Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06891


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Full Text
Anuo XXVI.
WP**6" '"
Sexta-feira 22
r*BTiDU Boa ooamno.
Coiannac Pirahiba, segundas escitas feras.
RIo-Grande-do-Nortc, quintal feras ao meio-
*' ... -
Cabo, Serlnhiem, Rlo-Formoso, Porto-Cairo
e Macelo, nal.', a II, e21 de cada me/.
Caranbuns e Bonito, Bf 23.
Boa-Vista e Flore, a 13 e 28.
Victoria, s quintas (Viras.
Ollnda, todos os das.
/Mlng. a 'i, as :> Ii. r ICmi. il.i 1.
_____ ._ {Nova a 13, as 8 h. e 57 m. da t.
Pn. d. r.i. Creic a 2I> ]| h e38 lll# da ln.
(Chela a 27, as 9h.e 7m.dat.
HUBAS i HOJV
Prlmelra as 11 horas e 42 minutos da tnanbaa.
Segunda as 12 horas e 6 minutos da tarde.
de Marco de 1850.
N. 7.
das da ihuwa.
18 Seg. 8. Gabriel. Aud. da J. dosorf. edo in. 1.v.
19 Tere. B Ot, esposo de Nossa Senhora.
20 Quart. S. Focio. Aud. do/, da2. r.doclvel.
21 Oh ni t. S. Bento. Aud. do J. dos or', e do ai, da
rniqoa DA suascairoAo. j22 Jfc s. Ellllg<]|0. Aud. do j. da I. v. do clv. e do
. .... I do9 feltos dafasenda.
Portres.mezesfdiaUlix. Aud. da Chano, e do J. da 2. v.
Porseismezet 8^000 do crllne.
Por un anuo UtfWPIo^ Uoin.de Ramo.!. Insttuiciio do SS. Sacramento.
________* ___ ...._- fallll II
CAMBIOS El 31 BSMARCO.
Sobre Londres. 28'/, 4. por 1/000 rs. a 60 dias.
. Paria, W6.
. Lisboa, 95 por cento.
Ottro.-Onca. bespanhoes.........28/000 a 28^10
Moedaadcty-IOOvelhas.. MOdO a 1#SW
de 674(10 novas .. 16/100 a lOj.lilli
. de 4/000.......... 9/100 a 9/3oti
Prafa.-PatacSes brasilciros...... C52 M-S!
Pesos columnario....... lirbO a I
Ditos meilcanos.......... 1/800 n
IJ82K
PARTE OFFICML
GOVERNO DA PBOV1NGIA.
EXPEDIENTE DO DA 21 DE FEVEREIIIO.
Oflcio. Ao commandante da praea,
commiinlcando ha-ver conced.lo as tiecncas
que pedem, para continuare os esto los de
suas armas, os segundos tenentes do qur-
to batalhflo deartilharia a p Antonio Jos
Angosto Conrado e Jos Feliciano de Fi
gueiredo Ca valho, bem como o alferes do
segundo bstalhlo de fuzileiros JoSo Gui-
IhcrmeMariait
Dito. Ao inspector da thosouraria do
fiianda. inleirindn-o de ter concedido ao
jtiir.de direito ila comarca de Sanlo-Antflo,
Anselmo Francisco Pirelti. quinzo dias do
licenca com o respectivo ordenado.
Dito Ao inspector da pagadorja mili-
tar, remetiendo a conta etn duplcala da
imnressflo de 200 cxemplares do regula-
menlodoshospitaesregmentacs, aflu de
quemanite satisfazer Manuel Figueira de
Faria a quanlia de 72,000 rs., em que im-
porta, a inesina cotila Scientificou-se o
rom man la n te da praea.
Dito. Ao mesmo, communicando que
vito ser iransmillidasao Exm. Sr. ministro
da guerra as lahellas domonstrativos das
despezss militares desta provincia em o
tn-z (le novemliro de I8t~, e bem assim o
extracto diario e mais papis a que se refe-
ra o geuofllcio dehoje.
Dito. --Ao inspector da thesourara de
fazenda, inleira ndo-o de ter concedido dntis
me/es de licenca com o respectivo ordena-
do, pan tratar de sus sade, ao director do
Ivceu desta cidade, Francisco Fer'reira llar-
reto.
Dito.--Aocngcnlieiro Jos Msmede Al-
Ves Ferreira, encarregando-o da direcQiio
da obra do theatro publico, visto lia ver fal-
lecido o administrador da mesma obra, Joa-
qun Jos da Costa.
Portara. -- Demillindo o primeiro sup-
plenle do delegado do termo de Coi antis
hachsrel Jos Ignacio da Cunha (tabello, e
o subdelegado do districlo de Goianoiiha
lienrique Luiz da Cunha Mello. Scietttiii-
cou-si: ao chufo de pulida.
..DEM DO DA 22.
OflJcio. Ao commandante da praca,
toiumunicando ter concedido a licenca que
pedio o segundo lenle do segundo bata-
Ihode aililhara a p, Tiburcio Hilario da
Silva 'Cavares, para regressar i corle no
primeiro vapor que seguir para all, alim
de continuar os estudos de sua arma.
Dito.--Ao inspector da thesourara da fa-
zenda provincial, para que mande adiantar
mais un como de res ao egenhetro Jos
Mamede Alves Ferreia, para occorrer as
despezas a fazer-se com a obra da cadeia
nova desla cidade, e prevenindo-o de que
o dito eiigenbeiro deve prestar cuntas nu
tini do mez correnle naquella thesourara,
ufio s desta quaulia, mas tambem do di-
uhi'ro queja recebeu para o mesmo fim.--
Intcirou-se o mesmo engenheiro.
Dilo.--Ao administrador das obras pu-
blicas, remetiendo a conla das despezas
feitas de 27 Janeiro ultimo 2 do correnle
com os estudos graphicos da estrada da
Victoria, alim de que mande acreditar o
engenheiio Milet na qttanlia de 30,410 rs.,
em que importa a dita conta.
Dito.Ao inesnui. Cnmmunicando-me o
engenheiro Milet em oflicio de hontcm o
mao estado em que se acha a ponte da
Magdalena, leudo um dos pilares por tal
sorte arruinado que ameaQt cahir, po Jen-
do desi'aile causar daino mesma pon-
te e offender aos viandantes, ordeno a
Vino, que mande examinar o referido pilar,
para que, i formando-me a respeito do
mao estado do mesmo, possa eu lomar a
deliberaco que for conveniente, icmct-
lendo-mo juntamennte u orcamento das
despezas a fazor coro o referido concert.
Dito --Ao prove.ior da sade, ordenan-
do, que apenas chegue a este porto abaica
piluguez Bracharenie, que tem de passar
para o Rio-de-Janeiro,procedente da cidade
do Porio. faca entregar ao respectivo capi-
tn o cilicio que remelle, do cnsul da re-
ferida iuco, em o qual prohibe ao mesmo
o desembarque daqu-lles deseus psssagei-
i'os, que pela primeira vez vem a este paiz,
alim de evitar que aeiam victimas da febre
reinante nsta capital.Scieulilicou-se ao
dito cnsul.
Dito.Ao douior Ignacio Nory da Fonce-
ca, dlzendo ficar sciente de se achar S. me.
impossibliado de vi.sitaros indigentes da
freiiuezia Ue S.-Jos, quo fOrem accommel-
tidoa da febre reinante.
Dito.-Ao Dr Julo Jos Innocencio Pogge.
Adiando se doeute o douior Ignacio Nery
da Fonceca, medico encarregado de visitar
os indigentes accommKiidos da febre rei-
nante na freguezia de S-Jos, iiooieio a
Vine para, no seu impeJimeiiin, encarre-
^ar-se do Iralamento dus ditos enfermos,
edos da freguezia de Atogados, segumdo
as inslrucces que a respeito aa deram ao
referido medico.
Provisoriamente a botica designada para
fornecer med camenlos aos enfermos po-
bres da fraguezia e S -Jos, o (ara igual
mele para os do Afogados, emquanto all
se n!i designar urna botica para esse lim.
"Expediratu-se as convenanles commu-
nicac,es
EXTERIOR.
REPBLICA FRANCF.ZA.
ASSKMSLRA l.l'i: ISI. VI I VA.
Seisilo de 29 de demnbro.
QOF.STAO' DO PltATA.
(Contwunro do n. 66.;
M. Daru, relator :Nossas concluses
silo claras ; ellas lerminam o DOMO relato-
rio. Estas concluso*! dizem : Imoita de-
nunciar a convenci de << le jniilio; ella
coz a Franca em tima silu>c,i"o detestavel :
mo convem raliicsr o tratado Le PrJour ,
n!Jo convm negociar.
Propozemos muitas hypolheses. Aparta-
mos tres solucOes : restam duas : o aban-
dono i uroe si ripies, ou eolito a accSo.
Knlre estfs dous partidos a eommissilo
poz a questilo tas mitos do governo.
Releva, pois, sahir do rlaiu-t/uo, no qual
o ministro parece querer licar. Queremos
sahir do ttnlu quo, por |ite a convengllo de
22 dejunlin poz Rozas em urna s'tuac."o
excellente, e a nos em u na detestavel ;
alm disto esla convenci de 22 de junho
he dura e cruel para os Montevideanos ;
com efTeilo, distribuimos hoje dezoilo mil
raeoes inir da ao- habitantes de Montevi-
deo, nao s aos iiomeus arma los, senilo
tamliem s mulheres, aos meninos, aos ve-
llios. Iiistrihuiiido estas laces, fazemos
que a ci lade nilo pereca; mas, por esta
mesma rasilo, eteruisamos os sous soffri-
menlos, e isto nossa cusa. Eis porque,
repilo, queremos que se denuncie a couven-
e;o de 22 ile jniiho.
l'issinos tambem que nllo convinha ra-
tilicuro tratado concluido pelo bravo al-
mirante Lo l'l e liini Elle lian poda l'a/er
mais do que lez ; porm, emlim, niiu que-
rerlos u ni tal tratado ; he um acto que
desde o principio at ao lim nos poe em
cnntradicc,Oo com os nossos precedentes,
com todo o unsso passado, com tola a nos-
si conducta politica. Se assignarmos o
11 atado, assignarenios urna cstrondosa des-
ippi-.ivacan de todo O liosso passado. pelo
tratado nilo smente reconhecemos a pre-
sidencia d Onbe, senilo i uniem ilie da-'
mos meios de continuar tiesta presidencia, i Os emigrados araentinos, o governo orien-
porquanto ha um artigo secreto pelo qual tal q te creamos e os seus partidarios com-
pomosaseleicAesiiassuasmSos.lla anida | prouietti los pedem-uos por favor que n3o
a quesillo da liberdade dos rios. Ilonlem
a este respeito fallava-se da queslSo de
principio ; seguramente ella pode ser con-
trovelida ; porm pedem-nos urna cousa
grave ; i'edein-uos que declaremos que os
Por (pie rasan, pois, nao o ndicou formal-
mente no seu relatarlo ? Porque ha oaitra cou-
sa ali'-iii dos interessrs da questao. Ka o inte-
resse das nossas boas relaces com a Inglater-
ra e com a America do norte ; ora he prova-
vel que estas duas potencias nao veran] sem
nlgiima desconfianza a aceao fcaneesa desln-
vulver-sc na America do sul alim de mn certa
limite, lie pelo menos o que se podia susten-
lar. II ivi i nisso urna consideracSn que a com-
niissa nii.i podia dcsprciar. F.lla ran poda
dir.cr mais d que disse ; porque nao tem em
suai inans os documentos que o governo pos-
ue sobre o estado das nossas relaees com a
Inglaterra e os Kst.idns- Cuidos, Lila era, por-
tantn, i,brigada a parar.
C'ma ees : Porque rnlao 7
Mr. Dar :__Que os senliores querein que
urna oommissan se transforme em governo ?
A assembla tem o dlreiro de faier a piiou a
guerra; porm he preciso que o governo te-
lilla a Iniciativa, he preciso que elle nos diga o
que quer, e, nao o pode diter, sem ter primei-
ro examinado tildo, sem ter consultado todos
os documentos que possue.
Temas urna optniSo. J a exprimimos
com reserva e prudencia, segundo a nossa
posico o ordena**.
Cumprirei o meu deverat ofim. Sus-
tentarei as tendencias 'la commissfio, as
qu-ies silo para ac^So, pan a accn, no em
tal, ou tal forma. Temos indicado muilas
hypolheses, temos feito muitos discursos ;
mas Iti lose redor.a saber sedevemos adop-
tar a poltica da aceflo, ou a do abandono.
( abandono mo me parece possivel. Qu*n-
d una pessoa se melle em um negocio, no
pode sabir delle sempre que o quer; porque
tiem sempre o pode fazer honradamente; e,
quan lo o no pJe fazer honrailamente.nnn
deve sahir. Ha esta urna quesillo de hon-
ra. A par da quesillo de Honra ha a ques-
illo de humsnidade.
Montevideo succumhi'ia no din em quo
o aii ni lunas-ennw por nossi causaliequc
elle resiste ; pois sem o nosso subsidio lu-
do estara j acabado ha dezoito mezes. A
guai uieao e a cidade s vivem do nosso sub-
sidio .No, e o ogariamu-, po'tanto, al cer-
to ponto com a responsihili lade de urna
qu la que temos imp'di lo al hoje.
A 23 de agosto de 188, M (iros eseroveu
o seguinlet a ponulacilo franceza eeslran
geira de Montevideo nSo quer por uen'ium
modo licar na cidade, se Oribe n-Ha entrar.
SSatatr. ''
sentlmonlo ilooulro; mas, quando se Irala sim o cnmmercio em (jrosso comonenm-
S, tem-scnaturalmente urna liberdade que! mercio a relalhoserloainda maisexlensos
nao se ti'nha antes je mais productivos de boncilnsdn que o f
Quanto aos Estados-Unidos, creio quejram em (819. 0 commercio do mundo vai
tamhem no so opporiam nossa aee;"o:fser revolucionado pela abertura de com-
I ", lorque nilo lean mais que a lagliter-|municacoes entro os dous occeanos Alian
ra o direito de oppir-se ; e 2.. porque fa-j licoe Pacifico, o que f ir desle paiz o en
zem sentir longo sua acQ.Toeseu poder, e-trepnrlo do commercio de todo o mun lo
no plem levar a mal que outras poten-oivllisado. S um emharaco ha a sin
cas imiiem o que elles fazem lamhein por. Durante o anno de (850 haver as salas da
sua conta. I lezislatura nacional urna collislo en i re, D l'i
Quanio ao que se deve seguir na aceito, j natisoio e oliraismo septentrional e jneri
tolos saliem que a assembli no p le re-idiooal. Esta collislo nito pode, ser evitada,
solver qtieslOes desl naturez ; s o galii-; po que ha muitns anuos queso approxima.
neleo poda fazr. lie por isso .po nos II-
miimos a (iizer ao governo : nflo nego-
ciis. Rseolhei entro o abandono e a ac-
5S0. Vos mesmo determinareis o modo da
aceito. Por minlia parle nunca me cncarre-
garei de formulir planos ni tribuna.
F.is as nossas roncliises. Sinto mo es-
lar de aecrdo conoSr. ministro dos ne-
gocios cslrangairos ; porm repilo em mi-
me da commissfio : Nflo negociis, porque
as negociacoes seriam naflloazes. ( Appro-
vnrilo em mnilnt linnros. gil/iro.)
N. Ilouker, ministro di justiqa, apresenta-
se na Inbmia....
Muilat vozei A'manliia Segunda-
feira !
Oulmi i-ozes : Falle fallo !
M. Rouker : A asscmbli comprelicnde
que na hora adianlada em que estamos.
SOr-me-hia diflicil responder completamen-
te ao discurso do nebro preopinante. To-
dava, se ella est disposta a ouvir-me im-
mediatamente,..
Muitns nos : Sim sim falle !
(hUrattos ~NSo nilo! deixe pira
segunda-fejra !
