Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06882


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Full Text
Auno XXVI.
Segn da-fe ira ti
FABTIDAS SOI COHHE103,
Colannac Parahlba, segundase sextas feiras.
tUo-Grande-do-Norte, quimas feiras aomeio-
'. dia.
Cabo, Serlnbiem, Rio-Formoio, Porto-Calva
e Macrid, no I.", a II, e 21 de cada inez.
Caranbuns e Bonito, n 8 r 23.
Koa-Vi'ta Flore*, a Hi c 28.
Victoria, s quintas feiras.
(Huilla, todos os dias.
*ir wjjSjgnanrusnsBu
inmaisu.
Ming. a 5, s 6 h. 40' m. da t.
Nova a 13, as 8h.e57m. dat.
Cese, a 12. s I h. e 38 m. d* m.
Chela a 27, s 0 h. e 7 m. da t.
rntuun be roje.
Primeira as 2 hora e 54 minutos da tarde.^
Segunda as 2 horas c 18 minutos da manha.
de Marco de 1850.
N. i>8.
mios da acBsaaivoAo.
Por tres mezes (dianiaaVw) Porseis mozos 8/1X10
Por uui anuo 15/1100
DAS Di UIUI1,
11 Seg. S. Candido. Fer. para us ncg. forenses.
12 Tere. l\ Gregorio. Auil. do chano., do J. da 1.
v. do civ. e do dos feitus da Calenda,
13 Quart. S. Kufrazia. And. do J. da 2. v.docivel.
i Quint. S. Malliildes. Feriado para os negocios
forenses.
15 sen. S. llenriijuc. Feriado pira os negocios fo-
renses.
16 Sab. S. Cyriaco. Aud. da Clianc. e do J. da2. v.
do criine.
17 Uom. S. Patricio.
CAMBIOS *M 9 DBMABOO.
Sobre Londres. 28'/4 d. por 1/000 r. a 69 das.
Paris, 316.
Lisboa, 9por canto. ion a 28#fi00
Ouro.-Onca. hespanhoe.......... MjW 28/S
I#.'I00
3U0
Modasd^OOvelhai.. IM8U0 a
> de 6/4011 novas 16/100 a
. t 4/000........... 9/100.
PraU.-Pataces brasileiros...... J/>
Pesos columnario....... (Sn i
Ditos mexicanos.......... V811
1/380
1/20
-9
PARTE OFKCIAl.
GUYERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO PA DE FEVEREIRO.
(inicio. Ao commandante d prag,
dixrndo que nfln pode t' r lugar 8 grahllca-
efio mensa! de Irinta mil ris, solicitada pa-
lo nl^cessor.le S. me., para o alferes se-
cretario daquelle commando; e declaran-
do, quanlo ao fornecimento para a secreta-
ria do mesmo commando, que devora S.
me. faz*r as nrcesssrias requisigOos para
aue nfln recaa sohte o secretario a despeza
do dito fornecimento.
Dito. Ao mesmo, para que ordene ao
commandanle da fortaleta de llamar., oa que
mande pregar a frehadura do postigo porta da mesma fortaleza, n remella a coti-
la para ser paga ; prevenindo-o de que em
tempo upporluno se mandar levantar o
roastro da bsndeira.
Hito. An mesmo, em resposta ao seu
oflicio de hoje, servmdo de inrormagfio ao
requerlmento do particular do segundo ba-
tnllilo de cacadores, Jorge Marn Heredia,
ti no, sendo inspeccionado pela junta de sa-
de, fui jolgailo incajpaz do servigo militar,
em consequencia do que pele passigam
para a corte, tenho de significar-lbe que
exped ordem ao comman lante da corveta
JSurerpepsia o receber e transportar, de-
vendo Vmc. ne.-t > inlellieenria faze-l em-
harcar, e remetier-me olllcialnieiite o resul-
tado da inspecgTo, prupundoa demissflodo
dito particular, alini de a l v.r ao con.ieci-
niento do Exm Sr miiiisiro da guerra.
Mito. Ao inspector da thesoursria de
fazenda. .Estando informa lo da insuflici-
encia do numero dos remadores do escaler
de sade, que tendo apenas qnairo. eirre-
gam estes com um trabalbo excessivo, vis-
to que multas vezes silo ohrrgados a ir ao
Lemeirflo a visita dos navios, tenho autori-
zado ao provedor da sJe do porto a con-
tratar .nas dus rema lores, elevando a sois
0 seu numero, para o que ordeno a Vmc.
que, sol a minlia responsahilidado, o na
conformidade do decreto de 7 de maio de
1842, li 'ja de pagar as soldadas dos dous
remadores.accrescidos, certo deque tiesta
dala oflicio ao Exm. ministro da marinlia a
tal rspeitO. -Scioutilicmi-se SO provedor
da sade.
luto. --Ao mesmo, autorisndo-o a man-
dar entregar ao inspector da pagadura mi-
litar a quantis de 52:746,178 rs. constante
do pedido que devolve da inesinn pagadura
para as desbezas do mez crrente.
Dito. Aojuiz de direito interino da pri-
meira vara crimo, ordenando noineie um
bacharel paraexercer orargo de promotor
publico, visto acbar-se dvenle o que exer-
ciaseinelbanle cargo, segundo con-ti de
oflicio do presi lente tlocoocelho ctiminal,
que terp djulgar oqtiarlel-mestredo cor-
po de polica Jos Bernardo Salgueiro. --
luteirou-se o presidente do referido con-
cedi.
Hilo. Ao administra !or ilas obras pu-
blica, remeltendo tres cotilas, das quxes
se evidencia que o engenlieiro Milct des-
1 endeu no tempo nellas in licadu a quantia
de 52,550 rs. com os esludos grapbicos da
estrada da Victoria, a de 80,820 rs rom as
obras da segunda parte do nono laugo da
mesma estrada e a de 78,000 rs. cum as do
17." lingo da referida estrada ; e recom-
meiidamro f*g i acreditar o menciuiiado en-
genbeiro nasditss quantias. -- Inlclligen-
ciou-se o mesmo engenheiro.
Dito. Ao commandantedo vapor Tkelis,
declarando queja r. quisitou au Exm. mi-
nistro da mainlia um engenheiro machi-
llista para servir na barca de seu commando
em substituigflo do que falleceu em 3 do
Crrenle.
Dita. -- Ao engenheiro Jos Mamede Alves
Ferreira." -- Em resposta ao seu oflicio da-
tado de liouiein, cin que me comtnunica
no ha ver para comprar nesle mercado ci-
mento sufliciente pira a obra da casa de
delcngilo que vai ser illicada, e que por li-
so faz-se mister contratar com alguma ca-
sa de ciin, moi ci" desla cidaiie para mnda-
lo buscar, oTerecondo-se a casa de N. O.
Biebcr para mandar ver 500 uu 600 barri-
cas pelu |>rcgo de 8,000 rs. cada urna posta
na alfandega, pediudo-nie lnalmeNtu Vmc.
autorisagilo para contratar com esta cas,
tenho a declarar-lbeque oauloriso a con-
tratar com a referida casa a compra smen-
te de 400 barricas, e no caso de so vorilicar
nflo ser sudicienle osla porguo entilo po>le-
riormenlo aulonsarei a compra do que
fallar.
Portara Mandando por em liberdade
o priuieiro conimau.iaiile do corpo de | o-
liria Jos (.ongalves da Silva.
Dita. Demitliudo a Jos Gongalves da
Silva de primeiro commandanle do corpo
de pulica. Inleirou-seo commsiidanlu do
referido corpo e ao inspector da liiesoura-
ria da fazenda pioviucial.
DEM DO DIA 7.
Oflicio. Aojuiz relator da junta jusli-
ca, remetiendo o processo verbal do reo
Joo LuizduS Santos, soldado do pnmoro
batairtAo de iuileuos ad.lido a>> segundo
da mesina arma, o qual fui con ienniado a
pona ultima pela junta do jusliga ; o bem
as- i ni a petieo de giaga que o mesmo apre-
sentuuaS. M. o Imperador, alini do que
compra a espeilo u que uispa o artigo
terceuoda lei iletl de setembro de I82C
Scienlilicou-se o commandanle da praga.
Portara. -Mandando passar nomcagiio
de prtnietro coojmandante da primeira coni-
paubia do corpo de polica ao leuenle do
mesmo I.ulz Francisco Barbalho. Fze-
ram-seas convenientes communicagOes.
INTERIOR.
RIO-DE-JANEIRO.
CMARA DOS SRS. DEPUTAOS.
SRSSA 00 Hit 4 UE FCVErtelllO.
1 ixardo lat forjas de mar.
fConlinuago do n. 57J
O Sr. Joi'/uim Villela (continuando) :
l'arece-me. pois, que tenho prova lo que
os acontecimento* d 26 e27 de iiobo f")-
ram obra do partido quo se revollou em no-
veinhro de 181S, e que por consequencia
1 uiili mu o fiMn lodos aquellos faotos que
precedcram a 26 e a 27 do juubo. E i| i a I-
mira que chegan lo provincia de l'er-
nambuco, tiimaii lo conta da a Inrniiis-
Ircin o ItOtSO Ilustre collaga o Sr. l'on na.
e nSo podendo salisfazer s exigencias do
partido que at entilo dominava o queque-
ra continu ir a dominar, apparecesse a re-
volt e ii toda a sua exlenso, urna vjz quo
os que, para ella de ha mu lo estavain pre-
parados vir.ini quo suas pretengOos nilo
eram alten l'nlas, o nilo linham maisars-
ceianca da vinJa de um outro presidente
quo po le-se satisfazer os seus desejos; por-
quao gabinete actual ja tulls subido." Oqua
a imira que a revulla entilo most'assu liio
s a cahega soiiu os bragost as per na-, to-
tinha nrcessidade de ter forgas em grande
numero.
Sr. presidente, O nobre deptltado lovou n
sua opiniao a respailo da amnista a tal pon-
to que Oisse at que a amnista pri-veneria
a i-voiia. Nio sei se o nobre dopuiado
quereria qu o gabinete actual anonas su-
base ao poder dissos Periambuco --so VOS vos rehollantes eil
vos dou a imnistia-- ( risadas e apoiadas );
porque > desla maneira me parece que se
po irna prevenir a revolta, por mo da
imimi sti i ; a amnista snria enlil > U'na me-
dida adcaulelam para qu-< a rovolta nao ap-
pirocesse. Mas, eu quero considerar a pro-
posigilo do h nrudo denutido pelo Para do
molo porque p le lereMa considerad i, is'o
be, relativamente continuagilo da revol-
ta ; e creio que posso dizor que a amnista
llflo toda conseguido paralysa-la ; nlr to-
ra evitado a scena luctuosa do 2 de feve-
reiro.
Sr. presidente, seria neeessario sumdr
loncos queilcs que tinlin-n apresntailo
urna revolta em campo, o quo contaran)
con! o seu trinnpbo, pan crer que largas-
sein s armas apenas rerebessn una amnis
lia. E he por ventura ignorado que os re-
voltosos se diziam, se proclamaran! mais
fortes do que o guverno ? Vilo lera o nobre
depuladu lido osarlifios do Diart Novo da-
qUella poca quo fallavam as victorias de
Mussupinho o de MaMcolas, quo applau-
i i jii o i r i um i lio olin lo no Cltuci, onde se
ilisseque o general Coelho havia sido cor-
rido, e tinlia perdido ochipo?
Ignora o honrado ilrputado quo os rebel-
des levavam a tal ponto a jactancia suas
na vida dos pnvns, mrmente dos que seregem
(i,ii:, ii.i., pelo ayitoina ropresout itivo, que
mal se pode enncebor poasam elloa servir de
luirla in. n i" s uma revnlla ; por cnnsoqiienria,
do que .lalure sern as qurixas quo c refe-
ri o imbre depuladu ? -erio, porventura,
nuelxai relativas a orgaoUacfio poltica do pait ?,
Ser que ai|iiolles que rorreram s armas, en-
lenderain que n miz nflo eslava conveniente^
inenii' orgniiisado? Qucio considerar a qurs-
lo pnr oslo lado.
F.u nao admiro, Sr. presidente, anda (pian-
do por oslo lado houvesaem qiieixai iiioilo jos-
tiiicndaa. que o nieio de oliter relnrinaa poltli-
eas selt recorrer As arma* (am'tot epoiaiot): c
milito monos poaso adoiitlir ipie o podeaae fa-
zoruiiia minora lid Inalealflcante.q' nao iion-
voaso nutro ponto iln imperio nn le o grito da
rovolta f.isse acomnanhndo. neos me livro que
en rase consagrad i na tribuna a terrJvd ilou-
trina do que qtrnlqtter faeran piando enlendes-
e haver U'ii vicio lias inslitnicoes politicas.
podos-ie arv*irar-so em logisladora. descor
arein. laucar nio das armas o di/.er : quero as
iiistituiccs desta ou daquella maneira
Nao sol, Sr. presidente, quo hala daquella .,rac1, y,,,, co, g,,, morce
maneira dous p oleres oa sooiodido, um para ,? >.. P .iforme
os dias .neis, o.ilro para os dias loriados, para ra !>eira-.legra, 0 "'"r,n"
servir-mo da e.prosso do Sr Gull-ti oque^oma compra despenden.
uer uini prava disto eu rilare! iim trecho do
lar.n. Vjb. de 7 julho de 1849. (c.)
Nao ser o iaiio Soto qiiein, arrogndo-
se o direilo de reformar o palz. Indique i c j
quaes sao as reformas de que precisamos, dis-
cutui.lo assim quesioos, que hnjo seriaiu preci-
pitadas e pnuco Utels mas s o bom senso
basta para ver que esta actuatldade nos mala
lentamente
De maneira que eorrem sarmapara pedi-
rooi reformas polillas, tein saberem i|iiae8
ollas sao ; qiiamlo doveriaui antes de pegar em
anuas ter suas Ideiai formuladas para elva-
las a elleito no caso de vencoreiii!.'
( Continuar- se-ha )
AI.Af.0AS.
Extracto do expedienta do Exm. Sr. presi-
dente Dr. Jos liento da Cunha Figueirtdo.
9 DE FEVEUEIItO.
ortlcio. "- Ao capitSo Manuel Jos de Es-
pndola, orleando que avalle as rezes
que munduu malar para fornecimento das
inarcHaran pa-
da quantia que
do O corpo ? E poder-se-lu dizer a vista des-
ta eXpOscflO que o governo foi o provocador j fOrgas que at amengavaifi atacar a cilale
da revolta? No, Sr. presidente, quo ja-jtlo Itecife ? N.ln lera o nobre deputado Ma
mais se pode omisiderar como provocador ( o Diario A'orodall do tlezembrode 1818,
da um acto aquello que nilo exista quando que assim se exprime pouco mais ou me
esse acto priucipou a ter elfeilo. O gover- nos.
no poda responder mulo bem ao nobre u As forgas liberaos teem mualo seus
deputado pelo Para nondu-n natus eram, eu planos de guerra, o j que tendo-vos der-
nilo era nascidu quaudo esta revulla 68UM-jrotado nos niattose as estradas negis a
nifo-tou. vos>a vergonba e cobarda falta de leste-
E como, Sr. presidente, poJeru o gover- | mu ibas, virflo ellas proourar-vos aqu mes-
no provocar a revolti de Pernambuco^ se mu pira dar-vos a ullinn ligo onde uo
elle so a presen ton no paiz com um program-l possais esconder os resultados,
ina de moderagilo que eu admiro, equej E nflo era somonte em Pernambuco, so-
captou romo que por encanto a adhesao del nhores, onde apnarecia esta nsenlagilo i
muitoslioinens quelbe eram adversos. .. fdrga ; esta ostentigode fiVga era al re
Ha mulo tempo, Sr. pres lente, quo so percutida pela imprensa de oulras provjn-
ouvia fallar em jusliga e tolerancia, mas cas ( apoiados) ; entre outras muits folhas
nflo se passava deslas palavras oucas seiu eu ach' i tima da llaliia de que os nobles de-
sentido ; o paiz eslava ;mr ii.ii pela reali- pulados devetn ter OonllBCimento,
sagflo doate i rogramma : o gabnele actual, Aluuns Ara. d'putadot: -- Lea.
ai>resenlou-se com vistas de o realisar; Or, Jinqtim Vill-U: lie o numero 19 do
seus actos lenderam a produzr nos nimos Fiscal de Unt 's de de/oml>ro, fazeudo a enu-
accuvirgSo deque este programla llalli m'raco das forfas rebeldes, cu como te ei-
pordiant' "' se reluzna a urna pura lie-'""'"If: .
