Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06883


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Full Text
mL
Auno XXVI.
Terca-fera 12
..... ii i
VAB.TIDAS DO COHUEIOS.
Coianna e Parahiba, segundas e sextas feiras.
Ilio-frande-do-Norte, quintal feiras aoiueio-
dia.
Cabo, Serlnharm, Rlo-Formoso, Porto-Calvo
e Macei, nu I.", a 11, e 21 de cada tnei.
Garanhuns e BoDito, a 8 e 23.
Iloa-Vista c Flores, a 13 e 28.
Victoria, > quintal feiras.
Ollnda, todoi o dial.
XPBEKtEBIDCI,
PlUSES I.Ui.
Mine, a 5, i 5 h.e40m.dat.
Nova a 13. a 8 h.e57 m. da t.
Crec. a 12, i I h. e 38 m. da m.
Cheia a 27, i 9 h. e 7 m. da t.
PLEAMAR DE MOJE.
Primeira ai 3horas o 42 minutos da trde1
Segunda ai i horas 6 minutos da mantilla.
de Mar<;o de 1850.
N. >9.
paspo* DA sbscrioo,
l'ortrrsinc/i-s'adiantado) 4/01)0
Por seis mezei BMO
Por un auno 15/000
SI A* DA SCMAJTA.
11 Seg. S. Candido. Fer. parx os nrg. forenses.
12 Tere. !. Gregorio. Aud. lo chae., do J. da I.
v. do el, e du dus feilos da faicnda.
13 Quart. S. Kufrazia. Aud. do J. da 2. v. do civel.
14 yuint. S. Maihildes. Feriado para os negocios
forenses.
15 Scit. S. Henrique. Feriado para os negocios fo-
renses.
16 Sab. S. Cyriaco. Aud. da Chae, e do i. da 2. v.
do criine.
17 Uoui. S. Patricio.
CAMBIO* KM 11 DBMABOO.
Sobre Londres. 28'/, d. por 1/000 r. a B0 diaa.
. t'aris. 316.
"r0' Sasde^OOvelba... IfirtOO a 1MM
de 6#4ii novas .. lb/100 a IbfJOO
5e4>lOO........... S.00* m>
/>raM.-Pauco>.bra,ileiros...... 1/W UW
Pesos columnarioi....... J#W jffi
Ditos mexicanos......... 1/800 a l/
m iir nii(niii~~**asa>fa^r*i^r^-
PARTE 0FF1CIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 8 DE FEVEREIRO.
OlIIco,--Ao commandante ?da pracs, re-
coniinemlan toa expedicto de suas nnfens
aos eommandantcs dos corpos de primeira
linha existentes nesta cidade, pura que fa-
Sam vaccinsr as respectivas prscas, que ain-
a o nio fram.
Dito. Ao mesmo, devolvendo conveni-
entemente despachado o pedido do que se
fazmister, pata o expediente da secretaria
daquellecommsndo.
Dilo. Ao inspector da pagadoria mili-
tar, communrciuao haver arbitrado a gra-
tificarlo de cem mil ris ao primeiro cade-
te da compauhia fina decavallaria, Leopol
do BorgesGalvto Uehrja, que, tendo linali-
sado o lempo por que era obrlgado a ser-
vir, requereu engajar-se novainenle.
Dilo. -- Ao inspector da Ihesouraria da
fazenda provincial, remetiendo a conta
dasdespezas feitasdo primeiro de Janeiro
a 30 de sete i bro do anno prximo passa-
do por Manoel Antonio Soares da Silva com
o sustento dos presos pobres da ca.loia do
Ric-Formoso, aflmdeque mande pagar a
pessoa que se presentar competentemente
aulorisada, a quanlia de 66,080 r., em
que importa amesma conta.-- Inteirou-se
o chele de polica.
Rilo.--Ao mesmo. -< Tendo, ni forma
do irtigo 8 ilo acto addiciousl, de instruir
a assembla legislativa provincial na sua
prxima vlnduura sessfio do estado dos
negocios pblicos, e das providenciis de
que mais precisa esta provincia para seu
melhora ment, ordeno a Vmc. que me en-
ve at odia 16 do corrente impreteiivel-
menie um relalorio do estado da repartido
a su cargo, com declsracfio dos inconveni-
enles que porventura obstem a marchem re-
gular da mesms, e das medidas que enleu-
der drvem-se adoptar para os remediar.
Nesle sentido olliciou-seao director do ly-
ecu, a administrado dos eslabelecimeutos
de caridade, ao caminan Jante do corpo de
polica eaoadministrador do llieatio pu-
blico- .....
Dito. Ao administrador do correto, In-
teirando-o, aliin do dar as providenciis q'ie
julgar convenientes, de haver a cmara mu-
nicipal de aranhuns communicado, que o
agente do correio daquella villa se ausen-
to d'alli, eseacha n, sta cidade, em viriu-
de do que a mala be aviada por |>essoas par-
ticulaiesj prevnindo-o de ter ordenado
a mesma cmara proppnha pessoa idnea
para substituir no dilo agente. iMllciou-
ge nesle sentido a referida cmara.
Dito. Ao delegado do Guian na, para que
faca seguir com toda a brevidada para e>U
Cidade a barcaca Catlana-do-l'ilur, da qual
he propietario Antonio Uaptisla Louro,
visto ter o pililo do porto de proceJer
contra ella, por haver causado grande ava-
ria em um bote de urna corveta iugleza.
Communicou-se o referido capullo do
porto.
portara. Ordenando ao commandante
da corveta Enterp* receba a sen bordo e
conduza para a corle u segundo lente do
secundo balaJhao Jo arUliuria a pe, Jos
Francisco de Castro Leal, que val matricu-
la r-se no quinto anuo da escola miiiUr. --
Inleirou-se o commandante da praca.
DEM DO DA 9.
Olleio. Ao commandante da praca. n-
teirando-o de haver o juiz municipal da
Ia vara, quem ouvio a respuilo do olli-
cio do antecessor de 8. me. acerca do sen-
tenciado Manoel Joaquim de liveira, de-
clralo que aquella reo, segundo a guia
nueoacompannou, fui presu em 6 de de-
zembro de 1847 ; condemnado i or senlen-
ca da junta da juslics de 5 do junho de I8t8
emquatro anuos do tiabalhos, levando-se-
lheem conta o tempo de prisllo, e que em
6 de dezembro de IS3I he que elle linda a
referida sentenea.
Dilo.Ao mesmo, para que man Je apre-
senlar o Dr. Joaquini k'e Aquiuo Fonseca,
encarregado do hospital da lina do Noguei-
ra dos suida los do segundo balslho de
arlilhariaap, para all servireni de enfer-
meiros aos doentesdo dilo hospital.
Dito. Ao inspector da pagadona mili-
tar, remetiendo copia do cilicio do com-
mandante da pra?a de 6 do corrente, afirn
deque mande abonar ao commandante d>
segundo balalhfio de luziluiros os venci-
mcnlos perlencentes a este mez das pratti
do mesmo balalhfto, e proceder ao ajusie de
cuntas da quanlia de la:000,000 rs que se
adiantou na curie ao soiiredilo batalho pa-
ra pagamento dos soldse n.ais veucimen-
tos dos raezes de novembro e dezembro do
snno prximo liodo.
Dito Ao mesmo, declarando que vao
ser iransmiltdas ao Exm minislro oa guer-
ra s tabellas demonstralivas dus despezas
milliares desta provincia perlencentes o
exoic.c.o de 18*6-18*7 eao mez de ou-
tubro subsequenle, e que fram pagas nu
de novembro do mesmo anuo de 1847.
Dilo Ao commandante do vapor/n,
dizen Jo que uenhuma rasao ha para que S.
me. deixcdeenlreg.r ao cnsul da rep-
blica franceza a,quanlia que venceu o fal-
lecido subdito d.quella na?ao, quo se acha-
va eniiajauo como primeiro niachinista no
vapor no siu c.mmando, vislo char-s. o
mesmo cnsul habilitado para recelier o es-
polio do dilo machuiista.--luteiiou-se o
mencionado cnsul.
Dilo. Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda provincial, para que mande entregar
ao almnxarife das obras publicas a quanlia
de 27,600 rs. para pagamento da diaria que
vencerm nos mezes de novembro e Jozem-
bro do anno prximo passado e Janeiro do
corrente os tres calcetas qu<* se acham
cargo da referida reparliQSo. -- Scientifi-
cou-se o respectivo administrador.
Dito. Ao mesmo, ordenando mande a-
diantar ao engenhero Milel um conio de
ris para concluirlo da obra do 12," lanco da
estrada do Po-d'Alno, visto achar-sequasi
espolada igual quanlia quo ltimamente
Ihe fra abonada pura mesmo lm. ln-
telligenciou-sc o referido engenheiro e ao
administrador das obras publicas.
Dito. Ao engenheiro Milet, para pro-
ceder ao ornamento da vala do lado do sul
da segunda parte do sexto |.nn,-o da estrada
do l'o-d.Alho por S. me. proposta ,- e bem
assim o la parte da estrada que compre-
heude a lid. ira denominada Pintos.
EXTEROK.
COR RESPO^DE^ICIA DO DIARIO DE PF.R-
NAMbUCO.
Parix, 19 ae nntiro de 850
J fallei a Vmc, na minha ultima carta,
do grave debate que leve lugar na assem-
bla legislativa acerca da uossa triste iu-
lervenQAo no P,io-da-l'rats. Annuiicio-lhe
h feliz soluc.no que acaba de 1er csse ne-
gocio. Nilo obstante um primeiro voto da
MMfttbts',! qual tiuha reenvia la com nia-
s:1o una emenda bellicosissimn ; sem
embargo d'um novo relalorio da commis-
silo, pedindo que a assembla, por um voto
expressu, se el'orr;asse por conduzir o go-
vernoa via da intervenido armada ;a pe-
zar da insistencia d'um dos nossos mal il-
lostres homens de estado, o Sr. Tiers, que
ni.l.i pe.lia mais que a comnissilo, isto he,
a guerra mmedista com llosas, sem em-
bargo do lodos esses incidentes a assembli
foi assssisuda para licarde accr.lo como
governo, que entende dver lunitlar-.se,
quanto a Rosas, a negor.iuces ainigaveis
Semelhante rebultado niio s obtuve mu
custo. Sempre he penoso a urna assembla
revogar um voto. Todava 338 votos contri
300 decidirn! finalmente a quesillo em
sentido pacifico ; o agora eu lambem con-
fio em nossas b as relacoes com os diver-
sos estados da America do sul Vmc. pule
estar certo de qu ; ouosso governo,que com
siuceridade quer a pz, mo propura a Ro-
sas seuo coudicOos admisiveis ; o que, por
pouco que o trtalo de Predour seja modi-
ficado, receber immediatsmenlo sui rali-
licacj.
A assembla por pouco nilo comellc,
nesU occasio, urna desinarcada lotice; e,
Infelizmente, ha baslante lempp esses seus
escorregos silo as-as frequenies. Quasi lo-
go depois do voto relativo aos notorios do
Prata.ella adoplou um projecto de fei do
grandissima importancia rolitica; e, por
bem pouco, nao commelteu outro erro mul-
to maior. Tralava-se de utna leique.ls-
se aos prefeitos o diroito de suspender e re-
vocar os instituidores primarios. Conven
que Vmc. saiba que quasi lodos esses ins-
tituidores se-lornaraiii auxiliares fienticos
da rcpubica ver mol lia, e que iunoculamnos
nimos dos paisanos a pilhagem dos bons, e
o assussiualo dosciJadiios. lo las as pes-
soas honradas pe lia ni a grandes gritos, um
remodio enrgico contra isto ; porquauto a
vigilancia dos chefes universilarios eslava
multo luuge, e por couseguiute era iuelli-
caz. A Ici satisfazia completamente essa
urgencia de repressilo, com a condieSo, su-
hretudo, de que seiia immedialameute vo-
lada, e nflo deixariam empeiorar o mal.
lie por Uso que o governo linha pedido a
urgencia para e seu projecto de Ici. Esle
pedido, uuando he acoln Jo pela assembla,
dispensa o projecto, declarado urgente, da
formalidade, exigida pela coiistiluic.ao. do
urna trplice leitura, com intervallos de cin-
co das.
I'ois bem : as fileiras da maioria houve
homensque, sb o mais ftil pretexto, e
como nico lim de pregar peca ao ministe-
rio, combateram a urgeucia apoiada pela
montanha e pela esquerda. Esta fraceu de
dissideitles, slcangou iii.inieulauuaiuenl.!
vaniagem em um escrutinio, no qual os
votos licaram iguaes em uumeo. Feliz-
mente houve en o nesse escrutino, o qual
rccoinefou, e deu por ultimo resultado
alguns .votos de maioria a favor da ur-
gencia.' A le ful depois adoptada; e,
apezardealgumas emendas que Ihe miro-
.1 ii /.i i a ni. o governo acha-se sulliciente-
menle armado coulra esses meslresde es-
cola demagogos.
Em geral, a assembla nflo caminha bem,
falta-lhe vigor e iniciativa : ella nem sabe
juixat-secoiiduzr, nem mesmo dirigiros
A maioria t.o hostil uo presi-
commissSopar.i conhocfr da utilMade do
projecto, e eu sei haver ella decidido que
proporia assembfei a reje;c3o do mesmo
projecto. Que resultar dalii ? Aos ollios do
exercito, o presidente tera tolo o ment
de sua boa iotonciln, e a assembla toda a
respnnsabilida le de#ua recusa.
N1o4ie smenle eirrsuns ralaerjes com a
assembla que se toma uotsvel o proceder
do presidente Ronapaile, por sua lina l.a-
bilidade ; al mesmo em s iss rotacO** com
o paiz, elle sabe representar admi avel-
menln o sen papel de preiendenle ; orovan-
do dest'arle que mereco um poder mais
dnravel do que ess poder epliemero que
Hieda a consiituiciln. A impiensa hfl,em
F>an.;a, urna potencia forn.idfvel, cuj in-
fluencia lula com a da tribuna. LuizBo-
aparte he muilo atacado por certos jor-
naes, e tibiamenle defandido por outro's.
