Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06919


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Full Text
Anno XXIV.
Ter$a-fera 28
AtTlBAl DOS COB.HKIOI.
Coiannae Parahiba, segundas e sextas feiras.
Rio-Grande-dn Norte, quinta fcifasmomelo-
da. _
Cabo, Serinhaem, Rlo-Formoso, Porto-Calvo
e Macei, no !*. a II, e 21 de cadamez,
CaranhuB e Boclto, a 8 e 23.
lioa-Vista e Flore,,a Id e 28.
Victoria, as quinta feiras.
Olinda, todo 8 das.
M
MraxmaaemtMM.
/Mlng. a 4, 8 h. e20 m. da ni.
Ph.s.s ba io. }ova {' 4* '-e m- j Ce esc. .i 18, a 1 h. e 33 in. da t.
(tihei a 25, i 9 h. e 48 m. da t.
IBIAB DE BOJ!
Fruncir a G hora 8 minuto da manhaa.
Segunda as 6 hora 20 minutos da larde.
knssamatwa
de Maio de 1830.
N. 130.
MEOOt DI
Portreimezes
Por aeit mezes
Por un anno
r?S6 .A- ~^<-
DXA A CtliJ*,
e do m
28 Tere. S. Germa"no. And. do chae, u J. da I,
v. do clv. c do do feltqs da fazrnda.
29 Quart. 3. Maximiniano. Aud. do J. da 2. v. do
civil.
30 Quint._ SB Festa do Corpo de Dos.
31 Seat. S. Petronilla. Au I. do J. da I. v. do civ. c
do dos feitot da l'jicnda.
1 Sab. S. Firmo. Aud. da Chae, c do J. da 2. v.
criine.
l/000l 2 Dom. S. Marcellino.
iiiiiiMrni nrnw tumo.---
kjHrtcnippio.
ladiuntadut) 4/UOO
8/100
CABUHO KM 27 DE
S. ore Londres, 2&'/, a 27 d. por
. Parts, 348. T ^
Lisboa, 100 por oento.
Ohto.Onfa hespanhoes.........
Vnedas de 6^400 velha..
de 6/4()0 novas ..
de 4/000'...........
Pr*lm. Patace brasileiro......
Pesocolumnario9.......
Ditos mexicano.....'.....
MAIO.
1/000 rs. a O diai
29/000 a 29/500
16*600 a 16/Suo
10/200 t 16(1400
9/200 a /:i,k>
1/080 a 2/1100
1/ifiO a 1/iHO
1/300 a 1/820
. PARTE OFFICIAL.
>. i i. ,
1 GVERNUDA PROVINCIA.
Exm. e Rvm. Sr. Tnho a honra de remet-
tera V. Esc. doua exemplare do rplatorio, que
fi lio ule in presente assembla pravincial na
abertura de ana presente sessiio.' Chamo a at-
lenco de. V. Exc. sobre o que expooho pagi-
na 38 acerca da capella do Senhor Hom-Jesus-
das-Portas, e desde j peco a coadjuvaco de
V. Exc para o objecto indicado assembla
provincial, se elle merecer ua approvacao.
como espero.
Dos guarde a V. Exc. Rvm. Palacio do go-
verno de Pernambuco, 8 de abril de 1850.
F.sm. e llvm Sr. Hispo Diocesano. Honorio
Hmelo Catneiro Leo.
Illm. e Exm. Sr. Solicitando V. Exc. em 8
do crreme minha coadjuvac.o para a demoli-
cao da capella do Sciihor-Kom-Jesus-das-Por-
tas, piesto-mc a esta coadjuvaefio, convencido
de que a existencia daquella capella nao con-
vi'in, e persuadido que sero pieenchldas a
bem leinbrada clausulas expostas no Indici-
se relatorio por V. Exc. oO'erecido assembla
legislativa desla provincia no presente anno
Dos guarde a V. F.xc. Palacio da Soledade,
ern II de abril de 1850. Illm. e Kxm.'Sr. Ho-
norio Ilermeto Carneiro Lefio, presidente desla
provincia. .lm hispo diocesano.
Exm. e Rvm. Sr. Tenho a houra de levar
ao conbrciiiirnto de V. Exc. a lei u. 252 da as-
sembla provincial, pela qual autorisando ella
a demolicao da capella do Senlior-Hom-Jesus-
' dis-Portas, me autorisa laiiibeui a.conceder
irmandade do Senhor-Bom-Jesus um altar da
igreja da Madrc-dc-Deos, para collocafiio das
linagens c o uso-fruto de alguns quartos anuo-
xos a dita igreja ; e tendo eu jujeado conve-
niente dar prompta execu;ao a dita lei, cujas
dispusieses sao inteiramente conformes com n
iuleresse publico, organisei o regtilamenlo da
copia Inclusa, pelo qual ver V Exc que pro-
videncio convenientemente nao so acerca de
una plena indemnisacau irmandade, mas
tainbein snbre a liansferenciadas imsgens qui-
se deve fazer de urna maueira'decente e confu-
me ao espirito religioso do povo pernainbiic.i-
no. Tenho, Tiois, de rogar a V. Exc. nao s que
baja de assislir dita transferencia, e aconipa-
nlinr a proclsso, mas que tenha a bondade de
mandar fazer para ella convite das irmandaes,
ordens religiosas, e cabido, e dar as ordens pa-
ja se terem prompto os andores, na cerlesa
de que, havendo alguma despeza, mandare! sa-
tislazer o que V. F.xc. julgar necessario.
Dos guarde a V. Exc. Palacio do governo de
Pernambuco, 6de mal de 1850.Exm. c Rvm.
Sr. D Joao da Purificacao Marques Perdigo.
bispo desla diocesc. Honorio Hermelo Cameiru
Lto.
Illm. e Exm. Sr. Eslao aviladas as prlnci-
tiaes irmandades, c o Rvd. clero das quatro
rrguezias desta capital pura assislirem a pro-
cissiio, na qual V. Exc. tanto se interessa. jtes-
ta-me. porm, que V. Exc. se digne ofliciai
com urgencia irmandade dnSenhor-Boin-Je-
sus-das-Porlas. para que esta entregue a vuto-
iiio Ramosas imagen que deveui ser cultoca-
das nos andores que elle licou deapromptar,
para o fim de seren condolidas.
i en bi o a V. Exc. a promptificacao das to-
chas para as principaes autoridades e a dos
brandoes para o clero na forma do costume,
para evitar a indecencia qu a falta destes pode
occasionar. '
Como existam oplnlei contrarias a demol-
cao da capella do Scnhor-llom-Jesus, julgo con-
veniente lembrar a V. Exc. a doaco de urna
paite do tei reno junto-a esta capella, para que
posta a disposicao da respectiva irmandade,
possa esta edificar urna qulra capella como tein
prnjectado, segtindo me consta, parecendo-me
que esta generosidade da parte de V. Exc. Ihe
5r.-i ii i' i-:n i .i o maior louvor, e faria aquietar os
escullientes.
Dos guarde a V. Exc. Palacio da Soledade,
7 de maio de 1850. Hlm. c Exm. Sr. Honorio
Ileimclo Ctrneiro Leao, presidente desta pro-
vincia. Judo, bispo diocesano.
Exm e Rvm. Sr. Ai-cuso recebido o ollicio
de V. F.xc. datado de hoje, e lico inteuado de
ter V. XC. Convidado as principaes iruianda-
des, e o Rvd. clero das quatro freguezias desta
capital para 'acompanharem a procissao das
lmagens do arco do Sejihor-Hoin-Jesus-das-Por
ta, que tem de ser trasladadas para a igreja
d Madre-de-ncos. nanlo promptiucaci.
dos andores, tochas e rranddes de que trata V.
Exc, iriilin dado ordem iimaudade do Se-
nhor-Kom-Jrsus, para que se_ cnca regu de
tildo isio mediante a retiibuico de 500,0.00 rs.
que iii.iiicI.h i i Hbonai inesma.
A'ccrea, porm, da medida que V. Exc. me
lenibra como conveniente, por causa da dissi-
ilruc i.i de opinics acerca da demolicao do ar-
co; IsiO he, de lazer doaciio de una patte do
terreno junto ao iiiesmo para nelle a irniamla-
dcconsliuir urna capella, tenho dedeclarara
V. Exc. que essa preteocSo nao pode ser admit-
tida porque funda-se na liypolhese de poder o
governo provincial dispor de un propno na-
cional, qiiando essa atribuicuo he privativa da
aisemblea geral.
Dos guarde a V. Fxc. Palacio do governo
de Peruambucu, 7 de maio de 1850. Exm. t
livin. 8r. D. Juao da l'uiilicacao Marques Per-
digao, bispo desta diocesc. Honorio Hermelo
Crrneiro Leao.
amanhaa, mas sim cinco horas da tarde do
inesmo dia.
Dos guarde a V. Exc. Palacio do governo
de Pernambuco, 8 de malo de 1850 Exm. e
Rvm. Sr. D. Jofio da Puricafo Marques Per-
i i.-.i.i. bispo desta dlocese. Honorio Hermelo
Carneiro Leo.
Illm. e Exm. Sr. O portador desla conduz
a ordem para profanar a capella do Seuhor-
liom-Jesus-das-Portas hoje pela nove hora da
manlia, pela forma quejetenninei, poi que
no rituaes das ceremonias eccleilasticas n">o
encnntrei realmente forma preteripta para o
presente caso, rarissimamente acontecido. 0
coadjutor da fregnezia deS.-Frei.Pedro-Goiifal-
ves hen designado para cumprir minha ordem,
posto que a qualquer reverendo sacerdote eu a
possa dirigir; rao por que o reverendo paro-
dio da mencionada freguezia nenhuma culpa
coinmctteu em supplicar a respectiva excusa.
Dos guarde a V. Exc. Palacio da Soledade,
10de maio de 1850___Illm. e Exm.Sr. Honorio
Hermelo < arneiro Leao, presidente desta pro-
vincia. .in.in, bispo diocesano.
Exm. e Rvm. Sr. Fico inleirado de ter V.
Exc. expedido as convenientes ordens para a
profanacao da capella do Senhor-Bom-Jesus
das-Portas hoje pelas nove hora da inanhaa, e
mullo agradeco a V. Exc. a boa vontadecou
que me tem coadjuvado.
Dos guarde a V. Exc. Rvm. Palacio do go-
verno de Pernambuco, 10 de maio de 1850.
Sr. D. Joao da Purificaco Marque Perligao,
bispo desta diocese. Honorio Hermelo Carnei-
ro lo.
Illm. e Exm. SrDeterminando o arti-
,'n (i do rrgulamentoquo V. Exc. so dig-
niiu enviar-me em di la de 6 do corrale que
os materiaes resultantes da demolilo d<
capella do Senhor B)m Jess das Portas fi-
quen perlencondo ailminstrucno das
ohras dr mellioramehlo do porto, constran-
gido me julgo em virlude da lei cannica a
respeito ( citada pela constituidlo do hispa-
lo livro quarto titulo 26 ) lembrar a V. Exc
que os ninterioes dos templos demolidos
rnente podem sor applicados para edifca-
Qo, ou concert do oulro templo, qusndo
cstejarn em estado de (oderem ter a com-
petente applicacno por causa da reverencia,
que lites he devida.
Dos guarde a V. Exc. Palacio da Soleda-
de, 12 de maio da 1850. Illm. e Exm. Sr.
Honorio Hermelo Carneiro Lefio, presiden-
te desta provincia. ^odo, bispo dioce-
sano.
Exm. e Itvm. Sr. Acabo de receber
ooflicinque V. Exc me dirigi em dala de
hoje, no qual V. Exc. obs-rva que o artigo
6. do regulan.etilo de 6 do curele deter-
mina que os materiaes resultantes da d-
me I lefio da capella do Senhor, llom Jess das
Porlas fquem prrtmicendo s obras do me-
Ihorameiilo do porto ; sobro o que V. Exc
me diz que julga dever lembrar-me que em
virlude das leis cannicas citadas pela cons-
tiluiclin'do bispado livro quarlo, titulo 26,
os mat' riaes dos templos demolido?, smen-
ie devem ser applicados para a cdilicacfio
ou conreito de outio templo, quando este-
ja m em estado de poder ter essa appjicacfio
or causa da reverencia quelites hedevjda.
Em resposla se me offerece dizerprimeirn
que me parece que as leis cannicas que V.
Exc. Icmhr, tem sua justa applicacfio a ma-
teriaes da capella do Senhor Rom Jess das
Portas para as obras do melhoramento do
oorto, nfiomehe possivel responder a V.
Exc. sem que me entrtvla com a irmandade
lo Senhor Bom Jess, disposta, segundo me
consta, a edificar urna capella, para a qu il
nodem ser applicados os materiaes e:n ques-
>3o fleando desta maneira em vigor a lei
cannica respectiva.
Itesponderei, pois, a V. Exc. com a maior
brevidade que me fop possivel.
Daos guarde a V. Exc. Palacio da Soleda-
le, 13 de maio de 1850.--lllm. e Exm. Sr
Honorio Hermelo Carneiro Lefio, presidente
lesta provincia.Joo, bispo diocesano.
INTERIOR.
Rl-D E-JANEIRO.
CMARA DOS SRS. DEPL'TADOS.
SKSSO DB 11 M1IO.
Prctidencia do Sr. Gabriel Venda doi Sanios
Illm. e Exm. Sr. Agoia veio representar-
me o Rvd parodio da fregoezia da Moa-Vista *
impossiblliitadc em que est o clero e a irmau
daile respectiva de assislir prousso quiuta-
feira, por V. Exc. determinada, cm consequen
cia do dever de comparecerem na matriz pela,
lt horas para assislirem ao acto tt-ligioso de-
nominado Hora que se costuma fazer m
dia d'. scenciin de Jesus-Uirislo aos cos, nao
pndeudo deferir-te este acto para ouiro ilia
hora. Este misino inconveniente milita em
San-Francisco c em outra alguma malrii, cm
cujas igrejas o niesino acto custuma praticar-
c. Digne-se, ]>ois, V Exc. em aitcncao ao ex-
posto deliberar como mclhor convier, parecen-
do.me que as cinco hora da tarde sero as
niais propiias para a transferencia das imagens.
Deus imi.iiiIi a V Exc. l'alacio da Soledade.
7 de malo de 1850. Illm. e Exm Sr. Honorio
Hermelo Carneiro Leao, presidente desta pru-
vincia.Joo, bispu diocesano.
Exm. c Kvm. Sr. Annuindo oberva(an
que V. Exc. me fez no eu ollicio de hontem.
concordo com V. Exc. cmque a procisso para
a transferencia da iuiagem do enhor-Boiii-Jc-
suj-das-poriaS! nao se fa;a s lOhoras do dia de
leriaesde templos demolidos, sem precede
a complenlo profanadlo; porm que nfiu
parece rasoavel que se estendmn aos mate-
riaes resultantes de templos j profanados ;
porqumilo ten lo a profanaQ.lo por elTeito a
faculdadede poder-so dar ao templo profa-
nado una applicjc.ui profana, parece-nr
que nao se'ia rasoavel peisar-se aue os ma
t'-rines resullanles da demolicilo de um tem-
ido profanado, pouVssom conservar as vir
ludes, que o mesmo templo nfio consem-
ria itepnis da prnfansefio, se remolido nfio
fose: segn lo que pilo rcotivo cima ex-
postn fui que nfio duvidei aulorisur a appli-
Csijfio dos male iaes referidos para as obras
'o melhoramento do p.irto, meHantein-
demnisicfio irirmidade da qnantia de res
2:500,000 om que sfio avsliadns os referidos
'iiuteriues : tercriru que a capella do Senboi
Bom Jess propiamente dita nfiu tem ma-
teriaes que possam ser aproveilados pel'.-
obrasdo melhoramento do porto, porquan-
to a cantara que existe e que pode sera-
proveiada, he a do arco e do andar lerieo
lo eliOcio. quonflosnio perlenria pro-
pn:iineiite*a capella, e s por equidadn, o
cmsidereicomo propno della, para inlem-
nisar a irmandade, mas alcm di-so eslava
applleado, e sempre esteve a usos profanos,
Srtrvindo al o arco de asilo a gente depra-
vada, que all durante noite oomniettia
crimes, o immoralidades : quarto que a ca-
nilla e ma dade tem aproveitado osasuleijos qur
se Ihe cederam e a ma leja est pobie e ca -
comida do cupial ( polo que lerii sido quei-
msda, para se Ihe dar um consumo visto
nfioseraprovcitavcl : quinto que senfiu obs-
tante as explC8ces e declaracOes cima V
Exc. julgar que a pedra que resultar da de-
molicao devo ser applicada cousii urrac
ou iepaiai;fio dealgum templo, cu Rilo du-
vido concordar com isso ; mas creio que ues
se caso lambem parreer a V. Exc. justo que
i'ssoIim |ilo piguc irmandade os 2:500,000
's, que ella leria do receber pela repartirlo
da o aim.ha, o lambem ao arsenal a quan-
tia de 700,000 rs. importancia provavel da
demolicilo. Em vista do exposto espero que
V. Exc. me commuoiquesuas ultimas deli-
herates a respeito, para poder providen-
ciar convenientemente.
