Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06886


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Full Text
Auno XXV.
Sexta-fe ira 15
MBTIOAI DOS COBllOI.
Goianna e Paratalba, segundas sertas feiras.
Hio-fii ande-do-Noi le, quintas feiras a o melo-
da.
Cabo, Serinhffem, Rio-Frmoso, Porto-Calvo
e Macelo, no 1.', a 11, e 21 de cada mez.
GnranhUDs e Bonito, a 8 e 23.
lina-Vista e Florea, a 13 e 28.
Victoria, s quintas feiras. j
Oltnda, todos os das.
IDI
PlUSES Di LO.
#1
(Nova a 13, as 8 h. e57 m. da t.
(Cheia a 27, s 9 h. e 7m.dat.
rBtlHAB BE HOJB.
Primelra as 6 horas e 0 miautos da manhaa.
Segunda as 8 horas e30 minutos da tarde.
^^^H^MiaiisMBaMMBMvnansasiaMvaisaM
de Marceo de 1850.
N. 62
FIVE9OS m suBscaircio.
Por tres inezes(idiaiKadM) 4/000
Por seis inczce > Hjhhii
Por um auno 15/W0
jBBSUaasmaJ! sjpsjWi
da da semana.
11 Seg. S. Candido. Fer. par os neg. forenses.
12 Tere. *. Gregorio. Aud. du chae, do J. da I.
v. do civ. e du dos feitos da l'ui-mli.
13 Quart. S. Kufrazia. Aud. do J. da 2. v. do civel.
U Ouint. S. n.iihiIdes. Feriado pira os negocios
forenses.
15 ."seit. S. Heuriquc. Feriado para os negocios fo-
renses.
Iti Sao. S. Cyrlaco. Aud.da Chae, e do J. da:!, v.
do criine.
17 Dom. B. Patricio.
CAMBIO* KM 14 BS MAB.0O. *
Sobre Londres. 28'/, -1. por 1/000 rs. a 80 das.
. Taris, 3 L
Lisboa, 95 por cento.
Oaro-Oncas bespanboe.........W/000 a 28/500
"loedasde6,t00vclrias.. 10*600 a 16/80
. de 6/1M novas.- 18/100 a lu WO
. de4/l)00........... 9/100 a 9/301.
Prala.Patacdes bra.ileiroi...... l/60 }*
Pesos coluinnarios....... '"2 !S
Ditos mexicanos.......... I/0" a l/nz
Ltfiwir"**^ -
gKSWMMSfjJW>xuff''"tvr^^nti'.*^:.v^ia^ijfc--''ar?Tasrr'i^
EXTERIOR.
volviiln no relatorio, e sustenta o tratado
Le Predour. Procura estabelecer que, no
ponto do vista comn.ercial. Moniiri'lo nSo
leen sen fin nina mpoitancia subordinada
que por consrguinte a 1 'ranea n3o lem in-
leresse serio em se emoenhar em urna gner-
ra, cujo fim 080 se pode prever, par asse-
Kurar a independencia dessn repblica.
Quanto a Rozas, segundo o orador, nSo te-
mos contra elle nrnhuma queixa pessoa"
N3o neg, prosegue o orador, que lera
commetlido crimes, dos quaes tom de dar
cuntas diatile do Dos, diante dos hoinens.
dimite da historia.
Vmavot: Klle he urna fera.
M Laliarure : NSo tenlio a missfo, nem
intenoiioile ilefeu l-ln ; mas, encarando
quesillo no ponto de vista puramente
REPBLICA FRANCRZA.
AS6r.UllI.EA LEGISLATIVA.
Stnio de 28 de deumbro.
QUESTAO' DO PRATA.
Entra em discussSo o projecto que pedo
crditos psra pagar o subsidio approvadoem
favor do governo da repblica oriental
(lio tevido).
O relatorio, redigido ror Mr Daru sobre o
projelo do governo, analysa as phasessuc-
cesslva* da quesillo do Prata, assim como o
tratado concluido ltimamente pelo almi-
rante 1.a Predour. Depois desle resumo, o
reltorio seeir-rime do modo seguinle :
Eii-aqui com que rondicoes a paz nos
he oflWcids A assembla bem v quanto
estas condices se aparlam dos principios
que temos estaurlecido e sustentado pelo
orgSo de einco negociadores, todos anima-
dos do mesmo espirito, ecaminhando para
o mesroo fim. El'a bem v qua nada lemos
ohtido, e a comm.ssfio nBo teme aecreseen-
tsr que toda a tentativa de conciliacfio da
nossa parte lem sido, para o dictador, urna
occasioe um meio" d.i elevar mais alio as
sua* ptetencocs, de fazer novas exigencias.
Devoremos aesso aceitar eslas condices?
SolIVer esse desvio de nossa poltica ? Ou,
pelo contrario, compre que nos recusemos
aisso? A commissSo he de parecer que o
governo deva obrar no segundo sentido.
No lempo do ultimo ministerio da.monar-
chia, em 1847, o gabiii' te francez rejeitou
o conlra-prnjpclo do general Rozas, muito
mala vantaioso, ou antes muito ihenos des-
ventajoso do que o tratado de Mr. Le- Pre-
dour. Debaixo do goveino actual, n.lo po-
demos reigoar-nos a aceitar aquillo mes-
mo que rejeitamos enlfio como mo. A
mainria da cnmmissflo pensa que o tratado
de Mr. Le Predour he inadmissivel.
I." Porque convm manler no manejo
dos negocios esse espirito de consecuencia
o modersejio so mesmo lempo nico que
permita adquirir urna verdadeira anuen-
cia no exterior;
2 Porque a independencia do estado
oriental se acha comprometila pelo reco-
nt cimento real, senSo explcito, do gene-
ral Oribo como elide do estado de Monte-
video;
3 Porque nlo se pode impfir Franca
a obr.gac.i1o de desmol r, como Ihe pedem,
os principios da liberdade da nevegacSo dos
rios, em dvtrimento do commereio, e em
desprezo dos direilos dos estados interessa-
dos. nolaveltnenle do Paraguay, o qual,
empacado em sua independencia, jcntrou
em lula;
. a ?." Porque nilo podemos medir o alcan-
ce de clausulas vagas e mal redigidas. cuja 'mmorciot C le.n o pessimo etfeilo daem-
execueflo reserva segundo toJas as appa-1 barr mpui40 QUe arrestara urna
renaas. difliculdades para o futuro, parte dos n-sso* nacionaes Para esses pai-
. No pensar da commisfio. a desrons.de- zes di AmerjCa do sul. Se nilo Tora guerra
raeflo, inseparsvel .fe urna mudsnca de po- I e Kozas fn Ml,lllivo eonUnts o ora-
hlica aojrepenl.na.'compronieller.aasnos- Uor, contaramos boje quaret.U mil com
sas rolacOes com lodos os estados da Ame
rica do sul.....
.....Oizem-nos que a paz be o primei-
ajuste, este nao se sentio com coragem de se-
parar-se de Rnzaa, e pedio que Ihe fosse per-
mittido consltalo : mas Rozas respondeu de
l que nao coosentisse de nenhuina
surte as proposices que Ihe eram feltas ; que
elle Rojas nao tinha eiuprehcndido a gurrra
para apoiar a candidatura de Oribe presiden-
cia de Montevideo sean para expulsar os
Francezes das margeos da Prata, e que.portan-
lo, jamis consentira na entrada deOriheen.
Montevideo, se ella deves que chame a intervengno das armas france- ^f?W%XZZ
zas. D,sJe84nenhum Fraocez le.n s.do 10 ne |em ;,e acabar C0111 i,,Uestlo
maltratados em Bucnos-Ayres ; pelo con- do Prau c jPgl,ndo a minha profunda ennvie
trrio, todos teem sido protegidos e'n sua> ,., 0 un|co me|a (|c acabar com ella be.ex-
pessoas o em seus bens. Rozas tambemjpellir do estalo orienta; as companhias ar-
nSo lem insultado 0 DOMO pavilhSo, em geminas, que devastan) paiz. Coniprclicndo
una palavra, elle no tom commettido con- que a Inglaterra nunca nos_u^nJ,_''a_y#0_r_e_c_d_0
ira a Franca nenhum attinlndo
.a ennsecueo desle fim, porque he interessa
da na decadencia de Montevideo. Cumpre,
pnis, que saibamns passar sem o seu concurso,
e hainais tempo dcveriainos j ter tomado es-
la rcsitluciio. ,
Eatetl convencido que, se livesseinos conce-
dido a Mr. Dellaudis os qi-iulienlns homens
que elle pedia, nao leri-inos hoje de oceupar-
nos mais com esta questo. ,
Aquelles que conheceni o governo do dicla-
france/., digo que lio sem motivos SufhYieu- dor, as conrftroM em que se cha elle colloca-
tes, esem dtreito, que temos feilo guerra a
Rozas.
O rador examina aqui qual seria a situa-
eilo das tropas que enviassemos em snecor-
ro de .Moni 1 voleo. Em seu pensar, ellas se-
n-ni cumpl lamente abandonadas asi mes-
mas, ii.oi enruntrariam ssistencia eflicaz
nos bandos iioli-ciplmailos que eslSo ao
sel vico de Montividi'o, e que se comiem
em grande parte de aventureiros. ( Rumo-
re. ) F, quanlo s provincias submetlidas
dotninacSo de Rozas, nlo era de esperar
que la encontrassem auxilales. Apeznr
de suasqueixas contra o governo do dic-
tador, ellas nilo hesitaran., em pr.ScnQa de
urna invasSo eslraogeira, em voliar-se con-
tra os invasores, ernm a nossa iotei veocao
armada nSodeixaria de excitar as suscep-
lil.ili lades das potencias europeas, ou ame-
ricanas,que teem, corno ns,tntcresses coin-
merciaes as margeos do Piala.
Em resumo, diz o orador, cocluo Votan-
do pela adopto, dos crditos pedidos, por-
que a palavia da Frauda esta euipenliada.
Mas o estado actual das cousas he, se-
gundo julgo, intuleravcl. Cumpre por ter-
mo a i.-iso : so duus partidos ha que tomar :
t|l a ralilicacoii 00 tratado Le l'reilour, OU
urna ejtpedifSo m.liiar. Pela ininha pane,
i'oilwfiio nesta alternativa, nSo hesito em
votar pela ralilicar;3o do tratado Le Pre-
dour.
0\Sr. almirante Lain tcm a palavra para
apoihr o rea torio. O honrado inembro co-
no c, 1 dizi-ndo que a siiuacno en. que pre-
seulemeule nos adiamos as margeos do
Piala o'h.'i O'lo durar mais tempo. Esla
siluacSo he onerosa para o uosfo thesouro,
exlremamenta oppressora para o nosso
patriotas de Disil nesse paiz, e as nossas
expoiUfes, que sSo hoje avahadas em
30 mlines, se elevariam a 60 ou a 80.
ro, o ma.or mlcresse da Frtnc as duas (jonlamos porventura mui.os pontos do
marsens do Prata. Oh! quem con psla isso? lo 0|1||e f rU 6J ou
Noasempre quizemos, sempro pedimos esta 80 m.lhOesdescus producios ?
paz. e o governo oriental a tom sempre, M colllo rc,0|ver esta quesio? Eis urna
aceitado ; s o governo argentino he que a perguuta que cada um fas a si mesmo. Quan-
ella se tem op; oslo, ou pelo meos nSo to a mim, julgava til recorrer a novas uegu-
tem consentido em tal, senSocom ascooli- cla(cs,quanuo iruerveioo tratado Le Predour,
Qflea que a assembla sahe,- rondicOes inad- 4ual juUli-ou bem a prevenco que me ins-
missiveis ao ver da conviMBSo, sustentadas pbava toda a tentativa de nos aiipioximanuos
com urna firmeza inabalavel al o presente. de Ul" ia><'*- cada u.na nova prO|Kslcao do
r-,....... ..,..1.11. -___.__j, qual lie una agravacao de suas iirciencOes, de
Cons.nla a assembla nessas CondicOos, e,$'ue gencia, e de leus mo s proced.u.enlos.
vera o general Rozas apresput r-se em loda, tslou convencido de que as novas pro..sicoes
a conlede.acao como vencedor da Frange,' eKuzss ca.eceiu de siuceridade e nao sao se-
seu prestigio augmentar com isso, maso uu demuras queellequer introduzir na iccu-
que sera do nosso? Nos f. remos com que a sa de jusi.ca, e na fraude. (',".<">.". .. rm .'-
coiifcders(,-fio fique victoriosa sobre todos os' << hancoi,)
pontos; pr-nos-hemns em desaecrdo com I. U orador aprecia qui a posicaa tomada pela
do, os elementos que tem contra si na confe-
deradlo argentina, nao dnvidain que com um
pequeuo numero de soldados francezes se res-
tabeleceria em poueo tempo a paz as margeos
do Prata ; mal a pri.....ira cndilo dn succes-
so he 'du u com promptidao; porquautu d'a-
qul a seis niezes lalvez nao encontremos mais
apnio nas provincias que supporlam com im-
paciencia a dnminacao de Rozas, talvez acl.e-
iiiks i-nuil .1 n< lodos aipiplles em cujos cora-
[ni's liveroios extinclo, pela noss< tanlan(a,to-
da a conlianca na boa fe da Franca (Signuei de
approeafdo.)
Mr. J. ite Lailryric: Senhnrcs, devemos
acaso aceitar o tratado proposto pelo almiran-
te Le Predour ? Tal he a questao que se dis-
cute.
Importa examinar se nas circunstancias ac-
tuaos, por um inieresse eoolestavel, devenios
enviar a tres mil legoas de distancia seis ou
m 10 ni 11 homens, gaslar 1S a 20 .nilhues, 111,111-
ter estes seis 011 0110 mil homens. cnniinuar
esta ilr.pi/ 1 por um lempo ndel'oodo.cnja du-
racao ningueni pdc indicar ; a questo em
oulros termos he silier se devenios dispersar
as nossas Torcas c dissipar no.sas fiuancas?
Esta queslao, scnhores.he dlflicil de tratar se,
ella he obscura, e lein-sc tornado ainda mais
dillicil, mais obscura pelas faltas commellidas,
qur pelos nossos agentes, qui"r pelo nosso go-
verno ; he urna queslo na qual todos os fados
teem sido narrados,na qual todos os factos teem
sido falsificados, na qual todos os fictos ver-
dadeiros ao principio se tornaram falsos pela
oiuilaiifa das circunstancias, em que a manir
parle de nossos agentes (lia algti.nas excepces,
e o honrado almirante Lain lie u.na prova ca
francez so rehlSton logo em Montevideo, da bihliothpca de Olinda, e epplioando-se
Que acnnlecco depois? F.m voz do favore- a qnantia destinada praseos ordenados
cer a entrada de Oribe em Montevideo, nos aerjulsicflode livros, sendo a mesma bibho-
0 obrigtmoa a bloquear aquella ciilule; Iheca Iraosferida para a acaJemia sob a
d'ahi rcsullou una Sltuaoflo inloleravel pa- guarda deumilo sotis empregados, a quem
ra o commereio, e entilo elle Coi procurar se dar 11 -ra eraticacSo conveniente,
refugio e a paz etn Bucnos-Ayres, ja livre. No 23 (junta da commereio ) suppn-
Alli ello prosegue em sti.is emprezas, a 'mam-seas gralificacoes eajudas de cusi
prosperidade volta paradle; eem presen-[dosempregados respectivos, ficanlo estes
ea il.-sla situacn o que be quo agora so como de r.-nartcoes exmelas,
prontie ? Repetir as hostilidades contra1 No $ 38 (Ingliluto vaccinieo) eleve-se
Buenos-Ayres. A assembla quer saber a 20:000,000 rs .licamlo aulonsado o gove.r-
qoaes teem sido os resultados desta con-:"0 a converter o intitulo com os emprega-
duda ? Antes de 1838, em 1835 e 183G, as *>"* ;'e visita de san le, em um concilio dfl
nossas exportacoes para Montevideo eram lubri e inP 1,cm" P'/. e orea?S(
de mais de uualro milhoes, das eram qmt- Ne u'n '"reto na capital do imper.o
si iguacs as de Ihienns-.Wres. F.m 1810' No S 28 f canses, pontea e estradas go-
Bucnos-Ayres foi bloqueado, o nossas ex-'"*) accrescenla-se, licando o governo
porlaces se elevam logo e.n Montevideo; antorisado a crear na repartiQSo das obras
eram do 10 niilhocse.n 18(0, do 18 milhOes1 Publicas da -capia do imperio urna di rec-
e 18VI o du 20 milhoes em 18t2; polo'ona das obras publicB g;raes, e dar-lln
contrario ellas abaixam em Buenos-Ayres 5, 'egtilamento.
mas Montevideo lio bloqueado por sua vez, No,^ 3- (escolas menores re instruc-
n os nossos negocios, que eram de 20 nl-,'^l" PuJJic) em vez de *8:l86,ooo rs. di-
ll.Oes em 1849 deseen a tro/ milhoes em "^-com a inslruccSo publica, Brando o
18t3, oadous mill.Oes em 1845; Buenos- siio antorisado a reunir em um so ed.-
Avres pelo contrario levanta-M de novo e' "c, !* osiruceiio aecundaria. a
Chegaem1843 a18 mill.Oes, elle torna a ,J^ar 0,11a directo de ...slruccHo publica
dcscer 1 16 milhOes em I8tt, o torna a su- 60 00,V'0?''rs;
bira 18 milhoes em I85.