CO oue i rali I,i,I' I O enthusiasiiiu croscc com espantosa rapi
,-V ... ^, dez e o exercito dos liberaos couiii por eucaii-
Eu^viem una das sesoesopassadasum ,. P,slliailo co7lta uus ,lolll'llf e ,.,
nobre diputado como quose.teurar o go- disciplinados. Caluci mil eoltoccnlosao man-
vernn pur levar o systema de tolerancia do de itoma. 1-uirass mil coinmaudados por
quasi a oxcso ; mas eu ja nas censurare! Ainar.it e Joo Paulo. Rio-Funuuso ariserntoa
o guverno pur isto. I momio, Sr. prrsi- eabocloa por Tliouiaz Cavalcantl. Pao-d'Alho
denle, que o piimeiro dever do governo l'iiiiheutnj ranlos. Nazareth teiscentos. Ser-
era semduvi la apresontar-se aop.iz pos- r'"na e Golill>"* qu'trcenlos. Mussuplhhn
suido do desojo de realisar o programma de n';""^..tos e por diversos lugares
, ,. u- gentes de zuerrillias em reforco;:!
jusligao tolerancia, O gabinete era apre-. h T,I0f or eoa9ei.lu,oeilt U111 orcilo dr
sentado ao patl como Vilenlo e reactor ; 7,300 Iminciis fra os rrfurcos ilasgiiorrilhas!
a sua primeira necessi late, pois, era inos- Ora, quando os rebeldes so mnsiravam tan l'ur-
tr.ir quo nflo era vilenlo nena reactor, que tes, quindo rspcravaui o nioinplio de mu cau-
queria respeilar as opillies de lodos de 'a uiiicaiueute di frca. abaodou-riam ellos to-
maneira a operar uma concilagao om tudos; d" us ?"" P'i"". entrrgarlain ellos as armas
os estonios so P""l"e governo liles acconasse com a am-
Inislia? Creioque ningiiem o podeia acreditar.
-. ,. ii i ti i.i : ,i i n u ni ni 111:111 i't ,'".< .d "ii'iimi .
O nobre tlepulado pelo Para enunciou Sc overilo ,., podiII acabar con, a revnlla
nesta casa una proposigilo com a qual cer- por ,neio dj alllI1,sla, o que liarla de fazer sc-
(amonte nflo posso concordar, e que as-
sontoque.qual(|uer que fr Pernaniiiucano
no podrra deixarde Ventllir,
O nobre deputado referindo casa que i
haviam sido man Jadas para
nao emprear a torca.
Acaso eiiieudor o nobre deputado ou algueiu
que o goverun incumbido piincipaluieutc do
ii.iiui'i- a ordem e o srgurauca publica, de sus-
PernambuCO ; ""tar as iiislituicoes do pal/., lallou aos seus
5,010 baiotietas disse : -Eu trago issO para| devores quando en.pregou a foixa coima a.,,.o|.
pruvarque a pruviucia iuttira louiou parte
na revolta.
O Sr. Soma Franco : Lebra-so das m-
nbas palavras P Eu disse lumuu parte na
revolta.
O Sr. loaquim Villela : Sr. presidente,
me parece que be rebaichar mulo os l'er-
namburanos suppdr que 5,000 bomens po-
desseiu sull'oc.ir una revolta g ral na pro-
vincia de l'ernambuco. Quando a provin-
cia de Pernambuco nflo era o que boje he
pdeappr baneira ao po lr llollan lez, e
nflo eram cerlamente smente 5,000 hu-
men* que a llollauda tuina em Pernambu-
co. Ha uma fado nconlesluvcl, e he que
os rebeldes de Pernambuco nunca po leratn
apiesenlar em campo mais de 1.600 no
uiens ; foi osla a forg i com que aUcram a
capital, e he muilo piovavel que ellos reu-
uissem tudos os seus recursos para darein
umttaquetflo decisivo. EaerSo 1,600 bo-
mens a manira da provincia ? Nflo exsteria
em armas por parte do gverno muilo mais
gente du que osla entre guardas uaciouaes
e paisanos'' Cuino, pois, dizer-se que u mu-
vimeuto revoltoso de l'ernanibuco foi abra-
in.u ine.-n o pela aaioria da provincia,
quaolo mais pela provincia inteira ?
U nobre depuladu sabe qual Ih a di lie-
renga quo ha entre a posigfloque occupaoi
os rebeldes, ca posigflo quo oicupao go-
verno. O govorno devesetnpra ter urna fr-
ga o mi o maiur que as frges rebeldes, por-
que os rehuidos eutrauliau-se as inaiUs,
nunca se lixam em um ponto determinado
onde o governo os possa coinbaler, es-
tilo, ora aqu, ora acoi, entretanto quo o
.o ver no tein uectssidade de tur a li Qa dis-
Irabida ea. diversos pontos por un le os re-
beldes possam passar. Por cunsequeiicia
ulo deve ser uiuilu mvior a fiirga do guver-
no em uma guuira dessa natuiezai1 Nflo he,
pois.pelo numero dus frgas do goveruu que
o nobie doputado deve avahar a importan-
cia da ruvoltd, porque anda quando a re-
volU fosse uiuilu iusignilicanio, o goveruu
les que se apresenlaraui om campo com a fr-
ca |n lien raudo destruir lia sagrados nltjeclos?
Croio que o nobre deputado nao negar au go-
verno o direilo de empregar a forc oestes
visos.
Certo, Sr. presidente, que apparerorain om
campo duas frcas ; a lrfa dos reboldea, a tor-
ca do govorno; mas. que dillercnca ioiuien.a
nao ha entre a legiliuiidadv do enipiego de urna
e deoulra.
A forca do governo foi empregada em virlu-
de de um direlto reconhecido pola afio toda,
para defeza de um poder que tein a su. logiti-
midade no pacto fundamental; a frca do, re-
beldes nao se apoiava em direito algum e se
podesse triuinpliar. seria o exclu*ivo funda-
mento de um podar que por ella se buscava
coma as coudi(es do pacto fundamental,
contra a volitado da uaco. 'Apoiados.) Por
tanto, o governo nu pode jamis sor laxado .Ir
reactor, por liaver rmpirgado a forca contra
os rebeldes era mesmo um dever rigoroso
por cuja infraccao elle seria responsavel pe-
i un.- n p.n/ ; o'governo que nao maiitivesse a
ordem publica; que nao sustentosle as insli -
tuices do nai ; (|ue Ueixaase a rebol lia (rium-
phar pur nao querer empregar a frca para
coiubater os rebeldes, csse governo nao pode-
rla ilcixar de ser aecusado de traidor.
Mas, Sr. presidente, o nobre deputado que
para dar una importancia extraordinaria a re-
volta chegou a diser que tuda a provincia li-
nda adherido a ella, l'oi o mesmo que depois
quizaiiiesquinlia-la a ponto de reduti-la a un
ajiintamonto illiciln : de mam ira que at cul-
po u o govorno porque nao fui, como juit de
paz, fazer as adoioe>i.i\oes que nos ajiiulaineii
lo. illicilusordena o cdigo! Nao insistir!, en-
tretanto, neata idoia, porque rslou persuadido
que o nobre deputado recouhece a dill'ereiici
que lia entre um ajuulameuto Ilcito e umu
evolla.
O nobre doputado continuando no systema
de acensar o govorno respeito da revolta de
Pernambuco, assim se exprimi : Porventu-
ra, nu ii.ive i un qin ixa., equrixat milito at-
tendiveis? a bu examliiarcl se liavium essas
quenas, eu examinare! de que uaturexa ellas
iiu.Iijoi ser. Aa queixas a (|uc o nobre dipu-
tado sc refere uo [tdeiu cil'iar-se na inuUan-
ca de um gabinete, ua uoiueacao de um Brea!
deule, porque etses lacios sao Uu ordiuarios
DEM H0 DIA II.
Oflicio. -- Ao doulor chefe de polica, pa-
soi he que o govorno roprosentalivo he a sobe
r.auia social organisada, o quo esta sr.berania 1
he ronrosontida pelos poderes do oslado roen- ;
nliecid.,1 na cnstiiuicao. So no.Ml Iris poli-' f que exneca suas onlen,, afirn de ser cap-
licas sao dofeiluusas, se porventura precisa. | turado o imperial marinheiro, Antonio de
mus de reformas, ah estao os poderos do esta- i M iredo, cujos signaei constam da nota que
do para o< faxer, ahi est a eonstitulco pul i ti- se lile in melle, o qual desertou to bijgue-
ca que concede o direito do fuereni-se as re-
rmas rjue so jiilgarom uecossarias com aquel-
f.i cautela o leutido que exige negocio de Unta
considoriico.
escuna Canapo, no dia 6 do crrenle.
hilo. Ao director do lyceu, declaran-
do 1111 approva as nomeagOos interinas
considerado. propOe dos professores do Ivccu, dou-
En rec.oilioco em poltica, Sr. presidente,, n ,,.___in.n- ."...,. ,k..
tros especies do rrvoluces, o sao as'rovoliices I "'""|" de *f*l P"" f-
lentas e sticcessivas, as rrvolucoei lgaos e "t""- Pr 'fessor do geometua, e doutor
as vilenlas; mas ao recnnlieco a logiiiinidade J' AlaXaildruio Dias de Maura, pira subs-
dts tinas primeira*, nao posso reennhecer a litnir ao prof**8nf de trance/, durante o
legiiidadedaa iillunas. As revolucoes lentas e mpedmenlo dos mesmos.
sucoossivas que soinpre se tnrnaiii lgaos polo i Dito. -- Ao Dr. Francisco Jos di Silva
eutiho da legitiiiiidado, que llie imprimo aau- i port0. .. p.-rsua hilo do que a ebre que
Lindad.- legitima, roproseutam a marcha ln-1^ lem deenolvi.lo oesta cilale. desde o
tSKU'SSlSr,.^^ prximo passado. he o
fui- efios das tempestades; aquellas mesmo ei,, resla Jo ordinario da qualra.e nSo uma
suas iiiudancas, ollorecom o beneficio da per-J mojeatil do Carcter da quegrassou na ca-
iiianonei.a. o a contiuuidado di reprodoecao ; pitald'i liallia, e quo algutis estngos Cau-
inas as ultimas, ai violentas s trazoni n vacuo sotl, llflo obstante ufljser de na til ro/a mui
da dostrnic i. (Militas npoia li-s ) Aquell is niin- penucioss, S"gundo pudo C ilher do rela-
ca destrooui so.n ter que reconsiuir I estas dea- j torjo ,|o oncelho de Salubidale daquella
iroe.n quasi se.npre sem u-n su prusaueiHO de; t ( va progn,iin.
roidifiiMcito. (I/niln uumados.) Assim. !>r. pro-. K ... ._ ....... ..._...i.:
sldente.ru nao pssa adiuillir que para se ol- '' "J lti,ha !** ^ucumbi-
,, Ido algumas pessoag, o pdenlo turnar-so
u- ain la mais calamitoso, jolgo conveniente
toreni ri'frni.as no p.ai: o recorra ai arm is :
ni is q.i.autlo osle principio podesse por
turnios ser sustentado, sori.ain porventura a- convidar a V. Me. e aos seus collegas em
quellea quo ilrsci.uu do poder que teri.ain o di- j medicina, como nesta occaaiflo cotivi lo pa-
roilo de appollir para as armas par.i ublor re-j,-, f ,zerem a cartdade ue reunireui-se em
formas? Seriaiu aquellos quo duraue cinco conferencia, afn de eonoerUrem sobra os
meios que j ilgareta mus a -lo .dados, nflo s
par prevenir-seo progresso do mal, nli-
cando-se as medulas bygicnic s, quo
possam sr comnuncatlas a populagflo,
aiiuut doilllnarain pait, que livor ou a cama
ra lud sua por duas legislaturas, lempo suf-
fujente para se opratelo todas as reformas ;
que teri uu o direito de empiiiihar as armas
pira di/.eroni: Nos queremos lies e laos re -. ,.
formas politicas? Verda.le he quo o nnbrejcomo OS meios IterapeullCOS, de que SU
doputado eui moa dassossoe passadas ennfos-1 j,,Vo usar na invasflo do mesmo mal : for-
Soii que nos cinco aun .s dosse doinnnu n id i m H1 |,, ,|e I ud. i utu re .lorio que me farflO
e truln pudido fazer, porque se rncnuirava i u ravor enriar pan qtte eu possa de miuha
,e"|parte tlar as providencia, quo couberem
nHctii ininhas ttribuiges.
I)) mesmo teur aos mdicos e crurgOes
desta c Jado.
ti in obstculo torrivol, que eran sonado ; ose-!
nado, disse o tinhrc tloptitido, com a sui v
lado de ferro, mata ludo ; sonado, disse elle,
nao Consentirla que se (i/esso reforma alguma.
Ku crido que, para se (Ijrigirein aecutacoea
desta nalmeza contra mu podr d > estado I;u
aUameute collocado, compre ter, fictos para
prpva-l.is. 1 xporiinenfastes. porvenlura.se o
sonado so opp..ria s reformas que as necossi-
dadra publicas exigisseiu? Acaso propoiestos
uosl.a cmara, .appiovasles e niaudaslos para o
sonado estas reformas para verdes se elle as
quera mi nu? (.1/ uitas apuindiis.)
Eu ostou coiivoncido que o -onido nao que-
rerla uom dovoria ipieror a sua anuull.aco ;
ostou coi to que rile nao la-g.ari.i a constitu-
cao do eslailo annlquillaiido-se (mu/im apoi*-
das), porque o senado desta inaueirt nao s-
menle seanniquillaria a si. son.io laubeni Ira-
b.ilharia para a ilesliuico da iitouarcliia ,.//...i-
doi), inijiii- nao so pido conceber moii.irchia
soiii um sonado constituido de maneira que
represente o elemento da ordem, o principio
conservador, que soja un lorcctro poder, cuja
accao iiiiidei.nli.i a se interponha e sirva de ar-
bitro rntre a cora e a cmara triupuraria.
IMuil. apoiadus.) Mas, se o senado nao con-
sentirla ua sua dcstruico, o sonado uo lena
raso de uo cuiiseulir uuquellas reformas que
o b-m publico oxigisse. Sc.puis, era o auui-
quilljiueuto do senado que queran! aquellos
que rstivrraiii no poder cinco anuos, nao po
di un ter por corlo o apoiu delle ; mas oiilo
oonfosseiii que ora neslt"ponlo que a vunlade
de ferro do senado Ihes embargava pa^so.
Mas, Sr. presidente, que reformas queriam
os revoltosos polo lado poltico ? Queriam a
convoco i. daconsUluiiie E he crivol quo
neslo ponto piidossem ubtor oapoio do senado?
Nii.gueui por corlo u acreditara, porque real-
iiioulc o que he a constituale scntio um voida-
deiro chaos a que se qiicr reduzir o paiz.
(A,aiados.) Couslituinle ua lrma da conslitui-
co he lima cuusa que nao se pode entender.
No ha poder algum constituido no imperio
queieuli.i o direilo do convocar una cuusli-
luinte ; ou sei oque lie cmara reformadora
polos tran.ilrs marcados na coustituicuo, mas
coiislituinle cuja ideia revella uocossariameii-
te una plcniliidc do p,dores,urna faculdade de
orgaulsar a sorledade Indrprudente do quaes
quer bases, litio vejo p dr neuliun conslilu-
cional que a possa convocar.
Entretanto, Sr. presidente, eu vejo que foi
osla ideia quetrouxe cumsigo a revolta, seuo
um principio ao menos quando assentuu-se
que se devia chamar oap.,io de houiens que
ate eotfo 11 ani considerados no paiz como ii.t-
mlgos das insliluifrs juradas, cuino ultra-re-
publicauos. (Ipoiados.)
Sr. presidente, eu nao me quero demorar
ueste ponto, cu poderia aluda duer mais al
guma cousa, ru poderia upreseular aluda o
manifest de alguus d s chefes da revulla, po-
derla pi ovar com rile que nada mais se quera
do que a aniilquillaro completa da luouar-
chia no brasil, mas no posso drixar de dizer
aluda a respeito das queixas polticas que lan-
o nao liavium, que aquellos que se revollaiam
nao sabiaiu o que quorum a rrspeilo de pol-
tica, e uo s autos como di pois da revolla.
(.luoiatlui.; Se o uobre depulade pelo Para
ComoitiiiicKlo.
Noticias ta l'araliili i.
A febroepidmica conlina a urasssrne
tn provincia, o va lentameiiU progredindo,
pois ja nilo silo smenle os marinbeiros de
burdo que leeni soffrilo os seus pernicio-
sos olli'iios. mas tamliein parte, anda que
nflo considera val, da populagflo da capital.
Foi insUllada a asscmbl provincial no
dia 24 de feverero proxi no pas-ado, n f-
ram eletlos : presidente, o Dr. Flavio
Clemenltno da Silva Freir ; vce-presiden-
te, o teneule-coronel Francisco Antonio do
Aimei la e Albuquerque ; primeiro secreta-
rio, o Dr. Antonio liarlos de Almeida e Al-
buquerque ; e segundo, o Dr. Jos Maria
Ferreira da Silva.
r-FJ,
Correspondencia.
Eslava persuad lo que a minha resposta
ao Sr. Dr. I.uiz de Frange Muniz Tavares
poria termo a quest.Vi da quarenleia do
navio Alcyon, ou que aquellas, que de seu
intermedio se. estao servindo para verem so
me dilo alguma esfrega. se calariam vista
da evidencia dos fscios; us enganei-me,
porquanlo o Sr. provedor de sa te do por-
to bu dcil aos dictantes daquelles que o
c .icatii, e sua correspondencia publicada
boje, poslo quo nflo esteja no seu carcter
neto em relagflo sua inslrucgflo, be de tal
natureza, que excede toda a qualiflcagflo.
Eu enliegutia ao desprezo que nierecem
suas asserges, porque eslou convencido -
queoSr. Muniz Tavares nflo lem conscien-
cts do quo escreveu ; mas, parecendo-rae
que he iutengflo de ulguetn fazer ecno, sei -
vindu-ae da docilidado do Sr. provedor,
procurare! ajuda-lo ; e puf islt) e su por
isto respuuderei.
