Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06900


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Full Text
Anno XXXf.
Sabbado 4
PARTIDAS DOS COHBMOi.
Goiann'aeParahlba, segundas esealas feiras.
Rio-Grandcdo Norte, quintas feiras ao incio-
Cabo, SerinhJem, Rlo-Formoso, Porto-Calvo
e Macelo, no l., al I, e 21 decadamez.
Garanbuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista c Flores, a 13 e 28.
Victoria, esquilas feiras.
Olina, todos os das.
^mcitaw
/Mlng. a 4, as 8 h. e20 m. da m.
__ l Nova a II, H h. e 49m.dat.
Piusas os loa. iCre,c a ,8 h.e 33 m. da t.
(Chela a 25, s 9h.e ui.daL
raisvAH de hojz
Prlmeira aos 10 horas c 6 minutos da manha.
Segunda aos 10 horas e 30 minutos da tarde.
il iss>Miiniwiirjr-
de Main de 1830.
N. 101.
DIAB DA OSJCAVA.
29 Seg. S. Pedro Martjr. Aud. i. dos orf. e m. 1 v.
30 Tere.S. Cailiarina de Sena. Aud. do chae, do
J. .l.i i. v. do civ. e do dos feitos da fazenda.
1 Quart. > 2 Quint. 8. Atlinaiio. Aud. J. dos do orf. c do
ni. da 1. v.
3 Seit. S. *!< Invencao da Santa Cure,
irncoot da loasoainjio.
I'ortres ine/.es (adant Porseismc7.es 8/000
Por um anno 15/000 1,5 Doim A Maternidade do NossaSenhora.
iinsims i^msmiili nini imh *"*- ^' 4 Sab. S. Munica. Aud. da Chae, e do J. da 2. v.
do crime.
CAMBIOS KM 2 DE MAtO.
Sobre Londres, 28 d. por 1/000 rs. a C0 das.
. Pars, 346.
. Lisboa, 95 por cento.
aro -Oncaa hespanhoe..........29/000 a 29/00
Noedat de 6/400 velhas.. 16/800 a 17/a00
. de 6/4O0 novas.. 10400 a UifGOO
. de4/00........... 9/200 a 9/100
/V^.-P.tacoefbrala.eiro....... gj &
Pesos columnarlos....... g
Ditos meilcanoi.......... 'CSi p
* .. sanasp
PARTE OFFICIAL.
GOVERNODA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 5 DE ABRIL.
Officlo. Ao presidente das Alagas, trans.
inittindo para que teulia a devlda execuco o
copla do aviso de 12 de marco ultimo, era que
o fcim. ministro da guerra cominunicou haver
S. M. o Imperador concedido seis 1nr7.es de II-
cenca enm sold simples para tratar de sua san
de ao alferes do primeiro batalhao de cacado-
rea Manoel Joaquim Bello, que se acha em di-
ligencia naquella provincia.
D>to. Ao presidente de Fanta-Calharina,
coinmuiiicanilo ler censado desde o primeiro
de marco ultimo em virtude de reqoisico de
S F.c. o pagamento da prcslacaode 15,000 rii
deixad* insta provincia pelo lpenle do scsio
batalhao decacadorc Joi Joaquim Meirelles.
Dito. Ao commandante da piafa, dizendo
que pode mandar assenlar praca em um dos
corpos drsla guarolcau ao paisano C.lenientino
ra servir 110 eiercilo, e prevenindo-o de que
em ai bitradn o mencionado paisano a gra-
duaeo de 60.000 rs. Sclenlifieou-se ao ins-
pector da pagadorla militar.
Dito. Ao comuiandante da ilh de Fer-
uaudo, inleraudo o de que a dislribuico gra-
tuita de carue verde pelos empregados d'a-
quelle presidio pelas pracas da sua gqarnicao,
e presos so dever ter lugar na Paseoa, K.splrl-
tu Sanio, Natal e nos das do Samo lo (lingo
t!.i capellada mesma illia, edous de deiewbrn.
Dito. Ao mesmo, recommendando que
mande apromptar all bein como na illia ila
Rala o malor numero possivelde acudes, alim
de se apruveilarcm as agoas pluviaes e couscr-
varem-se paraasecca.
Dito. Ao Inspector da pagadona militar,
scirutificaodo-o de ter o cominandanie da illia
de Fernando participado qne foram all entre-
gues osuOOalqueiresde familia, asacca desc-
eme de campal, e os demais objeclos, que
foram enviados para a mencionada ilha.
Dito. Ao mesmo, Inlrirunilo-o de ler dtfe-
. lino rrqueiiinento de Daniel Itodrigues le
Santa Anna, desterrado na ilha de Fernando,
no qual pedia que fosse elevada a 15,000 rs.
ineusaesa gralificacao que percebe pelo ensi-
no de piiinriras ledras na (lila illia.
lulo -Ao engenheiro Mamede para que
proceda com urgencia aos reparos de que
neceasita a cadeia desta cidade.
Pin lar a --Ordenando o comman.Inntc do
briguc. escuna Cunopo, que receba 1 seu bor-
do, e contuza para a ilha de Fernando os
seiiloiiciailos Antonio'da Costa Morcira, Lu-
cio Kobeito Florencio, Flix Francisco Jos
de Oliveira, Manoel Andre l'ereira e I.uiz de
Franca do Nascimeiilo, que Ine serao re-
melliiios pelo juiz municipal da prlmeira
vara desta cidade.tvesle sentido olliciou-
se ao dito juiz municipal.
lua, Ueiniliindo os supplenles do sub-
delgalo do segundo dlstricloda freguezta
da Escada abaixo declaradas.
2. Jos Camello Pessoa de l.acerda.
4.0 Francisco Vellozo 5.' Antonio Alvos da Silva.-lnleirou-se o
enere do pqlicia. .
l)ita..-Nomcando supi lentes do subdele-
gado do legundodislriclo do suida fiegue-
zia da Escada os cidadflos abaixo nicucio
nados, t. .
2.* Pedro Ernesto Rodrigues da Silva.
A." Jos Cavalcaote de Lacerda Carn-
Pcll-
5 Jos llezerra de llarros Cavalcante.
Communicou-se ao chele de polica.
Dita. --Demiltindo dos cargos policiaes
abaixo mencionados os ciJadflos seguin-
tcs :
Freguezia do llreo.
Subdelegado, Antonio Alves Campos
Suppltntes do meimo
1 Louruico llezena Cavalcante.
2 Francisco Das Cordciro.
3. lenlo Rodrigues da Costa.
4. Isidoro Jos Das dos Santos.
5. Antonio Velloso Cordiiro.
6* Amonio Joaquim de Mello.Inteirou-
se o chefe de polica.
Dita.-- Momeando para os cargos policiaes
abaixo declarados os ciJadnos seguiutes.
Fregu.ta do Unjo.
Subdelegado, l'ianeisco Beregucr Ce-
zar fe Andrado Jnior.
Svpplenlcs do meimo.
I.* Manoel Claudio li.>ieira doMenezes
2." Julio do RecoMaciil.
3 JcnoBaptista'MunizFalcae
4.* Jos do Mogo Couto.
5 Francisco Cavalcante de Albuq. Ar6.
5.' Joilo liiiptisia Itegu. -- Scienlilicou-se
o chefe do lolicia. v
Dita. Ordenando ao comn andante do
vapor Urania, que receba a seu bordo, e
coiidnza para a rrte os cadetes Francisco
Antonio da Veiga C-lirvl da Mesqoila Pi-
uicnlel e C>ros Celestino llsniascno Ho-
zado. Communicou-se ao coaimandanlc
da |m .11,-1.
RE i-.tlAHBUCO
ASSEWBLEA I'UOVINCIAL.
i*.*SeSSAO' OMMNVRIA, EM 29 DE ABRIL
DE 1850.
1'llFSIIilNCU DO Sa PCOIKI CAViLCANTI.
( Concluido.Videe Diario n. 99. )
O Sr. Mtllu Higo Sr. presidente, lenho no-
tado alguina ir|>ugnaiicia no animo de algn
no Ins il. 1 niailiis em votarrm pelo ai ligo te r-
crirn do projecto, que manda dar una caval
gaituia ans nfliciars do corpu de polica; por-
iiic isso vi ni irazer um augmento de despeja
e nao pequeua : as cavalgaduras e forrageiu
mootain, parace-me, a cinco contos e duzen-
tos mil ris, sendo tres contos das forragens, e
das'cavalgaduras dous contos e tanto. Toda-
va, eu espero que o nobre deputado que com -
ualeu o artigo, vote pelas cavalgaduras, por la-
io que, reconhecendo a necessidade da disposi-
90 da lei anterior est inlelramenle no mesmo
pensamento da commlssao. De duasuma : ou
c deve dar transporte aos officlaes que dcsta-
carrm, ou nao para melhor diier, ou o aoldo
desses ofnciaes he suflciente para soecrrer as
lespe/as .pie elles uvereni de fazer com as di-
ligencias a que sao mandados, 011 nao. Que o
suido niio Ihes chega para Isso, diz a lei exis-
tente que manda dar-lhes certa quanlia para
um cavallo. Ora, vem todus que a quanlia
estipulada nao basta, que he llludir o ofcial
dizer-lhe que se Ihe l transporte, (piando a
. uantia que recebe he iSo diminuta que nao
Ihe compensa as despezas que faz.
O nobre deputado concorda na necessidade
.la disposicao da lei existente, que garante aos
ufnciaes em deligencia um cavallo; logo deve
concordar em dar-lhes unta quanlia que che
-iie para tornar real case direito que reconlie-
ce ; ou ento negar-lhcs o direito c uao dar
couza alguma. Supponhamos que um oftlcial
e mandado a urna diligencia na Varsea, que
dista daqul dnaslegoas; vai, por exemplo, ao
engenh do nobre deputado....
U Sr. NanoH CavatcaMi:Do que Dos o li-
vre !
(' Sr. Mello ligo.... recebe o oIRclal seis tus-
toes: ora, quero que o nobre deputado me di-
iiaseem su consciencla,acha que se pode alu-
rar um cavallo por tal preco, ou anda mesmo
por 1,200 rs Porlanto, ou devenios dizer que
uo se dcavalgadura, ouenlao dar una quan-
Ua que chegue para esse fim....
O Sr. Manoel CsmImbM : Um cavallo gor-
do de estribara/!...
O Sr. Mello Bigi: O governo mesmo ne-
cessila que elles leiiham cavallo, para que bem
possam satisfazrr as diligencias de que forem
encarregados ; do contrario acontecer umitas
vries que o governo nao possa dlzer-lhes, em
Uta caso lalvc ; saia neste momento, sein a
menor demora; porque o olTicial, tenda o
lireito que a lei Ihe d de ir a cavallo, dra
que primeramente precisa arranja.r um ca-
vallo.... ... ,
USr Manoel CavnlcanH: Va a p.
USr. Mello llego : Niio pode ser, porque a
lei em vigor Ihe abona una quanlia para n
transporte; oque quer dizer que elle deve ir
1 1 avallo. ...
O Sr. M. Cavilcanti: Isso ha de ser quan-
du necessilar.
OSr. Mello ligo : Mas a le Ihe garante 11111
cavallo ; e mesmo, senhores, he multo rebalxar
,1 dignidade de um ofncial forca-lo a Ir a p pa-
ra una dlligencii distante, vencendo um tran-
ilo dilllcil por inos caminlio*. cheios de agua<,
lamas, etc A lei nao qul isso, julgou que eia
nrcessai o guardar mais alguma allcncao para
eininiiiiiilliii.il. Porlanlo, repito, ou demos
una quanlia que sailsfafa o fim, ou alias nao
se de nada.
O Sr. Joi FiUppe d um aparte.
U Sr. Mello llego : F.u quizera que o nobre
deputado que se senta ao inru lado nao fosse
magistrado, e que o governo o mandasse sabir
por exemplo, as qiii.lio horas da manha para
a 1 0111.11 ra onde mora, c que elle se Vate na pre-
cisan de ir raleme pide al l!.... Knlao o no-
bre deputado apreciara o quanto Isto vale ....
O Sr. iot Filippt d um .ipar .
O Sr Mello lego : F.u sel que o nobre de-
putado faz sacrificios; mas elles lambeni os
fasem, e inuilo 111aiores.com muito mais custo
Euentendo, Si. presideule, que se nao deve
dar lo diminuta quanlia que actualmente
se d, e sim una quanlia que chegue para as
despezas do transporte. F.u emendo que he
de loda conveniencia, de muita necessidade e
de justica, que os olliciaes do corpo de polica
percebam nina cavlgadura e as respectivas
forragens; o servirlo publico e o governo ga-
.llalli com isso.
O 01 {amento do anno passado crcio que mar-
cou a quota de 600,000 rs. para as despezas de
transporte dos olfciaes que deslacasseni ou
sahissem em diligencia: nos anda nao chega-
iiius ao Bill doannofinanceiro.e me parece que
j essa despeza excede a um cont de rcis.
OSr. M. Cavalcanti: Islo succedeu porque
o anno lem sido eicepcional.
O Sr. Mtllo Hego: Tanto as disposces da
lei sa% insumcicnles, que o governo vio-sr
obrigado a exceder essa verba. Porlanlo, en
vol pelo artigo.
O Sr. Horipet: Sr. presidente, nao ha
duvidn quo nosso principal deveraqui, ou
tioi do principies, be zelar es cofres p-
blicos, nSo cohsentindo que se gaslem os
Itnheiros pblicos sein utilidad 011 grande
prensan: urna rigorosa ecotumia deve
Kuiar os oossos passos, as nossas dolibera-
cOes ; porm 1180 devemos levar esse dese-
o de economizar ou essa rigoros 1 economa
a um ponto tal, que nos chamem, em lu-
gar de econmicos, sumiticoi.
O primeiro dever nosso he curar dos mo-
llior.il> en tus e necessidados da provincia ;
o servico do corpo de polica he urna neces
sidade da provincia ; e, se querernos que o
servico se faca bem, be preciso meioa para
isso : sein muios mo se faz nada. Mas quaes
sao OS lucios? Sao OS pecuniarios. Logo
he preciso gastar ; pois sem esses gastos nao
conseguiremos os llns. No queremos ser
b'tn servidos? Porque rasSo niio se hilo de
Jar esses mcios ?
Um Sr. Diputado :E temos sidu mal ser-
vido ate boje?
O Sr. Floripes :Eu mostrarei que niio
temos sido betn servidos por falta de coi tos
meios.
Srs diz se que com as forragens e caval-
gaduias v8o augmentar as despezas ; mas
sendo as cavilgaduras lo necessarias para
o ofllcial lesempenhar betn o .servico que
tem a seu cargo, eu julgo que por casa rasilo
de economa no devenios volar contra o
artigo de leapez, utna vez que queremos
o servico bem feito.
Senhores, no hepossvel que um ofllcial
I.- polica prerncha bem os scus deverus
em ler urna cavlgadura; e, piincipiando
nelo s-rviijo da prav, direi que esle seivifu
ha de ser sempio nial feito, nHo leudo o of-
licial utna cavlgadura. Comecemos pelas
rondas nocturnal, os olliciaes teem deobri-
gacio rondar toda a noilo : como he possi-
el rondar todas as patrulhas n'uma cidade
um pouco exlena', a p, e principalmente
n'uma noite invernosa ? O qoo succede, he
que nnoroodam ; porque, quandose acham
fatigados, aborrecem-sa e v8o para casa;
0 que se segu daqui be que padece o servi-
co or urna economa mal entendida. .
O Sr Manoel Cavalcanti :Ande a p co-
mo anda o soldado.
O Sr. J'loripet -.Mas o nobre deputado
sabe que o sollado se no pd comparar
com o ofllcial a certos respeitos, o soldado
lie lirado da classe do povo, que j est af-
feito a esse'serviQo a p, e o ofllcial n3o esta
costutnadoa isso; as patrulhascollocim-se
em dilTerenlos lugares, cada qual etn sen
lstrcti; mas, o ofllcial deve rondar lo-
los os districtos, lodos os lugires por onde
eslo e-sas patrulhas, mesmo em noiles in-
vernosas, que silo is quo os reos de poli-
ca escolhem para sesahirem bem das sns
mprezas ; roas, um ofTicial a pe no be pos-
sivel que percorra todos esses lugares. Por-
lanlo vem a solTrer o servico por essa mal
entendida economa.
