Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06897


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Full Text
Aiino XXVI
Qnarta-feira I
ibtii* cownoi.
Colanna e Parahlba, Mgunda escitas feiras.
Rio-Grande-dn Norte, quinta, fe.ras aomeo-
Cabo'senohero, Rlo-Formoso, Porto-Calvo
e Macelo, nol.*. all,e2l decadamcz.
Garanbuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Florea, a113 e 28.
Victoria, a quinina reirs.
linda, todos o oas.
l ID ES.
/Mlng. a 4, s 8 b. e20ra. da ni.
n (Nova a II, s Sh.c 49 m. da i
Piiasis da IM. JCrefCi a 18_ e 33 m. da ,.
[Chela a 25, s 9 b. e 48 m. da t.
BIIBUH DE BOJE.
Prlmeira aos 7 horas e 42 minutos da manhaa.
Segunda aos 8 horas e 6 minutos da tarde.
de Maio de 1880.
N. 98.
DAS DA UOCAJTA.
29 Seg. S. Pedro Martyr. Aud. J. dos orf. fcm.lv.
30 Tcrc.S. Cilharina de Sena. Aud. do chae, do
J. da 1. v. do civ. c do dos feitos da fa/.enda.
1 Quart. *S. Filippe es. Tiago.
2 yuiit. S. Ailim uiu. Aud. J. dos do or. e do
m. da 1. v.
3 Seil. S. luvencao da Santa Tur:.
MEOS DA 8UBSCRIP0AO. '
Por tres mezes (..fiaiilaaV) 4/0001 4 Sab. S. Monica. Aud. da thanc. e do J. da 2. v.
Por seis mezes 8/X10 do crime.
Porumanno 15/0001 5 Doin. A Maternidade deT^aJ^rihora.
30 DE ABRIL
CAMBIOS IH
Sobre Londres." 28 d. por 1/000 rs. a 60 das.
. Paria, 346.
Ditos mexicano.......... '/?""_* *
ai
PARTE OFFICtAL.
GOVERNODA PROVINCIA.
O presidente da provincia, tendnem vista o
dliposto mi artigo 4. dalei provincial n 91 de
7deiualo de 1841, e nosarllgos 12 e 13da den
fl de 12dejunho df 1835, eallendendo a que na
forma do-plano e planta do cemilerio publico,
organisado nos termos do artigo 3. da mencio-
nada le n. '.II, e approvado pnr esta presiden-
cia ; alm do sitio principal ja comprado, tor-
na'-ie necessarlo para construccio do dito ce-
miiterlo a acquialcao de varias outras partos
das slluvo>s vilinlias e annexas, as quaes lo-
rain j.-i medidas e demarcadas pelo engenheiro
do municipio Jos Mamede Alvos Ferroira.
BESOLVE.
-Artigo I. Seraodesapropiados para fazrrem
parle do eemiterio publico desta cidade.
$ I. Urna superficie d terreno do lado do si-
tio principal j comprado nerlencenle aos her-
deiros de Franciaco. de Paula Freir, cuja su-
perficie Inri a forma de um trapesio coni mil
palmos de comprliuento no rumo magntico
de N. O. 8. E. e 285 de qm lado, e 18 de outro.
ambos contados no rumo N. E. S. O. formando
Ulna superficie de 1,520 bracas quadradas.
2. No sitio de Joo Vieira da Cunta una
superficie em forma de trapesio coni 710 pal-
mos de comprliuento no rumo de N. O. S. fc. e
285 palmos de um lado e 146 de outro, ambos
contados no rumo N. E. S. O., equivalendo a
urna superficie de 1,526 bracaa quadradas.
, 3. No sillo do coronel Joaquim Hernard
de l'lgiielredo, na extrema do aillo comprado,
uinasuperficie triangular, no rumo N. O S E.
e 90 palmos no rumo N. E S. O. equivalendo a
urna superficie de 508 bracas quadradas, e no
uiesmo sitio, o terreno necessarlo para una
curada de 60 palmos de largura na liuha recta,
partir do porlo do cemilerio, do lado do N.
O. a esquina do 6, do olan da capella de Nossa-
Senhora-da-Concoican da estrada de Joao di-
Barros com o comprliuento medio de 1,498 pal-
mos, equivalendo a uina superficie de 899 bra-
cas quadradas que reunidas s 508, foriuam a<>
lodo una superficie de 1,407 bracas quadradas.
4. No sllio de Jos de Aievedo ouza una
nesga de terreno do.4ado d estrada particular
do coronrl Joaquim bernardo de Figueired.i
com a largura media de !5 palmos, e comprl-
inenlo de 060, equivalendo a 99 bracas quadra-
das.
5. No sillo de Jos Anlunes deOliv ira uina
iipeificic triangular, em uina das extremas do
silio comprado com 640 palmos de cuinpriinen-
to no rumo N. O, S. E. e 185 no rumo N. E. S.
O., equivalendo a urna superficie de 592 bracaa
quadradas.
6. No sitio de Ignacio Jos do Coulo una
porco de terreno, para a estrada que segui-
do porlo do lado do S. O. do cemilerio para i.
Poinbal com 60 palmos de largura, e 464 lie
comprliuento, paasando entre a casa nov do
dito sitio e a cacimba, equivalendo a uina su-
perficie de 268 brajas quadradas.
< 7. No sitio do orplio Mi.....I Gentil da C .
ta Alvos, de quem he tulor o tenenle-coronel
Domingos Allomo Nery Ferreira, n'uma da-
eitreuias do silio comprado, uina porco da
le. reno oni formado trapesio com l.ion palmo,
de comprliuento no rumo N O. S. E. e 185
um lado e 270 de outro, ambos no rumo N E
S. O formando una superficie de 2,508 brataf
quadradas, o no mesmo silio urna eslrada di
60 palmos do largura, e 460 de cuinprimculo,
dando sabida e entrada para o cemilerio pela
estrada do Ponib.il, formando esta parle do ter-
reno urna superficie de 266 bracas quadradas
que unidas s 2,508 formain ao lodo a superfi
le de 2,784 bracas quadradas.
8. No silio de Norberto Joaquim Cuodes,
na extrema do lado do N. O., uina suporficii
triangular com 380 paluioade couiprimenio no
rumo N. E. S. O. e 120 palmos no rumo N. O
S. E., formando una superficie de 228 braca
quadradas. e no mesmo silio 0 extrema do la-
do de N. E. um terreno com 420 palmos de coni-
priinonln, no rumo N. S. E. e 45 palni"S no
rumo N. E. .Q. formando urna superfile d<
95 bracas quadradas, que reunidas s 228 for.-
inaiu ao todo urna superficie de 320 bracas qua
diadaa.
9. No silio de Jos da < osla Dourado, um
terreno de 60 palmos de largura soh 156 de cun
prlmenlo, defronle da capilla de Nossa^riiho-
ra daCoiiceicao da eslrada de Joo de Marres,
equivalcudo a urna superficie de 94 bracas qua
drada*.
Aii. 2. O vereador Jos Pires r'crreira, fico
aulorisado a contratar amigavolmeiite, com os
pioprletariosdos referidos terrenos, c suas mu -
Hierra, scus procuradores ou administradores
a ccsso das superficies designadas em cada
um dos paragraplios do artigo l., ou giatuila-
mente ou mediante Indriunisaco, deveudo ol-1
servar as iustiuccdes particulares que Ihe dou.
c o disposlv nos jj 2 e 3 do artigo 13 da citada
lri n. 9.
Ait. 3. No caso de que o dilo vereador nao.
concorde no proco exigido pelos propietarios,,
devora asslstido polo procuiador-fiscal da tlie-
soin aria provincial proceder nos termos do pa
ragrapho 4." do rele ido artigo 13 da supra-
i ii.id i loi n. 9.
Palacio do governo de Pernambuco, 29 do
abril de 1850.
Honorio Hermilo Caintiro Ltao.
i
EXPEDIENTE DO DA 23 DE MARCO.
Ofllcio.~Ao commandanteda praca.rcm1 t-
tendo.para que tenha a llovida cxecucOo. co-
pia do aviso de 20 do fever. iro ultimo, pelo
qualS.M. ol. maula passar para es corposda
guaimc/io ilcsla provincia lodas as pravas
do i'iei 11uc esliverem addiilas aos meamos]
Dito. Ao inspector da lliesouraria de
fazendu, comiiiunicando, afin de que far;
constar ao inspector o'allandcga e no admi-
nistrador da mosa do consulado geral, que
o cnsul do Bramen c Olilemburgo nesla
cdado parlicipou, que vai hlrr una via-
gem a Europa, equuiloixa na gerencia dos
consulados s referidas n ..-oes, a delin-
que Kiilkmami. Inleirou-se o mcncioiia-
lO eiMi-til.
Dito.-An mesmo, declarando que deve
illieiiir ao inspector d'airandega pura con-
oniir no desj nclio isento de dir. tos das
1,800 varas de hgado de cantura, compra-
uas a Antonio Valentini da Silva Barroca,
para o Ingenmento dos armaxens da meima
alfandega.
Dito. Ao jniz do diraito da primoirn
rara crime desta cidade, para qua em cum-
primento do aviso do ministerio da jiitir;a
Ac 18 defevereiro Ultimo, remeta sccro
taria do governo, afim de ser enviada a a-
qii-lla secretaria de estado urna rcl"cnodos
inicios de jualica exigentes nesla comarca,
e quo sOo prvidos pelo governo |mp nal,
com deignaco das leis que o crearam, o
declaraco dos que estilo prvidos ou va-
gos, e dos ttulos de provim nlo ; c com-
munique quaesquer vagas que possam ha-
ver, e o motivo delias.--Nesle sentido of
liciou-se ao presidente da rclacioe a todos
os juizci do direito da provincia.
Dilo. ~ Ao inspector da thesourana de
fazenda provincial, para mandar adjuntar
ao engenheiro e'ncarregado da obra do
theatro desta cidade, a quantia de 2:000,000
rs. para pagamento das pedras viudas de
Lisbo. para a referida obra e d-s ferias dos
trabalhadores do mesmo theatro. loCei-
rou so o mencionado engenheiro.
Dilo. -- An mesmo, ordenando que man-
de abonar i cmara municipal desta cidade,
a quantM de 11:000,000 ders. para a com-
pra do terreno destinado para o cemilerio
publico, siza e m"is desrezas relativas fei-
lasc por fuzer. --Scientilicou-sc mesma
cmara. .
Dito. Ao director do lyreu, mandando
ptirein concurso a cadeiradeprimeias le
tras da freguezia de Papacaca.
Dito a' administracSo dos cstabeleci-
mentos de caridade. -- Tendo a le provin-
cineialn. 91 de 7 de maio de 1811. decre
lado a ciiilicacilo de um cemilerio publico,
.! ordenado no % 1. que a obra fosse loita
a cusa da cmara municipal e desta admi-
nistraQoconvom, que Vmcs. me informen)
com urgencia, se he possivel que cssn ail-
minislraciio concorra a custa das rendas
do patrimonio dos estabclecimcnlos a seu
cargo para as despezas do dte cemilerio.
Dito. Aoag-nteda compnhia das liar-
cas tle vapor, tara que mande dar paSM-
gem para a cArte, no primeiro vapor que
seguir para osul ao segundo lente do i
balalhflo do artilharia a p Ayrcs Antonio
do aloraes Ancora, e ao segundo cadete do
5. de cacadores Antonio Luiz da Cunha
Franco, quo vflo continuar os scus esiudos
na escola mililar. Intrliigenciou-se ao
commandantc da i-raca.
I'orlaria. I'rorogando rara o da 7 de
abril prximo futuro, a abertura da sesso
ordinaria da assembla legislativa provin-
cial no corronte anuo. -- Expediiarn-ss as
convenientes communicac,es.
Dita.-- Nomcaiido ajudante do procura-
dor liscal da lliesouraria da fuzeuda pro-
vincial na comnrea de Goianna, o prtimolor
publico da mesma comarca Joaquim de
Souza Res. Fizeram-sc as commuuica-
ces necessarias.
Dita. Ao agente da companhia de ia-
quetes de vapor, pura mandar dar passagem
para a corte no niimciro vapor que seguir
para o sul, ao alferes I.eanlio Corra de
Lugo. -- Coininuicou-se ao commatidante d
|iiui;u
Dita, Demittindo a Francisco Jos da
Costa e a Joaquim Munoel do llego Brrelo,
dos cargos de 1.* o 3." supplentes do dele-
gado do termo do Cabo. Communcou-se
ao c'hefc de p< liria.
Di la. Demittindo de instructores da
guarda nacional, dos municipios bajo de-
clarados os cidadios seguintcs:
Municipio lie linda.
Primeiro batalhflo, JoaoBaptista da Silva
Manguind.
Segundo balalho, Antonio Si hastio de
Mello llego.
municipio do Cabo.
Tenenle, JonJ s deMoura.
Munctpio do Limoeiro
Jos Antonio Pestaa.
Muniripin iln no-Formo$o
Tenenld, Joaquim Jos do Souza.
municipio do Bonito
Tenenle, Ilanoel Ferreira de Almeida,
Municipio ilo Orejo Cimbra.
Alferes, Francisco Marques da Silva,
Expcdirsm-se as convenientes communi-
cafes.
PE:.NAMBUCJ
ASSEtMBLEA PROVINCIAL
14.a SESSA ORDINARIA EM 26 DE ABRIL
DE 1850.
MESInFNCIA DO fB. PD0 CAVLCANTI.
'J.onclusao Vidt o Diario n. 96.)
0 Sr. Gutdes di titilo cnlende que a casa
njo se contradi! volando pelos acudes, dc-
pois de ler negado o seu apoio ao i rojeclo
da ponte do Rio-Doce; e que os receios do
nohre segundo secretario, a respeito da ira
imptitaciio que latjain os adveremos po-
lnicos pelo numero de cloilores, silo mais
urna rasi'io em favor do projecto,T)orquo a'
necessidude "que >-Xi erinieutuinos povos de
n ii I o;: v que d 70 eleitnres.(aiijjla quando
fosse da mesma na tu reza, o qu% 11*0 esla
provado> he mais altendivel do que a que
la somonte 12 ; n.lo pelos volos que elles
possam dar, mas pelo numero de habitanles
ii'.e o maior nuucro de leilores devo sup-
pr. Convida, por sso o nohre deputado
u ser coherente, e a votar na terceira discus-
silo do mesmo modo quo votou na pri-
meira o segunda ; observando qucf so al-
guns lugaics ha na provincia mais carec-
indigita-los, o salvar a casa de urna injus-
ta preferencia.
O Sr. Floripes Sr. presidente, todos
ben que esta ideia da creaeo dos acudes
niiofoi minlia : mo fui en que a propuv.;
mas achci muilo ulil e necessaria. mor-
mentequantoaol.imoeiro deque tenhoper
eito conhecimenlo, por ter alli estado
empregudo t es annos. o par cipudo de
suas necessidades. I'odendo, pois, fallar
cerca do Limoeiro com conhecimenlo de
causa, e vendo que u necessidade d'agna he
urgente n a maior, que alli se soffre, nao
duvidei apresentar-mo susteiiUndo o pro-
jecto, snm oulro motivo muis d i que o de-
sejo do concorrer pura a satisfazlo de ISO
graihlo prociilo.
Sr.prcsidente.eupossodizera ro pei todas
cousas do Limoeiro e de suas necessidades.
o mesmo que disse Eneas fallando das des-
granas o miserias do cerco e dcslruc,3o d*
Tron qucequeipsa misrrima viili, el quo-
rum maijna pars fui.
Sr presidente, a fulla d'agoa n Limoei-
ro he 13o extraordinaria, que na ultima sec-
ca, em 1845, militas familias se retiraram
por urna vo do lugr, como praliraram ou-
tras que liabitavam os serios mais con
traes da piovincia ; e anda hoje pura l
n3o voltaram por soarrecciarem do novas
calamidades : a falla d'a/oa pelo fim do ve-
rilohelal, que at as cacimbas que so a-
brem no Icilo do rio s ccam, ou d3o urna a-
oa 13o pessinia, que causa grave prejuizc
a saude dos habitantes, c mala quasi todo
o gado. Por rouheccr que. o projei lo reme-
diava csses glandes males fui, que o alop-
t i, o n3o poique esperasse dahi csiaoua-
quella gralidfio. Nesla rasa nfio me levo
por csses principios mosquinhos.
