euspeilava no
indiciado, por causa de queslO de Ierra.
summariado; por astea consirier.coes julgo impro-
eedrnle o prrsenle summario et-ullicio, pag as
cusas pela municinal darie.
Hio Formoio, 19 de oulubro de 1857. Franeiico
(.Ida l.ins,
B sala Vasv Conlinha em ditos auto, em vista
do que te pedio por cerlidao na pelu-an retro, aot
quaes me reporto, e e-ta vai na tardad* tem cooa
que fasta dutida, cunferida a concertada, sobscripla
e awignada ni forma do eslvln, nesla cidade do Rio
Formulo, comarca do me.mu nome, da provincia
de Peruamhuro, aos (i nas do miz de novembro
dn auno do uas.-imeiiin de Nomo Sauhor Jr-u-
Carilla de IS'i7. 3(1.' da independencia a do im-
perio do Brasil. Mil- ron e aoignei emfe rie ver-
dade. o ptimeiru labetlUo publico, Joi Gomas
Coimbra.
I; -1 -... ni os aillos i .- i 11 e r; iu- e sellados.
cha.
(.luarla leslemunha.
Anliiiin Jo-e' Cavalcanli, hranen, casada, de i lj.
de80 anno*, moradas no engenho lgico, Min-
inas. He verdad que uflu comprl n ,.nr m.
i nrdeiiou \ Sr. em tea ollicio de 20 rio me* p,.,.,
e i-.u poi eu n.l.1 ler comprehendtdn bem o aanlid
riomeino ollicio: onlendi que ba.lava indicaras
j pessoas qoe lem riep.'ir no i roresso que se val inslau-
| rae, depoii que V. S. chrsaite. Acora, pnrein, re-
rfluher i que me enganei, paaso a cumprii o que me
! or.l-iuiu V. >.. Unto nn referido ollicio como no que
| respondo com data de bortem.
A* pesioas que me cooilam lerem nnvido fallar, a
(rem fallad i nn sneceso do dia 23 du me? pa.sado
na petssa de Panlino Angosta da Silva Freir, to
os --nli ': : Joto Viaira Flalho, senhor do encenb .
S-rra u'Aaua ; Alaicndre Pereira Monde", morador
no engenho Coqueiro ; Antonia Joto, mora "or no
encenho Attglen ; Estanislao de II .llanda, senhor do
encenho llom-lnm ; Irn uro Fernamle da Silva
J .-o Ferreira ; Frauciseo Pella llerculano Alhay-
i'lade Parro, moradores no cngenlio Juidi'de
Cima.
As pesioas que viram os vallo* e as bordoalai fo-
A leila leslemunha sptsar lamhem da> na re i-
cfiei de dependencia com oolTeiididn,aada mai* dii dn
que dhseram a- dua- que a precederam, e he qoe, o
.....aem, agrlenllar, ao coatuine* uisse na- praptio ollendido Ihe diuera que suspeilava do indi-
da. l.slemunha jurada ao sanio EvaogeUio*, em i ciado, por causa de quesldes rie lrra.
que poz a >ua mln dirtila. e prnmtll-u dizer ver- i Por Unln. ve-se do drpoimenlo do Indis ; leste-
l dada dn qoe soobane, e ll.e los,e pergunlado. ; inunlia., que nao ha voz publica qoe impule au inrii-
l: s.iirio iniiueiidotuliroo laclo con-laiilo da por- ciado o d Helo, vi.lo que >> ha ama su-peila va"a e
lana a lolbas? frivola do offendido.
Respondeu,que indo visilar n Sr. Paulino, depola lerceira rasgo. Nao evi.-le vos publica Contra o
do nceorrido oilo diaa.eala Ihe distera que se quena- indiciado, porque isto repuen com oj do'uiner.lo*
i va do sr. Dr, Candi.lo ooealvea da Kotho. a .1. ns. j, ;; e .
Pergonlado ae ili lestrmooba nSo oovia dizer Odocamenlon. ii .he farnecido palo ioapeclor do
qoae* a* pe lado, qual .i causa | .... inapecloi he amigo injimo do olTendido, n* en'
lieaponriea -\-t de nada sabe, a nem novio fallara retanto declara, que a voz publica na proclama o
tsle itt| e lo. indiciado autor do crime que contra elle n.lo ha in-
il.nl
i II muri dellc de.coiilia
in
e que
a a palavra ao Ico, i ||i J,.e que nada linha dio--, qoe apenas
on es .ir. Hlenla a ((lima de que coza o metmo ollendido, di-
r. por nada mai- saber e nem Ihe -er percunlado, zein. que a ull-nsa tal por encino.
deii-ie por nug e-lc di>pnim,io.dcpoi* de ser lido O d. cimento n. 3. he fuiendo pe.. revern in vi-
L'JTa* t0"trn"' """'" c ID J>z. doqua lu- cario da Iregoeaia de boa, o qual declara, que a<
pMfom leniJlsi li/*m que a offen* foi po' enuario.
O ilnciimeiil to rtou fe.
Ku Juis jomft Colmbrt, .priT.'irt qu n jrrpv
Caldas. Antonio Jas* Cavalcanli. Avre de oelor da mesma frecoezia de I na, prente e amigo
Albuquerque (.ama.Dr. Candido ancalves da do idlendidn, cuno m*mo consta dodoeumanlo, a
Raeha. no onlrelanlo es.o mesmo eoadioeti r oni 'era o ln-
Qalnla l*.lemonh. dictado innocente, e declara qu lem envido di/er
Jos Ferreira, d* i lado de 38 anuos, medre de as- por pSSSOM sensita, que o indiciado he innocente, e
-iicar, casado, morador na rngenhe Jundia de Ci- lnalmeute declara, i|ii rlinni a iffen er por eii-
rua. natural de Una, aos csluiiief ibsse nada. Te- cano, alienta a eslima da goza o olleadido.
bmiinha jurada aos Smlu EvanceIhos em um livro (loarla nulo.O ficto que sequer impulir ao in-
delles, emqne poz a loa mo direita, e pr.metleu dictado, repugna rom o conceilo que lodos della fa-
dizer a verdad* du que suilieise, e Ihe fuste pergun-1 zem, como le v dai te-temunliss e dos docuroenlos
lad0, 'juntos cumia.
jo encaren de-empenha, de.de que aqu rhegoel ;
endo V. lamhem intimo amigo rio Sr. Paubno Ao-
cuslu da Silva Freir, lomo a lber ade de pedir-lhe
riicue-se de fazer-ine o favor de re-ponder ao que-
sito ahaiiu notados, permillinriu-me fazer uu de
sua resp.'sla rumo me for preciso, pelo que Ihe e-
rei recunhecido.
Primeiro. Se louhe da emboscarla, que h/eram
na noile de 23 de jullio em Ierra do encenho Co-
qoeiros ao Si. Panlin Aoauslo da Silva Freir.
Secundo. Se a vea publica riela frecoezia, me
iiiibgila como anlor della. ou se me juica innocen-
te !
lerreiro. Se vio a leio. qoe solTrera o mmo
>r. Pauliiit, e se ella era grate, ou simple* conlu-
sao ?
(luirlo. Se lem de-coheilo, cu alcancado indi-
cii, de que lu eu o aulor della, ou se U* (rnenle
Ihe lem dilo mesmo Sr. Panino, desconliar ler del-
la eo o Buler ?
(Juinlo. O que >abe de minbi l,!a civil mo-
ral *
Soa rom stUncRa de v. s. abrigada mico, vene
ador e ciad .Cir.di.hi I, nc.ilves da Rocha.
Resnasla.
Illm. Sr.Passsnda a iespom!er n que pede, le-
nbn ii diaer, que quanlu .in primeiro pnulo, OOti
tallar primairamrula daala emboscada pur peisca
desle engenho, que vieram de l.na e passaram pelo
engniho Jundia ; e au depois me foi lia contada pe-
la proprio Sr. Paulino, que dme-ine, que (res pei-
-oas o atacaran! a u.ve horas ria imite do da 23 do
pastado, viudo elle para casa do encenho Ciqueiro,
colloeandu-se urna pessoa vestida de branca n fren-
te, e .lu i- vsslMg* de escuro na relacuarda.
Ao tecuudo ponto direi, que a voz publica nao o
proclama aulor de seinrlhanle ailcntado :
Ao lerreiro dnti.quc lijo vi a lez.lo, porem o mes-
roo Sr. Paulino me d*c. ser ella pequea :
Ao piarlo uire, qua OSO lenho alc-.n-.do indiciu
eonira V. S.. o nie-ino Sr. pao|ino disse-ma que
miiiln tlesconflava d V S. por.e-tar rom elle de>a-
vindii por -jiif-!>.. de trra* :
Ao quinto, jirel que nao consta-m que loardsta*
aunra inna (ngenHa, malleilorcs, ante* tem em.
pre c zado boa repolafl i,
.No enlreanlo diipenha d ,.u.m be de V. S.. mui-
to obigadi**imo rriado.Bernardina Ferreira It--
Ins. Santa Cruz (i de agoslo de 1857.
Reconhecimenlo.
Rernnheco lirma mpra, por ler tris outru se-
melhaoles, do que ou f.
Rio Furmoso S d (gasto de IN.77 Fim leslemu-
nho de verdade.E-lava o lignal publico O pri-
meiro lahellilo publico Jos Gomes Coimbra.
Sello.
N. 13.Rr. .'.20.Pd2i.il :fcJ0 rs. da ello._Riu
i orim.-o s i agoslo de 1837.Paes Barrete.Ma-
dureira.
I1 'Cimento lerceiro.
Illm. sr. vicano Francisco I rhanu de AlbMut*-
qutJMonta-fjagro.Saa cata no Sipo, (i de ggaala de
| Is'iT.Re'i-eil..sanenle, dirijo-ma a vos* rever.-n- l'c HUO Vale a lej [; o sceptro d'o'iro
,,""!", ....."T'" f'fgaosia da t nn,, e pe.- i A purpura des mis, ,, ibrono, a loria.
sos da alia ConilderacSo, pedinrio dicno-aa V. Rvma. s ;, ," .'
rie ler a bondade de r, ,pon,ler-me nos atasilio J. leu nome cm nossa hialuiia,
haivo apOOUdot, m.mu eo pe de-la | erniillinlo- '- P '^ li caJa dia lie mais um louro?!
me fazer 0*0 de toa resposla, como me lor preciso, o ,
que serei a vuoa reverendisiima summameule reco- >0 on '10 ^"' a corua all '"souro,
nlwci lo. i Que nao be gomo a purp'ra transiloria,
Prnneiro, e sonba da emboscada, qu. na imite do As veces a pssur sen na n.cmori i
lia 2.1 dn prniiinn passadn me/. lT.ra em Ierras i.
nbo' Coquciru. ao Sr. Paulino Augl'Io da I ^^ *" t""M **"* UndoUro ?
ll'lfli I IM
A meu olitiro aintr;o o Illm. Rvoi. Sr.
vinario Podro Maooel la Silva Bur-
gos.
SONETO.
t^uein son en .' (Juem cu sou? Infeliz ente;
A destinos fataas abandonado !
Aos furores expostos do mao fado.
Triste mortal I .. misero vvenle!...
Quem son eu? Quem eu son 1 Piado irenie,
Ao ardores do sol murebo, crestado .
Flor inodora ser infortunadu.
Que su nulre de dor, de dor pungente !
Qu>ni sou eu '.' Qdm en son 1 Ab '.
Ao meu ser farei apropriada,
Qoe, ao vivo, retrale-ibe a ligura?
Se com a ttioiie, a forma itaniiiada
Volve ao p, quedo |i a ba natura,
Qnem son en ? Quem eu son P larra .' Nada.
t M. de Lentos Jnior.
Paje, ".i de jullio de 1857.
Ulctc ido ao Illm. Sr. (ictmuno Frau-
ciseo de iiveira, em a noite de 20 Jo
correte, por occasio de levar a scena
a nova Castro laxcndoo mesmo senhor
o |M|icl Je I). Pedro, c rocitado por
ine piniura
.ni/. Jos de
Soii/.u.
SONETO.
Idtin iMasMM
162H07
3:a45W*.
RK.NDI.MEMO DA MES4 DO CNSUI.AlM) tm
PfcHNAMBUCO EM TO O MEZ DE MJ-
VEMBRO l)E iai7.
Consulado de 7 por cenlo. 9i:l6yr22l
Una de 2 per cenia.
Siz de j por cenlo na
compra e venda das em-
barcarles......
Vin-io i-u...... .
Kvpolieiitc das eapalaaiii.
Sdlo liso e proporcional. .
I-eitii. dos titulo do* ctl-
iro* despachantes.
Emolumentos de cerlidoes.
WM
tlWOOl
2:J7HlH.T(i
1:li3S(
l:r7l4S
I.V6Ufl
Direrta* provincias.
Ili/imo do nK'odao e outro*
ceneroado Kio (irande do
, Ka'le....... MlSIfl.
Hilo de diuereolt* genero
da Parahiba.....
Dito do alaodSo da dila. .
Dilo do asaucar da dila.
itu dilo das Alagoas. .
WjWsbJIS*
2Wi,i:.
8237(JH
1:11230811
3::i459fJ4J
I02.-297J50I
Km lialancn no ollimo da
oalubro t
Kulriilui oo correule met.
Deposito^ sabidos.....
Ditos disientes......
5:8lgfcJ78
uunm
do encei
Si,J* ?:'"' ,,. F.luva-te, gmi
-snndo, se a vm publica da fresntzia lem-me n .-. i ,
indignado como olor delta, enromo InnaMnla? O'te trem no palw
leiceiro, oque tabe da inmba vida etvil e mo-
ni....
Den suarda a V. li'i.i.r r mirlos anno. En-
ganho Sipo. Soa de V. rtvma. obrisado a cerlo res-
petlador e criado, Cindido (jon^alve da llocha.
tanto entre os actores.
Isabel brilhado :
Kntre chavas du palmas, riso e llores.
Espera-te este povo antbusiasmado,
A' spplaudir-leoa Pedro nos amores,
Que inda mais te farao idolatrado.
7:2383407
tifUfkSt
SeSIfMM
Pelo escrivo o |- escriplorarlo,
Francisco de Paulo /^n /fi".
DESPACHOS DB KXPdltlACAO PELA JES*
IM) CONSULADO DESTA CIDADE NO DI A
30 DE NOVEMBKO UE 1857.
LiverpoolBarca inglez oBoniltn, divanoi rarre-
Cadores, 20 lacea alsod.i...
(;nal Barca ingleza llindoni, Saonden Bro-
Iber i\ C, 1,200 hccos anocar matcavado.
Cowes Biigue francez iiOmegtn, Asllev A (,.
300 sacco attocar matrataJo.
JlonletidoBrigue soeco Scmidia, Ballbar A
Ol'tira, 15 pipas cachera.
Buenot-Avre Brigae liainborgaet nMarparel *
Loi*, Amorm Irmlos, 25 pipa alcool, li dila
cachaca.
Iluenoi-jresSumir he.panhula oOndlii.,, Bal-
tliar i\ Oliveir*, 150 barrica* moer braueo e
mascavado. -
Porto-Patache porlugotz ..Mara, Francisco Se-
venino K.beHo t\- Filho, JIJO saceos as.ucar mas-
ravarin.
PoiloBarca porlusueza Flor da Mata*, diversos
carreaSore, 4">u mecas asucr braueo e mssea-
viilo, 100 cou'os (alijado.
PortoBarca portuv'ue: (Salla Creta, I lumia/ da
Aquino I' u-eca i\- Filhn, 2 barr niel.
I.iibotBrigae pnrtosuez eltelimpaaon. I, de A.
I o.era 6i Fillios. 150 sarcos ssucar branco.
LisboaBrigue poilouuez uprogrcisiil*, i,| rase*
al.
Liaba* Barca pnrluzueza llorlenciau, Manoel do
Nscimenlo Pereira, 300 laccoi **tuc*r maca-
vado, .XI casco mel.
EXPORTACAO'.
\alparaizo, barca insltza i.Avirv ii, de 522 tone-
ledas, couduzio o setioiiile : i.drO sacco is.oc.it.
Cearu, Para aMaranaJo. bii|ioe eicooa tirarin-
aa, de 2IN Umtladaa, condoli o s'suinle :1,011
voluntes diversas mvreadurits, 059 dito divertu ;e
i ero*.
RECEBtOItlA DE RENDAS INTERNAS CE
RAES DE PKBIv.tMHIi.il.
Rendimenlo do di | 2S. 31:27!a70.i
dem do di* 3(1....... t:t.V_'i-7lt.
3a:72(.Cl2l
REND MENT DA RF.CEBEDORI A HE K.
DAS INTERNAS CERAES DE PERNAM-
BLCODI ME/ DENOVEMBP.ODE1857. A
SABEB :
Fimos de leircno de marinhs. sj-t.o7
Cndennos......... ji73.")(SI
Sica rio* ben* de raz..... Il:0(ia>l9:l
Direilo* nevos e velhos e de cban-
ealwria......... IrJMSIWI
Pal-nles do* oflinaes da saarda
nacional:...... 612* Nal
Dizimada clunctlhria..... 1080781
Maltss por infratcei de rcgola-
"V
MUTILADO
i
ILEGIVEL
*