Vamos agora no servico fra da praca. 0
corpo vezes a qualquer-hort do dia ou da noite
para urna diligencia inesperada : por exem-
plo, meia-noite recebe um ofllcial ordem
nara s.hir, nao teit cavalga'dura, niio a
udeachar aquellas ho'os. pcrgunio, pode-
< dizer alguma cousa da conducta desle
ofllcial, caso se malogre a diligencia ?
Por estas consideraras todas, eu v^jo
que as cavalgaduras sflo necessarias; no
tanto para o commodo do nUicial.corrio par
liem do servido Quero que o ofllcial seja
Obrigado a solTrer todos os riaores da esla-
Cio, mas uno quero que o soffra por niio se
ter dado ao olflcial os meies para betn o dc-
s impenhar.
Mas diz o nobre deputado, que isso se
acha 1 cu ciliado pela lei vigente, acha-se
remediado, quando elle souber, que dtil
1 dous ou tres das tem de mu cha r ; quan-
.lo o piesidente dissermarche ja ? Ora a di-
ligencia se ha de demorar. 011 enlio se
ha de violentar um pobre ofllcial a marchar
a p. Logo nao he possivel negar-sea ca-
vlgadura sem grave prejuizo do servico
Deniais.senhorcs.osofllciaes de polica nao
:1o lo bem aquinlioa los cotos- jlllga,
tifio lo como os olliciaes de linba rom os
quaes quiz comparar um Sr. deputado :
estes teem acessos, teem reformas, leem
racoes, teem elapes, & ; eos ofliciaeS de
policia servem om quanto o governo osjul-
i 16, 18 e20 a unos, e no fim o governo diz-
Ihe vilo paracas...
0 Sr Manoel Cacnlcanti d um aparto.
O Sr. l'ioripct Mas o mesmo so pode di-
zer dos oflicUes de linba, qi>", como j da-
se, ir em reformas, meios sidos, &. Nao si
pode, porlanto, comparar um oflic'al de po
licia rom um de linba, que lem muilas van
tagens, em quanto que os outros no leem
nenbumas...
O Sr. Manoel Cavalcanti: O nobre depu-
tado 11S0 he sumitico da bolea alhcia.
O Sr. Floripe : -- Quando so trata do ne-
cessidade nao dllio a economas : tanio a
bolea da nacio be minha como do nobre de-
putado ; ambos concoriem por ella.
OSr. Manoel Cavalcanti : Ha sua diffe-
renca.
O Sr FJoripes :N80 a vejo ; nao sel qual
lie a diflerenca. .
O Sr. Manoel Cavalcanti:Veja quom he
contribuidle.
O Sr. Floripes :- 0 nobre deputado, sem-
pre que so trata de alguma cousa, falla di
etnpreeados'publicos, silo osseus duendes /
l'ois salta que o em, regado publico be tan
necessario como o agricultor, ambos contri-
buein. Porque laso sempre linde estar o
nobre deputado de fac3o armado contia essa
classe da sociedade ?
O Sr. rancaca Jodo :-E nos o que somus
sendo empregados pblicos ?
O Sr. Floripes .-Nao se falla nesso senti-
do, o empregado publico tambem lie con-
tribuinle. nao he .so consumidor, niio .se
pode prescindir delle ; porque se o estado
nao llver quem fiscalise as suas rondas,
perder muito mais; salvo se o nubre de-
putado quer que lodos sejamos agricul-
tores. .,..,.
Porlanto, Sr. presidente, concluindo direi
que vol pelas forragens e cavalgaduras. c
nflo s voto por isso, como al j cunfec-
'cionei urna emenda para elevar o valor des-
sas forragens de 16 mil ris a 18. Asstm
mesmo acho pouco, porque nlo se susten-
ta um cavallo com 18 mil ris.
O Sr. Manoel Cavttlctnti: Vltt cavallo
gordo.
O Sr. Floripes :S se elle comer cabis
do luiros, e nflo capitn, garapa e mili,o e,
quando o capim eslivcr muilo caro, nem
mesmo 18 mil ris chegaiilo : nem 2O.000
rs. no caso de se querer ler um cavallo car
nudo, e capaz de semecs.
Alientas estas consideruc6<'s, Sr. presi-
dente, nao besito em votar pelas forragens,
o cavalgaduras para os olliciaes do corpo de
policia, sim meateirar coma despeza ne-
cessaria para isso, visto que o servico he
muito necassano, e ti3o -sem seus mcius ; e porque todas as despe-
zas uleis e necessarias sao productivas.
Vai mesa e he apuiada a seguinle emen-
da addicoual ao a 1. :>.'
Depois dc--commandanlcsdiga-set
o cirurgiflu mor.--O mais como no artigo.
S l'ereira n
O Sr. Barros Uarreto : Sr. presidente,
voto contra a emenda que agora loi manda-
da mesa, porque eu nao sei qual a ronda
que faz ocirurgio, quaes os destacamen-
tos, quaes asmerebas que o batalhao fac*
em que elle deva companha-lo...
Voiei:-Agora mesmo l est o cirurgiHo
mor em Paje-de-Flores...
OSr. Uarros Uarreto Todos esses incon-
venientes silo devdos organisat}8o actual
querem por forca que um corpo de policia
seja tropa regular, e esteja obrigado a en-
trar em batlba. F.is-aqui dondo parle lu-
do....
fozes: -Mas tem entrado. .
O Sr. Barros Uarreto : Mas no deve on-
trar; se entra, he porque todas as nossas
cousas an lam nssim. Sa a nrganisaciio do
corpo de policia niio fosse dada como par
011 corpo de trona regular, elle no precisa-
ra de lautos oflciaes, nem haveria quem
viesse pelir cavalgaduras paradles. Pelo
ine acabo de dizer, vol contra a emenda.
OSr. S l'ereira : Sr. presidente, per
suadido eitsva do qne a omenda quo man-
rj 'i mes 1 f sse impugnada, por outros mo-
tivos, e tifio pela falta que, sobre a materia, tem o nobre deputa-
Jo, o qual como ignora 0 que faz o cirur-
giiio mor de policis, para ter urna cavlga-
dura, cunclue que elle no a deve ter. Mas,
se eu referir ao nobre deputado as obrigH-
CoVs do cirurgio r. r do corpo de polica,
so eu provar que elle he um dos funeciuna
riosdcste corpo que mais inereco ter urna
cavlgadura, estou cerlo de que convence-
rei o nobre deputado de quanto he injusto,
o que obterei o seu voto.
Sr. 1 resi lente, quanto se encaram os ob-
jeclos unicamenteem si, sem se alten ler as
relacOes mediatas ou immediatas quo elles
pndeiii ter,(le cerlo elles na la valem. Um de-
putado considerado isoladameiite nada va-
le, e o mesmo acontece a um cirurgiflo mor
de pulicia, quando he assim considerado;
mas, logo que sealtender as relacOes que
elles pdem ter, ver sc-ha urna differenca
i norme: se um deputado no be mais do
l c 11111 bomem que vea aqu conversar
cornos amigos, volar om alguns objeclos
por conviccrio propria, ou por pedido de ou-
tros, e no fim galibar cinco mil ris, de cer-
to o deputado niio he cousa alguma ; mas,
se se considerar que o deputado, alcm de
outras vantagens, lem aquella quo resulta
d 1 pratica das boas licoes, o que elle apro-
v 'ita quando frequenta ella casa ; sn s al-
t nder que coin o seu voto ello concurre
para o bem la provincia em especial, e em
geral para o imperio, entilse conbeco qual
a su impoitancia. QuanJo.se encara, por
eiemplo, um regalo que niio traspassa os
snuslemites, por sentir estar com pouca
agoa, elle nada vale, porque nos oceupamos
com sua muita pequenez, e de cerlo assim
elle nflo merece altcncflo alguma ; mas,
quando se allende que este regalo, anda
que por pequeo, vai a tolos os pontos do,
mundo, e vai ler ao Chinez e nulri-lo, en-
tilo se cunhece que elle he de vasta impor-
tancia,
A^ura passo a fazer applicacilo destus mi-
nbas rellexoesao cirurgiflo mor do polica ;
se se encarar este funccionario, como un
individuo que lem de ir a urna casa, o l
visitar 30 ou 40doentes. de certa nada vale,
porque be um servico que elle pode fazei
em uma.ou ditas horas,como oulra qualquei
pessoa ; e entilo de cerlo elle nflo precisa de
cavlgadura, de cerlo que o seu sold be
muito avullalo, e que deve olerainJa me-
nos do que actualmente tem. Mjs, Sr. pre-
sidente, se se consdea que este funeciona
rio he um liotnem de gabinete, be um bo-
mem que constantemente estuda e pensa
queda constantemente infnrmacOes sobre
os seus doentes, que trabadla, 3, 4 e 5 ho-
ras, a pensar e a discutir o que fazer ao.s
seus doentes ; que, alcm disto, tem do visi-
0 por ordem superi ir em suas casas, nos
differciiles bairros da cidade, aquelles do
corpo quo repentinamente adocceram em
suasc'gas, ou que, por outros motivos que
nao con vi 111 dizer aqui, lidias So deixaiam
licar, e mandaran) urna paite de doentes,
entilo se v que este fonecionaro tem urna
impoitancia dilTerenle daquella que Se Un
ilav consideaiido-o isoladamenle. Alcm
disto, cu.npre notar que os homens dsti
corpo tem mais ou menos familia, e que nflo
tendo oulros recursos, netn outros conheci-
mentos, pedem por favor especial, e por
amisade e roga ao medico que v ver sua
mulher, sua (ilha que adoeceu ; elle nflo po-
do negar-so a esle pedido, sem calcar aos
1 es os deveres da humanidade, e renunciar
os foros de homem de consciencia e saber
Ora, deludo slocollige-se que este func
cionario tem necessidaue, muita vezes no
da, de tiansportar-sea dill'erenlcs lugares,
a as vezes com velocidade. K nflo sera isto
motivo porque se Ihe de um meto de trans-
porte, com que em lempo preciso cumpra
brevemente com esses deveres ? Creio que
sim.
l'm Sr Deputado : Mas, apezar de todos
esses liabaihos, nflo lia queiu vngeite ser
ctrurgiflodo corpo do polica...
O Sr. Floripes : -- Ha um pflo, com um pe-
(Ucp...
O Sr. S Pereira : Respondo ao apai te do
nobre depulapo, que dase nflo haver quem
enjille o lugar de cirurgiflo de policia, lem-
brando-lhe que por mais de dous mezes es-
leve vago o lugar, de cirurgiSo mor, son lo o
de ajudante rejelado pelo Srs. Drs. Pogges
e Faria, o que prova que nflo he pflo coro
dous pedacos.
Eile lugar rejeilado ha quasi um anno
que esta .vago sam haver quem o quaira..
/'m Sr. Deputado.: E o l)r. Carmo ?
U Sr. Sn ferina : A noiueac.ab do Dr.
Peictra do Ciruvu lie de director do hospi-
tal, % nflo de ajudante; elle bem tem visto
quanto solTre um medico que ore upa esses
lugares, sem mais garantas do que as ac-
tuaes : seus servicos silo ppsadisstmos.
VmSr. Deputado : A lei nflo exigo tu lo
isso que o nobre deputado allegoo.
O Sr. S Pereira :A lei n8o nnleina ao
cirurgiflo dos corpos que cure seus oflciaes
ou subalternos fra do hospital emqttanto
n|ue|ies, acha-se motivo justo, porque
elles ten-ln todos os meios, tem tsmbom
todos os recursos ; porm, emquanlo aos
ullimos, a queslflo mu la muito de nature-
7.a. Como, Sr. presidente, podor o cirur-
giSo de policia subtrahir-S' da receilar o
soldado lente, a mulher eos filbos deste,
diiando sabe quo Iflo poucos sflo os seus re-
cursos, iflo poucas suas reliiQoes, Iflopouco
sen valor social ? Somos quasi tolos desta
provincia, aqu moradores e com familia
a lei los bonicos nflo nipn esta obrigaeflo,
mas utna lei mais forle que esta, a lei da
neeessi bule, torna esta im wbOu'O imperiosa
e perdera todos os foros de bomen philau-
tropo, de verdadeiro medico, lodo aquello
que a infringisse. Alm desta circumstan-
cia lia outra que vem do po lerio dos sup-
riores : estes F.cham que nflo impondo a
I i esta obrigaeflo, tole mpo-las o poder
supeiior; e, quando onlenam que os mdi-
cos visilem, nflo querem que isto sej fa-
vor, e sim obrigaeflo: e ao inferior nflo
pertenco nem calie reclamar do superior a
intelligencia desta obrigaeflo, porque disse
eaultariam graves desgostos ; tanto mais
.umo no caso ultimo o medico se acha p-
(iliorado por merecer particular conceito ua -
|iiclle que a sociedale revestio Je um ci-
acter superior : e, sej l como fr. a uns
1 a outros o medico serve ; e preciso he an-
lar de pressa para servir bem a tantos se-
nhores. Se estas consLleraeiJes valossein,
'. nflo fossem desaltondi las como me par<5-
ce pelo modo com que os nobres deputados
as recebem, dillicil me nflo seria ap^esenUr
outras.
Algumas roces :--Apresente, aprsente.
O Sr. S Pereira :Quando, Sr. presi-
dente, urna adiniiiisl tai;-ni ou um governo
iiitroiluz nosdffjrenti;s ramos de sua admi-
nistraeflo varios fiinccionarios, elle ou ella
considera cala funecionario corn o respeito
que elle lem; ou merece na sociedado : se-
nhores, nenhum medico ha boje em qual-
qiter capital das provincias do Brasil quo
nflo lenha cavallo ou carro que facilite sen
transporte deste a aquello lugar ; o nSn se
diga que o me I ico he qus creou esustenlou
esta consideradlo; nflo, Sr. presidente :
ella nasce da funceflo que elle oxerce : o
lenle que precisa de um medico conhece
que sua demora pode ser fatal, e por isso
apressa pelos meios possiveis o transporto
leste funeciona!n; qualquer que sej a
distancia do lugar que o enfermo manda
buscar o medico, Ihe manda carro, ou o
melhor cavallo que possue, para que ello
abrevie a viagem ; e muilas ve.zs at Iho
t cunducgflo para osapparelhos etc. : e se
isto be pratKado e conluxi lo evi lenlomen-
te pdos nolires dcputnlos, c.imo he que
querem privar o mlico destas garantas
iu a socieladc toda concorre a prestar-lite,
nflo por favor, mas sim por propria con-
veniencia dclla *
UmSr. Hipulm/o :--Me para policiir p.i-
trullias e fa?er diligencias quo se d caval-
gaduras, o nflo para ver doentes.
0 Sr. S Pereira :Os nobres deputa los
dizcm que a cavlgadura lio cooce.lt Ja aos
olliciaes i a .1 as constantes diligencias, u
policia das rondas, etc.; e eu Ibes digo que
o citurctflo-mr de polic'u lambem tem di-
ligencia, tambem lem patrulhas a rondar o
por isso merece cavlgadura.
Senhores, urna companeflo bem justa, e
adequada far ver aos nobres deputados quo
ni policia esislem dous corpos; um san,
outro enfermo. O cirurgiflo-inr polo ser
considerado como o comman lauto dosdoeii-
tos, o comtnandanle como cirurgiflo-mr
doss^ios ; este visita as palrulli s e faz dt-
ligOnctaa para quo a vude eral a' Cuilser-
vo e a tranquiltdado particular permaneca :
aquel le visita os doentes no hospital e fura
dille, paraqueasaudeger. disciplina so conserve, e a sau le particu-
lar appareca. Um o outro devem s-r expe-
ditos, eempregar todos os recursos, todos
os meios a seu alcance para a siudc, quer
publica, qur particular; a um e outro do-
ve-se prestar todos os meios que ligoiramen-
te os transporte onde a necessidade urge :
e eu nflo creio, Sr. presidente, que seja
mais til capturar um criminoso, ou im-
pedir, o roubo de una ou mesmo do cem
casas do que salvar a vida de um doenle. A
voz do gemido he summamenle penetrante :
lie criminoso aquelle que faz se surdo para
nflo ouvt-la.
