Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06898


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Full Text
\nno XXVf
Qmnfa-feia.2
VASTIDA* POa COI IHIlOa.
. Coiauna e Parablba, srRunda; esextas feras.
Rio-Grande-do-Norle. quintas felras aomeio-
Cabo, Serlnhaem, Rlo-Pormosi', Porto-Calva
e Macelo, no I., a 11, e 21 df cada mez.
Garanhiin* e Bouilo, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, as quintas feiras.
Oliuda, todos os dias.
.uva.
Ming. a A, s 8 h. e 20 ra. da in.
Nova a II, as 8h.e 49 m. da t
Gresca 18, 1 h. e 33 m. da t.
Chela a 25, s 9 b. e 48 m. da t.
IBIlKUt DI B03E.
Primoira aos 8 horas e 30 minuto* da manhaa.
Segunda aos 8 horas e 54 minutos da tarde.
ana
fie Malo de 1850.
N. 99.
POS DA IUBSORIK?Ao.
Portrcsmezes(adnicio) 4/000
Por seis raexes 8/000
Por um anno
OIA da UaUB*.
29 Seg. S. Pedro Martyr. Aud. J. dos orf. e m. 1 v.
30 TV re. S. enharina de Sena. Aud. do chae, do
J. dal. v. do civ. e do dos '(Vitos da fazenda.
1 Quart. fcS. Filippe es. Tiago.
2 Quint. 8. Athanaiio. Aud. J. dos do orf. c do
ni. da 1. v.
3 Sext. S. 8 Invencao da Santa Cun.
4 Sab. S. Monica. Aud. da Chae, e do J. da 2. v.
do crluie.
5 Dom. A Maternidade do IN'ossa Senhora.
--l'l'"1 --------
CAMBIOS KM 1 DE MAIO.
i dias.
Sobre Londres, 28 d. por 1/000 rs. a 60
. Paris, 316.
Lisboa, 95 por r.ento. _
Ouro.-Oncas hespanhoes......... 29/000 a 29^00
Moedas de 6/400 velhas.. 16/800
de 6/400 novas .. 16/400
; de 4/000........... Wf
Prta.PatacSes brasileiros...... J/-*1'
Pesos columnarios....... i/"
Ditos mexicano.......... j/frr
a lTfrOOO
a 16W5
j#6iKl
9/4IW
2/000
1/9S0
1/820
NiMBKGO
PARTE OFFICWk.
TRIBUNAL DA KELACAO.
SESSO DE 30 DE ABRIL DE 1850.
MB8IDBKCU DO T*. SBNHOa. CON-
cFl.HEino AZEVKDO.
A's 10 horas da manhaa, achando-se pre-
sntelos Srs.desembargador es Ramos, Villa-
rea. Bastos, Leo, Souza.Rebello, Luna Freir r
Telles, faltaudo coin causa o Sr. de.sembarga-
dor l'uuce, o Sr. presidente declara aberta a
aeaao.
O Sr. presidente apresentou em inesa sete of-
ficlos do Exm. Sr. couiellieiro le estad presi-
dente da provincia, em que Ihe enmmunicava
ter norrieado supplentes do tuiro municipal e
orphus, para os termos de Po-iI'Alho, Naza-
reth, Victoria, Rio-Formoso, >'erinliaem, Igua-
rassii, Flores, CHinda e Agoa-Prct t e quacs ellcs
crau.
BECISCSS.
Jpptllaco crime.
Appellante, ojuio; appellados, lote Vctor
Madeira e outro.--Julgou-se improcedente a
appellaiio.
Rtcitrioi.
Recrrcntr, Matada Silva Horges ; recorrido
o juito. Neg rain provimento.
Recorrrentc, o juizo; recorrido, Jno llernar-
dino de Vasconcellos Reformadas senten-
ca de nao pronuncia.
Recrreme o julzo de direlto da comarca de
Garanhuns; recorrido, Joaquin Jos 1 < -
raujn Luna lloclla. Ueformaram o despa-
cho que ordenou a soltura.
Apprltacot citis.
Appellante, Josu de Jess Jardiin; appellado:
hilvesue Joaquin do Nascuicnto. (Confir-
mada.
Appellante, Amnelo Jos de Mello ; appellado,
Jote Vicente de Mcdeiros.Receteram-se os
embargos.
Appellanlr, Joaquin Rodrigues de Alineida ;
appelado, Manoel de Souza Couto -Julgou-
e provadotos artigo de habilitaedes.
Aijijravoi. q
Aggravante, Marianna Dorothea Joaquina ; ag-
gravado, Jos Rorlgues de Sena Sanios.
Di-iain provimento,
Aggravanlc, Bazillo .Uves de Miranda Varejiio;
ggra.ado, o juizo.Negaram o provimento.
Appellaco de Me/eai-corpoi df Jone Francisco
de Olivelra Mendes.Mandn se ouvr ao Dr.
chele de polica e ao delegado de Pao-d'A-
Ibo.
Foi assignado o prlmelro dla til para o jul-
gaiuenlo das seguintes appellaces eui que sao:
Appellante. Manoel Elias de Moura ; appella-
do, Detono dos Anjos Tcixcira.
Appellantes, Manoel Lupea de Souza esuamu-
llier; appellados, o curador dos orphos e
lierdeiros de Francisco Ferreira de Souza.
Appellante, D. Barbara Francisca Xavier de
Mallos Moreira ; appellados, Antonio Luis
Caldas eoulros.
Appellante, Mannel de Almelda Ferreira ; ap-
pellado, Joao Ferreira dos Santos.
Appellantes, Filippe Francisco Cavalcante e
sua mullier; appellados, Francisco Rodri-
gues Aeixo e sua niulber.
Appellantes, Machado S Pinheiro; appellado,
Francisco Marlins de Lima.
KEVISOI'.S.
Pastarain do Sr. desembargador Ramos ap
Sr. desembargador Villares as seguintes appel-
ccs cin que sao : *
Appellanle, o promotor publico desla cidade ;
appellado, Jos Lourenco Marlins.
Appellanle, o Dr. promotor puidico de Ala-
goas ; appellado, Domingos Jacob Dantas.
Appellante, Luiza Francisca da Conceicao ; ap-
pellado Antonio Hernardino dos Res.
Appellante, Jos Antouio Gomes Jnior: ap
pellado, Joao Pinto de Lemos Jnior.
Passaram do Sr. desembargador Villares ao
Sr. desembargador "asios as scguinles appel
lacees em que sao :
Aiipellanie, Anselmo Goncalvrs Pereira ; ap-
pellado, Joaquim Carneiro Leal.
Appellante, Jos Vielra de Mello appellada,
D. Anua deHollanda Cavalcante.
Passaram doSr. desembargador Bastos aoSr.
desembargador Leo as seguintes apprllacdes
em que sao : '
Appellanle, ojuio, appellado, Manoel Joa-
quim Paes nrrelo.
Appellanle, Antonio Vilal da Fonscca uananei-
ra appellada, Auna Joaquiua de Freilas -"
outros.
Passou do Sr..desembargador Souza ao Si
desembargador Rebello a seguinte appellaco
em que sao : ....
Appellante, Jos Dias da Silva; appellados,lor-i
ge Kenvrorlli SiC. r oulros
Passou do Sr. desembargador Rebello ao
Sr. desembargador Luna Freir a seguinte ap-i
pellaco em que sao :
Appellanle, o jury da villa deCanind; appcl
lado, Jos Aulouio de Souia Uchoa.
Passou do Sr. desembargador Luna Frcirri
ao Hr. desembargador Telles o seguinte re-
curso civel cin que so :
Recurrentes, Antonio Jos r'ernandes de Oli-
veira c outro ; recurridos, o Dr. Jos Maria
ui e outros.
DISTMSUIfES.
Ao Sr. desembargador liattos a oppellaviio
do juizo da fazenda do t.ear em que sao :
Appellanle, o juizo; appellado, Cosme da R
cha Bczcrfa e oulros.
Ao r. desembargador Lcao a segulule api
pellaco em que sao:
appellantes, llonilacio Jos Larneiro e outro;
appellados, Uanocl Rodrigues de touzac Hl
curador. I
Ao Sr. deseinbargadoi Rebello o recurso des
la cidade em que so :
Recorreute, Juio Antonio Lcitao ; reccorndo,
o juito
Ao inclino Sr. o aggravo dista cidade ei*
que sao: ,
Aggravanle, Joao Alves de Carvalho Porto ; ag,-
gravadn, Le llreton BcbraniW oi L'.
*oSr. desembargador Luna Freirc o aggra-
vo dcsia cidade em que sio :
Aggravaue, Joaquim Augusto de Araujo Ja-1
coliina, aggravado, Francisco Manoel (la Sil-
va Tavare*.
Ao mesino Sr. a appellaco desla cidade em
que sao
Appellanle, Eslevo Cavalcantl de Albuquer-
3ue; appellado, Jeronyino de Albuquerque
llvelra.
Ao Sr. desembargador Telles a appellaco
civel em que sao :
Appellante, Feliciano Jos Henrlque iwtor de
seus neltos; appellada, a fazenda nacional
da Parahiba.
Levantou-se. a sesso as 3 hora da tarde.
PE NAMBUCO
,0-
ASSEMBLBA PROVINCIAL
le/SESSAORDINAIllA EM 29 DE ABRIL
[iE 1850.
MESInENCM DO SR. PEDRO CAVALCARTI.
SUMMtnio Approvaco da actit da sesiiu
anterior. Expediet: Partceru Se-
gunda discussdo do projiclo n. 11 at o ar.
lerceiro, que ficou adiado.
A's 11 horas da msnhila, feila cliamida,
verifica-se eslarem presentes 27 Srs. depu-
tado, faltamlo sem causa participsda os
Srs. bar3o do Suassuna, Machado Ros, Rh-
tis e Silva, liis o Silva, Drumond e Oliven a
Mallo, u com ella o Sr. Malaquias.
O Si: Presidente declara aberla a sessilo.
O Sr. 2.0 Secretario la acta da sessilo
anterior, que lie approvada.
O Sr. i.Secretario monciona o seguinte
EXPEDIENTE.
Um ollicio do secreta lio da provincia,
participando ter submeltido ao conheci-
mento do lAiii. presidente o ollicio desta
asscrnbla, communicando haverem ilo
approvadss as contas das cmaras muni-
cipaos desta cidade, Goianna, Victoria, I
Riiarasa e Nazareli, pertencenics ao anno
linancelro de 18.48 a 1849, bem como as da
cmara municipal de Olio la de 1847 a 1848
o de 1848 a 1849. Inteirada.
Um requerimento de Loureoqo Correa de
S, vigario da freguezia de San-Jos desta
cidade, pedindo se marque na Ici do orea
ment urna prestaQilo para a continuado
da edifcaeo da nova matriz. -- A' commis
sfio de orcamcnlo.
SSo lidos e approvados os seguiutes pa
receres:
Foi presente commissilo de instruc-
?Io publici um ollicio do secretario da pro-
vincia, acompanhado de outro em que o
director interino do lyceu, dizendo queda
cuinprimento ao de 23 do correnle, pelo
qual o Exm. presidente da provincia, alten-
dendo a requiaico desta asscrnbla, ordo
nava ao mesino director interino exigis^e
da congrega^ao do referido lyceu o sen
juizo critico sobro os compendios de gra-
mtica portupueza, compostos por elle di-
rector interino, Jos Bcrnardmo de Sena,
Salvador llenriques de Albuquerque c Joa-
quim Antonio de Castro Nunes, limia-se
a aprcsentnr os motivos porque no sujei-
lra seu compendio ao conhccinicntd da
mencionada congregado, a fazer o elogio
delle a depreciar o do dito Sena, o a dizir
que aquella corpora^'ilo anda nem ao me-
nos vio os dos outros dous culadilos. E co-
mo semelhanto infovmaco nada adianta ,
nem esleja de aecdo com o que passou na
casa, a qualquc;- ter em vista sobre taes
compendio^, nflo o juizo nico e especial
da directora do citado estabelccimento,
mas o de toda a respectiva congregacjio ,
lie a commissilo de parecer que a mesma
informa(flo soja devolvida, para que venha
nos devidus termos.
s la dascommissOcs, 29 de abril de 1850.
- t'loranno Correa de Un to. Antonio
Jos de Oliveira. Luiz Paulino Cavulcanti
Vellez de Guevara
ii A commissilo do contas e ornamentos
das cmaras municipaes,precisa que aca-
mara municipal desta cidade, informe os
requerimentos.do fiscsl Joaquim Jos Bello,
que pede augmento de ordenado, e de Joa-
quim dos Res Comes, o qual pretende um
abate no prefo por que arrematou as cazi-
nhasdo mercado da Boa-Vista ; por isso lie
do parecer que pilos canaes competentes
se pecam estas informaQOes.
Sala das commissdes, 27 de abril de 4850
~ Manoel Joaquim Carneiro da Cunha. A.
F. de Oliveira. Francisco Rapliacl de Ncllo
Reg.
S3o lidos e julgados objecto de delibera
projectos ;
A asicmbla legislativa provincial de
Pcinambuco, resolve
a Artigo 1." Fica dividida a fregutzia de
Sanlo-Anto coma do San-Jos uosBczer-
ios pela maneira hcguinlu : principando
das nasecncas do riacho Aurora, seguir
em direceflo ao norte pelas trras denomi
nadas Freixciras, pertencentes aos hirdei
ros do Tinado )o Rodrigues de Sena, in-
clusive at o Rio Ipojuca; e, atravessando
oste, seguir na mesma direccao pelas tr-
ras deJo3o da Costa aleo riachoMutuns;
o conliuuando pIs trras de Francisco
Pereira, o lugares denominados Forno eSa-
pocaia at as nsseencas do riacho Tapeceri-
cafo dabi at o lugar denominado llaixa-
do-Molung.
Art. 2 Do dito lugar Baixa-do-Mu-
lung at os limites da comarca do Li-
mociro, a divisoo das ditas freguezias ser
a mesma que actualmente existe.
Art. 3.* I'icam derogadas as disposi-
Qes em contrario.
I'asso da asscrnbla, 29 de abril de
1850. yose Filippe de Sousa Ledo. *
a A assembla legislativa provincial de
Pcruambuco, resolve:
Art. 1." Fica creada urna cadeira de
primeira letras, para o sexo mascolino na
povoacSo da Passsgem-do-Joazeiro, a qua
ser prvida ni forma da lei.
Art. 8.' Ficam revogadas todas as leise
disposiefles em contrario.
Paco da assembla provincial, 29 de
abril de 1850. Souza Keis.
Discussao do parecer da commissao de
conslituieflo o poderes, adiado da sesso
anterior, por haver pedido a palavra o Sr
Citedes de Mello.
O Sr. Presidente: Est em discussao, e
tem a palavra o Sr. Cuedesdc Mello
O Sr. Guedes de Mello : Sr. presidente,
flz o requerimento sobre que versa este pa-
recer, ha muit"S dias ; c, quando o 12, ha-
via necessidade de membros nesta casa,
porque nao tinham cliegado muitissenho-
res que depois se apresentaram ; boje, po-
rri, nilo so sent essa necessidade e por
isso confor.no-me com o parecer da com-
missao.
Pedi, porm, na se^so anterior a pala-
vra sobro elle, porque queria confrontaros
seus fundamentos com as pecas que Ihe
serviram de base, e como tenlia achado
tudo conforme com o parecer da nobre
Commissao, vol por elle.
OSr. Castro Ledo :-- Sr. prcsidenle, como
um dos membros da commissao que confee-
cionou este pnrecor, corre-me a obriga^ao
do dar as ra>cs porque elle nao foi aprc-
sontado mais cedo consideraran da casa.
A commissao sendo composta do tres
membros, tem dous delles fallado na casa,
supponlio que por docotes ; devia, poU, en
cncarregar-me desso Iraballio ; mas cu
lanili io me tenlni adiado o'oio estado bas-
tante morboso, porque soffi i milito da epi-
demia que grassou no paiz, c por isso |'ou-
co lempo pude empregar nesso examc, o
que deu em resultado s poder aprsenla
lo na sessao anterior. Eis a rasilo da de-
mora ; e, como o nobre deput ido nao im-
pugnou o parecer, nada mais dovo dizer a
respe! to.