ment. ,
S,ooa|d P,J*' '',0 PrPrci-
Premlo dos depsitos pblico. '. '.
Ktiolomi-ntos. .
Imposto sobre lojae 'e asila de de-
CJIllo.......
Dilo sobre caaaa de movis, roupa/,
'< fabricados ni paii etlraa-
*iro .....
Oilo sobre bureos do interior '.
Taia de crravos.......
Cobranza da divida aeliva. .
i'deimii.acne".......,
TOma
11:5371749
1479113
i:SiO
3:1989380
l.-flSOjOOO
H;I00
.VJOJOOO
l:M6|080
74S61.
JiARio rm 8aNA)tQ0 7fn(.\Wi.u
. DI.mRMBM M 1911
:i2:72G-?f2l
Vcebedoria de PernarobOeo, 30 de noverebrn de
'"' O crivao,
JmSSi '.'t?""' SimB" rf0 -*'ra/.
.. n ... CONSULADO PROVINCIAL.
*S?Vr3.^!^ ; ; ; \>%
"pHovlE?,1.0. MESA rfS2f
MW. C,l D0MEZ D* NOVKMBROUB
ireilos de 3 por eento do araucar
eiportailu.....
, Pila de :t por cent* do'arala ai-
* podado 7 ,
Me de 5 ; de diveoseeeros '. '.
.palaiia de loo r*. por ucea de
al|(iNMo.........
Decima da diviita activa ."!."]
Sello ile hrari;aa e legado". '. '.
Mei.i sita dos escravoM.....
hundimientos de polica. .
. Nevse velhos direilo* ..'.',
Imposto de I por canto sobre di-
vida arllva........
I'lnn de3 |>ni een|o. ...'.".
dem de 20 por cenlo do consuno
d gurdenle........
dem de lijuoo ......
Multa.........\
Heilalcoea repoalree .'.',"
Joroa........
lasa das aulas da inslrorrso pu-
. tliee ..... '
3!:i(ll97:tll
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8:043908.
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2:887308o'
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2999859
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73900
17998I
139873
65S87
4X000
6;3I59819
@
. M" do consulado provine!,!, 30 de Dovamt.ro de
18*7.O 2." escriplurari,
Uta de Aztttdo Souza.
PAUTA
do prerut correnttt do turnear, algodao, mais
teneros e produenar tigrinnnri que, te ietpa-
ham na me>a do eontulado de Pernambuco
no emana de 30 de novembro a 5 de dezembro de
loo/.
A--iuhi brinca.......
matcavado.........
refinado........
AlgodAo im pluma de I." sor te
U, o 2."
** ii u 3." i)
" em carolo.........
Agnas ardeutesalcool, ou espirito
'agurdenle. .
de cachara.......
de caima.......
distilada a do reino. >>
Cenebra........... caada
l.iaor .
o
493.-.0
2SiOO
6*760
HjjOO
79900
"9300
39075
caada
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Arroz pilado...........
em casca...... .
Aceite de mamona ......
i' mendobim a da coco.
o de peiie......
Aves uraras .......
" papagaios.......
-Periquitos.............
canuda
garrafa
arroba
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canada

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9610
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19000
9300
19600
19000
39500
.-19800
Alqueire .1-110

millieiro
. arroba
cenlo
I o
w
cento
t

o
11.1

I lllll
a
urna
V
u
<&
Bolachas
Btscoitos...........
...i .111............
' ai-liimhos.......1 .
Caf boro...........
em 1.1,1,1 resloilio .
i> coin casca.........
111 odo...........
Carne secca .........
f (era de carnauba em pao. .
o em velas........
CRarnlos bons........,
" ordinarios.....
regala e primur .
Locos seceos..........
Conrosde loi salgados.....
" seceos ou espitados. .
" verdea..........
de onja.......,
1 cabra corlidoa .
' caroeiro......
Doce de calda........,
i goiaba.......
secco ..........
jalea ..... .....
Kspanadores grandes.....
pequeos....
Esleirs de preperi......,
Estopa nacional.......,
c-li.niL'i'ira, 111.10 d'obra
. Kariulia de aramia.......
.a 11 roillio.......
mandioca......
V'cijao.............
J*noioem rolo bom.....
' ordinario ........
em follia bom......
ordinario .....
>' restolbo .
'iiKilire...........
tromma............
Ipeeaeuauha.........
I.eulia de aellas grandes .
pequeas .
1) lriis......
l'raiiclioes de amarello de 2 costad
louro.........
Oslado de amarello de 35 a 40 p. de
e. e 2 ij a 3 de I.....
i> de dito usuaea.......
' D tadinlio de dito........
_*(ia||io ile dilo...........
'"orro de dilo...........
Losladu de louro.........
'."-Utlmlu de dilo........
Soallio de dilo...........
Forro de dito...........
cedro -
I itos de latajuba .
Varos de pereira .
i> aguilhadas .
# quiris.......... D
Em obras rodas de sicupira para c. par
r ir a ei&os a a *
fjf'.................caada
Ml'ho ,...............alqueire
i'edn ds amolar.........urna
filtrar..........
relilos.........
l'iaava em molhoa......... om
RmUm de boi...........cenlo
1 -Sabao ...............
Salsa parrilba...........@
elio em rama...........(q,
Sila 011 vaqueta..........nieo
J M'ioea..............^y
I iJiasde boi...........ceillo
Vinagre..............pip.
ali|ue
alq. 3
. p
cento
a utn
a
1 quintal
duzia
89OOO
109000
9000
119U
1O9OOO
79000
2900
4980
329000
tasen
19000
129000
:>osooo
309000
109000
209000
I 19OOO
09000
"9000
29000
109000
69000
49000
49OOO
19280
I96OO
19930
19380
309000
209000
9340
29800
9610
69OOO
9800
9200
19200
9130
199000
69OOO
92OO
I9OOO
9320
MMOO
lho, avallada em 6:900o. rs., por lempo de 10
mezes.
K para ennstar se mandou aflixar o pr-
senle e publicer pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 26 de novembro do 1857.O
secretario,
A. F. da Annunciar^iTo.
- O Illm. Sr. inspector da thesouraria
, provincial, en curoprimento^la resolur^io da
junta il l'.i/rnila, mana l'azor publico, que
110 da 17 de dezombro prximo vindouro,
vat noTamenle a praga nara ser arremtalo
a quem por menos lizer a obra dos reparos
do qoirlel da villa do Uabo, avahada em
l.ttUyOOO.
t para constar se mandou Misar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da tbeaouraria provincial de
Pernambuco 26 de novembro de 1857.- 0 se-
cretario,
Antonio Kerrcira da Annunriarao.
Ceaie Acaraeu.
At o da 10 de dezembro vindouro segu
o patacho KmoIaQao : quem no mesmo qui-
zer carreRT ou ir de passagem, dirija-se ao
escrlptono de Manoel Conr;alves da Silva, ou
comocapiio a bordo.
TARA I) RIO
DE
IIKWDE DAMaO*.
Va i seguir rom toda hrevidado o hrigue
nacional DamSo, bem nonhecido pela brevl-
dade de suas viagens, classilicadoo pri-
meiro na carreira para aquello porto : quem
nelle quizer carregar ou ir de passagem, en-
tenda-se rom os consignatarios Fernandes
A Filhos, rna da Cadeia rio Recite.
Para o
cima menciona Jo, do diversos ol.jcctos dei AltPitMo
mobilia, sotts, cadeiras, consolos entesas1 /*wi/JlW1
de Jacaranda com pedra marmore ou em No di 23 de novemb'o do correle anno,
ella, lieos gusrda-veslidos de Jacaranda r"8'm do engenho Pereira*, sito na fre-
com espelh, obra de primoroso gosto, as- Sezi ,le 8tO Amsro le Jiboato.duas ne-
sitn como mobilias de difTerentes quall ladns frs crioulas, com os signaos Sfguinles :
de madeiras e feilios, e muitos outros ob-: Mara, alta, cheia do corpo. estomago sali
jeclos de ulilila lese V"iiti. Vender na
mesilla occisin divisas obras de ouro de
lei, que muiloconvirSo pela tuodicidade dos
presos, que sero sem a menor reserva.
ftaJfl D1******,
Rio de Janeiro
Seguo por estes das o bem
conhecido
COMPAWH1A
00 paquetes inglesen
a vapor.
At o dis 2 de dezombro espera-se da Eu-
ropa um dos vapores desta companhia,' o
qual depois da demora 00 costuro* seguir
para o Rio de Janeiro tocando nal! hia.para
passagiros etc., trata-se com os agentes
Adamson. llowie& C, ra do Trapiche No-
vo 11. 42.
i'ela mesa do consulado provincial se
az publico, que os 3o das uteis para o pa-
gamento, a bocea do cofre, da decima dos
predios urbanos das freguezias desta cidade
a da dos Afogados principiam a contr-se
do dial deda/embro prximo futuro, fin-
do os quaes incorrem na mulla de 3 0i0 to- ,
dos aquelha que deixarem de pagar seos de- "' e so ,rereb? csrSa m uda e passagiros :
bitos, pertencentesao primeiro semestre de 1u,,m "cile luizer carreg.r ou r de passa-
857 a 1858 Mesa .lo consolado provincial gem! p"le"'''-se com consignatarios Fer-
*t de novembro de 1857. --Pelo administra- "a,"Jes Oor.lThaodoro Machado Freir Pereira da 1 '
silva.
1X)MPAAHIA DE SEGUROS MARTIMOS E
TERRESTRES.
DO
IMPfiRIO DO BRASIL.
Establecida no Rio de Janeiro.
CANTAL 1(1.000.000:000
Ageicia ra da Cruz n. 15, eseriptotioda
viuva Amoritn iV Filho.
AosSis. negociantei, proprietarioi de
casas etc., etc., se olt'eiece na agencia da
dita companliia nesta cidade, a realisacao
de seguros por premios e cordicroes m'ui-
to mdicas e ra/.oaveis. Na mestna agen-
cia taubem se eflectfiam seguros lauto
|>ara o norte como para osul do imperio,
nos vapores costenos e vasos devela. A
companliia garante a p rom pa indetnni-
sacao da importancia de qualquer s-
ntstros.
Correio gnral.
A reparlicSo das obras publicas con-
traa o fornecimento de lijlos de alvenaria
batida e grossa, lelnas e rea para as obraa
da capital, pelp lempo de 6 mezes : os pre-
tndenos diriiam as suas propostas era car-
ta I chala ao Illm. Sr. director interino, no
da l.de dezembro vindouro, as l| horas
da malina, nesta secretaria. Secretaria da
directora Has obras publicas 27 Je novem-
bro de 1857 -- O secretario,
Joo Francisco Regia dos Anjos.
Uirectoria das oorus un-
litares.
Precisa-se pintar o quaitel do Paraizo,
onde esta aquartelado o corpo de polica
quem disto se quizor encarregar por emprei-
tada, compareca nesta direcl..r.
CO.XSELliO AMinlSTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar
o seguiote :
Sola, meios200; bomba de ferro para po-
co 1 ; sinele para a rnparliQ i do assistonte
aorju.lante general do exercito na provincia
Jas *lagoas, com as armas im jemes, c seu
comtetente distico I ; bonetes para o meio
balalnno de cagado'es do Cear 9i.
Quem qnizer vender, aprsente as suas
propostas em curte, fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia le dezembro
proxt 110 futuro.
Sala da sesses do conselho administrati-
vo para forneciment do arsenal de guerra.
30 de novembro de 1857.- Rento Jos Ume-
nna Lins. coronel presidente Bernardo
Pereira do <:rroo. vntfal fl secretario.
ente e soios paqueos ; a oulra cliama-se
Innoreneia, de rneliana allur, cheia do
corpo. nariz afilado e a^pagaiado, nadegas
empinadas, representa 30 anuos de idade :
roga-se as autoridades policianocapitSea
decampo a sua 1.pprehcnsilo. e levem-a ao
dilo enganno o Illm sr. Jos Maximino
Pereira Vianna, qoe recompensar genero-
m. b e 8 da pra.-H da smenle.
independencia, precisa-ie fallar ao Sr. D-se conlinualamenle dlnlie.ro ju-
Joai|ium Antonio de Mora es. 1 ros mdicos, sob penhores ; na ra da l'raia
As pessoas que so jolgarom credoras "" *3' "?'un ,0 andar,
da lirma social de Costa si Sa, queiram apre- *" Aluga-se una bonita casa de novo aca-
Na liviana
Ite-
sentarsuas contas no prazo de 8 dias.
cife28 de novembro de 1857.
Precisa se de 4009 a juros coro hyoo-
thoca em urna oscrava livre e deaetabaraca-
da : a quem convier annuncin.
I'AI.IIA DE CARNU1BA.
Vend--se pala de carnauba muito boa
prerjo commolo : na
n. 2.
IgalfiateCf
Lotera
DA
provincia. Provincia*
O abaixo assignadotem exposto a ven-
O Sr. the*Oure.rO .'as loteras manda ra OS seus felizes l.ill.etes Rai-antido* dos S
tazei-publico, que em consequencia do poi cento do imposto geral
grande p.eju./.o riue cointanlenaen- Bilhetei ',000 paga 1:0001
te ha so Indo por l.ear tob tua rea- Meios W500 2:000s
pon.abilKfadeavultadouumei-0 de bilhe- vende em se., escriptorio na ra do Col-
tes tpie dei\am de ser vendidos, nao Ihel'
brige" nacion.7 Alnr'a'.te, mSa7mm \ ffl&ffiffi%$MlSm 'I v ? ^%&&
na, em pro-npto quasi tolo o carregamen-1 M
m
bada, com boa sala, 2 qnartos, sala para
jantar e boi colinda, 110 lugar de \pipocos, i',-
tendo um extenso sitio para passea% e 110
mesmo ptima agua de bebar, melaor que
do eneanamento, e bom hanho, sendo a re-
ferida casa e lilcada junto dalle : a tratar no
mesmo sitio, junto ao do Sr. raajor Cosario,
a da Madre de leos e 1ualquer uitorniaclo, na ra do Crespo
n. *
Vende-se urna linda mulalinha de 13
titotmwm* $* i>oer>
^avio^ rni:adoa no dia 29.
Mureio24 horas, brijoe inslai liliuraa, de 25(>
loiialudaa, capilao Jaime Allktn, aqaipaRam 12,
'o .aalra ; a Whallev Portier & C. Parleiicc a
iiiei-notk. I'aaaagtiru, I ranclac da Slvt Ma-
. chad.
N'avioa aaliidoa no maamo dia.
yraealy llialt 'ninn.il nUavidoao, medra Podro
Jone Franriscn, carga rrinha de Higo maia ga-
eron. Paaaacairoa, Jnao Unminguea lerreira
aballo, padra Tliandolplio Franco Pinlo llaii-
'lira, padre Loorenf* Joae' do 0,1.ir,.. Hm.oa,
Jiio Marhado do Sooxa Pimonltl o I nihn monor,
, l>r. Ilerojamiu P nlo .V.igueira, '> e'criws e
* triado.
Para' eon. ecata pelo Ceara' e M^ranlioUriana
cana nacional uGraciotao, rapililo Joflo Juno' Noata, carga aaaucar a maia genero*. Paatag-iroa.
Fraaehwa l.uiz Corren, /farino josa' da l>sla
_, -Mai. Raymando Saliino de Oliveira, Jn)o Jura'
Salilanha, Gervasio Hodriguea de Azevedo, Ai,
tuoio M'inlea da S Iva o ana aenliora.
Ri 1 Graauta dn SulBrigao nariortal Bom Xetoia,
capito Jo' Perroira Pinto, carga j-ii'ji.
.Maranliao \auor de auarra nacional oB'heribeii,
eamnMadanla capitao da fragata Jote' Maria
Rodrigue;.
Navioa entrados no dia 30.
j Ierra Nova27 diae, barca Ingiera oFIot Wng.
de 18 toneladas capilito P.. C. hiimlii, equipa-
Bm 1, unja .lltiO b'rHeai com hacalliao ; a
lanM CraMna i\ 1^ Perlence a Ierra Nova.
Hirliimun 112 4|M| patacho amrricano BregMen,
da 21 toneladas, eapillo W. S. Oolailirideg,
,'qaipagrm !), carga 2,.V7I narriraa coin farinln de
lng; a Malheoa Auatin & C IVi lente a Plii-
ladetpliia. l'a.sageiro, I. 1). Corde.
t .Navioa sahidoa no mesmo dia.
Atra'Barca nacional Caatro Mo, capitflo Aalo-
Bioli. Iones, em lastro. Pa.ageiro, Jos' T.
Ilacellar, Franeiaco de p. T. Barellar
^>lpara'Z.Barca ingleta Aveiv, capllflo I. Jel
lardo, carga asioeur.
OE
SANTA ISABEL
2. RECUA DA NOVA ASSIIINATUKA
A
EMPREZ AGERMANO.
Quiirln-frirn, fe ele dexcinbro dr IS57.
GRANDE QALrV,
Em festejo ao feliz anniveraario na-
talicio de S. M. Imperial.
Ulcera' o seguate e/peclacnh :
l-i|go que o litm. Sr. proeidenle da provincia tiar comparecer na tribuna, a orchealra eiecotara
urna breve inlrudueco, lin la a ,[,, ,1 companhi
d.arnalica, peranta a elllgie d. 8. M. Imperial
cantara o v
HYMNO NACIONAL.
Depois do q,,e repreienlar-ae-lio o nova dr^ma em j
actos, original fraacea, Iradu/.du pelo Illm, Sr
lr. Joaquim de Aquioo I'on-aca :

