Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06902


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Full Text
Anuo XXVI
Ter$a-feira 7
MBT13AI DOS OOBBHM.
Coianna e Parahlba,egunda.iF !"1" ^j'"-
Rio-Grande-dn Norte, q'nta fera aamelo-
Cabdol1*Serhk.,I>IoiFo','no'O.P0';">^i"<>
eJacei, nal.. !' e J de cada me*.
Garanhuns Botillo, a 8 e 23.
Koa-VIsta e Flore, a 13 28.
Victoria, quintal feira.
Olioda, todo o da.
sanan
DB,
Ming. a 4, 8h. e20m. da m.
Nova a II, i 8h.e 49m.dat.
fresca. 18. 1 b.e33m.dat.
Cheia a 25, 9 h. e 48in.dat.
vacuna bk BOJl.
Primeira aos 30 minuto da tarde.
Segunda aos M minutos da manhaa.
de Maio de 18K0
N* 105.
beoob da strssoairglo.
Por tre laees(idianladoi) 4/000
Por leis rucies a $0)9?
Por uhi anno
Dl.va DA UXAlfA.
6 Seg. S. Joflo ante portam latinam. Aud. do J.
orf. e ra. 1 v.
7 Ter9.8. Estanilao. Aud. do chae, do J. da I.
v. do ct. e do do feito da fazenda. .
8 Quart. S. lidiadlo. Aud. do J. da 2. v. docivel.
0 Quint. *I< Aicencao do Setihor.
10 Sext. S. Anlonino. Aud. do J. da I. v. do civ. e
do dos feito dafaicnda.
11 Sab. S. Auastacio. Aud. da Chauc. e do J. da 2.
do crlnie.
lVO0o]l2 Pon. S. Joanua Piinceza.
CAMBIO IR 6 DK MAIO.
Sobre Londres. 27'/, d. por 1/000 r. a 80
. Paria, 340.
. Lisboa, 95 por cento.
Caro.Oncas beapanhoe.......
Mocda de 6/400 velha.
de 6/4(10 novas
. de4/000.........
Praia.-PatacSes brasileiro...... -
Peso columnario....... JaS .
Dito mexicano.......... '
dias.
29/000 a
10/800 a
16/200 a
9/100 a
1/IJ a
29/500
16/800
18(400
9/200
1/980
1/970
1/820
PEiiNAMBUCO
ASSEMBLA PROVINCIAL
18/ SESSA ORDINARIA EM 2 DE MAIO
DE 1850.
rawinEncu do sr. renao cavalcas.
( Concluio.Video Diario n. 102.)
O Sr. Corra de Brilo :Sr. presidente,
aupponho que a mainria da casa, ae nflo
toda ella, acha-se sol o dominio dos prin-
cipio* da verdtdeira e rigorosa economa
(ApotaJot.) A maneira como esta assem-
bla lem votado sobre o projeclo, que anda
boje se discute, he urna prova evidente di-
que ella esta disposta ase nilo arrodar de
lo bous principios...
fm Sr. Drjmtado -Os anjos digam amen
O Sr. Cortia de Brillo :--lsto posto, e pa-
recendo-me que a idea de economa esti,
por iissm dizer, incarr.ada no artigo que
ora discutimos, nenbuma duvida terei eoi
votar por elle.
Sr. (.resiliente, de ludo quanto disseo
nobre denotado que se asanla minha di-
reita {oSr. Jote Pairo) apenas pude eoncluir
que, adoplando a medida proposla pelo ar-
tigo 5, ellea julga cotnlu'o ineiequivel,
se acaso se nlio romoveiero os inconveni-
entes que Ihe parece resultarfio desse con-
trato que o governo flea autorisado a Tazer
coin aquello dos nospilaes aqu existentes,
que porventura se queira encarregar do
trataniento das pravas do corpo de polica
que liverem a desdita de adoecer; mas,
como lodi s esses inconvenientes provem
de entender o nobre deputado, guiado co-
mo sempre pelo seu genio liscalisHdor, que
senielhanle contrato deve de ser eiTeiluado
com todas as formalidades dos que, sendo
relativos a despozas, se encelan) e ultimare
Miteo li ib. nal administrativo da thesoura-
ria da fazenda provincial, e cmo eu pens
que tal intelligencia nflo dimana necessa-
riamente das expressOes do artigo, mu lia
de pernillir que eu discorde de sus opiniflo,
a qual se me figura anda menos fundad,
quando considero que ha Tactos que. a con-
traran) ; iblo be, quando me record de
queesse mesmo hospital, crja cxtincajflo se
prepoe, esta sendo formado de medes-
merilo* vm virlude de un contrato, inlei-
ramente despido d todas essas formulas...
O Sr. Jos Pidro :lio posterior a ello
lei que mandou que os contratos fosseni
It-ilos ern hasta publica.
OSr Correa de trillo :Mas, so, sanecio-
nada a h i referida, qualquer contrato, pan-
qu vgorassee mencesso foros de legal,
devia de ser feito em liasla publica ; seess-
que acabo de mencionar nflo foi feito ei
praca, nem tSo pouco ante a thesouraria
provincial, pois que al supponbo quo leve
lunar persnle o conselho do corpo ;.....
OSr. Helio Jfreo;--lle verdade ; foi pe
Min'e o cons-lho.....
OSr Correa ie Brillo:.......se nao tem,
como nflo pode ter,.a condigno da perpetu-
dade, me i arece que, desde qu prnci, ioi
a ler execugfio >'ssa dis;osigSo legislativa .
que o nobre doputado se soccorreu como to
inais forte de seus argumentos, esse ron-
trato fe devora ler dado por concluido,'para
que se podesse effeituar oulro coni toda.-
essas formulas, com todas essas solemni-
dades.. ..
OSr. o redro :--lsso serve de accusacSi
ao presidente da provincia.....
O Sr. Corra de brillo :--Esle aparte do
nobre deputado equivale a urna insinuacSo
Eu nflo estou fazendo arcusagocs to nobn
administrador da provincia, que pode estai
na ignorancia dente fado; porque talvc
lite o nflo tenfcam revelado is uutondade.-
encarregadas da lisealsaglo. Perianto,
repito o aparte do nobre depulalo rquiva
le a urna insinuagflo, o esla bem maligna.
O Sr. Jo$ l'tiro -.Eu nflo fago insiuua-
q'ii-s ao nobre deputado; elle he quu m'as
esta fazendo.....
O Sr. Correa i* Brillo :Est engaado
Sr. presidente, como ja disse, entend
que dos termos do arl. 5 do projeclo, se nfli
pode concluir que, para contratar o curati
vo das pragns do coipo de polica, deva i
governo da provincia cingir lao rigorosa-
mente a essas formulas a que o quer sujei
taro nobre deputado; mas, anda mesmo
que eu estoja em erro, supponbo que d-o
disposices do artigo nflo resullarflo os in-
convenientes para que o nobro deputado
cliamou to la a uossa allengflo. Se se tratas
se de providenciar sobre un caso inteira-
menle novo; se nflo houvesse una bss>
paia o calculo das despezas a fazer com u
lialariienlo das pragas enfermas do corpo de
polica, entilo soriatn at certo ponto bem
fundados os leccmsdo illustre preopiuniite,
mas, quando esse corpo lem un hospital
cuja dc.-peza he conliecida, quando ae pode
saber, f coinelleilo sosabea quanlo monta
o dispendio provavel com una prar;a enfer-
ma, creio que he muito fcil efTeiluar esse
contrato ni que lanas Oilliculdades Ouxei-
gou o nobre doputado ; lano mais, quanto,
en lliliha fr. Ca e liu.i llde Opinifio, d. ve le
elle por bse, nflo o gasto a faier com o Ua-
taiueiilo do todas as plagas do corpo, mus
si ni com o de cada urna deltas isola J-
mente.
Enunciando, porm, estas id. ias, Sr. pre-
sidente, eu nao tcnbo em vista arrastrar i
Cafa a acuu panhar-nie uellas, nem 13o pou
co siulo-iiie uisposlu a esloinagar-me poi
\c-las desprezadas, ou postas a margen,
pelos meus ni Ins collejas. Apenas eslou
jiislihcaudo o meu Voto ; e, qualquer qui
" j.i a dtcisflo oa assumbla acerca da ques
tao que ora se agita, cu a lecebere co.n a
placidez e losiguafflo de quem tunta parle
as discussoes, no pra dirigi-las e preci-
sa-las, mas sim para esclarecer-se e dar >
rasflo de suas opinioes.
Sr. presidente o nobr deputado achou
tambem defeituoso o nico do artigo em
diacussSo, e disso que elle devora de mandar
ceder os utensilios do hospital de polica -
quelle que se encarregasse o tratamenlo das
pracas enfermas, porque essa cesslo ou da-
diva poderla conenrrer para que o contrato
fosse monos oneroso. Se estivesse provado
que esses utensilios teem um valor capaz de
influir sobre o prego do contrato, muito
aproveilaraa reexflo do nobre deputado ;
mas nflo se adiando isto demonstrado, e pa
recen lo-rne. ao contraro, que elles se
acbam em tal estado, que pouco ou nada va-
lem, o nobre deputado me permittir que,
ismbem nesta parle, eu decline de sua opi-
nifio.
Sonhoras, almdas risoes que tenho ex-
pendido como outros tantos motivos por
que entend) dever concorrer com o meu
voto para a medida proposta no artigo em
discussfio, ha urna para mim mui podero-
sa e mui valenle, que talvez pese mais
que todas em minha consciencia. O hospi-
tal do corpo de polica hetflo acanhado, as-
sent em Incalida le I fio pouco propria para
estabelecmentos dessa orlem. que osolda-
lo que tem a desdita de ser acommetlido
por molestias de certo carcter, empeiora
consideravelmenle pelo simples facto dse
lemorar poralguns dias naquella parte do
quartel a que s d o pomposo titulo de los
niial, e que po'ventu' nflo tem mais do qu"
o espaco do corredor de qualquer dess.is ca-
sas, um pouco mais comino-las, em que tan
lo abunda a bella cidade do Recife...
O Sr. S l'ereira :Apoiadissmo ..
O Sr. Correa de Brillo : Ora, dado este
facto, e sendo ceito que as nossas creums-
tancias linanceiras nos nflo permilteni auto-
ri-ar a construcQflo de um o lilicio que le
nh as devnlas proporeoes para receber n
hospital do corpo de polica, nSo he econ-
mico e humano ao mesmo tenipoo inanUr
contratar com qualquer dos outros hos
pitaes aqu existentes o tratamenlo das po-
bres pragas desse corpo, que, da e noite,
servem a provincia, que, da enoite, velam
sobre nossas vidas e propriedades, e que
mais de una vez teem arriscado a existen-
cia em dfesa da ordem e trauquillidado pu -
blica? Parcce-mequesim.
Em viitude, pois, das poucas considi>ra-
ces que all deixo feitas, voto pelo aitigo e
-eu 5.
O Sr. Franciteo ioao : l'oucas, porm,
boas e frisantes.
OSr. Corren de Brillo: Ago>a resta-rne
justificara emenda que lve a honra de su-
jeilai i consideragflo da casa. Parece-m
que, a passaro artigo 5. e fcu paragrapbo
laes como se achain concebidos, nfiocorii
o cirurgiflo-mr do corpo a cbrigagflo de
.visitar as respectivas pracas no hospital em
nue houvessem de ser tratadas ; e, como
nesse caso, tal funecionario qu-si quo fica-
ria reduzido ao pequeo traliallio de expe-
dir aos soldados altas para o hospital, e 1 o
Conseguinte com vnicimeiitos muito supo
iiores a mus encargos, ei-lendi que devia d
1 m por-1 lie essa obrigaglo.
Vai mesa, e he a uiada a seguinle emen-
da :
Emenda ao do artigo 5.-Em lugar dt<
hospital decaridade-- diga-se o hospital
que contraclar o yuratvodas pragas.--S. II.
--Barros Brrela.
O Sr. os Pedro responde s observacOes
do precedente orador, notando que com el-
las se Ihe quizeram fazer increpaces.
O Sr. S Pereira combate o artigo em lis
cusso.
O Sr. Correa de Brillo : Sr. presidente,
usando da palavra que V. Exc. leve a bou-
lado de conceder-me, ea me nflo daici;
pessima larefa da mimosear ao nobre de
pulado que se assenta a minha direita i o Sr.
os Pedro com expressOes tilo fortes e l.o
grosseiras, como as do que so elle servio ;
nao so porque en leudo que o recinto destn
casa nflo be una praca publica onde qual-
quer de nos venlia insultar seus companhei
ros, e cuapir-lhes injurias, ou dii igir-llic-
apolosjsenflo tambem porque tenho con-
viccflo do que essas expressOes do nobre de
pulado em nada me pdeui ser applica-
veis.
Sr. presidente, como official-maior da se-
cretara do governo, lugar que inimereeida-
iiente orcupei por algum lempo; com
escrivflo de orphilos, olllcio que tambem por
mera bondado do go.eroo me foi eonlialo
como membro desta assemhla, qual ore
trouve a extrema benigoidade dos eleitoris
pa-nambucanos ; comosimples cidadflo,cm-
ilm, eu ainla nflo praliquei 11111 acloque
me torno merecedor dos ignominiosos ei i-
lietos de impostor e mexerqueiro: abi
el toda a :!: vida publica, ahresl tod
a minha vi'la particular, abi esl toda a mi-
nha vida privada : cu as ponho disposiefl..
los nohres deputados ; cada quai delles
Iue as esmeiillie pausada e cuidadosimen-
t-, e, sdepois do mais minucioso exame
adiar em sua consciencia quemecabom epi-
nicios IfloafTioritosos e infamantes, desdt
a dou a e da um delles plena e nflo dispu-
lavel I .cuida.le para imprimir-me sobre a
f onle o ferrete ufa ignominia !... Portanto,
repito, as expressOes do uobro depuladi
em nada me pdem ser applicaveis ; e, si
nflo fura o respeito que eu ilovo a inun mes-
mo e casa, eu Ih'aa devolver intacta.
'Trocam-se diversos apar lee entre o orador t
o Sr. Jos Pedro.)
Sr. presidente, para bem provar a sen-
rasflo do proc'diiiioiiio do nobre deputado,
cu mo tifio posso Curiar a repetir, se ben
que resumidamente, tudo quanto servio de
pretexto conducta do nobre deputado.
Querendn demonstrar que dos termos do
rt. 5 se nflo poda eoncluir que o presiden-
e da provincia fieava rigorosamente obri-
gado a f.izer contratar em hasta publica, eo
dsse, entre oulras cousas, que o forneci-
mento de remedios ao hospital do corpo de
polica estava sendo feito em virtude de um
contrato a que faltavam todas essas solem-
nidades reelamadas pelo nobre deputado,
que se me nflo engao, havia si loeTeitua-
do, nflo ante a thesouraria da fazenda pro-
vincial. Entflo um oulro nobre deputado
soccorreu-me com uro aparte emqoeasse-
verou-me'queemWei-dade fra o conselho do
corpo po'ical o coi.ixatante de lal forneci-
rento. Frmado nesse apar te, reduzi a alh'r-
mativa a minha proposieflo duvidosa ; o m-
modiatamenteo nobre deputado observou-
meque isso equivala a urna accusagflo ao
preiidenle da provincia......
*%0 Sr Jos Pedro :-Nflo foi nessa occa-
sfln.
O Sr. Correa de B'rito :~Oh Sr. deputa-
do.loda a casa vio quo o f cto se passou co-
mo acabo de referi-lo.
Eeita pelo nobre deputado esta insinua-
cSo, eu dei-me pressa em repelli-la, asse-
ve ando que nflo tinha nteneflo de accusir
ao Ilustrado administrador da provincia,
que bem poda ignorar esta oceurrencia por
uSo Ih'a terem lalvez revelado as autorida-
les encarregadas da fiscalisaeflo. E, no
caso vertente, quaes eram essas autorida-
les ? O procurador-fiscal da fazenda pro-
vincial, ocommandanto do cono de poli-
ca, o respectivo mjor, o conselho admi
nistrativo do corpo, etc. etc. Entreunto
o nobre deputado, pondo margen todos
esses respnnsavcis, sallando por todos el-
les, atirou-se sobre o barrete que ah rela-
va sobre a alcatifa da casa, levantou o pre-
cipitadamente p-lo sobre a cabec*; e,
erguendo-se arrogante, exclamou : Ecee
Homo \!
Senhores, e vista disto fui eu que oflen-
di o nobre deputado? Parece-nio que nflo:
ao contrario foi 0 nobre deputado que,muito
de p'oposito, apressiu-sa a apnlnr na ari-
na urna luva.que Ihe nflo tinha sido atirada
smente para ler um motivo para brindar-
me indirectamente com os insultos que a
vasa ouvio.....
OSr. Jos Pedio d um aparte.
O Sr. Correa de Brilo -.--Entilo como que-
ra o nobre dci ulado quo me eu exprima-
se ? Queria quo di-sesS'-: O rrsesidente
da prov>ncia lalvez ignora esse facto. por-
que he bem possivel que todas as autorida-
des encarregadas da jfKalisacBo, exclusive
gmenle O Sr. inspector da thesouraria da
fazenda provincial, Ih'o nflo tenham reve-
lado ? *
OSr. los Pedro :Quera que nada dis-
sesse de uingueiit; porque a nin^uem se
deve 11 fazer imp'.il. cues Iflo gi aves...
O Sr. forrea de Brilo :-Sr. presidente
sempre que tenho occasiflo de dtter algu-
mas palavras nesta casa, eu >s peso, e as
peso muito, para que ellas nflo vio offen-
dsr directamente o melindre deslu ou da-
quelle individuo; mas, quando apezar des-
se meu cuidado, as minhas expressoe<, pnr
serein filhas da verdade, ofTeudeui as sus-
ceptbilfdes de quom quer quo saja, porque
verdades ha que ferem mortalmente ; entilo
(co bem commigo mesmo, com a minha
Cniscicncia, poique esta me diz que tenho
cumprido um dever sagrado..... .......
O Sr. Manuel Caeakanli :- Muito bem
Apoiado.
O Sr. Jos Pedro :Se he liomem, prove
a verdade disso..... (e/iemenei signis de
desapprovaedo na casa.)
OSr. Corirade Brilo :Ah 0 nobre de-
putado j quer dci lir o negocio co:no lio-
mem .' N- sse caso, lico com meus recejos ;
porque sou muito pequeo, e o nobre depu-
tado pode fcilmente csm.igar-me.....
O Sr. Jote Pedro:Fallo do liomem inlel-
lectual, digo-lheque, como liomem intel-
lectual, prove o quo disse.
OSr. Cunta de Brilo :E he justamente
o que eu tenho feito. O facto existe, e o
governo de certo loria providenciado acer-
ca dclle, se as autoridades encarregadas da^
lUcalisacflo o houvessem revelado. E nem
se diga que, por ter mandado pagar por va
rias vezes a importancia dos medicamentos
que se fornecessem ao hospital do coipo de
polica, sabe o governo da maneira como
esse fornecimento he feito; porque entre
os documentos que devem legalisar seme-
Ihantedespeza nfio figura cerlamenle a c-
,ia do contrato, pega nica que podeiia
habilitar a auminiilragao a licar iuleirada
da naturesa do mesmo contrato.
Sr presidente, quaiiio eu pratico un.
acto qualquor, nflo recua) nute elle : e o ac-
to lie bom, aflirino que he meu, glorilican-
lo-meda o baver obrado ; se be mo, nem
poi is.-o o neg ; apenas lico enveigonhado
delle, e c.mfcsso-iiie arrependido. lie as-
siin que coturno a proceder, porque en-
tendo que outra nflo deve de sera conduc-
ta, do hoiiiem de cousciencia, do hornero de
I1.11 a. Cre;o ter-me 01 cucado sullicienle-
montedesteinciJeiile desigradavel|quo te-
11I10 a ronv cgflo de nfio ha\ nr provocado ; e,
pois, passarei a tratar da materia em dis-
cussflo.
Sr. president-, de todas as rasOes, pela
segunda vez apresentadns contra a maneira
como Macha concebido o arl. 5, a mais va-
lenle foi a impossbilidade em que Qoa.ii
Hospital, que contratar o halan.culo da
pragas enfermas co corpo de polica, de ob-
ler dos cofres provinciaesa indemnisagaodo
prejuizo que hija de soltrer por sobiovreu.
circo instancias extraordinarias, qu o for-
gain a despender emsemelhante tralamen-
to quantia superior calculada ; mas o no-
bre deputado que se soccorreu a esse argu-
mento forneceu-me arms|para combate-lo,
e demonstrar a sua nelTicacia : elle disse-
nos que, apezar de nflo estar autorisado, o
nveme, 1 or mais de urna vez, tm usado
-lo louvavel arbitrio de mandar despender
enm o supnrimento an hospital do corpo de
polica somma maoi do qu essicim que a<
leis de orgamento t-'em determinado ques
auxilie aquello estahelecimenlo : ora se
as circunstancias acluaes o governo pode
usar desso arbitrio, qual o motivo porque
su nflo llover prevalecer delle quando as
pobres pragas enfermas do corpo de polica
forem tratadas em oulro hospital ? Dir-mc-
hfio, porque nesse caso ha um contrato e
Ttiern o euectunu deve sujnitar-se a pe.rdas
e damnos, assim como so habilita a colher
lucros. Sem ser legista, me parece poder
alTlrmar que um contratante qualquer ter
lireito a exigir reparagOes sempre que pro-
var que de um contrato Ihe resultou lesflo
enorme por causas supervenientes, e nflo
calculadas ; e, pnis, pens que, S3 em con-
seqienca de urna pes quer circunstancia imprevisti acontecer
que solTra grande prejuizo o hospital que se
obrga a trataras pragas enfermas do corpo
de polica, esse hospital ter direito a exi-
gir urna ndcnni-agSo, e o goverqo se nfl-
negar a dar-lh'a, anda mesmo quo, para
faze-lo, precia de recorrer a esse arbitrio
deqoe tenho fallado.
Mas, senhores, eu supponho que nem
mesmo isso se dar ; porque, a bragos com
a ebre reinante, e com a rebelda, nfio
s nesta capital, romo fra della, o corp
de polica devia de ter gasto este auno com
o tratamenlo deseas pracas enferma* linfa
quantia tal, que pode mu bellamente ser-
vir do base a um contrato, quaesquer qui
sejam as eventualidades a s b evirem.
Sr. presidente, o nobre deputado que
por ultimo falln, parece que apenas leve
pir fim provar assembla que isla muili
ao corronte das regras sob o dominio das
quaes deve ser estabelecido um hospital.
O Sr S Pereira : O nobre deputado
nflo esleve atiento, por isso diz essas coli-
sas. .