O Sr. A de Oliveira: Sr. presidente, eu
nao me conformo muito com este parecer
acham-se na casa 32 deputados ; a cma-
ra municipal requisicHo da mesa desta
assembla, mandou chamar seis supplen-
tes; quatro j tomaram aqui assento, dou-
ern lugar de dous deputados que morie-
ram, o dous em lugar de dous senliores
que cstao com assento na assembla goral;
estao dous cm camiuho, ou a ch<'gar ; logo
temos o numero de 36 e nao vejo necessi-
dado do se chamar mais ninguem ; uo a-
cho mesmo airoso que se cliamem supplon-
p.ira se despedirem lugo dei ois : c, como
est preencliido e Harnero legal, eu v l
contra o parecer.
O Sr. Castro Ledo: -- Sr. presidente,
auando eu me encarreguei da co foccuo
esto parecer, estabelcci o principio de que
a assembla devia ter presentes 3G deputa-
dos ; reconheci que eslavam na casa 2G de-
putados e 6 supplentes, e que por conse-
gniute falta va m \ membros paran precn
cliimento daquello numero legal; vi depois
mais quoexjslia um ollicio do Sr. Vieira
de Mello, no'qual dizia elle quo se apresen
tari a no primeiro do vindouro mez ; sube
mais que, estando na capital a familia do
Sr. Catanho, este senhur pouco tardara a
vir tomar assento, o por isso entend que
siuento deviam ser chamados dous sup-
plentes ; mas, sabendo lainbcm queja se ti-
nlia niciado ao Sr. iNemezio de San-Joo
i.ua 11 o lo, vi-mc obrigado a concluir pelo
diamntenlo de um s supliente.
Por estas rasOes parcce-:ue que a commis-
slo lica livre das impulaces quelliefezO
Sr. segundo secretario ; tanto mais se se al
tender que ella conclu o por tal form i. por-
que reconlieceu qua na casa liavia queui ti-
vesse menor numero de votos do que a
Huelle quedeveser chamado. E Como he
corlo quo aquello que tem menor numero
de votos, deve ceder o lugar ao* que loa
maior, a commissao, rara que se n8o con-
cluisse que ella queria excluir da ess ess.
ciddSo, terminou pedindo que elle foss>
chamado, nano designando individualmen
te, porque a outr^m compute esse conheci-
metilo em vista da nova apuraeo que a as-
sembla fez.
He lido e approvado para entrar em dis-
cussao um requerimento ou emenda ao
parecer.
O Sr. Castro Leo: Sr. presidente, t
duvida do Sr. segundo secretario versa ou
provm de um engao por nao ter a com
inissao apresentado todas as tases en.
que fjodou seu parecer, o lie a duvida pro
veniente do ter sido chamado o Sr. Lou-
renco Carneiro da Cunha, que depois foi
por esta casa reennbecido como suppleuti
muito ib lixn de outros, que em i rimein
lugar di v< m toaar assento ; logo fui para
entrar no lugar du Sr. Carneiro da 'Cunha,
ue nSo devia ser chaundo, que propoz s
commi.'sSo o co inaii.enio aquelle que
na orJem da voltao e apuracSo dest casa
deve ter assento. Se, pois, o notne depu-
tado volar pelo cliamsmento do mais un:
supplenle, ha do por lorc,a approvar o pa-
recer da commissao. Sendo assim dada
rasilo porque a commissao exarou aquelle
parecer, me parece que lica justificada das
argui^Ocs que ua casa Imam desenvol-
vidas...
O Sr.Queirot Fonseca : Sr. presidente,
achoque a emenda constitue o parecer eu
peiorcondicAO : ella manda quesechami
um supplenle em lugar do Sr. Lourenco
Carneiro da Cunta ; mas, nao sendo esb
senhur, nem deputado nem supplenle, come
se chamar alguemem lugar dclla ? Nao be
possvel: logo voto contra a emenda, o pelo
paiocor.
O Sr. A. deOUveira :--Aqui est um officio
da cmara, do qual consta que ella man-
dara chamar o Sr. Dr. Lourenco Carneiro da
Cunha, quando esta assembla delerminou
queso chamassem seis supplenles; logo
este senhor pode qualquer da presentar
se aqui, porque p.le ignorar a decisHo da
casa : para evitar isto he que eu proponlio
queso chame aquelle que deve ser chama-
do no lugar doSr. Lourenco Bezerra.
lia o que tenho a dize.r.
Encerra-se a discussao ; e, leudo sido re
lirada a emenda a pedido de seu autor, lo
o parecer submeltido votae3o e appro-
vado.
ORDEN no DA.
Continuacao da segunda discussao d(>
projeclo n. II, que fixaa frrja policial para
O anno de 1850 a 1851.
Tnhi ficado adiado da sesafln anterior o
arlgo 1." eum paragrapho offereci lo pe
la commissao como emenda
Ten.lo desistido da palavra o Sr. Guedes
de Mello, e nflo so adiando presente o Sr
Francisco Jo3o encerra-se a discussao; e,
sendo o artigo com a emenda subme'.lidos
i v-'lai' i, sao approvados
Entra em discussao o artigo 2."
Vai mesa e he apoiada para entraren)
discussilo a seguinte emenda :
O sold do major ser de 90,009 rs e
os dos mais ociaes, bem como os venci-
menlos das pravas de pret serilo, etc. O mais
como no art. do projecto. Jos Pedro.
Profundo silencio na casa...
O Sr. Presidente: Visto que nao lia
quem queira a pilavra, vou proporo encer-
ramenlo da discussao...
O Sr. Josi Pedro : Pe?o a palavra.
O Sr. Presidente : Tem a pilavra.
O Sr. Jos Pedro sustenta a sua nmenda.
O Sr. Manoel Catalcanti: Eu pe ti a
palavra para ver seobtinha algui esrlnre-
cimento a res;.eilo da emenda em di-cus-
sflo ; porque pelo silencio da casi SUppu-
nlia quo ella ia ser approvada; vislo que
desgraciadamente os augmentos de despe
za sao semprc approvados na casa. ( nliu
apoiados. ) Nao apoiado Os rxemplos
ah estilo : augmentos de ordenado sao tem-
are approvados na Casa j he regra que nao
t io l'iilooli) Entretanto eu nao julgocon-
veniente augmentar assim veneimentos sem
nenlium motivo Justo ; e, s'm.io estes os
meus piincipins, nao posso approvar a e
mondado nobre depul lo. O que quer
elle ? Gradiolo ou propor^ao nos sidos.1'
0 projecto rs conserva; po-quenada alte-
rou a respeilo na lei vigente, e esta d ao
alferes 50/000rs.s, ao tenente60#, aoca-
pililo 70/, e ao major 80/. Ora he tena gra-
dadlo muito boa, esupponho qu nao ha
necessidade de altera-la.
Heais eu vejo no art 3. um augmento
de veneimentos aosolliciaes de polica ; is-
tu he, vejo ahi a ConcWsSo de cavalgaduras
f. forragens...
VmSr. Deputado :-lsso he para o sus-
tento do cavallo.
O Sr ManotJ Cavakanli: E 0 cavallo he
para ooMrial. .
l'm Sr. Depuladu : Mas o c.ivallocome...
O Sr. Manoel Cavaleanti: Mas as vezes
n3o ha cavallo, o o olllcial come, o quo o
cavallo devia comer... (Hilaridad prolon-
gada. )
Mas eu creo que a quostiio do cavallo de-
ve licar para o ait. 3." ; o 2. que esli em
discus-Ho, apenas traa de sol los. o deve
ser conservado, porque conservou o que
xiate, e al boje tem sido julgado bom..
O Sr. Mello lego : -- E sto que Oliste, foi
felo pelo nobre deputado.
O Sr. Jos Pedro : E eu nao posso emen-
dar um erro meu ?
O Sr. Manoel Cmalcanti : P lo ; mas he
,uando ello exista ; e, como isso se nao de
lio caso vertende, voto contra a emenda.
O Sr. Jos' Pedro respon Je ao precedente
orador. .
OSr. Manoel Cavaleanti :O nobre depu-
tado, para corroborar sua opinian, enmpa-
rou o corpo de polica com os de primeira
linha, o dessa compararlo dedusio quo ao
major do menciona lo corpo cabe sold
maior do que esse que actualmente lem
Comquanto, eu nada entenda da materia,
todava observarei ao nobre deputado que
os corpos de linha, quando compostos de 4
companhias, sao commandados por um ma-
jor, e que, sendo apenas 4 as companhias
do corpo de polica, o leudo elle uro ten-
te-coronel e um major, he ev lente que este
traballio he muito menos do que os de li-
nha,e por sso n3o lem direilo a sol Jo maioi
do que aquelU que ora se Ihe da. Portanli
devemos conservar o que existe, e votar
contra a emenda.
(iSr. Millo Rigo: j Sr. presidente, como
ou -moro da commissao vejo-ine in necessida-
de de dar as rases pelas quaes nao posso acei-
tar a emenda pi oposla pelo nobre deputado.
A commissao uo regulou o sold dos olU-
ciaes do corpo de polica, BCUI por e:si grada-
cao que aqui fui lembrada, nem tembeiu pelo
sol.lo dosolliciacs de primeira linha jeltejul-
gou com i as.ii> que o sold est na rasu do ser-
vico que i-.li-> prcslam, ou do trabalho qui
pesa sobre clles; che daqu que nascc isso
que ao nobre deputado parece una incoheren-
cia ; incoherencia que nao existe, seseallcndei
que os oll'iciaes subalternos do corpo de polica
carregaiu com muito mais trabalho do que os
- IVid.ii s superiores. E devo dizer que nao he
sem fundamento que actualmente d-se essa
dill'erenca degraduaco no sold do major. A
commissao achou que a Ici existente tiulia bem
considerado essa raso, achou mesmo que era
um trabalho mullo bem orgauisado, e po.i
ineiubros tao illuslrados como o uobre depu-
tado
(J Sr. Joie Pedro : O trabalho he da assem-
bla, porque foi por ella approvado.
O Sr. Millo llcgj : A assembla louvou-st
c com mu 11 raso ua opiniao respeitavel do
nobre deputado, e creio que o es com muito
acert a commissao, achando este trabalho per-
feito, ailoplcu-o, c leve para isso rasoes pode-
rosas, rascies que por obvias devein escapar a
penetraciio dos nobres deputados, e que escu-
sado seria expender.se nao julgasse seroonve-
niente dissipar algumas duvidas pouco funda-
das que se leem suscitado.
Ss. presidente, um corpo de quatro compa-
nhias nao deve ser oominandado por um te-
nentc-coronrl, se se quer lomar por n-ir-m* o
que se observa nos corpos de linha, o que para
inini de certo nao tem peso; julgoindiirerente
ao caso a denominacao que se qulzer dar ao
commandantc; mas a cominlssao querendo
respeilar a o lira que existe, niio querendo fa-
ler altcricdes que poiliam ser dispensadas, e
que entretanto podiam parecer odiosas, con
sei v u esse posto, que de laclo, se nao ira/,
comsigo bem, Uiiibcm nao allera em nada n
mirchado servico, e nao d nem tira frca ao
corpo ; o que elle fa/. poderia faier um major,
|//u um oparle ) Nao he isso ; nao se da mes-
mo caso com os ofliciaes de lileira, que sao
aquellcs que mais trabalhos faiem, porque fio
os que fazein as rondas, os destacamentos, as
diligencias, etc. alm do seivico do qtiartnl
Kis a rasao ponqu o sold destes he maior do
que o dos olliciacs de tropa de linha, que, pos-
to teuha urna vida igualmente trabalhnsa, nao
lem a sirle tilo precaria ; mas, no succede as-
sim a respeilo do major, porque o servico in-
herente sua posico nao tem coniparacaoconi
a do major de tropa de linha, cuja fiscalisaro
lie maior do que a do fiscal de um corpo de
quatro companhias, com pracas que nao sa-
lieni da provincia, ,e nao andaui addidas por
corpos diversos.....
lfm Sr. Deputado: Isso he argumento para
se siipprimir o commamlante.
O Sr. Mfllulteijo : Eu nao quero entrar na
questao do commandanle, porque nao he disso
que se trata: a commissao nao quizproporsup-
presso nem alleracao desold; nas declaro
que individualmente aceito nao s a diminiii-
cao do sold do coinm ndanle, como al a sup-
preaiio do lugar ; nao a proponho porque nao
ajulgn necessaria, mas aceito-a, se o nobre
deputado asienta que convui alterar a sua
obra. Nao a quii propor para nao bolir no que
eslfeito, mas repito, aceilo-a se o nobre de-
putado mandar mesa urna emenda neste sen-
tido.
O major de um corpo de quatro companhias,
cilio ia eu dizendo, nao deve ser cousiderado
tent como uin capilao mandante, que tem
70,000 rs. ao lodo ; e, dando nos ao de polica
80,000 rs damos-Ihe mais 10,090 rs. do que o
que lem o mandante de um corpa de linha.
I'or esse lado, pois, deve o nobre deputado es-
tar satisfeilo, porque quer que os vcnciuienlos
dos iili, mis de polica sigam una escata cm
relacau com os dos olliciaes do exercllo.
Nao be a graduaco a que se deve altendcr ;
uo he para isso que devenios olhar, he para o
servico ijio- presta o olhcial; e o servico do
major de um corpo de quatro couipanlilas he
igual ao de um cqiilao mandante. (Ha um a-
parte.} (I nobre deputado, se quizer faier al-
teraces nasua obra, faca-as. (f/aoutro aparte.)
Nao o enteudeu assim a commissao, e nao se
diga que aisiul devia proceder para estar de
aecrdo com as udicac.6es do relatorio d pre-
sciencia, nao; porque o presdeme pedio a
mesma forca, c niio a mesma organisacao.
Nos poJiainus dar-flie a mesma forca alterando
coniludo a organisacao; fosse de mais ou de
menos conipauliias do que actualmente tem,
oque se quer he que a l'rca dada seja sulli-
cienle para concorrer para a cguranca publi-
ca, ajudar a polica c preeuclier os misterrs
que llie sao.iuhereutes, o que se pode igual-
oieiile alc.nic.li' temi o eorjio una nuil i orga-
nisacao.
Mas, pondo de parte este incidente, Sr. pre-
sidente, julgo ter dito quanto basta para justi-
ficar o projeclo c volar contra a emenda.
O Sr. Jote Pedro anda respondo ao pre-
cedente orador,
O Sr. Mello Reg contrara as observa-
Qes do precedente orador.
Em seguida vai mesa, e he apoiada a
seguinte emenda :
tepoisde 1819diga-se, len-lo com-
tu lo o eirur^iilo-mr a gradoagao decapi>
tao.S Partir.
O Sr. Mello Reg :~Sr. presidente pareee-
iii que a emenda do nobre depuladu nao
pJe ser apreseulada agora. A graduaco
do ciriirgiao-mr do corpo de polica esta
comprehendid no artigo 1." do projecto
que traa da organsaeo ; e, como a casa
ia appi o i'oii esse artigo em segunda discos-
sao, suppunbo quo he somonte na terceira
quepo le ser considerada a emenda de que
se traa. Eu nao estou disposto a votar por
essa emenda ; mas, una vez que ella foi
apoiada pela casa, entendo que devo ser
reservada para a terceira discussilo do pro-
jecto.
O Sr. Manoel Cavaleanti:Eu nflo sei ao
que vem esta emenda. Nos corpos de linha
os crurgies-mores leein graduadlo de l-
enles; e pois, ropito, nao sei ao que vem
esta inuovacao, que tomo tanto mais, quan-
to receio quo na terceira discussao do pro-
jecto, ou para o anno, se peco o sold do
capital) para aquello a quem ja se deu a gra-
Iii.ii;.'i-.i desso poslo. Se StO lian lina, OU
votara pela emenda ; mas, como o nobre
deputado nao podo assegurar-mc que na ter-
ceira discussao ou para o anno, se nao pe-
iira aogmonlo de sold para esse cirurgao-
nin.-,- e como mo quero augmentar dospe-
zas, voto contra ella.
O Sr. Guedes de Mello :Sr. presidente, a
rasao aprsenla la pelo nobre deputado para
que a emenda uSo passo, nao he sullicien-
le.. .