M. Ronhr: Eslou promplo para res-
pondera; porm observo que a minha
resposta lers nec.essariamenti alguma ex-
tenaHo. ( Poli bem deixe para ser/unda-
feira. )
Os Srs. representantes deixam os luga-
res, e a sesso he levantada.
'Conli'iiuar-M-na.
rios nilo sern livres. llevemos coufessar
que isto he cousa mui diflerenle do que
deixar a i|uesl3o indecisa.
Definitivamente somos balidos em Indos
llenemos que sejam degolados. Nilo po-
demos com efTeilo deixar qui essos homens
sejam massacrados sem deshonrar o nosso
pavilhSo,
JLStZ VTua?*\S8 ?rI'e n3ol0mnSSflesseperio.lo,eeX,t
por forca a cidade ? Acontecen a que os Ras-'
eos eos Italianos seentregariam urna pi-
Ihagem, da uual Oribe se aproveitaria pan
ESTADOS-UNIDOS.
0 anno de (819 c o auno de (850
New-York, 5dejaneiro.
Agora que o armo de (849 acaba de ter-
minar a sua carreira.e lie j uonla lo no do-
minio do passado, eremos que no ser fra
de proposito a presen tarmos em breva qua-
dro da historia dos Estados-Unidos durante
os pontos pelo tratado Le Prdour. e Ito/.as dem
triumpha em lodos. Assignar um tal tra-
tado seria assignar a nossa desconsido-
raeflo.
Se Rozas be mais forte que nos, se re-
nunciamos lutar com elle, entilo deixe-
mos que domine as duas margens do Pra-
la, ameace o Itrasil, c esteuda bem o seu
dominio ; mas para que lim fariainos todos
esles actos de complicididecom elle ? Para
que assignariamos com elle um tratado
quo sinccionaria tudo isto, que mudara o
facto em direito .' Mais val relirarmo-nos
simplcstneule da negoeac,3o, abandonar-
mos pura e simplesmente a quesillo do que
aceitarmos a paz com estas coudices
Pcrguntarei agora: Convira negociar i1
Quando a com tokflo leve diante dos ulhos
a correspondencia de nossos agentes, u.io
pode piestar-sea novas negociaQes. Que
dizem com elleit todos os nossos agentes ?
Q.edisse, por exemplo, M. dos no 1.a de
Janeiro de (849 ? Elle disse : M3o be m,"'s
possivel tratar com Rozas; cumpre'1
resigi.armo nos s deploraveis consequen-
ciasueum abandono completo, oufui^ai-
mos Rozas a recunhecer os nossos di-
reitos.
O almirante Le l'ri'doiir.na carta em que en-
va o seu projecto de tratado, din Meuosquc
o artigo secreto sobre ai eleicoes seja adopta-
do, nao ser possivel cheg.ir-.se a um ajusta-
ineulo ; Oribe dcclarou-me isto do luodo u uiais
peremptorio. Nao deve tambem liavcr a mc-
uor hesitarn na ratilicacao dos outros artigos;
porquanto a primeira ueceasldade deste dcs-
g i -acallo pai< he a pai, c esla nao puder exis-
tir multo lempo, se modiucaf <>cs, anda uiesinu
pouco iiupuriantes, forem feitas aos artigos do
meu tratado.
A assembla bem ve que nao ha lucio ter-
mo, que he preciso ou que aceitemos o trata-
do tal qual fra coucluiuo.ou que o abandone-
mos absolutamente, lia cinco ai.nos que tra-
tamos com Rozas, e aluda nao obtivrmos delle
Ulna S cinin-Si.au, O sem llovida ineiiosdis-
poito a issu estar elle hoje depols da retirada
da Inglaterra. K.lle recusava tudo, quando via
dnus contra al, com ceder estando a Fiauca
s? l-'.lle dii : por que raso a I-rama nao se
saliste/, com as condices que a Inglaterra a-
ceitou .'
Urna nova negociaran nao teria nenliuin re-
sultado, apenas com ella se gauharia lempo ;
iii;i> que lempo? O lempo necesnario para que
um novo negociador clie^asse e naul'ragasse.
O tempo pode ser bom em materia de uegocia-
Ctio, purcau ueste negocio elle sempre tem sido
contra nos. N.1o podemos esperar mais lempo.
Kls, senhures. o objecto do dissenllmtiito
que existe (c deploro issoj entre o ministerio e
nos. Itepito que, ao nosso ver, uo lia lucio
de negociar, que s una cousa de ve mus faser,
e.be deuunciar aconvenfo dc22de junho, c
escullid eulie o abandono e a aeco.
Por (|ue raso parou a coinmisso drpois de
ter i eje nado omitir,-,,., Inaceltavcis ? Por que
raso nao deu el 11 una soluco directa? Nao
he, scuhores, por nao ler lomado um partido.
Posso declarar assembla sem ludiscrico
que ella tumou o seu partido por uma maioria sem que nos lh a pedissemos. Quando tra-
d<- votos consideravel, ttam dous, um nada pode fazer sem o cou-
eulrar na cida le com o favor da drsor-
A issn se seguira uma horrivel c-
lasiioiilie. Quando propuz esta hypoihese
o almirante Lo Prdour, elle me deu uma
resposta da qual nunca me esquecerei ; elle
medisse: Se nessa occasifio eu mo tiver
1,200 a 2,000 homens r"ria obrar, aqui mes-
mo no aiiciiiiiadoiii' sfiriireinos o cheiro
dO Sallgue. ."
Ha, pois, repito, a qucsl.lo de honra a par
da quesi3o de humaoidade; mas ha ainda
uma terceira quesillo, a questSo de Inte-
resse.
Admiti que'se possa dizer: qmndo a
Franca preclsou de Montevideo, servio-se
delle, hoje queja nilo precisa, abandona-o.
lie esta a poltica do meu nobre amigo Mr.
le Lasleirye, o qual disse hontem : O es-
forco que devemos fazer em una queslo
deve ser proporcionado ao inleresse dessa
questao, e ao valor que ella tem para nos.
Pois bem Vejamos qual he para nos o va-
lor desli quesillo.
O orador diz entilo que as margens do
Prata, depoisdos Estados-Uunidos, sao pa-
ra nos o mais importante mercado, l-'.lle ae-
crescenlott que nesses paizes Uto pouco po-
voados ha lugar para uma inmensa emi-
graefio o ii opea, que, em urna palavra, ha la
um mundo para ennquistar-se, e que im-
porta conquista-lo pelos meios da civjlisa-
c3o moderna ; que o abandono de nossa in-
fluencia na America do sul seria a ruina in-
mediata do nosso commercio. o a este res-
peito lomba as consequencias moraes da
trullada de S.-Joo de l'l loa. I'oi esseiim
filo de armas executado em um ponto
solado da costa americana, e entrelanto
elle leve qtiasi inmediatamente um n I hii-
bamento i ni menso e glorioso de urna ex-
tremdadea milis do continente. Se dis-
serem que o systema do abandono appea-
do ao negocio do Prata seria uma conduela
limitada a um ponto isolado da costa ame-
ricana, di ivi igualmente que esli successo
solado sobre um ponto da costa americana
teria bem depressa um relunihametito im-
uienso, porm mui doloroso, de uma extre-
midade a outra do continente americano.
Passando outra ordem de ideias, o ora-
dor examina qual seria a atlitude da In-
glaterra e dos listados- ruidos, se a Franca
'doi'tasse a linlia de conduela indicada no
relatoriu. Creio. diz elle, que nem uma,
iiom outra deslas potencias teria o direo
de leva lila -si' cotllra a nossa aeran. A In-
glaterra tu: iini grande paiz, o qual honro.
Ella nao poderia levara mal quo a Fian-
Qa li/esse por si s aqinllo que devia fazer
juntamente cotirella. Ora em (Sitas ins-
truccOes de lord Aberdeen dtziain que, caso
as negociacoes nflo fossem sullicientes, as
duas potencias rccorreiistn aos meios coer-
citivo, lio outra parles Inglaterra nos res-
liluiootn 1847 a nossa liberdade de acciln.
pn qnaes as nossas esperances para o anno
de 1850. F.sta larefa he para n mui agra-
davel ; pnrqnanlo, durante o periodo que
lomos mencionado, a nossa marcha para a
grandeza tem sido piogressiva, eofultirn
que se abro dianie de nos promette-nos
ainda um grao maior de prosperidade na-
cional e individual
O anno de 1819 foi carnc.lerisado pora-
contecimenlns de grande momento cim
portancia. Elle tesOmonh-iu esfircosem
prol da liberdade na Europa, os quaes, pos-
to que mal succedi los, formarilo todava
uma pagina brilhanlo na historia do genero
humano. RevolucOei tjvet'im nelle lugar
que abalaram o vclho mundo al ao centro ;
poim ellas mo chegaram aos Kslados-IIni-
dos. Longe de laes seenas de perlurbi-
?3o e excitamento, fomOS smente espec-
tadores imeressados; lizemos votos para
que o successo corasse a causa da liberda-
de, e abrimos os biacos para recber e
proteger os vencidos, quntido ella se per-
deu.
Entretanto que as populaces da Europa
esforcavam-se por depr seus reis e gover-
nadores, nos apresentavainos oextraordi-
na'io espectculo de uma nacllo de vinte a
vinte cinco milhes de individuos conilu-
ziodo cadeira governatnenlal um cliefe
execuiivo.ou director.o qu-il fra eleilo pe-
los seus proprios votos tiara presidir os
destinos do paiz pelo espaco de qualro ati-
nas. Um tal contraste no deixar do ter
alguma influencie. O elfeito moral de um
13o bello espectculo fara grande inipres-
s;1o nos espiritos dos homens, e penetrara
os retiros do despotismo um todo o mundo
O anno de 1819 sera caracleiisado para o
futuro como um dos mais prsperos, se n3o
como o mais prospero que leuins tido. O
cornil,ercio diflundio suas InmcSos entre
nos com grande profusfio. O nosso algo-
dao loiaclivamenio procurado, e prometa-
mente vendido por bous precos nos merca-
dos estrangeiros. A industria leve consi-
deravel desinvolviniento, aemigraiilo fo
em maior es-ala qim nunca. Aquelle que
semeou collieu o fruto do seu trabalho, e
a gloria, o contenta ment ea sati.sfaQSo se
derramaram por toda a lena.
Como que para fazer-nos conhecer a ne-
cessidade de ollianims para alm -leste
mundo, e nao nosoecuparmos deniisiada-
mente com a vida presente, o paiz fot visi-
tado poi urna pesie, a qual fez centenas e
mllliares de victimas, o cin seu progresso
pela confe lerac.io deixou inuilos coraces
margurados. Ella eslendeu-se do orien-
te ao occidente, do norto ao sul, sem pou-
par condic3o, nom estado, idade, nem
sexo.
Tal foi o anno de 18*9 que hoje Jaz no do-
minio do passado. Durante o seu curso,
nao somonte preparamos admiravelmeote,
semlo tambem laucamos os fundamentos
de urna pi-ospt-i-nlade anda maior para o
anno futuro.
Quaes sSo, pois, as esperances que temos
para o anno de 1S50? Tillo ntica que as-
e deve ser encontrad.
A ques(3o da escravidilo va OUUfl vez lor
nar-s? o tpico principal dos debales do
congresso, pois acha-se, ha anuos, na are-
na politica; porm temos plena foquen
uni3o s ibrevivir ao choque, por mais im-
petuoso que elle seja. Nflo podemos o mes-
mo n3o queremos crr que nilo baja no
p iz bastante patriotismo para vencer os
exaltados de ambas as seoces em que ello
se acha dividido, os quaes teein trabaIha-
do assiduaincnle para produzir a nise que
esla agora eminente. He s nenie as gran
des occasies e tus guindes emergencias
que os gran les homens auparee-'m A li i -
loria ah est pira confirmar 0 qusd/e-
mos : se uo fra occurrenci.i ue corlas
contingencias, Jorge Washington, propria-
menlfl chamado o pai da patria, nao I to
pravavelmonte sido conhecido. o mesmo
pode ilizer-so de Napolen, o qual depoz o
i'levou reis a vonlade durante a SUH dllTci
ra variada.
Foi em urna occasiSo semellianle apr-
senle, c durante Uflll crise como a quo se
esta approxiniando, que o nolire lienrique
Ca y mostiou sua grandeza. Foi em uma
orcasio mui importante que Webster se
elevou de ums salto pnsirjSo que lioi
oceupa ; porm nUo sao precisos mai-.
exemplos. lie da propria mturezi de nos
sas inslituiQoes produzir homens grandes ;
e, quando 0 conflicto o a collisfio, a que nos
temos referido, chegarcm, n.lu temos du-
viila que se encontrariio no congresso bas-
tantes homens, cuja voz ser onvi la ani-
ma da bulla do fanatismo, e cuja influencia
moral sera suflleiente para reprimir a tem-
pestado do espirito de partido que com to-
da a prohabili la le li i de curjclorissr a ne-
cusiiio.
A casa dos representantes pode extrava-
gniiciai- quanto quizer, he o privilegio dos
sous menihros seren facciosos; pon- n lo-
mos plena conflinc quo seaclii'.i no se-
nado homens que hilo de livrar a consutui-
cSode qualquer perigoque possa iineaca-
la e que impedir.i a nossa gloriosa oon-
feder.iQSo du fazer naufragio
Venha o lempo em quo a salvaron desla
unio s'ja poslu em perigo pelo es rito de
partido, ou pela demagogia, quo homens
lio de apuarecer que sejam igoacs emer-
gencia. Paseada esta crise, consummido
um bello e honroso compromisfo d ques-
illo da escravi loo, nenhuin espiito poder
conceller a grandezi gigsntesea que i
preparada para osEstadus-L'ui los. Vetilla di-
que parle do paiz vier, o homein que so
erguer ilo seu asseuioeui qualquer c si do
congresso epropozerum belloaj istinienii,
d sta quesillo, dever ser issignalado e
lembralo. N3o he lempo, nem a occisin
no propria para bagalellas. L'ma gran le
quesillo, a qual tem sido mais ou meuos
agitada, lia nlgtius anuos, e di qual os pi
tilicos inleresseiros e os demagogos se teeni
servido para piomovereui seus proprios los,
uma queslo que lem sido pr ci pilada sobre
nos por causas quo escapam a lo lo o ex ime,
deve ser nsolvida durau'.c i presente sesso
do congresso. Seja ella bejn considera la,
reine na legislatura mcioual un espirito
de conciliario o compromisso, quo ludo so
terminar em bem.
| Wtekly Ilcrald.)
m
INTERIOR.
ALACOAS.
Extracto do expediente do Exm. Sr. prrsi-
dinte Dr. Jos liento da Cunha Figucirerli.
(9 DE FEVF.HEIRO.
Omcio. Ao inspretnr interino da lliesou -
raria provincial, para que mande por dlspo
sico da cmara municipal da villa de San-Mi-
guel a quaulia de um cont de ris, a lim de sr
concluir a obra da ponte da mesma villa.
Coniiiiunicou-se cmara respectiva.
Dito. Ao inspector da thesouraiia d IV-
/.enda. determinando que mande pagir a Jos
Uomlngues Alexandrede Oliveiraa quaulia de
3,000 rs., importancia da condueco que por
nielo deseus animaes fe/., de J.iragu pava es
la cidade, do ariiiameulo e miiiiicoes que vir-
ram de Pernambuco no vapor {Vania; devendo
lomar nota desta e mais despeaas que se lar un
rom a conduccan dos ntesmos objecto* pura
Garantaos, anu de ser enviada a conta the
-.un o i. daquella provincia.