Sr. prcsidente,vejoquea casa est bastan-
te fstigada,e que por isso pouca altencSo sa
d aoque digo a hora vai bastante adlan-
tada, e nflo quero mais prolonga la. 1.011-
cluo, pois, votando para que urna caval-
_;ii 11111 a seja dada a cirurgiflo-mor do po-
lica, e julgo que sullicienlemente lenho
provado o que peco na emenda que apre-
sentei.
OSr. Mello Rego:Sr. presidente,eu nflo
acompanharei o nobre deputado, as Ion-
gas cnn.sidci'aces que acaba de fazer ,
mesmo porque a hora esl muito adiautada;
o nflo devo fazer com qne a sessflo se pro-
longue...
O Sr. Y elles : Nflo he o projeito n. 10 ;
pode adiaT-se...
OSr. Mello llego : Sinto muito dizer que
me opponbo emenda que esta em dis-
cussflo : ludo quanto se tem dito em seu fa-
vor s ple mostrar a necessidade de aug-
nenlar-se o ordenado do cirurgiflo, mes
nunca de dar-se-lbe urna cavlgadura. So


ES.
>
de fado o cirurgiflo est iSo sohrecarrega-
do de servico, se lem casas obrigacos, o
que eu nflo supponho, porque entenda que
praticava eiaea netos de visitar as familias
los soldados, etc.. por mera philanlrophl-,
e que no cu iprhnento de um dever !e hu-
feridos bairros, no lempo em queseeflec-
tuar o contrato.
Art. 6. I.ogo que principiar o mata-
'oiro a empregar-se no serviqo publico,
ficar o emprezario com direito de cobrar
para sua idcmni-ac.lo o imposto que ica
manidadeel'odevia adiar sullfioiitj paga estabelecido qualquer que sej o seu ren-
para esse tralibatho : enlflo o que devia era' dimento.
propr-se o aupmen'o do ordenado do cirur-
Rlflo, mas nunca (repito) dar-se-lhe urna ca-
valgadura.pela impropriedidequeha emlal
recompensa ; porque, senhores, as civalga-
du'as dflo-se quedes olciaes a quem a lei
anterior marcava urna ceita qusnlia para
transporto de destacamentos, diligencias,
rcconheccndo-llies assim um direito que a
commissflo quiz reconhecer e fazer effecti-
vo ; era urna especie de ajuda de custo, que
ella achando-insulliciente, supprimio, e es-
tabeleceo oulras disposices que Iho pare-
ceram mais consonlmease equitativas ba-
scando-se para isso no quej bastantes ve-
zes tenho repetido, isto be : ou be preciso
ou niloqueooluciil tenha transporte; se
be, de-se-lhe o que he nacessajio para isso
se nflo ho, n3o se de nada mas o que mi-
lita a rpspeito dos ofllciies, nilo milita a
respeitodo ciiurgiflo que nunca sabe do
quartol, e que, se agora sabio, foi por
uina excepefloque nflo pode servir de ro-
gra ; e, quando so queira suppor a pnssbi-
iidadeda repetieflo, ha um recurso : aiit.iri-
se-se o governo a dar-lhe una gnlih'cacflo
a cstipular-lhoum tanto por legoa, a dar-
lhe una quantia qualquer rasoavel que o
ndemniae de qualquer despeza que elle
laca para esse destacamento ou diligencia
Acavalgadurabe dada aos oUlciaes, por-
que eilcs silo Toreados a destacar, a laxe,
diligencias ninmenlaneas.e a horas em que
nflo fdem alugar cavallos ; estes necessi
tam estar prevenidos, eprompto a part,
primeira voz; maso cirurgiflo, nflo:d,'-
se-lhe urna ajuda de cuta, mas nflo urna ca-
valgura permanente, so ior o motivo di-
que se da aosolliejues.
Sr. presidente, se cirurgiflo do polica vai
a esa .los offlciaes e das familias dos solda-
dos, he isso nflo porque seja sua obriga-
Cilo, senflopor senlin cutos de philantro-
pia, f or espirito de humanidad-, porque o
medico ne o hornern da liumanidaie e da
ciencia, seu primeiro dever he curar da
vida deseus semelliantes : por conseguin-
te essa obrigaeflo nflo he como a dos olli
caes, que slo chamados a trabadlo bem di-
versos, aos quaes nflo p lem esquivar-se.
Ha nnuloi aparte* a que o orador rttponde,
/io, que, por simultneos nao podemos trant-
rre ver )
O orador conclue votando contra a emen-
da airesenlada ] elo Sr. S l'ereira, e a fa-
vonio ailigo do projeclo como se acha.
lem ha mullo da.io a hora.
O Sr. Presidente declara adiada a discus-
s.io do ai ligo e emendas, da a ordem do dia,-l
e levanta a sessflo.
17." SESSA ORDINARIA EN .10 RE ABRIL
RE 180.
FRESIIIFNCIA DO la. PEDRO CAViLCAKTI.
summrio Approrardo da acta da $mt
anlcr.or. hapedienle. Projtcpti. pa
reteres. Approiatfo d/n ultimas redac-
rf.v ilos prcftelot *. 3, 4, 5 e 8 Segundo
discussdo do projeclo n. 11 ate o art. tr-
ceiro.
A's tl horas da mantilla, Celta a chamada
acham-se presentes 98Sra. deputados, fal-
lando sem causa participada os Sra. Ma-
chado Itios e Rrumund, c com ella os Sis
Malaquias, e Ralis e Silva.
OSr. Preiittnt abro a sessflo.
O Sr. 2. Secielaiio 10 a a. ta da sessflo an-
tecedente, ipii- be approvuda.
0 .Sr. 1. Secreturio menciona o teguinte
EXPEDIENTE.
EmollicodoSr. dcpulado Ralis e Silva
pariicipando nflo poder comparec- r a sos-
s o de boje nem Icr assislido |issada poi
molestia. Inteirada.
1 n requerimento dos continuos da secre-
taria da presidencia, pedindo que a rssein-
lila os admita pien-pcAo dos cmmolu-
mentos daquella reparti^ao n'uma par
COI respndanlo aos seus ordenados. A'
r onmiissflo d'- ornamento.
(lulro de Januarlo Alexanilrino da Silva
Rabell Caneca, brofessor Je drzenbo no
lyceu desta cidade, pedindo a reforma do
regulamento da presidencia de 2 de marco
de 18*2, na i arte relativa ao vencirnento
que deve perec ero profe sor que substi-
tuir o director daquelle cstahelecimento.--
A' commissflo de [nstroccSo pub ica.
Sao lido-, julgados Ohjecto de dclibera-
eflo, e mandados imprimir os seguintcs
prujeclos :
A assembla legislativa provincial de
l'eroanibucjo, resolve:
Art. I. AsdisposicOes do ai t. 3. til. 5
Jai | osluras da cmara municipal do Recife
so coinpr.'heudciu asolliciuas (|ue, pelo ca-
lor do rogo c fumo, poatan outnder a siu-
dc publica.
Kicain revogadas todas as disposices
em contrario.
Paco da assembla legislativa provin-
cial. 29 de abril de 1850. -Lmbelino Gvedei
de Mello.
A BSMfttbla legislativa provincial de
l'ernambuco, decreta :
Art. 1." Fica o presidente da provincia,
autorisado a contratar com una ou mais
pessoas particulares a factura d'um mata-
do ufo publico nesta capital, que satisfaga
quanto for possivel asactuaes e futuras n-
eessidades da provincia.
Art. 2.' Esta obra ser feta cusa do
emprezario, e dentro do praso de 3 anuos ao
mais, nflo podendo exceder depois de linda
ao valr de 120 contos de reis, inclusivo o
juro do capital que se fr desjicudcndo an-
imalmente para o conseguir.
Ait 3." A desicza aiiuual que lizer o
emprezario com o servido e reparo do nia-
tadouro c a rontnuac/io do capital em que
importar a obra, bem c.mo a dos seus ju
ros vencidos durante o contrato, queserao
Jo 1 '/. f0T "> se farflo com a renda que
resultar do imposto de 1,000 rs. que sera
pago por cada rez que se matar para o
consumo publico dos tres bairros desla
cidade.
Art. *.' O praso do coi.lrato nflo pode-
i.i exceder ao numero de aunas necessarios
para com a rea que produzr o referido
imiio.sto, fazer-se a ilespeza e amortisar-se
a divida do que trata o artigo antee dente.
Alt. 5. A jiii|Oitai.cia da mencionada
renda rera caicul-da pelo termo medio
do coiisunio animo do gado dos tres re-
Art. 7," Pind o praso do contrato, pas-
sar. o matadouro a ser propriodade cmara
municipal desla cidade, a qual flear en-
carregada de sua administraQflo e conser-
vacflo.
Ait. 8.* Dessa poca por dante, a renda
do matadouro far parle da receita desta
municipalidade, e ser cobrada narasao de
quinhentos res por cada rez.
Art. 9.* Ficam revogadas as disposi
Qcs om contrario.
Taco d'assembla provincial, 30 de a-
bril de 1850 Jos Pedro da Silva. <
O Sr. francisco Joo manda mesa um
requerimento para que oste projeclo v s
commissoes, a cujo conhecimento fOram
submeltidos dom requerimentos de parti-
culares, o urna representado da cmara
municipal desla cidade sobre o mesmoob-
jecto de que elle trata.
O Sr. Presidente observa que tal requeri-
mento nflo est nos termos do regiment,
e que por isso o nflo pode admittir.
O Sr Francisco lodo retira o sju reque-
rimento, promettendo a presen ta-lo em oc
casiflo competente.
Em seguida he lido e approvado o se-
guinte parecer:
A commissflo de fazrnda e orcamento,
nflo podendo reconhecer o direito que lem
o peticionario Jos Paulino da Silva, pro-
fessor publico da comarca de Goianna,
indemniaaejio que pede da importancia di
matricula de sua aula des lo o auno liuan-
ceiro de 1845 at boje, por isso que esta
renda nem antes, nem depois desse anuo
llie perlcnceu por lei alguma, e menos pela
lei de lOdejunhode 1837, citada pelo p ti-
alonario, visto que no art. 3. do cap. 5."
mui positivamenie diz esta le, que a ren
il das matriculas sera ns comaicas do in-
teior da provincia, arrecadada pelos Coi-
lectoies para ser entregue a thesouraria,
he por isso de parecer que seja indeferida
a sua prcteneflo.
Sala des cominissOes d'assembla legisla-
tiva provincial de Fernn buco, 3o de a-
bril de 1850. /. Cavalcmti. --Jos Pedro
da Silva.
I.ogo depois sflo approvadas as rcdac(0es
dos projectos ns. 3, 4 e 8.
Sobre a rcJaccflo do projeclo n. 5, move-
se duvida a qual |iassa a ser considerada
pela assembla, em consequencia de ter si-
do api rovado o seguinlo requerimento :
Requeiro a urgencia da discussflo da
redaceflo do projeclo n. 5 deste auno. -Gue-
ihs de Mello.
Encerra la a discussflo, be a redaceflo
appiovada, sendo rejoltada a seguinte e-
menda u liavia sido oirerccida e apuLda
em lempo competenti;:
Depois d/s palavras capella-mr e-
mitta-sea conjuncQflo t; o mais como
no J Guede de Mello.
0DEU 1)0 DA.
Continuacflo da segunda discussflo do
projeclo n. 11 que lixa a l'r<;a policial para o
anuo de 1850 a 1851.
OSr. Presidente : Est em discussflo o art
3 com as emendas que Ihe fram offereci-
as : tcm a p.ila\ra o Sr. KKlipes
Sao lidas e approvadas as seguintcs c-
mendas:
Addilamento emenda da commis-
sflo. Em lugar de una cavalgadura -- d-
ga-sc duas. -- Vello liego.
Os oflici^es que destacarem, ou l'iem
mandados a servico para lo a da capital,
lem direto ao transpone da ida e volla na
rasao de 4u0 rs. por legoa. Uanoet Ca-
valcanti.
OSr. l'lonpes:.-F.u po lia dispensar a pa-
lavra que lionlem peili para urna explica-
Cflo ; mas nao o faco, poique loiibo nuil
deferenri i para com o nobre deputado, i
porque nOo quero que alguem ae persuad
de que com o mcu aparte quia ofT>nder a
nmada e distocia classe dos mdicos,
iu ni muito respeilo.
Estadrvo^ao, nlroduxtda neita capital pelos
capuehinlios iinli.inos. fui neste anno renovada
por ell*i de nwoelra a merecer una deicrip-
(o, sucinta sim, mas verdadeira.
A 30 do passado, pelas 5 1|2 horas da tarde,
prsenle o Km. conselheiro de eslado c presi-
ento da provincia, o commandante da praca,
0 c.imn notante superior da guarda nacional
lo Rccife e outras pessoas conspicuas, o Exin.
e Rvm. prelado diocesano bemeu ante nume-
roso concurso de povn a nova iinagem do
1 IIUJMI'IIO DO COlug^O DE HARA, que os
i'din padres capuchinhos iam Inaugurar do seu
hospicio deste Recifc.
O cuidada, decencia e riqueza com que a
igreja eslava paramentada; o esmero com
|ue a iiiiimin ii .un aquelles cenobitas, que nao
d.'Uaraiii sem luzes as janellasda mesina igre-
|.i, nem tan pouco as do hospicio; a boa or-
dem que se notava na guarda de honra que,
com duaa msicas marciaes frente, prlmeiro
que ludo se ollerecla aos othos dos que busca-
rain o templo para assistirem i ceremonia;
o rccolhimento dos espectadores ; o acera
com que a msica de orchestra desempenhou
ires bellas symphonias ; tudo concurren pa-
ra que o acto se passasse de modu a se poder
liier que nelle se nio proscreveu una s das
regras da solcinnidadc. Enlrctaoto, era elle o
preludio de oulro anda mais tocante, que de-
via ter lugar no seguinte dia, e que os assisteu-
teiM preparavam para presenciar.
De feilo, em o primeiro do corrente, eram
apenas qualro horas da madrugada, abriram-
sc de par em paras portas do templo para da-
i fin entrada grande porcao de peccadores
que, de cora(3o conlricto, e com alma sumen-
te oceupada de DEOSe de SUA MAI SANTSI-
MA,anciosos buicavain a casado SEMIOR.para
nuvircm a nilssa solemne que ia celebrar-se
em o novo altar do i ll III ni'llt) 1)0 COIt.U. Atl
DI'. MARA, e que, tendo comrcado a essa ho-
ra, tirniiiiiiii .i- II do dia.
Ao melo-dia fcaram os capuchinhos a sos de-
pois de lerem administrado a grande numero
le devotos o SACRAMENTO I) v UONFISS \l,
DA EUCIIARISTIA, mas sduas horas da tarde
vir.im-se lesta de 500 meninas, que, na Idade
de qualro al nove aunes, e (rajando roupas
im candidas como suas almas puras c in nocen -
(es, em choro bem scmclhinleao dasvirgens,
entoaram cnticos e louvore a M \ III i SAN-
l'ISSIMA ; c pelas cinco horas depois de lerem
niividoa ]iralica que Ibes dirigi um dos men-
cionados capuchinhos, prepararam-se a aconi-
iiuih ir a procisso que d'ante-mao eslava pro-
;i c i iil.i. e se ell'eituou do inuijn srguln|e :
En fenle, tres meninas carregando um
pequeo estn lirte em que vinhain estam-
pados tres registros que symbolisavaai a
FE', i ESPERANOA e i CARIDADE;logo
pos, oito dessas innocentes, sustendo nos
debis ho nios um indor sobre que se
elevav* urna pequea mag.-m do SvGRADO
i: i I'. v i \ t DE MARA ; em derredor do
odor, mais sote meninas iranndo outras
tantas bandeiras brancas que representa-
vam os seto dons do ESPIRITO SANTO ;--
em seguida o vigario da froguezia de San
Jos com a reliquia de MAiil \ SANTISSIMA.
i no complelava o grupo que, por entre alas
los anjos celestes a que cima nos referi-
mos, e por elles sempre seguido, se reco
lliem igreja depois de baver percorrido o
respectivo largo ante numeroso concurso
le povo.que, rommovido e admirado, tesle-
nunliou esta ceremonia que Reir pira
sempre gravada na memoria de quintos a
iresenciaram.
liiTiilhi las ao tomplo. as innocentes en-
loaram novos cnticos MARA SANTIS-
SIMA, que, l dos altos cos, as ouvira
ccrtamciite.e as preservar dos vicios que
infelizmente corromiem a sociedade
M
Jos Aflbnso Guedes Alcinfondo, ecri-
vSo privativo do jury e execuQdes crimes
ni cidade do Recife de Pernimbuco por
merc vitalicia de S. M. Imperial e Cons-
titucional que Dos guarde.