O Sr. Mannel Cavaleanti -rPde ser.
O Sr. Guedtt d Mello :A graduac.lo qua
a emenda d nSo he mais do que um esti-
mulo, he urna graduaco ao mrito. (Ha
um part.) A emenda nao falla em augmen-
to de sold, 13o smenle d a graduaco...
Um Sr. Ueputado :Para o anno pede-so
O augmento.
O .Sr. Guedea di Millo:Has a emenda
nao augmenta sold, nem obriga a assem-
bla a votar por esse augmento.
Eu eslava resolvdo a votar polo projecto
tal como se acha, porque respeilo muito


Al
as ideiBS los quo o confeccionaram"; roas,
p>-rece-me do to ptmca importancia esta
slCerago, aclio-a tc justa, que voto pela
emenda,.
O Sr. S Vertir: Quando se discutio este
] r.ijocto pela prinu'ir.i vez, eu nao estar na
asa ; le eslivesse, leria feito alguinasreflexes
o -crea delle ; e comquanto ellas cm nada of-
fendessem a utlidade geral do projecto, com-
tudo o modificaran) em alguma couza l agora,
quando ae discuta o artigo priineiro, eslava
to dlttrahido, que nao me apercebi disco .
por essa rasao a emenda que tinha para o arti-
go 1.* mandei ao artigo 2., onde me parece
que ella era cahlvl ; porque, tupposto d ao
clrurgiao-mr a graduaco de capitao, conier-
va-lhe o rencimento que tinha.
A passar a mlnha emenda, litara o artigo
assim; (le) e, como ella manda dar a gradua-
do de capitao ao cirurgio-inr aem augmen-
tar-lite os vencimentos, o artigo trata de venc-
nentos, entend que a devia apresenlar. II i
un uparte.) 5ei que a emenda, na parte que to-
ca patente, devera ser olt'erecida ao artigo
priueiru ; mas he qucslo de nnine.
Vamos, porm, outra qurstao. Diz o no-
brediputado que os cirurgioes de linhateema
graduaco de lente, que serla una innova-
do pedfr-ie para o clrurgiao-mr de polica a
graduaco de capitao ; mas saiba o nobre de-
putado que se deve attender a que no exercllo
os cirurgioes teein direito a proraocao; entram
como cirurgides-ajudantes, viio a cirurges-
iii.M i-i de batallio, a clrurgiOes de brigada, a
cirurgics-inres de dfvisdes e a cirurgifies-
inures do eiercito; sendo que as patentes cor
rrspondein a'2.' teneute, al." tenenle, ac
pitan, a m.ijor, a tcnente-coronl, a coronel e
a brigadeiro. No eiercito os cirurgioes teem
sempre a-.igmento ou accesso e o da policia tica
no pusto em que entino. Comparando, pois,
as promocOes que ha no eiercito para os m-
dicos iiini a permanencia da pequeua patente
que tem o cirurgiao-mr de policia he que fui
levado a pedir para este a graduaco de capi-
tao. F. eslabelcci assim um termo medio : elle
satisfaz ajuslica.
lie o que tenho a dizer a respeito da emenda.
OSr. titilo Reg: Sr. presidente, a obser-
vadlo que liz a respeito da inopporlunidade d*
emenda, inc parece justa l-.u enlcndo que
com urna emenda nao se pude refonnar um ar
tigo ja votado e approvado; ella leria lodo o
cabinientoquando se Ii.ii.hi da organUacau do
corpo de policia, e n3o agora que se trata de
vencimenlos.
Silln nao poder concordar com o nobre de-
pulado, r crvia-me elle iiuc ale cxpci iiiient
ac.iuliainento emeombater a suaemenda, por-
que i. uli.i pelo uubre drputado toda a defe-
rencia.
OSr. Sii Pertira: Obrigado.
OSr. Mello Uego:O attigo primeiro dix -
u O corpo icr a organisaco que actualmente
tem. Ksaa organisacao da a graduaco de te-
nenle ao cirurgio-inr; fazciido-se agora esta
altera;ao queseacha consignada ua emenda,
vai-se cnulrariar o que ja se acha votado : he
por Isso que acho inopporluna a emenda do
nobre depulado.
Quizeia, Sr. presidente, poder nao responder
s considerajes apresentadas pelo nibre de-
putadn; mas sou de alguma sol te lev ido a jsso
para nao deixar passar urna proposir.au menos
exacta. Por ler havido utua lei que deu aos
cirurgioes-inres de linha a graduaco de ca-
pites, nao nos devenios julgar ohrigados a se-
guir esse exemplo sem priingoro entrar na in-
dagacao das consderaces que podem ser por
mis ailmitlidas ; nao se doas meamas circums-
tancias, l n le garanti o direito de accesso;
iii .' os lugares do corpo de policia sao de coi -
missao, c o governo pode deinittir a csses em-
pregados toda a vezque os nao julgar de sua
conlianca; ha urna especie de contracto entre
aquello c estes, quequebra-se desde que qual-
quer das partes o julgue conveniente; foi iss.i
o que a lei provincial quiz; e portantu o argu-
ii.i uto do nobre depulado nao pode servir de
comparacao.
O Sr. S l'ertira pede I cenca para retirar
a sua emenda.
A rasa assente a este pedido.
Submcttido disctissio oart. 2.*, he ap-
provado, sendo rejeilada a emenda doSr.
Jos Pedro.
Entra em discusso oart. 3 o
O Sr. los Pedro observa que, no se
citando bein explcito o artigo do projecto,
pde-se entender, que o commaniante do
corpo nflo tem cavalgadura.
OSr. Helio llego :-Sr. presidetite, con-
cordo com a nbservago que acaba de Tazer
o nobre depulado. lie verdade que isso
oscapou a comniisso ; mus, antes de lia-
ver o nobre deputado notado esta falla, n
commisso ja a tinha teconhecido, cia
rigi-la com a emenda que ora mana i mesa
V..I mesa e be approvada a seguinte
emenda :
Ao *i 1."-Depois da palavra--mcnsaes--
dlga-sc,' cabonando-se-lhe igualmente una
cavalgadura.--S. R.--Mello llego, Soa're de
Ma cedo.
O Sr. Uanoel Covalcanli :Eu tenho de
votar contra o attigo teiceiro, por manda
abonar ravalgaduras aos prmeros, secun-
dse terceiroscomiiiandantes. Nosorpos
de ii,fanlaria os olliciaes no tecni cavalga-
duras ; e como o de policia be dessarma,
i i ni. n 1m que seus i llii-iai s tambero s nfin
devein ler. Mas diz-se que estes oQlciact
destacan, o vo-muila vez em diligencia
para lora da capila'l. Se assim he, a disposi-
cilo da lei vigente he o,uito oais econmi-
ca do que a que se quer volar : a le vigente
diz. (I.e).
Um Sr. Depvlailo : E acha isso sufh-
cienle ?
OSr. jW. Cuvalcanti:--Acho que com essa
quanlia se pode Tazer o transporte muito
bem. Os iniciaos de policia j teem melhor
papa i'o que os oe linba, e entretanto creio
que nao esliio sujoitos a maior seivico. .
Vm Sr. Depulado : Tialvez seja maior.
O Sr. M. Cuvaleanli:Jlas esto elle su-
jeitos ao regulameiilo do conde de Lippe ?
O Sr Mello llego !Nflo ; mas estao su-
jeilcs dcrnissSo discticiuiuina.
OSr. ManuelCnvulcanli:Jlasser demitti-
iiu ti.'i.i be o mestno que morrer. Demais os
de tiiia de linha asse'nlam pra?a de cadetes
ou soldados, e s depois de minio lempo de
serviQo, e de lerem corrido inmensa* ris-
cos, he que chegam a olliciaes, enlietao-
lo que aos de polica nao succede oulro
lano.
A lei vigente manda abonar aos olliciaes
que eslacaicm o que eu julgo omito sufli-
i. n- pata seu transporte : ler um cavallo
li n.mo Iiiini ; mas, sem elle e com a pro-
videncia da lei vigente, he bem pussivel via-
jar, mxime na vida militar cm que, como
se sabe, nfio se pode gozar de lodo os cun.-
moJos...
O Sr. l'loripei :Os cavsllos n3o sao s-
mento para commodo dos olliciaes, so para
que se possa fazer o servico bem.
O Sr. Uanoel Covalcanli:Nao quero en-
trar nssa discussiu. Creio quo a disposi-
iio ua li vigenle, sem que olletida as con-
v, iiiuitiiis do servio, to multo mais eco
noniica do que a do Lrojecto; e como aitn-
do muilo para,isto, principalmente quando
economiso para os cofre pblicos, estou
ilisooslo a preferi-la.
Vai mesa, e be apoiada a seguinte emen-
da :
Em lugar de 16,000 rs. diga-se 18,000
rs.S. K.'t-Guedes e MelloPloripes.
( Continuarse ha. )
BUHO HE PGRIMMUCI).
BECIFK, 1.0 DE MAIO BE l50.
A 30 do passado fechou-se o lazareto, ou
hospital provisorio da Iba do Nogueira,
creado para o tratamonto das pessoaa que,
demandindoo nosso porto, ou nelle esta-
cionadas, viessem ou fossem atacadas pela
le.br,' amarella.
Senil llianie facto denota que esso flagello
cpssou ueste Itecife, ou ao menos vai em de-
cresciment tal, queja nSo demanda a per-
manencia daquello estahelccimento ; mas,
ao relirar-se ello 4entre nos, quantas re-
coraedes tristes e melanclicas nos nlo
deixa ?!
Hovera ah familia, rica ou podre, exten-
sa ou limitada, a quero a peste nan houves-
se feito sua perigosa visita com todo o cor-
tejo de sustos e horrores de que se senta
-o- -niln qualquer dos habitantes desta ci-
ta.le quando va tocado du terrivcl mal a!-
guin individuo que Ibe eslava ligado pelos
lacosdo parentesco ou amizade? .Vio cer-
ta inenle ; e talvez bem poucas sejam as que
nlo teuliam de lamentar a perda de um,
lous e oais de sous membros, a quero a f i-
'ir prccipou na sepultura, depois de os
ler feito atlravessar todas as crisej, as pita-
ses do mais atribulado passamento, inclu-
sive o delirio, peloqualas roais das vezes
inJicava ella que havia zombado de todos
os e^forrjos da roe licna, e que ia arrancir-
.:i.. d.i-i in.'os a vctima que por das Ihe
lispotra.
O d que comsigo traz urna grande par-
te dos que aqu residem, esse luto, mais ou
menos psalo, que elle carregam, demon-
ra a verdade de nossi proposic.lo
Eiilretanto releva coufessar que.em trra,
i mortalidade,durante os mezes dejanei'o a
nari;o quo fura m aquellos ero que a peste se
ostentou maisassoladdra, nlo subios cifra
qu1! geralmentea elevam ; porquanlo, se-
quillo os dados particulares quo al o pre-
sente temos obli lo, o numero dos morios
ua capital dutante csses mezes talvez uSo
lxcoda a 800 sendo para notar que nesses
nezes do auno passado morreram aqu 600
pessoas, e que por conseguidlas di(Terei.(;a
entre esta e aquella frurlalidade apenas he
le 00 individuos ; dilfereuca que he bem
possivel otoja exagerada, porque os livros
ie bitos das parocltias da cidade, cil-
las rcriidOes podemos coluer, a liinit,m
a 7*.
A' medida, porm, que a peste se vai es-
capando da capital, invado com furor as
villas e as povoaces do i.iteriorda provin-
i'ia, algumas das quaes estilo actualmente
a bracos com lodos os males que della re-
iiill.un ; males que as dvcm acahrunliar
tanto mais, quanto hocertoque Ibes faltan
us recursos de quo necessitaut p ara evita-
os ou un ii ora-I os.
calo, noPiauhy, o bacharel Manoel Fernan-
desVieira; --jui municipal e do orpbaos
os bacliafes Firmo Jos de Mattos o Jos
Quinlino do Castro Le3o, este para o termo
de Olinda desta provincia, e aquelle para
os do Rosario elcat da de Maranho.
O iiksbio augusto senhor acompanhara,
na tarde do 6, a imagem do Senhor dos
Passosquesahira em procissSo do peniten-
cia, e visitara os passos da va-sagra as
i-rejas do San Jos, San Pedro, Santa Rita,
Candelaria. Cruz dos militares, Nossa Se-
nhor do Carmo e Capella imperial.
Tinham fallecido os Srs. Fjancisco Alvos
de Mendonca e Bazilio Jos Pinto ; este the-
soureiro geral do thosouro, e aquello depu-
lado assembla geral legislativa pela pro-
vincia de Minas } bem como o Sr. consolhe-
ro de estado bispo de Anemuria.
O fratil noticiara a nomeacjlo do Dr. Cu-
nha, lento da escola militar, para presiden-
te do Rio Gr ande do norto.
OgovernokmanJra distribuir a casa de
correcco, abrcada polvorae outros es-
tabelecimentos pblicos os 478 Africanos,
apprehendidos ltimamente om Santos, de
que fallamos aos leilores em um do nme-
ros passados.
O Jornal do Commtrcio transcreve da Re-
vista Commercial de Santos (Sao Paulo ) um
artigo em que esta ultima gazela atllrma
que a febre all reinante no he da nature-
/. da que tem invadido o resto do impe-
rio ; mas, semgaslrica, e geralmente reco-
nbecida benigna.
As datas do Ro Grande alcancavam a 3 do
correnle.
O llio Crandese publicara os segutnles ar-
Uf(M:
Rio Grande H de marco.
O vapor Pernambucana, ebegado boje dos
portos do sul, trouxe-nos jurnaes do Rio
,le Janeiro at 21 do passado, da Rabia al
n e das Alagoas al 28.
O Rio de Janeiro anda I utava com a
febres.
O senado, que al odia 16 estivera re-
duzidoa trabalhos de commisses, por nilt
ter podido reunir membros em numero
sufciente para haver casa, fez a sua pii-
:i rir.i sessilo, a 17; e das de suas sessCes
consta que elle approvr em lerceira dis-
ei.s-lo a resolugao da outra cmara, que
autoiisa o governo a despender al a quan-
lia de 100.000,000 rs. as medidas necessa-
rias a obstar em lo lo o imperio a propa
'OI"_lgicno da epidemia reinante; e em segn
ia oorcamento geral da receita e despez
paia o cmri'icio de 1H50 a 1851, SUppri-
iii:ii lo, a requerimenlo do Sr. Ilollamla Ca-
valcanli, o relativo modficacHo do im-
posto sobro o sal estratifico, impoitapo
na (Tovincia do Rio Grande do sul paia o
o servico das charqueadas.
los IraballlOI da cmara dos depulados
diio os jornaes noticia a a 20 de abril.
Apezar de larga e aniniadissima discus-
cussHo, o gobern ia conseguindo f.'zer
passar nessa coma:a, com poucas mu lilica-
QOes, o projecto sobre a antguiJade dos
magistrados,
U Sr. Jos Pedro Iias de Cal vailio apre-
so.tara diploma de supplcnle pela provin-
cia de Minas; e, tendo sido este diplom
submelido commissiio de constituicao e
podres, Toi por ella julgado conforme,
e ao depois pela camera.
Na sessao de 19 foi lila, entre outras in-
ilie. co' s, a seguinte :
Indico ,i.e esta augusta cmara, por
acto scu, declare que o Sr. Honorio ller-
nicto Carneiro l.eilo, o Sr. marecliHl Jos
Joaquim Coelbo e o eiercito brasileiro teem
liem n erecido do paiz. Henriquei de Ite-
zende.
Tinham sido escolhidos senadores pot
esta provincia os Srs. baro da HOa-Vitta e
Manoel Ignacio Caxulcanti deLaccrda.
As cHqOcs quo servirm de base esta
esculla j haviam sido approvadas pelo se-
nado, no qual tomara assento o Sr. Ltccrda
no da 17.