O Sr. Correa de Brillo : Parece-me, eu
nflo afTii 1110 nada. Parece-me que o nobre
deputado se domorou muito em demons-
trar os inconvenientes que resaltaran) de
por o enfermo tal em contacto coin o en-
fermo qual : o dispendio que far-se-hia coin
a compra de camas de ferro, bacas, len-
gcs, travesseiros, colxoes, etc., para da-
hi concluir que era anli-economico ceder
gratuitamente ao hospital do caridade os
utencilios do do corpo de polica, contra as
regras da medicina misturar os doentcs des-
te corpo com quaesquer outros; mas eu
que, sem ser membro da commissflo da
(Baefio do corpo policial, sem ter ido exa-
minar o respectivo hospital, parece-me po-
der all' mar ao nobre deputado quo nflo en-
contrar abi essas camas de ferros, nem
essas bacas custosas, nem csses colsOes
macios ; ou quo confio muito no bom senso
e prudencia do nobre administrador da
provincia, o por conseguinte me nflo (ios-
so resolver a acreditar que ello exgisso no
sen rclaloro una medida, sem que hou-
vesse bem pesado suas conveniencias ou
desconveniencias, pego vena ao nobre do-
putado para discordar da sua opniflo, e
votar pelo artigo c sen paragrapbo ; tanto
mais quanto a discussflo nos lem esclare-
cido bstanle, convencendo-me deque este
meu proced ment nada tem de ncovenicn
te ou porigoso, nem para as pragas do cor-
po de polica, nem para os cofres pblicos
Vai musa, e be apoiada a seguinle
emenda :
Substtua-se o quo se segu s pala-
vras presidente da provinciapelo se-
ojuinte-a faier curar as pragas doentcs em
qualquer hospital, mediante uina indemni-
sagflo rasoavcl. /'' Bego.
O Sr. Jos Pedro a inda faz algumas
rcflexoes acerca do que pelo Sr. Correa de
Brillo foi dito na casa, c responde, quan-
to a materia, a algumas desconsidcragOes
feitas pelo mesmo Sr.
Encerrada a discussflo, he o artigo ap-
provado com as emendas dos Srs. Mello Re-
g, Uniros Hnrreltoe Corroa de Brillo.
Tem dado a hora
O Sr. Presidente designa a ordem do dia,
e levanta a sessflo.
=>>*
ee lessa a urna nova apuragflo dos voto para
deputados provinciaos. aun de conhecer do
engao notado pta refer la commissflo da
assembla, mas nflo Col aporovado.
Oulro do corleador, cummunicaiido tero
becco denominado do Valadares. no burro
de Recife, 12 palmos de frente e 14 de fun-
dos Que se pedase autorsagflo ao gover-
no da provincia para se aforar dito bucee a
quemo requereu. .
Sendo lido e posto a votos depois de urna
breve discussflo, o parecer da commissflo
encarregada do examinar a vantagem 011
ilesvantagein da modificagflo da parte da
oanla do bairro da Boa-Vista, que co apre-
hende as ras da Gloria, e da Ponle-Velh.
requerida por alguna pmprietanos de pre-
osHtuadosem referidas ras, cujos fun-
dos deitam para a na da Alegra, deu-se
impate na votagflo, desempatando a favor
o Sr. presidente, e em consequencia man-
lou-se p?dr autorisagflo ao governo da pro-
vincia para se allerar a planta no sentido re-
querido.
OSr. vereador C.arneiro Monteiro decla-
rou qii- havia rcrebido do procurador a
iiianlja de 10:G00,0O0 rs. resto dodnhero
recebido da thesouraria provincial para a
-ompra do terreno destinado ao cemiterio
publico.
Ti'ou-so do cofie municipal a quantia de
00,000 rs. para acudir as despezas com obra
do aqueducto do pateo do Carmo, sendo
.lila quantia entregue ao vereador Carneiro
Monteiro. encarrogado da direcgflo da mes-
maol-ra.
Assgnou-se uma ropresentagflo para a
assembli provincial reclamando a cuna-
ra contra a pretengflo existente na mes-
ma assembla. d' Antonio da Silva Vm-
mflo, pura construir um matalouro publico
nesta cidade, em consoquencia de ser a cons-
triicgflo de laes estabelecimen'os privativos
las rarriaras municluaes, em vista da le de
I.' le outubro de 1828, e em quo lem ellas
1 iniciativa, segundoo artigolO t. da le
dir a mesraa assembla Ihe consignassa Tun-
jos para semelhanteobra.
Igualmente assignou-so um olucio para o
E\m. presidente da provincia, pedinoo-lhe
houvesse d.; chegar ao conheciment da as-
sembla dita representagflo.
D spaoharam-se as petigfls de Antonio da
Silva Fragoso, de Firmno l'e>soa da Cama,
de Jos Durarte das Noves, de Jorge Gongal-
ves Chaves, de Tbeieza Cnngalves da Silva
Azcve lo, e levantou-se a sessflo.
Fu, M'inoel lerreira Aecioli, secretario in-
terino a et.crev'1. Oliceira, presidente
Carneiro Monteiro ~Ma1nedc.--V01aes.~Uen-
rique da Silva.YiiMMs. __^J_^__
lilAHl {JPKBW^im
accire, de maio di isse.
A assembla approvou hnje o parecer da coin-
missaodcoiciiiienlo, relativo pretencao de
Jos Gonfalves da Silva, que ficra adiado por
ler pedido a palavra e.Sr. Francisco Joo, e oc-
cupou-eda primeira discussa do proje. to n.
17 sobre o mal.idneo, a qual licou adiada pela
hora, estando com a palavra os senhore Fre-
derico de Oiiveira, Jos Pedro e Mello llego.
A od em do dia para a srjsu de amauha he
continuafao da de boje, e lerccira discus.odo
projeclo u. II.
Acbam-serecolhido a bordo da corveta Ja-
nuirin Vicente Ferreira de Paula e mais 20 seus
sequazes, que vieram de Tainandar no vapor
de guerra Thttis,
O iupplf ment a este numero do Diario con-
ten ; expediente do governo da provincia, e.
sao da assembla provincial de 1 do crreme,
11111 coiiniiuiiicado sobre a delapidacaoda ex-
tincta tbesourarla da fazenda provincial, edl-
taes e aniiuncos.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
sissaO KXTaaoaoiMaau DB 19 DBABaiL
de 1850.
Presidencia doSr. OHeiira.
Presentes os Srs llamede, Carneiro Mnn-
leiio, l*ires Ferreira e llenriquea da Silva,
fallan lo ns mais Srs., ahrio-se a sesso, e foi
lila eapprovada a acia da antecedente.
Foi lido o seguinle exped -uto:
l!m nlliciodo Exm presdeme da provin-
cia, reiiellendo para intelligencia da cama-
r-, orna cpa do parecer da commissflo de
posturas da assembla legislativa provin-
cial, relativamente a estabelecmentos di
C..I leiraria, latOCro O funileim, cuja pri-
neira parto fra approvada.--Que se publi-
casso o parecer, e se coinmuuicasse a inte-
gridelleaosfiscies.
Oulro, remetiendo por copia o parecer da
coimnissflo do verilicagflo de p.iderrs da as-
sembla legislalivi provincial, pelo qual
leve esta cmara .regular-s>\ quando tive
le chanjar albiis ineinbros supplentes da
referida assembla, para tomarem assauto,
.egundii foi pela mesma resol vi lo. --E posto
dito ollico coi discussflo, o Sr. vareador Car
noiro Monteiro requereu, que. a cmara pro -
Conspo.delicia.
Srs. Hedaloree. Havendo eu em o seu
jornal n. 16, de 45 de fovereiro psssado, pre-
venido ao publico, que, constando-me pre-
tender o Sr. Joaquim Antonio dos Santos
.vndrade, como teslamontero do finado Jo-
s Pereira Tcixera, fazer arrematar todos
os estabelecmentos deslc, para subtrahir
os bens do cas*l sobre os quaes penda li-
tigio, e que devam licar intactos at a de-
cisflo do mesmo litigio, apparecftra o Sr.
Andrade no mesmo jornal n. 52, do 4 do
margo, repostando ; e nflo sfi confessa o
franjo feito para as arrematagfles, ( at
entflo envolvidas as trovas, sem aviso al-
gum ao publico, como he de costume em
todas ellas ) como que o fazia para seu pro-
piio pagamento de enormes sommas que
havia pago por Teixeira .'. provavolmcnto
com os fundos do casal do llovedor, de que
esl na inteira posso ; a nflo ser que o Sr.
Andrade descobrlssealguma outra California
d'onde Ihe viesse tanta riqueza, quo do
rapmt'o appareco em estado de pagar to-
das as dividas de sou finado patrflo, socio,
sogro e testador, para depois Ihe arre-
matar os bens, sacrificio que o publico
sabe que o finado Teixeira nunca preci-
sen faxer em sua vida, mas antes gyrava
o seu negocio com muito crdito, sem
coiistrangiiiienlo nem objecgflo algum,
pagando ponlualmento em dia suas trans-
aegoea.
E do facto as arrematagfles solizeram^
MIITII AHO


a*
>2<
como se ve dos termos documonlo n. I,
(son* devidos avisos pelo Diario, afim de
appaecerom licitantes) na forma seguinle :
urna loja de ferragens na ra Nova, n. 25,
ue no inventario est no valor do ris
13:9901995, foi arrematad:) por Mximo Jos
ios Santos Aivlrade Dor :O0/000 rs.; a to-
ja de ferragens n. 29, no inventario por
11:878>178 rs, arrematada por Jos d'Alcm-
quer Simos do Amaral pe i quantia de
7:0I0000 rs.; e final ment a fabrica de cal-
deireirn com seis oscravoa, avaliada no
inventario em ris 12 641/207, foi arrema-
tada por Francisco Cavalcante de Albu-
querque pela quantiado 8:547/550, donde
se v que bcns descriptos no inventario
pouco antes foito por o Sr. Andrade eava-
liados a seu gosto na quantia de ris
38:510/340, ( documonto n. 2 ) produ7ram
as celebres arremataces 23:587*550, ha-
vendo a muito poquenina differenca do cer-
ca de 15 contos do ris.'!!
Oppuz-mc a um tal escndalo, e ojuizo
do sabio julgador, a quem vSo ser affec-
las H razes, decidir da Justina d'cllas.
Compre, porm, notar que so foi lem
lirado o Sr. Andradeo expediento de ar-
rematar clandestinamente todos os estabe-
lecimontos de Teixeira no valor de 38'/2
conlos de ris por 23'/2 contos, depois
que foram obtidas a meu favor as duas sen-
tencas. Documento n. 3.)
O publico ajuize da moralidade de taes
manejos, vendo que o Sr. Andrade. con-
tina na adminslraclo dos estabclccimen
los depois de arrematados, provavelmente
como gerente dos arrematantes!! E co-
mo logo depois em 9de mareoappareccssc
no seu jornal n. 57 urna correspondencia
assignada por um amigo dos herdeiros de Tei-
xeira, em a qual, fazendo-se o correspon
dente sabedor dos segredos do finado Tei-
xeira, pela intima amizade queosligava
allirma categricamente a nfio existencia
da sociedade que eu tinha com elle, apoi-
ando-se em rascs que elle la esquadri-
lliou, o ancioso espera va poder obter por
algumas boras os autos da quesillo, para
poder formar seu perito o hom entendido
juizo ; saiba tambem o publico quo o tal
assignatario da correspondencia, intitula-
do amigo intimo do finado Jos I'ercira
Teixeira, e que deseja obter os autos por
algumas hora, &c, he o -- Sr. Pedro
Lena-- actual caixeiro do mesmo Sr. An-
drade, ( documento n. 4) e o publico po-
llera avaliar com criterio o merecimento
de tal correspondencia.
Com a publicacilo desles factos, muito
obligado llie ficar o seu muito atiento
criado.
Antonio Boltlko Pinto rfo esquita.
DOCUMENTO N. 1.
7630 de farros Rrando, escrirdo Unterino de
orphdos desln cidnde do llecife e seu termo,
provincia de l'nnamliuco, *c.
Certifico que,vendo os autos do inventa-
rio do fallecido Jos Pcreira Teixeira, delles
consta ler sido arrematada a loja dri ferra-
geni numero 25, sita na ra Nova : foi arre-
matada por8:000,u00do rs. por Mximo Jos
dos Santos Andrade. A de numero 29, na
mesilla ra, fra arrematada por 7:040,000
rs: por Jos de Alemquer Simos do
Amaral ;c filialmente I de numero 27, que
he a d ealdeireiro, com os escravosque Ira
li-illiam na mesma a saber Antonio Mo-
Cambiquo, que representa 50 anuos ; Sym-
plironio/ilenaeRo, que representa 50 anuos ;
Antonio de dita, que representa 40 anuos ;
Pedro de dita, que representa 45annos;
Francisco, Angola, que representa GO anuos ;
Francisco dita, que representa 55 anuos
ao tojo seis escravos, e ludo isto foi arre-
matado pela quantia de 8:547,550 rs., sendo
o arrematante de ludo isto, e da loja d
caldc icir.i e os escravos, Francisco Cavalcn-
le le Albuquerquc.
Certifico mais que os nomes dos escravos
aqui escriptosestavnoescriptos no escripto
>la arrematadlo.
E mais se nao coiitinba em ditos autos que
en escrivSo liz copiar dos proprios, e va i
lia venlade sem cousaque duvida faca, |ioi
i', iiii subescripta e assignada nesta cidade do
Recife e seu termo, provincia do Pernambu
co, aos 29 de abril de 1850, vigesimo-nono
da independencia, c do imperio do Brasil.
Subscrevi e assignei, em f de verdade.
Judo de Horros llrunil&o.*
DOCUMENTO N. 2.
"Joo de Hunos Rrando, escrivio interino di
orphilot destu eidade do llecife e leu termo,
provincia de l'ernnmbuco, &c.
Certifico que, vendo os autos do inventa
rio do fallecido Jos I'ercira Teixeira, delles
consta que fra avaliada a loja de ferra-
gens numero 25 em 13:990,955 rs. A de
numero 29 por 11:878,178 rs. A fabrica
de caldpireiro, com as fazendas c os seis es-
cravos, pola quantia de 12:641,207 rs.
E mais so nao cnntinha em ditos autos que
eu escriviio fiz copiar, o vai na verdade sem
colisa que duvida taqa por mim subscripta
o assignada nesta eidade do llecife de l'er-
nambiico, em 29 de abril de 1850, vigesimo-
nonoda independencia e do imperio do Bra-
sil. Subscrevi e assignei, em f de verdado.
Jodo de Bairos Ihanddo.
DOCUMENTO N. 3.
Vanoel Joaquim Jtnpliita, escrivio interi n
de cirel nesta eidade do Recife 'de l'ernum-
hveo, ic.
Certifico, a vista dos autos mencionados
na pelico supra, ser o teor das duas sen-
tencas definitivas que so acham em ditos
autos, da forma e maneira seguinle :
Vistos estes autos, allega o autor no sen
lihelio a II. 9, II. 93, uuc conlrahira sociedade
coinmercial com o tinado Jos l'ereira Tei-
xeira pela forma constante do documento 11.
1J f II. 186, a qual sociedade permanecen
c nunca foi separada, oque por isso lem
elle direilo a pedir aos reos herdeiros do
finado Teixeira a parte que enlendo caber-
llie; e produzo as teslemunlias de II. 114
a (1. 135, as allegacOes fl. 170, fl. 279 c
documentos do 11. 181 a II. 20, II. 274 a fl .279.
Os reos dcfeudem|-,so com a materia da
conlrariedade a 11. 39, 11. 101, allegando
que iiTiu existe esciiplura publica de socie-
'ij'le, que esta minea existi, ou foi simu-
lada ; que os documentos a fl. 78 e98 mos-
a fl. 79 no fez della'mcncito Teixeira ; pro-
duziram as teslcmunhas de fl. 136 a fl.
167, os documentos de 11.43 a fl. 9011.98, fl.
2.5a fl. 264, allegarles ja II. 213, II. 224, fl.
281 a fl. 277; o quo tudo visto c examinado,
attendendo quo os documentos a fl. 12 e fl.
186 assignados pelo autor e pelo finado Tei-
xeira provam a sociedade enire elles feita,
visto como crain pessas do commercio,
cujos escriptos toom torca (assonlo do 23 de
novembro de 1759, alvar de 30 de outubro
de 1793): allendondo que, tendo assim sido
conlrahida a sociedade, devia tambem por
mtpo constar o seu acallntenlo oliqui-
dacilo : attendendo que o recibo de saldo a
fl. 78 e fl. 98 sdb nlo ser passado pelo au-
tor, refere-se a outras contas que nlo ha
sociedade, como dos autos se mostra : at-
tendendo que a simulaclo nao so pode pre-
sumir sr.n causa rasoavol, o ossa causa he
que se nlo assigna : attendendo que a so-
ciedade era particular entro o autor e o fi-
nado Teixeira, na forma do documento a II.
le 11.186, e por isso nlo fazem della men-
C3o as associacOes posteriores : attendendo
que a falla de declaradlo da sociedade em
testamento nao constituo prova contra o
escripto a fl. 12 e II. 186, o quo se deduz ex-
argumento da ordenacito I. Hit. :i:i :. 2, que
dando crdito a possoas de qualidado sobre
o pagamento dos criados, firma regra em
contrario; por tudo c o mais que dos autos
consta julgo competir ao autor a aceito in-
tentada o os reos ohrigadosao que na exe-
cueflo se liquidar dever caber ao autor, na
forma do documento II. 12 e 0.186, e as
cusas. Cidade do llecife, I de dezeinbro
de 1849. .Vanoel Jos da Siloa Neioa.
Vistos os embargos a folhas, sii-tentacao,
impugnac/io e rasOes linaes de folhas e fu
Ibas, insistein os embargantes em susten-
tar que a cscriptura particular a folhas nao
est revestida das solemnidades quo em di-
reilo so requeren para quo pssa produzir
oseffeitosde um verdadoiro contracto so-
cial, c isto por nao ser cscriptura publica,
pelo que dizem que so deve juigar nunca
ler existido sociedade de com inercia entre
0 embargado, o pai esogro dos embargan-
tes. Sustentan) mais, que no caso do se
iuercrjulgarcs.se papel particular.suflicien-
lo para provar quo exista tal sociedade, de-
ve-se reputar extiucta, porquauto essu ines-
na cscriptura particular iixou a doacio
lessa sociedade al a volta do pai c sgro
los embargantes da Europa, extensao essa
|UOanda mais se prova com o recibo a II.
98, passado por Jos Lopes, caixeiro do em-
bargado, donde se v quo todas as contas
particulares que tevo o embargado com o
pai c sgro dos embargantes licarain salda
das ; anula mais se concille a dissolucau
dessa sociedade, caso realmente exislisse,
por nao constar das contas da casa, por ja-
mis se ler della feito mencao nos diversas
batneos dados pelo mesnio embargado
quando administrador da casa na ausencia
do pai e sgro dos embargantes, e mesmo
em todas as carias do embargado para o pai
e sgro dos embargantes, c deste para
aquello, e finalmente por ler o pai o sgro
los embargantes dilo a Manuel Pereira Tei-
xeira ( lestemiinha do embargado ) que es-
sa sociedade eslava extiucta, bem como por
er o embargado silenciosamente acqni es-
culo s sociedades que o pai e sgro dos
embargantes fez com Andrade o Leal, seus
geuros, por ler mais consentido na mu-
langa de urna das ofllcinssde fundigflo pa-
ra a loja de ferragens, por ler feito transac-
cescom a firma de Teixeira & Andrade, e
sobre tudo por nao ler o sgro c pai dos
e nbarganles feito menefio em testamento
il > existencia de semelhante sociedade ou
desua conlinuaclo.i
M i-, rxaniln i udo i mil)' ni ludo iiuanto por
P o 11- do embargada se dise em contrario. Dea
les fundamentos dos embargos, v-se que o
primeiro fundamento caduca ; perqu a onle-
naca, livro lerceiro, iuul > eiucoeuta c nove.
Siracnplio trezc, assento de 23 de novembru
e 1793, e toda a maslcgislacao reguladora da
ni den.i, perinitte aos mercadores contr.ictai
por escripto particular as cnusas relativas ao
seu coininercio ; e isto ou seja pela celrridadc
que demandan! todas as operaedes comiucr-
DiaeSi mi pelo privilegio de que got.iin os iiioi-
eadurea ; codo, portanto, eeito que o papel
particular a folhas be um nteiro contracto ao-
cial, nao se pode, face delle, deiiar de juigar
que existi um i sociedade coinineicial cutre o
einliargado c o pai e sogro dos embargantes ; e
he conseguate que se jolgue que fila durftu
alea morle do pai e s.gro dos embargantes,
visto ifiio, li \ iii Id a escriptnra de Iralo a dura-
cao l^ sociedade at a volta do pai e sogro dos
embargantes, pz ao mcsiuo tempo a dissolu-
cao da sociedade dependente das voulades dos
socios e por isso nao se pode juigar que, che-
gando o pai e sogro dos embargantes, ella [tpiu
fado) se dissolvesse sem procederein contas.
b.ilaie.os, liquidacao c qttilacao geral.
Ora, nao se apresentando por parte dosem-
bargantes provas certas c inconcussas que moa
irem a sua dissolucan, trullo por cousa certa <
provada a sua duiaco al a monedo pai eso
gro dos embargantes.
O recibo a tullas vinte e oito de que se pre-
v ilcci'in os einliargantes para provar a liquida-
cao e quitarlo geral da sociedade, nao se cor
re a intencao dos embargantes, e nicamente
se pode prestar par., pr.ovar, que al a sua data
ric.ir.ini saldadas todas as cotilas particulares,
que o embargado leve com o pai e sogro dos
embargantes, e s por una conelusao errnea
e mni Toreada se poder.i diier que as contas de
que faz meneo esse recibo sao as da sociedade,
nao tratando elle de sociedade e nao csundo
elle assignado pelo embargado; e aluda mais,
nao sendo crivel que o pai e sogro dos embar-
gantes,tendo celebrado a sociedade por escrip
tura.se conlenlassein com um leciboassignado
por um caixeiro, para em lodo o lempo se pro-
var a sua exlrnco
"As cciui lines de que a sociedade se dis-ol-
veu pela arquiescencia do embargado, as so-
ciedades que o pai e sogro dos embargantes ce-
lebrn com seus genros sndrade e Leal, pelo
llnelo do embargado, prlo seu ronsenlinien-
11 na mu.! ui.a do cstabeleeimeiiio, por nego-
ciar o embargado com a firma de 'I eixeira &
Andrade, sao piesumpces que nanpodem dis-
mil* o que se acha provado, a a ber : a exis-
tencia da sociedade e sua conliouacao, c mes-
mo taca conjecturas ou presumpees sao des-
truidas por faelos de gran le importancia, Icio
como o da existencia dos eicratos do embarga-
do no casal do pai e sogro dos embargantes *
a conta municiosaque Teixeira dava ao embar-
gado de todos os seus negocios, consiiltandu-o
coi ludo, qur ausente, qur presente nesla
cidade, o que ludo revela que exista entre ci-
tes cousa de interesse cominuin a qual tal vi-/
nao Iheionviesse ser muito publica por moti-
vos de interesse coninu rcial, o que tudo visto
bem examinado, o mais que dos autos consta,
sem embargo dos embargos, que nao recebo
por sua materia velha, j discutida, tratada e
prejudirada pela sentenca a fullias, mando que
esta subsista em seu iuuiro vigor, e paguemos
embargantes as cu>Ul, |
.Cidade do Recife, i de feverelro de 1850.
.lei'i Ftoripn Vas Brrelo.