O orador aprsenla aluda oulros calclos,
relativos SOI anuos de 1840, 1847 o 1848, e
concille ilclles, que 110 Prata, como em lo la
a paite, o commereio uecessita da paz, e
que .1 guerra Ihe lie o mais possivel funes-
ta. Se nas ni irgens do l'rala, diz o orador,
livesse havj lo paz uestes ltimos annos,
nosso commereio coro Montevideo e liiieuo-
A y res sena hoje da importancia de 80 ini-
llioes.
jW. Em, Arago :--Pe?o a palavra. (Su-
turro. )
M. 1. de l.titleyrie : O que he que se nos
pro fie para a solurjflo da quesillo P PropOo-
M'-ii". orna i't'.n do;o mililar. Sem duvi la
temos um interesso consideravpl eni con-
sorvar as vanta^ens que Montevideo offere-
c; ao nosso commereio ; mas como he que
urna expediQn militar nos assegurara es-
tas van tagens ? Seria mis ir para isso, nilo
tmente que guerra fosse curia, isto he,
que a expedirlo fosse colossil, seno t.m-
bem que 11.I0 fosse muito I' ule, ne .1 muilo
prolongada, alim de nilo inspirar lemor aos
diversos es'a los da amanea do sul.
Porm, dizeui, a honra nacional acha-sc
empeiihada, porquanio ha em Montevideo
um cerlo numero de Francezes com as ar-
mas n-mao. Rali s Fiancrzrs pegaram nas
armas liados em nossas promessas. Perg.in-
ra disso) tem snrl'rido as iulluencias Incaes e' lari, se porv nlura nilo se devora ter em
se teem deixadn arrastrar ja para um lado, j
para nutro ; elles se lio declarado pur Monte-
video quan.lo enviados Montevideo, e por
Uusnos-Ayrcs quaiido enviados a Huenos-Ay-
res ; mu, a maior parte de nnssos ngenles no
meio tiestas novas preucupacoVs perder... de
vista us iiileiesses francezes. Por consegunte,
iietihu na cunta os oul'os viole mil Pran*
cezes que estiiocom Oribe ou em Buenos*
Ayres. lie a menor porcilo dos nossos con-
cilladnos que esta em Montevideo. Ap'esso-
meemdizcr que uo sao elles os menos
bonraJos, todos silo honrados, N.'.o aecuso
nrsla pusivo tan complicada se poden, ap.e-'os l'rai ce7.es que estilo em .Montevideo, nao
sentar os documentos os mais coi.lratl.tniios, e c i'iiino a Sua Cora^etn. A glor a, que elles
s pecas ofticiaes as mais oppnutls. Para dis- n iquiriram por una gcneiota resistencia,
emir tal questao pee o a assembla alguma cal- LnM perlence. e etl nao a COot Slo. Mas
mae paciencia fterguntaiei snte.'.te so isto obliga mili ver-
0 orador declara quo prescindir ,1a \%fanmMt .....,iz. 0s Inglezcs fizeiam
quesliio diplomtica, ese limitara a Iralar
tilo smente da queslilo do govcino ime-
mais do que nos nas margena do Prata) i-
zpram mais do que conceder um subsidio,
--,-.. "-, : nai cierno adquirir pnncipd cousa de que icerto de explicar a conducta da' Inglaterra. A-
lemos necessidade no Prata como nas ou- pos esse pequeo infortunio que o seu orgulho
lias paites, porra no Prata mais do queem : sott'reria, ha urna cousa propria para iuteressar
qualquer outra parte, a estima? lie assim' a iodos os lugiezes, lia a ruinados nossos inie-
que eremos fundir um paz duradoura? Nao resses. goveruu inglez justificar mu Ta-
esp.remos Ul: deste modo leremns urna tre- '"'nenie o tratado Le Predour, e rara que a In-
coa aada mis urna na? ineprts nrpp. ; '"'erra o ache excellente, quando disser: A
Loa, a nada n ais, urna paz inceria, preca- B Je con d expcllio os lance-
ra, e por isso mesmo o-ter.1. lej uo prlla- '
Por estas consideraces, a commiss.lo] Uuilai *eM: He verdade! he verdade/
he de parecer : Que o estado actual das cou-j u ir. almirante Lain examiua as diversas
Zas nao pode Ser inanlido ; que a nossa si- clausulas do tratado de Le Predour, e declara
liiacilu no Prata be onerosa, sem dignidad?, 'que, em seu parreer.esse tratado oo pode ab-
e 1160 pode conduzir a resultado alfmm ; solulamcule ser approvado.
que o ptojerto de Irala lo do Sr. almirante I Seuhores, diz elle, Rosas nao se illudio a es-
U Predour conlm clausulas inadmlssiveis;"" rfPeUo- Se aceilou raudo fui uuica-
quehapouca esperans de obler a modili-!",e",e l"lr,, P"1?5" o etteito de urna rcsolu-
caqSo do mesmo pelo em, reg puro csira- cner8ici da ',art" df tra"f*- fo1 V"* *
1 |irni|uiuiiiiii i morar aa cousas muilo temiio, poiquanto elle
pira das negociantes; que novas norato. ".! consentir cu. lases nilrwas ropas
nas nilo conlnb.nriam para elevar nossa ie entretelo no territorio oriental; o que elle
auloridale moral, nem nossa influencia ; ,lUer he apoderar-se de Montevideo; e sua 1111-
que lo- preciso saber-turnar um partido :: bi5ao au parar ah, poique elle nunca pode.
OU abandonar ludo, ou substituir o actual 'r perdoar ao Uiasil o ter piovucado alotea*
modo ueinlerveiiQflo, o pagamento i'osub-Jvciicau de 184t>. sua inlcncao he reun r em
sidio. Por um modo de intervencilo mais'" u coufederaco t>das as rajas bespa-
ca que n.i sejaa sua.
A ambifao de Rozs, coui pezar o di^o, leu.
examinar e decretar as rredidas mais con-
formes so ulerease \ ublico, e dar cunta
dellas assembla. SOb o beneficio destas, .
observares commissHo ten, a, honra de '^^^ ^^^:
propr a Cssa a concessilo dos ere Utos, fija nrt,ucia{es. Desejaudo acbar coui esta ques-
IH. Larmburt combate o syslema tlesin-1 ,0| 0 tJuiuete de que fallo eoviou ciu 1848 a
' ------------;-----------;------r I Mr. (iros, como ministro plemiioteuciaiio da
(I) U publico estar Inmutado que.depnis Vr,uf.l(.m Uouuvido, com isissao de Iralar
da apieseiilac.lo deste relatorio, a assem- mrrcu,enie com Uric, e ollereccr-llie o soc-
blea volou, ha alguna da-, um piimeiro ; corro de nossas frcas para poder entrar oulra
crdito de 500,000 Irancos por cunta da con- vezem Montevideo.
eessilo total de 2.30O.OOO fraucus rcclatliads Mr. Gros eutrou cin conferencias com Oribe;
pelo governo j ws, no momento em que se la concluir mu
parte nesto tralado nilo applicaratn as mes-
illas esipiilac/ics fura da Kuropa. A nave-
gac,o livre, repito, nilo lio admitlida co-
mo quesillo de principio para a Kuropa.
Ha fra da Europa minios rios que estilo
na mesma situadlo quo o Paran c o L'ru-
guay. Tenlio, pois, rasio de dizer que-
mlo ha nisso una questao de honra para
nos.
0 orador, tratando da stuaciio actual da-
qiiclla quo os successos teem feilo, o em
presenca da qual estamos hoje, l alguns
documentos pata provar que se nilo fOra
a pressSo exercida pelos eslrangeiros sobre
a populacilo monlevideana, essa populacflo
pedera a Oribe que enlrasse_ na cidade.
Toda a banda oriental, contina o orador,
est, ha seto annos,/dominada por Oribe.
Os habitantes dn Montevideo (exceplo os
que estilo em armas) desejam vivamente
a paz. Quanto aos cstrnngciros, qual he
o seu numero em Montevideo? om 1843 llu-
via all 18,000 francezes. Agora, segundo
a declaraco do almirante l.e Predour, elles
no passain de 4,000. Segundo una carta
posterior a eslo documenlo, emanada de
M. LcPietlour, elles silo 3.500, e segundo
outra carta sfio apenas 2,500.
Queremos bloquear Bucnos-Ayres, cnter-
romper o seu commereio para conslranger
Hozas a abandonar a sua conduela a respei-
to da repblica oriental ? Declaro desde ja
que nenbuin meiiil.ro ilosla assembla sera
de parecer de atacar Ituenos-Ayrcs. Nem
M. Daru, nem o Sr. almirante Lain, nem
nenhum oulro aconsdliar tal, eslou cerlo
disso. E porque? Porque ha la inleresses
francezes consideraveis. So bloquennos
Buenos-Ayres, bloquearemos os nossos na-
ciona.s. Os golpes que dermos ferirflo a
nos meamos.
Ouro iucessantemente fallar do desojo
que devenios ter de estender o commereio
francez no inundo. Mas que temos nos fei
lonol'rala? Etn 1838 por motivos legili-
nios, neccssaiios, bloqueamos Buenos-Ay-
res : em consuquencia disso o commereio
pegaran. e. ai mas em Montevideo p
fen.er as suas casas eas suas vidas, quaes
sei fio entilo os nnssns deveres para com os
oulros viole mil Franco/es armados, que
estilo com Oribe ou com Hozas ? Serlo aca-
so desellles ou traidores? Yo. ; cada um
lez o seu dever. Seja cada um senhor da
con I,.ca que Ihe conveio escolber.
O orador annuncia que Ihe resta estabe-
lecer que a proposla oa commissfio be U0Y
syslema, que definitivamente nos empenha-
rta na gtieira continua, nos forjara a de-
cl.lar-nos pela guerra continua ; e pede
a assembla Ihe conceda alguns instantes
de ropouzo.
A sessfiofica suspensa por um quailo de
hora
( Continuar-st-ha.)
ULUIIO l)E l'EHXSBrai.
BKCirS 14 SC MABCO DE 1850.
Pelo vapor Paraense, chegado boje dos
porlos do sul, recebemos jornaes bahianos
e flumitienses: estes at 2, e aquelles al
9 do corrente,
Na cOrle nada occorrera de extraordi-
nario.
Os artigos do Jurnal do Commereio que
abaixo vilo transcriptos, porfi os leitores
ao corrente dos trabalhos das duas cmaras
legislativas al 28 do passado.
A cmara temporaria volou hontem (15
do passado }o ornamento do imierio, cuja
discussuo (cara encerrada na sessAo ante-
cedeule Foram approvados os arttgos da
proposta do governo com as emeudsa da
commissfio, menos as s-'guinles :
No 19(cursos jurdicos ), accrescen-
te-seItcsndosupprimidos os empregados
No 35 f passeio publico) eleve-so a
verba a 5:001.000 rs.
Nu 39 (obras publicas) eleve-so a
verba a 110 OdO.ouO rs.
Com presidios colonias 25:000,000 rs.
Fram igusliiente rejeitadas asoulras
emendas. Os artigo* adil.livosdosSrs. Pa-
chego, l'eiroira, dos Srs. depulados por
S -Paulo licaram reservados para as dispo-
sices geraes.
Eutrou depois em discussfio o seguin-
le oiQamcntodc jusli(a com as emendas
que abaixo trancrevomos:
*rt. 3." O ministro o secretario de esta-
do dos negocios da Justina henutorisado a
despender cora os oDjeetos designados nos
seguimos par.igt apli-.s a qoanlia de :
- A saber :
1. Secretaria de oslado
2. Tribunal supremo do Jus-
tina
3. ItelacOes
4. Justicias del.'instancia
5. Polica c segurauca pu-
blica
C. Guardas nacionaes
7. Tdegraphos
8. Bispos, catliedraes, rcla-
efio meti,o.tana o pa-
tuchos
9. Eveutoses
Municipio da corle.
10. Capdl.i imperial, e calho-
dral tlu liio-dc Janeiro
11. Parodise igrejas pobres
II. Guarda nacional
13. f.orpo municipal perma-
nente
14. Lazaros
15. Casa de coi rcete ore-
paros de cadeias
16. Presos pobres
17. Illuminaete publica
18. Evenluaes
19. Exerocios (indos
Emend'it da commiisdo
No ^ 5.-- Aiigmcnte-sc a
veiba Com a quautia do
que se abateui da verba do
16, por ser o seu ohjecto per-
teiiceute a este paragrapho.
No 6 -Augmeule-se a ver-
ba Con) a qnaiil i.i de
do 12quo se suprime
No 8 Aiiguienle-so com a
quautia do
das congruas dos parochos da
corle quo se abatetn no 11.
No S 11. Oigu-se--com o
culto publico
No l2.-'-Supprma-se por ir
contemplado no6.
No 11 .- Supprima-se por
sor i u o lem pa do no orna-
mento do imperio.
16.Substitua-se.
Com a conducefio e stistcn-
tat,'.io d" presos
A rubrica du municipio da
corte soja collocada depois do
S io.
Ao 15.-- Accrescente-seficando o go-
verno autorisadoa mandar pessoa idnea vi-
sitar nos paizes onde convier, as prisOes pe-
nitenciarias, o examinar o seu rgimen e
consirucco.
Arl. 3.' Addilem-se ao 13(cando o
governo autorisado no caso de se nSo com-
pletar o corpo municipal a empregar o ex-
cedente desia verba com o augmento de
pedestros -C. Mortira.Taguet. i. Hen-
riquet.
Outras emendas.
Ao$8. Depois de parochos, diga-so,--os
vigarios geraes e provisorios, augmentan-
do-se a verba com 3.8000,000 rs. Baha.
abeja extensiva a lodos os coadjutores do
imperio a congrua dos coadjutores do mu-
nicipio da corle augmentando a despeza na
proposla. Resende.
SSo desp-zas geraes as que se fszem com
os vigarios geiaes e provisorios, e a que se
faz com fabrica e guizamenlo das matri-
zes Itezende.
Tomaram parteno debate osSrs.Kezeode,
Euzi bio do Queiroz e Souza Franco, e licou-
a discussfio a nuda pela hora.
Entrando honlem l do passadoj em tercei
ra discusso, no senado, a resolufo da cama,
ra dos depulados acerca da pretenco do ea-
iiia. ei-n.it de campo Gustavo Henr.que Hronn.o
Sr.Faula ouza rcqueieu que voltasse coiu-
misso de guerra rcuuida i de constiluico.
31:000,000
70 733,334
175:000,000
396:490,000
172842,800
100:000,000
11:588,910
501:388.834
6:000,000
68:061,900
11:187,780
15:221,500
242:080,435
2:000,000
61:000,000
23:000.000
120:380,000
4:000,000
3:000,000
15:221,500
6400,000
4:587,720
20 000,000
miitii Ann


Tomaram parte na disemino deste reqiierlmen-
t* o si-uhorrs vlicnnde de A brame Bapllst
de Oliveira.VergUeiro e Mafra, e a volacao II-
cou empalada.