Confessa o Sr. Muniz Tavares que deixou
entrar o navio Alegan, viudo da Baha era
18 de dezembro, sem que o submeltessea
t|iiireut.'na,e diz que, saliendo depois que a
bordo desse navio exi.stiam doenles, em-
pregara tudos os esfurgos para pd-lo em
quaieiiteua, nflo tendo Colpa alguma se elle
a nflo fez ; mais isto que esta em prrfrita
coulradicgflo com o que assoverou em sua
primeira coirespundoucia, be tilo estupen-
do, quo passa ao burlesco; porquanlo, de-
pois de liaver coufessadu sua negligencia,
d'pois do ter pateuleado seu pouco zelu uo
desenipenlio de suas ubtigagOes, accrescen-
ta, como para salvat-se agora da imputa-
miitii Ann


lO!
cfio mi sobre elle nes,~que se admira qu
en, tfln solicito e 1.1o zelosn pelo bem .1 hu-
manidade, recnnhecendo qu aquello na-
vio nuMhn, e nneasafidepuhiici peri
paw*. Ihe fid.i offiritme a retpeilo. Com
efT-ito, nisto, romo em multas anisas, o Sr
MunizTavates moslrou que e-a o homem 011
o mais simplorio, 011 o mais incomr relien-
sivel ; iorqiinln, patenteaodo suas ruinas,
mas nfio se ach*n lo com animo de decla-
rar-ge col nado, lemhrou-se de mlm, como
g o preside t*doeoncelho geral de salu-
brdcde publica livesse ohrgaclo de dar
avisos aoSr. provednr para que ellecum-
prisse os seus deveres, ronsideraudo-o por
oslo modo como espa do fecjvtro da pro-
vedoria, visto que o Sr. Muniz Tavares pa-
rece ter abdicado todas kS Suas fulicioes
nesse empregado.
Nossa questfio nSo versa sobre outra
cousa mais do que em provar que o navio
Alcyon entrara da Rabia sem ser submetti-
do a quarentrna, eque, apezar de ter eu do
possoalmente provedoria da sade em
eompanlii* do medico do municipio oSr
fr JofioFerreira da Silva, estoapenas |>avia
deixado a enfermara do Sr. oflieial desa-
de Casa nova, onde em presenca do Sr. sub-
delegado de S.-Anlonio examinara o rn-
meiro doente de febre,esse navio continuou
spermaneTer.no mesmo lugar; equepnr
ua prnzimidade com outros, Tundeados em
suas immediar;Ocs, e de sen foco de infec-
C'o. irradiando-se os mins conimunlcandos tripilacOes do Joscphina,
do Cuntante, do Achiles e Comlanlino
que dcsses focos parciaes he que parti a
epidemia que boje lavra pelo ancoradouro,
c j bastantes victimas lem feito em Ierra :
isto lio oque eu disse em ineu relatorio aii
poverno, publicado ltimamente no Diario
ile Pernambuco.e he islo o que repito.e que o
Sr. provedor da sade confessa sem querer-
se declarar autor responsavel do ml que dj
sua incuria ou deleixo tem resultado. He
verdade que eu devo lambem ser censu-
rado, e nesla parte tem raso o Sr. prove-
dor; mas minha culpa s est em meu pro-
cn lmenlo, e por isto agradece ao Sr. Muir
Tavares a licito que mo da sim, cm vez
de ter dirigido meus passns para a provedo-
ria, devia ler-me encaminhadn para o pa-
lacio do govemo.o all representar conlra a
apalhia do Sr. Munu Tavares, que a prelet-
'to, ou prevalecendo-se da pouca clareza
do rcgulainento da sale do porto, deixa
pesar sobre seu secretario lodo o Iraballio,
a ponto de confiar desse empregailo, que
nln he medico, o exame sanitario das tri
pclacOes, mesmo em casos em que sua as-
sistenria se torna inlispousivel, como an-
da ha pouro queria, quando se tratava de
elTectnar a busca a meu pedido ordenad
pe|o Sr. chefe de polica interino a bordo
dos navios, para dells tirar os individuos
acommeitidos pela Mire, afim de seren
conduzidos para o hospital p'ovismio d ,
ilha do Nogueba; propon lo o Sr. provednr
que essa busca fusse dada pelo dito secre-
tario, secundo me fui vi rtialmente ref-rido
peloSr. Dr. Reguera Costa ; mas, nSo t-n-
00 eu procedido por este muiio, e havendo
para f>vitr delongas que causain olh'cins'
des. E fez isto o Sr. provador.' N5o : desde
a entrada do Alcyon ato a sua sabida, bou
venina serie do negligencias que so nfln
pdem explicar, e que caro tem custado *
HoolaeOee e populadlo, o que espero fazer
passar a'.istoiia, quaudo tiver de Iracara
narracfio da epidemia reinante : neste ne-
koco proced como me cump'ia apenas
econheci qiie com o Sr. prnvedor nada
consegua, porque elle flcava impasvel no
'i'eio do pengo sem querer doixar seu lar
nienle, recorr ao Sr. chefe de polica inte-
rino, pedindo-lhe que nSo permitiese que
de borlo viessem para a rilade aquelles
que fossem commetldos pela febre; e, lo-
ga que se aehou estabeleci io o hospital pro-
visorio, lembrei que mandasse proceder
urna busca em lodosos navios, para delles
tiraros atacados pela f'b'C, vi-lo que os
capitfies ou consignatarios nfio se resolviam
a trans orlar para a ilha esses individuos ;
mas o Sr. provedor que, segundo creio,
nada fez, e que por sua negligencia deu
causa propagacSo do mal pelas l< ipolarOs,
cha que eu fiz pouco pela saude publica,
e, anda mais.parece querer queeu s-j* pu-
nido por sua negligonc'a, por nlo I lie ter
lado aviso 'le que o navio Alcyon, que elle
procumu submelter quarenta, u3o a linha
feito
Nilo he esta a prmeira vez que o Sr pro-
vedor, para salvar-se, invoca a evasiva de
nSo ter o navio doenles a bor io : j quando
se tratou da barca belga Amalia, dHla se
prevalecen para nilo subjeilar a qoarentena
esse navio ; mas, ain la repito, nilo vai bem
o Sr Muniz Tavares; eji deia razilo. Q'iero,
porm, aduiitlir que, nao havendo doenles
a bordo dos navios, o Sr. prove lor o* d entrar, em bnra viudos de poilns infectados;
mas.rerguntarei, para qie subinciti indis-
lindamente quarenleua os navios que vi-
nhamdecertos porto* em que. 'einava o
cholera-morbos, quando pelas Inicas via-
gens se poda crer que o periodo de incii-
bacSo linha pascado, sobretudo nilo ha-
ven lo doenles a bordo, nein mesmo o< ten-
do lido os navios durante sua viagem ? He-
ais, porqua razfio.apezar de nao baverem
doenles a bordo dos navios viudos ilesses
portos, e de ser longa a viagem, sobmet-
lia-os quarentena, prevalec-fndo-so de
aviaos imperiaps; e entrelar.to que, saliendo
que em oulros pollos renava o cholera,
como nos de Franca, segundo cnnstava pe-
los jornaes, nunca suhjeiiou essa med'a
sanitaria us navios chegadns dest-s portos?
Sera a nuarentena medida elstica, que u-
fregn mil, entntanlo que be frouxa para
oulros ?
Diz oSr. Muniz Tavares que foi malvola
a minha iotenQSo tocindo na barca belga
Amnlia que .seuundo eulSo se aflirmava, vi-
nha de poilo infectado, e que, ane/ar do
imperial aviso de 13 de maiii de 186, en-
irrasem sersubmeltida quarentena ; e,
para salvar-se de qualquer imputacjlo, ac-
cresccnla : que eu apenas Ihe poda, em
meu olliro, nformacO s ; mas .aqu,
como ns quesillo -lo navio Alcyon, o Sr pro-
vedor vai mal. lie vordafque, em meu
lQeio de 11 de jnnho de 1846, pe.lia aoSr
provedor informaos acerca ilessi barca,
fin de d'sconceituar-me. Oumpre, pois, di-
zer algumacousa, quando mais niqsej
senSo para convencer o Sr. prove lor de
que elle est representan lo um triste papel.
Oservico medico dibosnital provisorio da
ilha do Nogiieira be confiado, por orden do
Gtm. presidente da provincianos membr>isj
>o conceibo gerul -de salubrilade publica
sol) ii n-inha lirecco, e >oi dous facultati-
vos ingleses aqui residentes : durante quin-
ze das cada membro beencarregado 'le vi-
sitar diariamente os doenles que esto na
enfermara braslera, onde s slo trata-
dos os Portuguezes, II spanhs. Francezes,
Italianos c Rrasileiios; e durante cada so-
mana um dos facultativos inglezns visitas
enfermara estrangeira, onde silo Iratadoi
os marojos das outras naijOes. Eu nenhu-
ma ingerencia tenho notratamenlo; cada
facultativo presereve o que juina conve-
niente, mandando o receituario para as bo-
ticas encarregadas de proparar os medica
mantos, que neni mesmo silo vistos por
mim. Em que p le inflipr sobre os doen-
les recolliidos nesse hospital a minha incu-
ria ; e nSo tendo eu inferencia alguma no
Irttamentn, como p le sobre a moyiali Ja-
de por causa desse Iratamento influir a mi-
nha incuria, para o Sr. provedor asnalica-
mente dizer que quasi todos os doenles
mu rem pela incuria queeu tenho moslra-
'lono tralamenlo? Ora, sen lo isto incon-
lestavel, esl claro que o Sr. Mlsnis Tava-
res s fez escrevor una mentira com o triste
prazer de ffliKr-me ; porquanlo entre tan-
las que se to-sin dito, e l* I vez provenliain
da mesma origem, esta nunca cliegna aos
meus ouvidos; mas, sem oie prevalecer de
nada lor com o tralamenlo, e quareii lo pe-
lo contraro por elle me tornar resnonss-
vel, tanta he a conl'nnca que deposito nos
mdicos assist-nles, nao sr amia assim
urna torpe mentira dizer o Sr. Muniz lava-
resque quasi tolos os doenles, que en-
Iram para o hospital provisorio, morrem
pela incuria que ss lem mostrado no Irata-
mento ? Por corlo, e dentro em poucos
das, terei o prazer de auresenlar a prova
com a publicscto dos mappas ; o que, sa
iiilo rc>> agora, he por me Miar receber o
que me devesr remedido pelo Sr. Ilr. Pe.
reir do Carmo, de sua quinzeoa. Mas an-
da quando assim nSo fo-se, admdindo
mesmo que lodos os doenles morrem, era
r-g'ilarida le, e que os seus empragados
nao possam abusar ou errar; porquanlo
ha muita cousa que escapa aos ollios de um
facultativo, e com mais probablidado es-
caparlo aos de qualquer pessoa que nilo
tenha conhecimenlo* profissionaes. Sei
hom que esses empregalos, estaml) em
cont icto com o Sr. prova lor que he tilo
i' Mugenteeezperient-t.q'ie descobnoque
os doenles morrem no hospital provisorio
pela incuria do tratamento, j hSo de ter
aprenlilo muito; mas, nao tendo ei osla-
do em contacto oom elles, posto que co-
nheea o talento esabe' do mestre, todava
nlo julgo mu pru lenle que oSr. provador
se lie no jui/.o profissional dos seus disc-
pulos. O Sr. prove lor, proceden lo as-
sim, nlo evit Ta rnente seo compromel-
timonto ; mas que liguas malvolo dissesse
que os empregadosda sale do porto, pe-
netrando nos navios antes que os do regis-
tro e di alfandega, plem facilitara nlro-
iloccfio de sedlas falsas; e estou corlo
que. seoSr. provedor proceder em pessoa
visita, ninguem ousar articular (aes
supiiosi?fi"S. Quando o Sr. ajudsnte do
guarda-mrda alfanlega chegou hontem a
bordo da barca Bracherene, denunciada ao
enverno pelo encarrega lo de negocios do
Rrasl em Portugal, como trinen lo sedu-
las falsas, ji encontrou o secretario da pro-
vedoria que, segn loo mesmo Sr. n pdan-
te referi em minha presenta, eslava s
voltss comearlas que das algibeiras lira-
vam os passageiros, a ponto que o encar-
regado da visita da alfal lega, estranhundo
o proced ment, disse que se eslava fazen-
do urna mala subsidiaria: ora isso llevo
cessar ; e he isto o que desejo ver teforioa-
do, o para que trabalharei.
Mo p le prevalecer o que diz o Sr. pro-
vedor a respeito de tar-se propagado por
todo o Rrasil a Mire amarella, se con isto
procura defen ler-se de ter licita lo do sub-
melter quarentena o Alcyon. Todas as
vezes que naEurop lem apparecido a fe-
hre atiarella. tem sido importada: a ter-
rivel que renou em CaJit em 1800 e fez
perecer oitenta mil pessoas, foi levada pelo
Jpiter, sabido de Vera-Cruz em 4 do feve-
reiro e ebeeado no dia 18 le margo ; e a de
l.iorne de 1804 o foi por ci usa de urna car-
la de sade ilada po- favor ao uavio Ania-
Varia, procedente Ja llavana, e que s to-
cavel: o que tudo levo ao conhecimeoto
le V. S por ser este aconlacraenlo extra-
ordinario, e ter ti lo lugar fra de horas.
Dos guarde a V. S. Subdelegacia da fre
gu-na de S.-Antonio, 6 de novembro de
1849.Illm. Sr. dezembargador Joronynio
Martiniano Figueira de Moli, chefe de po-
lica.0 subdelegado, Rodolfo Joao Barata
(Ve Almtida ,
COMMECIO.
ALF,\M)F.(.A.
Itendimento do dia .. ... 4:000,507
DeicarrtfamkojeU.
Rircs portus-ueza Ligeira mercadorits
o ceblas.
Patacho portuguez d6rcw-/ don.
Patacho francezPrancoii-Xavier .. ideo.
Bligue ioglez Araliella-Farbel bacalho.
CONSULADO GEIUL.
Itendimento do dia 9.....1:788.791
Diversas provincias...... 198 817
o jiuzo profissional do Sr. Muniz Tavares I cara em RadK para refazer a tripuladlo, e
que poda coiidemiiar o meu tralamenlo?londa recebera a dita caria. E porque ra-
Pode ser; mas devo ser franco, tanto qusn-
to o foi o Sr. provedor ; o por isto Illa d que o seu
procurado n Sr. provednr que nilo encon- "j* tripolacilose dizia que lora dilimada
tiei, mereca ser Castigado. loor urna Mire que renava na cosa ri'Afr-
OSr. Al o 1 vi Tu v;ir> -s,procurando allivisr-|C*> donde partir ; maseu, sem esperar pe-
sedo peso da re.-poiiaiiili la,le, allega que
a caria do navio Alcyon eslava sem nota, e
que, nSo havendo doenles a bordo, oque
parece asseverar sem ter examinado a tri-
polnc.lo, deixra enlrar rsse navio; mas,
se i>to nlo lie urna triste evasiva, be um ar-
gunicnt'i Cstupi 'o, por partir de um medi-
co Tolos sabem que a feluo amarrba,
assmi como oulras affec^es, tem seu pe-
riodo de incbatelo, e que durante ess* pe-
riodo 0 Individuo, que e.-levesba inllueii-
cia da causa ii f ccionanle, poste que nilo
aprsente sofl'iiinento algn), pelo menos
nidavcl, ninse ; (ha todava no estado nor-
mal: sal ion 11 ais que, passadoS os diS de
incubadlo, durante os quaes o principio
11 li ('Clonante se vai por assim diztr infil-
trando icio oiganisno, a n-olcslia se de-
clara, inanresianiio-se por me 10 de sydip-
lomas, e que esse individuo, posto queja
lenge muilas vezes do loco de mler,;io, ,.
10 accommellido pelo mal. Ora, sendo isto
Torrente, o queconvinha que o Sr. prove-
cor fizesse, quando da Italna chegou o navio
iltcyr.n ? Creio que a boa raallo dicta quv
e informasse t t i(jio do CAtado sanita-
rio da tipolar,fio, p>ra ver se ella eslava
ainda no periodo de inruharSo, porque de
outra soite cx|r-sc-hia a ver rdientar
aqirj a endemia, como succedeu. Otiero,
porm, admiltir que o Sr. provtdor, que
leve saber puifetamente como se passam
asearlas de sade, dsse mais crditos
carta do Alujan, do que aos principios da
sciencia.e em cunsequencia tivesse admiltl-
do sem quarenleua esse navio; mas. salien-
do ilepois que pessoas da tripolar/So appa-
recianiacrometdaspela febie, tendo ais-
lo aviso positivo, detia immediaiameiile
submelter a quarenleua o dito navio ; o
queseiia ficil conseguir lecorrcndo as au-
toridades com cenles, sobrelmlo tendo
iiirorinac;3o que (u o bavia procurado para
este fin, dizrndo ao que ia ao seu secreta-
rio, que pareceu-n c sobresaltado com a no-
ticia. E tez isto o Sr piovedor?