Haviam sido removidos : do lugar de
juiz de direito da comarca do Si>rro em Mi-
nas (ara o de juiz de direito chefo do poli-
cia da | rovincia do Espintu-Sanlo, o ba-
chaiel Antonio Thotnaz de Godoy ; deste
para aquelle lugar o bacharel Jos Ign-cio
Accloly le Vasconcellos ; do de juiz de
orphilos da coilepara o de juiz de direito
iie Iti.li .un y, no Rio de Janeiro, o bacharel
Jos Florencio do Araujo Soares ; desle
lugar para a piimeira vara crimeda corte o
bacharel Manoel E tieres ; desla vara para de un lios da
corle odoutor Jos Joaquim de Siqueira ;
do lugar do de juiz municipal e de oi-
pliflos dos termos i o.mi 'o- de A ir. s e Que-
luz para o do Pudamonhagaba em San Pau-
lo o bacharel Joaquim Francisco Ribeiro
Cqulinho, por assim oliavtr podido.
S. M. o Imieradordignar-sede nomear:
juiz de direito da comaicadeSan Gou-
Noticias recentes da campanha confiro
miJo as que j foram publicarlas no numer-
passuloda nossa follia, com msis um suc-
cesso que era entilo ignorado
a Consta que o baro de Jaeuhy, depois
do haver derrota lo Servando Gomes, e de
lesb tratar a gente de Valdez, vollra a fa-
zer juncino com a forc;i que deixra do ob-
servando do coronel Lamas, e cabira no
acampamento deste, sobre o qual alcanzara
a mais asslgnalada victoiia, o complemento
lo um plano executado por movimeutos
rpidos.
Lamas, diz urna carta qoo nos foi con-
fiada, foi encontrado em fuga, acompanha-
iio apenas de 6 extraviados, as ponas de
Taquarimb.
Os negocios da provincia cada vez se
torntil mais serios, e por conseguidlo dc-
vi! yus contar que o governo nSo deixar
de tomar com prumplido aquellas provi-
dencias activas e cauMusas quo a seguran-
za do paiz est altamente reclamsn lo.
16 < marco.
As noticias que temos da fronteira ax-
plic.lo mala alguma cousa as ultimas ocur-
rencias que liveram lugar na banda.Ori-
ental.
> Depois da derrota de Servando Comes,
Lamas destacou unta forc,*. de 300homens de
civallaria de linha em perseguicilo do coro-
nel Ornos, que se havia apartado do li.i.lo
de Jaeuhy.
O coronel Ornos comprehendendo os
lins desla opcracSo, tratou de relirar-.su ,
buscat.do fazer junceflo com as Torgas do
que se separara, mas do tal forma se va el-
le aperlado, quo resolveu a lianlar um pro
prioao baro relatan Jo-llift-a sua situaca.
O baro fez sabir immelialameiite 200
Itomens escolhidos para prolegerein a reti-
rada de Ornos ; mas este, com o reforco ro-
cebido, contramarchou e carrogou sobro os
suus perseguidores, conseguindo derrta-
los completamente.
Urna caria, quo vimos de Pelotas, datad
da 13 do crrante, dando estas mesroas no-
ticias, accrescenta o seguinte!
Obarode Jaeuhy tim-seapossado de
lodaa campanha orintala quem do Rio
Negro, esua forca calcula-se j em mais
de 2,000 homens, segundo as reunirjes
> que tero feito e a forca moral que ganhou
com estes ltimos movimeutos.
Escrevetn-nos de Pelotas om dala de
hontem, communican lo-se-nos mais o se-
guinte :
Corro aqu por certo que Chico Pedro,
na segunda-fera, entrara em Serro-Lar-
go, onde aprisiunra Dionisio coronel e
sua forca. F^sla rioticia depende, poim,
de conrirmaco ; pois me pareco inuita fe-
> lieiilaili-j.mla.
O Diario do Rio-Grande inserir n'um de
seus nmeros a c ra infra:
Pelotas, 25 de marco.Principiare! por
conlar-lhc que, por diversos conducios,
mu turnios antes de hontem que una parti-
da de 1Q0 homens da gente de Lamas coi reu
outra de 40 d gente do bsrflo de Jaeuhy,
commaudada pelo Calengo, por espar;o de 4
legoas, at um lugar onde eslava o Figueii
embuscado com ltala e tantos, que unidos
lizeram trocar a soite, e carregaram nnssu-
jeilo que entilo j vinham de ravallos pesa-
dos, e os escangalhaiam deslrogaudo-os <
malandu-lhcs a ravalhada.
Depois mandou o Lamas urna escolta de
100 homens escolhidos comboiar a >ui ba-
gagem para o fundo do Arapehy, islo he, 20
carretas. Sabio urna outra forca do com-
niando do mesam Cnleugn, que, depois de
brgaram n.uilo se lizeram im es de encon-
tr s carretas sem se quererrm render, al
que se Ibes sea bou o ca lucha me, e enli
sesujeilaram soite, que nSo foi boa paia
i lies ; toHiaiam a cavalhada, e a laca i a m fo
go s carrelas
l) citado Diario trazo seguinte em o nu-
mero de 2 deste mez ;
A'ceica dos negocios da fronteira, ei>
o que dizem es nossos correspondentes :
JaguarSo, 24 de margo.Depois ib mi-
nba ultima, paralisaratn por aqu as noti-
cias a rept ilo i o baiiio de Jaeuhy ; agor;'
poim, hatees iliasaesla parle, suubu-se,
por pessoa moradora daqui, que cheguu di
llag, que o baro leudo sido 11 rseguido nt<
oulro lado pelo Lamas pastara pata esta han
da em Quarabim, e relrncedcndo de noite,
um pouco mais cima, dra de sorpiesa m
acampamenlo de Laina*\ que pz em com-
pleta conlus3o,eao claiearo da perseguio
os que fugiam, licando a Torga de Lamas lo
Uiiiiciile. uei rntaca, escapaildu-se elle con
cincoenla o tantos homens.
as froneiras do oulro lado eslo reunin-
do todas as ca vainadas para o centro, e con-
tinan! as reunios.
Bag," 24 de margo.O baro de Jaeuhy
deslrocou o Lamas, apanhapdo-o de sorpre-
sa ; tomou-lho para mais de 400 cavallos en-
cilludos, etc. Lamas levava de 700 a 800 ho-
mens, e o baru 500.
O general Servando Gomes deu urna or-
dem do dia autoriaando a matar todos os
brasiloiros que se encontrassem ; os ofll-
craes se reuuiram, e moslraram o mal que
ia proluzir semelhsnte ordem, e at flzeram
vor que para ella ter oxecuco era preciso
matar primeiro'os brasiloiros que os amla-
vam aiudandb, entro os quaes muitos o(n-
ciacs quo tem prestado servigos e j oceupa-
vam posto. K final revogou a tal ordem do
dia.
O coronel Joo Severo j tem cerca de
500 homens, e cerlcam-nie que vai mar-
chando sobre Dionisio coronel: fez suas
reunios no hospital.
Pelotas, 28 do marco.Antes de non-
lom cliegou de Algrela um sujeito por no-
nio David Lima, morador nosta cidade, o
qual conta quo corria alli como vordadeira
a noticia de ter o barflo de Jaeuhy destro-
cado o Lamas completamente, porque o sor
prenden as 11 horas do dia em occasio que
estavain churrasqueando na cosa de um
arroio, perto do qual o baro se havia era
boscado, espera delle ; e isto a rumo do
Arapehy. No menciona o lugar, porque
no se lembra, e nom sabo daquella fron-
teira nada. Declara que o primeiro que Ihe
contara foi o major Gulerres, e ao depois ou-
vio a muita genle.
Conta lambemquea corrida de Calen-
go, quando foi encontraJo por 100 homens
do Lamas, he verdadeira, quo nflo podo ser
protegido pelo Figucir, e que a lomada das
carretas he cria.
Quando passou por Bas contava-se
que da gente de Joo Severo fra sorpren-
dida urna partida de 20 homens commanda
la pelo alTeres Jos Manoel; que s oseapou
liste e quatro homens a patas de cavallo ; os
mais Tora ai morios. Islo lias inimediages
de Bag.*
Pelotas, 2* de marco.A noticia que Da-
vid da Lima nos trouxe de Algrele, e a V.
rem.'tti hontem, acaba da ser confirmada
por diversas cartas da Bag de 26 do cor-
rente, da derrota da primeira e$pada de Ori-
be, a Limas, no da 16, s II horas da tna-
nhaa, quanlo este i a com 800 homens em
faz umanegiga t>or tal forma que Lamas
deu eraets de poder escapar om pello e sem
cliapj. D.tpois disso o barJ contraraar-
ehcu, e fui so apresenlar em Serros Bran:
eos, na frente do Servando Gome, quo all
eslava com 800 horneo das tres armas, os
|u es c im esto bello espelho nom osjiavam
sabir para carnear, porque o baro os ia
cicanlocomose fjssemperdizes. Obar
linha 600companlteiros, e esperava a todo*
os momentos a juncco de Joo Severo com
3a0hom.e'us. e outras muilas partida que
trazia por Toa."
Km]30, idem.Hontem cliegou por no-
vo conducios a cerloza do destroco de La-
mas. A sorpresa foi em um dos potreiros
>la Arapehy, no passo das Pedras.
a Eis o que conta um sujeito chegalo
hontem de perto do Arapehy, que fallou com
o capito Manduca Rodrigues, o qual leva-
va grande porcSo de cavalhada tomada de
Lamas, que o baro remeltdu para oSaican ;
O destioc foi co upleto ; obiroaff'C-
tava ir fugindo de Lamas, o no lugar que
Ibe agraduu omboscou-se a distancia muito
pequeua ; e quando os sujoitos estavam
churrasqueando (noto que o baro os esla-
va bomboando de cima de urna arvoro com
o oculo), cahio sobro ellos, e tu lo foi ao
malo, licando s os 200 infantes (e duas pe-
gas de arlilluria) que pegaram em armas;
mas o baro mandou faaer urna carga de es-
pada na mo, que a lovaram uos encontros
dos cavallos.
Dopois de ficar senhor de mais de 400 ca -
vatios ensilbados.o arma ment e as duas bo
cis de fugo, o baro grtou para o mato-
quem he brasileiro sjia, que se Ihe no faz
mal, e sahiram bastantes que la ndavam
Tingados. Fez urna falla inTantaria pri-
sionera; que andara por pe lo de 200 ho-
mens, e um muilo grande numero de cava-
lhada, e seguio com a inTantaria para Se-
ros limteos. Ni descarga que a infantaria
deu quando a cavallara carregou, morro
roo 11 homens do baro: dos contrarios
morreram alguns infantes e poucos de ca-
vallaria, porque ludo deu cosas o disparoo
Com esta derrota muilo soaugmentou a
frga do baro.
Pelotas, 30 de margo.Corro por aqu,
e com certeza, que no dia 16 fra batido e
completamente destrogado o coronel Li-
ma, que achandp-se frente com Chico
Pedro, este Ihe no aceitou batalha, o dei-
xando urna frga para o enlreter, o foi apa-
nhar carneando e Ihe cabira de sorpresa.
em marcha da S.-Luiz na noite de 91, aber-
rando a linha pela parte oriental, com di-
recgSo a Santa Anna, onloconslavaque ia
fazer jnncgo com outros grupos; que o
dito coronel no tem mais de canto e trinta
a oenlo e quarenta homens; que o blancos
t>m apparecido sobre a fronteira em pequa-
nas partidas, o que Valdez estar por- Ja-
guary com S00 praga.
As noticias de New-Yorck chegavam a 9
de margo.
Q Jornal do Commtreio as resumo assim :
A questo da escravidfio continuava a
oceupar a .attengo publica. Os debales
parlamentares tinham aido muito calorosos
e ainda so no ti tilia chegado a um resulta*
do salisfa.torio.
As noticias da 8.-Prancsco-(Californa)
alcancam ao 1. de fovoreiro. A cidade do
Sacramento estava completameut inunda-
la. Acaliava-se em uro milhao de pisos as
pardas occasinnadas por este desastre. A
nopulaeo porm pareca consolar-se com a
ideia de que as aguas teriam depositado no
solo quantidade consideravel da materiaes
jrociosos ; ejso tinha aborto urna aubs-
ripgo para construego do um dique quo
presorvasse a cidade de nova inundago. A
subscipgo produzio i inmediatamente cero
mil pesos.
Bahia Acara tranquilla.
Decidido a ir tomar atiento na cmara
Jo depulado, o Sr. Congalvea Martins
passar definitivamente a adminisirag.no da
uroviiicia, no dia SO do correnle, ao vice-
presidente Alvaro Tiberio de Moncorvo
Lim.
Pelas duas horas da madrugada de 17
maniTestou-se forte incendio na trapicho
Xixi, o qual s lerminou pela inanhi, de-
pois de haver arruinado lodo o edificio,
bem como a varias casas contiguas ; e con-
sumido duas mil caria deassucar.--Calcu-
la-si om 360 cont, pouco mais ou menos,
opiejuizo resultante do incendio.
Ero Alagoas nada da novo occorrera.
Kcparligo da policia.
Parte do diaWidimkril.
Illm. e Exm. Sr. Das partes hojo reco-
bidas nesla repartgo, consta somonte te-
rero sido hontem presos nesta^cidade; or-
dem do subdelegado da fregucza de Santo-
Antonio, o escravo Joaquim, por haver que-
brado a cabega a um menino, e a-parda Ma-
ra The,id ora, por insultos.
Parte do dia i.' di malo.
Illm eExm. Sr. Segundos partes ho-
jo por mim recebidas, fram hontem presos:
a ordem do subdelegado da Treguezia de
San-Frei Pedro Gongilve do R.-cife, o por-
tuguz Jos Mendes de Silva Guimares,
como cunplica de crime deofonsas phisi-
cas e o prelo Antonio escravo, por andar
fgido ; ordem do subdelegado da fre-
ueziLdo San-Jos, o marceneiro Manoel
Antonio ilo Espirito santo,por disturbio; a a
do subdelegado da freguezia da Boa-Vista,
o nieto Pedro Celestino de Araujo, sem que
so mo tivesse declarado o motivo
COWWERCIO-
A pessoa a quem me refno diz que esU
noticia Ihe fra communcada por um olli-
cial que andava com o baro, e esleve na
occsio do conflicto.
i. NSo se sal" ao certo o numero de Tor-
gas que ambos tinham.
Aqu se diz que Lamas linha infamara
oaililliaria. Assevea isto F., que tem um
amigo em casa que se achava a legoa.e mtjia
do lugar to ataque.
Tendo dado ronhecimento ao leilor do
que dizem as cartas particulares do diffe-
rentes lugires, cumpre-uos notar que vi-
mos ollicos de iliversas autoridades, data-
dos tambem de pontos dirll'rentes, os quaes
nada dizem acerca do assumpto daquella
cartas.
O capito Apolinario de Souza Trinda
de escreve, por exemplo, das Pontos de
Ibirapnlanzinbo a 17 de margo, dizendn
que o baro de Jaeuhy ficra na vespera,
uoile, na baa de lliirnpuilan, e urna van-
guarda como de80 homens distante deste
pimo cousa de tima legua, e dalli se reli-
rarai para o Tundo. Que constava que na-
quelie mestno dia 16 andar urna partida
.lelleielosarrabaldes da Uruguayna agar-
ranoO Lastelhanos, sendo esta notiria dada
por dous prisioneros) dBmesmo baro.
Lm ollicio de 22 de margo, datado da
maigem dirt'Ua do Ibirapuitan Crande, diz
ai cuas o brigadeiro Manoel Marque de Sou
za constar-lhe que o general Servndolo-
messeachava, havia qualro das, com 800
a 1,000 homens, inclusive 200 infantes, no
Serr Chalo, ponas de Taquaremb, e que
o coronel Lamas eslava com igual frga nos
Tres Serros, peilo de (Jur, encaminhan-
.lo se aquelle para Cunta; er, onde pare-
ce que so achava o coronel Joo Severo com
cont e lanos homens
Di/. Iniiilincnte de Pirahy a 25 de mar-
go o major Manoel Lucas do Lima, qui
aquella Ininleira ficava em cmplelo soco--
o; que o coronel Joio Severo puzera-se
ALFANDEi*'
llondimentodo dia I.*. ... t-S>7,876
feieatregam hoje 9..
Iliigue dinamarqus Fidet vinho, axei-
toe Tariuha.