Dos guarde a V. Exc. l'alacio do governo
de Pernambuco, 12 do maio de 1850.--Exm
Rvm. Sr. I). Jofio da Punlicacfio Marques
PerdigSo, bispo diocesano.Honorio her-
melo Carneiro Ledo.
Illm. e Exm. Sr.Lendo atentamente as
refiVxi'S por V. Exc. expostag no ollicio que
houve por bem dirigir-me em data de 12 du
correnle, respectivas applicacfio dos ma-
BEQUERHIfrlTO SOnaE AMNISTA AOS sus.
PEURO IVOEMICURL AFFOSSO.
OSr. Souza Franca --Tenho de apresen-
lar um requer ment, e dn pass'g'm dire
que ain la mais necessdade lenho de aprc-
sentar este reqnerimenlo em que toriiam
pait os meus amigos da opposicfio.relo que
acabo de ouvir ao honrado deputado p ir
Pernambuco O honrado deputado acaba
le retirar urna indicaffio emeuja .liscussfio
esperavamos que se tucass^ cm objeetos de
mu i la imporUncia, que multo inlercssam a
'amar.'., e ao paiz lodo ; mas leudo ellti pe-
dido a retirada dessa indicado, muior se
torna a necessdade ou obtigaefio de apre-
saniar quanto entes o reqnerimenlo em que
pedimos ao governo inforuia^Oes sobro o
modo por que foi terminada a lula na p-o-
vincia de Pernambuco.
Devo declarar meus desejos de que o re-
sultado do requerimenlo que presentamos
sejam expJIeatjOes immediatis da parte
dos nobres ministros, da parle do hon-
rado presidente da Baha, que se acba na
casa ; porque as informacOes escripias que
de ordinario vem a parte do governo em
resposta a estes requTimentos nfio sito nun-
ca satisfactorias, nfio pdem niesinosaiisfii-
zer .'inxiodado publica, que precisa s le
em que estado sv acliam estes negocios. Sin-
lo nfio eslar n* casa o nohre ministro da
ma' tilia ; mas devo esmerar que esteja em
poucos instantes. Nfio ulis'aiite cuten ler
que o ministio c m; rtr.ie nestas materias
he o da justica, ijn lumbeiu nestas ques-
tOes de lutas inlernas, tiestas tmdidas de
repressfio tem o primeiro lugar, e lio o ver-
dadeirochefe do gatiinete,Comiudo,eo.'no a
queslfio versa sobre negocios de Pernambu-
co, em que o Sr ministro da niarinha deve
estar tfio bem ou tnelbor informado que o
seu colleg, como a queslfio versa sobre o
modo porqua foi paciiieada a provincia, a
cujo respeito o Robre presidente da Bahio
devo ler infuruiacOes tiio exactas, ou anda
mais exactas que o propro goirerno (o/l! oh'.)
como se ieli.un na casa nimios Srs. deputa-
dos por Pernambuco que devem ter infor-
macOes especiacs, eu, contando que o Sr.
ministro da marinha esleja na casa em pou-
co lempo, vou apresentaro nosso requeri-
menlo .... -
OSr. Apriffo:Con efJeilo; quer inter-
pellar o genero humano!
O Sr. Souza Franco :Quando nos fins do
mtz de fevereiro ou principios de mar^o
houve esp -raneas de que a lula travada as
matas que estflo situadas nos limites das
provincias de Pi rnainbuco e das Alagas la
ter scu fim, dividiram-se as opiniessobre
o modo por q e este lim so puderia conse-
guir. I.nlen liain ni s que a provincia seria
paciiieada, principalmente pelos estoico
do presidente de l'ui nambuco, pelos meios
deacefio < ii'uca | or elle embregados : en
lendiam outros que pelo Contrario a pacili-
iMcfiu se conseguira pelos meins conciliato-
rios ti que frlizmenle se lembiara o nobie
presidente da Babia ; e o fado he que desde
cutan enleuderam todos que a lula la ser
concluida.
Da nossa parte, a opposi(So da casa, e de
fora da casa, nos que nfio t.iuhatnos lido a
menor iulluencia nos fados de Pernambu-
co, que se a livcssemas seria para prevenii
os acoiilccimentos que ali se deram (apoia-
dot da pposicdo), vimos ni u satisracfiu a
noticia de queellesse lam concluir pacili-
camenle, de uma maneira menos desastro-
sa aos amigos polticos nossos que all se
tinham envolvido nesses actos. Nfio poda
deixar de nos ser tnuiio agradavel essa mi-
licia, de que hana para os nossos amigos
um nielo de s.iiui do comprometlitnento em
que se tinham envolvido, meio que poda
ser airoso a elles, e especialmente a seus
principios, e tifio menus seguro s suas
pessoas.
lodo o paiz soube que um agente envia-
do da provincia da Babia, ou pelo presiden-
te daquella provincia, ou simplesnieiite
com a sua aulurisaffio e conbecimento,
dirigio-se s malas de Pernambuco: e
acreditouse que esse agente, sendo pa de
um dos principaes comprometiidos, nfio
se poda dirigir a tirar das matas seu lilho
sem levar a esperanza de salvacfio sua
pessoa, sem cotnpioniettimcnto de seu.-
principios, ou ao menos daquillo que elle
uiciidia de seu brio, e nfio desamparai
seus amigos- Vio-se que em poucos das,
lendo-se retirado das matas esse ebef
principal a alguns de seus conipauheiros,
oiuui bem acollndos na provincia das Ala-
gas, estiveram em plena liberdade, e,
quando enviados com as maiores caulullas
e seguranca para a provincia da Baha, ah
rdram tratados da mesma maneira, o que
inclinava a crer que elles tinham cedido a
nromessasqtie llio foram feitas, e que estas
promessas tinham sido e iam ser guardadas.
Desdo entam appareceu uma espeoi-'*' de
lula travada entre os presidentes da Rabia
o das AlagiVis e SMli amigos por um lado, e
o presidente de Pernambuco o seus amigos
por outro lado, lula que at eomcQou a
luerer tratar-se nesta ras-a coma apresen-
laijfio da iudiracfie do honrado diputado
por Pernambuco boje retirada. Es'ta lula
consis'ia em pprsua lir-se talvez o presi-
dente de Pernambuco e s^us amigos qu
onderaii ler acabado a guerra peloi Bteioa
de aeQliy que ello empregava ___
OSr. fiescnr/a :-Como acabnu.
O Sr. Sowa Franco :--Bem p le ser lam-
bem q le essa lula apparecesse porsntir-se
o presidente de Pernambuco de nfio ter si-
do chama lo a tomar paite activa nos meios
conciliatorios nos meios pacficos, assim
como tinha sido o principal incumbido de
pacificar a provincia pelos meios da forija.
Por outro lado, os amigos do honrado pre-
sidente da Biihia se alegravam de que por
seu inter-nedio, a esforcos seus, se tivesse
callado esse arriscado rnovimento de Per-
nambuco. Nestfl sentido escreveram as fo-
Ibas polticas da provincia, neste sentido
apparereram communicicAc*", correspon-
tencias, attribiiindo a gloria dessi paeifi-
capfio aos esforcos principalmente dn pres-
iente da provincia da Baha. E quando nos
vimos que alm da seguranza da plena li-
berdade, da especie do protecr.a'o que os
comprometiidos encontraran! na Babia,
eram traii loa coito no mpsmn vapor que
conduzin o presidenle daquella provincia,
o que os vinha ipresenlpr etle mesmo, acre-
ditamos que de rete o presidente da Babia
tinha ampenho decidido em levaran fim as
suas promessas de auxiliar a parificaefio de
Pernambuco, e i'.e fazer ver quo esta era
devida em mxima parto aos meios pacfi-
cos de que podeiia ler lanr,a lo mito.
Eu (que tifio desejo encontrar nos artos
do nohre presidente da Baha senfio motivos
para Ihe reuler elogios, e que quando llv
dirijo censuras -he muito contra a n iolis
vontade...]
O Sr Gonialvtl ilarlins :Obrigado.
O .Sr. Souza Franco :...acredito que as-
sim cerno o honrado presidente da Babia ex
plicou hontem satisfatoriamenlo os motivo
por qu" o desemli.reador Concalves Martina
se dernorou na provincia [motivos de fami-
lia), assim lambern creio encontrar na ne-
c -sidale de assislir aos ltimos netos o con-
Clusfio tiesto seu louvavel intento o motive
porque se conservou na presidencia ; por-
que os motivos lio- tem apresenlados des-
Cu I pfio a uo vind a esta cmara do deputi-
do pela Baha, mas nfio pdem justificar de
forma alguma a sua conservarlo na presi-
dencia. Esta mesma justificaQfio be que se
podo dar a resuelto da e n-ei vacilo na pre
sdeiicia do digno presidente dasAlagoas;
porqui alias, lodo o nais, o obrigav h re-
lirar-se itmnediatamente di presidencia,
embora motivos particulares o impedissem
de vir lomar nssenlo na cmara.
I) 'pois que chegou o ultimo vapor, o p-
psrec.ran os decretos de amnista, fazen-
doexrepcfio em favor de dous dos chele
principaes quo esliveram em armas al i
ultimo momento, dtixando envolv los n>
crinie, sujeitos a piiiiicfio oulros que mui-
to menos parle tinham ti lo nos niovimcn
tos da provincia, anda mais se acreditou
que esta excepefio favor.vel era devida >
justes encelados e conclu !rjs com esses
mesmos chefes a quem se chamnu, se pro-
metteu e se conoe lia um esqnecimento qm
o a negado a outros que nfio tinham lili,
pirte nos doua movimentos, eque tinlran
tido mesmo no primeiro una parte muiti
menor.
Quando porlanlo nos veio noticia esse^
decretos com que a munificencia imperial
esquecia OS enmes commeltidos em Per-
nambuco por alguns dos envolvidos nos mo-
vimentos daquella provincia, entendemos
imnicdiatamentc que era do nosso dever fa-
zer com que se conhecesse o modo porque
foi paciiieada essa provincia, pois que hi
preciso ter sempro em leinluanca que actos
desta impoitanca nfio se pdem dar sem
conbecimento das cmaras, sem conheci-
ini'iiio dos corpos polticos, sem conbeci-
mento do paiz, que he chamado pelo syslc-
ma re resenUtivo a tomar parte na ducc-
efio dos negocios pblicos.
Entendemos mais que no interesse dos
nosos amigos, que, embora transvildos,
embora entrados em um caininlio para qui
nfio enneorremosde forma alguma, tinham
os mesmos principios que nos, mereceiii
toda a nossa protec<;fio, ou ao menos qut
sejsroos advogados de sua causa entende-
uios, digo, que era occasifio de provocar
expncacoes no sentido de procurar conse-
guir lambem que os efleitoi da imperial el
menta seeslendama es-es nossos amigos
que lorain deliu excluidos.
Entendemos anda que quan lo o capitfi.
Pedro Ivo v-seacroditado na opinifio, ten-
do-se negado a que s elle goze das vanta-
geus que Ihe fiaui concedidas, sen lo ex-
cluidos seus coinpauheiros,tendo-se negado
aislo, nfio de agora, mas de muito lempo,
lendo-se anda ullioiamente recusado as
signar um termo de residencia forado im-
perio, tifio por motivos pessoaes seus, poi-
que essa residencia fra do imperio nfio Un
era talvez penosa, mas porque a clemencia
in.peiial tifio seestendeu aos seus amigos...
(Entra tiesta occksio ua sala o Sr. minis-
tro da niarinha.)
Estimo muilo que o nobre ministro da
para ouvir esta parle do meu discurso. Ci-
zia eu que quando o capitfio Pedro Ivo se
acredita por um comportamento que Ihe he
certamente honroso, o ministerio paree.;
ter-se desacreditado com as noticias que cor-
rom, de que faltando elle s pro'iiessas fei-
tas em seu nomo, por empregad is princi-
paes do imperio, so neg ao cumprimoiito
de sua palavra, deixando de esletider o per-
dfio a lo los em geral.....
OSr. Tosa :Un falso.
OSr. Souza Franco : Quando portanlo
por um lado se ere lita o ca'rdiSo Pedro Ivo,
e poroulro lado se desacredita o ministe-
rio, acbo de necessdade provocar o minis-
terio no interesse do paiz, no nter-sse das
noss s iiistitugOis, no interesse dellc mes-
mo, a que se explique sobreest inaler', ;i
que diga quanto antes, boj: insstno, o quo
lia de exacto a esle respeito.
Principiando a fallar sobre o requerimen-
lo que vou mandar mesa, eu diss^ que
esperava que o nobre ministro da marinh i
ou algum de seus collcgas pedindo a pala-
vra explicasse exactamente estes factos. Em
urna materia em que a anxieiade publica
est reconliecida, em que todos desej ni sa-
ber o que lia do certa nella, nfio esperen os
nobres ministros para responder qu s; Ihe
remella o requerimenlo com o ollicio da c-
mara, ;i;i. ovoiii'iii o nobre mini-trj ..'a ma-
rinha e o nobre presidenle da Babia a ocji-
sio para nos dar boje ni'-smo explic.icOs
que sfio ifio necessarias. Dopois que os no-
bres ministros Uverem a li na le de respon-
der aos quisiios do requerimenlo quo pa,sso
i li^r-, outerei linda' de fazer alg'imas rc-
nexr-s. O requerime.ito be esle : (Xtf.)
Eis-.iqui as informacCus que queremos
|tie se pecam ao governo. Quando s-i discu-
tir o requer ment procu^arri sustentar :
primeiro, que a amnista, uma medida ge-
ral que se dilTireiicia do perdfi.>, porque o
per ido he sempro pessoal, diz respeito s
pessoas, e a amnista diz respeito ios actos.
nfio pode deixarde estend.-r-se a lo lis os
envolvidos que oslfio na mesma hypulhese ;
segundo, que se he admissivel esquecr una
e nfio outros actos, nfio he nunca admissi-
vel, quando se (rata da amnista distinguir
pe-soas sen allencfio a seus >clos ou cri-
les ; lerceiro, que as limilaefies sendo por
sua mtureza geraes, podem-se fizer a res-
peito de alguns chefes, por exempl i, por-
lanlo, de icios principaes, mas nlo so po-
b'tn l'.izcr contra pessoas CUJOsactOS sejan
le nieuor importancia do que daquellea quo
lora ni amnistiados...
O Sr. ('.rus Hachad-i : Pois qu t :iarc:ir
regras ao poler moderador?
O Sr. Souta Franco: Todos os poderes
neato inundo lecm regras por ou lo se diri-
gen! ; ha a log ca, ha a rasfio, ha os prtnci-
jos para os dirigir; c se nfio, para que ser-
vira a ciencia '
llei de sustentar, em quarlo lugar, que
una amnista com a clausula de resi Icnci.i
em lugar designado da dreito ao governo
lara'ver que esta clausula, quando nfio acei-
ta, seja substituida por outra no sentido de
afaslamenlo dos lugares do crimecdo po-
rgo, mas nunca nullilica oseffeitos da im-
perial Wemencia ; e, aceita ou nfio a clausu-
la, s jbsiste comtudoa ainuisiia, o esquecl-
atento. lie ditado muito amigo quo ain la
tenho toda a esperance de ver sustentado
esta vez -palavra de rei nfio volta atrs.
