Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06910


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Full Text
A"no XXVI.
Qnhita-feira 10
PARTIDAS DO OOBHXlOI.
Gnlanna e Parahlba, segundas eseilas fciras.
Kio-Granae-doNorie, quintas feiras ao melo-
da.
Cabo, Serinhdem, Rlo-Formoso, Porto-Calvo
e Macelo, no 1.*, a II, e 21 de cada mez.
Garanhuns e Bonito, a 8 e 23.
Hoa-Vista e Florea, a 13 e 28.
Victoria, a quintal feira.
Olinda, todoa o uiaa.
mxatuu>Ea.
Ming. a 4, i 8 h. e 20 m. da m.
Nova all.i Sh.c 49 ni. da t.
Creso, a 18, 1 h. e 33 m. da t.
Chela a 25, a 9I.e 48 ai. da t.
UBIlMiH DE HOJ.
Prime-Ira as 8 horas e 30 minutos da tarde.
Segunda as 8 horas e 54 minutos da maobaa.
de Maio de 1880.
N. 111
DIAB DA sxiujva.
13 Seg. S. Servado. Aud. do i. dos orf. emir.
14 Tere. S. Gil. Aud. do chae, do J. da 1. v. do
civ. e do dos feitos da fazenda.
15 Quart. S. Iiidoro. Aud. do J. da 2.v.docivel.
10 Quint. S. Joo Ncpomuccno. Aud. do J. dos
orf. e do in. da 1. v.
17 Sext. S. Pascoal Haylao. Aud. do J. da 1. v- do
raKyu. vm DuawnirVAV. I CV. c do dos felloS Ja t m'lld.l.
Por tres metes (dionlado) 4/0OO118 Sab. S. Venancio. Aud. da Chae, e do J. da 2.
Por seis mezes 8/1001 do crime.
Por um anuo 15/1)00119 Dom. Pascoa do Espirito Santo.
S-DBOOM da DBSOirgo.
CAMBIOS It la DZ MAIO.
1/000 rs. a 60 das.
Sobre Londres, 27 a27'/a d. por
. Pars, 346.
Lisboa, 95 por cento.
(Juro. Oncas hespanhoes.........
Moedat de 6/400 velhas..
de 6/400 novas..
de 4/000...........
Prala.Patacdes brasileiros......
Pesos columnarios.......
Ditos mexicanos
29/000 a 29/500
l/tji)0 a 1G/Sn
16/200 a lJlOO
9/100 a 9/20
1/jSO a 2/000
1/VoO a l/ino
1/80 a 1/820
v.-iraarajta
PARTE OFFICIAL.
OVERNO DA PROVINCIA.
O Presidente da provincia, ein virtude da
autorisacaoque lhe foi conferida pelo arti-
go l.da lei n. 244 de 16 de Junho de luto,
lem resolvido organisar uma direcloria das
obras publica* pelo presente
TITULO I. .
Da directora das obras e trabalhos
publicos piovinciaeg.
CAPITULO I.
Organisaro da dirtieloria.
Anl'^i '" A u'rccci1o> inspeegao o conser-
vagao das obras publicas da provincia de
Pernambuco se far felo intermedio d"uma
adminislragao, que ss denominar Di-
rectora das obras publicas.
Art. 2. A directora tora os seguintes
embregados :
S 1, Um director, chefe da prmeira sec-
C'lo, otros engenheiros dieres de secgSo,
cada um como ordenado annual de dous
conloa equatrocentos mil res.
2. Os ajudantes do engenheiros que
frem neoessaros, cada um coin o ordena
do annual de um cont e duzentos mil
res.
'.3. Um secretario com o ordenado de
oloccntns mil ri.
4. Um porteiro com o ordenado de
qunhentos mil res, o um continuo com
quatrcenlos mil ris..
5. Um guarda dos armazens e instru-
mentos ci>m., mil ris.
6. Os administradores, inspectores,de-
setihistas, mestres, apuntadores, fetores,
conservadores e guardas de conservadlo
3ue frem necessarios, segundo o numero
e obras que se fizerem por administradlo,
e o estado do servico. .
Os vencimentos desles empregados, ca-
suaes ou temporarios, serao determinados
pelo presdante, ouvda a directora, confor-
me sua aptdSo c nalurcza do trubalho que
Ibes fr incumbido.
Art. 3. Os empregados de que tratam os
]\ 1,2, 3, 4 e 5 do rtigo precedente scrito
Horneados c dcmitlidos livremeute pelo
presidente da provincia.
A nonieago dos mencionados no 6.
ser precedida de proposta do director;
exceptuados, porm, os mestres, fetores e
Suardas de conservagao, cuja adiniasSo >;v
espedida cm qualquer obra c impelir ao
engenbeiro chele da especliva secgo, com
api rovago do director.
Art. 4. Tola a provincia de Pernambuco,
na rclac.no dos servicosi las obras publicas,
iica dividida cm-qualro. secges :
A prmeira coniprebendera o termo da
cidade do llecife, a excepgao das partes nao
feitas das estradas do Pao-d'Allio c Victo-
ria.
A segunda comprehender os termos
d'Olinda-, Iguarass, Goianna, Po-d'Alho,
Nazareth o Limoeiro, e no turnio do llecife a
parte nilo feita da estrada de Po-d'Alho
A tercera comprehender os tormos da
Victoria, Caruar, Bonito, Brcjo, l'esqueiro,
e as comarcas do flores o lia-Vista, e no
termo do Itecif. a paite anda nilo feila da
estrada da Victoria.
A quarta comprehender os termos do
Cubo, Serinhilein, Rio-I'ormoso, Agoa-Pre-
ta cCaranhuns.
Ksta divisflo be ni leraveI pelo presidenle,
segundo as conveniencias do servigo.
Art 5. A direcloria lera o seu assento na
capital, o sera collocada em edilico que
i.flcrcga proporges p*ra ler uma sala pa
rasesses do couselho, aichivo da reparti-
efioe secretaiia do director, gabinete lo
pqgraphico c armazens paia guarda dos
muteriaese ulensis.
CAPITULO II.
FunccSo da direcloria em conselho.
Ait. 6. Compete direcloria em conse-
ibo:
1. Discutir approvar os planos, condi-
ges e orea >enlos para todas as obras e
trabalhos pblicos da provincia, ou s>'jam
de execugao nova, ou de reparag3o, ou de
intrcteninenlo e conservarlo.
2. Depois de approvadosos planos das
obras, prox-r o presidente da provincia
quaesas qUe devoni ser feitaspor adminis-
Iracffo, quaes as quo podem ser feitas por
arrematagao, preferndo este molo sempre
que fr possivel, e devendo propr as con-
diges e clausulas com que devem ser fei-
las.
$ 3. Exercer inspeccao geral sobre to-
do o servigo das obras publicas cm qual-
quer ponto da provincia, ouseja executado
por adminislragao, ou por airemutngao,
uu por empreza, vigiando e promoveml
o liel cumprimcnlo dos planos, condiges
t orgamenlos respectivos.
i, 4. I'"i' cunta circunstanciada ao pie-
sdeute da pruvinciu dos desvos, erros ou
al usos que descohrir na execuefio, repara-
cSo ou conscivgSo das obras, propondo
logo todas as providencias que julgar ne-
cessarias para regularidade e perfeigao dos
trabalho*.
$ 5. Prestar ao goveino todas as infor-
niages e eselarecimeulos que exigir sobre
qualquer objerlo relalivo a csse ramo de
servico publico.
;, 6. Declarar, depois dos exames e es-
tultos convenientes, quaes as obras novas
que devara ser propostas ao goyeruo pelo
director no rea torio que devo apresentar
dous mezes antes do da da abertura da
assembla provincial, como as mais uteis e
urentemente requeridas pelo melhora-
mento material la provincia; assim como
quaes d'entre as concluidas reclamem 1ra-
balhosde conservar,Qo permanente.
7. Organisar e propr os regulamen-
tos, qur geraos, quer especiaes, que fo-
rera necessarios para marcar as runccSes e
incumbencias dos empregados as obras
publicas, afim de regularisaro seu servico,
da maneira mais convenionte ao desempe-
nho de suasobrigaces, ao aproveitamento
dos trabalhos, e fiscalisacao dosdinhei-
ros pblicos.
8 Organisar a carta corograpliica da
provincia, fazendo determinar astronmi-
camente os lugares notaveis.
9. Organisar a eslalistca das commu-
nicac.es da provincia, fazendo mappusque
marquein o rumo e a dirccgSo das estra-
das, e tugaros onde seja indispensavel a
construegao de ponles, e indiquemo metho-
ramento do transportes por agoa, ou de
navegagao interior.
Esses mappas sern acompanhados de
plantas o descripces parcaes das obras
indicadas, o designarao o marcaran os
pontos mais proprios para estabolecimen-
tos de barreiras.
Art. 7. I'a/em parte da directora em
conselho, como membros deliberantes, o
director, os engenheiros ebefesde secgao
e os ajudantes que se acharem na capital.
Art 8. llavera sess3o da direcloria em
conselho ao menos um dia por semana,
e sempre que o director por si, ou por
ordem do presidente o determino.
O director o mais dous engenheiros
cheles, ou ajudantes, bastaran para for-
mar conselho.
Art. 9. Toda a correspondencia do pre-
sidente da provincia cora a directora ser
feita por intermedio do director; nao (i
"indo, porm, o presidente inhibido de se
dirigir a qualquer membro da reparticao
que se achar ausente da capital, cncarro-
gado de alguma commissao ou trabalbo.
Art. 10. Toia a coiiljuvxj.l) que a di-
rectora [> >s.a precisar de qualquer auto-
ridade da provincia, ser roqusitada
presidencia; assim como nenhum.i aulori-
lade farrequisigo a directora senHo pe-
lo mesmo intermedio.
CAPITULO III.
Do director.
Art. II, 0 director o cliefe da prmeira
sccc3o c de toda a reparligao das obras
publicas, e como tal competcra-llie asal-
jTbu(;0es seguintes :
k*. l'residir e regular as sessOes da
ilirect traordinarias que julgar nocessariaa, ou
em cumprimeiito das ordenS^-da ui-e<
lencia. J'
2. Expedir toda a correspondencia da
directora com o presidenle da provincia e
com os empregados ou pessas que do-
pondorem da reparticao, como arrematan-
tes, foruecedores, ic.
S 3. Proceder aos trabalhos graphcos e
o-linios preparatorios de qualquer obra,
por si, oupelo engenneiro da re-pectiva, ou
diversa seceso, seja para execugao da mes-
ma obra, seja para justificado da sua pro-
posta.
4. Inspeccionar, advertir, o dar inslruc-
Qcs peculiares a todos os empregados li-
xos ou temporarios da reparticao, o bem
aspira aos arrematantes e empreileiros, mi -
nislrau.lo aos emprogados modelos para os
pontos, ferias, follias e contas. Estes mo
lelos dever.lo ser impressos as suas partes
coustituintns.
5. Examinar pessoalmenle, o com a
maior frequencia quo lhe fr possivel, as
obras em andamento na prmeira seccao ;
mezes antes da abertura da assembla pro-
vincial, na forma do S 6 do art. 6, deve
ler acompanhado: prlmeiro, do proposta
Justificada sobre as obras novas, que a
uizo da directora em conselho mais uteis
e urgentes parecam segundo, do ornamen-
to dos fundos precisos para o annn vin-
douro, j com os servicos e nrcessidades
m iteriaes da reparticao, j com o prosc-
guimento das obras comegadas, pagamento
das arromalaces, ja finalmente com o pro-*
paro e execugao das aulorisailas, o das
propostas pela directora; terecro, il'uma
inforniai,'ao cii coiiislanciaila sobre cada Uin
dos empregados da repartidlo, sobre o
estado d ella, e providencias que reclamem,
qur da presidencia, qur da assombla pro-
vincial.
10. Regular o dirigir toda a escriptu-
racAo e economa da repartido, e bem as-
sim o arranjo do gabinete topographico,
de modo quo estojara em bom recado os
instrumentos, livros, memorias, plantas e
mais objectos alii depositados.
Art. 1-2. O director, quando impedido
ou ausente em commissao fura da capital
por mais le quinze das, ser substituido
pelo engenbeiro quo fr designado pelo
presidente da provincia.
CAPITULO IV.
u fazer om cada soiueslro, ou pelo menos
em cada anuo, em pocas indeterminadas,
uma revislade inspeccao a todas as oulras
secces, para o lim de reconheoer o estado
e regularidade das construccOes, e a boa or-
dem fiscal c economa do servgo.
*j (i. Propr ai presidente ta provincia a
unuieacao, remogo e gralificacao dos ad-
ministradores, inspectores, desenhistas c
apuntadores, quando seja uecessario, e con-
lirmur a nomeai;So, demissSo e vencimento
dos mestres, fetores, guardas do conserva-
cao c cousorvadorei, quando sejam nomoa-
dos pelos engenheiros cheles das oulras
secges, e nomear c deiuitlir os da prmeira
secgilo.
;. 7. Providenciar a prompta salisfagao
dos pedidos e requisiges justilcadas dos
engenheiros, administradores, ou inspecto-
res.
8. Exigir de todos os empregados rela-
tnos meusaes e aunuaes : primeiro con-
tando a dcsciipgao exacta da quanlidade e
qualidade do trabalho executado no mez,
ou auno ; segundo a conla documentada da
liopeza i'eila unanlo o referido lempo;
tereciro as observages que parecerom con-
veuientes sobre qualquer ramo do servigo
relatado.
y. Aprcsentar ao presidente da pro-
vincia trimestralmente um relatorio recu-
pilatvo sobro o servigo geral, tanto|no es' u-
do e preparatorios graphicos das obras
anula nao aulorisadas, ou principiadas,
como na adminislragao ou inspeegao das
coinegadas, o na conservngao das corrrlu-
das, ajuntundo o balango parcial c geru',
da despeza feita, e flereceiido cm ultimo
lugares observages que julgar do ulilida-
de subjeitar ao conhecimento e deliberagao
do govemo, no interesseo nielhorament
do servigo.
O relatorio que tem do apresentar dous
Dos engenheiros.
Art. 13. Aos engenheiros, como mem-
bros da directora, ou sejam cheles de
sccco, ou ajudantes, competer as attr-
buiges e devores seguintes :
% 1. Discutir c deliberar as scsses da
directora em conselho, sempre quo se
acliem na capital.
S 2. Proceder a todos os trabalhos gra-
phicos e scientficos que Ibes frem de-
terminados, ou para reconjiecimelo ejus-,
tificagilo d'alguma obra nova que deva ser
proposla, ou para preparo das quo j
se acbcm ^competentemente aulorisadas.
3. Dirigir (iscalisar as obras que Ibjn
frem commctlidas na conformidade 1*-
respeclvos plase instrucgOes; inspeccio
nar as arrematadas ou empreiladas, vigan-
do que sejam exactamente cumpridas as
CondigOes estipuladas; e exercer as Tunc-
ges de conservador das obras concluidas,
sempre que fr possivel.
4. Nomear o demittr os mestres das
obras, feilores, a guardas do conservagilo,
com approvagflo do director.
^ 5. Autonsar com a sua rubrica todos
os dociiinentos de despe/a relativa s obras
ou trabalhos a seu cargo, de execugao ou
conservagao, a saber : follias, ferias, recibos
e contas dos fornecedoies.
[', 6. Organisar o apresentar ao director,
no principio de cada me/, e auno finaneciro,
um relatorio circumslanciadu dos trabalhos
executados em cada uma das obras deque
".er sido enc.ur -gado durante o mez ou
*no prximo lindo, com a conla das des-
bezas.