Mas o nolue deputado segundo secretario,
que havia nos ajudado nes-e irabalho Ifio
dgno dealt nefio, afaslou so de nscom
n maior injuslisa, ecom a maior ingr-tido
nos abandonou, quando nos mais prorlaa-
vanins dos scus val- sos esfor^os. E pura
que '.' Para salvar a incoherencia da casa, a
quul mo se i de dar, visto que a necessi-
dade que houl m se discuti, foi de urna
ordem muito inferiora ella : tratou-se hon-
tem de urna ponte, e hoje trata-se de acu-
des pira pruver uina necessidade de priniei-
ra oidjin, ou antes vital. Pdc-se passar
em urna ponto, mus uinguem passar sen
ugoa. J os ineus nobres collegas multra-
ram que luvia muita diifercnta entre >
quest3o de hontem, e a i! hoje. A ugoa he
um elemento da vda, cnlrelanlo quo a pnn-
le tifio he sean u lll eniimi do da vida,i
eu achoque i necessidade da ibuatrCCr-SO
estes uossos serioes il'agoa, he maior aindu
do que a das es1 radas ; lorqu^nto, se as es-
tradas sito urna imite de riqueza, a agoa he
urna fonle i!e riqueza ni ior; ou antes sem
ella nao pode h. se ha ce criar o gado sem anua? E queni
poder Irablhure viver, faltando agoa i'A
falta de estradis commodas remedia-se, e
tolera-se, n3o assim a lalla il'agoa. N3o
houve, poiloiilo, iucihcrciiria na casa em
volar cuino votou, atienta a dispuridade
das quesles. Ilmn sin, injuslisa da pai-
la do nobro doputaio qnai do disso que,
havendo o u tros lugares da provincia" ere
cedores d'agoa, n<1o se iievia i'-/er una ex-
*"l V"''' ''"' ^avor do Limoeiro" c Caruar,
pala nOo ol' inli-r a susceptihilidai.'e dos
outios. I'ois enlao, por n3o se po 'er fuzer
ludo, segue-se que se niio Tuca lignina coli-
sa ? iNs nao i udeinos abastecer d'agoa di
una vez toda provincia, ms podamos
l'azer alguina cousa jesteanno l'uzemos es-
te benelieio a estes dous lugares, para o li-
no fa-lo-hemos a oulrosdous, e assim em
pout'O lempo teremos abastecido d'agou
lodo o interior. Po tanto, esse argumenio
o."m procede : nos uo vaiiii s oll'ender u
susccptibilidade dos oulros lugares ; oque
elles pdein dizerhe que niio Ibes coube u
sua vez estenfho, mas cspcmro quelites
cuiba pura o outro. ( Ha um aparte )
.Mas vamos ao grande argrmento que se
aprsenla paia oadiamenlo do projecto.
Diz o polne deputado : agora nao lie or-
casiilo opporluna paia se tiatar desla malc-
ra, mas sim, quando se discutir a ledo
orqame''lo, porque he preciso ver primei-
ro oque se pode gastar. Esto argumrnlo
pude ser admissivel em alguns casos, mu-
nSolie por ello quo nos devenios deixar de
votar pelo projecto agora mesmo ; po que,
scnhorcs, se se tralassc de uina grande
despeza que fosse complicar os clculos li-
nanceiros pondo em alcance os cofres, en
dira que n3o se poda deixar guardar a
qucslo para quando se tiatasse da no.-sa
reccila e despeza ; mas, iralando-se de uina
diminua despeza, e saliendo nos previa-
mente quo os cofres | rovinciaes pdem
comportar essa despeza, i or que raso dei
xaremos de volar j por eslo piojo, tu ? S
depoJ deste projecto frcni aiiparecendc
outras despezas niuito \tiaoidinrias, eu
njo volarei porellus sem primeiro apnda
os cofres ; mas qnaiito a esta, nao ha rasan
para sso, porque demanda urna qauntia
muito diminuta. Demais, ha mullos exeni-
plos de ler esla cusa volado n mas leis
gnacs a esta, anles do haver-se volado a
le do mea Menlo ; e ule ni ssa nilenejo,
ou a ntencio do autor do projecto, he a
imis pina possivel ; porque, einvezdcu-
preseniar essa ideia na occasiSo em quo se
disctase a lei doorcamento, conde pode-
na nafrar sem discusafio, apresentou-a a
c su ante-, I ara que fsse devidaiuentc a-
pi.cciada, mostrando assim a sua boa fe.
lias o nohre segundo secretario, queren
do apadrinhar as suas ideia.-, trouxc para
a disCUSaflo cousas que eu entendodive
pussar em silencio. [Apoiiulot.;.. Deixo Iw
dos d'agoa do que os que menciona o pro- ,
jecto, aosDobrc impugiiadoros pertence o I em branco. Eu cnlendo que no aqui'n.'io
levemos ter em considcra^ilo o que pode
dizereste, ou aquello mal intencionado, a
isso se d*v votar soberano desprezo De-
vemos nesla casa tratar de bein fazer pro-
vincia, certos de qoo o publico sensato nos
far jiisiicii, e de que inda quando tenha-
mos um prumo na mSo, ou a halanca da
justieu, sempre llavera quem nosaecuse.
Me parece, Sr. presidente, que a materia
se acha mu to heni discut 'a. Esto projec-
to ja passou em prime'ra e segunda dscus-
s3o, a sera injiistic;) clamorosa uo passar
em tercena, ou ser adiada sem r o pl u
sivel. Espero, pois, qunns u bres deputa-
losa vista das rusoes que a: rosentei, e a
vista da ullldade do projecto. conli
niiem a nrostar-lheo aeuapoio. Voto con-
tra o adiamento, e pelo projecto em toroei-
ra discussflo.
O .Sr. francisco lodo combate o projecto
O Sr. Floripes :Sr. piesidenle, eu espe-
rava que o nohre deputado aprest ntasse
urna ilesos rasiVs, desses argumenlos in-
eonenssiw, inconles'aveis. .
O Sr Francisco Judo :-Eu mo (i7. mais do
que urna exposico fianca.
O Sr. Ihripet:--. e discorresse mui-
lo a respoilo do projeclo ; mas o nobra de-
putado fez disto urna quesillo de ordem
slo he, icconhece a ulilidade do projec-
to____
OSr. Franciico Joi :ReconheCO a uli-
lidade do projecto, mas nHo por esta mane
r, n3o para ficar no papel.
O Sr. Floripes: -O nohre deputado n3n
qner que se (rale agora destn proj>ctn, i
sim quando se discutir a lei do orcamento
municipal ; m-is pergunto para que ? So se
tralasse de alguma cmara que livesse ren-
dimentes, bem ; mas, quando solrata di
cmara do Limoeiro, que niio leni um c til
d renda, que ludo quanlo recebe he odi-
7mo em reljBo, milbo, melancias c gru-
des, que nfio lem absolutamente na la, qm
temos nos a ver no ornamento dessa cma-
ra, qiiC mi la lem. .
l'm Sr. deputado :--N3o he possivel nfio
ler nada.
O Sr. Floripct :- Jt dissn ao nohre depu-
tado, que ella nada tem alm do dizimo de
Coeoa, das melancias e dos grtides; nflo
tem maisceilil al-n daloJ he a cmara
mais miseravel que existe : para polof pa-
gar ao secretario vale se do dlziOlO d s Cd-
eos e das medidas ; slo he, porque n;1o pu-
le ib xur ile ler um secretario.
Mas, Sr. presidente, ouv dzer a um se-
nhorqunera preciso impor.
1'mSr deputado :X3o disse lfl.
OSr. Floripes :Pirece-ine ter ouvi lo di-
xrao nohre deputido, que poderis impr-
clamor deque vieinos para assembla s
ment para volar oroslos [apaiadot); pOT-
tanto, se para se fazor o acude, Mr preciso
erear-se um imposto, eu voto contra elle...
O Sr. Francisco Joao :--Ni!o he disto qm
o povo se queixa, he da m destribuifjo
das rendas.
O Sr Floripe :Como quer o nobre de-
putado que vamos mprir muis sobre osle
povo, depois de lanos flagellos; islo ha,
depois da guerra, fume epeste.'
O Sr. Manuel Carnlcauli :--B a dos empre-
dns i uhlieos? [Niioapoladoi numerosos.)
O Sr. Floripe Entilo os Srs. de en-
genlm ufe. s9o llagellos ?
O Sr. Guales de M'lla :- Os empregados
DOblicns nSo sito flagellos di socieda ie. [Di-
rertot aparltt.)
O Sr. Floripes :0s empregudos publico.
so trio necessarios lociedsdfl como be re
cessano n agricultor. O nohre deputado
o qu deve lastimar cn-nmigo he a BOrte
dalles ; mas comparar um empregudo publi-
co com um Ragello he fazer uina injiist ca
ais seus concidadiliK ; pela minha parle,
assevero ao nohre dapulado ini", se podes-
se ler nairido senhnr de engenho, nSo es-
lava feHo empregudo publico.
Mas, continuando, direi qucneiihum in-
convenienle ha em gue se \ole f-sln projecto
antes do orQanienlo. Enlretanto n3o se sup-
ponhs que nos com isso lemos, como dissi
o nobre deputado, um arriere pense.
Sr. presidente, volara pela queslSo de
ordem, so visse que se a volar u-n projeeti
que nos podesse embiraQur no orcamenlu
ilas cmaras ; mas, os nobres drputados ve-
riio) quando ehegar a discussflo desso orca-
mento, dir-se-ha que a cmara do Limoei-
ro, nito tem nada. Se porm esla desrez
deve correr i or conta do orcamento provin-
cial, em que pode o projeclo complicar o
clculosfinanreiros? Eu creioqueem nada
porque nos sabemos que a provincia roif
despender 6 ronlos de lis; nSo he lima des-
peza extraordinaria : purlanlo para qm
guardar islo para o orgamenlo i' Porque n9(
Invenios de discutir agora o picjerto, par*
guaida-lo paia um enchrrto ?
Im Sr. Diputado :--Encheito !
O Sr. Floripes :A le do orcamento chs-
mu-se a lei dos enclieilns, |orquo na soa
discussflo paaaa ludo. Maa o nobre doputs-
do autor do | rojeclo, nflo quercudo guai-
dar-sc para a lei doorcaiiicuto, apresentoi
o seu ( rojt co para que fosse discu ido ; c,
quando se consentio que i le passasse CID
i,i i ni i a e segunda discussflo, nfio sc o c|i
me parece Tze-lo cahir cm terceira.
l'm r Deputado :Vflo cahe,lica adiado.
OSr. Floripes :--.\las paiaque? Eu nSi
vejo nisso vantagem nenliunia ; mciart-ci
i,ueisto nflo pas-a i'o urna questAo de orden ;
l,e querer-se sujeilar Unto > frmulas, qu>
por fim ou secluga desorden, ou nad.
M faz.
Sr. presidente eu ja disse c repilo, (.
roj co nflo complica o oicamenlo; as m<-
quo se diseulirein agoia, serflo mais
n aqrcciadas do que ua lei do orcamenlu,
em rasfio de sr ella muito complicad.
A' vista de ludo sto, voto contra o adia-
mento. .
O Sr. Augusto Oliveira :-Sr. presidente,
depois do eloiuentc e bnlhnnto discurso,
que aqni foi proferido por um Sr. deputa-
do, foSr. Francisco io' siada temeridade de minha pule anda tor-
nar a usar da palavra : todavn, para sus-
tenlar a coherencia da casa, anda aventu-
rarei algumas obser/aces.
Os illustrcs deputailos quo cnmhatrm o
meu requerlmento de dismento, bildos
| riisorsem quepndessein apoiar as suas
idoias, pseollieran um terreno alheio aquel-
lo i ara o qual eu chamei a discussSo :a rasSo
Brinda! quo me levou apre-ontar o meu
refiutriinciito nflo fa senlo a coh'reneia
que deve ser observada em todas as deiihe-
racOes desla ass iiibla ; mas osHIustie
leiiutadoscliamaram a queslflo pra o tr-
reno, que Ihe era mais favoravel, islo he,
para a ulilidade do projeclo : enlretanto eu
eomhato o projeclo pola inoppo'tuiidade,
e nflo pela ulilidade. F. eu dis< quecon-
cor.iava na ulilidade do projeclo e quo
altn dsso volara por uina medid que a-
brangessi todas as |.ovoar;0es que tivessem
esta necessidade: prtanlo oque eu pro*
curci foi s;lvar a casa de urna contradi(*3o,
e por isso pro.iuz o a liamenlo do projeclo
em terceira discussflo.
Os nobres depulados disseram, que o pro-
jeclo dovia ser adoplido em terceira discus-
ItO, porque elle importava urna pequea
i|uantia : se o projeclo he de urna pequea
auantia, o nobre deputado aprsente urna
menila na lei do orciinenio, quo decirlo
i medida ha de ser abraQ.ida, entretanto
que assim se nflo vj ferr os precolentes.
lia um aparte.)
O Sr. A. Oliveira :-E'i j disse aos nobres
deputidos, que nfio cmbalo a utilidada ;
pelo contraro quero que o beneficio uc faca
extensivo a oulias localidades; oquecon-
hato be a opporlunidad.! : por muis que
eliaiiiasseos nobres depulados" para este ter-
reno, sempre delle se desviaram. I.'eptem
i-so para a lei do orcimento que ho o lugar
competente.
O Sr. Cuedet de Mello d um ararle.
OSr. A. de Oliveira :- O nobre deputado
que deu o aparte, parece qu* prodiizio urna
ideia co n a qual en nflo concordo. Eu en-
tonelo que todos os habitantes da provincia
team direito a quo osla assembla cure do
seus majes e do suas nccessiJades, anda
que so apruwile a urna pequea popula-
cho.
l'm Sr. Dcpulit'lo.:Cada um em relacilo
as S'ias neceisdiides. [Ha oulros apartet.)
O Sr. Oliveira :--l'.u nflo euleiido a geome-
tra do nobre deuulaJo ; snstunloque tolos
os habitantes da provincia leoin direito a
esperar de nos o allivio dos mtles qii" sof-
fiem, e po cular que se faca urna excepeflo s a favor
de duas povoBQes. Eu disse repito que
BStOil pro npto a volar por urna emenda que
abranja esla necessidade, com tanto que
seja em occasiflo opporluna, islo he, quando
Be discutir a lei doorcanieiito Po' tanto voto
pelo meo requerimento de adiamento.
O Sr. Quedes de Mello comina a combUer
o adiamento, e pronuncia-se pelo projeclo.
Anda lu; .ni sobre a materia o Sr Mauoel
Cavalcaiili, que se pronuncia pelo adia-
roeuto,o Sr. Francisco Joflo e oSr. A. de Oli-
veira.
lie litio na mesa a seguinte emenda :
u Depois da palavraCaruardiga-so e
eoi oulros lugares onde julgsr convenien-
te.--S. H.A. d: Oliveira.
Ai oi.i. a enl a em discussflo.
I\3o im v n.;o quem mais teuba a palavra,
encerra-so a discussflo.
Submelti la a r.mn l.i de adiamento vo-
taCflo, he tejeilada, sendo approvado o pro-
j'Cto coiu a emenda do Sr. A. de Oliveira.
OSf. 'rndenle designa a ordem do da
e levanta a sessflo. (Eram quasi 3 horas da
tirte.i
I5.8ESSA0' ORDINARIA. EM 27 DE ABRIL
DE 18 JO.
raaaiMlfoM di s. pdro cavalc*sti.
Siimhiii.ApprowtcSo da acia. Expediente. .
I.eitura de pareceres.-- Approvacdo da ulti-
ma reilaccdo de diversos projecto.Discut-
ida de emendas redaccio do profecto n. 3.
Adiamento pela hora da tegunda discutido
do projeclo n. 11, que fixa aforen policial
para o anno financeiro ile 1819 a 1830.