Pura eslar mais vnnla 1 nesse iflicil
terreno, quiz ter um jornal propro cesta
folha, que apnarece lodos os domingos, tem
por titulo O Knpuledo. F.sse esoripto lia des-
tinado a urna immensa publ cidade. pnis
lodos sabem, sem embargo d enreda las
denegaces do Moniteur, que os artigns mais
import,nles s3o do presidente. Os rtou|r,|tSAe,-dMaolllicascoolinuam.
numeros publicados fazem boa puprr a
pena na de trabalhos forcados nns minas. dadeiro nteresses ; nos na altura em que
ou na de dctensSo mais ou menos prolon- estamos os romprehendemos rneihor, de-
amU. sisti pois.Ese ollas sio razoaveis, pn'So
Una operscSo financeira do governo concedamos poderes do estado o que o povo
rusto oceupa aora os financeiros europeus. I pede : mas conb.cer oue as pret.nc0es so
Ningnem suppunha que o imperador fquo exageradas, e entreunto mantera esperar-
se vio ha tres atino, em circumslancias de C. Iludir o povo para momentneamente
depositar sommas mui coni leraveis nos comprimir as desonlens, isto nito h mais
f indos pblicos de Franca e Inglaterra) po- do que ter um vuleflo sempre prximo a
des'e vr- a um ennrestimo por soa propiia conta.' em ( queixas p-ra serm a presentad ss
Kis, porm, o que acontece. A casa ll<- quando os que dominam doscem do poder,
ring de I ondres acaba de receber ord -m (Apilados )
para abrir u" e nnroslmo a 93 e 112 por | lm Sr. Depulad :-Adiar as desorden,
c-ntn, de 3 500,000 por conta do Impera- O Sr lonquim Villtla :-la ve, pois, a ca-
dor do todas ss Rusaias. Esses eapiUes, mar que de qualquer nalureza oue nos
tomados em paiz csirangciru. devcrSo ser- ; consideiemos as quetxas a qu" o nnbrn de-
vir (se devenios acreditar o ukasn imperial) pulado se snccorreu para jnslifior a revolla
paraoacbtncntodi. caminho de ferro eu-1 de IVnumbuco, o nobredeputado no po-
tra Moscow e Ssn-I'etersburgo. Os aUrmis-' de nellas de maneira alguma adiar a jusil-
las polil c .s prclendem que ha nesle neg-' CaoBo que procura ; porque, Sr. presidente,
co de liu nicas um pensamente de guerra, se essas queixas, ou a espcilo da poltica,
e obs-rvar-iii que o czar acaba desagoten-1U a respeito do estado social do paiz, po-
lar as rac.oes do cmic s suas tropas. Ve- diam trazer u i.a revol a, entilo son obri-
remosoque islo dar de ai ns primavera uO dizer ao nohre deputado que o pro-
proxima. I vocador da revolla ui esse governo, foi esse
Os dbales do ciar com a porta,relalivamen ParliJn quedominou por espado de5 anuos
aos relugi.i.liis polacos, Mlfio terminados, e as UipoKido); de maneira que.se O nobre depu-
j 11..lo euteuJe que nenhuma revolla pdeap-
gar-se contra elle Su a a-semblca perder cutidae votada pelas duascmaras: prximo
O ponto de apoio que tem no paiz. sari f.i- esio momento em que el-rel leve prestar seu
cil vencer o obsticulo, se tifio cahir por si jurameotu; mas, antes de dar este passa, elle
ni sm i. i qulzera que a ennstituicao I ssc UlodiAcada em
O presidente
a si a respectiva
paes llicmhros unnui.i-s nmriJ umio. (|0 P|^reJ
Ae ib i d,: elevar a digni lade lie inarecljal j me ,,.; '
do ['.un-a seu lio Jeronymo llonaparte,' mielo,
tnico intimido imperador NapOletO. que|" fiabaGcralmente a llluacio di Italia lie
i qulzera que a COUSUtllIfao I .aae uiudmcidi em
ia fsz qusnto podo pan li*tajji*'"u d eaa mais Importantes artigas. Dina
ivi fimilia enios os nrinei. l meiisagem ful dirigida par esse lim as canil-
IVa,.laK'....."' J?- ". ",?' Iras, qu.', socaparte, latisfieraill aos votos,
is iiuham-se relira lo dalle. ,;,.,_ suppe-sa que Frederlce Gullber-
l11
insistir, c (jue decretar a consti-
l- que lalve i or osqi
quo me precederain anda nfio tocaram
nelle.
O iuilu.: deputado querendo louvar os ga-
Initctes de sen ero lo, a detrahir o actual,
dissa: lie unta triste faUlidale qun sem-
pre que sbein ao poder certas ideias po-
lticas, as revoltas a.ipaivrom : ellas appa-
receraui (lisie o nohre deputsdo) en
Is!", em 1833, cm 1810, em 18*2, 18*3,
e dalii (disse aindi o nobre deputado;
sin la existe, jeronymo foi re de Weste-, boa O locego volta aos Piriioa. a cunara (ro ., ,| |QJ,0 d qi|e ., anima.lversHo do paiz
i. i,, ii o ..____ .... i i ...... .1.. f L., ,1 ni i .. L,^ fia* I iirm piil-'nd.' ni iiur -ii-n I. ^
U.ro'io ; e, nos ltimos annos do raios- ",e,iu" c,,m r*'' Vlcl'"' Mauoel. Roma espe-
le Lui/. Filippe ob ti vera liceuca para r '? PP> T','1 """;"' sprrae
. ., "'I'" ii i i cunclusiio do seu emprest....... O iiossn excr-
trareui l'rantja. Seu sobrinbo, quando c|t,aeccllpaefio ful diminuid,. e......lade
falia II. 35 anuos que l'oi derribado do ,dos deputado de Turin entende seadmiravcl
seu tl.ro'io
do d
reent
o ilevarain a prc-idencia, nomeiou-o go-
veruador dos invlidos. [ nuncia tui termos dubioa, a morte rrpentija I os negocios do pai,aue'- fallando dos ga-
l'aris e a Franca sofficm spero invern : do ex-rei dos Frauceiea, Lula Filippe. Esta i binele^ Jo 80U credo disso com muitaein-
lia dez di s que caneni aqui pedamos de." nu'i^> ,'" I", /T',1?L! ...1. r^T.be.t.",,.,".?c'phSi;.'cotii grande sslisfacffOi--N1 eu-
Iregamos o paiz Irau |ui.lo ; ni oosso do-
esla inleira neute declarad! contra e-sas
ideias.O nobro depulado tanto considera-
vaser um dos maturos predicados que deve
lr uinguvoii.o qualquer onfloapparecer
Inglaterra'.lU jornal ingle/., o Su, an-' revolla emquanio govoniH, etnquanlo dirige
[ iiiiueia am termos dubios, amorte rrpenti ja | os negocios do paiz,que "
nevo; quasi tijas a^ roas teem-se lomado e'" p"" carus ,le Warwuout, que al.-nao
inlransitaveis at .w enminhos de f..r.; mn.ciunam a inu.i.ua Indlipollcao no velho
ro funreicnam mui irregulannenle. Nos
campos'he grande a desohcQo ; e cada cr-
relo nos Ir.iz a relacfld dedeploraveis acci-
negocios.....
denle, mas nao ousa ataca-la : lambem Ihe
no falta malevolencia para com o miuisto-
rio. Todo andara s avessas ueste paiz, so
no fosaos admiravel resolucSo do presi-
dente. Uemquea assembla le contralle
os pr-.jeclos, bem que elia sepulte iws iu-
lermiuavea formalidades du um exame
prelimiuarosque nao so alrevema rejeilar,
o presidente no desaiiiina, e cada da
ganha mais popularidalo em Franca e no
exercilo. Assim, ha poucos por utn calculo
poltico sem dunda, mas que inda imita de
assustadorpa.a os amigos da ordem, oSr.
Luiz llonaparte Tez ai retentar por seu mi-
nistro da guerra um projeclo de le, o qlal
linha por Um augmentar com vinte ceiili-
mos o sold quotidiano dos olliciaes inle-
Immedialsuieuto uomeou-se urna
mos
riores
denles. O mal com>-ca no momento em que
Itieescrevo; mas, em rasfi.i da proligiosa
quantidade do nev que cobre o solo, tc-
mcm-S' terriveis inundac.0-s. Alcm disso,
em nossa capilal [inoro caso so faz desses
flagi-l.os do co Nunca l'ars estove tito
alegre: o enfullo he curio este anno; e
islo hi una riiso do man para gozarem-
no bem. Nfio sm-nte os b.ilcs puldieos
estilo clieit.s de gente; mas al as icssuas
ricas, e meso o cidadfius abastados, so
apressam em dar testas, como querendo
iudemnisar-se dos diveriimontos que per-
der m ha dOUS anuos. t> rommercto e-'a
em plena prospeiidade ao menos em Paris.
Toil isa ollicinas estilo abras
publicas s .bem ; o uosso cinco por cento
upprox imr-se a 95, cousa que lia milito .lo
succede. Quando uo se lha para o futu-
ro, o presente h?, com elfeito, mui su jpor-
lavel. Mas quem sabe o que o futuro nos
reserva !
fibliographia Excepto a poltica o o so-
cialismo, que coiilinu.il. a f .zer sabir de
suas imprensas urna multidflo de livnnlios
lidos pelos seus sectarios, c nos qoaes a
inassa do publico uo da a menor allenciTo,
neuhum ramo de conhecimentos humanos
forneceu nesles ltimos lempos novidades
importantes. Mas aimuticum-nos para o
lm desle mez um livro do Sr. Guizot acer-
cada reilauraco dot Sluarli. O Ilustre ho-
mem de oslado leu ha pouco, na academia,
utn fragmento desse notavel trabalho, quo
foi applaudido com eiithusiasmo pelo sabio
auditorio.
Desiguarei Vm. m livro que fez sen-
siiccfio, mas que he de lo.ios os livros o quo
menos lo n de imaginaeo ; tallo do Alma-
nack Nacional que | de-se dizer a continua-
dlo do Almanack Heal, e que seus editores
no ousaram publicar o anuo passado, por-
que vivamos em tal mixorJia quo o pes-
soal administrativo que o almanack devia
cuulcr no primeiro de Janeiro, apenas seria
Ulna leinlininra do passado, utn mez de-
pois.
lie curiosissimo essn almanack porque
aprsenla um quadro liel de lodos os nove-
nos e aillilinislr.iriies que vanllrain uns
sobre oulros desde fevereiro de 1848.
iius'iii O governo russo nfio se esqutvou
de todo as Uulalivas revolucionarias que,
lia um anno, denamaram horrivel desor-
dem na Europa ; mas a aulorida lo sobera-
na he poderosissima na Itussia, relia fcil-
mente triumpha ilos conspiradores. Foi
descuberlo um conloto demaggico, ha me-
zes, em Sau-1'elersburgo. Esse negocio fu
processsdo e julgado sem eali ondo; e a g-
zetu ollicial do imperio russo nos da a eo-
nheear seu resultado. Vinteoum indivi-
duos, perlenceules as classes elevadas da
sociedade, foram condeinuados a unirte,
como convencidos de ter conspira lo contra
ii auloridade e pessoa do czar. Leram-lhes
a sentenea, depois de OS li.iveiem levados
ao sitio onde ella devia ser execulada ; mas
autumnal am-llies que o imperador Ihes li-
cru graca da vida, .e Ihes commutra a
IMTERIOR.

RIO-D E-JANEIRO.
CVMAItA DUS SRS. DEPTADOS.
skssaO no mu ue rEVRaEao.
I'ixactlo da forean de mar.
(fConclutfto.'J
O Sr. Joaguim Vi Hela f continuando) :
Agora considerar'i a proposiclo do no-
bro deputado qunnto as queixas que por*
ventura poderlam haver por outro la-ln ; e
os funilns pergunlare : seriam a< queixas porventu-
' ra a respeito das questti'S soriaes que s*
Sfiitam no paiz? Seriam porventura ns quei-
xas a respeito dos meios de trabalhos. dos
meios de vida de subsistencia ? O nobre
depulado que lam en consi lerou-SS por
este lulo, porque elle disn : Nos sab mos
qiii? ha miserias, que ha funes, etc.Mas
ainda, Sr. presidente, pergnntarel quelles
que linham imperado no paiz por 5 anuos,
se cllcs linham o direito de pegsr em armas
em eoiisequoncia deslas queixas ? Se o paiz
necessitava de medidas tendeles a llio
abrir os recursos, a dar-lhe meios de Ira ba-
lito, meios do vi la, meios de melliorar a
sorte dos B-asilciros, oorque rasao nilo es-
tahelercram medidas nesle senli lo? (tpoii-
dat ) Porque pas iram em urna doce inercia
por espaco de 5 anuos ? I.embro-me, Sr.
presi lente, que mes'uo algumas molidas
quena casa foram pr.iposlas rehtivasa esto
oljecln, fram promptimente despre/adas.
(Apuiados ) Eu vi at, Sr. presidente quo
urna |e| que creava um imposto sbreos
caixeiros eslrangeiros foi deitada abarco
por e-se partido mesmo, e oque lie mais,
vi que un ministro desso credo poltico no
so dispensou o pagamento desse imposto
para o futuro, como mandou restituir o que
delleja linha sido ai recalado. ( Ipmados.)
Urna ouira medida se apresentou a respeito
do commercio de relalho; mas como ji
aqui se observou, os liomens proemtnentes
desse partido Imam OS primearos a romba-
Ic-la na tribuna. [Apiado.) A reprosenta-
cao niesmo da assembla provincial de
l'einamhucn, que linha por ol.jcclo pedir
certas medidas sobreest assumpto, foi ti-
rada a um canto, deixou-se dormir no p
do csjuecmenlo, eo mesmo nobre deputa-
do pelo Para disso aqui que seuo deu sulu-
afiO a este negocio para evitar desordens e
molins; do inaueia ipe o syslo na dos
don.ion.loros do euio era illudir o paiz
apoiados); ellcs uo Ihe diziam oque ver-
dadeiramenlo Ihe convinha ou nao, mas
iisavam de certos engaos, eii urna psla-
vra (para servir-me da expressfio cla-sici
da iinnlia provincia), usavain da estrategia,
esperleza e engallo. C o que ora islo seuo
alimentar urna esperauca som dis,iosi;o
de a saltsfazer ? Senhores, se as [ireieiieA s
do povo so des .l'.asoa.las, tenliaui OS po-
deres do esta lo a coragem du loe dfzer :~
.N8i tendes rasfio ; o quo queris he dcsar-
rasoado; vos nfio coiicebuis os vossos ver-
nnuionao apparecram os iirrobatamonlos
que hoje a|iparccem.Sim, Sr. piesidente,
lio una triste falali.la le esta que o nobro
deputado noloii, mas ha una .liUVeng
mullo gran le enlie a cons"quencia que o
nobre deputad i litou, e a consecuencia quo
eu tiro, que lie nina lorrivel falalilale que
nonnsso paiz liaj.im homons que, ou hilo
do goremar, ou conspirar; numerososapala-
dot), homons que, o hilo de estar no po-
der, ou com as armas na mo, cm revolla,
p ira ver se conseguem de novo o poder.
( Suiaerosot apoiados ) A consequencia que
eu Uro, Sr.'presidenta, lie q ie o paiz deve
eslai convencido do que elle so acia real-
mente divi.iilo em dous partidos, e que
un quer a ordem e outro quer a desord.nn
; numerosos apoiados ) ; porque, Sr. presi-
dente, qu.l be a rasfio porque quando sa-
tioii do poder certos liomens *rnpre aa-
parecem desor lena? Niii he por que aquel-
los que no estilo no iio \it sfio desordeiros.'
( Numerosos apoiados. ) Porventura silo
aquellos que tslfio dominando ni paiz, e
que e~t:lo >.or consequencia salisfdtos que
promovem desor leui ? No ceriameute,
porque estilo co.no quero n, e pelo contra-
rio nccessilam do paz, te mi necessidade de
ti .II..111.1 .i.i I. para coutinuarum o seu go-
verno. ( Apoiados,) Desordens sfio promo-
vidas por quem ? por quelles que estfio na
op|.osiro ; por aquellos que estilo fra do
poder ( numerlos apoiados ); por quelles
que queieui empolar o poder, '.numerosos
apoiados. Logo, se quando certos liomens
eslo uo poder, appareco.n desordens, he
purqua os que lica u na opposic.lo sfio des-
rdenos. ; Numerosos apoiados.)
O Sr. I). Manonl :.lpuiado ; he proposi-
co quo se demonstra al a ultima evi-
deiicia.
(lia um aparte que nfio ouvimos.;
O Sr. 1). Uanoel. -- O Sr. Souza Franco
b.00primeiro que reconlieco isto.
0 Sr. Joaguim VillelaM 0 nobre depu-
tado no quer esta consecuencia ; o nobre
depulado quer a coussquencia do que o paiz
so reholla por quo slig nalisaa poltica quo
est no governo ; e para dar a sua proposi-
to osares do verdade, quiz apreseular a
cotifrunt ico entre o estado actual do paiz
e o estado em quo elle se acliava quanJo
subi ao po lr o gabinete actual, e olhan-
ilo para a constituidlo disse : Est tola
rola, artigo por artigo ; se ha liberdaJe, he
s escripia, mas no em pralica ; e aC-
c i esclito u -- quando nos gaveras vamos o
paiz linha todas as garantas I Sr. pre-
sidente, |io le i un haver todas as garantas
na provincia do nobre depulaJo, porque
nada sel delta ; mas assevero ao nobre de-
puta jo que na minha provincia o paiz nfio
tiliha todas as garantas. ( Apoiados. )
1 n Sr. Heputado : Apota lo Nenhuma.