Dito. Ao vicc-consul de S. M. Fidellssma,
que, n n 'o sido participado pela polica que
a 8 desle uici naufragara na Parra Gruido .a
barca portuguesa Camilla de que era iiiestre
Antonio Das da tiruz, que regressra do Blo-
tir uide do sul i e h.-iveiidii o subdelegado d ,i-
quellc lugar dado para a salvacu dos objeclos
de tal navio as providencias a seu alcance, co-
mo ver da copia que se remelle, assim se Ihe
comiuuiiic.i para seu conheciiDeiilo.
tllm. c Exm. Sr. Tenho a honra de por
as uios de Y. Kxc. o relalorio que o meu an-
tecessor tne euviou a admiiiistraco desla provincia, e nao me sen-
do licito duvidar, nem levemente, do seu con-
n mo, nao tanto pelo incu curto conheclineo-
to, que trullo podido obter das necessidaile.


la provincia, como pelo eoncello. que deve
Z'Srt "'" b0"' 50,rVdr do "ao^imfr-
V'co do 7RU,Trmenl d0 av" eU*f
IJlr, a a ra*er '""' Puca relexes
acerca do alguna tpicos do mencionado rela-
lorlo que acmduvlda alguma merecen a at-
l en cao do guverno impeiia!.
Helo que pertenc aliberdadrde voto, que
oU'lonieu antecessor prnclamnu cmsuacir-
"lar, devo Afirmar a V. Ese que ella ser re-
ligiosamcnte mantida as prximas eleifucj,
. ioiiinm, vistas aproveitei aoccaslao que se
ne ollercceu. de re.netler s autoridades dos
diversos circuios eleltoraes as Instrurces de
Sdejuuho do con ente anno. para fazer inul-
to sentir aos presidentes das assrmblas paro-
rhtaes, quer-a da firme inlenco do governo
imperial, qn.- as eleices fossem feitas com a
walorlibrrdadc po-slvcl, e de maneira que se
podessrm aproximar das urnas tod
-----iis quantos
tivrssem direito Je votar, sem distinecao de
opmioe, com tSM.. que se aprrsentassem de-
ll4lM de ,011 < condlce de paz, para que
nssim losse bem nianifettada na ramara a ver-
dadeira e legitima opiniao do pais e a fmi de
nao ser illudido o meu propoito, ordenei que
os delegados di' polica nao tomassem parte
activa as eleirocs, valcndo-so das armas de
sita autondade ou da forca publica para ame-
drentaren! os que nao fosscni de si..-., parciali-
dad.', ou para adquerirem proselytos involun-
tario, quando o governo s deseja o Iriumpho
pacifico de que.n tiver o bem merecido con-
celto dos seus coucidados: e porque me vies-
se ao canheciinento de que alguna oesses sub-
delegados, cuja influencia emana smenle de
sua policio omcial, se prepararan para usar
[OU clleclivainei.te iisavamj de antearas para
rom aquellrs de quem recciava encentro de
oppininn, ret.rci-lhes iiiiii.cdiataiiiente a inge-
rencia que tii.t.am ein alguna pequeos desia-
carnelos, poudo-os nicamente dispaslcfin
lo ule de paz presidente das assemblas pa-
loelnaes, com lecomiuendacao xpr.Ssa aos
respectivos coinmaiidantes, quem i Inme-
diatamente respuiisaveis pelo abuso da turca
de a nao prestaren! seno u j caso unid, de lia-
ver quem aggreuisse co.n niiio armada e per-
lurbasse os traballios da rleicao. Com taes
precaucues espero que dcsta vez se nao culpa-
r o governo de ser o fa-itor dos deputados.
Alguinas obscrvacrs faz a meu antecessor a
espeito do ramo mais importante da riquea
publica e particular desta provincia madu-
ras prec. .sas__
."c alg.iina rcllexiio tenho que aecrescentar
ao que elle poudrra, fie rogar opportuna e im-
portunamente ao governo imperial baja de
tomar em inulta considoracao o prrjuizo enor-
me que se causa a fazenda publica com as fie-
quentes I.cencas que sed/io para cortar uiadei-
ras a hoinens que com ellas veem traficar na
provincia com o maiorescndalo, sendo milito
para desejar que o governo rstabeleca um re-
giinem proprio para a conservacodas matas,
revivendo os amigos conservadores com aquel-
las modilicacoes que exigir o actual SYSiema de
legislacao.
Por esta occasiiio seja-me licito pedir a V.
KSC. ( i ...i e mrios para construir na
praia de Jaragu um barracao onde se possa
acondicionar i.umensa quanlidade de madeira
do estado, que se aeha exposla ao rigor das
cstaci.es. ejem grande parie arruinada, co-
mo V. Exc. conhecer darclaco que pedi ao
apitao do porto, c que remetiere! na primeira
occasiao.
No tocante a obras publicas, recanheco, co-
mo o meu antecessor, a grande conveniencia
'ni promoverlas, nao s para a prosperi.lade
geral da naco, como be sobretudo altestai o
desvelo do governo imperial em mclhorar a
sorte das provincias. Sem fallar as obras
propiamente prorinciaes, lembrarei a V. F.xc.
a uecessidade mu palpitante le construir unta
nlandega. e de inelborar se o porto, romo um
mrio seguro de facilitar a esta provincia as
inmensas vantagrns COtnmeroiaei que llie es-
i'apaiu por falta de taes n.rlhoi amentos. ." governo mandasse abonar a quota destinada
pela le do ..remenlo para a edificaco di al-
l'andega e do pharol, receberia inuilos fervo-
rosos amens dos Alagoauos, e de miiu muitos
agrailecnncntos por dar-me alguma cousa mais
que fazer, alcm do expediente ordinario.
E jaque estou fallando em obr s publicas,
devo manifestar a V. Exc. una ideia, que lal-
vet sequalilique de preconecilo, que lia mui-
tos annos me oceupa, e que agora me accom-
nietie com maior frca, em rasao da proximi
dade do objecto a deslruicSo da cachoeira de
Paulo Allonso, ou a canalisaco do rio de .San-
Francisco para as pro-indas de Prruaiiibuco e
Ceara. He ini.egavcl que esta obra, levada a
licito mudar a face de lodo o norte, e seria
ni.. dos mais importantes padros de gloria du
actual ininisieii Se fsto nao lie um bello so
nho meu, mas urna opiniao reallsavel, nao se
me daria de faier urna viagem ate" a cachoeira,
se o governo me proporcionasse um engeuhei-
rn hbil, que me acompanhasse, para ao me-
nos colbermos algum dados, que podcsseni ser
submetlidos a considerafao da asse.r.bla ge-
ral sobre una obra de interesse vital para
ii.u.tas provincias. O actual presidente de per-
nambuco a quem communiquel o meu pensa-
inento, nao me desaniu.ou de modo algum c
antes me prometteu a sua coadjuvarao. !\u
entretanto, rogo a V. Exc. naja Ue me f .irr o
lavor o honra de me revelar o seu .nodo de en-
carar este objeto, para que cu cuntiera se es-
tou n.itr.ndo alglima cbiuiera.
A casa que por aqu se chama palacio dogo-
ve. no, he lao inesquinha como despendiosa ao
estado ; e portanto, nao me parece fura de pro
pob.to que o governo g.ral mande levaniar
um rdifio a custa do Ihesouro, em lu-ar de
estar pagando avultado aluguel pela pequea
parte de um tocto particular. Creio mesilla
que esta despeza nfio se deve doixar cargo
das reu.las provmciaes. porque al... de serrn
ininguadas.julgo mui justo e al poltico que
os palacios dos presidentes de provincia sejam
proprios nacionnes, assiui como dovein ser to-
das as casas em que sao esiabel.cidas as repar-
tieses geraes. Causa lastima o fallar uas vas
de communicacao.
Por aqu nao ha nein estradas geraes, .,,.,.
provinriaes, nein miincipaes Se algum in-
ci'Pinciilo se podesse dar as estradas geraes, es-
tou convencido de que asoutras seriam abor-
tas com maior nlercsse e facilidade. Com to-
do nao me descuida.o de empregar os peoue-
nos recursos dos cofres provinciaes uesteY,-
tempo ellmaterco das elclfOes. Se algum des-
aguisados, pols, se coniinetterem desde j pro-
testo que n.io ser por culpa ou imprevdencia
de minha parte.
Sao estas as rellexocs que mu lgeiramenlc
o antes de estudar bem a provincia, posso ofle-
recer acerca do rotatorio de que me oceupo,
alim de que se digne V. Exc. leva-las ao all
conhecimento do governo imperial.
Dos guarde a V. Exc. Palacio do governo.
em Macelo, l. de agosto de 1849. lili... e
Exm. Sr,coucelhciro Vsconde de Moiii'alegre,
ministro e secretario de estado dos negocios
do imperio. Jote Benlo da Canta e Figurfdo
$.
aa
m
L....-------------J_______1_________JLH--I
PE;NAMBUCO
UEI.AgAn- DOS BATISADOS FEITOS NA
MATUIZ DE S.-ANTO.MO DO KECIFE NO
MIZ DE FEVGREIRO DE 1850.
Feveratro 2. Josefa, parda, filha legiti-
ma de Bernardo Rodrigues da Cunta e Ma-
ra Matioela da CnncelQo.Nascida aos 30
dooutuliro de 1819.
Mu i. 3.Josquim, branco, filho legitimo
de Jos Joaquim da Costa Braga.Nascido
aos 27.de selembro 1819.
dem 6 Domingos, crioulo, filho da pre-
U Camilla, escravos de Anua das Virgens
Marlins Novaes.Nascido era 21 de dezom-
brodel849.
IJrnn 7.-Justina, parda, filha da preta
Dclfina, eseravas de JuSo l.eite do Azevedo.
NarCidt em 1825.
I Ifin 8 Napolp-lo, branco, filho legiti-
mo de Caetono Alvos di Silva e D. Matia
Carolina de Lemas C valcanle.Nascido em
27 de Janeiro de 189.
I leu. 9.--Th.ju.az,crioulo, filho de Luiz,
preta, escr.vos de Melandiilina F.ancisca
Ferreira d tirito -Nasccu aos 3 de jaueiro
do correle anno.
dem 10.--MaOOCl, cioulo, fillto de Eufra-
sia, escravos de Antonio Ricardo do llego.
Nasci Jo em 23 de dezembio de 1819
dem II.Ignez, crioula, lilli.i de Cons-
tancia, eseravas do D. Anua da Conceic^o.
Com 15 dias.
dem 16 Francisco, branco, filho legiti-
mo de Uanoal Ferreira Ramos e I). Josefa
Joaquina Percira do Reg.Nascido aos 21
de seteinl.ro de 1818.
MeinJosefa, branca, filha legitima de
Aliitioel Ferreira llamos e D. Jjseia Joaquina
Pcreira do Reg.Nasci Ja aos 22 de Janeiro
do crrente aano.
Ilem 17.Luiz, blanco, filho legitimo do
J.i.lo do Prado Alartins Ribeiro e I) Luiza
Francelina da Cruz Ferreira.Nascido em
I de l'uveivir.i de ISjil
I lem.--Krjnelinda, branca, filha legitima
de loSo Antonio de Alacedu e I). Mara do
Carino Pereira Nascida aos 19 de Janeiro
do curente anno.
Mein.- Jos, branco, filho natural de Ma-
ri Jos do Nasciineiito, solteua.Com 2
inezes de ilaJe.
dem 19.Algemiro, pardo, filho di cri- J
oula Filipp, escravos de Manoel Comen
Ferreira Nascido em marco de 1845.
dem 20.-Joaquina, branca, filha legiti-
ma de Paulo Pereira Simoe* e D. Joinna
Mara da KtaUcSo SimOcs.--Nascido aos 8
de agosto de 1849.
Idom 23 Albino, pardo, filho da preta
Paula, escravos de D. Jornia Mara Machado
la Silva.Com 1 anno de dade.
dem 27."Umheilna, parda, filha legiti-
ma de Jacintho Pedro Pereira e II. Pulcheria
Mana de Olivcira.-.Nascido aos 21 de agos-
to de 1846.
Ao todo 17.
Recife, 14 demarco de 1850.
0 padre Joao ot da Costa Ribeiro.
Coadjutor pro-parocho.
Correspondencia.
Senhortt rtdactorts : Perinittam-mc que
pelo seu" cor.celtoado Diario en d ..... publico
testemnnho de gratidao ao III.u. r. Dr. Carlos
Chldloe pela promptido e zelo com que Ira-
lou meu filho,prestes a succumbir, e buje, gra-
tas aos scusesforcos, meirau.cnic restabcle-
cido.
Estando meu filho atacado de febre, acoin-
panhada de muita losse, to.nou um purga ule
teoleo de risino, que Ihe produsio nina me-
Ihora momentnea, reapparecendo a febre
com mais frca e a losse com inaisjntensidade.
Nodia srguinte tomou outro purgante; e.nao
produiiudo erleito, se Ihe applicou um clistel
de ln.li ,<;.-. que fez expellir ...... grande parte
do oleo que elle havia tomado e com um ftido
..isi.po. t.ivei. A' tarde o menino ae achou com
multo mais febre e grande fadiga. a poulo de
quasl Ihe faltar a respiraro; tendo o ven-
Irc duro, enchado c dolorido, estava em cia-
do comatoso, com a rcsplracao opprimida e
em continuos gemidos dejececs de materias
pilludas e biliosas pulso batendo IftO nulsa-
{es por minuto osolhos amortecidos, pes-
io.o hlito, a lingoa mullo spera e saborren-
la, s.ie insaciavel, grande prostraeo depois
dos excessns da losse.
N'esle estado se aehavn meu lilho,tendo ape-
nas quatro anuos de idade. luipossibiltado
de obler promplos socuorros contra um mal
de lauta gravidade, resolvi-me a Irazer o me-
nino do meu engenho para aqui. Entao re-
corr ao Mu. Sr. Dr. Chidlue, que.no obstau-
tc seus excessivos trabalhos, semprc proinpto
ezrluso junio a o dr.cn te entregue aos seus cui-
dados, adquiri incontcslavel dir.lo i miaba
eterna gratidao.
No fim dsete das meu tilbo estava de todo
rcM.ib.cenlo. ie.ni,, tomado seis dses de me-
dicamentos ll.l.liie.ip tl.ie ...
Deixo aquellos que sabe.n e podem apreciar
o amor de pai ajuizar qual ser o meuprazer
vendo .ule. i .luiente bom meu lilho que cu sup-
puuha perder para semprc; e quelle a quem
depois ''"
rir seus aforeos, quando so empanue a
prol da humamdade enferma : acreditando
V. S. que jamis a lisonja queima o podre
insenso no seu altar d'ouropel, que nfio se
er; mas sim a dbil voz da gratidao de
quem milito preza ser de V. S. amigo, obrj-
gadissimo e criado.Antonio AUxnirino tl$
Vatconctllot Callaea,
Sua casa, 9 de marco de 1850.
^OMWEnGIO.
6:217,787
ALFANDEGA.
(endintento do dia 81.....
Deicarregam Ao/>22.
Calera ingleza Serapkina mercaduras.
Brigueinglez Mugnet idom.
Barca portuguesa Braeharensc idem.
Escuna brasileira Mara-Firmina sola.
Brigueinglez Emma bacalho.
CONSULADO GERAL.
Itiin.liment do dia 21..
Diversas provincias ..."
2:462,473
217,822
2 680,295
EXP0RTACA0.
Dispachot martimo! no dia 21.
Gntemburgo, brigue sueco ijapid, de 395 to-
neladas : coiiduz o segulntc :
m7?J:alxl!.'' e 2,76 *lccot oam '** arrobas e
16 libras de assucar, 100 saccas com 557 arro-
bas e 7 libras de algodao, pipas coui 320 ca-
adas de cachaca.
Neiv-York, brigue inglez Arahclta-Tarbel, de
88-1 lonelailas : couduio segu.ute :
80 toneladas de lastro de areia. '
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmonto do dia 21. .
Movimenio do aporto.
iis de Dos eu devo a existencia de meu li-
lho como retribuir? .. I.upossivel. Ao menos
dgne-sc o III.n. Sr. Dr. Chidloe aceitar esle
publico ic.tfui.ii.I.o de eterna gratidao de .....
pai a quem S. S. restituio seu idolatrado filho.