Certifico que vista dos autos dimes
en que foi parle JoSo Mmoel Correa Vian-
da e depois a justica contra o suppiicante
JoSo Rolrigues Velloso, e que foi subtnet-
tido 10 tribunal dos jurados ejolgtdo ni
sessflo de 17 do corrente, consta i sentn
Si do theor seguinte.A' visti da decisflo
o jury sobre o ficto e suas circumstancias,
absolvoo aecusado Joilo Rolrigues Vellozo
do crime, que Ihe fura imputado. Oescri-
vflo d baixa na culpa, desonere os liado-
res, cumpra en lujo o seu regiment, pi-
gal as custss pela (municipalidade.
Sala do jury na cidade do Recife, aos
I7de abril de 1850."faao/ Jote da Silva
Nelva.E mais se nflo continua em'dita sen-
tinta, que passou om julgado, e vai aqu
transcripta sem cousa que duvida faca, con-
ferida, concertada, escripia e assignadi,
nesia cidade do Recife, em 30 de abril do
annodo mscimentndeNosso Senbor Jess
Christo de 1850, vigsimo non., da inde-
pendencia do Brasil. Escrevi eassignai.
Em l de ve id ule, Jase Affonto Guedes Alan-
forado.
(Estivi sellada).
Ilontem. qun lo lallava o nobre deputa-
hi', o Sr.S l'ereira. um Sr deputado da
quede banco fronleiio dase que, apezardo.-
traballos que se dizia tinham os mdicos,
comiudo elles nflo enjeiUvam o corpo '
polica ; iu distocia loarte: lie umpfl<
rom um pedazo > 0 nobio deputado enten
leu que liavia ah alguma intencao de of-
fender aos Sis. mdicos ; eu, porin, decla-
mo que nflo liotive uenhuma. e s qulz diiei
o que he veidade, e be que todos nos gos
lamos do augmenl r os nossos iutere.-s-s
pecuniarics, e que, ja leudo o medico pola
sua chuica qualro, ou cinco cotilos <|r reis
nflo Ihe faz mil que ttvesse mais HOu.u'
rs isto he, um pflo com um pedaco. Foi
esta a minha iiiiencflo, e nflo quiz com isl<
ol.'iider aos Srs. medico! aquem muito res-
pello, ionio i dizer.
Creio que o Sr. deputado devo licar salis-
felo com esla minha esplicaQflo.
O Sr. S Pereira:- Estou satisfeito.
Conlinuar-se-ha.)
Amanbfla, 4 do corrente, pelas 10 horas
lo dia, ser fusilado, entre a fortaleza do
Rrum e o forte do Huraco, no lugar deno-
minado Crnzilo-Patr'io, JoSo l.uiz dos San-
tos, natural de Cabo-Fro( Rio-de-Janciro ).
le idade de 27 annos, e sida Jo do primeiro
' ala lli.ni de luz ileiros addido a tercei a cu in
panlua do segundo da inesina arma.
Este individuo commelleu os crimes de
tentativa de des refln aggravada, o de re-
sistencia com as ai mase mullidlo escolla
lue.commandada pelo lferes Jos Joaquim
de Cas islrano, o fon capturar legoa e
nc'a da povnac.flo de Santo-Amaro Ja
boitfo.
Foi lal o (bienesi de que se ello deixou
possuir ao avistar a forca quo o vinha p-en-
der, que. nflo contente de haver disparado
sobre essa furga a granadeira que Irazia,
io approximar-se, d pois de preso, ao so
lirediio aderes, firio-o em urna das mflos
om um faca que soubera oceultar li essa
occasiflo.
PiibficHfdPS a pedido.
KMIO DI PIMUNCO.
arcirt, 3 DZ MAIO DZ ISSO
Mull.-ni a assembla oceupou-sc com a con-
linuacao da segunda diicusso do projeclo n.
II, que fu a fuica policial para o auno de 1860
I8.*il, a qual so chegnu ale o artigo o.' qui
fui approvado com una emenda da comuiiss'.
que atiera em parte a rrdai-cao do nieuuo ar
ligo; com outra do r. barros brrelo, pro-
pondo que ba ulensis do hospital do oorpo di
poliiia sejaiu cedidos graliiiaiiienie quelle
com que e conlraclar o curativo das respec-
tivas pracas ; e com outra do Br. Correa dr
Brillo, sujeiando o cirurgiao-mor do meuno
corpo a visitar as mencionadas ju ic.is no lios-
pial enile esliverem.
O anigo 4 f. enieiidas a elle ollerecidas.
Toniarain parte na discussao os senhores II i n
deira de Mello, Mello llego, Jos ledro e Cor-
rea de Brillo.
A ordem do dia para a scsso de amanlia (i
he conlinuaco da de hoinem, e a primeira
discuiso dos projectos ns. 13, M c 15
Fui hontem desligado do segundo bala-
Inflo de fuzleiros, onde servia de mandan-
te, o Sr. cupttflo Jos Teixeira Campos, ( e
regressa ao seu batalhflo oavo de cacado-
r.s ; deixni lo seus compnheiros saudo
sos pela maneira dcil e respe ios.i com
que sempre se houve no desompenho de
suas obri^aQdcjs, e pela parte qua me toe,
cimpre-mc agradecer-lbe e o oh* reeer-lne
os inens s M vicos em qualquer puto que es-
teja, pols serla faltar u um dever, so nflo
r.'Conhecess" as linas qualididis que ador-
nam a este Sr. capitflo, de quem sempre
srei grato. Francisco Paulino da Silva,
lferes do segundo hatalho de fuz'lejros.
se deu comeco ao MK7. M MU \.v\t) ; ja o
povo desla cidade encelon as oraces por que,
6b aqurlle Ululo, cosl-inia louvar aMAI.DE
DOS, r implorar-llie que por elle iuierceda
aute o seu IMouiim.
llaven lo JofloManoel Cor i l Vanna intn-
talo contra miu> urna queixn, na qual me
arga ilcrecusr-meresliiiiicflo de dous
mil cento e trinta e qualro palacOes em pra-
ln brasileira, que dizia haver-me confndo
no Maranhflo, e conseguido minha prisflo
medanle leatemuiihas, que estavam presas
com dito Vianna, e algumas j condemiia-
das, piesti fimea e cuidei de meu livra-
menlo ; e como quer que fosse aquelle \ lan-
na laucado da aecusaeflo, proseguio Bel-
la o Dr. romttor publico, por entender
que o cii'iieera de eslelitfnalo, ehouvcj |.
sanenlo na sessflo do ji.ry de 17 de abril
na qual fui ahsolvido, passando a senlenc
em julgado, como se vida cerlidUo junli.
I'ara pois remover qualquer suspeila que
pode contra miin haver em virlude da-
quella qu xa, aprosso-me em fazer esla
reva exi oic3, pela qual se v que foi rc-
conliecida a minha innocencia pelo respec-
tivo t'iliuiul e reparada a minha reputaeflo,
que subreludo | reso, 'ifim de que is pes-
soas que meconhecem lacam-iiic a devala
|uslici, e liquem sibendo que uflo procc-
deu aquella injusta aecusaeflo.
Aqui (ico, porque tenho preonchido meu
Om, e nflo dosejo abusar da paciencia do
publico. Recife abril de HiO.-JoSo Rodrigue \elloto
Jllm. Sr. Dr. Propero Dlm'z. Em nome
las mocas desta cidade, l quem lio sem ra
>3o, e quiea sem ilgum criterio vos dignas-
tes desdenhar no vosso primeiro numero da
Marmota Pernamhucana ; eu vou Sr. Dr., nflo
sem algum acanliametito e conseja di mi-
nha dolicada posQflo, responder sasser-
oBea a que ayancaste* nnquelle vosso nume-
ro, quan lo em despeilo as leis do cavallei-
iimo que c ir.clei'isam a lo lo O escrploi
delicado, nos lichastcs de narigudas
e avan^astes a urna proposiQo ibsurda tli-
ze.idoouen'i fugiamos das nossas janellas,
tn:tl vos approximaveis.
Certo, Sr. Dr., que com essis ditinhos
provocaste! milita lularidade pir esse mun-
o de mili Dos : quen nflo ti vera gloria
de ser Alagoano tora rido de nos por co-
mis M-acflo de nos ; porm nos rimo-nos de
vos por comisera^iio de vos.
I'obre, Sr. I)r. Diniz I..... Supnunheis vos
que seriamos mu las espectadoras dos vos-
sos sarcasnios ? Nflo, doulor, nflo e nlo.
Alii vai a espo.sta.
Tocastes, doulor, na mais delicada tecla
do nosso amor proprio : e foi tSo brusca-
mente que istolizestes quo s tonuissima
cordada nossa'paciencia c bondade que-
brou se, quebrou-se.. ..
Dissellas as mo^as da provincia (! ) de
Mace sflo narigudas, efogem quando viim
a gente.
Macci, doutor, nflo he provincia, ho ca-
pital da produca das Alagoas. Tomai h
urna eflo dcgeographia da urnanar-
lada.
Se alguma moca vistes em Macei.aquem
se possa ajuniar o faceto predicado do nn-
riguda, corto, doulor, que nflo be ala-
goan ; porque as alagomas ( excepto eu
que nflo fui l muito protegida pela nalure-
za ) sflo formosas.
Podo mui bem ser quo vistes algum na-
riz mais crescido, talvoz de alguma lidia
de certa provincia onde a freq lento, de-
cantada e arden te comida carur tenha
feito crescer-lhe o narit, em rasflo do con-
tinuo assuar; porque a minia pimenta he
difluente Quanto a nariz, basta. Vamos ao
domis
Nflo pen-cis doutor, quo nflo estejamos
informadas do vosso todo. Antes de a vos
nos dirigirmos tifo m unos-nos a vosso
resucito, isto he, que tal era a vossa (igura,
e oh Rondade Divina -- nflo nos engaa-
mos as nossas previsfles Sois um Poly-
phemo tum* datqmdnon habet: islo em
!>om vulgar he o mesino que : cada qual
d o que lem.
Eis, doulor, o porquo alguma moca tora
fgido de vos. Nos acostumadas a ver ele-
gantes rapazes, que muito he Rijamos de
um desfavorecido da natureza? Queixai-vos
la vosas fealdado. que nflo da nossa preten-
dida p ir vos unicameiile) ma,tulice.
Estiveslos aquiem Ierra oito ou dez ho-
ras, e quem em tflo curto espseo passar logo
poi uml.avaler .' Oulra vida, dr..
Pode ser que baja Ierra grande, anliga e
rica ondeas mofas sejam mais malillas que
nos. A proposito vou contar-vos urna ane
locta curta e certa.
Certa moga do certa ci !ade gran le, anli-
ga e rica, tendo sido convidada por um ra-
li :Z de certa ci Jade pequea, moderna o po-
bre, para que Ihe cedesse a honra de com
ella dancar a primeira contradanza ^ era
ii'inn soir) ella a inoeidesdeuhosa e
presumida responde nflo meu senhor, para
esta contradanza ja tenho par; se o senhor
quizer pira primeira quadriiha....
Obrigado, yaya, obrigado, responde o
rapaz.
Oue lal. doutor? Adevinhaio resto...
Nflo parecis brasileiro, Dr. Fallastes s
conveniencias polticas e pretenJeiies lin-
car-nos o liJiculo : sede mais prudente,
mais comedido, mais cavalheiro co n as ala -
gomas, que esperan) de vo urna satisfaeflo
publica. Se islo (Izerdes. c.inlai com a nos-
Palacho Columbus- genebra o phosp?10-
ros.
tiriguo Agrone farinha.
Briguo Fidet vlnho.
Origue Arago vinho, azeite e farinha.
Patacho -- aper farinha e bolachinha.
CONSULADO (ERAL.
itendimeqto do da 3 ,,
Diversas provincias. .' ,
1:641,857
183,475
1:825,332
EXPORTACAO.
Despachos martimos no ia 2.
Panh*ido norte, Riile brasileiro Bxa-
lac&o. do 37 toneladas: con luz o soguinte
9caixase5rardoifazendas, 1 caixa miu-
dezis, 1 birrica bolachinha, i caixa drogas
1 barril azeite de imondoim, ft ditos min-
teig, 4 volumes ferragens, I barrica ceva-
dinhi, 45 barris farinha de trigo, 1 peuera
de rame, 30 hirrlcis bacalho, 2 barris
breu, 3.000 ceblas, 1 pipi e 10 barris vi-
nho, 1 barril bmha de porco, I ciixa papel,
I sacci pimenti, 200 Jilas farinha de man-
dioca, 27 dilis bolacha, 40 caitas sabflb, 1
Jila velas de carnauba, t gigo louca, e 400
arrobas de carne secca.
RECEBEDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rendimento do dia 2. ..... 893,473
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 2..... 1:667,867
" n" .....I I T
>j! o vi ment do *orto.
VdBio* entrados na dia 2.
Anvers63 lias, galeota hollsndeza Elisa,
de 110 toneladas, capitflo II. G. Borckeri,
equipigom 10, carga varios gneros ;'a
Me. Cal ,n ou t & Com pan la.
iiaiua io das, hiite brasileiro Sociedade.
de 44 tunela Jas, capitflo Francisco de Cas-
tro, equipagem 6, carga lastro e piassa-
va ; ao capitflo.
Navios sahidos no mesmo 41a.
Em commissflj do governo Brigue-escu-
na de guerra nacional Legaltdade, cotn-
mlindante o capitflo-lenle l.oureneo da
Silva Araujo Amazonas.
Portos do norte Vapor nacional Pernasi-
bucana, commandante JoSo l.Militflo Hen-
rique. Al a dos passageiros que irouxe
dos portos do sul para os do norle leva a
seu bordo : para o Maranhflo, 1 recruta e
1 criminoso : para o Par, o lferes Anto-
nio Eloy da Cunta e Mello o Manoel Goa-
cilvcs Gil, Rrasileiros.
New-Uedford Galera americana Aitkens-
Aduns, capitflo Une, carga a mesmi que
trouxe de azeite de peixe.
Navios entrados no da S.
Maranhflo por Cea-a 22 das e do ultimo
porto 9, brigue-escum nacional Laura,
de 163 toneladas, capitflo Antonio Ferrel-
ra da Silva Santos, equipigem 13, cirga
varios gneros; a Novaes & Coinpanhia.
Passageiros, Agostinho Moreira Guerra,
Vicente Alvos Paula Pesso, Leocadio An-
drade Pessoa, Manoel Moreira Guerra,
JoSo Filippe da Cunlli lian Jeira de Mello.
Mmoel Beoicio Barboza da Silva, Brasi-
leos.
Paritiiba 4dias, hiato nacional 7Ves-/r-
csaW de 37 toneladas, capitflo Eustaquio
Mendes da Silva, equipagem 4, carga to-
ros de mangue e cirno secca ; a Joaquim
Duarte Passageiros, Manuel da Fonseca
MeJeiros, Antonio Jos da Silva Gumi- -
raes, Manoel de Medeiro Carvalho, Julio
Paulo de Oliveia, Francelino Antonio
Marques, Joflo Carvilho da Silva Jnior,
Rrasileiros-
Rarceloni 44 dias, sumaca hespinholi
Dictotii, de 81 toneladas, capitflo Salva-
dor Reig, equipagem 9, em lastro; akli-
noe| Joaquim llamos eSilva.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio-de-Janeiro--Escutii nacional Tentado-
ra, capitflo Ignacio da Fonseca Marques,
cirga-.varios gneros.
Km co.niiiiss.flo do governo -- Rrigue-esCU-
na de guerra nacional Amlorinha, com-
nundinleo primeiro-lenente Luz d Cu-
nta Morein.