Vulro Sr. Deputado-. IIi verdade, sof-
freram muito. W\
USr. Joaguim Villla:--0 nobro deputado
que tfiomanie ne da hberdada da nnpreu-
st, quele/a o s.m escrpulo ao ponto de
considerara-la como urna deosa, em que
se no podo locar anida em crises exiraor-
diuaVias, em q.io muilas vozes a seguran?
du estado depende de que ella sej mais ou
meaos modicada, ouobre deputado seo
ad rMrnMTRAnn


A


duvula deveria admirar-se milito ti'ais de
que, em lempos normaes, em tempos orli-
uarios, a liherdade da imprenta nflo fosse
urna realidade.aliherdadeda imprensa foss
leltra mora, e morta por um piesidenic
le provincia ( Apoiatlos.) I'orveninra. Sr.
presidente, gnem nlo sihe que em Pernam-
bucose inniiiisiiii urna typographi* '.' Qoem
nflo sabe que em Pernamhucu se fez um
venda fantstica, urna ven'la policial de
una typog'aihi. para alterrolhar a bocea
de um mi i pl di ? C potados. Q.iem nao
sabe que se matoua liherdade da imprens.
persenuindo-se os escriplores publico* *
Acuso o nobre deputado ignora esse pro-
CfMO que em Pernsiiihuco so orgatiiaou ao
Sr, Anloiiio [Jorges da Fr-nseca, que he ho-
je un dos heiesque 1'igurarani na revolta
de 6 de nnveiiiliro, e que he apuntado ..no
Correio Mercantil como her pela ll.lelida-
de a si us principios ? .; Apoiados.) E enlSo
quem por nlerprelacSo contraria lei leva
barra do tribunal aquello que nlo he
responsavfl pelo eseripto, un mala a li-
beadade da imprecisa fE quaudo esses ac-
tos silo mandados fazer acintemente pelo
presidente, quando aquelles que os prali-
cam sOo veriiadeiiarnente seus coiiunissa-
sarios. nSo he o governoque mata a liber-
dade da i ni, rensa ?
No lera o nobre deputado noticia do
jury de 8 de fevereiro de 18.8, e de que nes-
se jury escandaloso se chegou ao punt de
o ciiefe de pohcia mandar lelirar os Uchy-
grapbos, e Calar baionelas contra o povo,
(ara que elle so retiras.se, man lando ale
a tirar sobre elle ? (potados.) K entilo in ve-
na n -si' lempo garanta paia a liberdade
da im| renca llavia, Sr. presidente, gaiau-
tia no paiz quando o govemo levava suas
medidas preventivas ( sem que entretanto
houvcs-e o menor receto de que a o dem
publica fosse altera laja ponto de prohibir
que se lomasse deseo nos passeos pbli-
cos ? Apoiados j t.hegou-se a prohibir que
no caes do Collegio se seuias-ein juntas
mais de iluas 1,11 tres pessoas.
O Sr. Cruz Machado : Km Minas era
prohibido tomar cha cornos amigos em S -
Joao-d'KI-He.
O Sr. Joaqun Villela : E havemos de
dizer que havia garantas quanjuse assim
proceda? Lembro-me que em 1831, quan-
do em Franca se discuta a le de 10 de abril,
pela qual se quena tomar medidas contra
as reum-'s secretas qu ameacavaiu a
ordem publica, o chanceller que juslilca-
va a lei dizia : -- nos queremos urna lei
contra as reunies preju.iciaes ao estado,
mas uo he nossa uleicHo piolnbir as reu-
ii'-s passaneiras. --Mas em l' nao se prulnbiam as r. mues que pooiam
ser picjudiciaes ao estado, piolnbiam-se as
reunies de diveitiuienlo e i tercio. { Avoia-
da.)
Falln o nobre deputado em recru'amcn-
to, edisse inesmo que era urna cacada hu-
man ; d. 1-i.nnou fuilemente multa o le-
crutaiiianlo felo em l'einaiiibiico por oc-
casifio da revolta, mas o nobie deputado
nio se lenibn ii de que antes da revolta, an-
tes de liav, r subiilo ao poder o gabinete ac-
tual no lempo da piesijeucia do Sr. Costa
Piulo, que ra do credo do nobre depulado,
se fez em IVi nambueo um recruUment so-
bre ii... ni i .i vexaluriu.
0 Sr. auza trunco : No tcnho delle a
menor noiii ia.
O Sr. Jvaium t'illila : Islo acontece
quasi sempie ; onobie deputado deve sa-
ber do caso do reg Trancez quando piocla-
ii iva as vicloi as de .Vtpol.iu ; he porque
nobre deputado se intu na s das cousas
queidem \ be adverso, mas nflo das que pdem fazer
carga ao seu part lo.
Mas ja que o nubre deputado no lem co-
nbecimeutodos fados, a casa me permittira
que eu es, nidia mudo succMilamentc o que
orcorreu. No lempo da presidencia do S.
Cuta Pinto, sendo chele de polica o Sr.
.Vitanda, e delegado o Sr. Feliciano, que
enliou na revolta, houve um recrulameuto
tal no liedle que se agarraran! lodosos
eanipuneZ'S que tinham viudo ao mercado
vender seus gneros ; lo Jos elles fram
agan ados e levados pra a pi isflo, e os leus
inii ais Ucnram du.-ainparados, bem como
os geueosque liaziain. Oa, perguuUre
eu ao nobie deputado, nflo he islo ccala
humana P ludagou.se se eslavam ou nflo
estes humen* no eso de seieni recrulados?
ElitreUlilu liam agarrados e levailos par
a priso e seus generse cavallos ficaram
ao i, b.nnioi.o. O chee de polica chegou a
oideiiarque fosstm agarrailos lodos os lio-
iiiensq..e fossem encontrados de jaquel !
De n.odo que tal eia o liberalismo ( apoia-
do*; dos amigos do nobre debutados, que
nieniilam que um homem s por andar de
jaquel era reciulavel, entretanto que.se
trouxesse urna grvala e audasse de casaca,
emLoiu losse um perleilo espadachim, esla-
va isento do-reerut.iiienlo!
Ja >e w\ pois, que nflo laviam nesses 5
anuos .-.I..niaiio.s essas garautus de que
o nobie deputado tanto alardeou uesla
Casa.
.Mas tenlio anda a observar a nolavel dif-
ferenca que ha entre o que succedia enlo
e u que succedeu em I'ci nambuco depois da
revolt.
Senhores, os correligionarios do nobra
deputado eram favorec.ios por essa lalali-
dade de que elle fallou : goveruavuin sem-
pie em mais de rosas; uinguem se apre-
senlava em campo, uinguem lomava as ar-
n as, nflo baviu una levolta, e entretanto
(lies proceiiam i'esl maneira .' IVrgunlo :
--Oque la na in elle.-.Sr. presidente, se por-
vemuia lioine-se a trale l'alalidade contra
f
no legislativo cstabeleceS9 ? I'ma lei mais
!2
rasnanel sobre o recrutamenln. Entretan-
to nflo S StO COmo ludo O mais TOI aliradii
para um canto. E o nobre deputailo que
ngora se lembra de que o ivmi11m--nio pe-
la lei HCtual be caca la rnimans, tambem
quere' acobertaro gnu parlido com o so-
nado nesta malcra ? Dir lambem que nflo
UHSsoii a lai do recrutamento porque o sa-
nano a nflo approvariap Ou quera o seu
pailido que o senado fosse o primeiroa
"presentar urna lei de recrotamenlo, nflo
Ihe rompi-liiiilo a iniciativa i
O Sr. Souza Franco :-0 nobre deputarlo
s i lie que se traiou desin mileria na cmara.
O Sr, Joaqun Filela llouvp pilavras,
mss nflo vi obras. Se milite etl quid [aci-
mut Hulla esl gloriata que serve fallar
muto, se naila.se !'i? i1
Sr. presidente, o nobre depulalo, que-
rendo talvez acompanhar um nobre sena-
dor que no sealo ac n'mou osla cmara de
illegitima, quiz tambem laucar sobre nos
iodos esobre si, o niesinocuiiho de lllegi-
iion la le, i|ii ni lo nos veindizerqiie a olej-
C/io actual nflo deveria ter sido f'-ita pela
iiualilcicflo de 1849, mas sini, pela quali-
li.acflo de 188. tem v o nobre deputa-
do que, firmada esta opiniflo, a consequeo-
cia he, que a cmara be Ilegitima, porque
illegiiimo he ocorpoeleiloral feilo por urna
qualificaco illtgiiim, e ilegtimos por
consequoucia sao os doputados eleitos cor
MM corpo Assim pois, Sr. presidenta.
V. Exc. me permitlira que eu em urna ques-
to que importa mudo de peno a disnida-
de da can ara, oceupe a atlencflo della por
alguns minutos, pirque estou convencido
de que o gove no usou de um direito in-
ronleslavel, quando eiplicou a lei, eque
a explicou em seu sentido genuino, decla-
rando que a eleirflo devia ser feta pela oua-
liflcacBa de 1819. O nobre deputado lis-
so !a qualilicacflo devia ser a de 1818-mas
nflo quiz descera darasrasoes, contentnu-
se apaas em dizei :purque isto he claro
a vista ilo a' I. 32. Mas t nlo :iao lie claro
vista do ai i. 32 da lei eleiloral que as opi-
niries se leem dividido a este respeilo ; por
conseqoencia cumpria ao nobre deputado
queaventava urna .quesillo de um alcance
tilo grande, de-c>>r a demonslracSo della,
eprovar que vista mesmo do art. 32 a
qualilicacfloqiio devia prevalecer era justa-
mente a do 1818. As.im eu poderia couten-
lar-ine com dizer ao nobre deputado :-de-
monstrai a vossa proposiciio para que eu
cossa refutar; mas como lalvez eu nflo fal-
le mais nesta materia, cuja disrussflo ja se
ach um pouco dianlad, permitla-me V.
El, que, apezardequo o nobre deputado,
uflnentrasse na deiuonstracflo a respeilo,
todava eu Ihe pruve anda que sucinta-
mente, que o govemo deu le a iulelligcn-
cia que devia dar.
Sr. presidente, para demonstrar a minba
proposigflo cr.'o que nada mais he neres-
sro do que lro artigo da le, consultar
oseo espirito, ecompaiar as datas da con-
vncacflo ili'sjunlas de qualificagflo e do de-
creto da dissolui;flo da camra dos deputa-
dng. F.is o que diz o art. 32 da lei de < le-
eflo. ( Uoartgo. ) Assim, porlanlo, ve-.-e,
Sr. presidente, que O espirito d l.'i tu- ipii
nflohaj nova qunlilicacflo entre a dissolu-
i; mi e a eleicflo da nova cmara convocada,
o que bem se oollige das palavrainfio se
cu eedeiiil i, etc.,~ou poroutra, senhores,
o espirito da lei be que nflo baja quallica-
eflo especial para a eleltjDo de depuiadoa,
que lem de ser feta em cousequeiicia da
ih-soli can. Mas, pergunlarei o nubre de-
pulo lo, quando loi dissulvnla a can.ara
temporala? a 19 de fevereiro de 1849.
Quando se deviam reunir as jimias de qua-
lificaco em consequencia do ai t 25 da lei
deeleices? A 21 de Janeiro de 1819. Lo-
bo temos que, quando a cmara tempora-
ria bu dssolvida, j as juntas de qualilica-
eflo se tinbain reun io o concluido al os
seus trabalhos. E quem dia, senhores,
que una qualifcacflo rontreada eni 21 de
Janeiro de 1849, esta entia 19 de f.vereiro
le 1849 e 5 de agosto de 1849? Ninguem o
dir : logo nflo he islo urna nova quallca-
QIo eut'e a dissolueflo e a eleicflo.
Sr. presdanle, eu lenh sido um pouco
anftdonhoa casa (tttfo apoiados) j tenho oc-
cupado talvez ilnmasiadameiile a sua alten
Cflo (oii/i'fo !>em muto bem !); nas cu, Sr.
presidente, anda leulio necessidad'! de to-
car em certos helos, e peco por rensequen-
c a benevolencia de meus nobres colle-
g
Sr. presidente, o presidente de Pernam-
huco o Sr. Honorio Henelo Carneuo l.eflo
he aecusado nflo s m-si como na outra
cmara, e arengado por urna maneira viru-
lenta. Elle lem sido assas defendido. (A-
poiudns. )
USr. Ferreira Penna :--Apoiado'.
vado do espirito de perseguir oa te ni adreraa-
rios polilicus? Irla, porvcnl ira, anniqii ll.n o
parilo que linda sido vencido no c.iupo da
balalha?
bogo, le o Sr. H. H. Carnelro Leo aegulo de-
pol una outra vereda ; e o Sr. II. II. Carnei-
ro I.cau nao pode continun- nesse pt um de
noderaco at enlo por elle adoptad.), be pm -
que caniles raaei leve para atahn proceder.
( i,i>.Mr/.ii.l Eu nao deicerel, Sr. presidente, ai
minuciosidades, nao exaiuinarei os Tactos, mas
entretanto quero dizer aluda duas palavras so-
bre ii ni l'.ieln que e apresen ti como horroroso,
sobre um ficto pelo qual o Sr. H. H. Carnelro
I,cao he al acensado de por cabro is a premio.
Fallo, Sr. presidente, dessa ordem, pela qual o
Sr. II. H. i.arnelro I,eo prouiettru o premio,
crelo que de 8:000,000 rs. a quem prenlesse
C.i'tnio Alves e Pedro Ivo, dando metade, se
porventura estes dous Individuos fossem mor-
ios em acto de resistencia. Teui-ae considera-
do este faci como de horrirel barbaridade ,
lem-se aecusado o presidente de rernaiubuco
de por canecas a premio Os correligionarios
do nobre depulado pelo Para quiodo acciisaio
a seos adversados polticos nao ae lembraiu
dos luios que lem pratlcado no paiz; e he por
isso que qu.isi seuipie quindo fizem urna ac-
.usarau, quaudo alei.iiu ao pun i a que lem li-
rio afeiada rata feila do r. 11. II. Carueiro I.eao,
se ibes pode logo apresentar uiu faci nao s
igual como anida mu.ir dique aquclle que
fie. objecto d aecusaco. (potados.) Creio,
Sr. presidente, que todo b mundo conerbe a
dillercii(a que ha entre tempos ordinarios e
lempos extraordinarios ; entretanto, Sr presi-
dente, he o partido do nobre deputado que
lem feilo em pocas ordinarias aquilto inesmo
de que lio grande carga se qur fazer aoSr.
U. Carueiro Leao em lempos extraordi-
narios.
ti Sr. Figurita di Utllo: O mesuio nao,
peior.
U Sr. Joaquim Villela Peco licenca para
lr os artigos de un regulamento espedido pe-
lo Sr. senador lencar quando presidio a pro -
VIIH l.l do lie.llj. i .l)ii)IUi/iiI.j Nao leiilm ililen-
vi., de maneira alguiua de oll'ender a este Sr.
seuador; quero uuicaiiiente comparar o seu
acli com o do Sr Honorio ; eu quem que a-
quelles que accuam boje o Sr. Hunorio de
por caberas apremio, tambem aecusem o Sr.
senador Aleucar de ter posto cabreas a premio.
Els os artigos do rrguiaiuculo a que me rrliro:
he um regulaiueuto subre os agentes de po-
lica.
> Art. 3." Alni desta gratiiicacao terao o*
agentes de pjlicia mais 100,000 rs. por cada
ciiiiiiiiii.su de uiorle que penderem, ele,
(Juundo o criminoso de morir l'jr doi pi e-
poleules que tcuhaiii srquito de bouirns ar-
mados coiusigo. a gralilicacao sn duplicada.
K ni. ..i..i gralilicacao lerdo quando o ciiuiiiio-
so de mu u- t'oi moi lo em resistencia nos ca-
sos do artigo 118 do cdigo criminal.a E de 7
de Janeiro de IS37.
Eis-aqui, pnitaulo, senhores, o Sr. senador
Aleucar, hoinein mullo proemiiieuie uo parti-
do dos uo>sos adversarios, no partido dos que
a. i n.aiii o Sr. Honorio de ter posto cabreas a
premio ; ordenando em lempos ordinarios que
se de premio nao s aquelles que prenderen),
como laminan aquelles que malareiu crimino-
sos rm acto de reaisleucia ; mas com esta dille-
renca bem nolavel!..... repare a cmara que
o ar. llonoi io pi unidle melade do premio a
quem inal.r rm acto de resistencia, de modo
que o iucentito he para que se traga o preso
vivo, porque no caso de se o iraier vivo ga-
ulia-se 8.OU0.0OO ra.. e no caso de se o matar
em aclo de resistencia gauha-se 4:000,000 rs. ;
mas o Sr. Aleucar da va o duplo da granhVaco
no caso de malar o ciimiiioso rm aclo de re-
-isii ni i.i (apotadui); de modo que o incentivo
era para matar.