companhia
Pernambiieina.
0 vapor nacional l'ersi.iunga estara aqui
de volta dos portos do sul im.rete'ivel-
mente ate o dia 3 do mez vindouro, e tera
mimo pouca demora ; os Srs. |que tinlle qui-
zerem carregar pra os mes-nos portos, de-
8
LEITE. \RTIII lt -fr
RA () QUEIMAUO N. 10.
Loja de i portas.
Hecebeu utn completo s'irtimcnto
X| anuos, com habilidades : na ra .Nova 11 ;i
Vende-se urna canoa aberta, de 800
W? lijlos: na ruadaSii/.ala V'lhi n. 22, pri-
#4* meiro andar, das as 9 .la mnliila, achara
>{? com quem tratar.
* >!? Vende-se urna pre.a com algumas ha-
^rar^U dom,'i l? 1 *"" vciiiie-se de urna sen ior que se re-
i*4i ira par. tora da provincia, 1 escrava a quem
se pode entregar todo o maneio de um* ca-
Sobreeasaros dn panno.
Palitos de dito
Traques de alpsca.
Palito, de dito
iS^c^e'diverfUndas llS
;i;iSa, e alem de ser fiel he mu i habiliiosa, 2
fj 1 cscravos de idade de 28 a 30 annos, sen vi-
os e muito robi
ndo urna dellas
annos : na ra 1
Cebol: s solfas.
No nrmazem de Bastos Silva, defro.
aos sis. passagiros cute de I11 uH M,?'re de V8?8 n ,28' W8nl,c'n-S muuo
te nao J, JE, J J P suPer'ores ceblas solas, pelo diminuto pre-
tenao sera percnitt.do e ninguem o i.socode 500 rs. o ceulo.
de charuto ou cigarro dentro dos .nesmos. | FrtllriCft dp Vela S
Lmcasa de Henr, Uiunn & C. ,a v ,. C'1 a<' Ye'.aS ,
,1.. "_____ 1 .> >a na lita lin. > o i.iiiivimi,! .. u .1-
1 d^'por'p^^oJico:88 faZe"diS g>"^"-^"-"- b^muTh'a^ida^
x*^%Um&mmM nos; d~^--
U pt'oprietario dos mnibus Santo
Anlaoe Jahoatao, attendendo as recla-
inac,.es quelhe tem sido ferias declara No "* de Bastos & Silva, defronte i
aos Srs. iLissafeirn* ..n I.. i,^,'.____i:__ d" M,,lre de l)eos a 'H> vendem-sa muito
convindo continuar a sollrerem tal pre-
jui/.o, refoimou o plano das mesmat lote-
ras < oaubmetteu a approvarao lo E\m.
Si. presidente desta provincia e tendo o
mesmo Exm.Sr. approvado semelliante
.lelorma manda igualmente o predito Sr.
Il-esoureiro fazei- publico que dora em
diente setto as loteras extrabidas pelo
plano queabai\o vai transcripto e por is-
so te iicliam a venda todos os dias as lo-
rasado expediente as 9 horas da manhia
as da tarde no pavimento terreo da casa
da ra da Aurora 11 26, os bilhetes da
teroeira parte da tercera lotera a be-
neficio do hospital Pedro II, cujas rodas
endarao no dia "> do futuro mez de de-
azmbro.
Thesouraria das loteras, 28 de novem-
bro de I8.")T.O escrivao, Jos Maria da
Lu/.
Plano para as
loteras.
da Cruz. n. l vende-sr :
Omento romano.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Cadeiras de vime.
Candieiros.
Um grande soi lmenlo de tocadores.
Retrutos a oleo para sala de jantar.
Kspclho com moldura.
Pianos dos melhoies fabricados em llam-
hurgo.
Ktigio de Beberbo
fio di. l>9 do corrente o escavo cnoulo de
noroe Joaqn.m de 20 a 22 annos, potteo
mais 011 menos, cujo escravo foi comprado
jofar. _Joo Cardozo de Mello, morador no
l.imoeiro, e tera os
Na ra a Cruz n. 37, prximo a loja do
lunileiro, primeiro au tar, fecabn-se de es-
tabelecer una nova fabrica de velas de car-
nauba purtlicada. que dio muito boa luz e
naoderramam. Fabricam-se de 6,7,9, ie
13 em libra, e se vendem a 139540.12;800 o
I SUMO
FABaiCi DE CALADO U-
xiado, no uterru da Bia
Vistn 11 46, defronte da
paJara do Sr. Costa
Chegdem pechinch, borzeguins com
borracha a 69500, de botOes a 5 e 53500, sa-
paloes de bezerro, ditos de couro de lustre
*c 4;500, ditos gaspiados com borrada a
3600 bilhetes a i> 1: 4005000
Benelicio 20 o|0 i: 880^000
11:5201000
t premio de :00a>
1 dilo de 1 M009
1 dito do do*
2 ditos de iMOa too5
* ditos de 1009 i 00*
' ditos de 509 IDO
10 ditos de soa 200,
20 ditos de 115 ditos de 105 4> 2oo 4:620i
120o premios 11:520-
2*Oo brancos. -._....
lugar sonde
ro
lem prenles : a pessoa que o
P"gar, leve-o a povoacao de Bebetibe, ou na
nagt?' *Urra "' W' ',Ue "OT* Kenera'e"t
Oabaixo assignado dono da cocheira
de
prom
sageii
Irata-
Ponseca Pilte, na ra do Vlgario n. 19,
primeiro andar
FAEAO
llaraiiliao
ca-
os
medico dos msm.
Oabilbel aeliam->e i venda do aacriplotio do
Iheatro pura rfuaa racilaa. r
Gabinete ptico
ATERRO DA B0A-?ISTA
N. 4,
0 director deste salUo participa a sius
illustres protectores, que tem para esta se-
mana uma agradavel esposicao de vistas das
mais bonitas qoe tem feito, todas novas
por ser a penltima samana.
i. Vista panorama da cidade e porto fjr-
tese defensas de Sebastopol.
2 liatalha de Toulon.
3 Vista panorama de Pars,
4." Vista geral de flrest.
5.* Vista geral de (enov?.
6." viau de Mapolea avistan lo-se o Vol-
CaOa
7." Vista do Valle do Chamouny coberto
de nev.
8.' Vista ge-al de Burdeos em Franca.
!. Os edtlicios e fortes de Genova.
10..' AigrejadeS Pedro m Roma, illa-
Binada, sendo uma das pi imeiraa do mundo.
11.' Constanlinopla lomada por Seraa-
l Vista de huao tomada ds San Severo.
13." Iiieppe, visla lomada do porto, em
r r.n(a
11- Vista de Malaga, tmala da entrada
do Porto.
15. Ponte e palacios da Concsrdia em
Pars.
16. Pi.ca do l.ouvre em l'aris.
17.a libas liorumeas 00 lago Miinr.
. Napoleao I, botando oculoerji frenle
da (J.lhedral dc.Mil.1o em Italia.
0 s.lo estar aherlo das 7 al as 10 da
noile. Entrada 500 res.
o veleiro palhabote Lindo Paquete, c
piulo Jos Pinto Nunes, egue para t.
portos indicados com toda a hrevidade :
quem no mesmo pretender carrear,
qiieira entender com os consigna latios
Almona Come, Alves & C ra da Cruz
n. 27. \
Para o Rio de Janeiro sahe al o da 5
de dezembro a muilo veleira e uova barca
Recite, a qual anda recebe alguma carga a
irete e passagoiros, jara osquaes tem aceia-
dos commodos : para tratar, com M noel
lranctsco da Silva Carneo, na ra do Viga-
no n. 17, pnmeiro andr, ou com o capitao
Manoel Jos Ribero, a bardo.
--- Deve sabir para o Porto at 15 de dez-
ombro, ou antes, se r-jr possivel, o patacho
portnguez Mara, o que .c avisa a nuc,
quem quizr-r carregar, ou ir de passagem:
trali-se com os seus consignatarios Kran
cisco Severiano Rahello cV I ilh,., no Porte do
Manos n.6, largo la ass^mblea provincial
ou com o capitao na praga do commercio ou
a borjo.
Para o Siio
de Janeiro
Seguir, no dia (i do corrente o brigue
nacional Firma, e para o resto da carpa
liata-secom Novaes & C, na ra do Tra-
piche n. .)'..
Praoeisco Ribeiro da Silva.
Compra-so eirctivaro.nte calcado da
trra de todas .a quMiJades e lmannos, pa-
gando^so be u no aterro da Boa-Vista, loja
-Comprse um. esc-ava crioula, pre
1 de 16 anuos, pouco mais ou menos, de
boa hgura, e recollji la : qnem liver an-
nnncie.
..""''"S3"8" o segn loan lar da casada
"ia de Moras 11. 9 : a tratar na ra do Gol
o n. 9
Lotera
Provincia.
mtk 0
O agente Borja, de ordem do Illm.
Sr. Dr. itii/. de orphaos, a requerimento
de Joo Pereira Lagos, tara- le.lSoda luja
de chapeos sita na piara da Independen-
cia n. "S, que oi do fallecido Jos de
J'reias Ribeiro : terca-feira 1 de dezem-
bioas II horas em ponto da manbaa.
LEILAO
tle mobilias.
(Sem limite.)
n aienla Borja, em .eu arinaicm, na roa do Col-
' I., tara ledA 4. um Mpleodldo .nimen-
lo 4. abra, da nwreiaeiria, aava., da diirareniea
qnalldadaa, l,-m como um liada e.Mulleaorio, hra
aqoi nunra ufa, secretarias e e e .le Jacaranda gaarda-roupa de iioiU,.ir, lavan-
rius '
Rilbete 5-X'OO recebe 4:000'
Muios 25500 2:0003
.Silva luimarilesC.
Deolindo Mendcs da Silva Moti'a de-
elar. que ao he autor, e lien tem p.rtici-
pacao alguma eai urnas correspondencias
rjur- se publicam 110 ,.I)^moc-at.,., sobre
r Dr. Nunn A A. A. Urilo In-lez, e n 0
quando tenha de escrever cottra o mesme
Dr.asa.gnard seus escriptos. Recife 30 Ie
novembro de 18V7.
lAMnatlP^80' (,UR ""O'On precisar de
1005000 sobre urna escrava. dirija-se a Ira-
vessa do Veras 11. 2, que achara com aocm
tratar.
Vende-so uma mulalinha do 12 annos
a una preta : no primeiro andar, no larc
le S Pedro n. 6.
Francisco tilanes de Vidiga!, e Irmill-
da Francisca vflo para o Rio de Janeiro
BinarJo Kerrcira da C.unha retira-se
para Portugal.
mero, e todas asmis quilidades de c-](,'a-
dus, os quses vendem-se por presos muito
coturno los, e tem sempre troco mo lo, e se
vendem por menas de/, por cento aos logis-
las ou pessoas qu-j negocistn par* o mato.
Attencao
No caes do Ramos, srmnzem n -22, ven-
dem-ae os segaintes gneros: fsrinha de
mandioca muilo boa, saceos coro milho e
lumo em foltia, ludo por preco comino o.
A mesa regadora da irmandade do
Santa Cecilia, convida a todos os seus ir-
mos (professores a comparecerem no con-
sistorio da irmandade no dia :< de dezembro
as 9 horas da raanhla, aliin de se lar esc-
cut;o aos aitig.is 72 e 78 do com,-:romsso
que rege a tnesma irmindade.
3600
Os dous primeiros premios esli sojoitos
ao descont de 8 por cento.
T esouraria das loteras 21 de novembro
de 1857.--O tuesoureiro, 'Francisco Antonio
de Utiveia.
Appiovn. Palacio do governo de Pernam-
buco 28 de novembro de I8J7 -laques.
Conformo.--Antonio l.eite de Pin .0.
Lotera
1)0
Hospital Ped
ro
seguudo.
Al AOVO PLANO.
Oabaixoassignxdo tem ex posto a "en'a
, os seus muilo felizes bilhiles e meios, da
lotera cim, os quaes nSo estao sujoilos ao
descont la lei, quesera pago protni lamen-
te na praca da Indepeud^ncia ns. i 1 37 a
39, ou na ra da Cadeia do liedle n. 45, es-
quina da Madre de Dos.
Domingo, 29 do novembro, das 8 as 10' Bilhetes M(in t,ni,i. -nnr.
horas das manbaa, desappareceu e su?poe- ES?" oU00 ouSml
se ter sido furt..o; do silio na P.M gen, da ""'porSaluSo i^Aquinoreirs,
Us
dalena, que foi da viuva Doltno, um ra-'
briiihaese avo, chamado Manoel, idade
10
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Na pad.iria do Luiz Antonio Goncalves
Varzea, e promette-se pagar bem.
JLoteria
OA
Provincia.
Nos aloilunados bilhetes rubricados
pelo dbuixo essignado foram vendidas as
seguintes sortes:
Ns._ 5rl 5:000jf 1 meio.
2(is:> 5000 Bilhete.