A cmara dos deputados approvou l,ontem
(tli 1I11 passado) ni rrquerlmeiito da coinmis-
sao de Justina civil prdimio Infnrinaces ao go-
verno a respeilo da extp'ticcfin da guarda poli-
cial do Gran-Par, rrquerida pela assembla
legislativa da uirsma provincia.
Approvou igualmente uin parecer da com-
mlsso de consiituico e poderes chamando o
primeiro aupplenle pela Bahia I)r. Angelo
Francisco Ramos, por havrr fallecido o depu-
tado eleito l)r Folix Ribeiro Rocha.
OSr. I.irrainenlo apreseniou un requerl-
iiiento (que setirou drpois de breve discusso)
para nomeai-se lima coinmissao especial afim
de rever o projeclo de reforma da Ici da guar-
da nacional.
ii 0 Sr. l)r. Jubim apresentou um prnjecto
prohibmili n aiiiiiu da publicacredulidaile fri-
to por tueio de publicardes avulsas 011 em jor-
nacs populares e puliticos sobre a naturea e
meios preventivos ou curativos da epidemia
reinante, impondo aos infractores a pena de
seis metes de cadeia. Foi a imprimir para en-
trar na ordein dos trabalhoa.
Continuou drpois a discusso do ornamen-
to da jusllca. Oraram os senhorrs Paula San-
tos, Paula Haptista, Silveirada Molla, Taques,
'andido tindese Fernandes da Silvrira. Dan-
do-se a materia por discutida, procedeu-sc
volacao. WHI
Fram approvados os arligos da proposla
do gqvrrno conforme lora emendada pela coin-
missao, sendo todava rrjeilada a emenda que
autorisava o governo a mandar prssoas idinras
rstudar as prises penitenciarias de palies es-
trangeiros.
Das nutras emendas fui approvada nica-
mente a do Sr. Babia ao paragrapho oitavo que
d7.: drpois de pararnos aciresiente-se es vi-
garios genes r provisorios, auguienlando-se a
mi ba com 3:^00.000 rs.
A cmara approvou em seguida, por Mi vo
los contra cioco, o artigo 1. da rrsolucao que
anprova a peusiio a D^Maria Ksperidiuua, de-
terminando que esta priito srja paga desde a
dala do decreto que a conferio.
ii Entrn drpois em discusso a resolueo
que approva a penso de G00.000 rs. a I). Mara
Secunda Fernandrs. Foi rrjrltado um requr.
i mi.mu do Sr. Moraea Sarniento para que a
comuiisso deconsiimicao dsse o sru parecer
se podia ser novamrnle discutida a resolucao,
Ja rejeitada na cmara, aeiii nova iniciativa do
poder e-eculivo Continuando a discusso,
oraram ossenher Morara Sarinrnto, Candido
Mrndes e Soma Ramos, e ficou a discusio
addiada pela hora.-
, O senado lejcilou hnntem (18 do passa-
iln orequeiimenln do Sr, Paula Souva (cuja
volacao licai empalada na sessSodesliba-
do) para que oproj.clo que manda reine-
g'ar no posto de marerhal de campo elec-
tivo o general lirown, fosses commisses
de cnndiluicSn e de guerra. Proseguid lo
a lerceira discussSo desle projeclo, toma-
ram parle no delude os Srs. Paula Suuza,
visronde de branles, Verguero e Vascon-
cellos ; indo volai-se, ficou a volacSo em-
palada, por 15voios conlra 15, e por isso
entrar hnjo a maleria em nova discussSo.
OSr. Paula Souza propoz que no caso de
cahir a resoluclo, tejan todos os papis
remetiidos ao governo para decidir o ne-
gocio romo julgar de juslica.
Approvou-se em segunda discussSo o
projeclo, creando urna coritHndoi ia gend
da guerra : enlraram no debate dn arl. 3'
os Srs. Paula Souza, Jos Saturnino, Cle-
mente l'ereira e nuilisli'D da guerra ; sendo
depois approva do o artigo, cmn urna emen-
da do Sr. ministro da guerra, que limita
ao prazo de dous anuos a autuiisacSo que
paiaestc effeito se daogoverno.
ii Entrando em terceira discussSo a reso-
Iuqo que autorisa a santa casa da Miseri-
cordia da cidade de Sanios para possuir
bens de raiz, depois dealgunias observa-
rles do Sr. Paula Souza, venlicou-se nao
haver casa.
A cmara dos dos deputados discutio
honteni (18 do pBSsadoJ o orcamenlo dos
negocios es tngenos. Toniaram paite no
debate os Sis Souza Franco e Paulino. Foi
approvada a proposta do governo rom a se-
guinle emenda do Sr. Pe ira da silva :
Ficando o governo autrisado para lu-
gar una casa para neila collucar a secreta-
ria de estraiigcirns.
Continuou, depois, a discussio adia-
da na sessSo anterior, da resolucSo que
concede a pensSo aunual de 600,000 rs. a
I). Maria Secunda Fernandes. Oraram os
Srs. Candido Jlendes e J. A. de Miranda.
Aresolucilu foi rejeitada por escrutinio se-
creto por 33 votos contra 27.
A cmara appmvou em seguida por 60
volos a peusiio nnual de 210,000 rs. ao sol-
dado de volunlarios do enmarca do Cabo
l'i'i namhuc J Jos Matia de Albuquerque
MaraDhfio.. Ficou adiada pela hora a dis-
cussflo de um artigo additivo para que a
pcnsSoseja piga desde a data do decreto
que a couleno.
OSr. Alcncar oflereccu hontem(19do
passado ) no senado um requermento pe-
dindo ao governo copia do rcgulamentu de
7 de Janeiro de 1837, para cxer.ucuo da le
provincial do Cea ni, de 23 de Miembro de
183G: para motivar esle requcrimenlo
( que foi approvado ), o nohe senador
ili-cni i iii por espaco de mais de duas horas
sobre accusaccs que na cmara tempora-
ria lh foram feitas pelos Srs. deputados
Audi Bastos deOliveira, Joaquim Villela
le Castro lavares e Joao Antonio de Miran-
da.
' Enlrou de novo em lerceira discussio
o projeclo que manda reintegrar no posto
de marete! de campo o general Urown.
OSr. visconde de branlesnprcsenlou una
emenda para que etn lugar de he rein-
tegrado diga-se : o governo ica aulo-
risado para reintegrar, etc. Encerrada u
discussio, foi adoptado o projeclo com a
emenda, por 20 votos contia 1*. Segun-
do o regiment, tetn boje de entrar esta
emenda etn nova discussSo.
ForSo adoptadas etn lerceira disrus-
siio as refolttfOM concedeftdo permisso as
Santas Casas de Misericordia das cidades
de Santos, Sorocaba e ordein 3." de S.-Do-
mingos da cidade da llahia ; c aulorisando
o governo para conceder carta de Datura*
IishcSo ao Prussiano Jacques Antonio gu-
rante. >
A cmara dos
!2!
n 1851, e roeonheti que a dita riepeza ha
menor de 301:695,613 que a votada para os
dous ltimos anuos; ecomquanlo decla-
ro o governo que posteriormente lera de
solicitar do corno legislativo crditos espe-
ciaos para novas conslrucQes, anda as-
sim ser menor a despeza proposta, porque
na lei de 28 deoutubro de 1848 nSo foram
aquellas igualmente contempladas, pelo
quo o governo teve de usar da faculdade
concedida no art. 53 da citada lei.
A commissSo convencida da necessi-
dade de elevar-se a nossa marinha de guer-
ra ao p que as circtitnslancias do paiz exi-
gem, o cerla como est, do esclarecido
zelo .'c patriotismo do governo, nao duvi-
dou abster-se de fazer allcraees as ver-
bas propostas, reservando-so comtudo, pa-
ra no correr da discuss.lo ofTerecer alguma
molilicacSo quo parega uecessaria. Assim,
poi-, te ni a honra do ofTerecor convertida
em projeclo de lei, a eguinte proposta do
governo.
Art. 5. 0 ministro e secretario de es-
tado dos negocios da marinha he autorisa-
do para despender com os objectos desig-
nados nos seguintos paragraphos a quan-
lia de 3,141:828,230
A saber:
1 Secretoria do estado 28:000,000
2." Quartcl general da marinha 5:313,000
3 Concelho supremo militar 4:800,000
3:020,000
cmara dos deputados approvou
hontem (19 do passado,) por 57 votos con-
tra 8 o art. addilivo que manda pagar a
pensSo de 240,000 ao soldado Jos Mariu
de Albuquerque Marauhao, desdo a dala do
decreto que a conferio.
Enlrou depois em discussSo o seguinte:
a 3'- coinmissao de orcamenlo exami-
iioii a proposla do governo na paite que
diz respeito ixaco de despeza do minis-
terio da marinha para o exercicio de 1850
4. Auditoria e executoria
5. Con o da armada o clas-
ses annexas 282:039,720
6. hilos de fuzileiros navaes 67:041,456
7. Ditos de i:nperiaes mari-
nheiros 95-516,000
8. Companhia de invlidos 17:571,370
9.* Contaduras 43:600,000
10. Intendencias o accesso-
rios 50:094,760
1t. Arsenacs 804:340,470
12. Capitanas de portos 75:219,670
13. lorca naval 1,102:395,950
14. Navios desarmados 50:OOn,ooo
15. Ilospitnes 42:809.200
16. Phares 30:139,740
17. Academia do marinha 2e:052,7l0
18. Escolas 1:724,000
19. Ilihliolheca 3:803,95
20. Reformados 40:246,234
21. Obras 216:100,000
22. Despezas extraordina-
rias c eventuaes 150:000,000
23. Exercicios fiodos
Paco da cmara dos deputados, 19 do
Janeiro de 1850.
Visronde de Baepernlij, Josif Antonio d*
lun'd/ides Castro Cundido Mendet de At-
meida.
i-oran apo'ailas as seguintes emendas :
Art. additivo. Fica pe tcncendo ans
propros provinciaes da provincia do Para,
o le reno em que se acliam os armazem
que antigaineiitc serviam ile almoxaifado
da marinha. 19 de fevereiro de 1850. J. L.
l'aes de Souza. T. Aran/ia.u
O govrno fica autorizado a organisar
urna tabella para graliflcaoOes, ou augmen-
to de comedorias aos oDiciaes da armada
que estiverem efleclivaniente embarcados
ou t p11-iii em commisses importantes.
Pago da cmara dos deputados, 19 de
feveiciiode 1850. Joo I. de F, Tenreiro
Aran/ia
uAdditivo ao ;. U sendo igualada a conta-
doiia de marinha do Para, u conladuria de
marinha da Bahia.
'i r.ii,o da cmara dos di-putatlos, 19 de
fevereiro de 1850. Joiio II. de t\ Tenreiro
A i i ti I, a >
AotjAsupprima-sea verba de 3:020,000
consignada para a auditoria e exeruloiia,
tirando estas funrcOcs a cargo do auditor
de guerra. Em 19 de fevereiro de 1850.
Comes Itiba'ro.
Art 5, Hospitaes, 42:809,200, diga-se:
47.710,400, sendo 4:901,20o para una en-
fermara no Mamullad. Ifaure de Almeida.
" Alt. 5. }> 16.--Phares, 30:139,740, di/
ga-se:40:139,740. Alendes de Almeida.
Visconde de Itaependtj, *
Ao ID supprima-se a verba de 3:803,950
rs. consignada para a biblioibrea da aiarinlia,
ficando ospoucos livrosque ah eiistem per-
lenceiuto respectiva academia. Km 19 de
fevereiro de 1850. (jomes RiMro.-
2l, Obras, 2lu:l00,0t0 rs., diga-se:
'(i: 100,000 rs sendo 20 contos para a conli
uuacao da obra do caes da Sagracao, na pro-
vincia do Marauhao. Mtnei de Almeida. .
Sanios Almeida. Jan$en do /'aio. Uoraes Sar-
ment,*
Ao 22. Despezas extraordinarias e
eventuaes em lugar de 150:000,000 rs., diga se
100:000,000 rs. tinmei Hibeiro.
Fica suppriinida a capitana do porto na
provincia das Alagas, rrvogado uesia parle
o decreto da sua creaco. F.iu 19 de feverei-
ro de 850 bornes Hibeiro.*
Artigo ad liiivn -He aulnrisado o go-
verno a mandar construir um pharol no
pudo da cidade do Desterro, man.IsnJo-o
collocar na ilha do Arvorcdo, ou no lugai
que julgir mais conveniente.--Liiiramtn-
to.
10.Accrescetite-sedando cada um
dos almoxarifes a grstifioaco de 300.000
ti.--Miranda.Lima e Siha.NuiUi de A-
guiar, ti
Art. additivo.-(ls rommissarios e es-
criviles da armada le ao os vencimenlos
correspondentes as suas graduarles.itfo-
raes Sarment.
Ao 16.Eleve-se-a 38:139,740 rs., sen
do H ut.'O.oOii r. para reparo dos phares
le lia, u!u i iui e ilha de Santa-Aune. Sun-
tos e AlmeidaJunsen du Pac.
So passa oaitigo additivo do Sr. Mo-
raea Sarniento, accrescerle-se :bem co-
mo os empregados rivis com graduales
militares do ludas as icpailices da o.sri-
nha."/Vues de Aguiar. a
Eoi appiovsuo honlrm (20 do pausado}
<>a cmara dos deputados, em prim> ira dis-
cussio paia pa.-Mir a segunda, o projeclo
que concedo a 'Jingo Kenny privilegio ex-
clusivo por diz unnos a liin de rstabelecer
n<> porto do Kio-de-Janelro um dique seccu
fluctuante.
1850.--J. /. de Lima e Silva, F empregados de fazenda em reanlo di na-
tureza dos empregoe e distancia a percor-
rer.Antonio ot lltnriaues.
a Tcrminnu hontem (26 do passado) no
senado, a segunda discussSo da fixacBo das
frcat de mar. Foi approvada a proposta do
governo, com as emendas da cmara le Mi-
norara, e adoptada para passar lerceira
discussSo.
Continuando hontem (26 dopassado) na
cama temporaria a lerceira discussSo do
ornjecto que concede ao governo no cr-
dito de cem contos de rcis para occorrer ia
despezas com a epidemia reinante, ficou a
discussio adiada pela hora depois de Tallar
o Sr. Paula Fonseca. Foi apoiada a seguin-
lo sub emenda do Sr. Paula Candido.
Se passar a medida permiltindo o esta-
belecimentodo urna aala onde ae tratem
homacotialhicamente os enfermos que o
quizerem accrescente-se com a seguinte
impreterivel clausula :
I. Qne o> medicamentos ditos homoen-
paticos sejam preparados perante urna com-
mitlBo composta : 1.* do hotnroopalha en-
carregado, e todos os mais que elle quizer
levar comsigo.
2. De um ou mais pharmaceuticos ordi-
narios, e de um ou mais mdicos ordina-
rios, isto he, da escola de Hypocrates, es-
clarecida pelas luzs da sciencia, e obser-
vadlo de dous mil trezenlos annos que
lem decorrido desde aquelle medico ate
hoje.
a 3. De un magistrado e testemunhas,que
de um e oulro lado se quizer apresenlar.
Taes medicamentos ( homrcooalicos serflo
preparados segundo o organon de llahne-
mtnn, o qual livro-organon achar-se-ha
presente para ser consultado e seguido i
risca, quandoqualquer da commiss.lo, se-
ja pe um ou de oulro lado, o exigir, es-
pecialmente no processo chamado dina-
misaeflo.
< Que todos os processos, pesos, nslure-
za de substancias etc., sorlo transcriptos
a medida que se rroceda na preparadlo.
4 .Queaagoa destillada, o assucar de
'cito, ou oulro qualquer vehculo ou envol-
vente a; resentidos pelos homii-opathas
poder.lo ser examinados pelos pharmaceu-
tirse mdicos ordinarios, ludo i vista de
lodos, para se uo suspeitar que estes os
troquem ou sophistiquem omquanto os
examinam, devendo de mais os homoeo-
palhas, se qualquer dos circumstanles o
etigirpm, ongolir al urna oilava de assti-
car, da agoa destillada, OU de qualquer
vehculo ou envolvente, afim delirar toda
a dnvnla.