Um Sr. Uepulaia : Era liberal.'
(I Ar. Apriyio : E alrin disto eia sacerdotr;
drvia Irr horror ao sangue.
bulto Sr. Debutado: Us escriplores s dao
este premio quaudo se traa dr srgurauca do
estado, e nao rm nrgotio particulares,
C ir. Jiinooim Pllala : Sr. presidente, a-
clio-u.e bstanle fatigado, por isso nao conli-
o, prdiudo desculpa a cmara por baver 00-
cupado a sua alteuco por tanto lempo.
ni.de 101 toneladas, capitflo Manual An-
tonio da Silva llarroa, equipagem 10,
carg farinha e mais gneros. Passagii-
ra, FrancUoa Mara Tibtircin, Felismina
Mara Nogueira de Braveza, Hrazloiraa;
e urna osera va de nomo Joaquina.
Liverpool 45 dias, brigue inulez Etiio,
i:ii'Piiani. equipagem 10, em lastro ;
nr.lino. Fuodeou uo Limcirflo, viudo o
capitfloa torra.
Ta'ra-Nova -- 37 das, barca ingloza Jaaaa*>
Gondie, de 23J toneladas, capiUo Slahb,
equipagem 12,* carg* 2,620 barricas com
bacaiho ; a James Oahtree & Compa-
nlna. -- Fuiileou no l.ameirflo, viudo o
capiifln a Ierra.
Naviot tahidot nt mismo da.
Maranhlo Brigue-escuna nacional Liura,
c ipil lo Antonio Ferreira da Silva San-
tos, carga varios gneros. I'assageiros, o
Dr. Jos liraqajim Ferreira Valle, o major
de guardas nacinaes Joaquim Concal-
ves de Alhuquerque-e Silva com u.n cria-
do L'mbelino llezerra de Souta, Mara
Candida de Jess com um escravo de no-
me Jos.
Iiabia -Galera ngleza Indus, capitam Wil-
1 ii>ni Coz, em lastro.
Liverpool por l'arahiba llares ingleza
Thomat-tlellorf, capitn John Sliadrak,
carga assucar o lastro.
EDITAES.
Olllm. Sr. inspector da thesourarla
da fiizendn provincial, em cumplimento da
ordem do Esm Sr. presidente da provincia
de G do eui re..le, manda fazer publico que,
nos dias 18, 20 e 21, ir a prarja, perauto o
tribunal administrativo da mcsir.a thesou-
raria, para ser arrematado a quem por me-
nos fizer, a obra dos concerlos do caes do
l'asseio-l'ublico c no do llamos, sb as
clausulas especiaos abaixo transcriptas, o
pelo prego de 1:98O,0O0 res
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematado comparecam na sala das sessfies
do sobredito tribunal, nos dias cima men-
cionados, pelo meio-dia, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandn alIUar o pre-
sente e publicar pelo iari.
Secretaria da Ihesouraria da fazenda pro-
vincial de IN i na ni Iiik'ii. 7 do marco de 1850.
ti secretario, Antonio Ferreira da Aunun-
ciaedo.
Clausulat eipeciaei da arrematar-do.
COMMEfCI.
elles [Apoiudot,)
O Sr. truz Hachado : --Nos enforcavam
lodos.
O Sr. Joaquim Villela: O que nflo fi-
ram elles seos seus adversarios so apie-
seniassein em campo para Ibes disputar o
po.fr pelas armas?
Mas, Sr. presidente, se o nobre deputado
considera a maneira por que actualmente
se laz u reei uiament i ciinu c ga.l.i huma-
ra, anda iln ei que estev e nas maos dn no-
bre dt potado e dos seus dignos correligio-
narios acabar rom essa cacada humana
l'ni que i. siio Sr. pic.-i Iciile, nunca piu-
pozcVam ni sia ruinara jama le sobre re.ru-
lainelito qup acahasse com rss^i Cacada
humana ? Eutrelanlo nessa leeiesent .iil.i
da assru.blca piovinrial da l'eiiiambuco,
que di aqu adiada para um calilo, bata
ii i ailig.i | c.lindo le miI.i e o i. ci nt.iiiu ii-
ln Se pela le actual o retrulaiuenlo lie
catitf liuiuana, oque cumpria queocor-
OSr. Villela Tanarn :Elletem sido vic-
toriosamente di fendido. [Apoiadoi )
O Sr. Ferreira l'enna :--Apoiado.
O Sr. Filela Tacare :Mas eu, Sr. pre-
sidente, queio fazer algumas ennsideragues
em geial a respeilo dasaecussces que llie
fJizem respeilo.
Sr. prrsidruje, uinguem dir que o Sr. con-
celhrlro Honorio llernirin Carueiro I.eo fosse
P ira l'ci n.ni.lineo i'.iiii a Idela de opprimir a-
qiu Mes que linhaui tomado parle na rrvolla de
b de novrmbrn do anuo aliazado ; peloconti-
rio, Sr. presidente, todos rslo bem errtoa de
que a poltica innniresl.ida pelo actual presi-
dente de l'i rii.uiiliui o fui srui dnvnla nina po-
ltica toda Me jusiiia, de mudriacao lapoiadm)
e tao fielmente foi rila rxrculada ilrbaiao (les-
tes dous pontos de vista, que elle chegou a idi-
lio os ringlas de seus proprios adversarios (a-
iHiiadot), dos correligionarios do nobre depuu-
do. (Apaiadnt.) Sr. presidente, eu lerri um
trecho do Mueabo, follia eminrnleiiienle tippu-
sii i'uii-la e d. leiiM.i a da i evidia a respeilo do
Sr. Honorio llerinlo Carueiro I.eo. '/.' o <>-
eho.) 1-1 s -. i < j 111, poi<, Sr. presidente, os uiesmns
sectarios da revolta cloiiaudo o actos do Sr.
Hunorio Ilrrinrto ..amen .. Leao, que aprrsen-
i.iv.un rm contraste aos do Sr. Pruna e do Sr.
Toati, e dizeudo que o Sr. roncelhelro Hono-
rio llerinlo Carueiro Leo tullanlo cicatrizar
as Perillas. lito, Sr presidente, be lano ver.
dade, que sabe a cmara e o paiz todo que o
Sr. H. II. I arneiro I.eu principien a dar anda
inesmo aos con.pi luiieitulos na vrvolia mdas
as facilidades, elle procurou nieamo.Sr. presi-
dente, garantir quanlo eslava na aleada de um
|)rrsideule de provincia, este partido que ti-
uii.i sido vrocido no campo da batalha. Aid
temos a sua circular de 7 dr jolln. U que or-
deiioii elle lo -ssa cu colar. Si. presidente/ Man-
don sustar lodos os processos, e ordeunu ijue
iiiiioneiii losse preso a titulo dr rebelde como
couivente na revolt*. excepluandn apenas a-
qiii lies que se acbavam pronuiielados. Ora,
um presidente que no priuepio de sua admi-
uiitraco procede logo desu uiaueira, irla le-1
AI.FAMIECA.
Rendimento do dial!..... C.093,0fi8
Ijeicarregam koje 12.
liarca porlugueza Ligeira podras, pas-
saros c ceblas.
Patacho (mnceiFrancoii-Xacer merca-
dorias.
Patacho porluguez ,46reu-/ -- dem.
Barca ingleza Ararat --gigos delouga.
Brigue inglez Arabella-Furbet bacalho.
Ilute nacional Flor-de-Cumripe merci-
dorias o gneros do paiz.
CONSULADO CEIIAL.
Rendimento do dia II.....8:238,178
Diversas provincias...... 281,348
8:519,526
EXPORTACA.O.
Despachol martima n dia II.
Bahia, galera ingleaa lndus, 617 toneladas :
co'.diii o srguinte :
50 toneladas de lastro de arela.
Liverpool pela l'arahiba, barca ingina Tlio-
mas lleltors, de 389 toneladas: coudui o se-
guinte:
850 sarcos com 4,250 arroba: de assurar.
itiii-ile-j.-ineiio. patacho nacional fiioisa-St-
nhora-da-Conceicao, de 94 toneladas: conduz o
srguintp :
19 cusas r 814 saceos com 5,033 l|2 arrobas
de assucar e 2.600 cocos com casca.
Sioi l.holni. brigue sueco A/aria, de 305 tone-
ladas: conduz o srguinte :
100 barricas e 3,040 saceos cnin 15,933 arro-
bas e 10 libras de assucar. 2,400 couros com
2,368 arrobas ell libras.
Llvrrpool, galera ingleza Bonita, de 377 1|4
tonel.id.is: conduz o segninle i
3.600 saceos com 18,000 arrobas de assucar,
69'J saccas com 3,737 arrobas e 5 libras de al-
godo.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia II.
5:3111,499
HovimeiHo do furto.
Navioi entrados no dia 11.
Liverpool 33 dias, galera ingleza Sero/ina,
de 299 lonela.l.is, capilflo John Jeiinn.',
equipagem 18, carga la/en las ; a Jolin-
son Prter & Couipaiibia. Passageiro, John
Lilly, Inglez.
Itio-de-Janriro -- 35 das, patacho nacional
'.'uiiuso, de 116 toneladas, capitflo Domin-
gos Antonio de Azevedo, equipagem C
carga pipas vasiase mais gneros; a Lu z
Jos deS Araiijo. Passg.iro, Filippe da
Motta de Azevedo Correia, Brasileiro.
Cear 13 dias, escuna nacional Tentado-
si 1 .* As obras do concert do caes do Pas-
seo-Publico, o no do Ramos seiflo feitos
le confu mu le Com. O ni (;auieutu nesta
i..l apresentado ao Kxin. Sr. presidente da
provincia, pelo prefn do 1:980,000 rs.
2 Esta obra ser principiada no prazo
dn um inez e concluida no de cinco mezes,
ambos contados em conformdade do artigo
10 do regulamento das arremata toes de II
dejulho de 1843.
3 a Todos os maleiaes sero examina-
dos pelo engenheirqanies'de serem empre-
gados, e appiovados lavrar-se-ha um termo.
4.a O pagamento da arrematacSo sera
feilo conforme determina o artigo 15 do
supracilado regulamento das arremata-
C'Oes.
5.' Para ludo que nflo esliver determi-
nado nas pieseules clausulas, seguir-se-ha
iuleiramenle o que dspOe o regulamento de
11 dejulho de 1813.
llecife, 28 de fevereiro de 1850. O en-
genheiro doicrmodo llecife, Jos l*amede
Alces Ferreira.
O lllm. Sr. segundo escriplurario, ser-
vinilu de inspector da tbesouraria da fazen-
da provincial, em cumprimentu da ordem
do Ezm Sr. presidente da irovincia de 14
do correte, manda l'azer publ-co que, nos
dias 12,13 e 14 de marco prximo viudou-
ro, ir a piuca, peranle o tribunal admi-
nistrativo da inesma tbesouraria, para ser
arrematada, a quem por menos fizer, a obra
da coiilinuacflo do caes denominado lla-
mes, sb as clausulas especiaes abaixo
transcriptas, e pelo piecu de 11:385,000 rs
As pessoas que se propozerem a esta ar-
reaialacuocdmparecam na sala das seques
dn sobredi tu Irib na I, nos dias cima men-
cionados, pelo meio-dia, compcteulemenle
ha bulladas.
E para constar se mandou fcfilxar o pre-
sente e publicar pelo Mario.
Secretaria da Ihesouraria da fazenda
provincial de IVrnambucn, 15de fevereiro
de 1850. O secretario, Antonio Ferreira
d'Annunclaco.
Clausulas tspeciaes da arrematar-do.
|. As obras da conlinuacc do raes de-
nominado Ramos seio feitas de conform-
dade com a planta e orramenlo nesta dala
a(iiescullidos ao Exm. Sr. presidente da
provincia, pelo pieco de 11:385,000 rs.
2.* Esta obra ser principiada no pra-
zo de dous mrzes, e concluida no de 7, am-
bos conforme o ai ligo 10 do regulamento
das airematacAes da 11 de julho de 1843.
* 3 lis pagamentos da arrematadlo sa-
nio feitos segundo dispoe o artigo 15 do su-
pracilado regulamento.
4* Todos os muli riaes serflo examina-
dos pelo engenheiro antes de serem empre-
gados, e, approvados, lavrar-se-ha um ter-
mo em que assignarflo o engonlieiro e o ar-
remtame.
5.a Para ludo mais que nflo esliver de-
terminado nas presentes clausulas seguir-
se ha men ament o quedispOe o mencio-
nado regulamenlo de 11 de julho de ttc4 I.
llecife, 13 de fevereiro de 1850.--O en-
genheiro do termo do Recife, Jos Mamedi
Alves Ferreira. a
que os passarem, cujos agentes receba lo-
res Horneados e habilitados para essn re-
cebmonto, sSo Jos Chrispim de Assump-
(fio e l.uiz Comes SiUerio.
Manotl Antonio SimSes do Amarat.
--0 Sr. director interino rio lyceu ni inda
fazer publico quo, no dia 15 do crreme, so
ensi-rrarflo as mUriculas ; e os Srs. cslu-
lantesj* matriculailos, queja se acharen
i'i'sialieieei ios quuiram comparecer no ly-
ce'i; pois que as ulas estflo em exrci-
cio. O aecretrio interino, Antonio Egi-
dioda Silva, professnr d geomelria.
0 Sr. director interino do lyceu manda
fazer publico que, por cortara do Exm. Sr.
presidente da provincia de 8 do correte
me-/, contina a estar a concurso a cadeira
de lalim da villa do Nazsreth : portanto, os
cidadflos hrasiteiros que ao quizaren! op-
pr a referida deverdo comparecer na sila
do palacio da presidente da data deste a 60
dias, tendo recolhido secretaria do lyceu
os seus requorimentos documenta los 8 dias
antes do dito concurso. Secretaria do ly-
ceu, 9 de marco dn 1850. -- O secretario in-
terino, Antonio Egidio da Silva, professor
de geometra.
O 6r. director interino do lyoou manda
fazer publico que, por portara do Km. Sr.
presidente da provincia de 9 do correnta,
acha-sea concurso a cadeira da substituto
de latim desla cidade : porlanlo, 08 ei la-
dflos brasileiros que se quizerem oppor a
referida cadeira, queiram comparecer na
sala do palacio da presidencia, pelaa 9 ho-
ras da majihSa do dia 13 do correte mez a
60 dias, leudo recolhido secretaria do ly-
ceu os seus requermenlos documentados
8 dias antes do dito concurso. Secretaria
do lyceu, II demarco de 1850. O secre-
tario interino, Antonio Egidio dm Silva, pro-
fessor de geometra.
--A reparcSo das obras publicas preci-
sa contratar alguns serventes tiara a obra
da cscada da cadeia desla cidade, sejam h-
vres ou escravos, paga-se a 610 rs. por dia :
quem se qu'izeraproreilar compareca a ho-
ra do expediente na mesma repariicSo.
-iieparliQo da polica.
lllm. e Exm. Sr.Das rommunicacoes
que me frain Pojo inderecadas consta le-
rem sido presos : ordem do subdelegado
da freguezia de S -Frei-Pedro-Goncales do
llecife, Auna Joaquina da Conceicflo, que
diz chamar-so Mana Joaquina : e do sub-
delegado dn piimeiro disli irtn da freguezia
dos A logados, o pardo Francisco Antonio,
por correreflo.
Foram recolhidos a cadeia desla ci la le,
afim d'ahi serem guardados os presos Tilo-
ma/. Lopes Lima, Theodoro Gomes, Joaquim
Simoes, lioTiiogns Jos Alves, Pedro Alvos
Mouteiro, Flix Jo-e de Lima, Manool Go-
mes Venlania, Manuel Jos. I.ins. Antonio
Jos Salga in, Itegi na Ido Jos de lliilo. Hay-
mundo Alves Feloza, Antonio de Birros
Cailiuana, Manuel Fino, Manoel Prancisc i
de liveira, Jos Hodrigues, e Manoel Das
da Cosa, os quaes me foram rmellldos
pelo delegado de polica do termo de G*ra-
iilinos aeonipanhados de ullicio sb a data
de 22 do mez prximo p issado.
