Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06914


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Full Text
Anno XXVT.
Qiicirta-feira 22
T1RT1DAI BOU COBMIOi.
Golanna e Parahiba, segundas esexta felraa.
Hio-Grande-dn-Norle, quinta feiras aomeio-
- da.
Cabo, ScrinhSem, Rio-Forwoso, Porto-Calvo
^ Macci, no 1.", a 11, e 21 de cada mei.
Garanlmiu o Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, as quifltas feiras.
cnda, todoa os das.
/Ming. a 4, s 8 h. e 20 m. da; m.
o-.-. ... JWova all.ae 8h.e 49in.dat.
Pbamm uia. lCrt,c I8 i h.e 33 iu. dat.
(Chela a 25, a 9 b.. e 48m.dat,
VUUUK DE B03X.
Prlmeira a 1 hora 18 minuto da manhaa.
Segunda a 1 hora M minuto* da tarda.
de Maio de 1880.
*reoos da luasoaivqlo.
Por tres mezesi>diiiHMto) 4/000
Por seis metes 8/W0
DIA DA HlV
20 Seg. SBS Priiueira oitava. S. Bernadino de
Sena.
21 Tere. Segunda oitava S. Mancos.
22 Quart. S. Rita de Cassia.
23 Qulnt. S. S. itasileo. Aud. do J. dos orf. e do
m. da 1. v.
24 Seal. S. Aira. Aud.do J. da I. v. dociv. cdo dos
leiios da Cateada.
25 Sab. S. Gregorio. Aud. da Chae, e do J. da 2.
do crime.
N. US.
wmaaaan"-i^ '' -m-.------------------------------------
ClStmOl KM 21 DE MAIO.
Sobre Londres, 27 8 27'/, d. por 1/uOO r. a 60 das.
. Paris, 316.
. Lisboa, 95 por cento.
Oro -Oncaa bespanhoes......... 29J000 a 29/50
oda de 6400 velhas.. 16|600 a 16/Stfi
de 6/400 novas.. 16/200 a 16*400
. de 4/ooo........... 9/m ym
/Vala.-Patacaes brasileiros...... !*! a ?!!
Pesoacolumnario........ JMr j Hu
Ditos mexicano.......-..^3 1* *. ,/8-"
PE NAMBUCO
ASSEMBLA PROVINCIAL-
-6.'
SF.SSA ORDINARIA EMM7 DE
DE 1850.
MAR)
MESIBtKll tOM PEDRO CiViLClRTI
(Continuado vide Diario n. 115)
O Sr. Felles :-Sr. presidente, eu deia-
ria passar sem discussflo O parecer da com-
missflo.de constituido e poderes acerca de
indicaeflo doSr. deputado Correa de Rrito,
a quasi no final desse parecer nilo houves-
se tima increpaeflo injusta a secretaria dest
casa. F.u peco licenca para ler essapassa-
getn. '/.)
De fado, a commissflo faz urna increpa-
rlo secretaria, por tor ella feito o que nSo
podi fnzer; por tar-se arrogado um direi-
toque Ihenfiocabia. Eu nio posso negar
que, a vista do acto addicional, o deputado
que assjsle Tora da provincia tetn direito
ajuda de cuMo ; mas o que tambem se nflo
pode negar he que, segundo a lei do orna-
mento vigente em que smnnte se consig-
nou quola para essa ajuda de custo aos de-
putados do centro da provincia, a secretaria
nflo podia contemplar o Sr. deputado Mello
II' go rom direito a ssa ajuda de custo por
se achar no Rio-dc-Jaiieiro: eu vou ler o
artigo da lei do orcamenlo vigente a que
me retiro : (li). Ora, bem ve a casa que s
se Talla dos deputados do interior da provin-
cia : o Sr, deputado Mello Reg resida no
liin-de-Janeiro, nflo havia quola marcada
para elle, o que devia fazer a secretaria da
assembla ? Nflo contemplar o Sr. Mello Re-
g na lista dos deputados que tinhatn direi-
to ajuda de custo, e mencionar nica-
mente os deputados do interior da provincia;
porquanto a secretaria. nSo so julgava auto-
risada para mais do que ejecutar essa lei
do orcamenlo.
Eu j disseque os deputados que moram
Tora da provincia teem direito ajuda de
custo; mas, nflo estando esses comtem-
plsdos na lei do orcamenlo, nilo me caba
outro procedlmento, que mo fosse o que
livecomo primeiro.secretario.
A' vista do exposto, a increpaeflo da com
missflo lie injusta ; pnrecia-me que a se-
cretaria da asstmbla nflo Ibe devia mere-
cer isso.
Para explicar as rasOes que Uve, nilo con-
templando oSr. deputado Mello Reg, lo i
que ped a palavra.
Voto pelo-parecer.
O Sr. Catiro Leo :Sr. presidente, sin-
to-me bastante embaracado para entrar na
di.-cussiio, que lo i encelada sobre o psrecci
acerca de um requerimenlo que diz respei-
to a um deputado nosso collega ; as,
cor^T^^^^
aecusado pelo nobre primeiro secretario.
Sr. presidente, se o nobre deputado a
quom me retiro lesse a lei n. 4 e as demais
citadas no pareeer, havia dexeconhecor qu
essas leis nao fallan) de ida e volt| dos de-
putados do centro da provincia, e enlende
ria a lei de orcamenlo vigente de manen a a
harmoiiisa-la com opensamento exaudo a
respeito nessss leis anteriores ; tanto mais
quanto, supposto seja especial o caso de que
rio era obrlgado a cingir-se a mais alguma cou-
sa do que i lei de 49.
O Sr. Vellti. Entao qual he a obrigacao.
que o nobre epatado Julga que eu tenbo?
Emquanlo a inlin supponbo que tlnha obilga-
9S0 de execular o que est aqu (M.)
O Sr. Mallo Reg he do interior? nao, logo
ao podia aer compre hendido na lista, era a
elle que cumpria trazer o negocio, (visto que
era prejudicado) aoconhecimento da casa.
OSr. Francisco Jlo: Nao o devia fazer,
nem o fez....
OSr. Vtlltt: ieut... mas o nohre deputa-
do para ser maljusto, devia diier; o prime r i
sei reai la podia espflr assembla, as duvidn
que tivesse, e pedir-lhe explleacoes a respeito,
podia, mas nao diga que tinha obrigacao, por-
que tal obrigacao nSo existia. Sr. presidente,
concluo dlzendo que voto pelo parecer, mas
nao posso tolerar que se me facam increpa-
coes iinmerecidas, principalmente iiuando em
lempo, como deputado, mas despido da quali-
dade de secretario, eu tinha de reclamar.
0 Sr. Francisco JoSo: Sr. presidente, eu
nOo fui o redactor do parecer que se cha
emdiscussSojsu redaccSo coube ao meu
nobra collega o Sr. Castro Leflo, mas,
tendo-o adiado de accordo com os mcus
pensamontos, abr para satisfazer obrigacilo em que me
constitu quaodo tive a temeridade de dar
alguns apartes ao nobre 1." secretario, no
posso deixar-de envolver-me na questflo.
Sr. presidente, antes que eu enlre na de-
lesa da parte jurdica do parecer, releva que
diga alguma .cousa acerca do que, com re-
ferencia is expressOes de que se servir o
nobre autor da imlicacflo, abi se enntem a
respeito da secrotaria desla assembla.
O nobre secretario encarregou-se da la-
re fa de domonstrar que lizera ludo aquillo
que tioha obrigacao da fazer; demorou-sc
por algum lempo nessa demonslracilo: mas,
nao obstante a habilidade com que procu-
rou justificar o seu procedimenlo, fquei
entendendo que, sem queier, involuntaria-
mente, o nobre deputado Ueixara de cun
prir a sua obrigafSo.
O Sr. Velles : Isso he lisonja.
O Sr. t'rancitco Jlo : Nilo he lisonja ;
mas tambem he certo que se nSo irroga in-
juria a um individuo qualquer, quaodo se
Ihe diz que elle deixou de fazer ludo aquillo
a que eslava obrigado.
O Sr.' Selles : Faz-se-lhe urna aecusa-
co seria e grave.
O Sr. Franciico Joio:-- Ds'do um faci
qualquer he nosso dever averigua-lo,
ainda quando quom o pralicou fique enten-
dendo que, procedendo assim, Ihe fazemos
aecusaeflo, mais ou menos siia, mais ou
menos grave. Entretanto, releva discrimi-
nar da injuria a grvida Je ou seriedade de
uma accusaco qualquer: pde-se ac-
ensar ou censurar assaz fortemente a um
funecicionario publico, sem comtudo inju-
ria-lo.
se trata, nflo est todava excluido do espi-
rito dellas. I'ortanto j se v6 que as rascle-
do nobre deputado nflo procedem, e.que os-
t.lo em vigor os principios da conunissSo, t
bem assim os que o Sr. Correa de llrillo con-
sagrou na indicacSo, sobre a qual a con -
missflo deuoseu parecer, e s9o-deduzido>
de um artigo do arto addiciotial, que nflo
I deser revogado por esta assembla ; arti-
go que aos deputados que nflo residirem na
capital da direito a una imlemnisicilo de
ida, e volla.
Por todas estas rasOes, lio que lavre o pa-
recer que est sobre a mes, c que jujgo dc-
ve merecer a approvaco da casa.
OSr. Vellti: Sr. presidente, cu devia dei-
jai esta diacussao, porque j declarel que voto
pelo parecer da commlssao, e exhib as rasrs
iln meu procedimentn pata com o Sr. deputado
Mello Reg, mas como quer que a Increpado
de que me quciiei he de novo feila, vejo.tne
Toreado a usar novamente da palavra para me
defender, tanto mais quanto essa increpacau
se lornou mais dolorosa por ler a couuuisso,
por seu relator, mandado que eu lesse aa leis
provinciae.
O nobre relator, manda-mc 14r as leis proJ
vinciaes, e o acto addicional, e emende que enr
vista dessas leis,o primeiroaecrctailo devia In-
cluir o Sr. deputado Mello llego, na rrlacao
par i-eeeber a ajuda de cusi. Mas o nobre
deputado nao quer attender que o ireretario
tinha obrigacao de fazer essa relaco, face da
lei do ni i.iiiicncn que he a que regula a quola
da ajuda de custo, porque as dlsposic6es da lei
de 35 c de outras posteriores nao sao as mes-
illas da dita lei; nao quer Hender que o se-
cretario devia ax. colar a le do orc.amemu, e
nao as outras que parecem revogadaa porelia
cuino posterior Eu posso couvir com u no-
bre deputado que a lei do orfamento nao cala
de conforutidade com adisposicao do acto ad-
dicional ; maa o que be que o nobre deputado
quera? Quererla, porvenlura, que o secreta-
rio revogasse a lei? nao, poique assembla
he que cumpria reforma-la ou revoga-la....
O Sr. Correa di Brilo: Mas ao primeiro e-
cretario cumpria a obrigacao de pedir explica
cues casa ...
OSr. VtlIet-. Ao secretario cumpria exe-
cular a lei e nao proceder de oulro modo.
Senhorcs, nio sel a que vem citar-se a lei t
35, quando ella uo regula para a queato ; a
le reguladora do objecto que se discute he a
de 49, a do or(ainenlo, como tenbo dito mil ve-
ze : foi pur esta que o sccreiario se guiou, e se
ella se oppoe ao acto addicional, eulo era de-
ver da asscinbleA revoga-la....
O Sr. francisco Joa: O primeiro secreta-
ue
fulha
como com direito ajuda de cusi o Sr. de-
putado Mello Reg, era do seu dever, era
de sua obrigseflo sujeitar essas duvidas
dinsiileracao da casa, para que ella as re-
sol vesse.
Disse o nobre deputado que deixou de
proceder desl'arte, porqne entendeu que
no devia fazer o papel de procurador do
honrado membro aquem cabe a juda de
custo; mas eu, Sr. presidente, pens de mo-
do diverso; creio que, quando organisa ou
faz organisar a folha, o uobre deputado he
procurador de lodos nos...
O Sr. Velltt: De conlormidade com a
lei.
O Sr. Francisco Joto : Sitn, senhores,
mas he preciso entender a lei de maneira
que della nflo resulte absurdo, como resulla
do facto de se excluir da percepeflo da aju-
da Je custo a um deputado que a ella tem
direito, ere consequencia de residir i-gran-
de distancia do lugar da teuniao da assem-
bla. Mas, dir o nobre primeiro secreta-
rio, o deputado que por esse acto se julgas-
se offendido, reconesse dt-lle para a casa,
solicitasse a reparaeflo da offensa. E nilo v
o nobre primeiro secretario, que isto col-
lor*ria esse deputado em posieflo muito dif-
fcil eespinbosa que o traria a uma situa-
eflo que elle nflo poderia aceitar, atienta a
nobreza do carcter de que nos tem dado
exuberantes piovas ?
Dada esta explicacflo que apenas leve por
lim demonstrar que a commissiio nada mais
fez do que repetir a verdade que j tinha
sido enunciada pelo nobre deputado, autor
da indicteflu, a assembla me permitiera
queeu enlre na aprcciaclo da parte jundica
do pan cer, prevenindo algumas objerces
que porvenlura se possain levantar contra
ella.
Sr. presidente, supponbo que, vista do
aclo addicional, o nobre deputado a quem
o parecer se refere, nflo pode ser privado do
direilo de rereber a ajuda de custo, piova-
do o reconbecido como esta que elle nfloje
snir no lugar da reuniflo da assembla. E
tanto he isto assim, que o nobre primeiro
secretario, nflu encontrando abi umadisio-
sfcSo, que justificasse o seu prucedimenlo,
soccorreu-se ao 2." do art. 2" do cap. 2."
d> lei n. 2t4,o qual diz: (/ disposifflo que o nobre primeiro secretario
entendeu que nflo cabia secretarla tomar
providencia alguma a respeitu. ..
O Sr. Velltt :--Kniao volta primeia par-
le do parecer?....
OSr. Francisco loio : Voltarei s vezes
que o>e fr necessario....o pensnmento da
lei nflo podil ser outiosenflo attender a lo-
das-as eventualidades que ae podessem offe-
recor, cerno muito bem o demunslia a vetba
vitada de95Q/rs., pois que, desde que esta
assembla funrciona, ainda nflo despenden
lados que veam de fra. Mas. ainda mes-
mo que a~verba nflo fosse sufficiente, isto
nflo fra motivo plausivel para que se dei-
xasse de ir buscar oulra a somma neces-
saria para essa despeza qMo tem a seu favor
um artigo do aclo addicional, o qual nflo po-
dia, nem devia ser postergado pola essa.
Esta consideraeflo f6ra por si s bstanle
para que o nobre primeiro secretario solici-
tasse desta assembla a providencia que ou-
tro solicitou...
OSr. Velles :Isso j est dito ha oiui.to
e ha muito respondido.
O Sr Francisco joo:\\ js, Sr. presidente,
temi eu feito estas considerarles, sou le-
vado a offerecer outra que agora me occor
re, a que nSo foi consignada no parecer,
porque a commissSo entendeu que se devia
limitar a declarar, se o nobre deputado ti-
nh,ou nflo direito a receber uma ajuda de
custa, eque nflo eslava obrigada a estipu-
la-'.