Pela publicado deslas liabas recouhecido
Ibes lien, senl.ores redactores
Eitevio Jo Pan Barrito-
Navios sahidoi no dia 28.
Ass Brigue braslleiro Condnctndencia. ca-
pito Joaquim Jos Marlins, em lastro. .
Trieste Escuna iogleza Omard, capilo Ede-
viui Baker, carga assucar.
Declara <;6es.
ckler, multa ao m^smo cap tilo na quantia
de rincaenta mil ris, e a cada um dos pas-
sageiros na de vinte mil rs.,ns conformida-
de do artigo 80 do regulamento n. 120 de 3
de Janeiro de 1842 do (jue manda se fagam as
intima'COse communicacOas necessarias.
Secretaria da polica de Pernambuco, 17
de marco de 1850.Itegueira Coila.
Illms. Sn.-Queiram Vs. Ss. dar suss
ordens para que o procurador dessa cma-
ra venha receber nesU reparticno a quan-
iia de canto e dez mil ris, que pagsram o
capiifloetrespassageiros do brigue sueco
frinttem, multa em que fram condemna-
dosprorse haver rerilicado o caso do art.
K'wi? ,9 de,, d"Jeiro
peos'guarde a Vs. Ss.-HIms. 8rs. pro-
s.dente e membros da cmara municipal
desta cidaf)e."jM clulo de polica inteiino. '
lllm. e Exm Sr.Fram hontam pre-
sos a minha ordem o Americano Miguel
por haver espancado a urna mulher, cuj
nome n.io foi communlcado : e du subde-
legado da freguezia de S.-Antonio o Portu-
Knoz Domingos Jos Machado; eoescravo
Eufrazio, por insultos ; e Joo Mata da Sil-
va, para averiguaces policiaes.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da
polica de Pernambuco, 21 de marco da
I850.-Illm e Esm. Sr. Honorio Hermto
Carnctro Leilo, concelheiro de estado, pre-
sidente deala provincia. Joii Nicolao Re-
gueira Costa, chufe de polica interino.
Avisos martimos.
2'iibe (oes a pedido.
MAI'tM fio iiitniinriilo to gratul hospital de enrularle, rio ho/tpilnl
fio* laxaron r ,tn rasa tos expostim,rio 1.0 de Janeiro a .i 1 dv
de-.embro de IHI1J,
OOENTES.
Exist a m
Entraram
Sal i rain. 1
Uorroram
Existetn.
Curados......
Melhorados. .
Nfio curados,. .
as 24 h. d'cnlrada
Depois dessa poca
Grande lio-pitsl.
2.11
18.1
68
31
6
-i|
77
22
36
281
96
48
16
8
112
44
Hospital tos lazaros.
DOENTES.
Existiam
Entraram
I
Sahram
I
Moriera ni
Existem
Curados. .
Melhorados .
Nfio curados.
10 10
7 2
0 0
0 0
0 0
1 i
32 ii
Morlalidade.
IIOMENS.
1HILHERES.
CERAL.
Com todos os
morios 1,232.
Sem os que
morreram naS
24hoVast,238.
Com todas as
tnortos 1,273.
Sem as que
morreram nas
24horas 1,257
Toda a mor-
talidulet,228.
Sem os mor-
ios nas 24 bo-
tas 1,244.
Lasa t/'>j cnpostes.
331 Von
EXPOSTOS.
Sexos.
Existiam ............
Entraram...........
Saliirin>.............
rjm i Nas 24 h. d'entrada
i Depois d'esta poca
Existem...........
99 123 222
34 42 76
3 4 7
0 0 0
20 35 55
110 126 236
Administracilo eral dos cstabele'cimentos decariilade, 15 de Janeiro de 1850.
Antimio Jos Gomts tic Concia
Escrivao
N. R. Por alllucncia de materias, nfio se publicou em lempo esta conta: e por en
se fez a que foi publicada ultimamcnli;.
;ano
ino do srrvlco publico. Quanlo fr.a publi-
ca conhecer V. Rae. do rrialorio que le re-
liro. que nao pode ser ella mais Insufflcieiite
para sat.fazer aspreeisdos da seguranca pu-
iilica. pois que o mal disciplinado corpo de
pol.c.a, que apenas chega p.r.i ser drvidido
n pequeos destacamntos pelos lugares
nals long.quo. da provincia. .Jo he ha.lante
para a guarnicao da capital, nuasi semprc en",
irrgue a pus.l.nlm.dade da guarda n.cUm."
de quem lauco inao por desencargo de cunsl
ciencia, sem le alguma de que possa ella se. ef.
l.caz nas occas Oes de apeno. Nao. que o. c-
dadaos emprogados nesta milicia sejam indie-
nos de conliaiifa ou destituidos denatriotisiuo
mas infelizmente nao se pode oscurecer que
ma organisacao drstes corpos, ou a ndole dos
que nelle sao allislados, negam se a toda t
qualquer disciplina austera donde se possa es
perar o soldado prompio, obdienle c devolado
de que iiecessila o governo. Convencido des
la verdade pedi ao presidente de Pernambuco
alguma Irop regular, mediante a qual pudes-
se ou dispensara guarda nacional que se acua
em servlco activo, fatendo urna despea im-
proricua ao estado : c pori|iio at agoia me
nao lenha chegado csse auxilio, acho-me aqui
cni grande apuro para sustentar a oidetn no
lllm. Sr. Dr. Joo Raplista Casanova. i nasque restavam ; vou a procura de V. S.
Anda que outros ja tenliam feito rhegar porque temiappar-ecessem grandes effeitos-
o publico cnnliecimeiito os salutares eflei- i .le p. oinplo acudio-me.e no fim de duas ho'
a
los da benfica melicina homoeopatliica,
appllcada por V. S. na actualida.le, em
que os habitantes .lesla cidade gemem de
pranto e d.V pulas seras apprehenses de
urna febre mortfera que val rallando tifio
pequea parte da populacho ; anida quooii-
ttos. digo, j livessem esse lenitivo, como
refm du sua justa gratidSo, agora, pnrm,
que a inestiia euferniidnlc de que fui assal-
iss que tomaiam a primeirn dse honirco-
p..tilica assentaram-se ; e, quando tomaram
a segunda, com intervallo de 6 horas, j
transpiravam, e no dia seguinte eslavam
de p sem febre; fui eu o ultimo accom-
mellido, que, seguindo o mesmo processo
homte .palhico tive, igual resultado, e com
pnticos ili s de.corpo alquebrado, scom
esso tratamento resiabelecemo-nos : releva
lado me vai dando lugar.he o meu primeiro assiui ponderara V. S. que tifio deve firar
dever fazer o apanagio das circunstancias em olvido outro tralamento, tambem, por
qiicem mnihafamilialiverani|lugar,ndecla- V. S. feite em julho prximo passado
rarqueopoderdaniodicma homreopalhica, poroccasifio de minha mana ter sido forte-
pela sabia direccSo de V. S., supera a inlen- j mente atacada de rheumatismo, e havendo
sidade da epidemia : os proprios conheci- jotodas que era curada allopaihicamcnte
mentos do eximio Esculapio ac lis rilo o ; sem o mal querer celer.e antes augmentan-
que eu tenho coimcado ueste imperfeito do foi por V. S. tratada, s com urna d-
eshor;o.
Accon.metli.la urna de minhas tres ina-
nas dn epidemia, principiou-se a tratar al -
lopathicamentc, com flores cordiaos, su-
dorficos, synapismos, etc. ; mas no segun-
do dia a febie era maior e proslracfio ;
fez usod'uma preparaclu de charole em-
tico e. outros simples ; appareceram alguns
vmitos neg'OS ; e asaim eslevo no uso do
remedio s viudo a obedecer e declinara
f.ihro ao quart dia com novos sudurilicos,
etc., etc., assiin acontecen a duas esera-
vas: que tiveram, com o mosmo tratarnen-
A cmara municipal manda scienlifi-
car as corporales religiosas e mais pessuas
a quem cjnvidou para assistirem a Moflo
do cemiierio publico, que essa cerimonia
religiosa ter lugar no dia 24 do corrente
(domingo', polas 4 horas da larde e roga as
mencionadas pessoas e sque forem ain la
convidadas, se dignen de comparecerem
a semelhante acto, para sou maior brilhan-
ttsmo.
- Pela segunda secefio da mesa do con-
sulado provincial se annuncia a todos os
collectados para pagarem o imposto de
12,800 rs. creado de conformidade com o
14 do artigo 38 da lei doorramento n. 244
de 16 de junhode 1849, que se est arre-
cadando passivamente pela dita seccilo se-
inelhante imposto, desde Janeiro do cor-
rente anno ; e que, (tialisado o prazo mar-
ca lo pelo regul* ment do Exm. Sr. presi-
dente da provincia de 12 de novembro do
anno prximo passado, se proceder exe-
cutivamente contra tolo aquelle que ufio
tiver saiisfeito dito imposto.
Pela capitana do porto desta provin-
cia se faz constar sos pescadores e mais ni-
lividuos, empregados no trafico do porto,
que acharem algumas latas, que sesup-
pem terem sido laucadas ao mar de bor-
do da barca porlugueza Brachareme, con-
tendo notas falsas, que ealregando-as ao
chefe de polica, recbenlo delle urna gra-
(ilicacfio proporcional a quatilia encontra-
da na mesilla lata : segundo as ordens da
piesidenca.
Pela subdelegada da freguezia de S.-
Jos do Recife foi appreheudi.io um barril
com manteigu a um preto, que oandava
vendendo: quem se julgar com direito a
elle, dirija-Mi mesma, para depois de pro-
var a sua posse, Ihe ser entregue.
Pela subdelegada do polica do pri-
moiro districto da villa de Nazarelh, acnam-
se presse roe..11.idos a cadetada mesma
villa porandarem fgidos os pretos, Jofio
cabra que diz ser escravo do capitfio Jos
Rufino da villa do Limoeiro ; Antonio, di*
ser escravo de Jos Salvador senhor do en-
genho Sibauna em Macei; e Manoel, que
diz ser escravo de Adriano do llego da villa
de Iguarass e para que a todos ebegue a
jticia se faz publico pelo preseute jornal
\ -- Por esta subdelegada se faz publico
que, (endo appsrecido um cavallo mellado
sem dono, acha-sc depositado, e quem se
julgar com direito a elle apresente-se com
a competente jusiificac-fio. Subdelegada
daVaizoa,20 de marco de 1850.--/r>ancico
ile l'auta Corriia di Araujo, subdelegado.
se no mesmo da assenlou-sc, e noseguin-
lean.iava, entretanto que ha oito nem se
virar poda por si
Receba, portanto, V. S., em holocausto
este imperfeito, mas ingonuo eshoen dos ca-
sos oceurti losemnossa casi,osqiues,seuflo
descrey coma pericia profissional da scien-
ca, ao menos levo ao cunho da verdade
lodo o progrc.so em Ifio Curto espafo de
tempo,.levido a salutar homceopalhia. Bem
quizera omittir, sem oiTensa da modestia,
qiiknto satisfaz uo enfermo abrandura
lira loza, com que por sem duv'da
Puhlicuco religiosa.
Sahio luz um livrinho com o titulo de
DEVOTO CIIRISTAO,
o qual eontetn a dotitrina chrislfia, breve
noticia dos misterios da missa, obras que
devem fazer o christfio, orar/es para dema-
nhfia e a noite, duas para a conssflo e
communhSo, exercicios para cada dia, no-
venas das almas, assenefio do Senhor, Con-
ceicfio, Menino Jezus, Santo Antouio, modo
de resar a UfBo, breve emenda dos erros,
signaos de Christo, se.,lencas do plalos,
ineilimlo de resar o rozat io e terco de Mossa
Senhor*, myslerios gozosos dolorosos, e
gloriosos, ladainha de Mossa Seuhora, ora-
CfiodeS. Ilernardo, dita para pedir a paz,
responso do S. Antonio, esradn mystca,
imitaco dos justos, suspiros pela gloriado
co, etc : vemlea.-se na livraria, us. 6 e 8,
da praca da Indepen-cia, a 640 rs., cm nieta
oncadernacSo.
Para o Rlo-de-Janeiro salte, com a
maior brevidade pnssivel, o brigue nacio-
nal Scm-Par : para o resto da carga, pas-
sageiros e escravos a f. ete, trata-se con o
1:228,959 capitfio, Jos Joaquim da Coala, na praca
do Commercin, ou com iNovaes & Compa-
nhia, na ra do Trapiche, n. 84. *
Para o Itio-de-Janeiro
segu, com muita brevidade, o lirigue bra-
sileiro S.-lvs, por ter parte de seu carre-
gamento prompto para a sua completa
carga: quemquizer carregar, ou irdepas-
sagem.e embarcar escravos a frete, dirja-
se a Gaudino Agnstinho d Barros, oa pea-
cinha do Corpo-Sanlo, n. 66, ou ao capitfio,
Jos Ramos de Souza, a bordo.
Vende-sc o patacho ameri-
cano Romp, de lote de 136 tone-
ladas americanas, forrado de co-
bre, milito veleiro, e prompto pa-
ra seguir qualquer viagem : os
pretendentes, dirijam-sc tos con-
signatarios, llenry Forster &
Companhia, na ra do Trapiche,
n. 8.
Para o Rio-de-Janeiro.-ssbe no fim da
presente semana o palhabote ntcional Ame-
lia : para o resto da carga, passageiros e
escravos a frete, Irata-se com Novaes &
Companhia, na ra do Trapiche, n. 34.
Para o Cear pretende seguir viagem,
al 30 do corrente, o hiato iioto-viimia,
por ter j grande parte de seu carregamen-
loa bordo : quem nelle mais pretender car-
regar ou ir de passagem, se entender com
o mesmo mostr, Antonio Jos Vianna, ou
na ra da Cadoia-Veiha, n. 17, segundo
andar.
-Para o Rio-de-Janeiro sabe, com mui-
ta brevidade, o patacho nacional Curioso,
capitfio Domingos Antonio de Azevedo, por
se cellar com parlo da carga prompta : para
o restante, passageiros e escravos a frete,
trata-se com o mesmo capitfio, ou com Luiz
Jos de S Araujo, na ra da Cruz, n 33.
Vende-se a barca nacional Princesa,
de loto de 257 toneladas, forrada de cobre e
prompta com lodos os pertences para fazer
viagem : quem a pretender, pode ir exami-
nar a bordo, a qual se ach fundeada de-
fronle do Passeio-Publico, e tratar com
Amorim Irmfios, na ra da Cadeia do Re-
cife. n. 39.
A veleira escuna nacional Emilia, de
que he capitfio e pratico Antonio Silveira
Maciel Jnior, deve chegar do Par at o
da 25 do corrente, para onde voliar com
escala pelo MaranhSo, com a maior brevi-
dade : quem na' mesma pretender carre-
gar, ou ir de passagem, devera eotendei-se
com J0S0 Carlos Augusto da Silva, na ra
di Un, no Recife, n. 13, srmazem.
Para Parahiha, sahe impreterivelmen-
le 110 dia 27 do corrente o hiato nacional
Espadarte: quem no mesmo quizer carre-
gr,ou ir de passagem para oque tem com-
modos : trate na ra do Amorim, n. 36, ou
eom o mestre no trapiche do algodflo.
Para o Kio-de-Janeiru sa-
he, no dia 26 do corrente, a mui'
to conhecida e veleira barca na-
cional Firmeza, capitSo Narciso
Jos de S -Anna : inda recebe
alguma carga, escravos a frete e
passageiros : a tratar com o mes-
mo c.i|)itao, ou na ra da Cadeia
do Kecife, n. 4? terceiro andar.
Le loes.