Nada inaiase contlnha em ditas sentencas
que eu escriviio, no principio deata declarado,
r abaixn assignado, fielmente fu tirar por cer-
tid.iodos originaes.eaa quaea me reporto : es-
11 va sem couaa que duvida faca, conferida e
c incertada, e por mim subscripta, e assignada
n"Sta cidade do Recife em 9 de marco de 1850.
Em le de verdade.Manuel Joaquim llaplisla.-
DOCUMENTO N. 4.
Termo de comparcclmentodc declarado aos
25 de abril de 1850, nesta cidade do llecife e na
casa da residencia do l)r. jui/. municipal sup-
plente da aegunda vara,Jos Raymundo da Coa-
la u e ii c/.es,.-ion de eu escrivo do juizo fui vindo
e tendo ah presente Alanoel Figueiroa de Pa-
ria, chamado a jui/.n pelo requerimenlo retro,
,ipresenton o auiliugraplio do annuncio de que
trata a mesma pelicao, o qual eat assignado
por Pedro l.eaaa, reconlieclaa a assignalura pe-
lo tabellio Guilberme Patricio Ke/.erra Caval-
c lll li, >' eoiup( ten teme n te sellado; (1('( Illa lulo
O dito Kiyueiro i que o referido Pedro Lessa he
caixeiro de Joaquim Antonio doa Santo t Andra-
de e mora na caaa deate na ra Nova, pelo que
hnure o dilo juiz o aulhographo por aceito em
juizo, e para couatir maudou fater o presente
termo no qual com elle apresenlanlc assigna.
ln Francisco Ignacio de Alhavdc escrcvl.
Cosa Mtnctti..ilanoel Figuriroa de Paria.'
Os quatro documentos cima, por copia, sao
os mencionados na correspondencia que hoje
eoiregnci ao Sr. Figueira para publicar no
Mmio de Pernambaco prximo, cujos originaes
lieain i-iu meu poder e me responsabeliso a
a prese n la-Ios logo que me seja i equeriilo pelo
dilo Sr. Figuelroa.
llecife, 2 de malo de 1850. Antonio Bolelho
I'iUj de Meiquita.
i a-i-----i
Kcparli^aa da polica.
"paute do div *d m.mo.
Illm. e Exm. Sr.--I)as partes hontem e
hoje recelndas nesta repartidlo, consta te-
rem sido presas: i ordem do subdelegado
da frcguczia de S.-Antonio, o escravo Luis,
por correcco : e ordem do subdelegado
la fregUHzia de S -Jos, o parlo Alancel
C (chino Men les e Miguel dos Anjos da Cos-
ta, por so terem adiado em sou poder di-
versos objetas, que se suppOrim furtados, e
mais urna nota dcecmuiil ris falsa ; An-
tonio Francisco da Silva, por desorden ;
Venancio Vieira llenriquos o Benedicto Fe-
lil do Espirito Santo, para correccHo
Foi recolhido caleia, ordem do juiz
municipal da primeira vara, Antonio Jos
di Silva, por estar condemnado a 6 auno.
de prisilo.
O subdelegado da freguezia de Ipojuca,
participou-me etnoffieiu de 26 de abril ul-
timo qun, no dia 4 do mesmo mez fra as-
sassinado com um tiro c algumas Tacadas
Uernardo de tal, sendo que o autor deste
lilicto se ple evadir, c at quelli data
era inteiramente desconhecido.
PAUTE 00DIA6DEMAI0.
Illm. e Exm Sr.--Segundo as partes
hontem boje lerebilas nesta reparlicSo f-
ram presos :. tomn ordom, o prelo Editar-
lo, escravo de Antonio Germano Itegueira
Pinto de Souza, por eorrecclo ; ordem do
subdelgalo da frgue/ia de S -Fr.-Pedro-
i.oucalves do llecife, os Americanos, James
Preschard, Eduard Ma llotnough, eJames
liorso, por h i ver requisita.lo u respectivo
cnsul, e o pardo Alexandre, escravo de
Marcelino Goiifalves da Silva, por andar
armado de faca ; ordem do snlelegado da
IVegoezia de S.-Antonio o preto Luiz, escra-
vo de Antonio L'iiz GonQilves por enrrec-
Co ; e do sub telegado da frrguezia da
lloa-Vista, Joaquim Jos de Meudonca por
crimo de oirensas plusicas. Foi houlcm
por uiiiilia ordem rccolhi lo ao qu :ti I do
c o po de polica para .ivengune.'s policiaes
Luiz Sevenno Maniu s Bacalbo, vindo a
riquisiQSo minha do termo de Iguarass.
Dito de soges carri-
nhos 1842 12,800
Dito 1843 12 800
Dito 844 10,000
Dito 1845 10,000
Dito 1846 22,800
Dito 1847 48,400 116,800
Dilo de barcos do in-
terior 1848 4,800
Taxa deescravos 1845 20,000
Dita 1816 52,000
Dita 1847 420,000 492,000
21:291,077
as seguintei especie :
Em cobre 1,077
Em notas 21:290,000
21:291.077
Recobedoria de Pernambuco, 1 de maio
de 1850. No impedimento do escriviio, o
segundo escripturaiio, Francisco Alexandri-
no de Yasconeellos Callaca.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmento do dia 6 2:088,845
ti~ ruin u=asssgaga=a
VSovimenio do Porto.
i
:OMME2ir|0.
ALFANDEGA.
Rudimento do dia 6.....20:I4I,17I
hetcarreqam hoje 7.
Iirigue -- ftnturu-l'tlis -- o resto.
Ilrigue ,1yrone fariuba.
Patacho -- Columbas morcadorias.
litigue Pide idem.
tingue Judo -- viulio e morcadorias.
Polaca --F.uyene-ienny -- vinlio e oleo.
Briguo Naria-I sab.lo c fogo da China.
CONSULADO GEIIAL.
itendimeoto do dia 6
Diversas provincias ,
2.928.697
126,142
3:054,839
EXPOUTACAO.
Despacho martimo no dia 6.
Havre, brigue francez Yolof, de 225 tone-
ladas : conduz o seguinte :
I.OuOstccos com 8,000arrobas de assu-
c.ir, '. ,100 s:ceas eoo 2,277 arrobas e 28 li-
bras de algodito.l Caixa e I laiso eom 20 ar-
rdbase II libras de cobre vclhu.
BEGEBEDORIA DE RENDAS CEIUES
INTERNAS.
Ilendimento do dia 6......604,133
HENDIMENTO NO MEZ DE ABRIL DE
1850
F.xercicio corrate.
Foros de terrenos de marinlia 47,028
Siza dos hens de raz 2 689,560
Direitos novos e vo-
ltios 1:019,101
I) tos do chriicellaria 5,700
Navio entrado no dia 5.
Tamandar--8 h iras, vapor do guerra na-
cional Thetis, commandante o capullo l-
ente Antonio Francisco Pereira. -- Con-
duz 51 prisioneiros, entr. elles Vicente
Ferreira de Paula e 20 de ses sitelifs
IJem Brigue nacional de guerra Caliope,
' enmmandante o capito-t'-neote Antonia
Carlos Figueira de Figuciredo.
Navio entrado no dia 6.
Hio-de-Janeiro 15 dias, brigue nacional
Mara-1, de 121 loneladas, capitBo Auto
nio Alves Dias, equipagem 10, carga fa-
milia ; a M..chadn Pinbeiro.
Buenos-Av res -' 16 dias, barca americana
Muihingain, de 218 loneladas, rapililo Ri-
chard Vcxockctt, equipagem 11, carga
mullas ; ao capitSo.
i '.
Aviso m ritimo
A baica pnrtngueza fracharense sahe
pira o Itio-de-Janeirocom lo la a luevidade:
lem excedentes commodos para passagei-
ro., e o coiisignatario envidar os meios de
a Lrzer seguir setii d mura. As i essnas que
quizerem ir de passagein nadita barca, p-
d;m dirigirse ra do Crespo, n. II
litt^i M II SimiSm------li l-fc.
Avisos diversos
Dizima da dita
\i .lucillos jo corso jurdico
l.egitimai.'cs
S-liolixo 1.264,640
l'ropoicional 1.691,150
Etnoltiincntos do cerlidOes
Imposto de lujas abeilas o casas
de desceios
Dito sobre bateos do interior
laxas de escravos
Emolumentos de ttulos e fita de
sella penden e
Direitos honorficos
Uicida activa.
Dcima urbana
Imposto de lajas abor-
tas do anuo linan-
ceiro de 1844 30.477
Hilo 1816 99,054
Dito 1848 404,400
1:024,801
157,971
4 915,200
75,200
2:955.790
4,560
7.805,1(90
14,400
210,000
223,000
16,800
4,146
533,931
--S3o rogados osSrs. abaixo declarado8
para que venham ou man lem pagar suas
contas : faz se esta advertencia, e continua-
se, nlo s com estes como com outros, cois
olio se pode mais esperar : lonente Calisto
Corris Nubreza 205.830 rs. de 1842 a 1844 ;
l)r. Antonio Joaquim de Figueiredo Seabra,
promotor do Limoeiro, 82.480 rs. de 1844 a
1817 ; Mano-I Joaquim de Figueiredo Saabra
43.780 rs. de 1844 a 1847 ; alteres Reg Ben-
lo ou Carapenima ( no Para ) 40,280 rs de
1842 ; Francisco Soares da Silva ( Cabo }
12,000 rs. de 1843; Jos Thomaz da Silva
17,400 rs. de 1843 ; Jos lo quim de Figuei-
redo 21,000 rs. de 1812; Joaquim Jos da
Costa IGoianna 10,000 rs. da 1844; Joflo
Leito Rodaval ( Apepucos ) 32,000 rs. de
1847; lente em coiiimisSito Manuel Gaut
la Silveira, naluial da Parahiba, 33,520
rs. de 1842. M. do A. Cut.
-- A pesaos que annuuciou no Diario de
17 do mez passado querer comprar os Jor-
nae do Commtrcio do mez de Fevereiro, | -
do dirigir-se ra do Crespo, n. 16, quo os
achar.
Na casa o. 66 da ra Ja Santa-Cruz, se
achara pessoa de conliauca para estar no
deposita annunciado no Diario de sabbadu,
4 do crrante.
~ As irmaiida les que quizerem possuir
urna boa msica para urna missa festival,
procurein-na em casa da Joflo Vignes, ru>
larga do 'Rozarlo, n. 28, primeiro andar ;
asalto como um excellento fagote pa-a m-
sica militar, pianos fortes e msicas novas
le lo las as qualidades.
Ilumpby II. Suifl, cLIadflo amerierno,
retira-se para os Estados-Unidos com sua
senbora, 2 filhos menores e urna criada.
Jos tiordeiro do llego Ponte, com r-\
mazem do vveres no beceu do Carioca, faz
ver ao publico que, no dia 5 desle crrente
tnez, estando deilado para descantar, en-
truu-lhe pur sua purla a denlr um bando
de cabras ( Indios 1, as quaes Ihe estavam
Jeslruindu o seu arroz emilho, e indo elle
enchuta-las para fura com um pequenino
pao, succedeu dar em um eabrunlio, o qual
licuu derreado, mas anda existe vivo; as-
sim, quem se juigar com direito a elle, di-
nja-se ao mesmo armazem, no prazo de 3
das, do contrario n1o se lespunsabilisa.
Precisa-se de um hometn do ida le pa-
ra caixeiro de um eslabelecimento, e qui-
t fiador asua conducta ; no Coelho, n. 13.
-- Precisa-se alugar, por prece commo-
o, um sitio pequeo, qu seja situado per-
to da praca, ten Jo algum terreno para plan-
tar, com l'rucl-iras e urna casi de vivenda
de bom goslo com boa agoa e sufiiciento pa-
a pouca familia : quem tiver annuncie, ou
dirija-se ra do Trapiche Novo, n. 42.
Precisa-ae alugar urna prela que seja
fiel: na travessa de San-Pedro, n. 6. Na
mesma casa faz-se pilo-dol, bolos e sequ-
ilios de todas as qualidades, para uualquer
encomniciida, e por preco cumiliodo.
Aluga 8e urna grande casa com um pe-
queo sitio, na Boa-Vista, travessa do Mon-
aego, em que murou o fallec lo Jos Anto-
nia Alves da Silva: quem pretender falle
com Marcellino Jos Lopes, moradur na ra
da Alegra, n. 34
No dia 8 de maio do corrente anno se
ha de arrematar em praca publica do Sr
Dr.juizdocivelda 2.'vara um sobrado di
2 amares, silu na ra du Bruto, pur exe-
cucao da viuva e herdeiros do fallecido Jos
Joaquim de FieilasGuimarfles, contra o tes-
lameuteiroe herdoros da fallecida dovedo-
ra O. Bnzi la Alaria de Castro.
Precisa-so alugar urna ama, que tenhu
bom leile, forra ou captiva : na ra Direila,
n. 27, segn Ju andar.
-Quem precisar de um 'pequeo de ida-
de de 13 anuos, prupriu para se adinitln
em algum eslauelecimenio, procore-o na
ra duEucaiilamcnlo, atmizum d mol la-
lo.-, pur bu ixo ao sobrado do reverendo vi-
gario do Recifo.
O abaixo assignado retr-se para Por-
tugal, e deixa sua cas* de negocio gyrando
em seu nomo,como ateo present, econs-
titue por seus bsstantes procuradores og
Srs. Vicente Jos de Brito, Jo3oJode Car-
valho Moraes o Jos Pires do Moraes.
Thomai Fernanda da Cunho,
Precisa-s do um feitor para um sitio na
Soledade -. a tratar na ra Nova, armazem
la trastes do Pinto, dofronte da ra de San-
to-Amaro, n. 59.
Mohiii;is de al 'guel.
Alugm-se cadeiras para bailes e. olllios:
tambem se alugam mobilias a vonte dos
pretenden tes: na ra Nova, armazem de
trastes do Pinlo, defronto da ra de S.-
Amaro, n 59.
Na ra da Cadeia, n 39, primeiro an-
dar, existe urna carta para o Sr. Antonio
los Rodri/ues, que se nSo tero entregado
pO'se ignorara sua-residencia, oque a po-
dara mandar buscar.
Alugam-se escravos para trabalharem
em armazem de assuar : na ra do Bruto,
armazem da esquina por detrs do arsonal
de marinha.
Precisa-se alugar duas canoas sbertss,
que leva>oade urna mais de mil lijlos: ns
ra das Larangeiras, n. 18.
Thn. Adour retlra-se para fra do im-
perio.
Precisa-so de um ca'xeiro que enton-
ta bem de venda, pois nio se duvida dar
bom ordenado, sendo que o mereea : a fal-
lar na ra das Cruzei, n. 40.
Aluga-se urna cisa terrea na ra Au-
gusta, no o tao do sobrado do Sr. Jos Ma-
ra Placido Magalhfies : a tratsr na ra For-
tnosa, lerceira casa.
Se bouver alguma mlher
portugiieta que desee retirar-se
para a cidade do Porto, em com-
panla de una familia, dirija-s
ra da Cadeia d Kecife, n. 3, Al
o dia 15 do corrente : D-se pre-
ferencia a blgnma que tiver lrite e
quizer amamentar urna criin;.i,
fazendo-se-llie boa vantagem.
Precisa-se fallar a negocio de seu inte-
resse com os Srs. Jos Xavier Carnniro Ro-
drigues Gampello, e Manuel Cavaloanli de
\lhuquerque Moli morador em Agoa-Fria :
na ra da Cadeia do llecife, n. 54.
O abaixo assignado logo que tiver
prompto os documentos precisos, dari ca-
li d rosposta a Joflo Uaptisla Pereira Lobo
le Gusmflu, autor do annuncio insultuusu,
que fui inserido no Diario n. 99.
I. C. de Queiros
- Precisa-se de um caixeiro quo tenha
pratica de venda, que d fiador a sua con-
ducta : na Lingoenti, venda, n. 1.
0 abaixo assignado faz publico a todas
as pessoas que se quizerem! ulilisar de seu
prest ino, que se acha mudado para a ras
lo Rangel, casa n. 3S, segundo andar, con-.
iinit nido a receber escravos a venda por
commissflo, dando toda garanta que fr
exigida, e bom tratamenlo e coinmoui lade
para os escravos.
C.aetaao /Vende da C.unha Aseoeda,
-- A viuva de Jos Joaquim de Misquila
avisa as pessoas que tiuham penhores em
poder do dilo finado, para quehaja.a de os
n sgatar dentro do prazo de oito das, con-
tados da data deste; do contrario, serlo
v ui ii los para pagamento de seus dbitos :
bem romo avisa ao publico que a loja con-
tina tilo smenle para liqui laco. lleci-
f\ 27 de abril de 1850.
J se abri a loja de seis
portas.
0 novo administrador da loja sita em
frente da gicja de Nossa Senbora do Li-
vramento. querendo trocar por sedlas os
nuilos alcaides que achou ns dita loja,
tem resol vi lo vend -los por todo O preco,
e desla forma offerece vantagens aos che-
fes de familias e seuhores de eugenho a re-
l'i/.cre n-si! do vestuarios por commodo
preco, podendo dirigir-se dita loja a exa-
minar a boa qualida le das fazendas, e esco-
lliicn as que melhor conta lh lizerem,
achanJo-se esta loja aborta das 6 horas da
maui.ta al as nnve da noite, offerecendo
assim commodidades a algumas senhoras,
que de passeio queiram ir pessoalmenle e*-
colher e comprar a seu gnsto e vontade : a
visla, pois, de algttns precos que aqui men-
ciona, conhecer o leitor que he exacto o
que Ihe niani'esU, como sejam chitas de
bons pannos escuras, a 140, 160, 180 o 200
rs ; chales de rede, a 320 rs. ; lencos da
mesma rede, a 160 rs. ; ditos brancos de
-nao para senbora, a $-40 rs. panno da Cos-
ta com 8 palmus de largura, 320 rs. i bre-
tanh.i do rolo con' 10 viras, a 1,600 rs.;
lencos de seda para algibeira e hombros de
senbora, a 800 rs. ; cortes de casss-chila de
bunilos padrees, a 2,000, 2,400 e 3,000 rs. ;
e tudu o mais se vende minio em cunta por
se querer apurar dioheiro esoitir a loja de
fazendas novas.
DAURORA
C, Siarr & Companhia leum a honra de
avisar aos seus freguezes, e ao publico em
geral, que a ana grande fundico em S -
Amaro, alm do sortimento que constan-
temente tem acha-se de novo prvida de
muitas mnendas de canna, e de varios ta-
maitos feitas no mesmo eslabelecimento
pelos mais peritos ofliciaes, e com o maior
cuidado e perfeiCito; lano assim he, qus
osaniiiiiicianles.se ufana m em garant-las
pelo primeiro anno. As moendas inleiras
todas de ferro construidas as ofiViiias
dos annuncianles s.lo muito superiores a
quaesquer outras da mesma natureza que
al agora teem sido aqui olTerecidas, pois
aquellas encerram ero si eerlose importan-
tes melhoramcntos resultado de mais de
20 anuos de experiencia e, pratica do paiz.
Precisa-se de um moloiu-' para servir
tm urna casa o vender azeito, pagando-se
lo 000 rs. moasaes : quem o tiver, dirija-se
< ra Hncita, n. 89, segundo andar, ou an-
nuncie.
Kn uhd
VCTMDI


s*
'
\
--Precisa-se deum rapaz portugus ou
litnsileirn, pira caixeiro de venila : lio Ater-
ro-da-Boa-Vista, n. 80.
Compras.
Compra-se um oculo de theatro : na ra
da Cadeia, n. -, primero andar.
Compram-se todas as qualidades de
trastea usados, e tambem se trocam por no-
vns : na ru Nova, armazem de tristes do
l'into, dcfrontn da ra de S.-Amaro, n. 59.
-- Compra-se um escravo, que seja bom
eanoeiro : quem o tiver drja-se a ra do*
Coelhos, n. 13.
Compra-se urna canoa em bom estado,
que carregue mil lijlos de alvcnaria : na
ra dos Coelhos, n. 13.
Compra-se nm avallo ruco pira car-
ro : na ra do Trapiche-Novo, n. 10, pri-
meiro andar
Compra-se um lelogio moito bom re-
gulador, e que seja moderno : na ra do
Queimado, n. 15, ou annuneie.
Vendas.
Manorl da Silva Santos ven-
de arroz do Maranhao a 1,000 ris
cada tima arroba : quem preten-
der dirija-se ao armazem, que foi
do fallecido Braguez, na rua da
Cadeia, n. 64.
- Vendem-se os seguintes livroa : missal,
Iheologia moral, pelo pailre Monte, diccio-
nario francez, por Fonseca : oa piaca da
Independencia, n. 13.
Vendem-se csixas com muito bom sor-
t i ment de aera em velas, farinha de trigo
em barricas c meias ditas, albos do Purlo,
retrozde lodaaaa corea, vinlioom barra de
quinto e de qoarlo, arcot para barricas, lio
porrele e pregos, ludo por preco com modo :
na rua do Vicario, armazem de Francisco
Alvesda C.uiiha, n. II.
Yendem-se pela quarta parte dos
seus valores.
As obras completas do arcebispo da Rahia
em 3 tomos grandes por 6.00(1
Ditas ditas do a tilia le de Malilv, em 12
tomos 6,00u
Le ceoseur enropeen, ou exame de diver-
sas [questOes do direito publico, o div rsas
obraa luteranas e cientficas, por M. M
Coma, e Dunnyer, em 12 timos 8.000
Euvres del'icard, em II tomos 6,000
Diccionario histrico de todas as cousas
celbrese de todos os paizes do mundo,
eui volumes 5.111(1
Aignan, histoire du jury 2,00U
Obras de Fontenelle cm S volumes gran-
des 6,000
Cuvier, quadro elementar da historia na-
tural dos animaes, em 2 grandes volu-
ntes 5,000
Histoire Filosothiquedu monde primiti-
ve, em 7 volumes 5,000
Portis, droitnaturel 1,000
No palco do collegio, loja do livro azul
*mg!&&mmmKm mam *s~
8 Manteletes e capotinlios.
^1 Na loja do sobrado amarello, nos fe
i: qualro cantos da rua do Queima lo, %
l n. 29, vendem-se m nileles e capo-
?f tu.los de cbamalote, pelo diminuto '
$ proco de 25.000 rs.
i
MWKnmwmmmm mmwwweiswt
Vende-se a bem eonhecida venda da
Estrella, ra ribeira da Boa-Vista, com pon-
eos fundos e commodo para bomoin soltei-
ro, faz-se lodo o negocio com o comprador .-
a tratar na meama venda das 6 as 8 horas do
da e das as 8 da noite.
Chpos
Na loja n. 2 da ru Nova, at-s da matriz,
vcnrfeni-se chapeos francezes para homem,
os oais linos que t"em vindo ; bonetes to-
dos forrados di setim, proprios para noi-
vsou bailes; bem como de outras muius
qualidades ; a-si m como chapeos de pallia e
de (li beiio para senhora.
llrzerro de L-stro fran-
superiores e bem conhecidas mar-
cas Fontana e SSSF ; os prelen-
dentes di rija ni-se ao armazem do
Annes, no caes da Aliandega.
Vende-se a fabrica de charutos do
Aterro-da-Boa-Vista, n. 43, com boas fre-
guezias : na rua d Cruz, n. 62.