7. Prestar ao director, etambem, sen-
do ajudante, ao engenbeiro chefe da sec-
gao, todas as inforuiiges o esclarecinenlos
>|uo Ibes frem exigidos acerca das obras
de que sejam execulorcs, inspectores, ou
conservadores.
8. Roquistarao director, ou chefe de
seecao, tuiloquanto seja mistor a bem do
servigo, perfcigilo das obras o economa da
fazonda provincial.
Art. 14. Toda a communicagao dos enge-
nbeiros ajudantes com o director ser feita
por intermedio do engenbeiro chefe da res
pectiva secgao, sb cuja inmediata inspec-
cao se devoran considerar, o porquero em
regia liles serao liansmittdas as ordens c
nstruegoes do director; sendo permiltido,
coniludo, a este, quando ojulgue conveni-
ente, dingii-so inmediatamente a qualquer
ongenhelro ajudante, e autors>-lo a re-
pouder-lb tambein direclamento.
CAPITULO V.
Do secretario.
TITULO II.
CAPITULO I.
Trabalhos preparatorios.
Art. 18. Autorisada pelo presidente da
provincia qualquer obra de execugao ou re-
paragao, o director, procedendo por s, ou
por algom dos engenheiros, a todos os exa-
mes e cstudos graphicos, sendo uecessario,
far organisar o plano e orgamonto, quando
O nao fosseni antes da aulnri.sacao da mes-
ma obra, e em todo caso formular as con-
diges c instrueces que deverfio guardar-
se no seu deseiiipenho por adminislragao.
arremalago, ou empreza ; e, logo, quo se
ache concluido este primeiro trabalho, o
subjeitar dJSOUSSBO o approvagao da di-
rectora em conselho, que o poder corrigir
ou resolver a verificagao de alguma das suas
partos.
Approvado que seja csso mesmo trabalho
pola directora em conselho, emitlr ella a
sua opiniao sobre a conveniencia de ser fei-
ta a obra por adminislragao, arro.matugau
ou empreza, e ser entilo apresenlado ao
presidene ida provincia, para sua delinitiva
deliberagSo.
Art. 19. Os planos e orgamenlos ser.lo
lodos redigdos sb a mesma forma, quan-
lo o permittra difTerenga das obras; de-
vendo conter, como principaes, as divisos
seguintes :
S I- Dcscripgao circumstanciada da na-
lureza e qualidade da obra em todas as suas
partes, com declaragSo do modo de sua
execugao.
2. Medida exacta das dilTercntes partes
das obras.
} 3. As condiges e clausulas especiaos
para o caso de ser a obra emprebendida por
arrematagao, ou empreza.
* i. Valor provavcl de capacidade, ou
voluino de cada uma destas mesmas partes,
e o prego das pertengas accessorias, como
nos edificios a ferragem, a pintura, &c.
5. Ilecapilulagao geral que demonstre
o orgameuto completo de toda a obra.
Art. 20. Preparada assim o obra com pla-
no, orgameuto, instruges explicativas, e
conilices delinitivumente ap, rovadas pela
presidencia, sera por esta autorisada a sua
e xecugflo por dministracflo, arrematagao,
ou empreza, como mais conveniente fr.
CAPITULO II.
fas arrematacSes.
Art. SI. As arremalages das obras pu-
blicas conlimiarfio a ser feitas parante a
thesouraria provincial, remetiendo o pre-
sidente da provincia ao inspector, logo que
tenba resolvido que qualquer obra so faga
por arrematagao, os planos, orgamenlos.
clausulas econdigos d'ella, para que se
baja de cllectuir om sessao publica, na
forma pralcada,
Art. 22. Vinte das, pelo menos, antes de
qualquer arrematagao de obra avallada em
mais de dous coulos de ris, ouoitodias
quando seja de menor valor, serao os com-
petentes editaes publicados pelos joruaes
mais lulos, eallixados na porta da casa da
thesouraria, c lugares jnais ostensivos das
ci la les, villas, ou povoages, que a obra
seja mais pertenceute.
ai-.-''
D'esse termo se exlrahro mais duas
copias, uma para ser remettida ao presi-
dente da provincia, e oulra ao director
das obras pblicas.
CAPITULO III.
Das obrigncSes do arrematante.
Art. 30. O arrematante ser obrigado
a principiar os trabalhos no prazo deter-
minado as condiges do contracto, a
contar do dia em que lhe fr entregue o
termo respectivo, sb pena de nullidado
erescisOo d'elle. e de uma multa igual i
vigsima parlo do seu valor, cm favor da
consignago das (dirs publicas.
Art, 31, A eonclusao da obra dever tam-
bero vcriliear-se na pefa determinada OO
contiMcto, sb pena de uma multa igual
deci:na parte do valor da arremilagao,
com a mesma applicagao.
Neslc caso a obra ser concluida ou por
adminislragao ,i cusa do arrematante, le-
vndole cm cunta o que a fazonda pro-
vincial lhe terla anda do pagar, ou por
nova arrcmaUran, sendo responsavel o
arremata ole primitivo por todo o excosso
que bou ver no prego deste segundo con-
tracto.
Art. 32 As multas de que tratam os
arligos antecedentes, serao cobradas exe-
cutivamenle, sondo por ellas responsaveis
os arrematantes o liadores solidariamente.
Art. 33. O arrematante s poder oter
prorogagao de pra'o para comego ou eon-
clusao da obra, provamlo a superveniencia
de circumstancias extraordinarias e impre-
vistas, c nunca mais que o dohro dos
lempos prmiliv*mente estabelecidos nu
contracto. A's prorogagOcs applicavel
ludo quauto dispem os arligos prere--
denles.
Art. 34. Concluida a obra, o arrema-
tante dever logo parlicipa-lo ao imgenhei-
ro chefe da secgao respectiva, para o rece-
biments provisorio, de que so lavrar ter-
mo, seesse recebimento se verificar! caso
cm que o arrematante licara, durante o pra-
zo il'um anuo da data desse termo, res-
ponsavel pela conservagao e perfoito es-
tado da obra, sb pena dse lhe applicar
B disposigao do arl. 31.
Findo este lempo do responsabilidade, e
reconhecido 0 bom estado da obra, o en-
genbeiro chefe da secodo, em que ella fr
executada, mandar lavrar termo definitivo
de recebimento, precodendo a approvagao
do presidente, obtida por interiuedio do
director.
Art. 35. O arrematante obrigado a se-
guir exactamente na etecugfio da obra o
ulano e condiges approvadas, e deve tam-
ben! observar as instrucgOos do engenbei-
ro chefe da secgao respectiva, ou do engo-
nheiro incumbido da inspeegao da obra;
Dcando subjoito a detnolireeorrlgir o quo
fr reconhecido defeiluoso pelos ditos om-
Srogados, que devero dar paia isso ordem
por escriplo, sb a responsabilidade du-
Clarada na m sma ordem.
O arrematante dar aos ditos emprega-
dos todas as nformages e esclarecimcntos
que exigircm.
Art. 36. O arrematante dever avisar a
i'ngenlic r.) quando tivi;r promptos os mi -
Os editaes devorao declarar o valor or-1 teriaes destinados obra arrematada, para
Art. 15. Ao secrejario compete :
1. Auxiliar o expediento o correspon-
dencia do director.
2. Lavrar as actas das sessOesda direc-
loria em conselho.
3. Registrar cm livros proprios as cor-
respondencias, actas, e todas as ordens do
governo direcloria.
4. Archivar, por ordem chronologica e
conveniente classillcagao, todos os olficios
ehderegados ao director por todos os empre-
gados ou pessas dependentes da reparti-
gao.
5. Ajudar os trabalhos internos para
que esteja habilitado.
CAPITULO VI.
Do porteiro e continuo.
Art. 16. O porteiro ter as obrigages se-
guidles :
Ji 1. Abrir e fechar a casa da rcpartigo,
s horas competentes.
^2. Cuidar do arranjo e asseio da casa,
si-us movis e utensis, sendo responsavel
por todos os objectos ah existentes, dos
quaes dever ter uin inventario, assiguudo
pelo director.
Ser coadjuvado neste trabalho pelo con-
tinuo, e ambos poderaoscr incumbidos dos
registos da repartigao, separa isso tivercm
aptidao.
CAPITULO Vil.
Do guarda dos armazens.
Art. 17. Ao guarda dos armazens compete
1. Conservar e guardar todos os objec-
tos existentes nos armazens, dos quaes de-
vera ter um inventario assignado pelo di-
rector.
j 2. Auxiliar a substituir ao porleiro o
continuo, quando seja preciso.
gado da obra, e suas principaes condiges,
o lugar, dia e hora em queso lera deell'ec-
tuar a arrematagao.
E, quando bouverem do ser publicados
nos lugares do interior, se ter em alten-
gao, no lixar da poca para a abertura da
arreinat igao, o lempo addicional preciso
para as viagens, na rasao das distancias.
Art. 23. No espago que decorrer da pu-
bhcaean dos editaes ao dia marcado para
proceder-so a arrematagao, os orgamenlos,
planos c condiges anteriormente approva-
dos, serao patentes a todos que os quizerem
examinar na thesouraria.
Art. 24. As possoas que prctonderom
arrematar qualquer obra publica (lvenlo,
com precedencia da hora o do dia da ar-
rematagao, sendo possivel. habilitar-se pe-
cante o inspector, apresentando seus liado
res, e os meios de execugao que teem para
poderem salisfazer as condiges da urre-
maiacfii.
Art. 25. Ouvido o procurador-fiscal, o
inspector considerara habilitados aquellcs
prctendentes que forera c ipazes, e apresen-
Urem liadores dneos.
Art. 26. A lianga doea dever ser pelo
menos igual ao valor total da obra e mais
inetade ; e, na falla de fiadores, os preten
denles poderao constituir a fianga em hens
de raz, em fundos pblicos, ou em depo-
sito de modi.
Art. 27. No dia e hora precedentemente
marrado para ari e nat .gao, os langos das
pessas, competentemente habilitadas, se-
rfip recebidos pelo porteiro na forma CM*
turnada, sendo esses langos por abatimeuto
do valor, orgado em fraeges centesimaes,
sto um, dous ou mais por cento.
Art. 28. Quando niioapparega arrematan-
te idneo, ou o abale otterecido nao pareg.
suflieicnle, a arreinutago podera sor adia-
da para oulra setsfio, publicaudo-sc o ade-
mento pelos joruaes.
Art. 29. Sendo acceito algum lauco, c a
arrematagao definitivamente approvada pele
presidenle da provincia, o inspector fara
lavrar o termo de contracto na forma usa
da, inse indo-se todas as condiges esti-
puladas e approvadas, com declaragao ex-
pressa de se liaver entregue ao arrema-
tante copia authcnlica do plano e orgamen-
to da obra, e a do termo da arrematagao,
eujo original ser rubricado palo presiden-
te da provincia, e assignado pelo inspec-
tor, procurador-riscal, arrematantes, liado-
res, c duas testeinunhas.
que sejam at 0 oilavo dia depois do aviso
convenientemente examinados, approvados
ou condol)nados ; c, ueste ultimo caso, sa-
rao ellas transportados para lugar distante
da obra.
Art. 37. Serao feitas por cunta do arre-
matante as despezas com o servigo e ob-
jectos necessarios para o tragamento o
nciicio das obras, como curdas, bandei-
rolas, estacas, &c, o com a verilicagao do
qualquer de suas parles, por ordem da pre-
sidencia o do chefe da secgao.
Quando, porm, a verilicagao de algum
deleito presumido importe em demoligao,
ese roconhega nao existencia do defoilo,
ser o arrematante indemnisado do excesso
do trabalho, segundo o^prego do orgameu-
to.
Art. 38. I.111 geral os pagamentos dos pro-
gosda arrematagao, salvo a estipulagao em
contrario, serao feitos em quatro prestages
regulares; a primeira dos tres decimos
do valor total, quando estiver concluido o
terco il 1 obra ; a segunda igual a prmei-
ra, estando acabados dous tercos a terce-
ra tambora igual, depisde lavrado o termo
do recebimento provisorio; a quarta filial-
mente dura dcimo, depois do recebimento
definitivo.
Art. 39. Os arrematantes nao poderao,
sb pretexto de qualquer orro, ou augmen-
to de prego nos materiaes, exgir modili-
cagflo alguma no prego das obras; podendo,
porm, ser attendivel a sua reclamago,
quando fundada em erro do medigao.
CAPITULO IV.
Empreza.
Art 40. As bases ou condiges de qual-
quer empreza sobre execugao, reparago
ou conservagao e inlretenmcnlo do obra
publica serao formuladas pelo director, dis-
cutidas e approvadas em conselho, e subjei-
tas conlirmacao do presidente da provin-
cia, que fara asalteragcsc correeges que
julgar convenientes.
Art. 41 Confirmadas pela presidencia
estas condiges, so proceder ao lavramcn-
to do termo de contracto, e exlracgao das
copias competentes, na forma do artigo 29.
Arl. 42. Os emproileiros d'obras serao
subjeitos a prestar fianga idnea, ea todas
as obrigages do arrematante declaradas 110
capitulo antecedente.
CAPITULO V.
Administrando.
Arl. 43. A execugao das obras por admi-
MUTILADO


\0.\
nistraefio, sera dcsempenhada na confor-
midado dos (danos o ornamentos polos
engenheiros chefcs deseclo, ou sjudan-
tcs, ou administradores sol) a inspoccao,
c i nst ruceos dos engerhciros, segundo
o disposto no capitulo IV do titulo I.
Art. 44. As pequeas obras, ou reparos,
podcrSo sor ejecutadas sein dependencia
de ornamento, por aulorisaefio do presi-
dente da provincia, una vez que oseu valor
presumivel Mo excoda do quatrocentos
mil ris, e por determinaefio do engenheiro
chefo da secefo, sendo o valor presumido
at cem mil rls. Nesto caso, o engenhei-
ro Tara immediata participacSo ao presiden-
te da provincia, para ttpprova;ao da deli-
Imtjcjo c despeza.
J1TULO III.
Conservaoao e inlretenimenlo das
obras concluidas
CAPITULO I.
Art. 45. Os trabalhos de conservarlo,
qur temporarios eeventuaes, como peque-
nos reparos de edificios c limper.as do ros,
qur permanentes, como das estradas e ca-
usea, serfio incumbidos aos cheles das sec-
ces respectivas; uestes, porm, serio coad-
juvados upr conservadores.
Art. 46. As estradas em que o presiden-
te da provincia decidir quo se l'acam tra-
balhos de execuco permanente, serSo di-
vididas em districtos maisou menos exten-
sos, cada mu cncarregado a um guarda de
conservadlo, que vigiara c trabalhar na sua
boa conservadlo.
Um certo numero estes districtos forma-
r lima esquadra, cuja vigilancia especial
ser confiada um conservador, quo viga-
la sobre o trabalho c conducta dos conser-
vadores da sua esquadra.
Art. 47.1'ara ser nomeado guarda de con-
servadlo, he necessario : primeiro, ser li-
vre ; segundo, ter mais de dezoilo anuos, c
menos de cincoenta ; terceiro, no padecer
enfermidades que iinpccam um trabalho
diario o assiduo ; quarto, ter j trabalhado
na exntelo do estradas, ou ser pralico
em trabalhos dcsla nalureza ; c quinto, ter
bons coslumes, eser buril morigerado.
Serio preferidos os concurrentes que, re-
unindo as qualidades cima, soubcrem lr
e escrever.
Para conservadores scrilo cscolhidos com
preferencia os guardas de conservadlo, que,
sabendo ler o escrever, frem mais nter-
ligenles, zelosos o exactos no cumprimen-
to de seus deveres.
Art. 48. Os conservadores e guardas de
conservadlo scrilo nonicaJos e demittidos
na forma do artigo 3 deste regulamento.