Ens esperamos que nfio voltara tiesta oc-
rjasifio.
O.Sr. Apr'.gio :Est absolutista agora o
Sr. Souza l'ranco.
OSr. Tosa (ministro da marinha ):Sr.
presidenle, a nfio s t o desejo que tem o nu-
b'putb lo de f7cr na'secr uma discus-
uiii uilia chegue neste momento ao menos
br
sfio sobre os negocios de Pernambuco, nfio
iosso descobrir nenhutn motivo no requeri-
inenio que acaba de apre .otilar, porque ne-
iihnni dos quesitos neste requerimenlo exa-
rados me parece que dcixam de ler resposla
intuitiva etn cada urna das suas parles. J
se v, pois, que eu, eo nquanto nfio tenba
receio algum de que o requerimento seja
levado a presenca do gov.vno, e que o go-
verno i esponja a cada um dos seus quesi-
tos, nfio julgo nccess.irio todava, ou antes
julgo inte npestivo, semelhanterequerimon-
lo. ( Apoiaios. )
Pergunta o honrado deputado se por ven-
tura a amnista concedida por decreto de 3
de maio he o resultado de ajustes e promes-
sas feitas aos revoltosos, quando anda em
armas, ou effeilo simplesmenleda clemen-
cia imperial. A resposta he obvia : ja em
oulra occasifioa indique! nosta casa; aindi
liontem me parece que alguma cousa in-
ciei acerca desta materia. Nfio houve, se-
u'ioies, ajusto algum ; nfio houve prumessa
nenhuma da parte do governo ou dos seus
delegados para que esses homens depoudo
, almente ; por consequeucia a amnista con-
ediua nfio loi senfio um effeko da clemen-
cia imperial. E nem poda dexar de o ser,
Sr. presiJuute / ( Muilos apoiailoa, i Admira
que o nobre deputado poulia em duvida um
iireilo tfio transcedente como este de am-
nistiar o crinie de qualquer natureza que
seja. ( Apoiados. } [sfio houve, torno a dizor,
iiuiiliu in ajuste, nenhum contracto, nfio hon-
vc tieiiliuma promessa ; deelaro-o alto e
bom soiii para que seja OUVdo por lo9a a
parle ; a amnista foi concedida nicamen-
te por elljito da clemencia de S. M. o Impe-
rador.
Em segundo lugar pergunta o nobre de-
putado sa por ventura o governo pretende
estn ler este esquecimento aos crimos po-
lticos commeltidos na provincia de Per-
nambuco e hmilrophe, a todos os cabecas
ue lentiMn deposto as armas, estejam pre-
sos ou piocessados, dentro ou fra do impe-
rio, ou limitar os elTeilosda clemencia im-


Perial aos chefes prineipaes que estivoram
pm armas ele o ultimo da, etc. Primoira-
iiiente d.'vo notar cmara, recordar ao no-
I r. deputndo, que litio me crnsta que, a ex
cej gilo dos chefes q'ue se arham artualmen-
Ib no Itio-de-Janeiro, nenhuns oulros te-
uham deposlo as armas ; os que s'"> acham
ronden nados na provincia de IVrnamliuco
fio as depozeram, fram presos ni n.-igran-
t1 delicio o processados segundo as leis.
I'orlanlo.j veo nohre deputado que a base
d.) segundo artigo do seu reqtierimento he
urna basa snpposta, que nilo he verdadeira ;
assim poderia eu p'esrindir de dar resposta
ao mag>qu se contm nesse mesmo artigo.
Diroi po i senpro uue me nSo parece urna
pergunta que sedeva fazer ao governo ( n-
poiados ), essa da sua nlenco fuluia ; creio
que em negocios de sementante natureza
nilo na que inquirir por parte da cmara,
mi por paite das pessoas quedesejam al-
gus esclarecimentos, senflo aquillo que
esleffcctivamrnte feito. Kis-aqui qual a
resposta que julgo dever dar a segunda per-
gunta coutida no requerimiento que se dis-
cute.
O que ha de exacto ( accrescenta o no-
hre depulaJo ; nal noticias que correm de
llavero capilBo Pedro Ivo eseti companhei
ro recusado assiguar termo de residencia
lora do imperio, principalmente por falta
do cumprimentn da promessa da mmstiii
geral para lodos os envolvidos nos movi-
menlos de Pernamliiico? Na resposta que
ha poucoenunciei est comprehendida lam-
h-Mii a resposta a esle | m--. > t <>. pun -.i.- no
s n."u liouve nenhuiua prom ssa do amnis-
ta paia nciiliiim dos condemnados polit -
co!, como nilo houve mesmo para os que se
submdteram depondo as armas, quaudo ja
se ochava ni coi circumstancias de n.lo |n
derem sustenta-las. ( Apoiadoi. ) Creio
que i tu est respondido oquesilo du
n. 8. n.
O que ha de exacto na noticia que cor-
re ? A respeito da recusa ha aquillo que
toda a cmara sabe, ha aquillo qu.i appa're-
ceu no iornal, ha em verdade a recusa des-
ses horneas, que entendem lalvez que n<1o
silo criminosos, ou anles que silo benem-
ritos da piitiia, e que por isso n.lo se devem
contentar com esse acto que nao poda ter
por origem senao urna clemencia mullo
grande ( Muitos apoiados.)
a Entender (pergunta o nohre depu-
tado ) o governo que a recusa de a-S'gnai
termo d* residencia fra do imperio su-
j-il* o capililo Pedro Ivu a todos os resul-
tados dos actosj amnistiados ? Que Rea
por esta recusa sem elTVito o decreto de 3
de niaio ? A resposta he obvia, he. preciso
querer suscitar disciissn a lodo cusi,
querer torcer o sentido das palavras par
se n.lo QOIlClllIr qu a amnista tica sem
efTeilo desde que a con liedlo com a qual
fui da la se nao preencliia ( Apoiadoi.)
O Sr. Aprigio :--O mais ho chicaua de
rbula d' al.lea .'
i) Sr. Tosa : -- Isto he obvio, n.lo pode
snlfrer a menor ronteslaco; he este pen-
samenlo do gov< rnn ; foi esta intencilo e
espirito com que foi dada a amnista ;
desdi; que nilo aceitnssem a condigno es-
tava tambein desfeito o acto de clemencia
Ku, Sr. presidente, nilo entrare! agora
nn quesillo qu* suscilou o nohre depu-
lailo acerca do sentido da 4ialavra amnjs-
lia, qoerenilo dar-llid una significagj ui
versa daquella que por muitas vetea lem
sido dala pelo COrpo legislativo. Hasta per-
correr a oillecgilo das nosaaa leis pira ve
que amnistas leem sido concedi las cun
condi(.i>s, e teem sido postas em exeru-
giln ; hasta perenrrer cssa mesma collecgil i
para ver-se que amnistas teem si lo dadas
niicialnienie, a certas pessois envolvida*
em crioiea polticos, sem todava fnzeres-
quecer esses crimis senSo a respeito da-
qinllrs individuos de qu m especialmen-
te se tratou ticsses actos legislativos.
Aclm tanto uais extemporneo o reque-
rimento que se discute quanti entend
que essa maleiia n.lo deviria fazer Objec-
lo de un requerimeiito, mas de urna ni
terpellscfio que nos prometiera o honra h
mem.bro pelo Para [ Apoiados.) Mi se
slm di.-to se he muito leal apresunlar-si
lim re<|ueiiuicnto desla ordem, quandi
DlO e.-l ni casa lo lo o ministerio ; pa-
rece-me que negocio desta natureza devi
ser tratado perante todos ; suscitar agor.
a di.'Ciissiio de toda esta materia sem es-
tarent presentes os membrosdo gabinete,
niio sei se disse lem que nilo era leal,
das pelo menos nSo he muito cavallieiro. Pe-
go pois ao uobre deputado que redija o re-
querimento de maniira que o luihnnn
em urna interpcllago formal ao minisle-
rio {apoiados ), e proinetteiiios respondei
cabalmente a cada um dos pontos em que
o nohre deputado tocar. Ilavemos de res
nnnder-lhe, perqu estamos fortes em tino-
sa consciencia, fundada no cumplimento
de noiso dever. ( luitos apelado,)
Tendo chegado cmara deiois que o
nohre deputado j lnvia comegado o dis-
curso com que tundamentou oseureque-
liim uto, he provavel que deixe de tocar
em alguna* tpicos. Nem eslou propna-
ii i ni respondiendo, eslou mostrando a
extemporancidade do requerimento, e que
nao he este o mel mais condncenle a
obter-sa as explcaqes que deseja o no-
bru deputado. Quaulo ao que ouvi, me pa-
rece que Icnlio dado os explic-i.ocs qu>
por ora convem. NSo me enlraiibarei
por emquanlo na discu.'so des'a materia ;
licarei aqu : espeluque o nolne deputado
lac,a as inlerpelar;Oes que i rom I leu, e
com quo n.csmo nos ameaQiu.
( Conlinuar-ic ha.)
PE NAMBUC )
ASSEMliLEA l'UOVlNt IAL
29.' StSSA OltDINAIllA EM 24 DE MAKI
HE 1850.
l'lll MU M.IA DO S". PEUB0 C*VALCNTI
{Concluslo.Vidt Diario n. 119.)
O Sr. floript$ ; Sr. prciidente, poucas con"
siderapes cu lenho a I >< < ><>inr a inateiia de.
prnjrctu, t serei u lliali breve que me lr pos-
sivel. As i imi.'s i|iie lenho paiu dar o meii vn
tu, c mil vuto que liveise, lodo u nirii assenli-
liento |iiii(I..iii-m- na conliaiifa Indefinida <|in
tu lenho lio utir Inspector da lliesuuraiia
provincial autor do proj.xlo.
O ir. Vello Higo : fciito he voto de con-
fianca ? ...
O ir Floripes : I\ao sei je importa voto de
ou fian fa, o que sei he, que teuho couiianra
indefinida no nobro Inspector da thesouraria.
fus honrosos precedentes, ana probidade, ana
Un.ii .is.oif I .i/.em que eu sem enlrar cm maio-
res .iverigoav6cs de o mcu voto a cise projecto,
porque nao poiso crer que o nobre ioipectcr
di thesouraria provincial viesse aqui perante
nl propr nina medid desla ordciti, sem que
cnlivesse beiu persuadido re ,ii,o ella era in-
dli la sua rcparli{o.
Ku nao posso crcr'que o desejo de apadrlnhir
eitSOU aquella pretendan tuesse com que o no
bre deputado se pi-psenlasse aqui perante mis
exigindo esta providencia, o que eu creio o que
levo crer, he que a providencia que elle pede,
he justa, he necessaria, nao so para o Doui an-
damento dessa reparlifao, como para a boa ar-
rfcada{So das rendas publicas. Tanto he assiin
Sr. presidente, que se algein nesla casa apre-
tentasse esta medida, nos nao tinhainos outr.i
pessoa a qiiem recorrer para nos informar da
iirccssidade da medida de que se trata, sean
ao imbre inspector, por ser elle a nica pessoa
que nos podia informar curialmcnie: nos na
ilcviamos votar cousa alguma a respeito desta
reparticao, 6eni termos ouvido primeiro o pa
recer do nobre inspector; mas como foi
elle uicsino, devo crer que a medida he neces-
saria, he justa, e que elle nao vriu aqui advo-
gar interesses de niuguem, que est adv'-gande
os interesses pblicos, e he por esta rasao qm
I lie don o uno voto, isto he porque deposili
nelle muitl coiilianc.v. Quamlo mis deposita-
mos una contianea tal, quando julgamos (|iii
elle he uicapar. de Irahiros interesses pblicos,
quaudo nos julgamos que elle lem as qualida-
des precisas para avallar o servico e a neeessi-
dade dellc, ninguciii dir que a conirqueiieia
de ludo isto nao ser o de f.uer aquillo que elle
pede a bem da causa publica.
bu, Sr. presidente, nao emendo dessas ma-
terias liscaes. nao emendo de eicripturacao,
nunca fui ollici.il de hienda, nunca eslive em
ivparlico alguma, nada sei a respeito, julgo
que quii est mais habilitado para o saber lie
o chele desta reparticao. Emendo que esta
medida nao he para o cornudo do inspector e
s ni lilli.i do selo pelo servico publico, aliin de
|ue a reparticao possa apresenlar para o futu-
ro un traballio proveituso. I. recouhefo que
o prujeclo traz coinsigo um augmento pcia, mas tambein euleudo que elle d um
augmento de renda, porque iiinguem dir que
urna reparticao que nao preenclic seus deve-
res, mi cscriptura seus livros cm dia, nao li-
quida las cuntas, para mandar para juizo os
il 'n'i! ors rcinissos, nao prejudiqne intiilo a
i i/ni'! i publica: como mullo bem poniJerou o
nobre deputadn, essas dividas ticando milito
antigs, sao mais dilticeis de cobrar, e por con-
equencia giaude prejulia para os cofres p-
blicos.
Eis-aqui as consideraces que tinha a faier
sobre este objeclo. Voto, pois, pelo projecto,
O Sr. Mello llego: Sr. presidente, a com
ciencia me nao acusa de ter provocado esta dis-
cussto, porque emendo que ella tcm sido pro-
veilosa e proficua. Priinetranienlc j se de-
inoustroii que com a reforma da reparticao das
obras publicas cslavain Msfeitas as necetslda-
desa que o projecto leve em vista acudir, nc-
cessidades que nao poiliam ser prescriplas pe
lo sen nobre autor, porque al entilo nao se t-
nlia dado a reforma. Se ha aglom raeio de
iraliallio que exija maior numero de einprcga-
los, isso est remediado, porque o regulamen
lo coui que SC elteiluou a reforma dessa irpar-
tiffo, da maisdoUS empregados thesouraria ;
e, comquanio o projecto peca trea einpregados,
eu ausento que, como j disse, lendo-se em
:oiisidei.icao esse principio de economa que
lein sidost'inprc prcconisido na casa, nos de-
venios, pelo menos por um auno, expcriuien-
tarmos se com estes doiis empregados pode ser
iitisfcito o servico, e evltar-ae a despea. Si-
nesta casa leciu-se considerado despexas ar de
lU.OOurs., com multa maior rasan lleve con-
sider.ir-se Ulna que deve iiiont ir eiu duus con-
101 de ril; ai esta nao fui a raijo principal
que me joven a pedir a palavra ; fui s para
uieoppr s reflexdes que acaba de faier o nu-
bre depotado qoe falln em ultimo lugar r
prlnclpiarel por diier que nesta cas i deiconbe-
co o inspector da t esouraria. r u me explico;
eu n.io concedo ao Sr. inspector 0 direifi (|.
pedir votos de conliauca. Aqui s veja um col
lega que lem tanto direilo como nutro qual-
quer : e, a prevalecer o principio das couiian.
cas, ficaremoi Inblbldoi de discutir quaeaquer
ineilidas ipie viereiu mesa.
O Sr. InipeoiornSo be ministro que deva ter
una malaria nesta casi, queeiteja na abriga-
cao de volar por todas ai suas medidla : res-
peito o nuble depiit ido como mcu collega, co-
llia mcu amigo ; julgo-o I.icapaz de trahir os
seus devere na apresenta(So de quilquer me-
dida ; quecrelo uieiino n:io propor aqui qiialquer medida seno
quando esliver bastante convencido da necessi-
dade della; nas eulendo lambcm que u em
por isso devenios volar cegamente pelo que
elle piopo.cr. O direilo que a elle aslate, hf
o inesuio que assiste a qualqiier de mis; poi
consequancia nao se pode dlser (pie se approva
una medida pela cuiilianc iiidelinida iiue Se
lem no seu autor, ltepiln, euteinlu ipie o no
bre inspector da IMOUnria nada pode pedi
casa neisa qualldade; e cu uio posso aceltai
0 principio do nnbre drpulailn ; Miento que
temoso direilo de discutir o projecto, contra
ria-lo, emndalo c rejeit.ilo inesino, leojul-
girihus conveniente. O nobre inspector pode
lambcm errar; porque, como bem disse enr
nutra occasioo nuble deputado que agora me
encara, o bom Humero tambera dormita va.