O Sr. Muniz Tvares, profurndoscm| re
livisr-se da rrs| misal ilidulc que o tem
cxfoslo sua incuria ou Celeizo, e desi jan-
do fazer (al r i s eh n oies que contra tan-
ta o 19o repreliensivel negligencia se ele-
vam, se be que tiles chegain al aos ou-
vidos do Sr. provedor, invoca em seu apoio
outra tvasita, quo faria rr, se o caso nao
l'sse ISo triste : elle diz que, sal en,lo do-
poisquea bordo do Alcyon havjam doen-
li s, consullou o Exm piesidenle da pro-
vincia parn snlitr se devia svbmelltr a e/uartn-
tena esse navio, e que S. Exc. Ihe respon-
ilra que piocedrsse como entendesse conve-
niente ; mas isto he a cuiilUsao mais in-
genua da incuria do Sr. provedor. Admiti
qieoSr. Muniz Tavares, que nesse caso
nao devia perder lempo em consullar S
l'.xc. sobie um ponto que era de sua com-
petencia, e que pur claro oflusca, quizesse
tsicrarpor decso supeiior; mas creio
que, vista da iesi osla que me parece que
nSo poda ser oulra, devia lremexeru-
tao o que as imperiosas rircuoistancias
exigiaoi; e seu primtiro acto seria sub-
melter ao isqlanii nlo es-e navio, para aire-
dar no centi dos outios o foco de hijee-
cilo ; en pregando para que suas detein.i-
iiH(0i-s io.-sim curniridbs tucos os nulos
de cuereflu, raraoqucll.e eia indispensa-
veJ em ultimo lur recorrer as aulorida-l
la resposla, foi a bordo desse navio, e des-
de as primer 1 phrases trucadas com o mes-
tre e rom um manijo que all encoutrei,
vi que havia n.ysteno relativamente via-
(.'in ; poiquanto, interrogando esses indi-
viduos separadamente, descubri que bavia
intencilode occullar o poni de partida,
dizendo-me um e oulro -- que liaviao esta-
do as lito s de Cabo-Verd'; e isto tanta
expeelacilo m-fe/, que fui inimediatamen-
te ao pieai lente da pioviocia : pedi, be vei-
ila le, 11 l'or m ocies aoSr provedor que, s
depo s de meu citado ollieio, he que foi a
bordo da dita burra examinar o estado sa-
nitario da IripolecAo que j la nilo esta va ;
pois que apenaseirontrei dous ou tres in-
dividuos; e s o liz para sal cr como o Sr.
provedor esplicar'a a s ia neg'henca ; mus
que tem isto com deizar Mirar, sem sub-
melter qiiarenicna, esse navio? Esse iva-
vio, segundo dizia a InpolacSo, linha loca-
cado as Ihas do Cabo Verde ; a senhnra do
cap 1 fio havia, pelo que se aflirmava, desem-
haicado doeiilu ; urna paite da liiiolacao
j se achava em lerr; entietanlo o Sr
provedur em sua resposla dizia que a Iri-
lolaeao nada apresenlava que indicasse
molestia 'I Sr. provedor cuida salvar-se
invocando meu ofliciu, e exige que eu o pu-
blique; mas lusia que o Sr. Muniz Ta-
vares recorra ao archivo de sua reparli-
Cilo, onde o eiiconlrara ; por ora s me con-
ven! publicar o que dizia o cond-liin geral
de salubridade publica em seu relatorio de
16 de julho daqoelle auno. Maso que tem
urna cousa com outra? E por ter eu pedido
informaciles acerca d.i enirada da brea
Amalia, segne-se que esse navio, viudo das
COalaa d'Aliica, e de portoduvidoso, quan-
do sobre isto haviam recomineridacdcs mi-
nisleriaes, eslava no Caso de ser admiltido
no ancoradouro sem passar pela quarenle-
ua jeque, por ter au pedido infoimac s,
eslava piivado do diieilo de censurar o
procedimenlo do Sr. provedor? He fado
iiicontcstavei que essa barca, cujo capitSu
dizia vir do (ahilo, nAo foi suhmellida
quarenleua, e parmaneceu no ancoradouro
al que se descubri que fra roubada pelo
proprio capillo que a pretenda vender;
e a vista disto, e das respostas das pessoas
da tripolacflp, que nilo concordavam a res-
peito 1)0 ponto de 1 11 lula, nfio havia rasfio
mi lino ule para subjejia-la a essa medida
saniana ? Suppoe o Sr. provedor que
estou pbaiitasiaiido ? I'dc ser : u.as, re-
Correndo so consolado da blgica, Saliera a
verdade, e crea que eu nlo costuino con-
ileiiinar 1 illimilada quareutuna os nego-
cios do ntiota renartieSo, nem eilCaiTCg
meus collegas de minlias biiga^Oes, ape-
zar de saber quo elles as | rceiicburiaui ple-
namente.
OSr. provedor da sade, deixandoasua
defesa queja era sulliciente trela, passa a
ser repetidor do mentiras; e, mostiando
una supina ignorancia do que se lem es
cnptn e vai por este mundo, 110 que paten-
tis sua vri.3o pela loilura, dizque, se
elle so guiusse por mi rni^iVs infundadas,
mi i 1 que- (ii, pila incuria que tenho mos-
trado no tialkineiilo dos dneoles que vao
I ara o lazaieto da lina doNogueira.hei cli-
co 1 ido paia a inulto Ue quaai linios; r,
posloque isto seja una 11 entila tilo pal, a-
vel quanto a ignorancia do sr, Mums T
juizo en negocios scientilicos
pievalece tanto solre meu esairilo quanto
o de qualquer po-soa ea'ranh* arte de cu-
rar ; devendooSr. Muniz Tavares conven-
cer seque o publico j nosjulgou no tribu-
nal da opiniilo ; o que o encarregado do
iiospial regimental em 1841, edeiidido
ne>se mesmo auno, he tilo conheci lo por
sua capacidada inlellectual e scientilica,
quanto o presidento do coocelbo de salu-
brida le publica.
OSr. Muniz Tavares, n3o contente com
ter querido dar vulto esta mentira que
so pode ferr os mdicos encarregados do
tratamento dos doenles do hospital provi-i
KOrJOa vai alm : ello diz que o mo che-
ro que provin das sepulturas da tilia ha
tanto, e vem tilo sobre a cidade, queja na
Cabanga se nflo p le morar,; ms isto,
como ludo que se refere ilha, nilo passa
de ouira mentira tilo estu ida como a pri-
mla, e 1 fio palpavel, qoe s un idiota,
01 um tolo de borla e capello seria capaz
lee cr. Ha falso, Sr. Mumz Tavares, que
h proveniente da ilha do Vogueira ; ain ia o
he, que no hospital provisoiio, eemsuas
iiiimodiaces se sula mo chairo ; c, se o
Sr. provedor, para cscrever, ae ti vase da-
do ao trahalho de ioformar-se do que ha
imlo aoi lugares, saberla que no aterro do
Afogaio, e 1 or consequencia na Cabanga
he onde a febre menos estrago tem f-ito ; e
a'o'lhe essevero por ter ido aos lugares.
Diz o Sr. Muniz Tavares que na Cabanga
j se nSo pode morar, e isto he mentira :
do aien o ninguem anda se mudou por cau-
sa do mo cbeiro que vem da ilha, donde
nilo vem nennum ; o eu creio estar no caso
de i-s \ei',ir isto ; porquanlo .inda boo-
iern est'veemcasa doSr. Francisco Jos da
Costa Campello, que lie vizmha a Caban-
ga, c (Hule a futir tem sido exiremamente
benigna; c 110 aterro, e mesmo ao oeste
da ilha mora meu lio o Sr. Antonio da Sil-
va GuamfiO, em cuja Casa s toem ti lofe-
brea aquellas pessuas que mi un pela c-
dade, sendo at agora preservadas aquellas
que de l nfio sahem. Quer o Sr. provedor
verificar isto inJo aos lugares em minlu
oo'iil tulla ?
Na minha corresponIcncia nlo dizia o
que se repele por ani ; mas o que esl pro-
vado ; isto he, queoSr. provedor poi sua
negligencia deixou entrar e permanecer no
ancora Jouro o navio Alcyon, e disse urna
veidoie, porquanlo o mesmo Sr. povedor
cinfessa que o deixou entrar, e cmfes-
sa que esse navio nilo faz qua>entena,
uiesiuo depois de venlicar-se que em seu
b irilo lavra va a Mu e amari II 1 : eu disse
quede em 1846 doixara entrar lv emen-
ta a barca belga Amalia, e be isto urna
verdade; mas o Sr. provedor rpete, lio-
gindo nlo querer lepelir, mentiras est-
pidas. Soeu quizosse repetir tudo quanto
S' diz por ln, mu querer procurar p ova
dir'a muita cousa que nfio seria muito des-
agradavel para a provedoria da saJe ;
ni is conicnto-me com dizer que desprezo
a inien(,Tio da caita, e per,loo o Sr. Muniz
Tavares, n'sm seguindo o que nos recom-
mi nda o Evangelbo ; conlento-me com |e-
dir ao governo quo ordene que as visitas
da snde s se facam ao mesmo tempoque
as do registro do porto e alfandega, e te-
nho esperanzas que isto se CoQscguii ;
porquanlo sta tambem he a opituao do Sr.
Sampaio Vl'anna, segundo hoje me coiumu-
nicou.
Nilo tenho o direito, nem quero ter a
honra de instruir o Sr. provedor : ha dis-
cpulos que, por sua capacidado inlelbc-
(ual, ou .cm a ofluscar a replalo dos
uie.-ti-es, ou a desacreditan!; todava direi
ao Sr. Muniz Tavares que elle nada perdera
se lessc um 1 naco mais, e que, se elle nfio
li/essu tanta abnegar;!! de suas nunc^es,
di isando-as entregues a pe-so is que nflo
sendo piufisaiouaes as compiomeitem, pro-
cedera com mais prudencia ; lie,.mo con-
vei ciloqueou nfio ihe procoro embarazos,
nein t.-iiiio iiiieresse que seja despedido do
silo nunca penulrou em Franca essa terrival
febre ?
Creio ter dito, bastante para esclarec-
menio do publico: ho prov*Vel que nada
mais escreva a este resucito-
Dr. Joaqun* d'Aquino Fonteoa,
8 de mareo de 1850.
PSRTE DO nr.HTOHl') 00 ClSCPUIO OR sil. u-
IlllllHUK PUBLICA A QUK SB SEFKRI k CoH-
iu:si' .)Si)KNt:i\.
0 conceibo, em consequencia do ofllcio
de V. Etc. de 0 de j un lio deste crrente an-
uo, em que lh communicava haver expe-
lido orden', para que fossem restrictamen-
te observadas as dispusieres do regula.meo-
llo para os portns ni ntimos do imperio, a
respeito dos navios que aportassem esta
cidade, procedentes da ilha da Hoa-Vista e
de S. Nicolao do Cabo-Verle, onde, segun-
do ion-iiciDir'i'iin Exm. ministro do Bra-
sil em Lisboa, se havia desinvolvidn urna
molestia contagiosa, eque s presuma se
a febre amarella, e constan lo-lhe que no
lia II do mesmo mez havia entrado neste
porto urna barca belga de 1101110 Amalia,
vinda da costa do Gabfio, com.19 das de
viagem. trazen lo a seo b.lpl" m'ns de
tripolacfio edous de passa apitfio a
urna senhnra,a qual ainda se achava deente;
constan lo-lhe igualmente que em to cur-
ta viagem tinham nforrido a bordo 7 ou 8
pessoas, resolveu ollcar immedialamente
ao prnvedor da sadu do Im lo para que
com urgencia de-so algumas inforniaco -s
sobre a molesiia que renou u bordo da di-
la barca, esobre o estado daaa le da tri-
iiolacio ; mas, des-jando que se Jssem lo-
go lodas as providencias, suspenden pelo
uieo- lia a sessfio, o tlirgn lo-se ao ins-
pector da alfandega Ihe pdii a permissfio
de ir a bordo daquella barca em compa-
nliia do guarda-mr da mesma alfandega,
para obter os esrlarecimemo* que precisa-
ra acerca da molesiia que all renou du-
rante a viagem ; e, nisto conviudo o dito
inspector, em companhia do guarda-mr se
dirigi a bordo da dita bares; mas, all che-
gando, nfio encontrou pessoa habilitada pa-
ra Ihe daros esclarecimenlos precisos; ja
nfio estando a bordo o capilo e a senhora,
e os doua passageiros, porterem viudo pa-
ra a Ierra; e soube quo naquelle navio nfio
i:ava piloto, e que ezistiam apenas os 5 ho-
mens de IripolaQilo; e, nada tendo podido
collierda Iripnlariln. porqua ella tratava
de occullar todas as circunstancias occorri-
dasdurante a viagem, e o motivo da falta
le pillo, nfio conco dando no verdadeiro
ponto da partida, retirou-sa sem iufonna-
ifioalguma; e s peta noita desse mesmo
da lecebeu a res tosa ao oflicio que diri-
gi ao provedor da sade do porto, dizendu
que a dita barca linha sido i inmediatamen-
te visitada pelo secretario da repartalo da
sade na sua entrada, o qual, laudo feito as
perguntas conforme manda o regulameuto
daquella repa- lieilo, achou tudo em ordem;
eque do termo assignado pelo capitfio da
referida barca se provava que a Iripola-
clo, que con elle havia partido da cosa do
Cabio, era romposls de 8 pessoas, inclu-
sive o mesmo capitfio, sendo a mesma que
exista a bor lo ; a que depois que recebeu
o ollicio deste concelho se dirigir a bordo
da mesma barca, e examinando a sua tripo-
lacfio, 11 lia nilo encontrou indicio algum de
molesiia. >
1-.9811&29
EXPOnTACAO.
Despacho! martimos na dia 9.
Maranhao, brigue-cicuna nacional Laura,
de 181 l| tonelada*: conriuz o segunte :
40U barricas com 2,192 arrobas e 17 libras de
aisucar. 4 fardos com 30 arroba! de fumo, 1,500
cocos com casca, 12 barrica* cachimbos, 110
aaccat cotn 337 arrobas r. 28 libra de cat, I
112 barrica* coiu cuiat do Para, 4 caita* com
loucas, 5 dita* livrai, 2 candaba* de ferro, 1
dita de madeira, 2 roda* da ferro. I.'OO coco*
com caica. 7 barrica* com 49 arroba* de sebo, t
mea de costura*, I birrica com 5 arroba* de aa-
juc.ir, 10 caix.ts cot 1,000 libra* de rap,07 bar-
riqulnha* com 284 arroba* e 14 libra* axucar,
79 caita* cun 4z0 librai de doce, e aiao e mo
li.tdal'i dr briinsr cont (ii librai, I cala falca-
da*, 10 dita* conservas, 10 dita* aneilr-ilucr, 3
dita* abecintho, 52 ditas fttend i*. 3 dito cipr-
inos, 2 dita* faenda*. 8 dita* objecto*.40 tinas
o,tc tlliao.7 cana* papel,! dita corda* de araiue,
2 iliias Incurias.ii dita* vidro*.3 dita* furn-tas,
150 barrica* familia de Iriso,30 ditas bacalho,
I dita broaa* para (apateira, I ca xa clchele*.
4 barrica* firiulia de trigo, I eiubrulho oiiodr-
zas, ti chapas para fogdet, 2 caixa miudrzi', 4
dita* espiugarda, I gigochainpaaha, 2 caltas
faicnda*.
Parabiba, biate nacional Flor-do-Recit, con-
du o (eguinte:
1 voliioti'i com diferente* fazenda*, 125 bar-
ricas de bacalho, 3 000 cebla*, I pipa violto,
( I dita vinagre e 5 barris violto que nao em-
barcarain). 1 dito a*ei(e-doce, 130 barrica* ba-
calho, 3 dita* bolaiinh.ia, 1 i-mbrulhu niiudr-
zas, 10 barrica* f.u iitlta de trigo, > bar is e 4
oteios ditos .nauteiga, I barrica enxada, 2 eni-
brullioa prrgoie peneiras, I cintlete fechadu-
rai, 1 pa.'ote, I cala e I fardo faiend**. I cal-
lao cadinhos, I barra dr lloco, 2 frise* de fer-
ro em vergiiluhas, 2 rodas rame, 6 arroda* e
I l.incol de cobre, I foruo de ferro, 1 eco ce-
ra, 8 caita.* fallas de Flandres, 10 barrica* fe-
riaba de trigo, 1 calino uiiudetas, I carlao- fe-
n* e mais objecto*. 2eiiibrulh< iniudeai, 1
dito laixa* amarella*, 1 caita e I fardo algodao,
I calino droga*, 5 laceas com 23 arroba* e 17
libra* de arrot, 1 dita cont 4 arrbate2 libras
caf, 80 caitas cont 90 ai roba* r 10 libra* de *a-
bao,2 laceas com 9 arrobas e 20 libra* de arrot
I caitao coto 144 libra* de cera, 10 ditos cont
128 libra* de doce de goiaba.
CONSULADO PROVINCIAL.
Itendimento do dii
9.
1:205,621
y.iblicnyo a pedido.