A's 11 horas da manhSa, (Vita a chamada,
verifica-se estarem presentes 26 Srs. depu-
lados, faltando sem caus participada os
Sra. Machado Ros, Res e Silva, Drumond,
Oliveira Mello, e Souza liis ; ecom ella o
Sr. Malaquias.
O Sr. Presidente declara aberla a sessflo.
O Sr. 2. Secretario l a acta da sessflo
anterior, que he approvatla.
O Sr. i.Secretario menciona o seguinto
EXPEDIENTE.
Um cilicio do secretario da provincia, re-
metiendo acopia da nformac.flodida pelo
director interino do lyceu, a respailo dos
compel los de granunatica poitugueza,
oomposlos por elle e pelos professores, Sal-
vador Henrique de Alliuquerque e Joaquim
Vniono de Castro Niines.- A.' commissflo de
nslruccflo publica.
L'm oflico do Sr. deputado Domingos Mi-
laquiaa, participando nflo poder compare-
cer s sessoes, por achar-se anejado.Inlei-
rada.
Sao lidos i! approvados os seguntes pare-
eores :
A commissflo do fazenda e orcamento,
propondo-se a dar o seu parecer sobre a pre-
II FflVFI


,
TSZSTSXSBKHBtEa
.,

trncilo de Rufino Jos Fernandes |te Figue-
rcdo, porteiro di secretaria do governo, vio
que consista esta pretendo na interpreta-
Silo de leis e regnlamentos quo dizem ros-
peito ao lugar do suppliranlc ; e, como se
supponha itieom, dente paraemittiro sen
juizu a tal respailo, devolve i mosa o reque-
rimento do mesmo suppl icintc c he do pare-
cer quesea elle remedido commissio de
legislarlo
Sala das commisses, 27 de abril de
1850. -- Jos I'tro da Silva. Barros Par-
rr-to
A commissSo de justica civil o crimi-
nal, para dar o seu parecer acerca do inclu
so requerimento deFirmano Jos llodrigties
Ferrt'ira, que pretende aforar um sitio per-
tencente ao patrimonio dos orphSos deliai-
xo de certas condices, precisa que pelos
canaes competentes seja ouvida respecti-
va adminisiracjlo.
Sala das commisses, 27 de abril de
1850.Floripei.Ralis e Silva.
, lie adiado, por pedir a palavra u Sr. Cus-
des de Mello o seguinte parecer :
A commissSo de constituir; ."io, e poderes,
;i qiii'in foi suhmellido o requerimento do
Sr. deputado llmbelino Cuedes d Mello, to-
ma ndo-o na devida considcrac.lo, passa a
expor o seguinte : Que, leudo na casa 3
Srs. depotados, vinte e seis elTectivos, seis
supplentes, parec-lhe queso quatro silo os
que devem ser chamados ; mas que, cons-
tando casa por cilicio do Sr. depulado Joa-
quim Mannel Vieira de Mello, que no pri-
meiro do vindouro mez vir tomar assentn,
e constando mili commissio que o Sr.
deputado l.ourenco Francisco de Alnveida
Catanlio prestes est a cliegar para entrar
no ejercicio desta missSo sendo tumbem
certo, como so poder ver da secretaba des-
ta assembla, que a cmara municipal ja
officira ao Sr. RvJ. Nemczio de S. JoSo
Cualberto, para vir assislir comnosco os tra-
balhoscomooitivosiipplfu'c; a commissfio,
pottanto, julga que tem lugar a ser cha-
mado um supplento.
Sala das commisses, 27 de abril de
1850. F- J. Carneiro da Cunha losi Quin
lino de Castro Le.Ho.Cava lean ti de Albugvar-
gue.
Me lido, e julgado objecto de delihcrai;3o
o seguinte parecer projecto :
A commissio de legislarlo, examinan-
do o requerimenlu do professor de msica
vocal e instrumental do collegio dos orphos,
Thomaz da Cunhi Urna Csntuara, que pe-
dea esta assembla ser equiparado aos pro-
fessori-s pblicos gozando das mesmas pe-
rogativas queestfs; he de parecer quo o
peticionario seja altendido, visto que su -
jeitou-SH a um concurso, em que moslrou
ter as devidas habilitarles para desempe-
nbaros deveres proprios do cnsino de m-
sica, habilitaces que em nada silo mal U
ceis do que as que devem ter os professores
pblicos, da meso a sorte que estes aquel le
professortem os trabalhos e redigas inheren-
tes ao magisterio ; o porque ludo isto equi-
pare o peticionario aos professees pelo que
diz respeto aos incommodos, he de Justina
que tamhem seja equiparado pelo que diz
respeito aos commodos e prerogativas da
que go/am os primeiros. Demais, o pro-
fessor de primeiras letirasdo referido col-
legio dos orphiios ja obteve a gracaque pe
de o prufessor de msica, pelo que anda
mais msta he a preten<;3o do peticionario;
vista do que a coaunissilo de legislarlo
oTcrece a approv guint resoluco :
A assembla legislativa provincial de
Pernambuco resolve :
a Art. unco. O professnr de msica vocal
e Instrumental do collegio dos orplifloi,
I! mi az da Cunha l.ima Cantuaria, fica equi-
parado ios professores pblicos, gozando
das ux>sms prerogalvas que estes.
Firam revogadas todas as disposifis
em contrario.
Sala das commisses, 26 de abril
1850 -- Luiz Paulino Cavaleanle I tlkz
Guevnra.~ou*a Res.
Silo approvadas asseguintes redajes.
Do projecto n. 2, qu extingue o lugar de
escrivlo privativo das hy,iothecas.
Uo projecto n. 1, que autoiisa o governo
transferir o Senhor Bom Jess das Portas
para a igreja de \ossa Scnhora da Ma Ire-de-
lii'ns, caso contrate a deoioTicSo do arco em
que i s a a capella do mesmo Senhor.
lie lida a redactlo do projecto n. 3,que ro-
dil/ a urna so, as adm-inistraces das lotei las
da provincia, e prohibe a venda dos bilhttes
das de outras provincias, dous meZOl depois
da publioacflo da le
Suscita-so urna duvida ce ca da red.c-
(1o do art. 5 *
Vai mesa, e he approvado o seguinte rc-
querixento: i
Hequciro que entro boje em discussii
a redacclo que acaba de ser lida. Jos Pe-
dro.
O Sr Presidente dechra em discussSo a
redaccSo.
Vilo suceessivamente a mosa, durante a
discussilo, e silo apoiadas as seguinles emen-
das :
Em lugar dedizer-seAs desrezas com
os venciincntos deslcs empregados, que se-
rilo filadas, &--Diga-se :A despezi com
os vencimentos destes empregados, que se-
r3o lixadas, A despeza com os vencimentos destes
empregados, quesera diada.--O mais como
no artigo Francisco iodo.
i. Os vencimentcs dos empregados que se-
rlo 6xados prlo presidente da provincia, c
as mais despezas que se fizereui necessarias
ii.-StIle.
Supprima-se no primeiro periodo do
art. I." a psUvmadmiMiliacdo.-Sttlt*
Fita u piesideute da provincia autorisa-
do a tizar os vencimentos com estes ompie-
gados, e esta despeza e as que se lizcrem
necessarias com o andamento das rodas das
loteras e outras, serBo liradas do seu capi-
tal, nSo devendo exceder de quatro por c< li-
to do mesmo.Francisco JoSo
Encerrada a discuss<1o,sSo retiradas, a pe
didodeseus autores, e com assenlimeni.
da casa, as emendas primeira e segunda,
sendo approvadas a terceira e quera, e re-
jeilada a quinta.
Em seguida lie lido e approvado o seguin-
te requerimento.
liequeiro que o projecto, com as emen
das approvadas, volte para a res, ectivi com
missAo Francisco Joao.
OI.DKU UO DA.
Segunda discussilo do projcclon. II que
flxaa frca policial pura o atino linanceiro
de 1850 a 1851.
d
di
Entra em discussilo o art. 1.*
Vai mesa', o ho apoiada para entrar em
d se.issilo a seguinte emenda para ser con-
sidrala como paragrapho do artigo.
O presidente da provincia, se julgfcr
compalivel com as necessidades do servido
lo corpo, poder dcixar do preencher as va-
gas que se derem de terceiros commandan-
tes at ficirem estes reduz'idos a dous por
cuta compnhia.~S. \\.Mello llego. Soa-
ret de Macfdo
O Sr. Jos Pedro nmbale a emenda apre-
sentada n3o s porque ella vai tornar anda
mais precaria a sorte dos terceiros com-
mandautes do corpo de polici>i, como por-
que entende quo ella fui apresentada em
o:'("si;i'i menos propria, visto quo pouca re
I i i; n r > tem com o-artigo que est em dis-
cussilo.
OSr. Mello llego :- Sr. presiden!-, l emen
da que a maioria da commissio acaba de
sujpilar consideraco da casa, n.lo he
mais do que um paragrapho rio artigo l.<
Sim, esto artigo dispOe que o corpo conserv
a organisaQilo que actualmente tem. e que
por eonseguinte fiqne cada companhia com
tres terceiros commandantes ; mas, enteo-
dendo a commissSo que elles poden ser re-
duzidos a dous.accor Jou em autorisar o pre-
sidente da provincia, no fazer ja semelhan-
te reduccllo, demittindo a ? dos terceiros
commandantes existentes ; mas a opera-la
quando, por qualquer motivo so derem va-
gas, e se as necessidades do seivi<;o do cor
po o permittirem.
Pi'iis.i o nolirl (l pin i-ln que a conunisso d
prnvas de pouca coherencia, qu m I i, Icndu cj-
taliclecido (jnr o corpo consei'vc a orgauisaciui
que r.i tem, propoc logo uina reduceo ; mas
cu Ihe. observarel que'risa reduccio he urna
excopcao <|iic lie pcriniuid i cin todas as Iris, e
que o proprio nobre deputadj ha de ter feilo.
A coinmisso nao quer que se dcinilta Dio-
gu-ni, quer apenas que se faca cssa redcelo
quando se dcioiii vagas. E, sendo este o fin
da emenda, crcio que pode ser approvada.
O Sr. Curren di Brillo : Sr. presidente,
leudo de volar pela emenda que se discute, pe-
co licenca a V. Exc. e .i casa para justificar o
incii voto.
Diz a maioria da comniissao na su emenda.
(Le.)
Se bem comprchendi a nobre coinmissuo,
foi sb a impresso dos melbores peusainrnios
que ella redigio e submrtleu considerajiio
da casa a rmriida que ora apreciamos; e, se.
ao desenvolver suas ideias, eu tiver a nfelici -
dade de adultera lis, peco-lhe que lnha a bon-
dade de adverlir-mc.
Sr. presidente, leudo a Ilustre commissao de
lixaco da forca policial entendido que nada
sollicria o scrvico do corpo de policia com a
suppressiio de um dos lugares de lercriro com
mandante em cada coiupanhia, resolveii pro-
p-la ; mas, querendodir ao governo umapro
va da plena e Ilimitada coulianca que, com
toda a casa, nelle deposita, e nao quereudo
ooncorrer para que percam o pao de cada dia
empregados que por seus actos nao leeiu pro-
vocailu soini llianle perd, assentou em auto-
risar a suppressiio de maneira que podesse ser
levadi a ell'eito sem oll'ensa dos iuleresses dos
cid idioi que uccupaiu taes lugares, escui na-
da contrariar a inteuco emque est de provar
ao nobre administrador da provincia que ludo
espera de sua discricao. l?. ene desidertum a
couimissJo satisfe/. perfeitaniriiie, quando pela
emenda,que se aulla sobre a inesa.deu f.iculd >
de presidencia para lupprlmir un dos p-j de lerceiro couiin.ind me rin cada compauliia
proporciio que forem vagando, se as necessi-
dades do servico Ib'o pei'uiittirein.
Fura ni estes os peiisamcnt.is da commissao;
e, como elles s.'io bous, mi vejo motivo para
u u se nao adopte sua emenda, pela qual vo-
tarei.
O Sr. Floripes : Sr. presidente, posto
quo a ideia enunciada na emen la, qu-
est em discussilo, seja boa, como provou
o nobre deputado que acaba de fallar;
todava en aelio eon'ra ella una raso;
e he que, desde que. o corpo de polica foi
organisado t agora ten lido sempre o
numero do olliciaes que ora se quer ro-
luzir...
Muitos Srs. deputudot: -- Nao, senhor, leii
lido, mais e menos...
O Sr. Floriprs Pois bem ; porm o qu-
lio certo he que esta organisiQSo existe ac-
(iialmeiito e que ellj lili n.lo foi dada poi
moro luxo : quein copfeccionou a lei qu-
(leu ao corpo policial a organillero qu-
ctualmento tem, ent-ndeu ceilam-nle que
as neceisHadea do servido exigiim esso nu-
mero de olliciaes...
U Sr. Manuel Cavatcanti ; Nos estimos
em Jim i...
Sr. Floripes : O nobre deputado dev<-
procurar sabir di duvida. .
O Sr. Manuel Civalcanli -- F. este he o
meio.
O Sr. Floripes : V. porque llavemos de vo-
tar urna medida, quando nos adiamos en
estado de duvida ? Melhor he que nos ins-
Iruainos; c i-or isso par.-ce-mo agora bom
sensivel a taita do co mandante do cor,mi ;
ella nos poderia dar nformaQoes exactas^
cerca das necessidades do servido, seu de-
lallio, etc.
Senh.ires, aln do servido nr.linirio, o-te
c ii po tem de. dar destrmenlos para as co
marcas, e la-s destacamentos no eonvm
que sejam couniiundados por sargenlos:
destacamentos de 16 ou 20 praQis ex'g-in o
commaudo de um ollicial.
Arli'i, por!.Hilo, que liouv raso para dar-
te ao corpo a ( rganisieao que ora l ni o qn
me parece encllente ; plk isso eslou dispos-
to a conserva-la, nilo obstante acliar bas
as ideias da commissio, qii-plem tornar-
se mas, se tiverem de ser realisadas por ai -
chtelos de tuinas.
Senhores, o comman lante de um testaca-
menlo no malto to alguina cousa.lie um i en-
lidadd ii.uto rnp i' tanto ; lojn eonvein qu '
no soja um oflicial inferior. Continuemns
com o qoe existe; vejamos oque lUCCede
na pratica;e para o auno, meliiormcnle in-
formados, taremos o que fr mais conve-
niente.
O Sr Corr/u de Brillo ; Pego vena ao
nubre depula.io para di/.er-lho que de lu-
los os argumentos, o que so ello soccor-
reu para combalera einmida em discussilo,
niiiliuiii t'-m lri;a bstanlo para a hzerba-
qui -ar...
O Sr. Floripes : Eu achei-llies tanta
forca ...
O Sr. Correa de Orillo : S3o OpAlioes :
Sr. piesidenle, quando, ha pouco, tomei a
liberdade de demonslaros peusamentosque
a nobre commissio do fr<;a policial coii-
signou em sua emenda, esqueci-me de fii-
!.i- no de iconoinia ; pensaineulo que, si
gundo me paiece, lio coinparlilhado peh
inaioiiada casi. Desojan lo, pois, poupir
ios cofres provinciaes os .sidos desses olli-
ciaes ; mas desojan lo faze-lo shiii prejuizo
dis neceuldadei dosciviru a que o corpo
osts obrigado, a illuslre commissJo propOe
quo se elles supprimam, qusndo.consttuida
o n circumslanciasnornaese ordinarias, a
provincia no mais necessite de ter nss co-
marcas de fra destacamentos tilo fortes e
numerosos, quo exijam o comman lo de
uni oflicial. Eassim procedendo, provou a
commissio auo bem nomprehende as ro-
gras da verdadeira [economia, as quaes s
a aotorisam nos casos em que ella pode
s-r feita sem que Ihe sacrifiquemos deveres
tilo rcaes e importantes, como o que.cibe
ao governo da conservar frca respeitavel,
mus comedida e prudente, em todos esses
lugares, que anda S) resentem dos efleitos
da guerra civil, ou que estremeceram ao
verom-na approximar-so-lhes.
Confossando que sSobasas ideias con-
signa las na emenda ; o nobre deputado
mostrou-se receioso de que ellas se tornero
ms, caso tenham de sor realisidas por
agum arcliileclo de ruinas.