Portento, Sr. presidente, eu nao posuu aceita)
til Ihroria, e, pela ininlia parte,eslou disposto,
depois da dlSOUSiau havida.a votar contra o pro-
jecto, po'rqnantoVnobre depuladoque fillou
em segundo lugar mostrou, cjue esse servic.-
poda ser salsfeilo pelos dous einpregados das
oblas publicas com alguna augmento de lempa
de trabalhu, e conseguinteineiite eslo satisfei-
las as vistas do nobte autor do projecto, sem
se gravarem ns cofres piiblicus com novas des
pezas. (l/.i earioi oparle.}
Sr. presidente, em conclusflo declaro, que
nao voto mais por emenda algumi por con
lianQa; eslou promplo, como amigo e col-
1 ga,a fazer ao nobre deputado tu luqunnto
me lr postivel, c pira convonce-lo de qu>
eslou Uispustoa Conflsr-lbe tuloquanlo fot
miu mas do que fr da provincia, nao...
Votos de conliauca no que fr da provincia
isso ntto posso fazer. Eu nao ilcsejo qiii
el il" leca.i o-, esse principio de cou(iau(a
aqtli
O Sr. l'loripti d um aparte.
O Sr. Helio llego :O nobre deputado p-
rece-me um deputado iiiinislcrial, quaaa
meme, querendo salvar a tolo o transe o
ministei>> do una derrota, que poda acar-
relararuina da patria ; pur sso pedia qu
se votaste pela medida por elle pruiosU..
(Ililuridade )
Sim, seohores, o nobrs deputado pro
cedeu como eu disse; f-z um elogio ai
iiosso oilleg, paia declarar que volava pe-
la n.edida, tuda extrema, iliimilada e iu
ltfinida un li. iu.a que nelle tinlia, e na
querquens ao menos nos o, ponhamos a
'lis! Me miiii-t-naliMno guando memel.
Eu, poi i'in, e lodos nos temos o direilo d<
discutir e iiSo devemos deixar de usar del-
le. Voto contra o projeelo.
O .Sr. Iloripti :--Sr. presidente, das mi-
uhas palavras nao se pode doduzir, que eu
queiu, que so de uqut um voto de confian-
za da qualidade dessesYue se dSo aos minis-
tros; n.lo senhores, be ol'voto do cnnlianQa
particular, que sSo cousas ni uito dilTercn-
les, ha daquelles votos que nioWlamos aqui
todoiosdias, porque tolos os das nos vo-
tamos por tars e taes medidas, s porque
algum de nossos collegas, em quem temos
i'onlianQi, nos infoma a respeito da sua
conveniencia. Mas o nobro deputado acos-
tumado s linguagem das cmaras, dos
ministros, etc.. persuadio-sequea confian-
;a de que eu aqui fallava era essa uual s?
l ; nSo senhor, nSo he, porque repito essa
confianza de que eu fallei, he aquella que
eu dou aqualquer homem, etn qualquer
|iieslan, em qualquer transaccffo...
Sr. Vtlles :O nobro deputado mou col-
lega, crcou o ministerio, a que fez oppo eflo ..
O Sr. Correa de Brillo :Mulas veze* as-
si m succede, fazer-se opposicSo ao minis-
terio, que se cria, porque elle liSo corres-
ponda aos ins que se liveratn em vista.
OSr. Floripe: Foi por esta conllinca,
que eu votei pelo acude de Caruar, recebi,
ou acreditei as informaces do Sr. depu-
tado Gitirana, confio muito nelle, votei
ior esso agudo, agora succede o mesmo,
confio muitissmo no Sr. inspector, dou o
uieu voto soque elle prope, he um vol
|uo merece sua probdode certa pelo sim vico
publico, nfio he como a coollaiica l das ea-
maras, porque multas vezes se dio votos
le confianQa ao ministerio desconfiando dos
uicsmos ministros, por sso que o voto de
cnifiatiQa he filho de urna necessdade poli-
tic, e nosla mesma confianza ha muitas
ifTarencas.l o ministro d empregos e hon-
ras, ca o inspector da thesouraria nao d
ousa alguma. Sr. presidente, eu sou ami-
go das discusses, nunca desgoslei dolas,
iBo posso pois querer que se vote cegamen-
ie, como entendeu o nobre deputado, nflo :
luero que se discuta, quero ser instruido,
he issu o que so totn feilo nesta casa ; eu
nao sou ceg, nem sou inimigo das luzes,
gusto ile examinar, voto pelo projecto, pela
OonviecBO que lenho e pela infoimaQiJo da
utori lade competente, infii'iii.'ii.'aii deau-
loridade a que nos sempre attendemos. Eis
maneira por que devo ser entendido, e
nao como entendeu o nobre deputado que
croou castillos para ter o gosto t3o smenle
de os destruir.
Dou um voto de confianca ao nobre ins-
pector, sem ser um voto ministerial, ho
como aquella que daria a qualquer dos
meuscolleg.is om materias deque elles se-
jam os competentes para avallar,- o de cil-
las materias eu nilo tenha cabal conheci-
nenio. Essa conducta lerei sempre nilo
com o nobre inspertor, senda tambein
com OUtro qualquer dos meus Collegas, que
leem asseitlo nesla casa.
O relogio da casa marca tres horas da
tarde.
OSr. Presidente designa a ordem do da
o levanta a sessao.
liABl 8iftMMWW.
BECirE, 27 SE KAIO DE 1850.
A assembla approvou hoje em primeira
di-cussao os projiclos nmeros 15 c22; o
primeiro, marcando os lmites entre as fre-
:ueziasdeStnto-Aiitoe Bezerros ; e o so-
;umi o, estipulando o subsidio dos mi Hi-
lo.-, da mesma assembla na prxima futu-
ra legislatura : em segunda o quo cria urna
aleia du primeiras lettras para o sexo
nasculino na povoac,So da Passagem-do-
Idazero ; bem assim o artigo segundo do
ireamento municipal com algumas das
emendas, a elle offerecidas.
Ten lo entrado em primeira discussSoo
projecto n. 21 que cria um visitador para
is aulas de inslruccSo primaria do interior
da provincia, lie ni adiado pela hora, para
continuar a ser discutido na sesslo seguin-
le, em a qual ser tambem apreciada a
menla do Sr. Clirana ao projecto n. 15,
pela qual fui proposla a creafo de urna
C adeira .le primeiras le' Iras para o sexo fe-
minino em Caruar, e do outra em Li-
inueiru.
A ordem do dia para a sessSo de 28 he
continuaQlo da do hoje segunda discus-
s.To do ornamento provincial, o primeira
los du nmeros 25 e 2S.
Pela barca Genevieve, chegada do Liyer-
>ool, recebmoso Times de 30 de margo a
19 de abril prximo passado, o bem que,
i,or falta de lempo, j nos no seja postivel
lar hoja una conta exacta de lulo o qua
nelle encontramos, todava anressamo-nos
'ni com nuuicar aos nossos le i lo res que no
dia 12 de abril pelas quatro horas da t r.le
0 padre santo entrara a cidade aloma no
moio das mais eathusiislicas acclamages
1 a p i; 'ulagan romana; que nos diversos es-
tados di Europa nada de extraordinario llu-
via occorrido ; que as desavengas entre a
(.recia e a Inglaterra ain la nilo tinliairi sido
ajustadas, e i .<- finalmente em Londres os
consolidados, licaram, de 95 3|t a 95 7|8 ;
os fondos brasileiros, os pequonos, a 87 l|2 :
os quatro por cento porluguzes a 33 3|* ;
e os cinco por cento hespanhocs de 18 5|8 a
I8I|2.
Jiepai li('Ai) da polica.
PARTE 1)0 DIA 25 DE MAIO.
Das partes recibidas hoje nesta reparti-
.Mi consta que foram honlem presos: a or-
dem do ebefe de polica, o preto slanocl,
aeravo de Jos Jeronymo Vieira, por ter
sido encontrado venden lo Objeclos de pra-
ta que se su; | furlados l a ordom do Sub-
delegado da fr.'guezia de S.-Frei-I'edro-
l.oiigalves do lt- cite, O llespanhol lliimao
Jo>6 de Oh vena, paia averiguages; e o
inariiiheiro Manuel Nunes de Mello, pata
i ii ii'ioiu : ordem do subdelegado da
ireguezia de S.-Antonio, oescravo Antonio,
por andar fgido: o do subdelegado da
frnguaria da Bol-Vista, ocrioolo Jos, es-
cravo.do r'rancisqo de Paula Marinho Wan-
lorley, pelo mesmo motivo ; e outro escra-
vo de igual nome, para averiguscea poli-
ciales.
v DEM DO DIA 27.
Segundo ss partes hontem o hoje recebi-
dis nesta repirtic&n.fram presos:* ordem
Jocher de polica, o Americano Jos Igna-
co.para correcgSo; e o preto escravo Fortu-
nato, por suppr fgido : ordem do dele-
gado do primeiro distrctQ,ieste termo, o
pardo Francisco, escravo, por suspeito ; r
Domingos, escravo do Jacinlho Silvestre,
para correcgSo : ocdom do subdelegado
d freguezia de S.-Antonio, o pardo Ma-
noel da Veracruz, por ebrio ; o crioulo Ma-
laqtlias Jos de Santi-Anna, porbriga ; e o
pelo Antonio, escravo de I). Flora Mu i i
Diniz, por estar fugi lo : ordem dosubde-
legado da freguezia da Da-Vista, Manoel
Jos Pereira de Amorim e Jofo Guilberme
Dias, por desobediencia : ordem do sub-
delegado da freguezia do Pogo, o pirdo Ma-
noel Florencio, por crime deoflonsas phy-
sicas : i ordem do subdelegado do primeiro
islricto da freguezia dos Afogados, o par-
do Francisco Ignacio dos Santos, como sus-
peito de crime de morte : e do subdele-
do da freguezia da Varzea, Jos Joaqun)
Cayalcanli, para averiguages policaes.
O subdelegado da fieguezia da ila-Visla
desla cidade, parlicipou ao chefd de polica
de i a v.-i- sido incendiada no dia 25 do cor-
renta urna casa de palha perlenccnte a
Maris Joaquina da Conceigfto, na ra de
JoSo Fernandes Vieira, no lugar da Soleda-
de, i resumi lo -se tci-se-lhe posto fugo de
proposito.
O delegado do termo de [Vazaroth, dando
cunta das oceurrencias all havidas, parlici-
pou ao chele de polica que no dia 12 ileste
mez Manonl Galdino da Costa, que tinhn
sido recrulido, litigara mode una tica, e
com ella f-rira gravemente a um dos sol-
dados que o escoilava, tendo podido evadir-
se d'cntic a patrulha.
(i delegado de Polica do termo de Ouri-
cury, coinu unicoii ao chefe de polica em
oOloio de 6 do predielo mez, que no dia li
do prximo passado, havia sido assissnado
Francisco Xavier Kibeiro da Costa, por Si
liirnino de lal,no lugar denominado Besana
da freguezia doEx.sendo que o autor des-
to attentado no pode ser preso, por se ter
immediamente evadido.
mmmBammmmmmmMmammmSSSSS**
A parte do Paulista ser feila pelo
artista Germano Francisco deOliveira.
Anda se recebem assignaturaspara ca-
marotes e platea superior.
Osbilheles do platea se vndenlo i.o
Iheatro, no da do espectculo
Comegari s 8 horas.
pappB^a^gaBeeiggagBH
Publica cao litlerari
i.
I\aphael, pagimsda uventude.
Esta encllenlo obra de Mr. Inmartino,
chegada recentemonte do Kio-de-Janeiro,
vertida em bom portuguez, e precodida de
um interessanle prologo do traductor, acha-
se venda, pelo mdico prego de 3,000 rs..
com encadernago ingleza, na ra da Cadea
do Recife, n. 38 e ra Nova, n. 11.
(i mrito da obra he altestado pelo nome
do autor : nella depara inslrucg.lo e deleite
o philosopho, o romancista, o poetf, e ge-
ralmenlo quem quer que queira apreciar
um bello escriplo. ________
ff
*:0^t^EaC|S>.
ALFANDEGA.
Kendimento do da 27.....11:013,812
lieicurregai hoje 28.
lirigue Water-Witch farnlia de trigo.
CONSULADO GEIIAL.
rtendimenlo do dia 27..... 889,01c
Diversas provincias...... 81,264
970,280
EXPORTACAO.
Despacho marilimo no dia 27.
Valparaizo, barca chilena Hueva-Pacifico,
de 29> toneladas : conduz o seguidle s
2,500 saceos com 14,062 etneia arrobas
de assucar.
RECEBEDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rendimentod dia 27......508,263
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmento do dia 27......988,809
.?ioviieiito i< orto.
Naeiot enlradoi no dia 27.
Liverpool- .lidias, barca ingleza Cenevie
ve, de 270 toneladas, opilad G. Cowper,
equipagem 15, carga fazetidas ; a Demie
Vniile & Compaiihis. Futideou no La-
meirSo vindo o capillo tena.
Camaragihe -- lliate nacional Novo-Destino,
mostr Eitevflo Riheiro, carga assucar,
a Jos Manoel Martins. -
I'.i r i'. i :i 3 dias, hiato nacional Conceico-
Flor-dai-Viriudei, meslre Elias do'Roz-
rio, carga toros de mangue; ao mesmo
me^tre.
Navios iahidos no mismo dia.
Para e portos inlermedios Vapor nacional
Paraeme, commanilaote o capito de fra-
gata Antonio Francisco da Costa Pereira
Al n dos passageiros que trouxe dos por-
ISS
para os do norte leva a seu
bordo : para o Maranbilo, oDr. juiz mu-
nicipal Francisco Jos de Mallo com 1 es-
cravo.
Marselle Brigue francez Arago, capililo
Jorga Cliude, carga assucar.
Philailelphia -- lliigue-escuna americano
R-F.-l/iper, capililo Williain F. North,
carga diversos jieneros.
eclara^ts.
-- Pela segunda*secg3o do conulado pro-
vincial se faz constar allos oi senhores
propietarios de predios urbanos dos bair-
ros desla cidade e povoagDo dos Afogados
que iio lia 1.* de juuho prximo viuouro
le principia a contar os trinla dias para o
pagamento, bocea do cofre, da respectiva
decima do secundo semestre do 1849 a 1850
un-. 11 ciid.i lodos os que deixareui de p gu
nesse prao, na multa de 3 por cento, sa o
valor do seus debilos, sendo de prompto
exeeutados.
O vicecnsul da Russia se acha em
exorcicio das fuucges consulares em Per-
nainliuco. e qualquer subdito do imperio da
liu-Sia, nu nutra pesso, que pelo dito con-
sulado pretender alguma cousa, dinja-se a
Boa-Vista, n 44, ra atrs da matriz. Roa-
Vista, 2t de mato de 1850.--Jes* Candido
de Carvallw Sledeiroi, vice-consql.
c> iiipanliia de Uebcribe
U caixa da compauliia de iLe
libe adiase auloiisado a fazer o
411.11 lo dividendo.
Theatro de Izabel.
3.' RECUA DA ASSUNA'IUIU.
Quarta-feira, 29 de tnaio de 1850.
Segunda represenUg.to do excellente e
muito applauido drama em 3 actos
O PACE.M DEAIJUUARROTA.
Terminara o espectculo a graciosa come-
dia em um acto
O DILECTA NTE.
Avisos martimos.
Para o MaranhSo salte, em
poneos das, o brigue-escuna Lau-
ra : ninda pode receber ulguma
carga a frete: quem no mesmo
quizer carregar, ott ir de passa-
gem, dirija-se ao capitSo na pra-
ca do C.'ommercio, ou a Novaes &
Companhia. na ra do Trapicb,
n. 3'..
Para o Rio-Grande do Sul seguir o
mais breve possivel o patacho nac onal Emi-
liana : recebe carga a frete por prego com-
nioilo, assim como passageiros e esrravos,
para o quo tem bons commodos : trata-sd
com os consignatarios, Amorim lrmos, na
ra da Cadea do Recife, n. 39.