5. Ser permitilo aos homceopathas
vaseolejarem ou moeiem porquantotempo
quizerem,devendo, porin, os vasos ou isso
chumado machina* serem examinados pelas-
outras pessoas, para evitar suspeilas.
Sendo reconheciilos impostores todos
aq lie lies que, lio reroiihecendo o Organon
de llahneinann, como o esleio da hornceo-
fevereiro de
Sobrlnho.
Sub emenda & emenda da commissSo.
Sendo para o pharol da ilhadaMoella
6 000,000 r.5iltln da Molla.
As 3 horas da tarde nSohavendn mais
ninguno) com a palavra, ficou a discussSo
encerrada por aSo haver casi para se vo-
tar.
En'rou hontem (21 do passado, em ter-
eeira discussSo na cmara dos deputados o
projeclo que concede ao governo um crdi-
to de cem conloa de ris pira ocecorrer
despezas com a epidemia reinante. Fram
apresenlados os seguintes arligos audi-
tivos :
O governo mandar destinar urna das
salas dn l?a>clo eslabelecido na ilha do
Iir,m-Jsiis pa>a nella se rerolherem os doen-
tes de f.-lires que se quizerem tratar homeco-
pathieamente para o que chamar o medi-
co bu mceopatha que I lie parecer mais habi-
litado. S. nM. Sarment.
Ficam desde ji destinadas para a coiis-
trureo de um lazareto na capital do impe-
rio quaesquer sobras da quantia decretada.
S. It.
Paco da cmara municipal dos deputa-
dos, em 20 de fevereiro de 1850.Antonio
Gabritl de Vaula Funceca.
> Orn o Sr. Paula Fonceca, e ficou a
discussSo adiada pela hora. ,
ii Proredeu-se volacSo do orcamenlo
da marinha, cuja discussSo ficra encerra-
da na se sSo antecedente. Fram approva-
dos todos os p-ragraphes da proposta do
governo e njeitdas todas as emendas, me-
nos a da commissSo, que d a verba dos
phares trais dez contos de res.
Entrando em discussSoo orcamenlo da
guerra, foi rejeitado um rrquermenlo de
idiamento do Sr Moraes Sarment, at que
passasse em terceira discussSo a lei da fixa-
(So das f i cus de Ierra ; e depois de talla-
ren) os Srs. R zende, Mendes de Almeida,
Pacheco, Carneiro da Cunlia. Manuel t'. II-
zardo o Nones de Aguiar, deu-sea maleria
por dislida e||rocedeu-se votacSo >
a O senado tialou hontem (22 do passa-
dojrm primeira discussSo, da lixacSo de
forcas de mar ; entrandn immediatamenle
em segunda discussSo, fallaram a respei'o
doart I." os Sis. Saturnino, Costa Ferreira
e ministro da marinha ; e sobre o art. 2 os
Srs. liipptista de Oliveira, Costa Ferreira e
ministro da marinha. A materia ficou adia-
da pela hora. >
A cmara dos deputados approvou hon-
tem f22 do passado) a emenda da comrols-
|sSoao7 do oicamento do ministerio da
guerra que ficra empatada na sessSo ante-
cedente.
Ent'ou, depois, em terceira discussSo
o prujecto de le que fixa as lrc,as de tena.
Oraram os Srs Souza Franco, Pereira da
Silva, Jolino, ministro da gueira e Paula
Candido. A discussSo ficou adiada pela
hora.
Prosrguio hontem (23 do passado ) no I palbia, quizerem ou procuraren) subsia-
Continuou, depois, a discussSo door
Qament da marinha, Oraram os Sis. San-
tos e Almeida, Caivalho Moreira, Cainej-
ro da Cunha, Ferreira Peona, Souza Fran-
co e Tosta. Foram apresentadas as seguiu
tes emendas:
Artigo additivo.-*Fici o governo autor-
siiilo a alterar a tabella dis coiredorias dos
senado a segunda discussSo da fixafSo de
forras martimas ; fram discutidos os ar-
ligos 2., 3* a 4." da proposla do governo
com a em -ii'la da cmara dos deputados ao
ultimo artigo, tomando parte no dbale o
Srs. Ilaplista de Oliveira, Jos Saturnino,
conde de Caxias, Costa Ferreira e ministros
da marinha e da fazenda.
A discussSo ficou adiada pela hora,
Terminou hontem (23 do passado) na
camai a dos dei ola los a terceira discussSo
do prujvclo de lei que fixa as lrcas de le-
ra. Depois de orar o Sr. Pacheco, fui o pro-
jeclo adoptado com a emenda da com-
HUSSao
Seguio-se a terceira discussSo do cr-
dito de cem cotilos de lis para occorrer s
despnsasda febie reinante, com as emen-
tas apoiadas.
O Sr. Dr. Jubim oflereceu a seguinte
emenda, que nao foi apoiada :
Se pa-sir a emenda addiliva do Sr. Mo-
raes Sarment .cciescente-se e nutra
sala onde os doeutes que quizerem serSo
tratados (irla uroinancia, em outra pela me-
d cia dos feiti(os dos pelos da Costa-d'A-
frica. em outr* pela medicina cabalstica
dos haikins da Peisia, em outra pelu ines-
merismo, em outra pels hydrosudopathia,
einoura finalmente pela medicine herbo-
laria dos nossos indgenas.
Fram apoiadas as seguintes emendas :
Accresrenle-se -- para fazer face as des-
pezas decretadas poder o governo laucar
man das sobras da receila, e qusndo nSo
baste, emillir apuliecs iu fazer qualquer
outia operscSo de crdito, como julgar
mais coiivenieiile. S. It. Wandeneg.
Accrescenle-se palavra bomceopa-
thii o seguinte por mdicos que le-
uliaui diplomas, quo os aulnrisem a exer-
cera medicina S. H.-l'aeh,co. *
Tomaram parte no dbala, que esleve
animado, os Srs. Pacheco. Moraes Sarnien-
to, Taques e Jubim, e ficen a discussSo
adiada pela hora
Proaeguio hontem (25 do pass-doj no
senado a segunda di-cusso das lirqas de
mar: tomaram paite no debate os Srs.
Uaplisti de Oliveira, ministio da marinha,
llollania Cavalcanti e Costa F>rreira.
A discussSo licou adiada pela hora.
Comecou hontem (25 do pasaadoj na
cmara dos deputados a discussSo do orca-
menlo da fazenda (despeza). Oraram os
Srs. A. J. Ileunques, Trrese Souza Fran-
co. A discussSo licuu adiada pela hora.
Foram apoiadas as seguintes emendas .
Ao 30-diga-se libras, inclusive a
quantia de 20 cotilos de ris para a couli-
nuacAuda ponte daalfandega da provincia
do MarauhSo, 220.000,000 rs loaguim'tMa-
riano tranco de S.
Artigo addilivo. Fique o governo au-
lorisado a arrendar a lyoographia nacional
aquem se obrigue a dar em rendlmeuto
quantia igual a que hoje rende sic estabe-
beleeer suas ideias s daquelle Allerno.
S. I! -- faula Candido.
_ Passou-se em seguida a contiuaf So da
discussSo do ornamento da fazenda. To-
maram pade no debato os Srs. Torres e
Souza Franco, e ficou a di-cussao adiada
pela hora.*
Terminou hontem (27 do passado) n
cmara qualriennal a segunda discussSo d
orcainento da despeza do ministerio da fa-
zenda. Depois tle fallaren) os Srs. Pereira
ia Suva, e J. F. Vianna, procedeu-se vota-
cSo. Fram ai provados lodos os paragra-
phos da proposta do governo, com as emen-
das da commissSo, e urna enenda do Sr.
Johim ao 29, supprimindo a quantia de
20 contos e ris de premio a con. irucSo de
navios brasileros.
Prosegu!) lo depois a discussSo do cr-
dito de cem contos de res para occorrer
as des.ezas com a epidemia reinante, en-
cerrou-so a discussSo. Poi approvado o
projeclo com a emenda do Sr. Wanderley,
q no a ntor isa o governo, para realisar o cr-
dito concedido, a laucar mSo das sobras da
receila, aemitlir apolicos, ou a fazer qual-
quer outra operscSo de crdito como julgar
mais con veniente. As outras emendas f-
ram rejeitadas ou ficaram preju liradas.
Approvou-se em seguida a resolucSo
que concede a pensSo de 240,000 lis aos
menores Tito Joo Machado e JoSo Ma-
chado.
a Entrando em discussflo o parecer da
mesa sobre a preteucSo dos segundos olli-
ciaes da cmara que pe.lem serem iguala-
dos cm vencimento e categora aos primei-
ros, propot o Sr. Carnes llibcjro o adia-
meulo at o dia seguinte. Mo se pode vo-
tar esta proposito por oSo have casa.
Coiuieou bun lem (28 do pastado) na cma-
ra temporaria a discusso do ore.amento da re-
ceila do imperio. Tomaram pane ao debate
os seoborea Paula Candido, i.rui Secco, Sil
veira da Molla, Sousa Franco e caula Santos, e
licou a materia adiada pela hora.
Fraiii apoiadaa ai seguiolei emendas c
arligos additivos :
Emendas ao paragrapho 1." artigo 9.*
Seo.lo abolido o imposto do sal eslraogei-
ro, destinado na provincia do Rio-Grande do
sul ao uso dai charqueadas, como materia pri-
ma. r.rmmdii Chaves Crai Secco. Oli-
veira Bello. J.E. de N.S Lbulo. Jobim..
Artigo additivo. fica revogado o artigo
25 da lei de 18 de ictembro de 1845, na parle
em que manda considerar como oacionaes e
subjeitas ao pagamento dos direitos sobre pro-
ducios nacionaes, os couros, charque e mais
productos do gado vaceum importados pelo
iulerior da provincia do llio-C.randr do sul,
de qualquer ponto do hitado Oriental ou dos
u n o r.-a. dos limiirophes, e o governo auto-
ruado a olabelrcrr o direiiodc transito sobre
aqueiles desses gneros que frein destinados
aos eslraugeirus, mo os que houverrm de
ser consumidos uo brasil subjeitos ao direto
do consumo.
O governo usar desta aulurisicao quando
julgar conveniente, e so depois disso se cn-
A I do correte install-rs-sa a assembla
provincial fluminense.
Ouvido o relslorio do vice-presidenloda
provincia, a mesma assembla pasanu a
eleger a respectiva mesa, a quil Icou org-
nisada da manoira seguinte:
Presidente, oSr. c.nncelhniro Moctezuma.
I Vice-preaidenle, o Sr. Das drMotta.
Secretarios, os Srs. Dionizio Feijo Jos
Azambuja.
He para notar que ao verificar os poderes
do seus membros, em a segunda sessSo
preparatoria, a referida assembla pissou
para 36.'deputado o Sr. Nuno Eulalio dos
Reis que era supplente pela apuraclo da
cmara municipal, e para primeiro sup-
plente o Sr. Jos da Cunha Barboza que
poli mencionada apuraefio, era 36. depu-
tado.
Tinham aido nomeidos: presidente da
provincia do Rio-Crande do sul, o Sr. con-
celheiro Jos Antonio Pimenta Bueno,juiz
de direito da provincia de Anadia, em Ala-
g, o juiz municipal e de orphfiot llercu-
lano Antonio Pereira da Cunha.
Ilaviam aido aprsentelos: na digni-
dad* de ircypresle da'cathedral do Pari
respectivo conego Martinbo Jos Gomes;
no beneficio que se acha vago em a do Ma-
ranhSo o minorista Francisco los dos
Reis.
Sua Magestade o Imperador dignri-se
de conceder remocSo: para a vara de or-
phflos dos termos reunidos da capital
Santo-Amaro, em San-Paulo, o juiz muni-
cipal Jos Antonio Vaz de Cirvalhaes ;-
lo lugar de juiz municipal e de orphSos dos
termos reunidos de Mogi-das-Cruzes e San-
ta-Isabel para o dos que vsgaiam pela pre-
cedente remocBo, o bacharel Cirloa Ferrei-
ra Franca.
Fra reconduzido nn lugar de juiz muni-
cipal ede orplfllos do termo de San-Francis-
co da provincia da Bahia, o bacharel llercu-
lano Antonio Pereira da Cunha.
Tendo a corveta portugueza Irl* sabido
do It o-de-Janeiro para M.co no dia 91 do
fevereiro, vnltou para aquelle porto ao
anoiteccr de 25, Irazendo a seu borlo q u i ri-
za doenioj-da febre reinante, pertencentes
sua lrpolac&o, que o seu commaudanle
tirera a imprudencia de Ir receber no hos-
pital da Gamboa, e que lomou a resoluffio
de fazer toconduzir para o mesmu hospi-
tal, depois de baver perdido, durante oa
quatro das que esteve fra, tres pracas,
dous soldados e um marinheiro.
A corveta, emquanlo esteve sobre a vela
e a bolina, fez alguma agoa pelos altos, dia
o omal do Commircio ; mas, logo que met-
teu i pope, diminulo sensivelmeute essa
agoa, e. Tundeada, eslava perfeitamentees-
tanque.
O coronel Jos da Costa e Azevedo fra
demittidoda directora do lyceu deNiclhe-
roy, e substituido interinamente pelo les-
embargsdor JoSo Candido de Dos e Silva.
Bahia ficra tranquilla, e na esperance
de ver-se dentro em poueo inicuamente
livre da febre, a qual j tinlia desertado da
capital ede alyumas outras cidades taes co-
mo a de Nazareth, onde fra to poueo be-
nigna que, em dous mezas, flzera suecum*
bira 122 pessoas.
O presidente dessa provincia designara o
dia 14 de junho prximo futuro para aelei-
rSo dus eieitores que teem de eleger um se-
nador que a Imesmi provincia ha de Ro-
mear pira substituir o fallecido visconde
do Rio-Vermelho, e o da 14 de julbo para
a eleicSo do referido senador.
Fra etlincta a reparticSodaa obras pu-
blicas da Bahia, sendo apenas conservada
a junta de engenhtiros, e passan lo as res*
pectivis escripturacSo e contabilidaJe pa-
ra a thesouraria provincial.
COMME^CIO.
lecinieulo ; e oulro siiu a motilar um dia*i tender revogado oailigo 25 da lei citada.
ro em furmalo grande, que se fiV bem, | s- R- ~ fernandes Ckaves. Ou Seeeo. Oli-
seja o enea i regado das pub: icac/us olliciaos.
Paco da cmara dus deputados, 25 de i
fevereiro de 1850.Jo6i't,
Emenda ao 30diga-se :Obras in-
cluida a quantia de 8.000,000 rs. para a con-
clusSo do caes da alian lega da Parahyba,
208:TJo"0t* Art go addaivo. O governo fara lo*
demnisar aos empregados das thesourarias
de fazenda oque selhes deva, a titulo de
graliucacSo, desde a data da piomulg.ic.So
lo art. 3o da h i de 28 de outubio de 1818.
nlliciaes de armada que esliveiem etn bar-1 Antiuio los llenriquu.
cados em navios de guerra armados. Artigo addilivo. O governo fica auto-
Pa(o da cmara dos deputadoa, 20 do Jrisdo para regular aasjudas du cusi dos I guro a respeito.
Miro I ello J. K. oVN. S. Lobato. -Jubim.
tuneada ao paragrapho 1.* do arligo y.
Fica abolido o Imposto do sal eslrangeiro
que aa provincia de *au Paulo se destina ao
consumo das faiendasde criar. S. R. .Y-
tias
* Supprima-se o paragrapho 59 do artigo 9.*
que estabclece o l.uposlo sobre os cavaiios e
bellas que ratraiu uesla cidade. -*-S. i'.. Sil-
ceira da Molla.
As febres anda reinavam no Rio-de-Ja-
neiro ; ni i.s nSo podemos dizer se com bom
ou man carcter, porque nada vimos nos
jornaes que nos habilite a emiltir juizo se-
ALFANDEGA.
Rendimentodo dia 14.....14:564,857
iJeicarreaaut hoje 15. ,
Patacho frincez-Franco/i-A'ea/er merca-
dorias.
late nacional Flor-4*-Curwip$ den.
Patacho porluguez Ahrm-I lagedo e
ceblas.