Illm. Sr.Hontem era urna hora da noile
quando fui chamado pelo AllemfioFrederico
llansem, para acudir a sua casa que eslava
a ser invadida por um homem que Ihe des-
lelhava a casa, corro a esse socrorro, e
guando ebeguei achei o bacharel lemete-
rio Vellozo da Sdveira, a quem o dito Frc-
lerico j tinha conseguido pegar em occa-
siflo que pretenda fugir com os gritos qoe
o mesmo l'icd-rico nava: indaguei das
causas, e soube que elle bachareL cono
que a frtica pretenda fallara urna candada
do mencionado Frederido, vista do que,
servico publico; mas que s desejo que o je por ulo ter havdo oceurrencia maior,
vates, todava bo por elle repetida, com o I trabalho de sua reparUcfio se faca cotn uns 1 nfio o quiz prender por ser o criine aliju-
l'lt.VCV DO ItECIFE. 9 DE U\RCO DE -
1850. AS 8 MOKAS DA TAIME.
Revista lemanetl.
Cambios llouveram IransaccOes re-
gulares a 28 t|2 d. por 1,000
ris.
Assucar Entradas pequeas: von-
dru-se a 1,000 rs. por ar-
roba sobre o ferro do encal-
lado; de 1,950 a 2,600 i a.
do branco en sacra lo e
embirricado; e de 1,600 a
1,650 rs. o ma sea va do. '
Algodfio-- Foi procurado ehouveram
vendas a 5.900 rs. por arro-
ba do de prmeira sor te. -
Entrarsm 414 siocas.
Cooros Fizeram-sealgumas venias
de pequeoa monta a 102 l|2
n. por libra.
Bacalho---------Tivemos esta semana cin-
co canegametitos, dos
quaes s um descarregou o
foi vendido a precooceulto:
os outros seguir m para as
provincias dosul. Reta-
Ido u-se de 8 a 8,500 rs. por
barrica, Ficaram em ser
16.000 barricas.
Caroe-secca- o mercado fol aupprdn com
um csrregamrnto, e os pre-
(os continuaran) de 800 a
2,400 rs. por arrrnba.
Dita salgada- Vrnleu-se a 24,000 rs por
barril da de porro.
Carvfio de pedra dem de 10 a 12,000 rs. por
tonelada.
Cobre p.'cald.- dem a (80 rs. por libra.
Fariuhade trigo lletadiou-se de II a 19,00o
rs. por barrica confirme a
qualidade. A existente
monta a 14,500 barricas.
Folhas de Flan J Vendeu-se de 21,500 a 23/
por caixa.
Manleiga--------Mein a 420 rs. por libra da
francesa.
Machados- dem a 510 rs. por um dos
do Porlo.
Pregos Uem a 2,300 rs por milhei-
ro dos caixaes
Viudos- --- dem a 140,000 rs. por pipa
do de Lisboa marca l'iill, e
a 130,000 rs. do de outras
marcas.
Velas de sebo dem de 9 a 9,300 rs. por
arroba.
Existem no porto 82 embarcados, a sa-
ber: 2 americanas, 2 austracas, 42 brasl-
leras, 1 dinamarqueza, 4 francezas, 1 hata-
bu'gueza.14 inglezas.l napolilana,5 porlu-
guozas, 3 sardas o 7 suecas.
'"-- -'- ---!- ------------- a
-viovmenio ao *orlo.
Navios intrads no dia 9.
Halda 20 diai. ltate nacional Hor-dt-Curu-
ripe, dr 10U toneladas, capito momo Uuar-
te Itodi i|ue, iipiip.Tiii'iii 8, carga charutos
c varios genero* ; a 'I iliun io Valeriano Kan-
tista. Pa>sageiroi, EgidioJos CaparicaJu-
uier o dous eacravos a entregar.
MUTILADO



War-Pasiflcn, tcndn sahldo de New-Bedfrd ha
38 mezes i penca da huirla, (alna anin ica-
m /toman, de 3M) toneladas, capilao Soth M.
fllarkman, equipagein 30, carga azeile de
prixe.Vela refrescar.
Terra-Noa 28 dlaa. brigue Inglez Sprey. de
244 ioncUdas, capitn a rbula Stect, cqU|.
pagcni 12, carga 2,400 barricas de bacallio;
a nrdem.
dem Hldia*, brigue inglez Arabela, de 184
tonelada!, capiliio Richard Kuiurny, equi-
pagem "I, carga 2,600 bawlca de bacalhao;
a Me. Calmont & <:.Levanlutt ferro do La-
ineirao e entrou para o Mosqueiro.
Navios tahidoi no mismo dia.
Km cnmmiatao Brigue de guerra nacional
caiop. coinmandaule o capito-icnenle Car.
loa Ue riguiira.
Barcelona Patacho hespanhol elijo, capilao
Antonio Calomer, carga algodao euaucar.
Obarrvacat,
Levantaram ferro do Lainelra* para o Mni-
qnrirn o brigue tueco 'rey e a pulaca nacio-
nal Llrice.
Navioi entrados no da 10.
Parahiba 8 diat, cicuna nacional Birniue,
de 107 toneladas, capilao Flllppe Neryde
Oliveira, equipagein 10. carga toros de man-
gue ein lastro ; a Elias Ignacio dcOliveira.
Biaranbi II dias, vapor americano fVillinm.
i.-Prau, de 314 toneladas, capilao Eduardo
Jesupe, eqiiipagein24, eni lastro a ordem.
Passageiro, lie.rculann Pi Pedro, Bratilhei-
ro.T Sr(nr para a California locando no Rio-
dr Janeiro.
Jersey 43 das, brigue Inglez Falhtr-tinkrut
de 243 toneladas, capilao Genrge i,- Mar-
quand. equipagein 13. carga 2,1)00 barricas
de nacalliao a Le llrelou Schraiiiiii & C.
l-undeou no Laiueiro e velo o capilao
trra,
Ariro sahldo no memo dia.
Camaraglbe Hiale nacional Aueo-Dw/no,
capit.o Eslevo Ribeiro, carga g<*ncros di>
pala, i'assageiros, Jos Alves Pereira, Ma-
nnel Antonio do Nasrimenlo. G Martin*, Jo
t Aires lordciro, Jos Vicente e uui escravo
a entregar.
Seguio viagem a galera americana tomn, ca-
Slto Soih M. Hla. kmau coiu a incsuia carga
e azeile de pelie.
O6ereinf Fnndeou no Lameirn agora a tarde (5 horas
e niela) nina galera inglez viuda de Liver-
pool: deacnufia-se ser a Serafina.
."' ':.-!'. _n. u -
qoarlel do corpo de polica, onde se.chava
reenlhldo.
Este subdelegado lambem participou-me
que, no dia 5 do corrente, em um sitio na
travessa do l'ombal fra encontrado enfo-
cado em um p de jaqueira o prelo Jos,
escravo de Auna Mara de Alleluia, que
acerca desta fado se liavia procedido na
IVirm i da le.
Dos guarde a V. Exc. Secretara da
polica de Pernambuco, 7 de. margo de
1850.--Illm e Exm. Sr. Honorio Hermto
Carnero l-eBo, concelheiro de estado, pre-
sidente desta provitca.Jos Nicolao lle-
gueira Costa, chele de polica interino.
Illm. elixm. Sr.--Communieo V. Etc.
que, por nunha ordem fram hontem pos-
tos em custodia no quartel do corpo de m-
ca para averiguare* s pnliciaes, os Portu-
gueses Jos Cuedes e Jos Alexandre Go-
hiari ; assim como que foram p'esos : i or-
dem do subdelegado da freguezia de S.-Xn-
no, os pretos Flix, Manoel, Anastacio e o
pardo Joflo, cscravos do I) Senhoria de Tal,
por assim o haver roquistsdo a respectiva
aenliora ; e o umiuque Jos," por suspeitu
de andar fgido: e do subdelegado da
Vcguezia da Boa-Visla, o parlo Antonio
Joaqum do Nascimento, porciirreCQilo.
Dos guarde a V. Exc. Secretara da
polica de Pernambuco, 8 de marco de
1850.-Illm. e Exm. Sr. Honorio llcroito
Camero Le3o, concelheiro de estado, pre-
sidente desta provincia. Jos Nidlo Be-
i/ueira Caula, che fu de P"licia iiitorino.
1.....gk
dem e ern pretenca do Sr. cnsul'da rep-
blica franceza, da hVihilis e nrlis objeolos
do finado Joo Dihois, suliiilo trance/ ,
consisti io em carteuas para escriptoro,
mochos, aparador, commods, banquinh>s,
dita com estante, caleras de Jacaranda,
sopli, marqueza, 1 jogo do pistolas, espin-
gardas de caes, quadros, relogio de cima
de mesa, serpentinas douradas, castiga es e
colheres le prata, porefto de Jivros, e ou-
tros muitos nlijortos assaz necessirios:
quarla-fe rs, 13 .lo correte, slO horas da
mantilla, no sobrado de um andar, n. 8 da
ra dos Quarleis.
avisos ujitritimos.
J)eclaru;6es.
OoscrivSo aervndode administrado-
da recebedoria de rendas internas geraes
abaixoassignado avisa a lodos os conecta-
dos peloa diversos impostas que sao arre-
cadspela mesilla recebedoria, quo achan-
do-se creados os dous cobradores, do que
trata o ai tipo-32 do regulainento de 15 de
jiinlio de 1814, n. 351, para receberem ami-
gavelmente no domicilio dos deveJores a
importancia ile seus debito, a elles poile-
rOo pagar, dando por desobriga os recibn.-
Xtrahidns dos talOes para esse fim organi-
ados, ssi^nados pelo thesoureiro, Joa-
qum Mara da Carvalho, e os empregado.-
quo o* passarom, cojos agentes rrcabedo-
reg Horneados e habililados para esse re-
cebimentn, silo Jos Chrispim de Assump-
<;9oe l.uiz Gomes Silverio.
Manoel Amonio Smiles do Amoral.
O Se. director interino do lyceu manda
fazer publico que, no da 15 do crrenle, se
cnserranlo as matriculas; e os Srs. eslu-
da nlegja natrieuldos, queja se acharen
r.-stabi'lecidos queiram comparecer no iy
ce-j ; pnis que ag aulas estfio em exerci-
co. O secretario inleino, Antonio Egi-
dio da Silva, nrofesaer de geometra.
0 Sr. director inteiioo do lyceu manda
fazer publico que, por portara do Exm. Sr.
presidente da provincia de 8 do coire"t>
niP7, contina a estar a concurso a cadeir
de latim da vil a do Nazarelh : portanto, os
tiilailfios l.rasilci'os que se quizerem op-
pora referida deverfio comparecer na s*|
do palacio da presidente da dala deste a 6(
dias, lendo rrcolbido a secretaria do lyceu
osseus requeiimonlos documentados 8 das
unte do dito concuiso. Secretaria do ly-
ceu, 9 de marco de 1850 -- O secretario in-
terino, Antonio t'gidio da Silva, professo
de geometra.
Os srnhorcs abaixo descriplos queiram
comparecer na adminislracilo do'correjo
boje, as 9 horas da manhfla, para receberem
as cartas que Ibes vieran) dirigidas ulti-
ma Tiente do Porto.
Correio de Pernambuco, 11 demarco de
1850. O ajudanio do administiajoi, Do-
pingos dos l'axsos Miranda.
Angelo Raptigta dos iVascimenio, Augusto
Duarlu de Moura, Antonio Casimiro de Gou-
veia, Antonio FernandesLima, Antonio Joa
quii Pereira da Silva, Antonio Joaqum
de Souza Itibeiro, Antonio Joaqum Vidal, I
Antonio Jos de Oliveira B. Antonio Jos|
Sinitii-s, Antonio Manoel Ramos, Amono
Marques Rodrigues, Antonio Pinto de Aze-
vedo, Antonio Rodrigues Fcrnandes V. ,
AntonioTeixeira Araujo Cuimaifles, Anto-
nio Vk'iitioi Silva Uanoca, Reriiardiuo
Teixeira Machado, Bernardino Maia Silva,
Dottiingos Murtins Pontea, Elias Biplisla di.
Silva, Eiancisc Alves da Gunha, Francisco
Antonio Araujo R. George dd Faria, Gui-
iimiili's c Mein iques, Joaqum Lopes d'AI-
meida, Joaqum Maria Ribeiro d'Andrade,
Jfiaquim Pon-ira Itn/a*, Joaqum IIib-ir,.
Poi-tes, Jo.to Evangelista C. e Silva, Jt.ilo
Francisco Aranha Jnior, Jos Allomo Mo-
rena. Jo Anin o Muiques, Jos Uorges
de Magalnars, Jos Duarle das Neves, Jos
Concalves Relirflo, Jus Gonclves Fonle,
Jos l.e.to de Castro Jnior, Jos Moreira
Lopes 6t C Jos Joaqum Pereira, Jos Ro-
drigues Araujo Porto, Jos da Silva Campos,
Luiz Jos Sa Araujo, Miguel Antonio C
Silva, Miguel hst. ve Alves, Manuel Con
sslvea Fui reir Sdva, Manoel Jos Mailius
Feneira, Manoel Jos Pinto Cuimarle
Manoel Joaqum Gomes, Manoel Pereira
C-ldag, Nuno Maria deSeixaa, Rodrigues, Vi
cenle Alves de Souza C, Vicloiinu Domin
gos Alves.
Para o Cear segu viagem o hiale
Novo-Olinia, de que he mestre Antonio Jo-
s Vianoa, por ler ja tratado parle \le seu
carreganiento: os prclendenles a rar.:n e
passageiros, dirijam-se ao mesmo mestre,
ou a ra da Cadeia-Velua, n. 17, segundo
andar.
Para o Rio-Grande do sul seguem com
brevida-le o brigua brasiliiiro Juno e o pa-
tacho Aslrea : quem nos m?smos quzer]
carregar, ou ir de passagem, para o que
lem Imhi.s c.i:iiinndos, e mesmo para escra-
vo* a fete: Irata-se com Amono) Irmdos,
na ra da Cadeia do Recife, n 39
Para Lisboa segu com brevidade), por
ter parla da carga prompta, a barca purtu-
gneza Lij'ira, de que lie capiliio Antonio
Joaqum Rodrguez : quem quzer earregar
O'i ir de psitagem, falle com o mesmo ca-
piliio, ou com Francisco Seveiianu Rabel-
lo&Filho.
l'ara Lisboa segu, com a
maior brevidade possivel, por ter
a maior parte de sua carga promp-
ta, o patacho portuguez Abreu-
Piimeiro: quem no mesmo qui-
ter earregar, ou ir de passagem ,
dirija -se aos seus consignat Oliveira Irmiosck Companhia, na
rija da Cruz, n q.
Para Porto-Alegro pelo Ro-Grande do
    s recebe passageiros eescravos a frele, pa-
    ra O que lem bous comino.los : tratase
    com o rapilo a bordo, ou com Amorim
    Irmilos, na ra da Cadeia do R-cfe, n. 39.
    Para Macei snhe, no tlia 14 do correle
    nfalivelinetite.o bem conbecido brigue na-
    cional F.mpreza, capidlo Cuilhorme Pinto
    da Silva : recebe carga e passageiros : tra-
    la-se na la da Cadea-Vclhe, n. 17, segun-
    do andar, ou com Augusto C. de Abreu, na
    mesma ra.
    Para o Rio-de-Janeiro sahe, com a
    maior brevidade possivel, por/ler j parle
    docu cirregamenlo tratado, o brigue na-
    cional Sem-Par: quem no mesmo quzer
    cairegar, ou ir de passagem e embarcar es-
    cravosa frele, dirija-se ao. capiflo, na pra-
    Ca do Commercio. ou a itovaes & Compa-
    nhia, na ra do Trapiche, n. 31.
    Para o ltio-de-Janeiro sabe,
    no dia 15 do corren le, a milito co-
    ubecida e veleira barca
    liepai licao d;i polica.
    Illm, e Exm. Sr.- Fram hontem presos :
    i miiiha ordem, o escravo Amaio, por cor
    rrecao: a ordem do subdelegado da fregue-
    2i de S -Frei-Pedio-Gont;alves do Recife,(.
    prelo Joao, escravo de Antonio Jos Podn
    Goncalves, a lequisicQo do respeciivo se-
    k niioi : ordem do subdelegado da fregu
    Iziade S.-Antonio, o pardo Julio Aiia.sl.cm
    "por coi recalo : r. a do subdelegado da lie-
    r guez a da HOa-Visla, Joaqum Francisco do
    Res, por haver silo encontrado frad bo-
    fas na ra, o qual fallecer boje de gota uo(
    nacional
    Firmeza : para o resto da carga e
    passageiros, ou escravos a frele,
    trata-ee com o capigo, Narciso
    Jos de S.-Auna, na praca do
    Commercio, ou a bordo, ou ra
    da Cadeia, n. 4o, terceiro andar.
    --Para o Rio-de-Janeiro sahe imprete-
    | rivelmenteaiofimda presenta semana o
    patacho Nereide, de superior marcha, e for-
    rado de cobre ha 2 mezes:para o resto da car-
    ga, passageiros, ou cscravos, tratase rom
    Jno de Carvalho Raposo, na ruado Viga-
    rio, n. 5.
    Para o Rio-de-Janciro
    segu no dia lo do corrrnte opa-
    tacbo nacional Industria, novo,
    forrado e pregado de cobre : para
    o resto da carga, escravos e pas-
    sageiros, paraos quaes tem pti-
    mos oommodos, trata-se com >la-
    cbado & l'iiibeiro. na ra do Vi-
    gario, n. 19.