Art. 49.0sguardas ilc conservadlo resi-
diro nos 'seus districtos oucni lugar pr-
ximo, o serio cncarregados, cada um na
cxtensfio delle, de miuilcr a estrada cons-
tantemente no estado normal, e de resla-
belcc-la ncsle estado quando alguma rui-
na sofTra, fa7.endo que ella se conserve sem-
pro secca, limpa, igual c firme ; para o que
deverilo observar os precctos que para re-
gular o seu trabalho, segundo a materia da
estrada, qualidado e numero das poniese
pdTitilhes, arcos, e outras obras nella
existentes, c necessidades do servico, Ibes
lrctn prest-ripios pelo engenheiro chefo da
secefle, oqualdever submelter approva-
clo da directora toilas as regras que bou -
ver de prescrever.
Art. 50. Os conservadores deverilo : pri-
meiro, acomprnihar o engenheiro Chefe da
scelo quando tiver de examinar o ser-
vico das estradas na exlensilo da sua es-
quadra ; segundo, vigiar a observancia que
os guardas do conservadlo da sua esqua-
dra dao as ordens que lecebeni do enge-
nheiro chele da sucefie, para o que scrilo
scicntifieados dcstas ordens; terceiro, cor-
rer cada dia a exlensiioda su esquadra em
horas iljfl'erriiles para verificaren! a assi-
dudade dos guardas de conservado, se
cumprem exactamente os seus deveres, e
se o trabalho he fcilo com a regularidade
que convm, emendando o fazendo emen-
daros defeitos que ciicontrarem; quarlo,
dar conta aos engenheiros cheles de seclo
do trabalho executado em sua estrada, e
do bom ou mo comportamento dos guar-
das que Ihe sao subordinados ; quinlo, nns
occasies em que sobrever em alguin dos
disliicios da sua esquadra algum estrago
extraordinario, chamaren) os guardas de
cotiscrvacfio de todos os districtos que Ihe
sao subordinados, para acudirein com mais.
promptidao ao accidente, dando parle in-
mediatamente ao engenheiro, para que esle
providencie a respeito.
Art. 51. Cada guarda de conservaefio le-
ra uma bandeirola, feita d'um pao de nove
palmos de comprido, dividido em palmos,
armado de ferro na pona e cni cima'uma
plecadefolbi de ferro, leudo escripto dus
dous lados o numero do disti icio.
Esta bandeirola dever ser lineada na es-
trada, a menos do cincoenta bracas do pon-
to onde trabalhar o guarda de conserva-
do.
Art. 53. Os guardas de conservaefio per-
manecerilo as estradas, lodos os das uteis
o santos dispensados, desde o nascer
do sol ale se por, sem' exceptuar as horas
destinadas pelo respectivo engenheiro para
comerem.
As chuvas e intemperies atmosphericas
nao o isentarfio desla obrigaco, antes se-
rio mais assiduos e pontuaes nessas pocas.
Ser-lhcs-ha, todava, permiltidoarniarem
especies de guantas, ou pequeas barracas
sobro os lados da estrada, nos lugares que
pelos engenheiros frem indicados, de
modo que 1180 embaracen) o transito, nem
olTcndaui as propriedades particulares, para
se abrigaren! dos grandes agoaceiros de
invern, e tomarem suas relcicOes.
Art. .')3, Aleiii da bandeirola em que falla
o artigo 51 deste regulamento, a cada
guarda de conservaco se foriieccr a cus-
ta do goveruo as ferramenlas o utensis se-
guidles :
Um carrinho.
Urna p de ferro.
Urna p de inadeira.
Urna cnxada.
Um raspador de ferro.
Um dito de madeira.
Um ralo de ferro.
Um broquede ferro.
Urna rnassa de dito.
Um cordel de dez bracas, com suas com-
petentes estacas.
Os conservadores receberfio una regoa
de cinco palmos dividida.
Essas le runenlas c utensis deverilo ser
conservados em bom estado, o substitui-
dos por oUlros novos rusta dos guardas
do conservaefio, e qos conservadores, quan-
do n a o possam mais servir.
No caso de faltarem os guardas de con-
servarlo, e os conservadores s suas obri-
gaeoes, o cngnhoiro, ou seus agentes,
tomanlo as providencias convenientes pa-
ra seren fcilos os concert*, ou substitui-
rles necessarias, o o reembolso dessas des-
ppzas far-se-bn por dcsconlos mensaes,
que nao pdenlo exceder sexta parto do
venci ment.
Art. 54. Os conservadores e guardas de
conservaefio terfio o vencimenlo, ou orde-
nado quo l'i'u' marcado pelo presidenta da
provincia, ouvida a directora.
Art. 55. Todo o guarda do conservado
que n3o se adiar no seu posto, na es-
trada, poder ser punido com a retolo
do tres dias do vcncimetito primeira
vez, do seis dias segunda, e com a de-
missfio terceira.
Os que, apezar de nao lercii'. estado au-
sentes, nao tiverem bastante trabalhado no
mez, ou nao tiverem prestado bastantes
cuidados ao seu servico, serfio demittidos
ou punidos com una retengo determina-
da pelo engenheiro da estrada.
TITULO IV.
Despeza e contabilidide.
CAPITULO I.
Constgnacdo dos fundos.
Art. 56. Os fundos votados pela assem-
bla legislativa provincial para obras publi-
ca sorao distribuidos pelo presidente da
provincia pelas diferentes obras e traba-
Ihos pblicos, conforme as precisnes do
servido, precedendn informacilo da direc-
tora, que a a presen tara at o dia quinze de
maio de cada auno.
Art. 57. A distribuidlo feita pelo presi-
dente sor communicada thesouraria pro-
vincial o direcloria no principio dome/,
de junho, para seren rometlidasaos diver-
sos engenheiros copias da parte que tocar
aos serviros de que so acharem enranc-
iados.
Art. 58. A despeza, que se houver do fa-
zer com cada obra, no poder exceder
respectiva consignaofio animal, senilo por
autni sacio especial do presidente da pro-
vincia, sb proposta, ou inforinacfio justifi-
cada da directora.
CAPITULO II.
Das cotilas.
Art. 59. As emitas relativas a obras e tra-
balhos pblicos serio organisadas por mez
e por auno: as mensaes dentro dos oito
primeiros dias do mez subsequeute; as
annuacs dentro do primeiro mez do anno
segunte ao que as emitas pertencerem.
Art. CO. Todos os engenheiros, adminis-
tradores, inspectores e encarresados de
obras, sao restrictamente obrigados a
apromptar e expedir ao chefe da primeira
sccco, presidente da directora, as referi-
das contas, asquaes doverfio conter :
t t. Quanto s obras administradas, as
ferias dos operarios, e recibos dos furnece-
dores, com a rubrica do engenheiro ou
administrador, sendo as ferias assignadas
por todos os trabalhadores, e pelo mostr,
ou feitor, por parto dos que rio soubc-
rem escrever.
t 2. Quanto s obras arrematadas ou em-
preitadas, urna nota sumaria dos traba-
lhos fetos no periodo que as coritas se
referiren!, em orden) a reconhecer-se, nao
s o andamento regular da obra, como se
se acha no caso de dar direito ao arrema-
tante ou empreileiro ao pagamento d'al-
gu mas das prestarles.
3. r,in mo aos trabalhos de conserva-
efio, a fullia dos guardas e conservadores,
e os ilumnenlos mencionados no t," dcS-
tc artigo, quando algum concert de con-
servadlo se tenha executado.
Art. 61. As cotilas annuaes comprchen-
denlo o resumo de luda a despeza feita no
anuo com as obras administradas ou con-
servadas ; c, relativamente s arrematadas
e cmpreiladas, urna nota circunstanciada
los tmbalbos concluidos : estas contas
apresenlarflO tambem a relacfio de todos
os certificados dados desde o principio do
anuo linanceiro at o fim para as obras
que as mesmas contas pertencerem.
Ait. 62. O director formara as contas dus
despezas com o pessoal, expediente e servi-
do interno da reparlico.
Art. 63, O mesmo director, vista das
notas que lera tomado de todas as contas
que Ihe frcn apresenladas, organisara
lamben), mo s a que tem de acompanhar
o seu relatorio trimestral ao presidente,
como a recapitulativa, e summaria no fim
do anno, a qual devera demonstrar :
1. O bataneo de cada obra comparando
a despeza effecliva com os certificados que
Ihe fram dados este anno, e com o valor
oreado.
2." Um resumo ge ral da reccita e des-
peza com todo o servieo das obras publi-
cas duranlo o incsmo anno.
Art. 64. Os engenheiros deverilo ler em
seus registros, para cada obra seu cargo,
urna iclaclo dos certificados que Ibes di-
rru passados pelo director, com recapi-
tulado meusal dos meamos.
CAPITULO III.
Dos pagamentos e disposicOes acerca da
repartiedo das obras publicas.
Art. 65. Todos os pagamentos de despo-
za com obras e Irabalhos pblicos da pro-
vincia sero feitos directamente pela the-
souraria provincial a aquellos que tiverem
executado o servico, ou a seus procurado-
res, qur sejam empregados da repartidlo,
qufrrematantcs, ou ompreiteiros, ven-
dedores de predios, ou terrenos, ou forno
cedores de objectos o materiaes em som-
ina e valor considpraves, que dem lugar
a um contracto regular.
Art. 66. Os pagamentos, porm, dos opc
rarios, odeforuerimento de pequea im-
portancia, pdenlo ser foilos por agentes
pagadores, Horneados pelo presidente da
provincia d'cntre os cidadfios mais idneos
da localidado onde a obra se execute, sb
proposla do director.
Art. 67. A estes agentes pagadores se-
rio adiantados pela thesouraria provincial
os fundos que frem nocess nos para a
despeza provavel que tiverem a fazer du-
ranlo um mez, o tres ao mais; devendo
ellos a presentar as suas contas nos prazos, e
segundo as regras declaradas no capitulo
anterior.
Art! 68. Os ttulos de pagamentos rifio
serlo recobidos na thesouraria provincial
sern que venhara acompanhados d'um cer-
tificado de abonarlo, passado pelo di-
rector.
rt. 69. Esto certificado ser dado pelo
director quando, examinando escrupulosa-
mente os ttulos e contas, os adiar confor-
mes e regulares, vista de documentos jus-
tos em quo se fundamcnlem, dovendo estes
ser tambem rubricados pelo mesmo direc-
tor, se como titos os reconhcccr.
Art. 70. Os documentos justificativos so:
1. Folha do ordenados e vencimentos,
com a designacilo da le ou ordem que os
autorisou, c com a rubrica do engenhei-
ro ou administrador.
2. As ferias dos operarios, assignadas
por elles ou pelos mestres, ou feitores,
e os recibos dos fornecedores, rubricados,
tanto aquellas como estes, pelo engenheiro
ou administrador.
3. Os tormos das arrematadles e con-
tractos d'obras e fornecmentos.
Art. 71. O mesmo certificado do director
ser necessario: primeiro, para o paga-
monto das prestaces vencidas pelos arre-
matantes ou empreiteiros de qualquer obra,
em que se declare terom ellos bem ciini-
prido as condices do contracto, e estarem
no caso de ser pagos: segundo, para que
as contas dos agentes pagadores sejam ad-
mitidlas, processadas e julgadas por cr-
lenles no thesouro publico provincial, c
para que se Ibes ministrem novos fundos.
Art. 72. Os engenheiros ou administra-
dores serfio creditados, sem dependencia
le ttulos, por despezas muidas e eveu-
luaes al dez mil ris ern cada conta mensal.
Art. 73. I'iea exlincU a repartidlo das
obras publicas, organisada pelo regulamen-
to do de se le i libro de 1846.
Art. 74. Todos os empregados da dita ro-
particao, a.excepc3o dos engenheiros e em-
pregados do escripia relo, ora existentes,
e do porleiro e continuo, ficam disponsa-
dos do servico.
Art. 75 Os ditos empregados de escrptu-
rac,au licam acdulos a thesouraria, e con-
tinuarlo a vencer seus ordenados, sendo
empregados na coadjuvaclo dos Irabalhos
accrescidos dita repartiefio; devendo o
inspector,' passados tres mezes, informar
sobro a idonuidade e presumo para serem
conservados os que frem habis e idneos,
e despedidos os que o n3o frem.
Art. 76. 'lodosos lvros, papis ccoplas
serao entregues pela adminislracao da re
parti^ao das obras publicas ao inspector da
llicsouraria provincial, fazendo relacao e
inventario de quanto houver entregue.
Art. 77. Os mappas, orcamentos, planos
e instrumentos, utensis, movis, e o mate-
rial existente nos armazeus serlo entre-
gues ao director d.is obras publicas, chefe
da primeira scelo, com o inventario res-
pectivo, o le lo o destino que devorem ter
conforme as disposic,es do presente re-
gulamento.
Palacio do governo de Pernambuco, 7 de
maio de 1850.
IIO.NOHIO IERUETO ClIl.NEIltO I.EAO
Je do Recite o Sr. nlferc Jos Scipiao Castro Qaetroz de Macedoqueem vi ri-
le do imperial aVlto de 5 de fevereiro ultimo,
veio servir nos corpos dest guarnlco, ordena
o Sr. marechal de campo ntonio Correa Sei-
r. commandaote das armas, que o inesino Sr.
.ilferes siga para a villa do Ronitooiide se acha
o primeiro li.nallia > decacadores, aiini de fa-
ixr o servido como addido a este batalhan.
Manuel Kudriiju-t llurroi lomeen de rito,
Capillo ijudatilc de ordens.
Um, em1\ de abril d< 1850.
. ORDEM DO DIA N. 26.
Tendo o marechal de campo graduado com-
mandaote das armas desta provincia notado,
que abusivamente sao admlttidos e despedidos
das bandas de msica dos corpos, os msicos
de contracto, sem precedenola de autorisacao
do quarlel-general que deve ter conbecimento
ilos contractos celebrados neslc sentido, aliui
de por si veriflear, se sao elles pela nalureu de
suas clausulas contrarios s conveniencias do
servico e pureza da disciplina militar, e mais
anda, que em alguna corpos, sSo consideradas
aggregadas nu addldas diversas pracas nica-
mente pela forca de vontade dos respectivos
o niimaiid.imes, desligando-ai pela mesina ras-
neira! Querendo o general, romo he de seu
de ver, por um limite a taes dcsrrgrainentos que
multo de perto afi'ectain a marcha legal e uni-
forme do servifo dos corpos do exercito, ac-
tualmente empregados ucsta provincia, deter-
mina :
l. Que nenhum individuo ser coolratado
para servir iu banda de miislca, e como tal per-'
lenoer ao estado ell'ectivo dos corpos, sein que
as condices do contracto sej.im previamente
apresentadas ao inesiuo general, is qu es se-
rao approvadas ou rrjeitadas,.mediante a nalu-
reza das mesillas, sendo no caso altirmativo es-
pedida a conveniente ordem para se ave i liar o
seu asseiitameiito no quaderuo auxiliar, ou II-
vro meslre, como lie expresso na imperial por-
tarla de 15 de fevereiro de 1823 e decreto de 6
de dezembro de 1831.
2.* Que nenhuma praca ser considerada ag-
regada ou addida nos corpos, assim como
desligada, sem que para tantos* transmita or-
dem do general coimnandanle das armas ; por-
quanto taes alteraccs exercem directa lulluen-
uia sobre os vencimentos a que essas pracas
teem direito.
Hiialuientc declara o mesmo marechal de
campo graduado, que o oflieial que coiniuauJar
i corpo no Impedimento do couimaodanle ef-
fectivo, assim como he da sua inherencia o ple-
no ixercici. destas funcfes, Ihe est encade a-
do a responder a respousabilidade directa que
o generala tara positiva, sobre a ponlual e res-
tricta execucao de suis ordens, coiicernenles
ao servico e deseinpeuho dos deverrs que esto
prescriptos.