Senhores, parece-mc quo nadi arriscarei
em asseverar ao nobre deputado que, no
caso em quesillo, o seu recelo n8o tem fun-
damentualgum. As ideias enunciadis na
emenda silo de natureza tal, que nilo pc-lem
ser transtorna las, que nilo pdetn servir de
Instrumento de destruicilo a algum archi-
tecto de ruinas, sem que esse archijecto se
arruine a si proprio, e, para assim dizer, ie
suicide.
Qualquer que sej o individuo que este-
ja no poder, qualquer que s-ja a ideia po-
ltica que esse individuo reprsenlo, elle
procurar, senile perpetuar-se, ao menos
manter-sc no posto que Ihe houverem
confiado ; e, por mais inhbil que seja, no
errar ao ponto de disprovr-se de frca
.ara (car merc dos adversarios. Em ou-
tros clculos poder esse individuo enga-
nar-se, mas nesse nilo : elle ho to male-
ri I, he de consequeucias tflo pilpaveis e
i .irne i:it is, que est ao alca-ice da mais
icmhadi inteligencia. E tanto he isto as-
sim, que, nilo hu mudos snnos, a adminis-
tracSo que mais nos flagellou, 10 passo que
aor continuos e repetidos actos de pr -cipi-
iiqSo o loucura, converta os afTeicnados em
indiffercotes, e os indifTerentes om inimi
gos pVocurou, e conseguio que jt frg
do corpo policial fosse elevada a 800 pra-
vas. I'ortanto, do arbitrio quo a emenda
dexa ao governo no ple resultar ess-
recejo de que o nobre deputa lo se deixou
possuir, e que fra lalvez cabivel, se o aulo-
risassnmos, nao a supprimir esses lugares
lopois de vagos, mas a levar a sippresso a
'Jeito por uieo do demisses porque he
bem possivel que o mo fado anda permit-
a que aluda venhamos a ter almiuis
tradores tilo pouco consejos de sua missAo.
que, mesmo com notavel .prejuizo sen e da
provincia, smente para vingar oflensas
reaes ou fictc is.propnasnu ilheias, arran
quem ao luncconario publico o pdo com
qu- alimenta a si e a familia, sem que poi
seus fados se tenha elle procurado tsmanha
leagrici.
O nobre deputado tambem enchergou um
grande inconveniente em eouliar-se a sar-
gentos o commaudo de destacanento, e
cliegou a dizer, que um sargento no tinha
fon;a moral.
Senhores, a pesoas que a quem no he
estranlio o que se passa nos corpos tonho
BU ouvi lo dizer que, a desojaron! ilguma
i' o.i desses corpos, antes querem enten-
l-r-seco'ii os respectivos sargentos duque
com os olliciaes superiores ; porque aquel
les, estando em contacto mais mmediato
com os sollados, vivendo com elles e i.
trato diario e continuo, insinuam-lhos por
tal forma, ganliam tanta influencia sobre
seuseipiriios, qoe os arrastnim para on le
querem E he, sem duvida, por isso que
no silo muilo regulares, que silo mesmo
ii i"S e de pot'Co proslimo aquello- corpos
oujos ofllciies no sahem deseuseio; nSo
-o, para assim dizer, seus lilli n
llemais, qualquer que seja a graduago
de U7> commandaute de frca, se elle por
ta-se dignamente no lugar e:n quo estiver, s
regular o seu comi'orlamento de maneira a
se nilo torna merecedor do epilhelo de re
axa.io. sesouber instnuar-se noanimo de
seus subordina los, e iuspirirar-lhes amo*
respailo, esse ommandanlo ha de sei
acatado; esse comniandaute ha de ser con-
sidera lo.
Senhores, nilo he a largura dos gal-s.
que asscnlam sobre o puuho de urna farda,
que do valor e brio : sargentos ha cojo
procedimenlo rivalisa, seno excede, ao d
patentes elevadas. Eeste pensamenlo n1o
lio meo ; lie do mais notavel cibode guerra
do mundo civilindo ; he de Nipoleo, que.
lepois de haver perdido u:na batalha, con-
tristado, mas com o calor que Ihe ora pr >-
nrio, disse que seu exercito era mais val-n
te e intrpido na oca em que tinha meno-
patentes suporiores; menos mareches,
menos coronis.
( Ha mullos apartes, a que o orador respon-
de ; mas que, por serem proferidos por muilo.v
Sr. iepulados iio podemos ttanscrevtr. )
Sr. presidente, fictos de hontem apoiam
a ni i ii ta opiniil i. Aiu la nlo ha muito, um
sargento do corpo de polica reconduziu a
til ciras governistas o d-s.licam-nl > de Pi >-
d'Alno, quo polo respectivo commandante,
que era ollicial, fra aluciado para favorre i
a rehellto.
Cuncluindo aqui asminlns ohs-rvac's
declaro anda esta vez que volarei pela e-
ruenda da commissio.
O Sr. Handeira de Mello'. Sr. presidente, e-i
voto contra a emenda, porque ajulgo drsne-
cessaria ; c para nsdarmoi uina prova da II-
linio nli coiilianca que temos no digno admi-
nistrador da provincia, deveinoi conservar a
actual orglolaacio do corpo, porque foi isso o
que elle pedio uo seu relatorio.
Mas eu emendo que, leudo u corpo de puli-
da de se prestar a destacamento! pelai comar-
cas do centro, he preciso que seiiscommaii-
danlrs esl-j.uu em [inmediato contacto com a-
auloridades, c que entre todos leineaiuai.
completa harmona, nao s a bem das conve-
niencias do servico publico, comoal para mo-
ralisa(odo deiiacamento. Este lim t se con-
segu sendo os dcstacaiueulos comuiaudados
por ofiiciaes....
(Ha diversos apartes)
OSr. Oandeirade Mello: Sim, commanda-
dos por ofiiciaes. Ha militas occasides de con
Hielos entre commandantes de destacamentos
e autoridades policiaes ; c, quando elles appa-
recem, leudo os commandantes oniciaes, logo
se d urna especie dedipluuiacla, por onde ou
o ollicial couliece que nao tinha raso, ou co-
nbeceiii as aiitoridadas que eram desarrasoa
lis suas exigencias. Por falta deile contacto
inmediato c amigavel entre um couioiaudaaii
de destacamento c as autoridades, porque h>
prejuuo nosso nao querennos grandes relaeoes
ron um sargento, ja vi ser um sargeu lo do cor-
po de polica, commandante de um deitaca-
nienlo, arranado para urna cadela, e por in-
culcadas faltas de reipeito e obediencia ana-
torldade policial naqufllo alias de que era la
competencia llscalliar por diier reipeito a dis-
ciplina do leu destacamento.
0 Sr. Francisco lodo d um aparte.
O Sr. Bandtira As Mellr. -Foi porque o com-
mandante era sargento, que isto leve lugar :
nao acontecera asiiin com um orficlal que tem,
por sua posijao, relacoei mal eitreitas com as
autoridades, eseinpre he ouvi to com mais ai-
le.iif ao em auai rcclamipoes ou reslitenciis aos
Hedidos c exigencias das autoridades pohciaei.
Euentcndo assim; c nao entro em maiore
deienvolviiiufjjos, porque e tem dito bastante
sobre a malina, e est dada a hora.
Voto, poli, contra a emenda.
O Sr. Mello Reg: Sr. presidente, toda a
opposicao que os nobre deputsdoi faiein a
.ui-iida,provean de inqporeni que ella quer re-
duiir o numero dol terceiros commandantes
mal a commiiso rilo diz Isto; di qoe, le o
governo julgar conveniente, podsra redoxir a
lous o numero dilles.
O projecto d tres Icrcelroi cominanlantci a
cada companhia, le o governo julgar conve-
niente que eita orgauisacao continu, a emen-
da o autorisa para conserva-la tal como cita.
(Ha diversos apartes simultneos) Se II elr-
cumstinciai mclhorartm. le as comarcal vol-
tarem ao seu estado normal, podera entao o go-
verno diminuir o numero de tercelroi com-
mandantes, mas ie o julgar convenienle.
Portanto, lendo a emenda fcullativa e nao
obrigallva, continuo a votar por ella.
Ha milito tem dado a hora.
O Sr. 'residente deiigua a ordeni do da e le-
vanta a leisio.
H?ARIO HE PRRWKRI1C0.
acorre, 30 de abh.ii. si ttso.
A assembla approvou hoje a ult'ma ro-
laccHo dos seguinles projeclos.
Do de n. 3,que reduz a una s as adminis-
traces das loteras que act*ialmento exis-
tem, e d outras providencias a respeito
D i d n. ?, que autorisa o governo a
man lar construir um acude na villa do Li-
moeiro, outroem Caruar eos queso fi/.e-
rem necessarios em quaesquer outros lu-
gares
Do de n. .1, que approva com alteracos o
comprom-sso da Irmandado do Santissimo
Sacramento do Altinho.
Do de n. 8. que revoga a lei provincial n.
172do 20 do novenibrode 18*6.
Em seguida oceupou-se a assembla com
o art. 3 do projecto n. 11 que, depois de
largamente discutido pelos Srs. S Pereira.
Jos Pedro, Mannel Cavalcanti e Mello Reg,
cabio com todas as emendas, a elle oflere-
cidas
A ordem do dia para a scsso seguinte
he a mesma de boje.
Ob'equiaram-nos com um n. do Jornal
do Commercio datado a 10 do ca'ente mez.
A 9 o senado dcixra de trabalhar por
nilo ter reunido tantos memhros quanlos os
precisos para poder funecionar.
Nesse mesmo dia a cmara dos deputados
approvra em 1." c2.* dscussito o projecto
que manda vigorar, durante o anno finan-
ceiro prximo futuro, a le de orcamento
e 188 a 1819 emquanlo niio fr promulga-
da a de 1850 a 1851, c resolver que se cha-
masse um supplente para preencher a va-
ga i que dra lugar o fallecimento doSr.
Comjde.
A 6 lona ni apprehendidos na praia de Ju-
rujuba60 Africanos recentemenle deseTi-
barca'os; n o governo mandou-os distri-
buir immediatamente casa de correceflo,
da plvora, illuminaQioe a outros os-
tab-lecimenlos pblicos
O cambio fluctuava entre 29 e 28 tres
quartos.
>

'Cores j)ojiden Senhores redactores. Posauido do ni o, ele-
vado sentimento de gralldo que me anima pa
ra com o llloi Sr. Francisco de Paula Carneiro
l.e.io, peco-Ibes que, por interniedio de sen
apreciavel jornal, dem pnbllcidsde a urna cu
ra operada pelas doses homrc.ipathicas eappli-
cida por aquelle mesmo Sr. que lem duvida
imito o rec luuneuil o i estima publica.
Tendo lido eu victima de um consideravel
tumor, que se desenvolveu na parle superioi
da perna dircita, oceupando (sem eiageraco
alguma) toda la ritensao, ful pro-lado na ca-
nil, paciente de excessiva dores, que progrei-
sivamenle augnicntavan: oao ubstante haver
applicado sanguesugas, e conservar ubre o
mesmo cataplasmas emolientei.elle caminhava"
a vante, a ponto de se ter julgado uecessaria
uperacan do ferro: no cumulo dos u.aiores aof-
friiiipntns, por conselho de alguns araigoi que
s dignarain faier-ine tuai visitas, fiz chamar o
r. Carneiro I.eao, que ioformado do meu Pi-
tado doloroio, prest- se apresen I >u em iiiinh i
casa dando-mc algumai dosrs hoina-opalbicas
para toma-las em certas c determinadas horas,
o que esecutado logo depoii da primeira dose
-xpe iin-nlii allivio da Intensidade dasdres r
d-eliu i\-:io no calor, voiiimc do tumor e dentro
em breve lempo vi-me livre e inleiramente res-
tabelecldo A constancia dai yezitas que no
s-u curativo faz o Sr. Carneiro Leo, sois ma-
neiral afiaveii de tratar, o interesie einAin qur
toma pela laude de leus irinelliaatei, o tur-
nan! um cidado rccomendavel na lociedade.
Aceite, pois, o lllin Sr Francisco de Paula
Carneiro Leao os meus protestos pblicos de
iiiiisale e recontiecimento, pelo curativo cujo
ficto vi-nlio de referir, e pelo meu t e todas
as nnu' pessoas de inioria familia, a quem com
i:.i bom resultado S. S. curou das febret epid-
micas de que foram accouimcltidas.
S iu, senborc redactores de Vv. Si creado e
obrigado
Manuel Jos Soares di Arelar.
Eseravos.Antonio. Jeronyua, Serafina, !a-
bel, Josefa, Clara, Felicia, Antonio. Uidro, Da-
niel, Joo, e a ama Maris.
Familia do Sr. Joo ttaptistt iecioli Lisa. (
Sr. Dr. Francisco AcciollGova Lins, o Sr. Ma-
nuel de Barros Franco, a Sra. U. Anna Francis-
ca Accloll Llni, a Sra. D. t'.ertrudei Therea
Accioli I.ins, o Sr. Priciano de Harroi Accioli
I.ins, o Sr. Macario de Luna Freir sua ae-
nhora, D. Antonia Therea de Jess," D. Leon-
ila de i-una Freir.
Eseravos. Vicencia, Joaquina, Severlna,
Paula, Paula, Mara, Herencia, Camilla. Flo-
rencio, Joo, Antonio, HercuUnn, i'hristovao,
oao Miguel LuU, Mathlai e Raimundo
FamitiadoSr. coronel loanulm Bernardo de Pt-
oHeirtdo.A Sra. D. lubel Joaquina de Flguei-
redo, a Sra. D. Joaquina Josefa de Fi^uelredo.
lillia, o Sr. Jos bernardo de Figueiredo, lobri-
uiio, o Sr. Jos Caetado de Araujo, hospede.
Eseravos. Silvana, Mara, Ilota, Fortunato,
llaimiiiidu, Domingos e Torquato.
'omiu do Sr. Ionio Francisco Pereira.
Fortunato Jos Das de Sainpaio, D. Leonarda
Amelia Diaa de Saiupaio e D. llosa Amelia Das
de Sampalo, lilbas, Manoel Gomes Fernandes
Leal, Antonio Francisco Pereira, Marcolioo Je-
i'onjinode Aicvedo, (muilo mal; Joo Antonio
Kscraco*.Antonio e Mara.
Neitas catas nao falleceu petsoa alguma.
(Coninunr-ie-rioJ
'.'ciiilinuiii-ii doseuriK fiitas homeapalhicasnente
pelo Sr. Carneiro Leo.
Familia do Sr. ierongmo Cesar Marrano Fal-
can. Jeronyino Cezor Marinho Falcan, aua
uulher 1). Vicencia Mari, do i armo wzar, (es-
teve perigosa) suas filhas D. Eiilhalia lleoliiida
'ietar, I). F.lza Urlla Mu na l.'eiar, D. Joanua
Paula Cavalcanti Cczar, D. Cracijia na Fcllcissi-
iii i Cezar.
Eicrav**- Joanna e Ilayniiinda.
Edacanm peasionislas. Jos Honorio Be-
cerra de Mcnc7.es, lillio do Sr. Francisco Ho-
norio lii'/.rrr.i de ilenezes, etteve perigoto An-
tonio Rapuzo Paleto, tiln do Sr. Antonio IIa-
poto Falciio, esleve perigoso ; Francisco il-.p i-
(O Falcao, (libo do mesmo Sr., esteve perigoio;
Kranclico de Paula Wauderley, rllho do Sr.
Francisco de Paula Mariubo Wanderlej; JoSo
(iordelro Falcao Jnior, neto do Sr Joo Cor-
li'ini Falciio, esleve perigosissimo.
Voiiiiii-/:' in da fund i do Sr. co onel .amenito
ni. A Sra. D. Maria l.idora llarreto Lins,
Sra. I) alaria Isidora brrelo I.ins, a Sra. D.
limpia I.'iini-nha Lins c Adolfo I. une alia Llus,
menores.)