Vende-se um pequeo sobrado de um
andar, silo na rua do Hiarol, em Fra-de-
Portas : a tratar no niesmo 'ugar de Fra-
de-Porlas, roa do Pilar, n. 123
Um piano.
Vende-se um piano de mogno, excellon-
te para se principiar a aprender, por mdi-
co preco : na rua do Collegio, n. 21, segun-
do andar.
- Contina-se a vender boa manteiga
ingloza, a 400 rs.; bom cha, a 2,000 rs ; ca-
fe moido, a 200 rs.; cevada, a 80 rs.; ale-
l a, a 280 rs,; tal'.iarim, a 200 rs. ; arroz
liranco, a 80 rs. ; azeite de coco, a 400 rs. a
garrafa: no pateo do Carino, n. 2, venda
nova.
Vende-se urna negra da costa multo
moca, de boa figura e conducta regular :
no aterro da Boa-Vista, fabricas de lico-
res, n. 17.
Batatas.
Vendem-se batatas muito boas por prego
commodo : na rua da Madre-de-Dsos, n.
31, ao lado da alfandega.
Vende-se um terreno, ptimo para se
edificar, por ser de esquina, e ficar perto
do rio, leudo urna casa de laipa, sito na
Baixa-verde do Manguinho; assiin como
urna pequea casa ratificada|de novo, con-
fente ao mesmo terreno, comcamboano
fundo e (orlo de embarque : na rua da Pe-
nda, n. I, primeiro andar.
Vende-se urna pequea casa terrea com
soliln, por preco muilo commodo, sita no
aterro dos Afogados, em principio, 11.141,
do 1 ilo do mar: quem a piciender dirija-
so a roa da Penha, n. 1, primeiro andar,
que se dir quem Vende.
Vende-se um sobrado de um andar pela
quantia de 700,000 rs., o qual rende mon-
salmente 10,000 rs. : na ru do Passeio, luja
de fazendas, n. 13, se dir quem vende
-- Vende-se um siliobeira do rio com
tisis de mil palmos de frente, baixa de ca-
pim para mais de 30 feixes por dia, com ba
casa modwna, contendo 2 silas grandes, 2
gibineles, 2 alcovas, 3 quarlos e cozinha ;
he perto da praca por ser antes de chegar ao
Poco da Panella : o ar he muilo saodavel.
pnis nunca ahi cenetrou a febre epidmica :
tamben se vende uina casa terrea na'Sole-
dade, n. 50, em chSos proprios, com um
terreno contiguo, fazendo aotodo cerca de
O palmos de frente, quintal cot mais de
300 palmos de fundo, alguns arvoredos e
cacimba, cujo local he proprio para qual-
quer estabelecimento que tenba do ser
transferido para fra da cidade : na rua de
S.-Amaro, n. 16.
A 1,280 rs.
Vendem-se sapatos de couro de
lustro para senbora, a 1,280 rs. :
na praca da Independencia, loja
do Arantes.
& O
."> llomoeopathia pura. 9 Itu 1 do Trapiche, n. 40. O
O Boticas e livros para o tramonta- ()
$> ment dos enfermos pela homceopa- R\
$ tbia : acbam-sea venda por nodi- f
-3 eos presos, g
~ O I ir. Luz se offerece dar todos ,
j os rsclarecimesnlos necessarios pa- '
J ra o melhor uso dos meamos. C
3
aoooooGoooocooo
Vendem-se cha|-os francezes, os niai.
linos que tecm vindo a este mercado: na
ru Nova, loja do Calombiez.
(Bife Vende-se urna casa uo Cachang, do
lr'S"liaJo direito ao entrar ni povosefto,
ndo pela estrada nova, a primeira que lica'
groja, com commodos
Vcnde-se boa farinha de mandioca,
em saccas dealqueire, a 3,200 rs. e barri-
cas a 4,000 rs. ; arroz pilado, a 11,000 rs. o
alqueire ; dito de casca e milbo -. na rua da
Praia, becco do Carioca, armazem de An-
tonio Pinto Soares.
t
i
i
Para manteletes.
Vende-se chamalolo de seda preta, 9
padrdes bonilos, proprio para man- 9
leletes, a 2,000 rs. o covado : na lo- 0
ja do sobrado amerello, dosquatro- a?
cantos da rua do Queimado, n. 29. 9
9
Na rua do Crespo, n. 12,
loja de h portas,
vende-se a pataca o covado de chita fran-
ceza de desenbos muito modernos, cores fi-
tas e pannos do superior tectdn ; estas nilo
enganam, como tem acontecido ern annun-
cios feitos em outras parles, motivo por que
estes se teem tornado de pouco a preco
venham os l'regoezes, que conhecero a pu-
reza da verdade.
X
I
Manteletes?
Ricos manteletes, cada um em seu
carlSo, chegados ltimamente de
Franca : vendem-se na rua do Cres-
po, n. 9, loja ii na i ella.
i
*
rua
cez.
Colombiez, com loja na rua Ncva, n. 2,
vende bezerro de lustro muito fino, pro-
prio para calcado de homem o senhora que
leobam calos; grandes frascos com supe-
rior agoa ue Colonia, a 2. 4, e 6,000 rs. ,di-
nheiro a vista ; lencos de camLraia de li-
d'o, bordados e com bico a roda ; ditos
linos de sada ; ditos para grvala:
Charutos ce llavana,
de superior qualidade : vende-se na ruada
C'u/, n. 10, esa de Italkamnn IrmSos.
Vinho de llordeaux,
de superior qualidade : vende-se na rua da
Cruz, n. 10, casa de Kalkmann Irmilos
lustiumfnlos para m-
sicas.
Vendem-se instrumentos para msicas
n iliiares ; bem como pianos e violos mu-
tissi. os ricos : na rua da Cruz, n. lo, casa
de Kalkmann IrmSos.
Cadeiras de pulhmha,
e sobas para meninas: vendem-se na rua da
Cruz, n. 10, (sa de Kalkmann Irmilos.
litirias **e Ierro
do muito boa qualidade, e com segredo pa-
ra as abrir: vendem-se na rua da Cruz, n
10, casa de Kalkmann IrmSos.
"illia de carnauba.
No armazem da rua do Itangel, n. 36,
vendem-se, por junio, 180 mlhos de ja-
iba, pelo diminuto [tcqo de 360 o mlho.
A 2.400 rs.
No armazem da rua do Itangel, n. 36, ven-
dem-se suecas com mil lio, pelo diminuto
preco de 2,400 rs. Adeverlu-SJ, porein, se-
res saccas grandes.
Fontana e SSSF.
Manoel da Silva Santos conli
na a^vendei farinha de trigo, da
noaliohamenlo d
sufliCienles para familia', e estribara para
lous cavallos : na rua do Livramento. n
ii, loja.
Farinha de mandioca
nova, de S.-Cathai na,
a melhor farinha que ha no nier-
Primeiro, entrado no dia 6 do cor-
rente, por preco mais barato do
que em outra qtialquer parle : a
tratar com Machado & Finheiro,
na rua do Vigario, n. kj, ou com
o eipitfio a bordo.
Na rus do Cabugi, loja do quatro por-
tas, vendem-se losillas de lavaiinto de bom
gosto, foi las no paiz, por preco commodo.
Vendc-se um sobradinho de um andar
na rua da Senzslls-Vclha, em chaos pro-
prios, por 600.000 rs. o qual rendo men-
salmeute 10,000 rs : no arco da Conceicflo,
loja Ue ropa leita, n. B.
Vendem-se pedraa de cantara; por-
tas de louro ; carrinhos de inflo : tambem
se vende um terreno em Fra-de-Portas
atrs da igreja do Pilar, com 60 palmos d
frente : na rua da Praia-de-S.-ltta, defron-
le da ribeira, na. 10 e 12.
Vende-se Direito publico
do Dr. Autran, pira o primeiro
e segundo anuos da academia ju-
no pateo do Collegio, loja
Jo livro azul.
-- Contina-se a venJer boa manteiga
mgleza, a too rs. a libra ; bom cha hysson,
i 200 rs. ; caf moido, a 200 rs.; cevada, a
80 rs.; arroz branco, a 80 rs. a libra no
pateo do Carmo, n 8, venda nova.
rara quem vende obra fcita.
Na rua (Jo Queimado, loja do barateiro,
n. 17, vendem-se cortea de colletes de casi-
mira de cores, de bonito gosto, pelo dimi-
nuto preco de 800 rs. i
- Venuem-se duss casas terreas, silssna
iravossadoPeixoto: a tratar na praca do
Commercio, n. 2.
Urna propriedade.
Vende-se un,a propriedade de tres anda-
res, sita na rua do Pilar, defronle da inten-
dencia, n. 145. a qual, alm da ptima vis-
ta que d'alli offerece, se acha collocada en-
bom lugar para conservar qualquer estabe-
lecimento : a tratar na mesma rua, n. 111,
com o Sr. patr5o-mr.
Vende-se cera de carnauba
e graxa do Kio-Grande; na
da Praia, n. 3a.
Na loja de seis portas,
vendem-se eites de cassa-ebila, padre
escurosque servem para luto, a 1,600 rs.'o
cite de II covados.
Vende-se um lindo moleque para qual-
quer applica(o : o motivo por que se ven-
te se dir ao comprador: na rua do Itan-
gel, n. 57.
Vendem-se as Decadas de
Couto, em i5 tomos, por 8,ooo
rs. a quarta parte de seu valor :
no pateo do Collegio, loja do li-
vro azul.
Na loja de seis portas.
Proiiuctfo dos alcaides.
Vendem-se corles de vestidos de finas
chitas, com treze covados em diversos pe-
damos, a 1,920 rs.; meias pretas para senho-
ra, a 200 rs. o par; ditas para homem, tam
bem pretas, a 120 rs.; chitas pretas a 160
rs. ; ditas de cores, a 140 e 160 rs. ; e mui-
to finas, a 240 rs. ; algodSo monstro, con
oito palmos de largura, para lences de um
s panno, ou para grandes loalhas de mesa,
por ser trancado, a 800 rs. a vara ; e tudu o
-nais por procos a fazer conta.
Vende so um palanqun) quas novo,
por 100,000 rs.; um soph de Jacaranda,
por 60,000 rs. ; dous pares de consolos com
lampos de pedra prela, por 100,000 rs.; un
loucudor de Jacaranda por 6,000 rs ; um
par de bancas de Jacaranda, por 30,000 rs .
ioa cama do angieo quasi nova e para um;
( prssoa, por 14,000 rs. ; 6 cadeiras com
assentode palhinha, por 9 000 rs. ; um la-
vatorio de amarello, por 3,000 rs.; 112 ca-
pachos por preco muilo commodo ; panno
le linho, o melhor que se pJ encontrar.
niiiio em cunta attendendo a sua boa qua-
lidade : na rua do Sol, n. 9.
O t
3 Vendem-se os seguinles livros : Dic-
n-ancezes, a 7,000 rs.; e lodo o mais sorli-
ment de fazendas finas e ordinarias, por
muito barato preo : na rua do Queimado,
n. 27, armazem de fazendas, do Kaymundo
Carlos l.eile.
Vende-se um grande sitio na estrada
dos Allln"' -, com muito boa casa para fa-
milia, e rectificada de novo, muitas diver-
sas qualidades de arvoredos bem replanta-
dos, comosejam: muitas larangsiras de di-
versas qualidades, sapolys, parreiras, fruc-
la-pflo, jaqueiras, coqueiros, mangueiras,
eajueiros e mais outras diversas fructeiras,
hortalicee grande baixa para capim, que
s com a visla se poder* melhor informar
aa comprador: na rua do Queimado, n. 10
--Vendem-se duas escravas mocas, com
crias, e que silo cozinheras, e urna dellas
engomma liso ; urna dita quo faz lavarinto,
oSo-de-l. bolo de hacia e varios bolinhos :
lodasde bonitas figuras: um sitio na Ca-
nunga, com 100 palmos de frente e 160 de
fundos, pouco mais ou menos, com novos e
diversos arvoredos de fructo, um bonito
tanque para banho, foitoa moderna e com
qualro faces, um bom po$o de excellente
igoa de beber, tambem feito a moderna ; 1
terreno na rua do Prazer, por detrs de S,-
Concalo, com 150 palmos de frente, por ba-
rato preco ; um sobrado de dous andares,
no pateo do Paraizo : no Aterro-da-Boa-
Vista, n. 61.
Vende-se urna vacca torina,
muito boa leiteira ; no Hospicio,
sitio n. 8, de portao verde.
-- Vendem-se pipas de ptima agur-
dente : na rua do los, icio, n.9.
Vendem-se os seguinles livros em
francez, com bonita encadernaQ.lo : Itesu-
nio da historia do lliisil, Portugal, Ingla-
'-rra, Dinamarca, llollanda, China, Suecia,
Escocia, Estados-Unidos e Polonhs. da re-
igiSo e tradicOes moraes, foi maulo a his-
toria de cada um dos estados mencionados
um volume que se vender junto ou sepa-
rado, a 400 rs. o v"lumc ; varias obrrs de
Jeau Jacques Itosseau, a 160 is. o volunte
pequeos romances allciiilles, Iruduzidos
lo francez por II. fClise Voiart, ? v. por
1,000 rs. a obra; Vida de S. Francisco de
Sales em francrz, 2 v. por 1,000 rs. ; Histo-
ria de Theodosio o grande, 1 v. por 600 rs. ;
imliein v trocam por obras o'o aulas ou
novelas portuguezas; BulTon, a 100 rs. o
folhelo : na rua do Crespo, n. 11.
O Q
.-jj Na loja do sobrado amarello, nos a
,^ qualro-cantos darua do Queimado, i
n. 29, vendem se cortes de vestidos S
V* de s.da decores;ditos blancos para i?
' casamento; ditos de cures, fazenda g
^ a mais superior que nqui tem appa- ^
* recido ; ditos de chamalote pelo;
9
9
9
^ para senhora, de fio lino da Escocia ;
3 lencos braneos de cambraia de linho;
^ clia|os de sol, de seda de cores;
ditos de cambraia de seda, padrOes '-'-
modernos ; chales e inanias de seda ; O
cortes de colletes de setim bordados, O
braneosede cores; esguiSo e cam- <
braia de linho; meias de algodSo Q
O
O
o
0
fj tionaiy i'o pronoucing; Digesto por- /r
q taguez: Dctlonary english; Gram- p
-. Dstica fianceza por Sevene ; Lobilo, S"
'' t:i'<>,l-,L liolina I .., A.J..... V-
segundas linhas, 3 v. ; OrdenacOes S
A,% hUk fin .fr. .(_' 1_ SM., V.
Geometra de Eucli-
Vendem-se ricas saca-rolhas de pa-
tente na rua Nova, n, 20, loja de Joflo
l'erudes Prenle Vianna.
R FMrONTRADO
do reino, 3 v., ----------,. v ,,_
des ; Telemaco ; llistoiy of en^laud; S
Diccionario inglez por Vieira, 2 v.; *?
P. Virgilii,3 v ; Calculo de Ue/out, f
2 v.; Devors de I'homem ; Direito %
polilico por Maearel: na praca da In- G
O dependencia, n. 12. <
O Q
Vende-se um moleque de elegante fi-
gura, com principios de alfaiate, e que co-
zinha ; um dito tauoeiro ; 2 pretas de todo
o servico ; 2 prctos bastante robustos); un
dito que se Iroca por um moleque que este-
ja em idade de aprender ollicio: nopatni,
la matriz de S.-Antonio, sobrado n. 4, st
dii quem vende.
lazendas baratas.
Na rua do Queimado, loja n. 19, vende-
se um completo sortimento de fazeuda
baratas, por se querer acabar com algumas,
mesmo com abate de presos : bem como
riscadinhos de eassa muito linos para ves-
tidos e alguns de cores propnas para luto,
a 300 rs. o covado; corles de chitas Duat
com 13 covados, a 2,000 rs.; chitas escuras
e de cores fixas para cuberas, a 200 rs. o
covado, e jara vestidos, tambem de cOies
lixas, a 160 rs. o covado ; corles do cassa
chita, a 2,000 rs. e muilo finos a 2,500 rs.;
diales de cambraia adamascados, bramos,
do cores, e braneos bordados com bico a
roda, a 1,200 rs. ; ditos de cinta e de cass,
a 800 rs.; lencos de cassa furia cores, a
320 rs ; ditos de seda com fianja, a 400 is ;
ditos de cambraia com lavarinto, a 360 rs.;
meias para muninas, a 160 rs. o par e i ara
meninos, a 60 rs.; luvas brancas de algodOo
para homem, a ICO rs. o par.
Sen. o menor defeilo.
Vendem-se encllenles cintas azues coa,
flores amarellas, a 6,000 rs. a peca ; dilas
linas cor de ganga, claras e escuras, a 5,800
rs.; ganga da ludia amarella de duas lar-
guras, a 1,000 rs. a peca; lencos de ganga
encarnada, a 3,000 rs. a duzia cobertoie
dealgododobrados, os mellioies, a 1,000
rs. ; lino madapolfloda India, com 21 ju-
das, a 3,200 rs. a pe^a ; modernos chapeos
x panno de linho de 4 larguras ; e ou-
U tras fazendas finas o de gosto : .ludo
i por prcr;o que agrada ao comprador.
Cnssas francezas a 500
rs.-eada var.
Na rua do Queimado, n. 8, vendem-se
cassis franerzas de cores fixas, dos mais
modernos padioes, a cinco tosles a vaja :
dflo-so as amostras.
Vende-se una prcta crioula, de bonita
figura, muilo boa engomiiiadeira, cozinhei-
ra,costureira, ecom todas as liabilidade>
necessaiias para o servico de urna casa : na
iua larga do llozario, n. 39, no segundo ou
lereeiro andar.
Vende-se um carro de qnatro rodas,
com arreios, quasi novo, tendo sido feito
em Inglaterra, da melhor coiiilruecflo, com
Hsseuto paia qualro pessoas e para mais
duas em fenle : um dito americano novo,
de4rodas, muito levo: no sitio do falle-
cidoSr. G. C. Cox, antes de chegar ao Man-
guinho.
.1. crin i-reto de dtias
larguras.
Na rua do l.ivramento, n. 14, vende-se
iiciiii preto muilo lino, proprio pata ves-
tidos de senhora que estiver de lulo, a 1,800
rs. o covado ; casemira ti.esciada para pa-
litos; corles de casemira de cures, a 2,800
is.; e oulras fazendas a troco de pouco di-
nheiro.
Vendem-se bichas de Hamburgo, che-
gadas pelo ultimo navio, a 25,000 rs o cen-
io na rua do Vigario, u. 8.
Vendem-se bonitas escra-
vas pretas e pardas de 18 a 3o an-
nos, que sao engommadeiras, cos-
turen -us, cozinheiras, lavaduras e
quitandeiras, entre as quaes duas
muialinhasde 18 anuos, e 4 l"c-
tos mocos de todo o servico : na
rua das Larangeiras, n. i4, se-
gundo andar.
Vende-se ,'sal do Ass a bordo do|br-
gue I'aquete-de-l'erHambuco, fundeado na
> ulia du I o le-dn-.Msttos ; assiin cuino boa
(alba de c.iiiaba: a talar a buido, ou
.oni Leopoldo Jos da Costa Araujo, na rua
.. meda, II. 7.
A 5,000 rs. a peipa.
Vende-se novo madapolSo encorpado,
com iiui-ii o i'.i,i o.s e mel de largura, po
pno para lences, toalhas de mesa, ele. ,
pelo diminuto prefo de 3,6'.0 rs. a (cea,
luidissimos tapetes com franjas de 1.1a ma-
tizados com o melhor gosto e diversidades
propiias para casliQaes, jarros, lanternis,
vidros de cheiro, campaiuhiis, etc.; ludo
cliegado ultimaiuenle: bem como um com-
pleto sortimento de fazendas linas e ordi-
narias, por presos muilu baratos : na rua
do Queimado, n. 27, armazem de lazendas,
de Kaymundo Carlos Leilo.
lioa farinlia.
Na rua do l.ivramento, n 14, vende-si
farinha multo boa de S.-Malheus, em sac-
ca, ousemella, por mais barato preco do
que em oulra qualquer parle.
I II "
Vonde-se orna escrava propria para so
Ihe entregar urna casa, por saber bom en-
gommar, cozinhar e coser : na rua do Itu n-
I, n. 56.
-- Vendem-se as seguintes novelas : Das-
zracas da inconstancia. 2 v. ; Gustavo, 3
v.; Historia JeBonaparte ; o Judeu erran-
te, 10 v. na praca da Independencia, n. 12.
Vende-se sellins ingieres,
elsticos, cabecadas, e couros de
porco : na rua da Cruz, n. 2, ca
sa deCeo Kenworthy ckC.
Yendem-se ricos apparelhos
de metal para cha na rua da
Cruz, n. a. casadeGeo Kenwor-
thy & C.
Vendc-se bezerro para cal-
cado, chegado pelo ultimo navio :
na rua di Cruz, n. i, casa de Geo
Kenworthy & C.
Vende-se um piano inglez, em muilo
bom estado : na rua do Trapiche, n. 17, ar-
mazem de Jos Teixeira Basto.
Vende-se um oratorio, 6 calungas,' 2
mesas de Jacaranda, 2 bancas de amarello,
3 qusdros de N. S. da (naca, e mais al-
gumas imagens ludo por preco commodo:
na travessa do pateo do Paraizo, n. 20 ta-
berna.
Altetirao.
Vende-se, no Kio-Doce, perto desta pra-
ca e ainda nuis de Olinda, um sitio com
casa de vivenda, 150 i s de coqueiros, pti-
mo terreno para qualquer plan taclo, com a
f'ente para a capella de S.-Anna e para o
mar grande, com ptimos lugares para pes-
car ias de costa e fundo : a fallar om (Min-
ia c un D. I.'ii/.a de AssumprjHo Bastos, ou
no Recife, na rua do Hangel, o. 36, sogun-
do andar.
Vende-se, ou aluga-sc um
sitio na entrada da estrada nova,
na Magdalena, com urna excel-
lento casa tenea com muito bons
commodos: o sitio esta bem plan-
tado e offerece todas as vantagens
pira quem tiver bom gosto: quem
o pretender, irija-se rua do
Trapiche-Novo, o. io.
Na rua Nova, taberna u. 65, vende-se
urna poican de relilos e pedrasde amolar;
cerveja de muito bol qualidide, a 400 rs. ;
cha, i 2,000 rs. ; cevadinha de Kranqa mui-
lo nova, a 2(0 rs. ; ararula, a 240 rs. ; fari-
nha do Maranho, a 1-20 rs.; e todos os
mais gneros por preQo commodo.
Novo sortimento de fa-
zendas baratas.