Brigue portuguez fentura-Ftli* merca-
dorias.
Brigue Trance/. Arago idem.
Escuna hamburgueza Cotumbui- idem.
Patacho americano foper farioba e bo-
lachnha.
Brigue auslriaco Atron farinha.
IMPORTAgAO.
Julio, bergantim hespanhol, vindo de
Barcelona e Tarragona, consignado a Ha-
noel Joaquim Ramos e Silva, manifestou o
seguinte:
100 pipas e 40 burris vinho tinto, 16 bar-
rsazete doce, 69 barra de chumbo, 4
barra alpsts. 12 Tardo fio sortido, 2 ba-
tios pelles de marroqttim, 30 balas papel al-
rnaco e 3 saceos sement de anis; ao mea
roo consgnatario.
Pides, brigue dinamarquez, entrado no
mez p. p., consigoado a viuva Lasserre,
manifestou o seguinte :
200 harneas farinha, 225 balas papel, 100
ffaixas velss, 100 ditas sabo. 40 barris azei-
te, 10 fardos rva-doce, 156 pipas vinho
tinto, 40 barris dito branco, 112 caixas vi-
nho muscatel e 2 faro papel pardo ^.
mesma consignataria.
RENDIMENTO NO MEZ DE ABRIL DE
1850.
Itendimenlo total......293.003,769
Reslituies........ 258,3*2
292.745,427
Direitos de consumo---------------284:631,116
Ditos de 1 por cont de reexpor-
tagao para o porto alran-
geros.........,.......
Dito de 1 por cento do reexpor-
tago para o portos do im-
perio .. .......
Expediente de 5*,. do gneros
' com carta de gua.....
Dito de 1/2 por cento dos gene-
ro do paiz.......
Dito de 1 e meio por cento dos
despachos livres.........
Armazenagem de 1 por cento das
metcadorias........
Premi dos assignados de meio
por cento .............
Multas calculadas nos despachos
Ditas diversas, como do livro
a II. 7...............
Emolumentos de certtdes co-
mo do livro a fl 17 v......
lmposlos dos despachantes ge-
raes, como do livro a Q. 8 .
1,680
11,556
432,163
326,834
192,904
i :896,508
3:512,783
610.388
722,850
23,640
850,000
292.745,427
a/a scguintei eipeciei :
Emduheiro.....113:593,133
Lm assignados-------179:152,294
Riceita extraordinaria.
Novo velhos di-
reilos recubidos


i
de diverso em-
pregados. .... 37,383
Depositas.
Em bilanco no ulti-
mo demarco. 8:540,814
Entradas no corrente
mez..... .... 2:963,283
--------------11:504,097
Sabidas........ 1.658,623
Existentes...... 9:845,474
Pxiileptte.
Em dinheiro..... 6:771,864 *
Em lellras...... 3,073,610
Alfandega de Pernambuco, 30 de abril
de I850.-Holo escrvao, o primeiroescriptu-
rario, Francisco de Paula Goncalve$ da Silva.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 1/.....1:874,095
Diveriaa provincia....... 5*.28l
l:S0,376
EXPORTACA.O.
Despachos martimos no dia i:'
Itio-de-Janeiro, escuna nacional Tentado-
ra, de 104 toneladas : conduz o seguinto :
900 saccas o 310 barricas com 7,268 arro-
bas e 24 libras de assucar.
RECF.BED0RU DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
llendimento do dia 1.a .... 340,995
CONSULADO PROVINCIAL.
Rend ment do dia 1 1:282,781
RENDIMENTO NO HEZ DE ABRIL DE
1850.
Direilos de 3 [0 25:731,359
Ditos de 5 \ 5:650.174
Tasa 1:639,480
Capatazla 1.095,680
Decima dos predios urbanos 5:775,513
lleia siza dos escravos 1.295,250
Sello da heranca e legados 263.501
Novos e velhos dlreitos 207,790
Meio sold e Sallo de patentes de
odiciaes da guarda nacional 178,500
Matriculas das diuVrentes aulas 370,000
Imposto de 12,800 537,600
5,000 rs. por escravo despachado 45,000
Emolumentos de passaportes do
polica 31,200
Imposto de 20|. na agurdenle de
consumo 1:921,200
Multas 79,836
Juros 26,21.6
44:848,332
Mesa do consulado provincial, 30 de
abril do 1850.
Pelo ser iv3o,
Jos Cavbanle de Albuquerque.
RIO-DE-JANElllO.
[cambios no da 20 ue abril.
Cambios sobre Londres 28 1/4
Lisboa 87
.. Paria ... 340
> llainburgo 605 a 598
Mrtaei. Oncas hespanhlas 29>800 a 30/200
.da patria 29/500 a 2 Pecas de 6/400, velhas. !l/000 a I(if4uu
Nodas de 4/000. 8/900 a 9J200
Petos bespauhea. 1/Mi0 a 2/000
> da paula. /900 a 1930
). Patacfici .... 1/920 a 1/950
Apolicea de 6 por cento 86 a 88 1)4
> provinciaes ... 853;4a8S
___________(Jornal do Commercio.)
I1AH1A.
CAMBIUS NO BU 20 BI ABBII..
Londres........ 281/23 28 3/4
Paris......... 330
Hamburgo....... 010
Lisboa e Porto ..... 100 p. /,.
MIT1IS.
Onfas hespanhlas. M/500
> mexicanas .... 29/000
Pef as de 6/400 ..... 16*400
Mocda de 4/000..... 9/000
Vrata......... 105 a 115 p. e.
Ajei do banco 20 p. c. n.
Mtrctnlil).
tfovinieiito do amoro.
Naoios entrados no dia i.'
' '-de-Janeiro 8 das, vapor nacional
Pernambueana, commandanteo primeiro-
lenenie joo Milito llenrique. Passagei-
ros, o Dr.-Lnizde Carvallio Cas de Andra-
de com 1 escravo, o bichare! Firmo Jos
da Mallos. Luiz Aires do Azevedo Maced>,
Jos Mai tins Vicira cun 1 escravo, Joa-
quin Ferreira Bandeira com 1 escravo,
Fr. Antonio de N. S. doDcsterro com 1
escravo, Francisco Serra-I.onga com 1 es*
cravo, Nicolao Alfonso de Carvalho, Ka-
noel Cantuso da Costa com 1 escravo,
Juilo Pereira de Carvalho, JoSo Ricardo
da Costa Drumomi, Germano Francisco
de Oliveira, 1). Joanna Januaria com 1 es-
crava, Silvestre Francisco lleir, Raymun-
do Antonio de Araujo, Francisco Jos da
Rocha com "1 rscravo, Carlos Cerqueir
Pinto com escravo, Flix da Costa Mo-
raes Jnior, Gaspar Antonio Vieira Cui-
marfles, Manuel Teixeira Soares, Lino Jo-
s da Costa, Bernsrdino Haya da Silva,
Francisco Custodio Sampaio, D. Juana
Carolina de Miranda com 2escrava, Le-
andro Ribeiro Cerqueira Maciel com 1
escravo, JoSo Comes cravo, Manoel Emidio de Oliveira, Manuel
Cezar Bezerra de Goes com 1 escravo,
liento Joaquim de Medeiros, JosMartins
Fonte, o major do segundo de caladores
Jos da Silva Guimarfles, 1 capitao, 1 te-
uenle, 9 inferiores, 24 pravas, 4 escla-
vos a entregar, I criminoso, Jos Francis-
co Jnior, oa l'ortuguezes Francisco da
Costa Luna e Antonio Goncalves Grilo, o
llamburguez Theodoro Humeo*, par* es-
la provincia ; e para o norte, o Exm. pre-
sidente do Kio-Graude do norte Jos Joa-
quim da Cunha, Pompilio Manoel de Cas-
tro, D. Marisnna Ricarda de Menezos com'
sua familia, o lenlo Claro da Costa
Mauricio, Manool Vicente de Carvalho
Hernia, o atieren Francisco Corris da
Cunceic.no, 4 ex-soldados e 2 ditos presos.
Rio-de-Janciro--17 ditos, brigue nacional
aVisiMmo, de 215 toneladas, capitffo JoSo
Marques Minuano, equipageui 13, carga
carga ; a Amoriin IrmSos.
Tacunhan 86 dia, tendo sabido ds New-
Badford lia 24 mezes, galea americana
Ait-Vins-Adams, de 350 toneladas, capi-
tBo Une, equipagtm 32, carga azeite; ao
capilo. -- Vein refrescar e seguo para
New-Bedford.
Rio-Crinde do sul --46 dios, patacho na-
cional Nictheroy, de 151 toneladas, ca;>i-
13o Antero Jos de Arsjo. equipagem
13, carga carga; viuva Caudino & Fillio.
Rio-de-Janeiro10 das, batea chilena
Kuve-Pacifica, de 191 toneladas, capitSo
II. P. Ilemeriheen, equipagem 12, em las-
tro; a Nascimenlo Amorim.
&
EDITAES.
oillm. Sr. inspector da thesoararia
da fazenda provincial, em cumprimento da
ordem do'Exm. Sr. presidente da provincia
de 4 do correte, manda fazer publico que,
nos das 30 do mesmo, 1 e 2 de maio proxi
mo futuro, ir a praca, peranle o tribunal
administrativo da mesma thesouraria, para
ser arrematado a quem por menos fuer, as
obras do aterro e ponte dos Remedios, sb
as clausulas especiaos abaixo transcriptas,
e pelo prego de 7:040,000 ris.
As pussoas que so propozerem a esta ar-
rematarlo comparecen) na sala das sessOes
do sobredito tribunal, nos dias cima men-
cionados, pelo meio-dis, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou afiliar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da wesoursria da fazenda pro
vincial de Pernambuco, 14 de marco de
1850. O secretario, Antonio Penetrada
Aununciacio. I
< Clausulas espeeiaes da arrematando.
i." As obras para o aterro e ponte dos
Remedios serSo feilas de conformidade
com os riscos e orcamentos ncsls data a pre-
sentados a approvfo do Exm. Sr.presidente,
pelo pr'eco de 7:040,000 rs.
2.' As obras principiarlo no prszo
de um mez eser3o concluidas no de qualro
mezes, ambos contados em conformidade
do artigo 10 do regulameuto das arrema-
tarles.
3.' Todos os materiaes serae examina-
dos pelo engenheiro, e lavrar-se-ha um
tormo.
4.' O pagamento do importe das obras
realisar-se-ba conforme o artigo 15. do re-
glamento de 11 de julho de 1843.
5." Para ludo o mais que ndo est de-
terminado as prosentes clausulas, seguir-
se-lia o que dispon o precitado regulameu-
to de II dejulho de 1843.
Recife, 21 de marco de 1850. -- O enge-
nheiro, J /.. Victir Lieuthier. .
Pela inspectora da alian lega se faz
publico que, no dia 4 de maio prximo, de-
pois do meio-dia, se lia de arrematar em
hasta publica, porla da mesma, 20 ci te-
le vestidos de casss bordados, um 4.500 rs.,
total 90,000 rs. impugnados pelo amanu-
ense Concalo Jos da Cosa eSa.no despi-
cho por factura sob n. 553 de 30 do corren-
te : s -ndo dits arrematadlo sujeiti ao pa
gament dos direilos.
Alfandega de Pernambuco, 30 do abr
le 1853.O. inspector, Luis Antonio de Sam
paio Fianna.
Declaraco^s.
O arsenal de guerra compra azeite de
coco o decarrapalo, velas de carnauba, lio
de algoJio e pavios: quem quizer fornecer
os mencionados gneros, haja de compare-
cer na sala da directora, no dia 4 do proxi-
.iio vindouro (hez de mato, trazando sua
moposta com seos u timos presos em carta
fachada. Arsenal de guerra, 30 de abril de
1850. Oesciipturaiio, F. Serfico de Atiis
Carvalho.
for ordem do Exm. Sr. Pre-
sidente da provincia, aclia se ex-
tincto o lio-|iiluI provisorio da ilha
do Nogneira ; e de.sta data em
liante nao se dar mais sepultura
a cadveres, que frem ronduzi
dos para aquella ilha Hecife,
3o de abril de i85o. Dr. Joa-
quiffl de Aquino'bunseca.
O consulado do reino do Dinamarca <
o escriptorio de hothe & Bi loulac se aclian.
presentemente cm casa de F. II. I.ultkens,
ra do Trapiche Novo, n. 14.
BRITISI! CONSULATE PERNAMBUCO.
By order of 11er Majesty's Government j
The undersigned hereby gives publie noli-
ce, lo tlie Britiih subjeets residenl witbin
the distiiet of Ibis consulale : tliat, llie
Registeis for Marriages, Births& Dea i lis, ac-
cording to llie Acts providiog for said
Registralions, and an Acta For facililalillg
the Marriages of Uritish subjeets residen! in
Foreign Countries, are now open at this
Consolate daily for the purposes therein dc-
clared and provided for, and thal copies ol
suen Registralions are to be transmilted
vea 11 y to tile Registrar General in Eugland
and further, tbat, said Acts of Par llamen I
may be seen by ail l'ersons inturesled
(herrn.
Pernambuco, 30 April 1850.
Hy Christophers,
Pro-consul.
smalas do vapor Pernam-
tucano, com deslino mis por-
los do norte, serSo fechadas
hoje(2)ao meio-dia, e s se
rereber as correspondencias com o porle
lobrado al a urna hora da tardo.
brevidade o brigoe nacional l'onceicdo : pa-
ra o rosto da carga, pas-ageiros e escravos
a frete, trata-se com Manoel Alvos Guerra
Jnior, na roa do Colleeio, n. 21, ou com o
capitfio Fructuoso Jos Pereira Dutra.
Sahe para a-Babia, ao dia 4 do corren-
te, o biate nacional San-Joa~o,i'\slo ler deixa-
iiode sahir no dia 28 do passado, por llie ter
faltado alguma carga que eslava j tratada ;
adverte, porm, que no dia agora annunca-
do sahe com a que ti ver a bordo: para pas-
sigeiros e alguma carga, trata-se com o
mesmo j anuunciado.
Para a Babia segu em poucos dias o
hiate nacional Ligeiro, de priaieira marcha,
pregadoe forrado do cobre: para o resto
da carga epassageiros, Irata-se na ra do
Viga rio, n. 5.
Para Lisboa com escala pela ilha de
S.-Miguel segu viagem o bergantina portu-
gus Taruio-Terceiro, capitSo Francisco An-
tonio do Alenla : quem no mesmo ber-
gantn* quizer carregar ou ir de passagem
dirija-se ao mesmo capitfio ou a seu consig-
natario Manoel Joaquim Ramos e Silva ou a
lofio Francisco Cordeiro.
Para Lisboa sabe com a maior brevida-
de possivel a barca portugueza I'lor de-Van
que, a qual ofTerece cxcellenlcs commodos
para passageiros : quem na mesma quizer
carregar, ou ir de passagem, dirija-se aos
seus consignatarios, Oliveira limaos C.*,
ra da Cruz, n. 9, ou com o capil3o Vicente
Anastacio Rodiiguos, na praca do Com-
mercio.
Para o Rio-de-Janeiro sahe muito bre-
ve 0 patacho Sma -Trindade, forrado e enca-
vilhado de cobre, do superior marcha re
cebo carga a frete, passegeiros e escravos a
frete : a tratar com Francisco Alves da Cu
nha, na ra do Vigariu, n. 11, primeiro
andar.
A veleira escuna nacional Emilia, de
que lio capitSo e pralico Antonio Silveira
Maciel Jnior, deve chegar do Para por
estes dias, para onde voltara com esca-
la pelo Maranliflo, com a maior brevi-
dade: quem na mesma pretender carre-
jar, ou ir de passagem, dever entender-se
com Jo.lo Carlos Augusto da Silva, na ra
di Cruz, no Recife, n. 13, armazem.
Para o Cear segu at o dia seis de
msio prximo futuro com loda a bre-
vidade o lirlgue nacional lotefina: quem
no mesmo quizer carregar ou ir de pas-
sagem, trate com Domingos Rolrigoes
de Andrade, no Trapiche-Novo, n. 4, ov
com Jos Carlos Ferreira Soares Jnior, na
ra da Cadeia do Recife, ou com o capilflu
do mesmo, Marcos Jos da Silva.