/-
01
Keparli^ao da polica.
lllm. e Kxm. Sr. Segundo n partes ho-
je rocehidas neiti repirticilo, foram hon-
tem presos: uiinlia ordem o preto escrivo
Matheus por ter sido encontrado fra de
horas i ordem do subdelegado do segun-
do dislriclo deste termo, o escravo Jos por
suspeito ; a crdom do subdelegado da fre-
guesa de San-Pedro Coiujalves do Kecife,
o preto Pedro ascravo de JoSo tiendes, por
andar fgido ; a ordem do subdelegado da
Ireguezia de Santo-Antonio, o preto Jos
Ignacio de Lira, por correccio, e Francisco
Valerio dos Santos por hiver eipineido i
Manuel f erreira da Costa ; ordem do sub-
lelegaiodi freguezii de San-Jos, o preto
llene i icio, escravo de JoSo Jos Barroso por
correccHo ; e ti do subdelegado de um dos
listnctos da Ireguezia de JiboilSo, Pedro
losedeSouza pira veriguages policiaes.
Dos guarde a V. Exc. Secieuiia di po-
lica de l'.Toambuco, -27 de abril de 1850.
lllm. e Eim. Sr. Honorio HermloCirnei-
ueiro LeSo, concelheiro de estado, presi-
dente desta provincia.--/oi Nicolao Riguei-
ra Costa, chele de polica interino.
lllm. e Exm. Sr. Segundo ai pirtes
'lontein e hoje recehidis tiesta repartifSo :
fram presos: i ordem do subdelegado da
heguezia deSm-Frei-Pedro CoiiQalves do
Itecifii, o crioulo Domingos Caetino dn Ne-
es, por dar urna bengiladi em um pardo
mircineiro i ordem do subdelegado da
Ireguezia de San-Jos o preto JoSo, escravo
do Dr. Agostinho da Silva Nevos, por
briga ; e do subdelegado do primeiro dis-
tricto da freguezia dos Afogadoi, Manoel
Vnlonio de Figueredo por correccHo,
Dos guarde i V. Exc. Secretaria da
polica de Pernambuco, 28 de abril de
1850 lllm. e Exm. Sr. Honorio Hermto
Carneiro LeSo, concelheiro de estado, pre-
sidente desta provincia../os*' Niealo Re-
urirn Costa, chefe de polica inturino.
totmtChK
ALFANDEUA.
Ilendimento do dia 30.. .13:513,593
liescurregam hoje t."
Ilrigucporluguez Ventura-Ftli merca-
dorias.
Brigue fraiice/, Avago vinho e farinha.
Patacho americano Loper fui inlia e bo-
lachinhi.
Urigue hespinhol Julio vinho e chum-
bo.
Ilrjgue diuimirquez -- Fides vinho.
Urigue austraco Agrone firiuha.
CONSULADO GEItAL.
Ilendimento do dia 30. ... 332,012
HK.N'DI.UK.YI'O NO MEZ DE ABIlll.
DE 1850.
Consulado dsete por
cenlo 59:382,878
Dito de 2 por cento Dito de i|2 por cnlo 31,872
27,524
59:442,27*
Vncoragem para fra
do imperio. 4:788,450
Dita para dentro do
imperio 305,343
-_.-_ 5:093,793
Sello fixo 8S0.9C0
Hitos de ttulos 1^)00 891,960

Siza de 5 por cento 53,300
Dita de 15 por cenlo 12,000
Cerlides 11.600
Capalazia 648.155
Multas 20,000 96:173,082
Uestitiiicis feitis 423,000
65:750,082
Diverias provincias.
Dizimo do algodo do
Itio-Crande do norte 68,259
Dito dito da Parabiba 119.379
Dito do assucar dito
dito 44,600
Dito dito das Alogas 3:584,246
....---------3:816,484
69:566,566
Depsitos sabidos
Ditos existentes.
1:127,921
3:39J,43
Mesi do consulado de Pernambuco, 30 de
abril de 1850.
O escrivSo,
Jacome Geraldo Maria Lumachi de Mello.
Itendioieuto do dia JO.....3:221.560
Diversal provincias...... 274,635
3:496,195
IECEBEDOBIA DE IIENDAS GEKAKS
I.NTEHNAS.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rend ment do dii 30 2|8I5,03I
sfovnuento do Porto.
/Wiei'oj entrados no dia 30.
Celte -- 41 das, polac francez Jeny. de
152 toneladas, capilSo G. Guerin, equipa-


gem 10, cnfga vinho ; a viuva Lasserre.
New-Yorck 35 da, vapor americano
New-OrUans, do 480 toneladas, capilSo
Wood. equipa geni 26, em lastro; a lien-
ry Fostera Companhia,- Vem reccber
cirvflo e segu para a California pelo Rio-
de-Janeiro.
Parahiba 2dias, hiale nacional Hipad ir-
le, de 37 toneladas, capito Victorino Jo-
..( i -"ra,cquipacem 4, cirga loros de
niai.a_uu; 'O capilSo. Passageira, Isabel
l'ci 11 i 'i Silva.
Navios lahidos no metmo dia.
I)ii-' -'aneiro Caleota brssileira Santis-
, u i i ulai/e, cu pililo JoSo Conga I ves
Ri > ga assucar. I'assageiro, J. Dra'n-
dfio Jnior. Portuguez.
RiO'd-San-Pfancisco -- Hiate nacional S.-
A.-F.-do-Hio, capilSo Andr Bezarra de
Souza. carga varios gneros. I'assageiros,
o padre Manoel Joaquim da Silva com sua
familia, Jos Lourenco de Brilo, Joflo I'o-
rairaGuimaraes e Joflo Vieira. Brasile-
ros.
EDITAES.
Olllm. Sr. inspector da thesourarla
da fazenda provincial, em cumprimento da
ordflm do Exm. Sr. presidente da provincia
de do corrente, manda fazer publico que,
nos das 30 do mesmo, 1 e 3 de maio prxi-
mo futuro, ir a praga, perante o tribunal
admioislrativo da mosma thesouraria, para
ser arrematado a quem por menos flzer, as
obras do aterro a punte dos Remedios, sb
as clausulas especiaos abaixo transcriptas,
e pelo prego de 7:040,000 res
As pesaoasque se propozerenv a esta ar-
rematacfio com paree ni na sala das seesoes
do sobredilo tribunal, nos das cima men-
cionados, pelo meio-dia, competentemente
balulitadas.
E para constar se roandou afllxar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da ineiouraria da fazenda pro-
vincial de Prrnambuco, 14 do marco de
1850. O secretario, Antonio Pendra da
AimunriacBo.
Clausulas ispeciaes da arrematando.
1. As obras para o aterro e pona dos
Remedios se rilo feilas de conformidad
com os riscos e orcamentos nesta data aprr-
senlados a spprovfio do F.xin. Sr. presidente,
pelo preco de 7:040,000 rs.
2.* As obras principiarlo no prszo
de um mez e serilo concluidas no de quairo
mezes, ambos contados em conformidade
do artigo 10 do regulamento das arrema-
tagOes.
3.' Todos os materiaes serlo examina-
dos pelo engenheiro, e lavrar-se-ha um
tormo.
4.* O pagamento do importe das obras
realisar-se-ha conforme o artigo 15> do re-
gulamento de 11 ile j ii I lio de 1843.
5.a Para tudo u mus que nflo est de-
terminado as proseles clausulas, seguir-
se-ha o que dape o precitado regulamen-
to del! dejulhode1843.
Recife, -21 de marco de 1850. Oenge-
nhejro, J /.. Vctor Lituthier.
Fago saber, que acbando-se va,ga a ca-
deira delingoa latina do collegio das artes
da academia jurdica deOlinda, por fallec-
menlo do arcadiago professor Ignacio l.uiz
de Mello, est posta a concurso a dita ca
(Irir.i, cujo prazo ser de tres mezes, coo-
ladoi da data deste edita!.
E, para que chegue a noticia de todos,
mandei afiliar esto nos lugares do coslume
e publicar pola imprensa. Secretaria da a-
cadema juric de Olind, 8 de abril de
1850 r-f'isromle de Gaianna.
Deca racoma.
--(i arsenal de guerra compra'azeite de
ccoe carra pato, velas de carnauba, lio
de aifo lito e pavios : quem quizar forne cr
os o.enriouados gneros, baja de compare-
cer na sala da aiiecloria. no dia 4 do prxi-
mo viudouro mez de maio, trazendo sua
proposta com seus ltimos presos em carta
fecbada. Arsenal de guerra, 30 de abril de
1850. O esciipturario, F. Serfico di Assis
Cartalho.
O lllui. Sr. administrador geral das
obras publicas, em cumpritnento urdem
do Exm Sr. presidente da provincia, manda
fa7er publico que, no dia 11 dg maio prxi-
mo futuro, ira praca urna porgan de ma-
deiras velhas : as pessoas que se propoze-
rem a esta arrematacAo comparecam na sa-
la da sobre tita~ repanigflo, no dia cima
mencionado, pelas 9 horas do dia. A me*
ma precisa do numero de 16 serventes, prc-
ferinrlo-se os forros. Adniinislragflo geral
das obras publicas, 30 de abril de 1850, --
O amanuense, Antonio de Paula e Mello.
-- l'la segunda secgflo do consola lo pro
vincial passa a chamar-se as pessoas abai-
xo mencionadas, alim de pagarem o impos-
to de 12.800 rs. :
Joflo Soum, Antonio Jos da Costa Gui-
marfles, Francisco Xavier do Lago, Custodio
Alves Rodrigues da Costa, Domingos Perei-
ra da Itoclia, Joaquim da Silva Pinto & C.\
Antonio Jos Coelho do Rozarlo, Manuel
Jos Correia Jnior, l.uiz Pedro das Neves,
Fortunato Cerdoso de Couvea, Manoel Fran-
cisco Martins, Joflo M -it'iis CongalVM, Cui-
llierme Alm Revs, Joilo Carlos Augusto da
Silva, W. Bonck, Jo- da (iraca Torres, l.uiz
reiieua de Amlrade, Manuel Ferreia da
Cuita, Manoel Joaquim Gongalves e Silta.
Domingos Joaquim remandes, J. O. Klster,
Pe iro Marciano, Jos da Rocha Prannos,
Jorge F.anee/, Jos Miguel dos Santos, Joa-
quim Jos Hibeiro, M.moel Gongalves Pe-
reira, Manuel Martina Lopes. Costa & Rocha,
Duarle Antonio de Suirzn, Uoiuingos Xaviei
Ruque, Joflo Scott, Jus Joaquim da Silva.
lUymnndo & Companhia, Nicoli, Donsley
& Coinpanliia, l.uiz Pistor, Francisco Anto-
nio Coelho, Joo Francisco de Carvalho,
Joo Lene de Azevcdo, Miguel Antonio da
Costa e Silva. {Conlinuur-se-ha. )
BRITISII CONSBLATE PERNAMBUCO.
[ty order of ber majestys governmenl ;
il'e undersigned hueby gines pul.lie noti-
ce, to tne Uritish subjeets resident witliir
Ihe distuct of thiscoiisuiale : tbat, the re-
gisters forMarriages, Brilhs & lleallis, c-
cordiog tu the *Ct por facilitating Ihe
Marriages of Uritish suhjccl* rosi Jent in pa-
reign Countries, are new open al this
convdate duily for the purposes thorein de-
clared & provided for, and thal copies o(
such registations aro tu be transmetted ye-
*'ly tu the Registrar General in England .
and furthor, that, suid acts of parlamenl
may be seen by all persons interested llie-
rien. Pernambuco, 30 april 1850.
Hy Chrislophers,
Pro-consul.
0 consulado do reino de Dinamarca e
oescriptorio de hotha & BiJoolac se a'cham
presentemente om casa de F. II. Luttkens,
ra do Trapiche Novo, n. 14.
-- Contina, no dia quarta-feira, 1. de
maio, as 3 horas da tarde, perante o subde-
legado de Santo-Antonio, a srrematagflo de
pomos, visto nflo se ,ler concluido no dia
27 do corrente.____________>.
Avisos iiaritisros.
Para o Uio-de-Janeiro sahe4
em poucosdias, o brigue nacional
Liria : para o resto da carga, pas-
sageiros e escravos a frete, trata-
se com o capitao, na praca do
Commercio, ou com Nova es & C.,
na ra do Trapicha, n. 34.
Para o Rio-Grande do sul segu, at o
dia lOdo corrente, o brigue 1'aqueUde-Per-
nambuco : pode receber al una carga afre-
te e escravos. e tm os melhures commodos
para passageirus : quem pretender, poler
entender-secun o propietario, na ruada
Mu la, n. 7, ou com o capitSo, AlexanJre
Jos Alves.
Sahe para a Baha, no dia 4 do corren-
te, o hiale nacional San-7oju,tisto ler deixa-
iio de sahir no dia 28 do passado, por Ihe ter
faltado alguma carga que eslava j tratada ;
a Iver'e, porm, que no dia agora annuncia
do sahe com a que liver a bordo : para pas-
sageiros e alguma carga, trala-se com o
mesmu j annunciado.
O brigue portuguez Tarujo-I, segu pa-
ra Lisboa impreterivelmeute no dia 10du
moz vindouro.
--Paraa Babia segu em poucos das o
hiate nacional Ligtiro, ileprirueira marcha,
pregado e forrado do cobre para o resto
da carga e passageiros, trala-se na ra do
Vigario, n. 5.
Para Lisboa com escla pela ilha d>-
S.-Miguel segu viagem o berganlim portu-
guez Taruio-Terceir; capilSo Francisco An-
tonio do Almeida : quem no mesmo ber-
ganlim quizer carregar ou ir de passagom
dirija-se an mesmo capito ou a seu consig-
natario Manoel Joaquim Ramos e Silva ou a
Joo Francisco Cordeiro.
Para Lisboa sube com a maior hrevida-
de possivel a barca portugueza I-lar de-Pan-
qu, a qual offerece excedentes commodos
pira passageiros : quem na mesma quizer
carregar, ou ir de passagem, dirija-se aos
seus consignatarios, Oliveira Irti.flos & C *,
ra da Cruz, n, 9, ou com o capito Vicente
Anastacio Rodrigues, na praca do Coin-
morcio
Para o Rio-de-Janeiro sahe muito bre-
ve 0 patacho Sina -Trindade, forrado e enca-
vilhado de cobre, de superior marcha : re
cebe carga a frete, passegeros e escravos a
frete : a tratar com Francisco Alves da Cu-
nda, na ra du Vigario, n. 11, primeiro
andar.
Aveleira escuna nacional Emilia, de
que he capito e pratico Antonio Silveira
Maeiel Jnior, deve chegar do Para por
estes das, para onde vultara com esca-
la pelo Maraniio, com a maior brevi-
ilade : quem na mesma pretender carre-
gar, ou ir de passagem, dever eutender-se
com JoSo Carlos Augusto da Silva, na ra
di Cruz, no Recife, n. 13, armazem.
Para o Cear segu al o diaseisde
maio prximo futuro com toda a bre-
vi Jade o brigue nacional asefina : quem
no mesmo quizer carregar 011 ir de pas-
sagem, trate com Domingos Rodrigues
de An Hade, no Ti,i| ielie-.Novo, 0. 4, OU
com Jos Carlos Ferreira Soares Jnior, na
ruadaCadea do Recife, ou com o capi'fl,.
do mesmo, Marcos Jos da Silva.
-- Para o Porto segu com a maior bre-
vi lado o brigue portuguez Ventura-Feliz de
que he capilSo Zcferino Ventura dos San-
ios : recebe carga e passageios, para o que
lem excellentes commodos, atiatar eom
o i efei i o capitao, na praca do Commercio,
ou com o cusignatario Joaquim Ferreira
Mendes Gtiimares, na roa da Cruz n. 49
primen'.i andar.
faaaggiiaapaaaaiaasswsssstssssssssmm
Leiloes.
-- Thomaz la-feira 1. .le maio, o leililo de bacalho,
annunciado para quinta-fdira passa la, as
10 horas da m inhila, no caes da Alfandega
O corrector Uliveire far leilSo, por
or.lem o em presenta do Sr. consol da re-
pblica franceza, de vrios penhores que
exisi ian em poder do tinado Joo Dubois,
subdito franc/, consistindo em obras de
ouro com > sejam : corJOes, trancelins, au-
nis, cruzes, alfinetes, flvellas de cinto, bo-
toes para peitos e punhos de camisas, etc.,
e de varias obras de prata, inclusive salvas,
castices, copos e colheres. Sabbadu, 4
do maio, s 10 horas da manhfla, no res-
pectivo consulado, primeiro andar da casa
da ra do Trapiche com entrada pela do
Torrea.