Supponbo que, sem faltarmos equidade.
nflo podemos tomar acerca do nobre depu-
tado masiida diversa da que|foi adoptada para
os qutft interior da provincia se transpor-
tan! paaVaqui;isto he.que a ajuda de custodn
nobre diputado deve ser regulada na rasllo
da 8,000 rs. por seislegoas, ou por dia, que
he o lempo que se suppde preciso para fa-
z-las ; porque, se o nobre deputado, por
ter a sua residencia no Rio-de-Janeiro, e>t
nocaso de fazer as viagens com a rapidey
que os vapores proporciona ni, tambem est
sujeito a aprestos muitos custosos, mui-
to dispendiosos. Parece-me.pois, que pode-
mos adoptar essa medida, sem lemerinos
que se nos aecuse de irmos causar privilegio
em favor de collegas nossos. Eu, pela mi-
li na parte, estara prompto a adoptar este
expediente que desde j offereco. Mas,
Sr. presidente, nflo roncluirei sem declarar
mu positiva e solemnente que fa?endo estas
breves reflexOes, nflo tive em vista offen ler,
nem molestar ao nobre primeiro secretario,
mas unicamenre defender o parecer da
commissiio. E tanto isto he assim, que ven
ilo-ine obrigado a demonstrar que elle com
metiera uma falta, apressei-me a manifes-
tar a conviceflo em que estou de que essa fal-
ta foi involuntaria.
O Sr. Jos Pedro faz diversas considera-
cues geraes acerca do parecer; e, appro-
vaodo o seu pensameuto, nota que a ajuda
de custo marcada na lei para os deputados
do interior nflo pode servir de base para a
do nobre deputado deque se trata.
Vai mesa e he apoiada a seguinte emen
da.
< Na conclusflo do parecer, depois das
palavrasajuda de custo accrescente-sea.
qual ser calculada de accordo com as dis-
piisices legislativas que a respeito vigo-
ra m.
u Sala das sessOes da assembla provin
cial de Pernambuco, 17 de maio de 1850
Correa ile Brito.
(t'onliiiunr-ie-liu.;
lal quanlia coa a ajuda de custo aoa depu | das posturas.
CMARA MUNICIPAL DORECIFE.
SCSSAO EXTIUOnDINAM DE 22 DE ABSIL
DE 1850.
Presidencia doSr. Oliveira.
Presentes os Srs. Mamede, Carneiro Mon-
teiro, Dr. Moraes, Vianna, Henriques da
Silva e Pires Ferreir, faltando os mais sc-
nbores, abrio-se a sesso, e foi lida e appro-
vade a acta da antecedente.
Foi lido o seguinte.expediente :
Um oliicio do Exm. presidente da provin-
cia, participando ler recebtdo a representa-
eflo que esta cmara dirigir a assembla le-
gislativa provincial, a qualla ser submelti-
da consideraeflo da mesma assembla.--
Inleirada.
Outro do mosmo, ao presidento desta c-
mara, declarando que approvava, que a ca-
deirade primeiras letras da freguezia dos
Afogados, fosse regida por Jos Justino de
Souza, durante o impedimento por molestia
do respectivo professor.Inleirada, e que
s comanuuicassu ao nomeado para entrar
em exercicio.
Outro,do subdelegado do bairro do Reci-
fe, participando ler em seu poder a quanti
de 60,000 ris de multas, quo impozera a
Manuel Coelho Pinheiroe Domingos da Ro
za, por venderem agoas-ardentes a prelos
escravos, sem bilbetes de seus sonhores, e
que a cmara aulorisasse ao seu procuradoi
a receber ditas multas Aulorisou-se.
Outro, do cordrador, apreaenlando o or-
camenlo dos reparos a fazer na estrada do
Monlciio, na importancia de 325.000 ris.-
Api'iovon ,-u O nienn.fi lo, e maidou Se re-
nnlier (.iia delle ao fiscal do Puco, para
proceder a ditos reparos, recoaimendan-
du-se-lbe lodo.o zello e economa possivel
essa obra.
Outro, do mesmo fiscal do Poco, requisi-
tanclo tres carrinhos de mo, tres pas, e
tres indiadas, para a obra cima referida.
Que o procurador fornec.sse os objeclos
pedidos.
Outro,-do inesmo fiscal, pedindo o paga-
mento da quanlia de 13,524* ris, em que
importara o enterramenlo de dous cadve-
res de pessoas pobres, feitos na igreja do
Poco, segundo a cunta que juntou do res-
pectivo vigario.Uue a conladoria infor-
maste quanto costumava a cmara a pagar
por cada enterramenlo de cadveres de pes
soas pobies, que se enterraui as igreja.-
dasft cidade.
Outro, do fiscal da Vaizea, requisilando
padroes de pesos e medidas Que se res-
pondesse, que a (ostura de 30 de juuho de
1849 abollio obrigaeflo, que tinha a carna-
da de fornecer aos liseaes ditos padroes, e
se Ihe remellesse um exemplar das refoii-
Mandoo-se remetter commissflo de pe-
tiedes, para que dssn sbu parecer rom ur-
gencia ao requerimeiiloile Antonio Concl-
ves de Moraes, actual arrematante das affe-
ricies. pedindo providencias relativamente
allericflo de batanea, visto como muitos
donnsde estabelecimentos em que se pesa
ropugnam afferi-las ; e isto porque a pos-
tura nflo estabeleceu penas para os que dei-
xassem de o fazor.
Mandou-se remetter ao vereador Carneiro
Monleiro, encarregado da direcQflo da obra
doaqueduclo do.pateo doCarmo, pira que
apreciasse convenientemente o requorimen-
to de Antonio Jos dos Santos llemfica, pe-
dindo licenca para o canno do esgoto de sua
casa da ra Camba do Carmo, desagosr no
referido aquoducto, obrigando-se a pagar o
quefrmiater.
Sendo lidas diversss pcticCes de pessoas,
que requeriam o lugar de supplenles de lis-
caes das freguezias desta cidade, que os
nflo tem, deiib mu a cmara, quo lossem
ellas romettidas commissflo de pelicOes
para indicar quaes desses individuos se
acbam no caso de oceupar semelbanles lu
gares.
Passando a cmara a tratar da nomeaeflo
deajudanle de porteiro, para substituir
vaga ileixada por fallecimenlo d-j Jos Cle-
mente dos Santos Siqueira, e achando-se
sobre a mesa tres peliede* de Targino Go-
mes Pereira, de Manoel Jos do Albuquer-
que Mello, edeOralJo Correa Lima, re-
inereiiilo dito cinprego, sujeita a cmara 09
dous primeiros pretendemos ( por nflo se
achar presente o terceiro ) a um examede
xcdacfflo de ofiicio, dando-Ibes o assumpto
sobro que deviam desenvolver as ideias, o
que feito a cmara pronunciou-se por Tar-
gino Gomes Pereira, e mandou-lhe passai
provisflo.
Mandou-se offlciar ao terceiro juiz de paz
la freguezia de S.-Antonio Angelo Henri-
ques da Silv, para entrar em exercicio,
por seacliarem fra da cidade os dous pri-
meiros votados.
Daspacharam-se as peliees de Can lido
de Siqueira Miranda Cont, de Firmirs Pes-
so da Gama, de Ceraldo Corri de l.ima,
de Targino Gomes Pereira, de Jos Carneiro
Pereira Freir, de Joaquim Jos Carneiro
llouteiro, e de Manoel Luiz de Abreu, e le-
vanioii-se a sessflo.
Eu, Manoel I'erreira Accioli, secretario in-
terino u escrevi. -- Oliceira, presidente'.
Mamede.--Molues.--Carneiro Monleiru i'er-
reira.
n, osmagoou; eu nunca tive a mnima inten-
;i' y de os (illende r, dirlgindo-me contra a allo-
p.ilhia, e outra vez Ibes declaro que os ame a
lodos e a lodos respeito como bomens de scieu-
cin, meui compauhelros de profissao, muito
embora nossas Ideias relativamente pratica
de- curar sejam inleiramentc.oppostas. Quan-
dq a calma e a tranquillidadr de espirito suc-
ceder ao resentimento que a tuta pela pote
irrica suscita, e. quando os repetido exemplo
persuadl-los por uma vez a faser um esludo
serio da hoimeopalhia e convence los dos erlei-
tos reaes das dosts mininas que ainda lhes pa-
rece um mysterlo, conbecerao Ss. Ss. que nao
be sem mui justas rasoes que os mdicos lio-
mieopathas tanto laslimam c tanto cnmbalem
as Ilusorias rgrasda antiga pralica da medi-
oina, eque a Porta da conviccao que anima a
nessa propaganda he superior a todos esses
prejuizos que a malicia de alguns e o amor pro.
psio de mullos nos possa porveutuia acc ir-
ritar.
eates quinze da reliro-me para a Baha,
onde me icnho eslabelecido, e se a quali|iier
dos mcus collegas forein os meus servicos ne-
cesssarios, de muito boa vontade empregarei o
meu presumo, e me euipenbarei pos Ibes ser
til, i i.-.i o Sr. I > -. .sw.inu semprc dedicado e.
se.mpre invencivpl, e nenbuiii receio tenlio de
Uue a boino-'opalbia possa decabir da boa opi-
iino que ella ja tem gair o, assim conserve
Dos os seus dias e o louvavel proposito em
i|oe esl o meu amigo de fajernesta cidade sua
definitiva residencia.
Recil'e, 18 de maio de 1850.
Dr. os Anlunis da Luz.
1)1*810 U PEHWUHIHlo.
BECIFE, 21 BE MAIO DE 1850.
HOMCEOPATUIA.
NOVA PROPAGANDA.
IX.
ANNO 11.
.......en it-mii !
be a marcha que segu a lio-
micopathla : como a verda-
de, ella pode ser lenta, po-
ii-iu Jamis retrograda c
nem estacionaria!!!
Dr. Luz e J. V. Martn.
O MEU REGRESSO A' BAHA.
Homo sum, humani ii ot
nihil alienum pulo.
*?
O dever me chama eanaturesa me obriga.
Obedecc-la em servico da sociedade be nao s
cuiuprir a mais legitima de ininhas obri^a^es,
como at moralisar o mais religioso e o mais
noHre dos nossos deverrs. Oulros que nao s-
mente os de pai de familia tenbo diversos en
cargos que voluntario conlrahi, e que tornain
indlspensavel a mlnha vulia a aquella provin-
cia. I ni .i-inc pois, fazer a despedida e he no
dladelmjc, 18 de maio, anniversario da publi-
oacao de inhiba profissao de fe, dia em que me
declarei pela imprensa publica inteiramenle
convenido divina sciencia de Ilahnemaun, e
que convencido da ellicacia superior da ho-
mu'opalhia comecei a propaganda pronuncian-
d'o-mc contra os errase prejuizos da amiga es-
cola ; he no dia de hoje, digo, que possuido de
um justo enibiisiasmo cu l'.rtn em despedida os
mais solemnes votos pela felicidade do povo
desla heroica provincia, relribuindo com o
teslemunho publico de meu sincero reconbeci-
inenie lautos favores e atten(6es com que mais
do que cu poderia merecer, me hooraram os
Ilustres Pernainbucanos e outro respeilaveis
habitantes desta semprc bella e encantadora I
cidade do Reclfe.
Gracas ao Todo Poderoso, os nossos rogos fo-1
i .un por elle ouvido, e j nos podemos regosi-llieiisOes para o futuro. Certo que, por novo,
jar de ler a /ropidenifearoinidciainentede- devia tilo tocante espectculo causar estra-
32 JlSE) (SSSilBIBSrFlS.
8(Ivc Salve! Salve! Tres vezes salve,
oh dia feliz 18 de maio. Cansada a popula-
cao desta bella cidade com 6 dias de capio-
sa ebuva, pareca condemnada r. nflo mais
ver o sol que a furto se moslrava ; despon-
tou esse da, e com elle surgi o seu astro
luminoso e hrilhant", desnrolando todas
as suas galas, e derramando pelas nosses
pracase ras luz, e chamando a vida aos
nossos corpos.
i'cmei ion o dia com as formalidades da
prestaQflo do juramento pelo novo presiden-
te lioni -aii.i o Exm. Sr. Jos Ildefonso ds
Souza Ramos, que o deu as mflos do pre-
sidente d'assembla provincial o Exm. Sr.
Dr. Pedro Francisco do Paula Cavalcanti da
Albuquerque, e da posse que ao mesmo foi
dada pelo Exm. Sr. consellieiroHonorio len-
melo Carneiro Leflo, actos ambos estes a
que concorreu immensa copia do cidadflos
de todas as classes, formando lusido corte-
jo em palacio, eapresenlan lo multido que
seachava apinhoada as galeras da assem-
bla provincial. Era para ver o sentimiento
de curiosidade que nos semblantes de lodos
os espectadores se divisava, a avidez de Iv.r
us traeos da physionomia do novo presi-
dente as expressOes do seu genio, de para
assiro esludar nellesedescobrir esperancas,
ou apprehensOcs.
Oh! que de vivas e serias reflexOes nflo
suscitava no espirito dobomem pensador o
espectculo dosse da !" Desacosturnados j
como que estavamos de vermes ser entregue
adneceflodos nossos negocios pblicos a
administradores, que nflo olhassem como
assento de torturas a cadeira presidencial,
quo a nflo cncarassem como banco de dr :
0 na verdade ella o foi. Nesse d>a vimos ser
transmillida pelo nosso primeiro magistra-
dos administradlo edireceflodos deatinos
desta provincia, nflo como presente funesto
e fatal, sim como cargo trabalhoso, he bem
verdade, mas nflo menos honroso e glorioso
para quem o enlregava, quo para aquellea
quuoi, o lecebenlo de suas mos, cabia a
bella e brilbanle missflo de, completando o
seu pensameuto, satisfazer s necessidades
desta nossa trra, a sede de paz, por que el-
la mi:4.1ra, o enlbusiasmo pelos seus melhc-
ramentos o engrandecitnenlos ; pensanitin-
tos que em outros lempos fram plantados,
e que, de ir prometiendo dar frurtos, f-
ratn crestados pelo incendi que enlre mis
lavrou, trazido pelas revolucOes de dinbei-
ro e de sangue. Nesse dia folgamos de vor
o Exm. Sr. conselheiro Honorio, conscio d
ha ver cumplido o seu honroso dever, jubi-
loso entregou ao seu successor esta provin-
cia inteira e completamente panucad 1, sem
incertezas para o presente, sem graves appre-
apparecido desta capital, cabendo-no a glorio-
sa recordacao de haver nunca vidas afaslado
ao terrivel golpe que lhes pareca destinado.
Ksi.i purtanl linda a ininha iniss'o nesta ci-
dade, e dou por mullo bem empregado o meu
lempo, e tenbo por bem bavidoa lodos os meus
saerilicios.
Os senhorcs mdicos nao se diguaram .u ri-
lar e trabadlo de discutir a hnmtcopathia para
qual os convidei por diversas veies, cirios
scmduvida da deliciencia de nov.s objecedes
para nos contestar ; c remeltidos ao silencio
contcntaram-tc de incumbir to Importante
carel'1 a um Cbrioio que por incompetente c In-
habilitado ihe nio lira \ a mal repetir argumen-
to sidic.es j.i minias vezes reaaumdidos. .O re-
sultado foi como se previa, que flcoU mo gra-
do nosso; desaltendido por querer com seu ta-
lento sarcasticu servir a terceiros, Irazendo o
jocoso de seu ridiculo para urna questao luda
identifica e positiva, nao obstante me haver
parecido mais acertado nada reapouder-lhe.