    Vende-se a escuna brasileira Furopsla,
    de lote de 116 toneladas, forrada de Cobre e
    prompta com todos os perlenoes para fa-
    zer viagem : quem a prelender'pde ir exa-
    minar a bordo, a qul se acha fornicada de-
    fronte do Passeio-Poblico, e trata-se rom
    Amonio IrmSos, na ra da Cadeia do Re-
    cife, 11. 39.
    Com destino a ilba de San-
    Miguel.
    Est a chegar do Rio-de-Janero o brigue
    portuguez Oliveira, ja com a maior parle
    do seu cariegamento, e receber liaste por-
    to o restante para abanotar : quem m-lie.
    pretender earregar e ir de passagem, se en-
    tender com J080 lavares Cordeiro, na ra
    do Vigari, n. 8.
    l'ara o Ass pelo Touros segu, at 15
    lo correle, o brigue Condescendencia :
    quem quzer earregar, dnija-se a Joo
    Francisco da Cruz, ra da Cruz, n. 3, ou ao
    captfioa bordo.
    Avisos diversos.
    I'erdeu-se a quantia de 4,?'
    rs. em cdulas amnrellts de 20,000
    r.s. unidas em um bilbele firma-
    do por Pinto de Veras, que diri-
    ga, com data de 9 do corrente, ao
    Sr. Torres, morador na ra das
    Flores, n. i5: quem acbou, que-
    leinlo restitui-la ( o que nao be
    mo, porque pede n.orrer da febre
    amarella, e nao lendofeilo nesle
    mundo esta resliluicao ir para o
    inferno ) dirija-se a mesma casa
    dama das Flores, n. l5, que da
    mesma quantia leceber 20,000
    is. pelo acbado.
    o Sr. dos A Togados que offereceu 3ty
    rs. pela canoa grande, no lint da roa da
    Aurora, n. 4, sendo que anda queira, pJo
    ir tomar conta della.
    Na ra do V'igario, n. 19, despja-se sa-
    ber a morada dos Srs. padre Jos l.uiz Al-
    ves Freir, nomiiigns de A Imada Passos e
    l). Maria da Conreicio Vieira.
    Osar Kruger faz urna viagem a Euro-
    pa, levan lo em sua roinp,inlna sus se,.ho-
    ra e um filho menor.
    Precisa-so de um fetlorparao stvco
    decampo em um engeoho distante desta
    prci 6 legoas: na ra do Crespo, n. 15,
    piimeiro andar.
    Urna pessoa que tem de ir
    a Alacei, e cuja conducta be as-
    saz conbecida, encarrega-se de co-
    brar as dividas que porventuia ti-
    verem na provincia das Alagas
    as pessoas aqu residentes. Diri-
    gir-se loj de Jos Peres da
    Cruz, onde se dir quem be.
    Aluga-se, por pouco lempo, o segundo
    andar do sobrado n 1, do paleo do Culle-
    gio : a ir lar no mesmo andar.
    Aluga-se, ou vende-se um sitio, no
    principio do becco do Quiabo, da povoa-
    Qflo do Monleiio, com casa de podra e cal,
    com duas salas, 4 qdarlos, cozioba fra,
    com arvoredns de fruclo e Ierra para plan-
    tacSo : a tratar na ra de Hurtas, n. 54, ou
    na ra Imperial, n. 167.
    ^* Roga-se a Sr*. I). J. M. N. T. tenha a
    bondadede mandir pagar aquella lettra de
    cem mil rs. e jaro, que se acha vencida ha
    doos annos e 4 mezes, a 16 de feverero
    dr-sleanno; pois nflo mandando por estes
    dias, ter o disgusto de ootro ir colirarno
    sitio, do que mo ha de gostar, porquo essa
    pessoa uo nlii i a choradeirns.
    --Aluga-se o segundo andar e sotilo do
    sbralo da roa da Penlia : a tratar na ra
    do Cabuga, luja n. 1 C.
    Precisa-se, a bordo da bar-
    ca ira necia Leovie que segu via-
    gem para o Havre, de um criado
    para o sen-ico da cmara, ainda
    que srja de cor, com tanto que e_! -.p''"-'"''"n'
    .' J w "" H"c sc semen interno e externo do u
    Leilo.
    0 correlor Oliveira far, leilSo, por or-
    ja fono: os prelendenles din-
    jam-se 10escriptoro da consignu-
    lari.i, viuva Litsserre, na ra da
    Senzdlla-Velba, n. i.'8.
    O bacharel formado Jo.lo tle Barros
    Falcao de Alhuquerque lltrann&o eonlinua
    aadvogar na ra estreira do Rozario, o.
    0, prinei-o and.-i r.
    --Joaqum l'eieira Arantes vai a Lisboa,
    e deixa por seus bastantes procuradores,
    encarregados de seus negocios, em piimei-
    ro lugar a sua mulher D. Anua Joaquina Pe-
    reira, em segundo o seu caixeiro inleres-
    sado Antonio Augusto dos Santos Porto e
    em terceiro o Sr, Jos dos Santos NVvs.
    O Sr. Exequicl de Souza Cavalcanle
    queira dirigir se ra do Vigarin, n. 19.
    isto i.o se saber horas crias de so encon-
    trar em Casa, a negocio que Iho diz res
    peilo.
    No pateo da matriz de Sanlo-Anlonio,
    sobrado n. 4, liram-se passapo tes para
    dentro e fra do imperio, despaciiam-se es-
    cavos e correm se folhas com a maior bre-
    vidade possivel, e por diminuto pri-co.
    Perdeu-se na quinta-f>-ra,6 do coiren
    te mpz, desde Sanio-Amaro at a ponte da
    Ra-Visla, una carteira de marroqum a-
    m.r. lio. cntendo 40,(100 rs. em cdulas, e
    entio outros paieis um carillo da visita do
    porto para tirar um titulo do residencia, o
    qul no verso eslava ruin ic ido pp|o Sr. Dr
    chele de polica, em data do S7de fevere-
    ro ultimo : quem o restituir a J. t. Lewe-
    rea, ra da Cruz, n. 44, ser generosamen-
    te recompensado.
    A publicacSo do Beija-Floreali tempo-
    rariamente suspensa. AquillesduiSr. as-
    sigiiantes que perlenceiem au mediocre
    numero dos que j satishzeram a assigns-
    lura^ equen.lu quizerem esperar, pJem
    mandar rec*ber o numera no que se Ihes
    restaa casa do redactor.
    Quem precisar de urna ama secca para
    o servigo de un a casa de homem sollciro,
    dirija-se ao paleo do Terco, n. 137.
    Joo Jo-i- Lopes da Silva faz scente
    aos credores de eu fallecido maoo. Ale-
    xandre Jos Lopes, para quo apresentem
    suas cotilas, uo ptazo de 8 oas, para serem
    conferidas.
    nella da mesma casa um prelo, a vista de
    alguns moradores do mesmo becco. e fur-
    lou urna suia de seda que urna vizinha de
    nome Manoella bavia dado para coser : ro-
    ga-se a quem Mr offerecida, que falle a
    Jo3o da Costa Pal Ta, ou levo n casa refe-
    rida, que sera gratificado com 8,000 rs.
    --Precisa-se ile urna ama de leite : no
    Aterro-ia-Roa-Visla, n 48.
    Antonio Jos Pedro Goncalves embarca
    para o Itio-de-Jjneiroo seu escravo Joflo,
    de naclo.
    Na ra Direila, sobrado n. 120, segun-
    do andar, precisa-se alugar um. ama que
    saha cozinlur, engommar e fjztjrtolo o
    mais siTvi.;o interno de urna cssa^MBkrni-
    lia.
    Na ria Nova, n. 58, se dir quem d a
    premio tfuantiaa jn 3U0, 400, 500 e 600,000
    rs., com hypntheci em casas terreas. Na
    mesma casa vende-se urna carrosa paia um
    bo.
    Na ra do Trapiche, n. 34, segundo
    andar, de.-eji-se f-llar com o Sr. Joo de
    Lima Raslo.a nepocio de seu ioteresse, e
    juntamente eotregar-se-lhe urna carta.
    No domingo, 21 do prximo passado,
    do becco das Harreiras, da casa do lam-
    peflo, fugiram duas ovelhas e um carrieiro,
    todos mochos, e sendo urna ovelha branca
    eoolra piolada de prelo, ambas prximas a
    parir: que n as levar a dita casa, ser re-
    compensado.
    Precisa-se alugar urna ama que siiba
    cozinhar e engommar: na ra cstr-itado
    Rozario, to primero ao-lar do sobrado,
    p.issan lo a bo'.ica do Sr Paranhos.
    -- Aluga-se o primeiro andar da casa da
    ra da SenZalla-Novs, n. 42: a tratar no
    armazi-in da mesma casa.
    Piecisa se do urna ama para coziobar
    ecomprar: no pateo do Torco, n. 21, ta-
    berna
    -l\02a-so ao Sr. que lem em seu po lr
    o primeiro eseundo voluoies dos Mys c-
    riosde Londres, en prestidos pelo faHflCi-
    duCaeta.no Luiz Feneira, o obsequio da os
    mandar entrenar no At-rro-da-Hoa-Vista,
    0 44; e se o nSo lizer, no prazo de oito
    dias, ser publicado o seu nome por exten-
    so oeste jornal, para o publico o coohecer.
    Precisa-ae de um pieiu para vender
    fazenda com urna pessoa, que vja fiel : d-
    se-llie o sustento : na roa .las Cruzes, n. 4,
    das 6 s 9 lloras da maulia e das 4 da Ur-
    de em dante.
    Precisa-se de um fe.lor que
    entenda de arvoredos, bortalicc e
    j iiiliui : na C'apunga, sitio ao p
    do porto, a fallar com a viuva
    Lasserre.
    0 Sr. Rernardo Pereira do Valle de-
    xou de s<-r caixeiro do abaixo assignado
    desde o da 7 do corrente.
    Ihmrte Burgas da Silva.
    O Sr., cojo nome sa ignora, que vejo
    no dia 3 do corrente, a casi ila roa do Hos-
    picio, per mando doSr. do engenho Jacar
    tratar da compra do escravo Mano-I, que
    em dito engenho se acha, queira compare-
    cer na mesma casi, para coucluir-se o ne-
    gocio quauto ants.
    -- Precisa-se alugar serventes do pedrei-
    ro :qupm os l i ver, dirija-se ra Nova,
    porto das canoas, armazem lo Torres.
    Aluga-se urna casa terrea na ra Pol-
    la, com duas salas, 3 a Ico vas, cozioba fra,
    quintal e cacimhi: a tratar na ra do Col-
    legio, n 15, segundo andar.
    - Precisa-se de urna prota caplva para
    oierrlco de urna casa de pouca familia,
    pagando-se-lhe mentalmente : no Alerro-
    da-lloi-Vista, n. 1.
    Polro Nunesda Foncoca retira-se para
    a Europa.
    Ama delcile.
    Precisa-se de urna ama de leite, forra
    ou esciava : paga-se bem : na ra da Praia-
    do-Caldeireiro, n. 8.
    Precisa-se aluuar urna escrava para o
    ii.i casa, que
    entenda do servido interno, e saiba tratar
    de cavallos.
    I'recisa-sc alugar um preto para botar
    sentido a urna pequea casa lo ounpo : na
    ra do Trapiche-Novo, n. 10, casa de Jones
    Patn & Companhia.
    <*
    Consultorio Iiomoeo- ^
    pathico. %
    Ra do Trapiche, Hotel-
    Francisco,
    Dirigido polos doutores SahinoO. L. J|
    Pinho, J. A. Luz, e C. CbiJIoe. ^
    2
    Todos os dias, desdrt a 7 licrss-d: -.
    manliaa ateas 3 da tarde, plem ser <>
    procorados qualquer destes Snrs. *B
    As consultas serlo recebidis por j*
    qualquer dos tres medicas que se ^
    >
    >
    B>
    '
    >
    ,>
    >
    \>
    ->
    ->
    >
    a>
    >
    _ axilar uw uuuaoitono, ^a
    ^ as pessoas nec ssiladas continua- '
    ] j. r.o) a receber graluitameute, todos ^
    5> oss-iccorros de qu.i precisarem, a ^
    qualquer hora do dia ; adverlnio -#S
    que, serSo soccorridos com prefi-- 41
    rancia, aquellesque logo no princi- *
    pi da molestia recorrerem ho- "9
    iiicenpaihia, sem haver tomado re- jS
    meJio alum allupalhico. ^
    adiar no consultorio.
    :>
    >
    >
    >
    ->
    >
    OMM.feAAAA!Si*M*iA**A4*
    AlMusoJos do oliveira, professorju-
    tiiladona cadera de geographia e Jiistoria
    do lyceu desta cidade, tem aherto sua aula
    particular de primeiras lettras egrammati-
    ca launa : as pessoas qu do seu preslimo
    se qu/erem ulilisar, poden procura-lo na
    ra Direila, n. 120, segundo andar.
    Chapeos de sol.
    lina do Pisspo, n. 5.
    Nesta fabrica ha presentemente um rico
    sortimento destes objctos do todas as c-
    rese qualidades, tanto de seda como de
    panninho, por pregos commodos; ditos pa-
    ia sen hora, de hom goslo : estes chapeos
    silo feilos pela ultima moda ; seda adamas-
    cada com ricas franjas de retroz. Na mesma
    casa se acha igual soi tmenlo de seda e pan-
    tiiuhos imitando s-.l.is, para cubrir ar-
    macOes servidas : (odas estas fazendas ven-
    do i.-se em pnrcSo e a retallio ; tarnberr se
    roncera qualquer chapeo de sol, tanto de
    basteas de ferro como de baleia, assim co-
    mo umbelas de igrejas: ludo por prero
    com modo.
    Ovas do sertao
    lie ch-gsdo alguns pares deste excel-
    lenle pelisco : na ra du Queimado, luja de
    ferragens, n. 14.
    -Precisa-se de um pequeo de 14 a 16
    annos para cinxairo de urna venda, o qual
    d fi nlor a sua conduela : em Fra-do-Por-
    tas, n. 86.
    Precisa-se de um Porluguez. com pre-
    ferencia filho das Ibas, que saha traba-
    lliar em si lio. para trabalhar em um no lu-
    gar do Remedio : quem estiver nestas cir-
    ruinstancias dirija-so ra do Crespo, n.
    14, terceiro andar.
    Uoubo.
    Na noile de 6 para 7 dopassaJo, foi fur-
    lado a um prelo que venda fazendas, urna
    grande l-ta e um carilla com diversas fa-
    zendas finas ; pois lendo o mesmo preto,
    por motivos do embriaguez, chamado um
    ganhador paracarrregar a fazen la, o mes-
    mo se evadir com todas as fazendas e al-
    gtim dinheiro que carregava. Roga-se, por-
    tanto, a polica ou a qualquer pessoa que
    tenha noticia do occorndo, de dirigir-se i
    ra da Cideia-Vclha n. 21, casa de Manoel
    Antonio da Silva Antunes, que ser gratifi-
    cado com 100.000 rs.
    Compras.
    saiba lavar o engomniar: no largo das
    Cioco-Poolas, sobrado do tetientc-coronel
    Hruec, em frenie da igreja.
    -- Paulo Jos Alves da Silva retira-se pa-
    ra Lisboa, joiga nlo deve- a esta praca, po-
    rm, se por acaso alguem se julgar seu cre-
    dor, aprsente sua cotila no trazo de oito
    dias. que depois de vei ideada sera promp-
    tamptitc laliafelto : igualmente pede aquel-
    las p'sso.is quo anda lite reslam. algumas
    pequeas quantiaa lujkmde oin-lemnisir
    no mesmo prazo, para evlar maior tra-
    badlo.
    Recife, 6 de marco de 1850.
    Pedro Carlos da Costa Carral, doulnr
    eoi medicina, chegado recentententc esta
    capital, resido na ra da Uonceicfio, so-
    brado n. 8, onde (.de ser procurado a qual-
    ijucr boia do dia, dando consultas gratis
    OS pobes pela niiiohila.
    Piecisase alugar um primero andar
    le sobrado em qualquer das ras do bairro
    deS -Antonio, cojo aloguel nSo exceda de
    250,000 rs ,e noseja calrenlo m-m fu-
    inacento, e que tenha quintal : lambeml
    se tropa por oulro com liuiis rommodns Ipographia, ou na praja da Independencia,
    boa vista e milito fr.sco, dandu-se algums.| hvraria ns. 6e8.
    luvas, sendo bom
    , Compra-se ouro e prata sem felio : na
    na ra Velha,n.54
    Compra-se urna cabra ( bicho) de lei-
    te : paga-se bem sendo boa : na ra de S.-
    Rita, n. 85.
    Coniprs- ;a : na l'oute-Velha, serrara.
    ( omp a se una preta de bo-
    nita figura, que nao tenha vicios,
    milito embora nao tenha habilida-
    des, mas que saiba andar com
    urna enanca : na Boa-Vista, ra
    da Aurora, n. 38.
    Compra-se urna casa terrea, com pre-
    ferencia na freguezia tle S.-Anlonio: na
    ra de Apollo, n. 8, so dir quem compra.