Este inesniu delegado em ulTicio do pri-
meiro deste n".ez communicou-me, que,'no
dislricio de Correte em o sitio do Areia,
liavia sido assassinado Antonio de Anuda,
sendo que se licavam fazendo as diligencias
para a captura do assassino. assim como
que no referido districlo tinhaan sido pre-
sos, Manoel Ignacio por antliouomazia Ma-
noel Longo, por crime de turnada de pre-
sos Jos Alejandre, por ter pertenciJo a
quadrilha dos Moraes, e ltimamente a da
Cedro Ivo; e Ignacio Comes da Silva, por
haver roubado a um Inglez, que negociava
com gado na cidade da Victoria, a quantla
de um cunto de ris, depo8 de o ter grave-
mente ferido com um tiro.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da
polica do Pernambuco, 9 de marco da
1850.lllm e Exm. Sr. Honorio llerinlo
Carueiro I.eao, concelheiro de estado, pre-
sidente desla provincia.Jos yieolo Its-
guiira Costa, chefe de polica interino.
Avisos martimos.
Declarares.
--Oescrivflo servindodc administrador
da recebedoria de rendas internas gpraes
abixo assignado avisa a Indos os collecta-
dns pelos di vei sos impostosque sflo aire-
fados i el i mesma n cenadura, quo achan-
do-se creados os dous cobradores, de que
trata o aiIjo 32 do legolamenio de 15 de
jiinliii de 1811, o. 361, para receberem ami-
uavelmeiiie no doii'iciho dos deveiorcs a
iniporlanci de seus dbitos, a elles pode-
iflu pagar, dando por desobriga os recibos
extrahidos dos taloes para esse lim organi-
ados, assignados pelo Ihesooreiio, Joa-
Para o Cear segu viagem o hiato
iSovu-Olinda, re que lio ineslre Antonio Jo-
s Vianua, por lorj tratado parle Je seu
carregamento : os pretendentes a carga e
passageiros, dirijam-se ao mesmo mostr,
ou ra da Cadeia-Velna, o. 17, segundo
andar,
Para o Rio-Grande do sul seguom cora
brevidade o brigue brasileiro-Jvao e o pa-
tacho Astrea : quem nos mesmos quizer
carregar, ou ir de passagem, para o que
tem bons com modos, e mesmo para escra-
vos a frete: trata-se com Ainorim Irmflos,
na ra da Cadeia do Recife, n 39.
Para Lisboa segu com brevidade, por
ter parte da carga prompla, a barca portu-
gueza Ligeira, de que lie capilflo Antonio
Joaquim Rodrguez : quem quizer carregar
ou ir de passagem, falle com o mesmo ca-
inlan, oucom Fiancisco Seveiiano Rabel-
lo&Filho.
l'ara Lisboa segu, com a
maior brevidade possivel, por ter
a maior parte de sua carga promp-
l.\, o patacho portugus Jbrcu-
Piimeiiv : quem no mesmo qui-
zer carregar, ou ir de passagem ,
dirjase aos seus consignatarios,
Oliveira limaos & Companbia, na
ra da Cruz, n. 9.
Para Porto-Alegre pelo Ro Grande do
sul segu, em poucos dias, o brigue Flores :
s recebe passageiros e escravos a frele, pa-
ra o que lem bous commodos: liata-se
com o capilo a bordo, ou com Aniorim
limaos, na ra da Cadeia do I! cite, u. 39.
Para Macelo sabe, no da I too correle
mlalivi luiei le,o liem conliecido brigue na-
cional Empieza, capito Guilbcime Pinto
da Silva : recebe carga e passageiros : tra-
la-se na la da Caduia-Velha, n. 17, segun-
do andar, ou com Augusto C. de Abroo, ua
inosiim roa.
__|',ua O II10 de-Janeirn sabe, rom a
maior brevda ie possivel, por ter ja parle
de .-cu enlegmenlo tratado, o brigue 111-
. assignados pelo
quun Mara de Carvilho, e os empregadosjcional Sem-Far : quem 110 inesmo quizer


oirregar, ou ir de passagem e embarcar es-
cravose frete, dirija-se o capi.lo, na pra-
ca do Commcrcio. ou a Novaos & Compa-
nhia, na ra do Trapiche, n. 31.
Para o Itio-de-Janeiro sahe,
nodia 15 docorrenle, a muito co-
nhecida e veleira barca nacional
Firmeza : para o resto da carga e
passageiros, ou escravos a fete,
trata-se cora o capitao, Narciso
Jos de S.-Anna, na praca do
Commercio, ou a bordo, ou ra
da Cadeia, n. 4o, terceiro andar.
--Vendo-sea escuna brasilera Europist;
de lote de 116 toneladas, forrada de cabree
P rom pa com lodos os pertcnoes para f-
zer viagem : quem a pretender pode ir exa-
minar a bordo, a qual m acha tundeada de-
fronte do Passeio-Publico, e trata-se com
Amoiim Irmfios, na ra da Cadeia do Re-
cife, n. S9.
Com destino a ilha de San-
Miguel.
Est a chafar do Rio-de-Janeiro o brigue
portugus OUvtira, j com a maior parto
drvaeAi ortega ment, e receber ueste por-
to o restante para abarrotar : quem nelle
pretender carregar e ir de passagem, se en-
tender com J080 Tavarcs Cordeiro, na ru
lo Vijtsrie, n. 8.
i'ara o Assti pelo Ton ros segu, at 15
do crrante, o brigue Condescendencia
quem quizer carregar, dirija-se a Jufio
Fraocisoo da Cruz, ra da Cruz, n. 3, ou ao
capitfioabordo.
Para a Baha sahe, en poneos dias, o
h\\.u San-Jmo .-qui-m no mesmo quizer car-
regar ou ir de passagem, entenda-se com o
mostr a bordo, ou com Novneact Compa-
iJjJa, na ra do Trapiche, n. 3.
Vende-sc o patacho ameri-
cano lioinp, de lote de 126 tone-
ladas americanas, forrado de co-
bre, muito veleiro, e prompto pa-
ra seguir qualquer viagem : os
pretendentes, dirijam-se aos con-
signatarios, Ilenry Forster &
Companliia, na ra do Trapiche,
n. 8.
5
dita letlr, tracto de justifica-la no envon-
tario dos bens dd referido GirSo que pro-
segu pelo juizom..nicpl da villa de l rass.afim de condecer-se de sua veracidade
esepirar-se bens para seu pagamento, quo
existe a dita lellra he urna verdade, porque
seachaaponlada e protestada peloSr.es-
crivfio ilos protestos, ms 81* elli he verda-
deira, he o que resta saber-se quando fr
juslilica-la. O mesmo abaixo assignado
desde j previno ao rspeitavel publico,
que lodo e qualquer mal que possa sof-
freromesmo abaixo assignado, nesla ci-
da le, ou fon delta ;s*n por causa do mes-
mo abaixo assignado estar pelos tribunaes
pugnando pelos direitns de sua mulher,
como llie cumpri; o por isso partir semen-
t daquelles que teem querido deiapidar, o
que estilo de possa da duenda de sua mu-
lher, visto que oulros inimigos o abaixo
assignado nfio tem, como he publico e no-
torio.
Marcellino Jos Lopes.
OhVece-se gralilicar rom generosi-
dadee prompti Iflo a quem levar na casa
sita na beira do rio do Poco-da-Panella, ou
na praca do Commercio, a Jos Antonio de
Araujo, uin escravo da Costa, que desappa-
receu do Poco-da-Pimella, no da 7 do cor-
rente marco, as 4 horas da mauh9a ; sup-
pOe-se ter lomado a direccSo da estrada
nova', engerido do Cordeiro, etc.; tem 20 a
22annos, falla pouco, por ser bruto, allu- ._ -i nrllS1(ln
ra ecorpo regulares, cara comprida, olhos t-"duo-
OSr. dos Afogados que otfereceu 30/
rs. pela canoa grande, no lini da ra da
frca do poder do abaixo assignado, que
he o seu legi'imo dono propietario
OSr. I)r. chefuda policia, enmojuiz, e
mais autoridades qu-iran tnmor em con
sidericAo serrelharto negocio; e tifio se
ignora qui b subjeilos, que de um ti pa-
ra nutro se aprnsenUm ricos, equen vem
a soffrer ? O abaixo assignado, ou oulm
si'iin Ihante, que por sor desvalido e-scm
protocolo, fie" d"sapossado do quo lie ii
e sem Ihepmlcr dar remedio algum --Mi-
guel Goncalve de Parias.
Perdeu-se a qnintia de 4.?'
rs. em cdulas amarelhs de ao.ooo
r.. unidas emum bilhele firma-
do por Pinto de Veras, que diri-
ga, com data de 9 do correnle, ao
Sr. Torres, morador na ra das
Flores, n. i5: quem achou, que-
rendo restitui-la ( o que nao he
mo, porque pede n.orrer da febre
amarella, e nSo tendofeito neste
mundo esta resliluico ir para o
inferno ) dirija-se a mctna casa
da ra das Flores, n. i5, que da
mesina quantia icceber 20,000
Leiio.
O corretor Oliveira far! leilSo. por or-
dene em presenta do Sr. cnsul da repu-
blic f'anceza, da mnhilia e niais objecin
do finado Joifo Duliuis, Sllbiilo trance/ ,
consistilo em carteiras para escriptorio,
mochos, aparador, com 01 oda, banquirihas,
dita com estante, cadeiras de Jacaranda,
sopli, marqueza, I jugo de pistolas, espin-
gardas de cafa, quadros, relogio de cima
de mesa, serpentinas dnuradas, castifaes e
colheres de prala. porcito do livros, e ou-
Irus muitos olijoctos assaz necessarios:
quarla-leira, 13 do correnle. s 10 doras da
mandila, no sobrado de um andar, n. 8 d*
ra dos Quarleis.
grandes, heicosgrossos, barba pouco cres-
cida, cabello cortado a moda de l'rade, pei-
lo sacado, em o qual tem .urna costura de
um talho abaixo da clavicula, hombros pa-
ra Iras ; anda enm o corpo para urn e ou-
tro lado, sondo este andar natural; temos
pscheiosde bichos; charua-se All ; le-
vou chapeo de palha que os pretos costu-
mam a fazer, camisa de algodfio america-
no de listras brancas e azues de mangas
i'omi ri las, porem sem pundos, caigas do
mesmo sendo feilas com pregas e buidos ao
lado, ceroulas do algodiio americano l/ul,
sendo estas curtas, bem largas e de aullar,
um lencolde pannos de algodfiozinho li
so ; costumi andar n da cintura para cima
e trazendu a camisa, ora sobre os hombros,
ora vestida sem abotoar o collerinhn, e ora
por cima das culpas ou ceroulas simple-
mente.
g IIoni(Bopathia.
o.
0 Consultorio homoeopsthico
& em Pernambuco, ra da O
Cadeia de Santo-Antonio,
n. 33, dirigido por J. B. q
Avisos diversos.
--A irmandade do SS. Sacramento da
fregueria doi Afogados, em observancia 10
seo nomprimisso, leudo de concertar 1 re-
moradas de casas do seu patrimonio, con-
vida a quem queira empreiiar as referidas
obras para as fazer, subjeiamlo-se is Can-
il ices que a niesma presentar em um ter-
mo, daudo-se a piefereucia a quem* por roe-
nos lizer os referidos coucertos : quem 1 re
tender,dirija-ie ao jui/ da mrsma, lia povo*-
(fio dos A logados.
Pricisa-se de dous amassadores que
sejam peritos em seu ofllciu : paga-se bem,
agradando : em Ulinda, padana do Vara-
douro.
Joaquim Francisco Duarte, labellio
interino das hypothecas, mudou sua resi-
dencia e ca torio da ra Formusapara o liui
da di L'niflo, ultimo sobrado.
U sitio da Poiile-de-L'L'ha, contiguo a
olaria denominada S.-Pedro, precisa de um
fe 1 lor sem familia e idoso : a tratar 110 ms-
alo sitio.
-- lloje, 1S do correnle, porta do Sr. Iir
juiz interino dos felos, se lia de arrematar
por ser a ultima praca a parla da casa sita
na ra da Penda desta cnlade, pendolada
ao coronel Francisco Jos da Costa, por
execugSo da faze.ida.
--Nodia 13 do crrente, porla do Sr.
Dr. juix municipal supplenle da segunda
vara, se un de ai rema tur por ser a ultima
praca a parle de um sobrado silo no Alerro-
dos-Afogado*, perrhorada a viuva e lierdei-
ros ite Jolo Uaptisla Herbsler, por execu-
(3o de Andr Wilmer.
Ignacio do S Lopes Fernandes vai a
Portugal tratar de sua sau le.
-- A pessoa que anuunciou no Diario de
sabbado, 9 do crrente, querer alugar um
sobrado de um andar ou urna casa terrea
com bastantes commolos e bom quintal,
dirija-se ruada Floroulina, n. 30.
I'iecisa-sa alugar tres ou qualro escra-
vos para trabalharem de enxada uum sitio.'
quem os liver jle apparecer no principio
da estrada dos Affliclos, primeira casa ter-
rea do lado esquerdu, para tratar do a-
juslc.
-- l'recisa-se alugar um preto para andar
com laboleirouefazenias na ra venden-
do em companhia de um bomem : a tratar
Casanova, estar aberto O
todos os dias, desde s t
horas da manli at as 6 %
di tarde. 3
Os doentes srlo vizitadns todos os O
-'' dias, uo sendo multo longe. O
O A pobreza receber os soccorros da O
O horiiccopalhia gratuitamente. O
Precisa-so de una ama de leiln forra
ou captiva: na ra da Aurora, 11. 4t, se-
gundo andar.
OSr. Antonio Jos Oias Rraga tem urna
carta viola do sul : na ra eslreita do Ro-
sario, n. 19, onde p le manda-la recebar.
~ Precisa-so de urna pessoa que queira
entrar do socielade em urna botica com
fundos iguaes: anuuncie para ser procu-
rada.
. Qu.em precisar de urna ama pera o ser-
vico interno de urna casa de homorn soltei-
ro, dirija so a ra da Concorda,%uda de
marceneria.
Olerece-se urna ama para casa de pou-
ca familia, prefenndo-se casa estrangejra:
afianca 11 conducta : na ra do Rosario tai-
ga, por cima do armazem de tonca.
Fugio, no dia 11 do correnio. Sipo*
lequescrioulos, sondo um de nome l.odge-
10, de idade de 12 anuos, bem feito do
corpo, olhos graodes, tem urna pelladura
de fresco na cabera ; Invou, vestido cami-
sa de riscado de algodiio, calcas de urna
fazenda j bstanle desbotada ; e o oulro
de nome Bernab, de 14 annos, baixo, cheio
do corpo, olhos um tanto esbrauquicados,
meio cambado ; levou calcas de ganga asul
de enliar, camisa de riscado: consta que
lomai am a estrada dos Afogados : quem os
pegar leve-os a ra da Cadeia do Reeife, 11
SI, pnmeiro audar, que ser bom recom-
pensa do.
ATTEXCO'A.
Miguel Concalves de Farias, abaixo as-
signado, declara que, no dia 4 do correnle
mez annunriou seu prtrfio, Manuel Jos
Ferreira de GosmSo, que nioguem lizesse
negocio com o abaixo assignado sobre a us-
crava Antonia e urna cria, que era-sua
prupriodade, como mostrara dedocumen-
lus. Ora, uo ten lo o abaixo assignado
em nenhum lempo desapossado-se por ti-
tulo algum de sua escrava e cria, fez de-
clarar por este mosmo Diario de 6 e 7 do
correnle, o quo nicamente se havia pal-
lado entre o abaixo assignado, estando
preso, e seu patrilo que all foi-ter. Pifio so
strevendo seu plrfio a contestar em publi-
co o que realmente se passou e fui relata-
do; niio se envergoiibou de mudar de ruino,
ainiunciarido que a escrava Ido havio fgi-
do de casa no da 1 do correnle mez .'! e
conclu pedindo s autoridades policiaes e
capites de campo a api rehciisfio da escra-
va ; o anda a mais tem edegado o seu atro-
jo de andar acompanliado de capifies e
queira, pode
Aurora, n. 4, sendo que aind
ir lomar conta dell.