A homicopalhia emmudeceu, como aempre,
leus inimigo, e seiiou o triumpho de seus
tes que a lornaram geralmenlc abracada pela
grande maioria da popula(ao desla provincia e
at mesmo por alguns seubores medico allo-
palhas que j a prnlicam muito em seg redo, re-
cello de se declararen) por mal entendidas
considrracea.
Deiculpem-ine, poi, o meu collegas, te al-
guma expresso uos ineua eicriplo, porveatu-
uhess ; felizmente que este seotimenlo se
nflo na le/ni senflo como doaunciador de
pensamenlos de paz para a aClualidade, o
de esperances para oporvir.
De feito, como brilbante se nos apresen-
ta a a 1I1111 ni-iracao do Exm Sr. conselheiro
Honorio; gloriosa foi a sua missflo como
restaurador da paz, e propugnador das leis;
mas nflo somenos a esta se nos ostenta a
iniliie tiiii'l'i do seu successor ; invejavel bu
ella. Sim, quo nflo he menos bello n titulo
de conservador, sustentando a pax, e fazen-
do crescer o espirito do melhorametilo e
.ipeifcicoainriiio da nossa trra, que carece
de vida. Minio foz o Exm. ex-presidenlo, e
muito deixou ainda a fazer ao seu succes-
sor, a quem fca cabeodo empreza menos
dura, he verdade, mas consoladora oaui-
madora. Que elle desempeuhe o seu man-
dato, que satisfaga s nossas necessidades ;
eosagradecimenlos das nossas populncoe.-,
feiloa com inultas centenas de curas importan- .es beneos das geracOes futuras bem-dirflo
seu lime como o de um benemrito. Feliz-
mente que as nossas esperancas descansara
nos honrosos precedentes da carroira ad-
e ilustrativa do Exm Sr. Souza Ramos, e
n 1 miiliaiiea que depositamos no governo
imperial.
Aqui Acarnos, que nflo foi proposito nos.
MUTILADO


M
s.
^
sffei
su lazorarliso polilico, e sim descrever as I dado pelo nome de seu autor, hoje classieo.
orcupacOos e folgares desse da. Aitora quanto execucflo, diremos que o
.?.eAlasocc,uPiS6cs, com estes pensa- |sr. Germano, a quera coube as honras do
mentos se entretevo durante o dia a popula-
efo desta capital, e arenas deseeu a noile
sobre a tena acudi ella presurosa ao thea-
tro de Santa Isabel, por cuja abertura esle-
vo anciosa. Tanihem enneorremosnos, nSo
na simples qualidade de amadores de sce-
na, sim como desejosos e enthusiastaa de
testenuinhsr tainaugiirac.to do novo thea-
Iro, desse padrflo que serve a tiestar o pro-
gresso de nossa civilsacflo, que serve a me-
morar o pensamento de nosso engrandeci-
iiieiiin, tentativa do patritico brao da
Boa-Vista, nflo menos nobroqoa feliz, que
pode atravessando tantos lempos, vencendo
lanas vontades malvolas, superior aoa
.desatinos de algunsdos nossos presidentes,
chegar t adminislracao do Exm. Sr. con-
sellieiro, que com louvavel e esforcado em-
peuho completou esse pensamento til,
creando-nos este beneficio, de que tanto
carecamos.
Honra, pois, e gloria a estes dous admi-
nistradores benemritos. Que Testos de ro-
sas, mirthos e louros ornem suas frontes, e
engrinaldem seus nomes ; que a memoria
do beneficio-entre nos se perpetu; que
nunca mais sejam esquecidos, e com elles
os dos cidadSos prestrnosos que desinte-
russadamonte em 18ojusta empreza os au-
xiliaran). Taes eram os votos que formava
a populacho desta cidade, taes os senlimen-
tos que soavam de bocea em bocea, nasci-
dos do corac.30.
Transportados ao Diestro, ahi presencia-
mos immensa e alegre concurrencia da nos-
sa populacho, e lamentamos que nflo fosse
oseuamphiteatro sufllcienle a dar entrada
a lodos os amadores dascena. Mais de u.n
desapontamento houve por falta de bilhe-
tcs; mais de um bello rostinho curti nes-
sa noile ramudas ; e nos que lomos mais te-
lizes, mis que tullamos o nosso assento,
.delle tomamos conta, nos preparando para
gozar do espectculo. Eaqui dizemos, ape-
zar do prazer que sentimos neste entreteui-
mento, que o cambiaramos pelo agradeci-
mentoque ims desse qualquer bella, que
trocaramos o seu sorriso pelo nosso bilhe-
le, pela satisfacAo do espectculo.
Ja insultados no nosso posto, principia-
mos as nossas operacoes. (.aligando as vis-
tas sobre o palco, pelas galeras, vimos lo-
, dos osassentos oceupados; e, altenlando
para as chamadas torriohas, vimos cabe-
einlias t nos cuines dessa inontanha. Feita
essa inspecQSo, quizemos proceder a exame
na decorarlo ; involuntariamente os nossos
olhaics se recusaram, demorando-se em
admirar a belleza de tantos lindos semblan-
tes, o donaire de tantos corpos graciosos e
flexiveis ; e, sentindo-nos por mais de una
vez fendos, ampiamos carreira, protestan -
do no funde de nossos co rae, oes respeitosa
liomeusgem ao nosso bello sexo, e pass-
mosa empregar uossa curiosidade em ou-
ti o pontos menos pengosos.
O exame da decoraeflo prendeu a nossa
allencflo poralgum momento, enSo pode-
mos reciisarmo-nos.a confessar que he ella
do mais bello ilcito possivel; quando nos
acbavanios nisto entretidos, lomos da-
trahidos pela orchestra, quo rompeu che-
gada das primeiras autoridades. Felizmen-
te ao mestre dell, do mesmo modo que ao
pintor, agradec mentos mdenos pelo
muilo que se esmeraran), um na composi-
(,','iu da tinta esombra ilelicada deltas, e nu-
tro na escollia de artistas, basta sobre este
ponto.
A, eiias soltou a orchestra a sua ultima
ola, levantou-se o panno do scenario, dei-
xando-i.os vero busto imperial, leudo por
guarda de honra duas liuhas, em cuja com-
posifSo enlravam doze cantores,, e duas
cantarnas com o Sr. Germano Francisco
de Uliveira como contra ponto frente. Em
nada se poupou o empresario para que esla
primeira parte fos.su bem desempenhada,
fui bem succedidono que dizia respeilo ao
busto, que eslava decentemente ornado ;
mo o foi menos no .que Ihe era pessoal;
mas desgraciadamente a esculla das canta-
rnas foi |ouco feliz, que urna dolas, a se-
gueda, comprometteu com a sua voz extre-
mamente nazal, que mais pareca miado
que cauto, a simples e tocante composieflo
do nosso vate A. Ferreira Lima que vio, com
desprazer o diremos, sacrificado o seu bello
h y ni no.
Teve tambem lugara recitaeflo de duas
pecas poticas, anlogas ao dia : quem dis-
to se encarregou foi o emprezano o Sr.
Germano que com a sua expressSo fcil e
natural soube conservar toda a belleza des-
sss prodceles. A primeira he fructo do
nosso patricio A. Ferreira Lima, que vai
mostrando goslo pelas musas: o seu elo-
gio dramtico aprsenla aqu e ali brilho e
elovaeo de pensamentos, e sua elegancia
de diccSo : a segunda nc ritmen n nojoQ
tambem patricio e velho Gisne o padre
Francisco Ferreira Brrelo, que no occaso
de vida, curvado sb o peso dos annos, 0,1-
piimido de acerbos desgostos, lem sabido
em o seu coraeflo guardar sempre acceso
esse fogo sagrario, que smente se bebe Dos
reos; sim, que o seu | c'iisaiiento foi lodo
poesa, todo alma.
Terminadas estas rectales, appareceu
o Sr. chefe de polica a dar vivas que di. am
com pouco ou neuhum enthusiasmo cor-
respondidos.
lici os destes preludios preparadores dos
nimos dos espectadores, surgi a repre-
senlac,So da pfQao l'agem d'AIjubarrota*
pruduccilo do insigne ai lista porluguez
Jos da S. alendes Leal.
papel do l'agem d'Aljubarrota, o primeiro
la pev.i, o desempenhou de urna maneira
digna do sublime dos pensamentos deque
era orgflo ; soube elle collocar-sena aliura
dos sentmentos, ora do amor e ternura, ora
de ciume, raiva, vinganca, e tambem de
i ustica e generosidade desse bello e esfor-
cado pagein dos antigos tempos. Nada dei-
xou elle a desejar; e apenas.Ihe pediramos
que na recilacSo se nflo precipitasse tanto ;
pois que isto Ihe pode mal fazer.
Os uniros personagens licaram oflusca-
dos pelo Sr. Germano, mas apezar disto
sempre tocaremos nelles.
A dama que fez o papel de beatriz estere
pouco animada: caba mais algum ardor
para a situado, e o Sr. D. Alfonso em duas
ou tres partes exceJeu expeotaeo ; os
mais desempenhoram assim assim os seus
papis, e nSo merecera nota particular
nossa.
Animados nos seamos e esperanzosos de
que ao Sr. Germano caberflo|as honras de
reformador do nosso theatro ; empreza em
que pode ser tanto auxiliado pela popula-
cho desta capital, que, carecida como est
de um entrelenimenlo desta ordem, aecu-
dir em seu socorro.
Que mais temos nos a contar? Que foi o
espectculo honrado com a prsenos do
liiui. Si. Barfio da Boa-Vista, creador do
theatro, e com a do Exm. Sr. conselhei-
ro Honorio, que completou com lauta feli-
cidade o aeu pensamento. Tambem se
achavaoi presentes no camarim da presiden-
cia o Exm. presidente di assembla provin-
cial o Sr. Pedro Cavalcanti, e o Exm. Sr.
Souza Hamos, en cuja posse se inaugurara
o theatro.
Possa este aconiecimento publico servir
de annunciador de pensamentos de igual
ordem da parte de S. Exc.: nos o eremos,
nos o esperamos.
Assim se passou ou anles correu a noile i
lieos nosqueira trazer nutras iguaes a esta.
papel, 1 barril cerveja, 2ditos azeite-doce,
I dito Implicas, | caixa tnassas, 5 gigos de
louca, 2 pipas e 9 barris vinlio, 4 barris
mantega, 2 ditos genebra, 2 ditos breu, 3
euixas queijos, 1 dita lindas, (i ditas tra-
ques, t dita cera, 1 barril cevada, 5 barricas
farinha de trigo, 900 arrobas carne-secca,
25 saccas arroz, 4 aacoas e 1 barrica bola-
cha, 20 caixas labio, 10 ditas charutos, 33
saccas farinha de mandioca.
RECEBEDORIA DE RENDAS GERAES
-INTERNAS.
Rendimento do dia 21......326,819
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 21......1:724,354
>3 o violento do Porto.
Navio entrado no dia 21.
Hltimore 39das, brigue americano Wa-
Ur-WHeh, de 267 toneladas, capitao Jo-
seph Ennies, equipagem 10, carga fari-
nha ; a l)eane Youlex Gompanhia.Fiin-
deou no I.ameirBo vindo o capullo trra.
Navio tahido no mamo dia.
Gear -- Brigue nacional Josefina, espitan
Onofre Martina de Castro, carga diver-
sos gneros do paiz. Passageiros, Luiz
Riheiro'da Cunda e Jos Antonio Pe, eir,
Portuguezes; o padre Vicente Jorge de
Souza, Brasileiro.
I III i^-S^
3." O pagamento da arrematado realisar-
e-ha em quatro prestaefles iguaes.
4.a Para tudo o maia que nao est determi-
nado as preaentei clausulas aeguir-se-ha la-
teramente o que dispe o regulamento uien-
ciouado de li de jullio de 184.T
Recife, 10 de abril de 1850.
O engenbeiro,
J. L. Vctor Laitier.
2,000 brabas de calcada de barro na eatrada
do tul (segunda parte)
Clausulas especiaes da arrematacio.
1.' At obrai para o calcamento de 2,000 bra-
jas de areia da eatrada do tul, serao feitai do
modo indicado no 01 (amento apreientado nes-
(a data approvaco do Exm. Sr. presidente
EDITA ES.
Correspondencia.
Senhores ridaetores : Grande he o cooceito
que goia naopinio publica03 cicriptos dollliu.
Sr. coinineiidador Lopes Gama, e por esta ra-
so ninguem duvidar que os communicados
que o momo Sr. pubticou no aeu Diario ha-
viam de dar grande corte na'renda dos frascoa
liomceopailiicoa a 10,000 rs. Eu eslou pelo me-
nos bem convencido disto; porque nestas duas
ultimas semanas o meu especifico elixir nao
lem tido iienhuma sabida ; porm, senhores
redactores, parece-nic que apesar de todoi os
pesares os referidos cun mullicados nao me au-
lorisain a inim, nem ao Sr. Dr. Sabino a dar
respostas Insoleutes e nojenlas como este Sr.
Dr. fez no au coimnunicido (em dous actosj.
Meu charo Dr. be preciso mais inoderaciio, e
ser mais civil, para que se Ibe nao diga //
doffor he'tropposcaldol
Agora, Sr. Dr. Sabino, tenbo a dizer-lhe que
como cu nao receio entrar em urna polmica
lioiineopallnca com V. S. muito emboca se sir-
va da arma da insolencia, o convido para este
lim, pois desejo ter una discussao franca com
o charo doutor, visto eu ser bastante habilitado
para isto, andiamo, mi dottor, nao me tema
apesar de te dizer que lo son insieliopedico: es-
teja persuadido que nao recelo a sua arma,
puis desejo provar-lhe que a sua hoimcnpathia
nao mu tanta virtude como o meu elixir.
La tiuilro pura "truropalhia bisogna da licor.
C'est moi qui vous ave/, a faire.
O Dr. Dulcamara.
Publicucao a pedido.
A DESPEDIDA.
I.
Se no mar o navegante.
Encontr nuiles lerriveis
Em Ierra se encontram nutras
Que a i'CiUis sio bem sensiveis.
II.
Se all por um elemento
Assustado he o navegante.'
A que por um conlra-tempo
SofiYe um amigo constante.
III
Se li n'um pelsgo de horror,
Se v o nutico alllicto,
C por causa da amisade
SoiYe um amigo igual conflicto.
IV.
Mss por lim la appareco
Bonancosa a tempestarle,
EntSo do tudo contente
Devdo ao ii.kh de bonJade.
V.
Mas nunca succedeassim,
Aos amigos separados,
Pois constantemente soll'rem
O rigor dos duros fados.
. VI.
Por isso he mais terrivel,
lima tarde apartadora;
Porque nadadla lem,
Que seja consoladora.
Vil.
Aperta de l a mSo
De un amigo que deixarte;
Acceita esla amizade sincera
Igual que me juraste.
Que olferece lleriuino Olimpio da Rocha
aoseu amigo Anlonio Jos de Vasconcellos
em occasiao do seu emba que, testeuiuiih
da sua amizade.
Ceai, 9 de abril de 1850.