Avisos diversos.
Aviso ao publico Olindense.
No convenio de S -Francisco da
cidade de (linda, se lia de cele-
brar o mez de Maiia. s n bnras
:la manliaa, pira mais facilitar aos
Iriscsla piedosa-devocao.
Joo Jos Ferreira de Aguiar
mudou a sua esidencia da ra No-
va para a da Aurora, n. 6o, onde
morn o desemb.irgador Uelmoiit.
J. Falque participa ao respoitavel pu-
blico desta cidade, quo elle vai abrir urna
fabnca de chapeos de sol, onde se encon-
trara se npre um grande e bonito sortirten-
t de todas as qualidados desles olijeitos
tanto de seda como de panno, para hudvus
i seuhoras ; assim como haver um grande
iorlimento de bengalas de difirante gos
los, baleias para vestidos, colletes e espar-
i llins para seuhoras. Na mesma casa se co-
brir e se concertar qualquer qualidade do
chapeos deso o bengalas, havendo boas
sedas e pannos en p <;, tu lo mais em coti-
la do que em oulra qualquer parte : na ra
doCollegio, n. 4.
Antonio Jos da'Costa e Silva retira-
se para Portugal a tratar do sua sade, e
deixa os seus negocios entregues aoseu
mano o Sr. Joaquim Jos da Costa e Silva.
Precisa-so do ofllcial de njarceneiro :
na ra Nova, casa de L. I'ugi.
- Jos de Freilas Rbeiro, subdito portu-
guez, vai provincia do Ceara.
Srs. redactores. -- Fago ver quo perguntr
ao Sr. Justino Rodrigues de Carvalho, qlian-
do foi a occasio, que elle vio eu trazer es-
cravos fuados do mallo para vender na
raga, ou em outro lugar, o tambem rece-
bidodinheiro das nios despartes sem nflo
fzer a minha execugo : n8o sou como elle
que encontrou um escravo na ra, ao meio-
dia, deu-lhe urna tapona, o arrancou-lhe
um p.tr de botdes de ouro das nios do mes-
mo es'avo, na occasio em que este Ihe ia
ofTerecer para os comprar, e ficou com os
dilos botes : isto lie o que se chama roubo,
de nflo restituir ao seu dono oque Ihe nflo
pertence; ou se devo a alguna pessoa no
ngo, pois tenho bens com que pague. As
autoridades da freguezia de San-Frei-Pedro-
.oncalves e de outros lugares me poro lo
da nula, mas uSo de ladran, nem de illu.li
a pessoa alguma, provo tanto que, toman-
do eu da man de um menino um alfinete de
peilo de muito valor, que o andava venden-
do pelas portas, lomei e logo o enlreguei
ao Sr. subdelegado, Francisco Mmele de
Almeida, que nesti teinno exislia na poli
eia, perante mais pessoas que existan) no
mesmo lugar : logo no nutro dia o mesmo
subdelegado annunciou ao publico para
quem fosse seu dono o procurar : appare-
c u o dono, que era o Sr. Pavolide, mora-
dor na ra da Cruz: heo que tenho a di-
zer, e pecosos Srs. redactores l.eaio inse-
rir na sua folln esle a .nuncio <]o seu, etc. ,
Jos Ignacio de Lira.
Desappareceu, ha dias, um cavalfo com
08 signaes seguintes : castanbo, magro,
com os quairo |es caifa Jos e com urna
grande cicatriz as cosas ; o cavallo toinou
a diiei'c.io do silio do Pomhal : quem o li-
ver pegado, leve-o ra da Fui o, no se-
gundo sobrado, quo sera lien gratificado
Alugam-se as tojas do segundo sobra-
do da ra da Unifio, por ;>reco coinmodo:
quem pretender, dirija-se ao mesmo so-
brado.
Um rapaz portuguez, de 31 annos de
i Jade, se olferece para caixeiro de ra, 1ra-
oiclio, ou mesmo para lomar conla de urna
venda por I.alanco ; lem alguma pratica de
esnnpturaco siinplos quem precisar de
seu prcslimo, annuncie para ser procurado.
--0 abaixo assignado faz publico, que
em seu poder se aclia urna boceta com va-
rias prendas de ouro, que Ihe sendo offere-
eidas por compra, e elle suspeitaudo da pes-
soa que Ih'as ofl'erecia, que eram joias rou-
badas, deu voz de priso ao o IV leedor, e
Ulan lo Ihe ia pondo a mflu elle evadlo-se ,
iMir isso faz o prsenle aununcio, para quem
for seu dono, dando os signaes ceitos Ihe
serentreguo : na ra do Codorniz, n. 10.
ase Vendes da Silva Guimarats.
Sociedade Apolnea.
Nflo so lando reunido, ao primeiro convi-
te, numero legal de socios da sociedado A-
polinea, para tratar se do materias vilaes
da mesma, do novo a dreeijn convida aos
Srs. socios para reuniilo geral no dia 7 do
corrente, pplas 5 horas da larde, afim de de
ci hr -e negoolos transcedentes ; proceder a
eloiqflo de nova direcgDo, e ma'car-se
partida do prsenle mez. Espera, porlanto,
a actual di'cc(flo que os Srs. socios compa-
Liecam a i. I reunifln, na certeza de que se
tomar qualquer deliberado com o numen.
soineule dos socios que se acharen presen
tes, conforme dispe o artigo 17 dos estatu-
tos da mesma sociedaue.
l'recisa-se de um nioloqua para servil
'ni urna casa c vender azeite, pagando-se
10,000 rs. mensai's : quem o tiver, dirija-s
a i ii Direita, u. 89, segundo andar, ou an-
nuncie.
--Quem annunciou querer saber da mo-
rada do Francisco (oncahes da Silva, diri-
ja-seao pateo do Carino, u. 3, quo achara
'com quem lratr.
O Dr. Mullcr, n3o Ihe sendo possive
dcspedir-se de todos os seus amigos, en
consequencia de seus muilos afazeres, o faz
por mel deste, rogaudo-lhes o relevein
lesta falla in voluntaria, oITerecendo-lhes o
sou fraco preslimo na cidade de llam-
burgo.
No dia 15 do corrente foi prezo em un
(los meus engenhos, emum inocnrnbo, um
negro, o confessou ser escravo de Domingo
lose da Costa, morador em Aracati: a pes-
soa nesta praija que liver conhecimenlo con
esse senhor, sirva-se de o avisar, afim do
nesmo, dando os respectivos signaes e do-
cumentos Ihe ser cn'regue o dito es-
cravo. Araripe-de-Raixo, 25 de abril de
185 0. o-0 Xieirada Cunlia.
N. R. O baixo assignadonflo se respon-
sabiliza |ela luga do prelo
Desappaieceuou furtaram, no dia 24 do
mez prximo passado, Jo porto do Mundo-
Novo, urna canda de carreira aliena com
paneiro e banco pintado de cor de brouze,
com urna queimadura em um dos iucola-
mentos pela parte de dentro : quem a pegar
ou der noticia no armazem ae laboas junto
a ca lea, aera recompensado.
Aluga-se uic segundo andar, com um
formidavel mirante, concertado o pintado
le novo, com a n.ellior vista possivel e em
um dos melliores lugares do bairro de San-
to Antonio : a tralar na ra do Sol, n. 9.
ATTENCAO!
Joflo Baumann avisa todas as pessoas
que teem obras, isto he, instrumentos de
msica, fui ramela e oulrasubras de rnarci-
neno, q.e llios l'oi'am dadas a muito lempo
para fazer, e algumas ha quasi dous annos,
que os mandem buscar al o dia 4 do cor-
te : do contrario se Tirara com ellas para
indemnisaco de seu trabalho.
C. J. Aslley, tendode se re-
tirar para a Europa, tem deixado
com a procuracao de sua casa, na
ausencia de seu socio, o Sr. A. G
Dcwnis, com os Srs. H. Kencken-
bary, and Fakenbaw \\ fieatly.
Precisa-so de um caixeiro que tema
pratica e seja desembarazado para o nego-
cio de veuda : do pateo do Carato, n. 9,
venda nova.
Quem liver para vender utoa synopse,
dirija-se ra do Collegio, n. 4."
--Precis-sealugar um preto ou um mo-
leque para o serviro de urna botica : na ra
la Cadeia do Recife, n. 3.
-- O Sr. Jos de Innjosa VarejSo dirija-se a
ra do Queimado, segunda loja n. 18, a res-
gatarseu poohor; do contrario, sera ven 11
do para pagamento, Ucando obrigaJo a pa-
gar o restante.
l'or ordeo do Exm. Sr. Pre-
sidente da provincia, acha-se ex-
tincto o hospital provisorio da ilha
do Nogueira; e desta data em
liante nao se dar mais sepultura
a cadveres, que frem conduzi
dos para aquella Iba Ltecife,
3o de abril de i85o. Dr. Tho-
maz de Aquino l'nnsecn.
Hypolheca-sc urna casa terrea com
grande quintal, na cidade de (Huida, ra
la Riquintia-de-S.-Pedro : quem quizer hy-
polhecar annuncie.
-- Jos de Freitas Riheiro vai provin-
cia do Cear a tratar de negocios.
Martinho Jos de Mello, l.rasileiro ,
vai provincia da Parahiba a tratar de ne-
gocios.
Liviolde Souza, subdito portuguez, re
ti 'a separa fra desta provincia.
-- Cy. rian Jos Corris, cidadflo portu-
guez, retira-se para Portugal, levando em
sua companhia sua mulher, Mara Therez
la Conceic .. e seus lhos menores, Mara,
I.inquina e Cypriano.
Compram-sc seis pi de sa-
potis, seis ditos de mangabis, j
pegados, para irem para fra da
provincia na ra do Vigario,
n. io, segundo andar.
Compra-se urna ovelha que de bastan-
te leite : paga-se bem i na casa do tallecido
loflo Maria, na ra do Seve.
- Compra-se um cavallo rugo para car-
ro : na ra do Trapiche-Novo, n. 10, pri-
meiro andar
>
GRANDE
*- consultorio homoeo-
pathico,
DirigiJo pelo Dr. Sabino e Dr. Luz
<

#
C
<^
<
4
<
Ra do Trapiche, Hotel-
Francisco.
Osdoentes pobres terSo gratuita- <..
> mente todos os dias cousullas ere- <:
-> medios para o tralamenlo de suas <-
* molestias. *
? As visitas, fra deste consultorio, ^ si" o feilas por qualquer dos dous *
S mlicos, nicamente quelles en- J
J fermos cujo estado mrbido os re- ^
p, clame em sua casi. <

Quarta companhia dos voluntarios.
Em virlu.le da dissolu(3o do corpo de vo-
luntarios, o abaixo assignado, ex-sargenlo
daquata companhia, convida a todos o>
Srs que a conipuuham a enlregarem o ar
mmenlo e correiame de que estejam di
osse, ao Sr. JoSo Athanasiu lioteltio, ex-
alferes da mesma companhia: isto ornis
breve possivel, cm observancia de orden.-
superiores ; o que se Ihes roga em abono do
seo dever. Manoel Gomes de S, ex-priinei-
rb-aargento.
. olonia de Mo-samede-
Havendo alm dos passageiros, que pre-
tendemTPguir p.'.ra esse destino, diversis
mercadoris a embarcar para a nova colo-
nia; vai-se inmediatamente fr. lar um na-
vio pira o respectivo transporte, e por isso
rccoiiimenda-sea todos os que neiletomam
nleroste 'le se ajuilarem com as pessoas
j couheriilas e competentemente autorisa-
las paia esse fim.
-- Alldno Pacheco Ferreira, subdito por-
tuguez, ietira-se para lora do imperio.
Ilernardiiio l'ereira, subdito fortu
guez, retiia-se para fra do imperio.
-- Oobaixo assignado dudara que fica
sem effeito um letra, anda nSoselada, d
rs. 211,360 a vencer em 15 de julbo futuro
sacada pelo Sr. Joo Uaiboza Cordeiro, di
Gianna, a favor .lo a ni.uncanle, cuja le-
tra se desencan.lidiara com una carta d(.
mesmo Sr. Cordeiro: e para obviar duvidas
futuras se faz o presente annuncio. Joo
Pfreir tioulinAc
Francisco Das Fortes, nSo ten lo lem
po para se despedir de todos os seus amigo.-
por falta de sade, o faz por meio deste,
olTerecendo-liiesosseusserviQos na cidadi
de Lisboa, para onde se rt tira, e deixa pm
seu bastante procurador, o Sr. Bernardo
Jos Cosa Valeule.
Antonio Jos Soares Jnior retira-se
para Portugal, levando em sua companhia
sua mulher e 3 lilhos de menor idade.
-- As fazendas baratas venda por t^
do Iheatro velho, n. O, liam transferi-
das para a ra do Rozarlo larga, no primei-
ro andar, por cima da padana do Sr. Va-
leo(.
|>recisa-se do umollicial de tecer pa-
Ininha : a pessoa que esliver ocsta circins-
tanria, dinja-sc a ra do mundo novo, casa
o. 3*.
Precisa-se de urna ama forra, ou cipti-
va, para o servico inlenio de urna casa, que
saiba engommar e cozinhar : na casa pe-
gada a cadeia, n. 21, segundo andar.
O Sr. Manoel Pereira da Silva Bram-
Inlla, estudante do segundo auno, queira
apparecer no Recife, ra Augusta, sobrado
n. 1, a negocio quelite diz respeilo.
--Na ra do l.ivramento, n. 4, precisa-
se de urna ama de leite, Ion a ou captiva.
Vendas.
Compras.
Compra-so um terno de medidas de
pao para seceos, caixOes para armaeo de
venda, dilos quo sirvam para deposito de
bolacha: na ra do Rangcl, n. 50.
Compram-se Diccionarios inglezes ; His-
toria romana em inglez; traramatica in-
gleza : tu lo em segunda uio : na ra do
Collegio, n *.
Compram-se escravos de
ambos os sexos, de loa ir> annos .-
na ra da Cadeia do Hecife, n. 5i,
primeiro andar.
-Compra-se urnaescrava moca, de bo-
nita ligura, sadia, de bous coslumes, o que
cozinheeengomme porfeilameole : na ra
das Cruzes, II. 30.
Compra-se, em segunda mSo, um co-
fre de ferro, no precisa muito grande ;
quem livor annuncie.
Cassas prelasa AO va. o
covado.
Vende-se cassas pretas de muito bom gos-
o a ItOrs. o covado: na ra do Crespo,
loja da esquina, que volta para a cadeia.
Vende-se urna canoa de um pao s de
imarcllo, nova, preparada e pintada de no-
vo, quem a quizer dirija-sena ra de San-
Francisco da Ordem Tercena, n. 8 : carrega
6 pessoas e he muito segura.
Vende-se urna balanza grande com to-
dos os pesos: no sobrado doMircellino. Jos
Lopes, nos Coelhos.
Quem nao comprar ?
Casemiras francezas rapadas e de cores,
oropnas para palitos de homens e meninos,
a*900is. o covado; gangas amarellas com
hstrss do corra, o mais lino possivol o tam-
bem propriai para palils o caigas de ho-
mem, a 560 o covado ; os mais modernos
riscadinhos dequadros miudos e intitula-
dos imperiaes, com quairo palmos de lar-
gura, fazenda propria para vestidos e rou-
pOes pira senhora e meninas, a 320 rs. o
covado. Do-sc as amostras com o conr.e
tenle penhor: na ra do Queimado, n. 17.
-- Vende-se urna escrava moga sem vi-
cios : na ra do Sebo. n. 15.
Vendem-se pecis de madapoln largo,
com 20 varas, proprio para forro e roupa de
oscravos por ser muilo forte, com algum to-
1 ue, de mofo,a 2.500 rs ; e va reja Jo, a 140 rs.;
pecas de chila com algum sujo, a 4,000 : na
ra larga do Un/ario, n. por cima da pa-
daria do Sr. Valenca.