-- Para o Maranhilo n Para sahir, com a
maior brevidade, o brigue-escuna ioiepha,
cap tilo Jos Mara da Silva Porto : para car-
ga ou passageiros, ti'.ita-se com OCIpitao,
ou com Manuel Hitarte Rodrigues, na ra do
Tra| ic'ie, n. 26.
--Para Angola sabe com toda a brvi>li.
de o patacho americano Chalxuorlh, recebe
alguma carga afiele. Este patacho he de
primeira marcha o forrado de cobre novo ;
quem pretender embarcar trate com Manoel
Ignacio deOliveira, na prag do Commor-
cio, n. 6, primeiro andar.
I'ara o Havre pretende se-
guir com muila brevidnde o bem
conbecido brigue fr,mcez Beaujen.
recebe carga e passageiros, para o
que tem excellentes commodos:
os pretendentes dirijam-se ao es-
criptorio da consignataria do mes-
mo brigue, viuva Lasserre, na ra
la Senzalla-Velba, n. i38.
I'ara o Kio-de-Janeiro se-
gu em poneos dias, por ter par-
te re sua carga piompta, o brigue
nacional Alaria-Primeira, forra-
do e pregado de cobre, de lote de
sete mil arroba : para o resto di
carga, escravos e passageiros, tra-
ta-sc com Macbado & Finbeiro,
111 rua do Yigario, n. 19, ou com
o capilo na praca.
Para a Rahia sabe nestes oito dias, com
a carga que tiver a bordo, o hiato Sociedad:
para o resto da carga o passageiros, trata-
se na rua da Cruz do Recife', n. 2t, ou com o
meslre do mesmo, no trapiche do aUodilo.
Para o lt1o-de-Janeiro tem de partir na
eguinle semana o brigue-escuna HenHque-
la, por ter quasi completa a sua carga.*
que n anda pretender carregar e ir da pas-
s igom, pode enlander-sa com o esptelo,
Manoel Joaquim Lobato, na prag.i do Com-
' iu cm, ou na rua da Cadeia-Velha, n. 17,
segundo andar.
Para Parahiba sabe o hiate nacional /:'*-
podarte, no dia 1." de junho impreterivel-
meule, por ter a maior parle da carga
prompla : quem no mesmo quizer carregar
u ir de passagem, trate no trapiche do al-
godfio, ou na rua do Amorim, n. 36.
JLeilt)
es.
F. II. Lultkens fai leilao, por inter-
vengo do carretor Oliveira, de azendas in-
glezas, francezas e allenifles, de lgodOo,
lili e linbo, todas propriis do mercado : ter-
ga-felra, 2S do crrente, s 10 hor-s da
mauhfla, no seu armazem da rua do Trapi-
ehe-Novo, n. 14.
Lelilo, por conla de quem perlenror,
do 30 bar is e 60 meios dilos com maneiga
franceza, em pequeos lotes, vonlade do
comprador: quarta-feira, 29 do co lente,
11a rua da Madio-dc-Ders, armazem,. 11 24.
-- Jos Fiancisco Itilu iro de Sou/a, es-
lando a tclirai'-se para o Campo, far leilan,
pur intervengo do correlor Oliveira, de.lo-
da a moliilia da casa de sua residencia na
Iliaca, coiisisiindo cm um ptimo forte pia-
no orisonlal, consolos com pedra rnarmore,
mesas para jogo e meio de sala, cadeiras da
vallas l|ll ll l.iiles, co.iilll 1I.1-, l.eig ', lliC-l-
ntia de costura, relogios excelleoies para
cima de mesa, vasos para flores, lauternas,
candieiro do sala., leito de Jacaranda para
casados, e escadinli 1 para o mesmo, louca-
rjor, guarda-louga, guarda-vesiidus, niesas
le ja litar, marquezns, cailotras grande O
pequea para escri|itorio, anuario para pa-
pis, mesas para coz nba o engommar, ap-
parrllio de porcellana para ella, galheleiro
,>ara licores, caixa de ciiarilu para cha, co-
jos gairafas e compoleiras ile crysial, tan-
to brancas, como de cores, pedia de Mitrar,
veuesiaias, um rico apparelho branco 00
porcellana para mesa de 40 pessoas, dous
.-xcellentes 11par.1uu.es, um sellini para
moni .lia de senliui a, |jOI U-liCur COtn glllir-
iiIcSo de prala, garrafas de cor, e muilos ou-
lros arligos titci- o indis.iensavcis, um bom
escravo, crioulo, robusto, mugo e pro-
prio para armazem de assuca ou engenlio :
soxta-feira, 31 do crrenle, s 10 horas da
ni,.nlua, no primeiro andar d* casa jun-
to ao escriplono do Sr. Schramoi, rua do
Trapiche-Novo.


i
Avisos diversos.
- A Marmota n. 18 esl a venda na Boa-
Vista, loja de miudezas do Sr. fc'slima, n.
5*cm Santo-Antonio, largo do Collegio,
loja do Sr. Di'urado. n. 6 ; no largo do Ter-
go, n. 7 ; no Recife, loja do Sr. Cardoso
A yres, n, 31,
Aluga-se una casa lerrea ra ra Au-
gusta, no oilSo do sobrado do Sr. Jos Dia-
ria Placido de MagalliSes, pelo diminuto
prego de 7.000 rs. : quem pretender, dirja-
se a ra Fcrmosa, terceiia casa dolado di-
reilo.
Offerece-se una pessoa que tem bas-
tante pratlca do commerrio e de escriptu-
racSo mercantil, e que d fiador su con-
ducta, para caixeiro de qualquer estbele
cimento : quem precisar, annuncie.
O abaixo assignado, tendo feito urna
conciliacSo geral em sen lotigios, com seu
cunhado Jos Feij de Mfllo, declara quem
interessar, que ficou em poder do ditosau
cimbado a quanlia de 2:436,932 rs.de legi-
tima dn sen fallecido irmo Manoel Pedro
de Moraes Mayor, para pagamento dos ere
dores do dito fallecido, que em consequen-
cia se dfvem dirigir no dito seu cunhado,
como alguns j o teem feito, e teeni sido
em boleados, segundo cissn o mesmo seu
cunhado. Jos Gabrielda Moran Mayer.
Preclsn-se de una ama captiva ou for-
ra,que saiba bem coiinhar : na ra di
Queintado, h. 40.
-- Muilo se deseja fallar com alguns her
deiros (se he que exisUm ) dos Srs. seguin
tes: Jnaquim Jos alendes, D. Gertrude,-
Magna Huilona da Piedade e ChristovSo de
Barros FalcSo, para interesse dds mesmo
herdeiros; eroga-se queiram diiigir-so
ra deS.-Francisco, n. 20.
-- l)esap: pequea e pintada de oncarnado por fra :
quem souber da mesma, annuncie, ou di-
rijasea Frira-de-Portas, rus dos Guarara-
pes, n. 31, que ser recompensado de qual-
quer trahulho que lenlia lulo coui a ni es ni ?
canoa.
Furtaram ou perdeu se urna luneta dr
ouro, redonda e de grao : quem a achar, en-
tendi-sn com Manuel Jnaquim Gomes, na
ra do Crespo, que gratificar.
A quem for oflerecid um castice! de
porcellana. que furtaram de cima de lima
mesa no dia 95 do crrente, baja de o ap-
prehender e levar ra do Encantamento,
armazem h. II.
Manuel Francisco de Medeiros, natural
desta provincia, retira-se para ondo lite'
convier.
--Quem precisar de um caixeiro para pa-
daria. arnia?om, venda ou ra, dirija-se
ra dos Agouguinhos, n 5.
Quem quizer alugar um escrava, que
cozinhs, lava eengou.ma soffrivel o diario
de urna casa, dirija-se ra da Uniflo, se-
gundo sobrado.
-- Alugam-se as lojas do segundo sobra-
do da ra da UniSo, por prego commodo : a
fallar no mesmo sobrado.
Manoel Jos de Oliveira Mello, senhoi
do cngenbo Morojo da freguezia de Tracu-
nhSem, comarcado Nazareih da malta,faz
sciente ao publico, que no seu engenho.se
aclia um esrravo de uome Joaquim, que diz
que fui captivo do preto Bernardo, Angiro
da Costa, e que este morria das febres, nilo
deixando herdeiros: porlanto, quem sr
julgar ('in direilo a elle, proco reo no mes-
mo engenho Morojo, que, dando os siguaes
ceitos, Ihesei entregue, adverlinlo, po-
rm, que o annunciar.ie se nilo responaabi-
lisa pela morieou fuga do mesmo escravo.
-- Aluga-se o segundo andar do sobrado
da ra Nova, n. 19 .-quem o pretender, di-
rija-se loja do mesmo.
-- Aluga-se um bom escravo que enlende
de todas as plantajes, aqur de orla, qur
dejardim; tambcni sabe tratar de vaccas,
tirar leite, etc. tamben) entendo uo liata-
tnento de cavados, alm disto he bolieiro,
(un'or o ti ni coulifcioiento de pintura ou
borrador : qutni pretender us seus servidos,
annuncie.
O Sr. Antonio Jos Ribciro da Silva ha-
jadeapparecer na ra do Viga rio, loja de
cabos do l.uiz Boiges Siqueira, para tomai
conta do 200 caixas com charuto, viudas
da Babia no biale l-'tor-de-Cvruripe, quan.lo
iiio seifio vendidas para pagamento do fri-
te e mais despezas que lizeiam os mesaos
charutos.
ITiCisa-se comprar un) sobrado de um
andar ou casa leirea, sendo no piteo do Car-
no : quoin liver e quizer vender, dirija-sc
ra da l'raia, sobrado de um inJ.i, n.
3. qiiHsedu quem compra.
Precisa-se de um caixeiro que enlenJa
de loja de ferragens : na ra Nova, n. J6.
--Precisa-se alugar um sitio, que tenha
bastantes commodus para numeosa fami-
lia, nao se exige queseja casa asseada,
quer-se, poiil), que tenha bastantes arvo-
redos de fiulo, pasto para varea, ou baixn
para capim, nao se ollia localidade, aii.da
mesmo sendo para as parles de Olinda ou
Bebcribe : qu m o tiver annuncie, ou trate
na ra da Senzalla-Nova, n. 42, seguudo
andar.
-- Aluga-se um sobrado de um andar com
quintal, no bairroda Uua-Visla, ou lias im-
mediacOes : a fallar na venda do largo d
Boa-Visia, n. tts.
Piecisa-se de urna mulher do meia iJa-
de paia una de casa de pouca familia, que
saiba engommar e cozinhar o diario de uuia
casa : na ra du Pilar, casa terrea, n. 70.
No da 28 do conente, a 4 horas da
taide, na poita do Ur. juiz de direilo di
piimeira vara docivel, se lia de arrematar
urna esciava por execuglo de Manuel Jos
Fernandi'S Barros, por s. r a ultima praga
Kazem-se boimlios para bandejas, e bo-
los de S.-Joo de todas as qualidades e mul-
to bem fritos, e cum prompldSo : na rua
das l.arangeiras, n. 14, primeiro andar.
Sr. Ji'S Germano de Paula queirt
quanlo antes inundar pagar 42,0 0 is. que
devu (in urna laberna na Ba-Vista ; corto
de que, rmquaiiio o uSo lizer, andaia o seu
nuil.r i.o-iu lolha.
--.Na i ti.> Non, loja n. 58, se dir quen
d a juros quantias ue 300, 400,500, 600
lo pelas duas frentes que offerere, como por
Iho ficar o embarque ao p : a tratar ta rua
do Crespo, n 10, segundo andar.
lirio- se 400,000 rs. a juros sobre penho-
res deouro e prata, e a dous por cento ao
mez: no pateo do Carmo, n. 3, se dir
quemd.
Apanhou-se um pao que ia por agoa
abaixo, com 50 a 60 palmos de comprido, e
que anda dSo est lavrado : quem fr seu
dono, dirija-se ao Aterro-da-Boa-Vista, n.
80, que se dir onde existe dito pao.
-- Arrenda-stv jor prego commodo, um
grande silio nos suburbios desta cidade,
com excedente casa de vivenda multo as-
seiada, e grandes commodos para qualquer
familia, leudo alm disto estribara, cochei-
ra, ptimo hanho, fructeiras e flores : a tra-
tar na rua ao Itangel, n. 9.
Pelo juizo dos feitosda fazenda se ha
de arrematar de renda, no dia 28 do cor-
rente, o engenho Barbaiho, nioente e cor-
rente, na comarca do Cabo, por ser a ulti-
ma praca, ponhorado a Jofo Baptista Pe-
reira Lobo.
Madame Pelagi l.anglay Dufienoy em-
baica-se para a Babia.
Manoel Jos Monteiro, Porluguez, reti-
ra-se para a Europa.
S H. T.
700,iiOo rs sobre hypotliecas em casas ter-
reas, ou pequeos sobrados.
Francisco Manuel Vieira da Cruz, reli-
ra-se paia lora do imperio.
O leiienlc-corouel Manoel Joaquim do
liego Albnquerque vende um terreno na
rua da l'raia, com 60 palmos de frente e 200
de fuudo, la/., ii.ld esquina em urna rua de
travessaque vai a mar, ptimo e inuitu
proprio para qualquer estabelecimeuto, lau-
O primeiro secretario da sociedade Har-
mnico Theatral faz sciente sos Srs. socios,
que a recita ordinaria do curenle mez de
mo lera lugar oo dia 29 do mesmo : os bi-
Ihelesse distriliuem nosdias 27 e 28 das 3
as 6 horas da tarde, e no dia 29 das 9 a 12
horas da manliHa nosaloda mesma socie-
dade ; e novamentc se lembram as observa-
rles felas nos 11 alisarlos anuncios, para as
licites de espectculo, tanto aos Srs. socios
como convidados.
Precisa-se de urna pessoa para o servi-
do de esrriptnrio de urna das principaes ca-
sas de Macei, tendo boa leltra e conheci-
menlode escripluracSo simples: preferin-
do-se a quem j tenha pralica de loja de fa-
zenda? : a enteder-se na rua du Crespo,
ii. 12.
AGENCIA DE PASSAPORTES.
Tiram-se passaportes para dentro e fra
do imperio por commodo itoco e presteza :
na rua do Itangel, n. 57.
Pugioi no dia a3 do corren-
te, um corropio ainda muilo no-
vo, tanto que anda agora Ihe es-
lao nascendo as azas ; quem o pe-
gar leve-o rua Nova, n. .35, que
ser recompensado.
-- O Sr. Manoel Ignacio de Albuquerque
MaraubSo, senbor do engenho Itrejo, tenha
a bondade de dirigir-te ru< do Collegio,
venda n. 12, que se Ihe deseja fallar.
Alugam-se os segundo e terceiro an-
dares, muilo commod'is e asseiados ; bem
como 2 armayons na lujado sobrado O 45.
do Aterro-da-Boa- Vista : a tratar no pri-
meiro andar do mesaio sobrado.
Pede-se ao Sr. Itufno Jos
do llego que por favor baja de mandar as
colheres que levou ha dous annos, e prata
para fazer nutras iguaes, das quaes foi lo-
go pago do fcitio om prata: isto Ihe pede
O i'jffreder.
Precisa-se de um ollcial de frrreiro
para tomar conta de urna ferrara de socie-
dade ou do jornal, como se convencionar :
na rua larga do llozario, padaria n. 18, se
dii com quem se deve tratar.
Sr. Heclactores O annunrio
inserido em seu peridico, assig-
nado pelo Conselheiro, deu mui-
lo que entender ; e o que mais he,
aquclles a quem nao dizia respei-
to id rain os que mais se incommo-
daram : terao elles lambem, Srs.
Hedactores, alguma molestia quel
IhesafTecta a caliera com dores?
Quem sabe P!
Pois, Srs. Redactores, dignem
se Continuar a inserir o mesmo
annuncio por mais tres vezes,
porque gosto limito delle. Seu
assignante.O conselhetro.