Antonio Correa Seru.
Cniiniaiitlo das armas.
Quarlel general na villa de Agoa-Prela, 13 de
abril de 1850.
ORDEM DO DIA N. 24.
D'ordem do Sr. marechal do campo gra-
duado Antonio Correa Sera, publica-se pa-
ra os fias convenientes o mappa no reverso
desta ordem transcripta, comprehendeodo
is pravas dos diirerenls corpus, que no dia
I." do crrente se acavam em curativo nos
hospitaes regimenlaes, estatuidos tus vi"
las de Bonito, e de Agoa-Preta, e das que
era empregadas nos meamos hospitaes
Manuel Rodrigues llanos Fonceca de Brito,
capillo aj (lano de ordens.
EXTERIOR.
orno damoraliJale o hbitos de vida do
tomador. Este nicthbro deve fazer seu re-
latorio, elle dar latnbem sua opiniSo quan-
to aos termos, segn lo os quses o em >res-
t. ino dever ser le lo do sortea fazoro p-
gsmento possivel e al ficil.' Tomadas es-
tas medidas preliminares, o tomador appa-
recer dianle do consclho acompanhado de
sut mtilher e lilhos, ou de seu pa e m3i,
a fim de dar a sea onpeiho aquellas tes-
lestemunhas que mais profunda impressfio
podem fazer em seu coracSo. 0 emponho
ja honra do toda a sua familia assim feito
augmenta e eleva o patrimonio dos pobres.
Dous registros serSo abertoa diante do to-
mador; um ho o livromtstreda estima pu-
blica de seu municipio, no qual serao es-
coplos os notnes de todos aquolles que
cumprem seus empenhos; e no outro figu-
rarfio os nomes daquelles devedorea de
m f que nfio tiverem pago suas dividas.
a Mo haver oulra sauccSo ; eata ser
su (lie lente. A experiencia adquirida nos
oulros paizes confirma isto. Em a nossa
l''ranca que tem augmentado por sua boa f
tanto quanto por leu genio, urna tal garan-
ta be seguramente a mais ellicaz que pode
ser recebida.
V. s., Sr. prefeilo, creio que.compre-
hender bem os efleilos uteis, fructferos e
moralisadores que pdem resultar da fun-
dacfio o desenvolvttnento do banco de em-
prestmos de honra. A benevolencia sem-
pre lio fructfera em o nosso paiz, s requer
ser piolegita affim de-eslabelecor instrnecf a
uteis e exercer urna proteccao eaelarecida
o vigilaute. lie smente por urna aclivida-
de incessante no bem, que triutnpliaremos
do mal. Se as revolucea causam freqiien-
meiite gran Jes soffrimentos, impOetn gran-
des deveres. uanlo mais perseverante he
erro, tanto mais activa deve sera verdade.
A's teoras perveisas que s causaran) a mi-
seria e a degradarlo nao devenios cessar de
oppr as virtudes nobres e eternas que ensi-
natn ao humem o amor do trabalho c a reli-
giSo da (Tubidade.
lie osla, Sr. prefeito, urna misslo in-
teira mente particular que confio a V. S.,
ostou persuadido que us limites dentro do
seu poder nSo deixara de coopeiar par urna
e i,pieza de cuja realisacfio ae eapeiam lio
lelizes resultados.
mm m pih\iiiiii:i
Sb a administrando do primeiro butalhdo de
ca-adores. hospital rgimen tal estatuido na
villa do Donilo.
2 batalhao de artilharia a p 15
O 3.' dito Sa-
p 5," dito de fuzilei'os le
< 1.* dito de cacadores 9
ce .' dito dito 3
o 8.* dito dito 34
Corpo de baledores S0HM. 1
I(i8
EMPREGADOS NO HOSPITAL.
Sejundo balalhai de artilharia a p
Primeiro cirurgio Iir. Pedro do Alhaide
Lobo Moscoso ; secundo cirurgiflo, Dr. An
Ionio Jus Dias Martina; cabo empregado
na manupulacfiu dos remedios, Joaquim
Corre i de Araujo.
Oituv batalhao de caradores. Aiupeca ln
sangrador, Modesto PereiTa.
Primeiro batalho de cacadores. Alfere-
agente, Manuel Joaquim Ramos; segundo sar-
gento amanuense, Eduardo de Souza Viano<;
cabo empregado na an eca,laclo, Mmioel Je-
i un i ino ; soldado enferme i i o, Alldi Cur-
sino Pereira. Anselmo Jos Machado, Jus
Jorge Maia, Manuel Jos Perreira de olive-
ra Manuel Antonio Guiarle, Pedro Madeira
dos Pasaos, Antonio Rranco de Moraes, Jlo
Bibiano Rodrigues, Antonio Jos Martina,
Ricardo Joaquim de Suuza.
.S6 a adminislracn do 5 'balalhda de cucad-
re. hospital estaluilo na villa d'Aijun-
l'reta.
'
i- I.* batalhao de caladores 5
1- 2.* dito dito i
-- 5.* dito dito 2fi
1.* dito dearllharia a p ROMMa 1
H 33
CIRCULAR
dirigida pelo minhir > do interior da repblica
franceza aos pn feitos de pulida do mesmo
pai*.
Sr. Prefeilo.Todas as ideas uteis e ge-
nerosas, cuja realisaelo pode niel horar a
condidlo moral e material da parte solTre
dora do povo, merece as sympatias e ani-
inscfio das autoridades. Mu por esta rasan
|ue chamo a ltenlo do V. S. para um pro-
jeclo de urna constiluicOo particjlar que
tomar o titulo de Banco de emprestimos
le honra nstitilnJAo que est sendo expe-
rimentada em alguns inunici, ios da l'ranri
' a muito se acha em andamonlo na Italia.
Esta instituirlo rreoinnienda-se pelo
objecto que se prope.pelos meos que em-
r.'ga, pelos sentimentos a que se dirige e
pelo bem quo pode produzr : generalisaro
crdito, fundando-o sobre a moralidade,
habito de trabalho e estima publica ; csUn^
ler seus beneficios quelles que IrabaHiaai
^honestamente e faze-lo descer debiso do
tecle de p!(ia do cultivador tanto quunlo
loja do obreiro, tal he o resultado moral
que he para desejar possa ser consoguido
Entre as causas que mais ontribuem
para a miseria, psrlicularmeale no campo,
as principaes silo os emprestimos usurarios
'Juantas familias nfio ha que poderiam ter
ido soccorndas por um emprestimo insig-
licanla, o qual, habilitanJo-as a mclhor
cultivar suas trras e esperar um momento
maia favoravel para a venda de seus pro-
ductos, lhes permettiria tambem assegurar
os lucros Irg.timos de seu trabalho e a cer-
teza de seu futuro bem estir ? Quantis or-
dens de despejo desastrosas, quantas sus-
.nnsesde obta Toi cadas, quantos acciden-
tes inesperados nao poderiam ter sido pre-
venidos, ou repralos por um pouco de di-
nhfliro que viesse a lempo pagar urna ezi-
g-nc imperiosa, sustentar uma justa ex-
periencia pagar dividas, ajudar a atravessar
dias de pi ovarlo e algumas vezes a salvar a
honra ? He esta causa de miseria e conse-
suintemente de desmoralisacSo que o b i neo
d emprestimos de honra quer combaltere
destruir. Para alcancar ette fim elle appella
para a cooperaclo de lo los aquellas, cujoa
coraces. soffrem vista das feridas que
diariamonle se estendem debaixo da mo
da usura, e para a assistenria daquelles,
cujos inliT-'Sses solVreui com os murmurios
das paixris, mas que nunca deixam de cau-
sar rritacBo. V. S. obseivar, Sr. prefeilo,
que ludo nesla inaliluicao e.-ta conceb lo
e organizado como um meiu para promove
O progresso moral e material. O banco de
"mi rostimos de honra ciia um novo signa!
representativo do crdito. Esle signal tilo
he o cap/ilal, he a honra 1 A honra he o tra-
balho, a honra he a familia A honra he o
respeito aos empenhos A misslo do banco
e enipresli i os de honra, he de uma ma-
icira tmenle o espirito de familia eslen-
dido, augmenta jo e elevado dignidade do
spirito social. Pra que esle caracters-
tico po-sa ser propriamenU manifestado,
uro re, 15 oz a aio de tasa.
Em consequencia da muita ebuva, a as-
sembla provincial deixou hoje de Aleccio-
nar ; e nSo pode igualmente ter lugar a pos-
se do Exm. Sr. Jos Ildefonso de Souza
Ramos, a qual ser a 18 do corrente.
msmsstssmsmsmmsmssmtmsMmtmmsttmtsmsmsmsmsmmm
l'ublic i^-a a pedida.
SONETO
i itntiilii'ima morir da presada .filha do mru aiw-
rido amigo Canillo Xavier Sobreira de Mello.
Ei-U, a hora falal, eriilim soou,
Para sempredeixasto de existir,
J nao te verao mais doce sorrir
Tua vida em conieco..... seacabou.'
A tua alma innocente, ao co vou,
Feliz com Jeov vai ren lir,
K ris cnticos divinos repetir!
Feliz qu'utu mundo de engaos s deixou /!
Qual vive tenra rosa t vveste
Cheo de -Maca, de innocencia; e pura.
Mas tambem como a rosa t morreste.
I'osle do co sublime crea tura,
Smente para b co nascer pudeste,
Horren lo vais gozar doce ventura.
Por M. N. Bandeira de Mello,
Maximiano Narciso Bandeira de Helio.
fcOMME&oi'i.
4:62', 103
EMPREGADOS NO HOSPITAL.
Primeiro bulall.di de catadores. l'iimei-
ro sargento atnanunuso, Antonio Mor.ora di-
Lima ; harbeiro sangrador, Albino de Oli-
veira Toixoira ; Joaquim Pedro, Jos
Juaquim Mor.es, Liberato Francisco de
Mgalh9es Faustino de Saut'Aiiua.
Quinto batalhdu de caladores : Cirurgilo,
mor Justino Jos Alves Jacutioga soldado
se.vente. Andr Curiino.
Oiiaro batalhio de caradores. Cabo en-
fenneiio, Joaquim dos Santos.
dem, i de abril de 1810.
OI1DKM 1)0 DIA N. 25.
Tendo ebegado no dia 15 do corrente a clda-
influeucias tutelares, moraes e legitimas, e
seu capital be formado do deposites volun-
tarios, os (iiMi s nSo seilo senflo as econo-
mas dos ricos emprestadas sobre a prohi-
ja le e o trabalho das classes necessiladas
iivres por este modo, das tenlaces da mi-
seria e das reslrieces da usura. Os tsta-
lulos da ihstilui(9o,os quaes transmilto a V.
S me dispensau de eiiuar em um delalhe
relativamente a sua economa eorganiaa-
Oo desde a cabeca do departamento at
cada municipio. Como he importante no
arejudicar aos estabelecmentos de crdito
que j existen), e seu objecio he smente
socorrer aquelles que nlu podem dirigir-se
a elles, o mximum do etnpi estimo he fixa-
lo em 200 francos.
Antes de consentir em um eroprestitno,
u couselho nonieia um de seus membros, o
|ual he eiicarreftado de informa-lo sobre a
ufigem eesLencJIo das necessidades, assim
ALFANUEGA.
(tendimento do dia 15 .....
Desearregam hoje 16.
Galera Bariso mercadoras.
Polaca Eugene-icng vinlios.
Ilrigue Kguia-do-Prata ~ fumo e gabffo.
Iliate Aguia-ds- Brasil bacalbo.
Escuna Antje mercaduras.
RECEBEDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rendimento do dia 15....... 157,000
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 15 .... 59,500
Declara cao.
O Sr. director do lyceu manda fazer
publico que, em execuefio a portara do
Exm. Sr. presidente da desta provincia, do
13 do corrente mez, est a concurso a c-
deira de primeiraa lettras para o sexo mas-
colino, da rreguezia de S.-Jos-dj|-Bezer-
ros. Os cidadaoique se quizerem pppr
referida cadeira, deverSo comparecer na sa-
la palacio da presidencia, pelas 9 horas da
manilla, do dia cuntido da data deste a 60
diaa. Socretaria do lyceu, 16 de maio
de 1850.O secretario inlorinoe professor
a adminislracao lie compoaia de todas aa de geometra, Antonio Kgidio da Silo*.
Thcatro de S Iztibef.
Em consequeencia do mo lempo, e por
S. Exc. o Sr. couselheiro presidente da pro-
vincia haver [assim ordenado, lica transfu-
ndo o espelaculo annunciado.para sabb-da
18 do corrente O emprezaro, Germano
l-'rsncisco de Olivara.
miitii Ann
Avisos martimos.
-- Para a Baha saho no dia 18 do mez
crtente o hiato l.igeiro : para o reto da
canta trata-so com i.uiz B.,Cerqueira, na
ra du Vigano, n. 5.
-- Para o Riu-de-Janeiro segu com a
maior brevidado nossivel o brigue-escun
Henriquea, forrado e prgalo dj cobre,
por ja ter gran lo parte de sou carregamsn-


sr*
to tratado : quem mais pretender carrcgar.
e ir de pas l.lo do mesmo Manoel Joaquim I obato, na
praga do Commercio, ou na ruada Cadeia
velhi.n. 17, segundoandar,
Aveleira escuna nacional Emilia, de
que lie cupilfta e pratico Antonio Silveira
Maciel Jnior, deve chegar do Para por
estes das, para onde vollara com esca-
la pelo MaranhSo, com a maior brevi-
dade: quem na mesma pretender carre-
gar, ou ir de passagem, dever entender-se
com Jofio Carlos Augusto da Silva, na ra
di Cruz, no Recite, n. 18, armazem.
Hora Valparaizo pretende sa-
bir com umita brevidade o brigtie
dinamarquez bids, de primeira
marcha : recebe carga e passagei-
ros, para o que ten excellentes
commodos : os prelendentes di-
rijam-se ao esciiptorio da consig-
natario do mesmo brigue, viuva
Lasserre, na ruada Senzalla-Ye-
lda, a. 138.
Avisos diversos.
Precia-se alugar um preto para tra-
balliaremum sitio em Olinda: dirijam-se
praga da Independencia, livrana, n. 6e8
-- Calharina Mara da Concejero, pela se-
gunda vrz, faz ver ao respeitavel publico,
que uinguetn faga negocio de qualidade
algum com seu marido, Joo Podro da (to-
cha, sem que ella 'seja ouvid do contra-
rio, vigor nenhum ter, e a annunciaule por
nada se r-sponsabilisa.
Antonio Jos Pimenta da Concejero,
subdito Portuguez relira-se para Portugal,
levando sua lamilla e Antonio Poreira do
Valle, sen aobrjnhn.
Jos Antonio de Paria, subdito Portu-
guez, retira-. com sua familia para Por-
tugal.
Manoel Alves, subdito hespinhnl, rcti
ra-se para Poi tugal a tratar de sua sade.
Francisco aloreira Pinto Baiboza, Por-
tuguez, n'tira-so para fra do imperio
Jos Teixejra acedar retira-se para
Portugal, d 'ixando por seus procuradores a
Francisco Antonio da Rosa e Joaquim Mau-
ricio Concalves Rosa.
-- Albino Jos Machado, subdito de S. M.
Fidelissima, retira-se para Tora do imperio
-- Francisco de Paula Pires Ramos em-
barca para os porlos do sulasca escrava
Francisca.
Piecisa-ge de urna ama forra ou cap-
tiva-, para csaa de urna so pessoa : no becco
da Bomba, n. I.
Lotera do II o de-
Janeiro.