Vendem-se cortes de cassa-chita muito
bonitos, a 2,000, 2.400 e 2,800 rs. ; riscadi-
nhos de linho, a 240 rs. o covado; dito de
Igodo muito encorpado, proprio para
roupa de eseravos, a 140 rs. o covado ; cor-
les de brim Inanco de linho,- a 1,500 rs. ;
dito milito bom, a 1,700 rs. ; dito amarello,
a 1,600 rs. ; dito com listra ao lado, a 1,-280
rs. ; cassas de cores muito bonitas, a 320
rs. o covado ; riscados monslios com qua-
tro palmse inein de largura, a 200 rs. o
covado ; marte furia-cores, a 200 rs. o co-
vado ; pc^as de cambraia lisa com 8 varas
e meia, a 2,720 is. ; chitas de bonitos pa-
dioes, a 160 rs. o covado ; dilas muito fi-
nas, a 200, 220,240, 260 280 rs. ; lencos
de seda para algibeia, a 1,000 e 1,280 rs. ;
ditos para grvala, 1,280 rs.; eoulras mui-
tas fazendas por preco commodo : na rua
do Crespo, loja da esquina que volta para
a cadeia.
Vendem-se relogios de oti-
ro, com vidro, e saboneta, patul-
le inglez, chegados agora ; na rua
da Cruz, n. %, casa de Geo
Kenworthy & C.
Anda nao vistos.
Vendem-se riquissimos mante-
letes de seda pretas e de cores,
por preco commodo. Adeverte-se
que estes manteletes sao do mais
apurado goslo que tem vindo a
este mercado, por terem sido
mandados fazer por urna suiliora a
mais perita modista de Pars: na
rua do Crespo, loja n 16, esquina
qne volta para a rua das Cruzes.
Vende-se superior fio de al-
godSo, proprio para pavios de ve-
las e para rede de pescara; na
rua da Cruz, n. a, casa de Geo
Kenworthy & C.
Vendem-se lonas imperaes,
as melhores que ha no mercado, e
briinzo para velas: na rua da
Cruz, n. a, casa de Geo Kenwor-
thy & C.
Vende-se urna escrava robusta e sadia
sem vicios, de 40 annos, que cozinha o dia-
rio de urna casa, lava bem, e he ptima pa-
ra o servico de rua : na rua do Queimado,
lado do becco da CongregacSo, loia de fa-
zendas, n. 45.
Na rua das Cruzes, n. 22, segundo an-
dar, vende-se urna preta de naco, muito
moca, com urna cria de 6 mezes, molequi-
nho, e com algumas habilidades; urna
crioula de 18 anuos, que engomma bem,
cose cilio, cozinha o lava de sabSo ; duas
pretas de nacSo, que cozinham, lavam de
sabio e silo ptimas quitandeiras ; um mo-
lecolepeca, de nacflo Angola, proprio para
lodo ti si rvico.
-- Vende-se urna escravt crioula, de 20
annos, de bonita figura, propria para qual-
quer servico, por preco commodo: na rua
Velha, na Boa-Vista, n. 33.
Na loja do liuarte na rua do Cabug,
vendom-so tesouras para alfaiate, barbeiro,
costurae unhas, ecaivetes finos de diver-
sas qualidades e da melhor fabrica de Gui
maraes.
-'.



.- .1 III
-- Vende-se urna preln que cose, engom-
maecozinha; dous pardinlios, um de II
annos, e o outro de 6 : todos multo e'
conta n ru do Fogo, n. 23
Vende-se farinha de mandioca de su-
perior qualidade, em sancas de estopa e al-
godo, a 2,600 rs. a sacca : no armazem ao
ped, .rc.odaConceica'o, n. 64, que foi do
allec.do llraguez.
Arroz v o casca a 5,200
rs. a sacca *
vende te na ra do Amorim, n- 35, arma-
zem u Tasso Jnior.
Potassa da Russia.
Vende-so superior potassa da Russia, da
maisp-.vaque ha no mercado, por preco
com mudo : na ra do Trapiche, n. 17.
Fardo a 5,000 rs. a
sacca,
omelhorque tem vindo a.este mercado ;
na ra da Madre-de-neos, armazem de Vi-
cente Ferreira da Costa.
Chegaram novamenle ra da Sen-
za I la-Nova, n. 42, relogiosde ooro e prala
patente inglez, para homem e senhora.
QCeraem velas do Rio-
Vendem-se sapeas com familia de man-
dioca, viudas do Rio-de-Janeiro no brigui
osefina, por prego commodo : no armazen
de Dias Ferreira, defronle da escadinha, ou
a tratar com Domingos Rodrigues de An-
drade, na ra do Trapiche-Novo, n. 4. Ad-
verte-se que as saccas silo grandes.
<3$,Q0QOG
9
Precos nunca vistos. Vendem-se cassas de cores fizas, a O
240 rs. o corado ; cambraia de seda,
a 200 rs. o covado ; chitas pretas Fi-
as, a 160 rs.; chales de l.la, a 1,000
rs.; lencos de seda, a 1,000 rs. ; di- $
tos com franja, a 1,000 rs.; ditos m
meioschales, a 1,280rs.; meias pa- X
ra meninas, a t20 rs. o par ; franklin ~
preto o de cores, a 500 rs. o rovado ; t
luvas de seda para senhora, a 320 e *
~
9
O
O
O
o
o
o
o

a
500 rs. o par : ditas de pellica para
O
6
O
O
O

2 t-.ma
do l'io-de-Jnneiio ; sorti-
ment a vontade do com- O
^ prador, por preco inais ba-
O

il< '"Janeiro. <$
Vendem-se caixas com ce- j
ra em velas fabricadas em
(Jas melhores fabricas

O rato do que em ontra qual-
quer parte : amado Vi-
^ gario, n. 19, a tratar com
0 Machado & Pinheiro. q
00
Vendem-se, por prego comniodo, os
seguintes ohjertos em bom estado, que se
pdem ver no Forte-do-Matlos,prensa do Sr.
Manoel Ignacio de Oliveira Lobo, e tratar
na mesma, ou na ra do Azeite-de-l'eixe,
armazem 11. 13, das 9 horas da o a:ili'ia as
2 da tarde :
2 vergas de gavia ;
2 dilas de joanele ;
2 dilas de sobre ;
Pannos de culello, carangueija, suriolla,
juba e lu/d, masterco? de joanele e moto ;
2 camarotes rom 4 belixns ;
1 escada de madeira e ferros de bronze
para portlo;
1 signo pequeo;
i roda de leme com chapas de (alio ;
i cabreslante de patente ;
1 bolinete ;
120 bracas decorrente, juntas ou sepa-
radas,
2 ferros de muilo bom tamanho ;
1 ancorte ;
2 joaneles;
1 gavia ;
1 hujarrona;
1 giba;
1 vela de rslaes ;
Cobre velho de forro ;
Cabos a Icatroados para troco, que, pelo
bom estado em queesiao, pdem anda ser-
vir;
Panno velho de velas para forro, moites,
cardenaes, patollas para ferro, e outros
objectosmiudos.
A rados de ferro.
Na fundicSo da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Novidade.
A 1,000 rs. o covado.
Na loja dos baraleiros da ra do Queima-
do, n. 17, vendem-se casimiretas de lila,
pelas e de cores, proprias para cagase pa-
litos para homem e meninos, a 1,000 rs. o
covado.
homem, a 160 rs. o par"; lengos de
O sedaedesetim para grvala, a 500 e
n 640 rs. cada un; bicos de seda e de
q linbo, largos, a 320 e 500 rs. a vara ;
chapeos rar sdose de castor, a 1,600, <>S
J~ 2,000 e 3.000 rs. cada um ; dilos de p
J sol, a 2,800 e 3,000 rs. ; colletes de f
jj' gorgurflo, selim e velludo, a 1,600,
g 2,000 e 2,500 rs. cada corte ; e oulras
vj militas fazzendas : na ra do Crespo,
n. 9, loja amarella.
Q

Vende-se urna linda escrava de lan-
nos, com habilidades ; 2 dilas de 25 a 30
anuos, boas quitandeiras ; 2 moleques de
18a 20annos ; um prelo para lodo o ser-
vigo : no pateo da matriz de S.-Antonio,
cobrado n. 4, se dir quem vende.
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova potassa,
de boa qualidade, em bairiszinhot
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ha muito
lempo se nao vende: nc rtecife,
ruada Cadeia,armazemn. IX
999)99 99V999 ff( 99M
9 ff
1 Bom e muilo barato. J
9
Sapatdes do Aracaty,
eit Acaba de chegar do Aracaly urna gran-
de porgilo de sapalOes feitos a capricho, la-
to por efleito de novas recommendagOes
que para la se tem feilo ; porque os que at
agora tinham vindo, notavam-se:lhes im-
perfeigo, j no cosido, j em formas a n ti -
gas e mesnio em corle : estes sapa toes de-
pois do tintos e acostumadost boa graxa,
chegam a confundir-se com os de cou-
ro de lustro ; o seu prego he de mil rs. o
par, dinbeiro vista : na ra larga do Ro-
tarlo, n 35, loja de miudozas.
a loja franceza na ra Nova atraz da
aialriz, tem bonitos jarros de porcellana,
Linternas de p do vidro, ditas de casqui-
!ha inglezas, ditas fracnezas, candieiroa
ara sala, ditos de latSo para esludantes,
bengalas do rana, bandejas finas, chapeos
de sol de seda de cores para homem, fundas
para os quebrados, chapeos francezes de bo-
nitas formas, lengos de seda de 1,000 rs. al
5,000 rs. para senhora e homens, ditos de
morsuHina, e outras muitas fazendas : s-
balos de duraquo de cores para senhora a
800 rs., ditos de coro de lustro a 2.000 rs.
Assim como roga aos seus devedores que
ihe vam pagar, para nao mandar tautas
irezes os seus caixeiros em suas casas.
Na ra do Queimado,
n.9,
cha se venda um completo sortimento
de manteletes e capotinhos para senhora,
de chamelote ondeado e de listras; bem co-
mo de seda furta-cres, os quaes vendem-
ie por menos prego do que em outra qual-
auer parte. Dito-se amostras aos compra-
dores.
Kslao-sc acabando.
9
i
l
Os proprielarios da loja do sobrado
amarello, nos qualro-cantos da ra
do Queimado, n. 29, desojando ulti-
ma a venda das fazendas abaixo
mencionadas, resolveram vende-las
reos seguintes pregos:
Coi tes de caigas de bi i m lira neo
de puro linho a 1,760
Ditos de dito amarello, a 1.440 ~
lulos de dito decores, a 1,410 9
Ditos de Ida imitando casi-
mira, a 1,600 5
Alpaca preta fina, o covado a 900 J
(.orles do vestidos de chita preta
com 14 covados, a 2,000 5
Dilos de cassa de cores, a 2,000 ?
Hilos finos, a 2,100 ?
Dilosde cambraia de lislras de 9
cores fixas, a 2,500 9
Sarja iie la lavrada preta, o co- 9
vado a 560 9
Lengos de seda de cores, a 610 (t
9 Cobertores de algodao encorpa- (f
m dos para escravos, a 640 |
? 9
99 vv*** ** ##
Na ra do Crespo, n. 1*2,
loja dequatio portns,
vendem-se superior cortes de casimira de
muilo lionitos padrOes, e fazenda propria
para todas as tessoas que aprrciam a eco-
noniia, polo barato prego de 4,000, 4,500.
ra
Ii chincha para os bahu-
leiros.
Vendem-se chitas proprias para forros de
bahs por estarem Tracas, a 3,500, 4,000 c
5,5(0 rs. : na ra do Crespo, loja da esqui-
quina oue volla para a cadeia. '
Vendem-se amarras ae isrro : na
da Senzalla-Nova, n. 42.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. in, ha
omito superior cal virgem de Lis-
boa, por pre?t> muilo commodo.
Vendem-se cigarrosdepalha de milho
bons, por prego commodo ': na ra das Cru-
zes, n. 40.
He cozinheiro e moco de
navio.
Vendc-se um prelo mogo, de boa figura
e queja anda embarcado ha 2 anuos- na
ra Direita, n. 93, primeiro andar, das 6 s
9 horas da mauhSa, e das duas s 4 da
tarde.
Vende-se farinha dePhiladelphii
barato prego de 8,000 rs. a barrica ; graxa
em lu i eos de ii. 96 ; barris com breu pre-
suntos americanos; bolacha americin*
propria para rancho de navio ; papel a|ma-
co florete ede machina ; banha de coreo
e muios oulros gneros por prego rasoavel
na Iravessa da lladre-de-Dcos, n. 9, aclia
r3o com quem tratar.
Na ruadoCabuga, loja de qualro por-
tas, vendem-se ISas de cures para bordar-
toucas e capolinhos de Ifla, proprios de nie-
uinos; chapeos braucos de jnola, a 5 000
rs. ; ditos de cores pa meninos; oleados
ricos para mesa.
Vende-se urna canoa de umpos d<
amarelli), nova, preparada e pintada de no-
y.), quem a quizer din ja-sena ra de 8n<
PYanciscu da Ordem Tciceia, n. 8 : carresa
6' pessoas e lie muito segura.
5,000 e 7,000 rs.
muitas fazendas
preco mdico.
%
fazenda rica ; e oulras
de boas qualidades, por
rundo Crespo, n 14,
loja de Jos Francisco
Dias, vende-se
risradofrancczdequadros escuros, fazen-
da muilo fina e fixa, pelo barato preco de
200 rs. o covado ; pegas do rsgui3o de al-
godlo de 5 palmos do largura e com 10*va-
ras e meia, a 3,200 rs. a pega, e a 320 rs. a
vara.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor,
RA DA SKNZAIXA-NOVA, K. 4^.
ISeste estabelecimento conti-
na a haverum completo s< ru-
men to de moendas e meias moen-
daa, para engenho ; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido c
coado, de todos os tamanhos,
para dito.
Na ra doCabug, loja de quatro por-
tas, vendem-se botOes do Pedio II; dilos
amarellosde bom goslo para casacas; di-
tos para marinha; ditos para o estado
maior; dilos de libr depagem; dilospre
tos de diversas qualidades, por prego niais
barato do quecmoulra qualjuer parte.
Vendem-se 2 bonitos prelos de 25 an-
i nos, muito bons ganliadores de ra ; urna
prela de 25 annos, que rngomma e cozinlia
perfeilamente, faz doce e cose ; 3 ditas mui-
to mogas, com algumas habilidades, eque
silo muilo boas i|uilanieiras ; una parda de
25 annos; una | reta de meia idade, que se
vende muito em conta ; assim como oulros
muitos escravos: na ra da Cadeia do Ite-
cife, n. 51, primeiro andar.
Na ra do Cabuga, luja de quatro por-
tas, vendem-se gravatiuhas de selim paro
senhora. a 1,000 rs. ; luvas de torga!, leilas
em Lisboa ; capolinhos de fil de linho ;
bicos de todas as larguras; bicos do Porto ;
e litas de velludo.
Vende-se, na praga da Independencia,
livraria ns 6 c 8, um pequeo Malulo da
llosa, proprio para casaca, por 14,000 rs.
'Venlem-se pegis de madapol.lo largo,
com 20 varas, proprio para forro e roupa de
escravos por ser muilo forte, comalgum to-
que de mofo, 2.500 rs ; e varejado.a 140 rs.;
pegas de cbila com algum sujo, a 4,000 : na
ra larga do llozario, n.--por cima da pa-
triara do Sr. Valenga. |
Vendem-Se cortes de fina casimira prela
a de cores, pelo diminuto prego de 5,000
rs. : na ra do Queimado, n. 9.
-- Vendem-se 2 ptimos escravos, por
precisflo, sendo um crioulo de 22 annos,
tam s.-ii iieiiD, e o oulro bom carreiro, d>
aagilo Longo, de 33 annos : na ra larga do
Rozario, n. 52, no segundo andar do sobre-
do da esquina.
Vendem-se 6 lindos moleques de 8 a
16 annos; 8 prelos de 20 a 25 au os, sendo
um delles ptimo sapaleiro ; 2 pardos de
10 annos, sendo um delles perito cozinhei-
ro, bolieiro, cmpalhador, e de oplima con-
ducta ; duas pardas de 18 annos, com ha-
bilidades; quatro prelas com algumas ha-
bilidades, de 14 a 20 anuos: na ra do Col-
Icgio, n. 3.
Na ra c*o Cahug, loja de qualro por-
tas, vendem-se rulantes, trinas, gales, es-
piguillas :tudo por prego mais comnioJo
do que em oulra qualquer parte.
Folhade I landres.
Em casa de i. 1. Tasso Jnior, na ra do
Amorim, n. 35. ha um ptimo sorlimento
de lo! ha de Flandres, de todas as marcas, c
relalho por prego mais barato do queem
oulra qualquer parte.
Na ra do Crespo, loja
da esquina que volta
para a cadeia,
vendem-se coi tes de casimira prela, muito
boa, a 5,500o 10,000 rs. ; panno prelo, mui-
lo bom, a 3,200, 3.800 e 5,500 rs. o covado ;
cortes de collete de fustao, a 640 rs. ; ditos
de selim decores, a 2,000 rs. ; dilos de gor-
gorito, a 1,600 rs. esguiBo do linho, muilo
lino, a 1,280 rs. a vara.
Taixas para engenho.
Na fundigBo de ferro da ra do Brum,
acaba-se de receber um completo sorlimen-
to de taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
juaes acham-se a venda por prego com-
aiodo e com promptidSo embarcam-se,
ou carregani-seem carrossem despezas ao
eomprador.
Pechincha.
Na ra do Queimado, vindo do Rozario,
secunda loja, n. 18, continuam-ae a ven-
der pegas com 20 varas de metim verde,
azul, e cor do caf, a 2,200 rs a pega ; pan-
no de linho uisso com 25 varas, a 6,100 rs.-
chales de seda, a 5,000 rs. ; ditos de lila
seda, a 3 000 rs.; eoulras muitas fazendas
que se venden sem limites de prego.
Porcellana.
Na ra Nova, loja de A. Calombiez, ven-
dem-se apparelhos de porcellana fina para
cha; bacas com jarros para lavatorio ; jar-
ros para flores naluraes, proprios para sa-
la ; chicaras de porcellana branca para cif.
Vendem se p ocuracoes sel-
ladas, a a4 r*- i apudactas el
ladas, a aoo rs. : no pateo do Col-
legio, loja do livro azul.
Novo sorlimento de fa-
zendas baratas na rin-
do Crespo, n. 6, ao pe*
do lampea '.
Vende-se cassa-ebita muito fina, da bo-
nitos padrOes, cOres fixas e com 4 palmos
de largura, a 320 rs. o covado; cortes da
dita a 2,000 ra.; riscado di lislras de li-
nho, a 210 rs. o covado ; dito de algodSo, a
140 e 160 rs. o covado; cortes de brim par-
do claro, com duas varas e urna quarta, e
1,600 rs.; riscados monstros, a 200 rs. o
covado; zoarte azul, a 200 rs. o covado ;
chitas, a 160 e 180 rs. o covado; fuslio, a
640 ra. o corte; chales de tar I a tana, a 500
ra. ; cobertores de algodflo americano, a
640 ra.; e outras muitas fazendas por bara-
to prego.
Moendas superiores.
NafundigBode C. Starr & Companhia|,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, lodas da ferro, de um modelo e
construcgfio muito superior,
A ellas, a ellas.
Vendem-se riquissimas golas e pescoci-
nhos para renhora, pelo diminuto prego de
2,000 rs. cada um : na roa do Queimado,
n. 9.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de difle-
rentes modelos : na fabrica de machinas e
fundigSo de ferro, na ra do Brum .
ns. 6, Hell).
Deposito da fabrica de
Fodos-os-Santos na Babia
Vende-se em casa de N.O. Bieber & C.
aa ra da Cruz, n. 4, algodSo trancado
laquella fabrica, muito proprio para saceos
de assucar, roupa de escravos e fio proprio
para redes do pescar, por prego muito com-
modo.
Attendam e vejan,!
Na ruada Cadeia do Re-
cife, n. 50, loja de Cu-
nta & Amoriiii,
vendem-se pecas de bretanha de
rolo com io varas, fazen )a supe-
rior, a i,6oo rs. ; panno msela-
do com duas larguras, a l.ooo rs.
o covado; panno fino preto, a 3,5oo
rs. proprio para casaca ; cortes
de cambraia fazenda superior, a
ci,ooo rs. ; cessa piolada, a i,8oo
rs ; algodao trancado mesebdo,
proprio para escravos, a 18o rs. :
chitas escuras para vestidos, i4o
rs. ; lindeza, a a4o rs. o covado ;
madapolo fino, a 4,000 rs a pe-
ca ; alpaca de algodao, fazenda lar-
ga, a 3oo o covado ; pecas de bre-
tanha de linho de rolo o mi 10 va-
!!!'
gura, fazenda propria para vestidos e rou-
u.oes para senhora e meninas, a 320 rs. o
covado. DSo-se as.amostras com compe-
ente penhor: na ra do Queimado, n 17
~ v"nd-'e. u troca-se um preto om
horteiao.de 35 a 40 annos, de boa conduc
ta, por outro, ou por um pardo que nSo
exceda de ISannos, ainda mesnio volta,,
lo-seoquefrjusto:no pateo da matriz
de S.-Anlonio, n. 4, sobrado.
Vende-se um sitio com excel-
jlente casa de vivenda, cochei-
ra que accommoda 30 cavallos,
e carros : o sitio he cercado do cerca nati-
va, tem grande extcnsSo de terreno pro-
orio para toda o qualquer plantago, com
150 ps de coqueiros que dfio fructo, e mais
arvoredos uteis, duas cacimbas d'agoa do
beber e mais bemfeltorias que com a vista
o pretndeme se agradar : no Aterrinbo-
do-Giqui, n. 128.
Cassas prelas a 140 rs. o
covado.
Vende-se cassaa pretas de muito bom gos-
loja da esquina, que volta para a cadeia.
fcecravo Fgidos
Tecidos de algodSo tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-Santos.
Va ra da Cadeia, n. li'l,
endein-se por atacado duas qualidades,
roprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Farelo novo a 5,500 rs.
Vendem-se saccas grandes com 3 arro-
bas de farelo, chegaaas no ultimo navio
de llamburgo : na ra do Amorim, n. 35,
casa de J. J. Tasso Jnior.
'Tv'ivmTmvW
Arroz pilado. 5
Conlina-so a vender o muito su- <
perior arroz pilado branco : na ra "*
da Cadeia uo Kcclfe, n. 1, armazem
de inolhados. "y.
ras, fazenda fina, a 5,8oo rs. ; len-
cos de cassa para gravata, a 3oo rs.
cada mu ; e outras muitas fazen-
das por greco commodo, que se
mostrarSoao freguez.
Garrafas vas as.
No armazem da ra do Amo-
rim, ns. 56 e 58, vendem-se gi-
gos com urna groza de garrafas ca-
da um : tainbem se venden) sac-
cas com farelo com 3 arrobas ca-
da una, a 3,5oors. a sacca.
Al a utas
9
& pretaa de fino crep, e tambem de 9
% cores para senhora e meninas, pelo 9
9 barato prego de 800 rs.: na ra do 9
9 Crespo, n. 11, loja de Antonio Luiz 9
9 dos Santos <\ <;. (f
$W\
a>
a>
-*
>
i*-
*
i-
9
--Vendem-se pilulas vegelaes de James
Marison, ja bem conlircidas ucsla cidade,
pelas suas (i ilagrosas curas : na ra da Ca-
deia do llecif-, n. Casa de A. S. Corbetl.