P'rahba --hiate nacional Exalaea, capitflo
Jos Ruarle de Souza, carga varios gne-
nlos. Passageiros, Francisco de Souzi
Mafia, Frincisco Tavares Ferreira, Brasi-
leiros.
ED1TAI>.
sa estima, ese algum dia lomirdes a po
es em Macei, e houver algum baile, con-
lai com trinta a dous pares de goslo.
Em nome das alagoanas, a vossa respeita-
don e criada.
Macei, 20 de abril de 1850. -- Flavia Er-
nestina Brasileira.
Kcparlicao la polica.
Parle do dia 2 de mio.
Illm. eEini. Sr-Segundo as paites ho
je >eeeliidas,fram hent-in preso-, ordem
do subdelegado da freguezia de Santo-An-
tonio desta ci Jade os piv tos, Alexandro es-
cravo de francisco de Sillti Amia, eJoa-
quim tambem escravo, para correnlo. Foi
recolhido cidria Jos Francisco Jnior,
indiciado emciime de moite na comarca
lo Brejn, segando niecommunicou o chefe
li policii da piovincii das Alagois, que
m'o reme lien. '
toiwwiicia.
ALFA.M)EGA.
Reudimento do da >.....10:764,706
l'escarieqam hoje 4.
Itrigue Veninru-Filiz mercaderil.
UrigUO -hugciie-Unny yiuho 0 papel.
Pel inspectora da alfandega se fa pu-
blicique, no dia 4 do corrente, depois do
meo-dia, na porte da mesmi, so hilo do ar-
rematar em hasta publica 4 pedras de mar-
more redondas para cima de mesi a 20,000
rs total 80,000 rs.; e G ditas ompridas pa-
ra dita a 10,000 rs. total 60,000 rs. ; im-
pugnadas pelo feilor conferente J. II. Bor-
nes Diniz, no despacho por factura n. 37 de
2 do corrente : sendo a arrematacao sujeita
aos iln-ellos.
Alfandega da l'ernambuco, 2 de mio
de 1850. -- O inspector, l.uiz Antonio de
Hampa i o Vianna ______ .
Rodrigo Theodoro de Freitas. ofliciil da im-
perial ordem da Rosa.cavalleiroda oidem
deS.-Benlo de Aviz, condecralo com a
me Jal lia da campanha da Rabia,capitflo de
mare guerra,inspector do arsenal de mar i-
nh e capitflo do porto desta provincia do
Peinamh'ico, por S. M. I que Dos guar-
de, ele ,etc.
Faz publico, para conheciment dos na-
vegantes, e dequoin mus interessir, que se
achain colloca las as boias no Ranco-Jo-
Inglez, segunJu o conhecimento abaixo
desle transcripto. Capitana do porto do
Pnrnambtico, 11 de abril de 1850 Rodrigo
Theodoro de Freitas, capitflo do porto.
Recoiihecimento de duas boias collona-
das para balisamcnlo do Itanco-do-ln-
glez, situado a leste da barra do porto
Je Peniambuco.
A acha in-se assenUJss, a leste do farol da
barra do porto de PerniinDuco, duas boias,
sendo urna de rr prela, e outra encarnada,
as quaes determinan! a posieflo do Bauco
Jeiio.nina lo do I iglez.
Cala urna destas boias, t. un um sino pa-
ra advertir i noile do nivegaule incaulo a
sua proximlale : porm, em consequencia
Ja dircccSodoJ ventos o do murmurio das
on las, ligninas vezes nflo pdenlo ser bem
ouviJo o seu toque senflo em pequea dis-
tancia dellas. A boia de edr encarnad! de-
nota a exlromi Jada sul do dllo Banco,


5
e a Je cor preta a do norlo. Pde-se fn-
eamente navegarsemprea leste destas bous,
porm smente nos preamares das mares
medias, poderlo passar por entre ellas, na-
vios que demandarem at 10 psdagua.
Da boia encarnada para o sul ho franca,
e desembarazad a navegacHo a qualquer
navio, mas da boia preta para o norte, ape-
nas existe um canal, pelo qual s podertto
navegar navios que estverem pilotados por
prtieos da barra ; por Isso que logo prxi-
mo a este canal existem os baixos, denomi-
nados ile Olinda.
Capitana do porto de l'ernanibiico, 9
de abril de iSSO.hajuim Hodriyuei de Al-
mciiln, patro-mr. Jote Fauuino Porto
Est conforme, --0 secretario da capita-
na, Thom Ftrnamies Madiira de Castro.
Declaracoes.
.*.
OSr. director do lyceu deata cidaJe
manda faier publico que, em execucao
porlaria do Exm. Sr. presidente da provin-
cia de 30 do mez prximo passado, est a
concurso a cadeira de primeiras leltras ( pa-
ra o sexo mascolino) da freguezia de Pa-
nellas: portanto, os cicladnos brasileiros
que se qUzerem oppOr roferida cadeira,
deverSo comparecer da data deste a 60 dias
na al do palacio da presidencia, pelas 9
horas da manhfia, ten lo enviado a esta s-
cetaria os seus requerimenlos documenta-
dos, 8 dias utes do referido concurso.
Secretaria do lyceu, 3 de maio de 1850.
J'anuario Atexandrinoda Silva tabello Cae
ca, professor de desenlio, e secretario.
Na tarde do dia 7 do correte, port
da residencia do lllm Sr. Dr juiz dos fei-
tos, na ra das Flores, vSo a praga para se-
r m arrematados, na forma do estilo, o>
bensahaixo declarados, penhorados a di-
versos devedores da fazenda nacional:
A quinta parte de um sobrado na ra
da Penba desta cidade, penborada ao coro-
nel Francisco Jos da Costa, avahada em
'ioo ooo rs.
Urna escrava de norhe Juliana, por 300,000
rs., penhorada a Jolio "Baptista l'ereir*
Lobo.
Urna dita de nome Luciana, por 400,0J0
rs., penhorada ao mesmo Lobo.
Outra dita de nome Francisca com um
cria, por 360,000 rs. penhoraJa ao mes-
mo Lobo.
Um pardo penhorado ao major F. D. P.,
avaliado em 450,000 rs.
Os pretendentes dirijam-se ao porteiro
do joi'o para melhormenle se informaren!
UIHTISII CONSULATE PERN4HBUCO.
By order of Her Majesly't Government
The onleraigned horoby gives publie noti-
ce, lo Uie Briliih subjeets resident within
the district of ibis cmsulate: Dial, lili
tlegistersforMarriages, Birlhs& Healhs, c-
cording to the Acls providing for said
llegislratioiis, and an Arta For facilitado,
Ihe Marriagesof Bril$h subjeets resident ili
Fureign Couutries, are now upen at lln>
Consulalo daily fortbe purposes Iberein dc-
clared and provided for, and Ihat copies ol
suca rtegistrations are to be transmitled
yeaily lo the KegistrarOneral in Englxnd :
und 'uitlier, lliat, said Aets nfpai Mamen,
may be seon by sII l'eisons intcresled
ttierein.
Pernambuco, 30April1850.
IIy Chiittophert,
Pro-consul.
Avisos maritmos.
Para o Hio-de-Janeiro sabe,
no dia 13 do corrente, o brigue
Bom-Jesns : para o resto di car-
ga, passagei rose escravos a frete,
trata-se com o capilao, no caes da
Alfundega, 011 na ra da Gadeia,
n. 4p terceiro andar.
--l'ropOe-se a carregar para a Parahita o
luir nacional San-Jos, do qual he uicslrt
e pralico Jos Manoel Hoorigues :os preten-
dentes dirijam-se. nesles tres dias, ra da
Cadeia-Velha, loja de fenagens, de Antonio
Joaquim Vidal, on ao mestie a bordo do di
lo liiiitr, Tundeado confronte ao trapiche di'
algodSo.
Para a Bahia sahe no fim da presente se-
mana o hiato Lijeiro, forrado e pregado di
cobre : para o resto da carga epassageiros,
trata-se nu ra do Vigario, n. 5.
Para6 Hio-de-J indio sahe,
em poneos dias, o brigue nacional
Lizia : para o resto da cargo, pas-
sagriros e escravos a fete, trata-
se com o capilao, na praca do
Commercio, 011 com Nova es & C.,
na ra do Trapiche, n. 34.
Para oRio-Giande do sul segu, aleo
dia tOdo correte, o brigue l'uquettde-Per-
tiambuco: pode recebera Iguma carga afre-
te e escravos, e lem os nielbores commodos
para passageiros : quem pretender, po lera
entender-se com o propietario, na ra da
Moda, n. 7, ou com o capitfiu, AloxanJrt
Jos Alves.
Para o llio-dn-Janeiro sahe com muila
brevidade o brigue nacional t'onceico : pa-
ra o resto da carga, pas>ageiros e escravos
1. freio, trata-se com Manoil Alvos Guerra
Jnior, na ra do Collegio, n. 91, ou com 1
capitOo Fructuoso Jos Pereira llulra.
-A veleira escuna nacional Emilia, de
que he capinio e pralico Antonio Silveir-
Macii'l Jnior, eve chegar do Para poi
estes das, para onde vullara coa esca-
la pelo MarauhSo, com a maior hrevi-
dade: quem na niesma pretender carre-
gar, ou ir de passagem, dever entender-se
com Joto Carlos Augusto da Silva, na ra
di Cruz, no llecife, n. 13, armazem.
Para o Cear segu at o dia seis de
maio proxTO futuro com toda a bre-
viJade o hrlgue nacional uiefina : quem
no mesmo quizer carregar ou ir de pas-
sigum, trate com Domingos Hodrigue.>
de Andrade, no Trapiche-Novo, n. *, 01
com Jos Carlos Feneira Soares Jnior, 11.
ra da Cadeia do llecife, ou com o capilS.
do mesmo, Marcos Jos da Silva.
Para o Porto segu com a maior bre-
vidade o brigue porluguez Ventura-Felis di
que he capilo Zefeiiuo Ventura dos San-
ios : recebe carga e passageios, para o que
tem excelienU' commodos, a tratar com
o referido capilo, na praca do Com merejo,
'i com o ce-signatario Joaquim Ferreira
Mandes CuimarSes, na rna da Cruz n. *9
primeiro andar.
Le loes.
0 corredor Oliveira far leilSo, por
ordem e em presenca do Sr. cnsul da re-
publica franceza, de vnrios penhores que
existiam em poder do finado Joao Dubois,
subdito francez, consistindo om obras de
ouro como aejam : cordoes, trancelins, au-
nis, cruzes, allnetes, Ovellas de cinto, bo-
les para peitos e punhos de camisas, etc.,
e do varias obras de prata, inclusivo salvas,
casticaes, copos o colheres. Sabbado, 4
do maio, s 10 horas da mantilla, no res-
pectivo consulado, primeiro andar da casa
ila ra do Trapiche com entra la pela do
Torres.
-- Schapheillin Tobler faro leilflo, j>or
inteivenco do corretor Oliveira, de um in-
teiro sortimen'.o de fazendas de lei, e as
nais proprias do mercado : terga-feira, 7
do corrente, s 10 horas da maohaa, no seu
irmaznro, roa da Cruz.
Avisos diversos.
Jos Hara da Rocha, mora lor em Ma-
celo, provincia das Alngas. temi de reti-
rar-se para a Europa, juiga nada dever a es-
ta praca ; porm, no caso de que alguem se
julgue seu credor, naja de entender-se com
os Srs. Pontes & Sampao, no |prazo de 8
lias da dala deste. ilecife, 3 de malo de
1850.
Irmandade doSenhor
om Jes is das Portas.
Teodo-se de tratar com urgen-
cia de objectos tendentes a demo-
licSo d capelU em que se acha
erecta a upramencionada irman-
I ide, sao por isso convidados to-
il >s os irmos a mesma per ten-
cent es, para em mesa ge ral delibe-
raren! o que mais vatitajoso en-
tenderem a respeito j devendo pa
ra esse fim reunirem-se em o res-
pectivo consistorio, domingo, 5 do
corrente, pelas lo horas da ma-
nbaa.
-- Antonio Cor.leiro da Cunha Jnior, ex-
segundo sargento da quinta companhia do
curpo de voluntarios, roga a todos osrida-
I ios que liverem em seu poder armamento
la mesma companhia, que ohajam de res-
tituir em casa de sua residencia, na la de
Saula-ltit.1, II. 101.
Oc-piSo Antonio Jos de Oliveira Fragata
cun proii, por cunta do tenente quarUl-mes-
ire do oitavo balalhSo de cacaiores, Joa-
luini Corris de Farias, dous bheles iniei-
ros da loleria do Itio, a benehcio das casas
de caridad?, ns. 4512 e 5885. O mesmo ca-
liilflo coinprou in.' i.-, o inri.1 bilhelu da mes-
ma lotera 11. 5542, os quacs licam em seu
poder.
A pessna que tem um pelo fgido meio
t>ucal,drija-seaoAterro-da-Boa-Visla, nu-
mero 31.
Aluga-seo segundo andar e
solo do sobraeo atrs da matriz
da Boa-Vista, n a6, muilo fres-
co e com bastantes commodos: a
tratar na mesma ra, u. aa.
Um Pernambucano
faz acudes no leito do rio ou fra delle, em
qualquer parte e longitude, donde a secca
taz sentir este genero deprimeia necess-
dade, (ohru hollandeza ) incorruptivel de
arrooibamenlo de qualquer cheia.
.\o se pmi111,10 eirectuar na segunda
domnga de Janeiro a eleicilo da nova ad-
ministracnuda socedadedas aites mecha-
nic.s de.sia ci.lade, o secrelaiio da mesma
sociedade convida a lo ios os socios, para
que domingo, 5 do correte, as 9 llorar du
man'.iSa, se achem reunidos no lugar do
coslume, afim deque se effeclue a sobredi-
la eleicHo. Sala das sesses da sociedade das
arles, I de maio/le 1850. O secretario, J
S. F. liarrni.
I'iecisa-se de um bjmem pa-
ra caixeiro de um deposito, o qual
d fiador a sua conducta : quem
estiver nestas circunstancias, an-
nuncie.
Pede-se ao lllm. Sr. fiscal da Boa-Vista
que baja de mandar dar esgoto as aguas da
chuva empocadas na la do Hospicio, oque
-tem motivado molestias vizinhanca.
O interttsado.
Jas de Sani'.uina Couliuho rotira-se
para Portugal a tratar de sua sade, levan-
do em sua companhia sua senhora I). Mari-
anna Cavalhera.
Quem for dono de um crioulinho, que
diz ser escravodeum Sr. Rangel, moradoi
ao peda matriz, ( nflo dizendo qual a ma-
triz) oq'ial appareceu na casa do abaixo as-
signado no dia adocu rcule, as 9 pnra 10
lloras do da, dando os sign.es, loe sera en-
regue, na ra da Piaia, n. 15, casa de Sil-
va Ctnlial.
Ullerece-se um rapaz brasileiro de 12 a
13 anuos para caixeiro ue venda, armazem,
ou qualquer outra arrumarlo, o qual he li-
nio do pas pobies, v liein murigerado: na
ra da AssumptSo, 11 26.
i'recisa-se de urna pessoa
para tomar conta de urna venda
por balanco, dando fiador a sua
conducta : quem estiver nestas
circunistuncia, annuncie.
Deseja-se r.lUr, em casa do Sr. Bor-
nardiuoMaya da silva, com o Sr. Francis-
co Xavier de Miraoda, aobre urna parte de
ierrano termo da villa da Impcratriz, de
,|ue deu procuracao ao fallecido doutoi
(JUVldlO de Sara i va.
-- Offereco-se urna ama aecca para casa
le liomeni solteiro : quem a precisar di
ija-se a ra do 'JerJoniz, 11, 9.
Aluga-se a casa da esquina da ra do
Caldcirviro com aruia^ao para venda e com-
modos para familia, com quintal, cacimba
e porlo para a tra/essa, a q ial pelo local
offerece muita vanttgem : na praca da In-
dependencia, livraria ns. 6 e 8.
-- Alugam-se os segn lo e terceiro anda-
res do sobrado da ra da Senzalla-Velha,
n. 70, muito frasese com commodos para
familia, podendo morar em cada andar urna
familia : a tratar no primeiro andar do
mesmo.
Uuem annuncioa querer comprar um
ofre de ferro, dirija-se ra da Cadeia do
llecife, n. 34, casa de cambio.