3500 2III.S- 1 meio.
k2l!8 200jJ 1 dilo.
l'.IS IDO:; 1 dito.
SS7 1 OO.s- Bilbete.
-27I 50 1 meio.
1836 ">0.s- hill.ete.
1210 :>os Bilbete.
3263 soa 1 meio.
3201 50. 1 dilo.
..>.> HOi 1 dilo.
2".8 20.i 1 dilo.
"-"> 12 20j| Bilbete.
1414 20.S 1 meio.
'2127 20.S- 1 dilo.
i2l(i 20.S- 1 dilo.
I!I2!I 20.s I dito.
ios il mnmio om padra e aem alia, loilette, Bor-
aanle. cama, de rnogno e de ceregaira para menina-,
rammoda*. a melaa eommodaa de ra.gno, iparado-
rcTTbaaqaiahl*, lelrrtea com pedra, urna porrao de
cadeiras liaroborgaazai, de tala, oulras f.anceaasde
rer-seira. quadrea dooradoa a' l.all W, com linda
-.lampas, qoe ae andarlo tan) re.erva, para fecha-
inenlo de nnlai ; urna etcellente rama de ferro ,
de mole, de rmiIo e qoalidade, aqsi nao volnaraa, a-' >eii'l-se na ra do Hium. arinazcm
parelhoa de poreellan riiin(,leto4 e navoe pai'a alriin- ''e ssuear n U, uma ca toira de amarello
1.1 e jantar, raiidelahius de vnlro e lanteriiaa. dlloa em bom CSl lo.
A garanta dos S por rento be paga
no escriptorio da ra do Collegio n. 21
primeiro andar.
I*. J. Lyiie,
LOTERA
DA
provincia
Do engenho Dous Irmitos, em Apipu-
cns, rugiooesccaToSatyro, de nariin, c,m
idade de25 annos, pouc.i mais ou menas
baixo o seceo, cor fula, andar accolerad hi
umbigudo e tem as juntas dos | gross's
susppit se que elle anda ganbando pelo He-
cifejqucm o apprehpndor, levi-o ao refe-
rido encptiho, que se agraliQcado.
Antonio Ferreir. Lima svisa ao publi-
co que deixou de sar sen ciixeiro desde o I
de dezembro, o Sr. Jo Ferreira di Silra
Tavares.
Pede-seso Sr. Francisco Jos Carioso
Guimarfles queia apparererna roa do Viaa-
rio a negoeio de seu inte-esse.
Perdeu-so uma sedula de ,'003 dentro
do uma conta do Sr Luiz Antn o .Siguaira-
qti"maachar eqimer entregar, far favor
dirigirse a roa do Trapichen, o, quesera
bem recompensado ; tratar com J A. Pinto
. Vendom-se 8 estravos, sendo 2 mole-
ques de idade de 9 a 16 annos. e I preta de
mcia idade, baa cozinheira : n. ra irel-
ta n 3
Vende-se uma escrava crioula, de 19
annos de idade, muito robusta, boa ongom-
madera, c apia para qualquer serviQn rje
ra da Saudadr-, primoi-a casa do sotflo do abaixo sssignade avisa ao respnitavel' A uirecclto tem autorisado o ca\a da
lado 1o sul, a rallar de manliSa al as 8 lio-: Publico, que ven lo os seus muilo felizes bi- I companhia (o Sr. commendador Manoel
ras, ea Urde das 3 1|2 horas rm dia
Vende-se uma escrava criou
anuos, com liahili ladea : quem pi
annuncle.
Vende-se um eseraro de ninia iJadc, (quina da Madre de Deis
bom pescador do alio n bom para um sitio ; Bilhetes 49300 recebe 4:0005
a tratar na ra do Santa Hila n. 90. Meios 39250 2:000?
Ven Je-so feijao brancoem saceos, di l'or Salusliano de Aquino Fe reir !^
moito boa quahdade. ; no armazem do Sr. Jos Fortnalo dos Santos Porto' 'X
Os abaixo astignados declaran, que 3
tem rcsolvido tccolher 01 seiisvales de ")00! *
poe dos objectos seguintes : u :< neo prese-
pa de mftdeira, obra inui delicada ; um mag-
nifico santuario tambem de msdeira, de tres
lieos, com vidracas; um quadro de pregar
la'enda para uso de tinturara ; uma tacha
de Ierro Tin lulo para o mesmo tiro, que ser-
ve tamben par rabrica de sabo ou outro
qual jiier uso : quem pretender ditos objec-
tos, dirja-se a rita do Araglo n. 22, que
vista do preco razoavel.nSo deixar de fazer
negocio. A mesma familia cima, que usa
de lingir roupa, avisa as pessoas que tem
objectos em sua casa para tingir, ha 1 de os
ir buscar no prazo de 8 dias, que depois
desta data nSo se responsabilsa.
Precisa-se de tima ama para o servico
; de urna casa de portas dentro, que stiba
Icotinbar: narua larga do Rosario n 14.
ijue-n precisar de uma escrava boa
cozinheira e engommadeira, dirija-se a ra
estieita do Rosario n. 21, que achara com
quem tratar.
Precisa-se de um cozinheiro : na rna
do Hospicio n. 15.
Para passar a festa.
Aluga-se uma casa grande com bastantes
commodos, pintada de novo, com o rio per-
teyem Santo Amaro de JaboatSo, na ra de
Baixo : quem pretender, dirija-se ao men-
cionado lugar, no hotel da ra^azea la
Aluga-se o deposito de massas que li -
ca por batxn do sobrado do pateo da Santa
Cruz, na es juina da ra Vellia, o vende-se s
armacSo, balco e balancas que no mesmo
se acha : quera o pretender, dirlja-ie a ra
do Sebo n 8
- Precisa-se de um pequeo para cai-
xeiro de taberna : ns liavossa do paleo do
Carmo, esquina que entra para a camboa do
mesmo no me n 46.
James Filis, capilao do brigue iaglez
M.iiy iiri llewito, arriba lo a este porto por
forca maior. na sua viagem de Csrdigan 10
cabo de lloa Esperanca, precisa de 5:000;
mais oa menos, sobro o casco e quilha, e
carga do dito brigu-, para pagar as despe-
as de seu eaneerto : os prelendenles terflo
a boiidadc do candar suas propostas em
caria Techada no consulado britnico, antes
do n.eoiade qointa-fei-a, 3 de dezembro.
COMPAN11IA
do
M3ZM
legio n. 21, em porreo de 1:000a para ci-
ma pelos seguintes presos :
Bilhetes i.sJOO paga 1:000a
Meios 2.S-250 2:000,1
Osbilhetesde lotera recolhidos sao re-
bebidos em troco de outros.
P. J. Layme.
Lotera
DA
provincia.
O abaixo assignado avisa ao publico que
He boje em vante se obliga a pagar a sor-
te grande ca immediata no dia da e\-
traceo (apenasesta linasar) em sen es-
criptorio da ra do Collegio 11. 21, pri-
meiro andar.
P.J. Laynie.
Utierece-se um moca desempedda.
porlugueza, filria da ilha do S. Miguel, don
de h* pouco acaba de ch-gar, para criada
grave de alguma familia capaz, a qurl alm
do mais servico preciso, corta e faz toda e
qualquer roopa de slfaiate para homem com
muita perfeicao, assim como corta e faz toda
e qualquer roupa para sen hora com muito
gosto delicadeza e moda, be muito activa
o inteiligente, e da llanca de sua conducta 1
a tratar por detraz da matriz de Santo An-
tonio, antes de chegar o portao do quarlel
,j polica, no primeiro andar do sobrado
n. 16.
i)-se 30^000.
Na padaria da rus dos Pescadores precisa-
se de um forneiro que seja bom.
Hospital de
todos os santos da vene-
ravel ordem terceira de
vS. Francisco do Recite-
Precisa-se para o mesmo de um ser-
vente Corro ou captivo para o servico in-
terno e externo : a pessoa que estiver lien-
tas circumstancias dirija-se ao irmao m-
nistroJoao 'lavares Cordeiro.
l'eseja-se fallar cora o Sr. Dr. francis-
co Jos Oardoso GuimarSes, antes de retirar-
se para a Baha ; na ra da Cadeia de Santo
Autgnio, casa de slfaiate.
Precisa-se alugar urna ama para lodo o
ervico de casa .le pouca familia, a tratar
no largo do Pilar n. 12, em lora de Portas.
--- HechegaJo a ra l.ireira n. 14, es-
quina que volta para S Pedro, o tnelbor mi-
100 que ha 110 errado, vende-scem porcao
earetalho; tanbem vende-se urna porcao
de fejSo Iradinho innito novo a 400 res a
cuia.
Francisco Antonio da Barros e Silva
Jnior, proprietario|do engenho Tolerancia,
ni 1 eguezia da F.scada. mudou o seu nome
para I rancisco de Barros Velloso da.Sil.
veira.
Deseje-so saber onde mora o Sr. Al-
fonso Jos de Oliveira, director que loi do
collegio de Santo Affonso, ou quem he seu
correspoodonte nesta praca; na ra da Cruz,
armazem n. 62.
Declara Jos Ferreira dos Santos Porto,
que fez sociedade com Francisco alendes Ro-
drigues, na sua loja de ourives da rus do Ca -
buga n. I A, a qual leve principio em 7 de
outubro do corrente anno de 1847, a qual h-
cara gyrando na lirma de Jos Perreira dos
santos Porto C Como procurador de Jos
Ferreira dos Santos Porto Francisco Meo
Jes Ro iiigues.
Manoel Ignacio de Avilla, proprie-
ta rio do solo em que evistem as bemiei-
torias que pertenceram ao casal do fina-
do Joaquim Antonio Ferreira de Yascou-
eellos, tendo visto um edital no "Diario
de Pernambuco" em o qual se declara
que lindos os dias da lei, vSo ditas bem-
leilonas ser arrematadas: wem pelo pre-
sente declarar que o solo em que estao
s indicadas bemeltorias vai apenas a
camboa quepassa po tundo dos dous so-
brados e ipie oorode cada palmo he de
500 rs. por anno, devendo os pretenden-
tes enfedesete com o annunciante a res-
peitodo titulo do foro.
Preciss-se do uma ama que cozinbe o
f*ca o mais servico de uma casa de pouca
ramilla ; a tratar na ra do Vigsrio, taberna
lia OaJt
lloubo de um cavailo.
'^rlaram na noile de 24 do corrente do
sitio em Sanl'Anna, aonde mora o Sr. Nash,
que be junto ao silio do Sr. Amoritn, um
cavailo de carro, ruco, com algumas pintas
de nedrex, grande, bem feito, gordo e niuito
manso ; dinas brancas e pretas, e a cauda
lambed), mas com as ponas brancas, cascos
brancos e bsstante grandes, e alguma cousa
moles: quera acbar, e levar este cavailo a0
sobredito siito.ou no Recife na ruado Trapi-
che Noto n. 10, em casa de l'atou Nash a
C, sera bem re-compensado
Na fabrica de caldeirariasita narua
Imperial 11. I ISa 120, precisa-se de ofii-
ciaes ferreiros, latoeiros, caldeireiros 1:
mesmo tomam-se meninos para apeen
derem o olicio.
pe\tes til mimim m
RECIO, I)E FAUVbLLE-DKLEBAUR
DE PARS;
unte. Hilese meios, pelos precos abaixo inencio- Goncalves da Silva, para ell'ectuar o D1.|el|losioU u
la, de na Jos. sen lo da quantia de IOO.-jOOO para ci- gamento do 19- dividendo 1 r.nrf.Aael I
relender, na praea da Independencia ns. e37a S,vin' *- ll'Ma,:nU0'. '',' uo de ',
::i9,e na ra da Cadeia do Recife n. 45, es- "V "' *^-----*Wlptono da com- # rfl
Quatro onnos^de experiencia tem assegu-
rado aos pentes de caoutehouc a voga qu
boje tom, nao so em Franca como no mun-
do inleiro ; sSo sem contrsdiccao os mais
agradaseis de todos os pentes, mais branlos
que os de tartaruga, sao os nicos qoe nSo
lazem cahiro cabello, por causa da elentr-
cidade que conlem.accrcscendo a estss ven-
Isgens a de nao serem mais caros do que sa
lo bfalo a esta admiranvel invencao de
niversil de 1855.
patihia do Bclieribc, 1.1 de novembro de1
1857.Gailherme Selle, secretario. A
Uagucrreo-