Na praca da Independencia, lo-
ja n. /|, venderin-s<; os namerofc
squintes da asa lotera a bene-
ficio do monte pi :
4oo4 4:ooo,ooo
1,913 a.-o o,ooo
3,358 100,000
a88 too,ooo
Precisa-se alugar una ama captiva ou
forra, a qual sai ha em cozinhar na ra do
Queimado, n. 40.
O escrvSo da inmutarle do
SS, Sacramento da freguezia da
iioa-Vista convida a todos os ir-
n "os da mesma irmandade, para compare-
cerem no seu consistorio no ilia 19 do cr-
reme, domingo do Divino Espirito Santo,
pelas 9 horas da manh.ta, para se proceder
a oleigflo da nova mesa, em virlude do dis-
posto no capitulo 1 do seu eompromisso
A vista da importancia do obyecto, espre-
se que lodos concorreiu, anda com al-
gum sacriflcie.
Obra de cuidada.
Pede-se pelo amor de Dos ao lllm. Sr.
fiscal do Recife que lance suas vistas pari
o largo da Alfaoega, om urnas pipas e uns
barris de vinho que estilo tomanJo o transi-
to putlico ; e, na verdade, fazem oilo das
que l existen), sem que os seus donos man-
dein recolher nosarmazens, e em pagamen-
to V. S. deve applicar aos donos das mes-
illas, a multa que a lei Ihes marca para pa-
gamento das bolas que ahi tetihosuj* lona
u;inha passagem para o Forte-do-Malos,
emobte vagflo los nieus nrgocioj.
O marinla.
Precisa-se alugar um prelo para o ser-
vico de urna casa : quem o liver, dirija-se a
ra da Caleta de S.-Antonio, n. 10.
Precisa-sede um menino de boa con-
ducta para aprender eucadeinador : na rus
estrella do Rozaiio, n. 2.
--Piy cisa-se ile umetixeiro: na ra Di-
reila, n. 24, padaria.
"mmmmmmmm m*.mmm*mmm*
3 PKIMEIKOEGRANDE I
consultorio homo30- |
. palhico.
Dirigrto pelo facultativo J. B. Casa- I
; i- nova.
I : |
fjj Ra da Cadeia ileS. i
Antonio, n. *Vl
As dses e consultas homoeopathi-
cas silo reduzidas a 5,000 rs para as
pessoas livres, e a 2,000 rs. para os
escravos.
(Is doeutes serflo visitados todos oa
das sem neiihunia oulra p.gs.
Toda a pessoa que se apresentar
no cotisulloiio declarando ser pobre,
recebara consultase remedios gra-
tuita menle.sem p'ecisarde altala Jo.

w usm was&www*
A ra da Aurora, u. 8 : a tr-tr com o III.u
Sr Jofta Pi.it do Lemos Jnior.
Quem liver para vender urna lllttofif
romana em ingle/, dinja-so ra do f.ul-
legio, u. 4.
O Sr. PoJro Teixoira de Souza, mora-
dor rm S.-Anillo no etigenho Caxoeira-
Crnn lo, ou quem suas vezes flzer, se quizer
ter noticia do seu esesavo Raphael, enten-
da-se com o padre Iternardino Jos de Quei-
roz, residente da ra Direita, n. 16.
No sitio do LeSo no Hospicio, precisa-se
do um perito feitor que de tudoentenda, e
que seja desembarazado de penso>s,e que se
nflo poopeao traablho: quem Iheconvier di-
rija-se ao dito sitio, que achara com quem
tratar.
- Pede-sn ao Sr. fiscal da freguezia de S.
Jos queira fazer com que se calce os oitOes
das Casas que seguem pelo hecco de Jos-
Lourengn para a ra de Agoas-Verdes, que
qunn lo chove flea intransitavel : b mesmo
no becco da Carvalha para a ra d'Assump-
gflo : isto pede-se al porcaridade.
MAIS ATTKNCAO.
Quando o abaixo assignado, como admi-
nistrador de sua mulher, filha do finado
Jos Antonio Alves da Silva, annunciou pelo
Diario de 3o de margo passado. que ninguem
aceitasse urna letra da quantia do 2:043,000^
rs. sacada pelo dito Alves da Silva, eacciti
pelo finado Poppe Cirilo, e pelo sacador ce-
dida casa dos Srs. Sciiramm &C, e que
por Iransacgoes que os ditos senhores tive-
ram com a extincta sociedade de viuva Alves
da Silva & Filhos, de que foi socia ainda em
tempo desolteira, a mulher do abaixoas-
signado, e socio gerente o Sr. bacharel
Francisco Jofta Carneiro da Cunha, pissou
a dita letra a ser propriedade da dita socie-
dade ; foi porque tendo o Sr. bacharel sido
o socio gerente da dita sncieJade s em seu
poder no quedevia existir a dita letra, vis-
to o Sr. bacharel estar obrigado a prestar
as ro i'as em juizo, para o que n "lo, pela justa entonga, j publicada em
diferentes Dia'ioi; tambem foi porque,
sendo a dita letra propriedade di dita socie-
dad, o Sr. bacliar-l declarou no inventa-
rio dos bens do dito finado Poppe GirSo, d
que he inventarente, que a dita letra fora
cedida a elle invenlariante, pelos Srs nego-
ciantes Schramm & C, e s depois que o
ibaixo assignado obteve documentos par
provar que a dita letra n.lo era propriedade
sinente do Sr. bacharel e sim de todos os
socios da dita socioJadc, foi que apresen-
tou-se desdizendo-se em dito inventario,
declaran loque a dita letra nflo Ihe porien-
cia, e sim viuva Alves da Silva & Filhos,
eque engaada mente tinha declarado que
Ihe pertencia, e por isso oabaixo assignado
para acautslar a fazenda do sua mulher e
prevenir outro qualquer engao que podes
se apparecer, fez o dito annuncio em o dito
Diario do 30 demarco; e cujo engao s
appareceu depois que os ditos Srs. Schramm
& C. respondern! ao abaixo assignado om
27 de setemhro do anua de 1819, qua a|dita
letra pertencia viuva Alves da Silva & Fi-
lhos, porquo a declararlo que fez o Sr. lia
charel deenganadamento sapprecu e n
5 de outubrn do anuo passado, depois da
resposta dos Srs. Sehrmni & C.
Com o annuncio da Sra. inventariante,pu-
hlicado nnfli'inode 9 do corrente,declarando
que a dita letra nfto se achava mais em pod
ito Sr.bacharel e sim em seu poder,asss fica
provado que a Sra. inventariante nflo quiz
que o Sr. bacharel continuasse a ter em seu
poder a dita letra por mo se confiar oais :
nflo obstante ser seu procurador liquidata-
rio eser a dita let'a propriedade da dita so-
ciedade Alves da Silva & Filhos, da qual foi
socio gerente o Sr. bacharel, e como tal
competia (er em seu poder a dita letra, da
qual I 'iii de dar contas em juizd. Finalmen-
te pura que se saiha que o abaixo assignado
tem sobeija raslo para ter publicado o dito
annuncio no Diario de 30 de mate/) possado
puhcou os documentos abaixo dcclr.-ra-
ius.Marcellino os l-opei.
Documentos.
N. 1.--Srs Le Bretn Schramm & C.-Ten-
do Vinca, entregado a Dr. Francisco Joio
Carneiro da Cunha, varias parcellas saldo
de contas do que existia em suas m.tos e
das caixas de assucar que comprararr, ludo
perlencente ao casal di finado Jos Anlonio
Alves da Silva, como Vmcs. j rredeilira-
r m em suas espostas de 29 de novombro
de 1848, e 3 de abril de 1849; desejo que
mais circunstanciadamente roe declrese
em pagamento das ditas parcellas se com-
prchende e entregaran) Vmcs. so dito Dr.
urna letra da qua.itia de 2:043,000 rs. aceita
pelo finado llenriqun Poppe CirSo, vencida
em 22 de dezembro de 1847, que eram Vmcs.
proprieta rios, por Ibes haver traspassado o
dito Jos Anloiro Alves da Silva, sacador
da mesma letra, e sobre que firma receben
o di'o Dr. essa mesma letra de Vmc<., se
como procurador da viuva Alves da Silva,
ou se como socio gerente da sociedade de
viuva Alves da Silva & Filhos. Kspero que
Vmcs. me respondam ao p desta, com a
singideza que caracterisa a Vmcs. no com-
iiifiein liest i pr.ie.
Sou com todo respeito de Vmc. muito
atiento, venerador obligado e criado.
MuralUno Joi Lopes.
Recife, 25 de setemhro de 1849.
Sr. Mircellino Jos Lopes. -Em respos-
sua caita retro de 25 de setemhro corren-
te, temos a declarar, que entregamos ao
Sr. Dr. Fraucisco JoOo Carneiro da Cunha,
una letra de quantia de 2.0(3,000 rs., saca-
da pelo finado Jos Antonio Alves da Silva,
e aceita pelo finado llenriquo Poppe GirSo,
vomida em 22 de dezembro de 1847; cuja
letra n.lo eslava comprehendida no saldo de
rs. 4:572,525, que ficou em nossas mos
pertencentes ao casal do di Cunto Jos Anto-
nio Alves da Silva,pois ella exista em nosso
poder do lempo em que lindara vivo o fr-
iendo Jos Antonio Alves da Silva, a quem
a linhamos rebatido, o a entregamos ao di-
to Dr. Francisco JoBo Carneiro da Cunha,
junto com lodos os oulroa documentos na
occ sifio em que elle lecebou o saldo de con-
tas dsqucllo falocido, de que nos passou re-
cibo da viuva Alves da Silva & Filhos.
* hornos com eslima de Vmcs. aiientns,ve-
neradores e criados. ~ Le Bretn Schramm
V c,
Recife, de selenibro de 1849.Eslava
rtcoohecTd*. >
1<- a~ D' Maree linii Jos Lopea, como ad-
mit islradur de aua mulher, que a bem de teu
dii.iio precisa qu o eacrivo Adulfo, revendo
u inventario d.i bens do tinado Henrique Pop-
pe G-tro, de que he herdeira a inullierdo lup-
plicante, Ihe di por certidao o leor da declara-
fo que fe o invenlariante doa luetuwa beua,
o bacharel r'raocia.co JoSo Carneiro'da Cunha,
relativ iinenir a divida paujva de una Icllra,
da quaulia de 2;U43,0O0 i, que te acha decla-
rada, as dtclaracei fritas naa mal divida:
passivaa, e isto ein termoi que faca f, portan-
te pede au lllm. Mr. nr. juit municipal do ter-
iio de luuarass delira ao supplicante. E R.
s
Me. Afurcciino Joii Lupes.
P. iRUtrasi, 6 de onlubco da 849. Car-
ntiro daC'inha.t
Adolfo ManoelCainllto de Mello e Araujo, ea-
crivo do crlinc e civel, labelliao do publico
judicial e notas, ncata villa de lguaraia e seu
termo por S. M. Imperial e Constitucional o
Senhor D. Pedro II, que Dos guarde, etc.
'.' Ccrlillco que revendo o inventarlo de que
trata o requeriment retro, nelle a folhas 198
verso, achei constar a declaracao pedida do
teor, forma e inaneira eguinte :
Una leltra de 2-043,000 rs., vencida em 22
de dezembro de 1847, laceada por Jos Antonio
Alves da Silva, aceita pelo nado Henrique Pop-
pe Girao, e cedida a elle inventariante pelos
negociantes Le Ureton Schramu &i C, cuja de-
claracao se acha sem nenhum efleito ein virtu-
de de um termo de declarado, feito pelo pro-
cmador do inventariante a folhas 117 verso, o
qual he o seu teor da forma, modo e inaneira
segulnte :
n Declaracao.
Aos cinco das do mez deoutubro de 1849,
nesta villa de Iguarase, comarca da cidade do
Recife de Pernainbuco, em caa do Dr. juiz
municipal Lourenco Beierra Carneiro da Cu-
nha, onde cu cscrivo de seu cargo diante no-
ineado, me acli.iv.i, e sendo ah compareccu o
procurador do inventariante dol bem e fazen-
da do nado tenente-coronel Henrique Poppe
Giriio, Joao Francisco do Amaral, e dille que
em virtude do despacho retro ein sua pelicao,
ede ordein de leu constituinte vinha declarar
3ae a lettra de 2:043,000 n., reucida em 22 de
eiembro de 1847, saccada por Jos Antonio
Alves da Silva, e aceita pelo dito finado Girao,
fra enganadamente aecusada pelo seu consti-
tuinte nas declaracoes do passivo do e.u il do
mesmo Girao, como cedida a elle inventarian-
te, singularmente quaudn fora em quadade
de gerente da urina Viuva Alves da Silva & Fi-
lhos, e nao a elle inventariante smeute, cujo
engao vinha reparar por este nielo e como
aiiiin o disse, uiandou o dito juii lavrar este
termo em que assignou com o dito procurador.
Eu Adolfo Manoel Cantillo de Mello e Araujo,
sei iv:lo o escrevi. Carneiro da Cunha. Jauo
Francisco do Amaral.
i E mais se nao continha ein dita declaracao
e Cerm i, que eu escrlvo cima declarado e
abaixo aaslgnado, bem e fielmente o ha copiar
dos propriosautos que licam em tueu poder e
guarda, c vai sem couza que duvida faca, por
uiiin couferido e concertado na forma do esty-
ln, nesta aobredita villa de Iguaraas, aos seis
d i..s do mez de outubro do auno do nascimenlo
de Nosso Senhor Jesus-t lirisio de 1849, vigesi-
mo-oitjvo da independencia e do imperio do
brasil. Eu Adolfo Manoel Cantillo de Mello e
Araujo, escnv.io o escrevi e assignei. Em f
de vrrdade Adulfo Manoel Cantillo de Mello c A-
raujo, e com o labelliao, Francisco Xavier Ca-
valcanti.t
Aluga-se o segundo andar e aotSo do
sobrado da ra Direita, n. 20, cum bons
commodos para familia : a tratar na mes-
ma ra, n. 93, primeiro andar.
Os Srs Antonio Correa Comes do Al-
meida e Manoel Cona Comes de Almeida,
ambos moradores em S.-Aiiua do oiteiro de
S.-Jofioda Varzea, queiram mandar pagar
qiianto antes o que devem om certa botica
desta cidade ; cflrlos Je quo, emquanto o
nio flterem, andarSis seus nomes nesta fo-
Iha.
--Perdeu-so na tur le de 9 do corrente,
desde a ra- da Florentina al a igreja da
Madre-de-Dens, um cordita do ouro com co-
raeo de cornalinas, quem o tiv r adiado e
o quizer restituir, dirija-so ra do Encan-
tamento, armazem, n. II, por haixo do so-
brado do reverendo vigario do Recife.
No sobrado da Trempe, n. I, que tem
venda por haixo, precisa alugar duas pre-
tas, ou pretos, que he para venlerem fruc-
las : quem as quizer alugar, afianzando, di-
rija-.vc dita casa.
A'visa-se ao Sr. I.uiz Comes Concalves
que tenlia i bondadede ir pagar a quantia
que n.lo ignora, na ra Imperial, n. 49; do
contrario ter de ver o seu nomo nesta fo-
lln, emquanto o iiQo lizer.
A Viuva Diuiz & Filhos, fazem publico
que, o Sr. Manoel liototho Cordoiro, de boje
em diinte nflo he mais seu caixeiro, eque
por isso nenhuma gerencia tem mais nos ne-
gocios doa annuncian tes,e por esta raslo pro-
vinein aos sous devedoresque n.lo paguen
aodito Rotelho quantia alguma que devam
casa dosannu ciantes, excepcilode ris
142,800, que o mesmo Rotelho por sua coti-
la havia liado, como de uo-a rela^flo de di-
versos devedores e quantias '(todas som-
ii.audo os 142,800 rs.i que nesta data os aa-
nunciantes assignaram, o enlregarau) ao
dito sen ex-caiieno para por ella poder co-
brar.Recife, 10 de maiode 1850.