Precisase de um cont derls a juros
sobra hypolhec! ess ara sitio de muito
maior valor : quem o quizer dar, annuncie.
Antonio Jos Soares retira-so para a
Baha.
Irmaudade da Gloriosa
S. Rita de Cassia.
Sendo marcado pelo compromisso desta
irmaudade o dia domingo prximo futuro,
para elecHo dos novos funecionarios ; a
mesa regedora convida pelo presente ato-
dos os mulos em geral, para que compare-
cai'i no consistorio da mesma igreja no dia
cima, pelas 8 horas da manhfia.
Precisa-sede um homem que seja ca-
paz para toinarconta de um pouco de ga-
to, tirar leile e ir vende-lo: d-se casa,
mesa e bom ordenado: em Beberibe-de-
llaixo, no sitio que foi do Sr. Joaquim Car-
neiro.
Arrenda-se annualmente, ou vende-se,
ou mesmo troca-se oor escravos, um sitio
na povoaQodo Monleiro, com casa de pe-
dra e cal, conten lo duas salas, quatro
quarlos, cozinha ;e o sitio com arvoredos
de feudos trra para phnti(3o: a tratar
na tua de S.-Thereza, n. 38
Precisa-se de u 11 homem, ou menino
para paslorar vaccas: paga-se bem : na
Iravessa do pateo do Paraizo, n. 20.
Luiz dos Santos do llego Barros reti-
ra-separa o Itio Gran le do Sul a tratar de
seu interesse.
-l'hii. Adom relira-se para fra do im-
perio.
Precisa-se fallar com o Sr.
JuSo da Costa Monleiro : na rus
da Praia, n. 3a.
Irmandade do Santhsiino Sacramento do
baiiro de Santo-Antonio do Reeife.
A irmandade do Sanlissimo Sacramento
do ha no de Santo-Antonio do llecife de ac-
cordo com o reverendsimo pa'ocho inte-
rino, lem resolvido lovar o Sanlissimo Via-
tico aos enfermos de sua freguezia, no dia
ldo correlo mez, pelas 8 huras da ma-
nh.la ; e por isso faz este annuncio para co-
nhecimento de quem intoressar.
O doutor em medicina Joao
Pedro Maduro da Ponseca inu-
dou-sc da rui da Guia para a
do Trapiche, n. 4*1 terceiro an-
dar.
mmmmmmsk mmwmmmmm*
* PKIUCIBOEGRANDIS
i consultorio liomo?j- '
pa Chico. I
i-'
-j Dirigido pelo facultativo J. B. Casa- ^
nova.
I Roa da Cadeia de S.- |
Antonio, n. !-
As dses e consullas homceopalhi- m
cas slo reduzi'ias a 5,000 rs pira as i^
i pessoas livres, e a 2,000 rs. para os '-
JJ escravos. 1
Os doentes sero visitados todos os $
' diassem nenhuma outra pga.
] Toda a pessoa que se apresentar ^
I no consultorio declarando ser pobre, &
recebara consullas e remedios gra- 1(7
B luitamente,sem p'ecisarde attesiado. |
* mwrnmM* mwmwmmmwmv
Aviso ao publico Olindense.
No convento de S.-Francisco da
cidade de Olinda, se ha de cele-
brar o mez de Maria,'s 7 horas
la manliaa, para niais facilitar aos
fiis esta ptedosa devocao.
Hara Bosenbiook com dous filhos me-
nores relira-se para forado imperio
-- Lauriauo Jos de Barros, meslre alfaia-
te bem conhecido resta cidade, avisa aos
seus amigos e fieguezen, que tem para ven-
der panno azul lino, proprio para fardas e
sobrecasacas militares; panno preto muito
fino o coi fixa ; casemira preta superior;
ludo por preco muito commodo.
Antonio Ferreira de Frei'as, Brasileiro,
relira-se para Portugal a tratar de sua
sade.
Precisa-se alugir urna preta que ati-
ba lavar,engommare coser, para urna casa
estrangeira: na ra do Torres, n. 34, das
11 horas da manhila s 3 da tarde. Na mes-
ma casa taubem se precisa alugar um pre-
to que entenda do servico interno e de tra-
tar de cavallos.
-- Alugam-se os segundo e terceiro an-
dares do sobrado da ra da Cruz, por cima
do escriptorio de James Crabllree & Com-
panhia : a tratar no dito escriptorio.
-- D. W. Baynon cirurginn dentista, res-
pelosamenle "informa ao publico desta ci-
dade que elle pretende brevemente retirar-
se deste imperio, e as pessoas que anda ne-
i'.'-.iHmi seos sei vicos duranlo este lempo,
s-T.i'i aitendi lus, procurando-o 110 sen do
.11 cilio, na ra doTrapixe-.Novo, n. 14.
Aluga-se o segundo andar dosotirado
atrs da inatiizda Ba-Vista, 11. 26, muilo
fresco e com bastantes commodos : a tratar
na mesma rus, o. 22.
Os Srs Joaquim Pessoa Cezar da Cu-
nta e Francisco Uercngel de Almeida Cue-
les dirijam-se a ra do Passeio, 11. 9, loja
nova de Albino Jos Leite, a negocio que
nflo iguoram.
Aluga-se um sitio na Trempe, bastan-
te grande, com urna grande baixa para ca-
pim e com Instantes arvoros de froto, como
sejaui laraugeiras, mangueiras, jaqueiras,
coqueirus, cajueiros, etc. e com um su-
mado de um andar com bstanles commo-
dos para urna grande familia : quem o pre-
tender din ja-so ra da Aurora, n. 58, ou
ao mestre-rerrero, Manoel Ferreira, junto
ao portSo do dito sitio.
--Na ra Nova, loja n. 58, se dir quem
d a juros as quantias de 300, 400, 500 e
600,000 rs. sobre hypolheca em casas ter-
reas.
Caetano Menles da Cunha Azavedo
encrrega-se de comprar e vender escravos,
mediante urna commsslo rasoavel, para
o que promette empregar toda actividade
no melhor desempenho dessa tarefa : os
pretendentes o aclwSo prompto em casa de
sua residencia na ra da Alegra, n. 26,
Boa-Vista.
Traspassa-se o arrendamento de um
engenho de boas Ierras de producto, por
preco rasoavel: lambom se vendem os per-
tences do rendeiro, sendo animaes do roda,
muito bons e gordos, poldros, lavouras e
safra a colher: os pretendentes, dirijam-se
ra estrella do llozario, n. 32, que se di-
r quem faz este negocio e se darSo todas
is informac,6es.
Agencia de passaportes.
Tram-se passaportes para dentro e fra
do imperio, despacliam-so escravos e cor-
rem-se folhascoma maior brevidade pos-
sivel: no pateo da matriz de S-Antonio,
n. 4 sobrado.
Na ra de Agoas-Verdes, casa terrea
o.26, engomma seelava-se toda a quali-
dadederoupa.com todo asseio o prompti-
d3o, por prerjo mais commodo do que em
oulra qualquer parte.
Precisa-se alugar um preto que seja
fiel, para o servido de urna casa estrangei-
ra : na na da Cruz, n. 38.
Alusa-se um moleque uue cozinha c
faz omaisservQO de urna casa : quem o
pretender, dirija-se a pra$a da ludepen-
lencia, n. 1, loja.
-Aluga-se a mei'agoa da ra do Alecrnn
n.ll : a tratar no armazem junto ao a
ila Conc.eic.no, n. 64.
Aluga-se urna casa terre na rna da
matriz da Boa-Vista, com '.duas salas, seis
quartoi cosinha fra, corredor ao lado e
quintal murado, com cacimba de muito boa
agua de beber 1 quem a pretender dirija se
a ra da Aurora, n 58.
Precisa-so d-i official de marcenero
na ra Nova, casa do L. Pugi.
chitas, com treze oovadoseni diversos pe-
damos, a 1,920 rs.; meias protas para senho-
ra, a 200 rs. o par; dilas para homem, tam-
h.'in pretas, a 120 rs.; chitas pretas a 160
rs ditas de cores, a 140 e 160 rs.; e mui-
lo finas, a 240 rs. ; algodSo monstro. om
oito palmos de largura, para lences de um
s panno, ou para grandes toalhas de mesa,
por ser trancado, a 800 rs. a vara ; o tudo o
po .
.nais por presos a fazer conta.
-- Vende-se um palanquim quasi novo,
por 100,000 rs.; uro soph de Jacaranda,
por 60,000 rs. ; dous pares de consolos com
lampos de pedra preta, por 100,000 rs.; um
toucador de Jacaranda por 6,000 rs ; um
par de bancas de Jacaranda, por 30,000 rs ;
orna cama de angico quasi nova e para urna
s pessoa, por 14,009 rs.; 6 caderas com
assento de palhinha, por 9,000 rs.; um la-
vatorio de amarello, por 3,000 rs.; 112 ca-
pachos por preQO muilo commodo; panno
de lin'uo,o melhorquese ple encontrar,
muito em conta attendendo a sua boa qua-
lidade : na ra do Sol, n. 9.
o *>
:> Vendem-se osseguinteslivros : Dic- 0
r\ tonary do pronoucing; Digeslo por- Q
;a tuguez ; Diclionary english ; Gram- 0
.; malca franceza por Sevene; Lobiio, ^
,, segundas linhas, 3 v ; OrdenacOes /a
,; do reino, 3 v.; Geometra de Euclt- ~
* des ; Telemaco ; llistory of enjjland; g
J Diccionario inglez por Viera, 2 v. ; X
y P. Virgilii, 3 v Calculo de Bezout, r
s3 2 v.; Davoirs de l'lio neni ; Uiroit) 9
> poltico por Macarel: na praca da In- ^
c> dependencia, n. 12. O
--Vende-se um moleque de efganle fi-
gura, com principios de alfaiate, e que co-
zinha ; um dito tanoeiro ; 2 pretas de todo
o servico ; 2 prctos bastante robusto-|; um
dito que se troca por um moleque quo este-
ja em idade de aprender oulcio : no paleo
da matriz de S.-Antonio, sobraJo n. 4, se
dir quem vende.
Fazendas baratas.
Na ra do Queimado, loja n. 19, vende-
se um completo sorlimonto de fazeudas
baratas, por se querer acabar com algo mas,
Um rapaz portugoez, de 31 annos del mesmo com abate de precos : bem como
ra, Ira- riscadinhos de cassa muito finos para ves-
i lade, se offerece para caixeiro de
oiche, ou mesmo para tomar conta de urna
venda por balanco; lem alguma pratica de
escripturaQfio simples: quem precisir de
seu prestimo, annuncie para ser procurado.
Sociedade Apolnea.
N3o so lando rounido, ao primeiro convi-
te, numero legal de socios da sociedadoA-
nolinea, para tratar se de materias vilaes
la mesma, donovoa dreccilo convida aos
Sr. socios para reuniflo geral no dia 7 do
corrente, pelas 5 horas da tarde, afim de de-
cidir-fe negocios transcedenlcs ; proceder a
eleicBo do nova direccao, e maicar-se a
partida do presente mez. Espera, portanto,
a actual direCCBo que os Srs. socios compa-
recain a U\ reuniSo, na corteza de que se
tomar qualquer dellieracSocom o numero
rnente dos socios que se actmrem presen-
tas, confu me dispe o artigo 17 dos estatu-
tos da mesma sociedade.
--J. Frique participa ao respeitayel pu-
blico desta cidade, que ello vai abrir urna
fabrica do chapeos de sol, onde se encon-
trar senpre un grande e bonito sorlimen-
to de todas as quali lados destes objectos,
tanto de seda como de panno, para homens
e seuhoras ; assim como haver um grande
sortiment de bengalas dedillerente gos-
tos, baleias para vest los, colletes eespar-
t Ihus para senhoras. Na mesma casa se co-
hnr e se concertar qualquer qualidaite de
chapeos deso e bengalas, haven lo boas
sedas e pannos em peca, tudo mais em con-
ta do que em outra qualquer parte : na ra
do Collegio, n. 4
j conliecidis e competentemente aulorisa-
das para esse fim.
As fazendas baratas venda por Ira
do Iheairo vellio, 11. O, frain transferi-
das para a ra do Itozano larga, no primei-
ro andar, por cima da palana do Sr. Va-
lonea.
Desappareceu ou furiaram, no dia 24 do
mez prximo passado, do porto do Mundo-
Novo, urna canrta de carreira alierta cooi
paneiro e banco pintado de cor do hronze,
com urna queimadura em um dos incola-
nientos pela parle do dentro 1 qunm a pegar
ou drr noticia 110 armazem ae laboas junio
a ca leia, ser recompensado.
Aluga-se um segundo andar, com un
formidavel mirante, concertado e pintado
de novo, com a melhor visti possivel e em
um dos melliores lugares do barro de San-
to Antonio : a tralar na ra do Sol, 11. 9.
ATTENQAO!
Joflo llaumann avisa a todas as pessoas
|ue leem obrss, islo he, instrumentos de
msica, Ierra un uta e nutras obras de niarci-
neiro, que Ihesforam dadas a muilo lempo
para fazer, e algumas ha quas dous annos,
que os manden buscar al o dia 4 do Cor-
te : do contrario se licara com elles para
1 nilfiii 11 i>;n,'iin de seu irabalho.
Precisa-se de um caixeiro que tenha
pralica e seja desembarazado para o nego-
cio de venda : no pateo do Carino, 11. 2,
venda nova.
- Quem liver para vender urna synopse,
dirija-se ra do Collegio, n. 4.
para
lidos e alguns de cores proprias para luto,
a 300 rs. o covado; cortes de chitas finas
com 13 covadus, a 2,000 rs.; chitas oscuras
edecores fixas para cuberas, a 210 rs. o
covado, e para vestidos, tainhein do cores
ivas, a ico 1 s o covado; corles do cassa
chita, a 2,000 rs. o muito linos a 2,500 rs.;
abales de cambraia adanriscadu-, braueos,
! de cores, c brancos bardados com bico a
roda, a 1,200 rs. ; ditos de chita a do cjssi,
i 800 rs.; leudos de cassa furia cores, a,
320 rs. ; ditos de seda com franja, a 401) rs ;
ditos de cambraia com lavariolo, a 360 rs.;
meias para meninas, a 160 rs. o par e para
meninos, a G0 rs.; luvas brancas de algodao
para homem, a 100 rs. o pir.
Vendem-se 12 escravos mogos, de bo-
nitis figuras; um ptimo moleque oleiro ;
um dito que cozinha bem o diario de urna
easa.de 22 annos; um dito carreiro ; um
moleque (fe 10 anuos; 3 negrotas de 14 an-
nos ; I escravas muilo lindis, que cosen,
engominain o cozinliam O diario do urna
casa; 9orgdOS contendo varias pegts do
msicas ; 2 fardas de guarda nacional; una
espada ; duas bandas em bom estado ; la-
lime canana : na ra Direila, n. 3.
Vejam.
Vendem-se os segulntes livros muito ba-
ratos: Atlas histrico o eslalislico da re-
volucilo fianc.-za ; Culovine, sciencia dj
poltica ; Itesumo da historia natural; Com-
p '.n lio do direilo publico; Gmener, com-
pendio de direiti ecclesiaslico ; Ceruzez,
philosophia ; cdigo de clciecs para o
Brasil; N. S. de Paris : 110 Aterro-Ja-ltoa-
Vista, n. 58, loja.
Fazendas I) nal s e -em
defeitos-
Vendem-se novas alpacas de cordilo de
1.1a com difieren tes cores e muilo moder-
nas, proprias para casreas e palitos, a 800
rs. o covado ; ditas de seda muito bonitas o
bons padrOes, sendo tambero proprias para
vestido de lulo aliviado, a 800 rs. o cova-
do ; ditas pretas de lita muito finas, a 800
rs. o covado ; cortes de lila para vestido,
com 16 covados, a 4,500 rs. ; ditos da lila o
seda, muito finos e de bom goslo, com II
covados e meio, a 6,500 rs. ; ditos de chita
ehineza muito fina, cot ptimo padrOes,
cores fixas e chegados ltimamente, a 3,400
rs.; Iji 111 pardo tranpa lo de lui'10 para cal-
as, a 1,400 rs. o corte; dito de quadros
azues, a i,000 rs. o corte de caigas ou 1-
queta ; o todo o sorlimento de fizend'S fi-
nas e grossas por muito commodo prego:
na ra do Queimado, n. 27, armazem da
fazendas de flayinundo Carlos" Leitc.