Barca podugueza Braehareme merca-
duras.
Patacho nacional Corloto loucinho,
queijos e hlalas.
Odgue inglez -- Arabetla-Farbel -- bicalho.
Brgue inglez Fathtr-Matlieu* idera.
IMPORTAg\0
f'ui/i'r-.Wal/iFin, brigue ingle-, viudo de Jer-
sey, entrado por frauquia do crreme raes,
consignado a Le bretn Schraoiiii & C, maoi-
felou o seguinte '
4,(547 barricas de bacalbao aos inesmos con-
sigualaiios.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 14.
Diversas provincias. .
S:847,47
151,477
3*98,97*
ii itii a r\r\
F.XPOUTACAO.
Dtspachot martimos na dia 14.
Liverpool, barca inglesa iinr-. toneladas : coiidus o seguinte :
50 celU< e 850 saceos com 8,913 arrobas de
assucar, 975 laceas com 5,378 arrobas e 10 li-
bras de algodo, I barriquinha coiu 1 arrobare
19 libras de tapioca, 4,000 cocos com casca, j
/



I _._.....--.........
Rio-de-Janeiro, polaca nacional /adus'ria, de
130 lanciadas. cundo/, o srguiitc :
1.357 sacros e 88 barrica coin 7.-27 arrobas
e 3(1 lluras de assucar, 1,400 melos de sola, 2
caUi'scoin II arrobas de doce secco,contend)
18 tala, r. 45 calantes.
Canal, barca neca j4**a -Margirtlh, de 339
toneladas: condui o eguinte :
100 calas c 2,700 saceos cun 18,454 arrobas
de alinear.
California pelo Rlo-dr-Janero, barca de va-
por ainrrlcan W.-J.-Peait: conduz oseguinte;
109 toneladas de carvo de pedra.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmento do da 14..... 1:821,282

RIO-DE-JANF.IRO.
CAMSIC-S NO DA 1 DE MARCO.
Cambios obre Londres .
Lisboa .
Pars .
* amburgo .
Metae*. Oncashespanhlas .
da patria .
Pefas de 0/400, velhas.
Modas Pesos heapanboei. .
> da patria
Palaees ....
A plices de 6 por cento .
provincia
28 1,2
80
335 a 330
608 a 012
30>I00 a 30/300
20/600 a 29/800
16/700 a 171000
9f0f>0
2/000
1/IJO a 1970
1/80 a 1/940
86 l|4a 86l|2.
(Jornal do Commereio.)
para o da 8 do correnta, de 400 duzias de
limas niiiica. impugnadas no valor de lS
50,030 ; 22 latas com conservas, anuraheri -
tidas a lior.lo do brigue franrez Heliopolii,
valladas coi 2i,100, lera lugar a msnhfia
15 dn corrente.
Alfandega de Pernambueo, 14 de marco
ile 1850. O inspector, Luii Antonio di
Sampaio Vianna.
-- Pola inspectora da alian lega se Taz pu-
blico que, un da 16 do eorreile, .se lia de
arrematar em hasta publica, n* pnria da
niesma, depois do meio-dia, 1 bote de
madeira com dous remos, avatiado em ris
36,000, o qual coiiduzu a mercadorias ap-
prehendidas pelo guarda Jos de Santa
-5
Anna, na cenformidade doartlgn286 do re- cife; ," 39,
Firmeza : para o resto da carga e
passageiruH, ou escravos a frele,
trata-so com o ciriito, Narciso
Jos de S.-Anna, ni praca do
Commereio, ou a bordo, mi ra
da Cadeia, n. 4o, terceiro andar
Vende-se a esema brasileira Furopsia,
de tole de 116 toneladas, Turrada de cobre e
Compadre malulo.
Sei com peiar profundo que as fehres
grissam poreslesmaltus.eteem feito victi-
mas n ii meros is.
Omeuamor humanidade, me obriga a
dirigir-vos a presente, vai lacnica, para
nSo levar lempo a ler.
Compadre, pratique e cns/nn o S"g l.: nfio se importe, com homccopalhas, nem
cu'andeiros especulativos. Logo que o su
prompta com todos os pertenoes para fa- S"'10 su achar atacado da febre, deve ou
zer viagem quem a pretender p le ir ex- ser volita lo'( este o melhor melhodoj ou
minar n bordo, a qul se acha Tundeada de-
fronte do Pasieio-Public6, e trala-se cot
Amorim Irmfios, na ra da Cadeia do Ite-
gulamcnto : sendo a arrematado livre de
direitos.
Alfandega de Pernambueo, li de margo
de 1850.--(I inspector,\Luis Antonio di Sam-
paio Vianna.
Deca rayoes.
UAHIA.
cAuaias No ai 0 de muco.
Londres........29
Pars..........330
Ilamburgo.......6%
Lisboa e Porto.....H5p. /,.
tlWMi
Oncat hrspaiiholas. 29/500
. mralenna .... 29/N00
Peca de 61400 ..... 16*800
Aovas...... iii.f'iim
M odas de 4/000. .... 9/100
Patacoe brasileiros. I/D60
hrspanhes 1/960
a mexicano!. 1/940
(Mercantil.)
vi ov monto do Porto.
/Vanos entrado no da 14.
Rlo-de-Jsnriro e parln intermedios lidias
e tris horas, e do ultimo porto 19 horas e 30
minutos, vapor brasileiro Para-mi, de 200 lo
teladas, cniniiianilante o capitao de fragata
Costa Perrlrs,eqaipageni30. Pasageiros:para
esta provincia, JmCartano de Araujr, Jo-
s Bernardo de Flguelredu e umescravo, 9
pracas de prel para o esercilo, Januarlo es-
cravo dr Juan Jos de Faria a entregar, Jos
de LimaNobre Jnior,Lu/, de Slquelra Lins,
Joaqiiiin Jos de Faria e I cscravo. Mano. I
escraro de Antonio Duarte Rodrigues, Gni-
Iherine Hrlnkinan, Allemo; J.ise Antonio
Kali lio Brndo e I escravo, Joao Francisco
A Ivs, Jos Marlins Alves, Julio Kern ira le
alnura e uin escravo, Antonio de Araujo Ara-
gao lloh-ao, Gullherinino Marques de Souza
e I escravo, I.uii Jos le Slqurira Menezes
1 esravo, Daniel Arcioli de Aievedu, Se-
bastian Antonio Cardosn. Agrario de Soma
Mrneies, Pedro Eustaquio di Silva Delr.
Fi ruando da Silva Oeli e 1 eicravo, Joa
jiiiin de Mello lloclla, Jos SiniYoiiio Masi-
iim, Antonio Honorato de Freilas Barros e I
escravo, Jobo Gomes Ferreira Velloso c mu
escravo, Leandro Ribeiro de Siqueira So
bral e 1 escravo, Archial do Espirito Santo
Menezes, Arthur do Kspilto'Santo llfiiem
e mu escravo, Antonio de Siqueira Carvalho
e 2 escravos, Prospero Dinis, Dr. Miguel
Joaquim de Castro Mascarenha e I escravo.
Brasileiros ; Joaqulin Domingos Soares, Jos
Lint de Olive-ira Axevedo, Poituguezes: para
aiaranho, Juslino Jos Fernaudcs, Portu-
gus : para o Oar, un cabo.
Terra-Piova 32 diaa, brigue inglez F.mmn, dr
107 toneladas, capilo Williain Williams,
equlpagein 13, carga 2,500 barricas de ba-
callao ; a ordrni. |Fundeou uo l.amcii jo,
e veio o capitao Ierra.
liaviti lahidul mttmo dia.
Liverpool Barca Inglesa Eilhtr-Ann, capilo
Tilomas Hunler, carga assucar e algodao
Paasageiro, o Ingles Darling Vistch.
Ideru Galera inglesa Bonita, apllo W. Kolly,
car assucar e algodao.
Caoal brigue ingle (luivn, capitao Joao
Squarry, carga assuc, Vai acabar de car re-
gar no Lainciro para ao depuls seguir via-
gem.
Obstrvacai.
Fundeou no Lameirao o brigue nacional Ale
grtti.' i
Pela segunda pcco da mesa do con-
sulado provincial se annuncia a todos os
colleclados para pagarem o imposto de
12,800 rs. creado de cbnformidade com o $
14 lo artiRn 38 da lei doorcamento n. 244
de 16 de junhode 1849, que se est arre-
cadando passivs mente pela dita seccilo se-
melhante imposto, desde Janeiro do cor-
rente anno ; o que, (Inalisado o prazo mar-
cado pelo reguNmento do Exm. Sr presi-
dente da provincia de 12 do novemliro do
anno prximo passado, se proceder exe-
cutivamente contra tolo aquello que nSo
tiver saiisfeiio dito Imposto.
A reparlicflo das obras publicas preci-
sa contratar alguna serventes para a obra
da oseada da Cadeia desta cidade, sejam ll-
vres ou escravos, paga-se a 610 rs. por dia :
quem se quizar aproveitar comparece a ho-
ra do expediente na mesma repariicio.
--Peanle a administraefio do patrimonio
dos orphos se ha de arrematar, a quem por
menos izer, o fornecimento dos medica-
mentos para o collegio dos orphSos, por
lempo de 3 annos, que hilo de ter principio
de24do presente mz em diante: as pes-
"oas.Habilitadas qui'|ijuiz^roni fa^erfes e for-
tieeimcnto poder.lo comparecer na casa das
MffOW da mesma administracilo no dia 21
do corrente, as 4 horas da tr.le. Secrr-
ttriada administracSo do patrimonio dos
orpliSos, 14 le marco de 185J. --yodo trun-
ciscv de Chaby, secretario.
smalas que teem de ser
conduzidasaos pnrtos lo nor-
te pelo vapor Paraemt, chega-
do lio 11L.- ni dos do sul, r,.-
am-se boje ( 15 ) a urna "hora da tarde.
As correspondencias que vi'erem depois
dessa hora paganlo o porte duplo al dual
horas, e, Gndas ellas, u.1o se receberSo
III is.
Com destino a i I lia de San-
Miguel.
Est a chesar do Rio-de-Janeim o brigue
portuguez Olioeira, j com a maior parte
do seu Carregamenlo, e recebar neste por-
to o restante para abarrotar : quem nlle
pretender carrngar e ir de passagem, se en-
tender com JoSo Tavares Cordeiro, na ru
do Vigario, n. 8.
-- Para o As-i pelo Touros segu, alo 15
do correte, o tingue Condescendencia:
quem quizer carregar, diiija-se a Joilo
Francisco da Cruz, ra da Cruz, n. 3, ou au
capitflo a bordo.
Vende-se o patacho ameri-
cano Romp, de lote de 126 tone-
ladas americanas, forrado de co-
bre, muito veleiro, e prompto pa-
ra seguir qualquer viagem : os
pretendentes, dirijim-se aos con-
signatarios, Henry Porster &
Companliia, na ra do Trapiche,
n. 8.
Itcpartico da polica.
EDJTAES.
O IIIm. Sr. inspector da thesouraria da
fazenda provincial, em cumprimento da or-
dem do F.im Sr. presidente da provincia de
hoje datada, manda fazer publico quo, no
dia 81 do crrenle, ira a praca, peante o
tribunal administrativo da mesma thrsou-
rari i, para er arrematada, a quem por ma-
nos fizer, a obra da conlinuacaodoces de-
nominado Ramos, sobas clausulas especiaes
ahaixo transcripta*, e pelo preco de ri
1I:3S5.000
As pessoss que se propozerem a esta ar-
remala(fln compare^aoi na sala das sessfles
do soluediUi tribunal, ne dia cima men-
cionado, pelo mtio-dia, compolentemenle
habiliUdas.
V. para ron-lar se mandou illixar o pre-
sante e publicar pelo Diario.
Secretarla da Ihesouraria da fazenda
provincial da Pernambueo, Udenraicodt
1850. O secretario, Antonio Fernira o"An-
/nmrjfe. 1
a CluumUis especian da arremalacao.
1 .* As obras da continuado do res de-
nominado Ramos sern feitas de conformi-
dadecom a planta eorcamenlo nesta dala
apresentadus ao Exm. Sr. presidente d
provincia, pelo pieco de 11:385,000 rs.
9.* Esta obra aera piincipiada no pra-
zo de dou* mezes, o concluid 11 no de 7, am-
bos conforme o artigo 10 do regulamenti,
das arremaucops '- i julhu de 1843.
S Os pagamentos da arrematarlo se-
rao feitos segundo dispOe o artigo 15 do su-
pracitado regulamento.
4.a Todos o* malrraes serfio examina-
dos pelo engenheiro antes de seren empre-
ados, e, pprovados, lavrar-se-ha um ter-
mo em que ataignaro o engenheiro e o ar-
rematante.
5.' Para ludo oais que nSo estiver de-
terminado as presentes clausulas seguir
se ln 1 ntejramete o que dispOe o mencio-
nado regulamento de 11 de juiho de 1841
Recite, 13 de frvereiro de 1850. U en
geniicin, do termo do Becife, Jos Mameti I
Aloes ter re ir 11.
-- Pela inspecloria da alfandeg so fa
llm. e Exm.' Sr. Das partes honlem e
hojo recebidas nesta reprlicSo, consta te-
reui silo presos: minha ordem. Josi!
Cuilherme, Francisco Antonio e J080 Cae-
rano de Souza, por infracciio de rosiura
miinicipal; e Fili<>pe Comes de Oliveira,
1 nr ciirrecco : ordem do subdelegado da
freeii'zia de S-Frei-Pedro-Conijalves, do
Recife os marojos inglezes Guilherme l|.-n-
riqi' s, Julio Marre, Thomaz William c Da-
niel Feide, l.ouiencn Barhoza, o preto l.uiz,
e.cravo de Antonio Jos Duarte Jnior, |g-
ncio, escravo de Carvalho & Irmilo, Jo3o,
escravo de l.uiz Comes da Silveira, e Anto-
nio, escravo de I ra eisco Raptisla de Al-
meida, por briga : ordem do subdelegado
" fieguezia de S.-Jos, Antonio Martina
da
liarbu/_, por embriaguez: e do subdele-
gado da freguezia da Boa-Vala, os escra-
vos, Antonio, pir espancamento, eoulro
do mesmo nome, sem que o motivo me ti-
vesse sido declarado e JoSo DuaitedeKa-
Lrias, 1 nr crime de estupro.
Dos guarde a V. Exc. Secretjria da
polica de Pernambueo, 11 de marco de
i50.-iilm e Exm. Sr. Honorio Ilermcto
Carneiro LeSo, concelheiro de estado, pre-
sidente desla provincia. Jo.v .A/co/u lli-
auiira Coila, chefe de polica interino.
Illm. e Exm Sr.--Das partes dirigidas '
esta repartic.lo, consta smenle que foram
honlem presos : ordem do subdelegado
di freguezia de S -Frci-Pedro-Goricalvcs, o
mirujn Cuilherme Ilemique, que se acha a
disposiQSo do respectivo cnsul: e do
subdelegado da reguezia de S-Jos, Jos
Jusiino, para aven'guacoes policiaes.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da
polica de Pernambueo, 12 de marco de
1850.Illm. e Exm Sr. Ilunono Mrmelo
Carneiro Lefio, concelheiro de catado, pre-
sidente desta provincia. Joi Nicolao lle-
gueira Costa, chefe de polica interino.
Avisos martimos.
Para o Rio-de-laneiro sahe, com a
maior brevidade possivel, o brigue nacio-
nal Sem-Par t para o resto da carga, pas-
ageiros e escravos a frele, tral-se com o
capitflo, Jos Joaquim da Costa, na praca
do Commereio, ou com Novaes & Compa-
11I1 a, na ru 1 do Trapiche, n. 34.
Para o Rio-de-Jaueirn
segu, com muila brevidade, o brigue hra-
-ileirn S.-Ivsc, 1 01- ler parle de seu carre-
gamenlo prompto para a sua completa
na'ga : quem quizer carregar, ou irdepas-
sagem, e embarcar escravos a frete, dirja-
se a Caudino Agoslinho de Ranos, na p'a-
einha do Corpo-Sanlo, n. 6e, ou ao eapifio,
Jos Ramos de Souza, a bordo.