O Sr. lente Paulino dirija-sa ra da
Cadeia de S.-Antonio, n. 13
Aluga-sc para ama do casa, ainda mes-
mo que Icnlia familia, urna paida de bous
costumes, o que tem as precisas habilida-
des : quom a pretender dirija-sea ra das
Criizes, n. 41, segundo andar.
Aluga se a casa da esquina da ra do
CalJcireirocom ;ruiai,o para venda e com-
modos para familia, com quintal, cacimba
e porlSo para a Iravessa, a qual polo local
offerece inuila vantagem : na pra;a da In-
dependencia, linaria ns. 6 e 8.
Dos fundos do engenlio Aldeia, da co-
marca do Rio Formozo, exi'ste desmembra-
da urna propriedade de Ierras, denominada
Palmeira, com as melhorcs proporcOes i ara
te levantar um engenho, visto ter cjuasi tres
qusrlos de legos de fundo, e oitocenlas
bracas de frente, coiilendo em si as me-
lliorrs mallas, que porventura existflo
aquella comarca, sendo a Ierra de cxcel-
lento ijiiiliilnde, e at boje nflo trabalhada,
pelo que offerece os maiores interesses na
agricultura do assucar. Quem q.uier pro-
pr-se a levantar all um engenho, nesta
iyrographa se dir com quem deve ser
tratado o negocio, cujas rondico.-s serflo
olTerecidas mediante as mais rasoaveis
pioporces.
Oabaixo assignado avisa ao respeitavel
publico, que perdeu um vida quantia de
26,4'jO rs., sacado em 16 de novembro d
1849, e vencido em 16 de fevereiro de 1850,
aceito pelo Sr. Frederico Chavea, e como ja
esteja pago, como consta do recibo que Ihe
passei, faro este para que ninguem o pi ce-
ba em ti ansarino, por nflo ter mais vali-
dado C. de hihautiere.
- Sr bastin Jos Gomes Pinina lem justo
ecotiliatado a compra de urna casa ainda
excellenta viveiro com muito peixe e com
embarque na frente e no fundo do mesmo :
ouem o pretender dirija-se mesma povoa-
pois da ponte.
D-se a premio, sobre penhores de ou-
r i ou prata, a quantia de 250,000 rs., a ju-
ros de 2 por cento ao mez: na ra dos Mar-
tyrios, ii. 36.
Aluga-so urna preta muilo sadia, mo-
ta, sem achaques e de bons costumes, para
ama de leite, por Ihe ter morrillo o filho :
afisnea-se que tem bastante leite c he ba
criadeira : quem a pretender, dirija-se ci-
dade de Olinda, sobrado junto cadeia.
Roga-seao Sr. Francisco Xavier Caval-
canl felina, ou pessoa por S intersenla, o
obsequio de dirigir-se ao oillta da matriz de
Santo-Antonio, sobrado n. 14 segundo an-
dar, para tratar de negocio de seu inle-
resse.
- Quem tiver psra alugar urna escrava
que saiba fazer bem o servido interno e
externo dn urna casa, anouncie, ou dirija-se
i secretaria da polica a fallar com Antonio
Jos de Freitas.
Do quintal da casa da ra de Agoas-
Verdes, n. 80, furteram urna baca grande
de rame e dous vestidos de chita rouxa
com palmas pretas. Roga-se a quem taes
olijectos frem offereci los o favor de ap-
prebenda-Ios e levarem a dita casa, que se-
r gratificado.
Aluga-se um sobrado de um andar, na
ra das Trincoeiras, com muitos commo-
dos e grande quintal con boa cacimba no
meio : a tratar na ra da Cadeia do Recife,
n. 93.
D. W. Baynon cirurgiSo dentista, res-
peitosamente informa ao publico desta ci-
dade quelle pretende brevemente retirar-
se deste imperio, e as pessoas que ainda ne-
cessitam seus servicos durante este tempo,
scro atlendidos, procurando-q no seu do-
micilio, na ra do Trapixo-Novo, n. 14.
.llobiliiis de al guel.
Alogam-se cadeiras para balese ofiicios:
de 23 annos, mesmo em solteir8, a qual es-
tava alugada em casa doSr- Frt.icisco Igna-
cio de Atalude, cuja escrava audava na ra,
e como nunca livesse fgido, enem hou-
vesse motivo algum para tal se desconfiar,
desappareccu com ludo no da 29 de abril:
e esmerando a annuncianto quo ella viesso
para casa, al ao presente nflo llio appare-
ceu, constando-lhe agora que a dita escra-
va foi pegada e escondida por pessoa, cujo
nico fim heesgolar-lhe o ullimo recurso,
e ve-lana miseria, pessoa que nflo deixa-
va seu defunto marido ganhar um vintem,
que nflo apparecesseum motivo de Ih'o ar-
rancar. Avisa", portanlo, que ninguem com-
pre e faca negocio algum com dita esc ava,
porque a annunciante protesta us*rcom to-
do o rigor das leis contra quem Ihe liver
escondido, furtado, etc. : eessa mesma es-
crava tom os signaes seguinte : he mnilo
retinta, falla mal, pes muito grandes e lar-
gos, e sem peitos, que apenas tem urnas
ponas. A annunciante roga, e espera que
as autoridades pociaes, atlendendo a po-
sigio em que p le estar urna viuva, a quem
querem trr seus ltimos recursos, e mes-
mo em dcsaggravo das leis, provenciem
para que seja descoberta, e pegada que se-
jn, a levom ao Poco-da-Panella, casa na an-
nunciante, defronte da igreja, recompen-
sando alguma despeza que se lizer peloin-
cominodode all a levarem.
O escriptorio do agente da companhia
dos paquetes de vapor mudou-se para a ra
do Trapixe, casa n. 40. segundo andar.
Desappareceu, no dia 6 do corrente pe-
la manhfla, um cscravo de nome Jos, moro,
com pona de barba ; tem pernas grossas e
o quarto dedo do ambos os ps desconfor-
mes com o ordinario por t-Ios igual ao m-
nimo : ho canoeiro, porm nfio so oceupa-
va neste servico quando fugio ; quem o pe-
gar e leva-lo a ra da Aurora, n. 48, sera
bem recompensado.
-- Justino Joaquim da Roza faz ver ao
respeitavel publico que tendo sociedade
com Antonio ternardino do Lemos e Silva
na taverna da roa do Padre Floriano n. 72,
tambem se a!ugam mobilias a vonte dos'dcsle odia 10 do corrente quo dcixnu dn
prelendentes: na ra Nova, armazem do .,,., Sl,,-,K passando o mesra aoSr. Lentos
trastes do Piulo, defronte da ra de S.- e todas as pessoa%, quelivercm cotilas com
a casa po lera procurar na roflo do dito Sr.
Lemos ; pois estou desonerado da dita casa.
Na ra Nova, loja n. 58, se dir quem
d uuantias de 300, 400, 500, 600 e 700,000
rs. a juros, rom hypolheca em casas terreas.
sm
Compras.
Amaro, n 59.
Tras,>assa-se o airendamento de um
engenho de boas Ierras de producto, por
preco rasoavel: tambom e veudein os per-
tences do rendeiro, sendo animaes do roda,
muito bons e gordos, poldros, lavouras e
safra a colher: os prelendentes, dirijam-se
rus eslreita do Itozario, n. 32, que se di-
r quem faz esti negocio e se darflo todas
as iniinnur'-s,
Precisa-se um feitor que soja casado,
para tomar cotila de um sitio em S.-Anna :
na pra^a do Corpo-Sanlo, n. II.
Um Inglez casado e com
pouca familia, precisa ulugar um
lio pequeo perto da prora :
quem o tiver, dirija-se ra do
Trapiche-Novo, o. 4a.
Precisa-sc de tres pretas para vende-
rem na ra : quem as liver, dirija-se ao
becco do Sarapatel, n. 7.
Aluga-so o segundo andar do sobra-
do n. 18, na ra do Fogo : a tralar no Ater-
10 da ItOH-Visla, n. 8:i.
Precisa-se do urna ama para o servQO
de umi casa de familia: na'rua da Mau-
guera, n. 3.
Na ra de Agoas-Verdes, casa terrea
n.26, engomma seelava-se toda a qiali-
dade de roupa, com todo asseio e prouipti-
d.lo, por prego mais commodo do que em
oulra qualquer parte.
As fazendas baratas venda por tras
do Ihralro velho, n. 20, fram transfer-i vendetc-se as mais superiores navalhas in-
Compra-si um melhodo de flauta por
Viene : na praga da Independencia, n. 17.
Compra-so I j i de carneiro ; na ra do
Cabug, n.3, loja deselleiro.
"Coiipra-se.effeclivamente, caiga Jo do
lustro para senhora e menina ; bem como
papel de embrulho a peso : na roa largado
ilozaiio, n. 35, loja.
Compra-se um prelo velho, que nflo
seja bebado e nem rendido de virilba : nes-
ta lyDographia, ou annunce.
Compra-se urna mora la de casa terrea
com bastantes commodos e quintal onde se
possa fazer urna est'ibana para seis caval-
los e urna pequea chocheira, (.ando as
mas Velha, Pires ou Hospicio: quem tiver
annuncio.
-- Compram-sp, para una encommenda,
escravos de ambos os sexos, de 10 a 40 an-
uos : na roa do llangel, n. 57
Vendas.
Na ioj de Maya Humos
j* C. .i na ra Nova, n. 6,
das para a ra do Itozario larga, no primei-
ro andar, por cima da padaria do Sr. Va-
inica.
A casa conimercial francez, 'sb a fir-
ma de J. P. Adour & Companhia, faz scien-
le de que, tendo de fazer un>a viagem a Eu-
ropa o socio gerente Philogono Adour, fi-
glezas para barba, com cabo do marfim;
(stojos para barba ; ditos para costura de
senhora, com msica ; ditos de matliema-
tica; ditos de lmpar dente*; caivetes
muito finos; fscovos para' roupa, cabello o
liirii denles ; e oulros cbjtctos que l'azem
conla aos compradores.
c.mem lugar deste os Srs. L. A. Dubourco' q^ fc mo(Jas fra|1CeZ1S.
o A.lolphoCabarret, encarregados da geren
ciada mesma, com os poderes oecessarios.
fina mulher de bons costumes se offe-
rece para ama de rasa do homem solteiro,
ou casado de pouca familia: quem de seu
prestimo se quizer utilisar, dirija-se ra
das Florea, n. II, que se dir onde mora.
S3o rosados os Srs. abaixo declarados
para que venliam ou manderu pagar suas
contas : faz se esta advertencia, e continua-
se, nflo s com esles como com oulros, pois
olio se pode mais esperar : i ade f alisto
Corrida Nobreza 205,830 rs. de 1842 a 1844 ;
Dr. Anlonio Joaquim de Figueiredo Seabra,
promolordo l.imoeiro, 82.480 rs. de 1844 a
1847 ; Manoel Joaquim de Figueiredo Saabra
43,780 rs. de 1814 a 1847 ; alteres Reg Ren-
to ou Carapenima ( no Para ) 40,280 rs. de
1842; Francisco Soares da Silva (Cabo)
12,000 rs. de 1843; Jos Thomaz da Silva
17,400 rs. de 1843 ; Jos Joiquim de Figuei-
redo 21,000 rs. de 1842; Joaquim Jus da
Costa (Coianna ) 10,000 rs. de 1841; Juo
Leite Rodaval ( Apepucos ) 32,000 rs. de
1847; lenle em commissflo Manoel Caut
da Silveira, naluial da Parahiba, 53,520
rs. de 1842. M. do A. Caj.
(albina Custodia de Olveira Diniz,
viuva que ficou do finado Manoel Ferreira
Diniz, la/ publico a quem ronvierque suas
casas de negocio conlinuam a girar como
do antes, eque sua firma commercial d'ora
em vente, heViuva Diniz & Filhos, eque
as pessoas engarregadas de comprarem
para as ditas casas s9o, seu cunhado Mano-
el do llego Lima, eseu caixeiro Jos Fran-
cisco de Azevedo.
Precisa-se do um forneiro, e de um
amassador : na ra Direita, n. 24.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado
da i ti a Direita, u. 36, com commodos para
grande familia, cozinha fra, quintal o ca-
cimba com boa agoa : a tralar no lerceiro
andar da mesma casa.
Precisa-so de um trabalhador de mas-
teira : na ra Direita, n. 82, padaria.
--D. Joaquina Ignacia Ifaviguier Ferrei
por acabar, sita na ra da Palma, com o Sr.
Ricardo Jos de Freilaa Ribeiro: quem se | ra, viuva de Jos Alriandre Ferreira, lendo
julgar com direito, enlenda-se como mes-: ficado na sua viuvez sem meios para poder
mo comprador, na ra do Collegio, n 12. subsistir, foi obrigada pela uecessidade a
-Os Sra. Jo.quim Pessoa Sezera da Cu- vender e a alugar algumas das suas escra-
nlia e Francisco llringer de Almeida (tardes vas para ter com que alimentar-se: escra-
hajatn de dirigir-se ao Passeo-Publicu, lo- vas estas de sua nica propriedade, fazendn
ja u. 9, a negocio que nflo ignoram. | hoje urna pequea parle dos que levuu quan-
Arrendu-se um sitio no principio da po- do casou, como consta da eteriptura de ru-
voacflodoa Afogados, todo murado ennr un smenlo e inventario, lendo a infclicidade
xcellenl purreiral e muitas frucleiras, casa de boje q.iasi nada possuir do quo levou.
de vtvciida com grandes commodos, boa ca- Tendo, porm, urna usrrava de nome Anto-
cimba para rega e lavagens du roupa, um j na, ne nav.au Augico, que possue ha mais
Buesard Millochau.
No Aterro-da-Boa-Vista, n. i,
recebeu-se pelo Yolof, ullimo navio vinJo
do Havre, um granlesortimcnlo de modas,
com sejam ; ricos manteletes de seda e de
bico ; capotinhos, visitas, etc.; chapeos pa-
ra seuhorase meninas; gravatinhas e Icnci-
nhosdeseda ede gatga ; ditos de rede de
retioz de todas as cores ; ricos cabecees de
bico; colleritihos, cimisinlias o pescoci-
nhosda ultima moja ; lencos de cambraia
de I olio bordados para mflo ; um lindo sor-
tiim n o de filas as mais em moda ; (rangas
de relwz do todas as cores para enfeites de
vestidos ; corten de vestidos para casamen-
to ,- II Tes; ineias; bicos de blonde; luvas;
bicos de hubo ; cainbraias finas impremi-
das ; corles de seda furta-cres para man-
teletes ; espartilhos; fil ; cambraia de li-
ndo; luvas e malli.i abert!. minio finas,
com dedos e sem elles, para senhora e me-
ninas ;c mais oulras fazendas, por prego
mais barato do que ein outra qualquer par-
te. Na mesma casa fazem chapeos e man-
teletes de senhora, da moda verdadeira, por
prego commodo.