&
e IsOOO, nao porque seja Ilegal a sua
V
typo.
9 'V
Consultorio
CENTRAL H0ME0PA
THIC0.
RA DE SANTO AMARO,
1 Mundo' Novo 11. o'

: :
nmt^
O Illm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resoluco
dajunts ds fazenda. man Ja fazer publico
que no dia 17 de dezembro rroximo viqdou-
ro, vai novamente a praca para se arroma-
aaanr a quem por menos lizer a conservacao
permanente da estrada da villa do Po d'A-
^eara
Vai seguir oestes dias o pntacho Sarda
Cruz, capitao Jos Victorino das Neves ; pa-
re u resto da cerga e pessegeiros. trala-se
com Caetano Cvriaco da C. M na ra da
Cadeia do Recife n. 2.
Aracaty.
O hielo Exhalacn sahe com pravHade,
recebe car.a e passagiros ; a tratar com
Caetano Cvriaco da C. M., na ra da Cadeia
do Recito n. 2.
SVSTEMA NORTE-AMERIC V>0-
Aterro da Roa-Vista n. i,
ainlar.
inaatiaa, ein |iunlo.
a de 5.0ur, em lous
sendo est<^s garanl
Cama
tul meios bilhetes, nao 1.'10 ^t di,os Vill-'s que dizem serao papos
tilos A. P.Crrdoso da ao portador, portante convidamos ao?
- Perdeu-se uma pulecira de ouro, do ^,,'lure8 d,editos ^^ q"e incontinenie
caes do Ramosa mi do Uueimado; qu-ma
1 achou, leve a rus do Qneimado n. 3, que sa. '
I'rerisa-.se de uma ama forra ou cap- ; cisco.
ra recompensado.
Oflerece-se uma pessoa para cobrsncas
dn dividas no malo, sendo para ss partes do
,U--- Abordo te^st^eriaj?* tJva-1',ara ^TC de um. casa de pouca A pessoa que quizer tomar uma crian-
sb nlnl.L S\ fc-mulacJ". VPn0- familia : na ra da Aurora n. 41 ca de doas
J, lU l* l7 flnnoi ,le ",a,,,, Preclsa-ao de uma ama que lenhs bas-
OaeentePesi.nl fara loilo, em seu ar-] cn.r' L. l* J.!hj ^?2.*l!: }Z*M e seja sadia, para acabar a cria-ipea, que ac
iiiazcm, as 10
launuu i.uvtf 11. u, el'.
O Dr. Saliinu Uieganu l.oilser Pinito ja^j I n. d cunsiillaa to'lus na das oten, desde ai S *v
'\ -I h.rel 'laain.inhila na :l >\.i tarar. O* convi-
'.. :) i.s para vi/.i!as rlaverao er rlirijidoi per ,n
-.,. ;;\ e-rnplo. O- poLres >o medicaJni qralui- "'*
..-. ''! iiiienli'. .;-.
Publica^So 1 rt tera ra c religiosa. VEND-SK
Acba-se nos rrelos da tvpohraphia do!i- 1 1
RTO.Sr. Francisco Coeloo de l.-moile Sil 1 ^bree metal pa.afo.ro.
obraMemoria Histrica e Biograrhica do r,>"*"e eo'",'(' de metal.
ej Cabos da Rnssia e de Can o.
*; Cabos de manillia.
Lonas, brimde vela, ebiin/.o.
Cla\notes tiara caca.
NO AMAZEM DO AGENTE
PESTAA
(uinta-feira 3 dezembro.
inezes "ara criar em sua casa,
inja-se a rna Fnrmosa, casa junto aolam-
Estanbo, velas slearina.se banilba.
No armazem de C. J. vst'ey oj C.
Compra-se erfectivamcnlo bronzo, la-
tro e cobro vellin no-leposilo da fundiclo
MUTILADO

ILEGIVEL




DIARIO DE PERXAMRUCO TERCA FEIRA 1 DE DEXF.MRRO 1857
GISULT0H10 H^a^FAlHiCU
DO
a Wm &*, &q&& aeemm**
RA HA C\DK1A, DKIKONTE DA ORUEM TEKCEIKA DE S. FRANCISCO.
Ondn seschaui secnpre os m.iis acreditados medicamentos lano em unturas como
o glbulos, % PKECO. F1X0S
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 34 159O00
Dita io S6 20*000
Din de 48 < i 259000
Dita de 60 3110000
Tubos avulsos a...... 19000
Frascos le tiiiturrsdemeis onca 28000
Manual de medicina homeo athica do Dr Jahr com o dic-
X cionario dos termos de medicina .. 208004
Medicina domestica do Dr. Henry......, 10/004
T'atamento do cholera morbus......... 2/000
[o 'e torio io 1) Mello Moraes........ oc-0
le lino em caixasde i d, azeile doce Ono
em raizas de i d, passas cm raixas, \\l e
Mi, litios em caisas, farel.s em sacos, en-
xufre em caixas peqiienis, e inultos outros
(eneros por prr qo< raznaveis.
i Fazendas de %
lera vicios rtem achaques: a tratar na.de ferro, oucubos bydraulicot; para de-
111 na. posiUs de fezes, a preco commodo.
itenda de linho. Guarda comal s
3

bomgosto.

No deposito da ra de S. Francisco n. 6,
h rendas e bicos de todas as larguras, de
linho, teci los ao gosto de aoasos lucos, viu-
dos de Lisboa pelo ultimo navio : rt-com-
n.enda-se a todas as senhoras que se vende
muilo barato, tanto em varas como em
pecas.
PEDUAS PRECIOSAS- f

fAdarefoo da brilbantes, 3?
diamauiee f perolas, pul- }*?
tetras, hIhleles, briueo jjj
K S rzalas, boloes r aunen J
* de diflerentes rosIos e di
ffi diversas pedral de valor. *
101EII1 4 HUTE.
UJi B| IDBITII
Ra do Cabuga' n. 7.
5 Compram, vender oo
t Iroum prala. ouro, bri
Recehem por to-
dos os vapresela En-
SfrSSTStl roP" "sohrasdomais
!r;orobr.'la<,"'l,eiroI moderno gosto, tan-
taspangraa fflj to da Franca como
de Lisboa, as quaes vendem por
pre$o coiuiiiodo como cosfuniain.
IL'I'I'I WIIMIIIilllllllll B3!
OURO EPRATA.
2
4j Adereco Complrlut & ooro, meios dilos, pulsei- .'
$ ral, slfiueles, brinroi e y-
rozelas, cordoes, Irancel- jp
& lin, inedall.as, correales ne
* e enfeile. para reoslo, e *
J oulroi mullos nbjiclosde '"
3j ouro. ~L
Jj Aparelhos completo* de
3 prala para cha, bandejas, J
i salvas, castiQaes, collieres *
f* de sopa e de clia, e mu- V
j|j los outros bjeclos de ?
* pral. *
******;<;>:?. | fjS
'A Superiores sabidas de baile, de
^ gorguriio de se la ditas de merino,
W eapiilinhos de casemira de cor, ricos
'A, mantel tes de f. malisudos, lindos
iA basquines de camb ai* branca e e
9 "l bordados ditos de fil preto, su-
(0 periores cortes de cambraia branca
&ft bordados, com babados, e outros
,a com duas s;iis, golinbas brancas ,a
wt bjrdadas, de muilo gosto, mangui- w
'^ tos borlados, caniizinhas com man- (0)
it gitos de cambraia e de fil, lindos *
J2 cortes de larlatana cora babados W
'*9 branc s e de cores, pelo baraUssimo (^) preco de 'IOS cada corte, saias bran- m
cas bordadas de muito gosto, lindas ,,
colchas de damasco de sed, liras 22
j) hordadas, pegas de entre meios, su- ^)
periores cortes de seda coai baha-
dos, ditos de ga/c de seda bordados, ,V
^ gaze de se la para covados, rxuito *)
dos, ditos de gazc de seda bordados,
gaze de sela para covados, rruito
lindos paJ'Oes, c ouiras militas fa-
Na fundic^io da Aurora precisa-se
serviro debaixo de cobeita.
I BERTISTA FRAHCEZ. %
^F Paulo ddignou* denlisli,roa >ova n.il i *^
^ 11a mesma casa (em auua e pf i.eiitr.lice.
O bu"!iarel lvo Milupnno da Cu-
nba Soulo Maior, roga a (inein levou de
sua casa um lomo da legislaro brasilei-
>a de 1.818, quetenlia a bondade de res*
lituir-lh'o ; pois que delle carece agora
urgentemente.
Scliapliuitlin & C, ra da Cruz. n.
38, receberam pelo ultimo navio do Ha-
vre, urna porcao de quartolas de vinbo,
de urna das mais afamadas vinlias de Ror-
deau\ : vendem, a' vista da superior qua-
lidade, por preco commodo.
SEGUR CONTRA FOtO.
Compartida Alliaoce.
Iiubalacida cm Londres, ara mar;o ds 1824.
Capital cinco milhoes da libras estarliaas.
Saunders Brothers & C, tea a konra da in-
fonaar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas
a quea mais convier qua esto plenamente u-
torisados pela diu companhia para etectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo pedra, cobertos da
tilha igualmenl*sobre os bjeclos quecontivereo
os masnos edificios quer consista im ruobu ou
futndas de qualiiuar qualidade
*n tn. j*> nj*T>
-.-'