--Vendem-se 3 iluzias de costado de pu-
tbmug, madeira da Babia, propria par
construcgcs navaes e para mercenaria : n,/
ruaoCullegio, u. 21, segundo audar.
Na roa do Crespo, n. 14,
loja de Jos Francisco
Dias,
vende-se esguio de algodao, fa-
zenda de quatro palmo." e meio de
largura e fina, pelo baralo preco
de 32o rs. a vara ; brim tranca-
do blanco muito encorpado e de
lislraao lado,a i,a8ors. o corte ;
dilode puro linho cor de ganga, a
,600 rs. o corte ; eum completo
sorlimento de fazendas por barato
preco.
- Vendem-se psslas grandes com capa
de marroqumi para as reparligfles publicas:
no paleo do Collegio, loja do livro azul.
Vende-se urna casa le rea, sita atra da
matriz da Boa-Vista, n. 54: a tratar no
Alerru-da-Uoa-Visla, o. 3.
Alicncao.
Vende-se, ou permutase por alguma ra-
sa sita desde a ra do Uvramenlo al o
Alerro-dos-Afogados, ou a troco de fjzcn
las, a armagSo da loja n. 17, do Passeio-
Publico, muito propria para quem se qui-
zercalabelccer, visto achar-se cm boa lo-
ealidade : a tratar na dita loja.
Quem nao comprar ?
Casemiras francesas rapadas e de cores,
roprias para palitos de homens e meninos
9001s. o covado; gangas amarellas com
lislras do con s, o mais lino possivol e tam
bem proprias para palitos c caigas de lio
mem, a 560 o covado; os mais moderno
Jriscadinhosdequadros miudos o intitula-
Idos Iniperiaes, com quatro palmos de lar-
','
- I"ugio, no da 28 do prximo passado'
o preto Jos Macer, conhecido por este
uome por ter vindo daquelle lugar ja ha al-
guna annos; levou camisa de algodao bran-
co, eoalgasdo riscado americano; he de
estatura regular,; representa ter 40 annos
pouco mais ou monos; cusa a peiceber
quando falla, parecendo temorato ; tem as
candas das pernas signaos de feldas*; he
segunda vez que se tem ausentado, nSo
leudo sabido do Kecife, do qual agora mes-
mo se leve noticia 3 dias depoia da falta, e
lesde entilo olo se pOde eolher mais noti-
cia algum; julga-se ter ausentado para o
mallo. Itoga-se as autoridades policiaes e
capitSes levem-no ra de Apollo, n. 12.
Em a noiie de 88 do prximo passado
fUgio, da povoaglo do Monieiro, da cusa de
residencia de Manoel Antonio da Silva An-
tunes, a prela alalia, do gento de Angela,
moga, de estatura e corpO regulares, cO-
prela, rosto aboceitado, falhi bem o vulgar;
tem os ps um tanto grossos : quem a pe-
gar leve-a ra da Cadeia-Velln, n. 24,
que ser gratificado.
l-'ugio, no dia 12 de margo, o preto Be-
nedicto, crioulo, que reprsenla ter 24 an-
nos, de altura regular, sem barba, cara re-
dunda, olhos carrancudos ; lem os ps um
tanto tortos e urna das pernas: este escra-
vo veio do MaranhSo para aqui ser vendi-
lo por conta do Sr. r. Francisco de Mello
Coutinho Vilhena: quem o pegar ou der no.
ticia na ra da Cadeia do Recife, n. 51, pri-
meiro andar, ser gratificado.
Fugio, nodia 28 do prximo pnssado,
oescravo Antonio Cabinda, que reprsenla
40 annos, chcio do corpo ; he muilo cabel-
ludo nos peitos, perlencente a Misquita &
liuira : quem o pegar leve-o a fundigOodos
meamos, na ra do Brum, que ser recom-
pensado.
Cratilica-se bem a quem apprehendor
um cabra de uome Athanazio, de estatura
regular, grosso do corpo, cabello estirado,
pouea barba, nariz afilado, com falla de
denles na frente, beigos grossos ; tem urna
cicatriz nos peito.s ; tem falta de dous de-
dos no p esquerdo ; levou cami.i de al-
godSo azul, caigas pietasde merino j na-
das, chapeo prato tambem usado : este ca-
bra desappareceu no dia 8 de abril do ror-
rete anuo ; julga-se que elle ande pelos
trapiches do assucar. Itoga-se as autorida-
des policiaes e capitflea de campo, que o
apprehendam e levem-no a casa dos Sra.
Misquita & Dutra, na fundiglo da ra do
liruin, ou na ra Nova, n 35.
-Fugio, no dia 27, o crioulo Vicente, na-
tural do Aracaly, de 38 annoa, de estatura
alta, grosso, espadaudo, caliega redonda,
olhos naluraes, nariz chao, boeea grande,
beigos grossos e levantados, pscogo groaso,
pes e mSos bastantes grandes ; levou cal-
gxs, camisa e chapeo de couro : quem o
pegar leve-o a Olinda, ra da Senzalla, por
detrs de S -Theresa, casa com 0 jmilas,
que ser recompensado.
Desappaieeeu, no dia 5 do corrrnte,
urna parda um tai to escura, de estatura
regular, gorda, cara larga ; traz sempre os
cabellos levantados enadegas sabidas para
fra: quema pegar leve-a a ra do llo-
zario da oa-Vista, o. 2t, que ser recom-
pensado.
-- l)o engenho Jurissaca, sito na fregu-
zia do Cabo, fugio, em oulubro do auno
prximo passado, um preto de nome Ale-
jandre, ciioulo, alto, cheio do corpo, tos-
t bastante carnudo, muito barbado, Ce 40
annos,; tem urna ferida quasi rIrroi.ica em
urna das pernas : quem o pegar aera grati-
ficada generosamente pelo renJciro do dito
engenho.
Fugio, no dia 25 de Janeiro prximo
passado, da fazenda Alsganlc-Cavallos,
um pardo de nome Antonio Panema, de 22
annos, de cor bastante alvacenta, estatura
liaixa, rosto redondoe cheio de sardas;
tem urnas queiu aduras da quando foi ie-
queno, olhos grandes, nariz afilado, bugo
de baiba ; pode muilo bem'passar por for-
ro, pelo que avisa-se as autoridades com-
petenlesdo recrutameiito .- quemo pegar,
ou der noticia corta ao seu senhor, Manoe
Vicente di Annunciagao, ser recompensa-
do generosamente.
- --Fugio, no dia 24 de abril, o esrravo Lu-
cas, de catalura ordinaria, cheia do cor, o,
bstanlo espadaudo, olhos grandes, nanz
pequeo, barba radiada, suissas grandes a
loJa cheia ale o queixo, pernas meias ar-
queadas ; tem na rr.g0 direita o dedo se-
gundo ao mnimo lorio para dentro ; levou
una camisola de estopa at oa (es, e cha-
peo de palha ; quem o pegar leve-o a Olin-
da, ra da Senzalla. defronle do S. There-
sa, casa com 6 jaudlss de frente, quesera
recompensado.
Gralilicag3o do 20,000 rs.
Fugio, no dia 6 do curenle, o preto Coi-
Iberme, de nagao Congo, baixo, com os
dedos mi.,imos dos pes defeltuosos ; ha
rendido da verillia esquerda, onde traz
sempre urna funda ; e costunia embriagar-
so : iiii)iii o pegar luve-o ra da Senzalla-
Velhi, n. 68, ou na padaria n. 94, uo recj-
bera a gratilicagao de 20,000 rs.
Pm. ai m. de u. i. di raaia. 1850


Tcrca-fbira 7 de Itfaio.
*
(SUPPLEMENTO.)
Ajino de 1850. N. 105.
PARTE QFFIClAiL-
tOVERNODA PROVWCIA.
EXPEDIENTE DO DA 6 DE ABRIL.
Officio. Ao vice-consul da Rusia, di-
zendo flcar scienle de ter fallecido o rs-
ped i vo cnsul, e declarando que a S. S.
compete na qualidade de vice-consul, en-
trar no exercicio das funecoes do referido
consulado. Neste sentido fizeram-se as
convenientes communicaefles.
Dito. V cmara municipal desta cidade,
para que mande preparar a matriz de San-
Frei Pedro Goncalves para a celebrado da
missa do Espirito Sanio, quedeve ter lugar
amanhaa, em consequencada abertura da
sessflo ordinaria da assembla legislativa
provincial, e prevenindo-a do que na mes-
ma data se ofliciou ao Exm. bispo diocesa-
no aiim de ir celebrar a dita missa s onze
horas da mantilla. Olllciou-se nesto sen-
tido ao Exm. bispo, e ao commandante da
praca, para mandar postar um batallulo cni
frente da casa da mesma.assembla, e dar
um pequete de cavallaria para acompa-
nliar a V. Exc.
Dito.Ao inspector da thesouraria da
fazniida provincial, oxigindo que infocme
qul a data em que fui arrematada a ponto
de Goianna, por que quantia, o com que
couJicOes.
Dito. Ad commandante do corpo de
polica, ordenando que mande apresentar
' ao carcereiro da cadeia urna escolta de dc-
zasses soldados, fim de conduzirpara bor-
do do brigue escuna Canopo os sentencia-
dos que teem de seguir para a Iba de Fer-
nando. Scienlificou-sc aojuiz municipal
da primeira vara.
Dito. Aojuiz municipal e de orphilqs
do termo do llrejo, para que em conformi-
dndedo aviso do ministerio da juslica, de
27 ile j mi lio de 1846, passe a vara ao respec-
tivo supplente, logo que se lindar o seu
quotrienio como juiz municipal daquelle
termo.
Portara. Ordenando ao director do ar-
senal de guerra que faca embarcar no bri-
gue escuna Canopo, quo segu para a ilha
de Fernando, as imagens que foram remet-
tidas para\) niosmo arsenal, fim de serem
nelle concertadas. Neste sentido ofliciou-
se aos commandanlcs do referido brigue
escuna eda mencionada ilha.
Dita. Determinando ao commandante
do vapor Urania, que receba a seu bordo e
transporte para a corte o alferes do stimo
balalliiio de caladores, Leandro Correa do
Lago, esua familia. lnlelligenciou-se o
cuniii.iniliinli; da jiiaca o o inspector da
pagadoria militar.
Dita Ao ini'.sino, para que conduza pa-
ra a corte o cadete do oitavo batalhiio de
cacadores, Francisco Manocl de Paria.
Coinmunicou-sc ao commandante da praca.
Dita Nomcahdo supplentos do. juiz
municipal c de orphiios do termo do Brejo,
no qualrienio que deve ter principio em
15 dejunhe prximo vindouro, os cidadios
seguintes :
1." Francisco Alves Cavalcanle Camboim.
2. Joan do Reg lacicl.
3.* Cuclano de Oliveira Mello. .
4.* FranciscoIicrenguer CesardcAndrade.
5. Manocl Claudio liezerra de Menezes.
6. Jofia Baplista Muniz Faleilo. Expe-
ilram-so as convenientes roiiiinuncares.
DEM 10 DA 8.
Ofllcio. -- Ao Exm. Hispo diocesano.
TeilllO a Il0tira.de remetler V. F.XC dous faca regi.l.ar no llvro dos cstabelecimentos
lunteill pe-l daqurlla administrado, e tirar dellt- publicas
Dito.--Ao administrador das obras publi-
cas, scienlillcando-ode terautorisado ao en-
genheiro Milet a despender aquantia neces-
saria com a compra de um bar il de plvora
para continuado das obras do decimo-se-
gundolanr;oda estrada do Po-de-Mho.-Nes-
te sentido ofllrinu-se o dito engenheiro.
Portarla.-Ordenando ao rommandar.te do
vapor Urania, que faca passar para bordo
da crvela anuaria um dos ofllciaes de sua
guarnicio, em substiluicflo ao segundo l-
ente de rmala Jos da Cunba Moreira,
que daqnella corveta destacou para o mes-
mo vapor.--Scienlificou-se o commandante
da mencionada corveta.
Dita.Ao comirandante t'o vapor Urania,
para que receba a seu bordo e conduza para
a corle oa segundos lenles do trreeirn ba-
talhiio de artilbaria a p Luiz Francisco Tel-
xeira e Luiz Benedicto Pereira Leite --Com-
municou-se ao commandante da praca, e ;.o
inspector da pagadoria militar.
DEM DO DA 10.
Offlcio. Ao Inspector da thesouraria de fa-
trnda, rcmeltendo alim de que Ihci mande
abrir o competente assenlaineiito de praca, o
nappa de Aliacn dos cornetas I.uii Gouzaga de
Lima, e Antonio F.stevc dos Santos, que foram
ltimamente engajados para servirem no quin-
to batalliiia da guarda nacional deste municipio.
Inteirou-se ao coininandante superior res-
pectivo.
Dito. Ao commandante da praca, scienlifi-
canda-o de ter arbitrado yida um dos solda-
dos da companhia de artfices desta provincia
Bernardino de Sena Reis, e Domingos .Soriano,
que se oflereceram para conlinuar a servir no
esercito, a gratificaran de 80,000 rs. ommu-
nlcou-se ao Inspector da pagadoria militar.
Dito. Ao inspector do arsenal de marinlia,
remetiendo o plano para o brigue que se inan-
dou construir n'aqurlle arsenal, com as allera-
ce que julgra convenientes no convez. e ba-
tera a commissao encarregada do examc do
armamento da reparlicao da marinba.
Dito. Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda provincial, para mandar adianlarao en-
genheiro tlamede a quantia de 2:000.000 r.
para conlinnacilo da obra do thcalro publico.
Coinmunicou-se ao mesmo engenheiro.
Dito. Ao engenheiro Mimnli'. para que
mande proceder aos concerlos. de q-ic nceessl-
ta a ponte dos Afogados, visto seren elles ur-
gentes, e organise o pmjeclo c orcamcnlo da
nova ponte, atiento o mo estado da actual.
Inteirou-te o inspector da thesouraria da fa-
zenda provincial.
Dito. Ao iiiisiiiii, ordenando que proce-
da ao concert de que precisa a calcada da pon-
te da Ra-Viita, e prevenindo-o de que quamlo
houver necessidade de reparar a dita ponte o
faca independente deordein da presidencia, re-
nieltemlo a coula posteriorniente para ser iu-
deinnisado.
Portara. O presidente da provincia auto-
risado.pelo imperial aviso expedido pela secre-
taria de estado dos negocios da guerra em II
de Janeiro do correle anno.resolve nomear iu-
Irrinaineule para o lugar de escrivo das oll'i-
cinas do arsenal de guerra, creado pelo misino
aviso, a Joaqiiim Pedro l'arreto de Mello Brgo,
com o venciuieuli) annual de (00,000 rs., e or-
dena que pela secretaria se passe o competen-
te Ululo. r'i/.eratu-c as convenientes com-
muulcacoes.
Hila. Dcmitlindo o guarda da alfandega
Manoel da Fonseca de Araujo Luna. Partici-
pou-se ao inspector da thesouraria de telenda.
IDF.M DO DA. I!.
Oftcio. Ao inspector da alfandega, para
que etn virludede rrquisicao do pretidenle da
l'arahiba, consiula que o negociante Manoel
Joaquim llamos c Silva ou Antonio Joaqun)
Vidal despachen! naquella alfandega viole es-
pidas de balnlia de ac
Dito, -r A' adniliiislracodos eslabclecimen-
toi de Caridade, remetiendo um documento
que Un- foi subministrado por um particular,
relativo ao hospital do Paraiio. alim de que o
sentido li/eram-se as convenientes communica-
efies
Dito. Ao inspector da thesouraria da la-
zenda provincial, para que mande satisfaier ao
administrador das obras publicas a quanlia de
17,700rs., Imporlaucia dadiaria corresponden-
te aos mexei de fevereiro e marco ultimo dos
tres ralela cargo daqurlla reparlicao.
Intelligenciou.se ao dito administrador.
Dilo. Ao nirsino, para mandar satisfacer o
pedido da repartlca da obra: publica na iin-
pnrtancia de 130,000-rs ,nm di pojler proce-
der aos conrenos de que ne;esila a cadeia da
cidade de Olinda. lntciroiMe o administra-
dor daquella repanifao. 3t
Dito Ao iitpeclor da pagadoria militar,
para que, vista da conla que remelle, mande
indentnisar a caixa do quinto batalhiio de fuii-
leiros da quantia de 13,280 rs. em que importa,
rain as sepulturas comprada no crmilerio da
igreja da t-oledade, para serem nellas enterra-
das duas pracas dn mesmo balalluio.
Dito. Ao administrador das obras publicas,
remetiendo as coulas das despeina fritas com a
obra do 17.* laen da estrada da Victoria de 10
a :0 de marco ultimo, e na importancia de rs.
870.135. atlin de que mande acreditar o enge-
nheiro Mllcl na mencionada quantia.
Portara. O presidente da provincia, usan
do da .utri huirn que lite foi conferida pelo de-
creto de 11 de Janeiro do anno prximo passa-
ilo, resolve conceder amnislia em nonie de S.
M. o Imperador a Pedro Bezcrra de Mrneies,
pelos i i in.es politico ltimamente commelli-
do| nesta provincia. V. para sua resalva se Ibe
passa a prsenle, em virtude da qual ficara
em eB'eito qualquer pronuncia contra elle pro-
ferida pelo referidos criines, e se Ihe dar bai-
la na culpa, c niio poder mais ser processado
pelos dito criines.
Hita. Deinillindo o alferes porta-bandeira
do esqundio de cavallaria da guarda nacional
do municipio do llrejo, Joaquim JosTavarrs
de Souia.lnleirou-se o coinmandante supc-
lior.respeciivo.
Dm.-i is'ciiiii'.iiidii para supplente dojni.
municipal e de orphiios do termo de Gianna
oscidados iiguinles:
1. Joaquim Raphael de Mello Jnior.
2.' Coronel Antonio Francisco Pereira.
3. Majar Antonio Pinheiro de Mendonci.
4.Bacharrl Joaquim Francisco Cavalcanti
de Albuquerque I.ins.
5 Joaquim Jos de Mello.
6. Trnente coronel Jos de S Albuquerque
Mello Gadelba. Fiieiam-e oeste seulido as
convenientes coiiiniunica des.
Dito. -- Aa agente da companhia das barcas
de vapor, recommendando a expedicode suas
orden, para que sigam para a Parabiba no pri-
inelro vapor que se dirigir para os porto do
norte o primeiio lenle I.eopoldino la Silva
Aievedo, o segundo tenenle secretario Joaquim
Kabriciu de Mattos e um sargento. ~ lnteirou
se o commandante da praca.
Januario Alexandrino l'.alicllo da Silva Ca-
neca, pede se reforme o regulamcnto presi-
dencial de 2 de margo de 1842 de maneira
que elle peticionario fique com dirc.ito a
urna gratificaQSo quando, subslituindo o
director que este funecionario nada nenio de seus
vencimenlos, deixa de receber a de .
200000 ris annuaes que percebe como se-
cretario d'aquelle estabelecimcnlo e que
entilo passa ao professor que, scndo-lhe
inmediato emantiguidade, assume o exer-
cicio de seinelhanle lugar.
Achaado-sc o governo da provincia en-
carregado da reforma do lyceu por delibe-
radlo desta asscmblea, pensa a coinmis-
s.lo quo tainbem a elle cabe providenciar
a respeito da pretcneo do supplicaiite, e
por isso he de parecer que seja indeferido
o seu requerimenlo.
u Sala das coniinjssOcR d'assembla le-
gislativa provincial de l'ernatnbuco 4 tie-
rna io de 1S30. l'lorianno Correa de Uritlo.
Jnionio los 'OHvefra.
ORDEM DO DA
Conlinunco da segunda discusso do
f em a poderosa aceito do governo, ficariam
esteris csses elementos naturaes de pros-
peridade, como vemos ficar emmuitasou-
IrasnacOes anlogos meios de riqueza, im-
pioductivos pela incuria e ingnorancia dos
povos c dos governo. Esta bcq5o benfica
do governo, que h bili.ou o povo inglez,
para tirar dos elementos naturaes de indus-
tria luda a possivel prosperidado nacional,
he, se niio ns illudjmo?, a segur.da^ das
principaes causas da influencia que a Grla-
lirctanha tem no mundo. Nestes ltimos
sceulos convcnccii-sc o governo inglez da
importante verdade que o crdito publico
he o maior elemento de frtrea quo um es-
tallo pode ter, que he elle a base e o regu-
lador do crdito particular, e um dos mais
fortes auxilios da moral publica. Penetra-
do de tilo proficua ideia,conformou as leis e
os hbitos ii.11 ionacs a este profundo pensa-
mento, c fez chegar rpidamente a Griia-
r.ri-taiilin a riqueza nunca vista, conquislou
grande parle do globo, resisti e venceu os
minores potentados da Ierra.
Quamlo Naioleo, csse Carlos-Magno do
nossos das, avassulhiva a Europa inteira,
u e em sua mxima pr potencia exclua os
;........--y-- -:-c---.r_ _i:.i ., ,e em sua mxima prepotencia cxcinn u
projeclo n. 11, que fixa a fonja no lie. al pa- oduclos inglc./es ,|0 continente europeu,
ra O anno liinancctro de iKjOeisoi. I preparando-se cm Bi-Ko{no para ir acabar
OSr. Vredente declara em d.scuss.lo o Je ramtyn COm o poder britannico. o go-
CXe.nplares do relalorio que liz hontein pe-1 aquella adminlstracao e t.ra, uru ic
ran.e'aassembla provincial na ftbori&ft M^KM* S5aS 7SS*i
de SU presente sessHo. fcorveU Januara. que faca destacar para bordo
Chamo a allencHo do V. Exc. sobre o quet da ,8Cllna .nduia o ifiarinhrlros de que ella
exponho a pagina 38 acerca da cupella Jo ,,,,,Sliri alim de poder continuar no servco
Scnlinr Bom Jess das Portas, 0 desdo j j de que e acha encarregada. Inlcirou-se o
peco a coadjuvaclo de V. Exc. para o ob- inspector da ihesoiiraria defaien.a.
jcrlo indicado a assembla provincial, se
elle merecer sua appruvalo, como espero.
liitu.- -\o commandante da praca, intei-
raulo-o da ter concedido um mez de licenca
para lialarde sua sado ao alferes do se*
gundo batalbflo de fuzileiros Jus Francisco
de Oliveira Mesquita.
Dit.--Ao juiz municipal da primeira vara
desla cilade, rcmeltt n lo copla do olucio,
em que o juiz municipal de orpnfloa do trr-
mn de Olinda' moslra a nerossidade de ser
retirado da cadeia daqnella cidade o cadete
Manoel Joiiquim Pacs Brrelo, e ordenando
que, se anda niio fu:. recolhido a fortaleza
o dito cadete, expeca suas ordens ueste
sentido. Inteirou-se o juiz municipal de
Ulinda.
Portara. --Ordenando ao commandante
do vapor Urania, que receba, e transporte
para acorte o Dr. Jos Viiira Rodrigues de
Carvalhoe Silva.
DEM DO DA 9.
Ofllcio.Ao commandante da praca, sc-
riilificHiido-ode ter arbitrado a gralilicacau
de 60 000 rs. ao paisano llurculaiio Joaqun.