Moreira & Vellozo, com loja na ra
Nova, n. 8, annunciam para vender pelo
baratssimo prego de 2,000 rs. chapeos de
maga cobertos de oliado proprios para es-
lagflo presente; tambem se vendem, na
mesma loja, sapatos de cordavSo e fratice-
zes a 1,200 rs. o par ; dito de couro de lus-
tros para senhora, a 2,000 rs. ; espartilhos
de puro Imho guarnecidos de balelss, nfio
esqueceudo a larga d franlo, pelo prego
nunca visto de 6,000 rs. cada um : galbe-
teiros eom 4 vidrus, a 2.500 rs. chapeos de
palha abarlos para senhora, de varios precos
o dodifeientes lailianlios; ditos de paltana
lindamente enfeilados para meninos e me-
ninas ; franjas de varias cores muito pro-
piias para enfeilar vestidos, a 320 a vara:
mantas de garga de muito boa qualidadee
de bonitos gostos, a 5,000 rs. ; as verda-
deras luvas de trogal con dedos a 1,000 o
par, ditas de pelica para senhora e para ho-
oieni; burzeguins, sapatos do lustro, ditos
de niarroquiiii. ludo para senhora; cha-
peos do maga fiancezes, chegados de proxi-
oir, bonitas formas e boa pelucia, a 7,000
rs. cada um ; peines de tartaruga de mar-
rafa e cc ; lengos para grvalas ; capellas
de lloies para noiva ; corles de sedas bran-
cas e >le cores ; e sub eludo] um .Indio sorli-
iiiriilo de peil'uinanas e du oulras fazendas
mais que se protesta vender por pregos mui-
lo rasoaveis.


"*Jw*
' vendem-se relogios de ou-
r cotn vidro, e sabonete, paten-
te inglez, cliegados agora : na ra
da Cruz, n. o, casa de Geo
Kenvvorthv & C.
Vende se superior fio de al-
godSo, proprio parapavios de ve-
ase para rede de pescara no
ra da Cruz, n. i, casa de Geo
Kenworthy & C.
Vendem-se ricos spparelhos
de metal para cha na ra da
Cruz, n. 2, casa de Geo Kenwor-
thy & C
Yende-se bezerro para cal-
cado, chegado pelo ultimo navio :
na ra ds Cruz, n. 2, casa de Geo
Kenworthy & C..
Vende-se um piano inglez, em muito
liom estado : na ra do Trapiche, n. 17, ar-
niazem <)e Jos Teixeira Basto.
Manoel da Silva Santos ven-
de arroz do Maranho a 1,000 iris
cada urna arroba : quem preten-
der dirija-se ao armazem, que fui
do fallecido Braguez, na ra da
Cadeia, n. 64.
mmmm*mmmmm mu*
$ 1 1
0 Manteletes e cepotinhos.
x '
Na toja do sobrado amarello, nos jfc
H qualro cantos da ra tn. 29, vendem-se Dintleles e cpo- |
tinhos de cbamalote, pelo diminuto 55
f5 prego de 25,000 rs.
v
Vendera-se saccas com farinha de man-1 Vende-se urna espada e urna banda para
dioea.vindas do liio-dc-Janeiro no brigue Lfflcial subalterno da guarda nacional, p
-- Vende-se um creta moca, e sem vi-
cios : na ra do Sebo, 11. l.
Tecidos de algodao tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-Santos.
Na na da Cadeia, n. 5,
vendem-sc por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa t'e
escra'vos.
Na ra do Crespo, o. 14,
loja de Jos Francisco
Das,
vende-se esgtiiao de algodo, la
zenda dequatro palmo? e meio de
largura e fina, pelo barato preco
de 3so rs. a vara ; brim tianca-
do Lranco muilo encorpado e de
listn ao lado, a 1,280 rs. o corte ;
dito de puro linlio cor de ganga, a
1 ,Goo rs. o corle ; e un completo
sorlimento de fazendas por barato
preco.
Vende-se urna escrava de 18 annos,
com muilo bom leile pata ciiar, nfio teiii
lilho, e que engomla, cose e cozinlia ; umrt
dita com um lilho de 10 metes, e que en-
:uiMiia. i-i'/inlm e Caz lodo o mais servico
ile urna rasa ; um esclavo de 20 annos, de
boa ligura,e que lie ptimo pura o servico
de campo e da praga na ra do Collegio,
u. 21, primeiro andar, se dir quem vende.
Taixas para engeiiho.
Na fundigo de ferro da ra do Brum,
acaha-se le receber um completo sorlimen-
lo de lalxaa de 4 a 8 palmos de bocea a.-
quaes scham-se a venda por prego com-
n.odo e com piomplidfio embarcam-se,
i.u carrejam-seem carros sem despezas ao
comprador.
Na loja fanceza na ra Nova atiaz da
matriz, teni bonitos jarros de porcellana,
lanteinas de | do vidro, ditas de casqui-
nlia inglezas, ditas fracnezas, candieiros
para sala, ditos de lalSo para esludsnles,
bengalas de cana, bandejas linas, chapeos
de sol de seda de cores para bomem, fundas
para os quebrados, chapeos fiaucezes de hu-
mus frmns, lengos de seda le 1,000 rs. ale
5,000 rs. para tenhora e hom< DS, ditos de
morsulina, e outras muiUs fazendas : sa-
palos de duraque decores para senhora a
.iiis, ditos de coro de lustro a 2.00o rs.
Assim como ruga aos seus devedores que
Ihe vaiii pagar, para n3o mandar tantas
vezes os seus caixeiios em suas casas.
Riscados imperiaes.
S8o chegarios os novos ritcadinbos de
quadros miudoa, o mais lino possivel e dos
melhores desenbos, intitulados i., penaos,
proprios para vestidos e rou i Oes para se-
nhoia e menina : nu ra do Queimado, loja
dos barateiros, ii. 17, a320rs. o covao-.
diio-.se as amostras com o competente pe-
nbor.
Chegaram novamente ra da Sen-
zalla-Nova, n. 42, relogiosde ouio e preda
palete inglez, para humen) e senhora.
Vende-se um pardo bom
oflicial de all'aiale : na ra do
Trapiche-Noy, n. 16, segundo
andar, das ti s g horas da ma-
nhaa, e das duas as 5 da tarde.
Vende-se uu.a padaria no llicife: no
Forte-do-Maltos, ra do Codorniz, n. 12
Na ra do Cabug, bija de 4 portas, do
Duarte, vendem-se calungas feilos de bor-
racha, os primeiros que leem vin.-o de Pa-
ria, pelo commodo prego de 800 rs.
Ao reslo, ao resto
dos mais lindos manteletes que lem viudo
de Franca : n rila do Crespo, o, li, loja da
esquina das Cruzes.
Pafih.
Na ra do Rangel, armazem n. 36, ven*
de-se farinba de S.-Cathariii, a 2,800 rs. a
s.kt.i. Advertindose que quem Ctniipigi
para mais de 10 saccas, dar-se-ha a 2,600
res.
Josefna, ror prego commodo : no armazem
ile Dias l'crreira, Jefronle da escadinha, ou
a tralar com Domingos Rodrigues de An-
rade, na rus do Trapiche-Nova, n. 4. Ad-
verte-se que as saccas s.To grandes.
Vendem-se pecw de madarollo largo,
com 20 varas, proprio para forro e roupa de
escravos por sor muito forte, com algum to-
que.de mofo,a 2,500 rs.; e va rejado,a 140 rs.;
negus de chita com algum sujo, a 4,000 : na
ra larga do lio/ario, n.por cima da pa-
daria do Sr. Valenca.
,. 1
O Ilomoeopatliia pura.
O Ra do Trapiche, n. 40. O
O Boticase livros para o Iramcnta- (J
c? ment dos enfermos pela homoeopa- fJ
J> thia : acham-se a venda por modi- 0
f$ eos presos. ~. O I ir. Lux se offerece dar todos &
" os esclarecimesntos necessarlos pa- _
O ra o melhor uso dos mesmos. W
Farinha de mandioca
nova, de S.-Catfaarna,
a melhor farinlia que ha no mer-
cado, vende-se a bordo do Maria-
Primeira, entrado no dia 6 do cor-
rente, por preco mais barato do
que em outra qualquer paite : a
tratar com Alachado & Finheiro,
na ra do Vigario, n. 19..ou com
o capitao a bordo.
Vendem-se amarras ne rro: na ra
Ja Scnzalla-Nova, n. 42.
Ka na do Crespo, n 12,
loja de /* poi tris,
vende-se a pataca o covado de chita fran-
ceia de desenhoa muilo modernos, cores fi-
tas e pannos de superior lecido ; estas nflo
engaan), como tem acontecido em crimin-
en >s feilos em outras parles, motivo porque
estes >e teem tomado de pouco apreco :
venham os freguezes, que conhecerao a pu-
reza da verdade.
Vende-se um moleque de elegante li-
gura, com principios de alfaiale, e que co-
zinha ; um dito tanoeiro ; 2 pretas de lodo
o servico ; 2 prctos bastante robustos ; um
dito que se troca por um moleque que este-
ja em idade de aprender ollicio : no paleo
da matriz de S.-Antonio, sobrado n. 4, se
dii quem vende.
Esto-sc acabando.
Vendem-se coi tes de fina casimira preta
e de cores, pelo diminuto preg de 5,100
rs. : na ra do (Jueimado, n. 9.
Foihs de I l.iiidrt\s.
Em casa de J. i. Tasso Jnior, na ra do
Amorim, n. 35. ha um ptimo sorlimento
de fulba de Mai'dres, de todas as mareas, r
a retalho por prego mais barato doqueem
outra qualquer parte.
Na ra do Crespo, loja
da Cquina que volta
para a cadeia,
vendem-se cortes de casimira preta, muito
boa, a 5,500 e 10,000 rs ; panno prelo, mui-
lo bom, a 3,200, 3.8C0 c 5,500 rs. o rovado ;
corles de collele de fostflo, a iio rs. ; dilos
de sel i ni decOres, s 2,000 rs ; dilos de gor-
goiflo, a 1,600 rs. esguiSodelinho, muit
lino, a 1,280 rs. a vara.
9%99M 9 X Itom c muito batato. '
^ Os proprietarios da loja do sobrado 4.
.> amarello, nos quatro-cantos d ra
* do Queimado, n. 29, doejnndo ulli-
> n .1 a venda das fazendas abaixo
*
f

mencionadas, resolvern! vende-las
pelos seguintes pregos :
Coi les de caigas de bi im branca
de puro linho a 1,760
Ditos de dito amarello, a 1.440
Ditos de dito de cores, a 1,.o
Ditos de 1.1a imitando casi-
mira^ 1,1,.
A li lira 1 rea fina, o covado a 900
Corles de vestidos de chita preta
com Hcovados, a 2,000
Dilos de cfcssa decores, a 2,(00
9 Hilos finos, a a,400
^ Dilosde cambraia de lislras de
9 (6ies fixas, a 2,500
*8 Sarja de la lavrada preta, o co-
Vadoa 560 f
Lencos de seda de cores, a 640 #
$ Cobertores de algodSo encorpa- 1t
9 dos para escravos, a 640 %
9 9
*(** % % mmgGms**
\a rundo i mi | < i I,
foja de Jos Francisco
Dias, vende-se
risrado francez de quadros escuios, fazen-
da muito fina e lisa, pelo barato prego de
ZOO rs. o covado ; pegas do esguiSo de al-
godSo de 5 palmos de largura e com 10 va-
ras a meia, a 3,200 is. a pega, e a 320 rs. a
vara.
Vendem-se, na loja de 4 pollas, na ru
do Cabug, do Duarte, trangas prelas e re-
quintes dos melhores de>enhos que leem
viudo de l'aris: lambem se vcudem can-
dieiros e palmatorias ingle/us
Vende-se um graude silio na cslisda
dos Afflictos.com muito boa casa paia f-
milhi, rectificada do novo, com muilas di-
versas qualidades de ai vuredos bem replan-
tados, como sejam : muilas laraugeiras de
oiveisas qualidades, sa(0lys, frucla-pno,
jaquiiras, coqu> iros, mangueiras, Cajuei
ios, e outras mullas dive-sas fiucteiras,
lioilalice, grande baixa para capim, queso
com a vista se poder melhor intormar u
comprador: na ra do Queimado, n. 10.
-- Vende-se um ptimo sobrado ce um
andar, sitio na ra das Cinco-I'unlas, em
chitos proprios, por prego commodo: na
ra da Cadciu do S -Amonio, no seguiido
andar do sobrado da esquina do Loteo do
Ouvidor.
preco commodo: na Carnboa-do-Carmo,
n 33.
Farinha de mandioca de
S.-Cathnrina.
Chegou em direilura de S.-Catharlna o
brlgue nacional Minerva, com um carregs-
mento da superior farinha muito nova, e
acha-se Tundeado defronte do caes do Ra-
mos, onde se vende a prego commodo,'ou
em casa de Manoel Ignacio de Oliveira, na
praga do Commercio, n. 6, primeiro andar.
Vendem-se duas pretas sem vicios nem
achaques, proprias para o servico diarlo
de urna cass ; um moleque de 9 annos ; um
prctoj idnso: tudo por prego commodo:
na rus ds Cadeia do Recife, n 54.
Vende-se, por prego commodo, um oi-
tsnte e um volume de laboinhas nuticas :
tudo em muito bom estado: na ra da Ca-
deia, n. 56 A, loja de ferragens de Antonio
Joaquim Vidal.
Farelo novo a 5,500 rs.
Vendem-se saccas grandes com 3 arro-
bas de farelo, chegadaa no ultimo navio
dellamburgo: na ra do Amorim, n. 35,
casa de J. J. Tasso Jnior.
Vendem-se queijos do reino, 1,120 rs.;
msnteica frunce/a, a 480 rs.; lingoigas, a
400 rs a libra : na ra Direita, n. 14. L*a
mesma venda precisa-se de um feilor para
um silio distante desta praga 12 legoas, pre-
ferindo-se das ilhas.
A elles entes que se
acabem-
Vendem-se sapalfles de eouro de lustro,
pelo baiatissimo prego de 2,500, 3,000 r
4,000 rs. ; dilos de bezerro francez, feilos
no paiz, a 2,500 rs.; sapalors brancos do
Aracaty, a 1,000 rs.: na ra da Cadeia do
Recife, n. 9.
Vende-se sellins inglezes,
elsticos, cabreadas, c couros de
poico : na ra da Cruz, n. 2, ca-
sa de Geo Kenworthy & C.
Novo sor tmenlo de fa-
zendas baratas, na ra
do Crespo, n. 6, ao pd
do lampea0
Vende-se cassa-ebita muito fina, de bo-
nitos padres, cores lisas e com 4 palmos
de largura, a 320 rs. o covado; cortes da
dita a 2,000 rs.; riscado di lislras de li-
nho, a 240 rs. o covado ; dito de algodSo, a
140 e 160 rs. o covado ; cortes de brim par-
do claro, com duas varas e urna quails, e
1,600 rs.; riscados mnstros, a 200rs.o
covado ; zuarte azul, a 200 rs. o covado ;
chitas, a 160o 180 rs. o covado; fusto, a
640 rs. o corle ; chales de lailalna, a 500
rs. ; cobertores de algodflo americano, a
610 rs.; e outras muilas fazeudas por bara-
to prego.
Moendrts superiores.
Na fundigSode C. Stiirr A Companbiaf,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
le eanna, todas de ferro, de um modelo e
conslrucgo muito 'superior.
Madama C. Ancelle,
oiii casa de modas francezas no
Atcrrc-da-Boa-Visla, n. la,
recebeu pelo ultimo navio vindo da Fran-
ga, um giande sorlimento de modas, comr
sejam : chapees muilo ricos de seda e di
palhs, tanto armados como sem o seren;
lilas de seda para chapeos, tanto de setin
como de tafi l, lisas e lavradas ; bicos di
blonde e de linlio, brancos c prelos de lo-
das as Isrguras; manteletis muilo ricos i
ds ultima moda ; flores e plumis de todas
as qinlidades ; romeirosde fil e de cam-
braia bordados ; ricos lengos de caobraii
de IiiiIid bordados e com bico a roda, pan
mSo ; luvisde todas as qualidades, tanli
para bon em como para senhora ; e outmr
muilas fazendas por prego commodo. Ni
mesma casa fazem-se manteletes e chapeos
para senhora, do mais apurado goslo, pm
menos prego do que em outra qualquei
parte.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de diffe-
rentes modelos : na fabiics de machinas i
Tundigo de ferio, na ra do brum ,
ns. 6,8 e 10.