Para o Ceara segu viagem o hiale
Novo-Olinda, de que he meslre Antonio Jo-
s Vianna, por lorj tratado parte de seu
carregamenlo: os pretendenles a cara e
passageiros, dirijam-se ao mesmo meslre,
ou ra da Cadeia-Velha, n. 17, segundo
andar.
Para o Rio-Grande do aul seguem com
brevidade o brigue brasileiro Juno e o pa-
tacho Ailrea : quem nos mesmos quizer
carregar, ou ir de passagem, para o que
tem bonscoxmodos, e mesmo para escra-
vos a Dele: trata-s* com Amorim Irmaos,
na ra da Cadeia do Recife, n. 39.
l'ara o Itio-de-Janeiro sahe,
110 dia 1j du corrente, a muito co-
*a>eai siijpvvvuna uo sniaiiucei jv I 1
publico que, asarrematicOes auuuaciada.'l nnecida e veleira barca nacional'
Avisos diversos.
Ao publico.
A mesa regedora da irmandade de Nossa
Senhora da Conceiglo dos militaros, alten
deudo a grande cilamidt le econsiernacilo,
que reina na populacho desti o> i consequencia das febres, que grassnm com
Una intensidade, e estando certa, que
esse mal snento fule ser .attenuado, e
exiineto pela bon lade do Ser !> premo, sem
duvida irritado conlra os hahitaiites desta
provincia, em consequencia ilos nossos gra-
vissimns peccados, lem resolv lo a referi-
da mesa (oledora, apresentar no da 18 urna
prociss.lo (Id penitencia, fazendn sabir a
milagrosa una.cu do Senlior Bom-J-su
dos Navegantes da referida igrejs da Con-
Ceiclo, a ser depositada na igrej* da Madre
d lieos, donle s-r conduzida em procis-
silo de lausperenne para sua L-rcja, quan-
iio, desaepravada a jus'ica divina, ces>aro
terrivel flagello da peste; tendo um ser-
mie na sbila da imagem, e outro na sua
chegada a dita igreja da Madro do Heos.
A mesa regedorra, pois, convi la no Rvm.
clero desla cidade, a.sim como a lodos os
seus habitantes, e bem assim a lodos os
Srs marilimos e consignatarios de navios,
como aquelles que oais leem sido fl igella-
dos da peste, a comparecerem pa>u um ac-
to tilo leligiosoe educante no dito dia.
A proCiSSflO salnra a meia Doi'6 : nilo p-
dem as senhoras e monillos acumpanhii-la ;
e espora a sobred'ta mesa que as Sxnhoraa
rom seus lilhosestejam nesta urcasiilo pros-
iradas ante seus oratorios a dirigir preces
ao Ente Supremo, enflo colloquen-se ns
varandas. como infeliz e abusivamente se
tem praticadn.
Acha-se;despejado o sobrado de dous
andares da praca da Roa-Vista, n 6: quem
o quizer alugar, dirija-se a mesma casa, bo-
tica de Ignacio Jos de Couto
Na ra Nova, n. 37, luja de ferragens,
(feseja-se saber se existe nesta cidade, ou
provincia, Manoel Rodrigues Vaz, filho de
Manuel Jos Vaz e sua mulher Joanria Fran-
cisca da Silva, do lugar de Castro, freaue-
zia de S.-Joilo da Itibeira, julgado de Pon-
la-de-Lima, reino de Portugal, e caso ji
nao exista e hajl pessoa de sua familia, ou
mesmo pessoa que d noticia delle, lera a
bondade de apparecer na Inja a cims; pois
que se Ihe Mear grato.
Precisa-jedeum bom cozinhpiro for-
ro ou captivo : na ra do Torres, n. 20.
Precisa-sealugar dous prelos : na ra
da Concorlia, n 12, refloco.
Aluga-sc parle do pnmeiro andar do
sobrado da esquina da ra da Senzalla No-
va, 11. 42, muito arejado, e nfio he devacada,
por preco commodo, e que he propiio para
pequea familia,ou hoiiem solteiro, por
constar de urna grande sala, urna alcova e
cozinha.
D. 11078 Prima Feliciana Calvfio, viuva
do fallecido Marcellino Jos GalvSo, faz
sciente os credores do seu finado marido
que aprsentelo suas enntas no prazo de
oito das, contados da publicacfio desle em
diante, para seren conferidas.
Diogo Paulo Gec faz publico que no dia
16 do iroximo passado selembro, fra fur-
tadn, na villa do Porto-Calvo, um seu ca-
vallo ruco*, capado, gordo, cauda comprida,
com ferio no ladouireilo. Este cavado ti 1
zem que foi furtado por um tal Silva, o
qual seguir, com elle para Pernambueo, pa-
ra datn einb ncar para a Rabia. O aiinuti-
ciante ruga a polica que nfio Ihe d passa-
porteeoiguantoelloiiflo entregar o caval- fr~a'deVdVo klltociirnitit.
lo. Este immem he de eslaluia baixa e
costuma andar de oculoi.
Aluga-se o armazem do sobrado n. 23,
na ra do Sol : a fallar com Jos Cypiiano
de MiirarsLia, no largo da assambla, ca-
sa n. 8.
purgado, c terminado oefTcitode una, ou
outra Coosa, deve tomar cozimentos 011 xa
ropes para transpirar lum. Esle he o meio
de tratar bem estas febres, que cedem, son-
do o tratamciilo appiicado rio principio do
mal. tmquanto aos simples emprega los,
como purgantes, vomitorios, ou sudorfi-
cos, islohe, xaropes, l vai: vomitorio
de ipecaeiianha preta, eu de cabacnho, mas
ques'ji feito por pessoa que entenda, e
nfio carregue a tnSo, purgantes de azeile de
carrapato lavado, de pinhfio, da gomma de
batata, etc. Os xaropes de'quina-quina, do
olhos do larangeiras, etc. Compradre.
alm deste tratamento, he de notar que he
preciso muito resguar lo, pj|o menos de
do 12 das, em que nfio se apantle sol, nem
cliuva o nem soreno. Durante a molestia o
doente nfio leve lomar snilo cabios de
guilinha, sem farinha, e depois que a fe-
bre se retira, deve comer soupa, pouca,
frangoou gailinha, o note que muita gen-
te tem morrido por causa da comida, em
rasflo das febres deixarem gran le fome, e
porque a dehili lado lie grande, qualquer
purefio maior de comida causa indigeslfio,
e cons ![ientemei..t a recahi la, que sem-
pre he rnail fatal do quno pnmeiro ataque.
Adeos, comnadre, faca o que llie diz sen
compadre Amigo do Fidegoso.
Feliciano Joaquini dos Santos Jnior e
Amaro Jos Ferreira vfio ao Rio-Grande do
norte, levando em su 1 compjnhia o seu es-
cravo Rene lito.
-A abaixo assignada previne a toda
qualquer pessoa que nfio trate negocio
algum cun sen marido, JoSo Kreme, por
isso que pelo juizo competente tira ella de
prova'r a incapaci lade que elle tem de re-
ger o< bens de seu casal: e para que nin-
guem se chame ao engao, faz o presente
annuncio. Anna Mara Krone.
--ltogi>-se ao Sr. D. W. Raynon o favor
de apparecer na run da Cruz, no Recife, ar-
mazem n. 62, que militse Ihe desoja fal-
lar a negocio, o por se ignorar sua mora-
da, he que su faz o presento annuncio.
Descucaminhou-se, do poder do abai-
xo issignado, urna lellra da quantia de
500,000 rs. aceita ha 3 mezes, em 18 de
levereiro do corrente auno, pelos Srs Fran-
ca & Irrifio, a favor do m muranle, cuja
ledra lica sem vigor algum, por j se ter
prevenido os aceitantes, e estes haverem
neta dala passada outra da mesma quantia.
Manoel Carneiro Leal.
Precisa-sc de um amassador para urna
pa.laria : na ra da Senzalla-Vellia, n. 96.
Casimir Garnier vai a Franca, or isso
ruga as pessnascom quem tiver contas de
Ibes apresentar nestes oito lias.
Agencia da pasta portes
Tiram-sepassaporiespara dentro e fra
do imperio, e cnrrem-s* folhas para prelen-
C<3es : na ruado llangel, 11. 57.
Quem precisar de urna ama secca para
ogervico de nina casa d 1.......1 solteiro,
dirija-se to paleo do Terco, n. 137.
Precisa-sede una ama de leite : no
Aterro-ds-Roa-Vista, n 48.
~ Precisa-s de um caixeiro de 12 a 14
anuos : na ra da Senzalla-Nova, n 9.
Aluga-se um preto possante para ven-
der fazendas na ra em um taboleiro : que n
tiver. dirija-se ra doQueimado, n. 46.
Preeisa-se de um capellfio para o en-
genhoS.-Rosa, olTerrcen lo-sc mesa, ou sem
ella, e bnm or leado, com a condiefio de
acabar de ensinar um pi queno : na na Au-
gusta, no segundo sobra lo dos do Mumz,
a enteiider-se com Jufio liapi i-la de S
V Precisa-so de serventes de pedreiro :
no aniiazi-m do Sr. Torres, no porto das ca-
noas d rita Nova.
Precisa-sealugar urna ama que saiha
enzi ihar e engomniar : na ra cstreila do
Rozario, no primeiro andar do subrado,
passan loa botica doSr. Paranhos.
Aluga-se urna casa terrea na ra do
Cano. n. 24: a tratar com Jos Cyprianno
de Moraes, no largo da Assembla, n. 8.
Na ra Nova, n. 58. luja, se dir quem
da a premio 300, 400, 500 o 600,000 rs., com
hypotheca em casas terreas. Na mesma luja
vende se urna carroca paia bol.
(UTerece-se urna ama para casa de ho-
mi'iu solteiro, 011 do pouca familia : na ra
da Pmia, n. 3, confronte a ribeira do peixe.
Aluga-se um ninleque bom enzinheiro
para casa de um hnmem solteiro, ou es-
trangeiro de pouca familia : na ra das Cru-
zes n. 10.
Segunda-feira, 18 do corrente, s 4 llo-
ras da tarde, na praca do doulor juiz de or-
phfius, .-o ha de arrematar a taberna que foi
do finado Munoel Vilgues, na Ponle-de-
|Uchia: os pretendenles aiitecipadarr.ente
- Joaquim Martins Horeira vai a Portu
pdem ver os fun ios que a mesma tem pe
lo escriplo em po lr no porteiro.
Na ra do Rangel, venda n. II, preci-
la-se lugar um'preto, ou preta que saiha
cozinhar o diario de urna casa. Na mesma
ven le-si manleiga franceza, a 240 rs. pro-
pria para lempeiro.
-Firmino Jos Machado dcixou de ser
caixeiro de Francisco Sirndes da Silva Ma-
gal.
O Sr. Manoel Pereira de Cutro lem
cartas, vindas de Portugal, na ra do Ran-
Fr. Jofio Capistrano de Mendonca lem
aberto, na ruadas Cruzos, n. 18, primeiro
andir, um curso de geographia, chronolo-
giae hislona. e outro de rhotorica e poti-
ca : as pessoas que quizerem frejuentar
qualquer desla aculdales, pdenlo diri-
gir-se mencionada casa a qualquer hora.
A mesa regadora da 'mandado do Se-
nlior Rom Jess dos Passos, nfio pudendo
vencer todas as difllculdideg que tem sobre-
vindo, por causa da febre reinante, resolveu
transferir a procissfio do mesmo Senhor,
que devia ter lugar a 15 do corrente, para o
lia 22.
loaquim l.oposda Cruz pretendendo rett-
lliar os gene.ro* e utensis do sua taberna na
praca da lina-Vista, junto a botica do Sur.
Mnura, domingo, 17 do corrente, s 9 horas,
convida a todos os seus ere lores e algum
Srs. que pretenderen! alg jos dos gneros,
para se acharom em dita taberna, no sobre-
dito dia.
Precisa-se de'um caixeiro de 12 a 14
annos, prefe.rindo-SQ dos ultiniamonte cli ;-
ga ins-da cida le do Porto : 111 run 1 Ca-
deia de Santo -Antonio, n. 2, primeiro an-
dar, achara com quem tratar, desla o meio
dia al s 6 horas da tarde.
Maqoel los Soledade emh*rc para
fra da provincia sua eserava Rrasiliina,
crioula.
Precisa-so de dous amassa lores que
sejam peritos em seuoflicio : paga-se bem,
agradando : em Ulinda, palana do Vara-
doo.ro,
Joaquim Francisco Duarte, tahellifio
interino das hypolhecas, mudou sua resi-
dencia c catoi 10 da ra Formosa para o tim
da da Urufio, ultimo sobrado.
(I sitio da Ponte-de -Celina, contiguo a
olaria denominada S.-Pedro, preoisa de um
feilorsom familia e idoso : a tratar no mes-
mo sitio.
Unacio deS Lopes Fernandas vai a
Portugal traanle sua san le.
Precisa-se alugar tres ou quatro escra-
vos para trabalharem de enxada oum sitio :
quem os tiver 1 le apparecer no principio
Ja estrada dos Al)lic>os, primeira casa ter-
rea do lado esqueido, para tratar do a-
jusle.
I'recisa-se alugar um preto para andar
com taboleiro ue fazendas na ra venden-
do em companhia de um homem : a tratar
na venia da ra da Cadeia do Recife, n. 25,
defrnnto ao Recen-Largo.
Offercee-se urna ama branca para cria-
.au de urna chanca, a qual tem bastante
leite e he desempedids por Ihe ter morrido
a crianca com 8 dias de nascida : prefere-se
casa eslrangeira : no Aterro-da-Boa-Visl,
fabrica de caf e c.iocolale.
Mubilias de aluguel.
Alugam-se cadeiras para bailes e olTicios,
tamhem se alugam mobilias a vonlade do
alugadur ; na ra Nova, armazem de tras-
tes, defrunte da ra de Santu-Amaro, n. 59,
No pateo da matriz de Santo-Antonio,
sobrado n. 4, tiram-se passapoitcs para
dentro e fra do imperio, despacham-se es-
cravos e correm se folhas rom a maior bre-
vidade possivel, e por diminuto pretjo.
Pedro Carlos da Costa Cabral, doulor
em medicina, chegado recenlemcnlc a uta
capital, reside na ra da Cnnceicfio, So-
brado 11 8, onde pode ser procurado a qual-
quer hora do dia, dando consultas gratis
aos pobres pela manhfia.
Ovas do serlao
He chegado alguns pares deste excel-
lente pelisco : na ra do Queimado, luja de
ferragens, ti. 14.
~Precisa-se de um pequeo de 14 ala
annos para caixairo de urna venda, o qual
d li 1 lu- a sua conducta : em Fra-de-Por-
tas, o. 86.
Precisa-se alugar um preto para bolar
sentido a urna pequea casa de campo : na
ra do Trapiche-Novo, n. 10, casa de Jones
Patn & Companhia.
0 Alugam-se evendem-se as verda- y
<\j deiras bixas de Mam burgo : na praca a
j da Independencia, n. lo, so voltar
m para a ra das Cruzes. ?
O O
3<>*f5Gftrt>r?r&C> t*^
*
Compras.
Pommalcau, cutileiro,
110 Alerro-Ia-Boa-Vis-
ta, 11.I6,
previne a lodos os seus freguezes que se
he faz preciso fazer agora una viagem al
a Franca, e dvixa a tesla do .-cu eslabeleci-
menlo o seu i flicial, o Sr. Keller, para o
supi rir durante a sua ausencia, e por seus
procuradores, os Srs. Jufio Pedro Adour &
Companhia ; assim romo pede a todas as
pestoas com quem tenha contas, deas vi-
re ni finalisar 1 orales dias.
A pessoa que Ihe faltar tres ovelhas.
..a. ..M.. a..11 .. ,,...,.- .......nM- Si_.,_
Precisa-sede urna preta que saiha re-
finar assucar : na ra da Alegra, n. 42
-- Precisa-se de um caixeiioqueseja ca-
paz, e d Piador sua conducta, para um de-
posito de pilo o bolacha: no pateo da S.-
Cruz, padaria n. 6.