-- Vendeir.-.-e luvas de pellica, a 1,000 rs.
o par ; ditas com bolota, a 1,500 rs ; pen-
Ifli de lertaruga para prender o cabello;
.culos para todas as vistas ; ricas abotoadu-
ras para casaca; e susr.cosorios dseda pa-
ra homem : ludo por prego cnmrtiodo; na
ra larga do Rozario, loja de nn.i le/.is,
o. 26.
Postillas.
Na ra doPasseio, n. 21, vendem-se pos-
tillas de direilo criminal e de direilo com-
mercial, bem copiadas.
Na ra do Cabug, loja de quatro por-
tas, vendem-se gravatinhas de selim para
-enhi.ra. a 1,000 rs. ; luvas de torcal, loitas
em Lisbi; capolinhos de fil de linho ;
.icos de todas as larguras ; bicos do Porlo ;
e lilas de velludo.
Vende-se, na prega da Independencia,
livraria ns 6 c 8, um pequeo nalnlo da
llosa, proprio para casaca, por 14,000 rs.
-- Conlina-se a v u ler boa im.nl"iga
ingleza, a 400 rs. a libra ; bom cha hysson,
a 200 rs. ; caf moido, a 200 rs. ; cavada, a
80 rs.; arroz brinco, a 80 rs. a libra no
paleo do Carmo, n 2, venda nova.
-t Na ra dOiCahug, loja do quatro por-
tas, vendem-se tosidas de lavarinto .le bou
gosto, fritas no paiz, por prego coinmodo.
Vendem-se chapeos francezes, os mais
finos que teem vindo a este mercado: na
ra Nova, loja do Calombiez.
Vende-se um sobradinho de um andar,
na ra da Senzalla-Vcllia, em chos pro-
nos, por 600 000 rs. o qual rendo mon-
salmenie 10,000 rs : no arco da Conceigo,
loja ile loupa leita, n. 6.
Vende-se um palanqun) quasi novo,
dous pares de consolos coin lampos de pe-
dra, um sof ;de Jacaranda e um toucador
de .111 o : ludo em bom estado e por prego
muito commodo na ra do Sol, n. 9.
Chapeos franeexes.
Vendem-se, na ra do Queimado, loja n.
19, os de mellior qualidade que ha, c de
mais lio t 11 is e modernas formas.
Vende-se familia de Pliiladelphia pelo
barato prego de 8,000 rs. a barrica ; graxa
em bai ricas de n. 9G ; barris com breu ; pre-
suntos americanos; bolacha americana,
uropria para lancho de navio; papel alma-
go floreto e de machina ; hanha de poico;
e muilos oulros gneros por prego rasoavel:
na Iravessa da Madre-de-Dos, n. 9, arha-
rflo 6om quem tratar.
Na ra dot.aiiug, luja de quatro por-
tas, vendem-se Ias de cores para bordar;
toucas e capolinhos de lila, propriosde me-
ninos; chapeos hrauros de mola, a 5,000
rs. ; ditos decores psra meninos; oleados
ricos para mesa.
-- Vende-se um silio beira do rio, com
mais de mil palmos de frente, baixa de ca-
mni paramis de 30' feixes por dia, com
boa casa moderna, conten lo 2 salas gran-
des, 9 gabinetes, 2 alcovas, 3 quartos e co-
ziohafra; he porto da praga, por seren-
es de chegar ao Pogo-da-Panella: o ar he
muito saudavel, pois nunca all penetrou a
febre epidmica : tambem se vende urna
casa terrea na Solidade, n. 50, em chSos
proprio, com um terreno contiguo, fazen-
lo ao todo cerca de 6b palmos de frente,
quintal com mais de 300 palmos do fundo,
alguns arvoredos e cacimba, cujo local he
proprio para qualquer estbele cimento que
lenliu de. ser transferido para fra da cida-
de : na ra de S.-Amaro, n. 16.
--Vende-se um grande sitio no lugar do
Manguind, que tica defronle dos sitios dos
Srs. Ca nonos, com grande casa de viven-
da, de quatro agoas, grande sonzalla, co-
cheira, estribara, baixa de espiro que sus-
tenta 3 a 4 cavados, grande cacimba com
bomba e tanque coberto para banho, bas-
tantes arvoredos de fruclo : na ra da Con-
cordia, primeiro sobrado novo de um andar.
Na ra doCabug, loja de quatro por-
tas, vendem-se botOes de Pedro II; ditos
ainaiellos de bom goslo para casacas; di-
los para marinha; ditos para o estarjo
maior; ditos de libr de pagem; ditospre-
tos de diversas qualidades, por preco mais
barato do que em oulra qualquer parte.
-- Vende-se um moleque de bonita figu-
ra, do 14 a 15 annos : vende-se por seu do-
no retirar-se para fra do imperio : na ra
Ja Cadeia, n. l, venda.


.
11
-- Vende-se farnlia de mandioca de su-
perior qualidade, em suecas de estopa e al-
godio, a 2,600 rs. a sacca : no armazem ao
p do reo da Conceigfio, n. 61, que foi do1
allecidoBraguez.
Arroz e casca a 3,00
rs. a sacca
vonde-so na ru do Amorim, n 35, arma-
zom do Tasso Jnior.
Polassada Bussia.
Vende-so superior polassa da Itussia, da
milis nova que lia no mercado, por proco
commodo : na ra do Trapiche, n. 17.
Farinha de mandioca.
", por proco commodo : na ra da Cruz, no
Recife. n. 43.
Vende-se cobre e melal amrrello pan
forro de navios, por preco commodo : na
ra da Madre-de-Deos, armazem de A. V.'
da Silva Barroca.
Fanelo a 5,000 rs. a
/ sacca,
e o melhorque lem vindo a este mercado
na ra da Madre-de-I>eo9, armazem de Vi
rente Ferreira da Costa.
--Chegaram novamente- ra da Scn-
zalla-.\nva, n. 42, relogiosde ouro e prala
patento ingle/, para homem e senhora.
O999&99099909999O9
O o
gCera cm velas do 11 o-S

O
o
o
o
0
t
e
o
de-Janeiro.
Vendem-se cnixas com ce-
rs en velas fabricadas cm
urna das melhores fabricas 8
Q do lVio-de-Janeiro ; sorti-
Q ment a vontade do com
~ prador, por preco mais ba-
O ralo do que eni oulra qul-
quer parte : amado V-
gario, n. ig, a tratar com
0 Machado &c l'inheiro.
Vendem-se, por prego commodo, os
seguinlesobjectos em bom estado, que se
pdemverno Forte-do-Mattos,prcnsa lo Sr.
Manoel Ignacio de Olivera Lobo, e tratar
na. mesma, ou na rua do Azcitc-de-Pexe,
armazem n. 13, das 9 horas da ma:ih3a as
2 da larde :
2 vergas de gavia ;
2 <) i (as de joanele ;
2 ditas de sobre;
Pannos de culello, carangucija, stiriolla,
juba e fuzo. masteros do joancte e moxo
2 camarotes com 4 belisns ;
1 eseada de madeira e ferros de bronze
para porlol ;
I signo pequeo ;
1 roda de leme com chapas do lalao ;
1 rahrestanto de patente ;
1 bnlinete ;
120 bragas de corrente, juntas nu sepa-
rada*,
2 ferros de muilo bom (amanho ;
1 ancorle ;
2 joaneles;
1 gavia ;
1 bujarrona;
1 giba ;
1 vela de cslaes ;
Cobre velho de forro ;
Cabos aleatroados para troco, que, pelo
bom estado em queestSo, r-dem anda ser-
vir;
Panno velho de velas para forro, moites,
rarden.es, patullas para ferro, e outros
objectos miudos.
* rados de ferro.
Na fundicSo da Aurora em S.-Amaro
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos
Novdade,
A 1,000 rs. o covado.
Na loja dos barateiros da rua do Quuima-
do, n. 17, vendem-se casimiretas de lila,
prelase de cores, pro) ras para caigas e pa-
litos para homem e meninos, a 1,000 rs. p
covado.
Vendem-sesapatues do Ara
caty, citos a capricho, a 1,000 rs.
o par na rua da Cadeia do Re-
eife, n. fj.
INav.allias de barba.
Vendem:se navalhas para barba, dos mui
superiores autores Joseph Elliote S Brighi
& Companhia, si-ndo da melhor qualidade
possivel, por prego mais commodo do que
em outra qualquer parte : na rua doQuei-
mado, n. 16, loja do miudezas, de Jos Dia-
SimOes.
A .3,500 rs a pe^a.
Na rua do Queimado, n. 16, loja de miu
dezas, de Jos Dias SimOes, vendem-s<
franjas brancas para cortinados ou para
toa lias, pe i) mdico prego de 3,500 rs. a
pega com 15 varas.
Vendem-se saccas com farinha de man-
dioca, viadas do l'.io-dc-Janeiro no brigue
osefina, por prego commodo : no armazem
de Dias Ferreira, defronte da escadinba, ou
a tratar com Domingos Rodrigues de An-
drade, na rua do Trapiche-Novo, n. 4. Ad
verle-se que as saccas sSo grandes.
O 0
Preeos nunca vistos. <5
J3 Vendem-se cassas de cores (xas, a
V 240 rs. o covado ; cambraia do seda,
a 200 rs. o covado ; chitas prelas i-
O as, a 160 rs. ; chales de lila, a 1,000 v
rs. ; lencos de seda, a 1,000 rs. ; di-
tos com franja, a 1 000 rs.; ditos
meios chales, a 1,280 rs ; meias pa- /&
ra meninas, a 120 rs. o par ; franklin Z
prrlo e de cores, a 500 rs. o covado ; %
luvasde seda para senhora, a 320 e
500 rs. o par : ditas de pellica psra "
homem, a 160 rs. o par; lengoa de &
O seda edesi tim para grvala, a 500 e
'i (40 rs cada um ; lucos de seda c de '
m linho, largos, a 320 e 500 rs. a vara ; O
_ chapos ra.sdose de castor, n 1,600, {?
J: 2,000 e 3,000 rs. rada um ; ditos de pi
4
0
o
9
9
9


sol, a 2,8(10 e 3,000 rs. ; colletes de
gorgurflo, setim e velludo, a 1.6C0,-
Fechincha para os bahu-
Jeiros.
Vendem-se chitas proprias para forros di
babsporestarem tracas, a 3,500, 4,000 e
5,5< 0 rs. : na rua do Crespo, loja da esqui-
quina auevolla pura a cadeia.
Vendem-se amarras ue irro : na rua
da Senzalla-Nova, n. 42.
Antigo deposito de cal
vireem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
Navallias de Giiimaraes.
Vende-se a superior qualidade de nava-
ibas para barba, fabricadas rm Cuimares,
pelo mdico prego de 3,000 rs. o estojo de
dus navalhas : na rua to Queimado, 11. 16,
loja de miudezas, de Jos Dias SimOes.
I* chincha de l'eijao
barato.
Vendem-se saccas com feijSo, a
4,000rs.; dilas com dito turado,
a 1,000 rs. : no armazem defron-
te da escadinba da abandera.
i un) em lolha.
No armazem de Dias Ferreira, no cae>
da Alfandcga, vende-se fumo em folba d(
primeira e segunda qualidades, por prego
commodo, para acabar.
V 2,(00 e 2,500 rs. cada corle ; e oulras t
t militas fazzendas : na rua do Crespo,
n. 9, loja amarrlla.
O
Vende-se urna linda escrava de 14 an-
nos, com habilidades ; 2 ditas de 25 a 30
anuos, boas quitandeiras ; 2 moleques de
18 a 20annos ; um preto para lodo o ser-
vigo: no pateo da matriz de S.-Antonio,
sobrado n. 4, se dir quem vende.
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova potassa,
de boa qualidade, em barriszinho;
pequeos de qu tro arrobas, por
preco barato, como j ba muito
lempo se nao vende: nc lecife.
rua da Cadeia, armazem n. ia.
j Bom e miu'lo batato. 1
^ Os proprietarios da loja do sobrado ,p
I&. amareilo, nos qualio-canios da rua w
do Queimado, n. 29, de>ejndo ulti-
+. mar a venda das fa/endas abuixo
m mencionadas, resolveram vende-las J
3 pelos seguintes precoa: S
Coi tes de calcas de brim brancj
de puro linbo a 1,760 JL
Ditos de diloamarello, a 1.440 5
Ditos de dito lie iiu es, a 1,410 *
Ditos de lila imitando casi-
mira, a 1,600
Ali ac i rea fina, o covado a 900
Cortes de vestidos e chita preta
com 14 covados, a 2,000
** Hilos de cassa de cores, a 2,000
Hitos finos, a 2,100
Dilosde cambraia de lislras de
cores lisas, a 2,500
S Sarja oe la lavrada preta, o co-
vados jfio
I.engos de seda de cores, a co
Cobertoies de algodao encorpa-
tt, dos para escravos, a 610 0
^ ^ *
i
i
I\a rua do Crespo, n. 12
loja dequatio portas,
vendem-se superior cites do casimira ib
muito bonitos padres, e fazenda prnpria
para ludas as re.-soas que apreciam a eco
nomia, pelo barato preco de 4,000, 4,500,
5,000e7.000 is. fazendl rica; e oulras
muitas azendas de bous qualidades, ro
preco mdico.
Venilcni-se bons queijos do reino, a
1,120 rs ;o verdadeiro presunto de l.nme-
go, desembarcado prximamente: na rua
Dircila, n. 11, taberna olampeito.
\;i ru do Crespo, u I/,
loj t de Jos Francisco
Dias, vende-se
risrado francez de quadros escuros, fazen-
da multo fina e fixa, pelo barato preco de
200 rs. o covado ; pegas de esguio de al-
godilo de 5 palmos do largura e com 10 va-
ras a meia, a 3,200 rs. a pega, e a 320 rs. a
vara.
AGENCIA
Ja fundicao Low-Moor,
BA DA SKNZALT.A-KOVA, N. l\1.
Neste cstabelecimento conti-
na a haverum completo s rl-
mento de moendas e meias noen-
das, para engenho ; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido
co kIo, de todos os tamaitos,
para dito.
He cozinheiro e moco de
navio.
Vende-se um preto mogo, de boa figura,
e que ja anda embarcado ha 2 annos : na
rua Diieita, n. 93, primeiro andar, das 6 as
9 horas da manhaa, o das duas s 4 da
tarde.
Vende-se urna expeliente burra do fer-
ro com fechadura de segredo, e preparada
para incendio: na rua da Cadeia do lteci-|
fe, n. 34, casa de cambio. I
Vendem-se cigarresdepalbade milho,
bons, por prego commodo : na rua das Cru-
zes, o. 40.
Ao barato*
Ven le-se urna arniagflo e pertonces muitd
commodo em bom lugar para negocio, oa
venda da rua da Senzalla-Velhe, n. 48 : a
'ratar na mesma.
-- Vendem-se 2 moleques de muito boas
figuras, um de 20annos, e outro de 16, sen-
do um alfaiatoe outro sapateiro, ambos de
bonilns figuras para pagens; 3 eseravas
mogas, que cozinham, engommam o co-
sem ; urna dita que cose e faz lavarinto, e
que he ptima para urna senhora acaba-la
le educar; urna dita com urna cria de oito
mezes, e que cozinba e lava muito bem ;
um preto muito bom para lodo o trabalho
do campo e da praga ; um mulalioho de
12 annos, ptimo para aprender ollicio, ou
para servir a urna casa : na rua do Collegio,
n. 21, primeiro andar, se dir quem vende.
Sapa toes do Aracaty,
feitns de encomibenda.
Acaba de chegar do Aracaty urna gran-
de porgSo de sapates feitos a capricho, is-
(o por effeito de novas recommendagOes
i| ne para l se tem le lo ; porque os que at
agola t i n lia ni viudo, riohivam-sc-llies ini-
perfeicSo, j no cosido, j em formas anti-
gs e meso.o em corlo : estes sapatues de-
jois de tintse acostumadosa boa graxa,
chegam a confundir-se com os de cou-
ro de lust'o ; o seu prego he de mil rs. o
par, dinheiru vista : na rua larga do Ito-
zario, n 35, loja de miudezas.