Para o Porto segu com a maior bre-
vidado o brigue porluguez Ventura-feliz de
que he capitfio Zererino Ventura dos San-
tos : recebe carga c passageios, para o que
;em excellentes commodos, a tratar com
o refer o capililo, na prac,a do Commercio,
ou com o cosignslario Joaquim Ferreira
dendes GiiimarfJcs, na na da Cruz n. 49
primeiro andar.
Leilu.
O corrector Oliveira far lelio, poi
ordem o em presenta do Sr. cnsul da re
publica franceza, do v-rios peuhores que
existism cm poder do lina lo Jofio Dubois,
subdito francez, consistindo cm oblas de
ouro como sejam : cordoes, trancelins, au-
nis, cruzes, slfinetes, fivelUs de cinto, bo-
tOes para pe tos e punhos de camisas, etc.,
o de vanas nliraS de piala, inclusive salvas,
casliaes, copos e colheres. Sabbado, 4
de maio, s 10 horas da mandria, ores-,
pi divo consulado, primeiro andar da casa
ila ra do Trapiche com entrada pela do
Torres.
Avisos diversos.

visos aaritimos.
Para o llio-tle-Janeiro sabe,
em poucos dias, o brigue nacional
Liziu : para o resto da carga, pas-
sageiros e escravos a frete, trata-
se com o capitSo, na praca' do
Commercio, ou com Novaes & C.,
na ra do Trapiche, n. 'il\.
'Para o Rio-Grande do sul segu, ateo
dia 10 do correle, o brigue Paquete de-Per-
nambuco : | do receber alfuma arga a fre-
te e escrjivos, e tem os moldures commodos
para pTSsssgeiros: quem pretender, poder!
enlender-se com o propietario, na rua da
MonJa, ii. 7, ou com o capillo, Alexandrr
Jos Alves.
O brigue poituguoz Tarujo-I, segu pa-
ra l.ii-hda imprelerivelmente no dia 10 de
correle. .
Para o Rio-de-Janeiro sabe com muitu
Irmandade do Sanlitsim Sacramento do
baiiro de Santo-Antonio do Recife.
A irmandado do Sxntissimo Sacramento
do bairro de Santo-Antonio do Recife de ae-
cordo com o reverendissimo parodio inte-
rino, tem resolvido levar o Santissimo Via-
tico eos enfermos do sua freguezia, no dia
12 do eorrente mez, pelas 8 horas da ma-
nhta ; e por isso faz este aniiuncio para co-
nhecinientode quem inturessar.
O santo mez Mariano he urna devocSo
aqu estabelecida pelos religiosos capuclii-
nhos, eacha-se hoje quasi gerjl nosta cida-
lle ; sua utilidad.' tem sido reconhecida poi
tolos quanto so nao leem esquecido dr
a is, cujos exemplos tem despertado aos
neceado:es mais obstinados a deixarem os
seus erros, e voltarem aos omiuhos da
igreja, nosi lerna c carinbosa mu ; esta
devogo he tanto mais til, quanto mais
sublime he o seu objecto. A freguezia do
Recife e a de S.-Antonio a Um abracado ;
uo era possivel que o devolissiiiio povo da
Ireguezia da Boa-Vista ficasse privado del-
ta, mormente nesle lempo de calamidades,
em que tanto suspiramos oblero eficaz pa-
trocinio da MSi das misericordias, Mara
Santissima. Estas cuncidora^oes calando no
espirito de um devoto, o resolverm a por
em pratica esta t3o grande devocilo, e nao
poJendo p'r alguna inconveniootes piia-
cipiar no dia costumado, teiiciona come-
(ar uo dia 3 do corrente emdiautd na igre-
ja da S.-Cruz daquelie bairro. Convida,
pois, a todos os devotos da Santissima Vir-
reina virem ao Templo do Dos vivo ren-
ler grabas e louvores a sua excelsa Mili,
uest fdias. O acto principiar s 4 horas
da madrugada impreterivelmcnte.
Aluga-se, ou compra-se um
(irelo que entenda do serviro de
padaria.- na ra Direila, n. 8a,
pa dara,
Precisa-se de urna mulber forra para
ama de urna casa de muito ponca familia:
oa rua Direili, n. 63.
Precisa-sede um caixeiro que tenha
pratica de luja do miudezas, para Macelo :
na rua do Cabug, loja de quatro portas
Quem precisar de um caixeiro para cu
brai'Qas, ou outra qualquer arrumaco, o
qual d conbeciinento desua conducta, di-
rjanse* rua de. S -Francisco, n. 33.
Precisa-se de um feilor para engenho,
que tenha toda a pratica dos sei vicos do
campo aprsente atlestados de sua con-
ducta, e de um oulro para um sitio perto da
praQa : no Aterro-da-Boa-Vista, n. 70. Na
mesma venda ha bichas da llamburgo para
se alugarem e venderem, da mclhor quali-
dadequsteui vindo.
O esenvao di irmanda-
de do Divino Espirito
Santo
identifica aos irmSos que domingo, 5 Jo
corronto, he a reuniflo da mesa geral para
a cleicflo da nova mesa regedora, conforme
determina o compromisso.
Aluga-se o primeiro andar da casa n. 8
a rua do Crespo : a tratar na mesma casa.
Sr. redactor. --Tendo lido em o seu Dia-
rio de 29 de abril do corrente anno, n 96,
um aviso da Sra. l> Cernida Mara Pereira
Vianna, cumpre-me responder, e por isso
rogoquoira transcrevera seguinte respps-
ta a mesma Sra. :
Tendo meu fallecido pai, Francisco Pe-
reira Tbom, passado a segundas nupcias
com a Sra. D. Geralda Maria Pereira Vianna,
eem lempo que poisuia alguns bons da
fortuna e se acliava desompenhado ; duran-
te seu segundo consorcio cessaiam todos os
lucros da casa, e s houveram prejui/.os, em
rrma que presumo, que os'bens existentes
sSo poucos para salisfacSo de dbitos con-
Irahidos pelo defunto ; e tendo tquelle avi-
so conv lado credores para, em oilo dias,
irem apresentar ao seu procurador, Jos
Luiz da Silva Cumares, os documentos
eredilivos que tiverem, afin do tratar da
frma de pagamentos; o respndanle de-
clara que, tanto elle como os mais berdei-
rosdeseu pai, nlo reconhecem direito al-
.;u in, in-iii a iuventai ante, e neni a sen pro-
curador para tratar de formas de pagamen-
tos, o que so peitence ao juizo de orphfios,
no qual os herdeiros allegarSo, quando con-
veniente for, o seu direito. Antonio Macha-
do Pereira l'ianna. t>
O abaixo assignado comprou e conserva
em seu poder o bilhete n. 1082 da lotera da
matriz da Boa-Vista, (orordem doSr. Do-
mingos Ferreira Maya, da cidade do Para.
Domingos Ferreira Haya.
Precsa-se de urna mulher idosa, parda
ou crioula, para coziulia/ e comprar para
um homem solleiro: quem estiver neslas
crcumstancias, driji-sa a rua da Cadeia do
Recife, n. 8, segn lo andar, que achara
com quem tratar.
Aluga-se um pequeo armazem na rua
da Praia, com todos os pertences para ven-
ia de carne secca, exislndo no mesmo deis
arrobas: ni rua doVigario, n. 19, primei-
ro andar.
-Antonio Jorge retra-se para Lisboa a
tratar do suasaie :julga n3o dever na Ja a
esta praca ; porm, se por casualidade al-
guemsejulgarseu credor, dever noprazo
Je tres dias apresentar suas conlas, na ruu
do Crespo, n. 10, primero anJar, pata ser
iinitiediatameule embolcado : declara mais,
qua deixa nesta pra^a por sua procuradora
e encarregada de todos os seus negocios a
s in mulher Leonor Jorga.
Precisa-se de um bom amassador : as
C nco-1'outas, padaria defronte da fortale-
za. Na mesma tambein se vendem bolachas
de uiilho a oito palacas a arroba e a 80 rs. a
libra.
Os administradores da massa fallida de
FirminoJosc Flix da Roza convidam aos
credores da mesma mussa para urna reuniSo
no dia segunda-feira, 6 do corrente maio,
pelas 11 huras do dia, na rua du Vigario, n.
19, pnmeiru andar.
Jos de Freitas Ribeiro, subdito portu-
guez, val a provincia do Ceara.
Antonio Jos da Costa c Silva rotira-
se para Portugal a tratar de sua sade, e
deixa os seus nogocius entregues ao seu
mano o Sr. Joaquim Jos da Costa o Silva
Marlinho Jo.-e de Mello, brasileiro
vii provincia da Parabiba a tratar de ne-
gocios.
Livio|de Snuza, subdito porluguez, re
ti a so para fofa desta pioviucia.
Cy.uiano Jos Correia, cidadSo portu-
guez, rclira-se para Portugal, levando em
sua cumpanbia sua mulber, Maria Thereza
da ConceicSo, e seus filtros menores, Maria,
Joaquina e Cypriano.
Antonio Jos Soares Jnior retira-se
para Portugal, levando cm sua compinhia
sua mulher e 3 Hlhos de menor i Jado.
>4MMHMI1 filfc^MI MMiM
PHIMKIKEGRANDK
consultorio homocj- |
p.tthico. |
i t:
f| Dirigido pelo facultativo J. B. Casa- ig
i! nova.
I I
i Ittin da Cadeia de S.-
Antonio, n. '/J
nasse um oulro papal feito pelo dito Sr.
Queiroz e nlJoo lesse, porque tSos:neute
mal assigno meu nome, protesto contra tal
escriptura, e chamar a juizo o dito Sr. Quei-
roz ; e se he o contrario do que aqui digo,
declare o Sr. Queiroz por esta folha, que
por ella mesmo farei ver ao respeitavcl pu-
blico, a maneira or que o Sr. Queiroz
poude obtor essa escriptura. tu sou um
pobre servente da intendencia da marinna,
o Sr. Quoroz he branco, rico, du ter gran-
des amisades; eu, tenho a Daos, q""
protector da innocencia. A herana anda
em 2:800,000 rs., e 1:650,000 rs. |>3 comli)-
pothecas em bens de raiz nesla ci iade, cuja
lieranc.a reode monsalmante 38,000.'o*"
Haptisla Lobo de Cusma*.
Aluga-se uoj sitio na estrada do l'om-
bal, o segundo ao entrar no becco a direita,
com casa de Viven la, arvores de fructo, tor-
ras ebaita para plantacOes e cacimba com
boa agoa do beber : quem pretender, dir-
jase rus do Hospicio, casa terrea, n. s.
Pela segunda vez se avisa ao Sr. Joo
Germano do Paula, alferes do corpo de po-
lica, que a n3o querer qu>i se panteleie a
publico qual o abuso de confiauca commel-
lidoporS. Me, venha sem demora fallar
com Jos Peres da Cruz.
Mara Rosenbrook com dous Ribos me-
nores retira-se para forado imperio.
Antonio Ferreira do Freitas, Brasileiro,
retira-se para Portugal a tratar de sua
sade. .
I.aurann Jos do Barros, mestre atraa-
te bem conhecido nesla cdado, avisa aos
seus amigos e freguezes, que tem para ven-
der panno azul fino, propno para fardas o
sobrecasacas militares; panno preto muito
fino e cor flxa ; casemra preta superior
ludo por proi;o muito commodo.
Compras.
Compra-so um torno de medidas do
po para seceos, caxOes para armac3o do
venda, ditos que sirvam para deposito do
bolacha : na rui do Rangel, n. 50.
Compratn-s Diccionarios inglczes ; His-
toria romana em iuglez; Grammalica in-
gleza : tu lo em segunda uiflo : na rua do
Collegio. n 4.
Compram-se escravos de
ambos os sexos, de toa i5 annos ;
na rua da Cadeia do Uecife, n. ai,
primeiro andar.
Compra-so urna ovelliaqued bastan
to leite : paga-se be n na casa do fallecido
Joo liarla, na rua do Seve.
-- Compra-sn um cavallo ruijo para car-
ro : na rua do Trapiche-Novo, n. 10, pri-
meiro andar
Vendas.
As dses o consullas homceopalhi- 1
cass.loreduzidasa 5,000 rs para as f
pessoas lvres, e a 2,000 rs. para os f$
esornvos. L
Os doenles scrSo visitados todos os 6
dias sem nenhuma outra P'ga.
Toda a pessoa que se apresentar jg
no consultorio declarando ser pobre, '$
recebara consultas e remedios gra- f:
| luitamente.sem precisar de attestado. jg
mwvwvmum m*wmw*%mm
O abaixo assignado faz sciento aos*de-
vedores do fallecido sou sobrinho Francisco
Joaquim Antonio.que n.1o paguem a Manoel
Claudio de Queiroz, pois a escriptura que
ello aprsenla, pela qual pretende habilitar-
se herdeiro, comquanto a assignatura seja
do abaixo assignado, ella foi extorquida,
porque o llvro eslava om urna outra ,.,...
fra docartorio, sem que estivesse presen-
il o tabelliflo e nem se ihe dssea dita es-
criptura ; foi-lbe dito nesta occasiilo pelo
Sr. Quero/, que o abaixo assignado, as-
signBSse aquelle livro que era para seu in-
teresse, pois Ihe daria com que comprar
nina negriiihs, sem que o abaixo assigna-
do recebesse quanlia alguma e de
pois de passado um mez perto de dous,
mandou me que fosse om seu sitio, e la
dando-me 20,000 rs. nOo quiz aceitar, en-
tilo deu-me 50,000 rs. e maltratou-.ue com
palavras em cima ; passados alguns dias,
soube que a escriptura era de sesso e tras-
passo da legitima, oquenaquella occasiilo
eu tinha recebido 600,000 rs., o que be fal-
so, que nem um real recebi, e 400,000 rs.
para quando arrecidasse a heran;a, que
vem a sor 1 -.000,000, e como o dinlieiro que
recebi fqrem os ditos 50,000 rs, easslg-
Cassas prelasa 140 rs. o
covado.
V'ende-se cassas pretas de muito bom gos-
to a 140 rs. o covado : na rua do Crespo,
loja da esquina, que volta para a cadeia.
Na loj de seis portas.
Prodtcrdo dos alcaides.
Vendem-se cortes de vestidos de linas
chitas, com Ireze ovados em diversos pe-
d eos, a 1,120 rs.; metas pretas para senho-
ra, a 200 rs. o par; ditas para homem, tam-
b.'in pretas, a 120 rs. ; chitas pretas a 160
rs ditus de cores, a 140 e 160 rs.; e mul-
l finas, a 240 rs. ; algo 13o monslro. com
oito palmos de largura, pan lences de um
s panno, ou pira grandes toalbas d-i mesa,
por ser tramado, a 800 rs. a vara ; e tudo o
mais oorprecosa fazer conta.
Na ruadoQjeimado, n. 23, vende-sa
cassa franceza, muilo larga, prup-ria pira
lueto, a 440 rs. a vara ; riscadinho de li-
nho azul, a 240 rs. o covado ; pecas de al-
godo liso com 17 varas, a 2,400 rs ; pecas
de chitas escuras, a 6,600 rs.; e brim bran-
co, a .".no rs. a vara.
Vende se um palanquim quasi novo,
por 100,000 rs.; um supla de Jacaranda,
por 60,000 rs. ; dous pares de consolos com
la nipos de pedra preta, por 100,000 rs.; um
toucador do Jacaranda por 6,000 rs ; um
par de llancas de Jacaranda, por 30,000 rs ;
urna cama de angico quasi nova e para urna
s pessoa, por 14,000 rs. ; 6 eadeiras com
assentode paliiinha, por 9 000 rs.; um la-
vatorio de ama relio, por 3,000 rs.; 112 ca-
pachos por preQo muilo commodo ; panno
de linho, o melliur que so ple encontrar,
muilo em conta atlendendo a sua boa qua-
lidai^a : na rua do Sol, n. 9.
Grande deposito na rua
Nova, ii. 27.