On1M;l Nos nSo nos conliecemos com animo para
analysar essa pe^a, em que descubrimos
tantos movimentos dramticos em que tao
perfeitamenlo encontrado so acha e desen-
volvido o jngo das paisoes, que mais do-
miuama pobre humandade; sim, que nos
sentimos atalhados em descrever belleza
por belleza, e ponsso arenas diremos que o
fundo da peca moslra que justica liealgu-
ina cousa nesle mundoque he perigo esse
mal haver para bem quererque o liumetn
pune lieos dispOee quo quasi sempre do
.miando da oll'ensa he a sua senteiica. A
tantos se reduzem os pensamentos cardiaes
da pf(a, que em todos os seus deseuvolvi-
mentos ram guardados pelo 8r. tiendes
l.cal,que sqjy.be como conhecedor dos escon-
drijos dojcoracio liumaiio,pintar como pou-
cos, como elle pinUm,oscoslumes cavalhei-
rosos daquelles lempos,a que se elle remou-
tou, os 1 rmenos da oiouarcliia portugue-
za. i.-to veinja de mais, que o merecitnento
da peta se acha oais que muito recommeu-
ALFANDEGA.
Rendimento do da 21.....7:219,256
Deicurregam hoje 22.
Galera Berasa mercaduras.
Barca iorva fai iulia.
Brigue- \guia-do-Prata pipas vasias.
CONSULADO GF.ItAL.
Bendimenlo do dia 21.....2:232,617
Diversas provincias...... 199,193
2.431.870
EXPORTACAO.
Despachos martimos no dia 31.
Parahiba, hialo nacional Flor-do-Recife,
de 37 toneladas : conduz o seguale :
4 voluntes fazendas, 2 caixas chapeos, 20
duzias e 6 paos de piulio, 4 voluntes drogas,
1 caixa donis, 1 dita miudezas, 1 embru-
Iho caxtifaes, 1 csixs cadeiras, 10 barricas
bacall.ao, 3 saccas pimenta, erva-doce e ca-
milla, 1 caixa cha, 3 volumes e 10 resmas
O lllm. Sr. oflicial-maior, servindo de
inspector da thesouraria da fazenda provina
cial, em cumprimento da ordem do Exm
Sr. presidente da provincia de 7 do corre-
le, manda fazer publico que, nos das 4,
edejunho prximo futuro, ir a prarji
pewnte o tribunal administrativo da niesfna
thesouraria, para ser arrematado a quem
por menos flzer, as obras do caes e rampa
no Porto-das-Canas do bairro di cife,
sb as clausulas especiaesabaixo tr scrip-
tas, e pelo preco de 3:685,000 ris. I
As pessoaa que se propozerem a esla ar-
rematadlo comparecam na sala das sessOes
do sobredito tribunal, nos dias cima men-
cionados, pelo meio-dia, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandn aflixar o pre-
sente e publicar pelo Diaria.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 8 de mino de
1850. O secretario, Anlonio Fentira da
Aununciario.
Clausula especiaes da arrematado.
1.a As obras do cese rampa do Porta-
das-Candas serflo feitas de conformidade
com o ornamento nesta data apresentado ao
Exm. Sr. presidente da provincia, pelo pre-
co de 3:685,000 rs.
2.' Esta obra ser principiada no prazo
de dous meies.e concluida no de seis me-
zes, ambos contados conforme o artigo
10 do regulameoto de 11 de ulho de 1843
3.a Os pagamentos da arrematado so
r.lofeitos da maneira determinada no arti-
go.15 do supracitado regulameoto.
4.a Todos os materiaes sero previa-
mente examinados, e approvados laucai-
se-ha um termo, em que assignarSo o arre-
matante e o engenheiro.
5.a Para tudo mais que nflo estiver de-
terminado as presentes clausulas, seguir-
se-ha inteiramente o que dispOe o mencio-
nado regulamento de 11 de julho de 1843.
Recife, 7 de maio de 1850. O enge-
nheiro do termo do Recife, Jote Stamede Al-
ves Ferreira.
O llliu. Sr. oflicial-maior, servindo de Ins-
pector da thesouraria da faienda provincial,
em cumprimento da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia de 10 do crreme, manda
fazer pubico que nos dlai 10, 11 112 de junliu
prximo futuro, irSo i praca, perante o tribu-
nal administrativa da inesina thesouraria, para
seren arrematadas a quem por menos fuer, as
obras abaixo declaradas
Stimo lauco da estrada do aul,
avallado em 16:645,256
940 bracas de c Jeada de barro
na estrada do sul (primeira partej
av.1liad.1sem 3:887,840
2,000 bracas de calcada de barro
na estrada do sul (segunda parle)
avalladas em 9:822,000
2,000 brajas de calcada de barro
na estrada do sul, (terceira parle)
avalladas em 7:042,000
As arremalacdes .serao feitas sb as clausu-
las especiaes abaixo transcriptas.
As pessoas que.se propozerem a estas arre
uiatacdes, comparecam na sala das aesses do
sobredito tribunal nos dias cima menciona-
dos, pelo meio-dia, competentemente habilita-
das na forma do artigo 24 do regulamento de 7
do correte inez.
E para constar se mandou afiliar o presente
e publicar pelo Diario.
Secretarla da thesouraria da fasenda provin-
cial de Pernambuco, 14 de malo n> 1850.
O secretario,
.filme) Ferreira d'Annunciacio.
Stimo Unco da eatrada do s'il.
k Clausulas eswteiaes da arrimatacSo.
1.a As Obras do stimo Unco da estrada de
sul serao executadaa de conformidade com a
planta, orcamrnto, risco e perfil, e para esse
lim organisados e approvados pelo Exm. presi-
dente .-sendo as ditas obras avalladas em seis
15:645,256.
2.a As obras principiaran do prazo de um
mea, serao concluidas no de 15 inezes, ambos
contados de conformidade cun o artigo 10 do
regulamento daa arrematares.
3.a A importancia do preco da arremalarao
aera dividida em quatro preslafdea de igual va-
lor ; as quaes serao pagas ao arre matan le, se-
gundo dispe o artigo 15 do regulamento ci-
ma mencionado; a primeira depols de felta a
lerca parte das obras, a segunda depols de se
achareiu concluidos dous tercos, a terceira de-
pols do recebiinenlo provisorio, e a drrradeira
depois da entrega deliuitiva.
4.a O piaso de responsabilidade ser de un<
anno pelas obras de trra, e de tres annos pe-
las de pedreiro
5.a Para tudo o que nao est determinado
as presentes clausulas, seguir-se-bao as pres-
cripedea do regulamento de II dejuubode 1843.
Recife, 22 de abril de 1850.
U engenbeiro da estrada do sul,
a II. A. Mil,: .
940 bracas de calcada de barro na estrada dn
sul (primeira parte.)
(,'l.iuiulu espeeiees da arremataro.
pelo preco de 9:922,000 rs.
3.' As obras princlpiario no praso de um
uei e concluir-se-hao no de 10 mezes ambos
contados na conformidade do artigo 10 do re
gulamento de II de julho de 1843.
3.' O pagamento realisar-se-ba em quatro
preitacoes iguaes.
4." Para tudo o mais que nao est deter-
minado as presentes clausulas seguir-se-ba
inteiramente oque dispe o regulamento men-
cionado de II de julho de 1848.
Recife, 10 de abril de 1850.
O engenheiro,
J. L. V. eutier.-
2,000 braca de calcad de barro na estrada
do sul (terceira parte.;
Clausulas especiaes da arrematado.
1." As obras para o calcamento de 2,000
bracas de arela da estrada do sul, sero eltas
do modo indicado no ornamento apresentado
nesta data approvaco do Exm. Sr. presiden-
te pelo preco de 7:942,000 rs.
u 2." As obras prlnciplaro no praso de um
uea, e concluir-se-ho no de nove inezes, am-
bos contados na conformidade do artigo 10 do
regulamento de 11 de julho de 1843.
3. O pagamento realisar-se-ba em quatro
preslaces iguaes.
4. Para tudo o mais que nao esl deter-
minado as presentes clausulas seguir-se-ba
inteiramente o que dispoe o regulamento men-
cionado de 11 de julho de 1843.
Recife, 10 de abril de 1850.
O engenheiro,
J. L. Vctor Lcutier.t
JJeciarayao.
Ohospital rigmental a cargo do se-
gundo batalhflo de caradores de linha tem
de contratar, no dia 95 do correte, o for-
oecimentodo mesmo hospital-, os gneros
seguidles: arroz pilado, assucar retinado,
bolacha,bolachinhasinglezas,biscoulodoce,
cafe inoido, cha, doce de goiaba, dito de
abobora, farinha [de mandioca, dita de Jla-
ranho, francos, lenha de acha, leite, man-
tega, ovos, pues de 4 oncas, sal, toucinho,
vinagre, vinho, carne verde. A pessoa que
sequizer encarregar do fornecimenta dos
gneros cima, dever achar-se no dia 25,
referido, pelas 10 doras da mandila, na
iecrelaria do batalhflo, travossa do Marisco,
canta da ra Augusta, n. 9, com suas-pro-
postas em carta fechada.
Avisos martimos.
Para Parahyba segu viagem -o hiate
Aguia-lirasileira : quem no mesmo quizer
carregar, dirija-se ao escriptorio deManoel
Goncalves da Silva, na roa da Cadeia do Re-
cife, ou ao mcUe a borJo do mesmo hia-
te, Tundeado na volta do Forte do Malta.
-- Para a Babia sahe, nes.les oito dias,
com a carga que livera bordo, o hiate So-
ciedade : para carga e passagoros, trata-se
na ra da Cruz, no Recife, n. 24, ou com o
mostr do mesmo, no trapiche do algouflo
Para a Babia sahe o hiate
nacional S--Josl do qual he mes-
tre e pratico Jos Manuel Rodri-
gues ; quem no mesmo quizer car-
regar, dirja-se ra da Gbdeia-
.Velha, loja de ferragens, n. 56 A,
a fallar com Antonio Joaquim Vi-
dal, ou com o mestre a bordo do
dito hiate, tundeado confronte ao
trapiche do algodao.
por isso garanta a todos quantos de seu
prestimo sequizerem'utilisjr, quehflo de
licarsatisfeitos, a vista dos mu tos exetnplos
que lera dado s pessoas que o tem patro-
cinado, o annunciante mora na ra estreita
lo Rozarip, n. 16, primeiro andar.
O Sr. Joao Xavier l'estam,
alferes do segundo balaUflode fuzileiros,
aules que se rolire baja de pagar a sua ret-
ira, vencida desde 12 de agosto de 1848, da
quantis de 107,000 rs., importancia de
abras que mandou fazer, na ra Nova, n.
35,-toja de alfaiate, cuja lellra passou a-
quena occasiflo em que embarcou par
corle, ailm de evilar nflo se Ihe fizesse a3L
t'eita de se Ihe penhorar tudo quanto eral
seu uso, com o prpmeHimeato de logo que
chegasse ao Rio-de-Janeiro pedir aquella
importancia sua familia, para mandar pa-
gar dita divida ; assegarando em urna carta
que o abaixo assignsdo tem en aeu pol.v
escripia pelo proprio punho do dito Sr. al-
feres, que nao desmentira em qualquer
parle que eslivesse a sua zapuoq u
apapiqcud ; porm, nem emqusnto li este-
ve mandou pagar, assim cumo promelteu,
nem tSo pouco resposU deu a algumas car-
tas que o abaixo assignado Ihe enviava ; e
depois que aqu ebegou apenas tem dado
10,000 rs. por conta, polas grandes instan-
cias eactmdade com que se Ihe cobrava,
dando sempre desculpas de urnas vezes ler
pago a caixa, e ltimamente no fim do mez
prximo pausado deu a desculpa de.se Iho
ler desemcaoiibado da guarda urna por-
eflo de dinheiro seu e do batalhao, quando
o abaixo assignado .informando-se linham
sido apenas 10,000 rs.! Nflo ha nada roelhor
do que andar iimpo e asseiado custa dos
que com o suor do seu rosto Irabalham.
Jaeintho Soaret de Menetes.
Dessppareceu, no dia 14 do corrente,
um prelode nomePedro, oqusi linda ido
vasar o despejo atrs do Iheslro ; o prelo
lem os signaes seguintes : alto, cheio do
corpo, cara larga, alguna cabellos trancos
na barba ; tem na freole de um dus pos urna
cicatriz de um taino: quem do mesmo sou-
ber e quizer dar noticia, dirija-se ao Forte
do Mattos, prensa de algodao, n. 9, ou an-
nuncie por este Otario.
O Sr. Fiancisco Serraluogs tunda a
iiundadu de procurar urna carU na rus do
Trapiche-Novo, n. 18, segundo andar, vin-
da pelo vapor S.-Salvador.
Uuem ti ver um methodo de Caruli para
violflopara vender, dirija-se a praca da In-
dependencia, loja.de Justino Meroz.
~ Aluga-se o segundo andar do sobrado
Jo Alerro-da-Boa-Vists, n. 26 : a tratar no
mesmo Aterro, n. 18, loja de fazendas.
Aluga-se, para ama de urna casa, urna
parda de bons costantes, c que lem as pre-
cisas habilidades: quema pretender,diri-
ja se ra das Cruzes, n. 41, segundo an-
dar.
1.a As obras para o calcameulo de 940 bra
f ii daa areias da eatrada do sul, serao fritas do
modo Indicado no orcamenlo apresentado nes-
ta data approvaco do Exm. Sr. presidente
pelo preco de 3:887,840 rs.
2.a As obras principiarlo no praso de un
inez, e concluir-se-hao no dsete, ambos con-
tados na conformidade do artigo 10 do regula-
mento para ai arreiuataccs de II de julho d<
IM3, '
Leilo.
II. II. Swift, estando prximo a retirar-se
para tora do imperio, far leilflo, por nter-
veneno do corretor Uliveira, de toda a mo-
biliadeseu uso, consiftindo em cadeiras
de Jacaranda, ditas de bataneo, sophs,
bsneas dejogoe de outrasqualidades, cen-
slos, mesa redonda, dita de jantar, guar-
da-roupa e guarda-vestidos, commodas,
toucadores, marquezas, esleir de forro,
relogio de cima de mesa, um fogao de fer-
ro patente americano, louca e vidros, trem
de cozitiha, c oulras mulas cousss necessa-
rias para uso de casas, e que tudo se ven-
der sem limites em precos ; assim como 2
carros de 4 rodas rom arreios, 3 cabriolis
novos, sendo um muito maneiro, I cavallo
Je carro, urna vacca torina ingleza : sexta-
feira,24do corrente, as II horas da ma-
ntisa, no sitio que se lem anuunciado para
se vender, do Sr. Joflo dos Santos Porta, no
Manguinho-Papa-Terra, que Pica defronte
dos sitios dos Srs. Carnejros.
Avisos diversos.
Theatro de de S.-Isabel.
Vendcin-se Lilleles de platea
para a recita de hoje (ai): oo
pateo do Collrgio, loja do livro
azul.
Dentcsai liliciiies
J- A. S. Jani, dentista lem a honra de
avisar ao respeiisvel publico que contina
a por denles artificiaes de porcellana ; co-
mo bem lira as carias dos naturaes, que
Unto damnifica os denles e coopera para
man aislo da'bocea, |n3o sendo lira-
Ja ,; caifa os denles tarados com ouro ou
prala, para prevenir as dores e a continua-
v'flo da caria, annunciante assevera a ta-
jas as pessoas que se quizeiem utilisar dos
seus servicos, que nflo exige paga algum-
nflo (cando os denles Iflo bem postas que
uoso possam dillurencar dos proprios na-
turaes, e podendo mastigar com os mes
nios;ioJa e qualquer comida sem sentir a
jienor dr e nem receio de os quebrar, e
Quem quizer arrendar um sitio na
Magdalena, com boa casa toda envidracada,
com sotflo, cocheira, cavalbarice, casa de
pretos, dita de feitor, jardim com todas as
ijualidades de flores e roseiras que ha aqui,
com arvoredos de todas as qualidades,
grandes baixas para cjpiui, e terreno para
plantar, dirija-se a Prxedes da Fonseca
Coulinho, no consulado geral.