Keparlicao da polica.
lo, cllVit' .- quasi iguaes, menos os vmitos i se porlar-se junto ao leilo de dOr do afflic-
oegros. De novo cahem mais duas ma- to enfermo! Osccosqueiram scuipre co-
MUTILADO
0 chefe de poiicia interino dcsta provin-
cia, tendo em vista a rarliripacfio, que llie
lizera por oflicio desta data o alferes anear-
regado do legislo do porto, de que, N. P
ede- Fr.herg, capitfio do brigue sueco IriheUm,
v^ S. I levava a seu bordo para Slockolm ocultos
e som passapoite os passageiros Antonio de
Castro, Ceorge sluckle, e llenriquo Wei-
Be oto Jos da Silva Magalhfies, por seu
bastante procurador, fara leilfio de 19 liar-
ris com manteiga in^leza da primeira qua-
lidade, por coma de qu-m pe teneer : hoje,
32 do corronte, s II horas da nianhfia, de-
tronte da porta da alfandega.
O corretor Oliveira fara leilfio, por or-
dem e em presonca do Sr. cnsul da iepu-
blica franceza, de um oscravo moco, car-
neceiro ede militas outraa bOas habilida-
des, perteticente a liquidaefio do finado
Jofio Dubois, subdito francez ; asssim co-
mo outro escravo com principio de fer-
reiro, urna carien a para quatro pessoas,
urna espingarda, um relogio patente
de ouro, ti'iia purefio de roupa, perlen-
cenle ao finado Jouanet, tambem subdito
francez : terca feira, 26 do crrenle, ao
mejo-Jia em ponto, no respectivo consu-
lado, ra do Trapiche-Novo.
0corretor Oliveira fara leilfio, poror-
dein eem preseiica do lllm. Sr. juiz doci-
vel desta cidade, da armaefio e todas as
fazendas da luja do finado Gabriel Condal-



Tes Lomba sil ni esquina da ra doQaei-
njado, principio 'la pracinha do Ligamen-
to : sobrado, 9S do correte, s 10 horas
da manhSa, na referid lo ja.
Avisos diversos.
O escrlvo di contraria do Senhor |
Bom-Jesus-das-Chag.s, por or.lem da mesa
repodoro faz publico, que no dia domingo
de Ramos, tero de se pateotear os ollios
dos liis procissilo do mes mu Senhor, cu-
jo Iranailo lie o seguiuta ao sahir da gro-
ja seguir pela ra da Roda, traveaaa do Sol,
ra ilii Sol ra Nova, ra do Cabuga, ra
das Criizes. Ordem-Teiceira a seguir para o
Recife, ra da Cadeia, ra da Crtu, ra dos
Tanneiros, ra do Trapiche, ra do Viga-
rio, travesa do Cordiniz, rua.da Moda,
mu da Madre-dc-fteos a seguir para San-
to-Antonio, ra do Coflegio, pracinha do
do Livramento, largo do Livramento, ra
Direita, largo do Terco, ir.vessa dos Mar-
tyrins, ra ie llortas, largo do Carino, ra
estreila do Rosario, roa do Queimado, ra
das Cruzas a racolher.
Pede-ge aos Srs. moradores das ditas
rua, que tenhaoi a bondade de varrer e
aceiar aa ditas ruai, e tamben) pede-so ao
Sr. administrador dbs lampeos, que os I f Wf ^(f^f Y^WVWW^CVO
Alnga-seum moleque bom eozinhei-
roe comprador, para casa de homem sol-
toiro, ou de pouca familia : na ra das Cro-
zes, n. to.
Appsreceu no engenho Hha das Cobras
na freguezia do Ca lo um nogro, que diz
chamar-se Malinas e ser escravo de um Sr.
Pereira : quem fr seu dono dirija-se ao
mesmo engenho a fallar com o sou propie-
tario, Antonio Ferreira UalUr, oqual de-
clara nfio s responsabillsar por fuga ou
morle do dito escravo.
Aluga-se um sitio muito porto da So-
ledade, que tem urna grande casa que ser-
ve para duas familias pelo bom repartimen-
lo que lem, com bom armazem, muitos
(.es de laranjeiras, ligueiras, parreiras e
nutros muitos arvoredos do escolenles fruc
ts ; urna cacimba de boa agoa : os preten-
lentes dirijam-se ao largo da Trempe, so-
brado, n. t, que tem venda por baixa ; e
ah mesmo, ven le-se pes do par reir mus-
calel decheiro da mclhor que ha na trra.
Precisa-se de um enfermeiro, bastan-.
5'~
O fscrivo da ir mandil
de do Espirito-Santo
faz sciente aos nnflos que no dia 22 do
correte pelas 2 \\> horas di tarde devem
comparecer afim de acooipanharem a prc-
cissS" de Pasaos ; assim como para maior
decencia do acto devem vir de falo preto.
-- Quem perdeu tres lettras de pequeos
valores, dinja-se a ra Augusta, n. 64, que,
dando os signaes e o valor de cada urna, Ihe
serlo entregues.
A vener.vol irmandade de N. S. do Livra-
menio, ten Jo de celebrar os actos da sema-
na santa, que devem principar no domin-
go de liamos, convida a todos os irmSos
em geral e devotos, para que se dignem
honrar com suas assisteucias, princi-
palmente no acompanbainento das procis-
sAes de ( nterro e resurreicSo.
fr^ Rnga-ae a Sra. D. J. M. N. T. que
tenha a bondade de mandar pagar aquella
letlra de 100,0 >0 fs. e juros, que se acha
te pratico, que saiba sangrar, tirar denles I vencid ha dous annos e 5 mezes, a 16 do
elambem applicar alguns remedios na au- onentedeste anno : pois. nao mandaado
induc-1 Dor estes "lor o desge
seiiriii do medico, que s-ja de bAa cond
, tanto moral, Como nocumprimento de
s 11 s deveres : a tratar na ra da Cruz, n.
46.
mande tirar por este dia, afim de nilo ein-
bsracar o transito.
- Manuel Benio de S e sua mulher, Ma-
riana Monteiro, ambos prelos foiros e de
naclo Costa, retiram-se para a Bahia.
Precis-se deum armazem e de um
primeiro andar, em as ras da Cadeia do
Recife, Cruz, Trapichee Vigario: a tratar
na ru do Trapiche, n 14,
- OITerece-se, para ama de urna casa de
pouca familia, una parda de 40 annos pou
co mala ou meaos, a qual s se encarrega
decozinharodiario de urna casa e lavar
roniia : quem a pretender, dirija-se ra
do Crespo, n. 23.
Jos Bernardo Jnior, Brasileiro adop-
tivo, relira-ae desla provincia.
-- Thomaz Fernandos da Cunha relira-se
para Portugal, com sua familia, a bem de
su seu le.
--Jos Rodrigues Pereira, invenlariante
dos bensque licarsm por f.llecimenio de
seu irmUo, Lucio Ro Irigues Pereira, tendo
do proceder a inventario, roga a quom se
julgar credor do dito finado, o obsequio de
apresentarem suas contas, afi n de seren
competentemente descriptas no mesmo in-
ventario, com he de lei.
Precisa-se de um caixeiro brasileiro,
ou portoguez, que tenha p>atica de venda:
na ra Nova, u. 65.
S. Si b.isao.
Na ra Nova, n. 61, existe urna rica e
nunca vista estampa da milagrosa imagem
de S. Sebastio, a qual coiitm 2 versos a
margem ; assim como as estampas do Se-
nhor Crucificado, depositado pa igroja da
Madre-de-Dcos ,\. S. da Sada, S. Panta-
lefo, S. Iti.z e S, Amaro: tudas estas es-
tampas silo advogadas da peste que presen-
temente nos assola. Na mesma casa exis-
te urna porcilode difierentes outras estam-
pas, que se darSo por preco commodo.
a dona (l cs da villa do Limoeiro,
em que mora Jouquim Jos Lopes Coima-
raes, declara que uesla data leni escriplo ao
mesmo, preveiiindo-o de que fica pagando
de boje em diante o aluguel de-, 10,000 rs.
mensaes al ihe seren entregues em sua
mflo as chaves da dila casa : protestando
desde j contra o mesmo inquilino por
qualquer damno, qu ruina que sobrevenlu
i mesma casa : e para que nSo alegue ig-
norancia para o futuro, fz a presente de-
claraco.
Precisa-se de urna ama de leite : pre-
fere-se captiva na ru. do Cabuga, loja de
quatro portas.
- Qfferece-se um rapaz porluguez para
caixeiro de venda, ou oulro qualquer ne-
gocio-, para o que lem bastante pratica
quem de seu presumo se quizer utilisar,
Jinja-so a pracinha, n. 10, das 9 horas da
inauliSa as S da larde.
nfferece-so um administrador para
engenho, do que lem pralica : na ra do
Collegio, n. 25, taberna.
Desappaieceu, em dias do crlenle
mez, um quaito melado, capado, com
dinas e cauda prelas, sendo esta aparada
quem o pegar leve-oa ra da Penha, n. I,
primeiro andar, que ser recompensado.
O ahaixo assignado faz sciente que Jo-
Francisco de Oliveira deixou de ser seu
cuixeiro desde 18 do crrente. Jos da
Costa Carvalho Guiui'irdes. "
A pesio que draeja fallar a Antonio Jos
Pedro Goncalvcs dirija-sc a ra daSenzalla-Ve-
llia, n '.Mi, que o adiar a qualquer hora do
da, ou quem suas veies faja
Alupa-se um sitio na estrada de Belm,
com bastantes arvoredos de fruclo, terre-
no para pl.nlacSo, pasto para duas vaccas,
casa para pequea familia, boa agoa de
beber, por peco commodo : no Aterro-da-
Boa-Visla, n. 17, fabrica de licores.
Jos So a res de




HOMfJEOPATHlA PURA.
la do Trapiche, n. 40.
Boticas e livros para o Iratamen-
lo dus enfermos i>ela homceopalhia : "*
acham-se a venda por mdicos "*;
presos. *
O Dr. Luz seofferece dar todos 9
os esclarecimentos necessarios psia ^
o melhor uso dos mesmos. ^.

O
Agencia de passaportes.
Tiram-so passaportes para dentro e fra
do imperio : na ra do Rangel, n. 57.
O abaixo assignado leudo de retirar-
. >sto de oulro ir
cobrar no sitio, do que po ha de gostar,
porque essa pessoa nflo olha a choradeiras.
Na ra Nova, n II, loja que foi do
Guerra Silva & Companhia, ba lustros che-
gados ltimamente de Franca, proprios pa-
ra ornatos desalas, ou de ca pellas, sendo
de 6, 8e 12 luzes, dourados e bronzeados,
e entre estes um de crystal dourado, do
rnelnor goslo possivel, com 12 luzes, por
preco commodo.
Os abaixo assignados fazem sciente
queoSr. Ileury Porster deixou de ser socio
da casi commercial do He ry Forstr & C.
desta praca em 31 de dezembro de 1845. e
que elles.es oulros socios,teem continuado,
e continuarfio a mesma casa debaixo da
mesma firma.Edwin Porster Adoms, Al-
bert t'orster Damon, e llumphreij Hathaway
Stcift.
Associac^o commercial
de Fernambuco.
Na sala desla associa(3o, no Recife, de-
so quem se julgar seu crodorjqueira com-
parecer para ser inmediatamente pago, o
mesmo faz saber aos scus devedores para
pagarem promptamente.
Francisco Dias Fortes.
-- Precisa-sealugar um preto : na ra da
Cadeia de Santo-Antonio, n. 13, na loja.
I). Roza Prima Feliciana GalvSo, viuva
sciente aos credores do seu finado marido
que apresentem suas contas no prazo de
oilo dias, contados da publicarlo desle em
diante, para serem conferidas.
- Furtaram, no dia 2o do cor-
rente, da ra da Concordia, de ci-
ma de tima mesa, um bahuzinho
de tartaruga com 3 imagens den-
tro, urna de S. Antonio, outra da
Gonceicao, outra de 8. Benedic-
to e alguns resistos ; bem como i
caderno de msica : o ladrao foi
um preto : quem tiver noticia, ou
Ihe Ior ofTerecido, dirija se ao lar-
go do Terco n. aa, ou annuncie,
que ser generosamente recoui-
pensa4o0
Precisa-se de um,Portuguez, com pre-
ferencia ti Huidas libas, que sai ba traba-
lliar em sitio, para Iraballiarem um no lu-
gar do Remedio : quem estiver nestas cir-
cumstsncias dirija-so ra do Crespo, n
14, terceiro andar.
Precisa se alugar um preto para botar
sentido a urna pequea casa de campo : o*
ra do Trapiche-Novo, n. 10, casa de Jones
Patn & Gompanhia.
O abaixo assignado faz sciente a quem
convier, que, segunda feira, 18 do corren-
te, a ipreheii.ieii urna colher de prala a urna
preta que a andava vondendo : quem fr
seu dono, dirija-se so paleo do Ter(0, n.
13. que, dando os signaes, e pagando oan-
nuncio, Ihe sera entregue.
Antonio Morcira Heit,
se para a F.urop a tratar de sua s le, dei- fronle 'lo Corpo-Sanio, se esl dist- iboindo I
xa lie mesma forma que al agora lerh.girado de- ?lr: "elsens, sobre o novo processo do fa-
baixo da firma de JoSo Antonio Carpinleiro br!? o "* 0s s- de engenho e agri-
da Silva & C-, deixando ficar por seus has- i c"'li;re* 9uem Pss esta
tantes procura lores, primeiro. o meu S0J mo.r!*iU.ue|ram manda-la procurar -
ci Sr. Jos Mara Saropaio: segundo. Jos '" ; poder do archivista
Antonio Corris Jnior : lerceiro. Miguel f?j^.dj*ir,,)"i^ 7 llcc'':
Carpinleiro da Silva: licanio
o primeiro
administrando a mesma sociedado, como
meu socio que lie, e os oulros na falta del-
le. Os ni cus credores hajam demeapro-
senlar as suas co itas corremos no praso do
8 dias para podeiem ser conferidas, o os
meus devodores hajam do me embolsar de
seus dbitos at 31 do presente; pois j
por vezes o tanhn exigido e do contrario me
verei na necessidn le de os mous procu-
radores colirarom judicialmente.--Judo An-
tonio Carpinleiro da Silva.
ROUBO.
me-
moria, queiram manda-la procurar na re-
encar-
18 de
margo de 1850. 0 secretario, Silva Bar-
roca.
Joaquim Ferreira da Silva relira-se
para Portugal a tratar de sua sa le.
-- Jos Ab-xandre Cubian, subdito de S.
M. Ilrilaunica, relira-se para fra do im-
perio.
Antonio Pereira da Silva Martins, sub-
dito portuguez, relira-se para fra do im-
perio, a tratar de sua Muda.
Precisa-se de um caixeiro para venda,
qued fiador a sua conducta: na ra do
Appollo, aimazcm n. 24, se dii quem pre-
cisa.
. riSWSft cor= SS6 sa"C rCCe,,er ~>* ^"^ K'
o annunciante com toda a sua familia no i,v. c_,.. j c-/ u r
,,__.,__,__, ,' i Francisco SiMBtt da Silva Marra
Monteiro, e lando o adrAo, ou ai rOes a ber- ., "'/"<
to urna das .ortasda cas.com um. cuJp^^^"^^^^
que au soja de grande distancia desU
praga, prereruido na freguc/ia de Nnssa
Scnliora da Kscada : quem pretender, pode
dirigir-sea falli-r com o mesmo, na ruado
Appollo, n. 23, em casa do Sr. Rodrigo da
Costa Carvalho, ou annuiiciar por osla
follia.