    Compra-se urna canoa de carreira, de
    umspao, usarla, mas em bom estado, e
    que seja maneira, de modo que quatro lio-
    mens a possam transportar para qualquer
    parte : quem tiver aonunce por esta folha.
    -- Coinpram-se duas rotulas : nesta ty-
    - Precisa-se de um homem quo queira
    evar urna carta distante desta praca ojio
    legoas : paga-se bem : atrs da matriz da
    Rja-Vista, n. 24, sobrado-
    -Quaita-feira. 6 do corrente, pelas 9
    boros da manhSa, sahindo a dona da casa
    do becco da Viracao, o. 6, ontrou pela ja-
    e accomtno lo a pessoa
    queTazlal negocio : tnmbein sealuga urna
    casa terrea a. moderna, que tenha bons
    commodos, quintal e cacimba, dan lo-se
    liidores a conteni ou dinheiro adiantado :
    quem tiverannuncie.
    Na ra Nova, n. 63, abrem-se eimpri-
    mem-secom toda a perfeiclo, em qualquer
    genero de gravura e em qualquer metal,
    estampas de resislos, vinhelas, retratos,
    msicas, alm de outros objerios que de-
    mandan! preceitos calligrapliiccs como let-
    tras de coinmeicio, hillieles de visita e r-
    tulos : ludo por comino.lo prero.
    Precisa-sede prelas quo vendam pilo,
    pagaudo-se a vendagetti que se convencio-
    nal- : no l-'oi (.--do-Mallo.-., ra do burgos,
    n. 31, padtrta.
    Precisa-sede urna ama captiva, ou for-
    ra, para tratar de urna manga : paga-se
    bem : na ra da Cruz, no Recife, n. 27.
    Aluga-se um sobrado na ra da Unio,
    com excellenles commodos para duas fa-
    milias, vista para birra, grande quintal
    murado, cacimba, e lodos os mais commo-
    dos desejaveis em urna casa, sendo alm
    disto bastante fresco : os pretendentes di-
    rijam-se a ra da Aurora, n. 4
    --Precisase alugar urna preta que saiba
    lavar, engommar e coser, para urna casa
    ealraogctra : na ra do Torres, n. 34 das
    II horas al as 3 da tarde. Na mesma casa
    lambem se precisa alugar um preto que
    Vendas.
    leo de ni mona.
    Vende-se oleo de mamona ,
    a 1,440 rs. agaria, e em poica o a
    1,280 rs. : na ra das Mores,
    n. 31.
    A bordo da escuna Santa-Crus, ancora-
    da em frente do caes do Collegio, vende-se
    sebo em rama de superior qualidade.
    Ven lem-se 4 linios moleques ; 1 par-
    dinlto de 16 anuos, bom copeiro ; 3 prelas
    de todo o servigo de casa ; 1 dila para o
    campo ; 1 preto de 25 anuos, muilo fiel de
    boa Conduela no pateo da matriz de San-
    lo-Anlonio, sobrado n. 4, se dir quem
    vende.
    Vende-se um prelo 01050, robusto, de
    bonita figura, sem vicio algum e hbil para
    qualquer servido : na ra do (Jueimado,
    lojau 21.
    Vcndem-so resmas de papel almaco
    perlino de primeira qualidade, branco
    azul, ditas de peso branoo : na praca dr In-
    dependencia, n. 4.
    Vend111-se saccas com muilo boa fa-
    rinha da Ierra ; ditas com mlibo, por pt*e-
    50 commodo; na ra da Senzalla-Nova,
    u. 2.


    Loteria doRio-de-
    Janeiro.
    Aos 20:000.000 de rs.
    Na praca da Independencia, ri.
    /|, vendem-se bilhelcs, rneios,
    quartos, oitavo. e vigsimos da
    11.a loteria das matmcs.
    -- Vendem-se superiores bichas de llam-
    hurgo, tamhcm so nlugam, por precncmn-
    mo'lo: no Alerro-Ua-lioa-VisU, n. 41, vali-
    da que foi do Maya.
    Fariiihu de mandioca.
    Vendcm-se pennas dcema ; muilo boa fa-
    rinlta de mandioen: ludo por prego com-
    modo : na ra do Queimado, n. 14.
    Vende-se um sobrado oe um andar na
    ra das Cinco-Puntas, com quintal e cacim-
    ba, terreno proprio : na ra da Cadeia de
    S.-Antonio, segundo andar do sobrado da
    esquina do becco do Ouvidor, so dir quem
    vende.
    .-- Vende-se urna capa de go'gur.to rou-
    xo e nova, muilo bem feila, com borlarle
    ouro: ua ra da Senzalla-Velha, n. 68
    ou94.
    Vende-se a taberna da raa
    do Padre-lVlorianno, n. 72, com
    poucos fundos, e que regula 10 a
    13,000 rs. por dia : a tratar na
    ellandrga, das 9 I-oras da nu.nhaa|srs.'cai nonos, com grandeeut
    n '* ita tirrlp rnm livuinim l.'r._ da, de quatro agoas, g.andc scnzalla, co-
    os .Ida tarde, com Joaquim trio- C|,era, estribara, baixadecapln. que sus-
    CISCO FrunCO. | lenta 3 a 4 ravallos, grande cacimba com
    Vende-seo novo mappa geographico! bomba e lauque cubeilo pura banbo, lias-
    estimavel medicina, com tu do a experici -
    ra diaria aprsenla resultados mais no-
    tsveis.
    New-York, 22 de abril de 1848.
    Srs. A. 11. e O. Sands. Julgando ser
    un dover para com voscp e para com o pu-
    blico em geral, remetlo-vos esle ceitilica-
    do das grandes virtudes da vossa salsa-par-
    rilda, para que oulros quo boje eslo sof-
    freudo cstabdecam meihor a sua conlian-
    qa e facam sem demora uso da vussa medi-
    cina.
    Vi-me perseguido com urna grandp fe-
    ri.la no lornozelo, que so cslcudia pela ca-
    nda cima al ao joflho, langava glande
    porcilo de nojeuta materia, com comichees
    que me privavam muilas noiles do meu des-
    canc, e eram multo penosas desuppoitar.
    OSr. LiogoM. Cunnel, que havia sido
    curado com a vossa sal.-a-pariilha, reeom-
    meudou-me que eu Otease uso dola, .- de-
    pois do baver tomailo cinco garrafas fiquei
    pe fritamente curado.
    Tenlio demorado um snno mandar-vos
    esle certificado, para conhcccr com certe-
    za se a cura era permanente, e tenlio agora
    a msior satisfazlo em declarar que nilo le-
    nho visto, nem sentido cousa alguma du-
    rante todo este lempo, e cbo-me perfeita-
    meule reslabelecido. 8011 vosso, etc.
    Sarah Al. Intire.
    210, ra Uelancey.
    Nrsta provincia o nico agente desle mi-
    luvillioso remedio be Vicente Jos de lirilu.
    VenJe-so um grande sitio no lugar do
    Manguind, que lica delronte dos sitios dos
    de viven-
    '4
    de Portugal, em grande formulo, gravado,
    dividido por provincia*! dislriclos, admi-
    nistrativas e eonceltios, confora e a ultima
    lei da divlsfio do territorio, e contendo a
    demarcacyu dos paizes viiibiileiros no |)ou-
    ro e ftaiirada.as estradas militares, totas
    as Ierras e lugares notaveis, com desigua-
    lantes arvoredos de fruclo : na ra da Con-
    cordia, nrimciio sobrado novo de um andar.
    Vcndem-se bustos de gesso represen-
    tando fielmente a rainha Victoria e o prin-
    cipe Alberto; relogios de ouro e de piala,
    ciiegados ltimamente da Suisss : estes re-
    logiosque sao miii bem acabados, se tor-
    codaqudlasem que ha correio ordinario, nain inulto recommendaveis a qualquer
    a escala daa distancias das trras rrinci-|particular,e adverte-ae que lia entreellea
    pnes entre si. o mappa dos cuncrllios e nu- alguna que andan 8 lias sem precia reni
    meros dos fogos do que se coni|0e cada
    districto administrativo, correcto e me-
    Ihorado em todas as illas especialidades,
    segundo as alleraces que lem havido al
    f boje: na roa da Cadea-Vdha, luja de li-
    vros, de Carduzo A y res
    de corda : na ra da Cruz, no liedle, n. 55.
    Agencia de idwia Alaw.
    Na ra de A|>ollo armazem n. 6, de M. Cal*
    moni & Compaiiliia, aclia-se constantemente
    um grande sol lmenlo -te fe ragens inglezas
    --Vende-se una preta muilo boa enzi-' (llira engenhoa de fabricar asaucar. bem
    nlieira, que lava muilo bem c vende na Como taixas de fero coado e balido de dif-
    rua.daqual se afianza a conducta; urna |ert.IlU.s umanhos e modelos, Duendas
    dita porpreCOC.....moto; una mulalinho u6 dito, lano para armar em madeira como
    de 15 annos, muilo lindo para pagem, oque,' rodas de ferro para animaes e agoa, ma-
    tervea nina casa; um moioque de II an- enn8l de vaporde lrca de 4 ravallos, alta
    nos; um prelo bom cozinheiro ; umdito
    bOdi Lolier o: na ruado Collcgio, n. 21,
    Se dir quem vende.
    IR na doCollegio, n. 9.1
    11
    presso, reparlideiras, espumaderas, ele.
    de ferrueslau'oado. Na mesma agencia adia-
    se um sorlimunlo de pesos para bataneas,
    escovins paia navios. Ierro ern barra, lano
    I quadrado como redundo, salra para ferrei-
    ro e urna porcao de linta veidc em latas:
    tudo or barato preco.
    Vende-se, por preco rommndo, um
    atlasgeograpliico porfioujon ;e i Thomp-
    son anda uuvo : na ra do Cabug, n. 7.
    -- Vendem-se dual caixas de tartaruga
    para rap, felas no Araealy : na luadul.u-
    bug.toja da esquina defronle da matiiz.
    Vendero-se lijlos |ara limp.r lacas,
    em grandes e pequeas porcoes a Tontada
    dos compradores; giaxa inglesa n. 97;
    conservas e sal refinado : no armazem que
    fui do fallecido Itraguez.
    Ve i de-se a l'almira, ou a ceguinba
    vereiro, ehcgsraoi hithelese cautelas |i;! brasileira. romance em 7 canina, pelo dou-
    desla lotera, que devia exlrahir-se i|i. lor francisco "oml'acio de Abreu, pelo ba-
    o dia S3 do mesmo mez. ;j ruto preco de3.u00 rs : no Alerro-da-ltoa-
    LOTERASDOIUO-DE-
    JANEIllO.
    20:000^000
    12.' DAS UATItlZES.
    Pelo vapor S.-Sb"siSo, sabido do
    Rio-de-Janeiro em 16 do passado fc-
    i
    | I
    B
    I
    :.
    1:
    fev: :Mi-r -**!*<< Aos Srs. jurisconsultos.
    Na ra do Trapiche-Novo, n, 6, verulem-
    se es seguintes obras de direito, (llegadas
    ltimamente, por preco commudo :
    I.oh'o, notas de Jlclio ;
    Borgea Carneiro, direito civil;
    CoeltiO da lloclla, dito ;
    l.iz Tolxeir, dito ;
    Carvallio, linliasorfannlcgicas; *
    Cor rea 'fe I es, di gesto puilugucz ;
    OrdenacOcs do reino;
    .Mulln, op ra.
    Vende-se um bonito cscra-
    vo, que he muilo bom liabalbador
    de campo, pelo barato preco de
    35o,ooo rs.: o motivo por que se
    vende se dir ao coniprudor: no
    Hospicio, casa de L). Finncisca
    Thomazia da Conceicao Cunba.
    --M Thearde, modista francesa, na ra
    Nova, n. 32, recebeu pelo ultimo navio vin-
    Uo de franca, um neo soriimenlo do cba-
    pos do seda de todas as eres ; trancas de
    algOdSo; capelUs de llores para balese
    c.isimeiilos; sana schamalotada du pura
    seda ; forma-copa para chapeos ; enlejes
    e miudezas para cabera, rnuilo ricos e n o-
    dernos; baleias para vestidos; eapartilhos
    de tudas 18 iiualnlades, de Ululas e sem C08-
    luras, de urna nova invencSo e muito com-
    modo ; bloude e rendas de lioho ; e outras
    mudascuuas de bom costo, que se \ou-
    dcui niuit-o em couta. Tamicm sempre se
    fazem nu ultimo gusto vestidos para bailes
    ecasamentos, ditos de uiontaria, mante-
    letes, Capulinhos c vizrtas, de padioes
    n.uno moderuvs e anda nao vistos aqu.
    Salsa-pon Iba de Sands
    para remover e curar radicalmente todas
    as enfermidades que proceden) da impu-
    reza do saugue, ou babiio do systema.
    Esia me licin est operaudu cuii.-laiite-
    mcnle curas quasi Incriveia de molestias
    qucp'ocedem da impiinza do sangue. A
    infeliz yiciiria de molestias hereditarias,
    com glndulas hachadas, iotvi.s incolhidoa
    B OS OaSOS meio arruinadus, ficuu restabe-
    Kcida cun toda sua sade e forjas. O duen-
    le escrofuloso, coberlu decbagus, causan-
    do mijo asi mesmo, ea quem o servia, li-
    cou perfeito. Centenaria de pessoasque li-
    nliam solfrido ( por annos a puni de deses-
    peraren! da sua soite ) molestias cutneas,
    glndulas, ibeumalumo chronico e mudas
    uulraaeiifrrinidades procedentes dodesar-
    i unjo dos org.1os de secrc(o c da circula-
    dlo, leem-se erguido quasi iiiilagrosan.cn-
    le do leilo da morte, e boje, com consliiui-
    cde.i regeneradas, Cun | r^yer alteslam a i f
    licaciadesla inestimavel |iiepara;ao.
    Vista, toja n. 14 ; em S.-Antonio, na prai;a
    d;i Indei endeucia, livraria ns. 6 e 8 ; no He-
    cife, luja de livros, do Sr. padre Ignacio.
    Deposito da fabrica de
    rodos-os-Santos na Rahia
    Vende-se eni casa de N.O. Bieber & C.
    4* rna da Cruz, n. 4, alcndao trancado
    Vende-se um pardo de 20 annos, ro-
    hiiFto, e prprio para qualquer servido : ua
    ra do Crespo, n. 15, primeiro andar.
    Novo sor limen lo de fa-
    zendas baratas, na ra
    do Crespo, n. 6, ao p
    do lampea^.
    Vende-se cassa-chita muito fin, de bo-
    nitos padrOes, cores fixas e com 4 palmos
    lo largura, pelo barato prego de 320 rs. o
    covado; csssa franceza de quadros, muito
    fina, a 960 rs. o covado; rlscadinbo de lis-
    tras do linho, a 240 rs. o covado brim de
    alRodto de cores com listra ao lado e de bo-
    nitos padrOes, a 320 rs. o covado ; brim
    pardo claro, a 1,500 e 1,800 rs. o corte de
    duas varase urna quarta ; cassa preta cora
    rsmagem branca para lulo, a 140 rs. o co-
    vado; zuarte de cores, com 4 palmos de
    largura, a 200 rs. o covado ; dito azul com
    vara de largura, a 200 rs. o covado ; risca-
    do monstro, a 220 rs. o covado; chitas de
    bonitos padrOes e cores fixas, a 160 e 180
    rs. o covado ; chales da tarlatana, a 500 e
    800 rs,; cobertores de algodSo america-
    no, muito superiores, a 640 rs.
    A bordo da brigue S.-oi, chegado
    prximamente, vende-fe farinha de man-
    dioca de superior qualidade, e por menos
    preco do que em nutra qualquer parlemos
    prelrndentes dirijam-se a bordo do dito
    brigue, fundeado defronle do arsenal de
    guerra, ou ao llecife. ra da Cruz, n. 66.
    Y en de-se superior farinba
    de milito em porcSes e a retalbo,
    leudo de todas as qualidades a
    vontade do comprador, e por pre-
    co mais commodo do que em ou-
    tra qualquer parte: na ra do
    liiuii, n. 28.
    A '#000 o corte.
    Vendem-se cortes de cassa-chita, fina, de
    bonitos padrOes e com 6 varas e meia, pelo
    diminuto preco de 2,000 is. o corle : na
    ra do Crespo, n. 6, lojaao | do lampeao.
    1'arelo novo a 5,500 rs.
    Vendem-se saccas grandes com 3 arro-
    bas ile fardo, ebegauas no ultimo navio
    de llamburgo : na la do Amorim, u. 35,
    casa de J. J. Tasso Jnior.
    Os melhores charutos de
    S.-Felix.
    SBo chegadoi os-melhores charutos de
    S.-Felix : na ra do Queimado, u. 9, luja.
    Ovas do serlao.
    Vende-se este excellente letico na ra
    do Queimado. n. 14, loja de frrragens.
    Vende-se vinlio do Porto muilo supe-
    rior, em barris de quarlo e quinto ; farinha
    de trigo de todas as qualidades e em meias
    barricas; retroz do Porlo, prlmeira quali-
    dade : panno e meias de linho ; arcos para
    barricas ; farinba de mandioca em saccas
    Brandes e a garnel a bordo da sumaca V-
    S -lo-Carmo : ludo por preco commodo :
    na ruarlo Vigario, n. II, primeiro audar,
    casa de francisco A Ivs da Cunha.