O Sr. Luiz Pires Ferreira queira quan-
to antes mandar pagar o que ha mais de 3
nios deveem certa bolici desta cidade ;
certa de quo, emquanto o nflo fzer, andar
seu iioiik; nesla folha.
Joflo Ferreira Teixeira, Brasileiro, reti-
ra-se para fura da provincia.
Aluga-se o segundo andar e sotflo do
sobrado do becco do Burgos, n. 1 : tambem
se vende o dito sobrado: a tratar na ra da
Praia, n. 2.
A vi uva de Marccllino Jos Gal vilo, por
estar procedeudo a inventario pelo juizo de
orphflos, avisa de aovo sos credores de seu
finado marido a apresentar suas conlas no
prazo de 3 dias, restante da semana, para
entrarum no inventario que se est fazendo;
Jo contrario, perderflo as suas dividas.
Quem precisar de urna ama para o ser-
vico de urna casa de portas a dentro, menos
eiigommado, dirija-se ra de S.-Francisco,
i. 35.
Aluga-se um sobradnho e lojas por
detrs de S.-Rita, pelo preco de 10,000 rs.
mensaes : a tratar na ra Direlta, n. 93, li-
berna.
Aluga-se o segundo andar e
sotao do sobrado da ra atrs da
matriz da Boa-Vista : a tratar na
ra do Crespo, com o Snr. Par-
rudo.
Francisco Jos Germann,
relojnnirn aujsao, estabelecido rus .
Nova, ti. 21, faz constar ao publico, quo
tem para vender no seu estil lecimento re-
logios dos mais acreditados autores, vindos
da Suissa, eos mais modernos machinis-
mos, tanto de ouro, como de prata, e que
vender a commoJos presos, para agradar
a seus freguezes, assim como tambem ven-
de no mesmo estabelecimento um rico e va-
riado surt ment de objectos de ouro : ade-
reces completos, pulceiras, chaves para re-
logio, etc., etc. Tambem concerta e poe
lalquer pessa nova em relogios, sem que
^ preciso manda-Ios a Europa
Bernardino Jos Leilflo tem justo e con-
tratado a compra de um sobrado de um an-
dar anda por acabar, silo na travessa dos
Quarteis, n. 33, com Sr. Marciano do Es-
pirito Santo: quem se julgar com Jireito
nnteoda-se com o annunciante no praso do
3 dias : na ra da Florentina, n. 30.
Mara Demetria da PaixSo de Jess faz
publico que vai abrir urna aula particular
em sua casa atrs dn Amparo, sobrado de
um andar : a tratar com seu pai, Estevflo
do Nascimento de Jesns, aonde se ensinar
a ler, escrever, contar, coser, fazer lava-
riuto de todas as qualidades, bordar de
susto, de seda e de marca, coser chflo e dou-
trina christSa, por barata preco, e em pou-
co lempo.
-- Precias se alugar um sitio que tenha
boa casa para grande familia, boa agoa de
beber, arvoredos de fructo, pasto para vac-
cas, baixa paracapim : nflo se olha o alu-
guel uein a distancia desta cidade, o que se
alianca he o bom IraUmento : na ra da
Senzalla-Nova, n. 42, sogundo audar, ou
annuncie.
Precisa-so de urna ama forra, que d
conhecimenlo de sua pessoa, saliendo bem
engomar, para tratar de urna casa de muito
pouca familia : na ra Nuva, n. 18.
miitii Ann


Casa de modas francezas.
Buessard Millochau.
Ilb Aterro-da-Bos-Vista, n. i,
recebeu-se pelo Yolof, ultimo navio vindo
ilo Havre, um grande sortimento de modas
coilUBjam .- ricos manteletes de seda e de
bico ; capotmho, visitas, etc.; chapeos pa-
ra senhoras e meninas; gravatinhas e lenci-
nhos de soda e de arca ; ditos de rede de
retroz de todas as cores ; ricos cabecfles de
bico; collerinhos, camisinhas e pescoci-
nhosda ultima mola; lencos de cambra i a
le nio de fitas as mais em moda; trancas
de retroz de todas as cores para enfeites de
vestidos ; cortes de vestidos para casamen-
to ; ll'jrcs; meias; bicos de blonde ; luras;
bicos de linlio ; cambraias finas impremi-
das; cortes de seda furta-cres para man-
teletes; espartilhos; fil ; cambiis de ii-
nho; lavas de malha aberU muito finas,
com dedos esem elles, para senhora e me-
ninas ; e mais oulras fazendas, por prego
mais barato do que vm oulra qualquer par-
te. Na mesma casa fazem chapeos e man-
telete de senbora, da moda verdadeira, por
preco oo nimodo.

BOWMAN & MC. CAt.UM, engenhei-
ros macbinislas e fundidores de ferrenmuj
respetosamente annunciam aos Senhores
proprietanos de engenhos, fazendeiros, mi-
nejros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitavel publico, que o seu estabelecimento
de ferro movido por machina de vapor con-
tinua em efTeclivo exercicio, e se acba com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meira qualidade para a perfelta coufecgio
das maiores pecas de machinismo.
Habilitados para emprebender quaesquer
obras da sur arle, Itowman & Me. Callum
desejam mis parlicularmento chamar a
.(tengo publica para a sseguintes, por
terem dellas grande sortimento ja prompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
frangeiro, tanto em preco como em qua-
lidade da materias primas e m3o tj'obra,
a saber:
Machinas de vapor da melhor construccffo
Moendas de canna para engenhos de lo-
dos os tamaitos, movidas a vapor por agoa
ou animaos.
Rodas d'agoa, moinbos de vento eserra-
as.
Manejos indepeodentes para cavallos.
Rodas dentadas.
m AguilhOes, bronzes e chumaceiras.
CavilhOes e parafusos de lodos os tama-
ndoa.
Taixas, pares, crivos e boceas de forna-
lha.
Moinbos de mandioca, movidos a mSo ou
por animaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogao e fcftnos de familia.
Canos de ferro, torneiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a mo, por animaos ou vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e de psrafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades e portes.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros do inflo e arados de ferros,
etc, etc.
Alm da auperioridade das suas obras, ja
geralmente reconhacida, Bowman & Me.
C.illuiii ganntem a mais-exacta conformi-
dade com os moldes e dezeohos remeltidos
pelos senhores que se dignarem de fazer-
llies encommendas, aproveitandoa occasio
para agradecerem aos seus numerosos ami-
gos e freguezes a preferencia com que teem
sido por elles honrados, e asseguram-lht.-
que nfio pouparfio esforcos e diligencias
para continuarem a merecer a sua confl
anca.
Precisa-sealugar urna preta idosa : na
praga da Independencia, n. t, loja.
O abaixo assignado faz sciento ao res
peilavel publico que a loja de bahs sita
na ra da Madre-de-Deos, n. 14, pertence
ao annuncianle, e nflo ao Sr. Domingos
Marlins dos Santos. l'rancitco ot di Pai-
to Guimarci.
e que more na freguezia.de S.-Jos : a il-
umino.
- OSr. Joaquim Jos dos Santos Barraca
queira dirigir-se ra da Cadeia de S.-An-
tonio, n. 13.
O abaixo assignado querendo pagar
aos seus credores, por isso pede encareci-
damente aos seus devedores, e principal-
mente aos mais antigos, de mandarem pa-
gar at o fim do corrento; do contrario,
ve-se na dura necessidade de recorrer aos
meios judieiaes; pois o annunciante nSo
pode mais esperar, por ter urna grande sotu-
rna fiada e quasi ludo tiesta comarca, e nfln
lite he possve'l receber nada ; assim o espe-
ra do seus llovedores, que nSo deixarflo de
irpagar-Ihe, Antonio Ferreira da Coila
Braga.
-'- Aluga-se o segundo andar e sotSo do
sobrado da ra Direita, n. 90, com bons
commodos para familia : a tratar na mes-
ma ra, n. 93, primeiro andar.
Os Srs Antonio Correa Comes de A.I-
meida e Manoet Cortea Gomes* de Almeida,
ambos moradores em S.-Anna do oiteiro de
S -Joflo da Varzea, queiram mandar pagar
quanto antes o que devem em certa botica
desta cidado ; cerlos de que, emquanto o
nflo flzerem, andarao seus nomes nesta fo-
Iha.
O Sr. tenente Paulino dirija-se ra da
Cadeia de S.-Antonio, n. 13.
' -- Aluga-se' a casa da esquina da ra do
Caldeireiro com armario para venda e com-
modos para familia, com quintal, cacimba
e portSo para a travessa, a qual pelo local
ofTerece muita vantagem : na praca da In-
dependencia, livraria ns. 6e8.
-Os Srs. Joaquim Pessoa Sezera da Cu-
nta e Francisco liringer do Almeida Cuedes
bajam de dirigir-se ao Passeio-Publico, lo-
ja n. 9, a negocio que nflo ignorara.
Chapeos deso, ate
Ra do Passeio, n. 5
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sortimento destes objectos de todas as c-
rese qualidades, tanto de seda como de
panninho, por precos commodos; ditos pa-
ra senhora, de bom gosto : estes chapeos
sflofeitos pela ultima moda; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na mesma
casa seacha igual sortimento de seda e pan-
ninhos imitando sedas, para cobrir cr-
maces servidas : todas estas fazendas ven-
de r,-se oni porcSo ea retalho : tamben- se
concerla qualquer chapeo de sol, tanto de
hasteas de ferro como de baleia, assim co-
mo umbelas de igrejas: ludo por preco
commodo.
Um Inglez casado
s.
:%4
te da diminuta quanlia d S ou 10,000 rs.
porpoucos dias.
Desde j achar-se-h.lo os bilhetes: no
Itecife, lojas do tliosoureiro e do Vieira
cambista ; em S.-Antonio, botica da Joflo
Moreira Marques, no pateo da Matriz, e de
Francisco Antonio das Chsgag, na ra do
Liyraraento ; loja d llernardino Jos Mon-
teiro, pracinha do Livrameoto, n. 44; no
Aterro-da-Boa-Vista, lojas de CuimarSes,
n. 44. e de Imarte Borges da Silva, n. 18.
Attencao.
Na tarde do dia 15 do correte, por occa
siflo de conduceflo do uns trastes da Capun-
ga para o Itecife. se estraviou um relogio
de ouro cm corrente do mesmo metal, ten-
do os signaes seguintea. O relogio he des-
coberto do lado do mostrador, horizontal,
trabalha sobre quatro rubina e sobre o lam-
po de dentro que cobre o machinisino tem
gravado doos passarinhos beijando-se e por
baixo doa mesmos urna danzarina seguran-
do com as mSos em urna manta que traspas-
as por cima da cabeca ; e a corrente he de
enfiar no pesclo e tem o passador mu Tro-
cho, que pondo-se perpendicular, desee sem
ser preciso tocar-llie : roga-se por Unto a
quem fr oflVrecido, de o tomar e reslituin-
do-o a seu respectivo dono ser generosa-
mente recompensado : na ra da Cruz do
Recife, n. 27, casa de Crocco & Companhia.
--Precisa-sealugarumpreto captivo, de
boa conducta, para o servico interno de urna
casa estrangeira : paga-se bem : na ra do
Trapiche-Novo, n. 10.
Quem quizer urna ama para lavar, en-
eoinmar e fazer o servico de urna casa de
puca familia, dirija-se ra das Tmcliei-
tas, n.25.
d'aurora
Um capadocio que tem tido
a ousidia de ira casa de diversos
negociantes inglezes deprimir do
crdito dealguem, que lhe he su-
perior, nSo s em sua vida pbli-
ca e particular, mas desde o seu
nascimento..... queira sustar seu
atrevimento, a nao quererque se
Inglez casado e com
pouca familia, precisa alugar um
sitio pequeo perto da praca :
quem o (ver, dirija-se ra do
Trapiche-Novo, n. 4a
Na ra do Agoas-Verdes, casa lerroa
n. 26, enaomma seelava-se toda a qiali-
dade de roupa.com todoasseio e prompli-
dSo, por preco mais commoJo do que em
oulra qualquer paite.
A cidadede Pars.
Fabrica de chapeos de sol, ra do
Collegio, n. 4-
J. Falque participa ao respeitavel publico
desta cidade, quo elle abri o seu novo es-
tabelecimento. onde se encontrara sempre
um grande e bonito sortimento destes ob-
jectos dos mais modernos e variados, como
sejam : chapeos de sol para hooiens de se-
das chamalotadas e lizis, de cores e pretos
ditos de armacSo d'aco muito fortes com
sedas de todas as cores, ditos para senhoras
de sedas I vradas e lisas, com franjas e som
ellas, cotes muito bonitas, ditos ditos de
panno imitando seda, com franja esem el-
la, ditos de panninbo para homom com ar-
maeflo ricaeorJinaria, sortimento de ben-
galas de todas as qualidades, baleias para
vestidos, cohetes e espartilhos para senho-
ra. Na mesma casa concertase o cobre-se
toda a qualidade de chapeos de sol beoga-
Isa, para os quaes tem boas sedas e pannos
em pegas : todos estes objectos vendem-se
em pnrco c a retalho, por menos preco do
que em oulra qua'quer parte.
Oesctiptorio do agente da companhia
dos paquetes de vapor mudou-se para a ra
do Traptxe, casa n. 40, segundo andar.
Aluga-se urna casa que serve para acou-
gue, por ter sepo, bataneas, pesos e todos
os mais necessarios para ese misler : esta
casa he bastante antiga neste negocio, na
ra da Guia, n. 35 : a tratar com Joaquim
Lopes de Almeida.
C. Starr& Companhia teem a honra de
avisar aos seus freguezes, e ao publico em
gcral.quea sua grande fundieflo em S-
Amaro, alm do sortimento que constan-
temente tem acha-se de novo provida do
rouitas moendas de canna, e de varios l-
mannos fcilas no mesmo estabelecimonlo
pelos mais peritos ofllciaes, e com o maior
cuidadoe perfeicSo; tanto assim he," qus
osannunciantosse ufanam em garant-las
pelo primeiro anno. As moendas interas
todas de ferro", construidas as officinas
dos annunciantes s3o muito superiores a
quaesquer oulras da mesma natureza quo
al agora teem sido aqui ofTerecidas, pois
aquellas encerram em si cerlos e importan-
tos melhoramentos, resultado de mais de
JO anuos de experiencia e pratca no paz.
- Vendem-se pessas de madapolflo entre-1 rs. o. covado ; cortes de 13a para vest|dor
fino com algum toque de avara a 1,600 e coro 16 covados, a 4,500 rs.; ditos de la o
2,400 rs.: na loja de fazendas, na ra do seda, muito finos e de bom gosto, com 11
Queimado, n. 5. jcovadoae meio, a 6,500 rs. ; ditos de chita
mni uiiiilii-ni' uiiimiii in chineza muito fina, com ptimo padres,
lBP! A "MnuBOf OIUO|Uy op | rrtfes (jsag 9 cne(?dos ^mmente, a 3,400
"i.i|nvj ep boj eu s-ui)|)ii.i.\
efoj
8.1 Ofrtt
v. 'ajeo njtid soquioff
Na ra da Cadeia do Itecife, loja de fer-
ragens, n. 56, vendem-se duas prctas criou-
ts.; brim pardo trancado de linho para cal-
cas, a 1,400 rs. 0 corte ; ditpde quadros
azues, a 1,000 rs. o corto decalcas ou y.
queta jetudo o sortimento ^frizendas li-
nas e grossas por muito comjpodo preco:
i na ra do Queimado, n. 27, armazeni '
do
las, as quaes lavam, engommam, cosinham
e cozem soirrivelmente; na mesma loja pre-
cisa-se alugar um negro cozioheiro : quem
tiverannuncie, ou dirija-se a indicada loja.