Segunda-feira, 18 do corrente, vfio a
praca, porta do Sr. Dr. juiz de orpbfios,
os 11 a.-tes e escravos pcrlencentes a heran-
ca j cen e de Gabriel Concalves Lomba.
~ Resappareceu, ds ra da Urufio, um
carneiro mocho, todo branco, com a ore-
Inaesquerda golpeada, e a direita com um
recorte, com a 19a curta, por ter sido tos-
queaJa ha pouco e muito bem tratado : gra-
tifica-se a quem der noticia, ou levar o dito
carneiro a dita ra, na ultima casa do lado
do norte,
-- Aluga-se um moleque para o servico
de casa, o qual sabe cozinhar o ordinario :
na praca da Independencia, n. 1.
Precisa-se de urna ama forra ou capti-
sendo una deltas mais pequea, dirija-se va para lodo o servico de urna casa de dou-
aos Afogados, ao pe da ponte, 11. 6, que, ca ramilla : na ra eelreita do Rozario
dando os siguaes, Ihe sorfio entregues.
0.37.
eelreita do Rozario,
Con pram-se 1 ou2cachorros pequeos,
sendo dos de fila : quem os liver para ven-
der, leve-os ao principio da estrada dos Af-
ilelos, primeira casa Ierres, do lado es-
quurdo.
Compra-se toda a qualidade de trastss
usados, e tamhem se trocam por novos: na
ra Nova, armazem de trastes, defronle da
ra de Santo-Amaro, n. 59.
Compra-se um roquete de esguifio ou
hrotanha muito lina, de lavarinto, ou da
outra qualquer fazenda lina, mas que seja
bordado eobra de bom posto: na ra No-
va, n 35, se dir quem compra.
Compram-se diarios ou outra qualquer
qualidade de papel de embrulho : no pateo
do Terco, n. 13.
Compra-se um preto de nagfio, com
tanto que nfio seja do millo, embora seja
de nutra provincia : na ra da Senzalla-Ve-
llia, II. 96.
Compra-se um par de brincos do ou-
ro, sem leitin : quem tiver annuncie.
Compra-se um preto canoeiro : na ra
do Brum, casa da esquina por detrs do ar-
senal de iiiiuiiuii,
Compra-se ouro e prata sem feitio: na
na ra Veiha, n. ai.
Compra-se urna canoa de carreira, da
um s pao, usada, mas em bom estado, e
que seja maneira, de modo que quatro ho-
mens a possam transportar para qualquer
parte : quem tiver annuncie por esta rolha.
Compram-se duas rotulas: nesta ty-
pographia, ou na praca da Independencia,
livraria na. 6e8. _____________
Vendas.
Oleo de 111 mona.
Vende-se oleo de mamona ,
a i,44o rs. a gana, e em porefio a
1,380 rs. ; na ra das Flores,
n. ai.


''
Vendem-sc queijos do reino, os niais
novos possivel, a 1,120 rs. : na ra Direits,
n. U.
Ycndem-se relogios de ouro
e prata patentes para algibeira ;
panno azul para capotes de tropa,
por preco milito em conta : en
casa de Russell Mellor? & C'om-
panhia, oa na do Trapiche, n. 11.
Vende-seo novo mappa geographico
de Portugal, em grande formato, gravado,
dividido por provincias, dislrictos, admi-
nistrativos e concelhos, conforme a ultima
lri da divisSo do territorio, e cotendo
demarcagllo dos paizrs vinhateiros no Hon-
ro e Bairrads, as estradas militares, todaa
as Ierras e lugares notaveis, com designa-
gao daquellas em que ha corroio ordinario,
a escaladas distancias das Ierras prin'ci
paes entre si, o mappa dos concelhos e n-
meros dos fogos de que se compSe cada
districto administrativo, conecto e me-
Inorado em todas as suai especialidades
segundo as alleragoes que tem liavido at
hoje : na ra da Cadeia-Velha, loja de li-
vros, de Carduzo Ayres.
Vende-se um pianno inglez em bom
estado, por prego commodo : na ra Nova,
n. 35..
Vende-se urna hurra ingleza, por pre-
go commodo: na ra do Trapiche, n. 14.
Yendrm-se os melhores charutos col-
gados da Babia, ha poucosdias : na ra da
laririj do Recite, n. 48, cusa de Augusto S.
Corbeit.
Vendem-se dous lindos escravos, sen-
do um moleque de 18 an.ios, e o nutro lie
bom canoeiro ; urna linda mulalinlia reco-
ilu ';i, ptima para servir a tuna familia, por
saher coser, engommar e fzer lodo o mais
servigo com prifeigilo : na ra do Itsngel,
n. 57, sobrado.
FarinJia do mandioca.
Vendem-se pennas deema ; muilo boa fa-
rinha de mandioca :.ludo por prego com-
modo: na ra do Queimado, n. 14.
Vende-ae a taberna da roa
do Padre-l'lorianno, n. 7 a, com
poucos fundos, e que regala 10 s
1 a,000 rs. por dia : a tratar na
alfandega, das 9 horas da manbaa
as 3 da tarde, com Joaquim Fran-
cisco Franco.
Rua doCollegio, n. 9.
LTfiRASDOUlO-DE-
JANE1R0.
20:000,? 000
12.a DAS MATRIZES.
I
l
Pelo vapor S.-Sebnstiio, sabido do ;
Rio-de-Janeiro em 16 du pastado fe- ~
vereiro, chegaram billietes e cautelas
desla lot.ria, que devia extrahir-se
no dia 22 do mesmo mez.
i*
mwnm4tl W rrttm&cy*?S
Vende-se um bonito cscra-
Aos amantes des bous
charutos.
A nova fabrica de charutos do Alerro-da-
Boa-Vista, n 77, jurtoa matriz, araba e
chegarum grande e variado sortimento d melbores charutos que teem vindo a este
mi-i cu .lo, de entre os quaes sflo dignos de
especial m ensilo os
Imperias-regalos,
* Csvslheiros,
A fsma-voa,
Primores,
Senadores a visla faz fe,
Encantus de la llavana,
Inlegridade,
Imperiaes-Areheiros,
Reija-FWr,
Venus,
Regala de S.-Felix,
Lanreiros,
Senadores-Boa-Fa ma,
llgalos e mimos de yaya,
Fluminenses,
Deputados,
Imperiaes,
Regalos-de llavana,
Quem-Fumar-Sabei,
Liberaes,
Archeiros,
Populares:
estes cha rulos, alm de sprem fabricados
com fumo da mais superior qualidade, s3o
reitos com a maior delicadeza 0 perfeicilo,
por elles se v os progressos que tem frito
a arlo na provincia da Bahia : os hons fu-
mantes, dirijam-se a fabrica mencionada,
onde poderlo fumar uonse mais barato do
que em outra qualquer parte.
Xarope do bosque.
GRANDE CCRA. ,
Nao podendodeoniramaneirafaier mais pu- uas, para engenho; machinas de
bM?veaT^^ ferro batido
coado, de todos os tamanhos,
para dilo.
Vende-se urna caixa de tartaruga, to-
propiit paia pie-
vo,quehe muilo bom tiahalhador
de campo, pelo barato preco de
35o,000 rs..- o motivo por que se
vende se dir ao compredor: no
Hospicio, casa de D. Francisca
Thomazia da ConceicSo Cunha.
--M Thearde, modista francezt, na ra
Nova, n. 32, recebcu pelo ultimo naviu vin-
do de Franca, um rico snriimento de cht-
I eos algodSo; capelli-s de limes para balese
casameulos ; sarja achamalulada du pura
seda ; frma-ropa para chapeos ; enfeitcs
e miud zas para caliera, muito ricos e n 0-
dernns ; haleias para veslidos ; rspsrtilhos
de todas as qualidades, de molas e sem cos-
turas, de urna nova iovencSo e muito com-
modo ; bloude e lendasde linho ; e outras
muilas colisas de bom (rosto, que se ven-
den) muito em conta. Tambern sempre se
fazem no ultimo gusto volidos para bailes
e casametitos, dilos de montana, mante-
letes, capolinhos e vizilas, de padtoes
muilo modernos e anula niio vistos aqui.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na I.aliit
Vende-se em rasa de (i. 0. teher & C.
*a ra da Cruz, n. 4, tleodSo trancado
dtquella fabrica, muito proprio parafaceos
de iissuoar, roupa de escravos e fio proprio
Pra redes de pescar, por prego muito com-
modo
Chegaram novamenle ra da Sen-
zalla-iS'ova, 11. 42, relogios de ouro e prata
palele inglez, para homem e senhora.
AGENCIA
da fundico Low-Moor,
A ISA SI.NZALT.A-NOVA, N. 4a.
Neste estabeiecimento conti-
na a havemm completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
-Vende-se resina de angico, as lbrate
i>m porcffo : na ra da Cedis, loja ile J0S0
Jos do Carvallio aloraet.
Novo sortimento de fa-
zendas baratas, na ra
do Crespo, n. 6, ao p
do lampean.
Vende-se cassa-chita muito lina, de bo-
nitos padroes,- cores llxai e com 4 palmos
de largura, pelo barato preco de 320 rs. o
invado ; cassa fraqceza de quadros, multo
fina, a 960 rs. o covado; risoadinho de lis-
tras de linho, a 240 rs. o covado,- brim de
a Itfodf.o de cores com listra ao lado e de bo-
nito! padroes, a 320 rs. o covado; brim
pardo claro, 1,500 e 1,600 rs. o corte de
duas varase urna quarta ; casa* preti com
ramagem branca, para lulo, a 140 rs. o co-
vado ; zuarle de cores, com 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dito azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado; risea-
do monstro, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos padroes e cores fixas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de tarUtana, a 500
800 rs,; cobertores de slpodSo america-
no, muito superiores, a 640 rs.
A bordo da brigue S.-ioi, che gado
prximamente, vende-se fsrinha de man-
dioca de superior qualidade, e por menos
preco do que rm outra qualquer parle: os
prelrndenles dirijan.-se a bordo do dilo
brigue, fondeado defronte do arsenal de
guerra, ou ao Itecife, ra da Cruz, n. 66.
Vende-se superior farinha
de millio em porcSea e a reUlho,
tendo de todas as qualidades a
vontade do comprador, e por pre-
co mais commodo do que em ou-
tra qualquer parle: na ra do
liimu, n. a8.
de nina na estacan, como a que lem sidu es'les
ullimoi me/ra, lempo cinrjueprinvipiei a CU*
de uina riieruiidnde bstanle grave
rar-me
queja a mais de nove meies a sullri
Uina Impertinente toase que fe-ine patas '
baslantei iioilrs sem quail poder reconciliar o
Miaa : nao obstante <|ue srinpre eiliresse rm I
uso de remedios nunca pude ver-Ote livre de '
lao afllicliva molealla, a (onlinuafao da tosse
acarretou me oulra moleslia, que juntas cau-
savam-me tantos soli'rliuenlos, a tal poni nue
julguei mullas vezes o faial termo de inlnlia
existencia, que era na occasi da losse vi-
reni-nie vmitos de langne vendo-mc iirssa
Irisle siiu.n "ni pnuro rsperaucosa, ouvi fallar I
e fui aconselhado que lomasse o Xarope do bnt* '
que que se vende na rua do Hospicio, n. i|0'
naotive logo muilo denejo de o tomar, nula
primeiro ouvir o cons lito de algum professor
diriRl-inc a um bem aeredii.ido nesta corle!
expus-lhe o estado de mii.ha niolealla, envi'
me, e dlsse-me que o mru mal necessiiava ser
curado com Uaslanle cuidado, porque era mo-
lestia que de em pouco lempo se lomara mui-
lo mais grave, prigunlel-llir o que uizia do >a-'
rope do bosque se seria bom, respondeu-mc
que fliesse uso delle, pois que julgava o muilo
conveniente para miulia cura ; fllrigi-me im-
mediaiamente sobredita casa da rua do Hos-
picio, n. 40, coiujirei urna garrafa do dilo xa-
rope, assim que cheguei uiinlia caa tumi i
una die deilc aempre precioso remedio, por
mesmo na casa do professor ler deitado em sua
pre.-enva urna poreo de saugue, e muilas ve-
zes llve este ataques as mas e em casas de
alguna dos uirus amigos que se admiravam
como eu anda poda viver com seinrlbaule
moleslia ; conliniiri a lomar com a graca Dos, e o bom elleito que prodmio o xarope
do bosque, em menos de oilo dias ja nao dei-
tava mais sangue pela bocea, a li.ise ja era
mullo menos, ja poda dormir sottrvt Imeiite,
conlinuei sempre a usar do xarope, nao preci-
sei mais do que duas garrafas deste precioso
remedio para ver-me peif. llmente bom sem
o menor Incommodo, e reslabelrcldo ao meu
amigo estado de sade do que poucas espean-
f as ilnha da reruperaco della, o que agora
posso duer sem lisonja, que o xarope do bos-
que he um insigne remedio contra as moles-
lias do pello, pois que ames do uso di lie coiu
neuhum dos que lome! acliel o menor llivlo,
poico, com o xarope do busque achel o aue
jateara perdido, qur rra miulii samie.
Ksia minha declararan foi frita d inlnha
muilo livre vonlade. e oUerecida aos Sr. pos-
suldores du xarope do bonque.para ser publica-
da da manelra que Ihe convier.para que todas
as pesioas que livereui a infr|ilade de aoRie-
rein o que eu soflrl, sabereui anude hao de
acbar o allivio de stut tuaka assiiu como tu
achel.
da encasloada de ouio,
sent : na rua Velna, n. 51.
Vende-se urna
canoa aber-
ta que caneca um milheiro de li-1,""^ "'" l'"n,odfi i0t ,8a""us' d"
.' .o Ir ligura.propnopara pagem, porser mui-
A 9^000 o corte.
Vendem-se cortes de cassa-chita, lina, de
bonitos padiOes e com 6 vaias e meia, pelo
diminuio prefo de 2,000 rs. o curte : na
rua do Crespo, n. 6, loja ao p do lampeSo.
I ai rio novo a 5,500 rs.
Vendem-se saress grandes com 3 arro-
bas de fardo, chegadas no ultimo tu.vio
de llsmhurgo : na rua do Amorioi, n. 35,
casa de J. J JftIMO Jnior.
Osmeinores charutos de
S.-Felix.
S9o cttegados os melhores charutos de
S.-Felix : na rua do Queiniado, n. 9, loja.
Ovas do sertan.
Vende-se este excellente petisco na rua
do O.ueimado. n. 14, loja de ferragens.
Vende-se vinho do Porto muito supe-
rior, em barris de quarlo e quinto ; farinba
de Irigo de ludas as qualidades e em meias
barricas ; relro? do Porto, prlmeira qusli-
dade : panno e meias de linho ; arcos para
barricas ; farinba de mandioca em sacras
grandes e a garnel a bordo da sumaca 1.-
S.-do-L'arn.o : ludo por preco commodo:
na rua do Vigario, n. II, primeiro andar,
casa de Francisco Alves da Cunha.
Antigo deposito de cal
virgeni.
Na mado Trapiche, n. 17, ha
muilo superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
* rados de ferro.
Na fundieflo da Aurora em s.-Amaro ,
vendem-se arados de ferio diversos mo-
delos.
Na rua do Qucimado, n. 14, se dir
qncm lem para vender urna preta de 20 a
22 anuos, de bonila visla.aqual ro/inbao
ditrio de urna casa, com algum ptiucijio
de engommar e lavar ; bem como unta par-
da di: 25 anuos, que engoman, lava e cot
rdia ; um pardo de 10a 18 antius. de booi-
Taixas para engenho.
Ni fundicSo de ferro dt roa do Brnm,
icaba-se de receber um completo sortimen-
to de tainas de 4 a 8 palmos de bocea, as
quaet tchtm-te a venda por prec.o com-
modo e com promplidSo embarcam-te,
ou carregam-seem carros sem detpezasao
omprtdor.
Tecidos de algodao tran
cado da fabrica de To-
dos-os-Santos.
Na rua da Cadeia, n. iSl,
rendem-te por ttactdo duas qualidades,
propriat para stecot de tssuctr e roupa de
escravos.
Potassa da Russia.
Vende-se superior potassa dt Russit, dt
mais nova que ha no mercado, por preco
commodo: na rua do Trapiche, n. 17.