O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
labeteceuem sen sitio da l'assagem
da Magdalena, que lica ao norte
da estiada entre a ponte grande
e a pequea do Chora-Menino, ex- :'
cellentes ac^mmodacoes para re- ';"'
ceber todas as pessoas enfermas Q
que se qui/.erem ulilisar de seus SS
serviros medico, os quaes serao %
prestados com o maior esmero. @
O mesmo Dr., para o liin supra- Ufe
indicado e para exercer qualqucr S?
outro acto de sua profissao den- @
tro ou fra desla eidade podera" |
ser procurado a tjuahpier hora do @
dia e da noite. no referido sitio, $$
a exceprao dos dias uteis, das i) $g
horas da manha >'s ? da tarde,
- lie chegado a loja de Lecontc, aterro
da boa-vista n. 7. excedente lene virginal
de rosa branca, para rci'resear a Delle, tirar
pannos, sardas e espionas, igualmcnlo o a- j cmeiro, se dir que
famado olro babosa para limpar e fazer eres-'
cer os cabellos ; assim como p imperial de i
lyiio de Flurcnca para brotoejas e asperiila-
des da pelle, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa di vida.
Conliuu'a anda por appareeer uma
pulseira de ouro de 18 quilates, que se per-
deu da ponte da Boa-Vista ao trro, casa
u. 2 : quem a tiverachado, leve-a a ra do
Apollo n. 5, que ser gratificado.
JOHN GAT1S,
corretor geral
E GEME DE LEILO'ES COMMERCIAES,
n. 20, ra do Torres.
PIUMEIRO ANDAR,
traca do Corpo Santo
l'recisa-so de uma ama, para ama-
mentar urna enanca de 10 mezes ; jaga-se
muitohem : na ra de Apollo n. 22.
zeudas de goslo : nos quatro cantos i*
_ na ra do Oueimado, loja do so- 2J[
!}S hrado amerello n 29 v)
Atttncao
V'pile-se uma esclava crioula, de 13 anuos
de i lado, muilo bonita ligura, sem vicise
ncm achaques de qualilaJe ulguma, oque
se afianza, engouna e cozinha o diario de
urna casa n.uito hem, e coso alguma cousa ;
bem como uma uegnnha de 13 annos tam-
bem mnito bonita ; na ra das Flores, es-
quina que vira para o Carolo, loja de tuar-
vende.
rtIII.MIi l)K MANDI tCA.
/' seus fregu<
zes.
Acha-seo deposito da ra de S. Francisto
n. 6, sonido dos principaes gnerosalioicu-
ticios, como seja>, sanlinbas, chocolate,
passas ameixas, figos, conservas, vinho do
Porto do anuo de 1834, cerveja da melhorl
que ha, champagne da marca C & C, em gar- j
raase meias, licores,absyntr>io,os meihoresj
charutos e de todos os presos, em caixas de
100 e 50, ditos, etc etc., e muitos outros
gneros, que so com a presenga du compis-
dur se juslaia a sua venia.
V'ende-se uma grviii'.e morada de casa
reedificada ae novo, com sot3o, 4 portas de
trente, cozinha lora, cacimba, quintal gran-
de murado, frento doblada para se edificar
oulra grande casa, com propo toes para mo-
rada de familia grande, e terse um grande!
estabelecimento, no melhor c mais aprecia- j
vel lugar da povoaqao los Afogados, que
vem a ser no palco da Paz, lado da sombra ;
tambem so vendem outras mn adas de ca-
sas aais -pequeas, lodss rectificadas de
novo, e trocain-se por oulras np>ta cidade ;
tambem se vendem terrenos no melhor lo-
cal para se edificar cun gosto ; quem pre-
tender, dirija-so ao eapilao Moraes.
viuho iiio
DO PORTO.
Vendem-se guarda-comidas de rame
os nielhores queteeni vindoao mercado, e
por barato pre^o : na ra da Cadera do
Kecife loja de ferragens de Vidal &
Bastos.
BRACOS DE ROHLO PABA
BALAKCA
Vendem-se bracos de Itoipao paraba-
langas, de lodos os lamanhc.s, l)ein como!
de muitas outras ipialidades : na ra da
Cadeia do Kecife loja de ferragens de Vi-
dal i\ Bastos.
9
Re
*',
cober'os e descobertos, pequeos e gran-
des, do ouro patente inglez, para homeo
esenbora, de um dos melhores fabricantes
de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Souloall Mellor A C.
ra po Torres n. 38
Ao barat.o
0 PREGICA ESTA fiEI-
Na ra da Madre de Dos n. 34, loja, esta
venda o superior vinho lino do l'orlo engar-
rafado, das seguintcs qualidades : duque do
..;;-^.-..,--.^v.r--.."w-..
i i^asa desande

'i



:;:
.:
...-
meuron
je:
Com depsito se-
ra) (io sen rape Asea
l'reta, m ra da
Cruz ii. '20, uitul .-
i
-
Veiilem-sa saceos grandes com familia
muito Iioj : na ra da Ma !re de Dos n. 2
Superior vinho d< Porto
do auno de IJJ5.
.1,1/, Ijucsn Ii'" l'iarjnij i,, ,-
\eude-se no escriptorio de Antonio Luizl ropiga branca cm bains do 5.-
deOliveira Azevedo, na ra da Cruz n. 1,'
em caixas de uma e duas duzias.
Superiores charutos.
Vende Antonio l.ulz de Oliveira Azevedo,
no seu eseiiptorio na ra da Cruz n. I.
Vendem-se ssccos com l'eijao mua li-
nho muito novo: na roa ido Viigario n 5 tu
Vndese um mtiUto ptimo ollicial de
fogueteiro ; a tratar na ra da Concorcia,
confronte o armazem de msleriaes do Sr.
Pedro Antonio Teiseira Caimaraes.
Azeile de carrapato.
Vendem-se na ra du Vigario n. 23, pri-
meiro andar, birrig com azeile de carrapato
de boa qualidade.
Ven le-se definitivamente una escrava
crioula, troca, de 13 para 14 annos de ida-
O Preffuica da ra do
Queimado, continua a queimar na sua loja
n. 2, esquina do becco do Peixo Frito, un
luido e variado sortimento de fazeudasde
bomgosto, por baralissimos presos, pois
que sem amhicao so contenta com um m-
dico lucro, e nao lhc sendo possivel notar
em um pequen annuncio ludo quanto tem
de bom para servir aos seus freguezes,
menciona apenas olindinas, far.enda de seda
ealgodSo, propria para vestido desenhora,
de gostos inteiram >nle novos a 900 rs. o co-
vado, cortes de largelinas para vestido de
senhora, fazen la muito lina e do nielhcr
Porto de 1815 e 1834, todo em cnixas de du- Sosto inglez, com hstias de seda e camo
zia, bem coreo em barrls de 5. e 8-, do me-
lhor que se p^de lies-jai, ha igualmente ge-
ropiga branca cm liauis de 5.'
Ferrameuta pa-
ra tanoeiro.
Veudc-se ferrameuta completa para la-
noeiro : na loja de ferragens na ra da
Cadeia do Reate de Vidal & bastos.
ao rigorismo da
moda.
prelhas : em casa de Ce mi liba A Filhos, ra
oa Cadeia do Recite n. 60, priaieiro andar
POTASSA DA fcSSIA E CAL
YIRGEM.
No deposito da ra la i.adeia do Recite,
annazcm n 12, ha muilo superior potassa
da Russia, dita d| fabrica do Itio de Janei-o,
e cal de Lisboa c pedra, tudo chegado ha
poucos dias, e a ven ler-se por menos prego
do que em outra anal^uer parte,
Agencia
da fundic.o Low-Moor,
ra da Senzala Nova
n. 4<2.
Neste estabelecimento continua a baver
um completo sortimento de moendase meias
moendaspara engenho, machinas de vapor
etaixas de ierro batido e coado de lodosos
lmannos para dito.
TACHAS PAHA ENGENHO
Da fundido de (erro de O. W. Bowman
na ra do Bium, passando o chala-
riz, continua a lia ver um completo sor-
timento de tachas de Ierro fundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica. as quaes sa
ecbama venda por preco commodo e com
piomptidao, emharcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas a o comprador
fiomina do Aracalv.
Km porcOes e a retalho : vende-se na ra
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
nna.
Na ra do Trapiche n.
34, escriptorio de 21-
vaes & G ,
vende-se superior vinho do Porto engar-
rafado em caixai de I e 2 duzias de gar-
rafas, bem como cm barris de quartoe
oitavo, a jn-ero commodo.
*^ellilis e rle-io
SELMNS e RELOGIOS df palele
Ingleu : a venia no armaz'in df
It 11-11 .-ii Rooker & Companhia, es-
qoina do largo do Corpo Sanio DO-
NA MESMA FUNDICA'O.
seexecutam todas as encommendas con a
superioridado ja conhccida com a devida
presteza e cummodidade em preco. i
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi transferido o deposito deste xaropn
par botica de Jos da Cruz Santos, na rut
Nova n. 53, garrafas 58500, e meias 3a000.
sendo falso todo aquello que nSo for vendi-
do neste deposito, pelo que se faz o presenta.
aviso.
IMPRTAME PARA OPIBLICO-
Para cura de pbtysica em todos os sea
diflerectes graos, quer motivada por cons
tipacOes, losse, astbma, pleuriz, escarns de
sangue, dr de costados e peitos, palpitaban
oo coracao, coqueluche brnnchite, dor na
garganta, e todas as molestias dos oreaos
pulmonares.

mero 48.
escuioa lascada um, organd\s de cordSo
com desenbos mili delicados, pelo baralissi-
mo prego do 410 rs. a vara, cambraia estam-
pida do melhor goslo possivel a 480 a vara,
cassas francezas de lindos gostos a 600 rs. a |
vara, chitas francezas escuras, matizadas.
com lindos e noves padrees a 260 o covado, a este mercado vendem-se no escriototia
d.Us claras, padroes largse m.udos a 280 j do agente Oliveira, ra da Cadeia do Recifo
n 6-J, primeiro andar.
SECRETARIAS,
As melhores que ate boje tem apparecido
e 300 rs. ocovauo, ricos c-les le setim
bordados para cohetes a 45 cada um, laazi-
nhas escuras de mu ricos e variados padrdes
P'oprias para vestido de senhora e roupfles
de meninas a 500 rs. o covado. riscados
monslros da cores alegres e mu elefantes
gostos a 220 o covado, ditos francezes de
quadrus de lindos padroes a 240, mussulina
branca a 320 o covado, dita muilo fina 400
rs.,dita estampada de lindos padrdes a 320 e
. 400 rs. o covado, chitas unas de cores claras
ttua d.i Cadeia do Kecifeleescuras'til,las,iS8sa,6. ao 240
, a rs. o covado, pegas de cambraias lisas taps-
iOI'l II 04 'das.^muito finase com 10 varas a 6)600, di-
Oh que pechin-
ella! coui pequeo toque
de a varia.
Na loja do Pregnica. na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n 8, ven-
dem-se pecas dealgodSo com pequeo toque
te avaria, pelo baraUssimo preco de 19440 e
18600 cada urna, ditas de dito, li rgo e encor-
pado a 9D5U0, ditas de madapolSo a 25200,
de, perfeitrmente sSa e com prendas: a
quem convier possuir uma peca sem de- \w chegado um novo sortimento de fazeti-1 tdedta maischeia a 49600, dits'trsp- ditas de dito'largo a3f50o"; a elles, antes
fetos, pul" ver e ajustar segunda e lerca-| das estrangenas de bom goslo aellas quc ente com 8 varas, muito finas a 55400 a pe- que seac.bem.
lena, na ra de Sanio Amaro, casa n. 32. o modernismo he que da a lei ; darn-se a- I -a> POsde bretanna de rolo com 10 varas n a bw a p nn nnnnn
a casa das familias, 23 cada urna, grvalas de setim pretas e da Iklh St luJtiKU
'cor, gustos modernos a 1:280 cada uma,! Kscellentesc
11.
ranise para
na ra
meiro uoda
ii. 25,
ints-
pri-
m%-mw
:
^siec^K &
jPruetas frescas.
N<> deposito de bichas ra esti.cila de
Rosario n. II, be chegado a boa macS <
pera, assim rumu as bous pastas, li;;os,
meixas e os bons queijos de vapor.
Uvas le Itamri rae.
Venlcm-se na ra do Collcgio n. 12.
-- Vende-se vinho da Figurira supeiior
'..." em bar isa vontade do comprador: na >up
jg do \ IgariO n. 19, primeiro andar escriptorio
de Tliomuz de Aiiuiuo louseca & l'ilho.
9

mosiras, c mantam-se
nesla praca.