Papel para forrar sala.
Acaba de chegar loja da ra Nova*! n 11,; O
: fazendas' de Raytnundo Carlos Leito.
o &
Ceraem velas do ttio-(-

de-Janeiro.
de Jos Pinto da Fouseca e Silva, sucessor
de Guerra Silva & C.; um completo sorti-
mento de muito lindo papel para forro de
salas, guarnicOese barras, ludo do melhor
gosto possivel, sendo algum dourado deli-
cadamente, proprio para adorno de salas
ricas, capellasou consistorios, eduassalas
depaisagens, vende-se por prego commodo.
Lote ia do Rio-de
Janeiro.
Aos 20:000^000.
Na [iraca da Independencia, n. 3, que vof-
ta para a ra do Queimado e Crespo, ven-
dem-se bilhetes, meios, quartos, oitavos e
vigsimos da 11 lotera da caridade do
Rio-do-Janeiro. Na mesma loja est paten-
te a lisia da 22* lotera do monte pi da-
quella provincia.
Vende-se, no fim da ra da Aurora.n. 4,
umbilharcom duas andainas de tabellan,
bulas o candeiros, por 50,000 rs.; duas
carleiras de urna s face, com grades do
bronze em cima para os livros, onde pdem
eserfv^r tres pessoas em cada urna, por
30,000 rs. ; urna canoa de um s pao, que
se p le abrir, por 30,000 rs. ; urna dita do
1,200 lijlos que precisa de fundo novo, por
30,000 rs. ; um tjrnode tambores antigos
com aguilhes o rodetes, por 300,000 rs. ;
tornos de carretas para os di los, a 20,000
rs. o terno.
t
Procos admiravos. i>
Lassase cambraias a 200, 240 e 280 f
rs. ocov. do; chitas a 160 a 200 res fr
o covado ; chitas francozas moder-
as a 280, 300 e 320 res o covado ; <$
meias pretas para senhora a 120ris a.
o par ; chales de lfla a 1,000 e 2,000 $
Vendem-se caixas com ce-
ra em vehs fabricadas em O
urna das melhores fabricas j|
q do Kio-de-Jaoeiro ; sorti-
g ment a vontade do com-
q prador, por preco mais bu-*
O rato do que em outra qual-
quer parte : na ra do Vi-
gario, n. ig, a tratar com
(9
O
&
0
o
O Machado & Pinheiro.
Vende-se urna preta que cose, engom-
ma e coziiiha ; dous parJinlios, um de II
anuos, e o outro de 6 : lodos muito m
conta na ra do Fogo, n. 23.
Compras.
Compra-so, efTectivamente, calcado de
lustro para senhora e menina; bem como
papel de cmhrulho a peso : na ra largado
llozario, n. 35, loja.
~ Compram-so ps de condega on ffucta
de conde ; ditos de arlicum-a-p; ditos de
limas de diversas qualidades; ditos de fi-
guctras brancas ; ditas de* ditas chamadas
petas ; e outros quaesquer pos de fructeiras:
na praga da Independencia, u. 3.
Vendas.
Gra de deposito :a ra
Nova, ii. 27.
Neste deposito acha-se ama grande por-
g3ode caitas cotn folhta de Flandres de
patente e todas as grossuras; ditas com vi-
. dros de todas as dimengoes para vidragas ;
lhe publique a sua vi Ja, e mor-1 ?"as d1ecobr8de todas as grossuras para
..,, i1 e .. ,. I forro de navio, pelo barato prego de 560 rs
mente alguns fetos de suas ult.-j. libra : ondet.mbem se .cha um com:
mas traosacc5es. I.plelosortmtentode alambiques, serpenti-
3,000
3,000
1,600
2.800
2,000
2,000
2,000
6,000
2,000
O comelheiro.
Precisa-sealugar urna ama forra, que
tenha boa conducta, para urna casa de pou-
ca familia: na ra da Cadeia do Recife.
n. 54. '
Aluga-se urna casa terrea na ra da
ConceigSo da Boa-Vista, n. 129 : a tratar na
dita praga, n. 6, botica.
Quem tiver para alugar urna eacrava
que aaiba fazer bem o servico interno
n. e todos os mais objectos de cobre,
bronze e folh. para eogenho : ludo isto ha -
fra continuadamente grandes porgues, pa-
ra os con-pradores escolherem sua von-
tade.
Lotera da matriz da Boa-
Vista.
O respectivo thesoureiro, ManoelGongal-
ves da Silva, pretende nSo illudir a expec-
tagSo do publico com
externo de urna csa,.nnunceroudir-s'"rla P,ul"leolcora nuncios imporlu-
secretaria da noliea f.nV.onm An.n ; no.s do u',menl0 d* 'od.s desta loteria;
Jos de Fritas P nt0t". *orC.r-.e-h. qu.nto couberem suas r-
-Jos Caetano Coelho, subdito porlu-l0*di.ir.'iBCm".f,0.^1 f'1? lnnunoir
guez, retira-se para Portugal a tratar de' nerinra Z. q "J f0 deVer* P""r"-
suasade, levando em sua companhia su?! Su-TA0>f>rtdore* Porqueentende
K que.essa tllusao em que aluuns teem por
inulhcre cinco filhos menores.
uniere Rinco linios iiieuures. vmiI..j.-. ." i ------r.
-Precisa-sede urna ama para urna c.m'J"S.. "iTP5'taYelP.ub,IC0' 8.8 d.e"
defequen, fam.li.: na ru. do a*l.p.TBoWo^ IZXT
t vendell.50 que receben no dia sexta- ciar" venda 'dos "b?C T .r'*. "k"",3'
bilhetes, e
extrabi-los
sse-
em que deve.
foira, 17 do crreme, urna manta de carne com todo o empento, afir de oodr".
do Ceara, coro urna arroba e 7 libras, da ca- gurar aos compradores o dinfaue di
bega de um preto que nao acertou coa a r. ella impreterivelmente cor,r
casa para onde ia, queira conduzi-la ra
Uireita, n. 114, ouanuuncie, que se lhe li-
car gralo.
l'recisa-se de umi eogoium.deira, que
lambetii se encarregue de mandar lavar
i o upa do um hoinetn solleiro, sondo pessoa
capaz, que se responsabilise pelas faltas,
Vendem-se as obras seguintes pela quar-
ta paite de seus valores :
Poihier, tratado das obrigagfjes pessoaes e
nctprocas 3iO00
Examen de la philosophie de Bacon,
cm 2 v.
Histoire de Raphael et de ses ouvra-
|M
Philosophiachimicaouverdades fun-
damentaes da chimic. moderna
Arnaut, theatre, 9.
Azaia, des compensations dans les
destneos humaines, 3 v.
M. Cott, de l'administration de la
justicecriminelleen Angleterre et
de l'esprt du gouvernemut un-
gais
Bergery, astronomie ou descrpton
geometrique de l'univers, 1 v.
OEuvres de Marmontel, 7 grossos v.
I.e specUcle delanature, com mu-
tas estampas, em 6 v.
No aim, do Collegio, loja do ivroauT
A N. ra do Rangel, armazem n. 36, vende-
se farinha para criagSo, a 2,300 rs. a sacca
e igualmente milito, pelo mesmo prego.
-- Vende-se urna parda de pouca idade,
coro um. cria, e com todas as habilidades
na ra da Alegra, n. 9.
Vende-se um cabriolet muito elegante
e moderno, com cavallo ou sem elle: na
eocheira do Sr. Augusto Fi-scher, no areial
de Fra-de-Porlas.
- Vende-se um sitio na povoaglo do
Mooteiro, com casa de pedra e cal, arvore-
dos de fructo e terreno para planlar, ou tro-
ca-se por i scravos : tambem se arrenda an-
nualmente : na ra de S.-Theresa, n. 38
-Vende-se um preto de nagfio Angola, de
boa figura, que he canoeiro, refinador de
assucar, entende de padaria e com oulras
habilidades; nilofoge; prefere-se vender
para o matto, por entender de plantaces
dase a contento: no fim do Beeco-Laruo
no Itecile, casa que vende cal e lijlo
- Vende-se urna mulatinb. de 14 anuos
pouco mais ou menos, e que he muito ha-
bilidosa "
rs. cada um ; meios ditos de seda a
1,600 rs.; lenc.os com franja a 1,000
rs. golinhas de seda a 3-20 rs.; posco-
einhos a 1,000 rs. e 2,000 rs. cada um;
bicos de blonde e de linho a 500 e 800
rs. a vara; mantas de fil e escomilha
a 1,000 rs. cada urna ; luvas dose.la
para senhora a 320 e 500 rs. o par; %
ditas de pellica a 80 rs. ; lengos de
grvala a 320, 500 e 610 rs. cada um ; a>
cortos de col lele 1,000,1,120 a 2,000 >
rs, cada um, sendo de gurgurlo, se- .
da e veludo etc. ; chapeos a 1,600 a "
2,000 rs.: ditos de sol a 2,800 rifl ; ?
cortes de brim modernos de lindos
pjdies a 1,280 is.; brins depuro t>
linho modernos a 1,280 rs. a vara : %
9 vendem-se na ra do desdo, loja, t)
2 numero 9.
# ^
Vende-se um dos dous engonhos, Tclha
e Triumphos, sitos na freguezia de Sen-
nhSem, com bastante trra e muito produc-
tiva para criar grandes safras : ambos bons
d'agoa, por serom copeiros, e dislam do
ombarque duas logoas : a tratar com o pro-
prietario, Joo Climaco Fernandes Gaval-
oanti, ou com Antonio da Silva GusmSo, na
ra imperial, do Aterro-dos-ATogados.
irados de ferro.
Na fundigSo da Aurora em S.-Amaro
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos
Vendem-se cigarros de palha de milho,
bons, por prego commodo : na ra das Cru-
zes,n. 40.
Alpaca preta de cordo
e com 7 palmos de lar-
gura.
Vende-se alpaca preta de cordSo, muito
propria para caigas, sobre-casacas e vesti-
dos : advertiniio aos compradores, que
urna sobre-casaca sabe por 3,840 rs., e urna
caiga por 2,240 rs., sendo o seu prego de
1,280 rs. o covado : tambem se vendem no-
vos cortes de cassa de cores, de muito bom
gosto, a 2,400 rs. : na ra do Crespo, loja
da esquina que volta para a cadeia.
Alpaca com 7 r al-
para curar da phlysica cm todos os seus
differeiiles graos ou motivada por consli-
piges, tosse, asthma, pleuriz, escarrosde
sangue,drde costase poitos, palpitagSo
nu coragfto, coqueluche broncliites dr
na garganta e todas as molestias dos orgilos
pulmonares.
De tudas as molestias que por heranga fi-
cam ao corpo humano, nenhuma ha que
mais deslruiliva tenha sido, ou quo tenha
zombado dos esforgos dos homens mais
eminentes em medicina do que aquella
que he geralmente conhecida por moles-
lia no bofe. Em varias pocas do se-
cuto passado, ton do-so olTerecido ao publi-
co difTerontes remedios com attestados das
extraordinarias curas que elle tem feito ;
porm quasi que em todos os casos a ilusflo
tem sido apenas passageira e o doonto
torna a recahir em peor estado do que so
achava antes de applicar o remedio lito re-
commendado outro tanto n3o acontece
com este extraordinario
Xarope do Bosque.
Novaes & Companhia, os nicos agentes
nesta cidade e provincia, nom mos pelos
Snrs. It. C. Yates & Companhia, agentes
geraes no Rio-de-Janoiro mudaram o .de-
posito deste xarope para a botica do Snr.
Jos Maria G. Ramos, na ra dos Quarleis, n.
12, junto ao quartel de polica, onde sempra
acharSo o nico o verdadeiro, a 5,500 rs.
cada garrafa.
Potassa da Russia.
Vende-se superior potassa da llussa, da
mais p-iva que ha no mercado, por prego
commudo : na ra do Trapiche, n. 17.
Farelo a 5,000 rs. a
sacca,
e o melhor que tem vindo a este mercado;
na ra da Madre-de-Deos, armazem de Vi-
cente'Ferreira da Costa.
Batedores
para pactos de sitios e portas de escadas :
na ra do Queimado, n. 14.
Vendem-se rodas de arcos de pao para
pipase barricas, chegadas ultima ment do
Por'o, por prego muito barato : na ra da
Cruz, no Recife, n. 49, primeiro andar
Vendem-se ptimas bichas le llambur-
go em qualidade e em laman lio, pelo mais
barato prego que ha no mercado : na ra
Direita, confronte ao boceo do S.-Pedro, lo-
mOS de largura, pelo Q,|.'j<'eBernardinodeSena.
bilidosa : na ra estrella doRozar.o, n. 20, seda de bom gosto. a 5,1
segundo andar. 'panno de linho superior o
- \enue-se, por prego muitissimo bara-! lo diminuto prego de 11,00
to, um curral para pescara, situado na fren-' como um grande sortirne
minuto preco de 1,280
ris o covado, cambraias
pintadas do melhor gosto que tem appare-
cido nesta fazenda a 2,400 rs. o corte, chitas
finas escuras pelo diminuto prego de 180
rs. o covado : na ra ra do Crespo, n. 6,
ao p do lampenho.
Na nova loja da ra do Queimado. o.
3, vende-se selim de Maco, superior, a
2,560 rs. o covado ; caseuiira preta fina, a
2,500 rs. ; cortes de dita de cores e de mul-
to boro gosto, a 7,000 rs. o corte ; coberto-
res de algodflo grandes e bons, a 640 rs
e mais pequeos. 600 rs.; cortes de col-
letes de fustSo, a 640 rs.; chales de 13a e
000 rs ; pegas de
com 20 varas, pe-
000 rs. a pega; bem
A vantagem do plano j publicado e o fim
religioso para que foi osla loteria concedi-
da, convida e seduz os tentadores da aortc
a concneiem sem demora para a compra
dos' nmeros que liles preparan) a suave
acquisigSo de bous da fortuna, sem risco
de grande capital, e com o importo smen-
lo da ilhadoNogueirs
deir. e piassaba quanto seja necesaria para ero outia qualquer parte.
Fazendas baratas e sem
de fetos.
grande sortimento de fazendas
um. porcilo d. ma- as e grossas, por menos prego do oue
-ja necessaria para am "" "-'----------'-
lev.otar-se outro curr.l no mesmo lugar
negucioesle de muito interesse ; urna rede
para pescara, com 30 bragas, interamente
nova : ludo vende-se por seu dono querer
retirar-sedeaU praca: u. ru. eairel. do
Rozario, n. 16, primeiro andar.
A 2,700 rs.
Na ra do Rangel, armazem n. 36, vnde-
te far i ojia de S.-Catharii,., pelo diminuto
prego de 2,700 rs. a sacca. ninuio
Novidade.