Neste deposito acha-se urna grande por-
c3o de caixas com follias de FlanJres do
patente e todas as grossuras; ditas com vi-
drosde todas as dimencOes para vidracas;
ditas de cobre de todas as grossuras para
Torro de navio, pelo barato prego de 560 rs.
a libra : onde lambem se acha um com-
pleto sortimento de alambiques, serpenti-
nas e todos os mais objedos de cobre,
bronze o folha para engenho : tudo islo lla-
vera continuadamente grandes ponjOes, pa-
ra os compradores escollierem sua von-
lade.
Vendem-se pedras de cantara ; por-
tis de louro ; carnnhos de mo : tmbeos
se vende um terreno era Fra-de-Portas,
atrsela igreja do Pilar, com 60 palmos de
frente : na rua da Praia-de-S.-Rita, defrou-
le da riboira, ns. 10 e 12.
-- Vende-se carne nova e gran do Itio ;
oafua da Praia, n. 32.
Vende-se, ou troca-se um preto bom
hort'lo, de 35 a 40 annos, de boa conduc-
ta, por outro, ou por um pardo que nSo
exceda de 15annos, anida mesmo voltan-
do-seo que fr justo : no pateo da matriz
de S -Antonio, n. 4, sobrado. '
HflB?TffaV Vende-se um sitio com excel-
flJkWlente casa de vivenda cochei-
""^^"ra que accommoda 30 cavallos,
e carros : o sitio he cercado de cerca nati-
va, tem grande exlensSo de terreno pro-
prio para loda e qualquer plantac.o, com
150 ps de coqueiros que dSo fructo, e mais
arvoredos uteis, duas cacimbas d'agoa de
beber e mais bemfeilorias que com a vista
o pretndante se agradar : no Alernnbo-
do-Ciqqi, n 128.


Na lu'in condecida padaria de urna s
porla, hoje debaixo do sobrado da esquina
da ra Velha, n. t06, de Manoel Ignacio da
Silva Teixeira, constantemente se fabrica a
bolaohinha doce, intitulada regala, s ahi e
na esquina da ra do Collegio, venda do
Sobral, se vende a 320 rs. cada libra, as par-
les de sua composiQ s3o da melhor qusli-
dade possivel ; assiin como falias e biscou-
linhos da mesma qualidade, o excellenlu
l'.ici.n Provenga edo anligo, bolacha Turada
de*, 8 e 16em libra, bolachinba da mesma
massa de 32 em libra, sendo qualquer del-
tas muito torradas e da melhor farinha, e s
d'agoa e sal: lamliem ha bolachas para ven-
da e para escravos, por menos prego do que
em outra qualquer parte, o puro caf moido
e de cevada, cha superior, assuor de todas
as qualidades, tanto em carolo como refi-
nado : tudo por prego rasoavel.
Vende-se um piano inglez, em muito
hom estado : na ra do Trapiche, n. 17, ar-
ma/fin de Jos Teixeira Basto.
Algodio da trra
Na ra do Qucimddo, n. 20, se recebeu
novamente urna porgfto do superior algo-
dflo da trra, que se contina a vender pelo
barato prego de 200 rs. a vara em porgfio, e
a retalhoa 220 rs.
Vende-se sal do Ass a bordo do bri-
gue Paquete-de-Pernambueo, Tundeado na
volta do Forte-do-Mattos ; assim como boa
palha de carnauba: a tratar abordo, ou
iiini Leopoldo Jos da Costa Araujo, na ra
da Moda, n. 7.
Para as igrejas.
VcurJc-se missale romanum :
no pateo do Collegio, luja do li-
no azul.
Vende-se Direito publico
do Di-. Autran, para o primeiro
e segundo annos da academia ju-
rdica : no paleo do Collegio, toja
do livro azul.
Boa farillba.
Vende-se farinha de mandioca de muito
boa qualiJade, sacca de alqueire, medida
de bordo, por prego niais barato do que em
outra qualquer parle: na ra do Livramen-
to, loja, n. 14.
Marmelada peitoral.
Na cscadinha da ra do Crespo, n. 11, ven-
de-se, a quem liver hom gostoe queira re-
galar o prito com urna boa quartuiha d'a-
oa, e mesnio fazer um bonito presente,
lindas llorlas da superior marmelada pei-
toral, tilo recommendavcl a todas as | cs-
soas que tiveram febres.
Ue (o barato.
Cortes de brimdelinho, pelo diminuto
prego de 1,400 rs. o corle, a lies que a fa-
zenda va ; no pfsseio publico, n. 19, loja
de I.i'inus Amaral & C.
Por 50,000 rs.
Vende-so um relogio de ouro, orizontal,
muito regulador, pelo barato prego de
50,000 rs. : na ra da Penha, venda por
baixodo sobrado do Sr. coronel Joaquim
Bernardo
Vende-se Loa tinta preta de
escrever, fin garrafas grandes :
no pateo do Collegio. leja do li-
vro azul.
Vende-se marmelada multo nova che-
gada ltimamente,por proco muito comino-
do : na ra do Collegio, venda da esquina
n. 25.
>4<
He bom e barato.
Na ra do Queimado, vlndo do Rozario,
segunda loja, n. 18, vendem-se lengos de
cores ( fio da Escocia ) para gravata, a 2i0
rs. ; meias pretas dealgodSo para senhora,
a 200 rs. o par; ditas para homem, a 100
rs.; ditas brancas para meninos, a 80 rs.;
cortes de setim preto lavrado para colletes,
a 1,600 rs. ; pecinhas de ganga azul com 12
covados, a 1,000 rs. ; chitas para coberta, a
5,500 rs. a pega, ea 160 rs. o covado; cha-
pos de castor pardo, a 1,600 rs. ; e outras
fazendas por barato prego.
Vende-se boa farinha de mandioca,
em saccas de alqueire, a 3,900 rs. e harn-
eas a ,000 rs. ; arroz pilado, a 11,000 rs. o
alqueire ; dito de casca e milho : na ra da
i'raia, becco do Carioca, armazcm de An-
tonio Pinto Soares.
Vendem-se diversas miudezas por pre-1 guarda nacional;
gos enmmodos na ra larga do Rozario n cocheira do Peaso
na ra do Mundo-Novo,
Pessoa.
1 Para manteletes, f
Vende-se chamalote de seda preta, #
padres bonitos, proprio para man-
teletes, a 2,000 rs. o covado : na lo-
ja do sobrado amerello, dos qualro-
cantos da ra do Queimado, n. 29.
^
II ez SI a ra n o.
Vende-se o livro denominado NOVO MEZ
DF. MARA, adoptado pelos reverendos pa-
dres do hospicio da Penha, a 1,000 rs.: na
praga da Independencia, livraria ns. 6 e8.
i\a ra do Crespo, n. 12,
hija de h portas,
vende-so a pataca o covado de chita fran-
ceza de desenhos muito modernos, cores Q-
xas e pannos de_superior tecido ; estas nao
enganam, como tcm acontecido em annun-
cios linios em outras parles, motivo por que
estes se teem lomado de pouco aprego:
venham os Jreguezes, que conhecerOoa pu-
reza da verdade.
t>i>;><>-a>>3>
I
Ricos manteletes, cada um em seu |
caitflo, chegados ultimamenle de 1
Frauga : vendem-se na ra do Cres-
po, n. 9, loja nmaiella. V
Manteletes?
A a loja de Maya Ramos
& C., na rua Nova. n. 0,
vendem-se ricas guarnir/ies de flor de la-
ranja.gij naldas e ramos de dita e de ou-
tras ; irangas para vestidos, modernas, de
diflerenles cores e larguras ; luvas de pe
lica, lisas e com en Te i les, pata senhora ; di
les pretas para liou.cn e senhora ; I icos dt
algodlo, linho e de blonde, branros e le-
los ; sapatos de panno u iroquim, de lus-
tro e de setim blanco de todos os lana-
i los ; borzeguins para senhora; e outras
multas fazendas por prego commodo.
~ Vende-se, muito em cunta dous re-
logios, sendo um de ouro e oulro do prala :
na ra do Queimado, n. 10, loja.
O barato obriga a com-
prar.
Na ra do Queimado, loja n. 19, vendem-
se pegas de panno de linho com 15 varas,
7,000 rs. ; ditas de panninho com 10 vaias,
e de vara de largura, a 2,400 rs. ; corles di
ebHa linas, com 13 covados, a 2,000 rs. ; di-
tos de colk-tes de setim de cores, a 1,600 rs.
edelaaesedaa 640 rs. ; lengos de lava-
rinto, s 360 rs.; ditos de cassa com cerca-
dura de cor, a 240 rs., e trances a 180 rs.;
meias para senhora, a 240 rs. o par ; ditas
para meninas, a 180 rs. ; ditas para meni-
no", a 80 rs.; luvas branets de algodflo
para homem, a 120 r.,, e em duzia poi
menos.
A 5,600 rs. a peca.
Vende-se novo madapollo eucorpado,
com i] na ti o palmse meiode largura, pro-
prio para lenges, toalhas de mesa, etc. ,
pelo diminuto prego de 3,600 rs. a pega;
lindissimos tapetes com franjas de 13a ma-
tizados com o melhor goslo e diversidades
proprias para castigaes, jarros, lanlernas,
vidros de cheiro, camr*inhts, ele.: tudu
chegado ultiinamente: bem como um com
plelosortimenlo de fazendas finas e ordi-
naria, | or pregos muito baratos: na ra
do Queimado, n.27, armazem de fazendas,
de Itaymuudo Carlos Leile.
- Vende-se um pardo bom ofllcial de.al-
faiate : na ra da Cadeia do Recife, loja n.
56, se dir quem vende.
Sen, o menor defeito.
Vendem-se exccllentes chitas azues com
flores amarellas, a 6,000 rs. a pega ; ditas
linas cor de ganga, claras e escuras, a 5,800
rs.; ganga da ludia amarella de duas lar-
guras, a 1,000 rs. a pega; lengos de ganga
encarnada, a 3,000 r. a duzia cobertores
de algodo dotirados, os mel bores, a 1,000
rs. ; lino madapoiao da India, com 24 jar-
das, a 3^00 rs. a pega; modernos chapeos
rancezes, a 7,000 rs.; e lodo o mais sorli-
mento de fazendas finas e ordinarias, poi
muito barato prego : na ra do Queimado
n 27, ariiiazein du fazendas, do Itaymundi.
liarlos Leite.
-- Vendem-se 5 apolices da companhi
de Beben be.- no armazem ao p do ai cu da
Conceigo, n. 64.
Vende-se urna moler crioula.de 14
annos: na ra de S.-Rita, n. 14, se dir
quem vende.
Vende-se um Atlas gengraphico, com
36 cartas : na ra estreita do Rozario, n. 39,
loja.
Urna propriedade.
Vende-se urna propriedade de tres anda-
res, sita na ra do Pilar, defronte da inten-
dencia, n. 145. a qual, alm da ptima vis-
ta que d.'alli offerece, se ich.i collucada em
hom lugar para conservar qualquer estabe-
lecimento : a tratar na mesma ra, n. 111,
rom o Sr. pitrflo-mor.
Vende-se um escravo de 24 annos, bem
sadio e robusto : vende-se por seu dono
ter de retirarse : na ra do Torres, n. 20,
loja.
Para agradar os fre-
giiezes
Vendem-se poesas porlugue-
zas de excellenle gosto, boa enca-
de rni c5o de capa de ce-uro e deu-
i.'iilii, por 5oo is. smenle ao-
freguezes; para os outros, dista
dous cruzedos : no pateo do Col-
Irgio, loja do livro azul.
Vendem-se rascjuinbos com
linla preta, que servein tambenrde
tinteiro, a 8o rs. cada um : no pa-
teo do Collegio, loja do livro
azul.
Na r a do Crcipo, n. 10,
loja de fazendas, da viuva Frcitas Cuima-
riles, vendem-se as fazendas abaixo men-
cionadas :
AlgodSo azul de xadrez, pelo baralis-
simo prego de cada covado a
Camisas de meia para meninos, a
Coi les de colletes defustesde cics
diversas, a
(.hales de chita de diversas cores, a
Cortes de rsmbraia com listras do se-
da c de lindes padres, a
Riscado inouslro, o covado a
Lengos de hl de linho de 3 ponas,
muito bonitos, a
Cambraia franceza, o covado a
liiscados rancezes, largos, o covado
Meias .casemiras de Illa, o covado a
Fitas achamalolada, a vara a
llrins de palha e linho, a vara a
Corles de cassa-chitn, a
80
120
240
500
2,000
180
320
100
120
420
40
aso
1,000
Corles de cambraia branca bordada, a 2,000
22, antigamente ra 'Jos Quarteis, a sa-
ber : bicos largos e eatreitos, rendas e
Otas de seda lavradas, volantes e galOes
brancos e amarellos, bicos eespiguilha di-
to, tinteiros de vidro, retroz de todas as
coros e Irangas de Ifla para vestidos,illio/.es
do coletos e sapatos, papel de peso ealmago
e do cores, dito de cores para capa de livros
e outros entalles, pentes de tartaruga, ditos
travessos, aderegos de vidro e filigrana, as-
sim como brincos ; graxa n. 97edita em
latas, rozarios de osso e coras proprias pa-
ra as devotas da Senhora da Penha, ra-
p Gasse fino, grosso e meio grosso, bo-
tos em grosaseabotoaduras de seda para
casaca, linha de peso das libas, barretes de
Illa decores para homens e meninos, atfi-
netes de peito finos com pedra, fio amarellb
o cru desapateiro, botes de madreperola
de differenles padres para vestido de se-
nhora, toalhas'grandes e pequeas vindas do
Porto, linhas de carretel de 100 a 200 jar-
das, (verniz preto em frasquinhos, a 40 rs. ;
idem dito cha hysson ordinario, frasqui-
nhos pequeos com tinta, alfinetesde ferro
para encost ou pregar caixffo, camisas de
meia para homem, tesourinhas para costu-
ra de senhora, caivetes de penna de urna
a duas folhas, oculos de armagab, e pe-
queos talheres de gario e faca para!
mesa por prego commodo, facas de bom
corle proprias para cozinha, colxetes pre-
tos e ditos brancos batidos e francezes, li-
nhas de meiada pretas muito lina, assim
como brancas de cambraias, carteiras de
marroquim com mola e sem mola .- tudo se
vende na loja de Victorino & CuimarSes.
Farinha.
No armazem do barateiro, Silva Lopes,
na porta da alfandega, vende-so fainhi
franceza BarSo, primeira qualidade que
vem a este mercado.
Vende-se urna preta moga, que engom-
ma, cozinha, cose e faz todo o servigo de
urna casa com perfeigSo, reunindo a tudo
isto boa conducta ; um mulalinho de II an-
.os, muito habilidoso, e que he proprio
para aprender qu: Iquer oflicio ; oculos pa-
ra todas as iilaiics, recen teniente chegados
da AllemanhSa, que he sonde ha os melho-
res oculistas : na ra larga do Rozario, n
35, loja.
j-/v) Na loja do sobrado amarello, nos )
q qualro-cantos da ra do Queimado, 25
q n. 29, venden) se corles de vestidos g
q de seda de cores ditos brancos para
i casamento; ditos de cores, fazenda
J? a mais superior que aqui tem appa
v recido; ditos de chamaloto preto
v ditos de cambraia de seda, padres O modernos ; chales e mantas de seda; O
O coi tes de colletes de setim bordados, O
O brancosede cores; esguiflo e cam- Q
0 braia de linho; meias de algodSo 0
<> para senhora, de fio fino da Escocia ; q
C lengos brancos de cambraia de linho; q
q chapos de sol, de seda de cores; \
n panno de linho de 4 larguras ; e ou- o,
~. tas fazendas finas e de gosto : ludo -
X por prego que agrada ao comprador. .
Vende-se una preta que engomma,
cose, cozinha e faz com perfeigflo o mais
servigo de urna casa ; um bonito pardinho
de II annos, proprio para qualquer oflicio:
na ra larga do Rozario, n. 35, loja.
Deposito da fabrica de Todos-os-
Santos na Babia.
Vende-se, em casa de Domingos Alves
Malheus, na ra da Cruzjdo Recife, n 52,
algodOes 11;ii gados, minio pio( nos para
sarcos de assucar e roupa de escravos; as-
sim con,o fio de algodo, proprio pira ve-
las : tudo por prego commodo.