O abaixo assignado querendo pagfr
aos seus credores, por isso pede encireci-
ameiita aos seus devedores, e principal-
mente aos mais uitigos, de mandaron pa-
gar at o (mi do corrento; do contrario,
ve se i,a dura necessdade de recorrer aos
meios judiciaes; pois o annuncianle nS
pode mais esperar, por ler urna grande som-
ma fiada e quosi ludo nesta comarca, e nio
Ihe he possivel recebor nada ; a-sim o espe-
ra de seus devedores, que no deixar.lo de
ir pagar-lhe, Antonio Ferriira da Costa
liraga.
A cidade de Pars.
Fabrica de chapeos de sol, rua do
Collegio, n. 4>
J. Falque participa ao respeitavel publico
desta cidade, quo elle abri o seu novo es-
tabelecitnenlo. onde se encontrar sempre
um grande e bonito sorlimcnto desles ob
jectos dos mais modernos e variados, como
sejam : chapeos de sol para bomens de se-
das chamaloladas e lizas, de cores e pretos,
dilos de armatflo d'aco muito fortes com
sedas do lo las as cores, ditos para sei bar s
de sedas lavradas e lisas, com franjas e sen
ellas, c es muito bonitas, ditos ditos de
panno imitando seda, com franja esetu el-
h, ditos de panninho para homcm com ar-
maco rica e ordinaria, sortinienlo de ben
alas de to las as qualidades, iialeas para
vest los, colletes e esparlilhos par.i s noo-
a. Na mesma casi concerta se o cobre-se
toda a qualiJade de chai eos de sol e benga-
las, para os quaes lem boas sodas e pannos
Km pecas : lodos estes objeclos vendeai-se
em porcSoea retadlo, por menos prego do
lile ( ni unir qua quer parle.
Precisa-se de urna preta escrava, que
saiba coser bem : quem a quizer alugar,
iin|a-se ao Attrro-da-Boa-Visla, n. 26, das
7 s 9 horas da maiiMSa.
--Aluga-se um bom escravo cozinheiro,
canoeiro, e que he proprio para outro qual-
liier servigo : na rua Nova, n. 69, aruia-
'.ein.
Aluga-se a casa da esquina da rua do
Caldeireiro com armac,9o para venda e com-
&

modos para familia, se m quintal, cacimba
e portlo para i Iriwrssa, a qual pelo local
olTerece muilajraulgi'm : na praga da In-
dependencia, !irarii os. 6 e 8.
--Na rua d Aguas-Verdes, casa terrea
n.26, engommi seelava-se toda a quali-
dade de roupa, com todoasseio e prompti-
d:io, por prego mais commodo do que em
oulra qualquer parte.
-- Aluga-se ojegundo andar e sotSo do
sobrado da rua Dircla, n. 20, com bous
commodos para familia : a tratar n mes-
ma rua, n. 93, primeiro andar.
.O Sr. tcnente l'auimo dirija-se rua da
Cadeia de S.-Antonio, n. 13
-- O escriptorio do agente da companbia
dos paquetes de vapor mudou-se para a rua
do Trapixe, casa n. 40. segundo andar.
Quem quizer arrendar um sitio na
Magdalena.com boa casa toda envidracada.
com sotflo, ennheira, cavalharice, casa de
preos, dita de feitor, jardim com todas as
I nulidades de flores e roseiras que ha aqui,
com arvoredos de tdas as qualidades,
grandes baixas para Otpim, e terreno para
plantar, dirija-se a Prxedes da Fonseca
Coutinho. no consulado geral.
Precisa se de urna ama de leite : na rua
Ja Cadeia do lenle, n 23.
Um capadocio|que tem tido
a oiis idia de ir a casa de diversos
negociantes inglezes deprimir do
crdito dealgum, que lite he su-
perior, nao s em sua vida publi-
ca e particular, mas desde o sen
nascimento..... queira Mistar seu
atrevimento, a nao quererque se
Ihe publique a sua vida, e mor-
mente alguns feitos de suas ulti
mas transaccoes.
O conselhetro.
S. D. T.
O primeiro secretario da sociedade Har-
mnico Theatral faz sciente aos Srs. socios,
que, no dia 30 do correte mez de maio,
pelas 10 horas da manlia, ha reuniSo di
assembla geral, para oque os dilos Srs.
silo convidados a comparecerem, aim d.
elegercm nova dlrecgilo ; c, passida aquella
hora, se cumprira o que prescreve o artigo
II do capitulo 2. titulo 2.* dos estatuios
Manoel Alves, subdito hespanhol, r. -
lira-se paia Portugal a tratar de sua saudc.
relenles casas do podra ocal, dous vivei-
ros, cento e tantos pus de coqueiros, e mais
Igiimas arvores do fruto assim como um
itio na Passagem ao p da estrada nova,
com excedente casa, estribara para dous
cavados, grande poco de boa agoa de be
ber, bastantes ps de larangeiras, una li-
tada dn uvas, valias arvores de fiulo, todo
mirado o com dous poitOes de ferro na
rente-, tudo se vende por commodo preco, a
iniie r i ou a prazo, ou a troco de qualquer
ubjecto de valor faz-se todo o negocio : na
rua da Cadoia do Recife, n. 54. Na mes'na
casase vende urna canoa de carreir nova,
que carregn oilo pessoas.
AJuito barato.
Na loja da rua Nova, n. 11, de Jos Pin-
to da Fonseca e Silva, successor de Guerra
Silva & '";ni i mili i, ha para vender suspen-
orios de borracha e de seda pelo barato
prego de 600 rs. o par.
i Obras de borracha imper- O
? miaveis- &
q Suestes ou charos proprios para J^
? quem anda embarcado; ricas capas J*
* para a estaglo invernosa, nss quaes "
9 mo pode penetrar agoa ; botas a Na O
w poleSo, quechegam muilo cima dos O
9 joelhoi, e podendo-so com ellas $
) transitar por dentro do rio, sem que
3 os ps e pernal sintam humida le ; Q
JJ e T.bornaes para conduzir mantimen-
^ tos ; fiascos para qualquer liquido,
ulilssiinos paia quem viaja por tor-
ra, ou para os amadores de caga ;
ditos para deilar esponjas.
Salva vidas.
Qur. pdn conter 5 pessoas, sem >
i) nunca se afundaroi), custa esta ex- 7) celleute invengSo um prego diminu- r\
!> tissimo em vista do seu grande pres- rj
3 limo: qual sera, pois, o capilfio de
r, navio que deixe de ter a seu bordo ,

Compras.
Compram-se, para urna encommenda,
escravos de ambos os sexos de 10 a 40 an-
nos de idade : na la do Itangel, n. 57.
Gompra-se um ornamento para cele-
brar missa, que esleja em bom uso: quen.
liver annuncie.
Compra-se um pretodelOa 50 annos.
que seja sadio e sem achaques : na rua da
Praia, n. 15, a tratar com Silva CarJial.
Compra-se urna machina de copiar cu-
tas : na rua da Cadeia-Velha, armazem di
la/eiidas, n. 37.
Compram-se algumas soleiras e hom-
breras de pedra, sendos estas do 12 e aquel-
las de, 8 palcos : na rua di Santa-Hita, nu
mero 85.
:.
O
O
Vendas.
Vende-se urna escrava do gpnlio de An-
gola, de 25 annos e sem vicio algum, a qual
he boa quitandeira de rua : vende-se po
precipuo : quem quizer, diiija-.- a Frt-do
Portas, rua dos Cuararapes, n. 31, que acha-
ra com quem tratar.
Florete de Miiho,
Covado 800 rs.
Para vestidos de senhora, roupas de me
nmos, palitos para homem,| casacas, etc.
vende-se na rua do Crespo, n. 11, loja d
Antonio l.uiz dos Santos & Compannia.
Iiistriinientos de msica
l>ara tissinos\
Na loja da rua Nova, n. 11, de Jos Pinlo
da Fonseca e Silva, successor de Cuerra Sil-
va & Comoanhia, ha para vender corncta>
de lalSo de chaves, proprias paralemos,
16,000 rs. ; ditas de cobre com chaves, i^
12,000 rs. ; nombaitou, ou baixo de harmo-
na profundo com pisiOes, a 3>,000 rs.; un
bom fagote, por 30,000 rs. ; oboes de dilFe-
rf otes pregos ; pifanos, a 1,000 rs. ; corneta
de cobre simples, a 10,000 rs.; um cani
Ihflo cornil cir.panhinhas, por 12,000rs.;i-
alm destes tem muitos outros instrumen-
tos, como seja, trompas, trombones, clavi
cor, clarins lisos e a pistn, rampas, clari
nelas C, violOes, rabveas, llattis, flageokls
llautins, etc.
escovns r?aia navios, ierro cm barra, tanto
quadrado como redondo, salra para ferrei-
r.), o urna porgau de tinta verde oni lulas:
IjiIo por barato prego.
Vende-se um cano de cobre, ,nuilo bem
feito, proprio para forno do padaria, por
ler .-.du feito com todas Jas dinunsVs ne-
cessarias para tal fun : na rua da Cadeia de
S.-Antonio, n. 10, loja de marconelro, so
lira i|i..(0 veodo.
Moreira & Vellozo. com lOj na rua
Nova, n. 8, annuncium para vende- pelo
baralissimo prego de 2,000 rs. etiaposdo
maga cobortos de olia Jo proprios pura a es-
t ii.-.'io piesente; lambem se venajjm, na
mesma loja. sapatos de cordavflo iranee-
zes a 1,20o rs, o par ; dito de coun de lus-
tros para senhora, a 2,000 r. ; esja^trihos
de pu>o lmho guarnecidos de hlelas, nilo
esquocendo a larga d franlc, pelo prego
nunca visto de 6,000 rs. cada mu: Ral be-
tel ros rom4vidros, a 2,500 rs. chapos do
palha abertos para senhora, de varios pregos
e de diferentes tamaitos; ditos de palliiha
lu lainenle enfeitados para meninos e roe-
ninas ; franjas de varias cores muito pro-
piias para enfeitar vestidos, a 320 avara ;
mantas degarga de muito boa qualiJade e
de bonitos gostos, a 5,000 rs. ; as verda-
dpiras luvas de irogal com dedos a 1,000 o
par, ditas de pelica para senhora e p-ra ho-
rnea.; borzeguins, sapatos do lustro, ditos
d-i marroquim, tudo para senhora ; cha-
pos de maga franeezes, chegados de prxi-
mo, bonitas formas e boa p. looia,. a 7,000
rs. cada uiu ; |renles de tai taruga de mar-
rafa e ruc ; lengos para grvalas ; capellas
de flores para noiva ; corles de sedas bran-
cas e decores ; esobreludo um ,heliosorli-
ineiilo de prfumarias e de outras fazeudas
mais que se protesta vender por pregos uiui -
lo rasoaveis.
Vcndem-so bustos de gesso represen-
tando fielmente a rainha Victoiiae o prin-
cipe Alberto ; relogios de ouro e dn peala,
cuegados ltimamente da Suissa : osles re-
logios que silo mui bem acabados.se tor-
uain muito recommendaveis a qualquer
particular, e adveite-se que ha entre elles
alguns que andam 8 das sem precis-rem
le corda : na rua da Cruz, no llecife, n. 55.
Vende-se um grande sitio no lugar do
Mangiiinho, que lica defronte dos sitios dos
Sis. Camellos, com grande casa de viven-
da, de qualro n^oas, gtande scnzulla, co-
cheiru, estribara, haixa le capim quo sus-
tenta 3 a 4 cavados, grande cacimba rom
bomba e tanque coberto para banho, bas-
tantes arvoredos de frurlo : na rua da Con-
cordia, primeiro sobrado novode um andai.
Vendem-se duas vaccas boas para agou-
gue, por estarem bastante gordas : no Ater-
ro-da-ltoa-V'sta, n. 17, fabrica de licores.
****** a.^**-****,* *?.>?
m
Vendem-se
ptimos clia-
possem pello,pretos, pardos
e brancos, muito proprios
para passeio, Iheatroa e bai-
les.- na praca da Indepcn-
4,3 dencia, ns. 2^, 26 e a8.

.a 4ut uoifto wf .ci acu uciuu .-i
jj a seguianga de seus das a Iroco de *:
algumas patacas t 9
3 Mucbinas para nadar.
i$ Quem deixa de comprar um collete
.3 boiinle para com elledeitar-se a su-
:y perlirie d'agoa'e nadar as horas que %
q Ihe parecer, sem a menor fadiga e f
S sent de morrer afogado? Alm des- "
T tase outras mulas obras feitas que
* por seu numero enorme dexam do O
9 ser annuiiciadas.
j Amazona de borracha
vj de cor azul, verde, preto e cinzento.
tendo toda ella o tecido de merino, e
. sendo forrada de um ledo escocoz
miudiuho ; he ptima, nflo s para
? capas, como para japonas, sobretudo
* palitos e casacas para fro : vende- <
* se na rua do Crespo, n. II, loja de fa- O
v zeudas. ;
Vende-seuma preta donagilo Costa, de
18 annos e de bonita figura,-a qual engoui-
>na, cozinlia e faz o mais airaujo de urna
casa, ludo com perfeicSo: na rua do llos-
dcio, ii. 42.
Vende-se um piano inglez em bom es-
tolo, muito proprio para se apicnder, pelo
barato prego de cen mil rs. : na rua Nova,
ii. 71, segundo andar.
A ,000 rs. cada um.
Chalos de seda grandes
ede bom gosto.
Na loja de CiimarSes & Delinques, na
rua do Crespo, n. 5, vendem-se ch.les de
adro s, a 8,000 rs cada um ; cilesdeca-
seinira de cores, de muito superiores pa-
Ires nio lemas, pelo barato prego de 6,000
rs cada corte; panno preto fino franrez,
4,500ra o covado; dito inglez, a 1,410 rs. /embarque e desembarque a toda tima, por
"isso proprio para urna olaria, e por ter tim-
bero barro ; he muito perlo da praca, pois
lie antes da Passagem : a tratar com o seu
jroprielario, Victorino Francisco dos San-
ios, na rua do Itangel, n. 54.
Vendem-se livros para copiadores de
cartas, tinU para copiar e papel de copiar,
nm resmas: na rua do Trapiclie-N'ovo, n.
18, primeiro andar.
i
m
Vende se um escravo de bonita figura
e hbil para todo o s.-rvigo ; na rua do Col-
legio. venda, n. 12.
--Vende-se um sitio margem do rio,
om 1,200 palmos de fondo, I ma- proprias
e boas de plaolagAes, casa de pe Ira e cal,
rom janellas envidragadas na frente, duag
s.las, 2 alcovas envidragadas, 2 quarios,
urna despensa, copiar, cozinha, casa de pre-
tos o feitor, fra, ludo de ped'a e cal, boa
cacimhi de pedra com solTrivel agoi de be-
ber e lavage n.coquoiros, cajueiros, laina-
rineiros, parreiras moscatel, romeiras, -
gueiras, ludo dando fructo ; manguctras e
arangeiras jacresci las, bananeiras, c mul-
ta to.-ra devolota, com boa visla, porto rom
o covado.
\loiiffiado de iinho de
California com 6 pal-
mos de liirgura.
ija de Guimar!les& llenriques, na roa
Bichas de Hambugo.
Vendem-se as verdadeiras bi-
chas de Hamburgo, aos cenloe e a
retalho : tambem sealugame v5o-
se applicar a quem precisar na
ruada Cruz, no Recite, n. 43, lo-
jt de Joaquim Antonio Carneiro
de Sotiza Azevedo.
Vende-se, para fra da provincia, un
escravo de nagSo Costa, de 60 annos, poi
diuilo commodo prego para ver, no quar-
tel do polica, e para tratar, na la Formo
sa, quem vai da rua da Aurora, sexta casa
Vendem-se sacras com farinlia cn
um liquene raso, a 2,000 rs : aopdoar
co da ConceigSo, aro.azem n. 64.
Chegiiem pechinch)
Na rua (Ib Praia, n. 21, vende-se sebo em
bexiga, muilo novo, a 4,500 rs., sendo em
porgilo de arrobas.
Iara ciiacao.
Na rua do Itangel, armazem n. 36, ven
de-se familia de mandioca, suecas grandes
pelo prego de 2,200 rs.
Milho.
Na rua do Itangel, armazem n. 36, vendo-
se milho em bom estado, pelo preco di
.',500 rs a saces.