A 1,000 rs. o covado.
Na loja dos barateiros da ra do Queima-
do, n. 17, vendem-se casimiretas de ISa,
pretas e de cores, proprias para caigas e pa-
litos para humero e meninos, a 1,000 rs. o
covado.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17,11a
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
Agencia de dvviti Haw.
Na ra de Apollo armazem n. 6,deM. Cal-
mla* Companhia,acha-se constan temenio
um grande sortimento de ferragens ingle/as
para engenhos de fabricar assucar, bem
como taixas de ferro coado e batidode dif-
terenles tamaitos e modelos, moendas
de dilo.tanlopara armar em madeira como
rodas de ferro para animaes e agoa, ma-
I Jcom^drKles8 c''rTe8 ?< de ^"t^^^ ".!?
as roor as oara r...o.. 1"^ mder" de ferro est"ado.Na esm. agencia aoha-
n o covSdo 3u,hV1S. m P^S' >? 800 8e Ul" sortimento de pesos p.fa balang...
bu's padrees' amto?^mU,l b?n,t" esC0vi,,s ?"" navios- 'erro em barr- """>
V idP" Ki^ea" vi do a 800 TV c""" I qU,drad Cm red."d' M,r" *>*" ferre'-
do : ditas untas di \ n,?t ?" Cova" ru e ""' Porco de t.nla verde em latas:
u unas una do Ua muito uas, a bOO' ludo por barato prego,


MI
"
<*
i
.=--------
Venderg-se chapeos de palha de Manl-
Iha, muito linos para homem : canna da In-
dia verdadelra, propria para bengalas, que
de uma se poda fazer duas: na ra Nora,
n. 3, loja atrs da matriz.
Para camisas, a 280 rs.
o covado.
Vendem-se Unos e largos riscados bran-
cos rom salpicts de cores, muito proprios
para camisas do homem, pelo baralissimo
prego de 2S0 rt. o covado : na ra do Cres-
po, n. 11.
--Veudem-se dez lindos moleques de 8
a 16 annos ; 8 pretos de 20 a 25 annos, sen-
do um delles sapateiro; 3 pardos de 18 a 20
annos, sendo um delles perito cozinheiro,
bolieiro osmpslhador, e que he de boa con-
ducta ; duas pardas conj habilidades; 7 pre-
tascom algumas habilidades, d 14 a 25 an-
nos, proprias para todo o servido : na ra
do Collegio, d. 3.
Al a noel da Silva Santos ven-
de arroz do Maranbao a i,ooo ris
cada urna arroba : quetn preten-
der, dirija-se ao armazem, que -foi
do fallecido Braguez, na ra da
Cadeia, n. 64.
Tccidos de algodao tran-
cado da fabrica de To-
dos-os* Santos.
Na rua da Cadeia, n. 52,
veudem-se por atacado duas qualidades,
proprias rara saceos do assucar e roupa de
escravos.
Taixas para engenho.
Na fundirlo de ferro da rua do Ilrum,
acaba-se de receher um completo sorlimen-
tode taixas de a 8 palmos de bocea, as
qaaes acham-se a venda por prego com-
modo e com promptidSo embarcam-se,
ou carregam-seem carrossem despezas ao
comprador.
Na loja franceza na rua Nova alraz da
matriz, tem bonitos jarros de porcellan,
lanleinas de p do vidro, ditaa de casqui-
nha inglezas, ditas fracnezas, candieiros
para sala, ditos de IsISo para estudantes,
bengalas de cana, bandejas Anas, chapeos
de sol de seda de cores para homem, fundas
para os quebrados, chapeos francezes de brf-
nitas formas, lencos de seda de 1,000 rs. ale
5 000 rs. para scnbora e homens, ditos de
rrorsulina, c oulras umitas fazendas : sa-
patos de duraque de cores para senhora a
800 rs., ditos de coro de lustro a 2.000 rs.
Assim como roga aos seus devedores que
lile vam pagar, para nao mandar tantas
vezes os seus caixeiros em suas casas.
Chegaram novamente i rua da Ser.-
zalla-Nova, n. 42, relogios de ouro e prata
patente itiglez, para homem e senhora.
Na rua do Cabug, loja de 4 portas, do
Duarle, vendem-se calungas feitos de bor-
racha, os primeiros que teem vindo de Pa-
rs, pelo commodo prego de 800 rs.
~ Vendem-se pecas de madapolflo com
20 varas, muito largo e com algum mofo,
a 2,500 rs. ; eslora propria para roupa de
escravos e enfardar fazendas e tambem pa-
ra saceos, a 3, 4 e 6 vinlens e a 160 rs. a
vara, com alguma avaria ; chitas, a 4,000
rs. a |oca : na la largado Itozario, n. 48,
primeiro andar.
Vndese um pardinho de 8 a 10 an-
uos, de muito boa conducta, por ser do mal-
lo, e que he vendido por piecisSo: um dito
de 18 annos, ptimo para pagem ; um preto
de 25 annos, com oflcio de cozinheiro: o
motivo por que se vende se dir ao com-
prador: na rua dollangel, n. 38, segundo
andar.
Farinha de S.-ftlalheus,
de superior qualidade, vende-se por prego
commodo : a bordo do patacho Lima, fuu-
deado em frente do caes do Collegio.
lie boa faztnda.
Na rua do Queimado, vindo do Itozario,
segunda loja, n. 18, vendem-se lencos
-. Vende-se um sitio em Olinda, ao cor-
rer da rua do Jogo-da-Bola, com casa, min-
ios e variados arvoredos de fructo e boa ca-
cimba : a tratar na mesma cidade, rua do
Amparo, n. S.
Oleo de linhaca.
Vcnde-se superior oleo de linha-
ca em botij5es : quem pretender,
dirija-se a Manoel da Silva San-
tos, no armazem do Annes, no
caes da Alfandega.
O O
& Ilomoeopathia pura. O
O ftua do Trapiche, n. 40. O
O Bojlicase livros para o tramonta- O
O ment dos enfermos pela homecopa- Q
thia : acham-se a venda por rr.odi- Q)
O eos pregos. O
m O I ir. Luz se offerece dar todos q
*** os esclarecimesntos necessarios pa-
O ra o melhor uso dos mesmos. ^
9 O
Farinlia de mandioca
nova, de S.-Ca marina,
a melhor farinha que ha no mer-
cado, vende-se a bordo do Mara-
Prmeira, entrado no dia 6 do cor-
rente, por preco mais barato do
que em outra qualquer parte : a
tratar com Machado & Pinbeiro,
na rua do Vigario, n. 19. ou com
o capitao a bordo.
Vendem-se amarras ae ierro: na rua
da Senzal la-Nova, n. 42.
Folbade Flandres.
Em casa de J. J. Tasso Jnior, na rua do
Amorm, n. 35. ha um ptimo sorlimento
de folha de.Flandres, de todas as maros, e
a relalho por prego mais barato do queem
outra qualquer parte.
Na rua do Crespo, loja
da esquina que vulta
para a cadeia,
vendem-se cortes de casimira preta, muito
boa, a 5,500 e 10,000 rs.; panno preto, mui-
to Ixiin, a 3,200, 3.8C0 e 5,500 rs. o covado ;
corles de collete de fustilo, a 640 rs.; ditos
de sel ni de c6res, a 2,000 rs.; dilos de gor-
gorito, a 1.C00 rs. ; esguifio do linho, muito
fino, a 1,280 rs. avara.
-- Vende-se uma vacca lorina de 4 annos,
chegada ha 3 mezes de Lisboa, com uma pe-
quena bezerra, muito boa leiteira : no Hos-
picio, u-8, sitio do portSo verde.
Urna pessoa chegada ha pouco de uma
ilas provincias do imperio tem para vender
uma porgilode toalhas e fronhas de breta-
nba fina e lavarinlo de muito bom gosfo e
moderno, por muito barato prego, por ter
de retirar-se para lora do imperio : na rua
Nova.n. 34.
- Vendem-se, na loja de 4 portas, na rua
do Cabug, do Duarle, trancas pretaa e re-
quififes dos melhores de.'enhos que leem
vindo de Parto: tambem se vendem can-
dieiros e palmatorias inglezas.
--Vende-se um grande sitio na estrada
dos Afflictos, com muito boa casa para fa-
milia, rectilicada de novo, com muitas di-
versas qualidades de arvoredos lie ni replan-
tados, como sejam : muitas larangeiras de
diversas qualidades, sapolys, fructa-pfio,
jaqueiras, coqueiros, mangueiras, cajuei-
ros, e oulras muitas diversas fiucteiras,
horlalice, grande baixa para capim, queso
com a vista se poder melhor informar o
comprador : na rua do Queimado, n. 10.
Farinha de mandioca de
S.-Cafharina.
Chegou em direitura de S.-Catharina o
brigue nacional Minerva, com um carrega-
>B
commodo
Camboa-do-Carmo,
preco
n. 33.
Lencos com lavarlnto.
Vendem-se leos de cambaia com lava-
rinlo e bico, a 560 rs., e sem bico a 360
ra.: na rua do Queimado, n. 19, loja.
Farelo novo a 5,500 rs.
Vendem-se sacras grandes com 3 arro-
bas de farelo, chegadas' no ultimo navio
de llamburgo : na rua do Amorm, n. 33,
casa de J. J. Tasso Jnior.
Vende-se uma commoda grande de an-
gico : no boceo da Viracho, n. 35.
Vendem-se a casa de pasto do Passeib-
Publico, bem afreguezada : tambem se da-
r sociedade a quem quizer tomar conta
delta : a tratar as rineo-Ponlas, n. 91.
Vende-se um sellini inglez, de couro
de porco, quasi novo/por prego commodo :
no Aterro-da-Boa-Vi9la,
charutos.
- Vende-se um
de alfaiate
n.- 5, fabrica de
pardo bom
na rua do
16, segundo
brancosde cambraia adamascados para se- ment da superior farinha muito nova, e
nhora.a 5,500 rs. a duzia ; merino preto jacha-se Tundeado defronte do caes do Ha-
bordado, a 1,200 rs. o covado, muito pro-
prio para vestidos de senhora, roupinhos
de meninos epalitos; selim preto de Ma-
can, muito bom, a 2,500 rs. o covado; la-
pim cor de lirio para vestidos de senhora e
roupinhos de meninos, a 500 rs. o covado;
mantas de seda e de setim, a 9,000 rs. ;
corles de cambraia lisa e Tina, para vesti-
dos, a 3,200 rs. ; eoutras faiendss que se
vendem eem limites de prego.
Agoa de tingir cabellos-
Vende-se agoa de Ungir cabeiios: na rua
Nova, atrs da matriz, n. 2.
Sor limen lo de chapeos.
A. Cotombier com loja franceza na rua
Nova, atrs cTa matriz, vende chapeos fran.
cezes para homem, a 7,060, 8,000 e 9,000 rs.;
ditos de palha fina, a 4,000, 5,000 e 6,000
is. ; ditos de palha com tecido de cabello;
dilos de renda e fil para senhora e homem;
chapeos de seda para chuva, com armag.to
de ferro o de baleia ; ditos de sol, para se-
nhora.
Chitas baratas a 6,?400,
Na rua do Livramento, n 14, vendem-se
pegas de chita rouxa com flores encarna-
das e cores filas, pelo barato prego de 6,400
rs. apega, e a relalho a nove vinlens; pe-
gas de madapoln com 20 varas, a 3,000 rs.:
vende-se por este piogo por ter cabido uns
pingos de goleiraS e ler molbado grande
porgSo desla fozenda.
Superior qualidade.
Vende-se doce do entro rasco da goiaba,
rumio bem l'eiin, em caiiinlias de quatio
iliriis: nasCinco-l'onlas, taberna n. 82
Capas para invern.
Vendem-se capas de panno Tino e barre-
gana e mais qualidades, para invern, por
prego commodo : na rua do Crespo, n. II.
Vendem-se duas parles de uma casa
na rua da S-Cruz, que faz esquina para a
rua da Alegra, e que lem taberna : estas
duas parles rendem 6,700 rs. mensaes : bem
como uma parte de um terreno junto a
mesma casa, por prego commodo: na tra-
viesa da rua da Concordia, sobrado n. 5,
das 6 s 8 horas da manha, e das 4 as 6
t/a tarde.
mos, onde se vende a prego commodo, ou
em casa de Manoel Ignacio de Oliveira, na
pr8ga doCommercio, n. 6, primeiro andar.
a rua Nova, atrs da
matriz, loja n. 2,
vendem-se lengos de sea, a 1,000, 2,000 e
2,400 rs.; nenies de tartaruga para prender
-.abello, a 5,0o0, 6,000, 8,000 e 10,000 rs. ;
sapatos de couro de lustro para senhora, a
2.000 rs. ; dilos de marroquim, a 1,500 rs. ;
dllus do uiaquu pieiu, a 2,0 rs. ; Olios
de cores, a 800 rs.; botins gaspeados para
homem, a 5,000 rs.; sapate.es de couro de
lustro de forma ingleza, a 6,700 rs.; botins
gasiea ios de duraque de cOres para meni-
nos.
Manteletes francezes. J
Vendem-se ricos manteletes fran- 9
cezes, muito modernos; e grvalas
de molas : na rua do Crespo, n. 9,
loja amarella.

Kua do Crespo, n. 10.
Na loja da viuva rreitas Gui-
n.ares, vendem-se cobertores de
algodao, pelo barato |i eco de (too
rs ; cortes de casemira patente,
a 4ooo rs. ; picote azul de xa-
drez, a 100 rs. o covado ; brim
paulo liso, a loo rs. o covado;
cobertores de laa, a i,5oo rs. ;
cortes de cassa-ebita de muito bo-
nitos padioes, a 2,200 rs. ; cortes
de ineia casemira, a 1,5oo rs. ; al-
daodclislras, a 160 rs. o covado ;
cassa franceza, a 160 rs. o covado;
e outras mullas fazendas que se
vcnileao por baratissimos preros.
Vende-se uma espada e uma banda para
oflicial subalterno [da guarda nacional, por
oflicial
Trapiche-Novo, n.
andar, das 6 s 9 horas da ma-
nhSa, e das duas as 5 da tarde.
A elles antes que se
acaben?
Vendem-se sapatOes de couro de lustro,
pelo baralissimo prego de 3,500. 3,000 t-
4,000 rs. ; ditos de bezerro francez, feitot
nopaiz, a 2,500 rs.; sapatOes brancos do
Aracaty, a 1,000 rs.: na rua da Cadeia do
Itecifr. n. 9.
Cheguem ao barato.
Vendem-se leegos de pura seda, pelo di-
minuto prego de 1,280 rs.; luvasde pellica
preta e de ponto inglez, a 1,280 rs ; linas
casemiras prelas e de cores, a 5,000 rs.; go-
linhas e pescociohos para senhora; e ou-
tras muilas fazendas baratas 1 na rua do
Queimado, n. 9. I).1o-so as amostras com o
competente penbor.
Novo sortiixento de fa-
zendas baratas, na rua
do Crespo, n. ao pe"
do lampean.
Vende-se cassa-ebita muito fina, de bo-
nitos padrOes, cores (xas e com 4 palmo
de largura,a320 rs. o covado; cortes da
dita a 9,000 rs.; riscado di listras de li-
nlio, a 240 rs. o covado ; dito de algodSo, a
140 e 160 rs. o covado ; corles de brim par-
do claro, com duas varas e uma quaita, <
1,600 rs.; riscados ministros, a 200 rs. o
covado; zuarte azul, a 200 rs. o covado ;
chitas, a 160 e 180 rs. o covado ; fust.to, a
640 rs. o corte ; cbales do tarlatana, a 500
rs. ; cobertores de algodflo americano, a
640 rs.; e outras muilas fazendas por bara-
to prego.