Na ra do Vigario, n. 19, deseja-se sa-
pera morada dos Srs padre Jos LUS Al-
ves Freir, Dominaos de Almeida Passos e
I). Mara da ConoeleOo Vieira.
Cesar Kruger faz urna viagem a F.uro-
pa, lovnndn em sua companhia sua senio-
ra eum ilho menor.
l'recisa-se do um f'itor para o servido
decampo em um engenho distante desta
praca 6 legnas: na rui do Crespo, n. 15,
primeiro andar.
Aluga-e, por pouco lempo, o segundo
ailar do sobrado n. 1, do pateo do Culle-
gio : a tratar ho mesmo andar.
I olera da matriz da Boa*
Visla.
0 respectivo thesoureiro, Manoel Conca-
vel da Si'va, pretende nfio Iludir a expec-
tacfio do publico com annuncios importu-
nos do andamento das rodas desta lolerar
esfbrcar-se-ha quauto couber em suas Tor-
cas para com a posaivel presteza annuncia ;
o dia, alnm do qual nlto devera pastar a es-
peranca dos compradores ; pornuo enlende
qiieaessa illuso em que alguns teem por
ve7cs deixado o respeitavel publico, so de-
v essa especie de descrdito, quo lauto
tem demorado o andamento das noaaas lo-
teras ; por isso limita-.se por ora a aunun-
ciaravenda dos bilhetea, e a extrahi-los
com todo o einpenho, afim de poder asso-
gurar aos compradores o dia em que deve
r^clla imprelerivelmenle correr.
A vaniagem do plano j publicado e o fin
religioso para que l'oi esta loleria concedi-
da, convida e saduzos tentadores da sorle
a concorreiem sem demora para a compra
dos iiijid* ros que Ihes preparan! a suave
equisieo de bens da fortuna, sem risco
de grande capital, e com o importe smen-
te da diminuta quanlia de ou 10,000 rs.
por poneos dias.
Desde j achar-se-hfio os bilhetes : no
Recite, lujas do thesoureiro e do Vieira
cambista ; em S.-Antonio, botica de Juo
Moreira Marques, no pateo da Matii7, e de
Francisco Antonio das Cbagas, na ra do
l.'Vrameutn ; luja de Pernar.lino Jo-i- Mon-
tano, pracinha do tivrainento, n 44; no
Aterro-da-ltoa-Visla, lujas de Guimarfles,
n. 44. e de huarte Borges da Silva, n. 18.
% DEPOSITO GEMAL I
2 do superior rap areia-preta i
l da fabrica de Gantois P ai- %
Ihet & Companhia, na Ba- 9
na. ,
% Domingos AlvesMatheus, agente da $: fabrica de rap superior arcia preta $
i e meio grosso da Baha, tem aberto o }
f seu deposito na ra Cruz, no Reeife <
V n.52, primeiro andar, onde se achara *>
t sempre desie excallentoe maisacro- j
i dtado rap que at o presente se tem 4
f) fabricado no Brasil: vende-se em bo- s)
fies de urna e meia libra, por prego .)
mais commodo do que em oulra qual- i
3>,. quer parte. ,j
trar encasa, a negocio que Iho diz res-
peito.
No pateo da matriz de Sanlo-Antonio,
sobrado n. 4, liram-se passapoitcs para
dentro e fra do imoerio, despacliam-se es-
cravos e correm so folhas com a maior bre-
vidade possivel, e por diminuto preco.
- Perdeu-se na quinta-f ira.G do corren
lo me?, desde Smlo-Amaro al a ponte da
i;i-Vi.ia, urna carleira de marroquim a-
m>rrllo, contando 40,000 rs. em'CQdulas, e
ire oulros papis um cartSo da visita do
porto para tirar um lilulo da residencia, o
lo i| no verso eslava rubrictdo pelo Sr. Dr
chofe de polica, em dala de 27 de fevarei-
111 ultimo ; quem o restituir a J. 1. Lewe-
rea, ra da Cruz, n. 44, ser generosamen-
te recompensado.
A publicacfio do neifa-Flor est tempo-
rariamente suspensa. Aquellos dos Srs. as-
signantes que pe ti-ii i",.|ii ao mediocre
numero dos que ja satislizeram a assign*-
I ora, e que lio quizereni espera i, [uiem
mandar rereber o numerario que se Ibes
resta na casa do redactor.
Quem precisar de urna ama secca para
oservuode ua.a casa dchuitiem solloiro,
dirija-se to pateo do Terso, n. 137.
O
0 Alugam-se e vendem-se as verda- gj
j deiras hixas do llamburgo : na praca t
q da Independencia, n. lo, ao voltar n\
q para a ra das Cruzes. q
-- Procisa-se de urna ama do leile : no
Aterro-la-Roa-Vista, n 48.
Antonio Jos Pedro (oncalves embarca
para o Rio-de-Janeiro o sou escravo Jofio,
de nacfio.
~ Na ra Direita, sobrado n. 120, segun-
do ainlar, precisa-se alugar urna ama quo
saha co/inhar. engornmar o fazer lodo o
maisservico interno de urna casa de fami-
lia.
--Na ra Nova, n. 58, se 'lira quem d a
premio .ruantias de 300, 400, 500 e 600,000
hasteas de ferro como de balis, assim co-
mo umbelas de igrejas: tudo por preso
commodo.
Ovas do serto
lio chegado alguna pares deste expel-
iente pelsco : na ra do Queimado, loja di
ferragens, n. 14.
l'recisa-se de um pequeo de li alt
annos para caixairo de urna venda, o qual
de fndora sua conduela : em Fra-do-Por-
tas.n. 86.
l'recisa-se alugar um preto para boiar
sentido a urna pequea casa de campo : na
ra do Trapiche-Novo, n. 10, casa de Jones
Patn & Companhia.
01

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i-
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I*

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a-
Coiisiiltoro homoeo-
pithco.
Ra do Trapiche, Hotel-
Francisco,
Dirigido pelos doutores Sabino O. I..
I'inho, J. A.Luz, eC. Chidloe.
m
m
Todos os das, desde as 7 horas di <3
manhfia at as 3 da tarde, pdem ser. -^
procurados qualquer destes Snrs. J
As consultas serfio recbidis por
qualquer dos tres medios que se
acharo consultorio.

As pessoas necrssitadas continua- ^3
rfio a receber gratuitamente, tolos ^t
;> os soccorros de qua precisarem, a <-"
* qualquer hora do dia ; adverlnlo
que, serfio soccorridos com prefe- C?
roncia, aqne.ll.-s que logo no princi- J
pi da molestia recorrerem i ho- ^
mceipalhia, sem haver tomado re- S
medio algum allopatliico. ^5
Precisa-se re um Porlugucz. com pre-
ferencia a li,110 das illuis, que sarha traba-
lharem sitio, para trabalharem um no lu-
gar do Remedio : quem esliver nestas cir-
rs., com hvpotheca em casas terreas. Na mstancias dirija-so A ra do Crespo, p.
14, lercetro andar.
Ilottbo.
Na noite de 6 para 7 do passado, foi fur-
tado a um preto que ven lia fazendas, urna
grande lita e um cario com diversas fa-
zendas finas ; pois temi o mesmo preto,
por motivos do embriaguez, chamado um
ganhador para carrregar a fazenla, o mes-
mo so evadir com todas as faz-'ndas o al-
gum dinheiro que carregava. Rogs-se, por-
lanio, a polica ou a qualquer peisoa que
Inda noticia do (recorrido, da dirigr-se
ra da Cideia-Vclha n. 21, casa de Manoel
Antonio da Silva Aniunes, que ser gratifi-
cado com 100.000 rs.
anima casa vende-se urna carrosa para um
boi.
No domingo, 21 do prximo passado,
do boceo das Rarreiras, da rasa do lam-
peo, fugiram duas ovelhas e um carnoiro,
todos mochos, e sendo urna ovelha branca
o oulra pintada de preto, amhas prximas a
parir: quen as levar a dita casa, ser re-
compensado.
Precisa-so alugar urna ama que suda
cozinhireengornmar: na ra estrellado
Rozario, no primeiro andar do sobrado,
passan lo a bo'ica doSr. Prannos.
Pierisa so de urna ama para ooziiihar
e comprar: no palco do Terco, n. 21, ta-
berna
--Roga-se ao Sr. que tem em spu poder
o primeiro e segundo voluntes dos Mys'e-
riosde Londres, emprestados pelo falleci-
do Caetano Lui7. Ferreira, o obsequio de os
ina'dar entregar no Aterro-da-lioa-Visla,
o 4i;eseo 11*10 lizer, no prazo do oito
Compras.
Compra-se um preto que tenha de 20 a
25 anuos, que saiba cuzinhar o diario da
urna casa e que seallance a sui conducta :
dias, sera publicado o seu nomo por filen-1 paga-sc bem: na ra da Cadeia do Reeife,
so neste jornal, pata o publico o conhecer. I escriptorio do corretor Oliveira, si dir
I'ircisa-se de um fe.lor que
rntenda de arvoredos, hortalicc e
ardim : na C'apunga, sitio ao p
do porto, a fallar com a viuva
l.asseire.
-- O r., cujo nome se ignora, que veio
no dia 3 do correnle, a casa da roa do Hos-
picio, per mando do Sr. do engenho Jacar
tratar da ruinrfra do escravo Mano I, que
em dito engenho se acba, queira compare-:113 r",a, eina,n. al.
^ rv-r. ......Ii.ir.aa n no. COinpM-Se Ul
quem precisa.
Compram-se dous cachorros pequeos,
sendo ilos de fila : quem os liver para ven-
der, leve-os ao principio da estrada dos Af-
"lietos, primeira casa terrea, do lado es-
quordo.
Compra-so toda a qualidade do trastos
usados, e lambem sa trocam por novos : na
ra Nova, armazem de trastes, defroule da
ra de Santo-Amaro, n. 59.
Compra-se 011ro e prata sem feitio : na
m
na ven *a da ra da Catieia -io nuc fe. u. &, i-ariino e inateclores de quarteirS pela <^a-
defronto ao Recen-Largo.
Olfeiece-se una ama branca para cria-
Cfio de urna enanca, a qual tem bstanle
leilee he desempedida por Ihe ter murrido
a criancaconi 8 das de nascida pn-ivre-si
casa eslrangoia : no Aterro-da-Uo-Viata,
fabrica de cal e c.'iucolalo.
de aluguel.
Mubilias
Alugam-se cadeiras para bailes eodicios.
tambern se alugam mobilias a vuulao Ui-
alugador ; na ra Nova, armazem de tras-
tes, defronte da ra de Sinto-Atnaro, 11. 59
-- O abaixo assign do, como ndministra-
dor de sua mulner, sourinlia e herdeira dti
liiudo lenenle-coronel lleuriquo l'uppe Ci-
rilo, torna a fazor scieuto que, constan lo
Ide haver urna leitra na cuvulae.iu da quau
lia de 1 886*520 rs. que se diz ser ucoit.
punga, (luciendo Pul re casas de parrutes
e de annzades o abaixo assignado para
agarrar a escrava, suppondo estar ella all.
O abaixo assignado turna a sustentar o seu
primeiro anuuucio e declara que ludo
quanio em contrallo apparecer lio falso, ou
lal.-amt-ule estorquido por aquella assigna-
tura quo em ba l presin a titulo de cie-
lito ue divida no papel que Ihe apreseillou
seu patrfio, ,. provao exuberantemeulc
itll suadcclarac,aocoriios meamos unuuu-
ciosde sou patrao, pois o pnmciru c.-la
concluido e vcrilicao quo ello inmca tete
posseda escrava do abaixo assignado, eilu
segunoo so se conclue que,couliuo na opu-
i ncia e nogucio com que najo gyra, tungo
-ido da pouco leu po caixeiio cun o abuixo
assignajo na mesilla padana, do que duje
cpalrfio, espora lomar posse da escrava
pelodiloCiro ; por isso queiu possuir ai por iao indigno meio, seudo ella lirada a
Aluga-se o segundo andar o solio do
sobrado da ra da Penda 1 a tratar na ra
do Cabug, loja n. 1 C.
Precisa-se, a bordo da bar-
ca ranceza Leonie que segu via-
gem para o Havre, de um criado
para o servico da cmara, ainda
que sfja de cor, com tanto que se-
a fono : os pretendentes diri-
jam-se ao escriptoiio da consignu-
taria, viuva Lasserre, na ra da
Sen/alia-Vclli.i, 11. 1.38.
O bacbarel formado Jo.lo de Rarrns
ralean de Alduquerque Mal'anho COIIlilla
a advogar na ra eslreira do Rozario, 11.
20, primeiro andar.
--Joaquim Poreira Arantes vai a I.islilla,
e dexa por seus bastantes procuradores,
encarregados de seus negocios, em primei-
ro lugar a sua mulher I). Anua Joaquina l'e-
reira, em segundo o seu caixeiro interes-
sado Antonio Augusto dos Santos Porto o
em terceiro o Sr. Jos dus Sanios Neves.
lima pessoa que tem de ir
a Macei, c cuja conducta he as-
,saz conhecida, encarrega-se de co-
lnai as dividas que porvenluia ti-
verem na provincia das Alagdas
as pessoas aqu lesidentes. I)in-
girse loja de Jos Peres da
Crux, 1 tule se dii quem he.
O Sr. F.xequicl de aouza Cavalcantc
cenia rnesma casa, para concluir-so o
gocin quanto ant-'S.
Precisa-se de urna preta captiva para
o.servico rio urna casa de pouca familia,
pagandn-se-lhe mensalrnente : no Atcrru-
da-Roa-Vi>taf n. 1.
k Pedro Nunesda Fonceca retira-se para
aVJCuropa.
Pedro Carlos da Costa Cahral, doutor
em rredirn, chegado recen teniente a esla
capital, reside na ra da Conceicfio, so-
brado 11. 8, onde 1 do ser procurado a qual-
quer hora do dia, dando consultas gratis
aos podres pela manhfia.
Precisase alugar um primeiro andar
de sobrado em qualquer das ras do bairro
de S -Antonio, cojo aluguel nfio exceda de
250,000 rs ,e nao seja calrenlo nem fu-
maecnto, o que tenda quintal : tambern
se troca por outro com liona comrrrodos,
boa visia e muito fosco, dando-se algurnas
luvas, sendo bom o accommo 10 a pessoa
que faz lal negocio : tambern se singa urna
casa terrea a moderna, que tenha bons
cornmndos, quintal o cacimba, dando-se
(adores a contento ou dinheiro adiautado :
quem tiverannuiicio.
l'recisa-se de pretil que vendam pfio,
pagando-se a vendagem que se convencio-
nar: no Forte-do-Maltos, ra do Burgos,
II. 31, padana.
- Aluga-so um sobrado na ra da Unio,
com excellcntes commolos para duas fa-
milias, visla para lurra, grande quintal
murado, cacimba, o todos os mais comnin-
dos desejaveis em urna casa, sendo alni
disto bastante Iresco : os pretendentes di-
rljam-so a ra da Aurora, n. 4
Precisase alugar urna preta quo saiba
lavar, engonirnar e coser, para una casa
cstrangeira : na ra do Torres, n. 34, das
11 horas al s 3 da tarde. Na mesma casa
tambern se precisa alugar um preto que
enfeudado servico interno, e saiba trttar
decavallos.
Alfonso Jos do Oliveira, profossor ju-
hilado na cadeiii de geogi'uphia e historia
do lyccu desta cidade, tem aberto sua aula
particular de primeiras iettras egrammati-
ca latina: as pessoas quede seu prestimo
se quizerem ulilisar, pdem procora-lo na
ra Dirrila, n. 120, segundo andar.
ft Chapeos* de o.
Rtia do Passeio, n. 5.
Nesta fadrica ha presentemente um rico
sorlHlenlo destes odj"ctos do ludas as C-
rese qualidades, tanto de seda como de
pa un indo, por precos commodos; ditos pa-
ra senhora, de boro gusto : estes cnapoa
silo fcilus pela uli i na moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de rctioz. Na mesma
casa se acba igual sor tmenlo de seda e pan-
ninbos iu.iiamlo ledas, para cubrir- ar-
rnaies servidas : lodas estas fazendas ven-
pra-se urna cabra ( bicho ) de lei-
le : paga-se bem sendo boa : na ra de S.-
Rita, n. 85.