camas de ferro para solteiros
ueijos
cortes de brim.d. puro hnho a 2,300, 2,400 \ ^Sem^e^ e^toio do ".gnSo ve
e b# ocoile, ditos de algodao delindos gos-lgndsr.
Ven Jem-se queijos dos mais novos que ha Ilo! a "'l**,*? 600oada um, loncos para
i mercado a 000 : na ,ua bircita n 8. m;i? B -0. d"s <=<"> bico muilo linos a 360,
-pj chales de gaze, ditos de merino lisos ebor-
c aue bap
aumipa
upepiop
a
le porco americana, era barris ; na ra da
rain, annazcm du Francisco Moreira da
que sera' encontrado no primeiro
anda
do Carnio.
andar do sobrado n. 9
o or
, do
pateo ^S
Cooipra-se elieclivamenlp na rui das
Flores n 37, primeiro andar, plices da di-
vida publica e provincial, acedes das compa-
tibias, e da-se dinheiro a juros em grandes e (.osla',
pepenas quanlias sobre penhores. ... Vende-sem'iiteiga i.igleza llora 1M20
--- C,im,.ram-se lamandus ; na ra da : libra, dila fraiiceza a 6*0, macarrao muito
Cadeia do Kecife n. 61. ; novo a 400rs aietria a 480, passas muito
tompra-sc metal sendo cobre, la- novas a 640, ligos a 320, linguicis do reiro
lo e bruuze velho, por maior prero do' 640, caisLes de doce de goinba a 1/600,
'queijos de coalha milito Ireseaes a 400 rs.,
de Caldeitaria na ra Imperial n. 118 a
120 c na ra n. 3o.
(.o n(.r,i se um preta ou mulata parida
*jfti,wi0
ltNOto de gratilicafao
a qaem der noticia certa de uma cinoa
que desapptreceu desde a semana passada,
no tanto velha. pega e uceupada em tirar arcia, anlava com ella
um crioulo bsstsnteallo, de nome 1'eJro,
quedizia morar na ilh< de Itimaraca, des-
poare.eo levando a dita canoa : quem a
d scobrir, du ija-se a Boa-Vista, rui da Con- I
eeico, ctsi da esquina n. 47, que receber
a oS'drta cima.
Vendem-se travejaroenlos de louro de
varias tamanbos ; u* raa de Santa Itita,
rastilacao
--- \ tessoa qu1 tiver cajas em p<>rc,So i i. i. .
e queira vender, dirija-se ra da Floren-1",,..'
lina, casaenvilraeaa.def'onte da cocheira, rolbinha de variedade, contendo, ale
de pouco lempo, que seja moc e sadia ; p-
ga-se bem: que-n tiver annuncie para ser
procurada, ou leve a csa do tenenle coio-
nel Vilella, na ra Formosa
Compra-se em pi i reir mSo una es-
crava com habilidades : ni ra do Hospicio
n. 15.
lolliiulia
para o anuo de i8i58.
Acham-se a' venda as betn condecidas
Eblbinhas impressas nesta typographia,
lara o anuo pie vem, das seguites ipta-
que achara com quem listar.
Uefrome da ordein tercei-
ra de S. Francisco
CONSULTORIO 1IOMEOPATHICO
bt
DR-P. A- L0B0XOSCOSO
Medico parteiro e operador-
O br. Lobo Hoscoso, da cousullas todos os
dias e pratica qualquer operaeSo de cirurgia,
sssim como,accode com toda a prompldSo,
s pessoas que precisurem do seu prestirn
para o sorvieo e parios, pralicando as o-
peraQOes manuaes ou instrumentaes, quan-
do nSo yossa conseguir resultado por meio
dahomeiipathia, que lanas vezestem ven-
cido dilliculdades, que pareciam insupe-
raveis.
IUD1HCA DO ESTABELEC1-
MENT DE timS DE
J. VIG1IES
i. Vignes mudou seu estabelecimento de
pianos da ra larga do Rosario para a ra
da Cadeia deSanto Antonio u. 23, junto da
HbIrcSo.
O br. bits l'eriuniln, medico fixou &
. ,;, J< na
queem outra qualquer paite : na fabrica ,
ditos do reino novos a 2oU0, vinho a 60,
640 e 800 rs. a garrafa, dito do Porto engar-
Irafa lo feito'ia a l?280 e IcttOO, cha muito
I superior a 2#56H, 2;210 e 2;otiO e prelo a
, inSuO, e iwini. muilos mais gneros em cun-
ta ; na taberna da ra dos Marlyrios n 36.
Vende-se uma escrava Lao^a, comum
pequen deleito, e por prego muilo baiso ;
na ra Dueila n. 66.
- VenJe-se um excellenle cavallo eosi-
ii -do para carro, nao s de langa como de
varas : para ver tratar, na cocheira de-
fronle do convento de S. Francisco, que he
do br. major Silveira.
Venae-semui'.oem conta um piano em
meio uso, do celebro autor Broadwool, he
de moguo e qualrado, e cuslou quatido no-
vo mais de l.iOO?: na la do Trapiche No-
vo n. 10.
COCHEIRA, UUa. >OVA N. 61.
Vendem-se canos novos e arreos, arreos
para cibriolet e ferragens para os dilos, va-
quelas para cobrir carros, couros para guar-
da lama, galao, laiiiemas, velas para uilos,
c n jilos ojiios bjeclos para carros e ar-
reios ; vende-se tamb-jn um carro de 4 ro-
das de cairegar fazendas, eiio-pregj com-
modo.
Capim de pbnta.
Vende-se um grande curte de capiro de
planta, no sitio defronle dc'S. Jos do Man-
guiniio : a Halar no aterio da lfja-\isla,
loj tm-aiuada n. 10.
Vcnde-se ma escrava crioula, de bo-
nita ligura, ptima engommadeua, cozi-
ubeira e costuieira, sem vicio nem .chaqu:
na la de Hur;s n. 60, se dir quem venuc
Saceos com l'arinha, saceos com milho.
\endem-se no armazem de Joaqiiim
Filippeda Costa & C. : ra do Amorim
n. 52.
Vcnde-se um sobrado destriorado,
cm Olinda, na ra de S. bento, confron-
te ao Mosteiro ; na roa estreita do Kosa-
rio n. 23, s.vmikIu andar.
PARA QuRU TIVBR ItO.M COSTO.
Vende-se um bom siliu com per.o de 500
dos miv.es, muitas noticias scentficas,
modo de plantar e colher a nova caima
de assuear, noticia sobre o milho e al-
godao, e uma serie de ronheciment*
das artes, etc., etc., cada urna. "20
Dita religiosa, a uual, ale'm dos mezes,
Se reuni a contiiiuarao da liililiolheca
do christio brasileiro, contendo os se-
guintes ollicios : do Menino Jess, S:ui-
titsimo Sacramento, Senhor dos Allli-
tos, Pai\ao, Nossa Senhora do Carino,
Sa:i-Jose, Santa Auna, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. Santa Hita,
Santa Barbara, Almas, CoracSo de Je-
ss; assim como outras urarcs, etc.,
le. ......... 320
Dita ecclesiastic ou de padre, elaborada
pelo l!vm. coiiego penitenciario da Se
de Olinda, segundo a rubrica, a qal
dados, obia primorosa, gangas mescladas
prop ias para calcas e palitos a 560 o cova-
do, casineta preta lina a ipioO o covado, len-
cos de seda de lindos pauroes a 2} cada um,
cobertores dealgodSo para escravus a 700
rs. cada uw, de todas estas fazondas e de
M loja de portas na ra do Queimado muitas outras que se nflo mencionan, mas
n. 37. passando o becco da Gougregac3o,tem ,,ue se venderu por harst issimos precos e
chegado a este estabeleciHiciito um excel- so llarao ^m0stras com pcnhnr.
AVISO A TODOS EMGERL
lales
DE
ToiKiiiiiu.
babados, para div^rvos presos, e munas
mais fazendas, que nao he possivel aqui|
mencionar todas ; cassas organiiins dus
mais mudemos padres a IjTIO a vata, sedas
de quadros largos a 1C2O0 o cuvadu, ditas
miudinhas.a 1:300, ditas muito finas de
gosto iuteiramenle novo a laHOO, Iflazinha
u.'iudiuhns a 320, ditas com lislras de seda
a 750, corles de casemira a *3, dilos entes-
tada, covados 2>500. dila muito tina a 43,
dita do uma largura 2Jl00,grosdenaples pe-
lo a 2?, chamelote muito bom a 37500, dllo
largo com listras asselinadas a *Bfk< Cha I y
lavrado 1.710(1, um completo sorlimenlo de
chapelinus para senhora, gollinnas. man-
guitos, camisas, ir;eias de seda brancas, lu-
vas de seda dos melhores gostos que ha, se-
Vcndcm-se inoinl
ios
N'a loja do rniio, na na da Cadeia do Ite-
cil'e ii. 54. ha para vender os mais ricos e
benitos chales de louquim, de, bonitas ro-
(res, e bordados a roa, com duas palmus,
de Ierro de lodos) pelu baraiissimo preco, que na realidade
os tamaitos parrclinarao, peneiras de! {a sdoilrar ao comprador, a vista da qoali-
arame, e de metal bronco, aparelhos de ""i'-V do l0m g?t0 laml,en ha honilas
,v,..i jI ,.,.-.. ,.l...- .. ^ r; l i j sahidas de liaile, de bonitas cores, tor preco
metal ara cha o cale, lacas com cabo de n^ commodo. casaveques de casemira.
marfiin, de osso, de vidro e de metal romeiras de filo de linho. gollmhus paia
grandes epequenas.enchadasde feTocal-1 POscoco, tiras bordadas, cortes de seda de
cadas de ac, portuguesas e inflezas, fo- honios padioes, dilus cum 3 babados, pro-
le. safras lomos para lerreiro,"f ornos de ^^SO^VSTISS:, ?
todos os himaiibo,,a.-a lilos e pudins nunciante estt disposto a torrar por dimi-
das brancas, cassas para cortinados, brins! __ Scliufieitl__
de linfio muitu fnus, lencos de linho bran- | ro ^j i" "i "'
eos, de diversos pceos. Asscvera-se aos!8' lBldim ^-'^''e onipos.rt
compradores, que tenham vonttde de com- P>" '>, err.poivoes a vontade i
pradores.
treni de cozinha de porcellana, estanhado
e rrancez: eoutrosmuitosobjrclosdcsum-
ma utilidade : amada Cadeia do Ke-
cife, loja de ferragens da Vidal & bastos.
iV C., ra da Cruz n.
io de (i
dos com-
RA 110 OUEIMADO
%
Grande e novo
crtment de *;r/eii(l an de
loihsas <|ii;i]id;t(les, vin-
dus pelos ltimos navios
da Europa.
elogios.
Os melhores relogios dconro, patentein
pradores, q
prar nao sabir sem fazenda, porque nao'se
engella ditiheiao chegando ao cusi da fa-
zenda.
Na roa do Queimado ti. 37, loja de 4
portas, ha cortes de cohetes de velludo mili-
to bons por 11 sOOO, velbutina sorlula a 75U I glez, vondem-sc porfprecos ra'zoaveis, nc
reis o covado. chitas lrauce78s muilo liuasa ; escriptorio do agente Oliveira,ra da Ca-
280 reis, riscados escocezes a 80 rs mus-! doia do llecife n. 62. primeiro ardar.
sulmas a 320 rs., ditas amaiizadas muitu ii-1 Vende-se um carro inglez Je 4 rodas
as a 310 rs., chapeos de sol de seda, para : e 4 assentos, para I ou 2 cavados, com co-
diversos precos. berta, e com os competentes arreios ; e tam-
bem um cabriolet inglez com os arreios:
na ra do Trapiche Novo n. 10, ou na Hoa-
Vista em casa do Sr. Poirier.
Iieijftn (io S^ll;lo.
Vetviem-se queijos do sertao, Sfccos com
muilo boa faiinha de mandioca, e ditos com
milho e feijao de tolas as qualidades; na
ra do Queimado, luja de ferragens n. 14.
Vende-se um silio na mu Ilireila da
povoacio dos Afogalos, todo murado, com
:t cacimbas, tanque e diflerenles arvores de
relos, entre ellas uns 50 pea de enquniros,
lendocssa terrea com a f ente para a ra,
com os cuaimodos seuintes : 2 salas, 5
qua ros e cozinlu fra
iliiija-se a ra Du
GM PEQUERO TOQUE DE
ATAXIA.
Pecas iU algudao do sacco. ditas dealgj-
dao trancado proprio para loalhase roupa
de escravos ; vende-se na ra do Crespo,
loja da esquina que volla para a ra da Ca-
deia.
Aviso.
aos senhores
n.arcinciros
Vendem-se jogos de caitos para pe de
mesa : na loja de ferragns na ra da Ca-
deia do Kecite, de Vidal A bastos.
Bandejas muito
(inris.
;:*
tstr.ilj (lo Kuorio n. :1o, unile pode
.:
i e 8 da praca da Independencia.
Devoto christao.
Sahioluz a lerceira edicSo do livrinlio
, religioso llevlo ChristSo, mais correcto e
augmentado, vende-fo nicamente na livia-
..-'i*.?;,r;r: .- -.--.-....... -.
RodolphS Un*mTfe ftotSK?n rJ!aaf: 6 C 8 da pr"a da "'^pendencia, a
peilavel publico, que acaba decneaar par*-;\r .
sua olcina de pintura dona peritos olOciaesI venae-se saceos com leijao rajadi-
P ser procralo pjra o esercieig e aua pro- %
'S ""',0- m
Dita de porta, na forma usada ale sigo- j lortalies, commodidades pira se lazereui 2
ra...........j (o viveiros por terca ni boa u'agua salgada no
Vendem-sc nicamente na liviana ni \tuaf' casa soliri.el para morada, murado
na trente e de um lado, agua iie beber, etc ,
e a lem de todas estas bondades, quem qui-
zer manda- faaer unn morad de casa com-
moJa e aceada, ja lem um formi iavel o
bem Icito alicerce para isso, com 0 palmos
de frente e 110 do fundo, guarnecido com
dous portees um de cada lado ; e be perlo
da praca por ser logo ao sabir do Mangui-
nho para u Allctos : quem o pieten ler e
quizer ve-lu, entenda-se com o proprialoiio
Santo Atilouio n. 17
Vende-so superioi linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novnllo,para costu-
ra, em casa de Southall Mellor i\C.a,ruado
Torres n 38
Vcudem-se bandejas muilo linas, c de Vende-se superior agurdente de
lodosos tamanbos : na loja de (erragent l'"ranra, tanlo em barris como cm caixas,
de Vidal Itaslos, na ruada Cadeia do licores e absynthe, chegado rcccnlemen-
Recite. 'te.pclo iiltiinouavio : em casa dt-J. Kel<
Vende-se um esclavo crioulo, de bou-1 ler <\ C ra da Cruz n. 55.
ta figura e rom algumas halulioades por ser I __>- _
OrOmma de ex-
por
nutu prego. Na mesmi loja da-se lazeudts
com penhores, e leva-seem craas ae fami-
lias
vendc-se o engenho Cacboeira Oran-
de na freguezia deSerinhaem, de muilo boa
producQao, com bastantes varzeas apaula-
das.roe copciro com o rio Camaragibe, sem
levada por .er a bica assenlada ao p da
tomada, com todas as fmragens precisas e a>
mais obras, sendo a casa de vivenda, nova,
distante do embarque du> s leguas e meia, e
da estra la de ferro uma lego, tem o enge-
nho 120 carros de eanna de cemente : quem
o pretender, podera dirigir-se ao Itecile aos
Srs. Lemos Jnior & Leal Reis, ou com o Sr.
Antonio Concalves l'ereira l.ima, na villa da
Kscada, n>s tercas-reir, cora o Sr. r. Ser-
gio Duii/, de Mouri Mallos, e no c genho Vi-
cente Campello, con Manoel Coucalves Pe-
reira Lima, que informara dos lemiles do
engenho.
Farinha de man-
ioca.
Vendem-se saceos com mnito boa farinba
de mandiuca, e saceos com bom milho e fei-
j'lo de todas bs (|ualidades, e por pieco rom-
modo ; na ra do (Jueimado, loja de ferra-
gens n. 14.
Vende-se superior farinha de man
diocacm saceos i;randes: na lanoaria
tffltJ,Ue!?,,r'Tele0'ieT- drl.oi.tr do trapiche do Cunha.
i cita desla cidade, no so-' '
hrado n. 74, u fallar com o seu pro prietario ~fif \\
CEMENTO. iJitiOS,
Vende-se cemento, tanlo em barricas I
como em porcu e a retalho, pur com-iim casadeltabeSchmeltau&Compsnhiaf
modo preco para acabar, e muito bom: no! ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
armazem de matenaes, na tua da Cadeia de pianos do afamado fabricante T
t>ravatd de leda com puntas rompridis i
repencia..........
ilnt de dita com ditas a principe da Cal-
ifa..............
Ditas de dilas h' amenena......
Corte pmlri'irs g.......
Dilos de >eliin briueo boidadvi, proprios
par ceiemenlo.........
Dilo de gorgurSo de eeda de novo pa-
drOes ..........
Hilos decalca de caaemira di lod.n ae qus-
lidadei...........
Cliapoa de o de seda inferiores .
Chapeos de msssa rraiifttes.....
Lencos de cambraia bordados, lino;, para
mo.............
Ditos de dito de linho lieos para uilo. .
Luvis de sede de todas as qoalidides, para
hoinen;, senhoras e rniiiiiiss.....
Corles de veslido de seda de crese brincos
a Pekim o mais superior e moderno qua
ba no merend.........
Belleza de Bengala, fazenda toda de seda
Iraiitpirenle rom btlrae asjeiiuadas ,
P'opria para baile, covodo.....
Cduilnaii e aeda de Bengala para vestidos ,
covsdo............
Ilarege de seda com quadros asetinados, ct-
*ailo...........B
Orosdensptes preto e de cotes, muilo su-
perior, covado......". ,
Dilo clilo de iiilo muilo largo, pri-pno pa
furris de obras, cuvedo......
Sedas de quadriohos, covado.....
Mussulina branca e de cures, corado. .
Diosas frnnceas de cores litas, a vara. .
Chilas francezas, o covndo......
Pecas de brelanha de linho lina com ii va-
ras.............
Panuo libo prelo e de cores, psia lodoa os
prec.03............
Palilus de panno preto e de core;. .
Dilos de argentina de cores escuras. .
Dilos de alpaca de cores fina.
Ditos de dita prela........
Dilo de penga de core......
Dilos de lnim de quadiinliu.....
Hilos de linm pardo linv. ,
lliln* de brelnnlia de hubo brancos.
iinii.1i.la.de alpaca prela e de cores. .
Komeiras de relroz, grandes, com la^o de
seda p,ra ;euhora........
Chales de merino bordados a velludo. .
Hilos d dilo de dilo a sed......
Hilos de dilo bordado em 2 ponte. .
Dito de dito chsly burdado.....
Dilos de dito coro lislra de seda ....
Dilo de dito li.os com franjas de seda .
Ditos de dito com franja de laa ....
Dilos de laa adamascado, prelo e de core.
Em fente do becco da Congregacao, passando
loja Se ferragens, i segunda de tszeudi. n. in.
1'i.ultt.s depurativas do
Dr. Alian.
Vendem-se nicamente no eecriftono de
Vicente 1 'erreira da Cosa, na ra da Madre
de Dos n. 22, a t cada vidro, e 10/a duzla.
Kecummendamos ao publico este encllenle
remedio, til a todas bs molestias, entre as
quaes so menciona : febre aniarella, inter-
mitiente ou sezes.e d uut>* qualquer qua-
lidade, indigeslao, rbeuu,alisino, ai v'ipelt,
constiparlo, ele sendo que seus benficos
elleitos se estendem igualmente is moles-
tias chronicas. Aos senbores fazendeirus e
mais habitantes do interior, torna-se neces-
sario supprir se desle medlcsmento.
A 19200 reis
Na ra Nova n. 18, vendem-se cortes
de casemira de algodo e brins escuros, fa'
/.i-ii la muilo forte, propria para o dratio
cortes e para cali;.
g VIKHOS FI.\0S.
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i II A > N I S B L H C.
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SP^IthLINC M0SELLE
t