Farinha nova de S.-Ha-
tlieus, por pre^o imii
to commodo '
vende-se a bordo do patacho na-
cional J'mi'zade- Comante, entra-
\ do 1 ti('ltemeule daquelle porto,
e Tundeado em frente da escadi-
nha do Collegio, ou a tratar com
Alachado & Pif.beiro, na rua do
Vigario, n 19, segundo andar.
Deposito de Potassa.
Yende-se multo nova potassa
de boa qualidade, em borriszinbot.
pequeos de quiltro arrobas, por
preco barato, como ja ha muito
lempo se nao vende: nc ltecile,
rua da Cadeia, armazem n. la.
_ Vendem-se bons queijos londrinos
ditos de prato muito frascaes e de superior
qualidade, presuntos inglezet para Jiam-
bre, dilos porlugue2es para panella, Islas
com 9 e4 libras de mermelada, ditat com
bolacbinba de l.icha, ditas de sardinhs, di-
las com hervilbas, frascos com conservas
ingtezas, queijos de qualha viudos do Cea-
r, por barato preco, manas de toucinho
inglez de fumeiro.de 7 a 8 libras ctdauma,e
oulros muilos gneros de boa qualidade :
na rua da Cruz, no Itecife, 11. 46.
Moendas superiores.
Na fundicSo de C. Slarr A Companhit',
em S.-Ainaro, acham-se a venda moendas
de canoa, lodas de ferro, de um modelo e
constriiceo muito Isuperior.
Vendem-se relogios patentes, tanto de
ouro como de prata ; tranrelins de ouro e
prata ; aunis de ouro; pennas de ouro
rom canelas de prata ; aboloaduras de ou-
ro; canelas de prata : ludo por prefo com-
modo: na rua do Trapiche, 11. 44, arma-
zem.
-- Vendem-se pr^as de madapol.lo com
20 varas, com algum toque; a 2,50) e 2,600
rs. e 1111 po a 2,8< 0 rs., e varejudo a 7 e 8
vinlens ; peca-de dulas, 1 rop las tiara es-
cravas, a 4.200 is ; ditas de algodSozinbo
com 20 jardas, a 2,240 rs. um Tule du To-
tear lu mitas : por detrs do Ibeatro vo-
ltio, n. 20, primeiro andar.
Vendem-se velas decarnaba, chegadas
ltimamente do Aracaty, sendo estas as
niais superiores, pea su* dura(!to e boa
luz, a 320 is. a libra : na rua estreita du
Itoztrio, n. 8.
Vende-se um bonito escra-
vo, bom canoeiro ; duas
apHHHBaaMeKk.-.'isi
r- -
~ Vende-se um casal de mualos claros,
ambos com meiiot de 95 tnnos, sem vicios
nem achiques, por so proprio para enge-
nho, porque o mulato lem pralica desse
tervifo, he bom ptgem, enlcnde da sapa-
leiro, e he bem tpe. mtlher enlende ptimamente de engom-
mar, coznhtr, coser, lavar e ensabotr: no
itrgo da Assembla, n. 8, te dir
vende. '
quem
..I.", f ie,n' rut d, Cruzes, n. 22,
segundo andar, urna criout. do 18 tnnos,
,1!..c r. e-,com '8umts habilidades;
duasd.l.squ.iandeiras,e que cozinhara o
V .* ;a: Um lind0 mulalinho de
IS annos, ptimo para pagem.ou para oftl-
CIO*
Veodem-se dous escravo de bonitas
ligurss, e que s8o bona carreirog ; 2 mule-
quesdeiO a 18 annos j 4 negrotas muilo
lindas, que cosem e engommani 3 escra-
vos de todo o tervico: na rua. Diretta, n. 3.
Vendem-te, na rua da Madre-de-Dos,
n. SI, balatat Trncelas, a 600 rs. o gigo.
Vendeoi-se dout consolos e urna mes
de Jacaranda : tudo com podra e dojnoder-
no gosto, por prero commodo : na rua do
Vigario, n. 25, segundo andar.
Vende-se urna ezcellenU carteira de 2
ftces, em muito bom estado e forte, propria
para uw eacriptorio: na rua da Senzalla,
n-42, primeno andar, de manhia al at 9
horas, e do urde das 3 al as 5.
Vende-se utpa eteraya de naSo, de
20 anuos, que cozinha b-m o diario de urna
casa e Taz lodo o mais tervico : na rua do
t.ivramentu, n.28.
Bezerra fr.mcez.
No Aterro-da-lioa-Visla. loja n. 58, ven-
leso bezeno francez, muilo g.ode.de mui-
to boa qualidade, s.MPrs. a pe le; e
courodeluattode^uptrior qu,|i.,e.
FciiVos Fogitfos
1 lio-
na rua
jlos, por barato preco
picio, casa de D. Francisca
mazia daConceieao Cunha.
>-Vendem-se amarras u urro :
Ja Scn/allii-Nova, 11. 42.
Venderte um mulaiinbo de II annos;
um moleque da mesn.a idade, mnitosadio,
e que he prupiio para qualquer i licio : lu-
do barato, (orter de uina pessoa que lem
necessidade de liquidar : na rua larga do
Ituzurio, n. 35, loja.
Vendem-se girrafas com rap rollo
hamburguez ; luvasde torc,al de seda, pie-
lase liraiicos, para seitliora e meninas;
n.eias de seda pida de peso para senhora,'
e para padres, mulle eucnrpadas ; o eias
de seda pata hoinem, curtas o da mrsma
qualidade ; luvas de seda prcta rom buira-
Cha no i unhu ; un s 1 ara meninos e
ninas, de Igualo, 12o, 160 e 200 rs
rus du Cadeia do Itecife, n. 15, luis
Hourgard. '
-- Vendem-se sarcas com milito de
qualidade : n na da Senzalla-Nova, n.
-Vndese, ou Inca-se (or ci-sas ou es-
cravos, um tillo no lugar do Demedio,
beba dorio, que divide rom o sitio do Sr.
Ilanoel Claudio de Queiroz, em eiiSoa pro-
piios, com mus de mil palmos de fundo,
com cerca nativa pelos lados, grande ca-
cimba de lijlo, boa casa com 4 quartos,
no los! toe*l*rt-
-- Vende-se cera em velas do Rio-de-Ja-
neiro, o mo bom sortimento, m caixas
de 114 libras. po| pii;o muito commodo :
a tratar com Novaes & Compaiihia, na rua
do Trapiche, 11. 31.
Vend 111-.se dous
cfiileinenle
me-
: na
do
"toa
99,
pianos ie-
ebegados, por preco
muilo commodo, para liquidar
contas, visto o dono retirar-sena-
ra lora : na rua da
zem n. 48.
Vende-se um
I'), e muilo bom, por
modo ; no Hospicio,
Francisca Thomazia
cao Ciinl-*
Vendem-te 4 lindos moloques ; 1 par-
diitho de M annos, bom copeiro ; 3 prelas
de todo o servido de casa; 1 dita pm o
Campo J 1 11 elude 25 anuos, muiiuhcl ede
lio conduela : no paleo da nialiiz de San-
to-A nlouio, sobrado n. 4, se diri quem
vende. ^
-Vende-se um pratO mo?o. robuslo, de
bonita ligura. sem vicio algu e hbil para
qualquer serviro : na rutilo Cjuetoiado
luja 11. 21.
canoeiro ; auns escravas
de bonitas (guras, qtie lavam, en-
gommam, cozinham e cosem : no
Hospicio, casa de I). Francisca
Thomazia da CouceicSo Cunha.
Sardinhas reecnleiiicn-
1c chegadas.
Vendem-se bairicas com 600 a
" ibas grandes, por conmodo p
-- Fugio, no dia 7 do ejirrente, 0 mole-
que Joflo.de nacflo Itenguella, altura re-
gular, secco do corpo, pea grandea a oa de-
dos Ci s Mtim ron.1 ridot; lem urna eos
tura em um dosbra(os, proveniente do um
gancho; levou calcas de brim branro mui-
lo n las, can isa de algodSozinbo, cb/io
de palba prqueno ; beacoslumado aiVcn-
.der fiuctas do sitio eni um laboliito, |elo
quej lem disto alguma falla de cal ellos
na cabeca ; lem 18 annos pouco mais ou
menos. Roga-se as autoridades pulif ises,
tanto desla prac,a como fura della luda a
vigilancia nos combois, por Itaver descon-
liaiicas que elle lenha sabido em algum,
por ser 1 ara issoseduzido : quem o levar 4
rua da Cadeia do Itecife, n. 95, serigeoe-
rosamente recompensado
-- i:m u imite de 28 do prximo panado,
fugio, da povoacSo do Monteiro, da cra da
residencia de Ilanoel Antonio da Silva' An-
iones, a prela llaiia, do gento de Alsela,
moca, de estatua e coipo regulares! cor
pela, 1 oslo aboceitado, falla bem o tujgar;
lem os 1 s um lamo gio>tos : quem a pe-
gar leve-a la da Cadeia-Velba, n. 24,
que ser gratificado.
Fugio, no dia 10 do correle, o prelo
Jos, de naco (mondongo, de 20 annos
pouco mais ou n em s ; levou calcas dedu-
raque> azul e camisa de algodAo. Ruga e as
autoiidades policiaca e caplliiet de canto,
que o appreheudain elevem-no a Fra-de-
l'orias, taberna 11. 145, que serQo grtlili-
ctdos.
Fugio, de bordo do brigue ntciontl
Sem-Par, vindo do Itib-de-Janeiro, um pi 1-
do de 1.orne Sabino, que representa 20 an-
uos pouco mais pu menos; levou calcas de
algodSo azul e camisa da incsin*/zonda, e
bonete encarnado quemo pegar leve-o a
casa de Novaet & Compinhia, na rua do
Trapiche, n. 34, que ter bem recompen-
sado.
800 sar-
e(o : no
de Frao-
Cruz, arma-
bonito Cval-
preco com-
ease de D.
da Concei-
caes oa Alfandega, n. 7, armazem
cisco Dias Feneira.
-- Vende-se um cavallo rugo, andador de
baivo al meto e muito fui cante, o qual ser-
ve para cairo, por ser muilo ardigo : na tua
da Cadeia doltictfe, o. 38, luja de cambio.
Carlos llardy, onrives,
na rua nova, n 54,
acaba de receber de Franca um ao-timento
de ubris de ouro da le, brincos esmalta-
dos de bom gosto paia meninas, do prego
de 4 (00 at 8 000 rs., proprios para a idade
de 4at 12 anuos ; e para senhura, a 9,000,
10,000 e 12,000 rs.; angela muilo moder-
not, para senhora, esmaltados e abertos a
buril, a 4,000, 5,000 e 6.0U0 rs.; de casinba
com diamante, a 7 00O is. ; de bullanlo, a
11.008 ts ; aderecos e muios deregos,
que se vendem pelo cusi, por se querer
acabar com o negocio de ouro, por isso
os freguezesdevein-se tproveiiar desla boa
orcasio para cou>prarein barato. Ha mesma
luja lem-se recebido os mais ricos chapeos
deseda.enfeilados com bico de blonda e
froco, da ultiti a moda ; unta grande por-
gan de chapeos de palha da llalla, arrenda-
dos e fechados, enlcitados e sem enfeilet,
Rio-de-laneiro. S.'i dr outubro dr I8< _R. sillo.
de |a 1U Cavalloa, n. lu. /. J.T>o4,,u.
asi Veneiii-.-e garrafas com agoa de la-!*eiiliora ; camistiibas e veslidiiiboi i
uteis, e nos |lom|v. e d.as saotog,;i,o diloj barraque, recenlemenle chegadas n rua baptisar cri.ngas ; lencos, de sed. prelbs
Vende-se um mulallnho, proprio para
Vende se un,.' tt'' 'V '* P'MVr n|lIO. ou par. pagmn ; ,,. rua de
urna aimagito d* armazem S.-Amaro, n. 16.
"?,? ,;? ?,H*ul*t ru,, ~ ft '" ^ Arg3o, n. 4, leuda de mar-
lua aa cruz, n 7. ceneiio U.ilun, vendu-se urna aimagSo de
tcllias pinlio, toda envidragads, propria para miii-
dc molhudos, em
no Itecife : a tratar
Tamhem so vende uuia
nova, siguas ctibros, ect.
dtzas, por pceo multo comuiodo.
f da Cruz, n 48, armazem.
A 2,000 rs. o par.
Sapatosdecouio de lustro para senhora
de muito boa qualidade, despachados non*
lem, a 2,000 rs. o par; dito decurdavSo, a
1,440 rs e para meninas a 1,000 is. : no
< Aterro-da-Roa-Vitta, loja n. 58.
de cures para grvala ; dilos de algibeira
I para lioiiiem ; lindos luugos de garga para
jseulioia ; leugosde miio, bordados e cun
bico de hubo verdadetro em roda ; mau-
leleics e ca.ottiihosde .-arja prela guarne- pensado,
cidos de franja e requiftrs uo retroz, para I
ienbora, a 12, 14 e 16,000 rs. cada um ; seda )
cor de rostj azul e brtuco para chapeos. f Pkk. : na
-- Fugio. no dia 12 do corren te, pelas 9
horas da noite, o prelo benedicto, crioulo,
que representa ler 24 annos, de altura re-
ular, sem barba, cara redonda, olbos car-
rancudos; lem os ps lorlot, e he cambado
de urna perna ; levou caigas e camisa de
riscado eesltja rola, e bonete quem o
pegar leve-o t ruada Cadeia do Recife, n.
51, que sera bem recoiupenstdo.
-- Fugio, no dia 4 do coi rente, um mula-
tinho de uome Thomaz, com tflcio de
marceneiro, baiso, cheio do corpo, cabello
(acheadn, jorm. cortado: quem o pegar
leve-o aoAterro-da-ltoa-Visle, n. 14, ler-
cetroandar, quesera recompensado;assim
como se protesta Contra quemo tiver oc-
culto.
-- Fugio, no dia 4, o pardo Thomaz, de 18
annos, cum ollicio de merreneiro. bailo,
cheio do corpo, cabellos cacheados, mas
corlados, losto redondo, olhos grandes e
pardos, nanz adiado, bocea grande, bei-
gos encarnados, dentrs largos ; lem no i
e.-querdo um dedo collado, junio aa mni-
mo, ps chatos ; Iraz as mflot sempre tu-
jas de Hulado maiceneiro; qiifliulo Iraba-
Iha lira a camisa ; lem un pannos pelat
costas e pescogo ; costuma mudar de no-
me. I'ede-se ao Srs. capilSes de barcos, ca-
so elle esteja trabalhando em algum barco
que o niattdem agarrar, e eSo o dcixetn
embaicar, poit o dito pardo anda dizendo
que he foaro. Fste pardo he perlencenle ao
casal do fallecido lene n te-corone I Jo.- do
Reg Barros. Quem o pegar leve-o ao Ater-
ro-da-Boa-Visla, n 34, terceiro andar, a sua
senhora, I). Antonia Hmida Pessoa de Mel-
lo ; assim como se protesta contra quem o
ti ver occolto.
- Fugio, no dia 10 do crrenle, do en-
genho ConccicSo, a crioula Catbariua, do
30 annos, alta, corpo regular, cor fula, bem
fallante ; levou saia deslgoflo azul e mais
.iI.:iiii a roupa. Esta escrava veio para o Ite-
cife com urna prela bocelej a, aonde foi
vista, sendo seu sci.hor, M.nuel Ai.ionio
Bezeira, o orador no mesmo engenho. Ro-
g i-m! h tudas as autoridades policiaes e ca-
p tSes de campo, que a apprehendam e
Jevetii-na ao l'asseiu-l'ublico, a Ffrmiano
Jos Rodrigues Ferreira, ou ao dito enge-
nho, que scrSo gratilicaifos.
-- Kligio, de Sorda do patacho Nota-Luz,
um escravo de nome Joxquim, crioulo, de
2>anuos pouco mais ou monos, com pouca
barba, cabellus grandes ; levou caigas e ca-
misa branca, chapeo prelo de Braga, euma
Irouxa cum loupa 1 quem o penar leve-o A
preca do Commercio, n. 6, que ser ncum-
pro. dbh. i. es raaiA. -1860
I


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