Compra-se urna casa terrea, com pre-
ferencia na freguezia de S.-Airtonio: na
ra de Apollo, n. 8, so dir quem compra.
-- Compra-se urna canoa de carreira, de
'urn s pao,'usada, mas em bom estado, o
que seja maneira, de modo que qualro hn-
ui.os a possam transportar para qualquer
parte : quem liver anuuncie por esta folha.
, Compram-se duas rotulas : nesta ty-
pngrapdi i, nu na praca da Independencia,
livrana ns. 6e8._______________________
Vendas.
queira dirigir-se a ra do Vrgaro, u. 19, | deur-seem porefio e a relalho : tamben- se
visto nfio so saber horas.cerlas de se enson-1 concerta qualquer chapeo de sol, tanto de
Oleo de mtiioiia.
Vende-se oleo de mamona ,
a i,44o rs. a gana, e em porcAo a
1,0.8o rs. : na ra das Mores,
n. ai.
-- Vendom-se uvas brancas muito boas :
na ra da Conceicfio da Roa-Vista, n. 58.
--Vende-se um escravo peca, de 18 an-
uos rio idade, pardo e com diversas habili-
dades : na ra da Cruz do bairro do Reeife,
a 56, primeiro andar. Na mesma casa ven-
de-se urna canoa de carreira do um so pao,
bem feita e que carrega de seii a oilo pes-
soas.
A 2.000 rs. o par.
sa patos de romo dolu-t>oiu.ra senhora
de muito boa qualidade, despachados hon-
lem, a 2,000 rs. o par; dito de c->r.lavfio, a
1,440 rs e para meninas 1,000 rs.: no
Aleiro-d i-lloa-Nisla, loja 11. 58.
iiezerro fiMncez.
No Aterro-da-Roa-Visti, loja n. 58, vn-
dese bezerro franrez, muito grande.de mui-
to boa qualidade, a 3,530 rs. a pello; a
couro de lustro de ,-uperior quali lado.
-- Veudu-se. um senim com muito pouco
uso, por commodo prego : di rui de Hur-
tas, 11. \M.
Vende-se, por lodo o prego, para li-
quidado, seda preta lisa e Uvrada ; los
pelos; chales escocezes; mantas para me-
ninas; ricos coi les de tela de corea; urna
colcha da India ; um piano ; correles para
senhora ; 3 relogios de ouro ; S aoneles ;
Irotes do abertura ; cruzea e outraiobrai:
na ra eslreita do Rozario, n. 28, segundo
andar. Na mesma casa se dir quem da di-
nheiro a premio.
Vendem-se 300 varas de algodiio fa-
bricado nesla provincia, pelo baratissimo
preco de 180 rs avara: no Aterro-da-lioa-
Visla, n. 18, loja. /
- Vendem-se lijlos para limpar facas,
em grandes e pequeas porces a Volitad*
dos compradores ; graxa ingleza n. 07;
conservase Sal retinado :
foi do fallecido Bragues.
no armazem que


>v
r-'l''"T .lll im IIIHMI Mi
Xarope do bosque
para cura de phlhisica em todo os seus difi-
reme* graos, qner motivada | r rcnsllpi-
gocs, tosse, aslhnia, pleurii, escurro de san-
gue% dOr de contado e pcltn, palpita?. no
coracao, coqueluche, bronchile, dr nn gar-
zona e tuda as molestias dos oreaos pul mu-
nares.
De ludas as inolelias que por heranca ficam
ao corpo humano, ncnhiuna ha que inai9 des-
tructiva lenha sido, ou que tenha zombado dos
..i. 11 i.-, dos hoiuen9 inas eminentes em medi-
cina do que aquella que he geralnicntc conhe-
cida por mcleslin ao bofe. tm varias pocas
do seculnpas.ado tem se oflerecido ao publico
diil'ercntes remedios com alteando* das extra-
ordinarias curas que ellec leeni feito, porin
qnasi que em lodos os casos a illuso trin sido
apenas passngeira, eo doenic torna a recahir
em pelor estad do que se achava antes de ap-
plicar o remrdi to recomniendado : outro-
tantn nao acontece com este extraordinario Ta-
rop do botque.
O proprictarioao principio follnduzido a of-
ferecer este xarope ao publico, depois de ler
cffecliiado mi j ninmo urna cura periiiaurnir,
e depois de ter a opiniao dos primeiros mdi-
cos da Europa e dos Estados-Unidos, de que
seu estado j nao dava esperancas de uielhora,
e era como segu. No auno de 1837 apanhei
urna grunde constipacao que me atacou o pel-
lo, e todos os syuptomas de phlhisica puluin-
nar logo se seguiraiii. Bu tlnha urna tosse con-
tinuada com dor no peito, salivava urna flVii-
ma dura e algumas vetes misturada com san-
gue, tuna febre tica, suores de.imite, ema-
greci rapidaiurnle, e em punco tempo iiquei
m iln/iilu estre* drbilidade.
Os meus mdicos (entre os quaes liovia al-
guns dol principar! dos Estados-Unidos) juma-
mente com inens amigos perderaiu tuda a es-
peranca de meii mellioramenlo, c rspcravam
que eu brevemente uceumbiria.
Nestc estado de molestia por casunlidade en-
i-iiniii i lu" urna antiga rrceita dos ludios, e
resolvi-me com o consentimrulo dos meus m-
dicos a ejpcrimenla-la, visto o estado deses-
perado do nuil caso.
Qual nao seria a adnilracao dos mens mdi-
cos, e o u u contentamenlo vendo que desde
que principie! a tomar u xarope, conlrci logo
una mudauca no ineu systema, c pela couli-
nuaco do uso a molestia madurou, os tumo-
res formaram cabeca e arrebemaram lanzan-
do grande poreo de saugue e mal- ra. ])r|iois
de ler continuado pelo esparo de 3uiezescom
o remedio, a minha molestia cessou imeira-
mrnte, e achel iiip reslabelecido de perfeila
-. unir, o bofe desde aquelle lempo tein cniui-
miado sem a menor allcctatao de enfermida-
de. Neslas clrcuinslanrias lie que me resolv
ao principio a nllereic-lo au publico, firme
menle convencido de que he o milco remedio
que se tem descobeit, un qual se pode ter
confian?* para a cura de phlhisica pulmonar
i u mu onde todos os mais remedios liulian. ra-
lbado, e, se for tomado e applicadosegundo as
dircrcOcs, pnucas vezct deixar de producir
urna cura radical.
O seu principio de operar he fcil de expli-
car : suavisa e acalma a inimmoda loase,
ainaduiecc o abscesso, facilita a salivacao, e
em pouco lempo livra os bofes la materia que
se retnenos lubos de ar. Regula os funcrrs
n-un s sem necfssiiladc deoulra qualijucr me-
dicina, fin n fu-a o ryslema e purifica o tangue.
\o conlm, nem inercniio, opio, ou OUIro
f]ii .Iquer iugredicnie venenoso, e he feito ni-
camente de r\tf(M e Arrea. Teui-se usado ha
mais de nove annos, e he umversalmente con-
siderado como o grande e nico remedio para
esla horrorosa mulislia. Os seos Helios sao
em todos os lugares o inesiuo, admiraren e In-
umphonlt$ '.
Como medicamento preventivo c anlidoio
contra as tendencias do i lima para a phlhisica,
he de grande valor, e nao d,segundo faz qual-
quer medico ou conhecedor de drogas, puicm
eniquaiMo se est paliando com cslai. enuanouit
miilur/.n dornle vi rpidamente emprlorau-
do, e leada dia mais mais colloca o seu caso
/rn do alcance di esperancut! Niio succede as-
: un ruin ': i preciosa medicina lie sempre
.ilutar, e seus rflrilos nunca sao dainuosos.
Nao he opitica, au he tolltca, nao he un me-
ro expectorante, mi" le ni por olijeclo ofngnr e
dornle para ter una f*llttgnme*- He KM yr-in-
dc remedio, urna grande coinposico curativa,
o grande e nico remedio que a ciencia e o
coiihecimenlo medico leein al boje proiluiido
para o Iralmculo desta molestia, at hoje iu-
couquisiavel.
hm una palavra he o inrlhor remedio no
intuido, e neuhuma pessoa locada com rale lia
~ Vendem-se superiores bichas c*eHm-| Vende-ie um pardo de 20 annos, ro-
burgo, tamhem se alugam. por preco cem-1 busto, e proprio psra qualquer servigo : na
modo: no Aterro-da-Uoa-Vista, n. 4, seo-ruado Crespo, n. 15, primeiroandar,
da que foi do Maya.
Farinhn fie mandioca.
Novo sortitnenio de fa-
zendas baratas, na ra
do Crespo, n. 6, ao p
do lampeS'.
Vende-se cassa-chita muilo fin, de bo-
n>tos paclres, cores fixas e com palmos
de largura, pelo barato prego de 320 rs. o
rovado: csssa franceza de quadros, muilo
lina, a 960 rs. o covado; rlscadinho de hs-
Irasde linho, a 240 rs. o covnJo ; brim de
algodSo de cores com listra so lati e de bo-
nitos padrOes, 320 rs. o covado; bntn
pardo claro, a 1,500 e 1,600 rs. o corte de
duas varase urna quarla ; cassa preta com
ramagem brsnrVpara luto, a 140 rs. o co-
vado ; zuarle de cores, com 4 palmos de
largura, a 200 rs. o covado ; dito azul com
vara de largura, a 200 rs. o covado ; mea-
do monstro, a 220 rs. o covado; chitas de
bonitos psdres e cores fixas, a 160 e 180
rs. o covado ; chales de larlatana, a 500 e
800 rs,; cobertores de algodSo america-
no, muito superiores, a 640 rs.
A bordo da brigue S.-lot, chegado
prximamente, vende-fe f>rinha de man
diora de superior qualidade, e por menos
preco do que em nutra qualquer parle: o*
prelrndenles dirijani-.se a boro*"lo'dito
brigue, Tundeado defronte do arsenal do
guerra, ou ao Itecife, rua da Cruz, n. 66.
Vende-se superior farinlta
de milho em porcoes e a retolho,
leudo de todas as qualidades a
vontade do comprador, e por pre-
co mais commodo do que em ou-
tra qualquer parle; na ra do
firum, n. 28.
A #000 o corte.
Vendem-se corles de cassa-chita, fina, de
bonitos padrOcse com 6 varase meia, pelo
diminuto preco de 2,000 rs: o corte 1 na
ra do Crespo, n. 6, loja ao |. do lampeao.
I '"ardo novo a 5,500 rs.
Vendem-se sarcas grandes com 3 arro-
bas de fareln, ebegaoas no ultimo navio
de llamburgtt: na ra do Amoriui, n. 35,
casa deJ. J. Tasso Jnior.
Osnielhores charutos de
S.-Fellx.
Sfio chegados os melbores charutos de
S.-Flix : na ra do Queimado, n. 9, loja.
Ovas do ser 15o.
Vende-seeste excellenle i etisco na ra
do Oueimado. n. 14, loja de ferragens.
\ i inii'-M- vinho do Porto muito supe-
rior, em barris de quarto e quinto ; faririha
de Irigo de ludas as qualidades e em meias
barricas; retruz do l'nrto, prlmeira quali-
dade: panno e meias de linho ; arcos para
barricas ; faririha de mandioca em. sacras
deCnllipo, pflo barato preco ce l*rnile e a garnel abordo da sumaca <..
n_ ,- S.-tlo-fUirtho : ludo por preco commodo:
35o,ooo rs.: o motivo por que
Vendem-se ferinas deema ; muito boa fa-
rinha de mandinc: ludo por preco com-
modo: na ra do Queimado, n. 14.
Vende-s um sobrado de um andar na
ra das Ciftco-Pontas, com quintal e cacim-
ba, terreno proprio: na rua da ('.inicia de
S.-Aniuni, segundo andar do sobrado da
esquina do horro do Ouvidor, so dir quem
vende.
Vende-se urna capa de gorgor1o rou-
xoc nova, muito bem lena, com borla de
ouro: na rua da Senzalla-Velha, n. 68
ou94.
Vende-se a taberna da rua
do Pedre-Florianno, n. 7a, com
poucos fundos, e que regula 10 a
13,000 rs. por dia : a tratar na
all'andcga, das 9 I-oras da msnbaa
as 3 da tarde, com Joaquim Fran-
cisco Franco.
Vende-se urna preta muito boa eoxl
nheira, que lava muito bem o vende na
1 na, da (i 11.11 se afianza a conducta; urna
alia por prego commodo j una mulaiiuho
de 15 annos, muilo lindo para pagem, e que
crve a una casa ; um moleque de 14 an-
uos; um prito bom cozinbeiro ; um dito
bom bolieiio: na ruado Cullegio, 11. 21,
se dir quem vende.
'*##afcifc iRua doCollegio, n. 0.|
I LOTERAS DO IU0-DE-
JASEIRO.
20:000^000
I2.1 DAS UATRIZE8.
Taixas para engenho.
Ka futdicao de ferro da rua do Brum,
jcaba-so de receber un completo sorlimen-
lode taixa de 4 a 8 palmos de bocea, as
quaes acbam-se a venda por pre?o com-
modo e com promptidSo embarcam-se,
ou carregam-seem carros sem despezasao
rijmprador.
Tccidos de algodo tran-
cado da fabrica de To-
dos-ns-Santos.
Na rua da Cadeia, n. 5*2,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprios para saceos de assucar o roupa de
escravos.
Potassa da Russla.
Vende-se superior potassa da Rutis, da
mais nova que ha no mercado, por prego
commodo : na rua do Trapiche, n. 17.
Far.nba nova de S.-Ha-
theus, por pr^o mui-
to commodo :
vende-se a bordo do patacho na-
Icional Jmizode-Comtantt!, eritra-
e fondeado em frente da escadi-
iilia do Collegio, ou a tratar com
Macliatio k l'inlieiro, na rua do
Vigario, n 19, segundo andar.
t
{g Pelo vapor S.-Stbosao, sabido do jfj
f| Rio-de-Janeiro em 16 do rasado fe- fe
^ vereii'OjChcgaran bilhelcse cautelas J
% desla lotiriii, que devia extrabir-se
S no dia 89 do mesmo mez.
I
vfrr:;" -r*%?; *> Q
Ans Srs. jurisconsultos.
Na rua doTiapiche-Novn, n. 6, vendem-
se as seguinles obras de direito, cht-gadas
ltimamente, por preco commodo :
l.nbao, nolas de Mello;
org^s Ca neirn, direito civil;
On Hu iin bocha, dito;
l.iz Tcixeira, dilu ;
Carvalho, bribasorfanolcgicas;
Corris Telles, digesto pul luguez ;
OrdenacOi s do reino;
Mollii. op ni.
Vende-se um bonito escri*
vo, que he muilo bom trabalhadori
se
vende se dii ao comprador: no
Hospicio, casa rJe I). Francisca
Thomazia da Conceicao Ctinha.
M Thearde, modista franceza, na rua
Nova, n. 32, reciben pelo ultimo naiio viu-
do de Franca, um rico sortiuiento de cha-
peos de seda de lodas as cures ; Iranias de
alpodflo; capelb-s de Dotes rara haile.se
Casa trienios; sarja achaninlotada di^ pura
seda; frn a-copa para chalos; enfeiles
e miudeZKS para cabeca, muilo ricos e n-
ilcnins ; halfias pura vestidos; espurlilhOS
de todas as qualidades, de mi-las e sem cos-
por preco
na rua do Vigario, n. II. piinieiro andar,
cusa de Francisco Alvcs da Cunta.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
muilo superior cal nrgem de Lis-
boa, por preco mulu commodo.
1 rados de ferro.
Na lundicBo Ida Aurora, em S.-Amaro,
vendem-se arados de ferro diversos mo-
i turas, de urna nova invencoe muito com-t a,"'as-
Na rua do Queimado,
se dir
Tem curad casos que se siippunham supe-
riores ao poder medico. Tem Irvai.tado doen-
tcscomoi|ue da sepultura. Trm curado dc-
pnluque j lodm ns nulos sysleinas, medica-
mentos e meihodos de tralameuto leemfallia-
do. I.ni una palavra, dtscutrio-ie o itgiedo, a
phlhiiicn cura-se.