Na loja franceza na rua Nova atraz da
matriz, tem bonitos jarros de porcellana,
lanteinas de p do vidro, ditas de casqui-
nha inglezas, ditas fracnezas, candieiros
para sala, ditos de latan para esludanles,
bengalas de cana, bandejas finas, chapeos
de sol de seda de cores para homem, fundas
para os quebrados, chapeos francezes de bo-
nitas formas, lengos de seda de 1,000 rs. al
5,000 rs. para senhora e homens, ditos de
morsulina, c outras muitas fazendas : sa-
pa tus de duraque de cores para senhora a]
800 rs., ditos de coro de lustro a 2.000 rs.
Assim como roga aos seus devedores que
he va m pagar, para nao mandar tantas
vezes os seus caixeiros em suas casas.
Na rua do Oircimado,
n. 9,
acha se venda um completo sortimenlo
de o.andeles e capotinbos para senhora,
Je chamalole ondeado e de lislras ; bem co-
mo de seda furta-cres, os quaes vendem-
se por menos prego do que em outra qual-
quer parte. Do-se amostras aos compra-
dores.
Eslao-sc acabando.
Vendem-se cortes de fina casimira prrta
o de cores, pelo diminuto prego de 5,f00
rs. : na rua do Queimado, n. 9.
~ Vende-se um preto bom sapateiro : na
rua da Aurora, u. 52.
Na rua do Crespo, loju
da equhia que volta
para a cadeia,
vendem-se cuites de casimira preta. muilo
boa, a 5,500 e 10,000 rs ; panno preto, mui-
lo bom, a 3,200, 3,8(0 e 5,500 rs. o covado ;
cortes de colletc de fuslflo, a 640 rs. ; ditos
de setim de cores, a 2,000 rs ; dilos de gor-
gor&o, a 1,600 rs. ; esguiSo de linbo, muito
lino, a 1,280 rs. a vara.
Taixas para engenho.
Na fuiilieao de Ierro da rua do Brum,
icaba-se de receberum completo sortimen-
10 de laixas de 4 a 8 palmos de bocea as
luaes acbam-se a venda por prego com-
ziodo e com promptidSo embarcam-se,
ou carregani-seem carros sem despezas ao
somprador.
Pechincha.
Na rua do Queimado, vin lo do Rozario,
segunda loja, n. 18, continuam-se a ven-
der pegas com 20 varas de melim verde,
azul, e cor de cal, a 2,200 rs a pega ; pan-
no de linbo suisso com 25 varas, a 6,100 rs.;
chales de seda, a 5,000 rs. ; dilos de lila e
seda, a 3 000 rs eoutris muitas fazendas
que so venden sem limites de prego.
Porcellana.
Na rua Nova, loj de A. Calombiez, ven-
dem-se apparelhos de porcellana fina para
cha; bacas com jarros para lavatorio ; jar-
ros rao flores natraes, proprios para sa-
la ; chicaras de porcellana branca para cjf.
Vendem se p ocuracoea sel-
ladas, a ajo rs. *, apudactas sel-
ladas, a aoo rs. : no pateo do Col-
legio, loja do livro azul.
Teejdos de algodo tran-
cado dos-ns-San tos.
Sa rua da Cadeia, n. Si,
Novo sorlitxento de fa-
zendas baratas, na rut
do Crespo, n. 6, ao p
do lampea).
Veode-se cassa-chita muito fina, de bo-
nitos padrees, cores fixa e com palmos
de largura,a 320 rs. o covado; cortes da
dita a 2,000 rs.; rtscado di listras de li-
nho, a 240 rs. o covado ; dito de algodflo, a
140 e 160 rs. o covado; crtesde brim par-
do claro, com duas varas e urna quarta, e
1,600 rs. ; ri sea dos monstros, a 200 rs. o
covado; zoarte azul, a 200 rs. 0 covado;
chitas, a 160 e 180 ra. o covado ; fustflo, a
640 rs. o corte chales de tarlatana, a 500
rs. ; cobertores de algod.to americano, a
640 rs:; e outras muitas fazendas por bara-
to prego.
Moend s superiores.
Na fundigBo de C. Starr A CompanhiaJ,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canoa, todas de ferro, de um modelo e
construcgSo muito superior.
A ellas, a ellas.
Vendem-sc riquissimas golas e pescoci-
nhos para senhora, pelo diminuto prego de
2,000 rs. cada um : na rua do Queimado,
(i. 9.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de dife-
rentes modelos : na fabiica de machinas e
fundigllo de ferro, oa rua do Brum ,
ns.6,8e10.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na Babia
Vende-se cm casa de N.O. Bieber & C.
ia rua da Ciuz, o. 4, aUodao trangado
laquella fabrica, muito proprio para saceos
ieassucar, roupa de escravos e fio proprio
para redes de pescar, por prego muito com-
modo.
Aeiida iu o vejam !
Na na da Cadeia do Re-
cife, i). 50, loja de Co-
lilla & Aiiioiitii,
vendem-se pecas de bretanha de
rolo com 10 varas, fazenfa supe-
rior, a i,6oo rs. ; panno mesrla-
docom duas larguras, a l.ooo rs.
o covado; panno fino preto, a 3,5oo
rs. proprio para casaca ;,/orles
de cambraia lazenda superior, a
2,000 rs. ; cissa pintada, a 1,800
rs ; algodao trancado meschdo,
endem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa dr
escravos.
I arelo novo a 5,500 rs.
Vendrm-se saccas grandes com 3 arro-
bas de farelo, chegds no ultimo navio
de llamburgo: na rua do Amorim, n. 35,
casa de J. J. Tasso Jnior.
-- Vende-se urna casa terrea na rua da
praia do I'ocinho, n. 6 : na rua de Agoas-
Verdes, casa lerna junto ao sobrado de 2
andares, de fronte do oilao de S.-Pedro.
Arroz pilado.
Contina-so a vender o muilo
perior arroz pilado hranco : na
da Cadeia do Reclfe, n. 1,.armazem
de n oitiiuli s.
<

su- *
rua J
<-
<<
<-:
Vendem-se pillas vegelaes de James
Marison, j bem eoutiecidas nesta cidade,
proprio para escravos, a 18o rs. ;
chitas escuras para vestidos, i4o
rs. lindera, a a4 rs- covado ;
madapolo fino, a .'|,ooo rs a pe-
ca : alpaca de algodao, lazenda lar-
ga, a 3ooo covado ; pecas de bre
tanha de linho de rolo com lo va-
ras, fazenda fina, a S,8oo rs. ; len-
co-i de cassa paia gravita, a 3oo rs.
cada um ; e outras muitas fazen-
das por preco commodo, que se
mostrarn ao i'reguez
Garrafas vasias.
No armazem da rua do Amo-
rim, ns. C*6 e 58, vendem-se gi
gos com urna groza de garrafas ca-
da um : tamban se vendem sc
cas com farelo com 3 arrobas ca-
da urna, a 3,5oors. a sacca.
]<> Vende-se, por prerjo mais commodo do
quo em outra qualquer parle, franja bran-
ca e de cores para cortinados, do melhor
gosto possivel : ns rua do Queimado, n. 16,
loja de miudezas, de Jos Das Simoes.
Ta/^*^***A***,4*ff'*^
le marroquim para as reparligoes puhlic
no pateo do Collegio, loja d*livro azul.
Vende-se urna casa terrea, sita atrs >!a
matriz da Boa-Vista, n. 54: a tratar ao
Alerro-da-Boa-Vista, n. 2.
-- Venae-se um moleque de 14 annos, Je
muito bonita figura ; um mulatinho de 8
annos, proprio para pagem ou para apren-
der ofllcio; urna prela QiwT'cozinha o dia-
rio de urna casa, cose "cnSo, engomma, faz
i mais servigo, o he boa lavadeira ; um ca-
bra para oservigo de campo : todos muito
mogos e s-m vicios nem achaques : ven-
dem-se para pagar dividas : na rua do Li-
vramento, n. 4, se dir quem vende.
Allcncao.
Vende-se, ou permuta-se por alguma ca-
sa sita desde a roa do Livramento al o
Alerro-dos-Afogados, ou a troco de tlen-
las, a armagSo da loja n. 17, do Pasaeio-
l'ubiico, muito propria para quem se qui-
zereslabelecer, vislo achar-se em boa lo-
calidades a tratar na dita loja.
Vendem-se 2 ptimos escravos, por
precisilo, sendo um crioulo jle 22 anuos,
bom sapateiro, e o oulro bom carreiro, de
oagilo tongo, de 33 anuos : na rua larga do
Hozario, n. 52, no segundo andar do sobra-
do da esquina.
Vendem-se 6 lindos moleques de 8 a
16 anuos; 8 prolosde 20 a 25 an os, sendo
um delles ptimo sapateiro ; 2 pardos de
20annos, sendo um delles perito cozinhei-
ro, bolieiro, empalhador, e do ptima con-
lela ; duas pardas de 18 anuos, com ha-
bilidades; qualrn pelas com algumas ha-
bilidades, de 14 a 20 annos: na rua do Col-
legio, n. 3.
Na rua do Cabug, loja de quatro por-
tas, vendem-se volantes, (rias, galoe, es-
piguillas : ludo por prego mais comino.lo
do que em outra qualquer parte.
Folba de f landres.
Em casa de J. J. Tasso Jnior, na rua do
Amorim, n. 35. ha um ptimo sortimenlo
de ol ha de Matul res, de todas as mics. e
a retalho por prego mais barato do que em
outra qualquer pirte.
&* era vos,. Filil i os
llantas
9

%
pretas de fino crep, e tambem de
cores para senhora e meninas, pelo
barato prego de 800 rs. : na rua do f)
Crespo, n. 11, loja de Antonio Luiz
dos Santos i C.
Ao bom e barato.
No Passeio-Publico, loja nova n. 9, de
Albino Jos Leite, vendem-se pegas de ma-
dapolflncom.4 palmos de largura, a 3,000
rs.; ditas de riscados da moda, a 6,000 rs
a pega, e a ICO rs. o covado ; cortes de cag-
sa-chita, de bonitos padrOes e coro 7 varas,
a 2,800 rs ; lengos de seda decores, a 1,000
rs.; chapeos de sol, de pannmho, a 2,800
rs.; cuites do calcas de castores, a 640 rs. ,
e a 160 rs. o covado ; nscadinhos de 4 pal-
mos de largura imitando aos de linho, a
160 rs. o covado ; chales de tarlatana, a
1,000 rs.; lengos de cassa fina com letrei-
ros e bico a roda, a 320 rs. cada um ; o ou-
tras muilas fazendas por menos prego do
une em outn qoalqner loja.
Na rua do Crespo, n. 14,
toja de Jos Francisco
trias,
vende-se esguio de algodo, fa-
zenda de quatro palmos e meio de
largura e fina, pelo baralo pre5o
de 310 rs. a vara ; brim ti anca-
do branco muilo encorpado e de
lislraao lado, a 1,280 rs. o corle ;
dito de puro linho (r de ganga, a
,60o rs. o corte ; e um completo
sortimenlo de fazendas por bjralo
pelas suas milagrosas curas : na rua da Ca- IpreCO.
deiadoltecife, n. 48. casado A. S. Corbetl. I Vendem-se pastas grandes com capa
Cralilica-se bem a quem apprebender
um cabra de nome Alhanazio, de estatura
regular, grossodo corpo, cabello estirado,
punca barba, nariz a ti lado, com falta de
lentes na frente, beigos grossos ; tem urna
cicatriz nos peitos ; tem falta de dous de-
dos no p esquerdo ; levou cami.ia de al-
godSo azul, caigas pelas do merino j usa-
das, chapeo prelo tambem usado: este ca-
bra desappareceu no da 8 de abril do cor-
rente annoj julga-se que elle ande pelos
trapiches do assucar. Roga-se as autorida-
des policiaca e capilfles de campo, qua o
apprehendam e levem-no a casa dos Srs.
Misquita & Outra, na fundigo da rua do
llrum, 011 na rua Nova, n 35.
fugio, no dia 29 do prximo passado,
a preta Ihereza, du nagSo Ouigam, de 40
annos pouco mais ou menos ; levou vesli-
Jo encarnado com dores amarellas, panno
da Costa velho ; cosluma andar |vrndando
agoa ; he luisa, rosto descamado, falla pou-
co espliea la: esla preta perlence a,o casal do
finado l.uiz Jos da silva,e se achaviemca-
sa de Antonia Mara da Tiindade, mSi do
orphilo: quem a pegar leve-a rua do Itan-
gel, n. 36, Casa do ti slainenleii o, Manuel
da Silva Guimaries, que gratificara.
-- Fugio, 110 dia 12 de margo, o preto Be-
nedicto; crioulo, que reprsenla ler 24 an-
nos, de altura regular, sem barba, cara re-
donda, olhos carrancudos ; tem os ps um
tanto tortose urna das peritas: este escra-
vo veiodo Maranhflo pura aqu ser vendi-
do por conta do Sr. Dr. Francisco do Mello
Coutinho Vilhena: quem o pegar ou der no-
ticia na rua da Cadeia do Itecife, n 51, pri-
meiro andar, sera gratificado.
Fugio, nodia 28 do prximo passado,
o escravo Antonio Cabinda, que reprsenla
40annos, chcio do corpo ; he muitu cabel-
ludo nos peitos, perteucente a Misquita Si
Oulra : quem o pegar leve-o a fundigo dos
meamos, na rua do Brum, que ser! recom-
pensado.
Fugio no dia 23 de abril do engenho
Cinipapo um escravo por nome Antonio, be
baixo, secco do corpo, sem barba, repre-
sante ter 20 annos, tem em uipa das miios
um dedo corlado pelo meio e sup, oe-se sil-
lar nesta praga ; quem o pegar leve-o ao
mesmo engntio, ao seu senhor, Jos do
llego Dantas, que recbela cincuenta mil
ris.
Em a imite de 28 do proxiiro jai sai'o
fugio, da povoagSo doMonleiro, da casa da
residencia de Manoel Antonio da Silva An-
tunes, a preta Maiia, do gento de Angola,
moga, de estatura e coipo regulares, cor
preta, rosto aboceitado, falla bem o vulgar;
tem os i es um tanto grossos: quem a pe-
gar leve-a rua da Cadeia-Vellia, n. 24,
que ser gratificado.
Fugio o escravo Antonio, baiio, secco
do cor, o, representa ler 20 annos ; t m em
urna das milos um dedo collado quasi pe-
lo meio ; supiOe-sequo anda nesta praga .-
quem o pegar leve-o a seu senhor, Jos do
llego Dantas, no engenho Cinipapo, que
gratificar com 100,000rs.
Fugio, nodia 25 do conente, a preta
Clara, de nagao Mogambique, de 25 aunus
i nuco maisou menos ; levuu vestido bran-
co, panno da Cosa ; he de altura regular,
chela do corpo, cOr bastante fula ; cuxela
de um io; levou um Ulioleiro com fej.lo,
milho e cocos. Iloga-seas au i< ridado. pc-
liciaes, capilSes do campo e pessoas do
povo, que a apprehendam e levem-na ao
paleo de S.-Pedro, n. 7, que ser.to gene-
rosamente recompenaiios.
Fugio, no dia 8 do correte, o cabra
Narciso, de 20 annos ; levou cha peo de cou-
ro ; tem os ps grandes, Icios e e-pana os;
lem no dedo pollegar da m.lo direita a unba
compri Ja, por locar guitarra ; he oiuito
regrista, e de estatura regular; liaba sido
ha pciucos dias comprado a um Sr. Albu-
querque, morador em Fra-de-Portas, de
cuja casa fugio, deisando na rua um caval-
lo, em quo veiodo engenho Jardim, junto
de l'aralibe, termo de Oliuda, a eujo ai-nhor
do dito eng nlio elle hoje peilence; dizem
and. aoditoSr. OU ao l'oi'te-do-Mallos, a Jos
Cypriano de Moraes Lima, que em amba s a
parles se recompensar.
t>IH. : N TVe. DEM. DE FAU. -
1850


Full Text
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