Correa, que se oITcieceu para assentar piar;
voluntario na companhia de artfices desta
provincia. lnlelligenciou-se o Inspector
i pagadoria militar.
Dilo.Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda provincial, para mandar adiant.r ao
engenheiro Milet a quantia de 1:000,000 rs.
alim de poder elle dar andamento as obras
da ponte do Tapacor.-Communicou-so ao
mesmo engenheiro.
DiloAo mesmo. ordenando que mande
adiantar tres mezes de sold ao capitflo do
corpo de polica Firmino Theotonio da Ca
mar Santiago e as pracas do mesmo corpo
existentes na comarca de Garanhuns. ln
teirou-se ao commandante do referido
corpo.
Dilo.Ao mesmo, mandando adiantar ao
engonheiro Milet a quantia de 500,000 rs.,
alim de dar principio aos mais urgentes con-
cerlos, d- que necessitam os sierros e pun-
tes da estrada da Victoria.-Intclligrnciou-
se ao administrador das obras publicas e 0
dito engenheiro.
lilla. Determinando ao .commandante do
patacho Pirnpnma que entregue escolta de
policiaque c II,e apresentar osqualro senten-
ciados que trouxc da ilha ue Fernando, alim de
seren rrcolliido cadeia desta cidade. Ex-
pedio-se ordein ao commandante do dito corpo
para fornecer a escolla, e communicou-se ao
ebefe de polica.
DEM DO DA 12.
Officio. Aojuls relator da junta dejustica,
remetiendo para ao drpais de visto ser apre-
sentado cm sessao da mesma junta o processo
do soldado dacompauhia de cavallaria de linha
desta provincia Joao Hispo de Barro. Com-
municou-se ai. C'iuiuiandante da praca.
Dilo. -Ao mesmo, recommendando a expe-
dicao desuas ordens, para que a junta de jus-
tica c rena em sessao aflin de julgar o pro-
cesso dotenenie quartel-inettre do corpo de
noticia Jos de brillo Salguelro.
Dito. Ao juii de direils interino da comar
ca de Flores, para que informe qu.ies a prtsoai
mais habilitadas para seren nouiradas sup-
plentes do juli municipal e de orphaos do ter-
mo da Floresta.
Dilo. Ao administrador das obras publicas,
remetiendo as cont> da despeas fulas de 24
de marco ultimo a 6 do correle com a conc u-
sao do 12.' lauco da estrada do Po-d'Alho na
importancia de 75.480 e 103,200r., alim deque
mande acreditar o engenheiro Milet na men-
cionadas quantia. Intcirou-ie o dito enge-
nheiro.
Dito. --A'camarado Rccife, remetiendo .:.:..
exeiuplare do peridico publicado na curte do
Ric-de-Janeiro pela sociedade Auxiliadora-da-
induslria-Nacloual nos mcicsde agosto, outu-
bro, novembro e deiembro do anno paliado,
a liui de que os fraoqucie s pessoa que es qui-
lerem consultar. Igual remeta e fe a c-
mara de Goianna, Santo-Anto e Rio-For-
i noso.
Portarla. Demittindo o promotor publico
da comarca de Garanhun badin I Lourenco
Machado Das. Expedirain-se a convenientes
communicafOes.
'.u. -- Ordenando ao commandante do pa-
tacho l'irapamn, que faca descarregar e por a
dispotico do inspector do arsenal de niai nlia
as pedias que trouxe da ilha de Fernando.
Scienlilicou-seo referido inspector.
DEM DO DA 13.
Officio -- Ao juii relator da junta de jusilca,
declarando havev designado o da 15 do corien-
e para a reuuio da uieiuia junta. Nesttc
m
PERNAMBUCO.
ASSKMBLEA PKOVINC1AL.
19.'SESSAO ORDINARIA EM 4 DE MAIO
DK 1850.
PRESIDENCIA DO SR.* PEDRO CAVALC4HTI.
SuMMinii). Expediente, leituras de parece-
res. Conchiso da segunda discussa do
projeclo n. 11 Kegeicu em primeira dis-
ctrssflo do projeclo n. 13 Approvucdo do de
n. 14 Addiumento do de n. 15.
As II horas da manhila, feta a chamada,
veritica-se estarcm presentes 24 senliorcs de-
art.6.
Val mesa c heapoiada para entrar cm
discusso a soguinte emenda :
Su|irima-se o art. Oda le n. 233 de 21
do maiodc 1849. Buudeira.
O Sr. Jos Pedro faz algumas considera-
fOes acerca do artigo em discusso. no-
tando que nlgtim dos artigos das leis an-
teriores que elle manda vigorar, estilo cm
opposicio como que e ha volado na casa
sobre o projeclo ; assente a emenda do
Sr. Bandera de Mello visto que ella tem
por lim evitar urna redundancia, a qual
consiste cm vircm citados dous artigos de
leis diversas, que dispem n mesma cousa ;
mas observa que mais conveniente seria
eliminar o art. 7. da lei de 1S48 do que
o da de 1849 que a emenda so refere.
Encerra-se a uiscUBSua; 0, siibmettido
oartigo yotacflopor paites, heapprovado
com exclus'iodos artigos 8. o 19. da lei
de 1848, leudo sido regeitada a emenda do
Sr, Bandera de Mello.
Em seguida vai mesa, e hcapoiado, pa-
enlrarcm discussOo o seguinlc artigo ad-
dilvo.
Artigo additivo para "ser collocado on-
de convier : 0 quai tcl-mestro do corpo
de polica prestar banca idnea pelas
quaullas que houver de receber doscofres
pblicos. Sala das scssOes, 4 de maio de
1850. Cortea de Brillo
OSr. Correa de Brillo sustenta o seu ar-
tigo additivo.
O Sr. Catiro ledo cnxoiga algumas dilli-
culdades na cxcvuciio da medida proposla
pelo artigo additivo, e nao votar ellcsem
que essas duvidas uo frcm removidas.
O Sr. Correa de Brillo busca desvanecer
as duvidas do precedente orador.
O Sr Jos l'edro oppoc-so emenda, pe-
los enibaracos que provm da adopc.lo da
medida, proposta por ella.
O Sr francisco lodo quizera votar pelo ar-
tigo additivo; mas. visla dos escUreci-
putados, fallando sem causa participados os menlos dados pelo precedente oradur, dei-
Srs Machado ROS, Barros Brrelo, Vellez jxa a Q r.r/er
de Guevara, Mello Reg, Queirz Fonseca, n Sr A\ ,- (K Oliveira adopta a idea
S Pereira e larilo de Capibaribe. 'enunciada no artigo additivo. mas entend'
O Sr. Presidente declara a berta a sessiio. > j.ma j qUrt(.|-mestre do corpo de
Niio so l a acta da MSSflO anterior por ,)0|cja deveser fixada cm lOconlosdc reis,
niio se adiar sobre a mes. Ie uor |sso rnandara mesa una emenda
OSr. 1.* Secretario menciona o seguinle ne,(e sentido.
EXPEDIENTE. I ,lo |jas na rnCsa e apoiadas as segun-
Um requerimenlo do Estevilo Soares Le- ,es enif.||,las :
tno d'Albuquerque, allegando que tendo ex- a llanca ser de 10:000/000 do rcis.--
ercido nesta provincia deste 1810 ale 1833 xd'Olwtiru.
diversas cadeiras de primeiras lettras, pedo S(J paMar 0 arlig0 cm qucsto, esten-
assembla a sua jubilaco com o ordena- da.sfi a providcncia ao sargento quarlcl-
lo que deve vencer. A eommiuOo de or- meslrPf a0 ihosourelro da ciiixa economi-
denados. ca, aos coniiiiandanlcs de companliiaseaos
Outro do p^dro meslro provincial Ir. flcaeSqUn deslacarcm, quo levarcm sol-
Manoel de S. Filippe, religioso franciscano ,ios uiiantados. S. R. Jos Pedro.
residende no convento de Santo Antonio
desta provincia, encarregado de promover
os reparos do mesmo convento, pedimlo
assembla que Ihe mande dar urna esii'ola
annual para aquellas obras Acommissio
de o reame nli'.
Outro de Ceraido de Amarante dos Santos,
Manoel Francisco Honorato o outros, com
oflicinasde funilero nesta cidade, reclaman-
do contra a declaracJo feita pela assembla
sobre o art. 23 das posturas di cmara
municipal, p?la qual comprchendeu em dito
artigo as olhcnas dos supplicantes. A
commitsds de posturas das enmuras.
Outro de Franci-co GonQalvcs dos Santos,
pedindo assembla a coucessiio do afora
ment perpetuo de um terreno no lugar do
Parnameirim, do qual he rendeira Joanna
Francisca dos Santos, peitencente ao pa-
trimonio dos orphiios. A commissdo de
pe tifies.
Sfni lidose approVados os seguintes pa-
receres :
A commissio do orcamentoe contas mu-
nicipaes, tendo examinado as que foram
restadas pelas cmaras das villas do Cabo,
'aod'Alho, Boa-Vista e Pesqueira, relati-
vas ao anno de 1848 a 1849, as achn: lu-
galsadas pelos documentos que as acom-
panharam, c por iaso he de parecer que su-
jam approvadas.
Sala d:s commissOcs, 2 de maio de
1850. Manoel Joaquim Carntiro da Cunha
A. F. d'Oliveira Francisa Kophael de
Helio Rajo.
A commisiao de contas municipacs pre-
cisa quo a cmara da cidade do Coianna
informe o requerimenlo do seu procura-
dor Joaquim Jos Cardozo do Mello, em
que pede augmento de ordenado; e por is-
so he do parecerque pelos canacscompe-
tentes so peca essa imformecSo.
Sala das commissOes, 2 de maio de
1850. Manoel Joaquim Carntiro da Cunha.
A. /'*. d'Oliveira. Francisco Raphael de
MtlloReyo.
a Foi presente commissio doinslruc
cao publica o requerimenlo em que o pro-
fessor de desenlio do lyceu desta cidade,
Julgadaa materia discutida, he oartigo
additivo submeltido votaco e rejeitado,
ficando prejudicadas as emendas a elle of-
ferecidas.
Entra em primeira discusso o proje-
clo n. 13, que equipara o professor de m-
sica do collcgio dos orphiios aos proles-
sores pblicos da provincia.
Niio ha ven Jo que acerca dclle tome a pa-
lavia, submetle-se a votacao, c he rejei-
tado.
( Conlinuar-se-/ia.)
Commniiicao.
O roubo fcito aos particulares, pelos em-
pregados da thesouraria provincial, indu-
zio-nos a indagar qual tem sido cm taes
cisos o comporlamento dos governos das
nacfles maiscivilisadas. Principiaremos por
Inglaterra, sendo, como be inconlestavel-
inente, o povo inglez aquelle que mclhor
tem entendido as queslocs de fazenda
e crdito publico, e o seu governo a
quelle que mais se tem esmerado em con-
servar Ilesos esses verdadeiros mananci
aes do i oder britannico.
Na verdade, duas sao, cm nosso humilde
entender, as principaes causas do iucrivel
ascendente quo a Ingl*Ierra tem tomado
em ti dos os negocios do mundo. A pri-
meira he o feliz caso de ser ella a trra do
globo, em que mais abundam, c por isso
mesmo mais baratos s.1o,os dous elementos
indispensaveis de todas as industrias uteis
ao homem. Silo esses preciosos elemen-
tos o ferro c o fogo, o quiz a natureza que
o solo inglez por baixo da tetra vegetal,
fOsse todo carvilo de pedra c ferro. Nin-
guem imagine quo essa espantosa prosperi-
dad industrial he todn ell.i pioductoda
sabedoria do governo. Niio ; se de reponte
falias.se Ingb trra o carvo e o ferro, se a
FranQa.ou qualquer oulra pot< ncia,tivessem
esses agentes mais baratns, a diminuidlo
dns salario-, que n.'io lie muis possivel, po-
deria anda conservar as principaes indus-
trias da Gra-Bretanha. Verdade he, quo
verno inglez s linha o crdito publico para
resistir a tilo poderoso e inlelligente inimi-
go. Eolito vio o mundo quo graud'i he a
lrca do crdito e da industria. Pela aceo
desse crdito o governo da Grila-llretanlia
dispunha, segundo as necessidades publi-
cas, de todo o capital social, e fui e-s o
exercilo com que vencen o maior capilar)
ros t nipos- modernos Se Nipolcilo cnten-
desse das qticstOcs de industria c crdito,
como entenda das questoes administrati-
vas e da arle de governar ; se Napolefo
soubess' dispr do capital soca!,como sa-
ba dispr dos excrcilos, indubilavclmciito
elle, ou algum dos seus descendentes seria
hojo senhor do mundo. Porin Napuleao
s conilava na sua espada, rncarava os g-
libos do rommerco quasi como outros
tantos roubos, e victima desse sen erro
principal, foi tiiorrer em Sanla-llelena,
vencido pelos Ca pitaes amnnloados ,e!os
negociantes inglezes. Este poder extraor-
dinario do crdito publico, esta i ova liv i
dcsconhccida dos povos da antigui lade,
t^tn, como todas os factos soci es, ce-
tas i-nii iiroi's do existencias, sem as
quaes lio se Ja, OU SC e\ .sle por .iLnin
lempo, cxliidas e-sas conilicoes, logo ile-
linlia e acaba. Manife.-taini nlc a garanta
absoluta dos ttulos dos valores pblicos,
be a eondi(0o indispcnsavel da existencia
Jo crdito nacional. Sem essa garai.tia, he
de toda a iinpossibildaile >\ e um p.ii de
familia sensato ponlia n subsistencia do
seus lillios disposcao do governo, ou dos
seus agentes, oque he a uesma c >usa no
que toca ao crcdi'o. Se o governo podesse
exonerar-se sobre seus delegados dos rou-
bos, ou qualquer outro attentado contra o
crctito publico, be manifest que niio sen-
do nesses delegados, mas no governo, que
o povo deposita a sua confianza, ninguem
so liara ne-tes, e depressa acabara o cr-
dito nacional, e com elle lindara a lo-cu
real da Inglat ra. Por isso he que sempro
o gnv mu inglez so responsabilisou pelos
seus agentes, e no ultimo roubo do tlie-
souru inglez, rerpetrado em 1841 por um
dos einpregados na repartieo das apolices,
niio obstante ser o roubo de tres mil con-
tosdorcisem ttulos falsos, feitos pelo di-
to empregado, o governo inglez pagou ont
continente, ouvindo tSo smente u opiniilo
dos advogados da cora, os quaes fdram
iiiianiiicmentc de parecer que o governo
era obrigado pelos feitos dos agentes quo
i roininlia a ronfianea do publico. O seguin-
le documciilo be a prova deste pagamen-
lo, e dimana dusSrs. II chense Harrison, a-
g ules privilegiados das transaccOes quo
se fazem no banco, e na prac,a de commer-
co sobre lodos os ttulos pblicos. Tilo
tem imitadas eram as a|u>liccs falsas, quo
cst.s respeitavei; cavalleiros, por elfeito
lo suas futicgOes no banco, o na praca do
commerco, soachavam con quinheniose
vinte contos etn ttulos falsos, mas elles o
todas as casas de comincrcio mohadas pe-
lo avnt.-i do goveniOj fAratn pagos em mul-
to poucos dias. Se muitos estados se po-
de. qucixar con rasilo da poltica exter-
na da Ciia-Bretanha; >c lio licito nccusa-la
em muitos casos de imperiosa, intereseira,
violenta e desleal; lambcm be certo por
outro lado que niio existe, governo, cujos
actos internos mais contribuam para a
moralidad do povo. A*sim que entro as
questes adniinistrativas surge urna, cuja
solueo ni .sle ou naquelle sentido devo ter
boa ou ti.a influencia na moralidade publi-
ca, de antemiio se pode firmar quo ha do
ser resol vida pelo governo, no sentido mais
favoravcl a essa moralidado. Niio sSo essas
questoes que all se decidam pelos inte-
icsses mesqunlios e transitorios de parti-
dos'epbeaieros, seno pela equdade natu-
ral e i Ta ciiiisnle :n,o decisiva da influen-
cia que os actos do governo exercem sobre a
iiio'ai do povo.
He por isso que, ha seculos, se conserva
prohijado da naco iugleza em todos os
seus tratos, be por isso que nos mercados
do mundo, p.lavra do negociante ingl z,
tem mais valor para os inleressados as di-
versas linas, egoes, do que os escri tos
niio s de uniros particulares, mas at da
alguna governos.
Ko lu s com a re'pressflo edicaz dos.cr-
mes, he tambem com a pratica de actos de
morahdade administrativa que o governo
inglez tem conservado a beni merecida fa-
ma de probidade, de que gozam os subdi-
tos inglezes em todo o orbe civilisado.
TrUDirCCA.
Saibatu todos quantos estes instrumen-
tos vircm, que no dia 18 do dezembro de 4
peranle mim J. S. Venn, da cidade de I.on-
dies, notario publico, legalmente autori-
sulo e juramenlado por aulondade real,
apparcceu Itoberto lliclieus, morador na
h^XJI


~ '..... :-------- .::.
rua Flireadneedle desta prnr,n, unidos so-
cios da lirm^deR. o G.Hichense rfWison;
agente privilegiados das lranacces que
se fazcm" no banco e na praca do commer-
o sobre todos os ttulos pblicos, (bem
cnhecido de miit notario como pessoa
digna de todo o crdito)o qual solemne o
sinceramente declarou que no anno de i s i
foram assignadas e postas em cireulneSo por
um dos empregados do governo inglez,
funcionando na repartic,,to das apoliecs,
[enchequerbill) urna mu avultada quantia
deapolicesdo dito governo, montando ao
todo a mais de tresentas mil libras ester-
linas, (. 300:000 st), igual a tres mil contos
de ris Its 3:000,000/000); que por transac-
cOcs doseuemprego vicram ao poder delle
declaranto varias apolices, importando ao
todo na quantia de cincoetita e duas mil
libras esterlinas ( 52:000 st) ou quinhentos
e vinto contos de iris, Rs 5-20 contos,) as
quaes londo sido apresentadas para paga-
mento, este llie foi recusado pelo governo
pela raso de serem falsas; mas que re-
presenta ndo-se as circunstancias deste caso
e a peculiar oppressSo que soffreria o publi-
co, possuidores innocentes de (aes a plices,
que no leriam mHo alsum do descobrir
urna tal fraude, visto que taes apolices so
achavam assignadas e postas cm circulacSo
por um dos empregados do governo .- o go-
verno pagou todo o importe destas apolices
inclusive as delle declarante.
E por tcslemunha e corroborarlo desta
sua d.claracito o mesmo assignou esta
commigo notario e as testemunbas, nesta
rulado do Londres, era ut supra.
Roberto Hichens
* Quad atlestor L. S. A S. Venn, no-
tario publico. _
Testemunbas. /. T. Coleman. J.
Barrowcs. a
Antonio da Costa, cavalheiro da imperial
ordern do Cruzeiro, vice-consul do Brasil em
Londres e seu districto.
Reconheco verdadeira a sssignatura
vpraiie J. S. Venn, notario publico fteta
cidade ; e para constar onde convier passei
aprsenlo, queassignei e fiz sellar como
sello das armas do imperio do Brasil em
Londres, aos 19 de Dezembro de 1849.
L. S. Antonio da Cos, vice-consul.
N. B. Quem quizer ver o original pode
dirigirse ao escriptorio de Manuel Joa-
quiin Ramos eSilva.

presenta ler de 5 a C annos de ida Je, o qual
ora diz ser forro, ora escriyo de um hornean
Jo? Afogados : quera o mesmo so adiar
e.om direito comparec na mesma, para, a
v sta de suas provas, lhe ser entregue.
Pela subdelegada de S.-Jos foi appre-
hendido um cavallo ruco-pedrez, de mcias
carnes e de tamanhn regular: quem ao
mesmo se adiar com direito, comparan na
mesma subdelegada, para que, dando as
competentes provas, lhe ser entregue.
Pela subdelegada de S.-Jos fram ap-
prehendidos, por se julgarein furta los, os
seguintes objectos: 1 tranceln) de ouro
bastanto grosso, urna grande medalha tam-
bimdoouro, 2 grandes alindos circula-
Jos diamantes, dous ditos s com um dia-
manto no meio, um dito sem podras, 2 pa-
res de brincos, um todo de ouro e o outro
rom pedras, e um botSo de abertura : quem
los mesmos objectos se achar com direito,
compareca na mesma subdelegada, para a
vista das provas, lhe serem entregues.
Publicacao iitterari
a.
Avisos diversos.
Precs-se de urna ama para o servico
de urna casa de familia : na ra da Manguei-
ra, n. 3.
Precisase dos voluntes 2.", S.'e".* do
Panorama : a pessoa que os liver o quizer
vender, annuncie para ser procurada.
Precisa-se de 1:500,000 rs. a premio,
dando por girantia bypotheca em um so
--A pessoa queannunciou precisar de
um caixeiro para um deposito, dirija-se
ra do Queimado, n. 2, que [adiara com
queai tratar.
Antonio Francisco da Silva Carneo faz
publico qu. oSr. Jo.quim Franc.sco dos Drado & um andar emboa rua : quem qui-
Sar.tosdeixou de ter ingerencia em seu ar- f___...; ..,*,.;.,.. m/,r '

BpWMAN 6t
engenhei
nio. n. 13, para receberum. carta vin'da do" ?"''""I"\f'tj^^r^t ^5efaVel publS0' 1U0se" e.l.belecimento"
Rio-de-Janeiro. b?"*T L frucl' ?mA%"*',' *I ?.e erro moMo Por ""d.lna de vapor con-
plantsces de roseiras de diftVentes qua-jtinaetn effectivoexercicio, ese ada cora-
do com apparelhos da pri-
para a perfelta coofeccSo
i de machinismo.
emprehender quaesquer
. Bowman & Me. Callum
desejam mais particularmente chamar a
altencffo publica para a aseguintes, por
terem deltas grande sortimento j prompta,
as quaes construidas na sua fabrica poden!
competjr.com as fabricadas em paz es-
Rapliael, paginas Ja juventndc.
Esta excellente obra de Mr. Lamartine,
chegada recentemente do Rio-de-Janeiro,
vertida em bom portuguez, e precedida do
um interessante prologo do traductor, adia-
se venda, pelo mdico p~reco de 3,000 rs.
come ncadernacHo inglezn, na ra da ''a-
deiado Recife, n. 38, e ra Nova, n. II
O mrito da obra be altesla lo pelo nome
do autor : nclla depara instruc^o e deleita,
o philosopho o romancista, o poeta, e ge-
ral mente quem quer que queira ai>rocuruin
bello escripto.
EDITA ES.
--A cmara municipal delinda manda
fazer publico que, nos dias 6, 9 e 11 do cor-
rente maio, vai praca, perante a mesma
cmara, o concert do cano da bica do Ro-
za rio, na ra do Bom-Successo, oreado na
quantia de 282,000 rs. : as possoas que se
propozerem a esta arrematarlo, comparo-
cu m na sala das sessOes da dita cmara, nos
lias cima mencionados, das 10 horas al
meio-itia, competentemente habilitadas.
Olimla, 6 de maio de 1850. Manoel Jua-
ouim de Miranda abo, secretario.