A antiga opinio de que phlhisica nao po-
da curar-se lem disapparecido desde a intro-
dcelo desia milagrosa medicina. A phlhisica
pela di-M nln-i i.-i di'Kle luedic.iineiilu ailia-sc
despida de inelade dos Imrrores que cautava.
E111 lugar de se entregaren! an desespero quan-
ilu esi.ivain seguios de que a phlhisica llic li-
ona laiiyado as snas ganas, u.illiarrs de pes-
soas leein recorrido a este infallivrl remedio, c
com prairr e rrgusijo rontluuaill desfi uclaudo
sade neste seculo que pioduiio Ul beneficio
r.ica hiiiuana.
Lenibrein-se todos quelles que se acliain to-
cados de molestia pulmonar, qur por Kikse,
consiipacoea, astluua. liroiuhilcs, pirarla, es^
carms de saugue, dor de costado c DO peito.
palpitaco no coraeSo, dr de garganta, e to-
das as mais nioleslias dos orgaos pulmonares,
que o nico remedio seguro he o xarope d->
bosque.
1.1 miliar-se-hs o publico que cada garrafa
tt tu duus papel com a propria assignalura dos
agentes H. C. Yates e Comp., um na garrafa
com una perfeila direccao sobre o mcihodo
de usar delle, euutro no papel iuvollo.
Pode ser mandado com toda a seuridade
para qualquer parle do imperio. As urdeus
i'M 1 1,1 un se poiiiualmcnle.
Vendc-s na rua dos Quarteles. 12.
Vende-se um mulalinbode 11 annos;
um tiinleque da u-esn.a iJade, muito sadio,
e que be prupiio para qualquer oflicio : lu-
do barato, |or ser de urna | essoa que lem
necessi la-Je de liquidar: na rua laiga do
Hozarlo, 11. 35, loja.
___Vendem-su garrafas com rap roISo
han.burgtit-z ; lufas oe lorcal de seda, pre-
tasi) li-iincis, 1 ara seuhora e meninas;
n elasdo seda pela de peso jara tenhoiu,
e par* padres, inuile eocorpadas ] u.ea.s
desella para bomem, cuitas o da mesma
qualidade ; luvas de seda pela cun boira-
cli 110 punho ; meias para Meninos e me-
ninas, dealgodlo.ji 120 160 e uO rs. : na
rua da Cadeia do Rccifc, n. 15, loja de
Bouryafd.
Vende-se, para fra di prac,a, um no
leque do naClOi de bonita lisura sem acha-
ques, e com principios do-cozinheiio : o
mutivo por que se vende se dir ao compra-I
dor : US prc,a da Independencia, u. 26. I
n.uito modernos .inda nOo vistos aqui. u ,,gurii propiio p,rt p,gcni) pi)rser ->
Deposito da Imbrica de Uoespino.
Todos-os.SaiitosnaIiahiaNarmazem de molha-
Vende-so em casa deN. O. Itieber & C. I dOS do -A U'i I()-lia-11 ia -
as rua da Cruz, 11. *, alaodflo trancado y' I ^ o
daquclla fabrica, muilo proprio para'saccns I ISla, II. si,
do assucar roupa de escravos e fio roorio | vrndern.se por menos preco do que em
para redes de pescar, por preco multo com-. oulra qunlquer pre os teguinteii gene-
iris : queijns londrino ; ditos de pralo;
"jconserviis de todas as qualidades, sal refi-
modo.
--Chegaram novamenle
msis ntida edicto, 3 v., por 5,000 rs.
Ateno-du-lioa-Visla, n. 11, foja.
AGUNCA
da fundicao JLow-Moor,
RUA DA SKNZALT.A-NOVA, K. /p.
Neste estabelecimento conti-
na a haverum completo sorti-
uiento de moentas t meiau moen-
das, para engenho ; machinas de
vapor, e tachas d ierro batido e
cosido, de todo os taannos,!
para dito. j
Vende-se a propriedado do Rollo, na ni
fregui zia de Tracunlificm, com 11 cia legoa
em quadro, capaz de levantar-so um glan-
de engenho, por seiem ierras de grande
priiduccao de loda a lavoura, com bous lo- ,
gradoures, millas e ptimos partidos: aira- boa conduela : na rua do Itangel, n 57.
-- Vende-se cera em velas do Itio-de-Ja-
neirn, niuilo bom sorlimcnlo, em caixas
do 11* libras, por preco muito commudo :
a tratar com Novaes < Companhia, na rua
du Trapiche, n. 31.
Yendtiii-se dotis pianos re-
cenlemente ebegudos, por preco
muito commodo, para liquidar
coulas, visto o dono retirar-se pa-
ra lora : na rua da Gnu, arma-
ze 111 n. 48.
Vende-se um bonito caval-
1),^ muilo bom, por preco cum-
110 Hospicio, casa de I).
francisca Thomazia da Concei-
cao Cunb*
Vende-se um prelo bom carreiro, e de
lar com o capitfln lo> de Hunos Cavalcan-
le Maranho Falciio, no engenho da liarra,
comarca de Nazanlb.
Vende-se una caixa de tartaruga, lo-
da encasilla-la de ouio, propiia para pre-
sente : na rua Velha, n. 51.
Vende-se urna canoa.aber-
ta que carrega um milheiro de li-
jlos, por barat preco : no Hos-
picio, casa de D. Francisca 1 lio-
mazia tlaCoucrito (Jiinha.
.-Vendem-se amarras uu iiju; na rua
Ja Senzalla-Nova, n. \t.
- N.i 111.1 \()-;i, taberna n. 10, dcfionte
da Coiicelcfio, veu-'e-se inauteiga iugieza,
a 160. 2*<>, 400 e 610 rs. ; alelia, a 'J*0 rs.;
feijtO) h 160 rs.; Melle du carrapato, 11 6 pa-
l.-c.i.s i-ni (.ai 1.11 r .1 7 patacas a reUlho;
iiiln de coco, a 480 rs. ; dilo doce, a 6H0 rs. ;
cha muilo bom, a 2,210 is ; espero acelo. a
800 rs. ; I anliii, a :ii!o rs. ; o.ilhu, a 100 is. ;
tapioca, a 1^0 rs. ; o outios mudos gene-
ios, que se irdo os precos a vista dos com-
pinduios.
-- Vcndem-se resmas de papel almajo
perlino do primeira qualidade, branco e'
azul, ditas de peso brancu uaprag da In-
depvudeucia, u. *.
Flores.
Vendem-se coixinhas com dif-
ferentes qualidades de sementes
de flores, com urna minuciosa no-
ticia de onde sao uriundas, c a
meneira de preparara Ierra para
a sua sementeia, cousahrm curio-
sa c interessante : na rua da Cruz,
n. 9, escriplorio de liveira lr-
maos ck Companhia.
Vendem-se acones da com-
panhia de l'ernamhuco c Farahi-
ba: no escriplorio de Uliveira Ir-
mos & C na rua da Cruz, n. 9.
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova potassa,
de boa qualidade, em barriszinhot-
pequenos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ha muito
tempo se nao vende: nc liccile,
rua da Cadeia, armazeni n. 11.
Vendem-se bons queijos londrinos
ditos de pralo muito frescaes e de superior
qualidade, presuntos inglezes para fiam-
bre, dilos portuguezes para panella, latas
com 2 e* libras de marmelada, ditas com
linlhi-Ii 111 lu de l.isha, ditas de sardinha, di-
tas com hervilbas, frascos com conservas
ingleziis, queijos de qualha vindos do Cea-
ro, por barato preco, manas de toucinho
inglez de fumeiro.de 7 a 8 libras cadauma,e
ou'lros muilos gneros de boa qualidade :
na rua da Cruz, no Rccifc, n. 46.
Moendas superiores.
NafuiHc,3ode C. Starr & Companhia',
em S.-Amaro, acham-se a venda moendss
le camw, todas de ferro, de um modelo e
construesuo muito Isuperior,
1
O
"
M0
aa
o
afl'Q
Ka praca da Indepen-
dencia, n. 59.
Vendem-se bilhetes, meios. quartos. oi-
tavos e vigsimos da 12.a loteiia a benifi-
cio das couslruc^Aes e reparos dasmatri-
zesdoRio-dc-Janeiro, cujas rodas devem
ter andado 110 dia 22 do prximo passado.
PRECOS.
Bilhetes 22.000
Meios 11,000
Qusrlos 5,500
Oitavos 2,800
Vigsimos 1,300
Vende-se resina de angico, as librase
cm porcilu : na rua da Cadeia, loja de Joiio
Jos de Carvalho aloraes.
Vende-se urna taberna bam afiegueza-
da, lauto para a trra como para o mallo,
com poucos fundos, e com quintal, cacim-
ba e commodos para familia : as Cinco-
Ponas, n. 3*.
--Vendem-se velas dccarnaba, chegadas
ltimamente do Aracaty, sendo estas as
mais superiores, pela sua duracHo e boa
luz, a jo rs. a libra : na rua estreita do
Rozarlo, 11. 8.
Vende-S para engenho, ou para fra
da provincia, urna escrava de nacio, de 20
anuos, de bonita figura, queengomma liso,
ensabos bem e faz lodo n servicn de casa :
na travessa do Veras, n. 9.
Vende-se um bonilo escra-
vo, bom canoeiro ; duas escravas
de bonitas figuras, que lavam, en-
gommam, cozinliam e cosem : no
Hospicio, casa de I) Francisca
Thomazia da Conceicao Cunha.
Sardinhas reccnlcmcn-
Ict heladas.
Vendem-se barricas com 600 a 800 sar-
dinhas grandes, por commodo prego: no
caes da Alfandega, 11. 7, armazem de 11 au-1
cisco Das le reir. '
I <-**
Vende-se urna armaeHo de armazem
de molhados, em urna ds melhores ras
do Recite: almiar na rua da Cruz, n 7.
Tambem se vende urna porcBo de lelhas
novas, algunscaibros, cct.
Y'cndem-se, na loja de
loreira & Vellozo, na
rua L\ova, n. 8,
sapatos decouro do luilro para senhora,
pelo barali-isimo prec.i) de 2,000 rs. 0 par.
Vende-se, na rua da UniSo, n. 1, por
preco commodo, urna duzia de cadeiras de
oleo, quasi novas, urna mesa de meio de
sala, um lavatorio, nma commoda de Ja-
caranda com guarda-lonca, e duas cadeiras
de bataneo.
Veodom-se relogios patentes, tsnto da
ouro como de praia ; trancolins de ouro e
prala; anneis de ouro; peonas de ouro
com canelas de preta ; abotoaduras de ou-
ro ; canelas de prala : ludo por preeo com-
modo: na rua do Trapiche, n. 14, arma-
zem.
Vendem-se dous escravos carrelros ;
4 escavas mocas de bonitas figuras; ne-
grotas que engonimatn ; una parda pro-
pria para lodo o servico de urna asa ; 2
realejos, sendo um proprio para igreja, por
ler varias pecas de msicas decentes' par
esse fim i na rua Direita, n. S.
-- Vendeni-su pecas de madapnlflo eom
20 varas, com algum toque, a 2,501 e 2,600
rs., elinpoa 2,800 is. ,e varejudo 7 e8
vnlens ; pegas de chitas, proprias para es-
cravas, a 4,200 rs.; ditas de algndlotinho
com20 jardas, 2,2*0 rs.; um Me de Co-
lear formigas: por detrs do theatro vo-
Iho, n. 2, primeiro andar.
ConTeftos de C6!is,
acont de laclo de ferro, approvado pela
academia de medicina de Paris, confor-
me o parecer de urna commissso corapos-
la dos Srs. Uouillaud, louquier eBailly.
As preparacOes ferruginosas se conlam
no numero dos medicamentos, Cujas pro-
piedades nSo se poden por em dovida :
com ill'eiio ha poucas piepsragOes medicas
que tenham sido- esludadas com tanto es-
meio por observadoies sabios.
Os mdicos mais aciedilades receilaram
estes confeilos com muilas vantsgens, de-
pois de terem aualysado sua composico.
U benvolo acolni.neiito que esta preps-
racSo obteve da escola de medicina de Pa-
ris nos dispensa de fazei seu elogio.
Estes confeitos .-ao em pregados com gran-
de succeso na clorosis ou paludas cns,
as i ii Ibiii i ni ages ch inicas do estomago
edos intestinos, na falta de appetite, nas
amenorrheas, ou suppressSo de mensirus,
nas enfermidades escrophulosss, e incotiii
neuciasdas urinas, provenientes da debili-
dade da benga : ua lcucorrhea ou flores
aln nras, opiUglo, abaiimrnto da fOrgss,
no esciobuio, em todos os casos de entra-
quecii. enlu du organismo, na animya, vul-
go Irialdade, na hydropesia. coiistquencia
deslas molestias, enifim em lodos os ctsos
em que ha alteracSo na cum|iosigiio do
sangue.
A irspeito da dse que se deve tomar,
baslam tres confeilos pela manliSa, e ou-
tros lies de tarde, e o mais distante possi-
vt-l das horas da comida, augmentando pro-
gressivamento at C de amauhaa e do
larde. -
Relalivamenle sos meninos, as dses va-
riam confoinie a idade; mas lomando o
termo medio, se da rilo de. 6 a 8 lodos os
dias, na idade de 6 a 12 annos, e*aosmais
jovons.
Em as principaes cidades da Europa se
din ni os depsitos dos dilos contritos, em
Pernamhuco na botica do Sr. Paranhos, na
rua estreita du Rozario, n. ID. e no arma-
zem de drogas e tintas da rua da Cruz, no
Recife, defronte da loja do Sr. Padre Ig-
nacio.
Vendem-se lindos moleques ; 1 par-
dinho de 16 anuos, bom copeiro ; 3 (reas
de lodo o servico de casa ; 1 dila para o
campo; I prelo de 25 anuos, muilo fiel ede
boa conducta : no paleo da mal iz de San-
lo-Anlonio, sobrado u. *, se dir quem
rende.
Vende-se um prelo mogo, robusto, de
l)uml lgula, sem vicio algum e hbil para
qualquer servigo : na rua do Queimado,
loja ii 21.
A bordo da escuna Santa-Cruz, ancora,.
da em freule do caes do Collegio, vende-W
sebo om rama de superior qualidade.
Vende-se urna casa de 3 portas de fren-
te, qu'iilal cacimba e portan, em cl.Sos pro-
prios, sils no largo de N.-S.-dv-TerDo, por
prego commodo: na rua de Hurtas, n. 61.
Efcravos Fgido*
Fugto,
, no dia priinciio do
corienlc, o pardo escuro Joiio
Grande ; lem o roslo comprido e
um lalho quasi orisontal no nariz;
he alio ; reprsenla ter ao anuos:
quem o pegar leve-o rua de S.-
Amaro, sobrado de a andares, n.
6, que ser generosamente re-
compensado
Em a noiie de 28 do prximo pastado,
fugio, da povoagSo do Mouleiro, da csa da
rei-ider-cia de Manoel Antonio da Silva An-
tunes, a preta alalia, do gento de Angola,
moga, de estatura e corpo regulares, cor
preta, rosto aboceitado, falla bem o vulgar;
tem os |s um lano grossos : quem a pe-
gar leve-a i rua da Cadeia-Velha, n. 2*,
que ser gratificado.
Fugio, no da I (i do crrenle, da casa
do abano assignado um moleque denoma
Jo.lo, o qual diz a algumas i-essoas cismar-
se Constantino, de 19 a 20 annos, altura re-
gular, corpo secco ; levou camisa branca e
calca de brim trigueo ja usada ; lem una
heli-le no olhodireito, um dente cuvalgado
em cima do oulro o urna marca em qua-
dro n* p direia, proveniente do um caus-
tico : roga-se s autoridades policiaes e ca-
pitfies de campo que o ap^rehendam o Ic-
vein-uo a rua dnsTrincbeiras, por cima do
cariorio do Sr. Cuilherme Patricio.
Rufino Josi -'mandes de ujuciredo.
pB"N. : K* m.
de m, t, oe r*au. 1850
MFI HOR FXEMPL


Full Text
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