Moendas superiores.
Na fondigSode C. Starr & Companhia|,
emS.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo <
construcgSo muito 'superior.
Madama C. Ancelle,
com rasa de modas francezas no
Alerro-daiBoa-Visla, n. 12,
recebeu pelo ultimo navio vindo da Fran-
ga, um grande sorlimento de modas, como
sejam : chapeos muito ricos de seda e de
palha, tanto armados romo sem o seren;
fitas de seda para chapeos, tanto de setim
como de tafet, lisas e lavradas; bicoa de
blonde e de linlio, brancos e pretos de to-
das as larguras; manteletes muito ricos e
da ultima moda ; flores e plumas de todas
as qualidades; romeiros de fil e de cam-
braia bordados ; ricos lengos de ran.brai
de linho bordados e com bico a roda, para
mSo ; luvasde todas as qualidades, tanto
para homem como para' senhora ; e outras
muitas fazendas por prego commodo. Na
mesma casa fazem-se manteletes e chapeos
para senhora, do mais apurado gosto, por
menos prego do que em outra qualquer
parte.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de diffe-
rentes modelos 1 na fabiica de machinas e
fundigSo de ferio, na rua do Brum,
ns. 6, 8e10.
Deposito da fabrica de
l'odos-os-S.iiitos na Bahia
Vende-se em rasa de I. O. Kieber Ci
ia rua da Cruz, o. 4, algodfio trancado
(aquella fabrica, muito proprio para saceos
de assucar, roupa de escravos e fio proprio
para redes de pescar, por prego muito com-
modo.
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova potasa}
le boa qualidade, em barriszinboc
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ha muito
lempo se nao vende : nc itecife,
rua da Cadeia, armazem n. 13.
Bom e barato a 1,500 rs.
o COV&do.
Vende-se, na rua do Livramento, n. 14,
merino prelo de duas larguras, a 1,500 rs. u
covado ; meias casimiras de bonito gosto,
a 2,500 is, o curte; ditua de cassa-chita,
muito finos, a 2,200 rs.; chales de seda, a
5,000 rs.; panno fino preto para casaca, a
3,000 e 3,500 rs ; e muito fino, a 5,000 rs. ;
chales de cassa com avaria, a 500 rs- ; ris-
cadinhos de linho para jaquelaa, a 400 rs.
o covado ; boas canibraiaa para vestidos, a
5,200 rs. o corlo ; cambraia de aeda. a 5,500
is. o corte ; eoutras mullas fazendaa bara-
tas, como sejam : madapolua, a 2,600,
2,800, 3,200 e 4,000 rs. ; e muito fino, a
4,800 ra.
.Va rua do Cabug, loja de quatro por-
tas, do Duarle, vendem-se Irancinhas de
ISa, proprias para enfeitea de roupas de me-
ninos, de cores, a 80 n.
Vendem-se 3 moleques de 15 a 18 an-
nos ; 4 escravos para todo o servigo, sendo
um delles carreiro; 6 pretaa mogas de bo-
nitas figuras, de 14 19 annos: na rua Di-
rcita.n. 3.
Novo sorlimento de la-
zendas baratas.-
Vondcm-s cortes de cassa-cbitar mullo
bonitos, a 2,000, 2.400 e 2,800 rs. ; riscadi-
nhos de linho, a 240 rs. o covaao ; dito de
algodSo muito encorpado, proprio para
roupa de escravos, a 140 rs. o co\ado ; cor-
tes de brim branco de linho, a 1,500 rs.;
dilo muito bom, a 1,700 rs. ; d.loamarello,
a 1,600 r.; dito com listra ao lado, a 1,280
rs. : eassas de cores muito bonitas, a 320
rs o covado ; riscados moostros com qua-
tro palmse mel de largura, a 200rs. o
covado ; zuarte furta-cOres, a 200 rs. o co-
vado : pecas de cambraia lisa com 8 varas
emeia, a 2,720 rs.; chitas de bonitos-pa-
drOes, a 160 rs. o covado ; dilas muito fi-
nas, a 200, 220, 240, 260 e 280 rs. ; lengos
de seda para algjbeira, a 1,000 e 1,280 rs. ;
ditos para grvala, 1,280 rs. j e oulras mul-
tas fazendas por prego commodo: na rua
do Crespo, loja da esquina que volta para
a cadeia.
Cassas pretas a 140 rs. o
covado.
Vende-se cassas pretas de muito bom gos-
to a 140 rs. o covado : na rua do Crespo,
loja da esquina, que volta para a cadeia. -
AGENCIA
da funilicro Low-ASoor,
UVA DA SENZAttA-KOVA, N. 4*.
Ueste estabelecimento conti-
nua a haverum completo sorli-
mento de moendas e meias mor ri-
jas, para engenho ; machinas de
vapor, c tachas de ferro batido
coado, de todos 08 tamaitos,
para dito.
No Aterro-da-Boa-Vista, loja n.
18, vendem-se por diminuto
preco as seguintes fazendas :
meias para meninas, a 4o rs o par; chitas
finas de assenlo escuro, a 100, 120, 140 e
160 ra.; meios chales de ISa escuros, a 320
rs. ; fustilo branco, a 320 rs. ; fazenda para
toalh, a 320 rs. ; lengos de cambraia e de
cassa, a 240 rs.; ditos de garga, a 500 rs. ;
cambraias e cassa de cOres, a 280 rs.; sarja
de 19a de duas larguras, a 640 rs.; alpaca
preta o mais fino possivel, a 800 rs. ; casi-
neta de uma so cor e de quadros e listras, a
(00 rs. castores para caigas, a 200, 240 e
320 rs. algodfio mezclado muito forte para
escravos, a 180 rs. o covado ; lengo i'e se-
da para grvala, a 500 rs. ; corles do mais
lino e moderno fustSo, a 1.600 rs.; cortes
de cassa para vestidos, a 2,000 rs. ; risca-
dos monslros, a 240 rst ; brins de linho,
branco e cor de palha, a 800 rs. a vara ; ma-
dspolflo riscado com 4 palmos de largura,
a 240 rs ; saigelim com algum mofo, a 120
rs.; eoutras muitas fazendas por baralis-
simo prego.
I\ a loja de seis portas.
A produccao de alcaiades.
O administrador desla loja reconhecen-
do ter ainda muitos alcaides, os quaes quer
troca-lo's por cdulas vende-os por banto
prego, como sejam : cassa preta de bonitos
padrOes, a 120 rs. o covado ; chalea pretos
de rede, a 320 rs ; dilos de cassa branca, a
480 rs.; dilos pequeos de chila para me-
ninas, a 240 rs. ; alpaca de cores, a 480 rs o
covado ; dita preta, a 640 rs. ; merino, a
1,280 1.6C0 e 3,000 fino ; riscado monslro,
a 240 rs.; e todas as mais fazendas em um
completo sortimenlo, por pregos que con-
vidara a gtstar-se dinheiro
Vende-se cevada barata : no
armaVem de Joaquirnda Silva Lo-
pe;;, na porta da alfandega.
No sitio da Trempe, sobrado n. 1, que
lem taberna por baixo, vendem-se escol-
enles ps de parreira moscatel, goiabeiras
brancas e outras diversas plantas, para as
quaes o lempo he o melhor de se mudar.
Vendem-se, por atacado, 990 varas de
estopa, com alguma avaria, a 100 rs. a vara:
na rua larga do Itozario, n. 48, primeiro
andar.
Vende-se o engenho bataria, sito na
cidade de Victoria, que demarca com o en-
genho Oiteirfio: a tratar no mesmo en-
genho. >
--Vende-se uma bonita canoa, propria
para conduzir familia: em Fra-de-l'ortas,
rU8 JOS CHrrne. o. t.
Vendem-se dous urubs ifli: na rua
de S.-Amaro, n. 16.
Vendem-se colleecSes com
mais de seis lindas vistas, repre-
sentando a ponte do liecife com a
alfandega, a ponte da Boa-Vista,
a cidade de Olinda, a ponte do Ca-
cbang, l'oco-da-l'anella, e a rua
da Cruz como arco do Dom-JesusL
bem como duas grandes vistas de
Pemambuco: na rua da Cruz, n.
10, c isa de Kalkmann I raos.
Cadeirasdc balanco
muito commodas, e cadenas de
asiento de palhinha, vendem-se
por preco muito commodo : na rua
da Cruz, n. io, armazem de Kal-
kmann Irmaos
-- Vende-se muito superior farinha em
meias barricas : na rua da Cadeia do Itecife,
escriplorio de DeaneYoule & C em seus
armazens do becco do Gongalves.
\a rua do Livramento,
n. II,
vendem-se sapatos de marroquim francez
Sara senhora, a 500 rs o par; sapatOes de
e/erro francez para homem, obra muito
em feita, e propria para o invern ; um par
de brincos coa, diamantes ; um annel com
diamante. Na mesma loja compra se cora
amarella.
-Vende-se um sobrado de um andar no
arpo do Carmo, que volta para a Camboa-
do-Carmo, n. 24 : a traame mesm largo,
o. 2, com Narciso Jos da Costa
Mullas.
Vendem-se 90 muas novas,
chegadas de luenos-Ayres, na
barca americana Mushingam,: na
rua doTrapiche, n. 8.
Para quem lem bom
gosto.
Na rua do Queimado, n. 9, existe um no-
vo sorlimento de manteletes e capotilhotde
seda, gorgurSo e chamalote preto e d tft-
res, os quaes se ven lem peJo diminuto pre-
go de vintee dous rail rs. DSo-se amostras
com penhores.
Vende-se um piano jinglez em bom
estado, proprio para quem quizer aprender,
por barato prego : na rua Nova, 11. 71, se-
gundo andar. ^^
aBf-- "i" V '- 'i mi
Escravos Fgidos
l'ma recompensa.
Acha-se fug'de, desde o primeiro do cor-
rente anuo, a preta alara da Cruz, de 40 e
lanos annos, cara redonda e enrugada;
tem um denle falto na frente; he baixa e
um tanto cheia do corpo, mSos e ps- pe-
queos ; tem as unhaa doe ps retrocidaa e
muitogrossai, tendo nos meamos algn*
cravose uma marca d ferida em um dos
tornozelos; tem uma canella quasi toda
foveira proveniente de outra grande ferida
que leve ; d muito cavaco guando Ihe Ta-
zan) Cuz ; he muito condecida de alguns
officiaes de pedreiro, por ter trabalhado de
servente em algumas obras, e em algum
tempo que venda agoa ; tem sido vista em
Olinda e nesta cidade a vender agoa .quem
a pegar leve-a ao Aterro-da-Boa-Vista, 11.
17, fabrica de licores, que ser generosa-
mente recompensado
Fogio, no dia 28 do prximo passado,
o prelo Jos Macei, conhecido por este
nome por ter vindo daquelle lugar j ha al-
guna annos; lavou camisa de algodfio brin-
co, caigas de riscado americano ; he de
estatura regular ; representa ler 40 annos
pouco mais ou monos: custa a perceber
quando falla, parecendo temoralo ; tem as
candas das pernas signses de feridaa ; he
segunda vez que se lem ausentado, nfio
tendo sabido do liecife, do qual agora mes-
mo se leve noticia 3 das depois da falta, o
desde entilo nfio se pode colher mais noti-
cia algum; julga-se ter ausentado-para e
mallo. Itoga-se as autoridades policiaes o
capitfies de campo, que o apprehendam e
levem-no rua de Apollo, n. 12.
Fugio, no dia II do prximo passado,
uma pela de 30a 40 annos, de nagfio {Con-
go, baixa, gorda, cor retinta, bexigosa,
olhos pequeos ; tem em uma das faces um
signsl de carne, andar atrapalhado, porque
puxa por uma perna ; he bastante desem-
baragada no fallar, bastante ardilos e ca-
paz de Iludir qiralqucr pessoa que a nfio
conhega bem ; sabe de quasi todas as po-
voagoesda provincia, por ter andado a ven-
der miudezaa pelo mallo, de rujo saber
talvez se tenha servido para melhor Iludir
a vigilancia das autoridades, porque j de
oulra vez que fugio foi encontrada com um
balaio de miudezas para com elle subir pa-
ra o centro ; chama-se alaria' Joaquina ; j
foi escrava de um senhor de engenho, cha-
mado .Manuel Uuarque; levou vestido de
chila azul, panno da Costa, camisa de al-
godflozinho c mais uma trouxa com um
vestido branco, umasaia preta de lila, um
panno preto, um vestido de riscado escuro,
um frasco d'agoa de Colonia, uma faca de
mesa, de cabo branco, uma tigclla peque-
a e uma colher de cha. Hoga-se, porlanlo,
as autoridades policiaes, capitfies Je cam-
po e oulras quaesqner pessoas, que a appre-
hendam e levem-na rua dos Qnaitei>, lo-
ja de miudezas, n. 22, qoe serSo recom-
pensados.
Fu gira 111 de bordo do brigue
Sem-Par, vindo do Hio-de-Janei-
ro, dous escravos, sendo um de
nome Sabino, de cor parda, esta-
tura regular, de ao annos pouco
mais ou menos ; levou calcas e
camisa azues, e bonete encarnado:
o outro de nome Euzebio, criou-
Io,de a4 annos punce, mais ou
menos, estatura alia; levou calcas,
oamisa e bonete azues. Hoga-se as
autoridades policiaes e capitSesde
campo, que os apprebendam e.le-
vem-nos ruado Trapiche, n. 34,
casa de Novaes &c Companhia,que
recompnsala.
Fugio, do (lio-Grande do norte para
esta provincia, o escravo J0S0, cabra, per-
tfncenteao doutor Vctor Jos de Castro
Ujarroca, morador naquella cidade ; he de
pequea altura, de 22 annos, rosto regular,
cabellos um pouco chegados, sem barba;
he um Unto cheio do corpo, nariz e bocra
regulares ;-quando est com me.lo gagueija
alguma cousa : quem o pegar leve o rua
da Cadeia do liecife, n. 54, que sei gene-
rosamente recompensado. Adverle-so que
he provavel que o dito escravo anda se
ache nrsta cidade, porque ha 4 das foi en-
contrado : tjmb.in j fui bolieiro.
Kugio, no dia 12 de margo, o preto Be-
nedicto; cnoulo, que representa ter 24 an-
uos, de altura regular, sem barba, rara re-
dooda, olllOb ca 1 1 lie luios ; tem O ps UBI
tanto toitos e urna das pernas : esle escra-
vo veio do Maianhfio para aqui ser vendi-
do por conta do Sr. Dr. Francisco de Mello
Coulinho Vilhena: quem o pegaron der no-
ticia na rua da Cadeia do Recife, n. 51, pri-
meiro andar, ser gratificado.
l>esappareceu,no dia lerga-feira, 14 do
frrente, uma mulaliiiha de nome l.ixan-
dra, baixa, gorda, cor amarella, com alguns
signaes no cogote ; levou panno da Cosa
novo, vestido branco : quem a pegar leve-a
as Cinco-I'onlas, n. 91, que ser gratificado;
asaiuicoiio se protesta contra quem a li-
vor oceulta.
lBs. : SiTIP. db h. uk rAau.-l850


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