Cssas franerzas a 500
rs. cada vara.
Na ra do Queimado, n. 8, vendem-se
cassas francezas de cores (xas, dos mais
modernos padres, a cinco tostos a va ja :
dlo-sc as amostras.
Vrnde-se, bom e barato, trancinhaf
brancas de lila, proprias para debruin de
obras de elfaiate ; assim como gargantillas
de vidro e lilagrana preta paja luto, com
brincos e sem elles ; abotuaduras de vidro
de dous botiVs para prender casaca adian-
te, sobre-casaca e jaquetas ; ditas de botes.
de seda C('mpletas e do bonitos padres:
na loja ". Victorino & Ctiiiarfics
Vende-se urna preta crioula, de lonita
figura, muito boa engommadeira, cozinheiT
ra, coslureira, ecom todas as hahilidade|
necessarias para o servigode urna casa : na
la larga do Rozario, n. 39, no segundo ou
leiceiro andar.
Noticia aos bous fre-
I
** mmmmmmmm*
Vendem-se superieres e elegantes
chapeos de montarla para senhora, a
Amazona, ou camponeza, fazenda
anda nSo vinda a este mercado ;
chapeos brancos, pretOs e pardos, ri-
camente enfeitados para homens o
meninos; bonetes para meninos, de
novos, apurados gostos e de differen-
tesqualidadei; completo sormen-
to de chapeos francezes e suissos,
vindos pela primeira veza esta cida-
de, tornando-se estes mui recom-
mendaveis, nSo s por sorcm de ex-
pelientes formas e qualidades, como
utels as pessoas que costumam suar
multo a cabega, para nSO re paisa r o
suor ; chapeos do Chile, de abas pe-
quenas e do ultimo tom ; ditos da
Italia, dos mais finos que ha no mer-
cado jexcellentes palas francezas de
todos os modelos e qualidades; pa-
pel grande do difierentes cores, em
porgSo e a retalho ; e todos os mais
objectos pertencentes a chapeos, por
prego commodo : na praga da Inde-
pendencia, us. 24, 26 e 28.
nda g
pa- y
Majilas de lil de linho preto, a 1,600
Ditas ditas brancas, a 1,000
Ditas ditas de seda, a 3,000
Chales de ISa o seda, a 3,000
Sedas brancas lavradas, o covado a 400
Vestidos de cambraia branca de bar-
ra, a 2,000
e outras muitas fazendas que se vndenlo
por baratissimos pregos, e que serio ofJc-
recidas na mcsnia loja acs compradores.
A 2,800 rs.
No armazem da ra do Rangel, n. 3fi, ven-
de-se farinha de mandioca, a 2,800 rs. a
sacca.
Vende-se urna casa de tres
andares, sita na travessa do Quei-
mado, n. 1 : a tratar na ra da
(adeia-Velha, n. 3.
Vendem-se as santas mis-
soes feitas pelos religiosos capu-
cliinlios, a 4 rs- c;"'a lll,ia : "
pateo do Collegio, loja do livro
aiul.
guezes.
He chegado um currcgamenlo de pinhq
daSuecia, hranco e vermelho ainda aqu|
nao visto, de 10 a 30 palmos de compri-
ment, sem nos, proprio para se enverni-
zar; tendo (ambem coatado, costadinho,
assoalhos e forro para fundos de barricas.
Fscuzado be decUrar o prego, porque o an-
tigo barateiro est disposlo a vender por
1 lodo odinheiro, e quem quiter em n-aior
qusnlidadee Ihe clarear avista, cantando.
Iheao ouvido, ser bem atlendido : atrs do
llov io velho, armazem junto i irrite, ou
a fallar com Joaquim Lopes de Almeida,
cuixeiro de Joflo Malheus.
Vende-se a melhor ago'ardentede Frau-
ga ( pal Brandy ) que tem vindoa este mer
cado, em caixsa de urna duzia, por prego
muito commodo : na ra da Cadeia do le-
nle, n. 4a, casa de Augusto S. (,'orbelt.
O Q
O lloDieopalbia pura.
O Ra do Trapiche, n. 40.
O Rol case livros para o tramenta-
Q ment dos enfermos pela homceopa-
Q thia i acham-se a venda por o odi-
Q> eos pregos.
O Hr. Luz se offerece dar todos q
^ us esclarecimcsntos necessarios pa- _
O ra o melhor uso dos mesmos.
Vende-se um cavado alazoo, bastante
gordo e muito hom andador de baixo es-
quipar : lamben) se veudem os arreios ne-
cessarios para o esquadrao de cavaliaria da
*mmwmw*mwm ntwwwHgwi
iNa loja de Maya Ramos
&C., na ra Nova, n. 6,
vende-se rico papel para forrar salas, guar-
niges e barras de bonitos padres, e entre
elles duas salas de paizagens, sendo urna a
tomada de Roma pelos francezes em 1848, e
outra a batalha de Jaly pelos mesmos; lan-
ternas de vidro, metal e casquinha para ci-
ma de mesa o piano: jarros de porcellana
delirados; eslojos de malhematica ; ditos
de limpar denles ; lindas perfumara ; e ou-
tras muitos objectos por prego commudo.
Cheguein, fregueses, ao
barato.
Na ra Nova, n. 4*1, de-
fro te da igreja dos
miliiarts,
vendem-se chitas muito boas, a 140, 160 e
200 rs ; riscadinhofrancez, a 300 rs.; ris-
cado monstro de mais do vara de largura, a
300 rs.; lengos de cassa, a 280 rs., padres
delicados; ditos de chita, a 120, 160 e 240
rs; coeiros para meninos, a 200 e 300 rs.
cada um ; cortes de cassa, a 2,500 rs. com
perto de8 varase de bonitos padres; bi-
cos, a 120.160,180 e 200 rs. ; ditos de soda
de largura de um palmo, a 400 rs. a vara ;
cuites de colletes de velludo, a 2,500 rs. ;
lanzinha para vestidos da presente estagSo,
a 206 e 280 rs. o covado ; fazenda para cal-
gas, a 220, 240 e 280 rs. de boa qualida-
de; e nutras muitas fazendas por barat-
simo prego, por ter o don de relirar-se.
Na loja do Duarlc na ra do Calinga,
vendem-so (esouras para alfaiate, barbeiro,
costuras unhas, ecaivetes finos do diver-
sas qualidades e da melhor fabrica de (iui-.
manes.
Vende-se, ou aluga-se um
sitio na entrada da estrada ora,
na Magdalena, com urna excel-
lento casa terrea cor muito bons
com modos : o sitio esta bem plan-
tado e offerece todas as vantagens
para quem tiver bom gosto: quem
o pretender, irija-se ra do
Trapiche-Novo, n. to.
Na ra Nova, taberna u. 65,'vende-se
ama porgando rebolos e pedias de amolar;
oerveja de muito boi qualidide, a 400 rs. ;
cha, a 2,000 rs. ; cevadinha de Franga mui-
to nova, a 2(0 rs. ; araruta, a 240 rs. ; fari-
nha do Mirantifio, a 120 rs.; e todos os
mais gneros por prego commodo.
Novo sorlimento de fa-
zendas baratas.
Vondom-se cortes de cassa-chiti muito
bonitos, a 2,000, 2,400 e 2,800 rs. ; riscadi-
nhos de linho,a 240 rs. o covado; dito de
algodSo muito encorpado, proprio para
rnupa de escravos, a 140 rs. o covado ; cor-
tes de brim braucode linho, a 1,50O rs. ;
dito muito bom, a 1,700 rs. ; dito amarello,
a 1,600 rs.; dito com listra ao lado, a 1,380
rs. ; cassas de cores muito bonitas, a 3_'0
rs. o covado ; riscados monstros com qua-
tro palmse meio de largura, a 200 rs. o
covado ; marte furta-cres,a 200 rs. o co-
vado ; pegas de cambraia lisa com 8 varas
e meia, a 2,720 rs.; chitas de bonitos pa-
dres, a 160 rs. o covado ; ditas muito li-
nas, a 200, 220, 240, 260 e 280 rs. ; lengos
de seda para algiheira, a 1,000 e 1,280 rs. ;
ditos para gravita, 1,280 rs.; e outras mui-
tas fazendas por prego commodo : na ra
do Crespo, loja da esquina que volta rara
a cadeia.
Vende-se um bonito carro de quatro
rodas envidra gado, (i um cavallo rugo, gran-
de, fiula eji eiisinado para carro : na co-
cheira do Frederico llanseni defronte dq
convento de S.-Francisco.
uterino i reto de duas
larguras.
Na ra do l.ivramento, n. 14, vende-se
merino preto muito fino, proprio para ves-
tidos de senhora que estiver de lulo, a 1,800
rs. o covado; casemira mesclada para pa-
litos ; corles de casemira de cores, a 2,800
rs.; e outras f.zcndas a troco de pouco di-
nheiio.
Boa jarinha.
Vende-se,na ra do Crespo, n. II, lo-
bSo para o terceiro auno, .por 5,000 rs.;
grammatica.de Sevone, por varios pregos ';
cartas de Cicero, por 800 rs. ; Cornelios,
por varios pregos; Ceographia por varios
pregos; Magnum' Lexicn, por 5,000 rs. ;
Diccionario de Vieira, por 3,000 rs.j; Ba-
voux, direito, 2 novos volumes, por 3,000
rs.; Virgilio, por varios oreos ; Tito l.ivio ;
Horacio e Salustio.
Vende-se urna mela-commoda de mpg-
no, com 3 gavetes : na ra do Queimado,
segunda loja, n. 18.
Vendem-se bichas de Hamburgo, che-
gadas pelo ultimo navio, a 25,000 rs. p cen-
to : na ra do Vigarjo. n. 8.
Escravos Fgidos
Na ra do Uvramenlo, n. 14,
farinha muito boa de S.-Matheus, em sac-
ca, ou sem ella, por maia barato prego do
que em outra qualquer parte.
Vende-se um cofre de ferro : ni ra de
S -Francisco, casa de um andar, confronte
ao theatro.
.- Vende-se um carro de qnatro indas,
com arreios, quasi novo, tendo sido feito
em Inglaterra, da melhor construcgfio, com
issento para quatro pessoas e para mais
duas em frente : um dito americano novo,
de4rodas, muito leve; no sillo do falle
cidoSr. C. C. Cox, autos do chegar ao Man-
guinbo.
Fugio, no da 28 do ptssado, o escra-
vo Lourengo, perteneente a Luir Francisco
de Barros Reg, o qusl estove fgido por 6
aaezes e durante esto lempo esteve embar-
cado, e foi apprehendido no da 23 do cor-
rente e tem os signaes seguinUs : he alto,
cheio do corpo, cor fnla, e natural do Para:,
quem o pegar leve-o a ra da Cruz, n. 46;*
bem como se previne aos Srs. capities de
navios para que nlo recebara a seu bordo.
Gratificara o.
Fugio, da Cidade de' tltcei, no passado
abril, a escrava de nome Colecta, do dou-
tor Jos* lavares Basto,, e gratiriea-se a sua
apprehensflo nesta praea, ra do llangel,
n. 36, segundo andar : signaes seguirrM* :
crioula, moga, disfargada, boa estatura,
corpo espigado, peilos escorridos, e cora
visivel queimsdurs no rosto.
-- Fugio, no dia 22 4o passado abril, o
preto Bernardo, de estatura baixa, de 40
annos pouco mais ou menos; tem os ps
bem fetose canellas finas; tem urna cos-
tura de gomma em cima da garganta e duas
mais a roda traz um lengo cobrindo as di-
tas costuras, por estarem ainda averterom ;
sahio a vender luidas em um taboleiro; le-
vou caigas e camisa, e sem cbapo; mas
quando foge, costuma trazer smpro al-
guma cousa no inflo para fingir que anda
fazendo recados. Km das de margo fugio
tambera urna preta, contienda por Maria
Cajueira, de 40 annos, baixa, cara redonda ;
he muilo falladera; tem sido visla, al-
gumas vezes, por S. Amaro tirando ma-
risco. Boga-seaos capitfle, de campo e miis
pessoas da polica, que os appiohendam e
levem-nos ra da Cadeia do Recife, de-
fronte do Becco-Largo, n. 25, que seroo
gratificados.
Urna recompensa.
Acha-se fug:da, desde o primeiro do cor-
rente mno, a preta Mara da Cruz, de 40 o
tantos annos, cara redonda e enrug-da;
tim um dente.falto na frente; he baia e
um tanto cheia do corpo, mitos e ps pe-
queos ; tem as unhas dos ps retrocidas e
muito grossas, tendo nos mesmos alguna
cravoseuma marca de ferida em um dos
lornozelos; tem urna canella quasi toda
Inven a proveniente de outra grande ferida
que teve ; d muito cavaco quando Ihe l'a-
zem cuz; he muito conhecida de alguna
ofliciaes do pedreiro, por ler irabailiado da
servente em algumas obras, o em algum
lempo que venda agoa ; tem sido vista em
(Miiola e nesta cidade a vendar agoa : quera
a pegar leve-a so Aterro-da-ttoa-Visla, n.
17, fabrica de licores, que ser generosa-
mente recompensado
Fugio, no dia 3 de margo, da povoagfto
de Barreiros, a parda Archanja, baixa, cheia
do corpo, com urna belida em um olho,
denles limados, com algumaa rugas na
cara, cabellos crespos o bast antis mui-
dos: quema pegar, ou a quizer comprar,
dirija-se a povoagilo dos Afogados, a Manoel
Ignacio Bczerra Cavalcanli, ou na mesma
povoagfio dos Barreiros, a Antonio Pedro
Cavalcanli de Albuquerque.
Fugiram, de bordo do bri-
gue nacional Sem-Par, vindo do
IIio-de-Janeiro, tres escravos, sen-
do : Sabino, pardo, de ao annos
pouco mais ou menos; levou ral-
cal e camisa azues, e bonete en-
carnado : dous ditos crioulos, de
nome.s Euzebio e Antonio, que re-
presen la in ter a5 annos cada mn,.
de estatuas ellas ; leve rain calcas,
camisas e bonetes azues. Hoga-se
as autoridades policiaca c capitaes
de campo, que os apprebendam e
levem-nos a Novaes & Compa-
ubia, na ra do Trapiche, n. 34'
Fugio.Jdo engenho de Tres-Buceas, no
da 17 de fevereiro passado, um pardo com
ns signaes seguinles: baixo, grosso, sem
barba, de 20 annos pouco mais ou menos,
cabellos enroscados, olhos grandes e aga-
ropados, bem feito de corpo, pernas e ps,
nariz chalo, heieos grossos, bocea regular a
com todos os denles ; intiiula-se forro, a
como tal vem monido de um pasaapoite fal-
so com o qual illudio as autoridades de
Barra-Grande : quera o pegar leve-o ao di-
to engenho, ou ao Recife, em casa de Ma-
noel Joaquim llamos e Silva que ero qual-
quer das partes ser generosamente recom-
pensado.
-- Fugio de bordo do patacho Asira ero
13 de fevereiro prximo passado um escra-
vo marinheiro, de nome Joaquim, crioulo,
he alto, lera barba por baixo do queixo,
bexigoso, cheio do corpo o representa ler
40 anuos, o qual consta que tem mili na
cidade delinda : tan,bem fugio de bordo
do patacho om-de-Mareo em 16 de abril
crrente, u.r escravo marinheiro de uumu
Miguel, nacao Mina, cor preta, eslaluri
regulare cheio do corpo, representa ler 30
annos, levou vestido rouf a dealgodSousa-
vende-se" da e inculca-se ser fono, osquaos.sfio de
propriedade do Sr. Francisco d Silva Flo-
res, negociante do Aio-Grand* do aul. Pe-
de-sea todas as autoridades policiaca a vc-
nlicagfio du quaesquer escravos, que sejam
capturados, e aos capitaes de campo muilo
se recomHienda sua captura, gratificando-se
a quem os trouxer, na ra da Cadeia, n. 39,
casa de Amorim Irmiios, rcoouliecendo-u
ns | rapris. pelo primeiro com 100,000 rs.e
pelo segundo com 50,000 rs., oque se gi-
rante pelo presente.
Pmn. : h* ih'. de m. t. de fau. 180
.


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