ptimo pescador do alto, e proprio para o
serviro martimo : ni roa da Concordia n.
26, arnibcni de mateiiaes.
5"asso Irinaos
pjanos ao atamauo laDncaiue 1 raumann
It llamburizo.
Potassa da LUus>ia e ral de
Lisboa.
No anligo e bem conbecido deposito da
ra de Apollo, armazem n. 2 B, ha mnito
supeiior potassa da Russia e cal de Lisboa
em pedra, chegado no ultimo navio, e ven-
dc-se por proco commodo.
C. J ASTLEV 6 C.
Na ra ISova 11. 18, loja de Al. A. Laju
& C, ba um grande sorlimenlo de obras fet-
las de i I la ia te, de todas as cures e qualida-
des, as mais bem acabadas que se podem
encontrar neste genero, casaveques e mon-
taras prumptas para as senhoras que mou-
tamactvalio, um grande sortiaenlode dif- .
ferentes fazendas para vendrr-se e faier '
qualquer obra de encomtnenda ; o prec
stia um s para todo*.
& i **&** $*%*&.
peijao
de Hamburgu.eporcunseguiteaoer.carre- "o por preco muito em conU: no arma-1 Jos Saponti. muiador 111 casa anneza
ga de qualquer pintura de c-sas, lejas, car-Uem do .Mello .1. 7, no caes (la allnele,
ros, tabolet.se mitras quasquer que se o- ; Vende-se um braco de balanca, mui-
ferecer, sendo os seus servaos por preqos 'o bom, c m 6 palmus de comprimen o. e
muito com modos, e promelte nio ler dem.i- ana 900 saceos ja usados, piupnos para ta-
ra: quem se quizar ulisar, luja, nu icrro da Boa-Vista 11 38. I aa travs das Cruzes n 4
!S Algodo da Babia, potassa da ^
W Rusiae do Itio de Janeiro, e cal $
Q virgem de Lisboa : na ra do Ira- \
i) P'ce, armazens ns. 1 e ti. a
AViatO tiOj aprrtuuuure*
la boa pitada.
He chegado a este me.reado o excellente
rase princesa de Moril nde, fabricado na
caoial do Cear, cujo deposito se aclia na
roa da Cadeia 4o Recite loa de miudezas o.
7. ao prego de l5to.) ca la libra
- i) Sr.
Aviso ios logistts.
Acabl de el. g>r na 1 na .Nova n. 22, um
graue sorlimenlo de livros embrsncode
tolas s qualidades, por pretjti muilo em
cunta.
i\a travesea da
Va re de Dos, .rna/eiu
de ..os Joaquim Dias
Fernandez & Filhos,
vende-se :
Vinho do Torio commum em pipas e l|2
dilas riuliuu em barris de qnarto, ditodi-
dito sitio oe niaiili.ia alcas M huras, e de
tarde das 5 em dianl- ; e no decurso do no Kecife, escriptorio dos Sis Bastos & Le-
mos, ra do Trapicbe 11. 17.
A 9 CAHO
O Puntes da luja da rea da Cade'a do licci-.
.: 11. 31, receb-u elo vapo' hamburgoez u>
mais lin los casaveques de cambala rodta-
dus de bico i|ue se t-'in visto no uussu mer-
ca le, nicamente se vende aara as senhoras
''' bom gesto, c muitas mais lazen las pro-
pnamenre de Benhoras da moda, e manda-
se a amustia.
3Jilh
o novo a 5,^500
o Sceo.
Vende-se na travessa da Madre de Heos n
i. (aberua. 011 no a mazen de Em tenu Ma-
ciel la Silva A litaos largo da Assemblea.
Vende-te na ra da Cadeia do Reci-
le, loja de miudezas n. 7, uma
iiome Anlonii
Br.g., Mue t4e boteqi.im na lo em b.rris de quinto, du., din. e > barra J "'."""- ". '. uma negra ac
tu la iiori-s, ou Aguas-Ver es, quei'a | de miavo dilo diioem caixaadei e2d ditu '""ne AntoOM P">P" para casa de fa-
trandar buscar uma ca.U na livraua n. 6 e le Lisboa em pi^s h barris de quinto, lico- ""''' c midadede 28 a 50 annos, a (nial
da pra^a da Independencia. 1 res linos francezes cm caixss de 1,1
i, musca-lenijomma, cose c cozinha perfeitamente,
Avisara aos sen:; fregue-
zes que.acaba de rhegar
tie iichiuond farinha no
va que vendem nos seus
armazens aos precs S8-
quintes :
GALEGA 25-500
O'JIAHCE 24 5(10
alem destas tem'faritilias
novas de Trieste nao p
da primeira qualidade, co-
mo da mmtoantua e acre-
ditada
8SSF.
Vende-se na roa da .Madre de IDeoa
eellen'e qualidade.
Na ru do Crespo, loja da esquina une vol-
ta para a ra da Cadeia. vendem-se saceos
com gomta, viudos do Ceara, por prej*
commodo.
Chrgou i taberna gren le.ao I mo di igre-
ja da Suledade, uma po'co de feijao muito
novo, e vendc-se por preco commodo.
A
apeos.
Recebeu-se um grande sorlimenlo de cba-
[peospara liomens, forma l'l.\.\ljo e outrus,
No dia 18 do correntc, Ingio de boi
do do liri?ue "Sagitario, um fciavode^
nome Joat|..im, pardo cicrato, de 22 a
2) anuos de idnde, estatura regular, seccu
do corpo, s tem barba 1.0 quebu, Iiellos carapinbos cjaietu muitesbran^
eos, he bem conbeeido por ter t. miio,
muilo caleja.las, quando t'nitio tinlia o ca-
bello a nazareno, lem os pes meio apalo
ludos, c Calla muito manso : quem.O pe-
Vendem-se relogios d
e ouro e 1,1-1
precos razoaveis,
1 premio :
la, concertam-se por
litz-se troco, eda-se dinheiru
11,1 ra da Concordia u. i
iNj armazem da roa da l'raia 11
Francisco llore
linguas ni
l de
.armazem de tSovoes& C, barris1 do, para hornese meninos, de palla e.le
airv QUtiV'5'' fiS i.?id I"0S (|.?e km v""10 a ''"lambuco, ditos Francisco da Silva Carril o. na 1 na do Col-.
-^^-y-*,x-*JK!^ -"- *-* k--'> sem pello, ditos pretos com nello ditos sem 1 .,.:~ 'j 1
Uello.d tos de seda supe. uros, nanlo aos h'5> }> trceiro andar, lera bem
presos sao os mais razoaveis: na iu* do S'caaq.
Crispo u. *, em casa do J. l"r.liiue. ugionodia idenutuhro do corren-
(.'fBltMn s U'fl'"' le*nno' ocscravo mulato de nose Jor^e,
jWi.jUiiiii-J ..a tt'.td baixo, secco do corpo. pouca barba, polrozn,
Srn(\ jlem do lado esquerdo do roslo un a cicalnz,
;_;\J, hombrossungados, olhos pequeos o Ivos,
para venuer ... vitMn IH rVl'.ltf linivct,- [Pernos e bracos arqueados quando amia ,
u.to fresc.es, a p.eeo cummodo. l>Viu 1 ,*- VvTiV vv itmvVi t v esle escravo fui do 6r. Manoel 1 boina/, ex- '
. MII.1HOCAMDW. HOWMA.N, ,%A earceireiro, levou vestido cao in de Igo-
PftlO^m iie ri*- RL'A WOBRUM.PASSAXDO OoiJA-doznlio deli>tras, calca de ganga azul, e
x*v> |jva.!t FAllZ, dous chapeos, sendo um de pello e oulru de
ha sempre um grande sortiTento dos se- fel,ro.'ambos 'los, e t.baqueiro: roga-
guintes bjeclos de mecanismos proprius i &e P01S lou1as autoriOadea policisese cap-
p: ra en^-eribos, a saber : moendas e meias '; l.aes Je campo, que o apprehendam, o con-
moendas 'a mais moderas conslruccSo ; la-1,1,,zm-no a ra da Concordia, armazem drj*
chas de ferro fundido e batido, de superior |"
quali lade e de Indi s os tamanlins ; rudas
dentadas p.ua agua ou animucs, de todas as
iroporcOes; cnvos e bocea de tomaina e
registros oe boeiro, aguilli^es, bronzes, pa-
rafuso e cavilhes, iLoinhos de mandioca,
le. ole.
ten le
inglezcsde ouro, desabnele e de vidro:
vendem-se a preco. azoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na r-ua da Ca-
deia do llecife, armazem n. 56.
SAPtTOS 00 AIUC*TY,
ios melhores que lem rindo a este merca-
materiaes n. 26, que ser generosamente ra
compensado. ste esclavo ja foi appteheu -
t.doo anno prximo passado no engenho
Jacar, cidade de Goiart*
I'EHjN. TYJp. DE l. F. DB FARIA 1857
MUTILADO
ILEGIVEL



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