--Vende-se a llha denominada Sao-Joflo
contigua aos Afogados, a qual len duas ex-
Na; _
do Crespo, n. 5, vende-seo novo alalhado
california de puro Iinho e com 6 palmos de
I rgma, pelo baiato prego do 1,120 rs ; as-
sim como ha de 5 palmos de largura, a 1,000
rs. a vara.
Com 8 palmos de 1 ugli-
ra o novo afgodo Etions-
to trancido $(iforiiia.
Na loja confronte ao arco de S.-Antonio,
n 5, vende-se o novo alcodilo monstio trau-
Oido, com 8 | almos de largura, pelo barat-
prego de 800 rs avara.
A 640 rs. o covado de al-
paca preta lina.
Lojan. 5,
deGuimartes& llenriques, que faz esquina
para rua do Collegio, vende-se alpaca pre-
la fina, pelo diminuto prego de 640 rs. o
ovado, prego este por que nunca se venden
fazenda ku.il.
Vende-se una preta e um moleque, am-
bos muito bonitos, sem vicios nem acha-
ques, e muilo baratos : quem os preten ler,
Unja-si a rua do Livramento, n 4, que se
dir quem vende.
- Vende-se urna preta que sabe cozinhar
e engommar perfeilamenle : na la doQuei-
mado, n. 50.
Vende-se urna casa de pedra ecal no
lugar da Gapunga, rom duas Sflas, dous
quartis, quintal gran Je e com alguns arvo-
redos : a pessoa que a pretender, dirija-se
a rua do Hurtas, sobrado verde, n. 14.
Igencia de lidwo Ilaw.
Na rua de Apollo armazem n. 6,de M. Cal
(iioul&Companhia.aclia-secoiislantopienl.
um grande sortimento de ferragens inglezas
para eniienhos de fabricar assucar, ben
como laixas de fero coado e batidode dil-
lerenles tamanhos e modelos, moendas
le dilo.tanlo para armarero madeira como
rodas de ferro para animaes e agoa, ma-
ehuias de vaporde forga de 4 cavados, alta
iressao, reparliJeiras, espumadeias. ele
le ferro estanliado.Na mesma agencia adia-
se um sorlimenlo de pesos para balangas,
Candieiros para cima de
mesas.
Vendem-se, na loja da rua No-
va, n II, de Jo.s l'into da Fon-
seca Silva, lindos candieiros" pa-
ra mesas de salas, de um niiclii-
nismo muito simples c icil pira
lazersubiro .izeite, e conservam
urna brilbanteluzpormuifo lempo.
Vende-se urna parle das Ierras deno-
minadas Guaxtima, que demarcam rom o
engenho Ferrtcoza: na rua da Cadeia do
Recife, n. 27, loja.
Navalhas de patente.
Vendem-se navalhas finas de
patente parafa/er barba ; estojos
completos de todos os ferros para
cirurga, obra muito fina, por pre-
co commodo : na rua da Gru, no
Kecife, n. 43, loja de Joaquim
Antonio Carneiro de Souza Aze-
Vrdo.
-- Venle-se um bom escravo: na praca
da lloa-Vista, taberna n. 13.
Vende-se urna escrava crjoula, moga,
le bonita figura, boa engomma leira, rozi-
nheira da foruo, cose cnio, faz varias qua-
lida'des de doce o refina assucar: na rua da
Concordia, ultimo armazem de madeiras,
junio a poulozinha.
Astes magnetizadas para espar-
tillios.
Na rua Nova.'n. 6, loja de Maya Ramos &
Gompanhia, vendem-se estas astes magne-
kfsadas, que teem a virtude de aliviar os ac-
cidentes nervosos, ns difllculdados de respi-
'agilo, as inolostias de eslomago, palizas
cores, alm de outros symptomas enfado-
olios, que acompanham ordinaiiamenle as
mais molestias.
II FflX/FI


t
*
celo
Para en misas, a 280 r.
0 covado.
Vendem-se finos e largos riscdos bran-
cos com salpiros de cores, muito proprii s
para camisas de homem, pelo haratissimo
preqo de 2S0 rs. o covado : na ra do Cres-
po, ti. 11.
Tocidos de algodao ran-
da fabrica dcTo-
doy-us-Santos.
NLria i la Cadeia, n. 52,
veniTetn-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos do assucar e roupa de
cscravos.
Taixas para engenho.
Na funili<,-3o ile ferro da ra do Hrnm,
araba-so de recebar um completo sorl i men-
t de taixas de 4 a 8 palmos de bocea, as
qaaes acham-se a venda por preco com-
modo e com promptidSo ombaTam-se,
ou carregam-seem carros sera despozas ao
comprador.
Na loja franceza na ra Nova at'raz da
motriz, tem bonitos jarros de porcellann,
lantemaa de p do viitro, ditas de casqui-
nba inglezas, ditas frarnezas, C8ndieir( para sala, ditos de lalSo para estudantcs,
bengalas de cana, bandejas finas, chapeos
do sol de seda de cores para homem, fundas
par8 os quebrados, chaj eos francezes de bo-
nitas formas, lencos de seda de 1,000 rs. al
5,000 rs. para senhora e bom'ns, ditos de
morsulina, e outras militas fazendas : sa-
patos de duraque de cores para senhora a
800 rs., ditos de coro de lusiro a 2.000 is.
Assim como toga aos seus devedores que
llie vam pagar, para no mandar tantas
vezes os seus caixeiros em SU8S casas.
Chegaram novamente a ra da Sen-
zalla-Nova, n. 42, relogios de ouro c prala
patente inclez, para homem e senhora.
~ Vendem-se pecs de madapolSo com
. 20 varas, muito largo e com algum mofo,
a 2,500 rs.; estopa iropria para roupa de
cscravos e enfardar fazendas e tambeni pa-
ra sarcos, a 3, 4 e 6 vintens e a 160 rs. a
vara, com alguma avaiia; chitas, a 4,C00
rs. a i 'i.;i : na rea larga do lUzario, n. 48,
primeiro andar.
Capas para invern.
Vendrm-se capas de panno fino e barre-
gana e mais qualidades, para invern, por
prer;o commodo : na ra ilo Crespo, n. 11.
-Venden se duas partes de urna casa
na ra da S 'Cruz, que faz esquina para a
ra da Alegiia, e que Un taberna : estas
duas parles irndcni 6,700 rs. mrnsaes : hem
eiiiro una paito de um terreno Junto a
rnesma rasa, por pieeo commodo : na tra-
vessa da rua da Concordia, sobrado n. 5,
das 6 as 8 bofas da mauliaa, e das 4 si G
da tarde.
Novo sorlimento de fa-
zendas baratas.
Vendcm-se cortes de rassa-chila muito
bonitos, 2,000, 2.400 e 2,800 rs. ; riscadi-
nhos de linlm, a 2'.0 is o covado; dito de
algndito n.iiiio cneorpario, proprio para
roupa de esclavos, a 140 rs o covado ; ri-
Irs de l'i im luai ro de hilo, a 1,500 rs. : I
dito muito hom, a 1,700 rs. ; dito amarelln,
ii 1,600rs. ; dito com lislra ao lado, a 1,280
rs.; cassas de cores muito bonitas, a 3-20
rs.o covado; riscados monillos com qna-
Iro | aln os meio de largura, a 260 rs. 0
covado; yuaile ftirta-cres, a 200 is. o co-
vado ; pec^s de cambraia lisa enm 8 varas
e incia, a 2,720 rs. ; chitas de bonitos pe-
droes, a 160 rs. o covado ; ditas iTiuilo fi-
nas, 200, 220,240, 260 e 280 ts. ; lencos
de seda para algitie ditos para grvala, 1,280is. ; eoutrasmui-
tas fazendas por preco commodo : na rua
do Cuspo, loja da esquina que volla paia
a cadeia.
Yende-se muito superior farinha em
mi ias bairicas : na rua da Cadeia do HeciTe.
esrriptorio de DeaneYoule & C. em seus
irmazcns do beceo du Concalves.
As novas cassas sublimes
a ,240 rs. o corle.
. Na luja de Cuimarles & llonriques, na
rua do C'espo, n. 5, que fazisquina para a
rua do Collegio, vendem-se novns cortes de
cassas finas denominadas sublimes, pela
sua I ii:i qualidade e hualo preco.
Vendem-se, por atacado, 990 varas de
estopa, com alguma averia, a 100 rs. a vaia
na rua larga Uo ltozaiio, n. 48, irimeiro
andar.
Vende-se um sitio em Olinda, ao cor-
rer da rua do Jopo da-Bola, com casa, mul-
los e vai Hitos arvon dos du fructo e boa ca-
cimba : a tratar na mesma cidade, rua do
Aii'i aro, n. 5.
"1BP!A u,!nDBOf !uluV aP
tloj 'giapQn ep boj bu .is'-iii>)|im.i.\
1 : tJ 0*1)
u 'ojo vjvd soqiiioif
Amigo deposito de cal
virgem.
JNa rua do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
Ita lectores
Vende-se oleo de mamona, a.1,000 rs. a
garrafa ;bem como o milagroso oleo de cu-
rar glndulas : na rua da Flores, n. 21.
Vendem-se cigarros de palha de milho,
hons, por preco commodo : na rua das Cru-
zes, n. 40.
Casemlra preta a 1,300
o covado:
vende-se do Aterro-da-Boa-Vista, n. 18,
|.ara porlOes de sitios epoitas de rscadas :
na rua do Uueimado, n. 14.
Ao burato prtco de 140
rs. o covado.
Na loja n. .r>, de Cuimaiiles llenriqucs,
venden.-se chitas e-curas, p|0 diminuio
preco de 140 rs. o covado, c de outras mul-
las qualidades por diminuto pieco.
Tanno pardo fino a 4,000
rs Ciida um cova o.
Na loja da esquina da rua doCiespo, n 5,
vende-se panno lino pardo e cor de cale,
>, lo barato prego e 4,000 is o covado ;
lito preto e azul, a 3,000 rs. o corado, e de
outras mullas cores e qualidades, por dimi-
nuto preco.
Vende-se, na rua do l.ivramenlu, u. 34,
nina cadeira da Baha, por 25/000.
loja.
Vende-se um bonito escravo : na rua
lo Caldeireiro, n. 42.
A 3,000 rs. o barril de cal de Lisboa.
Vende-so, para fechar coalas, um restan-
iis de barra de cal virgem da Lisboa, da
nresente safra : na rua da Cadoia do Reci-
te, n. 50.
Potassa da Russia.
Vende-se superior potassa da ltussia, da
nais i'-iva que ha no mercado, por preco
commodo : na rua do Trapiche, n. 17.
-- Vende-se espirito de 36 graos, a mil
rs. a caada : no pateo do l'araizo, n. 20,
taberna.
Farinha de mandioca
nova, de S.-Cathatina,
a melhor familia que lia no mer-
cado, vende-se a bordo t\o Maria-
Primeira, entrado no dia 6 do cor-
rente, por preco mais barato do
que em outra qualquer parte : a
tratar com Machado & l'inheiro,
na i na do Vigario, n. 19. 011 com
0 eapitao a bordo.
Vendem-se arierras oe >rro : na rua
la Senzalla-Nova, n. 42.
Folbade Flandres.
Em risa de J. J. Tassp Jnior, na rua do
Amoiim, n. 35. ha um ptimo sorlimnU.
de folha de I landres, de todas as marcas, t
a retalho por p>reco mais barato do queem
outra qualquer parte.
Na ma do Crespo, toja
da Cqulna que volta
para a cadeia,
vendem-se cortes de casimira prcta, muito
boa, a 5,500 e 10,000 rs.; panno preto, mui
lo hom, a 3.20OJ 8,800 e S.500 rs. o covado
cortes de collete de fuslilo, a 640 rs. ; ditos
de setim de cores, a 2,000 rs.; ditos de gor-
goi lo, 1 1.600 rs. ; espuio de linho, muito
lino, a 1,280 rs. a vara.
Urna pessoa chegada ha penco de urna
das provincias do imperio tem para v. ndei
umapnreflode toalbas efonhas de birla
nha tina e lavarinto de muito bom gos moderno, por muito barato preco, por ler
de relirar-se para lora do imperio: uaiu*
Nova. 11. 34.
V'nde-se um grande sitio na estrada
dos Afilelos com muito boa casa para fa-
milia, lectiflclda de novo, com muitas di-
versas qualidades de arvoredos bem leplan*
lados, con o sejam : militas laranpeiras de
1 versas qualidades, sopolys, fiucta-pllo,
|jaquei'as, coqmiios, n anpuejias, Cejue
ros, e outras muitas diveisas fiucteiras,
horlalice,grandebaixa para capim, queso
com a visla se podei melhor informar o
comprador : na rua do Queimado, n. 10.
Farinha de mandioca de
S.-( atharina.
Chegou em din llura de S.-Catharina o
biipue nacional tlintrra, com um carrepa-
mento da superior faiinha muito nova, 1
aclu-se tundeado defronte do caes do lla-
mos, onue se vende a preco commodo, ou
em casa de Manuel Ignacio de Olive-ira, na
praca do Comnierco, n. 6, primeiio andar.
AGENCIA
da fundieao fjow-iUoor,
RUA Da. 8EKZALT.A-NOVA, N. 4.
Nele estabelecimento op.ti-
la a ha\riuni loii.pieto K nento Ji; moen<)ai) c iw um rr.-oen-
las, para engeiiho ; machinas rj
ferro batido 1
os Umanhos.
/apor, e taclias H
o-.ido, de todos
;lj :. ditO.
Vende-so um dos dous engenhos, Tclha
.- Trinmi hos, silos na fiepuezia de Seri-
xhSem, com basUnle trra e muito produc-
tiva pira criar grandes safras : ambos hons
l'aitoa, por sireni copeirus, e distam do
ambarque duas leguas : a liatar com o pro-
pietario, Joo Climaco rernamles Caval-
canli, ou com Anloniy.dK Silva Cusmflo, na
rua Imperial, do Akrro-dos-Afogados.
' rados de ferro.
Na fundicBo da Aurora em S.-Amaro
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Lote lia do Hio-dc
Janeiro
Aos 20:000^000.
Na praca da Independencia, n. 3, que vol-
ta paia a la do Uueiaiadp e Crespo, ven-
dcoi-se bilbeles, u.eios, quaitos, oitavos e
vigsimos da 11." lotera da candade do
Itio-de-Janeiro. Na mesma loja est paten-
to a lista da i.' lultria do monte po da-
quella pruvii.cia.
Alpaca preta de cordo
e com 7 palmos de lar-
gura.
Vende-se alpaca preta de cordSo, muito
piopna para caifas, subre-casaess e vesti-
dos : adveilindo aos compradores, que
urna sobie-casaca sabe | or 3,84U is e urna
calca por 2,240 is. Sendo o seu prtQO de
1.280 rs. o covado : Umbuin se veiideui 110-
vos cortes de cassa de cores, du muito bom
losto, a 2,400 rs. : na rua do Crtspo, lula
la esquina que volta para a cadeia.
Vi ndiiii-se 91.1 cas com auoz, a 1,200
Farelo novo a 5,o00 rs
Vendem-se saccas grandes com 3 arro-
bas de farelo chegadis nm ultimo navio
le Ilamburgo : na rua do Atnorim, n. 35,
casa de J. J. Tasso Jnior.
Cheguem ao barato.
Vendem-se lencos de pura seda, pelo di-
minuto precode 1,280rs.; luvas de pellica
creta e de ponto inglez, 1,980 1 a ; linas
casemiraspretssede cores, a 5,000 rs.; gu
linhas e pescociBhos para senhora ; .e 'ou-
tras muitas fazendas baratas: na rua do
Queimado, n. 9. DSo-se as amostras com o
competente penhor.
Novo sor tmenlo de fa~
zendas baratas, na rua
do Crespo, n. ao p
do lampean.
Vende-se cassa-chita muito fina, de bo-
nitos padrOes, cores lixas e com 4 palmos
de largura, a 320 rs. o covado; corles da
dita a 2,000 rs. ; riscado d.- lislras de li-
nho, a 240 rs. o covado ; dito de algodflo, a
140 e 160 rs. o covado; cortes de brim par-
do claro, com duas varas e urna quaita, t
1,600 is.; riscadOi monstros, a 200 rs. o
covado ; znarte azul, a 200 rs. O covado ;
hitas, a 160 e 180 rs. o covado ; fusto, a
fi40 rs. o corte ; rhales de tailatana. a 500
rs. ; cobei lores de alndfio americano, a
040 rs. ; e outras muitas fazeodss por bara-
to preco.