Vendem-se 12 caderas, um soph, duas
bancas e um toucador : ludo de uleo : uma
cama de angico e um candieiro francez : na
ra do Fogo, n. 12.
470,000 rs
Venle-scum pardo de 18 annos pouco
mais nu menos, ptimo para pagem e com
principios de sapateiro, por prego commo-
do : na ra do Itangel, n. 36, armazem.
Vende-se um grande sitio na estrada
dos Afilelos, com muilo boa casa para fa-
milia, e rectificada de novo, muitas 'diver-
sas qualidades de arvoredos bem replanta -
dos, como sejam : muitas larangsiras de di-
a in los os sexos, de oau annos .versas qualidades, sapolys, parreiras, True-
na ruada Cadeia do Hecife, n. 5l, I t-pn, jaqueiras, coqueir..,, mangueiras,
cajueiros e mais outras diversas fructeiras,
norlaLcee grande baixa para espim, que
s com a vista se poler melhor informar
Compras.
Compram-se escravos de
primeiro andar
Compra-sc nma ovelha que d bstan-
le loitn : paga-se bem : lia casa du lallccid >
Joao Mana, na ra du Nev.
- Compra-se um cavalio rugo para car-
ro : na ra do Trapiche-Novo, n. 10, pri-
meiro andar
Compra-se um 1 elogio muito bom re-
gulador, o que seja moderno: na ra do
Queimado, 11. 15, ou annuncie.
Vendas.
Na loja de seis portas.
l'roduero doi aleaidei.
Vendoui-se corles de vestidos de finas
ao comprador : na ra do Qacimado, n. 10.
Palha de carnauba.
No armazem da ra do Itangel, n. 36,
vendem-se 180 mullios de palha, por jun-
to pelo diminuto 1 reg de 360 o mlbo.
Na ra da Cadeia do Hecife, loja de fer-
ragens de Puntes Sampao, n 56, ven-
dem-se duas pretas crioubs, sendo uma de
15 a 16 anuos, rom algumas habilidades, e
outra do 18 a 19 anuos, que cozinha, lava e
engomma perfeilamenle.
M1II.0.
No ai mavcni da ra do Itangel, n. 36, ven-
dem-se saccas cun inillio, y. 10 diminuto
prego de 2,600 rs,
. n


Na bem conheciila padarli de urna s
porta, hojedeliaixo do sobrado da esquina
daruaVelha, n 106, deManoel Ignacio da
Silva Teijeira, constantemente se fabrica a
nolachinha doce, intiluladn regaba, so ahi r
na esquina da rus do Gollegio, venda do
Sobral, se vende a 3-20 rs. caita libra, as par-
tos de sua composiefio silo da melbor quali-
ilade possivel ; assiin como fatias o biscou-
linbos da n esma qualidade, o excedente
pao Provp >ca e do antigo, bolacha furada
de 4, 8 e tfi -m libra, bolachinha du inesnia
massa de 32 om libra, sendo qualquer dol-
as muito torradas e da melhor farinba, e s
d'agoa e sal: tambem lia bolachas para ven-
da e para escravos, por menos proco do que
em outra qualquer parte, o puro caf moido
e de ceyada, >hsuperior, assuc?r de todas
asqiiBlidados, tanto em carolo como refl-
nado : lado por prego rasoavel.
Na loja do Duartc na ra do Cabug
ven lem-se tesouras para alaiate, barbeiro'
costurae unhas, ecaivetes finos de diver-
sas qualidadese da melhor fabrica de Cui-
raariles.
AlgodSo da trra
Na ra do Queimddo, 2o, se recebeu
novamente urna porgfio do superior algo-
clflo da ierra, que so contina a vender pelo
barato prego de 200 rs. a vara em poreflo e
a re la I no a 220 rs.
Vende-so sal do Ass a bordo do bri-
Rue Paquete-de-Ptrnambueo, Tundeado na
volta do Forte-do-Mallos ; assitn como boa
palha de carnauba: a tratar abordo ou
rom Leopoldo Jos da Costa Arauio, na ra
da Mncda, n. 7.
-- Vende-se mermelada muito nova che-
gada ltimamente,por prego muito coromo-
do : na ra do Collegio, vendada esquina
n. 25.
He bom e barato.
Na rundoQueimado, vlndo do Bozario,
sogun.-laioja, n. 18, vendem-se lengo3 de
cores ( lio da Escocia ) para grvala, a ato
rs. ; meias pretas doalgodSo para senhore,
a20u rs. otpar; ditas para hornero, a 100
rs.; ditas branras para meninos, a 80 rs.;
cortes de setirn preto lavrado para colletes,
n 1,600 rs. ; peoinhas de ganga azul com 13
novados, a 1,000 rs. ; chitas para coberta, a
5,500 rs. a pega, ea 160 rs. o covado; cha
neos de castor pardo, a 1,600 rs. ; e outras
Jazendas por barato prego.
Vende-se boa familia de mandioca,
em saccasdoalqueire, a 3,200 rs. e barri-
cas a *,000rs. ; arroz pilado, a 11,000 rs. o
Iqueire ; dito de casca e milho : na ra da
Praia, beoco do Carioca, armazcm de An-
tonio Pinto Soares.
fitas de soda lavradas, volantes e galOes
hrancoseamarellos, bicos eespiguilha di-
to, tinte iros do vidro, retroz de todas as
coros d trancas de Ifl.i para vestidos,ilhozes
do colotes esapalos, papel de peso e al mago
o de coros, dito do coros para capa de livros
" utios enfeites, pentes de tartaruga, ditos
Vende-se urna escrava propria para se
Ihe entregar urna casa, por saber hetn en-
gommar, cozinhar e coser: na ra do n-
gel, n. 56.
-- Vendem-se as seguintcs novelas : Das-
gragas da incoostancia, 2 v. ; Gustavo, 3
v.; Historia de Bonaparle ; o Judeu erran-
Iravessos, aderegosde vidroe filigrana, as-le, 10v.: na pregada Independencia.n. 12.

I
Para manteletes.
Vendc-se chamalote de seda preta, *
padres bonitos, proprio para man- #
teleles, a 2,000 rs. o covado : na lo-
sim como brincos; graxa n. 97editaem
latas, rozarios de osso e cordas proprias pa-
ra >s devotas da Senhora da Penha, ra-
p Gasse fino, grosso e meio grosso, bo-
tos em grosas'eabuloaduras de seda para
casaca, linha de peso das lilias, barretes de
1.1a decores para homena e meninos, alli-
netes de peito finos bom pedra, fio amarello
e cru de sapateiro, botos de madreperola
de diferentes padres para vestido de se-
nhora, toalhas'grandes e pequeas vindaado
Porto, linhas de carretel de 100 a 200 jar-
das, [verniz preto em Trasquinhos, a 40 rs.;
idem dito cha hysson ordinario, Trasqui-
nhos pequeos com tinta, alllnetes de Trro
para encost ou pregar eaixilo, camisas de
meia para homem, tesourinbas para costu-
ra iie senhora, caivetes de penna do urna
a duas Tuinas, oculos de armagSo, e pe-
ja do sobrado smercllo, dos quatro- t| menos talheres de garfo e faca para
Para as igrejas.
Vendc-se missale romanum :
no pateo do Collegio, loj do l-
vro azul.
Vende-se
doDr. Autran,
e segundo annos
Direito publico
para o primeiro
da academia ju-
rdica : no paleo do Collegio, loj,i
do livro azul.
Boa arinlia.
Vende-se fnrinha de mandioca de muito
boa qualiJade, sacca ue alqueire, medida
de bordo, por prego mais barato do que en
outra qualquer paite : na ra do l.ivramen-
t, loja, li. 11.
Vende-se Loa Unta preta de
escrever, em garrafas grandes:
no paleo do Collegio. loja do li-
no azul.
>a
loja de Haya Ramos
C, na roa Nova. n. O,
vendeir-spricBsgua-niules ,!e flor de la-
ranja, grynaldas e ramoide dita c de ou-
iris; Irangds para mtidof, modernas, d<
lirrerrnlcs crese larguras; luna de pc|.
ica, lisas e com enfeites, para senhora ; di
MI pelas para horre iks nl.ora ; bicos d.
nigod.lo, linho e de blondo, brancos e irc-
"i ; M| atoa de i anuo muroquini, de Ins-
iroedesetim biai.ro de todos os lan-a-
miAr g.U,M |,8'a "n'o"; etttTM
muiia lazendas por prego c.iit.modo.
--Undc-se, muito om cunta douire-
lofeos, sendo um i.'uouioe oulro de rala
nariiado Oa-inado, n. 10, loja.
A 5,000 rs. a peca.
Vende-se novo madapolflo encornado,
.ni,|.,!.i,o,,lnoseniodc Isrgun, po
pro para longoes, toull.as de tt.es. ele
pelo diminuto irogo de 3,C',0 rs. a i cea :
'"'l'S*'nioslap. tes com franjas de La ina-
ii/adosconioinelbo. gosio e divenddadet
proprias para castigaos, jarros, lamen,
> dios de cbeiro, cani| ainb.s; le. ludo
chegado ltimamente: bem corno um com
lelo sui liini uto de laten Jas linas e ordi-
narias, |or picgos imito baratos: naiui
Jo gurin^do, d. 87, r.rmaztm de fazendas,
oc llaymundu Carlos Leile
-- Vende --ei mi. ai do bom < flicia
Male : n. na da Cadeia do ltec.ro,
5tJ, se da uuem vende.
SeUi o menor deftilo.
Vendem-se exc. denles chit>s azues con.
ores amarcllas.a 6.000 rs. a pega ditas
unas cor de gana, claras e i scuias, a 5,800
ra. ; ganga da India an.arella de duas lar-
guias, a 1,000 rs. a p,ga; |t,lcu.t de tang
encarnada, a 3.O0 II a llUUI. CobeFloies
'lealHodaodobrudos, os mellioics, a 1 000
' ; lino madiipuliio da India, com 21 iar-
las a J,2 rs a p,g,; modernos chaifeo
ment de lazendas finas e ordinalia, por
mu.lo b. ralo prego : na ra do QueiiiiaUo
Callos l.eile.
-- Vindem-se 5 apolires da compai.hia
de Lebenbe : noarniazem to pe do arco da
Coiicticflo, u t.
cintos da ra do Queimado, n. 29.
Ai ex Mariano.
Vende-so o livro denominado NOVO HEZ
DE MAiiA, a l.i, i.ulo pelos reverendos pa-
dres do hospicio da Penb.1, a 1,000 is. : na
praga da Independencia, livraria ns. 6 e8.
Va rua fio Crespo, n I,
loja de \ poitiis,
vende-se a pataca o covado de chita fran-
ceza de desenbos muito modernos, cores (i-
III e pannos de superior lecidn; estas nflo
encanam, cono tem acontecido em ennun-
cios Coitos em outras parles, motivo por que
estes >e tee.-n (ornado de pouco arrego :
venliam os freguezes, que conhecerao a pu-
reza da verdade.
f Manteletes? ^
Ilicos manteletes, cada um em seu 9
J calino, ch'gados ltimamente de T
Franga : vei.dem-sena rua do Gres-
? po, n. 9, lojaamsiella. #

Vende-se urna moler crioul, de it
annos: na rua de S.-Hita, n. 1t, se dir
quem vende.
Urna pmprledade.
Vende-se una propriedade de tres anda-
res, lila na ri.a do Pilar, defronte da intflD-
der.cia, n. 145. a qual.alm da nplima vil-
la qued'alh ofT. rece, te acha eollocada eir
bom lugar para ronservnrqoalquer estabe-
Iccimenlo : a tratar na inesnia rua, n, 111,
rom o Sr. palrao-mor.
-- Vende-se um escravn de 2t annos, bem
sad.o e robuslu : vendo se por iru dono
terde r, tirar se : na rua do Torrea, n. 20,
loja.
de al*
li'jl ii.
I:ara ngrarfur os fre-
so
120
- Vendem-se superiores e elegantes |
4 Chapeos de inoi.laria |aia senboiu, a fc
* Amazona, ou rainpoiicza, fazenda ^
K| anida iio viuda a este meicado; .
^j ihauos blancos, prelose pardos, n- S
:j cann-ute fiifeitados para liou.ens e ^

nei.inos; boiieles paiu mcninos.de
: novos, apurados gustos edu difieren- i
41 les qualidadis; compiti soilimen- P
n lo du (baleos fraineaiea < mhaiu
.,--------' m "" | i- ii/ ... iiiimui- .
lo chapeos Irancezcs o suissos, 5
^ viudos pela prin.cia vez a esta cida- P
i
f
de, toiiiando-se estes mu recoin-
^j mciiduwis, nao tporsciem de ex-
i: relleules formas e quali .ades, como
uteisas pc-suas que cosluiuain suar

i-
iiiuiloacabcga, para no repastar o *
- a*
a
u
I
suor ; chai oos do Cl.ile, d<< abas pe-
quenas e do Lllia.0 Ion.; dito! da
2 ""lia, dos mais linos qiio lia no mer-
cado ; excellenles pt|as fiancezas do
lo osos mol lose qualidades; pa.
pelgiauuodo illeientes Cies. em
es, em
loigauea lelallio ; u tolo o nn.is i
objettos peilciicenles a chapeos, por 3,
p:ci;ocumiiiJo: na piaga da InJe- fc
ptii.iei.cia, ns. t, 26 e 28.
1
\
<
t
i
m
oa lamilla.
Na rua do I.mmenlo, n 14, vende-si
Ta/lulia muilu boa de S.AIallieus, em sac-
ca, ou stin ella, por mais lisalo prego do
oue eui outra qualquer parte.
gUfZffl
Vendrm-sc pocias porlugne-
zas de exccllenle goslo, Lon enca-
(IcrntcSo de capa de couro e deli-
rada, por 5oo is (rnente ao-
freguezes; para os outros, dista
tloi.s rinzi dos : no palco do Col*
l'gio, loja do livro a tul.
Vendeni-se roscjuinlios com
lirila pret.i, que servein lamLem de
tinleiro a 8o rs cada um : no pa-
teo do Collegio, loja do livro
rtZll'.
(Na r a ro Crispo, o. 10,
loja de fazendas, da viuva Ficitas Cuima-
riles, vendem-se as faieuda abaixo men-
cionadas :
Algodl!o n/iil de xad.cz, icio b:,ratis-
simo prego de cada covado a
(tamisas de niela para mininos.a
Coi les de rolletes de flistei de rd.es
diversas, a
Chales de chita de diversas rores, a
COites de cambia i 4 com lislras de se-
da c de lindos padres, a
Riscado inousiro, o covado a
l.engos de Ufd de linbo de 3 ponas,
nu.ilo bonitos, a
Cambraia fr*neza, o covado a
Itiscados Trnceles, lingos, o covado
Uelas.casemiras de Ifia, o covado a
Filas acbamalolada, a vara a
llrinsde paltia e linho, a vara a
Coi tes de cassa-ebita, a
Corles de cambraia branca bordada,
Mantas de lil de linlio prclo, a
Ditas ditas brancas,"a
IliUs ditas de seda, a
Chales de lila o* seda, a
Sedas brancas lavradas, o covado a
Vestidos de cambraia branca du bar-
"". 2,(00
e outras militas fazendas que se vendeiSo
|or baratissimospregos, o que lerdo offe-
lecias na u esma loja aos compradores.
Vende-se urna casa de tres
andares, sita natiave&sa do Quei-
mado, n. I : a tratar na la da
C adtia-Y'elha, n. 3.
Vendem-se es mutas mis-
sk's leilH.s pelos religiosos capu-
cliinlio.s, a 4o cada urna : no
paleo do Collegio, loja do livro
azul.
-- Vende-se urna un ia-commoda de mog-
iio, com 3 gavtloes na rua do Cjucimado,
segunda loja, li. 18.