Precisa-se de urna ama forra ou
falsa velha mas limada de novo ( cuja dei-
xaram ficar na mesma porta ) e entrando,
briram todas as mais portas int-riores e
roubaram as obns abaixo especificadas. 0
annunciante suspeila quem seja o ladrflo,
nlo s por certas circumsiancias anteriores
ao loubo, como por alguns signaes que fi-
caram delle, mas para melhor verificar es-
as suspeilas gratificar generosamente a
Compras.
capli-
querdas obras roubadasq'e silo poucoW.s nS?t^ SUa r*C,*m,0 P8r
ou menos as seguinlcs: urna gargantilli#'
de fil.gram; u. alfinete lavrido com 2 ,r"t" "[" %1. ?.?Lf"f2ai*2r*J qUC lenJ
diamantes e urna grisolit. no meio; un. 25J nr a r\i ?u?3U "','' Sar"-
par de argollas de bollas de ouro ; 2 res-I--" Pr Sr. Cal,r,el- Alonso llegueira
pl.ndores" redondos de ouro ;T c.jado de | AiZXtoiton ve^fr ^'TL^'"""
Azevedo,
profeasor de lingos franceza no lyceu, tem
abertona ra do Queimado, n. 29, sobrado
amarello, primeiro andar, um curso de
GEOGRAPIA e HISTORIA, e oulro de RIIE-
THOUIGA e IH)KTICA. As pessoas que qui-
zerem estudar urna ou oulra destas disci-
plinas, pdem dirigir-se indicada resi-
dencia lodos os dias uteis, desde as 7 botas
da maniia at as 10, e desde o meiodia at
s6 boras da tarde.
No dia 16 do corrate per-
deu se urna lettra n. aa5, sacada
por Joiquin Jos Alves, do Ma-
ranhao, a pagar nesta praca a or-
dem de Manoel Joaquim Kam^s e
Silva, da quantia de i:o55,63o
rs. sobrio Sr. Antonio Joaquim
de Ara u jo, e por este mesmo acei-
ta no mesmo dia 16, o qual j sr
acha prevenido ; comludo torna-
se a previnir ao meimo Sr para
que a nao pague senao a Manoel
Joaquim llamos e Silva, que tam-
lem roga a quem a achou de a en-
tregar no seu escriptorio.
quasi um palmo; 24colhres de Apa (al-
gumas contiastadas) 24ditaspara cha; 1
par de espors de correles; 12 (volas de
cor rentes para suspencorios ; 2 pares de di-
tas lavraas sem corren tes ; urna colher
gran lo de lirar sApa ; una dita de tirar ar-
roz ; urna corrente de prala ; 2 ditas peque-
as para chaves ; urna porcito de resplan-
dores redondos de prala, oulra dita de
meia la ; alguns canudos para cristeis, de-
dais do prala e fivelaspara calcas; un re-
l-'gio sbemele de prala ; 3 ttulos do Se-
nhor, de ouro; algumas coiAas menores e
maiores; 1 pente do metal com borlas ; 6
facas com cabo de prala e ein cdulas ris
29,000.
Alugam-se os segundos andares das
casas, n. 24 e 26, do Aterro-da-RAa-Visla :
a Iratar no mesmo Aterro, n. 18. loja de
fazendas.
--A viuva de Canuto Jos Vellozo da Sil-
veira, avisa aos Sis. A. II. de M. o II. F. de
F. T. para virero resgalar os seus bilhe-
tesdeelTcilos que lomaram na venda de
seu finado marido em Affogados, e quando
o nilofacam, lerSode ver os seus nomes
por rxtenso e o couleudo dos bilhetes.
- Alugam-se 2 escravose 1 muala, que
serve para todo o servido le urna casa :
na ra Direita junto ao C8pilflo Pessoa ; na
mesma casa loma-so roupa para mandar
lavar de varella.
Precisa-se do um homem para caixei-
ro de casa de purgar, quede llanca, ou co-
nhecimento idneo de sua conducta no
engenho INuvo da Muribeca.
-- l'recis.-se saber a moradiadoSr. An-
touio Jos Pedio Guucalves, para se Ihe
coamiunicar um negocio que minio inte-
r.-ssa a esie Sr.: quem souber da mesma
queira annuuciar por esta ulha.
Precisa-se de urna ama, forra ou cap-
tiva, quesaiba bem engommar ecozinhar,
para una casa de poflea familia, sem pen-
sflo de meninos : na ra do Pilar n 72
segundo andar, em Fra-de-porlas'.
A pessoa que lirou urna carta de Anto-
nio Jos reireira Muniz, vinda do Bio-de-
JaiK iio pelo vapor Paraehse, em 14 d0 cr-
lente, lai o favor de mandar botar no cur-
elo, urna vez que ella de nada Ihe pdc
servir. r
Nova, n. 38, desta cidade, que fra do dito
Bulto; succodeque no da 16 do correte
mez, a reqiierimenlo de Me Calmont & C,
e por mandado do 111 m. Sr. Dr juiz muni-
cipal da segunda vara desta mesma cidade,
oscrivao Santos, se fez penhora em m3o do
a*>nuucianteda importancia das ditas let-
tass, assignando o mesmu annunciaule o
deposito ; e por isso previne ao mesaio
Sr. Gabriel Alfonso Regueira, para que
n3o as negocie com pessoa alguma, e que
iiiuguem com ellas laca negocio ou transac-
30, por isso que as ditas lettras conslam
do titulo de venda do estahelccimento, e
sSo provenientes da dila compra.
Recife, 18 de marco de 1850.
os Baptisla Braga.
Jos Branco relira-se desla provincia.
Aliig*-se urna casa terrea na ra Bel-
la, com duas salas, 3 alcovas, Cozinha fra,
quintal e cacimba : a tratar na ra do Col-
lo(.io, n. 15, segundo andar.
Aluga-se, para o inltrior de urna casa,
urna escrava parda que sabe cozinhar, co-
ser, ensaboar e engommar; tem muilaca-
pacid.de, o que se lianca : aluga-se por
preco Commodo, por estar criando urna l-
Ihinha, que abade acompanhar, a qual j
tem 7 mezes, e be muito mansa : na ruado
Sol, n 9.
D. Anna Isabel de Souza LeSo, viuva
de Amonio Francisco dos Santos Braga, de-
clara que contina a ser caixeiro de sua
Compra-se um bom cavado : paga-se
bem : na casa da afericilo do municipio do
Recif*
Compran-te snalos de toas as qua-
lidudes, para homem e senliora, feitos na
ierra : na ra larga do Rozario, n. 35,
loja
Compra-se adragonas e bandas de can-
nolilhns velhas, ede olliciaes : na pra^a da
Independencia, n. 19.
-Compra-se um habito de Christo, para
pescoco, que seja de ouro esmaltado, sim-
ples o sem pedras : na praca da Indepen-
dencia, liviana ns. 6e 8.
Compra-se um melhodo de Carulli para
vioUo, da quaila ou sexta edieflo : no lar-
go do Teifo, n. 22, ou annuncie.
Compra-se um cavallo rur;o novo, que
sirve para carro ; no Alerro-da-Boa-Visla,
n. 10, sobrado, ou annuncio para se ir ver,
Compra-se um carro dos que usam
p^ra cairegar gneros fra da alfanlega,
isto lie, sondo novo, ou estando em bom
estado : quem tiver annuncie.
Compra-se um prelo de 20 a 25 annos,
que sniba Cozinhar o diario de urna casa,
e que se afiance a sua conduela: paga-si
bem : na ra da Cadeia do Recife, escrip-
torio do correlor Ollveia, so dir quem
compra.
Compra-se papel do Diario-Velho,
3,810 rs. a arrouba: na ra do Rozario-
larga. n. 21, fabrica de sigarros, por baixo
do sobrado.
-- Compra-seas arvores que dilo as se-
seguintei fructas, em estado de se planta-
re m e silo t pinnas, sapolis, romfles, Arar
da India, gerimichaire, condeca, jnbolica-
ba, guiabas de difierentes qnalidades,
il)angaheira, iimeira, limAes doces e la
.'.M.jas selias, assim como de outras quaes-
quer qualidades : na ra do Crespo, n.9.
Coiiipra-se um escravo moco que u.To
(enlia vicios nem achaques, prol'oi indo-se
sendo padeiro : na ra Direita padaria,
n. 24.
Vendas.
Constituigao c cdigos.
Vende-se a collectln de legislacHo con-
tendo a constilui((lo do imperio, cdigo do
processo, reforma, rcKiilamentospis. 120,
122 e 143, cdigo criminal, regulamento do
sello, e regiment de Minas; ludo enca-
demadoem um volume por 4,000 : na pra-
ca da Independencia, livraria ns. 6 e 8.
Os Evangelhos.
Vondem-se osevangelhos do N. S, Jess
Christo, em francez, em um volume, m-
presslo de luxo e Iluminada, por preco
minio diminuto : esle livro pode servil
para exeicicioda lingoa franceza : Na pra-
ca da Independencia, livraria ns. 6 e 8.
Batatas novas
Vendem-so batatas novas ciiegadas ul-
timamehti!: na ra doAzeite-de-Peixe,ar-
mazem, n. 19.
Na ra Nova, loja de ferragens, n.
25, na esquina que vira para a Camboa-do-
t'armo, recobeu-se ltimamente um gran-
do sorlmenlode folha de Flandres de pa-
teme, que se vende por preco mais commo-
do do que em ouira qualquer parle, tanto
a rctallio como em poicilo.
-- Vendem-se, na loja de quinquillia-
riase miudezasda ru. larga do Hn/..,i,.
n. 22, de Victorino & Guimares, por pre-
casa, Domingos Martins Puntes, e est en- ?os muilu favo"ve^ > compradores, bi
carregado, nflo s de fazer os receblmen-
los como dos negocios da mesma casa.
-Rcrnardiuu Francisco de Azevedo Cam-
pos, socio que foi desde 30 de Janeiro de
1837 al 30 de Janeiro de 1850, as fabricas
de charoles da ra das Trincheiras, n. 43, e
na da ra estreila do llozario, n. 45, previ-
ne os devedores das mesmas, quo desde
odia 30 de Janeiro em vante, nflo paguem
quantia alguma sem que Ibes aprsente
urna relacflo onde esteja seu nomo, e asig-
nada pelo annunciante e pelo seu ex-to-
cio, Manoel Jos da Cosa liveira, com o
respectivo pertence ; do contrario terflo de
pagar oulra vez a quem perlencer.
O abaixo assigjrtdo relira-se para f-
-- u auaixo assiginuo reiira-so n.ra fu- .lnninlni!!.,,., i ---------*"
ra do imperio uff, de su. sadeP, por l- S&*1 ^u^^^^^l
eos e rendas ; filas de vanas qualidades, de
linb o, IS. e seda ; rocos ; fitas de velludo :
franja doalgodflo brancas e de cAres;a'
guillas framezas ns. 12, 13 e 14; ditas de
caixinhassortiilas ; caixinhas de alfineles
de pregar costura ; Iivrinhos de marcar ;
agulhas grossasde coser saceos e chapeos'
livrinhosdealphabetopara meninos; ago-
Ihenosde loucae vidro ; caetas de me
tal e casi,uii,ha ; |.ps finas ; peonas de aci
odepato ; vidriiihosde tinta para riscar
pomada de cheiro francez; botOes par.
abeilura, de muitas qualidades; ditos dr
madre-perilla e tonca para camisa : dito
de osso finse 'para cohrir ; ditos preto-
de velludo e massa para casaca ; dilos eran
dos, francezesede vidro com cAres dilfo-
rentes; milio branco e amarello; pentes
de baloia e de chifre para a lisar e prender
cabello ; travesas de tartaruga; ditos de
marfim ; linha de carretel do 100 e 290 jar-
das; dita de meiadinhis grandds e peque-
as, grossas e finas ; carreteis de retroz :
linhas de novelo de todos os nmeros; di-
tas de meiada de peso e linas para cambraia;
cordoos para vestidos : biuos prelos e lilas;
louc e creso para escrever; ostojos do na-
valhas milito finas; lesouras muito linas
para unh s e de outras qualidades ; cai-
vetes ; navalhas de afiar; trancelins de bor-
racha, pretos e de cAres ; ditos de renoz,
oin pecas e vares; caixas de massa muitu
linas; ditas de bul-loe de outras mullas
qualidades ; charuteiras de vidro ; cigar-
reras de follM ; CQiher.es de Tnotal Inane.
e amarello para tirar soupa; ditas peque-
as; 1 iivas do pellica, lila e seda para se
nnora ; voltas de contas prelas, finas e or-
dinarias ; brincos ; escovas para denles,
i ara ourives e para falo ; dedaes braocoso
amarollos para seulinra e meninas ; r.nx
com espoletas ; ditas com obreas ; oculos
de armagfln, azues o brancos ; ditos peque-
uos ; caixas e massinhos com i aillos de
fogo ; fita propria para chapeos do padre ;
grampos; lamparillas; fio ci e amarello
supeiior para sapateiro ; sombra de Varias
cAres;argolasdouradas para cortinados;
livelas pratead.s para cs ; relogios para
meninos ; medalhas proprias para jigo de
liverlimento ; boiAes de metal para cal-
gas; medidas do fita para alfaate ; torci-
das para candieiro francez.;
Oleo de mamona.
Vende-se oleo de mamona ,
a I,?8o rs. agarrafa, e em porco
a i,i20 rs. : na ra das Flores,
n. ai.
Lotera da matriz da Boa-
Vista.
0 respectivo thesoureiro, Manoel Gonca-
vel da Si'va, pretende nflo illudir a expec-
lacHo do publico com annuncios importu-
nos do andamento das ro las desta IdIiti.u-
esforcar-se-ha quanto couberem suas fAr-
<;as para com a possivel presteza annuncia ;
o dia, alcm do qual nSo devera passar a es-
peranca dos compradores ; porque entende
que a essa llusio em que alguns teem por
vezes deixado o respeitavel publico, se de-
ve essa especie de descrdito, quo tanto
lem demorado o andamento das nossas lo-
teras ; por isso lmta-se por ora a annun-
ciaravenda dos bilhetes, e a exlrahi-los
com todo o empeuho, afim de poder asse-
zurar aos compradores o dia em que deve.
r ella mprelerivelmente coner.
A vanlagem do plano j publicado e o fim
religioso para que foi esla loleria concedi-
da, convida e seduz os tentadores da aorta
a concorrerem sem demora para a compra
dos nmeros que Ihes preparam a suavo
acquisicflo de bens da fortuna, sem risco
de grande capital, e com o importe smen-
te da diminuta quantia de 5 ou 10,000 rs.
por poneos dias.
Desde j achar-se-bSo os bilhetes: no
Recife, lujas do Ibesoureiro e do Vioira
cambista ; em S.-Antonio, botica do Jo3o
Moreira .Marques, lio pateo da .Main/, ede
Francisco Antonio das Chagas, na rtia do
Livramento; loja de Homar.uno Jos Mon-
teiro, pracinha do Livramento, n. 44; no
Alerro-da-Boa-Visla, lujas de Guimares,
n. 44. e de liuarle Uorges da Silva, n. 18.
Vendem-se bustos de gesso represen-
tando fielmente a rainha Vicloiiae o prin-
cipe Alberto ; relogios de ouro e do prala,
cliegados ltimamente da Suissa : estes re-
logios que silo mui bem acubados, se tor-
naiu muito recommendaveis n qualquer
particular, e advcite-se que ha enlre elles
alguns que andam 8 dias sem precisaren!
de corda : na ra da Cruz, no llecife, n. 55.
Xarope do bosque
para cura da phthisica em todos us scus dille-
rentes graos, que"r motivada por consllpa-
{oes, tojse, asinina, pleuriz, escarros de sin-
gue, dr de costado e peito, palpitadlo un
corafo, coqueluche, brouebito, dor na gar-
'ii o la e todas as molestias dos orgaos pulmn-
narci.
AGENTES GERAF.S NO BRASIL,
BIO-DR-JANElaO, RA DO HOSPICIO, X. 40,
Sub-agentet:
Rali a, os Srs. Lima Irmos.
Pernainliuco, os Sra. Vivaos Ai (.'.
Cear, o Sr. Ilenrique l-llory.
Macelo, o Sr, Dingo llunirtt.
Mnranhiio, os Srs. Jos D.uiiiii ns Castro & C.
Par.oSr. Alrede hreloir.
Bio-Grande do sul, o r. Amonio Tonco
Pautares.
Campos, o Sr. Eugenio Brionlens.