Moendas superiores.
Na ftindicSode C. Stsrr & Companhiaf,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de caima, todas de ferro, do um modelo'e
construcc3o muito superior.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de dife-
rentes modelos : na fabiica de machinas e
fundiefio de ferro, na rua do Brum ,
ns. 6,8e10.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na kahij-
Vende-se em casa de N. O. Bicber & C.
a rua da Cruz, n. 4, algodto trancadi
(aquella fabrica, muito proprio para saceos
le assucar, roupa de cscravos e fio proprio
.ara redes de pescar, por preco muito com-
al od o.
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova potassa.
de boa qualidade, em barriszinhor
pequeos de quatro arrobas* por
preco barato, como j ha muito
tempo se nao vende: nc tiecife,
rua da Cadeia, armazemn. 12.
Na rua do Livramcnto,
n II,
vendem-se sapatos de marroquim francez
para smliora, a 500 rs o par; sapat0r.s de
liezerro francez paia homem, olia muito
he ni l'i ta, e prop'ria p^ra o Inverna um psi
de brincos coni hiilhante ; um annej con'
diamante. Na mesma loja conidia se cera
amaiella.
Slullas.
Vcnd' m-sc go muas novas,
ebegadas de 13ufnos-Ayres, na
barca americana Mushineam : na
rua do Trapiche, n. 8.
Para quem tem bom
goslo.
Na rua do Queimado, 11. 9, existe um no-
vo sui tmenlo de manteletes e capotilhos de
seda, gorgurflo e cliamalote pr.lo e de e-'
res, osquaesse vendem pelo diminuto pre-
cu de viole e dous mil rs. l>3o-se amostras
com penhores.
Cassas prelasa 140 rs. o
covado. '
Vende-sc cassas pretil de muito bom gos-
10 i 140 rs. o covado : na rua do Crespo,
loja da esquina, que voila para a cadria.
Depo.Mlo de bichas.
Na travesea da rua do Vi-
gario, n. i,vcndem se bichas
de Ilamburgo, ltimamente
che'gadas, a 3o- rs. o cento;
laiiilit'in se alii^am por mais ^
baiato preco do que em 011
tra qualquer parte.
>
>
>
i>
9-
si
-J-
9
9
is>
-->
a>
^AAAAAMAAAi&AAliMAA
l'rasqtieiras
com genebra de encllente quali-
dade e rectnle-mente chegada da
llollanda : veniem-se na rua do
'trapiche-Novo, n. IG.
A^oa de Sellz.
Vendem-fe cestos com botijts
de exccllente agoa de Stltz : na
rua do Trapiche-Novo, n. 16.
i*icio a 5,000 rs. a
sacc*,
,1 o melhor que tem vindo a este mercado
1111111:1 da Madre-de-Dos, aimazeui de Vi-
cente Feneira da Costa.
JNovidade.
A 1,000 rs. o covado.
Na loja dos barateiros da rua do Queima-
lo, n. 17, vendem-se casimirebs de lila,
pelas e de cores, propnas paia calcase pa-
jitos para homem e meninos, a 1,000 is. o
covado.
\eie-se um par.'o mogo e de bonita
Vende-se a lenha tirarla dos
arvoredos do sitio destinado pora
o cemiteriodeS.-Amaro, propria
para refinc5es, otarias e padarias:
a tratar com o procurador da c-
mara municipal desta cidade, das
10 horas da trianhSa a urna da tar-
de, no paco da mesma cmara, ou
em casa de sua residencia na rua
Velha,n. 61.
Vende-se urna boa casa em Olinds, por
1:2O0,00O rs., a qual rende 14,000 rs. inen-
saes: na rua do Trapiche-Novo, n. 14.
Vende-so um pardinho de 12 annos ;
urna preta que cose, engomma e cozinha :
isto barato que he para liquidar contas ve-
Ihas : na rua larga do Rozario, o. 46, pri-
meiro andar.
Vende-se boa cera em velas
do llio-de Janeiro, de todes as
qualidades, por prego commodo :
na rua da Senzalla-Vplhs, n. 70
Papel para forrar sala.
Acaba de chegar loja da rua Nova, n.
II, de Jos Pinto da Fonseca e Silva, suces-
tor de Guerra Silva & Companha, um com-
rdetosortimentodn muito lindo papel para
forro de salas, guarnieres e barras : ludo
do melhor posto possivel, e leudo algum
dourado delicadamente, proprio para ador-
no de salas ricas, cpelas, ou consistorios ;
e duas salas ue paisagens, por preco com-
modo.
Negocio de se ganhar
muito dinlieiro.
Vende-se urna fabrica de fazer volas de
carnauba, contundo grande porcilo de for-
mas sorlidas, derretedores, coco de despe-
jar, bancos, taboleiros para curtir sebo,
algudares: tudo em muilo bom estado:
na praca da Boc-Visla, n. 2, loja de csl-
cado.
Vendem-se 3 canoas abertas, duas de
carga de 1,500 lijlos, e una de 800 ditos:
na rua do Itrum, a primeirs casa i esquer-
da, depois de passar o chafariz. das 6 s 8
horas da manhfla, ou das i as 7 da tarde.
Vendem-se colleecoes com
tmis de seis lindas vistas, repre-
sentando a ponte do iieciie com a
alfandega, a ponte da Boa-Vista,
a cidade de Olinda, a ponte do Ca-
chang, Poco-da-Panella, e a rua
da Cruz como arco do Bora-Jesus;
bem como duas grandes vistas de
Fetnambnco: na rua da Cruz, n.
10, casa deKalkmann 1 maos.
Cadeiras de balancn
muito commodas, e cadeiras de
asrento de palbinha, vendem-se
por prreo muilo commodo : na rua
ila Cruz, n. 10, armaietn de Kal-
kniann limaos
Sementcs de hortalicc.
Ven lem-se sementes de hortal ce, muito
novase ebegadas ltimamente de Lisboa:
na rua da Cruz, armazem 11. 62.
A 1,000 rs. o corte.
Na loja n. 5, que faz esquina para a rua
do Colleftic, vendem-se cortes com 3 eova-
dnse meia de brim de akodilo trancado de
lislras e de quadros, pelo barato paeco de
1,000 rs. cada um corte.
\i rua Nova, n-, loja de
Maya Ramos & C\ ,
ven>lcm-se, pelo antigo preco de 2,000 rs. ,
apatos de lustro francezes, chegados pelo
ultimo navio.
Vendem-se dous carneiros muito man-
ise bo'ulos ; urna parelha de bicudos Qui-
lo hons cantadores ; 50 arrobas de doce de
gniaha em canutes : na rua da Aurora, n.
24,loja.
Vende-se urna preta crioula, de 22 an-
nos: o n olivo por que se vende so dir ao
comprador : na rua das Tiincheiras, u. 49,
segundo andar.
Os amigos ripeados mons-
tros a !2t0 rs. o covado.
Na loja de ('uimarSes & llenriques, ven-
dem-se os anligos riscados monstros, de 5
palcos de lar^ur.i, e de padiOrs novus, a
280 rs o covado ; riscados california, de co-
res linas e muilo encorrados, e tambein de
coi es escuras, pelo barato prec,o de 900 rs.
o covado
Chitas irancezas finas a
;UO rs. cada um covado.
Na na du Crespo, n.5, confronte ao ar-
co de S.-Antonio, vendem-se chitas france-
sas linas e do modernos padres anda niio
vistos neste mercado, pelo barato prego de
320 is. cada um covado ; panno preto, pelo
barato pieco de 1,600 rs. cada um covmlo;
lengos de cambraia brancos e abertos pela
lui a, a 2,800 rs. cada urna duza.
M ya Itamos&C,
na rua >ova, n.6,
vendem as vorda leiras navalhas inglezas
lo o elhor autor, e cauvoles de mola para
peonas.
Vende-se araruta, a 240 rs. ; chouri-
;as, a 400 rs. ; queijos do reino, a 120 rs ;
uianti iga ingeza, a 40U rs. .* na rua lumia,
11. 14 iNa mesma taberna precisa-se do um
luilorpara um sitio dislanlu de.-la piaga 10
egoas.
s antiga como da nova eiico ; Breviarios
romanos ; Missal ; cadernDs para missas de
defuntos; cartas de a b c e tabondas ; Ca-
ihecismos de differentes edictos e autores ;
traslados, procurares, bastantes, apudac-
tas ; e todos os livros atinos inclusive al-
guna traduzidos ao p da lettra : tamban se
endem velas de cunaba, follas no Ara-
caly.
Vende-se missa de Rquiem
a tre voce pieno com ac-
compagnamento d'organo, com-
posi^So de Cherubini : no pateo
do Collegio, loja do livro azul.
Vende-se urna vscca torina,
muito boa leiteira, vinda ha pun-
co de Lisboa, com unta cria de 4
iiirzcs ; no Hospicio, sitio n 8.
tmh -tt------- -
fefccravog Fugjilos
Kugio desde o da 24 de jfneiro do cor-
rente annoum preto de nomeManoel.criolo
oflkia! de sapateiro, representa 37 annos de
idade, estatura regular, a barba j pinta,
anda bem trajado, calcado, cojo he escravo
do finado Gabriel Conc*lves Lomba; quem
o pegarqueira" leva-lo ao bacharcl Angelo
llenriqne da Silva, curador da Peanoi da-
quelle finado: ou ao solicitador Domingos
Jo^ Marques, que ser bem gratificado.
-- Fugio um escravo, pardo, de nome
H:'yo.un lo, pertencente a Francisco Paes
Brrelo, morador na villa do Cabo (com 18
mos de idade pouco mais ou menos) I -voii
vestido raiga roxa, camisa asul, cbapo do
chile vclho : quem o pegar leve a dita villa,
ou nosta pr.ica, na rua dlrela, n. 24, pa-
llara, que ser recompensado.
Fugio, no dia29 de abril ultimo, o es-
cravo joaquim, erioulo, col por ter de
menos o braco esqueido, representa ter 82
annos, de altura rt-&ula,r, pouca barba, ps
largos e com os dedos quasi todos comidos
de bichos; suppOe-se que ira para a bar-
ra do prala, comarca do Bonito, de onde he
natural: quem o pegar leve-o i rua do Vi-
gario, n. 7, primeiro andar, ou no Cordeiro,
sitio da viuva do commemlador Antonio da
Silva, quo gratificar generosamente.
-- Fugio, do engenho Mamucaba, comar-
ca de Una, o pardo Concalo, de cAr alartn-
jada ; he bem alio, corpo correspondente,
pprnas giossos. cabellos crespos, olhospre-
tos e pequeos, denles curtos, falla um
pouco fina o branda, cara oval; desappare-
ceu em abril do anuo do anuo passado :
quem o pegar leve-o ao dito engenho, ou
uesta praca, ao Sr. Paulo de Amorim Salga-
do, morador na praga da Boa-Vista, que se
g-atificar generosamente.
Fugio, no dia 21,.s 9 horas, um mo-
leque de nome Bainabrde 14 annos pou-
co mais ou menos, preto, bastante magro,
cara descamada, olhos brancos; quando
olha para a gente he um pouco espantado,
cabello um lano crescdo; tem tlgumas
pelladurasna cabeca ; levou caigas de al-
o.i'io de lislras e camisa de madapolfo que
llie fica grande por no ser delle : quem o
Pgar leve-o rua do l.ivramento, n. 14.
Fugio, no da 21 de malo, do engenho
Jardm, da fr.guezia do Cabo, o preto l.ou-
mico, erioulo, que representa ter de 25 a
;io a unos, alio, corpo e feigOes regulares,
pouca bai ha, fallas um tanto mansas; lein
urna queimadura no peito cima da horca
do estamago; tem una perna loria para
dentro e o joelho mais groSso ; levou diver-
sa ron. a fina que se nSo sabe da qual usar.
Kste preto julga-se ter fgido para o Recife
em rasilode ter sido dah, e vendido em
junho de 1816, pr los Srs (desquita & Imi ra.
Itoga-se as autoridades polciaes e capilSes
de campo, queo ijpprehenilam e levem-no
a seu seulinr, Ma noel Joaqnim do Reg Br-
relo, no dilo engenho, ou nesta praca ao
Sr. Domingos da Silva Campos, que serSo
genciosame nle recompensados.
Fugio, da barraba Joitphna, onde an-
dava embarcado, um pretu erioulo, da no-
me Antonio, de 25 annos, de estatura re-
gular, puuca barba, rosto comprido; he es-
cravo do Sr. Antonio Joaqun' de Souza,
morador em Macando As-i; levou Camisa
debaiela azul e calcas de algolflozinhp:
quem o pegar leve-o a un da Madre-de-
Oeoa, casa do Jos Antonio da Cunha & Ir-
niiius. que recom|iensar.
Fogio, no di 26 de Fevereiro do cor-
rete auno, do engenho Aguiar, termo da
villa de Iguarasi-, o escravo Tho alio,
magro, cor fula qui'7paiccc cabra, olhos pe-
queos, cara comprida, orelhas pequeas,
com muilo pouca barba, pomas finas, ps
grandes, iurliados e cinzentog que parece
SofT'er de calor de figado ; he rallador e re-
gi.tta ; quando fugo inculea-se forro ; ha
noticias de ler and..do por Po-do-Alhu e
Lmoero, piincipalmenle nos dias de feira,
c t-Mi.li un eostumu alugar-s* i ara o servido
de campo. Itoga-se as autoridades polciaes,
cap i tiles quo oapprehcndam e levem-no ao dito en-
genhu. a entregar ao rendeiro, Torquato
llenriqne da Silva, ou nesta ciliado na rua
de lionas, sobrado n. 22, de Agostinho Hen-
riqueda Silva, quo Berilo recompensados.
Fugram, na noite de 20 para 21 do
correte, do engenho Bento-Velho, comar-
da Victoria, 3 escravos perlencentes ao
rs. a ai roba : no caes da Ailandega, arma-i figura, peito ollicial de alfolie : na rua da
zem do Sr. Aunes. I Cadeia do lenlo, n, 39.
- .-Vendem-se 10 lindos moleques de 8 a
17 annos ; 8 pretos de 20 a 25 annos, sendo
um driles opiiino sapaleiru, e outro ollicial
de alfaiatc; 2 pardos de 18 a 20 anuos, sen-
il um dclies perito coznhciro, holieiio,
ni | ilna ini, e ijiic le ic boa conducta; 3
aulas com habilidades, de 18 e- 20 annos ;
6 pretas de 11 a 25 annos, com algumas ha -
iiilhlades, e que so proprias para lodo o
Vende-se, na rua estreita do Rozario,
ii. 8, a obra de Moral do bispo Monte, tanto
hacharel Pedro Bezerrn l'creira do Araujo
Beltrfio, a saber : Simplicio, de Angola, re-
presenta 35 annos, cara talhada, de altura
e grossura regulares : Antonia, preta de An-
gola, representa 30 annos, fula, secca do
corpo: Domingas crioula, cheia do corpo,
bem pret*, representa 28 annos ; os nuaes
escravos fdram compradosaoSr. JoSo Evan-
gelista ile Vasconcellos, que morou na eo-
narea do Cabo nos engenhos Trapiche 6
Maltapagipe, para cujas partes terflo natu-
ra I ment! procurado. Quem os pegar lve-
os ao dito engenho, ou na travessa da Con-
cordia, n. 5, que se gratificar.
Gratificacao.
Fogio, da Cidade de Macei, no passado
abril, a escrava de nome Colela, do dou-
tor Jos Tavares Bastos, e gratilica-se a sua
appreliensSo nesta praca, rua do Rengel,
n. 36, segundo andar : signaos seguintes :
crioula, moga, disfarcada, boa estatura,
corpo espigado, peitos escorridos, e com
visivel queimadura no roslo.
Pbpn.
NA TT1\ DE Jl. f. UE FiU. 185Q


Full Text
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