Rodrigo Tlieodoro de Freilas, oflicial da im-
perial o Jim da llosa,cavalleiro da ordem
deS.-Bonto de Aviz, condecorado com a
medalha da campanba da Rabia,capilao de
mure guerra,inspector do arsenal demari-
nln, e capitQo do porto desta provincia do
Peinan,buco, por S. M. L, que Dos guar-
de, etc., etc.
Faz publico, para conhecimento dos na-
vegantes, e de quem um is interessar, que se
acliam collocadas as boias noRaneo-do-
Inglez, segundo o conhecimento abaixo
ilc-te. transcripto. Capitana do porto de
l'crnambuco, II de abril de 1850 Rodrigo
Iheodoro de Fretai, capiUlo do porto.
i. Reconhecimento do duas boias colloca-
das para bulisamento do Banco-do-ln-
gloz, situado a leste da barra do porto
de I-. nuil,buco.
<> Aacham-se assentadas, a lesle do farol da
barra do porto de Pernambuco, duas boias,
sendo urna de cor preta, e outra encarnada,
as quaes delerminam a posic,o do Banco
denominado do loglez.
Cada urna destas boias, tem um sino pa-
ra advertir a nuile do navegante incauto a
sua proKmida le : porm, em consequencia
da direceflo dos ventos e do murmurio das
ondas, a'gumas vezes niio pdenlo ser bem
ouviilooseu loque senflo em pequea dis-
tancia dolas. A boia de cor encarnada de-
Avisos martimos.
O Brigne nacional Lizia sahe
para o I.io-de-Janeiro no fim da
prsenle semana .- para o resto da
carga, passageiros e escravos a
frele, tratarse com*o capito, na
praca do Commejcio, ou com No-
vaesckCompanhia, na ra do Tra-
piche, n. 3/j.
Para Angolla segu vigem no corron-
te mez o patacho americano Chutsvoorth,
milito veleiro e forrarlo de cobre novo: re-
cebe carga a frete e passageiros : quem pre-
tender embarcar, pode tratar com Manoel
Ignacio de Oliveira, na praca do Commer-
cio, n. 6. primeiro andar.
Ohiate Flor-de-Cvruripe sabe impre-
terivelmente para o Aracaly no da 9 do cr-
lente : quem no mesmo quizer enrregar ou
ir de passagem, djrija-se a ra da Cadeia do
Recife, loja de Luiz Antonio de Siqucira
Para o Porio sahir al o da 15 do
corrente, o hrigue poituguez Bom-Pastor,
ile primeira marcha : recebe ainda alguma
carga e passageiros, para o que ollerece ex-
ccll'nlcs commodos : traU-se com Rallar
& Oliveira, na ra da Cadeia, n. 12, ou com
o capitSo Jos Comes da Silva.
rara o llio-de-Janeiro segu viagem o
briguc-e>cuiia llenriqutta, capilao Manuel
ioaquim Lobato : quem nelle pretender car-
regar, se entender com o mesmo capililo
na praca do Commercio, ou na ra da Ca-
deia-Velha, n. 17, segundo andar.
Para o Kio-de-Janeiro salie,
no dia 12 do corrente, o brigue
Bom-Jesus : para o resto da car-
ga, passageiros e escravos a lete,
trnta-sc com o (apilan, no caes da
Alfandcga, ou na ra da Cadeia,
n. 4i terceiro andar.
Para o Cear segu at. o dia seis de
maio prximo futuro com loda a bre-
vidade o brigue nacional loiefina : quem
no mesmo quizer carregar ou ir de pas-
sagem, trate com Domingos Rodrigues
de Andrade, no Trapiche-Novo, n. 4, ou
rom Jo-r i'.i los ferien-a Soares Jnior, na
rus da Cadeia do Recife, 011 com o capitSo
do mesmo, Mreos Jos da Silva.
Para a Babia sabe no fim da presente-se-
mana o hiale Lioeiro, Torrado e pregado de
cobre : para o resto da carga epassageiros,
lala -se na roa do Vigario, n. 5.
Para o Rio-Grande dosul segu, ateo
dia 10 do corrente, o brigue Paquele-de-Per-
nota a extremidade sul do dito Raneo,
e a de cor preta a do norte. Pde-se fran- awoe7:o^e'rVceWra"gumaVcaVgra'rre-
camentenavegar semprea leste destas boias, te e escravos, e tem os melhores commodos
porm somonte nos pre medias, podero 1 assar por entre ellay, na-
vios que demandarem at 10 ps u'agua.
Da boia encarnada para o sul he franca,
o desemtisracada a navegaqSo a quatquer
navio, mas da boia preta |
para passageirus : quem pretender, po lera
entender-se com o proprielario, na ruada
Moda, n. 7, ou com o cpitSo, Alexandre
Jos Alves.
Para o Rio-de-Janeiro sahe rom muita
boia preta para o norte, a pe- brevidade o brigue nacional Conceico : pa-
nas existe um canal, pelo quals poderlo' rao resto da carga, passageiros e escravos
navegar navios que estiverem piolados por frete, trata-se com Manoel Alvos Cuerra
prticos da brra ; por isso quelogo proxi- Jnior, na ra do Collegio, n. 21, ou com o
moaestecanalexistemosbaixos, denomi-!Capilflo Fructuoso Jos Pereira Dutra.
nados de Olimla. I a veleira escuna nacional Emilia, de
Capitana do porlo de Pernambuco, 9, que he capitao e pratico Antonio Silveira
de abril deJ850.--Joajuim fiorfriyui de Al- utc\e\ Jnior, deve ebegar do Para por
'estes das, para onde voltara roai esca-
la pelo Maranhao, com a maior brevi-
dade : quem na mesma pretender carre-
gar, ou ir de passagem, dever entender-se
mtida, palrao-mr. Jote Faustino Porto '
Est conforme. O secretado da capita-
na, Thom Fernandes Madtira de Catiro.
Declarares.
Na (arde do da 7 do corrente, porta
da residencia do Htm. Sr. Dr. juiz dos fal-
los, na ra das Flores, v9o a praca para se-
rem arrematados, na forma do estilo, os
bens abaixo declarados, peohorados a di-
versos devedores da fazenda nacional:
A quinta parle de um sobrado na ra
da Penha desta cidade, penhorada ao coro-
nel Francisco Jos da Costa, avallada em
900.000 rs.
t 01a escrava de nome Juliana, por 300,000
rs., penhorada a J0S0 Baplista Perona
Lobo.
Urna dita de nome Luciana, por 400,000
rs., penhorada ao mesmo Lobo.
Outra dita de nome Francisca com urna
cria, por 360,000 rs. penhorada ao mes-
mo Lobo.
Um pardo penhorado ao major F. D. P.,
avaliado era 450,000 rs.
Os pretendentes dirijam-se ao portelro
dojuizopara melhormente se informarem.
Pela subdelegada de San-Jos foi ap-
comJo3o Carlos Augusto da Silva, na
da Cruz, no Recife, n. 13, armazem.
Leudes.
Schaph'eillin & Tobler farSo leiio, por
mtei veuciio do corretor Oliveira, de um in-
1.1111 suiiimen'.o de fazendas de lei, e as
mais proprias do mercado: lerca-fdra, 7
do corrente, s 10 horas da inauliOa, no seu
armaznm, ra da Cruz.
O corretor Oliveira far leilSo do pata-
cho americano Romp, de lote de 126 tonela-
das, forrado de cobie, muilo veleiro, e com
todos os perlences, cujo inventario pdem
os pretendentes examinar em casa dos Se-
nhores rienry Fosler & Compendia; e
assim mais se veiiiferSo por todo o preco,
es salvados.de unta barca, consistindo em
tode o mcame, cabos, paos, panno, cor-
rentes, roda" do b-me, turcos de. fur.ro, e to-
dos os mais objeclos a mesma perleneentes:
sexta-feira, 10 do corrente, s 10 horas da
mentirla, ra do Trapicbe-Novo, e quasi
(JrebeiHlido um moleque crioulo, que re-1 junto a este.
ra caixeiro de um deposito, o qual
d fiador a sua conducta : qum
estiver nestas circunstancias, an-
nuncie.
Precisa-se de urna pessoa
para tomar conti de nina venda
por bataneo, dando dador a sua
conducta : quem estiver nestas
circunstancia, annuncie.
Desejs-se fallar, e:n easa do Sr. Ber-
nardino Maya da Silva, com o Sr. Francis-
co Xavier de Miranda, sjbre unta parte de
torras no termo da villa da Imperatriz, de
que deu procuradlo ao fallecido doutor
Ouvidio de Saraiva.
Aluga-se a casa da esquina da ra do
Caldcireiro com arinacao para venda e com-
nuilos para familia, com quintal, cacimba
e port3o para a travessa, a qual pelo local
ollerece muita vanlagem : na praca da In-
dependencia, livraria ns. 6e8.
Alogam-seos segundo e terceiro anda-
res do sobrado da ra da Senzalla-Velha,
11. 70, nimio frescos e com comino ios para
familia, podendo morar em cada andar urna
lamilla: a tratar no primeiro andar do
mesmo.
Queman"uncou querer comprar un
cofre de ferro, dirija-se ra da Cadeia do
Recife, n. 3*, casa de cambio.
Precisa-se de um cunto de ris a juros
sobra hypotheci em' um sitio de muito
maior valor : quem o quizer dar, annuncie.
Precisa-sede um liomem que seja ca-
paz para tomar conta de um pouco de ga-
do, tirar leite o ir vcnde-lo : d-se casa,
mesa e bom ordenado: em Reheribe-de-
Raxo, no sitio que foi do Sr. Joaquini Car-
neiro.
Arrenda-se annualmente, ou vende-se,
ou mesmo troca-se oor escravos, um sitio
na povoacjlodo Monteiro, com cass de pe-
dra e cal, conlendo duas salas, qualro
quartos, cozinha ; e o silio com arvoredos
de fruclo e trra para pUntacfto: a tratar
na ra de S.-Thereza, n. 38.
Precisa-se de um homem, ou menino
para paslorar vaccas: paga-se bem : na
travessa do pateo do Para izo, n. 20.
Precisa-se fallar com o Sr.
Julin da Costa Alonteiro : na ra
da Praia, n. 32..
U doutor em medicina Joao
Pedro Maduro da Fonseca inu-
dou-se da ra da Guia para a
do Trapiche, n. 4^, terceiro an-,
dar.
Alugam-se os segundo e terceiro an-
dares do sobrado da ra da Cruz, por cima
do escrptorio de James Crabllree & Coni-
panbia : a tratar 110 dito escrptorio.
D. w. Baynon cirurgiSo dentista, res-
petosamente informa ao publico desta ci-
dade que elle pretende brevemente retirar-
se deste imperio, e as pessoas que anda ne-
cessilam seus servicos durante este tempo,
serio a Hendidos, procurando-o no seu do-
micilio, na ra do Trapixe-Novo, n.44.
Precisa-sealugir urna preta que Sil-
ba lavar, engbmmar e coser, para uina casa
estrangeira : na ra do Torres, 11. 34, das
11 horas da manbSa s 3 da tarde. Na mes-
va com a firma de Macieira & CuimarSes,
linio extincta desde o dia primeiro do maio
do correnle, passaodo a ser possuidor da'
mesma o socio Antonio Joaquira da Costa
CuimarSes, do
em diante, e respo
dividas da mesma sociedade.
Francisco Jos da Silva Macieira.
Precisa-se um feitor que seja casado,
para tomar conta de um sitio em S.-Anna :
na praca do Cor po-Sauto, o. II.
Antonio Jos Moreira Pontes avisa ao
respeitavel publico que Antonio Moreira
Pontes deixou de ser Seu caixeiro desde
29 de abril de 1850.
Aluga-se o segundo andar do sobrado
da ra larga do Hozado, n. 40: a tratar no
primeiro andar do mesmo sobrado, ou na
ra estrella do Hozado, venda do Sr. Cam-
pos.
J0S0 Moreira de Jess, cidadSo bras-
leiro, vai a Portagal.
Aluga-se o segundo andar e sotSo cor-
rido do sobrado amarello da ra Augusta :
a tratar na ra do Amorioi, n. 15.
Quem precisar de urna ama porlugue-
zi, dirija-se a Ponle-de-Uchoa, no silio que
mora o Sr. Thomaz Dousley.
-- Desappareceu, no dia 5 de maio, o pre-
to Jos, de nacflo Mozambique, vindo do si-.
tio Passagem-do-Arrombado, trszendocom-
sigo um cavallo ruQo-pombo, com a marca
Carvalho Siqueira : o prelo he alto,
Iristonho, magro, quebrado do eabigo,
cambeta dos ps e de quarenta annos : ro-
ga-se s auloiidades policiaes, capilSes de
campo e pessoas particulares, que o appre-
heo 111111 e levem-no a ra do Rozario, onde
si'i fio pagos do seu trabalho por Francisco
Antonio U C rvalho Siqueira.
panninho, por procos commodos; ditos pa-
ira senhora, de bom gosto : estes chapeos
macase tambem se precisa .lugar um pre- gi,ofeilos peia ultima moda ; seda adamas-
ln nn. anlanai lili SurViPn inlapim a.la I I ^. .,
cada com ricas franjas de relioz. Na mesma
to que entenda do servico interno e de tra-
tar de cavallos.
Ludano Jos de Barros, mestre alfaia-
te bem conbecido nesla cidade, avisa aos
seus amigos efreguezes, que tem para ven-
der panno azul fino, piopno para fardas e
sobrecasacas militares; panno prelo muito
fino e crllxa; casemira preta superior:
todo por proco muito commodo.
Lotera (a matriz da Boa*
Vista.
O respectivo thesoureiro, Manoel Concal-
ves da Si'va, pretende nSo illudir a expec-
ta;fio do publico com annuncios importu-
nos do andamento das rodas desta lotera;
esforcar-se-ha quanto couber em suas tor-
cas para com a possivel presteza annunciar
o dia, alem do qual nSo dever passar a es-
peranza dos compradores ; porque entende
que a essa illusSo em que alguns leem por
ve/es deixado o respeitavel publico, se de-
ve essa especie de descrdito, que tanto
tem demorado o andamento das nossaa lo-
teras ; por isso limita-se por ora a annun-
ciar a venda dos bilhetus, e a exlrahi-los
com lodo o empenho, afim de poder asse-
gurar aoa compradores o dia em que deve
r ella imprelerivelmente correr.
A vanlagem do plano j publicado e o fim
religioso para que foi esta lotera concedi-
da, convida e seduz os tentadores da surte
a concorrerem sem demora para a compra
dos nmeros que Ihes preparam a suave
acquisicSo de bens a fortuna, sem risco
de grande capital, e com o importe semen-
t da diminuta quantia de 5 ou 10,000 rs.
por poucoe das.
Desde j aohar-se-hSo os bUhetes: no
Recife, tojas do thesoureiro e do Vieira
cambista ; em 8.-Antonio, botica de JoSu
Moreira Marques, no pateo da Matriz, e de
Francisco Antonio das Chagas, na ra do
Livramento; loja de llernardino Jos Mon-
teiro, pracinha do Livramento, n. 44 ; no
Aterro-da-Boa-Visla, lujas de CuimarSes,
n. 44. e de Duarte Borges da Silva, n. 18.
Na ra Direita, loja de calcado, 11. 50,
piecisa-se deofliciaes desapi-leirn.
Joaqum Marlinho da Cruz Coireia re-
tifa-se para fra da provincia.
Btjr. ,- 1-----"|-*ie mu ao 1.1 i>i 1. o.io.i wiii ihjh cfl-
mencionado da pnmeirqj Irangeiro. tanto em pre5o como em qua-
lonsaye pela satisfago das lidade da materias primas e mo d'obra,
a sah*-'
Machinas de vapor da melhorconstruccSo.
Moendas de canna para engenhos de to-
dos os lmannos, movidas a vapor por agoa
ouanimaes.
Rodas d'agoa, moinbos de vento eserra-
aa.
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilhOes, bronzes e chumacelras.
Cavilhoes e parafnsos de todos oa tama-
nhos,
Taxas, pares, crivos e boceas de forna-.
Iha.
Moinhos de mandioca, movidos a mflo ou
por animaps, e prensas para a dita.
Chapas de fog.lo e frnoa de farinha.
Canos de ferro, tomeiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a mflo, por animaos 00 vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prenssa hydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades e portOes.
Prensas de oopiar cartas e sellar.
Camas, carros do mflo e arados de ferros,
etc etc.
Alm da superiordade das suas obras, j
geralmenle reconhecida, Bowman & Me.
Callum garantem a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezeohos remedidos
pelos senhorea que se dignarem de fazer-
llies piirommendas, aproveitandoa occasiflo
para agradeccrem aos seus numerosos ami-
gos e I1pg11e7.es a preferencia com que leem
sido por ellos" honrados, e asseguram-lbe?
que mo pouparSo esforcos e diligencias
para continuarem a merecer a sua confi-
aiiQa.
Traspassa-se o airendamento de um
engenho de boas Ierras de producto, por
preco rasoavel: tambom se vendem os per-
iquees do rendeiro, sendo animaes do roda,
muito bons e gordo*, poldron, lavouras e
safra a colher : os pretendenles, dirijam-se
ra eslreita do Rozario, n. 32, que se di-
r quem faz este negocios se darSo todas
as informales.
Agencia de passaporlcs.
Tiram-se passaportes para dentro e tora
do imperio, despacliam-so escravos e cor-
rem-se follinscom a maior brevidade pos-
sivel: no paleo da matriz de S -Antonio,
n. 4 sobrado.
Na ra de Agoas-Verdes, casa terrea
n.26, engomma seelava-se luda a qiali-
dadede roupa, com todo asseio e prompti-
j]3o,por preco mais commodo do que em
outra qualquer parte.
Um rapas portuguez, de 31 annos de
idade, se ollerece para caixeiro de ra, tra-
piche, ou mesmo para tomar conta do uina
venda por balanco; tem alguma pralica de
escripluracflo simples: quem precisar de
seu pieslimo, annomcie para ser procurado.
Aluga-se o segundo andar e
sotao ilo sobrado atrs da matriz
da Boa-Vista, n 16, muilo fres-
co e com bastantes commodos: a
tratar na mesma ra, n. n,
-- Antonio Cordeiro da Cunha Jnior, ex-
segundo sargento da quinta conmanhia do
corpo de voluntarios, roga a todos oscida-
ilflos que tiverem em seu poder armamento
da mesma companhia, que ohajam de res-
tituir om casa de sua residencia, na ra de
Santa-Hit, n. 101.
Luiz dos Santos do Reg Barros, Bra-
silero, retira-se para o Hio-Crando dosul a
a tratar de seunteresse.
Engeiiho Qiieluz.
Freguezia de I pojuea.
Traspassa-se o arrendamenlo do dito en-
genho, o qual tem a presente safra a lirar,
e tres a criar. A tratar na ra da Aurora,
n. 26, ou no mesmo engenho com Miguel
Augusto de Oliveira.
N. B.O engenho tem excellente paslo,
he bom d'agoa, e tem bons cercados; a,
caso baja quem queira comprar a safra,
ser-lhe-ha olla vendida, entregando-se im-
mediatamente o estabelecimento.
Jos Mara da Rocha, morador em Ma-
cei, provincia das Alagas, leudo de reti-
rar-so para a Europa, julga nada dever a es-
ta prag ; porm, no caso de que alguem se
julgue seu crodor, baja de entender-se com
08 Srs. Pontes & Sampaio, no jorazo de 8
dias da dala desle. Recife, 3 de mato da
1850.
Na ra Nova, loja n. 58, se dir quejn
d jurosas quanlias de 300, 400, 500 e
600,000 rs. sobre hypotlieca em casas ter-
reas.
A pessoa que tem um preto fgido meio
bucal, dirija-se ao Alerro-da-Boa-Vista, nu-
mero 34.
As fazendas baratas venda por tras
do thealro velho, n. SO, fram transferi-
das para a ra do Rozario larga, no primei-
ro andar, por cima da padaria do Sr. Va-
lenta.
Jos de Sanl'Anna Coutinbo rolira-se
para Portugal a tratar desuasade, levan-
do em sua companhia sua senhora D. Mari-
anna Cavalheira.
Antonio Jos Soares retira-se para a
Babia.
Papagaio fgido.
Pegou-seum papagaio queandava fgi-
do, no da 4 do corrente : quem for seu do-
no, dando os signaes, o procuie na ra da
Aurora, n. 63, segundo andar.
Desappareceu, no dia 6 de maio corren-
te, urna preta donme Luiza, de 20 annos
punco mais ou menos, de nago Cubilo
com os signaes seguintes .-preuhe, com um
signal no braco esquerdo e com as ui elhas
furadas : quem a pegar leve-a casa da se-
nhora, na ra da Ponte-Velha, na Boa-Vis-
ta, n. 30, que ser bem recompensado.
C olonia de llossamedes.
Ilavcndo alm dos passageiros, que pre-
tenden) seguir para esse destino, diversas
mercaduras a embarcar para a nova colo-
nia; vai-se inmediatamente frtlar um na-
vio para o respectivo transporte, e por isso
recommenda-se a todos os que nelle tomam
interesse de sa ajuslarem com as pessoas
j conhecidsse competentemente autor isa-
das para esse fim.
Roga-se ao Sr. Dr. A. (J. S. G. que
teuha a hondada de ir na loja de fazendas
da ra do Passeio n. 21 pagar a quantia de
142,117 rs. saldo da sua letra, vencida a 28
de maio de 1839, do contrario se far publi-
co o seu nome por extenso.
fe Chapeos de sol
Rua do Passeio, n. 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sortimento desles objeclos do todas as c-
rese qualidades, tanto de seda como de
casa se acha igual sortimento de seda e pan-
ninhos imitando sedas, para cohrir ar-
maces servidas : (odas estas fazendas ven-
do .u-se em porciio e a relalho : tamben: ae
concerla qualquer chapeo de sol, tanto de
hasteas de ferro como de baleia, assjm co-
mo umbelas de igrejas: ludo por preco
commodo.
Wi^flWlHtJI'JHl'fffi^ *-*" JMk-n
PltlMEItiOECRANDE
consultor o homoeo-
pathico.
Dirigido pelo facultativo J. B Casa-
nova.
Ittra da Cadeia de S.-
Antonio, n. *1%
As dses e consultas hoaiocopalhi-
cas silo reduzidas a 5,000 rs para aa
pessoas lvres, e a 2,000 rs. para os
S escravos.
Oa doentes sonto visitados todos os
S dias sem nenhuma outra ntar.
fii Toda a pessoa que se 'apresntar
3 no consultorio declarando ser pob'e,
recebara consultas e remedios gra-
B tuilamente.sem precisarde altestado.
mm&wwwwmm mimvmwmmmw
\n fabrica de caldcireiro
da rua Imperial, n. li,
de Jos labo & Braga,
fazem-se machinas de Derosme e de outro
qualquer modelo para espinto, ferragens
amarellas, almofanzes, candieiros de di-
versos modelos, escrivaninhas, perfumado-
res, palmatorias, esporas de sallo e de cor-
roa, tomeiras para alambique, Na mesma
fabrica acham-se ofliciaea promplos a sa-
bir para qualquer engenho desta provincia,
para concertaren macbiuas e alambiques:
Pero. Ty. de M. F. do Faria -. i800.


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