I>rpsito da fabrica de
Todos-os-Santos naltahb
Vende-se em casa deN.O. Ilieber & C.
a ra da Cruz, n. 4, aliiodfio trangade
(aquella fabrica, muito proprio para .ecos
le assucar, roupa de escravos e fio i ropric
para redes de pescar, por prego muito com-
modo.
Deposito de Potassa.
Vende se muito nova potas. le boa (iu"lilade, em barriszinho.*
pequeos de qu itro arrobas, por
preco barato, como j lia muito
tempo se no vende: nc lenle.
ra da Cadeia, armazem n. 12.
Itcm v. barato a 1,800 rs.
o cov; do.
Vende-se, na ra do Livrsmento, n. 14,
merino preto de duas larguras, a 1,500 rs. o
covado ; n.eias casimiras de bonito goslo,
a2,50U rs. o corte; ditos de Cassa-chita,
quilo finos, a2,200rs.; ch les deseda, a
5,000 rs. ; panno fino preto pera casacs, a
:l.00O e 3,500 rs ; e muilo fino, a 5,000 rs. ;
chales de cassa com avaria, a 500 rs- ; is-
cadinhos de linho para jaquetas, a 400 rs.
n covado ; boas cambraias para vestidos, a
5,200 rs. o corla ; cambraia de seda, a 5,500
is. o corle ; e outras muilas fazendas bara-
tas, como sejam : roadapolOes, a 2,600,
2,800, 3,200 e 4,000 rs ; e muito fino, a
i,800 rs.
Na ra do Cabug, loja de qualro por-
tas, do Duarte, vendem-se trancinhas de
13a, proprias para enfeites de roupas de mo-
llinos, de coras, a 80 rs.
Novo sorlimento de fa*
zondas baratas.
Vondom-se cortes e cassa-chita muito
bonitos, a 2,000, 2.400 e 2,800 rs.; riscadi-
nhos de linho, a 240 rs. o covado ; dito de
algodSo muito encorpado, proprio para
roupa de escravos, a 140 rs. o co>ado j cor-
les de brim braoco de linho, a 1,500 rs.;
lito muilo bom, a 1,700 rs. ; dito amarello,
! 1,600 rs.; dito com listra ao lado, a 1,280
rs.; cassas de cores muilo bonitas, a 320
rs. o covado; riscados moostros com qua-
tro palmse mel de largura, a 200 rs. o
covado ; zuarte furia-cores, a 200 ra. o co-
vado ; pecas de cambraia lisa com 8 varas
e rois, a 2,720 rs.; chitas de bonitos ps-
drOes, a 160 rs. o covado; dilas muito fi-
nas, a 200, 220, 240, S60 e 280 rs. ; leogos-
de seda para algibeira, a 1,000 e 1,280. rs. ;
ditos para grvala, 1,280rs.; e outras mui-
las fazendas por prego commodo : na ra
do Crespo, loja da esquina que volta para
a cadeia. .
Vendem-se lonas imperiaes,
as melhores que ha no mercado, e
brimzao para velas: na ra da
Cruz, n. a, casa de Geo Kenwor-
thy & C.
Cassas prelas a 140 rs. o
covado.
Vende-se cassas pretas de muito bom gos-
lo a 140 ra. o covado : na ra lio Crespo,
loja da esquina, que volta para a cadeia.
AGENCIA
da fundicao Low-lfoor,
BA DA SENZAIXA-NOVA, N. !\1.
Neste estabelecimento conti-
na a haverum completo sorli-
mento de moendas e meiaa moen-
das, para engenho ; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido c
coado, de todos os tamanbos,
para dito.
OOOQJOOOO t&G&000<3tS>
O 0
) Na rus do Trapiche, n. 8, O
2 escriptoriode llenry Forsler ^
O louscavallos capados, er08
. muas, viudos de Buenos-
Q Ajes na barca americana q
O Muthingam: as pessoas que
S os pretender, dirijam-se 2
r$ mesma casa. q
O O
No Aterro-da-Boa-Visla, loja n.
18, vendem-se por diminuto
preco as seguintes fazendas :
meias para meninas, a 40 rs. o par ; chitas
linas de assento escuro, a 100, 120, 140 e
160 rs.; meios diales de la escuros, a 320
rs. ; fustfio branco, a 320 rs. ; fazenda para
toalh, a 320 rs. ; lengos da cambraia e dp
c^ssa, a 240 rs.; ditos de garga, a 500 rs. ;
cambraias e cassa de coi es, a 280 rs.; sarja
de lila de duas larguras, a 610 rs.; alpaca
prela o mais fino possivel, a 800 is. ; casi-
neta de urna so cor c de quadros e lislras, a
600 rs.grcastores para caigas, a 200, 210 e
'I.O is. algi-do mesclado muito forte para
scravos, a 180 rs. o covado ; lenco i'e se-
da fara grvala, a 500 rs ; rolles do mais
linoe moderno fuslSo, a 1.600 rs.; cortes
de c-ssa para vastidos, a 2.000 rs. ; risca-
dos monslros, a 240 is. ; brins de linho,
branco c cor de palh, a 800 rs. a vara ; ma-
lapolflo riscado com 4 palmos de largura,
<240 rs ; sai gflim com algum mofo, a 120
rs. ; eoutias muilas fazendas por barat-
simo prego.
Vende-se a taberna delronie da cadeia
de Olir.da, que foi do finado Antonio IVr-
reira : a Irtlar no |alio de S.-Pedro-Uar-
lyr, defronte do passo, ou no Varadouro.
com Manoel da Silva Amorim.
__Vendem-se duas casas terreas sitas urna
no palco do Tergoe a oulra na ra Impe-
rial, com um prmideotilo na frente e en-
vidragado tmbssceni grandes quintaese
cacimbas : na ra do Queimado, n. 65.
Na ra d*s Cruzs, n 24, segundo a
-- Vndcm-se 3 escrvs ; um mulstl-
ho ; urna moleca de 14 anuos ; um cabra
para oservigo de campo: todos muito mo-
gos, e por barato prego, por.se ler ds pagar
urna divida : na ra do Livramcnlo, n. 4, se
lira quem venle.
Vende-se urna negrinha de 6 annos,
propria para se educar : na ra do Quei-
mado, o. 38, segando andar.
Vendem-se, na, ra do Crespo, n. 11,
lesus Christo perante o seculo, novo, por
2,500 rs.; Magnum Lexicn, por varios pre-
gos ; Historia sagrada, por 3,000 rs.; Novo
testamento, por 5,000 rs.; Diccionario in-
glez do pronuncia, por 5,000 rs.; dito fran-
cez e Ialim, por 2,500 rs. ; Chamar, philoso-
phia, por *,000 |rs.; Algebra o arithmelica
de Lacroix ; Sevcne ; obras martimas ; Eu-
clides; Cdigo commercial portuguez; Dic-
cionario de Vieira, por 3,000 rs. ; Manual
dos collectores ; Mestre ing|#z ; dito fran-
cez ; Horacio ; Tito Lirio ; Salustio ; Vir-
gilio ; Cumelio; Fbulas; Selecta ; Carlas
le Cicero; Cintos sagrados, por 200 rs.; S.
Miguel, por 120 rs ; Cernido d'alma, por 80
rs.; e outros muilos livros o mala barato
possivel.
Vende-se um sitio em! Olinla, ao cor-
rer da ra do Jogo;da-Rola, com casa, mui-
los e variados arvoredoi de frueto e boa ea-
cimba : a tratar na mesma cidade, ra do
\mparo, n. 5.
Oleo de Ilnhijoa.
Vende-ie superior oleo de linha-
5a em botijSes : quem pretender,
ijirija-se a Manoel da Silva San-
tos, no armazem do Aunes, no
caes da Alf^ndega.
mmemm^BtBstciiimeaamBSBSssassm
Escravos F'i.-< *o*
200 OOO rs.
Fugiram, no dia 13 do prximo psassdo,
do engenho Novo de SerinhSem. os escravos
seguintes : Thomaz, cabra-escuro ; lem os
ollins n palmas das mSns smarelladas, cor
fula, representa ter 25 a 30 annos, eom olli-
cio de pedreiro, pescador e do cortar carne;
he muift regnst-i : Amaro, cahra-olaro, de
45 a 50 anuos, com bastantes cabellos bran-
cos, pernas linas, ps apalnelai'os ; he mui-
to preguigoso para qualquer servico; he.ci-
ooeiro ; costuma andar sempre ebrio : es-
tes escravos quando fugiiam 'ram a | raia
do Gamella, do l'.io-Formoso, onde com-
praran) una jangada e seguirn) na mesma
para a provincia das Alsgas, de ondeo di-
to Amaro he natural, e que lem patentas
para o centro : quem os pegar leve-os ao
dito engenho, ou nesla praga em casa de
Sil vf 1 i o Joaquim dos Sanios, na Camha-
do-Carmo, n. 33, que ser g'atillcado com
200,000 rs.
Fiigio, no dia primeira de maio, do en-
genho l'edregulho, da comarca de Nazarelh,
um eseravo de come l.uiz, carreiio, que
por indidos deveri Ur segoidoo o caminho
para a freguezia de Una, d'ondc he natural;
he crioulo, baixo, alguma enusa cheio do
corpo,-fs e mfios sadius ; lem o dedo in-
dos da nulo esquerda (orado qusi pelo
meio, com falla de denles na frente do lado
superior ; tem lina falla e de- phisionoinia
agradavel; p le ler 25 a 30 annos ; levou
chapeo de coura, malotq de cnuro de qve-
Iha, camisa azul e caigas de riscado :' quem
o pegar luve-o ao Itio-Fornioso, a JnSo Ca-
valcau:i, senhor do engenho Ara guary, |em
Una, ou ao Itecife a Jos Mana Ferreirada
Cuuha, na ra do Queimado,.11 44, que se
recompensar generosa mente.
-- Venceslao, pardo agarapado escuro,
alto, secco, de 18a 20 annos, quando do en-
genho S.-Antonio Ciando fugio, princi-
piando barbar ; lem urna cicatriz em um
dos la los do queixo, caliera redonda, ca-
bellos prelos o muilo racima.ios ; tem olhar
de porco, olhos veroielhos, pernas e bragos
finos, mfios e es grandes ; he tabaquista,
falla alguma cousa fanhoso ; fu i o no dia
10 de margo de 1815, para o quilombo de
Vicente de Paula, e d'alli em Janeiro de, 1848
sabio par* o centro | or le Ihe mahdado
dar o iiies'i o Vicente dous tiros, dos quaes
somente foi ferido em um brago : quem o
capturar, ou delle der noticia nesla praga a
Jofio Francisco de Alahide, e as Alagas,
ao commendador Jos Paulino de Allm-
querque Sarment, proprielario do enge-
nho S.-Aiitoino-Giande, ser recompensado
com 100,000 rs.
Fugio, do engenho de Tres-floccis, no
dia 17 de levereiro passado, um pardo com
os sioi'ius sepun.li s : baixo, grosso, sem
barba, de 20 annos pouco mais ou renos.
dar, vend in-so luis | nlts, urna de 20 an- eabellos enroscados, olhos grandes e ga-
nos, e a oulra de 30, que engommam, co-
sem cbSo, cozinham bem e lataui de saio ;
duas ditas de nagilo Angola e Cosa, opi-
maaquiaodeiras.e que cozinham e lavlam
de sabflo, por prego muilo commodo.
a loja Ce li ya hamos
& C na ra Nova, n. 6,
vendem-se ricas bandejas de charfio, de to-
dos os tamanhos, com guarnicio de fina
ctsqun ha ; dilaa som guarnigfio ; grinal-
das para noivaa ; flores brancas, roza.*, la-
iai.ja e avelludadus ; Iraugisile diflerentes
cies e larguras ; e outras muilas fazendas
para enfeiUsde senhora: ludo muito em
cunta.
Vendem-se pegas de madapolfio com
JO varas, muito largo e com algum mofo,
a 2,500 rs ; estopa i ropna para roupa de
escravos e-enfardar fazendas e tambem pa-
ra saceos, a 3. 4 e 6 vinlens a 160 ra. a
vara, com alguma avaria; chitas,a 4,000
rs. a pega : na ra larga do Hozarlo, n. 48,
primeiro andar.
Vende-se superior vinho engarrafado
ha mais de 7 annos, tanlo brnco como tin-
to ; pipas vasias de LisbOa ; e barricas lim-
pas : na ra das Cruzs, taberna n. 20.
ropados, bem feitu de corpo, pernas e pes,'
nariz diaio, beigos grossos, bocea legular e
com lodosos denles; inlilula-se futro, e
como tal vem monido de um passapoi le fal-
so com o qual illudiu as autoiidades de
liarra-Crande : quem o pegar leve-oao di-
to engenho, ou ao Itecife, em casa de Ma-
noel Joaquim llamos e Silva que em qual-
qui r das partes sera generosamente recom-
pensado.
Fugio, no dia 11 do prximo passado,
una pela de 30a 40 annos, de nagiln Con-
go, baixa, gorda, cOr retinta, bexigosa,
olhos | equenos ; tem em urna das faces um
signal de carne, andar alrapalbado, porque
puxa por urna p, rna ; he bastante desem-
baragada no fallar, bastante aroiloaa e ca-
paz de Iludir a qualquer pessoa que a nSo
conhega bem ; sabe de quasi todas as po-
voagOesda provincia, por ter andado a ven-
der niiudezas pelo mallo, de eujo saber
talyez se teuha srrvido para melhor Iludir
a vigilancia das autoridades, porque j de
oulra vez que fugiu foi encontrada com. un
balaio de miudezas para com dio subir pa-
ra ocentio ; chama-so Mina Joaquira;j
foi escrava de um senhor di engenho, cha-
mado Manoel lluarque; levou vestido de
clu'la azul, panno da Costa, camisa de al-
----------------- ....... ia ut'ai.f lanuda tu. i
-- Vendem se ricos capoiii.hos e romei- Kdaoziiiho c mais urna Uouxa com um
.. .i ^ .....l_ i;iA bom rumo lAllfai >>,.. **.... ...
os de seda e fil ; bem como loocas par*
criancas, c grvala de seda do diversas c-
r.-s, por harato prego : na ra do Cabug,
loja de Francisco Joaquim Duaile.
Vende-se Chefs d'ccuvre de Veltaire, 5
v. i 18." cornil ; Diccionario portuguez-
francez e francez-porluguez, por Fonseca ;
(toquele, 2 v. in 8. grande por prego
commodo: na ra do Crespo, n. 8.
Veudc-se urna taberna com poucos fun-
dos, na Passagem-da-Magdalena, na esqui-
na que vira para o demedio, por baixo do
sobrado: a tratar na mesma taberna, ou
uoAlerro-da-lioa-Viata, n. 80.
vesljio blanco, urna saia prela de lila, um
panno preto, um vestido de riscado escuro,
um frasco d'agoa de Colonia, urna faca de
mesa, de cabo branco, u/na ligclla peque-
a e una colher do cha. Iloga-se, perianto,
as autoridades policiues, capitSes Je cam-
po e outras quaesquer pessoas, que a apprc-
hendain e levem-na ra dos Quarteis, lo-
ja de miudezas, n. 22, q je serflo recum-
ensados.
l'BSN. : SIATIP. Ut H. D* FAU1860
K/irri urtP FYFK/1F


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