    Antigo deposito de cal
    virfiem.
    Na rilado Trapiche, n. 17, lia
    muito superior cal virgem de Lis-
    boa, por preco muito commodo.
    ;\ rados de ferro.
    Na fundico da Aurora em S.-Amaro ,
    vendem-se arados de ferro diversos mo-
    delos.
    Na ra do Queimado, n. 14, se dir
    quem lem para v. nder una preta de 20 a
    -iaqliella fabrica, muito proprio paraVaccns 22 anuos, de bonita Vista, a qual co/mhao
    rleassucar, roupa de esersvos efioiroerio diaiio de urna casa, com algum pincipk)
    para icles de pescar, por preco muito com- de engommare lavar ; bem como urna par-
    nlo,l0 da de 25 annos, queengomma, lava ecozi-
    -Cbegarem novamcnle ruada Sen-!,,lla "' l'rdo_de 10 a 18 anuos, de boni-
    zalla-Nova, n.42, relogios de ouro e prala u bgi'ra. propnu para pagcni, por ser n.ui-
    patente inglez, pira bomem e senhnrn. 1 lo esputo.
    Vcnde-seaexcellenteobrade DireitO Vende-se umsellim com muito punco
    civil de Coelho da lloclla, por 5 000 ra.;' SOf for commodo nieto na ra de llor-
    obras completas de CamCea. da ultima e las, 11.188.
    mais nilla edicfln, 3 v. por 5,000 rs. : lio
    A ten o-da-Boa-Vista, n. 14, foja.
    AGfciVClA
    da funtco Low-Moor,
    BA UA 8ENZAttAKOVAj S. 4*-
    Neite estabelecimento cbti-
    na a havtium completo sorti-
    i.iento de moendas e meias moen-
    daa, para cnaenho ; macbmas de
    var, e tachas de ierro batido
    eoado, de todo os turnanbos,
    para dito.
    Vende-se a [ropriedade do Rollo, na
    freguezie de Tracunb&eni, com n.eia legoa
    em quadro, capaz de levantar-so um gt-an-
    deengciiho, por seren lenas de grande
    producido de toda a l.^vouia, com luios lu-
    gradoures, maltas e ptimos partidos: tra-
    tar Com o c.ipil."o. Jos de llanos CaValcan-
    lellaranhao Kalcfio, no engenuo da barra,
    comarca JeNazarelli.
    l'Cchiielii.
    N*-rna do ('respe, loja n. 5 a, de Ricar-
    do Jos de Fiei tas Ribtl'O, vend m-se len-
    cos de ramlrai" de linbu linos |do mdi-
    co l' >'.o de i.iiiii, 5,000 e b.000 is. a du/ui,
    conforme sua graduacto e Ouura.
    Vende-se um pelo possanie e de boa
    estatua! aocom;rador se du o motivo
    por que se vende : na la do Vigaiin, 11 29.
    Vende-se a taberna da esquina da tr-
    vessa doSerigado, 11. 1 : a tratar na mesma
    taberna.
    Vende-se urna caixa de tartaruga, In-
    da encasloada de ouio, propiia para pre-
    sente : na ra Velba, 11. 54.
    Vende-se urna canoa aber-
    ta que carrega um milbeiro de li-
    jlos, por barato preco: no llos-
    ca.sa de i). Francisca
    Vende-se, por lodo o preco, para li-
    quidado, seda preta lisa e lavrada ; los
    pietos ; diales escucezes; mantas paia me-
    ninas; lieos ri tes de seda de cores; urna
    colcha da India ; um piano ; crrenles para
    senbora ; 2 relogios de ouro ; 3 auneles ;
    hotoes de abeilura ; cruces e nutras obras :
    na ra estrella do Hozarlo, n, 28, segundo
    audar. Na mesma casa se din quem da di-
    nbeiro a premio..
    l\o armazem de motila-
    dos do Ale 10da-ltoa-
    Vista, 11. 24,
    vendcm-se por menos preco do que em
    untia qualquer par e os seguidles gene-
    11S: queijos londiinos; ditos de pialo;
    cuiiseivas de lodas as qualidades, sal lefi-
    nailo ; lijlos 1 aia limpar fcrs ; talas com
    aardililiasj cba cevadinba ; aramia, tan-
    to em faiinba con o em bolacbiuba ; e u-
    tios muilo gentros novus e com muito es-
    telo.
    -Vendem-se 3C0 varas de algodo fa-
    bricado nesla iroviucia, pelo baralissimo
    pre^o de 180 rs a vaia : lio Aterro-da-lloa-
    Visla, u. 18, loja.
    -- Vendu-se cera em velas do Itin-de-Ja-
    neiro, niuito bom sortimento, em caixas
    tic 144 libras, poi p"io muilo commodo :
    a tratar com Novaes & Cuuipaiibia, na ra
    du Trapibe, 11. 34.
    Vendtm-se dous pianos ic-
    crntemenle ebegados, por preco
    muito commodo, para liquidar
    i cotilas, visto o dono relirar-se pa-
    ra Ii'iij : na ra da Cruz, arma-
    zem 11. 4S.
    Vende-se um bonito caval-
    I), e muito bom, por preco CoiD-j
    Taixas para engenho.
    Na fundi<;ao de forro da ra do Brum,
    scaba-se de receber um completo soriimen-
    lo de taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
    quaes acham-so a venda por preco com-
    modo e com promptidSo embarcam-se,
    ou carregani-seem carroasem despezaa ao
    esmprador.
    Tecidos de algodo tran-
    cado da fabrica de 1o-
    dos-os*Santas.
    Na ra da Cadeia, n. 5U,
    end*m-se por atacado duas qualidades,
    proprias para saceos do assucar e roupa de
    escravos.
    Folassa da Russia.
    Vendc-se superior potassa da Itussia, da
    mais nova que ha no. mercado, por pttQ
    commodo : na ra do Trapiche, n. 17.
    Farinha nova de S.-Ma-
    ilictis, por prego mui-
    to commodo :
    vende-se a bordo do patacho na-
    cional /i'mizatle- Constante, entra-
    do recenlernenle daquelle porto,
    e fundeado em frente da escadi-
    nba do (Jollegio. ou a tratar com
    Macbado & Pinheiro, na ra do
    Vigario, n. 19, segundo andar.
    Flores.
    Vendem-se .caixinbas com dif-
    ferentes qualidades de sementee
    de flores, com urna municiosa no-
    ticia de onde ao uriundas, e a
    msneira de preparara tena para
    a sua sementera, cousa bem curio-
    sa c interessante : na ra da Cruz
    n. g, escriplorio de livcirs lr-
    maos c^c (oiupanbia.
    Vendcm-se acones da com-
    panbia de l'ernambtico c Farahi-
    ba: no esciiplorio de Oliveira Ir-
    niaos- & C. na ra Ja Cruz, n. 9.
    Deposito de Potassa.
    Vende-se muito nova polasss,
    de boa (ju.'ilidaile, em barriszinhot.
    pequeos de quatro arrobas, por
    preco barato, como j ha muito
    tempo se n2o vende : nc itecife,
    ruada Cadeia, armazem n. 11.
    Vendem-se bons queijos londrinos
    ditos de prato muito frescaes e de superior
    qnalidade, presuntos inglezes para fiam-
    bre, ditosporluguezes para pancha, latas
    ciini 2 e* libras de marmelada, ditas com
    bolacbiuba de Lisboa, ditas de sardinha, di-
    tas com liervilbas, frascos com conservas
    inglezas, queijos de qualba viudos do Cea-
    1 a, por barato preco, mantas de touciuho
    inglez de fomeiro.de 7 a 8 libras cadauma,e
    oulrns muilos gneros de boa qualidade :
    ua ra da Cruz, 110 llecife, n. 46.
    Moeudas superiores.
    Na fundic-Sode C. Starr & Companhis,
    em S.-Amaro, acham-se venda moendas
    le caima, tVidas de ferro, de um modelo e
    construccao muito superior.
    0
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    r. S
    0 1
    V O
    -s IO
    Kapracada Indepen-
    dencia, n. 59.
    Vendem-se bilhetes, meios, quartos. oi
    lavse vigsimos da 12.' loleiia a bendj-
    cio dascoualrucOes e reparos dasmatri-
    zesdoltio-dc-J*neiro, cujas rodas devem
    ter andado 110 dia 22 rio prximo passado.
    pitEgos.
    Bilhetes 22.000
    leos H.OOO
    Quartos 5,500
    Oitavos 2,800
    Vigsimos 1,300
    Vende-se por preco commodo, um
    rano de duas rodas, inglez, de oxcellentc
    qualidade, com arreios para um ou dous
    Cavalb'S: no Alerro-da-lloa-Vista, coebei-
    ra >lo Sr Miguel Souger.
    Vende-se um prelo bom carreiro, o de
    boa conducta : na ra do Itangd, n 57.
    Vende-se, por preco con,modo, urna
    cixa com 11.cela, viuda do Porto, para
    fechar cuntas : 110 caes da Alfaiidega, ar-
    mazem de Illas tencua.
    Vendcm-se 2 escravos mogos, carrel-
    ros ; 4 esciavos de todo o servitjo 4 ne-
    grotas que cozii liam e engommam urna
    parda propria para todo o servido de nina
    casa ; 2 01 gaos, sendo um proprio para
    ign ja. poi conler varbs pecas de msicas
    decentes para e.-se liin : na ra llireita,
    n.3.
    Vendem-se ts cade i ras e um soph de
    Jacaranda ,- 2 pares de castices de prata
    paia linternas : ludo de bom gosto e em
    bom estado : na ra da Cadeia do ftecife,
    n. 2.
    --Na ra Nova, taberna n. 40, defronle
    da Concei(So. ven 'e-se manteiga ingleza,
    a Ii.O, 24o, 400 e 610 rs. ; aletria, a 240 rs.;
    feijSu, a 160 rs.; azeile du carrapato, a 6 pa-
    tacas em garraf', e a 7 patacas a retalbo;
    dito de coco, a480rs. ; dito doce, a 80 rs. ;
    cha muito bom, a 2,210is ; espernacele, a
    800 rs. ; baulia, a 320 rs. ; milho, a tOO rs
    Cooiquanto tenbam appaiecido grandes I' .' .
    curas al aqu j.rodu2das pdo uso destal"iazia da Umceicao Cuuba.
    modo ; no Hospicio, casa de 1).
    Tho.!r'rancsca Thomazia da Concei-jlal'i<,c. ?? ;e outro" ?'.1"I?*.B",!I'*
    / ., I ios, que seduuo os precus a vista dos coiu-
    [cao Ctlliln''.
    'prtdoios.
    -- Vendem-se amarras de rro: na ra
    da Senzalla-Nova, n. 42.
    -- Vende-se resina de augico, as libras a
    nm ihii'c'io : na ra da Cadeia, loja de Joo
    Jos de Carvalbo Moraes.
    Vende-se urna laberna bem afregueza-
    d, tantopara a trra como para o mallo,
    com poucos fondos, e com quintal, cacim-
    ba o cotnmoilos para familia: as Cinco-
    Pntas, n. 34. '
    Vendem-se velas decarniba, chegadas
    ltimamente do Aracaty, sendo estas as
    mais superiores, pea sua duracAo e boa
    luz, a 320 rs. a libra : na ra estreita do
    Itozario, n. 8.
    Vende-se para engenho, ou para fra
    da provincia, urna escrava de nacflo, de 20
    annos, de bonita finura, que engomma liso,
    ensaboa bem e faz lodo o servico de casa:
    na travessa do Veras, 11. 9.
    Vende-se um Looito escra-
    vo, bom canoeiro ; duas escravas
    de bonitas figuras, que lavam, en-
    gommam, cozinham e cosem : uo
    Hospicio, casa de I) Francisca
    Thomazia da Conceicao Cunha.
    Sardinhas rccciitcmen-
    Icchfgadas.
    Vendem-se barricas com 600 a 800 sar-
    dio has grandes, por comnodo preco: no
    caes da Alfandega, 11. 7, armazem de Fran-
    cisco I lias IV n eir.
    Escravos Fgidos
    FKgio, no dia 4 do enrente, um mula-
    linho do nome Thomaz, com cilicio re
    ma'ceneiro, baixo, cheio do corpo, cabello
    cacheado, po'm corlado: quem o pegar
    leve-o o Aterro-da-lioa-Visla, n. 34, ler-
    ceiro andar, que ser recompensado; assim
    como se protesta contra quem o tiver oc-
    culto.
    -Fugio, no dia 4 do correte, urna es-
    crava fle nonie Claudina, de na(So Cos-
    ta, mas mo lem t I luis, de 20 annos, de bo-
    nita figura; levou vestido de dula encar-
    nada, panno da Cosa de Inoras azues :
    quem a pegar leve-as ruado llosi ido, So-
    brado novo di dous andares, de Tlnun z
    de Aqu no l'ouseca, que ser recompen-
    sado.
    Fugio, no dia 7 do corrente, o mole-
    queJoiio.de nacau llenguella, altura re-
    gular, secco do corpo, pos grandes e os da-
    llos dt s mesmo; compndos; tem urna cos-
    tura em um dos bracos, proveniente de um
    gancho; levou calcas de buin branco mui-
    to rotas, camisa ue slgodnzinlio, chapeo
    depalha pequeo; beacostumado a ven-
    der fruclas do sitio em um laboleiro, ido
    queja tem dissoalguma falla de cabellos
    na cabera ; tem 18 annos pouco mais ou
    menos. Iloga-se as autoridades polidaes,
    tanto desta praca como fra delta toda a
    vigilancia nos combois, por baver descon-
    fianzas que elle tenba sabido em algum,
    por ser para issoseduzido :.quem o levar
    ra da t:adeia du llecife, n. 25, aera gene-
    rosamente recompensado.
    Fugio, no dia primeiro do
    corrente, o pardo escuro Joo
    Grande ; lem o rosto comprdo e
    um inlbo quasi orisonlol no nariz;
    be alto ; representa ter ao annos:
    quem o pegar leve-o 'rua de S.-
    Amaro, sobrado de a andares, n.
    6, que ser generosamente re-
    compensado.
    OlTe'ece-se gratificar com generosi-
    dade e piompli iflo a quem levar na casa
    sita na beira do lio do l'oco-da-Paiiella. ou
    na praca do Conimercio, a Jos Antonio de
    Aranjo, um escravo da Costa, que desappa-
    receudo Poco-da-Panella, nodia 7 do cor-
    rente mar^o, as4 horas ila mandila ; sup-
    pe-se ter lomado a direcQSo da estrada
    nova, engenho do Cordeiro, ele.; tem 20 a
    22 annos, hlia pouco, por serbiuio, altu-
    ra e corpo regulares, era compnda, odos
    grandes, beicosgrossos, barba pouco des-
    cula, cabello corlado a moda rio Ira.ie, |n i-
    lo sacado, em o qual tem una co.-tura de
    um laido abaixo da clavicula, hombros pa-
    ra tras ; anda com o corpo para um e 011-
    Iro lado, sendo esle andar natural; temos
    peacheiosde bichos; chama-ae Alli; le-
    vou chapeo de palda que ns prelos coslu-
    main a fazer, camisa de algodflo america-
    no Je lislras brancas e azues de margas
    compridas, poiem sem punbos, calcas do
    mesmo sendo feilas com pregas e boleos ao
    lado, ceroulas de algodo americano azul,
    sendo estas curias, bem largas e de et.liar,
    um lencol de 2 pannos de algodSozinho li-
    so ; cosluma andar n da cintuia para cima
    e trazendu a camisa, ora sobre os hombros,
    ora vestida sem abotoar o collerinho, e ora
    por cima das caifas ou ceroulas simplia-
    mente.
    Km anoilede98do prximo passado,
    fugio, da povoacfio do Monleiro, da c-sa da
    residencia de Manoel Antonio da Silva An-
    tiini's, a preta Maiia, do gento de Angela,
    moga, de catalura e coipo regularea, cor
    preta, rosto aboceilado, falla bem o vulgar;
    lem os p.-. 11111 tanto gro-sos : quem a pe-
    gar leve-a a ra da Cadeia-Ve Ida, n. 24,
    que ser gratificado.
    Fugio, no da 16 do corrente, da casa
    do abaixoassigusdo um moleque de nomo
    Joo, o qual diz a algumas pessoaa chamar-
    se Constantino, de til a 20 anuos, altura re-
    gular, corpo secco ; levou camit-a branca e
    c. lea de brim tr-igueiioja usada ; lem una
    belide lio olhodireilo, um dentecavalgado
    enicima do oulro o urna marca em qua-
    dro na pa direia, proveniente de um caus-
    tico: roga-ses autoridades policiaese ca-
    piles de campo que o p, lelicndam e le-
    vem-no ra daslrincheiras, por cima do
    canoi io do Sr. Cuilhern.e l'alncio.
    Rufino Joii l'rnandes de l'igueiredo.
    FU II ATA.
    l\'a correspondencia, ltimamente rth-
    presa, do Sr. provodor de sa Id, dee 1er-
    se em vez de Capunlia Cabanga o que
    nos piestamos a rectificar.
    PBN.
    NI TTP. DEM. f. DEFASIi. -1850

    MFI MOR FYCrMDI


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