-- Vonao-seuin bonito cairo de quatro
rodasenvidragado, e um cavallo rugo, gran-
de, lorie eji ensiindo para carro : na- co-
cheira de Fredeiico llansem defronte do
couvenlo de S.-Fraucisoo.
mesa por prego commodo, facas de bom
corte proprias para cozinha, colxetes pre-
los e ditos brancos batidos e Trancezes, li-
nhas de melada pretas muito Una, assim
como brancas le cambraias, cartriras de
marroquim com mola e sem mola : ludo se
vende na loja de Victorino & Culinarios.
- Vende-se urna prela moga, que engom-
ma, cozinha, cose e faz todo o servico de
urna casa com perfeigflo, reunindo a tudo
isto boa conducta-; um mulatinho de II an-
(os, muito habilidoso, e que he proprio
para aprender qu Iquer cilicio ; oculos pa-
ra todas as idades, recntenteme chegados
la Allfiii.inii.~i que heaonde ba os melho-
res oculistas : na rua larga do liozario. n.
35, loja.
<39O<3OO6O0O COOOOOO
9 a
g Na loja do sobrado amarello, nos a
q qoatro-cantos Ja rua do Queimado, X
q u. 29, ven.lem se cortes de vestidos
q de seda de cores ditos brancos para 2?
yi casamento; ditos de cores, fazenda fr
X a mais superior que aqui lem appa- S
^ recido; ditos de chamalote preto; "C5
V ditos de cambala de seda, palrOes 'c5
O modernos ; chales e mantas de seda; O
Q corles de colletes de setim bordados, O
<"J brancosede cores; esguiflo e cam- O
5) braia de linho; meias de llgodBo O
0 para senhora, de fio fino da Escocia ; q
g lengos brancos de cambraia de linho; q
chapos do sol, de seda de cores; p\
0 panno de linho de 4 larguras ; c ou-
Las fazendas finas e de gosto : ;tudo JT
g. por prego que agrada ao comprador. {?
Vende-se urna preta que engomma,
cose, cozinha e faz com perfeig.lo o mais
servigo de urna casa ; um bonito pardmho
de II annos, proprio para qualquer cilicio:
na rua larga do Rozarlo, n. 35, loja.
Deposito da fabrica de Todos-os-
Sanlos na Haliia.
Vende-se, em csa de Pomingos Alves
Matheus, ra rua da Giuz'do llecife, n 52,
algodfies t.angados, muito po; ros para
sarcos de asscear e roupa de escravos ; as-
sim como fio de algodilo, proprio para ve-
las: ludo por | reg commodo.
Cj ssas frailee zas a 500
rs. cada vara.
Na rua do Queimado, n. 8, vrndcm-sc
cassas francezas de cores Titas, dos mais
modernos padioes, a cinco tosiOcs a vaja :
dilo-se as amostras.
Vende-se una preta crioula, de bonita
figura, muilo boa engommadeira, cozinhei-
ra, costur.ira, ecom todas as habilidades
necessaiias para oservigo la larga do liozario, n. 39, no segundo ou
leiceiro andar.
Noticia aos bous fre-
ftuezes.
Ilechegado um carregamento de pinho
daSuecia, inr.eo e vcnnelhu ainda aqui
nilo visto, de 10 a 30 palmos de compri-
mento, sem nos, proprio para se enverni-
zar; leudo tambem oslado, cosladinl.o
issialhosefo.ro para fundos de barricas'
Vende-se sellins inglexe,
elsticos, cabecadas, e couros de
porco : na rua da Cruz, n. 2, ca-
sa de Geo Renworthy &C
Vendem-se ricos apparelhos
de metal para cli : na rua da
Cruz, n. a, casa de Geo Kenwor-
thy.ck C.
Vende-se bezerro para cal-
cado, ebegado pelo ultimo navio :
na rua di Cruz, n. i, casa de Geo
K.enwortby & C.
Vende-se um piano inglez, em muilo
bom estado-: na rua do Trapiche, o. 17, ar-
mazem de Jos Teixeira Basto.
i\a loja de Maya Ramos
& C na rita Nova, n. 6,
vendo-so rico papel para forrar salas, guar-
oigOes e barras de bonitos padres, e ontre
ellos duas salas de paizagens, sendo urna a
tomada de liorna pelos franeczesem 1818, e
oulra abaladla de J.ily pelos meamos; lan-
Icrnas de ridro, metal e caiquinha para ci-
ma de mesa c piano: jarros de porcellana
dourados; estojes de iiialhemalica ; ditos
de limpar denles ; lindas pe fumaria : e ou-
tras mullos objeelos por prego commudo.
Chegueni, freguezes, ao
barato.
Na rua N.ova, n. 4*2, de-
ro t da greja dos
oiilitars,
vendem-se chitas muito boas, a 140, 160 e
200 rs ; riscadinho Trancez, a 300 rs.; ris-
cado monstro de mais de vara de largura, a
300 rs. ; lengos de cass, a 280 rs. padres
delicados; ditos du chita, a 120, 160 e 210
rs; coeirospara meninos, a 200 e 300 rs.
cada um ; cortes de cassa, a 2,500 rs. com
perlo de 8 varase de bonitos padres; bi-
cos, a 120.160,180e 200 rs. ; ditos do se la
de largura de um palmo, a 400 rs. a vara ;
cortes de colletes de velludo, a 2,500 rs. ;
lanzinha para vestidos da prsenle estacan.
a 206 e 280 rs. o covado ; fazenda para cal-
gas, a 220,210 e 280 rs. de boa qualida-
do ; e outras militas fazendas por baratis-
sin.0 prego, por ler o dono de retirar-se.
Vende-se, ou aluga-sc um
sitio ii-i enlraJa da estrada ora,
na Magdalena, com urna exccl-
lenlo casa terrea com muito bons
commodosi o sitio esta bem plan-
tado e olFerece todas as vantagens
para quem liverbom tost : rjuem
o pretender, dirija-se .ta do
Trapicbe-IVovo, n. io
Na roa Nova, taberna u. 65, vende-se
urna porg.lo de rebolos e pedrasde amolar;
cerveja de muito boa qualidide, a 400 rs. ;
cha, a 2,000 rs. ; covadinha do Franca mui-
to nova, a 210 rs. ; aramia, a 210 rs. ; fari-
nha do laraiiho, a 120 rs.; e todos os
mais gneros por prego commodo.
Novo sorlimeiito de fa-
zendas baratas.
Vcndom-so cortes de cassa-chita mito
bonitos, a 2,000, 2.400 e 2,800 rs. ; risradi-
nhos de linho, a 210 rs. o covado; dito de
algodSo muilo enrorpado, proprio para
roupa de escravos, a 140 rs. o covado ; cor-
tes de hrim braoco de linko, a 1,500 rs.
dito muito bom, a 1,700 rs. ; dito amarello)
1 a 1,600 rs.; dito com lislra ao lado, a 1,280
ri. ; cassas de coros muito bonitas, a 320
rs. o covado ; riscados monslios com qua-
tro palmse meio de largura, a 200 rs. o
covado ; zuarte furta-cres, a 200 rs. o co-
vado ; pegas do cambraia lisa com 8 varas
e meia, a 2,720 rs.; chitas de bonitos pa-
calun^as, 2
de amarello,
magens tudo por preg commouV
na travessa do paleo do Paraizo, n 20 7a
uarna. w ta-
Veod-se cera de carnauba
e graxa do Bio-Grande: na n
daPraia, n. 3a. '
Na loja de seis portas,
endem-se cortes de cassa-chita, padras
&0qU.e Servr par lut. a M> ni. o
corte de II covados.
Attertco.
Vende-se, no Rio-Doce, nerto desta ora-
da e anda mais de Olinft, um sitio com
oasa de vivenda, 150 pes de coqueiros, pti-
mo terraoo para qualquer planUgBo, com a
Trente rin a capella de S.-Anna e para o
mar grande, com ptimos lugares para pes-
caras de costa e Tundo : a Tallar em Olin-
da com D. Luiza de Assumpgflo Bastos, ou
3o and'6' "a rU* d Kang61' D- 36' 80U-
l Vende-se um moinho de pedra nesta
igraphiasedir quem vende.
Kcravog Fus:.*, ios
-- No da 29 de abril, as .6 horas da lar-
de, Tugio a preta Valentina, com um vesti-
do ji desbotado e panno da Costa azul con
risqumhas encarnadas e franja do mesmo
panno ; he de boa altura, bastante preta
rosto comprido, nlhos vermelhos. beigos
jreos, ieio grande, ps apapagaiados ; tem
no hragodiroito um pequeo rarogo.
-- Fugio, no dia 28 do passado, o escra-
vo Lourengo, perlencente a Luiz Francisco
de Barros Reg, o qual esteva Tugido por 6
nezes e dorante esto lempo estove embar-
cado, e Toi aprehendido no dia 23 do cor-
rete e lem os signaes seguintei: be alio,
Cheio do corpo, cor fula, e natural do Pari:
quem o pegar leve-o a rua da Cruz, n. 46;
bem como se. previne aosSrs. capitSea de
navios para que nflo recebam a seu bordo.
O ratificar A o.
Fogio, da Cidade de Mscfi, no passado
abril, a escrava de nome Colecta, do dou-
tor Jos lavares Bastos, e gratifica-se a sua
epprehensflo nesta praga, rua do Rangel.
n. 36 segundo andar : signaes scguinUs
crioula, moga, disfargada, boa estatura,
corpo espigado, peitos escorridos, e com
visivel queimadura no rosto.
Una recompensa.
Acha-se fug:da, desdo o primeiro do cor-
relo anuo, a preta Mara da Cruz, de 40 o
tantos annos, cara redonda e enrocada;
l-m um dente Tallo na Trente; he baixa e
um tanto cheia do corpo, mitos e ps pe-
queos; lem as unhas dos ps retrocidas e
muilo grossas, tendo nos meamos alguna
cravose urna marca de ferida em um dos
tornozelos; lem urna oanella quasi toda
oveira proveniente de oulra grande ferida
quo leve ; da muito cavaco quando Ihe Ta-
zem cuz; be muito conhecida de alguns
ofliciaes de pedreiro, por ler trabalhado de
servente em algumas obras, e em algum
lempo que vendia agoa ; tem sido vista em
Olinda e nesta cidade a vendar agoa : quem
a pear leve-a ao Alerro-da-Boai-vista, n.
17, Tab ica de licores, quesera generosa-
mente recompensado
Fugio, no dia 3 de margo, da povoagSo
do Barreiros, a parda Arclianja, baixa, cheia
docorpo.com urna belida em um olho,
denles limados, com algumas rugas na
cara, cabellos crespos o bastai.Ks miu-
dos: quem a pegar, ou a quizer comprar,
dirija-se a povoaglo dos ATogados, a Manoel
Ignacio Bezerra Cavalcanli, ou na meama
povoago dos llarreiros, a Antonio Pedro
C.ivalc.inli de Albuquerquo.
Fugiram, de bordo do bri-
gue nacional Sem-Par, vindo do
Kio-de-Janeiro, ti es escravos, sen-
do : Sabino, pardo, de ao annos
pouco mais ou menos ; levou cel-
cal e camisa ezues, e bonete en-
120
420
40
320
1,000
a 2,000
1.6Q0
1,000
3,000
3,0d0
loo
320.aiiar rom joaquim Lopes de Almeida, a cadeia
|00 ciiixciio de Joao Matheus.
--Vende-so a melhor ago'ardenle de Fran-
Vendem-se relogios de ou-
ga (pala brandy)que tem vindoa este'mer- ro, com vidro, e saboncle, naten-
cauo, em canas de una duzia. lor nreen' a. : i i i *
muilo commodo: na rua da Cadeia dfl? lie- te ,,,8,c'> ebegados agora : na Illa
Cruz, n. i, cosj de Geo
- do Be
cire, n. 48, casa de Augusto S. Corbell.
-- Vinoe-M um cano de quatro rodas,
com arrrios, quasi novo, lendo sido felo
em Inglaterra, da melhor conslrurgflo, com
asseniu i a. a quatro pessoas e para mais
duas em lenle : um dito americano novo
de 4 rodas, muito leve; no sitio do falle-
cidoSr. C. C. Cox, antes de chegar ao Man-
guinho.
Vende-se, na rua do Crespo, n. II, I o-
oaopaiuo lerceiio auno, por 5 OCO is
rarnli altea de Sevene, por varios pregos :
da i,ruz, n. a,
Kenworlby & C.
Anda nao vistos.
Vcndem-se liuiasimos mante-
letes de seda pelas e de cores,
por preco commodo. Adeveite-se
que estes ni iniceles sao do mais
apurado g-slo que tem vindo a
este mercedo, por terem sido
mandados fhzer por urna senliora a
cartas do Cicero, or 800 rs. ; Cunielioil
por vanos |r. gos; Ceogiapbia por varios
pr.gos; Magnum Lexicn, por 5,000 Vi'. ",a"uauo8,er por urna sennora a
Diccionario de Viera, por 3,000 Vi.l: lia- "3''* perila modisla de Pars: na
1p^J^7^jff^^S^ ^", ,.'eaquln'
tioiacio esaiusiio. qne volta para a rua das Cruzrs.
Merino i reto de tinas
larguras.
Na rua do l.ivramenlo, n. 14, vende-se
i.riiii preto muito lino, pioprio paia ves-
lidos e senhora quo esliver d<- luto, a 1 800
rs. o cuyado ; casimira n.esclada p.,ra'pa-
litos; corles de casemira de cOre?, a 2,800
rs.; e outras fazendas a troco de pouco'di-
nheiin. v
- Vendem-se bichas de Uamburgo, che- .
gad.s pelo ultimo navio, a 25,000 rs oceu-l '
lo : 11a ma do Vinario, u. 8. | tby &C G.
qnevoua p
Vende-se superior fio de al-
godo, proprio para pavios de ve-
lase para rede de pescara; na
rua da Cruz, n a, casa de Geo
Kenworlby & C.
Vend m-se lonus imperiae,
as melbores que ba no mercado, e
liiimzao para velas: na rua da
Cruz, n. a, casa de Geo Kenwor-
carnado : dous dilos crioulos, de
nomes Euzebioe Antonio, que re-
presentam ter a5 annos cada um,
de estaturas hilas ; levtram calcas,
camisase bonetes azues. Poga-se
as autoridades policiaes c capilSes
de campo, que os apprebendam e
levem nos a [Novaes k Compa-
nbia, na rua do Trapiche, n. 3q-
Fugio,Jdo engenhode Tres-Boccss, no
da 17 de fevereiro paasado, um pardo com
os signaes seguintrs: baixo, giosso, sem
barba, de20annos pouco mais ou menos,
cabellos enroscados, olhos grandes e aga-
.ropados, bem fcito de corpo, pernas e ps,
nariz chalo, beigos grossos, bocea legular e
c.iin todos os denles ; inlilula-se forro, o
como tal vem monido de um passapoite ral-
s.icunoqual illudlo as autoridades de
dlarra-Crande : qoemopegar leve-o ao di-
to engenho, ou aoBecifo, em casa deMa-
noel Joaquim llamos e Silva que em qual-
qin r das partes sera generosamente recom-
pensado.
Fugio de bordo do patacho Atttia em
13 de fevereiro prximo passado um escre-
vo mannheiro, de nome Joaquim, ciioulo,
be alto, tem barba por baixo do queixo,
bexigoso, cl.eio do corpo e representa ler
40 anuos, o qual consta que tem mili na
cidade de 01 inda : lau bem fugio de bordo
do patacho ont-de-Mar^o em 16 de abril
crreme, um escravo ni.ninheiro de nome
Mquiei, nacflo SllIlai cor jir(.ls> eslalur
regulare cheio do corpo, representa ter 30
anuos, levou vestido rou; a de algodSo usa-
da c inculca-se ser fono, os quaos ato de
propriedade do Sr. Francisco da Silva Flo-
ires, ne|;ociaiitdo Rio-Crandn dosul. Pi-
Je-se a todas as autoridades policiaes a vc-
llicag3o de quaesquer escravos, que sejam
faplurados, e aos capitilea de campo muilo
e reconimenda sua captura, gratificando-se
a quem o"s Irouxer, na rua da Cadeia, n 39,
.0 An orim limflos, leconlircando-so
c:i>a
ospropiis. pelo primeiro com 100,000 rs. e
pelo srgundo com 50,000 rs oque se ga-
rante pelo presente.
PiaR. : na rre. i>s u. t. oe mu.1850


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