Porlo-A legre, o Sr. A. I orno o-1
S.-Paulo, o Sr. Ilenrique Fox.
I' i rana l na O Sr. loan (.rolln.
Porto-das-(.aias, os Srs. Nevos & Tinoco.
(.nlado de Paracai (provincia de Minas), o
Sr. Juao fosd de Santa-Anua.
Porto.da-Ejtrella, o Sr. Francisco Alves Ma-
chado.
Santos, o Sr. Sabino de S Vaseoncello<.
Desterro (Sania-' atharina), o Sr. Jo. Goa-
f al ves dos Santos Silva Jnior.
Porto, o Sr. Charles John Kuniarai, ra de
S.-Miguel, n. 47.
Lisboa, o Sr. Jos Maria Barral, ra do Ouro,
ns. '230 e 231.
I.einhrar-se-ha o publico que cada garrafa
tem dous papis com a propria assignalura dos
.gente fl. C. Yate, a C, um na gariafa con,
moa perfrita dlrecco sobre o modo de usar
delle, e outro no papel involio.
Pode ser mandado cora toda a seguridade
para qualquer parte do imperio. A'j ord.ns
oxooiiiani-so pontu.lmente.
Vcdc-je ua ra dos Quarieis, n. ia.
Chapeos de api.
Rtia do Passeio, n. 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sortment (lestes objectos de todas as cA-
res o qualidades, tanto de seda como de
panninho, por precos commodos; ditos pa-
ra senliora, de bom gusto : estes chapeos
-."lo lenes pela uliim. moda; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na mesma
casa se acha igual sortimento de seda e pan-
mnhos untando sedas, para cobrir ar-
macAes servidas : todas estas fazendas ven-
leu-seem porcSoea realho : tamben-se
concerla qualquer chapeo de sol, tanto de
tiasteas de ferro como de baleia, assim co-
mo umbelas de igrejas: ludo por preco
commodo.


o-

fi o
^1 - as*
rs o

(* as
o> t

Chegon do Uo-de-Janairo recente-
mente a interesSBnte obra de Mr. de Lamar-
tine, u Raphael paginas da juvente tra-
ltizidas em porluguez ; preco 3,000 rs. :
notia-se a venda na ra da Cadea no Re-
cite, n. 38, primeiro andar.
~ Vendcn-so relogios patentes, tanto de
ouro como ,e prata ; tranceln de ouro o
prata ; anneis de ouro; pennas .lo ouro
com caetas de prata ; abotoaduras de ou-
ro ; caetas de prata : ludo por preco eom-
modo: na ra do Trapiche, n. 44, arina-1
/em.
Vende-re urna das melhorcs lojas de fa-
/endas, no l-isseio-Publico, cuja armac^o
lie toda ejividracada : vende-se cotn fazen-
das ou sem ellas : se faz toto e qualquer
negocio : os pretendenles pdem dirigir-se
ao mesmo Paaaeio, loja n. 11.
O
O

id
c 2
^
' Na praca da Indcpcn-'
den ca, n. 50.
Vendem-se bilhctrs, meios, quarlos. o-
tavos e vigsimos da 2." lotera a benefi-
cio da fabrica do teeido.i Na mesma loja
existe a lisia da 12'das matrzes.
PP.F.COS.
Bilheles 22.000
Meios 11.000
Quaitos 5,500
Oitavos 2,8(10
Vigsimos 1,300
Vendem-se amarras ne rro: na ra
da Senzalla-Nova, n. 42.
Vende-se um encllenlo r-avallo de rs
tribarla, sellado e enfreadn e com bous an-
darps : na ra Nova, n. 39, casa de cabel-
lereiro.
Charutos regala.
Vendem-se charutos regala a rclallio e
em porfa do um mheiro para cima, a
vonladc do comprador : em casa do Bdoar-
do II. Wyatt, na i ta do Trapiche-Novo, n. 18.
Vedem-se veos pretos de toilos os la-
mentios, annca-se aos compradores seren
a tncllinr fazenda que cxisle no mercado;
sarja preta hespauhola, muilo superior
luvasde seda preta, aberlas, com dedos o
sem elles, para sendera ; sapillos de lustro
e borzr-guins para senliura ; mcias de seda
preta para senlinra ; bicos do liloude pre-
lo para enfeilesde volidos ; ricos Icqurs
do~oiadrc-prrola para senhora ; lindas lilas
l.ivradas para enfeiles ; mcias de laia para
padn s : penles de tartaruga para prender
cabello ; ditos para marra la ; luvasde seda
preta e de cores para hom*m ; ditas do pel-
lica para honiciii ; chapeos prelos francez.-s'
pire liomem ; eoulras ninitaTa fzpriJ:is del
gusto : ludo por preco muito commododo,
pele rirciinis'aneias do lempo, o pela gran-j
de falta de dinhoiro que lia : esquina da I
na do Csbi. g:i, lija jiiiilo a bolica do Sr.
Jon Moreira Marques. *
--Vende-se a nova grammalica fraiicezn
por llurgain, sem uso algum, por 5,000 rs. ;
o romance Conde de Moulr.-Cliiisto, enrn-
.lernadoe novo, por 14,000 rs. em 6 vo-
luines : no Alerro-da-ISoa-Vista, n. 10, so-
brado.
Vendem-se uvas brancas muilo boas :
na ra da Conceicoda Boa-Viste, n. 58.
Vende-se a taberna da travessa do Seri-
^ gado, n. 1, com poneos raudos, o bem afie-
l guezada : abate-se algtima cousa na arma-'
c'.o, do preco queesia no bu lauco : a lra-:
lar lia f na liireita, n. 69. I
Vende-se superior fio de al-
godao, propno para pavios tle ve-
las, assim como pira redes de pes-
car : em casa de (ieo : Kenwor-
thy fc Companhia, na rua da Gnu,
i
n. i.
.'iscados monslros a *
500 rs. :
vendem-sena rua Nova, n. 42, defronte da
(.nnceigSo.
Vendem-se 3 lindos molequea de 12 a
16 annos, sem vicios; 8 pretos de 20 a 30
iinnos, bons para lodo o seivtco,e alguus
dclles bons ganliadores do run ; um pardo
de bonita (gura, de 18 anuos, ptimo para
pagem, e com ollieio de sapateiro ; um dito
de mcia dad, ptimo para sitio ; um pe-
lo bom holieiro, e de boa conduela; un.a
mulalinha de 12 annos, muilo carinhosa
para meninos, e com minio bons principios
de habilidades ; 5 pretas, sendo urna del-
lasquitandeira perfeita, de muilo bolilla
figura e sem vicios, o que se alinea; 3 ditas
com alpumas habilidades, de 16 a 20 an-
nos ; una dita que cozinha muilo bem, en-
totuma sofTrivel, cose c faz doces ; urna di-
la de meia idade; e ouiros muilos SSOra-
vos por preco eommodo : na rua da Cadea
do Recife, n. 51, primeiro andar, se diri
quem vende.
Na rua do Crespo, n O,
loj .un i (lia
Vende-se cassa rocha muilo, lina a 480 rs.
avara, dilns de cores a 800 rs. brim de al-
god.lo rom lista ao lado a 320 rs. o covado,
hrim de linho de cores a 1,280 rs. a vara,
rolles de liiim dn linho puro a 2,000 rs.
pannos pieles linos a 4,000, 5 000 e 6,i00 rs.
o covado, casimiras de cores e prelas por
mdico prego : assim como muitas outras
fazeudas de gostos modernos.
Fariiihu de mandioca,
Vende-se familia de Sanla-Catharina
muilo superior por preco emomodo, a bor-
do do litigue Concento, funiado na volta
do i..re dn .Mallo, ou a Iractar com .Ma-
nuel AlvesGuerra Jnior, ou na ruada Ca-
deia do l'.eeii'c, n. 38.
Vende-se I preta de20 annos queengom-
n a.eozee cozinha o diario de una Casa,lava
de sabSo e varella enio lem vicios.o motivo
so dir ao comprador : na roa da Concor-
dia passando a pouleziiiha a esqu rila se-
gunda rasa terrea, sedira quem vende. I
D pselo r'VjO-os-Snsitos na Ral).!*
Vende-se em casa deN.O. Heber & 0.
4a rua da "Cruz, n. 4, alsodfto iranesdn
laquella fabrica, muito proprio oara'saccns
de assucar, ro(ipa de escravos e fio proprio
para redes de pescar, por preco muilo eom-
modo.
AftBNGlA
4'
BH
. Vende-se resina de angieo, as librase,
t em rorcSo : lia rua da Cadeia, loja de Jolo
Jos de Carvalbo Moraes.
Novo sortimenio de fa
zondas baratas, na rua
do Crespo, n. 6, ao p
do laropea>.
Vende-se cassa-chita muito fina, de bo-
ta fundido Loiv-Moor, ,g~*~* *""Bs"e c"m -""""
HUA I>\ SK^ZALT.A-NOVA, N. /\?..
Neete est.sbe na a ha-emm completo sorti-
mento de moendas t nu-ias moen-
das, para engenhoj macliinas de
vapor, e taclias de ferro batido c
eouio, de todos os lmannos,
par.1 dilo.
-- Vende-se urna bonila escrava de An-
gola, propria para engenho, por ser moca
o robusta : atrs do incali vcllio, n. 20,
primeiro andar.
Lotera do Rio-de-
Janeiro.
Aos 20:000,000 ders.
Na praca da Independencia, n. 3, que
deila para as ras do Queimadn e Crespo,
calilo a venda bilhetes, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos da segunda lolcria a be-
neficio di Tabrica de iodos daquella pro-
vincia. Na mesma loja esl patente a lisia
da 12." lotera a henelicio das constru,Oes e
leparos das matnzes daquella pioviucia.
Vendem-se os melltorea charutos che-
gados da llahia, ha puucosdias : na rua da
Cadea do Recife, n. 48, casa de Augusto S.
Corbelt.
aoiloq 8 oiunf 'opn5|Bo
np afo| 'fil '" 'oiueuiKJAi'i op *n.i au : op
-iiiIIm".'. ...'..' .i JOll ' -IUO.OIO op ajqo apoi jz*j japiivoiepaS
-ejjtoiie soiuoo umssh ; sjotiusa .. mauoii
i'Ji il s..[([>i]i;ri li SR s'epoi Op soii'.l es SRUIU
-aui soiijuaiii op BOtiaiiedsa |i oiiinuiipos'
un BOIiraeiO o uiAiiioq mil 'zuaiiHij ouaz
-oq op jooitdes !-s-j OOG'I 'Joquos- iijd
oi.ud utnas up soimibs !-s.i ooo't t'oin,
O|iiod op 'o.nsni 0(i s.'P|Bilas asuiapuo,\
sj oao'f v
Venicm-se 4 lindos moleques ; 1 par-
dinlio de lo anuos, liom copeiro ; 8 prelaa
de lodo o servico de casa; 1 dita para o
campo ; 1 preto de 25 annos, muilo Del e de
boa conduela : no paleo da matriz de San-
lo-Aiitonio, sobrado n. 4, se dir quero
vendo.
largura, pelo barato preco de 320 rs. o
covado ; cassa franceza de quadros, muito
fina, a 260 rs. o covado; rlscadinhb de lis-
tras iV linho, a 240 rs.o covado,- brim de
algodSo de cores com lislra ao ladoe de bo-
nitos '.adr pardo claro, a 1,500 e 1,600 rs. o corte de
duas varase una quarta ; cassa preta com
ramagem brs'nck para loto, a 140 rs. o co-
vado ; zuarle de cores, com 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dilo azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado ; risca-
do monslro, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos pa.troese cores fixas, a 160 e 180
rs. o covado; chales de larlatana, a 500 e
800 rs,; cobertores de algodao america-
no, muito superiores, a 640 rs.
lo-de-
15 ) lie I es rio i
Janeiro.
Aos 20:000,00!) de ris.
NA PDA DA CADEIA DUItECIFE, N 24,
LOJA DE CAMBIO DA VIDiA VIEIIlA
& I II.lilis.
I'elo vTTpor l'i.rnetite, entrado nesle porlo
nodia 14 do cornete, recebemos os muiloo
afoiiunailiis liillu tes, molos e Cautelas da
2 luleiia a beneficio da fabrica de teci-
dos : lien como a lista da 12.
Iiizes.
PRECOS.
Bilhetes 22,000
Meios 11,000
Quartos 5,5u0
tSVOS 2,800
Vigsimos 1,3(10
Premios vendidos na casa de cambio da
viuva Vieira \ Filhos, da 12.* lotera das
malrizes.
^ Vende-se, por muito menos de seu y
tt1 valor, e faz-so todo o negocio com I
* carro de 4 rodas, com seus arreios j?
Q> paradous cavallos : na praca do Cor- -
po-Sanlo, n. 2.

A 2^000 o corte.
Vendem-se corles de cassa-chita, fina, de
bonitos padiCes e com 6 varas e meia, pelo
diminuto preco de 2,000 ts. o coile : na
rua do Crespo, n. 6, lujaao pe do lampefio.
Farelo novo a 5,500 rs.
Vendem-se sacras grandes com 3 arro-
bas de farelo, ebegadas no ultimo navio
dellamburgo: na tua do Amorim, n. 35,
casa de J. i. Tasso Jnior.
Ovas do serlo.
Vende-se este excellcnlo DCtlsoo na rua
do Queimado. II. 14, loja de ferragens.
Anti^o deposito de cal
vrgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
mnilo superior cal virgo ni de Lis-
boa, por proco muilo eommodo.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro diversos mo-
d.los
Na rua do Queimado, n. 14, se dir
quem lem para vender urna preta de 20 a
22 anuos, .'e bonita vsln, a qual ro/iuliao
diario do urna casa, com al^um piiucipio
de engommare lavar ; beni como una par-
da de 25 anuos, que en^omma, lava ecozi-
lia ; um pardo de 10 a tu annos, de' boni-
[ figura, propiio para pagem, por ser mul-
lo esperto.
Vendem-se garrafas com agoa de la-
barraque, rccenlementt! chegadas : na rua
da Cruz, n 18, armazem.
A 2.000 rs. o par.
Sapatos de couro dclust'opara senhora
de muito boa quali.lade, despachados hon-
lein. a 2,000 rs. o par ; dilo de cnrdavflo, a
1,110 rs e para meninas a 1,000 rs. : no
Ateiro-di-Boa-Vista, loja n. 58.
.llarmelada nova,
viuda pelo ultimo vapor do su I vende-se
atrs UO Corno-Santo, n. 66.
Chegaram novamente rua da Sen-
das ma-| zalla-.Nova, iY. 42, relogios de ouio e prala
patente inglez, para homem e senhora.
wnaatmtmmm m&m&m&smm*
': I*
^tl Vendem-se cafxOes para assucar, h
K: nr muito eommodo prreo; 2 pran- tt
?!: chOes de sicupira, com 30 palmos do
coniprimeiilo e 2 de largura : na pra- g
|; ca do Corpo-Santo, n. 2. i-
Mi
2.737
5,247
2,775
3,479
8,963
3,700
3,937
2.182
4,0'IS
5,752
3,820
:;,I74
>,200
4,755
.'. 674
5,675
1,468
3,656
20:000 000
1:0011,1100
100,000
100.0110
100,000
100,000
100.000
100 000
40,000
40,00(1
40,0110
40,000
40,000
40,000
40,000
40,000
40,000
40,000
:: -w,o, ,.,,v -*,:-.-*-, ^^,^,,, V
Na 111a do Aragilo, 11. 4, leuda de mar-
ceneiio Dethan, vende-se urna aimacilo de
pinllO, toda eini.lraeailii, propria para 111 iII-
iletaa, por preco muito coi modo. ,
Vendc-se una rica liarrelina para jli-
eial ou infeiior da guarda uacioual : na tua
do Cnhug, n. 9.
Vende-se urna canfia aherla de carre-
gnr agoa com 65 palmos de comprmanlo a
H de larguia, em muilo bom estado e mui-
lo bem construida : quem a pretender, cn-
lenda-se com o proprietaro desta typo-
graphin.
Vendem-se lonas e tirina americanos;
fio de al!0d.1n para coser velas e sarcos de
assucar; encerados alcalroados para ro-
bn- cargas de assucar : ludo por prcc,o
majs romriiodo do que em oulra qualqie
parle: na 111a do Trapiche, u. 18, segundo
andar.
Moendas superiores.
Na fundicflode C. Starr & Companhia',
em S.-Amaro acham-se a venda oinendas
de ranua, ludas de ferro, de um modelo
construccu muito 'superior.
Na rua das Cruzcs ; 11. 22, segundo an-
dar, vende-se um moleque de nacSo, de
18 nnnos, que cozinha bem o diario d
40,0(10
Deposito de Potassa.
Vende-ie muito nova potassa;
de boa qnaiidade, em hairiszinhot
pequeos de quiltro arrobas, por
preco barato, tomo ja ba muito
lempo se nao vende : no liccife,
rua (!a Cadeia, armazem n. 1?.
Vendem-se nona qeijoa londrinosjuma casa e iaz todo ornis servico; um
ditos le prato muito frescacs ; de superior| moUtinho de 13 annos, proprio para pa-
qualidad) presuntos Inglezea para fiam- gem; trespretaa,mocas,quitandeiraa,que
bre,ditosporluguezes para pam-lla, latas cozinham elavan de sahfio; e urna mta de
com S e fibras de marmelada, ditas com nacHo, que engomma bem, cozinha, lava
bolacbioha de I.Uba, ditas desardinha, di-; e cize chiio.
tas com hcrvillias, frascos com conservas j -. Vcnaem-se resmas de papel almaco
ngleas, qoeijos de quallia vnoos do Cea- perlina, l.ranco e azul de primeira quali-
l, por barato preco, nianlns de Inuriiiho dado, ditas de peso branco, dita de alma-
inglez de fumeiro.de 7 a 8 libras eadauma.e to braOCO do segunda qu.ildade 11a praca
da Independencia, n. 4-
'i ;tixas pura engenho.
Na fundir.lo de ferro da rua do Brum,
caba-se de receber um completo sorliu.en-
lode taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
|u:n.'s acain-se n venda por preco coui-
fo-Jfflodu e com proriplid3o enibanam-se,
vo-i.u carregam-seem carros sem despezas. ao
JCJiopradur.
outros mudos gneros de boa qualidado :
na roa da Cruz, no Recife, n. 46.
-- Vendeoi-Sa pecas de inadapoiro com
20 varas, com algum loque, a 2,500 e 2,600
rs. e lu.po a 2,800 is., e varejado a 7 e8
vileos; peces de chilas, proprjaa oaia es-
crava s, a 4,200 rs ; ditas de algodSoziliho
com 20 jardas, 11 S,'i40 rs. ; um ole de
lear formigas por (letras do lliealro
Ihn, 11. 20, primeiro andar
Teeidos de algodSo tran-
cado da fabrica de To-
dos-oS'Santos.
Na rua da Cadeia, n. 52,
'endem-se por atacado duss qnaljdades,
.roprias para saceos do assucar e roupa de
escravos.
Potassa da liussia.
Vende-se superior potsssa da Rusaia, da
msis nova que ha no mercado, por prero
eommodo : na rua do Trapiche, n. 17.
Farinlia nova de S.-Ma-
iheus, por pre^o mui-
to eommodo :
vende-se a bordo do palacho na-
cional Amizade-Constanfp, entra-
do recentemente daquelie porto,
e ftindeado em frente da escadi-
nha do Collegio, ou a tratar com
Macbado & Finheiro, na rua do
Vicario, n 19, segundo andar.
Ainda esl para se vender a refinafilo
da rua Direila, 11. 22, com to-fos os seus
pertences; bem cont dous escravos peri-
tos na mesma arle : faz-sc todo o negocio,
por seu dono reliiar-se : a tratar na mesma
r> lies rio a qualquer hoia do da.
Vendem-se relogics de ou-
ro, patente inglez, do mais supe-
rior fabricante, ebegados ha pou-
co : ein casa de (ieo : Renworthy,
& Companhia, na rua da Cruz,
n. 1
Vende-se um macaco manso ; um ean-
dieiro francez ; urna capa de gorgurilo rou-
xo : na tua do Queimado, n. 39, 011 na rua
estreita do Rozario, n. 32.
PARA ACARAR.
Vendem-se sapatos de marroquim de
r.'.ies para senhora, pelo barato pre^o de
500 rs. o par : na do l.ivramento, n. 11.
1.1/ TCIXElRA i: lii:.\'i iia.m.
Na livraria d rua do Collego, n 9, ven-
dem-se os seguinles livrus, muito impor-
tantes paia o terreiro e quarlo annos da
academia, por preco eommodo ; Direito ci-
vil, ou commenlario a Pascoal Jos de Mel-
lo, porl.iz Teixeira ; 'hlalo de Legisla-
Cito civil e penal; Provas judicarias por
J. Dentham.
Vende-se um escravo pega, ptimo pa-
ra o servico de una casa e o resto do dia
ganhar na 1 ua ; um dito com hellas nos
odos, per pii-eco eommodo ; um dilo bom
COtinfieiro ; um dito bom bolieiro; una
negrinha de 16 annos, por prec,o eommodo:
na rua dq,Collegio, n. 21, primeiro andar,
so dir quem vende.
Vvndem-se meiasde linho; panno de
dito superior, ebegado ltimamente do
Porio ; agullias fraucezas |iiiuito finas, de
ns. II, 12, 13 e 14 ; .lilas sor 1 i das em|cai li-
ndas ; lionas muilo linas e em caixas, pro-
prias para Mudar ; luv-s pretas de lorcal,
com di dos e sem elles; dilas de pellica
paia senhora ; ditas pretas de seda para lio-
mem ; e outros mais ohjeclos, por preco
eommodo: ua rua do Calinga, n. 12, loja
de nuudezas, defronte da rua das l.araii-
geiras.
Ka um Nova, n. G, loj-i de Muya
liamos & Companhia.'
arba-se um lindo snrtimeulo de trancas de
seda de lodas as cilres para eufeitcs de ves-
tidos: lambem se arham a venda ricos
lustros de 6, 8 e 12 luzes, entre elles um
de vidro com 12 luzes, proprio para uqia
capella.
A ft.OOO rs.
Ricos los prelos, recentemente ebegados;
bom setim de Macan, a 2,400 rs. o covado :
vendem-se na rua do Queimado, n. 24, lu-
ja de miudezas.
Vendem-se a 5,500 rs.
sareas grandes Com farelo: no armazem
pegado a botica do arco da ConceiQito, do
tinado Biaguez ; bem como gigos com ba-
tatas, | or ludo o prreo, para fechar contas.
Na rua ftova, n. 0 loja de
Maya liamos & C. ,
acba-sea venda um rico sorlimeiito de
grin*ldas ; floresproprias para eufeitcs de
vestidos; ricos blondes de seda branca;
luvas de pellica, curiase crjinpridas; ditas]
de seda de todas as cores e qualidades, bor-:
dadas e lisas; meias do seda pretas e bran-'
cas para senhora e meninas; sapatos de
sel im branco, de lustro e marroquim; ri-
cos chapos de pal ha berta para senhora,
os mais modernos, por trrem vindo pelo
ultimo naviu de Franca ; veos pretos, gran-
des e pequtnos ; e oulras muitas fazendas
de go-iu : ludo por pre^o com modo.
Vende-se um sobrado de um andar, em
chos propnos, silo ua rua das Cinco-Coti-
las, com quintal, cacimba e bous bons
eoiiiiiiodos lambem se recebe empaga-
ment escravos possnules para o trabaltio
decampo : na ruada Cadea, no segundo
andar do so! rado da esquina do becco do
nvidor.
Vende-se feijilo mulatinho com prin-
cipio de bicho, a 2,000 rs. o alqueiie : no
laigo das Cinco-Ponas, o. 134.
-- Vendem-seapolices da exlincta com-
pathii de Pernambuco e Paialuba, por me-
nos do que em oulra qualquer paite: mis
Cinco-Pontea, n. 4, se dn quem vende
Vende-se a taberna sita na rua do Ro-
za i inda Boa-Vista, n 41, esquina qii ol-
io paia a rua do ,\ragao, mullo propria para
qualquer principiante, pelas vautagens que
ullVrece, tanto pelos fundos que a mesma
conlm, com por ser ella bastante afregue-
zaila para a Ierra, e vender diariamente de
12 a I i,ono is. : lia rua do Aiagfio, u. 40.
-- Vendem-se arados de fero de diffe-
rentes modelos : na bblica de machinase
fiiiidiclo de ferio,'na rua do Brum
lis 6,8 e 10.
\ende-se urna pela mofa, de 18 a 20
anuos, com habilidades: o motivo por que
Se vende se diri ao comprador: ns ma do
Pilar, ll. 40.
rlonSrs. acadmicos.
Vendem-se livros, a qualquer hora do
' dia, para a aesdemia, desde o ptimeiro al n
quilo auno, ltimamente chegados da Ru-
Topa, por preco eommodo : na rua do gof
ii. 23, defronlo do porto das canoas. '
Vendem-se superiores sel-
lins elsticos e de couro de por-
co, chocados ha pouco : em casa
d Geo : Kenworthy Se Compa-
nhia, na rua da Crm, n. a.
Corles de cassa a l.500 :
vmdeni-senaruaNova, n. 42, defronte do
ConceieJIo.
-- Vendem-se queijos do roino, os me-
Ihoresqueha no marcado, a l.lOrs.: na
rua liireita, n. 14.
Bf cravos F asid os

Fugo, da csSa de Joo Loubet, na noi-
le Ce 14 do correle, um preto de nomo
Joo, de nacfio Munhagen. idade de 25 an-
nos para mais, ps cambados, corpe magro;
lem urna rostir de talho por cima do na-
riz, e no meio da testa alguna carocinbos,
uso de soa lona; tema testa cabida e as
entradas muito levantadas para cima, boc-
ea grande e loveira apparreendo nos be-
cos; foi comprado (a [um Fiancz que e-
sidio no llotel-Fruiriscoem 1849 |descon-
fia-so ler embarcado para fOra^-lmjias'e a
lodos os ca pitaes de navios queAjfo rece-
liatn a bordo, e as aiiloridaiiesjsjkliriaes o
rapitfles de campo, que o appMendHiu u
levem-norua do Passeio;. n. S loja de
chapos de sol, queserSo gratificados.
--F.m a noiiedeSWdo proxm.o passado,
fugio, da povoacflo do slonteiro, da osa da
residencia de Manoel Antonio da Silva. An-
lunes, a pela Maiia, do gento de Angela,
moca, de estatura e coipo regulares,*~(*>r
prela, i oslo aboceitado, falla bem o vulgar;
tem os ps um tanto giosss,: quem a pe-
gar leve-a rua da Cadeia)Vellia, n. 24,
que sei gratificado.
/iO.OOO rs.
O abaxo sssgnado oflerece 40,000 rs. de
pralifiritilo a quem pegar e levar ao enge-
nho Pirapamo-Novo, na freguezia do s.-A-
ino, o seu escravo Joo, que l'ogio no dia
23 de fevereiio prximo passadn ; lie ci ion-
io, de boa estatura, de 30 a 35 annos, to-
leiio, bem preto, caa abucelada ; lem o
beico inferior um lano cahido ; nariz cha-
lo, pe n;,s linas, ps bem feilos ; levou cal-
cas e jaqueta de algodilo lislrados, emais
una jaqueta de panno azul fino, e duas ca-
misas de algodozinho americano azul,
descoufia-se tcrvindo para esta capital.
I'adre Joio llcreulano do Rrgo.
Fugo, de bordo do palacho Nota-Luz,
um escravo de nome Joaquim, crioulo, do
25 annos pouco mais ou menos, com pouca
barba, cabellos grandes ; levou calcase ca-
misa branca, chapeo preto de Praga, euma
trouxa com roupa : quem o pegar leve-o a '
praca. du Commercio, n. 6, que sea recum- .
pensado.
Fugo, nodia 13 do corrente, pelas 9
horas da noile, o pelo benedicto, n mulo,
quo representa ler 24 annos, de altura re-
gular, sem barba, cara redonda, olbos car-
rancudos; lem os ps torios, e.e cambado
de urna perita; levou caigas o camisa de
riscado eeslji rota, e bonete : quem o
pegar leve-o a rua da Cadea do Recife, n.
51, que ser bem recompensado.
Fugio, em dias do mez de fevereiro, j
urna mulalinha de nome Mairellina, mas
talvez tenlu mudado de nome, como cus-
turna, de 13 a 14 annos pouco mais ou me-,
nos ; he secca do corpo, cabello cwrrido ;
tem urna quebradura no braco esiiuemo I
que ficou muilo fino, por ser mal encana- .
do, todo estillado e com a pello fovera no
lugar da quebradura ; levou saia de chita P
branca com palmas encarnadas, e urna sua '
man* de 9 anuos, de nome Antonia, vesti-
da com camisa de riscado azul : quem a .
pegar leve-a rua do Jardim, n. 42, que
ser recompensado : assim como se pro-
testa com ludo o rigor da lei contra queni
a ti ver oceulta.
Attenco!
Fugio, do engenho Maragy-d'Agoa, um es-
cravo crioulo, de nome Faustino, de 22 an-
nos pouco mais ou menos ; foi comprado,
em Cuarabra, na provincia da Paral)ib, a j
Jos Rodrigues Ramos ; lem os signaes se- -
gu'inles : cor un pouco fula, cara redonda, ,
bous denles, corpo reforcado. altu-a regu-
lar, geiro em suas acc>s, systcma de fal-
lar pouco ; levou carniza de madsi olo, I
caifa azul, chapeo de pallis ; lem osdedos
grandes dos ps vir*dos um pouco para
dentro julga-se que iiia para a mesma co- i
marca de Cuarrbira, donde he natural:
quem o appiehender, leva-o todito enge-
nho, no termo do Rio-Formoso. ou rua
doVigarin, armazem de assucar de Tilo*.'
Companhia, ou rua do Collego, casado
Fiancisco lavares de l.ima, n. 16, terreiro
andar, ondo se pagarfio as despezas e se re-
compensara com generosidade. .
Fugio, do engenho Pindoba, da fregu- '
zia de Ipojuca, em das do prximo passadn
mez de fevereiro, um escravo de nnoie Jo- j
s, com os signaes seguinles : altura regu-
lar, cor pouco fula, pernas linas, ps apa-
nalados, falta de ti ni ou dous denles na
frente do queixo do cima; lio de Angola ;
levou caiga parda, um colele preto e cha-
peo dito, ludo isso j \ el Im. Pode bem ser
que elle ande escondido por Oliuda, mide
j urna vez foi preso em oulro lempo. Os'
apprehendedoresconduzam-noao ditoen- ,
gento i'i mi o lia, a o setisenhor I.on renco de '
S e Alhuqiierque Jnior, ou ao engento
Cuararapes, que ser bem gratificados. |
No da 15 do corrente det-appareceu um |
moleque de nome AbrabSo, da Costa, de 14
anuos pouco mais ou menos, da rua do
Hospicio para o lado do Ponida!, com os
signaes seguinles: calca de luim lranc'l< .
com lislras miudas azues ja deshutadas, ca- j
miza de algodilo naneado, cara chata, ,
ollius papudos, com todos os denles, com
urna coslella mais alta que a oulra, corpo I
ciiizento, com muitas sarnas j stceas, \t* I
e toruozelos grandes : roga-se a lodas as I
autoridades policiaca ecapillis decampo-
du qualquer parle que o dilo moleque baja i
de apparecor, de o pegar e leva-lo rua uo .
Hospicio, ri. 42, que sero gencrosanieid* ',
gratificados. i
PR8N. : Ni ptr, de a.
f.DHau.-860
MUTILADO


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